Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07876


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Full Text


* .
/ s*
\NNO XXXIII N. 285.
Por 3 iiily.cs adiantados 4^000.
Por 3 mezcs vencidos 4$500.
SEMA FEIRA 6 DE MIEMBRO DE 1857
Por anuo adiantado 13$0<)0.
Porte franco para o Subscriptor.'
SHCuSun Ua iCBScaircA do norte.
fer.hlb, Ir. Joio lodolpho Gmmi ; NaUlt e Se. Joaquim
Ptttiri Jnior ; Aricilf. O Sr. A. de Lemo. Braga ; Cea-
', Ir. Joi* da Oliven ; M.ranhao, o Senhor Jo** Teixei-
d Hallo; Plaahj o Senhor Jos* Joaquim Avelino ; Pa-
ra tr. Juilin* I. Hamo* ; aYmaiona., Ir. Jaronjmoda
('. oiu.
PASUDA DO CORtKIOt.
Olinda : todas 01 dias, 9 < m.-ia horas do di.
Iguar.issu', Goianna e Paralaba : ni* Hfaada
S. Aullo, lis-ierras, Baailo, CaraaiV, Aluna
i taxi la-fdrM'
GeranhaM: na lerc-a-tlo
-...u-^iHimut, nono.,, i.arunr.i Alllnlia o ll-rjnluiiis : na l.-rca-r,'ir-
s.Lourrnto, Pao inilho, .Na<.irnh. Ltaueira, Braja, PaMaaira, laaaaain
Flore, Villa-Bella, Btja-VtUa, Ouricurv tn', as quarli-r,-irai.
Cabo, lpojgca,S>>iiiibacm, lo PomOaO, Una, llamaras, Azua-Preta. Pi-
n**t*fraa e .Natal: qalataa-fairaa.
|Tedoa os corma, parlera aa 10 huras da manliaa.
AUDIEXQIA1 DOS TEIBIHAW DA CAPITAL,
Tribunal do commercio : segunda, a quintal*
Relacao : lerca fera. a labbado.
Fazenda : quartai e aabbadoi ai 10 horai,
Juio do commercio : segunda ai 10 horai a quintal ao mi lo dia.
Juio da orphaot : segundas a quintal ai 10 borai.
Primeira Tara do eirel : segunda eiaiUiaa meia da.
Seganda Tara do dial ; uanai a aabbadoi aa mala dia.
EPHBMBRIDBS DO MEZ DB NOVMBRO.
1 La chela ai 10 horas e 38 minutos da tarde.
8 Quarto minguantaa 1 hora e 55 minuioi da manhaa,
16 La nova a 1 hora a 35 minutos da tarde.
SU Quarto creicenle ai 3 horai a 18 minuto da Urda.
P REAMAR DBHOJB.
Prlmaira ai 7 horai a 42 minutoi da manhaa.
Segunda ai 8 bons a 6 minuloi da larda.
DAS da semana
2 Segunda. Couimemoraco de todos os Geii defunlos.
8 Terca. S. Malaquiasb.: S. Uorberto, Domna ms.
i Quarta. S. Carlos Borromeo arr. card.
5 Quinta. Ss. Zarcliarias e Isabel pais de s. Joao Baptisla.
6 sexta. S. Seveio b. ; i. Atinen.
7 Sbado S. Florencio b.
8 Domingo 23 S. Nicottrato m. ; Ss. cutorio e Seviriaiio Mm.
E.\C A BREGA DOS DA SUB8CRICAO NO S t L
Alagoai, oSr. Claudino Falcao Dt.; Babia, o Sr. D. Dupn
Rio da Janeiro, o sr. Joao I'ertira Martini.
EM PEKNAMBUCO.
O propriatario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria n la
linaria, praca da Independencia n. S a 8.
i
t
PARTE OFgIG. AL
MINISTERIO DO 1MPEKIO.
Dectelo n. 1988 de 10 de oulubro de 1857.
Innova o coolrato celebrado palo governo imperial
eom a Companhia de Navegarao e Commercio do
Amazonai.
Tomando era considerarlo o que me' representou o
barao de Man, pediodo innovado do contrato ce-
lebrado pelo governo com a Companhia de Navega-
io e Commercio do Amazona, lie i por bem, em
virlude da aulor.sar.ao concedida no decrelo n. 9:11
de 29 de agoilo ultimo, innovar o referido conlralo,
segundo as condicftei qoe com esle baiiam, asigna-
das pelo marqez de Olinda, conaelheirb de calado,
presidente do couselho de ministros, ministro e se-
cretauo de estado dos negocios do Imperio, que *-
sim o tenlia entendido e faca execolar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de ootubro da
I85T lrig*simo-sexto da independencia e do im-
perio.Com a rubrica da S. M. o Imperador.Mar-
que! de Olinda.
CondicOe* a qoe se refere o decrelo desla dala.
A Companhia da Navegir.l i e Commercio do
Amazonas, obriga-ie a manler a navegado a vapor
nai Ires linhas de qoe trata o presente contrato, di-
hajfco das condicaJes segnintei :
I.a llavera a)ma viagem mensal na primeira II-
jrtia, que principiara em Belm, capital da provin-
cia do Para, e terminar em Manos, capital da
provincia do Amazonas, com escala por Breves, (iu-
rnpa', 1'raWha, Saolarem, Obida, Villa Bella e
Serpa. **
Oa vapores einpregados nesta linlia terSo capacida-
d* para 200 loneladaajde carga, alm do combosti-
vel neresiario paral vigem a aeommodar,Oes em
baliches para 60-p.asageiro. Soa marcha regular
12 milhas por hora, salas as contrariedades prove-
nientes das correntesajl rio ou oatras de natureza
aemelhnnte.
2'." A segunda linha ser de Minios al T.baiiu-
garcOm escala por Ciary, TelT, Fonteboa. Tonan-
tinsi.S. Paulo ; einquanto, ponim, a companhia
liver^ciintralo eom o governo peruano ehegaro
os vapores desla linha al Nauta na repblica do
Per'.
Nesta hulu haver seis viagans redondas em cada
anno.
3." Na lerceira linha, quesera di Belm a Came-
Li, haver duss viagens mensaes.
I.' O governo imperial pasar meoialrainle
compjinhja pelo servido das tres linhas. a quantis
tjt>:0iJB3, 'cijo pigamaoln sera r>ili sqpo nicViulVios pnmeiros seis das de cada mez.
PMo servfro da segunda linha receber maii a com-
panhia a aubvinc que dr o governo do Per,
mquanlo durar o conlralo actual, usrantiotlo o go-
vierno imperial o seu n.igamento ale a quinlia de
fclO:0(50^ por anno.
* ~5. A qaantla da 35:0008 da eondi;Do anteceden-
te poiler' ser reluzida, paseados 15 anno* conladoi
desla dali,^pouforme as eircamilanciai em que se
adiar a companhia. Mas a redurrjo devera' dei-
xar lempre salvo b dividendo de 12 por cenlo, fica'-
do i-alen li lo qu, q^alquer qut srja a liypothese,
' o governo nSo lera' ulwigado nem a augmentar
aquella quanlia, e nem a fazer bem aqoele divi-
dendo.
t. Quando, em coniequencia de sinislros ou d6.
inconvenientes de forg* maior, os paquetes da com-
prrliia o<> cbhiplet.irem a viagem re Ion i*, o go-
verno pagan' sumante a quinlia cerrespon lenle a'
.."Jistineia liavegada, calcolada pelo numero de mi-
'. 7. Sa a companhia deiiar de realisar o numero
v estipulado de viagens, e nos periodos designados,
silva a diipoiico da cs)di;o antecedente, nao s
ber/tera' a qmolii cortWpon lenle as viagens que de
menos fuer, mis tainbem incoriera' na mulla, que
lie sera' imposta pelo goveruo imperial, e rohr.Hi
ifrrlinilrativamenle, de um ii qualro cotilos de ris
jioj^cada falta, e na pena 'de' perla da subvenc,.1o
seeV'a' iiavegaso for interrump 11 p ir unis de ieis
. O paquetes da eojnpanhia serao nacionalisa-
brasileiros. seja'Jjual for o logir de soa eons-
fiiTr.lo, ficando isenta a acquit c,3o delles pela com-
"phia de qoisqaer impualos por transferencia de
prdaaiedade ou matricula : a reipeilo de loas tri-
poaBl' obiervara' o meiroo que ss pratica cmn
as aa%j>ibarcai;os de guerra nacionnes.
i. Oslnaqueteida companhia'gozaiao das mesmas
vantagenAe privilegios que leer as embircarDei de
guerra naciunaes, licanlo coiiri-l.i soieitos a'n re-
gul imentos policiaai, e devida li-c.il -i;-1i nos pon-
tos para onde conduzirem pissagiros e carga.
10. NSosera'premitlilo aoa paqueteada compa-
nhia demorarem-se nos diversos pomoi de'escala
m iis .lo que o prazo estipulado em uiri*as;ar>alla aii-
provada pilo govern. ?
11. Os prazos de demora marcados o referida ta-
bella devero coolar-se do momento em que fun-
dearem os piquetes, qoer seja em dia til, quer fe-
riado ; enteudeiido-se porm qe o niiiiiiiio lenipo
de demora n.lo he obrigalorio, devenrtoVs antori li-
des loces despichar os paquetes antes de Tindu el-
le, lempre que leja possivel.
12. i,).lando occorrer demora nuior, a qrnl nunca
tera' logar por parte do governo sern ofdem por e-
cripto da auftridade competente ao asente da coin-
18. S3o concedidas gratuitamente a' companhia os
terrenos de marinha que bou ver devolulos em frente
dos tirrenos oo predios qoe a mesma companhia
pouue na cidade de Belem, e em quaesqoer povoa-
(es ou unirs I icalidatles do alio ou haiio Amazo-
nas, em que locareru os paquetes, para nelles edifi-
car as poules, teiheircs e edificios que julgar neces-
sarios ao abrigo dos passageiros, acondicionamento,
embarque e desembarque dos gneros que transpor-
tar, devendo a Maselo de laes terrenos ser regulad
pelo governo.
He igualmente concedida companhia na praia
denominada Porto do Sal, no Para', ou em oulra
qualquer loculijade rprnprila, nos portos do Par,1
ou de Camela, o terreno de marinha necessario pa- coramercal ; consideran lo que pelo mesmo eiame
ra a conslruci;Ai de om leito onde os paquetes pos- se emitieren qoe o livro de receila e despeza est
sam liinpir o ion lo e fabricar ; e bem as-im om i legal, e pertence barca aprezada, achando-se po-
lerreno de 12 hrarjas de frente e :10 de fon lo em i 'm escripto, em ser com toda a minoeiodade,
Tabalinga, para constrnrr;ao de um Idhciro com porque Iho falla mencionar o recibo da 4li? dados
ponte de embarque na frente. I por corita da praticagem em 23 de abril ao pratico
19. A companhia podera' mandar cortar a lenha I da coala do norte ; que pelo mesmo eiame se co-
necesiana para combuslivel dos vapores em Ierras
devolutas dentro da um raio de dua milhas dos
ponlos de escala.
20. O governo imperial- mandara' quanlo aules
procedar a collocaco das boias e pharoletes necessa-
rios a' seguranza da navegaco do Amazonas.
21. Ficando a companhia exonerada das obriga-
coei dos contratos auleriores, couiervar.,' lodavia
em pleno dominio os terrenos queja llie foram con-
cedidos por avisos de ti de ouluhro de" 1851, 23 de
ootubro e 12 de novembro de 1855 e 3 e 19 de Ja-
neiro de 1856.
22. O presente contrato dorara' por esparo de
20 .unios, contados da dala em que cjm-nr o ser-
vico pela forma nelle Clarada, ficando desdo logo
de nenhum effeilo es contratos anteriores.
Palacio do Rio de Janeira, em 10 de oulubro de
1857.Marque de Olida.
ridades ; que por tanto verificada eslava a eis- minaos nos livroi que nao perlencem s notas ou
lencia dos sigmies de que Iralam os SS 2, 3 a i do ao cartorio de orphAns.
arl. 33 do decrelo n. 708 de H de oulubro de 1850. | DaloAojuiz de paz da junta qualilieadora da
Mas, considerando que pelo exame a qoe se pro- freguezia de l'aquaranliga, para que remella com
cedeu nesle juio, e se acha etarado a fl. se conhe- brevidade a lista dos cidadns qualilicados votantes
cau, qoe, se bem que a carta do registro nao men- naquella freguezia, a qaal nao acompanhou, como
ctone o capitao encontrado a bordo Joaquim Bap- I dizia o olicio de Smc. de selembro uilimo.
lela dos Sanios, e sim Joaquim Ferreira Leite, eom-1 DitoA adminislrecao .os estabelecimentos de
ludo conliece-se uem que a matricula cun que la- caridade, commonicanlo. em resposla ao flicio da-
hio o navio do Kio de Janeiro declara que o capitao quella administrarlo de z2 do crrente, a que acom-
era o que se achava nelle Joaquim Baptista dos j panhou o ornamento da receita drspeza dos raes-
Santo, faltando somente preencher esta formalida- mos eitabelecimenlos no anno crreme, no qual se
de na ola do registro do porto pela capitana do verifica a etistencia de um dficit avollado, prove-
Kio de Janeiro, como marca o arl. 165 do cdigo nieute do augmento das de|> '/.as, e elevacAo do
prero dos gneros, ao que acere-ce- a pirda dos bens
do hospital du Paraizo, que faziain parte do patri-
monio dos eslabeiecimentos de caridade ; que sera'
posta a sua disposico loda a somma votada pelo
MINISTERIO I)F. FAZENDA.
Decreto n. 199 de II de oulubro de 1857.
Regula os vencimenlos dos empregad >s de fazeoda
nos casos de substituidlo e eiercicjo interino,
IIei por bem ordenar que noi casos de.lubitilui-
53o e etercicd interino dos empregados de fazenda
te observe o seguinte.
Arl. 1. Os .vencimentos inherentes a qualquer
emprego.de l'izejiila vago scr,1o abonados-.iule.g/al-
menla ao (mpregado que o exercer interinamente,
ou seja este .da mesma ou diversa reparlirao do mi-
uisterio da fatenda. Eiceptua-se desla ragra o caso
de accumularlo ou etercicio simultaneo de dous
empregos, no qoal o emnregado que os exercer per-
cebera', alem do vencimento do seo emprco, a
quinta parte do correpundeute ao do que servir in-
terinamente.
Arl. 2. Asdisposic/ies do artigo antecedente fioam
extensivas a lodos es casos de exercicio interino de
qualquer emprego. aoi virlude de impedimento do
respectivo proprielitio', nos quaes,est nao lenha
direilo na futma da lei a vencimento algom do seu
em prego.
Arl. :i. Noi .lamis casos de exercicio interino,
oa substituirlo deJLl^ares de faieda Dio especifi-
cados ifiiM dous, aligos -znlecedenlss, o mbstilulo
lera'.direilo smente quima parte do veuciinenlo
do propriflario, paga a'cusa da f.izen la ;>a> de-
vendo porem cm caso alguin excedr-o veViintiito
total ao do luaiar sub-liluido. ,
Ficain todava exceptuados :
S I. Ocas. em que orvencimento do prupriela-
rio sa compuier de ordenado e gratilleaao, devida
nicamente pelo eflectjvo exercicio, no' qual o subs
Ututo percebeitV soateiile a. in'esms Kralifica'tao.
S 2. O caso J.e ni ,'ta~iia do proprielario por i n-
le sessenla drasrnfgqual perder' a quinta part de
seus vencimenlos em beneficio o substituto dessa
'"l.'rn diante, rcquerendo-o este.dent-'o daquelle
i*fm, oo, pastado elle, desde o lia em que o flzer.
Ssjo subsfiliilu.ulo .Jizer^a quinta parle, eo -en
imijiedialo exigir que I lie compele, sera'esli d -
dujya direclainenle do vencimento do empregado
"rl. i. A disposicno do s I. do arl. 3. nao com-
[ii -lien l ascommiss's que se abonam em vjrlude
de cufir.im.'i ou ,111 era J-ir.io aosjuizes doTaitos,
collectores n oolros einnre:
bem
por ell s pralicado
Arl. .". As pessoaa que n3o forem emprega los"pu-
ao collectores c oolros emprega los seinelhaiitej, e
)em ossim os emolumentos que sao deudos palos
irlos por ell s pralira 1 ...
nheceu que existe escriplurar^ao, cora quanlo nao
regular, da viagem do Rio de Janeiro e voll'a, que
se bem se enconlrassem doos exemplares da denota tratar d uaTadVaoleneeTa"l'compo^
1 i .l,..gn> .l.i Din Aa 1 ...... n.. ....... .. II....____ .a- I .. i. ......
illu-.iu que nos arrasln a ora abismo por esle eami- nem cousa alguma nos possi salvar da maii horrivel
nho em qoe vamos correndo, apos a sombra va e I queda.
engaosa do impossivel que a exagerarlo ou a ma'
f forjaram ; se nao acudir mus todos, e breve, e ji',
a alalhar a temerosa gangrena que rumeri a appare-
cer a' superficie do corpo da nar.Vi.... ai do paiz !
I' iis he possivel que Portugal, a-itn extenuado,
pobre e endivdado, cujas reodas sao ab- irvidas em nome da guerra aos emprestinD/Bii, lo
mais de amelada para pagar os juros da divida e sus- I risados sucoe-siva nenie pela nlein
tentar um pequeo exercito, crescendo aquella todos, Decrelo de i de ago-lo de 1856 .
os anuos espnntosamente por elleito de repelidos em- ( Ca (a de le de 5 de julho do mesmo
prestimos destinados a sopprir o de-falque na receita anno..........
applicada ao servido publico ; pois he possivel que, Carta de lei de 29 de julho do dito
em (ao criticas circumstancias, nao s se conserve, i auno, e decreto de 8 de novemhro
mas qoo se augmente a despeza diste servido com I dem..........
um peiio.il enorme, e que, a titulo de o fomento, [ Carta de lei da 15 de julho idem. .
se de-per licem milhes, ou em obras impro.luctivas Cirta de le da 23 de junho de 1857
e desnecessarias, ou em sustentar golosos a eriqoe- e decrelo de 18 de agosto idem
Eis aqu como ella demonstra os empreslimoi
desla situarlo, cujoi cheles linnam por causa dos
emprestimos atacado a ilu.-rao passada .
* Depois de 4 de )uiho do l j j em que tomou conla
lo goveruo um ministerio, qoe subi ao poder em
rain ellos auto-
ra seguinte :
600.0005000
(0;OOU5000
H. 19 do ..remenlo vigente, al qoe se adopte o cer especuladores e espertalhe', que ficar.loa rir de I Carla de lei do primeiro de julho do
arbitrio que Tur mais conveniente a' manotelo "
dos mesmos estsbeiecimentos, que tantos servifoi
presta a puhreza desvalida desla provincia.
PortaraCoocedendo tres mezas de licenra para
la viagem do Rio de Janeiro ao porto de l'ernain-
buco, um era enYsuaa partes essenciaes copia do
oolro, e pareca feito por oulro oOicial do navio
sem s'r o meslre ; que o passiporle est legal para
o navio se empregar na navegacao de eabotagem, e
al para ir ao Assu' levando o Meslre Joaquim Bap-
tista dos Santos, oomo se v do visto da secreta/ia
de estad" dos negocios da marinha no verso do dito
passaporle, em 29 de marro do crrenle anno, doos
dias antes da sabida do Rio de Janeiro ; qua os des-
pachos a manifeslos apresentadus esli em forma le-
gal ; que o livro di carga pertencia ao navio apre-
sado, e tem as condicoes do arl. 502 do cdigo com-
mercial, e bam qoe se nSo encontr oscriplorarlo
.'goma nelle desde 22 de julho de 1854, com ludo,
pelo documento dado pelo escitv3u ra mesa dai ren-
das da villa de Macah Manoel Morena de Sooza,
no impedimento do administrador, em dala de 15
de maio, consta qsae a barca entrn alli-no dia 13,
descafresnu,. manifestando legitimante, lastro de
areia,,^conforme o manifest que ai acompanhou ;
oulro um, pelo msnifeslo que Ihefoi dado pelo es-
crivao Francisco Jos da Corta, consta que sahira
daquelle porlo carregada com 1,205 alqueires de sa-
cn lozindo para o Rio de Janeiro ; concloindo-e-
pnis, que confiando asi o motivo da viagem da bars
ca apcezada para o Assu", e loma, e qual seu car-
regamento em eada urna del viagens ; ve-se mais
uo dito exame que o livro diario de navegacao, se
bem nao per.'encesse em principio a barca em'ques-
13o, e si ni ao ., or c Paraguay, comludo nelle foi
feta em re derrota da viagem at o potto de
Peruambuco, e viagem do Rio ;i -, e voita ; considerando tam-
ben que os mesmo ,. -itos declarara! nao encoo-
Irarem indicio algu de ler a dita barca sido em-
pregada em trafico jlli.cilo (o que tambemtfoiconhe-
cido e declarado po^hefe de poliaia apretador} se
bem que nenhum coi. lecimenlc lenliain de sua dor-
ma il'.-le porto al o da de'sua appr-aliens3o, con-
clnindo os mesmos peritos que ludo attribuiam a
lileixo da parle do meslre na sua escripturario, o
2 batalhao de infantaria da guarda nacional do
municipio do Recife, Antonio Bezerra de Menezes.
Communicou se ao res[ieclivo cornmaodante su-
perior.
Dita,Concedendo as profesioras publicas de ins-
Iruccao primaria da freguezia de S. Jos desla ci-
dade Mdria Clemintioa de Figoeiredo, da de Igua-
rassu' Joanna Justina de Siqueira Varejao, a per-
mula que peliram das suas respeclivas cadtiras.
Fizeram-se as necesiarias eommnicagea.
DitaConsiderando vago,por prupostado Dr. che-
fe de policia. o lugar de subdelegado do districto de
Papes;] pela mudanza de domicilio de Pedro Ci-
valcanti de Alboquerqpe, qoe o exercis ; e Ho-
rneando para o mesmo logar ao cidada > Manoel
Cavalcantide Alboquerque eco.Commnnicou-se
ao Dr. chefe do policia.
TRIBUNAL. DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 5 DE NOVMBRO
DE 1857.
Presidencia do fi.rm. Sr. detembargador
Son ;a.
As 10 horas da manhaa, achando-se presentes os
Srs. depolados Reg, Basto, l.emos e sopplente Ra-
mos e Silva, o Sr. presidente abri a sess3o ; o siudo
lida a acia da ultima, foi approvada.
Leo-se o eguinte
EXPEDIENTE.
loi prsenlo o aviso do ministerio da juslira, de
19 de ootubro prximo passado, acompanhndo a
copia do decrelo n. 1,989 de 10 do mesmo mez,
qae eleva a oilo o numero dos corretures deila pra-
r;a.- Cumpra-se e regislre-se.
Foi presente a colacao oflicial dos precoi corren-
les, relalivus a semana linda. Mandoo-so ar-
chivar.
DESPACHOS.
Un reqiierimento de Alexandre l'erreira (juima-
_ raes, pedin lo o registro da numearao que ejinla, de
que na muilo do crer (conforme tres dos mesmos seu caixeiro Manoel Ferreira (Juiiaraes.Como re-
peritos declararan] pelo conhecimenlo que teem da
navegacao de eiholagem desle porlo para o d j norl-),
n.lo "1,-1 ma,. a'obrigario- qua ha imposta aos mes-
tres doi barcos da fazerem sempre a derrota, acon-
tece qae, quinjj navega n com pralicu na costa de
ote-canto nao a fazem, enlregindo ioteiraincnte'a
n negarlo ao f; itieo, o qual nada e- ripiar i ; con-
siderando que os perito--, dignts de luda a f, decla-
quer
Oulro de Manoel F'r.-incisco da Silva Carrieo, pe-
dindo cerhtlau de sua matricula de commerciante.
D-se-lbe.
Oulro de Jos Duarte de Oliveira liego, pedindo
o registro da nomeacao junta, .le seu caixeiro .\u-
lonin da Costa Reg l.ma.Recislre-se.
Oulro ile Antonio da Costa R'go l.ima, pedindo
raram qoe, pelo que ouviram aos oftleiaei que fo- cerli.lSo di matricula do commerciante Jos Duarte
ram buscar a barca depois de-sua apprehensa I lie- de Oliveira R.go.D-se-lhe.
ntis quando, dissipida a illuso, elles se viiera na
abundancia no estrangeiro, emquaoto nos, o puvo
porluguez, jazermos na miseria .'
Temos dito assas acarea dos incouvenienles da pre-
cipua.; .lo mu que tem sido contratadas as vias fr-
reas, de tolas as obrai as mais caras, a por nos pa-
gas por mais do dobro do costo regular ; temos ex-
posto francamente e sem temor nosso parecer a tal
reipeilo, e o quanto convem caminhar ou progredir
_(e quizeram) no desenvolvimento malaria! do paiz,
mas sem prejuizo do progresso moral, qoe .leve ser-
vir de bise aquelle : dizemos a verdade, qoe um dia
lodos bao de recouhecer, como vo concordando
comnoico nos perigos que nao tinham visto, que ruis
expuzemos, a que agora ja' veem...
Urna simples nota eitrahida do ornamente falla
mais eloqoenlemenle, demonstran lo a necessidade
de reformas a economas, do que o melliur discurso
de ora Cicero. Vamos pelos argumentos arilhmelicos
convencer os mais renuentes oo descuidosos epicu-
ristas que se deleitam lano... sonltando !
Anno de 18571858.
Rceeila.........12 624:3549669
Despeza.........13,5,37:0915227
Dficit.
912.7360561
panhik, ou a o comiuaudaiile do paquete no impeli-
inenlo ou falla daquelle, a parte qi^tr occasiun.r se-
melhanle dimora pagar a oulra a qilaiilia de doua-
toi o clncoenta mil ren por cada prazo de dote horas,
que a hora da partida effecliva exceda a da p'artids
ordinaria, salvo se por parle da companhia se- iler a
demora, eelfa provarque a isso .' i obriga la |ior jor-
ra maior, e se por parle da aotoridnde ae veiKicar
niolivo de naluiea Iranscendeote que eii/i a de-
mora.
A mesma llena, e pela mesma forma, lera' lugar
relativamente a' ahida dos paquetes dos ponloule
parle da das tres linhas, quando ella sa nao reaisar
nos dias marcados.
So se contare' cada prazo de doze horas para im-.
psito da mu la estabeleeida nesta contieno qoaud >
o excesso da demora passar da tres horas.
13. Os paquetes dacimpaohia Ir.ms mriar.i i gra-
luitamenle sjnatas do correio, ea corrrospotiden-
ca ollloial, sendo os respeclivoi commandantes obri-
gidis a recebe-las e entregi-las as et-taces com-
petentes, dando os convanie.ntei recibo*, a exigin-
do-os por soa parle das ageocias ou petsoas por es-
las deviJamenleaulorisadas. j
As reparliras dos crrelos de'vrao sempre ler ai
suai m das prompi.is a lempo de u iu telardar a via-
gem dos paquetea am da hora mareada para a sa lu-
da, e quando por culpa sus haja lentoia, soQrera' a
mesma repartir) a mulla de .que Irada condlcao an-
tecedente, j e
14. Sera' lambem graluilu o Iran-pi rle/em cada
viagem dos ditos paquetea : *" /
I. At o nurnero de qualro pissageir mas sem comediras,;
2. Ale o numero de del pravas de prel, recrutas,
ou vinle colonos, tamb*ra iem comedorias ;
3." D quaequer sommas de dinlieim parlencen-
les aoa cofres pblicos, correndo por corla do gover-
no oa riscos de embarque e desembarque desses di-
nheiros ;
i." De urna carg por conli do governo, nao ti-
cedendo a duas toneladas.
Quando os passageiros, tanto de urna como de ou-
lra classe cima referidas, forem em numero supe-
rior ao que fi-a estipulado, ser3i suas paesagens pa-
gas com o abilimenlo daquarla parte do preco or-
dinario, segundo a qoalidaledos mesmos passagei-
ros. E bem asiira por lado quanlo fur conduziJo
por ordem da goveruo pagara' esle 10 por cenlo
menos do quo o prero estipulado pira os particu-
lares-.
bucos, e os empregados de repailicao estranha .
miiislerjo da fazenda que por qnalquer mulivo ex-
iTi-ere- interinamente algum emp'rego de faeeda,
alem das cofnmissoes de cobran...i, arrecidapo ou
porcenlagem e emolum-nlos que Ihestyissam com-
petir pelji' actos que pralicareiu. lerjo direilo a
una gratificar lo igual ao ordeoado consignado para
o mesmo einprego.
Exreplua-sa dela regra : I., as pessoas nomea-
das p.ra servirem de procuradores-li-caes ou da fa-
zenda nos casos de sospsitjai averbada ou declara-
da na Jorma da lei, ou de qualqaer oolro impedi-
raentcf, as qnaes conlinuarao a perceber as vanta-
gens marcadas ajo arl. 31 do dicreio de 22 de no-
vembro de 1851 n. 870, e ni- nslrucces de 5 de
0 ilufii" de 1852 n. 229 ; 2., os juizes. emprega :.,
e irjais ollinaes do Jaita dos fallo*, dos qaaei, alem
das^c'immisses que llies coinpetirem, pude-a' ser
arbitrada pelo ministro da faz.nda. mediante infor-
mucSo du inspecloc. d. respectiva lheouraria de la-
zonda, urna gratilkacSo razoavel, alenlo o l-aballiu
o-iinporlancii do negocio.
1 Arl. Ilepni.ir-s'-li i nicamente subsliiuiro
gira o eikMlujdu.s arls. I- 2-, e :|- o exercicio inte-
fjno de eiirflfYe", cojas funcc;8s f iram diversss das
.que aiupriva I substituto compelirem no seu
pr.prio ljuii-, era virlude das lois ereaulainentos
era vis .r,.
A'l. 7. Oa.ajaprega.los de fazenda aposentado',
quefoiem pro-movidos em lugares oo cnminisses
alheias ao ministerio ta faienda, lem direilo ao ven-
cim-ulo da ap'osenladoria, podeqdo accumula-lj
como o quo lias competir pelo novo empreo ou
commissao. s.
O empregados aposentados de renrlirio tllieia
lo luinislero da fazenda, os militaras reformados e
os pensionistas do Estado que forem Horneados para
servirem qualquer einprego, o commissao de fa-
zenda, lem igualmente direilo de arcumiilar seus
vei.icimeolos de aposentado, reformado, ou pensio-
nista co n os do novo empreg ou cummi-sSo.
Arl. 8. Os empregados de fazeuda encarregados
de cooimisses alheias ao minislerio da fazen la, per-
dem o direilo aos vencimenloi de aeu empraso em
quanlo estiverem no exercicio das cumra s-Oes, sal-
vo se forem chamados para desempenliar Tnncces
gratuitas, ou tirerem opjao por virlude de lei. "
.Arl. 9. Pican revogados o decreto ile 27 de ju-
lho de 1840 n. 159 e todas as ordens c in-trucrOis
em contrario.
Bernardo de Soaza Franco, do meu cuuelho, se-
parecia ler toda a demora de.Ha na volla nascido do
pessimo estado do seu apparellio, c para o que al a
'mpedio de entrar no porto do Rio Grande do Nor-
I", por leiner o pralicu qne ella desarvorasse na oc-
casiao em qtia-.iive-s- de orear naquella Baria e que
elles peritos eulendiam qoe e--e es'lado de sen ap-
parelbo e panoo poda ser tlevi lo ao tempestuoso
lampo que na Costa reinou nos dous nvzes ltimos
de julho e agosto ; considerando miis que pelo qoe
se ha expon h tu .,, 0 delefxo e ignorancia se podem
Htribuir s mais ralla* encontradas no dito navio;
e.insderando finalmente lulo m iis ,,ue desle pro-
ceTSo consta, purt.inlu jtilgo improc-dcnle a ap|.re-
hensSo da mencionada barca nacional Firmeza^
dctlaro ma a preza, que della sa fez, e ordeno queS
seja Teslitui.ta com seus pertences a quem.de Direilo
i)5 : declaro rnaia desembarazados o meslre e tripo-
Wtao da dita b irca. Pagas as ru.las ex causa. Doeta
decisSoappeiio para o con-ellio de citado, e deter-
mino ao escrjvle que proceda nos termos do arl. 212
do regolamenlo de 1i de oulubro de 1850. Aiidiio-
ris.de'marinlia, r7 de oulubro de 1856.Dr. Poly-
earpo I. ,pe, ,ie |...-,,, \ Mej|a couf>rnia-se iule'i-
ratnenle cera essa seiilenr;a. cujos fundamentos |tie
pa.ecem conformes is provas "do processo e o direi-
| lo, e li- p ki.hii i de parecer que seja confirmada.
Vos! Magesl.de Imperial pnrm resolver o mais
acedado. Sila das canfarencias da tercio de jusilla
do couselho d estado; era 7 de agosto de 1857.
\ Kconde de Uruguay.Visconde de Jequilinho-
nha. Eusebo de (Juiroz Cnuliuho Malloso Cima-
ra._Coiim parece.Paco, 21 de oulubro de 1857.
(.om a rubrica de S. M. o Imperidoi.Frauri.co
Jingo l'ereira de Vasconcellos.Conforme, Jusino
du .Na- i .....I Silva.
MIMSTERIODA (LERRA.
Expedicntt do dia 19 de oulubro.
Circnlar s thesouraiias da fazeuda, ordenan lo
que nos pedidos de augmento de crdito devem lo-
mar sempre por base o estado elleclivo do pessoal. e
o menos que for presomvrl despender-se qumo ao
material, flenlo novns pedidos quindo, por qusl-
quer circumslancia, baja necessil.de de malar des-
peza, para se ua > abrisem crditos supplementares
muilo superiores as neceaaidades reaei do servido ;
o que aconrece qor lomarem as mesmas thesourarias
por base de seus clculos, quanto ao pessonl, o es-
lado completo, equ-nlo ao malTiil. a maior des-
mililares reforma-loi e P'Ia -' ordenando oolro >im que quandi h mver mo-
vimento pes men! logo em qua dia venficou-se ls| ronvimenlo,
e que adiantamento i* fez aos oftlcaes e pracas da
prel, alno de diinuuir-se a urna o crdito qua deve
passar para oulra provinria.
G0VEER1MJ Da PHOV1NG1 \.
espediente do dia 29*de ontabro.
Officio.xo Exm. rommandante das armas, para
dar as rdeos iieressarias, afira de que o 4" baflallifl i
le arlilbatia lenha o seu quarlel nta cidade, ou
"a fortalera do Broto.
DitoAo mesmo, para mandar por em liberda-
de o recrul i Joao de Dos Guedes, por ter sido
nador do imperio, ministro e secretario de estado !' ,i'lo ',,c,l|a* d' servido em in-pecr.io desande,
doi negocioi'da fazenda, e presidente do Irihunal do | ^nriuiiicoa-sis ao Dr. chele de policia.
Ihesouro nacional, assiin o lenha entendida e faca Ihasoura'ia de fazen-hi. para mandar ef-
eieciilar. Palacio do Hio de Janeiro, em II de ou- I ,"}}'" ".Paaamenlo que pede Eduardo Ferreira
lobr'o "de 1857, 36 da independencia o do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Bernar-
do de Souza Franco.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Secrjio de jusli;a do con-ellio de fslado.
Sonhor.Mandn V. M. Imperial, por aviso1 de I Ja '*}*' Hqoidado.
8 de junho prximo paseado, remelter a serc3o de! "''"^ l*r- chefe de policia, parlicipandn ha-
ver recommemlado a Ihesonraria
Bailar, da iinpurlancia do frele dos objeclos. que
por conta do governo fez conduzir para o presidio
de Fernando uo patacho Santa Cruz, operndo-
se pnrm nesie pagamento a deduejao inlicado no
parecer da conladorla daquella Ihesouraria al que
se liquide o mais que se dever ao dito Bailar, visto
mo se nao deve demorar o pagamento do qoe
15. A Imporlaacia doi frates e pas companhia tiver de haver, era cntifurniilade com
dispusic.au final da condii;3o anlece lenle, sera' pija
pola Ihesouraria da provincia em que a despeza li-
vor sido aotorisada, no prazo de um mez cunlado Ja
apresentargo da respectiva conta,vencendo o juro de
seis por ceulo ao anno sa esse pra/.o for excedido
por maia de 6 mezes.
16. O governo imperial aulorisara' aos presiden
les dai provincias do Para' e Amazonas, para, de ?c-
cordo com o gerente da companhia, reverem res-
pectivamente as tabellas de' passageni a fieles das,
cargas de particolares as Ires linhas de mvegar.lo, i
organisando as tabelle!, que comecarao Ingo a por- |
.e em pr.tira, mas dependen tu de approvac,ao do ;
goverri". Para a i.rg.inserio das tabellas de freles
da juMca do consellio de estado, o processo organi-
sado na auliloria da murinlia da provincia de Per-
uambuco, sobre a barca nacional Firmeza, appre-
hendida na provincia do Ro Grande do Norle, co-
mo sospeil i de se haver empregado no trafico Il-
cito de Africano*, e julgada m presa pela referida
auditora na seguale seutenra :
o Visto* estes Bulos, etc., delles sa v que o chefe
I le polica da provincia do Kio Grande di Norle ,-n.
I leu-leu lever apprehender abarra bramleira Fir-
I mal*, pelos motivos conslanles de seu ollicio a II .,
j us quees ala os eesuinles : I.-, que do passapoile
I con.lava que o ollimo ueslre da dita barca era Joa-
quim Ferreira l.eile. entretanto que quem como tal
\ se aprsenla,a era Joaqnim Baplisla dos ^anto,
sem que ella mu laura eslivessa notada no me registro ; 2', que o meslre referido, alm das de*-
i peas que piovou, fez oulras anda nos portos onde
j e-leve, conforme sua declararlo, e o competentes
I recioos ; 3.-, que o livro da carga n3o linha escrip-
; luraelo alguma a respeilo da viagem do Rio de Ja-
| neiro p,ra o A-su", e desle para aquelle parlo, de
naneira que por elle se n.lo pode saber qual a carga
que a barca Irouxe, e qual a que levava ; 4.
'- P"1'.....nh? r".on,,rVP.r liVse as que foram I ?7*S7ZX'Sr "^J^'ol *'m "di
^7'"^^''''' rte 18">S Pp, """ mesma b.rea.e ou.ro que foi de onro v, .
?.IU. .?,:,?,. e',"J'' ,'""'" d" nuv:' "ipiuracao ..So foi feil. de c i.fu.midajfc con a
H.o.n,U.dI. f ,q0el1''' "*m """"""- I'i;-V, que ha doos h.ro, de ivegar um do
do* os pontos de escala adunes senao por mtiluu ac-
enrdo.
provincial, que
mande pagar, estando nos termos legaes, a impor-
tancia das desprzas feilas com o sustento tos pre-
sos pobres da radea de Flores nos mezei de ago-lo
e selembro ultimas, e com o fornecimenlo de luz
para o respectivo quarlel no Irime-trede julho a
selembro desle anno.
HiloAo couselho administrativo, recom.nendan-
du que promuva compra des objeclos menciona-
dos no pedido indo*", os quaes s3u necessarios ao
arsenal de suena, segundo declarou o respectivo
director.Coinmunicou-se a este.
DiloAo r mu) i.i lauto superior da suarda na-
cional do Recife. scienlificaudo o de haver manda-
do fazer as necessarias olas nos a'senlamentos do
corneta Alfonso Valerio de Santa Fe, de conforroi-
da 'o com o oflicio de S. S. de houlem.
DiloAo jaiz municipal supplente do l.imoeiro.
para qoe na couformidade do decrelo de 30 de agos-
to de 1851, mande affixar editaes por 60 tliai, an-
nunciauo a vaga do ollicio de labellifa e escriv.lo
de i.rpha s daquella villa, e convidando os prelen-
dentes a apres.enl.irem no referido praro os seus re-
querimenloa devidainenle instruidos ; podendo Smc.
I'rover interinamente dilo ollicio, se houver pes-
soa idnea que o reqoeira, n.lo Ihe sendo porm per-
ni nido presidir os exames de s.iilic eucia dos pre-
teu lentes.
17. O governo podera' permillir que os olliciacs
da armada nacional n imperial commandem os pa-
quetes da companhia ; ficando porm a cargo desla
o pegamento das gratificarles que convencime com
os referidos ofllciaes, os quaes perrefierao da fazen-
da publica lmenle o sil lo de suas plenles, sem
prejiuoa de soai anligoidades, emquanlo por lei ou
rege lmenlo* nao se determinar o contrario.
meslre e oulro do sola-piloto, nSu leudo o do meslre ]
termo de abertara e encerrimenlo, nem estando rq-
DitaAo juiz municipal de orphos supplenle da
Vidori*, fazenlo scienle de que o aviso de 27 de
bricado pela autoridad* complanle, e nem cunten- maio de 1853, a que se refere o de 26 de agoslo
du derrota regolar senao at esta provincia, sen lo I desle anno, declarando qoe a nalureza do ollicio do
que por di,ule nada mais cousla a respeilo de aua lahellia, eterivto de orph3os daquella lirmo, nao
viagem ; e qu esta mesma falla se eiironira no livro admille a duvida suscitada por Smc. em sen ollicio
do sota-piloto ; 6., qne tendo a bares f-ilo lautas j de 23 do c trenle poiquanlo nem Como tabellian
arribadas, nunca se lembrou de eamprir o preceilo | de notas, nem como escrivo de orphnos podera'
do arl. 743 do cdigo commercial, parecmdo aisim aqaelle oucial, que nao lie laellMo do judicial,
fogir lempre invesligaeOei e exames das aulo-1 continuar a tsetever do* feilos crimei, civeis ou cti-
Oulro da Manoel da Cusa Lima c Man iel Joa-
quim Ferreira da Silva Braga, pedindo o re^UIru do
contrato da sociedad* que (izeram. sob a firma de
Luna & Braga. Hija, vala ao Sr. deseabargador
fiscal.
Oulro de Manoel de Azevedo l'oules e Jos Pau-
lino lloouliolU, satiefazeudo o despacho de-te tribu-
nal, de 26 de ouluhro prximo pisja.io.Regstre-
se o contrato social junio e os dous ullimos requeri-
mentos que cunlin e ausulas do mesmo contrato
Oulro .le Billhar & Oliveira, pedindo o regi-lro
do contrato de socieda le que ajuntain, do qual U-
zom parle e Jos da Silva I. .jo.Ilaja vi-la oo Sr.
ide-emhargadur fiscal.
| Ou.ro de Eduardo llibberl Wvall, pedindo o re-
sisti da nomeacaodeieu caixeiro Joao Pinches.
Registre-se.
Outro de Manoel Jos Marlins, proprielario do
hiate nacional Aurora,, pedin lo certido da carta
da registro do mesmo hiate.Gomo requer.
Oulru de Timm, Mon-u iV,Vinassa, pediulo re-
gistrar a procurarlo junta, pela qual confere poderes
a I r.i'i'r Linden para administrar os negocios dos
supplenlef. Itegi.lra-se.
Outro tle Jo Alve da Silva Guim ir."ie, infor-
mado pelo Sr. desemhargador fiscal, pedintlo malri-
cular-se.Como requer.
Oulro de Antonio Mofelr* de Menrronrja, Antonio
Jos da Costa e S Iva e Luiz Joscda Silva 'itiima-
raes, informado pelo Sr. de dindo o regislro de seu conlralo social. Regis-
Ire-se.
Oulro de Mauoel Antonio Supirdo, iufurraido pe-
lo Sr. desemhargador fiscal, pedin lo milricular-se.
Como reqtrer.
Oulro de Pru lencio Marques de Amorim, pediu-
o lugsr de correlor ser.I desli prara.,laja vista ao
Sr. dasernbargador fiscal.
Oolro de Francisco Mamede de Almeida, pedindo
o lugar de curre! ir geral desla praga.Ilaja vista
ao Sr. deseinhargadur fiscal.
Oulro de Manuel Frau-isco Ja S Iva Cirrico, pe-
dindo o registro da nomeai, i da seu caixeiro Dio-
genes Francisco Pessoa.Regislre-*e.
E mais nada haveudo a Iratar, o Sr. presidente
encerrou a Miago.
SKSSAO JDICIAR1A EM 5 DE NOVMBRO DE 1 857
Preiidencia do li.rm. Sr. desemhargador
Sonsa.
Eitireram prsenles lodos os membro* do tri-
bunal.
B.sfri'oufuo.
Appellanle, Francisco Quiulino Rodrigues Es-
toves ;
Appellado, Manoel Alves Imerra.
Escrrvo MArliui I'ereita.
AoSr. desemhargador Gilirana. t;-
/'assagem.
Appellanle, Anlonio Pereira Guimarfles ;
Appellada, D. Mana Francisca dos PrizaaYS Du-
ras e oulro*.
Da Sr. desemhargador Gilirana ao Sr. desemhar-
gador Villares.
Embargantes, D. Francisca Joaquina d* Albu-
querque ;
Embargado, o coronel Joaquim Cavalcanli de Al-
boquerque.
Do mesmo so mesmo.
Appellanle, Manuel Amonio dos Santos Fontes ;
Appellados, Joao Kellcr i C. a oolros.
Do Sr. desemhargador Villares ao Sr. desemhar-
gador Gilirana. .
Nada mais haveudo tratar, o Sr. presidente le-
vanlou a sessao.
O secretario,
Dr. .Iprigio Cumaraes.
I-lo s bastara ; mas prdsigamos : a este desfal-
que addirionim-se os encargos da divida llucluaiile,
que e.xcede a dous mil e Irezentos conlos, qoe de
mez a mez cresce orna centena de conlos : observem-
se as inmensas tlespezss extraordinarias du* crditos
supplementares; e as arbitrariamente ordenadas a'
custa de oulros, que todas redundara no augmento
do dficit ; e advitla-se qoe. nga havendorecela
correspondente ao augmento dos encargos d is em-
prestimos decretados, hade n delicil crescer tam-
bera por esle lado, e nao s3o de ponca monla s o
qoe recenlemente o governo coutrahio, pois que so-
liera a militares de conlos !
Aonde ir para.r um tal desregraraento ni admi-
nislrarao da fazenda j\..
E se passamos das tristes considerarties de tantos,
13o ruinosos e improlicuos emprestimos, lana a 13o
lesiva dissipa^iio delles, sera se saber em que...
anal\se da malbarateac,3o das recita- do estado, ap-
plicaveis ao servico do raesmo, f-Mece-nos anda mais
o.animo de desesperanza e dr.
Com eiTeito, reparando no raappa da despera or-
dinaria do estado par o correnleanno de 1857-1858,
que acompanhou o orramenlo approvado pelas cor-
l', adiamos o seguinte :
Jtl .ti .!! -re lil.i publico.
Encargos da divida interna 1,518:223-129
Hilos da divida externa.....1,571:705-5016
Somma.
3,1l9:928?H.-j
enrrrnla anno, e decreto de 18 de
ago-lo i -lem........
Pelo ar.isi 5 .la lei de 1 de junho de
1857 conforme os documentos al
agora publicados......
Palo arliso I da junho do correte anno .
Pelo artigo 1 da carta de lei de 20
do junho idem.......
Artigo 1 da carta de le dt 21 de
julho idem........
Augmento da divida flucluanle pela
cunlronlar.io das tabellas de 31 de
maio de 1856 e 31 de julho de 1857
100:0005000
1:500:0008000
600:0005000
60:0000000
6,588:2255000
800:000500(1
240:0009000
150:000/000
167:372563
10,865:6179-563
800:0003000
Ministerio dos negocios di fazenda.
l>espeio oreada.......2.766:30G;77I
.Ministerio do, negocios do reino. *
Despaza orcila ....... 1,213:7595960
Ministerio dos negocios ecelesiasl.cos e de jaslica.
Despeza oreada ;..... 152:J|.-9SI
Minislerio dos negocios da goerra.
Ilespeza oreada.......2,977:87.1>I57
Minislerio dos negocios da marinha e ultramar.
Despeza orc.ade.......810:51 i-iS.iS
Minislerio dos negocios estrangeiros.
Despeza oreada.......117:1185810
Minislerio das obras publicas, commercio e
industria
Despeza or;ada.......1,801:010-923
Se acreicentarmos o augmento pro-
vavel d* divida llucluante al ao
fien do actual anno econmico, em
virlude do deflicit, e segundo a
3utorisar,i-i do artigo 12 da caria
de lei de 15 de julho de 1857 .
r,re"ios..........11,665:617/563
qoe a lanto montara em dinheiro, pelo menos, os
emprestimos effecni.i los ou aulor6ados, depois qoe
existe a actual situarlo poltica.
Par* que ningoem possa ser induzido ero erro,
pois que o nosso objedo he expor singelameote a
verdade, afim de que o publico possa apreciar a si-
lo i.;.i-i linanceira em qoe nos acharaos, e fazer ju-
tirja a quein.a merecer, dividiremos a s mima que
deixamos indicada, e que oonsla dos documeutos olli
ctaes coinpelenleinente eiladoi, pela maueira se-
guinte :
Emprestimos ell'ecluados on contra-
a l is al ao presente, conforme os
documeulos publicados depoil de
1 d* junho de 1856.....3,087:3929563
Emprestimos que, depois daquel'a
data, o governo foi aulorisado le-
galmenlea elleduar al ao lirado
actual anno econmico .... 2,710:6939750
Augmento p'ovavel na divida lluc-
luanle neste anno......800:0005000
brnpresmos que depois da mesma
epoclia, foi o governo aulorisado a
levantar, e que 1.3o de elleclonr-se
nos annos (agolle* ...... 4,6,1:5316250
O que ludo junio ascend a perto de 12 mil con-
los em dinheiro, que a lluac.lo actual j.i decrelou de
emprestimos, para evilar que a regeneradlo levau-
UtsM pouco mais de cinco mil .' Oue juizo far a
historia acerca daquelles huiiens que escalaran] as
alturas, do puder declarando que o empresluno era
ilesneceisario, como o Sr. Avila na sesiao da cmara
d01 depuladns de 26 de maiu da 1856, a o Sr. Garlos
Benlo na ses-ilo de 19 do mesmo mez e anuo e na
mesma cmara, e d3o agora esle le-lemuuliu de in-
coherencia, de conlr.idircao e de ausencia de prin-
cipios lixos e definidos '.'
E he islo svslema representativo, ondeos limiten-
e os partidos pugnan) pelas suas idea* e procurara o
s*u Ir urapho .'
Como be doloroso |par* aquelles qoe prezam os
bons principios, e que imam o seu paiz. esl* espec-
laculo depluravel em qoe o rgimen conslilucional
s* dessulorisa, e em qu o Tuluro lio seria e grave-
mente se r.'iiM lomille !
No lempo em que a regenerar3o era governo, com-
bata a oppu--irao nao smente contra os empresli-
presli
i fre,
I fUli-
li til.
1*319:137-5617
Nio abrangendo a despeza extraordinaria, compil-
ada em 105:723-511, nema nurii-nu dai notas
do Banco de Lisboa, em 108 conlos.
Abalehdo ou deduzindi ag ira daquella onima o
qo* sao de'pezas chamadis diversas sin tolos os mi-
nisterios. Ao do reino a da in.trocrao publica calcu-
lada em pooco miis tle 500 conlos no total ; i da
sauda publica era 20 conlos prximamente ; a ddv
subsidios s municipalidades em 126 conlos, lambem
prximamente ; o soccorros a estabelecimeuljs de
beneficencia importando em 1:10 conlos.
.No ministerio da Justina a de sulenlo de presos or-
eada em 32 Conlos.
No minislerio da guerra a que compreliende os
Corpus das diversas armas oreada em 1,045 coolo ;
a dos eslabelecimenlos de Inslrurran em perlo de 7ti
conlos : a dos corpos sedentarios n'uns 100 conlos.
No minislerio da marinha a do armamento nival
oreada era 396 cont prximamente.
No ministerio das obras publicas,
as verbas para estradas 600 conlos
De eaminhos Je ferro.....,|t)
Do lelegraphos elctricos. .(>
De diversas obras......211
De ir b ili..-. geodsica. 5:1
De eslabelecimenlos de instrucc,ao 71 ,.
De pinhaes e malas.....(j
Do correio........,-,j
Vem ludo islo a importar em ajoba, e aproxima-
damente em uns 5,150 conlot que, comparado ao
tolal la despeza votada, mais de 13,300 conlos, ve-m
a dilTerenca a ser de uns 8,1.50 conlos, consumidos
pelo fuoccionali9mo.
Assiin nao ha possivel dar pasio na reslaoracao do
paiz, nem o lervico pode ir des idamente retribuido
ipezar do muilo em que impuila, por ter de ser re-
partido por moitos, o que devrra ser por poocos.
lie a esla luz que devera ser visto o orcamenlo do
estado, que em si da urna cloquenla demonstrarlo
da mi. applic*5ao doi nesso meios financeiros He
a elerna questao que se d em Iodo os eslabeleci-
menloi desle piiz dependen!* do governo; a m3o de
obra cuitando mais du qu* a materia prima !
Gastam-ie oilo mil cont para fiscalisar a appli-
cac3o de cinco mil em utilidade do p*ll. Islo n(o ca-
rece de cornmeutos.
[Itei e Ordem.)
PORTUGAL.
Lisboa.
O estado da fazen la publica he vardadeiramen-
le assuslador, e o governo compromelte-o cada vez
mais. i.
Ja' n3o somos s nos os lerroris.a*, os ttricos, o-
agoureirosu qu o di/eraos ; j,' nao he u planeta
excntrico Jo plaoisph>riu jornalislieea que se en-
tristece, assumbrado pelas nuveus c.iriegadas do de-
licil ; lie a Revolorao que o oiz, he o argto maii
liga do prngressisino.i, di-linrlo propugnador
A furm porque as facres julgam administrar eil*
paiz levare nos ao abvsmo ; diziamos nos em om
prximo numero alrazado ; e nada prova mais islo
do qoe os arti-os que a riR.evuluc.ao de Selembro
lem publicado debaixo da epi^rapheA Situarlo.
E na verdade, o paiz coulieceu qua esla marrha
progreisiva em escala ascendente de emprestimos o
leva irrrmediavelmente a pordiyio, mas as facrOes
que lera comeguido instiloir-se eraSituarlos"er-
vem se da inteligencia do paiz para se guerrearem
enlre si, e laneada que seja a m.1o ao poder, eorrem
pelo mesmo terreno que n3o combatan! por zalo mas
por inveja.
O paiz pela bocea de mais de 50 000 signatarios
manifeitou-sr contra aSituarloqu* sobre o em-
prestimos existentes propunha o contratar se mais
5,100 conlos de emprestimos e orna emiss3o de
tlezeseis mil conlos de divi la fundada, mas escarne-
cido pela nova faeco que explorou e se aproveitou
da sua inii'ileslac.'io te era inenus de um auno qoe
os membros do novo ministerio praticam o raesmo
que, reunidos rom a voz do paiz, Ihe servio para se
mo--, porm da misma sorle, se uo com msi
contra novas eraiises da titulo da divid
dada.
E cum quanlo a emisso de bonds ou in- ripres
deva oslar em prnp-irr.iu com a quanlia que lobre
elles se pretende levantar, nao devendo somraar-se
urna com oolra cousa, nao ha duvida qoe he indis
pensavel apreciar a sua importancia, a que urna lar-
ga einissSo, superior s facilidades du thesouio, of-
fende o credilu publico.
A regenerado pedia que aa emiliissem novos
bonds na importancia de 16 mil conlos ; a opposl-
53o Irovejno ; a somma pareca exorbitante, e aler-
rava os mais eulezes; empregaram se todo o meios
para poupar au paiz a calamidade de 1,1o atrevido
acerescimo de despeza.
O governo reliroo-se do negocio, a oppu.-rao su-
bi au podar, e, ao cabo de pouco mezes, a somma
de insciipcSes, coja etniis3u foi aulnrisada por lei,
subi espantosamente alm da que anteriormente se
pedir e se negara I
Demonstremos esle fado imprtanla da historia
contempornea.
Tilulos de divida fundada, emdidos
para negociar o emprestimo aulo-
risado por decrelo de 25 de no-
vemhro de 1856 .......
Para garanta do empre-t>mo apro-
vado por decreto de 18 de agoslo
ollimo .........
Para eraillir conlorme o disposlona
carta de lei de 30 de jonho de
1857, pelo menos, suppondo qne
a tiperar.lo ic elleclua a seis por
cenlo..........
Para pagamento das aece do ca-
rainho de ferro deleite, peiten-
cenle a parlicularei. conforme a
juma do credilo publico declara
em sua consulla de 2! de agoslu
lido..........
A emillir durante esle anno econ-
mico, ilem das sommas antece-
dentes, conforme a carta de lei de
i de jonho, e decrelo da 28 de a-
gosto do frrenle anno ....
Nos lies anuos sobseqpenle*, em
conformidad* com a ja citada lei
de 1 de junho, e contrito appro-
vado por decreto de 23 de agoslo,
depois de dedozdo o encontr da
parle correspondente da* 550 mil
libra, ludo nos termos do mesmo
coutralo .........
que se hio de negociar ai inserpc,5ei, ou por qual-
quer sorle levantar dinheiro sobre ellas, ao preco do
mercado, com meio por ceulo de joro para mais.
Desla sorle he possivel a he raesmojialural, que
na preaenca de 13o fortes emisses, a importancia
do ttulos que < lia > de crear para aquelle fin, xja
largamente superior que deixamo* indicad*.
Cumpre notar igualmente que estes erro* in*v-
laveis, que proceder da falla da publicarlo do do-
cumentos, e que aio lodos tendentes a figurar encar-
gos muilo inferiores aos que realmente existera, ac-
tuam principalmente no presente anno econmico,
que por isso fu da ler, nos ltimos mezes da ua du-
rjeii, de urna gerencia muilo mais dillkil anda do
qoe dcstes calculo e deprehend*.
Tal he a situadlo linanceira, e ninguem dir' qua
seja isenta de pangos, nem fcil de dirigir, anda
ptlos mais expenmenlados e entendido. Em lio
pouco lempo ninguem faz man.
Os vestigios tiesta poca da delirio hao de ficar iu-
deleves na memoria do paiz, e pur largos anno te-
rso recordado com terror. O equilibrio financeiro
levou um golpe de que larde podera' curar-se, e o*
50 mil peticionarios hao de amargar o reiultadoido
seu procadimento, os quaes todava nao i3o anda
lacis de prever.
Um dficit assuslador, como ha muilo* anuos nao
(emos; uto* divida flucluanle capaz de inspirar se-
rio recelos ao Ihesouro ; os recurso* lodos esgolado;
as receilas antecpadaa em parte ; 20 mil conlos de
incriprdes autorisadas para obler empr*timo,'oo
pagar despeza; o imposto da* estradas exhausto ; a
lodo islo actuando conjonclamente, depois de s* ler
deivairado a opiniao publica, e di lerem o proprio*
ministros declarado ao paiz que os Iribolo sao de*-
necessarios, e que a lodo se pule occorrer eom a*
aconomias e com a mppressSo do contrabando, ba
negocio mais grave do que se augura a' primeira vis-
la, o merece a allenc3o dos poderes pblicos e da
imprensa.
Parece iocrivel qae algons liomam da situac,o,
qoe lo dolado* de indiligencia a visla clara, pos-
>am dormir Iranqoillamenle a' sombra das pesada*
nuvens, que ae accomulam sobre o boriioole e ao
clar.io pavoroso do fuzil, qoe rasga a atmosphera, e
denuncia a tempeslade!
(-.Voruo.)
3,756:000-000
1,500:0O0jO0O
1,600:0009000
1,865:700.-000
2,827:0875500
CORRESPONDENCIA DA INDEPENDENCIA
BELGA.
S3o Pelersburgo 1:1 de agoslo.
S.ililmln paitado 27 da julho 8) de agoslo, o pa-
lacio assiin como a cidade d Pelerhou", foi entre-
gue aus porta-estandarte da guarda, acampados aa
M/inli.iiira da habitar,! i imperial, aoi quse o sube-
rano, que os ama particularmente, linha abandna-
lo nesse da, em honra do anniversario do naici-
mento da imperatriz e ta feil* do graa duque Nico-
lao, a guarda da tua reii lencia a da cidade, que lem
o sau nome.
Era bello var-se aisa mocidade imberbe occopar
senameole o lugar dos soldados veteranos, a faz*r
resoar estrundasamenta suas innocentes armas de
exercicio sobro as lages dos corpo de guarda. Vi-
,m_se. Ia,nuem os jovens cadele montarem a sua
primeira gaarda na porta mesmo do palacio.. Eram
ns libios iio imperador qoe desle modo queriain pres-
lar homeuagem a fe*la de soa m,li a de seu lio ; el-
le iiiinej ivam com urna grara prrfeila e urna gra-
vidade encantadora mas pequeas espingarda*.
IIaove no mesmo da cortejo e beija-mao,foi o
li -ij.i-m.l da ii-iperalriz viuvadepois' msica uu
vastu j irtim, paiseo lhimnac3o etc. V
S3o I'elenburgu lambem applaudio a festn. Urna
orcheslra militar fez ouvir seus iiiatrumenlos debai-
xo das Mas do jardiin do Eslo, cujos pasieadores
se hatiam recrotado, naquella occasiao, denlre a
mull l.i.i dos de-dit- sos, desheidados dos encante
da lnbilai;3o campestre ; o qoe proJuzio urna exhi-
birlo de trage excessivamenle curiiO. Alem dii-
lo, sob a influencia de um lempo espleudidu, os
barcoi a vapor tinham rigorosamente transportod a
melote di popularlo de S3o Peleraburgo para Pe-
lerhulf e parle da oatra metale para as ilhaa ; o rei-
lanl* se reuna, corri acabo da dizer, lias tonil riai
aleas do jardi 3 do Eslo.
Logo que chegou o imperador, observou-ie que
esle principe pareca -aii-l.it-> de toa viagem.
Com effailn, segando o dizer dos que podem apro-
ximar-so delle, o czar achoo por loi* a parte o*
soberanos, que viztoo, na mais parfeila harmona
de pensamenlos e principio com us seus ; por esta
raz3o a noticia das complicarles, sobicvindas rela-
tivamente os principado!, nao abalan ninguom.
De om lado,as excelleutes prela^ao'de amizade po-
lilica, que exislem entre o governo rutio e o da
Franca, e de oulro l*do, a euuv i.-riu qne ha de que
este ollimo sabern mauter e exigir em caso de ne-
cessidade a execucao do tratado de Pari em lodo o
seu Iheor, renama plenamente os espirilo.'
I-tira das regiss publica-, a opiniao parece en-
cantada de orna cireumiiocia, que colluca a Fran-
ca em oppoiirao eom i Inglaterra e a Auilria, bo-
breludo com a Austria.
N3o se deve e-quecer o olio profundo, que nutre
aqu a nacSo contra esta ullima polencia. Crujo
poder allirraar sem receio de enganar-me, que o
sentimenlo he unnime a este respeilo.
Pouco da depois da sua volt, o imparador foi
vizilar o campo de Krasnoe S-l... Meia varmellia),
oude se acha a rprjior parle, ou antes quasi loda a sua
8,483:0629500
20,026:4505000
Fica evidente que miis de 20 mil
cunto tle inscripres, oo bonds,
foram aulorisado depoil de 4 de
junho de 1856 em diante, e esta
somma divide-se pela forma le-
guinte, em relacao ao lempo em
qua ha de eOectoar-se a emi-sjo,
ou era qoe ja se verlicou.
Tilulos de divida fundada etTecliva-
mente emiltid. s depois que a re-
generir.io deixou o poder 4,250:0005000
Emiss.lo ) cmiirat.ii] i at ao fim do
actual anno econmico.....2,565:7005000
Emisso Bulonsada al ao fim do
correle auno ecoiibiniro, porm
anda n3o contraa la definiliva-
--".....: 3,627:6875")' I
.-.mi,i i aolonsada ja' legalmenle, e
que sr ha da verificar nos tres au-
no immediato.......9,283:062-,.ii
O qoe ludo monta a' mesma somim de20,02G iO,
como luili.a..... assvgurado.
llovera i-, potciii, a Iveilir o publico d- qoe estes
resultados, que apreseutamos, lano em diuheiru,
exage-
dos Kgrande commellimenlos fomenli-la-u, que ae- l,ei" cullucar uo lugar dos uulios.
n.iMa. der,? mc r 7 ,'.! <-.la o-. signa.arios, nflo h. a voz de om punhado de ambi- i como era inscipc,'., u honda ...ao ambos
tSS^TLSSTlSS^. "s""a -/o aa- c....s, qce della. ae serviram para afaslar o pal. radot pan men;, pelas aaRoinl*. cus...
aullador da l.zenda publica, que miuislros ineptos udo admillir seiiSu o aeu ade los
aggravam, sem duvida.
Coofessar neslas circumslancia. os paisados erro
eom o proposito lirme de conjurar o pernio da causa
publica, ha niiii acrao meritoria, e atiesta o civ sino
e inlelligencia de quem, para servir o seu paiz, pos-
na HscalisaCaio 1-' Porque a verba de 0t2:85"5, que ajunlado
das cousas publicas, e pur isso esse protesto existe credilo publico ni-r.ciona etn sua ronsolla de 21 de
boje i.io enrgico contra o -> -lema de emprestimos de ; ago.lo, nao poda compreliender lodo* o encargo, do
' camin* de farro de lale, pois que as accoes possa-
.11* do Brasil, as de Lisboa e as dos empreiteirus, ex-
1857 como contra o sv-lema de emprestimos de 1S56.
Os Srs. Avila e Carlos lenlo proteslavam conlra
ni um emprestimo tle 5,400 conloa, e e.lo elles
effectuam enipresliraos pira mais de 11,665 conlos
.Ne-le cnnlmuadu de-peiilia-leiro (emos andado
desde 1833.
pa anligos pr.conceitos e vera nobremenle defm- j me.mos qoe locoque,.ubslitein osqueo'spropunham
le um a nume causa, a da verdade. II* assim, pelo
menos, que avallamos a inlenr;fjes do repeilavel
colleg, a qoem minio desajinos ler por companhei-
ro e cimpeao das reformas e economas, iodiipenia-
veis para malar o delicil, qo* com raz3o o assu.la.
S* todos os amigos da patria nao unirem seus ee-
forros para fazer parar a roda de desatinos e desper-
dicios governalivos que eslao na moda; se nSo I al
larmos todos o orgSos da imprensa a llttgoaaam da
verdade, pognando com franqueza e leal la le peJ
joiliea, pela moralidade, pela fiel execu(3o das le- rao que em tal marasmo oui vai envolver para o l'u-
e da Carla ; se nao lizermos por dissipar a funesta I turo, mas fuluro prximo, que uem eaminhos de ferro
ct-dem em moilu centenares de coal.s de res urna
(al quanlia.
2.' Porque us calcularnos urna negociara i d*
linu.ls ou inscripres, a 5 por cenlo no emprestimo
pira i marinha, einquautu que a carta de lei, qu*
.\rr,--renle-'e a islo o subsidiu de lanos mil con- aatorita o dilo empreslimo, he por lal sorle indefini-
tos para os eaminhoa tle ferro, quando comecar, e
emillir.a* as inscripres para elle, e veja-se onde
iremos dar com esle progresso !
Para qne nao hoja quera nos lache da exagerados,
sera do artigo publcalo pela "Revolurai da Selem-
bro. que Iranscrevamos o (elrico quadro desla situa-
da as suas di*posir,es, que pcrmille a cmi-s3o de
urna somma de ttulos cuiisideravclineutc superior
qte deixamus calculada.
V l'oique ii.ii sttppozemos todas tj despeza le-
gaes .los camiulipg de ferro de lala c do norle, ta-
lilfeilai era tinilos ao preco d* 50 por cenlo, em-
quanlo que o anuo 5 da carta de lei de i de junho
de 1857 nao fita limites, e apeun refere o valor por-
MUTILADO
ILEGIVEL
guarda, Acibava de pinar em revista alguns r-
gimeni'ji, quando bruscamente fez dar o nenal da
alarma.
No mesmo instante, de todo, os ponto do acam-
pamento, as tropas, deixando a barraca!, pozeram-
e em movimenlo e avancaram ; esla em marche-
march-, aquellas largando os cavallos a galope, Ira-
zendo lodo os clan Jarles deseorolados. O quadro
era vivo e pi.uresco.
Depois leve lugar oolra reviila e falla-te de gran-
de manobra*, mu brevemente.
V-se po que o imperador nao lem esqoecido
sua brilhaiilc a valenle gusrd. Durante a su* pri-
meira lilla houve espectculo em Krasnoe Selo, que
lem seo Ihealro. Madama Bovdanoff.Syphide mos-
covita, cujo talento Par* recoheceu, dan.ou dian-
le- ra oHereeer a artista dextra um bracelete de diaman-
ta no valor de i a 6 mil franco. He urna remi-
niscencia da epoc doi amigos fidalgos russot. coja
admirarlo pela arle pelo tlenlo, se exprima sem-
pre por urna chova de pedral precioia*. Somente
o3o e rolisavam : '
O dia da entrada solemne em Sao l'eler-bnrg> da
princeza Cecilia da Badn, a aogusla e bella noiva
do graa duque Miguel, deve ser oitieialmente an-
noncia lo repelidas veze. Tera' lugar 15-27 des-
le mez, e no dia seguinte o casamenlo sera' celebra-
do na ig eji do palacio do Invento, como creio ja
Ihe ter dito i.iuanio as Testas qoe bao de legoir-se,
eiilo celebradas em Peterhoff, donde alguns ehcoa
s*m duvida uo; serao Irazidoi por ama brisa l'avu
rivel.
Permilla-me agora Vmc. qae por momanlos me
oceupe de iiiiuln ullima caria, n.i.i para faz*r relle-
xOes, ma. pira confirmar mudo, ponlos della. O
commercio^desta cidade espera lodos os di** a pn-
blicacao do ukas, que deve declarar a reducto do
juro paso pelo lianco do commercio. Nctla expec-
liva he natural que a significaran da medida iej*
sabmellida a discussao, e como sempre neslas espe-
cies de cso., a. opinin tstao dividida*. O Banco
Tu* f,z pooca operare de descont, por cauta da
formalidades, a qoe submelte, licaii* no entender da
uns, embarazado eom o* eapitaes que Ihe lio confia-
dot ; nutms aflirmam que esla medid, alem do lim
manileslu tle lorcar o. capilae. a eropregarem-ie nat
emprezas induslriaes, teria ootro objecto, o de pre-
parar c:udic9es favoraveis a om emprestimo prxi-
mo.
Sao opuiOe particulares e pertencenle* ao com-
mercio ; mas ha lambem certo, que n.lo ha um pe-
queo rendeiro, que Di* deixe sen modeilo capital
nos eslabelecimenlos du deposilo, nao obslanle a re-
ducan do joro.
Depois da caria, a que acabo de fazer allusao, Uve
uc-asiao de convenir cum peieoas competentemente
hablilla la nesta materia,e a par des habito* dos Ru-
sos, que vivera na aba-I,inra, a n3o s achei em
seus iliscur.ut a confirmac do que Ihe tenho dito,
ma* oblive tarabem o conhencimenlo de fados real-
menl* curiosos a dignos de serem citados, lie assim
que, pur exemplo, a eonauca nos eslabelecimenlos
le adininistrar.ac de rentas do governo he tal era
certa* classe, que desde os boatos relativo. *bo-
lirSo da esrravil3o, alguns proprielario* do inlerior
lera hypolhecado su Ierras ao Hinco t empresli-
mo, para entregar oulra vez ao banco do commercio
as sommas, que acabavam de recebar ; i.lo he, r-
solveram-se voluntariamente a pagar 5 por cento de
joros para receber l, e ainda com a perspectiva da
reducrao a 3 por cenlo.
Era suma, lodos a devinham a caosi quo deler-
rainou anta* eslranha eperares; he o receio de qoe
a emanciparlo do ramponeze n3o venha compro-
meller o valor da proprie ada, eventualidad* em
visla da qual lodos querem prover-s de um c*pilal
liquido e 'olidarrenie empregado. Esl* geni* cer-
laraente e.lara' pouro diapoeta a prororar ai aventu-
ras iiido.lriaa. Sol esla relarlo, como em oulras
moilas, a e,l,icario do etpinlostesla' por faz*t-se na
Kussia, a isso eiige lempo.


K

Ja tenlm dito a Vmc que qui muila costa aqui
lem sido feila fle un vwle cinco anuos paca c' ;
m.i- para aquello que nao pode julgar por compara-
cao, ludo parece eslai anda por -ier-ie. 'Cumludo
DIARIO DE FERNAMBDCO SEXTA FEIRA 0 DE NOVEMBRO DR 1S&7
a obrn e.la' eomec;ada P'oi'guira
I i i.i. conhecem as inieucoii do imperador, tllit
nn engaitarlo a ningtiero.
Duendu-lhe finalmente qoe assnmmidadet adrai-
ioslraliva e s da fmanra iiuliam lido convidadas
para a inauiurac.So. do cdininlio de ferro de Ptler-
hofl, devo arresceular que a imprensn runa niVu
liaMi querida, e que um di. seu. principa
representantes fignrav na frente di Hila ; todava
elle nao foi a ceremonia. Pensaran) qoe viril para
jamar ; foram pira a mtir, a elle nao appsr.ceu i.io
pooco.
fui Rrande a admiradlo dot principis mimbro.
da casa Stieglilzedo proprio Sr. Stieglits. Fot om
vacuo real, por que o e.pmtuoso publicista por sua
eiprmao franca e animada, por suas palavraa mnr-
dazes e acus bellos repentes, anima singularmente
atlas torlea de reunies.
No da srgelnle elle receban as tnais amavel cen-
aura pela sua ausencia.
Mas ea oto poda ir a urna lata, para a qoal nao
(inha aido couvidado, re.pondeu o escriplor.
Dcinuoilrarini-llie que se Ihe linha dirigido om
aonvile.
Demais, ob'ervoo o eiperlo jornalisla, faitndo
urna dupla allu.ao chtia de lina malicia, o mal nao
ha grande; cortamente se o livesse comparecido
an votas jaiitar, e oipratos ahi abuadaitein.niogoem
com effrito se leria iprrrebido de nada.
Eh aqui ama trivialidadc, nas por ella se pode ver
o espirito doi inllgos hbitos do paiz, em lugar das
apparencias.
Neitei unimos diss, grupos de leilores se linha ac-
cumnlado em todas as esquinas dianla de uio earlai
de algo maidinhns grosseira mele pregado na para-
de, porque aqui nao se afilia editaes senao em mai
poucas uccailOes, a nunca a calla, por que o adilal
permanente estragarla o reboco das paredes. Ora, o
cartaz em questao eontinha da manelra mais sapres-
sa e tob pena de mulla e pri'So, a prohibirn de fu-
mar as ras da cidade a na curadas qua vo lir as
ilhas.
Era ama prohibiera rinovadn.
Ueste modo nao se fuma as ras de S. Pet.rtbur-
-'>. aaai pelo contrario fuma-ie prodigio.amonta nal
catas e eiceptuando-se ligaos taloes da alta socieda-
de. em qoalquer oulra parte lie petmtuido crer-se
que se esta' ero om bolequim ; tanlo peior para
Vmc., te o fumo do charuto penetrar bsi gargantas
e o auffoear.
He para obedecer ao mismo principio, que lodas
as maullas o advornik de esda casa varre cuidado-
samente a calcada e a ra, lendo e cuidado de levar
para o quintal a lama e as mundicias. Pur liso sao
lltnpaa e agradaveis a vista, aa roas dttla cid.t le, on-
de uenhum cartaz mancha as paredes, neuhcnu no-
doa se v na raleada.
Mu aeonlecera' o mesmo no Interior dn casas'.'
Tojos nos respoudirao, que uinguein presta illiu-
rAo a islo.
Islo anda he urna nioharia, e ea nflo leria fallido
nella, se por ventara nao serviste para oprimir al-
gn couta man seiia.
Domingo panado, ea segua o cita ingler. na di-
rerrflo da ponle Nicolao ; cheguel a tm logar e tive
dlQlculdade em romper por entre a mullidao, que se
agglomerava em ondas espessas nos ilous lados di
ponte.
A nialliiia-i vinha de Wanll Otlroff. Transpoz i
ponle a centinuei a dcscer o rio pela margena op-
posla.
A mullidao parida ogmmlar a medida que eo
me adiintava. Era de larde, e en eipliquei tss if-
fluenria pels chegidi dos pyrotcaphos de Cromladl
fi de PelerhofT. Deitei logo elraz de mim o de.ern-
hsreadooro deises vapores, e a procisslo popular se
desenvolva tempre mais compacla na longa linha de
ces.
Comecei eniao a eximina-l com aliento ; com-
punhi-ie ella daa classes baia a media desla cida-
de : eram negociantes, burguezes, empregados de
rt'^unda ordem, arlislas, toldados, offlelaes, inferio-
res, mugiks,lodos acomptnludoi de soaa mullieres
e de seas liilios de lo las as ida les a ptrlir do berro.
tita he necassario dizer qoe ahi ni havia ente que
Irajava o falo domingueiro. O vestido dat mullieres
era curioso pelo amalgama das falcadas, das modas e
dos feilios.
Alm disto todas as physionomias eslavam anima-
das, e mai de orna prma masculina aecusava urna
falla recente de temperancia, porqae nao tersa lido
preciso ver-ie os acaf outros elisios de loueu e alguna de samovar nacio-
nal, ea-e uleiisilio inhecente a vida moscovita, para
Hdeviuhar-se qae loda cita gente acaba de banque-
lear.
Eu eaminhava sempre, e a proeissao era sempre a
rneima. Tomei entSo a reolur.lo de me dirigir a
urna rapariga, afim de lite perguntar donde viuha
tanta gsnte.
Stnhor, diue-me ella, lioj he dia de Nossa Seuho-
Ti de Smolensk...
Esla reaaotla eiplicno-me ludo. Essa procjtsao
iolinita vinha do grande cemilcrio da cidade, situa-
do na exlremidade occidental de Wassili*tco(1, e
fundado sol> a Invocado de Santa Macla de Smo-
lensk, qoe lhe den o mime.
O povo rusto lem a religiao da morir, o para elle
a morte nao lem nada de aterrador; mollas vezes
em presenta della pratica todos os tclus da vida ; hs
por isio qoe elle lermina lodos os fuueraet com uin
teslim.
No dia da fela de Smolensk, o povo corre em mol
lidao para esse vasto campo de repoaio, que elle en-,
che logo de movimenlo. Alli nao se contena de cu
rnar de flores novas os tmulos dos emlgos e dos eo-
uhecidos ; as familias asienta m-ie no toaemore fo-
nerio a sombra dai lacrimosas betolas e dos luctoo-
> as ahilos, e tirando as provisOes dot cestos, acen-
lendo as samovar", curneram os festina morlaanos,
qoe nao lardam a ser alegres.a eslripilosos ; ellas
celebrsm a memoria dot defunlos e coslumam-ie
aem roeUucolis a idea da morte e nao te rellram te-
nao o mais tarde possivel.
Aislsli mus de urna vez a eilat fetlas morlaariat,
o pono assrgorar-vos, que nada lem de tristes ; ha
mullos toncados bnlhiutes, maltas physionoroiat cu-
riosas e animaaas ; converaa-te, rm-ie, canta-se e
qaasi qoe se dsnea. A alegra inaoife*ta-ie de lodos
ot lados he a piilosophla de gente, que sabe enca-
rar a morte e festejar sobre um lornulo.
E e proposito a morte aqai nunca se cabr ; o l-
nula, su si fecha no uldmo momento. Se penetrar-
des as abobadas da igrej, que le acha a entrada
deste campo fnebre, e entrantes na ca ella, onde
etilo reunidos os moitot mallo pobres, afim de eum-
prir ora dever pessoal, vi o veris a todos colluca-
dos por ordem de idade e de sexo, espirando com a
face deteoberla, o ollicio divino commora.
Na Earopa occidental qo'ixam-ee milito dos gran-
des calores detU esli. Na Russia, em S. Petersbur-
go ao menos, forsm elle* tardiua, mis nada perdemos
com isso, por quanto sao aiuda prodigiosos.
P. S. Oiieria dizer-lhe lignina cousa da ft-ira de
Nyni-Novgorod, mas nada se sabe anda senao qne
Imuve ama qaanlidadt enorme de mercaduras, e as
que estavam accumoladas nos armazeni da altande-
ii, nao poderam ser Iransportadas tudas ptra alli.
So" e poilrra conhecer o resallado desla Importaole
fera no lim do mez.
'Jniepeniance Uega.'i
TEMOR.
CURHESrOtvDENCiA DO DIARIO DE PER-
NAMBL'CO.
RIO GRANDE DO NORTE.
Natal, 31 de outubro.
V a caria que lhe dirig, occopando is paginas
de seu conceituado Diario, e te de algum modo te-
ve ella a feheidade da agradar ao publico sensato
detta provincia, nao deixuu todava de ferir as sus-
ceptibilidades sobre maneira delicadas do doot ami-
gos, a quein alias nao foi mioha inlenraa offender,
narrando um facto real e qoe mo era destituido de
algum inlereise.
No eulanto, como livesie-roe feito enrgj de di-
zer-lhe sempre a verdade, aem reprodnzir aqoi o
que se lem dado na obra da casa da punte da Rica,
objecto que produzio o desconlenlamento dos ami-
gos de qua fallei, too ohrigado anda a eommonirar
t Vmc. qoe conliuoa a repriienlar-ie a meima far-
'.a, que nada he inait do que a fbula do vellio Eto-
po ex totora medicas.
No da !) do correle locou netle porto o u Para-
ca' s trooxe-not o chefe de polica nomeado para
esta provincia, que ja era esperado.
Depoit de algamas diligencias mallogradas, veio
entregar-te a pri8o, nao sei porqae milagre, o cri-
minoso Antonio Om;i, sobre quein pesara graves ini-
pulai.Oes.
Itlo paiece-me que traz agua no bco ; quein sa-
be te nao he algoma mao occulla que htenla ero
lempo opportuno por lemelhante hoiuem a salvo da
aejao da jatlic;a, c-.-i.laudo para isso com a clemenoia
du jury '.'
O Dr. Caatello liranco, joz ded reito iulerno iles-
(j comarca foi para o termo de Tauros abiir o tri-
bunal do jury, qae ha tres auooi que te nao rene
alli.
Em dias desle mez, no municipio de S. Jos, pre-
cpilou-se dentro de urna tacha de cerlo engeiiho,
um menino qoe itnrnediatamenle tuccamhio qaei-
niado. tro faci deita ordem deve merecer serias
allenr, dos senhures de engenho, ifim de qae evi-
lem que se elle ceproduzs.
Algans proprietsrios no municipio de Eslremoz
eslao drsmlellinenciadoi por cao-a de Irabalhadoces,
cuja falta lem luito subir o salario a om dinheiro
enorme, liranio alRuns encenhos em estado de ptr-
ilerem a tafra por 1,1 motivo.
A pr de semelhsule falla, conlinua o clamor da
cicassz e caresta dos vveres, e a penuria dos trucos
das muelas ruiudas.
Por esta vez liedla mala lenlio qae dizer lhe, por-
que chr.inica desle ltimos dias nao ollerece mais
lo que venhu de cuininunicai-lhe.
Nao llene. Vmc. de fazer publicar quanto ante; a
presente mis-iva, viste qae nao Um esta provincia
remedio lenao ir inanifeslar-se por meio de seu e
de oulros jurnaee, pois o nico que entre nos existe
uem tempre apparece regales leal, nao sei ae por
culpa da redari;ao ou da typographta,' embora pro-
mella aalir urna vez por lituana, e nao teja isso um
grande peiu.
late.
com visla ao promotor que lemhrou ao Sr. juiz o dis-
poslo na le u. 582 de de jullio de I8j().
PAGINA AVULSA.
B3DU1 ISIi 8
/eilamac).Reclamara os moradores 'a fre- a sulidelegaria cu
Kin-zia do Pojo da I',,-1 a a lilm. cmara manici- ]
pal para qae quanto antes teja lumlado um cemileno
publico naquelle lur, ilim de evitar os inconveni-
entes que se experimenta com a falla rteala inititui-
jo, mearoo para avilar que os cadveres fiquem in-
tepulloi, como not coima luccedera ha dial a um,
que io rmiiio depon de 2 horas he que foi sepulta-
do no lagar denominado Umbauba, aillo por o ha-
ver feito o Inspector Wanderley.
O mil u du turada de Joao Fernanda^! iei-
''"Somos inforoaadot ds que na estrada de Julo
Femiudct Vielri existe um tuliau que faz tremara
eenle tmente coro o seu olhar.e se por ventura sshe
com a tua companheira, nincucm lhe poda passar
por junto, que nao teja obsequiado com bont insallot
e il emparrad para o meio da ra ; anda mais
tomut infarmados de mu boas caiisinhas que se diz
dease solan,e que meiecem loda a atlenraoda polica.
Nem ludo quanto te diz devemos crer, mas em lodo
csso irnnielha a prudencia que nlo te despreze qual
qaer avit >, pmque cJin lies rouitat vezet ts lem co-
lindo os melhores resollados.
Urna ducida. San eerlo que um soldado do
corpo de polica, ennhecido por Cvo (tira ch-
bala 'o pnr om ingenio commandante do destaca-
mento da Capunga ? Sera tambera eerlo qae ssse
mesmo sargento depois de haver pralicado tais vio-
lencias, uera urna parle delle ao respectivo commu-
daute, e por motivo da qual suflrera armas de easli-
Sera, alada m-is, cerlo qae o mesmo comman-
(I eil dase depois o secuitite :
N,lo leudo o Sr. juiz proressaiile rlussilcado o cr-
me. como presrreve o art. t|f do cod. do prnoess
Criminal, em reffrenc ia >o derret de |.| de oolubro
de 1834, Cuino se si ''a senlema a II. E nao sen tu
12-2 Antonio.loaiiuim, :0 aunos, fardo, ca-
sado.
123 Mara Joaquina, !j annos, parda, ca-
saila.
I2 Manocl Joaquim, |2 anuos, pardo, sol-
teiro
vosso amor proprio de artista que, a fallar a venia- tua illettcllo urna tita.ci. qae Bao p. de dei,, d.
ne, mimo lem que ensuberbrrer-ie com untroa pa- ; exerc.r urna viva e permaimie inlloMicia tobre
lito mais importantes do que esse a que me lado econmico da- nacl
reflro; poique realmente quern desenipenha lo bern
como vos o papel de Gaotier e outros icuaimrnte
elevados achara ahi tuflieiente compensacHu aos Iru-
pecos que pona ter com entro
g
denle lendo scieocia de que aquella sargento dera
ama parle falsa, mandara recolhe loao qoailel para
rebaixa-lo do poslo'.' E ser is>o sameule bislanle
para que o sargento fique castigado '.' Cremos que
nao, e lemot cetez^aqui o ten digno commandanle
acoslumado a fazer jUtii;. aos teas subditos nSo dei-
xar ds proceder a vesloria no offendido, para pro-
ceder o eonselho contra o offentor.
tosa de Sosia Senhora da Conciicao da Con-
gregario. liorna maior rompa e tolemnidade ss
prepara a fesia du Nona Sinhora da Conreicao da
corrida.
Advertencia. Adverte-se a culo caixeiro da
rn do (Jjuetmado que qaandn qaizer detlar fura a
ua agaa soja, qoe prirniirameole observera te pal-
ia alguem.
Theatro de Santa Isabel. O drama Rerlha a
Merca lora de Flandret, lacado pela 1." vez a ccena
no theatro de Santa Isabel na noite do dia i du cor-
rente eileie mu bem de'empeiihado e he digno de
aprero pelo seu enredo. Dislinguiram-se entre lodoi
o Sr. (lermaun oo pipel de Carlos II. D. .lamina Ja-
nuaiia no de Herida, D. Manoella uu de Lucs,Ray-
inumln e Pinto nos que lhe diiserain repeiln. Tare-
mos occasiio anda de aprecia los na notle o dia 7,
e entilo seremos mais minuetosot.
De Pesqoeira, em data de 29 de oulul.ro olli-
rao eserevem-nos o tegointe :
Comqaanto nao me tenha disposlo a ter nollcia-
dor dstli vMa, e deste termo, com todo dala ve,
quero drigir-me a Vmc*., dando-lhes doas noticias,
ou te bem dtgo.pediodo pan publicar duat necessida-
des, que mu lo nos aflligera insta freguezia, ilein da
lercivel secca e eacettia dot gneros.
a A primeira he a mce-siJade de (reos mado<,
a ponto de que quem lem, por esemplo, urna nota de
109, deixa de comprar, na fera, o sortimento para a
tamaa, porque abaolutamenle ninguero troca, lano
pelo sciiroa que ha das|notaido l m- como porque
quem lem um palacao s o d com 100 oo 200 rs. d*
interine. Alm disto, lem chgado o desespero a
ponto tal, que o matulo que traz a' frira cnilho, fel-
fa* ou rapadura, dit : s vendo a prala, eu cobre, e
aenao se lhe da' vola. Ora, como viver o pobre po-
vo, os desvalidoi que a nao terem toccorridot,tem de
perecer n fome.
i luir, he para Vmc. pedirem ao govemn para
explicar o modo de (ralarem os rasalot do bicho da
ieda, e o meio de o levar ao mercado, assim como o
seu valor, porqoaoto o Rvd. Jos Rodrigues Valon-
ea esl cuidando com arinco tiesta industria, e j
lendo porcia de caslos, nao sabe qne destino lhe
d, e por Uso alguem que larnbem esla' comediado
vai desanimando.o
Hospital de earidade.Eiistiam no dia do
reme, 27 bomcus e 2."i mullieres tratados pela
earidade, 10 homens e 13 uiullurea que pagam a
casa, e',1 prarasdi corpo de polica. Total 8
doentes.
Helaran dis pesnas que foram sepolladss no eemi-
terio publico no da k de uovembro.
alaria do Rosario Carneiro Machado, branca, vuva,
idade 62 annos ; niflmma^ao de intestinos.
Joanna Isabel de Jesui, parda, sulteira, un anuos ;
phlviica pulmonar.
Leopoldina Mara da Conccic.10, parda, tolteira, 2">
annos ; interetre.
Kilev.au Eiras, preto, Africano, solleiro, 9 aunos ;
apoplexia.
Mathll le, prela, escrava, 30 annos ; lelano.
Rota Mara da Con .eicao, parda, viava, 4S aonot :
apoplexia.
Paulo, preio, Africano, esccavo, il) annos ; hyper-
trophia.
Julio, pardo, forro, 5 dias ; heinorrogia umbel-
lical.
Tolal8.
.fci amanhiia.
ai citadas leu, fazendo-se remesa novamente deile
inesmos autos para conlirmacao de tua sinttica,
coinii he reeommendado pelo art. 289 da reg. n. 12.1
de 31 de Janeiro de 1842. e para que este jui/o pos-
ta ter ronlierimeiilo doa fados comanle! do proces-
so, e pelo quaeite lem de qualificar e conhrcer do
delicio ou delirios em posleiior proc. d ment.
O subdelegado, avista di,la, deu o seguiulc des-
pacho :
Em ronteqoenca do rrspeilavcl despacho do Sr.
Dr. juiz municipal e pelo depnimenlo ilaile-t-
munlias, que drpuzeram nesle summario, tealia avis-
ta do ail. IIG do cod. do proc. c. de condemuar o
reo Joao liarbaiho da Cruz, a prilao e livramenlo,
vmo a resistencia que pral.cou ueste juno, e con-
demno o R as cnla ele.
Iiepois disso disse o juiz municipal :
O esrriv.lo fai;a segunda remessa desle proeeiso
para a subdelegara respectiva, visto como dexou de
ter cumprila a ten(enr;a a fl. refere te a |. inler-
locotoria) de conformidade com a legislado alli ci-
tada, para que te d o devido comprimento, nos ter-
mos das referidas letl, comprindo adverlir que a li
do 2 de jalho di 18)0, regulou a junsdiccau no cri-
me de qae fez mmc,o o art. Ilti do cod. cr.ra..
annos, branca, ca-
129 Mi a da
sarta
I JO Jo-ii l'ereira da Cunlia, 20 anoos, bran-
co. olleiro.
131 Antonio PerPra da Cunlia, 2| anoos,
liranco, solteiro.
132 Francisco l'ereira da Cunlia, 12 annos,
branc.
apropriados ao aeu carcter ; e a vii- particularmen-
te direi que a < loriga eslou de i..Tender-vos que,
te vi'is soiibetseis quein eu sou, n,i. senleriels
jamis o menor resenlimsnlo para rom
O espectador.
. es comnierriaes.
Segundo o documenlu q
e (instituidores de rr.mptnhias pubica qoe rom mpern
- as patease nos eeut empregos. I.(o he u que impela
a eipeeiilacdes irriacadas, ao molo, ao latrocinio r,
Eniao sir o notso lioir.cn um hotel de icicncia ot)
nao '.'
Cumia-nos que se fura entregar a priiS", m villa
do llonito, o juii municipal liarharel Manuel Henn-
que l'. ir (tim, que esl pronunciado em crime de res-
ponsabilidade nos art. 133 S 3." e 14G.
Hasta por boje.
(Carla particular.)
TIIESOL'RARIA PROVINCIAL.
I i(u..uilra..-:io do saldo existente na c.ixa de depsi-
tos, em 31 de outubro de 1857.
Saldo em 30 di setembro
P- panado.....6IO-I02->0<1
Recella de I a 31 do cor. 15siKO
----------------610^52)921
Despeza dem..... llitigiTO
Saldo .... 010:0805351
Caixa especial do calcameulo das ruis desla cidade.
Sildo em 30 de lelentbro
p. paasado..... I:i3(il255
Receila de 1 a 31 do cor. 8:0029700
ispeza dem.....
Saldo ....
Caixa especial das epolices.
Sildo em 30 de setembro
p. paitado. 87:80O.?00O
Receita de 1 a 31 do coc. 0
Despeza dem ....
Saldo ....
Caixa especial dis loteras.
Saldo em 30 de setembro
p. pastado..... U:7(i5;97l
Rscetta dsJ a 31 do cor. M6#4I7
9:138395:)
3: 5:838c953
87:800*000
87:800?ti00
Detpeza dem
15:Gllo:i88
2:80IS500
12:809J88S
Saldo .
Caixa do exercicio de 1857 a 1858.
Saldo em 30 de setembro
p. passado .... 86:57fi."s315
Receila de 1 a 31 do cor. 288:803>ol)G
------------------375.38I?9II
Detpeza idetn .... 101:7805727
_ Saldo.....270 595MK1
Cttxa especial de .-m. i ii-ar;iu do capital e juros dai
epolices que furem emilttdas.
Saldo em 30 de aelrinbro
p. pesiado .... 1:5lMi-H72
Receila de 1 a 31 do cor. 9
---------------- 1:500*872
Despeza dem .... 1:017^770
Saldo.
189>IU2
NECROLOGIO
No dia em que se visita a cidade dos
mortos, be doce fallar dos finados ; e se o
linado lie um liotao de n.irciso qae mur-
cltacu uracioso, Icrido jielo suao, respi-
ia-se com mais anciedade e muis o
mvstetioso aroma que elle ainda exhala.
Sao t lioras da tarde, e o iiouiein cjtte
escreve estas lindas acaba de confundir
as recordaces da sua propria familia o
voo de um anjo que passou, e que elle
poralrruns anuos tivera as maos, paia
llie modelar o coracao ea int llieencia.
nnifvr?fh9*Va>\'J* 11 ., l'omin-os dos Passos Miranda Jm.ior
1 'iiiioniolratieisco Paes de Me o Barre- a,,!,, ,1,. (,n.,___________ j r
to. 31 anuos, branco, casado. ,'i,' ,e lf.* provincia do Cara
2 lirmina Cavalcanii de Albuquerque II. qf lUa(lt de 17 minos. Tinlia aqui com-
llarrelo, 31 annos, branca, casada. I plectado todos os preparptbrios exigidos
Hara Antn Cavalcami Albuquerque M. para a nstrucrao
133 Olympio Pereira da Cnnba, 8 anuos,
branco.
131 Joanna Mara Joaquina, 10 annos, bran-
ca, solteira.
135 Mana J.iaquina da Paz, 18 annos, bran-
ca, solteira.
136 llosa Mara, 60 annos, prcta, viuva.
137 Amonio Bruno de Jess, 32 anuos, par-
do, solteiro.
Urancos...... 3-,
Pardos ....'..' liw
Criouloa .....'".
137
is-*r)tii, reato, o rriappa das exporlac^Oea do ouro
caliioruiann desdi a origen) dai extraerse* :
1818
IS'.I
1830
18.1
1832
18VI
1851
1855
1856
Ma*. ob.ervao rel.torio de onde extrihimoi eslet
alsanimoi, he preciso acrescenlar a elai qnanli.s,
que a ilfaudeaa rei co, e peclrculacmenle os mineiro. que abandonara u
paiz, expedir) ou lev*ram sem declaracao. O'a, ei-
la nilrarjlodo metal precilo alravex as linhas e
conlra lindas da alfaudega americana eqinvalera
em cada auno a um terco pelo menos do valor mani-
festado peranle (s agentes do li 75 uiillies de fr.
150 0
181.3
172.5 )>
225 a
271.8 l
257.2 n
296
250.5 a
a.TkF* q"* ",'*. rePe''o o caso rirlicnlar de Red-
i !J.';C f''J,n"" h" <">"<> juUarao. que era
reor dL 1." f,0r d' P" P>
rigor da le sobre ------- -
o foror da
a i'-berj rleiie criminlo, seria
nrmi?,r. !2 "'b,": ,nrnar "pon.avei o
?"'\.eZl'J.'':'M,'" d0 nl>a d. fe/ro do nor-
eollect.yimenis peloi desfalques
te, in !ii.|ii,i|
ciusidoa.
Se aquello ernpreBido recebesie um oedenado
recalor poda eontinaarcom morabdade, e recebes
te ou 11.10 urna paga correspondente, na.> poderla
co......"r fraudes pore.par;o de urna semana
metra, se ns direcloret cumpriuem as obcisarOea pe-
las quaes recebem ernos ordenados, !enoo urna
distas a revuao peridica dai coulat em ci.ia rimo e
repartirilo.
a A honca com-ceccial britnica e na aclualidade
1 man llevada entre is turnes, e at frsadei que de-
nunciara 01 jornaes da capital podem ser compara-
das, se lie que nao liarreto, II annos. branca.
1 .Mara Magdalena de Atnorim Lima, 31
annos, branc*, solteira'
5 Joaquim llmate, 31 annos, preto, ca-
sado.
C
superior, com particu-
lar estima de setts mestres, e com geral
admiraqSo dequantos o conheciam.
O seu continuo alFan pelo estudo, o ex-
tremo desenvolvimetito da sua razao
- 1-------------- ..^ii.utTiiiicillo Ul )Uil III' : I.
pard"""oSS; S l>razc'es' 3(i MO,|justcado pelo que ja' compunba, eram
7AnasUcia Pereira de Salles, 36 anuos, *,MWi da* esPei;-"^ de seut paes, que
parda, viuva. ouiavam para elle como para um renov,
da Paz, 17 annos, parda, sol-
COMARCA DO BONITO.
Cidade de Caruaru, 3 de noveinbro.
XX \.
Jalgo necessaria urna ralilicacao ; por Isla princi-
pio e pretmle, como ainda nao principie) oulra. la
miitiva anterior remetli a copia de ama variedade
onde te descrevia a existencia de urna comp.nhia
oa cidade deRuarocae forjai deita, entretanto
que ot compositores trocaran) a bola e em vez de
comporemRuarucacompozeramCarunrti.Ilo
nao he bom porque nao quero deseo-lar aos amigos
gravalnhas, ema, zombi e oulros referidos na carti-
Iba de mestr* Ignacio.
Um faci ds muila importancia acaba de dar-se
no I. detlrieto policial da fresuezia rio Altinho, que-
ro fallar do iisassinalo (preiomivel) de JuSo l'erreira
de Araojo, vaqoeiro do eapilao Jos Pacheco Alves
de Coulo, e conteqoenle de dilo asiitiioalo.
No lugar denominado Boqaeirao, appareceo mur-
i o vaqueiro Araujo, cojo cadver fura encontrado
-em feriinenlot muslrando na testa, dons pequeos
arraohdes, lodo coberto de sangue, sendo que dito
Araojo tollria de molisliai iuleriores, havia nao
pooco lempo.
Este fado chega ao conhecimento do snbdelectado
sapplente, em exercicio, Braiiliano de Barros Cor-
cea, qus pcendiu para avineuacOes policiaet, a rios
cujo cnica ui quaes cooeebeca tuiptitii de secem
aalocei di moMe de Araqjo, de quem enm enleados
e immigos.
Os pre.os sao poslot soh a guarda de doze homem ;
tendo teit guardat Dciooaei e seit policas, fusindo
da meia mul para o dia 01 presos e doas senliuellas
dos allimos, conhecidos por lachimbos.
A foea dos preso! nAo agradou ay^ Sr. Brasiliano
qoe quz preoder a guarda loda, aos que haviam li-
cadu ; mas o sargento que esl no caminando la
companhia, oppox-se a pmao dos guardas nactonaei,
duendo qoe t 01 cachimbo deveiiam ter pretoi.
llouve um dize (o e direl eu, quandu apparece o
Si. Dionizio Rodrigues Jacobina, joz de paz, que
consegoio amainar oa nimos conciliar 01 conten-
dores, dejxando de ordenar folie lavrado o termo
de concillados, por se nao ter feito acompanhar
do eterivao.
Neale estado eslavam os negocios quando o tob-
delegado efleclivo Joaquim Basilio de Barros qne
assumio o exercicio de suai funcees, e prenden a
Sr. Dionizio, corno cmplice, ou mandante na fuga
dos presos, pondo o mesmo a dispatirao do dele-
g'o.
O Sr. Dionizio foi tollo pelo delegado, qoe prali-
cou, tesundo nossa opinio, om aclo de jostra ; pois
conhecemos ao Sr. Dioniz B, o lemos em sala de
bom cirlad.ni e o consideramos batanle mocaliado,
para que concorra pira o augtneuto dos ruines ou
coadjuve aos criminlos.
Cetra porem.qo* o Sr. Dionizio vai air processado,
exoflicio do subdelegado Bssilio.como indiciado as
morlesdeJoao Moc e Tliomai Jos de Aqjno Duro
Me parece que o Sr. Basilio deva saber a parle
que o Sr. Dionizio leve neisas mor-, dadas, selva
o irre, orna em 1850 e oulra em 1852, pois ero 1851
quando S. S. foi subdelegado e o Sr. Dionizio es-
crivao confeccionaram-ss proceisot acerca deue<
faclot, donando o Sr. Dionizio de ter mencionado
como lendo parle nelles, tendo outros 01 pronuncia-
dos, dos quaes algunt leem respondido ao jory desla
eidade.
Nos cnnliamos na mparcialdade do Sr. .loao Vid-
es, delegado de-te termo e eiperamos de teua prece-
dentes, a mo continoarau do empiego de meios me-
no? proprio-, c que faca sentir a acido benfica de
sua auloridade.
Occurre-rne declarir que Araojo, fra adiado
cun o chapeo cobrindo-lhe o roslo, e esle faci he
inlerpretado por elgom, como tndiralvu da nalora-
hdade da roocle de Araujo, que sulTria moleiliat io-
lernat e antigs.
Aeonselho ao Sr. Dionizio que quinlo tiver di
pralicar actos cnnclialoroa, Tora da aadiencias, fa-
Ca-se acompanhar pelo esccivao para este lanar o
competenle termo S. S. nao ser incomn.odado poc
pcaltcac um aclo de sua jariidirrilo.
A cmara mnnicipsl Irabalhnu'e alinal cnnsullon
ao preiidenle da provincia ie ha ou nao neompalibl-
lidade entre ai lonrrOei de rollectnr eeral e eeraia-
cio da cmara municipal. Veremos te linha 011 uao
razan.
Esqnera me di/er-lhe que o deslaornenio mar-
cbou com o alfece< Malagula paca o Allimio.
Por fallar lio alferes do de-ljcainenlo. dev .li/er
duas p.lavraa a respailo di. Sr. alferes Jo Antonio
rie Alboqueiqne, que vicia em compauhi.i do cani-
lu Carneiro Monleiro, e Ira subsliluidu peloSr.Ma-
ligeta.
O Sr. Albuqaerqoe proredea corno efli'ial hrinio
ao pooco lempo que ieu mire s'. Aa -ua. ma-
ui'ira- de cavaliern.attrahiram-llie Mnpalhijs e a'iu
poucas petoassenlern a tua ausencia.
CJucru que nao lique no olvdo n aegalnle :
Prsceeso por crime previsto na piimein paite do ar-
ligo tlhdo codieo inminal.
O subdelegado proresiatte pronuiiciou a Dflifla e
livcamenlo ao ladiciado, s-m ineuciunar o arl2o de
le em que o cou>iderava incurro.
Fulo ilo. mandn o aubdeleeado proceder a re-
rutsra dui autos au juizo municipal, que uiaudou-ot
RELACAO* DAS PESSOAS FALLECIDAS NA
IKEtiLEZlA DE SANTO ANTO.MU, em OU-
Hllitu lE 1857.
Joaquim, Africano, escravo de Constantino Joc Ra-
puzo, 55 aunos.
Amelia, branca, f I ha de Joao Femades Ramos de
" IV Illa. '.I 11./-.
Miguel, crioub, escravo de Gumar3cs e Fgueiredo,
2.1 annos.
Maris, branca, lilha de Jo3o Carneiru llodiignes
Carnpello, 7 anii.
Antonio Barhoza de (ioes, liranco. solleiro. 20 anuos.
Joaquim Cardizal, branco, solleiro, 25 anms.
Mara, parda, lilha de Tarqualo delinques Lobo da
Silva, mezes. pobre.
Jo-e Carneiro Rodrigues Carnpello, branco, solleiro,
10 annos.
Eulalia, branca, filha de Jesoina Joseplina da Silva
mezes.
Joaquim Ferraz de Oliveira, branco, solleiro, :I5
^ unos.
riuimaz de Aquino Piolo de Qoeiroz, branco, casa-
do, 55 a- u..'.
Manoel, brenco, filho de Manoel Joiquirn de Fi-
gueicedoSeabra, 3 annos.
Autonio 1 n nri.ro Xavier, pardo, cisado, 50 annos.
Joao, branco, filho de Ciuilhermiua da Silva Reg, 3
mezes.
Uiomzio Riheiro de Vascooccllos, branco, casado,
52 annos.
Mana, parda, filha de Claudina Mara, 10 annos.
I rdiikl'o, pardo, escravu de Antonio Sabino Fer-
reira Caladlo, 0 annus.
Elisa Meynaid, branca, catada, -!) annos.
Joanna Paula do Niscimenlo, branca, viuva, 01
annoi.
Jos Riheiro da Cola, branco, caiado, 33 annos.
Joaquina, branca, lilha ds Marimba Joaquina da
1. n rn ,1 ., 1 hora.
Ignacio Nery da Fonseca, brinco, viuvo, 75 annos.
Antonia Fraucelina da Silveira Lima, branca casada
10 annos.
Antonio dos Santos da Silva, pardo, viovn, SOannot.
Antonia llosa da Concedo, parda vuva, 20 auiiui,
Jos Barboza de Lima, pardo, solleiro, 25 anoos,
pobre.
Claudina, crioula, eterava de Cvprano Luiz da Paz
3 annos.
Crrvazia Correa, parda, solteira. 70 annos, pobre.
Francitea, parda, filha de Jo3n Luiz Bida, 2 tnezet.
Antonio Sabino Ferreira Calado, brinco, candot
34 annos.
Joao Cualberlo dot Sanios, pardo, casado, 30 annus,
pobre.
Anna Moreira dos Santos, branca, solteira, 63 annos.
Joao Marques Ferreira, branco, casado, 32 annos,
pobre.
Victorino Jos da Silva, brar.co, casado, 35 annos.
rrancisca Coleta dos Pcazeres, bceoca, viava, 71
annoi.
Rosa Rebollo, Africana, liberta, solteira, i annos.
Eugenia Pereira Vidal, parda, viuva, 70 annos.
Luiz, p.rda, escraea de Manoel dot Sanios Oiivera
1 ."i 1; ilve-, Manoel. crioulo, escravo de Caodid Rosa Das Fer-
nandes.
Joaquina Caelaoa da Fonseca Rosa, branca, solleirt.,
17 aunos.
Padre Leonardo Joao Grigo,
l'riosle.
FREl.LE/.l A L)E JABOATAO".
UMA ESTATISTICA.
Serie de ipiadros concernenles a" mesma
l'rejjuezia.
RELACA DLMONSTRATIVA DOS HABITAN-
TES DA POVOAC.Ao DE JA BOA I Ao.
tu gento (amanta. .
(Continuac."io.)
101 Manoel Xavier da Silva l'ereira, 38 an-
nos, branco, casado.
102 l.uiza Maria Franca, 22 annos, branca,
casada.
103 ihereza Maria de Jess, 8 annos,
branca.
lO Domingos Pereira da Silva, G ur.nos,
brauco.
105 Jos Cavalcanti Mirinlto l'alcao, fi| an-
uos, braucc, solleiro.
100 Maria Francisca de Jess, 23 annos,
branca, solteira.
107 Antonio da Mala da Silveira, 2 annos,
brauco.
108 Maria Josa da Rosa Cavalcanti, 3 aunos,
branca.
10a Francisco de Moura, 73 annos, pardo,
casado.
110 Margarida de Moura, 50 anuos, parda,
casada.
111 Manoel Francisco da Silva, 38 annos,
parlo, C1.sad.r1.
112 Mirada ConceicSo, 3o annos, parda,
casada
113 Flix Jos de Santa Auna, 11 anuos,
pardo.
II Antonio Joaquim de Santa Anua, 7 an-
uos, pardo.
US Antonia Maria da Conceiato, anuos
parda.
Arcangela Maria da Conceicao, 3 anuos,
parda.
Manuel Severino. i auno*, pardo.
118 Jos Komo, 33 annos, iiardo, ca-
sado.
tl'J Auna Joaquina, 24 annos. parda, ca-
sada.
120 Antonio Flix, 10 annos, parda.
121 Manoel Jos, 7 anuos, pardo.
8 Tertuliano Celestino Pereira, 23 annos,
pardo, solteiro.
9 Heusta Luolana Tercira.14 annos, parda,
solteira. '
10 Manoel Jos do Espirito San'.o,67 annos,
pardo, casido.
11 Maria da Rosario Pessoa, 60annos, par-
da, casada
12 Maria
letra.
13 JoSo Pereira da Cruz, 32 anuos, pardo,
casado.
1 Honorata Pereira, 25 annos, parda, ca-
sada.
15 Manoel Pereira, 4 annos. pardo.
it Mara l'ereira, 3 anuos, parda.
17 Jacintho de Carvalho Farias, 25 annos,
branco,solleiro.
1S Auna Joaquina Pereira do Souza, 20 an-
nos, branca, solteira.
19 Aniceta, 38 annos, parda, solteira.
20 Fortunata, 3 annos, parda.
21 Amaro, I auno, pardo.
22 JoSo Antonio de Saboredo, 35 annos,
branco, casado.
23 Honorata Maria, 21 annos, branca, ca-
sada.
21 Joaquina Maria, 11 annos, branca.
25 Joao Antonio de Saboredo Jnior, 7 an-
nos, branco.
26 .Maria, 1 auno, branca.
27 Joaquim de Souza, 22 annos, branco.sol-
soltetro
28 Anna Anlonia dos I'razcres, C annos,
branca, casada.
29 luonizio de Souza, 11 annos, branco.
30 Manoel Francisco de Jess, 16 ennos
pardo, casado.
31 Clara Maria, 47 anuos, parda, casada.
32 Antonio Maria, 12 annos, pardo.
33 Jos Maria da Fonseca, '20 annos, branf
co, casado.
3 Rita Maria Teiseira de Lyra.25 annosL
branca, casad*.,
35 Claudina, 3 anuos, branca.
36 Celestina, 2 annos, branca.
37 Antonio, 1 anuo, branco.
38 Jo-.12 annos, pardo
39 Manoel dos Santos, 30 annos. preto, c
sado.
O Thereza dos Santos, 30 annos, prcta, ca-
sada
i I llyppolilo dos Santos, 5 annos, preto.
42 Francisco dos Santos lo annos, preto.
43 Maiia dos Santos, 4 anuos, prcta.
i Romana dos Santos. 3 annos, preto.
45 Manoel l'essoa do Espirito Santo, 32 afi-
nos, pardo,casado.
46 Mana da Conceico, 22 annos, parda,
casada.
47 Manoel Francisco, 7 anuos, pardo.
48 T.ieo loria Marta, 3 annos, (arda.
4'J Marta do Rosario, 3 annos, parda
oO irancisco .luse Pessoa, 2 annos, pardo.
o Joao l'essoa, I anuo, pardo.
52 Joo Anastacio dos Santos, 55 anuos,
pardo, casado.
33 Fralicisca Maria, 33 annos, parda, ca-
sad.
3i Mara ais Dores Ferreira, 10 annos,
parda.
55 Maria Ignacia da ConceicSo, 20 annos,
parda, solteira.
56 Jos Komo l'essoa, 30 annos, pardo
Casado.
57 Joaquina Magdalena, 28 annos, parda
casada.
58 Escolstica, 8 annos, parda.
.">! Margarida, 4 annos, parda.
60 Marta, 2 annos, parda-
61 Jos, 7 annos, pardo.
62 Manoel, 5 annos, pardo.
61 Antonio, 6 anuos, pardo.
6* JoSo. 3 anuos, tardo.
65 Antonio ornellas, 67 andos, pardo, ca^
sado. !
66 Maria'DornelIas, 57 annos, parda, viuval
67 Antonia. 52 annos, parda, viuva.
68 Alexandrina, 30 anuos, parda, viuva.
6!i Jos Ferreira do Nascimenlo, 30 aune
pardo,casado.
70 Cosma Mari do Nascircento, 22 annos
parda, casada.
71 Manoel Emiliano do Nascniento,5 anr.os
pardo.
72 Manoel l'erreira do Nascimente, 55 an
nos, tardo, casado.
73 Antonio Maria do Nascimenlo, 50 annos
I ardo, casado.
74 Antonio Mara do Nasc'nnento, 20
nos, pardo, solleiro.
75 llippolyto Soares. 60 annos, preto, cat-
saJo
76 Itrb
que ytria bem cedo enclie-los de orgu-
llio, Ilustrando e servindo noblemente a
patria. Tinham-no mandado aos cam-
pos do Acaracii restabelecer-se de urna
ali'eccao pulmonar cpje comecava a a-
lligi-lo ; e (piando estendiam os bracos
para abracar o /ilho tjue \ollava, abraca-
ynn a sombra de utn cadver que d'alli
tsvoai;ava pelo espaco Fra o espirito do
ancebo intelligente, idade santa, mas que viera em antes ro-
laras faces d'atpielles a quem mais ama-
a na trra. Coitados!... que nem ao
menos o presentirara.
A Providencia prepaiou a esle seu es-
Icolliidoum futuro nveiavel e mmorre-
[douro, em lugar do futuro contingente e
llus rio era queseus paestinham osolbos
(tos.
He urna merceineffavel queelles devem
agradecer a Dos, por entre as lagrimas
de saudade que boje vertem, ao comme-
morar o passamento de tiio riuerido
filho. '
B faram
_ r-- iam pois, i u*, i. ii
nao :;.>. milnoet, mai pcrlo de 338 a qoantia a que te I ra do p.iz
elevara a atpaitieBa elleetiva de 1856. M ,.-. |10nra bril.De,
e o crdito nao tof-
llr.JUn?':,e q"e 3 "e"e ,nn H"*I h,0 Slf?- S*" "'"** olnos do inndo, ha pcerho que
"lL!'?.m *! n,en0' q""*l"- <"> ") aj. ,, refurm. Meial nis cl.stes omrnerclaea, e
que algum lano ae retroceda sol aoligoi habitoi da
'unal.rlade e indotlra, lem o qae a riqurxs he il-
usoria, e ii Mfurr.0! do coromerclo loruim-te iguacs
a urna sorte de arar.
..."..a1' ,>0 "" 9 olsvsda e s clts-
recocce a om arbitrio ,,., iinrn0, J,rl eoco.
,, .. 'PJ"r*ncut' em q o- liomens spsram tor-
nar-te nem de repente, oa por orna tocto de d/.dos
pcodni a Aoslciba.
Em -i'uin a California, depois da descoberln das
riqueis anriferas que ella enrerra, islo he no espa-
do de nove annns. espnrloo para os divecos roerca-
'I do rn .in io a qoaotia enorme de 2,11 i rodlin da
francos.
He pooco mais. ou menos um Jacimo, ou lalve
ain.la mais de loda a massa de onro qus se julga
existir nn estado de circularan no mando.
an
sad
116
II
bara Dorncllas, 50 annos, prets, c
77 Francisca. O annos, parda, solteira.
78 Salbmca, 13.annos, parda, solteira.
70 Anna. 11 anuos parda, solteira.
80 Joanna, 10 annos, parda.
SI Maria, 8 annos, *parla.
82 Francisca, 1 anuo, parda.
81 Jo3o, 5 annos, pardo.
81 Antonia, CO anuos, parda, viuva.
8>JoSo Jos dos Santos, 28 annos, pardo,
casado.
86 llen-iquela Maria, 26 annos, parda, ca-
sada.
87 Joaquina, 2 annos, parda.
88 Manoel do .Nascimento, 28 annos, brad-
co. casado.
!) Maria Joaquins da Conceico, 18 annos,
branca, casada.
110 Tliereza Maria de Jess, 50 annos, bran-
ca, viuva.
Urlicos...........
Pardos...........
Crioulos. .....

estas poucas avias que
aqu deixamos o mister d .as poucas
de violetas, derramadas. e osepuloliro
do mancebo, a quem, ,n:uelle que as es-
creve. !o rendida ara/.ade consagra va
na tetra.
S. A.
Como amador e frequenlador do tliealro Sania Isa-
bel, julgnvamos e-lar no n, --o diceilo, lendo assisli-
do a duas representares que nao fez ; e apreciando devidamenle o Sr. Oer-
roan no papel do poela, pedindu-llis qua cooliuuat-
e a farer, e a aebstltaicjas nao nos liavrf ascadado ;
ora, isl > lie tan natural, que Innge e-lavamos de
suppor qne iramos nlTenler a liifa presompr.ao do
Isl lotwllloto: no enlamo couttl-aJM que o Sr.
Coimbra inohado por slgaoi applaui.f que recibe a
qualqoer crela ou tregeilo que fra de propo.ilo
raz-ein lado* os papeil que representa, tein vocifera-
do e iniullado a Inilo o inundo, na poupando mes-
mo aqoelles, qoe lhe tm dado loda a importancia,
lie porlanto ueceasario que, a visla do procedimeulo
deste Sr., lhe digamos duas palavraa e vem a
er : qae na qualidade de espectador estamos no nos-
so direilo, quando reclamamos aquillo que mais nos
Mili-la/, anda que a nossa ri'claniar.an nAo srja jaita.
Enlce doos artistas iguae, e que eslive.sem na
me-ina linba, lila nao devecia sec cepacado ; poc-
quauln poda mono bem egeadar-nm msia om do
que "ulm. quanto mais que entre o Sr. Coimbra e o
Sr. liecmiino nao ha paridaiei. estando e*le moito
aina, na, devia aquello olTi-ndtr-se da prelerem-ia
qae lhe darnos emlnlo e por ludo, salvo se o Sr.
."inilira que nem na toa terca foi acloc 1 suppe
qoe o seu. mecilo ja he Ul que poda empacclliac
com urna'das primeiras capacidadst diamalicaa bra-
Sllr-iras.
CinSeca-sr, Se. Coimbra, e nao julgue qoe o ip-
plao'sus, que lhe d,1o sao devidos au leu merecimen-
to : mella a man na ma consciencia, e dlspa-se
dessa faluidade qae iadubilavclmente o lia de per-
der.
O espectador.
UMA SAUDADE.
Dedicada ao Illm. Sr. Domingos dos Pas-
aos Miranda, por occasiio da morte de
seu eslimadissimo filho do mesmo noroe.
Morrer, quando se lem concluido a medi-
da de longos e felizes dias, quando o cansa-
so da vida nos faz vergar a fronte para a se-
pultura qoe nos acea como um asylo, em
que ''cbalde nos irSo ameagir as cruzas da
adversidade, morrer ettilim quando se ha
preenchi.lo o destino de homem, de cida J3o
ede pai de familia, se no be um bem que
se deseje, n.lo be larnbem um mal que mui-
to se oeva lastimar.
NSo ; o homem nao be perpetuo e a vida
terrena sem a morte seria apenas um episo-
dio de um drama desciuihecido ; a morte he
complemento necessmid da vida e sem el-
la, a philosophia, a religi3o e a virlude se-
riam vSs imposturas, utopias desarrazoa-
das, ou vocabulos sonoros," porem oucos de
sentido.
Mas, quando esse desfecho necessarto da
vida humana se antecipa, quando una prc-
maluridade inesperada nos vem sorprender
naquillo que lemos de mais charo, quan lo a
rnorle nos corta o lago mais intimo que nos
prende a vida, quando he no amago da nossa
mais rohu.sta e talvez a nica esperanza que
ella destecha o fatal golpe ; nao, a morte
uao he un bem.
Sim quem dar'ao pai qui pe^dc o filho,
que he o conlro de todas as suas esperanzas,
que be o nico pharol que o illumina,quan-
do a tCfSodo teti-po lhe lem v\. mu lo lo-
da a setva do corceo,quem dar a um Irisle
c desolado pai urna consolacao, quem ter
um balsamo para suavisar a amargura de
urna dor que sn sent, que nflo se exprime,
que lagrimas n3o gastaro, que o l-mpo nSo
i >ga. que as saudades nao fazern murchar".' !
>o alvorecer da vi 1, dtalo do urna ia
telligencia elevada, e ja esclarecida pelos
esludos preparatorios, cneio di> desvelos pa-
ra com um pai extremoso, o Sr Miran la J-
nior falleceu no carac para onle una ine-
xoravel phlysica o linba rcpellido. Succum-
biol Octij tieamunsau das almas puras,
mas a Ierra .' a Ierra be a inorada da dor e
do 1 lald,
V trra lhe seja leve.
I'or seu dedicado amigo
Eduardo H". da Silva.
PRECIOSA CAIXA DE RAPE'.
Todo devem labsr que os Americanos se apotia-
ram do Msslea. Aquelles que )guoram esle succei-
soa batla-lhes conversar por cinco mnalos com um
Faiikee, c Ioko o Orarlo sabendo, assim romo lean
ile iiuvtr que as fortillrainies de Nova-York sao mais
ternive s que as de Cronsladl, e que na ha um r
clt|iprr que, em caso de tjuecca, se nao loene n'uma
fragata de primeira ordem. A-un o elige o orgulho
nacional ; e hs misler fazer cara de quein esla con-
vn'ido.
O general Andr Jarksnn fot um daqoallrs qne
enlraram ni lomada do Mesicn, e quando eslava
pcesles t morrer, lemhrou- d'armas ama hnlhanle recordat.lo. I)eiva-lhe, pois,
no seo testamento urna caixa de cap, a mesma qoe
i tilia na hatalha de Ruena-Vi.la, e da qual cheirou
urna piula com a manir placidez na occa.iao em qu*
urna l> I a derrobava o cavallo de Mr. Pircce, qae
euiao era coronel.
Dei tarnento, e corlim a Mr. Andr Jackson, seo sobri-
tihn, a eiecoc,ao da toa ultima voulade.
He la. il de ver qua cu.lou inulto a encontrar o
mais vleme entro tantos valentes : alinal recahio a
esculla n'um rnajor residente em Nova-York, cha-
maitn I I.iii (;.
Mr. Aolr !atk e respondeu que eslava promplo a entregar o depo-
sito, mas que desejava ser elle mesmo quem lizesse
entrega ao feliz escolhidn. Aprazou-se enlao o an-
niversario da lomada do M.iico, para lomar mais
aolemne o aclo, de modo que conti.ase mais re-
mla pt-sleridade. Esta' pois aprazado o dia, so pro-
gramma delinearlo. Os vnlunlarioi de Philadeiphia
cuncorrem lenmunia com os de Nova-York ; pre-
para se om magnifico banquele : faz-se urna br-
Ihante rceepcalo sos de Philadeiphia e a Me. An ir
Jackson, ao som de msica e de erlilharia : tolas
as autoridades acodem ,i prestar homeoagein a reli-
quia do general e ao majnr IHrkmaQ.
Depois de mn pamela militar e orna revsla, todoi
oa eoricurrentrs entan>-e i mesa e aguardam com
impaciencia a sobremesa, para verero a preciosa cai-
xa de rap, que sem duvida sera ollrecida enlre
dons nipeadies aquelle que a mereceu. Chegiu a
sobremesa; lodosos rnrarei pal|)ilam ; Mr. Andr
Jackson lira da Igibeira a caita. (Ep|..sao de ap-
plausos). a Cidadaos, disie elle, creio qoe ainda \So.
he chegado o caso de me desfazer da reliquia do il-
loslre finado. Na miaba opinio, o raajor Dyckm.D
nao he o rraia valenle. i> -r-
lle fcil de suppnc qual lerii a confusas do des-
apoulameiilo que produzio esla apeach.M Uiz-se qoe
o mairs o o vereadoces ncoleilacam cunara a my<-
lilicar.lo que Ibes litera Mr. Andr Jackson, o qual
no da segumie, com a maior placidez, te foi pelo
eaininho de ferro de Philadeiphia. Mr. Dirkman
el i' einpenha 'n em motdar qae he o mait valenle,
mas lem de lular com um leil imenleiro sicsntrico e
ilim. .
Jornal do Commercio de Lisboa.)
. o w..^.., v ung rj as pamas,
rpretira is ioai ordem ; ella
i len, melle-lhei a mo na faa-
ai quenada!. O nico'qus rt-
Total. .
Continua,
M
Sarie5a>e^s
tSovcponbencia.
SR. SUBSTITUTO.
Vi a voaia retposla an quo havia eu dito obre o
papal de poeta qoe vos nAo desempenliaMei bem ia
f-irc;- Vagar 0 mal i/ue nio /<: : j.i isi qoe os oh i- rccscenle da furas luer.anicas ;
gado pelo vosee contrito a repreainlar qualqaer paite ti'ora o mineiro loladocmpreKava hallados eiforcoi
quevo.fnc iiicuinlihla ; e lallareilo rnm esta raipat le inuit-s xezea supeifluns paca dcarein algomas raras
dir-TOS-hsi qoe n3n l imei por htala de om jui/u a v.n- parcellas de miro do ruchedo das minai ou do Int..
O J id- ii I des ii'n it.i risuini do soguinte modo
om documenlo aisaz importante, publicido pelo
uMnileuc.i. celalivamanle a producto do ouro na
Califoraia durante o auno de 1850 :
A eiploiacau dai minas que havia diminuido des-
de 185*. lornoua sen cuno rsrcndenle. Julgaca-se
que anida quando a riqueza dai acias aurferas ca-
lifiirnianas nao te esgulaise, (icaria pelo menoi eila-
cioiacta.
.Nada disin aeanleei : a tatraregade curo opera-
e hoja inuiio maii f.n lmente, raras an emprecu
o sitio em que oo-
o respritn.nein a impreB*ao do meu antir indivi-ln
ni in um ni iiiva qualqnec de aolipattiia oo desaflii- Initer a interverirjo de una nova forja ircesi-livel
co. C.iiilieiui-vna b'ilanle, e roiiheria-voi an
ilenrioan meu i.edidn ao Se. Orcmann snu um i
voleas a--iMi".nlu-, maa nem lodoi sao para lodc
feliz do arlar que na malaria dos casas agrada au |
I, das lorcenlea e dos risa, o genio da meranica vei<
es escava o tolo, desvia o curso da agua, abre c.riacs de
que vos ipresealasseii cora tanta modestia resp.i- deciv.can, abre esainjanlcacis alravea dos racbadoe,
levanta aquedurtoi ; n'uma palaira, o capital an-
, e ciado, ajudado poc mnloces I3< p>decosos como sao
. a- ai luie' da tci.ncia, abeio, isgnndo noi diz o d.cu-
blico. Julguei-vos daqoelle m>du cum a maior si i- ment ollicial. om novo e mais valo campo as ei-
cecidade. posio asuvecar-voi que o men pensar i plorarles do ouen calif irniano. He miilec qoe os go-
aemelhanle respeilo he n de muila g'nle lliilllajla. ( vernos, nodo o grandes pcomolores ou nrgamsado-
Hesla-oie pedir-ros que mi descalptli te Qeot i o ri do crdito liutucelro oa Europa, preilem lodt a
MUTILADO
A CORRI PC V'O SOCIAL.
lem cliamarlu nimio a dltencao de loda a Earopa
o arligo feguinle ua lllustracao ingle/, m : :
o S om ettreagilrs illusirado detej.sse formar
ideas acerca do Bases povo, s-' paca esse lim eiarai-
nasse oajuraaae, qoal uria a opiniao que formasii a
nosto reipeilo ? <
Se l*ss li.;h :- do mez anterior, ou se, retroce-
den la anda mais, incluisse no circulo de auat ob-
aecvacGes as de tndn o anno paitado, seria elevado
ou degradante o seu ju'Zo '!
Em resultado de sus nhservares podh decla-
rar que nina densa corrupto ie e.lende por lodo o
paiz, qui as dances haixas sao brolaea e irceligioias,
a rlasae media e os negocianlea enibu-ic res, faleifi-
eadores e sdollerns, as i la-sas c.ominerciaes fraudu-
lentas, elevados adoradores de Mammn, trafican-
lis em puliliea, e pela maior parla incompetentes
para as grandes trausarr,Sei em que especulan), e se-
nao incompetente', immoraes!
Nao duemot qoe jnlgaria acertadamente dedu-
zindo laet eonclu-Aei. nat ceceamos que posm ad-
dozir muilis pcovas da veedads de las asserrOei e
appellar para .....contra ni maimos na aeeusac.ao
contri a socieda le ingina, que pode deduzir dai co-
lumn-s dot peridicos de inglatrrra.
Cnnieo.iiidj p-las elasses ordinarias, podar di-
zer, ;jui/aiuto pelas noticias do Tiines e pelos re-
gistoi da polica, q.na vida e a propriedade nao lem
seguranza ni c-pilal do mundo ; qui a polica es-
labelecida para a prolercAo poblica he tolalmente
nnlil ; que os cidadaos que voliam pacificamente a
seus lares sao e.pancados lias ras ; que lano se
rouba de noilc no centro da cidade, como nos ar-
rabaldes ; que ai roas se enconlram cheias de men-
digos qoe ie dedican) a maltratar as roullie>ea des-
validas ; qne se eommelle um covarde e brutal as-
sassnu u'uins das roas principie! visla d'umat
vinle pestoat, ten lo lana a apauia do novo, ou a
sua symi'alhla pelo criminoso, que nSo houve mais
qae urna eenerosa criar.ca de 11 annoi, que livesse
animo e pcrenc.a de espirito para gritar conlra o
malvado I
Pasaando ai distes industrloiai, podra indicar
as rcenles avriguar_oei cecca da adulterarlo da
mai. r parle dot arttgoi alimenticio! com qu- se a-
baatecer a pi>|>olacao, e provar que cenlenaiea de
vendeiros nao s n iilniin, mas envenenan) a seos
eaaeidadgas, e que o oso de pesos e medida! fulsui
se considera como oflenta venial, por ceios de re-
vendedores, que a ti proprioi te dizem ciaste ret-
peilavel, querenlo aubir a melhor pulirlo sem que
ot teos delicioa sejam punidos.
a Fuando-ie nat cla-sea mais elvalas do cotn-
meccio e empcegos publicas podeci.i apreseolar oran
langa lisia de criines, e retcocedendo uns puucna de
mezei po lia comejar pelas ved acadas de sir John
Dean Pao I e seus snaios. Poderia ema mosteaco
como a rallgiae a philantropia tervem de pretezlo
para engaar e Iludir.
Pausado depois ao caso de Johmidbic, um
mambro da legululura, um lord da lhe liomein que ronlava com alguns volos no parlameu-
lo, poderia nrovar pela espantosa cumplicidade dea-
te crime, que o pobre e ignorante nao lem o mono-
polio da vilania, e que os legOidores no nesio parz
io algumai vez s o principies tranigressoces das
leis, e aitendindo s paginai da nossa histeria dia-
ria poderia mmcionar os giginlescos e fcilmente
execntados latrocinios de Robbionl o feliz contador
da companl-ia do palacio de ccistal. e nos ullimns
das o muito mais admiravel e mais fcilmente eie-
culado rouho do grande criminoso o contador doa
fundo! da grande companhla do caminho de ferro
lo norte, o hi.iiir-m de gnslo, o amigo daa artes, o
elegante, o ravalleico completo, o cactlalivo e reli-
gioso Leopoldo Redaphal.
Sem eaalraveaeae pois da regrat do rucocinio
poderia d.dozir o descotibecido pela qus condecs, e
f.izer uma pinlur- da sncielade inglezi para edili-
r..i;Vi e aviao das nar,6es eslranguiras, do que ellas
corno nos mesmos li ariaui s linrrorisadoi.
a Se se not pecgiinlar, porque sendo Inglezos nos
'collocsinos na pii'iao desle imaginario eilrangeiro,
e cilamet e*tas ezrepc^s do curso ordinario da nos-
sa cmlisar^o, re-ponderemos qae nao he por des
conhecer e cracler nacional, que julgamoi nobre
em 13o ello grao como o d'uutra qualquer nacao do
globo, mas a mesma s< ciedade pntlviia psrgunlsr-
noi o motivo porque taes escndalos se lem gencra-
lisado em seu gremio.
Nada diremos dos caoi vulgares de furlos, rnubos
e cspancameritoi que na aclualidade ateccam o mais
liini loi poc isso que curo man energa a vigilancia
por partida poliria, e um pooca mais di confianza
e aoidis por parle dn pnblien, em breve as ras de
Londres se han de ver livres dos malfeilore: mas o
pinto para que mais especialmente qoicerumoicha-
mar a atiendan, .los que a vo, qoec no pulpito, quc na Inl.una, qoer as co
lumiias dos jornies h para o vicio iloininanle que
se mauirrsla as cala.Irophet como as do Dein Paul.
Isa Sadlejr. os llobbion. e csReipalh, s que pro-
lineiii ceii'm clalvez milhaceide bancas rolas fr.io-
dulenlai por cada caso de loabm la palpaviit co-
m aqosarais em que figucam sIm qoalco nomos ix
dsshoncesunsnles as.ociad Ele vicio he a Adu-
raegedo Dinheiro, e o cnseguinle deiejo de preci-
pitadamente tornaren) res*.
E eu g'neros com piso c medida falai ; este b* o
inolivo de 'i! criarem companhias licnciai em que se
apreientam homem com lord ou honorable an-
tea de eos nnme., nu ai ledra M. P. depois, e que
lie/oram nos prospecl.. como reclamamos para en-
gao dos ocaulvs. lie este a mo eietnplo para ot
nao pod. deizar de fom.n.ar a co.rupcao em'.eu
seto e esta inevitavelmenle procede o empobreci-
menlo e a degradatao dai missai, o que pode oces-
sionsc urna convulsao social, a revolucao.
o As ducoberlii rcenles sao os ivi.oi e ivrop-
loniai de um grava suffrimenlo, e ss abrirem ot alnas
ao publico para o mal qus mvcoeua o corpo polti-
co, anda qae com pesar, nao terao lido iofracli-
feras.
(A illoitracaVn de Madrid.)
(Braz Tisana )
Madama Labarrre.Embircoo honlein de Urde
no vapor crVetuvio para Lboa com a ana Iroope
ferina, llalli teguir no paquete hambargnez a Po-
tropolit upara Pern.mbar-o, ds la para a li.hii, U o
da Janeiro, Montevideo, Buenot-Afru, e depon Ei-
ladot-Lnitos. Em 18 mezas eont*>r corrido a A-
merica e a Europa .' *
M i ana I.abarrer foi bem recibida e apreciada
nesta eidade ; m.i poucos ou nenhom leJevvs oblevs,
por que o nosso povo, apreciando a sua cBragsan, nao
lii.ba forgat para assislir sos seus espectculos, tein
cahtr para o lado do receio e-do medo pela existen,
em da Inlcepida iiilerenaiita* domadora. Islo con- "
corra para que leupo visto orna vez ai feral, nao
as querer ver regunda.
Madama Labarrere hedeuandenle de uma familia
de domadores, de quem herdon isla arts. Soa mai
estando fazendo torlet em om Ihulro, om ligre eor-
polenlo evanc.oa-lhe, s mordsu- n'umi con : des-
cerni logo o panno, o tigre foi morto coro uma imi-
te ds ferro, mai a murdidnrs bivia-lhe fracturado o
otaos : tobnvsio a gangrsna, sa domadora a'pouat
leve algans das de vida.
O Pobre dehontero, dando esla noticia, acrei-
cenla :
Madama Labarrere he dolada de uma forja
toperior a moito homem ; n mas ferat reipsllam-a
e ob-decem-lhe com humidalde; apinn com um pe-
queo chicote, o leao, a onen, o urso e aa pamas,
lhe olio lei-uui e inlerprelam
abre a bocea dos ssui le
ce. s bale-lhei com ai quenadas, u nico'qu
calctlra sempra so seo imperio, hs a hyena, a qosm
precisa de monear um firro, chigaiido ella a avan-
car eonlre o azurrague : nunca ousoa a domadora
amimar-lhe o pello.
Comtodo de nenbama mais se recra do qae di*
onr;a ; qoando eili na jaula com ella nio a perde di
visla, q.ier pelo receio do qoe acontecen mai. qoer
pela natoral propensao daqolla rarja mriomevel da
lancir-io a preza descuidada. A onja he pequea, e
algunsjocnaesacreicenUmqiie un oar-lbe uarcoli-
cos para nealraliiar-lhs a ferecldsde.
O orso foi creado de-do pequeo com os lefies,
s por iiso deaaanca a cabe;a lobre o corpo riestii oa
pan dormir oo para etpirgnlcar-te. Mu qoando se
Ibes lanr-a a comida, o leao e ai leou nao admitiera
commpiudade, e o orto, com inmms prudsneia, asalrs
asgraetda jaula para evitar conlhcto. He ronilo
lambareiro ds docs ; e psra obler da domadora um
doce, qae Ihi p8e na bocea, elle le canoa em Ih'o
obler tem a moleilar, tirando Ih'o da bocea com to-
da a caulella.
Aperar desla dorilididedo uro para a domado-
ra, e para oa asut eompanheiroi lie-, >lle In mu
ilraicoado, e pireee altar para diversa parte, qoando
eita' com mira em slguma preza ; m guardat, apeiar
ds lhe darem de comer, lem cicalrzei do tirso ; a
bordo do vapor em qus veto ds Lisboa, ebegando-ss
a jaula om fogoeiro embriagado, laiu-ou-llie a gar-
ra o peilo, e o ferio bastante.
a O Isso e ai lioas tao noval, e anda crucera ; o
leao, ds punco maii de 3 anuot, nao tem leoau <
meen da juba.
1 O marido da domadora nao hs respeilado pelai
firas de madama Libarieie, que, qoando culra na
jaula, ho sempre vestida do muros modo ; e qohdo
ssh he recriando. ~
,A boedo sullre muilo e eil marido, e o aerbata,
que os acumpsnha nat viagnit, he qaem ds ordina-
rio loma a san cuidsdo o vigiar que a tripolaeao a
paisagerroi nao sejam viciimai ds slguma iroprudeu-
cia de ie aproiimanm du jaulas A onoa s a hyena
vao a bordo cada uma em aua jaula, s lodaa ai ou-
tras fsrst o urna su.
o lie admiravel a lorte em que madama Labarrere
levanta a onca pela coleira e pela canda, auslsatan-
do-a ao sr.
Traz qnalro fortnidaveii cae de fila. Na Ame-
rica props-se dir um combate desle com alguna
d.ts fras ; e a lucia de om looro bravo rom o leao.
" Que raid. Labarrere ie recolha da soa eirenao
sera qus o seo subditos ferozei s farjam arrenpeu-
'ler de -ua intrepidez ; e qoe obteuha keros com
qoe posaa viver ero soeiedsde menos perigotaede
roator amabilidade! s
A cidade de B-reellona.
Lsta cidade tem 183:7(s7 habilames, i taber : ti:C
padres, 1.618 empregados, proprtelarioi, 273 agrieullorei. 1:187 negocenles, 871
fabricanles, 6:852 induitriies, 1:122 de proliisoea di-
V,-'f,-": /,2:i3 oP'rsrloi. IOS pobrst ntcriplot,
i:072 nao contrihoiulei. Tem : o theatro da Santa
Crol, que aecommoda 2:000 p-a-oao grande thea-
tro do Liceu, qoe aecommoda :.:000 penoa.s thea-
tro do Circo, que tem capacidaie para 1:000 etpec-
diariis.
----------....... uo s^.-v.n, que occop o
o ba.rro deste nomi e do de Bareeloneti, tiloa-
ladores. Estes Ihealrot dao represe ni coei
Afcn do lu lissimo tliealro de Gracia, qne
anftw b.irro deste numi e do de Barcelons.,,
do lamhem ezlrarouroi. dao-fe represenlirei dra-
malica ras quinta- a domingos nos Colmes. Oiym-
po, que receba 1:003 espectadores, noi charaadot
Hcnin. I.lma, Variadsdei. Caldern, Luna, S.
rrane.ico e Pinino. Na.tr, ihsatroi pbblicoi repre-
eniam lamben, sociedades de coriotot.
lia na meima eidade Des gabinetes de figoras de
cera. lem man : ama grande praea ds loo.os-jar-
?'" eT" L"'nD*-Eiy,ioi, o Tivoli. N.nfi. Eu-
Ujrpe.Jesme lhiita, oudesedJ concert bailes
Not Cimpos-El.tlot ha monlanhas ro.tu, Uro ao
alvo, picsdsiro. I.go para p.its.r era chalupa nume-
rosos jogoi, caf re.taurnnle, etc.
. Elalilica da imprenta.
.?.""i" ? F""a i:m ""Pr*""' 1:092 jo.-
vmillS! f>'P01,!,rphC0,, "P-m-ie cecee de
...)JO rompoiiloris, Pars ronla 2:600 LvJo 120 ,
^':'111 M.rs. ha 112 ; MU. iJ0 frC Mt,
Hs..nt ;."7 80;.N,D,e'7;Strbo,go 61;
II"- .i.; in do ; Amini 54.
nr^o'.P,.ra.'" """V*001! i'"Prori, 900 rsvitons,
proloa s respomavan. s 350 direclore..
A lypogr.phi, dos Sra. Alfredo Mama ft C, da
I oors. lem 22 prelos mechanicos, e comou 350 res-
lO't de pipel por dia.
O lecmu medio dat obcat impniui anuualment*
regula por 8:000, alm das eslercotipadai. qae e.i-
Irara no pre|0 em cada anno e em cada mez, e cutu
numero se )gnora.
O valor da prodarcao da impreusa imporla-se em
2j railhoes ; 1:500 cont de res'.
Sd .-.. imprinsai ds Pari. entrara mqaelli produc-
an cora parle de 2:800 conloa. 4 P
, 5 "T""?' ""'''tnv< fu""ce ..i por .i os doui
emSFrn i lrablho"-vPrPl''co eze'utadei
MEMORIA PRODICIOSA.
Achi-te era Madrid um panor chamado Manoel
Alvare, naleral da provincia da Len, psra aer a-
pre.ent.doa ra.ulia. E-le hornero he a idmiracio
gi de lodo o re. di Bespanha. a hiilorii da na-
ctonal.da.le hcspanholi. o e-lendaiio. a serie de nh-
rrvaesea aatVMaaaiaaa, s quant li.ro. m 0,U
haver .' mao: llsomph.nnm.no notavol e uignn
de ser obseriido. u '"'
10GO.
nn .r'vP,'.,"l0r h"0'9 Pl. ao oobricueisa
n vil l ta ""' Nao h* 'b*d.de tea, vtrlode.
O vicio debalde te .f,, ,m correr Venlori.
""; ".I a'"! V" 'lu:,"do ella esta'noco. O mus
fone:lo de (Odot ,,. v.ciat hs o do joao.
' Be, que do fondo do meo palacio vejo lado n
queseraz. olirn ludo o q0* se diz; .u, que vigo
rmquanlu o crime raminha sleocioiamenle por en-
os a trevaa ; eu, qoe deleito a mentira e temo a
mora; auiguro qoe uto ba horasui peinre que ci
ILEGIVEL
r-



-
joBadore.. Elle teriara horror de i MMNH se eo-
""'"''..... eu ciinliecn-o, e por imu e-.-nt.-ii- m-.
I urque I,.. q. ladra* e o jugador. i| ie lie ana
iroaeem n-l, nao deitam mais de o aer ?
Porque C.i:ii0r,ir.,m.
A principio o jogo appareee romo ama falsea
pas.ateni|it oo .lislrarcjto pa (mado, mu IraMho aasiluo, urna profiao. A
prmripi i oceupa adamas huras, depois diai io-
leirm ; e nao Idea baslam os das quando lode a
enl aaU' entregue ao aomiio e ao descamo, o loca
uor esta' aohre O coraeflo do jugador nao conhece os alTecto*
buav.i, e tranquillos que embellez.m a existencia
n bam e o mal Me para elle urna especia de a el-
oarn : iodo rlTeilo da casoalidade : a sai inrii
sobrepuja 01 roeoi de a wtisfaier. P.rde lodo o
lltT,'. n,",V' """, Con">"-<> taa iipe-
lela e flea a ver joear !
a Eqoe fai comino'-; Perder o lempo que he
man precioso que o earo. '
.m 1 de'culU 0i nleressea publico, depositados
ein luis mo., oolro aborrece a protissao que ejer-
ce, e qqe o uo lena susleqtax a ella e a su* familia
na abunlancia. O lulor C&ropromello a fortuna do
orpnao ; era orna palavra, os jugadores jogir-se-
niam a si pr iprius. sabsndo que se perdem.
n loasnsalos Q0e eaperam ? Que querem A
sua ruina a a da |U.|0. Vedes o qne vai para casa
ean-gado de ouro > Em breve o veris chelo de
andrajos e de miseria. Pode Iriomphar por raoa-
lidade arraocr mo'oenlaiitamenla o tea enredo
a fortuna ; soulia dirigir seus pasaos caprichosos por
alguns m.tantea. E-peral, espera!.
Qotl lie o lim do jogador ? Perg-onlii-o fa-
milia d.qo.lla qoe se daterrra da Ierra natal, dea-
prezado in seas, oa a* soici loo, para evilarji pa-
tbulo ; pergonlal-o ao pai, que por ter descuidado
o filho, traja o luto da dor.
o Prohibo os joga. Prohibo o jogar. O que me
nao obsdecer nio obedece a Providencia, para a qual
u3o ha rasualidade. A Providencia dli : Irabalha e
espera ; os meas dona o para os roais laborioso*.
a A minha vigilancia, como dave aer a lodo o que
muida, eierce-se camlantemCQI* contra os vicios
tala vigilancia nasce sobre lodo do odio com que os
olho. Quanto. vezas, nao obstante es odio, lenho
sido indulgente para nao'castigar demasiado Porem
jugadoras, nao coDleia nanea com aiuinlu indal
gencit.
Cheles soldados, e vos que por lacas de parantes-
oo ma esla-s unidos, au esquecaes que aborrego o
jogo, e que vos conliei podar e forra. as nossas
rrouteira, no interior do imperio, sois a imagem da
grandeza do vosso senhor: a daveis ser para o seu po-
vo os modalos da virtude. Z
Moalreivns o caminha do dever eTjabysmoda
infamia ouvi.leisme... Uigo-vos com pezsr pela til
tima vez : Vaisallos C.sligarei os que jogarem,
aiuJa que aejam meas filhoaaYoona.Tcbang.a
(O Echo Popular.)
DIARIO DI Pt?RNAMBCO SEXTA FEIKA 0 DB XC VEMBRO DE 1857
parte daqufille.4 a quem toe esats dis-nsi- n.. a. ._ I
cOes .cSrn,,.rn fielmente, alim deq"ej, ^ O H..O f|e .lttU( I O, I '"
raais se qut-ixera iJo qualqucr i>riiceJimenio, veleiro patacho nacional Amazonas II, pre- j
quanio por ventura so tornem oaiissos ten le seguir o Itio com rauita brevid le ;
Posturas da caiiara municipal do Itecife j letii protnpto parto de seu carregamenlo :
para o resto n escravos a freta, trata-s.; coro
o son consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azeveio, ra da Cruz n I.
P
de 30 dejunhode 1819.
1lT.
Art. 18. Os repesadores dos ifin.-iiis
pblicos sorao obliga os -a repesar a car ni
comptala, logo que Ine for por qualquer
pessoa requerido, e acliandii falta no peso,
avisariio logo ao fiscal se estiver presente, o
d3o estando, tomarSo tres lesteiruiih-is e
nota do infractor para ap-esentar ao fiscal,
i com declara;3o dos nomos das teslemunas,
obrigando immedlatamente ao carneceiro a
preonchera falta da carne : o rpesador aue
assim nSo praticar pagar a mulla de 6s00O,
e na reincidencia o Jupio, e o vendedor da'
carne fraudada oito das de prisSo, e na
reincidencia 16
Ciiade do Kecife 30 deoutubro de 1857.
Os Gscaes,
Manonl Joaqutm da Silva Ribciro.
fnlli >a de I Candida Mara da sj|v
viuva do |ielliu'> Coneja I ves Pereir
ma, de ordom e em pre-^enea ,i(, Exnj. Sr
juiz especial do cnmmercio. Tara leilSooa
g-'tite orja, dos objPCtOS seguintes
Vm sobra lo com 60 palmos de.frente e 25t
Hoda de Pariz.
[|Crtns<|e tariatana ai3.^.
Na jua do Qneimado n 21 A, vendem-se
com vara do!
ra a 4aIlla.
A veleira sumaca nacional Xmphitrite, se-
gu para a Hahia no lim da presente semana:
para o resto de seu carregamento, trata-so
com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
-- Para o Porlo ."gue com a maior brevi-
aade a barca porlugueza Santa Cruz, para
carga e pasaageiros irata-secom os consig-
natarios Tliomaz de Aquino Kouseca & l'illio
na ra do Vigario n. 10, pnmeiio andar.
-- ['ara a lina de S. Miguel segu com
brevdade o muito veleiro paacho porlugu>-z
Lima, por ter a maior pane de seu carrega-
i memo protnpto, para o resto c passageiros
ue lundo, o-is 2casas terreas com 35 palmos cortes 'le tariatana de cordilo
de frente cada urna, o 8* de lundo, em que l-rgu.a a 6i0 o cov^do ; d8o-ae as amostras
se aclia estebelecid a laurica de sabiln, sita com penhor.
Attencao. Gratidao
na rua Imperial desta Cidade.at com terreno
baisa-mcr no fundo das mesmas casas, com
carnlioa caes,guindaste de Ierro, duas grandes
caldeiras de manipulac3o,com mexedores de
ferro movidas por vapor, caldeira e machina
dd vapor Je for?a de seis cavallos, duas ser- i na rua da Alegra n. 31.
r^s, sendo urna vertical,
Acha-se justa e contratada a taberna sila
na rua de S. francisco Oitr'ora Mutilo .No-
vo n. 6s, perieocjenle> Sr Joaquim Perei-
ta lia ai os a qual s acha livre o deserxibara-
- Vende se urna mulata com algunas i?:iJa soP0""11 lg"em se julgar credor da
b>bililades: na rua do Kingel, laberna de < "ie'"'a- ap-esento as suas ouutas na referida
molltados n 9, | laberna, no prazo de 3 das, contalos da
Vendase urna crinulioha de 12 annos 'laU dcsle- Bodos os qnaes nfio su alten lera
da-se 2:<00S a juros, e luga-se urna escrava: a deDllo algum. Itocife 5 de novembro de
18*7
Aluga-se urna fresca baixa com um
cxcellente corle ae capim, era um sitio per-
n! caixas, alcm de urna mensidades
utensilios, prorios dn estabelecimento.
de
Antonio Moreira de Menuonca.
Maooel Ignacio de Oliveira Lobo.
iSommm^-
'por cod
. CAMBIOS
sobre Londres, 27 1|2 d. a 60 d.
Paria, 346 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Kjo de Janeiro, 2 por Ojo da deaeonlo.
Accao do banco oO por caolo de dividtudo 'i
ta do vendedor. "
companhia de Beberiba 6O9OOO por acra*
e < companhia Per imbucaua ao par.
e e Dlihdade Publica, 30 por cento da premio.
Indemnisadora. 61 idea.
iv* ". ^ada i* ferro _2 oor K) da praoiio
Disconlo de leltras, de 8 a 9 por cento.
Acc.6s do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oocas heepanholas. 29J500 a 30JOOO
Moeda de 65400 velhas .... 16>0X)
6J40O novas .... I60OXJ
t 48000....... 99OOO
Prata.Palaeoes brasileiroa...... 2a
Pesos eolumnaria*...... 2901 lu
mexicanos...... IjgirO
ALFANOBGA.
Beudimeuto do dia I a 4 .
dem do da 5.....
57:0J0SS(7
25:0.1090 I
82:0909918
Uescarrcuam lioje 6 de novembro.
Barca InglezaBonitamerca lorias.
Uirca francezaVeneiarlUidem.
liares americanaCurafamilia de Irigo.
Brigue imilazEtcelcionjbjeclos para o gaz.
Brigue inalezZiskacatvau.
. MOVIMENTO DA ALFANDEA.
> olumss futrados com fazeiinas ....
com gneros ....
Total
Villanas, sahidos com fazandas
u com gneros
259
213
472
201
246
Total .1
IMPORTACAO.
.Sumaca iiepanhola aArdilIau vinda de Barcelona
e .M 11.1-.1, cooiignada a Aranaga & Bryan, maaifei-
loa o srgoinle:
499 canas passas, 20 ditas chambo de municio e
iObarris azeii* doce, 130 pipas, 10 meias ditas e
125 barrisca,!iiho ; ao capitao.
"* CONSULADO ERAL.
llendimento do dia I a 9:6373203
dem do dia 5....... 4:746j21
14:383941'.
plVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeutryo da 1 a 4 .
dem do dia 5...... .
idife
301887)
I53J21I
45.55136
DESPACHOS DE EXPfiRTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
5 DE NOVMBiO DE 1857.
HavreBarca franceza Adeleo, diversos earregn-
dores, 76 siccas algodAo, 1,500 couros salgados.
LiverpoolCalera ingreza ullarmioue, Suuthall
M'llor 4 C, 516 sacras agudao.
PorloBarca portagueza Mor da Mala, Manosl
Joaqoiin Kainoi e Silva, 200 saccoi assocar mas-
cavado.
LisboaBriaoa porlagaez aTaroj I, Manuel Jos-
'l'iim Hamos e Si va, 400 saceos a 321 barricas
assuear branco e mascavado.
EXPORTACAO'.
Porlo, brigus nacional Despique de Beiriz, de
277 toneladas, couduzio o aeituiute : 2.031 aacoos
e 16 barriquinhas com 9,103 arrobase 17 libras de
assuear, 9 saccae algudao, 130 sacens uomma de
' mandioca, 26 cascos inel, 1 saeco cif, 3 garrafnes
acoardente, 420 ponas de bo, 6 barras de prata.
RECEBiSDOKI.V DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeotodu dia 1 a 4 1:8509613
dem do dia a ....... 2:1089930
39595J3
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeolo do dia 1 a 4 6s758Jn9
dem do dia 5....... 2:273/094
8:026C8<3
OtofoZm $$ PVSU0
Navios enliados no dia 5.
Maeeiii4 das, brigoe Inglez Carolina Schenk,
d> 190 toneladas, rapilAo M-smrier, equipa^em
10, em laslrn ; a Wlialler Korster C.
llainhursoDO das, patacho dinarnarqutz eMariao,
de 117 toneladas, capillo I. Slehr, eqoipasem 7.
carga fazeodas e msis gneros ; a IJenry Branu
C. Pertence a Liverpuul.
Baha8 das, briajoa nacional uDamilo, de 231 to-
neladas, eapitao Manuel Jos de Oliveira, equi-
pagem 12, carga chiraios e mais generes ; a Jos
Juaqairn Das Feroandes. Perteace ao Rio de
Janeiro.
Navios sabidos no intimo dil.
Liverpool pelo CearB.rca ingleza Lindas, eapl-
Uo Tliomaz W. Robison, em laalro. PaMagriros,
Thomaz Luurencn de Castro a Silva, r'raucitco
Jos de Uliveira, J >,i Jos Sildanha.
Para a peseaBarca americana aMelinokel, com a
inesma carga qae Iruuxe. Suspendsa do lameirSo.
&t**8.
Joflo Xavier da Fonseca Capibaribo. lPar'' trata-s com os consignatarios T. de Aqui-
no Fonsecs & Fiho, na rua do Vicario n.
79, priineiro andar.
ASSU.
Tara o Ass e Rio Grande do Norte, sabe
com brevdade o palliabole Piedade, para
carga e passigei os a tralaf com o capiUo
no trapiche do algodao ou na rua da Madre
de Dos n- 2.
aOf^uinNNf*
Arsenal de marinea.
Deordem do lllm. Sr. inspector fajo pu-
blico, que admitlem-se nesta reparlico of-
hciaes, tanto de ferreiro como de lunileiro,
devendo oiprelendentes apresentarem-se ao
mesmo llp. sr. inspector com brevdade.
lnspecc,So do arsenal de marinba de per-
nambuco em 2 de novembro de 1857.-0
secretario,
Alexandro Rodrigues dos Anjos.
Por ordem do governo de S. M. Impe
rial e Real d'Austria, devem to los os sub -
tos a.-siriacos apresentarem-se no consulado
d'Austria nesta ci lade, na rua da Cruz n. *,
at o dia 25 do corrente mez.
- O lllm Jsr. inspector da lliesuuraria
provincial manda fazer publico, que no da
3,do corrente por dUnle, pagam-se os or-
denados e mais despezas provinciaes, ven-
cidas at. o ultimo deoutubro prximo lin-
do. Secretaria da thesouraria provincial
do Peruambuco 2 de novembro de 1857.O
secretario, a. F. da AnnunciacSo
-----O Idlin. Sr. inspector da tbeanoraria da fi-
zenda mana fazer publico, pala conliecimeutu de
qu-m inlerssar possa, a ordem circular do lheourn
uacional o!3 de 27 de junlio do anuo protimo pas-
aado, abato Iraoacnpla, marcando as formulas para
nilLTpusiicao dos recursos das decises da lliesoura
ria para o Ihasouro nacional. Secrataria da IhaaoD-
raria de fazenda de Peruambuco em 20 de oulubro
de 1857.O official maior,
Emilio Xavier Sohreira de Mello.
Copia circolar.N. 13. O marqoez de Paran,
presidente uo tribunal do Ihesuuru nacional, para
obviar o inconveniente que da pratica de apresenla-
rem-so recursos ao inesino tribunal, independeiile-
mente de infurmacao das lliesoorarias de fazenda,
resulla de nao saberse qual o motivo da decisAo, e
sempre ha delonga proveniente da eiigencia de es-
clarecimenlus s lliesouraiias e aslares liscaes su-
bordinadts, declara ans Srs. inspectores das referi-
das Ihesourarias, que no tribunal do Ihesouro nao se
tomara runliecimeulo dos recursos ds decisoes das
Ihesourarias, srm que por estas repariifca.S, a qnrm
as parles' inleresadas os develan eniregar, ae|am
t'ansrnillidas omYialineiile ao Ihesouro. aroinpa-
uhadus das pe i.*i e ducumenlns relativos a ques-
IBO. alero das indispensaveis informates liseaes ; e
ordenar-lhrs que deem a esta providencia a precisa
palillcidade. Thesouro nacional em 27 de juuho de
I8.16.Msrquez de Paran. CjnforineJosa' Sa-
venauo da Rucha.
- O lllm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, em cumpriinento da resolugSo
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que 110 da 19 de novembro proxjmo vin tou-
ro, vai novaraente a pra;a para ser arreo a-j
lado a quem por menos fizer a conservado
permanente da estrada do Pao d'Alho por
lempo de 10 mezes, avaliada em 6:900>000
res
Epara constar se mandn slliuaro pre-
sente e publicar pefo Diario.
Secreiaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 30 de oulubro de 1^57. Ose-
cretarto. Antonio Fcrreira da Annunciacao
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
De ordam do tribunal do co.nmercio dest
provincia s% faz publico, que por decreto n.
1989 de 10 de oulubro prximo passalofoi
elevado a oilo o numero dos correl^r^s des-
ta prac.a. E pe o presente sSo convi la los os
preten lentes a apresentarem seus requeri-
meotos na forma da le. Sacretari* do tri-
bunal do cornmerco da urovincia de Per-
nambuco 5 de novembro de 185;. O secre-
tario, Dr Aprigio Cuimaraes.
JLTZO l)US FEITOS DA FAZENDA.
Coi.ranca da divida activa arrecadada pelojuizo dos
feloa da fazen la. e culleclonas, uo mez do oulu-
bro prosimo p ..-a 1.1, a saber :
Impuslo sobre lojis......
Dito sobre casas de movis, roupas,
etc. fabricados em paiz eslrau-
geiro.........
Dilo sobre barcos do interior .
Taza de escravos.......
Dcima addicional das corporaees
de ralo mora.......
Dcima dos predios urbanos .
Dizima de chancelUiia.....
Sello de heranc,a e legados. .
8 por J de loteras. .".....
Alcances.........
Siza dos bous de raiz ..,.",
Multas..........
Cusas.....
Sello." .
226s800
sn-oilO
1159200
5259000
653658
:l9780
129814
7959659
1:6328000
:!i9798:t
5: 26999
129817
7359984
750100
15:4999630
Alemda quanlia spra cohrou-so mais ad< trsenla
res mil novecentos e sessenla reis, proveniente do
imposto a* dizima da Chancellara as pr ivindsi do
t.eara e Ala2 l.9680r. de cinta., e 19380 de sellos.
Seceso do contencioso da tbesouraria de fenla de
Peruambuco em 3 de noveabro de 1857.O procu-
rador doi felos,
Fernando Alfonso de Mello.
DR
SANTA ISABEL
.7." RECITA DVASSICXATRI
DA
EMPREZ AGERM ANO.
SABBADO, 7 DE NOVEMBRO.
Sabir;
- Os liscacs das quatro freguezias desta
cidade, para conhecimenlo de quem perlen-
cer, fazem publico a disposi?aodo irt. 5-,
com oa respectivos paragra hos, das postu-
ris de 20 da novembro le 1855.
Posturas de 20 de novembro.
Art. 5 Todos os donos de e mentos de portas abertas de qualquer natu-
rezaque sejam, artistas de quaesquer olli-
cios. achristSes de igreja etc., estao sujei-
tos as segtiinles digposiQes :
S 1 >3o lancarao nem mandarSo lanc/r
rua, palha, cisco, eslilhacjo, aparas, ou fi- i
nalmente qualquer residuo que embarace o1
transito, ou conrorra para o menor easeio
das ras, e dilliculte a livre e fcil circula-i
Sio do ar attnospherico.
S 2.- Todas as m.nliSas, at as 7 horas
mandarSo varrer as testadas de seus esta-
beleciinentos e ollicinas te o tneio da rua,
so do la lo opposto bouver igual obrigac^u
ali's tola a largura della, r.zen o condu-
zuolixo evarredu-as para os lugares de-
signados pela cmara, e irrigar nos das de
sol, *s iiniiii's tstalas Inmediatamente
queforem varridas: os infractores dejqual
auer deste, e do $V. pagarao a multa de
5^000, e o duplo na reinci lenca, a cmara
municipal man lar varrer as ras onde nSn
hsjain eslabelecimi-ntos.
Em face ponanto de semeldantes dispo-
si^Oes, os liseaes desta cidade, esperam da
a a scena o intrressaute drama em 5 actos, ori-
.n.l rrancez, iratuzido pelo anula Criuano
francisco de Oliveira :
BERTHA
PERCADORA DE FLANORES.
1 errui ti ir o epeclaculo com a no va comedia em um
aciu, um ido de couplets :
DOS
FESTEJOS REAES.
Principiara as 8 horas,
venda no ascriplorio do
Os bilheles ?cham-se
Ihealro.
&tiB0! j&.
Para o Rio de .*aneirO.
Segu com tnuiti brevdade o bem co-
nhecido brigue nacional Almirante por ja
ter parle da csrga engajada : quem no mes-
mo quizercarregar ou ir de passagem en-
tenda-se com os consignatarios 1. I. Dias
1'ernanJes & Filbos, na la da Cadeia do
Kecife.
--- Para o Cear e Acareen" Vai seguir at
Odia '0 de novembro vin muro, som falta, o
hiato .Novo Anglica ; para carga, trata -se
com Francisco de Paula Figueira deSaboia,
rua de Abollo n. 5.
A cara cu'.
Segu no dia 10 do mez corrente, com a
crg8 que tive' a borlo, o palhabote Sobra-
lense, mestre Francisco Jos da Silva Ralis :
para carga e passageiros, trata-se com Ce-
la no Cyriaco da C. M ua rua da Cadeia do
Itocife n. 2.
i'ar.i o Rio de .aneiro,
O patacho nacional Valente, fecha a mala
boje ale as 8 horas da mantilla.
COMPANHIA
Per.tambn cana.
modo.
Compram-se sedlas e moeda de pra-
Oiti escravos de dilTerentes idads jaacos- ita ,,0.1-5 co,n o premio de i 0|0 : na rua da
turnados ao servido da fabrica. i Cadeia do Recife, loja de cambio ti 38.
lim laboratorio cliimico para a analvse """ <:mpram-se patacOes brasilelros e
contendo pe?as de vidro e metal mui impor- i "spanhoesa /OCO ; na rua da Cadeia, loja
tintes, urna porc,iio de frascos com accidos aa cambio 38.
etc. -- Compram-se sedulas de of com u
Carteiras, almarios, prensa de copiar!, re- Pr cflnto de premio : na rua da Cadeia do
logio e mais objectos do escriptorio.
Urna terreno com 10o palmos de frente e
fundo at baixa mar. annexo a fabrica.
33 cascos com azeite do palma, e urna por-
codediloem deposito em um tanque de
lerjo a lOs oras em ponto do suaradito
dia, na niesma fabrica, tea lugar oleilao.
I'oz B otheres, farSo leilao, por in-
tervengao do agente Oliveira, deumcom-i
pelo sortimento de lazendas inglesas, to-
das proprias do mercado : sjxta-IVira 6 do
corrente, as 10 horas da muiha, no seu ar-
mazem. rua da Cadeia.
%t'&A8 &::99???
O vapor narionnl oPe'siniinca, s>gnir para os
portos do sol da soa escala, porem s recebe carga
para os de Tamanderfi e Maceni, recebe carga ale o
da !) ao meio da ; n eipedienle se fecbar.' no da
10 as 5 hora da larde, pelo que os conlieciment*
deverSo ficar no escriptorio da gerencia no da ',) ate
as 2Mioras da larde.
- Para Lisboa segu com a maior brevi-
dade possivel a barca portugueza liortencia.
capito Jo3o Silvono Homano, po-ler parte
do seu carregamento prompto: quem nella
quizercarregar ou ir de passagem, para o
que tem excellentes commoios, nirija-sea
rua de Auollo n IG, em casa de Manoel do
Nascimento Pereira.
Esta a chegar do Rio de Janeiro o pa-
tacho portuguez Maria, de que he capiilo'
Manoel Rodrigues Alves, que se deslina para ;
o Porto, lera aqu poucos dias de demora,
tendoja paite da carga airanjadi ; para o
resto, trata-se com os sous consignatarios
Francisco Severiano l'.abello & Filho, no lar-
go da Assembla n. 6.
Cear.
No dia 6 do mez corrente sabe o palhabo-
te Venus ; anda recibe carga : a tratar com
i.aeuno Cynaco da C. M., na rua da Cadeia
do Recife n. 2.
- Para a cidade do Porto seguo viagem
com toda a brevi lade o bergantn porluguez
S Manoel I, capiliio Manoel Pendra da Sil-
va ; anda pode recebar algn,-resto de car-
ga : quem iiille quizer carregar ou ir de
passagem, dinja-se ao oapilSo, ou a seu
consignatario Maooel Joaquim llamos e
silva.
--- Para a cidade do Porto segu com mui-
ta brevdade a barca porlugueza Flor da
Maia, capitn Antonio Ribairo Lopes : quem
na mesuia quizer canegar ou ir de passa-
gem, dinja-se ao mesmo capit3o, ou aseo
consignatario Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
ar* a Buhi?.
Patacho Amazonas I.
O veleiro ebeui conlieci Jo patacho f\Tia-
zonas I, pr. i., n,Ion ie seguir para a Babia
caua muita brevidade, tem promulo parte de
seu carrega nenio, para o resto, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Olivei-
ra Azeveio, rua da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro*
Patacho Amazonas II.
0 bem conhecilo patacho .Amazonas II,
pretende seguir com mui a brevi lado, tem
prometo paite de seu carregamento, pata o
resto tr.ta-se com o seu consignarlo Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo. rua da Cruz
n. 1.
Para a Baha.
Segu impreterivelmente no dia 8 do cor-
rete a sumaca nacional Ampnitrite, s
recebe csrga miada al o dia 7, lem com-
modos para passageiros : trala-so com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, rua da Cruz n. I.
Roga-se a algum dos passageiros do
ultimo vapor inglez chega lo do Somhamp-
lon, quelevou por engao um sacco de ta-
pete com roupa, e calcado usado,'
pelSo com o letreiroMudir 1
e um pa-
, queira man-
la-lo levar a rua do Cresao, escriptorio do
ihesoureirj da estrada de ferro.
JWf***
Companhia Pernambu-
t)
canq.
vapor nacional l/oaras-iu, sahira' psra os
porto, do noria de sua escala no dia 1,1 do corrente,
recebe crsa pira a Granja, Acara, n e Caara1 no da
' e pasa o Ararat] e A s no dia 10 e p-ra a Pa-
raluba a Hm Grande no da II ; os conheciineruo<
'leverau ser eulreiue< na gameia com os despachos,
os qaaes os farree..toros tec-berflo asslgnados no
da l> \ carga nera' depn-ilada no ar.na-m ila
companhia. KSil se receber*' ca a para os dill-ren-
tesporloi, semlo nos dis cima rotreados rom os
coropetenles rtulos dos portos do s>u desuno.
StftfS.
Grande lei-
I
Oabaixo Bssigna.lo, secretario Ha ir-
man.ade do N. 8. da Soledade, creca na
tgreja de M S. do l.ivramento nesta cidade,
convida a tolos os irmOos comparecerem
no consistorio daquella Igreia, nodomingi.
8 do corrente. as 8 horas da manhSa, alim
de se proceder a ele??o da mesa que tem de
reger a mesma irmandadn no anno de 1857
a 1858 conforme determina o respectivo
compromisso.
Manoel de Miranda Castro.
Companhia indemnisa-
dora.
S3o convidados os senho-es accionistas da
companhia de Seguros lude nnisadora para
se reunirn em asse oblea geral no respec-
tivo esc iptorio, rua do Vigario n. i, pelis
11 horas di dia 9 do correte para delibera-
ren! sobre assum.itos que a direcij3o tem de
apresentar-llie. Recife 5 de novembro de
1857. Os directores, Joao da Silva Rega-
das, J. J ius>o Jiinior.
Precisa-so de. uui homem pira feilorde
umpequenosiiio: quem convier, dirija-
so a rua dti Crespo, casa n 8, para tratar.
--0 professor Torres Bandeira tem aberlo
um curso de philosopbia e oulro de rhetori-
ca,e pretende abrir um novo curso de liogua
rrancesa e outro de geograpbia, a principiar
da da 15 docjirenlo mez : quem pretender
Irequenla-los, s,- Je procura-lu tu casa le
sua residencia na rua ISova, sohradj n. 23.
segundo andar.
Recife, loja de cambio n. 38.
Quem ptecisar de urna ama secca,
acoslumuda j a t'atar de cianeas, o que
faz com todo o zelo e cahnbo, lavanio e en-
gomman lo para os meamos, procure na rua
la Cadeia do Recife, sobra ion *l
O Sr. major Joaquina Ignacio de Car-
vallo Mendonga tem urna carta de Coianna
nesti typog-aphia.
Sexla-feira, 13 do correnle, pelas II
horas da matr a, depois da audiencia do Sr
Dr. juiz dos orphaos, na praga um sitio no
Monteiio, por execuQao que p-oinovem os
berdci'os de Jos Anlonio da Silva e Mello,
contra os herdeiroa de Joaquim Fernandes
Cama; oescripio ncha-se em ni3o do f.or-
leiro do juizo, Amaro.
- Aiiseoiou-si na manhaa de de no-
vembro, o mulato escoro de nome Jos, que
representa lor de 18 a 0 annos de dale, he
baixo, cheio do corpo e sem barbs, levou ca-
misa e caiga de algolJo azul, chapeo de ua-
Iha e um rosario branco no pescuco. Este
mulato foi entregue a Symphronio tilymplo
Je Quairoga por vnl m o Barbosa da Silva,
qoe diz ser natural c morador do Mulnngu',
provincia da Pirahiba, para o comprar;
quem o apprehe 'de-, ou dello der noticia,
dinja-sea rua Vellia n t>9, quo ser recom-
pensado.
San-Jos d'Agonia.
O secretario da irmandade de San-Jos da
Agonia, em nome da mesa reg-dora convi-
da a to ios os sejs irmBoa para comparece-
rem no dia 8 do correute, as 2 horas da tar-
de, no seu c msistorio, alim de irmos acom-
panbar a procisaflo de N'ossa Seniora do
lergo, para cujo lim fomos convidados. Con-
sistorio da innanlade de-novembro de
1857 O secretario, Almei ta Cruz.
- Jos Maria Congalves Vieir* Cuimares,
testamenteiro de I). Anua Jacitilha de Souza
Baposo, faz scienie a O Tnereza de Jess
Ferreira, Krancisco Cornos CaslelSo. Anna
Comes Ponas e a seu Gibo mais velio, Fran-
cisco Martins Baposo, Manoel de Souza Bra-
ttt, Jez tina e Sebaslianna, ambas pardas, e
escravas que forana da din fallec la, para,
no prazo de IJ dias. receberem os seus lega-
dos, e par^ cujo lim ooderSo dingir-seao
la- -
bombas de ferro, tudo movidTp'or'vp^ I GoilllUa (lo A.PaCrtt^
grandes depsitos de madeira ou resfriado-! -,{a rua''o Crespo n. 14, vende-se gom-t0 d prsa : quem pretender, annuncie por
res d*. ssiifo, comportando cada uaa mais de ma '' *racaly, em saceos, por prego com- ^ste jornal para ser procurado.
- O abaixo assigm lo faz scieute a quem
nle-essar, que no lia 30 do oulubro proxi-
m i passa lo, um preto gihhador deixou licar
urna sicca coai cale, duendo quo logo a vi-
nna buscar para leva-la ao comprador, e co-
mo o niesmo a nao procurasse mais, be de
supp.jr que fosse furtada : poitanto, roga-
se a pessoa que lhe fallara mencionada sac-
ca, dingir-se a travessa do Queimado n. 3,
que lhe ser entregue, passuido o compe-
tentj recibo, e a Uespeza deste annuncio se-
ra paga pelo dono.
Gabriel Anlonio do Castro Quintaes.
Fugio do BUgenhO Cuararapes, na ma-
nhaa do dia -2 de novembro, o muleque Bn- !
to, de 18 anuos, pouco mais ou n.riios, esta-
tura reguUr, secco bailante, multo esjeito,
riaoaoo o um lauto falkdor. P le ser entre-
gue no mes no eng niio. ou na.travessa da
rua do Queimado n. de Gabriel Antonio de I
Castro Ouiutaes. De ouira vez que fugio
esteve em Iguarasiu', aondo passava por
forro.
Manoel Augusto de Menezes Costa rgra-c-
ce aos com.ianheiros rVarte musical que so
prestaram graluiUmente ao funeral da lilha
do lllm. Sr. Ira. cisco Manoel da Bosa, que
leve logar no convento di S. Francisco no
da 31 do oulubro prximo passado, cando
reconhecido e grato 'aos meamos cumpa-
nheiros que o honraram com os seus obse-
quios.
Oeseja-se alugar um escravo, que faca
todo o servicodeutna casa, e que entente
do cozinhar : a tratar na rua Novan. 10,
loja do Sr. Joaquim More i a.
Na rua do Trapicae Novo n. 12, cafe do
cornmerco, precisa-se alogar uqi preto o
nina preti para o servico de casi, o sendo
bous paga-se bem.
A itenoao.
A pessoa que achou urna aza branca bor-
dada para anjo de procissHo, be favor entre-
gar na rua .Nova n. 63, que ser generosa-
mente recompensada.
Cidade de Olinda.
O escrivSo da irmandade de (i. S. do Am-
paro da cidade de Olinda, convida a seus ir-
maos a comparecerem no consistorio da
Hossa igreja, no domingo, 8 do corrente,
pe s 8 horas da manhaa afim de se proce-
der a e.eigao da nova mesa que tem de reger
o anuo de 1858 O esenvao,
Francisco Can lido das Chagas.
Cnsaio particular.
O professor Torres Bandeira lem aberto
nm curso de philosopbia e oulro do melo-
nes, e pretende abrir um novo curso de
lingua franceza e oulro de geografa, at
o dia 15 do corrente mez : quem pretender
frequanta-los, po le p-ocura-lo. na casa de
sua residencia, na rua Nova, sobrado n. 23,
segundo an lar.
A companhia fixa de cavallaria, tem
devmder em hasia publica, no da 11 do
correte, as 10 horas da manhaa, cavallos
incapazes do servico, no quartel da mesma,
em frente aos lazaros em S. Amaro.
No dia 25 do correte appareceu oes-
te convento de Olmla um pardinno, com
tdade pouco mais ou menos de 14 annos,
dizenlo-me ser filho natural de Jos Anto-
nio da Silva, morador em Pao Amarello, e
sua rnai Lmbelina Maria dos Prazercs e re-
siden! eni Macej. Sabe le.r, escrever e con-
rgo do Carino n. 16, de manhaa al as l?f.e_ ea>. Principio de olhcio de alfalate.
lloras, e de lar le das 3 as 5 horas, sob peas
de o enuunciante recolher ao deposito dos
que nao rec tbercm dentro daquello p azo.
Fugio na madrugada do dia 1 do cor-
rete para o dia 2 do m--s no, a escrava Rsy-
muu la, parJa bem clara, natural da cidade
de Olinda, de idade 22 annos, esta muito
-&&&te-<:3&%-0":7Qrt "-" "K'-f oor se acharem curativos ha 3 mezes. *nv'
-'^ I^vf^tii^w /I ol r..^t ^ ,.\ .cabellos cortados, sollos-e pretos, gran le co
j UMatUclSUti alUDa8trU J marca na, nuca de um caustico, olh.sgran- C!'n
de Florenci.
O
I
o
Vendem-se as seguintes lin las es- ''.':
tatas de alabastro com os coaaue- 'A
lentes pedestaes :
A Venus de Melicis de Canova. '''
A Venus da magua de l'norevald- W
sen.
des e enfermos, tolo o cor jo bem m
A Venus das formosas na Jegas de
Canova.
A Venus em repouso do Ticiano.
A Ehe de Canova.
A Psycho de dito.
O prego he de 200)00 por estatua, ,
com algum abate tom'ii lose varios, efe
Lslao de venda na loja do Sr. I'jgi, ??
por traz da roa Nova, e as ras do ^
Trapiche n 1!, desdo as 10 horas da fcy
o
o
.L
boje G do corrente,
AS 10 HORAS Eli POMO.
lera iiio;,r definitiva
mente o leii&o da fabrica
Je sabaoda rua Imperial,
confitando do que ja si-
'-cha annunciado e de
irmirt o seguinte : mais de
OO caixas com sabfto,
una porcao de barricas
com aparas de sabio (pro-
prias para casa de fami-
lia) '"l|^ grande porcao
de labras e pranchoes de
pinho, caibros, teihas, ti-
j'dos, c ontros mntus ar-
tigosque fram desneces-
sirsOs mencin ir,e que na
occastflo se aeharo pa
.'.!- manhfla, al as 3 da tarde
. Aos amigos Escadcnses.
r dre Francisco Veiissimo Danrleita,
faz publico para inteiro conhecimenio de
sctts amigos da lrcguezia da Escada.que he
lalsissinia a noticia que seus detractores
espalharam do laclo, que attribuiram-lhe
liavet- ru-aticado nesta piara, por quanto
esta' no gozo do perfeita saude no exer-
cicio de seu magisterio, fruindo dessam-
brado o ameno e deleitoso Beberibe, e
igualmente a gctal estima,que julgam-no
merecedor seus dignos e liospitaleiros ha-
bitantes, elamenta por extremo queseas
gtalituitos e ingratos nimigos espalhem
noticia tao aterradora sem fundamento,
para darem tmente pasto a sua maledi-
cencia, que devera ja ser retractada e cor-
regida pelo lerrivel cliolera-tnotbus, j.ar
que pasiaram, e (nalmente pelas santas
missoes, que houveram lia pouco alli
Qui e\. eo est verija ei audit: proptete.i
vos non attditis, quia ex Deo non estis.
O abaixo astignado, vendo um an-
nuncio do Sr. Prxedes da Silva Gusmao.
icientiUca a quem interessar possa, que
sendoa escrava Antonia do seu casal, elle
uo vendeua pessoa alguma, nao poden-
do por sso valer qualquer titulo, que
aprsente o mesmo Sr. Prxedes, vislo
como o seu casal sii tem um legitimo ad-
ministrador, que he o mesmo abaixo as-
signado.
.Miguel dos Aujos de Meudonea.
' Associaclo Popular &
de Se 'orros jun-
tos.
De ordem do lllm. Sr. director,
s8o ocio presente convidados os
M tnembros desta aasociafto a se rcu-
nirem amanhia 6 its 0 1|2 horas da
tarde em sessao exlranrdinaria. So-
creta ria da AssocMcao Popular de
Soccorros Mullios, S de novembro de
f '857,Silva l.ins, priineiro secicta- J
000
A quem rpgar o escavo crioulo de nome
LourenQo, de i la le de 25 annos, cojo esca-
vo foi comprado a lliozo Soares Carnelro de
Albuquerque. morador no engr-nho Hamos,
enmaro i .lo Pao d'Alho, o escravo t^m os
sigoaeaseguintes cor preta, rostocoiopri-
do, secco do c.irpo, com urna cicatriz na
te*ta, proveniente de urna caeetada, qui
b'vou no Pao d'Alho, tem urna das pernas
mais fina que a outra, e ua mesma pero a
tem umacie-itriz, proveniente de urna gom-
ireado
or sarnas que teve, ps granJes, line-se
forra e tem por costuran fugir e vagar escon-
dida oor Olila, eSoleJale da frerfuezm da
lioa-Vista ; quem a pegar e levar na rua da
Conc irdia, casa Ierre* de Franeisoo Jos dos
Pasaos GuimarSes, ou na rua da (".loria da
Uoa-Vista, casa tnrrea do 11 lo ODposto ao do
convento, de Joao Jos dos Aojos, ser gra-
tificado.
Vende-se a botica ds rua do ({ngel,
casa n 8, com armaclo da amarello, enver-
nis.i la, a qusl offereco vantagem para qual-
quer estabelecime.-.to : a tratar na mesma.
Charutos muitose bons.
Na praca da Boa-Vista
Na fabrica n 5
Dmomtnada conquista..
Aleta de muilos charutos da tena o da Ha-
hia dos melnores, existe uesla fabrica boa
luali la le de charutos com o ttulo patente,
que he dos melhores que poda haver por se-
ren I-utos com fumo de llivana, e vende-se
pelo diminuto preco de 105 o canto, os afa-
mados panilolla venle-se a 3j o canto.
Fejo mu lat 11 lio.
Em saceos, viudo do Rio do Janeiro pelo
vapor Oyaoock ; vende-sena Iravessa da Ma-
Jie de Deosn. 15.
Vende-s*. una cabrlnha de 13 a H an-
nos, bonita figura, com principio de habili-
dades : no pateo do Carmo n. 6.
OSr. Francisco do Paula, e Silva Primo
queira dirigu-se a ropartic.lo do correio,
alim de receber urna caria vinda da eidade
da Parabiba.
Da-se80O.> a juros com hypotheci em
pre lio ou em our e prata; da-se en pequo-
nas quantias : na rua do Livra.nento n. 21,
segundo andar
L'ma pessoa com praga no exe cito, o
n'um doscor,jos desta guarniglj, faltan lo-
Ifie dous anuos e tres m izes p>ra acabar seu
tem yo de servido como voluntario, offreci
3!)l'ca quem queira por si concluir o rasmo
temi; assegjran lo que em vista da I substituto, que devera ser de boa coiducta,
conwnienle robuste e livre ilo recrulamen
to, perchera 45 rs tario : a quem convier comparec na rua
Fr. Joao Itsptisla do Espirito Suto, gar-
diao.
Precisa-se de urna pessoa enlenlida
de trabalhos de padaria : a tratar na povoa-
V'3o do Muuleiro, padaria denominada A-
morim.
- Aluga-se noMonteiro urna casa terrea
envidrbala, e com tarrago a beira dorio,
m muilos commolus: a lallar no tar-
ro nJarn. 37, no aterro da Hoa-Visla.
LEITE. ARTLU yCOHPAMIIV<^
RUA DO QUEIMADO N. 10.
Loja de i portas. ^
v7 Tem viudo da India urna fazenda (jj)
M do palba em pecas, que serve para S
^ camisas des-niora e do homem, e W
W para fazer tbjeclos de babarilbo.as- vgr
@ stm como lencos da mesma Tazenda, (A
^ il ie depois dn Uva los silo iguaes o X
2 mais fino lenco decambraia de li- W
59 nho. e temo lustre de se la. (Jf
fioisiiital de
todos ,s sanios da ve-
neravel ordem terceira
Precisa-se para o rcestno de um ser-
vente forro ou captivo para o seu serviro,
a pessoa que estiver nestas cireumslancias
pode dirigir-seao irmao ministro na rua
da Madre de Dos, em casa de sua ino-
rada.
a S4*to>
Xo iO. 40
Grande e novo
ort ment de fazen das de
todas as qualidades, vin-
das pelos ltimos navios
da J2ur >pa.
ponas compridas 3
Cal-
de nnvos
Craval.is de seda com
regencia .
Dilaa de dita com ditas a prncipe d
les...........
Ollas de ditas a' americnaa. .
Corles de cohete de ellado
padrrs fl .
Dilos de selim branco bordados, proprios
para casamento.........
Diloa de gorguiSo de leda de novo pa-
droea ..........
Dilua de calca de casemira da todas as qua-
lidade...........
Chapeos de sol de seda superiores .
Chapeos de massa franrrzea.....
Lencos de cambraia bordados, tinos, para
mao.............
Ditos de dilo de linho lisos para mAo. .
Luvas de leda da lo l.i- aa i| mudadas, para
homens, senhoras e ma ninas.....
Cortes de vestido de seda de crese tira neos
k Pekn ojnais aoperiore moderno que
lia no mercado.........
Belleza de Bengala, fazenda loda da seda
transparente com li-lras asseliuadaa ,
P'opria para bailes, covodo.....
Cauhiaia sada de Bengala para vellidos ,
covado........
arege de seda com quadros aielinadoa, co-
vado ...........
Grosdenaples preto e de coie, mullo su-
perior, covado .........
Dito dn,i de .tito muito largo, preprio para
forros de obras, covedo......
Sedaa de quadriohos, covado.....
Muisulina branca e de cores, covado. .
C>*sas franceras de cores (ixas, a vara. .
Chitas Trncelas, o covado......
Pecas de brelanha de liufio Tina com (i va-
ras .............
Panno lino preto e de coras, pita lodos os
presos ............
Paliliii de panno preto e de cores". ". ".
Diloa Je argentina de cores tucura!. .
Ditos de alpaca de corea fina.
Dito de dita prela........
Ditos de ganga de cores......
Ditos de brira de qiiadiinlios. !
Hilos de brim pardo lino......
Ditos de brelanha de linho brancos. .
(i-iudolaa de alpaca prela e de cores. .
Romeiras de relroz, grandes, com laco de
seda para senhor.r......
Chalas de merino bordadoa a velludo. .
Ditos de dilo da dilo a aeda......
Ditos de dilo bordados em 2 pona! .' '.
Oitu de dito ehaly bordados.....
Ditoi de dilo com'hslra de seda ....
Ditos da dito li-os com franjas de seda .
Ditos de dito corn franjas de laa .
Ditos de laa adamascados, preto e de cores.
I
15000
lOfcOOO
I
3*000
9
75300
75500
15000
-130
25000
I 200
15000
2501V.
I56CO
930
n-o
5280
35300
3
2OC0OO
O5UOO
55000
45WH
4S500
35OUO
45OOO
4?W0
55OOO
93600
175000
95OU0
125000
103OTHI
681OO
55500
55OOO
33000
Em frente do beeco da CougregacAo, passandu
toja de f'rragens, a segunda de fazendas n. JJ).
'.-r^^^O @S^>Wi|
Nocoosulloiiohomeopalhlco do Dr. Ca-
$ sanova, roa das Croles n. 28, ha sem
* TH ora ?rande sortimento do mais acre-
* 'litados medicamentos homeopathico, e lu-
%$ do quanto lie necessarin para as passoas qoe
i legiiem este ylema.
'' Vendm-se fraacos com rellia da vidro
^? de mela onr;a at (i, muito em conta.
PROVINCIA.
O Sr. tlicsoureiro das loteras manda
fazer publico, que estao e\postos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
lian : quiMii convier comparec na rua ,| ,...,., ti,:._', j n
da Gloria; casa n 23, das 2 horas da tarde as ,^I"",nen,. de Papacara, cujas
6 da tioile.
i
i
I

Os abaixo aslgnado*, rom loj'a de ourives
na rua do Cahuga 11. II, confronte ao pateo
da matriz e rua Nova, fazeo publico, que
esto recebendo conlinuadaraenle as mais
novas obras de uro, tanto para senhora
como para homens e meninos ; os preces
continan) razoaveis, e passam-se cocas
com respunsabilidade, especificando a itua-
lidiie do ouro de li ou 18 quilates, ficando
assiin sujeitos os tnesmos por qualquer du-
vida.-seraohm & IrniSo.
Traspassa-se a hypolheca do sobrado
le 11 m an tar com com'-nodos, gran le quin-
tal, plantacOes e cacimba, em Oliula, ao p
da ladelra da S, cornprehenienio a hvpo-
toeci todos os bens dos hypotecantes, e
a .-liando se j venci lo o tem o. e concilla-
dos, faz-se est trausaccSo por liaver preci-
sSo: quen quizer. dinja-SQ no Recife ao
Sr. Dr. Dioio-o Clpiaoo Cohibo CaUriho,
ou ao sr. Manuel Antonio do Santi'fco Lessa.
Precisa-se alugar o primeiro 011 segun-
do andar de uoiiceaa as seguintes ras
desta rroguezia rui Nova, do Queimado, do
Collegio, do Kosarin larga, da < a lea, do
Crespo, do l.ivramento e das Cruzes : quem
casa da rua da Aurora n. 2, das 9 horas
da manhaa as 8 da noite, biltietes e meios
da segund) parte da priuieira lotera
ro-
das andam no dia 11 de novembro.
Theaourarada loteras, ."il si le outu-
bro de 1837.O escrivao, Jos Maria da
Ct uz.
SABA
Branco, amarello, casta-
nhoe preto.
Audrade, Jlendes \ C com fabrica de labio nn
"" '" r"a do Bturn, e deposito no largo da assem-
lil.'a n. 9, lem a honra de presentar ao respnila-
vel puolico rtesla provincia edo imperio o inelhor sa-
nio que ha appaiecido no mercacLi como ja el co-
"hecidii pelos Srs. negociantes do trapiche, nao s
pela vantagem de n.io diminuir o peo por qualquer
ajee Ma o espaQo da lempo ,0 que a garaule; mas
amia pela sua cnnsiilcncia ; o qoe mais apraciam
as senhoras lavadeira, por sa tornar menor a desne-
>x qae fazem com tul genero, cojo sabio he conhe-
cido pelo (iluta sab.lo hespanhol da fabrica 110
Kecife.
O hrancoqae se pode chamar propriamenle hespa-
nhol vendo-.e a re ilho de urna cai\a para cima pelo
preco d_ 2(0 rs. a libra : e todas aa oulras qnallila-
des de 50 ditas pra cima : purein ero |iorr^e me-
nores achardo os pretndeme nos armazens iios Sr.
Vieenle Ferreira da C.i O C, Antonio Jo de Souza linimara, M.imcl
I avaras Cordero, .Martins & Pinto, e Loureiro ii
rt,irlia.
Al o prsenle sd temos cnnhecido sabSo que nao
i

threr, annuncie com a maior brevidaie pos- Mu '' '"'* peso- prneipalmwu fabrica to
Sifal. M Imperto, a e.-.e quanto maior lia o epaco de
ma. O abaixo assignado, roga as autori- Aquino Fooseca.
Proolsi-se de urna engommadeira qoe
saja per ila o que se encarregue tambem da
lavagern da rouoa : na rua .\ova, sobrado n.
5, segundo andar.
- Manoel Jos Ca'neiro retirase
Portugal a tratar de sua saude.
Precisa-se de uma cozinheira : na
rua do Hospicio casa de Tlioina/. de
para
t^lltes, 113 Sil i iMCltaUf. I- ,,i,,|os POliejaes e en -itass de choido.
l)rica.
I qualquer pessoa do povo, que o peg r, di-
Leiiao
FABRICA DE SABAO.
hoje Ode novembro
requerimenlo dos administradores da
rija-sea rua ireita n :i, cujo escr-,vo esl
fugi lo desde o dia 30 de abril do corrente
anno.
Jos da l'onsca silva.
Compra-s uma barcaca de 20 a ib cai-
sas, queseja no>ra e be n construida: na
rua da i.ruz do Itecife n 61.
Compra-se um dicciomro francez do
llouquete, e una selecta tambo n franceza,
com poucj uso : na rua do Cullfgio, loja
n. 3.
Prec:sa-se do um amassador : na pa-
daria da rua larga do Itosario a. 8.
Precisa-se de alugar uma pserava
para o serviro de uma casa estrangeira e
que suba engommar : a tratar na rua do
l'rapielie Novo n. 12, escriptorio, pri-
meiro and,ir.
C. C. Jobnston. suhlit
lempo man he ua diruinuic.ao, a ponto Ul que 110
espago d. :1 a i mezes chega a diminuir a quarla par-
te, e de-la maneira perla o coniamidor considira-
velmenle sem so sentir.
("elizmenl. boje ji se cuntiere o sab.lo livre de um
al inconveniente, por s. ter cousegotdo um procedo
novo, e poder-se vender pelo mesmo pre. o ou din
diminuta differenra quedo amigo.
l'.Mtrtlanlo manifesla-^e na inenna fahrii-a sabao
dessa antisa qu.'ili'la le. e se vende por menor preso.
s! por ventara aluda pode B.ver, ;i vista do mellio-
raiiipiitn di-.la iu loslria, con^orniJur que a queira.
Olere.-e.iiiis ele pf queno annnncio como um con-
vite ron lamen-lado pira concurrencia dos freguezes,
n para aii'iuiiac.lo da empreza naaeaala, que em
verdad* honra a previaela K a prova he. ver->e
icraiuili duas ou Ira vezo* uma fabrica montada em
gran te ponto, com a protaccSo do li iverrio. Mal que
produiia 11110 abao. divi lo Isa a nl.i queierem *-
ROB LAF1-ECTEIK-
O nico autoritado por decisao do contelho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospiues recommendam o
arrobe de Laffecteur, como seudo o nico
autonsado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a lomar em secreto,
esta em uso na marinba real desde mais de
60 anuas ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as ai
feccOes da pelle, impingeos, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as conlracces e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
cOes ou de sondas. Como anli-syphililicos
o arrobe cura em pouco lempo os ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvern incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injeccocs que representen)
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe Laflec-
m.-rcurio eao iodorcto de potassio.Lisboa,
--Vende-se na botica de llarral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde araba de chegar uma gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa dodito
Boyveau-Laiecteur 12,rua iticheleu Paris.
Os formularios d3o-se gratis em aasa do a-
genle Silva, na praca de D. Pedro n. 82.
Porlo, Joaquim Araujo ; Baha, Lima & Ir-
maos; Peruambuco, Soum ; lo de Janeiro,
tocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magates Leile ,
Rio t.raude, Francisco de Paula Coulo&
POTES DE CsOlTCHOLC ESD-
KECIUO, DE FAUVLLLE-UELEIUUU
DE PAK1S.
Quatro annos^de experiencia lem assegu-
rado aos penles de caoutehouc a voga que
hoje tem, no so em, Franca como no inun-
de inleiro ; sao sem contradiccao os mais
agradaveis de lodosos peutes, mais buuios
que os de tartaruga, sao os nicos que nao
lazern cahiro cabello, por causa da electri-
cnlade que conlm.accrescendo a estas van-
lage.is a de rulo serem mais caros do quo a.\
ae bfalo. A esta admiranvel invencao de
expsito universal de 1855.
He chegado a loja de Leconle, aterro
da lloa-vista n. 7. excellente Icite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, saraas e espinhas, igualmente o a-
famedoolco babosa para limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como po imperial do
lyrio de Florenga para hroloejas e aspe da-
lles da pelle, conserva a li escura e o avellu-
dado da primorosa di vida.
\K- : ::::--C:^0::>33S.>
ingles, o sua lian loeur o anillo procesxi, dn qual e oSo pode fa-
O
o
o
-::3
O
::
O
no
CENTRAL HOMEOPA-
THICO.
RUA DE SANTO A.MAUO,
a.
o
Mundo Novo
faroilia relia-se para a Kuroaa, e quem ti-.ier deporto pela consideratel perda du peso,
ver c iotas ciro o ditosenbor.inja de apresen-I *t\va .-os <1
lar nest-'s 8 lias.i>r ser aago.e depois deste ->-* rS*^U>l Ul II
fra.o nao li,-a rcsjonsav.-l por eonta ni- Vende-se esla agua a mell
guma. Recife 3 le nove hro de 1857. 1 parecido jar:i tmgir o cabll
precisar '
n. )
O Dr. Sabino Olegario l.odgero Pinho
do consulla, lodos os (lias alela, desde a s
Jg hnraa da maoMa m :l da larde. Os convl-
V3 tes para vizilas dver)o ser illiigul,,, pcr ..^
ft-j escripto. Os pobres sao medu-adoa oratui- ^*
' limaiila .*
o
lanienle.
Quem
sitio, procure 111 rua i
so dir quem pretende
alabar.
,->'.,<>< tmap- .;;;::;? ;;-i}}:;;-:-;;H:;f@
de um fetor pura m p-ei : na l.vr.na un.vo s,l roa do'roMegio dewseiiw^^1 ~*?T T
,APo,,on.2..q)e1nB20.da=urm,;^
fN
riirtcs
MUTILADO

lecoites.para cal^a.
ILEGVEL




DIARIO DE PERNAMBUCO SEMA FKIRA G DE NOVEMBRO 18.VJ
U.V DA CADEIA 1)0 RECIFE ;-;
L~
{g- N. 18.
--
$ TEM PARA VENDER l.'M GRANDE |
e?<-SS33l SORTIMENTO DE KXS
lELOGIOS
<**
:s;3s
I
de ludas ai quididad, linio de OURO como de
I'UATA, palanle ibmo, e palele inglez,
b--i[ii como
FOLIADOS E AI.VANISADOS.
dito* para seuliortn, etc., por precos commodos
e saraulido*.
I
Kgg a;- g^ses ^>: K -s^vags 9BE9B8g 33323
coisuLTORi m^M^rmm
DO
a* & m
Rl'A da;cadeia, deikonte daordem terceira de s. francisco.
Onde seacbam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m globales,preparadoscora o maior escrpuloe porprecos bastante commodos
PREQOS F1X0S.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita -'e 24 ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... Sl'COOt
Tubos avulsos a......- iccOO
Frascos de tinturrademeia onca. 2C000
Manual da medicina homeopatbica do Dr. Jabr com o dic-
J cionyrio dos termos de medicina..... .
Medicina domestica do Dr. Henry .
, Trata mrito do cholera morbus
Repertorio o D% Mello Moraes
20S004
Ofoot
2/O0
6O0
* .*+^..s!:**iitaeii'!*!g
S peoras preciosas. -
I Aderefoi de brilbanlfs, Jj
S diamante e pcrolaa, pul- W
.*! leiras, aliineles, briucos *
. a rozelas, boles e minis ^
i* de diflerenlea eoslos i e
* diverias pedras de valor. *
s.
I
Ulk DI ORlTw
Ra do Cabng-a' n. 7.
OURO K PRATA.
>ecehem por t-
| Compran., vender ou | (ioS OS Vai)I'<'S ihl I,|-
2 Irocaro prala. ouro, bri- "
I hanles.diainanlese pero- | FO|)H HS OOT S (i. : IT1H1S
I, e oulra* qoaesquer 3 g salvas, caslicaes,
jjj joiasdevalor, a dli.heiro g rnOUerilO ;OSl(>, ta- 2 de sopa e de cha,
- 0I Pr obras. t* 5 lo oulrof obie
u, d ranga corno *
:*ae*.!*>*'ffic8B:38*s6!S8:e!
?
>
' Aden-ras coniplelus de .*
m ooru, inoios dilos, pulsei- 5
9 ras, alfineles, brincos e B
w rozelas, conloes, Iraneel- J
'* lint, medalhas, crrenles
* e enlejes para relogio, e *
ouiros muilos objectos'de
S ouro. ,$
!$ Aparelhos complclus de 1
v prala para ch.i, bandejas, g
g salvas, calic.aes, colheres J
e mu- SB
objeclos de ,*
prala.
iTimTiiiiimiiiiiiiiiiiiiniiiininniiiinni^
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo como costumam,
guerrcolypo.
0
Lotera da pro-
vincia.
) abaixo assignado vende bilhetes ga-
r.iutidos pelos precos bai^o notados, em
quadtias de l.S'000 para cima, a di-
nlieitoa" vista, ciu sen eseriplorio, na roa
do Collegio n. 21, primeiro ailar.
Bilhetes 5j500 recebe 5:00(^000
. Meios 2,s730 2:")()0.s000
/*. .?. Layitte.
Na ra do Trapiche n. 17, escriptono,
pre-cisa-se. doum preto para criado.
i^asa desande |
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- _,,
labeleccuem sen si lio da Passagem
da Magdalena, que ca ao norte ^
da estiada entre a ponte grande ;
ea pequea do Chora-Menino, ex- ':::"
cellentes acommodacoei para re- *'
cber todas as pessoas enfermas S?
<|ue se i|ni/.i'ivm u ti litar de seus S*?
' serviros mdicos, os quaes serao i?
S .'restados com o maior esmero. 2$
^j mesmo Dr., para o lim supra- i',';
? indicado c para exercer quolquer 0
outro acto de sua prolissao den- ?);
$S tro oii fra desla eidade ]>odera' @
$ ser procurado a quaiquer hora do @
^P dia e da noite. no referido sitio, M
^ a e\eept;ao dos dias uteis, das !) {5
^i horas da manhaa a's i da tarde,
^ que sera'encontrado no primeiro @
|j^ andar do sobrado n. 9, do pateo $$
@i do Carino. $$
- Campos & Lima tem a ven Ja em suas

Joao 1 hnmaz chogado ltimamente a esta
eidade, otrorece-se a tirar retratos em bre-
vissimn tempo, e com a mfior perfeicSo
oossivel, o processo especial de que usa ha-
bilita o annunciaute a garantir ao Ilustrado
oublico pernarr.bucano a belleza de scus re-
trato, e barxtissiruo : na ra Nova n 23
alleria de Arcenio ; Cadault, primeiro
andar.
/ap par ense
fabrica mmi
DE
GUERRA /.LBQERQE
ESTABELECA NA PlToVINClA
DO
Gr o-Far

O deposito deste excellente rap he na ra
lo Trapiche n. 14, e vehde-sa na ra da Ca-
doia do Reciten. 15, loja'do Sr. Rourgard,
ra do Crespo n. I A, loja doSr. Jos Luze-
bio Alvos d* Silva, e no bairro da Boa-Vista
ern trente da matriz n 88, taberna dos Srs.
Ouimaraesi Goucalves.
AUGUSTO STAHL MUDOII O SEU
UfAllLEClIUTI
PBOTWiRAPHICO
ATERRO DA NtIRil. 12
andar terreo, entrada or a loja.
Aviso os Uprt ciaores
da boa pitads.
Hochegado a este mercado o excellente
rap princeza de Montando, fabricado na
capial do Cear, cujadeposito se acha na
ruadaCadeadoRecii'e loja de miudezas n.
7, ao_pre?o de IsiO cada libra
N. 52Ba Larga do RosarioN. 7rl.
Fiacao e tecidos
de algodao.
N5o se tendo reunido numero snlliciente
de socios par ser e eita a Qomjnissao (isca-
hsadora no dia 27 de outubro, os gerentes
convidam os refer ios sennoies para nova
reuniao no dia 6denovembro prximo fu-
turo, quando se tomatao as meJidas nrees-
sarias a prompta realisacSo da empreza
Ksperamos que al o dia 6 de novembro os
socios que amia nao completaram o paga-
mento das p-estacOes servir-sehiio realisa-
las no escriptorio do senhor Guerra.
Kecife 27 de novemhro de 1857.
Amorim, Farias, Guerra.
RAPE'.
Joaquim I'erreira Mendes Guimaraes rece-
beu uliimamentc pelo paquete Imperatriz,
nova remessa de excellente rap nacional
princeza, da fabrica de Jo3o Jos da Rocba St
Sobrioho, do Kio de Janeiro, onde be muito
apreciado e tido pelo nico que melttor
substitue o de Lisboa, pela grande sm-
Ihanca que com elle tem, tanto em cor como
em aroma. Elle he tamnem j bem aprecia-
do na Babia, Macei, Cear e Maranlifo, '
geralmenteem todas as partes por onde tem
sido mandado : vende-se no Recife, taberna
de Fortuuato C. de ouva, e loja de Jos K.
dos Santos Porto ; em Santo Antonio, taber-
nas de Domingos da Silva Campos e de Jos
da Silva Finio & C, tojas de Jos J Ro'ges
de Castro e Manoel Jos Lopes ; e Hoa-Visla,
loja de Viuvaias l'er.ira 6i pinto
3 LEITE, AHTHfi & G.
:, Ra do Queimado n. 10,
( LOJA DE i PORTAS.
^^ f^
-l Chapeos de seda ricamente enfei-
"i' lados de bico de blonds e flores r?
'& com veos das cores do chapeo. W
Enfeites.de flores delicadas para 9
A bailes o casamentos, preco com- -; ;-
.t modo.
^ Cisemiras para palitos, tem um va-_ ^
9 riado sortimento iguaes as cores,'''
& aos ltimos ligurinos chegados 'de "-.'"
9 Pari<. Q|
A Luvas de pellica de.Iouvinde to- a
;. das as cores, para seoboras e lio- S
? rnons.
Lencos de cambraia de linho bor- W
9 dados para senhoras ,;
mmmik do* be.bf.ribe.
No dia 10 do contante pelas 12 horas
do dia, lera' lugar a senao semestral dos
Srs. accionistas .em assembla geral no
escriptorio dacompaobia ra Nova n. 7,
primeiro andar. Sfio instados os Srs.
accionistas a nao bltarem a esta reuniao,
alim de poder-teautorisar o 19- dividen-
do. Escriptorio da companhia do Bebe-
ribe de novembro de 1857. O secre-
tario, Guilberme Sette.
Flores n. 37, primeiro pndar.apliccsda di-
vida publica e provincial,accoesdas compa-
nhias,o d-se diobeiro a juros.em grandes
o pequeas aiiantias.sobre uenhores.
Compram-se 2ou 3c queestejam em hom estado: na praga da
Boa-V sta. casa da esquina n. 2.
Compra-se o Auxiliador da Industria
Nacional no escrintorio dos mnibus.
'fettim
Devoto christ&o.
Sahioluz a terceira edicao do livrinho
religioso Devoto Christao, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
" ns- 6 e^8 da praga da Independencia, a
Vende-sc um cavallo, grande, gordo|e
bom audadorde baixo a uicio, bem como
lima escrava parda, moca e com algumas
habilidades ; na ra do Collegio, sobrado n.
23, primeiro andar.
Vende-se um habito de estamenha no-
vo para algum tereciro franciscano, por pre-
co commodo na casa do sachristao da mes-
ma ordem.
Vende-se 28 caixOes de vinho do Por-
to de feitoria, do melhor que he,que ainda
aqui nao veio : na rua do Rangel n. *. Os
ca Oes tem 2* garrafas e urna pequeua para
amostra.
- Na rua estreita do Rosario n. 25. pri-
meiro andar, vende-se urna escrava de na-
Co, engomiadeira, cozinheira, e lava de
sabao.
.' Vende-sc um escravo crioulo, do boli-
ta ligura e ro i algumas habilidades por ser
o, timo pescador do alto, e proprio para o
servico martimo : na rua da Concordia n.
26, armazem de materiaes.
Poros de mangue.
Na ruada Concordia por traz do armazem
de materiaes n. 26, existe sempre grande
quantidade de toros do mangue proprios
para olaria-e refinacSo, bom c mi) troca-se
por materiaes, manda-sc levar aos sous
donos conforme o ajuste ; a trtar confronte
o mesmo armazem n 23.
Veudem-se 2 pedras para sacada de
varanda, com 18 pal*nos,o lodo, e tambem se
da um pouca de calica muito propria para
aterrar, por ser melhor do que a mesrua
rea : na rua do Rangel n. 21.
Vende-so um escravo bom canoeiro :
a tratar na rua do Rosario da Roa-Vista
n. 18.
Venda.
i Vendc-jc um carro inglez de 4 rodas
je 4asientos, para 1 ou 2 cavailos, com co-
,' berta, o com os competentes arreios ; e tam-
bem um cabriolet inglez com os arreios:
na rua do Trapiche Novo n. 10, ou na Roa-
Vista em casa do Sr. l'oirier.
Facas da cabo de marlim.
Vendem-se facas de cabo de marfitn, de
immeusas qualidades, e muito superiores,
por barato preco r na loja do ferragens, na
rua da Cadeia do Recife, do Vidal & Bastos.
--- Vende-se um sitio na Passagem da
Magdalena : no pateo do Carino n. 9, pri-
meiro andar.
Aviso aos senhores de en-
genho.
Na rua da Cadeia do Recife, loja do ferra-
gens de Vidal & Bastos, ha para vender tira-
deiras de ferro para engenhos ; bem como
todos os pertences pira ferreiro, como seja:
foles, temos, safras, etc.,-. e tudo se \ende
por mdico prer;o.
Vende-se urna boa morada de casa ter-
rea com um grande sotAo, quintal o cacim-
ba, no quintal lem um quaito para pretos,
na ruada Alegra n. I : a fallar no largo do
l'elourinho ns. 5 e 7.
Cliegou aMoja da rua do Crespn.
Il> B, um completo sortimento de toallus
de linho e algodao adamascadas juna me-
sa, bem como toaHias para rosto de puro
linho < guardanapos de linho e algodao,
o pie ludo se vende por mdicos precos.
Na nova loja de quatro portas n.
>T, ua rua do Queimado, passandoobec-
eoda Congregaco, cliegou ltimamente
um completo sortimento de manguitos e
gollinhas, goi nieois e roineiras, ludo por
piceos muito commodos,assim como cha-
pollinas para senhoras, de gostos mais mo-
dernos possiveis, pelo barato preco de
los rs.
Trein de coz i n ha.
Completo trora decozinha, tnto estanha-
do como sobre porcellana.e francez do ferro
balido, bem como todos os arraujos para
casa, tornos de bandejas muilo linas e por
commodo preco : na rua da Cadeia do Reci-
f?, loja de ferragens de Vidal & Bastos.
POTASSA DA EUSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da rua da cadeia do Recife,
armazem n. 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
o cal de Lisboa era pdra, tudo chogado ha
poucos dias, o a vendor-se por menos proco
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
da fundicao Low-Mo- r.
rua da Senzala Nova
. n. 42.
Neste ostabelecimento contino'a a haver
amcompleto^ortimentode moendasemeias
moondaspara engenho, machinas de vapor
o taixas de ferro batido e coado de todos os
tamaitos para dito.
TACHAS PARA ENGEMHO
Da fundicao de ierro de l). wC-Bowman
na rua do Bium, passando^o chaia-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de Ierro fundido e bali-
do, de o a 8 palmos de biea, as quaes sa
celia m a venda por pceo commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desnezas ao comprador
omina do Aracalv.
Em porcOes e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Vendem-se 12 cadeiras americanas e
outras tantas deconiuru', de palhinbas', e
urna excellente cama de ferro, com pouco
uso : a tratar na rua do Queimado n. 43
Vendem se 6 scravis mocas, sendo 3
lindas muUtinbas e recolhidas, ptimas para
mucatbbas, com principio de costura o en-
gommado, e 3 pretas de todo o servico .' na
rua Direita n, 3.
.MSQUE
Feijao,
IOS
Em casadeRabeSchmettaul&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricautoTraomann de
lianiburgo.
*9 Algodao da Babia, potassa da
W Russia e do Rio de Janeiro, e cal
(g) vn-gem de Lisboa : na rua do-Tra-
g piche, armazens ns. !> e 11.
m
tojas ao p do arco de Santo Antonio, e rua
do Crespo n. 12, urna fa/enda inteiramonte '
nova tara vestidos, com desenhos iguaes asi Odono do Bazar Pemambucano avisa aos
ISazinhas ; contentam-se em ganbar pouco. seus freguezes que he chegado ao seu depo-
e para isso abriram o p^ego de urna pataca "ito de charutos um completo sortimento de
o covado -. os chefes de familias, nSo devem varias marcas dos autores mais acreditados,
perder esta occasiao de trazerem asseiadas cigarros de llavaoa, phosphoros de cera, di-
as pessoas de s a Cdsa, e por ISo pouco di-
nheiro.
SEGURO CONTRA FOMK).
Companhia Allincr.
Bsiibelacida em Londres, m margo da 1824.
Capital cinco milhoes de libras estarlinas.
Saunders Brothers & C, teM a honra di in- i
formar, aos Srs. negociantes, propietarios da casas,'
a que mais cunvier qua esto plenamenie au-
torisados pela dita companhia para affeciuar segu-
ros sobre edificios de tijolo a padra, eobertos Id :
tlha iguaimenttsobra os objeclos quecontivaren
os MM edificios quer consista aro ruobilia ou
* fazindas da qualquar qualidade.
Oefroaie da urdein tercei
ra de S. Francfeeo.
CONSULTORIO HOMEOPATUICO.
DR^..-A-LOBO HOSCOSO-
Medico parteii o e operador-
O Dr. Lobo Hoscoso,' d consultas todos os
dias e praiiea quaiquer operagao de cirurgia,
assim cviroo,accode com toda a promptuao,
s pessoas que precisarem do seu preslimo
para o servico de partos, pralicando as o-
poraees manuacs ou inslrumentaes, quan-
do nilo possa conseguir resultado por me i o
da bomeopalbia. que tantas vezestom ven-
cido dilliculdades, que parcelara insupe-
raveis.
_ Schapbeitlin S C, rua da Cruz n.
"58, reeebcram pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna porrao de quartolas de vinho,
de nina das mais afamadas vinhas de Bor-
deaux : vendem, a" vista da superior qua-
lidade, por preco commodo.
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou eseravos, para
servico debaixa decoberta.
| JSHTISTA...raillB,
los da madeia sem ter .'nxufre, fumo fran-
cez para cachimbo, o um caixilho de frente
de armac3o, o qual so arrendara era conta.
\ mesa regedora de n. S.
do Tero tem de so-
lemriisar a festa de su i
excelsa padroeisa 4>ela
i'rm seguinte :. '"
Na madrugada do dia 7 do corre'nle haver
inissa cantada, hnda a qual seri arv'rada
pela irmandade a barfdeira da virgem se-
nhora O meio dia ser annunciado com gi-
rndolas de foguetes o msica militar, e
logo em seeuida se benzerSo as imagens de
W S. das Angustias o de S. Manoel da Pacien-
cia, peto que roga a todas as corporacoes re-
i"iii<'< ii iiii;niit'.< a,. Hnn~ w____
Paulo li.iinnoux deul9la,rua.Nova n. i I
no neama casa lem .iiua e pos ilanlrilice.
igiosas o obsequio de a essa hora niar.da-
remnpicaros sinos de suas igrejas para
maior solemnidade deste acto, car tos de que
serao prom^taroente retribuidas com ig.aes
favores. As 7 horas da noite principiar as
vesperas.
Aalvorada do dia 8 ser annunciada por
girndolas de foguetes. As 10 horas da ma-
nhaa principiara a festa, sendo nella orador
o lllm. e i.vm. Sr. padre mestre pregador da
capella imperial Joo Capistrano de Jlendon-
?a. As 3 horas da tarde sahir em solemne
procissao a Virgem Santissima, e percorre-
ra as ras seguintes : Cinco Romas at o
viveiro, rua Augusta, Martyrios, Hortas, pa-
leo e cambua de Carmo, Flores, Nova, Cabu-
sa, rua e travessa do liosario larga, pateo e
rua do Collegio, S. Francisco, travessa da
mesma, rua Cruzes, Queimado, l.ivramcnto
Direita a iccolhcr. Roga-se a todos os mora-
dores das mencionadas ras o obsequio de
teretu as frentes de suas casas orn Jdas para
mais realce de aclo 13o religioso. As 7 horas
da noite sera entoado o ie-eum Lauda-
mus, e ser uelle orador o lllm. e Rvm. Sr
padre mestre pregador da capella imperial
Uno do Monte Crmcllo ; lindo os actos re-
ligiosos ser* queimado um pequeo, mas
vistoso fogo arlilicial na rua em frente a
'greja, e lo los
e iojos os intervalos serao preen
nDI(4 fio WlBUB-I^^WS^p.^
MENfO DE mi: S DE STSS^'JSaVlS
J- ViGMEK !""'', "J,2, Pe^ncente ^ herdeiroi do
,J. Vignes mudou 8eq estabelecimoto de **?".S,,J'es.,r! An,"," dc LaS. cajo
pianos di rua larga o Rosario pan a n.a valor ,ie de a:b0,v0 sendo esta a nti-
da Cadeia de Santo Antonio n. 23,
cimento de
rua
junto da
Relac3o.
JOHN GATIS,
correlor geral
E AGENTE DE I.EII.o'Es COMMERC1 VE
n. 20 rua do l'oircs '
PRIMEIRO ANDAR,
raca do Corpo Santo
--- l'rccisa-sc do
me
mu
Precisi-se ah
niarm^irS DoZclJ'Z "* "."" -t'-<^'~ va
milia, senlo.'choacoiidurtn i^aTc u ,u ', n ,,'r 'r Dg,e.Z "*Ui
Boa-Viat. ,, 56, rnj, >e b.lneles 1?u, ov. n U" rdPnaAo : ***"" m
ma praca.
No dia 7 de novembro eorr.'nle, em
praca publica do Dr. juiz municipal da se-
gunda vara, provedor de capells e residuos
vi a praca por venda, a qu;>rta parte da
casa n. 7 de dons andares, sita na rua do
Collegio, a requerimento do lestamcnteiro
e inventariante dos bons da finada Ii. igna-
liada dita
2:000-->00
I'recisa-si
Assoeiaeao de Colonisaeao em l'ernain-
nico, Parahiba e Alagoas.
Os senhores accionistas desta associaQo
silo convidados a realisarem a prlmeira pres-
tacSo de 10 0|o em conformi lade do art. 10
dos estatutos, at o lim de novembro prxi-
mo futuro, em casa do thesoureiro o Sr.
Tiloma/, de Aquino Fonseca Juuior, na rua
do Vigario n. 19.
I'recisa-so de urna ama de leite, forra
ou captiv*: na rua Augusta, sobrado n. 21.
Offerece-se um ama para casa de ho-
mem solteiro, para cozinhar o diario de una
casa, de portas para dentro, sendo a pessoa
de boa conducta : na rua da Mangueira da
Roa-Vista n. 6
O Sr. JoSo Cloria faca o favor de vir
tendaida rua do Encantamento n. 5, vero
seu viol3o por todo o iai do novembro, se-
nao ser ven lido pura pagar o concert,
pois ja faz baslaiilo lempo ; e ser vendido
pelo preco de 80OOO.
Conlliiu'a anda por appareeor urna
pulseira de ouro do 18 quilates, que se per-
deu da ponte dn BoarVista ao sierro, casa
11. 2 : quem a tiver achado. leve-a a rua do
Apollo n. 5, que sera gratificado.
Um moco chepudo ultinamente, com
i la Je de 15 anuos e de muito boa conducta,
desoja arrunur-se cm utria loja de zendas:
quem precisar annuncie por esta folha.
Publicado Iliteraria.
O manual do esludante do latim, dividido
em uuas partes, conleudo a primeira um
eotnaendio de grammatica latina, extrahido
dos melhores, e a segunda conte.ido a my-
thologia e um tratado dos costumes dos an-
ligos romanos, 1 volume de mais de 300 pa-
ginas em oitavo, encadernado, por 5o000
cha-se venda na livrana da esquina do
Collegio, dos Sis. Guimaraes A. Oliveira.
O Sr. Manoel Barbosa Alvares i'erreira
entuma carta no esciiptoiio de Domingos
\lves Malheos.
I Jos Ramalho de Souza rctira-se para
I lora do impeiio. '
I O bacharel Julio Augusto da Cunha
I Guimaraes auno seu escriptorio de alvoca-
cia no paleo do Collegio u. 37, primeiro an-
dar, onde pode ser procurado em todos os
dias uteis, das 9 horas da manha as 3 da
tarde
O escrivo da irmandade do Santsi-
mo Secrameuto da freguezia de S. Jos con-
vida a todos os seus irin ios para comparc-
cerem domingo, 8 do corrente, pelas 3 hors
da tarde en ponto, na igreja que servo de
matriz, alim deaco;panharem a procissao
de N. S. do Terco.
Lotera
DA
Provincia.
Os abaixo assignados lom expostos a ven-
da na sua loja no aterro da Roa-Vista n. 56,
os seus bilhetes e meios da lotera de l'a-
pacaca, os quaes sao garantidos, e sendo de
IOO3 pars cima a dinheiro, pelos seguintes
preqos :
Rilheto 5?500 recebe 5:00C?
Meios 23750 2:5005
Silva (to i maraes & C.
Da-so algumas pequeas quantias de
dinheiro a juro rom boas lirmas ou penho-
res : na ru.i do Uuodego n. 89.
Precisa-se de uma ama para o servico
do uma casa (lo pequea familia, quer es-
crava, en forra : quem quizer, o estiver
uestas circunstancias, dirija-se a rua das
Cruzes, sobrado n 2, juulo a ordem lerc ira
de S. Francisco, 110 primeiro andar.
Precisa-se de serventes forros ou esera-
vos, para as obras da igreja do Divino Espi-
nto Santo, sgando-sn UM20 diarios.
l'rccisa-se de um fcilor de campopre-
ferindo-se que teoba familia, para o en-e-
nho \rariba de Pimeniel, comarca do Cabo
q em a isso se quizer sugeitar, dirija-se ao
mesmo rngenho^ar .-Justarse.
-- Precisa-o deum foroeiro : na padaria
do For.e do Mallos.
I'recisa-se de uma ama de leite, e que
o lenha bmii : no aterro da Boa-Vista, loja
de bilhetes n. 56.
Precisa se de uma ama de leite : na
rua do Hospicio n 15.
Na casa de sobrado defronte do chafariz
da SolJade, ha para vender 300 espanado-
res da melhor qualidade que existe no mer-
cado, c por precos razosveis,
Vende-se um sobrado deum andar
sotiio nesta f Cadeia, cocheira n. 7.
Vende-se uma canoa deconduzir agua,
fabricada ha poucos dias em Santo Amaro,
ao p da fbrica do ferro : a tratar com An-
tonio do Reg Medeiros.
Vende-ee um moleque crioulo de 20
a 22 anuos de idado : no pateo do Carmo,
taberna n. f.
r Na cidade-de Olinla, rua do Amparo
n. 23, ..brbern ; Vendem-se dous eseravos,
um cauoeij^i e outro alfaiale, mocos, e a ra-
ziioda venda fin porque o dono retira-se
para tralar de sua gande.
Hitlo NOt'O,
Vende-se em saceos grandes : na travessa
da Medre deciros junio a alfandega taberna
n. 64 de Joaqulm vieiru de Barros.
Vend-se uma morada de casa terrea
11 4, paasando a ponte grande la Passagem:
quema pretender comprar, dirija-se a tra-
vessa da rua da Madre de Dos n. 9, que
achara com quem Iralar.
VenJem-se velas de csrnauba muito
boas : na rua do Vigario n. 5.
Vende-sc um sellim inglez com tolos
os seus pertences, c.becada e bride, com
muito pouco uso/: n-.-rua do Cabuga, toja
de calcado n* 9. ,'
-- Vende-se a casa terrea da rua do Sebo
n. 25, emciilo oroprio, bom quintal e todo
murado, cacimba s o muito boa agua : a
tratar na praca da Boa-Vista, taberna 0.19.
Vende-se um sitio no Barro Verme-
Iho, com bastante commodo e arvores;de
fructo : quem o pretender, dirija-se a rua
de Hortas n. 8 .
Vende-se uma mulata de idade 22 an-
nos, a qual sabe engommar e cozinhar, e
uma escrava con muilas habilidades, ambos
de honiU ligura ; a tratar na rua das Flores
n 23.
JANGADAS.
Vindcm-se 50 jangadas de 4paln
de grossura : na rua do Amorim n.
gunJo andar.
Vende-sc uma mulata de habilidades,
e um bonito moleque do 9 para 10 annos ;
na rua do Collegio n. 20.
Vende-se um deposito de padaria na
Boa-Vista, rua de Santa Cruz n. 76 : a tratar
no mesmo; e dir-se-ha a razo por que se
vende.
e 6
se-
Farfulla de
mandioca.
Palmeira % Hehiao, re-
ceberam pelo vnpor Uya-
poc saccns com superior
rariulii,.e vende no sen
armazem no largo do Cor-
po Santo n. (i,
FZE-NDAS BOAS E BARATAS
Na nova loja de 4 portas,
na rua do Queimadon. 37, passando o neceo
da Concregac5o, he cliegado a este estabele-
cimento um excellente sortimento de vesti-
dos de seda com babados, de todos os pre-
cos, e asseveramo aos freguezes vender-se
i por menos do queem outra quaiquer parte.
| Assim como olin linas dn quadros a 900 rs. o
i-ovado, indianas de seda muilo finasa 1-100
o covado, sedas de quadros a 800 rs. o co-
vado, ditas enasta las a 1/500o covado, cha-
ly lavrado moderno a i?200 o covado, cassas
rrancezas muito linas a 500 c720 rs a vara,
mussiilmas matisadasa 360 o covado, ditas
miudmhas a 280 o evado, chales do case-
mira rnuito finos a imilaco de touquima
>>i, duques preto c decores muito linos a
13100 o covado riscados indianos liaos e
largos a 3^0 j> ovado, ISazinbas miudinhas
e linas a 360 o covido. grosdenaoles de core-
a 1?700 o covado, dito preto muito lino a 2?
o covado, cortes de collete de velludo muito
linos a ii?, lencos de cassa a 10o, 120.e 160
rs., e muito mais fazendas que nao he possi-
vel menciona por haver muita diversida-
de, porm com a vista n.lo deixarao de com-
prar, porque as per;as Iho hao de agradar.
c cheira.
Koi transferido o deposito deste xarope
para a botica de Jos da Cruz Santos, na rua
Nova n. 53, garrafas 55500, e oieias 3)000,
sendo falso todo aquello que nao for vendi-
do neste deposito, pelo.que se faz o presente
aviso.
IMPRTAME PARA. 0 PUBLICO
Para cura de pbtysica em todos os seus
1 i Aeren les graos, quer motivada por cons-
tipncoes, tosse, asthma, plcuriz, escarros de
sangue, dor de costados e peitos, palpitacSo
no coracao, coqueluche bronchite, dor na
garganta, e todas as molestias dos orgflos
pulmonares.
- Ven iem-se as verladeiras esteiras de
\ngola, grandes e pequeas ; no largo do'
Pelourioho ns. 5 e 7
Vende-so superior linhas* de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor 6.C., ruado
Torres n. 38.".
Ao barato o
0 PREGONA ESTA QUE!
MANDO.
O re>ui<; da na do
Queimado, continua a queiinar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendas de
hom gosto, por baratissimos precos, pois
que sem ambicSo se contenta com um m-
dico lucro, e nao lhe sendo possivel notar
em um pequeo annuneio tudo quanto tem
da bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestido de senhora,
de gostos mteiraunoto novos a 900 rs. o co-
vado, cortos de largelmas para vestido de
senhora, fazen la muito lina e do melhor
gosto inglez, com lislras de seda e canino
escuro a 125 cada um, organdys de cordao
com desenhos mui delicados^rlelobaralissi-
mo pn ?o do440 rs. a vara..cambraia estam-
pada do n'elhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas fry.ncezas de lin ios gostos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padres a 260 o covado,
ditas claras, padrOes largos e tniudos a SO
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colleics a 45 cada um, laazi-
nhas escuras de mui ricos e variados padrOes
proprias para vestido de senhora e roupoes
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslros de cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, dilos francezes de
I quadros de lindos padrOes a 240, mussulina
'branca a320 o covado, dita muito lina 4U0
rs .dita eslampada do linios padres k 320 e
400 rs. o covado, cnilas linas de cores clarr.s
e escuras, tintas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pecas do cambraiaslisas lapa-
das, muilo finase com 10 varas a 636OO, di-
tas da dita mais cheia a 4-5600, dita transpa-
rente com 8 varas, muilo litias a 5^400 1 pe-
ca, pecas de bretanha de rolo com lo varas
a 25 cada uma, gravatas do setim pretas e de
cor. gostos modernos a 1>280 cada uma,
cortes de brim de puro linho a 2:300, 2;40
e 2500, casemiras de lindos padres a 55500
e6fo corte, dilos de algodao de lindos gos-
tos a le, 15440 e I56OO cada um, tongos para
mSo.a 120, ditos com bico muito finos a 360,
chales do gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
proplas pera calcas e palitos a 560 o cova-
do, casineta preta lina a tcioo o covado, len-
cos de seda de lindos padies a 2) cada um,
cobertores de algo J3o para escravus a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e do
limitas outras que se nao mencionara, mas
que se.venderao por baratissimos precos, e
se dario mostrai com penhor.
Charutos de Ha-
vana
Ven tem-se superiores
ella mitos de Ha vana, em
caixas : na rua do Crespo
loja de fazendas a. 25.
No armazem da rua da I'raia n 12, de
Francisco Moreira da Costa, ha para vender
luiguas muito frescacs, a prego commodo.
elogios.
Vendem-serelogios de ouro e le pra-
Nova i. 61.
carr > nevo de 4 rodas e
%<
Compra-se efectivamente -a rua das
filia
Vende se ura
assentos, cotio urna boa pan-llia de cavailos
um mulato bom bolieiro e um bom cabrio
let. Vendem-se tambem boas parelhas para
carros c cavailos oara cabriolet
Vinlio do I"Jilo delS*.
Venlc-se vinho do Porto do 1831, fazenda
superior, em caixas de urna e duas duzas :
nos armazens do Fernandes & lhos, no
becco da Madre de Dos.
Milho e larello.
Vende-se no armazem de Fernandes 4 Fi-
los, a preco commodo : na rua da Cadeia
do Kecife
Vinho do Porto em barrisde .j.- e8.-
Vende-se superior vinho do Porto em bar-
ris : nos armazens de Fernandos & Filhus,
na rui da Madre de Dos
Sal do Astil'.
Vende-se sal do Assu", a bordo do brigue
nacional Elvira, fun leado em frente do tra-
piche do algodSo, por preco mais barato do
queem outra quaiquer parte: a tratar no
c-eriptorio de Fernandes & Filhos, na rua
da Cadeia do liedle.
I,,
concert im-sc por precos ra/.oaveis,
e troco, eda-sc dinheiro
na da Concordia u. \.
a prcn io
CEMENTO,
Vende-se cemento, lano em barricas
como em porcao a a retalho, por com-
modo prego par< acabar, e. muito bom: no
arniRzem l" malcraos, na rua da Cadeia de
Sanio Antonio n. 17.
Obra8 ue iahyrntho.
Lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., etc ,
-e delicado trabalho, feitoa no Aracalv
vendem-se no pri.-neiro andar n 60 da rua
da Cadeia do Recife.
relogio^ de
teiie
inglezesde ouro, desabnete c devidro:
vendem-se a preco razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. -~.li.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barril como em cixas,
licores e absynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kcl-
ler i\C, rua da Cruz n. 55.
(Bom gosto.)
O Jregui roa do Queimado, esquina
do becco do Peixe- Irrito
n. %
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Liuopa, ricos cortes de vestidos para se-
nhora de um gosto inicuamente novo,
de cores escurase elegantemente listi ados
de.seda assetinada ; esta (azenda deno-
miua-seGraciana ou Carij, e lie a
irais propina para a presente esla'cao ;
custa ctda .coi le a mdica iiuantia' d
l.VOOO.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa deCaminba A Filbos, rua
da Cadeia do Kecife n. 60. primeiro andar.
CQH PEQUERO TOQUE DE
AVARIA.
A dinheiro
Pecas de algodSo liso, largo, encorpado-
25, 2/240, 500 e 25800 a peca, dito de si>
cu pira a 2, 29240, 2/500, 25800 e 35 a pega,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 140 e 180 rs'. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja^a esquina
que volla para a rua da Cadoia.
Vende-se um escravo proprio para en-
genho, sadio e sem vicios : quem i) preten-
der, dirija-se a rita da Cadeia do Recifa n.
40, quo achara com quem tratar.
Potassa da ftiissia e- cal de
t isbo .
No aqtigo e bem conhecido deposito da
tv.". de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
supotior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, o ven-
de-se por preso'cammodo.
a rua do Trapiche n.
16, es ip?mo de No-
vaos & C ,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em caixas.de 1 e 2 duzias de {jar-
rafas, bem como em barris de quarto e
oitavo, a preco commodo.
..K'llinse relegio*
SELLINS e RELOIIOS depalenle
Ingles: a venda, do armaiim de
Huslron Itooker &.Companhia, es-
qainn do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
SECRETARIAS.
As nelhorcs que at hoje tem appsrecido
a este mercado : vendem-se no escriptotie
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recito
n 62, primeiro andar,
ESTABELECHENTO DE PIANOS
DE
JOAO PEDRO VOGELEY.
Rua,'\ova n. 27, esquina da Can.boa do
Carmo.
Vendem-se pianos dos mais afamados fa-
bricantes da Europa, de baixo de toda ga-
ranta que pode ser desojada. Na mesma ca-
sa concorta-se e afina-se com perfeicSn os
mesinos instrumentos, tste estabelecimen-
to estaberlo todas as noiles at as 8 horas.
Oh que pechin-
ch*J com pequeo toque
de a Varia.
Na loja do Preguica. na rua do Queimado,
esquim dd becco do Peise Frito n. 2, ven-
dem-se pc'ca's de algodSo com pequeo toque
le avaria, pelo baratlssimo preco do 1C440 e
to600 cada uma, ditas de dito, largo e encor-
Pado a 25500, ditas de madapolao a 25200,
ditas de dilo la'go a 3*500 ; a el les, antes
quo se acobem
CAMAS DE FERRO
Escolenles camas de ferro para solteiios
vendem-se no escriptorio do agente Olivei
Ja, ru ila Cadeia do Recife n. 69, primeio
andar.
Relogios
coberlos e descobertos.pequenos e grandes
de ouro patente inglez, para bomemese-
nhora deum dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : en casa de Southall Mello: i (, i a
do Torres n. 08.
a u rmzem de Bastos & Silva, defronte
adre de eos n. 28, veudem-se saceos
com fejo branco vindo do Porto pelo ulti-
mo navio, por preco mais commodo que em
oulra quaiquer parte.
Ao barato.
m^}'S desPencad 640 o cento, e em
mohos, por preco-commodo: na rua da
Praia n. 18, armazern.
r Vmde-ae umajiarrinho americano do 4
rodas e 4 assentos, em meio uso, cam os
competentes arreios quasi novos, para nm
rua da Guia, de Ucboa & C.
Charutos da Bahia.
Vende, Antonio Luz de Oliveira Azeredo.
no seu escriptorio na rua da Cruz n. I.
Oleo de ricino.
AzIvPndr:"rrrnvender Antottio Luiz de o"t<"
Awvedo, no seu escriptorio na rua di Cruz
powaionfc?e d!?8s n,or,d por preco coS^'e nas Pr,nciPa ".
ia-sSu ,t\ ^uenl P^Wnder, din-
VFfJSSk*Ml"ao cip,,ao
FAZE.\DAS DE BOM GOSTO.
Superiores manteletes bordados a ma-
tiz o mais modernoque tem vindo a es-
ta praca, ricas sahidas de bailes de ROr-
gurao de seda guarnecidas de pellucia
branca e^e.cores bordadas a matiz as
mais isupenores que tem vindo a Per-
nambuco : na loja do' sobrado amarello
ns^quhtro canto* da rua d Queimado
Cortes de tarlatana bordados bran-
co e decores conchabados, pe)o bara-
tusimo preco de 2O0O : na loja. do so-
brado amarello nos quatro cantos -da
rua do Queimado n. 29.
Vende-se na rua da Madre de Deas
n. 12, armazem de Novaes & C, battis
de ierro, ou cubos hidrulicos: para de-
posites de fezes, a preco commodo.
Scbaleithin & C, rua da Cruz n.
o, vendem velas de comprJsicao de (i
por libra, em pon-oes a ventade'doscolo-'
piadores.
e1ogio$;
ffu,mlhLereL8ios douro, patenten.
'I
P*/'$ V*
*
do
FCfllSIG
14 .
IFi
p -
MUTILADO
ILEGVEL
NA FUNDICAO DE FEBRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. OWMAN, ;nA
RUA DO BRM, PASSA.NDO O oIIA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslruc^ao ; ta-
chas do ferro fundido e balido, de superior
qualidade e de todos os lmannos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcoes; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusot e cavilhOes, moinhos de mandioca
ole. ele. '
NA MESMA FUNDICAO
se executam todas as encomnienda com a
superioridado ja conheciJa com a devida
presteza e commodidade em preco.

Fugio no da 29 de outubro do corre-
le anno, o escravo crioulo, com idade de 2
anuos, conhecido geralmenle por Jos Vivo
oqualseachava alugado ao Sr.^oDsuI in-
glez, no sitio da Passagem da agdlana.
cujoesc.avo andava constantemente oceu-
pado em conduzir capim o lenha em urna'
carroca, de Beben be para o dito sitio ; tem
os ignara seguintes : alto, secco, sem bar-
ba, com fali* de um denle na frente do'lado
superior, ps compridos e secco*.vdedS!s das
mSos bastantes-crfmpridos : qdem "d'elle sdu-
ber.outiver-nt.cias cerUs, dfriig.se"aTua'
pensado"10' '0Ja "' *' qUe 8er recom-
508000 de gratiflcac3o.
hu7,la27(l0JC0rrenle- fu8' da casado
abaIxp ass.goado o escravo crioulo teji-
me Pedro, o qual tem os lguaes sesuin-
es: estatura regular, nacan lgrelo, ja
tem bastantes cabellos b^ncosfPRto na-
cabeca como na barba, levou catoa de trlm
lo quadros e camisa detoadapolarfias tal-
hfiai u? mA da de n'pa' Pr*e i"'
man, alem da do corpa, folla batbnte des-
cansada e por entre os denles, iulg-se que
lera ,do par. c.ranhuns piiOfrn'lSlil
desse lugar e do la ter vindo pTr ser verj-
dido nesta praca : roga-se t/p, tatito as aoto-
ndades e capilaes de camS ajlMbenMo.
do dito escravo e roauda lo lav^rnita du-
de a seu senhor na rua Imperial iFl73Tou
em Garanhuns ao lllm. Sr. Mantel Jos Mei*
des Bastos, quesegr.ficara.lm a quantia
cima. Recife 29 de setembr? de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos Villa-vrde.
No dia 18 do corrente, fgio debor-
do do brigue "Sagitario,., um esci-avode.
nome Joaqmm, paido escravo, de 22 a
2* annos de-idade, estatura regular, secep
do coi^po, s'tcm barba no queixo, ca-
bellos carapinbbs eja lem muitcs blan-
cos, be bm conieeido por ter as maos
muito calejadas, quandofugio tinba o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apale-
lados, c Talla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar ao sen senlior Manoel
Francisco da Silva Carneo, na rua do Col-
legio n. 15, terceiio andar, sera' bem
gratificado.
; No di-BO de setembro desle anno, fu-
gio oengenJio Tab' um escravo crioulo
denomeFilippe com- os signaes seguintes :
alio, cheio do corpo^. cor muito preta, olhos-
vtvos e avermelhnlos, emblnte agVadavel
pes regulares, fui vestido de calca e camisa
de algodao azul; este escravo foi compra-
do no lim do auno prximo p'assado nessa
praca do Recife ao Sr. Joaquim Ribeiro Pon-
tes ja Tailecido, esuppe-se para all ter ido
porianto, roga-se aoscapilSes de campo e
quaiquer autoridade policial a sua captura
que se satisfar com generosidade a qivm o
entregar nessa praca, na rua estreita do Ro-"
sano n. 10, segundo andar, o no engenho
Tab
... Fugio de bordo do brigue nacional
o'^m,"UeH 2"*r,TO ioulo o ninVeGn^
Iherme, idade 18 a 20 annos pouco mais ou
mia e bem rallante, levou balsa d algodao
hnnLC8Hn"Sa brtnCa da mpsma bonete demannbe.ro ; roga-se as autori-
l,lf,"!,S,e capitaes de campo, a ap-'
pretiensSo de dito escravo, levando o a bor-
do do mencionado navio, ou na rua da Ca-
deia do llecife, no /scriplorio de Fernan-
des & Filho, que ser recompensado.
Fugio no da 18 do corrente mez de
outubro a escrava Felicia, de idade 35 an-
nos, crioula, altura ragular, tem uma marca,
de queiroadura comprida ao pe de uma das
orelhas e a cabeca torta proveniente do ar
de vento que leve em pequea, tem um dos
pos mais grosso, costuras andar desatacada
e bebo bstame agoardente, e levou veslido
de chita cabocla ; a qual escrava fol com-
prada no Rio-Foimoso, e surpoe-se andar,
nosarrabaldes desta eidade, aonde diz ter
nina bina: roga-se as autoridades polir.iaes
c capilaes de campo a spprebensSo da dita
escrava, que levando ao abaixo assignado
na rua da Cadeia do Recife n. 29, primeiro
andar, serao recompensados.
Manoel Aflbnso Aquino de Albuqueroae
Fugio no da 4 de outubro do corren-
te anno, o escravo mulato de nome Jorce
baixo, secco do corpo, pouca barba, potroso!
tem co lado esquerdo do rosto urna cicatriz
hombros sungados, olhos pequeos e vivos
peruas e bracos arqueados quando anda :
esle escravo foi do >r. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de algo-
daozmho delistras, calca de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello o outro de
reli.ro, ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se pois a todas autoridades pollciaes e capi-
ISes de campo, que o appreheudacn, e con-
duzam-noa rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que era generosamente re-
compensado. Este esciavo ja foi apprehen-
dido o anoo prximo passado no engonbo
acar, eidade deCoianna
PEKN. TYi'.'E M. F. DE FARIA 1857


:


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