Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07864


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Full Text

ANNO XXXIII N. 2.3.
Por mezes adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 4'500.
SEXTA FEIRA 23 I)E 01TIBR0 DE !8o7
BNCAEaBG^DOf tok SBSOUPCA DO NORTK
PtMhibj, Ir. Joao Rodolpho Gomes; N-iUl, o 8r. Jcuquim
I Pmlr Jnior ; ArtcttT, o 8r. A. de Lemoi Br-Ki ; Oa-
!\ a* './" d# ollvtrt : M>nhao( o Seohor Jos* Teixei-
r a de Mello; Plauhy o Seohor Jos Joaquim AvpIdo ; Pa-
i ir. Juilma J. Ramoi ; Araaionat, ir. Jaronjrao da
PARTIDA. DOl CORRBIOS.
Olindir : tcxlofl os das, te9 awia haca do di
I.ir*-isu'. Golanaaa ParakUw: M ---m.n.i,
S. Ani.i., it.-i-rr.i, Boato, Caara*, AltialM
S. Loronlo, l\.u d'Alao, tatarata, Limuein
Flor, Villa-Bella, Boa-Visia, Omrkmry < K
t t >Ktaa-feiraa.
GeraahBu; na torca-feta
Itrejo, IVsqui'in, Ingaccir
aaaqaariM faa
Cobo,l|M)jaca,Seraaieai, Itio Korrooo, Cm, llarr.'trua, Agua-Prci.-., Pi-
"nieiras c Natal: qalatti-falraa.
;leilu4 os corrcio parlrm aa 10 horas da minhia.
ADIENOIAJ DOS TMBUNA.KI DA. CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas quinui.
Relacao : tercas feirai aabbadoi.
Faieoda : quartaa aabbadoa ai 10 horai.
Juno do commercio : segundas ai 10 borai a quIniai ao todo da.
Juno da orphaoa iseguuda a quimas a. 10 horaa.
Prtrnedr. Tara do civei : segaoda estilaste meio da.
Begunda rara do elral : oartai ubbadoa a* malo da.
O proprietario deste Diario i/es'janloi
esUbelecer uma liuha de distribuicSo da
ponte-da Magdalena ao Cachanga, previne as
pessoasque moram na referida estrada que
queiram assignar o mesmo Diario quei-
ram mandar seu nome e residencia na ivra-
na n. 6 e 8 da pratja da Independencia.
EPHBMERIDKS DO HBZ DEOt'TlBRO.
S La chela aa 50 minuto da (arde.
10 Ruarlo minguaote aa 3 horaa e 84 minutoa da manhaa.
'7 La nova aa 7 horaa a 19 minutoa da tarde.
2 yuariocreacenta aa 11 horaa 40 minuto da tarde.
PKKAMAK 1>B HOJB.
Prlmeira aa 8 horai a 30 minutoa da urda.
Sguod* aa 8 hora a SI minutoa da manhaa.
PARTE QPFIGIAL
MI.MSTRKIO DO IMPEKIO.
Dctelo n. 1980 de 28 de Miembro de 1857.
Conceda a companhia que encorporarem Luiz de
laryalho Paes de Andrade e oulroa privilegio ex-
clusivo por lempo de 66 annos para conslruccAo
de uma estrada de ferro, ligando o porto de Ta-
mandar a parle inferior do rio Una rom a etteu-
len.ao nunca maior de ele mil bracas.
Alien lea,lo ao que me representaran) Luiz de
Carvalho Paes de Andrade, Antonio Marques de
Amorim e Henrique Aoguslo Milel, e de cooformi-
dade curn a minha iminediata resoluto de cinco do
correnle mez, tomada aobre parecer da teccAo dos
neguciut do imperio do cornelho de ealado, exarado
era consulta de Irea : Ilei por bem, n>s termos do
decreto numero Gil de 26 de janho de 1852. e em
virio le do artigo 2:1 da lei numero 939 de 26 de e-
lembro do correnle anuo, conceder companhia que
encorporarem e que lera sua ede na cidade do Ke-
eife, privilegio exclusivo por lempo de aessenta e
seis anuos para conslracco de urna entrada de ferro
destinada a linar u porlo de Tamandir a parle in-
ferior do rio Una, na provincia de Pernambtico, cont
a etlensAo nunca maior de ele mil bracas median-
teas eonllcoe. que com este bailara assignadas pelo
M trquez de Olinda, coiiselheiro da eslado, presiden-
le do conselho de ministros, ministro e secretario
de esta lo dos negocios do imperio, que assira o le-
nha entendido e faja eseculer.
Palacio do Rio de Janeiro em 2r5 de selembro de
I8S7, trigsimo aeilo da independencia e do impe-
perio. Com a rubrica da sua magestade o Impera-
dor.Mrquez de Olinda.
CouformeFausto Angosto de Azuiar.
Contrato que faz o goveroo imperial com I.uiz de
Larvalho Paes de Andrade ontrn para o ITm de
conslruirem por meio da nms companhia que far
marem uma estrada de ferro que ligoe o porlo
de lamaudar a parle inferior do rio Una sob as
seguintes condigOee.
I.
fres pblicos, serao condolidos gratuitamente pelo ; dode concedida aquella e.crava he perfeila, haveiido
camtlio de ferro. Igoal vantagem terflo dous p.nsa- apenas o encargo tle prestar servicos a lerceiros
Reros ao servico do gove.no ra cada v.,gem, e a -.V do Paran', declarando, em soluto a'con-
carga nao eaeedrnle de dez arrobas. O que de mais sulla constanla do oflicto n. 88 de 6 d'
accrescer a companhia se obriga a Iran-portar me- sobre o proced
dianle o abatiinenlo de vinle por ceulo do preco do porto da ci
corumom. jderecolher I
XVI. termina a cir
Se o governo m.ind ir tropas para qoalqaer ponto. salJos das ni
a companhia >e obrig a por immediatamenle a sua ero ttra ped
disposica.-, por melado da tarifa eslabalecida, todos peeliraa desp
os meios de transporte que possoir e a empresar cienle o prod
tainfaem nesta con lcelo us pertencentes ao guvern:> i do por que s
que forem aproprtedi s ao seivijo da linha. i presso no arl.
XVII. 186, aacca
Ior igoal preco fara' a companhia Iransporlar os ve limtlar-se
presos e Mol respectivos guardas, prestando o gnver- para que tomein as precisjs providencias
no os canos propnos e com a necessaria seguranza. Da 23. v
n...._<. XVI"' I A'alfandega.Cimmuniro a V. S.. para a de-
l),.rar,,e o privilegio a compiuliia percebera' os vida intelligencia e ezecoro, que o iban, I do
preco. de transporte de mercadorias passageiro, thesou.o, em mo da 21V? correnle dehlerou
segundo uma tabella que o governo, de accordo com confirmar a deciso lesa, alfandega, que juleou im-
eiu.organisara conror.ne as aeauinles bases : procedente a ippreliansAo de 30 fardos do fu,no e
i. I ara os gneros ie ezportaclo e de producto IO caixtt.li.s de charutos, feta pela me.a do coli-
no paz se rornara uma tabella, cujo masimo sera' .ulado desla corle ao btlgue hrj.ileiro (Falil Desti-
reguiatio nos eslalulos, lomando-se por base que o no,, de que lie capillo Jo.Vi /.eferino da Osla.c re-
IHAS Di SEMANA.
19 Segunda. S. Pedro de Alcantra f. padrociro do Imperio do
20 Irrca. S. Joo Cancio, advogado contra a phtviica.
21 tjurta. S. |"rsula e suaa cotnp. Vv. Mm.
22 (.iijinu. S. Landislo f.
23 Sexta S. Joio deCapistrano f.
24 Sbado S. Raphael archanjo.
25 Domingo. 21 Ss. Chriipitn c Chrispiuiano irs. Mm.
II.
KM ABKKGADUS DA 8UBSCR1QA NO il'L
Alagoaa, o Sr. Claudiao F.ilco Diaa ; Babia, o Ir. D. Dupn
Biodi Janeiro, o Sr. Joao Pcreira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propriatario do DIARIO Manoel Figueiroa da Varia n la
Hvraria, praca da Independencia n. e 8.
sao- que dera sobre a consolla feila pelo inspeelor da tes, etc., o
por co
clara que uao appreva a resolucflo de admillir a ve- inspector do arsena
I." eonslruclor, e as outras um oflicial, casa tiver, proveniente dos referidos
alfsndega. no oHicto qo. remetteu por copia, .he de- da armad, nomeado pelo S^^WSS SESTSgX SS^l'T^ JS 1 ?*%? m^T^nto^ S?19
preco dos transporles nos primeiros dez annos nao
devera esceder a melade do que actualmente esigem
o aln.ocreves e depoia daquelle prazo a quaria
parle.
2.- Para os eneros de inportaclo o mximo sera'
de trinta reis pelo mesmo peso e distancia.
3. O preso da conducho pira os objeclos de
grande volume e de pequeoo peso, como ejam mo-
bilias, cnxoes de chapeos etc.. poder ser elevado
ao duplo. Tambem poderao ser snjeilos a o na ta-
bella especial as de conducho perio>a, como seja
a plvora ele; eos qoc-am razio de sua fragilida-
de como pianos, louca, vidros etc., ou por seu valor
como prala, ouro, juias etc.. obrigam a companhia
a iii.ii,ir reaponsabih lade : estes precos deverao ser
esp>cirtcadameule declarados.
XIX.
I.ogo que a companhia puler fazer dividendos de
doze por cenlo, o preco de transporte ser redolido,
reformando o governo as tabellas, ouvin.io para es-
e Um a mesma companhia. De qualquer inaueira
llavera lodos os cinco anuos revisao as referidas la-
be las para reeeberem as modificacoes qe o bem
publico concillado com o uleretse da empreza acon-
aelbar.
XX.
Se o governo entender de convenien:ia publica
etlctiiar o resgate da concessao do camin'io de fer-
toro p.leri fazer mediaute. pfrm, ni lemnisa-
furma la na parle r.laliva a molla do arl. i- do de-
creto de 26 do abril de 183i, por nao aer applicavel
a especie em quesiAi o arl. 155 do regulamenlo de
22 de junlio de 18:16. como ja o derlarou a ordem
de 30 de marco de 1810, e lira o arl. 12 di regu-
lamenlo de :I0 de maio de 1839, ficando, porlanto.
imposta a> dtlo capiilo smenle a mulla dos direo
dejolhode 1857.Francisco Xavier Bomlempo.
.. pacho aeguile : Pela casa tic arreeadacao s
siv^P. f!,".n .i nVr' "S"S em q'"' '*"' ""'" '^ P"i"i" ""*"'" (specclo do arsenal, ,tc.
siva a fazen ta publica ou ao commercio. deva ser Rubrica do inspector.
redunda ou elevada passando esta allribnicao para i.- O esenvao da casa de arreeadacao, oa um
li.se n, a venncac.1o do peso |,qu|. tos, do livro de tala,, competente, os prd.dos confor-
,.r ,por.,1 !" 1u,,oSr- mspeclor, communi- me a seccSo a que perlencer o material, e os envia-
liquido a que aT7SiSv7ta^iC ZS2%JEEZZ'f* P" Sf?' 11'"{ ar',",, de m"""'3 d crle' co "'"
ca. para que a comu.Ulo nomo'.da p pro ,r a,"- btS!, I'T', ",Cl|!,V",l" &*** da B"""' ^-nbeco e Par.'; e de.er-
oualmeo.e a, llteracoe. de qe carecer a ua pos- os "edtdo, e V,^ ali"f" lo e.c' q '""'" n"" ^ '"P^""""''"" comecem. con-
sa tnformar sobre as taras que devem ser redundas S 5. Se duran.- mea
ou aogmentadas.
Etpadtenle do dia ," de selembro de 18".
i > ralnlslerio dos negocios da fazenda, remeltrn-
i.o por copia, as tabellas mandadas por em esecuc,ao
do |. do mez proumo futuro em dianle, que desig-
nara o veiii-iinenlos dos meslres e uperarii.a das dif-
or,lenar-se algma obra
forine a eslaeJO, a's ."> ou 6 horas da manhaa. e aca-
bem as i da tarde, dando-se unicamenle aos opera-
- A' Ihesourari, do Rio Gran.e do Sal, deca- Ion. pr!nVn?,." i.ni Vm le"', Rvrr'd.'m," ""' ''"'^ """^""'''^'^ >^ hora'par.
rindo que o tribunal do ll.esouro, .i visto do resul.a. nofaclura-la far in.iD.lialame.le o o ram. tito do oIZZn, 'V"" '' '0,e'Unli" a P" de
do Itual do procei.o da tomada de con.a. do fina lo que se precisar, e o eprownlar.' oo d'rortor e"ncc" <2 TZ,"! .', n" !"P",' P:ev'"""''-
_ Ihesonretro da mesma tbesouraria Rodrisn Jo< d. Mvo devendo nir L ,t.n..i. i.i r'"'tc ""''"I' pessoal fivado as sobred.las tabel-
ZTJSSShr?. S" ,er,a !u*-r se """'" '" ^" "5l"-8'5 muV'r\\' Pf"* P nnicaincnle I | 6. I.ogo que ,e oM.verem o. despachos do n-
Sni,'^^ V' ;,'H;,-'S' r,Ci",dj '<....... lendente, para satisfago dos pedido,, o alraoxari-
K.lbj dependentes .leteme qo. deve ler lugar fe man lara' os seus cu ..rda. as ,ccco, alim de re-
imuiedialamenie no Ihesouro, da ronla da operar.!,, i ceber.m, medanla taes pedidos, os gneros de que
i.ltcar s* sao exactas as alleg.icoe. do dito Ih-so.irei- acompanhar al a' ca
de prodcelo do municipio da corlo.
Ao consuladoCommunico ao Sr. administra-
dor interino da mea do consulado que o tribunal do
Ihesouro deliberen, em .e-,.i i de 21 do correnle,
Corirmar a deelsao do insperlor interino da alfan-
dega desla cort.. pla qUa| fui jul-ada improceden-
te apprehensao de ,J0 f.rdos d-* fumo e 510 caixi-
nlias de Charutos feila pela referida mesa ao hrigue
brasileiro Feliz Destino, le que he capiao loo
Zererioo d, Costa : t-, porque nao compelia ao con-
sulado faier sementante apptebensao, visto que nin
sa Iralava de embarcara,! a carga ou de gneros em-
barcados e sjenos a soa inmediata nupecrao, e
stm de uma dnr-renca para ma.s do qoe fura m.ini-
restadj, encontrada na descarga dos gneros de pro-
dcelo e manufactura nacional, suje.to. aos direttos
de meiopnr canto do espediente, qoe o mesmo lui-
goe carreg.u na provincia da Rabia ; 2-, porque
rompelindo.a lfatHega a liscaisarao dos gneros
assim importados, conforme o art. .V do decreto" de
O goerno imperial concede a companhia formada
por Lutz de Carvalho Paes de An Irado. Antonio
Marques da Amorlm, a llenriq.te Aoguslo Milel, e 5ao a opaa.l.ia, que sir regulada da inaneira se- \ l deouiubro de' I8">," foT'indeVld'a a""nl
coja.ale aera na cidade do Recle, o privilegio e- o"1'^ da mesa docnsulalo no ex.tme de da.org,
erro, '; ^'"podera Icr lugar este rcsgale. salvo de ac- clonado bngue.
cordocornacoinuanhia, senopassados ftnle annos -V p.esi lene da B.hie. Illm. e Exm Sr
1"nt O'""''"'"; Ta- o br.g. braiilelro .. Felt. e.lino.
*. Opraei do resgsla ser regulado pelo ler-
mo mello do rendtmeoto liquido doa ltimos tres
annos.
elusivo para a consl.urcao de uma eslrala de fe
que ligue o porto de Tamandar a parle inferior do
no Vm, com a ettenso nunca maior da seta mil
bracas.
II.
A durarlo do privilegio sera' de sessenla a seis
anuos, coto os seguidles favores e isencoes.
Dorante o lempo do privilegio, nao se podera'
conceder emprezae de onlros cantinhoa de ferro den-
tro da distancia de cinco leguas, tanto de um. corno
de outro lado, a na mesma dtrercao desle, salvo se
houver accordo com a companhia.
Esta prohibile nao comprehendo a da constroc-
Cao de onlros camiuhos de ferro, que ainda parlimlo
do mesmo p.nto. mas seguin lo direcrOes diver-as,
possam -pr..xlinar-se arcileotalmenla da algum
ponto da estrada privilegiada, ou ainda corla-la,
cora tanto que dentro dajzona privilegiada nao pos-
tara receber mercadorias e passageiros.
IV.
Os pontos iniermedios da linha contratada ficam
dependentes de accordo poslenor ende o governo e
a companhia, depois que esta houver pro-edi lo a
lodos os exames, e Irahalhus preparatorios ; apraatn-
lanlo a respectiva planta, que sera' sub.netlida a'
definitiva approvarao do governo.
V.
A eompauliia podera' conslroir tambem llnhaa
Iransv.rsaes de ferro, de madetra ou de qualquer
nlervenjao
do men-
-------........ o proce-
dente dessa eidade, Irazldo SO fardos de fumo e 510
cani.ihasde cb.rulos, nao incluidas
- casa de arredlarao, ond" sero
.aillo nres aVem' VSSS? r" q"a.""a- uros hanra idnea ao pe-; presenca do escrivao oa dos seus ejodantei, indo os
Rio
, ------------ no respectivo
3- A corana,, man.reslo, fora.n rases ohjorlos appreheadidos pela solurao dessa duvt la raind.
J. A companhia recebera do governo ama som-' mesa do onsulado dest- -
mi em fuujos poblicos
nenio.
outra conveniente especie, quan ><> julgue de ulili- a< e.lilicarOos. O governo pod.ri prorogar cala
XXI.
Ficam concodida a' companhia as seiscrnt.ts bra-
raa de terreno que artual.oente eslAo de-ltnalas pa-
ra uso e seivtc i da lortalers de Tatand.ire ; sendo
porem reservada a parle que for necessaria para o
servteo da mesma fortaleza, a.sim como para praras,
ras, caes, e pan o llficios pblicos, com, igrei. ca-
sa da cantara, escola, r.ideia. alfiardega., Irap.cltes e
Oino.nas pobteas: rica e.ilen lido que neala conces-
sao nao ,_. eoiaprebendeni oa terrenos do marinha
.^os eslalulos s- devera asaenlar a base lo mximo
preco, poique a companhia podera alienar esse ter-
reno em r,v.ir do lerceiros, ou pjr titulo devena
ou por titulo de aforam-nln.
XXII.
I ara edificarlo ne.e l.rreuo a companhia apr-
senlas, ao governo r. i pr izo de seis meze-, ceoladoa
da toa f .riiiicio, a plaa do terreno com u.n plano
deeJtltcios regulares; i> somenle depo s da appro-
raela drile be que ser.,' eOectaada a eoneewao. Seis
mtzes depola de approvado o plano, de ve.,1o comer ir
a corle, em aclo de busca na
quo dC Igual reodi- orasnlo ,la su.t enlra l.i ; ni .s julgando o triliun.il do
llte.ooro improcedente easl apprehenso, e que ao se
davla inpor ao capitao do referido brigue Jola 'e-
rrino da Cosa a mulla d que Irala o arl. IS'l do
regulamenlo de .10 de maio de 18.16, sera c ,mpre-
hender-aa o ditimo, rielo nao serem os gneros de
producto do municipio da corle
dada para facilitar o transito de gneros, e de passa-
geiros para a linha priucipal ; nao gozando purera
dos Uvores para aquelles caminlios que a esla sao
concedidos, excepto oa que forem eipressamente de-
signados oo contrato.
VI.
A companhia devera' formar-se dentro de nm
auno, contado da dala do presente contrato ; apre-
sentar os planos no prazo de aeis mazes ; comerar os
tr.blhos dentro de um anno ; a conclui-los- dentro
de tres, sendo os ullitaoi tret prazos contados da data
da sua formarlo.
Vil.
A falla de comprimen I. da qualquer das ohriga-
es d,< cnilic.in antecedente faro' iucorrer na mul-
l.decino eoutos de reis, imposta pelo governo.
I aga a molla, o governo podera' prorogar os mes-
moj prazos, mas nunca por mais de um annn. Se,
im-s.i,Io esle ultimo prazo, nao esliver nlisfallo a
coudicSo, alera de outra mulla igoal,perder' a com
panhia o privilegio, e lodos os favores concedidos,
lalvo ae a mora fr proveniente de forga maior, re-
conhectda pelo me.ino govarno.
VIII.
Quaodo a companhia liver perdido o direilo ao
contrato pela falla da conclusa.! da obra, conservar.'
propnedade da parle feila, perdendo fomente o
direilo a coulinuarao do gozo dos favores que pelo
coolrato Ib. tinbam sido concedidos ; e sera' ueste
caso ainda responsavel pelo valor dos que ja liver
recebtdo, dando-se para esle fim a bvputheca nas
niesmaa obras.
IX.
Podera' a companhia asar do direilo de desapro-
piar, na forma das leis e,n vigor, o terreno do do-
nuoio pailtcular que for neressario para leilo do ra-
intiilio de ferro, estac, armazena e mais obras
adjacenles ; e pelo goveruo llie serlo gratuitamente
concedido! para os mesmos fins os lerrenos devolu-
los que houver, a bem assim os compreheudidos nas
sermariat e po.ses, salvas as indemuisa;Oes que fo-
rera da direilo. Tambem o governo lite conce era' o
oso das madeiras a outros matertaes .lisenles nos
le.renos devolotos da que a com, anhii liver pre-
eiala para a eontlresdlo do camtnho de ferro. Os
favores deale arligo sao extensivos aos eaminhos
ranversaes.
X-
l'icam iienlm de dirailos de importarlo dentro do
prazo marcado para a conclusa r das obras, os Irilhos
machinas e inst.umentos que se dealinarem a mesma
roosirurcao, e bem a>sim os carros, locomotivas c
mais objeclos necesaartos para comecarem os traba-
Utos da empreza. A menna iltnclo he concedida ao
carvao de p.dra, durante o referido prazo, a o de
mis cinco annos depois das obras conrluidas ea li-
uha abarla o publico em toda a soa etlen*ao. O
gozod.sles favores lira auje.lo aos regulamentos lis-
caes para evitar qualquer buso.
XI.
A rompanli a te obriga a n5o possitir escravos e a
nao empregar no servir;,! da consirnec,ao do ramiuho
de ferro seu.lo pessoas livres qoe sendo narionaes
po lerao gozar da iseucAo do recrutaineuto, bem co-
mo do servido activo da guarda nacional ; e rensto
? liaigeiros pailiciparao de lodas as'vanlagens que
p t le forem concedidas aos colonos uleis e indus-
triosos.
XII.
So lerao direilo de gozar da senado do servido ac-
tivo da guarda nacional e o do recrulamento os ua-
rionicsempregados pela companhia, que esliverem
incluidos era tima lisia ent.egue lodos os sais mezes
BO presdeme da provincia e esstgn.da pilo seu di-
rector ; na i podendo passar do pri.neiro semestre,
ser nella contemplado o individuo quo nao liver tres
me/es de elf-rlivo esercirio. Convencida a compa-
nhia de qualquer buso sobre eslo importadle as-
su.npto em drtrimealo do servigi, podera' ser mul-
tada pelo governo na quanlia de qualro cotilos de
reta, a al perder' este favor em caso de reinciden.
delicia se o governo o julgar coi.venitnle.
XIII.
O caminliod. ferro nio impedir' o hvre transito
ilos eaminhos acluaes e de oulros que para c mm -
didade publica se aburen ; nein a companhia lera'
direilo de exiair leu alguna pela .agrm de ou-
iris estradas de quilquer itjlurez nos pontos de ni
i eroccflOa
XIV.
(I jovernn podera' fazer era loda a etlensAi do
canutillo de fern aa conslrurres e apparelhos naces-
sarios ao cslalilecimento de ama l.ulia .alegra, hira
elctrica, mpoMibiHeende-aa a companhia p>la
guarda dos Dos e apparelhos elecliic,,; e pr..lanlo-se
a transportar gratuitamrnte os .gentes .la leleiira-
pln.i que viajem em rallo de seu rmprego. A r m-
PMihia lera' o direilo de fazer semelbnile ronslroc- vagado Antonio PeriTl
p. se o gi'V.rno nao qutter exerular por sua
etnta ; sendo nafta caso gratuito o serv.co prestado
ao mesmo governo.
XV.
* malas do correio e aeus conductores bem como
"*eaaoH snmmas de dinheiro rerlenreiites aos eo-
deles prazos por outros seis mezes : se no lim de
cada ama das prerogaeSta nio r,.r preoehida a can-
dir,, respectiva, o governo podera dispar do terreno
como bem entender.
XXIII.
O governo prestar a companhia, por meio das
aolori.lades, loda a pro(ecc..,o compalivel com as leis
.lim le que posta ella realisar a arreeadacao das la-
xas -.Huelen las ; e proteger' co .. reulamenli.
espectaes nv, so a tegoranca dos viandanloi, como
os conductores e empregados que a companhia tiver
pa.a h.c.iii, ir a observancia,do. seas regolamenlos
permillindo-lhe ler uardas-barreiras, que sero ci-
dadaos brastleiros morigerados, pagos pe. compa-
nhia a que poder.1u andar armado-, mas sujeilos
inspeccac das autoridades locaes.
XXIV.
Nos regulamentos da governo. de conf.irmidale
com o S 1 i lo arl. I da Ui da 26 de junlm de 1852
sarao lamb-m e seguranca, em favur dos p'oprios camiuh n e de seu
n.o regular, para prevenir qualquer perig,, que ve-
nhn ou de esiranhos oo da premia companhia ; im-
pon lo o governo as convriiienles mullas e solicitan-
do do cupo legi.liiivo maiores penas, se pir ctp-
riencia reconhecer neces..io.
XXV.
wo caso de que o govem i queira que algons en-
grtiiieiro. seus s. inslruam na con nbo de ferro, a companhia os admillira' para as.is-
lam a todos Irabalbos da emiirea.
xxvj.
A compinlita n.lo podera emillir acedes ou pro-
messrs de acr-s negoriaveis, -,n que se'ienha cons
llluido em sonedade legal com estatutos approvados
pelo governo.
XXVII.
A companhia lera'a faculdade de .plorar e la-
vrur minas ,ie carvao, pedra calcrea, de ferro,
cnumlio, cobre e quaesquer oulros m.laes ain-
'H praeioioe sera prejulta de direilos adquiri-
dos por oulros, devendo quando as descobrir
ui'igtr-sc immedialamenle ao governo pira que Ihe
sejatn demarcadas as dalas e estipuladas as condi-
roes de seu gozo, pdenlo a companhia exerrer -
. i.cutdade no seguimenlo da linha do caminho de i
ierro e na iti.nn zona de cinco leguas para cada
um dos lado>.
....------- ..fc assim o comrau-
"lc)^pv. Inc. para seu conhecimenln, e para que
pitia tomar as piovid.ncias que julg.ir a bem dos
cofres provinciaes.
A alfanlega.leclaro a V. S. em resposta ao seo
"licio n. 239 de 19 do correnle, que acompauhoo
copia da podara por V. S. e.nel la em dala le 18
do inesm nw. queolo estando a vrrili.-acao do pe-
so liquido das mercadorias por ella ordena la I res-
pe.lo de cada um dos volumen, na letra e espirito do
decreto n. t.l de 2-J de m .rro do c.rrenle auno,
segundo o qual .a leras le arham litadas para cada
especie de envoltorio ; e cort,pelni.i somenle ao mi-
nistro da fazenda alleia-la., quando se reconbecam
Ic-ivas a faren la polilla ou ao commercio, da con-
r.rmidade r,n o arl. 19 ,1, m"s.no deerelo, enmpre
que \. S. faja por em execur.lo o rila lo decreto e
larif. no seuli.I i de serem as mercaduras
las pelo seu peso bruto co n o abatunen
referidos gneros com gulas em doplicala, eilrahi-
das do l.vro d. lalaocotnpelenle, para ficar uma na
casa de arreeadacao, servindo ;rom a nota da veri-
llcaja.) de docomento da reeetla, e rollar a oulra a'
serra,!, com recibo passido pelo almoiarif, para
servir de documento da despeta do responsavel.
S 7. Os meslres, a' medida que forem carecendo
dos gneros para o contorno das olllc nal a seu car-
go, irao fazendo os competentes pedidos, por lies
assigoados, e tambera exlrhidos de um livro deta-
llo, ma.idaodo-os levar a'casa de a,recadadlo pelo
conlrame.tre, mandador, ou oulro operario de sua
confian;,, alim de serem satisfe.loa. lisies pedidos
dorarlo ler o vate do director respeclivo, e
se.virao para o laii(,menlo do debito da conla de
rada uma ollicina.
S 8. yaando o genero for para a ollicina sera''
lainbem acompanhado de Orna guia extrahida de ou- i
tro livro de tala aflm de qu., .' vista da mema,
possa o ineslre
despacha-
.".o das taras te inni
luidas, e in> remella rom urgencia as reclamres; -
que Ihe forem sendo ,presentadas contra as taras*co-
no lesivas a faien la publica ou ao e .mmerci i. e tej-
as pelos feilores ou despachantes, ,|, ,|e q, jam
alteradas para mais oa para menos, como f.ir justo e
como recommeu la o mencionado a,t. ti); d.vcndo
as reclamttoes a que me refiro ser acompanhadas di
ODanlao de V. S. sobre sua prore Lucia, para o que
Baile o deve auxiliar as verificac/ios da peso iiquido
que como ensaio se tetn permillido nessa renarli-
cAo.
A' Ihesouraria do Para'.Bernardo ele Sooza
I'raneo, prest l.nl do Iributial do Ihesouro nacrbnal.
gamenlo dalla, quando se reronhera real a divida ,
ojlrostm qoe os juros de 9 % sejam conla lo. da dala
da intimarlo qoe se fizer para a entrada do alcance
reconhecido ; e devolvendo para entregar aos referi-
dos herdeiros os pap.is qoe ipreeoaieram em vi-la
da ultima requisi;io do Ihesouro.
MINISTERIO DA JUSTICA.
2." seccao.Mtni.irrio dos negocios d, juica.
'mi Js"e.'ro' m 29 -"e selembro de 1857.
Illm. e Eim. Sr Fi pre-enle a S. M. o Im-
perador oolt.cio de V. Ex. datado de :i do mez de
agosto protimo passado, no qual V. txr. con-ulla
se pode alteodcr ao recorso do conselho de reviil.
da guarda nacional do municipio de M ,gv das Cru-
zes, e conltecer da nullidade do ronirlho de qoalifi-
eaclo daquelle municipio, sobre qoe ver. o mesmo
recurso, pela iiicomp.ilihih i|, dos olliciaes que
.elle funeconaram, visio que o arl. 59 do deerelo
ibro da IS.0 nao Irala desse assuroplo.
i duvt ta manda o mesmo augusto
set.lior declarar a \ Exc. que. permillin to o refe-
rido arligo que as parles itilere.sadas poetara recor-
rer das decisOes dos con-rlhos |r revilla para o go-
verno no municipio da corte, e para os presidentes
uas provincias, i,. obvio que V. Ex. poda lomar
conheeitnenlo daqoello recorso, pois que le qual-
quer individuo lem direilo de inte.po lo da derisao
que Ihe diz respeilo, nio se pode recusar ,goal di-
reilo a qualquer dos memhros do cuuselhn, que se
deve reputar parte inlcress.ida e com nbrlgarao res-
nela de representar, denunciando as faltas que ahi
se commelierem, pri,.cipalranle no caso de nuln-
dadO, que afiecla luda a qoeUflcafle de ama paro-
Por esla occasiao manda o mesmo aoguslo lenbor
,.r,, '"" ""i* \" E*' 1.....nu'10 >"<<" (ti S 10. O eierivlo da casa ,le arreeadaclo nuando
oiaru ser nomeajos sen io ofliciaes promptos, e i ,e. : 5 i, devara', de iccordo Co
se nao devem reputar aquellos que exerc-m ea.uos
da delegados de polica e junes de paz, observan lo
no eiil.(-i.,ni, qoe nei.huina incompatibilidad, se da
por s.rv.rem no memo conselho don oftlciaes ir
; ma ,s, poique n lei ;1o prol.ihe e nam tambem
, raz exclusa,, dos Inspectores de qu.irteires e collec-
, lores de fazenda geral e provincial, qoe lio qu.lifl-
cados e sujeilos ao serviro d. res-rva, e entra es-
tes ..a.) prevalece a ordem '
mente sera' pree.ichi lo por ab'olula necessida-
jUj roiiservai.il,, .. ,. .amento, emquaoto se nao or-
daar novas Conslrurres, mis ain la deque sa de
clara aos presnlenles Jas sopuntadas provincias que
os lugares de cabos da ponle, feilores. meslres das
barcas de agoa, m.eo das luzes. marinheiros e gru-
metes dos arsenaes devem sersubsliluidos e acora-
modados seguodo o servico em que forem emprega-
do-, debs.xo das ilenominace. corappeheodidas no
UluloServico geral dos arsenari. ^^^
_ Expediram-se os competente, avisos de>t*~ieTm.i
a conladoria oinspecjao doars.nal demarraba da
cote. be.n como a's presidencias das provincias da
Bahia, Pornambuco e Par'.
MINISTERIO DA GUERRA.
Rio do Janeiro.Ministerio dos negocios dagaer-
ra, .m 29 do Miembro de 1857. R-cebi o s.u nffi-
cio de i do correnle, dando as nfnrmares e ex-
expliraroes que se Ihe llnham exigido en. .viso de
19 do correnle, por oeeasito do sinislro occorrido em
o dia anterior na ofli in.i das grandes galgas. Fico
Menla de qu. nAo se pode precisamenle assignar a
causa verdadera l sinislro. mas era lodo ocaso,
segando a soa tuforraacao, licou plenamente de-
monstrado nAo se verificar a taipelta, qae presu-
ma pelo lito de um, prela, de ler elle podido ori-
ginar se do figo da .un charuto.
Segundo os delalhes que expde do funeciona-
S 9. No caso de serem volumo.os os gneros pc-
didotpara fomecimenlo .la casa de arreeadacao, po-
derae alies eoulinuar a ficar nos ar.n ,/ens das sec-
roes a que perte.icere.n, devendo o escrivao da reft-
rida casa ir passando vales par, as secroes, a' medi-
da que os meslre. das ollicti.as f ,rern carreen lo des-
iet genero., ettrahiedo o. mencionado! vales dn um
livro de labio apropriado, ale completara quanltda-
de que se livor cmprelieudido ii, omnenlo, e fa-
zer n.ssa oacaiilo racollieroi me-mos, que aerlol 2-'i'uos'T^dann,
logo golpeados, dando a competente guia nos lermos'
tes :
8.
ni o iil.nox irife, etami-
nr. leudo lainbem em visla a esrripliiracli, se al-
g.nis dos gneros all deposita lus exisle
da,le 1,1 qu. possa salislaier do lolo
mesmos pel I
XXVIII.
Pudendo, nAo obstante a clareza de lodas as esli-
pularoes desle coiilralo, dar-so desaccordo entre o
governo a companhia, a respeilo de seas direilos
e obrigacoes. reconhecendo o governo a vanlagem
de orna qualquer derisAo. esta sera' dada por jaiaae
arbitros, do. qaaet Um sera' da nomearo do mesmo
governo, o oulro da companhia, e o lereiro por ac-
cordo .le amba as parles ; e se esle accordo nAo for
possivel sera' o lerceiro Miembro o cooielheiro de
estado mais anligo, e era igual da anliguidade o mais
velho.
XXIX.
O pre'etile rnnlralo licara' dependente pira seu
complemento de ajaste posterior e definitivo entre o
governo e a rompanht,, depoia que esla apresenlar
>,s traba hos e esclarecimenlos de qu. Irala a condi-
rdo uarlo, e enlso serao le -rmiiia I ,. as clausulas
e cundieses que devam regular o sysleraa d, con<-
Irucrao do caminho de ferro, de carros, machinas e
locomotivas, de accordo com os ltimos melhora-
metilos a bem da seeuranja dos passageiros e dos
lranspor.ee, da economa e do custeio, da veiocnlade
d, marrh, lodas as mais comtnodidades e vanla-
gens pa., o publico ; devendo lal ajuste prectder ao
Cornejo da obra.
E ., fo do que s. lavrou n presente conlralo, as-
signado pelo |||m. e Exm. Sr. marquez de Olinda,
conselheiro de eslado, presidente do eonselho de mi-
nislros, minislJO e secretario de estado dos negocios
do imperio, ptloa emprezario. I.uiz de Carv,lho
1 ac de Ati Irada, Antonio Marques de Amortm e
Henrique Aoguslo M.le, e pelas tesiemuiihas ti,,
noel Coi lea FeruAudes e Francisco l.eilSo de Al-
meida.
Screlaria de eslado dos negecios do imperio, em
29 d. selembro de 1837.Margues de Olinda__
Por mime como procurador de Luz de Carvalho
Paes de A
remelle an Sr. inspector da Ihesouraria da provincia
do Para'a copia ju.,1, do oonlralo feito com a direc-
tora do Rauco do Brasil para a exeeucao ,1a lei o.
!>Ut de 10 de agoslo do rorrele anno, que aoloriso
o deposito das somrati disponiveis do Ihesouro e Ihe-
aourarias no limen e su.s caix.is lili.es, e ordena ao
mesmo Sr. inspector que Ihe J execocao nessa pro-
vincia, leu I, em alinelo : I-, qu. nao deverAo ser
^ deposttadas senio as quaiilias qu. realmente fo-em
dispoinveis. e que nio baja probtbililade de ser.ro
precisas .1 iran.- os 60 dias do prazo estipulado para
sua retirada : 2-, qoe, todava, sempre qa. se fi-
zer ettlrega de quaesquer quinlias a' cana filial, se-
ji com a derlararao de que a Ihesouraria as podera'
retirar no fim do dito prazo, se assim Ihe enviar
I', qoe a escriplurac-a i deslas operariee de sabidas e
v lia de di-posiloise faca em dia, e com loda a regu-
laridad..
Sem-lhanles a's do Pernambitco c Hiraehao.
A' misma.lie.nardo da Souza Franco, preai-
denle do tribunal do (h-souro nacional, em resposla
jo olficto do Sr. inspeelor da Ihesouraria do Para. n.
1-1 de IS de lulho do correnle anno, que acumpa-
dliuu oulro do inspector da alfiudega respectiva, rom
uma copia da portara por esle expedida sobre I ex-
ecurao ,|j tabella da. laxas da larifa em vigor, deca-
r i que approva a decide da la pelo mesmo inspector
na parle relativa Ma verificac.1o do peso liquido
das mercadorias, vislo q.e estn 'o marcadas na la-
nra as laras para rada am dos voluntes em frenle d,
ma de soa elaMtfleaclo e respectivos dir los, e
em qti.iuli-
o.i em parle os
pira somenle so exig.ro neressa-
rio, ..vil. r-so ,s gran les aceumolarOes de material
na Mbredila casa.
SU. Em coda umi das olli-ims do arsenal, alm
do livro de tallo, donde se devem extrahir os ped-
rm, do mencionado o.lcio de V. Ex. que fncclo- I 'Cd '-""' q"e '"" comP'|i'e'"'
naram no dito conseibo tre. olliciaes competente.,
numero que exige o ja cilado decreto de 2. de oulu-
bro de 18..0 para hevtr ses-a ., cumpre que sub-i-la
deliberacSo d> referido contelho, man lando no
cornpeiindu ao mini-lroda lataoda, na lo.m, do arl.
19 do deerelo n. 1,911 de 28 de mar;o alli.no, alte-
rar cssas laras quando reconhecer qu. sao lesivas A
Tazenda ou ao commercio, seria iuconsequeul. deiiar
^>ji in-peclores da alfandega a faculdade de p.rrail-
lirem a verlfieacla do peso liquido, da qual resultara
a inulili lado da ditpoticAo do rilado arligo, e da fi-
xara :as loras felis na tarifa, alern de excluir as
Vanlegeni de brevidade e facilidale dos despachos,
que o 'ecrelo leve em vista. Acrese, qoe nao he
-usli-nlav.| a opioiAo de que esta em vigor o arl. ->0
do decreto de 26 de abril de 1851 ; ...lo s porque",
su, doulrina eala em perfeita eoolradirclo com o no-
vo syaiema da fix.ra das taras, como porque o de-
creto n. 1,91 i mu expressamenle declara no seu ar-
tigo final que lira revogado o firrelo n. 634 d. ->H dt
ago.io de 1819. de cujo arl. 6- d.pen lia a exeeucao
do citado art. 20.
Ouaolo i p.-rle da portara em quo o sohredilo
inspector recomm.ndoa a V.rifieacAo do peso liqaido
da. mercaduras, afim deque, no caso ,1,. provi.oen-
10 ros recursos, se f.acam ns parles as m lemiiisartes
a que liverem direilo, nio pudendo ler lugar in lem
nisacAo algunia em fice da verdadeira inlelligenca
das dispos.roes respectivas, s deverA es.a verificarao
servir par, que a eomutitllo nome.da par. prop.r
anniialmenle as alleraro-s que reclamar tarifa em
vigor, d a sua opmiao sobre as laras que deverem
ser redolidas nu augmentadas.
Ouanlo, finalmente, A ultima parle da parlara de
que se lala, a n,la I .a das allerac.'ies annexas ao de-
erelo n. 1,967, de 26 de agoslo proxtmi lindo, deci-
di ja qu nas laras dos envoltorios .xlertores Hilo
coraprebenlida. as de quaesquer nal ros qae vieren
acondicionndoos merca lorias iiileriiainrnle.
A' da Bahia.Bernardo de Sooza Franco, pre-
sidente do tribunal do Ihesouro nacional, remelle ao
Sr. inspector da Ihesouraria da Baha a c.ipia jimia
do coolrato fe.lo com a directora do Banco do Brasil
,r, a exeeucao da lei n. 9116 de 10 de ago-lo do
ton^w?!! Ms/q-e- deA,..orim.-;rorrenleanno-, que aolo.ua o deposito das sarama.
lie iriqie Aogu.to Milel.Lo.r.o l,al..n....ha.. I di.pon,ve., do Ihe.ourj e tbe.norarias no Banco e
id, "' l'''r":""e'-I'foocisco Leitio de Al-1 toas tailll liliae<, e ordena o mrsrao Sr. insperlor
nlrelanlo V. Exc. eslrauhar a autoridad, qo. fez
laes nomeaces a irregolandade de s.u proced.ten-
lo para que se nao reproduzam d. ora em dianle
Tallas de i leu Ira natureza.
Dos guarde a V. Exc Francisco Diogo P.reir,
de Vaseoncellos. Sr. presdeme da provincia de S
Paolo.
MINISTERIO DA MARINHA.
Miso de 31 de julh> de 1857.
Manda observar as inslruccoes para regular o mo-
vtmenlo, servico eescripluraja,. da casa de arre-
eada{lo que se devo aslabeleeer no arsenal d<
marinha da corle, cm virlude do art. 85 do regu-
lamenlo annexo ao decreto n. 1769 de 16 de iu-
Ihu de I85G.
Rio de Jadeiro. Mioislerio dos negocioi da mari-
njia cm 31 de julho de 1857.
Su, Mageslade o Imperador determina que nu
movimenlo, serviro e escriplurarAo da casa da arre-
eadaCalo, que se deve eslahelecer neaae ar.enal, cm
vtrlud. do irl, s> da regulamenlo annexo ao decre-
to n. 1769 de 16 dejunbo de 1858, s- observem as
inclusa. initruecO.i, as-ignadas pelo ronstlbriro of-
lirtal-maior desla secretaria de aalado ; o que coto-
munico V. S. para su.i Intell seucia e execu^Ao ;
devendo indicar o governo imperial aquellas alLia-
es que pela experiencia >e d.vam fazer nas mes-
ma! inslrucres, de forma a obler sj com vanl.gem
o servico para que Ao dadas.
Dos guarde a V. S. Jote Anlonio Saraiva.
Sr. Joaquim Raimundo de Limare.
Insirucres para regular o movimenlo, sersico e es-
criplurarAo da rasa .le urrecadsrAo que ae deve
eslahelecer no arsenal de marinha da corle, em
virlude do arl. S", do regol.menlo que baivoo
cora o deerelo n. 1769 de 16 de junho de IS',li
Alt. I. A r,sa dearre-, 1acA> do arsenal do ma-
rraba da corle, sujeila ao inspeelor, sendo desuda-
da para recebar do al.noxarifado ai malinas pruna,
que forem neressarias para o c msurao dia.i,, das
oilieiuai do refer las ar.enal, conservar-se-ha era
aclivid.de da manhaa e de larde, durante as mea-
mas horas ero que Irabalh.irem as sobredilos olTici-
nas.
Arl. 2. Esla cisa ser orgsnisada e dividida de
mat.eira que ba|, toda a facilidadc no r.cebimenlo
eeiilreg, da materia prim. que nella se arrecadar.
Arl. :i. Na mesm, esa s. rerebera' loda a obra
nova que se ma.uifaclurar nas oflicinas, para dabi
ler iminedialo destino, a' eicepjau da que for ur-
genle e volnmosa, pert.nrente aos navios, ou di-
versos eslabelecimenlo. que podera' ir logo em di-
r.ilura das raema< nlli iuis, nina ver. que o mwlre
respectivo a manifest na casa de arreradarAo, sob
pena de suspensAo do lugir quan lo deix.'de U-
le-lo. Para o recebimenlo da ,-bra nova, hovera'
na esa de arrec.idar um lugar pmprio, separa-
do do demais movitoeulo da mesma casa.
Arl. 4. A escriplurarAo da casa de arrccadarAu
Contiara dos livros segrales :
Um livro mappa de receila o despeza, com a
c!assilicac,ao corrcspoiidenle a das secroes do almo-
tanfado, par, se latirar debaixo de ltalos distinc-
tos o material qoe entrar e sabir, dcrlarand-s. os
seos respectivos valore.
L'ra d.lo de Canta com cada uma officna, par, es-
rriplurar-se por dehilo
prima entregue aos me
. a quaulida-
|-.o ua molera pruna que se Ibes entregar, o obra
qoe e.ia produztr, a os diaa que gaslerem com a sua
proinplificacao.
S 12. A' molida que forem conrluindo as obras,
se irao remellendo par, a ca.a de arreeadacao, me-
nos aquellas que, segundo o disposta no arl. :i, po-
dem sabir, em direilur.i para os navios ou diversos
estabelecimenlos a que perlencerem. Urnas e en-
tras serAo acompanl.a las de uma ota impressa. cou-
leudo a nomenclatura das obra, a materia prima
gasta e os lias de Irabalho empregados, com dad,-,
r.clo do numero de operarios e seus jornae. Pela jeatilal e portel da ollicina das grandis galggs
apresenla.;ao da referida guia, po. prle do ineslre, '"'locar caixilhos da panno branco, enaquellasof
a considerar, corapl-ta a inanifeslara.i que elle he j fi1"'"*' 'm que nao houver risco explosivo
rgido fazer na forma do dilo arl". 3, Esta guia '
Ia Regular o serviro das galgas de modo que ca-
da larefa gaeto '! horas inclusive ', hora para carga
a descarga do pialo, e para as paradas do machinis-
mo que forem precisas, pudendo haver lolgada-
menle Ires tarefas por dia.
2' O lempo total da lnlurac.Ao e da formarAo do
lijlo sera' de 21, horas, a saber :
O lempo da triturara,, seja dividido em :i periodos
la estarlo fre-ca ; no |- a 5 vollat por minuto, no
lo cada um desle periodos loj
miuulos, inclusive o lempo dos augmenlos ou ro-
gos, que somonte s. TarA i mediana as poro las do
didchiui.mn. No lempo queolo serAo 4 os periodos
da lirluraelo : no I" a 5 voltai por minuto, no 2- de
i, no 31 de 3, noaV de 2 ; e cada periodo de 30
minlo..
O lempo di rormacAo lijlo continuara*, como
actualmente, a serde 1.2 hora ca uma volli por
minuto.
3a l-'eila a carga do prato, duranle o processo do
funceionamenle do mtrhiniame nAo consentir' ope-
rario algum no interior da alucina, e no lim dos pe-
riodos acuna presrriplos, ou quando o meslr. jul-
gar conveniente fara' parar o movimenlo da turbi-
na, e 10 entrara' na ollicina. SerAo convenirnlo-
raenle di.poslos os colheroes ou rascado.oa que
rhamem precisametilc o mixto para o Irilho da.
galgas, pdo modo simples conliecido que dispensa
operarios para esle servir,,.
i" Ouanlo for possivel llavera' o maior cuidado
na l.npeza do vasilhame que transportar os mixtos,
bem assim n, polica das oflicinas em que cada um
doi ingredientes receber separadamente a sua pre-
pararlo especial, para evitar qae nelles se mislurem
por descuido, ou pelo vento, oigan. grAos de areia,
granito, quarli, que ao depoia .oh a press.lu das
galgas venham a oceaiionnr explosoes. Convir
que dever,' ser as.ignada pelo metlre, lera' o Vil'.
lo do direrlor respectivo, e servir' p.ra o lania-
rnento do credilo da conla da olfici.ia ; d.ve.id". o
escrivao ou qualquer dos seos aju lonl.s, no arlo da
ascopluracAo, fazer na mesm, guia o calculo do
cusi da obra, para menciu.ia-lo na columna nro-
pria. K
13. As obrat manufacturadas qae se recnlbe-
>em na casa de enecadacao irao sendo logo entre-
gues aos navios, ou e-labelecimenlos a que perlen-
cerem, e disto por,' o eeerlvU da mostna ca qualquer dos seos.,jodinlcs, a necessaria ola a'
collocara'
pela .ua
caixilhot
Iriloroc.lo singular ou binaiia,
nu de panno ou de vidros.
5a Os ingredientes, rarv,1o rnxofre, serAo tritu-
rados singularmeule na ollicina das pequeo, gal-
gas, e depon n.ssa mesma ollicina em combinaran
binaria pelo lempo que a experiencia mostrar ne-
cessaria para soa completa polveriac;Ao, se ja nAo
esliver e-se lempo Atado.
6a N, alucina dos galgas esphericas se addirion i-
ro' a mixIAo binaria anlecedenla o Salitre corres
poodenle, c enlo, ahi lera' principio a rom-
binacla lernlrla do mitin destinado ao fabriro da
plvora, e denois poetara' a complrlar-se pela Iri-
marg.m do loncamanlJ que se fier no livro com- i lorajAo na ollic na das grande. golai.
plente, declaran lo os noincs das pesiont incumbi-| Pelo que respaila a m.' qualida.le dos opranos
se esle se n.io I "'''lien de qoe Irala em sea olllcio, eumpre-me
Ignol ola de- 11 dizer-lhe que brevemenle espero solucAo do. qo.
obras qu, depoia mandei engajar a' Blgica, donde deverAo vir con-
I las de leva-las, a data e o desli..,
eonheeerje ptlo dito linc-menio.
I viro' ler lugar ac re, daqnellas
i. manafacluradai uas ofllcinei, forem enviada,
dtreetamentl pora os navios ou eslabelecimenlos.
? 11. O irabalho que s. fizer oas oflicinas, ob o
Ululo de conrerlos, lera' o mesmo processo ja refe-
rido a re HgnacJJo, com a differenca de ser ludo remedido
depois em dircitura para os navios ou eslobeleci-
menlos a quera pertencer ; firan lo o meslr. respec-
tivo obngado a fazer a me-ma manifaalaclo de nue
Irala o arl. 3. '
S 15. No caso de que a obra nova oo roncera 1a
tema de er feila por duas ou mais ollicinas, a en-
trega ou manilestacao na rasa de arreeadacao se ef-
fectiiara' sempre pe|, ullima ollicina, par, cojo fim
devera o mestre.'exigr das oulras.por onde a mesma
obra ou concert ttver pastado, urna nota que pode-
ra ser impressa, mencionando lodas as circumslon-
cias de qu. Irala o 12. para organisar-se a com-
petente guia, coma dillerenri de especificarse oes-
ta separodainenlo o qu. perleuce .. cada um. olli-
elno, alim de fozer-se p.la casa de arrecadacSo, nAo
so o calculo do cusi, mais ainda o laocamenlo na
conla resprrliva.
Arl. S. Das machinas, ferramentaa, ulensia, mo-
liilias, e m lis aprestos que esliverem .tn uso na.
ollicinas, p.rlenrerem ,' faz.ndo nacional, se fo-
ro' tnvenlorio que sera' laucado cm livres prop.ios
oos meslr.s respeclivos ; devendo estes dar logo por-
te aos directores de qualquer inulill.la de reconhrci-
iromesires entendido! nas esp.rialidad.s de ca la
iflic.iia, conlorme as recommendacOes que fu ne.s.
senlido. Eulittanto, continu Vnic, coadjuvdo
pelo encarregodo interino das oflicinas, n fazer os
atsidoot esfor^os qu. lem feito paro conseguir coro
aquelles mesmos tperarios que esla fabrica produ-
za olguin Irabalho til que compense de olgiirn mo-
do o sacrificio pecuniario de mudos centenares de
cotilos que cora ella se lem despendido; e debaiio
de-le ponto de vi-la nAo deve, como o fez, qualjficar
de ingrato a sua larefa, por ler descido a esludos e
trabalhos praliros inditpaneiveil para regularis.r o
scrvir;.i d.l ..uvas oIBcinm de plvora, poii isso an-
tes se deve quolificor como reconhecimenlo dos de-
veres proprios de lodo o chele zeloso. Como Vmc,
I, foi chefa desse eslobelecimeolo, quaodo Iraba-
Ihou pelo ty.lem das anligas ollicinas; e tambem,
com saljifarAo e espontaneidade, riese i a lodo, esses
'elalhes pealicot, nicamente com as vittat de me-
Ihorar o fabrico da plvora, por assim julgar do
raen dever.
A respeilo dos melaes das galgas, convenho no
que expe, e (otilo mais que sempre Uve a mesma
opiniAo do risco qoe ellas produzem por serem de
ferro ; assim, a se me I ama do qoe adoplei com am
por de galgas de granito existentes n.ssi fabrica,au-
toriso, como prope, a que nas grandes gol as se n-
doplem os Irilhos de brunze ; mas s.ndo somma-
ment. penoso desmontar as galgas acluaes, alo cons-
di, ou ilescaminho provado, para poder f,zer-se a lando-in. ler-se driado estragar se completamente
rmpeteme verba de despea a' margem do lanra- r,rreiAo e-peciolmenl feito para seu transporte
meulo do objeclo, e ler lugar a .obstiloiclo, bem convem antes mandar fazer um por de galgas nova-
como a nova carga. Di.les litros se etlrahirAo os
dncumenlos que forera precisos para a despeza dos
respensaveil de quera os meslres hooverem rece-
bi lo qualquer dos objeclos cima mencionados.
Arl. 9. O inspector fara' com quo nas oflicinas ba-
ja acommo laf-oes proprios sob a guarda dos mes-
lres respectivos, para orrecalar-se a molera prima
recelada da ca', .le arreeadacao, afim de irem os
com trilfioi de bronze, e para esse fim o machinisla
de'sa fabrica .presentara quanlo antes os competen-
tes riscos sub as srguintci bases :
I'rimcira, a 'arcura do Irilho da galga igual a das
galgas acluaes.
Segunda, as realas do Irilho serAo ligeramente
carvilineas e nAo d. quinas vivas.
Terceira, a espessura do Irilho de hro.ne nAo de-
i ""' "..... -'" P'.....a.li bu-c-.a. o' mediiL q^forem p ,ci- r mwm de P I g p r\ Z oA^l ^iZ
. .r."' """" "u Pro:luc"' """" r." P" IralKlIfco, evilando-se "assi.o Quarte. a parle de Lr 0Ton corno Vente"? ffSE
I.leda.
Conform Fausto Ati
lo de Ajuiar.
MINISTERIO DA I A/ENDA.
Expediente do dia 22 de selembro.
A' lecebedona, eommunieando que o Iribtinal do
llipiouro dea prav ment oo recurso InlrrpoKo pelo
R-houcis do despacho
proferido no rrqueriniei.lo de I). Joonna I.uiz, de
Alenla, sujeilon lo -,. p ,. ,,, ,,i lasa de ei-
cravn da p-rda Carolina, que foi Kbarla com o-
brig.cle de servir por 10 anims ,o dilo advogado e
sua f.unila ; visto nAi ser applicavel a esle roso a
urdtio n. 8 de 17 de iauciro de ISb porque a I ber-
or
que Ihe dt; execurAo nessa provincia, lando em al-
inelo : I-, que tnlo d.v-roo ser depositadas senAo as
quaulias qu. reoliniile forem di.poiiiveis, e que n.do
com especificado, em r,luuioa propria da obra, e
tndicaclo do sea valor, inclusive a mflo de obra.
l.mdi!o part inventario dosebjectot queeii.li-
rera em cada oflicin.i, como s-jain mobilia, aten-
si, etc.
Um dito pan registro des oflicios que pela cas,
de a.rerdacao forem dirigidos ai auloridadcs.
Arl. 5. Os doeiime.ilos da escript.irarao da casa
de arrecodorao serAo exlralndos de livr'os de Liaos
apropriadns, por f.m.i que farillem mesm*
escriplurerao e e movimenlo de lodo o material
que entrar na dita c,., a delta sabir.
Arl. 6. Os modelos de lodos os livro* d. qne tra-
IAo os arl. .',. 5. serAo dados pela conladoria rl,
Qaarta, a parle de ferro oo corpo central da gol<
Lia forma (roncme, e o respectivo aro .1. brome
que Iba servir'.1- l.lho lera'o vazado conventen-
le para dar ao corpo total a forma exactamente cv-
lindrica.
aj probabilidad! d. serem precisas durante o*601 marinha, de accordo com a insneccAo do mun-i
las ,1n i.r.i,,, ...I,,,, ,1 ... ,. ,r .. r,.t,...... .1.____ j_i__ _. > ..,.!'.
das lo praro estipulado pan a .ua retirada ; 2-, que
lolavia, sempre que se fu.r entrega de quaesquer
quaulias rcaua filial, seja com a derlarorTti de que a
Ihesouraria as podera retirar no lim do dito prar.o, se
,'sim Ihe coiiver ; :t\ que a escripluracAo deslas
operoc-s re sabida e vola dos deposilos se faca em
dio e com toda a regularlda.
A' th.souraria da II ihia. Bernardo de Sonta
Franco, preiidenle do Ihesouro nacional, responden-
lo julho ullitno, em que o
do ao oflicio n. IKO de 17
Mesaos modelos se deverAo indicar as assignaluras,
olas, e lodis as declarar-.! qae forem precisas pa-
ra a rtguloridade e fi-calisarAo do serv.ro proprio
da casa de arreeadacao.
Arl. 7. Para facilitara escriplurarAo e o expe-
pedienle casa de arrecadorAo, s. nevera' observar o
segiiiiite :
I. Todas as oflicinas serAo claasificadaa, de ina-
neira que liquMii dehaixo d. direccaoea propria., lan-
do por director, ai mecnicas o s.u I.- engenheiro,
, ,, .... .'----' ~ ........ .....r......-- -..... i,._ vii ii,ii,F, a i,,. -ni ,, .yin re-ti IIO a
Sr. inspeelor da Ihesooraria da Hilu i refe.u a deci- as de corpinleiro de machado, obra brauca, caala- I igual a da receila que (,
.......------se assim
qne eslea g.auel, e espalhada aqu e acola' pelas
cflicnas, e multas vezes fra dellas, com manife.lo
prejuizu da fazenda nacional.
Arl. 10. Os directores das oflicinas, cada am pela
porte que Ihe loca, vigiar.,' qoe nao haja o menor
do.caminlio no inaleii,! entregue aos meslres se
giradnos HO! pedidos, eaamloanlo escrupal'os,-
meule quando liver de preslar o seu__vt.-lc__tus e ,l" bronze qoe eatrarcm no su. conaposifl
guias que devem aramponhar a obra nova ou con- T" Produean o |,so total enlrc 300 e 32.1 arrobos,
cenada, se a quanlidade do material qu. se empre- I "'':,'l "''''"o do I -, nada cima do 2' numero,
gou e o meslre especifica nas me'mai guia., esla' ou! Selle, a con.lrucao des.as novas galgas deve ser
i,a,i .m relata* cora o soa producto oa cora a obra |l,ir ',l """.'" ''elmeada, qo. possam servir e alap-
e Concert em que foi applicada. lar-se oo eizo, e mais p.c.os do ma. Iiiiiism evislente
Arl. II. Ol mesm a direclores revistara, tambem i "" ^"in"'-
a nuil lo as olriria debaixo da soa iiispe-rAo, alim I *'*'a 'lo 1ile ac'ma Ihe I proscripto, se Vmr.
de nbslarein a arcumtilarAo de malerial luperiorlI-'8*r 10e ba qualqeef incnnvcnieiile ou ijsco na
n -iLdes dellas ; balanceando pelo menos lodos '"'medala execurdo de olgu.no das ind radas dipo-
oi meiea a qaanlidada qoe eaiale diepooival, para "t"es, issim o iroro'sm demora no meu eoaheel-
le-ia em vista quand os meilre Ihaa aprei.nlirera "' P,r wielver a final ; o que ludo Ihe corn-
os nrcamenloi do que pr.ri-arrrn na forma do 5 2- [ fnico pira sua nlelligencia e governo.
do or. 7. Dos guarde a Vmc.Jerommu Francisco Cielhoe
Arl. 12. A prov, da earriplorarao da rasa de ar- "" '""' Moriau.io de MalM,
rec.d.cAo eonsl.tira' em ser a tomma da despeza dos i
alm iv.inf-s dll -erres, por gneros .ahilos
a in. -in i, com ile-liuo
soldados qoe os vAo escoliando, mas lambem de
providenciar, para que esles ullimos regreisem na
primeira opporlooidade.
DitoAo chefe de polica.Hecebi o oflicio de 4
do correnle. com que V. S. me remelleu copias dai
repr.s.uiacs qae Ihe iiirigtram olcomroandanle do
seguodo baialhlo de infanlafia da guarda nacional
deste municipio, a o sub telegado supplento da fre-
gueziade S. Jos, acarra das occurr.nciai que live-
r un lagar com o forriel do raenni balalhao Loiz
l.andelino Diniz da Silva, o lenho o dizer em rea-
posta poe muito bem decidi V. S. sobre c.aaa ro-
preseniar;oes, quando declarou ao mencionado sub-
delegado lapplenle. qae ainda nAo (endo sido dis-
pensado do servico o intimo furriel, que exercia e
emprego de iuspector de qoarteirlo naqaella fre-
guezia, eslava obngado a fazer o aervifo ordenado
por seu chefe, que no cato da falla podia manda-to
prender.
DiloA' Ihesouraria da fazenda, para mandar pa-
gar pela verbaministerio da guerraa Jo An-
tonio de Araujo, a quinlia de 220J, sendo 1903 da
20 barricaa de cernelo eompradat para o Rio Gran-
de do Norte, a 40 do frele dai mesmas barrica!,.
Gommuoicou-ie ao Etm. presdanle d.quilla pro-
vincia, enviando a eopia deila lotp.cloria.
PileA, mesma, para adiantar ao primeiro sar-
""' ? *da Bjcional do Bontlo, Candido Joa
de Araojo Brilo, a quarn. aiS r. pur con|1 d
v.ncimentos a que (em direilo 17 praca o. _
ma guarda nacional, qae eieollaram pai, iju ,,
erlas.Commanicoo-se ao ebefe de polica.
DiloA' commissae de Ilygi.ne, para qoe um de
seus membros se dirija a tMazar.lh, afim de eouhecer
se lie real.oenle o cholera que apparecea naquella
cidade.
II,tulo capitao do porlo, para mandar por em
liberdade o recrula Joaquim Bezirra da Silva, que
exhibi isem-.v, legal.
DiloAojuiz municipal do Limoeiro, para que
inf rrng.se a respailo do logar vago de escrivAo de
orphios, j. se cumpriram as formalidades da lei pa-
ra o sea provimenlo.
DiloAo delegado de Nazarelh, para qo* infor-
me com a maior urgencia, ae be exacto o appareci-
lueiito do cholera all, onde lem causado qualro vic-
timas era tres diat, e no caso aflirmalivo, qual la-
gar e o numero da petsoas accrmrnettidas, se l.m
elle continua lo e por onda se ramificado.
PortaraConcedendo ao professor publico da po-
voac.ao do Abreu, Joaquim dos Sanios, ara mez de
iicenca com vencimenlos.Fizerain-se as commu-
nicaces do eslylo.
D.laConcedendo aos professores JoSo Loiz da
Silva I.eir, e Manoel Rodrigoes Machado Lima,
eslo do Peres, a aquello .LGoianna, e permolarem
entra si as respectivas caleiras.Fizaram-sa todas
as communtcacoes do co.tome.
OlllcioAo Etm. presidente do Para, acensando
o recebimenlo de dous exsmplares do relalorio com
que S. Exc. abri a ses-.lo ordinaria da assembla
daquella provincia no dia 15 d. agosto ultimo.
DdoAo chefe de polica, ditendo que se maiidou
pagar os despeza. com o sdenlo do. pr.sos pobres
da Cdala d. Caruar, nos mezes de juuho a agosto.
Dilo\o mesmo, rommunirando ler-se ordenado
o pagamento das desperas hiles rom o tuslenlo dos
presos pobres da cadaia de Goiaoa noi mezei de jo-
Iho a agosto.
DiloA Ihesouraria de fazenda, commonicando
ler sido pelo governo imperial prorngada por 3 me-
zes com vencimenlos a liceo;, com que se acba nes-
la pruvincia o desemb.irgador Marliuiano da Rocha
Bastee.
DitoA mesma. enviando copia do avito ci.cular
da juslica de 14 de agoslo ultimo, determinando que
ai reparlire. subordinadas aquella ministerio, nAo
focom contrato algom estipulando isencao de direilos
de consumo stm qu. proceda aulorl.aclo do poder
rmpeteme nos lermos do arl. .V do decreto n. 1914
d. 20 d. marco ultimo.Communicoo.se tambem ao
presidente da relacAo.
DiloA mesma, rommunican I haver o vica cn-
sul do Uruguay Antonio Valaulim da Silva Barroca,
parheipa lo ler reassumido as funcc.6es do seu cargo.
Communicou-ae igualmente ao chefe de polica, e
ao capillo do porlo.
DitoAo director du arsenal de guerra, aulorisan -
do-o a entregar a Florencia Mara daConreiclo, me-
lade das quanlias liquidas que se tam recolhido a cai-
, econmica do. aprendizes por conla da seo filho
M.noel Aletandre do Naicimenlo.
pilo\o mesmo, para mandar alistar na compa-
nhia de aprendizes daquelle ar.enal ot menores men-
cionados na relar.V, junta.Ollinnu-ie aojuiz de or-
phAos para man -ar lavrar o lermo da lei.
_ DitoA cmara da Pesqueira, aecusando rece-
bida a lisia da quolifir^rAo doi volanles daquella fra-
guezia.
DitoA cmara do Cabo, concedendo au(nrisac|o
para conlinuir cora as sobras que licarem de outras
verbas a soccorrer as despezas das morcada! pela lei
provincial n. 395 de 4 de julho do anno passado, 1$
i' e 5- do arl. 6. vislo e-lorem ellas asgol.dai.
DitoA cmara de Ingateira, accutan (Ao das copias das acias d. all roa eleicao de eletlores
qoe Uvera lugar naquella freguezi..
No mesmo sentido a enramaren d. Pao d'Alho.
Portara.Momeando o bacharel Francitco da Pia-
la Penni, para primeiro suppleote do delegado do
Rio Formoso.
DitaNomeando a Jos Angelo de Moraes Reg,
pira delegado de S.rtnhAem.
DilaJubilando o professor adjoncto das cadeira
de primeira lellras desta cidada Silvano Thomaz da
Sorna MagalhAes.
DilaConcedendo as profesoras, Leonor Carolioi
le Vasconcellos Borges Leal, Emilia Modulo de
Mello Lona, e Francisca dit Chagas Rbeiro de 011-
veira, o permutarem entre ti ai euas cideirai, pal-
iando a primeira a i.rvir na da S de Olind., a se-
gunda n, de Fra de Portas, e a l.rceira na da lioa-
Visia.Fizaram-se as conveoienles cotimoniea-
Ses.
18
OITicoAo commondaole das armas, Iransrr.itltn-
do copia do avito da guerra de 20 de agotlo ultimo,
coo.muuicondo ler tirio nomeado o lenle coronel
Jos Jnaqoim Rodiguei Lopes, para ervlr de chefe
da eommissAo qu. l.m de iospecciooar as fort.fica-
rtdes da cidi.-de de libidos no Para'.cummuoicou-
se tambem a Ihesouraria de fazenda.
DiloAo chafe de pulicia. dizendo qoe as ordena
para a re Ion!,, do destacamento de diflereoles co-
marcas foram dadas d. modo qu-, alm de II pra-
cas destinadas para a villa da Eleada, fi-assem no
lermo d Santo Ailo 20 pracas ; mandando-ie re-
eolh.r 10 das qoe all axisiam, depois qae chega.sem
oo dito termo as 20 qae forom retiradas de Croar.
DiloAo conselho administrativo, para promover
i compra de um r.logio para a enfermarla dea a-
prendizes menores do arsenal de guerra.Commu-
nirou-se a esle e a thesooraria de faz.nda.
DiloAo arsenal de -ierra, aulorisando-o a en-
tregar ao soldado de artfices SimAo Jodas Tadco uma
parle das quanl as que por cunta delle leem sido re-
colhida. a caisa econmica dos aprendi.es daquella
arsenal.
DiloA eommissAo de Higiene, Iransmiltindo em
original a informaran da la pelo delegado de Naza-
relh, sobren ieappoiecmenlo do cholera, alim da
quella commis.Ao, declare s. convm proceder-te a
mais olgum, d.ligencia, e qual devo ser.
DiloAo vigario de Ouncury, dizendo em rrspot-
para i
consumo dos ollicinas, i
almoxanfe da sobredila I

MUTILADO
0"'nla, o diamelrn lolal da g.lsa, inclusive a es-< ta ao seu oflic.o, consuliaodo sobre o de-t i no qo. de-
peisura do aro de bronze, dev.ra' eer calculado pra- va dar a Iguns medicamentos a a quanlia d. 6(L
ule un relace* aot pe pora I entiados par, o Iralamenlo do cholera, qae as medi-
camentos devem ser applaud.dos as neee.sid.de. dos
pobre* rlaqu.lls frrgoezia e o di.ih-ir i reeolhido ao
cofre da llu-aooraria de fazen la.Ofliciou-te a eita
ii c-le seniuio.
19
DflirioAo Etm. vire-prriidrut. da l'arahiba,en-
viando nAo a relaeao dos objeclos que Lodo vin-
rlo da corle no patacho nacional desuno a essa provincia furam entregues ao respec-
tivo agenta Joao Joaqun, de l.'ma, mas tambera as
primeira. vas do lermo e conhecimenlo dos arligos
que o mesmo ag.ut. receb.u oo arsenal de gaetra
para lerem igual destino.
DitoAo chefe de policia, dizendo, qoe se mao-
dou pagar as deipezas Litas nos m.tes de julho e
agoslo unimos com o fornerimenlo de luzes ao qa,ir-
lel do destacamento de Ooianninha.
DiloA Ihesouraria de fazenda, r.comroeoaodo
GOVERNJ DA PROVINCIA
Expediente do dia 16 de .-etembro.
OflicioAo Etm. \ic--

DIARIO DB PKRNAMBCCO SEXTA FEIRA 2!. DR OTBRO
* i-ipeiiirao el -u orileiis pma que o dirima do al-
poiidu i provincia da p.rabii.a. Importada ntita po-
la errecadadip na raniu de I por cenlo, \or se acbar
verdadeiramanla coinpiehendidu no J | rio ail. 2
da I< i n. III ile (i de ouluhro do nano paseado.
I) lo.A Ihesoararia provincial, rocnmmpndando,
jueor.lene de novo ao arremtenle da illuminacao
publica dosis cldada que com urgencia procure en-
lemfer-se emn o rhefi loeacao dos 16 limpeoes que devem ser distribuidos
pelos legara* qoe o subdelegado da Itoa Vale, jul-
gal atis neoes-arios, uto uAo o ler aluda leile o
referido srremalaiilr.
IliluA me-ma, prrovando a airemalaeao que
fes Jos Antonio de Artejo, d obra do einpodra-
aarailo da prmeira p-rle do primeiro lani;o da es-
Ira.ia de Km il" A Un. com o ili.lr de 0111 por cenlo
no valor do respectivo o> cemento, e livpolhecaudu
o- propriedadea para garanda oa lianoa eligida.
Hit,\u arsenal de niarinha. approvando o con-
trato celebrado com o: 1 i iae< de calafate Joao Joa-
quim IV-i,-ir,i, e de carpinleirn Caeano Jua da Cut-
a para irem ao llio tirando do Norte, fazer oa con-
ceitoa Recessartos a ama rttr*iri e doa* esealeres,
perlenceules ao esl'dn, e inlei ando-n de ler man-
dado abonar a cada um desses operarios um met do
resp'Mivo jornal. Im como providenciado sobre as
toas itassagen*.Frz-se o espediente preciso.
DiloAo director das obras publicas, para mondar
elevar a altura do primeiro andar os ecrrescimos la-
lerac- do eJiliriu do gvmnasio provincial.
DiloAo airenal fie guerra, para mandar alistar
.na enaapaohia de aprendizes daqittlle arsenal, o me-
nor Manuel Dominguestifliciou se ao juis de or-
phao- pira lavrar o lermo.
Piulara.Noyieaiiilo a l'.osma Teiteira de Carva-
Ibu pira lerceiro suppleule do subdelegado do I.i-
inoelro.
encontrado no meio das tolidoei do Interior machi- eras-e Ir.
n < ml'i'i liosas, suppiiu.ln a iiisulllcifncia dos bra- ; pois lodos a*
eos, o leudo por inventor homens que nanea vtrnm
um m< im o. Os colon s rraneexea achatan pois seu
iuteiesse no desenvvlvimento fincado doi prosresi
do grande imperio, na seu concurso a salisfaecao
en aviada, firarstn horriaadaa.
(I principal motivo de tal atlent
ciumada.
Sr. Ki'daclor, e lev a.>seu rnnhec'meiil'i esle
desea ilupliee mrrssidade de reunir as pupulaonea I fado he para que ao Eim. Sr. mini-io da ju-lica in-
tapalhadaa por malo de vias de eommanicarjlo inte- Itreeda V. S. por nos paciDcos moradores deale lu-
riores, e de crear saludas propnaa para faciltlai a gar. para iuo Itnbamos urna polica mais h.ibililada
esportelo dos productos. (ja repiimir os escndalos e os erirnes que eonstante-
Aiiora, se se quizer rbegar ao inlimo das coosis, mente se dio na malfadada Ventana, cujo povo
COrlKESPOIMlENClA O IIIAKIO E
PEResAMBl'CO.
Pars 8 de outuhro.
Iletitla ictenli/ira.
Ljn.i ptnna Irauceza araba de olfererer a atlcnrSo
publica una obra de con o futuro de-sa bella Ierra brasil* ra que amamos por
mullos iiiuln-, oinda um echo de mais despertado
em Mata vellia Europa, por es-a joven nnc,o, rajos
destinos se ligan) aos seus cada vez mais por ama es-
trella solidaneridade, por urna larga cuiiimunlio de
iulere-sej.
Aperar da variedada das publicarles apparecidas
al o presente, restara' ain a mini que dizer sobre
o imperio sul-amerieano, primeiramente por que
elle e vai lodos os das se transformando, depois por
que ha uina serie de esludos especiaes ainda inex-
plorados, sobre stsoas uecessidadei econmicas e da
respectiva sali-faoao por meio da inlervene.io en-
ropea.
I n economista dislinclo, Mr. S. Iluto!, impres
siooa o pela situarlo da agricultura franceza, (irlas
quei&as inetssautes dos industriaos e dos commerci-
anles, sobre a dilliculdade crrsceiile dos sens nego-
cina, sobro a renmipacn de Untos pais da familia,
qutnto ao estatielerimenlo de seos libes, desejou fa-
zer 'conhecer a lodos os recursos de urna regan onde
cada um pedera encontrar uro rmpregn proveiloso
para suas forcea, sua mtelligenrii e seus capilaes ;
quia'que cada um soubesse em franca que lu alem
do Ail.ini co populac/ies inleiramenle promptas ao
rnali limpilaleiro e ao mais recoriberido dos acolhi-
mentos, e appellou para os bomeus de boa vonladen
fim de que emprehendessem e realisaisem a intima
fu-fio do< dona ramos da familia latina, qoe se allra-
liern lauto pela necetsidade de '' lecesaioauo
oppostas, qai''- "" "" sympalbi reciproca.
o autor examina rapidnmerile as riquezas nalu-
....j.j paiz boje lio oniveraalmente condecidas ;
depois (rara o carcter brasileiro, benigno, sobrio,
bo'pilaleiro, ligando ena igual aplido a's arles libe-
raee e a's artes niscamcas, essa progre'so de um po-
vo lio difirante do que era no lempo em que ella
vegelava sob o dominio porlogurz, tAo prximo de
nina transformadlo completa sob a daplice e bem-
feitora influencia da liberdade e do progreiio euro-
peo, do que s rrcebeu por muilo lempo os rnios
enfraqueciilos, lio prestas a lornar-se urna das na
ci'es mais oolaveis da familia lalinn ; elle falla des-
ees homens ja 1,1o aprecilo-, segundo ,-iquelles d'en-
ire ellei que vem Visitar o nosso velho conliuente,
nio-iraiido-rios ao mesmo lempo a inlelligencia mais
*"- id.i, o amor m.ls vivo da patria, a mais perfeita
mi i anida de, em urna pal,vra ludas ns qualidadts que
I ./em a (lnlinccSii do homem e o encanto das socie-
dade, l.lo ci.ei- s de lympalhias para com noscu, e
t">) bem pagos pelas sympalhias dos nossos, que liHo
encontrado no llrasil ainizades capares de farer es-
queeer a patria ausente.
Eile e'tabelere rsa verdade que liga ao joven im-
perio lodos os homens generosos, a saber : que no
Brasil a esrravidao aflertalum carsrler que Ihe lira a
a pliysionomia repallenle sob a qual ella apparece
gcralmenla na Europa, que nlu he mais que orna
neressidade ecoiu mica imposta pla necessidade de
hraens para a agricullurn. As inlen^ijes cenerusas de
1>. Pedrosle alias conbecidas deludes, cada euro-
peu que se clima debaiso do Iropico, cada desco-
berla qoe enlloca o poder de urna machina onde se
enhaorta a forra de um homem; cada progresso n'u-'
ni* palavra Ihes vem em soecorro. Em fim. a escra-
Vldao coulirma loda a benignilade do carcter brasi-
oiro, poisqueinui poucos dos uccrophilos europeus,
aoflrcnam liherdades cicenlricas que se permillem
impunemente o domsticos esrravos.
Depois o autor estuda a divisilo de orna populadlo
insuflicientc por um lerrilorio incommensuravel, es-
tuda a orj.i ii-arjo publica e adminislraliva do paiz,
a depois de lodos es*es ttlodee diversos, chega a con-
cliisao, da que a emigrarlo eurofea corresponde a
orna ii.ces dade ecohomicu de pnmeira ordem, que
as iiaces europeas enroiilram alli una vala earrei-
ra, onde o Irahalho, a inlelligenciaeo" capitaes. lien-
to- de obstculos candatirle infaluvelmenle a' for-
tuna. >3ompnle para rile, nao ba-ta para que urna fu-
sao se estabelera entre dous povos, que os respecti-
vos governos lenham seinpre eatattdo as melbore*
relac/ies, e que urna molua svinpaltiia os allraia um
para o esatro, releva que urna das naques conlenha
de m .is aquillo que a oulra conla de menos, e estas
condicftps ella as enconlra entre o brasil ea Franca;
se o imperio sul-ameiicaiio lein ao mesmo len po fal-
ta de bracos vigorosos e de especuladores inlelligen-
lei, a franca possue islo em mu alia escala, qoanlo
a' saluda que Ibes pode dar. Dentro dns seus limites,
grande numero de'lralialhadores indusliiats e com
memamos aolliem realmente, ha pequeos proprie-
lirios que deiiariam a sua luiseiia a sua parcela
de trra por um vasto dominio, iseulo de hvpnlhera,
Im re do imposto lerrilorial alem do Atlntico, fariam
a felicidadu dus seus, assegnrando a soa existencia.
efprrsUrim a seu paiz nm assignaladu lerviro, fa-
vorecendo o desenviIvimenlo da grande cultura pela
suppresslo deisa diviaao iiiddinila da Ierra, to fatal
a tantos inleresses.
He poit a estes proprielarios de parcelas lao in-
capazes de un i cultura prt\ducliva, que convem
propor ama troca, que por alguns palmos de Ierra.
Ilies dar um vaslo A minio de um sii possuidor, on-
de o Irabalho das grrarfies presentes e futuras se
lie seguro de urna larga remuneracao. Jarompre-
henderain islo ; he nesle ponto que o llrasil inter-
ven! em o seus inexgolaveis recursos, e essa sym-
pallua que expetimenta initinclivamente lodo o po
o para com aquelles que vem cuadjovar o seu pro-
gresso social.
Ii-ade boje os mais pequeos propietarios ruraes
da 1 lanci ah podi'in pri s, ciar reunindo os dados de
orna verdadeira experiencia as prescrip(oes da scien-
cia moderna, que ni i he s man das vezea represen-
tada no Brasil aenle por meslres aem dicipulo-. Nte
so os cultivadores Ir ni/c- se devem ahi linar para
propagar bous moiliodos. para fzer nascer a previ-
dencia, mais .'n 11 para corresponder a- necessidadts
das fabricas da Europa que precisan) de lia e de
seda.
A prodcelo de-la ultima materia seria a mellior
maneira de pagar a generosa bospilalidade que Ibes
he olfarecida, leriam lainliPin f|ue roadjuvar o go-
vernu luis eaforcus que ello nao cesaa de fazer pata
elevar n fabrico do cha hrasileiro perleicau que
ieni atlingido o cha da China.
i,' i mo ao romrnercio, he para o do interior que
convem laucar us ollios. O commercio exterior do
impeli j tem lomado din grande desenvolvimenlo,
he de um poucu mais de meio militar quinhentos e
liinla imllis por anno ; a exportarlo he de qoa'i
*it* inilhoes ; a Franca oecapa nisto o lerceiro luga",
a Inglaterra recebe por alt O terco dos productos
do Imperio, depois lem ns Estados Unidos p'jra ~1
millitrs de fiaucos, a Franca para '2~>, depois a* ci-
didea han-e-iics. Portugal, a- repblicas do Prala
a Blgica, a Sueria e a Sardcnha. A imporlarjo he
de quasi 271) inillies, ahi a Inglaterra inda ligara
em p'imeiru lugar, e pela metade dos productos ecn-
sumldo*. A Flanea se collora emsegonda lugar rom
:|0 inillies, e priinam leii'ivelrnenle oa Estados-L'nl
lo- e Portugal que vem depois dalla. Slo as fabri-
ca! e as iu.iiiufacliir.is di Europa que minislram car
regaanlo de retorno aos navios c-rregados de BS.su-
ar t algod.io, I i nnllies de leeidoa de laa, S milhoes
de lecidol de seda, (i milhei d lculos de Ha. A
iuiporlH.au dos Mnhos dc-ceu a menos de lO.milhes,
u i on-iimo da familia de trigo leudo igualmente a
di:ninuir, iifm excede 8 \2 iinll.- s e qu.iiilci a im
essa idea de que a Franca he eicluiivamenle lla-
mada a coadiuvaro Brasil na sua obra de arroleaclo
de de>envol\imenlo induslnal e cummerci.il, essa
Idea de que a mlervencan franeexa be necessana, e
que urna especie de monopolio Ihe esta resllala
para esse grande Irahalho, nao be de nenliuma forma
um paradoxu. Assinjque o trauco (o realmente an
niquilado no Bras I, a grande, a tnica preoccopa^ln
econmica -os governanles e dos guvernados ful
substituir os breos escravo', prele recer, por brajos livres. v'end" os Alinales irem em
niiilliaao procurar nos Eslaitus-L'nidos urna exislen-
cia mais ampia e insl Ioicos n ais llbcraet, pensa-
ran que 'iiiliam a Ibes ullerecer vaatoa esparjei e lo-
dai as liherdades, e os rbamaram par povoar os im-
mensoa e feriis deserlo do sul do imper'u ; foram
apenaa escolados, oa Allemlca cuntiiiuaram adiii-
gir-se;por plialanges iunumeraveis pura os granies
valles do Obio do Missouri.
t) ac lliimeulo fcil, a generosa hoapilalidade do
governo brasileiro nao produziram depois de longos
anuos >e nao resplUdoj sem alcance, lie um sen-
lunenlo meio iuleileclual, meio inyunctivo, que gru-
pa os homens em nacOea dutinclas e que ealabelees
profundos anlaionisinus, que separata inlernaiiieole
as f-niihas saxouia e latina : na colonia de S. I.eo-
polda, situada na provincia da S. Pedro do Sul, a
qual lem pros, erado a poni de lomar-se um do<
mais serios centros de produccao, depois de mas de
um quarlo de seculo, os Allemaes ficaram Allemlas,
as escolas do governo so foram tornando poucu a
ponen deserlas, e urna numerosa clienlella asiego-
ri.ii s escolas alUmilas fundadas e pacas pelos Colo-
nos. as outras colonias oa emigrantes slo em mui-
lo pequeo numero para se isularem lio completa-
mente, aprenden) o porluguez lano quanln be ne-
cessario para as necessidades da vida, e te lites ahri-
rem M modesUs bibliolhecas. se escularem es canu-
cos dos sous filhos, vcrificar-se-ha que ai populares
ficaram al etnaas.
Em qualquer parle onde a seguirem, ve-la-hlo
permanerendo lid ai seu caracler, aos seus coslu-
mes, a sua philosnphia, as-im ruino sua puesta,srm
se inquietar se esta nacionahdade persistente he um
acto de patriotismo ou de ingralidlu. He esta urna
verdade que o Brasil lleve lomar rac,ao, nlo para renunciar a trabalhadores laborio-
los, dorci', que slo por (oda a parle o txemplo da
ordem e das qualidades domeslicas, mas paia nlo
consagrar exclu'ivameule a urna assislcucia mate-
rial, os capilaes que devem abrir urna era nova no
Bra-il, nlo r augmentando a sua prodcelo aerco-
la, mas anda e sobreludo, misturando um snngue
nuvo com o dos conquisladures. Por mais consule-
ravel que seja, a coadjitVHC.1a numrica ser aempre
quasi itisigntlicante realivamenlt a extentlo do im-
perio, e se I. ni causado opposic,ftes assigual.idas mais
cima, o Brasil nunca oblem nulrus colonos, ss suas
nancas se e-i: l rain rem resultados proporcionados
aos sacrificio'. Urna verdade fundamental he que
' m mateila de eniiaiBClo, o liuheiroao deve deter-
minar urna rorrenle que lenha a sua ra/lo de boni
exilo as affinidsdes das rar;a. Se depois de alguns
anuos, cumpre continuar os sacrificios, he que evi
dentemenle se |pm mal escoihi 'o o terreno.
i\o comeco. o Brasil nlo pensava em ler a esculla
Ja coadjuvar io de que elle linha necesaidade. torna-
da mais urgente boje, elle nlo se dirigi a Franca.
Ilouve nissn nm mal cnlendtdo de que os e'criplc-
lore e economi-lai sao iiiteirainente reaponaaveia, e
qoanlo As observaciies existrm provas malerlarl ir-
recusaveis que grande numero de Iraballiadores per-
lencenles a ludes os deparlatneulos francezes eslo
proraplus a alravessar o Atlntico, assim que os go-
verno) francez on cstrangeiro Ibes fartltlaiem a
viagem. Como colonos, os francezes s liiem um dc-
feilo serio, slo impacientes, e a impaciencia gera ne-
cessaiiamente a instabilidade ; mas que part ro lam-
tiem nao podem tirar chefes intelligentei deaia im-
paciencia. Se oulrns povos fio mais api s a fundar,
he aos Francizcs que |ierlencem leceierar o progres-
so ; nlo porque elles slo dolados de inlelligsncia
e de iniciativa, purem porque elles li'vm mais do que
nenbum povo t ha tallo a laculdade de se insiiiuaiem
pelo corarlo o pelo espirilo. Ao pasto que o jovena
Allemli'SdeS. Leopoldo s catitam os versos dus poe-
tas d'ilem Ithruo. na lercaira geracio os filhos dos
colonos francezes l fallarlo a Itugua de Camoe, e
a uniflo ser lano mais complcla ; ao pasan que a
imaginadlo doi Allemlea lem tendencias federan, os
trancezes teudem para a lutidade por Iradices
as-im como por crarlrr.
Com a Tranca, a Blgica, a Suissa, a Sallla, o
Pienionle oulios ramos da familia latina devem
tamben) ministrar um precioso contingente para
formar eslabelecimenlos sobre osla cadeia de inon-
umhas, que impede que os | roductos de cultura do
impeno cbrgutm aos porloa de embarque.
A inior\i':iri.. do governo na ec- iioiiih polilici do
paiz, sendo ama uecetsidade poder-ae-bla rii/.er
urna enfermidade propria de tod.s a na(Aea da raca
latina, o earar ler saliente que as dislinsjtja das ou-
lias sociedades; o governo brasileiro be o promotor
natural e indlipensivel doa eslabelecimenlos de uli-
lidade geral ; lie anula e por multo lempo o patrono
dos inleresses particulares, e as rcenles volarjnei da
corle provain slia que o paiz tem ronsciencia dalo.
O autor enuncia os differcnles svsleir.as poslos em
praticn .- o syslema primitivo, o tystema de divisan
das colheilas, o sy-luna da venda das ierras a ere Uta
explorado por uira eoiiipanhia de DamburgO, crea-
da com o eoncorm do principe de Joinville na pro-
vincia ilo Sania Cal ha t illa, o o s y sle na da campanilla
do Kio Novo, fundada em ISVi n provincia iln )>-
pirilo Sanio, a qual ja nao pule mais satisfacer as
mui nntDerosSS procuras ; mas em conaequencia des-
seprfncipio de inlorvencao esl.ibeleiulo mais cima,
slo nece-s.rias duas especies do Colonias, ao lado das
provocadas em i roveilo doi individes ou Jas com-
panhias ha mistar a falla pelo estado. Ileeslanlli-
ina que com 01 seus elementos exclusivamente inlil-
lecluaes e moraes deve sobre lado corresponder a ca-
da amidas necc-ssi tades do paiz, cntreoslas nu-
parece n.iu perleucer a' primenj provincia do im-
perio.
Diversos fados lem V. S. registrado da Venta-
na, petera nao peH-e, Sr. redactor, qua lem nelles
a menor ac{flo oa habitantes) do arrala!; alo os tro-
pairos que nelle pasam ou pousam : os rap;tngas ou
vadlos que a elle vem para esercer como proflsslo,
o eacanilalo, o espsiicamenlo, oaaaassinalo e o terror,
que afugeuiam os moradores e faieni a decadencia
em vez du engrnudecirnenlu do luaar. Se pelo seu
orglu merecermos a piolrclo do guvernu Ihe volare-
mos loda a uossa grstidlo.B
13
l'araguay.O Semanario.
CenlinuaiDO! a dar conla das paginas que o presi-
dente Lpez manda ecrevor no seu oSeinanarioii,
em referencia ao Brasil. O numero I8(i de -2~> do
mez pass^rio transcreve tres artiguilos do Nolicia-
dor Coysbano, e n resumo que publicamos da dis-
Cosfflo a que deu luear no senado o requerimentu do
Sr. Pf. .Miranda sobre negecioi dn M-tu (irosso. A
essas Iraducces precede um artigo, cuja tradcela
resum la he a seguinle :
Os arligos do oNoliciador ('. i\ il an. que va-
mos (roduzr, levan) ao conlieciineuln poblicn a mi-
seria de h ma canoas como nico elemen-
to de naveeacln do Malo tlros-o ; o alrazo
IssMl allegaijes Innbr me, pirrm, que nones obras slo de inconleslavel utiltdade, ea assemblca
houva partida que recunliercssc a legalidad da sua voloo eale atino para ellas um auxilio dos Cofres pro-
derrola, e que muilo fieior se dt-se liaaratlnguei i e uulroa lugares, e a respectiva cama As parles pnlilirai dio milicia de diverso! f'ri-
ra proclamoa a su i legiiiini lade. Ksperem pois os mentos. mas nlo felizmenle de homici lio. I) que
ciiiieudores o juiii do poder complanle. a eluonica criminal Il-rece de mala imporlanle be o
(I iiuvii prc-idetite, porrm, acaba de decidir que seguinle faelo :
eiles eleiiores, bem cuino os de Mogy das Cru/.e, No dia (i do correle om soldado do conlingonle
eleilus no penltimo mez, nao devem concurrir para i que ss dirige Malo-tirosso, ferio a um seu ramara-
a eleijiu de depulalos pruvinciaes, que dfve ler lu- da, e em ronstqueneia fui recibido ,i prislo. ti
gar no dia 15 do crrenle mez, por nlo terern anda da seguinle no aclo de ser levado ao quadrado, on le
aillo racooheeldoi validos pela cmara dos depala- la ser chihatado, o preso insubordinade, ferio a
dos. E-la decalo vai Iraostornar lo loa os clculos I qualro sollados com urna peinen i faca, e depois ac-
quese faziam acerca du circulo de Parab baa, p is commelteu ao seu capillo. O soldado insubordinado
he provavel que em virlude della milem,i o Sr. fui de novo recolhidn pmo, e vai ser inbmellido a
Hait sa e seus amigos, e venc,a o lado j Sr. coronel | coniellio de g'itrrd.
Marcellinn. Acredito que a imparcialidade rom que em-
t) iii p irem, m idea impirc'ali la le 1-sle acto pre leulio escupi possa au haver agradlo a algosa
presidencial, ha que no Circulo de [lapllioinga vai dos pequeos Corrilhos em que se arham fracciona-
dos os anligns partidos. Querer se-hia que eu aju-
dasse a propagar certas verdades de convenci, a oc-
lora all oreso o desertor Jos Bezerra. testemuuho publico nos pora quites com S.
Ea Ollicio de 19 do crrante, refera o aub- S. AinJa assim, restar-nos-ha em todo o
delegado da fn-guezia de S. Jos, que pelas lempo a viva recordacSo ile trio grande ge-
7 horas da Jnoile do da 13, na lraves.su do nerosidade.e ao beneficia Jo a divida sagraJa
l.im* d'aquella fregu>2a,Ssbiiio Olegario da I da existencia deque Ihe he devedor. Bes-
elle produ/ir resollados opposlns, Consolidando
maioria ullra-conaervadera. lie t"o grande porem a
anarcllia que reina n is restos desle anligo partido, | cullar alguns fados, on a desfigurar oulros. Mas colo-
que nlo me- admirarei sa aperar disso for eleito um tanto que diga verdade a verdade inleira e pura,
oa mais deputados ila opimao contraria. Accresre | ficar sali-frila a miuha conscienc a ; e he o que me
Conceicfto zera itous feimenluS na pessoa
de Jos Itouiiio Lopes da Silva, e logo que es-
Je laclo chegou ao seu conhecimenlo, se di-
rigir ao lugar d'i delicio, t> procedeu a com-
[irtente vistoria,.sendo quo os fgrimenios
iio apresenlam syj-ptonias tnoilaes, e que
nao cinsegitio capturar o cri iiinuso, por se
ler elle evadido logo depois de commetler o
delicio : ms que lioava dando es providen-
cias precisas, pata u captutar, o que ta iiist
taurar o competenie processo.
tituimlo a vida a pobre victima do camba-
lisno '"o um vil ssassino, o Sr. Df. Nery
Tez restituir a vi la a infeliz cega, que viva
dos ganaos quo dava o seu escravo.
Ileceha pois o Sr. Nery esse lestemunho
publico, como |.i prova mais elevada de cor-
dial grattdao da pobre cega e desvalida.
Kecife 20 de outubro de 1857.
Miriuina l.ni/i Duarte Ferretra.
que he bem provavel que fraqueem ns eleilorea da
tachina, por falla de ebefo, pois o que os guiava, o
Sf. Nones, se ocha sob o p-su de um execulivo, pro-
movido pela li/on la publica, em cotiiequencia de
alcances verificados, segundo se diz, na arresadacao
das ret las de que era colleclur.
l)e\> aqu declarar que o novo administrador
da provincia, o Sr. Fernandes Torres, chegou a e
dilliculdades de transporte e subidos freles de canoei-
rus, a poulo que se o importadores nao puderem
soffre-b s, lerlo que vollar com sen- barcos ; que us
frele- de Coronaba [* e os dtreilos da paula, se nlo
exceden), quasi equilibran) oa que pagam os nego-
ciantes que mandan) vir do Kio de Janeiro suas mcr-
commerciocuvabano pela falla absoluta de recursos cilade no dia 't do paasalo mez a's II horas da mi-
nila, e tomou poste duus da- depois com as forma-
lidades da le. A admiiiislrar^ao qoe romeo.i fui sau- j
.'.i la n inpilhicaineiile pelos pe indico a de todas as
parciahdadea, como lem sucerdido a lodos os presi-
dentes no sen eslrciar. Porem o qoe he mais expres-
sivo e real he que as converias particulares lodos
bada. Seolirel porem se a minha falla de condei-
cendenrta fr imputada a ouuem.
Acaba de rhegar o nosso di.tinelo depolado l)r.
Kndrigaei dos Santos. Timhein aqui esleve alguns
das o |). Whilakar, chafe de polica .......m I< para
o Itio liraude do Sul ; foi urna bella esculla do go-
verno.
.Carla particular.)
Jornal dn Commercio do Km.)
cadorias ; a falla absoluta de alimentos, pois,o- In- geraltnenle se inoslram salisfeitos da ruimeacao. iSa
dios de ainb.19 na sexos, anula que pauprrimos, sin
inimigoa de eullivar a Ierra, porque s vivem.di pes-
ca ; a grande demora e excessiva despera que sof-
frem na viagem ns importa orea, fazem com que os
ratregameulos cheguem com vinle e mais pesos so-
bre u principal ; que os Milogrus-ense* nao inmam
parle nos recejos pblicos pelo aCorrsio llercaatila
contra o governo da repblica de Paraguay ; e ulli-
mamenle que prosegoem em anas barbaras correras
os Indios que andan) pela estrada de tiovaz e pela
nova de San-Paulo, matando, roubaudo e incen-
diando.
o Tamben) reprn luzimns as riiaeottSes do reque-
rimcnlo do Sr. Jlo Antonio de Miranda, aprsenla
do un 7 de juibo, que revelou a miseria militara
administrativa du governo imperial em urna provin-
cia, cuj riaueza e importancia taulo apregoa. Essa
clise o'silo nao pode deixsr de reclificar O jaita do
pensador, e pr o alcance do publico os verdadeiroa nialrado
verdade, como lente que fui desla faculdade, como
tnembro do parlameulo e funccionario da a Iminis-
Irio in suprema do Estado, S. Ex. lem dado pravas
da soa illuslraclc, da sua independencia e modera-
ejo, Aceriace a elevada poslo que S. Ex. oceups
no paiz, e que llie da' um grande prestigio, lira, os
Paalislaa, que oott'ora mandaran) por meio de seus
embalxsdore pedir aoa icll do Porlusal que Ibes
nlo enviatscm por capules geneiaessenlo a fnlalgos
de priineira linhagein, se boje pudesseui fallar com
a mesma franqueza coroa, Me pedtriam que Ibes
nlo desse por presidentes a nullidales, como as que
por vezes nos lem governadu, e lim a humens de re-
conhecida illuslraclo e de grande prestigio. Na ver-
da le lem sido doro ver-se urna provincia com lan-
os elementos de grandeza, comprimida em suas le-
gitimas aspirar-es de progresso pela inlelligencia pa-
ralitica de algans doi que infelizmeula a lem adu.t-
molivus do proce limciilu do governo imperial com o
da repblica.
a Para diflicullar e aggravar a mveg-olo dn Pa-
ragaex [assim se diz no Brasil esle guvernu dotou a
navegagao desse riu (desconheeida no Itranl' com um
Corpo de |ic.'licns. Com csl>C(i' OU 1o r-r IVejam d
pi \: s i; ,;. Coilibualivoii uoia os \apuie-; colu
deposito de arligos navaes para os navios que delles
por qualquer motivo carrean), com ordena em loda
a exlensju da navegado, dentro dos limites da repu-
blice, para prestaren) as aotoridades locaes auxilios
de lo i. a ca-laa' navegajlo, e finalmente estabele-
cendo um paquete de vapor para Alhoquerqoe, a
bem do comiiiercto cujabano, que nlo para tanta-
geni da repblica, que delle si podera' lucrar as in-
significanles comintssea de um tramito ein emhrvlo
que nlo corresponderse neui a 1| por cenlo. Essa
empraza por muilo lemiio a dar' prejuizo.
O que lem fetto u Brasil em favor da navega-
do e do commercio de Malo Grosao .Nada, a ni
Ohservou -se, porem, com admiradlo, que rio obs-
I.ma a eslima e emisideaclu que ceic.nn o mime do
."ir. tentaioles Torres, fui mullo punco numeroso o
acoinpjiiliamenlo que lee em sua entrada ncata ci-
dade, e qusi lodo composts de militares ou empre-
a > n ub'ic -. !" I- f rio. n i v.l'|.,.!r.,il, |
-leu utc.i.-iao a Htgouias observaeea do peridico a
(tl.ei, ponen lisougeiraa ao vire-presidenle l)r. Al-
meula. Pens, porem, que elle se explica mullo na-
turalmente do seguinle modo.
Como o presidente em exereicio cosluma fazer
conviles para fazer pars desle sequilo, e assim Ihe
dar um caracler quasi ofllcial, niuguem se aprsenla
espanlaiieamenle para nlo parecer inlromellido.
Ura, be lamben) co-lume que o novo presolente re-
cuba nesse da umjmtac do seo antecessor, pal a o
qual se convidan) us que fazem parle do sequilo, lie
de rrer-se que o Sr. r. Almeida, nlo querendodar
um banquete, e sim apenas um janlar limitado, en-
eudesseque nlo devta multiplicar os convites, e o
Temosa vi>la |ornaea do Kiu] al 15, e da Babia
ab; l d i crrenle, de que fui portador o vapor 10-
tlex ii.Medway
ao 'iiii.mi
laABlNETE PtlKTl'taLE/. I)B LEITI.'HA EM
PEK.SAMBUCU.
O couaelho deliberativo du gabinete portugus de
leitura un Pernambuco, em sesao extraordinaiia de
di do Crrenle mez vio com sorprea e indignaflo
um artigo esrriptu tm lingoaaem indecente e inju-
.. --------H .^...p,.. rol HlljlUflACIII lii>lc,(lllc c lirio-
I ot uomrado Ihesoiireiro da sacrista da capaila i riosa ; que fura publicado em Liaboa n'um penodi-
aiper.al Mainel Pere.ra de Ol.veira. c0 mlitolsdo Asmodeo e Iranscriplo para a oMar-
U l)r. Joaquim Manoel de Macedo, primeiro io- mola, folha que se pul lira no Kio da Janeiro ; ai-
nancista brasileiro um dos nossus melhuies poetas, ligo que sendo oro complexo de f.ldades inaoltuo--
acaba de ser condecorado com o olltcialalo da ordem | sas, repelllas pelo bom sensa, e olTensivas da digni-
', ,. _. i dada de dous povos irruios, merecerla que delle se
I ot publicado o decrelo n. 1,98, de do crrenle, | ai fueise a menor mn5lo, sa por ventara nlo
a acbasat ella ja' lio generalisado
con-iderar-se como inuilu as injotllajai inst liosaa do i reslringisse a's ptssoai da sua ruda, e a um ou oulro
seu governo com o da repblica, e os insultos da soa daqnelles a quem mais teme offender. hevee ain-
impiensa ollicial em respoata aua beneiicios que a|da alteoder a' rtrruinslancia allenuanle de haaer o
lepub tea oolorga a' navegai;lo e ao commercio
O senador Miranda pedio que o governo com-
municasse a' cmara a correspondencia do minlalro
Amaral em As.umpcao ; leve, p rm, de retirar o
-cu requerir) enlo.
a NcsMS discu-aOes reproduzio o visconde de I-
rugti
her : a que smenle a guerra poderla, nlo desalar,
pori'in corlar as dilliculdadci do imperio rom a re-
pblica.
a Insisti nisso, e provocou loda a discasaaO sobre
guerra, que, segundo se diase, lauto interessa ao
seu paiz.
" Os-ii.mIm Miranda applaiirle a esta doulrina, e
afumpanha com nm guio d guerra contra a re-
publica pelas necesidades do commercio e da nawj-
gacao de Malo Crosso, e pelus altos interessaa e dig-
uida le o imperio.
Diese mais que p Brasil esta' compltlamenle'en-
ganado acerca da exeeucio do tratado de (i de abril ;
vice-| residente servido desla vez o empr-go a meio
ordnalo durante Ires mezes, por ler etido. segun-
do se diz, todo este lempo o efeclivo, o Sr. Vascon-
celos, emn Itcenca e peicebenlu os respectivos ven-
cimeulos.
(lutz'ra que fosae Un fcil defender o Sr. I)r. Al-
y aa pslavras do seu nlalono em 1853, a sa- I merda de outras censuras que Ihe tem feilo e'te mea-
mi) peridico e n Crrela Psalislsnoa, principal-
monte qoanlo a" inercia em que deixou caltir os di-
versos ramos do servico puibco, e em particular o
'AGIN AVULS*.
113 3 ''' US II 1\ y
Uma e.rpltisao. Iluntem di do crrenle leve lu-
gar na roa da CancelcS.0 da Boa Vista em casa do Sr.
Kufino domes da Konseca, a exploago de uma por-
riu de masas de plvora que se achava a seccar no
sol, resultando arder lima purcao de bombas que cim
os seas estampidos pozeratn toda a ra em alarma,
e os moradoies della assu-ladisaimo, sendo que fe-
lizmenls nenhum fracasan houvesse a lamentar. Ja
nlo he a priineira vez que desastres de lem dado, santa alli, em oulra parte que traficara
com ssse genero, par exempln, no beren do Veras,
aonde ha lempos uma igual scena se den. Temos
mala de uma Vez mo-lrado os patigOS que ameacam
esaas casas de fogueleiros dentro da ei lade, como
auccede na Boa Vista quo nlo menos de Ires exilien)
e bem pello uma das oulra, mas a nada se In al-
leudido, o ol is va > continuando a p*rrnanecr en)
seus sitios, ate que se d alguma rataslrophe em que
sa percatn maltas vidas para enllo seren lomadas as
providencias, applicando-se nesse raso o proverbio
que di : (le o Porluguez, depois de inubado, he
que Tedia a porta. Nao se deve esperar pelo mal.
convem preveni-lo, para que elle ae nlo manifest,
e para esse fnn fura mi-ler que se toroas-em aa mais
en rg'caa provi Icnriaa, para que laei nffl in i le fi
gueletros ej un removidas para fura da cidade. ese-
parada da qualquer uulra habilito. O que ac iba
da succeder hoiiletn pareee um pio-noslieo bem hor-
rivel. Mo somos siiperslicioios, mas o que acabarnos
de leslemonhaf nos faz crer infalibilidade do mal,
se as neressarias medidas nlo f.irem lomadas.
IHIInte. ile lutrria falso Existe em poder do Sr.
subdelegado da Boa Vista um hilhele da lotera ron-
cedide em favor d Collegio de Papacaca. falulicado,
e que se diz fra vendido no alerro da'lloa Vt-la em
casa de um cauleltsla a Mara Joaquina da Ci.cei- da, natural do llio de Janeiro, Com'20
51o, moradora na ra dos Marlyr os. Ja nlo be ni- atinOS
creando uma compaubia de aprendizes marinheiroi
na provincia du Malo Groseo.
Pelo ministerio dos negocius do imperio foi reno-
vado o contrato com a companlu i de navegado do
Amazonas com aa seguales alteraces : a cumpanhia
lira deaobrigada dus compromissos relativos culo-
nisaolo ; as vi.igens a' M'n,ius ficatn reiluzilas
oma ; conlinu.m as duas a' Camela', porm nao se-
gn).lo mais al ll.iieii. como euli'ora ; a linha de
.Nauta subsistir' em quanlo existir a aubvenclo da-
do pelo governo do Per ; logo que esla cesse fica-
r' limitada ale Tabatinga, pmosclo extrema do im-
pon i ; fica exmela a linha de Sania Isabel no Rio
Negro.
Grande numero de tnoedas de prata de isflOO fal-
sas lem apparecido na circuladlo.
l'oi nomeado presidente da piovincia de Minas o
ccnselheiro Cameiio de Clmpcs.
L se no aCorreio .Mercanlils :
a Communicam-tios o seguinte :
-Na Treg. ezia da .tldea de S. Pedro, em
Cabo-trio, falleceu ltimamente um Indio,
de nome S-.basii2 de Sa, o qual, segufldo
derl-raco da pessoa que o levou para ser
sepultado, tiaht 115 annos de idade. Su?-
pd -se, porem, que morrera pelo menos com
rMI annos, pois que, quando vivo, contava
O ronselbu Itstemunha dos unbres senlimenlos
que disnguem o povo brasileiro em geral e aos
Pernambiicanos em particular ; compenetrado do
eapmio de l. .|. nu.iiio que lio felix>oenla so vai
desenvolvendo entre duas naces amigas e lija,-
dai, por i.nios iasos sagrados; vendo em sea
seto repioduzdu disrismeale osee sanlimenlo de
rralernrdade e lo generaliaado ; tendo-se lan-
as vezes enlhuaiasmado em lace desses geii'arn-
so senlimenlos lio Ihauamenle manifestadoa e iau
sllamenle proclamados por Brasileiros dislin |..s
nessss solemnidades Iliterarias onde as duas n ,o'i
se confundem como se ron-ltiuirain uma so familia :
nio pode llenar de protestar da 'maneira ma a so-
lemne conira o arligo, seu eacriptor e a typograptiia
onde foi impreaao, e espera do brioso povu braaileno
que nenhum espirilo sensato e deeapaixonado se Irm-
brara' de responsabihsar Porlogal pelo aclo de al-
gum de sos filhos degenerados, qoe parece haver
cedido a algom motivo igaobil ; e esse protesto fa-
lo o cunselhu por honra mesmo deasa naclu a que
perlencein seus membros e que malvolos qaereno
degradar aos olbos da civilisielii. e por dignidade
dos Porluguezes residentes no Brasil,que nada maia
anhelan do que ver cada vez mais estrellados oa la-
ros que prenJem as duas nac&es.
O ronselho apioveita a occaiiao para agradecer ao
qjc carrejara pedraS para a cdificaQiio do redactor da Alarmla a maneira digna com qoe
Convento dos Jesutas contiguo a dita igreja, i,aB l'erleilamertie soube repellir os insultos do arli-
ein uma de cojas pare les est esc ipto qiip"
Kra .!'.: i ,,...; ,-
; co i|u
i-h-
transcrevera e
l0l.H0 do- P
juslie que fez ao ci-oter
l.-o./v- is.-i.li mes no im-
ii iNa Ireguizia dos l.uarullio-, \Xa CaiHiOS,
tanibem fallecen em agosto cillimo urna mtt-
llier natural do paiz com 106 annos de
idade.
No dia 10 de tnaio do anno passado exis-
tia na fazenda del), l'etronilla Maria de Je-
ss, porto da estrada da Barra, na fjvguezia
da Cuia, da villa da Estrella, um individuo
de notne Manoel Moreira, viuvo, de cor par-
lenle com sedulas falsas que se especula e enrique-
ce, agora apparece mais ci nova industria que nlo
he das peiores, se pa-sar semelbanle precdanle.
./ trantfertncta do ho nos que a direcc,lo du hospital porluguez comprara
A noticia que demos no nosso numero
prximo passado sobre um navio sossnh'a-
do, avistad.) pelo capital) do Charles Iter-
lhe,a recebemos no moment > rm quo a fo
mesmo hospital, logo que se fac,an> aa precias aeom-
modaftes. Semlo-nos permillido dar a nossa opi-
nilo a respolio, diremos que nlo poda a rlirefCio
fazer rousa melhor, (Ip que eslabelecr naquelle sitio
o seu hospital, porque be alli que se po le encontrar
as melhnres proporcis para os doenles, e donde
sem duvida se podera' igaalmei.le conseguir fsvore-
veis reiullados para a cura delles, visto romo se eu-
ranlra excellenle ed lirio, ar puro, reselo, e al
- i-----------. .............. .....,,... o. ,.!... moroiB sil'
uas estrada?, lie venia le que lenho uuvidu eiislenlar mesu.o banbo, emlim foi uma bella acquisirlo, e
que o mellior vice-presideule he o que nada faz, e pela qu.l felicitando a direccl,,, hedamos os nossos
de proposito se eclipsa, a han de que o efTeclivo possa embocas.
pelo contraste brilhar eom maior fulgor ; mas a ser Afant deSanlo Amar. Bm achavascada vai
verdade esla Iheorta, fura melhor que a le) delerm- i seudo a repararlo ou faelura da ponte de Sanio Ama-
nasse que o presidente que he demilhlo, deixe n seu | ro, e por I I modo que lio proinelle grande durado.
Chapeo armado penduralo sobre a radaira presiden-1 Segundo diz quem por all lem passado, o Irave'ta-
',.';!. V''""5"''''"!"" "Chapeo do pastor do ul- meulo da ponte nlo pa-sa de curia, .naos Iravessai
limo hispo fallecido sede vacante. NeU caso de-
ver-sc-lna aulorisar o secretario ou o ollicial-maior
que se podam dar por concluidas as negooiacues de I118 secretaria a de-pachar o expediente, economisan-
Arnaial ; que o senado, a cantara ria ilepuladoa, e
lodo o paiz, asila dtspostoa a auxiliar o governo
na conaervaclo dos direilos e da dignidade do im-
perio.
o Porm o mesmo orador lamenta o mo estado
da provincia dn Malo (irosso para a ulTon-iva e al
liara a defensiva.
As discosses do mencionado requermenln, re-
latadas no Jornal do Commercio, dio noticias e
explicac.-s intere-s mies.
:i Propoteram-se tres medidas pura rompala de-
fensa do Hala tirano, i saber : a ereagao as fron-
leiras do Mato Uroiso de inslitnirOei semelhanlea as
la Austria, da Prosaia e da Rassia ; a remesas dos
Aficaooa que e>lao nosorsanaes para p< voarem e
lof-n lerein o lenitorlo do Malo Grasso ; a abertu-
ra de urna estrada iniliLi de qualquer ponto do li-
l.iial para Malo (irulsu.
a Eiitreanto recoiihecem que a provincia esla' na
maior miseria pos-ivel quanlo a' sua defeza, sem mu-
mces, stm fartamenln, e sem e-lar pago lia dous
'.....i o sol lo das tropas ; que boje esta' a provin-
cia no me-mo meo pe de defeza que antes,
Para consol desas lamenlacftea se disse que n-
les havia l.ntKI prac.s, e que agora ha 1,300. Al-
as necessidades, a que excede a Indas he a das! guara pergunlon de que aervem 1,300 homens con-
coniiniinicacfKs, sentida lano pelo ultimo plantador
do Malo Crosso, como pelo primeiro negociante do
K'0 de Janeiro. Aa colonias fui) ludas pel estado
deverao aer antes de ludo encarregadas de conserva-
dlo de estradas, de ranae', Ceminbns de ferro, c li-
anas elctricas, devtrao ser alem disso, e simulla-
ueamente centros de prodcelo alimenticia e inriua-
Irial, com eslallauens, correios e carros, oflicillis,
etc. ele, emfnn com lodos os rccn'sos da eivilissclo
no meio do deserto. Os javens Brasileos ah r-'n-
coulraiio verdadeiras e-rola- professionaes com a
introdcelo das novas culturas e o aperfeijoainenlo
das enligas, n'uma palavra, fazendas modelos e iie
expeilmoaladlo.
glllapis ahi evidentemente nm faci social doa
mais imprtanles ; o sitio, o pessual, a administra-
rlo organisada slo realisados nal meIhores condicfies,
e sendo os fundos votados, nlo ha mais do que faui
um appello svmpalhieo aos trabalhadores para a
grande obra rnmec,ad.
Oulraa colonias" exialiriam ainda, as quaes os
faroi que o Paraguay pude apreaeular em eam-
isso oulru orador corajoau responden, dando
lose assim o ordenada presidencial durante as in-
lerinidadea.
Uma das estradas que se acham em peior calado,
segundo me asseveram pessoas fidedignas qoe por
ella acabam de passar, he a de Sanios, a qual, na
: 'n i-e da moda, he uma das pnnepaes atlerias
d,i riqueza desta provincia. A exportadlo e imporla-
CO de gneros que por ella annualmeiile pasaam so-
ben) a mais de um inilhAn de arroba8, e o numero
dos cavalleirus a 10 ou 50 mil na harreira do Coba-
fio. Parece que ella devera merecer alguma alin-
elo da paile do govrrno.
Eslas obraa acham se eucarregadas ao Sr. Kalh,
de quem a l.ei chacotea, at;ributiido-lbe o haver
enriquecido a materia medica Cum u descobrimerilo
da tiherva de bicho. Nlo soa competenie para ava-
llar os ronhecimsnloa que por ventora eile senhor
lenha de sciencias naluraes, de medicina nu ange-
haria civil, mas he cario que a estrada se acha em
m i oslado, n.lo obstante o enorme aecrascimo de
despega, que ooli'ura nlo exceda de l a ."> conloa de
ruis mensalmenle, e boje, sobe a II cnnlos, pouco
mais ou menos.
Este mesmo peridico nolicia que o Sr. I)r. Al-
enla sera hrevemenle demillido do cargo de chefe
de polica. Nlo sei que grao de verdade ha nesla
nolicia ; o que h ce-lo he, que este senhor se acha
com liceno i por .1 mezes, e runliniia a ser subililuido
ra
po
de barato que o Paraguay possa levantar :ti),ii(IO Im- pelo Sr, Dr. Baslos, que lem perfeitamenle de-ern-
mena. q, nlo era lln ne-co que empregasse lula peuhado o cargo.
essa fnrea no Malo Crusso, deixanlo desguarnec loa <>s amigos do Sr. Ilr. Almeida dizem que elle d-
os ros Paraguay e Paran', por onde i le com mais I '!' q"e se Ihe d urna enmarca onde possa eslrear as
turca ser atacado'pcln imperio ; que, pois. sii po le- I funcees de juiz de direito, c viver urna vida mon..-
ra disjior da tercia parle de-sa fnrea : que o M to I alarafada do que a da adminlslrac;lo. I.embro-me
(irosso nao conla l com 1,:|IK) homens de linha. pii- lamtem que he natural que o Sr. fernandes turres
de aogmenla-los al 10 IKJO, contando r un us In- e,'a n nomaajlo de novo chefe de policio, em quem
din do Baixo-Paragiiay. e conrlue qoe nlo se deve P">a encarar o seu pensamenlo adminisiralivn, poli
recriar am insulto no Malo tirosso. nSo bs de querer enfeuda-ln aos precedentes que
l'le descansar n cunselho na certeza de que a "cha eslabeleeidos pelo Sr. Almeida na sua dupla
repblica nlo pansa em fazer guerra ao imperio, e qualidade de vice-presidenie e chefe de polica ; nem
v/uiraa colonias exi-liriam anda, as quaes os quanlo ao Paragav ; nlo se asseiilnu n.i guerra, pn-
rrancezes prestaram ao imperio rervicna excepcic-i rom o calor dos cunselheiros levava e-se rumo. Na-
e"l' disposln s para a defensiva. Nosa marcha be
inidler.ivel para a paz ; se, porm, o Brasil quizer a
guerra, areila-la-biinos.
Sabemos, por carias do Kio de Janeiro de li de
agosto, que na vespera se havia reunido o con-elho
para deliberar sobre a poltica que convlnha adoptar
quanlo ao Paragav
frotiieiras
a Boll-
as colonias mixtas e militares nas
com a confederacao argentina, o P.raguav,
va e o Per. Ao euconlru dos Brasdcirna e dos i'or-
tuguezes uniros sdmittidoi al boje a cutnpor as co-
lonias Irnnleiras, os Francezes gu.laro de guerrear
e os habitoe da vida militar lem ainda desenvolvido
no maior numero s-e gesta innata ; he urna garan-
ts que a sua coragem aera sen.pre na altura Ta 5ut
raisaao, e levarlo a loda parle comsigo o espirilo de
umdade e de cenlralia(;l0 necessaria em lodas a-
parles do imperio, indiapensa' el onde a ailminisira-
rlo lem lana difficuldade em fazer sentir a sua
acclo
he po-aivel que dous pensamealoa conlradilorios
marchem na admioislraclo a par um do oulro, sem
altrilo un aulagonismo.
Ora, nlo he crivel que um prest denle com a Ilus-
traran, u caracler e a p.isioao do Se. Fernandos 'for-
res, venha suballcrnisar-se au seu chele de polica.
A concilladlo pode ehegar ao poni de permiiiir a
ausencia de is.chroni.m.e hoinog.ne.dade de vistea [gn^ctorsorv dV FoseM, "b'r
adminisiralivaa nos varios graos da jerarchia. Emlim
veremos.
Nlo so pense, porem, por eu dizer cima que a
quolla dala rslsva prximo a aahir para Moulevtd
um navio ruin quiuhenloa ou mais vuluines de ar-
mmnenlo e fanlanienlo para subirem pelo rio Para-
guay a Malo Giosso. Tal he o commercio do Brasil l.ei e o Correio Paulislano slo accotdes em Ven-
liara fortificar aquelle la.lo, nlo o pudendo fazer aurar a adminislra por Ierra leolocom muila despeza e demora. j les perioMcos baja uni.ladede pensamenlo p dilico.
t) Brasil ja lem em Montevideo l navios da I Elles emaii o s.Vrassoyabas e sPoblirador Psnlis-
guorra. e F. e-u' encarregado de comprar ,tKlii lu- lao represeolsm os qualro ponlos cardeaes do ho-
ndadas de earvlo para ser deposilado no Paran' rlsonla pnlilleo.
para a esquadra brasileia. A (Lela apreaenla-je como o compelo do laqua-
Com este numero do Semanario recebemos um remismo puro, o sArssaoyaba como o do liberal ex-
esloli 'o f'lhelo de descnmposluraa, passadas por om tremo, o o Correio Paulislano declara-se conciliador
Sr. Joao J. Brixuela, cida lio paraguayo, que deve a e." Poblieador Paulislsiaoa parece dedicar-se cxciu-
Linliio, por oulro lado que gloria e que pruveilo i Lpez a vantauem de ler podido ver a turopa, ron- : -ivainenle au administrativo. Pde-se dizer que o
para administrarlo no fuluro, se cum u adjulorio dos I lia alguna seus patricios que nlo slo muilo apaixo- \ "Aras-oyaba representa o oriente, onde Val surair o
pa-
que uioulam urnas sobre nutras e pegadasde, de
se lirar meia inadeira em cala topo para fazer o
nivelaineulo, emlim que sea' obra para bem pouco
lempo. E do que mais se precisa .' de nada por car-
io, deixe-se i. ranlo continuar como vai, que desse
modo e*la' mais do que bom.
t'allecimenlo. Fallecen no dia 21 do crrenlo, e
foi sepulladu no cemiterin publico, o anciao vene-
rando Se, Ignacio N'ry da Fouseca, que cnulaii lo
15 lustros, urna ga*lro inleiitee goda veio corlar-lhe
n lio de sua existencia, na uhslanle os esforcos que
seu dedicado titila) e nosso amigo o Sr. Ilr. Nerv sm-
pregoo para o salvar. Intil nos parece deserever
aa evcelleules qualidades de lio preslnnosu rsspei-
lavel ancilo, purque erain de lodos condecidas, h.ia-
la ni dizer que com sua morle perdn a sociedade
um eidsdflo prstenle, seus filho om exlremoso pai
c ver.la leiro amigo. A leira Ihe aeja leve.
ReclificafSo Acabarnos da saber que a cmara
municipal desla cidade ja' mandn fazer os concer-
lus da pnnle do Rosar inda, por intermedio do fiscal
le-peclivo ; perianto nlo pruvm della a demora.
O vapor inglez nTeviol, viudo dos pollos do
sul, Irouxe a seo bordo para esla provincia oseguin-
les passageirns :
Manoel .lo Reg Barros, Jos Ignacio dos Santis,
John Donnelly. sua serihora e duas filhas, padre Jo-
s Genuino de llollanda Chacn e um criado, Ma-
nuel Antonio de 11-11 anda Albuquerque, Manuel
la que- da Suva.
Segucm para a Europa : John Wbiling, Ciernen-'
le Scanavino, los G. Peiitra Lima, Joao Velloso
Soares, Manoel Marques de Gouveia, Erneil Burdel,
Amonio Codito de Sa e Albuquerque.
II upilal de caridad.Exisiiam no dia 21 do
crrenle, Si bomens e -\ molheres Iralados pela
caridade, lt> homens e t inulhercs que pagam a ca
sa, e praeis do corpo de pIieia. Total 87 do-
enles.
Relami das peisnaa que foram tepolladas no cemi-
Iciio publico no dia -21 do ecrrenle.
Lolza, parda, aulleira, 37 annos ; hydropesia.
Jos Kibeira da Cusa, Prlugucz,"branco, casado,
33 annos; inll immao.o de inlesliuos.
Jo-e Milheus de Jess, parda, vinvo, 90annos; apo-
plexia cerebral.
Joaquina, branca, um dia ; ttano dos recemnas-
eidos.
Antonia Fran'elina Silveira Lima, branca, casada,
"10 annos ; relenclo de feres.
neo, viuvo, 75 annos ;
gaslro iulerilres.
Amalia, branca, l anuos ; ttano.
Total 7.
o sillo dn Cajoeiro, para onde lleva ser.Iran-fendo o Illa la paia o \i.o, r nao nos f I DOSSivel
nessa oecasiSo indagar mais minuciosamen-
te esse'laclo. Iloje podemos con tola a
i'Xii-iil."in referi-lo. segundo as participaces
que o lr.esmo capilao dea as competentes
autoridades.
'i capilao I'apillon do Ciarles Berthe
encontrou nodia 93 do mr-z passado, as 2
horas da larde, em lat. 21" *'S e long. 15"
17' O. de Pars urna etnbarragilo vi ada 80-
bro o lado de bomhordo. a qual parecia ser
de 230 a :ioo toneladas; linha o gurups,
dos tnastros, porem existia somente um to-
co do der. lodo raspado O navio linha as
aicaxas .hitadas de branco, o sobre o lado
do esiibordo achavam-se4 ou 5 homens fa-
endo signaes com um panno preto. t) ca-
pitilo avislou esse navio al as 8 horas da
noite, schando-SQ elle durante todo esse
letiipo a capa e nfio Ihe permiltindn o inao
l' iu,o prestar soccorioa esses infezes.
Aa uliunas dalas, rcrcjhidaa das provincias da sul
lo imperio, alcaoc-m : de S. Paulo a !>, de Minas a
I, do Rio Grande a (i du crrenle, e de Sania Calda-
ria a 27 do passado.
Em S. Piulo coiiiecavain ss a' fazer em loda a
puiuiina plaiitaces do sorg'io saecbarino, sendo o
inicia lur da ula um abastado faiendeiru llalli, o Sr.
laques Alviin. Oa colle^ios eleiloraes para a elei-
q.Ij doa d'pulados provinciaei deviam reunir-sc no
tu 15, Lin banco de descont se pretenda fundar
na capital cun o fundo de i,(KI0:IKl#OIM) rs., leu lo
raixas (i'i ie- em Santa, Campias e Sarucaba.
Em Minas e Sania Citharina nada de uuvavel ha-
via nccuriulo.
Do Kiu (irande do Sul apen.1i consla, digno de
merulo, a perda da barca brasileira Generosa,
perieucenle a' prara da Babia.
Na Baha nada oecorreu depois do ultimo vapor.
Clicgaram a' Babia, procedentes desle parla j! a
l'i a lamiera sHoileneias curo i das a a 17 o bngue
ingles iFairj cum 3.
Sabio no da Itiu patacho aAmazonss II.
Ai Un ,in--.; a' carga, os brigues amlo e Lelo,
e-le com escola por Alacena.
Saladas sesidea do gabinete porlogjez de leiluia
em Pernambuco 22 de uulubro de 1857.
Anlonio Fiane.i.co Lisboa, prndenle.
Manoel Jos Rodrigues Pereirs, secretario.
Manoel Kibeiro Basloi.
los da Silva |."yo.
Jos linaria das Naves.
Francisco Kibeiro Pinte Gaimarles.
Manoel Pereira de Figoeiredo Tundella.
Jalo Jos Rodrigues Mendes.
Anlonio Francisco Crrela Cardlo.
Miguel Jos ll.tib.iza (i limara. -.
Jola de Siqueira Ferro.
fiiomax de Aqunm Pereira Vaiconcallos
Jos Jnaquim da Silva.
J laquim Corroa de Kezepde Reg.
Manoel Antonio de Carvalho.
Manoel Jos de linio Barreiros.
^iiMteacins a peotDo.
Illm. Sr. correlor Uliveirs. U canselheiro Dr.
Anlonio Jos Cuelho taz a V. S. seua cumprimenlos,
e Ihe eommuuica. na qaaiidade de senburio direclo
do terreno que comprehende no lugar do Hospicio,
a casa n. 18 B, e ermprehende as obras do quintal
da mesma, que leudo V. S. annanciado p:rra leilo
no da 2:1 de uulubro do crrenle anno a dita casa
(sem dovida por ignorar os Netos que passa a expr)
vai par esla f.ize-los Menles a V. S., lenha pacien-
cia ; encame.
O Sr. Vicente Fermn da Cosli apreientop-se-me a
;i lo rorrente a noile, e disse-me peranle n Sr. So-
breira profeasor jubilado, qae o Sr. Francisca Mir-
quesda Fonaeca pagavs 12:0a0(rjO0O pur a dila casa
do Hospicio n. 18 U, e que trazia comsigo 3008, que
elle pagava de laudemio ; e oulro aim, .iis-e-me que
vinba |iagar o fio, e com efleito paguii, mas quaulo
aoa 300-5 no ecetlei nessa noite, pois disse-lbe eo
que dara appruvac,io oa licen^a no dia seguinle
por eseiipia, ou mandara por eslar no lelo, e ler a
mo muito trmula, com elTeilo mandei lal appro-
vae.lo ou lioi-no.i par.i ser entragoe no acto da aceita-
rlo della, e enlrega dos 3O0J005, os qaaes vieram
e eu os recebi lambem veio com oa 3(rO}0(>0 o pa-
pel, por o qual o dito comprador o Sr. Francisco
Marques da Fonaeca, declara bem expressamente li-
ear seiihorio til, pagndome na qualidade de se-
nhorio directo, que aoo, a me-ma quapiia, qoe pa-
gou aempre o Sr. Vicente Perraira da Coala, esujei-
lo a lodas as obrigc;Oes de toreiro na forma das leis ;
accreace maia que fui pago o sella na rerebedoria na
ir.... .i o.i i do contrate, o que se declarou ns coilas
lo dilo papel pelos emnregados da mesma recahedo-
ria, e assim ficou senhorio ulil o comprador Francis-
co M arques da Feneces.
O que diro, Illm. Sr. correlor oa enlendedores
na minera avala destes fados qae acabo de expr ?
Nao concn i. nao concurro e nem devo concorrer
para o leillu da casa n. 18 B, aununeiado pars o dia
23 do crreme, pelo Illm. Sr. correlor Oliveira, an-
lea ni > eoncnrdo.
Sea humilde servo, ate.
Ilr. Anlonio Jos Coelho.
illimla, 22 de ouluhro de 1857.
smw?**
pra ci-
m .._-------, ^- -js *>-<> colonos irancezes, tila poder impedir a desapparido I nados pel> dictador, e nlo o considerara, como o
das Inbus errantes, primeiras donas do solo, e a. '"a- "'
libando para a civilisaco ansemai a lomada de poa-
se da mais tica rehilo do globo :
Eis esla obra,que altrahe sobre si a alinelo de lo-
dos os homens que se ocrup.im com as* grandes
quesles da economa poltica, lio exclusivamente
adunes hoje, e n svmpalhia que o Brasil despella
em I mica tcni multiplica o us seos leiloies.
G. M.
lal
lln/.uela, um geiiiu provi leucial iii.ni la lo
vilissr e engrandecer a patria.
Nesse fo.lelo ha alguns ataques vilenlos ao Bra-
sil, que buje, romo R isas no seu lempo, procura in-
Irigar e dividir as repblicas do Prala
I ; a a l.ei o occidente, onde elle se some ; o aCor-
rsioa e o .rPublicad.ir serlo os polos uppnslos a que
.illernadaineuleelleseappioa. ma na ronslellada eclip-
liea, devendo acresceular-se que ura o asir lumino-
so, ranlas de calor e de vida, se acha no trpico do
| a Publicad .i o onde devem ahondar aa llores e ns frac-
KIO b JANEIRO
12 de ouluhro.
ATIENTA DO.
De Venanlas, lermo de Canlagallo, nos enramu-
nica nm nosso asignante a seguinle nolicia .1 um
all iita I" commellido naquelle lugar por alguns Iru-
peiros :
lio ainda sob a Irisle impresslo, que pas-o a
narrar-lhe o faelo seguinle
.// amanltiia.
HEPAHTigAO DA FOI.ICIA.
Ocourrencia do ilia in denutubro
Foram presos- pela sul) lelegacia da re-
l'EKGl NTAS QUE NAO' FPENDEM.
Para que um agradeeimenlo oo elogio qualquer
seja cmplelo, faz-se m sler que venha assiguadupur
quem quer que o leceu
Nu Diario n. 2l vem nm elogio com visos de
serrilo de lagrnnaa, em o qual se falle de alguem da
ordem terrona da pendencia, qu, apezar da seu
autor eslar acoherlado com o pseudonymu dopobre
clele com caroco eoinlodo revela o bcslunlo
que o forgicou, e he or iaao qae Ihe fazemus as
guilles pergunlai com as quaes se nao deve ma-
gua r:
l'rimeira. Quaes foram os servidos relevantes pres-
tad is a ordem terceira da penitencia por esse senlmr
a q tem rotniuseou com os nomos de diamante
ou hrilhaiilc qoe nlo pode brilhar por -en.pre ser
contrariada por alguns anonvmos '.'I
Soguilla Se o diamante na qaaiidade de
ad)ogado eiarlo ruinprilor daa dstermleafOea de
sua ordem, tinha ainda as mesmas boas qualidades
quinlo senda administrador da mesma, nlo consen-
ta que os afilelos pobres bebessem na enfermara o
liceo da cana, ou aa emaiiacoes de uva "!!
Terceira, t,)oe corireilo Ihe mereca o seadia-
mante, quando sendo adimnislrador da mesma ir
guez'a do Recife, O allemao SUUty, sem de- dem.cuncorduu com esses a quem Sinc. appellidabo-
l. -IV.mu n Sr. Itnziiela com a sua poltica, sua '"s- einquanlu a regiflu opposta se cobre com o glido
sua presa e seus versos. manto hyental.
lie tudu d-g.iu rio heirie a quem se dedica, asee Ain la ha pouco leve lugir orna disputa entre a
faldeto, he urna bella amostra da civilisaoo de que "Le e o nPublicsdors, que c unicou por faceras
u i .. i i 1111- i.opez he o dispensador. mais ou menos esuiriluusa, e que la acabando por
------------------- doe-los um pouco menos do que decentes. O pri-
S. PAI"LO metro daqueles peridicos, lertndo o Sr. Furlado,
10 de ouluhro de 1857. 'leu occaeiflo a que o segundo em represalia proru-
tiomo a monlanha partuiicule da Fbula, a elei rasie lanzar o ridiculo sobre os Srs. Drs. Mendes e
co dcTatuhv, depois de inulto assoslar os polilicua, K. da Silva.
que sollrem ue nerVos, deu a luz um riiliculnsinus.il Quanlo, porm, a peleja, se ia tornando demasa- u a aua SCraya, o qi,e syml cando das
Comscoa com fels;Oes melodramaiica, mas lerminou ', dainente renhid.i, nleiveio eomo juiz de paz o Cor- oessoas mais Conspicuas do lugar acerca do
como alegre faraja ainler poeula et sejphoa.a Consta, I reio Paolislanoa. Esta rucios* intervencio. porem, Tacto, si ube que a norte for* sem duvida
ha ver lade, que bnuveram algumas minies, e pro- ia acarreando 4 potencia mediadora a lula cum um causada, por jsc ter casualmente alY)"adei a
vavcluieni alguns Uros ; mas e-sas morles foram aa do* belligeranles. Atinal, porm, applacou-se lula rele ila escrava, visto como o cadver nSo
a;rescntava ferimento ou contiis.'iii alguma
larac^o dn motivo
Pela siib.lolegacia Ja freguezia de S.
Antonio, o prelo escravo lleodato, para cor-
recQo
K pla gubdelegacia da freguezia de S. Jo-
s, o pardo Manoel Joao do Amara', sem de-
clarariio do motivo
O delegado do termo de lguaras.su, refero
em odicio de to deste mez, que om principio
do mesmo nao mcnci'inn o ilia apparecera
no rio Araiti enii segundo dislricto dVqtiel-
le termo, o cadav-ir de uma preta ja bastante
idnsa, eserava da senliora du engenhu Ara-
ripe, p que che.'ando esle faci ao conh^ct-
nieiito 4o respectivo sublelegado, esta iir-
inediatatr.ente se dirigir ao mencionado lu-
gar e lim .lo proceder a complanlo visloria.o
que nao leve effeito por se acbar ja sepul-
je de auoijmns, ezjieliir de seu emprego s om pai de
familia, lalaez que por iuf'rn.aces dadas por algum
ralol com caroroem desforr;n de-se eiuprauado
nao perrnillir que conlinuass a ser pusada pela ja-
nella da eanfermaria cerla bebidaalculiohca denlru de
nm halainho, alim de livrar Sme. de pregar sermei
da janella do quarlo em que he encerrado quando
, ^ C.AMBIOS
Sobre Londres, 27 12 d. a 60 d.
t Paris, :'i rs. por fr.
* Lisboa, 92 por % de premio.
Kio de J.iiiei.u, 2 por 0|0 da descont.
Acclo do banco 50 por cenlo de dividendo poi con
la do vendedor.
' cumpanhia de Reberibe 60SOO0 por acr;!*
romp.mina Peruambucana ao par.
s Ulilidade Publica, 30 pur cenlo de pramio.
a ludemuisadora. 61 idea,
e ds estrada da ferro 20 por Oo de premio
Uiseonto de leltraa, de 8 a 9 por cenlo.
Acones do Banco, 40 a 45 da premio.
lluro.lineas hespanholas. 29)500 3OS0C0
Moedas de 6IOO val has .... IrjjfOOO
6i00 novas .... 16j<)00
a**.......9i00
Prata.PalacOei brasileiros......2S'<)0
Pesos columnaries.....29000
mesicanos...... tj860
ALFANUEA.
Bendimenlo do dia t a 22. .
dem do dia 22, ,
49H:6829(lli5
21:369126')
520:052,-2:10
Descarregsm hoja 21 de oolubro.
Ilrigue porlogoezTarujo Iliversos geusrus.
Ilarca inglezallenniunodem.
Barca frauee-aAdelemercadura.
/rigae porlutjues Sania Cruzceblas, alhss e
eraas.
Barca porluguezaFlor da Maiaceblas a albos.
Ilonleni, das 2 para aa :l horas da larde, nesle
. lugar de Vetilanis lermo de CanlagalloJ, os arreros i foguelea com que ludo o partido vicleriusu cu-tumn
poitii.u das moedas de uro e prala acontece o mea-1 Jernimo Comes de Faria, Bernardo Soares de Son- sulomni-ar suas glorias elcitoraes.
mo. Todas as Iransacces rommerriaes, mui consi- ,a, vulgo Bernardo Panlisla, e Marcuiin ; o I .da | Nl> he de crer-se que a liga, composta de frac-
das miseras gailllahas e leudes sacrificados em b lu- esla ebiiliclo de animosidades peaseaes, e o arco
cu-I o ios illuslres hospedes que enllo se acbavam "'* appartceu de uovo no eco da imprensa pauln-
uessa villa ; c os liros nlo passa raro daa bombas dos lana.
llevo aqui dizsr qile em geral lodos esles periodi-
deraaeis, comparadas roma dos nulroi estados do i tropa du Sr. loa.i Antonio da Moraes, o 2
globo sin realmente mediocres em reluci o immcn- j >jr. Jos Anlonio de Moraes, c o 3. da do Sr. Fraii-1 eleiclo, pois qu
o -.:u mui bom escriplos. Causa al pena ver-se
lanos bellos talentos estorilisarcrn-sc no improbo
da do i; "es dos dous anligus partidas, qui/e-so perturbara Irabalho do rarnalismo poltica da provincia, qae por
va guiba-la pela forja disaa|eerla esl muda I unge de ser urna
F.iti ollicio de 12 desto mz refere o di lega-
do do termo de Olioda, que palas 7 huras
da Rnite do dia antecedente,!! ra dos Qua-
lro Cantos daquclla cidade,fura gravemente
ferido com urna facad* na verilha de c.oibos
eidade da Europa, riqueza do solo e ao poder du cisco Pereira Bravo, aerorometteram de ralbo a um maioria, romo com efleilo aanhou-s. Quaulo mi- de P"r em movimenlo a in dorreula opimao po-
ca capar, cuta o crioulo Jos liernardiiio do Espirito
clinu
oulro arreiro de noroe Mariano de tal, de um ma- nnna. lambsin nlo ae devia temar que quizesse vir bliea.
lie purque o Brasil, pnvoado somenle em um quin- neira lio alrcz que quasi o malaram. Despiram s a vas do fado, porque us seas direclures. por maia I o povo na le, e muiloi desses que se Consideran)
lo iln aeu lerrilorio, lem falla nlo s do brajos. lie j clima, amarraram-na a nm esleto e casligai nn-a
pirque lamben) a ciiculaclo dns produclrs ala en- como um baibaru senhor e aligara a nin escravo,
onnii.i serios obstscelos. Desde enllo, q methndo dosle depois de bem inrrsdo, Uarianno foi envolvido,
cniinierciaiili'. francezes consiatiria nlo 10 ern ven
das e comprar, mas tamben) em estimular a pro- I
ilucc,lo, facililanilo a eipi rlarin, e o seu ioteresSS ss
cima' idnticamente o mestno qu, o dos produe-l
tures e seguir' us progresso! da Europa. A oslo ros-
peito ellos lelo que contar nilo au rom o apoio mo- i
ral .la adminisliacao, mas ani la rm carta medida.
eom asna aasisieucia paeoniaria. \ inSflstrla fran-'
reza lera' lambem no llrasil de mudar, melhorar e i
crear, lem que ripiara! as materia-- {rimas, como a
in l-n.i e os rnrner.es. a se emnregar no desbullia-
aem camisa, U'oma capa ; li/eram-u inont .i cid seu
animal quo eslava preso all perla, e caminhar es-
rollada pelos Ires valenjes, que na eilensaa de lo-
empenhadea qoe eslivessem pela vicloiia, n.li ;V, los eom......lueneiai eleiloraes slo quasi.au. Iphaheu.
que mais gi-lain di rlreiro do chamusco. Entretanto
a iifp.'iica do Sr. Dr. Baslos no c.iinpn da I. .'a !i i
fu uma ulular provi tenfia, porque Aquelles que po-
deriam querer abusar .la pre-ouoa da loica que para
la man Ion o g veril), linha elle o diieilo de dizer o
lo o ai raial iaui de casa em casa jaclando-se de sua irqoos egn
bravura. O qu be ceii.. b que carreu muilo pacifleamenla
i M.ii.iini, ci.es e-fon-o-nao conaegiiiram Irazer oproeeae eleiloral, a os allrs-conservad res rorsm
.u.io.pi filiada, palentrava sea corpa arrasado a derrolado sova e naturalmente, tem que correase
corlad., hoirivelmenle paraiorrsRuea.inclinado sobra '"" "' l""=" d* *"" enlendido homann
o animal paierta quasi sem muvimenlu. Caminhan- I Sa 'd1''' *'"' ne ,l"4 l'n'hae. .tan
do enlie ii Iropai doa Srs
O m.is bello arligo passa dcsapercebido ; be preciso
que venl'i eavolla ama lamn acicalla p-ra que
desperle algoma allenoao ; mas nem disao se faz bo-
je grande caso. O governo, que -abe qoe a un; ion
sa ni i lem ocho na opimao, le'uz os seua artigas a
medida do valor pesaoal dos que os escrevem.
lie m-iis fcil mover a fensihiiidade do puvo
do que a sua intelligei.eis. Anda ha pouco por
sqoi an lava a Sr. N ironha cum a soa mgica rabe-
es a magniliear-nei : agora possnimoi o s Iborra,
li-linrlo pri fesso de canto c plano, receuleineiilc
mi es
Iguaria. Se s* pode dizer ovarlo eumpridor da lei,
aquelle que. conira ella, manda enterrar um nn.io
amoragado, que linha ioOatKK) de ordenado, com" Brigoe uiglez-Walter Bainebaealhao.
se fiara pobre 1 Lugre dinamarquezUyoralaboado.
Quinta. Fiualmenle, se oa anonvmos de quo Sme. i Patacho francezlieorgepipas da vinhi.
fila slo aquelles mesnios jrmans dess.i ordem a quem I PalhabolePieda le__fumo e charulns.
- -J
loma suas camucat'. ( Cremos que Sinc. be re- Brigue porlugoezCarlota |e Ameliabacalliaij.
eolhido ao quarlo para melhor iludar os seas ser- | Brigue porluguez Itelarnpagoceblas, batatas e
farelo.
Brigue porluguez S. Manoel ceblas, arcos e
burros.
I.uncalnl com caroaSQpedia sua conservadlo
no hospital, alim de nlo ir parar a' casa de delen-
Cau lelas sms repelidas ah. rdagens ao hojo das .i-
zillias em que se costuma collocar o imrneoso lucco
da carina '.'
Fique pois convencido o Sr.calle com carneo
que aeullamantenio poda fazer urna boa ad-
ministradlo na veneravcl ordem terceira de S. F'ran-
ci.co da peuilencia, anda que livesse s educarlo
que rerel'cu de seu finado pal, nosso digno irinio,
sem ler n apoio daqueles que o precedern) na ad-
iivni-irae.io que slo osanonjmos de que falla sua
merc.
O Irmlo lerceiro.
ACItXDEr.lMENTO.
Em um tempo em que formigam osegois-
tai; em que possue quem nao possue, nem
valiroriitos, neui uro, morre para ahi rom
.MOVIMEMO DA AI.FANDEGA.
Volumes entrados com faseu 'as ... .
" o com gneros ....
Volumes sahidoi com fazendas
a o eom gneros
Tolil
Total
278
390
668
220
7
227
IMPORTACA'O.
Brigue porluguez oKelampagou vindo de Liaboa,
conaignado a Tbomaz de Aqoniu Fooseca i Filhos!
rnanifesiou o seguale :
I 50 barra vinbo, 30 altea azeile, 10 dilaa vinagre
65 diloa loucinhn, 25 ditos cal, 100 ditos vatios, 27
canas cera em velas, 50 barricas e 1!) saceos dita em
griiuie, 200 dilos faielo, H fardos alf-zema, t Callao
r,lr".s' a.',lao' redes e banda, 2 embrul.'ios o t sacco
pnuca ililVi-renca dos irracionaes ; em que moda de ouro ; aosconsigri larios.
at oprepriO homem de inlelligencia ho :'" barris vinagre : a Jos Bapila da Fouseca
olhado, quainio pobre, com soberano des- Jo""r-
ilc-n uela cafita brutal o vil dos leiloeiros, '-*" birria cal, 13 rainas masaaa, I dita bolos. 6
qoe todo apregoam objecto de comprar e "'"1* a.n,rJ",,;" ,"'".<:. .'l Pmio ,\ t:.
I v-ii'Jcr : lio de grande consolo ver apare-
cer una alma nolne, uui desses poucos ca-
a Anlonio Bernardo Vaz de
11 '.o. .no. i ti. i ion in -...... ------ ----,-..-..-.....,.....--... .... ....
.1 iai de Moraes e Pereira *g in"" |la" "* ,"""0* malar genle pira fazer chegtd de lluenoa-A)les
eleger meia dnzia de deportadas, quo depuia ni
Sent, o que ua n'.esm* occasio fora espan-
cad-i o pardo Antonio Candido ila ConceicSol
sendo que o primeiro se acha em perigodel
vi la.e I go que sem litantes factos chcgarain ;
an seu conhecimento. imineiaUmeine sel
dirigir ao lugar do crime, proceder a rom-!
ptenle vistoiia. e lirava empreganJo todas
as diligencias alim de descubrir o aulor ou :
autores de semeMiant s crimes, e contra el- r
les proceder na forma da lei. Ir,?* ? tem" '"p" ""' <'" '"ario ; a Anlumo l.oiz de
-' pesiara indicio d.) que anda nao morreo Oliveira Azevedo.
,", de todo, nem o senlimento, nem amoral "'
Foram presos: pida subdelegada da frc-'ncm a lelignlo entre nos.
guezia <5o Recife, liancisco Avila de Mm- o Illm. sr. Dr. I Nerv, acabando de Dra-
loui.M, por desobediencia lioar ba poucos diaa um deaieaactos que'
I aarrus alfazema
Carvalho.
50 barris lingiiicaa, til niloa zeiie, 25 ditos e 5
narria eominbcs, 12 ditos erva-doce ; s Kosa A.
Irmaoa.
lili caitas cera em velas : a liarme. A Castra.
2 barra carrioa, 1 rtilo vinho. 1 dilo in.issas :
Ah, urna das apli.les inlellerluaes do povo bra- | Miriai
ai'er ser um indcroso auxiliar, B sahei, o seo gos-
lo para a inccauua. Nilo ha viajanle que nao lenha
I./.....I
distante um quarlo de legua daqui, onde Irataram de
loccuire-lo lugo, injudeudo-ss chamar quem o tac-
" i Caramba be o mesmo lugar S'ralilienlo co-
nhecuJo cun o uoiue de Al u u ,-r ,.-.
projclo de navegaclo Ouvtsl ; mas reservo-a.I E |i'li delegara do .segundo dislrirlo dos- bre, Cega e desvalida .\a occ-si.li
pata uutrs occasiao, por ir esla deinasiaJameiile lc lermo, Maximiua Engracia de Ijgueiredo, tediar o golpe, o assassiao lal
I raa. Iivros ; Manuel Jos de Sa Araojo.
loliga.
lo pardo .soveriuo I'aes Cabral, o as pardas delicacao admiravcl do escravo
MUTILADO
ILEGIVEL
seou-o ic'l pip" ,'"-1'"' 4iU' v""":r'- -' harneas cera
S"oJaSla,lX% JC,i'a,"bol" 4 '"""" c.id.,0


y

PIMPO DK PKHNAMiJCO SEXTA PEDA 2' DK OUTUBnO DB 1857.

\
t vnliimx camas de ferro empalliad.ii : a Antonio
la*! l.e.l Keis.
^"> mullios ceblas ; a Jos Marcelino da Rosa.
O pipas \,i-i..s ; a J.iaquim Vieira ile II.ir.-.
I 'alia sipaloi de Irancinha ; a Manuel Krinciico
le Moraes M lia.
I M|l ralos de Irancinlu ; a Antonio Joaquim
deSouia 'rlibeiro.
V) barris ral ; a los Anlonio di Costa 4 Irm.lo.
i'i dilos vinlm, 23 .lito vinagre ; a Francisco Se-
raneo de As'sis Vascunello.
I" fardos allios ; a Francisco Alv?s Monteirp.
Ihesotnarias, sem que por estas repartic,.s, a quem
as parles inlaresu 'as os rtevero entregar, scjam
Iransniltidss ulti. lalmooli' ao Iheionro. arniiipa-
nhadiis das pe tao. aleru das indispensaveU informaces fsraei ; e
ordenar.Ihes que deem a esla providenria a precisa
publleidade, Thesouro nacional em 27 de jiiidni da
IciJ.Mrquez de Paran,
veneno da Hucha.
Pela contadnria da cmara miiniciral
do Recita se faz publico, que o prazo mar-
cado para pagamento do imposto
-n iniMi uu i-iiihivii tic carros
>0 canas ceblas, Mi nilas btalas, 2 ditas marine- j
lada ; a Manoel Jo< de l'aiia.
I emole oleo, I barril vinlio, 1 dilo, 1 fardo e 2
-iivpI.s drogas medicinac-s, 1 canole vidros ; a It.
1 de Srnin.
I cenote brochas, 2 ditos 1 fardo drogas midi-
einata, I dilo pao campeche, 1 barril giz ; a Anlo-
nio Jos Dias M.
I caitle brai.ns de balance ; a Anlonio Bernardo
Yaz de Carvalho.
_' caiKles uralorio e imagens j a Manoel Uoncal-
yes da Silva.
JO barricas alpista ; a Molla i Iririao.
2 pedras de Malaria ; ao meinbros encarregados
da obra da matriz da Boa-Viilav
90 caisas cera em velas j a ntoi.io Lopes Pe-
ralta de Mello.
2 embrullioa moadas de ouro a prata ; a Francisco
Jos Kapoao.
1 jumento ; a l.uiz Anlonio Siqui Ira.
1 embrulho mor la da ouro ; a Amoiim & Irma,
i galalai pomboa ; a Joan Kerrtita Baplnl.i.
2 cariuchos e um emhrulho moeda.de ooro ; a
Jo.ujuiiii J.i.e de Amorim.
1 bahu, 1 lavatorio, unagem a rcup.i ; a Joao Pi-
res Soares.
Ili.le nacional Novo Anglica vindo do Arara-
is/, consignado a .1 o Fernandos Prenla Viauna,
manifeilou o seno, ule :
2)10 couros salgados, 1391 meios de sola, 140 mo-
Ihos courinhos, 9 siccos crr.i de carnauba, 2:lt dilos
gorama a ordem.
2 'O molhos paih.i, 24 rouros eiir'idos, 28 ditos em
cabello, 3 dito* eolios, 1 barrica ejaeijn d- Colina, i
garrafn niel ; a .Manoel Florencio Alves da M i .-
2 arraet inel I abalha a Join Soum & C.
Marca portugueza Flor da Maia, viuda do
Porto, manifeslou o|seguinte
i;*00 molho- e 800 resleas ceblas,120 ca-
nastras batatas, '20 ditas albos ; a Bernardo
Francisco de Aievedu Canipos.
lOOcanaslrs batatas, 15 temos de acalotes
e condecas, 2 eaixoies maceil, 1 dito doce ;
a aligue! Josa 11vs.
7 barris pregos, 10 costos nlhos, 5 amar-
ridos, condecas ; a Antonio Moieira Vinhas.
200 rodas de arcos ; a Delphino dos A"jos
Teixeira.
61 barris vinho '. a Jacinto da Costa & Ir-
rn tn
jo rud,a de arcos, 1 sacco baloques ; a
Antonio Casemiro Gonveia.
10 saceos tremocos, 20 caixOes Figuras de
barro, 3 ditos allinetes, oratorio e imagens
1 dito ceroulas, 1 dito obras de relroz, 1 dilo
.obras de palbeta ; a Gaspar Antonio Vieira
(uimares.
1 barril peixe. I dilo Imitaba, 2 ditos ca-
vada, I dito e um caixao drogas : a Jos Joa-
quim l'eraira.
1 lata fgrinha de milho ; a Ferreira & Lou-
reiro.
3 ditas carne a Jos de Azevedo An-
drade.
i embrulho panno de linbo ; a Mauoel Joa-
quim da Silva Figueiredo
GO canastras albos, 1 caixa escovas, 2 far-
dos capachos ; a Domingos Rodrigues An-
drado.
200 ros leas ceblas. 2 barris presuntos. 2
ditos painco, 2 ditos li.-ij.iu ; a Manoel Jos
do Vise me n tu e Silva.
5 caixOes coxins ; a Thomaz de Aquino
Fouseca o Filho.
250 barris vasios, 9 duzias de taboas de
pitillo, 656 rodas de arcos. 1 embrulho moc-
da de ouro ; a Francisco dos Santos Macedo
200-resteas ceblas ; a Anlonio Ribeiro Lo-
pes.
12 canastras albos, 20 rodas de arco de
pan : a Jos Carvalho dos Santos.
307 resleas ceblas a Domingos Alvos
Matheus.
1 barril vinho ; a ordem.
20 gigos de pao, i sacco moeda do prata ;
a .Narciso Jos da Costa.
600 Hacas de vime ; a Joaquim Couto
1 fardo capachos, 2 condecas palilns, 1 cai-
xau coxins, predra do lotiza e ditas de es-
crever, marcse palhitos ; a Jos Alves de
.Souza Cuimariics.
I caixrtes chapeos, > dito pentes, 2 ditas
brides, 2 dilos sapatos a Burle & Souza.
caixes chapeos ; a Amorim & Irmiio.
50 rodts de arcos de pao ; a Joaqnun Ju-
venci da Silva.
I caixao conserva, sapatos e colheres de
prata ;a Luiz Antonio da Cunha.
6 caixas toallias. folhos, guardanapos, li-
nhas e coxins ; a Jos Francisco de S.
4 ditas coxins de linho, 1 embrulho ouro
em moeda, 15 meias pipas e i33 barris va-
sios ; a Manoel Joaquim llamos e Silva.
1 caixa candieiros a Vidal Bastos.
1 barril vinh.i.l dito vinagre. 1 dilo azeitc,
1 caixa ceblas : a Campos & Lima.
2 caixoes freios, esporas e coxins ; a Tho-
maz Fernanles da Cunha
1 bomba de pinho ; a Rartholomeu Fran-
cisco de Souza.
20 barris e 30 caixOes vinho ; Jos Joa-
quim liias Fernandes
3 meias pipas e 12 barris vusios, 3 vivelros
e4 gaiollas passaros, S7 resleas cebo
las, 11 temos azafates e condecas, 2 c ilustras
inaces ; aocapilo
1 barril vinho. 1 caixa panno de linho, 2
caixOes coxinilbos, 2 ditos papelilo 2dito:
imagens, pentes, e paramentus para padre
ignora-se.
CONSULADO GERAL.
Reiidimenlo do dia 1 a 21. 5I356>153
dem do dia 22. ..... 4:78Sj45
passeio e alugucl, carroras e mais veh-
culos de conducc.no, principia do I," ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
vel, e todos quer deixem de pagar no refe-
rido pra20, ficam sujeitos a multa de 50 0|0
cnen dons barra(0es de madeira, que ser-
vem, ou sarviram para tendasda ferreirog,
apresentem seus ttulos para serem loma-
dus em considerarlo, e nio o fazen.lo den-
tro do referido prazo, considerHr-se-ha o
terreno devoluto para ser neste caso afora-
Cinionnej'ose' Se- do a quem maior quanda offerecer pela dita
preferencia. Societaria da thesouraria de
pernambuco, 22 de outubro de Is57O olli-
clal-maior,
En lio Xavier Sobreira de Mello,
CONSII.AHO PROVINCIAL.
Fregue/ia d Santo Antonio.
O sobrarlo com urna loja e tres andares, na
ra do l.ivramento n. 27, pertencenle aus
herdeiros do padre Jo3o Antonio (aiiio, est
do valor do imposto. Contadura municipal | colleclado por 1:100 e n.1o por 890s, sendo
<10 Recita 29 de setembro do 1857. O con-, a importancia da decima. ...... 29.30"0
tador, Joaquim Tavarcs Rodovalho. I'pmeira secgiio di consulado provincial
OSr. collector das rendas proTlncines 22 de outubro de 1857 O lancador.
56:1 VlGO)
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da 1 a 21. >B38f025
dem do dia 22....... i i-->:
do municifio de Goianna fe/ saber que em o
dia de hoje Ihe tai entregue pelo delegado
Jes'.o termo o escravo crioulo de nome l.uiz,
ntiral da comarca do l.imociro, de dada
de *!5 annos, estatura Mu, rosto redondo,
cab dios carapinhos, olhos prelos, nariz, cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bex'ga, preso nessa ridade ordem ao mes-
mo lelegado, no dia 3 de Janeiro do c>r
rentB anuo, sendo nvr.liado na quantia de
1:20*8; pelo que chama-se a lo/las as pes-
soas que liverem direito ao eferito escravo.
par que dentro de. 60 dias, contados da pu-
hlicsc?o desle, apreaenteoj na collecioria da
dita cidadfl sua juslilie>c3o ile dcniruo, a
qual ser produzida parante o juizo muuici-
pal desse termo, e linio o prazo ni nciona-
du ser arre matado em hasta publica, a ..or-
la do mesuio Sr. collector, preceden.io-se
annuncio do dia e hora fin que houver de
t-r lugar dita ariemel- gao, puhlicando-se
este edital pela mprctis, e on le maia con-
vier. Collecioria p vincial do municipio
de Goionna 3C. ie julno de 1857.Oescrv3o
da collecioria, Luiz de Albuouerque Lipa
dos (.uimai aes Penuto.
Ulllm. Sr. Inspoclar da thesouraria
provincial, em cuinpnin'iito ila ordem do
F.xm. Sr. presidente da provincia de lido
corrente, manda fazer publico, que no di-
5 de novembro p'oxmo viulouro, perante
3 junta da mes.ua thesouraria, se lia do ar-
rematar, a quem por menos Qzera obra dos
i reparos do tiuarlcl da villa do Cabo, avalla-
da em l:2lo9noo res
A arrematado ser feila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sol) as clausulas especiaes abaiso copiadas.
As pessos que se propozerem u esta arre
mataQio compaream na sala das Besados da
mesma junta no dia acuna declarado pelo
meio dia corrpetenlemciite habilitadas
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do
Pernambuco 19 de outubro de 1857. O se-
cretario, A. F. da Annunciac,3o.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1." As obras dos reparos do quartel da
villa do Cabo, far-se-bao de conlormNlale
com O i remenlo approvado pela directora
em conselho, e a presenta di a approvacSo do
Eim. Sr. presidente da provincia, ni impor-
tancia de 1:210- rs
2. s O arrematante dar pri icipio as o-
bras no prazo de um mez, e as concluir no
de i me/es, ambos contados na forma do
art. 31 da lei n. 286.
3." a importancia da airecfldacfio ser
paga em tres preslacOcs iguaes : a primeir,
itapoisde r^i la a melade das obras; segun-
da depuis da entrega provisoria ; o a ttreei-
ra depois do rerebimento ilefinitivo, o qual
verilicar-se-ha tres mezes depois da entrega
provisoria.
4.,!0 Na cxecucjln da obra o arrematante
seguir as prescripges do engenlieiro res-
pectivo
5.* Para ludo o mais que nao se achar
de!' rumiado as piescntes clausulas neui no
ore,ltenlo, seguir-se-ha o que dispOca res-
peito a lei provincial n. Wi. -Conformo.""
O secretario, \. F. da 'linuiiciacao.
CONajBLliO AafinlSTRATIVO.
O conselho admibiatialivo lem de com-
prar os objeoloa aeguintea :
Para p ovimento dos armazens do
almoxanlado.
rame de lalilo do n 8, libras 96 ; dilo de
dito de n. 13, libras 32 ; chumbo em lencol,
arrubas 20 ; dilo em baria, arrobas 40 ; a-
reia de mol lar, i!queucs2; eadinbos do
norte de u. 10, 20 ; dilo de dito de 0. 12, :20 ;
seccante, arroba 1 ; carvo de pedia, tone-
ladas 18; chapa grande di* ferro paiao fogO
do quartel dos menores 1 ; frr.chal de 35
palmos 1 taboas do louro do assoalho de
14 a 16 pollegadas, duzias 2 deassoalbo e 16 pollegadas de largura 6 ;
oleado, covados 60.
4.' baiililao da artilharia.
C semira carinezini, covados 76.
8." balalbao de infantera.
Jogo do halanca, com pesos al urna ar-
roba 1.
10.' batalli5o de infanlaria
Panno mesclado cor de cale, covados 81.
Coiipanlu de cavallaria.
Freioa singelos23.
9. balalbao de infanlaria.
gravatas35
7.' balalli.io.
Camas, culchoes 100 ; iravesseiros 100;
mantas de l.ia 50 ; dulas para 25 cuberas,
covados 150 ; enrapucag de aluodao 25 chi-
nellas, pares IU0 ; bules de ful lia 12 ; chi-
caras com pires, duzias 3 ; pralos, duzias
4 ; assucareiros de louca ou de folna 6 ;
manteigueiras 6 ; lalheres completos 50;
ourines cul lampa 12; cocos de tirar a-
guafl
Quem quizer fazer dilo forneciment apr-
sente as suas propostas em carta lechada na
secretaria do conselho, as 10 horas do dia 25
do corrente mez.
Francisco Carneiro M. II. Jnior.
TfilElAlMvD
SANTAISABEL
12." RECITA DA ASSIGUTGrUj
DA
EMPIEZAGERMANO-
SaBBADO, 2 de outubro.
Subir sceni o txeellenle di ama em 5 aclos e 6
quadros :
MAR1AJOANNA
9IULIIEK 1)0 rOVO
01"
A Pobre Hi.
licada na nclhor locali lade da ra do Hos-
picio n 18 H, rom excellentes enmmodos,
conforme lem sido nnnunciado neste jornal,
lelo seu pmprietario o Sr Vicente Ferreira
da Costa : sexta-feira, 23 do corrente, as 11
horas da maubSa, om seu eaoriptorlo no Re-
cita.
Leilao de mobi-
lins.
O agente Itorj", em sen armazem na ra
do Collegio n 15, fara leilao de immensida-
de de objeclos de marcineiria novas e usa-
das, bem como mobilns de jacarund e de
amarello couit lelas, sofs, cadeiras, mar-
quesas, bancas, avulsasi guarda roupn,
commodna, camas fancezas, leitos para
l\a loja
das seis portas
Em frente ti o Livramtnto
Para acabar com um pequeo resto de fazen-
das une lem defeito.
Palitos de panno preto e de cotes a 6;noo,
cassas (.ara cortinado a 2?50<> a pega, ditas
adamascadas a 1:600, salas burila las a I ir.o,
cambraia de salpico cun 8 varas a 3?, carias
de clcheles francezes a 40 rs sarja prela a
15 o covado, lencos de retroz a 500 rs., I ivas
to
gio de Sun-
'nuda dominga 8 de novembro, em vir-
111 <1 de nao ter clicjjado a tempo oorna-
I ment, que mandou vr i\.t cidade do Por-
to, do qual le portador o lii;iie S. Ma-
noel l,i. saliid idaqnilla cidade no dia 17
A necessi lade do que resenle-se a provin- 06 letembro prximo pausado.
ca do casas apropriadas, unte a mocidadaj Precisa-si- de liomens forros ou cao-
^ TJ^JKlSJK u' 0 c'h' ,,eS,' W"
I
re
tiga a inlelligonr.ia, os
moral, ordem, raligiao, que forma ni os eo-
racOes ; antes do que o interesseeo propno
echo Ja vocac.lo intiu a peiu magisterio;
deterniinaram-nos a efear um foco de ins-
truccHo, cuja diiecco coubo ao abaixo as-
siguadu, auxiliado em loo santa emprezn
por mancebos Ilustrados e de futuro. Para
na liviana n,
pendencia.
Precaa-se
silicio nina para
para cozmlieira,
da
piara
Ini
de seda pelas e do cores a 500 rs., barego l,el resultado de una cnipreza de tal magui-
do seda a 160 o covado, com 5 palmos ue lude. o aireelor nem poupou nem esquuceu
lareura. cortes de cambraia cem barra a aquellas desuezas, e as desciplinas que se
lugar luc esclavas,
criada de caa e Outra
para urna casa atran<
(eir : a tratar na ra do Trapiche Novo
h. 12, escriptorio, primeiro andar.
Precisa-se ainna de um iiom forneiro,
na padaria da ra de Santa Hit a, paganJo-se
ci aucas, berros, lavatorios mesas de jan- 480, cassas pelas a 80 rs, o covado, chales msinan nos inelliores collegios da Europa. bem, com pouco trabalho : a tratar na ra
tar ellSlicas e coiiiniuns, aparadores,guarda
louca,Tidros elouca diversas par adorno
ile sala, o servico de n esa, ulensis e oulros
de glica bordadi s a 1/6II0 : dao-se amostras | Por quanto a escolna da casa pelo bem are-
com penbor, a loja esla iberia das 6 horas Ja,| e commodos convenientes, o Iratamen-
da manbfla ate as 9 da nolle. Ilo dos alumnos, todas as condicoes bvgieni-
nmilos artigos 111 lispensaveis de casa, una ) Farinba do mandioca. jcas e,n ehum oulro eslabelecimento su
porcao de obras de ouro e prata, relogiosl A desen barc.ar saceos grandes com boa I deparam superiores. Mein dos preparatorios
diversos pura algibeira. ele, (le : sexta- farinba de uiandioaa a tratar no escriplo- ,liS nguas pu;lunueza, latina, franceza.
mo^os e de bonlUs liguras.
Leilao
ertninira o csporlartilo rm a *racm
nada tle mu f^rt;i
PAGAR 0 MAL QUE NAO FEZ.
Principiara as 8 lloras.
Os billieles ecliam-sa i venda no t'criploiio do
tliealro.
algibeira.
reir 23 do corrente as 10 horas da manhaa ; rio de Almeida (ornes Altes & C, na rua da
nessa mesmo da tambern rilo a leilo um Cruz n. 27.
escravo perito marinheiro a una ptima: --- O escrivao da irmandado de N. S. da
a eengommadeira, ambos Soleiade da Hoa-Vista, convida a lodosos
irmflog mesarios para comparecerem no con-
sistorio da respectiva igreja no dia 25 do
crreme, pelas 10 horas da manila, alim de
Iralar-se em mesi de negocios tendentes
mesma irmandade. O "scrivSo,
Jos Antones GuimarSes.
Perdeu-se no dia 22 do corrente um
bilbete inl.iro n I5il da segunda e ultima
parte da lg loleria do theatro de Santa Isa-
bel : pede-so ao Sr ihesoureiro se por aca-
so sabir algiima soi te, d-" uSo o pagar senilo
ao abi ixo asi gnado
loan dos Quadros Brayncr.
A meaa rejjcdiira da rmandadedo
Divino Espirito Santo lemlna aos imis ir-
maos quequizeretn ex por as unase ossos
dossciis iiiados no dia 1 de novembro p.,
queas mandem examinar, ver se estao em
estado de apparecera vista do publico.
Olierece-seum caixeiro para riual-
quer arrumarao: (|uem precisar dirija-se
a rua da Praia n. 49.
AUGUSTO 8TAHL UUOOU O sp.U
n
Gabinete ptico
ATERRO n\IIO\-VISIU/i.
Odirecti.-r desto salAo, participa a seus
Ilustres protectores, que tendo-se de reti-
rar desta provincia, offerece-lhes esla penul- turnados ao servico da fabrica,
tima semana uaa boa e agradavel exposicilo Um laboratorio cliimico para a analyse,
do vistas escolhidas. contend) peqasde vi.lro e ; etal mu impor-
Vistas que serQo patenteadas at o da 2* do tantas, urna porgao do frascos com accidos
FABRICA DE SABA 0.
'.Mu l'eii'i Ode novembro
A requerimento dos administradores da
ni-ssa fallida de l. Candida Mara >!. Kilva
Lima, viova de Hollino Goncalves Pero ira
Lima, de ordem e em presenca do Kxm. Sr.
juiz especial do commerclo, fara leilao o a-
genle Rorja, dos obj- dos seguinles :
l'm sobrado com 60 palmos de trente e 256
de fundo, i is 2casas lencas com 35 palmos
de frente cada urna, e 85 de lundo, em que
se acli esta bel ecida a fabrica de sabao, sita
na rua Imi erial desta cidade,ale com terreno
baixa-mar no fundo dasmesmas casas, com
cambo*. caes,guindastedeferro.duas grandes
caldeiras de maniputacSo,com mexedores de
lerrojuiovidas por vapor, caldolra e machina
dajvapor -ie forga de seis cavados, duas ser-
ras, sendo una vertical, e outra circular,
bombas de ferro, ludo movido por vapor, 8
grandes depsitos de madeira ou resritdo-
resda sbao comi.oriandu cada urna mais de
mil caixas, a lem de no>a meaidades de
utensilios, proprios do estabeleciniento
Oilo escravos de diflerentes idades ja acos-
do correnlo.
Guerra do O:unte.
1.a Consiaiitinoida guarnecida pela es-
qua Ira anglo-frauceza.
2.a As esquadras alliadas, arvnrando o
signal de guerra a Russia.
3 Ataque do forle S. Nicolao.
t O grr nde desastre de Siuupe.
5 A batalba de Inkerm m.
6.a a batalba do Alma.
7.a Assalio da torre de Malacoff.
8 a Retirada dos llussos para o norte, in-
cen lio de Sebastopol.
9. Os verdaderos retalos dos defensores
da guerra do Oriente.
10." Itatalba de alourflo, ganha pelos Bra-
siletros.
It. Vista de Genova, tomada de Saumao.
IS. Itio de Janeiro, tomado da Ma das
Cobras.
13. Palacio o tapada de. Versalitas.
14." Interior do palacio de l.uiz Filippcem
Paris.
. 15.-' Sepulcro de NapoIcSo I, em Santa
Helena.
16.a Jarditn das flores em Pars.
17. Vista geral de Paria,
18." Naiioleflo I, botando oculo em frenle
da Cathedral de MilSo em Italia.
O sat&o estara aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada 51'" reis.
"h :: 2'S
h:W
etc.
Carteiras, almarios, prensa de copiar re-
logio e mais objectos do escriptorio.
Urna terreno com loo palmos de frente e
fundo al baixa-mar, annexo a fabrica.
33 cascos com azeite de palma, e urna por-
Caodedoem deposito em um tanque de
furo i-s 10 horas em ponto do su.radito
dia, na ni- una fabrica, tei lugar o leilao.
.Urtfc* ftmtw^
>n5a:llfl .
Palhabote Sobralenae recebe carga : a tra-
tar com Gaetano Cyriaco da Costa Moreira.
na rua da Cauea do Recifa u. 2.
i ea r
Segu no dia 25 do me corrente o palha-
bote Venus ; recebe carga e passageirns : a
tratar com Cadmio Cyriaco da Costa Morei-
ra, na rua da Cadeia do Itecife n. 2.
/jTatiiiv.
Va i sabir com bievidade o hiate Exhala-
c.;io : para carga Ofaaaageiros, trata-seom
Gaetano Cyriaco da C. M., na rua da Cadeia
do llecife n 2.
- Para Lisboa segu breve o briguo Ac-
tivo, o qual inda pule reeebcr alguma car-
ga, como lem boas accotiimodacoes para
passageiros : quem no mesmo quizer em-
barcar uu carregar, podera entender-se com
os consignatarios Amorim Irm.los, ou com o
tapitao na prBca do cuiniiieicio.
asa
Estando a conl'eecionar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, rofja-se a lodos os se-
nhoresque costumam ser nelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
diuca de domicilio, ou outra qualquer
lemluanca,(|iie sirva para que teja o mes-
mo almanak completo: da mesma sorle
roga-se aos senliores de enjjenlio e rendei-
ros, queiaiD. mandaras alleracoes que se
tiverem dado a respeito de suas propiie-
dades.
|. LElTUHTfflMC.
Rua do Quemado n. 10,
" LOJA l)F. PORTAS.
nSAliw.EniKVfS
i'iioiiii.iuriiiio
ATERRO DA BOHISTAB. 12
andar terreo, entrada por a loja.
Lotera
1)0
Theatro de Ssli-
ta isa i
do Rangel n 13, das 9 horas da manlia em
dianle. Na mesma se preeisa alugar um pre-
to que seja possante, pagando-se 305 man-
saes


caraca
1:2835512
DESPACHOS DE EXPORTACO PELA ESA
DO CONSULADO DESl'A CIDADE KO IA
22 DE OUTL'KnO DE 1857.
liibrallarPatacho iulei Kra, S.ianders Urollitrs
l C, tl.8.i0 sarciis assacsr masravado.
Rio da l'ralaBrinde ii.irlunuer. rLlil IIn, liaar,
Curio ,\ C, 3>0barricas assncar Inane e musca-
vado.
RECEIlr-DORIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE l'ERNAMUCCO.
Rendir enlodo dia I a 21. 38:5709009
dem do dia 22...... 1685136
39 0382135
CONSULADO PROVINCIAL.
Rcndinieiilo da-dia
Idtiu do dia 22.
1 a 21. .
30:001 ;!):ri
2:ttti/8U
32:1189719
Navios enl do* no dia 22.
Terra Nova3i dias, paUrhn in^ltz M>lle>, d
11.1 l.rin'l i l.i-, r.|iiirei Julin Aile. equipagein 7,
eaju I,lis i b.nicas com bscalliao ; a Jolmslun
I'lou&C. Perlenco a Torra Nova. Stgue piia
a Parahiba.
Montevideo 22 dias, barca americana ni. B. Jo-
linstoii.de 273 Iniciadas, capilla D. II. Bllk,
cqo |i..j-m 10, em lastro ; a ordem. l'erlence a
Searsnorl
Rio de Janeiro e porlns intermedios Odiase 13
lloran; vapor inulez Teviolo, commanuante Moer.
R'ii de Janeiro18 dias, barca inclei.i Wilcli nflli
1'eiK, de 255 lonelilas, capilao Thomaz l'.Tri-
ckev, equipagem 12. em lastro : a Jo. R.pli-la
da ronseca Jnior. Perlence a Teeaynduk.
Naviossahidos no mesmo dia.
llirallarPatacho nacional nl>nlanr;aiij capil.1i
Nicolao Francisco da Co.la, raras assucar.
Bueiios-Ayre por MonlevnloKscuna hespanhola
oNao l'oi Vencida, c.apilao francisco Wrael, car-
ga assucar e so^rdente.
Seguecom milita hrevi Jarle, por ter parle
da carpa prompta, O palhabote Sobralense,
capitn Francisco los da silva H-tis ; para
o resto e passageiros, irata-se com Caelano
Sala das sessOes do conselho administrad-1 Cyriaco da C. M., na rua da Cadeia do Rcci-
-----O tilia. Sr. inspector da thesouraria da f<
IroiU manda laier publico, para ronlieciiiieuto de
quem inleressar po*sa, a ordem circular do llireouro
nacional n. 13 de 27 de jiinlio lio auno protiino pis-
pado, abaixo Iran^rripla, marcando ss formulas para
iiilerposn;ao dos reruisos das ilecises da llie.onra-
ria para o llit.ouro nacional. Secrelaria da ilie.nu-
raria de fatend. de Pernambuco em 20 da oulubio
de 1857.O oflicial nininr,
Emilio \avier Sobreira de Mello.
Copia circular.N. 13. O marqnez de Paran,
presidente no li bunal do lliesouro nacional, para
Obviar o iiiconveaienle que di pralira de apresenla-
rem-so recursos ao nie.ino tribuiul, indrpendenle-
ii)i Mo de infariiiajao das lliesourarias de fazenda,
resuiia de nao uber-M qual m h .o da derido, e
sempre ha delona prcvemeiile da esigencia .le es- ]
clareeimenlos s llifsouraiias e ssiacoe* fscaes su- '
bordinadks, declara aos Srs. inspeclores das rpreri-
das tlieonrari,, que no lnliur.nl do thesouro na* se
lomara conliecimenlo dos recursos dis deciioes dsa
vo para fornecimenlo do arsenal de guen,
19 de outubro de 1857. Rento Jos Laitie-
nha l.ins, coronel residente Uernirdo
Pereira do i armo, vogal e societario.
Pela delegada do segundo districto de
laboatSO so faz publico, que. foi lo nado de
Francisco Alves de Rarros, como furlado pe-
lo mesmo, um ctvallo alyfi.i, o qual ser
entregue a seu legitimo dono, d.ndo os sig-
naes e a competente juslilicaQSo que piove
o seu dominio.
COMPANHIA
Brtisileird de patinetes ;i
vapor
O abaixo assignado agente da companliia
nesla provincia, la/, scieule ao publico com
especialidude ao commercio, a circular que
acaba de rrceber do Rio de Janeiro, pela
qual lica alterada a demora dos paquetes
ueste porto da inaneira constante em dita
circular.
Recite 20 de outubro de 1857. Thomaz
de Paria.
I -riiptoi o
  • brosileirx de paquetes a
    vaporIIio de Janeiro
    iO(e outubro de i87
    lllm. Sr.Em additamento ao meu ollicin
    sol n. ios de 1 de setembro, prximo pas-
    sado, que ncoinpanhou a tabella das de-
    moras que devem ter os paquetes da com-
    panhiii nos portos do norte, declaro a V. 8.
    queas horas designa las na dila tabella de-
    vem correr somente deso a sol, mo sen lo
    levadas em conla as horas da noilc
    Por aviso do ministerio do imperio de 9
    do corrente me fol annonciada esta deter-
    mina^ao a qual V. S. Tara cumplir, prev-
    nindo-o que nfio aJinilta abusos no desem-
    penno dcste addiUmi ni i.
    Renov os protestos oe niinha eslimacSo,
    Assignado. -- Honorio llermeto Carneiro
    i Lalo.
    lllm. Sr. Thomaz de Paria, 8genlc da
    companhia em Pernambuco.
    OIII n. Sr ins ectop da thesouraria
    de fazenda, em virtude de ordem do Exm.
    r. piesidenle da provincia, marca o prazo
    II dias contados da data desta, pvaquens
    pOSSeiroS ou quae-quer pessoas que por al-
    gum motivo se jolgaeoj com direito, e qui-
    zerem obter a pielVrencia no afo'am nto de
    uma porcSode ter enoe maiiuha ini Tora
    ie Portas. Com frenle para a tua do Hnnn,
    contiguo ao teneno n. 101 \, de que he fu-
    le n. 2
    Para o Slio Givn du
    Norte c \--si!
    sahe uestes dias o hiato Novo Olinda : a tra-
    tar com Tasso Irmilos.
    Vende-se o (.alacho
    dinamarquezFortuna
    tlr 121. to: elad ,s, forrado
    tle cobre, de primeir.1
    marcha : sobre as com i
    <;oes, et celera, entende se
    <*om os coiioigmtarios II.
    Briiuii&C.,rii (I Cruz s
    ii. IO.
    COMPANHIA
    Per anibncaiia.
    -v-.v.
    ,-. Para senboris, capinhas decase-
    \? mira de cores om barras, os mais
    .' delicados gustos, que lem appareci*-
    tdo neste mercado.
    Chapeo a Pineau, para homem.
    Luvas de pellica,e de Jouvin de to-
    '.W das as cures, para bou ens e senho- ^
    i}! ras .;;:-
    NO dia 20 de selembro desle anno, fu-
    gio do engenlio Tab' um esciavo crioulo
    de nome Filippe com os signaes seguinles :
    alto, eheio locorpo, cor multo pida, olhos
    vivos c ave-melhados, semblante agradavel,
    ps regulares, foi vestido de calca o camisa
    de slgudSo azul; este escravo fui compra-
    do no i i ni do anuo prximo passado nessa
    piaa do Recife ao Sr Joaquim Ribeiro Pon-
    lea ja l'lecilo, esuppe-8e para all ter ido;
    poriauto, roga-ae aoacapitfles de campo, e
    qualquer auloridale policial a sua captura
    que se s lisiar com generosiJade a quem o
    entregar nessa prac*, na rua estieila do Ro-
    sal ion. lo, segundo andar, ou no engenho
    Tab'.
    O abaixo assignado, eslabelecido na
    cidade de Meinanguape, provincia da Para-
    biba, faz scientc ao corpo de commercio
    desta prega, que admiltio a socio de sui casa
    seu sogro o Sr. Gouca'o Marinho FalcSo,
    gyran Jo desta dala 0;D dianto a lirma de
    lita o FalcSo. sen lo ambos responsavels,
    tanto pelas Iransacces da lirma doabaiko
    assignado, como pelas faitea depois desta
    data. Recil 21 de outubro de 1857.Joao
    Antonio Callaca Hias,
    - Precisarse de um caixeiro para lomar
    (conla de uma taberna por b'lanco, ou sem
    elle: a iratr na rua da Senzalla .Nova n. I,
    A real 'enra di Sr. Jorge Clemente de
    Borba Cavalcaat, be na rua do Padre riu-
    riino n. 71, endo 70 como foi publicado
    bontem.
    Vende-se uma bonita escrava muilo
    boa engommadeira, e coznha o diario de
    una casa e cose chfio, tanibem cozinba de
    forno. ,\a mesma c-sa vendeui-so doaS p-
    timas Biulatinhas pruprias para urna da liva
    por serem de lindas liguras, de 16 anuos de
    ilate, o nina nflgrinlii de 10 anuos, muilo
    liuiia; e na mesma casa compraoi-se e re-
    cebem-se dj commiss3o : na rua do Livra-
    inenio o 4
    Vende-se um escravo de meia idade,
    bom eozmheiro, e tem mais algumaa habi-
    li ladea, o uno calar, piular, e lambeta he
    bom hnrtelfio: quem o pretender, duija-se
    a na ii-. Lingueta, segundo andar n. 3.
    Vendem-se cenlas multo novas, e
    Inhalas, iniiuo em coma : defronle da es-
    cadintia da alfandega, armazem do Sr. Pau-
    la Lopes
    Vendem-se duas casas do taipa, em
    baos proprios, de ns. S6 e 37, sitas na roa
    da Aini/ade, na Clpunga a tratar no atei-
    ro di li m-Visla, junto a matriz n 8t.
    COBRE AMv.MIVA'.
    O abaixo assignado aluda tem um resto de
    seus niuito felizes bilbotes e meios, as le-
    jas ja aniiuneiadas.
    Por Salustiano de Aquino Ferreira,
    Jos Fortunato dos Santos Porto.
    Perdeu-se no dia 21 de outubro um pa-
    litot de alpaca amarclla, de cima do sel I i m
    de um avallo, desde a ponte da 0- punga
    al a da Uon-Vi-ti : a pessoa que o achou,
    querenda entregar, leve-o a praija da Iqde-
    pen lencii ns. G e 8. que ser recompensa lo.
    -- Pretisa-se de um homeni cap;z, e de
    meia idade, para lomar cunta de um sitio
    distante dosla cidade urna lego, devendo
    entender do planta, de opim ; a tratar no
    pateo do Carino, sobrado n. 3. por cima da
    botica.
    Joaquim di Costa Vieira, oulr'ora com
    taberna na rua da Senzala Nova n. 2i, julgi
    nada dever a prae,a relativamente a dita ta-
    lleros, mas ao entanlo se alguem se Julgar
    seu cre.dor, a.resenle sua con n para ser
    mediatamente paga.
    Precisa-se de um caixeiro com pralica
    de taberna, e se dar llom ordenado : no
    aterro da Boa-Vista n. 8i, se dir quem pre-
    cisa.
    i'recisa-se de um forneiro : na rua l)-
    reila n. 60
    Precisa-sede urna ama quesaiba co-
    zinhar e eiiiommar, prferindo-se estran
    geira, pra urna casa de pouca familia : na
    rua dos Marlyrios n 36.
    5af- JB.J. H.
    H KC II El O E UM A O*.
    A primeira recita tera lugar no theatro de
    Apollo, na noite de domingo. 25 do correte.
    Os senhores socios po lem mandar receber
    os seus bilhetes no mesmo theatro.
    A elles, que estao se acabando.
    Ardiles do melhor faclor que ha a 11^ o
    cento : na rua da Madre de Dos, armazem
    u. 32
    Vende-se urna preta de 26 annos, com
    urna cria muhtinho de 7 a 8 mezes : na rua
    Imperial n. 37, padaria
    - Vende-se a cocheira da praca do ca
    aim n. 6 a, com comino lo para carro, estri-
    bara para 40 cavalloa, na conformidade da
    postura da cmara, sendo a ngleza, edasarienciasgeograpbia, philo-
    sophia, geometra e rhelorica, ensina-se em
    Santo Andrmsica, dnsa e deseoho. Ue
    deste modo, e movido pelas consderac.es
    indicadas, que o abaixo assignado er haver
    aalsfeito a nina necessidade pal.utante da
    cidade, e sobro tudo do campo, onde hoje os
    pais de familias podem com facilidade edu-
    car seus (Iti ti. Se muilos annos de pratica
    no magisterio, co i procedlmento justo e
    recto, a conlianca de haver preenchido a
    sen la bella e grave dos deveres SOCaes, s3o
    aplides para a direccao e garanta de esta-
    bclec mentos de tal ordem, o director do
    collegio de Sanio Audi es. era que os pas
    de familias IheOiem lestemunho do bem
    que andou em pensar o obrar assim. As pes-
    soas que se quizerem entender com o direc-
    tor, dirijam-se a praca da Roa-Vista n. 2,
    onde a qualquer hora acharo com quem
    lrat-r.--Andi a I ves da Fonseca Jnior.
    -- Precisa-se de uma ama para todo ser-
    vico de urna casa de duas pessoas. prefe-
    r n lo se captiva : na rua da Cadeia .Nova
    defronle da casa u II.
    Precisase 0e um forneiro para a pada-
    ria de Suila Anna : a tratar na roa de Santa
    Isabel casa da esquina.
    Perante o lllm. Sr. juiz de or; liaos,
    e na udicneia do 23 do corrente, pelas II
    horas do da, a rrenda-se pelo empo de tres
    anuos, o sitio e casa de l'ai nainr irim sob as
    CoodiCQOes me se acham em mao do poitei-
    ro. Ib- a iiliinia praca.
    Por ordem do Sr. director da As- 6*
    snciaciio Popular de Soccorros Mu- 7J!
    luos, convido os Srs. socios, que se
    achara devendo Dansalidades, a quo
    paguem >eus dbitos al o dia 28 do
    cor ente sob pena de se Ihes fazor
    impreterivelmenla applicagao da dis-
    iVJJj posi^So do art. 5 t dos estatutos
    Jx Recife 21 de outubro de 1857.
    ?9 O 1. secretai io interino,
    '$) Benjamn de c. Lopes,
    No da aidn coriente, na sala das au-
    diencias, e linda a do III ". Sr. Ilr. juiz mu-
    nicipal da segunda vara, se devem arrematar
    diveisas obras de ouro e prata, 2 escravos o
    vai ios predios, tudo constante'do escriplo
    em m3u do porteiro, por exeCUCSo que con-
    tra Francisco Jos li-llem moveram os her-
    Ai'tonio Marlins Ribeiro.
    9
    i
    i
    ileiroa do Dnado
    He a ultima praca
    Neste estabcl. cimento, confronte no Rosa-
    rio de~Sai)tu Anlonio, vendem-se alm de
    outiusobjeetos deconfetaria, pastilhas de
    ortelaa-piinenta muito propria para o esto-
    mago, papis delicados para Cubrir pralos e
    entintar bandejas, ssini como so vendem
    ramos para -s mesinrs, e se apromptam ban-
    dejas eom a maior brevi Jnde pOSSvel, ba-
    ven lo a nica demora de urna a lies lloras ;
    constantemente se vendem delic'd-s perfu-
    maras e caixinhas delica las com as mes-
    illas, e objeetos de co- faltarte.
    Aluga-se uiit sitio no Peres, caminho
    de Jaboatlo, com duas casas para morada,
    aores fructferas, baixa pira capim, poco
    com agua de beber : a tratar na rua da Praia
    n. *3.
    Quem quizer comprar uma escrava
    parda escura, cabello pegado, de ida le 16 a
    .17 anuos, sadia, estatura e corpo regulares,
    com mui boa sbila, com principio de cos-
    tura e engomnia lo, e lilha do mato, donde
    vcio : dirija-se a rua do Oesyo, loja de fa-
    zenlas n. 19, qua all achara a escrava e
    com quem trate do negocio
    Precia-se de 3.000/000 a premio de
    um por cento, dando-so por garanta um
    bem de raz hypotheca, ou 4 escrayos, eo
    ron lmenlo de um bom predio nesla praca,
    sendo que 2 dos ditos escravos po.ler.1o ser
    dados em aluguel pessoa que este negocio
    lizer: Ir la-se no aterro da Boa-Vista n. 3,
    primeira andar.
    A viuva de Jos Pires do Moraes avisa
    sos oradores do seu casal, que vai proceder
    o inventario dos bens pelo juizo dos orpbSos
    tiesta cidade ; para o qoo log'.-lhes, quo ha-
    Fiado e tecidos
    *
    de algodao,
    A reuniSo dos socios commanditarios, qne
    por aviso do 15 do corrente linha sido con-
    vocada para odia 23, fica adiada par odia
    27 do corrente, em casa do Sr. Antonio Mar-
    aues de \nui iin.rua da Cruz n. 45. as II ho-
    ras da manbia.
    Amorim, t'ariai, Querr & C.
    Pernambuco, 15 de outubro de 1857.
    AO GRANDE ARHAZEH
    DE
    lio upa ieia.
    lint Novas junto a igreja
    d Coucei^ao dus iVli-
    litares.
    Neste armazem encontrar* o publico um
    grande snrtimento do roupa feita, como sa-
    jara casacas, s)bre-casacas, palitos, gndo-
    las e fraques de panno lino preto e de cores,
    com gola de velludo e sem olla, palitos de
    setim da China, de popelina de seda com go-
    la de veliu io, de bombazina, de merino se-
    tim, de alpaca prela e de cores, de brim
    brauco e pardo, com abotoadura de madre
    perola, de ganga de cores, o de riseados,
    i caigas de casemira preta e de cores, de me-
    .;>..}, ue h -"mira. deJJa, de prnceza,
    de brim brauco e decores, colletes de Vellu-
    do preto o de cores, dcgorgur3o.de setim
    maco, de brim e fusl3o, gravatas,; luv,,-., ,
    camisas, chapeos ile feliro, ditos de seda,'
    ditos de castor branco com pello e retado.
    Jilos de massa, e caso n3o agradpm ou n3o
    sirvam algumas das ub as feilas, aprorapta-
    se outra a vontade do comprador, com toda
    a presteza, para o qua lem escolhldos pan-
    nos linos preto e de cores, casemiras, vellu-
    dos, setins, gorgurOei, fustOes, brins, gan-
    gas, e 01,t as iiiiiUs l'azen 1 >s de gosto.
    Arrcnda-se c laz-'se qualquer negocio
    com a propriedade do Alio na Uoa-Vagem,
    eom grando extensa 1 de terreno, bastante
    matas para tirar lenhas boas, baixas de ca-
    pim, muita pastagem pata criar grande
    porr-So de gado, boas trras para qualquer
    plmiacau com o Rio Jord3o, que corre por
    dentro de toda proprielade, com um co-
    queiral novo, que andar por mil ps, com
    3 casas do vivenda : quem o pretender, di-
    rija-s a rua da Praia, primeiro endar n. 45.
    -- No dia 20 do corrente furtaram do
    bairro do Recife, um quartao rodado, de
    segunda muda, leudo acauda curta e um
    liillu1 no quadril (mordeduia de miho 0
    nina das nios um pouco indiada al o joe-
    Ibo, dcscontia-se que quem o roubou lo-
    vava e misa de biela azul o tmlii bigode :
    roga-se as auloiidades competentes a sua
    apprehensSo o a qualquer pessoa que o
    Irouxcr ou der noticia ser generosamente
    ecomponsado na rua da Cadeia do Reci-
    fe n. 35
    Aviso aos apreciadores
    ta boa pilada.
    Ilechegada a este mercado o cxcellente.
    rap prnceza de Morilande, fabricado na
    capital rio Cear, rujo deposito se acha na
    rua da Cadeia do Recife loja de miudezas n.
    7, ao preco de IjsiOO cada libra.
    O vapor nacinnsl Versinanii, commnmlaiile o
    lente J. A. Moreira, aclia-se a carea para ni par-
    ios 4a sol da tai p o Mareiri para l'.irta te reirs e Camaracibe, yo
    rcohp paisaa iros. Saliirn' no dia 27. a rarca sera'
    itep.isilaila no trapiche fio alca 18a, mi se receltera'
    a c o dia 2li ao meio dia, rrs cniherimeuloi ilevera*.
    ser entregue no es.Tiplorio da gerencia at as i
    le ras ila larjs Jo rr.esinn dia.
    reilao de sabao.
    O agente l'.orja, do ordem do Exm. Sr.
    I)r jau especial >1o commercio, a requeri-
    mento dos administradores da ma-sa falli-
    da de |). Candida Mana da Silva Lima, viuva
    de Delphino Goncalves Pereira Lima, fara
    Iciliio de 400 caixas com sbSo amarello,
    perlenccnlo a dita massa : sexta-feira 2'! do
    eorrente ao meio dia em ponto, no arma-
    zem do rgcnic annuncianle rua do Coljegio
    u. 15.
    --- O agente O iveira, far leilao do uma
    leiro JosJacome Tasso Jnior, oceupados I ptima morada de casa, ieccutemcnle edi-
    U IJr. p'n.cio iVel\ (la FuSIset*, Vclli proa-
    lar um piihlicu tcsleinunlin Oe rjuiiln penlio-
    rarun a sua viva fcrnlnMa ai orileni rvligios-,*
    iie r>. Sanbori da Carato e de N. Senlnra ila
    Penha. osseoa cullega. e iniigM, ana ie ili;;-
    iiiir.iin de eoncomr pan lolemnitar o funeral
    da sr o pr#iidiMiino'pai con moitu oliseipiios
    iMiileucia acempautiinieiilo iie peasoia ito
    itislinrlas, unido lenitivo que poda l-r a fila
    mai'-' ns*ste dolaron lran-e.
    aiii m i a iaaa 11 ai ca ._.-^s
    CIRSODELISCOAINGLEZA,
    Uiss Mortmear abrir' mu curso le
    lingoa ngleza no mez \inilouro, dando
    tres !ii; rs por semana, sendo das 7 as S
    horas da noite : as pessoas que quizerera
    (requentar a sua clame, dirijam-se a rua
    da Cadeia ile Sanio Antonio n. I'.l primei-
    ro andar, par", matriculaiein-se. Piero
    >.s rs. mens es.
    ARACATY.
    Na rua da Cadeia do Itecife :i. "i", es-
    criptorio deJ. F. Prenle V'ianna ha para
    vender sola, goma,e milho, ltimamente
    i lie.".i dos. i
    no melhor local possivel, he lavada pela ma-Uam ^a apresentar as suas contas na loja da
    rua da Cadeia do Recife, pertencenle ao mes-
    mo casal.
    Attcuco
    a
    A taberna grande ao la Joda igreja da Hole-
    'iade.aelia-se. bem suri ila e de gneros bons,
    por isso convi la-se aos moradores do lugar
    ou quem por alt transitar e for passar a festa,
    a virem comprar a boa mauleiga iugleza,dit<
    franceza, cua 1 .o hysson, perola e preto, os
    bons vnhos, que a vista delles se poJerao
    apreciar, do Porto, de Lisboa, da Pigueira o
    francez, champagne, muscatel, licores finos,
    cervejas preas e brancas, gmiebra em fras-
    cos, agoardente de en a, viohos engarra-
    fados, ii melhor possivel, sardinhas dean
    tes, bolactitnbas de niuilas qualidades, quei-
    jos do serillo, doces de guiaba linos, mar-
    melada nova, velas do Aracaly em caixa de
    trinta e tantas libras, e'a retalho, esperma-
    cele americano e francez, amendoas, bous
    enarutos de. muitas marcas, massas para so-
    ias, macarrSo, talharim, cevadinba, cstrel-
    linha, pevide, ariuz, "aletria ; para papa
    sag', araruu, tapioca, farinlia do Rio, sac-
    cos com milho a feijSo, a uiuitos mais gne-
    ros de bom gosto, sapatos do Aracaty e da
    Ierra para liomens e meninos, ludo se ven-
    dara com abate ile 3 0|i>, sendo dinheiro
    miudo.
    --- OSr. Itaymuulu da Silva Comes quei-
    ra apparecer na rua da Cadeia do Recife n.
    7, loja de Antonio l.opcs I'ereira de Mello A
    C para receber uma cari de sua familia*
    0^:;>.:;O.^KK.i?:.:':-....::':X:0
    > Dr. Antonio Asripino Xavier de Urllo t^
    medico, muiluu sua re.i.lencia para a rua ;.,
    Nova u. b7 primeiro aadar, onda pode ser *;
    procurado a qualquer llora para o exerci- S
    co de sua proftMa. ; .
    -- O ;>baixo assignado declara, que no
    dia 16 do corrente mez appareceu no seu si-
    llo em S. Jus do Manguind, o escravo de
    nome Francisco, crioulo, que diz ser e>cra-
    vo do Sr. Francisco de Paula Pereira do An-
    drade, morador em Coianna, procurando
    para o comprar, sendo que o mesmo senhor
    o oueira venler, pledirigir-se a esta ci-
    dade a fallar com o abaixo assignado, no
    seu escriptorio na rua da Crut do Recife n.
    13, primeiro andar, p.ira tratar do ajus-
    te, nio se responsabilisan-lu por fuga do
    oleaajto.Antonio Joaquim Save
    MUTILADO
    re, que commuiuca a cocheira por canos,
    para este lim construidos: a tratar na rua
    de Santo Amaro u 20.
    --- .Na taberna u 70 na rua do Rangel,
    vendem-se saccas com milho novo de Fer-
    nando* 8*000.
    Vendem-se varios caxlhos dejanellas
    e alcovas, em bom estado : a t atar na loja
    de loiKa n rua laigr. do Rosario.
    Aluga-se o primoiro andar da casa da
    ua larga do Rosario por cima da loja de lou-
    ca : a tratar com o tciienle-corouel Joito
    .Valentim Vilella.
    Aluga-se uma casa no Monteiro, a bei-
    ia do rio, com muitos commoJos e terrino
    na lente : a fallar no loreiro andar da casa
    n. 37, no ateno da Roa-Vista.
    Na rua eslreila do Rosario n. 18, pri-
    meiro andar, compra-se uma escrava crioula
    ou pards, quo tenha leita, com filboousem
    elle, que engoniine e cozinhe, quo seja bo-
    nita ligura e moga.
    - No pateo do terco n 141 se dir quero
    vendo nina negra com uma cria de 8 mezes,
    muilo linda.
    PedoseaoSr. ntercepta.lor de cartas
    cin Serintiaem, que nao continu, e menos
    relatar o conleoda das mesmas cartas, por-
    que se continuar temos as provis para im-
    pi'ir-lhe os artigos do cdigo, e entilo talvz
    perca o p;to que imaiereci lamento ganha, e
    os criados deque dispda pan mandar por el-
    les csmolar assucar e familia pelas fabricas,
    nicamente para especular e cubicar o que
    alcanza a vista.
    I'iecisa-se de um forneiro, na pa larii
    do Forte do MHlos. Na mesma se precisa de
    urna ama que leuha a inlellicencia necessa-
    na para o sei ico mte.no de uma casado
    homem s ilteiro
    - Hesappareceu unta esciava crioula.de
    idade 20 anuos, pouco mais ou menos, no
    dia 22 do inanhia, levando Vestido roxo e
    camisa de algodao j suja, com marca de
    bexigas, bastantes, por nomo Nicacia: ro-
    Iga-soaa autoridades policiaes ecapilesde
    campo a sua cintura, e Uvem-a ao seu se-
    nhor J s Mara Gooealves Vieira Raima-
    raes, aterro da Boa-Vista, taberna da esqui-
    na que via para o Hospicio n. 88, que str3o
    gratificados
    Pillas depurativa! do Dr. Alian.
    Vendem-se nicamente no escriptorio de
    Vicente Ferreira da Costa, do Dos n. 22, a 1- cada vidro, e 10/a dozls.
    Recommendamos ao ubi ico est exclleble
    remedio, ulil a tudas as molestias, entre as
    qoaes su menciona : febre amarclla, inter-
    mitiente ou se/os,e do outra qualquer ijiia-
    lidade, indigestSo, rliauxalismo, erysipela,
    COI tipa-; mi, i te sendo q ue .-eus b.-oeli -os
    elleiios see-i-nieni Igualmente >s moles-
    tias (bromeas, /.os senliores f.icu leiros e
    mais habitantes do interior, v ma-se necea-
    sai o sopprir- se deste me llcamento.
    Quem annunciou querer hypolhecar
    um nioleque por 40O5000, pode ap arecer no
    P'imeiroandar do sobrado n 6 defronte da
    taberna do Alem no Forle do Mallos, ou ii-
    lija-sea llvrana n. 6 e 8, da pra<;a da Indc-
    dendencia.
    ILEGVEL
    ^
    N "4-0. *Of
    ROA 00 ODEIMADO
    5*
    Grande e novo
    sort;ment de fazeudas de
    lo lasus qualidades, yin-
    das pelos ltimos navios
    ta lurapa.
    LEITEARil'BECOMPAMHA.
    $
    (0
    KL'A DUQUEIMAD N. 10.
    ) Loja de \ poi las.
    i0K .Mun.ulin s pr-ta', llal t da c-r.lao para
    a*/ ve.ii.lv, ln(pjni*.r i.^veipi*, paitrAfa inn-
    <*Jfc di-ino, ai i u n.iii .mil- e-ie marcad,
    -t. prafomuilOC mini>l-. llAa-* as amunlra.
    A mesa regedora ila rmandade de
    N. S. doTerijo, trasirio a festa e procis-
    so de sua evcelsa padroeira, para a se-

    bravata* de ie rcuenria '.........
    Dilas de lili com ditas compridas da li Ips..............
    Ditas ditas com dIUl ilitoa .-.' amerlcnaa. .
    Curies de cullela de velludo de imvos
    padrrs s .......
    Dilos de setim branco bordados, proprios
    para casamento.'........
    Ditos de gorgurao de seda di novos pa-
    drt* ............
    Dilos de calos de casemira de todas a. riua-
    lididaM............
    Chapeos de sol de poda aoperiores .
    Chapos de mas-a trnceles.....
    Lencos de (ainliraia bordados, linos, para
    li..o.............
    Dilos de dilo de linho liios para mao. .
    I.uvas de seda He todas as qoabdadts, para
    homen, senhoras e iriiiiiias.....
    Corles da veslido de seda de cores e lirancos
    Pek'm o mais superior e moderno que
    lia no mercado.........
    belleza de Benuala, fazenda loda de seda
    transparente com lislras asselinadas ,
    propria para baile, covodo.....
    Camba-til ?tda de llenuala para vestidos ,
    covado............
    Ilarege de seda com quadros asetinados, co-
    vado ............
    rosdenaplcs preto e de coles, muilo su-
    perior, covado .........
    Dilo dilo de ailo muilo largo, proprio para
    forros de obras, covedo......
    Sedas de quadriohos, covado.....
    Mussulina tironea e de cores, covado. .
    CaaSM tranre/as de cores (iva*, a vara. .
    Ditas dilas do .lilas i'.il- -. o covado. .
    Pecas de hrclanlia de linho fina com Ii va-
    ras .............
    Plana lino prelo o de ires, para lodos os
    precos ............
    Pllili., de pinna prcti e de cores. .
    Dilos le argebllna de core* escuras. .
    Ditos de alpaca de cores fina.....
    Ditos de dil.1 prela........
    Ditos de Riaga de cores......
    Dilo, Hilos de brim pardu lino......
    Ililai da lieloilii da Indio brincos. .
    Iii'H i.d 1. di' aln ira prela e de rres
    Homeiras Oe relroz, gruido*, eom laco do
    seda p^ra smhora.......
    Chales de mei ten hordados a Vi-ltudo, ,
    Dilos de dilo de dilo a seda......
    Dilos de dilo bordado! em 1 pona. .
    Ditos de dilo ihal\ bordados.....
    Ditos de ililu coi h-lra do seda ....
    Hilos da dilo li-os rom franjas di seda .
    linos de dilo eom fraojni de pin ....
    Dilos de l.ia dama-r ios, piolse decores.
    Cin frenle do becco na Loniireu-Ao, p
    loja de ftrrageiis, 1 segunda de Uicud&i
    -- -.
    4
    X
    9
    9
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    IOjIKMI
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    6VS00
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    DIARIO DE PKNAMBUCO SEXTA FEIRA 2 DE lTUBRO DE 1857
    RUADA CADEIA DO RECIFh 5
    0 ^ &
    N.M8.
    1 TEM PARA VENDER UM CHANDE $
    s8S35*j) SOIUIME.MO DE N&tGSsS
    RlLOfilOS!
    Q|S5S=^S9 do l,"la' qoslidailM, lintojde OUUO como de
    g* TRATA, patente mirto, e patenta Dglez,
    eim romo
    FOLrADOS E UAI.VAMSADOS.
    ditoi para .enliori, etr., por presos eommodos
    garantido!.
    i
    essss>m
    I
    niSDLttKIO BOllOFiTlCO
    DO
    RL'A DA CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
    Oiide seacbam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
    rn glbulos, a preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante eommodos :
    1'REgoS FIXOS.
    Botica de tubos grandes. 10/000
    Dita .'e 2* ... 159000
    Dita de 36 ... 209000
    . Dita de 48 ... 259000
    Dita de 60 ... 301006
    Tubos avulsos a....... 19000
    Frascos de tinturrademeia onca. 29000
    Manual da medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
    J cionario dos termos de medicina......... 209001
    Medicina domestica do Dr. Henry....... iofoo,
    Tratamento do cholora niorbus.........[ 2/U00
    Repertorio .101) Mello Moraes ..... 6f00
    * m
    i vedijas preciosas. |
    fArtf rer.os de brilhsnl, .'
    dinmanle e perola?, pul- "-
    * leir.i, allinele., brincos
    . bulOes e> aunis
    . a rozelas, botoes e aanaN ._:
    *: de diOerenle. gostos e de jg
    9 diversos pedras de lor. S
    I
    *
    k IIUTE
    Ra do Cabuga' n. 7.
    Becebem por to-
    OL'RO E PRATA. i
    1 J
    <.; Aderern completue da !
    ;o ouro, nieioi ditos, pulsei-
    jj ros, alfineles, brinco, e |
    $ rozelas, conloes, (roncal- ?!
    i* lin, medalhai, corralos -:'
    o nleile para relogio, e *
    i oulro. mullos objeclos do
    K I i oulro. mullos objeclos de ;
    Compran), vendem ou S I ilHilsVIinri-'Vi-l f^u. uro. i
    rocam pra.a. oro. brl- 1 Ob OS Va|)OI MM VAl- | Apelnos nomplc(u, de 5
    Huole.,dimanleepCTo. ... > 0.)a aSOl)|M8(iO lll.tLS PraU P,ri eh' """lejas,
    las, e oulras qaaesquer I "i<- .:> s..lvas, en.licaes, colheie S
    laiaa do valor, a dihlieuo ... ii.r.iir r >*-..., *.... ,u, ...... ......i ... .:?
    . joia.de valor, a dinheiio
    '$ ou por obras.

    mollento gosto, tan
    (o (ti
    * de sopa e de cli, mu
    gj tos outros objeclos
    8
    as
    pre^o
    ,, ra iua ouiros oD|eclos de .7
    1* ranea colid s """" <
    Y HlfflflIlillWllllIIIIIIIIIIIMlllIjUjjMyaa^
    quaes vendem por
    como costuniam.
    Osii Deatibeaux, aterro
    Partecipa ao rcspcitavel publico o parti-
    cularmente a seus freguezes que acabam de
    oL>g m h'ar,S para seu estabelecimenlo
    m*ncn""Plimooncialde sapateiro fr
    maJama Blanchin perita engommadeira de
    roupa lina, como srjam : mangas, mangui-
    tos, babados beslas, capotinho* de se.Tno-
    ras, rendas, b.cos, roquete >U padre, etc ,
    oirerecem seus prestimos por se acliarein
    conaodos os apptrelhos precisos para suas
    ~ Dr' Lobo Sloscoso. visa a todas as
    pessoas, que costumam hnralo com sua
    Loteria %^vo-
    vincia.
    O :iixo assignado vende burieles ga-
    rantidos pelos precos abaixo notados, em
    (plantas de 100$"000 para cima, a di-
    nheiroa vista, em sen escriplorio, na ra
    do Collegio n. 21, primeiro ailar.
    ilhetes S.s-iOO recebe .">:000.000
    . Meio 2.S750 2:500.s000
    /"*. .1. Ijayute.
    v i i- j I7""u"" Mu costumam Hnralo com sua
    Na tuadioao da Aurora precisa-se clientela, que se acha residindo na lerceira
    serventes torro ou esclavos, para "* (1 quaiteiro novo do linado commeu-
    servico debaixo de coberta. "i7 rnm"
    BBRISTi F1LHCEZ.
    Paulo Oaignooi dcnlisl, ra Nova n.M : *?
    dador Luiz Comes Ferreira, defronle da or-
    .;...- ., : -. ;'..;.; A "t'.r" If/ceiM do S. Francisco.
    "''-- 'JwBiff' /,i,(ii,i..,. i
    i'erioute da ordem lerci-i
    ra t(31*. francisco.
    y1? oa mesma casa tem aua e pos denlrilice.
    &0-... :::':.:.::O
    DDilCI DO ESIBELECl-
    IEIT0 DE PIAI'i DE
    J YIGMES.
    CONSULTORIO I10MEOPATIIICO
    DO
    DR.P. A-L0B0MOSCOSO.
    Medico parten o e opii ador.
    , Dr LoboMoscoso, da consultas todos os
    : nis e pralica qualquer operafiSo de ciruriiia
    assim como.aecodo com tola a pronicluJifo
    J. V.gnes mtidou seu estabelecimcnto de^s pessoas que precisarem doseuDraflmo
    pianos da na larga do Rosario para a rua ; para o servico de partos, oralican lo a ,.
    da Oleia de Santo Antonio n. 2J, junto da pe.acOes mam.aes ou instrumeotaes. quan-
    Kelacao- j do nao possa conseguir resultado por meio
    OOOQQQQO-GQ-ZX^ZiX^ ;?.,*0T}b,l\.,*ulanlM veze8t> n-
    -'
    O
    r
    l^^-W^Oa eidofdmicudades: que preciara i
    . .a* Wcl 115U SUtJ*.- S,;-; A es criencia tem mostrado que com
    ODr Imaria Firmo V-ivun- rill ?"l ^^ 'i^ocs se p le p.irfoitamente -.
    mo.\a\K>i ei- ^ aliar, ler e traduzr a bella lincua italiana A ',re ul Brande s-r.lm.o.o do. mai",
    V lia um cstrangeiro de boa moral, quo por -, '"""'0, ""camonloi iioniro|.alluco<,
    i? pedido de diversas pessoas vai atirir n ni "'? ''" t"aui" necesario para as pessoa
    .ti "------ a i uuiii nena migua italiana
    labeleceu em seusitio da l'assagem ^r "a um estrangeiro de boa moral, que por
    da M&pdalena, quo lica ao norte "" I'0'1''.*0 de diversas pessoas vai abrir o curso
    da estrada entre a ponte frrande I*,'18 l,nSU8> smenle para as senhoras e
    eaDeuenadnr.bora.M,nif> I S?"In.,82 ? !M!??* Particulares. Os se-
    e a peipaena do Cbora-iMenino, ex-

    v VB1 I t >*" o iwiutuiarps. US Sc-
    . -- S nhores pas de familia que qui/erem apro-
    ce lente acommodacoes para re- V veitaresta occasiSo e counecer as coodicOes
    ceber todas as pessoas enfermas d? Jil ensino, terao a bondade do se diri-
    cpie se quizerem utilisar de cus %& glr ao *le,ro lla Boa-Viata, sobrado n. 16.
    servidos medios, OS quaes serao @ rflaa'com r3nii"!'tti^i,TlC,ta,t-
    i j j, i des, com escrintoio de adromdn nn n*tn
    prestados com o maior esmero. do olleg.o n. 37, l.o ...orador na rua7o 5e
    mesino Dr., para o lnn supra- @ ve (lllia d.is Itatos)
    tt indicado e para exercer qualquer @ .""" Prec.sa-sa de um feitor de campo que
    Q outro acto de. sua proissao den- 5 !!ja ,solt,eiro' tc'ia pratica e de conheci-
    f l,oo fra desta cidade pode.' Z^^^^Zo^
    \y ser procurado a qualquer hora do j$ nbeca.
    f3 dia eda noite. no referido sitio, f Arrenda-se um sitio na povoacao da
    f^ a exceprao dos dias uteis, das J fik v*rze"> com casa d vivenda e casa de lari-
    @ horas da manhaa a's 4 da tarde, & ?tl\mba^I"l?,voredos' ,r0ul baisa P r"
    vfs ** capim, periodo rio ; arrenda-se tanto uara
    A quesera encontrado no i.r.meiro @ paasara7eaUcomo anoual, com commodo
    .JJ andar do sobrado n. 9, do pateo ;3 P.ar 3 vacces do leite : quem preteuder, di-
    !' do Carino. 6 !r.ja-soaos Remedios, no sitio engenboa, a
    para casa de humem solteiro, para portas a
    dentro : quem precisar, dirija-se a rua das
    irincbeiras n. -2-2.
    Schapheitlin S C-, rua da Cruz n.
    38, receberam pelo ultimo navio do Ha-
    vre, urna porcao de (puntlas de vinlio,
    de urna das mais afamadas vinlias de Bor-
    deaux : vendem, a' vista da superior qtia-
    jlidade, por pceo commodo.
    es,
    dn?Viip,?.r*,Crt0.f0 dc a!lve'io no pateo com fabrica do penles de tartaruga na rua
    37. l.o morador n, -,,. ,i das Tr.ncl.eiras n. I, avisa aorospeitavol pu-
    blico e a lo los os seus freguezes, que rece-
    beu pelo ultimo navio de Kranc um grande
    e vanado sorl.mento de pentes de tartaruga
    para atar cabello, os mais mod-mos, o que
    fode vender mala barato do que em outra
    qualquer parte, tanto a retalho cojo por
    atado. *
    JOHN CATIS,
    corretor geral
    E AGENTE lili LEILO'ES CUMMERCIAE,
    n. -20 rua do Torres,
    I'KIMEIKO ANDAR,
    praca do Corpo Santo
    RECIFE.
    SEGURO CONTRA FOSO.
    Companhia Aliiance.
    Esubelecda cm Londres, em marco do 1824
    Capiul cinco milhes de libras esterlinas.
    Saunders Brolhers & C, tem a konra da in-
    fomar aos Srs. negociantes, proprieiarios de casa,
    a quo mais convier quo esto plenamente au-
    lor.sados pela dita companhia para effecluar segu-
    ros sobre edificios de lijlo e podra, coberto as
    llha o igualmentssobrs os objectos quecontivorem i
    os masuos edificios quer consista em mobili ou
    a fazendas de qualquer qiialidsde.
    -- Na rua do Trapiche n. 17, escriptono,
    pre-cisa-se deum prelo para criado.
    Ensino particular.
    O bacharel A. It. de Torres liandeira, pro-
    fcssoruelingua franre/a no (iyu.nasio deMa
    provincia, propo-sc abrir do da 15 do cr-
    vente mez em dianlo um novo curso de rlie-
    torica a potica e
    todos aquelles esiudaniis qu
    applicara estes prepara.orios durante as fe-
    rias lode ser procurado todos os das
    uteis das 3 horas da tardo om diante, na caa
    de sua residencia, na rua Nova, sobrado n.
    Rap par ense
    DA
    FABRIQ N4CI0VVL
    DE
    GUERRA & ALBQERQE
    ESTABELECLVA NA i'KUVINCiA
    DO
    Grao-Par
    0 deposito deste excellente rape ho na rua
    .uvuuuuc do Irajiche n. li, e vende-se na rua da Ca- ,
    J outro do pliilosophia, para de.a do Rocife n. 15, luja do Sr. Hourgard, S"
    siudanlis que se quizerem rua do Crespo n. t a, loia doSr. Jos Euze- "l!,lv
    bio Alves d, Silva, e no bairro da Boa-\ isla
    em Ti ente da matiiz n 88, taberna dos Srs.
    CuimarIesA Goncalves.
    A pessoa que se adiar habilitada pira
    i8r^l"dn. Hl 01"10 Se ac'l,H abela i or8anisr dlMg"irumre7cri7luras'omrl
    matricula paraambos os cursos. cantil ,,or partidas dobradas, disigne seu
    Hilas lie alll^Ue!. |"UIic e inorada, em carta fechada, na loja
    lOl
    lloga-sa a Srs. I). Anna Maris das Vir-
    gens, viuva de Victorino Nunes de Barros,
    residente ha anuos na fazenda de Pajehu',
    ter o do Cabrob, provincia do Pernambu-
    co, ou a seus herdeiros, que venliam ou
    mandem receber a parle que llie locou de
    espolio de Jos Seabra l.emos, fallecido neso
    ta corto. Rio de Janeiro 4 de sclembro d-
    1857.
    Aluga-sc o sitio do Arraial, com bons
    eommodos, etc. : a tratar na rua Direita
    n. 14
    l'recisa-ss de urna pessoa que engom-
    le e faca o mais servico de urna casa asirn-
    geira de duas pessoas : oa ru Nova n. 17,
    se dir quem precisa.
    Preciaa-se de urna ama forra ou capti-
    va, para o servico de urna casa de pequea
    familia: quem quizer e esliver nestas cir-
    cunstancias, dirija-se a rua das Cruzes, so-
    brado n 2, no pnmeiro andar junto a ordem
    lerceira de S. Francisco.
    Furtaram do engenho Fragoso, termo
    de Olinda, na madrugada de 15 do corrente,
    3 cavallos, sendo 2 de roda, com a marca
    Fragosofe i ta a fogo sobre a anca, e de
    cor castaulia, o outro de carro com a mes
    ma marca as curvas, e de cor alasao. Ha
    alguns annus que o proprietario desse en-
    genho fez publico p^los jornaes, que os
    animaes da marca cima mencionada, nao
    seriam uegociados, e por conseguinle s por
    furto poderiam elles chegar as mflosde ou-
    tios possuidores. Itealisada agora a hypo-
    these de furto, roga-se a quem apprehonder
    os cavallos citados, que os leve ao mesmo
    engenho Fragoso, que ahi sera recompen-
    sado.
    Aluga-seuma casa terrea ou sobrado
    mesmo pequeo, no bairro de Sauto Anto-
    nio, da-se boin fiador e paga-so qualquer
    aluguel : quem tiver, dirija-se a rua larga
    do Rosario ... 39 A, canfeilaria. N3o duvi-
    da-sedar alguns mezes de aluguel adian-
    tado.
    Uaguerreotypo.
    Joao Thomaz chegado ltimamente a esla
    cida le, ollerece-se a tirar retalos em bre-
    vsimo lempo, e com a maior perfeiQfio
    poss.vel, o p'ocesso especial deque usa ha-
    blilla o aniiunciaiite a garantir ao Ilustrado
    publico i ernambucano a belleza de seus re-
    tratos, e baratissimo na rua Nova n 3,
    gallera de Arcenio & Cadauit, primeiro
    andar.
    Campos & Lima, com loja na rua do
    Crespo n. 12, participan! a lo los os senhores
    encarregado na adminislracao de irmauda-
    dcs. que receberam um sortimeoto de da-
    masco de seda proprio para ornameiito, col-
    xas e curliuados, com perto de 6 palmos de
    largura, he fazenda pela prnieira vez viuda
    a esle mercado, e cede-se com pouco lucro,
    ahm de animar o fabricante a fazer mais
    remessas
    Piccisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, para cozinha, paga-se bem agradando
    na rua do Collegio n. 2.
    Lotera
    DA
    provincia.
    O -r thesourciro man la fazer publico que
    se achato a venda no pavimeito terreo da
    casa da rua da Aurora n. 26, das 9 horas da
    maohSa ss n da noite, biiiit.es o meics da se-
    gunda e ultima parte di 19 lotera do tina-
    tro de -.anta Isabel, cuias rodas andanio I
    da 24. Thesouraria das loteras 17 de ou-;
    lubro de 1857.Jos Mara da Cruz, escrivao ;
    das loterias.
    Aluga-se urna boa casa pintada de no-
    vo o bem aceiada, para passar fest, no
    lugar dos Arrumbados em Olinda: quem
    a preten ler, dirija->e a rua dos Maityrios, no
    segundo andar da casa do coronel Salgueiio,
    para t'atar do ajuste
    lio chegado a loja de Leconte, aterro
    da Itoa-Vista n. 70, excellente leite virginal
    de rosa branca, para refrescara pello, tirar
    pannos, sardas o espionas, igualmente o a-
    ramadooleo babosa para limpir e fazer eres-
    per oa cabellos ; assim como p imperial de
    lyno de l'lorenca para brotoejas e asper.da-
    desda pelle, conserva a frescura e o avellu-
    dado d.i primorosa d-. vida.
    ^ '::' .'.-. c .--...-......,-.. -
    ...... .,...., ... ... v. ...,,...;,.:.......;
    J Na consultorio homcopalliico do Dr. Ca- -
    O "V-"' rua *** Crui's n. 28, ha sim i.::,-
    ';.v $
    Vendse urna barcaria toda aparelha- SAPaTOS DO ARACATY,
    da, que pode carregar 4Ucaixas, podendo-se [dos melhores que tem vindo a este trerca-l
    ve-la no caes do Ramos: quem a quizer do, para bonicos e meninos, de palla e de!
    sa deCaminha.V Filbos, rua Cadeia do Recife, primeiro andar n.6o!"
    ecife n. 60, primeiro andar.
    Livros em bran-
    -Esenivos venda.
    Em casa do r,amnhi & Filhos. na ru da
    Na grande fabrica de ta-
    mancos da roa D reita,
    esquiiq que vira para
    ff>. Pedro n. 16,
    compra-secfrectivamentn madeira chamada
    Parahiba, polendo vir em carros ou canoas,
    em pranches ou rolos de 8 palmos para ci-
    ma ; paga-se bem.
    - Compram-se alguns escravos de ida-
    de 20 a 25 annos, seiuo crionlos e de boni-
    tas figuras : na ruada Crnz n. 13, primeiro
    andar.
    ra lodo servico de urna esas : a fallar na rua
    da Saudade, primeira casa de sotfio do lado
    do sul, at as 8 horas da inanha, e das 3 ||S
    ('a tarde em d.ante.
    ^'Hm..
    JitVto ehristo.
    Sahioluz a lerceira edicio do livrinho
    religioso Devoto Christio, mais correcto e
    augmenta lo, vende-so nicamente na livra-
    ria ns. 6 e8 da praca da Independencia, a
    800 rs.
    FAZENDS BOAS E BARATAS
    Na nova loja de 4 portas,
    na rua do Queimudo n 37, passando o nec-
    eo da^Congregacao, he chegado a este esta-
    belecimenlo uia excellent;i sorlimento de
    vestidos de seda com bebidos, de lodosos
    precos, e se assevera aos freguezes ven-
    derse por menos do qoeem outra qunlquer
    Vende-se urna armario envidrtqada,
    de louro, por preio multo barato ; na rus'
    Nova, loja u.22.
    CEIEHTO.
    Vende-se cemento, tanto em barricas
    como em porcao o a retalho, por com-
    modo preco para acabar, e niuito bora : no
    armazcen de oaleriaes, na rua da Cadeia de
    Santo Antonio n. 17.
    PEQUEO TOQUE DE
    AVARIA.
    A dnliero
    Pecas de algodao liso, largo, encorpado-
    2, .2/240,28500 c 25800 a peca, dito de sis
    ' cu; ira a 2, 2?2i0, 2/500, 25800 e 35 a peca,
    dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
    cado largoa 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda:
    vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
    que volta para a rua da Cadeia.
    Vende-se a melhor loja de fa/endasdo
    Passeio Publico n. 9, cm fazendas ou sea
    cll&S.
    --- Vende-se no areal do forte, confronte
    lia (1() QlieimadO ll. 21 \ 'or|flez!.das,Wnco Pontas, fechadura de
    ferrolho, dita de bahu, ferro de embutir de
    todos os lmannos, t.anqueta para janellas
    e ca.x.lhos, dobradica de canto, harelete
    para carapina
    Vendem-se cortes de olindiza, padrees
    escuros, com lislras de seda asseliuados, fa-
    zenda esla muito moderna a 125 o corte, di-
    tos de gaze porline aliso corte, lencos pe-
    queos de cassa a 80 rs lilas, padroes miu-
    dos a 50o rs. o covado, chita franceza a 240
    o covado.
    Obras Lencos, loalhas, bicos, rendas, etc., etc ,
    -e delicado trabalho, fcitos no Aracaty :
    veodem-se uo primeiro andar n. 60 da rua
    da Cadeia do Recife.
    ceblas.
    -- Vende-se um escravo proprio para en-
    genho, sadio e serri vicios : quem o preten-
    der, dirija-se a rua da Cadeia do Recif n
    49, que achara com quem tratar.
    Noarmazo.m do largo da Assemblca n. 9,
    a como lindinas de qadros a ^"''f-se ceblas em cestas a 800 reis o cen-
    9.0 rs. o covado, indianas de se.la muito fi-,l0 > uespencadas a filo ; a ellas antes que se
    nasa IsoO o covado, sedas de quadros a [ fcllD"m, lijlos de louca para ladr.lho e
    800 rs. o evado, dilas enastadas a 1-500 o rallc>s.de J,l Pr co/.inlia.
    covalo, chaly lavrado moderno a 1?200o co-| eude-se superior agurdente de
    Irado, cassas liancczas muito finas a 5<>0 e Franca, tanto em bar s como em ca\as,
    i 720 rs a vara, inussulinas matisadas a 360 o '
    covado, ditas m....ludias a 280 o covado,
    chMes de casimira muia linas a imitacSo
    de touqui n a 22;, duqueza preta ede cures
    muito fina a 15100 o covado, riscados india-
    nos linos e largos a 320 o covado, ISazinhas
    miudi.has o linas a 360 o covadu. grosdena-
    ple de coros a 18700 o covado, dito prelo
    muito lino a 25, cortes de collete de velludo
    muito linos a lUMeoco* de cassa a 100, 120 e
    t6o rs e muito mais fazen las que n.lo he
    possivel annuncia-las por haver multa di-
    vorsidade, porni c.uii a vista nao deixariio
    \ endem-se as lujas de Porto & C. na praqa
    da UniSfl n. 35, 37 c 39, e na de Antonio
    rrancisco Pereira n. capellas de immor-
    lales, viudas de Paris para tmulos, catacum-
    bas, esepulturas, no cemiterio publico a 2
    de novembro. Finados', circulando asmes-
    mas capellas as inscripcOes seguintcs feilag
    da mesma fior a meu pai, a minha mai
    a meu esposo, a minha esposa, a meu ilho,'
    miuba lilha
    Ni
    o a amizadcs.
    a rua nov armaxera
    icores e absynthe, chegado recen temen- de mobilias de Antonio Domingos Pinto, ha
    le, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
    ler A. C-, rua da Cruz 11. 55.
    Velas
    de esperiaacete.
    Receberam-se agora novas veas destea-
    rina, rpie se vende a retalho em
    de 2") libras, por
    rua Ja Cruz 11. i'J.
    caixas
    preco commodo: na
    Bichas de Hamburgo.
    F.m frente a matriz da Boa-Vista, alugam-
    de comprar porque os precos Iho h3o de se bichas, e apphcam-so ventosas, seccas e
    S'adar. sarjadas, amolam-se feramentas do cortes,
    MA. e botam-an niiviitaa m nan,nrila^
    pa-
    nlmenlo ilos maia acre- SS
    ........ "VH"|",MIKW, fl |Q. -.-
    .,.< di. quaulu lie cierc-jnii para as psoas que '
    k Hgaemesia >yilm*.
    ;;" Viilein-se"fraciis com rolha de vidro '-'
    de meia anca a! li, moilo em conla. :.";
    \ ende-se soronn de iiHiidmca, em psrrSO e a re-
    talho : na rua d" Vinario n. S.
    PELLES DE CABRA.
    Vendem-se pell-s de cabra, em porro e a reta-
    lho : na roa d carne salgada e.m molra.
    Vendem-M barril rom carne salgada em moora :
    na rua co Vigirio n. 5.
    Vende-se a algum senhor padre urnas
    (Telas de 011.0 de lei para sapatos, pesan lo
    oito oitavas a tratar na rua do Crespo
    I 23.
    Vendem-se 2 ou t bois mansos, criou-
    los : na rua llireila dos Al'og los, casa n
    II, joiito a refioecao, at as 8 horas da ma-
    n'iaa:
    A. vis o aos senhores de en=
    ienlio.
    Na rua da Cadeia do Recife, loja de ferra-
    gens de Vi lal & Bastos, ha para vender tira-
    deiras de ferro paia eogenhos ; bem como
    lo los os perlences para rerreiro, como seja
    fules, temos, salas, etc., e tudo se vende
    por moJico prego.
    Pacas de cabo Vendem-se facas .le cr.ho do marfim de
    immonsas qiiali.lades, a muito superiores
    poi barato preco na loja do ferrageus na
    rua da Cadeia do Recife, de Vidal & l!astos,
    Trem de eezinii-.
    Completo trem de cozinha, tanto eslanha-
    nhado corno sob pnrcellans, e fiancez, de
    ferro batido ; bem como tolos os arranios
    para casa, lernas de lnn lejas muito finas e
    por commodo preco : na rin da Cadeia* do
    Recife, loja de e-ragens do Vidal & Bastos.
    -- Na rua do Hospicio casa sem nnmeo.
    de frente a chacra do Sr. Sintra, vende-se
    urna crioulinha de 13 annos.recolhida e pro-
    pna para ser appllcada a qnalquer servico
    quem a prclend.-r procure na segunda por-
    ta das G as da mauliaa c das : as (> da
    tarde.
    e botam-su ouvidos em espingardas.
    V
    OgI08
    de
    inglezesde orno, desabnete c de vidro:
    vendem-se a prero razoavel, em casa de
    Augusto Cesar de Ah cu, na rua da Ca-
    deia do Recife, armazein n. .">.
    I
    a80 a libra.
    um completo sorlimento de mobilias de to-
    da a qualidade, tanto da Ierra como france-
    zas, e Jacaranda e de mogno, e continua a
    receber por todos os navios, tanto de Franca
    como de llamburgo toda a qualidade de tras-
    tes do melhor gosto. fabricados por encom-
    menda, com recommen Jacio de 0S0 empre-
    gsr o pitido no seu fabrico.
    A canto
    QUE ESTA' TORSHDO.
    Na loja da rua da Cadeia do Recife n. 54,
    ha para vender um grande e esplendido sor-
    limento de fazen las baratsimas que azem
    admirar, o bom gosto, barateza e boa quali-
    dade, as fazendas sao as segulntes: cortes
    de britn para calca a 25300 e2j400, chapeos
    de sol de baleia 25, ditos de ferro a 19800
    ditos de junco a 15350, setim prelo mac
    muito fino a 2C900, 3o e 89500, e muito bom
    \i o covado. diales de cbila a 1?, casemira
    co, de llam-
    burgo
    Um sorlimento completo : vende-se em
    cssa de Timm Momsen & Vinass, na j.rac,a
    do Corpo Santo n. 13.
    Vende-se o patacho dinamarquez
    Fortuna, de 121 toneladas. Torrado de
    cobre ede primeira marcha: a fallar
    com os signatarios rua da Cruz n. 10.
    Ao barato.
    0 PREGICA ESTA QEI-
    MANDO.
    O Freffirica da rua ilo
    Queimado, continua a queimar na sna loja
    n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
    lindo e variado sorlimento de fazendas de
    bom gosto, por baratissimos precos, pois
    que sem ambico se contenta com um m-
    dico lucro, e nflo Ihe sendo possivel notar
    em um pequeo annuncio ludo quanto tem
    ue bom para servir aos seus freguezes.
    menciona apenas lindinas, fazenda de seda
    e algodSo, propria para vestido de senhora.
    degostosinteiramentonovosa 900 rs o co-
    rado, cortes de targehnas para vestido de
    senhora fazenda muito fina e do melhcr
    gosto 1 nglez.com listras de seda e campo
    escuro a 12rj cada um.organdys de cordn
    com dosenbos mu delicados, pelo baratissi-
    mo1 preco de **0 rs. avara, cambraia estam-
    pada do melhor gosto possivel a 480 a vara
    cassas francesas de lindos goslos a 600 rs
    vara chitas francezas escuras, matizadas
    com lindos e novos padrOcs a 260 o covado
    ditas claras, padrOes largos e miudos a 280
    e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
    bordados para cohetes- a 4 cada um, lilazi-
    nhas escuras de mui ricos e variados padrOes
    proprias para vestido de senhora e roupoes
    de meninas, a 500 rs. o covado. riscados
    monstrosde cores alegres e mu elegantes
    gostos a 220 o covado, ditos francezes de
    quadros de lindos padrOes a 240, mussuiina
    branca a 320 o covado, dita muito fina 400
    rs.,dita estampada de lindos padrOes a 3>0e
    400 rs. o covado, chitas finas de cores cla'ra*
    e escuras, tintas fixas a 160, 180, 200 e in
    rs o covado pecas de cambrai.s usas tapa-
    das, muito linas e com 10 varas a 6S600. di-
    tas de dita mais ebeia a 46 rente com 8 varas, muito tinas a 55400 a ce-
    C-a, pecas de bretanha de rolo com lov,rs
    a 25 cada urna, gravatss de setim pretas e de
    cor gostos modernos a 15280 cada urna
    corles de bnm de puro linbo a 25300 2-t
    e 2/500, casemiras de lindos padrOes 550O
    preta lina a M6( 15600, l.'SOO, 2. 25200 e e 6# o corte, ditos de algodo de lindos eos
    25600. o muito fina 35, casemiras pretas e de \ ^s a 19, 19440 e 19600 cada um. lenrn, K,
    , cores, de duas larguras, prop ias para os
    rapazes de bom gosto, e como se usa em I'a-
    ! ns, caiga, collete o palito, o covado a 2-;0
    HE BAUATISSIMO.
    Restam ilgumas massas linas
    rteralnn 1 i ,i!J"i 360'.Curles de diversas 5id.des, como ja se ten, L \ SZTS* !?.?.?*?."-!.?-^
    quem comprar caixa lera algum
    ab,lmenlo ;' as caixss sao de urna a. roba e "l^Z K"St' ri<1uissims padrOes, de 6/500
    outrrs da 16 libras : vendem-se somonte na oi f^eJBn%Cnr"as ,ar? hniem a 160, 20oc
    240, e hnas a 300 rs. cada par, chitas para a
    pobreza, o covado a 140, e peca a 5-5500, nao
    desnotam, he escura, propria para escravos,
    com piulas de mofo, mantas de seda da mo-
    rua do Collegio 11. 5.
    cms m
    Escllenles camas de ferro uara solleiros
    vendem-se no escriptorio do agente olivoi
    ja, ru .'a Cadeia do Recife n. 62, primeio
    andar
    da a 55, 55500, 69 e 75, e ,-uito fiiHS a 95,
    laas muito.linas-Sebas'opol, o covado I5i00,
    15500 e 156U0, gravatas de laa a 800, 880,
    l#, ICIOO, i52U0e 154U0, muito finas 29, di-
    tas de mola a 15, mantas de laco a 3?, mus-
    suiina branca fina a 3U0, 320 e 340 rs. o co-
    vado, chales de merm bordados de Illa a
    85, ditos bordados de seda a IO5, ditos bor-
    dados de seda e franja de retroz a 105500,
    ditos de laa lisos a 4>800, dilos estampades
    _ a 5/800, 6, 7 e 85, ditos bordados de velludo
    pool, vindos pelo ull imo paquete in- i a '*5> panno lino prelo a 5400, 256OO 35
    : em casa de Sout.'iall Mello.-o. (, rua | 355u0. *?, VOO e 55500, e muito lino
    orres 11. 38. 7520o, inadapoiSo ero pecas a 2/600, 258OO,
    POTASSA di ESSiA ECAL!-;?r-3;5-0e>ed!,"ial6Es500's
    fIRGEl.
    coberios o descohertos,pequeniisegrandes,
    deouro patente inglcz, para bomcmesi--
    nhora deum dos m-.-ihores fabricantes de
    Liverpoo"
    glez
    do I
    larguras, prop. ias para os | mio a 120, ditos eom'bicomuilo finos 360*
    chales de gaze, ditos de merino lisos e bor-
    dados, obia primorosa, gangas mescladas
    propuas para calcas e palitos a 560 o cova-
    do, casineta preta fina a 19100 o covado. len-
    cos de seda de lindos padrOes a 2f cada um
    cobertores de algodSo para escravos a 700
    rs. cada um, de todas estas f.zendas e de
    muitas ootra3 que se nao mencionan., mas
    que se venderBo por baratissimos precos n
    se dar3o amostras com penhnr.
    "'- ..:
    ellins e rI&-io%.
    niero 48.
    SECRETARIAS.
    Ululada melindre desenlia a 15 o covado,
    .chales pretos do alpaca a 35600, alpaca de
    : quadros a 560 o covado, seda branca levrada
    No deposito da rua da Cadeia do Recire, a OWO o covado alpaca de cores lisas a 600
    armazeiu 11 12, ha muito superior potassa o covado, ditas pelas, leucos brancos
    ;ia, dita da fabrica do Itio de Janeiro, ; ordinarios, a duzia a 15300, ditos finos lixes
    o Consultorio 1
    S CENTRAL HO&EOPA |
    | THIC.
    w rija Uli SANTO AMARO, O
    (Mundo Novo n. G) 5
    '.i Ur- SaMao Olegario l.odgtra Piado ...
    '.. da cuusull.n to.lus 119 das ulein, desde ai 8 '--^
    W horas da mandila ai 3 da larde. Os eonvi-
    - [ipara vi/.il!4 devprilo ser dirigidos por
    Z\ escripto. (ls pubres sao medirados cralu- r":
    *- lamente.
    LIVKA1UA AtlDEMICA
    ras; qualquer del las sabe lavare engom-
    mar, e entende alguma cousa de cozi-
    nha, propinas para todo o serviro de urna
    casa,
    Charutos de Ha-
    vana
    Ven em-se superiores
    charutos re Ha va na, em
    caixiS : na iia lo Crespo
    loja d fazendas a. 25.
    Vende-se cal nova de Lisboa, po-
    tessa da Russia c do Rio (U- Janeiro e
    panno de algodao para saceos de assucar :
    na rua do Trapiche armazein ns. 9 e 11.
    il

    21 Rua i!o Collein'w
    Obras novas ebegadag hontem
    do Riode Janeiro, pelo vapor Imperatriz.
    CANTOS DE GONOILVES 0I\S
    EdicSode l.eipsic, 1 volume em 12, rica-
    mente encadernado, conleudo todas as poe-
    sas nti^is e mais algurnas novas deste
    grande poeta.
    A NEBULOSA.
    Poema brasileiro pelo Dr. Mace lo.
    Rste trabalho ho urna das mais bellas pro-
    dueces do autor da Moreninha.
    A CONFRDErUCAO DOSTAMOYOs.
    Poema pico brasileiro, pelo Dr. Maga-
    IhSes.
    ItIA DO BRASIL POR VAU.MIAtiKM.
    As pessoas quo assi^narein para esta obra
    receberSo j o I. volu e.
    CAZETA KOHE.VSE.
    Chasaram os nmeros 2 a 8 ; os senhores
    assigoaiili^s deste jornal mandem receber os
    seus nmeros.
    Miranda & Vasconcelos
    I.anui'l (iage, capitSodO patacho ame-
    ricano Fanoy Whittier, vindo de New-Yo>k,
    (^) rua Nova n. :i.
    --- Mclh .do portuRiiez CaslilUo, quarta
    edicao : vende-so na li.jaMo Sr. Manoel Car-
    dse A y res, rua da Cadeia do Recife n. SI.
    No armazem da rua da l'raia n. 12, de
    Francisco Moreira da Costa, ha para vender
    linguas muito freseaes, a prego commodo
    m
    a premio
    '
    ' .
    ! :--::
    rente mez, ao consulado dus Estados-rui-
    do da Amrica, na rua do Trapiche n. s,

    fi) Joao da Silva Ramo., at.d.J, pela oni-
    ,:r dadilac,. na rua hoM, bou. commodo. pi-
    . para recebar alguns Ooeole.. A-c.ni,,-,,,, '-
    la'ao oprascriladas na occmiso do ijusto
    @-@s...
    t recisa-ae para um sitio in-rio da
    prac,a, de mu feitor queenten la dejar-
    dina, jendo fiel eteado boa uonducla, pa-
    ga-se bem : a tratar na rua do lories n.
    >8, segundo andar, no Uceif.j.
    -- Precisa-sa de urna ama, para ama-
    r uma enanca de 10 mezes; paga-se
    cm : ua rua de Apollo a. 22.
    f$ i.Ki ni onipk) a qualquer chamado ^
    -- Manoci Jos da silva bra^c, pretende i francez : a tratar
    ven ler o sru Mtio, com excelente casa dp o. 23.
    sobrado de doua n lates, o qual tem frente
    para a rua Rea1, e fundo para n terreno do
    Sr Herculano : os preten lentes podem en-
    tonder-se com o p oprietario no mesmo si-
    lio, das horas da Urde cm diant, ou com
    o llim. Sr. Manuel Goncalves da Silva, no
    seoescrl dorio, da rua ,l.i Cadeia do Recife
    OsSrs. Jourdain eVeudei"Straten,Ibera boa gratific sao convidados a salislazer sua Dassacem I Aluga-se um subalo de um andar'
    bous eommodos, na rua de S. liento
    ler, escrevor e fallar o
    n rua dos AQOuguinbos
    No dia 18 do crrente desapparcecu
    do lugar Foruo da Cal, termo de Olinda, um
    quinao rucopedrez, i Itu.'h regular, sem an-
    dares, e com os signaes seguinles ; no quar-
    to dircito lem urna marca, e no esquerdo It;
    a pessoa que o achar ou der noticias, diri-
    ja-se ao alono da Roa-Vista n. 42, que rece-
    ta passagem
    de Fram
    i para qualquer outra pro-
    vincia do imperio.
    para Pernainbuco, antes delcom,;
    em (Ulula: a pessoa que quizer o dito so-
    brado, procure no I-rgo do Terco a cisa do
    retratista Mello, para o ajuste
    'IOS.
    Vendem-se relogios de ouro e de pra-
    la, concertam-se por preqos ^razoaveis,
    faz-se troco, e da-se dinheiro
    na rua da Concordia n. .
    Venle-se um rico pistn com um me-
    Ihodo por preco comino lo: no aterro da
    l!oa-Vsta fabrica de charutos n .
    Vende se uma crioulinha com idade
    de 10 annos, com principio de costura : para
    ver. na rua da Cadeia de Santo Antonio n.
    2". e para La'.ar, na ru* da Cruz n 26, das
    9 horas da mauhaa 8 i da larde.
    Vendem 3 pretas crioulas de 15 a 20
    annos de idade, com habilidades, nSo tem
    vicios nem molestias de quali lade alguma,
    o que sa aliauc i. e sao as mais bonitas pocas
    que talvez se encontroin hoje cm l'ernam-
    bueo : a tratar na Ponte Velba, segundo
    anJar da casa n. 33.
    Vende-se uma escrava de trinla e tan-
    tos annos, perfeila I vadeira e cozinheira, e
    tambero se troca por outra que seja meis
    moca, eque saina engommar : no largo da
    ribeira des. Jus n. I.
    ia*os Ha va fias.
    Na rua ila Cruz n. 1, primeiro andar, es-
    criptono de Antonio Luiz deliveira Azeve-
    do, vendem-se superiores charutos havanas.
    Superior charuto serva.
    Vcndc-sc na ruada Cruz n 1, primeiro
    andar.
    Aos mai ciueiros.
    Ven lem-se para lusos de ferro com 4 bura-
    cos para cama* francezas a 13 o Jugo de 4.
    molduras francezas de Jacaranda e de mog-
    no, folba do Jacaranda, pedras de me.-more
    hranro para consolos parr. meis redondas
    epara lavatorios,grosas linas para madeiral:
    na rua Nova, armazem de mobilias do Piulo,
    defrunte da rua de Santo kmaro
    - Vende-se ama negra de ->\ annos, eom
    slgumashabilidades, e rom uma cria de 16
    mezes : na rua da .Madre de linos n
    da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
    Snna.
    Aviso s caseudeiras.
    Vende-se retroz para casear : na rua Nova
    n. 52, loja do alfaiate.
    Em casa de ItabeSchmettau&Companhias
    rus da Cadeia n. 37, veudom-sc elegante,
    pianos do afamado fabricante Traumann de
    Ham burgo.
    Vende-se superior llnhas de algodSo
    nrancas, e de cores, em novello, para costu-
    '.-., em casa de.Soutliall Mellor &C.
    Torres n. 38.
    Relogios,
    Os melhores relogios deouro, patentein
    glez, vendem-se por precos razoaveis, no
    rscriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
    de-a '.oecifen. 62. primeiro andar.
    de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
    ministros proprios para escravos a 220 o co-
    vado, tapetes de velludo para cima de mesa
    de lidalgos a 30;, meias de seda preta a
    2400 e 2o500, casetao da Suissa a 800, 900
    e 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs.
    o covado. chales de seda touquim lisos e
    bordados, que por serem tantos os precos
    nSo se menciona, tiras de cambri a 1/200 a
    pee*, mantas de velludo para cima de sella a
    640U, pulceiras a 3500, e 59, riquissimas
    saludas de baile a 258, Italia preta, o covado
    la, dita de cores a 950 e 15, tapetes a 89 e
    12?, luvas de seda bordadas a 2C500, visitas
    para senhora a 12-3, ditas para menina a 8s,
    _ chapeos para meniuoeiifeitados a 4M100. Iva
    rua do a,es'"" loJa se do as amostras, e se manda
    lazeuda com o csixeiro.
    As melhores que ate hoje tem apparecido
    a este mercado : vendem-se no escriptoti"
    do agente Ol.ve.ra, rua da Cadeia do Hccfo
    n 62, primeiro andar. ec"
    ten^ao.
    Na grande fabrica de tamancos da rua Di-
    reita, esquina que vira para S. Pedro n. 16.
    ha um completo sorlimento de tamancos a
    retahoe em grandes porces. por preco
    muito e... coota: os senhores commerciSn"
    neo^t^mr-seprevenir'poisoio--
    Agencia
    H fundig&o Low-Moor,
    rua (ia Vnzala rj'ova
    ii. 4*2.
    N^ste cstabclccimcnto continn'a haver
    um completo sorlimento de moendas e meias
    noendaspara engenho, machinas de vapor
    e Uixas de Ierro batido e coado de lodosos
    tamaohos uara dito.
    TACHAS PAISA ENGENHO
    Da fundicdo de Ierro deL'. W. Bowman
    na rua do lium, passando o cliala-
    i i/., continua a haver um completo sor-
    limento de tachas de ferro fundido e bati-
    do, deo a 8 palmos de bica, as quaes sa
    echama venda por prero commodo e com
    promptdSo, embarcam-se ou carregam-
    se em carro sem despezas ao comprador
    Vcndc-sc na rua da .Madre de Dos
    o. 12, armazem de Novaea&C., barril
    de Ierro, ou cubos hidrulicos ; para de-
    positas de fezes, a prero commodo.
    (fioni gosto.)
    (la
    o, esquina
    rua
    do
    !<)
    reguica
    Queiuiadi
    eceo do Poixc-Fiio
    acaba de receber pelo ultimo vapor da
    Europa, ricos corles de vestido! para se-
    nhora de un gosto inicuamente
    decores eSCUI
    l'otass da Kus.via e cal de
    Lisboa.
    No antigo e bem conheci lo deposito da
    rua de Apollo, armazem n. 2 F, ha muito
    supeiicr potassa da Kussia e cal de Lisboa
    em pedra, chegado no ultimo navio, e ven-
    de-so por preco commodo.
    l a rua do Trapiche n.
    16, escriptorio de No-
    vaos &C,
    vende-ce superior vinho do Porto engar-
    rafado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
    rafas, bem conioem barril de quurto e
    oitavo, a preco commodo.
    CA1ISI0 :~-rk H^-
    IHO.
    NAFUNDICAO DEFERUO DO ENGE-
    NHEIRO DAVID W. BOWMAN, ha
    RL'A DO BRUM, PASSANDO O IIA-
    FARIZ,
    ha sempre um grande sorlimento dos so-
    guintes objectos de mecanismos proprios
    para engenbos, a saber : moendas e meias
    moendas da mais rnodern construcrao ; ta-
    chas de ferro fundido e batido, de superior
    qualidade e de todos os lmannos ; rodas
    dentadas para agua ou animaes, de todas as
    rroporces; crivos e bocea de fornalha e
    registros e boeiro, aguilhOes, brouzes, pa-
    rafusos e cavilhOes, moinhos de mandioca,
    ate. ele.
    NA MESMA FUNDICA'O,
    seexeculam todas as encommendas
    superioridade ja conhecida com
    prest za e commodidade em pree.o.
    .lISS if 1d d0 co"""e maUlo Anioni-
    no, Mnh.cidu DlKarmente por Antonio, de 13 ni-
    o, de id.de, levou caifa d. M, a,u ',
    "..'ni.", rO.irl"C0- l,^i,l,0 8,0" do corpo, p.
    ar.ndfi, falla bem eipheado. .upp8.-,e 2*5,
    vagando pelos arrab.lde. da eidade, oa entio ,coo-
    Udo por .gnea, : roga-,e m aolorid.de. e caaitiies
    de campo u, captura, e le,.-lo a ro. Aogn?/.
    34, qo. ,era recompen.ado. A-sim como ., proe.-
    de com o rigor da lei, verilic.do occollo i
    qoer pe.soa.
    por qua!-
    com a
    devida

    DO
    1$
    w

    I
    novo,
    as c elegantemeute lis' i ados
    de seda assetinada ; esta (azenda deno-
    mina-seGraciana ou ('.arijo, e he a
    iius propria para a presente estacao ;
    cu-la cada corte a mdica quanlia de
    12o()00.
    Lavas da escocia.
    Na rua da Cadeia do Recire n. 19, defronle
    do armazem do Sr. Henrique cibsnu, ven-
    i"u-se as melhores luvas inglezas de lio da
    Escocia, brancas o de cores, por preco eom-
    ml",'J.. Iaangue, ddr de costados e peitos, palpitVcio
    \ende-se espirito de vinho: na resti- no coracHo, coqueluche bronchitc, dOr na
    lacao do moinho de vonto da praia de Sania garganta, c todas as molestias dos orgSos
    I pulmonares.
    I'oi transferido o deposito deste xaropc
    para a botica de Jos da Cruz Santos, na rua
    Nova n. 53, garrafas 550u, e meias 3;0oo reeirelro, levou vestido camisa *de algo-
    sendo falso lodo aqiudlc que nAo for vend- 0ti,iho delistias, calca de ganga azul, e
    Escravo fgido.
    l-ug.o do engenho Buranhaem, freeuezia
    do Cabo, um escr.vo de nome Manoel JoSo
    com os signaes seguintes : estatura regu-
    lar, cor fula, olhos pequeos, pouca barba e
    bigode, com urnas fainas de cabello na ca-
    beca como se fossem cicatrizes de tumores
    he muito pernostico e custuma inculcar-se'
    de rorro : quem o apprehender e entregar a
    seu senhor o barAo de Ipojuea no menciona,
    do engenho, ou aqu no Recife ao Sr. Manoel
    CouvetadeSouza, na ruaestreila do Rosario
    n. 20. primeiro andar, ser recompensado.
    Escravo fgido.
    Anda fgido o escravo Severino, crioulo.
    dade 8 aunos, balxo, grosso do corpo, cOr
    bastante preta, com principio de alfaiate
    lem sido vislo trabalhando no carro da 1-
    laHdega. a bordo de navios, em S. Amaro a
    em Ueberibe, intitulando-se por forro-
    quem o pegar, leve-oa seu senhor, mocador
    na rua das aguas-Verdes n 50, que ser re-
    compensado.
    i ^HFUg,o ? Si0.da Irempp- sobr'lo n.
    I, no da l9ileoutubro do corrente anno o
    preto JoSo, de nacao Benguela, idade 2> a'n-
    nos pouco mais ou menos, levou calca de
    quadios e camisa de riscado azul, boa al-
    tura, barba por bsixo do queixo crescida,
    liedecostume embr.agar se muito quando
    foge, e anda vagabundo pelas ras, e dorme
    pelas immensas escadas, que licam lodi noi-
    te abenas; assim como pelos arrabaldes
    desta cidade: roga-se a todas as autorida-
    des pohciaes, qua o encontrar Ofrndame
    levem-no ao referido sitio cima, que se Ihe
    gratificara generosamente.
    5UJXJUO de gratiucacSo.
    No da 27 do corrente fugio da casa di
    abaixo assignado o escravo crioulo de nomo
    Pedro, o qual tem os signaes seguintes : es-
    bS Tn"' tbastanle P'elo, ja tem bs-
    tanles cabellos brancos, lano na cabeca co-
    mo na barba, levou calca de brim de qua-
    dros e camisa de madapolAo, mas talvez te-
    nha mudado de roupa porque levou mais
    alem da do corpo, falla bastante descansado
    e por entre os dentes ; julga-se que lera ido
    para Caranhunspor ser natural desse lugar
    e de la ler vindo ara ser vendido tiesta prs-
    ca : roga-se, i o tanto, as autoridadese ca-
    pitSes de campo, a apprehensSo do dito es-
    cravo, e manda-lo h-var nesta cidade a seu
    senhor, na rua Imperial n 173. ou em Cart-
    nhuiis ao lllm. Sr. Manoel Jos Meodes Bas-
    tos, que se gratificara coma quantia cima,
    ifecife 29 de selembre de 1857.
    Joaqun Luiz dos Santos Villaverde.
    rugi rio dia de outubro do corrpn-
    tcanno, o escravo mulato de nome Jorge
    baixo.secco do corpo, pouca bsiba, potroso,'
    tem do lado esquerdo do rosto uma cicatriz
    hombios.sungados, olhos pequeos e vivos'
    pernas e bracos arqueados quando anda :
    esle escravo foi do Sr. Manoel Thomaz ex-
    do oeste deposito, pclo.que Be faz o presente
    aviso.
    .APORTANTE PARA 0 FUBLICO"
    Para cura ile phtysica pm todos OS seus
    di(Tereoles graos, quer motivada por cons-
    up.'coes, tosse, asihma, pleoriz,escarros d
    dous chapeos, sendo um de pello e outro de
    feltro, ambos usados, c Ubaqueiro : roga-
    se pois a todas autoridades pohciaes e capi-
    laes de campo, que o apprehendam, e con-
    duzam-noa rua da Concordia, armazem de
    matemos n. 26, que ser generosamente re-
    compensado. Este c.-ciavo ja foi pprehen-
    didoo auno prximo passado no engenho
    Jacar, cidade de (oianna.
    hila.
    MUTILADO
    l'l.lt>. IV". pE M. V.
    ILEGIVEL

    FAUU iv.i




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