Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07867


This item is only available as the following downloads:


Full Text
V
ANNO WX111 N. 1H.
Por o mczes adiantatlos 4S000.
Por 3 mezes vencidos 4s500.
TERC1 FEIRA 27 DE 01TIBR0 DE i8o7
Por anuo adiantudo 1gOOO.
Porte franco para o subscriptor.
tiSCA.HEGA.DO DA UB8CRIPCA DO NORTK.
P ribtba. Ir. Joio Rodolpho 6oidm ; Natal, o Sr. Joaquim
l. Par aira Jnior ; Arican, o Sr. A. de Lemoi Braga ; Cea-
IT, o Ir. J. Joit de Oliveira ; Maranhio, o Benhur Jos Teixei-
r> da Mello; Plauhj o Seuhor Jos Joaquim Avelioo ; Pa-
. o Br. Juitiaa J. Rtmoi ; Amainan, Br. Jernimo da
C*Ma
PARTIDA DOB CORAE10S.
Olimlt : tintos os iliai. ai ti e mria hara Jo di i.
Icuarassii <...iai.na ,. Paraliilia: nal .-timlas .- aeius-faira..
s. Am.io, Benrroa, Bonito. Caara', Hiato Geranhuiu; aa lana-Mra.
8. Logrelo, Pao d'Alho, Naiareui, l.im.....ra, lir,.,o, toameira, ingaieira
Floro, \ill.-Belb, Boa-Viau, Ouricuiv tiu'. ai*qaarUt-teirai.
Cabo, Ipojura, Soriiili^fm, Rio l'ormoso, Lim, Udir.-iros, Agui-Preti, Pi-
monioiraa e >ui.i!: jaiaiU'falraa.
l.-.i.is os correios oarlora aa 10 horas Ja manila.
AUUIKNG1AJ DOS TRIBU.NA Bi DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : leguada a quintal.
Relacao : terca feiras a tabbadof.
Fazenda : quartat a aabbadoi aa 10 horat.
Juito do eommercro : legundat ai 10 horas quimas ao relo dia.
Juixo da orpboi i legundat a quintal ai 10 horas.
Primelra rara do eivel : reguudat e senas aa meio da.
Segunda rara do eiral : uina. a aabbadoi aa m.io dia.
EPHBMER1DES DO MEZ DE OL'TLBBO.
3 La chela ai SO minutos da tarde.
10 Quarto minguante ai 3 borai e 34 minutoi da maohaa.
17 La nova ai 7 horai a 19 minutos da tarde.
25 (Juartocreicenle ai 11 borai a 40 minuto da larde.
PHEA.MAR DBHOJB.
IPrimeira ai 11 horai a 42 minutos da larda.
Segunda ai 12 hora a 6 minutos da manual.
DIAB DA SEMANA.
E*> Segunda S. Emits p. m.; s. Rogaciano m
27 Tera 8. Elesbio imperador ; s. Capitulina ni.
2S Quarla Ss. Simao e Judas Thadeo apps.
29 Quinta Trasladadlo de S. Isabel \iu\a rainha.
20 Sexta S. Euuo ni.; s. Marearie m.
131 Sbado S. Quintinno m.
1
Domingo ti testa de todos os santos.
BNCABRBGADOS DA SCB8CRICA NO BUL
Alagoai, o Sr. Claudino Falrao Diai; Babia, o Br. D. Dupn
tio de Janeiro, o Sr. J oao Pereira Martina. .
EM PBBNAMBDCO.
O proprialario do DIARIO Manoel Figueiroa da Fana n la
Imaria, praca da Independencia n. e 8.
PAUflf rtWS'jP' A T 'r da ll,e,ourari u faienda nu final Jo oflicio,, polieia, em oflicio de 8 do correnle lob numero %j
V AkS\ A SU UA A A% aJLA.au I?" remelle por copia, resolte creai na povoac,ao de Beberibe, perlencente a
que ae remelle por copia
DiloAo capitn do porto, dizendo que se recom-
mendou ao inspector da Ihesouraria de fazenda, que
pague com urgencia os vencimenlos das prscas, de
que Irata o oRlcio de Sin.-, n. 1GU).
DiloAo director do arsenal de guerra, recom-
meii'l.ii,.l.i que, na conformidarie do disposlo no avi-
so da repartirlo da guerra de 8de lelembro ultimo,
orneca ao comman lanle do 9.' ImI.iIIi.1o de insu-
lana 09 arligos de f.ir lmenlo e equipamenlo eons-
risolte crear na povoacao de Beberibe, perlencenle a
freguezia da he de Olinda, um dislriclo de subdele-
gada, a qual lera' por limites ao norle os da fregue-
zia de Marauguape ; a leile, descendo pelo riacho
Mirnair.i ale o acude do engCuho Forno da Cal, ca-
minhando em linha rada | ara o sul, atravessando o
sitio do Salgueiro a entrar o rio Deberibe na embo-
cadura do riacho Agua Kria, pelo qual subir' a li-
nha al encontrar o sitio do FumUo, inclu-ive, e
ubindo pelo mesmo nacho a buscar os miles do
lames das olas inclusas sob ns. 2 e 3. Communi- freguezia de Pojo de Panella, pelo lado do otile.
cou-se ao Exm. eoinmandanla dai armas. JO __
DitoAo mesmo, re ummendando que na confor-. OITicioAn Exm. presidente da relaxan, comrou-
mitadedo mesmo aviso fac;a apromplar, para lerem [ meando que o juiz municipal e de orphaos dolenno
remeltidos para a eonipaohia xa de cavallaria do I do Kiu Formoso, bacharel l'heo.loro Machado Freir
Rio rande do Norte, os arligos menciona ios '.ia no- Pereira oa Silvi Jnior, participara que,lendo-se fin
(a junia sob
Uno Ao eoinmandanla do corpa de polica,
mandando passar escusa do servido.ao soldado do
mesmo corpo, Aleandre Joaquim de Souta. para
que p.issa ser empregado como coulinuo na reparli-
i;.Vi de p lit-i.i.
DiloAo juiz de direilo da comarca de P*J d'A-
lho, declarando-lhe que se dao o conveniente desli-
no ao recrula Jos Alelan Ir Ferraira do Nasci-
menlo, bem como que se aulorisou o inspeclor da
Ihesouraria de l.nen 11 a pagar a Anlonio Joaquim
de Mello a inipori me .i das diarias abonada ao
mesmo.Fez-se o neces*ariu expediente.
DiloA adtoioitlraeia do
lado hoiilem a liccnc com que veioaesla capital,
no aeguira par tajg termo por incommodo9 em sua
saude.Igual a Ihesouraria de iVzenda.
DiloAo chela de polica, pailicipando que o odi-
ciouao B'pecii r da lheaoararlaio< rataodapara man-
dar pagar, estando nos Urmoi legaes a imporlancia
das daspezas felas com o sustento dos presos pobres
da caiK'ia de llarreiros, e como roniecimemo da< lu-
zes p.ra a inesma eadela a para o quarttl do destaca-
iii en lo daquella villa.
DiloAo inspeclor da Ihesouraria de lazenda, au-
lorisando a mandar abonar sob a responsabili.lade da
presidenria ao lenle do eslad.i niaior Francisco Ka-
eslabelecimenlos de j pliael de Mello Reg o sollo correspondente ao mea
earidade, para que sejam admillidaa na casa de ex- de jutiho uilimo, vislo que nao lem o mismo lenle I venien'lai ordens o ollicio do Eair. prciidenle do
aanlo na chegam a irmas de carida- I !* pago al agora do mesmo sold por falla de ere- ; Ceara', parlcipando ler si lo preso no lermo do Jar-
dilo.
lor.
.un daquella provincia o criminoso de mulle no
lermo de Cabrob, Jos l'a ricio Maciel.
Dilo Ao mesmo, para expeor as suas ordens, | Jos Ferretea do Nascimenlo.
aliin de qoa o delgalo de jaranhuns remella orna Jos Clemente da Silva,
a marinlia.
D'loAo presidente do consellio adminislralivo do i Dilo Ao mesmo, rece mmendando que faja
?i*'J.'"'"l'u,dl" orul,ao,i communicando que na con- I embircar eroauhaa as 8 hons da manla no brigue
Bam Jess o com desuno ao prcsilio Je Fernan-
do, 30 dos sentenciados disientes na casa de deten-
de, Carolina Jo Augustaluomeeda Silva ; a 1. na qualHade da di- DitoAo presidente do conselho administrativo,
redora daquella esl.beeimenlo, e a 2. na de pro- i para que, de conformidada com n disposlo lio regu-
fessora, percebeudo ambas as vanlagens que reque- lamento do li de uezemhro da 1852 promova a enm-
rem< | pra de 8 cmelas de loque, que s3o necessrrias ao guia dos'pj'sanos que esccllaram os recrolas viu-
i orlaraCoocedendo tim me/, de licenja com arsenal de guerra, como deelarou o respeclivo direc- I dos ulliiudmenle daquelle lermo com destino oara
vencimenlos para Iralar de sua saode, a Joo de '
Maura Florencio, prefeawr publico da cidaJe da
\ icloria, licaodo porm obrigado a indicar pe approvada pela director geral da iuslrucrao publica,
que o subsliloa duraule o sea impedimento.Fize-
ram-se as naccssan.is commiinicacOes.
9
OflicioAo Em. segundo vice-pre.i.l'nle de
Goyai, felicitando por ler enlrado na adinini>lrar,i)o
da provincia no impedimenl.. do primeiru vice-pre-
tidenle, e ollereceudo se para o cuinprimento de suas
ordens quer perlencenles ao servido publico, que>
particulares.
DiloAo Eiro. maredial commanlanle das ar-
mas, pura que se digne mandar postar no caes do
Collrgio apaas sa far;e tignal de vapor no mu le a
gusrda de honra, qua deve fazer as honras do esl\lo
ao desembarqui do Em. Sr. Dr. Benvenulo Augus-
to da Magalhaei laqoes, presidenle nomeado para
esla provincia, e que deve chegar a bordo do vapor
Paran.
DiloAa inspector da Ihesouraria de fazenda,
communicando ler participado o juiz municipal da
segunda vara desla culada, haver no da 1 rio cor-
rente enlrado no eteicicio do seu cargo.Parlici-
pou-se ao Euro, eonielheiro presidente da relar.lo.
DiloAorararao, aulorisanloa mandar pagarioh
a reapeoaabilidade da presidencia as despezai 'om a
escolla qoeconduzioda villa de Garaahons recrulas
para a niarinlia, vislo/tiAn haver quola marcida na
formidade da soa informarlo deferio o requerimenlo
em que Anna Virissitna (uedes Maciel pede seja
admiltidj no collegio das orphaas sua lillia menor
Adelayde.
DiluAo mesmo, communicando ter concedido a
Amonio Valenlim da Silva Barroca a demieelo que
pedir do lugar de Ihesoureiro des>e conselho.Fez
o aaretatrla espediente.
DiloAo dejegado de Cmaro', Iransmillindo, em
ie-,.. -i,i ao oflicio, em que Smc. roiiaulla, se, exer-
cendo a delegada, pude presidir o conselho de revis-
ta da qualilicacao da guarJa nacional, copia do pa-
recer do Exin. piciideule da irlacao.
DiloAo conselho de adminisIracOo naval, decla-
rando haver approvado os contratos celebrados com
i dillrrenles pessoas para funieceretn os gneros neces-
j serios aos navios da armada, enfermara de marinha,
i e pracat da barca de escavana, no presente tri-
1 meslre.
DiloA cmara municipal doltacife, remeltendo,
como foi requt-ilado, urna copia da plaa detla ci-
dao>,
D loA cmara nionicip.il de Olinda, d zendo que
logo que esliverem impressas as les provtnciaes, se
reii.eii-r,i a collrcr^ao que pedio.
DitoA inesma, remetiendo em resposta a> olli-
cio em que esta cmara pede 2 Africanos livrcs pa-
GtiVEBNu DA FMOVlNclA.
Espedante do dia 7 da outubro.
Oflicio Ao Em. presidente do MaranhSn, rt-
inelteudo copia do termo pelo qoai Noveet & C. sa
obrigaram a mandar conduzr no patacho aTamega
os objeetos vindos da corle com deslino aquella pro-
vincia.Igual ao Exm. presidenta do Para'.
DiloAo Exm. roiiiin.nidal,ie das armas, inlei-
rando-o de haver concedido o prazo de 21) das para
Mana Magdalena de Jess provar a sencjto que diz
ler leu fillio, o recruta Antonio Corra 'da Rocha,
para uo ser obrigario a servir no exercito.
DiloAojntsmo, remetiendo, em tolurao ao seu
oflicio n. 577, copia da informaco ministrada pelo
juiz municipal da i vara desla cidade acerca do sol-
dado Dionisio Pereira da Silva.
DiloAo chafe de polica, declarando haver a ti I o -
risado o inspector da Ihesouraria de fazenda a man-
dar pagar a importancia das diarias abonadas pelo
delegado de Ijaranhuns aos oilo recrolas de raari-
nlia de que Irala o oflicio de S. S. n. 597.
DitoAo mesmo, previnimlo-o de que Iransmillio
a' Ihesouraria provincial para serem pagas, eslando
nos termos legaes, as conlas das despezas feilas com
o solenlo o curativo dos piesos pobres da caa de
delenefio no mez de lelembro ultimo, a com o sus-
tento -rnenle dos da cadea de Olinda noi mezes de
jolli i a lelembro deile anno.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenda, com-
momean lo afim de que o faca constar ao inspector
da alfandega a ao administrador da mesa do consu-
lado, que approvoo provisoriamente a deliberaran
que lomoa o consol do lianover neila provincia r
neslo Scuramm de encarreg-r da regencia do consu-
lado durante a soa ausencia a F. F. i'imem, fleando
poremesieubrigadoanpresenlar o imperial benepl-
cito dentro do praio de 3 mezes.Fizeram-se as ou-
Iraa commoneac,es.
DiloAo mesmo, inleiran lo-o da haver fallecido
no dii 20 do currante o dessmbargador da relajo
desle districlo Jos Tellei de Menetes.
DiloAo mesmo, participando alim de que o faca
(Melar ao in-peclor da alfandega e ao adminislrartor
da mesa do consulado, qua o vice-consul da Sar.la-
nh.i ErnestoSchramm declaran que lindo de retirar
aa desta provicia encartara da exercrr ai fanccOet
consulares o vice-eouiul interino F. Edelmane, que
se icha monido do imperial beneplcito.Fizerain-
ae as otras communicac/irs.
DiRAo commandanle superior da guarda nacio-
nal da comar.-a do Brejo, auiori-an-lo em vista de
sua informacil i a mandar paar ao alfares do bala-
Ihao numero 31 de iulanlaria da mesma guarda ni-
cional a guia de que Irala o artigo 45 do decreto
numero 1130 de 12 de marca de 1853. vial i que este
oflicial e-l i disposlo a lixar sua residencia na fre-
guezia de (iuarabira perlencenle a provincia do
Ceara.
DiloAo capilao do porto, inleirando de li a ver
autoritario o inspector da Ihesouraria da fazenda, a
mandar indemoisar o dispenseiro do liiate a Paru-
Inbano da quanlia de que trata o oflicio de Smr.
numero 152.
. DiloAo director do arsenal de goerra, para
mandar foruecer a comroissao de hvgiene poblira
uro parafus de presso para o sitele ulliciai d'aqoel
la repart,-.1 ..
DiloAe mesmo, recommendan lo que f meca ao
administrador da casa de deleinai, tres lampees de
quarto faces com reverbero de palmo a meio de al-
tura e om de largura para seren collocaloa naa se-
lulas que servem de enfermara dos presos.Com-
municou se o chele de polica.
DitoAo inspictor da IheiourarU provincial, di-
zendoque mande iali>fazer a importancia integral
do peiido da raparlIeJJe das obras publicas, nao obs-
tante existir somenle para a obra do l,vmna>iu pro-
vincial a quanlia de 3:l2'.l->200 res, vislo como es-
tao corren lo as loteras coucedidas a beneficio da
nesma obra, e com o produelo deltas sei indemoi-
lado o cofre d'aquella Ihesouraria.
DiloAo prndente do consellio a Iminislralivo
dos patrimonio dos orphaos, para declarar qual a
renda que dao es predios d'aquelle pat'imonio que
por falla de licitantes deixarem de ser arrendados, e
propor o augmento porque o conselho julga conve-
uienle arrendar os referidos prediot.
D>toAo provedor da mu le, lecommendando que
indique algum edili-io publico onda pona accimmo-
dar-sa aquella repartirlo, vislo nao poder ella str
a linilllla no lorre.io do arsenal de marinha.
PortaraAo agente da companlna das barcat a ------ i-~ -" i ". .
vapor, recommendan lo a expedido de toas ordens m,'1 para que no vapor que te aspen do norle lejam *
Iran-porladot por eoula do govemo os soldados Joa.i
Alvet da Coulia e VicenU Ferreira Barbosa, este
pan a Baha e aquella para a corle.Pailicipou-ie
ao coinmandanie dat armas.
DdaProrogando por m.iis vnle das com venci-
menlos na forma da le, a lieenra que foi eonelidi
ao guarda-m >r da alfandega desla capital Dr. I.uiz
d C. ii \ albo Paes de Andrade para Iralar de sua sau-
de.Commuuicou-se a Ihesouraria de fazenda.
8
OflicioAo Exm. presidente da relacao, partici-
pando haver concedido 15 rijas de licenca com ven-
cimenlos para Iralar de sua satirio, no juiz munici-
pal e de orphaos "o termo de Nazarelh, bacharel
Jos Aleandre Mcscoso da Veiga Pessoa.Fize-
ram-se al necesiariat commniiic-rrs
DiloAo Eim. commandanle das armai, rogan-
do-te, tirva informar acerca do que eipde o inspec-
tor da Ihesouraria de fazenda no ofliio junto relali-
varrffnle a prelencao do lenle Cielano Xavier de
Oliveira.
DiloAo mesm), pedindoqo* << suas ordens, pa-
ra que as prcas de prel destacadas na comarca de
Flores, sejam mdalas para a deTararalu'. Cona-
mtinicoii se ao respectivo juiz de direilo.
DiloA' Ihesouraria de fazenda, mandando pa-
gar a importancia dos medicamentos comprados a
l.niz Pedio das Neves, pela coinmiasao de hvgiene
publica, para serem irmellidos para a cidade lie N i-
larelk.Commuuicno-ie ao presidenle da commis-
-,l i de hvgiene publica.
D loA' inesma, commonicando qoe por aviso da
rep.vtic.ao da Ruerra rte 2S de selembro ultimo, foi
approvata a compra que se m miau fazer da 20 bar-
rica! de cemento para o concert do Forte dos San-
ios Rais Magas no Rio Grande do Norle.
DiloAo coininau lante superior da guarda na-
cional de Obnria e 411 irassu', remetiendo para in-
formar o requerimenlo em que o tenenle-cornnel
II > 1 -1 11 Jos da Silveira, pelepas hit.ilhaode inlanl'aria para o lo da mesma arma,
ambos perlencenles ao municipio d Iguara Dilo Ao pretidenle do conselho admoislralivo,
remetiendo para serem salisfeilos os pedidos de g-
neros a ruis objeitoi necessarios para o presidio de
I armn I 1, leudo em visla a informae.l. do iospec-
presidente do Maranhao dado ordem para ser anvia-1 DiloAo presidente da cmara municipal desla! Appellad<.s, o teslamenlero e heideiros de Do- o contrario que se observa as relacOcs entre a Ani-
do para esta provincia no vapor Paran o de- cidade. dizendo que tendo de lomar posse da admi- mingos Anlonio Gomes Guimsraes. tria e a Russia.
serlor do t. baiaihao de inlaularia, Aulonio Fran- nislrarao desla provincia no dia I i do co
cisco dos Sanios.
Foi c-m vista ao Dr. curador geral.
A di menlo.
Eslabelecendo em traeos rpidos esle parallrlo nao
he preciso dizer que eslamos bem longe de querer
-Nada mais h.venrio a tratar, o Sr. presidenle le- T'," d ".r'n,* tMo al"ua. ParVser vaolou a iess3o. jolgadae, e dtsso te ancarregara a historia. Deman,
provinciano dia II do correnle ao
\ meio da, o Exm. Si. Dr. lienvenulo Auguslo de
Dito Ao mesmo, ramellendo por copia o olli- Magalna-s Taques, presidenle nomeado para a ms-
elo do capilao Jo> Gomes de Alenla, em que da' 111a, convoque Smc. a cmara para lite deferir o jo-
a razao por que ja nao se eiiroo da colonia militar ramenlo do esljlo.
da Pimetileiras. DitoA Cmara municipal da Victoria, dizendo
Dilo Ao Exm. presilenlo da rilacao, convi-. ler approvado a artemalscao que fez aque la cmara
dando para assislir eo ae'.o da posse do Exm. pre- das rendas inunicipaes.
sidenle nomeado para esta piovincia, Dr. Benve-! PortaraConceden lo ao promotor polriico da co-
nulo 4ugu-(o de Magalhes laques no dia I i do marca do llio Formoso bacharel Avies de Albu-
correnie.Iguaes a todas is mais autoridades eche- qurrque Gama, 15 das de licnca com vencimen-
rs de reparlicoei. | |nf, com a condica porem de s poder gozar delta
1I0 Ao mesmo, rem tiendo para que tome ni 1 quanrio reatiamli o exerncio ria vara de director o ba-
cousideracao que merecer, cetn a copia do Exm. I charol Theoduro Machad o Freir Pereira da Silva,
vice-presdenle da Paialua de 10 rio correnle, o Fizeram-sa as roininonicacei ncressarias.
requeiimenlo em que Manoel Goncalvts de Olivei- | DitaA agencia da companlna de paquetes a va-'
ra, allegando ler sido aosolvtdo pelos tnbunaes por, communicando que. em quanto o governo Im- ,,,e '""r ao imperador Francisco Jos, foi largamen- cousas moilo essenciaes para a inlelligeucia da situ
compelentes do crime de homicidio, per que se acha parial nao resolve delinltivamenle sobre a represen- c "mmenlarJa pela imprenta allemaa, mas em Vi- rao actual da Aliemanhi o enfraquecimento do au-
preso na cadea da capital daquella provincia, soli- lacao que dirigi astucioso Commercial Beneficen- e,ina <" '"> Berln, espera-sc riella orna iolelliencia figo anlagouismo entre as duai grandes potencial
cita a remesa dos respectivos autos para all como le, expesa S. S. suas ordens para que os vapores,' completa "-dou governos, sobre a quesliodos pnn-; germnicas, e a modificacao mullo sensivel da opi-
O secretario,
Dr. .Iprigio Guimaratt.
n3o podemos deixar de censurar severamente o Ili-
beral rgimen poltico e religioso que pesa lioje sobre
o imperio austraco ; e nao ignoramos que a Austria
lem anda muilo que caminhar para assegurar o tea
dcscnvolvimenlo econmico. Mas, vendo-se do modo
por que acabamot de esbocar, as tendencias que pra-
. : valecem hoje em Vienua da nm,i psrle, e de oulra
1-redenco Guilherme IV nceba parle em Berlin, chega-se a comprehenler duaa
reclamam os inleresses da Justina. I que aqu chegarem depois do meio dia l p'ossam
10 Ao mesmo, ron;nuiikando haver o juiz sabir no dia seguinle.
da direilo da com rea de Santo AnUlO, bacharel Jo-
so l'ilippe de Souia l.eao, larlicipario em oflicio de
3 do correnle, que nesla 1 ata entrara no exercicio
do leu cargo. Communicnu-se a' Ihesouraria de
fazenda.
Dito Ao Dr. cliefe de polica, remetiendo por
copia para seu conliecimenlo e expedicao das con-
,, ,. -Bn 1^1.01 na .1 11 ir 1 sin 1111 i u (un 011
ia e em Berln, espera-sc della orna io(elliKencia i,g0 anlagouismo entre a< duai g
nplet. ;.i.dou. gnvernos.sobrea quesliodospnn- ; germanicai. ea modificac-lo mullo
a las daimbiauos e dos ducadot allemaes dinamar- I ma.i a reipeilo della.
*.ln' .... Anteriormente a Austria eslava, a lodoi os respei-
A I n.ssta, apparentemenle desinleressada 00 prin-. (., multo a quem da Prusfla ; boje os passo que el-
cipio desiat qu.stoei, se reunira a Austria como se 11. ie,n dano, especialmenle no terreno econmico,
allirma apoiar.a iuss ideas contrarias a Mile. O ga- (em coniideravelment. diminuido a dislanca. pelo
eip
quezes.
HitaAo mesmo, para mandar dar pa a corle por conta do governo no vapir I'aranoao
capilao Manoel Deadoro da Fonceca.
lilaAo mesmo, pina mandar transportar para : '"ne,e loslriaco em compensado, desenvolvera mais | que felicilamos a Allemanha: mas lambeiii lem cou-
orie por conla do governo no vapor o Paran. os dicisao e energa na queslao dos ducados, a qual in- tribuido para a diminuicao desta distancia os paisos
da retacan que se se- ]*'**'* ma" particularmente aq governo de Berlin. que a Prussia ha dado para (raz ; e he esle um fado
Camello Pessoa ,} resollado nos mostrara o que se deve pensar desies | dos mais deploraveis. Se a Iota de influencia e de
mas em lodo caso he fcil ver. que a inlelli-, pr.domioio no seio da confederaSo parece acalma-
recrulas de marinna eontl
gue ; a o menor Francisco Xavier
desuado para a companlna de aprend/.
maiiuliei-
ros.Communtcou-se an eapilUo do porto.
Relacao a que se refere a portada cima
liill na Jos da Silva.
lei lo mi 1 nenio para essas despezas, e scieiilifican- ra o servirodn cemlerio,' copia do ollicio do lusp'ec-
rio-o de que se expede as convenientes ordens para lor do ars-nal de marinha.
que Ihe teja enviada a guia dos paisanos da refer- DilaA cmara municipal do Pao do Albo, part-
aa escolla. 1 cipando que approva a arremalarao de que Irala o
a ,~ director geral da iu-truci;ao publica, di- eu ollicio de 19 de selrmbro ollimo : deienrio ir no-
nilo ticar Inleirado da parlicipacilo que faz S. *>.
ze
ile haver renunc alo o resloda licencs de que go-
zava o professor padre Vicente Ferreira de Siquei-
ra yarejan, e ter entrado no exercicio de seu lugar.
C miniunicoti-se a Ihesouraria provincial.
',0Ao capilao do porto, apreiealando para re-
vamenle a praca os Impoaloa, que por falla do lici-
lanies nao Imam arramalattu*.
DitoA Anloni 1 Vallanlim da Silva Barroca, con
jSo ; ficanlo S. S. cerlo de que sa deram is provi-
dencias nao tn para que o Irigaleiro commandanle
dat armas mande apresentar uaquella casa a escolla
que deve ac mipanhar os raeimoa seulenci.i los ; co-
mo para que o inspeclor do trienal de marinha fa-
ca postar una lancha no des do Collegio, alim de
Iransporla-los para bordo d> refeiiJo bri^oe.Ex-
pe,liram-se as convenientes ordens.
Dilo A Ihesooraria de azend, communicando
haver o coronel reformado llmlo Jos l.emenha l.ios
participado em ollicio de 10 do correnle que entra-
ra no exercicio do lugar de presidente do conselho
admoislralivo.
Dilo A' mesma, recomiceoriando que entregue
amanhaa as y horas do dia, medame as necessarias
cautelas, ao consignatario rii brigoe Bom Jess
Eduardo Ferreira Bailar, 10:OUO;OUO que devem ser
remellidus ao coinniaodanlt do presidio de Fer-
naudo para ptgamenla das deipezas do mesmo pre-
sidio.Coinmunicou-se |ao lelerido commandan-
le do me-iii 1 presidio.
Dilo Ao commandanle da eslacao naval, par-
Itcipando que o inspector do arsenal de marinha
declarara ja se haverem eiln os conferios deque
necessilava o litigue de guerra Capibarbe.
Dilo Ao mesmo, para mandar desembarcar
com galla, por ler apiesentado isens.li) legal, o re-
cruta de marinha Marcellino Sebjs'.io, que se ach
Jos Pereira Barbosa.
TRIBUNAL DO C0MMERC1O.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 26 DE OUTUBRO
DE 1857.
PresiJrncia do K.cm. Sr. dtuembargador
Sou :a.
As II horas da manhaa, achando-se prsenles os
Scnhoras depulados Baslo, l.emoi e suppleule Ra-
mos e Silva, o Sr. pre-idenle abri a sessao ; e studo
ria a acia da ultima, foi approvada.
falla rio deptitado Rogo, f-.i nomeado para ser-
Ki
vr de secretario o depotado Ramos e Silva.
Leu-se o leguinte
EXPEDIENTE.
I m ollicio do secretario do tribunal do commercio
da capital do imperio, remetiendo a relacSo dos com-
mercianles maliiculados naqoelle tribunal, nos me-
zes de acost e selembro.Acensase a ricepi-.lo e
archive-se.
Foi presente a colacilo oflicial do cambio sobre
i.oinlres, descont de leltras e prec,o de cooros, rela-
tivos a semana linda.M DESPACHOS.
L'm requerimenlo d Jos Joaquim Gonealvet
Bastos, [i- 11 ti 1 1 seja regslrado o contrato social que
fez com Manoel Antonio de Carvallm, em sua toja
de fazendat na ra do Oueimado n. (>(>.Foi com
villa ao Sr. desembargadur fiscal.
Oulro de l.eile, Arthur ci Companliia, pedlndo
se Ihe mande registrar o seu conlralo social.Foi
tambera com vista ao Sr. desenliara lor Bocal.
Oolro de Aulonio I.uiz de Oliveira AzeveCo, pe-
ilinrio ser inalriculario commercianle.Foi igual-
abordo de um dos navios da eslacao lob seu com- I "lel,,e com vi.la ao Sr deiernbargidof fiscal.
mando.
Dito Ao ilireclor geral dos Indios, para infor-
mar com urgenrit, alim de salisfazer o determina-
do pelo avise do ministerio do impeiio de 20 de a-
cedendo a denussao que Vmc. solicita em teu orneio'totto ultimo, o seguate a-crea de caria um dos al-
de do crrante d 1 cargo de Ihesotireiro 'o cousellio deainenios 1n.l1gen.1s da E-cails e le Barreiros : I-
vo do p-trionimiio dos orphSot; na.i devo i quanlas sao as familias de Im ios que se devain re-
deixar de loovar 11 desinleresse, [ ccnheur como laes ; 2', qual a ana industria c
m : :<
da para as obras da hosp Ul Pedro li.. e podt Smc.
enlregar ao ihesoureiro ria adminltlraca > dos atlabe-
lecimenloi de earidade os 5:00fJJ que o mesmo re-
quisilou para a conliuuacao da obra do mesmo hos-
pllal.
DitoAo jui/. municipal da prtmeira vara, para
que informe cjiu urgencia quanios sentencia loa lem
erla de marinha 01 paisano* SimSd Finnin da Sd- por aaaa oceaiiai
V"n,i,,"aqv"!',"1|,>e,^ir'' U..S,lv*" ."'" q,,e. V,,,c- acrtU"u "uc" "'" e MlM" 1Uil1 toniBodo"ler'ra'no qVe occupVra ; :i-, q
mt ical'i, i' 'i! "1'.:. weSr>U.;Yn.,1v'rOV'"0''i- Com- ^ "rio,0,M" ""prm*lilo dos devere, inhereotei : tos os que esta na. eireuintlai ci.s de goza, do be-
lcandu lar .ul, .levado a 20:000* a quol, vola- a elle. nefi<.io rtu g :1. j0 a ,. ,,o lc,ohme,J CllJ^
loriaraConredendo 10 das de licenca com ven i ser eximia a aldeia ; quaulos os airendamenlos
cimenlus.para Iralar de sua laude a., continuo da se- rias (tiras da aldeia, a exlen-ao do terreno de cada
cret.ria do geverad, Barnardino de Senna liooix. um dellei, as autoridades qu; as cuucerieram as
t.oinmunieou-se a lllraooraria< provincial. clausulas com que foram feilas, a toa importancia
DilaProrogartdo por mais um mea com venc- animal, o modo de'iua arrecadara.i, e qoal lem s-
menlos, para Iralar ri sua saurie, a licenca Conced- do a anplicaega que della se len feitu ; 5-, qual a
- f Por porlana de 12 de sel.tnbro ulii.no, .0 promo-t MIOMlo dat Ierras, que Po slo aproveiladas uem
le ser enviados por Smc. para o Pre-i lio de ler- lor publico da comarca de Sanio fciilao. bacharel'-'------"
nao1 lo no primeiro navio que deve seguir para all. Francisco Anlonio Peatoa de llirros.Fizeram-ie as
UiloAcamara municipal de l.imoeiro, appro- | necessanas communicaces.
vandi a arrematado dos impos:os de que trata 1, Dita Ao
RECTIII CACAO'.
No tommario da Carleira de hontem em lugar de
correspondencia predial deve ler-se : com-
panhia predial ; em o numero das mas encnnlra-te
riu.is vezes a palsvra Prazer ; eotrelaato compre ad-
vertir que s.i ha urna ra do Prazer, e que a 001ra
que Irala ai lina Ao agente da compauliia Pernam'ucana.
. iru lindo,* di-j para mandar transportar para a Granja, no vapor
zentio que devem de novo ser levados a praca aquel-, Iguaraa iio como paisageiio do governo, a Annibai
les que dvixaram de ser arremalados lomaudo-ie por Possjdonio de Almeida Fortuna
ba-e um prrm razoavel. DitaAo mesmo. par man lar transportar para n
unoa cmara municipal de Olinda, approvan- Rio Formoso, jumo passageiro do governo, a Firmi-
do a arramalacao que communiea a cmara ler feito no llercul.no llaplista Ribeiro.
da renda de um sobrado que possue na ra rio Vi-
garin desla cidade perlencenle ao leu patrimonio.
PuitanaAo agente da cumpanhia de vapores,
para que faca transportar para a corle no vapor Pa-
ran a e em um dos lugares de pastageires de es-
tado o religioso carmelila que for designado pelo
respeclivo provincial.
DilaAo mesmo, pira que f ,51 transportar para a
corle por coma do governo, o menor Francisco Xa-
vier Camello Pessoa, qoe se destina a companhia de
aprendtzei ma.inheiros.
DilaNomeando sob inrurmacao do inspector do
arsenal de marinha, a Antonio Jo-c Salgado para
guarda do almoxarifado do mesmo arsenal, com o
vencimeulo que por lei Ihe competir.Fizeram-se
as nreessarias rommunicacOes.
Dila.Nomeando a Joaquim Pires da Silva, para o
DitaAo consignatario do brigoe nacional oB m
Jesus, Eduardo Ferreira Hallar, para maular
transportar para o presidio de Fernando nos termos
rio seo contrato, a dou- olliciats inferiores e um sen-
tenciado militar, que lem de ser remedido para a-
queila ilh pelo Exm brigadelro eommaiiritiiite oas
armas.
12
Ollicio Ao Exm. presi-ienle do Ceara', aecu-
sando
pelos linios, .nein pelos parliCLlare- ; 6" finalmen-
te, se us puucui individuos q le ain.ia reslam, de-
vem continuar debaixo do rgimen do legulainento,
ou se prudentemente podem ser desligados desse
rgimen, declarando-Si- exmela a aldeia ; a neste
eaaa, se convem lujeila-los ain la por algum lempo I de*mbirgador fiscal.Matricule se.
Oulro de Barnardino de VaseoucUloa, pedindo ser
prvido no lugar de corredor g ral, no caso de ha-
ver viga, 011 ser aujineulado o numero dos coneto-
res. lu.lelitid por nao haver lugar a prover.
Oulro de Alinala (j unes, Alvet & Campanilla,
pedindo para se lite mandar regialrar seo conlralo
soc al.Foi com vista ao Sr. de-embargador Bical.
Oulro de Antonio Francisco Pereira, informa lo
pelo Sr. detcmbargaJor liscai, isedinda taja regisdra-
J a proeuraego que pawou a Frederico |.pes Gui-
maraes.Regislre-te.
Oulro(da Aiiloui'i I.uiz dos Sanios, informado pe-
lo Sr. desembargador fiscal, pedindo ter matriculado
commercianle.Malncule-ie.
lo pelo Sr. deierabargador Dtcal, pediodo te
m.il1*k registrar o seo conlralo social com Frederico
l.opes'Guimaiaes.M Outru de Eduardo llibberl, igua'menlc informa-
do pelo Sr. desembargador fiscal, pedindo ter matri-
culado commercianle.Malrii-ul/se.
Oulro de Jos Daarle de Oliveira Reg, pedindo
'er matriculado commercianle, informado pi lo Sr.
boatos
gencia enlre a Au.lna e a Prussia, lem feito desde | da. nao he porque a Allemanha liberal, out.'ora
Hljlllll Ti>,1, 1,1 -.....,, nA......... tlaj. ._ ,OSI, .. ...
soccorrida pela I'russta e embarazada pela Aot-
a urna mspeccaii especial, qual a auluridadea que
se deve confiar Casa insprcclu e em que termos ; ou
>e devem ter comitlerados como entrados na massa
geral do povo.
Dito Ao commandanle superior de l'o-d'Allio
para mandar aggregar a aaer'ia de reserva n. 2, Pi-
cando assim desligado do batalhlo D. Ib da guarda
nacional sob seu commaoda sop-rior, o Sr. lenle
Juviiio lvloanlo Pina, que, se^uudo S. S. commu-
niea, leve pnstageffl pira a lisia .te reserva.
DiloAo inspector doaiseual ,le iiiarinha, para
mandar exerluir da c. mpanhia de aprendiz da-
quelle atsenal a um dus dous mi ores denomina ios
Julia 0 l.iureulinu do llego Uar.-os, siibsliluindo-o
algum lempo leniiveii progrestos. Ainta em 18M)
e nos anuos seguintes, seu enlagnuismn foi forlemen
le pronunciado, a ponto di dividir a Allemanha em
dous campos opposlos ; e a Diviera poder mesmo
conceber seriamente a idea deformar debati de sua
prupria dirercao um cimp > intermediario.
iloje este anlagouismo esla' tingularmtole amor-
tecido ; crer-se-liia quesi extincto. Nu qoeiloei in-
ternas da Allemanha e lias externas os gbnieles de
Vienna a Berln, 00 se combinam ou obram de per
ti, porm nao seguem mais riireccOes opposln.
Demais, o anlagouismo nao dalava de 1850, poslo
que livesse tomado desde enl.io um carcter mais
prnnn.iciido ; exista lambem na nalureza das cou-
sas.
Podia-se deplorar os elTeilos desle antagonismo,
nao se Ihe poda contestar a .azo de la existen-
cia.
A Pros-la, Eslado novo, protestante e inlelligenle,
representara nos terreno! polticos religiosos e eco-
nmicos, o progresso, o detenvolviinenlo coulinuo ;
as (enriendas upposlnt que conslituiam o caracler
predomiosule da poltica austraca.
lambem as relceles internaciooaes, ella inclina-
ra se mais part as causas e alliangas lbeme--, an pas-
Sonrio estes dous Estados, contemplados como os re-
presenla.iles natos das tendencias relrogiadas e ab-
olotisias as quesloes internas da confederado ger-
germanlea, os amigos dai ideas liberaes esperavam
sua talvacto de Bnlin, e a roaceJla se agglomerava ao
redor da handeira austraca. Iloje a Mliueao nao lia
mais mi-ii.iineiita mesma.
Sob a relacao econmica, os papis esia.i quasi
mudados. A Austria, faz desde 1850 reformas senas
em sen rgimen industrial a cnmmirci.il ; sua tarifa
das alfandegas he hoje pelo menos tilo liberal como a
da Prusiia, e os Inbunaes de commercio disculem
ueste momento o projecla do lei miulslcrial p.ra a
plena liberdarla da industria. .Na Prusaia o rgimen
rias alfandegas que dala de Slr). n.lo fem scllrido lia
muilo lempo nenhumt modific.i;ao esiencial, e boje
l.i/em-se esforcos para modificar 00 deslruir, se fr
possivel, a legishiciio libaial concedida a induslna
em 18U. Kinguam le admirara' eutao da segainte
mudenca lignilicatira : Em 1853, a si 1. pies uniio
las alfandegas, que se iiab"leceu mire a .-. ulna t-
o Zollterein foi vivamente combatida pelos amigos
da libidad commercial : porque lemiam a influen-
cia relrogada do governa de Vienna, tobre a legisla-
do di larifa da alfandega de Collvareio ; boje o par-
tido libernl favorece ctlurotameiils o ingresso total
da Austria no/.rilverein, porque espera que ella
combalera' com successo as tendencias restrictivas
'_lr.0d*.A"!""':' I'a.ic.sco Pereira, lambem in- que ,0 manifestara, as ullmas conferencias de.le
Kslari 1, e qoe a Prusiia nao pode ou nao quiz efllcaz-
lenle reprimir.
Quaulo a liberdade religiosa, confessamo-lo com
pezar, a Austria de nenbum modo lem progredido ;
a concordata bem o demonstra ; alm diito, lotos
sabem as notaveis reslriccOes que os proleslautei li-
veram de tollre a a mullas provincial em seus direi-
los e privilegios seculares. O Judeos perderam em
lodo o imperio al os ltimos vestigios de suas con-
qonlas de I8S8 ; a ,1 P.usna infelizmente, nao bri-
Iha mais hoje Ido pouco por um espirito muilo escla-
recido. A le
enlata
l.,... a a ..... r- --------r--v. .... -|.iu,i ,,c ii..mni i-ii a tull a
mgat vago de guarda da alfandega de.la cidade.i compra de cemento para diverso, emee.los de pre-
a re.-epi.ao de i'ous exempla.es do relalorio.
com arte o vire-presidenle daquella provincia abri [ por um dea educandos do collegio deorphaos.qoe
a icisaa ordinaria da assemblca legislativa da mes- 1se mandoo ap.estillar a Smc.
"! HiloAo joiz da riirailude Gaiaiihuus, para man-
Dilo Ao Exm. pre-idente do Rio Grande 1I0
Norle, rommuiiicaiido licar seianle ele haver S. Ex.
dado 1 r.l. m para que seja sutisfella a Ihesouraria
desla provincia da quanlia de 22t)?0()0 [ella coma
Oulro de .Manoel de Asevedo Puntes e Jote Pauli-
no rlooebti, pedindo se Ihe regislre seu contrato so-
cial ; informado pelo Sr. desembargador fiscal.
Declare o capital da sociedade, na forma dos arligos
287 e :I02 n. i do eodijro commercial.
Oolro de llenrique Jos Alves Ferreira, Gal.lino
Anlonio Aive< Ferreira e J.ls Ignacio do Reg Me-
ileiros, informado pelo Sr. 3esembargador fiscal, pe-
dindo se Ihe mande registrar o seu cuntalo social.
llegislre-se.
O.ilro de Bisloi 1,-ii.Vn, informado pelo Sr. de-
sembargador fiscal, peaindo o regislro de seu con-
lralo socisl.Regislre-ea.
Oulro de lis. Dammeyer, pedinrio ce.ii lao du dia
em qoe foi aberta a fallencia a casa de Ricardo Roy-
'*Reqnisile ao juizo especi,.l do commercio.
E mais nada havendo a Iralar, o Sr. presidenle
l'tzcram se ai necessa.ias commouicacdes.
DitaNomeando sob propoposla do cheefe de po-
lica, para lubde egedo do distnlo de llebe.ibe do
lermo de Olinda ao ci lad.li Amonio Flix dos Salt-
illos. E supplenies desle : !. Francisco llartim dos
Aojos Paula, 2.' Manoel Pinto da Silva,Commu-
nieou-se ao che fe de polica.
DilaCoocedendo licenca a Eloardo Ferreira
Bailar, para mandar o bngue nacional oBom-Jesusu
dar por em liberdade, se esliverem a sua ditposifae 1 e"errou a se-sao.
%aVe7leVrnd0.n0 '!'C f'r i"'" "'1 Del" d:'SIjn SBSSAO JUDICIARIA EM 2G DE OUTUBRO PE 1857
iaquiie termo, os ludios Filipp- santiago filho de
Manoel Francisco da Cruz, e Joaquim. Bllio del re-iUenda do L.im. Sr. desembargador
Francisco I.uiz, que foram remeltidos para aquella i
villa presos para rac.utbi pelo subdelegado de S.
Benlo.
DiloAo juiz mull pal da primen a vara, corr.-
muuicandu haver ulliciado ao Dr. chefe de polica
alim de fazer embarcar para Fernando no brigue
u Bom Jesus > ires sentenciados existootos na casa
le delencao, e rerommeiidando que Cavia ai guias
daquelle dos tenlenciadot que as devem levar ; bem
como urna relicao dos que fa mu ellas.
DiloAo juiz municipal de S. Ailo, Iransmit-
dios daquella provin-ia, c declarando dever ler Tej-
a esla imleinnisaeao a' Ihesooraria de fazenda ge-
ral.Coinmun cou se a esla.
Dilo Ao Evm. commaiiriaule das armas, par-
licipando licar trenle de te haver abeilo assenla-
mei.io de praa no 10 balslbao de Infantera, romo
ddrio. ao recruta Jos Aleandre Ferreira do Nas-
cimenlo.
Dito Ao meinio, communican io ler de tomar
ao presidio de Fe.nanrio com a obrigacAo de fazer posse da presidencia 110 da i V rio correnle o Exm
m r^ll^M*irt!l^iJ!! co"dl"ts ^aslenle nomeado para esla provincia. Dr. Ben. lindo por copia o-avis; da ,epa.l.Cao da josl.c., de
l,r" i ,17., ,',.'" I m0 ",' ""Pr,f" l'T A?W[ rte,M<^l,lil" *". ar"" u q ~ -1" e 833. e de 2ti de igodo desle anuo
Sae teh-?m ri. i'... "'""" 11 -',"io 1 '''"f- d0 *"? ">"" |Mra ^ 8e P016 Cl" fr,n,e "" <'' <- represen.ac.6es que tem chegado
?..., r '! enviados para all, a de nao ron- de palacio a hora do meio da a guarda nacional ao roohe. imenlo do governo imperial relativamente
a r que sejam remeltidos para o men.,o prisidio : rieslacaria e a tropa de linha detponival, que lem aos eartorio. desse termo. relativamente
neloI.UiIv.,,f,n 8S' "'", "a f"rem auto,laJo, i "'' '""''" -*' os Srs. D.lo-Ao conselho adminislralivo do patrimonio
i... 1- olliciaes de I. linha para assislirem ao icio. 1 dos orphaos, dizendo que convelo em serem arra-
nao 7 oTIZot. uIV i"0,"?'ilr d T"0 U" ~ A "'"m,, em re'|,osla M ,eu ,le mrt" cum "Smanto praposto >. ,. e .lo n, len-
i ?' -i"1^1""1 Sal,",Ja dei,"n* U""dt<" co'ren,e P" 6 faca por em liberdade o cabo da cenes ao palrimonio dosorphlo, a cn-lanles da re-
naciunal a al) espingardas, qoe de ordem do com- esquarira lleiculano Francisco.....
mandanle superior de lioamia, se deslinom a urna
goarda de honra.
DitaO vice-presidenle da provincia, conforman- !
do-se com o que propoz o joiz de direilo chefe de
Ah disse Gisparia ampalliJeeendo.
Mis tornou logo a si, e acompanhanto com 01
olhus aa cavalleiro de Roquevira que teguia a eslra-
la de (tipiare! munnurou :
Quem sabe '.'.... lalvez algum dia eu possa res-
gatar ;i haronea de minhi familia.
Xalve repeli madama de lloquevrr, locada
por east esperanza ob.tinada, as pessoas de la raca
Icom presenlimento que sa verifican!.
Depjis desse primeiro encontr as duas mutilares
lio do Rosario. As ruis das Pernambucanas, das .
Densas, d, Amizade. da Ventura a da Conqlst.J "am a aclrar lodosos domingos o cavalleiro de
emb >ra comecem nos limites accidentan 1 rn.; 1 i -,
por noi, cutniu io se e-lnulim para dentro da Ca-
puogs.
A mim DE GU'BERT-
Por madama G. Beybaud.
Roquevre na repella, tjuaudo eulravam, elle fazia-
Ihes un; 1 iudinacRu profunda, a cava em p um
pouco af.-i.i lo rio banco, como p.ra dar-lliei paua-
gem. KlUs responriiam ,1 sua sandai-Aa com uina fra
reverencia, assen'avam-se*riiscie'amenle, tendo cui-
dado de dei\ ir-lhe um lugar, e ouviam a missa sem
levantar a .-.l.c..-<. e com os olhos lixos em teu livru
de orac&ei.
No quarlo domingo enroiilr.ir.--ir, o cavalleiro no
lomiar da capilla. Elle aliantou-se com polilez gra-
ve e flireccu-lhes a agoa bcnla. A esse gesto ma-
dama de Itoqoevire parou mu confusa, e olhou para
Qaspari i. Bita lirou as loras, locou com a pona de
teus dedos rosarios nos dedos ossudos do cavalleiro,
offereceu agua lenla a madrlnha, entrn na capaila
com os olhos haixos.
Alguna das depois o cavilleirn envin o seu cria-
Vil.
Coiinualiro. ,
l'm domingo, da de Pentecosts, ailando na ca-
pella hora da missa madama de lloquivire arhou-
se diante de um liomem de meia ida le Muerto de
polvilhot de esputa ao lado, e vellido de casaca ver-
de com gales de prata : era o cavalleiro de Hoque- do a cumplimentar madama de Roquevre, e perguo-
vire. Esse odioso prenle, fez-llie urna profunda re- lar-Iba a qu horas poderla sem ineommodo rereher
vereucia, e ficou em p lo nitro lado do btoao, em sua visita, le. Io recebido eisa meiiSagem, ella di-se
quanto elh assentava se coir. Gaaparia. A boa mu- alilhada.
Ihcr esleve di t.ahida durante loria .1 missa, canter- Antlgamonlt nt livemn, muitas entrevistas
vava urna amarga lemhr.nca de-eus desast.es jadi- .(Im de d-ri li.mns .-imieavelmtnle minlia harenes
canos, eilrpl.rava anda a rseriptuia que linha pos- ,,e viova, e sempre rcsullou dalu urna demanda. I'ra-
10 o harde.ro da sru marido de po-io da me.ejulnhs ,, a Dos que desla vez nao se (rale anda de al-
lor luna dos Darliejas. *v.nimio ria espelia, ella quasi gumi !
esquece de fazer seu ronvile nrd nano ao pobre fra- Knlrelanto Vmc
de Almeida, e o ani-
dada Germano l.oureuco da Silva, ambos do I. ba-
1 ilii.o de artilharia da guarda nacional desle mu-
nicipio.
D to Ao mesmo, communitaudo ler n Exm.
vinlio, e lirou admirado quando francisco o iulto-
duzio no pavilhdo das seuhoras.
Ellas eslavam assenladas em om sslao cujas pare-
des eram ornadas pelos retratos de familia, nt pal-
laran, que ar.empanhoa o ollicio daquelle conselho
da 9 do crlenle ; com oceupacao do sitio do Fomo
da Cal, a qual pode ler mais Valoi em coussquencia
de haver nelle, segundo infurmain, excellenle iie-
riraria para aquelle material.
Ovelho demanrii-la enxogou a Ironte com o leu
Sonsa,
Fallou o Sr. depula lo liego.
Aggracuf.
O Sr. presidenle deu pruvimeiito ao do juizo es-
pecial em que foi
Aggravaole, l'homaz de Paria.
DUlribuicSo.
Appellinle, Joo Pinto de'l.emot Jnior;
Appenade, Joaquim Pinheiro Jaco.ne, por li a
como administrador de toa lillia.
E.crivoMarlius Pereira.
Ao Sr. desembargad r Villares.
Appellanle, Anlonio Pereira GnimaiSes ;
Appellada, I). Mana Francisca dos Prazeres Du-
rlat.
Bacrivlo Martins Pereira.
Ao Sr. desembargador Gitirans.
Pauagem.
Embargante, Manoel JosuSfrpa;
Embargada, D. Josepha Francisca Pinto Kecui-ira
Ramos.
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desemlar-
gador Villares.
Diligencia.
Appellanle, Manoel ri. Foiiseca de Araujo Urna ;
sa conlra nos, vislo que frca assim seu genio. Ah !
.. .. 1 r.n._ .-.__ j_ r___ .
obre o divorcio, por exemplo, apre-
ullima -i-- ,i 1. e rejeilada com grandr
maioria pela segunda cmara, provou de novo que o
carcter prolestanie d0 governo n.lo excloia necessa-
1 mu,.ule as tendencias retrogrades. He anda ao ex-
emplo emanado de II rlin, que os Ju leus t,io deterio-
res du seu reslabelecimeuto em quasi toda a Allema-
nha e da legulaca) muga, que regia sua pjiie3o an-
tes de ISls.
Rula o dominio eoltico propriamenle dito. Por
diversas vezes temos assignsla lo aqui mesmo e de-
pois de alguna mezrs a espirito pouco liberal que ani-
ma o ministerio Mtnte.ilTel. O governo auslriaco
lem sbreosle pelo meos I vanlagem da franqaeza
em \ lenna, teve-sc animo Je derribar com nina peo-
nada a obra outorga.la em 2 de dezembro de 1818 ;
em Berlin lastima-te ver o governo associar-se mu
las vezes as amoratas pa.caos e incessanles dos reac-
cionados cmira a consliluiciu igualmiule concedida
em 31 de Janeiro da 18J0.
Relativamente a Austria, lem pogreiii lo muilo
mais que a Prussia. Na Austria ninguem, enlre os
bomeus qoe amara a liberdade e o progresso, que-
rerla rollar h je ao passario de 18.8 ; mullos libe-
raes ua Prussia Deariam lum conten 1, se noriessem
mupar o cstiJo de cousas de 1817 pela siluacao de
I87.
Da meima maneira, nos numerlos conflictis, de-
pois de algn* anuos lem apparecido us pequeos
alados allemaes, ti Prussia n.lo tem sido menos so-
licita em sustentar, individualmente, ou na D ela de
Francfort, iotas a* medulas restrictivas dos goveruos
a as redamaroes meuos fundadas das dasses privile-
giadas.
Finalmente, temos por ventura nccesiidade de
lembrar a altilude I il-ronto- das crlet de Vienna e
Berln na guerra do O ienl Pelos Iraladoi ao me-
nos e pela sccJJe diplomtica, a Au-lria eitavt aber-
lameule ligada com as polendas occidanlact conlra
a Rusia, eem defeza do direilo : a Prussia, pelo
conlrario, cjuservava-se em uina reserva, de que a
Russia foi a ouics a felicitarse ; Umbem a< relaedrs
entra PolsJam e Pelerluff sao boje mais intimas do
que ti iviam sido lia longos annot; he irecisamente
tria, tenha conseguido o leu lim ; he por que, a-
bandonada pela primeira potencia, aoube .enun-
ciar momentneamente a protegoi-lo. Confeaia-
mot francamente : por mait deplorovel que te-
lilla lido a lula, e por mais trales que lenham sido
mollas vetes os seus eOVitossobre o deieuvoivimeolo
interno e externo da Allemanha, ella nos paracis
anda mais preferivel a' tregua actual. Por e-a razau
o despeilo qua causa esla conducta da l'ru.-i i tao
pouco conforme eom o tao panado, a toa mitiao e a
iperanca muilo fraca na verdade, como parece au-
oriiar a pasman mais liberal da A usina ms queitoes
conomiras e iulernacionaes, tem fallo mudar de di-
''ei i..i 1 a opiniao publica na Allemanha. Naquillo
rque ella e-pera anda dos goveinos, he antes no ga-
binete de Vienna do que ni de Berln, que se (ir-
mam suas esperanzas.
Este fado s da muilo sobre a s;iuai--l j actual
da Alli-in inlia.
A causa liberal reduzida a tsperar na Austria
Que ha pois de raais tignicalivo ".' Pode-se allligir
com isto ; mas nao convem desanimar.
A caosa liberal ha de Inumphar cerlammle cedo
ou larde na Allemanha, tem a Prussia e em caio da
necessidade mesmo contra ella.
Em sarama temos a intima convircAo de que a
Prussia nao pode pirserverar anda mullo lempo no
olvt 10 de tua historia e de seu destino ; e petder iit-
teiramenlo ria vista, que se o liberalismo e progreiso
sao indiipensaveis aoldeienvolvitoenlo. fo.ca, e
grandeza de lodo o estado europeo, alies conslitoem
a razao de ser a con In.,1 > de existencia do astado do
grande principe eleilor de Brande-boorg, a de Fre-
derico II. Nu dia em qoe esle islado deixar defiui-
tivainente de representar at ideaa liberaes, o pre-
domino, ou aulet o dominio na Alltmanha vollari
iuleiramenla para a Austria. iNo he menos vir-
dade que a boa inlelligencia, que parece re liar hoje
enlre ai duts malorrt potencias rivacs d'Allemaiilia,
sa eslabeleceu violentamente em detrimento do pa-
pel 11 ilural da Prussia; e sa a entrevista de S-ho-
eonruOD, eulre Fredinco Guilherme. a Franciico
Jas, leve de consolidar esia boa iulilligencla, neile
cato a A l-in inli 1 uao lera' muilo que felicittr-so
da nova entrevista dos dous soberanos.
[Press*. 1
, 1 rni.in t ,1 ., a f--------------------- I -"' a OU, i? IO ^ uc n/| ^rt 5-1III 3eU KOU 10. A II ---- V CII 110' Cd V 1110
. como uzia na audienc a, quanto e,tdva commo- minha liiha. anles de fazer qualquer i.egocio com o Km, respondeo elle.
VKIO. >es-e IllOnaei.l,, or i'nn ila i-,..>", i, :...... .- _.,_ ...-.- < _
O senhor cavalleiro leu a carta do principio
vido. Aetse momento era capaz de conciliacao, res-
tituic.ln, de ludo emlim que era generoso e justo. Cu-
tronas eram guarnecidas de brandes coxins, o toalhn I mecou de novo a discorrer com atptnilo, cerno um
brilhanle c unido como tur. eipelho ; hara emlim
ubre a chamin um relogio de camptinba que pro-
vitiha da heian.;.i do defonlo Mr. de Roquevre.
A viuva fazia meias assenlada jolito de orna mesi-
nh'.e lia-paria Irabalhava ero urna obra de bardado.
Quando o cavall-iro enlrou, ella poosoo e meia e os
oculos sobre a mesinha, levan(ou-sc lentamente, a
fez-lhe uma mageslosa reverencia. Tendo Francisco
chegado urna cadeira, o cavalleiro astenloa-ie depois
de fazer seu beija rao. e comecoo um discurso im-
provisado sbreos roalis que resullam das deman-
das de familia. Madama de Roquevire interrnmpeu-o
logo s primeiras palavras, dizeurio-lbe irnica-
mente :
Ah Senhor, sou da inesma opiniao ; dara-
mos ler nos enlenriiJo a esse respeilo, he pena que
seja IAn larde.
Nunca he larde para reconhecer-sa uma injns-
lie', respondru elle sentenciosamente, venho pro-
por-lha, que revejamos todas as nossas conlas...
Ah grande Dos! r.bri.aio, senhor, etcla-
mou ella espantada; guarde ludo o que lem, nada
mais pretend.
Entretanto, senhora, devia riesejar au&menlar
seus ben*, respond u elle trillando para Gaspa.ia, de-
via ler grandes riesejos de deixar alguma forlona 11
essa lioda moca que sem dovida ha de ser sua her-
deira.
Resla-me ainda om capital de qnatio mil e re-
te cenias libras, c-is o que Ihe deitarel ; por cerlo
quereris fazer mais rio que IsSd, inurmurou a l.oa
de, qe desda qoe ella delif ra Uitplerea, la lodos ... c.ber iua vUita. otoervon G'oiptrla, trela-me. mi-
dciniigoi .. taberna deGauberl lomar em sua casa s ma Irinha, livrc-se delte quanto antes, amanlia..
nroa chavena oe rali'. Tendo lauca lo um olhar af- por exemplo.
Ilicio sua amiga habitara.', ella lomou o braco de l'oi* bem, rfpnudeu elli suspirando
Gaspana, e disse-lbe em voz baila. (, cavalleiro de Itoqoevire vale com elTeito no dia
Vs aquelles homens '.' 1 i o eonhece*. com seguinle. I mli i sem duvnla espeario encontrsr a
| mullier enlresleciria pela idea rie que quasi uada mais
n.ln pode dispensar-si de re- ; linha a dar Ihe.
hornea exaltado por algum senlimenlo vivo, por al-
guma i-speranra secrela. Fallen da nobreza de sua
casa, e gabou-se discrelamenle de -er re.; fez. emlim
valer todas suas varilagens com a de-treza e elegan-
cia de um advogado que sabe l.zer sobresahir o lado
bom de uma causa m.i.
Madama de Roquevre eseotava-o com uma cerla
admiracao, tnlralanlo qua Gaspana com os olhos B-
lus no bordado Irabalhava sem d-lracrao, como te
eslivesse su com a madriuha no sallo.
A boa senhora, til aos hbitos liospilalriros do
paz, mandou preparar uma n eran,la a' qual a
alilharia ha va de presidir. Os fr ocios acabavam de
ser coln.lo. : eram leras louras .. cheirosas, caclioi
de cerejat com folbas verdes,
elle, he preciso cuidar nisso duas vezei. Se vos-
conseguir resgalar a Ruina, elle achara' depois meio*
de por Ihe duas ou Ire demandas.
Veremos espon teu ella alegremente.
Iloui das depois madama de Roquevire recelieu
uma carta, cujo sinele de srnus reronheceu logo :
Tome, minha rainha peqnena, dine ella a -ua
i alilha la eis-aqui is condicoes do cavalleiro ; leia
rots mesma.
Casparla abri a caita ; a letra era ma'. uma ver-
dadeia letra de procurador, larga, deiorneda e inin-
telligivel. Para le-la ro.renleiuenic era preciso
eslu la-la.
D-me es'a carta, dis.e madama de Itoqoevire,
eslou Im!. la I i a ler papelada de justica, hei de
decifra-la melhor do que vo.s.
Quando ella acabou a primeira pagina, deixou
poz as n-iAos excla-
qoanto nunca a ludias vi-i i : foi a elle que teu pa
\eudeu a Huitn.
VlVa Diario n. 2.2.
pobre viuva e sua anillada na taberna, no fundo de
alguma cmara pobremente mobrihada, e enirelen-
do-se em ver das j mol ,s ni viajanles qoe paravam
diauieido oCurdeiro Verdeo para beber umeopo de
e pequeos moran- ca|,lr a Cdr,a sobre js joelltosj. e
gos odorferos. Gaspana ruche, um copo de vi- mando :
abo, e offerrceu-o ae cavalleiro, o qual areilou
inclinan'o-ae eom ar admirado, Depois de tomar
um pequeo gele diste, vollando-se para illa.
A' sua saude, scnlura ; seos votos sejam sa-
lisfeilos !
Isto depende rie V. S., respondeu ella espon-
tane.imente.
De mim .' exrlamou o cavalleiro.
Sim, senhor, prosigui ella com lom grave ; mirac"
o qoe mais esejo tic resgalar um dia os bens de i W.
minha familia : cnsenle V. S. cm vender-me a
Ruina '.'
Sim, senhora, rtspcnrifo efe em haailacSo.
Tumo ola dei*a promessa, disse ella cem'vi-
vteidade, e espero peder temlua-la a V. S. un n;i-
nha mainri ferie. Entretanto permita que Ihe per-
gunle o preco, que por ella ha de exigir...
Elle rtllarlio algum momento*, e espondeu com
mais profundas
Bondade divina eu nao esperara lal cou.i.
Enlo as proposlas do cavalleiro s.lo exlra-
vagantei 1 pergonlou Gasparia; ou elle relrada-se ".'
Nao, elle quer rumprir sua palavra, a offere-
ra-lhe tornar .i ,-la na posse dos bens de sua fa-
milia com uma eoodicAo, que lie casar com voss
sim, perie-a em casamento..
alie etelarauu Gasparia com i refunda iid-
Sim, respondeu a viuva arbanlo de ler a
ca.la. Sao essas as suas condiees.
E como madamesclla rie Baibcjas goardava o i-
lencio, ella aeraseenlou :
Persiste em querer recuperar a Ruina ".'
Nao, responden ella com ingenuo e legitimo
orgnlho. O senlior cavalleiro poe-llie nm preco
ilemasiadamenle alto !
You desle ja eecrever-lhe que vo
exelamou i., i I,.ma de Koquevtre. Ah !
rrcus,
aspara tteixou seu bordado, lomoii a n.ao da
madiinha, a qual eonscivuii-a entre as su?.s, e
disse com alguma altivez, voltando-se nara o caval- i om sorriso, que tornou-Ihe aiud
leiro: ., rogas da bocea : .delarido o teu raqoerim.nt... e quando ea Ihe ti-
teco-lhe, senhor, que nao ralle mait nettat Sim, senhora, brevemente sabara' com qoe ver declarado a sentenca, nao havera' meio rie ap.
cousas ; se sua c.nsciencia o nceuta de ter te aposs.-i- : conriites pode enlrar rie novo ni posse da Roma, pallar. D'sla vez o palife nao podera' enviir-nos
do dos bens de nnlrem, far;a delles esmola oos po- Quanrio elle relirou-se, mariaioa de Roquevire papel sellado.
brea : lambem he urna raslitoic3n. etctamoo : No mesmo dia Francisco foi levar a Gispiefea a
Ah senhira, \mc. he um enjn '. exclamoo o E-l u maravilhada esse h >mem esla' intei- retosla de marisma de Roquevire. Quando alie
cavalleiro com transporte.
i ramele modado. Sem duvidt medita alguma cou- I vollou, a viuva inlerrogon-o.
MUTILADO
Eu eslava m sua preseoca de chapeo na m,lo
esperando. Elle ficou om quarlo de hora rdlec-
l'itdo, e depoit despedio-me riizenrio-me : a Apr-
senla as senhoras o roeu buluildo respailo; terei
brevemente a honra de fazer-lhei uma visita.
Eiil.lo foi ver os pedrriroi que esiao edificando um
bello (errar i com aicada para o jardim.
Dar-ie-ha caso qoa elle va' etlahilecer-se em
Gispieres'.' murmurou madama de Roquevire com
iin|nielara.! ; (eremos ma' vfzinhanca.
No domingo segoinle as duas mulheres tornaran!
a encontrar o cavalleiro de Roquevire a' entrada
da rapell.i. Elle clTereceu-lhes agua bents, e de-
pois foi lomar sen logar ordinario ao lado do ban-
co. Seu rollo parecia enmugren lo ; iua tez esla-
va paluda, e sua fronie enrugada.
Ei-lo bem mortificado ditse madama de Bo-
quevire a si mesma com certa satisfago.
Algons das depois elle veio faier-lhes uma viii-
ta. Assenlou-ie com ar desembaracado. e Irarau a
conversaran sobre a cbiiva e o bom lempo. No lim
de um quarlo de hora Gasparia.levanlou.se, fez-
lhe urna reverencia, e sabio do satao.
Perdi em primeira instancia, disse elle le-
juindo-a com a vista.
Aeonselho-lhe que nlo appelle, respondeu
madama de Roquevire tercamente.
Hei de esperar, tornou elle abrinlo i borda
de lab-ico ; por o.a nao ha perigo.
Que quer V. Sa diier com isto intermmpeu
a velha exasperada por e*se ar impertabavel.
Oh a senhora tem bastante penetracAo para
nraiumi-lo, rispundeu ello ofierecenri.i-lhe urna pi-
t ida. I"iz meu pedido, ella repellio-me ; na ver-
ul i -fe co espeiava i-so m-ono ; porm as cousas li-
c.-ini aatim tem nenbum prejnio de meu. im -les-cs.
ah foi a- Nao lenlio competidores, c iienhom se apt,.....i.n '.
Lance a risla to re lor de si, a diga-me se v, nao
nestes quarleirOaa, mas na riistancia de vinle le-
goas, um e-p .s.. qua convenha a' soa li-h i 1, Nin-
guem se apraseotara' para casar com ella, e ha isso
que d me esperanca. .
Ella qmr morrer sulleira, Dlrrompeu a'riuva
com colera.

WQDx: JJLICaV.
Asylo de mendigoi. Urna commistao Composla
los Sis. Dr*. Jos Joaquim de Moraes Sarment,
Manoel do Nascimenlo Machado Porlella, Anlonio
Marones de Amoriio, Antonio Pedro de Figueiredo.
Dr. Joaqoim de Souza Res, e Jote Pires Ferreira,
rec .iiheCMirio so a absoluta necassiriade de que se re-
tente a nossa provincia, em parle tao adianlada em
coslumei e ni ili.aeao, de um ttylo para mendigos,
resolveu lomar a ti o petado encargo da promover o
meios para c-la imlitoic,ao, para cojo fim sem espe-
rar lmenla pelos melhoramenlos do governo, acaba
de riir gir cartas a todas at pessoas fivorecidas da
fortuna, invocando a sua coadjuva(3o para a funla-
tao des-1 tao ulil insllluela: He de esperar que in-
fructferas nao ie tornera as diligencia de tao dit-
lincta t ni, nu.. i a, assim como quo ninguem se excu-
sara de contribuir pala que seja levada a efleilu uma
emprenza de lauta magnilude : sim nos o confiamos,
e leremos mais este seivicoa dever a esses lenhores
niembros da con,mi.-,1o e a lodos quanlos se presta-
ren! para essa contribuirlo.
Desile j> nos congrctulamos pelo bom etilo de
tilo uieiilnria obra, com a qual ficarao lanados lanos
inconveiiieule qua a cada momento se enrontram,
adundo-te derramados pela cidade om iem numero
de mendigos que tem p r atylo as pracas, por loito
o chao, e por robera u firmamento. Nao tsmorer^a
a oobre commissao de sua empreza, avaute com ella
que Dios coiai os^seo esforcot,
Eipeculacao. Aula por esta cidade um s.ldado
de l.i linha que tem por costme eirrever cartas em
iiome de presos pedindo dinheiro, orna vezes para
enterrar um filho, oulras para enterrar a raulher, ou
algum (Menlo, e oulrat lio.lmenle para diverso!
fins, ele. etc., n3o pas-aml > ludo i-so de ama astu-
cia de que te serve para ir chuchando os cobrindot
d'aquellei qua Ihe dao credilo. Infelizmente nio
conliecemos esse toldado para ap.eientnr o seu notne
ao Exm. Sr. general commandanle das armas, mis
nao perderemos a esperanca de o poder fazer.
(iiiilice. Consta-nos que na madrugada di 21
do correnle. quando a bni teira deNo*ia Sanhora do
Rosario sabia para ter arvorada, algunt gaiilos ap-
pareceram dando pos a algomat pessoas qui esla-
vam cuberas, na persuaiao talvez de qoe estivassem
no Ihealro. ou que aquelle acto nao Ihe merece-e
reipiilo. Tatilo. galanlaios revelln sem duvida a
importancia de quem os pralicou, eque bem mereca
ler levado a casi de deleuc.lo, n.1o para Ihe fazerem
tirar o chapeo, e sim os cabellos ; mal passou uso, a
passar sempre emquaolu nao forem inleirameiiie
proliibido* esse sjslema de levantar bandeiras.
t/'irii'vr/ii. Chamamos a olteneo duSr. sub tele
gario da Boa-Vista para ama ea*a na ra da Ponte
Velha, aonda se rene nos domingos e dias santos,
orna porrao de negros para damarem o maraeal,
Tem e-'ii ea hoje ; mu amanhaa podara' mu-
dar de retolucao. Eu eiperarei, replicn o caval-
leiro.
Senlior, exclamou ella exasperada, te o cornea,)
de uma moca f..tie gando como uma demanda, nlo
dundo que V. s. venceisc ; mas o cato he moi dif-
irante. Renuncie a eisa penegaicao, e eiqotct-ie
de madameiella de Barbejas.
Nunca, ditse elle friameola. Se alia obtlinar-
se em recusar-me a mo, ea roe comolarei com
pensametilo de qoe ao manos nao podera' da-la a
outrim.
I.evanloa se a eslas paUvras, e anles de retirar-
se, acrescentoo :
Passtrei o reslo da eslacao, e lalvez lodo o
invern vindoara em Gispieres ; permi(li-me, se-
nhora, que venha de lempos em tempos apreseulir-
llie meo respeito '.'
Ds lempos c..i lempo*, senlior, repeli a viu
va. terei a honra de recebe-lo.
Quando o cavalleiro labio, ella laucn os elhot
do redor de si c mormuroo suspirado
Tem razao, essa linda flor abrio-se para elle
s nesla deserto.
Gaaparia linha aila dezoiio anuos ; asaernalha-
va-se a' mil ; seus caLellos lauros rncrespavam-st
lutiirilni-nle .. bre o peici eo e aa fintea, como is
la bella Paalloa, foimavam'-llie branda* aunis rni
lorno ri i fronte. Tinha ubraiiralhat negras e albos
azul-escuro, des llarbejs, |l?m como rerlo ar alti-
vo que Ir zia a' memoria a i.rgiilhia allituda do
asi. Coma as modaaoilravagantes -lea poca nao
liiiham penetrado ci esse lugar selvagem, ella nao
Iraiit sap it< s ,le sallo nem anquinhas, a nio niara
rie polvilhot. Todava seu Irage er;: elegante ; ella
ludia filas do todas as core* que o mscales Ihe
veodiam, rendas, bcr-isdo*,a algumes joias que her-
lara da ma. No domingo'qiian-lo a vio roru teu
vestido de ramtgem O ana louca atada por uma lila
de ci azul celtsle, macla ma de Roquevire cunlrin-
plava-a cun ar melanclico c transportado, mu mu-
raudo :
Como be bella !
Coiilimiar-e./ia.;


I


COniO .pl.ii lllrullllllu l.illl .1 MZlliliai.ra lllllO (I di.
Cnnvem, pulanlo, qoe se acabe cun aemelhaule re-
creio.
Hotpital de caridadt.Exiilieifi no dia 21 do
torrente, 25 homens 23 mulliere Iraladoa pela
caridade, 13 humen- e IG mulhere que pagam a ca-
sa, e i praras do eorpo de polica. Toial Sdo-
enles.
Dia 25.
Exisliam 2i homens e 23 mulhere tratados pela
caridade, 13 homens e lli muflieres que pigam a
risa, e (> pracaa do corpo de polica. Tolel 80
desates.
Kclajao das pelanas que forim sepolladaa no cemi-
teiio publico no dia 24 do crranle.
Placido Valerio dot Sanio, prelo, aolleiro, 25 annos;
tubrculos pulmousres.
Manoel Candido do Amaral, pardo, solteiro, 25 an-
uos, diarrhea.
t.ervasa Curris, parda, solteira, 711 anuos ; li\ilro
peala.
Amalia,branca, 7 meze ; abeesso.
Maria, parda, ti mezes ; diirrhea.
Vicente Ferreira ,u Cusa, pelo, casado, (0 anuos;
hypelrophia.
Mana Candida I .risita da Coila, branca, viuva, 70
anuos ; li\drope(ia.
Total 7.
Dia 25.
0ii-nliiia, parda, solleira, 11 aunes ; molestia iu-
lerna.
Damiao, eipoilo, Lranco, 2 dias ; lel.no dos recem-
iiascidos.
Joao Gualbirlo dos Sanios, par Jo, casado, 43 anuos;
beiige.
Amonio Duarlo uimaraes, pardo, casado, 22 en-
doi ; phlyaica pulmonar.
Bernardina'c Sena Dias, pietn, solleira, 45 anuos;
phlvsiea pulmonar.
Leita Ftruandes Campos, prtta, viuva, 5 tnnoi;
foflamoiecSo.
lose Antonio Bernardino, branco, casado, 25 annos;
let.no.
Hllppe, prtlo, aolleiro, IB anoos ; molestia l-
teme.
Irsjmio, branco, 18 mezes; diarrhea.
Antonio Sabino Ferreira Callado, branco, casado, 3!
anuos ; lyplin.
Francisca, p'arda, 2 mezes ; inll immirao.
Antonio da Cosa, preto aolleiro, Africano, 50 anuos ;
molestia iulernu.
Josc-, crioulo, esciavo, 25 anuos : beiiga.
Total 13.
At amanha.
32>iO0
10-5ellH>
eteliiO
474320
I0M00
125'lufl
CONSULADO PROVINCIAL.
Frcguezia da S. Antonio.
Brrataa.
A IM terrea n. 20 F. na liavessa dn Concordia,
que pertencia aos berdeirosde Jos Audr da Olivei-
za e hoje a l.uiz Gomes Sriverio, esl collelada por
444,-OUU is. a u-o por 2OO5JO, como foi publicada,
endu a decima 3'Jo900.
A casa leriea 11. 6 da travesea do Cuino, perlen-
ceule a viuva a berdeiros de Jos onfalve Ferrei-
ra e Silva, est conectada por iNrj, e nao por llft
ando a dcima IC52OO.
0 lanrtlmeulu da decima dafregurzia da Boa Vis-
ta foi felo pelo lanzador Joio l'edro de Jess da
Malla, a nao por Francisco Carneiro Mechado Kios
Jnior, como tem sido publicado.
Casas que deiiaram de ser publicadas.
Ra da Cde a Nova.
Numero I. Joao Manoel de Siqueira, um
quintal lendo 3 meias-egoas, arrendada
3G03, importancia da decima ....
dem 3 Amonio Jacimho liorges, um ar-
111. /i'in iid um quintal, dividido em i
quarlos, avahados em 120, importancia
da decima..........
dem 5. l.uiz Caatano Buree, ama casa
terrea arrendada por 9GJJ, importancia da
decima............
dem 7. Francisco l'ereira da Silva San-
tos, um quintal com 7 quailos ou meioi-
aguas, arrendados lodos por 528}, impor-
tancia dadecima.........
dem 9O mesmo, urna casa lerraa em
aixao, com um armazem no fundo ava-
llado por 150J, importancia da decima. 135500
dem 11.O mesmo, urna casa em caixao
em obra ........ s
dem 13.O mesmo, urna casa em caixao,
em obrae........... u
dem 15O mesmo, urna casa em caixao,
ero obras........... 5
Idam 17.O mesmo, um sobrado em obras
e a toja, 'aliada por 120, importancia
da decima...........
Itua do logo.
Numera 49. Ordem 3.a do Carmo, casa
Ierre arrendada por 141, importancia
cim.............|ZWW|
1 nineira secc.30 do consulado provincial de Per-
11111,1,11c,., 23 de oulubro da 1857.O lancador
I"rancisco Carneiro Machado Itios Jnior.
FKEulEZIA BE JABOATAO'.
MA ESTATISTICA.
Serie de qiiudros concernen tes a' mesma
l'regucziu.
ELACAO DEMONSTKATIVA DOS 1IAB1TAN-
TfcS DA POVOACO DE JABOATAO.
Engm/io \( aramia.
(ContiiiuacHo.)
191 Joanna Mara do Espirito Sanio, 35 rn-
r.os, parda, viuva.
192 Francelina Mari, 9 annos, parda.
11)3 Juo Ignacio, 26 anuos, pardo, casado.
19 Manadas Dores, 24 annos, parda, ca-
sada.
195 Mari 1 da Concejero, 2 annos, parda.
196 JoSo de Dos, 1 anno, pardo.
197 J'iaquim Francisco, 30 annos, pardo,
cosado.
J9S Ignacia Mara, 26 annos, parda, casada.
199 Francisco Manoel, 5 annos, pardo.
200 Jos Manoel, annos, pardo.
201 Mara Francisca, 2 annos, parda.
202 I.uiza Mara, I anno, parda.
23 l.uiz Antouio da Silva, : annos, par-
do, casado.
20i Mara Jos, 30 annos, parda, casada.
205 Antonio da Silva, 7 annos, pardo.
2 6 Joao Jos, 2 annos, pardo.
207 Antonio Jernimo da Silva, 38 annos,
pardo, casado.
208 Manoel da silva, 7 annos, pardo.
209 Maria da Silva, 8 annos, parda.
210 Joanna das Virgens, 35 annos, crioula,
solteira.
211 Antonio Pedro, 6 annos, pardo.
212 Lucio Pedro, 5 annos, pardo.
213 Manoel da Silva, annos, pardo.
214 Antonia da Silva, 2 annos, parda.
215 Maria Jeronima, 1 mez, parda.
:'H. Anna Joaquina da ConceicSo, 63 nnof.
branca, viuva.
!I7 Manoel Ambrozio de Frailas, 26 annos,
branco, solteiro.
iltj Jjauoa Maria de Jess, OOannos, bran-
ca, viuva.
219 Antonio Joaqun), 24 annos, branco,
casado.
220 Maria Francisca, 2o annos, branca, ca-
sada
221 Joaquim Flix de Mello, 35 annos, bran-
co, casado.
839 Loira Maria da Conceicao, 32 annos
branca, casada.
223 Jos Flix, 8 annos, branco.
224 Tlieodoro Flix do Mello, 7 anno--
branco.
225 J0S0 Flix, o anuos, tranco.
226 Hara daNConceioBo, r, annos, branca.
227 Manoel Flix, 2 annos, branco.
228 Manoel Jos dos Prazeres, 29 annos,
pardo, casado.
09 Antonia Joaquina Gomes, 27 annos,
parda, casada.
230 Manoel Jos, 10 annos, pardo.
231 Manoel Jovila, 6 annos, pardo.
232 Joo l'onciano, anuos, pardo.
.233 Maria Gomes, 2 annos. parda.
'31 Jos Maria do Carvalho l'avo, 28 au-
no", branco, casado.
235 Felicia deCatvalho, 29 annos, branca.1
casada.
36 Flix Antonio A Ivs de Souza, 3 annos
branco, casado,
237 Francelina Maria de Souza, 21 annos
branca, casida.
Maria ti* Souza, 7 annos, branca.
.>i9 Francelina Maria, 6 annos, branca.
340 Francisco Alves. 5 anuos, tranco.
!'t Joaquina de Souza, anno, branca.
'2 llicrcza Maria, 3 anuos, branca.
243 Franciscido Freilas, 30 annos, branco,
casado.
44 Hara Francisca, 86 annos, branca, ca-
sada.
2j Francisco Alvcs, -aiinos, b-anco.
246 Maria de Fre tas. 5 annos, brama.
217 Antonio, 1 annos, branco.
248 J liomollteo, 3 anuos, branco.
29 Joanna, 2 annos, branca.
uranios.............
Pardos.............
Crioulos............ .
4 Manoel Florduardo Mondes Lins,
annos, branco, solteiro.
5 Jos Mendes l.ins, 12 annos, branco,
solteiro
6 I) Thereza de Josus Mendes Lins, 10
annos, branca.
7 Adelina, 6 annos, branca.
8 Francisca, 5 annos, branca.
9 Antonio. 3 annos. branco.
10 \bilio, 2 annos, bramo,
11 Juvencia Eudocia da Cmara Lima, 15
anoos, branca, solteira.
12 Manoel Alves de Oliveira, 10 annos,
branco, casado.
13 Maria Soaresde Barros, 5 annos, bran-
ca, casada.
14 Florencio de Barros, 7 aonos, branco.
15 Benlo de Barros, 6 annos, branco.
16 Antonio de Oliveira, 2 annos, branco.
17 Maria de Barros, 4 annos, branca,
18 Anua de Barros, 3 annos, branca.
19 Florinda de Oliveira, 15 annos, branca,
solleira.
20 Bita de Barros, 14 annos, branca, sol-
teira.
21 Francisca de Barros, 13 annos, branca,
solteira.
22 Jos Filippc, 30 annos, branco, casado.
23 Joanna Maria, 20 annos, branca, ca-
sada.
21 Manoel Filippe, 12 annos, branco, sol-
teiro.
25 .loo Flippe, II annos, branco, sol-
leio.
26 Antonio Filippe, 2 annos, branco.
27 Francisca Maria, 7 annos, branca.
28 Christovao Saterio do Barros, 35 annos,
branco, casado.
29 Anna Catharina, 34 annos, branca, ca-
sada.
30 Francisco Saterio de Barros, 7 annos,
branco-
31 Jos de Barros, 6 annos, branca.
32 Josepha de Barros, 9 annos, branca.
33 (ertrudcs de Barros, 8 annos. branco.
34 Maria de Barros, 2 annos, branca.
35 Manoel Mudo, 22 annos, branco, sol-
teiro.
36 Antonio, 16 annos, branco, solteiro.
37 Jlo Francisco, 40 annos, branco, ca-
sado.
38 liosa Maria, 20anuos, branca, casada.
39 Maria Bosa, 6 annos, branca.
40 Antonia Mara, 5 anuos, branca.
41 Antonia Francisca, 8 annos, parda.
42 Jos Joaquim, 40 annos, pardo, casado.
3 Umbelina Esmeralda, 22 annos, parda,
casada.
44 Jos Joaquim, 5 annos, pardo.
45 Luduvina, 2 annos, parda.
46 Manoel Jos, 25 annos, branco, casado.
47 Francisca Maria, 2i annos, branca, ca-
sada.
48 Francisco, 3 annos, branco.
49 J.,s, 5 annos, branco.
50 Manoel, 1 anno, branco.
51 Antonio, 2 annos, branco.
52 Maria, 7 annos, branca.
5.1 Jos Bodrigues, 55 annos, branco, ca-
sado.
54 Maria Thcodora, 35 annos, branca, ca-
sada.
55 Carlota, 13 annos, branca, solteira,
06 Maria, 7 annos, branca.
57 Sennorinha, 6 annos, branca.
58 Lucia, 4 anuos, branca.
59 l'edro, l annos, branco.
60 Joao, 9 annos, branco.
61 Antonio, 8 annos, branco.
62 Jos, 3 anuos' branco.
63 Manoel, 1 anno, branco.
64 Manoel Rufino da Costa, 5 annos
branco. casado.
65 Antonia Maria, 18 annos, branca, ca-
sada.
66 Antonio Luiz Bezerra,'65 annos, trau-
co, casado.
67 Thomaz Bezerra, 15 annos, branco, sol-
teiro.
68 Maria Bezerra, l annos, branca, sol-
teira.
69 ibeodozio Joaquim, 33 anuos, branco,
casado,
70 Antonia Maria, 38 annos, branca, ca-
sada.
71 Joanna Maria, 3 ann0s, branca.
72 JoHo Antonio do Monte, 40
pardo, casado.
ada.
. sol-
eiro.
75 Joao Antonio, 12 annos, pardo, sol-
teiro.
76 Hara do Monte, 10 annos, parda.
77 Francisca Maria, 18 anuos, parda, sol
teira.
78 Anna Mara, 11 anoos, parda, solteira
79 Catharina Maria, 9 annos, parda.
80 Mat launa do Monte, 7 anuos, parda
81 Antonio Haptista. 55 annos, parda, ca-
sada.
82 Jluianna Maria, 40 annos, parda, ca-
sada.
83 Jos Baptista, 18 annos, pardo, solteiro.
84 Jernimo Baptista, 15 annos, pardo,
solteiro.
85 J0.I0 Baptista, 12 annos, pardo, sol-
teiro.
80 Boaventura, 11 annos, pardo, solteiro.
87 Manoel Baptista, 19 annos, pardo.
88 Maria, 7 unos, parda.
89 Joaquim Baptista, annos, pardo.
90 Jos Baptista, 4 annos, pardo.
91 Lautlanno. 4 annos, pardo.
92 Domingos Jos, 18 annos, branco, ca-
sado.
93 Josepha Maria, 1 annos, branca, casada
94 l.eoocio Concia de Mello, 33 annos,
tranco, casado.
95 Maria Joaquina, 32 annos, branca, ca-
sada.
96 Henrique Correia, 4 annos, branco.
97 Tertuliano, 3 annos, branco.
98 Maria Joaquina, 2 auros, branca.
99 Vicente Ferreira, 30 tinos, branco, ca-
sado.
100 Joaquina Maria, 22 annos, branca, ca-
sada.
101 Bita Maria.
teira.
102 Antonia Maria, II annos, branca, sol-
teira,
lo,! Manoel, 6 annos, branco.
104 Francisca, 3 annos, branca.
105 Mara, i annos. branca.
106 Maria, 4 annos, branca.
I"7 Marcinianna, 2 annos, tranca.
108 Maria da Itessuneicao, 60 annos, tran-
ca, viuva.
109 Auna Paula, 70 annos, tranca, viuva.
110 Manoel, 16 annos, pardo, solteiro.
111 Joaquim Josa de Sanl'Anna, 50 annos,
crioulo, casado.
-.**> ,.--.,- UIIBII II
17
tiUtUO 01 FRNAHICO TBR$A MIMA DB AffiHIlO DI i*i
annos,
73 Auna Maria, 36 annos, parda, casadi
74 Jos do Monte, 13 annos, pardo,
<2 annos, tranca, sol-
Koparlnlendenle
loa Ani .....de Aranjo.
Cooala-ao*, pelo ultimo vapor chesado dos porlos
do sol, que por decreto de 26 de selemlro p. pas'a-
do furam ppr<>v8>1os os referidos estatutos asum
como Igualmente que por dverelo de 7 do correnle
tora approvado o conlralo que os depuladns, os Sis.
Drs Anguslo Freitenco de Oliveira e Antonio Cotillo
de S.i e Albuqiierqoe, consumido na corle procura-
dores da ass,iciac;Au, haviam ollerecido i considera!,.10
do goveruo imperial.
Em vista desea contrato foram concedidos esa
associacjlo o empreetimo plos cofres pblicos de ume
qoanlia equivalente ao seu capital, sobveniiies p'la
inlru Incc.io de colouos, e todos os mais favores ofle-
recidos no contrato de 7 de muco do coi rente i asso-
ciar.lo Central deColonisac,ao estarielecida na capital
do imperio.
Keismoi informados que essa associago aehando-
se aisim legal e definilivamenle constituida, vai dar
eomeco suas operarles ; e lemos fe que ella enca-
miiihar os negocies a sen caiRn de modo que se
lornem tlTeclivos os brnelirioe que o paiz espera co-
llier de eemrlhiitcs instituios.
<$0mtmtui( Esperanc.i de proveilo
Faz fingir mil amizades.
Mu cheias de sea respeitn,
Mui vasias de verdades.
/.. da Siheira.
F.m balde tem a moral, sondando os diclames
immulateie da raijo e esrrulaudo o> senlimenlos in-
vanaveis e alemos do corceo humano, Iracado, de
modj iudelevel, a liulia divisoria entre vicio e
a virtud* entre o juilo o injusto ; em balde
(em a philoiopliia, mediana estorbos e gigantescos
progre6ios, e abrac.ando-se com a moral, indicado as
bausas da verdad e do erro; em balde leemos
Licurgos do mondo civisado, lomindo a urna poi
base e a outn 1 or buesola em eeus paseos hesitantes,
buscado assiiinslar a distinguir o enme e a inuoctu-
cia, insliluinilo penas pare aquelle, e para esla a re-
compensa das garantas e gozos sociaes: ludo isso
tem ido zero ou cousa de nounada para conter o me-
lanclico, veloz e e-lrepiloso carro das paiias que,
tentando a cada instante sobrepujar furiosamente
esea trina saleaguarda da fraqueze liomana, consegue
por vezes emprestar ao vicio, poslo que temporaria-
mente, os ornatos da viitude ; ao iojuslo as gala
do Insta ; ao erro a roupagem fascinadora da ver-
dade, e ao crime hediondo as candidas vestes da in-
nocencia, e vice-versa '
Quem, enllocado ueslo valle de incessanles Iribu-
lac/ies, poder ofanar-se com a dita de nao haver
sido exemplo, mais ou menos frlsaule, desses tristes
embates que a lodos os momentos nos impellem a
s.ili.r do laireno das oslenlaroes vaidaaai para o da
dolorosa mediUc,Ao da nossa niliilidade '.'!
Qawatai vezes nao vemos o crime alardoado e n
innocencia espesinhada ; quanlas vezes lijo observa-
mos ezlalicos om grande perverso, autor de crimes
horrendos, e reconhecido como tal pela conaciencia
publica, pelo unnime senlir da lodos, que o apon-
a m e Iha referen! circunstanciadamente os fados
abominaveis, vaguear pelas estradas, alravessar so-
berbo em ricas beiliudas as ras das mais populosas
Cidades, frpqueulir os lailes e os lliealros, e at vi-
sitar rom ul.ima os nllus fum-cionsrins publlriu, re-
cebendo dllc. conaUnlrt liorueiiageni .e cui.tidea
Silo e respelos; tn mesmo lempoqae 11 innocente,
victima das urdiduras calumniosas e do odio desee
monstruoso sicario, geme nos carceres e arresta hu-
milde os ferros destinados ao crime, e que s deviam
caber ao seu sangnieedenlo verdugo ?!
Ouanlas vezes nao vemos a verdade aliafsda pelo)
arlilicios do engao e o erro dominando ; o justo
sepultado pela prepoleocia e o injusto enthrouisadu e
recebendoapplausot ; o vicio festejado pelo srdido
nteres- e a virlude abatida sob o peso enorme de
escandalosa eorrupcHo ti
E quem, por mainres esforz, consegoo aindl fa-
zer cora que 01 impos nao hostilisem os bons, e com
qoe o vicioso, n corrompido e o criminoso nao te-
nliaro infelizmente proslitos e adoradores qu se
prestern a persesui$ao do iDnocenle, do justo e do
virtuoso, cuja sorle foi-lhe seropre a do martvrio M
U volver da cada da, quando de mis se desp.ende
e precipila-se 110 seio da eternidad, he om vulumoso
legado probatorio de quanto fica dito, sobresalimdo
mais quando da parla do corrompido, do vicioso edo
criminoso esla', por muo fado, o exercicio de orna
parte do poder publico qua o habilita para alent.r
esperances menos licitas, para saciar ambicies det-
regrartas, para apadrinhar e conferir impuuidde a
fados monslruosos, e, analmente, para crear depen
delicias por lodosos limos que Ihe fornece a vaslidao
do reinado da corrupto e do despudor.
Consltese a sanguinosa e delestavel biographia
dos mais celebres carrascos da e-pccie humana e dos
apoiloloa mais nolaveis da immoralidade, e lago ver-
a-ha que elles si. poderam dominar e produzir e-
Iragoa, a guisa dos furaces, porque inf.-Iizmenle
glaiiearam prnielylas e srdidos mcen-adores que,
levados de ambicio e de oulras paivoes reprovadas,
s tornaran! cmplices de seus alternados a partilliam
do analheina urtivcnal que sobre elles foi fulmina-
do. Por ventura nlo tiveram os Caligulas, osCatili-
nas, os eros e os RabapiarrM seus admiradores, a-
pologslas e Iburilic.iiiles ?!
Nao liveraui os Venes eens apaiionrtos; e os Si-
zanes seus sedaos e deetiuladores ?! O proceder
vil a delestavel do propno Judas i.ilo fot decantado e
applaudido por orna sinagoga de barbaros e desmo-
ralisados; no enlrelalo que aquelle qoe era a in-
nocencia e a virlude em essencia I01 volado a lodo
senoro de allroiilosas calumuias e condemnado ao
lurmenlos de urna cruz ?!
A historia, tanto profana romo ecclesiaslica, he
um te-lemunliu oullienlico da eflirmaliva.
I'orlanto, n,1o nos maravilha, e nem a ninm- -o
admirar deve, que a sublime lilha de duller; *
sando quasi sempre desviada de sna nobre sania
ii.i--.! 1 e .un,. 1I.1 110 boidrl da mentira, d falsdade
a do srdido mleresse, se prestasse, pelo njornal do
Commercion 11. 130 d 1 de setembro, pelo 'Libe-
ral l'ei 11.1int11.iMi1, n. 1463 de 26 de agosto, pedidos
,1 dons camptues que, adoptndoos ttulos anlitheli-
cos iledcstpaiionado e senlinella, dispolam a-
zafamadamenle o lliuribulo da bajolarao, para ren-
leiem, como rendero, fal.os e immerecidos enco-
mios ao juiz municipal e orphaos e delegado de po-
lica dista comarca de C-oietiua Caetauo Eslellila Cn-
valr.auli l'essoa, impingindo-o ao respeilavel pu-
blico ile magistrado inielligenle, illo'lrado, probo,
jusliceiro, virtuoso e de grandes ali'eic,6es 1111 comar-
ca, onde diariamente augmenta o circulo dos apre-
ciadores ile seus alio merecimeulos e craa nuvos a-
migos !>.
Obi porque ludo isso ; porque tanto allronlar o
ciiteno o bom senso publico ; porque lautas sellas
enlistadas contra os sinceros pregoeirus da veidade,
contra is alalaias d.i le menosprezada e da Justina
ameecada ; para que lano mentir a' face de facius
que, sobranceiros a oefezas meramente declamaltvas
insulluosas, f.rem as vistas da lodos r. perleniem
intactos ao dominio do mesmo publico''!
Sendo certo que nada se faz tem orna caoia efli-
cienle, luic.i lie declarar que em ludo isso re;ums
um desejo satnico de mancomunada a calculada op
pressao, e o>lenla-se o na me incentivo do vil in-
leress.n, prosliltiindo as tendencias naluraas do co-
rai;ao, a sopilaudo a voz inslincliva do mais sagrado
dos devores, qual u da conlisslo da \. ida le.
A primeira causa coutitleote na mancomunada e
preinedilada oppres-ao do Sr. major Antonio I'inhei-
ro de Mendunra, reisumbra nflo id do proceder ir-
regular do juiz incensado, seno lambem, e com
112 Anna Joaquina, o annos
sada.
113 Marlilianno Josc, 20 annos, ctioulo.sol-
teiro.
II l'rufiro, 18 anuos, crioulo, solteiro,
115 Josepta Joaquina, 16 anuos, crioula,
solteira.
116 Maria Joaquina, 14 anuos, crioula, sol-
leira.
117 Archanja, 10 anuos, crioula.
1'8 Silvino, 8 anuos, crioulo.
1'9 Joo de Santa Anna, 6 annos, crioulo.
|2o I.ourenco, 5 anuos, preto.
I-1 Laurianno, 2 anuos, prelo.
122 Manuel, I Auno,preto.
123 Itarlhulomeu de Paula l'essoa,34 annos,
tranco, casado.
124 Maria de Jess, 3 1 annos, branca, ca-
sada.
125 Ignacia de Jess, 10 annos, blanca, sol-
teia.
127 Kr.ncsca, 8 annos, branca.
126 Floiiuuo. 4 annos, tranco.
'28 Amato, 3 anuos, branco.
129 Josc Mudo. 27 anuos, tranco, sol-
leiro. Continuay.
mullo vola o S>. mejor Pinhel nada 1, ,,,. do
quebuicaram occoliar o deeejo iminoderado de vln-
anja, que o determina ne-sa, como em todas
as mais pendenciss relativas a mesmo Sr. l'i-
nheiro.
O deaapaiionado, sando maia piris junsperilo, define a ieo arbitrio, >em Ihe importar
apoio alttum legal, o qu eja in mizade capital, e
depois de erroiieamenlo estabelecer qua soa veraci-
dade s<. he admisiivel a faca de declararlo oral ou
de faci revelalivo da pessoa recusada, cirrumscre-
ve-a em terreno mais estrello do qoe o essignado
pelo dirulo vigente, ou, em termo mais anclo, a-
tiracaniio a iiiivem por Joo, d-lhe como causa
ouica o odio eulranhavel, caraclerisado por ideas de
vingnr;a e desejos de oflender lem allingir qoe o
odio, mui loiiga da ser causa, he o efleilo gual c
compreheniivu de toda a qualquer inimizade capi-
tal, e qoe esta, ao eootrario, pode resultar da varias
e diversas causas, quae as especificadas na ord. do
I. 3 til. 56 9.
Foi por esle paralogismo indasculpavel, qoe elle
ch'goo a coiiclusSo : de que a ininirade eapl-
Ul do Sr. Elllila su pmle cnconliar BSSCIlloUOl
genio atrabiliario a inloWranle do Sr. Finheiro, a no
deiejo de ter esta para juiz o immoral instrumento
ilos mandOes que o protigem e o assulsm o; le-
vando assim sua selvtica e indomaval ferocidade a I
poni de os-allar cruelmente .i reputarlo illibada do
dislincto Dr. Lniz, que por soa 1.....<;..,. indepen-
dente, a pela nobreza de carcter que lodo Ihe re-
coiil.ecem, all em altura lo elevada, qoe jamis l
chegarao os boles de seu graluile, injusto a mesqoi-
ubo detractor.
Uolra, cerlamenle. leria sido a ronclusjo do desa-
panonado. se elle em vez de partir do odio para a
inimizade capital, ou de qoeier qualilicar eIa pela
oatoreza quai sempre duvidosa e occulla daqoelle,
tomasse a alia por ponto de partida, averiguaste a
soa verdaJeiracausa, apela naloreza rietla bucas eniao pesar a importancia do odio a oseo alcance
em detrimento da recta administracSo da jus-
tica.
O saotinella, mostrando em verdad maia pericia
e solide/, joridica, allingio roelhor a queslo, foi ter
a sua fonte legilima, e collocou-sa no devido poslo ;
mas para poder alcanzar o alvo de seu primeiro in-
teiessa, tan;oo-s por ultimo as ensancha de orna
eoncloso genrica e arbitraria, quando, depois da
lran.cripi.lo do ; T .la ord. cil., diz todo lanlpairo :
o esta claro que em nenhum dot casos esla o l'i-
nbeiro para com o Dr. Lstellita. >.
Como, poraOi pode o sentinella i.lo allirmar. sem
que primeiro invesligasse os fados e os colejasse
com cada urna das di-posices do paragrapho copia- ,
do ? l'or ventura ambicionar as honras dema-
gisler disit, dizil ?Sa as despja, nao estamos dis-
posto* a ta pesada concessao.
Sendo incuntestavel que o odio nao ha sempre o i
caracterstico, e am nenhom caso a fonte da inimi-
zade c, ilal, a que antes asa o deve preceder e ca-
raclerisar; lando igualmente inronleslavelque a
inimizade capital, como una pujo anormal e ra-
puguanle aos 6enlimenlo< n miraes se nao pode e
nem deve preaamlr sem a eiisiencia da algum do
fados qu il'-lica loa pela le como rapazes de a pro-
duziremhe obvio que o exame e analvse dos fac-
assao a primeira cundirn de -emel a'nlo contro-
versia, condicAolina quaii.in pode haver garan- ,
lia de acert am qualquer deci-ao ; porlanto. en-
iranli nrsta l-infi. ncMlraram que e o prim-i-
ro opinante uauliagou emsua 1111.sa.., pela inlevida.
errnea a arbitraria apreciadlo que fez da inimizade
capital, oulro lano acontecen ao segundo, a quem
servio de escolho a sua conclusao genrica, elstica,
a nao menos aibilrana.
Uizer-se que do fado de ler o major l'iuhetro los-
lili-ado ao Sr. Eslellita na aleicao de selimbro pro
Orno passado,_ resultara apenas urna simple de'af-
eicao, que r,o pode lomar as proporc,des de inimi-
zade capital ; trazer-se para compararlo a lula me-
raroenl poltica haviila entra o ei-presidente Ser-
gio e o Em. drpuiado llrendao, appellando-se pa-
ra um dos discursos desle, am que declara, por ca-
valleirismo a prova de generosidad, nao ser, aparar
do ocronido, inirago daquelle ; he, sem din ida al-
guma, etagerar-se o proposito da mystificarflo a do
sopliisma di t fados para, liliqueando le a boa f do
publico, conqoislar-se pelo dolo o seu repei(..vel
beneplcito : emelhanle melhodo de argumeular
he o abusa do dom de raciocinar, he o mais vivo es-
carneo du preceitos da lgica.
Nao ha hoje quem ignore, n-o s nesla provinci,
como mesmo em lodo o imperio, que a lula de se-
temhro do anno passadu nesta comarca tomoa um
speclo gravissimo, a por demais amea^ador : que
nao houveuma dispota ordinaria de eleijaes, das que
commommeiile succedem; mas urna lula de cararler
serio, creada e alimentada pela polica I un in-
tuito de sollocar a opimao da maioria dos habilautes
da comarca, que contra ella se pronuncioo, pelo em
prego da foic,a pablica, como por Tim aconleeeu ;
lula, que allrahio para Ijoianna as alten(Ses de lo-
dos os mais pomos da provincia, que tanto absor-
via o lempo.e ot cuidados da .-.111,1111.iranio, qoe el-
la para desembaracar-s e poder subjugar oulroi lu-
gares >) menos forlee, recorreu por ultimo a urna
ueeocia;ao eleitoral.
lambem se nao igoora, que em loda es'3 scens,
prmava por parle da compressao policial, o Sr. Es-
lellita, auxiliado, alm da uniros pelo vigario Do-
mingos Alves Vieira, que suppondo-se o(rtolum
conlineus 11do partido praieiio, a desse precisando
como provedor de capellas, para osarranjoslas
coalas da maliiz, curreu em seu soccorro, fazen-
do reunides, declamando, intrigando, illtidindo, in-
sullamlu os proprios amigos a alliados, e cabalando
por todo os humus e quedo lulo da oposicao fign-
cava o Sr. major l'inheiro, rulminando-os com a
energa que lodos lia leconliecem.
I'iiialmenle, nao he um fado occullo, a antes ..-
bido por lodos, a leslemunhado palos domiciliario!
da fieguezia da. ciliada, que, tendo-se na respectiva
matriz, e por occasiao do prucesso eleitoral, alieno
discuSM.ts velieraenlissimas, em que lomaram palle
mullos oradores d.-lirn t s, f.'.ra a vida juiiciana a
policial do Sr. Eslellila deeccada com. o maia rigo-
roso e*calpello d'aailyaa, fazeudo-se descoberlas ira-
portaulissimas: e que em urna dessa mai vehe-
mentes discussoes, f.lra elle aecusado m face pelo.
Srs. major l'iulmro e Dr. Jos Ignacio da Cunlia
K.il.allo de mercadejar com os jula.meatos.
Ora, sa a exaclidao de lodos esses fados esl ci-
ma de qualquer coufulacjo, se mesmo nao he pos-
snel urna negativa digna de alinelo, porque em
paite ja lemos a r. 1,1 i -, 1 do senlinella, quandu diz:
petaran de chafa de assussinos,e que tl'ese en-
clieo de enlhusiasmo na occasiao em que vio o vi-
gario na malri ,segue-ie, que sobr er natural
que de orna Iota lo encarnizada resullassem odios
ligadae a desejes de vingsn{as a r.speilo de uns,
amizade inimasae grahde para com uniros, se-
gundo os sen iros ea hostilidades pralicadas ; aerea-
ce qoe o Sr. rnaji-r l'inheiro, lendo feilo ao Sr. Es-
lellila, coadjuvado palo Dr. Cunha llabeilo, e em
plena publicidade, urna nenia especial, a mais
atroz das injurias, denonciando-o ao publico de va-
nal e corrompidu em sua face, nao pode deixar de
ser ohjecln do odio eulranhavel desse joiz ultrajado
que por mais insensivcl que a o cousidare, deve
alimentar em seu cor.1,,1. graves e dolorosos rcen-
limenlos, a arder em dctfjal de rompida vingama ;
accrtiia que, leudo sido o Sr. Eslellila poderosain'rii.
le auxiliado palo vigario na 1 n-ir.ii, critica em que,
agenda outra confinao do mesmo sen 1 11.11 a, alie so
achata, n.io 10 dando mesa informa^Oes que Ihe
erarn favoraveis, como preslaiioo-lhe om coalla-
gnila de piaieiros, a quem illudira, nao pode um
e o maisousadu dus concussiunarios de que lia 110-
licia.
Os seclarios a protectores dvsse tpicorisla eccle-
siaslico compreheuderam mullo bem qoe nao era
poaaival ..d.aiem 110 de nal falcaliuas levadas ao
conhecimei.lj do publico pelo Sr. mejor l'inheiro.
senAo inlerpondo-e accAo de espoiisabilidade con
ra este pranla um juiz iniraigo e Intereifado por
Cl'ioula, ca- sua cun'P,|ddade em um dos fados publicados ; nes-
se senlido o aconselliaiam para aproveitar, sem per-
da de lempo, a vacillanle judicaluia do Sr. Caelano
Eslellila, e nesa meimo sentido roanubram o anda-
mento da queia exhibida em jaita.
Ora, iulcirado o Sr. major l'inheiro de todo esse
manejo doloso e sobremaueira immoral, e rumptin-
do-lhe osar dos meios repulsivos que eslivessein na
esphara legal, nao empregou exeepcao de suspeirao
proprlameiite dita, como falsamente alligam os dus
Srs. Iliiirilic.inles, porque sabia mui lem que o nao
poda fazer em caso de simples formacta de culpa ;
o que fez foi Intimar peticionariamente ao Sr. Es-
Ullila aquelles doos defeilos jurdicos que o Inhabi-
litan) para fuuccionar como juiz na especie orcur-
renl, e coulra a pessoa do aecusado, alim de que se
reconlieresse impedido, romo era e be obrigado, a
visla da ultima parle do arl. 217 do regulamenlo'de
31 de janeiio de 1812, iiidepeiidenle di reensayo do
prejudicado : proceder esse a que se alo pod dizer
oppoilii o arl. 218 do mesmo regulamei.lo. c.-mo evi-
ileuleireulo se conclue de
11.1 1 1
as seg
Siimo % ^ttmmluto.
,oa
pruv nos fados concomilanles da insistencia capr.-
cIks do Sr. E-tellia em querer ser juiz no pro-
cesso de responsabilidaJe, e na visitas frequen es e
notorias que faz ao vigario, em coja casa passa das,
e grande parle das noiles agarrado no jogo !
Smiles cun similibus facile congreganiur.
Logo pni, lirand- demonstrada, de modo bem
claro, a inimizade capital do Sr. Eslellila contra o
Sr. major l'inheiro, porque paraelh ouv orna cau-
grave, causa qualilicada romo capaz de a produ-
zir pelo S 7 da ord. eil. as pal.: u feilo ili|Dtia
ou uraii le ollensa a passoa ele.;e ncando do mes
mo moda demon-liado o dever de gralidio, em que
ella e-la constituido para com o vigario queixoso,
dever que o tem enllocado na piisicAode eu intimo
amigosalla aos olhos de qualquer, que e.se duplo
impedimento, cousgrado nos arls. 61 do cod. do
proc. e 217 do reg. supracil., o inhabilita, indepeu-
ilente de recusai.o, para fuuccionar no carcter de
|ui/. contra o seu referido uimigo.
Mas esle resultado de nossas reflexei poder.1 an-
da ollrr contrariedad na duas sesuinles objecres
do desapaixtnado:aqnc se o Sr. l'inheiro confisse
ra sua causa, nao se devia importar que fosse css
ou aquelle o juiz formador da culpa, sobre ludo
lendo recurso para o Exm. Sr. Dr. Freilas actual
jui< de direito da comarca, em quem tanto confia ou :
finge confiar-e que o Sr. K-lvllil esla constituido
10 dever de julgar da causa em razao da comante
120
120
9
TuUl
249
* iiiiitiliu 4 amara'.
1 Antonio Perera da Cmara Lima, 36
nnos, branco, casado.
2 1). Luz a do Albuquerque Cmara, 34
annos. branca, casada.
3 Pedro Secundino Mondes Los, 19 an-
nos, branco, solteiro.
Em jullio do correnle aunofundou-se nesla cidade
segundo j uoliciamo, uina associarAo rom o lim de '" seuue-se que seu procediment'o 011 foi mat co
rmprel.ender a c. lonisa^ao para a provincias da prehemlido, ou mu de propotito o qoe he mais
Peinan.buen, Paralaba e Alagas. com o capital da
300 cotilos da rc'is dividido em ac51.es. Depuis de
subscriplai todas aactes, tralou-se immedialameu-
le .le si licitar do governo imperial a approvi.ao do-
respectivos e-lalulus, passando-ae em srguime'nlu na
Marta de 31 de julho a uomeacao da diiecl.na da
aiaoclacAo, a qual foi organisada pela maufira se-
guiute :
Presidenta
Ur. Augusto I red?rco de Oliveira.
Vice-presidanla
Antonio Maiques de Amorira.
Secretado
Anluuio Valentim da Silva Barroca.
rticsoureiro
Thomaz de Aquino For.scca Juoior.
ireulo se conclue de suas hnacs palavras desobedicnci? c des espeilo com que o trata o Sr l't-'
poden, sor dados.,-entendidas de accordo cmn nheiro cerca de ludo, ja pr|a imprenta eii de v'iva-
uiiilei do artigo anterior o >a0 obrlgados a I voz por teda parle ?! Cerlamente que nao.
.ar-,e a donde se ve que naqnelle caso pode o I A primena ol.jec.ao asanla, ou na nenhuma im-
juiz reconhecer o seu In pedimento, posto se Irale de ; porlancia que o dHipalsonado liga ao acto mai. Im-
formacAo de culpa e naa seja prrmiltnla a recusacao podante do proreon, squelle que consiste na acqui-
das parles. Se o Sr. major l'inheiro hoovesse pro- sirao rerolhiinenlo das provas ; ou na loppaaleae
po-to axreprao de suspei;io lio verdadeiro rigor de errnea em que esla de qoe o juiz f.rmndor da culpa
direilo, elle leria salisfeito a foimalidades do ail. u.lo pode maiirn.iamenle ii.tluir na snrledo proce-so
250 do citado reguUmenlo, islo he, leria inlenlailo a | dando s provas a directo que Ihe envenha ; 00 na
suspeirao por e'criplo em audiencia, leria dedo/ido : excessiva confi.iiir^.qiie.s nao fing>, parece depn.j-
04 aeoa motivo por artigo a-signado por advogado, > l-r na decaulada'rccluiao do seo thonlcado Esle-;
a Ibes juntara logo o rol das ler-temunha- e uro lia.
nhecimciilo do deposito da caucan; mas se o nflo
ceito adollrrado para se o fazer odin-o, justificar-
le a mait.-l o a 1 eiliiiac a injuiidica do Sr. Eslellila.
S as palavras e os dos externo ervem para al-
g.ima cou*a, se sao.....t- pelos qnaes pode-se pe-
netrar o f ro da conaclencii e aaaliar-aa dos senli-
menlos internos, por cerlo que o modo sophi-lico e
iogolar porque os trs.desapaitonado e senlinella
rombatrm aqurlle dous impedimentosinimiza-
de capital e inleresse na decido da causapaleo-
lea, que minio diversa he a cuuvicc,.1o que priva la-
mente nuirem a respeilo do a>sumplo, e que a rea-
lila le esla por parle dos mesmos impedimen-
tos.
_ Para rnnteslarcm a existencia rio irimcirn, o qoe
dizem .' Nada mai do que esforc,arem-se por co-
krear grao de rancor que o Sr. Eslellila da lia
LiiIm lano, sendo prcreilo jurdico mui correnle
que as preval sao a base do- julgamenloe, que de-
\cm nellas directamente influir;lendo venlade
pratica que o juiz formador da colpa, qamido
mal intencionadu dispo de recursos bstanles para
as viciar na ra>8o dos ulere-ses e das paiioes que o
I111 -i,ni,, e sendo lambem coua susceplivel d pro-
va aulhenllca, que o Sr. Eslellila tem o habito de
abusar de -na posiro, nAo .6 para inverler a dita
testemunhas, se nao lambem para as preterir e obs-
tar, quando prejudiciaot a parle que Ihe he alTe>coa-
da, como o pralicou, lcm de oulros muitos ra'os,
con.municanle a que nao
Ia, He a opimao do S
podemos aqiiccer.
2v Tamliem Dio podemos conceder qua a admi-
nislracau da provincia procuraiie subjogar a eleijao
de qualquer circulo dclli.
Ot Redactores.
aio una ,,u,-Ua da l-.aiicl.ro doa .Sanio. limeiiUI,
c Dlra Angelo Lomes de All.uqiipr.|ur, denegando-]
se por despacho. Je seu puulio a iiiquirirao de le--
leniunhas releii.las que linham de esclarecer o fado
e a re-peito do que eii.te n..s aulo<, um preteslo so- I
lmur- : he condudenle qe bem a muil 1 bem lem ,
andado o Sr. major l'inheiro, quando anles do golpe
qua INe esla preparado, ha sollado altos e pung li-
les gemidos para serem ouvidos pelo mundo inleiro.
Sim : de que Ihe servir' ,. recurso para o Dr. '
joiz de dreilo, le o processo for orgaolsado de ac-
cordo com osioleresses de sen aecusador, e a medi-
da do projedos de vingaoc,a de um ju /. iodo apal-
onado, parcial e interessado '.'
De nana obsolulamenle ; porque o juizo supeiior
devrra' decidir pelo provado dos auto.
Alem ili-su quem ha por ah tilo imbcil, que po-
den lo defander-sa victoriosamente na formc,ao da
culpa, reserve se para os incommodoi a dispendios
de um recurso ?
Por maior qu aja a deva sir a confianza depesi-
lade ne proverbial inteireza do Exm. Sr. Or. Frailas
llenriqoe, Iip do dever do Sr. mjnr Pinhci-o arnm-
paiihar o processo desde o seu primeiro alirerce, a
desviar a uecessidade desse recurso com qoe se o
quer embalar para consummar-ie fcilmente o gol-
pe premeditado.
A seguoda objecrjlo assenla em urna lo extica
intelligeucia do direito, em urna ignorancia Me pas-
mosa da leis do processo, qoe s pode convr a al-
gom mao aprendiz da escola de Pegas e Cujacio. Com
elTeilo, dizer-se para o publico Ilustrado, como di.se
o desapaixonado, que o Sr. Estelhla esta' constitui-
do no dever de julgar a responsabilidarie do Sr. l'i-
nheiro, porque esle a cada unante o deiresputa e
desobedece cmtudo, he proferirle eom solemnidade
um grande para.loxo jurdico !! E donde dednzo o
desapaixonado ama lal dooliina ?! O arle. 66 do
cod. do procesio e 218 do regulamentn de Janeiro
asim o delerminam com groada Menee moral ?
Se islo Cora exado, feriamos o fatal absurdo de
haver um caso em nosn cdigo, am qoe a parciali-
dade, o despeito e o odio, elleilos inseparaveis da
desobediencia e da injuria, podesem lesalmenle x-
ercer as sagradas fiiucri.es do julgamanto em pro-
pria satisfcelo Mas a raz.lo condemna dootrin
hloaxlravaganle, e a hermenutica repelle ene me-
lhodo brbaro da interpretar as leis contra es dicla-
mes da natoreza e rJajaitiea, levando 01 legisladoies
aabsurdos escanda loso. : logo, e o desapaixonado
lifesta alguma leve norjio das regras da inlerpren-
C'o jurdica, reeouheciria ao primeiro sulperie vista
a impnssibilidade moral dessa memoravel rielermi-
113580, que descubri noa arls. as. ; recouheceriam
que elles, quando a per do caso de fnrmicao de cul-
pa, eieepluam o de desobediencia, sa referem n.lo
aos juizes desobedecidos ou injorados, qua nao p >-
dem fuuccionar am caso propno, pi>rem sim aos !)-
gimos sobstilulos, quem a le lem encarregado
especialmeulo o c.inhecimento do caso de desobedi-
encia ou injuria ; e eniao se leria alvo da mai cab -
vel applicajao do anligo proverbio, que diz.
Legere et non inlelligere,
K-l melius non legere.
Ietn o desapaixonado aleuina tintura do qfie pres-
crvem os art. 1, 201 e 204 do co '. do proc, reto-
cados pelo K6 do mesmo reg. de Janeiro /
Nellee esta' o seu ullimo desengao a prova plena
do que lira dito, e e ler no primeiro as palavrasit
en.lo e-te o desobedecido ou injuriado, peraule o
|in/ Hippleiile.e no lercei.ot.) in-l. .1 h-- '
decido ou injuriado l.ouv.r sido o juu moiucip'i, 1
(aqu esta' a carspur;a estalllana ou o delegado ou o !
subdelega lo, lera' feilo (id etl, o processo) pelos seos I
-op| lentes, ; por cello nao poilera' deiaar de con-'
feasar se arrolhado de cara e cabucho com grande
alcance moral, ese nao for la' doe mais reluctantes r
soberbos, apostamos qoe al entregara' as r.dir-s
maos a frula ca' do filhode|mea pa.sem dizer arrela'
nem invocar o predilecto Wescenlao, a menos arro-
jar se desorientado no vicioso acervo da inlerjeices
ailiinni-lralivas oh oh oh ah ali ah etc.
Bem san, por ser cousa velha, que urna siricoia
he expressao de vaqileiro, e pois o Sr. Eslellila pode
dar-lheinformarr.es bem fela he capaz de ol.ja-
ear o almadio mais bravio e presumido de uas
reveas.
Poriaoloja vO o deiapaixonada que a r/So das
desobediencias e injuria) commellides pelo Sr. major
l'inli-no contra o juiz municipal K-lel'il.1, quer n-i
axercicio de suafiiurc.>a, equer tora delta, s pode
proceder para qoe este fique constiluidu no rigoroso
dever de o nao processar, de nao poder ser seu
{leader.
O de-apaixonado ao puso qoe confessa, o encar-
rega-se de propalar essas injuriase desobediencias
do Sr. Finheiro contra o seu aecusado, qor contra-
dictoriamente que entre elle.-., existe desnic,3o po-
ltica, urna simples inlernipnlo daa rela;nes amisto-
sas '. e lia para rhegar a esse fim fabuloso, que liara
a seu gpiln o lado do pretendido desposorio da
Gima, tilli.i daquelle major pelo Sr. Joao Domin-
gus da Silva Jnior, ailribuuido o eu mall'.gra-
menlo a sen iros oHiciosos, a proleiaces calculadas
do Sr. Eslellila na qualidade de juiz !
S tiramos e-lancados (liante de tanto des-
f.10.11111 ni,, em prostituir-se a verdaile, estamos nao
menos alisarlos peraule a qu.lidad da defaza, que
nada menos importa do que orna publica a solemn-
conli-sao do crime previsto no ai I. 139 S 6dn cdi-
go criminal '. porque se a Exma. llha do Sr. l'inlu-i
ro he de maior id.ole, se tinha o direito de e-colber
esposo sem o prasme palernu, se se arhava csela 1.0
convento da Soledade pela respectiva regente de
couluiu rom seo pal, ese reclamo ao juiz contri
ese seu estado de oppmsao, como lodo diz o des-
apaixouado ; liaba oSr. Eslellila o dever de deferir
sem demora esse reclamo, reslitnindo-lhe a liben!a-
de precisa para exercer o seu direito de escolha ; e,
se alie o nao fez, e anles demorou contemplativa-
mente a providencia requerida, prutelando .- inoli-
ii-aiido todos os patsus da parle, he vi.to haver-se
coii.liloido prevaricador, e ler o Sr. Domingos J-
nior o direito de respousabilisa-lo, servindo-se para
islo do jornal em que se eche ISo eudaciosa con-
li.sa...
Defezei desse lole a podem ser impinzida ao Sr.
Eslellila que, leudo cabera de queijo, < Iha para-1
as cousas a maneira de bi par palacio; do con -
Irario elle lena logo e logo acudido a diln em voz
aln-.011 ule : Tib, Sr. desapaixonado 'Iib !
Apre Apre S'. meu, reseilo a su defeza, e para
que niTo seja ilo papalvo, condemno-o, inlerpondi
0 meu decreto judicial, a (razer-me es ventas na
lorma de Ado..... pelo lapso de Irinta dias I
lal he o resultado do manejo da f ,l-i tale para ir-
se a pratica de urna injustica clamorosa, sep. coma
for !
Entretanto, Lo qoe promplos estamos para ra-
ponsabiliiar o Sr. K-ielhia pelos seui fado reaes lio
smenle, nlo a-sentiremos nes-a injuita imputero
que se Ih faz, e antrs proclamaremos sempre que
elle, no impulso de lirar una desforra do eu iuimi-
go, Irabalhoo sagizmenle,|de accordo com o vigario,
pare levar-lhe aos labios o c .In, da amarenra : o
mallogramenlo de seu odioso plano lava por cansa
unir a actividad e o espirito preveul.vu do Sr. me-
jor l'inheiro, alm dos auxilios de seus vrrdadeins
amigo', a da tibieza do mesmo Sr. Eslellila, que si.
busca morder uas Irevss, simulando querer benefi-
ciar no mesmo momanio, em qua machina Irucida
a victima incauta do seu rancor.
Por nao querer.!!. mover luscepliliilidades nada
mais aJiaul-mns sobre este ohjeclo, (cando -em res-
posta o ep.llielo de fidalco e oulros igualmente ir-
nico barateados ao Sr. l'inheiro.
Nemo dat, ni! quod habel.
Se e vista do expenlido, fica evidente o impedi-
mento procedente da uinn/.i le capital a respeilo do
querellado, e ile amizade intima pam com oqueixc
so ; seiiam os Srs. Ihiirificanles mais felize na con-
futarlo do que e refere o tuleresie particular 111
derisjo da causa ?
Vejamos.
.Ne-i piulo mui da leve locou o Senlinella ; o
qoe se deve aKribuir menos a descuido do que a *a-
Kacdade a senao pralico, que 9 fez reconhecer us e<-
pinhos desta paite da q. e-'.io, a aconselhou-lhe o
silencio como mais prevali, filas o desapaixona-
do, que nao mo ie alho e nem levz, e que, egun-
do revela, esla' anula pseanto o pesado Iriboto da
impericia, desorganisou completamente o seu syatt-
ma de defeze, sallando de novo as enea do Sr". fcs-
tellile. e empurran do-Ib;' de rijo, no meio dos ala-
go, o de-api-da lo sovel.li! do descrdito lira '. que
um in desapaixonado maraca foi c he o duende do
Sr. Eslellila ; pe-lhe por si maneila, de qoau-
do em vez as venias no po e a trazeia pare as es-
trellas Irra !
A prova esle' na segointe n.nli>..i : a O fado .le
haver o juiz prnces pelo Sr. vigario, nao po le ser Irazido para aqu ;
pois qoe elle e nao comprometteo com islo, julgan-
do-as por acha-las, como esiao, certa, elr.s
Mas, Sr. desapaixonado, se sobre a certeza desses
cotilas he que vena a queslao, porque ellas foram. a
face de certi.iei aulhrnticas e de nulrn documentos
do pimho e sieual do vigario, appellidadas de frau-
duleiHas ou "ladreadas pelo Sr. w. r I inbeiro ; ..
ellas, na verdade, encerram arligos l.1 inverosirn.'is
e contradictorio*,qoe ferem a vistas de qualquer pe-
lo escndalo que apresenlam a sa a despeito dis.c
fora_m reetbidas, approvadas a jolgadas pelo nrave-
dnrMe ra clla, que be o juiz processanl ; e se :-
ii.ilm-iil.- f,i o mesmo juiz promiscuamente aecusa-
do 110 artigo responsabilizo, atlribuindo-lhe o que-
rellado eeguelra malicio-a e por ronseguinle
parcislidadr, contcmplarao e alie ..-.lo nesse aclo de
seu emprego, segu*-se iiironteslavelmeulr, nao s.i
a ruinpliiidada do Sr. F-iellila no defraudamer.lo
operado c. nlra os renlimenlns palrimoniaes da ma-
triz d Coiauns, se nao lambem que Ihe cabe a qua-
lidade .le lit consortes 1.. respnr.9aiiil>dade
intentada, alienta a cnnnexo da accu>a;.lo un; re-.,
a signada pelo Sr. l'inheiro, eoamplx. d ai 1 f-
feil.n, 10 meiin moraes, do processo instaurado.
Ora, o cmplice he natural e particularmente in-
leieado na occullaro e impuntdade do fac i cn-
mnioso ; o lili ron.orlo lambem o he nu
Inumptio d-i lide, e o inleressadn ns deci-ao de 1 m
pleito, segundo o dir.ilo. nao [(de exercer sobre
ellasfuncc.r.eadejuiz: logo he irrecu-avel. que
lambem esle impedimento procede contra u forma-
dor da culpa do Sr. I'inluiro, sendo san lice ilirer se
que elle se o.U coraprometleu com esse tscandaliso
julgainenlo.
O exame e revista anterior do promotor de ca-
pellas e residuo, he que nao podem ser trazida pa-
ra a 11 como motivo de e-co-a : se algoma con,a
ellas provam, sera' iaualmenle a c. mplleidade riese
empregadi; c nem o crime daixa de o ser pala par-
ticipado de muitos, pela communidad da respon-
sabilidad enlre diversos.
Tudo que nao for argumentar por esta maneia,
rom o rigor dos Tactos a do direito applicavel, he ra
i Iluda enioelive t desprezivel, Sr. desapaixonado.
1 Astim como da certeza da om faci so pode mar-
char para
volvem na
realidad do oulros mullos, qua se en.
ompUiidada de sua existencia ; assim '
laninem a deinon.lrar.io de cada verda.le lie a por-
ta do desrobrimenlo de outr. militas, que uo m\s-,
teo ou no olvido Ihe servem de satellile.
Ora. eslaudo demonstrada a i.regulari.lade c
me-mo a rriminalidade do comporlamento do Sr.
Eslellila em grave detrimento dos direitus de rie-
fez%do Se l'inheiro, porque se Iho tem imposto
para julsarior de seus proprios fado, alim de sl-
vense da responsabilidade qu Ihe compele, smei- :
lando aquelle a penas indevides !S I.' 3. parle do
arl. 129 do cod. peo.) ; esse mesma demoustracao
he a porta pela qual se vi ao conhecimenlo dos
motivos immoraes, qoe Ihe bao grangeado os pudres
insensos de alguna famlicos, d coja horda insigoi-
iic ii.in.irna se sobresaliera o desepaiionado e oieu-
linella.
O sentinella ba o advogado do vigario Alves Viei-
ra, exerce sua nobre profissDo no infeliz audilurio no
i ,-!'"''*' e "le8,e etpera a preleuda favore, qoe
o habilitem para ter em la beuca nina boa porjao
de lit'saiil>s he mais o candidato iinmnl-vel do
eirrulo doseu Ineaenado a represenlajao provinci.l,
a qoiea a geral, poslo qua sempre mallogrado : por-
lanto, como e o privar do direilo e da grande hon-
ra do elevar o turibulo da lisonja aos nanzes, as fa-
ces al..loa las de seu protector ?
Como a o desviar d. defeza conlralada de leo
guapo constiluinta '.'
Prelende-lo sena injustCa ,a violencia con-
tra a soa qoalidade d cidadao bnniairo, mas lam-
bem pretender elles que o respeitavel publico, ja in-
icua lo de ludo, jure em soas palavra, que o ou-
lros o acompenhemos na proveitosa mi-sao de en-
diosar um hroe IAo lamoso, lio gangrenado peranle
a lei a a moral ; seria duplicada violencia de soa
parle, serie al necedade, porque o numero menor
deve cedar ao maor, o joizo de am ao de mullos,
mxime quando este se ba>a em fados roboslo e
iuconqoislavcis por sua arrebatadore evidencia.
A'iim llenaremos de parta o leniinelle al qoe
tarde Ihe chegoe o desengaoo...
O de'apaixonado foi in aliqoo tempore o me-
rac do a Echo Pernamboeano propalador dae
gentilezas e Lellos feitosdo Sr. Eslellila Caval-
canli, e ha por ehi quem possoa os seus pedacinhos
de ..uro,o pumos para seren comparativamente Irans
criplos ; maa o qoe querem, e o que prelendem !
Como se nao havii elle agora melamorphosaar em
creatora sem paixao, desjando, contra al os di-
reilos\jlo Inste irnlinella, montar no foro desta co-
marca urna prodigiosa machina compoita pelo me-
lhodo de Wenceslao, ja se sabe, o muilo nolavel pe-
la singolar denominarlo debanca mooop .lislica,
rgoislica e oniversal.
Como ae nao havia melamorphosear, se elle por
ei e peluiicui necessila desse juiz echo desalmado pa-
ra lcitos arranjos hereditarios com enorme jaclora
de lerceiros ; se delle nao pode prescindir pera neu-
Iralisar certas golpes ja descarregados pelo illostrado
e integro tribunal da relajao em acto de clamorosa
insistir, a para procraitinar oulros pendentes I
Como se Ihe deve ser moito a muilo grato por um
celebre e injuridico desempate nm orna vesloria de
grande alcance ?
Como, e como .' ? I .' I .
Oh se ha nesle mundo melamurpliosejoslifl-a-
vel e honesta, a essa cabe om lugar diatinclo ;
porque, sesumlo a nl.iloioph a da panra. estn arima
'' '"'.......... i mi- re., le mil ll v-, por !.,
lama soiai >,h. oulro ili-peu.lio mala no que
urna boa hemorrhagia de deslampatorios insulloosos
contra os collrgas encanecidos no furo ; um bom
productivo engenlio de assucar independente da com-
pra e de rendas, gema quem geraer, Ierras para aog-
menlo de outro independite de titulo a de marcos,
anles sepullando-ie algum.....que por ler ecular,
o ja estar carcomido, para nada maia preatava. e era
d juslica, que nhiive-e eua bata e fosse hebilar o
paiz dos quietos e da frescura, nina cdeiioleres-ada.
lutella do dos orpliSas mui pobres, ampia facoMa-
1 para .em receio do retroz, dir fricarles de queri-
leile em presas sexagenarias, que por uusadia obser-
MUTILADO
ILEGIVEL
van pimas de capim. onde sa repalle o eommonis-
mo, e ha exclu>ivnmo 1,1 rgido como a pedra, a pe-
nha, roca ou rocha ele. etc....
sela, porieriam lodos, e nos lambem, descolpar
a parvoice e bajulacoes do desapaixonado, se elle
sobre querer vender-nos galo por lebre, poupisie a
insulto e a provocar ,. que respirara o trechos e-
guintes de seu aranzel : cr eudo antes natural que
lenhi alguna des-ll'ccios e que algum saltibanro
Ouem o eer mais do que o intimo desapaiiooado ?)
leuha procurado marear a sua n-pul-nlo, o seu me-
rilo, e moralidade exemplar etc., ma o cerlo he,
qu satas1f ammalejos.quede rastos procurara mor-
de-lo, e envenena lo, nunca o conseguirao e em
lempo algom o farao ele. Quem ja o caluinniou e of-
renden sem estremecer com o grito de n.eni- ? E
quem o cousegoira junis sem apena da calum-
nia, r.
Ora, mi., leudo o homem sem paixao guardado os
limites de orna simples bajalaCfls, e anles excedido-
se de modo lo irritan!, licito nos seja er-unlar-
Iha : quem dentre os mercenarios aduladores desse
Siaaaet ja se enlreguu ;i umn ref.ilarl.. especificada,
regular e aoalyliea dos fados espantosos publicados
contra elle ?
ns. senhor sem paixao, na folia de uniros j o P-
zcales ? A o contrario, como todos bao observado,
-11 len.l. s cultivado a s-ra dos vaniloquios, dasca
declamicf.es, des aflronlas, daa calumnias, e das in-
vrrlivas contra os tostel rivaes, evitando, com toda
cautela, os focloi o rigor de urna argumenla^ao
verdadeiraroenle lgica.
Ser ee melhodo de defeza capaz de justificar a
aluuein, e de levar a ennvicrao ao espirito publico ?
Nlo cerlamenle ; anles he elle por demais irapro-
ce.lenle, porque prova a loda as bases futilitade de
fun lamento, Talla absolola de razao, e a dolosa in-
lanrao d p"ilurlnr-" o curso natural da discui-
sao, para que a verdade nao apparer,a em tudo seu
hnllianlismo.
Se queris seriamente justificar o vosso idolo e
captar os spplausos do publico sensato, aban Ion 11 es-
sa terminologa dos a;ousues, das tabernas, e dos
pr. .liblos, que vos he congeulla ; tomai a posic,ao
grave e honesta do verdadeiro dialctico, o respailan-
do es pessoas de vossos impugnadores combalei em
ordem lgica os seos raciocinios ; amarrai-vos aos
fados, e por meio de urna refalara- frisante a vigo-
rosa, mostrai que sao falsos e calumniosos os segra-
les, que para Ihema vos damos por ora :
Primeiro, a eslipularo a recebiraenlo indevido da
qoanlia de 2OOO00 pela insinuarlo do dote feilo a
Feliciano Hi... Jess I.uro, .j, cujo faclu existe
urna declararlo do dotado, impresia no Echo P.r-
nambncano e cinco lesleinunhas maiores de lode
excepto ;
Segundo, o facto extraordinario e memoretel do
alvar da iicem.-a concedido a mullter de Luiz The-
molheo para vender como venden lodos o movei,
semovente, a raizas do casal do marido. Picando este
reduzdo a indigencia, e lendo caado victima da
miseria, a da bexigas por occasiao do frequentar a ci-
dade para dar pressa a liria, ou accAo de nullidade,
que prupoz contra semelhantei vendas ;
lerceiro, o fado do ter elle possuirio por mais de
dous annos um casa a terreno a ijacenl do orphao
Felicio Freir de Andrad', qoe por interposta ps-
soa, e sendo presidenle do acto na qualnl de orphao, a fez ai rematar em hasta publica, des-
viando muito concurrentes ; coja cas vendeu por
ultimo en nome do simulado arrematante.
l.lu.irio, o faclu d haver funrcionado como joiz
as cause civel a crime, proposla contra o major
Manoel (jomes de Alboquerqae pela enfraila dos
Hireseos, quando era parte inleressada na qualida-
de de innao e niembro da mesa regedora da mesma
coi.fraria, organisaudo contra aquello major um pro-
cesso aiili-juridiro, persegoindo-o at o ponto de
arrasla-lo a carieia, para o desacoro;oer oa defeza
de sua proprirdade ;
(afole. Os recebimenlo, Ululo de generoei-
riade do duplo e triplo da cnsa ronce.ti I- pelo 1 o-
vu regiment, ja em vestida, e j nos inventarios,
levando o escndalo n unge de fazer contar lre dias
de esla la em casaes de seis eaerevo e tres quartaos,
como succedeo no do alteres Fiancisco Antonio da
Rocha ;
Sexio, 01 inventarios por rommnsionalo, fim
de poderse ensendrur, drzesseis por dia, timo he
notorio le la pralira lo depoi do cholera, ageitaudo-
os termos no cartorio para occullar-ie (So inau-
dita violarao da lei ;
Stimo, as veacoc feitas aos inventariante par
vli......ir. 11,, logo que a faz r.-l .tos ben?, a importan-
cia rias cusas que Ihes arbitra ;
Oilavo, os presentes a favores olicilados e recebi-
dos de pe>-oas, que caprichosa a renliidameule lili-
garam e liligam em sua pretenea ele. etc.
Todo qu fiir adoplanlea, Sr. desapaiionado, a
conduela indicada, sei infructfero, sera agua car-
regada em cesto velh.., ou em cabalo de fundo fora-
do, que nao pode satt-fazer s le de ningucm ; por-
que a proseguirdes na carreira encelada do desati-
nos e convicios, resallara, ou Picardea abandonado,
qual rao hvdrophobico, na pf-siifera almosphcra, em
que s-m arraslar-se o b.uo. euimalejo de vosio
|aez, ladrando em as honras de um resposla, ou
eucoulrardrs quem areile a vossa useira dispula de
lnchela, e quer nom, quer noulro caso, o publico
licaii na mesma priplex dad, e em fundameulo
paia dar-vo os Implico- ambicionados, a para levar
ao capitolio o nosso hroe rumo juiz intelliseiile
illust.adoprobvirtuoso e de moral exemplar.
us invocamos u leslemoilio publico, acerca de
vuasa conduela, acerca do medo porque Mrete na
1 polmica, comminando-vos a pena de s-rds reco-
| i.hecido por lal., e vil adulador,p.r assassinu da ver-
dade. por apostlo da mullir, e propugnudor da
corruprao e immoralidade, caso deis a disco-sao por
vos 011 por ootrem, um uulie lietirogeneo a anti-
lgico.
bmquanlo ao qu dizeis obre o enrulo dos apre-
j riailores dos altos meiecimenlo, a lodos os re>peitos
I do voso amo, vos respondimos qu elle se encere
; em urna insignificante roda de litiiianles perliinchj-
res, o que nao confiando na juslica da sua causa*
le reronheceudo, pelo roolr. no. a exorbitancia .le
suas pcelenres, querem aproveilar. 1,1o bella quadra
de favores, compadresco*, e loda sorle de venalida-
des : e bem asnn em um ou dous advogados mono-
polistas, que cun.ideram a lisonja e a mentira romo
meios para ampliaiem na lucros da banca em preiui-
l zo dos collrgas, os horneas independente* e honeato
..la comarcal tqoaei lolelidade de seu proprielarins
e fazendeiros, repellem de si sse foco de immorali-
dad.s e desolajOis, odeiam-no de morle, e diana-
iiianle vociferam contra a losUleacif di. governo em
comerte-le nesla comarca, victima de soas ulones
e rapinageos lia mais de seis annos, e de seu genio
I inlriganle malfazej... Esla he que he a verdade,
e a prova eel nesses protesto represenlacoei pa-
I blicadas pela impreus, e dirigida ao governo pro-
vincial contra ella a eu digno par, u ex Mtaada
enuole Ierras. *
O nuil para oulia vez. Son o
Dr. dos destino nrgrrjado.
CondirSo do empregado publico. Nao se podi
duvilar.'qoe de todas a cla-ses que exisltm na >o-
cirdade, he 1 do empregado publico a de prior cou~
dirao possivel, porquaolo gasta o homrm toda a sui
mocidade, adquir achaques, solTre privajes, e por
fim quando ja n,lo Ihe he possivel prestar usus ser-
Cm, urna apoieuladona se d como urna recompensa
e minias vezei quando a morle j se vai avizinhand
delle; m:;, felizmente anida a'im gozara estas du
beneficio do governo, ao passo que o empregados di
cmara muncipal lulando eom as mesma dificuld-
des, e prestando os mesmoi servie/M, sSo condemna-
rjos a Ir.balb ,rem alo morrenm, porque nao gozam
do tened, i,, de aerem aposentado : e porqoe .' por-
que ninguem e qoiz lembrar anda de promover o
leu melhoiaroeolo. Talvez qoe se no responda que
e.c.sos sendo oe rendimenlos municipae, j nian
p, dciia os rus c. f., silrecarregar-se de d.spezas
.0111 aposeiiladoriaa dos empregados da cmara. As-
ura o eremos, mai olo podemoi demr de dizer que
se pelos corra municipae nao pude ser feila ena
despez, curapre aos legisladores remediarrm esjo
mal considerando a eise empregados como provin-
eiae, embora prestem elles os seus servidos na cma-
ra. Temoi vino moitoi empregados em commissae
inteirameole diversas d 5 amprigo que necupavam.
e 00 entretanto contam os seus serviros, e com ellea
fazem j suai apomentadoriae ; ejam portantu
os erapregidoida cmara considerados em commistao
nella, que por esta modo se far urna eompen eliee (So merecida a essa cls*e de empregados. que
em esperance da aecesso, Irabilham loda a su vi-
da sempre eom meeqoinho salario, e qoando inutili-
sados lornam para sais caas maldizendo de 10a sor-
le, e por lio pnsara a mendigar o pi com que deve
n>elr a lome da iua desdilosa familia. Islo |,. bem
nornvel : 1 E vs, tenhoree repraaonlanles da pro-
vincia, consentiris que esse estado de coas >sim
permanec.a I Nao o eremos por eerto, e confiando
oa vossa reconliecida inlalligeneia, esperamos que
meihoret a candido da.a claiie de empregados.
Vamos dizer pouca coma acerca do drama El-rei
U. Joo 1 V 00 o Cagem Ramiro, coje represen!..
leve lugar.oa notlede 21 do correle, no thealro pu-
blico deela capital : lal he o dse.n qot mili irnos
por qualquer judo elogio ao digno empresario rio
nosu Sanl Isabel, qoe nos !m couqu-tado ,1 ivm-
palhia. pelo e-foir.w o sacrificioi qoe nao poup's, a
bem do iulere-se publico.
Com relerancia aus qoe lomaram parla 110 rirm-
penho dodram, principiaramoi pilo Sr. irmano
Franeisro da Oliveira.
Ouem nao admirou o leu tlenlo, vendo a natu-
rahdade de qoe elle se pusiuio 111 parle do Patn
lia in in..'
Quem nao esperirainlou docei emojin, leudo vi,
lo Kiroiro, no Sr. Germano, eibindo peloe degr.101
da nobre ambijao, rhegar a alturas de aspira.- .es
que atlingia, pera po o reprehender, que exprobaie sua condicao e me-
dir a dislancia que os epareva ; para vencer o co-
raoo.ohiec por lim a mao detse aojo, qoe adorava uo
irdor do enlhusiasmo ?
(lile... ,|. ,>,. ,|a a.niir a alma tranport '" ......' ""' "..... 1.....11. 111 .gil.
caiacleii-auo emu a nobleza de Kamiro, repellir
ouro de l). Joao de Alemcsslro, esmagar com age-
nerondade a exprobrafes desl, que teelemunbou
eu panera ajoelhado aos p de sua lidia, as galas
do rendo, implorando o seu amor a ao racimo lempo
o seu periao ; derie arehanjo qua Ihe roubara a
Iraiiquilltdade, que o litera ooiado na conquista da
um nome, para vencer tu ambicio, para vingar-sa
por meios generosos, de ullrages qoe tofrere / Oh !
ninguem deiiou de eeolir.
Nea pha.es seductoras, nos quadro pillielico
rio scenario, lem o Sr. G-erm.ino loger diatioclo o
seu talento he ame viclori o appliaso poloieu
merecinicnlo he a soa maior gloria.
A tenhora 11. Manoelj, repretentando a filha de
t. Joao de Alencslro, ou anles a bella Elvira, com-
prehrn leu e bem desemouhoa a sna parte. A ha-
Inlidade que lem. seus allradivo a don nalurae
aprendem fliicao a amabilidade de lorio.
Os d mihi. adores qoe ligararam no drama, u-
tislizeram com iotelligencia aeos papis. Aaradou-
nos, porm man, (perdoa-noi 1 luiceplibilidale rio
oulros. o Sr. pialo ou entes D. Joo do Mendooca :
sue giticulin;ao, leu porto eareclerieado, o aisaulo
de -na voz, u fizeram digoa de apreci-r.l...
Em qualquer oulra occasiao nao aremos lo bre-
ves. Aguardamos om dram de maior penssmenlo,
paia analysarmos o seu desempenho com man pre-
cisao.
M. F.
_ Lendo no Diario de hoje meo nome iacloldo
n'unaa liit d candidatos a depulacalo provincial pelo
primeiro circula do Kecife, .dieren I -i por um snb"r
eleilor de San Jos, compre- me declarar que nao
me proponho a e-l-i .;.io d 13o honroso cargo, qoa
ah me esforcarei para que recaa em peooa mais
habililada, como ta faz misler ao interetees da pro-
vincia. Agradec.0 cnrdialmeule ao Sr. eleilor de San
Jos o juizi vanlajuso. amia que im-nerecido, qoa
a di,;nuu emillir a meu respeilo, bem como lambem
Hgradero aos mais -rubores eleilore que igual joizo
tem manifestado, pelo que Ibes Bearel sendo gralo.
O lenenie-coroael Franca.
llecife 26 de oulubro de 1857.
HA LAGRIMA.
S. milito sentida morte do meu presado
amijjo, Estanislao Pjreira- d'Olive'ua,
olferecida a' sua inconsolavel esposa, a
t'yna. Sra. I). Auna Ignacia Pereira
d'Oliveira.
Mora, o qoe es t peraoU o homem ?
Vida o qoe ci t peranle a morle ?
,, (Boeage.)
Morreo .... E quera diria, que ha pouco dia Uo
cheio de srieja, e hoje, hoje exange a fri, paito dos
verme !..
Oh .' uparaco dolorosa oh mora inexore-
vl. para que iao cedo roubales a vida daquelle
qoe agora principiava a viver para arrimn da 10a
epna e de soa familie 1 '.. Na le romm.ive o pran-
to da viuvez t Nao la Iremeu o alfange, qoando ias
dimpar aquella victima innocente e cheia da espe-
rabas?! Corteite, emfim, o fu de soa existencia,
e prosaguei ufana loa marcha carnicefra, sem res-
peilir a humilde chora do pobre e o opulento pala-
cio rio rieo !
I'eieceu Estanislao Pereira d'O'ivaira. l'erden a
patria um bom cidadlo, a esposa um desvelido o
cennhoio marido, a o liomeo um excellente a-
migo.
Kepous era paz ni celeste man-ao mai nma al-
ma pura.
Vate e don anoos contara apena, qainJI* ai
podas do sepulcro se abriram para elle Morreu,
qual mimosa flor que, deseccada pelo inleusidad do
-ot, mal sa pod cooler em sua lia.lea a derru-
ir.11-e buje rojada ao p, aua essencia he nada I!..
I ara que tanta melancola, qaindo certo, n< temo
orle igual t Eoiogai o pranlo, viuva desvelada
rui.lai da vida para o Pilho que voi fica, e, Dos vo.
amparare. *
A ierra Ihe seja live.
Jaijme H. (lome* di Sika.
0 Ur. Antonio da Cunha a Figoairedo, presbitero
culr, lente de inslituices cannicas no semi-
nario episcopal da cidade de Olinda, vigario geral
e juiz doi ca.menlos desle Pispado d l'eroam-
buco, pelo Exm. e Bvm. Sr. D. Joao d Purifica-
cao Marques Perdigao. bispo de l'ernamboeo e do
coneollio de S. M. I., a qoem Deo goerde ele.
Far;o laber aos qua esla virem qoe Manoel Joa-
quim do Ar.iujo Lima me litera um pelirgo, dizen-
do-meqoe quena josliPicar a amencia de sua molhrr
Barbar Mana da Virgem, e qu Iha mandas p(i-
ar carta de lirios pare r citada a lupplicaria pare
rallar aoi termoi de um libello civel de nullidade de
matrimonio t primeira de.I. joizo, e para todoi 01
man ler mus judiciaaa e eilrajudicl.ea, a o qoa man
for necesiario ate ual seuteuca, eoil pelirao enri-
me preienlada, man lu por raen daspacho joiliPicas-
se a ausencia e incerteza du lu^ar, o qu. riio pelo
lopplieanle, sendo lodo aotaado, e me feilo os eu-
los conclusos, depois d ouvido o Dr. promotor da
loito, dei n senleuca do iheor segoinle :
Em visla dos eotos jolgo pur lenteur-a a presente
ju-iilicarao e costas ; e mando que e proceda nos
termos da eilac,ao da mulher do josiificanle por edic-
tos, sendo estes lambem publicados as folhas mais
publica- de11 cidade, da cidade de Ma-en. provin-
cia de Alago, llecife 22 de oolobro de 1837..An-
tonio di Cwnha e Figoeiredo.
E nao se conlinh maisem dita senlenra, em cojo
eumprimenlo e paoo a pre-ente minha caria de
edictos pelo prazo de 20 dias, a contar de eua pobh-
carao, pela qual faca saber aos pas, irmaos, pren-
les, amig s runhecidos geralmente, qoe della live-
rem nolici, Ihe digam e dem a saber em como por
esla he ciada a reqoerimenlo d. dito seo mando
M.noel Joaqom deAraoja Lim para fallar aos ler-
inos de om libellu civel de nullidade de matrimonio,
e para lodos o man termos e a- lo judiciaes e ex-
tra judieiaes ale final .entenc... a qu. passados 3U
das depon de sua publicar.So deve eslar em jateo
con, dito seo mando na forma da lei, e o ponaio d
odilorio dar os pregoe rio eslvlo e etxara' esta
oth", ? e-fome. o poblicara' pela f-.lha mii,
poldcaile.ta provine, ed.l Aligo.,, pa,a c|,ei.,r
a noticia de lodo, e de dila ausente, par, queem
e upo algum pasta alle "l*o para coiislar. Dada e pagada nesla cidade de
; (Huida bispado de I'ernambuco aos 2 da do mez
de ooluhro rie IN".?, Inges.mo-.evlo da independen-
cia e ,1o iraper.u do Brasil sb meu signal e sello, 00
: velbe cm selo ex-caua.
Eu M.noel l'ereira BrandSo, escrivao que o escre-
vi.Antonio da Cunha e Figueiredo.
Ao selo :HM) rs. Valha sem selo ex-caue.-Figuei-
1 redo.
Carla de edirtoi rom o prazo de 20 dia, a favor
ue Manoel Joaquim de Araujo Lima contra sua mu-
lher llarb.ra Mana das Virseos, pela qual a rila pa-
ra Tallar aos termos de um libelas civel de noli dad
, d mal irmiiiio, e para lodos 01 mai lermo e acto
jodiciaes e esla judici.e at final enlensa.
Eu fallaria a um dever agrado, o da gralidao, se
diiics? de dar ao Exm. Sr. couielbiiro Antouio




f**** de Atavado, mu publico lesteniunlio de uieu
re conhecimeoto, pela manen urlun.i a pollde, com
que f tnpre se dignou tr*ler-me.
No periodo de qusei 1 i annos que Uo Hianamenle
aterreo o cargo da presidente da relacSo desla pro-
vincia, >, te. smenlt- anasriou o respailo e aflei-
cao de seui subordinados. Permilla-me, porlanlo, S.
Etc. que, aero olTen assim os sniliinenlon qua rae animan), e que faja
oiri voto pela tua felicidade bem catar.
Amonio Joaqoun Ferreira de Carvallto,
tseriva-i da apptIla{oet.
fuwo n* mntMiico mp iim,
O Vatok do Rio Formoso ou o SED Redactor.
SONETO.
Esta imroondo Vaporqae ah ae rende
lo chelo de convicios, Uo raileiro,
Obra por csrlo he da om arrieiro,
Qae o odor da poiailga oda reieendt.
Com a baba immunda deneR'ir pretende
Todo mrito aliarao vil rafilro,
E com emboitei mil o paiqutnelro
I rocora itso alcanzar ; ninguem Ihe allende !
Mentir, vituperar, eis a ana arle,
E portaudo-e assim este li.iud.iluo,
A penua vende a qoem Ibe pague e firla !
Que imana lida que improbo trabilho t
No prelo a descompu', em toda parle
I i-u I" apenas jus para o chucalh I I !
C. L.
i
GC-WVM*^
CAMMOS
Sobre Londres, 27 l|2 d. a 60 d.
tarto, 316 r. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Hio de Janeiro, 3 por 0|o de descomo.
Aecao do banqo 50 por canto de dividendo por con
la do vendedor.
eompanhia de Brberibe irSOOO por aceto
a coropanhia Peroumbucana ao par.
e c Ulihdade Publica, 30 purcenu. de premio.
Indemnisadora. 61 idea.
da estrada de ferro 20 por Oin de pram o
UiseoDto di leltra, de 8 a 9 por eenlo.
Acsflea do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncas hespenholas. 299500
Uoedsa de 69400 velhae ....
69400 nova.....
f 4a000.......
Prata.l'alacoei brasileiro*......
Peaoa eolumuarios.....
meiicanoa......
11-13 cent.
10-19
5-8
*96
3-93
3-93
309000
169000
169000
9900(1
29'HJO
JOOO
I986O
AI.I-'.lMlKtiA.
BciniDLUtu Uo da 1 a 24. .
Idein do "a 26. ...
5/6:3351033
13:5489303
.9:904*236
Descarreiam hoja 27 de outubro.
Barca franaaiaAdelecemento.
Barca inglezaliermionecarvao e lachas.
Briijue porlugaezCarila e Ameliabacalhso.
Brigue purtugueiRelmpagoarelo, cal, e vi-
nagre.
Brigue porlogaezTarujo Idiversos seeros.
Brlgue portuguez S. Manoel cauas de vinlio,
sebo e cera.
Brigue inglezZnkamtreadorias.
Brigue dinaniarqoezFroJedem.
Brigue dinamarquezJennyfamilia e papel.
Patacho hollandez Aeraercadorias.
Lugre dinamarquezUvaralaboado.
Bngoe ingle* Waller Sainebaealhao.
Brigue brasileiroMineranl pipas vasias.
Patacho brasileiroAmazonasfumo e 1 turulo?.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazen -a
com gneros
Total
V.'lamas uirtidoi
f B
eom fazendss
com gneros
Total
CONSULADO GERAL.
Kendimenlo do dia 1 a 24. .
Ham do dia 26.......
58:9913319
992all8
59:98fS37
DIVERSAS PROVINCIAS.
Readiincuto do da I a 24. .
dem do dia 26.......
1:4401490
I6I92
1:1869682
DESPACHOS DE EXPOHTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA C1DADE NO DIA
36 DE OL'TUBnO DE 1857.
LiverpoolBarca americana Julia Cobb, N. O.
Bieber rj C. 3 duzias de Iravss de jacaraada*.
tlodtPreUBrigue porloguez vLala lia, Isaac,
Curio cV C. 261 barricas assucar branco
Loanda portugoez Portador, Tliomaz de A-
quino Ion-era & Filho, 46 barrica* assucar bran-
ca) e maecavado.
I.isbaa Bngiis portugus Aclivoo, Machado &
llantas, 50 saceos gomma.
EXPORTACAO'.
Araealy, histe nacional uDuvidosoo, de 431)1
toneladas, conduzio o soguiut* : 362 volumes g-
neros cstrangeirtis, 52 ditos ditos uaciunaes.
RECE IffcUO RA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Ren lmenlo do dia 1 a 24. 10-5819715
dem do dia 2G....... 6649523
4:2499238
CONSULADO PROVINCIAL.
Hen lmenlo d dia 1 a 21.
dem do da 26. ,
31:1819757
770/406
31:9520163
Wtotemw* $3 po%:o
Navio entrado nu da 25.
Rio de Jaueiro 7 das, barca ingleza
Woods, de 437 toneladas, capillo I. L. Blooin-
lisl I, equipagem 16, em lastro ; aSsuudtrs Bro-
thers Aj C. Perlence a Liverpool.
Navios enl ados no dia 26.
Ricliimcm 135 dias, barca amerieaua ConradoD,
de 317 toneladas, capujo Suliborry, equipagem
13, carga 2,428 barricas com familia de Ir :.i ; a
Koslrnn Rooker & C. Perlence a Philadelphia.
Liverpool55 das, tingue inalez uEtcelr-ior, de
260 toneladas, capilo I. Davidson, eqop.igeso
II, e'rga faz>ndas e mais gneros; a Rostron
Rooker i\- C. Perlence a Liverpool.
Navioc sabidos no mrsmo di.
Rio da PralaBrigue hespsnhol Amnislaa, rapl-
Ue Jos F011I, carga astocar e agurdenle. Pasaa-
g'iro. I). Ueraldo Lisa.
Asu' Barca nacional Planelau, com .1 mu.na car-
ga que trooie. Suapendeu do lameirao.
La moneda do 010 del Brasil du
20,OoO reis, del peso de 17
gramas. 926 milsimos y de
ley de 916 3|3 melesimos .
El guila de oro de F.stados-L'ni-
dos del peso de 16 gramas, 717
milsimos y de ley de 90o mi-
lsimos ..........
El Cndor do oro de chile del
peso de 15 gramas, 253 mil-
simos y de ley de 900 milsi-
mos .*.......... 930
El dobln de oro espanhl de
100 reales vollon, del peso de
8 gramas, 336 milsimos y da
ley de 909 melsimo ....
El Soberano Inglez de oro, del
peso de 7 gramas, 981 milsi-
mos y de ley de 917 milsi-
mos............
El Napolen de oro francez de
20 fiancos, del peso de 6 gra-
mas, 451 milsimos y de ley
de 900 milsimos.....
Las moaedas de oro de Cerdena
de 20 libras del mismo peso v
ley del Napolen de 20 fran-
cos..........
Todas estas piezas, siendo dobles as co-
mo sus subdivisiones por so valor relativo.
3." Comuniqese al poder pjecn CONSEL1IO DE AUMIMSTRACAO' NAVAL.
Tendose de proceder a compra de cimi-
sas de baieta azul para rrovimeoto das pra-
ministrarlo naval convida aos prricndentrs
a venda a apresenLirem-lhe propu.^t's em
cartas fecha as no dia 3 do ruez prximo,
as 11 horas da 11 anhSa, as quaes doclarc-se
o [menor prer;o, .sondo acoinpanhalas de
aa.ostras. Sala do coii'elho da administra-
Qio naval era 22 iIp mililitro de 1857. O se-
cretuiio. Meandro i. xiigues dos Alijos.
-----O lilm. Sr. Inspector da Ibeaouraria da f-
zenda manda fa/rr publico, para conliivimeulo de
quem inleressir pona, a ordem lircular ..o llic.ouro
nacional n. 13 de H dejunh* do anuo prjimo pas-
sado, abano Iranicripla, roto cando as formula* para
iiilerposir^lo dos recursos das decises da lb>"Oura
na para o Ihasouro nacional. Secretaria da (lirsou-
ran de fazeuda de Peruambuco em 20 de tulubro
de 1857.O ofticial maior,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Copia circular.N. 13. O marqoez de Paran,
presidente >io tribunal do Ihesouru nacional, para
obviar o inconveniente que da pralira de aprcaenla-
rem-so recursos ao mermo tribunal, iudrpendenle-
mente de informarAo das Ibe-ouranas de fazenda,
resolta de nao saber se qual o motivo da decisao, e
sempre ha delonga proveniente da exigencia de es-
clarecimenlos s Ihesouraiias e MlafjoM Oscaes su-
bordinadas, declara aos Srs. inspecores das referi-
das Ihesouraiias, que no tribunal do lliesouro nao se
lomara conhecimeulo dos recursos das decisoes das
Ihesooiarias, sem que por estas repatliro, 1 quem
a parles inleiessadas os devsro eiilregar, sejam
tiansmiltidas olTicialmcnle ao Iheiooru, arompa-
nhados das peludea e documentos relal.vos a ques-
13o, alem das indispensaveis informai;es fiscaes ; e
ordenar-Ibes que deem a esta providencia a precisa
publicidad?. Thesouro nacional em 27 de junlio de
1856.Marque* de Paran. CanformeJos' Se-
verieno da Rocha.
Pela conladoria da cmara municipal
do Herir se faz publico, que o prMO mar-
ca lo para pagamento do imposto de carros
de passeio e aluguel, carrosjas e mais veh-
culos de condcelo, principia do !. ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
vel, e lodos quer deixaem de pagar no refe-
rido prazo, licam sujeitos a multa do 50 0|0
do valor do imposto. Conladoria municipal
do Recife 29 de setembro de 1857. O con-
tador, Joaqun, lavares Itodovalho.
- OSr. collector das rendas provlnciaes
do municipio de Goianna faz saber que em o
da de boje Ihe foi entregue pelo delegado
de-alo termo o escravo crioulo de nonie, Luiz,
natiral da comarca do Limoeiro, de idade
de *5annos, estatura alta, roslo redondo,
caballos carapinhos, olhos prelos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bex'g, preso uessa ridade a ordem ao mes-
mo Teleizado, no dia 3 de Janeiro do cr-
rente anuo, sendo avallado na quanlia de
1:20>9 ; pelo que chama-se a lo las as pes-
so quo liverein direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
blicicao deste, apresentem na collecloria da
dita cidade sua justilicac3o de dominio, a
qoalser prodzida peranto o juizo muuici-
pal desse termo, e lindo o pray.o menciona-
do ser arrematado em hasta publica, a (.or-
la do mesmo Sr. colleclur, preceden io-se
aiiuuncio do dia e hora em que bouver de
ler lugar dita arremeter5o, publicarmo-se
eete edilal pela impreusa, e onde maia con-
vier. Collecloria provincial do municipio
de lioianna 30 dejulho da 1857.-0 escrivSo
d collecloria, Luiz de Albuquerque Lins
ios GuimaiSes Peixoto.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
de azenda, em virtude efe ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, marca o prazo
14 dias contados da data deste, para que os
posseiros ou quaesquer pessoas que por al-
gum motivo sejulguem com direito, equi-
zerem obter a preferencia no aforamento de
urna porreo de terreno de maiinha em Fora
de Pollas, com frente para a ra do 1 ruin,
contiguo ao terreno o 104 A, de que he lo-
reiro JosJacomo Tasso Jnior, oceupados
com dous barraques de madcira, i|ue ser-
ven., ou serviram para leudas de lerreiros,
apresentem srus ttulos para serem toma-
dos em consideragao, e n3o o fazendo den-
tro do referido prazo, considerar-se-ha o
terreno devoluto para ser neste caso afora-
ivdo quem maior quantia offerecer pela dita
preferencia. Secretaria da thesouraria de
Pernambuco, 22 de outubro de l57. O olH-
clal-maior,
Emilia Xavie-|Sobreira de Mello,
8.a A csqondra Turca no Bosphoro e a-
campamento das tropas ele etc.
9 esquadra anglo-franceza passando o
mar Negro.
10 Bombardeamenlo de Odessa, os In-
glezes botando fugeles a congreve.
!!. Desembarque das tropas francezas e
inglezas em Galipolli.
12. Aesqualra anglo-franceza, em fren-
te de Constaotinopla, recebando as noticias
da Russia.
13." A sanguinolenta batalba do Alma.
1*" Ogrande bombardoamento de Sebas-
topol.
15. O presidente Mberun, emaesquadra
de primeira linha.
16. Os verJadeiros retratos dasprimeiras
personagens lo mundo
11. Os defensores da liberdade da Europa
em ljrlin. -
18.c NapoleSo I, botando oculo em frente
da Cathedral de Milito em Italia.
OsalSo estar aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada 500 reis.
TOiBoe vi:': <0.
para
o
j
ia-
ranhao.
O veleiro brigue escuna Graciosa,
capitaoe pi utico Jofio Jos de Sou/.a, re-
c< be carga par. os poitos indicadoi : a
tratar com Almeida Gomes, Alves &
Companliia na ra da Cruz n. 27.
Para Lisboa segu breve o brigue Ac-
tivo, o qual anda pode receher alguma car-
ga, como tem boas aecommodacGes para
passageiros : quem no mesmo quizer em-
barcar ou carregar, poder entender-se com
os consignatarios Amorim IrmSos, ou com o
capitao na praga docommercio.
189
1,271
1,460
209
fi8
277
ferro as 10 horas em ponto do supradito
dia, na mesma fabrica, tei lugar oleiluo.
Leilao
Vicente lerreira da Costa, far l^ilSo por
ntervcnc,3o do agente Olivcira, sfxta-feira
30 do correte, do seu sobrado da ra do
Hospicio n. 18 B, o qual se acha edilicado om
terreno foreiro ao Exm- monsenhor o Dr.
Antonio Jos Coelho, e a cocheira em terre-
no proprio com frente para a ra da Destiuo
He inutilalguma cousa mais publica acerca
da i'ousii ueran da casa e dos commodos que
elle encerra, visto que isso por varias vezes
se tem feito : os pretenderles que a quize-
rem examinar podcr-se-lulo dirigir ao Sr
Jos Rodrigues Peixoto, casa terrea junto.
Lcilao.
Que faz o agente Testana, quarta-feira 28
do correnle pelas'11 horas di manhaa no
armazem do Sr. Paula Lopes defronte da os-
cadioha, dos soguiotei objeclos :
25 barris c.im piso.
Urna porco .de rodas pequrnas para ca-
dernaes.
Lina dita dita para vergas.
L'uia dita de manilhas e rodas de ferro.
na dita de arcos do pao para austros.
- O agente Uorja, em seu armazem na
ra doCollegio n. 15, far lcilao de diffe-
rentes objeclos exislenles no mesmo. con-
sistindo em obras de marcineiria novas e
usadas, pianos de mesa, relngios de algi-
b Ira, de varias rjuali lades, obras de ouro e
prata, objeclos de porcellana para cnl'eites
de sala, candieiros inglezes e [ranoezes,
Ir.ucase vidros diversos para servido le me-
sa, urna rica botica homeopalhica rompa-
la, com os respectivos livros. e urna immcn-
sidaie deoulros muitos artlgosetc, qu se
ven eiao sem resrrva alguma : qu;iila-feira
9 uo c irrcnte, as 10 horas da manhaa.
Retratos a oleo
LICOES DE DESENHO.
5
G. MARINAN!.I LI, Itomano,ja mui conhecido nesta cidade, onde exorceu su arte como
PROFESSOR DE DESENHO em varios collegios de um e outro sexo, sendo dentre elles os de
madama Sarniento, de madame Thberge, da Sra. D. Anglica, de S. Antonio, o do Sania
Cruz ; prope-so novamente, como dantes, a tirar RETRATO v A OLEO, e a dar LICES DE
DESENHO, tanto em sua casa, como em quaesquer collegios, ou casas particulares ; sua
residencia he n RA NOVA N. 21, PRIMEIRU ANDAR, onde se achava o eslabelecimento
pbotographico, ah poder ser procurado a qualquer hora.
Na mesma casa encontrarlo os amadores urna grande; eescolhida partida de msicas
das operas mais modernas, sendo para canto, piano, flauta, rabeca, harpas, e oulros ins-
trumentos, a qual se vende por atacado, ou a retalho, e muito em coota ; ii > que seu
custo ser como em primeira mito e cerlamente mui inferior ao de QUAI.OI'ER MSICA
COPIADA Se lar* um batimento consideravel a quem queira comprar toda a partida, e
o pagamento a prazo.
Ha tambera um jogo de cordas de aples para harpa, c entre as sobreditas msicas ha
muitos mi-lhodus.
Feijao
No armazem do Bastos & Silva, deftonte
da Madre de Dios n 28, vendem-se saceos
com leijj branco viudo do Poilo pelo ulti-
' mo navio, por prego mais comtnodo que em
qualquer outra parte.
Arsenio Gustavo Borges, nilo queren-
do continuar cjm a botica sua. sila na na
Direita n. 31, pe le a quem se julgar seu cre-
dor, que comparo; 1 muuido de suas compe- \
lentes contas na mesma botica, alim de se-
rem pagas, isto no prazo do 3 dias, a contar
de boj'-, nao atienden lo reclamacao algu-
ma depois desta Recife 27 de outubro de 1
1857.
Avisa se a quem interessar, eeai ge-
ral ao public, que na mSo de Arislides lu
ai te Carneiro da Cunha e Cama, conhecido
por Padre, existe um cavallo castanho com
frente ab ra, do dominio e posse dofol-
leci lo Luiz Carlos do Frederico Sampaio ;
e por isto i.ilo poete o Padre dispor, contra-
tar, 011 licuar por qualquer modo o caval-
lo, que nSn Ihe perlence, e sim a m3i da-
qoelle fali.ctdo. isi.i ja oblevc do juizo
municipal da segn .a vara, mancan 10 do
manutenco de posse do dito cavallo, e en-
trega e apprehensto, o que nao pode effec-
luar-se, pu-que fzeram d"sapparecar o ca-
vallo, mas a todo o lempo que apparecer,
sera apprebctidido. Se o cavallo he real-
___ S--.., ,.,,,.; j mente de Aristides, so este esta de boa t no
Ir..,,,,;,.^" 1 1. 1estudan,es neKocio,entaoderia ler entregado o ca-
do quinto anno da taculdade de Direito. vallo ao juizo, e ahi disputar, e provar o
a leiunrem-se hojeas i horas da tarde nolsc" direito, com audiencia de pessoas com-
salaoda irinandade do .loin-Cousellio, no Petonls.que*So os herdeiros do fallec lo.
'0*#$ &.Wi$tt>8.
Attenco!
A
No hotel brasileiro,da ra da Penba 11 2 A,
ba mito de vacca das tercs-leiras o domin-
gos de tolas as semanas : convi-la-se a ra-.
pazeada e mais pessoas para o bom cha, me- ,
Ihor caf, e o ptimo cbocolafe ; no mesmo
hotel fazom-se li- iiihos de todas as quallda-
des para encoinmenda, com malta promp-
tida e commodo prerjo, assim como en-1
gcmnia-se e lava-so cam muita perfei;3o, i
asseio e pretjo razoavel-
Pmcisa-se i!'; urna ama para casa de
pouea lamilla : 111 ra da Santa Cruz 11 22,
confronte o oito da igreja.
Compra-sa lousa p'opria para cobrir
telhido: na liviana n 6e 8 da praea da
Independencia.
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, pie esto expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2G, das 9 horas
da manliaa as 8 da noite, bilhetesemeios
da segund 1 parte da terceira lotera
do hospital Pedro II, cujas rodas andam
no dia o I docorrente mez.
Thesouraria das loterias, 17 de outu-
bro de 1857.O escrivao, Jos Mara da
Cruz.
Lotera
DA
provincia.
Segunda e ultima parte da!9*loteria do
theatro de8. Isabel.
Nos i'elizes bilhetes rubricados pelo
acarac
Segu com muita breviJade, por ter parte
da carga prompta, o palhabnte Sobralense.
capito Francisco Jos da Silva Ratis; para
o resto e passageiros, trata-se com Caetano
Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia do Reci-
fe 11. 2.
I*ara o IIjo Grande do
Norte r. assu
sabe uestes dias o hiate Novo Olinda ifa tra-
tar com Thsso IrmSos.
Veiidt-se o patacho
dinamarquezPortun; -
de 121 toueladis, forrado
de cobre, e de primeira
marcha : sobre as condi-
yoef, etctera, entende-se
eom os eousignutarios H.
Briinn &G.f ra dasCruzes
11. 10.
Para o Hio O vjjSeiro patacho nacional Valente, pre-
tende seguir al o Din da prsenle semana,
tem a bordo parle de seu carregamento
Krompto trata-se com o seu consignis, rio
Antonij Luiz de Oliveira Azevedo, ra a
Crnz n. 1.
Baha.
\ vmva 1). Hara, mulhcr do finado
major Antonio Jos Uodrigues Sna, tome
muito em consideradlo a divida que seu ma
ridonSopagou ao engenho Tiuma, dio-
marca de Guianna e que emjuan'.o nao
satisfizer esse debi o, estara a cada momen-
to um sequestro sem i.inima contempla-
rlo, apezar do ter sempre o seu mari lo
procurado escondrijos pelo Pombal, e Ba-
lurit no Cear*, e avisa-so as pessoas do
Pombal, e Cear, que ja quizeram negociar
. esta divida que prodem ir a Coianna a
laz-se todo o nerfociocom asdi- '? l:'l respeito depois da data destes ha dous
Recife 2*
convento de S. Francisco, a tratarem de
negocio de intereste dos inesmos.
Aos Sis. locistas cujas casas tiverem
mudado de firma 011 de objecto, roga o
editor do ulmanak queiram mandar a
mudaocaa iivraria ns. (i e 8 da piara da
Independencia.
f Al te 11 cao
9

Para
.i
A sumaca nacional Amphitrte,segue para
a liahia no Iim da presente semana, tem a
bordo duus terQos de seu carregamento
rompi : trata-se com o seu consignatario
Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruzn 1-
^&i>&?$.
-- A camaaa municipal do Recife, faz pu-
blico para conhecimento do corpo eleitoral
do primeiro e segundo districtos des'a pro-
vincia que, pelo governo da mesma foi de-
signado o dia 22 de novembro prximo fu-
turo para a e cicao dos membros d > assem-
bla legislativa provincial, e convoca os Srs.
eleiloresase reunirem no mencionado dia
nos resaectivas collegios eleitoracs, alim de
proceder-se a eleic1o de c.onformidade com
o disposto nos decretos ns. 82 de 19 de se-
tembro de 1835; 1792 de 26 dejulho de 1850
e lei do 19 de agosto de I86, na tarte que
nfio foi alterada. Pbqo da cmara municipal
do Recife "22 de outubro de 1857I.uiz V an
cisco de Barros Reg, pro-presi lente Ma-
noel lerreira \ccioli, secretario
Pela inepeccao da alfaudega [se faz pu-
blico, que no dia 27 do correnle depois de
meio dia se bo de arrematar i porta da mes-
ma reart!cVi 2 pecas de madcira e Ierro
que cousliluem um jogo de carro, no valor
de joo- rs abandonadas aos direitos por
. A. Ruurgeois, sendo |a arremata<;ao livre
de direitos ao arrematante.
Alfandega do l'ernambuco 23 de outubro
de 18570 inspectir, liento Jos Fernn les
Karros
^^^C-&.
DE
SANTA ISABEL
13.'RECITA DA ASSICXATIRi
DA
EMPREZ AGERM A NO
necnlrada da actriz
IUni JilJABli DE SOOZi B1TANC0DRT
3t <3L> JT ca
lEKtA-lEIKA, S7 DE OUTUBRO DE 1857.
Subir i aceita a nioiiu applauliJa opera bra-ileira
cin I idos:
COM?.t\HHLs\
de paquetes inglese
a vapor.
At o Iim dttla ini pruvavtlmenle no da 29
tapera-s da Europa um das vapores desla cumpa
nliia, o qoal depois da demora do roslume seguir'
para o Hio de Janeiro toraudo na Baha, para pas-
sageiru ele. trata-se com o< ageule Adamson
llowie & C, ra do Trapiche iNovo u. 12.
vidas do coronel Lourenro Bezer- ';'
ra Cavalcaoti de Albuquerque,
fallecido ba pouco em Panema : O
quera pretender dirija-se ao lar- O
go da Assemblea n. 12. ^
Precisa-se de serventes forrea oti
esclavos para as obras da greja do Divi-
no Espirito Santo, pagando-se a l.s'120
rs. diario'.
Na audiencia do Dr. juiz municipal da
segunda vara do dia 28 do correnta, tem de
ir a praca por venda uns aderemos de ouro,
penliorados a Jise Ignacio da Assump^ao,
por execucao de Ignacio de I.oyolla e Souza,
por ser a ultima praca.
Desappareceu sabbado, 24 do correte,
a preta Joauna, baixa e secca do corpo, bas-
tante magra por estar om uso de remedios,
desdentada na frente, representa ter 35 a 40
annos de idade, e he um tanto surda, tom
no braco direito um M, marca de fogo, levou
vestido de chita zul com flores amarellas
ja velhoe panno da Costa azul com listras
de cores encarnadas, levou mais comsgo
todos os objeclos que conduzia a mandado
deseusenhor um bxlaio de compras, um
sacco com pou-a farinha, Uma cambadinha
le chaves, 106O0 em dinheiro. um lenco de
sed % amarello amarrado com diversos papis
embruiha los, tolos de importancia e valor:
roga-seo qualquer pessja que possa ter no-
ticia da diti prela ou dos objeclos, o espe-
cial favor ile appreh^nJe*l e faze- condu-
i-la e ent egar a snu senhor Antonio Bro-
chado Soares Gumar5e-, na ma Imperial 11
16, que gratificar a que n a trouxer.
--- Tem de sej|arrcmatad por venda, na
audiencia do Dr juiz de orphos do dia 27,
js n horas, o sobrado da ra da Guia n 42
pertencente aos her Jeiros do finado Silvestre
Antonio de Laage.cujo valor he de7000OO,
sen lo a ul'ima praca.
O abaixo assignado por seus afazeres
deixou de ser procurador do Manoel de Sou-
za Pereira. Itecit'e 24 de outubro de 1857.
Manoel Antonio Pinto da Silva.
Fu-a de e er-t vo
Desappareceu um mulatir.ho de 10 annos,
pouco mais ou menos, no domingo do Rosa-
rio dos prelos, levando esmisa e calca bran-
ca de algo.blo, e sim chapeo : roga-se per-
ianto as autoridades policiaes ecapitSesde
campo, no caso de o apprehenderem, levar
a ra Nova n. 38.
Ml.O novo .
mezes. Recife 24 de outubro de 1857.
Tendo o Sr. Antonio de Albuquerque
UaranbSo Cavalcanti de pagar urna divida
pelo seu aliancadn Vicente Antonio Corroa,
cuja divida o Sr. MaranhSo capricha satis-
fzer principal e juros conforme a fonja trato, man lano o dem como promelleu o
seu correspondente Pinto nesta praga ; avi-
sa-se ao Sr. Aniones, n5i se chame depois %
engao com o Sr. Maranhao, que tanto o ha
coujfarometlido.
--- OSr teslamenteiro do finado Domin-
gos de Albuquerque Monte-Negro, sejs mais
assldoo em cumprir o legado daquelle fi-
nado, e do contrario..........
Precisa-so de uma mulber de meia ida-
de quq nilo tenha familia, e que seja capaz
para lomar cunta do guverno de urna casa
de um homem sen' familia : quem estiver
neslas circumslancias, aiinuncic para ser
procurada.
Em praca rmblica do juizo dos feitos
da fazenda se ha de arrematar em ultima
praca os bens seguintes :
Una casa terrea na freguezia da Boa-Vis-
ta, na travossa da Capunga u, II, a qual tem
J3 palmos do frente, o 52 de fundo, Cozi iba
dentro, quintal em aberto, avllala por
loo--, de llosa Maria de Oliveira.
Uma casa terrea de pedra o cal no largo
do Reme lio u 9, leudo 36 palmos de frente
e 87 de compmetilo, com 3 jauellas ae
frente envidradlas. 3 quartos, 2 salas, co-
zinna danlro, quintal em abeno, com I p
de coqueiros, avahada por 1.0009, doslhos
de Josquim Jo.- Luiz de Soma.
lina casa terrea, son loa lente de lijlos
eokesdelaipa.na ra Imoerial n 208, ten-
ido 2 quartos, 2 salas, cozinha lora, quintal
em aberto, lando a dita de largura 28 pal-
mos, e ii ditos de fundo, chaos proprios,
em bom estado, araliada em 250> rs.de
Manoel Alves dos Santos Janior.
Urna casa terrea na ra dos Passos n. 5,
com 15 palmos de largura, c 33 ditos de fun-
do, com porta o jariclla, quintal ero aberto,
cozinha dentro, chaos foreiros, cuja casa
Desappareceu no dia sexta-feira, 23 do ... .
-orrente, um escravo de nome Ponsiano, "baixo atsigiiado loram vendidas as $e-
muilo ronhecido na cscadinha da alfancga, gnintes soctes da lotera cima notada :
por andar trahalhanlo no carro do Raymun- \ Nms. I 22 1:500,S' meio bilbeta.
do ha mais de dous para Ires annos, aoidsj
tratalhou no mes no dia ate 5 horas da tar-
de, tem os signaes seguintes : foi escravo do
Sr. Villaca que tevo loji na ra do Crespo,
hocrioulo.de 30 anuos, eslatura regular,
barba cerra la, tem a marca de um lalho om
uma ilas m ios ao p do dodo grande, assim
como as u das dos de los graudes bem com-
pridas, fuma muito charuto, e igualmente
inulto regrista, intitula-se como forro, as-
sim como quando falla veixa lo gagueja bas-
tante, levoj calQa de casemira azul com va-
rias listras, jsquela preta le princeza, cha-
peo de massa de cor ciuzenta, mas tal -ez
tenia mu lado de roupa em virtude de nunca
a ter em casa do seu senhur, he lilho da l'a-
rahiba do Norte, e he de suppr que tomvsse
essa direccSo, om conpanhia de uma ca- A garanta dos 8 Oi lie paga noesenp
boda lorra Je noice Mana que elle sempre ; loi.0 (ta rua do Coi|epi0 n. 21
a tev.!como sua amazia e psgiva a casi; e cu""'
por serem lilhos dessa Ierra tolos dous, aon- #* # E IjTYM'
de aiada lem prenles, he de bem que elles ... Precisa-se de uma ama forra ou capti-
tomassem essa fuga a titulo de casados, para va, que saiba cozinhar e fazer todo o mais
melhor seguimento, o por isso roga-se a servico de casa : na ruado Caldeirelro n. 60
2158 100S dito.
38 30.S dito.
"I8 50.S bilbete.
3411 50 meio.
l!2(j 50.S dito-
113* 20,s dito.
3001 20.S bilhete
983 20$ uieo.
2399 20.s dito.
1925 20$ dito.
88!) 20.S bilbete.
1908 Os meio.
1092 20$ dito.
1515 20$ bilhete.
todas as auloridades desse loeal ou de outra
qualquer parte aonde elles appare^am, aos
ca pitaes de campo, ou qualquer pessoa do
povo, que o peguen o levem-o a rua das
Cruzes, taberna n 20, que ser3o recompen-
sados; a-sim como lalvez esteja aqu mes-
mo na cidade acornado so alim de ser ven-
dido por menos de seu valor a aquellas pes-
soas que elle quer, e por isso o annunciante
vem peranle o publico protestar de haver
percas e iiamnos con ra a pessoa que o tiver,
na forma da lei.
Um moco casa lo, com provisSo do go-
verno da provincia, ofterece-se para leccio-
nara inslrucco primaria em qualquer en-
genho ou mesmo povoacao ; quem quizer
utilisar-se de seu presumo, dirija-se a rua
do Itangel n. 46, primeiro andar.
Na rua Direita n: 93, precisa-se alug.r
uma ama para o servio exteiior do uma ca-
sa de pequea familia.
Precisa-se do um caixeiro para taber-
na, que d fiadora sua conducta ; em ro a
de Portas, rua do Pilar n 147
Anda lug lo o escravo Severino, cri-
oulo, de idde 18 annos, baixo, grosso do
corno, cor bistante preta, com principio de
alfai.ite, tem sido visto Uabalhando nos car-
ros di alfandega, a bordo de navios, em S.
Amaro, e em lleberibe, intitolaudo-se por
forro ; lalvez que tenha procura lo refugiar-
se paia o mato ou para algum engenho:
quetn o pegar, leve-o a sen senbor, morador
na rua das Aguas-Verdes n. 50, qne sera re-
compensado.
Arte de navegar.
O constructor particular Jos Elias Macha-
do Freir, propOe-se a ensillara pilolagem,
tbeorica pratica, arilhmetica, geometra, no-
Coes de trignometria, plana e espherica :
pode ser procurado das 12 as a horas da tar-
Cear.
Nestes dis seguo o palhabote Venus, e
anda recebe carga : a tratar com Caetano
lUiwro.
Os papis de Galall e eapiln T bario, ser.lo rlrs-
empenliadiis ptlos ailistas KayinuiiJo e 1) Joauna.
Terminar o espectculo com a graciosa e sempre
bem recebiila i cine-lid, ornada de musir :
DE
UMALGAR.SMO.
Principiara as 8 horas.
Us billielea tcliam-M i venda no iscriploiio do
lliealro.
Os senhores axiunanles que cora a rscila patsada
terininsram as snaa assignaluras. podem remo a-la-,
no caso que queiram, no tscriplorio do lliealro.
jP&rahiba.
N presente semana sabe o hiatc Correio
do Norte; para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com Caetano Cvriaco da C. M.,
na rua da Cadeia do Itecife n 2.
Araealy.
Sabe com muita brevdade o hiate Exha-
lacao ; recebe carga e passageiros : a tratar
com Caetano Cyriaco da C. II., na rua da
Cadeia do liedle n 2
muita mo estado, avahado por 50.;, de An-
tonio Gomes, pr Faustina Mara dos l'ra-
zeres.
l'ma casa terrea de taipa na freguezia dos
Vfogados, na rua de S. Miguel n. 46, com 15
palmos de frente, e 55 de fundo, cozinha
dentro, quintal em aborto, cacimba propria
em mao estado, avahado por 100o, de Leo-
nardo do Sacramento, ror Maria Rosa de
Jess.
lima casa terrea de pedra e cal, sita na
travessa da apunga n, 3 A, com porta e
5 palmos de largu
em ebrios proprios,
-------.-..., ^vl,i meeira, em mao
AVIS'J ROS SenhOl'eS (le eil-18*1"10' avahada por 300.1 rs, deJoao Cer-
. mano de Paula
L^eil fiti Duas casas terreis de taipa sita na Ca-
Na rua da Cadeia do llecife, loja de ferra- nunga ns 39 \, e 39 B, cujas casas teii de
largura 19 palmos e 47 de fundo, sto he,
cada casa ten lo porta e janella de frente,
ti!n,.-.oi.l?esVB.alren'e dlIOS. est em de, na casa do sua resljencia, na"r" d *\o-
guelia n. 7.
- t -u.^joi ara niMiiipi II,
>a taberna de Joaquim Vieira de Hirros, i janella de frente, tendo l
Iravessa da Madre de Dos, junto a alfandega rae 40 ditos de fundo, e
n. 1, vendem-se saceos grandes a fcjOOO. quintal crcalo, cacirnbi
Cyriaco da C. M., na rua da Cadeia do llecife '; gensde Vidal & Bastos, ba para vender tira-
" deiras de ferro para euganhos ; bem como,
lodos os pertences para ferreiro, como seja: co''"ba lora, cacimba so, quintal em aber-
foles, tennis, safras, ele e lulo se vende Il i'Mg rs de Domingos Jos do Sanl'Anoa.
Urna casa terrea na freguezia de San-Jo<
< na rua dos Acouguiulios n. SS, com 16 pal-
" mos de frente, e 43 le fun 'o, cozinha den-
.No dia 25 do correte fugio de cisa do
abaixo as-gnadoum escravo de nacSo An-
gola, por nomo Ignacio, e por antonomazia
Catle lem os signaes seguintes : secco do
corpo, reprsenla ter 35 a 0 anuos de ida-
de, he quebrado das duas verilhas, lem o
dedo pollegar do p direito enganchado para
dentro, tem sido canoelro no porto da rua
.Nova, levou calca e camiss dealgodo bran-
co rosluma muito a embriagarse, e quan lo
se embriaga n3o attende a ninguem, fugio
com um ferro no pe, mas ja o ha de ter t-
ralo, porm anda se ha de conhecer a mar-
ca do mesmo : porlanlo pede-se a tolas as
autoridades policiaes e capSes de campo, e
pessoa particular, quo o possam encontrar,
de o levarem ou manlarem a rua larga do
Rosa i3 n. 18, padaria de Manoel Antonio de
Jess, que s. r3o gene-osa mente recompen-
sados
Precisa-sede um caixeiro e um feitor
para um engenho distaute desta praca 16
leguas, paga-se bem : a tratar na rua do Li-
vramento ti. 20
Pede-se ao Sr. J. A. B., que queira
resgalar a sua lettra e juros correspondentes
de rs. 636/, vencida em 7 de junbo do anno
prximo passado ; nao sendo justo que S.
S., cnntraliin lo tal debilo de urna maneira
pouco vulgar, se retirasso para fra da pro-
vincia posteriormente ao venclmenlo da dita
leltra.sem dar um adeos ao possuidor da
mesma, e voltasse sem ao menos mandar di -
zer aonde mora.
LIVKAKIA ACADMICA.
21 Rua do Collefjio 21.
Livros noros chegadosde Franca pela barca
Adele.
ZiMMEUNU.NN.
Le monde avant la creation de l'bomme.
COURNAULT.
tssai de pychologie experimntale d
l'ame.
JANKT.
La famille, lecons de phlosophie moral"
MLLB UI.LIAC
Astronomie des Jeuuesoersonnes.
ARRr/ ANDRE'.
Kssai sur l'origine des idees.
MAItKT.
Philosophe et religin
CHASTEL.
De la valeur de la raison hmame.
AUGUSTO STAHL MUDOU O SEU
nsrwmininni
riiofoiiiiiriiico
ATERRO DAB0/V7ISTAH. 12
andar terreo, entrada por a loja.
Lotera
DO
Hospital Pedro
segundo
O abaixo assignado lem exposto a venda
os scus muito l'ehzes bilhetes e mnios da se-
gn la parte da terceira lotera cima, os
quaes n3o estilo sujeitos ao descorito dos
oito por cento da lei, na rua da Cadeia do
Recife n. 45, esquina da Madre de Dos, e na
praca da Independencia ns. le .'17a 39
O mesmo vendeu os seguintes premios da
lotera do th-atro de Santa Isabel
&tH*>.*if
CONSULADO HE BLENOS-AVRES EM PER-
NAMBUCO.
Por o dem superior m nda-se publicar,
para conhecimeuto de quem competir a se-
guinle ley :
Buenos-Ayres, julho 21 de 1857.
El senado y cmara de representantes del
estado de Buenos- yres, reunidos em a-am-
ble* general, han "sancionado con valur y
fuerza de ley lo seguiente :
Art. 1. Declarase de curso legal en ol es-!
jado para las obligaciones metlico que se
contrajesen despus de la publicacin de la
presento ley, las monedas de oro quo se
espresan en el articulo seguiente :
Art 2. Las monedas a que se refiere el
articulo anterior y sus valores, son como
segu:
Laonz de oro de las repblicas
hispanoamericanas del peso
de 27 gramas de ley de875 mi-
lsimos conservar su valor
ualde.......... 16 ps. fls.
Gabinete ptico
ATER10DAB0HISTAM.
O director deste sabio, participa a seus
Ilustres protectores, que lendo se de reti-
rar desta provincia, offerece-lhes esta sema-
na per ser a ultima u.a boa e agradavel
exposic3o de vistas dos santos lugares de
Jerusalem etc. etc., escolhidas.
! Vista gertl de Jerusslero, uma das
mais raras do mundo.
2 Acompunhamenlo c encravac<1o de Je-
ss Christfl no Monte Calvario ele.
3 Os martyres da fe, suido sentenciados
a ser destruidos pelas eras, divulgando-se
ser um grende lliealro de espectadores.
4." Irestruico da grande torre de Rabel liantes, uma porco do frascos com accidos
Leilao
DA
, FABRICA DE SABA 0.
"H'Xia-fei.-rt 0de novembro
A requerinento dos administradores da
mrssa fallida do D. Candida Maria da Silva
Lima, viuva de Hollino Goocalves Pereira
Lima, de ordem e em prescita do Exm. Sr
juiz especial do commcrcio, fara leilSooa-
gente Borja, dos objeclos seguintes :
L'm sobrado com 60 palmos de frente e 256
de fundo, rx ais -2 casas terreas com 35 palmos
de frente cada uma, e 85 de tundo, emque
se acha estabelecida a fabrica de sabiio, sita
na rua Imperial desta cidade.al com terreno
baixa-mar no fundo das mesmas casas, com
camboa,caes,guiudastede Ierro.duas grandes
caldeiras do manipulaban,com mexedores de
ferro movidss por vapor, caldelra e machina
da vapor ie forca de seis cavallos, duas ser-
ras, sendo uma vertical, e outra circular,
bombas de ferro, ludo movido por vapor, 8
grandes depsitos de madeira ou resfrisdo-i
res de stbSo, comportando cada uma mais de
mil caixas, alem de urna mensidades de
utensilios, proprios do eslabelecimento
Oito escravos do ditTerentes idades ja acos-
lurna-Ios ao servico da fabrica.
por mdico preco.
Pacas de cabo de m irlini.
Vendem-se lacas decabj de inarlm, de
immensas qualidades. n muito superiores,
por barato preco na loja do ferrageus, na
rua da Cadeia do Recife, de Vi !al r astns.
Trein de cuzinli j.
Completo tro n d cozinha, t nto estanhi-
lo como sobre porcellana.e frrnrez de ferro
hatillo, bem como todos os arranjos para
casa, lentos de b n lejas muito linas
jiro, quintal mralo, avallada por 800?, de
I Francisco Solano Pereira Ramos, por Anto-
nio Maria da l'cnha.
lina casa terrea de pedra e cal. sita no
largo do Forle n. 4, com 58 palmos de lar-
gura e-27 ditos de fundo, com quintal cal-
gumas frucleiras, sendo o dito quintal a d-
; reita cerca -o, u o mais murado, cacimba so,
e por o qual predio pelo estado em que est foi
?eZ?de?e,^Ln\rU^'^Cro'\d0lleC- aVla',a |,0r >*"* d"s l*WS de Fi-
fe, lojideleiragensde\idal& Rastos. ; lippc Anselmo
,no iVe" S? U,na '.scrav,,ciiula. moga, | |ma casa terrea na freguezia de S. Anto-
cot luha, ensaboa e Uz costura chao: na Lio, na rua dos Trincbeir.s n 6. con.25
a junto do moinho palmos de frente, o 50 ditos de flin lo, co-
zinha dentro, quintil murado, avahado por
1:000-?, de Isabel Mara Francisca Theodora.
de vento.
- Vende se um sitio na Passagem da
Magdalena : no paleo do Carmo n. 9, prj
meiro andar.
A quem interessar.
Solicita-se cela polica quslquer preten-
C3o, pelos feitos geraes e provinciaes, de-
sembarago de esas e lujas; pelo ecclesiasti-
co, certidao de bautismo, bito e justiBea-
A n.elsda da casa terrea na freguezia de
S. Antonio, na travessa da Rumba n 8, com
25 palmos de frente, e 55 de fun lo, cozinha
dentro, quintal mralo, cacimba meeira, a
vista du[eslado em que se acha, foi avhala
por 580/rs., de Gregorio da Costa Monleiro.
--- Quem precisar de uma ama para Ira-! t bilhete Numero 2056 100
lar de uma sala e coser, dirlja-se a rua da 1 dito 2012 50^
Rol, eom frente a cocheira do Sr. Paulino, 1 meio 2573 209
que achara com qu m tratar. Por Salusliano de Aquino Ferreira,
'lirenda-se um sitio na Passagem da Jos Fortunato dos Santos Porto.
Magdalena, com tolas as comino di lades! Na taberna jonto da ponte granJa da l'aita-
pussiveis que se podem desejar ; quem pre- em>,a(,<' >'r"' i'"' para o malo, dir' oode
cisar, uinja se a rUa da Cadeia do Recije n. n,ora .U"V P0.''<"8ueM capas para o scrviSo da ama
51, loja lo canto,
Precisa-se alugarum sitio porto desta
ril lade, sendo na Ca punga, Manguinho, Pas-
sagem, Calleirciro, ele etc., com as com-
modidades e requisitos necessarios, son lo
um deles o estar situado bordo do rio.
Para este Iim oiem dhigir-se a da Ca-
deia do llecife n. 51, loj< do canto.
- Precisa-se de urna ama de leitc : em
Santo Amaro, casa do Sr. coonel Larnenha.
Da-se a juros ;000"J de rs. na rua da
Alegra n. 34
Aluga-se para taberna uma casa na me-
Inor locahda Jo da II ia-Vsta, com uma boa
armacSc : na rna da <;ioria n. 49.
0]diai>o asna'lo ppr leu oa furlaram-llie do
bol.o ilo [i-lil, u> aWeaVIa de lomar uaiih
solleiro, na prafa ou
casa de familia ou de homem
no campo.
tia dia 27 do correnle as II liaras, na >ala das
sudieocias, peranle o Sr. Dr. joii de orphaot te ha
arrematar de renda por um Inesuiio o sobrado da 3
andares silo na rua da Cruz do liairio do Kscife,
perlcnceute aos orphas lillios do lina 'o Tose Ramos
de Oliveira.
OSr. Jos Marauuo de Campos queira
ir a agencia do correio de Olinda receber
uma caria viola da liahia
- Precisa-sede umarma para casa de
duas pessoas, para fazer o servico do casa e
para comprar : na rua do Rosario da Boa-
Vista, loja n 26.
Ao amanlierer do da 22 da ro'rcnle furtaiam
do enaeulio do Meio, na fre^uciis da Vanea, Irea
cavallos com os signaes seguintes : um ruco prelo
Ii-lilo, m MCavaa de lomar baaho em I grande, outro caslanlio lamliem gran le e
P-la-io velho no da 21 do co'iente, urna carleira >aes urancos nos ps S lata, e anca cabida --
aleudo o segainte : 1:120)
Iro laiiilioin caslanlio mais sscuro, pequeo e calcado
Prcci.-a-se de um cria Jo, pref.rindo se Campos.
dos berdeiros]de {Francisco de Asis
na rua do Collegio n.
o que sai ha bolear :
25, primeiro andar.
--- Precisa-se de i trabalha lore3 de pa-
daria : nos A logados n 66.
Precisa-se de uma ama de lete com
cria : na rua do Hospicio.
- Fugio no-du 18 do correnle mez de
outubro a escrava Felicia, de idade 35 an-
nos, c ioula.akura ragular, tem uioa marca
de queimalura compriJa ao p de uma das .
orelhas e a cabeca torta proveniente do ar aaJes policiaes e capitaes de cimpo, aap-
de vento que leve em pequea, lem um dos Prellen*3o de oito escravo, levando o a bor-
ou na rua da Ca-
Fernan-
Recile 21 lie outubro de 18"i7.
Amonio Maia da Silva.
gio
de
Os pretenlentes comparceam as 10 horas
da inanha do dia 48 do correnle mez de
outubro, na sala das audiencias.
Fugio de bordo do brigue nacioual,
Almirante, o escravo crioulo de nome Uui- Vl,v"5 c a"e: melbados, semblante agradavel
Ihermc, i lade 1 a 20 annos pouco mais ou I pes r(,gullrcs. foivesliJo da caiga e camisa
menos, estura regular, M boniU phisiouo-1 ,e alg'",r'0 azul Mle escr0 fui compra-
do Dos n. 22, a 1? cada vidro, e 10/a duzla.
Itecommendamos ao oublico este exc llcnl
--- N'o dia 20 de setembro deste atino, fu- I remedio, ulil h t idas as moleslias. entro as
o do engenho Tab' unascravo crioulo I |uaes se menciona : Cebra amarella, inter-
i nome Kilippe com os signaes seguintes mnente ou sezOes.e de oulra qualquer qua-
\t\ ..!.,.;,. i,. ......,. .a. -i. __ r .. i i:.i, i :...*:......,.-. -i.--------*;.------ J___- ..
alto, cheio o corpo, cor muito prda, olhos
ma e bem fallante, levou calca de alaolao no ,lal do anno prximo passado nasas
azul, camisa branca da
bonete de mainheiro : roga-se
lidade, indigesto, rbeumatisuio, erysipela,
constipago, ele sendo que seus bneiicos
elloitos seeslendem igualmente s moles-
tias chronicas. aos senhores t'azenJeiros o
mais habitanies do Interior, torna-s neces-
sano suppnrse deste medicamento.
pes mais giosso, costuma andar desatacada
I do do mencionado navio
deia
- grat
urna das primetrss maravilnasdo mun-io.
5.a A encantadora praca da Concordia.
6. Ogrande palacio de crvdal em Pars
sendo um dos primenos do inundo, aberto
em 15 de maio de 1855.
7. S. M. NapoleDo III. passando revista s
tropas.
Um laboratorio cbimico para a analyse. 5'bebe"baTtin^'arorde^te^evo'uTeTtid dcia do Recife, no escrLtorio de
etal mu impor-, de chita cabocla; a qual escrava foi com- aes & V,lti0' ,,uo ser recompensado
prada no Rio-Foimoso, e suppoe-se andar I ( 'aivriro
nos arrabaldes desta ci lade, aonde diz ler AW
uma 1 illia : roga-se as autoridades policiaes Precisa-se de um caixeiro que tenha pra-
e capitales de campo a apprehenslo da dita tica de tabsrna : na rua de Santa Thereza
escrava, que levando ao abaixo assignado,: "a 60.
na rua da Cadeia do llecife n. 29, primeiro! Precisase alugar uma preta forra ou
discos com azeite^de palma, e uma por-, andar, ser3o recompensados. escrava, qus siiba cozinhar e engommai :
Manoel Affonso Aquino de Albuquerque. I confronte ao Rosario d. 39 A.
etc.
Carteiras, almarios, prensa de ropiarj, re-
logio e mais objectos do escriplorio.
L'ma terreno com 100 palmos de frente e
fundo al baixa mar, aunexo a fabrica.
(So de dito em deposito cm um tanque de i
mesma fazenda, e P'*?a PJ0&* "" St '."^"'^ "* I'""-
autm-it,,SJ" |S,I,'CI,- esuppoe-se para all !cr ido;
porlanlo, roga-se aos capiti.es de canijo, e
quaLiuer autorida le policial a sua captura
que se satisfar com generosidade a quem o. tJluo de lio liarla em ditas.
entregar nesss prac, nj rua csireita do Ro- Cabos do mantillae de couro.
nZ\' '' seu,,aoa"li""' ou "ongenho Metal amarelloecobre de forro.
Precisa-se de um senhor sacerdolo pa- Petlra*de maimn- pira mesas,
ra cape,lii de um engenho : a tratar na rua
do Livramenlo n. 20.
Precisa-se de urna ama para casa de i Compra-se elTeclivaiiiente bronze, la-
pouca familia, para comprar c fazer o ervi- to e cobre velho : no -oposito da fundicSo
Co de casa : na rua do Queimado n. 3. da Aurora, na rua do R. uin, logo na entra-
VENOE-SE
ia ra em (olhas de fui ro.
Pregos de cobre grandese pequeos.
No armazem de C. J. Astlev & C.
-- Precisa-se de uma ama forra
de Santa Thereza n. 8.
DI rua I da n. 28,
I Amaro.
e na mesma lumlicao, cm Sanio
MUTILADO

ILEGIVEL


4
s.
i
.'



P'AKIO DE PRNAMBUCO TERCA FEIRA 27 DE tTUBRO DE 1857

W
I
ig RUADA CADEIA Do RECIFE a
***& N.:I8, Lm
TEM PARA VENDER LM CHANDE
SOK'iTMEXTD HE
!< RELOi
SSS333
de luda! a- quididades, tinto de OURO como de
TRATA, | atente sui'sn, e paleL|e oglez,
assim romo
FOLIADOS E ALVAMSADOS.
diloi pata seulior*, ele, por puros commodos
garantido..
m gges 3$>a ge $m =& =v?x. x< >% ^; >y;
i
GiftSDLTORl ptArfttlW
DO
Rl~A DA CADEIA, DEKRONTE DA ORDEM TEKCEIRA DE S. FRANCISCO*"^
Onde seacbam sempre os raais acreditados medicamentos, tanto era tinturas como
m glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos
PREgOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita .'e 2 ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... 30900*
Tubos avulsos a....... 19000
- Frascos de tinturrsdemeia 0115a. 29000
Manual da medicina bomeopatbica do Dr. Jabr com o dic-
J cionario dos termos de medicina.....
Medicina doaeslica do Dr. Henry .
Trata ment do cholera inorbus.......
Rone'torio o D Mello Meraes .
20904*
to/oo
2/000
6l"00
* PEORAS PRECIOSAS- '*'
J Aderemos de brillisnlvs, .;
* diamantes e perol, pul- '-
* (Ciras, alfineles, briurog $j
9 e roalas, boles e anueis jj
.v de difl'crenles Roslos < de '
$ diversas pedras de valor. *>
.?:
K
o
i@JA BP dSlYK
Rua do Gabuga' o. 7.
f OURO E PRATA.
Aderer.. completos de
M ouro, nieioi dilos, pulsei-
* ras, alGueles, brincos e
ja rozelas, conloes, Iraneel-
lim, medallias, crrenle*
8 c cnfeiles pnra relogio, e
j oulros mallos objeclos de
do, procure no largo de N. S. do Teico, casa
n, 34, para tratar com o pro.relario, do
aluguel,
O GRANDE HHAZEffl
he
Rn > Nova, junto a igreja
d?i Cono cao dos 31 i-
i tares.
Neslc armazem encontrar o publico um ";-'- S'-'.''@ '.'.: i;-:^?
grande sorlimenlo de roupa feita, como se-I &
jara casacas, sobro casacas, palitos, gondo- fe
que
las c traquea de panno lino preto e de e-ores,
cura gola e velludo e sein ella, palitos de
setim da China, de popelina de seda com go-
la de vellu 10, de bombazina, de merino se-
tim, de alpaca prea e de cores, de brim
branco e pardo, com abotoadura de madre-
perla, de ganga de cdVes, e de riscados,
calijas de casemira preta e de cores, de me-
rmo, de meia casemira, de 13a, de princeza,
'le brim branco o decores, colletes de vellu-
do prelo e de cores, degorgurao.de setim
macao, do brim e lustao, grvalas," luvas e
camisas, chapeos de fellro, ditos de seda,
ditos de castor branco com pello e rapado,
ditos de massa, e caso nSo agradem 011 nao
sirvam algumas das obras feilas, aprompta-
se outra vontade do comprador, com toda
a presteza, para o que tom escolhidos pan-
nos linos prelo e de cores, casemiras, vellu-
d~-
a
-...
i
Consultorio
pradas r escolhidas por urna senhora
nSo Ine man la cousas que no se usa 111
Pcrdeit-se liodia 21 a 22 do coi rel-
eme/., nina letrada quantia de 5:500$
is., a vencer-so em 2(i de maio de f8r>8,
sacada a lavor do Sr. Jos Filippe de
Mello, o endonada pelo Sr. Hanoei Juliao
da l-.onseca Pinho, cujoentlosse tenoapa-
lavra abono antes da firma : roga-se a
pessoa que a tiver adiado tenlia a lion-
dade de dirigr-8e a ra do Trapiche ar-
mazem de Jos Velloso Soares.
:.:
CENTRAL HOMEOPA I
THICO. I
RA DE SAMO AMARO, $
(Mundo Novo 11. ) ;{;
0 Dr. Sabino Olesario l.udgero l'inho ...
da ciuisulla lodos os dias ulcis, desde ii S W
g- hora d manhai ai :t da larde. Os convi-
va? Ifs para vizilas d>-er.1o er dirieidos por tf&
& escriplo. I)s pobres lia medicados s'alui- ',-'"
,*- lmeme. .
RENTES E aunCHIHC E\D-
KEC1O, DE FAUVfcLLE-DELEBARR
DE PARS.
Quatio anuos de experiencia lem assegu-
vas: no armazem defionte da escadinha
da altandega deJoanoim de Paula l.oj>es.
H irato que admira.
t'm carro do qu-lro rodas ein inoilo bom e*ldo,
dinja-se a rus di Qaeimada a. 13 ou na cocheira
do Sr. Silvtita, defronle de >an FraocKO.
Farinlia de mandioca
deboa qaalidaU em saceos desembarca-
da! boje, vendem-se no escriptono de Al-
meida Gomes, Alves ; Companbia, ra
da Cruz n. 27.
Algodad da
P0TASS1 Ds HSSIA E CA r6'13* osq"inque vira p8ra s-Pedro n- '
i viuuuA uj nUddU IJ liAL ha umcomplet.. sorlimenlo de-amneos a
YIRliF.M ireUlhoe em grandes porces. por preco
u, i i D O'Uilo em couta : os sei.horea commercian-
la i.a.le.a do Recire, tes do wato devem-se prevenir, pois o inver-
n SIIIIPriilF lllllicil r. ...____:_^ ,fviiu,vi
No deposita da ra
*, ---- -m~- --^ ..-....., ^ ,......... ..u._. -----., -----_ ,. ... i -i \i' j jtt.\.l |Ca It S (lll Fll Hll llr'Jr
propri.ip.ira peisoaspirlirulares. qurm o pretender'armazem n 12, ha muilo superior potassa no acta nm^imn
tlirna-se a rus di Oueimad^ n. I ou na rnchtira ila Hostia .lila ,1 r.hri/>. a u_ j_ .*._ i tB !>"""
que no seu eslabelecinienlo da ra da Ca-
uea Velha do Hecife n.40, deisam de ven-
der roupa 1 ita.
~ niarujo do vapor Persinurga, que em
30 de seleinbro, na barra do l'crto de Pe-
| dras, recebeu um chapeo de sol gran le. de
i jseJa, da mao de um passageiro ao pissar-se
ia
Vende-se algodao da Uahia por saceos : na
ra do Queimado n. !, loja de Carvalho &
Silva.
Vendcm se 3 escravos, sendo 1 ptimo
cozinheiio, :i escravas recolhidas, com as
melhores habilidades, 1 linda negrinha de
idade 11 annos, I bonita mulatinha de 12
anuos, 1 e>crva de meia idade, tolos se
lao a ronlento, bom como urna negra com
I lindo mulatinbo de idade 18 mezes: na
ruadas guas-Verdea n. 46 se dir qucji
vende, c o motivo por qne se vende.
Vendem-se ceblas muilo novas, e
habatas, muo em coma : defronh? da es-
cadinha da allanleg, armazem do Sr Pau-
la Lopes.
da llussia, dita da fabrica do lo de Janeiro,
e al de Lisboa em pedra, tudo chegado ha'
poucos das, e a ven lei-se por menos preco
do que em ouira analquer parte,
J

ri,eeeifin por to
I a ouiros monos
tompram, vendem oo ll,iS is Vf! IiriP i!- l^u 8i ouro.
roca.nprala.ooro, bri-1 '!'!'MC)Or, Ml,l 1 Namos.d.amanteseDero-w ?l)F)a 8S l.l)r M salvas, eailicaet, colheies
(llOerilO <'OStO, tan- 2 '"esopaedecl., einti-'.
. ji l X los oulros objeclos do *
t< de branca ooi;<> pr,la- I
Ihanlcs.diamanles e pero- m
'fi las, e oulras qoaequer y.
joiasde valor, a diJieiro J
. ou por obras.
de Lisbo
o cou
Si,
as quaes vendem por
como costumaiii.
iOasadesaude
O Dr. Ignacio Firmo Xavier cs-
tabeleceu em sen sitio da Passagem
da Magdalena, que lica ao norte
a ponte grande
Sai
m
" da estrada entre
da bercaga para o vapor, leve o cuidado de
o guardar, pois quo nao l'oi possivcl adiar-
se as cmaras p.ir mais que se procurasse,
tenha a bonJade de o entregar na ra da
Senzala Velba n. 91.
OlTcrcce-se um porluguez casado sem
lhos, para|admini>lra caixeiro dealguui engenho, he muilo dili-
gente em tudo; quem o pieteuJer, duija-se
a roa do Collegio n. 6.
- Qualqut-r homem solteiro que proci
sar alugar urna ama portugueza para o ser-
vico de poi tas a dentro, dinja-se a ruada
Madre de Dos n 34, segundo andar, que ah
se dir quem se prope.
Aluga-sc urna casa no Cacbanga com
muitos commodos : a tratar na ra Nova
D. 63.
OSCar Ti Kll'hf'itliv ai.,,n D-se ale a quantia de 1:500; a premio
v>.4i y MIUUUIX, ateii O !sobbypotheca do predio, prererindo-seso-
l'arlecipa ao rcspeitavel publico o p'atli- aru^A"-^.lesn.23
colarmente a seus Ireguezes que acabamde n-"V 2 d ,0Orre'J1!' "da a aul.en-
chegar de Paris para aeL estabieciZiiUi' ',d Sr-'."" ***** sera arrema-
I o Sr! Blanchin ptimo ol.ic1?d s.D.ia o L5 *. rC"da amiua',,u l0 K"J d" s "
madama Blanchin per.ta engommadoira de ,,din"0' c ,m CHSa de ^dl? e,cal f,O|-
roupa fina, como sriam : mnTI I U*' C?sa P.8r escravos. cacimba, muitos ar-
l\a lo ja
das seis portas
-----------------------------------, ,-w. ......... ... HBWH. ,
ciaade que contera,accresccndo a est^s van-1
lagens a de nao serem mais caros do que aA ; j, ,.
de bufslo. ,\ esta admiranvel invenciio de | HiUi irCIltC l'> LlVtT 1! nl(>
M. Fauvr-lle a medalha de primeira classe so Para acabar com um pequeuo resto de lazer.-
ezposi'^io universal
Q
OO^
m
r- 1855.
No ronsullotio homeopalhico do Dr. Ca- '*-
.;;. laaota, ra das Craiaa n. 28, lia stm
pie un granle s riim..nlo dos n.ais acre- ";
dilados medican autos Immeopalliiens, e lu- '-?
das ijue tem deleito
Palitos de panno preto < de cores a 6?000,
cassas para cortinado a 2?500 a pega, nitas
adamascada s a 1.;600, sais bordadas a 1#600,
carnbraia de sal,neo com 8 varas a 39, cartas
de clcheles Irancazes a 40 rs sarja prela a
18 o covado, lencos de retroz a 50o rs., I .vas
'e seda prelas o do cores a 500 rs., barege
de seda, n I6U o covado, com 5 palmos de
Urgura, corles d-; carnbraia cem barra a
v$ do quanio be nec s un para as penoasque
a sesiiem ese s\ tierna. ^
? Vendera-se lateos com rolda de vidro r---'
..; de mala onc,4 le muilo em eoola, @
la Hoa-vista n. 67, escolente leite virginal
. de rosa branca,; para tcirescar a i-cite, tirar
uannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
lamadoleo babosa para limpar efazer cres-
cer os cabellos ; assim como po imperial de
lyrio d Florenga para broloejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa di vida.
agencia
ia fundicao Low-Moor,
rua da Vnzala T!ova
u. 4<2.
Neste ostabelecimento conlina'a a haver
nm completo sorl imento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taisas de Trro batido e coado de lodosos
tf-manilos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de errodeD. W. Bowman
31 na rua do Bium, passando o cbaia-
riz, continua a liaver um completo sor-
timent de taclias de Ierro fundido e bati-
do, (leo a 8 palmos de bica, as quaes sa
ecliama venda por precocommodoe com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro tem desnezas ao compra dor
uelogios.
Os mclhoresrelogios de ouro, patente in
glez, vondem-se por presos razoavois, nn
escriptorio do agento Oliveira.rua da Ca-
daia dollecifen. 62. primeiro andar.
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, e ra, em casa de Southall Mellor &C.a. ruado
; orrvs n. 38
Gomina do Atacatv.
Em porQOes o a retalho : ven Je-so na rua
da Cadea n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
* e a pequea do Chora-Menino, ex- tos. l^bads/besla^^ponb^'dele.mol! V?re 0S, de lyuCl' baSlanle terreno Psra
cellentes acommodacoes parare- *? ras, rendas, bicos, roaueie da ..drePtr- I P^n^CSoe paslo para gado, por Ido?, a ro-
g ceber todas as pessoas enfermas @ ofTerecem seus prestimos por se aclairr^m! 1"er,n'cn' da tutora rsula Maa das Vir-
f quesequizerem u.ilisar de seus O ~lodos os appare.hos precisos para aula SX He. uTrn.^Ica
':-' serviros mdicos, os tpiaes serao .
'{* prestados com o maior esmero. C';3
$ O mesmo Dr., para o lim supra- @
indicado e para exercer qualquer ?
^ outro acto de sua profissao den- A
C{J tro ou fra desla cidade jiodera'
Jap parense
FABKICA iwmi
Cj3 ser procurado a qualquer hora do fi ntinnn- n
dia eda noite. no referido sitio, # GUERRA &. jILBUOUEROUE
% a exoepcao dos das uteis, das 9 $: ESTAUELECINA NA PROVINCIA
DO
lo-Par
uel l'erreira de
Aluga-se o primeiro andar da casa da
rua larga do Rosario por cima da loja de lou-
ca : a tratar com o leneute-coronel Joao
Valenlim VilelU.
?J$ a excepc
@ horas da mauhaa a's -\ da tarde, ,.
tpie seta'encontrado no primeiro .';
^ andar do sobrado n. 9, do pateo '.['.-
@ do Carino.
SEGURO CONTRA FOSO.
Compaohia Allianre.
EiaLelucida cm Londres, am marco da 1824.
Capital cinco milb&es de libras esterlinas.
SumJers Brotbers & C, tem a honra da in-
foratir sos Srs. negociantes, proprietarios da casas,;
a a quea> mais convier qua estao plenamente au- iA
torisados pela dita conipauliia para atTecluar segu- i *,
ros sobra tdilicios de lijlo a pedra, cobertos da
O deposito dcste exccllente rap he na rua
do Tra ,iche n. 14, o vende-se na rua da Ca-
de.a do Itecifo n. 15, loja do Sr. Boorgard,
rua do Crespo n. 1 A, loja do Sr. Jos Euze-
i>!0 Alves da Silva, e no bairro da Boa-Vista
em_ trente da matriz n 88, taberna dos Srs.
(.uimaraes Gonr;alves
Fia<3o e tecidos
os masos edificios quer consista m
a (azendas da qualquer qualidade
de algodao.
A reuniao dos socios commauitarios, qne
por aviso de 15 do corrente linlia sido con-
vocada paa odia 23, tica a liada para odia
27 do corrente, em casa doSr. Antonio Mar-
ques de wn.irim.rua da Ciuz n. 45 as II ho-
ras da nian.au.
~, "~wuicg. (K)i .iihorhit. Furias, Cutir \ C.
ao lia potieo da Europa oll'ei ece- Psraambuee, 15 de uiubro de is:.7.
se para tudoaquillo une for ten- "" ,l>r',l"isa-se de nina ama para lodo ser-
53* | vico de una casa de duas pessoas. prol'e-
Joao .Mana Seve, medico chega-
tSlha e igualment* sobra os objeclos quecontivarem '*=* i ~~-
mobilia otilar ^nte a sua prolissao, e especial- i rin lo-se e.ptiva : na rua da Cadcia'Nova
1 .^aav mente r.'\i-i i., >(.... H.J._._J_ _. aP i
Lotera di pro
vi acia.
O abano assignado vende bilhetes ga-
- !
mente para parios, podendo ser
procurado na rua do Seve (liba
dos Ratos) onde sempre o a-ha- 9 tjj)
rao prompto a qualquer chamado fi! A
Soares,
defronle da
rantidos pelos precos abaixo notados, em COm fabrica rin nonto ^ i
quantiasV lWoOO para cima, ^ d^!^Z^X^^^^
i a de S. Francisco.
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
DO

Por ordem do Sr. director da As- ft*
sociacao Popular de Soccorros Mu- X?
luos, convido os Srs. socios, queso
scham devendo mensalidades, a quo
ptguern seus dbitos at o dia 28 do
crenle sob pena do se Ibes lazer
imprcterivelmente applica^ao da dis-
(tosicao do art. 5 ? 1 dos estatutos.
Recife 21 de outubro de 1857.
O 1." secretario interino,
Benjamn de <;. Lopes,
i
E-n casadeltabcSchmottaui&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se cleganie,
Piano- do afamadofabricanteTraumann d
Hamburao.
Ao barato.
(oiigosto )
de ganga bordados a i/eoo ; do-se amostras
com peunor, a loja csu berta das 6 horas
da mtnba ateas 9 da noite.
--- Na taberna n. 79 na rua do Itangel,
vendem-se sacess com milho novo de Fer-
nando e 8>i,00.
Vendem-se varios caixilhos dojuiellas
r na loja Oicco do "
O f
reguic
da
Conipra-se cllectivamente na rua das i
Flores n. 37, primeiro andar, apolicesda di-
vida publica e provincial, accOesdas compa-
Qbias,e da-se ilinheiro a juros, cm grandes
e pequeas auantias.sobre oenhores.
Ma grande fabrica e ra
mancos da rui I) reti
esquina
(jue vra para
(;(!" n f,
compra-so efTecti va mente madeira cha-nada
Parauiba, po leudo -ir era carros ou canoas,
em pranchOss ou rolos do 8 palmos para ci-
ma ; paga-se bem.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 51,
lo ca'ito compra so piala com 2 OiD de
premio, ou pitacOes -25040.
Compram-se alguns escravos d* ida-
de 20 a 25 annos, sen lo crionlos c de boni-
tasliguras : na ruada ( rnz n. 13, piuneiro
andar.
. Compram-se 2 p^cravuso 2 eteravu de 40 a ."i<1
nnot de idade : no seguudo anJai da rua Oireila
de louca na rua larga do Hosario.
Vende-se a algum senbor padre urnas
hveUsde ouro deloi para sapatos, pesando
oito oitavas a tratar na rua do Crespo
u 23. '
Charutos de Ha-
vana
Vendem-Ke
charutos le Hav
eaix is : a ruu do Crespo
"oja de fazendrts a. ."5.
superiores
a.'Jeni
do
Peixe-Friio
n. <2,
acaba de leceber pelo ultimo vapor da
Europa, ticos cortes de vestidos para se-
nhora de um gosto nleiramenle novo,
de cores escurase elegantemente listtados
de seda assetmada ; esta (azeiida deno-
muia-seGraciana ou Carij, e lie a
mais propria para a 'presente eslario ;
ensla cada coi le a mdica quantia de
I 2.S00.
Luvas da Escocia.
Na rea da Cadeia doRccie n. 49, defronte
do anr.azem do Sr. Ileniique Gibson, ven-
lom-se s melhoras luvas inglesas de fio da
0 PREGUIQA ESTA QDEI-
IAHD0.
O PreguicM da rua do
Queimado, continua a queimar na sua loja
i. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado sorlimenlo de fazendas de
bom gosto, por baratsimos precos, pois
que sera ambicao se contenta com um m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodSo, propna para vestido do senbora
de gostos inteiramento novos a 900 rs o co-
vado, cortes de largelinas para vestido de
senhora, fazenda muito fina e do melhrr
gosto inglez, com listras de seda e campo
escuro a 12o cada um, organdvs de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo baratsi-
mo prego de 440 rs. a vara, carnbraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vars
cassas uanerzas d lindos gostos a 600 rs a'
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padres a 260 o covado.
ditas claras, padrOes largos e miudos a 280
e SOO rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colletes a 4 cada um, laazi-
nhas escuras de mu ricos e variados padres
propnas para vestido de senhora e roupes
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslrosde cotes alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadrus de lindos padrees a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs .dita estampada de lindos padres a 3 >0 e
400 rs. o covado, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas lii8s a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pecas de cambraias lisas taia-
das, muilo finas e com 10 varas a 6j600 di-
tas de dita mais chela a 486(10, dita transpa-
rente com 8 varas, muito linas a 55400 a pe-
ga, pegasdebretanhade rolo com 10 varas
a 25 cada urna, grvalas de setim pretas e de
cor. gostos modernos a 15280 cada urna,
( 1 cortes do btim do puro linho a 28300, 28400
1 e 2/500, casemiras de lindos padres a 58500
o 6# o corte, di tus de elgodo de lindos gos-
tos a 15, 18440 e 18600 c*da um, lencos p*r
mao a i20, ditos com blco muilo finos t 360
chales de gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obia primorosa, gangas mescladas
propnas para clgas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prela fina a 18100 o covado, len-
gos de seda de lindos padtes a 2# cada um
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
rautas oulras que se uSoy mencionam, mas
que se venderSo por baratsimos pregos, e
se darSo amostras com penhor.

No armazem da rua da l'raia 11 12 .de i ,- m"- ",s ,llelll"ros, '"vas inglezas de fio d
Francisco Moreira da Costa, ha para vender i tsc')CI8> brsncM e de cores, por prego com
luiguasmuuo fresc.es, a pre^ commodo m' "" gAPAT0S w ^^
im9 *v \i ^rvd-viw ^>. ,"s n,e!horcs fcja B HU W HI (I. ,do, para homensc meninos, de palla e de
^tV^LU,,,! r^yti oielhas: eir, casa deCaminha,\ Filhos, rua
da Cadeia do Recite n. 60, prin eiro andar.
CQH PEQUE :0 TOQUE DE
A dinliero
i
8
C4
2.S750 ., 2:500.s000 pd. vender"m".s barao' 'do q
i l. JLaVine. iqusjquer parte, tamo a retalho como por
ai 1 ^ atado. r
- ISa rua do Trapiche n. 17, escriptono, __itoira-sa a -5ra n ... ...
pre-cisa-se deum preto para criado. cens J?UB" ",* v?-, A2na M"." d.as V,r-
m\ v 11 oens> viuva de Victorino Nunes de (tarros
JJeirOllle (la oreitl (ercei- -^sidente ha annos na fazenda de Paiebu*'
termo do Cabrob. provincia de Pernambu-
' mndfimarcc,"L,e,ril,er,S' qu*,uVe"ham i Keslc est^clecimento, confronte ao lio.a-
SoolhdaJn^L',p ril"quo e"? l-.cou de no de ?,Bl *"t>nio. venden,-se alende
UertMn un t Lem',)S: f"1100"10 "<> out, Hectos de conreitaria, pastiltaas de
o de Janeiro 4 de setembro d-1 ortela-pimcnia muito propria para o esto-
DR-P. A. LOBO HOSCOSO.
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Mosc.iso, d consultas todos os
das e pratica qualquer operagSo de cirurgia,
assim como.accode com toda a prompti>iao,
liiiis dealug-uei.
1857.
tHo
Alugam-se mobilias completas ou qual-
quer traste separado, ta- bem se elugam ca-
aspessoss que precisarem"d sea prestimo rTnJ'f*em 6ri,nJ quaulidade para b.ilese
para o sorvigo de partos, praticando aso- ,ini.,?,i "a e"3 .?' arm*zem de mobilias
perages manuaes ou instrumentaes, quau- T,J.h ap|ro"to (,a rua c Santo Amaro.
do nao poss conseguir resultado por meio !.Vwe.mA ? .coa,Prani trocam-se trastes
da homeopatbia. que tantas vezestem ven- usados dfi loda a qualidade
cido dilliculdades, que uareciam insuce- I"7 "ecl!,a-s';! de urna ama, para ama
raveis. K mentar urna cnanga de 10 mezes; paga-se
Schapbeitlin & C, rua da Cruz n. r l !",?" APoMo n" M"
-- campos e Lima, com loja na rua do
CreS00 n. !.' n:n l ir, ,,n, o t. I_________1_____
mago, papis delicados para cubrir pratos e
enlejiar bandejas, assim como se ven lem
ramos para as mesms, e se apromptam ban-
dejas com a maior brevi lado possivel, ba-
vi-n lo a u/nca demora de urna a lies horas ;
constantemente se vendem delicadas perfu-
marlas e caixiiihas delicadas com as mes-
mas, e objeclos de confitara.
Devoto ehristo.
Sabio i la? terceira edicao dolivrinho
religioso Devoto CbristBo, mais correcto e
augmentado, vende-ye nicamente na livra-
nl ns. 6e8da praga da Independencia, a
800 rs
Trem de eozinhs
Ni loja do Jos \11tonio Sloreira Dias >\ C ,
na rua Nova n 35, vende-se por commodo
prego trem para cozinha, tanto inglez como
Irancez.
Ferro redondo e
quadrado.
Ven le-se um completo sorrimento de fer-
i ro de to las as grossuras e larguras ; na loja
ida rua Nova n. 35, de Jos Antonio Moreira
I Dias & C.
Perfumaras
Veniem-se muilo ricas perfumaras por
menos do que em outra quilquer parle ; na
loja de Jos Antonio Moreira Dias&C, na
rua Nova n. 35.
Vende-se a casa terrea n. 8 dama
das Cruzes, muito propria para se le-
vanlar um sobrado: a tratar na rua do
Crespo loja 11. 17.
Schafleithin o, C.rua da Cruz n.
iS, vendem velas de composicuo de fi
por libra, emporcos a vontade dos com-
pradores.
o do
Vendem-se relogios de ouro e de pia-
la, concertam-se por piceos ra;.. -neis,
laz-se troco, e da-se dinheiro apremio:
na rua da Concordia u. '1.
vros em bran-
co, de Haiu-
rgo
Um snrtimento completo : venle-se em
casa de Tiaim Homsen & Vinasso, na praga
do Corpo Santo n. 13.
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porgao e a rolalh?, por com-
nodo prego para acabar, e muito bom : no
mi izan de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17
A Venlem-so corles de olinliza, padres
cscu-os, com listras de seda assi-tinados, fi-
zenda esta muilo moderna a 128 o corle, di-
tos de gaze pcrline a H; o corte, lengos pe-
queos .le cassa a 80 ra., Mas. padres miu-
dos a 500 rs. o covado, chita l'ranceza a 240
o covado.
Pegas de algo 13o liso, largo, cncorpado-
2-5, 2/2*0, 28500 e 28800 a pega, dito de si*
cu; ira a 2, 28240, 2/500, 23800 e 3j peca,
dito do sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
gidolargoa 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volla par* a rua da Cadoia.
--- Vende-se no areal do forte, confronte
a fortaleza das Cinco Pontas, ['echadura de
ferrolho, dita de bahu, ferro de embutir de
lodos os tamanhs, tranqueta pura jnellas
e caixilhos, dobradiga de canto, bacelele
para carapina.
Vende se um escravo proprio para en-
genho. sadio e sem vicios : qu.-m o preten-
der, dirija-so a rua da Cadeia do Recita n.
49, que achara com quem tratar.
[ECAIISI6 PABA
NAFUNDigAO E FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W. BOWMAN, ,vA
RUA DO BRIJM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
gumtes objeclos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas .a mais moderna conslrucgao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todus os tamanhs ; rodas
dentadas para agua ou animi.es, de todas as
proporges ; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, agoilbes, bromes, pa-
rausos e cavilhoes, moiuhos de mandioca,
ate. etc.
NA MESMA FUNDICA'O
se executam todas as encommendas
superioridade ja conhecida com a
presteza e commodidade em prego.
com a
devida
ceblas.
*9l
engarraftdo
raveis. F ""mentar urna cnanga de 10 mezes; paga-se fik l S. 1^ fl. Jl 1^ C. \ 9 cisco.
Schapbeitlin di C, rua da Cruz n. r l Y*,? APol, n" 2i *
38, receberam peloulti.no navio do Ha- K*wn^?n&VX!!&ZZ tsb,:r"a ""-le aolaloda igrejada Sole-
. re, urna poivao de quai tolas de vinho, encarregados ... admmistracno^de .rmandS i ,"dRach,,-s^1"n, s'jr,"la 6-neros bons,
de urna da, mais alamadas vinl.as de Bori des- 1-J -eeberam Z'soXeiUo Te "da I SuVlo,Z-ti toZrTXZ ^ r"?' ? ^
deaux : u-ndem. a' v.sta dasunerinr r,n. ?.aSCodeseda P~P'lo p.r. ornamento, col- I vlTe 1IT^t'VZ'^^l^' :C."a:se
em caix.s de 1 e 2d:izias, e do auno de
I8.il! por bsralo prego. Acha-se constn-
lemento no deposito n. 6 di rua de
cisco
No armaz.-m do largo da Assembla n.9,
ven le-se Ceb las em cestas a 800 reis o cen-
loodespencadas a 610; a ellas antes que se
acab-ro, lijlos de louga para ladtilho e
trancos de dito para co/.iuha.
Aviso .s cNetideiras
Vende-se retroz ara cascar: narua Nova
n 52 luja detlfaiate,
Olirafi io labyrintbo.
Lencos, toa Ibas, bicos, rendas, etc., etc.,
-a delicado trabalho, mitos no araealv
vendem-se no primero andar n. 60 da rua
da Cadeia do Recife.
;rFn:|reIojrios de
>rto
viso
^^.^^^Vg^^^il^SSS^^S3^^^^^
lente
pn-
Avso aos aiirecitulorcs ros> s6ardR"tedecn.a. vi.ihos e
i|--dos, o melhor possivel. sardinlias deNan-
les, bolachinhis de muitas qnalidadcs, quei-
lle chegado a esta mercadeo excellente ()s do scnSo> doc'S >le g daba linos, mar-
melada nova, velas do Aracaty em caixa de
I trinta e tantas libras, e a retalho, esperma-
cano e francez, amendoas, hon
lidade, por preco commodo. .ura he f.^rfV'^.u '.l" ""." ^a"uus ?
v r i- i mifeura, ne Mzenda pela primeira vez vi ma
Nd tund.cao da Aurora precisa-se! a este mercado, e cede-se com pouco lucro
de serventes lorros ou escravos, para!^,m de animar o fabricantes fazer mais
serviro. debaixo de cobei ta.
DEFTKTi. FMNGEZ. II boa pitad
- Paulo Ualgnoasdeolitia, rua Nova n.41: 91 llechegadoa este mercado
t na memacata lam agua epi.leiilriOca. @ rape princczi de Morilindo, abricado i "",auu '"""
V^WiiiivJ-..; -i-; -O,;- :; :;::-:.;::.;j ; capital do Ceara, cujo deposito se acha na I ir,.nta ta-nl
-,_,. ... ^ ^<~~,^,- ,ada(.adeiadltecire loja den.iudezas ll |celeamcr,Ci
MDlRCi M ESTARFIPfl- 7-aP'eCO de l.jtO cada libra charutos d.
mhhlil Precsa-se de um bom feitor para o si-
tio que foi do tinado Delphino, na Passagem
da Magdalena : a tratar no mesmo sitio, ou
na rua Nova. sobrado n 27.
J. Vigncs niudou sen eslabelecimenlo de I". <*'*&'&''?'<>''J'-.-" --'-.- .'.'.'r..'::-.':.'.'. ..';
pianos da rua larga do Rosario para a rua Hf .I)r' Al"ul" Agripino Xavier de Hriio S*
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da. O \'v""','- u',uu sua rl,*ne, Paril a <> *5
Itelagao. t f;"*?-.67 Prim" andar, onda pode ir
Airenda-se
com a pr
bons vinhos quo a vista delles se poierSo versas qualidades. cervea da
apreciar, do l'orlo, do Lisboa, da Figueira e
francez, champagne, muscatel, licores linos,
cervejas pretas e brancas, genebra em Iras-
EITO DK PaHlS DE
Ja YIGMES.
..um jagne. cae-
nac. licores, etc., ele.
Vende-se urna escrava moga e robusta:
na rua ita Senzala Nova n 20.
Na rua da Santa Cruz n 30, vende-se
um diccionario grego c Irancez
Biriiufiiedos.
Grande qointidade de calungas, bonecas
de chorar bastante grandes, caixa de guer-
ra, urna loliuida le de bichinhos proprios
para presepio, joros de xadrez, da gloria,
e oulros .le nova invengan e do melhor Ros
to : co deposito di rua de 8. francisco a. 6.
V.
JOIH GAT13,
corretor gcr'al
E AGBNTR DE I.EII.OES COMMERLUBS,
n. 20 iua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
faca do Corpo Santo
RECIFE.
'.'
muitas marcas, massas para so-
pas. macarrSo, talhariri), cevadi.iha, estrel-
linha, pevile. erro/, aleiria ; para papa,
sag', araruia, ttpioca, farinha do Rio, sac-
eos com milho c fejao, e muitos mais gne-
ros do bom gosto, sapatos do Aracaty e da
Ierra para homens e meninos tudo so ven-
der com abate do 3 0|0, sendo dinheiro
miUju'.v Veu!e-sc um pequeuo balean le pinho.
llia .NOVa !!. 54. ^""i"'o. hngindoamarello, por baralissimo
,, Pfco ; no deposito da rua de s Francisco
Madama liosa llardy rrccbeu de Fianga >.
; pelo navioAdclo um sorlimenlo das laten Vende-se vinho de caj' engarrara.se
provincia do Ceaia:
enda
renda-se e faz-se qualuuer iva3nLf a"1'1 8 um sortimento das lazen Vende-se vinho de e
ropriedadedo Alio na Boa..lrm n'oU :,s ma,s mo^rii;is. chapeos de en meias ditas, felto na p
n e extensa,, r tirar lenbas boas, baixaa deca- f, ,'nl'lll"l"s- !,,la moas,ditos de fel-1 Vendem-se travs d
ireolyno
g;ae
Joao TI....1, ,,. chegado ultima
"daoe.ou rece-so a tirar ret.atos em bre-
!'""""' '- m.io pwfecfo
possivel, o proceso especial deque usa na-
bilitaonnuoei,,ie a garantir ao .nutra"o
Pbl.co ^oroambueano a belleza de se8 re-
tratos, e bar.tiasimq n, rua Nova n 23
gallen de rcenlo & G.lauUj ftil&
- Precisa-se deum.- pessoa queenaom
me e raga o mais serv.co de un.a casa estran-
ge.ra de doas pessoas : na rua .Xova n 17
se dir quem p ecisa. '
COm -'i :.
matas para tirar lenbas boasV'ba'iWsTeTa- "',ilS' ''"Mll"1"s- !!,l0J mazonas.ditos le fel-1 Vendem-se travs de varios larranhos:
pim, muit pastagem para criar grande : ha 'ira ^'.u^ff08 ,,n!az0,!as de ,P I ')a P,,*,,Kde f'nta llila' tratar na restilaco
c ina para mocas de 8 a II anuos, ricos cha-1 do moinbo de veolo
peos.nhos Mese la. pnlha para crianeas de
lezc-s a Sanos, ehap. os de palba e da
porgao de gado, boas Ierras par qualquer
pl Llaga-) com o Rio Jordao, que corre por
lenlro de lo Ja proprielade, com um co-
queirai novo, que andar por tril ps, com
3 casas de vvenda : qu^m o pretender, di
r ija-s a i iii ita Praia, piimeiro andar n. 4
-- Vluga-se urna boa c?sa pintada do no-
vo, para familia passar a resta, nos Arrom-
ado--, em Olinda, p, no do magnifico ba-
, r~ .~ ^........|>muv un t| i|lUU Ul'lU, UI
n o : quem a pretender, dirlja-se ao segn- e de cores, ricos
massa eufeilados ptra meninos, um granie
sorlimenlo Je pentea de tariaruga para se-
nhora e meninas, ricos manguitos e camisi-
l.bas com gola borda las, fita do velludo pre-
to largas e estrellas, lil de linho branco e
preto, lucos de blon I, tnnga de seia, ditos
vi irino preto, grosdenaples a cova to, prelo
inglezesde ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco i azoavel, cm casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do llecife, armazem n. .
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em han is como em caixas,
licoics e absyntlie, chegado recentetnen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler v\ C, rua da Cl'UZ ti. .">.
Bichas de Hambiirg-o.
Em frente a matriz da Boa-Vista, alugam-
sa bichas, e applica.n-se ventosas, seccas e
sarjadas, amolam-sc ferumenUs de cortes,
e bolam-se ouvidos em espingardas.
V &8<> a libra.
IIE BAHATISSIMO.
Restam algumas massas linas para sopa,
de diversas qoali ludes, como ja se tem an-
nunciado ; quem comprar caixa ter algum
a bal. ment ; as caixas sao de urna arroba e
oulns de 16 libias : vendem-se smenle na
rua doCollegio n. 5.
C11AS DE FEM9
Excsileiilescamas defeno parasolteiros
vendem-se no escriptorio do agenteolivei
iH.ru> .a Cadeia do Recife n ga, primeio
andar.
Vendem-se as lojas de Porto A. C. na praga
da l.iuao n. 35. 37 e 39. e na de Antonio
Francisco l'ereira ... 4, capcllas de immor
tales, viudas de Pars para tmulos, calacum
bas, ese; uliuras. no ccmilerio publico a 2
de novembro. ;linados;. circulando as mes-
mas capcllas as inscripges seguintcs feitas
da mesma flor a meu pai, a minha mfli
a meu esposo, a minha esposa, a meu filbo,
a amiba lilha. e a amizades.
Wa ruu mov ariiiazeiii
de mobilias do Antonio Domingos Pinto, ha
um completo sortimento de mobilias de to-
da a qualidade, Unto da trra como france-
zas, de Jacaranda e de mogno, e conlinu'a a
receber por lodos os navios, tanto de Franca
como de lla.uburgo toda a qualidade de tras-
tes do melhor gosto, fabricados por encom-
menda, com recommenlago de nSo empre-
gro pinho no seu fabrico.
A canto
n QUE ESTA' TORRANDO.
Potassa da Rosna e cal de
l*sbo .
No anligo e bem conheci lo deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
supeiior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, ebegado no ultimo navio, o veu-
de-sc por prego commodo.
Vende-se cal nova de Lisboa, pc-
tessa da Hussia e do Rio de Janeiro e
panno de algodSo para saceos de atracar:
na rua do Trapiche armazem ns. 9 e 11.
Na na do Trapiche n.
16, etcriptoiio de No-
va es & Ce,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barra de quarto e
oitavo, a preco commodo.
~h\ lius. reiegio9
SELLIKS e REI.GIOS de palanle
[glez : a \en.la no nrmazmi Koal.on l'.ooker & Companhia, fs-
quina Jo laruo do Corpo Santo nu-
.< II. f r i. k
BOSQUE
Eoi transferido o deposito" desto xarope
parea botica de Jos da Cruz Santos, na rua
[Soya n. 53, garrafas 5S600, e meias 35000,
sendo falso lodo aquello que nSo for vendi-
do reste deposito, pclo.que se faz o presente
aviso. r
niPORTANTE PARA 0 PUBLICO'
Para, cura de phtysica em todos os seus
amrenles graos, quer motivada por cons-
tipugues, tosse, aslhma, pleuriz, escarros de
sangue, dor de costados e peilds, palpitagSo
no coragao, coqueluche bronebite, dr na
garganta, e todas as molestias dos orgaos
pulmonares.
{JNovoestabele-S
icimento de fa-|
1 zondas finas 1


v}j

DE TODAS AS QUALIDADLS
e dos melhores gostos <|ue he pos-
sivel eucontrar.se.
Xa roa do Queimado loja nova de qualro "r
porlai n. 37, junio ao bteco da Cooartfia-
Sao, ie enconlrara" conlii.utdameule um *te
L-omplelo i riqu9timo orlimtnlu de faien- m,
da de todas ai qualidade, inglciat, fiance- W
^ zs, .-.h. ii,,,,:, e >uis>a$, ioda> de Roflo< 01 |SS
.;-. mala moderno, posiivei., lano raa a pra- iS,
'35 ''" f<"" p"a n,aln- "*
El eilabelrcimenlo s por eolo ce poda
vizilarcveraform, porque esl.' bem mon- ti',
lado para vender por alara.fo e a relallio, %
arseverando o pr.prieUiio ender muilo *&>
_ mais b.ralo do que em ouira qualquer par-
i J le ; portanlo. cunvida-se a loda as pessoas, \-,
... lano da praga como dmalo, que qnan- *%*
'...- do leiiham de comprar fizenda de bons @
$g |M(aa e de buha qualidades, veuham ueste #5
a etlenso eslabebcimenlo, que realmei.le co- 2
^ ul.eceiSo que nao he possivel >eiide.-e W
A'v boas e de I ao b..as qualidades. >'''

;0;
A
10 andar do sobrado n. S da rua dos Marly-
n is. a tratar com o coronel Salgueiro. i;
lamben, aluga-se na rua de s. Bentoda mes-
ma c.ia.le, um so!,rato grande com excel-
lente vista apessoa quo quizer dito sobra-
enfeiles de cabeca. de se-
nhora, mantas, capellas, luvas de seda psra
noivas, espart.lhos, estojo de costura, roupa
le liaplis do, e muitas oulras fazendas;
avisando seus Ireguezes, que recebendo di-
rectamente todas estas fazendas, sao com-
-- Vende-se um bo- morada de casa ter-
rea e mu um grande solfio, quiutal e cacim-
ba, no quintal t?m um quarto para pretos,
na ruada Aleg ia n I : a fallar 1.0 largo do,
i'i'louniilu ns 5 e 7. K "'
-- Venl-m-soasverJaleiri. p..r.. cJoberlos '' '""cobertos^equenose grandes,'
A11-.1, er... es ..U, 3S ,|P 4eoarc Ptente inglez, pare bomemes-
Mourinno, 5e7^q ,,r do ?f" deum dos melhoras fabricantes de
... Ven p-sp hroia ,io 1 : 1 ILivcrpool. lindos pelo ultimo paquete in-
do Pelounih .'ns 5 e 7 ^ '',Sb '' "'8 f" V '? "'1 "" *>UlMl """ A "' *
-vende-.e nm.negc.deSO. M.Mo. dU lZJl'
Vende-se na rua da Madre de Dos
I 2, armazem de
As melhores que t
a este mercado
do agente Olive...
n 6, p.metro andar
?-s&@&&
9*tf&*#vtoifoMft*
509000 de gratificagSo.
No dia 27 do corrente ugio da casa do
abaixo assignado o escravo crioulo de nomo
Pedro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, bastante preto, j tem bas-
tantes cabellos braceos, tanto na cabeca co-
mo na barba, levou caiga de brim de qua-
ilros e camisa de madapoISo, mas talvez te-
nha mudado de roupa porque levou mais
alen, da do corpo, falla bastante descansado
e por entre os denles ; julga-se que lera ido
para (aranhuns por ser natural desse lugai
e de la ter viudo para ser vendido nesta pil-
ca roga-se, portanto, as autoridades e ca-
pilSes de campo, a apprehensao do dito es-
cravo, e n.anda-lo levar nesla cidade a sru
soiihor. na rua Imperial n 173, ou em Gara-
nhuns ao lllm. Sr. Manuel Jos Mondes Bas-
tos, que se gratificara com a quanlia iclma
Recife 29 de setembro do 1857.
Joaquim I.uiz dos Santos Villaverde.
hojecm apparocido "" Fo6">nodia 4 de outubro do cor.en-
. vendem-se no escriptolia ? ,0'oescravo mull de nome Jorge,
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recifo alxo/ Bf* ,!o corpo, pouca barba, potroso,
n r-j MmaiM .a^.. lem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz
DE PIANOS
ESTABh.LECIME.NTO
JOAO PEDRO VOGELET.
ROS "ova 11. 27, esquina da Can.hoa do
le i la !e, sotTrlvel co/.mheira o engomma-
leira ; na rua da Caleta do Itecio 11 5i, loja
do Canto. de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
\ ende-se ceblasebatatasmuito no-1 psitos de (ezes, a preqo commodo.
esquina
Carino.
Ven li-in-se pianos dos mais afamados l'a-
bricajites da Europa, ,!e baixo de ..la ga-
ranta que pode ser desejada. Na mesma ca-
sa concoila-.se e allna-se com perfeig3o os
mesmos instrumentos, tste esta bel ccimen-
Novacs e C. barril l RSla abeilo todas as noite.- al ass horas.
Attenco.
Xa granie fabrica de lamancos da rua Di-
------------------,-------------_ .wwvw UHla a^iv-Otl |.
nminos sungados, olhos pequeos e vivos,
pernea e bragos arqueados quando anda:
i este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
|carceireiro, levou vestido camisa de algo-
jdaozmho de listras, caiga de ganga azul, e
Idous chai eos, sendo um de pello o outro de
, lel'ro, ambos usados, e t, baqueiro : roga-
se pois 0 todas autoridades policiacs e capi-
ISes de campo, que o apprehcndam, e con-
;duzam-noa rua da Concordia, arn.azem de
inaicries n. 26, que ser generosamente re-
compensado. ste esclavo ja foi apprehen-
didoo au-.o prximo passado no engenbo
acar, cidade det.oianna.
MUTILADO
ILEGIVEL
1'EItX. TV'. DE M. V. DK FAHA
f :

1RS7


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ECFKGBAX2_230GN4 INGEST_TIME 2013-04-26T22:27:05Z PACKAGE AA00011611_07867
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES