Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07869


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Full Text

ANNO XXXIII N. 248.
Por 3 mezes adiantados 4j000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
-
(JUNTA FEIRA >!) DE OITIBRO DE 1837
Por anno adiant.ido 15j>000.
Porte franco para o subscriptor'
ENCA.tEGADOfl DA aUBSCBJPCAO DO NORTE.
Panhlbi.e Ir. Joao Rodolpho Gomei ; NiUl, o'Sr. Joiqulm
I. Partir Jnior ; Aracatr,
n', a Ir. J. Josa d. Oliveiri
o 8r. A. de Lcmoi Muga ; Cea-
llveira ; Maranho, o SenhowJoae' Teixei
ra d Hallo; Plauby o Senhor Jos* Joaquim A relino ; Pe
. tr. Juilui. J. Ram.u ; Arnasonai, Ir. J*ronjmoda
PARTIDA. DOS COK&EIUS.
OlinH : total na das, as!) e meia horas do da.
IgaaraeM', Goianna e-Paraaiea: na* serundas e Mitaa-feira*.
s. .\iii"io,BeaoToa, Honio, Cama', Altinho c Geraahaiw: m loroa-Mn
Si. Lour,.|iCa,l'ao .l'Alha, .Naiarelh, Limoein, rejo, Pwqaeira, Ing.liMr.i
Flurea, filla-MIa, Rot-Vtau, Onricr, a Bu', naso,..ru-i,.,,a,.
Cabu.lpojuca.ScriiiliIen, Rio Formo, Una, Barrciru-, Agua-Prcla, Pi
nt.niL-irjs e INalal: aaJjiMu-foima.
Ted-.l os crrelos paru-rn as 10 horas da mantilla.
AUDlKNfllAJl DOS TRIBUNA! DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : irunda a quintal,
Rtlaco : irreal feiraa o labbadoi.
Fazeada : quartai a aabbadoa ai 10 boraa.
Juio do commercio : segunda* ai 10 horai quintal ao maio da.
Juizo do orphoi : segundas a quintal ai 10 horai.
Primalra rara do eivel : Mguodaa eieiiai la maio da.
Segunda Tara do clral ; uanai a aabbadoi aa maio da.
EPHBMERIDE DO HEZ DE OCTI'BRO.
3 La ebeia ai 50 minutoi da tarde.
10 Quarto minguaotaai3 borai t S4 minutoi da manhia.
17 La nova ai 7 horai a 19 minuto! da tarde.
35 Quarto crcente ai 11 horai a 40 minuto di urda.
PREAMAS DB HOJB.
Primaira a 1 bora a 18 minutoi da manba.
S.gundi a 1 bora a 42 minutos da Urda.
DAS DA SEMANA.
ffi Segunda S. Evvristo p. m.; s. Rogaciano m
7 Ter^a S. Elesbao imperador ; i. Capilulina m.
2K (iuarta Ss. Simiio e Judas Thadeo apps.
29 Quinta Trasladaco de S. Isabel viuva rainha.
20 Snta S. Euno m.,- s. Marcarie ro.
31 Sbado S. Qninlinno m.
1 Domingo 22 Festa de iodi>s os santos.
ENCARREGADOS DA 0UB8CRICA NO IL"L
Alagoai, o Sr. Claudico Falcio Dial; Babia, o Ir. D. Dupla
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Partir Mariini.
EM PERNAMBIXO.
O propriatario do DIARIO Manoel Figueiro* da Fana n iut
l'vraria, praca da Independencia n. f e 8.
ROMA.
9. SautiJado o Papa Pi IX. reuni se-
grela luir 3 de egosto, no palacio do S
Miguel de Bosco. em consistorio secreto, no
qual estiveram presentes os cardis l'atii-
zi, Ferretli, Cagiano dn Azcvedo, Falconie-
ri, Nanniccelli-Casani. Altieri, Baluii. Vale
Prel e Caterini.
Neste consistorio, S. Stntidade proveu as
igrejas nbaixo mencionadas, do modo se-
guiote :
Na groja, metropolitana de Sevilha na
llespanha o Rvd. Cyrillode Alaneda y Urea,
transferido do arcebispado de Burgos era
Castella-Velba ;
Na igreja metropolitana de Toledo na An-
daluzia (llespanha) o Rvd Emanuel Joachin
porem encontrando um grupo d>! meninas >
ajoelhadas, as quaes eram educadas as vir-
tudes christas pela caridade particular de'
urna pie,losa multier, S. Santida le parou e
dirigi as meuinis palavras cheias de alTei-
QSo paternal. i\a sacrista lodos osreligio-i
sos foram a Imitti ios a Baca del pode, o '
clero regular e secular, as irmas da ordem
lerceira de S Francisco, que se achavam i
presentes e tambem o Wd marcchal, conde
Nuzento La val ao servido austraco) a to- i
das s quaes S. Santidide se dignou di-'
rigir urna pequem c tocante allocucito. O
Papa vollou depois disto para S. Miguel de
Bosco.
(I Gioroiledi Roma diz qae a de a-
gosto o Pps celeb'ou missa na igreja de S
Domingos em l>o!onha,dia em que os padres'
pregariores lieram a festa com a maior so-'
lemni lado. A igreja eslava cheia de povo. O
paxesnacionae, n3o exciloo debate* tempestuosos., fallar da organisai;S,> dos principados danubiano,
Dous oulroi projeclos de le forem apresentadns; do qual depende a sorte do povos chriatios da Mol-
pelo Eoverno, o prioieiro para crear um porto mili-
tar ero Spezia ; o segundo para execular a abertura
dos Alpe, a prolongar o cuminho de firro Vctor
Eirmanuel alTurin, 'enm o aonil'o de urna longa
comniunirar.Vi -u! I r r.i p.i. Oa,dous projecl >s Toram
adopLidos com apphusos de lodos os partidos ; nao
obslanle poderem elle suscitar n.i- diDIculdailes.
Oeai um porta militar em Speiia lie sopprimir o
porlo militar da Genova e reduzir esta anliga a clo-
davia e da ValtebU. qoe conlam com a liberdade
que a Europa llie Irm promellidn e garantido. ln-
felizmente as grandes potencias estao longa de enten-
iler- .
A Turqua e\crce sobre os potoi urna oppreaso
violenta para impelir a alpreiMo de um voto favo-
ravel a uni allantado contra eu< direilos.
A Aoitria, e d zem qoe a Inglaterra, fazem cau-
riosa enlaje ao estado de urna simples praca com- | sa commum com a Turqua ; as muras potencias
marcial ; tentar a diviso do AI, es lie urna empre- moslram-e mais liis ao espirito do tratado de Pa-
za gig-nlesca, cujo soccesso pude ser poito em dmi-
da. O minutario obieve dai cmaras a approvac^lo
desle projeclos, e votaram com ac/idamenlo credilos
couideravi-i. O crdito que ellas concedern) para
a romtrur.;'... do lunel dos Alpe, elevase a mai
de SO milli
spir
ri, e conformam-se mellior eom as inlenrO's mani-
festadas pels graiHe manira dos memliri' do con-
grego. Ha nesse Degocin um papel bem importan-
te para se tomar : o de conciliador ; o enlior de Cs-
vour poder propnr anda desla vez os bous e leaes
Tarracou, transferido do bispado de Cordo- sinto pontfice deu a communhSo a um gran-
va e Andaluzia
Na igreja metropolitana do Tarragona na
Hespanha.'o Rvd. Jos Dominico Costa y
Borras, transferido do bispado de Bazalona
ua Cataluntia.
Na igreja de Valhadolid, em Castella Ve-
llia, ullimametite elevada por S. Santidado
em ig eja metropolitana, o Rvd l.uiz de la
lastra y Curtra, transferido do bispado do
Arenso na Hespanha.
Na igreja metropolitana de Florenrja, o
Rvd Joaqnim Liaiheriti, sacerdote de Pralo
e conego da calhedral etc.
Na ig>pja archepiscopal de Tyane. in par-
tibus itilidelium.i'o Rvd. S. Barrili, padre de
Ancona, prelado domestico de S Santilade,
delegado apostlico de Noya Granada, e
doutorem Ideologa.
Na igreja calhedral de Valenija em Franca,
o Rvd. J B. P. M, l.yonnet, transferido do
bispado de St Fleur.
Na igreja episcopal de Fana-angusla, na
illia de Cnypro o Rvd. Carlos, da familia dos
condes Caria. l)iiniinoti<, auxiliar do Sr.
arcebispo deMil3o, transferido da igrej e-
piscopal do Danabe In pa>~libus. d
Na igreja calhedral de Bertiuoro nos esta-
dos ponufieios, o Kvd. p. Bufl'etti, padre
de Bulonha, cura da igreja da Santissima
Trindade edoulor emjheologia.
Na igreja calhedral de Volterra na Tosca*
na o Rvd. Jos Tajion, padre de Pralo,rei-
tore pref.'ssorde thiologia etc
Na cathelral de Fiosole na Toscana.o Rvd.
J. Antonelli, padre da diocese de Fiosole,
conego honorario e doulor em tluologia.
Na calhedral de Monlipulcianona Tosci-
na o Rvd L. M. Paotli, padre de Volterra,
areediago da calhedral. vigaio capitular da
diocese etc.
Na calhedral de St. Fleur em Franca, o
Itvd. P. A Pompiegnac, padre de St. Fleur
conego da calhedral evigaiio geral honora-
rio do bispado.
N calhed'al de lira gane o Miranda em
Portugal o Rvd. J. de Aguilar, tadre de E-
vora, vigario geral doarCbispadoe doulor
em theologia
Na calhedral de Culm na Prussia, o Rvd.
J. N. von Mamitr,de'),coramissario e eouse-
Iboiro do bispado.
Na Calhedral de Osnabmck cm Westphalia,
o Rvd. Paulo M>'lcher. padre de Mnnslcr,cou.-
selhciro episcopal, deito, vigario geral da
deocese e doutor em theologia.
Na igrejaespiscopal de Mez un oartibus iu
lilelium, o Rvd. V. BinamaAASki. padre de
Craconia, e auxiliar do bispo de l.nblin, o
Sr. V. PienksaAski. '
epois disto, pedio-sea S Santidadeo sa-
grado palito para as igrejas metropolitanas
de Toledo, S'villa, Tarragona, Valladolil,
Florenca, Cashel na Irlanda, em favor do
Rvd l)r Patrich Lealiy, e tatnbem para a ca-
lhedral de Voltena, priviligiada pela bulla
do Santo Padre Ubi Prioium do t' de agosto
de 1856.
A gazelta de Bolonba, diz qu a 2 de agos-
to (da da festa do R. s. Rainha dos \uy>< ,
S. santidade visitoua igreja dos Francisca-
nos para galibar a indulgencia da Porciun-
cula. S Santida le chegou a igreja as doz ho-
ras do da, e tendo recibido o hyssope, das
rn ios do cardeal arcebispo, aspergi agua
lienta sobre todas as pessoas, que estavam
presentes, edepois ajoelhando-se no altar
ouvio missa, que lii celbrala pelo padre
provincial, Antonio Serra Zaueili. -
Dcpois da missa o Papi foi a sacrista;
de numero de pessoas. S, Sanlidado conti-
nua, gracas a Divina Providencia, a gozar
excellente saude.
(ll'ukly feg'ifler .
Ai sesses dai cmaras legislativas da Sardcnlis
eslso pro\imas ao ?u encerramento.
Dentro de algons diai um decreto do rei pronun-
ciara' a aoa prorogac,3o.
A sessSo com*rada a 7 de Janeiro, duroa seis me-
tes, e durante este longo intervalln, as cmaras li-
v-tni de discutir quesloes irritantes, a lomar im-
portantes resoluces e acabaram a sua larrfa no
meio das mai< graves circunstancias, com urna cal-
ma, firmeza e moaeraco qoa fazia honra aos go-
vernos parlamenlares os mais anligos e experimen-
tado. Recooliectmos arle rasullado rom ama viva
sat'sfaro, porque ella justifica a preferencia que a
oac.:! i piemonleza dea lia de?, annos ao governo cons-
liluciorisl, e porqne lambam prova que o Pie-
inonlszes se afazein cada vez maii aos hbitos e
roslume, que enge ela formado governo. Anles
do eneerramento, a cmaras votaram as duas leii do
ore,amanto de despezas e receitas para o anno de
18JS.
A legislatura aclnal lie a quinta depoi do eslabe-
lecimeuto do rgimen parlamentar no reino da Ssr-
danlia, quero dizer, que se ha procedido cinco vezes
a eleic,oes dos membros das cmaras dos depuladn.
Fizeram-se as intiiuas cleic,iiei no mez do dezembro
de ls.,:t, e a cmara eleita naquella poca, ja lem
liso quatro sessea ; e njs termos da con^liluirao
poieris ter orna quinta ; mas be provavel que o go-
verno, coiiforrnando-sa com o usosgeralmeule adop-
tados dos paizes constilucionae, nAo queira enfra-
qnecer o man I lo da cmara ros depalada*, e a dis-
lolva para o mez de dezembro prximo. Nele ca-
so, terrto lugar nova eleicOes no mrz ile Janeiro,
on fevereiro do anno vindouro, e a lulura cmara
sra' convocada para reunir-se em Tarn dorante o
Un de marco.
A* circumslanciB lio singularmente favoraveis
ao gabinete sardo, e o seus'amigos eslAo coriVenci-
dos de qoe elle achara' na cmara eleita em 1858 o
mesmo apoio e concurso, que constanl^msnte oble-
ve da cmara eleita em 183:1. Dlzemos jjlo etn hon-
ra do Sr. Civour, ministro dos negocios eslrang!-
ros e presidente do consellio dos ministros do rei
da Sarlcnha. O Sr. de Cavnur a esleve a frente
do governo sardo em ISS, e longa de ter o seu cr-
dito e la influencia enfraquecidn no lon^oeperi-
soso exercicio do poder, pelo contrario elles ahi te
lem creando a fortilirado. O Sr. la Civ\>ur pj--
sue, aempre no mesmo grao, a conlianri do seu so-
heranu a do seu paiz.
Na leisao de 1857, muilos projecloi de le foram
apresentados a cmaras pelo governo al'nn de re-
gular imp ranle malenss ; ai ca< aras diaruliram
e volaram esas ieis em lempo conveniente. De
accordajaaum o governo ellas lizi-ram namerosai mo-
dil(\n,> no cdigo penal ; una desl'as refernia, a
a mais louvavtl lalvez, reduzio em una proporrao
nolavrl a applicarao ,1a pena de morir. Era la'l a
saveridade da aiitisa le penal, que os Inhumes n
quenam mais applica-la em certos rasos, ou mo ap
plicaram-na srnao com repugnancia. De boje em
dianlc o cdigo penal e a jurisprudencia slarao
sempre de accordo. Para justificar u proj-rlo da
reforma do enligo penl, o ministro da jusli^a re-
mellrn as cmaras dnrunienlos qoe provam a di-
minulcAo successiva e sempretcrescenle dos crimes c
deliclns nos i-slados io rei di Serdenlia, drvila em
grande pane a' benfica influencia do sistema de
sabia liberdade que rege o psiz.
Uro doi projctos de lei proposlos s cmaras, era
relativo As fortificacSes de AUiandria. O ministe-
rio, provocado pela emprez-s dm Au-li iaro-, que
faililii-avam Plarenca, com o designio de fazrr u < a
grande praca da guerra, e querendu responder a' es-
la ameaca, propoz ao rei que mandasse axecular
noves Irahalhos de furlilicai;ao ao redor de Alrxan-
dria. O re annuio a p'oposla, aaalorisou us seus
min.slros, dehaixo de >ua reiponsabilula le, para ap-
plu;aram a esses Irahalhos u* fundos que as cambras
nao linham volado com ete deslmu especial. Os
ministros pediram um bil de indemnidada ai calna-
ra que apnrovaram qua i por unanimidade sua con-
ducta sein restrircAo. A discassilo diiroposta do
governo, cujo objeclo poderla irritar rrlemenle as
es de francos ; he minio para um paiz, ollicios da Sardenlia '.' Quando a queslao tiver sido
onde os recursos aunuaes cliegavsm apena, ha dnus convenientemente esclarecida pelos commi'sarios das
annos a cifrada CO milhOes, c cujos ornamentos potencias reunida neste momento em Bochares!,
saldam-se ordinariamente por um excedeule da I convira que a Europa lome um partido definitivo e
I governo foi guiado | se pronuncie entre a preleni;oes contrarias. He
provavel quo o cnuaresso faca um transacco mais
ou menos conforme como a que desejamos para os
principado.
He mdanle qoe neste ultimo e supremo momen-
to, aquella que pro o.er o melhor arranjo |ios'i\el e
pralicavel no terreno da concilia^Ao, e-e ter.i sobra
o resoltado orna influencia decisiva da qual lhe re-
sultara grande honra.
O Sr. de Civoor tem feto muito aos olhns das
enmaras piomontezas, pelo modo com qoa lem enm-
divididoi. Tarn a Pars terla ligados por urna eslra- batido a repellido as uliimas prtlemoes da Austria,
da da ferro uso interrompida; e llavera' enlra a | Quando o Sr. de Cavour dissa que a Austria odia
Franrja e a Italia meios de rommuuicacao rpida c
pouco cuslosa, coja necessidada se faz sentir nos dous
paizes
uestes iliin- negocios por motivos de urna ordem su-
perior, e as cmaras tiveram a idea mullo Inr- para
apreciar estes motivos t.io altos, e na"o regatear di-
nheiro. O golpho da Spezia he orna das mais bellas
bacas do mondo ; forma sele porto perfeitamenla
separado e de urna ilefeza fcil. U imperador ",>,
polriio quiz fazer ahi o primeiru arsenal marilimo
do seu imperio. O commercio da Genova nAo per-
dura' nada com o afa-lamenlo sla mariuha real, a
ela ganhar' com elar ni. tjuande os Alpes forem
as instituir;Oes do Piemoole, porque este estado con-
serva levantada e Tirina a bsndeira de urna liherdade
moderada, que favorece a ordem, ou antes nao a
Apoltica e n commercio gaoliaram lamben), a comprometa ; porque o governo liberal do Piemon-
forajn essas vanlacens que o governo apresenlou s' le, era mais inimigo do que a propria Austria, dos
cmara, e ellas comprehenderam mailo bem.
A despeza he consideravel sem duvida, mas tal he
o progresan em lodas as eousa ueste bello e feliz paiz
do Piemonle, que o governo lem o direilo de contar
com um augmento Ilimitado do producto dos impos-
los-eom um augmento tal, que pode mu razoavel-
rneute esperar ter uestes douiou tres anuos os exces-
sos das receitas.que lhe permitliram tisac.lo das suas dividas.
Nao foi smenle dos negocios internos do paiz que
se orcopararn as cmaras sarda.
partidos revoluciunarios da Italia, sua voi foi co-
herta pelos applaosos quasi unnimes dos senadores
e depulados, qoe redobraram eises applausns. quan-
do o Senhor de Cavour fez esla imporUnte decla-
ra{Ju :
Esperamos com calma o curso das eventualida-
des, nao taramos nada para complicar um estado de
cuusa, feito pelr Austria ; mas nao nos suhmetiere-
mos as exigencias incompativeis com o Dana bom
direto a nossa dignidade ; proredendo de oolro mo-
do, o governo do re corra o risco do perder a Bill*
No curso de sua sesao,o governo chamou frequen-1 ma, qoe lem sabido inspirar aos calimetes europeo,
lernenie sua atlenrao pira os actos de sua poltica i a as sympalhiat da opiniio publica.
eslrangcia que ella lem dirigido sempre com suc- Quando no (im da sessao, um incidente provocado
cesso^com um bom successo devenios dizer, ju-nlica-1 por um depulado da opposrao, oflereceu ao governo
piemonlez urna occalao natural de caraclensar sua
do pelas circiimstancias.
Na se.Jo de 185G, u governo do rei da S-nlenha
prevaleceu-se com razan peranle as cmaras, da glo-
riosa rjrle que u exerrilo sardo lomou na guerra da
Crimea, a da sua admi-sao nos coinelho da Euro-
pa, para regular as rondires da paz. Durante i
sesnAo de 1857, o governo lirn urna grande vanta-
sem do papel honrosa que represenlou as conferen-
cias, a qua deu lugar a exeruc,ao do traladu de
Pars.
O congresso linha para diicolr muilos pontos, que
o tratado havia regulado de um modo incompleto, e
sobre os quaes era preciso reconsiderar ; laes s.1o,por
eiemplo, o Iraco definitivo da nova fronleira da li'S-
arabla,"a posse do della do Danubio c da liba das
Serpeles. Su-iaram-se discus,Oes enlre as parle
signatarias Jo tratado sobre n interpretarlo das di
posijoas relativas a esle ullimos puntos, e tomaiam
ellas um tal carcter re azedume, que enmararan)
a inquielar a lodo.. O gabinete de Tarn loinoo a
iniciativa da eoneiliafie) : leve o ,n i \ da pr na
poltica na Italia. O papa, leudo ebegadu as lega-
Ces para v-iia-las, o ministro tardo em l-loicma
recebcu ordem de ir a Bilonha, alim de rumpri-
meular all da parle dn rei o soberano pontilic. Es-
le aclo de corte/ia foi denuncia lo como urna covar-
dia, como nina especie de Iraicao.
ir Sabei, respondeu o Sr. de Cavour, qoe respei-
tamos infinitamente a pessoa de Sua .Santidade ;
quaesquer que sejam as desavencas quo dividam os
dous governo, nao cessaremos jamis de venerar o
chefe da retioaj que prufessa n grande mainria dos
vassallos do rei. a
O Sr. de Cavoor dis o Ei-aqiii as duas palavrai, a poltica da Sirde-
nha na Italia :
A influencia da Austria na Italia he cheia de
pericos ; a Sardeulia a coinhalera' leal e letralmculp.
A Auslia esta' sempre prompta para invadir a lla-
lla ; o Piemonle niin Ih'o consentir'. Ella cierre
sobre os lados italianos um dominio lAo conliario
dianleira o principio de urna compensarlo, que po- ; a' tflfaidade (lestes governos, como a independencia
dese ser aceila rl guamenta por lodos, a retabelt- ; dos povo ; o Piemimle e eforcara' em esclarecer
Cie\"^ l'Jr,l""ll,, "'re es potencias. Depois do Ira- asees governos acerca dos verdaiorro* Inlerawe*, e
lado de Pars, n congresso reunin-se doas vezes para I um-los mais ntimamente aos lnlereie* geraeida
consagrar esla svslema ; a primeira vez fui a 'es de llalla, cuja causa defende. O Piemonle com o seu
Janeiropara entenderse sobre principio da ajuste ;' exmplo e eus dicorsos recominenda a reformas
nesM da, os reiiresenlanle da Franca, Aalria, In-i p llica e os melhoramenlos civis ; repella com in-
giaterra, I ruisia, Koaiia, Sirdenila, e Turqua, a- dignarlo as imput.cOes du que o iccosam de nutrir
signaran om protocolo par fazer constar que ll-l- projecl revolucionario. Olirando desle modo, o
, grado tena reunido a Moldavia, e o valle de Komral Piemonle a elle nlo se defende disso htongeia M
aiiiiexarto a Rania a tiiul.it- c.impensac;ao : que o enlimenlos dos Italiano. ; he urna razio para que
. oeua do Dauohio ticuna collocado debsxo da sobe- elle conijnue a sustentar o partido liberal moderado
rama immediala da Porta; e a ilha das Serpenles a demonstrar em lodas as occasie as vanlngens
considerada com urna dependencia da cmhoeradura de urna onilo poltica e de alfandegas entre lodosos
.ssdaai
o n.iiiuiii,., c seguira seu destino. J estados da pennsula italiana.u
ti protocolo de seis de Janeiro traza lem dissol Sub a impressao recente detas palavras doSr.de
Qavoor, be que as cmaras vau ser encerradas ; o-
la impreisau ja se arha derramada nu paiz, a ah se
conservara' ; _e quando vier o da das eleiciVs, o
paiz exprimir' suas vivas svmpalliia pelo governo
do rei, a quem respeila e ama. A allilude das c-
maras durante a sessAo qoe val terminar, be aos nos
sos ollioo uma prova decisiva da popularidade e do
ascendente do governo.
"Vesse.)
uma clau.ula coucehida neste lerm
O presenta protocolo tara a mesma foria e valor,
como se eslivesse reveslido da forma de uma conven-
cao ; mas, fia eurendlo, qu quau lo a corormsao
de di-liin la.;.in tiver terminado seus trabaihn*. asg-
nar-se ha entre as altas parles contratante* ama e-n-
vencao coosa.ran lo a fronleira, lal como foi estabe-
lecida pelo commissarios a pel.s resolur;6es toma-
das a respeila da !lia das Serpenles e do della do
Danubio.
l-.-ia convenrao fui assignada em eut'a sessAo, que
leve lugar a 19 de jando : ella consagra dem-ixo de
uma formula mais solemne as e-tipiil-tru-s consigna-
da no protocolo ; e o sendor ce Cavour leve o direi-
lo de dizer :
.< A Sardenha coniribuio para conciliar a conten-
to de Indas as parles, inleresses mu oppost s, c an-
da mais urna vez vio-se que sua iulervencao podia
ser sempre olil.
13Jlt'.:'. ISmi\ S
Offerti.Consta-nos que o Sr. Dr. Ignacio Firmo
Xavier havendo recebido urna crta da cnmillis.ao
ancarregada, Ha uutra queslo, qoe o congresso de Par anda de um asylo de mendigos, em que se lhe pedia a sua
l nAo re-olveu, e no* interesal ionio enmo a posse do \ coadjuvacAo, nao duviiljii, nAo io offerlar urna parle
delta do Danubio e da ilha das Serpenles: queremos dos seas vencimenlos que perce'.e como medica do
A TABERNA DE GAIBERT- '
POB MADAMA C. REYBAUD.
VIII.
Ilavia no primeiro andar da taberna do Gauberl
uma cmara grande, mal assoalliada e lem forro,
na qual dormiam oatr'ora o autigos senhore. Su-
bia-se ah por uma bella aseada de caracl, rajos
largos degraos eslavam ja asloi p-los s dos dos arneiro*. A* paredes eslavam uuas deide
lempo i.nin mm i ia. e 1.11a. a iu is de um vidro as
janellas desprovidas de corlinas ; porom os criadus
du principa linlum-lhe mudado o asp-clo em me-
nos de uma hora. L'rn tpele de Flandresoceulla-
va as parejos afamadas, a o assoalhu linda drsap-
parecido debaixo de ama boa alcatifa. A mobilia
coinpuuha-se de cadeira dubradc,is coberlai de maulas com
franjas ; cortinas de cassa da India bordadas da te-
da cahiam .liante das janellas. Em uma cmara
menor ecoiitgua a esse sala-i improvisado eslava o
leito em qua o lofanla dornnra essa noile.
Vultando da capella ai doas malheres tinham en-
contrado em casa Do Joao de Zonig, o qaal vi-
nha hu-ca-l pur parle do prncipe. O Iletpanhul
paitara pelo jardiin, a linlu na inAo duas rusas bran-
ca*. Ante da deixar n pavilho elle niTerccea eisas
II ires a Gapaiia. A morja lom.>u-a< corando e col-
lurou-as no corpinho ; mas uma das rosas qu-hroii
e c cabio ; S'u cahee delicado eslava corlado jonto
da bastea. Don J la apauhou a II .r decapitada,
mis an> vez de apresenta-la a ma lama-olla de ll.r-
I. -ja, b'iju-a e melleo-a no sein. ','. -i galanleria
fez a \ II.. sorrir. Pelo que ouvira dizer do carc-
ter hespanhol nAo viu miso mal da que uma po-
lidet relio da ; para Casparia foi como uma mu-
da declaradlo do amor ; ella empallideceu, abaixou
os olhos, a tagalo a nu trinlia C'-m o coraban pal-
pitante e um brando sorriso nos labios.
A meaa eslava preparada no malo do saUo ; py-
ramides da confoilu ilevavam-ss sobre pratos
de pial a ina.siri, e o choo late espumava em cha-
van i de prala djura la. Q lando as duas mullir re
euiraram, o prncipe sabio da seu quarto, e todas
flcaram em p ao redo* da masa.
Lavo urna igrtdivl lemhranca de-te lugar,
lisie o infante, achi-i aqui u qae pote-e desejar
cm uma viagem, lina ca>a, c boa cumpanlna...
>-uliora, coutinuou tirando un. annel du dedo e
aposentando u a madama de Roquevire, pecu-lhe
que guarde i-li cm lunlia leinliranc-... Quaulu a
Vntc, dissa soirnlu e vallan io s>> para Gaapiru,
re-ervo-m para ullereccr-lhe incu presente na ec-
caailo do nti. i,--.
Nanea me casarei, senhor, dia ella espimla-
neamenle, e cirn nm acc:'iiln que fjz comprehen-
der a lodos, que tal ara soa inahalavel rasolu Ha pena ex< lamoa o principa um pouco ad-
mira lo. Que pu-su entai iillercccr-tie ? Quero
que a senhora confer* nina lembraric.i de minha
passagem por *qui ; pera-me aUuma cousa, urna
grac. qualquer.
Ella rnneoa a cabeca, e depois deparan lo com
m nvru iberio -obre a mesialu jnniu do principe,
designiiu-o com dedo dizondo :
K-se livr.i, Piih.-r.
A -i Diana di- Voniataajor ilisie elle, po-
n-in Vine, alu sabe o hespanhol.
() Vida Diario i>. l'.
Ilei de aprende-lo, -enlior, repoudeu ella em
voz li ii.,|.
M i lama de Roquevire lomou com prazer o cho-
colate que lile apresenlou um dos mordnnus do
principe, poim Gsparia nAo fez maii do que lo-
car com os labios a espuma que Jrau-bor lava- da
chavana. Dea meio da : era a hora da parlida
0< llespanhoes moiiturain a cavalln, o principe lo-
mou o chapeo, Don JoAo de Zuniga lan^ou um
ullimo otliar sol.re ma I un .-ella deRirbaj.s que
eslava em p e immovel margem .lo carninh .,
so ii am os clarn, c os cavallairos partirn) a (rule
largo.
IX.
Gaaparia nAo linha entrevisto impunemente a al-
ta sorieda le e su.s granlezas, e-lava como deslum-
brada, e liciram-lha lembranc*l, que a agilavam
na solidan em quo havia recihid*. Seu espirilu es-
tsva enlr-gua a p-n-ainentos inquietos, e sau cora-
^ao perturbado par vagas aspirarles. Tiuha man-
da.lo comprar na cidade da Ax uma grainmalica
lic-P Hiiiula. e esludava-a cm uma eap-i ie de pal-
ala, alim de poder ler o livro que o priuc pe lhe
dera O hespanlinl tem mulla *emelhiiii;a com o
provencal ; ai enloacoes desla Magna llnham-lhe
licadu prsenle-, e mullas vezes ella repela em voi
biixa as palavras de que ain.1i se lembrava. En-
tretanto loi-lhe preci-o muilo lempo para entender
alguma cousa das qucixas amorosas do pastor Sire-
uo, e das canr>s da pastura Amanllide ; poin)
quando comprehendeii eu.lim o senli.lo dessa pro
a misturada' de poesa, experimenlou um prazer
chelo de innra.. cui uulrir-se com ellas. Vinharn-
Ihe lagrimas aos olhos quando repella cm meia voz
com accenlo mavioso e lento.
Potado conlenlamienlot.
'Jue quereh .'
Ue.radme, o me cansis '.
Algom lempo depois, quando aplacou-se a vi-
vad lade desla primeiras impresies, Gasparia sen-
ts* ponetrar am sua alma urna vaga tristeza, um
sombro enfado. Junto da madriuha ella era mal al-
feeluosa a grave do que oulr'ura. Seu bellu aamblan*
le linda de ordinario urna expressA ) de ina, pirein algumas veza um enlernecimenln repen-
luiu alterava-Uie o *om da voz. a ella calava-se aji-
lada por emoedes confusas e doljrnsa. Madama da
Roquevire uo rep.rava nessa languidez e nesaa
|ieriurh.ires secretas; nao lemnrava-se de haver
li lo vate anuos, nunca sea c. t.e.io fora m<$* e iua
ImaRlnacIo tranquilla j ini.is adevinhara cousa al-
euina, Surceiteu que algumas vezes soldados heipa-
nhoes |iaraein erilos ou cansados na taberua de
G luberl. Gaaparia aoccorreu-u com dediracAo ; la
vc-lo acompsiihada pela midrinda, e duia-ltie* li-
mi.lamenl" algnmii palavras em ua lingua ; elles
eniao rrsp.uidain por es^as eiclamares de admi-
raran e respeilo de que os pavos meridionaes san tilo
prodiga*.
Quando o oulouo lornou timarcllas as folhae pas-
sarain numerosos bandos de aves de arrbacAo qaa
diriaiam-se para o meio da, Gaaparia dase a' ma-
'li t.li. suspirando :
Eis o invern, o liisle invern !
O mi.) passid'i di/.ia* que cada esta^ao linha
seus pratere, responden a- boa nu.il.-r. Tu le enlre-
I iilias nos lempos de nevo em correr de lamancos
pelojardira e lanzar aUuns gra-.s aos passarinhos.
A pissagem das tropas cessra d.sde que a* chu-
vs linham citado a estrato. Via-ie apenas chegar
de lempos ern lempos algum arneiro qua ngi ia atr
a fronleira. Ellos Iraaiamalgamai noticia*, l m da
coolrain que o rxerrit.i heapanb I linha tomado
quartri- de invern no Piemonle e que o Infante es-
lava in corle :\f seu ir.uAo, o rei de aple.
Sua alt'Za Uu tornara a pastar por aqoi, disse
madama de Hoquevire lurpiraudo, lem llovida de
aple* vollara part seu durado de Parma. Nunca
mais tornaremos a ver aquelle emavel principe.
(i .sparia nAo respondeu, nem ao menos levanlou
a cabera ; conliuuou a Irabalhar romo rosto vallado
para a jaorlla, mas seu eorafga fura do repente ac-
. commeili lo por urna tristeza inexpiimivel. A estacAo
j frii acliHva-se en la i em lo Jo o sen rigor ; a monta
nha deCiusson linha seu maulo de nev, e bandus
I de (trailla* voa\am aterradas no eco de t6l izul em-
1 barada.
i Oh invern triste invern repela Caspa-
I ra asenlada junto do logo.
Um din em que eslava mais abatida e mais frio-
i renta que de cuslumc, a madrinha lhe dissa :
Que leus, minha querida?
Esla pergunla, alias Lio simple, fez daspari ei-
I Ircmecer ; ella passou a mAu pela fronle comu para
i expellir um peiisamiulo que a persegu, e respon-
! deu suspirando :
[va verdad* nAo sei....
Eu o sei, exclamou a velha ; ests enfadada,
i B"in '. ha am remidi para isso : iremos pifiar u
j invern futuro em Atl... bem uienj du, se Dos
i ma conervar linda com vid.
Ah! minha madrinha dina Gasparia locada
smente de-las ultimas palavras, e lani;ou-se choran-
do nos bracos da boa mulher, a qual cumerou lam-
bem a chorar.
rjiian io aplacou-se mu pouco essa emor.lo, ma-
dama de Roquevire di'se enxugaiidu os odios :
Na verdad*, eu nAo quizera que o cavalheiro
nos visse nesle momento, seu coracao licaria muito
alegre.
Passaram-se anda algumas semanas ; era no meio
do invern ; a Ierra lomara seu manto cr de fu-
Iha secca ; n,i relava uma flor no jardim nem noi
prados que a geada lorriava amarelladns, e a imn-
lanba de Coosson com leu cimo coberto de nev e
seus lados atcaiifados de grandes azevinhos de fo-
Ihagem negra, asscmelhava-se a um giganlesco mo-
numeuto lunebre dianle da taberna de Gauberl.
i larda na vespera do da dos K-i, madama de
grande hospital de caridad, como mesmo os seus
servir-os gratuitos logo qua estivessa fondado aqaelle
syl* e em estado de recebr pobre. Sa esse expro-
pio fosse por lodos Imitado, cerlamenle poderiamos
allirmar que em bem pouco lempo leriamos funda-
da e--sa obra de lana importancia, de cuja falla lau-
to se recente a nossa provincia. Confiamos pois que
iiinguem se escalar em cnnlrihutr com o seu con-
tingente, cada am com aquella quanlia que couber
em sua forca*. Nao he a grande quanlia que cons-
tilue a importancia da ollera, basta -rnenlo que
ella seja feita enm u melhor desejo.
Ainda o eliaruteiro da rnn da Sentla, ie i/uem
niz ttmpo* /allomo* Continua n clamor contra nm
individun que Irahalha de eliaruteiro na roa do Vi-
glro, e*a Vllantlo, segundo di/em, a tolos ameaca,
com um caivete de mola, al ao redactor da Pagi-
na smenla porque lhe apona os en defeitos. Ora, .
ja se vio tanta bravata '.' o peior be que no meio de (
tildo isso, tambem di/em, que alsniBl s.fire. por ex-
emplo, uma ciianr^a deS anno* puco mais ou me-t
no, sobro quem o noso valenlAo deilou uma poi- |
<;T'i de braza para a queimar, a pi- de faclu, aflir-
in im, Picara qneimada. Nao h* possivel que e*se lio- i
mem Ulim pernicioso conliuua a praticar os seu
desalios. Convem, por tanto qae o Sr. subdelega-
do do Recite eyndique desses Tactos por alie pralica-
dos, e urna ver confirmado por pesoa de criterio,
coide em dar as providencias, para que elles seuSo
reproduzam.
Muticot Impertinente. J ntio se pode tolerar
um celebrrimo msico do berco do Circereiro, que
leva dia e noit a locar em um opln-leide a poni de
Irazer os ouvidos de seus vizinhos sempre aturdido.
Forte mania E quer essa gente que nAo se falle '.'
nAo he possivel, porque sempre ouvunoi dizer que o
muilo abuirece.
Cosa de saude, Consla-no por orna pesoa que
fura a Passagem casa de sau le do Sr. Dr Firmo
Xavier, buscar um seu escravo que all fura tratado
e *e achava relahelrcido, qoe encontrara aquella ca-
sa na mnlhor ordem o aseio possivel, notando anda
mais os succorros medico que *R* preslados ais en-
fermos que se acham cinfiados aos cuidados do mes-
mo Sr. Dr. Firmo.
0 fumo ios padiriat.Noiles ha que os morado-
res do jialeo e ra da Sania Cruz nao podem parar
p -r causa da fumo que lanram as padaria que alli
etistem,a puntos de andar a cante a'phvxads, e nao
haver remedio para ess mal '.' Talvez nos respnn
damque o incommolados sAo ns que se mu lam mas
n) replicaremos qua tantos nAo se devem mu lar
por causa de poucos, e que em tal casi ha quem isso
deva fazer, sao por cerlo as meimas padaria.
Calirol. S ile oulubrn.Temns cartas delta co-
marca que nos di/em : i A comarca achft-se em
\ paz, apezar dp que 1. o peso de uma ecca amea-
| dadora. Todava os generes nao lem aullido dema-
1 iado, principalmente algn. A carne hnje he o
genero mais caro que npparere em lodo os merca-
do ; i or que uma v-cca gorda, por pequnna que
| seja, cusa de 25s| 3WW0 r. Ora nAo dan lo urna
! Vacca mai- do que fj a 7 arrob i, e, cuitando -JSh ou
^OjOOO r., fac;a Vmcs. idea por qoe pr*c.o n.lo deva?
ser essa carne vendida. A farinb.i e-la' ger.lme.nle
muito barata, pois cu'la a quarla no Ouncury de
800 a 19000 r., em Catirob e H.a-V)la, de rl a
10 jialaca, e por nutro* logarejns de i, 5 e 1 pata-
Cas. O milito esta' 110 Ouncury a lOlM) rs, por 011-
tros lugarejos a ;0O0 rs. e em Cabrolui e Boa-Villa
nAo ha nenhiim. E-lamos no mel em que se espe-
ram por Iruvuadas salvadora, a* quae, quasi sempre
preintem uma calma intensa e um eco lunpo, eii-
trecorlado por nuvens carrrgadas de muda eleclri-
ci lade. Porem avista do que esta' apresenlando es-
te ouluhro, cuntamos Clin) urna derrota i|ua-..-eil...
pois desde que entrn outubro, qoe temos un. lem-
po venlnso, c.iberio por urna cerrcJJta e neblina,co-
mo, segundo o co-lume, app trece un* mezes de ju-
II11 e agosto, apparerendo em vez de calor, pro-
lirio da esiaco, um fri que he a derrota do* do.
jOnosso julz de direilo ja he ebega lo, pn.tr u
: rio exprciriu a 13 de etembro. porem a sua commu-
. iioqAu chegou em Cabrob nos fins daquel e mez,
I quando achava se all o interine Dr, l'asso, que T6-
Ira sortear o* jurados daqu-lla termo, e que, avisia
da rommunicacAo, deixua de fazer o sorleiu, filando
assim os pobres preso* em esperanra de terem ain-
da par este anno destino certa.
1 illa Helia ti de ouluhro.Temo carta desla
villa, da qual copiamos o seguinle : o Por aqoi vai
indo a policia em bom equilibrio ; o Dr. Urasilio
tem assolado os ladres de iado e cavallo. Apnare-
cem por ca' cmaras de sangue. febres, molestias de
"Ihose e-quen.netas, e o mesmo aeonlece em Ta-
carai, onde lem dellas morrido algumas pesor.s. A
carne tem-se vendido de II a lt> pataca a arroba,
a f-rinha a Iti patacas a quarla, e n mais a pro-
porrAo.
Ilectifi'aco.Na noticia qne demos dobaplismo
e Casamento da protrstanle, onde diz diga-lhe
emlim, que as bdil as protestante* oa traduzi-
das em qoalquer lingua verncula eslAo posiiiva-
menie prohibida, lea se diga-lhe emlim que a
bihlia proteslanle on tradnzida em qualquer lingua
verncula lem olas, csto pos)livamenla prohi-
bida*.
Hospital de caridade.Eiisliam no dia ->; ,|0
crrenle, -23 Lumen a 22 mulliere Iratadus pela
cari la te, 1:1 Lomen- e 1i mulliere que pagam ? ra
sa, e 7 pracas do curpo de polica. Total 79 do-
entes.
Relaro das pessoa que foram sepoltadas no eemi-
terio publico n dia 27 do corrente.
Carlota Mara da Conceicao, parda, solteira, 50 an-
uos ; pblysca pulmonar.
Seranhina, expol, branca, 12 dias ; ttano.
Candida, parda, 10 mrzri ; s.-rmes. a
lleracl:. Lran1*.!, 16 mezes, couvolses.
Staril Pedro de Jess, parda, casada, 40 annos ;
phlvsica j.nliii":. ir.
Tolal 5.
Al amanhaa.
fanle. Elle caminlion com gravidade, fez iignal ao
criado de deixar a cita sobre a m*a, a inclinan
do-se dianle das dms mulliere, dissa am hespa-
nhol a Gasparia :
Son um dos cavalleiros de sua txcellencia o
duque de Penarande : elle nrdeiiuu-me que vesse
cumprimrnlar madamesella de ll.rbejas, por occa-
iao de sua festa, a ollerecer-lhe de sua parle eslas
llore.
Abri depois a Cllxirflii que eilava interiormente
guarnecido de mus^u Ire-co, a lrou della um raeg-
iiili-o ramalhele, que olferecea a Gasparia. A mo-
fa linda cumprplu-iidido perfeilamenle, ludo oque
elle acabava de rucar, a dominando sua sorpreza e
profonda emofao, respondeu-lhe cora dignidade
modesta e graciosa.
Agradefa por mim a sua eicellcuja, a diga-
lhe que son*mal seusvel a essa demonslr.ifai de
sua lembranfa, e qua fafo voto* pela sua felici-
dade.
Sua excellenria esla' tallo n-stei arrabaldei '.'
exclamou madama de Roqovirr.
lisia' em A'x desde ante-hontem, respondeu o
ravalli-ir.i sempr* em raitelhano.
Demorar-se-ha elle ahi muilo lempo ? per-
gunloii I,aspara.
Talvez menos de uma semana, responden o
Hespanhol cora gravitarle ; se Ueo nao mandar o
contiaro sua exrcllencia e.lara' em Madrid para a
festa d* Candelaria.
Ad !.... (Ao cu lo : murmuroo madarneclla de
Barbajas. E vollando-se para o ravalleiro depe-
dio-o com um cesto sem dar um passo para le-
va-loV esrada : em sua opinia.) este era Ida infe-
rior, pois recehia orden* daquelle qoe considerara
sau igual.
Francisco, da' um luiz ao criado, dissa mada-
ma de Roquevire em voz balsa. Vollando-se de- j
pois para a alilhada, exclamou :
Entretanto aquelle digno ravalleiro caminhou j
Irinta legua para Irazer-te es-e ramalhele !... E
SENIIOKES EI.EITORES DO PRIMEIRO
CIRCULO.
NAo temos um nome condecido ua categora da-
quclles que por suas in'.elli^enrias podam influir
por inri-i de um artigo impres-o no animo dos nossos
distnclo* 'ullegas, apezar ds.> porm nAo recuamos
unte a Idea de nussa me-quinda posir-ao social, por
que ("moa a mais robusta conviccao, de que nossas
islavras na serao lidll por vos com esses amorteci-
dos olhos a indilTerenfa, nao pela imporlam-ia que
possais ligara.) valnr do que estamos a dizer, mas em
consider-fao aos nobres caracteres que temo a hon-
ra de lemhrar-vos na prxima aleir-ao da depulados
a' asseznbl 1 desla nossa provincia.
Apraz-no ver figurar as atsemblas cidadaos de
diflerenles ras-es socae, porque temos a presump-
f "'o de acreditar que melhore sao assim alteiulido
os nleresaes de todos, e soh esla impressao divisa-
mos avultar no circulo rio honrados negci 'ntes bra-
lllelro* o nome do Sr. Antonio Marques de Amo-
rim, como um doi cavalleiros mais dignos de me-
recer o* nossos sufliugios.
Se muilo dissessemos a respeiln do incontestavel
merecimento do Sr. Amorim, nAo fariamus mais du
que repetir o que nAo he novo o qae lodo sibera.
O noiso nobre amigo o Sr. Dr. Augusto Frederico
de Oliveira, que tambem occopa om lugar em uos e.lul, feli/menle j.ligamos nAo calecer de nnisas
rcrnrnmendafoes para ser eleito, parque o Sr. Au-
gusto re Oliveira tem o nohrr orgulho de crer-se o
candidato do c.orafAo do primeiro circulo ; e na ver-
d;)de S. S. nao seria justo se, em vista das demons-
trar/es que ida temos dado.nao e'livesse nessa firme
pertaaslo; e mi eu respeitoconsignamo* qui esta*
doas palavras, he porque sentimos prazer assim nos
exprimiudo.
A *colha do tereero candidato deixamoi ao VMM
livre arbitrio, muitos ves lerAo pedido cun mais ou
menos merecimento.
Pira snpplenie vos nfierecemo os mimes rio* se-
nhore* lenenie-coronel Joaquim l.nciu Monleirn da
Francae Dr. Antonio Witruvio I'ini.It-n letra e Ac
cioli de Va-concellos.
Uuu bem elaborados commonirado* impresios
nsle o Diario demon-traram em relevo a babili-
(aces d* ambo, e n* que espusamos nssenlimcn-
tos do illusire cominunirante, apena diremos em
relafao ao primeiro, que a recusa da honra de ser
eleilu deputa to, que trt pela impren-a, nAo obsta
que lhe demos os no-sos voto* para supplente comr-
uma demonatrictj* signifieativa de nos*o r'Caulieci-
menlo aos grande* acnlii-i. s a frvifos que ha pres-
tido as fileiras do muso partido, como um de ieoi
membros mais proeminente.
O eleiiur ra San Joic,
M. F. de M.
^grgeg3i&ettdqg.
Srs. redactor**.Cheganda-me hoja as mansos
jornaes dowa capital, depara! no aDiarios u. 126 de
jaldo p. rom urna correspondencia soh opsendony
ino II .avistanoem qne se me figura como um dos
pretendale!ao commando superior da guara na-
cional desla cummarea, que se acha vago pelo falle-
cimento 10 coronel Manuel Itibeiro Granja, insinu-
ando o Sr. Biavi*lano que para ese fim eu me di-
rigir au Sr. Ilr. Francisco Carlos Brandao, deputa-
do por este circulo, que se ard na corte aecumu-
lado e embarazado com empenlios de igual iialu-
reza.
He falso que en pretendes-e a nomcarAo de com-
111 andante superior, e quinto houvessa "de fater al-
guma tentativa nsle sentido, nao recorrerla jamis
a intervengan do Sr. Dr. Francisco Carloi Brandao,
le cuja leald ule me he hoto desconfiar, em quaulo
oprovas em contrario nao vieren) deilroir oimotiv.n
que garam e-ta minha desconfan;*, motivo* que em
lempo oportuno sarao levados ao couliecimeoto du
paiz.
Pelo que diz respeilo a minha nomeaejo e a de>-
lilalcia quasi ao mesmo lempo do cargo de delegado
de pulira de'le lermo. |a disse o que Imita a dizer
p-lo prelu, e poi limilar-me-liei a observar ao Sr.
Iliavistano que, se he verdade que a minha nomea-
ca.i .le delgalo causou espanto e sustos, f i nica-
mente c-nlre o assassin.s e reos de policia, porque o
dmeos honestos a si cos do lermo me saudaram e rumprimenlaram pelo
acto da norneacao, que entretanto nao soltcilei.
Revolla que o Sr. B avistano esleja sob a capa do
annnymn a servir-se da imprensa, cuja principal
mis-Ao he moralisar e imiruir n povo, para indispor
e intrigar os saus comarcan, au respetando lequer
a vida privada dn cidada!
A que vem o Irazer o S-. Boavslano a diicossao
em sua' mis'ivaa os nomes das respeilavei* consortes
deise* senbore, a quem q.ialtlca de meas novos a-
migos, e ile nem 10 menoi respelar o honrado Sr.
.0, ,.ii.T ..a so-pora no na .ios n^)s, madama ile ,----- .--------- .
Roqoevir. ea afilhada el*v.m assenladas junto da '"'"t.^T '' 1,,0,,r"t ,le lembrar-ae de que
Cll.mlo ; uma acabava de dormir levemente, a ou- aml"lhai, lie ,,,a rit "na fla .... He a mais pura
Ira ha : puiada ao colovelo em .ua poltrona lendu ga n",em- """' "". ,"" f0"l"le- ,
o livro al,011,, sobre os ioelho-. i (",,Pa"i^ e*lava assentada, com a fronle inrlma-
.... .. 1, il.'i .....Hi.ll.-U .... 1 ........ _-.!__ ^ ._-
Minha Olllft, disse repentinamente a viuva,
amanhaa ha o d'a de tua festa, esta imite Joanni-
nlia ha de trazer-te ara bulo imisudo por tuas
m.i.i-, o daqui a pouco o ravalleiro de Hoquevire ha
d$ vir lalvez ulTeracer-le, como o anno pulsado
uma caixa de amendoas confeiladas, porm quero
nr a primeira em nfferecer-le o meu presente.
da sobre o romalhete e soas lacrimas cahiam entre !
as folhas da rosas, rujo perfume ella aspirava com
muda emi.c.ln. A viuva cunlemplou-as com adrai-
rafao .urania um momento, dep<-i como locada
por um raio de luz, murmuro levantando as mAos
ao co :
Ah grande Dos! ai-la como soa pobre
Duendo astas pilavrai, lirou do bolso um lila de ma'
velludo com passador Je ouro, qoe represeutava Na falta de penelracAo madama da Hoquevire li-
unia estrella com cinco rala*, e lanfou-a ao pes-' n',!' rnuila prudencia : jolgnu que seria perigosn
curo det Gasparia dizeiido-lhc ; sondar esse abysrao de seritimenln vagos e ~e con-
Vs, minha rainha, be a .(ua c tt ella, a es- iridiccOe* que se chama o corar;Ao d urna mofa.
Irella dos Baibcjas... F-m lugar de fazer perguntas a Gasparia, loi lirar
-E*laheraas hrildanle, respandeu ella me_ ''"'"'''' m armar,,. 01,1 grande va*o de looca
SttS&T"*'velhH' ob^iga"am" zsttxsis: m
Puuro depois Fraocliea abri a porta do salAo
fi.ui olhar espantado, e dissa precipitadamente
"lh indo em torno de si ;
Ahi esla' um joven ollicial, qua acaba de
npear-se do cavalln. a porta da taberna ; vera icom- ramlhPt*1, elle franzio a* sobrancelha, 11.I0 qoerendo
pandado de nm criado que Iraz urna caixa. Nao fzer direrlamente uma p'rganta, disse depois de
ei bem o qae elle diz ; porm jolgo qae quer fal- dallar a caixa sobre mea :
lar a madamesella de Barbejas... Ei*-ahi cerlaniente uma raridade Temos lio
Pera-Iba que enlre, respondeu madama de e u,n', arl" maravilhosa de fazer nascer 110 invern, '
Hoquevire, levanlando-sa.... '"do o que no verflo encontra-se nos jardn. En-
Gssparia firna a**entada ; nlivi pallida das- 'reanlo neslas de- leguas ao redor uAo se adiar'
paulo e de emi'fSn. "m ramaldele como e-te.
fci lo, di-se Fn>ncico ahrlndo tota 1 porta, j Elle vem de mais lonco, de**e friamenle mi- I
Era nm llespauhl, e Gasparia lembroa-ie logo I dama de Hoquevire. O ravalleiro olhoo ao redor de .
de le-lo vislo na capella enlre a comitiva do in- I si, fez rpidamente em seu espirito algumas conjeclu- i
ello ramalhele de rosas
a jasmins de llespanha.
Quasi no m'smo instante chegou o cavalleiro de
Roquevire com sua caixa de amendoas confeiladas
debati do braco, e ar Iriumphante. Vendo o ra-
ras, e nada podendo adeviuhir murmuroo com in-
quelac.lo :
Ah! lili cabio do eco, pelo que vejo. Depois
acresrentou era voz alta :
Na 1 goslu das flores.
Gasparia levaiilou-se e retiren o ramalhele como
para lirar de sua presenra um objeclo que lhe dsa-
grt.dava. Fui entilo que elle vio que ella tulla aho-
ndo. Islu tornou-o alegre.
Que lem, minha senhora '.' disse-lhe, acho-a
triste c de semblante paludo como cera ; he o despos-
to de vivar suzinba que a faz empallidecer, (leve ca-
zar-se....
Cuido ni-so, respmdeu ella seriamente.
Com quem .' exclamen elle sorpreso.
Com Deoi. niurmurou ella.
0 cavalleiro eorarou-a meneando a cablea, ileu
ora suspiro, e renlicoo :
lauto melhor !
Nesie mesmo dia,durante o lerao, madama de Ro-
quevre disse i afilhada cr.m voz triste.
Prel-nde* entrar nu convento f
Ah respondeu ella cora gesto allirmalivo.
Depoi de minea morte, coulinuuu a velha om
lagrima nos olho.
Puderia eu dena-la nunca '.' exclamou Gaspa-
ria pon lo-se de joelhoi, e apoiaudo a rabefa na ps-
padoa da boa mulher com gesto quasi infantil, fal*
le aim, por que o mau ceracSo eslava mu triste.
A madrinha beijou-lbe a face, c disse-lhe cun Uo-
rnra :
Oh isio paliara !... l.*mbrando-si depois do
amor e inahalavel constancia da bella Paulina, a-
crescentnu em voz baixa ;
Ahi lalvez...
1 iu.i-1 urna semana depois do dia de Res as duas
muflieres sahirarn ama larda para passear pela estra-
da. O ar era igradavel, o co He cor azul puro, e as
nev da regio raonlanhosa eslan Mam-se no horir li-
le c<>mo granle- lerfes brancos.Ern quanlo madama
de Roquevire desCAMiVi em um lugar abrigado pe-
los rochados, Gasparia tirara nos limites dos prados,
chamando o reliando que pa'tava, e dando as ove-
M. ns pedaroi de p.au que levava no avena!. Antes
de vi llar para a malniha deu anda algn* paisus, e
percorreu a e-trjda com a vista do lado da cidade le
Ai tas
Nee momento uma multid.lo de cavalleiro* appa-
recia disliiiclamenle abaixo da al.leia de lli ..-- a.
pequea distancia da taberna de Cauherl. Podiam
ser doze e nao eram tramen de guerra, pois nao Ira-
r tama sua frente c.rnea nem guiao.
A' vista de-ses cavalleiros a mofa licou ISo (remi-
I* que seus joelhos cm varam, e ella e,lendeu os br 1-
fos como para procurar um apoio. Tomando um
pouco a si desie sobresali, vollou para a velha, e
dine-lhe com emojao inexprimivel :
Vollrmos, minha madrinha, vollemn*.....Vlii
vem un aatrangelro*..... Ouve os pai-us dos cava -
lo*?... Elle chpgam daquelle lado...
Dar-se-ha raso que venham Irszer-le onlro ra-
malhele, minha querida '.' exclamou a viuva am lau-
to comnvjvida e apressjndo o passo.
Era u altivo Don JoAo da Zuniga que chegava ;
elleenlrou na taberna de Gaabert, rom os que o a-
companbavam, a pouco depois apresenlou-se a por-
la do pavilbao.
O presenlirnenlo de algum grande soccesso que ia
mudar sua vi la, agitava madamesella de Barheja..
Entrando em casa ella assrntou-se no pequeo sala..,
pallida fi.la euiofAo, e.lremerendo ao menor rumor,
apenando entre as suas mAoi as da madrinha, a qu> I
is.elin.adfi
Que f pa*M em leu espirito, minha filha .'. .
Que imaginar eiitAn .'... Adrniras-la de tornar a vtr
a sse ti Jolgo aqui .'..- Isso na verdade nada tem di
dmiravel... Sorcedeu-nos uma cousa mai* extraor-
dinaria, quatl 10 sua alteza o inflle Duu Filtpp s-
senlou-sealli naquella poltrona, e perguutou-me tua
genealoga.... Eia, Iriaqnilllia-le, minha rainha.
Estas palavras aflertu-na* 11.I0 produzram gran le
elleitos era liaspana, mas quando Don Joan de Zu-
niga entrn, ella rerubruu immrdialzmenta seu san-
gue fro. l.-\ -ni .iiilo-s- com di ni.lade rnodeila e
calma, saudoa-o de olhos haixos, fronte radiante com
una severa alli***, e ar de uma infanta qae da au-
diencia a um embanadur, e lomou a as'eular-se
junto da madriuha. O Hespanhol encaron-a um ins-
tante com lema admira.; .o e uma alegria profunda e
tranquilla. Ella tinha uma be leza delnmbra lura.;
as secreta emurOes .le sua alma reHecliam-se e.-n
seo olho cujas papilla* linh-m o brilho denm di-
amante negro L'ma leve pallidez cobria-lhe o rosto,
mas por um instante um tiran lo rubor e-palhuu e
ern suas face, como sa fu2iiivos clare* livessem bro-
tado do olhar que Dun Joo filava sobre ella. Esta
esplendida blica, nao era alera disto devida a al-
gum irtiflelo ; Glipiria nao tinha mudado da tra-
go depois do passeio. Achava-se com um simples
vestido de panno esruru lee do em nosils montauhaa,
ua roifa nao nuda orualus nem filas ; seu leiifo de
pescofo eslava modestamente crozado al a barba e
ella tinha au pescofo a lila da velludo prelo com a
estrella de ouro que a madrinha lhe dera. O Hespa-
nhol apjiroiimoa-se della, e fez o gestu de beijir-
Ihi a mao, porem seus labios toraram somenle o
manguito bramo que crcava o punho, vullando-se
depois para madama de Roquevire disse em francez,
com Ion) grave e orna mistura de altivez :
Cbamo-me Don Joo de Zuniga, e vendo pe-
dir a mAo de madamesella da Guipara de llar be-
ja-.
1 roa novem passou pelos olhos di boa velha. a
qual liveafomo um deslumbramenlo ; porm, pode
responder.
Minha alilhada de qae dive dizer se acera a
honra qua V. Exr. lhe faz.
Don Joflu voltou-ie eniao para Gaaparia com ges-
to de muda solicitaran. Esta fitou sobre elle um
olhar, ahaixou a clices em signal de coulenlamenlo
e deu-lhe a mAu.
Ah exclamou elle, a enhora satisfaz a lodos
os meus votos '.... Perdoe me se nAo rei exprimir-
Ihe ludo o meu atnrr, toda a minha alegra.
Falle-me em hespanhol, disse ella surriudo, eu
o enlen lerei perfeilamer.te.
He possivel '.' exclamou elle exallando-tc, a
senhora aprendeu a bella lingua dejndola !
Depois acresceutou em voz baiaa :
EulAo t>mava-me '!
Ella liluu lobre o duque ora longo olhar, e fez um
glslu negativo.
Ah creio em leas olhos, coutinuou elle, creio
em meu certieAn, a senhora ama-nip... eu linha es-
se prrsenlimnito..... ji ( saina..... Sua imagen) es-
lava lempr* presente ao meu corarAo..... Vrm da*
confius da llalli para enviir Ida aque le ramalhele
nu da de sua i -: .. no da .lo- Re, pois u no-
me he rp.'l.l... a -juand 1 Don Blas de Mora contou-
mc o acolhimeulo que a senhora lh* fez, meu co-
racao licou cbtlode eperanra..... Comprehendi que
nA eslava cquecido.....o \itn.....
Ese cavalleiro di-se-me que \'. Lxc. devia i
estar em Madrid para a fe-la di Cm.telara, di*e
Gaaparia perturbada no meio de ua alegra pela
idea de-sa nova au.enra, a viagem h" longa, e a-se
dia esla prximo..... V. lite. vi ja partir '.'
Euj dovia e-lar perla das fronleira*, respon-
deu elle ; o ra mea senhor chama-me para junio
de si, e he preci-o que ilcpotfl da manhAa eu tornea
galibar 11 Camin. de li 1 f> iiilil. Di'iv 11-ine-h 1 a
senhora partir su ?.,..
(aspara perturbad* at o funlo d'alms, poz as
mejor Alexandre Gomes de S em sua grande dor
pela perda de seu nico filho, a quem idolatrava ?
O Sr. Boavittano vai assim can.inhando errado ;
deve mudar da rumu, dando melhor applicafao *
suas l.icubrafues, e nAo se chafurdando no laniacal
da mentira e calumnia, sa quer prestar seVvifos ao
centro ; Picando porem certo de quo em lodo o caso,
i" la parte que me locar, sempre ma encontrara' na
brecha para repellir soai dialribes.
Sou, senderes redactores, com 1 miior comidera-
eAii, ien constante leilor a patricio obrigado.
/loque Carlos de Alencar Pei.rolo.
Sri. redactare--.Devendo zelar mea crdito e re-
patacao, quo at hoje felizmente tenho sabido con-
servar sem mancha, veja-me obrigado a explicar a
historia d* compra de um lnlli.de de lotera*, feita
pela Sra. Mana Joaquina da Cuneen;;,", historia de
que tratando o Sr. Jur Joaquim da Silva Goima-
rae, em uma correspondencia que fez publicar no
Diario de honlem, ahi eovolve o meu mue, dei-
xaudo escapar phrases eiespre--i.es que de am cerlo
modo me expe conjeclura maliguas a desairo-
sa.
E poi*. devolvendo ao Sr. GuimarAes, intactas as
expresses ollusivas da meu carcter, assevero ao
publico que nenhuma parle absolutamente Uve ua
compra desse hlhele, a se ulteriurmeute appareci
ne-te negocio, foi apenas por aclo da mera oflicioii-
dade, como paaso a eapr.
Tendo eu relafOes de amizade com a Sra. Mari*
Juaqu-na da Conceifo, e passando por soa casa no
da I do crrente, edamoa-me ella e apreseolando-
me urn hlhele de lotera, perguntou-ine se era elle
da que eslava prestes a correr.
Prestando-me a ieu pedido, passei a eximinar o
hlhele, mas desconfiando ser elle falso, porque, ,t-
lum da numeiar.io a firma frita, a penna a 0A0 de
chancella, me deu alguma cousa a suipeilar, tralai
da melhor cerlilicar-me, e sabendo ser falso pela com-
l.iinrur. que fiz em uma casa no pateo du Terco, on-
de tambem ie ven iem bilheles, volto a Sra. Mari*
Joaquina, par* saber quem Ih'o linha vendido, e *f-
liriiiandu-me ella l-lu comprado no da 19 a noite
ao caixeiro da segunda luja do aterro da Boa-Vista,
depois 00 boceo do Farreiro, e pedindo-me que Iba
lizeise o favor de averiguar este negocio, visto luzer-
Ide difierenfa perder 69UUU : eolio, nao ubstanli
ponderar-lhe qae leris diflicil.se nAo impostivil dei-
fazer es logra.;.,.., todava sempre me resolv a dar
aigitn- passos, a para esto fim ter a loja do Sr. An-
tonio Manuel Cardozo, sem me recordar da loja qua
me linha indicado a Sra. Mara Joaquina, ma Cel-
tas a* precita! veriguaedes, e ronvencendo-ni* de
estar engaado, dada as devidas disculpas, retirei me
sendo pafaa noi3r que au del, como diz o Sr. Gui-
marAes, o bilhete falso em troca ou pagamento da
oulru qua quizeis* comprar, purm u qua apenas fiz
foilogo que la' cheguei pedir um bilhele para por
ella combinar o que eu levaVa lalsu, e sobre que i*
reclamar.
Puis bem, sahindo da casa du Sr. Cardozo, onde,
como ja dise, fui ter por eugano, dirigi-me entSo
a loja do Sr. ('mimara.'- e rdamaiido seu caixeiro
particularmente cun maneiras delicadas a civil (qoa
*3o sempre a de que uso), Idi disseaqui tem e>la
hlhele que Vine, na seguuda-feira a ouile venden a
uma mulher, elle he falso ; e por taiTto Vmc. ou
me d o que por elle receben, 01) m'o troque por on-
lro que seja ver ladeiro, que eu disto guardare! le-
grado para o nao delar a prrder.
Entretanto, o caixeiro do Sr. Guimaraes, convindo
Iba lalvez mais perseverar do que arrenpenler-ie,
um pouco allou.io me respondeuque elle nAo ti-
nha vendido lal bilhele, a qua por tanto fosas ea
procurar a quem u vender.
Ora, nada podendo consegair do caixeiro do Se.
Goirnares, drrigi-me euiao ao Sr. Rufino Jos Cor-
rea d* Almeida, subdelegado da freguezia, a quera
entregando o bilhele, a refenndo lodo o occorrtdo,
pedi-lhe para que procedesta as avergaafon e pia-
quizas que o caso exiga, in lir.ni 1 i-lhe tiesta occa-
sio o nome e morada da dona do bilhele, porque
desde logo tiz proposito da nAo mais me envolver em
tal negocio, o qua fiz, participando a Sra. Maiia Joa-
quina o pasaos que acabava de dar, e dizendu lhe
que proseguisse ella no mais, vislo que os meus afi-
zeres me uAo- permiltiam, e nem 11.e convinha.
Seja pois, ou deixa de ser verdadeiro o fado da
compra detse bilhele, referido pe* Sra. Mara Joa-
quina, o qaa he verdade, a o qaa affirmo he, qae nr
do esse negocio nao livi oulra parle e mlervenfo
alera da que deixa expendido, ficando o Sr. Guiraa-
raei convencida de qua da mim devera' formar um
juizo maii favorava1, porque o meu carcter na ver-
dade me eolloca cima de qualquer torpeza.
A pnblcacao.Srs. redactor, deilas linhassera' mais
am ohsequiu feito ao de Vine, leiior constante if-
feifoado.
Francisco Alves de Cirvalho.
Recee, 28 de ouluhro de 1837.
&iteeatuYa.
BAHBIERI E A OPERA CMICA EM MADRID.
D. Francisco Asenjo Barburi nasceu a :l di agos-
to de 1823, em Madrid, na ra del Sordo ;o surdi),
o qoe niin o impedio de pissuir excediente ouvido
musical, e erg 1,1.-11.. privilegiada para o estudu da
msica.
Filho de um correiu de secr-taria, Barbieri nas-
ceu em uma des*s triste* poca* de guerra civil,
rnuitu freqaentes em llespanha, justamente na oc-
nAos, oiliou para 1 madriuha com ligrimas nos
olhos, e mumurau :
Nao, senhor.
Elle casarm-se ao m*io dia seguinle na capelli-
nlia. cora a* dispensas dalas interior mente pelo bis-
po da Au, de quem o bispo de Digne era suffraga-
ee, e foi o pobre capucdiiido qua Ibes dea be.11-
faus nopciaes. Depoi* d*a cereminia madama da
Hoquevire abrafu 1 afilhada, e disse-lhe cho-
rando :
V, minhi querida, seja feliz e nao se eique-
.; 1 de sua velha amiga.
Porvrntura posso --eparar-me nonca de Vmc T...
exclamoo Gasparia. Minha boa madrinha ha da vir
para llepatili a, ha de ac .nipauli ir-me, nAo he ver-
dade !
Sim, eu acabarei meu* das anlo de ti, res-
ponden a velha epertando a em au bracas, mas poi
ora deixa-me aqui.ilrei encontrar-te dentro de pou-
co lempo, ,eu quizera lavar-te uma cousa... nao idi-
vi tilias?
A eicriptura de venda da Ruina! exclarnoo
ella. Ah eu j linha cuitado nii*o !
Esla primavera, irei encontrar-te em Madrid,
coutinuou madama de Roquevire ; alugarei 11 taber-
na, e como Francisco e Joanninha nada terao a fa-
zer aqui, en os levarei comigo.
Os noivo partiram na manhAa segainte. No mei-
mo di* madama de Roquevire foi a Giapiere* : as-
lava sentida por esla separacAo momentnea, pro-
curav* distrabir-r. 0 cavalleiro .:e Roquevire pai-
seava dianle da casa com o chapeo na cab*f a e 01
tiraros cruzados sobre o peilo. Avislaudo a viuva ella
exclamou dando uma especia de gargalhada :
Ah senhora, duu lhe 01 parabens, Vmc. ca-
sou sua alilhada ; re.-rbi ha pooca essa noticia... Ha
om verdadeiro romance... Ella casouse, com um ei-
Irang'iru, um dam-m cadidn das nuvens.
A velda a*senlou-se no Ierra.;.., offereceu uma pi-
lada ao cavalleiro, e disse-lhe tranquillamenle.
Viuda dar lhe parle desse casamento ; lodo os
meu desejos eslAn saiisr-nos : madamesella de Bar-
bajas est bem e-labalaclda, caiou com Don Joao de
Zuniga, escudeiro mor de S. M. Calholica, duque de
Penarande, marquez de lluelamo, con le de Fuen-
salida, e tres ve/e grande de llespanha.
Acresrenle. se quizer, principe da" Ruina por
parlo de na mulher disse o cavalleiro com um fu-
ror concentrado.
. Pegolhe da palevra *xcl*moo a velha.
Oflereceo rtepoia um prero alto pelo dominio dos
Barbejas. () cavalleiro aeeiloo a propoita, e ficon
quai consolado veodendo por um prefo exorbitante
a urlha torre meio desaba.ra, e cozinlia, de que fi-
ceva curral para ovcllia ; porem depois de assigna-
da a aarriptari, e guardar -eni a'rodcs, dm* a m-
danla de It quevire :
lista ven-la esta' defeilnosa ; podem-se pr do-
vidis sobre muilos dos artigas da cerplura : dave-
roos de pleitear.
Esle ac.iiilerimenlos tiveram lugar no anno de
IT. No lempo da revolufao nao exista mais neu-
duina d-s peassai >le que temos fallado. Depoii desn
poca I Huini acabou de rip.aliar e iienhum veiligio
re-la mais da anliga torre dos Barbaja*. / taberna de
Gauberl foi vendida como propredade n-cicnal, a
fachada nao lem mais o mesmo asperio, e ha muitos
cuno que o nCordeiro Verdeo nao ligara mais sobre
o rtulo, mai. anda ha no paiz qoem se lemhre da
paasigim do llepanhe, e uma da cmara da ta-
berna, a que ti-a junto .la aseada da caracol pela qual
s,.be se p.ra o primeiro andar, chama-si ainda a c-
mara do principa.
FIM.
' .



casiAo em que seu pai receben, no etercicio de sima
honrosas luntnip*, nm lernvel farola, de que Me
ruuliou n marta. Em ...... erpreheodid par um banda de rev.jto.nt contra o
-imtiih constitucional, que lenlaram mudar Ido es
pape* de auoera parlador ; mat alie praar>o rat-
K-los e engulr es pedacos a entrega-Ios. l'or ala
acto foi retida mor.luiente ; urna penato de Ir*
reaiea per da, concedida a sua vtuva, fui a nica
reo mpenaa desle feilo heroico.
Barbieri foi recebando iegondo sua dade, urna
educado solida ; depi.it de ler concluido, em Ma-
drid, seua taludo* lillerarloii aoi quaei te bivio ex-
clutiv.meiile dedicado al enlAn.iulenloo seguir nu-
tr rirreira.e decidio-se a abracar a le engenlieiro
d.erarais, p.n cuj H n i pplicnu-se as sriencia* eslu-
dan ti -a- C'im feliz exil... Todava, nuda nAo es-
lava na >u ver aad.-ira vacada, o oinguem suppu-
i'li-i que o novo engenbeiro vie*e 0111 dia a ueco-
par o lujar d- dislinrto compositor musical.
O Ihealro de la Cruz (a cruz), precitamente netaa
poca, ach v..-p sol. a direr^Ao de -eu av materno.
O joven esludanle f i par passun sendo dnt.atiidn
de seus eslu lo* peln contacto dos msicos erante-
res ; com a runliiiuaca. de asaitlir as repel roe, e
rpr .seniariVs, eulbusiasmou-se pela opera," o
Suslo da msica de,eiivolvcu-ie-llie em tal escala,
que abandonou rom, lelamente aa setnela!. As
obras de Hossini li:.eram-o olvidar l.tcroix e The-
nsrd ; a orclieslra da opera era o teu-melhor passa-
Icmpo.
E flm, forjado por padrasto a lomar de novo
o livrea drclaruu querer nicamente seguir a cir-
reir;i de msico.
Comprehender-te-hi fcilmente o descontenta-
neniu que prodaziram ett.is palavras, expresadas
eom vunlade inabalavel. Enlrelanlo, passado o
primeiro momento dt n,.i > humor, teu padraslo,
homem detnaiido prudente, pretcno ceder do que
rnnti triar urna inclinado tao pronunciada, e deu a
Barlnerl um mestie de selfejo, l>. Jos Mayonlo.
Em pouco lempo o joven discpulo enlriiii no con-
servatorio aGm de aprender a locar clarinela ; sua
organismo, porem, t era adaptada a romp-rio e
a loi la-lo um celebre inslrunienlists. Aprenden
lamliem a locar piano, soba dirercAo de I). Pedio
Albermz, |e depoia ucanlo e os principios geraes
de composicilo na claise de 1). Ramn Carnicer.
L'ma rie.grnqa de familia ame.n;..u, nessa poca,
destruir teu fuloro ; seu avj, dir-riur do Ihealro de
la Cruz morreo, e seua prenles viram-se forjados a
deiar Madrid pnr negocios de interese ; Uarlneri
licou *n rom diminutsimos recorsos ; sustenlou-*e
apenas com os tres reales por dia, {'carea de 1 fran-
co 50 cntimos). Seos soflnmenl nao o fiteiam
desarur;oar o enlhu.iaamo. Pelo contrario, a,
classe* da conservatorio que segua nao saciavarn
saa achvidade. Elle preeuchia uo Ihealro as parles
de primeiro barytono as operas, e era cirmela da
milicii nacional ; fui nessa poca que preparou toa
primeira compoiicAo : oin pat Seiis progresso* eram lano mais rpidos quanlo
mais tioiavti*. l'or occasAo de um ptpeclarulo em-
beuellcio dos coristas do Ihealro del Circo, elle es-
creveo o libreto e a mosica de orna opera cmica em
um acto, iir'elippau, que nAo poJe ser representada
por n,11 it-u acabado em lempo.
Islo apena* era o principio la -erie de grande des-
goslns pelos quaes linha de pastar. Aigum lempo
depois, emi reheuili'o escrever a partitura de urna
opera bufa italiana em Ires actos, denominadaII
lioontinipiiien, quando jul?oo ser icrasian >1e lor-
nar se condecido! A ramha l.nbel II devia assislir
a um anniversariodo contera tono ; Barbieri deixuu
de parte lodo, afim de compor um coro anlo-
go, que raov.m .-, allencAu de lodos os professore,.
Oh.ni ni eslava prxima a sua represeulacao, ap-
pareceu a diflicullade dt nao te adiar approvado o
peil.i<;i. e Barbieri foi victima dos obtlacolos, qui
eahiriiin fcilmente se elle fos*e o director da or-
cheslra. Irritado cum senvlhanle proceder, o joven
composlor retirou ua msica e parti, iin comludo
perder a esperanza de ainda um da tirar desforra.
Apoa innmeros drugoslos tsae lempo raioo.
Depois de haver exerc io e dirigido durante (re*
anuos a seceso musical do l.yco de Sslamanca,
vollou a Madrid, em 186," tend sempre em
vi,la fazer representar o seu a II Buontempo-
neo. A partitura achata se ensniada e ptrmillida
ana representarlo no Ihe,tro del Circo, a ludo fazia
erer ao joven compositor que era chegadtflk momen-
to feliz em que se deviam realissr seus mais Impor-
tante..votos. Apezar desse adianlamenlo, urna crise
poltica fechou os Ihealro*. Por moilo lempo o ca-
marn) do lei esleve deserto e silencioso, e, depois,
ninguem mais se recordava do 11 Boontempone.
Se, porem, a falalidade aparlava obslinadamenle
Barbieri da scena italiana, etlava-lhe rtiervadi a-
glori* de str un dot fundidores do Ihealro lyrico
moderno em Ilespanha.
Foi leudo em vlsla esta crearlo nacional, que se
fondou a soredade llcpanha mostral, da qoal fez
parle em I8iil. Em seu seio eslavam lodas at nu-
oridadea da arle muiical de Madrid, assim como as
pei'O'i mais respeil.iveis por sus experiencia, vad>-
butanle cujos primeirus passus na rarreira arlitlica
I.I/.I mi prever seu brillante futuro, alguna aprecia-
dores du talento e um numero limitado de dilellau-
les entendedores da maten.
Em quanlo elle divida seu lempo entre as lieos,
alguna arligo* de critica mu*ieal e di versas composi
S6et para orcheslias ou ruuairas miltiares, vio apro-
ximarle a feliz ore mao de ler um Ihealro para fa-
zer representar oas obras. Sua opera cmica m um
acto, nnira y Peluca,n posta em acea com immi-ii-
sosapplaiisos no Ihealro das Variedades, fui o pri-
meiro pasto de soa brilhante carreira Ihealral. As
arjas dessa opera em breve I ni.r.m-*n populares, o
pooco depois lamliem o foram aa da Tramova.o ou-
Ira opera cmica em um aclo, representada pela pri-
ineira vez no Ihealro de los Basilios. Em fim, a ap-
p iri'.ao do .Jugar con fuego., em tre* aclo, em 6 dt
oolobro ue 18.il, no Ihealro del Circo, eolloeou
Barbie'i, na Oaleguria dos compositores hespanhues,
eni una ordem ramio superior, O genero de opera
' cmica qUi> tanto agrada hoje em Ilespanha, llore-re
em Madrid, a e-i.;>* ne urna tncledade arlttlica,
detde o auno da 1851 ; Barbieri faz parla della des-
lesua ratele ; hoje comp6e-se fomente de U. I,un
i 'lona, aulur dramtico, din compositores Barbitre e
liazlambida a do cantor O. r"ranci-co Sala*. E*let
qualro artistas, sein subvengo alguma do governo,
lizeram coo ca), no pequeo ep sua coala, e ao qo I os trea primeiroa e-:.lo onidos co-
mo autore-, dir. clor-- da scena, directores da onhes-
Ira a dos coros, e o ultimo como principal ador.
A quahdade dialincliva de Barbieri he o seu ele-
vado go.tn para traducir em msica os versos que se
Ihe confia. Elle sabe por lal forma comprehender os
menores senllmenlot, as eniin;oe, as gradacOes pnr
mais diminuta* que tej*m, por lal forma que nada
Ihe escapa na meloda, corope Mu depretsa como se
escrevste una caria commum. arrn que o inslio-
inenlal se recula rteita adnnravel faeilidate. Em fim.
a popularidade de suas obras prova damais o quanlo
he ,apreciad., sen tlenlo, que ainda mais realja pe-
la ptrfaila eiecutlo devida aus cuidados do compo-
sitor que dirige por si in-sino a orcheaira ; aertteen-
laroos anda, em honra dt II .n.i-n, que elle lodo
deve a si proprio j foi por soa vorac.lo o mais que
lud i por sms e*forc,oa inauditos que percorreu Indos
os graos da escala ihealral, dede artista at director;
lindo r.m:i_-.,lo sua vida copiando msica ac bou por
ser collocado na ordem dos compositores celebres.
O mi-rilo do suas obra* mu>ica's e a parle impor-
tante que tomn na crearvAo do Ihealro lyrico despa-
lillo!, aondt a opera cmica nacional poile hoje ser
hem repieseniada. elevam bem alto sua fama popular
Km dezemliro de I8i, foi condecorado com a cruz
de Carlos III, e pugro depois, nomeadi succeisiva-
inent" prot.-- )r honorario do conaervalorio de m-
sica de Madrid, membrn da junta consultiva, e em
fim presidenio da seceso de mmica da sociedade
protectora das Helia--Arle-, a qual he presidida por
Isabrl II.
Desde 1850 elle compoz as operas cmicas seguin-
let. alem Jas que ja cilamo* : Tramoja, tiradas a
Uioa que e-li pue-la la Mesa el" Munzanarc*,
Aventura de un Canlante, lo* lo. Ciego*, el Vizcon-
de, (alo por l.iebre, em um arlo ; el Marques de
Caravaca, em dous aclos; a Hechicera, la E-pa a de
Bernardo, Galanteos em Veneeia, los Diamante* le
la Corona, Mis dos Mujure*, e el Diablo en el Poder
em Ires acto*. Sendo collaborado por ootrus autores,
escreveu La Picaresca, Por segor a un Mujer, e
um -'ni numero della*.
Avezar desse* mnenlo, progressos, ludo indoz a
r.rer que elle ainda nAo expres-sou seu ultimo senli-
menlo e que deve subir multo mai* do que baje. He
Joven, cheio de imaginadlo a de habilidade ; seo ta-
lento cada vez mai* se torna forle e hrilhanle ; iua
actividad* a a pralira con*lanle do Ihealro augnia-
Ihe um futuro art slico o mais b-llo postivel.
Em Barbieri verifica se a mximao homem vale
0 artnla: franco, simples e despido de amor proprio,
enlhu*ia metical. Sen e-pinlo he sombro, gracs ao. esluiloi
vanados e profundo* que fez durante os anuo, em
.|oe esleve destina lo a' carreira das lellras e da* sci-
eiicia.. apezar de auradavel parlador, anda esertve
alcuina cousa ; ras tu, lo* veno* com extraordinaria
lariltUade, e sem qn o libreto de urna opera, que le-
uha entre maot, o embarace.
.Comnquaai I .dos o* maestros, Barbieri lem om
oslo d-li-.i li-.imo ; he um lino conbecedor, inicia-
do em lodos os legrados la arta culiuarta, geralmenle
enlre o* notieot, eipecialmenle enlrru os aniore-
componentes do lliea Iro de la Zarzuela. Sa os mi
estro* francezes e italiano*, Kottiol particulanneule,
li/.erarn cono-a* invesligaoej no lominio da arle
que illu-lrou o imniorl.il Carme, o aulor lo Junar
ron fuego. Valle de Andora, e II mino Alai, pro-
nilleii egoir digiiiruenle IAo nobies r usoi.Edu-
rd Miillel.
DIARIO DK PSRNAMBCO QUINTA FEIBA 80 DB OUTUBRO DB 18&7
corta e Ierras f.-rruginosas ; a pi monta com. A esle fado* pedemos crcsrPMiar outro que
oarroz moiilo e nionlarila Una com o ver-1pewr de aer tnaietotigo, nAo de mrnoi roroto I
A ETIQUETA NA CORTE DE l'IIAM.A.
iho lo Salu io: a genabra com grSo iol'^riiil.w. Ha iluni anuei'"q vano."*jo7oa|ja nflol*r*M J<
leilo
pmaizo, ini-nta e acciiio sulphurico; a gor-
dura com firinha ero, pe.Ira hum sal l- )
calino, cal, ele. ; a ccrsvja enm anua, me.-
la?o, sal, pe Ira hume, Uiveisos krilOS, miz
voni ca o cc lo siiluhnrico ; o tahaco do
cheiiar, com sai, vermclno de Saturno, cal,
cale o vidro pisado; o tabaco de fumar, com
agua, assucar, hu barbo einelaco; o vina-
gre, com agua, assucar earcidosiilhiiiico,
o o, lo com dormideiiBS, serradora, arei ,e
larinha os conleilos cum ge-so, ote, etc.
endem-se em Londres 58 especies de
charutos, tres das quaes lo rain apprehendi-
oas i.ltimamente. A primeira, propriedale
deum bofaiinlieiro re Whttecnape), iiSo ti-
nha uiia nica otrcella ilit tabaco, consista
em feno embrullia.io cm papel cor de cha-
ruto A segunda ere tambem de eno, e a
leiceira de case* le balata embriilhada em
veriiadeita foi ha de Ub-co. Em WoHecha-
P'l, alguns homens disrargados em mari-
iiheiros, vendiam e\cellenles charutos d>
Manilha, queas mais das veze* eram feitos
de fenoou depalha.
lelo quj diz respeito as drogas vendidas
potos pbarmaceulicos, seria preciso grande
espado para indicaras 'iversas falstlica^Os
que soffretn. pss*ndo de mSo cm m9o ; por
isso as victimas silo tantas. o leile en-
contra-se raramente puro ; he verdade que
apregoam pelas ruas-Lette sem agua I
Mas quem sbese lera alguma cousa peiorl
f He para admirar que o parlamento se
"conservo indillcrentu em vista de tanto abu-
so ; al permtllio por urna das suas deler-
laacOes, que se vendesse caf misturado
c.m chicoria, no caso do comprador n3o
pe ir cafe puro. A inercia de urna gra,de
parte do povo inglez deve attrihuir-se espe-
cialmente a falsilicacao dos vivres.
Courrier de Par.
Algiinnis palavras sobre o povo mais espiriluo do mundo.I) pvo francez passa, por ser o mais
espirituoso do mundo, mas parece que nem lodos sAo
do i.esmo parecer, e como prnva d'islo, veja-se em
seguida o quediz um escriplor rraneezl* elle respello.
U povo mais espirilaoso la Ierra, ao qual temos a
honra de perlencer, compr-se de nula e >ei< mi-
; "'fies de habiUnlt*, cada qual o mais espirituoso.
Os nula e seis inildAe* de individoo. que cons-
liluem o ,ovo mais espirluoso do mundo, nAo dei-
xam de st assemeldar aos da* oulras naciies ; lem,
como lodo*, pes, ralos, dragos, ele, e lodas eila-
pailes lie.i, ou mal ajustada* ; mas disliugoem-se doa
oulros povos, pela* pern.s delg idas e pelos digodes.
lodos oscidadAosdo povo mais espirituoso do
mundo usam digodcs. Sena mais fcil adiar um ra-
bino sem cadena, ou um poeti sem dividas ; seria
mais fcil me-ino adiar um critico modo de um a-
laque de imparcillidade, do que encontrar um eida-
dao do povo mais espirluoso do mon lo sem biso-
dea.
ile imbu os sexo* que liniiam lena um passeio ao
ampo peno de itocheslea. enconlraram um -acer-
dole e cornecaram a lallajjpolire o malMinouio ; un*
qualro on cinco pares qnlUram simular um casa-
mento com a anda du reverendo, ,,, t. presin de-
lire* e csvaldeiras provas com que si disuou olis*-
qui ir-no-.
Hoje a* 7 dora* da maudAa vallamos a l.iidoa, coi -
dozdns pelo barco a vapor, da carreira de Al la-ga-
er.linienln la eliquela, leste cere-
monial eirnplo ou Irailicional que regula o* deveres
ra, a respailo das ca.hegorias, das dignidades leEa do Hiba-T,|.
Soo, Sr. director, do V. etc.
Eugenio Poilevin,
e rio* fugares.
Aniel a re\olin;,v. era faeil comprehender luda a
importancia deslas uramles dagalellas. Por lemnlo. :
munilo tk -.._4__l II* :__ i
IKTEi CIIIMICAS.
/"/i' imilonilo o ouro.
''" Mr. A. M. Mti-onel
loma-se : limallia de eobia loo urammn* calami-
na queiinada ou nuco '.ii'i gran]I
menos, In-lai Irado de | ol
pones maia ou
:iiai gramraoa c^
MlvIO PKDMPIO E PACIL DET1RVU AO
VI.MIO II UOSTI) Di. IIOI.OR, O DaS Va
MI.HAS E l>\S KOI.HAS.
Acontece ilguruaa vetes que o vinbo con-
tralle, quer em pipas, quer em garrafas, um
pouei dlfierriica, chlorli)dralo de amnioniaca i.'itl B0810 repeliente bolor, a ma.leira ou
eto menos oceupados em desunir, como os sacer-
dotes em enlacar.
O es*eneial aos odos dos Americanos de que to-
do se faca conforme a le. l*to lem cdegailo a fazer
mol raras na America cedas de.avencas malrjmo
niaea ruuilo frequenles na Eurapa ; em compensa-
cAo, se os Americanos leem elevado o concubina lo
to grao de sacramento, o matrimonio lem sido nive-
lado pelo concubinato legal.
Ela djpocri-ia da virlu le produzio um resullado
muilo .liili-rciil do que se e*perava, e vim a str,
que nrn Aniencano tenda menos escrpulo em to-
mar las mol'.ere- do que uuii s esposi ; acham
aquella arlo mais commoilo o menos compromelle-
dor. Eiiconlram-se Americanos que nAo se casam,
mas encoiilra-fc maior numero de oolrus que se ca-
sam mais vezes do que pode ser permiltido. O* Iri-
dunaes oceupam-se cnnslanlemenle de.les eicesos
legaes, e os procenados por roudns nao sao em maior
o que osatcuiados de bigamia. Um deles
uXEZiS d'SlnCSa """U-e "'da a sim"le* pa" 'a'c,,el!, "" q- 'enu censor..,
Nos que a. ent.nd.mo. nada di-lo, seriamos ca- U"^-.*Hr^.^.Wl*l '
Clin
carnees os
mo anida* a eoaiM, segundo se julaue conveniente.
SAo cel-brados por sicerdote de lodas as religiOes e
por rnauslrad s de qualquer rlasse Indlilinolamen-
le. VSo casar-vos a casa, se sois ricos e esperam. boa
recompensa ; no caso contrario, nAo da mais do que
diruir-sa cada qoal a halnlacAo ou sacn-lia eom
le-lemuohas ou sem ella*. A le nao exice o ron-
senlimenlo dos psi, loso que o homem lenha IS
anuos e a miilher 1.5 ; por Isaa socr-de freqoent--
meiiio nnn *--). abetn do cu a.itc !l lo, ti ', .
quando rrcebein una corla que Id'o participa il r-
gida aeralmenle da hospedara onde os desposados
vAo pastar a Isa de rnel,
Comludo parece qoe as familias americana* come-
&?Z^&%SZ.tT* 3 k'"'g- d* I ,853; '-- >'r -"M> vlnhT
OdilorliviiHlodeeminoniacopuJeiersulililuido "'"" '''"',-:' '''' CJ >!",: cOI
zolalode pola-sa. examinir. hiquei admirado de
Meios para ponlii-ar o liando.
gosto DflSS'do
de Horgonha
comrjrei sem o
ver que, so-
mente no eanaco 'cquarmia e oilo horas o
viudo tirilla adquirido um gosto tal a enso-
ta, codre ou chumbo ; u eitnnha que conienda em
mi-tura, rdumbo, colire, anlunonio, araenico lungs-
lenio, zinco ou Ierro, e, liiialmenle. eslando que en
cerr esles ullunoi nielaes com ooro. pr.ta, cobre
ou rdumbu. extralur dellrs eslando purilirado hvre
de impuiezas e proono pira os diversos usos com-
merciae*.
O meu processo consislo ira submeller o estando
preentou com ella a entrada da
-ala do Ihrono na occasiAo I. ceia. A condessa rus-a
atm .? '}[""""l"Cialcom o qud entrn aem S.udoto de vos me vou aiiaiar
Z.id", t:'! ti "eU" ," "'"'i "aa-U- "'" '">- S" '' devo. e d e.i *co cruzo
!1 i.- enr n C" '"' "n,'e'"u na'ssm- Km brava i saodar-vos espero v\t.,r '
hu nao po.so neuar vos entrar sem o bildcle V n-j
especial.
Mas
perial.
Soi-n perr-i'am
saceos I can, a fal,gar-e leste e.lado d. ca.amenlos. a jul- cima de lado e* Ao a* n u,? '"'
ndo -Jas | liar pelas leo.alivas fe.t.s no senado e na com rea posso deixr e,u er na. a80p'r,o'es-
lea.slaliv do estado de >,*a-Vork por MM. Broaks iliele-. ""* V"""** """"ds
Recua ttpttgnoii, porlugaitt el--.
SSavleba^fa?,
NOTICIA CURIOSA.
A ralaifcat}So dos viveres tcm f^ito cm
todo a parto lernveis piogressos ; comtudo
pireco qu a r.ra-ltretanha leva a (alma
asoutraa nacO-'s neata iri-te sciencia. A
'Ga/.etta Weaera publica una catta de Lon-
dres que contm interessantea promenores
acst' res;...ji,), ||gUoS doi |uaes san de
mui'a vantagem pn-a na estrangeiros.
Em Inglaterra falsiliea-a* o Dfio com lu-
ala, gesao, pedra huue e viinoln ; o ar.o-v-
r.iot cim a r-cul; .s cu f. tarn, eo .. s b-
tancias metlicas ; o cafiS eom chicoria, fa-
vis e remoQo, ecom o vernielbo de Vene-
za ; o cacaocoin o artow-root, fcula chi-
< povo mais espiriluino do mundo, c
unas por usarem por daixo dos seu* edapeos de
campaindas um rabixoeurolado, e o povo mais espi-
rituoso do mundo lavra om rogo por delraz da ca-
be<;,i, o encerra is mjos dentro d< pequeos
de pelle verde, que parecem duis raus tadi
manilas.
O povo mais espirilooao do mando de amante das
artes, e para de boa vonlade diinle do um bello qua-
oro ou esl-tua ; ma* se por desgrana al^nn arleqoun
levanta a p.rn.i direita, corva a radeca, e pe o
dedo mnimo da mAo esqoerda na puna do nariz, o
povo man espirituoso do mundo adandona a eslalua
e corre para o arlequn..
O povo mais espirituoso do rr.ondo julga-e, com
a mellior boa f, ura povo senlimenlal, mudavel, e
capriedoso, e o povo mais espirito,,.o do inundo, lia
es*enia anuos que faz revolugOes, na* quaes faz
sempre Com o maior prazer e bonhomia o papd de
Haln qoe tira, ocaldaodoie, as caslanhas do lira-
leiro para o anligo Derlrand.
O povo mais Mpirilnata da Ierra. eliMiBoa na ci-
Ifgorta dos maraco*, i pequea narao belga que lm
o mao go.lo de o imitar, e este digno povo e-forc*.
ae em copiar o ar fro, a ligura e o andar aotomaii-
co dos nossoa vizinlios os Ingleses,
Quando o povo mai* e-piriluoo do monda MI fac-
loscompridos. acna ridiculo* os que os Iraiem cur-
ios ; mas quando os oa curios, ada ridiro ot os que
o- trazem compiido. He urna nova manelri de ier
espirituoso, que o povo mais eipinluoro do mundo
invenlno pe.ra teu u*o.
O povo mais espirluoso do mundo dalia quena
adulas, ns poetas que Ihe nAo gloria pnxein pela*
oreldas a .orle ; mas soatentam com grande deipen
dio galinda*. palo, cebras, bypopotamo
numero de oulros animaes de lous e qualro ps.
lamliemjauatenla com mimo pequenta e grandei
personagenique ex(hcam em erego o que nAo en-
len-iem.
O povo msis ispiriluoso do miinlo levanlnu-te
om da contra om homem que Ihe quera prohibir o
comer vilella veau) tm publico, e o povo mai* es-
pirluoso du mundo aollrecom a maior resignadlo o
despotismo di ora bando d slfaiales que o ridi'cull
sam lodos os annos de dtlTerenles maniirai.
Apezarde ludo, de preciso convr.em iiui o povo
mais espirilueso do mundo ainda nAocliegoo ao pon-
to de rap-r s. um lado da cara, e de encallar a
oreinas em p.queno* sarco de pello verds ; mas valo
o camiridoqu. as cousas lev.m, nAo d.vemos deses-
perar de couit alguma.
O qut nnsoonsola, be qoe o povo miN Mplriloo-
io do mondo fez Ires grandes descoberlas :
1." A lagarelice, que con-isle em fallar muilo, e
n.lo diz-r nada.
2." O ridiculo, que be a maneira mu
de alrapldar a qu-lqoer.
3. O paradoxo. qua de a arle de provar em como
a pedra de pao. e o pao de pedra.
O povn m.is eapiiluoto da Ierra lem muilo etpir lo. IN'iuauem so atrever a nega-lo e eu
too o primeiro a ronvir u'iss,.. Mas se eu live.se al-
guma iiilloencia para rom o re das e-lrella., apre-
senlar-lhe-hia re-poitosamenle o resumido decreto
que oiip.
Considerando qoe o povo mais e*pirilnoso do mon-
do f-z consislir al hoja lodo o seo espirito em pro-
curar oargueiro no olh do vitinho n*aoclos e con-erva a no ..g>neceo ; a mulher par-
. Considerando alem d'i.so que este exerriclo imr "Clp* ^ ,UH rlc' *em Participar da ana vida ; de
mo.to agradavel que teja, acaba por ser f*.|i,Voso !'""" co'nl""'h'. "'lo urna confidente lie n.nia.
o primeiro pro-i lente da corle im-
nle.
Tambem o sci.
disirkM preside"18 <,il cuinmissao mouicipal, e
Eu iei : leudo a |,0Dra de vos condecer, mas
Nao
de l.i-
Jito poltico.
indepoiiileiiles urnas das oolra
Wa familia eslab.lecid pelo caldolicismo romano.
nido no umao e raapeilo aoa superiorea ; o re in-
c ina-se pranle o ebeCa da igreja, qcle representa a
eld'pai?'"" der,","", '"lo do ral, o iill.o diante
No proleslanlismo rapubcano lie impossivel o
respeilo.
A aul.ridade paternal e conjugal nao lem cren-
as onda poeta lirmar a tua forja mural c tradicio-
nal. A lamilla qut em nutro lempo era um reino.! a
tornou-se laindern urna repblica.
Na America a* mulliere* e o- lillms discutem o
poder (I is pas e dos marido., e o sudordinam i sua
ratgd e al n iua soberana individual.
Nos E sim pre lentes la lamilla.
A tstci reaullados do e.pirile polilico e religioso
da America, de preciso juntar os do espirito nacional
e natoral do American... N,||,, a cabeca domina
eiupre o roracAo, e calcula mais do que lente. Ca-
a-se por ronvenieiicia, lem ludo* por conveniencia
( ama-os tanto p.r conveniencia como por Intlinc-
lo. U casamento he pan ello um negocio madori-
menle pensado. NAo he a fuaao de duas exislen. la*
em urna m>, mai a urg ,acAo de urna tonedade-
que >e pode dissolver no caso que a perda exceda a
rcceila.
a^oes
H. Uaosimann eslava afflicln, aa iuss espre-ses
ie e.cu.as forain lAo vivamente proferidas, que tile
lez c mprehen ler bem que ludo que (inba conlc-
era r.m.equenria le ordena mal entendidas, e de.le
mo lo a tciiipealade serenoo,
-M. Perdir.and Barrol, cujo carcter doce e conci-
liador l..,l-s conhecem, fez smenle le
cxplicafes e excusas do Pe-leilo do
Iranacrlptai no processo verbal.
'i'tir, que es
Seua senan
Gr.<'asae-la prnpoaieto promplamcnle adoptada
pa. foi logo eslabelfci la.
S-guinlo o syalema de .lola;Ao e nao da commu
unale, ra.ando-se os coracfits da mesma maneira
que as (rluna*, ha sempie dous intere.a.s, duas al-
mas, dnu* corar.oes no casal, especie de firma social
eiomestira, dirigida pdo marido no escrinlorio, e
pela mulher na sala.
Cada qual olde por si Arina-ie o americano
de-la divisa egm-la contra os oolroi, ma. enconlra-a
conira si no lar domestico. Exclue a mojlier do* *eu
Ana cuntamos m faclot sem Ihes fazermos alguma
obseivajao maliciosa: ollerecemo-lus a considera-
cao ,oi ontros e lemos cumprido.
{4 OpiniUo.)
VIAGEM AEHEOSTATICt.
lio jornal|) Po.oocopiamos a segointe cor-
reapoadeneia de Mr. Poitevin. doserevenda a aoa
viagem aerea :
rr Sr. direrlor do jornalO Povo.O erando
numero le pesaoas que me procurara e faz-m per-
guiilas sobre a viagem aereoilalica que liouiem x-
eutei.jroasirio a idea de recorrer ao teu preoa\el
jornal, para nelle publicar lodos os parlicularet da
i: '-H O
Pr eooioqooneia, rnganrto-lde o especial ode-
qoio de fazer inteiir no primeiro numero do seu iie-
rio.iico a deaenpeao que inclua llie remello, pois
com lato nlo atufara i curio.ida.io dus teu* lei-
lores, mas raplivari sodremaneim
gosto e honra de aisignar-se.
lici c Ordem.
ARTES MECHARICAS.
Iroeessu para cubrir com urna eamada impermeavel
o* Incido*, o papel e o retira.
Os luveuloiei na.se ea usara cun detcvbmaa pai.
tornar ..a lecidos impermeaveis, maa, grande Home-
ro doi proceases apresenlaloi como novos nA .Ao,
cora pooca dillerenca, mai* do que a rep-tirao de
meio-ja empregados ou abandonados depois de in-
i mi iiier.i. ensaios.
Os proces.os do que vamos fallar, devi 'os a M. I
Coroides, Dio podem sublradir-se itileramenle'a es-
la odserva^A. cr.hca, mas noLnise-ldes, com Indo,
alguns meios novos qoe de olil fizer condecer. '
inventor prepara as suas solucOei preierv-
lazeirlu dis-olver dt meia a u
t'arte consegu fazer desaparecer de todo
este gosto insupuortavel, mesmo m garra-
fas em que o vinhoeslivera mais deum inez
e julgo beneficiar muita gente, sobre tudo
n'um momento ero que o vioho lie cirissi-
mo. indicndo este meio tan simales.
m Depois de ter moido o carvao. lan^a-se
poro a acQAo do acido cdlorlijdrico, e era decompor i ,vlr,10' 1ue se transvasa primeiro para o
o clilorurelo de estando, amm odli >o, por meiu das I sul,tra!iir a actio perniciosa do casco. ,v3o
auas ammuniacaes da. oflicinas de gaz, ou de qual- j ,1'cessarias duas a tres culheres de sopa por
quer outro hror ummohiacal, ou do- pr.ducloa am- llt'O ; depois mese-SO e deixa-se aasenlar
inoniacaes volalen que delle se exlraliein, ou fin*!- "
iiienle, com ammonaco ou carboiialo desla base, de
modo que se precipite o estando em solu;Ao, a se >b-
lenlia um piuduclo de cedo valor ou clilurdvdralo
de ammniaco.
O oiydo ou qualquer outro composlo de eslando,
asir preripialo, be. sendo preciso, calcinado n'um
fornu apropnado com o carvao, al'nn de sa lite ex-
Iralnr oesiauh melalhco, ou eniAo, procede-sede
qualquer nutro nu. lo.
A .olucjiu o rlilorh>lralo de mmoniaco, depois
da sep.rac.Ao dos compo-loi de e-lanlio. f-/-.e eva-
porar, e oblern-ie os c.ystaes de clilordv dralo dt
ammuniaco exlrahidos por meio da subliui.rAo.
S a liga nu a mistura cout-m cliumbo, lepara-ae
eale da solocAo por meio do acido lulpliureo ; aasim
deaeMidara;ada desle metal, a tolocjlo di eal.mho de
tratada pelo ammonaco ou pelos seus eompo-tos co-
mo cima se disse.
Para purificar o estando queconlem as impurezas
de que alraz -e falln, elTecl.ia-ie a sdugAu do esta-
ndo, comido as ligas ou mi-lur-i, por meo do aci-
do cdlorlijdnro, ou ludo o qoe pode sr diowlvido
por urna sidu;ao le bi-cdlorureto de estindo, e de-
compem-ie as lcloi;u>l assim ol.li.la-, pelo acida
sulplnirmo qne se faz passar alravcz das lolucri de
M.., .....,...!. ,, .,...- .,..,.,,.. ,.
p*ra se engarrafar mis tarde. O carv3o vai
ao Tundo com as lezes. Se o vinno esta ja
em garra'as, deita-se-loe carvfio ogiu-se e
hllra-sc no hm de duas hor-s, pouco mais
ou menos. O mao goslo oesapparece iniei
ramente, sem que o vtnho nada tenha ti. i -
dulo da sua qual-da.Je
Esteva ja escripia esta nota, ha algo ni
lempo quanlo h a seguinte passagem no
"Jouuial les Faits :
o O sabor desagradavel que provem do
mofo quesedesenvolve no interior das pi-
pas, a que se da o nome de gosto a vasilha
lie .ilfhcil de ti.ar. M Pombier, pharma-
ceutteo em Salins, aconselha que se trans-
vase o vioho n'um casco sSo, e q'ue se Ihe
lance nm litro de azeite por cada 230 litros
de vinbo giia-se a mistura com l'orea, u
o oho essenct.l, a que be devido o cheiro
espicial caracterstico da molestia em quos-
ijio nssoivendo-se em parte no azeite gur-
durento |que vem depois sobrenadar, fai
desappareeer o'mao gosto qiiasi eomnle-
phorlco e 8 parles de alcool;.!-
plvora, outro lauto di
moia pane de algo ia
era .1. de espirito pvr^lein.iao'TVlVt^"^ M,>M"",-" .donato de m.g,
!*o.u<;.io de caoulchou cem 10 parle '
---S neo, punhcadu de lodo o alcool por me.o le livi-
g.ni com agna ; 5- pado e mea de caoulchouc, dis-
solvicoem Id arles de ..leu de ua, da ,le ca.vAode
pedra, de esienc.a de beijoim, de Mieneia de lere-
ba.lh.na, etc. ; 6- da* parles de gul..-p,rcl.,, cm
c!,," a""' U.U b'inme' "" U Par,e> *
dei cjivAo de podra, de es.enc de heijoim.d. nm.
ca dt leredenldina, de chlorofurmlo, etc. ; 7- meia
u'ML ,1 "ou,f,,",uc e I Rulia-percda em l(i
parles de esaencia de ler. beiilliina.
Trala-se agora di cubrir os lecido* com e.las com-
po*iUes preservadoras. sem deix-r peuleros diasul-
venles, laea como o eld?r, es.inca de teijoim, o e.-
pirtlo pyrolenliosu. o cdloruormio, ele, o que se
cumPrr,eev,,1ar.aS,Una,a "* ^spezas'qu.
Para i.|o, o inventor srvese le um ipparilhe
Xde^am;.arf Sobre urna cmara fechada por todos os lado, e
2^S2l! "I'""'""" .0h-.lv~.ei, que M.e
por om reaerralono superior, rollo-
c m-se lous cylmdro. impenelraveis ao arque .e
.Z!uU ""'"-" -o. quae. gyrain do..
enroadores, ora alimenlar, oolro quo serve p
enrolar o tecido quando esla concluida
finir eie* Ion* eylindre, no meio da
co-
t orna camisa,
am
ira
a oparaajllo.
gue-s* um condensador lamliem'^mpermVa'Ce'i'.'n'ne
..ommnn.ca cora ella por aberturas que alravct o
lecido em qoe se opera. A parle superior de-le Con-
densador, lambemaberlo, he cornada por urna
luinna ou caixa lercal e medida
deniro d. qual circula ar quenle.
n,w.'.,f'."1"i''aiC,,-"'i,r,""","""lirada '" lr" >
J.. a ;' ""'' '", ,l0, feos 'ovimenlos, e
raer.T> ,"""* "'"'' d *" r"' cum ""-
meros J e ., sobre o* quaes deve circular o lecido
ele fundo d.viile-seigualmenle em Ira. eomparuJ
nenio., no qual esla lujado um ds rolo, interio-
ro Siilire el-s tres comparlimentos nAo In senAn
eir s,e"que-.;rao ^^^^M^^J^ "' "''""
Iuiv\k ll^^.J. .. *
De V. ele.
, Eugenio Poilevin.
l.tsboa, 1/ de selembro de 1857. ..
i escripcSo da viagem aereoslalica effectuada na
praca do Campo de Sanl'Auna, era I de selem-
bro de IS"~
luei,, i..........,. qiiaesconiem di.-o-
l^:-90,.Bud0 ".o"-'3- <" l'cidoque vai deliandoo
e-ti pn.lo-cbloriireto de ealaah.. se tenha convert lo
em l.i-ohlorur.lo ; aepara-se entAo por decanlaelo,
ou p. r lillratAo, ou lnsulpdilo que de-l'aite se fo-
mnu.
Killrada ou decantada a solaceo de bi cdlorurelo de
eslando, pode servir para di-solver o eslando, conti-
do nesle metal impuro, o que o leva ao estado de
proto-clilorureto, ou entilo, pode le precplar-lda o
estando por meio d- s coinpustos aminoniaraes.
A iolu(.1o do p'oio-cdlorurelo de eilandu que se
odleve, fazendo fervar ou d'genr uraa solurA.. que
ooi.lenli. b-cdlorureto de catando, odlido, como se
lis-e, eom eslando que conlenda as impurezas em
qutslAo, pode de novo ser submemda a' arc,lo do aci-
do siilpdun.so, ou le oinpn-ia por meiu dos com-
plalos amnioniacaes, ou eolio por meio da cal, do
.aidonato de n
Em vez le empregar u acido sulphuroso, p ole fa-
zor-n usa do lolphilooo do hypo-aolphilu de am
noniaco, e a .niobio de cdlororelo de amrnonio que
relie resulla, dena-*e evaporar para se llie exlralnr
o aal amnroularo. Os inlpbilos de eslinho sAo lepois
calcinado! n'um fumo para aerem convertid em
oxydo qoe se Irala por n.eio do carvao para se oblar
e-lando melallico. Todo o chumbo que existe naa
mluces de chlororelo de estando obllas cuino se
descreveo, pode, em cao de urgencia, ser separado
do modo que se exphrou.
O eslanno coudo na snlucAo He chlorurelo deale
ir elal, odlido, *udinel('iidn o e-lanho que esla'im-
p iro ou que encerra ..uro, prsla, chumbo, arsnico,
a'""n.....O, ferro ou liing.le..... a' acc^u du acidu
clilodij :ri-1, pn le sor precipua lo por meio do car-
donato ,te cal, do carbonato de magnesia ou po' mem
da ral, e, dopoil da sep.ra;ao do idlorurelo de cal
CO, ou lo de magnesio pode so-lu igo-lmenle pelo
me-nio meio do OlVda .!e estando asaim precipitado,
quer por deranlar,., qur por oolro qo.dquer s\s-
l.'ina, redoiindu a uvj.loa-sim odlido por meio do
ra l ,.
Orliiiind. quo exilie ni uluejo, lie precipita lo
por meo. ,io ari lo sulphurico. O* residui.s, qu- pro-
vem do tralamente no estanlioat-ripuro por m-io le
unido- prneiMoa lopra-menrionadoi, e qoe podem
conle .uro ou prata, quer ni*, quer combinado*
rom eslando ou com nutra. Imparta!, sAu tratado-
por mu particular que prnpuz para o Iralaminlo
de i-erla* liga* te estando para se Un extraVlr o ou-
ro, a pralo ou o cobre. /',
DYtilBNB.
Appllcafao do carvlo de madeira purilica;ao bv-
gjeinra do ar, por SI. Sttnboose.
M.SIanhoute, uiemdro da tociade iral le Lan-
dres, l-u ullimaineulr ao Inilit.to ral deala ridade,
uini memoria em que, .iep* de ler mencionado aa
experienrias de SI. SaiiS'iire sodre a aliaorpiMo dos
a-/i p r meio do carvAo de inadeira, deu a'eonde-
c r o* resultado* de oum-ro-ai pe.quizas que f-z re-
rcnt.menle, sore ns peder s relativo* de ali-i.rp.no
do rirvAo de madeira. de turba uo de materias ai-
A ,'u... ^coi-iua ciiiiaj o>ius dous me-
Ihodos.
Dr. Peol.
ItECEITAS DIVERSAS.
Vemiz para livrose outros objeclos de pa-
pel ou couro.
Almecega da India, em p grosso 8 oncas.
i.omma lacea em escamas, em p
g'osso r 12
Alcohol de 16o T. caada
vid o, em po grosso.
Thereheiilina de Veneza.
i-aiicetudo, menos a tberebentina.ein um
matraz de vidro e colloque por espaco de
no a o meta ao calor do banho dgu : iun-
e depois therebentin.,ja derretida e queli-
te, e continu a fazer ferver a agua do bs-
TOO por mais meia bora. consdrvando nol-
U o matraz ; lora do fogo, e de ois de ludo
mo. tire o matraz do binho, sajare do do-
posilo. filtre e guarde e n vaso Upado.
Apoiica-secom auxilio de urna brocha fi-
na umaou mais carnadas.
8 OUCoBS.
gua-raz.
YERNIZ DE OLEO.
3 arralis.
1
1
2 onc,as.
8
4 *
"leo de linhaca.
V'mma copal, em p grosso.
'aleo, em p grosso.
Mvaiade calcinado.
Ierra de sombra dita,
lezes d'ouro.em p.
J)eitc-se o alvaiade, talco, trra de som-
bra o fezes de ouro em um no lulo dentro
lo oieo e em Vaso de barro vi.lra.do, Torva se
, le I vanie espuma, a qual se deve ir
tiran o cm cuidado ; deite-.se urna p-que-
luiiilMadedeaaliva deotro de oleo, c
logo que eomecea esular, tire se para fora
lo logo. Este preparado he o chamado oleo
se.cativo ou frvido.
Oerreta-SH por nutra parte a gomma co-
lare.' cf Tk "*l,n Jo perfeita oenl1 fu "'''.
.n..i P0U?' ,,0UC' ole" f**
t queme mexendo sempre.porem Com mui-
toendado para evitar qne s-lte cara do
S1 tllH8e",Se8uil" '"-ra..
mn, V .e,Ver .mesen ,0 sem-re com a
mesina cautela ; depo.s de tud., bem mistu-
rTxWr! VJ?**U'J de",nte P sePr'-
o verniz de algum dojoito.
ontiderando mai., qui a necti.iila.it de passar a I? '
um oovo gentro de ixerciclo te f geralmenle sen- .'MI
Nos, itc. etc. ele.
Temos decretado e decretamos:
Arl. 1 A. Ilusoria do arguetro no olho du villano
be adolida.
Ar! -2. Sera' aderlo no departamento um crdito
ne tao grammas de senso commum, para terem re
pan das igualmenle a razAo do um alomo por rabe-
ca, entre os trintas e seis millules de individuos qu
compoe o povo mais capirilooao do mondo.
{Hqaru
[4OpiniUo do Porto.]
Do matrimonio e di vida familiir nos Ealados-
liiidos.Lm dos oliim..* nomeros do iCourriar des
Hlals-Lnis., contera algumai rellexe. lAo juilas ro.
mo cuno-as sodre a maneira como si pralte.m o* ca-
smenlos na repblica americana do .Norte; eala
Z?..'-' "" *""-*- P"r "ma sene de'fados
recente- que caii.aran viva lensarao no novo mondo.
ll_p.ir.eiro fo. a historia de am a*aa.iinalo n.
anda h je jai em lio profundo myilerlo como os qe
caracteriam n, romances de Anua Hadechf. O ),
Burdcll, homem lolleiro e neo que hibil.vi cora
missCunninglinm. urna dessas penoouiata. decarac-
er duvnloso edamadas ebear diiia*.,, lida geralmen-
le por v.uvas sem fortuna, era cousiieralo pela toa
pei,...in.sla como um segundo .poso. Ca!uu r,
ella ...Adfiuc sa, judice lis e-l.o O que de certo de
que rol achadu urna manliaa as-ai-inadn no tea
qnarlo, e que a v.uva Cunnindam epre-enlou pe.
pnme.ri vea um certir.cado de raalrimnnio que se.
gnu lo a le. a iustltiili d.rdei.a de sen esposo, ,uc
l.nli. morr.do s.m litdoa. A vuva porem lo, ac'u-
sada de ler conlraliido raalrimonio com um los seo*
ara.nles chimado Erkell. que le linha aprescnladu
ao sacerdote. Unal. Marwino com o nome de l)r
Bru lell, coja morle e espoliarlo liudan tirio com-
binadas entro amd.s os espoi i?.
A eombiaacio, como ie v, era bem ideada, e
primeira Hita linda adquirido grande apparenria de
verdade pelo- l-lemunlin do reverendo Manvine
qoe julgou recoudreer no accoaa lo E ktll o indi-
viduo que linda casado I, n nome de t)f. lirudell
I orem o sacerd.de. depois de ler orna conferencia'
con misa Cunningliain, vollou primeira impreisAo
e dli ler realmente casado o l)r. Barde, a quem
nao linda rerondecido no seu leilo de morle.
O jui eiicarreuado do proceso fez Ide odieivar
que Me devia ler casado tqu-lle. indivnlooa sem e
ler primeiro as.ecnrado da tua idenlidade, porem o
sacerdote rnpond'n que nem elle nem nenhuin dos
seos collegas se lava a es-e Irabalho, e que n3u de-
viam ir consultar sel. cu oilo mil pesaoas para se as-
^h.VL,". ?*" I"* "Prei.nlav.Hl a co-
'"h'r ,......... Mla.m o nAo no ca.o de o fazer
lo I)r Hu.dell |.,ava urna barba po.lic, p ra se di..
lal-co.a'."9' "" J'"ao "*" "ev" alar-o por
Outro
nina amiga e raras veze* urna amante. C-rl
llamos una familia americana, jusiameule nu I promplo a subir
.nomenlu em que regreasava o ludo mais velho da '
rasa, depon de urna auencla de Ir* aun.*. A mai
loto qoe o vio abri Ide o* braco, e acariciou-o com
de rrai' P'"S em ^^ P"le K enct""r"> corates
O paiau filliosaudaram secom um aperlodemAa
dizendn simplesmenle :
Como paasaes, John ".'
.^u muilo besa, c vmsenior .'
Poli e lild s Iritam se geralmenle por enhor ou
vnt em i liorna ingle?, e esle monosvlad-, di mais
como aludo da vida Interna, do que ludo que p-
d-na duer-.e ,m um livrn. Comludo as rriinca*
americanas leem adoptado para com seus p.,s ina
evpres-Ao m>li intima e mai, lerna. Cdama.n-llie.
od governor," v.lbo govern.dor. Em una c.me-
dia de cortme,, intitulado ,. ide Voong New-Yorka
/emd'-To, ""Vo',k q"* Pintn em do-
n,', 1 .no "!"''' Laora-Keano, v,a-,e
'" Ii do que mo so ,1-va esle nome ,o autor doi
us .Has. mas acompandava a dMlgnacJu cm urna
Pjoead. no h mdro ou na barriga, o pTuCT "i -
se, eaedava muilo natural ca fain Bandada
Jj^ -/""!? P.",U'' "' j"v,'"s "f'raoe. fo-
rera Ido redo a' tutela e autorldade paternal, he por
qut saliera que nAo podem contar coi dote algum
I m pai .la a beaco a soa Riba, e nada mais ,le
ndic'aT '""""'"'a''" ">..... ma elrlud, pllo.o-
phica e palrnrchll. As mes.nas joven* ie.ni bil-
lanie nrgulhe por e-te eosliirae. pois ju|oam noe as
queren, u-a,n.n p.,a ana d.Mca'c pandas,^
T miiilaa veres nAo passi de urna illu-Ao
fcn lodo o caso e-pecnla,;,, e meos apnarenle
do qoe no anligo mundo, e e,n quanlo a este p,ru_
cular ba ura projres-n inconlesUvel : pnrt-m os paia
nSn se Bloclindo a' forlana de seu lildoa, leixan-
do-os entrego, a .1 mesraos, ab ticam do. seos ditei-
loa d- trulali-mo.
e ..'.'r!" r"1*,"","'s '"'"nralico. nsull.m bstanles es- (
canda|, |,a allum annos qu. nm pai, exasperado
por ver urna hit,a nnica arredilada por um u'iiro
ra de hiladellia. |' ,. |o de des.-pero rau-
aa.nral.ro o Indlcnaeao do qe svmpalliia :
bordado eCla,'',", lonco P',u -""i". P"*'
-Muilo ames da dora annoncia.la para a partida do
aereoslato, e.lava ce completamente cheio de ga e
I promplo a subir ; mas as num......Hi pesaoas que
havtam lemalo bildeles e camarotes, a banda mili-
tar e a guarda, ludo se demorn. O cortejo desle
da que leve tonar no paro d'Ajnda, foi c.*a da
nAo vulgar demora que se nolou.
A rmplica;A> de todas esa. circumslanciaa, fez
que .o a, seis bora* ealiveaae campista a reunAo. e
o duplicado apparelho aer,aladro -e elavas-e en-
III, tmpellido violentamente pelo vento noria Yo
lahlr da praca. a barquinlia do para-queda, a ma-
dama Pollern, for.m deeurniilro a um lo. enlei-
lo. que ornara u leldadu da praia que licou iimti
A inciedada que um lal inrilnle cau.ou no pn-
blieo, ro rpidamente tranqnilhsadi, pelas ssuda-
coes enrgica, e de ifRoranec que madama l'oiievm
Ine dirigi que o inesme publico compen-ou curo
eraos ;., 1.,.,. .
ObalAaeo p.ra queda, volteando, pela Beca* do
vento, em qnanti o bailo nAo eileve sollo, fe'i qe
o para qvedaseenreda.se pur forma lal n.. corda
que iaasanilo |ior um moilao, pre-o qun-i i Ierra e
segura por vlnle humen*,deixava .ubir pouco apon-
co o apparel o. Ene inridenic impedio que o para-
quela desce*se no proprio redlo di
A scencAo foi conl
-mi mai
o seu autor
em I
ely"iT-' "mbSS' *Jem """'" ."'Pr'aa, no, Ma.aa-
cl'iis.l-, nm nihodeipular a leu pai mingar na
lemilalura lcal ; um era demcrata e o oulro wl.ig.
levemos, porem, confessa
irlirulari
ile geral.
sacerdote, reverendo ll.llieM. mnslrno-
""....."*"* e" "eendenl- ero iale,;,e c,""
BMMO. 1 ma joven chama la ua. U,,!,
i una, familia opulenta,
pai gura deaguae., que i
loidoa, paiz ile.,.,rralic
ritlorralicas da anligo in
dote ron.sa.roa e
  • depois que a joven se I
    arto vestid, romo nma c
    admirar o ler se angan
    po iiam confundir cun m
    rio. (1 pal qin/. invalidar
    l.uiial .l..r|..iou milla
    si la resiuiiMo -e a ir viv
    Irorou a prolissao de c
    O. !...-. narraran! h...
    um e.i.rnenl.. r,,., ,,,,, r um ut ,,, ,, : .
    ......%"""" '"'-.....'"-<.....d. lorro, niaM {,, \, "^
    -i.rnolr.ilo por um p
    {lo ; rasou-os inc
    vapor.
    Cad qual .Ihe por ai
    que esles dissahores a des-ldenriai parlTla"re.,*aae
    compensados pnr beneficios de ulilidade geral
    Os pas nlo a impoe as metina* privares na V-
    meric. que na Europa, onde oquelle qo. g.nhl una
    lorluna, de quera raras ver* goza della. NAo e*-
    laodo sugeilut as meamas preorcupa,.',-, respetto
    do I lluro, de-ldes a vi la m.is fcil e raais llvr. no
    prseme.
    Aavarczabe qaasi de-coulieci la nos Estados I'
    nidos.
    A riqueza nao se mmnbilisa, corre, circula, e a
    le,ridade Keral augmenta.
    Saben lo o pouco com que podem conlar pelt mor-
    ""ador alimentar paa.a por tais, ,.e-.e rolo n. I. m"c \ ,
    oiuie urna e.cova circular que mergulda na disto- """''''0 t"e primeiro he um pouco
    locan, a traz na superficie ; mas se -e quer satura-la i "'*'"7 1up Rundo p ra a abiorprao do gaz
    Cornelia, orlo mergulda com o Le lo na pnpria m""lilc". do arld" sulpdvdnro, do acido aulplii
    mais
    am-
    uroto
    ll.solugao. epo.s de-la primeira carnada, o'le-
    cido elevase uo condensarlo., que de alravea.ado
    por ura grande numero de lodos que rontcm
    agua,,,a, onde toda o excesao de dissol,,,,,,.
    que se evapora, de condensad., sodre esle, lo.
    i'os para cahir u uro recipiente, onde de rerold- ,, ','- M*"'"10'6 denreveo depois a, experiencias de
    do pur meio de urna Inmeira rolloca.la no fundo 7" ,,",,,,u" as sua*. .odre o elleilo de-inferlarle
    O lecido, depois le (er alraveasadn o condensador' I, '""''" Ea|"s experienri.s r.......num em en-
    lobe a columna aquecidt, umle de -ol.m. tt, i a de- ," e Ba,<" m""0* em p ou carvao e em oa
    Itceacao. Se se j..l necease.io cobn lo com se ur on.,,nr 1c"n olna carnada de ."> cenlimelro* do mesmo
    da carnada, depoi de ler pasaado por cima do mi P"' d-composi^Ao das materias aniraaes
    upenur n. faz-ae de.cer pela cum
    e do acido carbnico, mas que o segundo obla co,
    muilo mais eflicacia do que o ca.viio animal, que
    pelo contrario, para a ab-orpcAo das maieri.s coran-
    es In muilo superior au carvao de madeira ou te
    lo,tu.
    ae.cele-
    coiideiiiadur, ao comparlimrnlo
    da loloclo, onde solTre u
    rnss sem sallar eman-ni -
    T 'das as paites deate apparelho devem salar ner-
    eilainenle unidas, para qu. Ao baja ,. r,la de ma-
    lcra, dilloaiveis e Volitan, e o rimo da columna
    queme esta, alem di*.,., em comrauniraclo Com nm
    *.!'.'!" .0.r""."."'''' -." ''pamma, de lorma ordi-
    Esta* ohservar.-.es levaran) Stenbouse a cum-
    ia e-pe.ie de Uro de ar, proprio para des-
    liif lar e.l
    Elle filo
    Unido ela-liro.
    presentado em principio! do anno pus-
    i aoeied.de dai arle-, pode or empregado para
    nana, onde st reunem loda. as materia* d..|e gener'i 5,i"'"'",a k' ."-* dalni-roei, dot navio*, dos canos
    que escaparan! ao primeiro condensad .r e une r^r *a Itlrmsi O m toda* ai cirrom-l.inria, analogat.
    .|or e.-raparam an primeiro con,len*ad'.r ,,,,,. rnir '""*e em |..oa* ai rircum*lanna. analneai.
    ura ludo, se vaaara no reripienie que rcce'lieu o nrn '""' '" "'"" cmada delgada de c.irvSo pulverisa-
    durlos desle ullirno. I'odem depuis lu-lr r-e os te" ""' ""' '"** """ ''"'"* f '"li,, n"''"lirs-
    do., assim untados, por meio do tvstema ordi" "" ".....,B lre' n""s I'1* um d'"" "Pp.rellio.
    nano. ra" r I foi e-l.liele.-ido na sala ., au li. ncia em.Maaii.ui-
    a .- o citando ueste momento de-embaracado o
    para-qu.da, mdame Poilevin e.lava a ponto de
    ...ecipllar-,,., qu.,,,,0 um ,,vo f
    |o^,ior do sol, so fez senlir, e nos levou sobra o
    l'ivemoa, por eonieqoeneta, de alraveasar o rio
    na parle em que o me-rao de mala largo e rhasa-
    n.o. na marg-ra esquerda paragem alraospherica
    da quinta d. F.alio-furado, perlenrenle ao llim sr
    H minaos (iarna.
    Mdame Poilevin aeparru-se enllntln dalAo, e el-
    ferluou felizme.ile a ...a d.aeida.Nflo odslanie nm
    Vnlo de rediraoinl,,. que qua-i junio a Ierra so-
    prava cora furor, virn Id. a birqninda com o fundo
    pa.an ar.I.racas porm cor.gem, a aero-
    nami naoruireu per'go aleom.
    O bilio, alunado r.penlinimenla d'um eanslde-
    rsvel pe-o. elevou .- era lana rapidez e deaor-
    dem, comouin corpopueevr. e,p,ro em lo.
    verno -Abe.la, porm, lolahne.il. a -ronde val
    inla rez. operar ii.medialam'nle a i-seda do balll
    qu. enlAa locu a Ierra em "arillios-pequenn*, e.am
    conr," "'" 'mn' "" Ce'"r0 d'Uma I"0'""** *-
    Era l'idaio. periodos deili admiravel viagem ae-
    rea, que fo, fr.quent, em lodos ,;,,,, ,,e eino.
    Cu--, o Ill.n e Ex.n. Sr. ll. JuIn 0 M,e:e nlPU
    obro e intrpido companbeiro te viauem prloo-
    se cum urna tranquillidade de Mraclo e de espiri-
    nobre
    .'!. Oleo le balea, < un ou
    lisfactorio. O iiliro d. r de Uaoiioo-Quota ainda
    In.a-se d. ,.;,, m fn ,.......pe! com I *,** 'r"lh<' '"".. n.n, raes.no a reuov.cAo
    olvida era egnafna, e, qu.ndo eila iteeo. cobre-.
    lita .111, 1 J.HI rliih. ___.. -1. 1
    llumedere-se de
    novo a soperfirie exterior lo na-
    pel rom tgo. fri, que amol-re a "omma. despeg",
    papel e deixa sabir por ra.io de lavagen. P B
    ^o^deen.Aoserro e prensa ,o pe,, saslema
    pulmtj-i, quando -e e-it exp,..|0 a respirar uraa H-
    rii'-pdeii muilo Imalubr.
    economa domestica.
    Pri p^ra ia/er levedar a. inas-as.
    lia algom lempo rdegou I, America a Europa um
    pr. propno para f-zer levedar as masas di patteda-
    ria. e cij analvse arada de ser |,n,, pelu llr V
    Kaichard. Este p.'i he, segando elle, urna mi-tur d
    crmor e trtaro e de rardunatr. le polas-a ou d*
    araomaco, que milas vea, se lem applicalo
    ea|e odjrclo. Jooll-s esle | i as ma--a
    r.m tornar volomosaa, e que, por eom
    cis.in do ser levedad
    para
    que se que-
    .erv.r. e pren",S9
    O lecido aasim prepralo de enlan carreca.lo de
    gomma e empresado como o p.pel prece lente.
    3.1 Para untar o rouru d urna s,|i,rAn preaorv*. m >i..... I,
    X'd^^^
    ..., LACRE FINO.
    Ihercbentina de Yeuezi.
    lomiin la,;ca.
    Col llanca.
    I.iquefsQa-sc com auxilio do calor
    mexendo sempre e jume :
    VermelbSo.
    Mexa-se bem, e, fora do logo, jun-
    te : alcohol rectiUca lo.
    Pode substiluir-se ao vermelh3o nutra'
    qualquer materia corante, como: ndigo,
    miea, ouro mussivo etc.
    V.
    (Jornal da Associsgo Industrial Por-
    tuerise )
    I0O p.
    25 i>
    50 o
    12 p.
    6p.
    Ari.l.des Ou.rieC.rn-.ro da Coriba eGma. .im
    vez qoe a Bonhara D. Clara Mara da At-umpcAo
    Simpa.. in,i-te na publicajflo de teu anuocio rrt.tl-
    vainenl. a um cavallo que diz perlenctr a ten fina-
    do nido, quando era do dominio e poste dotmnonci-
    ai.le.joU.da seu dever accrescenlar m.is ilgumas
    rouai leraces ao -eo mnonclo auienormente puhli-
    ST- f?"- "'1' """'' luiz pelo meno.
    prolciar conira o annu.icio daqu.lia .endura, du
    qual, a pasaar-em reipuila.se poderiam lrar,Hiedes
    menos airoaai para tile. "."
    Oaiii.unc.u da Sra. Clara da a entender qu. o
    annunciante relem era seu poder e recu.a-se a en-
    da'ui,r|,",..,7 1"","' d0mi"i0 e P"e '
    ? n 'U'npre' P"r'm- "ueo P"1""1
    salda que u annnrMi.ul. nAo edamoo o cavallo p;,ra
    u.hlW T2 P" mn'' ^Ml "epo. do
    e pos." cc""Pel,"le,ne"le o doniintu
    ,.1.^"- l,r'/"'ende apprchender violenla-
    menlecorao bem du inventario deseo marido que
    do por ora ar.ue||e que ,, ,a. ,,.,,,! "
    bem que diz perlencer a seu fildo ; allega q., o ca-
    vallo aeda-se avahado, qoando ama,, foi mola
    os avahadores, e como se o laclo da avaliario de.
    rollo a qoeo, a0 o lem; finalmente, f.iendi.
    grande escarceo com um mandado de .pprelieu.A..
    que meno. justamente nh.e.e, recusa-.e. ,Z",
    2T! d.'T'*",* "!*t- V ...uuncianle
    deu, a dclruir pelo, me.o. legilim... o ltala porque
    o annunent, recebeo o callo. ,em o qne n".
    tal!. CAVOll.l lii.rl.1.. m I.-.
    li'a verdade
    rdd. allej.r que 4,, ,., p,r|enr.; ~ ,",J" ";
    ...i.... o_. .. .. -
    em pouco lempo.
    loando It faz nao ,l. c.rboni..... de potaa.a uu
    deamo, ,ro, upio.e-ie naloralmoDlque Uta na
    '.equedeved..ev,"ueree,pul
    lerr.^vJ '. "a '"^"l* S"- Ciara nAo parece
    ler convicio do qut a.aev.r. '
    n..^"JU "" 'f:l0C"' alT''cln os 1'ifcana.a, para 00
    qu.e.oan.iuncianl, foi o pnm-iro a recorrer, ,,-
    mor ..na que aquella senhora 0.1 quem 1 ac.nselha
    aguar.la.se a ler,.,,,, doa luumu lribun.es e "e ad.I
    Uvease de iiisniar polmicas pela .mpren.a, as quaes
    o ennoncanie nao Olla' dp,.,io .nlr.tor, Unto
    man quanlo pelo .eu .nnuncio anterior, e pelo nra-
    teoll o publico deve lien c.nl.ecendn asem-razioe
    imprudencia com que aquella sendera ou ,, a
    arnnsellia procede. |u,m *
    O annoncun'e lmiH- espera qu. a Sra. li. Cara nAo o lorC.r.- a lize?
    ron.:,, que Ido nAo agradar., onvir, e a's quaes por
    oraaind. deixa em Hen-.u pela, defe.e ,,*,!
    Rumie, ,e- 11""' "><' P" cora a ra.li o.qoell. ,0 li
    amigo e cuja* crazas o ai.nunci ,le crrt.menl- ..o
    preza menus que a Sra. 1). Ciar;,. """"' "do
    mm:
    que, I
    v da dom
    deram em ca*, ,|, Kxm. Sr. R. el ,le (loa Iro"
    ura. rormam pela sua 1 mus generoaa, amavel ledicad 1 l, T.,1,1, i 1
    - qu ,a m bu.c, da aoa be. A f.,IU pu. im0 \ZT< ^.!Z> "T'"' "......""** "V?""' t-^^E^
    ulineiiu e p ,Je dizer. a OMW, d ^"ha ho" "", d" ,,u W"**'* jornal, p.ra r,g. en, nome do.
    Ires vi'jantei prole,1* ao E,m. Sr. Kang-I I. Oin-
    dro. o nono sincero e.lvo recodeciraenio pali.no-i
    -ouro rom a Mnelo n.
    urna nao lecativa
    le seeesr esta olllma,
    emcitn., a leer.,, grauhile ou nulrn.
    quae.quer pos minoran 00 mtiilieoi.
    am oniar-i. u n
    :i. e quamlo aerea, (pp| c, ,,,
    de oleo, e finlmeni., nnld ,
    poneir.r
    larl d'a'la, trei;-|
    P"i ua .le ral. 1
    parla de me la pura e l*v
    irilu, porqrj
    de ral 11.1.1
    1 01,1.. ,,;.H poder, ao ron-
    era tari, r nruir,, de:
    ' pon prepara lo eom urna
    1 e :,., par a d. bi-lar-
    pequeo excelso le ,-a.l, nal..
    la de
    I 1 r ri'ii
    pe-e.la puvenionle i.gum. Pati um
    bolo d.- g. n.le. .lime,,,,-,... ,l0 prec.Mi i.i grammo.
    pouco m.is ou meno*, de.le p. americano.
    vendedor *" "? dividendo
    Ac 10.
    _
    ILEGIVEL
    *






    -
    DIARIO DI P1RNAMBUCO QUIMA FEIRA 89 DI OTUBRO DE 1857.
    Ouro.Oncas despalilllas. .
    Moedas de Ka 100 velha
    (ijliMI ni,v:i-
    e c 49000. .
    Prata.PatacOei brasileiros. .
    Pesos eolumnarias, .
    ineiicanos. .
    ALFANDEI.A.
    "eiidimenlo do dia lat". .
    dem do da 28......
    29j.>00 :tOjx:o i ilo Recife 29 -lo setembro .lo 1857. o con-
    2nno ta(lori Joaqun, lavaros nndnvalho.
    CONSELHO ADMINISTRATIVO.
    O consollio ail iiiiiiatraiifo lem de com-
    prar os objectos seguintes :
    Para o *. batalliao de artilharia.
    Casemira carmezim, covados 76.
    7 batallen) de iiifaularia. .
    Camas 50 ; mantas de 13a 50 ; chita para
    169000
    93(100
    2>'H)0
    000
    1j8fi0
    6H:443950
    29:5371190
    ii2:98laU0
    Descarrec-im tioje 2'J do oulubro.
    Brigue portugueiRelmpago diverios gneros.
    II '^ic porluituezE-poraniaidein.
    Brigue portugus S. Manuel dem.
    Brigue ingle/,Irmeli i-.iIIho.
    Brigue ii'jhv- Zi.lcs ferro.
    Brigu. diuamarquei i-'r.1,1,.mercadoriat.
    ' Pala lu liollaudeiAerainercodorlei.
    Bngje bratileiroAlmirantedem.
    Barca am.rimnaConradf.rinha de trigo.
    MOVIMENTO A AI.FaNUEGA.
    *olumes tnlr.dos.com fajen iaa .... I2.V
    " com gneros .... 1,026
    IiiUI
    \ ulurnes i.ihidoi
    com lateadas
    eoni gneros
    1,151
    2-2
    339
    563
    Total
    CONSULADO ERAL.
    Keudimenlo do dia 1 a 27. 62:38"0868
    i Jera do dia 28....... *-I87sW7
    64:5733115
    DIVERSAS PROVINCIAS.
    Rendimeulo do da I a 27. .
    dem do da 28.......
    1:1649208
    298J827
    1:8:l903.
    25 cubertas, covados 150 ; caraaugss de al- i tropas.
    a ser destruido* pelas leras, divulgando-se grandes depsitos de madeira ou resfrif do-
    ser om grande thealro de espectadores. res do S'biio comportando ceda urna ruis de
    4." Destruidlo da grande lorre de Rabel mil catxas, alem de urna (Densidades de
    urna das pritneiras maravillas do mundo. i utensilios, proprios do estahelocimento
    5. A encantadora praca da Concordia. Oito escravos de difTerenies idades ja acos-
    6." O grande palacio do crystal em Paris, 1 turnados ao servico da fabrica,
    genio om dos primeiros do mundo, aborto Um laboratorio cliimico para a analyse,
    em 15 de maio de 1855. contondo pecas do vidro e metal mui impor-
    7.a s. M. NapoleSo III, passando revista s tanles, urna porciio do frascos com accidos
    V
    DESPACHOS Dli EXPOUTACAO PEI.A MESA
    DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
    28 DE OL'TUKtO DE 1857.
    Bre.k-waterBrUue americano Pairv, Koslron
    Rook.r \ C, 764 couros s.lgado..
    ValpsraizoBrc. ingiera nWilrliaih Tigra, J. B.
    da Fouseea Jnior, 500 saceos assuear branco.
    Loan laBrigue ponuguez Poitador, Folicea,
    Medeiros ,\ C., 60 hnnr" altanar hr.nco.
    I.ilb 'nBrtgoe portueiiez Tarojn I, Manoel Joa-
    qun) U m e Sita, 6 pipis mal.
    Li'b>aBngue pnrlugu'i Artivu, Amonto lr-
    maus, 170 sacros assucar branco e ma.cavato.
    I'.m i Brigue nacional o Despique de Beiriz, Fer-
    reira ty Lnureiru, 44 rasms niel.
    Losada porluguez Porladam, Tliomaz de A-
    qotno F.f, Fillio, 20 barricas e 90 accos
    a --.i,- il rucj e III ,,-rav i ,1o.
    EXPOKTACAO'
    I .Imouili, brigue sueco uliennye, de 413 tonela-
    das, con ludo o seguinte :4.5IK) saceos com 23,000
    arrobas d assucar.
    RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
    RAES DE PERNAMBUCO.
    Rendimcolo do dia I a 27. 4l-87li('7
    dem do dia 28....... 4219584
    godSo 25; chinollas, pares 100 ; chicaras
    com pires, duzias 3 ; pralos, duzias4 ; ou-
    rines com lampa 12.
    10 o bstalhao.
    Panno meselado cor de ca', covados 81.
    Companhia de cavallaria.
    Kreios singelos 23.
    Provimento dos srmazensdo almo-
    larifsdo.
    rame do lat3o de n 8, libras 96 ; dito de
    dito de n. 13, libras 32 ; seccante, arrobas
    3; chapa grande de ferro p.ra o fogSo do
    quart-'l dos menores 1 ; frecial de 35 pal-
    mos I ; taboas do louro di assoalho do 14 a
    16 pollegadas, duzias 20; costadinhos de
    amilrello de 16 pollegadas de largura 6;
    pranenes deolticica, ou pao carga, ten lo
    16 pollegadas de largura, e 10 de g'ossura
    10; tabossde asoal>iode pinho, duzias 10;
    oleado, covados 60 ; colla da II na, arrollas '
    2; oleo de linliaQa,arrobas 5 ; papel J 1 iihas l 4 i ; livros em branco lo 50 foltias
    de papel pautado 8 ; dilos dito de 150 falla,
    de papel pautado*; t'Cho grandt re co-
    bre 1.
    Quem quizer vender aprsente as sus
    propostas em carta fchala na seorel'-n.i
    do conselho, as 10 horas do dia 4 de no-
    vena bro.
    Sala dassessoes do coruvllio administrati-
    vo para fornecimen'o do arsenal de guerra,
    27 de oulubro de i 57 Rento Joso Lame-
    nha l.ios. cnrooel residente; Bernardo
    Pereir Jo Cariio, vo/al a secretario.
    Pela sub leleacia do segipnlo dis-
    trictodeJaboalao hittmih nmcavalloa-
    lasSo re Francisco Alv"s d i Itarros, c >ino
    furia do pelo n esmo, o qual ser emreguea
    sen legitimo dono, dando ossignaes e cora-
    i cenle justifica<;3o, que provem o scu do-
    minio,O subdelegado, lolonio Pereira da
    Cama-a Lima.
    - O arsenal de marinha ompra no dia
    2 de novembro prximo, plvora grossa pa-
    ra o consumo dos navios da aunada : as
    pessoas que qui/.ere:Ti fazer a venda sao
    convidadas a romparecerem nesta secreta-
    ria em dito dia, pelas 11 horas da nianhi,
    com as suas propostas em carta fech .da, a-
    companhadas de amostras InspecgSo do
    arsenal de marinha de Pernambuco, em 21
    de oulubro de H57.-- O secretario. Alosan-;
    dre RoJrigues dos Anjos.
    e a-
    8 A esquadra Turca no Itosphoro
    campamento das trojas etc etc.
    9.a A esquadra anglo-franccza passando o
    mar Negro.
    10. Hnmbardamenlo de Odessa, os In-
    glezes botan lo fogoetes a congrevo.
    II.* Desembarque das tropas francezas e
    inglezas em Glipolli.
    12 \ esqua Ira anglo-franceza, em fren-
    te de Constantinopla, recbenlo as noticia*
    da Russia.
    13. A sanguinolenta batalha do Alma.
    14.' OgranJe bombardea ment de Sebas-
    topol.
    15 O presidente Alberun, em a esquadra
    de primeira linda.
    16.* Os verla 'eiros retratos dasprimeiras
    personagens lo mundo.
    11. Os defensores da libcrdade da Europa
    em Rerlin.
    18.* iNapoleflo I, botando oculo em frente
    da Cathe l>al de Milo em Italia.
    O salSo estar aborto das 7 at as li da
    noite. Entrada 500 res.
    Lmi sitio.
    Precis"-se de uto silio porto da prar;a,
    com baisas para capim, qtlfl o aluzador faga
    tirar 4 carr"gos por dia, o com bstanle pas-
    to para criar vaccas.
    Contlnu'a amia por appareeer urna
    pulreira de ouro de 18 quilates, que so per-
    deu da ronle da Boa-Vista ao torro, casa
    n. 2 : quem a livor actiado, nede-se a sua
    restituirjo, que sera grailicado.
    Para oOara o Acararu' vai soguir ate
    o hiato Novo Anglica: para carga, trata-se
    com Francisco de Paula Figuoira deSaboia,
    ra de A ol'o n. 5.
    Vendo-so um escravo j de ilade, po-
    rm rouito forte, proprio para qualquer ser-
    vico ; na ra (la Ca iota Velha n. 41.
    No segundo andar da ra Direita n.
    64, vendo-se tima negra com ,'t0 annos de
    Vicente Ferreira da Cost*, far leillo por Idade, porfeita cozinheira, doceira e engora-
    ititervengSo do agente Oliveira, s'Sta-l'eira maieira.
    30 do corronte, do seu sobrado da ra do
    Hospicio n. 18 II o qual se acha edificado em
    etc.
    Carteiras, almarios, prensa de copiar re-
    logio e mais objectos do oscriptorio.
    Urna terreno com 100 palmos de frente e
    fun lo al baisa mar, anneso a fabrica-
    33 cascos com azeite de palma, e urna por-
    CSodeditoem deposito em um tanque de
    ferjo al0srtor8s om ponto do sti.iradilo
    dia, na mesma fabrica, tei lugaro leilao.
    Leilao
    Altencao!
    PROVINCIA,

    No hotel brasileiro.da ra da Penba n 2 A,
    ha iiiTId de varea nas torcis-feiras e domin-
    gos do todas as emanas: convi 'a-se a ra-
    , paseada e mais pessoas para o bom cha, mc-
    Ihor caf, e o nptin o cboeolafe ; no mesmo
    miel fazom-se bolinhos de todas as quall la-
    , des para-eocooimeiiiia, com omita promu-
    O Sr. Ilicourciro fi.'.s loteras monda tido c comino lo proco, ssim como cn-
    fazer publico, <|tie estao espostos a ven- genima-so e I a va-se com muita perfet9o,
    da, lodos os .lias, no pavimento terreo da "S;"-'io e Prec0 "0* "
    i i ,,. i ,., --- l'recisa-se de urna mulner de meia ida-
    casa da ra da Aurora n. 26, das 9horas de qu no t(Mlha lamjll> e quc SPJS'Cip^
    da manliaa as 8 da notte, bilhetes e meios ,ilra tomar coala do governo de urna casa
    da sepund i paito da teroeira lotera de um homem serp familia :_ quem estiver
    do liospital Pedio II, cujas rodas andam "estas circumstancias, annu'ncie para ser
    u
    terreno foreiro ao Esm. monsenhor o Dr.
    Antonio los Coelho, e a cocheira em terre-
    no proprio cot frente para a na do Destino.
    lio intil alguin i coosa mais publica a'-erca
    da eonstruc^ao da casa e dos conmodos que
    ello encerra. visto qu isso por varias vezes
    so tcm feito : os pretenderles que a quize-
    rein examiir r poder-se-iiilo dirigir ao Sr
    Jos Rodrigues Peisolo, Casa terrea junto.
    O agente Oli reir fara loilfio, por or-
    vende-so um carro inglez de 4 rodas
    o 4 assento^, para I ou 2 cavailos, co n co- .
    berta, o com os competentes arreios ; elam- v)
    bom um eabriolet ingloz om os arreios :
    na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
    Vista em casa do -^r Poirier.
    - Campos & Lima ten a venia em suas
    lojas ao pe do arco de Santo Antonio, e roa
    do Crespo n. 13, urna f/cnda inieiramente
    nova para vestidos, com lesentios igues as
    laazinbas ; contentam-se cm ganhar pouco. j xeiro pai e u,'ni
    e para isso abriram O progo de urna pataca I prefe.riudo-s
    no dia Til docorivnlo mez.
    Tiiesouraria das loteras, 17 de oulu-
    bro de IS7.O escrivSo, .loso Mari da
    (A U/,.
    piocurada.
    @@ ^@@-@^-5)
    <&
    dem de Arsenio Gustavo Borgos, da botica rvalo ; os cheles de familias, nao devem
    sita na rus Direita n 31, com h mita arma-
    c.o, bons vidros e bmOas, excellenies me-
    dicamentos, e mais artigos que coinpam a
    mesma, em u;n s lote ou em separado, con-
    forme nndhor con/ier aos preten lentes :
    sabbado, 31 do corrente, as II horas da tna-
    olua, na indicada botica.
    para
    e
    ia-
    ranhao.
    42:2939081
    CONSULADO PROVINCIAL.
    H*ndimenlo do dia
    dem do dia 28.
    I a 27.
    36:5889.31
    1:339/745
    37:928*090
    .MtoteHt* 0 r* &i

    O vwejro brigue escurr "Graciosa,a
    CapitOe |>i tico Joao Jos de Sou/.a, re-
    cebe c rga pan os porlOs indicados : a
    tratar com Almeida (lomes, Alvos i\
    O pratico mor das barras a porto dcsta Companhia na ra da Cruz n. '21.
    cidade faz publicar, para conhecimento ios I Para Lisboa segu brevo o brigue Ac-
    Srs. capitiles mesires dos navios mercantes tivo, o qual ain la pode receber alguma car-
    existentes no mesmo porto, os artigo 44, 5tt| ga, como tero boas aecotnmodaces para
    o. 58 do regulamento de 28 de feverei'o de passageiros: quem no mesmo quizar em-
    1854, em vista dos quaes os mesoios Srs. ca- barcar ou carregar, podor e.itender-se com
    pililos e mestres narl devem c nsenlir que j os consignatarios Amorim Irmaos, ou com o
    os seus navios sejam amrralos ou desa- j capitao na praja do commercio.
    ft>:.*4/ff SDit>i*fi
    5(9000 do gratDcacSo.
    No dia 27 do corrente. fogio da casa do
    abalso assignado o escravo crioulo do no-
    me Pedro, o qual tem os siguaes seguin-
    tes : estatura regular, bstanle preto, ja
    tem bastantes cabellos braneos, tanto na
    cabeca como na barba, levou calca de brlm
    de quadros e camisi de madapolfio mas tai-
    vez tenba mu Jado de rou, a, porgue levou
    mais alem da do corpo, falla hasi.ante des-
    cansada e por entre os dantos, julga-se que
    tora ido para Carannuns por ser natural
    desse lugar o de latorvlodo para sor ven-
    di lo nesla praga : roga-so po-tanto as auto-
    ri tades e capitSea de campo a appreh msSo
    do dito escravo e man la-lo levrnosla cida-
    de a seu senhor na roa Imperial n 173, ou
    em Caranhuns ao III n. ar. Manoel Jos Men-
    >es Bastos, que sa gr1.tilicar.i com a quanlia
    cima. Itectfe 29 da selembro de 1657.
    Joaqun Luiz dos Santos Villa-verle.
    p r ler osla occasiao de Irazerem atseiadas
    as pessoas de s la casa, e por to pouco di-
    nheiro.
    --- Na ruada Madro de Dos n 3'i, prnci-
    sa-se faiar ao Sr Jos monio de Carvalho,
    a neg i nue o mesmo nao ignora
    Ka/' -so e concertam-se carros do
    passnlo, carriuho o ca oq-s : na ra la Flo-
    rentina, casa que foi do fallecido Beranger.
    Algodao da Babia, potaisa da
    Rustae do Rio de Janeiro, e cal
    virgen] de Lisboa : na ra doTra-
    piclie, rmaseos ns. '.* c 11.
    - Precisa-se do dous feitores o om cai-
    io distante dosta praga,
    eslringeiros e paga-se bem :
    oo largo da Assembla n. 6, segundo andar.
    i
    i
    Fia^ao c tecidos
    dcalg do.
    NSo so tendo reunido numero sufliciente
    de socios para sor eleita a commissao lisca-
    Navun ent.ados no dia 28.
    Bueoos-Ayrrs19 dias, brigue insl-/ Farkliilln,
    de 169 l.nielail.s, rapito Juhn W'.ikeliim, equi-
    paaeni 10, em la.tro ; a Amorim Irruos. Perlen-
    ce a Liverpool.
    Parahiha2alias, hiale nacional oCmreiQao l'lor
    das Viitudes, de 26 toneladas, meslre Alenndri-
    no da Casia e S Iva, equinc-m 4, cara, loros de
    inanaue ; a Paulo J ise Bapnsta. Perleoce a Per-
    namh'ico. PMageira, Simplicio A. Pe^soa.
    dem2 dias, linio nacional uCim&es, de 28 lo-
    n-i i,l.-. mestre Antonio h'ranci paqem 3, carga loros de mangue ; ao aiesmo mrs-
    Ire. Pnrlence a Parahiha.
    Lisnoa31 dial, brigue portuguez aEpranc.a, de
    153 tonelada*, capitao Joaq-Om lo -autos Les eipii|Miem 12, car^a vasilhame e i i gneros ; a
    Barroca & Calro. Perlence ao Pjrto.
    DfilaSfAV <
    -,
    De nrdem do lllm. Sr. insperlur da lliesoara-
    ria de faeni1a, se faz publico para conherimenlo de
    <|em interrssnr, que no dia 11 de novembro piosi-
    no viiilauro, serio arrematados, perante a (ursina
    lliesourana, a quem mai der, os arrenlamenios
    das casa, abaito mrnrionadas, perlencentes aos pro-
    prios naciouaes, a saber :
    I ai armazem ho Forte do Mallos, do, que |\; ou-
    Ir'ora rendeiru Manoel Caetano Soares Carneiro
    Monteiro.
    Uta dito no mesmo logar, rom reparlimento inte-
    rior formando dous, de que foi ren leiro Jo- Joa-
    qun) de Lima.
    I m dito no mesmo lugar de que lie rendeiro Jos
    Csrlos de Sooza Lobo.
    Urna rasa rfe sobrado de dous andares e s n na
    ra .lo Padre Flonano u. 71.
    L'ma dita terrea na roa das Agos Verdes n. 10.
    (N prelendentes eompaccain na sala das sesses
    da me-iiu Ihesouraria as 2 horas da larde do refe-
    rido da. decretara da lli^sooraria le fazenda dn
    Periiamlmro, 27 de oulubro de 1857. O olllcial-
    maior, Emilio Xavier Sobieira de Mello.
    CONSELIIO AUM1NISTRATIVO.
    O conselho administrativo, em cumpri-
    mciito do art. 22 do regulamento da 14 de
    dezembro de 1852, faz publico, que foram
    aceitas as propostas de Scolt VVilson & C.
    Jos Baplisla liraga, Antonio Teix>ira da
    Costa Braga, Manoel Jos Kerreira, e KoJri-
    gues & Kibeiro. para fo'nece'em :
    0 1.' 18 toneladas de carvfio do pe ira a
    SIWMB.
    02.' 20 cadinhos do norte de n. 10 a 110
    reis, 20 ditos de dito le n. 12a 110 rs. cala
    numero 6 bules de foltu de dan 1-es a ir80
    reis, 6 ditos de dita menores a 8U0, 6 assu-
    careiros de dita a 500 re.is, 6 manteigueiras
    de dits a 500 rs 2 cocos de dita para tirar
    agua a 200 reis, 2 alqueires de areia de mol-
    dar a l2-;rs.
    O 3." luO colxoes com travesseiros a 2J900
    reis.
    0 4.* 20 arrobas de chumbo cm lenQol a
    53350 res, 40 ditas de dito em barras a 5*250
    res, 1 haianca de cobre, cam pesos de fer-
    ro ate urna arroba, por 309 rs
    O 5 50 talheres completos a 560 reis.
    E avisa aos supraditos ven edores. quo
    deverlo recolher os respectivos objectos ao
    arsenal de guerra no da 30 do correlo tuez
    Sala dassessoes di conselho a lniinistra-
    tivo, para fornecimento 1o arsenal de guer-
    ra, 27 de oulubro do 1857. Bernardo Pe-
    reira do Car ..o, vogal e secretario.
    --- Por esta subdelegada foi rrcolhi lo a
    deposito um huno com caugalha, que hon-
    tcm a larde vagava sem conductor pela ri-
    beira desla ireguezia; quem for seu dono,
    prove-o, quo Ibe sera entregue. Subdelega-
    da doS. Joc do Recite 27 de outubro'de
    1857 Accioli. sub leleaado suodIoiiIo.
    CONSELHO DE ADMIMsTRACAO' NAVAL.
    Tendo-sn de proceder a compra de cami-
    sas de baieta azul para provimento das pra-
    vas dos navios da armada, o conselho de ad-
    ministracSo naval convtla aos pretendenles
    venda a apreseni. rem-lhe proposlas em
    cartas fecha las no dia 3 do mez prolimo,
    as 11 horas da irianhOa, as quaes decla>e-se
    o menor pre<;o, sendo arompandadas da
    amostras. Sala do conselho da administra-
    r o naval em 22 de ouluh'o do 1857. O se-
    cretario, .laxaodre Rodrigues dos lijos.
    ------O lllm. Sr. insperlur da tlie zenda manda aier publico, pala eontiecimeuti de
    quem inleressar poa, a ordem circular ao llir-ouro
    ii irinii.il ii, 13 de 27 de junlio do auno proiimo pas-
    sada, abaito Iransrxpla, marrando as formulas para
    inlerposir.lo dos remisos das decises da Ibesoura-
    ria para o IIi-miuio nacional. Seci(loria da tliesun-
    rana ile fazenda de Pern nnbiico em 20 de oulubro
    de 1807.O oflicial inaior,
    Emilio Xavier Sonreir de Mello.
    Copia circular.N. 13. O marquez de Paran,
    r- i ni? ,.o tribunal do tbesouru nacional, para
    (irivi.tr o inconveuieiile rem-" reouros ao mrsmo tribunal, indrprndenle-
    menle de infirmarflo das tlie resulta de nSo saber ne qual o mutilo di dteitSo, e
    sanipre lia delonga proveniente da eiigenria de es-
    rlarccimriiloa s lliesouraiias rs'arAes liscaes su-
    bordiuadss, declara aos Srs. inaperiores das referi-
    das tbesourarias, que na tribunal do tbesooro na"ii se
    lomara ronliecimenlo dos recursos das deci> | dai
    UlMouiarias, sem que por estas repartlcS*.*, a qonii
    a* parios Mlareanda os devrro entregar, sepim
    IrantmtltidH ofllrialmenle ao tbesooro, arompa-
    nhados das prl r#s o documentas relat vos a ques-
    illo, alem das iii'lispansaveis Infnrma^nes lisraes ; e
    ordenar-Ibes que it->m a ela providenria a prensa
    piihllridade. 'l'brsouro nacional em 27 de jonlio ile
    I8"i6.Marqan de Paran, (informeJoan' Se
    vtrlaao da Bocba.
    Pela eootadoria da ramara municipal
    do Recito se fa/. publico, quo o prazo mar-
    ca lo para oagameuto do imposto de carros
    de oasseio e aluguel, earroijaa o mais veh-
    culos de conduegan, principia do 1.- ao ulti-
    mo de oulubro prximo futuro improroga-
    vol, e todos quer deixaem lo pagar no r fa-
    rido prazo, licam sujeitos a multa do 5 ) 0|0
    do valor do imposto. Contadoria municipal
    marrados, nem mesmo removidas de iros
    para oulros aucoradou'os seo es'ar a sou
    bordo o pratinoou praticant-' designado pi-
    ra dirigir o servido. _,
    Art. 44 A' excrtpQao do canoas, lanehis
    decoberta ealgum biate qu. esej. a par
    destas duas citases de embaicaces, deman-
    dando at seis ps de agua, nSo se podor
    desamarrar ou amarrar a quatro cabos nos
    ditferenles ancoradouros qualfruer outra
    embarcaQao maior, se n estar a seu bordo
    um pratico ou praticante.
    Art. 56 0 cajilla i ou meslro que prelen
    der mular de ancoradouro, ou mesmo tiver
    ordem para isso, o o fizer sem a direccSo do
    um emoregado da pralicagem, a nao ser a
    respectiva embarccSo das exceptuadas no
    arl 44, ser mllalo pela mesma forma em
    lila'203, e responsavel pelos damnos que
    causar em lal occasiSo. E ain la que fio;uem
    nicamente isentos da mulla os capllSes ou
    mestres das .ipqiienas embarcacOescosteiras
    que doman larom at seis ps inglces de
    agua, to lavia serao responsaveis por quaes
    quer damnos que por essa mu lauca possam
    causar.
    Art. 58 S quem tiver nom' tico podori resjonsabilisar-se pela pralica-
    gem a bordo dos navios dentro e fofa do
    porto da cidade do Recife, na povincia de
    Pernambuco, o por isso todo aquello, que,
    se-o ter a respectiva nomear;lo se apreseolar
    a bor.lo dos navios para desimaennar as
    funci6es do pratico, sera preso e entregue
    a autoridade competente, como exoicenlo
    emprego e funcgO'is i|ue I lio s1o vo ladaS
    Recife 28 de oulubro de 1857.Joso Faus-
    tino Porto, pratico mor
    Directorio.
    PM o Hio de .anero.
    Oveleiro patacho nacional Valente, pro-
    tn lo seguir at o lite, da presente semana,
    tem a bordo parte de seu carrogamento
    jrom^to lrata->e CO'O o seu consignatario
    Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da
    Cruz n. 1.
    Pura a Baha.
    A sumaca nacional Amphilrite,segu para
    a Babia no fin da presente semana, lem a
    bor.lo dous tercos de seu carrogamento
    rompto : traia-so com o seu consignatario
    \nlonio Luiz de Oliveira Azevedo, ruada
    Cruz n. 1.
    I'rei Joaquim de Sania Maria Ginlia, Frei
    Krnes'o de Sania A"in Calilla, e Frei Ciii.h-
    do de Saala Isabel Conha, convidan! a lodos
    os seus amigos para no da sexla-feira 30 do
    correle prlas 9 horas do dia assi oflleio que se Ifm cunvenlo do Carmn, pslaalinade sna preza-
    *a IDSl II. Mana Candida Ferreira da Conha.
    Nacapella do cemiierio publico, haver*
    misas no dia de Fina los, das 9 horas as II lisadora no dia 27 de oulubro, os gerentes
    la ui'.uriDa. I convidam os refer los S"nnores para nova
    AVISO AOS POBRES. reuniSo no dia 6 do novembro prximo fu-
    Noporlflo do cemiterio publico, na se-, turo, quanrfo se tomarSo as metidas necos-
    gunda-feira.dia de lina los. depois da missa i sarjas a prnmpta realisac^o da empreza
    de 7 horas dim-iiba-, celbrala polo re-i Esperamos que al O dia 6 de novembro os
    pouso eterno d'alma de u aa senhoia alli so- socios que anda nao completaram o paga-
    fiiltada, se dovidiriio com os podres 100 es- | monto das p-estacOes servir-se-nfio realisa-
    molas de 500 reis. j las no escriptorio 00 senhor Guarro.
    - O proprietario doomnibus S. Anillo, llecile 7 de novembro de 1857
    ODEISAOO
    ^\
    ^erai da ms
    trucfAo publie i da
    provincia.
    Por esta secretaria fiz-so constar.a iiuem
    convicr, que tendo expirado o prazo marca-
    do para a insc/ipC'lo dos concurrentes as ca-
    dejras novamente creadas de instrucQ^o ele-
    mentar para o sexo masculino em Munbeca,
    Luz e Matriz de Ipojuca ; e para o sexo fe-
    menino e x Serinhaem, Limoeiro c N. S. do
    o' de Ipojuca, tera lugar o concurso s pri
    merss cadeiras do sexo masculino no dia 5
    de novembro vin louro; e oppo tunamente
    se annu iciar o lia o-ra o co icurso s se-
    gundas do sexo femenino : outr 1 sim se do-
    clara pelo p asate que conlinu'a o prazo
    'narcado de 69 das para a inser ;q3o dos
    concurrentes cadeira vaga do sexoanasc
    lino da sobre lita povoagao de N. S do O' de
    Ipojuca. Secretara da InstruccSo publica
    em 28 de oulubro de ISST.--0 secretario,
    Francisco Pereira Freiro.
    Tribunal do ceni.iiercio
    Por esta secretaria se faz publico, quena
    data infra foi inscripto no livro di matricula
    dos commerciantes o Forran, cidad&o portuguez, co merci ule
    de faz -n as. em grosso e a retalhn, esiabe-
    I ri 10 rio ra do respo do-da cida le. Secre-
    ^ria do tribunal do commercio da p'ovin-
    cia de Pernambuco 27 de nutubro do 1857.
    Dr ApngioCuimarites, olliciil maior.
    COlrlPAlaTHIA
    de paquetes in^tesen
    a vapor.
    \ le o ii'n iles! rnz provnvtlinenlc no dia 29
    rsiiiH-se ,ia Europa um dos vapores desla rompa
    nina, o qoal deputa da demora do rostume seguir'
    para o Itio de Janeiro locando na llallis, para pas-
    sageirot elr. trata-se com o- agrilles Adamson
    lliiie & C, ra do Trapicha Novo 11. 42.
    J'arM o tlio de-i-;iii. iro
    Seguo com muita brevidade o bem co-
    niircido brigue nacional Almiranteo por ja
    ter parle da csrga engajada: quam no mes-
    mo quizer carregar ou ir de passagem en-
    tenda te cornos consignatarios I. I. Dias
    Fernandas & Filhosi na ra da CaJeia do
    Kecife.
    -' 'i*
    DE
    SANTA ISABEL
    H. RECITA 0.1 ASSirA4T.ni
    BA
    EMPREZAGE .MANO
    jOCa9CB
    Qiiinln-teiPi. Ir otitnnro Ir la\S7.
    Subir scena o exrellente drama em :t actos :
    EL-REID.JDAOIY
    PAGBMRASIIROe
    I ennin.ir o i",i,!^rn,o com a linda e nova come-
    dia em ariin, ornada de maiira :
    Os lilhoN
    ADAb"s E7A.
    O agento Borja, em seu armazem na
    ra do Collegio n 15, far lllo de diffe-
    rontes objectos existentes no mesmo, con-
    sisti lo em obras de marcineiria novas e
    salas, [danos de mesa, relogios do algi-
    b'lra, de varias quali lados, obras de ouro o
    prata, objectos no porcdlana para enfeites
    de sala, candteiros inulezes francezes
    Ir.uc.is o vidros diversos para servido le n e-
    sa, urna rica botica boueopiflnica comple-
    ta, com os respectivos livros. e urna immen-
    sida te de oulros muilos arllgosotc, que se
    van eiSo sem reserva alguma : quinta-feira
    29 do crrente, as 10 horas da manha.
    James Grabtree & 15, far3o leilflo, por
    inlervencSo do agent3 Ohvcira, de grande
    so ni ment de fazenlis inglo/as, tolas pro-
    pnas do mercado : q'uinta-feira, 29 do cor-
    rente, as l horas da manhSa, 110 scu arm<-
    zem na ra da Cruz.
    Leilao
    ni
    rii
    Sexta-fe i
    n o a r m a z e :n
    1^-
    Precisa-sede um homem forro, pa-
    ra traballiar nesta typographia, das 8
    horas da manhaaas i da larde : na-livra-
    ria ns. C e 8 da piara da Independencia.
    Xa rita do Caliuga", loja de miude-
    zasn. 2 B, lie cliegado um tico e variado
    soitimento das mais linas perfumaras,
    assitn como o excellente e maiaviilioso
    oleo de babosa para cabellos, que o az
    licor macio e cahir a caspa, os quaes se
    vendem mais em con la do que em outra
    rpialquet' parte.
    Cliegou a* loja da ra do Crespn.
    Ili B, um completo soitimento de toallus
    deliuhoealfjodao adamascadas para me-
    sa^bem Oomotoalhai pira rosto de puro
    lindo e guardaDapos de linlio ealgodao,
    oquetudo se vende por mdicos procos.
    Na nova loja de quatro portal n.
    ~w, na ra do Queimado, pastando obce-
    co da CongregacSo, chegou ltimamente
    um completo sortimentode manguitos e
    gollinhas, gornicois e romeiras, tudo poi
    precos milito commodos, assiin como clia-
    pellinas para senlioras, de gustos mais mo-
    dernos possiveis, pelo barato preco de
    mWM DE S. (.ONJVLO.
    Os encarregados de festejar o glorioso
    S. Qoncalo de Amalante, que se venera
    na igreja deNossa Senhora do Pilar, par-
    ticipa m ao respeitavel publico, que boje
    29 do corrente, |ielas 7 horas da noite,
    tera' lugar o levantamento da bandeira,
    a qual ishira' do arco da Conceicao em se-
    i;uiinento ao Pilar. Juntamente convi-
    dam aos devotos do mesmo sanio a coro-
    parecer no referido lugar para com teda
    a pompa que for potsivel ser levada a dita
    bandeira, rogando-se aos moradores por
    onde tem depassar bandeira, deitarem
    luminarias.
    Cheffaram a na d".
    Uadeia nova n. U7,
    mais superiores seilins
    que tem de seguir carreira pare os Spipu-
    eos, convida as pessoas que quizerem assig-
    nar para aquella direc^lo, a comoarecerem
    na ra de Santa Isabel, casa da esquina para
    se nscroverem o tambem para marcaren) a
    hora, quo Ihos for mais convaniente.
    Muga-sc um cscravu, que seja nroprio
    para todo servico, n3o se duvida pagar seis
    mezes ou um auno adian'ado, contanto que
    o dono 011 dona garanta: na ra Direita n.
    2, loja da pobreza.
    -- Vcnle-si ou troca-so iitn cabrinha da
    idade de II annos, por urna escrava que
    saiba lavar o cozinhar : quem quizer, diri-
    ja-se ao sitio do l'ombal, que adiar com
    quem tratar.
    - Um moco chegado ltimamente, con
    i lado de 15 anuos e de muito boa conducta,
    doseja arrum r-se em urna loja le 'azendas:
    quem recisar annuncie por esla folha.
    l'iecisa-sede urna ama quecozinheo
    diario 'le urna casa de pouca familia ; paga-
    se bem, sendo diligente : na ra do Amo-
    rim, armazem n 41.
    CASTO l
    Vendem-se chapeos de castor branco e
    prelo, formas modernas, e superior qualila-
    de : na ra do Crespo. I.ija n. 19.
    Ven le-so urna mulatinha recolhida,
    com idade de 13 a II annos, coso, cozinba e
    engomma, he bonita ligura, e he propra
    para urna noiva : a Iralar na ruadoQuti-
    mado n. (7 A.
    Venlc-se a melado de um sitio na es-
    tra la de Joilo de barros, com casa ilo elra
    o cal, com frucleirsc boa agua de beber:
    OS protn .'entes dirija n-se a prac da Boa-
    Vista n. -22, (]u se ti ir qual o negocio
    Amorim, Fariat, Gutrra.
    -- Precisa-se de um caixeiro para padaria
    que aboiM sua capacidado e tenha pralica
    de negooio : no pateo da Santa Cruz a en-
    trada da ra do Kosirio n. 55.
    Sorvetes.
    Todos os das de Irab lho ter sorvates
    no atearo da Koa-Vista n. 3. Na quasi im-
    possibilid ido de se adiar troco os freguezes
    Silo convi lados a trazer sedulas miudas so
    nao qui/nrem vor-se na necessidaJe de le-
    var carios do sorveles.
    Preclsa-se de urna ama do loito; a
    fallar no lim da ra dos Pires, dc'ronte do
    hos ilal regimental.
    I'erdeu-se no dia 27. do correte um
    hilbete inleiro n 5007 da 26 lotera de Nic-
    terohi; pedo-so ao Sr. thesoureiro da mesma
    que nao pague senil'i ao abaiso assignado.
    Ignacio Jos di Assutnpgo
    Madame Kuessard Millocheau, mo lista
    franeeta, de volta de sua viagom a Paris,
    lem a ho:.ira de participar as senhoras suas
    freguezas, que nena su prompla para fazer
    ludo o qu t concerne as modas, conformo o
    verdadeirn goslofrancez: na.loja n. 1, no
    aterro da Boa-Vista.
    (i abaixo assignado vai oara a Europa
    trtar de sua saude, e deix" por seus aroCU-
    radores Mano 1 Francsc 1 Paredes, Jo3n Jos
    le Carvalho Jnior, Iticarlo Caduflf. Recife
    28 do outubro lo 1857.Jos Pinto Kibeiro
    .\luga-se a loja do sobrado novo da
    esquina cisco : a tratar na obra em couslrucijSo en-
    t-c a refer la tr vessa o a do Cunta
    Precisa-so de urna im de leite sem
    cra : na rus do li ispicio n 15.
    - l'recisa-sn ila 1 ou 2 caixeiros que en-
    - Vende-se urna prota de 16 a 1S annos, tendam de ptiannacia : na botica da ra do
    m l.wl... ... (...LM... I.. _.' r.hltfin S S
    com todas as habilidades e\gi las para tima
    casa do familia ; na ra cstrcia do Itosario
    11. U.
    Vonle-se urna negrinha de 8 anuos,
    bonitinba e muito esperta, proona para ser
    educada, o com principio de costura : n* ra
    do Cotovello n. 31.
    V
    Cabtiga n. II.
    Precisa-so de urna ama secca, escrava
    ou forr para comprar o cozudiar ; paga-so
    bem : na ra da Senzala Nova n. 30
    FURTO.
    Do silio 110 .\rrai-l, de S. P. Johnston, hur-
    taran) um iclngio grande i'.o 1 rala, palunte
    50
    do
    agente
    os
    111-
    en le-sc na taberna do depilante, no '"gloz, descob'erin, com o vidio chato no
    llosocio, o mais novo mate quo ha no mer- *
    cado a 280 a libra, o em arroba por muito
    menos-
    Qhegoa a' loja
    de fozendas,

    junto ao arco do anto Antonio, um com-
    .Ietosortiment do 1 ^as para ves'id.is, ps-
    irOes os mais modernos que tom vinlo a
    osla praca a 320 o Corado, pupelna, pa Ircs
    muito molernos a I320O o covado, vel bu ti-
    nas ilo cores a 800 rs o cova lo, bonitos en- ,
    faites ara eabflca de senho a, o outras mui- '
    tas f'Zendas de ricos gostos, que so vendem cha-se- a venda na livrana da esquina do
    por diminutos precos | Collegio, dos -rs Cumiaran & Oliveira
    tk s .'.Vi"*" I Procisa-se de um cozueiro para casa
    wfhi/n ?iZ.. (VS"Vr P8rJpu,u"i! do pouca familia, o do um.amadc le
    bilheen 2105, rubricado por P. J l.aymo. trBlar s ,ic|0 jllnl ,0 quu.|,
    e polo ao Sr. thesoureiro das loteras quo ,lo ues(.m .arcador Mendos da Cunha.
    nlo paguo o nem faca transaccao alguma, e ... p,ecM-se.lugar un a escrava, ou
    so pague ao annonciniit".
    Qualquer senhor saccrdo'e que quizer
    dizer missas com a osmola do l?60u,at o dia
    centro, autor llolu. Kiiuiig : qtiom der noti-
    cia ou leva-|o ao armazem da ra da Senzala
    .Nova n 42, ou ao silio supraraenctona lo,
    era gratilicado.
    --- Precisa-so do um mo;o com bous
    principios le phannacia : na bolica da ra
    do l.ivra Danto n. SO.
    (insto lio Luiz de Freitas relira-se para
    l'orlugal a tratar de su 1 sau le.
    l'uhlicaQiln litteraria.
    O manual do esiudanie do latim, divi lido
    om ouas part-s, contendo a primeira um
    com.iendio Ue gratnmatira latina, exuahido
    dos melnores, o a segunda cont ido a my
    thologia o um tratado dos co.-tu i.os dos an-
    ligos romanos, 1 volme lo mais de 3H0 pa-
    ginas emoiiavo, encadernado, por-65000
    e ;
    c sa
    iflezei (i bormclii borda-
    dos, qnr tem viudo a este
    mercado, (auto na maci
    za dos asseiitos, como no
    b ni acabado da obra, <
    formas elefantes.
    SzlBA
    Branco, ain; re lo, casi
    nhoc preto.
    Anirado. .Meiiile* .V, C.' rom fsbrira da aaluln un
    l>i bilhalM
    Ihcatio.
    Principiara as 8 hora.
    ten*m- i venda no scriplotio
    ,1
    O agente Pestaa fara' leilo, sexta-fei- m 'l" '"' 'lo Bium, e deposito n.> laruo da suem-
    ra HO do corrente, pelas 10 lion.s da ma- !*LJL'Jl!.1!,08? ''" "i"'4'""" '"""P"'-
    ,. 'I vel pucli-a desla priivinria eda iniperm.....elli.ir-a-
    llllta, 110 SCU arma/.ein, ra da Cadea do bao que ha appaiecido 110 inercad romo ja e-ia ca-
    Kecife, de
    Mobilias de jecaranda' e amarello, de
    pessoas que s- retiram para lora da pro-
    vincia.
    Escravos de ambos os sexos, inclusive
    um moleque de 10 annos.
    I mtiitos oulros olijecios rtueagrada-
    nio aos concurrentes.
    Leilao
    DA
    fbrica de sabio.
    "vxt.i-! ,:> -li1. ovt'inbro
    K requerimonin dos administradores da
    Gabinete ptico S
    I JUI/.OSI
    ATERRO DUIOVVISTW/i.
    iilioridn |ielns Sis. iioanrimili'S do Ir^pirhe, n.lo s
    i'l.i van i|ur sej o s)*|mjo d. lemp' o que o saraoie. mas
    amia pela una eanaialenea : o q'ie mam apr.ciam
    aa cnlioras lavadeirs.. por s l ruar momr s ilisnp-
    a que ta/.-m com tal lanera, rujo sabio lie conlie-
    rido pelo titulo ab.lo he.panhol f.urica (1"
    (lerife.
    O liranro que se po 'o chamar propriamente ho.pa-
    nlml vendo-se a lelilho de urna caiva para cuna pelo
    pr-ri ,1- 1(1 1,. a libra : e lodaa as oolran quahda-
    de d SO aiiaa para rims : porem em porrn me-
    noraa achara* na prel'iidenir-, nos arma/.on ,1o. Srs.
    Vrenle l-'rir.ira da Costa, Joaquim Kilippe d. Cela
    iV C, Anl.-r oo Jo. de Sonta (iimar;i-*, M.>nool
    lavares Conl.iro, .Mari u- Ov Piulo, e l.oureiro &
    Roche.
    Ale o presente s temos ronhecido aliitr, qne nao
    doiaa de diminuir no peso, principalmente fabricada
    no imp.no, o o-le quant i maior he o espado de
    lempo mais hr iu diminuirn, a ponto lal qoe no
    espado ,ielt s i me'.es rh'-La a diminuir a quaru par-
    le, e de-la manera per.le o comoinidor cantil.ra-
    velmonle sem se sentir,
    K'li/.m.nt- linje j se cnnlieca o sali.ln livre de um
    lal Inconeenlenle, |>'r s* ler cansoiroido om prncesso
    novo, e poder e vender plo mesmo prero ou com
    diminuta dilTerrnra que do anti^o.
    Entretanto manif.sia-se na mesma f.hrira saho
    dt'si amina qualula le, e se vende por menor prerjo,
    s. por Ventara anida pode liiv.r, a vista de melho-
    >r que a queira.
    l.-do vlndouro, na groja de Santa Rita, po-
    de entender-so com o (ruarla da me-ma,
    Aiisentoii-se de casa do seu senhor, no
    dia 25 do correlo mez, a escrava Benedicta,
    preta, moca, do estate reiiul ar, eojo Sig-
    nal mais saliente he urna cicatriz ain la fres-
    ca om uma das inSus, provoniante de quoi-
    malura; levou vestido branco, panno relo
    e argolas de ouro as orelhss, o sahio com
    tima pequea trouxa, tendo sido vis'a as
    immedidcoes do .Manguinlio e Alllictos :
    qu(vn a pegar, ou dalla der noticia aprovei-
    tavel, n i ra dos Pires, segunda casa ao sa-
    Inrla ra da Conceico direita, ser gra-
    !'!: i i i rom generosidades
    Quem precisar de um rapa/ para cai-
    seiro, do ida le do i i annos, aiiriunrie por
    esta l'ollia, pro*orindo-se boa arrumarlo as-
    sim como tambem compra-so um i ca-a ter-
    rea com commodos sufOeientes pa-a familia,
    preferindu-se bom local eni qualquer urna
    las fregueziss de S-.nio Antonio ou Boa-Vis-
    ta : quem tiver annuncio.
    ;;K;>-.;>i:;:-::-.:,:-/;p-.;
    Do ordem do Sr. director da Asso- ''&
    ciacilo Popular Ue Socorros Mutuos, @
    convido osSrs socios para su reun- i I
    rem em sesso extraordinaria no dia .-;-.
    29 rio corrente, as 7 horas da noite.
    (I secretario interino, llanjamiu do
    (armo Lopes.
    :;:,::v:.;v.-:;v:h::50:>::-5
    Precias-se de um criado, prelerindo se
    o que saiha bolear: na ra do Collegio n.
    25, primeiro mi lar.
    Ar-enio Gustavo Po'ges, nao queren-
    do continuar com a botica sua, sita na ra
    Hireita n. 31. fe io a quem so julgar seu cre-
    m'ssa l'allila do I) ('. ndida Mara da Silva
    viuva do I) llino GonQalves Pereira
    do ordem o em pre>encar do Kxm. Sr
    especial do commercio, far leilo O a-
    g'-nte Borja, dos objectos seguintes :
    Um sobra lo com CO palmos do (rento < 256
    O 'iroctor 'esto salSo, pailiciria a seus definido, ais 3 casas terreas com 35 palmos ramenle desla miosina, ronaor
    illustrns rotectores, quo Ionio so do reti do frente cada uma. e 85 re lundo, om que Uti>re-eiiins e- le pequeo au
    rar dcsta provincia, olTerecc-lhcs esta soma- se ach-o.-tabelecida a fabrica de sabo, sita
    na per ser a ultima u a boa e avradavel na ra Imperial rlesta ndado.at com terreno
    ezposicSo de vistas dos santos lugares do boixa-mvr no fundo das mosmas casas, cm '
    Jerusalom i-tc. etc., escnlld las. Gamboa caes,guio lastedeferro. las grandes
    1." Vista geral do Jerusalem, uma das cal leiras do manipulaQao.com mese ores de
    mais raras do mundo. lorio movidas por vapor, caldolra e machina [
    2* acompanhament o enerava?So de Je- da vapor 4e Torea de seis cavailos, duas ser-1
    BUS ChristO do Monte Calvario etc. ; rs, sondo unta vertical, e outra circular, i
    9
    ::
    i
    '4

    pes-
    soa lilioria, pira todo o servico de uma cas
    d* familia ; a Iratarna ra Nova n. 10, loja
    do Sr. Joe Joaqui o Moreira.
    - asluga-se para so passar a Cesta, urna
    es tTiea na povoacSo do Moneiro, com 2
    salas, 7 q-iarlos, quintal murado, cacimba
    de n.'ua le beber, a qual so soba miiilo bem
    traa da ; quem a preteu ler, dirija-ge a mes-
    ma povoacSo, casa junto ao sbralo, ou a
    ra de Santa Thereza n 9
    Na audiencia do Or Juiz municipal da
    segunda vara do dia 28 do correte, tem de
    ira pra$a por venda uns adoremos do ouro,
    |> nhoradns a J is Ignacio da assumpfilu,
    por cxecuc/lo rio Ignacio de l.oyolla e Souza,
    ior ser a ultima pr (ja
    Avisa so a quem mteressar, e coj ge-
    ral ao publico, quo na m3o de ArislMes l)u-
    arie Carneiro da Conha o Cama, coiihecido
    por Padre, existe um cavallo castanaocom
    fente abrla, do dominio e posse dofal-
    leoido Luiz Carlos do Krederic-i Sai-paio;
    e por islo dSo pido o Padre dispor c intra-
    tar, ou alienar por qualquer modo o caval-
    lo, que n3o Ibe pionee, c Sim a mi da-
    quelle fallecido. ICsta ja oblovo do jui/o
    municipal da segunia vara, niaudando de
    Grande e novo
    < i timeitto ce fazendas d
    todas ;s qual idades, viu-
    das p- los ltimos navios
    d* Eiir -pa.
    Grvalas de leda com puntas romprul.-.s a
    reeeneia........... 15
    Dllin de dita com (Idas rompridas de lid-
    ies.............. 9
    Ditas ditas com ditos ditos a' americnaa. 3
    Corles de rollete de vellodu de nevos
    pdr-s .......10:000
    Ditos de selim branco bordador, proprios
    para casamento. ... .... j)**
    Duna de gor^urao de seda de novos pa-
    dies............j^OOO
    Ditoa de calida de rasemira de lodos as qua- _
    lidade............W
    Chapos de sal de seda superiores (ffiOO
    Chapeos do massa francezes..... 5
    Lencos de cambruia horJados, lino-, para
    mao....."........1j000
    Dilos de dito de buho liios para mo. >
    Luvas de seda de tudas as qaalidades, para
    liimeiis, senlioras e meninas..... 3
    Cortes de veslido de seda.de crese braneos
    A Pek m o mais soperiore moderno que
    ha no mercado '........ $
    Bel lea do Bengala, fazenda luda de seda
    transparente com lislras assetinadas ,
    propra para bailes, cuvodo.....23000
    Cainhraia e seda de Bengala para vestidos ,
    covado............i -jo i
    l'areca ae seda rom quadros asetiuados, co-
    vado ............ IjOUO
    Grosdenaplcs preto e de cores, muito su-
    perior, ovado.........2JO0O
    Dito dita de do muilo largo, proprio para
    forros de obras, eovedo......IjliOU
    Sedas de quadriuhus, covado..... SISO
    MaMoliaa hranra e de cores, covado. 320
    Cassas rniicejas de cores llxas, a vara. 3'r20
    Dilas ditas I- ditas dil.-., o covado. I;JSO
    PefSi de bretanha de buho fina com ti va-
    ras .............$1500
    Panno liiui preto e de cores, para lodos os
    Procos............ a
    Pallti de panno prelo e de cores..... 2O9OOO
    Ditos de argentina de core, escuras. "3OOO
    Dilos de alpaca de cores fina..... ti^HIO
    Ditos de dita preta. ....... I-Olio
    Dilos de ganga de cores...... Woo
    Dilos da brim de qu'adiinhos..... :i3000
    Ditos de lirim pardo tino...... IjOOO
    Datos de hrelaiilia de ludio braneos. )350O
    (ioiilol.is de alpaca prela o de cores. 5jU00
    Konieiras de relroz, grandes, com laro de
    seda para senhora........ 9S(i')0
    Chales de merino bordados a velludo. 17:liJO
    Dilos de Silo da dito a seda...... '.(.;! 1 Kl
    Ditos de dilo tmrdados em 2 pona. lijtKIU
    Ditos de dilo clialy bordados..... K13UIMI
    Dilos de dilo comlistra de seda .... 61500
    Dilu do dito lisos com franjas de seda "")' 'O
    Ditos de dilo com franjas de laa 5-7000
    Dilos de l.ta adamascados, prelose de rres. 33OOO
    Em l'reuie do becco da Coigregn^ao, passando
    loja >le IWregene, a segunda de raxandee a. 40.
    FZSNDS BAS E B.1&ATAS
    V lio va loj de h |urlas,
    na roa do Queimado n 37, passando o.bec-
    co da Congregado, be chogado a esioesta-
    bdecimealo um excellente sortimento de
    vesudos le,seda com babados, de lodosos
    presos, e se assevera aos fregue/es ven-
    der-se por menos do quoem outra qualquer
    parte: assim como olindinas do quadros a
    9 0 rs. o covado, indianas oe soda muito ti-
    nas a I30O o covado, sedas de quadros a
    00 rs o covado, dilas enfestadas a 13500 o
    covado, chaly lavrado moderno a l2Uo o co-
    Vulo, cassas trance as muito finas a* 500 e
    720 rs a vara, inussulinas matisatias a 360 o
    covado, ditas modinbas a 280 o covado,
    en l-s de casimira muita finas a imilaefio
    dolouquim a 22, duqueza preta e de cores
    muito fina a isioo o covado, nscados india-
    nos linos e lardosa 320o covado,laziohas
    ni 1 nd!i,'ias e finas a 300 o covado, Krosdena-
    pie do cores a I37O o covado, dito preto
    muito lino a 23, corles de colime de velludo
    minio linos a 1 it>,lencos le cassa a 100, 120 o
    tGo rs e muilo mais fazenlas quo nao ho
    possivel Snnuncia-las por haver muita di-
    veisi lado, poim ( 111 vista nao dcixarilo
    de comprer porque os presos Ibe ho do
    agradar.
    ROB LAH'ECTELK-
    O nico autoritndu por UecisBo do conselho real,
    decreto imperial.
    Os mdicos dos hospilaes recommendatn iy.
    arrobe de Lallecteur, como sendo o nico*
    autorisado pelo governo e pela real socieda-
    do de medicina. Esle medicamento de um
    gos^o agradavel e fcil a tomar em secreto,
    esla em uso na marinha real desdo mais do
    60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
    po com pouca despeza, sem mercurio, as al.
    feccOes da pelle, impingens, as consequon-
    cias das sai tas, ulceras e os accidentes dos
    partos-, da idade critica e da acrimonia he-
    reditaria dos bnmores; convm aos catai-
    rhos, a bexiga, as contrarios e a frai|ueza
    dos orgtos, procedida do abuso das iujec-
    Qes ou de sondas. Como auli-sypliililicos
    o arrobe cura 0111 pouco lempo os Ilusos re-
    centas ou rebeldes, qae volvcm incessantas
    em cnnsoquoiicia do emprego da copahibo,
    da cuboba ou das injecc.es que represonlcm
    O Virus sem neutralisa-lo. Uanohe LafTec-
    mercurio eao iodorcto de polassio.Lisboa.
    --Vende-se na botica de Barral e de Antonio
    Feliciano Alvos de Azevodo, praca de I). I'e-
    msnutencSo de posse d dito cava lo. e en- ro 8S olllle ara,,a de c,,e u
    rega eappreheiiso, o quo ,,3o pode elfec-1 Je -10 de garr,fai grands e pequeas
    tuar-se, porque lizori-m des.pparacer o ca- 1 vi|1(|as ai.ectamcnte de Caris, de casa do dito
    /alio, mas atlo ot-m o que^pparecer, p^ yTeaa-UtTecteor 12 ,rua hiebelieu Paris.
    sera apprehen lido. Se o cavallo he real-i
    nx-nie de Aristi les, s^ esto esta re boa l' no"*
    nogucio, eniSo deveria tor entregado o ca-
    so juizo, e ahi disputar, o irovaro
    vallo i
    sen dir
    spiltar,
    relo, com audiencia de pessoas com-
    petentes, que .ilo os herdeiros do fallecido.
    Hrecisa-.'o de una ama para casa de
    pouca familia : na ra da Santa Cruz n. 22,
    confronte o oilo da igreja.
    - Um moco casado, com proviso do go-
    verno da provincia, otterece-se p.ra loccio-
    a|()s formularios do-se gralis em casado a-
    genta Silva, na praca de D. Pedio n.82.
    Porlo, Joaquim Araujo ; Babia, Lima maos ; Pernambuco, Sotim ; lo de Janeiro,
    Bocha Villa .Nova, Jo'io Pereira de Magates Leite',
    Rio Gratule, Francisco do Paula (.nulo iv
    dor, que comiiarecamuuido de suas compe-; nara insliucqio primaria em qualquer en-
    tontes cotilas na mesma bolica, aiii de se-: gento ou mes o povoacao; quem quizer
    rem pagas, islo no orazo 'le 3 das, a contar utiltsar-se de seu prest no, dirija-se a ra
    de boje, n3o alictiden o reciamac.lo al^u- do Bangel n. 6, primdro tn lar
    ma dopuis desla Becifo 27 do oululiro de
    1857.
    '.-
    m
    vilo un lamenta lo para conrnr
    e para anoimscto da emprev
    \erdade honra a provincia E a pr ,va he, ver-se
    leratiids duas ou Ires veze*ama fabrica montada em
    gr^nte ponto, com a prolen;,1o do governo, mas qoe
    produ/ia ni mi eablo, divido isso a nao qnererem a-
    baa 'miar o uiiuo proeeao, do quid -e nflo pude ln-
    /.or deposito p.la consider.ivel pr-la do peso.
    lose alendes do Araujo, sub lito por-
    t[ue,
    l'iiiiL'ino :
    lar-
    r.?
    'i
    i
    Na ra Direita n. 93, precisa-sealagar
    uma ama para o Se*VCO exterior do uma ca-
    sa de pequea familia.
    P ecisa-se deumeaixeiro para taber-
    na, quo'-l fiadora sua conducta ; em Iota
    de l'oitas, ra do Pilar n. Ii7

    ile
    Att'-nrao.
    Fa/.-se todo o nefrocio com as di-
    vidas do coronel Lourenco Bezer-
    ra Cavalcanti de Albuuuen
    nonrio rmoiimron-i'aSl fallecido lia pouco cm
    Tonria dos fregoeze., 1 isS i i- -
    | naarenlo. que em 'l'"'m pivteinli-r dirija-SC
    v$ jo da Assembla n. 12.
    ^o;;-;;>.:.;;:;:;;:oo-
    Precisa-so deserventes forros ou I **e na casa desea residencia,
    escravos para as obras da igreja do
    -.:
    '.'-
    3.* Os martytcs da f, sondo sentenciados I bombas de fi.no, tudo movido por vapur, 8 I tuguez, retira-se para fora do imperio.
    O construetorparticularJo.se Elias llach -
    do '"reir, p opAe-so a onsmar a pilolagcm.
    theorics pratica, arithmelica, geometra, no-
    Q0es.de triguomoiria, plana o espheitca :
    p lo st proc ra lo "as 12 -s ? bor s la tor-
    na ra Jo ,No-
    llivi- g""'" n 7-
    , i Precisa so lugar ma preta forra ou
    no Espirito Santo, pajando-se a JslO escrava, qu iba cozinhare angommar
    rs. diarios. i confime ao llosano u. 39 A.
    -..---.. -. .- .'i-*r w >** <* .- ......,- *.y ...
    -7* No consultorio homeopalhico do l)r. Ca- 'i
    anova, roa das Cr.ins u. S, ha sem .'i
    ."^ pie um grande sorliinenlo dos mais acre- ,',
    "?;< Hitados medicimenlol lnnii'O. .ilhui.', c lu- *.''
    '*'* do qu.into lie nece-siiin para as p.-Mas que r$
    egiiem esla *> (rin .
    V'cndein-M fratcM enm rolha de vidro ;
    de meia om-s al 6, inulto em cotila. ,
    : : .' : 4 : :.;; ; ;
    .. ... ...-.-.- -.- ... .., .... .,.'
    He chegado a loja le Leconte, aterro
    da noa-Vist i n. 7, excellente leita virginal
    de rosa branca para refrescar a elle, tirar
    pannos, sardas eespinhas, igualmente o a-
    famado oh o babosa para Inopai efazercres-
    cor os cabellos ; assirn como p imperial de
    l\rio de Florones para broloejas e aspenda-
    i' s ,!a pelle, conserva a frescura c o avellu-
    d.i lo da primorosa da vida.
    Nova ;ma ti
    Ven le-se eta auna a melho* que t >m ap-
    parecido ara Ungir o cabello o suissas de
    ii r o : na livia la universal ra do Collrgio
    u. 20, d.'i-st* junto ii m ioip- i'sso gratis Cllsi-
    naudo a forma do appiicar.
    niatab;ir

    ILEGIVEL
    .









    DIARIO DE PRNAMUCO QUINTA FEIRA 29 DE OCURRO DE 1857
    *
    NI8.
    RUA DA CADEIA DO HECIFh
    TEM PARA VENDER l.M GRANDE $
    fKgM'gDMi SORTIME.NTO E MBgBM&O
    IRELOGIOS!
    Sra&s&a
    de luda* a qnalidartea, linio de OURO como de
    TRATA, patente ui>ao, e pateDte ingle/,
    < aim como
    * FOLIADOS E GAI.VANISADOS.
    i/ diloi para aenhoraa, ele, por precos commodos
    g e garantido*.
    I
    I
    iJ, tranca dsela, ditos <<""'leio iroai de cozme-a, tnlo esianiia-
    enaples a cova.lo, preto I do como Sl)l>re porcellana.e rancez de f.-rro
    ifeites de cabeca de se- L,i,l,d0'bea> '"orno lodos os arranjos para Fui transiendo o di
    Rilas, Iuvas .le seda para | cs. temos deb n lejas mullo finas e prn- para a botica de Jos d;
    estoiode costura, roupa commodo pr.go : na rua da Cadeia do I(ec-| Nova n. 53, garrafas 5
    DO
    Rl'A DA CADEIA, DEFROSTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
    Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
    m glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos;
    PRECOS F1XOS.
    Botica de tubos grandes. 10/000
    Dita .'e 24 ... 159000
    Dita de 36 ... 209000
    Dita de 48 > ... 25000
    Dita de 60 #* ... 309009
    Tubos avulsos a....... 18000
    Frascos de tinturrsdemeia onga. 29000
    Manual da medicina homeopatbica do Dr. Jahr com o dic-
    J cionario dos termos de medicina..... 209001
    Medicina domestica do Dr. Henry....... 10/00S
    Tratamento do cholera morbus.........' 2/000
    Rene-torio o D Mello Moraes ,..... \ s* i.o
    I'I IHIAS PRECIOSAS-
    Aderemos de brilhantes, :X
    diamantea e perolaa, pal- ''i
    eirut, alflnetea, briucos *
    t rozlas, IiolOes e aunen *
    de difiremes Boatos e de ?
    diveraai pedraa de valor. 9?
    *
    Compram, vendem ou
    Irocam prala. ooro, bri- jg
    '? lhanlea.diamanlese pero- ^j
    S la, e oulras qoaesqner &
    Jaiai de valor, a dli.h.iro J
    '4 ou por obras. ;.;.-
    UJi 91 ICRim
    Rua do Cabuga' n. 7.
    ffi368B3B38383E38lHaBS**8eSi**
    + jj
    9 OURO E PRATA. i
    H S
    Aderernt complcloj di
    ooro, nidios ditos, puls'ei-
    * ra, alOnetea, brincoa e i
    ' rozelaa, conloes, (rancel- J
    ig lina, medalhas, r< tronos s.
    ?*: e enfeiles para relocio, e -*
    $ ouiroa muilns objectos de $
    W. ooro. .#
    ; Aparelhoa completen de !
    !?; prala para ch,i, bandejas,
    . salvas, eaallcjaea, colherea
    * de sopa e de cha, e mu- S
    j*j los oulroa objectos de ?
    liecebera por to-
    dos os vapores da lo-
    ropa asobnsdo mais
    moderno {rosto, tan-
    TS i ,0 o"1"" oDiectos de .7
    to de tranca como ^SSSkmmmmm^
    de'Lisboa, as quaes vendem por
    pre$o coiAmodo como costuniam.
    li^asadesaude
    ^3
    |Osar D stibeaux, aleo
    da Boa Vista n. 52.
    Partecipa ao respeitavel publico o parti-
    cularmente a seus freguezes que acabam de
    ebegar de Paris para seu estabelccimento
    'osr. HlanchinoDti-iio odicialde sapateiro. e
    O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
    tabeleceu em scu sitio da Passagem
    da Magdalena, que ica ao norte --------a~ iiumnag aapawsn
    da estrada entre a ponte grande ^ "d'Bfil Blanchin l>enta engommadeira de
    a.Meniin ^v @ f P? "8,' Como SfJam : magas. mangui-
    a-ftlenmo, ex- g tos. babadus, beslas, capotinhos de nabo-
    ras, rendas, bicos, roquete da padre, etc ,
    offerecem seus prestimos por se acharerr
    com todos os apperelhos precisos para suas
    arles,
    Iba para mogas de 8 a II annos, ricos cha-
    peosinhos de seda epullia para criancas de
    6 mezes a Sanos, chapeos de palha e de
    massa enlejiados para meninos, um grande
    sortimenlo le pentes do tartaruga para se-
    nhora e Meninas, ricos manguitos e camisi-
    nhasconi gola bordadas, lita de velludo pre-
    to largase estrellas, lil de linlio branco e
    preto, lucos de bb-nd, tranca de sela, ditos
    vidnnopreto, grosdens '
    e de cores, ricos enf
    nhora, mantas, cape.....
    DOivas, esparlilhos, estojo de costura, roupa
    de baptis^do, e muiUs otitras fazendas ;
    avisando seus freguezes, que recebendo di-
    rectamente todas estas fazendas, sao com-
    pradas c escolhidas por urna senhora que
    n3o Itie mana cousas que n3o se usam
    |i\ovoestabele-S
    |eimento de fa-|
    I /nulas finas S
    M DK TODAS AS QUALlOADIS
    ,., e dos melhores gostos <|iie lie |>os- ^
    *jg sivcl eucontrar-se. ^
    ^ Na roa do yoeimado bija nova de qualro 1
    '& porlaa n. 37, junio ao becco da Congrega- $ji$
    ;..; t**> 8e euconlrara' conlinuadameule um f}&
    .-^ completo riquiasimo sorliinenlo de fazen- ?
    z-s, allemlaa e suiaas, todas de gostos os t
    ra.is moderno posi\eis, lano para a pra- ts,
    , >;a como para o malo.
    2? E-te rsl.ihflecimenlo s por oslo se pode 9
    jfo vizilnre vera forma, porqueesla' bem man- C&
    ij talo para vender |,or alacayo e a relallio, ?,
    <& aseverin.(o o pr, prielario vender muilo *'
    (f mais Itralo du que em oulra qoalqoer par- t
    -J I ; portanlo. cunvida-e a todas as pesaoaa, va
    ~ Ionio da prac; como dmalo, qoe qnan- *-^
    W do lenham .le comprar fazendaa de bons W
    0 aoatose de bosa quahdades, veoham nesle fi|
    v_i eitenso elaliel>rimenlo, qut rc.lni.iiie co- ?
    Sf nliecerilo que nao lie pussivel vender-ae '"
    VI* iil-i burato e encontrar-aa tantas razendas ir
    :': boas e de tilo boasqualidades. i*^*.
    3^;'vfiSi::-';--.:wO{;-:;H;::;::n
    SVSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
    Furas do cabo le martni.
    Vendem-se facas de cabo de niarfim, de
    mmensas qualidades, o muito superiores,
    por barato prego na loj de ferragens, na
    rua da Cadeia do llecife, de Vidal k Bastos.
    Trein de cozinh i.
    Completo troai decozinba, tnto estanta-
    X
    ".

    or
    DO
    **'V
    m
    i
    ea pequea do Cliora-,^.,...v, v^-
    cellentes acommodacoes |>ara re- v
    ceber todas as pessoas enfermas $
    que se quizerem ntilisar de seus 0
    servidos mdicos, os <|uats serao Si5
    prestados com o maior esmero. @
    O mesmo Dr., para o lim supra- @
    indicado e para exercer qualquer ?.?
    outro acto de sita prosso den- ;
    "tro ou 'ra desta cidade nodera'
    iiap paraense
    DA
    FABRICA NACIONAL
    ser procurado a qualquer lora do # nnvvnna a ,imm
    dia eda noite. no referido sit.o, GUtKKA & iLBOUEROUE
    a excepcao dos dias-uteis, das 9 S ESTAllLLECi.NA NA PROVINCIA
    DO
    Gro-Par
    PILJULS HOLLOWAY.
    Este inestimavel especifico, composto ni-
    teiramenledehervas medicinses, niio con-
    t m mercurio, nemalguma outra substancia
    delecterea. Benigno a mais tenra infancia
    ea complcico mais delicada, be igualmen-
    te prompto e seguro para desarreigar o mal
    na coinplei^flo mais robusta ; he inleira-
    menle innocente em suas operaccse eflei-
    tos ; pois busca e remove as doencas de
    qualquer especie e grao, por mais antigs e
    Uuazcs que sejatn.
    Entre oiilbarea de pessoas curadas com
    este remedio, muilas que ja estavam s por-
    tas morte, preservando em seu uso con
    seguirn, tecobrar a .audee Torcas,'depois
    de haver tentado intilmente todos os ou-
    tros remedios.
    As mais alllictas nao devem entregar-se a
    desesperacao; facam um compUeote enaaio
    doselhcazes effeilos desta asaombroaa medi-
    cina, e prestes recuperarSo o benelicio da
    samle.
    -Nao se perca temi em tomar este reme-
    dio para qualquer das scguintes enlermi Ja-
    des :
    a's 4 da tarde, .
    $ que sera' encontrado no primeiro 'i
    @ andar do sobrado n. 9, do pateo '.'':
    $g do Carino. @
    SEGURO CONTRA FOSO.
    Companbia Alliance.
    Esubelacida cm Londres, m marco da 1821.
    Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
    Saunders Brothers & C, ten a honra da in-
    formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
    queai mais convier qu esto plenamente au-
    torisados pela dita companhia para affecluar segu-
    ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos d
    tlha e igualmepUsohra os objectos quecontiverea u?3 Iri
    os masaos edificios quer consista aro mobilia ou'
    ( faiandas de qualquer qualidada.
    O deposito deste escellente rap he na rua
    doTra.ichen. H, e vende-se na rua da Ca-
    deia do Uect lo n. 15, loja do Sr. Bourgard,
    hio ? aP. ? Al loja osr. Jos Euze-
    bio Alvos da silva, e no bairro da Boa-Visla
    (mrente da matriz n 88, taberna dos Srs.
    Guimaraes&Goncalves.
    qual-
    Soares,
    Lotera di pro-
    vincia.
    com fabrica de pentes de tartaruga na rua
    das Iriucheiras n. I, avisa ao respeitavel pu-
    nuco e a tolos os seus freguezes, que rece-
    oeu pelo ultimo navio de Franca um grande
    e vanado sortimenlo de pentes de tartaruga
    para atar cabello os mais modernos, e oue
    pode vender mais barato do que em outra
    qualquer parte, tanto a retalho co ju'o por
    atado.
    Mobilias
    de a JugueI.
    O abaixo assignado vende bi I leles ga- Alugam-se mobilias completas qu qual-
    rantidos pelos precos abaixo notados, em 1"er lraste separado, tarubem se alugam ca-
    quantms de lOOfOOO para cima, a d- SbSLmaf?..V5E*?!** Mi? b""PSe
    heiro a vista, em seu esriptorio. 'na rua | do'^to/dU^aVfftX2
    do Lollegio n. 21, primeiro andar. lambem se compram e trocam-se trastes
    Accidentes epilpticos
    Alporcas.
    A m polas.
    Areias ,mal de..
    Aslluna.
    Clicas.
    Convulsoes.
    Debilidad'.: OU e\te-
    nuagao.
    Debilidadcou falta de
    forjas para
    quer cousa.
    Dysinteria.
    Dr de garganta.
    -- de barriga.
    nos rins.
    Dureza iioventre.
    infertilidades no ven-
    tre.
    Enfermidadcsno liga-
    do.
    Ditas venreas.
    Enxaqueca.
    Ilerysipela.
    Pebres biliosas.
    Bilhetes 5S500 recebe iOOOjOOO
    Meios 2,s"50 2:500s000
    Z'*. .1. Layme.
    -- Na ru9 do Trapiche n. 17, escriptorio, i
    pre-cisa-se deum preto para criado.
    Ilefroiue da ordem lerceil
    ra de S. Francisco.
    . CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
    DO
    DR-P. A.L0B0M0SC0S0-
    Medico parteiro e operador.
    O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os '
    dias e pratica qualquer o^era?ao de cirurgia,
    uSados de toda a qualidade.
    Precisa-so de urna ama, para ama-
    mentar urna enanca de 10 mezes; paga-se
    muitobom : na ru de apollo n. 22.
    AUGUSTO .STAIIL MUuuU O SEU
    "flliiEllllBIITI
    nioTOijtiPiiico
    PARA O
    ATERRO DA BOA-ISTAN. 12
    andar terreo, entrada por a loja.
    Aviso aos apreciadores
    da boa pitad .
    Ilechegado a este mercado o excellinte
    Pebres intermitientes
    l'ebret) da especie.
    Colla.
    Ilemorrboidas.
    Hydropisia.
    clericia.
    Indigesloes.
    InOammatjOes.
    Irregularidades da
    menstmacSo-
    Lombrigasdetoda es-
    pecie.
    Mal de ptdra.
    .Mnchas na culis.
    Obslruc^ilo de ventre
    l'hlisica ou consump-
    (;8o pulmonar.
    RetencHo do ourina.
    Klieuinalismo.
    Symptoinas secunda-
    rios.
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Ulceras.
    Venreo (mal).
    Vendem-se estas pillas no estabeleimen-
    to geralde Londres n. 24i. oStrand, e na
    loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
    tras pessoas enca regadas de sua venda em
    toda a America do Sul, llavana ellespanlia
    Vendem se as hocelinlias a 80U rs. cola
    urna dellasconten uma*inslriiccfloem por-
    tuguea para explicar o modo desse usar des-
    las pilulas.
    O deposito geral he em casa do Sr. Soum
    iharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em
    Pernanibuco.
    pr-co .-------..........------
    fe, loja de ferragens de Vidal & Bastos.
    - Ven ese um silio na Passagem da
    Magdalena : no pateo do Carmo n. 9, pri
    meiro andar.
    .^lio novo.
    Na taberna de Joaquim Vieira de Barros,
    Iravessa da Mad-e de Dos, junto a alfandega i
    n. 2, vendem-se saceos gran les a 69000.
    Aviso aos similores de en-
    ffeiiho.
    Na rua da Cadeia do Recife, loja de ferra-
    gens de Vidal & Bastos, ba para vender tira-
    deiras de ferro para engenhos ; bem como
    todos os pertences para ferreiro, como seja:
    foles, tenms, safras, ele., e tudo so vende
    por mdico preso.
    reijao
    deposito deste jarope
    da Cruz Sentos, na rua
    . 555U0, e meias 3ouoo,
    sendo falso todo aquelle que niio for vendi-
    do oeste deposito, pelo.que se faz o presente
    aviso.
    IMPRTAME PARA 0 PUBLICO"
    Para cura de phlysica em todos os seus
    differeotes graos, quer motivada por cons-
    i tipasoes, toase, asthma, pleuriz, escarros de
    sangue, dr de costados e peitos, palpitacSo
    no coracSo, coqueluche bronchitc, dr na
    garganta, e todas as molestias dos orgflos
    pulmonares
    i\a loja
    das seis porlas
    Km fenle do Livtauunto
    l'ara acabar com um pequeo resto de fazen-
    das que'tem defeilo.
    .un i- ue i. iis n. 2, venaem-se saceos; Palitos de panno preto e de cores a 61000,
    feijao branco vindo doPorto pelo ulti- cassas para cortinado a 2.;500 a pe?a, ditas
    lavto, por preco mais commodoque em j adamascadas a 1?600, sais bordadas a l#l00,
    cambraia de salpico com 8 varas a 3;, cartas
    de clcheles franeszes a 40 rs sarja prela a
    No armazem de Bastos & Silva, deftonto
    da Madre de D.-os n. 28, vendem-se saceos
    com
    mo navio, por preco mais commodo qu
    qualquer outra parte.
    Fura de e-cr vo
    Desappareceu um mulatir.ho do 10 annos,
    pouco mais ou menos, no domino do llosa- ; de se la,' 160 o covado, com 5 palmos de
    rio dos pretos, levando camisa e calca braa-1 largura, cortes de cambraia cem barra a
    ca de algodao, e s im etiapeo : roga-se por | 480, cassas p-etas a 80 rs. o covado, chales
    lantoas autoridades policiaes e capitSas de de ganga bordados a 1/60 ; d3o-se amostras
    campo, no caso de o apprehendcrcm, levar { com penhor, a loja esl aberta das 6 horas
    da mr.nhaa ate as 9 da noite.
    Vendein-se varios caixilhos do janellas
    I? o covado, lengos de retroz a 500 rs., I vas
    le so la pretas e de cores a 500 rs., barege
    da
    a rua .Nova n. 38.
    f
    cmdccozinlri
    Na loja. de Jos Antonio Moreira Dias i\ C ,
    na rua Nova n 35, vende-so por commodo
    prego trem paracozinha, tanto inglez como
    francez.
    Ferro redondo e
    quadrado.
    Vende-se um completo sorrimento de fer-
    ro de todas as grossuras e larguras ; na loja
    da rua Nova n. 35, de Jos Antonio Moreira
    Dias i C.
    Perfumaras
    V*enlem-se muilo ricas perfumaras por
    menos do que em outra qualquer parle ; na
    loja de Jos Antonio Moreira Dias&C, na
    rua .Nova n. 35.
    Vi (i lio do Porto
    '.do
    enii-ana .
    em caixas de 1 e Sduziaa, e do anno de
    1831!! por b-rato prego. Acha-so const temento no doposilo n. 6 da rua de S. Fran-
    cisco.
    Aviso
    O deposito n. 6 da rua de S. Francisco
    acha-se prvido de todos os gneros alimen- I-
    licios, a saber : sardiohas de Nantes, con-
    servas, marrxtelada, etc., etc, vinnos de di-
    versas qualidades, cerveja, champagne, cog-
    nac, licores, etc., etc.
    Briiiqiicdos-
    Grande qu'ntidade de calungas, bonecas
    de chorar bstanle grandes, caixa deguir-
    ra, urna infinidade de bichinlios proi>rios
    para presepio, jogos de xadrez, da gloria,
    e outros de nova invencao e do mclhor gos-
    lo : no deposito da rua de S. Francisco n.6.
    nda
    ;s
    Consultorio
    o
    -:.:-
    ge,
    1$
    CENTRAL H0IE0PA-,
    THICO.
    MA DE SANTO AMARO,
    (Mundo N'ovo n. (i
    .--_ ., _, ^........,,... r,,,(
    assim como,accode com toda a ptomutiaao,
    s pessoas quo precisaren do seu prestin.o rsp princesa de Hoiilaude, fabricado
    para o sorvico de partos, pralicando as o- capital do Ceara, cujo deposito se aclia
    peragOes manuaes ou instrumentaes, quan- '
    do n3o possa conseguir resultado por meio
    da homenpathis. que tantas vezestem ven-
    cido dilliculdades, que pareciam insupe-
    raveis.
    Scliaplieitlin & C., rua da Cruz n.
    38, receberain pelo ultimo navio do Ha- .
    vre, urna porcao de quurtolas de vinlio, ,^<
    n ii
    rua da Cadeia do liedle lo;a de miudezas n.
    7, ao prego ue l3400 cada libra
    %c O Dr. Antonio Asripino Xavier de Brito &
    ^ medico, mudou sua re.iJ.nci para a rua -S
    v I>ova n. 6, primeiro ladar, onde Lile aer w
    & procurado a qualquer hora para o eierci- Sj3
    ija co de aua proli--ao.
    ." -'.
    O Dr. Sabino Olegario l.uilgera l'inlio r,
    da consulta, lodosos dias tela, desde as 8 *&
    w huras da mandil ai 3 da lardr. Os convi-
    W7 ^'s para viniaa drvenlo ser dlrtaldM por .'?>
    ;^ escupi. Os pobres sao medicado* gralui- ''

    tainenle.

    v .uxeiro
    Precisa-sedeum caixeiro que lenlu pra-
    SB tica de taberna : na rus de Santa Tbereza
    n, 60.
    Vende-so um pequeo balcSo de pinito,
    pintado, lingindoamarello, por baralissiaio
    prego ; no deposito da rua de S. Francisco
    0. 6,
    Vendem-se travs de varios laTanhos:
    na praia deSmila Rila, a tratar na restilaglo
    do moiobo de vento.
    --- Vende-se urna boa morada de casa ter-
    rea com um grand sol5o. quinll c cacim-
    ba, no quintal tem um quarto para prelos,
    na rua da Alegra n I : a fallar no largo do
    Pelourinho ns 5 e 7.
    Na taberna n. 79 na rua do Itangel,
    vendem-se saccas com milho novo de Fer-
    nando a asiJO.
    Ao barato.
    0 PREGICA ESTA QEI-
    AIDt.
    O re^uiy da nm do
    oo%m-Bs,
    *'S-^s@^
    Attenco
    de urna das mais afamadas vinhas de Bor- ^
    deaux : vendem, a' vista da superior qua-
    lidade, por preco commodo.
    Na fundicao da Aurora precisa-se
    de serventes forros ou escravos, para A taberna grande ao,,,,
    servico debaixo de coberta. dade.acba-se bem sortida e dVSos bons"
    S-3v'3-3S-30 ^^SS@v^ p0r,SSOCO"V""seaos raorauoresdoluga
    *; ,ou quem por ali transitare for passar a Testa
    j- i a vnem curopiar a boa manteiga iugleza dit.
    $ lranceza, cna lioo bysson, perota e preto, os
    d) bous vinhos, que a vista delles se poJero
    lODlICA DO ESTABELECI- SSBBKasa,V^*
    fados, o melbor possivel. sardinhas deNan
    tes, bolacbuhas de muilas qualidades, quit-
    os do sertao, doces de guiaba litios, mar-
    melada nova, velas do Aracaly em caixa do
    imita e lanas libras, e a relalho, esperma-
    amencai.o e francez, amendoas, bons
    m
    DEHTSTA FRAHCEZ.
    faulo daignout denlisU, rua Nova n. il i
    na inesma casa lom agua e pa denlrice.
    MENT DE PliliS DE
    J. YIGMES.
    J. Vignes mudou seu estabelecimento de
    pianos da rua larga do Rosario para a rua
    ^--------------------------------, --------------------------------- .1-.,.i,i, ,
    ii. 2, esquina do becco do Peixe
    lindo e variado -ortim.ento de f.
    bom gosto, por baralissimos pregos, pois
    que sem ambiguo se contenta com um m-
    dico lucro, e nao Ihe sendo posivel notar
    em um pequeoannunclo tu lo quanto tem
    do bom para servir aos seus freguezes
    menciona apenas olindinas, fazenda de seda
    e algodao, propria para vestido de senhora
    de gustos iuleiram nte novos a 900 rs o co-
    vado, cortes de largelinas para vestido de
    senhora, fizenla muilo lina e do melh r
    gosto inglez, com listras de seda e cam >o
    escuro a 129 cada um, organdys de cordao
    com desenos mui delicados, pelo baralissi-
    mo prego de 4*0 rs. a vara, cimbris estam-
    pada do melbor gosto possivel a *&'> a vara
    cassas franezas de lin los gostos a 600 rs a'
    vara, chitas francezas escuras, matizadas
    com lindos e novos pa Ires a 960 o covado
    ditas claras, padrOes largos e miudos a 280
    e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
    bordados para colletes a 4c cada um, liiazi-
    nhas escuras Je mu ricos o variados cadres
    proprias para vestido de senhora e roupoes
    de meninas a 500 rs. o covado. riscados
    uionslrosdo cores alegres e mu elegantes
    gostos a 220 o covado, ditos francezes d
    quadr.s de lindos'padrOes a 2*0, mussulina
    Compra-se efTectivamente na rua das! I)ra"t'a a 3l1 covado, dita mu i lo lina 400
    ------o..,U6, Flores n. 37, primeiro andar, apolices Ja di-|r? estampada de lindos padrOes a 320 c
    passar a Testa, Vl,i,> publica e provincial, aegoesdas comni- rs-" C(JV'!'do, chitas linas decores ciaras
    - nuias.e d-sedinheiro a juros, em grandes! e escuras> tllltas lxas a ,60. >", 200 e 2*0
    e eequenasauantias.sobre Denhores r,s' cova'!o' feSas de cambraias lisas tapa-
    Na rua da Cadeia do Recife. 1 a n 51 'as'mull,> ""as e com 10 varas a 696OO,. di-
    com 2 Ot de : Us de ,,lU niais c,lela a *96,u' aila tnsp-
    0 I reme com 8 varas, muito linas a 5s*00 a pe-
    ' Ca, pegasde brtlauha de rolo com 10 varas
    na. grvalas de setim pretas e de
    e aicovas, em bou estado : a t-alar'na loja
    de louca na rua larga do llosario.
    Charutos de Ha-
    vana
    Vendem-se superiores
    charutos e llavana, ein
    eaix s : i>a rua 'lo Crespo
    loja de'azendas n. 25.
    No armazera da rua da Praia n. 12, de
    Francisco Moreira da Costa, ha para vender
    linguas muilo frescaes, a prego commodo
    elogios.
    Vendem-se relogioa de ouro c 'le pra-
    la, concertam-se por precos razoaveis,
    luz-se troco, eda-se dtnliciro a premio :
    na rua da Concordia n. i.
    Livros em bran-
    co, de 11,*ni-
    bargo
    Um sortimento completo : venle-se em
    casa de Timm Momsen & Vinsss, na prag
    do Corpo Santo n 13.
    CEMENTO.
    Vende-se cemento, tanto em barricas
    como em porgao o a retalbo, por com-
    modo preco para acabar, e muilo bom : no
    armazem de materiaes, na rua di Cadeia de
    Santo Antonio n. 17.
    Obras te la)\ rintho.
    Lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., etc ,
    -e delicado trabalho, feitos no Aracaly;
    veidera-se no primeiro andar n 60 da rua
    da Cadeia do Itccife.
    relogios de
    tente
    ingleses de ouro, desabnete e de vidro:
    vendem-se a prero razoavcl, em casa de
    Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
    deia do Recife, armazem n. 36.
    Vende-se superior agurdenle de
    Franra, tanto em bar iscomo em caisas,
    licores e absyntlie, chegado recentemen-
    le, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
    ler i\ C., rua da Cruz. n. 55.
    1 fi80 a libra.
    HE BABATISSIHO.
    Uestam algumas massas finas para sopa,
    ; de diversas qualidades, como j se tem an-
    nunciado ; quem comprar caixa ter algum
    Frito, nm aD*l'menlo ; as caixas sita de urna arroba e
    fazendas de ,)utr*s de 16 libras: v.ndem-se smente na
    rua do Colleglo n. 5.
    POTASSA DA RSSIA ECAL
    YIRGEH.
    No deposito da rua da uideia do Recire,
    armazem n 12, ha mnto suuerior potassa
    da Ttussia, dila d fabrica do lUo de Janeiro,
    cal de Lisboa em pedra, tu lo chegado ha
    poucos dias, e a ven ler-se por menos prego
    do que em outra analquer parte.
    Agencia
    fundicao Low-Moor,
    rua da fenzala Nova
    n. 4<2.
    este estabelecimento contina'a a havet
    um completo sortimento de moendas e meias
    emendas para engenbo, machinas de vapor
    e taixas de ferro batido e coado de todos os
    tamanhos para dito.
    TACHAS PARA ENGENHO
    Da undioao de ierro de O. W. Bowman
    na rua do Bium, passando o chala-
    riz, continua a haver um completo sor-
    timento de taclias de Ierro fundido e bati-
    do, de 5 a 8 palmos de bica, as quaes sa
    ncliam a venda por preco commodo e com
    promplidao, embarcam-se ou carregam-
    se em carro sem despezas ao comprador
    itelogios.
    Os melhores relogios de ouro, patentein
    gloz, vendem-se por pregos razoaveis, n
    escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
    deia do Hecifen. 62. primeiro andar.
    - Vende-se supenoi linhas de algodSo
    brancas, e de cores, em novello, para costu-
    ra,em casa deSouthall Mellor &C., rua do
    Iorres n. 38
    Gomma do AracaU.
    tm porgoes e a retalho : vende-se na rua
    da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
    auna.
    Em casadeRabeScbmettaui&Companhias
    rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
    Piano* do afamadofabricanteTraumann de
    lianiburgo.
    Pi
    Atlentao.
    Vende-se urna rorgSn de charutos Onosde
    diversas qualilads, por Commodo prego
    viudos da liahia no palhabote Piedade : no*
    becco do Abreo n. 1, se achara com quem
    tratar.
    Antes que se
    aeabem
    A loja de louga da rua da Cadeia do Recite
    P..-kreCeb.eu de """burgo e vende por pro-
    n?nlamm10 'r"deiras d'aga. brancas e
    cPs oueVm b?US muldu'. ".ais ri-
    tai.qh. r^miv.nd0 ao roercaJo- Na mesma
    terree HahiiSOrlmento de q<'a't">has'
    ia trra e Baha, louga vidrada e n3o vidra-
    trS?cestos e condecas' iud -
    Na rua das Larangeiras,
    casa de empalhador n. 4
    vende-se junco do melbor que ha no niercal
    do e lambem se aprompt. qu.IqUe encom-
    menda de palhtoba j prompta, por preco
    commodo. K v pre<0
    No Passeio Publico, loja n. II,
    vendem-se cortes de casemiras encorpadas
    de diversas cores, a 3j>00 o corte, morins-
    madrasta a 220 a jarda, e muilas oulras fa-
    zen Jas baratas.
    Oh que pechin-
    cna com pequeo toque
    de a varia.
    !JHdAPre8,,i?l1' na rua d Queimado.
    e-quina do becco do Peixe Frito n a. ven-
    .em-se pegas de algodao com pequeo toque
    i4ooacrad;p1e'.b8.,risi,mo "" -K
    Dad, .a '.dltaI de dit0''' rR e "'-
    Sil* J.h '.d,tas demadapolao a 2a200,
    (lOBfi) gOStO.)
    O Pregaba da
    rua do Queimado, esquina
    do becco do Peixe-Frito
    ii. S,
    acaba de receber pelo ultimo vapor da
    Europa, ricos cortes de vestidos para se-
    nliora de um gosto inteiramente novo,
    de cores escurase elegantemente listrados
    de seda asselmada ; esta azenda deno-
    mina-seGraciana ou Carij, e be a
    mais propria para a prsenle estacao ;
    ru.-ia cada coi le a mdica quantia de
    I-2.S00. '
    SAPATOS 1)0 ARAOTY,
    dos melhores que tem vindo a este merca-
    do, para homens e meninos, de palla e de
    orelhas : em casa de Caminha A Filnos, rua
    da Cadeia do Recife n. 60, prinieiro andar.
    CdM PEQUEO TOQUE DE
    pa-
    A dililleiro
    Pegas dealgodSo liso, largo, encornado
    25, 2/240, 2?5(I0 e 21800 a peca, dito de si>
    cu, ira 2, 23210, 2/500, 2S800 e 3 t pega,
    dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
    gadolargoa 100, 120, 140 e 180rs. a jarda:
    vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
    que volta para a rua da Cadeia.
    Vende-se no areal do forte, confrontt
    ferrolho. dita de bahu, ferro de embutir d
    c caisilhos, dobradiga de canto, arlete
    para carapina.
    Vende-se um escravopropriopara en
    gcnbo sadio e sem vicios : qu- ni o preten
    der, dirija-se a rua da Cadeia do llecifa n
    49, que achara com quem tratar.
    Queimado, continua a queimar r a sua loja
    ss caixas sita de urna arroba e
    ~ Compra-se lousa propria para oobri-
    telhado : na livraria n. 6 c 8 da praga da
    Independencia.
    Compra-se effcclivamente bronze, la-
    tao e cobre velho : no .eposito da lundie3o
    da A jrora, na rua do Brum, logo na entra-
    da n. 28, e na mesma lundigao, em .santo
    >marn.
    CiffiAS D FERRO
    Excellentes camas de ferro para solteiros
    vendem-se no escriptorio do agente livei
    Ja.'ru la Cadeia do Recife n 62, primeio
    andar.
    cobertos e descobertos,pequeos e grandes
    de ouro patente inglez, para bomemese-
    nhora deutn dos melhores fabricantes de
    Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
    glez : era casa de Soulhall Mellor & c, rua
    do Torres n. lis.
    Veude-se na rua da .Madre de Dos
    n. 12, armazem de Novaes & C, barris
    de ferro, ou cubos li^diaulicos ; para de-
    positas de e/.es, a preco commodo.
    'S

    da Cadeia de Santo Antonio il^WS ttttSZ^ZSftX
    RolagSo.
    JOHN GATIS,
    corretor geral
    E AGENTE UE LEILCVES COMMBRCIAES,
    n. 20 rua do Torres,
    PRIMEIRO ANDAR,
    praga do Corpo Santo
    RECIFE.
    n^gucrrcotvpo.'
    bilila o annuneiMite a garantir su ill str H
    f osCePebnaar,rl,"Can a be,leM ''" -'''---
    bar UssiiiiD na rlla Novi n
    PaS.
    io canto compra-so urata
    p-emio, ou prtacOi's a 25040
    Compram-se alguna escravos de ida-
    de 20 a 25 annos, senjo crionlos e de boni-
    tas figuras : na ruada Crnz n. 13, primeiro
    andar.
    ?
    Devoto i'hrsto.
    Sahioluz a terceir edieSo do livrinho
    religioso Revoto ChristSo, mais correcto c
    augmonldo, vende-se nicamente na livra-
    ria us. 6 eS da praga da Independencia, a
    800 rs.
    macarrfio, lalhari n, cevadmha, estrel-
    linha pevide. arroz, aletria ; para papa,
    sag aramia, tapioca, farinha do Rio, sac-
    eos com miinoe feijflo, e muitos mais gene-
    ros de bou. gosto, zapatos do Aracaly e da
    trra para Domea e meninos, tu io s veil.
    dera com abate de 3 0|0, sendo dmheiro
    mudo.
    c-- Precisa-se de urna amaqaesaibaco-lLl)ia Pnpnrnurla
    zinhareeiguii.inar, para Uuas pessoas : na MMUa,
    rua do Crespo n. 6.
    Preciaa-se de urna ama forra ou capti-
    va, que saiba coznhar o fazer todo o mais
    servigo de casa : na rua do C.Ideirtiro n 60
    Precisa-se deuuia na de leite : em
    Sanio Amaro, casado Sr. cmunel Lameuha
    Hila n-v.
    ii. 54.
    gallena de rcenlo & Gadault, primero! Madama Rosa llardy receben de Franga
    Aluga-se o primeiro .ni i. f "avlo,A,Ji;1' um sortimento daslazen-
    rua larga do Ro" io" r" 1 ,,' u a T, "'" L' "* m"t ",0 """!,s- c,lat'eos ''
    ga: a Halar com o le n tW '^ I.u-, m-j .ra s,- -,a, Valentn. Vilella. lc'le"^--"ronel Joao gas, en. .un,,s. us Zon,8.ditos de fel-
    I tro por n.onuria, chapeos amazonas de p
    Ao Gouvea
    rua do
    Oueiiuado ii. '17, esqui-
    na do Col leo io.
    Chapeos f.ancezes a Tamberlik, e de todas
    as formas, de superior qualidade, chapeos
    de'castor braneus muito finos e ricas fc-
    as. ditos iiigl.-7.es, ditos para seohoia, do
    ollimo goslo, tapetes muito grandes para
    sala, dos mais pequeos para sof, o me-
    lbor que tem viudo c, sedas brancas uara
    valido e de cores, grosdenaples, casemiras
    un i sai mas, pannos e todas as quali ades,
    selins. merinos, etc., etc. Iteceb,m-se sedu-
    las velhas e rotis.
    cor. goslos modernos a 1;280 ada u
    cortes do brim de turo hnho a 2-300, 2^400
    e a#500, casemiras de lindos padrOes a 5^500 ProPorCoes ; cri
    o 6# o corte, ditos de algodao de lindos gos- re8,8lrOB boei
    tos a 19, 15440 e icUOOcada um, lengos para
    maoa 20, ditos com bico muilo linos a 360,
    chales .le gaze, ditos de merino lisos e bor-
    dados, obia primorosa, gangas mescladas
    propuas para caigas epalus a 560 o cova-
    do, casineta prela lina a ijmoo o covado, len-
    gos de seda de. lindos paurOes a 2? cada um,
    cobertores do algo Jo para escravos a 700
    rs. eada um, de lodas estas fazendas e do
    muilas oulras que se nao mencionam, mas
    que se vendero por baralissimos pregos, o
    so d.ir.n) amostras com penhor.
    INa rua da Cadeia de Santo Antonio n.
    13, venle-se um f,reto ue meia idade, pro-
    prio para o campo : quera o mesmo quizer
    XA FUNDICAO DE FERKO DO ENGE-
    NHEIHO DAVID W. BOWMAX. *A
    RUA DO BRUM, PASSANDO O U1A-
    FARIZ,
    ha sempre um grande sortimento dos se-
    guintes objectos de mecanismos proprios
    unra engenhos, a saber : moeudas e meias
    moendas !a mais moderna construegao : ta-
    chas de ferro fundidoebatido.de superior
    quali Jale e de todos os tamanhos ; rodas
    dentadas para agua ou arimaes, de todas as
    oporges; crivos e bocea de fornalha e
    istroB -e boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
    rafusos e cavilhOes, moinhos de mandioca,
    ate. etc.
    NA MESMA FUNDICAO,
    seexecutam todas as encommendas coma
    superioridado ja conhecida com a devida
    presteza e c ^mmodidade em prego.
    - Ven lem-se as verdadeiras esteiras de
    Angola, grandes e pequeas ; no largo do
    I' '!mi11.; o ns 5 e 7.
    Vende-se ceblas e batatas muilo no-
    vas : no armazem deonte da escadinba
    da ailandega deJoaqnim de Paula Lopes. I
    - Vendem-se ceblas muito novas, e
    habatas, muilo em coma : defronb; da es-
    cadinba da allandeea. armazem do Sr. Pau-
    da Cniflo n. 35. 37 e
    Francisco Pereira n. 4, apenas de immo.
    tales, vindas de Paris para tmulos, calacum
    bas, eseiuliuras. no cemiterio publico a 2
    de novembro. .Finados?, circulando as mes-
    mas capellas as inscripges seguintcs feilas
    da mesma flor a meu pai, a minha mai
    a meu esposo, a minba esposa, a meu filho,
    a minba illia. ea amizades.
    IVa rua nov arifiiisem
    de mobilias de Antonio Domingos Pinto, ha
    um completo sortimenlo de mobilias de to-
    da a qualidade, tanto da trra como france-
    zas, de jaca anda e de mogno, e continu'a a
    receber por lodos os nav us, tanto de Franca
    cmodo llamburgo toda a qualidade de tras-
    tes do mclhor goilo, fabricados por encom-
    menda, com recommen lagSo de nSo cm pre-
    gar o pinho no seu fabrico.
    &Jftt-,SlMM^rf
    No da 18 do corrente, fugio de bor-
    do do br.gue Sagitario,,, um cravodc
    nome Joaquim, pardo eteravo, de 22 a
    i annos de idade, estatura regular, secco
    do corpo, so tem barba no quei.xo, ca-
    bellos carapmbos e ja tem muit.s blan-
    cos, he bem conlieeido por ter as raaos
    muito calejadas, quando fugio traba o ca-
    bello a nazareno, tem os pes meio apale-
    lados, e lalla muito manso : quem o ne-
    gar e o entregar aoseu senhor Manoel
    rranascoda Silva Carrito, na rua do Col-
    legio n. lo, terceiro andar, ra* bem
    gratificado.
    -- Fugio no dia 22 de julho' prximo Das.
    sado o escr.vo M.theus. com os signas PSC
    guintes : representa ter .dade d 35 a kan
    nos. estatura regular, barrigudo, rosto feio
    con, todos oseantes, l->vou caiga de ,ffi
    do e consta ter sido visto nesta praca ro-
    ga-se por tanto aos S-s. capials d ? ,2
    ou a qualquer rutoridade a apprehengao do
    dito escravo. haj, de leva-lo ao.neceo da
    Unguetan.6, que se gratifica genTrosa-
    No dia 20 de setembro deste anno. fu-
    denomeFilippe com os signaes seguiules
    alto, cheio do corpo, cr.muito preta, olhos
    vivos e ave.meados, semblante agrdave"!
    5?.Wf* ui ve8,id0 de > "mil.
    e algodao azul; este escravo foi compra-
    ^-^h ndo,.8nno Prjimo passado nessa
    t'sja r.lecido, esuppOe-se para all ter ido:
    portsnto, roga-se aoscapitaes de campo, e
    qualquer autoridade policial a sua captura
    que se satisfar com geuerosidade a quem o
    ent.egar nessa praga, na rua estrella do Ro-
    rVbu"' se6und0 andr' ou ^o engenbo
    No dia 25 do correle fugio de casa do
    ------- ............., u..,, mu,- ------------"''-u'"mo lucio ue casa un
    fort leza das Cinco Pontas, (echadura de "DJ* ssignado um escravo de narn An
    ^-------... ^^, v uo idruo An
    go a. por nome Ignacio, e por antonoraazia
    ------. --"-ni ic.u no riiiuuurui e-r-;ir" ""p iriucio, e por antonomazia
    lodos os tamanhos, tranqueta para janellas '"tole) tem os signaes seguinles : secco rio
    C raiTItlO.- liiiiimilicQ corpo, representa ter 35 a 0 annos deida-
    de, he quebrado .das duas verilhas, tem o
    " t? P0lrg" d? l direit0 ""ch.do para
    Jeniro, tem sido canoeiro no porto da rua
    Nova, levou caiga e camisa de algodao bran-
    co cosluma rxuito a embriagar-se, e quando
    Tse embriaga nao allende a ninguem, fugio
    coj. um ferro no p, mas j o ha de ter ti-
    rado, porem anda se ha de conhecer a mar-
    ca do mesmo : porlanio pede-se a todas as
    autoridades pol.ciaes e capies de .ampo e
    Pessoa Particular, que o possam encontra'r
    > endem-se as lojas de Portn Cna praga de o levarem ou mandaren, a rua larca do
    ' U.iaon. 35. 37 e 39, e na de Antonio Rosaiio n. 18, padaria de Manoel An onio de
    - Jess, que serao generosamente recompen-
    focante
    n QUE ESTA' TORRANDO.
    Potasa ta Rn8ia e ca de
    Usbo' .
    No anligo e bem conhecido deposito da
    rua de Apello, armazem n. 2 B, ha muito
    superior potassa da Kussia e cal de Lisboa
    em pe ira, chegado no ultimo navio, o ven-
    de-se por prego commodo.
    Vencie-se cal nova de Lisboa, po-
    ti'ssa da Rusta e do Kio de Janeiro e
    panno de algodao para saceos de assucar :
    na rua do Trapiche aruiazen* ns. 9 e 11.
    Na rua do Trapiche n.
    16, et>erip!orio de No-
    vaes & C,
    vende-te superior vinbo do Porto engar-
    rafado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
    rafas, bem como em barris de quarto e
    oilavo, a preco commodo.
    .*u]itis e relegio-
    SELL1NS e RELOGIOS de patente
    ..V! InRlez : a venda no armazem de
    liuslron Kooker & Companhia, es-
    qoina do largo do Corpo Sanio Da-
    mero 48.
    SECRETARIAS.
    As melhores que at f ojo tora apparecido
    a este mercado : ven lem-se no escrictoti.
    do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recifo
    n 6, primeiro andar
    ESTABLLECIMENTO
    HE
    1)L PIANOS
    JOAO PEDRO YOGELEY.
    comprar, difija-se a mesma, queacharacom ca'lll,,la
    quem tratar. la Lopes.
    GR1HALDAS PARA SEPULTURAS. Farinha de mandioca
    4 u'u resto co1'.,!-P-af i'1? "" ^nJe."ci de boa qualidade em saceos desembarca-
    *, un resioco7ias^.-guiiites inscripges : '
    a meu pai.a minha esposa, a meu esposo c
    amizades.
    Na i n da crua do Reci-
    fe n. 30,
    primeiro anlsr, vende-se um molrque com
    idade de 16 a 17 anuos, bom cozinheiro.
    das boje, vendem-se no escriptorio de Ak
    meida Oomes.Alves & Companhia, rua
    da Cruz u. 27.
    Schafleithin >\ C, rua da Cruz u.
    i8, vendem velas de couiposirao de (i
    por libra, era poin'.es a vonlade'dos com-
    pradores.
    Rua i\ova n. 27, esquina da Can.boa do
    Carmo.
    Vendem-se pianos dos mais afamados fa-
    bricantes da Europa, de l.aixo de toda ga-
    ranta que pode ser desejada. y mesma ca-
    sa concorta-sc e alim--se com perfeigao os i ,
    mesmo, instrumentos. Este esta bel eci men- 'r ,us clia'fs> S0II,I un de pello e outro de
    to esla aborto todas as nuiles al as 8 horas ,eI,ro> DlD0S usados, e tabaqvieiro : roca-
    ' se pois a todas autoridades pcdiciaes e cari
    i3es de campo, que o apprehendam, e coii-
    duzam-no a rua da Concordia, armazem de
    Fugio de bordo do brigue nacional
    ilmi.anie o esCr.vo crioulo de nome Cu
    Ihermo, idade 18 a 20 annos pouco mais ou
    menos, eslora regular, de bo!,iu pbis ono
    nia ebemr.ll.nta. levou Miga de%|god0
    azul, camisa br.nca da mesm. fazenda e
    bonete de mannbeiro ; roga-se as ."'i!
    dades pol.ciaes e capies de campo, a ao-
    prenensaodfl ito escravo, levando o a bor-
    do do mencionado navio, ou na rua da Ca-
    deia do llecife, no escrii torio de Fernan-
    jes & Filho, que sera recompensado
    .,7" iVn.a ug.,d0 escr Severino, cri-
    r,^o n,dKde.,8.'nnos' baixo' corpo cor b stante preU, com principio de
    alfaiate, tem sido visto tr.balhando nos car-
    ros d. alandega, a bordo de navios em S
    Amaro, e em Beberibe, intitulaodo'-se por
    rorro ; lalvez que tenba procurado refuciar-
    se para o mato ou para algum engeho
    quem o pegar, leve-o a seo senhor, morador
    na rua das Aguas-Verdes n. 50, qoe sers re-
    compensado. 1 aoi.ro
    --Fugio no da 18 do corrente mez de
    outubroa escrava Felicia, de idade 35 an-
    nos, cioula, altura raglar, tem uo a mrca
    de queimadura comprida ao p de urna das
    orelhas e a ebeg. torta proveniente do ar
    de vento que leve em pequea, tem um d08
    pes mais grosso, costuma andar desatacada
    e bebe basUnie agoar.iente, e levou vestido
    de chita cabocla ; a qual escrava fot com-
    prada no Rio-Foimoso, e suppe-se andar
    nosarrabaldesuesta cidade, aonde diz ter
    urna iilha : roga-se as autoridades policiaes
    o opilaos de campo a apprehensSo da dita
    escrava, que levando ao abaixo sssienado
    na rua da Cadeia do Kecife n. 29, prioneiro
    andar, serao recompensados.
    Manoel Alfonso Aqurao de Albuquerque
    Desappareceu sabbado, 24 do corrente,
    a preta Joanna, baixa e secca do corpo, bas-
    tante n agr por estar em uso de remedio
    desdentada na frente, representa ter 35 a 40
    annos de idade, e he um tanto surd, tem
    no brago direito um M, marca de foge, levou
    vestido de chita iul com flores amarellas
    ja velho e panno da Costa azul com lisss
    de cores encarnadas, levou mais corris eo
    todcs os objectos que conduzia a maudado
    de seu senhor um balaio de com ras um
    sacco com pouea farinha, urna cambadinha
    de chsves, 10600 em oinheiro. um lenco de
    sed amarelloamarraoocom liversos p.deis
    embruihados, todos de im,ortancia e valor-
    roga-se o qualquer pessoa que possa ter no-
    ticia da dita prela ou dos objectos, o espe-
    cial la\or de apprehende-la e fazeV comiu-
    i-la eenliegar a seu senhor Antonio Bro-
    chado Soares GuimarSes, na ma Imperial n
    16, que gratifnai quem trouxer.
    - Fugio no da 4 de oulubro do corren-
    te anno, o escravo mulato de nome Jorge
    baixo, secco do corpo, pouca barba, potros-,''
    tem do lado esquerdo do rosto urna cicat> \
    hombrossungados, olhos pequeos e v.vos'
    peinas e bragos arqueados quando 'inda-
    este escravo foi do Sr. Manoel Thomz ex.'
    carceirciro, levou vestido camisa de 1bo-
    dSozinho delistras, caiga de gane 7i 0
    ,1.1,,. 1.. ,. mu.. ,.. ^____s ei" zui, e
    .-' Itencao.
    Na gran le fabrica de tamancos da rua Dl-
    reia, esquina que vira para |S. Pedro n. 16,
    ha um compleiu sortimento dean.ancosa
    relklhoe em grandes rorgOes, por preco
    OiUitoem cunta : ossenhores cominercian-
    tes do malo devem-se prevenir, pois o inver-
    n asi* prximo.
    maleri.es n. 26, que sera generosamente re-
    compensado. Este esciavo ja foi apprehen-
    lido o anno prximo passado no engenho
    acare, cidade deCoianna.
    I'ERN. 1 vn. |)K JU. I. DB FAKIA 18.'-7
    ----



    ILEGIVEL


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