Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07874


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Full Text
v
\\M> XYXIII \ 183.
Por 3 mezes adiantados 4'000.
Por 3 mezes vencidos 4<300.
UlARTA FEIRA '. DE NOYEMBRO DE 1857
Por auno adjuntado 15$dO0.
Porte franco para o subscriptor.'
B.nCA B.E1.A.X)* D OBSGKITCa DO NORTE
Paiahlba, ir. Joio godolpho Gumei ; Natal, o Sr. Joaqulm
.Caraira Jnior ; Aracaty, o 8r. A. de Le ir, os Braga ; Cca-
ra\ ti. I. Jos da Oliv.ra ; Uaranhao, o Benhor Jos Teizei
ra da Mello; Ptauhj o Senhur Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra. t* Jumn. J. Bamoi ; Amazonas, Ir. Jaron) modi
Orna.
PARTIDA DO COB.axE.OI.
Olin-le : todoi os das, s O niei hora* do da.
I;ij S. Ant.*io. Baerrot^ BoniO. Catriuru', Alliiilii o Geniniuii* : im tar$a-fen<
S. Lun-nsn, l*ao l'Alho, NaurL-Ji, Lim... ir-.. ...vi-, Pwiaetra. lagueira.
Flore, \i.ij-Rclla, ....a-Vi-ju, Ooricarj Eu*, uaqurta-feii.
tabn, t|ojuca,S<'finliacm, Itio Tonn u, Liu, Ujirciri, Aguj-Pr.'ia, Pi
nuntfiras e !\aul : quinta a-fei re?.
(Tcdua 01 correiud parteni ai 10 horaa da mantiaa.
ADDIENGIAt DOS T1BCNAB DA CAPIIAL
Tribunal do comraercio : segundas a quintal.
Relaco : tercas reirs a sabbados.
Fazenda : quartas a aabbados as 10 horas.
Juio docommercio : segundaa as 10 horas*quintalao meio da.
Juno da urphaos i segundas a quintas aa tO horas.
Priraeira vara do eivel : segundas e antas aa meio da.
Seganda rara do elvsl : uarxas a aabbados a* rimo dia.
EPHRMKKIDF8 DO MEZ DFJ NOVEMBRO.
1 La cheia as 10 horas e 38 minutos da tarde.
8 Quarlo miuguaue a 1 hora e 55 minutos da machia.
16 La nova a 1 hora i 35 minutos da larda.
24 uu irtu crescent* as 3 hurai a 18 minuto da tarda.
PH-KaMaB o hoje.
Primelra as 6 horaa a 5S minutos da macha.
Baguoda as 7 horas a 18 minutol da tarda.
DIA DA SEMANA
2 Segunda. Cniumemoraco de todos os fiis defuntos.
3 Tcr{a. Malaquiaab.; S. li.irberto, Domna ms.
4 Qu.irla. S. Carlos B >rromeo are. car.l.
5 Quinta. Ss. Zaechaiiss e Isabel pais de s. Joao Baptista.
6 seita. S. Seveio b. ; s. Alineo.
7 sabadu S. Flnrenco b.
8 Domingo 23 S. INcuslrato m. ; Ss. Castorio e Seviriano Mm.
ENCABRBGADOS DA UB8CBICA O tCL
Alagos, o Sr. Claudino Falcan Diai: Baha, o f r. D. Dupla
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Peraira Martina.
EM PERNAMBTCO.
O proprielario do DIABIO Manoel Figueiroa da Fsna n tus
Hvrtria, praca da Independencia n. e 8.
PARTS QFFICiAL
rem as lisias do* jurados os olli -iaes da armarla em
elTecItvo snvica de bordo, qoe repulava singular o
fado occoriiilo ; mas que, vislo ler sido aquelle olli
cal compelentemenle dispensa lo, e nenhum incoo*
veniente nem dainnn ler resudado ac servl-
co, nao se lornava precisa providencia algoma ex-
V. Ese.
Pievnleco-me da oecssiao para renovar os meus
pruleslos de callana e ennaiderarjlo a V. Etc.,a qu-rn
Dos guarde.Francisco lli''gn Pereira de Vascun-
cello.Sr. Jos Antonio Sarniva.
V
MINISTERIO DA I A/i:MA.
Espediente do tii< 26 de selembro,
i neniar.Bernardo de Souza Francisco, presiden
le do tribunal no lliesouro nacional, declara aos Srs. IraorcHoarle), sendo de crer que te nao repetira o
inspectores das Ihe-ouranas de fazenda, ero solucAo exemple. e por sua imperial resoluc.Au de do cor-
ir' duida suscitada na alian teca de Peroarobuco, de re",e ,nel llouve s- -V- Imperador por bem assim
qua (rala o oflicio da ihesouraria da mesma proviu- i declarar.
ca de 20 de julho ollimo, n. 131, que ficam sstme- Oque lenho a honra de lavar ao conhecimento de
Ihados os palfis de >la ou de borra de if.la nao
comprehendidus na nova larifa, curo rasaras eso-
brecasacas de qualquer fazenda de seda, para paser
cada un a laxa de 6-3, marcada a eslas no arl. 31)8
da lui-niH tarifa.
A' alfandega.Comrounico a V. S. que o tri-
bunal do thvsnuro, Imnau lo conhecimeulo do recur-
so inlerpuslo por uiHierme Moon e C, s bre a ques-
Ido do despacho de 75 pecas <>e algodao cru lio, por
lijo ler aillo decidida por feilores e prrilos do com-
marcio, resolveu dar proviineuto ao mesmo recuso,
tnandanio despachar aquella roercadoria como con-
ten lo niai. de 10 fios em 1.4 de pollegada, porqunn-
lo ai ha licito roiilar dous fioi p.r uin, k visla do
arl. I das di*posics preliminares da tarifa.
A' mesma.G-mimunico a V. S. que o tribunal
do lliesnuru ni 'eferio ore relativamente ao despacho de (8 barra de repnllm
sainado, visto se achar este iteuero emprehendi lo
no irI, 901 da lar fa. que manda robrar I20rs.de
dirailos pela hortalica em conserva de qualquer qua-
lidade ; e por esla occasiSo declaro a V. S. que a ta-
ra de 5 ;. filada no dito artigo para a horlaiica que
vem ein barr fica elevada a 20 ^quaiido tratar
de barns e ceibas com repollios ou oulra liorlalica
m conserva de asi.
A' mesma.Comrounico a V. S., para seu co-
nhecimeulo, qoe, em soloeo a' duvida suscitada na
alfandega de Periiamboco, de que Irala o cilicio da
tliesouraria da mesma provincia de 20 de julho ulti-
mo, n. 121. nesla dala declaro a casa Ihesouraiia que
licain assemelhados o< palal- de seda ou de borra de
sola, ii.lo comprehendidos na nova tarifa, com casa-
cas e ohteca-acis de qualquer fatenda de sla, pa-
ra |njT cada urna laxa de li? marcada a eitas uu
arl. 398 da nie-m.i tarifa.
A' mesma. ciminuoicamlo que o Iribunal do
lliesouro defeno o recurso de llulm Sturzsueker e C,
- Ine o despacho da uns lencos dealsoljo e leda qoe
deverAo ser despachados couio de algodflo, em r.w'to
de pre loininarem utlhs esta msleria. Dos termos do
arl. 3. da tarifa.
A' mesma, que o dilo tribual indeferio o re-
cur-o il-rpo-lo por Peixolo (juimaiaes e U., da de-
ciso que M sujeilou ao pacainenlu de direilos por
40 duzas de pole9 de lenea, impoilados como envol-
torios de sal ; pe > que dse fazer-ie o respectivo
despacho nos lemos do arl. :)7> e 900 da larifa.
fA'mesma. que o dilo tribunal indeferio o re-
corso de Jo- Koqu, sobre o de'P'Cho de vidra*
proprios pa< a espelhos por ella deparhados enroo / ra vAos ae janellas, mas qoe o hIIiviou do paizaaieu-
lo di molla ; e declarando, quanlo a's certi pedi-
das pelo iiie-iiin Ruqu de despachos e informa^Oe,
que nAo ha applicavrl'a casos semelhaulesa circular
n. 31 Je 27 de favereiro de 187, que stem por ob-
jeclo a pabticafae pela iinpren-a da iorresponden-
cia do thasouro com as Ihesour^iia, e vice-versa,
em relacAo ao disposlo uo arl. 80 d le de 4 de ou-
lubro de 1831 ; po lendo ser comedidas, oo nega-
das, conforme as couvenimcia oo strvigo.
29 -
A' preid-ncia de S-rw>'.I"m- e Exm. Sr.
Decl-ro a V. Eic, em re-ola ao sea om.... ., 12.
de 26 de agosto prximo lindo, qoe a raiiima aa
mandioca como genero da prodoceao e manufaclora
nacional, quan lo trau-porlada de uin para ouliosf.i>r-
lu do imperio, nAo cl sujeila a direilos de .mror-
lacio ou de etpoilacAo ; e nem inda aos de .
exp-dieule, urna vez que pelo ensillado ai o*
a
eianal sol seu commando superior marchar pira o barcos, e da adrada de Ca Ipee onde os rebrilles de i*so que o gahinele, depois de madura rofletlo, jul- |
convento de S. Francisco amanhAa as 2 huras da (iualior, rom muila aitlliana, ameaeavam alr-ves i gou neressario confiar ese commando a um d.> seu
Urde para acompanliar a proci-sSo de S. Bene-
dicto.
ileAo presidente do conselho administrativo,
recutnmeudando que proinova a compra dos objec-
los rneiieionados no pe tido junto, os qoaes eAo ne-
ces-arins para o foruei imenlo dos armazens do al-
novarlfado do arsenal de guerra.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, diien-
do, que candando que ame. vai fazer seguir para
as Alagoll una barcada,ui-nde nella trauspoilai pa-
aar o rio e faztr junre.ij com os insurgentes de meuilirus o qual, ronhereii lo intimaiii'iile as ideas e
Oude. os nrojeclus do K'iverno. eslaiia mais Jo que ningueiu
O seneral mandn um ileamerconi mi deslruir os barcos em l-'ullclipore, poiin as suaS' O gabinete Un;ou ai vistas sobre o general Lar-
tropas sAo pouco numerosas para poderem disputar a sqnd, ministro la marinha, o qual foi suhinellilo
passtgam da J.n'nn em Calpi. As populares de como cuerna lor geral de Cuba i approTac.Au de S.
Oude atacam as nos (iingea, e receia-se que eslejam interceptadas as. da di general l.ersundi viesse de-lruir a perfeila ho-
coiniiiunif -ene- entre Allaliahad e llenare. moi;eiiiedade do gabinete, e, com o lim ie Ihe cdi-
Delhiacha-se ain ia sin poder do- insurgente. As servar luda a fori;a, ella convidan us seus miotalroa
ra ssa provincia os objectos meucion-dus ni relajo uodcias daquella prara aleaneam alo 8 de aaosto. a que fizessem nutra e ii- barbarea pelo menea levavavain romsigj os | nao em presenta de uin regulamenlJ, a se^.uu Jo o
Ministerio dos nreocios da ju-lira. Rio de Ja-
neiro, em 12 de outuhro de 1S.V7.Illm. e Evm.
Sr.C'im o officio dessa presidencia, de 19 d* no-
vemhro doaiiun prximo pretrito, inb n. 151, foi
prsenle a S. M, o Imperador o dj chefe de policia, lo do Para', as quae devem ler as d:m>nsoes cons-
no qu-l expfle que lendo exigido do juif de dlreilo lanles das notas juntrs.
da primeira comarca o aappa dos rrimes de que Ira- i DiluAo commandaule do presidio de Femando,
la a lei ll 562 da 2 da julho de '850. julnaJos por I para mandar regresar para esta capital a dspusi-
junla, os quaes serAo eiilregue< a quem Smc. de-
signar para recebe-los no arsenal da guena.i, tu-
munieou-se ao director ilesle arsenal.
DiloAo mesmo, recomnirndutido que na con-
fnrmidade do aviso da repaiiic,Ao de inaimha de i
do crrente, que. vai por copia, coulrate com Slarr
\ C, ou com D. W, l'ovvmann a construci^Ao de
novas caldeiras para u vapor olhelis uilo uo por-
Parece que se Iravaram Combates iiiui renhl los em foi dabl ha pouco sabida por lodos.
elle no semestre de janeno a jonho do dito anno, a-
quelle magistrado satisfiera semelliant* requisicAo,
razendo poiem ver que enlrava em dovide se Ihe
corria a obrigacio de remetler a secretaria da poli-
ca, no lim de cada semsslre, o mappa de laes di-
mes que houvesse julgado, por nAo estar is.o expres-
iiineiiie declarado no arl. 26 do regulainent i de 9
de outubro de 1830. e teferir-se o arl \li do re-
gulamenlo n, lio de .11 de Janeiro de 1842 rnente
aos ciimes de responsabilidade contrabando.
Ouvido o couselheiro procurador da coroa e con-
sulla la se.-rao de ju>lica do conelho de estado, a
respailo da duvida prop s!.i pelo referido juiz de di-
reilo, e confurmando-se o mesmo augusto seuhor
com o parecer por elles dado. Iiouva p bem de-
clarar, por sua imperial resnlucA i de 7 do correte
mez. que, eu.li r.i o arl. 177 do" lenulamenlo n. 120
de 31 de Janeiro de I82 falle snnieule dos crimes
de re-p nisabilida.le e contrabando, implcitamente
rumprchende lodos os oulrns crimes que poslerior-
menie foram mandados pruces'ar e julgar pelos jui-
zes de direito.
Que Irlando-se de eslabolecer una eslalislira ju-
diciaria de lo los o crimes piocessados e joUados. o
>rl. 179 dn cila lo regulamenlo de 31 de Janeiro de
1812, impnz aus joizes de diieilu a brlgS'jau de man-
dar o mappa dos deNeteajolgade-s por elles como
p-esilenl.s do jury, o arl. 177 exigi o dos crimes
de iespoiisabdid.de e conlrabamlo, pur se'em tsies
^Ao do l)r. chefe de policio, o preso Manoel Igna-
cio da Silva, que Itm de re-ponder o jury no ter-
mo do Cabo.Cunniunicou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
UiloAo director do arsenal de guerra, decla-
rando para fazer c. nslar ao meslre das odenlas na
quinta classe daquelle arsenal, Francisco Ribeiro
PavAo, nAo pider ser deferido pelo loverno impe-
rial o lequerincnlo infurmado por S. S., em o qual
dito Patio pedia dispensa do onio, por essa dis-
pensa ser indida gcta, de que se deve tratar na re-
forma dos arsenaes.
DiloAo director das obras militares, dizenJo ero
resposla a> oflicio, em qoe Smc. solicita a nomea-
c"i ile urna i- --- a que o subslitoa na directora das
obras mililares para poder Smc. seguir para a com-
mis-Ao. a q.ie fui Mes'iuado peo aoverno imperial,
que lando sido Humeado para ajudaute dessa direc-
tora u capilla de efigetiheire'* Antunio Theodoro da
Rosa dama, que se acha un Para', donde deve vir
brevemeiile, cuiivm que Smc. espere que elle se
aprsenle.
DiloAo l)r. juiz de orpliAos, dizendo nAo ser
possivel a admtalo no coilegio das orphaas a de que
Irata o seu olliciu de 10 do correte, por nao per-
inillirem os eslalulus do nicnjo Collegio a ailmis-Ao
de riieuiuas, qua tenliam menos de 17 anuos de
idade.
DiloAo conselho administrativo do patrimonio
30 de julho. >i l.-e 2 de .-gofio, o iuimign fui
repellido 'ejindo o cosame, no in reforcado por tropas viudas te Neemuch, lunlava um
ataque contra as uossas pusi^es.
izem que esla teniativa Me cuslou mais de 3.000
liomens, incluin.to 9IK) do excrcito de Neemuch, o
qual, depois do re/, do 1.- da agosto, naovnllou
A culade. moslrando-se, scguulo se diz, profunda-
mente desanimada.
No di.i 8, um bomba fez sallar a fabrica da pol
vora que existe, na cldade, e iolia-c que perece-
ram cerca de .">!>:; operarios, e qoe foi dealmida urna
quanlidade ConsidaiaTel de eninfre e de salitre.
Os ministros ind,uiearain-se com islo, ligando
que a recusa da riulia seria Interpretada contra elles
e que o seus adversarios sa apresseriain em conside-
ra-la cuno urna falla de conflausja por parte da ra
germens d.i resorreifjAo donde sahio a Europa mi
derna ; mas os Persas de Nadir,os Affjhans o'smnl-
Sli4i, mas os Mahraltas, que levavsm elles .coinngo
ileiii da saque, das carnificinas, dos exlermiui s e
da cjrropfiu, qj' ',0 o ; elor la iodos os oulrus fis-
gellos coojarados '.'
Estes resulta los grandiosos, propicios para o ge-
nero huinduo, gloriosos para a Inglaterra, nao foram
alcanzados seuAo racis a' completa lbenla le d'ac-
(So .tenada pelo governo melrnpolilano a' compa-
n!ii i das ludias.
Hoje mesmo, depois de mais de dous seculos e
mero de ex-l ncia, essa liberdade anda e urna e
delta gozar, para assnn dizer, a'cumpanlila quasi
lulas as prerogaltvas da soberana.
Posto que por diversas vezes se lenhan feilo ten-
tativas f ara modificar esta situacAu, comtu lo ella
nha. D.hi seeuio-se a demis-Au conectiva c a demis-. anida suisisl-, puiriue presidente da reparlicAo
sAo ptssoal ap eseniada a S. M. de verifiear,ao dos negocios indianos, o qual faz
Desde n piiineiro inslaiite, a rainha Isabel expri- ; parle do gabinete, ainda uAo exerce como bem o in-
miu-sa mm resolularoeule a esle respeito, declarando
qoe em casu algum ella consentira na retirada do
gabiule.
'Feudo os ministros, rio seu lado, insistido durante
trts das para se retiraren!, a rainha mandn cha-
ar o general l.-i-un ii e espontneamente Iheron-
i litlo, ena i ama mi.-ao da vigllau-
i irliberaees e as resolurr?s da compa-
ilica
cia eobrt
nhia.
A v- la.le he que lodo o poder e luda a acco
partencein a urna .nrece i i, cujos ruembros sAo elei-
los, romo lodos sabem, a pluralida le dos votos pe-
i -as----"--------------- (..-.-..- ...-.. ^ aaa~ ^uia s"J| ii loi-a i i' i_ i ii aa piwi iin-ll i UVI filin |IO
Dorante ilu"'j lempo e-nverain jlesprovldos de bou commando da illia de Cube. O honrado general los accionistas que possoem a quanlia de 1,000 lib.
nio juiMu deve acallar esl posto, e roguo a S. M. esl. no capil.il social, e, circum-lancia e-la mu no-
p.dvora incleza e de fogucies, e, se dennos rrelit
ao que se diz, comefin a fallar-lhes as ca" sulas de
fuzl. Fabiicam diariamenle puivora de qualidade
inferior.
O halalhAo komagu, dos (ihoorkas, chesoo no I."
a Dellii lr-i/eii-11 aUuns caixoles cun diriheiro, ruu-
nifese abasleciinent e esperava-s ver chegar
nu |." .le agosto um reforja de 1 300 europus e
3 000 pundjaubees, vindos dn Puinaub. NAu ha
lenc.A t alguina da execular om raoviineulJ retrogra-
da, po-l. qoe j una vez se fallasse disso. Desde o
dia 2 id i homo mata cmbales.
Re:rh-ram--e n.ilicias de Agre al ti de selam-
bro. Tudo ia bem na Tnnaleza onde ahiindavam
a- provises. A sua guarnirn rompa-sedi 3." re-
giment eur.ip.il e da urna balara, estas forjas sA
pira q-.ie o houvesse do dispensar. Tal foi o lim da
crise, segundo as infunnaces do i.ossu corresponden-
te. Hoje o itabiii'le ba>panhol, mais forte e mais so-
lid continua a funciiunar com a cerlezi de toda a
confianca da rsinha e das svrnpntlujs de lo Jos us lio-
mens iutsligenles de llespauha.
Jnl&amos a proposito trauscrever do ir Jornal dos
Debates a o seiumle nolavel artigo acerca dos ne-
gocios da India :
Entre as consequenrias qoe hAo de produzir os
aronlecimenlos que hoje se surredem na India, ex- | qualquei das potencias qoe eslAo tizadas i lugla-
lavel, as mulliere-, e at mesmo us eslrangeiros po-
iem ser eleilores.
lie desde lSVt smnenl- que o govaruo quiz tomar
parle u composicAo da direciAo. pur occasio de se
renovar n -.,,- auno a Carla da compaohis, o parla-
m-nli .r.|.ilnii i ao gnterno a nomea(Ao da seis di-
reclores sobre dezoilo.
Os limiles imposlos i ac^Ao dessa dirergAo moi
pouco pesam sobre ella, e eis e n que consiste : pro
liili.-in ,i companhia o poder concluir sein aotorisa-
cia ou intervenido do goveruo Iralado algum cu-u
i-lr. urna que ja deve ler nllrahi lo as vi-las : be a
necesaidade de reconstituir a governo que acaba de
ser derrabado Com una lAo medonha rapidez na
os nicos enlAo jul^ados por laes iuize que, Irans- I dos orphAos, communicando haver deferido de Cun-
vor do carregamento d'esse irllgo. (lu/ "
mer.ador.as e objectos ^^^Xm,X
ra oso das reparlicoea publicas e tV v
vom que V. Exc. o. espeliqe, ,a- 1ue P08S4m "'
lomados em cousideratao.
., ,. T_'__,.eo a V. S. que o tri-
-A' alfande,a.-C"mmoDen(o ao ^^ jn_
bunal do Ihesooro. -m iIK |rmaj a rtl,ci,A
lerposlo por Machado e, |ie)o pr,0 |ar|f< amt
qoe os obngon a despac,,^ q,, prp^.^,,,, rp,ipor.
porjAo de alcatifas de/'lfjfnll(l0 cnm a qual,|1Cario
lar por nAo sa ler-iij,, (.a ,nercadona, reaelv'eu
qoe deram os arldls irj.ufi,, r,Je iello ue|a
que o de-pacho d, ier|10, do j (. 3 o0 decreto
prec i da laelur/.,,,, rie iH-M
o. 689 de 30 fini
A' IM
do Amaionas. Bernardo de

.
'\,,'' presidente rio liibunal do thesouro na-
Souza fajina ao Sr. inspector da Ihesouraria da fa-
cimials iiruvinria do Amazuuas, de roiiformidade
/eiy aviso -lo ministerio da anarinfia de 24 do cor-
8e, qoe. i vista do disposlo noiarls. 1, 14 e 37 do
fegimenlo qno baixou com o decreto n. 1,940 de 30
de jualio ullimn, nao continu a abonar aos coinnis-
aarioBde lB cla.se, embarcados nos navios de guerra
surtos na mes r.i pruvincia, agralilic i.Ao marcada no
aviso de X ,ie maio de 1813 peio encargo da artllha-
rio, Aerando praiicar se o in-inn a espeito dos que
forem Humead .a para a 2" e 3' cl.isse.
Semelhanles as provincias do Para, Maranlilo, I'i-
auny, Ceant, Rio (">r-n 'e do xorle, Parabiba, Per-
i:inbuco, Sergipe e Alagoas.
M1MSTERIO DA JL'STICA.
Decreta 1.989 de 10 d uulubro de 18J7.
Eleva a o lo o numero dui correloes geraes da pra-
va do commrrcio da provincia de Peruambuco.
Hei por bem. sobre ci.multa do tribunal do eom-
merrio da pioviucia de Pernambiicu, decretar que
us praea do ruiiiuicr.io da referid i prov ncia bala
oilu rorretores geraes. Branda para esse fin revoga-
do o i do decreto n. 808 de 28 de julho de 1801,
na parle que desiguou soineule chico coirelores para
jquella pinvinria.
Francisco Diogj Pereira de Vasconcrllos, do mau
conseibo, ministro e secretario de eslado dos nego-
cios da juslie.a, a-snn u lenha entendido e faga exe-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de nolobro de
1877. 36 da lud-pen leticia e do imperio. Com a
i. Im -a de S. M. o Imperador. Francisco Un-jo
Pereira de Vssronreiios.
Decreto n. 1.990 de 10 re uulubro de 1857
Desnonexa o termo de Santa Luzii do Norle do de
Alanos*, e o rene ao de Macei, na provincia das
Alagoas.
Hei por bpm decretar o segoinie :
Artigo nico. O termo de Sania Luzia do Norte
< fica de-aimex.ido do de Alagoas e reunido ao de Ma-
celo, na provincia das Alagoas, revegadas as dispo-
sii/ies em culinario.
Franci-co Dioo Pereira de Va concellos, d,i meo
conselho, miui-lro e secretario d estado dos nejo-
cios da justica, a -s m tenha entendido e fa^a exe-
cular.
Palacio do Rio de laneiro, em II) de outubro de
I8.j7, 36- -1a independencia do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Diogo
Pereira le Vaic -iicellos.
Decreto n. 1,992 de 10 d outubro de 1857.
Sopara o l'rui'i da Divina Paslora u da l.arangeir.is
na provinca de S juiz municipal, que arcomulara' as func^i'ies de
Oil dos orphAs.
IIei por bem derretir o segninle :
Fiea sep irado do lermu de l.araugeirss o da Di-
vina Pastora, na provincia de Sergipe, e creada
ueste o luitar de juiz municipal, que accomolaia' as
funccAes de juiz do orpnAus ; rivogadei aa disposi-
jss em conlrario.
Franciico Diogo Pereira da VaseaaceUoe, do meu
ciiiisalh-.i, mnnslro e s-ci-I rio de estado dos uego-
cii-s da Justina, aisiin o lenlu entcnlido e laca exe-
cular.
ferindo porcm a le. de 2 de julho de 1850. ussim co-
mo ooiras, do juiy para os juizes de direilo o julga-
ni'i-'i'i final de aluns outrui crimes, he claro que
erres devem figurar nos mippas especiaes que at
ISS2 se Inmlavam aus crimes mencionados no arli-
i" 177 do dito regulamenlu ue 31 de Janeiro da
1842.
O que comrounico a V. Exc. para sua inlelli-
aencia, a para o fazer constar ao chefe de polica e
ao juiz de direito da primeira comarca dessa provin-
cia.
Dos guarde a V. Exc.Fianrisco Diogo Pereira
de \ ascouceil is.Sr. presidente da provincia ta
Paral ba.
furmidade com a sua iiilnn -.ii u requerimenlo
em que Joscpha Eufemia da Silva Peieira pede que
Ihe sejam entregues seus filhoi Juvenrio e Loii, que
se acbarn rerolhidos no colirio dus orphAos.Com
inunicou se ao D', juiz de urphor.
DiloA cmara municipal d*sla cidade, coro-
rnunican.lo qu>' lendu ouvido o soperiiileudeule da
eslra la de ferro acerca u olUcio deesa cmara a
respeito da ilreecSo da mesma c*lrada, foi recehida
a resposla cnnsUule da copia jonta, na qual decla-
ra ler accedido aos desejos da eameta.
Por lar iaCuncedeiido a John I) nnelev.a visl
da haformafio do eapitao do porto. Iic.nca para
corlar as matas dc-ta provincia dentro do prazo de
------------- li mezes, a contar de-la dala, 300 cavernas, 2 ra-
MIMSTERIO DA MAK1M1A. noaada amarelio para abrir. 5 dnxias de prauchOes
Ex|iedien(e do da :'. A* InJearaSsatrCis da marinha da corte, delermi- de seren enipresados pilo t no concerio de Ires
nandr-r a visfa do que expoz o i| i.irlel-uener.i! da barcacas, que p >sue o su| plicanle, mas lambem
marinha, a espe lo das duvidas apreseiiladas pt lo I na constroccio de mais tres, que com aqoelles de-
m ser empregedas na eondorcSu da pr.lra, que o
P ilaeiu do l i de J.i) iro, cm 1(1 de oolulim de
I8'i". 36" da independencia a du iinoerio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Diogo
Pereira de Vasconcellos.
-nmaulaiile da eslacA naval da Pernanburo so-
e* ***""c.!>" das tabellas a que se refere o decreto
n. 1,921 ue II de abril uocorrenle anno, regalando
o rornecirn.rilo de vveres e de miinii;s nava*! e
de guerra aus navios da armad; a determinando
que o dos bncues-barc.is sej, feto conforme o des
corvetas de :>. ; bem como que naqu lies navios, on-
de e.n um.i sri bitaerila h.jam duas lanteiiia.. se J<3
despeja de mala urna luz ie a/eile doce, para que
nlo foi contmplala na tabella n. 7, observarlo 5".
pralicando-sa islo unicameule durame o lempo em
que laes navios andarem vela.
N< mesma conformidaie i rorils, loria da marinha.
eo-se rouhecimeuto ao roini.lrrio da f.zenda. ao
quarlel-general e inspercAo do arsenal de marinha da
corle, i,.in como as presideucias das prov.ncias da
Baha, Pernambncoe Para'.
C-JVSEHW3 DA FBOVlNOiA.
espediente do dia -J'i de ouiubro.
OllicioAo Exm. presidente do Para', dizenlo
hav-r sido remeliidii pelo commandsnle do presi-
dio de Fernando u preso Francisco Pedro Vloagie,
que u aquella provincia lia va as.unado, como afr-
ala o mesmo comnmndanlP, lermu de resi lencia por
dez annos na capital do imperio, que Ihe I ra depois
siib-liiuid i pelo referido presidio, do qu-l leudse
evadido, rara capturado recolhido a fortaleza do
Brom desla provincia em janeiru de IS47. don le
Tora removido para a caricia m principio do auno
seguale, e daln psra o presidio em de julho d
mesmo anno ; pelo que enlende u referido com-
mandanlc haver dilo Vinagre comprido os dez an-
uos de residencia, em logar designado pelo gover-
no, a que se obligara. Mas, que como nada conste
a respeito da pnsAu de Vinagie no jalao das execu-
cries desla cidade, sirva se S. Exc. de Iransmillir o
que a es-e respeiln constar na sus serrelahfl, ou no
jaizo respectivo, aflu de se resolver como for de
|iislti;i a respeilo lo destino que deva ler du
rraiirisrn Pedro Vinasre.
Dilo.\o Exm. commandaule das armas, dizendo
ero resposla a qu< S. F.xc. pouderou acerca da res-
pi.nsabih lade do ex- ireclor, do ex-sulidirertr,r
da colonia militar de Pimeiileras, canillo J-s (io
mes de Almelds, e leme JoAo Marlnho Cavalcan-
"i de Albuquerqiie, que no reulamentu, que bai-
xou coro o decreto de .11 He Janeiro d-ie auno para
a reparlijAo du ajodanle general do exercilo se nAo
eucmira disposiijAo algom.i, que torne necessana
ordern do ministerio do Enverno expedida pela re-
pailcao do ajutanle general para se proceder con-
tra qualquer oflielal o conselho, que pode ser orde-
nado nAo sn pelo enmmandante das arma, us ler-
'"o,8Id0 S l:l "" Z do decrelo de 8 de malo de
IblJ mas tambem pelos presidentes da provincia,
como se veda segunda parla da arl. 20 das inslroc-
jo de U de marco, para us assislenlcs du aldan-
le general as provincias : pe|0 que haia S. tic
de dar as rdena neeessaria. para se proceder a con-
selho contra os referliTos ofiieiaes, em coinprimeu-
lo do disposlo no aviso do muiislerio du impeli da
20 de lulli-.
DiloAo mesmo, dizendo liear scienle de haver
S. me. mandado alistar no 10- balalliAode infaii-
tarla como addidns os rerrula- JoAo Fiancisc Csr-
neiro, Antonio Gervasio da Rocha, qn foram jul-
gadus aplns para o servio em imperlo de laude.
DiloA Dr. chefe de polica, para mandar apre-
senlar ao director du arsenal de eu-rra ;( ofiicias
ferreirns rlenlre os presos da casa de delencAo, afim
de seren empregades as obras que se man,raro
fazer para a mesma casa, c-ssanlo a despeza de
sua su-|eiii,:e-n) por esle eslabelecimenlo, visio de-
verem receber pelo arsenal o salario qoe for jallo.
Omuuicou-se ao director dn arsenal.
D lo.i, Ihesouraria de fazenda, Iransmitlindo por cunt
-uppliranle por conlralo se nhng- u a Ir.zer da ilha
de Saolu Al-ix-i para o ratcamenlo daala cidade,
com a condicSo, porm da apresenlar a' capitana
do porto no prazo de um auno as ineiicioualas bar-
racas ja promplas e construidas ; e .-ulro-im re-
coinriiuu tanjo aa autoridades puliciaes que nAo pu-
nliam impe tiinerno ao curte e conduccAo da ma-
deira, emprestando porcm todo o cuidado para
que se nao abuaoi por ccaaigo desla lieenca ; e
insulllcienles. Toda a populacAo chrislAa e-la na mais importante das Ires presidencias, e que tAo gra-
forlaieza. 'emente amoscada esta as oglras daaa, Elugiero
lie rnister que chageto quanlo anles orcurros de quonlo quizercm o p.issado da Companhia das I si
leste, lia faits de numerario. AHynltur aelir-se oe-
cupada por um agente do ci de Delh-, O empre-
ga.los civis-, com lo.l.i a torea de (jo irka, anaodona-
r.ini Goruckpore. No da II, haviam recebnlo ot-
dem de conservaren!, se fosse possivel, Ijorurkpore
e Alinghur ; e no caso colilrano do coniu/.irem
toda a tropa a Atinghur para ah se forlilicarem,
ero vez de marcbaiem sobre AHahabad, como ha-
viam projertalo.
Bundecund Rajpooiana. eleReceheram-seem 3
desle mez noucias do coronel Durando, u qual de-
lempeoba as faoctOea de agente, llolkar passa por
ser mui Re, pusio que is appnrenciaa sejam centra
elte. NAo lemoi de Sean 'ia noticia algoma digna de
crdito, lie crio que elle lomou ao seu sold o
contingente de Gwahor ; mas para que lim '.' anda
non o sabernos.
Em Choie. no Eslado .a Ithopal, o eonligenta
llhopal, legan le se d>z, apiideiuu-se de al j i i,,- pe-
ca- e de um nbuz, c levanlvu o eslaudarle de .>Ia-
boroelb.
O rejah Arujehra revol(oa-se p lomoa pos^e de
Mehidpnre. Foi em parle levado a dar esle passo
por Il.dksr.
O chefe de lhabooa houve-sa salisfacioriamenle ;
prolegeu o c.ipilao llulelun-iin, o agento de lllied >
os oolroa eoropeus. R-cebeu agradocimenlos O
rajso de Kewah he mui sincero e presia-BOS lujo o
auxilio ile que pJc dispor.
O ch-fe de Punnall e uniros du Itilndlecnii I p.is-
sam por seren lenes. O gnvernador diz que a sl-
lituda dus sirdards de Jvep-re e de llhurlssoie (oi
mui equivoca. Todos os oulrus estados indgenas nu
Hajpootaiia pe.maneciam Iranqaillo*.
Bengala e Brhar.O m-jor Evre, com 3 pecas e
150 eoropeus, baleo rebeldes, coinmandados p r
huver-SniL', em 12. e libeiton os eoropeus que des-
de aleuus diaseslavam situados n'uina pequea ca-
llo capillo do porto, a qoem esta sera' apreseiilada, I' d'Ariab, onde se defauj rain, apoiadoa por 511
que observe a re-peno aadlspoaieOes liiCaes i *'-hs
DilaDeclarando da nenham efleito i nomeacao Kover-Sing conseguio fuair para 1'olila. No da
do capillo de primeira linha Don
Veiga para o lag-r de delesado du termo
de l.iui
de Sinto
DilaAo aganta da companhia de paquetes
vapor, para mandar dar pas-asem de eslado para
o MaranliAo no \p r que se esperado sul a Joa-
quim Jus re Campos.
19. a ha-
AinoraSing,
cm Arkburiou Blcas-Hahasborgh:
seu Irado, oceupava as eollinaa que
COMBAiNO DAS ARMAS.
Saarti'l geseral do commando das anaai de
Pernambaco na cidade do Reclfe, em 2 de
novembro de 18b7.
ORIIKM DO DIA N. 4G.
O hriQadeiro cninniaiidanle das aunas interino faz
constar, par.) os lus convenienl. que a presiden-
H"ia fui serv la por portara de 31 do mez panado,
nomaar Sr. eajMtae eomanandante do deilacamen-
lo da comarca de Sanio AnIAo Joaqunn Francisco
de Oliveira para o carga de delegado da mesma co-
marca ; e quu nesla dsls apresenlou-se, da hcanea
que oblivera para Iror na provincia da Babia, o
Sr. 2" riruraiAo do corpo de saude Dr. Rozendo
Aprigio Pereira Goimarles.
Assisnado).Jnlo Jos da Casia Pimenlel
Conforme.Demetrio de Gu-ma.i Cueibo, alferes
ajudaiilc de ordena encarrillado do delalhe.
' ill HI-'.M DO DIA N. .7.
O brigadeiro eemmandanledaa armas Interino, faz
constar pina os lius convenienla, que por aviso do
ininislerio da jueira de 0 de uulubro prolimo Ro-
do, communiealo em oflicio expedido pela repart
cAo do ijudaiile general do exercilo a 22 rio dito mez.
u Euveniu de S. M. o Imperador, huuve por bem
delerm nar que o Sr. capillo do 3- balalli.lo de ar-
Idharia ap, Trajaao Antonio Goncalves de Medeiros
e Oliveira, continu a servir como ad.lido no ba-
luIhAu da mesma arma, ale ulterior deliberadlo.
lAssigna m'.J A Js da Cusa Pimenlel.
Crnifurme.Demetria de Cu-mlo Cjelho, ajad.in
le u uidens eurorrtgadu do delaihe.
Aullo.Fizeram-sa es necessarias rouimanica^Oes.i flaaqoelam a eslrada ; por cunsrguinle, nu haxia
egoranc,a nos irredores. Todava, ludo eslava tran-
qullu enlre Benars e Sergholly. Forarri recupera
las as eslacOtS de Cliopra, daCliumpariin e de II i-
rullerporc, que haviam sido abaadooadas.
Todo sala aocega.toem Nagpore e em llvderabad.
.\o Punjaab lambem reiuava Iranquillidade.
Delln.Em 7 de agosto, houve escaramufas cnm
fgo de arl-,ilharia ; sal-u um paiol du intinigo e
per-ceram .500 hurnrns. EinUde agosto, Ca des-
truida urna balena que Ololmigo construir,-lim de
aiacsr de euliada as nosas puas ; liver'am lujar
ercaramoraa durante loJu o d a c os Ires seguinles.
As nossas Iropas s..|I".er.iin pouco.
Nu dia 12, as per;a< coilocada
das, que nem por issj rleixara' de -er menos ver-
il, de, constituido, coma boje se a.ha, 'ora avante
esla ron leinna lo, e con lemuado pela mais rigorosa
de todas us raz-s, a saber, que ja au goverua Os
cipayos levaram-nu a dous d-dos dasu.prr.la, e
'-i,i perigo sri o poderlo salvar os soldados da rai-
nha. He a si|.|,i._, i em que buje se acha, e de que
he mi-; r lira-lo, e para islo 'e levar a elleilo nAo
ba-la smenle reeomec.ir a conqosla da In ha so
taras oscipsjos revoltosos, h inister tambem reco-
me^a-la com o lysleaia que pruluzioou que pelu
menos nao soobe pievenir a cris. qu- alravessamos,
e que se vi desarmado nu da dn perigo.
I.onne de iniin o querer m-ller em processo a
Companhia das Indias, e laucar-llie *m ros!, os
seus artuaes revezas. Ninguern mais sinceramenle
du qae eu admira os prodigios de valor e de genio
que eonsegoirsm reunir sob o sen sceplro uro quin-
to rio numero Mal ras crealuras Im.nanas espanta-
das sol a superficie du "lobo. Ninguem ha que es-
teja prufundaineule c.uiveuci lo qua os meios que se
einpregaram para adquirir esla inaudita lurtuua s.io
os uis acerlados. n.-m mesmo >e foram os nicos
que i-n i i a-,, levar a este aran naso resollado ; po-
rem esle nAo prova qoe es-es meios sejam ain la bo-
je acstaveis, nem que devam sobre'udu levar
l'ii.iducao de un. ord.-m de cousas doraduora. Bem I anula ln<
Ierra por Iraladus direrlus, reservam elles Cora
admin slracAo da ju-lie. era cada urna das ire gran-
des ci.lades c.'ipitues das presidencias ; atlnbuem ao
j iverno inelropolilauu a noineaglu do general em
chefe dn exercilo, o qual poda todava ser demillido
pela direcelo ; e-la diracglo tero a obrigacJIo de as-
culher, cnm a anriueucia da croa, u novernador
eral da India inglesa snmeule d'enlre aqurllesque
nunca esliveram ao serviju da companhia ; Qnal-
meulc u numero dos mi lados euruoeus que dejla
dependem directamente nAo pude excuder a 20,000
liomens.
(Juanto ao mais, a companliie possue lodos o al-
lnb.it.is du soberana : ella faz leis, decreta e lauca
imposto', faz a guerra e a paz. aasina tratados, ad-
ministra a joslica, cuuha inueJa, escolhe lodos os
seus emprezados, linalinenle ella lm um exercilo e
urna marinha que inverna a leu bei-prazer, cuja for-
ra eleva su algarlsmo que Ihe apraz.
A couipanliia das Indias careca de Indas eslas am-
pias conces.O's paia ser bem succedi-la. Nao le-
nho neees'idade de provar quo ella leria fallado
Bus seus destinos se depeudesse de uro govtrno ab-
solulo.
A historia d is nossas diversas companhia! das In-
dias, a de Dupleii e di infeliz Lxlly, mnstram a que
se reduzerri sernalhanles emprez s quando eslAo col-
loca las sob a lolela e -di a direecsu dos gnvernos
dessa especie S-ib nin governo livre romo'o da In-
alalerra, gon-sa de mais saraulisa, nAo ha a recatar
os vidos corlezAos, os frequenladores del'Oeil de
loe.ifju d.i ante cmara, os favonios, nu.
systeroa de conseripr^Ao a aorle.
i O sida lo nao permanecer' uo servico alero de
um lempo limitado, que sa ha de delerunuar, em
um cdigo militar. a
6. Logo que o tribunal criminal se liver pro-
nuncia lo sobre a pana merec la por um Israelita,
serAo aagregados ao mismo Inbuual asseasures igual-
mente Israelita!.
Esla medida tero por lim tirar lodos os receios de
parcialidade aos Israelitas.
a A lei religiosa os torna alcm disso objecto da
benvolas lecomm-nd-rejes.
a 7. Erldltettfceremos um tribunal de comroercio
composlu de um presdanle, de um escrivAu, e da
nuil- merobros escolhides pelos Musolmanus e sub*
ditos das potencias arniaes.
a Esle Inbuual, que icio de julgar as causas coro-
raercises, eulrara em exercicto, logo que ns lenha-
tnos entandi.lo, com as grandes potencias eslrangei-
ras, nossas amigas, quanlo au malhojo que se deva
seguir a respeito dos saus subditos que tiverem de ser
ju-lir;adoa por esla jons1iec,o.
a Os regulameutos desla inslitocSn serlo dseu-
vulvidos de urna maneira precisa, am de prevenir
todos os conflictos, e m imtelligencia.
' 8. Todos os tio-sii- sub Inos, musulmanos ou
quaesquer oulros, estallo igualmente sujeitos sos
reiulain-nlo. e pralicas em vigor no paiz.
o Nenhum dell legio sobre qualquer nutro.
- 9. I.iberdade de commercio para lodos Bem o
menor privilegio a favor de qualquer.
a Ao guveiuu he prohibida lula a ualuieza de
rommercio.
a O commercii ero geral ser objejlo de urna pro-
tectora soliclude, a lud quaulo for de natureza a
pur-lha peiai, sera dergalo.
o 10. O) eslrangeiros qae verem a estabele-
cer-se us nossas Estados, polerlo nelles exeicer
todas at industrias e ollicios, cnm a ceodi(lo da
que se da i de sbroetter aos regularnenlus eslabe-
lec los, ou aquelles que se poderain estabelecag de
fuluro, da mesma ranueira qoe os habilaoles do
paiz.
u Ninguem gozara' da privilegio pessoal.
rr Esta liberdade Ibes sera' garantida logo qoe nos
livermos entendido com os s>u< respectivos gover-
uusqusnlu ao modo de applicacAo, que lude ser
desenvolvido e explicad >.
II. Os eslrangeiros perlenceules aos diversos
zovernoi, e que verem sslabelecer-se nos uossos Es-
lados, pdenlo livremeiite comprar toda a qualidade
de propiiedades, laes como casas, jardn, trras, da
mesma maneira qua os habitantes do paiz, com a
cundirlo que e-laiAo sujeitos aos legulameolos exis-
tente-, ou que houverero de se estabelecer, sem que
possam sublrahir-sa a elles.
o NA Invr-ra' a menor diflerenr^a a seo respailo
nos regulamentna do paiz.
ir Mais larde faremos onhecer o melhodo de ha-
liii.ri'i -. [na ci-lade} de maneira qoe o proprielario
lenha delie um perfeitu cunhecimeoto, seddo obri-
gado a obierva-lo.
Jornal do Commercio de I.sboa.'i
NOTICIAS E TRANGEIRAS.
I.i5-se no aj. des Debalsu de II de selembro :
Os 'i'jniite. pormenores sao exlraliidos do Siau-
dard de 9 de selembro :
O partido presbiteriano reclamava para os seus
miuisiros o exarcicio do direito de pregar as ras ;
que us calhulicos romanos nppunharo-se a esle direito, e
mais ilueclu, ns l.ivonlos das favoritas, OS i o novo eslava al nranarad nin atacar nniilauar
Luga duso, a refleslo esclarecida pelos acluaes generis de m.dmesella de Ma.nleitou ou de ma-
surcessos, me iiuluz a crer que nu passadu a con- I damrsella de Poinprdntir.
quista desses territorios l.lo vastos como um com- Porcm mesmo sob um rgimen de liberdade, ou-
tiente, p.'ile ser nicamente levada a ensilo por um de nanea se veein a frente dos negocios senAu bo-
corpu organisado, como o era a Companhia das In- moas distinetos, que pelos servicos prestados, palo
.lias, a cotterv,ica,i deseas conquistas nAo se pode
coii-iuuir sub as c 'Udicdes com que foram fetlas.
I',ira fallar cotn mais clareza, dire que a persisleu-
eia no sv.teni i actual faria lambem persistir as cau-
sas que prodoziram a crise que boj- oslarnos pre-
senclaado, quedara lugar a ama repetirdia hreme-
diavei de explo-es igoaes i- que acabatn de eusau-
gueular as provincias do noroeste, que farta abortar
n- los os germens de um eslabeleimeulo duradouru
e frurtui.su, Isfo ha, a progrrs-.va oceupa^u do paiz
e a la absurpi;Au final no sei.i da civilsima pelas
luze-, pela iudu-lriu, p-lo c nunercio, p.|o Iraba-
lln pela superior moralrdade da roca europea.
He por issn que, segundo a iniuha humilde upiniAu,
a conqoi-la su f-i possivel sobas con-licOes de exis-
tencia qie a sabedora do governo m-lrupjlilano ba-
via concedido a' Compauliia das Inlias; p rom.
urna vez feila a c n j-.i-la, eslas ciin hrii.s sAo m-
compalivois c m una turnada de posss solida, hon-
rosa, tal cuino a Ingliterra deve deseja-la no iule-
cara.-terou pelo lalenl ., a misslu da cumpaubia das
Indias lena corrido perigol, que a hnuveram arrui-
nad a se nu livesse liavilo o hotn espritu de cons-
ntuir e de conservar companina urna existen-
cia iiidepetileute das peripecias da pilitica m-lropo-
lilaua.
. Se em lugar dse moslrar (ao prudenle, o paila-
ment inglez livesse querido ex-rcer por si m -um
oo por va dos umiisirus que s.u seu deleaados e
tacuros, urna ac(lo directa sobre os negocios da
companhia, lenam e-les sido expostos a frequenles
mu.lanc.is ,|. systeina e de pstkSOal qoe sertain tan-
to in r- nocivos, poiquanlu na poca em que a e<-
Irella da Inglaterra cunee- u a bnlhar cubre o muti-
lo indiano, asas inundo era menoi Coiiheculu, e que
pur isso lauto o pessoal como o syslema adoptados
pelo parlamento e iguilmenle destiluikis de saber
e de experiencia, teriam p-rdido a maiur parle do
lempo em l?-fi/ r por luriiu a tarefa dos iiis pre-
deuc-sures.
|.i i i.: ii.i i leriatn considerado om empregn na
resse da sua gloria e da sua domin-cAo material. |
-S.io estas d.us pooloi que eu quuera expur ao lei- India rmno'om degrno para se elevaren! a'po.ices
lor, ato su como um objeclu de cjrio.i l.de. mas man bull.riles em climas mais heniguos.no meio de
laintiem como ~
mes
inbern como om esta l.> que pole apruveitar au uin i sociedade mais civilisada Se assim fusse, ve-
Mra i lempo aos Inglezaa e a mais alguao. I riamos acaso succederem-se uu governo dus negucios
A hisluna d. Companhia das Indias furnece o; indianos essas o.liniraveis e viieroaas gerac-s de
ampio u mais evidente pira qu- cilar-si po.sa du i emjregados que parlindo da Eu>op., convencidos
do rjrrgaoeiro Showers, cloronlas depois de um re- i '"" que ose-lados fazem a si roesmn-, quan io sa- i de que u seu fuluru dependa exclusivamente do ze-
nhiJo combale : era uin ..buz de 2, dous do 7 e bem re-p-.lar a liberdade '.icc> dus seus sob Utos, | lo cm que servirn, o. ioteresses da cumpa....,,
urnde A nossa ptida fm eonsideravrl; 112 lio- qa.ilo sabem rc-istir a peri^osa tenlacAo da win-lf.ram os verdaderos archilectos do edificio, us he-
mens morios oo feri los. enlre e-les euntam-se mui- romellerem, a rada passo e mullas vezes sem ra- i rote .s e laboriosos molores da inaudita forlona a que
fura da purla de
Cachemira foram atacadas por urna Corea, s ordens exemplo o mais cu Ionio pira qu- cilar-s possa
---------- I------------ araarawan u.-u aaiuauav-sa IUIU ailB lu lunil a -j a -
um brigadeiro, um majur e uin ra-'<' us neg.cun deludas edacad.um. II-,mis rliecuu a honrada companhia das ludias Oritolaes "
.la nina i4. .Imn .ika..I.... aa, rraU ^1 ^ a>....._; ....
COMMANDO SL'PEUIOK.
Quartd geoeral lo coinmaiido mperor
da {jntela nacional do municipio do
Rf3C.fe.~de novembro de 1K7.
S. Exc. o Sr. brigadeiro enmmandante superior da
guarda naeiunal desle munl.-ipio, tenlo reassumido
o rmninando no dia l. do curente, assim, o manda
fazer publicar para c nhecimenlo da mesma guarda
na i, nal.
Caben.l -Me por esla ocraslo louvar o Sr. Coro-
nel Domingos AITonco Ney Perraira, pela maneira
purqueexerecu inlerinareeole o referido commando,
disveland -se, como rosluma, por manl-r a discipli-
na, boa ordern e harmona que distngalo a guarda
nacional desle municipio ; S. Exc. recomen la ios
Srs. comman jantes dos Corpus, que emprenuein a
maior Vigilancia e esforcos, paia que cessem e,tas
faltas que infelizmente ae Um notada no servirjn,
principalmente nos balalli-s ;|.", 4. e 7." de in-
fanUria e I.o d asqoadrgo ; asseunrandn-lhes que
uarA-i a acbar nrsle commando soperior luda
copia o aviso do ministerio da julica de i h la ara rn u mil .- I <_______. W____a* aa ^
Ministerio dos negocios da joslica
ro, em 12 de outubru de 1807.
Iljin. e Exm Sr.|_*m dos snlecessnres de V. Exc.
i ni lien ao rutu'-ii'ii i ora a meo cargo, com aviso
de 17 de agoslo dn 1852, copia di olli io do chefe de
csquiidra en.-aireado di quarlel-general da mari-
nha, dalado de 21 Jo rnez anterior, e di parecer
rlad pelo cons-lheiro portirador da coroa sobre o
tacto de haver sido sorteado como jurado, na pro-
teja du Psi, o 1
ente, em qual sa determina que ai de-pezas cnm
o lelegrapho se limilem a quanlia de 4509.
DiloA mesma, declarando haver resolvido de
conformidade cora a requisirio do Exm. comman-
daule das armas, que sejam entregues aos quaileis-
meslres dos eorpos de primeira liaba, indepen lenle
de p'ocurac.|o sellada dos respeelivos commandan-
les. as qoaniias provenientes de despezas eilas com
o eiilerr.imenio das pracas dosfniesmos Corpus, que
talle-, ,vi; .Commuiiicou-se a Exm. coinmaudan
le das armas.
DiluV mesma, pira expedir oas ordons afim
de o inspector di alfandega consenlir no despacho
tsenlo de dir.ilos de H5 barricas de eemenlo, viu-
das da Europa na barca franceza Adele,o por con-
la do emirato que celebren ,, 17 je ,hril ullimn.
Jos Antonio de Arauju rom o inspector du arsenal
de m-rinha.Cororoui.icnu-se a esle.
Di|nA mesma, rom- tiendo para os oonvenien-
1 les exames copia da acia do conselho admini-lr.ili-
vo do aisen.il de guerra dalada de 2(1 de se'.erobro
Rio de Janei- ullnno.
Dtlo^A mema, coinmunieando constar por avi-
lo do minlslerio da fazenda, que se expediram as
convenientes ordens paa essa Ihesooraria abonar
aos eomasiasarloados navos qua livrrem de sabir a
cruzar 20O5 loilas as vezes que u commandaule da
eslar-to requerrr, para a rnmpra de
Lopes Goimarles, chafe do e-ia 'o maior.
pti-
vveres frescos i-lirro, sen-1o d,q,. B ,\el
para as gusrnieues ds leferidus navios.
DitoAo desembareador Jernimo
Figue ra de Mello, presidente interino
Eis-aqui as milicias mais recentes da ludia
blicadas pelo uSundii, de 29 de selembro :
11 Depois tle avanrar al meio camin o da l.nck-
m w halendo os insurgentes duas ou Ires vezes na
provincia deUule, o general Havelock vio-se obri-
ES I em eenseqoencls do pequeo numero das soas
tropas que haviam dilimado a [adiga, a doenrja, e
ince-saules combates, a relirar-se para o UoncalWur,
a seis milhas du Ganges, e em seguil.i, uo dia 13 do
agoslo, I, rriou a Iravessar o rm rom toda a ios
Irnpa, e inarcbnu para Cannpore otile aclualmenle
se arha. U1ll1.ro linha sidu Decapada, ne-se meio
lempo, pe o rebeldes chegadoa de Sangei e oulros
pontos, em forja de un \,OJO homeus com cinco
pee s.
No dia Iti, o general Havelock fui altear aquella
posiclo e apoderoo-se della toman in ao mesmo lem-
pa duas peras. U seo relio est redundo 1 'loo
liomens, qoe esleanadAS de forras carecein de des.
calis-;. Elle he de optntaa- que seria urna empreza
mui arriscada avancar sobre l,ocknoit s#m reforco.
Reeoia-se que elle ni 1 pos-a receber suflleientea re-
011 quin/e das, o ;,.. ,.
I o O.- dasirr.pas de S. M. na China furara alli retidos1
Marliniano em consequencia dos alboiol. s que ribonlaram em
da relacAo, Besbor.
os lenenli
pillo.
As Iropas do brigadeiro general Nlcholson eran
e-pera dia 13 de agoslo ; deviam rheg.r ludas ero 15 ; dc-
po s desles refuijos o exercilo inglez em frente re
Delhi devia tes urna fur^a de II.IKK) lumen-. No-
vas reforcos deviam no me* de selembro cleva a
firca do exercilo sitiador a 15,000 liomens. Jdlga-
va-se que o essallo seria dado em 20 de aaoslo. Di-
zem que o re maiidou sthir para Hliolurk o seu
zenana harem.)
Agr.Iodo ia bem r.m Agr, em Cawnpore e
ero l.urkiniw. Em 12 de agoslo, o general Uave-
lork encontrn u inimigu riilrim h-iradii em furles
posnoes. rom um. fita de jo. 1 ajo liomens. Vend-
se na impossibtlida v de abril paaaagem para l.uck-
niivv alravez de urna lal f rr.i, julaou nexer relir,r-
se para Cawnpore, o lim tle'esperar reforcos.
Estes fados sAo etlr. Indos dus jornaese'currespon-
dencias parliculares, porcm to lidos por mu nuc-
ios.
llvderabad.'lud saliva socegado em Hvdcra-
bad no dia 3 du ag sin.
I ni decrelo da rainha lsob-1 inser lo na uGazella
de M.i In.lu convoca ss curies para o da .10 de oti-
lubio.
Acerca dos negocios de Urspaahl leem-se ns nP.i-
Iriea as soioinles conatderafOes :
te rnats de dous seculos e meio de cxi-iim 1.,
companhia das Indias, que por diversas vezes pres-
t plumaria do governo melropulilauo, pela vez nri
meira acaba de Ihe pedir auxilio, e para ju-ltli ar
esle auxiliu ella aprsenla a conquista de uin im-
uieii- 1 imperiu, 150 milh's d--ub tilos reunidos
as'posses.oes da Inglaterra, urna reretla de 800 1111-
Ibes de francos, urna navega.;Au de quo sahiratn a
unir palle dus habis marinheiroa a^s quaes a lu-
glaleira d*ve a sua supremaca m.rilnna, u .a his-
toria militar tola ol -1 1 de prodigios, anuaes admi-
mst rali vea e poliliros que lem por ceilu aigumas
macula", mas que todava a companhia poda oppor
com a irais legitima roiifi-ncu ns de todos os povo.
e de lolos os guvernos. To o islo he obra de urna
simples a-sin-ia, 1 de negocie ules formada em 1500
com u diminuto capital de itO.O libras esterlinas.
E he urna joslica que llie f,zainos o reconhecer que
e resultad ds seus ssforeoa, ao passo que fui su-
lirelu lo proveifoso Inglaterra, lambsm aprovei-
I1111 a'causa das luzes e da ctvilisariu, el-.-..1.,.1 1
de (oda a raca euro l e a n intere-ses dus povos
por ella conqustados. Frr >-o ha d ze-lo, governo
aljum fez mais duque ella [.ara propagar eulre os
A-i lieos essa elevada idea que tods elles furmam
hoje il 1 genio, di valo', il > saber e da prubidide
dus europrus ; tambero lis corlo que neuhurn ha
que meibor e m lis liberal.neme desp-ndesse para
Acaso eslavamos mis Uo mal informados como se enriquecer o thesonm d s conhecimeulo- hamaar,
disse, quan 1. ha utlo dias fallavara s da solida posi- para desenvolver o nosso sab -r pelo que diz reepel-
{io do gabinete hespanhol '! Subreveio urna crise mi-
inslrrial : .elle se servirn contra us como de um
argumento peremplurio, sem au manos conheerrem
as suas causas, nem a seu carcter e alcance. II. je
qoe lodo cali acabado, pod-mi-nos explicar tanto
mala fcilmente, porqu-nlo a noas.i opiuiAo ficon
sendo a mesma, vendo mis nos ullnnus acuntecimen-
lus mais um luutivu p r i.ell-, pre-ervarmos.
lo a scieucias nalur.ies, ge. graphiCHi e histricas.
Exce-pluando-se o ir/.-nl AVesla. a lAu barateeI
mente deacsiberlo por Anqueiil-Duperr.in, acaso |
nao he do gaveras da Companhia das Indias, e sol
relie, que temos por inl- rm-dio dos \V. J- neo, dos '
Wil-on, dos Culebrn- In-, dos Priusep edernailns'
oulros, que lodos erara sus empreados, esses ex-
Iraordlnarlos monumentos -la lut-r-tura s-ui-cripla,
mide os no-sos sabios, os liopp, os Cbzj, os ll-.r-
noof, os I.sisen achaiatn as origena sotehistricas !
das nn.-as europeas ? Curo um numero mu limita-
do, e que buje roeiinu, 110 mmenlo da seu maiur \
dosenvolvliasonto, nlu excede seguramente a 40,000 i
humen-, incluidos os simules sul l.idus, u pe-soal dus|
ia das ludias tero cullec-
Sc a crise ministerial l-ve al urna cousa de parti-
cular e de excepcional Im o 11A0 ter sido provocada
niMii por urna desinlelligriicia enlre us membrus do
gabinete, por que sempre nbrarsra lodos de commum
accordu, nem pur falla de confianca da rainha, por-
que a rainha l-abei moslrnu o apnru em qoe linha enipregsdos da Compa
os seus servidos repelltn lo, com urna obstinara mu
honrosa para elles. a demissAu que Ihe apreseiitavam.
Nao smenle ella se recusuu duas vezes a aceita-la,
mas ate mesmo nao quiz tocar cun o dedos a caria
ero que vinh, inclusa.
Em quanlo durou a criie, a rainha desenvolveu
urna finura c urna raiolucdjo poltica que nAu pode-
mos deixar ne elogia. ella soube encarar a SlUlailo
e depois de ,1 examinar cem a maior perspicacia dea
aos -eus ministros as mais evidentes provas da sua
confianca.
Tanto he islo verdade, e a pnsicAo do gabinete fi
I jolgada lil solida, qoe, spezsr da insistencia que os
I memhru- delle Uzeram no eapafn de qualru dias paia
se rolirarero, nem urna candidatura se quer se spre-
senlou, nem um nico nome fui suggeridu com o lim
de se formar outro mil isleo
NAo be i-lu una prova evidente que a prudencia
da rainha ia de aecordo com os -enlimentos e a ne-
ce-sidades to paiz '! E acaso nio he permillldo rti-
zer-se que esla cuse lAo mal romprehendlda, ln
mal explicada uo e-trangeir, mi uroa prova;ao vilo-
riosa para o galinele ?
Eis-aqol, de resto, eni visla das luforrasc5es mui-
I mais exactas da que as que foram publicadas, a
explicacAo do- ultimo, aconlerimctus :
lia sabido que segando as l-is coloniaes da Hei-Ill1,1" om mineii-o seiviro a'que'le- tnfclize- povos.
panha, chamadas leis d
Nao, por cerl
Lmj cou-a lis coiiquislar reinos, eslabclecer-se
nelles solidamenle por meio de publica e pela
forja das armas, oulra cousa he inlru luzir-se uel-
les fiel -s nicos meios que sejam buje perrotlli-
d is aus povos eivllisadas pelo coinmercn, pela
luduslria, pslo a-ceudeule de urna civiltsarAo supe-
rior.
().*a, do mesmo molo que esloa convencido que a
c.mqul-la dasSM vastos lerrilorius su pule ser levada
a eileite pela independencia e liberdade de acola
que fui denada 1 cumpanhia das Indias, pela tole-
rancia com qua ella fui aceita como um E-lado 110
Eslado, to mesmo modo pens que depois de lerroi-
11-- a a couquisla militar, as raesmas cuudi^Oes que
.'arail ni a perseveranca nos designios, o segreo no
conselho, a energa na accAo, a dedicar;Ao dos que
--r -m de iustruroenlos sAu ubslaculus iusupera-
veis para se alcao^ar o re-ultado que se deseja, por-
que ellas necessariamenle lizeram da companhia um
curpo hostil a ludo o que hs exlrauho, e que se
reduridci ailo p.ider conlar srnAocum os seus
proprios recursos, no momento em que para fundar
a sua exi-lencia n'uina base mais solida du que a
base precaria da furca pbysica. caiecia de lodos os
recoisos que a mitropule puderia pr sua dlipo-
sicAu
lie esla incouipalibilidade enlre as necessidades
de passado e as du prsenle que me propouho a dis-
cutu pruximamenle.
0 abey de Tunis acaba de publicara importante
declaradlo dos principios que aduplou : ei>-aqui o
lexlo.
11 1. Car-inte-ie formalmenle urna completa se-
gurai.-ca a luis os isoasos subditos, a lodos os h-
bil.unes dos uossos Esiadus, sejam quaes furem as
-uas religies, a sua uacionalidade ea sua rara. Es-
la seguranza estende-se as soas pessaas, bens e cr-
dito.
rr Esla seguranen nao soffrer.i exceptlo quanlo
aos nussos subditos) senAo nos casos legaes, cojo
coiihecimenlo sera cuminetlilu ao cnselhu da Me-
djlu.
1 A caosa ser-nus-ba depois lubmeitida, per ten
cenlo-nus, ou ordenar a eiecue,Ao da sen(en{a, ou
Ciimmuiar z [iena pronunciada, ou finalmente pres-
ouuado uo esparo de duzeulus anuos urna btbliulhe-;
ca imroensa, a qual pelo numere e valur das obras
exceda o qoe lem cullecciuiiado 110 mesmo lapso de crever uln' uo*'1 nisliluicA nu negocio,
lempo alguna estados que eu poderia nomearequej '< 2. Tudos os uossos subditos estarlo sojeitos
coutam a sua populadlo por fiiilh s de bumens. | arn impostos aclualmenie exislenles, ou qoe mais
Seria injuslica nlu prestar humenagem ao espi-' larde veulnm a e-labelecer-se, proporcional-'enle
ni.1 Liberal queseropre .inimuo o governo da cum- o segundo a poiirAo ue fortuna de cada um, de ma-
pauhia na gerencia interna la sua administrar,!'., neira que os uran les nanea serAo i-enlns do es-
como lambem seria injuslica nSu recunhecer que us' ticun. cm consequencia da sua pusiiAu elevada, nem
puvos n.io lorain opprimidns por esse governo. sub o pequenus ero coosequencta da sua pequea Tor-
una.
cu lei a sorle daquelles fui inconleslavetmei.le
rr.elliorada. Hoje a verdadeira censura qua se Ihe
pode dirigir, he lalvez a de haver lido ilnnasiadas
conlemplaces pelos seus preeooceitos, de nAo l podido conseguir enlrp elles o desenvolvimenlo de
nina civili-ac.au mais humana e mai. apropilada aus
no-sos lempos ; e sbrela to. cuino adiaule lerej oe-
casiA d dize-lo, de ser agora uin obstculo a luva-
le pacifica que a rara europea se lurnuu assas 111-
sadi, as.as inlell gente para .'ominar como urna be-
nfica iniuiidarSo sobre aquellas regies vidas de
3. Os Musulinaiios e os dentis habilaules do
paiz serAo iguaes peanle 8 lei, p..rque este direilo
perlenes naloralmsiile oo homem, qualquer que ieja
a sua pisicl 1.
e A jus ca na ttrra, he oms balanfa que serve
para garantir O b.un direito contra a injuslica, e a
fall de torea do, freces centra
les.
rninislru, que se alrevesse a pregar uas ross da ci-
da le, nos arrabal le- e iiulros lugares.
Na alfandega, um ministro presbyteriano quiz
usar Domingo do seu direilu ; mal linha emnecado,
quando fui inlerrompilo com vozenas, assobios, e
le cum pe Iras arremedadas rom violencia. M.
Ctarke couviduo o oradui, M. II un 1, a ce.sar cum
u seo aerinAu ; e UO seo direilo.
Qiiarenta mancebos protestantes, recean lo por a-
quelles que rercavam o miin-lr.1, se aprumplaram
para o< defender, e fazer fr-nle a po, ulara Ar-
m.'idus com pedacoi da madeira de comlruc^Ao que
e.lavam no caes de D0neg.1l, pozeraro em fgida
cila mullidlo.
O pregador conliooou : uo lim de vinle minutos
agradecen ao auditorio o socego e recollumeolo ct.ni
que o linham nuvi lo, e convidoo os fiis, seus ir-
mAos, a lelirarem-se em paz.
O llorenla mancebos pruteilanles linham con-
tinuado .1 contar a mulli-liu al ao lim do sermlo,
mas esta uAo cessava da engressar, e as soas Impre-
carles toruavam-se cada vez mais furiosas.
0 maire, M. Ilont, e outrus nolaveis da cidade
linham-se Ungido au theatru do loroollo, c procu-
ravam apazigua-lo.
1 m lurte de-lacamenlo de constables linha sido
lambem mandado nesla direcelo. U coronel Adair
nlo lardou a clieg.r com ravallaria a infantera: om
ileslacameuto do 8- de hotsares, as ordens do cupi-
lAnSeager, e algumas companhias dos 40, 61 e 38
rcgimenlos de infantera, as ordens do major ilood.
Os proleslanles, depois do sermlo. qutzeram reli-
rar-se, mas luram atacados coro violencia pela po-
pullo papilla.
Em Vicluria Slreel chegou a tanlo 4 desorden!,
qua o M tire leu o riot act, antes que os constaveis
os mililares ainda uAo linham cheaadny fossem
mandados dispersar a inullidAu muilo compacta ties-
to nonio.
Quando chegaram os hussates e a infantari, se-
guidos do 58 e 54, carregaram a mullidlo no caes
de Dunegal, razendo a retirar diante delles. O 40
e us cunstavets guardavam as ssquinss de Corpura-
linn Slreel, e de Greal Ceorges Slreel. Os ralholi-
coadirigiram-se enllo a oulros barros da cidade,
mallraram os proleslanles.
Os hnssares galupuram rm todas as direrrOe-, de-
baixo de urna chuva foilissima, para fazerem ces-
ssr astas violencias. Apezar da chuva cahir em tr-
renles, os desorleiros nlo sahiram de Uigh slreel a
de Victoria slreel. %
Os constaveis \ oderam prender nesle poni nove.
pessoas. Nlo se pude dizer o nomero de pessoas que
levaram pauladas e pedradas. Em algo as. casas
os proleslanles defen 1eram-se, srrimeraudu pedras
aos aggre-snres ; 6bstou-se a que os calholicos des-
(roissem as v i liaras de Cbr si church.
I.m Caslle slreel os desordeiros tuibam armas da
fogo, que desearregaram. qoando chegou a noile ;
deram-se lualurzeou quina* liros;foi nesle inorneii-
lu que um mancebo, chamadu Weelker.reccbeu ama
bala na cabra, e ficou gravarneute ferido.
O logar em que a desordem se apressntou mais
ameacadura, fui e liarrark slreel ; os conslsveis
viram-se ubrigsdos a fazer figo.
Mollas pessoas I u in feri las ; foram levada pe-
los -eus amigos, que m lem occutlas. Dous magis-
Irados foram ftidos nu roilo com pedradadas em
11 .ir -i I. slreel. 0< nove pri-iuneirus foram leva-
dos iren'iic 1 dos magrislrados ; o roaire pronou-
ciou a senlenca, e os prisii.neiros foram cou-
demnados a orna molla de 10 libras, cada om, e aa
rustas, e ua falla da pagamento, a dous metes de
prislo.
(t'eriodici dos Pobres do Porto.;
CORRESPONDENCIA IH) DIARIO DE
PERNAMBLCO.
PARS.
21 de selembro.
II' sempre o negucio da India que praoccopaa al-
len^Ao publica nao s na Inglaterra, mas no resto da
Cumpa. Os correos que chrgam da 15 em 15 das
pelo islhmo de Susz, slu impacientemente espre-
los, e o telegraplio Iransrnille immedialamenle os
despachos que so redigem em Alexandrii. Desla vez
as milicias d Bunbaim preced-ram dous ou Ires das
a! noticias de Csloutta, e a primeira visla pareccu
qoe a posifao dus Inglezes na India, se havia melhu-
r. du .' ariuonciava-sa com elleilo qoe o general II.1-
ve| irk. depois de ter oceupado Cawnpoore, marcha-
ra sobra lliihoor, resideuna de IXena-Saib, e redu-
zira esla cidade a cinzai ; que em dous reculillos, o
meimo gener-l havia b lido o abela lim lo tomar-lhe
15 paras; que Nena-S'ib, desesperando salvar-se,
se afg ra n urm com toda a sua familia ; qoe o ge-
neral Havelock eslava a :)0 de julho as portas de l.u-
rksiAW, e que-devia, no dia aegulnte, eulrar naquel-
ataajnei uus for- j 11 cidade > libertar a prqu-na guaini^ao ingleza qoe
j alu esla siliada. O despacho lllava tambero em al-
1. Os ini-.i- Mili lile-Israelitas nAu serAo de 1110- guias in-nrrnr;es parn.ies que allii.giara alea pro-
dn .1L11 11 rnii-lran-^ulos p.ua mudar de religiAo, nem \ 1 ;ncia de 11 mitiaim, mas em jornacs de l.ondre*.
luz e de verdade. Mas anda mesmo que nlo bou- se Ibes impedir o exercicin dus sus cullos. As suas uianifesiavain urna viva alegra. Smenle o correin
anogas serlo respailadas acatarlo aa abrigo dos -te Calculla eslava demorado : o paquete que coa-
vesse l.'ilu, uuraDle es ullnnus aassenta anuos, ce-
nia d"senipenhar uu meiu dcllas as lunrr.ies du
commisaaria de polica que mantera a ordem publi-
ca, o governo da companhia das Inlias lena pies-

lu-ullus.
a t) >-o e=i ido de Dhima, ou de prolec{,in em
que se acharo, Ibes d-ve assegurar as nossas vauls-
eus da mesma in.ni- 1. 1 que eu Ibes dtvo (ambero
vin a do l'iia, o r lenle Antonio J.-c Perreira
Leal, commandaule d 1 paladn u|n tependencia, i aecusando .1 reccprAo do seu i.flicio de 22 do cor-I va 1 s- a 1 1 paiun, cnamailas leis das Indias, durai-lo do coro- I A pan he o mais precioso ''o. bens ; mas quilo iropor es nossoS encargos
enmo runslava dos papis qu. lambem por copia a- cnle. em qu. participa haver ssomi-lo interina- .!,' '," '" l-"'kn"" .""," "<<*<}'* do : m .11 lo geral da ilha de Cuba lem limites. Se nos nao gratos se nlu deveiiam moslrar para cum aquelles r 5. Alien lendo que o exercilo he urna Riranlia
eompsuhiram o rtalo aviso. m'nle a presidencia ia relacl-i. em cou Sen lo eorrsoll id 1 a J-I resocilo a s-ccIO de iosliea bave ido Horneado ministro do aopremo hibonll 11 ',.-"":* P?' ""S -a"""-"' *" <>'" "'"-'r-' Cnnch. fui n meado capiio-ceneral de Cu- : proe.lla precursoura da diesoloclo do imperio mo- cm beneficio do publico em geral.
*5*Utt^MV*t!t,!TE\ 'eju-liraoe.....ell,.,r Amonio !,,"""deze e- t^J',^ ^ i?'^ ''^';,'. ,7 ^'"t ''''a'" l,a T >*"" "r"-">"" lempo do sea Com- gal I Amd. .lo I. nailusiona pagina mus ,.,,. Cn-, te,,,,., p r oulro la lo, ,0. o homem
r i.. 1 ,.,n,......, i, a... lo e "radoren.lo-lb" es seus iinererim.nin. cancar novas pr vi-nes. fig ner.,1 llavelnrk espe-! mando ia expirar. 0 ministerio leva pur lauto de se que a de-sa ep.ira lAu ,lnl..ros. para os povos do In- Icro prsfislo de cou-agiar urna parle rlj .eu lempo
ormldade coro o d cnrrelhe.rop ..curador da co- lu.e agrad,cen.l nllereumenlos. ra ,Pr Hl.cado mulianem-nle pelos insurgen!-* \ necupar acerca da su. snli-nlni..,,.. i do-l.to. nem mesmo soflre um. cmpar.ca,, c 1,1 a .....i ClIsleOCia e SS SUM neces-i tades de sua f.-
ros. que erara lao manifeslas as razois de tretlot, D.lo-Ao commandanle soper.or de Ol.nda, para 1 muds Oade), allegad da inargero esqo.rda do rio, I Esta q.....o adquira urna ,mp irlencJa maior, em i poca em que os barbaros te lanesram sobre -s rut- milia.
de conveniencia que coocrnaru para se nlo inda.- I dar suas ordens, ahn. do -) batalhAo da guarda ns- I bem como do lado ds I'ullehpore onde ss reuna... consequencia dos fados polilicos ja sabidos. He por i as do imperio rumano.
i .luzia as cartas daquella provincia, nlo linha chega-
.1 a Suez ou mesmo tem.-u, que o paqoete de luin-
baiui. Receava se que as no1..cas mais frescas, viu-
das do prupriu centro da insurrei(u,n|o soinbteassro.
um puuco o q ladra, e coro elleilo fui o que acunle-
ceo.
As Carlas de Cslcotla, que chrgam at oi'prmei-
ros das do mez de agoslo dio parlicolan lades moi
Iri-tes. Il.velork n.lo se pule aprovrtar das suas;
victorias : nlo pode entrar em I.url.no, cuja infe-
liz gusrnicAo eslava entregue ais seus nicos recur-
sos. Dcima la pelaa molestias, a fraca Iropa de mil
1 Declaramos que nio engajaremos os toldados se-1 a quindenios liomens qae elle cv-mmandava n.lo
NUMERACAO INCORRETA
ILEGIVEL





.X




po ni re-i-tir fui ni.'litada i retroceder par* Cu u-
|>o..re. atim ile esperar tii refutaos : i.^da lie mai.
duvidoi.. no que a unirte ii Nen.-Saib, o que he
de rnu.to mai. .1 |r oviiii.i lo de Calculla, em DinaLunr
tres regimenl.. inluenas icr vul.a.am e a-a-.ma-
ram o ouViao.Oulr.i f.cto njlo me.iios grave.he or
M mwi granja, a lo ou o leguas ,, Calculla. em
Anali, a.r.be..l,.u urna levulla, e quB 0 Kuverilu
enviou, para c.-.mp.ia,i-|,, quillro C1M1, ,
que calman, ..urna eb...e..da e foram po.lt* em
lug.da dapou da urna pd, de 200 homeus. Ui.ni
do corpa que nU. OelU, p diIel ^ ^
a verdadei-amenle adiado uo -o acampamento. De
tres em iras uu da qoalro ern q.,ir,> di.., ella (em
que unen ler-se conlra uma turnda do* Cipayoe,
que sao repeliida llenando grando numero mor-
ios sobre o campo ; man ni Inglezes lainhem aoffrem
perdat cruen, e a pele d.minu lodo* os da. o mi-
nero ilosaeua lolilndos rali.1.-. lie e.--,' que w re-
forc,os rheguem demasiado larde para salvar ele pe-
queo exeicilo que se acha na distancia de 300 le-
guas de Calculla, por caminhoi impraliraveit.
Con. Indo a indoniavel energa dos Inglezes nao
Si canta. O general em chefe. lord Campbell, che-
Kou a Calculla, e quasi ao i.wsino lempo, lod Elgni,
o embaiwdo da China, desemb.ircou n-q i>H.i cilia-
da, conduiindo un pequea reforCaj de (X) horneas.
Esla* personngans conferenciaran) com o governador
geral, lord Caimii.g, ci-te gerulmtnl* que o cor-
po de eiiieilir.li) desuado para a China, val aer di-
rigido tobre a India, alvo se enviar-te China car-
io numero de Cipayoa liis. EnlrelaDlo vatio* na-
vio r.iram espedidos a ilha Jl.uncu o ao Cabo da
ltia-Esperai.(a, par ah receberem Indas a. Iropai
disponiveie ; mat al que ot 30 mil horneo* qaa par-
liram da Europa desde o mez de julho, puiiham ps
sobre o slo indio, n,1o lie permildo auppor que o-
negocios mu ten de faca, e bum era que na luna cm
que Ihe estuu eterevendo, os priuieirut regimenlos
aliviados lenhatn chegado ao tru deslino.
A.causasda ludia sao sempre vivamente contro-
vertidas e Ihe puoparci as op.nie. contradictorias
(ia s.lu siKlenladas nos jnrmies, mas nao potso ou.il-
lir un fado que leni mui grande signilicacao O-
nrgociai.lei inglezes que residen] em Calculla te
reunirn em ameeling, e votaram urna mensagriu
a rainha para pedir que o governo da ludia fuste li-
rado a companhia a perlencette delusivamente a
Cora. Em apoio desle pedido, elles assignalam fac-
loa numerosos de negligencia e incuria, como por
eiemplo, o fado de ler denadn a cidade de Del. i
sem guarnirn, embra esla cidade e.icerrasse im-
mentas provisoes miniares, que cahiwm sem dar-.e
nm lita, as maos dos Insurgidos, mas n companhia
l.to vivamente allacada na ludia, lem arderles par-
tidarios em Londres, e quasi lados o jomara com
bateo com viv.cidade a pelicjo dos negociante* de
Calculla.
Ja ihe disse qaal era geralmenle a npiniao da Eu-
rupa continental tobr* a quesiao dt India, lodosos
povos lem mu mais oa menos u sullrer do O'gulho
do povo ingle 6 da poltica especuladora e intrigan-
te do seo governo. Aasim, obtervam-ie sem despra
zar ot immensos embarazos que Ibes suscilain na
Asia,os pmprios eicestot da toa polilicieas fallas du
seo carcter. Neohnru povo te ii.commoda pois com
o que acontece, porque comprehenCrm que leudo
muila que fizer dentro dos leus limitas e por moito
lempo, >erao menos disposlos a te inlrometleiem
not negocios dnt outros. Com lodo ot humen- m-
lelllgenles e amigos do progresso, nao deiejarn que e
iitsurreir'iu da India acabe na victoria dessa monillo
de bariiarui, que assassinam as mulheres a ot meni-
nos, e que lenam logo supprimido lodos os elemen-
to* da riqueza qae eucerrain aqoelles vastos lerrilo-
i os da Asia meridional. No inleresse da civiba.cSo,
queche o iiem eom.num da humanidale, mo convem
que ot Inglezes tejam eipulsadot da India : mas no
inleresse dos povot, e cuino cipiarfio dus crimes da
poltica ingleza, he bom que a loglalerra taiba quau-
lo a toa prosparidade lie frgil, e que couserve por
iduIo lempo o sea dominio o*.India.
Sabe qae urna subscripto foi abena em Londres,
pjra socorrer ai victimas da in-urrtu; lo. O impera-
dor dot Francezet, como Umbrtica di que a rainha
Victuri i fez para com os inundados da 1-rnnc.a, quiz
cuncorrer para esta obra de humanida le. Enviou '2b
mil trancos por ti e del mil pela guarda imperial.
0 enibu a1or francez en> Lnndret, M. de Persignv
ubscreveu pela sua parte ,500 frauros.
A nreoccuparil i que causa pa Inglaterra a insur-
r.'i.;lo india ja Uve como resultadu tornar a sua po
Mica menos aggretsiva as qucilet que ella lem a
dibaler com os outros paizes. Ja Ihe disse na minha
caria precedente, como, depois da visita feita pelo
imperador Napoleo em Orborne, o gabinete ingle
se decidir a dar um paeso para Iraz em Conslanli-
liopla a a desappruvar implcitamente o procedimen-
lo de lord ItedchlK que se declarara ern hosnlida-
de aben i cora o embaitador de Franja, M. Thou-
venel. O Time, que com ludo nao cosluma re-
cuar, approvou completamente o proceilimeulo do
seo governo, e alo foi mais longe, pois que pedio que
lord KedcInTt. fo jornal, que he sempre mu pouco justo, pedio ao
mesoio lempo, quo a Franca cliamasse pela sua par-
te a M. Tlinuveuel, o que he mu timplesmen|e ar>-
t ir.l, pois que te lord Kedcllfle obrou roal, M.
l'liouveiiel fez o ronlrario, nao merece seguramente
censura alguma. successo lem por muro lado per-
ftilamenle provado qiianlo a Franca e o seu repre-
fenlaule em Canstantinopla linliam raz3o. Al elei-
jOet da Moldavia que o nosso governo nao quena
admitiir, porque eelavam cheias de fraudes e de vio-
lencias, acabarn de ser renovadas, e os depoladose-
leilos, em amaro de 'JO sao quaii lodos favoraveis a
causa da uuifto das piovuicias.
He esla uma quetino que pode ler d'ora avante
considerada conr.o resoltid, no seutido dos Talos da
1 ralira, da Kusiia da l'iu.-sia e da S ir.lenlu. A Aus-
tria e a Inglaterra,qoe se haviain reunido k Turqu a,
1)0 iuloilo da conservadlo da separado entre a Mol-
davia e a Valaquia, receberam um primeiro levez
na eipresao dos votos dot principados, e o congres-
so de Taris, que deve regular a sua deeitfio segun-
do esies volos, sagrara' deliiiilivamenle a oniao. A
propria Porta ja parece compreheuder que no deve
liis su.temar urna causa perdida : o sulla acaba
da afaslar doi teus catiselhos unte liulia anida como
presdeme do Tami'.mil, Itechid l'acha', qoe se moi-
Ir jra o ardenla defensor da iep ra.-.io. L'ma seme-
lliini- desgrana f ihii'n.ni o cunhado do sullao, Ach-
inel-Fella-1'arha', gi,1u meslre da ariilharia, pero-
iiagein mui inlluonle. que nao era menos empeuha-
do uesta quena. S3o por oulro lado doui li .,- ,-,,.
mui eminentes, qoe corihecem perfeilamenle a Eu-
ropa e que lem piesiado graudes icrrlfot ao teu pait,
mas eelavam demasiadamente sob o dominio de lord
lledclifje.
As coutenim de raligiao occasionam algumai ve-
res, ua Inglaterra, graves conflictos, o que prova
que naquelle paiz de liberdade, a tolerancia na i he
stmpre a regia de proceder dat populajie. As.im,
em B'lfatl, na Irlanda, missionarios prole-lint.i
t quizeram pregar publicamente ai soat duul'iuas, u
que lem sido mui desagradavel acs calholicos que
formam quasi melade da populoso da cidade. Coi-
lieei taugrenlas liveram lugar, e durante moitos
dias baleram-ie em lodos os cantos dat rutt. Como
a auturidade nao lem direito de impedir as predicas
publicas, a lula lena conliuuado sem fim, se o ao-
\erno n3 i se decidisse a pr a cidade de Brlfasl em
cslsdo de ilio. Dopiis desle arlo, a o lem foi res-
tabeleeiJa, mas dos dous lados esiao promplot a eo-
inecar, auiro que o estado de tilio lor suspendido.
Lm fjelo anlogo ao que st pas acaba de ter logar em Limt. O ehcarregado de ne-
gocios inglezes Mr. !>ullivan, foi a que te saiba por quem esle ciime foi commellido,
til) porque causa. O qoe deu especialmente reper-
conao a este negocio, he o fado da s.-r Mr. Sulli-
viii sobrinho de lord l'alinerslun.
(ioratmos aqui de perfeila Iranquilidade, e se a
nussa forma de goveru nao nos dena grande tomma
de lberJaJe poltica, nos da' ao inenoi a ordem e o
occeg Uo necesarios a' vida. O imperador te acha
ueste momento na distancia de 80 leguas da capital
no campo de Chalons, onde faz manobrar a sua guar-
da. Para dar-lhe uma idea da rapidez com que cer-
tot Irabalhoa te eieculam, dir-lhe-hei que no espac
de s is semanas, a companhia dos n s de ferro de leda acaba de fazer eiecolar um lango
de 0 kilmetros de eilemao |3 leguas) para ligero
campo de Chalons agrande linha da Mulhouse. Nun-
ca se vira al aqui temelhanle ccleridade, e eu de-
sejaria moito qoe o seu pala que lem lauta neres'i-
dide de viat de ferro, imite o eiemplo que a Fran-
ca acab de dar-lhe.
O imperador comman.la em pasto as manobras
da guarda imperial, e o lar. in-ravilhota nenie, se-
gando dizem os lactic. s. Muilos ollicioei e generet
estrsngeiros obtiveram a permissao de irass eil-s manobr-s : linha se dito que o principe Alb-r-
lo fora convidada
BAfelO DI nRR&KBDGO Ql'AttTA fiittA DK S'OVEMQRO DI Ittl
vestir com a regencia, por um auno, a eu fllho mais
velhn. o principe real.
A Hespauha acaba de atravessar uma cri>e minis-
lenal : a marerhal N'arvaez e Indos os seos collegas
depozernm a >aa demitsao na* maoi da rainlu, qoe
recusava Baneadai-lhea algumts de-lumeo-, ,spe- I
cialinenla a do general Conrha, governador da Ilha
de Cuba ; mas a instancias da rainha que com lodu
nao cedeu, contentiraqi em ruu-ervar as suas pastas.,
I
l.n. IC tora' por seniora porque II,o ralrasutm as
su la preciosa! planlinhai Pureoilo que n.l,
porque aeog do* Titiulio* entrega m. iaualmenl* de- o-i '.""' '',"'.............
,ee..,.fc.r...eut. E ,.. ,,,,. U .,. t.m- ?fi :'."SP> "". P'*?. Olteiro.
Iicm .' lie sem duvida porque Ihe c.utar.' prpjoi-
zo. sem se lenibrer (Iue poupamlo o que he seu, val
prejudicar o que he de oulrero, e que nao deva
querer para ot nuil aquillo que n.l.. quer para >i.
lito pesio, multo coiin-iiieiile sera' que e.se jardi-
ij.ru i.ln n ..I....... n..______ *
ueiro au c ntiuue eom esa* modo de proceder, p-.r 3ll Man 1 12 annos mr.lo sullciro
q.....eins.inpres. (iMa'a nw.au.i, ..... ... ...' l\'- a""0:>. paruo, soiieiro.
CURKESPOMjEMIA lio DIARIO OE PEK-
NAMBOCO.
CARTAS DA CORTE.
XV
Rio I i de niiliilro.
Meu charo H.... Auiee dos assumnlos alegres, an-
tes dos Ihealro-,fallaremos dot atsumptos Inslet.como
um trbulo a que esla sugeita a liiimani.la le. A ho-
menagem quo se presta aos morios, quando justa, he
m lis que um acto .le pora randada, he um dever de
chiistao, he prereilo religioso.
Huero fallar da morle do brigadeiro Rapliail To-
bas de Aguiar, que falleceu virlinia da ignorancia,
ou da i uun pialica em opera^e* de um medico
de S. SebBSlia.
Ailiavi.se o brigadeiro ja gravein nie doenle del
orna hyperlropliia.e ot facultativos perdendo a espe-
ranj* de o salvar pelus recursos ordinarios da i
medicina, hiviam-lhe acontelhado uma vi.gem a'
Europa, como o anico mel capaz d produzir algum i
resollado. NSo quiz, porm, o finado partir sem ;
pflr os teus oeg.ieios em ordem em S. Paulo, e para '
alli teguio. Durante o (rajecto patoo mal ; e com- j
phcando se seo incommodo com um ataque muilu
forte na besiga, foi chamado o prlineiro medico do
lugar para fazer-lhe a eilracjao d^ pedra. Ou foste
pela pouca pericia e pralica do operador, uu fus.se
pur ignorancia, o cuso he que o brigadeiro Tuba
morieu da cura.
Como tabes, gozou elle da um nomeamporlante
em diversos iicnntecimenlos polticos do paiz, e duas
raras qualidades tempre o deslio*otram, o d-iin-
lfresse e a constancia em seos principios. Boas ou
ms que fossem as suas crencha, nunca eipeculou
com ellas. Nao poupando-se a trabalhos e perigo*,
n.lo hesitando comproinetter uma parte de sua for-
tuna no momento em que julgou que deviam Inum-
phar ideas que Ihe pareciam )uslas, elle leve de ex-
piar nos carceies a fi leli.lale cum que suilenlou a
causa que esposou, ou aulet a lenacidade com que,
em boa f, suslentoj um erro. A maguanimidade
de mnnarclia, entrelaiiio, cahio tobre elle, e o veo
do esqoeciineulo colirio as suai fallas.
O brisadeiro Tobial leceheo este nelocomo devia :
sem trahir ieu passado, trnou-se om homem de or-
dem, al que a morle o roubuu a esposa, aos filhus *
aos amigos.
Nesla poca de egiismo e ambiques torpes em que
se sacnlic-m as ciei jas, o dever, a honra roesuui au
dolo dat grandezas, dat posirOes, da lorloni, he de
certoru'iasa antliitese o proceder do homem que
sacrifcou a si e a sua riqueza pelo trlumpUo de um.
idea.
A Ierra Ihe seja leve.
Vamns agora aos Iheatroi :
Theairo mico Italiano e Ihealro lyrico nacio-
nal.O dous fjclus llieatraes da semana foram : o
beneficio da prima-dona Uejean no lynco, e a eslrea
da Sra. C.ilota Milliet na opera nacional.
A priroeira vio coiraspomler ao seu appello um
concurso bullanle ; e soube agradecer aos dillelan-
li ; rn.-lr n.lo-llie (oda a riqueza e suavidade de
sua bella voz.
A Sra. Heloisa al irecii I, artista brasileira, que
estreou no Trovador, foi aiuda festejada e Cubera de
flores, a nao ser por certo, pela falla de animara>.
ou de benevolencia que a joven eslreanle de>uiaiar
na r mora arlisiica.
Nos saldes fluminense*, em que se havia por longo
lempo admirada a eilensao du;ura de voz, e a bri-
llante vocalisajao da Sra. Cail da Milliel.era qneslao
decidida, o favoravel acolhimanto qo* ella encon-
trara na scena. As previses nao foram desmeu-
lidas na ooile da tua eslrea.
Applautoi repelidos, e inleiraraonte espontneos
receberam a ouli'ora dilletante, que trocara o aca-
nli i.l i s, la j de baile pela vaetidlo da tcena, e a sim-
plicidade do piano pelo ruidosa acompanhaiuentu da
orrlieslra.
Se a parle do canto foi perfeilamenle desempenha-
da pela eslreanle, a declamaran e a mmica reseuli-
ram-se coico era de esperar, quer da enluto de urna
estrea, quer da ausencia de cuiihocimeiilu da srena.
Eli o que diz a esse re-peil.i uma d.s folhas de
maisc.rcumspFCrao desla capital :
o II .ni.m leve logar no Ihealro de S. Januario, o
sevlaseesa da Imperial Academia da Opera Nacio-
nal, eslreando a Sr. Dr. Carlota Leal Milliel. no pa-
pel de Coilna da opera cmica A eslrea de uma
artista.
A representar,!) corren perfeilamenle, e a e-lre-
anle fui applaodida com euthusiasmo, apenas reve-
lara os bellos theinuios de tua eicelleule voz de meio
soprano.
O romance do I,* acto especialmente foi canta-
do cum veidadciro primar artstico o delicado
gosto.
No fim do espectculo a eslreanle foi chamada
scena, e unnimemente vicluriada, cihiram-lhe aoi
ps mimosos ramalhele', emquanlu dos ramaiolet va-
rias senhoras a taudavam agitando os lencos.
0 Esta lisongeira recepta foi a mellior compensa-
Cu o que poda recebir a Sr.' Carlota Milliel, pelo
-eu devotamenlo arle; e a sua leu.lu anei de-
ve ser nm estimulo, para que n.i e-moie. na car-
reiraqoe tfio Mizmenle eiceluu.
Fallemos agora de madama Labarrere, a domado-
ra das leras, qoe atlrahe aclualmeute todo o inuudu
ao theairo de S. Pedro de Alcntara.
Cun elTeilo, nada mais admiravel do que ver ums
raulber dentro de uma gaiula de ferro, rodeada de
oilo animaet ferozes, escravitando-os e dominan to-
Ihoi os instinclos, muoida apenas de um ligeiro chi-
colinho, qu* applica-lliei muilas vezes com gracioso
e ousado rigor !
Mura, alegante, e de agradavel presen;*, madama
Labarrera oslent.-se verdadeira e bella, quando as-
sim se aprsenla circundada por ta aureola bullan-
le da coragem calma, Iranqu.lla e sublime, elevada
ao heroismo diame de um perigo eminente 1
Ja viste a Florida de Mery ".'
Lembras-lei da famosa concepto dente brillianle
eicriplor, a virgero dat breuhas, contraste singular
da meiguice e da ear.dixa da mulher, com a au lacia
quasi feroz do telvagem'.'
Pois hera. El m i na a btlleze silvestre, veslinjo de
Amazonas, cercada de leu elephanle, seu tigre e seu
ca, ora spera e br.via como a ualnre/a da floresta
ern que afuutamoule se eutranha, ora tern, melan-
clica, mimosa e poeiic* como o regato que corte no
prado, em que ella vin nat nuiles de luar scitmar e
sonh^r .le mor, presentemente vago de seu curarao,
que Daos um da reahsou rom o iuforlunio de um
naufragio ; Elrniua, digo, acaba de ser urna realida-
de aut meus otliot e aos de lodos qae lem ido ao Ihe-
alro de S Pedro, na pesioa de madama Labarrere.
Na podeodo diier-l* mellior, nem com mais era-
ra, o que ella faz, do que o espirituosa e-cr pl..r d-
Semana du Jornal di ClOiinerciuo, acui leus como
ell* te eiprime :
Madama I..barrer apparecto depois da repre-
sentado de duas coinedias ; live medo que o espec-
tculo daqoeila ooile acabatie em tragedla ; porque
a primeir.i tra com quem a domadora le entreleve
fui uma lijen i lorriiel, qae provocada e fustigada
por madama Labarrera, enricat* ot pellos e as ve-
zes investa furiosa, cliegamlo ulna octMieto ao pon-
to de morder e rasgar a barra do vesli lo de amazo-
na com que s- apreseulara a domadora : mal esla,
inabalavel e firme, depois de enraivecer quanlo quiz
a fera com a foro* irresislivei da sua voulaje, O-la
curvar-se humilde a seus ps !
Em seguida veio a scena o orso russo.que.apezar
de sor russo.he prelu; bom orso ano-lie: fetlejuu sua
senhora como um namura I... e ap'-naa a vio tirar do
bolso do vest lo alguna docuihos, fez-se lerno, mei-
go e acariciador cu uo um ganhador poltico ; levau-
lava-se a prumo, segua em | a domadora ; com um
dos braciit cingia-lhe docemente acintura, e coma
linca ia mantamenle tirar Ihe u doce denlre os labios.
le pena que esle urso nao saiha es-re\ rr lem lodo
o geilo para om jornalisla da pul ca, e havia de vi-
ver luda sua vida cnnciliado com lodos os ministe-
rial pastados, p.-esdntes e futurus, com tanto que Ihe
dessem pAo-de-lu
Vieram depois o Icio e as leis de mausi.lao
eieuiplar, o li^re de Bengala acorreiuado, que em-
peneou e nao qoiz andar, e as pumas fugazes a rei-
da*, em quem madama Labanre pelo sitn pelo nao
linha os ullios em cima.
Todas estas fras foram provocadas, fustigadas,
a depois ameigadat pela domadora, os lee* ubeue-
ceram-lhe como escravus submissos.
O que porem mal me sorpreu leo foi a aniacia
com qoe msdama Labarrire sa hodve duraiile meja
hora em que nesperlou o instinclo carnvoro de'tet
terriveis euimaes, aliranlo ora a um, ora a oulro,
pedamos de carne, s.ijeian.la inces'anlamente todos
elles a tua vonlade poderosa com a loAoeocil mag-
ntica do seo olhar poderoso, e com aa pancadas do
seu chicoliuho de amazona.
Dos permuta que nuuca um s momento fraqoeie
essa influencia.
que nem tempre lera' a nee.**aria paci*n-i* pa
lano MtoOrer, e que inoi bein pude surced-r que
rcconheci lo o capucho. I.' se va ler au seu pumb 1
parase em. lar os puajnoa por Igual proeewo, o que
por certa na sera' mulla agrad"vel entre Tllluhol.
(> rao da Ponte lellui.Evisle na Puine Ye-
ma urna mulhei qu- lem o seu cao-taha frhiqu--
ro para seo diverlimenlo, e quando ella labe para a
mil** da niadrogada, o deina trancado pira divertir
a Tizinhtnea com os teus melodioso fnlos. 11* bem
agradavel, com UTeKo, ser a genla forjad* a n.lo
poder d.rmir com os uivoi de om cao que te s
trancado, lamentando a Ma de sua compauheira de
casa. Previne.e, por lano, a dona des-e cao que.
oo o punha fura de casa, ou entao que quando bou-
ver de sabir, leve-o coinsigo para as-im ponpar aos
us viziuhoi de serem por lal modo iucommo-
dados.
. A folla farinha. Tivemos hoolem occa-
e-iao de irmos a nr*ea da farinha na ribeira da S. Jo-
ie, e pelo que observamos, concluimos que man lar-
do ou ma.s cedo terrinos de lamentar alguma scena
desagradavel. No da -2 do crrenle, puucos foram
os malulos que fuiam para a ribeira, e com o que
mais encarereu a farinha, o povo, porm, quo della
precisava,aludi p>ra alli para a comprar, c com lal
rumor, que fazia recriar alguma cousequenria ma;
ma* Mizmenle psssou-se a teinptslade coirprando
unt e h'cando ootros adiado para comprarem-na no
dia segunde. O negocio vai se tornando serio e he
pieci-o que alguma providencia se lome para preve-
nir um mal que us imeaca, o qual he de uma foine
certa e iu-ul.vel.
Cemiterlo publiroNo dia -J do correle c
cemileriu publico desla cidade inlemnisou com loda
adecencra posiivel a commemnrar;io dosdefanclos
all sepultados. Numeroso foi o concurso de povo
que concorreu pra aquelle lugar para crarem pelo
lepuuso, uns de seus pas, outros de seus lilhos, ou-
Iros de teus inna>i,e oulrot d seus prenles e a-
migos, e derramaren) sobre a campa que os encerr
urna lagrima de saudade. Foi urna dat trenas bem
palhelicas a que se testniunhiiu naquelle luar, a-
onde ludo se mistura, o rico, o pobre,o prqoeno e o
grande, e finalmente anude Indo se araba. N5o pro-
S'goiremos nesta narrac.lo para nao aggravar as cha-
gat qoe o lempo nao pode anula cicatrizar no cora-
to daqurlle'.que alli conservan) os seos mais charos
penli res, conietilarmo-nos-lietnos em dizer qoe na-
da fallou para que a solemnidad* do acto sliveise
completa.
Ao tenninarmos a no-sa narra^ao, nao podemos
deuar de lerer ot nonoi ilogios ao Sr. VirSes pela
boa ordem em que conserva oeemilerio, e a illus-
Irissima cmara pela sua fundarao e Conservac.lo.
O vapor nacional oPersinunga, vindo de M-
telo e porlos intermedios, trome a sen bardo os se-
guinte* psssageiros: A. II. U. tai reir, Therera
Maria da Cenceicl i. Fllippt Tabla* da g:lv* Perei-
ra, A. I. L. de Audrade, Erne-lo Antonio da Silva
Lina, capno de fragata Rodrigo Jos Ferreira,
J ao Alves da S'lva, 1 criminoso e '2 pravas de poli
cia, Bernardo Gomes de Mello, Vinalo Jos de Li-
ma, Urbano Pereirada Cosa Ferro, Jeio Y'ieira de
Lina, Muioel Antonio Marques. Manuel Antonio
.Noiueira, Anlonio Jorge, Emidiu Yidonano da
Silva, Manuel lioines de Pinlio, Asoilinho Perera
da sjii.a 17. a, T ......-" "'' 38 ignacia, 9 anuos, parda.
a silva, Dr. Antonio Jo.iquim Buarniie Nararelh e n i .. n .
I orlado, F.rmuu II. H. Itibeiro. I). Auna llmbeli. i0 J."se''a- 8>'0S, parJa.
---------, o-'. il ; I i i .1 i 11 I I If'l.llllilt- ,1'IC'tll'lll
I criado, Firmiiin II. It. Itibeiro, I). Anua Umbeli-
na Biarque Nazarelli e I criada, L. Jos de Miran-
da, D. Mana J .aquin.. da Gama e Mello e 1 criado,
rrancisco Anlonio dos Sanios, Filippe Santiago, Dr.
A} re* de Albuquerque (i .ma e 1 criado, Dr. Fran-
cisco de Paula Peona. Tlieodosio Francisco iuiz,
Joaquim Francisco Dinil.
Ilitpital de caridade.Evisliam no dia > d
ma.... ;er i_______ n- .. ...
.^ .... i-...,, n ii.. .n, (ie iiteinoru.
Joaquim Jote da Souza Goimaraei, brauco, Torlu-
guez, casado, jj aiinoi, Indrupena.
Jase de Preilai Itibeiro, brauco, casado, natural de
1 orlugal, 'i annos, epilepsia.
Seralim, pelo, Aficauo, escravo, >'> anuos, nuea-
mouia.
Caeano di Rocha Pereira, pardo, casado, lil auoos,
pencardile.
Joto, prelu, Africsno. escravo, it) anuos, pleuriz.
Jos, preto, eicravo, _i anuos, bevitas.
Ambrozna, branca, 5 amius, rerehrite.
Julo, prvula, liranco, 3 mezes, convulsoes.
Antonio Jo .qoim de Mello, brauco, sulleiro, 52 an-
uos, epilep.ia.
Auna de Ilail.ni.la Cavalcanli, brauca, viova, 70
anuos, craucro uleriuo.
Total 10.
Jos Dias Nones, pardo, solleiro, 20 annos, bexigas,
lirmino, pardo, I mez, Coiivulsoes.
Mara da Cunha Pedroza, parda, tclleira, 12 anuos,
gaslro interitre.
Cytillo, biauco, 3 mezes, inlerilre.
Mana da AnnooeiarJia Carueiro Simpaio, parda,
dleira, 18 anuos, ttano.
lolal6.
Al amanhaa.
3o .lose ha Mana do Espirito Santo, 30 an-
nns, pr la, casada.
3"2 Maria, lOannns, parda.
343 Mara da Cune ii^jo, O anuos, parda,
solleira
3(4 Jo o annos, panlo. solloiro.
315 Jo'io, 10 auno;., parlo, sollciio.
347 Mario. 10 anuos, pard-.
348 los Benlo Vieira, 30annos, pardo, ca-
sa lo.
39 i'aula Matia, 22 annos, parda, casada.
330 Jos Darringuea da Coala, 38 autos,
luanco. Casado,
351 Francisca Maria do Jess, 39 annos,
branca, casa la.
352 Ann, \l anuos, branca, solleira.
353 Maria, 14 anuos, branca, solteire.
354 U'iiaci.i, 12 anuos, branca, solteira.
355 Juii), 8annos, branro.
356' Querimo Marques, 55 anr.os, pardo, ca-
sado.
357 Claudina Maria do Espinto Sanio, 35
anuos, parda, casada.
358 Manccl, 16 annos, pardo, solleiro-
359 Jo-c, 15 annos, pardo, solleiro.
'JO (Juirir.o, 13 auuos, pardo, solleiro.
301 Joo, II annos, pardo.
362 Maria, 10 anuos, parda.
303 Manoel Anlonio llaplista, 30 annos,
pardo, cas-do.
36 Francisca Maria da I'euha, 22 anuos,
branca, casada.
365 Francisca Ignacia de Jess, 45 annos,
lur.nr.i, solleira.
306 Manoel Ignacta de Sena, 20 annos, par-
_ do, solteiro.
'r,7 Francisca, 10 annos. parda, solteira.
308 Isabel, 12 annos, parda, solleira.
369 Januario Ilodriues Lima, 55 annos,
pardo, casado.
370 llosa Maria da Conceigao, 50 annos,
paida, casada.
371 Joaiiua, 30 annos, parda, solleira.
372 Mara, 8 annos, parda.
373 Fiaucisca, 18 annos, parda, solteira-
374 Umbelina, ic annos, parda, solleira.
37o Alaria, 8 anuos, parda.
376 Josepria, 6 annos, parda.
177 Fia cisco, 22 pardo, solleiro.
37 Joaquim, 5 anuos, pardo.
379 Jos F.aiicisco da Hora, 25 annos, par-
do, solleiro.
380 Jos Ignacio da Silva, 55 annos, pardo,
casado.
381 SenTioiinha Maria, iO annos, parda, ca-
sada.
382 Jiiaquim. 22 annos, pardo, solteiroe .
S83. Francisca, 18 annos, parda, solleira.
381 Manoel, 10 annos, pardo, solloiro.
385 l'c-dro Francisco da Annunciac^o, 13
anuos, pardo, casado.
380 Francisca de Paula, 28 annos, parda,
casada
387 .Maria, 12 anuos, parda, solleira.
388 Galdino, Id anuos, pardo.
389 Ignacia, 9 annos. parda.
BEFABTltfAC DA POLICA.
Occurrencia do dia 29 de oulubro.
Foram presos : a ordem do lllm. Sr. Dr
cliefe de polica, o prelo Manoel Corris de
Sinla Claia, por esr indiciado em criiuc de
roubo na ptovincia da l'arahiba.
l'cla subielegicia da freguezia dolteci-
fe, os pardos llerculano Juij itatnos, e An-
tonio Joaquim Andni. e a preta escrava
Joanna, lodos sem declaracao do motivo.
I' la sululel gacia da freguezia Oo Sanio
Antonio, o proto Domingos da Cunha, para
averiguares policie.es em crimo de furto.
Pela subdelegada da freguezia de S.
Jos, Jaao de Dios Cabral Juntar, sem dc-
clarac,aodo motivo-
E pelasubdelegacia da freguezia da lloa-
Vistu, o portuguez Manoel Fernandes, a re-
quisicAodo espcciivo cnsul.
O sub.elegailo da freguezia da Uoa-Vista,
refere om olllcio do hojle 'atado, que
lioutem pelas 9 liuras da nuile no lugar do
Campo Verde, lira gravemeuio foi i lo
391 Caldino Jos dos Santos, 25 annos, par-
do, casado.
392 Francisca Mana da Concejero, 20 annos,
parda, casada.
393 Manoel, 2 anuos, pardo.
39 Antonio Jos Ferreira, 45 annos, pardo,
casado.
an-
vn i .. ... ni ru, i. iiioiu>, |....i.i, auiicca
398 Jos Francisco Martins, 40 annos, bran-
co, casado.
399 Tliereza Mria daCoaceicao, 35 annos,
branca, casada
100 Ma ia, 20 annos, branca, solleira.
401 Antonia, 18 anuos, branca, solleira.
102 Francisca, te annos, branca, solteira.
03 Auna, 10 annos, branca.
Illancos........... 257
Pardos........... li
Crioulos. ....., 1
Total.
403
EHgculio Canzanza.
1 Francisco Cavalcanli de Souza J.eao,
O anuos, branco, casado.
2 Maria Anua Cavalcanli de Souza i.eao,
26 anii<'s, branca, casada.
3 Jos Bspiisla, 45 annos, pardo, casado.
* Maria Francisca da Conceic/io, an-
nos, parda, casada.
5 Joseplta Maria da ConceigSo 18 annos,
parda, solleira
0 Francisco Jos Baptista, li annos, par-
do, solleiro.
7 Antonio Joo Hablista, II aouos, pardo.
8 Joaq im Heplista, 9 annos, parlo.
9 Joaquina Maria da Concei^to, 4 annos'
parda.
|0 Francisco Cabral, :<5 anuos, pardo, ca-
sado.
11 Anglica Maria, 40 annos, parda, ca-
sa a
12 Umbelina Maria, 1 annos, parda, sol-
teira.
13 Joo Ferreira Cabral, 10 annQs, pardo.
14 liodiiingos Francisco Cabral, 5 annos,
pardo.
15 Joanna .Maria da CouceicSo, 2 annos,
pardri-
16 Jos francisco Cabra!. 0 annos, pardo.
17 Joaquim Machado, 50 annos, brauco,
casado.
8 Filippa Maria da ConccicSo, 50 annos,
parda, casada.
19 Manoel Sinhurinho, 23 annos, pardo,
.... gravemeuio fon lo com solleiro
> a vir ao arampaineulo; parece que
Ihe aso rol pejnuilido apreenlar->e, mas o comman-
ilanle em chefe do estrello nstlez, o ouque de Csm-
bridge, ah apresenlou-te e resid j por alguns diaa
O fado, porm, com que se preoecupa a opiniao
publica em brunra, nao lio com o que se fsz em Cha
loot, liecomoqie se vai fazer em SlaMfJii. A
entrevista uaquella ctale entre oimn.rador dos
lrancezese o imperador da Rusta e.ta- olli.-ialmen-
le annonciada pira 25 desle mez. Eda evenlualj.la-
de caos* inqoelacao em l.ondes e na Allrmanha
i Inglezes receiam que a alli*n(a com a Franca se
lorne menos *egura, n'om momento em qoe Ibes
importa lano nSo ler negocio grnv* na Europa. A
Austria, pela la parte, se attusta de nina aproii- u*re _'" pilhae* mi urso.
macau entre dous grandes governot, a amea.viiiam
ao meimo lem^o au oeste e leste das tuas po'sessoes,
do lado da Hoiisria e do lado da Lombardia. Os re-
ceios do gabinete de Vienna sai lauto mais vivos
qusnlo ai suas relarOa* com a Iluisia la intimas
antes di guerra da Crimea, tilo hoje fras e pouco
amigavei'. Nilo crcio que estes recelos sejain fun-
dados ; nao entia no pensamenlo nem de um nem
de out.o imperador, perlurhar paz qbc o seu ac-
cordo deu a Europa : te elles senliram a neeeitj-
da le date conliecerem pcsio-lmente e eoiif..reiiciar
juntnt, he itt, em minha apiailo, para cliegar aos
meiosdt tornar a paz tolid* a duravel, c sobrelodo
taier que at popul.ces della se aproveilem, faien-
rio desapparerer os OBMOtol encargos qu- occasinna
a oerra. Assim, estou convencido que n a -du-
ra da nlrOTl.l* de Sltillg ,rl. sera' nina dminu.c.io
do electivo militar na Raxia e em Frene., ,| i,.
uma notavel leloctao no orQimento dos dous palzei!
Depois de urna Tiacein d- mais de dous mer......,
seos estad l de u.n.i eteurtao na capllal da asca-
n i, S. b. u l apa enlriiu em 11 una a 5 dett* me*. A
populajao romaiij Ihe f-z urna recepcao Inuir.plial.
A companliia de ma.lama Labarrere lie comp'e-
la lem duas compares* as pumas, um l\ramio no
'" '.re, e um palluca no urso.
Ds lado deven tirar lires de moralidad*, ea
qne eu Uro das repreMnlac.de* de madama Labarrere
he que lodos o unimaea unais Indomavcl lia o
Imlll"'!!
tr Nao ha Labarrere na mundo capaz de vencer a
fcrocidade de cellos ursi.s. I.jimis., pumas, a tigre*
sem bengala que au ronhec'o na especie humana
mes/no aqu uo Ido de Janeiro.
Concilio assegurandu que o lelo c as leoas de
mdalos Labarrere sito mullo man respeitaveis, e
lem minio mais quo ver, do que a rn.iior parle
doslefjes e leoas pn-l-nrioias da noi-a Ierra, o
E O qn dizes a isso ?
(.orno se.i.pi e o leu
Lacio Lona.
El-iei 'a Sueci* esta
ul-i u.i 1
v m no dos seus estado
S::AGiNAVULS*
0S3DUI iSHiv,
Cafada de pombot.lie carioso ver o proce*-
ae.Miim-lli.lu de uma grave so de que, dizem, se.eivem u
onfermilade que ja nao Ih. p.rmill. Cnid r t- Ma p.r. em l.r ., p,,,s nao' | ,, 1~
vsrno dos teus estados, s.guu lo t.u propcio pe.), lo. | jar liin, pelo meio airopl.Ocad.?. p t -o ,' ,
as c.uiarai i Suic.a e da >oro.fa cabaai de iu- le chumbo, que eiu bom portugueTiigailcS caja
nnetro, pelo soltado do dcimo bslatbao de
iiifanlaria de linha Manoel Vicente Santiago,
sendo logo preso o ciiminoso a ordem do
Lxm. Sr Ctnmandanie das armas, a quem
lot requisiudo or aquollc subdelegado pa-
ra ser niteirogado e pncessado.
-30-
Foram presos : a ordem do lllm. Sr Dr.
Chefe de polica, a preta alienada Maria Joa-
quina da CjuceiCio, e O Africano livre Ma-
noel, e.-te por ter fgido da companhia da
pessoa a qum eslava serviudo, e aquella
por desordem.
FUEI.LE/.IA DE JAUOATAU'.
UMA ESTTAISTICA.
Serie do quadroi conceinenles a' mcsina
freguezia.
KELACAO UEMO.NSTHATIVA DOS HABITAN-
TES DA POVOACAO DE JABOATAO.
lingeu ni Oiitjnu de Cunt.
(Coiitinuafilo )
300 Jos Francisco da llora, 25 annos, par-
do, casado.
307 Benedicta Maria do Carmo, 25 anuos
parda, casada.
308 Maria, 3 anuos, parda.
309 Joo liranco, 25 anuos, pardo, casado.
3i0 Henriqueta Hara, 16 annos, pirda, ca-
sada.
311 Mari* Branca, 50 anno*, parda, viuva.
312 Joo, 5 annos, pardo.
313 M noel Iternardu Vciga.O anuos, pardo,
Casado.
314 Maria do liosario, 30 annos, parda, ca-
sada.
15 Manoel, 10 annos, pard.-, solleiro.
3io Amonio, l annos,pardo, soltoiro.
317 Joao, 12 annos, pardo, solleiro.
118 Francisco, 10 anuos, pardo.
319 Anna, 9 amos, parda.
t'20 Varia, Salinos, parda.
3l Joanna, 7 anuos, parda.
3"i' Antonia. 0 annos. parda.
323 Jos Martina dos Santos, 4o annos,
branco, casado.
34 'i'licreza Mariada Concei;So, 30 annos,
branca, rasa la.
3-25 Francisca, 20 anuos, branca, solleira.
!-'G Auna, I-2muios, branca, solteira.
327 Paulo, 0 anuos, preto solteiro,
3:18 Joaquim Jos de Sama Asna, .'2 annos,
branco, casarlo.
329 Francisca Harta de Jess, 28 anuos,
branca, casada.
310 Aun.. 3 m nos, branca.
331 Manoel Francisco de l'auh, 3a annos,
Oranco casado
332 Anu Mari, do L'ipirito Sdtito, 2s annos,
b un.' i, casada,
333 Antuiiii, 10 annos, bau-a.
331 Maria, 9 anuos, branc.
!3!5 Ik'nediclo lloiiiao, 25 anuos, pardo, ca-
sado.
330 Esm ria Maria, 30 annos, puda, casada.
337 Albina Mara, 45 annos, parda, viuva.
338 Manoel Venancio de Albuquerque, 25
anuos, pardo, sullfiro.
339 Joaquim Jos do Parias, 40 annos, par-
i do, casado.
< Mano il.. ConceicBO, 2 anuos, parda, i
casada
01 Primo Feliciano, 70 a naos, pardo, ca-
sado,
62 Maa Thcreza, 70 annos, parda, ca-
~ I el
63 UanoeL Izidro da Sania Crut, 51 annos,!
pard soliciro.
O Tliereza Mara de Jess, 30 anuos, par-
t, soltoira.
05 Luurenga Antonia do Monte, 12 anuos
parda, solteira.
66 Manoel Lopes, 23 anuos, branco, sol-
teiro
07 JoSo Biptisla, 30 annos, pardo, ca-
sailo,
08 Marcellina dos Sanios, 22 annos, parda,
casada.
69 Francisco Josa llaplista, 2 annos, pardo.
70 Mana da Luz, 1 auno, parda.
"I Manoel Francisco de Souza, 32 annos,
panlo,solleiro.
72 Anua Joaqnina, 32 annos, parda, sol-
leira.
73 Maria Joaqnna. 3 annos, parda.
74 Manoel AniOnio de Carvalbo, 55 annos,
parlo, viuvo.
75 Margarida Barbosa, 16 annos, parda,
solleira.
70 Francellina Maiia, 12 annos, parda, sol-
teira.
77 Josepha Maria, u annos, parda, sal-
i-ira.
78 Thcodora Maria, 10 annos, parda.
79 Laiza Maria, 9 annos, parda.
80 Alex-ndre Varella, 8 annos, pardo.
81 Jos Rogcrio- 7 annos, pardo.
82 llll.no Joseda Silva, 25 annos, pardo,
casado.
83 Margarida Maria, 21 annos, parda, ca-
sada. r '
8i lgnacia Maria da Concec3o,60 annos,
branca, solteira.
85 Jos Vicente Macliado,63 annos, branco,
casada.
86 Thomazia Maria, 42 annos, parda,
viuva. K '
87 Adunia Maria, 17 annos, parda, sol-
teira. '
88 Antonio Francisco, 12 annos, pardo, sol-
leiro. r '
89 Umbelina Maria, 11 tonos, parda.
90 Mana das iveves. 60 annos, parda, viuva
91 francisca Maria das Cb.gas. 57 annos,
parda, solteira.
92 peonida Maria, 14 annos, parda, sol-
teira.
93 Manoel Camilo, 27 annos, pardo, ca-
sado. '
O Agoslinha Maris da ConceicSo, 2> an-
uos, branca, casada.
9) Jos ('.millo. 2 annos, branco
96 Francisco Comes do llego, 40 annos,
branco, casado.
97 Maria Francisca da Gloria, 37 annos,
branca, casada.
93 Florencia Maria da Conceicao, 10 annos,
b.anca.
99 Luciana Maria da Conceieno, g annos,
branca,
100 Cosma Maria da Conceicflo, 3 annos,
branca.
________ (Conlinua).
ommunkao.
Urna lesou-aD ceg n3o corta carapucas
ageitadas, e.se alguma cmsegue alinbavar
nao encana bem se nao no bestunto de al-
gum adlo aposentado.
O curioso correspondente do (Liberal,
muito se eslimulou com o tpico da Pcguia
Avulsa acerca do can isla, e em seu luror
de enthusiasU vomttou sobre o redactor
da pagina, galanteras- de acougue, em
qucoocuiiosou he versado em grande es-
cala. Se a Pagina denuncia falsamente
um laclo, cumpria ao otlenditlo dettender-
se, e isiode modo que o publico licasse st-
tisfeilo. Mas, ponlando uma industria a
que aigum so ap^lica proveilossmenle ; de-
pois de ser avisado em muilas oulras.a Pagi-
na nao individualisou ninguem. Ora,o que
pensar de quem tomou a carapuga J lia que
tila loe encaixou liem Dl as orelhas, e tan-
to quo Ihe despertou a cunosidaile Mas
he isto bastante para se julgar cambista o
supplente- da pfgina.' Pelo menos nin-
guem aiuda se vio ajuntar trocos miudos,
como se loram retalnos de fa/enda, para
depois negociar com elles. E deinais, que
pecc ilonaem .cambiar:' N3o he este um
exeiciciu tao honesto, como quelqu ir ou-
lro l E deve a gfJe sujar as m3os com o
cubre que corre noL" cao por entre as pelies
megras, que se vende ao povo, sem tirar o
lucro, qus pode fazer de um troca tintas
qualquer uma ligura cu' iu-a i>
remen loo. '
teiro.
21 Manuel Antonio dos Siulos, 20 annos,
pardo, casado.
22 Maria do Carmo, l annos-, parda, ca-
sada.
23 Manoel do Rosario, 73 annos, pardo, ca-
sado.
2 Auna Mara, 05 annos, parda, casada.
25 M noel Eslevao, 55 annos, pardo, ca-
sado.
20 Mara Jos de Castro, 50 annos, parda,
casada.
27 Claudina Maria, II annos, parda.
28 l'edro Anlonio dos Sanios, 10 annos,
pardo.
29 DamiOo Ferreira, 00 anuos, pardo, ca-
sado.
30 Tliereza Maria de Jess, 00 annos,parda,
casada.
31 Jos Ferreira de A/.evcdo, 57 anuos.par-
do, casado
.'2 Rila Maria do Espirilo Santo, 42 annos,
parda, casada.
33 Jos Maria da Annunctac5o. 23 annos,
pardo, solteiro.
3i llerniogenio Bispo Ferreira, 14 annos,
pardo, solleiro.
35 llermiudo Ferreira de Azevedo,9 annos,
pardo.
36 Maria da Faz da Concei^o, 1 anno,
parda.
37 Joao Paulo Ferreira, 30 anuos, pardo,
csado.
38 Anua Francisca de Jess, 24 aunos, par-
da, ca.saJa.
39 Joequim Pedro Ferreira, 7 aunos,
pardo.
40 Anlonio Ferriera, 0 annos, pardo.
41 Cuilherme Selistino Ferreira, 5 annos,
pardo.
f Paulo francisco do Nascimento,3 annos,
panlo.
43 Jos Anlonio dos Passos, 05 annos, par-
do, casado.
44 Joanna Maria da Conceiy.ao, 50 annos,
parda, casada.
5 Anlonio Ferreira dos Passos, 25 annos,
pardo, solleiro.
O Joaquim de Muura, 12 annos.pardo, sol-
teiro.
7 Antonio Jos Frade, 20 anuos, branco,
casado
i6 Cezaria Maria, 25 annos, branca, ca-
sada.
49 Isabel Maria. 2 annos, branca.
50 Minoel Jos Frade, 2 annos, branco.
51 Jos Frade, 1 anno, branco.
52 Joao Jos Malheus, IS muios, pardo, sol-
icito
53 JoSo Rispo de Souza, 47 anuos, pardo,
csalo.
54 Isabel Maria de Ramos, 2 annos, parda,
casada.
55 Maria Cndida de Ramos,13 annos, par-
da, solteira
56 lleniiilinfl Maria de Ramos, 10 annos,
parda.
57 Manoel Jos de Souza, 8 anuos, pardo
58 miim Mi ia de Radios, 1 anno, parda.
59 Joao Correia da Luz, 23 anuos, jardo,
casado.
gomgjggttgmdo^
Senhores redactores.Potlo que larde, tempre
ilire .ua. i ala Mas subie a figura du sobrada lii,
ta ra de Cruz.
A insc.'i(i;au ImllandczaJacob ben ik cenaemt
tira todas ; duvida ; esla casa foi bem a juegoga
dot Ismelittas, e a finura lie a do patriarclia Jacob,
cum o rajacn do paitor e a fouee do aaricullor.
.\ j leculo XVI, o laiiniiciis im Purlugal tiecula-
rarn una cruel uerseguiclo conlra a infeliz tribu de
Ju'..i. e inilhares .iclles refufi.iam-se na Un amia e
outrus pair.es adjarenlet, e quem duvidar va'vitilar
Am*.tr,I .ni. li. ihh-u e niait la,ares, e ha de ni-
rontiar-.e aiuda liuje con) niuilot Fopiecae, Catiros,
Cestas, etc.
Por cini-ecuiile he iuninles vd que durante a
ocrupurao liulUndea nao live>sem vindo pata Per-
nambucu mullos desle lilhos de Jerutalem, ctlabe-
lceriin-p na aclud ra da Cre, ouli Va dot Ju-
deo, e que a cata Oi Dio Uves** servido de sj-
aasags.
Kao he admistivil duvidar t* que ot rroleslantci
hollamleze* live9t*rn vedado o eiercicio liere e pu-
blico de culto, teja qual for; na Rollan la lia, e tem-
pr* itin havidu, libenl de plena .li conicienci*.
.
31 de oulubro de 1857.
en.......'" l""|i-"..,r. .e ruulive-ne urna olfei.ta tra>
*ee,s '"'l'"' "a liaba direito a ir leva-la pean-
>o Ihe tltribun ,|sm pen.amenlo retervarlo ,
ma. o seu is.len.-i.., qu* ful a r.-|i,..ia carta que a
26 de ,.i.t.ii,r II,. eiider.eei,de.t entrever que a et-
le ten acta presidio alguma oteiir,*o menot rellec-
*J.ilret. uta, en asradecn ao Sr. major a earfa de
recommmdarao que a meu retpeilo pretendi a S
Etc., laeordeodo Ihe qu- a InferUrMad* de tua er-
di>*;,1o Ihe vtdeva esla r.illd da cunsiderar-ao para co-
ma..
U'ielram, senhore* redactor*, f.ier-r,e a honra
de imerii eru -n cuni-eituadae columnas eslat pnu-
c* 1 ii 1.1-, a.-im i .un,, at il.ia- rail,., que t* sr^uem
e que vem esclarecer seusvelmenle a quetio de qu*
me necupo Kranriico Joaqoim Pereira Lobo, co-
ronel chefe no estado niaior da guarda nacioual de
Olinda e Imiaraasii.
1 ile n.iveinbro de 1837.
lllm. Sr. mjr Jugo Bapli nho.Cooslando-nie que te qoii ver urna falla de
.lelictdeii e retpeilo em algumai palavrai que ao
fctm. Sr. premiante da provincia, dirici, quando o
fui comprimenler e que V. S. se encmiuhou de no-
vo a S. Esc. pur dar-lhe urna sali-facSo, liz-*e-me
niisler que V. S. ao p desla me responda te he ou
ligo verdica a narraran que patio a fazer den* pe-
quena enlreviela. Appello para o propria leiUmu-
nho de V. S., para o lettemunho de loda oflicialida-
de, e para o lestemonho do proprio Eim Sr. preti-
-i ii'iiie, a quero aes.m me dirig Em. Sr. pre-
lidenl, leiiiho tollrido ttnlae injutlii;at de alguns an
(ceesoresdo V. Ec, qo* linha faria lo piopo de s vir a' este palacio quando lves?e de cumpnr
alguma ordem superior ; mat o dever militar e a
hentvolei.ci* com que V. Eje. lem arolhido ai pet-
loat que o lem procurado, me induziram a apreten-
l*r-me a V. Eic. em companhia doi dignos tenhores
nfliciaet rio '.I. batalliAoda guarda nacional de Olin-
da. n Dismil.e S. Ele. re-pon.ier-rne eom loda a
allabili.lade que a eel.mava ver-me dispoilo a con-
tinuar a prestar o n.eut tervica ao governo B ; dit-
se-lhe en 3o que a podia S. E*c. co.iliir na fideli-
dade de vm toldad.. que depois de 33 annot e 9 me-
s de tervico, linha si lo adrado pira o ermo d*
Olinda. a
Um boato qu* me he ponco favoravel e qo* infe-
lizmente (em tomado vulto depoit da satisfazlo dada
a S. US, por V. S. ha algunt poncoi da, leva me
pedir a \. S. que me pennilta fazer d* tua respotla
o oso que me lr conveniente. Son de V. S. allen-
cioso venerador
Olinda -2(> de ootuhro de 1857.
lllm. Sr. lente coronel Manoel Anlonio doi Pas-
os e Silva.Tendo ido cumprimentar a S. Exc. o
Sr. presi lente da provincia com a offlcialidaile do
t.alallia.i a' sen rn.nman.lo, que inlerinamtnle he
commanddo pelo Sr. rojor Joflo Baplitla da Sdva
Mauguiiho, oiric a S. Etc. aluumat palavrat, em
qoe se quiz ver romo uma quebra do retpeilo con-
ideraSo que Ihe eram devidat; e o dito Sr. major
precipitadamente tollo* A sua pretenda a dar a S.
Ele. uma satisfazlo.
Sendo porem de cosame qae os commanlantes
Interlnoi oucam os eommandanle efTectitot sobre
factot importantes,qae e deiem not corpot.jnlgo que
corri ao Sr. major o estricto dever de coatullar a V.
a. tobre o procedimento que devi ler nesla em*rgrn>
ca, e astim se me laz misler que V. S. *o p delta
declare, se para o arlo a' qae me rtflro, concorreu
d* Igum modo a opiniao oe V. 3.
V. S. remullir que de sua taiposta, o deslino
que jn gar coo\enieule.
Prezo *er com a inaior estima. De V. S. amigo
atlcncioso venerador criado
..... Francico Joaquim Pereira Lobo.
Olinda 2G de oulubro de 1857.
lllm. Sr. coronel Franriico Joaquim Pereira Lo-
bo.Kupondendo a caria de V. S. em conformida
de do teo pedido, lenho a dizer-lhe qu* nv> concor-
reu a minha opinigo para o aclo pralicado pelo Sr.
majar Mangiiinho, vielo como ngo foi consultado.
Pode V. B. faier o uto que quiter desla minha ret-
potl*. De V. S. amigo allencioto venerador e obri-
gado
Manoel Antonio do* Vastes v Silva.
S C. 27 de oulubro de 1857.
Srg. redactores.Lin boato bem pooco favora-
vel ao meu carcter .le toldado respeiloso, qoe lem
saludo alraveasar adversidade com a Iranquillidade
de espirito qae empresta ao homem a resign-cgo,
reclama de minha parte que o des\ane;a, etpi.ndo
a verdade do faci, que I lie dea origem. A bene-
volencia de Vmi. me proporcionara' occatulo para
I. -;si |,i. raire,: .r-n.e d'uma in.pulacgn menot non-
rota, que talvez de cato pentodo te me qneira at-
Iriboir par* se roe iuditpor com o Etm. Sr. prn-
denle da provincia, a quem especialoieule diiiju as
rellexoes qoe passo a' etpender.
Mas antes de ludo o fado verlente. Ten lo reee-
bido a honra de acouipaiihar a ollirialidade do '.I.
Ii-l,i li.io da guarda naciunal de Olinda, que ia apre-
senlar-te a S. Etc. e cumplimenta-lo segundo o e>-
lylo, conbe-me dingir-llie a palavra, e com a inge-
uuidade, qae tempre em mun Iransparece. prinei
que era azad* a occatigo para fazer enlir S. Etc.,
que a minba liltiarAo era por demai< alllirtiva e que
os meus *en{oa recl-maram em balde um bolo dat
grabas do governo. Por editar dovidas, aqu trans-
crevo essas poucas palavras que me reliro, quasi
leilualmeiite reproduzdat :
.- Eim. Sr. presidente, lenho soflri.lo taiilat injus-
ti^.s de algiint arilecestores de V. Etc., que linha
formado proposito de so vir a esle palacio quando li-
ve.'te ile cnmprir alstoma ordem euperior : mis o de-
ver militar e a benevolencia t-om que V. Etc. lem
arolhido at pessoas que o lem prururado, me indu-
ziram a apreseiilar-nie a V. Etc. em companhia dot
digno" Sra. ofliciaes do 9. balallign da guarda nacio-
nal de (Muida, s Dignando-se S. Etc. responder-
me que tr esliroava ver-me dispo*to a coiilinoar *
prettar os meo serviros ao govrno a repliqoei a
S. Lie. que a podia confiar na li lali lade de um sol-
.i.nlo, que depon rte 33 annos e nove mezet de *er-
vica), tiabl ido adrado par* o ermo de Olinda. i,
He evidenle qne nada aqui pcrlia de perlo ou de
lonste ferir a tosrepl.bilidade de S. Etc., nem direi-
to eu o linha a fazer para com a-prindra autoridad*
da provincia, nem titulo algum poderia ent.to justifi-
carme. Se ar-usar de injuslica alguna dos patas-
dot administradores he quelira de retpeilo, confesio
que ngo compreliendo e-sa retaques que lao ale rou-
liar loda a dlgnidade de quem rrrlaroa com jusiiQa,
d- quem pode appcllai para o passado e avocar
cit'intdns 'e lodos os dia8.
Conhece-me esla provincia inleira ; tabem todos
que desde o ver lor dot annot, me lenho prestado
eom eienular fidelidad* to governo. e que lije,
vellw, rercado de nuinerosissima familia e surcom-
linlo i lio pe-o de urna sorle mil v-zes ingrata, de-
liaMe lenho solirilado, que se me pai^uem tervir^os,
que com,rovo com documentos irrecusave". E en-
Irelanl > nem no menos se me permitle, que o ru-
ga francamente \' Todo o homem n- .1 ., que liver
sor\ido o cali da adversidad?, aluda que ngo o lenha
levado ale as fezes, quanlos h>.uverem etperimen
lado o am-rgor de cobliiiuas injuslicas, me sabergu
jola-r irnp.irrialinenle.
Mas astim ngo o entendeu o Sr. J. 11. da S. Man-
guinho, r inmaudanle interino do 9. ba'alhgo, que
: ariim|-ariliindo-ine junio a' S. Ixc, pentnu rendar-
Ihe prestante Krvic, aii-ui..-il,iiido a alllicrgo ao
: all.no.
Levado lalvez p.-r prejuizos inenoi pentailoa, o
Sr. major dirijl* se de novo a S. Etc. muilo fora
j de pn.poilii Ihe foi dar corno uma sad-facSo pelas
' inin as palana*. Deivo que se pese o proredimpu-
lo da Sr. major ; nga asrei eu o seu algador. Eu-
I ddaiiio re.ia-ine panderar que nao tei de uri.l* Ihe
I proveiu tila tutora, improvisada^ que aiuda quando
Senhorm redactores. B-m a meopezar ton bri-
sado en rever eslat pourat linha- para defeno*r-
me da injusta apreciarlo queda nnm f.z nm liomenv,
a quem devo o meu curargo, e cuja u -brrza de aenti-
ii.i-..lo u o primeiro a rec.iiheeer : fallo do Sr.
coronel K ique Carlot de Alencar Peitolo.
Cheganito hnnlem a esta cidade, donde por algum
diat esleve ausente, li com a mait profunda mago*
uma correspondencia impresa no seu jornal, e as-
-unada por aquella aanlior, na qual procurando
desmentir a noticia dada por om commuun-anle da
comarca da Boa Vista, de ler elle pretndeme au
i-oiinnaii lo superior da guardt nacional da mesrna
c- maica, diz que nunca se dirigi a mlm sobre es-
sa maieria, e que mesmo ngo o faria, cato pralen-
letse aquella ernprego, porque, tgrn mollvut para
desconhai da uiinha lealdade, em-jnain. JU, eln
eonlrario na i foiiin apreseuladas. Ngo poda o Se.
lenle coronal Hoque ferir-me mais dalorosamen-
le du que u I. / com a enunciaran de um &em*tmffl-
le juizo re-ptilo do meu carcter, e por isso mes-
mo que l'i- dvo grati.lgo, ngo posso tambem deuar
le protestar com toda energa de rnituia leusibili-
diflo cerr.ra a -u apreciado.
lie veidade qoe S. S. nunca de mimsulieiton em-
prega algum, rom o que |em provado u seu detinle-
resse e pitnotica ahneg'Cgo, mi* ni) he eiaclo que
le minha paiie hjam motivo* que o auloiisem a
le'coiifiar da minha tmceridade, e um vez qu* a-
veniurnu tgo grave insinuaego, ron e Ihe o dever de
iliibir o farlo* que pn*s'm jutdfira la. Eu, poia,
aim o alija de sua honra, porque ngo loljro cli-
sihcacei ambiguas, e nem admiti reteivas sobre a
minha vida poblica e diguidade individual, que ha
minios ai.not etlau eujeilot ao eiame do paiz.
Devo entretanto puiiderar-lhe de pasagero, que
desleal niio pode ser o homem, que -llionlando ot
mais -.'ti 11 compromcllimeuloe, lem lid > aempre a
coragem de eipender com franqueza at mas opi-
ii,,,es, a que astim S. S. ngo peuton rffUedameu-
te, quando ioiisi lemu-me capaz de fallar a lealdale
de qae fajo timbre.
Concia ndo repel rei anda, qo* Inhalo ao Sr. !-
nenie-coronel Hoque a luda iaa ditlinela familia
o mal* vivo recoiihecimenlo pelo modo generoso com
qae me auiiliaram na lula *leiloral do auno pa-ia-
du, su me resla pedir Ihe qoe aturo como mottroo
ser para lomign um perfeilo ra.alleiro naqoclla oe-
eattlo, deve tambero fazer do meu cararler om jui-
zo mais iquilalivo, e ao moimo lempo entregar ao
dominio ta public da le todot ot enredo* e intriga*
que dous oo Ires demonios com lisura humana trem
prucurade fazer, paradetqui'er-me de relar^oei qne
eu tanto aprecio. S as.mi podeiei confundir a eer-
lua minutos obscuro* a vit, que anda boje reputan)
um enme, n ler eu merecido os furagiui do brioso
n i-iii,. da Boa-Vi-la,e que metmo nesla cidade pro-
palan) que me bao de separar dos amigos qoe all
lenho.
Faca-ron o Sr. tenenle-coronel Roqae etle obse-
quio, e acredite que ainda ruis captivara' a miuha
graddo.
l'-i;n-llies, lenhoret redactores, que publiquen) *-
Ut linha* do seu, etc.,
Francisco Cirios Brarrdgo.
Keeile, 3 de novenil.ru de 18)7.
"yuMicateS a ptmo7
POESA
ollerecida a todos os Pernambucanos
pelo autor.
PERNAMBUCO-
Oh (erra de (anlo encanto,
Areita mea pobre rauta
Despido de adulacgo ;
li* a linguagero puaa,
A ingenua voz da Datura,
He um hymno du coraran.
0 Poder Omnipotente,
Com diva mgo tapenle,
Encantos le fez brotar ;
Inspira! amor prufundu,
Veneza do novo mun,I,.,
lispreguipda no mar.
Ten* campos, toat dores,
A U'o dirigem Inuvores
Em tua muda eipressgo ;
E's o lorrito do* reos,
E't rira du mimos teas,
E't primor da errarlo.
Ao pallor d'argentea la
1 )ue uo espado llurloa
Divisa o ei.rar.ti.s leu* ;
Meu 'ap'rita vagabundo,
Chela entgo d'amor profundo,
S"eleva lodo p'ra Deus.
A noiie serena e pura,
O socrgo ra nalora
No seio da tolidgo :
Vem .-espoliar a lyra,
Que ngo canta, ma< luspira
Nos h) .ninas a' crencao.
Ven. iiibur... s uma lada
A' betra do mar culada
Debaito d'u.n cn d'anit !...
E's a estrella bullame,
Qu* fulge a mait radiante'
Eulre as oulrdi do Brasil ,
E's virg-m qu* te para,
C rn sua j.na mais chara,
Que teu amanli tedoz ;
E't a --lula f.ilire.ra
Desla Ierra brasileira,
Impeno da Santa Croz.
E's a diva latplraeao,
E't a coiilMua canrgu
Que s'eUva ao Creador ;
E'l o Edn promelti le,
A'< pobre MT faragido,
Nesla barathra de dor.
I.,,!._-" de meu patrio tolo,
Sem allivio nem roniolo,
Am i-i" os bracos p'ra ooni ;
Quero pon no seio amigo
Esquerer meo fado imi .o,
Ngo p-M.s.u no que inlfri.
(] Keiiu.-ine i'aailrallaa que repreieulam as pru-
viuciai do Brasil nai armas imperuts.
I 'ata hu r<>* que en posta aqu,
I .iineii,,. .[,i.- padec,
Trocar u'um g..z., M I ;
Que pota adujar a pena
A que u fado me rniidemna
lio tonga de Portugal.
l'm Lifboneme.'i
lernambuco, 30 de oolt.bro de 1857.
SONETO.
A'seatidnima moite do Sr. tenente-co-
ronel Jo Luiz Ucltrao Mavign'.er, or>
recido ao *eu genro e nosso amigo, o
Sr. Di. Eduardo de Barros Falcan'
I'orJ. M. V.
To eslavas, Mavignier, oa flor da idade
Qoando o mundo le dourav a phanltji*
A murle fera com audacia impia
Teu ter tato usorpir sem piedade.
Devora la esposa acerba saudade
Filhoi, amigo* (eut, *h ludo a porfii
E meu pello dondo am ai la enva, '
Qoe pona al ehegr ness* alernidde.
Qoiz De le chamar ao lade teu,
Ah I leu boro ruracao ; (Oh I aorta dora 1)
rara tempre araboo, ja morrea.
Qae dor Que pena I Que amargor* !
Senle uma esposa que Dos l* deu ;
Mseosle a inanimada (epollur*.
Recif* 31 d* oulubro de 1857.
IMm. Ilni o Sr.-A c.mar. moleiP.I da ..II.
ds Sanio Anlonio d. Gar.nhu. fallarla a "m di*
-eut r.aorom, devere. te ,.g tciendOcaiIe a VFu
a ro0a',"rliTDlr0, q"e ^'"^ log
ram n nu V .. ? ,a n" Pnme.r* houve-
"nCa do""llegto \.Za Attl.'' I*** Til
que^.divide.\,ezuez.aU1;.d,rdVnTrie,m.,dtr;
..uaetrorcaMpar. renov.cgo da lula, eidI --,?_'."
poupou meio. de orar oganho de.'a.Vau,.".,"2,
ambo* governi.la, e no eorrer ... el.iclo lomVram
cou... em carcter ..rio, e loda, .. op\nioe"JJJ
I*, deplorav.ro a In.l. di.po.iro i. ir oP,egocio
ale de.ramameiilo de sango., e prdtdat Tidas n
cotas de qualquer dot l.dus ; o subdelegado primei-
ro eupplenle commanicou ao delegado da pol.cia n
c.pilgu hraocitco Anlonio de Soma Ctroisu a al
lora a que all havia chegado o negocio, esle om
perda de lempo, receben.!., esta eommonicargo a
horas da tarde do dia 14 do andante, vencen a dii-
l.nca de 10 lego.., e at 9 hora* do da 15 enlra'a
elle desacomp.nhado de furc*. tmeme com toa or-
deuanca, no momento em queJ.nh.m as romas chi-
llado ao teu apogeo ; inronduenlt te dirigi a* par-
les, eoolendo as qae repre*enlvam ponco m.is de
antenla, petsoa*. dai qoa. ng0 se pode dosier
r.V,."1 ." 'veM" '"''' o pretenca e
forca moral pode erer.ar o. animo, mui e.ieerbado.
,Z\ "* P," Ml, ""10 ""modado e pela
larde congr.s.adut, a noile, longe de haver ai des-
confia..?,, propria. de aclo. lasa, reoniram-.e em
ama ca.. da. mai. pacota, de mbo* os lado., em
umcha comprimenlavaro-.* ronlu.menle, respon-
ilendoen hu.,co. v.v.t dado, pelotapi.a. deleg -
do a S. M Imperial e G.n.lilucinn.l, a conei|.(ao
a a.,.mble. geral. Um- numero,. Irandel. 1.%
guele levava .. are. o regozijo do poblieo ; costa a
crer o qoe vlmo. d. ref.rir, um f.eto qu. pode se?
contestado por gr.nde nomero de pessoa. que ore"
..neiar.m. Finalmente liaer.m se ., eleves ,em
-^VeVr''0 ""'he- -?
do'mS0frr Vk E'C- P, *' c,m"a ".oniclpal
do termo d.Gar.nhun.. em *e.,0 ordinaria de 27
de oulubro de I857.-I|lm. e Em Sr. Dr. Joaaoim
ei8' ?* pVoVin
,"-*"!"" Teizeira de Macedo, prid.nie_
IRMANDAE ACADMICA
MSSA SEiMIORA O BOM C0.\SELU0
ELEICA'O
o i.Hz c luaiM n.emb.-o da nietw ad-
scil.aa e ......lo.,,.,, v.tFI%aaDIU,
tic IiN.iH,
O lllm. Sr. Dr. los Antonm'de Figo.lrsd.
O lllm. Sr. Dr. Vtenle Pe.eir. do Reg.
O Illas. Sr. Dr. BrJ^ZZu
ordol.no Barboza Cordeiro
^"Spend.aode Mello M.llo*.
Os Sr. i..a A utor, Atadero coi
Btglnaldoi;''"" B.f Bboza.
Ernesto Frv ',,",'"'''
^o de Lim* S*nlo*.
A Exm.a Sr.a D, ,. Ju'-a-
lher do "* *ulr,n Alenclr, mu-
^>i. f. contelheiro Aulrso.
A Esm. Sr. D. M\?cr"'"0-
Vilella. inull(l.M'''lns Carneiro Ilio*
VilelladeCH.lrXIllror Sr. Dr. Joaquim
MoraV,'et-
As Eimat. Senhoras. : v*
. .Vana Aecioli l.in* Vilella*.
Dr. Jernimo Vilell*ynlner do lllm. S.
D. Julia lian lena de Mallo, m'-^siro lavare.
Ur. J iln Capisiranu Il.nt-r do Ulm. Sr.
Jo.ephina Carolina Gu.mares '< de Melle,
lher do lllm. Sr. Dr. Joao jAu.ar, mo-
Agoi.r. V'erreira de
D. Flrmina Cavalcanli de Alboqnerqoeir*
molher do lllm. Sr. Anlonio
Pee. de Mello lia. reto.
D. Anna Anglica P.reira, molher do
. Fr"""'-eo de Paula Pereirt.
I). M.ria AITomo de Araujo, mullier do llin. Sr.
Jo Anlonio de Araujo.
D. Anlonia M.ria Seve, llna do lllm. Sr. .Manuel
Joaquim Seve.
D. Jenoveva Perpetua de Amorim, mulher do lllm.
Sr. Anlonio Marque, de Amorim.
U. Joieph.ua Dabeui, mulher do lllm. Sr. Claudio
Daban,
D. Julia Burle Carneiro, molher da lllm. Sr. N*r-
cizo M.ria Carneiro.
D. Felicia Alve* M mingo. Alves .Malheus.
D. f.lemenlM.a Secondina Vieiri da Silva, mulher
do lllm. Sr. Manoel Concalve. da Silva.
AO PCBI.ICO.
Anda Aristide. o Padre.
Tem apparecido no Diario de Pernambuco, e no
Liberal Pernambucano annonelo. e correspondencia.
que toppomo* f.itai por Aristide* Duarl* Carneiro
d. Conha e Gama, em reepo.la a oolro annuncio qbe
publicamos, e que elle mnjerlura *r mandado im-
primir pela Sra. D. Cl*ra, mat do fallecido Loiz
Cario* de Sampaio.
A defeza do Sr. Ari.lide. o Padre lem rou-
iaii.i.-> em dizer qo* elle ju.tificoa o dominio qoe
tem no cavado em qoeslao pelo juio municipal : *n-
Irelanto compre dizer, I. qoe par. etsa justificaran
na foram citados o* legtimos cnndadiclore* que sao
os herdtlros daquelle S.mp.io ; 2. que depois da-
quella juslificncAo o mesmo juiz concedeo mandado*
d* mauutencaX de entrega, e apprehentao a mal do
fallecido, os qnae. indo ser cumpridos, nao o pode-
r.lo ser porque a* pe*."., da casa de Aristide., o
Padre (oo elle meimoj orcoltar.m o animal, e
declararam que elle linha toado. Os documeuto*
bano trantciiptot prevtm qnanto etnendemot.
Cumpre anda declarar qne Panr* *compa-
nhou Sampaio para o eerlao, e com elle vullou, e o
enlerrou fra desla cidade, enlretaulo que mullos
objeclos como mai* (re* cavallot, relogio*, crreme
de ooro. alfiueile da brilhanle, pui.haet, arma de
fago, tellitn, estoja de navalha. ele., .l boje aiuda
nao app.rectram, e a mai dj fallecido vai propor a
competente acc,3o para reivimii-a-lo., e ja requeren
a citaran de Aristide. o Padre para ronciliai-
e. l.-.ain-se o. docomenlo. aba xo, qu* depois, e
l mais para dianl. etporemo* todo qaeocconer, se
por ventura conlinu.r e.la polem-ra pela toiprensa,
qa* alia, deve d'o.a em dianle Mear na. raia. do
joizo :
.. Contramandado pastadoa favor de D. Clara Ma-
ri* .i'A-su.i.p._,ni Sampaio :
. O Dr. Pran.-iso de Assis de Oliveira Maciel, juiz
mon.cipal da -2.' vara desla cidade do Recife, par
S. M. I. e C. etc. r
h Mando.o depositario Gervasio Joi da Co.t*
nao faca entrega de um vallo ca-lanho. eom a
frente aberla, grande, a Ar.sl.des llua.le Carneiro
da Cu..ha e bami, vi-lo que o inesme ravallo se
cha descnplo no inventario que a tupplicanle est
procedendo por rallecimenlo deseo Tubo l.ui* Car-
los Frederico de Sampaio. Cumpram. Etle te
pateoo por bem da roen despacho, que fita em peder
do etciivao, q.,e este -ubfcreveu. Itenfe 19 de ou-
lubro de 1857.Eu Manoel Jote da Molla, e.cnvao
a .ulnrrevi. Olivair. Maciel a
Mana lo de m>nulencao a favor de D. Clara
Mar. .r.tsmii i. ao Sampaio :
ir O Dr. Francisco de Ai'ia de Oliveira Maciel. juiz
municipal da >.. vara dest. cidade du Recif, per
S. M. I. e C. etc.
Pelo prsele hei a topp'icanle D.Clara Matia
d A--i.iri|ij.i.> Sampaio na poue do ravallo, grande,
railanh, rom frente aberla, prnpriedade qoe f-a
de t.u fallec.iu fi.hi. I.u.z Callo* Fiedenro de Sam-
paio, sendo que s pude. *er eonvenedo do coulr.-
rio pelos meo. competente., vitlo qoe o metmo ca-
vado aeha-se de.rriplu e avallado no invenan, que
a tupplicante e-l procedendo. Compran.. E
eilo patsou por bem de m.u despacho preferido na
pelleja da rpjrlieeme, qu fita em poder do asrrieia,
que esle -nb-ci--. u. Reetfi 19 dt oulubro de 1857.
Eu Manat Jos i Mull, esenvao o lubseavi.-
Oliveira Maciel a
D.
ILEGIVEL



J>.
. MHMfcsatiCO QAUTA vetnx < I> NOVEMWO DE Im
u M mi i., iii ile tiiprelieii-lii pastado a favor de I>.
CU'a Mara rl'A*umpc.1i. Sampaii. :
o O Dr. Pranriirn do Asi de Oliveira MseleI. joii
nnin.cirial .1* 2. rara dcila ala le do Hecife, por
8. M. I. .Cele.
ii M Hilo ana olliciae de jaslic*> 1ae, requri-
menlo .la supplicai.le I). Clan Mri .l'Asu.np.;au
Sanoslo, pprehenrlam en mu Ansli.lr-s Uuailr
Cu neiro da Canda e 11 una mn cavada, cistatiti j, com
frente abril e nlregoeis a fupplirante, sendo o
dito cavallo apprehe lido em mlu do meamo ou on-
de (dr o m*mo cevallo rnronlrarlo e entregue a aup-
plicaul, fim da qua n*o fique -imii elleilo o maulla-
do de manuii tii;'i passa.1 por ale juin em favor
da mem turplicanie. Comprara. E ale pas-
80 por br-m de mo dtp.pcho qua flca em poder
do c- nv;i. que subscreveu. Rerife 23 Je outubro
de ISjT. E eu Manoel Jos da Molla, asenta > o
sobarravi.
u Certificamos, nos ofllciae de jailica abBiso as-
siii-o', que vollando segunda vea ao lugar do Poc,o
da Panella casa do aupplicado Aristides Uuarle
da Cunlia e Gama, afim de darnioa cumprimenlo ao
mandado janlo e deparhu exara o neaia pellcao, na i
uoa foi [iH-ivrl, porque, logo que ehegm<>a a dila
ra>a, noa appareoeu o pai do lopplicado, e iotimau-
do-ae-lhe o deipacho retro, eale uoa diaia que nao le
opponlin, e noa levou a etlriberia, e all nao aclia-
mu nui- o e-ivallo de que (rala o mandado de pell-
ejo, e que nos fui da oatra vez apandado, que delle
Acarnos lendo inleirn conhecimentu, e apparecendo
lambem um cundido do eopplicado, di'e que o ca-
vado ja tinha voado, e qoe all nlo eilslla mais.
O referido de vrda le. Recife 24 de oulubro
da IH",7. O nflicial do juizo, Jnaquim Diaa Mai un-,
Manuel Jos do Naseimenln, oflicial da joizo.
Clara Mara o'Aumpea.> Smpaio.
Etlavam lodos os documentos sellado.)
cm;!t!?ttf.
'iirl e lt-al d'Austri j, devem lo los os sub ii-
tos austraco* apre-entarem-s- tioc .nsula lo
d'Auslna tiesta cilade, na rus Ja Cruz D. +,
t o da 25 do corrente mez.
-----O IJIin. Sr. inspector da Ibeanararia da (-
zenda mana fazer publico, para co.iliei'iiin'ulo de
quem inlerssar po"a, a unleiii circular ao llie-ouro
nacional nd de 27 do jund i do aiom* prolimo ps-
sado, abato lranriipla, marrando s formula parto
inlerposiiC/lo dos recursos das declines da Ib-soma-
ria para o Idxouro nacional. Secrtlaria da ilirauu-
rana de hienda de IVru hluco em -<> da oulubio
de 187.O oflicial inaior,
Einilin Xavier Sobreda de Mello.
Copia circolar.N. 13. O marques de Paran,
presdeme do tribunal do Ibesouru nacional, para
obviar o inconveniente que da praltca de apresenla-
rem-ao recuraos ao menino tiibuoal, mdependenle-
aienle de informadlo das Iliejouranas de fazenda,
resulla de na aaber ae qual o motivo da decisao, e
sampre da delonsa provenieule da eiigencia de es-
clartcimenlos s lliesouraiias e rslaooei liscaes su-
bordinadas, declara eos rs. inspeclores das referi-
das tdeaourariaa, que no tribunal do lliesooro nao se
lomara coulieciineiilo dos recursos dss decises das
llitsourarias, aem qoe por estas repartiras, n quein
as parles inleresaadas os devtrSo entregar, seiain
Iraiismiilidas uflicialineiile ao llieaooro. acompa-
ndados das pet roes e docomenlua relativos a qoes-
Igo, alen das iiidiapeuMveis infonnares liscaes ; e
ordenar-Ibes que deem a esla providencia a precisa
publlcidade. Thesouro nacional em 27 de junlio de
I8"i6Mrquez de Paran. CjnformeJos' Se-
verleno da Rueda. O vapor nacional oPersinunga S'goir para os
Por esla Subdelegad* foi reCOlhidO porlos do ul dt sua escala, pjrem a recebe carga
hontem a casa de detencSo o preto crioulo P""os rte lamands.ee Macelo, recebe carga ale o
... "">" 1-"a .- ,,,.. i, i da 9 ao meio da o eipedienle se Tediara uo da
Viclonno, mandado capturar por JOBO Lou- a 4 ,,,,, da Urdt, ;,C|0 que condecmeni,,.
deverao licar no escriplorio da garencia uo da 9 al
CAMBIOS
Sobre Londres, 27 t|2 d. a 60 d.
Patii, 35f> r. por fr.
< L9boa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por Om de descont.
Accao do bae. SU por ceulo de dividendo per con
la do vendedor.
c compandia de Beberibe 609000 por acco
* c compandia Periumbucaaa ao par.
lilidade Publica, 30 por ceulo de premio.
c ( Indemuisadora. til idea.
a i ua eslrsda le ferro 20 por 0|0 de premio
Diseonto de lettraa, de 8 a 9 por ceulo.
Acc,6M do Banco, 40 a 45 de premio.
-- l'an i il a (le S Miguel segu com
breviilmle o ni lilo veleiro pa aclio po tu jz n z
Lima, por ter a major parte de seu csrrega-
meniu prompto. para o rosto c passageiros
para n i] i IT.-r. ce os incllioTs commoilos :
Irata-so com o* consignatarios T. de Aqui-
no T .osee 79, pritneiro an jar.
ASSU'.
Para o Ass e Rio tirando do Norte, sane
rum lir.-vi la o o palliabole Piedade pura
carga e passigei os a tratar com o capitao
no trapiche do ulgodaoou na ra da Madre
de lieos n- '2.
COMPANHIA
Pertiambucaiia.
duro.Duras hespanholas.
Uoedas de tis(H) vidas
* c 6;(K> auvas
f c 49O00. .
Prati.Palacoes brasileiros. .
Pesos columnanes. .
meiiranos. .
29J300a 30*000
, 16J00
, lOOOO
, 9)000
. 29UO0
. 2900(1
18860
ALFANEGA.
Beudimeulo do dia 2 .
dem do di* 3 .
15:0883690
12:0589378
27:1175068
Descarregam hvj* l de novembro.
Barca InglezaBonitamerca lorias.
Birca francezaVn-uallaidero.
Barca liollao lezaIwee Alidasgarrafas, garrofes
e queijoa.
Brigoe portugrjnzE'perantadiversos gneros.
Brigue inglezZiakaierro e carvo.
Suoiaca li.--> niimia.vrdiiapipas com vindo.
MOVIMENTO DA AI.FaNUEA.
Volumes tn'-:ados com faieudas .... 310
com gneros .... 35
Total :t5
Voluntes sabidos |eom fazendas ....
a coui generas .... 222
Total 407
CONSULADO ERAL.
"Uendimenlo do dia 2.....
Idsm do dia 3.......
4:70.-tp33i
l:671c28
6:3775a
DIVERSAS
Rendimeiito do da 2 .
dem do dia 3 .
PROVINCIAS.
llir.*
444100
DESPACHOS DE EXPORTADO fj**"*?}!
1)0 CONSULADO DESTA ClDAl"* >0 DIA
3 DE NOVEMiaO DE 1857.
HavreBarc. franezi Adeleo, d"'ersos carruga-
dores, 936 couros salgados. .
lldadeS. MiguelBrigoe paog" larojo I,
Manoel Joaqun R.mos e g.va, 400 sarcos au-
ear masc.va.lo, 92 barra n-l. 2M ""'''. ,,
Po.lr.-Br.gue nac.onal IVspiqoe de Beinj... di-
veraoa carregidores. 2UJ ",HCr '"'",c0
e mascavad.i, e9acc>algn;'ao ..
Louida parluuoez Portador, rdomaj1 de A
Vmo Pon-eca & Filho, 160 UUi as.ucar r.e
nado, e3 bar.is mel.
EXPORTACAO'. d
Grande do Norle, Uneha nacional
reorjo do Lago, que disse sudar elle fgido
e ser escravo do capilo Jos Marinho do
Mello, senlior do engeuho Peixe, na riheirs
de Hitituba, provincia das Alagoas : quem
for seu legitimo snhor, prove-o para lhe
ser entregue. Sublelegrcia de polica de S,
Jos do Recife 29 de oulubro de 1857. Ac-
dlig ssopplenle.
___O lllm. Sr. inspector da tliesoursria
provincial, em cumpriaiento da resolucSo
da junta da fazenda, mana fazer publico,
que no dia 19 de novembro prximo vinJou-
ro, vai novamenle a praoa para ser arreroa-!
tado a quam por menos fizer a conservado
permanente da estrada do l'ao d'Allio por
lempo de 10 mezes, avaliada em 6:900-000
res.
E para constar se mandn alliuaropre-
seule e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesuurra provincial de
Pernambuco 30 de oulubro de 1857. O se-
cretario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo
O lllm. sr- inspector da llicsourana
provincial manda fazer publico, que no dia
3 do corrente por dianle, pagam-se os or-
denados e mais despezas provmciaes, ven-
cidas al o ultimo de outubro prximo lin-
do. Secretaria da thesouraria provincial
de Pernambuco 2 de novemb'O de 1857.-
secretario, a. F. da Annuuciaco
O lllm. Sr. inspector da llic-ooraria de fazen-
da, manda f.zer publico para condecimenlode quem
convier, a circular adano Ira. ser.pa, expedida pelo
Ihesouro nacional, em 7 de oulubro ulli.no, regu-
landu o pagamenlo dos dire.lo', a que eslo jugtilos
os juizei de direito e monicipaee.
Secretaria da Ibeaouraria de fazenda d Pernam-
buco, 3 de novembro de 1857.
O offirial-maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Circular n. 3i.Bernardo deSiuza Franco, pre-
sidente do thesouro nacional, leudo recoiibecHDenio
de qoe em algumas reparones fiscaea se s ge dns
nomeados para joizes municipaes o pagamento dos
Idireitoa de Irinta por ceulo da lolarjlo respertiva,
sem se allender aos qoe pagaiam anleiiormenle dos
mesmos carO' queaerviram.quando lem havido inler-
rupr;ao na ezercicio das funecoea publica entre u..
e oulro cargo*, e qoe o niesmo te pralica com os
iiimiri lera para ju zea de direilu a respcito d is direi-
|r>s<|ue pigarain do lugar de juiz inuiii'ipal, em
ife*enlicas circomstancias, declara aos sendores ins-
pectores das idesourar.as de fazenda para sua nilelli-
gencia, e para o fazerem constar a quem convier,
que nao r-1,1 > obligados ao pagamenlo inlegral dos
referidos d.reilos, os juizes muniepaes que u uve-
rem pago dos lugares que occoparam ou sejam re-
conduzidoa, 00 ..orneado e rem v. lo para oulros.
assim como us ju.zea de direilo. h'Js ou nao inler-
r.i|irao 1.0 exercicio das liinrn) publicas, m( s-
menle os correspondentes ao meldorainenlo do
vencmenlo, ou differeura de lotariVs e lugares.
The-ouro nacional, em" 7 de oulubro re 1857.
Bernardu de S*M Franco.Conforme.Ju Se-
veriano da Roo'.Compra se. l'l.e.our.tria de
Perruinl -^ de oulubro de IH57.Joo Pip-
iwta; Conforme. Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
dia, no srinazem leJuaquim Loj(H de
tnei la, uo detraz do ex-thelro elbo.
Al
SCi>.a*d -i>ifi 0
as 2 boras da larde.
&tG&.
Leilo
T -nho a responder ao Sr. especiado*,
que s>! por vmitura, nSo agra.b'i no pa.-e.l le
Poela por intm feiln, Di f'ijs l'agaro
mal que iiilo [>.?., qiira-roe desculpar,
pois que conlii-co a insulliciencia do mirillas
fuljas para o desempentio do m -mi ., ese
aceii.ei-o, foi Dori|.ino contrato que como
ador asngnei, me impOe csse rigoroso de-
ver ; raeu mrito artstico he nenlium, e he
a razSo porque multas vezes vacilo era acei-
tar certos papis.
O substituto.
Quem precisar deunifeitor para 11 m
sitio, procure na rua do Apollo n. 2 A, que
se dir quem preten le,
--- No dia 29 d.; outubro fugio urna ne-
gra de iiar.Ho Bcnguella, de nomo Joaquina,
ja tem cabellos brancos, eslura alia, cara
comanda e descarnada, levou vestido de
cassa azul desbola la e panno da Costada
li-dra i'/'il : quem a pegar, dtrija-sd ao pa-
leo da Penha n 4, quo ser recmipeensado
Na niesma cass precisa-se do urna ama que.
saiba cozinhar, eque seja de idade.
--- Quem quizar ga ralas e botijas vasias,
dirija-se a esquina da ordetn terceira, que
la lem urna porgao
'LEimARra^COMPASUIAtl
F
arinha de
mandioca.
a
Palineira -5" BeltrUo, re-
ceberam pelo vapor Uya-
poL* saceos com superior
fariiiha, e ven lo no seu
armazetn no largo do Cor-
posanto n. O.
A. mesa regedora de n S.
do Teryo tem de so-
lemnisar a testa de sui
excelsa padroeira pela
forma seguinte :
Na madrugada do dia 7 do corrente hivnr
missa canta la, lia-la a qual sera arvorada
pela irmandade a banleira da virgim se-
nliora O meio dia sera annunciado c im gi-
rndolas de foguetes e msica militar, e
o cm seui Ja se bciueriTo as imagens de
UUADOpiJEIMliO \. 10.
Lojade V portas.
Tem Viudo da India urna fazenda
do palha cm peQas, que serve para
camisas do s'ndora edehor.em.e
para fazer objeclos do b:barilliO, as-
sim como lencos da mesiia fazenda,
que depois le lava los sSo iguaes po
mais liuo leiigo de cimbris de li-
nho, > ton o lustra de se 1a
i
i
ttenco
FABRICA DE SABIO.
Sextaf'eira 6 de novembro
k requorimenlo dos administradores da
msssa fall la de I) Candida Mara da Silva
Lima, viuva de Dollino Gonc.alves Pereira
Lima, de ordem e em presenr;a do Exra. Sr
juiz especial do commercio, far leil3o o a-
gente Borja, dos objectos seguintes :
Uro sobrado com 60 palmos de frente e 256
de fundo, mais 2 casas torreas com 35 palmos
de frente cada urna, e 85 de lando, emque
se acba est'belecida a fabrica de sabo, sita
na rua Imperial desla cidade.al com lerreno
baisa-mar no fundo das mesmas casas, com
cambo* caes,guindasledeferro.duas grandes
caldeiras de manipuUr3o,com mesedores de
(erro movidas por vapor, caldeira e machina
da vapor Me for<;a de seis cavallos, duas ser-
ras, sendo una vertical, e outra circular,
bombas de ferro, ludo movido por vapor, 8 goma. KecIfeS le nove-i bro'de 1857.
,)ij.0'opr
Z i nvorps.
iiU
DA

provincia.
Segunda parte da tercena do hospital
Pedro II.
Nos fclizes bUhete rubricado! pelo
abaixo atsignado loram vendidat u su-
guintet sortes da lotera

au-
Continua a ter um completo snrliment
de tamancos de toi%s as qu.ili lides, para
homem. senlions, meninas e meninos, na
rua DireiU n. 29, acina. da travessa da Pe-
nha. Un mesma casa precisi-se de um cai
seiro do 14 a 16 anuos de idaie, que tena
pratica de taberna, ou mesmo sem ella, e
quedo flanea a sua conducta, preforindo-se
Porluguez.
C. C. Johnston. sub lito inglez, o sua
ftinilia retira-s-; para a Kuroja, e q sem li-
vercontas com o dilosenhor,haja de apresen-
lar nestes 8 das.per ser pagse depois des'.e
prazo nao lica res.onsavi'l por cotila al
N S. das xnguslias e de S. Manol da Pacien
cia, pelo que roga a tolas as corporales re-
ligiosas o obsequio de a essi hora mar.da-
reai ripicar os sinos de suas igrejas para
inaior s.ilemniJa le dosle acto, c itos de que
prom-llmente retribu Jas om igjaos
As7 horas da no.te principiara as
i vesjeras.
A alvorada do dia 8 sera annunciada por
i girndolas de fogaetes. As 10 horas da ma-
nhia principiara a festa, seo lo nelU oralor
o lllm. e l'ivni. Sr. pa Ir nieslre prega lor da
capella imperial Joo Capistrano de Uen ton-
ca. As 3 horas da larde satura em solemne
procissSo a Virgen Saatissima, e pereorre-
ra as ras scgunles : Cinco Ponas at o
vivero, rua Augusta, Ma. tyrios, llortas. pa-
teo e camb la te Carmo, Flures, .Nova Cabn-
aa, rua o travessa do liosario larga, pateo e
roa do Collegio, S. Francisco, travessa do
Ouvilor, Crazas, Quemalo, Livramento o
Direii.a a recoltier. Koga-se a tidos os mura-
os
cima nol.nl.i :
3119 1:600$ 1 meio bilhete.
2131 200J 1 dito.
79 200S 1 dito.
I S 2 1000 biiliete.
2713 1000 dito.
1079 100a dito.
82 lOO.s 1 meio.
2390 50.s- 1 dito.
2l(i3 50jj 1 dito.
2576 500 1 dito.
158 500 1 dito.
721 500 1 dito.
282 200 1 dito.
1515 200 bilhete.
1300 200 dito.
238 200 dito.
83 200 dito.
719 20 dito.
1'.7 200 dito.*
cima notados siio pagos
n. 21, escriptorio do
pivmios
na rua do Collerjio
abaixo
geral.
Hio
: T22
las, rte 99 toncadas, ..'uso o 0,a oa(.jo_
Sj dito*
volumes gneros eslraiigeiros
RECBlliDOUIA DE RENDAS I*
KAES l)E PERNAMBI
Uen lime ido do dia J .
Idtiu do dia i
SE
KNAS tE-
6I8JI77
4255701
I 0S3878
.., .,.. atOVINCIAL.
CONSLLADO; 2:-2C.t8IS
Reudlmeuto do dia 2 .... 1:5674569
dem do da 3 ______.
3:828J/27
-&*'!* $& ORC?>
DE
SANTA ISABEL
16.a RECITA D.USSICMT13I
DA
EMPREZA- GERMANO
QL'ARTA-FEIRA, 1 DE MUVEMBRO.
Suliir.i seena o novo drama em 5 aclos, urizinsl
fra.irp, i,.. IuiJo pelo anula Germano Francisco
de Olivera :
BERTHA
grandes depsitos de madeira ou resfriado-
resde ssb&, comportando cada urna mais de
mil ca;sas, ule i de urna mensidades de
utensilios, proprios do estabelecimento.
ito escravos de dillerentes i Jades ja acos-
lumados ao servido da fabrica.
Um laboratorio cliimico par.i a analyse,
conlendo pegas de vi.tro e metal mu impor-
tantes, urna poreSo de frascos com accidos
etc.
Carleiras, almarios, prensa de copiar ,re-
logio e mnis objectos do escriplorio.
Urna terreno com 1U0 palmos de frente e
fun lo al baixa mar, aun- \u a fabrica
33 cascos com az lo de palma, e urna por-
c,3odeditoem deposito om um tanque de
IVrj.0 a lOs horas em ponto do su.iradito
dia, ua mesma fabrica, lera lugar oleilao.
Leilo
(SEM LIMITE.)
O agente liorja laia' leilo, sem limite
contas, de todos os objectos existentes em
o seu armay.em : na rua do Colleyio n.
15, os quacs se acham patentes ao e\a-
me dos senhores pretendentes, quarta-
{ira \ do corrente as 10 horas da ma-
nliau.
Lstando urna respeitavel i "mili,, pr-
xima a ratirar-se desta provincia, o agente
Oliveira fara leilSo da mobilia e mais onjec
los da crisa de sua residencia, a saber : um
excedente piano francez molerno, vindo de
enco nmenda, sola, consoles, cadeiras, mesa
le meio de sala, b-iiquiulMS de xarfio, can-
delabros, lauternas linas, ric .s vasos e ligu-
ras douradas para enfciies de iTes8, tpeles,
i o. in-, una ptima banca de advogado,
banquinhas de mogno e oulras, commodas,
banca com escrivamnlia e papeleira, estan-
tes, marqueza, loucalor, lavatorios, cama
de arruacSo, mesa de jantar, apparelhos li-
nos, tanto dealmoc.0, como para janlar, ga-
assigBado, apenas sabir a lista
P. .. L'fyme,
Attt'.ncfu.
,
Na rua dn Penha n 2 \, d-se com la pjra
f)ra por prego ra/.oavel. a qualquer pessoa,
nas teigas-fei.as edoiuingcs llavera mito de
vacca; convila-se aos similores acadmicos
para o b mi putisco. Na mesma casa eugom-
mn-se e faz-se boliolios para fora por bara-
to prer.o-
Precsa-se de urna ama para o servico
de urna casa de pequea far.ilis, quer es-
ver
das
terceira
- l'rccisa-s de um feitor de campo pre-
feritido-se que tonha familia, para o en^e-
nho Arariba de Pimentel, comarca do Cabo :
q em a isso se quizer sugeittr, dirija-S3 ao
mesmo rngenho para ajustarse.
Vende-sc urna mulata de idade 22 an-
nos, a qual sabe ongominar e cozinhar, e
uina escrava co.ti motlas babili lades, ambos
de bonita figura : a tratar na rua das Plores
n. 23.
- A casa da rua Imperial n. 198, perten-
cenle ao fallecido Jos Joaqun de Lima
nao pode servenlila sem que pritneiro o
comprador pague o< dbitos a que licou su-
geita a mesma casi, sob pena de nullidade
Recife 3 de novembro de 1857.
l-m credor.
JtNGVDAS.
Venem-se 50 jangadas de 4 palmos, e 6
de growora : na rua do Amorim n. 33, se-
gn lo andar.
LEiTAHTHfi&C. g
Rua

do Queimado n.
LOJA DE i POKf.VS.
10,
Chapeos de sela ricamente enfei-
tados de bico de blonds e flores
cum veos ds cores do chapeo.
o
o
0
-..-
"-.? Enfeites de flores delicadas para :.;;
-;H bailes e casaineulos, prer^o com- i'A
modo.
9
--------"^Navios enl ados no dia 3.
* priu- i n i rn.el.iH2 dias a 5 horas, va-
Map' naconal aPerainungn, coinrrandanle o 2.'
.e.tente Joaqun Alves Moreira, em lastro.
jafew-Bsdford por S. Miguel26 me, e do o't mo
porli 33 dias, barca americana dMelinokel de
186 nela las, eapilao C. T.ber, equipagem 21,
em lastro ; a ordom V'eio refrescar segu para
i paca. Perlence a Ne%v-Bedf> Araca'yIG diaa, hiale nacional B.-ueribe, df 31
tonel.. I.-. me pigem i, carga sola e mais gneros ; a Pedro B.
de Cerquaira. Pertenee a Pernambuco,
Navios sabldns no mearoo dis.
Lisboa Brigue porluguez Alin.., capilAo tl.iillir-
mt Wadiliiigton, carg asucar e gomma. Pasaa-
g-.rii, Francisco Jos Pereira.
BabiaBrigua dinam.rquezaFrol, capil. > M. Ol-
tesen, carga parle da que Iroose.
Canal pela ParalnhaBrigue inglez aWaller, ca-
p.lil.i C. Micliar Non. em latro.
ParahibBarca inglese aMary W'on I-. com a
mrsma carga que Irouxe. Suspendeu do Inmeirao.
Os liscaes das qualro freguezias des-
cidade, para conhecim'enlo de quem peilen-
cer, fa/em publico a disposico do srt. 5 ,
com os respectivos paragra. hos, das postu-
ras de 20 da novembro le 1855
Posturas de 20 de novembro.
Art. 5. Todos os donos de estabehei-
mentos de porlas abertas de qualquer natu-
reza que sejam, artistas de quaesquer o Mi -
cios, sachristaes de igreja etc., estilo sujei-
los as segnintes disoosirjOes :
M" N3o lanrjarao nem mandarSo lanc'r
rua, palha, cisco, cstelh-ijo, aparas, ou fi-
nalmente qualquer residuo quo embarace o
transito, ou comorra para o menor asseio
das ras, e dillicultea livre e fcil circula-
tjao do ar atmospherico.
i 2- Todas as mnhSas, al as 7 horas
manda rilo varrer as testadas de seus esta-
belecimentos e oflicinas at o meio da rua,
se do la lo opposto houver igual obrigagilo
ali-s tola a largura della, fazenio condu-
/ fohxo e varreduras para os lugares de-
signados pela cmara, e irrigar nos dias de
sol, as mesui's tstalas immedialamunla
queforem varridas : os infractores dequai
nucr desle, e do ;, r, paKarSo a multa de
..;()0i>, e o duplo na reinci lencia. A cmara
municipal mandar varrer as ras onde nSo
hajain eslabelecimentos.
Em face ponanto de semelbantes dispo-
sices, os liscaes desta cid ule. esperam da
parte daquelles a quem toca essas diSfOSi-
Qes acum ta fielmenta, afim dequeja
mais se queixcm de qualquer iirocedimealo,
quinto por ventura se loinem omissos
Cidade do Recife 30 de outubro de 1357.
O* liscaes,
Man< el Joaqun da Silva Ribeiro.
MERCADORA OEFLANDRES.
PERSONAGENS.
Ca'los II, rtj de Inglaterra. .
O marquez de Murliruer .
Leonel, seu filio......
(ieoige Maswel. lavorilo do re .
I, ulit. mar.ribeiro.....
I.ord B?lgrave.......
Wilsoii.........
Uar.y ........
O chanceller.......
llrlli... rica, pruprictaria do cas-
lellu de Eriklate.....
[.acia Erikdale......
A duqueza A i-iiiidessa de Dorc'iesler. .
I.a l> Cambridge.....
Kidalgiis, etc.
A acea pasa-se em lli(2, na Inglaterra, no cas-
lelln de Erikdale e rin K.el.intuid.
terminara o eapeclaculo com a graciosa farra :
PAGAR 0 M QUE NAO FEZ.
D hilheles
Ibealro.
liermano.
Sena.
I.iu.a.
C.i.rribra.
Un......i,..
Pialo.
Sk.uer,
l.essa.
Alves Pilho.
D. Joai.na.
D. Maiiovlla.
D. Carinada.
D. S iled.de.
D. Menar.
43 t^asomiras para palitos, tem um va- ...
*g ra lo sortimento iguaes as cores, '
'J aos ltimos giirinos chegados de "-.'
X Par*- m
fe Luvas de pellica dc.liuvinde to- ..
_'5 das as cores, para senhoras e ho- ^Z.
^f mons. w
w Lencos de cambraia de 1 inflo bor- 9
*j dados |.ara senhoras '
Vende-se a parle de um sobrado de
dous andares, sito na rua larga do Rosario, e
as lujas de cujo sobrado tem taberna o Sr.
Manoel Pereira l.emos : que^n pretender, en-
copos lapidados, compoleiras, um lindo en-
cerado novo, para cobrir mesa do jantar,
mesa para engommado, bacas de banho, e
t. em de cozinha ; algumas ob as de ou o, e
Principiara as 8 lluras,
acbam-se venda no escriplorio
do
?>ar;t o fUo de.}neiro
Segu com muita brevidade o bem co-
nhecido brigue nacional uAlmiranlco por ja
ter parte da carga engajada: quem no tnes-
mo quizer carregarou ir de passagem en-1 ,,r ;.,,,. ip *"
tenda-se com os consgnala! ios I. I. Dias I 'Si'-* CSU U littll-
adeiadoj|a)f u,ua grande porcflo
de Ub(>as e prancltdes
o dia 10 de novembro vin louro, sem falta, o
os principios para servico de casa, epropria
para mimo: quinla-feira 5 do crreme, as
10 boras da mantilla, no segundo andar'da
casa n. 36, da rua Direila.
Graudc le-
10.
Sexta-fe i fa 6 do comente
AS 10U0RASEXP0XT0'
'lera lugar definitiva
mente o leao da fab. ica
de sabriu da rua Imperial.
constando do que ja se
aclia aniuincido e de
m;iis o seguate : mais de
iOO caixas com sabo,
urna porco de barricas
com aparas de sai>a.o (pro-
Kecifo.
Para o Cear e Acaracu'vai seguir at ;e t
heteira, porta-licor, banleijas, garrafas e tenta-secom o solicitador Joaquim de Al-
buquerque Mello.
Vonde-se urna escava de i la le de 25
annos, multo bem educada, e capaz de to-
mar conta do arranjo de urna casa, du-s as-
oma linda escrava de 14 anuos, com todos cravas para todo o servico, de i la le de 18 a
-2(1 annos, com boas habilidades, urna ele-
gante mulaliuha mucamba, recolhl la, de 15
annos de idade. Com boas labilidades, urna
linda negri .ha da ib.de de 10 a 11 annos,
dous escravos mili robustos de 20 a 25 an-
nos de idade, um dito de 18 annos : na rua
das ^gl!HS-Verdes u 46, se dir quem ven le
Vende-so uin deposito de padaria na
Boa-Vista, rua de Santa Cruz n. 76 : a tratar
no mesmo; e dir-se-ha a razao por que su
vende.
AO BARATO.
Na rua di Cresp3 ii 15, vendem-se cortes
de casemiras claslicis, ricos padres, a 49
o corte.
llosa-se encarecidamente ao Sr. fiscal
da fn-guezia de S. (Jos, que por amor do
prximo ponlia termo ao morador do se-
cundo andar da roa Dlreiti n. 100, quedes-
do as 2 horas da madrugada em dianle nao
se pote para reo ni o grande retido que ex-
bala a grande porfi deouritia ou agua pu-
l ilicada que o mesmo morador lauca na rua
lo las as madrugadas
O nrommodado.
Mil.110 NOvO,
Vende-se em saceos grao les : na travessa
da Madre da I) os junto a alian lega taberna
n. ni ie .1 o-., iim Vieira do Barros.
Nao sci a quem peca tara por termo
a corlo a ijunlo de eslu.iantes ou casca bu-
llios, )UO continuamente existe na rua Di-
reila en urna porta de uina loja de miudo-
zas. discutii lo as vezes eonv-raaedes bom
pouen airosas, para as familias que os ou-
vem. e j.orlaulo he bom que esto so acabe
pois ja bu lempo.
OespiSo da mesma rua.
No passcio publica lija n. II vende-se
co'tes de casemiras encorptdas de diversas
cores a 3;'2(> o corle, mo'i'is madrasta a 20
a jarda o muitas outras fazendas baratas.
-> Precisao de um forneiro : na pada'iu
do For c do MattOS.
Vente-aa banln dereli.U a 800 rs. a li-
bra : na rua do Rangel n. 35.
Jtase prancltdes de
pinlio, caibros, teilias, ti*
j>Ios, e oulros militas ar-
cille fram desneces-l
llgO
hiale Novo Anglica; para carga, traa-se
com Francisco de Paula Figueira deSaboia,
rua de A;ollo n. 5. #
Acaracu'.
Segu no dia 10 do mez corrente, com a
carga que live-a bordo, o lalhabole Sobra- i SariO^ liienC10Il;ir, e tille lia
lense, mestre Francisco Jos da Silva Italis : ,, na* a !- t-1 r
para carga e passageiros, trata-sa com i:ae- ; WLCaStaO S} il (* i 1 '> 1 L > |)t
l^g^'0'11'na uad(:aieiad0|teutes, iw su precitada f*.
cer. Iblica.
No da 6 do mez corrente sabe o ptlbabo-
le Venus ; anda recbe carga : a tratar com Samuel Gsge far3o leilSo, por auto-
Caetano Cyriaco da C. M., ni rua da Cadea risacao do lllm. Sr. iospeclor da alfandega,
do Itccife n. 2. em presenta de um empregarjo desta, e do
Aracaly. Sr. cnsul dos Estados-I.'nidos, por conl e
O hiate nacional Invencivel saho com bre- : risco de quem p-rtencer, e por intervencSo
vida le ; recebe carga o passageiros : trata-! do agente Oliveira, de algum veame, cabos,
se com .Mat luis i Irmilo, rua da Madre de' masUreos e oulrosartigos, ludo usado, para '
lieos d. 2.
Para o Hio de ran* io,
tO)l?VMIIV 1)0 BEBERIBE.
No din 10 do corrente pelas 12 horas
do dia, lera' lugar a sesso semestral dos
Srs. accionistas em assmbla geral no
escriptorio da compaobia rua Nova n 7,
primeiro andar. SSo instados os Srs.
accionistas a nao falta rem a esta minino,
afim de poder-se autorisar o 19" dividen-
do. Escriptorio da companhia do Bebe-
ribe de novembro de IH7. O secre-
Joo Xavier da Fonsera <3apibaribe veleiro patacho nacional Amazonas II, pre- niaior na sua recente vi
Antonio Moreira da Mandones. ten le seguir ro llo com muita brevidade ;' New-York cora desun
Manoi-1 Ignacio de Oliveira Lobo.
::- f Arsenal de marinha.
0e ordem do lllm. Sr. inspector fago pu-
blico, que admilUn-se nesta reparlcao of-
liciaes, lano de ferreiro como de fuinleiro,
devendo os prelen lentes apresenlarem-se ao
mesmo lllm sr. inspector com brevidade.
lnspeccSo do arsena-1 de manaba de Per-
nambuco em 2 de novembro do 1857.-o
^^ Alexandro Rodrigues dos Adjos.
Por ordem do goverao de S. M. lmpe-
agetn .rocedenie de
no a Buenos-Ayres :
lem prompto pane do seu carregamento : quarta-feira, l do correnle, as 10 horas da
para o r. sto e escravos a fretn, trata-sn com manhaa era ponto, uo armazem de avics i\
o su consignatario Antonio Luz de Oliveira
zeveio, rua ds Cruz n. 1.
occorrer ao costeio nesle porto do patacho
americano Fanny Wbittin, (consignatarios
Ilenry Fnrster & C ), onde arnbou por f.irrja ; tario, liuillieiiiie Selle.
Ve .de-se urna mulita de habilidades,
c um bonito rnoleque de 9 para 10 annos ;
ua rua do Colle mus, e ser uelle ora lor o lllm e llvaa. Sr
padre mastre pregador da C3pella imperial
Lino do Monte Camello ; findo os actos re-
ligiosos sir queimado um peruano, mas
vistoso figo artificial na rua em frente a
iireja, e lotos os intervalos serao preen
cuidos pela encllente musici do segn lo
bstalhlo da guarda nacional.
O escrivSo da irmau lade do Santissi-
rao Secramcnto da freguezia de S. Jos con-
vida a tolos os sus rinlos para compare-
cer n domingo. 8 do correte, pelas 3 hors
da tarde eii ponto, na igreja que serve de
matriz, alim deacojpanharom a prociss3o
de N. S. do Terco.
Precisa-se de 'im caixeiro qua saiba
eserever e traduzir inglez correctamenlo, a
quera se dar bon ordena lo : trata-sa na
rua Nova n 42
Na cidade de Olinda, rua do Amparo
n. 23, taberna, ven lem se dous escravos,
um eaooeiro e oulro alfaiate, monis, a a ra-
zio da venda he porque o dono relra-su
(.ara tratar do sua saude.
Venda-so urna inorada de casa terrea
n. 4, paasando a ponto grande la Passagem:
quem a preten ler eomarar, dirij4-se a tra-
vessa da rua da Ma Irc de Dos n. 9, que
adiar com quem Iretar.
Ven iem-se velas de cirnauba muito
boas,: na rua do Vigano n. 5.
VenJe-se a taberna sita na rua da Ro-
da n 18; a tratar na niesma.
--- Vende-so um sellim inglez com to'.os
os seus pertences, c-ber;ala e bride, com
muito pouco uso : na rua do Cab'jg, loja
de calcado n 9.
Vende-se a casa trro da rua do Sebo
n. 25, em c .lo oroprio bom quintal e to lo
mura to, ctcimba s e muito boa agua : a
tratar na uraca da B ja Vista, taberna n. 12
- Vende-se un sitjo no Barro Vertne-
Iho, com bislsnle comraodo e arvores de
f'iirio : quem o pretender, dirija-se a rua
de Hurlas n. 8
i.om.iram-se 2 ou 3crrinhos demo
quecstejam em bom estado: na pra^a da
Boa-V sta casa da esquina n. 2.
O lllm Sr. rege lor doCymnasio man-
da declarar que no da 9 do co rente princi-
piara os exames no tn-smo Cymnasio. Se-
cretaria do Gymnasio Provincial de Pernam-
buco 3 de noviinbro de 1857. O secretario,
Antonio li'A-s'itn )c*io Cabral.
Precisa-se de um caiseiro para arma-
zem de molna los ; na rua da Cruz n 5.
- l)i-se algumas pequeas quantias de
dinheiro a juro com boas firmas ou peuho-
res : na ru do Mondego n. 89.
O Sr. M ni).I Barbosa Alvares Ferreira
iem urna carta no escriptorio de Domingos
Alves Matheos.
- Os bilhetes da lotera ns. 650 e 375 que
'em de correr no dia 11 do correnle, a bene-
licio do rrcolliimeuto de Pa.iacaga, perten-
cem o primeiio a Sra. I) Felizmina L de O-
llveir, o o segundo a Fraoklin Pompeo de
Oliveira.
- Jos Ramalho de Souza retira-se para
lora do im.teiio
- O bacharel Julio Augusto da Cunha
GaimarSos ahno san escriptorio de advoca-
ca no paleo do Collegio n. 37, primeiro an-
dar, on le p le ser procurado em lodosos
dias utes, das 9 horas da inuiliaa as 3 da
tarde.
OSr. JoJo Lobiio faca o favor de vir i
tanda da rua do Kncatitamento n. 5, vero
seu viol.1o por todo o (ai de novembro, se-
nao sera ven lido psra pagar o concert,
pois ja faz bstanle lempo; e ser vendido
pelo preco de 83000.
Est a cliegar do llo de Janeiro o pa-
tacho portuguez Mara, de que he capilao
Manuel Uodrigues AWes, que se deslina para
o Poito, lera aqui poneos dias de demora,
tendoj parte da carga arrimada ; para o
resto, trata-so com os seus consignatarios
Francisco 8everiano l'.abello & F1II10, no lar-
go da Assembla n. 6.
- i.uniniu'a anda por apparecer urna
pulsetra Ue ouro do 18 qnilales, que se per-
deu da ponle da Boa-Vista ao aterro, casa
n. 2 : quem a tiverachado. lave-a a rua do
apollo n 5, que sera gratificado.
- Conltuua-se a dar dinheiro a juros
razuavets, sob penhores : na rua da Praia 11.
43, segundo an lar.
Um moro rhegado ltimamente, coi
i .'. J de 15 anuos e de muito boa couducta,
deseja arrumar-se em urna loja de fazendas:
quem precisar annuncie por esta folha.
Publcatelo lilleraria.
O manual do csludanle de lalim, dividido a
em duas parles, conteni a primeira um
i".im en lio de grama.ali 1 latina, ex'.i.lii ln
dos meltiores, e a segunda contando a my-
Ihulogia e um tratado dos costumes dos an-
tigos rom-nos, 1 volume de mais de 300 pa-
ginas em oitavo, encadernado, por 5:000
..i'lia--i' venda na livrana da esquina do
. die io, dos srs. Guimarfies >\ oliveira
^ Aljjodoo da Baha, potassa da
W Russiae do Rio de Janeiro, e cal @
($) virgen deLisboa : na rua doTra-
picLe, armazeiu ns. 9 e 11.
Precisa-se de serventes forros ou escra-
vos, para as obras da igreja do Divino Espi-
rito Sanio, .agaulo-se a 19120diarios.
Aluga-se ura grande sitio na estrada
d'3 Bebeiibe, no lugar denomnalo Jacar,
cora una boa casa de vivenda, cocheira,
grande, btixa para capim, lugar para criar
vaccas le leile, bastante arvoredos de fruc
to : os pretendenles dri|am-se a rua do Ro-
sario, esquina da rua do Oueimado, no se-
gundo andar, que acharSo com quem tra-
tar.
- A pessoa que annunciot querer con-
prruma escrava ero Olin.la, na rua da Boa-
llora, ..le- 11 lo urna muito boa, com habi-
liMl-ip' diz, dirija-se a rua estrellido
Rosario n. 25, primero an lar.
GiZGfA FORENSE.
Q> senhores assignantes mandem buscar
os nmeros 9 eto desle jornal, na livrana a-
eademica, riia do Collegio n. 21, onde s^
continua a 'eesber assigaaturas pelo pre?o
de 6^ por semestre. .
Precisi-seae um primeiro ou segundo
an lar, sen lo no aterro da Boa-Vista, e que
fnlia sal.1 la paia o Capbaribe, da-se de
aluguel 5005 rs., epago adiautado, o com
arren.lamenlo por 3 anuos.
Tem de ser arrematado por venda
na audiencia do Dr. juiz de orpliaos no
dia (i de novembro, o sobrado da rua da
Guia n. 42, pertencent aos berdeiros do
finado Silvestre Antonio de I.age, cujo
valor he de 5:U00,s'J00 sendo esla a ulti-
ma prara.
Lotera .
DA
Papacara .
O abaixo assignado tem exposto venda
os seus ..mo felizes bilhetes e meios da se-
gunda paite da primeira lotera cima, na
rua da Cadea do Recife n. 45. e na .ruga da
Indepan icaria ns. 4 e 37 a 39.
O mesmo vendeu os se^uiules premios da
lotera do hospiul Pedro II.
1 meio Numero 1I9 1:5005
1 dito 2390 50/
O descont dos oito por ceulo he prorap -
lamente pago na rua da Cadcia do Recife
n. 45.
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
ROVINCIA.
O Sr. tbesoureiro das loteras manda
Fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da rua da Aurora n. 2G, das 9 huras
da manhaa as 8 da noite, bitnetese meios
da segundi parte da primeira lotera
do recolhimento de Papacara, cujas ro-
das nndam no dia 11 de novembro.
Thesouraria das loteras, 51 de outu-
bro de 1857.O escrivao, Jos Mara da
l uz.
Aluga-se urna ama que saiba engora-
mar para casa de potica familia, e paga-
se bem : a tratar na rua do Apollo n. 1
A, segundo andar.
SARAO
Graneo, ama re 11 o, casta*
nho c preto.
Anrlraile. Mandes \ C.4 com fabrica da sabAo no
fi'u da rua do B..un, e deposito no largo da aiiem-
hlpa n. 9, lem a honra de presentar ao resptila-
vet publico dela provincia edo imperio o melhor a-
hilo que lia appa.ecido no meredo cnn.o j est co-
nliecido pelos Sr. negociantes do Irapirhe, nao s
pela vanlaceiD de nao diminuir o peo por qaalquer
que sejii o tspaco da lempo (o que se garaole) mas
minia pela sua coni(eiicia : o que mais aprecian
as cuhiira* lavadeiris. por se loritar menor a d*pe-
sa que fazem com lal seero, cojo sabio lie contie-
ndo pelo titulo sabiio hespanliol da fabrica no
Recife.
O hrancoqne se pode chamar propriamenle liespa-
nhol venrln-se a rel.lhn de urna caisa para cima pelo
preru de io r. a libra : e ludas ai oula qualnla-
des de 50 e^isAt-para cima : purera em porr,es me-
nores Adianto us prelenden'es nos arinazens dos Srs.
Vicente Fe.reira da Cola, Joaquim Filippe d Cosa
& C, Antonio Jos de Su../.. Itoimere, Manoel
lavares Cordsiro, Martin* ,V Piulo, e l.oureiro ii
Koctia.
Al o preeDle lemus conhecido sabo qoe nao
deisa de diminuir uo peso, principalmente fabricado
no imperio, e e.le quai.lo maior lie o espac.0 de
lempo in.o. he ua dinonui^ao, a ponto lal qoe uo
aspae* de 3 a i meies rings a diminoir a quarla par-
le, e deta maneira perde o comninidor cooidsra-
velmenle e.n se sen'.ir.
Pelizmenl* boje j se conhece o ahSo livra de um
lal Inconveniente, pur se ter conseguido un proceio
novo, poder ue vender pelo mesmo prer;o ou Cun
diminua d.Arenla quedo anligo.
Entreunto rnamfeta-se na mesma f de** enliga qualida.le, e se vende por menor preco,
se por ventor anida pode h.ver, i isla d.' melliu-
ramenlo desla inloslria, ron.imidor queaquelra.
OlTerecemoe ele pequeo annoi.rio como um con-
vite fundamentado para concurrencia dos tregeles,
e para siin.nmcao da emprez* naseenle, que em
\ iT.la.lo honra a provincia. E a prova he, ver-se
decalnda duas ou tres vexeaonta fabrica montada em
Lr..n le paulo, com a niii r.'n. do gt.verno, rosa que
produzta roao tabSo, divido io a nao quererem a-
liiii Ion.i. o a o I...O proceso. do qual se nao pode A-
ter deposito pela cnnsnleravel prrda do peso.
Oeseja-sealugar um rscravo, que faca
todo o servido de una casa, e que entende
do cozinhar a tratar na rua Nova n. 10,
loja do Sr. Joaquim Moreira.
oteria
Fiacao e tecidos
de algodao.
NSO se lendo reunido noraero si>Qicienle
de socios pars ser eieita a Qommissao fisca-
lisadora no dia -27 de oulubro, os gerentes
convidam os refe.-i los sonnoies para nova
reunan no dia 6 de novembro prximo fu-
turo, quan lo se tomarffo as me lidas neces-
sarias a prumpta realisaco da empreza
esperamos que al o dia 6 de novembro os
socios que inda iiHu comptetaram o psga-
rrieuto das p estaqO^s servir-se-ho real.sa-
la- no escriptorio do senhor Guerra.
Itecfe 27 de novembro de 1857.
.tmorim, Farit, Guerra.
Julio da Costa Ribeiro faz ver ao
espeitavel corpo Jo commercio, rpie
tem admitido o Sr. Antonio Jos Conra-
do para socio de sua loja de fazendas.
sendo a irma social de JulioA Conrado e
obrigada, tanto no activo como no pas-
sivo da mesma casa. Kecile 2 de Novem-
bro de 1857.
IWPE'.
Joaquim Ferreira MenJes Cuimiraes rece-
beu ltimamente pelo paquete Imperatriz,
nova reinessa de excellonte rap nacional
princeza, da fabrica de Joao Jos da Itocba r\
Snbrinbo, do llo de Janeiro, mide be muito
e lido pelo nico que mulhor
i
i
i
i
(0 Mansel C.SsiaiKi de Uliveira Ledo
acaba de dar principio a um curso
paiticular de geometria, e continua
l9 a receber alumnas : quom quizer
/ frrguentar dirija-se quanlo antes a
v sua casa rua dos Quaneis n. 22 pri-
in.oro andar, a nieusalidale he 5?
k adianlados, aula das 3 as i da tarde. (k
Itog.'.-se a pessoa rpie por engao
Irocou um cliajieo de mussa por nm de
castor pr.-lo na igreja do Carmo, queira
dirigir-se'ao pateo da mesma igreja ta-
berna n. 1, para desfazer a dita troca.
Hospital de
totlos t,s santos da ve-
iieravel ordem terceira
de S. Francisco.
Precisa-se para o mesmo de um ser-
vente forro ou captivo para o seu fervieo,
a pessoa que estiver nestas circumstancias
pode dirigir-se ao irmao ministro na rua
da Madre de Dos, era casa de sua mo-
rada.
Precisa se ds urna ama de lcite : ni
rua do Hospicio n 15.
OlTerpce-se para ama de urna casa de
pouca familia, urna pt-ssna forra : quem do
seu servico precisrr, dirija-se ao becco do
Cambia, na Uoa-Visla, lado rsquerdo, em
ut po 13o que tem bananeiras, rij Azevedo.
N. ~2Rua Larga do RosarioN. 32;
O dono do Bazar i'emamliucano avisa aos
| dos Santos Porto ; em Sanio Amonio, laber-
I as de Domingos da Silva (lampos e de Jos
Ida Silva Pinto & C, lojas de Jos i Boges
| de Castro e Manoel Jos l.op.-s : e Boa-Vista,
loja de Viuva Dias Per. ira Pinto.
m
l*ara n Haba.
A vrleira sumaca nacional Xmpbilriln, se-
gu para a Hab. no Om da rsente se nana:
para o resto de seu carregamento, trata-se
co n o su consignatario Antonio Luz de
Oliveira AzeV'-do, rua da Cruz n. 1.
Para o Porto s gue rom a maiof brevi-
dade a harta porl' gueza Santa Cruz, para
carpa e paSSSgCr>>8 trata-se corn os consig-
natarios TbomaS do Aquino 1-oust.i rSl l'llllO
ua ruado Vigano u, 19, inimtiio andar.
C.| rua da Cruz.
O eapitSo Samuel Gago frao leilSo,
por intcrvi'iiQSo do agente Oliveira, e conla
c risco dequ.'in parteneer, nen presuma
doSr cnsul dos Estados-Unidos, de cerca
einenenta mil ps de madera de pinho bran-
co, em pe lacos de 9 at 18 pnllegadas de
Nrgura, e de 12 at 18 ps de comprimento,
p-ra ocrorrer ao costeio nesle porto do pa- a '2.! MI os de ida !e
lacho amencauo Kanny Wlnilin, consigna-, taberna n I-
tar ios Ilenry Korsler c G i, on le anibou por
foi<;a miiinr na sua recente viagem procj-
dentede New-York com desuno a lloenos-
, Ayies: quarla-leira, 4 do corrale, ao moio
20.
Para Lisboa spgutcom a maior brevi-
dade possivel n barea portiigu^za Ilorlencia
caaRSo JoSo Sil veno llomano, po lerpa.te
.1. seu carrega nento pronplo : quem nclla
lui'ercarregar ou ir le jassagem, ps' o
qoe te.n excelleutes comino tos, .iri)a-sea
r .a do A .olio n 16, em casa de Manjel do
.Nasciiieuto Pereira.
Vende-pe um rnoleque crioulo de 20
nj pjleo do Carino,
-- Na rua estre;ta do Rosario n. 25. ni-
meiro andar, vcnle-se u^na escrava dona-
cSo, engoinuiudona, cozinbeira, e lava de
sabito,
AsSoca|aV> de Colonisacao em l'ernain-
buco, Parahiba e Alagoas.
Os senhores accionistas desta assocaQ'o
silo cotivi lados a realisar-m a primeira pres-
tago .le 10 0|o en c informi lade do art l
dos estatutos, at o Rin le novembro prxi-
mo futuro, om casa do thesoureiro o "ir
Tliomaz le ".quino Fonseca Jnior, na
lo Vigarion. 19.
Precisa-se de 2 anvssa lores, pkh-sc
bem : na oa laria de Poi.Cia 10 i\ Salga lo
Precisa-sa do urna ama de lcite, forra
ou CapliVi : na rua Augu-ta, sobrado n. 21.
- OtTerece-se um am para casa de ho-
mem s illeiro, para cozinhar o diario de urna
casa, de .nr.:.s ..ara neutro, sen lo ii pessoa
de boa conducta j ua tua da Uangueira da
Uoa-Visla n. 6.
seus freguezns que he ebegado ao seu depo-
subslitue o de Lisboa, pela grande seme- sito de charutos um competo sortimento de
Ihaiwa que com elle ten, Untoem cor como varias nlarca. dM auIoros DMi ac,c,ii,..doS,
B,"rt TI, k hc.Um.,,em Jl>jm aprecia- cierros de Havaoa, pbos.boros de cera, di-
pssc sasr.a3Was *jsbkss s asa vtas
com boa con iucta. para caixeiro de pa Jara,
na travessa do Rosario u. 2 A.
sellins
nntcnte inglez.
Perdeu-se hontem, a de novembro, pe- Sl0 ,,. ,Ho. acham-se a vfn*la o. vefd.dcira
las S horas pa anlia, viudo so do conven-:, |,,n enl>Mid>iSsellsus ingleses pnlfui.: na roa
to de S. Francisco pida 'ua da Cadea, Ira ,: Trap ch<>-N*o n. 12, armazem de fazendas de
vessa da mesma ate a casa n 3t da rua das A lms..o ,\ C. Ilowie,
Cruzes, un-i pulc.rira de cornhns brancas | iw-vt-v lp / aJTrnnl'f V\\\.
ene.-toada- em ouro : quem a clmii, que- i I "> "' "1j \. l\H GtUM Ij Ei.iU
rendo le-iiiui-la. dirija-se casa acial, no RLCIHO, 1)L FAUVtLGL-UtLEJJARR
ni-; pars.
Qualio annos de experi neis tem assegu-
IPERDJ
primeiro an i ir.que lar-ae-hHo toJos os ma^
rua jsitfoacs, e gratificar se-ha.
^o da 7 de novemTO crrante, cm
p-ac,a oulihca .lo Dr. juiz municipal da se-
KUiida va a, prove I, r de capailas e r. si loos
vai prara por veo la, a qu ra pa-le da
casa n. 7 de doos an lares, sita na ruado
Culi gio, a reqierim oito do leslamei.ieuo
e mvei.l liante dos bou- da liuada 0 Ign*-
ci Maria Valentina quaita ra rio do rele ido sobiada cm .
2.0009000,
rado aos | entes le cnuichouc ' hoja lem, nfto so f-m I tanca como no ii.un-
de inieuo sflo sem coatadicr;3o os u>ais
agr da vera de lodo- ns p ules, mais lun los
qoe On d.- Ui.l tilia, s3o os nicos que nao
fazem c-hiro c bello, por caos da el ctri-
ci lade qoe c..uiem,>rc.e.sceii'lo a estas vn-
!>!.; s a de nao seren mala car..i do que aA
ii iiulilo i esta a Imira.iv.-I invengo de
exposifiSo uuiveissl de ij5.

DA
Provincia. j
Os abaixo assgnado9 tem expostos a ven-
da na sua loja no aterro da Boa-Vista n. 56,
os sous bilbetes e meios da lotera de Pa-
pacara, os qoaes sSo gaanliaos, e sendo de
lut para cima a dnuoro, pelos seguintes
presos :
Hilhete 53500 recebe 5-.00C3
Meios 20750 2:5003
Silva Guimariles & C.
Precisa-se alugar urna ama que eu-
gomme e faga o sorvirjo de urna casa de fa-
milia, sendo de boa conducta : no aterro da
oa-Visla n 56. loja de bilnetes.
Precisa-se de urna ama de Ieite, e quo
o Icnha bom : no aterro da Boa-Vista, laja
de bilhetes n 56.
Na rua do Trapiche Novo n 12, caf do
commercio, precisa-se alagar um preto e
urna preta para o servido de cass, e sendo
bous paga-se bem.
Joaquim Baibosa Lima pretende abrir
um novo curso da liagua ingleza, no da 9
de novembro.
-~ Aluga-se um preto cxcellente coii-
nbero, tanto de foino como de fogSo, o
qual ja servio em uro hotel no llo de Janei-
ro, quan lo la morava seu senhor : quem
delle precisar, dlrija-se ao pateo da matriz
te Sanio Antonio n 2,
MUTILADO

ILEGIVEL
-




r

1AKI0 DE PERNAMBUCO QUARTA PHHU Dt
nm* N."i8.
TEM PARA VENDER DM <
SOR! EMENTO DE
.0 DE 18.YI
I
sssk
$ TEM PARA VENDER LM GRANDE
&&&^%B SORT1MENTO DE |
IRELOGIO
gsSK ? rSS^
I
I
de todas qnslidadei, hnlo de 01RO como de
1'KAIA, patente iui ssim como
FOLIADOS E AI.VAMSADOS.
diloi para seulior.s, ele., por presos eommodos
e garantido!.

m-se- m( tm ^;; c^ sm m& es? a a a
C01S0LT0R1 BKsPaTUGO
DO
Rl'A DA.CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO~
Onde se achara sempre os roais acreditados medicamentos, lanto eir. Unturas comn
m glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante eommodos
REgos FIXOS. S
Botica de tubos grandes.
Dita .'e 2* B
ita de 36
Dita de 48 o i
Dita de 60 d i>
Tubos avulsos a.....
Frascos de linturrademeia onga!
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com n'dc-
J ciontrio dos termos de medicina......
Medicina doaeslica do Dr. Henry .
Trata memo do cholera morbus ...,'.
Re"e-torio - Ven le-se
urna purc'io d caibroa o,
cardas que foram de au Jaimes : na ra \uva
n. 18
Venlcm-so tres venesians em rnuilo
bom estado: no ateno da liua-Vista lua de
mneles n 56.
--- Ven lem se 6 eseravas mocas, sendo 3
lindas mulatinhas e recolhidas, ptimas para
mucan.bas, c un principio d.) costura e en-
g 'al, e3 relas do todo o servico: na
ra Dreili n. 3.
Venden) se 12 cadeiras americanas, e
oulras tantas de con luru', de pnlhiinias, e cimento um excellente aorliment de vesli-
uma excellente ca >,a de ferro, com pouco I,los de se,i* com babados, de, todos
Ao har lo
FiZENDIS B AS E BiMTAS 0 PREGI{A ESTA QDEI-
m nova luja (!< porras, MAHIIA
na rua do Queimado n. 37, pasando o beccoi i '"',
da Oongreg.co, he chegado .este estele-1 *' reaflllaj! (la lu jo
10/000
150000
209000
25500C
309OOJ
19000
9000
PEDRAS PRECIOSAS- S

Adereces de lirilhanleg, ^
diamante* e perolas, pul- ?:
asirs, allineiei, briiicus 9i
e rozelaa, bolOes e armis J
de difVerenirs eoslos ede k-,
diversa) pedras de valor, j
20500
10/00
2/000
Miu

i
; Compran), vender oo
& Irocam prala. ooro, bri
W Ibantes,diamantes e pero-
S la, e outras quaesquir $
j* joiasde valor, a diiiliero ,*.
$ uu por obras. jj-
OURO E PRATA.
1 "" I
^ Adererui completos de 'J
9 ouro, n.. ios dilos, pulsei- <
ras, airinetes, brincos e *
Sj mielas, conloes. Irancel- ^
*: lina, medallus, crrenles 3
w e enlelles para reluci, e *
ijj oulros muitos objeclosde t
'&. ooro.
J* Aparelhos completos de 1
& praUpara eh, bandejas, J
| salvas, eatUeaes, colheres %
J de sopa e de cli, e mei- jo
i los oulros objectos de 1
i pra'a. *
iTiiinimiiiiiiiiiii iiiiiDiiiiiimmfi
Ra do Cabuga' n. 7.
Beeebem por io-
dos os vapores da Eu-
ropa asobr istlo ruis
moderno gosti, tait-
tm^&^&fmsx$v& to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem pos
pretgo commodo como costuiuaii
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende billietes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quaptias de lOfiOOO para cima, a di-
nheiioa vista, em sen escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Billietes S$500 recebe ."):000.s000
Meios 2S750 2:500s000
. J Luyine.
Na rua do Trapiche n. 17, escriptorio,
pre-eisa-se deum prelo para ciiado.
li^asa desande 1
5? O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- ^
labeleceuem sen sitio da Pussagein
da Magdalena, que lica ao norte ^
da esliada entre a ponte grande *
pequea do Cliora-Menlno, ex-
gnerreolypo.
Thomaz chegado ltimamente a
otlnrece-sea tirar retalos eral
lempo, e com a moior perfei
possivel, o pioce>so especial de que usa
tulita o annuncimte a garantir ao illoslr
uso : u liat>.r na rus do Qu-imalon 43.
FAZE\AS DE ROM fiOSTO.
Superiores manteletes bordados a ma-
tiz o mais moderno que tein viudo a es-
ta piara, ricas sabidas de bailes de gor-
SarSo de suda guarnecidas de pellucia
branca e de cores bordadas a matiz, as
mais superiores' que tein rindo a Per-
nambuco : na loja do sobrado amarello
nos quatro cantos da rua do Queimado
11. 29.
Cortes de tarlatana bordados blan-
cos e decores com bibado?, pelo bara-
tsimo preoo de2'fS00 : na loja do so-
Orado amarello nos quatro cantos da
rua do Oueimado u. 29.
Vende-se um escravn crioulo, de boni-
ta (gura e com algumas habilidades por ser
ptimo pescador do alto, e projrio para o
servico martimo : na rua da Concordia n.
26, trmazem de mat:iaes.
Ven le-se urna casa terrrea e com um
terrpnu para edificar ducs bas casas, no lu-
gar do Pociuho, por detraz de Santa Tlie-
reza; os preiendentes dirijam-se a rua do
osario, esquina do Queimado. no segundo
andar, que achsro com quem tratar
Ao barato.
Ceblas despencadas a 640 o ceto, e em
molhos, por prreo commudo : na rua da
Piaia n. 18, arniazem.
Vende-se um carrinho americano de i
ro las e 4 assentos, em meio uso, cam os
competentes arreius quasi novos, para um
cvallo: para v.-r e iralar, na coclieira da
iua da Guia, de Uchoa & C.
Nova .f;it de malabar
Vende-se esta agua a melhor que t^m *p-
parecido para tmgir o cabello e suissas de
yrel i : na livraria universal rua do < ollegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
nando a forma de pplicar.
Pilulas depurativas do Dr. Alian.
Veiiiem-se iinicanienta do escriptorio de
Vicente Fcrreira da Cusa, pa rua da Madre
do Dos n. -2-2, a 15 cada vidro, e 10/a duzia.
Vos. e assevera'Ro aos fieguez.-s vand-
> vesli- Oueimado, continua a queimar na sua loja
os pre- i. a, esquina do becco do Peixo Frito um
. id-r-se! lindo e vanado Mirtimento de fzendJs .lo
por menos do queem nutra qualquer i>aile. | bomgosto, por baralissimos procos
Assim como olindlnas da quad-ns a 900 rs. o \ que sem ambicSo se conlrnta con mu
vova.lo ni nanas Je seda mu lo tinas a tsoO 'co lucro, e nao lhe sendo possivel i
o covad.., sedas de quadros a 800 rs n co-iem um pequen annuucio ludo quanto tein
vado, ditss entestadas a l/500o covado, cha- de boni para S-
ly lavado mo lerno a l5200 covado, cassas
fraacezas muito linas a soo e720 rs. a vara,
muselinas matisidas a 360 o covado, ditas
miudinhas a 28o o c.ivado, chales de cse-
ntir muito linos a imitacSo de touquim a
223, duques preio ede cores muito linos a
iOO o covado. riscados indianos liaos e
largos a 32o o covado, I9azinhas miudinhas
e linas a 360 ocovido, grosdenaoles de core-
a 10700 o covado, dito pn>to muito fino a 2a
o covado, cortes .le collete de velludo mu i lo
Unos a lis, lencos de cassa a 100, io,> \m
rs., e muito iii8i, fazendas que nao he possi-
vel menciona por haver muita diversida-
de, poreni com a vista n3o deizarSu de com-
isar, porque as pegas lhe h3j de agradar.
c cheira.
Troin de eozinlia.
Com.del. tro a d^cozinha.t. nlo estanha-
lo como sobre porcellana.e teencez de ferro
iMlido, bem romo todos os arranios para
casa, temos ieb nJejas muilo linas e por
cummolo pr.xo : n-, rua da Cadeia do Reci-
te luja de ferragens de Vidal & Bas tos.
POTASSA DA BSSIA E CAL
riRGEE
No deposito da rua da i.adeia do Recife,
possivel notar a.ri"8Zem i'2> Qa muilo superior potassa
lu io quanto tem : Ra's J'l da fabrica do Rio de JaDeiro.
lorvir aos s.-us freguezes, i?ncal JeL'sboaem pedra, tudo chegado ha
menciona apenas olindinas, fazen la de seda I Joucos Uias e ven ler-se por menos preco
ealgodo, propria para vesli Jo do senhora,
pois,
III 1110-
iiua
Vende-se um
no va n. 61.
carro novo de rodas
de goslos inleiram ote novos a 900 rs o co-
vado, corles de targelinas para vestido de
senhora, lizenla muito fina e do melhor
gosto inglez, cora lisiras de seda e campo
escuro a lajeada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo aaralissi-
mo prego do 440 rs. a vara, cambraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas franc /.as de linios gostos a 600 rs a
vera, chitas francezas escuras, matizadas
cora lindos e novos padres a 260 o covado,
ditas claras, padroes largos e miudos a 280
o 300 rs. o covauo, ricos cortes de setim
bordados para cohetes a 4 cada um, ifiazi-
nhas escuras de mu ricos e variados padres
^ropnas para vesliio de senhora e roupes
de meniuas a 500 rs. o covado. riscados
monslrosde cores alegres e mu elegautes
gosios a 220 o covado, dilos francezes de
jjuadros de lindos padres a 240, mjssulina
anca a 320 o covado, dita muilo lina 400
assentos, eo".o orna lioa pareiba decavallus a, esiam.iaua de lindos padres a 320 e
um i> ulato bom bt.lieiro e um bom cabrio rs' Cuv 'l0 clli'as finas do cores ciaras
let Vendem-se tambem boas parelhas para i "^AlDt"8 H".8 W0J *s 200 e 240
carros, e cavailos para cabriolet.
Vendem-sc os seguinles escravos
1
bonilo ngro crioulo deslannos, 1 mulati-
rs. o covado, ,ieeas de cambiaias lisas tapa-
das, muito linas e com 10 varas a 69600, di-
tas de -Ha mais eheia a 4-5600
dita transpa-
.iiiiit/^, i ululan- r> ,,,. iM\m o
nhodc 16 !.nnos, bonita figura, 1 dito de 10 I i L AS 'i,ras' mull ""asa 5~*o pe-
annos 1 negra crioula de 18 annos, com ha- .Up. *5 ,'etaal>a de rolo com 10 varas
h.lidades deengjmmar e cozinhsr : na rua 1' un,a' Bravatasdesetiin pretas e de
!a Aurora n. 36.
- Vende-se a loja do aterro da Boa-Vis-
ta n 29, com urna ptima armae^o enverni-
sada, com fazenJas ou sem ellas : a tratar
na mesma
- Vende-s'' na rui larga do Rosario, loja
de miude/as n 40, um grande sortimenlo
de rendas e bicos no linlio, chegados ulti-
niamfntede Lisboa ; o preco he o mais ba-
rato que ero outra qualquer .arle, e a quali-
e superior : a elles, antes que se acabem.
I
Vendem-se
CASTO
chapeos de castor branco e
Jo3o Thr.maz chegado ltimamente a esta
cidaie, offerece-se a tirar ret/atos era bre-
tempo, e com a nuior perfeiQo
ha-
publico pernambu'cifiV; bejiew'de Mus're- I A^U1 ''"' Cm 0"'aS de fet r0'
idaite, indigestan, rheua atismo, erysipeia,
constipagao, ele Beodo que seus benficos
elfeilos seestendem igualmente s moles-
tias ebronicas. Aos seotiores fazen ieiios o
mais habitantes do interior, toma-se neces-
sario s ipprir- se deste me llcamento.
VENE-SE
tratos, e barNiissimo .
galleria de Arcenio e
andar.
ifap par ense
,?
ultimo navio.
DA
o
FABRICA N4CI0YIL
GUERRA TlBOERQE
ESTABELEG1NA NA l'/fi" I.ncia
DO
GrJo-Par
na rua Nova n 23, | lco de l,nilt Cadault, primeiro Cabos de manilliae do couro.
Metal amarello e cobre de forro.
Pedias de marmore prra mesas.
Pregosdecobre grandese pequeos.
No armazem de C. .1. Astley C.
II .llegado a loja 'e Lecoote, aterro
da Hoa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar i ^ u11"1' Pablos de panno fino, todos
oannos, sardas e esuinhas, igualmenieo a- SI ;*sobreeasaeados, preio e de cores,
femado Oleo babosa para limpar e f. zer cres-
eer os cabel los
9
Vende-se
N. rua do ree.no,
loja amarello 4,
l>E
cor. goslos mojemos a 19280 cada uina,
cortes do brim de :;uro linho a 9300, 29400
e 2/500, casemiras de lindos padri s s 55500
e 6# o corte, ditos de algodao de lindos gos
tos a 19, 19440 e 19600 t-ida um, lencos para
maoa 20, ditos com bico muito linos a 360.
chales de gaze, ditos demeriu lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
propnas pera caigas e palitos a 560 o cova-
do, casineta preta lina a I9lo0 o covado, len-
cos do seda de lindos padres a 2? cada um.
eoherloresdealgoiao para escravos a 700
rs. cada um, de lodas estas fazendas e de
muitas outras que se nao menciona., mas
que se veuderao por baratsimos procos, e
se darao -mostras com penhor.
Charutos de Ha-
:
m
o
f Roupa fcita para liomein, ebega-
; da ltimamente de Paris pelo
ill
l.' .1 ljl.il n;il,l uu V^MOl a-.llCllill(), U\- J; j ...
cellentes actnmodaces parare- f ft" n"; ft/'IJ, ^*Vg
ceber todas as pessoas enerma, b.o Alves d. Silva, e noX,r?o da Bo8-"is
que se quizerem utilisar de scus @| mrente da matriz n 88, taberna dos Srs
serviros mdicos, os quaes serao ''"imaraes & Coucalves.
O
o
i
loares,
prestados com o maior esmero. $$
O mesino Dr., para o iiin supra-
indicado e para exercer qualquer $
outro acto de sua profisso den- f'-;
tro ou fra desta cidade podera' S
ser procurado a qualquer hora do & i-
frdo?Uo %\^?^Zu'2S^
as ute.s, das_9 @ pode vender mais barato do aue em on.ra
dia e da noite. no
a exceprao dos d
com fabrica de pentes de tartaruga na rua
'r'u,ce'r "visa aorespeitavel pu-
blico e a todos os seus freguezes; que rece-
beu pelo ultimo navio de Frno. um grande
e
o prcc.o
do que em outra
qualquer parle, tamo a retalho co.no por
alado.
AUGUSTO STA1IL ML'DOU O SEU
k'. II 4 II P
IBEliEUENfl
PHOTOliSAPUICO
lioras da inanhaa a's 4 da tarde,
quesera'encontrado no primeiro j)
andar do sobrado n. 9, do pateo ^S
Camuns & Licna le^n a venda em suas
loj?s ao p do arco de Santo Antonio, e rua
do Cresjo n. 12, uina fa/enda inteiramente
nova oara vestidos, com desenhos iguaess
ISazinhas ; cuntentam-se em ganhar pouco. a
oparaissoabnram o preco de urna pataca a"aarlerreo. airada por
o covado : os chefes de familias, n3o devem : AVISt> aOS
perder esta occasiao de trazerem asseiadas .1 k
as pessoas desiacsa, e por 13o pouco di- ll* OOfl |)ita(l i.
He chegado a este mercado o excellente
rape prineczH de MoriNnde, fabricado na
aterro damima.n
apr. ci.tiOns
e por 13o pouco di-
. assim como po imperial de
l y rio de Fiorenga para brotoejas e asperida-
escura e o avllu-
dado da pnuiornsa di vida.
Ni rua Nova n. 18, I jja de M. A. Caj
6 C ha um grandesortimeuto de obras fei-
ias de alfaiuie, do todas as cores e quali li-
des, as mais bem acabalas que se polcm
encontrarnesie g-nero, c^s-wquese mon-
tanas romptas para as senhoras que mou-
lam a c-valio, um gran le sorii nenio de dif-
fdreotea Uzeadas para vendir-se e fszor
qualquer obra de eneo^menda
s ra'um s6 paia todos.
-- Na rua das Cruzes n.28, segunloan-
dar, ha para ven ler i sof de mogno, 1 me-
sa dejneiodesoa dejacarandi com pe ira, e
1 consolo com espelbo gran lo, tu lo em bom
estado, e por preco commodo.
Veodem-se duts moradas oe casas na
pOVOacSo .os Mugados, rujas casas su echam
ree lilicadasd": no.o, e as priucipaes ras,
uor preco cou-mo lo: quen pretender, diri-
ja-se aquella povoacao. a fallar ao Capitgo 2
Moraes, no pateo da Paz.
Feijao
Casacas de panno fino prelo e de
Alcores, sobrecasacas de panno fino .
; iireto, toda oi rala de seda, bralo- -'
"* dilVita de encommenda a 309 cada S?s
-' :
::-. fraques e quinzenas de cores, com '.'?
; msela da seda, e gnliadc veliu lo, "
- obra de primor a 2u9, 259 e 289 reis 9
V? cada urna.
No armazem de Bastos & Silva, delonte
da Madre de lieos n. 28, vendem-se saceos
con feijao braneo viudo do loito pelo ulti-
mo navio, por pieco mais commodo que em
oulra qualquer parte.
Venie-se urna eserava crioula, de 2
nuos, e se dir o tnotwo da venda : na rua
da l'raia, primeiro andar n 43.
nbeiro.
SEGURO COWTRA FOTO.
Compaiihia Alliaoc*. I capial do Cear, cujn deposito se'"acha i
Euibalacida cm Londres, m mar^o di 1824. rua da Cadeia do llecile loja domiudezas n
Capitl cinco milhoes de libras esterlinas. ,7> ,0 P/eco de la400 cada libra.
Saunders Bro-.hers Se C, test a honrada in-l ta JNOV II "Hi
tomar aos Srs. negociantes, proprietarios dscasas. Madama Rosa llardv receben df
a qaeo mais eamner que eslo plenamente au- pelo navio Adele,um or,menio das la*,
tonudos pala dita companhis para effeciuar segu- das de mola as mais modernas chapeos "c c j? g r10' P<"
ros sobre edificios de lijlo a pedra, cobertos'di: seda para sennorardiios'de pTla.
llba a igualmensobre os objectos queeontivarea Kas- enf itados, ditos am- zouas.ditos e fel- comprar.
A
Vende-se una porco de charutos linos da
Eahi, de diversas qualidades, por commo-
do r-reco: no becco .o A breo n 1, no IteciU.
--- vende-se na rua da Cadeia do Hecir*-
Va,"n i"^.?"'."ma a'.'r'aQao.para loJa le fazendas,
muito
compra lor n5o
tro
Ihanara mogas de 8 a 14 anuos, ricos cha-
para monteria, chapeos amazonas de p 1
..ara -i ,.,.,.- ,1.. o .'
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
au futridas DeVoiiie ii ordeni lercei
ra <3e 8. Francisco.
GONSULTOBIO MO.MEOPATH1CO.
DO
DR- P- A- LOBO HOSCOSO.
Medico parteiro e operador.
O Mr. LoboMoscoso, da consultas lodos os
das e pratica qualquer operacBo de cirurgia,
assim cnmo,accodo com toda a prompliiao,
s pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servigo de partos, praucando aso-
poracGes manuaes ou inslrumeulaes, quau- rerla ment todas "estas fazendas sao'eom
do nao ^ossa conseguir re.-ultado por meio i""a'ls e escolndas por uina senhora que
J'.iifirutos Vende, Antonio Luiz de oliveira A/evedn
KBR s e.r..a atrde7*K dd:no seu esc:;,torio 7rua da ^ r
massa eufeitados p.ra meninos, um grande! UieO Uo IK'inO.
Xornm0enrnaPsenrieAde '"'T8 para se"! Tem para ven,ler *tonio **** de Oveira
Ullfj n a. I1.1.1 i i
lo largas eeslieitas, fil ,,e linho branco
preco, bicos de blond, tranga de sela, ditos
vi irino preto, grosdemples a covado, prelo
6de cores, ricos eneites de cabeca de se-
niora, mantas, capellas, luvas de seda para
noivas, espsrtilhos, estojo de costura, roupa
de Daotisa.10, e muilas outras fazendas;
aI^9!"Jo.seus.f"'8uezes. que recebendodi-
----------- ["" Mili ---IIIIIIIJ
nao loe man la cousas que nao se usam
omp4 0
da hoineopatuU, que taas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insuje-
raveis.
Scbapheitlin i C., rua da Cruz n.
38, reeeb-ram p.-lo ultimo navio do Ha- Compra-se offecliva
vre, uina porc3o de (puntlas de vinlio, Flores n. 37, primeiro ndar, apolices ta di-
de uina das mais afamadas vinlias de Por- V1 Puullc e provincial, aegoesdas compa-
dcau\ : ven lena, a" vista da superior una-' QLa;S',!.!Ja"se ,linheiro ? Juros, em grandes
lidade, por preco commodo i KQr aSlluailtias-^bre uenhores.
\ i fundirm ,1 "UU' ~* '-ompra-se ua a casa lerrea, preferin-
.ia tundido da Aurora precsale do-seno bHrro de Santo Antonio e em boa
le serventes torres ou escravos, para IU-5 a ,r,,'<',r na rua eslreita do Kosario. tra-
serviro debaixo decobeita. vessi Para o yueimado, loja de mindezas
i
i
nos
becco d
-
.
3
O
Vinho do Parto de 184.
Ven le-se vinho do I-orto de 1831, fazenda
superior, em canas de uns o duas duzas
8rma7ens de FernanJes & l'ilhos, no
Madre de leos.
Millio e larello.
Vende-seno armazem de l'ernandesi Fi-
11108, a prego commodo : na rua da CideiaJ mei andar.
do Recite 1 A .
Vinho do Porto em biiis de o.-e 8.- A S {lOS SenilOreS iUi (ll-
Vende-se su.enor viuho do Porto em bar- *'('I1Io
' M52?. ,?e./er,,anles & '"OS, ru. da Cad7. do Reci^, loja de ferra-
gns.le Vidal & bastos, ha para vender tira-
Sobrecasacas e fraqoes de svja ; -
e do cores escuras e de quadros miu-
dmiios, e de sarja setim a 299 e 283 f,
caja um.
I'alits saceos e assobrecasaea ios, .,';
todos de alpaca preta, forrados de
seda a !>;, 103 o 12-3 cada uai.
1'alns saceos de 19a, d" trra, (o- \
dos de cores escurts a 6350o ca
,. O
Palitos de todos os modelos .lo t
orsmante branco, pardo e do cores t5
lodos de uro linho a ?500 res c.i- '-'.
da um. *
Cnambre de metim e chita, lolos
:J forrados, a lOjcada um &
Camisas com yeito, punhos e col- .
lariuhos, todas de esg.iiiio de linlio. gS,
multo bem l'eilas,. le .unhos amos- \
queleiras, a 48a rs. a duzia. '
Camisas com p ito, uunhosecol- ;
Iuinnos de fus.ao branco e de cores -" I
da nltii.a uoJa cj Pars a 48/ e 609 V\
cada duzia. ^*
g Ceroulas de bramante de liuho,
S uiuilo linas a 32# rs c, la duzia ; e K
...- e outras mutas fazendas de linho e %
se.!, de primelra qualidade. .';
Cliegou a'loja da rua do Crespn.
Ili B, un completo sortimeuto de toallas
de linho e algodao adamascadas para me-
sa, bem comotoalbas para rosto de puro
linlio e guardnnapos de linlio ealgodo,
o cpie tudo se vende por mdicos procos.
Na nova loja de quatro portas n.
37, na rua do Queimado, passando o bec-
co da Congregacao, cliegou ltimamente
um completo sorliipento de manfuitos e
gollinhas, gornicuis e romeiras, tudo por
precos muito commodo,assim como cha-
pollinas para senhoras. de gostos mais mo-
dernos possiveis, pelo barato preco de
15$ rs.
- Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e4as-entos nara I ou 2 cavados, coii co-
berta, e com os competentes arreios ; e ta-n-
bem um cibnolet im:lz com os arreios:
na ruado Trapiche Novo n. 10, ou na lija-
Vista em casa do Sr. Poirier.
Paran de ca). ,e. itiurfim.
Vendem-se facas de cabo de marlim, de
immensis qualidades, e muito superiores,
por barato freg r.a loja de ferragens, na
rua da Cadeia do liecife, de Vi 1al 4 Bast'is.
.. "a Ven!e se um sitio na Passagem da
Magdalena : no puteo do Carmo n. 9, pn-
vana
('iidem-se supi rores
iiMOs ;,e lavu.a, em
ca xas .- i |U cl0 Crespo
loja de fazendas n. 5.
No armazem da rua da l'raia n. 12, de
Francisco Morona da Costa, ha para vender
linguas muito freseses, a proco commodo.
Helogios.
Vendem-se relogios de ouro e de (na-
ta, coucertam-se por precos razoaveis,
laz-se troco, oda-so dioneiro a
na rua da Concordia n. 4.
premio
vros em bran-
co, de Ham-
urgo
Um soriimento completo : vende-se cm
ca-,a d Timm Momsen ; Vinassa, na (raga
do Corpo Sanio n. 13.
CEMENTO.
Vende-se cemento, lanto em barricas
como em porcao e a rotalho, por com-
modo preco par acabar, e muito born : no
armazem le maleriaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
Obras Lencos, toalhas, bicos,* rendas, ele ele ,
-e delicado trhbalho, feitos no rtrscaiv -
ve',dern-se no primeiro andar n. 60 da rua
da Cadeia do liecife.
relogios de pa-
lenle
inglezesde ouro, desabnete
vendem-se a preco ra/.oavel,
Augusto Cesar de Abreu, na
deia do Recife, armazem n. 3G.
Vende-se superior agurdente de
Franca, lanto em barriscomo em cai\as,
licores e absyntbe, chegado rcenloini li-
te, pelo ultimo navio : em casa dcJ. Kel-
ler A C.j rua da Cruz n. o.
e de vidro:
em casa do
rua da La-
do que em outra qualquer parte,
Agencia
a fundiyao Low-Moor,
rua da Senzala Nova
ii. 4i.
Neste cstabelecimento continn'a a haver
um completo sortiniento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e laixas je ferro batido e coado de lodosos
taannos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundieao de Ierro de }. W. Bowraan
na rua do Uium, passando o chala-
i z, continua a haver um completo sor-
tuncnto do tachas de ierro fundido e bati-
do, de3 a 8 palmos de bica, as quaes sa
echam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Gomma do Aracalx.
Km porefies e a retalho : vende-se na rua
oa cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
liesappareceu em a noite do 1 deste
mez urna neg'8 crioula de nome ftbtana,de
25 annos de i la le, esllura regular, um
i-onco amarella, a qual se desconfia ser nc-
cultada ; pelo que se pie ine as autoridades
competentes, e se gratifica a quem a levar a
rua de lionas n. U4.
Fuyio no da 29 de outubro do corren-
te anno, o e-c^avo crioulo, co Idade de 24
annns, c nhecido geralmente por Jos vivo,
<> qual se chava ilugaio ao Sr. cnsul in-
glez, no sitio da Passagem da Magdalena,
cujo escavo andava constantemente oceu-
'oemeonduzir cap,,, e lenha em urna
carroca, de Beberibo para o dito sitio ; tem
oss.gnaess gu.nies: alto, secco, sem bar-
ba, com falta qe llm denle ', f "
SmT:,,0r,,teS, comP'id e seceos, dedos das
m8os bastantes compri los : quen, delle sou-
ber oo tiver not-cas cert.s, dirij.se .rus
asr^1* "*'* s
Anda se acha fugldo desde 23 do mez
protimo cassado o escravo de nome Poncia-
no. muito conhecdo em trafico dos ca-ri
nhos da alfandega. o qual lem os sienaes s
gumtes : he crioulo, de 30 annos? mturai
da Pa.abiba do Norte, fllho ab das partes d
Brejo da Are, he de suppr que tomaste
essa direccao em companhia de algum p-
rente ou cunhecido, em nonsequencia desse
escravo estar aqu no Hecife ha varios annos
e nunca fz Tuga alguma, ou na falla estar
oceulto sam de ser vendido aquellas pes-
e?n.ue.elle lem 1ueril0. PO'm o aniiu-
Ta eKU em>^'Kndo todos os meios para
o decobnmento adoptado para o persetrair
na forma da le; levou chapeo de m.ssa cor
de cinzs aind. era hora uso, calcas de ese-
mira azul, urna do pinliuhas fingindo pass,-
nnho, temm,.samarc.a de um UII.o em
urna das m^os ao pe do dedo grande. ,V,7-
mente as unhas -----------b>"o. if
i
I
i -i '.
8,
Era casadelt8beSchmettau|&Comp.nhi
rua da Cadeia n. 37, veudom-se cigame.
pianos do afamadofabricanteTraumann d
rlamburgo.
(Bom gosto.)
O i^reguich da
dos mesnios bem coronri-
das, barba ce.rada, fuma muito charut^be
.
rua do Queimado, esquina
do becco do Peixe-Frito
n. 2,
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Europa, ricos cortes de vestidos para se-
nhora de um gosto inteiramente novo,
de cores escurase elegantemente listrados
do seda assetinada ; esta iazenda deno-
mina-seGraciana ou Canje, e he a
mais propria para a presente estarao ;
custa cada coi te a mdica tmantia de
I2.S-000.
S A PATOS UO ARACA1Y, ct
dos melho.es que tero vindo a esle n-erca- .conI,ee,do por ter asmaos
do, para homens e meninos, de palla de i ,, cale'adas. quando fugio linliaoca-
he loa nazareno, lem os pos meio apale-
ados, e falla muito manso : quem ope-
muilo regrista, e intiula-se de""'fornT'nnr
sso roga-se a lodas as autoridades? cpaes
de campo, ou pessoas do povo, que oe-
guem e levem a ru. das Cruzes, laberoaT
, que seiflo recompensados.
5f cooo de gratiflcaQSo.
jvo da 27 do crreme, fugio da casa do
aba u^assignado o escr.voxrioulo de no-
em k ,lura "fu,ar b8t*nie prelo, .. '
tero b.M.ntes cabellos br.ncos, tnlo a
de quadros e can isa de madapoia mas SI-
m.l .';.mHUd,,a0 derou'- Porque levou
mais alem da do corpo, falla bastante des-
cansada e por enlre os denles, iulg.-TeW
lera ido para (..ranbuns por ser naS '"
desse lugar e de la ter vindo pira ser ven
raHntSt' pr8?a : r8-PO-tanto as auto-
ridades e ca,l3es de campo a apprenensao
do dito escravo e manda lo levar nesta ,Mda
dea seu senhor na rua Imperial ,73 ou
m Caranhuns ao Illa,. r. M,n&el Jos Me-
des Bastos, que segnt.ficara com a ouantia -
cima. Recife 29 de selembro d m?2 "
Joaquim Luiz dos Santos Villa-verde.
-- No dia 18 do corrente, fugio de bor-
do do br.gue -Sagitario,., um escravo de
nome Joaqmm, pardo eteravo, de 22 a
24 annos de .dade, estatura regular, seceo
do coi-po, so tem barba r.o uueixn, ca-
bellos carapmlios
Ja no
eja tem muitcs b
ran-
orelhas: em casa de Caminhe A Filhos, rt
da Cadei do Hecie n. 60, pri.reiro andar.i
COM PEQUEQ TOQUE DE
%
A iiiilieiro
Pegas dealgodSo liso, largo, encorpado-
0, 2/40, 255(10 e 2S800 a peca, dito de si
inmira a i9, m,, a/5o0, 2800 e 3> ; peca,
ni., desaccoa 20 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 140 c vende-se na rua do Crespo, loja da c/<,ii,
qua volta par. a rua da Cadeia.
Vendse um escravo proprio para cd-
gentio. sadio e sem vicios : qutm o preten-
der, dirija-se a rua da Cadeia do Uecf n.
40, que achara com quem tratar.
i'otassi d-i ^.us.-ia e LisboH.
No antigo e bem conhecido deposito da
rua de Abollo, armazem n. 2 B, ha muilo
superior polassa da Ftussia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, e ven-
de-se por prego commodo
Na rua do Trapiche n.
16, escriptorio de TSo-
vaes&C,
vende-te superior vinho do Porto engar-
rafado em caixas do 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como cm barril de quarto e
oitavo, a proco commodo.
tlliuse releg'or
SELI.INSe RELOCIOS de palete
. inalez : a venda do armazem de
Lu Kolron Kooker & Compinhia, es-
quina Jo largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
SECRETARIAS.
As melllores que at hojetem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptolia
do agente Oliveira, rua da Cadeia do IVecifo
n 62, primeiro andar,
ESTABLLJEGIMENTO DE PIANOS
DE
JOAO PEDRO VCGELEY.
Rua.Aova D. 27, esquina da Gamboa do
Catino.
Vendem-se pianos dos mais afamados fa-
lla ru i da Madre de Dos.
Sai do Assu'.
Wn le-se sal do Msa*, a bordo do brigue
1 Elvi
28" a libra.
HE BAKATISSIMO.
Reslam algumas massas finas para sopa
de diversas qualidades como ja se tem an-
nunc.do ; quem comprar caixa tera algum
a bat memo ; as caixss sao de urna arroba e bricanles -a Europa, de baixo de toda ga-
outrasde 16 libias: vendem-se smente na
rua do Collegio 11. 5.
GAOS BE FEERO
Esc.illentes camas de Ierro para solteiios
vendem-se no escnpio'io lo 9gento(ilivii
ja, ru -,* Ca' a do liecife n 62, primeio
andar
rantia que pode ser desejada. Na mesma ca-
sa concoita-se e aSna-se com perfeicSo os
mesmos insirumenlos. Ksteotabelecimen-
tu est aberto todas as nuiles al as 8 hoias.
Oh que pecluii-
cha coib pequeo totiue
df a varia.
Na loja doPreguica. na rua do Queimado,
esquina do^becco do Peixe Frito n. 2, ven-
ue
a
Bjr e o entregar ao seu senrior Manoel
'...cisco da Silva Carrico, na rua do Col-
^t>do terCe"' andar' e'a' "
. Noli,
ravo crioulo
Jiotes :
Preta, olhos
eio "rtn na 20 de setebro deste auno, fu-
dnodn,eenr .'"e0 I'mB' -* S&
alto, che o"0^or'0m sp8'8es eguintes :
vivos e ave mf,?,0' cr "LV"0 pre,a' lhs
ts rAU|,rM ,ad0,,,fm5',nle aKrdavel,
o algodao .z'ul Vef',d de Cal* e '
do B0gflo, d0 .'n'noTnifS fo1 ^"P'-
i>'aCa.lccifeaoV^ paus?ado nessa
te*J f'ilecidn i Sr 0,,1u,m ibeiroPn-
Jant roBs: L V ^-"fra alli t,r ido;
^''q.eraf0;fdea,?scfP!les de campo, c
aULn,..r"londa,1e policial a sua captura
com generosidade a quem o
0, segCdCoVn'rU'eStreUdoao-
entu,r -"" f
aario "e<" P^Qa,
andar, ou no engenho
Tab'.
Fog,
almirante, ~" """"" ao brigue naainn.i
Iherme, id.^' crionlo. nome K
menos, es tura" .20 annos pouco mais n.,
mi. e bem falla?."'-/, de bonita pW./ono.
azul camisa bra', 'evou calca de'ago7ao
bonete deoi.rjDbeVda misma fazenda e
daees policiaes e cal roga-se as autoi'i-
prehensao de dito escriV;8 de cmpo, a ap-
do do mencionado navit levando o bor-
dea do Recife, no escril?" na rua da Ca-
des & Filbo, que ser recoBf? de Fernan-
sado.
N
leiras de ferro para engenlios ; bem como
todos os pertenees para ferreiro, como seja:
3 d ,>Til ru",lfi,Jo ^nte do ir- foles, lernos.safr.s, etc., e tudo se vende
i'iineuii HgoJao, por reco mais barato do por mmiien preco.
KOfiC M ESTBELECI- ~
MESTi DE Pi S DE-------
,. J VGSES.
J. vigues mu lou seu eslabolecimento de
Nanos da ru. larga do Rosario para a roa
RolMflo!" S*nl Anton1> 3. junto di
o Auxiliador da Industria
no escript .rio dos mnibus.
0*
John c.viis.
cndor geral
1. AOE.NTE de LEILO'BS COMUBRG1AES
n. -30 r..a do forres,
PKUlEaO ANDAS,
fraga .10 Cor|io Sanio
RECIFE.
d^'Z rT'"'^'- de um eoainheiro ara casa
de pouca f, | o de ama ,
iratsr no Ho...ieto junto ao quarlel, casa
OOdesom wrgad irUenlwda c'.n.ha
Precisa-sa de urna M!.a. par. ama-
mentar urna enanca de lOmezes; psga-se
muiiobem : na rua de Apollo n. 2. "
llevoto 1 Inisto.
Sahioluz a lorreira edieflo do livriuho
religioso llevlo Cliri-tao, mais correlo e
augmenta 'o, veude-se nicamente na hvra-
ria1 us. 6 o 8 da praca da Independencia, a
oUU S *
Queijos dosertao.
Conlinuam a vender-se na rua do Quei-
rr a lo, loja de Ferragens n. 13, onde tambem
se vendo urna bonita pello de o tica ; tudo
por barato prego.
AttCUCHO.
Vende-se urna porSo de charutos linos .la
Babia dedifferentea quah i.dea, porcommo-
'I" prego : no becco do Abreu n. 11 I, casa
de pasto liecife.
queem outra qu|,uer p-rte : a tratar no
escriptorio de fernandes & Filhos, na rua
da (,adeia do Recife,
Kciao branco.
No armazem" de Bastos & Silva, dofronte
Ja Mad e de De. s n. 2S, ven lem-se saceos
grandes com feijao branco cor moii'op'e-
coj assim como sebo de llollanda em cai-
xas, e multo alvo, por prego razoavel.
ti NA IffiA D CRESPO. OJA AJdAREL-
; LA N. ,
de Aulonio FraneiKO Pereiu
[ Ricos curles de bar-je d- lia e ,edi, co
: les rte (res babudcl, loouo rs. c.Ua um
eorltieom tinte elanloi co%ado.
Peca de luas bordadas e enlremeio. a 23 '"
t ->,IHI. "
Unas de biba'dM de eambriii bordada
'a escoria de lodas l.rRri., pe(ai coro
'" 1 mi v.iras, o?r. cada um.
:
r- ;,.

R css goliat
' Halla, tazeiei.1
e mmiuiiiioi de bordlos da
II a mais lina que lm tinilo a
urna. '**' r" a?|0W rs- "
preco
Vende-se urna boa nio'aJa deca-a ter-
rea com um grande sotfio, quintal e cacim-
ba, no quintal lem um quarto para pretos,
na ruida Aleg ia n. I : a fallar 110 largo do
i'elouiinho ns. 5 e 7.
duToircs n. 08.
Vende-se na rua da .Madre de Deo
n. 12, armazem de Novaes & C, barr*
de ferro, ou cubos hjrdraulicot ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
niv
que seac bem.
NAFUNDICAO DE FERRO DOENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, >\A
IIUA !)0 BRUM, PASSANDO O ollA-
FAUIZ,
ha sempre um grande sortioento dos se-
guinles objectos de mecanismos pr
para engeobos,
t m&%:.&.
de gratiieaeao.
lug.o da villa do Cabo, no'dia 9dtootU:>
bro do crreme sano, urna eserava denome
Antn.., alt,, chela do corpo, de idide 35
annos, tonco mais ou menos, com una ci-
catriz abuso do qneixo, urna mancha cr
de cale pequea e redonda em urna das m-
cs.s do rosto, ecom falta deum dentina
frente e parte superior da bocea e sendo '
dita esc.ava da Costa, n5o tem sign.es no
rosto, e falla nossa lingua com .Igumdes? *
en.barago, conhecende-se todava no f.llar.
que ella he natural daquelle lugar. nUem
a aprehender podera conduzi-la mesma
villa do Cabo, em cas do promotor publico
ou no Recite, b.irro da Roa-Vista, roa d
Ln.ao, casa ,ia 81.. D. Ano. Los, que rece-
bera a gratificagao cima. h"ict.c
---Fugio vo da 18 do corrente mez de '
outubro a eserava Felicia, de idade 35 an-
oos, crioula, altura ragular, tem un a marca
de queimadura compr.da ao p de urna das
orelhi s e a cabeca torta proveniente do ar
de vento que leve em pequeoa, leu um dos
pes mais giosso, costuma andar desatacada
e bebe bstame egoar.ienle, e levou vestido
de chila cabocla ; a qual eserava fol
com-
prada no Riu-Foimoso, e suppe-se andar
nosarrjbaldesnesta cidade, aonde diz ter
umafilha: roga-se as autoiidades policiaes
e cpnaos le campo a apprehen&So da
eserava
dita
va, que levando ao abaixo assignado
narusdaCadeiadoRfcifo n. 23, pumeiro*
andar, serao recompensados.
Manuel Affonso Aquioo de Albuquerquo
Fugio no da 4 de outubro do crten-
le anno, o escravo mulato de nome Jorue
baixo, secco do corpo, pouca brba, potroso'
tem do lado esquerdo do rosto urna cicalriz
hombrossungados, olhos pequeos e vivos'
pernas e bragos arqueados quando anda -
No dia 27 de outubro prximo pas-
sado, auseutou-se o escravo de uou e Esta-
nisl'o. estatura baixa, de 50 annos de 1 la- .
de, pouco mais ou menos, falta de denles, I Jous cha' eos> sendo um de pello
muilo prounosticu, ediz ser forro, quando :'e',ro ambos Usados, e Ubaque
ja andou fgido, e era se 1 senhor Joao Nico-
lao de Lyra, da E-cada : dito escravo foi
eiicout'ado na eslrada de Beberib*; : roga-
se as autoridades ioliciaes ue capturar o
referido esciuro, e leva-o ao seu senhor em
!os se- Santo a 111.no, passando o cemilerio publico
'opri.'S i o segundo sitio. '
nn ia.s Fugio 110 dia 2 de novembro corrente
o; la- um negro ciioulo, de nome Elias, do idade
iperioi 40 auuos, pouco mais 011 menos, rendido do
>s ; rodas ,ambis as veninas, levando 1 oupas gios-as e
le loda* as entre > lias camisa de baeta azol, dita de
fornalfa c I nieta de liia brauca Esle negro costunu au-
.
a saber: moendas e oiras Fugio no dia 2 de novembro corrente
moeudas lamis moderneconslriicgn,,; la. um negro ciioulo, de nome Elias, de idade
Foi transferid! <"ha do ierro rundido e batido, de su|,eroi *0 auuos, pouco mais 011 menos rendido do
p.i. assu vssJSL ss r^^s: ssszf rorias! amb's ** veri'n,s',uvand Asms
SS^^^^aLu^l^r" 3=":'. Pr"l".rc<5es; cr.vos e boCC.de f...... ,-, u.e.a ue ,a. nranca ,,ste neg
Isil'OKTAME PAR \ 0 PtBLICO" i *'' NA MESJ1A ^ndica-^ Zt ^^ArSfEg* S.
Para cura de phivsic em todo* n sem 8e execut8m, lod.s ssencpmmendaa rom a r" do yueimado n. 8, segundo andar, ou
!-lierrnle, graos" qUcr'inoi.d.orbCUM suPelr'rulad0 Ja fi,bJeCda Com devid. I em seu sitio no lugar da luir.
; .aedes, tos-e, ,;,, ir'ura ecarrs de ^ Sl e :im.,n"dl,lade em ""^ "" Allselu-s "a n""'lli8 de.hoje le
sangos, dOr de costados e ueito. nl..ur3 U_~" 8challeith C, rua da Cruz n. | novembro. o mulato escuro de nome Jos
no cor
1
:. uor ue costados e vicitos, palpitacao -Q
...aro, coqueluche bronchito, dr na Vl'nde,n velas le coinposirao de li
; arganla, e to las as molestias dos orgfios Ipor libra, empon-des a vontade dos co n- ^
251 pulmonares pradores. [S
Corles de i;are de le la e filo le Mond, .le
,# crep de sed* com Rila* ns-eima !*< ko.i0
- linJi na u-io, 1309, 389* O3OOO rs.
* ci 11 um.
, Stdadeqaadrinhoamiadinhoa, decores
;j viva, e de muito goito, a l~, is>00 e l-j7(j0
n. u covado,
(
K ene
. COVild .
CorleideGcorgioaidepar.il*, corles
.1; r"'" covOoi, 1 88 r.
l'*.ne"a^OtttbaU Mellor &C... rua do, escriptorio do agente'Oliveira, rua da ta-
dei. do Recife u. 62. primeiro andar.
para algum
|ue reprsenla ter de 18 a zii anuos, be bai- Jcs'es lugares ; Miguel, crioulo, de 30 an-
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa dealgo-
daoznho delistras, caiga de ganga azul, e
elloe outro'de
jueiro: roga- -
se pois a todas autoridades policiaes e capi-
t3es de campo,que o aiprehendam, e coi-
duz-n-noa rua da Concordia, armazem de
materues n. 26, que sera generosamente re-
compensado. Este esciavo ja foi a prehen-
didooanno pioximo passado no encerho
acar, cidade de Coianna
Fugiiamido engenho *gua-rria, em S.
Lourengo da Mala, no dia 14 de setemb-o
prximo passado, os escravos seguintes Se-
verino.cabr-,cab,-llo carapuitio, Hura re-
guiar, 25 a 30 anuos, cara redonda, pouc'a
i.arba, tejn um defeito em um dedo d. mSo
dir.la ; Jos, crioulo, de idade de 20 a 25
annos, alto, cara redonda, baiba por baixo "
do queixo. olhos pequeos e orelhas, he
muito csfadau'do em relagao ao corpo, lem
as pe-as linas e ps pequeos, foi escravo
do Sr Jos Francisco de Oliveira, em Pajeu'
de Flores, e tambem ja -steve em Serra Ta-
: taivez tenha seguido
CroiJeniplei de l.ion lodoi de fiirUcores f
liitsi de corea, 11S8O0 e 25000 r. u
- Ven if m-se as ver ia leiras esleir s de i
rigola, grandes pequeas ; no largo du t *| I S i i\*
ilourui(! ns 5 e 7 na.*.. 1 \f ^ m\JCl
Vende-se superio, linlias dealg^do Os mclhores relogios de ouro, patente 11,
I "J"cVj-?"^"" STS0!.^"-^1?- #P'' r-'i-n-por.Vregosra'zLvo,
--- "... r :-';..^ -...Vres u.38.
xo, cheio uo cor, o e sem barba, levou ca- i "os- a'l0 c,r* comprids, peuca barba, olhos
pequeos e v rmelhos, quando olha lica za-
r.ilho, g.gueja no fallar, quando aula he
inclinando o corpo pa na comarc do Cabo, talwz tenha seguido
Ti
misa e caiga de algodao azul, chapeo de pa-
.':.>, c um rosario bitnco no piscigo. Este
mulato foi entregue a Sympluoiiio Olympio
Uueiioga, por Aulonio barbosa da Silva, que .
iz ser natural o aoradur da povoago do t,ara. s"' : quem os apprehender, lve-os
Mulun^u' provincia da i'aiahiba.para ocom-! J'l enPfinho, ou nesta cidade, ao pateo
prar : quem o ap, rehender, ou delle der
noticie, dirij.-se a rua Vell^i n. 6, que sera
fecompensado.
di matriz de Santo Antonio n
generosamente re-compensado.
1 qu,ersr"">*
PKKN. TY<-. l)E M. F. DE FARIA
MUTILADO


1857
ILEGIVEL

;


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