Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07877


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Full Text
ANNO XXXIII R. 257,
Por 3 meze$ adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
SEGUNDA FEIRA 9 DE NOVEHBRO HE I8o7
Por anno adiantdo l.'i$000.
Porte franco para o subscriptor;
fc>CA26A.D0f DA DBKUPCAd DO NORTE.
Ptnhibi. Ir. Joio kodolpho 6ome* ; Natal, o Sr. Joiqulm
l.Perelra Jnior ; Araeaty, e 8r. A. d. Umoe Braga ; Cea-
" "a* V .. Jo d* oli,r Maraohao, o Senhor Jos Teiiei
ra da Mello; Plaubj o Senho Jos Joaquim Avelina : Pa-
r1. r Ju.line J. Ramo. ; Amaionai, fr. Jaronjmo da
C*i*a.
PASUDA DOS COKAKIOS.
Ohndt : todo. o dia, .!. mc hora, ,1o di,.
sw"^ """"V >'***: sejaaaa aiUa-IMraa.
s. aou, ririerr.,, Honiu, Carura, Alliako a Caraakua: aa -es-fetra,
Flte. \ VR.U0 '*";' X",V'"'- ''"""'" "-i"- Paaalra,3M.r.
"orea, Villa-Bcll., II,,.-V ,ala, Oariean e B', naa ..uarlas-feir.,.
-abo, lpojuca,.>H-rinli'em, Rio ',.rimiio, Daa, Hair.-i.os, Aguarla. P
auairaa e Vaui: qaJaus-Mras.
Tedu oa correiua |>ancm aa 10 oras da maohia.
AUDIENCIA* OO TaUBUNAB* DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : sagundil quintil.
Relar,ao : tercaa feiraa a labbados.
Fazendi : quartai a aabbadoa as 10 horai.
J uiio do commercio : legundaa ai 10 boral quintas ao maio da.
Julio da orphoa j segundas a quiotaaai 10 horai.
Primeira van do eivel ; segundas a sanas aa mal* da.
Secunda rara do clval : uarlaj a aabbadoa aa mala dia.
EPHBMERIDE8 DO MEZ DB NOVEMBRO.
1 Lu chela 10 horas e 38 minuto di urde.
8 Quarto miaguaote a 1 hora e 55 minuios di ramhsi.
16 La nova a 1 hora a 35 minuto da tarda.
24 (Juarto crocante a 3 horaa a 18 minino di tardi.
PK.EAMAB D8 HuJE.
Prlmalra ai 10 hnraa a 6 minutos da manbaa.
8und a 111 nons a 30 minuioi da larda.
DAS da semana.
0 si'.'iui-i. S. 1 r i-sino o Agripino Bb.
I0 Terca. S. Andr Avelino I. ; s. Kiupha.
ti Quarla S. Mamnlio b. s. Verano b.
12 'Juiiu S. M.-riiiihu p. m.; Luvino b. m.
13 pena Ss. Arcedlo e t'aulillo Mm.
14 vili.iil'i S. Ain m diac.; Curia m.
15 oiiiing" 21 O Patrocinio de N. Senbora.
BNCABREGADOS DA OBSCBICA 0 el
Alignii, o Sr. Cliudino Falro Diaa: Baln, o Ir. D. Dopia
io da Janeiro, o Sr. Joio Periiri Mirtini.
EM PERNAMBL'CO.
O proprielario do DIABIO Manoel Fhjuelroa de FirU a le
livraria, praca di Independencia n. e 8.
KJo sendo bastante i pouca
gana .enliure asiignanles d
com o pagamento do impon de suas aaigna(iiras,
demurando-o por forma lal. qie impnssivel se torna
equiparar a despeza com a rectila, accresce que,pre-
sentemente, apr.iveiian du ae da immena diftlculds-
de que lia da obterem ae Irocns mia los, apr.--ent.im
O iioso coh.adares ir tulas de inulto maor valor
para o pagamento da *ub.rripclo, exigiudo troros
lre< oo qnalro vezes maior, de modo qu para rece-
ber-e cem asignaturas he precito dar-se oro valor
quadruplo, oa an menoa sedlas de I, que sozam
actualmente do premio de cinco por cenlo. Seme-
Ihanle proeedimenlo nao era .te etperar da pesioas
que subscrevem eale Diario do m espontaneo von-
Ude, e em qoe para heo fossem ro qa..ta mmiimiu pino un uuiClipiJJII,(II man
barato de l'.dus oa jorn.es condecidos), em r--1 '_-"''
ao seu form.to e melenas, nao ndmitte augmeuio
de despeza sem acrrercwlo de lucros ; poilanloea
pera o prnprietario deau emprea, que os mesmos
aenhoraa alteudam ao expoato, e diffnpm se mandar
salisfazer suas jssisnsluras que sendo diminuas pa-
ra cala um, lornam-se avulladas para a caa.
a coosHerasA.i qoe, al- I me,'ri"' cruzamanloa (ornaren) irnmilli. n.-ando
fie Diario lem, para ,,n,Derrl encargo as deapezas com ossignaes a
gaanla qoe firem preciso pira os pori'a durante
odia e a noue. Tera neale caso a ad i iiiilrac.,lo d
ealra la o direilo de alterar a directo das dilas ras
oo MimahM pahlico, com o fim de melhorar os
cruzamenloa, ou de diminuir o seu nomaro, prece-
den.lo ennsenlimento do governo, e salva a disposi-
Sodo II doarl. I da le de 2( da juurm de
8>2.
Arl. 13. As via publicas que ae abrirem depois
Tenas .molla de 50J00O, e obrigar,lo de reparar o ]
Os guarda.fieius dos comboio e os simples guar-1 fiscal ou da pessoa commis-ionada. segon* o artigo i
dainuo eoaado. ] da. andarao trmadoa de sabr: o ch-fe d- c .mbo.os anlecede.He, que taaislio .xpe.i-ncU, .isp.ndo o
Art. % Ha lamb.m prohibido, e se reputara' smente podera' trazer tamb.m arma de logo. empregoda locomoliv. ; ma. a admlnisirago M ejo-
crune. aida que do damoo can.ado no resulla de- i Arl. H. A adminislra^o de qualqner esirada de! Irada pod> exigir nova eipe.ienr.a em p^senja de
asir : ferro lera' o direil.i de reler os amm es que se en- anulros. que deci nrSo sem appellara.
1. lnlrduzir de propo.ilo animses dentro do ler- conlrarem no recinlo cercado da Mirada, al que Arl. fiS. Sera ab rio a Bada I""""'0''" "m ""
reno occ.oado pela e-lrad de ferro. lile iej-im pagas a mulla e despeza. ; e quaodo asas gialro es,,.cial do d.ual conste a dala em rae o me-
2. Corlr a cercas para leulia oo para qoalqoer ruliram o valor do animal, n de faze-lo tender em ] rou a Irahalhar, o eu custo, a desprza qu.cos,u ua
fim -em rae leja na poca da dobra-las, c senipre leiMo publico para seu pagainenlo.
Arl. 4"i. Ningoem. nem propria adminialragno,
pido dar oo ae.i ler li.en;a p-ra servides em san-
liataa longitudinal da estrada ''e ^ert0t
Se algonia se abrir abu em presera ile om guarda da e>trada.
3- Arrancar a gramma mi oulras plaulas dos tila-
PARTE OPFIGIAL
MIMSTERIO DO IMPERIO.
Detrito n. 1,930 rfe 2G de abril de 1857.
Approve o regulameuto para a fiscalisac,4o da eego-
raii(a, con.erac;So e polica das estradas d f'rro,
era virloie d> 14 do arl. I do decieio a. 6tl de
26 de janlio de 1832.
Em virlude do ib do arl. I do decreto n. lili
de 26 de junhode 1852, hi por bem approvar o re-
f olameulo para a utC"liac,ao da seguranza, conser-
va^ao e polica .las aslradas de (erro, o qual com
este baita, assignalo por l.uiz I'elreira do Coiilo
Forra/, do meo eonselho, ministro e secretario de
estado dos negoeos do imperio, que asuro o lenha
entendidu e fa(a execular.
I'.lacio do Rio da Janeiro, em 26 de atril de
1857, Irigesimo sexto da independencia e do im-
perio.
Com a rubrica de Sua Mageslada o Imperador.
l.oii Padreira do Couto F>ira>.
CAPITULO I.
Conslrucjllu e cuniervac^lo.
Art. 1. A'Iradas de ferro servida por locomo-
tivas ou sejam adminialradas plo Es(ado, ou por
companhiaa annjmas, ou por qoalqoer n lividuo
oo c..rporaito, sao tas publicas, a como lees sujeitas
s regras gerae da legislarlo concernentes ao ar-
rdamenlo, esgolo das aguas, eiica^flo lateral, e
quaesquer oulras oa parle em que no forem con-
trariadas pelas disposir;es do prsenle regula-
ment,
Arl. 2. Qaalquer deslas estradas ser cercada d
ambos o lados em to la a sua eitns3n.
Arl. 3. Na cidade do Rio da Janeiro e as espi-
tis das provincias, al meia l*gua alm du poni
que for designa lo p-lo governo, e dentro das villas
alravessada, se farflo cerca ou moros, que nao dei-
xem passagero a om i.omem.
Exeaplui-aeo easu em que saja indispensavel per-
eor.er longilu linolmenle uina ra publica, purque
enlao sen o traosilt ujeilo as regras especiaos que
o governo julgar conveniente prtacrever.
Art. 5. I ora dos limdes da artigo antecdeme
far-se-ho valla oo cercas capazes de vedar a paa-
sigem a b>i ou ravallos.
eer se semo consenlimenln expreas. da administra
c.lo da Mirada da ferro, de cujas deci0e liaveri o
recurso do art. fi.
Arl. I i. Em lo.loa ns erazamenlos superiores ou
inferiores crn as vas ordinarias, o governo lera o
direilo de marcar a allura dos vais do viaducto, a
largura deales, e a qoe dever haver enlre os para-
peiloa em relacSn s necs-ulades da circulado da
via publica que (car infenor, ouvindo sempre a ad-
rmiiiHd .n;i. da estrada d- f-rro.
Al. 15. Se o cruzameufo for de duaa estradas de
ferro, a de mais moderna coores-So Picar suj'ila ao
mes-Mos onus qoe a estradas ordinarias novamente
aberlas.
Arl. 16. Em todos o e>uamentos de nivel liave-
ri porlOes de om e onlro lado.
Nos crozarnenlos com as estradas publicas Tedia-
ran habilualinenle a ealra la da ferro, abrin Jo se so-
mante para dar passagem ao combis.
Serao con-lruidos e enlloca tus de modo qoe fe-
cliem a estrada publica al a pass.gem dus com-
bois, apenas for avistado ou esperado qu.lquer
Irem.
Arl. 17. Ni crozamentos do camnhos do oso
panicular serao assentados sobre estes os porlOes ou
ran-ollas, abrindo se para a parle dos terrenos a que
derem commoniea^ao.
Art. 18. A admniislrarjan da estrada de ferro po-
der recotar paaag>ns sobre os Irillio, quando as-
m julear conveni'iile, a particulares, e fectiar aa
que tiver concedido, comanlo que p.goe as devidae
iii'l'innisan ", ou compre os terrenos privado de
sarvidao-
D recnsa porm permittida nesle artigo haver o
recurso do arl. 6, com efleilo opensivo.
Arl. 19. Sempre que urna e-Ira la de ferro seguir
ou cruzar ao nivel urna ra ou estrada ordinaria, o
carri ii.lo poderao ler mai de orara p .llagada ie al-
tura sobre o chao da rus ; em laes rircunvlancas se
farao rampas lalerae, snbindo on decendo, as qiae
nunca lerlo maior declive do que 5 por cenlo ; io-
dendo (odavie tr declive inferior a 5 por ceno,
urna vez que o seo emprmenlo nao exceda a,
bracas.
Art. 20. A administracSo de imi estrada de fer-
rn --r> sempre obriga la a dar esgolo ao leilo da ei-
Ireda e vllela laterae'.
O donos dos terrenos contiguo na > poderao em-
hararar o mesmo eagoto, nem vedar qne para con-
servado se facain em seos terreno asubraa necassa-
r es.
Os que inlerceplarem oa deslroirem qualque
d-ates esgolos, lm de retlabelece-lu sua cusa,
siiffrerlo a multa da -ill>.
Arl. 21. Coando o leilo da t'lrada for soperior
aos Ierren < laleraes. a administraban providenriai
da conceasan de unn eslrada de ferro, podeiSi aira- i de.
vesa-la superior ou infer.irmenle, oo, qumdo f .r Derribar os potes e marcos.
absolutamente iod-spen .ve', ao nivel, comanlo que I 5. Dialrar no todo ou em parle qualqoer obra per-
"!1.",,!.B.!"lp'.,"h:!m,a! V.!1.1" ''as ora n.cearlaa.oenj i itipti$+tc3ll*tflWRJffff3v .,,., a.e,u ua, ,, ,m
nn imrntiti ao nt\o| n;,, |. 11..r.1 a estbale-! qoe inc-.rrer'm segundo o cdigo criminal.
Arl. 8. N'.o '.i ni l. mor los ou edificados o ler-
renos laleraes>a entrada ci fprro, podera' a adminis-
Ir 5,1o desla por occas',1o dC reparos depositar tempo-
rariamente naleriaps nos ilus terreno, e 11 r r ns de
que carecer durante n obr com tanto qoe iiideniuise os prejodicados por qual-
qner daino cansado.
CAPITULO II.
Polca dai estrada de ferr, o suas dependencias.
Art. 29. Nen urna estrada de Ierro ser aberla ao
transito publro sem ler se previamente reconliecido
por exente inindado fazer pelo governo na coi te, o
pelos presiderj.ee as provincias, que offerece a de-
vida segoranca.
Art. 30. Tedas as regraa pollolae* ea|abelcidas
para as estiaias de ferro, ou seja nos reglame.itos
do governo 01 nos da respectiva adminislratao devi-
damenle app'ovado, comprelienderao, alm da e*- I
Irada de fairi propriamenle dita, os taludes, cavas,
fossos, caromlos laleraes, desvos, eslacfl'i, arma-
zen, cercas was, muros, ponles leemharqoe, offl-
eina. dapnsilia, e qoaequer obres de <\i> dependa
o Irafegn da Inlia f-rrea.
Arl. 31. Ai entrar em servido nma estrada de
ferro devera i r'Sp-cliva admini.lrarao apresenlar
ao governo un planta descripltv de Inda a liuha e
obras accesso-ias, a quil ser depositada nos archi-
vos pblicos.
Por esla pima se rr-iolvsro ar"e' qne na praiici possa oQerecer a exocucao do arligo
antecedente.e dos segu nlea.
Arl. 32. A estradas de ferro a as euas dependen-
cia- aiignala lica municipil.
fazer por dia oo por viagem, o nninero de leguas
que anda, a qualida le o lempo e o cusir dos con-
! cerloa que lem ti lo, e luda as circumsla.cijs que
1 ccc.rrein na durarlo da machina.
Arl. 09. Nmgoem. excepto o machinisa e o fo-
Art. 70. Rada cotnlioio sera' movido Dor urna i
locomotiva, excepto bu rampas que po-am exigir
machinas de reforjo,
Arl. 71. A loci.moliva oo locomotivas marcharan
s-mprc na frente do comboio ; b b podeao ir na re-
I i r.t.i ou empurran lo os carros as manobras das
eslaces ern casos de accidentes, oo por mo'ivos im-
periosos e imprevistos. N.slts mestoos caso) se po-
ierao ir por esta (orina al linba de desencontro
J rnoi mus prxima, e a veloci.lade nunca excede-
r de dua legua por h.ra.
Art. 72. Nos comblos l.avera' om chef? a que
olie.locrr.lo
Onle le fierem cercas, serao de preferencia as p^ra aar ,,,,, ,'crrn0, fl0 lquem eslaana-la
vivas de espiuho dequaliuer especie, que a admi-
ni-lra<;j.| da ciimpauhia mandara dobrar p-lo m"-
lio urna vez cada anuo, sub a penas impostas na
poalarai mnnieipaes da corle pa.a o qoe na. cum-
prem semediante nbrigacio em seus terrenos.
Arl 5. as divisas de terrn oceupa lo por urna
eslrada de (erro mn^uein podera edificar senao n, i
ro oo parede sem porta ou janella ; deixar beira la
de lelln lo p i. a a parle da ealra la de ferro; nem
correr para esli a aguas pluviaes que cahirem sobre
o mesmo (>lha lo.
Arl. 6. Se a nalureza do terreno e a sus orienta-
mais a^uas do que antes decon-truir-se a esliada de
f-rro.
Os inleressado poderao compellir civilmente a ad-
mionlracao da eslrada de farro ao cumplimento des-
le preceito.
O governo inperial as far inspeccionar, e punir
is infracciies pelos relos ole unidos nesle regula-
menlo.
Arla 33. T.daa a pestoas e vehculo qoe enlra-
'Orn na estar' ou paleo, ou em qualquer pouln
dos terrenos |>?rlencenias e-'lrada d ferro, fcaran
sujeito, em fuantoahi per nanecerem, aos regola-
rnento e "nsliocco-s ^...icernenles ao servido e po-
lica da oir.-a, ua ferro.
Arl. 3|. .v......un infrocc.lo do rgimen da e-
laces e Jo* carras; ,-oinm *ltida por etranho, ser
punida senao depo s que o^ iufractor for advertido
rom palavras o.lHias abre A, re^ra a que deve so-
jeilar-.e. e losprezar a a Iveri^encia.
Arl. 35. lim lo las as salas de espera das esla-
-s asa patente, em lugar tf "n quadro coolendo em lypos^bem legiveis os arls.
* e 31.
Vi
sl
"fus, da toda as instruec.0
vicoeO0||ria da etir.da de f-lrro. que poderao ser
examiiBiJo consuliade |yor qu.lquer pessoa o
nao leiiVaa, parm e-la odirerii do o levar romsigo,
sob iienlrut) pretexto, nem mesmo para as salas
coni'guaa.
Cada ch'lxde romboo J>rarigu!- traerle o ni exem-
l.lar, deqnea. o oso que enieii ler conve..ieula
o 31.
Vil. 36. llavera sempre rajo esciiplorin r!e cada
l^o um ou miis exemolarres do presente reinls-
""a. di toda "8 insirucco's' coiicernenies ao ser-
Arl. 22. Sendo os carris asnlados em al'rro, pfr* "''"" "'nfraccei, e cuja leilura permiilira aos
nenl.uma excavarlo se podara' fazer em distancia me- 1 '-? "tU'rem.
or do que a altura do aterro, contada esla distancia
dd p d lalude.
Eieepluam-se os aterras de trinla palmos, e d'ah.
para cima* para os quaes a minuna distancia das ei-
cao lornarera preju lic.ae as ed.licac.Ges lalerae por ?"' P "'- r empre de trinla palmos,
causa das.mbra, aalmintstrac.odaesira.ladefer- '.'"': ,nu,l, d' M*m lem da brigada de
ro lera o d.roiio de marcar a m nima altura do mo- ob!,r.olr "' <-C"e;
ros divi'Ori,, nao exeedeudo de tre. brabas a mini-
mi dilanca dalles em que podar qualquer le-
vantar predios ou plaoiar arvores do grande cresci-
roanto.
Do joizo da adminislracalo, qoando oflender a
propriedade de alguem, l.avera recmsi para o juizu
iibslral, o d i deci-3o de-lc para o governo na corte
O para os or-st lentes naa provincia-.
Arl. 7. Sempre que qualquer pesoa tiver de edi-
fiear muro ou pereda as divisas da estrada de
ferro, compile a aJuiint.9lrac.ao desli marcar o ar-
ruamenio.
Arl. 8. Ai disposicajes dos irl. ."> e 6 nao vedam
a cotiservi{a> dos pridios interiormenle exislen-
les.
Comlodo, qoando eslii se bouverem de reedilicar,
teta a adioinilrac.ao da e'lrada o mesmo direilo que
compete a cmaras maniepae para ragularisar as
eonlroc(fta.
Arl 9. As retias dispisicjes sao fomente ap-
plicavei s etlrada de fprro propriamenle di-
tas.
As eslacSrs, os armszens mais dependencias 0-
cam sojeita ao d reilo cominoiii em nlaci. so vi-
ziuhos c .nfronlanle.
Arl. 10. As ealra las de ferro nao poderao impe-
Arl. 23. A menoa de 50 bracas de distancia de ca-
da om dos carri. exteriores da estrada de ferro, nin-
gu*m po.iera' depositar materias intlimmaveis. nem
construir casas coherlas da sapo, foltia de palmeira,
casca de pao ou da qualquer subslancia ii.il .inm.i-
val.
As qne ja exilireiii sero reformadas oa mudada
mediante iitdemuisac,a".
O infractores nao lerao direilo a reclamarlo algu-
ma, em caso de incenlio oo explosSo produzina or
faieas da fornallia da machina, e serao reaponsavei*
civil e criminalmente pelo daiono casalo por laes
incendio oo explose.
Arl. 21. Eicepluam-se da regras precedentes oa
deposiios provisorio! de producios agrcolas no lempo
de eolheita.
Ain la ueste caso porom, iueombe ao donos acau-
lelar-.e contra o incendio casual produzido petas fa-
lseas da fornalha da locomotiva, nao pudendo por lal
moiivo ler direilo i io l-nini- icn algumi.
Arl. 2. A adminisl'aijau da eslrada de ferro far
derribar as matas, ou arvores q ie houver em terre-
nos rlevolotos, na distancia de 10 brabas de um e ou-
Iro lado da eslrada.
i .loando os terrenos forem oceupado por particu-
lares, procurara', eni'ti l"r-s* amigavlmenle com es-
Arl. 37. Et/aclos do nip.rno regulamenlo e ins-
lrucroes aera i 'orneeidos aos maclnaislas, fngoialaa,
guardas-lreioa,, guardas da e-lrada, e quaesquer
ag.nles ou empegados da elrada na parle concer-
nente luimoe. rje cada um.
An. 3K DesJe o por do sol al a rbegada ou pns
sagem "d ililiim, comb .io llavera ns estaque luzes
exleriorei qoer da p irle dos trilhos quer da entrada
do publici.
II .verl>,larnh"iii luzes lias pasagens ao nivel
da tslrefts publicas, sempre que fr iiece^sa-
>
Arl. 3S A horas de partida e ehesada da caTla
comblo Ja passagem pelas estaf' intermedias se
rao anniijcialaa repel las vezes e aultadas era edi-
taes em I ias a esla^Oes,
Nao j.n'fr.io er Iteradas sem^iviso ao publico
com anie.p.can de aiio diaa palo man.
l'.t -ept-an e oa casos em que o contrario exigir
para conserva-la, allrgar-se a pos-e, emhora da an- giii>la, polera' subir a' locomotiva ou ao cairo das
1 pio.i-o-- (leudar; em licenca escripia de aeni d-
Arl. 46 as pasiaa^m csial.eler^ia n..-.. m,,.-; liol ^...n., ,i..r. ,rr..i^fi\^u eUrada.
didada de um n propnelario, ou anda .le om pro- | Excepluam-se o engenheiro fiscal do enverno, ou
prielario e seus aggregad-.s ou arrendatarios, a via j quem suas vezes fizer, declarando os motivos ao che-
ferrea ealara' sempre Itvre, e os porl-s fechados. fa do comblo,
abrindo-ae estes e tornamlo-se a fechar, excepto usa
lluras prohibidas, a cada individuo ou vehculo que
liver de "travessir a estrada de ferro.
Arl: 47 A admini-tracao da c irada nao sera'
obrigada a mantar goardas as passagens a que se
refere o artiaio antecedente.
O proprielano a qnem for concedida a passagem,
pote possutr duas ou mais chaves dos portoes, e en-
trega las a qnem Ihe parecer, com lano que seja o
mesmo proprielaria o nico responsavel pelas in-
fracc.oes dos regolamenlos.
Arl. 48. A cala proprielario, que livor una
pn.-a ..ni ao nivel, se dar nota por escriplo das ho-
ra! em qoe for pru'iibido o transito alravez da via
larrea.
Pena : cincoenla mil reta de mulla por cada in-
frarc/io.
Arl. 49. Todo n occopanle de om terreno s>ja
ou nao propriedade ) qu- r i.linar com a eslrada de
(erro, e esliver dalle separado por orna cerca de es-
piottos, por elle leila para o seo uso he obrigado a
dobra-la urna vez par auno.
Na poca propria o goarda do dilriclo o avilara,
a nao se romecando o servido em Ires da, o parti-
cpala au chef'e da Mliflu mais prxima, o qoal fara
por escripio aego.ida inlim.,c,io, marcando o ptazo
de cinco lia.
Art. 50. Kindo o aegundo prazo lera a adminia-
Ira^ao da eslrada o direilo de mandar fazar o servir
por conla do omisso o de cobrar delle execotivamen-
te a despeza qoe com iilo fizer.
Arl. 51. Os ramos e os galhos cortados serao lo-
do lanzados pira a parle do dominio particular, ao
qual perlencerao, salvo ae a cerca tiver sido fela
pela administrac.lo da estrada de (erro.
Arl. 52. Penetran lo no recinto da estrada oo pa-
rando nos crozamanlos qudqtier pessoa ealrantia,
salvas as excepcoes lo arl. 42, o guarda que a avis
lar, anda que estej, no dialriclo de oulro, advertir-
Ihe-lia com palavras ii.bau-s para que saia, e nao
sendo altendido.a prender.
Arl.53. Igualmente dever qualqoer guarda pren-
der quando o pii.ler fazer dentro ilo recinlo da es-
lrada de ferro, ao inf actor dos arls. 26 e 27.
Arl. 54. O goarda, que neslra casoa elfeclor
nma prisao, conduzira o preso eslavo mais proxi-1
ma, se a distancia e o lempo o permitlirem s.in pre-1
juizo de oulro deveres a aeu cargo. No caso con-
trario o entregara an chafe do primairn comblo que
pastar, n qual o dever conduzr al aque le ponto.
Art. 55. O administra lor da e-lacdo ouvindo
em proseara de doQ- empreados a parle verhal da
pessoa qoe conduzr o infractor, a reduziri a termo
asaignadi. por elle e pelo, referidos doos emprega
do, com o qual proceder' na forma do artigo 57
ou 59.
Arl. 50. Nao podendo prender o infrnclor, o
goarda lomara' notas do quo occorrer para partici-
par as occasies e pela forma qoe Ihe prescrever o
seo reginenl-.
Art. 57. O infractor, que for pr-o por um guar-
da, ora' polo em liherdade se qui/.er pagar na es-
lar;ao, a que for comluzido no remellido, a molla em
que iucorreu, e sendo esta arbitrada entre limites,
o mnimo da estah-lee da pelo regularnenlo.
Alt. 58. Em caso de ahu-o da parle dos guardas,
Deixe-me seguir puis a crreme, e ja que ludo
aqu esla' as frsl.s do casamento do irinao mais
mojo do imperador, s-ja-me permillidn consigrar
a ellas e*ta correspondencia. Alem disto, nao lerei
si-hilo de mmh-s allribuicoe, se he verdade que
deva pouco e pioc de>crever-lhi a vida de-la ca-
pital em soas manif.*lases as mais variada.
Vm.'. sabe que os puvos du norle -ao expansivos ;
en acresceulo : ao apatxnnalos pelas solemnidades.
Nao ha paiz no mundo onde se celebre.n mais fe-la
publicas e mais testas particolares do qua em Sao
P'tersburg.. O autuversario de um simples rapa-
zinho de rjnfts ou tres auno, he o pretexto de orna
frsla damealiea. O maia humille cria lo pede fe-
rias no seu na, e convida seos -migoi^ara acnzi-
nlii ou para dispens Se Vine, aunir a escala
-.ni. encouir-ra' os mesmos habilos.
lia no anuo das em que seria difflcil encontrar
dez pe.soas qu* na foasern convidado, para algu-
ma f'-'a de p'droeiro ; sao os da do nomes par-
ticular, i ente na lo ua Ru-sia, laes comu : Nicolao.
Alexand ", Miguel, ele e para as muiheres, So-
phlo, Olga, Camarina, ele. Taes sao o costuines
tera-s do par. R'-olla dah qoe a solemnidades
ur.periaes, as maiores circumslancias reveslem for-
mas esplendidas adoradas do povo, e que o povo,
a assoria a ella, nao so por inclinara n.lu-
'I, m s (ambem por atleinlo ao soberano e a
oa familia ; p.ovindo diso o carcter de franca po-
i oi.ir i la.le que lie propria aqu a eslas especies de
solemnidades
No oa 1527 desle mez, islo he houtem, lem
lodos os oulros empreados. Ilaverd
tainhein pela menos um machiniila e um foguista pa-i logar a entrad, solemne em S. Pelerburgo da prio).
ra ca la machina. | ceza (cilia de Radiu, h .je graa duqueza Olga Feo-
Ajt. 73. Devera' haver pelo menos om goarda-; iloravna.
freio por cada Irem de ei c.rrn, doos por irem de Ha muito diaa qne ja se deixava ver nma gran-
7 a (2, tres por Lem de 19 a 24, cinco para 25 car-
ros, e a un por d anle.
Arl. Ti. Cala coinbnio devora' conler carros de
tre classes de viajantes em numero sufliciente a joi-
zo do eiigeuheiro fi-cal do overnn. sera que lod.v a
o numero de vehculos do coinbo.o exee.la ao maxim
que o governo marcara', quaudu I lie fr apre>eutada
a planl da eatrada de que Irala o iil. 31.
Arl 75. Nenhum cumhoio se mover' sem levsr
a ferrameula e ni sobresaleules necetsarioi para pe-
qoiin.s ren.in.s uccurrenles.
Arl. 76. De neiti a locomotiva lera' om lum-
peo ou pharol de cor que lacilmenle se distingo* de
qiialqu.r luz ordinaria.
Esles a oulros signaes de qualqoer naloreza qoe
sejam eonsiarao de nm regiment propoato pela ad-
nini sir-ov., e approvado pelo governo, sem cojo
cordo nao podea.i ser alterado.
Arl. i. Cada carro de viajantes devera'eonter ;
Exierionnente a indicaban da clas.e, numero do
carro, e nome da compaiihia proprielaria.
Interiormente em caractere b'in legiveis a lola-
5.11., e urna insiriic4n re-umida das pnneipaes re-
gras a que devem sujeilar-Ga os viajantes.
Ar(, 78. O essento para cada pessoa nao lera'
menos do don- palmos de largara e dous e meio de
tundo.
Em cada c?rro on compartimento de erro llave-
ra' lu ns viagens de n..ile.
deaclivdado em luda a linba, que devia seguir o
magnifico cortejo e oarlir do lenninus do caininh
de l-rro de l'-lorli II : f-ziam-se e'lrados, decora-
vam-se as janella', preparavam-ae as illumiua^Oes.
No ni-sm lia o a.pecto d-s roas era magnifico. As
varando eatavam ornada de ricos tapetes ou de
ai ni .aos preeioa; lodas a casas se achavain
guarnecidas de hu I-iras l-n lo as armas da Russia,
o emblema da cidade, as cifra enlrea; idas d is au-
suslos naivo*. As II ir abun lavara por luda a
parle ; a ludo isto so faltava o brilbo de um bello
sol. O co esteva nbula lo al chuvo-o por al-
anos momento*. U da guarda estiva potaJa naa bordas das calcadas
A espera fj. I nga. Des e as nove ho'as da ma-
nhaa, as tropas esl.vam nos seus pusto., e o povo
no sea, aquella mmoveis sob as armas, esle in-
quieto a em movimeoto.
Nes*e da era .una aranle fortuna ler um lugar
em qoalqoer jonella oa Perspectiva : eu live a de
poder escolher E lava convidado para a bibliolhe-
ea imperial, situada no c-nlro da ra ; prefer a
ala da expsita. de Pintura de Mr. Pravos!, no e-
dillcio da-igreja hollandeza, que lica oa sos extre-
midade. De sua varan la laiga e cummoda no pii-
mpiro an lar eu poda dominar toda a extensa.i da
visla, ao men >s assim o pensivs, sem contar com
urna des-as grande hsndeir.s llurluaule, de que
fallei, e que me oceultou as tres quarlas parles da
.Mii-uuijurM
s-anui damai 1
arruagen irrr. '"
Arl. 79. No comb oo-, que con luzirero viajan- c.na. empanada inlempesliva, collocada na janel-
les, sara'ahsolulameule prohib lo transportar sub- la vizinha.
lan'ias sojeilas a' exploro oo fcilmente ii.flamma-
Veis,
O. que infringirem o-la disposir^ao, occollando laes
materias, Hearlo respi.nsivei civil e criminalmente
por lodos os accidentes, que dahi r"ullarem.
Arl. 80. O governo podera' exigir que no logar
rio deposito das machinas haja constantemente um
nm carro c m lodos os instrumentes e preparo que
forem nece-aarto para occorrer proinplamcule a qual
quer accidenta ; e bem assim machina! de socor-
ro ou da reserva, em e-tado depoderem Inmediata-
mente partir, nos pontos qne irem i'-signa.lui pela
a.iminisIr'C-i'.. A* esta incumba eslabel-rer as reg-as
que -e deverem segir nos caso le pedidos de soc-
orro, e da partida das machinas p-ra pre-la-l>.s.
Atl. 81. O gove oo na corle, ou os p esidenles
as pro.inri..., Indas as vezes que julgarem conve-
niente, poderao mandar in.liluir evames sohre
os preju iieadus, pagaiao a multa para se libertaren locomoiivas e sobre lodo o Irem rodante da es-
de couslrangiinenlo, lerao direilo contra os dito
guardas a quaesquer ac^'S civis ou crimina? esla-
beleci las pelas lets do paiz, devendo alem disto a
admimstra^ao restituT a mulla, sempre que a tiver
recebido.
Ete direilo prescreve n^ ^irazo de seis mezes.
Arl. 59. Os que recuaarein pagar as mullas se-
rao reinellido com o termo, de que Irala o art. 55, a
aotoridade policial mais prxima,'a qual proceder'
cuno fr ile direilo.
Arl. 60. Da condcelo deales presos poderao ser
encarregados os guardas armados in*s nunca t-e
empreua.ao corda ou ferros.
Arl. 61. Tolos os objerloa esq.iecilos pelos via-
Irada de fero.
(Conliouar-si-lii. )
dir a navegaba i dos rios ou ra ie, nem a circola- '*" recorrendo a desapropria^ao, se nao qoizerem
. m .____________a _..,.,._._____ .... '_..._ ____ el. an i .. .... i
r.l de qoae-quer vi.s publicas, que defacto prei-
l i.srm servidan au lempo da canco-.,! i de qualquer
estrada di ferro, ou de ootras que par. u futuro se
ihrirem, ialisffil.il pnrm as clausules d artigo
segointes.
Arl 11. As paules ou vtadiclos sobre os rios e
caoaea lerao a capacidade neceisaria para qua a in-
vegafao nao seja embararsda, pol.nlo porrn ser
obrigados os donos dos barro a arriar os maslros, se
aasim o exigir a aliara das toles, que seto fi-
laa.
Arl. 12. Os crozamentos con as ras oo caminhoa
pblicos, existentes ao lemp di con -es-a >, pn lem
ser -np-norfs. inferiores, ou, toando absolutamente
se n3o possi fazer por oulro n "lo, ao nivel, cot><-
Iriiiidii se pirm por conla .1? companhia ou pessoa
a quera perlencer a estrada Ja ferro a oi.ras que o-
ORIGINAL
DE PERNAMBUCO.
clipj.tr fl arrfdo.
Arl, -26. Ha prohibido:
I P.i7.*r t- a v ,i- m I ti _;.ir fi (romle ns olm v ,t- p'i'oHm
lev.ir -. lenas para a> vallrlas ile esgoto da entrada
de f*rrr.
.-!. Ai'ildir ;i-' valIeA* nur qoiilanrr molo.
3. bucam.uhar para a eslrada de [erro aguas po- funec-.. as autoridad., n .
vises no quaesquer ooira.
4. Vedar de qualquer modo o escomento da eslra-
da de ferro.
. Ilepa-iiar malerias on oulros objectos, quer na
a segurarla publica, nos quaes a .-. I ministra.; la da i Jnle as ea(r-es on nos rarroa, n.lo sendo recia
1 lindos no pi a/o de tres tita, serlo remanidos a' es-
li;ao que exi.lir na sede da admitnairar-ao central, e
virio acompanha tos de informacao escripia do da e
lugar em que foram adiados.
Art 62. Estes objectos serao recclli dos a um de-
po.ilo, e registrado em livro especial, rubricado na
eslrada sobmellrra is mo i heac.ei que forem
.tenadas po governo oa corle, e pelos presidentes
as provec.ie,
Arl. K Qualquer eslrada de ferro devera mn-
ler um aurda em cada crimnenlo de via publica
o ii vid.
COMMANDO DAS ARMAS.
Suartc] (aseral de c.jmiindo daa armas de
Peraambaco cidade do Recite, em 7 de
aovembro de 1857.
OKUEM DO DIA N. 18.
O brigndeiro commaH lanle lis armas in-
terino ileti-rmina que o Sr ciptlSo do s-
gnndo batalhSo .le infanlaria .lo- Gomes de
Airo lid ex-diraclor ila C'jl.nts millar de
Pimertteiras, fi jue al liio ao to- bateliiSo ua
mesriia r a at ulterior ileliberar^ao.
[Aasgnade).Jno J.s da Costa Pimet.lel
Conforme.Demetrio de Go-mle Coetbo, alferes
ajuilanle de ord ns encarreua.lo do .lealbe.
Ou le frem longos o intervallos desles croza- forma do arl. 55.
in-ntos hvera maior numero de guarda., de surte An. 6:1. De Ir em Ires meze se publicara' a li-
que nao lea\m cargo de cada um mais de mil e '" '* "bjecloa existentes no deposito, e oa que nao
quinhenlz hrad^devia frrea. forem reclamados em dez das di dala do annuncio
Na vizahancas das grandes povoar;es a extemau serao remeindos ao deposlo publico, nnde a sen res-
I' i.ra.; i. i ,.|-r..' s-r reluzda ao limite qoe o go- peito ae proceder'segundo a legislacao coiicernenle
verti macar.
Arl. 41 As obrigaciies doj guardas, >ens dislincli-
o, os -tusi-s que devem empregar, as iiiuiUl .
mai peni, em qua pod'rem incorrer pelas iufrae
toe qne iinmeiterem, serao defin las em regimen-
t e.periiaupravado pelo governo.
Arl. 12 Ntnguem palera' parar noi erazamenlos
ao nivel la-a entrar no retinte da estrada de ferro
nao os -mpr-.i ..|.,s il.i eslrada, exercendo suaa
s mesmos casos em que
po.lem enrar n eaaas particulares.
Pena : puco mil ris de multa.
Em qelquer desiae excepci ns doos guardas
man pmrnos, arvorara i imiiie.lialamenle o sigual
e-Ir .da de ferro quer era lugiras i'on io possam cor- le pirare os tren para evilar-se o perigo.
rer ou rolar para ella.
6. Plantar arvores. cojas ramagens cubram qual-
quer porca.i do recinto da eslrada de ferro.
7. Deixar animaos morios a fl ir da Ierra a menoa
de cem brabas de distancia dos tn los exteriores.
aos bens do evento.
Ari. 6. O mesmo delno ler-' no prazo de seis
mezes todo o volume condozdo a (relee n3o recla-
mado.
Arl. 65. Exceploam-se das dlapeilajDea preceden
lea o volume nao leclamailo ou o ohjeclo esquecido
que forem respnnsavets por pagamento de frele :
ueste co a ndmmi'tra^ao lera' direilo de vender em
hasta publica, n lim de seis mezes. o dito volme
ou objeclo, e dedtiztilo o frele, seguir-se-h a- res-
pailo do re'lanle do dispollo no final do arl. 63.
CitMTTllLO III.-
lnapect;ao e l-ralisajao do Irem rodante.
Arl. 66. eiihuma lurumntiva podera' enlrar em
serviQo era que passe pelos examese experiencias qoe
8 DE NOTDIBRO DE 1 857.
A FRECLEZIA DE S. JOS' E ANDA ALGU-
MAS 1'AI.AVRA.ACEKC \ Fll. A QUE
VEM EM BAHIBO. TE>DO IM ESPEI.HO
NA MA'O ESQIJSRDA.
Eis-nos emlim ra ollim. parle ta ridade do Ite-
cifo, a que na eserlpsao loial deve preced r a do
ba rro da Boa-Visla.
Esta fregoezir nS-> h um fen de holicio e da agi-
taban commercul como a de S. Fre Pedro ti rar;!-
ve, nao be a de das reparlices p.ihliras como a
de Smlo Amonio, nem como e-la possue lanas lo-
jas e tantos oulros e-labelecimenlos merranlts, nem
Ule piuco lem o carcter pilloresco, a belleza natu-
ral e a ameni lula do Inirro da Un Visla.
Mas, he dahi que brevemente lem de desenvolver-
se duu elemento di c.viUsaclo moderna, dous pro-
digios (ilhoi da mo Ii.-imi-ia do bomem e da mecni-
ca appbca la. que rn lis glnr.ficam s nossa poca : o
cinrnh.i de ferro e a illnm.naca i a e ilado a desenvolver a naeaa riqueza em garal e i>n-
eoar a nos-i> m ila* d oa seu eapleo I .res i luz b.ci .1. nos-a aoloclonica
illoin.nat.1o ; n'uina p.lavri.he nosln b irro que s-r.t
o terminas .la va farreada tt-eife, ao S. Francisco,
O nn le ae eH m-l'uin I o gtiom-lro.
A excepcln da forlale/.a dasCra o l'.mta, qne he
om d is sig .ae que anula h qa alle-lam a rpida pas-
sagatn d s lloll n lezei nosls Ierra de Pern>iiib.ico,
ai cinco igrejas que se cont im aclualmeuta ne-la fre-
211-zia. ao de nm carcter mvde.ln ; entreunta, a
nova matriz que esla em cnnalroocio. em endo
acanala, vuj, ler um dos mais bellos templos de
Inda a cidade, segn lo indica o plano, cujo desenho
ja livemns ocnaaiao de obaervar.
Como aeontece geralmenta a Inda as oulras partea
da cidade, esle bairro offereceIsmbem linio pontos
di visla para n naseenla o poente. De um lado
domina eran to exl>n N igueira com o sea elegante lazareto, om dos me-
Ih .re proprios naeionaes que se c.inlam enlre n,
e que. ha raui pouco lempo f, con-lruido ; e do ou -
Iro lado a pov.iac.ao dos Afosado, nma parle da Pas-
sagem da Magdalena, e grande UtoMla do bairro
da Boa-Vista.
Ilt a *iiir j l,i e sabida de ludo qoanlo vem ou lahe
oara o ul da provincia, e por isso oidinariamenle
pela manbaa e a tarde, algumas das suas ra princi-
paes : a Imperial, a das Cincu Pntas, a Augusta e
a Direila sao bastante frequenladas.
E-la frrauezia liaa-se dos Afogadn por maio de
ama ponte de madeira, por hita da qual corre um
hrajo do Capibanbe ; mas para Ceg r-se a esla
ponte he necessano fazer e um trajelo de mai de
um quarlo de legua sobre orna especie de islhini ar-
Itfi. i.l, chama i. Alerro dos Afouido.
O governad r Henriqut l.uiz. Pereira F'reire, qoe
dera nova forma ponte da Ifoa-Vista e fizara o
alerro do mesmo nome, fui qoe deu comeco ao
dos Alegado*e rain tas levantar a primeira ponte
da madeira, para facilitar a ;ommuntcai;ao do inte-
rior, cujoa hluanles e-perav ni que vazasse a niar
para poderem entrar na cidade, inorren lo mullos no
Hiero-.", e do qoe vem a denominarlo ao aterre e
poroai;ao ; mu o capit1> sen-1 al D. Tli..maz l ,-
de Met i, em cujo g .verno ooncluio-.e a cadeia de
S.nio Antonio, nivelaram-se e elcaram-se as ro-s
da eulade cusa do p.oprielarins dos predios, cons-
troio-se a casa dos exposl.is, e o hospital dos lazaros,
fui qoem concluio o aterro dos Afaga loa, carregando
muilas veze com as prinepaes pe.oas Ierra em cesto,
para animar o p-vo ; e creou ama fetra qua outr'-
ora bavia as Craco Ponas, e levanloo o ac;ougue
publico, que anda lio existe. Todas eilas obras el-
le as f-z le 1787 a 179S.
Com eff-ilo, h.qe o movimeoln commerci.il desla
parle da cidade am la lie insignificante ; mas be mul-
la provavel, que logo queso abra a estrada de fer-
ro, coja iiisugurac,ao dizem que lera lugar no dia
2 de dezembro futuro, esse maivimento lome propor-
efie mai larsa., qoe a edificarlo le deseuvolva,
principalmente para o lado do sul.
Tem vinle e oilo roa*, treza Iravessas, dous largos
e um boceo ; a rata Direile, a das Aguas-Verde, a
di llrlaa, a i Mart\.|,i, a Angusla, a da Palma,
a da X-uacnrdia, a d. Ca 'eia Nova, a da Praia da
Callernr, a lo C.l leieim, a do Alecnm, a das
Hinco Pona*, da Anumpeao. a da Calcada, a do
Padre Florian.1, a do-Copiares, a do Forte, a do"
Ai.-oogaiuh.is. a do Negoeire, a de Sania Cecilia,
I- Santa Rila, a da Praia de Santa Rila, a de S.
Jos, a dos P-.cadores, a da Piala do Forle, a Impe-
ri.l, a do ateante, e a do cae. da Cadeia. Nao
mencionamos a lo Corlnme qoe linl-a qa.lorze Casas
terreas, p rque fui inleirsmente demolida, em razao
de por ella p<-ir a estrada de ferro.
Aa Ireze trav.ssas s.1o : a dos Mirlyrios, a da ra
Au.iu.ia. a da Menleire, a do Calderein-, a do Ma-
risco, a do Dique, a do Serisadn, a ne S. Jos, a .1.
Ra Imperial, a do Viveiro, a do l.ima, a do Fret-
las, a to P.iriiihn : n largo do Foite e o da Ribeira,
e o becco do Catdeireiro.
Ciuiam-ss ah mil, selecenlos, e trinla e tr.s ca-
sas, sendo cenlo e vtnle nove de om andar, rincoen.
An. ili/lodos o empregado de urna estrada de a engenharia aronselhar, ero pretenda do engenhei-
ferro usaro de ura di-liuclivo b-ra visivel, l-ndno!rn fiscal do governo, uo de quera o mesmo governo
no braco a qie seivirem as eilacaes, e no ehapo
os que anarera nos comboios ou e.tacioiiarera na es-
(ada. 1
I
la* qualiide dous, duas de Ires, e mil, qoinhenlas
i\-.\ tri'oi e oilo terreas.
Em con. .qumcia da divisan da frezuezia de Sanio
intonio etv tfti. nao liaveudo limites, nalur.es
para --m-lu na divisan, ac..laceo que slgomaa mas
fossem par ila era duas. (can lo cada u a das par
tes com a mema denominaban primitiva. D.bi re
sulla que a ra D.reila p?ilnce a > uil > Auiut.io e
a S. Jos.
A parte diS. J,n lem cincoenli e om predi" :
doze de n n adar. nnze de doua, nm de tres, e vin-
le S'le Ierres, lie orna das mai (reiueula las,
e ns predios ai geral sao bous, A daa Aguas-V.r-
das, que tamom l.u dividida.conla cincoenla, e qua
Ira de um an-r, se s de dois, e qoarenta tirreis ; a
da Hartas incenla a um ; a saber, dnze de um
andar, om d don, e Iriola e oito terreo.
A ma I is,|aityri.is quo he urna continuac,ao da
entecedenle. le regular e pequen i ; tem Irinta ca-
sas : duas do n andar, tre* -le dous, e vinle e cin-
co lerreo, celia comee i pe|a igreja do Senlior
dos Marlvri (de que a ra lira a sua denominadlo :
a Irave-sa a mmo nome lem apenas sele, urna
de um andar seis Ierres.
I o. (,:- ver em segu.ment da roa dos Marlyrios
a Aunu-la, rija betl-r.a nao Iba desrnanle o nome.
Ha urna .tas iis luidas, das mais vastas e das. mais
i reculares dit. burro ; loiavta anda ah se obser-
vara atgnns c-i'i'i; >s qu* n.lo esta.i e l.licado. He
um i ... m.i ii iv --, c uiia ii cenlo e seis predios,
qmnae de urcan lar, tre de 1ous e oilenla e oilo Ier-
ren, o qo.'- -,i > ijuasi lo lis ba-lallte epac.-n. e
elevados ; a respectiva lravs*a tem smenle tres
terrea*.
A roa I i i ni i li 'i Cmcnrdia, iue ao lam-
ben! n.ivameti edificadas, e Icam para o lado do
occidente, fiara igualmente lividulai como a' Di
relia, a das iguas V-rdes e id* llort.s. Eala par-
Ir da (.anconi i lera vinle e una casa, sendo dua
le dous anda-e- o dezeimve lerrea. : e a da Palma
s.menle vm* nove terieas ; i da Cadeia Nova, que
vaj dar a' can de Delenca... len apenas por ora Ires
terreas; e i rateas do Poctiho, trinla e um i, a
aber, Irinli lerreas e urna de un andar.
A roa da Iraia do Caldeireiri, don le se avistara
as m.ru.ns dt Cip'haMbe.enber! <|a |m ia verdura,
lem dezenov* caas lerreas ; a na do Caldeueiro be
bstanle comprid, mas he achaih.da, o a edifica-
do he anliga; lem cincoenla e cinco casas, sendo
qnalro de "mandar, orna de drns e cincoenla lar-
reas, depc-is lem a Iravessa do Jonleiro com de-
zaseie, urna de om andar e deraeis terreas.
A roa do Alcim, que o povo imhera chama do
Ouro. lem Iriala e tres casas : dua de um andar
trinla e orna terreas ; egue-se o Meo do C I terei-
ro com seis terreas, e a Irave-sa de'e nome com dez
tambera lerreas ; e um pouco mai pira o occiden-
te, a roa do caes da Cadeli com cuco terreas, lie
determinar, o qual lera' n direil de exigir repeltrao
dos ensa'ns, ou uutros qoe julgar neceario.
Arl. 67. A opp..su;.io por escripia do er.genheiro
nesle lugar onde se esta' conslniindo o gizomitro
da campanilla encarregada da nova illomiuac.lo .1
culi le, o qual ja se a-ha bstame adiaulado. A
Iravessa do Vireiro lem nove, oilo lerreas e urna de
um en lar.
Asura pesiemos para o centro da freguzia. A
primeira ra que se en*ontra lie a tas Cuco Pona,
coja den imtnaca i ha lomada a' forlaleza do mesraa
nome, a qual se acba. defroule da eatremidado nor-
te oa mesma rua.dnilrode cuta raur dha oo Tura s-
reoniram por diveras vezes algiius perturbadores ', .
ocego publico, e boje he apenas om simples quar-
let.
F^sta roa he mui extensa e bastante laiga, cunera
desle a freule du igrrj du Terc/i. e segu al en-
contrar com a na Imperial. V se, p..ii, que n
chamado Largo do Terco s eii.le n i bocea du vul-
gn, poi que a ra das Cuica Ponas o ab-
orve. KIIk lem cenlo e vinle sele ed licio : a saber,
quinze deum andar, sele d- dous e cenlo e cinco ler-
re..s. l'm pou-oalem da fortaleza esta a nova matriz
de S. Joc com a frente para o poenie. A Iravessa
do Marisco qnarenta e nito Mm-nle (erreos ; e a do
Dique deic.ete, sendo um de om an lar e dezeseis
terreas.
A ra da Assumpcao lem qoarenla e orna casas :
Iriola e nove terreas e duas de dous andar ; da
Calcada, que nutiYra se chamava de Manuel C ico,
sessenli e urna, a saher, cincoenla e nove terrea e
duas de um andar ; a do Padre Flotiano setenta e
sele. Ires de um andar, Ires ele dous e setenta e uina
lerreas ; a Iravessa do Sengado lem oilo somrnle
terreas.
A ra dos C.piares, daqual urna i.irle anligarcen-
le se chamava do Julia, lem sessenta seis pre-
dios, tres de um and -r e aessenia des Ierre-.*.
Em verdade, a deneaninaeSo p'imiliva pareca mais
razuavel, porque no principio d.quella ra havia e
anda buje ha urna caa cun um pequenn jsrdim,
un le castuoiam haver, no lempo pioprio, deliciosas
pinhas.
A roa do Forte lem trinla casas, a saber uina de
um an lar e vinle e nove lerreas ; a dos Acnguiiihus,
Iriola e uina smente terrea-.
Nesla ra ha urna casa de banhos, onde se ns ven-
dein (nos. lie o primeiro estabrlecunenlo de-te ge-
nero qoe -o cnnia na grande cidade do Recife.
A roa do Noguejra lem qusreula e sele predios,
sendo Ire d* om andar, dos de dous e qoarenla e
duas terreas; e a de Santa Cecilia, Irinla sl
leireas.
A ra de Santa Rita, que hoje absorve a oulrora
chamada do Fagonde, he por e-la razo mu exlen-
lensa ; em geral a edifcacalo he anliga ; tem cem
predios,el* de um andar, qu-tro de dou.um de Ir
e oilenla e oito lerreos. No centro de-la roa ela
edifica a i igreja de S mi i Rila, qoe he uuu das rae-
Ihores da fr*guetia.
Correspondencia pailiculai da Indeieudciicia
Belga.
Sai PeteraborRa 1628 de agosto.
Par nm c.rre.pou.leiile que dala sua carta da
capital russa, he boje o can. de bradar logo no eo-
ni .; i l-'l'a ; te cra> seria porque nesla cid.de tu
do ce he prazer e alegra > com dizia n immnrlal
houarhan. Vmc. (em eilleudido que quero fazer
alln-le a' entrada solemne de augusta noiva do grao
duque M'gnel, e celebrarla do (Mmenlo, que
l-ve toa.r no da seguinie. Por loda parle lia vi
feria, a fesla era geral ; vi-m-se someute pessoa
apresdas e rnrlaiai ; he que a nova g.aa duque-
za he realmente de nma belleza maravilhosa, e a
belleza lem om gran le imperio meimo junto do
po-'er.
Kmmini. carresoondencii preca tenle eu Ihe
havia de.cnplo a ph;-iononua de-la juven princeza.
e eslou quasi arrepeudido de o ler fetlo, porqae,
len lo tilo cc-a-ita do a (ornar a ver depoi, pude
cuiiveneer me da lmposibi|id-de de p'em relevo
como seria precian, ludo quanio ha de deltcadn e de
encantad ir nessa rabee, que dava d5o i que no-
vas gracas a emo^ao pudibunda e UraiJa que se via
em sua fronte.
A ra da Praia de Sania K la lena cincoenla e
oilo eaaa*, nove de um andar, iluas de dous e qua-
retila e seis terrea; a de S. J >s, era rujo fundo si
a ig.eja do raeono ame, he bailante extensa, conla
Sesaeula-e qualro edificios, mui antigo, um de um
andar e sessenla e tres lerreos ; e a respectiva Iravcs
a Irmli e um, en lu Irinl. lerreos e um de um an-
dar ; a roa nos Pesca lores lem quarenla e am ler-
reos ; a da praia do Parte, vinle e um tsmhem ler-
reos, e o largo do mesmo nome, dous un tmenle
leos.
O largo da Ribeira, que romprehende o pateo di
Penha. perlence freguezia de S. J..s ; e qoando
Iralamo da primeira, enumeramoa os edilicias
que Ihe di/aun respeito. A pane de(e laico, que
Dea na freguezia de S. J.. conlero Ireze casas, de
tercas e Ires de um andar. Ha nesla ultima parle
que esla o mercado do peiie e o acoogoe publico.
qoe h' um proprio municipal, que foi ltimamente
reparado.
i.i i.-, loda a p re.', i orenlal deste bairro he mui
a me l r.-.|,j-Ki ida,ua i ha inovimento, e a edilica;ao
he bistante. humilde.
A ra imperial, que. como j disemos. lerr mais
de um quarlo de legua, he larga, dlreiia e a m.i et-
tenae de Inda a ci la.le. Anda l-in mu-Ios esnaci.s
vasioa, porera j conla o n.l.i pequeo Homero de
luzenla e setenta eaaaa ; sendo quatorza de an.
-n lar, s^is de dous e diizenl.s e ciueoenta terrea.
Por Iraz desta ru., rujas catas Jos para o mar, pasa a va frrea, e ne-le m.snio
la lo, qoasi no centro, esla o maladouro puhlt o.
Ha Ires lraves.a que a corlam perpendicularmenle :
a do mesmo nome com cincoenla e cinco terrea ; a
do L'ina com doze. m a du Freila ruin deznilo larn-
hcn lerreas. Cmfim, a ra do Naacente tem Ires,
urna de um andar, e doze lerreaa.
Tem pois a colado do Recite seis mil quinhenlas e
onza eaaal : eelecenlas e noventa ciiko de om an-
lar ; seisreulas e vtnte de dou ; trtenlas e urna da
Ires vinte e Ires de qnalro, e qualro mil uovecen-
la e sele terrea..
Cont-m c-nlo c Irinla e dui roa ; cincoenla e
nove liavesiai ; vinle e qualro becco, e quiuze
largos.
Ao concluirmos esle Irabalhn, compre declarar
que a mxima psrt da cidade j aa acha calC'da ;
e l./.-tiiii- i. ti.iin.'iii e*ta deajiaraclo, porque ha
p..uc,i acabamos de ler urna obra (ranceza qoe lem
por titulo o A Franca e o Breil., escripia por
M. S. Dulot, em qoe elle tratando da edificarlo das
neial ct ladea, da a primaria .1 da*eapilal do imperio,
e acresceuta que he a uoica que se acha calcada.
Era har e mea q-ianlo o cortejo appareced io
longe. O generaes galoparan), os soldados exami-
naran! o aluihainenlo dos solJadoa, os pifaros do-
cu- os d-r ._ i lares se fazian nuvir ; a mullida.i
de povo aogme.itoii s*u movimenlo. A igreja ca-
ihotira e-ta' il-.-tanle algn pas..s da de Casan ;
s-u clero, ten io a cruz na (rente, ahio e ae enca-
miiihou para ilelisixo do perisiylo, ..lim do andar
'li-nr ir o inonarcha e a augula f.milia, e o
m rn rclii, a.aiui como esla, paroo para inclinar a
c-h'i; i e orar, o que n.lo eslava no ceremonial.
Tendo cliaesa *o logo depuis .liante da calhedr.l
de Casan, o imperador e o gnlo. duques apearam-
e, a iinperalnz mai e a princeza OUa desceram da
carro.gem. O metropolitano recebeo rom lod*
pompa da igreja rusas, e elles rnlraram no tem-
plo, lim quarlo de hora depon, o cortejo, que
liana parado para e;ierar as aagustas persouageus,
cnnliiiu.u sua marcha.
Devenios convir em que, se loda a cidade eslava em
a^ti-ca i, se a curio-i la le er* febricitante, ae o po-
vo arrojava-se como uina vaga humana sobre o-
paesos do corleja, Indo islo era dignamenle justifi-
cado pela maravilha do espectculo. Era a corle
da Riiasia eioonde-ee a. olhos do povo em lodo o
apparato de aeoa magnficos esplendores.
Eis-aqui nm esq.iadr.1o de cosiacos do Caucaso,
que pelo uniforme se poderia chamar Cosaeos ver-
inelhn; elles seguem nm l.eaghis, naloralmenlr
seu ebefe, veti io de velludo Carmesim, carregad.
dos maia mas'uficos ornamentns : era o coronel
principa Bragalion,
Depoia vem um exercito de lacaios a p a ca-
vallo de cu;i lore-, coias libr esiao chei.s de ou-
ro ; ludo islo precedido do chele da monlaria, e
dos negro! de p.lacio, com oas largas calcas escar-
ales, com seus aperlulos jalecos bordado, com ura
rico chale de cachemira lanzado ao redor do pesco-
ia e descerni a ll armar sobre n pello.
Segue-se um carrtnho descoberlo pulido por
seis magnficos ravallos alazaos ; vem nelle dou>
me.iros de ceremonia, quasi l i magnficos como
> rarriaho, que he completamente doorado : caite,
rod.s e lam;-. ; o mesmo se da com os jaezes dos
cavallos.
Appsrece logo o grao melre das ceremonia, con-
de Alexandre de Borch, em soa carrusgein des-
cberla e brilhanle como as nutras, Irazen lo um
comprido basti donra.lo, insignia do seu cargo,
.-oni um ar grave qoe Ihe he habitual, e um pouco
imporl.nle como sempre. Dpoi vem us genti-
homens da cmara e os camaretros, lodos brilhant.s
le bardados e montando .oberdos cavallos ; orna
.....Ini.ii de oulras persanag'iis chelas de bordados
os seguem em suas car.oag.. i dourada* e puxadas
por urna trplice parelha d. cursis admiravelmenle
apparelhalns ; lia.os claro, baioi escaro, isahel, ros
sos e pretos, todas de r*$a, com as venias fimegan-
te, imoacienies eacsrvanlo o chao, e cnndozido*
por oulros lautos esculeircs, que os soslentim pula
brida.
Aps rale, vem o elribeirn, conde Tolslni, com
sen ha.ta.i de ouro na man ; vem s, em om desaes
bullanles vehculo, que ji' lemoi vi-te, eques
poderla lomar por urna carruagero dos cantas orien
taes, e em lugar da rica parelha por que he puta-
do livessoai al'do algum animal phanlasiico.
O grandes funecion-rios da c-l* vera depois em
carruageus doura las o forradas da velludo ; urna*
n .v i., oulras renovada*, tendo servido tolas ua co-
roacan ; sao de um eslylo enligo, do lempo de Lula
XVI, sa m* nao euganu, e de ama nquPzi inaudita ;
neuhuma deslas carruagens cusluu menos de 70 a 80
mil trancos.
O esiribiro-m.'.r Andr Schoutvaloff cheg com
os con les Tolsioi e B >rch em urna aoberba caleqja ;
Iraz o basti do cominaulo na ma, e resplandece
c m os bordad is, cordoes e estrella4, cojos raius rl-
valisariam com o sol se ele nao se obslinatse em fi-
cir oceulto.
Receie que esla nuruerac.ao a*ia um poaco lon-
ge. Deixemoi pois chegar a oarruagero imperial.
Et-la, maii rica e maii magnifica do que Inda ai
carruasens magnificas e rieas que (emos visto. Ha
quadra la, delicada, completamente dourada, elegan-
te, pozada por oito r..vallas ruQo-rolados, fogoios,
doceis, a lu ravelraenle aparcllia los o condozMng
por oito pal.freneiros, veaiidn* .legrante gala. Ne*-
la maravilbosa carroagem v-se a imperalriz viuva,
tendo a' au* e-querda auguata herona do dia. O
impera lar a cav II -, trajsndo a f.rda de general,
couerva-e na porlinhnla da direita ; do outro lado
marcha o g-lo-duque Comlanlino ; ao lado de-te,
n grao-duqae Nicolao, depois o g.ao-duque Miguel,
cuja fronte calma reflecte, segunde raagion, o fe-
lizes e egra lavei. pe.smenlos que naquell* mome-
lo devem passar em seu espirito.
A imper.lnz he grave e digna ; as dual princezas
saudam graciosamente o povo, que em sus paaiagem
daa longos e estron moi vivas. O gr.1o-doqoe her-
deiro, vestido como Coisaco, arompeiihadn de om da
eus irmaos e dos dou joven principe de Olden
tmrgo, segu a cav .lio a esplendida equipagem. Nao
fallo dos pag-ns eollocadns nos dous correoes, nos
Cossacis da cmara, em oulros criados, palafreneros,
que eiao ao redor lo. grupos das ollas personageni
qoe o eseoltam : aqu ae acha o ministro da ca do
imperador, o ministro da guerra e uiuilo oflteiaes
oa ajodaotes de campo generaes, todos pomposos e
hrilhdoles debaito das medathai qoe lites cobren o
pedo.
Vem mais urna carroagem admiravel pela ligtire-
za, delicada e graciosa ; s*os caixilio circulados de
ouro, sao piulados k maneira de Wstleau ; ella enn-
lein a graa-duqueza Cnnslaulina e a gra-doqueza
Nicolko com dous j ivena grihaciluqoes.
Qa* dire anda 1 multa coo"Ta""j-eia
de honor mocas velhas, em oulras carruagen
penses, e e.valleiros orguili nos da as escoliar. fi-
nslmenta om esquadrao de buisarJs para fechar o
cortejo.
II u isla, co ni.i s* pule observar, algnma coma
das magnificencias dessas poca faustosa*, em qoe o
reia armavam suaa barraca com panno, barda los da
ouro ; he a nqoeza deslumbralura do Oriente uni-
da ao li >m g isto e elegancia do Occidente. Para -
leacrever dignamente todas esl-scoosas, lora preciso
embocar a lubs pica, e eo i leoha qoerldo dar a
Vese. urna tda concisa.
O cortejo chegoo desle modo ao palacio do Inver-
n, onde o esperara oulra mullida i cheia de d mn-
los, estrellas e diamantes : lt tiro de canhao da
forlaleza annunciaram iogo a cidade o fim da cere-
monia.
Nea manha en linha Ido ver os preparativos da
illuminac-lo, qoe devia rodear o palacio do Invern
com ama cinta de verdura. Chegando dianlc do bal-
cao da sala Nicolao, qoe ulba para o rio, vi um
granda numero de pessoas parada, e enlre ellas em
aspirilnoso arli.la do meo couheciineplo, o qail e-
hngou-me a deraoiar, vito que o imperador e o au-
:t.| .s p.i....... devi-m app.recer infallivelmenle oa-
quelle hlelo. Cm elTeitn abaervai nm iafaola de
velludo collocada no m-i > da balaulrada.
O publico na l nha sido advrrltdo, e por isse era
pouco numeroso : entretanto foi ba.tante menos da
20 mm ii para quo urna grande mulildo s* rea-
ni-se no cees.
A augusta familia appareceu logo no Inicio; eram
2 horas e 20 minuto ; o canhao da fortaleza acabava
le aiiuunciar o fim da ceremonia nupcial. A nova
gr.la-duquaza, com um vestido bordado da praia, je
bem o vi, tima c.ioa de diamantes na ebej, bella e
commoaida, se eii-amin!iou, conduzidt pelo grao-
iu (u- Miguel, seu augusl eaposo, qoe se afastava
apresenlando-a ao povo. O imperador relava a' di-
na com os rao-duque- Constantino e Nicolao, e a
im^eratrij vmva a'esqaerda ; todos saudaram o po-
vo, que Ibes responda com estroudosos vivas.
Esla icen locante e rni;n lica se prolongoo do-
rante alguna minutos. A angosta fnidia retirou-se
n'um momento, e a imperalriz mai, adianlando-*e
-na s, -ni lou de novo o pvo, como para oizer-
Iha que depois de oa longa ausencia era feliz d* o
(ornara ver. .Nao li nece-irio dizer qne o povo a
compreben leo e Ihe responden com fervorosas aa-
cl iimcOes.
Imagino qoe este da deper(nu bem cara e es
crois rerorda{5es no espirdo desla princeza, cuja
pbysionomia deixava ver urna eroo;ao profunda mal
c mlila.
Poderia agora conlar a Vmc. tolos os pormenores
do janlar que -eculo-se em palacio, mas vejo qoe
esla caria vai ja' bem exleusa, e he lempo de a ter-
minar.
O lempo, que eslava bepaslmo esla manilla, nau-
lou, li chova qoe lem cabido desarranjoo as illo-
mtna;Ses ; lalvez que amanhaa o lempo Ihes aeja
favoravel. Amanhaa llavera' tambero, espectculo ;
i sala do granja theslro apre-enlara' pooco maia
ou menos o aspecto qoe tinhi em a mul coromenip-
ratisa da entrada dos Ruasos em Parta, de que ja' Ihe
falei ; ha somante a dtfferenc.i de que a familia im-
perial oceupora' seu grande camarote n> trente.
Terminadas ns feslaa do casamento, o imperador
a pora' a caminho para ir procurar a imperalriz,
uja noticia! sao boas. O dia da partida eala' Osado,
ae nao for mudado, para 22 de agallo, 3 de setem-
l>r ; ma ninguem sabe o dia da volla.
Em o oo-nero das fe-las brilhanle, que depois de
algum lempo lera tila lugar na resitencia imperial
d- P-tTliaff, nao devo deixar de mencionara inao-
;ura.;io do novo theatro da corle, inleiramenle re-
ut-irui lo pelo plano do Sr. Alberto Caros, o hbil
arrhileclo do grande theatro de Moscnw, coja des-
cr pe. Ihe dei o anno passado, tratan lo das feslaa
la coroar.in. O theatro de Peleih 11, edifica lo em
menor escala, n3o he por iiso nem menos gracioso.
/
MUTILADO
Agora digamos anda nlgumas pahvras aereada
ligara que te euconlra em vaiiai i au> i da chroni*
ILEGIVEL
ca de II .leo, e para mais clareza do assumplo, lu-
ii, ir- n i- a que 13o uro pooco man longe.
No f.dheiim da lid- nulubro, anl-s de entrarmoa
na deerrip;a i^a freguezia de Sanio Antonio, dt.se-
n '- que a casa n 61 da ra da Cruz fura a pmneira
era que inorou J.ao Fernaadn Vieira, de,.oia da
r.'si-uiaci > de P-rnambuco do poder dos Hall .n le-
us, e onde eslivera o seo quari-1 general. Dissem.-s
tamhom que snppunhimo' qa* a figura que anda
ile n. fr-n|e d.queil. e sa, em urna esp-cie rte
nicho, len lo na pirie so| erior orna in rnpri ., foss*
a figura de mulher, que se encoulra no Irabalho da
ehro.lisia b.lava, tendo na rala direita u o. canoa
de a-u-ar e na oulra um e'pelho, trans irm di pelos
Portugiiezes. p.ra reprsenla! Pernainbuco. E as-
aim snppunhamos, porque al enlao rorriam dos
ir tu;-ie. Acerca da figura ae u.lmnle eiisleul- ;
isto ha, un iziam qu era Pernamhuco, e oulro>
que era San Fre Podro I, iiu_ -Ive-.
A no.sa inierpr. t;u;a produzio duas quesles d'f
ferenles, e lio nl.iberal Pernambucan appareceu
orna orrrsp md'n'ia as-iguada co.n as le ra. A. F ,
am que o aulor dizia : 1.*, que figura em qu si.io
nao era a transform^an da qo vem. em Hallen. ,.
que, como naqualta ru. o Jad -os liveram sua -y-
naB-.g., talcez fase a figura de Moys". chefe da ra
ligilo pnlaic ; 2.', que ere nm erro dizer-e que
llaura que vem na obra do clirontsla bollan lez lem
um exptlht na mo esqaerda, que aquelle objecio
era orna fouce e nunca um eapelbo.
Enta-i (.alarnos de ver o que ler-a a fizura que es
la' na freot" da caa n. 6i. e pra ele lim co. ...mi...
a inscripta que he em h lian lez antiso, a qoil tra
tuztda, lirn lo la as duvi las e m .strou evidente-
raeiiie que a figura he Ja.-oh ; emhora anda ...lo
aiha au ceno quem era e,ie Jaron : ae rep een aa
o tronco da raej iiraelil-, pirque al'i inorav-m o>
.1 n I-, s, mi ae era o nome de aium 11 illao.l-z que
ha hit o i n.qnella caa, de snrle qoe, depois .1. algum
Irabalho d. noaaa parle m ittaado ineonielavplineiile
pela i o u;ii i; a d> Sr. A. F., ach.ram e -s tra-
dires, qoe corriam ha lautos anuas acerca da lal fi
gra. qu boj* loroou-s* tao celebre.
Ite.lava, porni, a oulra queslan incidente a resol-
ver '. isio he, se o ohjecl. que v ua ma e u-r la
la fiaora aje* esta' na obra da Barleo era ou n., um
e.pe/lo. Pela i...... parte sulentamus por duas ve
zes qoe era um espe lio, e isto em c..n.eqoenca d.
ailegona a que se pre.iava a gu>a ; maso Sr. A.
P. asesara contertoa a noa interprelac,a.i, d /-nd..
que ludo poderia ser aquelle objeclo, m.s nanea um
espelho.
falo nao nos aliafez, e tratamos de procurar li-
sura esc|ar'ctra-i.l s qie nos revelaste aquelle
ponto oa no*a hi.tona. Afinal, enriuilrara a su-
lucSa -ln prohleina na obra cima citada. C un efle'-
in, ero Barleo, edicto de I67, unjrc-a em Ams-
tarduo, pag. 10 i, hulla II, 10-ta o -cguioie
Pernaroboc-nci cutio! daluro insigne, virgo,
defina in tpcruium oculis el velol in furnia- orr ad-
mtaiioiicn rapla, mana arudmem lacehariferam
estans, quo schmale sol putchrilulo provenlusque
exprimeb tur, adscrpto civitatis Olindrr- nomine.
A tra tuccain desle trecho pnoco mais ou menos he:
deue a curia de Pernambn-o como m-i guia .orna
virjpai com os olhos filos n'um etpelho, e como ar-
rebatada il' admiraran pela sil. forma, Irazen lo na
mao urna canna de assucar. Com ele modelo se ex.
prime a formoaora a a abunlancia do solo, conlaci-
do pe i nome, de cidade de Olmda.o Foi juslamenla
e.ta a tiiie-pre .ra i qne demos a fizura, em o no*-
so folhelim de 18 lamhem de oulubro.
Continuando, diz Birleo qu houveram oulras eu-
rias, a saber -. em Iguaraisu', S rinhaem. Porto Cal-
vo eAlagoas, larnbeincom as suas propriaa insignia*.
A pr feiora de [Usnaraea linln com* insignn ura
ci chu de uvas, parque nonhurai p.rle do Brasil o
prolnzia ia.i bello, e siirrulenlo como i illi di Ila-
marac.a'. A Parahtba prefera pies da assurar de for-
ma pyrami.lal, ou porqaa f .ate a Parahtba a crea-
dora do melh r e mais apreciavel a--uc ,r oo porqae
l-pois que a pr .vinel, fui entregue aosnoisos compa-
'r i .las. am n (rabalho e o vlor nos engenhos de as-
sucar com-raradi a aer mai. importantes. *^-
A provincia do Rio Grande do Norle alegriva-te
com u cogitme do rio, cujas margeos, apertaado-se
em cerl iiireccl .. tom.vam a forma da ema, ave*
que eram frequenles naquelle lugar. E todos estar'
emblemas oo insignias foram representadas em praia
por eaculptorrs b.lavo, e nao ero cobre oo ferro,
afim de que o azinh.vre ou a ferrugem nao consu-
uussem n mnniimenlos pul.lirn-.
Cada prefeitura em pirlicular linha a flrrao de
oa inaig.ua. comprehen lidaa lodas *s insignias* n'um
s ecuiu laziam um emhtm para o uso do upre-
ino senaOo, a in Uravain o limites do estado do Bra-
sil ; sabr ele emblema levanlava-.e insignia do*
Belgas federados, em cuja paile inferior se mauifes-
lava o reraelar* a sociedate occidental.
Ao senado poltico deram como vmbolo a raeima
inaigma da qoairn provincia, representadas e ei-
lendnla n'um escudo, sobre o qual eslava pensativa,
ou cunaidaranlo a virgem Astrea, len lo em nma das
maos uina espada, e na oulra urna balan; ; nquel-
la para punir us malvados, esla para medir us mer-
cancas.
Todos esle pormenores que exlrahimos do rhro-
niala citado, provam cabalmente a allegara, que re-
prsenla u ymb..|o qu foi dado a Pernamburc. e
agora, parece qne podemos tainbem dizer que o ob-
jeclo qoe a dita figu-a lem na mao esqaerda, he om
eipelho e i ura etpelho.
(AbialtoIi-elKratif.)
1




Wtwlj*; l'Ctiwl iiwa
NBWi '--' -
Dem meno ap ten par ...i,,, e diguou lealcujunliar oo Sr. I.,,a- a mi,,
odiaban.
independencia Uclga.)
KECIFE 7 E NuVE.MUHO DE 1857.
A~ 6IIOHASA TAR, E.
RhTBOSI'ECTO StMAYVL-
Ella aenaua ao cnlr.i.o do que cum,.era na an-
tecedente, Uvero.. nodciaa do lu du imperio mas
m eer.il furam .lesiiiuidu de imporlancia.
O paqo le de Southampion lamben) foi eeaso fin
aco.iieriuientoi da rniKidria^ao no continente < uru-
peo. A ei.ltavala de l.uu ISapoleSo e du imperador
Alea.i.t.e II ern Slullgail, (Melilota a preuccupa
{Su da Eurupa. Aluda nao te sabe qoal fui o ol'jec-
lo, mas he me, ntestivel qua ieni un carcter pulid-
cu, eiulo te dedutUa nalurrza d.s duaa lellemuohai
que asaiatiiam aa coi.fereiic.i.i d..t duna soberanos,
os ilou minislrns do negocioi eslntuelroa da I- ra iiri
fl ii.i Rusta, qui. sempte estiveram pr.sMiies.
A* nuijti > da Indi cada vea -:<> mal- In tes, e oa
aclsde baibana pralcados ptl.n revoltn. s bre a-
victimas europeas qua Ihea caliem ua mao, lio da
orna cueldade intiprimivel. Ao que Icuma publi-
cado note jemal a ale repeilo, cun-pre acretcentar
qua uliiiuaiiiciiia taludaram tima mullier ingiera e a
laucaren) arua.eipoaia ao aol.ainda aeini-vivi.e m I-
letam outraemre dua tabula ela seirarun viva I He
o que a imaginario humana pervertida, pude si.gge-
rir de maia alroi.
A I'hiij i lem concorrido generosamente por mel
de iabr-iipr,ea un (avur de mulleres da lamlliaa in-
gleza que buje se a, li-ru redutidat a miseria; e l.uii
Piapoleao pela ua parle suhtcreveu a aunlia do 30
mil frai.ro. II- um sigua) oe recoohecimenlo do
strvicoi da oiesraa ..atureza que a Franca era 1855,
rtctbeu da Inglaterra, em favor daa victima! d. iuuu-
dacao d.iquelle anno. lie a npretsao man fiel.!,,.
eeulimenlo. humanitarios, que etperiineulnmas doaa
maioies na(0-t do globo, oa dous polos entre os quae>
gyra a ovilisac,ao muderna, a lila ni.i-.lr- ao m. im
lempo quanlu buje eISo epaga.iaa as ideas de cime
rivalidad, que uuli'ura eiislirara entre estas i u i-
pot-nrias soberanas.
Con.|a-nua que u Sr. Cowpejt, cnsul de S. M, t.
Beata cidade, esta promover.,lo lambem uui.i sul se ip-
rio para o meamu lim;e san ifiran lo-M no aliar do
elirisdaiusmo algons letendrueu.o- j.i-lo. o mj,,-!,,-.
que alsuem aqui nutra ac-rca d.i guveruo i. gl< z, ere
moa que nao hatera' qaem >e recusa a cuad uvar 8-la
obra de re inflo e humanidade. O* Id:I /c, des.ie
1815, poca em que se abriram os porli.s brasilenos,
al eutao sogeitus auuicnopolio da nietropole, lem si-
do o promotor da nossa civilisarAo, ja trocan v os
eus productos cornos nosaus, resultando em nosso fa
lor .lefia permuta, o dcaenvolvimeulo do nurso cim
inr.rcio curo as uulraa oac.es du mondo onda chegam
oa sci.a madapulca, e ja uliim-mente trazeu.io
para entre u< oa aeoa ca|iilan pira a abertura da
vas de commun>ca(,a volvimenlo da nosa riqueza prosperidad?. E en-
bura estes cipilaes srjam garamido pelo no'su go-
verno, coto todo liesempre uin grande beneficio que
dcvemoi a e-sa grande tia^ao ; principalmente sen-
do tila n nica de entre todas com quero o Itrasil Um
reljc.ua! que noa coadjuvoa com o seus capilaet. Em
fim, a Initlaterra he lueooltslavalmanle o i rime n,
consumidor que temoi alem do Atlntico, o qoal lo-
doi os annos leva do in s-u solo um qu-ilo da aua
produ,.'(lo. Qoando infeliimtnte, na aeiilimenlosdt
religiao e homanidade uAo fo'sem auflicieutes para
eicitar a> nossaa sympallnas para com a ilapso lt>-
gleza, qoe nunca oendeu a nosaa liberdade e ora-
ter nacional, baslavain o asemplos que a e-le res-
peilo nos lem dado a Franca, e oa molivus de nteres
so que mais cima deiwmus apunados : o amor do
prourno e a coiifialernisac;ao universal da especie
humana, he urna das lela samadas do Evangelhu.
No da 2 leve lugar do cemilerio publico a visita
dos Finados Foi una das caiamonias m>is aolem-
Bea que se lenj.jb-ervado oaqotlle eslabelecimrnto.
aof>y "ernras 6 horas da larde do mtamodia, maisdedsi
mil pesauaa de ambs oa sexos e le todas al cotidi-
roes sociaes para rtspirar o perfome de orna .'"ar.iu.
da qual roaia de vinle mil corpos se achamsapullaloa
naquelle alcacer de melancola e de piedade. Una
ram levado* p..r um aemimentode trbulo memo
ria dos queja foraro, e dos quaes um da serSo can-
cidadAoa na patria commum dos E-piriios ; oolros,
s talvez foiae o maior numero, pelas audade* eler-
na> de um (ilho, de um pai, de urna mSi, de urna
mulher.de um mando,.le um amigo, cujoa cadveres
all repooaam.
A regularidade, o gosto, o asteio e a deicencia po-
doa que reinaram durante aqurlla roarla de re-
conlaiea de um dio inleiro, sao o tIngio mais p>r-
lello que aepode Iril.ular ao disnu director daquelle
aaiabeiecimento. Km ama daa cara! que einiem
dentro do ctmitario ealavam sobra orna ni-sa gran-
des livrua abarlos, inventario das victimas que all
lem sid i leetbidaa.dtsde a retptcliva in.n i;iirai;ao, e
dous empreuailus moilraiam o n. .'a sepultura,., dia,
mez e anuo, em que ellas entrara) para aquella mu
rada. Rzaramse dure mis>as na cap-lia a muiloa
mementos. Contra a vonlade do Sr. Virara e da c-
mara municipal, anda este anno ohervou-e na
iieii.-inie rapena oo cemiieno ohumltl O anno passado fot improvisado, qoe faz *m verdacr
Um verdadeiro ronlrasle com a be.lea do lucar onde
elle se aelta collorado ; mas con>ta-nos que ser a
nllnna val que all ser v lo, poia que o que ae eu-
commenduu na Eumpa, e que lia lodo de roarmoie,
ja se acha m raminho paro aqui.
' O eslabelecimeniu j conla aeasenla e oilo lomlos
de marmore e de oulras melenas, entre os quaet ha
aimn. de noiav. I Irabalha arlislico. Com esle he o
terceiro .-inniversario da -ua in-ia la.;.,o qoe celebra
0 eemilrrio, aa ni, masrao j c-niem mu ricoa mo-
Dumenlut, e dentro em pouco e-la cidade d- a morloa
podara estar b.atante eoificada, se os tomlos de
iD.rmore que nos vero, da Italia, nao estiveaserr. tu
geilo actualmente a um pesado tributo. Na capital
do unp-rio o marmore chesa em bruto das correira*
auropai.eoperan a all real lenleaoiransfotmam em
abra ; iifsim, nu Hio de Janeiro a lata subre asi,,
inal.i n he razoavrl, mais aqui e as de mais pro-
vincias, un le uSo ha pe-soas habilitadas para es!
mister, o Iribolo nao lem razio de sar : e eniao o
re-ullado he que j depois de muilus aun s lie qae
noiso cemiteno poder.i tomar maiorea proporjOes no
etu ~~Fra conveniente que a monicipalidada ro-ndasse
calfar ai . em que o -stabelariroenio
est dividido, esta medida rulo o lornnria mais
elegante, como Ihe aimmeiiiari,i o a>seio. Com ludo,
temos ouvidn alguns eslrangeiros a pessots narionae
qoe lem viajado a Europa, que os primeiros rem-
tenos condec los sin o da B lnha e o P"t-Lachai-
e em Faris, pela vaatidao e grande num.ro de t-
mulos, e qua ee o de Santo-Amaro na he o terceiro,
debai\o dasle ollimo punto de vist-, he o secundo
quaiilo i srandrza, resolaridade, siluacSo e belleza
ularna : he
ao.eu da
inni digr
Por vanas vezes lem. s f.l ado na necessidade e
lill.la le da conslrursao de caaaa de banho d'agua
potavel denlro denla cidade, nprnveilando se des-
1 -re urna parle da agoa que sobra dos nutres u>os
da i Je laea eslabalecinicnlus, poi> qu he innegi-vel a in-
ll.ianca d'agua e do ar na mor parladas molestias
principalmente n'om paiz 1,1o queme eoflto o nosso,
onde inM zmenle mullo poocas pessoas lem o meiua
uecossailos pra p derem usar dua buhos de agua
potavel, pul que para le! tarism precian grandes
ilespez.t, voto a distancia em que elle se podem
lomar nos nos, cm lodo na la se lem feilo. Entre-
tanto, a cmpanhia de Bebtribe, auxiliada pelo
govrnn poda pdf lrmo a emelbanle neceasiijade.
conslruindo casa< aproprlartas, com o qoe aug-
mentara saos rendimentos medanla orna peque-
ua despeza, a para eita lim batlava que obl.vase
daaa oo tres peqoenas casas de pouco valor as roas
do Calabouco, Ito.la ele, para o lado do norte,
e outras adj.reir rbeira ao lado do sul da
Ireiuezia de San Jos, em cojas proximidades pas-
ea o actual rncanamenlu. E oem te diga qoe os
lucros nao podem dar para as daspesa*, porque eslas
nao po lem ser mu grandes, visto o pouco valor dos
predios as roas aponiadss, e prevenindo-se ao me-
noi no comer,, da empreza qoalqoer idea da luto,
como a roncurrencia ha de ser cntideravel, cla-
mo, parsuadidoa qoe os banheiros nuuca esl.ri.m
desorcupa >os.
Por failarmos na companhia da Beberibe, nao nos
podamos recusar |.n.brar-lhe a necessidade d.
conlruir-te nra chafara n.. ba.rro de Santo Amaro,
com-, ihe compre pelo final do arl. U do contrato
de II de dez-mbro de 1838 que nao fo dirr.gado
pal., contrato da 31 de maro, de 1811. sen o l.lver
mai cundirme com as neorsaidades publicas qoe se
cunslru. o chafanz naquelle ba.rm, du que joi.lo ao
nova .difiri do Gymna.io, que lira mullo di-lanle
de >anio Amaro, no entretanto que o (vmnasio pode
ler uma penoadegoe.c.. roo se fez cora a catado
lleta angla,
l)u nurle nao livemos oolirias esta semana, c as
de .utcrior da provincia i3o satisfactorias iob a rc-
Iai;ao do oceso publico.
l'allecerain duranie a semana i8 passoas, sendo :
forana ponina dev- ella ser frita, ma. por que au
mano* nao se Ihe f.z ua rep>r.,a dr que nereaaila.pa-
i-uaiaulir .i-snn tanl.s vidas qoe -a ame ijadas "
Na lem. s cumie, iuiriitus dr riiy-nliarid, na a lito
precisa ser euuenhaitu para ae cunhtcer de n,au as-
ladu em qua rila se ada, parereudu em paites lacla-
dos de p Cambistas de b-lhelc de lhealro.'.]r bem
e-cn aluau ver nodo p.i|u alguna m n.i.iui,. ...
aprtscnlain no llie.lio em uoites de aspe, larul, a
.aiiiluarrm biiheles de cadcira* por csoibiianles
precoa. Baaa esatame, rn quanla ja soja moli
iineiriado, todava pude sar remo nado, e o malo de
ob-erva-lo. ilisfarei.d-menlo. e liuiicaliar ao que for
pegado em flagranlc, roiiluiuan.lo te sampre com
e-se sytteiua, para que fique abolida temelliaiiie cos-
ime.
Cata de iabolagem.Cnnsla-ooa qns novas
casas de labolasem lem sil,, e-l-brlecnl,,. as roas
dugueimado, e-lrtii., do osario e de S. Frailesco,
c m entrada pela niar, e que nesla ulinu,, se pie-
param escondrijo- em que a polica au possa pne-
'"r" jA ''la "*" f"' ,na' l>0,in 'lescberla ella,
e-mo descolarla lica, a pulicia lomara' cuntieclman-
lo, a oppoia' os embargos necessauoi para nao se
cool'i i,, r.
Cegutira fiscalA ra dos llairms Baixos,
dizero que couliuua no maior eslaio de pon ana, e
sem quedesp.ne a alleiitao do fi-cal treguezia, nao se sabeu.lo qual o unitivo que da' lu-
gar a Uni deaprtzo. Conven), porlantu, que o li-
e-l detmenlindo aa aecus-co a que se Ihe f.izem.iuan-
d quanio antes que se faja a devida limpaza na-
quella ra, o que felo.encoutrar.' cm luja a davida
defeza.
f.'mo providencia necesaria.\U por Indos
subido o alio piejo a que lem che/ado a farinha,
na., podeodo esta ser vendida se na,, as pracas e p, r
matulos. Ora mo ven leudu esle se nao d< uina
coia para cima, claru esta' que o pohre que s lem os
s-usIJiirs na., a p der.'comer, e como vivar pur
esse mudo ? Certaineule he impos-ivel. Para que,
pois. seja prevenid,, lao grande mal, apre-enlamos
c-ino meio necesaariu a idea de serein subdivid ia
as medidas de cuias em meios e quaiioa, qoai.....
jnenoa em quai.lo dura a Carestia. A vida do pobre
de lao prac.....qoanlo a du ru. coiivm: porlantu,
nao sariifica-los a fume, a miseria e a desesperarlo,
e o meio de os salvar he o que acabamos de indicar
c mi.Iun.ee seja adoptado.
At,ua tai.Ro.a se a om oolro morador da
ra du u,, un.,,i. qUP V|,i qerar fazer os despej ..
J' sua casa na hora em que au srjam incommo.lad s os seos vizi-
odos rom o miio ebeiro que desa agua,qoe s3o des-
pejadas, eihalam. Nao se pode murar perlo de to
locommudahvos villnhea.
fesenha anulylica dos prei-os dos generes
turante a semana /m findmi.A cama vard- cun-
aervuu o pre(o de 1 e tS patacas, e em alguus das
(muilo | ouc... a 14, |da ella ma.
A farinda reguluo de 400, 480 e 360 rs. a cua,
pouca foi a entrada desee genero, do qual a falla -,
vai I, n, in .i,, bem i.-iv. I.
O fejao osciluu oo preso de 1?l0 e 1;280 rs. a
O milho soslentoo o prero de 400 rs. a ruia, ha
abundancia drlie, lano que ja houve quem o man-
da-e vender na riheira de S. Jo c por urna prcta.
ir>UCar reli"i"1" ',il melhor qualidade vendau-
se a 00 ri., o mais inferior a 180 e o ordinarios
luO is. Estamos cm a safra para ver se baila,
A carne secca rouservoo o prerjo de 7 e 8?000 rs.
por arroba nos armazens, e as vendas a 105.40 ra.
He tur..i.,;
A farinha de In'go n.lo solfreu alierurao em prejo,
p,.rm os pac coniinuain a .lerrescer.
O azeile de mamona vendeu-se pelo mermo preca,
qoe o de oliveira, 800 rs. a uarrafa. Os bichos da
seda acabaran) as cariap tenas.
A manieiga inaleza fez sua rfiTerenc.a para menos,
ma- na., durara' por muilo lempo (anta furtuua.
O hacalhao regulou a 120 rs. por libra.
O peixe ciii.se. mu a careada em rnao doi alraves-
adnres, e alguna dellea ja v,1o deixandn e.se ramo
de negocio pelo de vender fariuha como meio mais
locrelivo.
As gallohas foram vendidas a I.^WO rs. por ca-
beja ; mas larde se veuder.10 pur "JJ rs. Aisim que-
rem os e Imdeiros.
A caine de porco venden sa a O rs. por libra e
atienta o prejo, porque acabuu-se a r.ca dos por-
co. e apparareu a da aceiados.
O carvao susteotou o prego de 280 e 320 rs. por
mochilas, p
Iljspilal de raridade.Evialiam no dia ti do
crreme, 27 omens e 2i mulheres tratado pela
cndale, 1| homens e 13 mulliTcs que pagan) a
cas, e 9 prajas do corpo de polica. Total 8
rioerds.
Kelarao das persoas que foram epulladas no eeroi-
teriu publico no dia (i do crreme.
Francisco Camello I'essoa, brauco, casado, ,",2 annos,
dydropesia.
Fnnesaeu, pardo, 10 mezea, gaslro inltrile.
Jos, prelo, Africano, escravo, 2i anuos, lelano.
Alexandre Francisco Kibeiro, pardo, sullciro, 22
auno, Tacada.
Aso-Jinno, escravo. pardo, 11 mezes, eonvulsOes.
Ignacio, p Patricio, Africano, livre, 15 auno, apopleiia.
Irancelmo, puto, 7 mezes, bexigaa.
lolal8.
At amanlia.
CMARA HDNICi PAL DO RECIFE.
SESSAOEVlTiAOKUlN.vniA DE 28DEOLIL-
BKO DE 1857.
Presidencia do Sr. Barros llego.
I'resentea os Su. Franca, dego. Barata, Mello e
fmlo, fallando cum causa participada o Sr. Viinoa,
eaem ella oa mais aenbores, abno-se a sot-.iu ; e foi
lida e approvada a acia da antecedente.
Foi lido o seguirle
EXPEDIENTE.
I.m oflie pon lendo ao desla cmara de 23 de selembro olli-
mo senre o rale.ameiiln daa ras deta cidade, rom a
informara,, que a respeilo dera o director das obras
publica.. lmeirada.
Oolro do n esmo, dizendo qoe para poder salisfs-
zer a reqos.cjio comida no aviso da raparlieJo do
imperio da 33 de sel.mbro prximo fiudu, cumpria
que e-la cmara Ihe remrllesaa al o ultimo ue de-
zemhro vinduuro una eiposnao circumstanciaila so-
bre .. c-i.,,l,. da limusina agrcola, fabril e de mnie-
rago, neste muniripiu, ref-nndu os prnripaes esla-
belerimrnlos e a nnpoiduicia aproxim da de seus
pro,lucios, nos ultimo Irea annos ; a causa do S'o
alrazo e prngrtsio, os maiburamanlo de que san
susceptivo ; e ronlemplando na mformares acer-
ca doa dou piimeirrs ramos as que forera enneer-
neulrsao talado d.s salinas e da cua.a., do gado
com suas divers.s esp-cies.A camama resolvtu que
se lemrtlatse copiadesle ifli-io a dalos os lisrae do
muiinipio. para ca urgencia Ihe darem una no-
na, a mais a. rotuna ta poasivel, da ei>rlidao de
-^.?10 D1 P]SBNAIBG0 SECUNDA fFaUA B DC NOVEMBBO DK 1811
he este o maior elogio qoe se pde fazer "do quanlo pede o ufli.io : e inaudoo ofliciar lam-
idos e artividade do Sr Manoel l.uiz Viraea, tm "" r- enpenliairo rordeador para o mermo lim,
o administrador do clah-l.-cmienio. visl, ter elle viajado pe.a freguezias do muni.ipio e
J r,omens, 10 mulherc |e 12 prvulo, livret e '
humeus, 2 mulhtres, e 2 prvulos, esclavo.
--ttm96'r<*r>tt~
PAGINA AVULS&.
isa >: Bzti. s
.fi.so proveitoso.Tivemos noticia de que nao se
pode pasar de certas horas da noile ero diaule pela
ra da Aurcra ai a lund cHo, em eonequencia de
cerlosrapneirasatcravosqueporellisereuiiein.e com
fspecialidade em un-a taberna aund,,liem,e prati-
ca os -naiores escndalos poasivai. sein sa respailar
a pessoa aUuma, e sen, que o dono desta taberna
com nao e impone, lano qoe loma nal parle em
tal orgia. Para que, p ,is, cese erse e-can 'al,,, ,,|,,
esl-r apar do sru esiado.
Oulro du me-mo, enviando um eiempl-rda falla
com que >. M. o Imperador ei cerrou a l tesiao da
l 1-gi-Muia .ia asstn.blea geral legislativa no da
13 de stterebro prximo lindo.Inleirada.
Ooln-do mesmo. cugii do Ihe informa.se n cma-
ra com urgmria ; cerca do qoe ir tan. os que.ilua
con-lanies da copia que enviara,Qoe sse rrmtlli"
dtate rllicio rummi-stu e-pecial dos Sr. Barroca
el mo, para apr.s.ul.tem sua opiuiao a respeilo
O quesilot sa. : v
V Quaes as rau.as de elevacSo dos preros dos .
ntris alin.rnlicios indagando quars daslts gneros
>ao os que foimam a alimenla^lo da grande msssa
do povu.
2- Se im bavido diminoiro na prnilurso, e por
que Mu-a- ; e no ca>o negativo, qoal a raiao da
earetha dos gneros.
.'O Se esla rarrslia se ola somenle nos grandes
mareado,ou lambem nos meamos lugares de uroduc-
f,ilo. r
4* se pira ese efTeilo concorreu caosas passagei-
ros, eque ssubsislem por cirrumllincjas cspeciac
ou infloem alguma, que apresenKm caracler de
permanencia,
5- Se a rare.tia de que se Irada abreiige lodcs es
ganaros, e em que propoir&o.
Oulro d.. mesmo, enviando copia da resposla qua
dera ao ollicio drsla cmara de 14 do crrenle o en-
genheiro eucrregado pela cuinpandia da super n-
lendeocia da estrada da ferro, na qal declara o mea-
mo engenh.iru ler accedido aos desajos da cmara
luleirede.
Oolro do meimp, responden-'o ao desla cmara
de 2:1 de sel, 11 1,1,1 ultimo com a reepuala da d.iacco
da c ib, 1 aina de Brbe'ihe, declarando esla i.s mo-
tivos p. rqoe nao pode mandar Collorar um chf.,iiz
junio ao Gymasiu.Ao Sr. veieador nego.que o pe-
dio.
Oolro do Dr. chafe de polica, represenlando a
ealo cmara para nao conceder a permissSo que Ihe
ron-tou, preleiulem solicitar Joa Miguel Taixeira e
Tilo Francisco de Mallo, pera fabricaren) fogoe de
rllBeio na roa da Esperanza da Suledaoe, na fre-
guezia da Boa-Vista, pur nao poder-se fabricar em
dito logar laes fugo, nem grande risco dos moradora da -ua rircuinviziuhaii-
ea, bem como pe,dudo providenciaste a cmara pa-
ra que f.ase, rassadaa aa licenra enneediciona.s
dadas aomenc.uiiado Joo Miguel Teneira, p.r. fa-
bnear fogoi em um telbeno na roa de Joao Fer-
iiandes \ leira, a Amonio Jos de Caalro, para ven-
der plvora na ra Imperial, casa n. 23G. a Claudio
uiiaanx para construir urna rasa na me.ma ra
desuada ao me-mu lim. e a um oulro na puvoarao
do Barro ; mostrando a inconveniencia de laes con
cea-Oes.Posto ain discnsso esle oflirio, resolvtu
se que fosie ramellido por copia aos fiacae Jas fre
gueziascm que exislem ditae casas, para informa-
ren) < ir.um-lai.cia, 'menle se Hite ellas 011 nao na
c.n !,..".. des posturas de 10 de maio de Itsjj, e do
adilal expedido para sua recur,d, e a respeilo
do sed isulameiito e separarlo das ediDrafOri.
aiiernat>eju, Wl ,,. leui,,.,.,,^ ,,, af,,,-, |,ri
Rado a 11 as r-parlir.6ea publicas, a r.ial.alerimrnlos
parlicnlare afenr na rrsprrlivo peso, r, anles Cur-
ren lo .,8 repartirle e nlab>larinililoe, a ohngac.lo
ue maiular. 111 a sua ra. o- or-jecloa que develen, ser
alarido, au pedia ser ron.ptllirio a is-o. ser que
ua ommixjo e abo, 1 q..e e le pial icar nao ron pe-
i'a a cmara lo,,.ai eunhrciniento por nao ser em-
pregade ,ia me-ma cmara, e anu a autondade ciimi
nal r.imiialanlc.
Oolro des qualro fis-aes dcla cida !e, communi-
caiidu que liaviain .,1,, .turados d punios em que
e-lasain, auxiliando a cxecue.lu d ,s po-lora, ns sol
nados do corpo de polica ; e expondo a uige.ile ne-
eessi ,.,,. ,|jSil rna.ljivariio miluar, e o mal que re-
Ulla da falla dalla Que sa repre.enla>se a,. Exm.
preaMeiite da provincia, ,pedin,iu-lhe providencias.
Ualro do angra,heiro cor leedor, r|.....do oa incoo
veuirnlea que olleieca a postura qar permute c. n-
iruu em caria iua do bsuru da l'.oa-visla casaa ler-
raas c, n) oilessingellos, com lano que tenham 16
P-liios de aliu.a, e nunca menos de 22 de largura.
A eommiaslo Oulro .lo mesmo, remeltenito o eibeCO deum mer-
cado publico, de-crrvendn ludas cuinmodi lades com
qu planeoo o esl.ibelecimriiln. O mesmo deslinu.
O-lr.ido in-perlo- ,la Idesiuraria da fazenda, ac-
lCManlo a receprao do drsla remara, a que acompa-
nhouoopa da ,lana du povoado dos Afogado.
Inteiradi.o.
Ooirodu Ur.juiz monicipal da 2.-< vara, partci-
pando ler reassi.....,lo no dia 1 do correle o exerci-
co di >.|| cargo.Iiileirada.
Oulro do procurador, aprtsenlando 20 lelrs da
r,e,":',' """icipaes anematada, na importancia de
11:/12/para serrn reroihi.ta ao cofre, e pedmdo
ser ab in,1, aquaiiiia de 114^080. qua depen com o dio das meim-s esmpiura e ee< lula passa-
dapela lie-ouraria da fa/enda de terrenos da mri-
nba coiredido a raniara. M-ndou-e reclher aa
letras ai cofre, c expedir oidam a coulador para
laucar en despeza a refeiida quantia.
Oolroda rn.,1.,. na. inf .rm.,n l que Jos Farrei-
rados tnloaena nocaiid> r-caber as coi,tas que
remar 1a importancia da 44*}. Maudou-se pasar
mandad,.
.MaiiiJiQ-sa remellar a rorrmiao de edilca-
C"s os .equeniii*nis de JeaquimJns de Oli-
veira. o, r.Jos de Almeid Soare Lima Batos,
e a iiir..rm<-d,,, que etva duaa do engei,he cordeedor subre api,;ao du ruiu..i^ not..iiu,-a
ronipanhada de urna y lana.
0 Sr. Mello leelaron que se enlandendo com Mi-
guel Ji.s lla. ,-a tjuimarae, piociira'or do pro-
pnetario da caa quaimada do Aterro da Boa-visla.
dissera aijiielle qoe o mesmo propnetano eslava poslo a r?reb r o lauderneo corresponilenle ao prCCu
p,r que fr deapiopriado o solo da n.rama ca.a, e
elTeciuara dasapropria^a.,, com arondir,Ao de vollai
a seu aominiu o le.reuu se |ier ventura deixar de
pasas por ede roa.
Oespicharam-se a spgulnle pelcfies de Adelo
Alil ni., Feneire, Baruard,. Jos da Coala Valriite,
Dolers Mara Candida da Silver, Francisco de
Barrea Correa, Francisco Jos Alves Guimares.
Fraiici-eo Alves de Moraes Pires, FnnrnKO Ir
naci e Alliayde, llcnrique Jorge de Bnlo Aia-
ujo, J.ajc Frrrnra dos Sanio, Jo1o Afionsu de
Alhuquerque, Jos Jarume raato Jnior, Jo-
liuii:,o Bar, -a da Silva, Jos Ilvgmn de Mi-
randa, Jsepha M-iia de Almadia. Jeqoim Mi un.o
Cav..|raiili de Alhuquerque, bacliarel Jo3o Anlonio
de S .uta Beluau da Araujo Pereira. Jo Anl3o S.uia M.igalhaes, Jo.lu F'ranrisco dos Sanio, Jo
Franriaeo Tasare, Joco Francisco do He so Mata,
Ju.e da Cosa Rab-llo, Dr. Jlo Frrreira da Silva.
J"*o Saraiva da Fonieca Velloso, l.uiz C-sano d 1
Hego e nulro, Manoel Anlunio de Jeo, Manuel
Paieira Teneira, Pedro Joaquim Alv.s de Crvalho.
Serfico Jos de Santa Annj, \icloiiao Ferreira, e
levauloii-ao a se-eao.
Eu M.noel Ferreira Aceioli, se,retarlo o subirre-
vi.ll-gu c A.biiqiierque. pr.fjdenle. Franca.
Reg.Barata deAlmeida.Pinto.(jameiro.
CONSULADO PROVINCIAL.
Laticamenlo da dcima, da treguezia da
Boa-Vista, feito pelo la tirador do con-
sulado provincial Juao Pedro de Je-
ss da Mdtta, publicado pela impren-
sa de conl'ot midade com a portara do
Sr. administrador da mesa do consulado
provincial de 11 deagosto do crtente
anno.
18"-7 a 18.18.
( Cuntir.uaco. )
Itua Vaina.
Numero 2.Jos Francisco Ferreira Cal,
urna Casa terrea arrendada por iOr,
importancia d,, dcima.....".
dem \.O memo, urna caa terrea ar-
rendada por LOO;, importanr a da derima
dem (i.O mesan,,, uma cssa terrea arren-
dada pur 140.3 impuria.,na da decima.
dem 8.O m*su>o, urna rasa terrea arreo-
dada pr IH3. importancia da derma .
dem lo Ma, oel Francisco de Moura,
orna casi Ierre a-rendada por 72p, im-
poilaucia da decima.......
dem 12.Mari- /.eferiua Dini, uma casa
larrea arrendada por UtXJ, importancia da
decima...........
dem I*.MlKuel Arclianjn de Figneiredo",
urna caa terrea arrendada por :!003, im-
parlancia da derima.......
dem Ib.Jos Fau-tino de l.emos, uma
casa 1 rrca arrendeda pur U!?, impor-
tancia oa dcima........
dem 18.'Id.re/a IjuDralvet de J,so A-
zevedo, um sobrado Ciro um;, lja e um
anda ludo arrendado por 350?, impor-
tancia da decima........
dem 0.Victorino Jote de Sooia Tinvaa-
so, uma eaa larrea arrendada pur lis,
impuriaucia da decima......
dem 2>. nluiiio F. mandes fima, urna
casa larrea arreudada por IC89, impor-
lauela da dcima........
dem 2. Juana* do lloaario l.unr, i.i-s
Machado, um caea terrea arreuoada por
a)0b>, nnp. rlanria da decima ....
dem -26Manoel Ferreira Aiituuet Villa
r;a, uma casa terrea arrendada por 200J,
linpurlanria dade, ima.......
Idein 8|. 11.au la,ie das Alinas da Boa-
Vlal, um- casa leirea arrendare por
1 i i~. Hiparan, la da de< una ....
I 'em :t0. Tdomat de Aquino F..naera,
uma casa terrea arrendada pur 144$, im-
po laucia da dcima...... .
Hem :IJ Palrtmonia IJem ;li.liio Francisco Regs Celho,
um s Ira lo ci m urna hija e dous andares
arren.iadu ludu por 629, im| oriaucia da
dic.in............
dem 'Mi.O mamo, uma casa lerrrea ar-
renda la p.r I4S, imporiancia da dacim
dem :IS.Viuva de Antonio Jote da Co-la
e 5dva, uma Casa terrea arrendada por
I i i--, impelan, ia da .!, una ....
dem 10. eminerio de Olmda, uma casa
leira ,-rren lada por US;, importancia
da dcima...........
dem 42.Hospital de Candaile. .
dem 44.Antonio Morera Kcia, urna cj-a
Ierre., a da der.ma...........
dem 4(i.(J nie-nio, uma casa larrea ar-
read, ia pr i.iN-, Intportaaria da derima
dem 48.Salvador Jo-c de Sou/a Biaga,
urna cata larrea arrendada pur IOS,?, im-
portancia da decima.......
dem 50.Jlo l.eile Pila OrligOtlra, orna
casa leiraa ar-eudada pur 1088, impor-
taujia da d.rima........
dem 02l) mesmo, nina caa Itriea ar-
rendada pur 1449, imporlaiicia da dci-
ma......
dem54.I.m/ l'ertua Raposo, orna casa
21.JU0O
1k;i)00
120960
I2I960
6i8o
5i?f00
27300
12j%0
illJOO
I2B960
139130
18-HM.K)
I83OCO
129960
12)960
539800
12;00
12S960
129960
9
9972O
93720
99720
99790
125900
terrea arrendada por K;, importancia)
da dcima...........
IJ m O.Manoel Ferreira Anlunea Vil-
lar, uma rasa leirea airendada por
2009, importancia da dcima ....
dem 8. Fraortaca Thtoiioro do Reis,
urna caa terrea arremeda [ior 120-5, 1-
poriancia da derima.......
dem tio. Jos Antonia Bit'iirnnrt, uma
caa 1 rre ,11., 1 ,1 d.. por li'13, impor-
Inncia da decima........
dem 02.Joo Chmaco Freir, urra casa
leriea arrendada por 132-, imporlaiuia
dade.ima...........
dem 6i. Manoel Antonio da Suva Ri0s,
un,a rasa larrea arrendada por 1209, na-
porlanria da dcima.......
dem bu.Antonio Joaquim de Seoza Iti
beire, uma rasa terrea arrendada por
1689 impoilanria da derima ....
dem (,8.Irmandade ,1a matriz de S. Jo-
s uma casa tenea arren.tadada pur
120?. importancia de derini ....
dem 7(1.S-mmario de OdnJa, um sobra-
do coro uma luja e um an ar arrendado
ludo pan 4509, imporlanria da derim.
dem 72.Anua Juseplia Delfiua doa San-
tos, uma Cosa leirea arreudada por I-S15,
importancia da dcima......
dem 7i.Manotl J,. Pereira Goncalvaa,
uma cata terrea arrendada pur 1920, Im-
portancia da dcima.......
dem 7ti. II, r.leiro de Isabel Rodrigues
iPirb-sa Machado, um sobr.dorom uma
I j e um andar arrendado lodo por:;!l-
impnrlanria da dtrima.....'.
Idern 78. llar launa Dorolhea Joaquina,
nina casa lerraa arrenda a por 1 i '1.7, 111,-
porlanti ,1 dcima......
Ide-i. 80.Jogo Das Metra, uma "casa Ier-
re airenlada por 1209, Importancia da
derim..... ......
Idam 82.Justina d.s Santo da Fooaecai
orna casi terrea arreu-lada por 90-5, im-
p r.n 1 ,1a dcima.......
1,1 in,s._ Baria lerrea arrendada por 1209, imporlanria
da decima..........
dem 88.Manoel Macha o, uina rasa ler-
rea arrendada por I20--,, imparlaoci da
decima..........
dem <.inJoanna d Rosario tinimaraes
M- dad,., urna casa leriea arrendada por
12o-, importancia, da dcima.....
123960
K-IKH)
1ii.-m;o
I2|960
1 laVrJSO
10-800
15,3120
HI-SOI)
10-3)00
12-3(100
17--280
o0;20
12-liO
10,7800
8(640
IO38OO
10-800
1UC800
Id.11, 92.Antonio Freurlero de Alnuquer.
que M 1,1 uu, um, rasa leriea .rr.oda-
ia p.,r 111:1.7. iiii,i,.rtaucia oa derim. .
Id-m 94.Mana The......ra da Asaompclo,
uma ra.a ler.ea air.uda.la por 120, im-
puriaucia da derima.......
dem 96.Francisco de (".dagas, uina Casa
le, rea arrendada pr 120", imporlanria
i'a dcima........
dem 98.Patrimonio da Mlira, iim'a casa
terrea arrendada pur 969, nuporlaucia
<*a derima......."
Id-111 100.Irmandade das Almas' do Reri-
f-, uma casa lerraa arreudada por 965,
. impmlancia da derin.e......
Id-m 102Jos Jaqoim Belalbo, uma
casa terrea arrendada por I60, impor-
tanr a da .-! o 1
dem 104.Antonio Pereira d Fari, o'mi
caa terrea arrendada por 120?, impor-
tancia da derima.........
dem IOS. o metmo, um sobrado roni
dua_|.|a e um andar arrendado tudo
P r 7089 mpilaiiria da dcima.
dem I A.l.uu Jso Nun.s de fa'lro!
uina ca-a Ir 1 rea arrendada por 200,7, im-
porta ca da decima.......
dem 1 II.o mesm, uma casa Ierre orn
oao ocupada pelo mesmo, avallada por
150, impuriaucia oa derima ....
Ideml.Jo- Franritro Ferreira Callo,
uina c-aa (arrea arrendada por 1449, Im-
portancia d derima......
dem :t.J ,s Francscu Ferreira Gallo,
urna casa lerrea arrendada por 108,*,
impuilauria d- dcima.....*
dem -,.o .. esmo, orna rasa Ierra arren-
dada^ [,ur 1089. imporlanria dadeiima..
Mein 7.Omesrno, Uma c sa lerrea ar-
rendada pur 96,7, imporl-ncia da derima
dem t.O ii,.-ii..i, uma caa terrea ar-
rendada p, r 108?, impo.Uiicia da deci-
ma........
dem II.O me-mo, uma c-sa lerrea ar-
rrn a a por 1085 im,orlancia da deci-
ma......
dem 13.Balbina Dmbclina de Mello,
um casa liraa nriandada por SO-, im-
portancia da enma. .
dem 15.Ricarnu Huuiuei,..
.......- n..... rttttvra ivo* i089, im-
pwilauew da dcima.......
dem 17.Mana d-s Nev Cruz, uma ca-
sa Irnea arrendada por 965. importancia
da decima...........
I tein 1!).Jos l.eop-l lo da Silva, uma
caa terrea arrendada por 96?. impor-
tancia da decima.........
dem 21.Anua du Carino Farnandes da
Puriliiara,,, uma caa lerraa ocrupada
pela n,, su,.,, avahada em S93200, impur-
purlan'ia da dcima.......
dem 2:1.Irmandade do Sacramento da
Bn-V sla, uma casa lerrea arrendada
por 72.-. Imponencia da dcima. .
dem 25.Viuva e herelros de Jos I.eao
da Castro, urna casa lerrea arreudada
por 72-7, imporlanria da dcima .
dem 27 (Js mesmos.uma casa leriea por
. -V, ,inp -ran, ia ,1 1 den ma.....
dem 29.Os n......... uma casa lerrea
arrendada por 72>, imp.rlancia da de-
cima.............
Id'm 91,Padre Francisco Pereira da Sil-
va, uma ca tarrea arrendada por 725,
imporlancia da decima......
dem :)3.Viuva e her leiros de Jote Le,1o
de Caslr uma caa Ierra arrendada por
li',7. imp.rlanria da derinia. .
dem 38.Viuva de Antonio Jo-c da Cos-
ta Silva, uma casa (eirra arrendada por
1209, imporlanria da decima ....
dem 37JAo Nepumuceno Velloso de
Aievedo a J, 3o Rodolpbo Velloso de A-
ze>e 10, uma raa lerraa arreudada por
1209- impnrlancia da dcima. .
dem 39. Francisco de Poola Freir, uma
casa le rea arrendada por 144-3, itnpur-
l.mci ,1a oecinia.........
dem 41.Irmandade da matriz do Peaje
da Pa. ella, orna casa lenca antndada
por 108-3, impuriaucia da dedinia. .
I driii 43.Re. oimiento da Mona, uma
casa lerrea aneodada por 903, imporlan-
cia da ,e ni.,,........,
dem 45. mesmo, uma casa Ierra ar-
r. o dada pur 96?, impurlancias da d-
cima..........
dem 47.0 mesmo, orna casa lerrea ar-
rendada por 969, tmpoilancu da d-
cima............
Mein 4'.).Miguel F'elicio da Slva.'oiri
..,,l,iad com uma d.ja e um andar em
obras, a laja arrendada por 180, impor-
tancia da dcima. ......
dem 51.Jos Gomas Coimbra, um sobra-
do coru uina luja a om andar, avadado
ludo em 3509, imporlanria da derima
dem :>:(.liman ade de S. Pedro, urna
cas,, k-,rea arrendada por 1205, impor-
tancia a dteima........
dem 55.Francisco Joaquim da Costa
Fiaiho, uma raa lenta arrendada por
""''._ 'mporlancla da dteima. .
dem 37.O mesmo, uma casa lerrea ar-
rendada |or I.JO3, importancia da d-
cima ...........
dem 59.O me-mo, orna rasa lerrea'ar-
rendada por 965, impoitancia da d-
cima ...........
dem 61.Joe llygino d Miranda, un
sobrado cum uma luja e um andar em
obra, a loja arrrnjada por 1203, im-
pon ncia da denma.......
dem 03.Viuva e brr.leirus de Antonio
Ferreira uarle Ve lo/.u,;nm aubiado
cum uma luja e um andar airendailu por
ludoper 200-3. importancia da dcima
dem 65.Bernardina Jos Monleiro, um
sobrado com urna 1 j."a e 11,0 andar er-
ren lado ludo por 4009, importancia da
decima.........
dem 67.Manoel Ferreira de Sa, uma
esa larrea ,,i i andada por 200}, impor-
tancia da decima.........
dem 69.J ao Pacheco de Uueiroga, uni
casa terreo arrendada por 20Op, mior-
(ancia da decima.........
Tein 71.Viuva e herdeiros de Antonio
Francisco de Miranda, uma caa lerrea
arreudade por 120-S, imp-rlanria da de-
cima..........
dem 73.Hospital de caiidade, casa ler-
iea..........
dem 75.Aiilnnp. Marques llarallio, uma
casa lerrea ai rendada pur IO83, imporlan-
ria da dcima........
dem 7/ M-uoret Francisco e J... neto
de M-nuel Alves (iu-na, um .obrado de
c m ..ma loja e2 andar arrendado ludo
pur 5369, imporlanria da dcima .
dem 79. Vicenta Autunio do E-pinlo-
Saniu, uma raa leiraa arrendada par
120-7. imi-orianria da dcima ....
dem 81. llamiquela Frauriica da A11-
nnnria(ao, ama casa le. rea arreud.da
por liij, in.prl.ncia da decima .
dem 83.Padre F.l 1 Jos Marques Haca-
lhao, uma casa larrea arrendada por 120,
impnriencia da dcima.......
dem 85 Francisco Xavier Soarrs, casa
I, r.ea avallada por 12o.imporlancia da
dcima. ......
dem 87. l.uiz -Goaiaga de Sen, m
casa lerrea arrendada por 1205,imporlan-
tanria di dec ma........
Iden. 89. Fiai J.an de Sania Isabel >a-
4o, uma casa lerrea arrendada pur 20J?,
impuriaucia da derim........
Id.m 91.l.uiz de S. Boavenlura Sal-nno,
ca-a larrea arrendada por 20'J3, impor-
laneia da ,1.1 n 1........
dem 93 Maldilde Jos Come, orna casa
le rea arreuda la por 1449, imporlan-
cia da declina......
dem 95J- Barbosa de Miranda Sanlia'.
', casa terrea neniada por 1685, im-
porlairaia .'a denma.......
dem 97, Jo* da Coala Dourado, uma'
ca-a terrea arrendada por 8300O, mi-
purlnnela da de una......
I 'erh99.Victoiino JuscdaSi'va Irv-sso"
uina ca-a terrea arrendada por IO8-3, 1111-
poilauria da dcima........
I lem 101. limaiulade de S. Pedro, m
ca-a leriea enendada pur 96,7, impor-
lanria da daina ... ....
dem 103.Padie Joao Rodrigues ile'.Vau-
ji, uma ra-a lerraa arrendada por IIi-,
imporlancia da derima
dem 105 Flora Mara bieii, um ca
lenca arrendada por 150,7,importancia da
decima.........
dem 107Augusta Celestina de M'sq'it
Pimtniel ca-a larrea arrendada por I68.7,
impurlaicia da dcima.....
dem. 109.lenle iros do padre Florenti-
no de Almeida Catanlm, orna casa ler-
rea, arrendada por 118-5, i" purlancia
da derima...........
Idern III.Mn,.el de Se' eSonta, m
casa Ierre arrendada por I68.3 impor-
tancia da decima .....
dem 113.Jugo Antonio de Soma Brllrao
de Araujo Pereira, urna ceta tarrea ar-
rendada por lls importancia dada-
cima............
dem 115. Auna Mana Monis, cata ler-
rea arrendada por I20>, importancia da
dcima...........
dem 117. Manoel Jos de Az-vedo San-
ios, cata lerrea arrenda por 1511-, impor-
lancia da denme........
dem l!9. Me Iban Antonio de Miranda,
ca-a leriea arrendada pur I85, impor-
tancia da dec ma.....
dem 121.Joaquim Francisco de A/vedo,
uma casa lerrea arrendada por H.3OOO,
porlancia daderima.......
dem 121.Irmandade de S. Ilnm Jeiu da
\ ia Sarr, urna raa terrea arrenda por
1209. imporlanria dem 125.Saveriano Piulo, uma rasa ler-
rea arrendada pur 1205, importancia
decima........., .
dem 127. Sevariano Pinto um (obrado
0.u utua loja e um andar arrendado tu-
179370
IO38OO
IO38OO
83010
83OO
11^040
I1J58011
6:19720
18.-000
13,5000
12o960
99720
93720
8j640
95720
9-7720
8-3610
83640
'I-72.S
6.7I80
d. MI
63480
63480
6? 80
125960
103800
10-5800
12-960
9-720
89640
85640
SJ640
1C5200
3IJ500
IO38OO
189360
I :-:,i 111
8J640
10;800
18JOO0
369000
loOOO
I89OOO
109800
9
95720
485t0
109800
I2|960
105800
IO38OO
10j800
I83OOO
183000
123960
153120
75560
9-3720
836IO
129960
135-500
153120
93720
130120
12-960
IO98OO
13.-500
159120
123960
105800
10,5800
do pur IIUtOOO, impuriaucia da deci-
11)1...........
P .Numero 2.Pede Ignaro, Ba, I ala. um to-
bi.nu .,,m urna leja e um andar, arreo-
da du tu.10 por 35)29, imporlancia da de-
rim- ........
dem I.Uarla C-r......a Ferieir'a d'eCar-
v-ll.o. casa lerrea arrendada pur 1i>,
imporlanria da d.rima.....
dem 6.Joao Luiz Ferreira R'bairo. orna
casa terrea arrendada par U5OOO, ini-
poilanria ila dec ma.......
dem 8 Jote da C sla Doora 'o, urna ca-
sa terrea arrendada por 168j000, im-
porlanria da decima.......
dem 10. Isabel Marcelina Severina' d
(lnveira. uma caa lerrea arrendada por
859, imporlancia da d-cma ....
dem I Irmandade de S. Bum Jess da
T'" Sacra, um ca.a leirea e.reudada por
dtOSOO, imporlancia da decima. .
dem I AManoel Ignecio da silva Te-
aira, om lalheiro que serve de palla-
rla, uceupado p.|s rihorio, avahado por
IO89. impuriaucia da decima.....
dem 2. Anuuneiada Camilla Alve da
Silva,uma case terrea arrendada pui 2405,
importancia da dcima......
dem I. () menor Apl n-.r 1,1 Carneiro,
0111a c.ta lanea arrr/udada por 1143000,
imporiaiina da dcima......
d:" 'ler eiros lie Joaquim Anlorii
R beire, uma ca-a lerrea arrendada por
i3- importancia i/a decim:.....
8.Irmandade fias AlmasdaB a Vl
1,111a rasa lerrek arrendada por 120.
ip rianrla da deiftma......
ilem 10. Viuva e' herdeiros da Antonio
se da Co-la e Silva,casa larrea arrn lada
. r 1 1 s.inip, riaiina da decima .
dem 12. Os mmu, casa terrea, ar-
rendada per 2I6,,()00, imuurtaocia da
dcima.....
dem II.Thereza unt'alvea 'de' Jaso A-
vedu. um .ubradb c,.m uma 1 ja r dou
rendado ludo pot 2845, importancia da
decima. ... f. ..... ,
dem 16.Ilermeiiefeilrio Marcelino deMi-
-"*" "in1 [fiTiniiifiriTi 1 \}'\f\\i_
lil
dem
la,
niir
J
por
zev
irr
36.7000
359280
135050
12o96l)
159120
Tpaa
59100
9-720
219000
12J960
125'J60
IO.38OO
129960
I9944O
253560
. urtanela da iiecuba .
dem 18.Irmandade das A'
fe, uma rasa lerrea arp/;'m" ^
Imporlancia da dem 20 And,ni., F'
Reci-
r 144,?,
bradn cera ,.- \f n'"'" L'm. o
dado por 3009, irrip '.' um *% r"n-
dem 2.-Cil.arin'-| :'' de derie,.. .
casa terrea ar.enda rth""* %*""*"'"''
po lancia da denm, da Por J;2=000 ,n-
Id.m 24Ja,i Lina V "D"i !
sobrado rom uina F,'rr"^1, K'l",r, ",n
pado pelo mesmo, '"'" m '"""' '""'
lo.lanci. dadec, ** por 400?, im-
Idem 26 Recoih
Olmda, am~a m^I"', da c"ucf"a de
1203, iroporlanc ,",e" "'e'"1' l<"
lem 28.-Rofino ',a da. 'l'nm:\: '
uma esa ierres J'eCrrala de A.rr.ida,
porlancia da de """I'11* P 1<*4 "-
Idam30.Ile.d, rln,a. ', :,
de Carvalho e r de l!ore"." M,"'
Bnlo, uma c" A-gel.c. d.bene
I689, impila,i"a 'ea ai rendada por
dem 32.-Caet-.cVa,."'roa..., '.v "
roingus Autu. f'">,'JI'"'a Mell.ieDo-
a.ienda por 1:*^Ol-S-.uma ca.a l.rrea,
m. r ^f, importaucta dadeci-
129960
123960
279000
173280
363000
IO98OO
153120
19120
den, 20.Viuva e l.ridelroade J.fl,, U p-
ll.la II ai.c.,, uma ra, larr-a aneud.da
por .liai.3, in,|i,ilanci., ,1a -er ma
dea. 22.Patrimonio doa otpUoe, um.
Casa lene........
dem 21.Patrimonio dos ornbjj ,', 0',j
ra.a larrea .......
Id._m26.-I, mandada d Ss. Sacra'nnl
da B a-\i.|... uma ras larrea arrenda-
dda rrT>. 120.-. imponencia da decnia. .
dem 28. Fr.ncisra di a Santa* B raes
um. ca-a jorrea arrendada pur 144}, im-
ponencia Mein 30.Jor Pereira da Conha*, rima
c.i.a lerrea arr-n I da pur 144o, impor-
tancia da dcima........
dem 32.Al-landre Rodrigue dea An-
jee, uma caa t.rrea arrendada pur 1443,
iinp'.rlaiir.a da 'cima......
dem 3i.Heriero de Bernardo Duarle
B'o ao uma rata torrea arreudada por
192}. imp rtan ia da decima ....
dem 36.O- mesmo, uma rasa lerrea
arrendada por 1269, imporlancia da d-
cima.......
dem 38.O metmo.suma ca-a lerrea ar-
rendada pur 1203. importancia da deci-
ma .........
dem 40.Ricardo Reinoald'o 'da'Silva!
uma rasa terrea arreudadada por 849
importancia da decima.....
dem 42.O mesmo, uina rata larrea ar-
rendada pur 849. importancia da d-
cima. .....
Id'in I.Jote dos Santos .Nones de Olivei-
ra. orna casa lerrea arrendada por 843,
in.paria .na da decima......
dem 3 O memo uma cata lerrea ar-
por 963. imporlancia da derim .
Ide.n 3.Beoiu do Sanios Rama, orna
casa ler,ea arr-ndada por 144, impor-
lancia da decima. ...... .
dem 7.Cosma amianna do Amparo',
uina rasa lerrea arrendada por 963, im-
pon-ncia da decima......
dem 9. Jo- do Santos Nunes'deO ivef.
ra, uma cata tarrea arrendadada por 969.
importancia da dcima.....
dem IIO mesmo, uma casa terrea \r-
tSMt m Iliri- Mimi rimirn
279000
s

103800
125960
123960
123960
173280
IO36OO
109000
73500
79560
896 40
83640
129960
83640
836O
Id
Id
id
149040
123960
I83OOO
27J000
129960
129960
129960
17-32
93720
129960
123969
. 1335.0
185000
roa ... .
lem 31.Jo3o !i'i" .,........
arrendad, por i'A'lf"- ma Ca*a "rea
cma K *49, imporlancia ce de-
lern 36. l-.-i.-vao' 'r ,' : ,: *
quernua. um, casi '-"nle de i.bu-
2003, imporancii' }""". "">"<**<* Por
lem 38.-oarl. i!,di, dec""-
ca-a arrendad, por fe!* fi t"'v"' uma
deema. I300-?- 'mporlamia da
dem 40.liarla de *n-' 1 '
cas. terrea arrendar!,1 ""'0 *12^ """
lance da decima .*" Por O. ">P<"-
Idern 42. Vicente .t.'. ', '.' .' -" .,"
Samo, oro-casa lerreV.1""'0 do, E'P'V s
imponen-1. de dcima ':"'dadaP"l' Id-m 44.Jos Alves l.ima, orna aj. \'
rea arrendada por l443...ijnnor.r.M .
dcima. a--"*.^iacia oa
idemi8.-^,uvttd;,Ar:;T.:edd.dci7.
muza. 'derde;cirndada pur
dem 50.-Pedro A,?^', .WrlJn.;
:m;::;;:,,cias;,decemv'e,,dadapi',Hi'-
r,lf B'f-rJ"'I-de Sl "n.la lardoza San'-
cV. i,;" /.T-*" de ""' 'a
r.iji (erre* iriemiH niir iV. ,
lancia da dcima P IU85, "npur_
lsTnV,'~K"h"" *>* F'ran'risco do,
St'nl. uma cas. I,M a,red.da p
r\!9, imporlarurja-ila dcima '' .
dem *.r:iii, de Cteta loeaniaa de
Uliveira Moura, urna rasa lerrea alen-
dada pr I3. iinii rlancia da .iecna .
dem 58.Antonio Joaquim de Soufl lli-
hairo. urna rasa larrea arrendad! por
lodo, importancia da decima .
dem 60.O mesruo, um sobrado eofl orna
lejae um andar arrendado tudo p -.00/
imp ,rlancia da d, rima.....
dem 62.Lon Jos da Costa Amort, unja
ca-a lerrea arrendada por 1203, impor-
tancia da decima.......I
Wem 64.Jute M llieu, uma casa tr*
arrendada p.r 1449, importancia da )-
"a...........
I toniu Alves Mnteiro, uma casa terrea ar-
rendada pur 2109, impoit.-ocia da decna
dem 68 Joaquina Mana da Canccicn,
uma raa te,rea arrendada pur 1209, '-
porlancia da n>rima.......
dem 70. Padre Joaquim Rapharl a
Silva, um sobra,I,, c, m uma |.ja e un
andar, arrendado ludo por 3003. impo-
lancia da denme. .,.....j
dem 72. Vicente 4"'"n do Es.(j
Sanio, una cata tunea arrendada tr
1929. imp.rlanria da derima. .
dem 71.Vn (orino Antonio Martin, or
Casa lerrea crupada palo mesmo, av-
ilad- por li/, importancia da decimi". 123960
dem 76.Mara do C,rmu Costa Mnle'o
om -i,lirada coi- um- loja e 1 Melar, p-
rendado por :t603. iroport nciaafeTCaciLa
Idm 78.liufino J.,a Correa de Alme'i),
uma casa leirea cum ij orcupada pro
mesmo, avahada por 2O03, imporlaiia
da decima......, t T
dem 80.O metmo, casa lerrea orrup/a
pelo mesmo, avahada por 1503, impj-
tancia da dcima.......L
dem 82.Frauciseu Cario Teteira, uia
rasa lerrea arrendada por 1143000, 11-
p rlancia da declina......
dem 81.Apollinario Carnairo. uma esa
lerrea arrendada por 168-3. importadla
da derima .......
dem86.H>rdei'.0 deManaMatima Jel
quel na da Carvalho, uma casa terrea r-
rendada por 192-3. impurlanria da decn 153120
dem 88.Jn rio Santos Nanea de 0-
veira, orna Casa lerreatrreniada por 20-3
imporlancia da der-ma.......
dem I.Francisco l-'erreira da Silva e i-
lippa Mana ,1- E\allcaa. um casa tr-
rea arrendada por 2103000, imporiaijia
da dar ma........ a
dem 3.Antonio Fernando Lira, ma
casa terrea arrendada por 1329, imrar-
lanria da dcima......" ,
dem 5.Herdeiros de Placido do lotrio,
orna ra-a lerrea arrendada poa 1-WjJ0O,
imporlanria da decima i .
Idcm 7. Simplicio Kodriauet Caenello,
urna caa lerrea arrendada por 96l im-
portaiKa d derima .... ,
dem 9 e II. Cmara Municipal desle
cidade, lima Beae terrea .1 .
1 lem 13.llerdeiro de Marianua o> Pal-
sos, uma i-asa t.rrea arrenda por4089,
imporlancia da derima b ,
dem 15.Francisca Thomazia da Uicei-
ro (;,inlia, uma casa lerrea anudada
por 1449. imporlanria d. dreimae .
dem 17.Francisca Laarle de t n ni-,
um casa larrea arrendada por 168, i.ri-
pnrlaoria da dacma......
Id-ro 19. Balbina l'mbelina de |e'||o'
urna rasa terrea arrendada por 1201 ini-
I ru.c a dem 21.Aulonio l.uiz Gonr^alveFer-
reira, orna casa lerrea arrendad or
I20> imporlari'ia da decima. .
dem 23.Franceluio Bernardo Qulero)
uma rasa t-rre airendada por 1681, im-
porlancia da decima .....
Roa de S. Gencale.
Idam 2.Ricardo Rorau Ido a*Silva0ma
rasa tenca arrendada por *89, Impelan-
ca da i-rima.......
dem 4.laclnlha Alonso B-lelho, m
cs terrea arr-ndada por 14i/, iifior-
lancia da dcima......
dem 6.J scCanddode Carvalrjle--
deiro e Anna do lego Barros, omi raag
tarre arrendada >or IOS,, imporbucia
da derima........
dem 8.J Pacleco de (lu-irens, ma
casa lerrea arrrndida porll'1-7, ipof.
t-ncia da derima ', j"
Idam 10. Innz (joilharmina FeBaira'
uma raaa tarree rrendada por 2111900(1'
imporlanria da .erfma .
dem 12.Joto Carnes Coimbra, om'i casa
terrea arrendad, por t508, impoibiicia
da dcima. ....
dem 14. Fi'hos de Jos Clemente Pe-
reira dos Sanio- uma casa Ierren i/ren-
dada por li7.iiiportancia da .'enma
1 em 16.Joee (ornea lavares, urna casa
lerraa arrenda) por I2O9, iiniK.rlji.cia
ra daema......,
I ero 18.lmadade do S-nlior Bi'm Je-
susa. foie..uma rata terrea aireadada
por 120-, iropruneia de dcima. ,
dem 130 mesmo. uma'cs'a ("errea ar-
rendada por UIK3, importancia da dc-
cun ....
dem 15.O memo, uma'c.s'a terrea ar-
reudada por 1083, importancia da d-
cima ......
dem 17.O me.mo, uma cas. larrea ar-
rendada por 1089. importancia da da.
cima ....
dem 19Helena Km Ramo, uma casi"
terrea arrendada por 1083. impuriaucia
da denma. ....
dem 21.Filhos de'jos'Ramo.'de li-
veira, nma rasa lerrea arrendara por
I-1J9 imporlancia da derima .
dem 23. vtauoel Cantil da Cosa \lves
om casa lerrea arrendada pur IO89, in>-
p rlancia da decim...... .
dem 25.Joaquim Slverio de Soriia",
uma rasa terrea arrendada por 1209.
impuriaucia da denma.....
lde.r. 27 Jos Cao iido de Carvalho Mad'ei-
ros, um braado com orna I. ja e um
ndar arrendado tudo por 3603, impor-
tancia da derima. ......
dem 29.Herdeiros de Francisco ila Sil",
va. um sobrado com ume luja e om an-
dar orropado pelas me-nia-j ,naliado ludo
em 6OO9, Impuriaucia .ia dcima. .
Rua|do Jasmim.
dem 2. Orillo R .drigoet da Silva
Campos, uma ,errejl I(n l8da
por SUS, imporlaucie da dcima. .
dem 4 Demetria d. Atevedo Laboa, um
casa lerrea arreudada por 963, Importa*.
ca da decima ,,.....
dem 6.Jse Mara Frer.' Cm'eir, urna
caa t.r.e. arrendada por 969. impu.lau-
cn Iden 6 A.B-jamin Yira-'s Ouira", ma
rasa Ierre, arrendada por 1089, impur-
lancia da decim......
! lerrea arrendada por 469, importancia
d. dcima. ..... "
129960 rdem 1 Catharino Cocido d Silva" Br'an-
rtao, tima casa terrea arrendada por 969
importancia da decima
-dem 3.Mara Clemenlna Rn'drigoes e
Francisco Antonio Freir Jamar, uma
casa tarrea arrendada por 963, importan-
cia d. ,1-, 111a, ....
dem 3llar leiroa de 'Antonio' Ju'aq'uim
Correa de B-ilo, uma casa terrea arreu-
dada por 963, importancia da dcima .
dem 7. M na Joanna da ConeeicAo
Vranu. urna ra.a lerrea arrendada por
1U>>9. imporlanria da dcima .
"n u,_A me"ma- c"a l-rrea arrndad
por 01,3. .riipurianci. da denma .
dem 9 CAntonio da Co.la Ribeiro Mell
uma caa lerraa tm obras .
Id-,,, 9 A.Anhela da Cela Ribe'iro"
M -lio, uma r,a lerrea e oilo quarto no
q.Kiiial. arrendado ludo por 3123,, im-
portancia da dec,n,a .
dem 9 Btiuilha.mina Maris ria PaisV
uma casa t-rre divid da em 8 quarlua.
arrendado ludo por 288-3, imporlaucia d
decima......
'toa do Prazer.
dem 2.Padre Joao Caprislano Nneoelra
uma ca-a terrea arrendada por 1080. im-
porlanria da decima ....
dem 4Hermina de Suna Peri", m
ca.a Ierre, arrendada por 108-3, imnur-
lancia da decima......_
dem (i.A masma, cea terrea", arren-
dada pur 1083000 importancia da deci-
ma .........
dem 8,Custodio I) nviues Coiie-V
uma caaa terrea, arrendada por 963, iml
porlancia da decima......
dem 10.Joaquim de Ateveo'pa'rai'ra "
orna casa leriea, arrendada por I509OO0'
imporlancia da derima '
dem 12.Luiz *le|a,o Franco,'orna aa'
lerrea, arrendada por I2O3, imporl.ncia
da dcima. ,
dem 14Vinario Feliciano'p.'reira de i v.'
ra, uma casa Ierre, arrendada por 1209
importancia da d-rim ...
Id'.n 14 AAntonio d. Costa Ribeiro" di
Me'h, um. c.a- lerrea, arreudada por
1209. Importancia da decima
dem 16.O mesm,, nma Cata (erren ar-
rendada por 1149 importancia da dcima.
dem Ib AIr.nci.ro Jis Oasnea de San-
la Roaa, uma casa lene- oceupada pelo
mimo, avahada em I68fi, imporlaucia
da rir-aim......
I lem 16 Blunacio Jos Pinto, 'urna casi
(e.re., ai rendada por 3609, importancia
da denma.......
dem 16 C- Francisco Marl'ins' Raposo!
nina raaa larrea em obra. .
dem 16 I).Jo3o llcnrique Da,o em ca
' da casa......
Idein. 18. Jos Marii Freir Game'ro!
uma Cata terrea, anenlaia por l>
im, orlanci, ,:,, .1,.,,,,. ......
dem A.Jos Came.ro da Conha, m
c>a lerrea lv di,la em dua. e Irea ra.i-
nhaa, arrendado ludo por 3723, impor-
lanria da de, una .
I lem B. U ineamn. uma r.s (airea, arl
ren lada por 2103 imporlancia da dcima
dem 18 A. O memo, nm lalheiro que
serve de alaria, arrendado por 2003 im-
pon ncia d- decim.....'
Idcm I.Joao Jos dos Anjos Pereira, ma
ca-a te.re. arremeda p..r 96, impor-
tancia da derima ..",.
I lem I AFranciiro Martin'ltpo"irj,'u
callao de casa e um leih-iro, que terve
de otaria, avallado por 2WJ, imporlancia
da derima.....
Idam 3.Os meamos, uma casa tarrea, ar-
rendada por 96.3. importancia da decima.
dem .1 A.O m. -m ., uma rasa Ierre, ar-
rendada p, 8la. impuriaucia da dcima.
iflem.l B.() mesmo, uma casa lerrea, ar-
rendada por 84-9. imporlanria da dcima.
dem i C.O m-tmn, rima rasa larrea, ar-
rendada por 843. imporlanria da denme.
dem 3 I).O mrsmo, um caa Ierre, ar-
rendada por 819. imporlancia da dcima.
dem 3 E.(J rnetm,,, c.nro casa le,rea.
arendadaa (oda pur 4209, importancia
da decima
109800
129960
213600
103800
279000
173280
329400
183000
133500
129960
159120
I8;ooo
219600
II388O
133500
K-OiO
93720
123960
153120
10-3800
10980O
153I20
'1.3:120
12-3960
93720
123960
189000
13-3500
123960
IO98OO
109800
mam
99720
93720
9#720
99720
IO98OO
9720
103800
323400
513000
89640
8*640
89640
99720
83640
8360
8J640
8j640
99720
89640
9
283080
259920
93720
93720
!3720
83 40
139500
10&800
10J800
IO38OO
123960
159120
323400

109800
339(80
2I3600
I89OOO
83610
IH3OOO
89640
79560
7S-560
7960
73560
FREblEZIA HE JABOATAO'.
MA ESTATISTICA.
Serie de ([ttadros concernen te a' inesma
fierjitezia.
RELACAO DEMO.VSTKATIVA DOS HABITAN-
TES DA POVOACAO DE JABOATAO.
I iinlniuarau )
EiCrA / lorrstti
1 Manoel Olyrtpio a neiro Leao, 25 an-
uos, biaiiCO. r,:-;nln.
2 llenriqueu Carneiro I.eo, 24 annos
branca, C sada.
3 llraz Carneiro l.eSo, 1 anno, bronco,
Gregorio Pereira pardo, casado,
5 Mara dos Prazerfg, 35 annos, par.la,
casada r '
6 Jos, ha Mara, 18 annos, parda, sol-
tei 7 Francisca Mara dos l'razeres, 17 annos,
I' 1 lio, solleira.
8 Jos Pereira de Carvalho, 10 annos.
pal do.
9 Manoel do Carino, 28 annos, pardo, ca-
sado
10 Manoel Comes, 9 niios, pardo.
11 Alex-ndrc Comes, 6 minos, pardo.
12 Jacinlha Matia, 30unos, parda,
sada.
13 Mara da l'etih, 16 atino?, paida, aol.
. tei .
14 Jiuinna Mari, 8 annos, parda,
(5 llosa Mara. 5 annne, tarda.
16 Tlii.ni'zii, M ra, 2 anuos, parda.
17 A,.tumi, Francisco da Silva, x3 annos
braoro, casado. '
18 Vuencia Mara de Jess, 18 i,nuos,bran-
ea, cosa a.
19 Pedio Jos dos Sanios, 30 annos, bran-
C0. ca.sadj,
20 Joilo J se da Silva, 80 annos, branco,ca-
sado.
2t Auna Joaquina de Jess, bO annos.bran
C'.ca-ada.
22 Seveiino Jos da Silva, 20 anuos, bran-
co, solteiro
23 L ureocjJose da Silva, 30 anuos, ban-
CO, casado
2i Aun Joaquina de Jess, 30 annos.bran-
O. casada.
25 Manoel Jos da Silva, 40 annos, branco,
cesado.
26 Francisca alaria, 30 annos, branca, ca-
sada.
27 Francisco Xavier Pereira. 41 nuos,
branco, casado.
28 Anna Joaquina de Jess, 38 annos.bran-
ca, casada.
29 Maria Joaquina, 8 annos. branca.
30 Joaquim Queluz, 40 a un os, pardo, ca-
sa lo.
31 Mara Thomazia, 30 annos, parda, ca-
sa la.
32 Antonio Qu lux. 8 annos. pardo.
33 Manoel Queluz, 25 annos, pardo, ca-
sado '
34 Mria Queluz, 28 annos, parda, ca-
sada
35 F ancisca Mara, 50 annos, parda, viuva.
36 C'atolina Maria, 20 anuos, parda, aol-
l>ira.
37 Jos Francisco, 16 annos, pardo, sol*
Ciro
ss artrnrmt Francisco. 15 annos. pardo, sol-
3n J.''il0 FranClSc. 8*nn"s, pardo.
40 Antonio Francsc ., 6 annos. pardo.
il Jo mu FraiK-isca, 9 auno, parda.
42 Manoel Ahloni.i da Fonseca, 70 anuos
tranco, casado. '
43 F ancisca tas Chagas de Jesus,65annos
branca, casada '
44 J aquim das Chagas de Jess, 30 annos
brauco. soltei o. '
*5 hr" n?" d,.< Ch!g" de Jesas. 28 nnos.
branca, solteira.
(6 siihoriiih dase, de Jess, 25 annos,
branc,8olteira. "-,
47url^sott:g,sdojMu8'i6'uoM-
49 SoF'IPPO d>S Ch8g88' 6 ,nno'
50 'rdo6' F'IPPe d" Ch,gl, 2 anno'
51 Mara Joaquina da ConwicSo, 40 annos.
prd. casa-la. '
52 raid" Joai,I,iua da ConceicSo, 10 annos,
53 p'aa"l*l,l,l,i da ConceicSo, 5 annos,
54 Ignacio Ferreira, 40 annos, branco, ca-
sado. '
55 JoBo Ferreira, 3 arnos. branco.
06 Jo quma Mara da Tnnlada, 22 annos.
branca, casada. '
57 cla'ao Jose de AranJO. 40 annos, branco,
58 br,ert* JSe de Araaj' 5 *nno*'
59 Joaquim Jose de Araujo. 1 anno braneo.
bO F.rrnma Mari, da ConceicSo, 25 annos.
branca, c-sa,la, '
61 JacimhoSimao da Silva, 25 annos, par-
lo, casado. v
62 Alesaodrina Anna Joaquioa, 20 annos.
pa da, casada.
63 Jose Francisco Evengeltsta, 25 annos.
pardo, -olleiro. '
64 Anna v.cencta, 20 annos, parda, sol
65 Thereza Maria do Espirito Santo, 10 an-
nos. parda.
66 Eugenia \nna Maria do Espirito Santo.
2 anuos, parda. '
67 Jo. En s dos Santos, 58 annos, branco,
68 Juaquma Maria do Espirito Santo. 50
anuos, branca, casada.
69 brancoC ElM dS Sant0s' U annos'
70 S E,,as dM Santos- 9 anuo>
?2 ?eli!.!;!r,d0,Sfnt0S' 7 nos.br.nco.
73 Clara, 7annos, branca
74 Jose Firmino, 30 ...nos, preto. casado,
-a Anna J ,,,, 30 .n,,os. p,eta. casad.
76 tanetsca V.cenca. 50 .nnos, preta'; -
77 Umbelina. 6 annos, preta.
'8 Cle.neiitina, 4 anuos, preta.
' Mana. 3 annos, preta.
so Francisca, 12 aunoa, preta, solteira.
ra.icos ... "0", __
P.r.los. ........ >
trtoulos.. ..'''"'* 4?
...... 4
i
Total
80
(Continua).
(^ommuncado.
CARTA SEXTA.-v LIBERAL PER-
^AMBLCA^. .
Ilaud ignarm mali miurit suecurrere itco
Virg,
"'vi'^Y'"""*0."""^0 P'>""plord. re-
d? """'Au.ef pr a0n,,r.n,
do pnineiro Macebw._|r(.ipl01 .endita p.
le d, vida palmea )u prime.ro M-ec..beo.-rJro-
rn-ta de u.na 'guala tena de earl.
Leimre, riel c pumeasa para com voseo, eon-
trabila ..a ,,..|, -|a deat. verd.deire. e multa
guiido Maceteo, e quem u eaeriptor da iev..lacaa
de nvembro. de.cr-.eu em lerce.ro laaer, aad.
re0.CM:deab;^.de,,e P*"01*'" ""- .^r.cU--
truUh,Pr.'m".V",r q!e ,egun'10 Marcabeo he re-
Irat. o ern (eree.r. I,K, ,iln cmo in)rj_
^o lirr'"4"' S* el"'c, elalaidea-
miid \ q'" '^"P" ^0,1 qH1,li,0'rL,Pm ""'' P-'"l-d.vida.
o lu'\,,M'l,",l'? '""ro M.cebe... 00
e d m"nB L,bral l*.d o o pai
Aran Pernamboraun. v u pai
Ble aqu amo e.te batea d. mil balalha. a |18
rteacriplu pelo eeiip|r da r.vulucao de nuvembre.
o (l terceiro, de um B >nd. etphera inlelleclual,
de mu. vanado, conhaiment.,, ,.a0 t.m ,!
il.um trabalho ay-lema-ttc e melhodico : de aro
urnl'10 tnao,iilo, tente qe o. .tiro devem parar
e... seu curto e dearer t,rta par. trar. Da'
rar.de valor lulelliii.ne... como I do o l.m-ni
...tell.itei.le. ma. elle he a ,rim.ira ii.lell.aenc.a. e
c. mo tal uuer ter I. o n.1ul,e que ao menos elle
pieauma em ai er..,,,le Ir.bal,,,. inlelleetuae ia lei-
loe. e uma inleiligencia pro mada : nao. m. tente em Uradea recorto!, ror.-
iraq.aiquerqoeofer.ro ma. levemente em eu
orgotlio : he uma divinJade qoe na., pode er ol-
i.a,-.la pela mal. pequea prtfac,ao, porque enlau
e.a ...tellig.nca I.. um ceo eerr.,,,, de ..uven. e.r-
rea-da de raiot qae haa de (alminar cunda u
lemera.10.
A ii.1 arma he a inlriaa. ai Irer.so no eami-
. FU. a,*,^, ....ijuriaiicia "00, mas nunca fui ronda oro pnderano qc elle oa-
;.. -179800 ,ou lul-r : Porque he te o proe.rl.ie tavor.lo : com
iConlinuar-ie-ha.) '< amo nao jogoet .. ,,, o.le.ta um caracler
cavalleiretcu ; qu-ndo he p.eci o.eluaia o ii.im.g.. de
querr. lem oi.o enlrahavel, o qo-l jamandeiva per-
ceber se i.|,i cuuvem ; mai ae es- inimigo nao he
oulro inte gante, e elle i.S.. tab- camuihar na tr. vea
o i-rocora illudir, linae que de ludu te erquere
empeiih* para i-ln a anniade de um terteiro, e des-
le-1, npr..ve.la-te do de.cu.,1,. e da eoiiBanca, e trai-
e-ie.remenle ,or, n.. cal.x da vtnganra lod.t a as
sola uma a uma.aaboreandn a .1, reanle ; e romo
o enfermo aqoem no ardor da febre na-, ha agoa qae
0 tari, e Ultima gola dille c-ln o n.lo -lf.I, e
elle corre arijvo e apre.r.do, ou va. vagtroio e
|irn.|en|. preparar nova rct-ir-J... n
a A v.ngenra. dli elle, he o mea micr pra/er.
1 ara aii.iare la elle rulo e aerifica, porqor nn tea
peo ar -a. rihra.-se com qualquer lira qoe ej, |,e
ter dio : ..e-le muiuln, anda he nudo leu proverbio
lavoril,., este n.undu he o rio mait e.perlo o p.,r(
-,,li lajer pon >ua maior j a.van.elle r,n ee aarr.fica
in. arr.lica ludo o que pode (aerificar,at o mun-
do inler,,..
,< Te... mi. mmica tlodada de qu. .., ,,,., ff.
rer ot ma.o.ei aiiacinnlna ana grande, a na que se-
jam t,..de,.a, cn.erv.ndn ,m, ,em ,,
..Uina d.. lerre.ro esiie.ladur cerln ar de gravidade
de dignidarte. e de |.r..|rr-ao.vi>do a deieani.eiieh.r
o duplo papel n. I.u.n.n, ^n p.ra aquello aquem
coneja, e de .operinrid.de avate do que o .-b.etva.
Elle lem e tu. roda, e ,ii.P0-m de diverio bra-
c.. i.Mileriaea, pretundo-ae mu a teut fina como
..ir,...,, ni a. coja boa fe elle trabe eouiiai.lrruriite
em o r-aer -emir. > centro de.ia .urta. l.eV.ando
lC"a jesutica, que dearnvolve jEi.Beni/ gu
eif.rva-ae po. deaempenliar o papel d. Rn/,D ~Bt'
emDiune tinia realmete.. O en po
MUTILADO

ILEGIVEL


i
i
*
i



dUmo ns pmn^winn si.M \n\ v^ika >* kovfmwio di
IMlri,<
arartaf
a vmgieaa pil> uithr e-uar i.o, ella q-ier q.ir. eo'Hle que
II" l-in as neine.il.* ; i.in que lie o .!!.i da .#u m.ndilo n u
Ihu. lia 4111 t, o seu in.nor orqnltm ; l-lo he a sua
m.i.ir (1,1(11, uu anio* toda n so* lori.i, sua giori.
U.n-a.D
Mu mi i rola a'n la h pqtirna ; elle lm m-
bic.ne i {a les--s, proporcionaos ao sru orutilhn :
em fur^i Taalsao, niaaiecfKHsla f'eeo. sern pensa-
ra -nt i e se.n c.irae.n, 1'-' mono p eien te cslende
o "O podero por m-m Corl** na an p< Icr lem std >, e h o seo meo.o
a En oalms lempo* fui om, roas ilepoi< que a or-
le come? iu a ser-Hie propicia, tornou-se lao ari-lo-
crala romo o fldaleo moa e mais aiul. Sm. ha-
biioa e -mi iJw s,l orna ailir.n -c,-|,i dis|... Do d>a
para a iioila aprea-ntae anvgo iio povo. e demago-
go ; ern sos liom.ag -m, e.le povo i\Vi 'te-n .1. na-
da. a mullo felre. (ma n vidade rhamava demago-
gia ; miseria* a de.graQ.i. havia >n toda a parle.
(i A ua aritluerac-a anda se mai,iU>la em sa-s
nuneims, em que corr ello e voi anuda la acaquea
lodos esses h cas. P.rn inculcar fondea, lem qnssi aempre le-
vantado a Ub'o inferior arompanhandu este gesto
om palavraa laea. a de (ai ir. .d.. eccenUartaa, que au
oiivi-ln, ninaem que o nlo tontiera jamis le lem-
brara -lo ronlraala qae ha enlri estas eilerioridada e
eu car.rler. a
Ja fot "Ui eorlezias rom loda o gesto aos cav.il-
eanlit. A lo los oa rt'mais governs* lemf-ilosuas cor
tetias, e o prupno bsr.l re-cuco delta Ido grandea
b.rrrtsdaa, que nao pme dsliar da itr-llia grato
qoan a He ete o grop M .ceaber, e o aeu ch'fe e cuete do Argo Pernambocano, c'olrahl-
dor a quan arcus-nen. u
Tal he, Icii.ire o desenlio, t d-scripcAo do careler
do s-gun lo Macrab'O. oo oLber.l da Leg nda.o tei
lo palo eicriptor da-Kevduci "eN'.ivunhroD ie el-
la li-l, sera aiager*io, sera onrat i "> Voto direi-,
a pro;araodo ealudar ess.i peramigem em i ; como
provivelmenle o fer aquella eaciple-, para nos dai
decnp{o-i 13o minucio, e
j.i liiMliii-nie prni.n lo altengloi combmaado es
lacloi ilrala n.rr,.r.l i.
I,e>lorcs, nt punta tenhn hrmina-l< a pri-
meira parle da iil.i poltica do prmeiro Meccabeo
lamli-m a serie dos Tactos que a ela se prendcraio
a ele o fin te 1850. D'ahi por dians, houte orn pe
quena ulerrnpc.a'o de poucns anuos.em con eia da achar-se ausente o primeiro Uaccabco. A se-
ganta parle de soa vida poltica prmnpia, pois do
da em que pela prtme>ra aet se aprnentou a acri>-
dade al. beral Pernambacana.o creatura predihcia
do Lib'ral, e termina ni da un que d'lla alncd-
pois de haver prnpu>|.i a dusnlorao le lAo o-rulnaa
sociadade, a o aaabamanlo do sen oia;l s ciil a p)li-
lieo. oh antes omSo do a Liberal ta Lagenda.a
Islo porm. Car' o asau po de un- segunda sirie
da orlas, aojo mainr na menor numero nao pisjo
IDtetipadameole calcular.
Al Ingo.
Dr. J. A. d* Fieoeiredo.
ott&ponbcncia.
Sensores redactores,Oblendo eu ha piu-
cos 'lias uro ejemplar do rala torio, qat;
minto rligno ex-rninistrt) da veinerav-l nr
dem tero-ira de 8. F ancisoo desta ci la i-
prpsentou ao actual ministro ni occasi)
de 4ar a oosse a nnwa mesa em 27 de setem-
bro desto ann, cujo trabalho he digno tB
se>r lido encuntrei no artig.i -Judicial un
elogio f-ito a mi'O, como snlicita lortli me;-
ma .irten, pe dito ex-minutr,> o Sr. F>"lx
Francisco de Souza Magal5os. elogio qtf
ain la mais aprecio tor st elle declsra lo
por um dos ori'oeiros sol'cta'luris 1eU
capal, tanto emprobidade como em intel-
lig ncia, e aos isso n3o posso deixar 4e pu-
blicment agr lecer ao ^r Fel i Franc s-co
de -ooia M-gaihit4s o ii >m conc it', qae de
mim fn, porque estou c-rto que nao Di
mais do que procurar cum inr 'lm-nlo a-
b igaQo dnssej nidll m >rego
Co > a Dubliracau >lest s al t aqalas li
iili-s muito ob->igar3o ao seu constaute lei-
tor e asstgnanie
Mano L'iiz da Vega
ySubikacao vtoiito.
A MCMOalA UE MU PAI.
J9V0 C.KUtS MVKIMIA l'V)ilV'tFS.
FALLtCl O A 9 DE NOVEMBRO DE 183.
OlFerecnla a ininha mai,
RITA FRANCISCA DA COSTA TALIIARES.
Cinara livrcs as lagrim>s que dio.
A. U. Diti.
Essalagr imn aceita.he qoanto poda
Do desierro enviarle um pobre fulo.
A. llerculano.
Harpa minha,quesoltas dnces cant)s
Dj ventura e prazer, banha-t em [iranios,
E canta um da triste
Por meu pai, que morreu, on! H-rpa chori,
Cauta a s-u lade que a alma m- devora
Por esto que nao viste.
E perd-o no albor do minha vida.
Como a rosa a vergontea onde pendida
S. ii la o sol ponnte,
Quando em turva coirente forca a abysma
O negro vendaval, e o ctaclystna
Re lu la a p s nenie.
Al.I -IMItA.
teiidimenlo do d a 1 a ti .
dem lio ..ii i ,
120-8121301
au;ll)!tj9ll
UUiOstt-i
Descarreism hoja 'J le novembro.
Barca lugleza(t.uiilainerra lorias.
II.' .. limlrta \| illiil,lei lem.
II ci .i.....nf umDinf inulta de Irigo.
II "a HinencanaK .ebu ki em.
liniiue ainencrmFon.ylab.iado.
Ut tune nijiivEaeel too- 'hjerlo" para ogw.
11'Hie l.r.i- i.-ii iCaitbii'liegMatoa do pai.
Brigue p.iriuiii'ZE icinUdor^acalliao
MOVIMENTO DA AI.KiN'JEA.
Volumes entrados eom faaen a.....
cora getieros ....
Volaran sabidos com fazendas
i a eom geueros
Total
Total
130
013
773
238
507
745
1MPORTACA0,
llarca franceza Ven-suela', vinla do Havre,
consignada a N O. Riber & C, manifestou o l
seguintn :
32 caixa.s f.izenJas de diversos tecitos,
chales, peles de ca neira, calgado. perfuma-
ria, mercearia, vultos etc. 10 ditas sarii-
nhas Pin azeile, 50 itas q eijos, 150 b-rns
e I5 melos manteig; aos consign trrins
7 Caiyas se tas e t>-ci lo de dila e i., 40 gi-
gns ch mpaiihe ; a C. I stl- y & C
i far o lei'iii i .li: algoso ; a .1 i n I ,il |iif-.
16 b.rris c ii meios mauteiga ; a Ramos e
Silva
2 la-dos c.nr os envrr isa-dos, 1 caixa ob-
jectos de metl, litas a I btnica objectus
par s lleiro e c^v- da ; a II iu g-is.
3cHxas l--n.,'.is de se la e f>zeuda do 13 e
algodau ; a F C de Olivcira.
70 gigos cnampanne ; Sandra Zrolhers
30 Utos dita ; Van 1 r S -nTin.
25 ditos ifta ; a E E II iiel.
3 crisis modas ; a lii.-ssarl Milloclieau.
83 ditas e I farto toc los e al^oi.lo, de
seua, o 13. e mixtos, pannos, chales, g'av.i-
tas. c Iga o, es dhos. uolles etc., 60 barris
e 60 meios manteigt; a H Bruna i C.
25 catxas sar.ludias ; a onlom.
2 diiiS peles preparadas ; a Isaac, Curio
15 caixas candelabros, calcado, peonas de
metal, pe Turnara, pro lucios c .imicos, ca
as, vi Iros, c Xas le msica, la para bjr-
.lar. se las e marceara -, a ('. C Bistos.
2 caixas leci lo le algo 13o ; a Mauocl Joa-
quim llamos e Silva.
6 ditas chapeos para homent e ditos de sol
le se la ; a E. 0 de Oiiveira.
35 caixas e I fardo teciJos le algodSo d-
spda e lita e algo.l3o chales, camos etc ,
40gtgoscham tanhe ; a -chaQ-itlin & C.
Vi Caixas, 2 fardos e 6 *olumS le.ci.los de
algo 13o de sed, m 13 e mixtos, peles pre-
paiaias, chapeos Otas, mob li, fe ramenln,
mudas, bOira. eufeites ae cabera, chales ; a
Tliiim M & Vioassa
10 barris cognac, 93 caixas sarllnhas, 4
barril vinho. I ca xi esiiings da, 28 ditas le-
cido de algodo de se la, mixtos, flus .le se-
da, lio, sesillos uoseja, rouua feila etc.; a
J. Keller & C.
1 caixa lecido de algoJSo; a l'erreira j
Araujo.
4 Jilas sarlinhas; a Msrtins Das.
8 ditas eligios de ouro e prala, brincos.
quinquiliarias, p-n lulas, porcellana, prepa-
ros para reloj ici o, qu dios etc. ; a r*. Gdr-
inano.
28 caixas lionas, obr Tas, alfinftes. oculos,
bu Oes, p li-s le marr..q ilai, llores artifi-
ciaes, perium ra, marceara, pe uas, ca
aeUs, apel camas, ineias de sel., enl'ei-
lesdac-beQa. bij 'ule ia, brinque los, pre-
gos etc ; a Pare .le V anna.
I Caixa ch.peos de seda, 1 dila bngaias ;
aM. j. Carneiro.
1 lila panno de 13 ; a IHnriq'ie Santos
5 ditas leemos d algo i3o, 8 ditas carros
e p*rtences a ,\ Itast >s
120 C'.ixas rhaiiipmil i; a l'raoger.
caixas e 1 far lo lecidos do aloJ3o; a J.
P. Adour & C
50 gigoschampanhe ; a II. Cibson.
1 banica couro preparado; a J. de Aqu-
no Fonseca.
20 volumes canos, caixinlm para nava-
Ihas, meias. luvas de algoJao, c^lr;n lo, es-
jeihos, lunetas tapates, es ojos, quinquille-
ra, caixas para tabaco, fcas, n-souras, li-
las de atgo 13o etc ; a Monteiro Lopes.
3 Caixas cano < te lencas, 10 lilas leci lo
de algo i3o de setla, enfeiles de cabega, per-
I .in.i/iii. rotipa, li as, broii'e, i I os, mobi-
lia. vestidos de seda.livros i>np>cssis, meias
dealgoiSo,'uerceaiia, renJas, ma'teleles,
tabaco, tecido da 18 : a S. ,\. de Siqu-'ira.
20brrica< cevaia; a Lassere \\; Tisset-
freres,
37 c:)ixs vidros, loor;, porcelana, mobi-
lia, castiQes etc.; aj B Fragoso.
2 caixas blindas chao-o o objectos para
chaceo-. ; i.nn-ii. no l'rero.
.Ai^jJio Ni.-i.i'i......nerr-q ISi .*. i-, >
ii |ifer > 1. ihiiiic r s.ir|e va*i-
raai dtj N-S. II ',!>, '.l-o.| iljloo
pin arrobe.
Assucar-----------O maicadu rl-ve em anallua para
a* v-ii ta .le eip.irl-ffl > ; purera
i* airoatenariua -u-ioi.iH.ain u
pr.C'i, pagauda au* eoridiiriof s,
de i-'.KHI a 5/100 pelos li lucos ;
de SttHlO h ;- mu arroba dna *<-
inc...... te :i?IOJ a :l?.!illl p-le
masravado i u itad e il- 20500 a
29610 pr arrona do biuio. O de-
pe lio lie ralruladii em mata de
iO.tKI,) lacena, leudo rnliaJO ne*
la semana I'.I 1100.
Couros------------As van lea laruiatn de :IO. a :io
rs por libra dos seceos salgados.
ildCulli.io- Smenle livencs un c^rreBamen-
lo ibrsiio t'.ije com 3 000 b ni-
cas rom o q a 5 0110 barricas. Itealhuu-se de
12^000 a 133 por barrica.
Caniejscci- Temos -rnenle em ser 1,000 arro-
bas de Bueniis-A}re*, purquamo
a reanle f >! ven li a para iP--
ralrba o Macai, rcuoland.i is
venda' de 59 ."i>(00 p-r arroba
A do Iti liran ie veiil.u-se de
5800 a 6)5011 por arroba, e |ca-
Tnm em s*. 31.000 arrobas.
familia de trigo- O mercado fu s. ipnd.i com dnus
canegame los de H'chni mi i, sen
do o prnni-iro de 3,900 harneas,
que parle iem de er reexporlado,
a o segundo na deu enl a la.
Venden se a 26a a de Kirlimnnd e
a 2K"! da de Tueste, libando em s-r
3,200 baricas d.iqutlla, e 3,000
dosla, i "i eulrando os ditos carra-
BaaBeislos.
De-coulo---------t)s dsmitos de letras regulatam
de 8 a 9 por cenia o anuo.
Tocarain no patio : I b.lteir.i e 1 vapnr.
E Irar^m : 2 oivi..* c.nn carree-memos de f-zn-
das eor.ipeas. t da bac,linio, 2 de familia de Ingo, 2
em l Satiirarrf: 2 com carr g,imn!o de assucar para
portas esl-angeirot, I rom parle das fazendas que
tronie, 5 em lastro e 11 de cebntegem.
Ficaram no pnrlo til) cnili.rr^i!. a sahr : 3
americanas. :(:( brastleira, 3 dinamarqueza<, 3 fran
eezas, 3 hesoanholas, 3 bullan lezas, 11 ingletai, a
10 p*orluguezas.
lo
fu o ,1 .vi'ii-nii os rm.zens
r.....'. ifa lo
Aram'. de l.;1o l n 8,libra96; dilnde
dil i dfti 13 hit as 32 scenme, nrrnbas
3; l'-riiil ie 35 pal un I ; ini.nn* de Inoro
de asso lo i- i ; i I* poli ^i las, duzas
20; iii-t. inhos o aiiiiit'Un je 16 polga-
las dM largo a 6 ; pranchOes de- mi cica, oo
oCarga. ten I ifi poli g i-s .1- largura, e
iOdetrosau 10; t'bois de assnalho oe
inlio, du/ias 10; olalo, covadus 60 j col-
la da alna, arrobas 2 ; parsTusoa so ti ios'
S'OS'StO; lijlos de el'pnaiia, milieiros
4 ; livros em branco com 200 folhas de pa-
.tl (aula lo 5.
4. hatalhao de arlilharia.
Casemira carmezim, covadoa 76.
7. baulbSo de infantaria;
Manas de 13a 50 ; chita para 5 coberlas,
covados 150; Carapucaa de algodSo 25;
chicares com pi fS, djzias3; palos, dutias
4; ourines com tampa 12
10 hatalhSo.
Panno mesclado rr de caf, covados 81.
Compaohia de cavallana.
Freios singelos 23.
Qui-m qui2er ven loe, aprsente as suss
pru.i'.Nlas em carta fecha 1 na secretaria do
eonselho, as 10 horas do dia 13 do corrente
mez.
Sala das sessOes do eonselho administrati -
vo para fornecimenlo -lo arsenal de guena.
6 de novembro de 1857 Beulo Jos l.aine-
nha Lilis, coronel ^residente Bernardo
l'ereira lo Careo, vokhI e secetario.
XI O i, c II
gnu 1o s.' i
pni n pi-nii
es tora ao c
|.-is de 2 rn.l
" eM'u>., iu i n^'*'ll PCH I iS,s '-
-1' la l.-irii me ''i nnnt" ; a
I i lu -11 -1 erar inimi.le |n-|-
' i no o M ii" s j .. 2 c.iln i-
s par t essois. u 'leles
Etiiiuihitvs n>s.
Com arreios, 1 c-rm 1^ 4 >o es, caballos a
ra sella, sellins e silhtV-s. .1 linda-al 'tfes
parsitas i "plimo piano m si alases,
i"\-.i es, leitos Af rnrro e la inad>-ira ir
csal e s'n i-Ios, macnina de en^.iTir'i', ,iUi cerca de lOjar'as c'erro pra gr de-de
jaidins, vasos ara di o grande philtralor
higl'Z par agua, e ore ni le excel eites
Viudos engarrfalos: quietaTeira, 12do
crrante, as 10 horas la mannSa e > um tos
snlir-do- que lo am do finado CoX. sitiodo
Sr Accioli, estrada entre as da Soledad) e
Manguinho.
No l'p.wito la roa le S. Pfiiciscoji.
sena-se c iris aniemenle t> l-s as |u-.li la |.-s
de i) ,ii ih i- ii ii- i ..i i fabrica -os o i c-i
nio na Iviro.n. li ili'-ii'iili'S Iosnoi-iS pro-
pns para roa S >" res, parli la*, ele ele .
que se v -n le o mais barato do qu e.u qu!
iOI
Poaiadu para
c los.
Leilao
DA
Fabrica de cal-
DEIRARIA.WRIA IMPERIAL.
tu:i rla-icira. I I corrente.
A" tO liorna da lUftiiiaft.
Po* auto'isago dos administradoros da
massa fallid-, de Andradn & Leal, o agente
Este remalio he infallivel para enrar ca-
los, sua applicacSo he muito simpl s, e nflo
impele os pa lee ntes tle an-lar na ra a Ira-
'i)
ront'nu'a a |pr un co'".l't sortimento
1<- lamaucos i- tu i,s -> qoaii -a i. s a lio-
ni a gflii'iura, mi nin >.- meninos : n ra
lll rila u 29, acin* d- Itavess da ''Pina.
V" menina c sa n-cisa-se o> u caixe-irode
i la le de 14 16 u-.-., que tenha ..ratica 'o
tbrna ou mesmo seii ella, e qu dC l-in;a
a sua con 1uc. Picfere-se a purluguez.
Precisa-se de una ama le leile ; na
ra do Queimalo n 42, loja de fazeadas de
Albino Jos la Si.va.
abaixo assignado deixou desereai-
xiro lo Sr Manuel de Barros Ksrreto desde
o da I. do co. rente, easgradece a esfse-
nhor a man-ira urbana com que sjmpre me
lar de s*us negocios Custa 2? cada rolo de Iratou. Itecife 5 de najvpmbl]0,;\pv^s^-
po na la, nj deposito n. 6 da Tai, do S. Fran-
cisco.
Barege
A 50 o covado.
Na ra do Queima lo n 21 A, ven'em-se
cortes de nlin leza, fazend esta escura com
listras de seda ass tinadas a 8 o 125, chaly
le flores soltas a 800 rs. o covado, chitas
francezas escuras Je novo goslo a Z0 l&ati-
nhas de flores i.ilsa4s0, ditas de qua-
Borja fara IciUo da fur.diQo de caldeiraiia,. tlr isa 560 lencos le si 'a para hornern e se-
Manoa: Benlo de Barros Wanlerley.
- Alguma pesso ou familia que este-
ja a seguir para a Europa no vapo' Tyne, e
precisar de um criado ingle*, que falla per-
runamente o jorluguez, nicamente pela
pass-gem, sem salario; dirija-sea ru* do
Trapicne n 34, armazem, que se dir quem
prei-'n le ; un como e mesmo criado
i o le dar boas rec jmmeu lacoes do sua con-
duela
Aliga-se o grande sitio em Olinda em
frente do convt uto do ('.armo, coro arvore-
dos de fiucto, e com excellentes commodos
para passar se o fes'.a : que i o pretender,
"ir. t _>u 9 f%-J to;W.f
diversos e-crvos olliciaes -le cal ieireiro, | nhora a lo do-se as amostras com penhor i dinja-se aos Coellios, n rus dos Prazeres,
em casa de Eneas fargine Accioli, da
f, Ni
SANTA ISABEL
18." RECITA DA ASSlGNAlUllA
DA
EMPREZAGERMANO.
TERCA-FEIBA 10 DE ^OVEMUK0 DE 1857
subir i scena o masn fico drama un 5 aclos, do r.
Hondee Leal Jnior :
O HOMEM
DA
Navios entrado* no da 7.
Ass(i (lias, Inale nacional cC-inbariue. de 39
t'.neladrfs, me-lre'l'r-j um Am.iu s da Co'ia, -
qoipagi-ni 5. carga s-l, palha e mais cc.eros ; a
I,in B-irges de Siqueira. Pertriice a Pcriiain-
hoco.
l'.ir.ilnlia21 horas, hiale nacional "Flor do Brasil,
de 28 tonelad-ii, metreJ..ao Frnnisco Matlni.,
eqjipHKem 4. c-rga loros .le in-muuc ; ajn-iuiu
da Silva Bna-Vi-la. Perlenre a l'ern.rulnico.
Paaagirn, S-niutl do Eiptril-' Sanio.
Ar-i aij18 d-as, coler inrional oTuliarao.i de 23
lo.iel.drfs, mo-ir J.iaqir.in ll-mlairo Ramos, equi
pazpin l. cari-i milito ; a C-"*( n> C\tiaco da Es-
la M'.reira Peileni-e ao Arara \.
Terra Nox43 dia>, brizne p-irlo uen nEncititi-
dor.o da 807 l-netida-, SapililO ll-rnar lo Aogns-
l" l.-ipes, equipsuem 12, c^raa 2.362 barricus cotn
Inr .Pun ; a Tliomaz de Aqonio Fon-eca & Fi-
lan. Pi-rli-nre a Fiauetra.
Riclim-tili di.j. barca americana (iRorhnrli.n
de i9 lon-ladas. staplltiiA Oas-, rqu.pagem 12.
l'.t.:i 3,790 barrica* com farui'.a de t.nio e insis
eeneroa; a Roslron Ruokcr ci C. Peilenca a
Now-York.
Navios tbidos no mssnio dia.
Rio da Pralall'igu pnrlugoez "I,aia II,B capilAo
J-i- Cavlano d.< Sanio--, rarua assocar.
Rio de J metroPaiarli n cioiit aValenle.a capi-
Ifl.iaJ.i-i ai-noel Vianna, c^rga v rio asneros,
Paasaselroa, J laqntm Jo o de Ultveru Branold e
dous es-ravo* --1. i r : t.
Parainiii iii. i,- nacional oConcp (Jo Flor das Vir-
lu le-... nie-tre Aletatidritio da Cusa e Silva, car-
ia f>ten las.
Rio de Janeiro com escala pela H .IimBricuc na-
cional Triiiinnli.,11 com a iu-mii.i carga que Irou-
X. S'soi.i do I. imeiro.
MAl'PA 'Uin barra Uesle porto na .emana ulnmamente \ L*?^ C'"". *. ^"""l'-nos 1
/inda.
Termnala o esi ectacnl. cum a graciola comedia eiu
um aclo :
APROCURACA.
Principiara as 8 horas.
U< bilheles ecbam-te i venda oo ascriplorio do
tbealro.
ele ele, p 'tnceiiles a dita massa, nodia
1 cima mencionado, e na mesma fabrica lera
lugar o leilao.
Leilao
DO
Deposito de cal-
deirAria.
IUh JVova n 35
O agente Borja, por autorisae.30 dos admi-
nistra lores la massa fallida de Andradei
I Leal, fara leilSo -lo lep-sito tle caldeiraria
i na ra Nova n. 33 consisti'O llaarmag^o,
|olij-clos de caldeireiru o fotltleiro preciso-
i de esciiptorto, e ouiros mun-.s arligos, ele ,
etc., perieuceatns a din massa : sexta fe-
ra, 13 do cor rento, as 10 horas da maniaa,
no mesmo deposito.
Leilao
m
Predios.
Scgunda-feira, 16 do cor*
rente, s 10 horas da
nianlid.a.
ACIUDO.
Ouem perdeu um jar de brincos des le >
praQa do Corpo Santo al o li-n la ponte de
^ i uto v ni 01 ni dan lo os sigoaes cerlos, po-
de procurar na ra do Vigario n 5, a fallar
com E iua do Ferreira Bailar.
1
VIMIOS FINOS.
J 0 II A N N I S B E R G.
r.
S?RKLING MOSELLE-
s 6 ho-
ras as 8 da maniiSi.
Boa casa no Caclianga'
para se passar a Testa, a qu-1 tem nimios
commodos, cocheira e estriba ia : na ra
Nova n 63

i
1
I C. J ASTLEY & C.s
la para \ender um pequeo sor-
tmenlo de obras do ouro, do ultimo gos-
to, c|ue se vender' muito em conta : na
ruada Cadeia n. 21.
'Passapo'rtes.
Ti'am-se passap.>rlas e despacham-se es-
crvos, para cujo fim pr-.cure-sa o anuun-
n Hile na ra -io tjueimado n 25, loja de
i iu lezas dos Srs G uvea # \raujo, e na
ruada '.adeia do Recife n *9, loja do Sr
Firmo Candido la Silver* Jnior.
- Precisa-se alugar urna ama seces para
tratar de urna criaiiQa : na rus Direita n. 36,
priin iro anlar
Precisa-se de um caineiro que seja
bm praiicoem t*berna, oara companhis de
nutro : na ra do Ilangel n I, luja de cera
------------------
:
o 3
u
O w " Nomna(o
e " dos das. 1're.iniir. Baiamar.
M
a
1 i^ Diimmco . 17 ua iinilezea 9 pos mgl zea
2 1 : 2." fetra. . I7I|2 1 9
3 I ). f ira. . 10 1,2 u 10
4 l . 1. finra. . 16 10
5 Iii 5. fi-ira. . l>l[2 10 1,2 -.
6 1. 6." feira. . 13 II
7 Ih jihli.do . li 1. II a
NSo tinha-t% oh! minha liaros L'ra soffreres
Dos tormentos mntal-s, ->a-leceres
Contigo otado i oso
Miabas oali tas faces me queim .cam
As lagrimas que los olhos me brotaran).
Do peito doloroso.
Devorei convulsivo os mil tormenlos,
Baptisei-me na dor nos soffrimantos,
Crismei-me n'a argura.
Na fragoa do soflrec ge ni sem termo,
A mortc desej-i, qual justo enfermo
Almej, a sepultura.
Chorei eu, minha mai, choramos tanto.
Que por p >uco nao fonda a fac o punto,
E os nlhos nos embaes ;
Descorou-nos tambem labios e cilios.
Como descora o dia a luz dos cirios
Que n'um aliar perpassa.
Pe vui-me c* na Ierra entre pnzares,
Sua ausencia deixou-me cus asares,
Terrivel dor que tr-ata.
Quatro annos de ausencia e de saudade
Sao elo com que a dor com crueldade
A desgrana me ala,
Quanto mais decorrer, passar o temoo
tisis s'aviva a sau 'a e e o suffrimcnlo
No Tiste CO'arjt).
86 d'elle esau- cerei-me qusndo a morte
Po leilo mo arrojar com braqo otte
Po lum'lo na saidSo.
Quan lo o ssngue glar-se-me as velas,
NSo surgir n da fronte mais ideas,
Nem mais do oeito umai--:
Pigam uta.i -\l irreu-lne o snff imento
Ja nSo sent saudade nem 'ormssnto,
U'ausencia de seu |iai
Minha mSi me idolatra com delirio,
Meu mais 1 -ve soff'f-.r faz seu inarlyrio,
M.vi rir sua ventura.
N'ausenci* de meu pai acno um degredo,
Ao pe dd minha mai viver tSo ledo,
N> ctuel amargura
Ihrpa minha,que solas doces cantos
D i ventura prazer, baniia-i<* ein prantos
E cania um da ttis e.
Canta a dor que mea pi"ito u e devora.
Por meu pai ,h m Canta quem ii3<> eiiste.
Peruambuco 9 do noveuibr de 1857.
Mariuio Palha res.
O*erva.no.
Nosd ITercnles snroradauro) .lo piulo oirillou o
baua-mar d II e 20 a 16 e 22 ps inalczes, eo
prcamar d 23 e 29 a 2> e 31. Em 7 de novembro de
1857. J j.io Francisco l'ar lellio, aju lauta do pta-
Itco-mtir.
tl l
Para o Porto s gue com a minr brevi-
da.le a barca porlugueza Santa Cruz, para
carme pssssgeirns traa-se con os consig-
uaiarios Tliomaz de Aquino Kousnca i Filho
na ru do Vigario n. 19, primei o andar.
Para a illia do S. Miguel segu com
brevidadeo mullo veleiropa acho po lugo z
Lima, por lera maior pane de st-u oarrega-
m-nio promptu. para o resto e passsgeiros
para .i q e oll'er-ce os melliores commodos :
le Aqui-
no l'onsec & Filio, na ra do Vigario n.
79, primeiro andar.
ASSU'.
Para o Ass c Rio G'aitde do >iorl<>, sahe
coni brevida .e o palliahole Piedadc para
car^a e passgei os a tratar com o capitao
no Ir.picedo algodSo ou na ra da atadie
de Pcos n. 2.
Pata Lisboa segu com r. maior brevi-
lade possivel a b-rca porlUtlUeza Hortencia
ca.itSo Joao Silveno R imano, yorterpa-te
do st-u carregamento prompto : quem nella
jui'er cairelar ou ir ie iiassgem, pa-a <
que tem excellentes commodos, dirija-se*
r a de Auollo n 16, em casa ue Manael du
Nascimonto Pureira.
$P X'4.0. '
RA 00 QDEIMADO
1 buril vinho, 1 dito oleo de eouve ; a
i.hi.Tou & Belliand.
1 caixa paos desndalo, 13 dit-s obreas.
agua de colonia, mustard-, grvalas, qiin-
quilheria. pasts le u .fe etc.; a llenker fii 0.
1 fardo aba eos da palhi ; a J. Pa er A C.
2i'.xas vidroi e tnulni a : a siqueira &
Pereira
2 litas chpeos de palia e carionagem ; a
J Oiiveira Alaia.
3 caixas porfumaria e mobilia; a Jos R.
Coaita
30 barris e 30 meios manteiga; a Scnramm
V c.
9 caixas lapaco, roupa. chapeos psra lio-
nieo, c-|Qa lo, midas, bijaul-jiia, pannos,
selim -itc a J. C yres.
1 caixa iorci-1 s ; a Vz & f eal.
20caixas, 13 ba. r-s o 1 firlo droga, tin-
tas, jroducioa cintleos, veruiz, chocolate,
rollias, perfumara, va-os de vidro etc. ;a
II F. .le Souza
1 caixa lencos de seda, pentes, chapeos de
sol ; a G da Si I a G titnaraes.
1 caixa panims; a l'erret'a Mathcus
2 caixas pianos, 2 dilas ureparos para ins-
Irumeutos de msica ; a tgne.
CONSULADO UBRAL.
Kendirnanlo do dia I a (i 16:13707V)
dem do di 7....... 2:6390929
Por ord-arn do governo imperia.
convi lados para alistamento voiuntario^aast
in livi luos que qni'erem servir as (le .-js '
lo ex rcit i, e faz se constar o s>gtiinte :
1 o Os voluntarios servirUo 6 annis
2. Os recrul dos servirn 9 anos.
3.o Aos voluntarios, alem do resppc'ivo
sol lo, e mais meio odo de -rimeira pra^a,
se dar a galiflcca i de 3 OS rs.
4. Se os volunlano ja tiverem servido no
exereito pelo t-m io mrcalo ni lei, a gra-
liflcasjSo ser de *0i/'s
Para o
de Janeiro
19:077j 1VEKSAS PUOVICICIAS.
Kendimenln lo da I a 6 .
dem do dia 7 ......
4559136
Il3s22<>
5085362
Segu em poucos dias o hrigue nacio-
nal Firma, porter parte de se i carrega-
mento prompto, para o testo da mesara e
passapeiroa para osquae tem excellentes
comn dos : traln-se com os consignata-
rios N'ovaes A C, na ra do Trapiche
n. 31.
Esl a cliegar do Rio de Janeiro o pa-
! lacho porluguez Mana, de que he CapitSu
Manoel lio uigues Alves, que sa destina para
o Porto, loia aqui poneos dias de demora
leudoj parle da ca ga atranjal ; para u
resto, t ata-se com os seus consignatarios
F.ancisco Severiano lia bel lo i\ Filho, no lar-
go da Assemblea u. 6.
ar a l )i> i.
P'icIio Amazonas I.
Oveleiro e bem conheei lo at'cho Ama-
zonas I, pret nden e s-guir para a Babia
com "niila brevida.le, lem proitiulo parle -le
seu carregamento, paia o reslo, Iraia-secoru
o seu consignatario Antonio Luiz de Oiivei-
ra Agevelo, ra da Cruz n. 1.
Fara o t. de .1 iteiro*
De ordem o lll ri. Sr. inspector faco pu- Patacho Amazonas II.
blico, que adniti-'iii-sa nesta r^paciicao of- O bem onhecilo patacho Amazonas II,
liciaes, lano de I arre iro como de funileiro,' Priende seguir com mu a brevi la o, tem
levndoos pretendentes apies otarem-se ao I Pimplo pa-te de seo carregamenlo, puso.
5 \a gratica^Oes ser3o nagas em pres
UQes, siili; a p'imeira -la quinta arte no
acto do al'st'mento, e o reslaute em 72 p-es-
tai;Ojs nii'.-s-es, correspon leales ao lempo
que liverem :e servir.
Cida le doltfVffe ^ de novembro de 1857
Eu Francisco Ignacio deAil*yle. no im-
pe lmenlo doescrivjo d > jury o subs-*rev|
Silvino Catalcaiiti le Albuqurque, jutz
de di eito ioieriuii .11 n'i n.'iii vara, encr-
regado do reirulamenlo das pravas do exer
ello.
^9 r. ? Q$$.
Arsenal Je mnrinha.
O agenle Rorjs, em presenqa do Exm. Sr.
Pr. juiz especial do commercio, e le ordem
do iu- .-.oui. ri'piiMr.io do-- adminislcadore-
da massa fallida de N'uno Mana de Seixas,
fara leilao dos preiios abixo mencionados,
peri- Dcent s a referida massa a saber :
I'ni .-dina lo na rus do \uiurlm u 15
L'in rio n. 13.
Urna casi terrea na travessa do Pique,
.vuig i Ma isc"1 n 26.
I'm filio naeslrada.de Sanl'Anna i'.ba-
cou', enm grande casa de vi venda, morado
na frente, jardim e arvoredos fructifijros,
etc.
Um dito na Casa Forte, com boa casa de
viven ia senzala, cocheira, arvorelos, etc.
Um dito no mesmo lugar annoxo com os
mesmos commodos, eic.
Um terreno uo di lo lugar de Casa Forte
Tres casas de lijlo com ri-paitmenlo de
taipa no inesmolug r.
Tres litas de Laipa tamben no mesmo lu-
gar de Casa Forle
Os iiretfii ie tes que quizerem com ante-
ci,.agao examinar os gupradilos pre dos, po-
d in o fazer ; e bem assim os ttulos dos
un sinos, uu alguma irnloi magao a res jeito,
iinJiudo-se ao armazem do agente annun-
t'iaiile, na ra do Collegio n. 15, aonie lera
lugar o leiiiio.
~f Henrique Orunn & C, faro leilao,
por ni. rvon^.io do agenie Oiiveira, do mais
esplend lo sortimenio de fazendas de a-
godio, lin'in, Lia e de se la, as mais pro
e .r olas no in -tctdo : terija-fei a 9 do
cor Imite, as 10 horas da mauhaa, no seu ar-
maem.rua da cruz.
tLEiTE.ARTL-IU-C01PAMIIA^
V> KUADUQUEIMADO N. 10.
f Loja de \ portas. ^
"h
*2 Vest los de babados econmicos, W
S9 com cores muito deticalas, e por vf
A prego coumo lo, estes vestidos t^m f.
W f .end sullicrente para fazer bas- J
^ quina -ni rasawequ--s. ><
VenJsa uus arrotos para c un toi 1,
muito bem l'eiio. e de metal braoco : na
ra iVova n 63
Novamente pede-se ao Sr J A. R., que
queira resbalar a sua letlra de 6I6S ; no
sendo justo qae S, S. oiiPanisse tal debito
de urna ni nei-a pouco vulgar, se relirasse
para o Rio da Janeiro posteriormente ao
vencimento da mesma leltra, sem d-arum
adeas ao aossai lor 1a dita, e voltssse se u
ao menos man iar dizer onde mora se
onti uar no s u in lifferentiamo, o silencio
a respeim, lera de v^.r o seu nome por ex-
ien-o nes.a folha Ilecife 7 do novembro de
1857.Jos Ma.ques ia Costa Soares.
Lotera
Grande e novo
ortimeiito de V/endus de
foitas;s piilades, viu-
das {)' los iiiriiuu.s navios
di Kur pa.
Grvalas de seda com ponas compridia a
reuencis ,.......... 9
Pilas da dita com d las a principe de Gal-
les.............. 9
Ollas da dilas u americna*......I.-UOO
Cortes de collele de vedado de oovoi
padrfl-s s.......lOcOOO
Pilos de selim braoco bordados, proprios
para cassmenlo......... t
Unos de gorgutlo de seda Se novo pa t
d'es............3|000
Pilos decalcado casemira de lodos as qoa-
Imades............ 9
Chapeos de sol de seda snieiiotes .
Cliapos de IH.I-.I francezes.....
lencos de cambrnia bordados, (loes, para
(Mo.
esmo niin >r insuector com breidade. resto ir-tu-se com o seu consigo'rio vnuv| .
Inspecgo dnarsenal de maiinha do fer->tu0 Lulz Je Oiiveira Azevedo, ra da Cruz signado.
?f
kfsni
-A
FKACA 00 RECIPE7 OH NOVEMBRO AS
3 HORAS .JA TAKOE.
Cola^oes ollic ,ies.
Ilesconlo de IMrat9 0|0 ao im,
Cambio obre Londres7 \\i 60 tl|v.
P Bordes, Vesi tenia tnlerino.
I.. Poliour:,) Juntor.iacratarlo i merino.
CAMIlinS
obra Londres, 27 Ir-i d. a 00 d.
< Pars, 316 rs. por fr.
Lisboa, 9-2 por % de premio.
Itm de Janeiro, 2 por 0||) I, descont.
Accao So lianc O por calilo de dividendo 'por con
la do vendedor.
e cninp.uiliia de B'beriba 600000 por acjSo
ciiipaiiliia Per ainhurana ao par.
Ctiltdade Pablic.i, :|0 pur eeitlo d* premio,
c Indeinuisadora. 61 ide i.
a a da e*lrada de ferro -JO por 0|0 Diaeonl de letlra-, de 8 a <) por cenlo.
Ac;6es do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncaa lieepanliolas. 29S300 a 30MOO
169000
niCSPAi.Hos l)B EXI'OH l'A;AU l-KI.A OO CONsCl.sDO OEslA CIOAPE NO PA
7 OE NIlV'EMri O OE I8>7.
Llvrrpu.dGsera iinjieis , carrenadores. 10) saccas algo.lao, SM saceos assa-
ear iiusovado.
EXPORTACAO'
l\ o iir.-ii do ul, Iimo nacional O. Allonso,
coiidutio o secnnli*; -- JO alqjrire< sil de L-sboa,
9 pecaa eaba de linlm alcairoado, 16 pipas. |() m-i..
tilas c o-, tiirns de 5." agurdenle, 1,055 barricas
e ICO 'accos aasocar.
P.ralnb^ do N'irle, Isncha nscional aConaatcJa
Flor da< Virladeaa, de -2S luielal s, cuidoiio o e-
Kuinle : 1:18 ve, mi... eeneri.s elr cus c*r, c iimiiIij- llores de panno, 1 b-tril aguar-
I dcnie.
Loan la, bri^oe pnrtoquei oPorlador, enndutiu
o seuuuile : 1 vi pipas e 4 avisa ditas agn.rdea-
Ic. 3 barr car, 200 Islas di lo tefinado, \ -m \ln rh peus de lu-
| lia, 3 pedras de plullr^r, I ealIS rape', 1 emb'ultio
iaaiiua, 1 dilo c.i-iiiii.i-, 2 cailis cliapeo, 1 dila
-r ,-.il ...
Aracaly, h ale nacional Invencivel, condoli n
seouiile : 293 v.dutnes goneros esl tlil.i* ditji iiKriunses.
Ilavie, com escala pelo Par, ti fr.ni.-i-/
oAdelp, de ."ilS l IOS shcc.i* ai u io. 4,911 couros ali-i los O ditos
s>ccn, I 400 dilos verdes, 2,000 ponl.is de bai,
10 000 ii lias de dilo.
RECEBrlOOltlA OE RENDAS INTERNAS GE-
RAES OE PEKNAMBl'CO.
Renlimeiilo 1" dia I a 6 :!ii;-(mi;
dem do dia 7....... I.l64s"i80
6-1199316
CONSULADO PROVINCIAL.
Rrudiinenlo do dia I a 6 |o jm;-'iO'i
dem do dia 7....... 1: resto tr-ta-se com o seu consign'
c%9 **- dW> l>S-0.
Precisa-se de homeus foros para Ira
bal'.ar dentro lesta lypogra hiidas 8 horas
da n.i- n i.'ia as 4 da lar ie : na livraria ns 6 e
8 .la prega da lo lenen lenci -.
ssjBSjK3BMaasasai szaosaoBa
Uiiiiiiu,'* .o. I*a-^> Mid i.., a.io ^c.
cor u-lm.nle a lodos os aros amigos a i.ffei
^oatosa honra quelite 6xerSHS de t-ssislir >
ullicio de seo mi cu a-sas cli irado filho Oo-
iDiiiigus des Pasj is Uirsnda Janioi fallecido no
Aesrar provincia d.. CearS. Por eU int-nn
iKTrt-i.'i.i il',1 lini'iiie auiadecea mu respeit.-
vel cminuuidade cernir luana os obsequios
que se dignaran! prodigah.ar-llie. Reo ba por
lano lud is o mais subido reconlircimtiilo qu
Hi I. hu I.
jsjsjsjsjsjsoasjEsji aKSjQuaajsjaTJSjasj -^
O alai\o assif;naJo, vendo um an-
nuncio do Sr. Prxedes da Sil\a Gusmao,
scientiGca a quem intemsar pona, (|ue
sendo a escravu Antonia do son casal, elle
no vendeu a pi-ssou alguma, nao poden-
do por isso valer qualqaer titulo, que
aprsente o mesmo Sr. Prxedes, visto
como o sen casal s tem nm Icitimo ad-
m nistrador, (iuc lie o mesmo abai\o as-
75.VXJ
75O0
12000
400
9
DA
Provincia.
Qusrla-I'eira 11 Ho corrente andam as ro-
das da lotera de Papacac*. os abailo assig-
nados lem um resto de bilhe'es e meios -
ra iu i ios na sua loja, no aterro da uoa- Vista
o. 56.
Silva Guimares & C.

Ueeda. de 6ci00 valhaa
* a 6100 o. vas
a c 40000. .
PratS.PalaeiSes brasilairoa. .
Pesos conminaras. .
msiicanoi. .
169000
99000
2a oo
91000
1H60
1l:7O5il8
PRACA DO RECITE. 7 OE NOVEMBRO PE
1857, AS 3 IIORAS PA TARDE.
ferhta semanal.
Cambios U ulnmos saqoes cffeclaaram-ie
a 27 l|2 d. por 15 a 60 d. s d.'e
IiibI .l.rr, 3W ,,r fr. sobre Pa.
ris. e 11 U6 98 por ceulo de pia-
iniu svbr* Lisboa.
nambueo em 2 de novembro de 1857.-O
secrelario, i
lexstilre Rodrigues dos Anjos.
0 lllm fer. insp ctor da llie-oorari.
Drovi icial, era cumpri ento da resolucSu
la junta da falenda, mana fazer publico,
qu-- no da 19 e uovenibro proKjmo vin iou-
ro. vai novamente a pra a para ser arre a-
talo a quem plr menos fizer a conse'vaijao
permanente dtiestrada lo I'ao d'ilho -nr
lempo de 10 raezes, avallada ein 6:900?UUO
res.
E para constar se mandoa slliuar o pre-
sente e putilica.- pe,i iai io.
Secretaria da thesour^rja provincial de
Pernambuco 30 de oolubro de 1857. Ose
crelano. 4nlo lo Ferreira da Annunciac,o
CO.NSEI.BO AOMniSTRATIVO.
O conselno jimluistralivo, em cumpri-
mento do art 22 lo regula ment le 14 de
dezembro de 1852, faz ,.nlili:o, que foram
aceitas s rrmjosl-s de I'aucisc i Maciel de
>oo/!i, Luiz Leopoldo dos Gutmar3 s Peixo-
to, C, Starrrjj i;, uo riguea & Riheiro. t'.ui-
mariles & Oiiveira, Miran la o Vasconcellos,
e Jo.- Baplista lirada, p ra fornece'eni :
O 1 100 pates d i rliuiKllas a 1>50 i reis
O 8." 5 ai robas de oleo de linhaca a 8j896
r is
O 3 1 chapa do ferro fundido, com gre-
Iha e Horta. pa'a o fogSodu q'.artel dos me-
nores d.i atsen I de guerra, com o peso de
?22 libras, a 140 res a libra
O *. 144 folitas de papol de lisa a 130 >s ,
20 arrobas ue Tor o sueco qua lrdo de 7|8
de grossura a 3}>00, 20 lit s de dito ingles
em barras de I l|S polle^ad s de laig.ua a
3&S00, 1 dila de dito redoulo e 2|8 a 3 rs.,
3 oilis de Jilo le varan la a 2650*1.
O 5.* 8 iivins em inane.) de papel pauta-
do, Com 50fulhrS capa de panno a 3-i.O
reis
0 6.* 4 livrot em branco de 150 folhas de
papel pautado, u-ea enea,le n.,e.i,i a 79 rs.
II 7 1 lacno grande de cobre a llsSO reis.
E avisa aos supraditos ven edores. que
dev- r3o recolher os respectivos ohjecios ao
arsenal de guerra no da 9 d" COrrenle iiez
n, l.
y;--:?-
Compnlia Pernambu"
Mijuel dos Anjos de Mcndonra.
Compra-se um cscravo que seja rinda
mt co e boa figura : na ra dos Marlyrios
ti. 4.
Ven le se um molojue reca d) lo a 11
annos, bonita ligura i a Iretar na lloa-Visi.n
ruli tos Ceibos, sbralo de um anlar de 7
js Helias de freme.
f-- Na un do Queimailo, loja n. 22, se di-
r quem da 600^ a premio de um por cento
ao mez.
1> -migiieiro.
Por inconvenientes nSo sblo no domin-
Por inconvenientes nSo sb|o no domin-
U vapor nacional ..lZaara'*, aliira* psra os g0, a |0 n.ivemb>o. porem sahirs terca-reira,
^l'^rrL^^^^"'^^^' 'O lo coirente. continan io a sahir tolos
W^^iy^A^rdlaVo^ M,hserev,-s. na tvpoSra,l.ia
ra!......iu.. Grande na da II ; s eonhecimenioi d" fa' do .
IrverA-i pr culrc^ue' na n.....u, ei cum os deapaehiM,
ns qoaes os c.tri,._., lorea reeaberlu as-iana.loa mi
da 1*2. A r .r^i aera' depo-lladi no armari-m .la
eorapanlita. ^.lo se rccein-ra' ra.^a para os dilTiran-
leapnrlr. senfta nos dias cima iiHic-d com o
corupelenlcs intuios d is porta* do su le- i no.
Par* o Porto segu com omita brevi-
la le o brigup Espe-snes ; pa a carga e pas-
I sageir-is.
Pe e ao Sr administrador das obras
publicas, digne so examinar a obra que se
esta faendo no bailo de O inla ha an io e
nem, a .inal nao a lianta, o tem l'ui;0-:s de
durar asais nutro atino
Pr.-cisa-se de um forneiro : na padaria
do Vo le ilo Mallos
Precisa-se eluaar um escravo ou escra-
Mgeir.is, irala-se com os consignatarios | va pata corregir urna pi-qu na caira com
Rirrnca \ G-st o na ra da Cadeia ao Keci-i fa/endis: no Uecile, becco do Abroo n 1
fe n 4, oucom o capiao na yra^a. casadepasio.
( Precisa-so de um cria lo que saiba bo-
lear: na ma d Coll-gio, taberna n 25
V Pr-cisa-se d-a um menino po tn^uez,
O patacho Santa >u7, ca .tilo Jos Victo- de I fe 11 annos. para caixeiro na provincia
rio d s Neves, recebe carga e passageiros : do dear : quera esliver nesias circumstan-
a tratar com Cao'ano Cyriaco da C. M., na
ra da Cadeia do Recife' n. 2.
1
Cear.
raentv.
Oilos de dito de linlio lisos para mao. .
Luvas de seda de todas as qualidades, para
horoana, senhoras e o*ninas.....
Corles de teslido de seda de crese branco
A Pe. ro o inaii soperior e moderno qira
lia no mercado .... 1 ... ?
Belleza de B-nigala, fraendi toda de sada
transparente cora li.lraa assetinadaa ,
propna p.ra baile-, covodo.....2a000
Camnala a seda de Bengala para vestidos ,
covado............18200
liareee .e seda com quadros aselinadot, co-
vado ............ I5OOO
Grosdenaples preto e de coles, muito su-
perior, covado......... 29000
P.lo dil 1 de tilo minio larijo, preprio paia
forros de obras, eovedo..... I96O
Sedas de quadrinhot, covado..... 950
Mu.lima branca e de cores, covado. 320
Castas francesas de cores finas, avara. 5*20'
Chitas francezas, o covado. ... J>280
l'aeas de brelaulia de Itnho fina cora 6 va-
ras ............. .-VI: I
Panno fino preto e de cores, paia lodos 01
presos............ 9
l'a..ios de panno prelo a de cores. L'OsOOO
Otlos de argentina de cores escaras. O-OOO
O.los da alpaca da cores fina. ... 5oUOO
Oilot de dita prela........-ooo
Pilos de ganga de cores......i'">0
Olios de lirim de q.iadrinhol.....TOOO
O.los de l.rim parao fino......4SO00
Oil.is de brelanha de hnho brancos. >.it)0
li,,11 dulas de alpaca prela e de cores. ojoo.)
"i un-ira-, de relroi, grandes, com laeo do
eda p.ra enliora........91600
Chales de merino bordados a velludo. 17900J1
O.los de tilo de dilo a seda......9a000
0 I js da dilo li,ir,lados em 2 pona. 129001)
Dil de dito chaly bordados.....10900)
Oilos de dito com lislra de seda .... 6956)
Oilos da dilo lisos com franjas de seda 5>t0d
Oilos de dito com franjas de laa 5g00>
Pilos de 1,1a adamascado!, pretos e de corea. -OOO
Em frente do becco da Congregarlo, passanifcL--.
loja Se ferrjgena, a sctiunda de fazetid.il n. 40.
ROB LAKKECTELK-
O nico ttttoTxtadu por deciiSo do eonselho rea!,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de LalTecleur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinba real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, Sem mercurio, as af.
fecgoes da pelle, impingens, asconsequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
parios, da idade cnlica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores ; convm aos catar-
rhos, a besiga, as conlracgoes e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injec-
gOes ou de sondas. Como anti-syphiliticos
o arrobe cura em pouco lempo os lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanu.s
em consequencia do emprego da copahibe,
dacubeba ou das iiijecr,esquerepresenlem
oyirusem neutralisa-lo. Oarrobe l.alTec-
m rcurio e ao iodorlo de polassio.--l.isboa.
Vende-se na botica de Harral e de Antonio
i Feliciano Alves de Azevedo, nraca de I). Pe-
,1, 'J t0m 80 eslomo0' a" #. dro n. S, onde acal. de Cegar uma gran-
0VZ^LAtCTST' CT "' ** Slaepor0o de jtrrafas grandes e pequeas
ge ogivas e o bom a Mo.n.alar as lom- W vill!lasVdi,ectarm:Mle do Parla, de casa do dito
b.igas, e principalmente as crian- (g) | Byveau-I.alecleui I2.ru. hichetieu Paris.
r m. .~ a (Si 1 Os formularios dfio-se gratis em casado-
H-lt-'8 P1uro,n",sca"''"-o.e Po-Xjgeiile Silva, na pra5a di I. Pedro n. 82. ~
de-se tomar tambera combinado em g I gorlo, Ja(,uiin AraVujo Baha. Lima & Ir-
agua como ou.ro qualaoerc.coi,- (Q ; ,, Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
lo. e ^to^}"****^** g ttocOa'&FUhos; e Mo,eir, loja de drogas;
Villa Nova, Joao Pereirs de algales Leile,
Un. Grande, Francisco de Paula Coulo &
MSS^S-SS^sfMMIi
8 Coiisullorio I
jCEilTRALHa^EOPA-S
THICO.
RA DE SAMO AMARO,
(Mundo "^ovo n. C)
m
CHOCLA le. A.UAKGO
OE
HDS60 ISLIHDICi
ft TUiSSOUllO DO PEITO. Q
$ Pidparado por Mr. J. G. C.
A As at|ri(;oes do peito offr-cem to- z^j
%. das um syni/jtoma geral, e constan- 7
w te. A lo.vse, esta doenca 15o com- "v
$ mum quando deseuida la, 13o graves
^* silo suas couseqoencias quanlo pa-
"jv rece lixeira em seo o incioio, ISo
y; mala.lora por si s como todas as au-
^ Iras .loencas que consotuem a es >e-
* ci--humana, i,3 tiniia para comba-
j te-la e destrui-la e desirui-ia um
,*7) me ic luento especial e nico. To- ()
as as pss'ilti-s e charopes que t^m fj*.
2 appirecido at hoja, lem sido impo- 52
f lentes.
i^J .Nao tem acontecido isto com o
l (.hocolate "de Musgo preparado
W por J. G. C W
v^) O princi oque forma-a sua base ^
) Pr'"c'Pal oliVreca propriedades in- u%
| c ntestsvais. e reconnecidss depois 5
9 um temp., e ninguem ignora n-, f
(jp) felizes resultados da sua auulicacflcdatft
jv em todas as pnleumasias agudas, ou zga
*' ch.onicas, do ulmao allcccoes do W
& peito, phlysicas, deunos, losses (j?)
<$

n
<&
3
i
i
0
Na presente semana segu o culer Tuba -
r3o ; para o resto da carga, trata se cotn
'. ela-.o t'yriaoo da C. M
do licci'e n 2
Cias4 appareca na ru do Collegio n 2.
-Sos sbaixo ssslgosdos d- claramos qu"
n Sr Francisco Cm ello Peres Fe-reir tei-
x.udeser nosso caiseiro desde o da 6 do
corjanle ez, declaramos mais. qu-o mes-
mo -eiiinii' esleve em nossa casa 5 annos e 9
nuzes, o na 1- livetnt.s o que izersobreo
ua ra da Cadeia seu procedimento t a prsenle data, t n-
do-Mi despn lido por sua tivre vonladn. Ite-
%< i'OQl
- C. C. Johnstou, estando p'onimoa re-
lirar-se para
cife 6 de nuvembru le I8'>7
Johnston Palor Ct C.
VE.MiE-SE
Cob e e metal para Itrio.
Sala dassesses d eonselho a ministra- por intn'Vencao do agent oiiveira detola
tiv. para forucimenlo lo arsenal de guer- robilia da bem montada e adrnala cas.
'c su' residencia no campo, rotisiotin lo c <
lora do imperio; fara 1-ilSo, '''"''b'"5,,,: col>,.e e d,; ""',al-
Caitos da Hnssia, e di' Cairo.
r, 6 le novembro 'e 1857 Bernardo Pe
reir Jo Car o, vogal a secretario.
i. '.W'.l.llo *0Ml.>ISTHATIVO.
O co selho ad.iiinisi aiivo lem de com-
prar os objccuig seguimos ;
mag-rilicos movis molernos ara sala de
visita, de salet-s sala de jamar, qnartos le
niruiir, e artijos eara co/iuli corh ira e
Cabos dr; manilba.
Lonas, brimde vella, ebrinzao.
Ca vi notes paracac^a.
Kstanbo, velas stearinas e banilha.
jardiai, cuja ciassilicaso seria deniasiado i No u'iuaiem. de C. J. Asllcy tSt C.
las doses marca las c umachavina
dos ditos lquidos, ou mais de uma.
c i, or e a gravi lade da doenes
VenJe-se no de osito n. 6, da ra
Jja 'e s i-raneisci. ^JJJ
- pessoa que annunciou a bisa para
caaim. dirija-se o aterro d, Uoa Vista, so-
brado n. 63, segundo andar.
Penle.j-se uo dia 5 do corrente d'S 5ias
8 huras da la- de, uma carteira com 70 a 80
rs., e diversos teetbos: rogase a quen>|o
achou a bou.la.le de a entregar no paleo da
Collegio n 4. que sera gralicado
Ain la conlinuam aIgun-> es..ecUcuso|
do .ato ja annuuciado da iua do l.iv,amen-
to. Agoia sim, ftz a.esmo nr quau.io elle:
d nma arrasta lela de aza, e um otbsr tan i
meiRC, que parece um pj.co domestico.
Continu que o resallado ha de ser bom.
E. liadas.
Mogas 780
VellMS gratis.
lio i ana 50 rs.
Meninos 340.
Velhos 30I8.
Meo as 001.
Perdeu-s* um rc!o^o de ouroliori-
sontal, com urna lita-encarna la e Chavinha
de fero.-la praca a Pile en lencia ale I
roa la Ga lea do Recita ; quem o achoo le-
ve a ra do Gsbiiga ti. 7, que se loo iccooi-
pensari.
Hanibal l'as-i 1 nilo > Mnenla Fortu-
na leixoo ie ser caiseiro dos Srs Peres &
VasCi)iicellos, eagra leco aos mesmos se he-
O

O Or. S..I)'"o Olegario l.odaar Pinito ..
d consullaa lodos ., .lias olis, desde as 8 *?
"9 limas 4 nianh.1i a< 3 d.i lar i*. Oscinvi-
jfa ls para vittUa dcvciao ser dirilidoi por >;^
.-'5 escriplo Os pobres -ito medicados gratul- ,'^
'*-" Lmenle. -.,.*:
A IfttftQ reis.
- Na ra Nova n 18, Vi-ndcm-se cr'es
de casemira do algodao e brins escures, l"<-
zen a niuitj forle, piopria para o duro,
c les e para cale*.
( ompra-se elTcetivainenle bronze, la-
lo cobre vellio : no deposito da lundiQa'o
da mu ora, na ra do l'ruin, logo ua eulra-
a u. JS, e ua mesma tu;..lie.'.o, em Milito
Amaro
-- He Cegado a loja .le Leconte, atorro
ia Koa-vista n. 7, exeetlente lene virginal
le rosa branca, para refreaca a pelle, Orar
pannos, sardas e espiuhas, igualmente a-
fam-.lo olio babosa para limpsr o fzer eres-
eer os cabellos ; ds.-.iin como p imperial de
lyrio do Klorenca oara lirnlnojas e asperida-
res obo n trata memo que Ihe detam durau- des la" pelle, conserva a frescura o o aveilu
le o lempo que fui sen caiseiro. / dado da primorosa da vida.
MUTILADO

ILEGIVEL
1




e : f ?"& ""- *3 => k
RLA DA CADEIA DO KBCIFb ;'
DIARIO DE PEUNAMBIT.O SEGUNDA FK1RX 0 DE NOVEMBRO 1857
:<&
i
N18.
*>r
W5S? 835S
TEM PARA VENDKK LIM CHANDE ft
SOKTIMEMO DE K-K^'^^

i
RELOiIO
KSSS3rS;
I
de t PRATA, rotnile aitn, e palele injie/,
'im cuno
FOLIADOS E GAI.VANISADOS.
diloi para enhor., ele, par prc g garantido'.
a vggr? ^y ?ge ggH Kg s^v K-ggs 39>r??* =ns*
ClSLTOftU ftjltflf ATHiC
ri:a DA'.CADEIA, defronte da ordem terceira de s. FRANCISCO.
Onda so ach m sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
om glbulos, preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodo*
PREgOS F1XOS. '
Botica de tubos grandes.
Dita .'e24
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60
>
c
10/000
159000
209000
259000
30900
19000
29000
Tubos avulsos a.......
Frascos de tinturradomeia onga. .
Manual de medicina hotneo athica do Dr. Jahr com o dic-
,1 cionario dos termos de medicina.....,
Medicina domestica do Dr. Ilenry .... .'
Trata ment do cholera morbus........
Re-etorio oD". Mello Moraes .
20900
lOOOf
2/000
S#O0
* >***.*.-*O.-*:O**O*08
$ PEORAS PRECIOSAS. 9
2 A^.rrroe de hrilhantrs, ^
* diamonler e perolan. pal-
* HirM, alQntlea, briuroi 9
+ i roylas, bolSea eanneit 2
?: re ditTerenloa costos e de a
% diversa pedra de lalor. f
{ Compran), \endem ou i
J Iroeam prala. ooro, bri- \
Ihanlea.dlaman.^epe. g f0pa aS0[,r )S(|0 ,., js
|
mu bi %m\m
Rua do Cabaga' n. 7.
>*ecpbeiTj por to-
dos os vaporesda Eu-
las, e mil ras
joioide valor,
ou por obras.
dihlieiro
.95**^:*5e*ssa!8E35Sa
moderno rosto, tan-
to de Fraila como
OL'RO E PRATA. *
< %
jj Aderecoi completos di J
* ooro, m loa ditos, pulsei-
jS ra, alunle, brincos e I
* roielas, conloes, trancel- -J
: lin, medalrus, eorreatea
2 o enfoites para relosio, e ?
$ ouiroamuitos objectos de i
fc ooro.
gl Aparelhos completo* de i
+ prala para cha, bandejas, 8
$ salvas, ea*ti{*e, colhere* |
j* de sopa e de cha. e mu-
gj los oulros obieclos de *
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costuiuam.
Lotera da pro- Daguerrcolype
am a IftrtnTk-______ l_ ... *
vincia.
O abaixo assignado vend billietes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quuntias de OOSOUO para cima, a di-
nln-iroa vista, em sen escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro ailar.
Bilhetes 5$500 recebe :000.9000
Meios 2,s"50 2:500.s000
/*. .1. Lhyiit.
|,asadesaude %
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- *;^ i
? tabelecenem seu sitio da Passagem JP
^ da Magdalena, que lica ao norte j->
^ da estrada entre a ponte grande p* ,
a ea pequea do CIiora-Menino, ex- y.\
* cellentes acommodacoes para re- W
ceber todas as pessoas enfermas $
que se <|uizerem n t i I is.n- de seus "..';
serviqos mdicos, os quaes serao ',':
* prestados com o maior esmero. &
O mesmo Dr., para o im supra-
*f9 indicado e para exercer (ptalqner .'}
^ outro acto de sua prolisso den- kS
>$ tro ou fra desta cidade podera* @
W ser procurado a qualquer iora do $$
9 ^'a e da noite. no referido sitio, 0
$j$ a excepcao dos dias uteis, da 9 fi
^ horas da manhaa a's i da tarde, ^
@ quesera'encontrado no primeiro @
J| andar do sobrado n. 9, do pateo ?
do Carino. .:-,
Lamjus & Lila le^ a ven 1a em suas
lojas ao i do arco de ^into Antonio, e ra
do Cresjo n. 12, urna Ta/enda inteiromente
nova oara vestidos, com deseados iguaes as
ISazinhas ; contentam-se em ganhar pouco,
e para isso abriram o preQO de urna pataca
o covado : o* ebefes de familias, n5o devem
perder esta or.ctsiao de trazert-m asseiadas
as pessoas des la casa, e por to pouco di-
nheiro.
SEGURO CONTRA FO0.
Cnmpanhia Alliance.
Ssiabalecida cm Loniires, era marijo da 1824.
Capital cinco milbes de libras esifrlinas.
Saunders Brothers & C, tea a onra de tn-
fornar os Srs. aegociantes, proprietarios de casas,
a que raais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dita compatibia para effertuar segu-
ros sobre edificios de tijolo podra, cobertos do
tlba o igualmenlosobro os objectos quecontivorem
o ossaos edificios quer consista em mobilia ou
e fazondas do qualquor qualidado.
De'iunte 0,1 ndem tercei
ra de S. Francisco.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
DO
n P- A- LOBO HOSCOSO-
Medico partero e operador-
O Dr. Lobo HoaCxSO, da consultas todos os
dias e pratlea qualquer ojerarao d-ciiurga,
assim c > -o,aero le com toda a piom^ti >o,
s pessoas qua precisarem do seu prest i me
para o servico de partos, praltcando as o
peragOes ruamiaes ou inslrumentaes, quan-
do nao ,>05sa conseguir resultado i.or eto
da lime >uatDit. que lantasVrezes tem ven-
cido dilliculdades, que yareciam iusupe-
raveis.
Schaplieitlin & C, ra da Cruz. n.
18, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna porco de quartolas de vinho,
de urna das tnais afamadas viadas de Bor-
dean* : ven iem, a' visla du superior qua-
ddade, por prero commodo.
Na lundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
st.uviro debaixo decobetta.
I BHIBTA FMHCEZ. $
T Paulo UaiKiiouxdeutisla, ra Nova n.H : W
. i n.i or'jine caa lom agua e pos Jenlrtfie*. ^
IDDiCi DO ESTAP.ELEC1-
MENT DE PUS;S DE
Ir J. VIGHES.
i. vigne< muJou seu eslabelccimento do
Pianosida ra larga uo Rosario para a ra
da .a loia desamo Antonio n. 23, junto da
J01IN GATIS,
corri'lur geral
E AGENTE DE LEILO'EffwMMEBMAEs
n. 20 ra do Torres.
PKIMIiIRO ANDAR, *
Praga lo Corpo Santo
--- Precisa-S! do urna an a. rara ama
mentar um. cn.nc. de 16 mt-iJ; paga-s
duilb>m : na ru* de Apollo n A P b
polseiro iHouodMSqud.,..', q.iTepir-
deuda O.e .la Bo.-V,sUa trro, Cas
ti 2: quema tiv.-rc ,io u,e-, a rtra do
Apollo n. 5, que sera gratificado.
Joflo Trmmaz chegado ltimamente a esta
cidale, oir.-rece-.se tirar ret-atos em bre-
vtssim, tempo, e com a maior perfeiciln
possivel, o processo especial deque usa ha-
bilita o annunciante a garantir ao Ilustra lo
publico pernamhucano a belle2a de seus re-
tratos, e bar. lissimo : na ra Nova n 23,
gallera de rcenlo & Gadault, primeir"
andar. r
/ap paraense
DA
FABRICA UClOm
DE
GUERRA & ILBOERQOE
tl'ABELECl.NA NA l'riOVINCIA
DO
Grio-Par.
O deposito deste excellente rap he ni ra
loTra ichen. U, e vende-se na ra da Ca-
dea do Itecile n. 15, loja do Sr. Kourgard,
ra do (.respo n. t a, loja doSr. jus eU2-
bio Alvea rj. Silva, e no bairro da Boa-Vista
?^m!De ? "'atrZ 8Sl laber"a os Srs.
(unoaips & Ooi.calvos.
AliGUSf aTAHL ML'DOU O SEU
ESfABEliECIieHITO
l'liflIOI.IUI'IIICO
ATERRO Di B01-TBT11.12
andar terreo, entrada por a loja.
Aviso aos apiecitttfores
ila boa pilada.
Hechegado a este mercado o excellente
^apc princeza de .Morilande, fabnca.lo na
; capital do Cear, cujodejosito se acha na
|ruada(.adeiadoR cile loja de ruiudezas n
I 7, ao_precu de l?*00 cala libra.
j N. 32llua Larga do osario___N. 32.
O dono d. Bazar Pernambucano avisa aos
seus Ireguezes que he che^ado ao seu depo-
sito de charutos um completo sortimento de
varias marcas dos autores m is acreditados,
I cigarros de llavana, phosph ros de cera, di'-
i los de roadeir sem tr <-nx.il're, fumo Tran-
cez cara cachimbo, eum cmiiho de frente
de armac3o, o qual se arren lara em conta
mm\\\[ O BEREK1BE.
No da 10 do corrente pelas 12 doras
do da, tera' lugar a sessio semestral dos
| Srs. acciom.-tas em assembla geral no
escriptorio da compandia rita Nova n 7,
; primeiro andar. Sao instados os Srs.
accionistas a nao faltarem a esta reunido,
aduide poder-seautorisaro 19- dividen-
Ido. Escriptorio da compandia do Bebe-
nbe 3 de novembro de 1857___O secre-
tario, (iuilderme Sette.
0
Algodao da Badia, potassa d.i W
Bussiae do io de Janeiro, e cal '&
virgem de Lisboa : na ra do Ira-
piclie, armazens ns. 9 e ll. Z
m
Assoeiacao de Colonisarao em Pernam-
buco, Paradiba e Alagoas.
Os senhores accionistas desta associac'o
sflo convi lados a realisar^m a primeira pres-
lacao de 10 |0 c-n coiiformidade do art tu
ios estatutos, at o fim oe novembro prxi-
mo futuro, em casa do thesoureiro o >r
Tho az te Aquino Fonseca Jnior, na ra
do Vlgarion. 19.
Precisa-se de urna ama de leite, forra
ou captivi : na ra Angust, sobrado n. 21.
--- Um moco chegadu ulti mente, co
i 'a te de 15 annos e de muito b
deseja arrumr-so em um loja de fazendas:
queiu | recisar i-nnuncie por esta folha.
Deaeja-sp alt,gar um escravo, qie fac
todo o servico de urna casa, e que entende
d.< cozuihar a tratar na ra \ova n. 10,
loja do Sr. Joaquim Morei- a.
Na ra do I rapic e Novo n. 12, caf do
com ercio, precisa-se alngar um preto e
urna preta para o servido de cas^, e sendo
bous pag--.se heoi.
Piecisa-se de serventes forros ou escra-
vos pa, a as obras da igreja do Divino Espi-
rito Samo, ag.n lo-so \9\M .irios "
PrecUa-ae de un. fe.ur de campo pre-
fenndo-sequetenha UfailU, para o en5e
nho Arariba de Pimentel. comarcado ( abo-
q em a issosequizer sugeiter, dirija-se ao'
mesmo engenho para ajustar-se.
Computiiiia indeinnisa-
(lora.
S3o convidados os senhores accionistas da
companhiade Seguros inJemnisadora para
se reunir-n em semblea geral no -esuec-
livo escriptorio, ra do Vigario n *, telis
11 horas do dia do crrante para delibera-
ren! sobre .ssuin. tos que a directo tem de
apreseiiUr-lbe. Reeife t de novembro de
1857. --O* directores, Jo3o da Sil ira nega-
das, j. j. tss J.....or.
uem precisar de "urna ama secca,
costutna.tajaoi.alar de c lanc-s, o que
ii com l. lo o zelo e eorinho, lavando e en-
Hooiaian lo oara os meamos, p-ocure na ra
ua Cadea do Hecile, sobraao n. 41. I
lodos s s Jit s d : \e-
neravel ordem terceira
'recisa-se para o mesmo de um ler-
veite lorio ou captivo para o seu terTQO,
a jessoa que es ti ver nettas circumitaocias
puleiliiigir-seao irinao miuistro na ra
ra la.
Precisa-se de urna pessoa entendida
detrahalltns de padaiia : a Ir* lar na povoa-
cS do Mouleiro, padaria denominada A-
mwim.
yiisii .
DA
PROVINCIA.
0 Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que esto expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 26, das 9horas
da manhaa as 8 da noite, bilnetese meios
da segundi parte da primeira lotera
do reoolhiment de Papacara, cujas* ro-
das andam no dia 11 de novembro.
Thesouraria das loteras, 31 sde outu-
bro de 1857.O escrivo, Jos Alaria da
Ct uz.
Ensaio particular.
O professor Torres Itanieira tem aberto
nm curso de philosoptiia e outro de rneto-
*ica, e pretende abrir um novo curso de
lingua francesa e outro do geogra.;hia. at
" dia 15 do coirenle Diez : que-u pretender
f equ.'nta los, pote procura-lOi na casa de
sua residencia, na ra Nova, sobrado n. 23,
segundo pn lar.
- Prens-se deuva engommideira q-'e
seja peiita e que se encarregue lontbeni da
l'vagein da rou.a : na ra Nova, sobrado n.
3, segundo andar.
Os administradores da massa falli-
da deAndrade & Leal, avisam a lodosos
Srs. credores que devem apreseotar-lliei
os seus ttulos de divida, no termo de 8
dias a contar do de boje alim de pode-
ictn proceder conforme determina o art.
839 do cdigo docommercio, a (pial apre-
sentac3o deve ter lugar em casa de oth
& Bidoulac ra do Trapiche n. 12, pri-
meiro andar.
J. Lasserre, retira-se para fora do
impeiio.
Precisa-so de um homem para feilorde
un pequeo siiio : a qiem convier, dirja-
se a ra do Crespo, casa n 8, para IratT.
--O professor T>res Bandeira tem aberlo
um curso oe philosophia e outro de rnetori-
ca,e pretende *brir um novo curso de li gua
francesa e outro de gnograpliia. a piinci inr
lo dia 15 iln cjrrente mez : quem pretender
fiequenla-los, (le procura-1 j ni casa de
sua residencia na ra .Nova, sobrado n. 23,
segundo andar.
X Jbstatuas dtj alabastro
do FJoiei>9a.
Vendem-s^ s seguintcs lin las es- $ti>
S taluis de alabastro cora os coji.e- .'
H tenles i edeslaes : |
A Venus de Me licis de Canova. '.''
A Venus da macita de Tuorevald- *&
seu. {&
A Venus das formosas nadegas de %?
Canova. ^-.
A V^nus em repouso do Ticiano. -''
A EhB de Canova.
A Payche de dito. .;
Opreco he de >n-0OO por estatua, *
^J com^lgum abaletom nio-sn varios. -
3 Esta > de venda n< loja do Sr. P.gi, .
A po' ,raz (la ,u" ->",v', e nas r,ls Jo
* Trapiche n 19, desde as 10 horas da w
manha, al as 3 d- tarde. vv:
(nr-ii ^^;r^OQ:..;&&
- lt iio-se h algu n dos pnssageiros lo
ultimo vapor inxl z cheria .o le ^onhamp-
uiii que levno |io- engao um sacco d la-
pe-rom roupa, c Calca lo usado, e um pa-
pclau com o letr ir.i--M,nlg, qoeira man-
da-lo leva- a ra liS*Oejo, escriptorio do
thesoineirj da estrada de. ferro.
- Ven ;e si um 'scavo bom cauo-i'o :
a t'atar na ru do Kosoii da lioa-Visla
n 18.
'cnlo-scum carro inglez 4 4 rodas
n 4s>enio, .ara 1 ou 2 cavallos. co n cu-
bera, e tom < s competentes arreius ; e la -
bamutijcabriulrtlingl-z com os arreius:
na ra dli Trapiche .Novo n. lo, ou na Boa-
Vista eal casa do ->r Poirier.
- Compra-se elfeclivamente na ruadas f"4s ''' <*al>0 lie marfil!).
Flores n. 37, primeiro andar.apolices la di- Ven liim-se facas de cabo do marfim, de
HWr 0
vida publica e provincial,acc,oesdas compa-
n>iias,e da-se linheiro a jurns,*m gran ius
0 pequeas luantias. sobre oenlinre.--.
Cot pr.-se urna barcacade20a -25 cai-
xas que seja nova e bom construida: na
ra da r.ruz do Itecife n 6t.
Compra-se um oiccionario francez de
Itouquete, e urna selecta lambe.ti fr^nceza,
com poucauso: na ruado Collegio, loja
*t?H immeiiilos quali lades, e muito superiores,
^or barllo i-rerjo na |j de fenag.-ris, na
ra dailadeia do Itecife, de Vidal & Bastos.
Avi.4;) aosseuliores de en-
ge\
l'.u.
'*
y
9
0
3
,i?
Os abaixo asslgnados, com loja de ourives
na ra do Cabug n. II, confronte ao pateo
la matriz e ra Nova, tazem publico, que
rfstSo recebendo continua.iaaiente as mais
novas obras de nuro, tanto para senhors
como para homens e meninos : os presos
couiinuam razoaveis, e passam-se cocas
com responsabilidade, especificando a qoa
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, ficaudo
s vida. -heraohim & Irmo.
Preciso-sede um amassador : na pa-
daria da ra larga do Rosario n 48
Sesta-feira, 13 do corrente, pelas 11
horas da man aa, depots da audiencia do Sr
r.juit dos orphSos, ira a prosa um sitio no
Monteiro, por execusao que putao nerdeiros deJosu Antonio da Silva c Mello,
contra oa herdeiroa do Joaquim Feruaudes
Cama; oe^cripto actia-se em mao do t,or-
letro do juizo, Amaro.
Charutos muitos e bous.
Na prosa da Boa-Vista
.Na fabrica n 5
Ddiioriiinada conquista.
Alo'd de muito-, cha-utos da Ierra o da Ba-
ha dos melnorts, existo tiesta fabrica boa
|Ui li lade de cnarutos com o titulo patente,
que he dos melhores que drt baver p >r .-e-
rem feitos com fumo de lUvana, e ven le se
pelo diminuio preso de ios oe Dio, os afa-
mados panltflla ven le-se a 3.^ o canto.
I>a-e8 pre lio o i eui ouro e prata ; d -se e B peque-
as quanlias na ra do Livramenlo n. 31,
segn lo andar.
- U.na pessoa com prssa no ese cito, e
i'um dos'-orf.os desta guarniso, tallan lu-
die dous annos e tres mezes p-ra acabar seu
lempo deseiviso como voluntaiio, olTe ecn
Sevya quem queira por si concluir o mesmo
tem o; asseguan :o quo em vista da le o
subslitoto. que devera ser .le boa coiducia
convi nienle robustez e hvre do recrutamen-
lo, pero bera45rs degrauflcocaodevolon-
ario : a quem convier compareca na ra I
li Gloria, casa n aj( das 1 horas da tarde as
C da noite.
Remedio santo.
Oleo de minhoca exlrahito em Portugal,
e ouco conliecido anda no Brasil, remedio
santo para as dores rheumaticas e ain a
mesmo muito antigs, ou mesmo a outra
qualquer dor obedece cou este remedio, as-
sim como para deslasar ervos eucolbi los
ou endurecidos procejido de apostheinas,
corta uras, coro para per ni quebrada ou
broces, ou out a qualquer parle do corpo
fra da junta, oe,ois ser direito. Vnde-
se ninenie no deposito da ra de S. Francis-
co n 6.
Precisa-se de um estribeiro pra co-
cheira de aluguel: na ra iNova n. 63.
Irmaiul^dedas
iliiias.
A irmnn lade das almas da matriz do Cor-
po Santo, no uia 9 do co rente, distrihuira
ST.ola pelos pobres 4 porta da dita matriz,
logo que se flnallsar o oflicio que am.sna
irm-n ade manda celebr- r no mesmo dia
pelas alms. U eserivAo,
Jos da Silva Loyo.
OtTerece-se um hi mem p*ra Caixeiro
nesta pra^i ou fra delta, ou tara ad ilus-
trar qu ilquer ob'a : quem precisar, ririjo-
se a ra da (Toncordia, artuazem de m le-
ri?.es lo S-. I.obo
- Precisa-se i'e um* criara, preferin lo-
se .ortugueza ; na i ida.le Nova euiSautoj
Smo Amaro, em caso da Exma. Sr*. mar- <
queza.
DeVilo chiisHo.
Sahioluz a terceira edk-ao do livrinho
religioso llevlo Christao, mais correcto e
augmenta ria ns. 6 e 8 da prasa da Independencia, a
Vende-se um escrava com cria : na
ra da Penha n. 9, primeiro andar.
; Wnde-se urna morada de casa em
"linda, em f ente a rib.-ira, com excelentes
commodos para urna grande familia, iuint-1
fechado, e pintada lia pouco: quem preten-
der, dirija-se ao pro, rictario, morador na
mjsma.
Vende-se sal refinado em saceos de
2 aforares cad? um : na ra do Queima-
doloja n.50.
Vende-se na ra da Madre de Dos
' 12, armazcm de Novaes & C. barris
Q ferro, ou cubos hidrulicos; para de-
positas de feze, a pceo commodo.
Schafleithin & C.,rua da Cruz. n.
"8, vendem velas de composirao de 0
por libra, em porees a vontade'doscom-
pradores.
tromma do Aracaty.
Na ra do Crespo n. 11, vende-se gom-
ma do Aracaty, em saceos, por preco com-
molo.
Vende-se a botica do ra do Ranga),
casa n. 8, com armacSo do amarello, enver-
nisa I, a qu 1 oir^rece vanUgem para qu-1-
quer estabelecimento : a tratar na mesma.
Feja > iiiulati lio.
Em saceos, vindo do Rio de Janeiro pelo
vapor Oyaoock ; vende-se na travessa da M-
dre de neos n. 15.
Vende-s- urna cahrlnha de 13 a H an-
nos, bonita figura, com principio de habili-
dades : no paleo do Carmo n. 6.
Moda de Paviz.
Cstrsdf tariatana i5.?.
Na juado Oueimado n 21 A, vendem-se
cortes de tai lalana de cordiio rom va'o de
largura a 610 o c<>vdo ; dao-se as amostras
com penhor.
Vende-se um escravo crioulo, do bon-
t figura e co algumas habilniades por ser
o timo pescador do ello, e pro irio para o
servico martimo : na ra da Concordia n.
26, o ino/.em ile materiaes.
-- Vendem-se a pe ras para s*cada de
vranda, rom 18 pal nns.o lodo, o tambem s
da urna pouc< de calica muito oropria para
atorar, p0r ser mclhor do que a mesma
rea : na ra do Rangel n. 21.
Na rna da Cadeia do Reeife, loja de ferra-
gens de Vidal & Baslos, ba para vender tira-
deiras de ferro para engenhos; bem como
todos os pertences para ferreiro, como seja:
foles, temos, safras, ele, e tudo-se vende
por mdico preso. .
Vende-se urna boa morada de casa ter-
rea com um grande solSo, quintal e cacim-
ba, no quintal ti-m um quarto para pretos,
na rus da Aleg ia n. I : a fallar no largo do
Pelourinho ns. 5 e 7.
r Chegou a'loja da ra do Crespn.
ll> B', um completo sortimento de toallus
deludi calgodao adamascadas para me-
em comotoalhas para rosto de puro
J e guardanapos de linlio ealgodo,
e tudo se vende por mdicos precos.
__ Na nova loja de cpialro portas n.
ia ra do Qtieimndo, passando o bec-
i Congregacao, chegou ltimamente
um completo sorliiptnlo de
ol
sa, I
linh
oq
Ti'-ni ilc ru/illh .
Competo tre-n d>co?i ina. t nto estanh*-
o como sobe porcellana.e f- ncez le ferro
buido, bem como i .dos os ar casa, leruos leb.nl^jas muito finas a pi-r
co limo lo p-eco : ns r.ia do Cad-io lo Reci-
te, loja de ferragns de Vidal i Bastos.
POASSA Di'KDSSIA ECAL
VIRGEM.
No deposito da ra la i.adeia do Recite.
nrmazem n 12, ha muito su.erior potassr
da Kussia, dita da ftbrica do Rio de Janet o,
" cal de Lisboa e-n pedra, tu lo chegodo h*
.mucos dios, e a ven ler-se por menos prefu
Jo que em outra qualquer parte.
Agencia
da fund y a o Lo w-Moer,
ra da Senzala Nova
ii. 42.
Neste estabelecimento contina'a a haver
ara completo sortimento de moendasemeias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixa.s ie ferro batido e coado de todosos
tamanhos para dito.
TACHAS PABA ENGENHO
Da fundicdo de Ierro de L. VV. Bowman
na rua da Btum, passando o chata-
r7, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes sa
echama venda por preco commodo e com
ielu^ios.
Os melhores 'elogios de ouro, i atentein
stlcz, vendem-se por presos razoovi-is, no
scni lorio ilo agente Oliveir*,rua da Ca-
dma do lecife ii 62. urin-eiro ai dor
V0C9S'*' *
*
^' tllUUIII^.IIl\. I 1(1
e manguitos e' P,omPl|dao, cm barca m-se ou carregam-
nlias, gornicois e romeiras, tudo por se Pm carrosem despezas ao comprador
prejjos muito commodos,assim comocha-
pellinas para senhoras, de gustos mais mo-
dernos possiveis, pelo barato preco*de
I .V
XAROPI

DO
43
(omina do Aracatv.
tra porqOes e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
snna.
Venda.
Na casa do obrado defronto do chafariz
da Sol lade, ha para ve oler 300 espam lo-
res la meltior quali la lo que existe no mer-
cado, e por precos razoaveis,
- Ven iem-se velas de carnauba muito
boas : na rua do Vigario n. 5.
Vende-se um sitio no Barro Verme-
Iho, com bastante commodo e arvores de
frtlctn : quem o pretender, dirija-se a rua
de Hurtas n 8
JANG.DS.
Vendem-se 50 jangadas de 4 palmos, e 6
de grossura na rua to Amorim n. 33, se-
gundo andar.'
Fariiafia de
mandioca.
Pal me ira < Beldar, re-
ceberam pelo vapor Oya-
poc saceos c m superior
l'arnha, e vende no seu
armasen] no iargo do Cor-
po Santo n. 6.
Ji transferido o deposito deste xarope
oar i a bol ica de Jos da Grut Santos, na rua
a n. 53, garrafas 51500, e meias 39"0i>,
lo falso todo aquello que nSo for ven ti-
lo este deposito, pelo.que se faz o presente
iifRTANTE PARA 0 PUBLICO*
Rara cira de phtysica em todos os seos
li libre tes graos, quer motivada por cons-
liulcOes. loase, asinina, pleariz, escarros de
sanbue, dr ie costados e neitos, palpit-Qo
10 boracSo, coqueluche brnnchite, dr no
garjgauta, o tolas as molestias dos orgaos
pulmonares.
- Venlim-se as veriadeiras estelras de
vngola, graaies e pequeas ; no largo do
l'alourin io ns. 5 e 7
Vende-se superior linhas de algodo
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ri, em casa de Southall Mellor vC.a, rua do
Torres n. 38.
Ao barato.
0 PREGICA ESTA QUEI-'
MAfDO.
O reffiijH da rua !>
yueimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, uai
lindo e variado ortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos presos, pois
j'JB sem ambiguo se contenta com um m-
dico 1 icio, e nao lhe sendo yossivel notar
em um pequeo annuncio tu lo quanto tem
de bom para servir ais seus freguezes,
menciona apeoas olindiuas, fazen la de seda'
ealgodo. prnpria para esti lo le senhora,
le gustos inteiram ote novos a 900 rs. o co-
ado, corles de largelmas para vestido de
sennora, fazen la nnuto fina e lo melh' r
gosto inglez, com hslras de sed* e cam o
e.NCuro a 123 cada um, organdys de corl3o
com desenhos mui delicados, pelo baralissi-
mo pr. go deito rs a vara, esmbraia estam-
pada do reelbcr gosto possivel a *80 a vara,
cassas francezaa de lin los gostos a 600 rs a
varo, chitas franeezaa escuras, matizadas
jcom lindos e novos pa Iroes a 260 o cova lo,
.lilas claras, padroes largos e miudos a 280
'no rs. ocovado, ricos cortes de setim
u, -dados para cohetes a 4 codo um, ISazi-
nhas escuras de mu ricos evari.dos pad Oes
proprias para vesti lo de senhora e roupes
de meninas a 500 rs. o covd0. riscados
monslros de cores alegras e mu elevles
gastos a 230 o covado. dilos francezes de
quadi .sde lindos padroes a 2J, mussulina
banca a 3-20 o covado, dita muito fina 400
rs|,dita esiampada de lin los padrOes a 3i0e
iOO rs ocuvidp, chitas finas decores ciaras
e escuras, tintas ixas a 160, 1?0, 200 e 240
rs o cova lo, pegas de cam brasas lisas tapa-
Em casadellabeSchmettaui&Companhias
raa da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano- do afamadofabricanlcTraomann di
riamburgo.
(JBom gosto.)
O i*regu? da
rua do Queiuiado, esquina
do becco do Peixe-Frito
n. %
acaba de receber pelo ultimo vapor da
uropa, ricos cortes de vestidos para se-
Kugio f a madrugada do dia 1 do cr-
reme i.ar* o dio 2 do m- s o, a escrava R.y-
mvnda,pardo bem claro, natural da ci lade
leuimda, de id^de 22 onnos, esta muito
magra por se ochar em curativos ha 3 mezes.
cabellos corlados, soitus e pretos, grande
ra.rc no nuco de um c.uslico. olhos ron-
de e enf. rmos, todo o cor.o bem morcado
por sornas que leve, ls/trondes, finge-se
lorra e tem por costume fogir e vag.r escon-
dida por tilinda. e Soledade da fregoezio da
Boa-Vista ; quem a (.ejor e levar no ru da
Concordia, esa Ierre de Francisco Jos dos
Possos CuimarSes, ou La roa da Gloriada
Doa-Vista, cass terrea do lado opposto ao do
convento, de JoSo Jos dos Anjos, sera era-
liGcodo. *
Fugio na madrugada do dia 4 rJc
novembro do crrante anno o escravo ca-
bra por nome Jerema*, de idade 25 an-
nos pouco mais ou menos, estatura regu-
lar, cheio do corpo, pouca barba, com
um sisnal de queiraadura em uma das
maos, e falla um tanto descansado e tem
ofliciodesapatfiro e levou cotmigo alguns
objectos eomosejam : formas, marteilos,
troquez etc., ac, assim como porcao d
roupa nao sloservico como.fina, sendo
calcas de casimira, botins de couro de
lustre e sapaios, um capote de panno
azul forrado le baeta encarnada com go-
la Je peluci verde e alamares de metal
dous ou tres chapeos, um d pello preto
e dous de pallia ; desconlia-se que anda-
r em companhia de uma pardinlia de
neme Paula e um pardinho de nome Ju-
liio. oqual sube ler e escrever eque am-
bos tambem desappareceram no dia 5 do
rremomez;roga-se por tinto as aulori-
c'ades policiaes, Capitaes de campo ou
rualquer pessoa que do mesmo tenlia no-
icia de cap ura-lo e conduzi-lo a rua da
>uz do Reeife n. 17, ou a Santo Amaro
cssade JosPereira Vianna, que gratif-
CEra' generosamente.
I00^000
de gratificacao.
t A quem pegar o escravo crioulo de nome
.ourenco, de idade de 25 annos, cujo escra-
Lora de um gosto inteiramenle novo, ^bqu^u^'tor&ren^
ue cores escurase elegantemente listrados comarco do Pao d'Alho, o escravo tem os
de seda assetinada ; esta (azenda deno- signaes seguintes : cor preta, rosto con-pri-
mina-seGraciana ou Carii, e be a do secco do curfo. com uma cicatriz na
mais propriapara a presente ^^V^^Z^^^\^^i^
custa ctda coi te a mdica quantia de mais lina que a outra, e na mesma perna
l.vOOO. tem urna cicaliiz, proveniente de uma gom-
das, muito finase com 10 varas a 8960o, d-
o FAZENDAS B)AS E BA&ATAS rfntecnm,8i"r^^>^asswoae-
iflUUHUalldfliJ Jj U/aaiaO ^ pegasdebretanhade rolo com I0varas
i n cada uma, grBvatas de settn pretas e de
cor gustos modernos a 1.3280 coda uma
ctirles de brim de puro linho a 23300, 2540(5
e 2#500, casemiras de lindos padrOes 5c500 '
e 6 o corte, ditos de algo lao oe lindos gos-
tos a 15, 15440 6 19600 cdo um, longos pora
mao a 120, dilos com pico muito finos a 360
chales de gaze, ditos lemerinj lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
S A PATOS 1)0 ATUCA7Y,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : cm casa deCaminha V Filhos, rua
da Cadeia do Herife n. 60, pri-i eiro andar.
COI PEQUERO TOQUE BE
AIABIA.
A dinheiro
Pegas dealgodSo liso, largo, enrorpado-
2, 3/240, 25500-6 25800 a peca, dito de si
cu, ira a 9, 29240, 2/500, 29800 e 39 a pega
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, ditotran
gado largo a 100, 120, 140 e 180 S. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquino
que volta para a rua da Cadeia.
Vende-se um escravo proprin para en-
genho. sadio e sem vicios : qu-m o preten-
der, dirija-s a rua da Cadea do Itecif* n.
49, que chara com quem tratar.
i'otass da Kusfcla e cal de
Lisboa.
No antigo o bem conhecido deposito da
rua de Auollo, armazem n. 2 B, ha muito
supoiior potassa Ja Russia e cal de Lishoo
em pe ira, enegado no ultimo navio, e ven-
de-se por preco commodo.
* /i 1 cansada e por entra os dentes, julo-se que
3ia tita UO lra|)lCfie n. lpra ido para (.aranhuns por ser natural
16 es rinturin de Vtn. aTe lug,,re de l ,er,lndo p*ra ser ven-
iw, w> 1 ||>.ui |U ue 11IJ- didonesia praga : roga-se po. tonto as auto-
vae-i it C ridades e caritaes de campo aapprehensSo
do dito escravo e manda lo levar nesta cida-
.- gnm-
na. O abaixo assignado, rogo os outori-
lades policiaes e calilles de campo, ou
qualquer pessno do povo, que o pegor, di-
-ija-sea rua Direita n. 3, cujo escravo esta
ugido desde o dia 30 de abril do corrente
inno.
Jos da Fonseca Silva.
Ausmtoo-se na man.fia de 2deno-
'embro, o mulato esc ro de nome Jos qne
presenta ter de 18 o 20 annos de idade, he
laiso.'cheio do corpo e sem barba, levou ca-
nisa e caiga de sigo 13o ozul, chopeo de pa-
lia e um rosario bronco no pescogo. Este
oulolo fui entregue a Symphronio ulyrnplo
Queiroga por Antonio Barbosa do Silva,
ene diz ser.natural e morador do Uulangu'
irovincia da Parahiba, para o comprar;
quem oapprehende', ou delle der noticia,
irija-sea rua Velha n 69, quesera recom-
pensado.
590C0 de graliflcagSo.
No dia 27 do correle, fugio da casa do
abaixo assignado o escravo enrulo de ne-
ne Pedro, oqual tem os siguoes seguin-
l*s: estatura regular, bastante prelo, ja
lim ba-tantes cabellos broncos, tnto na
cobf go como na barba, levou caiga de hrlm
le quadios e camisa de madapolSo. mos lal-
ez leiilia mudodo de roupa, porque levou
mais aleni da do corpo, folla bastante des-

vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em Cantas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barris de quarto e
oitavo, a preco commodo.
Aellinse rt?Ieio"
SELLINS e RELOGIOS dopalene
Innlei : vemla no .irmaz.oi ir
Hnslron Hooker &. Cnmpanhio, -
qoina lo larzo do Corpo Sanio iu-
niero 48.
SECRETARIAS.
A-s melhores que at hojetem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotie
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recifo
DE PIANOS
rs., e inuim mai* fazendas que nfio he possi-
vel menciona por haver muito diversiJa-
de, porm coma visto nlo deitarSo de com-
prar, porque as pecas loe ha 1 d agradar.
Vinlio ilo Porto del8o4.
Ven le-se vinho do Porto de 1831, fazenda
superior, em caixas de uma e dos duzias 1
nos arma/ens de Fernandes & FlHlOS, no
becco da Madre de Dos.
iMilho e larello.
Vende-seno armazem de Fernandes 4 Fi-
lhos, a prego comblo : na rua da Cadeia
do Reeife
Vinio do Poilo em barris de .">. e 8.-
Vende-se su.enor vinho do Porto em bar-
ris : nos armazens de Fernandes & Filhos,
na rua da Madre de Dos.
Sal do Assu'.
Vende-se sal do Assu', a bordo do brigue
nocional Elvira, fun leado em frent do tra-
piche do algodao, por prego mois barato do
queem outra qu>liuer parte: a tratar no
e-criptorio de Fernandes & Filhos, na rua
da Cadeia do Itecife.
62, primeiro andar.
ESTABELECIMENTO
rE
JOAO PEORO VOGELEY.
Rua/ \ova n. 27, esquina da Can.boa do
Carmo.
Na nova |j de 4 portas,
na rua do Queimadon. 37, passando o becco
lo Congregacao, he chegado o este estabele-
cimento um excellente sortimento de vesti-
dos de seda com babados, de lodos os pre-
gos. e osseveramos aos fieguezes vonder-se
por menos do queem nutra qualquer Darte
Assim como olin linas da quad os a 900 rs. o
-ovado, in-isn-is de seda muito Uosa 1?2n0
o covado, sedas de quadp-s a 800 rs o co-
va lo, ditas entestadas o l/5n0o corado, cha-
ly lavrodo molernoa Isnt) o covado, cassas
f'-ancezas muito finas o 5"0 e70 rs o vara,
mussulmas matisadas a 360 o covado, ditas
miudinhas 28o o c.vado, chales de ese- ^2E!iEV?&E?,^' m"s I s concert,-se e afln.-se com" perreTcao'os
mira muito finos a im.t.gao de touquim a, ^l^e.,/.' ?fZ.t*Uii,'a09 PreCOs. e mesmos instrumentos. tstee-Ubelecimen-
2-2?, duques ireto e de cores muito linos o
'ai(M) o covado. riscados indianos li ose
l-'gos a 320 o covado, ISazinhas miu-linhas
e lios a 360 o covado, gros.lena.des decore
a 197O0 o Covado, dito prelo muito fino a 2;
o covado, cortes de cohete de velludo muito
linos a 113, lencos de cassa a 10o, 120 e 160
Ven iem-se
prop las pi>ra caigas e palitos a 560 o cova-
do, casineta preta fina a 13100o covado, len-
&!^{^t2!^ "lauro vendem-se pianos dos mais afamados a-
rscIdauD desdas M. K?J' 700>"cantes da Europa, de boixo de todo ga-
mnfua %l??,t'&**J?*l e_tf? l 1 P ser desejada. No mesma co-
se darSo I moslras com penhor.
Chai'utos de Ha-
vaim
Feij
ao.
Noar-azem de Bastos A Silva, defrinle
la adrede neos n. 28, vendem-si saceos
com feij.lo braneo vindo do Po'to pelo ulli-
11 o novio, por piego mais commodo que em
outra qualquer paite.
Ao barato.
Crbolas despencados a CO o rento, e em
molhos, por pr-go commodo : na rua da
Praia 11. 18, armazem.
Vende-se um carrinho americano de 4
ro as e ossentos, em meio uso, com os
competentes arreios qoa-l novos, paraum
cvailo: para v-r e trotar, na cocheira da
rua do Guia, de Echo. A C.
Corles de tai-la tana bordados blan-
cos e decores com lidiado?, pelo bai;v-
tissiino prero de 2l$0() : na loja do so-
Drado amarello nos qulro cantos da
1 na do Qucimado n. 29.
siijpt-Tiores
clharutos de fia/ana, em
chxS : ; a roa 4o Crespo
I >ja de fazendas n. 23.
No armazem da rua di Praia n 12, de
Francisco Moreira da Costa, ha para vender
linguas muito frescaes, a prego commodo.
| Heiogios.
Vendem-se relogios de curo e de pra-
la], conceda m-se por preros razoaveis,
e troco, eda-se dinheiro a premio :
un da Concordia n. .
CEMENTO,
Vende-se cemento, tanto em ba'rcas
como em porgfio r. a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bom: no
armizemde materiaes, na rua da Cadeia de
Sr
uto Antonio n. 17.
Mhrafl ue lahyriiitho.
Lencos,'losillas, bicos, rendas, etc., etc
.............. ....... Ma.wtw. i.jbCO-i>-ur|ruillt;il-
to est aberto todas as noiles at as 8 horas.
Oh que pechin-
cha com pequeo toque
de a va ra.
Na loj doPreeuics. no rua do Oueimodo.
esquin- do becco do Peixe Frito n 2, ven-
dem-se pegas le algo 13o com pequeo loque
e avaria. pelo ba-allssimo tr-go de 194*0 e
19600 ca lo uns, ditos de dilo, I rgoe encor-
dado a 29500. ditas de madapolao a 29200,
ditas de dito largo a 3*500 ; a elles, antes
que se ac bem.
CAAS DE FSHR
Excedentes camas de ferro para solteros
vendem se no escriptorio lo agente Olive
n, ru da Cadeia do Reeife n 69, primeio
andsr.
Rdtagios
cobertos e descohertos.pequenos e grandes
de ouro patente inglez, poro bomemese-
ntiora deutn dos- melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo' ultimo paquete in-
gle? : er. casa de Southall Mellor (. .
do Torres n. 38.
aKAlBE h Bl-
lel.codo irabolho, feitos no Araeaiy: I NA FUNDA0 UE FERRO DO ENGE-
va-'dem-seno primeiro andar u 60 la rua
da Cadeia du Itecife.
MIEIKO DAVID VV. BOWMAN, *A
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
( FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos sc~
gumtes objectos de mecanismos proprios
pora enuenhos, a saber : moendas e meias
moendos 'a mais moderno conslrucgo ;
su
relogios de p
tente
I moendos 'o mais moderno conslrucgno ; to- carreireiro, levou vestido comiso""da*!leo"
j iriglezes de ouro, desabnete e de vidro: c, ', ,e'ro ru,,,1"'> e batid, de superior daozinho delistras, caiga de ganua azul
| veudem-se a preco razoavel em casa de U2.T e de todus os tamanhos ; rodas dous chai eos, sendo um de pello e outro de
\u-i.sto fes-ir deAbriM. *, te 'ienl"UH P"a agua ou animocs. de todas as fel'ro, ambos usados, e l.bVquetro rnfia-
Ajugustooesai dt Abren, na rua da Ca-I propurcoes ; cr.vos e boceo de fornalba e e ro.s a todas autoridades poliche, 'e ,i
registros de boeiro, aguill.Oes bromea, pa- i Ules de campo, que o apprehenaam. e con-
rafuaoo e cavilhOea, mo.nhos de mandioca, j du/om-no a ru. do Concordia, armazem "e
"tC-e,C\__________ materiaes n. 26, que ser ncrus.o.entn re-
dea seu senhor na rua Imperial n. 173, ou
I em Caronhuns so lllm. Sr. Mancel Jos tien-
des Bastos, que se gratificara com a quanlia
cima. Reeife 29 de setembro de l>57.
Joaquim Luiz dos Santos Villa-verde.
No dia 18 do corrente, fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um escravo de
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
2i annos de idade, estatura regular, secco
do cor.po, s tem barba r.o queixn, ca-
bellos carapinbos e ja tem muitrs blan-
cos, be bem conbeeido por ter as maos
muito calejadas, quando fugio tinba o ca-
bello a nazareno, tem os peo meio ;>pal-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar ao seu senbor Manoel
Fra.icisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bem
gratificado.
No dia 20 de setembro desle snno, fu-
gio do engenho Tab' um escravo crioulo
d nomeFilippe com os ignes feguintes :
alto, cheio do corpo, cor muito preta, olhos
vivos e ave melliados, semblante agradavel,
j.s r< gulores. f>,i vestido de calca camisa
le olgodSo azul ; este escravo foi'cotrpra-
do no im do anno prximo passado nessa
piara do Reeife ao Sr Jorquim hibeiro Pun-
tes ja f'ileci-io, csuppOe-se para all ter ido;
porianlo, roga-se aoscopilSes de campo, e
qualquer au oridade policial a sua captura
que se st listar- com generosidade a quem o
entregar nessa progo, na rua estreita do Ro-
sa rio n. 10, segundo andar, ou no engenho
robu'.
Fugio Jo bordo, do brigue nacional
Imi'sme, o escravo crioulo de nome (iui-
Iherme, idade 18 a 20 annos pouco mais oa
menos, estura regular, de b-niU pbisiono-
uiia ebero rallante, levou caiga de 8|bq3o
azul, camisa bronca da mismo fazenda,e
bonete de aa-inheiro ; roga-se as autori-
dades policiaes e cap.taes decmpo.aap- -
pretensa.,de d.loescravo, levando o. bor-
do do mencionado navio, ou na rua da Ca-
**?iL e' escrito''o de Fernn-
oes & Filho, oue sera recompensodo
Fugio t,o da 18 do corrente mez de
oulubro a escrava Felicia, de idade 35 an-
nos, c ioula,altura rogulor, tem una marca
de queimadura comprida ao i de uma das
orelhrs eacobega toita proveniente doar
de vento que leve em pequea, tem um dos
pes mais giosso, costuma andar desatacada
e bebe bastme agoor.-.ente, e levou vestido
de chita i-i-borla ; a qual escravo rol com-
prada no Riu-Fom.ooo, e suppe-se andar
nnsarrfbuldesocsts ciade, aunde diz ler
nina hliio : roga-se as autoridades policiaes
e copilScsde campo a apprehensSo da dita
escrava, que levando ao oboixo ossignado,
na rua da Cadeia tto Ricife n. 29, primeiro
andar, serao recompensados.
Manoel AfTonso Aqutuode Albuquerque.
- Fugio no da 4 de oulubro do crren-
le anno, o escravo mulato de. nome Jorge
baixo, secco do corpo. pouca baibo, potroso'
tem do lado esquerdo do roalo urna cicatriz'
'OD.brossungados, olbos pequeos a vivos'
pernos e bragos orqueodos quando anda
este escrovo foi .lo ir. Manoel l'h'oma/ ex-
deia do Reeife, armazem n. ."6.
I ^->'" le e supenoi agurdente de
Franca, tanto em barris como cm caixas,
licores e absynthe, chegada recentcmen-
t, pelo ultimo navio : em cosa de J. Kel-
ler & C. rua da Cruz n. .
NA MESMA FUN DI CAO
seexecutam todas as enrommendas coma
superiorida le ja conhecida com a devida
presteza e commodidade em prego.
e
que sera generosa mente re-
compensado. Este e.-ciavo jo fo. a-.prehen-
r* r,H" p."l'imo P*s*uo no engenho
acare, cidade de Coianna
PEKN.
MUTILADO
ILEGIVEL
-

TYP. DE li. F. B FAKIA 1857


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