Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07862


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Full Text



ANNO XXXIII N. 241,
Por 5 mezes adiantados 4#000.
Por 5 mezes vencidos 4$500.
QIARTA FEIRA 21 DE OITIBRO DE Wl
Por anuo adiantado 13$000.
Porte franco para o subscriptor.^
fc>C\.BEG ADi DA IUBSCRIPCA DO NORTE.
Pa tituba, ir. Joao Rodolpho Gomei ; Natal, o Bf. Joaquina
I .Partir Jnior ; Ararat*/, o Br. A- da Lemoi Braga ; Cea-
ra', Br. J. Joi da Oliveira ; Maranho, o Bcnhot Joa Tehtei-
* s ir. Justina I. Raraui ; Amaionai, a Br. Jaronjmo da
atM.
PARTIDA DOS CUttSKIOS.
OlinuV : lodos oa diaa, aa 9 e meia horas do da.
gnaraa', Golaaaaa i'aralutia: ns sexuodjs e Mstae-fatraa.
S. ,\M.....l.-i.-rr..,, Homo. Caraara*, AliinNo e Garaaaaaa: na terca-feira
S. Loun-nco. Pao d'Aiho, Nasareih, Limoeir., limo, Pesqueira, lauscira.
Florea, VilU-Bolla, lloa-Vi.ia, Ouricorv Eiu', naj,|uanas-IVira;.
Cabo, lpojuca,SinnhSem, Rio Formulo, l'na, llaireiroa, Agua-Preta, Pi
urntctras e Valal : quintas-fciras.
Tedoa oa correios pariem aa 10 horas da mantisa.
AUDIENGIA1 DOS TRIBCNARS DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : tegunda quntala
Relaco : tercas feiraa a sabbados.
Faienda : quarui a aabbadoi ai 10 horai.
Juio do eommercio : aegunda ai 10 borai a quintal ao mala da.
Juno da orphaoi : segunda, a quintal ai 10 horai.
Primaira Tara do civel : lagundaa aiaiUiat meio da.
Segunda rara do elvel uartai a ubbadoi aa maia da.
EPUBUERIDES DO MEZ DE OL'TI'BRO.
S La chela ai SO minutos da tarde.
10 Quarto minguante ai 3 horas e 84 minutoi da manhaa
17 La ora ai 7 horas a 19 minutos da tarde.
23 Quarto creicenta ai 11 borai a 40 minuto da Urde,
PRKAMaR DE HOJB.
Primaira ai A horas a IR minutos da tarda.
Segunda ai G hora a 54 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Pedro de Alcanlra f. padroeiro do Imperio do
20 Terca. S. Joo Cancio, adrogado conlra a phiv-ica.
21 Qurta. S. l'rsula e suas cemp. Vr. Mm.
32 Quinta. S. Landisliof.
23 Sexta S. Joao deCapistrono f.
24 Sbado S. Rapbael archanjo.
23 Domingo. 21 Ss. Cbrispim e Chriipiuiano irs. Mm.
B.
ENCARREGADOS DA 8DB8CRICA NO BOL
Alagoai, o Sr. Claudino Faleao Diaa ; Babia, o Br. D. Dupia
io da Janeiro, o sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propriitario do DIARIO Manoel Figuelroa de Faria n lu
vraria, praca. da Independencia n. e 8.
O proprietario Jeste a Diario Mes .'jan lo
estabolecer urna linha do distribuico da
ponle da Magdalena ao Cachanga, previae as
pessoasque ruoram na referida estrada que
queiram assignar o me-mo Diario quei-
rara mandar seu nome e residencia na vra-
ria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
PARTE OPflCIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
Eipedienle do dia 5 de selembro de 1857.
Ao conselheiro vice-presilente do tribunal do
Ihesooro.Conilando-me que da execucao da ordem
dada guarda que >e acha porta principal do llie-
aouro, para qne no consinla que niuguem por elln
nlre coro o chapeo na caber;!, lem re aullado aliar-
eac.s detagradaveis entre o empregndos a a suar-
da : baja V. S. da Tazar scienle ao coromandanle da
meima guarda que fica dispensado do semelhanle
fiscali.acA >, a qual V. S. incumbir' ao porlairo e
continuo. ; senil.) da esperar que os euipregados da
casa aejam os prirasiros a dar o exemplo duii dever
da eivtlidade ereipeito eitarao publica a que per-
leucem.
A' thesouraria de Minas.Bernardo da Sooza
Franco, presidente do tribunal do-lhesouro, declara
ao Sr. inspeclor da thesouraria de Minas, que o
mesmo tribunal n3o den provimenlo ao recurso io-
terposlo por Joao Jos Cardosn, da decisSo da dita
thesouraria, que nlo ojulgou com direito a resli-
tuic.lo da aiza que pagou pela compra de urna ca-
sa, visto lar sido o contrato desfeilo por aprazimen-
lo dai parle*.
A' de Sania Catliarina.Bernardo de Souza
Franco, preai tente do tribunal do ihesooro, declara
ao Sr. inspector da Ihesouraria de Santa Calhanna,
em resposta ao seu offlclo n. 12-3 de 19 da junhn
ultimo, qaa quando a ordem circular de 7 de abril
do anno paisa lo n. 7, mandou lotar da novo oa em-
progos oflicios de ju-in; a, fot para que se cobrassem
logo, na forma da tabella anneta lei de 30 da no-
vembro de 1811, e da de 16 de oulubro de I s Vi os
direitos correspondentes matara ilos emolumentos
lutados, aindn memo dos oflicios e empregoi prvi-
dos antes do regiment da 3 de marrjo de 1855, qui
elevuu asse emolumentos.
11
_ A' thesouraria de Minas.Bernardo do Sama
Franco, presidente do tribunal do Ihesooro nacio-
nal, respondendo ao ofllcio do Sr. inspector da the-
souraria de Minas n. 65, de 13 do mez (indo, no
qual consulla se devem ser prevenidos o fu lores
dos col lectores do novo eneargo que a estes Irnoie
a circolar o. 2i de 20 de julho ollunn, commrlten-
do-lhes a guarda dos cofres de orphaos, quindu
nSo baja qoem, com a condic.an de prestrar fianza
aceita o lugar da Ihasuureiro dos ditos cofres, Ihe de
clara que leudo as cullectores, qua lambem forem
thesoureiros de orphaos, de proceder na forma de-
terminada na circular n. 29*da 4 do crrante, nao
ss)_ deve exigir dalles fian;* por seu novo encargo,
nao so porque aste nao augmenta a ana responsabi-
lidade lis-a i, como porque quauto a raferida circu-
lar n. 2i Ihes eommelteu a guarda dos cofres de or-
phaot, fji pela preaumpc^lo de serem os colleclores
liomens abonados, e nao para que a< fanfas por el
les prestadas respondam por qualqoer eilr.vo qu>
por ventura praliquam no desempenliu das funrr;0es
da Iheioureiros de orphaoa.
A' alfandega, communiranlo que o tribunal do
(hesouro indeferio o recuiso de Vollenneider e C' da
mulla que Ihes lora itnpoila, por terem deiado de
declarar na nota para o drspaclio da rrtei decollc-
les de velludo metale da quanti.i dus que coutinliam
as respectivas caitas.
_ a' thesouraria do Para. Bernardo de Sooza
Franco, presidente do tribunal do Ihesooro, commu-
uiea ao Sr. inspector da thesouraria do Para, em
resposta ao seu i.lllcio n. 136 do I- de agosto ultimo,
que fiea approvadu o crdito de 6:0009 que a presi-
dencia da provincia mni'luu abrir, sub sua responsa-
bilidade, para a deapeza com o- reparos do respectivo
ptlacio ; observando todava que em rircuiii-tanci.is
ordinarias, como esta, em qoe nfto ha urgencia do
servico, deve ser previamente remellido a esle mi-
nisterio o ornamento da despeza a fazer, para ne sa-
ja concedida a competente autorisar^ao.
E outrosim declara o Sr. inspeclor, que os pala-
cios qua sao proprios nacionae<, eta> a cargo do mi-
nisterio da fdzenda ao qoal devem ser pedirlos os
crditos necessarios para as obras e raparos que de-
mandaren] taes edificios, competindo ao ministerio
do imperio somante o que diz respeito a alfaiai, mo-
bilia a ornatos Interiore!.
16
A' alfandega.Declaro V. S., eir. resposta ao
ofllcio desia repartirlo de de agosto lindo, que lica
spprovado por eil. vez lmenla a assemilhacao dos
chapeos de pello de lontra aos de pello de seda, con-
forme l'iirain despachados por (i. (jaral e C, deren-
do nos caso futuros ser aisemelhados ana de pello
de castor, e Otar asm lujeiloi tata de SiOl) esla-
belecida no art. 118 da tarifa em vigor. A commis-
i3o nomeada para propor anoualmenle as alterares
que reclamar a dita larifa lomar nota deila dec silo,
para aer em lempo incluida lias mesmas allerac.s.
A' thesouraria de Sergipe, approvanlo a delibe-
radlo qoe lomou de mandar abonar ao substituto do
escrivo da mesa de rendas da cidade da Estancia, a
porcenlagem da renda dos das em que servio como
esenvao, visto qoe e--e vencimenlo he pago pro
labore ; e declarando, outrosim, em goluc,ao du-
vida proposja pela mesma Ihesour^-ria, se o proposto
para a substituidlo deve ser da eseolha do adminis-
trador oo da do escrivo, que o dito substituto visto
ter sido noineado pela presidencia, nao necessila ser
da eseolha do eacntlo, convin flanea, para servir nos seus impedimentos.
17
Circular.Bernardo de Souza Franco, presidente
do n ilion.M do Ihesouro nacional, lomando em coa-
ii 'eraran o que Mm reprsenlos o inspeclor da Ihe-
our.iria da fazenda da provincia da Bsliia, em ofll-
cio n. 193 de 30 de jonlto prximo findo, ordena aos
Srs. inspectores das Ihe'oorarias de fazenda que fa-
ja in substituir nos eiemolares da tarifa, que ihes fo-
ram remcltidoa, no art. 79j, columna das unidades,
a palavra urna pela palavra libra. visto ser esta
i unidade pela qual se devem despachar s cuias de
que trata o mesmo arligo.Thesouro nacional, em
17 da selembro de 1837.
aaatsV prestanle das Alatjoas, communicando a de-
misso de Jos Antonio de Araujo Jnior do lugar
de administrador da me-1 de rendas da cidade do Pa-
nado, e remllenlo o titulo de normarlo de Silves-
tre Dominguts da Silva Pimenteira para u dito em-
prago
dnT-a'^rn'mi^ "^ !"""'" '*?" "? """P"1'1 de c"ida,e-!Jnlnl'lrador, e documento qoe prove a IradiccSodo i Iheiro Eosebio da Qoeiroz Coolinh. Matloso Cama- sanccion.do, oo reieilado em silencio, he com efloi-
dos a servico militar ; e eonvmdo nao .o tomar reso- | mais dous quartos para alinalos, igoaes aos que ja arma/em ao novo administrador.
A tnesourarta da Baha. Ueruardo de Souza lur;So sobre os casos propostos pelo dito inspector, se flzeram para esse fin.
Fraileo, presidente do tribunal do (hesouro nacional,
respondendo ao ofllcio do Sr. inspeclor da thesoura-
ria da Bahia n. 194 de 31 de julho ultimo, no qual
etpoe as duvidas que se uflereceram alfandega da
mente;, que no caso sujeilo fica fumadas
acc,3o de deposito com o recibo do ei-*rmioislia-
dor ; -ir (por 8 votis conlra 6; que nao he indis-
Tomando paile nu dbale ns Srs. Caetano Alberto,
mas providenciar sobre outras duvidas qua occorre- DitoAo director das obras militares, dizendo que Thoroaz Alves e Firmo Diniz, decida-se : I una-
rem ou possam oceorrer, tais como sobre a designa- realise com Manoel Antonio Teiteira o coniralo pa- niroeme
53o das atapes qoe devem corresponder aos ohViaes ra a factura dos concerlos de que precisa a fortaleza
generaes ellectivoi ou reformados de dilTerenles gra- do Brum, urna ver qoe elle se comprometle a faze-
.esma provincia em cousiderar sujeilas s tatas dos | duacSes, membros do conselhi luprerao militar, aos los por preeo que Smc. entende ser razoavel
arligos 412, TO2, 1,132 e 1,219 da nova tarifa os cha- ajudanles da campo de Sua Mageslade o Imperador. DitoAo eommandanie da Farnaan lo, app'rovan- administrador,
les. lencos, chitas panninlios do cor escarate, por aos directores de arsenaes. fabrica*, hospitaes, e em do o aceordo lomado por Smc, de abonar o nreo 03- quesilo he o secoinle
jolga-las lesivas a fazenda nacional, Ihe declara que \ aeral aoi olliciaes erapregados mililarmenla era Vicente Ferreira de Paula a graiiflcacSo diaria de
as fenlas de alaodao.embora de cor escarale, co- quaesquer outras commissoes do sovsrno qoe nao se- 160 rs., por lervir de aponlador das officinas de po le-lhe ser attendido por embargos, em vi.la do
nl.ec.da. pe a, denominacOes e qual.hcace. que Ihes j ,am precisamen.e as da commaudo e servicos de cor- I carapina e ferreiro daqoelle presidio. a, l. 273 do regulaniento, o f-c.o de hav"r ontragado
dio os cilado, artigo., deven, pagar as tatas ah. de- po. alguns especiaes, de que faz mencao a dila la- Portaria-Etonernndo a Jo.lo Ferreira de Siqoei- o objecto do deposito ao novo adm nislrador f
terminada, e nao oulras.vislo que, nao pela cor, mas bella : determina hua Magosta la o Imperador que a ra do cargo de subdelegado do di.tr.clo de O.liga. Cumpelindo conlra o actual, ,.,. le-lhe ser allen-
seccao da guerra e ntarinha do conselho de es.ado, e Contendas, do termo da Boa-Vi-la. e (lomeando em dida por emlLigos I prova de nao haver recebido o
raveouo-i, proponha os additamentos ou modifica- sen lugar a Antonio Lopes de Soma. objecto do deposito nu nao eiistir no armazcm nuan-
oes nella imlispen.aveis, a tendentes a providenciar i DitaExonerando o alteres Ravroundo Nonato da do Melle tomara conla '.' a
do mudo o mais completo que for posslvel. Silva do cargo de subdelegado da'Uoianninl.a. e no- Coniidcrando-.e prejudicada a !. parle, passa-se
t^?!ifS!12?!F*lT*m. ,n'os M '*'1 a \ Etc.-Jeronimo Francisco Coe-| meando para o unaliair a I.oiz Francisco de Al-! dscnss.lo da 2." Nao havendo quem pera a pa-
oo Me cores ; nao devendu porlanlo ser despachadoa Uto.Sr. Joao Paulo dos Santos Brrelo. '
pela natureza dos lecidos (oram ellas eslabelecida
Com o fnn de evitar couleslares; do qoe se segu
que os chiles, lencos e panuiiho* escarales pagsm
as mesmas Utas marcadas para os chales a lencos de
como ...iij.u e com a lata do arl. 823 os paniiinhos,
nem as chitas com a classificacjlo de chitas persas-
como eiittnieraioos feilores da teferila alfandega
Quauto a' ostra divida sobre o qua se deve en-
tender por paletos, qual a tata a que ailo sujeilus,
declara outrosim que por paletos se snlendera as so-
bresacas leves de urna s ordem de butoes, sem a
GOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente do dia 10 de -etembr..
OllicioAo Dr. chele de poliela, transmittindo
por copia o aviso circular da taaliea da 2i de agos-
to ultimo, participando terem aido capturados as
I immeliaces de Braga em Portugal, varios fabri-
mo de obra propria da, sobresaca., deve..do-se co-1 Cdnle da moedafalsa, e appreltendido urna roachi-
brar pelo despacho dos mesmos a lata de 18 marca-
da no art. 858, emquaoto outra cousa nJo fr deter-
minada.
Pelo que respeito a' desproporr,3o dss tatas das
fazendas de seda, sero felas na tarila as allera;es
qua parecarem necessarias logo qoe forem recebidas
as informec;Sssetigii1ai das alfandegas pela eircular
n. 2> da 12 do mez findo.
A' mesma declarando qoe nao pode ser conce-
dido o credilo de 30$ para montar a repartirlo dos
terrenos diamantinos da dita provincia ; pois quo o lidente da relacao.
reaner.livo esmedianl. itevsi s.r Tailn ni .-i.-i Ha .aj ...
na de cunhar moeda, caitoes com varios coohos,
moeda imprrfeila a varios objeclos perlencenles a
mesma machina qoe era de dimrn-es enormes.
Iguaes as Ihesourarias aeral e provincial para se
acaolelsrem .obre a introdcelo de semalhanle moe-
da nesta provincia.
DiloA' ihfsoorarl de fazenda, inteiranlo-a de
haver o jotz dos feilos da fazenda Alvaro Barbalho
Uchoa Cavalcanli, reassomido no dia 3 do eorrente
o etercicio de seu smprego.Communicoo au pre-
reipectivo expediente deve ser feilo na ca-a de resi-
dencia do inspector, como o dss collecloriaa, poden-
do o escrivo ter a' sua cusa um amanuense, se del-
le precisar; e segoin lose, quanlo aos livros para a
escnpiuraca-i. o que esta' em pralica a respiito das
mesmas colleclonas.
19
, A' thesouraria da Bahia, communcicanlo que o
tribunal do the.ouro dea provimenlo so recurso in-
terpolo por Joaquim Lopes de Carvalho e C., con-
signatario da escuna brasileira V.elosi, da Me.-i-.i >
da mesma Ihesouraria, pala qual se acha delida a di-
ta escona, em consequencia Ja multa imposta aoet-
consigoatario, por nao 1er apresenlado em lempo o
documento de descarga em Pernambuco ; pelo que
devera' ser eesembara;ada a referida escuna, se os
recurrentes prestaren) nanea, nu depositaren) a im-
portancia da mulla, com a ilaosola da ser ella reco-
Ihida, caso o nao seja por virlude da eteco;ao que
se move ao supraJito es-consignatario.
MINISTERIO DA STICA.
Decrelo n. 1,978 de 23 de tetembr de 1857.
Rena o lerroo da UnlBa ao deTheresina, capilal da
provincia do l'iauby.
Ilei por li-m decralar o segointe':
Artigo nico. Fica reunido o termo da (Jalla ao
da Theresina, capital da provineia do Pianhy.
Francisco Diogo Pereira de Vasconcellus, do meo
conselho, ministro e secretario de estado dot nego-
cios da Justina, .i.-iin o lenha cuten liJo e faca e\e-
cotar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de sstembro Me
1837, 36' da independencia o do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo Pe-
teira de Vasconcellns.
Decrelo n. 1,977 de 23 de selembro de 1837.
Crea no lermo de S. Ueulo, da provincia do Mara-
nhao, o lugar de juiz monicipal, que acciimularn
as lunccOes de juiz dos orpliAos.
Ilei por bem decretar o segoinle : '
Arligo niiiro. Fica creado no termo de S. Bent>,
da provincia do Miranh.lo, o lugar de jaiz munici-
pal, que accuinulaia as funes fies de jui/. de or-
phloa.
Franeiseo Diogo Pareca de Vasconcellos, do meo
consellio, inmislro e secretario de estado doi nego-
cios da joslija, as eutar.
Palacio do Rio de Janeiro, era 23 de selembro de
1837, 36- da independencia e do imperio. Com i
rubrica deS. M. o Imperador.Francisco Diogo Pe-
reira de Vasconcellos.
MINISTERIO DA GUERRA.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra,
em 28 de selembro da 1857.
Illm. e Etm. Sr.Tendo levado a ptesenc.a de S.
M. o Imperador o oflicio de Exc. sob n. 556 e data
de 11 de agosto prximo passado, pedindo etplica-
tes sobia a verdeira inlelligamia do decreto de 23
de maio leste aono, de indulto aos desertores, con-
tando qualro quesilos : o-, se aos indultarlos da-
iloAo arsenal de marinlia.Tendo-me sido
mui satisfactorio, nSo s o eslalo de -sseio, disci-
plina t a lianiara- nl, qoe em ininlia visita a esse
arsenal, observe na companhia de menores apreu-
dizes, como lambem o modo porque, ainda em 13o
lenra infancia, etecularam elles diversas pejes de
musica, quando viiram a minha presenta, o que
lado bem denota o zelo a iuleresse qoe lem Vine,
pelo incremento e prusperidade desse eslabeleci-
ment, nSo devo deitar de manifeslar-lhe o aprego
qoe dou sua luovavel dedicar,,o pela sorta dasses
pobres orphlM confiados a soadirerc,.iO.
DiloAo arsenal de guerra, envendo as rela^Ses
dos artigas que foram enviados pora esla provincia
no palacho ciTamegan, com destmo s provincias da
Parahiha, Maranho, Para e Amazonas.
DiloAo eommandanie de policia, para mandar
aprasenlar diariamente ao presidente do jury, du-
rante a presente sessao, urna guarda composla de 1
inferior e 9 soldados daquelle corpo.Commoni-
cou-se ao juir.
DiloAo Iheioureiro daslo(crias.Acabo de re-
caber a i.i irinsr-, i. qUe em 5 d" eorrente deu Vine,
sibre o requorimenlo em que Antonio Joaquim de
Mello rerlamava a entrega do beneficio da lotera
concedido em favor da nnpressao de seas Irabalhos
biographicos. .Nao sendo Vmc. o competente para
conhecer se o peticionario laHafei o disposlo no art.
3 da lei provinrul n. 370, devia ter logo recolhiio o
dito beneficio a' thesouraria provincial, como Ihe de-
termino que o fa{a quanlo anles, afim de po-
der o concessionariu mostrar se tem ou nao direito a
elle.
PortaraCnncedendo a demo qoe pedio Chris
lovSo dos Sinlos Cavalcanti, do limar de ajudante
do procurador fiscal da thesouraria provincial em
Pao d'Alho.Coinmanicou-se a' thesauraria pro-
vincial.
DitaNomeando o amanoense Francisco da Le-
ntos Hilarte, paia o logar de scripturario da secre-
taria do g'iverno.Kizerara-se as convenientes com-
nasnicacSas.
DitaAo anante da companhia de vapores brasi-
leros, para dar passagem pira a corle, per conl.i do
governo, a oms praca da gusrnicao do vapor deno-
minado tiRecifeo, a qual Ihe sera' mandodo apresan-
tar pelo eommandanie da estoco naval.Comniu-
nicou-se a esle.
OfllcioAo Etm. mordomo da casa imperial, en-
viando copia de um oflicio em que a irmandade de
Nossa Senhora do Amparo de (inisnna pede que se-
jam prsenles a S. M. a Imprratriz os senlimentos
de gratiddo da que se acha pnssuida a mesma irman-
dade, por haver-se dignado a (mesma angosta Se-
nhora aceitar o cargo da juiza perpetua.
DitoAo chafe de polica, scicnlificandn o de
que tem de ser enviados par* aqui, pelo Exm. pre-
sidente da Parabiba, no priraeiro vapor que dalli
vier, os criminosos daquella provincia, JuAo Tho-
maz da Aamno, Flix de Andrade sla Paixio, J|.i-
-' (jarcia, Joao Ferreira I.cenla Junior.Seraphini
desembargadnr da relas-ao Maqoella provincia, Joao
Paulo de Miranda.
Juiz municipal e de orphos Mo termo de Goianna
pensavel a piova da ira lorio do arraazein ao novo eniPernambuco, o bachaiel Jo.lo llyrcano Alves Ma-
aiel.
Dito do termo da Divina Pastora, em Sergipe, o
Compelindo BM(ao conlra o et-adminislrador ; bacharel Salusliano Orlando de Araujo Coila,
Tiveram merc da servenlia vitalicia.
Dos ofllcios de seguuslo labelliao e escrivo dos or-
phos e ausentes do termo de Campo Largo, na Ba-
bia. Jj'c Francisco da Pa*.
Do oflicio de contador do iuizo monicipal e de or-
phos do termo de Itabaiana em Sergipe Giiimiro da
Silva Mello. I
Di de partidores do meimo juizo e lermo, JoSo Jo-
s de l'isies, e Jos de Souza Contreiras.
Do de distribuidor do mesmo juizo e termo, Jos
lo! | un. Jg Araujo Borges.
O psqocte inste/. 'Camilla,i> enlrado linnlem do
Rio da t'rala. trouxe-uns dalas da Bueuos-Ayresal
2 e de Montevideo ule 5 do eorrente.
buquarque. Cummunicou se ao Dr. chife de po- lavra, lie submellidu a' votas-aj, e decide-se unani-
licia.
DilaJubilan lo o professor publico da povoac,3o
de Nossa Senhora do O' de Ipojoca, Damazo Anto-
nio de Alcntara.Fizeram-se ns convenientes par-
ticipares.
DitaConcedcndo ao eommandanie superior do
BrejOj_ Francisco Alves Cavalcanli Camboim pro-
rognto por mais seis mezes da hcenca que Ihe foi
concedida para tratar de seus inleresses.
DilaAo agente dos vaporas brasileiros, para dar
passagem de eslado para o Ceara', a Francisco Pe-
dro ."Solasen.
A TABERNA DE GAIBERT.("'
POB MADAMA C. BEYBAUD.
V.
(Confinuardo.)
Dihi em ilianls (j.-psr da'llarhejas foi alTeclado
de urna doenca de espirito, que maniftsloo-se logo
por urna mudanza completa em t dos os seus cos-
turaes. Deixou irainedi.uamanle de apresenlar-se
em publico, a tomou-se l;lo sombro e taciturno,
que sua propria mulher nao ousava aprotimar-se
delle. Em lugar de conservar-se na sala, como ti-
nln de eo-lume.ipara receber s visitas, deseia des-
de o amanliecer ao pequeo jardini, inacceisivel ao
ar e ao sol, que desde temp immemorial servia de
gallinheiro, e passeiava com o;'cachirobo a' bocea
nesse curio e.pje >, ,|,li; percorna vinle vezei em um
qu irlo de hoia. O mo lempo nao o impeda de en-
tregar-sa a ene atretelo, e muilas vezes vinha a-
enlar-se mesa tiritando de fro e tolo molhado
pela chava. Nem sempre Francisco consegua vei-
t-lo como cnnvinh i, elle lomava a pressa loa farda
velha, deicia com a barba crescida e a cabelleira
de travs. Quando a mulher represenlava-lhe com
dneura qua uao cuidara em soa passoa, alie res-
ponda :
Mea lempo ja' passou... lis preciso guarlnr
os meus vesli los mais novoi a mrlhores para seu
filho : quero q>ie elle traje com decencia.
Succedia-llie algumas vezes dizer em voz alia, e
levantando as m.los ao cea : u Se inca pai soubrsse
o que en fl< '. voltsiia do outro mnn lo para repre-
henler-me. a Madama de Barhejas allribaia essas
aberrabas a orna ida l'm, o um profondo pezar,
que o lempo diminuira, e applicava-ia com iulali-
gaval paciencia a curar essa imaginaeao enferma.
Se alguma cousa podi, fHI,r ui milagro, era se-
guramente a ternura, a dedicaelo, a naMidlo inal-
teravel, a a in lulaancia illimitada slessa mulher,
qua nem ao menos senlia, qua tralava de um ma-
niaeo ; mas esse doce aseen tente Me Iriurnphou, e
a* faculdades morara de Mr. de Bsrbejaa declin'a-
rara rpidamente. Madama de Bsrbejss leudo no-
tado qoe elle pareca mais ajilado, unis eamfcrio,
qaelle decreto se deve trancar a nota de deserto ;! Ju8 le Souza, Manoel da Molla Ribeiro a Francisco
9", se elles perdem o lempo de servido anterior, es- Paulo das Chagas.
lando preses cumprin lo seolenca, ou'por sentenciar, DilaA Ihesouraria da fazenda, Iranstnlllinlo
oo apresenlando-se depois da perdoadas ; 3\ se lias I dous avisos de lellras, na importancia de l:930j rs
uesereoea. cujocrime aa perdoou, se coroprehendem I sacadas pela Ihesouraria provincial do Rio rande
commellida. am lempo de goerra ; 5-, finalmente, | do Norte, sobre aquella e a favor do Etm. piesiden-
se os voluntarios e engajados comprelieudjdoi no in- j la reapccltro Dr. Bernardo Machado da Costa Doria,
e de Candido Tliom >z Pereira Doria.
DiloA Ihesouraria provincial, ordenando qoe a-
dianle ao lliesoureiro pagador das obras publicas,
para a conlinuas.ao das obras por administrado, a
quaulia da 23:11:1-3 ., ceno Smc. de qoe a quanlia
para decoracao e pintura do (healro de Sania Isabel
lleve sabir do produelo das loteras concedidas a fa-
vor do mesmo Ihealro, e como nao foram ninda et-
(rahidas. o qoe deve ler lugar denlro desla Irimes-
Ire, mande Smc. laliaTaier Indo o pedido, sendo a
mencionada quantia considerada por conla do pro-
dueln supra cilado.
DiloAo arsenal da ntarinha, para que compre
com urgencia vinle barricas de cemento da Italia,
para a provinca do Ra Grande do Norte, as quaes
drv'm ser entregues ao respectivo agente Jos Joa-
quim de Lima.lien se scirncia a esle.
l)i!oAo mesmo, para mandnr fazer com brevi-
dade os reparos da que necessila o brigue oCearen-
se.aCommuiiicou-ie ao comman lante da estarao
naval.
DitoAo director das obras publicas, aoloriean-
do.o a vender por 103 rs., urna porcia de madeiras
vellias, qoe se acha na obra da ponte do Varadouro
de Oliuda.
DatoA, mesmo, inleiran lo-o de que se ro.indou
salisazer a quanlia de que liver direito o arrema-
(aiiie da consti vai.ao permanente da estrada de Pao
d Alio.
DiloA ,i linmislrae.lo dos eslabelecimenlos de
dullo paidom esla qualidade, e conseguinlemeole o
dircilo a gralific.eao que percebiam. O mesmo au-
gusto senliur, mandando coiisultar o conselho supre-
mo militar de Justina, e conforman lo-se cum o-pa-
reces do mesmo cousellio, houve por bam resolver
em 19 do coneule : quinto ao Ia quesilo, que nao se
tranca a nota de deserto ; quanlo ao 2', que os in-
stulladoi nao perdem o lempo de servido anterior "
desercAo, ficanlo assim confirmada a reso'ur,Ao de
con.olla da 6 de novambro de I8i(i ; quanlo ao 3-,
que o indulto nao coinprehende as deserr;Oes am lem-
po de guerra ; quanlo ao 1\ finalmeiile, que os in-
dultado! nao peidtm a qualidade de esigajados ou
volunlarios. O que communico a V. Etc. para seu
conhcimento, e o fazer constar s autoridades com-
petentes.
Dos guarde a V. Etc.Jernimo Francisco Cot-
illo. Sr. bario de Sorahy.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da goer-
ra, em 28 de setembm de 1857.
Illm. e Etm. Sr.Tendo-se, por aviso de 27 Je
agoslo ullimo, remellido a V. Exc, com urna con-
sotla do conselho supremo militar, um oflicio do ins-
peclor da thesouraria de fazenda da provincia de S.
Pedro do Sul, propondo varios quentna sobre a com-
petencia do abono das el .pe. litadas na primeira la-
bella anneta ao decrelo n. 1,877 de 31 de Janeiro do
correle anno, a olliciaes em simples disponibilida-
de, ou emnregados em iervi(o de praca ; e bem as-
COMMAN DO DAS ARMAS.
9-aartel cameral do eomoaando da* armas de
Pernambuco na cidade do Recite, em 19 de
outubro de 1857.
ORDEM DO DIA N. 39.
Achando-se o Sr. lenle do 8." halalhao de in-
f.iui.iri.i Jos Anselmo Vallejo na provincia das Ala-
goa, demorado por ordem da presidencia, ale que
o governo decida sobre a in-r erra que soflVeu a 29
de agoslo ullimo, em a qoal foi considerado carece-
dor de dous mezes para o Iratamenlo de sua moles-
tia,lironchiipsobservando a junla militar de san
de que esse Iralamenln devia ser continuado naqoel-
la provincia, por ser nella que o mesmo lente lem
melhoradn, segundo conslou de alBcio recebido do
Sr. coronel assislente, do njuilanta general do eter-
cilo com a dala de 30 de selembro prximo fio lo,
determina o hrigadeiro roinmandnnte das asmas in-
terino, que fi-qe sem elTeito a parle da ordem do
dia n. 21 de 15 de selembro que considera ausinte,
por etresso de licenca, ao referido Sr. lenle ; e
bem assim o respectivo edital de chamamenln.
Declara o mesmo brigadeirn, para o fios conve-
niente, que o Sr. coronel eommandanie do subredi-
to bal-Uo s. engajnu nesta dala para servirem
por mais seis anima nos termos do regulamenlo de 1 i
de dezemhro de 1852, preceden lo inspercjlo de sau-
drj, os sddadns Cu-lo lio Antonio, e Jos Gooralves
de Lima, os quaes por sobra os venrimenlos que por
lei Ihes compelir perceberao o premio de 100) res
cada um pago segundo o dispoMo no arl. 3. do de-
creto n. lll de lOdejanho de 185!. e findo o en-
gajamenlo nina dala de Ierras de 22.500 bracas qua-
dradas, perdendo no caso de deseirAo as vaiitageiis
do premio, e aquellas a que hverem direilo, sendo
censideradns reerulados, sleseont.in lo-se no lempo
do engajamenlo o de prisAa em virlad de -enlene.i.
averbaudo-se este descont, e a perda das vantagens
nos respectivos ttulos, como est por le determi-
nado.
(Assignado:.Joao Jos da Costa Pimentel.
Conforme.Demetrio de Guarni Ceelbo. Alte-
res ajodante de ordens encarregado slo delalhe.
mernentc que anSo he admissivel a defeta por meio
Me embargus em qoe se prove ou pretenda provar o
n,lo recebimenlo do objecto do deposito, ou soa nao
existencia no armazera.
Sao nomeados para proporem ai qnesISes qoe
teem de ser discutidas proiimamente os Srs. Caeta-
no Alheilo, e Alvares de Azevrdo.
O Sr. Cietano Alberto declara deide ja' que a
fontto que tem de propor para ser submellida a'
discossao versa sobre liberdade. Brevemente ier3o
publicados os pontos.
A ordem do dia da prxima conferencia, qoe lera-
lugar quinla-feira 8 do eorrente, as horas a no lugar
do coslume, he : l.\ discussao e .olarao das pro-
postas e pareceres ; 2.-, discussao da propos'a do Sr.
Dr. Caetann Alberto.
Levanta se a aessao as 8 horas.
6
ra, desemhargador da mesma reanlo. I to um tacto eitranho no nosso modo de ser potinco,
Foram nomeados : sem aresloa, que allrahe fortemeute a aiiencao pu-
l- -rl do tribunal do eommercio do Maranho, o blica, se he que nao a aotorlsa a descoufiar do eon-
leodo dessa convenci.
Os negocios que interessnm a lodo o mundo.
que lem por base a tquidade e a conveniencia re-
ciproca de dous paizes que se achara em boas rela-
ces de .mi /.a le. n3o exigem myslerios, nem segre-
stos, mas peto contrario os repeliera, porque o qua
be equitativo e proveiloso obtem a sanrrao da opi-
mo de lodos, e a publicidade vem a ser a garanta
das vanlagens que se procuram. Diversamente o
que nao he equitativo, aquillo qua nao pode sollrer
a discussao porque teme que seui defeilos, suai com-
binares, seus pensamenlos occultos possam ser des-
coberlos, reclama myslerios, sombras e sorprezas para
oblar um triumpho que anle a luz e a demonstrarlo
nao poderia conseguir.
O qoe indicara pois o segredo com que se cobra
esle negocio, e a etigencia de qoe seja disentido ex-
cluindo a critica, e anda o conhecimento do as-
sumpto ".' Qu perigo amea;a a narjo com a discos-
s3o publica desse tratado, que ella nao pode aflron-
lar ou evitar se se Ih'o faz conhecer '.' Sem itecessario
dizer ainda urna vez que os governos representati
mais triste quando lia o livro de ratoo, decidio-ia
a (irar-lhe esse volme de dianle dos olhos mas
tendo observado nesse mesmo dia o desapparici-
roemo, elle etclamou com transporte :
Onde esta' o ulivro de razao 1 Eu nao o ven-
d, elle taz parle de minha heranra.
Alguns momentos depois acreicenlou abaixando a
cabera com gesto de desespero .'
Um dia o cordeiro verde dos Gauberl.e a es-
trella de ouro dos Barbejas se reunirn no rollo de
orna taberna ; meu pai assim o diise !
Eslas palavras resomiam s prevea, a humi-
Iha^ao prnluoda, a mortal afllicrao, que acahrunlii-
va Mr. da Barbejas, e a idea fita que Ihe aliar.va
a razao. Sua molher olhou (rislemente para elle,
disse-lhe com ar penetrado :
Ah nao falle assim !... o co nao permillira'
que nosso filho seja reduzido a tal etlremidade.
Voss lera' o prazer de ve-lo ciescer, e de reco-
nhecer, qoe he digno de seo nome.
Pronvera a Deo qua eu fosse o ullimo de mi-
nha raja etclamou elle com a eiplosAo de um or-
guio feroz. Madama de Barbejaa eslremeu a ealas
palavras; comprehendeu imniediatameule que o
marido nao linha mais consciencia de ieui deveres,
qua lodos os senlimentos naluraes estavam etlioclos
era seu corarao, e que nelle smente existia o orgu-
llio do sangue.
() Vide Diario o. 237.
e que ja Ihe linha ruslado lanas lagrimas. Em fim
chegou o momento 18o nrdenlrmenle deiejado. Em
um bello dia da primavera, quando as andorinhas
caniavam sobre a jantlla, e um lindo raio de sol a-
Iravessava a cmara, ella dea a luz depois de dores
iiienveii, orna menina que Madama de Roquevire re-
recebeu em leus bracos. A pobre mu abraeou a
recemnascida, e diise com voz ISo fraca qoe mal se
oovia.
Minha prima, eo Ihe entrego esla menina......
Ds-lhe o nome d Gasparia.... Tenba cuidado de
seu pobre pai.... Eo deixo vos- em meu lugar, a
vou tranquilla... tranquilla par, Dos...
Seos labios moviam se ainda sem licitaren, per-
eeber som algom ella eonlemplava a filha como
querendo levar para a oolra vida a lembranca desse
pequeo rosto que mais larde Ihe leria sorrido. Sua
resptraefo lornou-sa mais curta, as palpitas;oes de
eu coradlo mais precipiladas e mais tracas, ealgoni
momentos depois ella expiroo. Mr. de Barbejas es-
lava na sala. Aniiuuci,rain Ihe ao mesmo lempo que
a mulher linha morrido, e que elle linha urna filha.
I.evanlou-se, fui laucar a vista alravez da porta da
cmara e dase litando sobre o leilo um olhar sem
etpressao.
Quero boas caitas de eODfeilM para o baptismo
e velas de libra para o enterro.
Francisco conduzio-o para ojrdim, e elle pas-
itena me perdoe dis o de dotorosa commisera^io. Temendo depois irri- dar o menor signal de pezar e de sensibilidade : re-
ta-lo, relnou-se para chorar livremenle. I pelia somante de lempos em lempos
Nesse mesmo da quando ella conlou essa scena a' Cincoenta caitas -je eonteiios e velas de libras
prima, esla disse-lln tristemente : Quero as cousas cm magnificencia.
Desde o dia em que Mr. de Barbejas assignou A menina foi bapli.ada nesse mesmo Mia. Mada-
a escripiura de venda, nao cnnservou por um si mo- roa de Roquevire fui sua madrinha ; depois Ma ce-
menlo a plenilude de sua razio, como o provam remoiii.i a ama levou-a para a casa de seo marido
su s palavras e arrues. Nao ha remedio para esse um pobre arlist da vizinhanci. Fez-se no dia se-
mal, eo que devemos pedir a Dtoshe que elle nao guinle o enterro de Madama* de Barbejas: loda a
peiorealea loocura... ri 1.de eslava na igraj.i, lando a sua frente as pes-
Esla suppl ra foi quasi ooviila : Mr. de Barbejas soa' mais consideraieis. A bella Paulina foi enler-
cahio bem depressa cm ama eiperie de apalhia, re I ra'''1 rffll,venlo dos Mnimos no luinulo doi Bar-
RIO DE JANEIRO
2 de oulubro.
Nomesces.Por decretos de 30 de selembro de
18.)7 foram nomeados :
O I.' escriplurario da Ihesouraria da fazenda da
provincia de Gnyaz, Jos Rodrigues Jardim, para
chefe de sec^ao da mesma reparliran.
O amanuense da secrelaria da referida Ihesnora-
ria, Ignacio Aulonlo da Silva, paral.- escriplura-
rio da dila reparljn.
Aposenladoria.Por decrelo da mesmi dala, foi
aposentado Severiano Jos doi Passos, no emprego
de chefe de aecc,.1o da Ihesooraria de fazenda da
provincia de Govaz.
4
Instituto dos advogados.Conferencia do de
oolubro. presidida pelo Sr. Dr. Tejxeira de Frailas.
Presentes os Srs. Teixeira sle Fraila*, Caelano Al-
berto, Alvares de Azevedo, Silva Velho, Cslell6es,
Salles Rosa, Urbano, Freitas Coolinhn, Firmo, Di-
niz, e Silva Nunes, abre-se a essao s 5 horas e 40
minutos.
Prestam juramento e toraam asiento os Drs. Jos
Ballhazar de Abren Cardoso Sudr, Thomiz Alves
Jnior, Anlonio Das Paes Lem, Carlos Frederico
Taylor e Loiz Alvares de Azevedo Macedo.
Foram approvalos membros efleclitos da ordem
os Drs. Ileurique Francis;o de Avila, Gaspar da Sil-
veira Martins e Jo' Francisco da Silva Ama-
ro I.
L-se, e he sem debate approvado, o parecer da
rommiss.Vi especial nomeada para o etame das con-
las do thesoureiro approvando as mismas con-
las.
Passando-se a 2.a parle da ordem do dia, entra
am discossao o I.' quesilo da qaestao proposta pelo
Dr. U'bano :
A acc.ln d deposln por gneros rerolhidns cm
armazens de deposito, no caso de mudanca na a I-
miuislrarao entre o deposito e accao. conlra qtiem
compele, em vista dos aris. 91, !S e 281 do cdigo
do eommercio, e arls. 268. 270 o 280 do regulameo-
lo n. 737 de 25 de novambro de 18)0?
a Compele contra o et-a ministrador qoe recebeo
os gneros e pjssou recibo ?
Compele contra o administrador aelual '.'
Tomam parle na discussao os Srs. Caelano Alber-
to, Urbano, Salles Kosa e Alvares de Azevedo. De-
pois dealgumas observares do Sr. presdanle, sob-
melle-se a votivo esse priraeiro ponto e o instituto
decide unnimemente qoe na aceao no caso verlen-
le co i pele contra o a tmiiii-trador arto i1.
Posto em discassSo o 2.' ponto : Com que do-
cumento* deve ser inslrunla a pelillo inicial contra
o administrador actual, segundo o arl. 270 do ra-
- .llmenlo '.'
Ficara' fondada acs^o eom o recibo da ei-ed-
NonieacOe.
Foram nomeados por decretos de 3 do ce rreole .'
Para a thesouraria Mo Maranho.
Chefe de secQo o primeiro e9cripturario Luiz Car-
los Pereira de Castro.
Primeiro escriplurario o ofllcial da secrelaria da
thesouraria Jos Francisco C imeirn Junqueira.
SegunJu cscripturano o amanuense da secretaria
Luiz Augusto dos Res.
Ainauueuse da secretaria o amanuense da secreta-
ra da thesouraria do Paran Rogero Augusto Pe-
reira.
P.ara a Ihesouraria do Mati-Grosso.
Chefes de seceao, o iuspactor interino da extincla
pagadorU militar da mesma provincia, Joaquim da
Silva Tavarea, e o escrivo da dita pagadoria, Joao
Nunes Martin..
Primeiros e.crf lurarins o praticanle da Ihesoora-
ria Ignacio Antonio Penlo e os roltaboradcres J-
le Vicente Correa e Jo3o F'eli Peixolo de Azevedo.
Segundos escripluraiios Verssimo Rodrigues de
Carvalho e o amanoense da etlinrla pagadura mili-
tar Jos Joaquim Val GuimarSes.
Porleiro carlor, rio, Antonio Monleiro de Meu-
donaja.
De n> tarta.
Por decreto da mesma dala foi concedida ao bacha-
rel .loaqoim Jos Me Aaill a demissao que pedio do
emprego sle procura lor fiscal da Ihesouraria do Para.
Insliluto dos advngados.
A questao proposla pelo Sr. Dr. Caelano Alberto,
que lem de ser discutida na proiima conferencia lie
a seguinlc :
Sendo muilo usual enlre ni det;u; qualquer em
seu solemne lestantcnlo escravos forros com tibrica-
(10 de servir a algoma pessoa, em quanlo esla fiir
viva, ou por cario praio de tempe ; e nao menos
freqoente denar os escravos para servirem lempora-
riainnlc a alguem, c se llies dar a orla de huei i-
de, liia-1 i esse prazo, per^iinla-se :
1. Na primeira hypilhese, se fr escravo, e liver
filhos durante c lempo em que erara obrigados a
prestar servico-, os lilnos serao livres ou escra-
vos '.'
Se livro1, ser3o lambem obligados a prestar servi-
e;ii'.'
Se escravoi a quem pertenrerno '.'
2. Na segunda hypolhcse, c verificadas as mesmas
circoinslancias, tera' lugar a u e-m i deci-lo ou di-
verja "'
E resolvendo-se que os filhos nascidoi nesse inler-
vallo sao escravos, de qnein o serao"!
3. S os serviros forem duxados n pessoa cerla
por lempo limitado, podera' esta pessoa transferir a
oulreni esses serviros ?
i. Se fallecer o usufructuario dorante o prazn
em qua o escravo deveria prestar-llic servidos, eonti-
nu r a obriga;an de prestar-lhes servijos al lindar
o prazo marcado ?
E nesse caso a quem devero ser prestados '.'
3. Se for escrava e liver filhos, nascidos nes.e
prazo, qoal a condirao desles ; e a qoe serao obriga-
doi'.'
II
Por decretos de 5 do correle foram -
Presidenle do lupremo tribunal de juslica, por 3
anuos, o ministro do mesmo tribunal conselheiro
Joaquim Jos Pinheiro da Vasconcellos.
Juiz de direilo Me Gurupa', o bacharel Pedro An-
lonio Ma Cosa Moreira.
Sob proposla do Rvm. bispn de S. Paulo, foi a-
prcsenlado o conego Manuel Emygdio liernardes na
dignidadede thasooreiro mor da calhedral do respec-
tivo bispado.
Tiveram merr de servenlia vitalicia :
Do oflicio de escrivo privativo do jury a execu-
Ci*ies criminaes do lermo de Pilangui, Joao Bahi* da
I'enseca.
Dos do contador e partidor do juizo monicipl e
orphaos do Ierra* de llabaiaiiinha, Joao Esleves
Lima.
Dos de contador e partidor Ma termo de Mogy las
Cruzas, Brilaraldo Jos Rodrigoes.
Foi promovido o lente coronel chefe de eslado-
maior do comman I j superior da guarda nacional dos
municipioi de Pombal, Palos, Catle, Pianc e Sou
za. na provincia da ParahJba, Salvino Jos da Cos-
a, ao posto de commaudaule superior da mesma
guarda.
Foram reformados :
No lugar de eommandanie saperior, o coronel lo
7" halalhao de infantera da guarda Dacional da pro-
vincia do Rio de Janeiro, Joaquim Antonio Cesar
de Andrade.
No misma poni, o major da autiga goarda nacio-
nal da cidade de Anlonina, na provincia do Paran,
Joao Antonio de Miranda.
Por decretos de 8 slo crreme :
F'eli reron tti/.i'io no logar de presdanle da relajo
do Rio da Janeiro, por lempo de 3 aunos, o consa-
eiilorppcimeiiln moral que aprotimava sea bestilnde
dos finalices aecl..roa da Bou Iba. Paisava dida Intel-
roi em silencio, a.-enlado no mesmo lugar com n
olhsta meio abarloa, aspirando o fumo sle <*u Brande
cachimbo e eslranhj a lud> o que se szia em redor
delle. I.su causou grande dor a Madama, de Bar-
bajas, a qual chorou-o com se eslivesse mnilo. To-
sas as anas e n> filho. Pensaia com urna alegra misturada de
bejas, a ale o da em que foram violadas as sepultu-
ras herldicas, ella repousou sobre a mesma p;dra
qoe o velho Barbejas, seu iuei iravel logro. Mr. Me
Birbejas ndo Ihe subreviveu multo lempo ; mntreu
urna manhaa, vespera de Natal, sem ler derramado
urna sii lagrima pelo fim prematuro de sua mulher
e sem lemhrar-se de que linha uina fi ha.
A eaeriplori de venda leve enlo pleno effe lo ; o
coinpraslor lomou pone immeliatamenle : ludo Ihe
tristeza nes.a innocente desherdado aolti de nascer I perttnca, a etcepcao doi archivos, e a lierdeira dos
cho f
Barbejas no recolheu da heranca paterna sen.lo o
hvrode razSo e om grande sacco cheio da pergami-
nlioi, qoe remontavaro, uu ao menos pouco Ihe fal-
tava, ao lempo dos res magos.
VI.
Madama de Roqoevire velou, ainda qoe com al-
gom Irabalho, na edacasao de soa afilhada ; sua.
reuda eram muilo diminutas. Por oolro lado a ta-
berna de Gaoherl nao Ihe deitava itnao ons cem es-
cudos, qua nem s-rapre eram pagos corn etaclidao.
A pobre mulher tiveraalm dino ama demanda com
o cavalheiro de Ruquevire, esse terrivel adversario,
coja obstinarlo era proverbial, em palacio linha-a
levado parante todoi os Irihunacs. e ella havia per-
dido a causa em ultima instancia. Segoiram-se em-
b iracas perunisrios, qoe a obrigaram a vender a casa
em qae hahilava desda a soa viovez, e onde linha
passado soceg.idameuta tantos annos em companhia
da prima, o melhorea anuos de soa vida.
Pagas ai mi dividas, u.lo Ihe resloo mais do que
eu pequeo dominio de Gepieres, junio dos Alpes,
Ella resolveu enlao deitar a cidade de Ait, e retirar-
se para o ompo.
Caaparia lioha aulla dozeaunos. Era urna me-
nina delicada, alva com'. om lyrio.e bella como um
anjo. Sua madrinha linha a deixalo al eaiao em
ara convento, no qual ella recebera a < tu -a i ., qoe
nesse lempo era coslume dar-se s mocas : sabia so-
mente ler e ecrever ; porem suas mSotiohai corae-
favam a fazer com pefairao todas as obras de gu-
illa. Seo carcter era naturalmente serio ; nunca
se associava a essas explosSes Me Inuca alegra, que se
deitam ver as casas religiosas depoia slas horas Me
silencio e imraobilidade, e que sao provocadas pelo
menor objeclo. tluanlo as ootras meuinai brinca-
vam cora grande alarido e faziam reioar o jardnn
com sdas nssdas, ella seguia-as com a visia, rorrin-
Mo, e ficava socegaila junio da me-lra das pensionis-
ta., a qual leudo o rosario na mane o rumian i de-
baixo do brar;o, segua de longe sea joven rebanhn.
Ilerdara de soa mai urna alma desinleressida e
generosa. (Juanita madama de Roquevire anniiu-
clou-lhe eom semblante triste, que o eslado de sua
fortuna a obrigava a retira-la do convenio e leva-la
com s^o ella respondeu-lhe :
Nao se alDija, minha madrinha, nos vivaremos
socegadamenle, sem grandes despeza*. Teuho al-
guna bens que me rendein alguma causa, al agora
Vmc. tera-ine dado todo esse dinheiro ; mas de hora !
em dianle ha de guarda lo e servir-se i-lie para entretanto qoe na re
pagar a e,sai vis creataras que a perstguem. 'pureza transparente.
Nao, replicn madama de Roquevire abra-
(ando-a, ene heo leo dota e nunca Ihe Ihei da locar.
Aiuntarei pelo contrario e-sas randas afim sle podar
dar-le essa pequea quanlia no da de lea casa-
mento.
Nunca me hei de casar, murmarou ella.
E porque '? perguntou-lhe a-maslrinha.
Porque sou pobre, e ehamo-me madamesella
de Barbejas, respondeu ella com altivez.
Ah minha filha, fallas como leu pai et-la-
moo a boa mulher locada desse orgulho precocr.
Alguns das depois orna especie de caravana sabio
da cidade de Ait pela parla Me il.llegarde. Era ma-
dama de Roquevire que rehrava se levando seus
movis, seo facto, a seus saceos de papis. Cami-
uhavam adiante tres burros carregadoi da malaa e
oulros utancilios, seguiam-se depon Joanninha e
Francisco que lana N p e com ar alegre para suai
uioni.inh ,-. Ambos tinham inscido nos Alpes, e a
ila de irem acabar seus dial vista do pico de Bous
A capilal do Eslado Oriental conlinuava em paz ; j vos nao podera prescindir da opima o publica '? Que
elles nao goveruam nem administran! sean em no-
me di maioiia, e que a vnntade da matara hu a lei
suprema as soeiedades democrticas ?
ir Esse tratado, por agora mysterioso, seria appro-
vado pelas honradas enmaras pela Torga da opim&o
do Sr. ministro, e por effeilo da precpitaclo Ma dis-
cossao, na falla de antecedentes, de explicac/ies ou
de dados para aprecia-lo devid.mente; era tirtuda
do lisongeiro da forma e das phrnsei. e nao obstante,
ene tratado seria logo, oo poda s-lo, um jugo im-
posto nacao sem seu conhecjmenlo e lem sua ven-
ia le, qoe arrancarla diariamente om proteito ou
ama blasphemia conlra os seus autores.
a Desl'arle o governo representativo, qoe nao Tiva
sen'io da opiniao publica, consegoiria, por urna in-
novado das formas, volls-la conlra ii, o que equi-
vale a perder o apoio que o ansenla, e que o he lam-
bem da Iranquillidade e da .ua influencia.
a O. antecdanles bem conhecidui dos doas pai-
res, que esliputam peta tratado em questao vanla-
gens reciproca* para o seo eommercio, deisarum na
ronsciencia publica certas temores ou dscooftan<;ai,
que he necessario desterrar de orna vez ; o minie-
lino as robustece e a* augmenta.
o O Brasil he forte, lis rico, he poderoso em meioi
econmicos, e tem inmenso iuleresse em que a re-
pblica Oriental seja para seas productos um mer-
cado fcil e seguro ; aquella pelo conlrariu he pobre
com retaceo ao Brasil, sem produelo* que posiaio por
ora compelir com os daquelle ; logo, fcil he lop-
por, mesmo lem conhecer os lermos do halado, que
a questao de reciprocidades nao ie pode resolver por
uina phrase, ou com orna corlezia, que poderia con-
fundir-se com a do gigante ao pygmeu, ou com a
do Hlela ao moribundo.
Como quer que seja, nunca .e comprehendera
que a. queslOes mercaulis sejam Maquetas qoe la re-
solvam no segredo do gabinete, ou lias seisoes secre-
tas das eamaras legislativas ; o qoe parlence ao pu-
blico he do publico, como o que he de Cesar he de
Cesar, n
Parece-nos improcedente e menos justa a argu-
meniajao do contemporneo, que de mais perca ei-
-euri lmenle pela base. Nao consta que em piiz al-
gom regido por in-hluices democraticn-repreienta-
tivas, onde a intenenrolo final .obre os tratados cabe
ao poder legislativo, baja areslo de se publicarem os
actoi inlernacionaes, linda nao consommado., sean
no momento de sojeila-los a e.sa intervtnc.o. Esta-
belecido esle principio, al boje invariavelmenle a-
eeiio como verdadiro, qua motivo legislativo pode
haver para acoiinar de inyslerius o procedimeuto do
governo '.'
E alem dino, estarao os legisladores do Eslado
Oriental lao pouco informados das neeessidades do
seu paiz e dai suas retaces com o imperio, que uao
se aeliem j habilitados para julgar de ajustes cuja
iniciativa parti do governo da repblica, eqoe.n
com diflicoldades e molla perseveran^ foi dado ao
Ilustre plenipotenciario oriental realisar nesla corle?
0 auxilio da imprensa he indispensaval, dizem ai
contemporneos. Admillindo que nesle caso o seja,
convein. pelo menos, que o presten) opporlunaraen-
le aoi representante, da nar,1o, oa quaes de certa,
fazemoi-lhei es.a juitica, n3u bao de eilar tao care-
cidos de luzes e dados pralicos sobre as cousas do seu
paiz como la poderia presumir da caridade qae Ibes
offerecem os publicistas seus compatriotas.
Em verdade a impaciencia, o acdame uto, e, per-
milts-se-nos a expreiso, a maligudade qoe o le lor
imparcial ha de notar as publicarles a que no* ha-
vemos reten lo, como qoe aoton-ara a suppu-n-.io
de qut loda a celeuma qoe se lem levantado assela
nicamente no receio de que urna negociado que si
ass.gura vanlajosa a' repblica d forja na prxima
lula eleiloral ao governo que se desepi derrotar, a
prrjudique os inieresses mercanli* de Buenoi-Ayreg,
islo em urna poca em que certas estadistas pensara
em um mysterioso pnjeclo de nconcenlrac,ao
par lodos ou alguns dos Estado do Prala.
1 ma nica observaran Taremos por ullimo em rti-
posla as allosfiei dos conflictos internaciomei a que
podem dar logaras modificacties do tratado em qoes-
tio. Sem duvida que a Repblica Oriental deve t-
preciar muilo as suas boas relarOes.com os Estados
irmlns ; mas nao ba tera' por cerlo Oriental desa-
P iitun !n que pretenda sacrificar os interesses vllaes
de soa patria a'i vanlagens de urna sonhada nconreti-
Iratao, nem envolver-ie em queslOei a que devera
ser eslranhos, sob pena de perlurbarem a .oa paz in-
terna, e de afaslarem. Dos sabe para qoaudo, a res-
liur ir.-n, do seo lao debilitado paiz.
O esraorecimento o o desanimo qoe na pra^a de
Montevideo havia deixado a epidemia da tabre ama-
relia lem gradualmente desappaiecido, e o movi-
meulo commercial das pocas normaes ia-se lesla-
belecendo.
Na larde do dia 25 do passado fandeoo no porto
'taqoella capital o vapor trAmazonas.u O Sr. conse-
lheiro Paranhos desembarcou para a casa da legarlo
imperial, onda foi hospedado pelo nnso digno encar-
regado de negocios o Sr. Joaquim Thomaz do Ama-
ral. O Sr. Paranhos all recebeu as vieilaa olliciaes
do presidenle da repblica, e do minlslro dos nego-
cio* estrangeiros. >
O Sr. Paranhm pretenda itguir para o Paran' a
bordo do vapor aParaguasni no dia 7 do eorrente a'
larde.
Em Montevideo, na quesISo enlre o imperio e o
Paraguay, a caula do Brasil lem na maiona da po-
pul-eao as mais decididas eympalhiai, e em geral
rccouheeem lodos que na missao qoe ora enva o
imperio aquella Estado da' o governo imperial mais
e a despeilo do excitamento em que contnuavam os
espirilos com a apioviiuacao i'as eleiroes de repre-
sentantes, esperava-se que a ordem publica nao se-
ria alterada.
A fracc.lo do partido chamadoconservador,o-
nica que se aprsenla na lua com ardor e vehem.n-
cia, e que se diz prompla a bine ir mao de lo los o.
recursos, sem etcepluar o da* armas, apezar de ser
auxiliada por um partido da outra margem do Prala,
nao dispe das meios sufllcienles para levar a effeilo
orna revoluca.i, grabas a allilude enrgica em que
se collocou o governo, apoiado pela opiniao de loda
a gente sensata do pata ; e grabas lambem a disposi-
5,1o em que se assegura estar o general Oribe de
coadjuvar com loda a sua infloeocia e prestigio o
poder legal, nao obstante as divergencias que delle o
separam. Em taes circumstancias, pois, pode dizer-
se que felizmente serao baldadas quaesquer tentati-
va, revolucionarias.
O corpo legislativo do Eslado Oriental foi convo-
cado etlraordinariamenle para o dia 5 do eorrente.
Aqui Irauscrevemns o decreta da convocado, no
qual vera etposlos os motivos qae a determinaran!.
(t Achando-se pendentes da sanelo do honrado
corpo legislativo a questao de limite* suscitada entre
os departamentos da Floiida e S. Jos, e os projeclos
do ministerio Ma fazenda sobre os direilo* de etpor-
tacao e augmeuto das patentes ; e ievendo alm dis-
lo aiibn.etler-se a sua alia cousi lerajao as modifca-
teles do tratado de eommercio, propostas peta gover-
no da repiibliea ao ita imperio do Brasil, e que lti-
mamente chesaram daquella corle; ltenla a im-
portancia e urgencia da taes assumptos, o poder cte-
cuiivo, no uso de suas aitribuini-s, rssolve e de-
crea :
er Art. 1. Convoca-se ettraordinariamenle a hon-
rada asserablea geral para o dia 5 de oulubro prxi-
mo, para o fim exclusivo, de conformidade com o
qoe prescreve o as I. 12 da constituirlo do Eslado, de
resolver sobre os assuinplos mencionados.
tr Arl. 2. Etpecao se as circulares respectivas re-
commendando-se o ponlual comparecimenln do. Srs.
senadores e representante no dia indicado.[Asai-
guadoa..'Pereira.Joaquina Requena.
A nohc a das modifiea{6ae feilas no traalo entre
o impeiio e a repblica, com vautasen. para o eom-
mercio desla, tal recibida em Montevideo cun vivas
Memoiistraces Me satisfarn.
Em cons-queneia des.as mo 'tficac.es etpedio o
governo t repblica ao< cheles poltico* dos depar-
tameuluf, com dala de 25 do passaMo, a seguinle cir-
cular :
O Srs. D. Andrs Lama*, enviado extraordina-
rio e ministro plenipotenciario da republ'ca na corle
do Rio de J ineiro, concluio um tratado de eommer-
cio com o governo imperial que eosegora um mer-
cado privile .iadis-imo nos portes slo Brasil, nos pro-
ducios do ga lo do E'iado Oriental, e qne favorece
aos deraais producios naluraes e aercolas.
Esle ir-l i I o psiaiielece nma grande ba deseiivnlvimenlo sla industria, di agricultura e do
eommercio, e por conseguale para o augmento da
riqueza geral do paiz. e do bem estar dos seus habi-
tante. Essas vanlagens, porm.e ainda mesmo a n-
eciioSo das estipulacoes do tratado, lepen Mein da
permanencia da paz, sob a poltica iniciada no pro-
gramla de S. Etc. o Sr. piesidenle da repblica, e
sustentada pala administrarlo actual.
ir Felizmente o espirito pacifisoda populara >, fruc-
to do amargo desengao prodtizido por urna tanga
serie de calamidades a da lollrimentas, he una ga-
randa de eslab'lidade da paz, e urna prova de aco-
Ihimenlo sincero qae a grande maioria da narlo
pre-la a poliliea do governo.
Na protima sessao eilranrdinaria da. honradas
cmaras solicitar o governo a approva^o do trata-
do para la rahfic.ncao. Entretanto, de ordem de
nomea los : S. Etc. o Sr. presidente, lenho a satisfago de com-
n unicar a V. S., para sen eoiihecimenlo e o dessa
povoacao, aquella suecesso, que abre orna perspec-
tiva de pmsperidade a repblica. Dos guarde,
etc.
A circumslancia potm de n3o se ter dado publi-
cidada a integra das mo tificaroes mencionada* havia
causalu alguma impressau no espirito publico, e cu-
meeava a despertar desconlianrai e temores nos ni-
mos mais susceptiveis.
A propria Imprenta eslranhava o myslerio de que
se linha roteada um negocio que o proprio governo
nllicialmenle declarara ser do niaior iuleresse para o
Eslado. .
O nCimmereio del Piala, prononciando-sa nnse
sentido, no seu numero de :l do eorrente exprime-se
assim !
ir Conlinoa o myslerio acerca do conleudo do no-
vo tratado de rnminercio com o imperio do Itrasil, e
comer a circular como cerlo o bnalo de que ser
discutido am sessAo secreta, a requisicao, segando se
diz, do Sr. ministro plenipotenciario qne celebrou o
tratado.
ir Eslranhos a esla nova diplomacia que faz segre-
Mu de negocios em que se hala de Inleresses punt-
llenle mercantis, de algarismo a da calclos, aer-nos-
hia necessario renunciar a nlaga^ao dos motivos que
Ihe d5o i'iij-iii, se ella mesma njo incila-se em ex-
tremo o desejo de conhece-los,de adevinba-tas ou de
presumi-los
Dar-ie conla do Iralado em HMt secreta para
explorar as opinies dos sentares lepreseutantes se-
ria pelo menos um passo de mao agooro ; porm re-
serva-lo sellado e lacrado como a sentenra fatal ou
como a concessao de um privilegio etelusivo de pros
peridade e Me ventura para qae seja lido, discutido,
e deserta, o silencio neral era apenas iurbado pelo
balido d rebanhos, e pelo grito dos pastores que
respondiam-se reciprocamente de urna e outra mar-
gem do rio. Viam-se espalhadns peta, campos e
perto do caminho que alrivessa esse paiz deserto al-
-.iiiiiis casinhas de pastores, e di*linguia-se alravez
das arvore* um grande edificio quadrado com ledo
vermelho e leudo a seu lado um pombal tao alio
quanlo orna turre.
(Jue rasa branca he aquella qoe vejo .' per-
-ilnIon l, i-pana.
lie a taberna de Gauherl, re*pon lea-lhe a ma-
drinha ; he a heranra que la mai le deixoa. Auti-
gamenle era am castelto com seu paleo ni frente,
-iias lorrinhas e seus calavenloi ; mas luje ludo iaaa
eati destruido e s resta o pomba1, e o enrpo do edi-
ficio, no qual le alojan) o arrenos e bufarinheiroi,
os rufiOei e todos os que se empreg.im em percorrer
as feras da pruviucia.
Durante esse lempo Francisco linha aberto a casa
- -"------------ L.u.n.f,D -TC ir-oto" i ,.,,oi-. i 11 10 PIIQMU ,1 1.,^
ion o* encina de alegn.. Madama de Roquevire e e Joanninha preparara a ceia. Madama de Roqae-
sua afilhada ira por uli.mo montadas em um ma- vlre escolheu para si e sua afilhata a raelhnr ca'na-
------____..... para si e-u i anua 1.1 a raelhnr cama
go.o, que carregava sem fsdiga esse duplicado e mandou entrar o seu rendelro, o qoal de.de que
.l i h ,;<",rl01 d,a ch^. comboy-di- ella chegara nSo cessava de rondar dianle da porta.
le de uina humilde caa de campo situada na en- Esle bomem entregou-lhe uns papis gandujados e
cheios de manchas, o que provava que ci sham des-
le muilo lempo em suas maos.
Ainda papel sellado? eiclamou a pobre mulher.
Desla vez o cavalleiro de Koqoevire, menla m- urna
demanda de esliliiir.lo c faz penhorar mullas
renda..
Mas o direilo esla de sen talo, minha madrinha
e Vine, gauhai sem duviJa a causa, disse candida-
mente aiparia.
Ouem sabe 1 mnrnuiiou a boa viuva, Mando
costada cadeia da collinas, que guarnece a margem
eaquerdl da Bleone, e domina toda a campia de
Sieyes. .Ma I na de Roquevire n,iu vinha esse lugar
desde a morle de sus prima. Ness.i poca ella veio
ahi orna vez, e nao p le soffrer por muilo lempo a
sohdao e bolamente em qae se ochava, perdenln
uina eompauhia lao agradavel. Esla lembranca nSo
s liulii apagado. Ellaapoiou se ao brae da afilha-
da, e disse-lhe Irestemeiite :
Auligamenle ea vinha aqui iodos os veres
cora la pobre mai, e aqui passamos dia* bem feli-
zes. Vamos assenl ir-nos jauto daquella sorbeira :
era all qu.- ella sempre descansava depois de seu
passeio.
A menina enxugou ent.lo una lagrima ; lem-
branca de soa mu cmniiiovia-a sempre a poni de
laze-la chorar. Segu'O >ilencinsaraente a madrinha,
e aiabaa asaetilaram-ee em um banco sle pedra ro-
lierto Me musan, junio da arvore sccnlsr cuja leve
(ollia.em eslremecia ao meunr sopro de venta.
II sol la tespparecer, e seu* unimos rajos lingiam I pressa cunse a idade n9o livesse
as nuvens de uira brilhaole purpura millarada de tre ella* grandes dittarencas. I in
va-se de quesloea a seu alcauce, c a madrinha esli-
mava muilo deitar-lhe o governo da casa. Depois
de algura repouio ella quiz ir al a taberna de Gau-
bert alim de visilar suas poiseisOes. Era um passeio
de tres quarlos da hora.
O caminhu que he boje a grande estrada em que
rodam noilee dia carretas c diligencias, era enlo
urna larga vereda cavada pelas heilai de carga pela
qual smenle podiam passar os coireios, e as passoas
a cavallo. Essa via de rnmmui>icaclo, que condu-
zia enlao fronteira do P.euionle. era mui freqoen-
tada emqaaulo o invern nao a lornava transitase!,
e ahi eocontrava-se a cada puso comboius de machos
altivamente arreiados.rom o peiloral ornado de qua-
lro urdans de caseavais misturados de franjas de Ha
encarnada e azul, os quaes caminhavam em fileiras
gutaloi por am bomem de pelle ruive, cabellos des-
grenliados e msculos seceos e solidos.
Madama de Roquevire e sua afilhada cora a saia
arrejerada e o chapeo de sol na mao seguiam esse ca-
minho pedregoso, laudando os airieiros que ascam-
pniiieiii.ivaiu de passagem e dando urna moedinha
de cobre aoi pequeos campouezes que eocoolra-
vam.
Chegando dianle da taberna pararan em um mo-
mento, o caminho um pouco mus largo nesse lu-
gsrera dominado de um lado p las encoilai cober-
las de malas da mnut-.iilia de Bou-sun ; do oulro
lado elevava-se o enligo castalio de Gulherme de
Gsubert. Asjanella* e-lavam quasi loda* guarne-
ctdas da vidros, os anliges ralavenlos rangiam ainda
em cima do lelhado, e hiviam sobre a porta alguns
vestigios de um escodo Me arma* que pareca ler sido
de-lruido de proposita. O corpo do edificio eslava
catado de fresco e no ngulo '
om profondo suspiro ; se po inlelicidade eu a per- I rolulo representando am q.iadup'de foni' b'mZ
poucas para retorcida, cuja cor aprotimava-se ao verde de eltas-
tieo. Ao lado desse animal tabulo
ouro ; uina neroa li.lra e-lendia-se sobre a tanga
planicie em que o Bleone rol i su is tguas cinzenlas
lo superior o ar lintta urna
Toda essa paisagera tra calma
ler I das es lunillas rendas -.ri i
pagar.
Ser-nos-ha preciso vollnr a Aix para pleitear V
perguulou Gasparia com ar seiio.
Nao, nao, respondeu m idaina de Itaqucvire,
sorrinlo a respailo de seus petares ; j.i basta de fre-
quenlar o palacio e de solicitar os juiee igori se-
ra o que Daoi fr -ervido !
Essa velha e e--a menina enlen le iin-.p bem Me-
i*l.ibeleci lo en-
linha o espirita
mo;o e grande vivndole apezar dos seus fio an-
uos, a oulia era de
uso urna mao pou-
em lellras grossase disforme*:__
C'i dslra escrever
Ao cordeiro verde o Agas^e" esaajadeiroTe cmllo
de alugu.l. Ilom vinho c bom aposento.
A porta de entrada .lava anda para o recinto que
tara sera dunda o anligo palso interior, urna parle
da qu-l liaba aido transformada em gallinheiro, tia-
se d.pois o auho tardim, pUnUda Me legumes que
nlo conservava msisueiil.utn signal dos amigos re-
parlimenlus porem uina bella tanta l*nt,va anda
. era de om caracler Iranquiilu, sua jo- i .slentavam %L+S!? *"*' '""^ P."
.en in.ell.genca encarava .empre aVeooMl pelo la- ca ai nchTl no fun u'-^Z f""na,"n Um |onS
lo serio. Ja e,a capaz Ma i.icl.li,. quando' .rata- Cari,DanC"*1 no funJ *M<^.^ ,


. -




DUBIO DI MRNAUBDCO OrART\ PETRA 21 DIOTBBO DI iUt.
Dtii < pruva il i ptailenci e iU nioilerac,ao qn o suiam
lias suas relares com o i-itenor. Esislein rumlmlo
alguns e-pinlj. malmno, emre oa quaes priidhm
cilla* n iludiras tic Bueitos-A.vre, que, sollanilo
calrulailas in-inoaroe, piururain envenenar as in-
teni/V ilo Ki.nl.
(I Sr. Atetada Perantia, que fol lamben) de pas-
*=. nu IDHUDIIIi rteaiMBla o eiercicio do car-
eo de cnsul serI do impeno no dia 28 do passado.
Al a sabida'do C.milla nao havii chegado a
Montevideo o Tocanlnno, oue panio desle porto a
l3.lomez lindo. Presomit-se que estara demorado
no Kio Grande por Talla de agua na barra. Anda re
pre.end.-ra su.tentar pnr mai. lempo o eervicu desla
linha como buje se faz ? Que nome dar A este em-
perrameuiu da companhia e do guverno '
De Buenos Ayre. nada ha de importancia. Con-
linuava a rfn.i a tranqnillidade publica, e a aug-
meular a nclividade commercial. A quesillo da en-
corpora(.la daquelle E.ladu a'ConfederncSo Argen-
tina la ailando terreno no sentido da L'niao. lie
disso prova nao so a opinilo da Imprensa porlenlia,
como o laclo de liaver o suverno re.olvido disculir
em s-u cnnsrlhn urna ettenaa nula dirigida pelo mi
Dl-lio do inlerior da Conrederac.o ao de Roeuos-
Ajits, na qual fundamenta e propfie a realisacso
dessa idea.
O jovernn apresenton a' cmara om projerlo pe-
dindu aulori'ac.a'o para fazer s despeas uecessanas
com a cnnfecr;)o dos cdigos civil e criminal.
A sesses do corpo legislativo foram prorogadas
al 31 de oulubro.
As noticias da fronte ira alcangavam a 20 do passa-
do. Ilavia em toda a cainpanha prrfeilo socego.
Tein lambem pouca importancia as noticias da
Conf-.ierac,,"lu Argentina, que continuara em paz.
No da !) do mei findo fui assignado pelo ministro
dos negocioi estrance ros e pelo eorarregado de ne-
cociis da Premia um tratado de aiLzade, commer-
cio e navrfiac.no.
Pur Iudicacflo do depolado Zapata conferir.im as
amaras g general Urquiza o poslo de capilSo gene-
ral das Coreas de mar e Ierra da Confederac,ao.
No dia HO do passado venceu-se o ultimo prazo
concedido aos Srs. Troov, Chauvel e Desos para o
eiUbelrcimtnlo de um Banco, sem que podessem
elles levar a elleito o seo compromi'so. Iirciava-se
agora a crearlo de oulro Banco com fundos do paiz,
cujo capital efteclivo seria de del mill.Oes de fran-
cos. Presumase reunir antes de tres mezes as
aceces necesarias, lendo-se feilo ao Sr. barSo de
Maua' proposites para que estahrlrr-a um Banco
de descontns, emissao e depsitos no Rosari<) de
Sania Fe, ficando nesle caso em effeilo o que se
projectava.
Do Paraguay temos datas al 23 do mez pasado.
O o. Semsitaiio continua a oceupar-te excloelva-
menl enm o Brasil. Em oulro numero trataremos
dos rticos que publica e qua nos pode.D inleressar.
Boje liniilanio-not a lransciipc,ilo da noticia que no
da' o Semanario de ler resolvido o presidente
. presn
Lpez estabelecer urna linlia de navegtcao a vapor
entre a Asfomprno e u porto de Albuqnerqoe :
Assumpra" j 25 .le telemhro de 1857.
Navegado do Alio Paraguay. Paquete a va-
por nacional.
Estamos aulorisados para publicar que o E*m.
Sr. presdanle da repblica, quereudo dar mala urna
pjova do sen empenbo de animar a navegado dos
rios, e de promover os inleresses do commercio. de-
termlnoo estabelecer um paauele a vapor da man-
aba da repblica entre esta c.pilal e Albuqueique,
onico porto habilitado da piovincia brasileira dt
Mato dosso.
As nece-sidades do commercio indicarlo ai -
pncas das sabidas dos paquete:. O Ido Negro 11
seguir'dentro de del das, receben lo carga e passa-
geiros para Alboquerqoe e porlos intermedio*.
a Estes Tactos provam melhor a poltica dos go-
vernos do qoe o vSo palavreado de alguna indivi-
duos do parlamento brasileiro, ou de urna imprensa
hostil, ignorante do que se passa em seu proprio
paiz, de pouca boa f
o Ignoramos o qoe o governo brasileiro lem feilo
at boje para facilitar a navegas i do Rio Paraguay
dentro dos limites da provincia de Mato Grosso,
mas se devemos dar crdito ao Noliciador Cuya-
bano, nada lem elle feito
Instillo llislorieo.O instillo histrico ce-
lebrou ante-honsem a sua 10 sesso honrada com a
augusta presenta de S. M. I.
Acharam-se presentes os Srs. visconde de Sapu-
eahy. Dr. Lagos, Porto Alegre, J. Norberlo, D',
Souza Puntes, Coroja, Dr. Filgueiras, Thomat Go-
mes,_Capanema, Jardim, Catn Honorio, Alencas-
tre, SebasliHo Soare, Cunha Matos e o conselheiro
Mello.
Con 1. Do Sr. ministro do imperio, remetiendo doos
enemplaies dos relatorios dos prndenles das pro-
vincias de l'ernambuco e de Sergipe.
2. Do Sr. B. M. de C. Doria, presidente da pro-
vincia do Rio Grande do Morle. enviando a collec-
S*lo da legislaclo dn mcinll provincia.
3. Do Sr. Carlos Schrezer, offerecendo um opus-
eulo vertido da lingua Guich para a calelbana,
por Francisco Ximenes, acerca dn origem dos indios
de Gualemalla, e por elle dado fielmente a lu, bem
como outros opsculos impressos em lingua alie-
mos.
i. Do Sr. eonde de Roztvadoosk, enviando para
servir de titulo de admlasao, nm templar da sua
obra O governo e a colonisa<;a>.
O Sr. Porto Alegre aprsenla as seguinles offer-
tas :
Por parle do Sr. Jos Filippe I.eal a blbliolheca
americana de llenrl Tamos, Estudos lopograpbi-
cos e agronmicos sobre o Brasil pelo Dr. A. Ren-
do, Historia e geographia da repblica dt Vene-
zuela.
Por parte do Sr. Jo- Pedro Weroeek Kibeiro
de Aguilar o manuscriplo Alrninack llislorico da
cidade de S. SebasliOo do Kio de Janeiro, no anuo
de 1799.
Por parle do Sr. Caelaoo Das da Silva um tem-
plar do rtlalorio enviado a' repartirlo geral das Ier-
ras publicas pelu olTerlanle como director.
Por parle do Sr. F. A. de Varnhagem o manns-
cnplo Joroaes das viagenspela cspilanm da S. Pau-
lo, de Marlim Francisco Ribeiro de An irada Macha-
do, a a biugraphia de Gabriel Soare .:e soma que
Iba foi confiada pele Sr. Joflo Francisco Lisboa, que
viaja pela Europa em commissllo do governo.
Sao igualmente recebidus o seguinles jomaes : o
r'Prrgraaso, de Pemambuco : a-rSeinanario, do
Espirito Santo : e a Le, da S. Paulo, remeltidos
pelas redactes ; o uCorreio Oflicial, de Minas, a
Estrella do Amazonas, enviados pelas respectivas
presidencias.
Todaa estas olleras s3o recebidas com agrado, sen-
do a obra do Sr. conde de Rozwidousk afleela a'
commissio de admis-o de socio para iulerpiir o seu
parecer.
Ha lida. e fira adiada a pedido d)Sr. Dr. Lagos, a
stguinle propoila :
c Ond o governo cedido ao Instillo Histrico
orna copia das carias jesuticas qui eiistem na bi-
blioteca publica desla corle, e sobre as quaes traba-
Iba, ha auno, de ordem do mesmo Instituto, o Sr.
conego Dr. Joaquim Caelano Fernandes Piuheiro, e
acbando-se agora annunciada a impresso das mes-
mas carias em piovito, romo dizem os annunems,
do Dr. Jos Thomazde Aquno, n-q ieirn que se con-
sulte o governo de S. M. I. a respcito. Jos Nor-
barlo de Souza Silva.
Occupa a alinelo do IsHtlttulo llislorico o Sr.
Dr. Carlos Honori i de l'igueiredo Inndo a sua me-
moria sobre a fundscao das fatuidades juridicas no
Brasil.
Inscreve-se par a leitura n Sr. Jos Maitina Pe-
relra de Alencastre, com a itguiile obra : Nolis di-
eria da revoll que te^e lugar as provincias do
MaianhAo e piaohy nos anuos de 1838 a l8ll, e que
foi denominada Bslaiad.
Levanla-se a leisSia 's 7 horas da larde.
Intitulo dos drogados.
Conferencia de 8 de oulubro, presidida pelo Sr.
Dr. Teueira de Freilas. Proentes osSehores,
Teiseira de Freilas, Caelano Alberto, Salle Rusas,
Silva Yelhn, Fres, Joaquim Teiseira, Taylor, Pae
Lema, Duarle de Atevedo, Caslelldes, PerdigHo,
Vi-vedo Mredo, Menezes Sou/.a, (.arvalho de llo-
rn e Silva Nunes ; abre-se a sesiu a'i 3 horas e SO
minutos.
Prestam juramento e lomam assenlo os Drs. llen-
rique Francisco d'Avilla, Aleandre Rodrieuesda
Silva Chaves. Jos Francisco da Silva Ainaral a An-
tonio I.uii Sayllu.
He appiovado membro efleclivo da ordem o Dr.
Andr Cordeiro de Araojo Lima.
Leem->e e mandam-se lomar emcr>nsidernr;ao doos
ofTicios du secretario do tribunal do commercio, qoe
de ordem du presidente do mesmo tribunal pede ;
I-, urna retara nominal dos membrns ellecdvo e ho-
norarios do Ins itnio, Metas, como dos que d fuluto
forem admillidos; 2-, urna eolleccao das consulta ou
proposlas e pareeere do mesmo Instituto, sobre ma-
terias commcrciaas adoptadas depois da promulgac^o
do cdigo.
O Sr. presidente olTerece e manda distriboir pelos
membrns prsenles um sen Irabalho sobre a nesllo
d juno arbitral, ja aventada decidida peloIni-
liluto.
Pessando-se a' segunda parle da ordem do dia, en-
Ira em discas'flo n I- qui-iio da quera > proposla pe-
lo Sr. Caelano Albrrlo. Tumaram parle no debate
o Sr. I'.a Mano Alberto, Salir) Roa. Perdigao.
amear;ados como tollo, da nao poderrm contineer a
ser assim tratados pela deficiencia de meios rom que
trio de lutar a administraran dos esiabeleciinnilo.
de caridade: he de crer, tira, que S E\e. saliera' re-
mover Hdillb-ul lade-, para que em sua admimsira-
Cjro nao acabe una iiistituirAo c.nn tanto Irabalho
comeeada.
Nao podemos deitar de terer os nossos encomios as
Exinas. consiirle, fiha, e sohrinha do Sr. Gomes do !
Correio pelo esemplo de cari lade por ellas nraticado !
na oecasilo da distribaiflo do janlar, aos enfermos,
para rujo enercicio despimlo-se das gala, lomaram
s vestes da pobreta, afim de ajudarern as res. eila-
veis irmaas da caridade naquelle blo pi Irabalho.
( orrupfRo.He bem ntlavel ver o esta lo de cor-
rup.lu em que se arham os meninos da poca, sem
qoe possamos allribuir se be i'o devldo ao moder-
nismo ou sea eJucaca que reeebem; deivondo, pois,
de jnlgar para n.1o olTendir sos-eptihili lado, dire-
mos todava que cusa a crer que urna crian;* se a-
presenle em qualquer reunan, o Iransits pelas ra
tiazendo elTerlivmenle o seu coinpelrnle charuto i
bocea. Guardando, pnrem, a dvidai exrepr;Oe,
nao podemo diiv-r de noiar esse estravacanle s>-le
ma de educajao,alias 15o prejudicial a lao lauras ida-
des; emfim cada um com -eu modo de pensar.
O ceg embriagado.Conlinua empre embriaga-
do um mrtidigo ceg que Ir.nsila pelas ras dela ri-
dade a com e mais he moitas vezes ep slo ao rigor do sol pela
proslrarao em que o deia a muia racliaga que
constantemente bebe, ministrada por esse desalma-
dla laberneiros que se comprazem com os males de
seo semrlhanle. Fura pnrianli muilo convenanle
qoe por commiserarjao a essa clasie de teole lo in-
feliz, qoe houvesse ums espres'a prohibirn para
que se Ibes nao ven-tesse cacica, anda que ntnhuin
resultado se colhrria, porque igual prohibirlo esis-
te para os escravos, e n.1o obstante elle ah andam
effeclivamente embriagados, icm que todava os in-
fractores soffram por laso penitencia alguma, pelo
contrario escarnecem da le.
Parec e noile andar pelas ras da Boa Villa nma pessna a
offerecerde porta em porta a venda de franjas, cuja
ngocic5o e a t jao. Quem sabe se por e>se meio disfargado nao se
procurava algum assallo'? seja como for convem roui-
la cautela da parle das familias em nili se dixa-
rera cabir em alguma cilada, e Igualmente qo tes
negociantes sejsm observados da pulira.
O vapor nacional Peisinunga.u ebegado de
Macei e porlos intermedio', trouie os segoinlcs
pas'ageirns :
Francisco Ferreira de Andrarle. I. C. R. de An-
drade, I. A. Cusma i, Joa Francisco Barbosa, S. F.
I. Machado, Joaquim Jos de Lima, Jos Maria da
Rocha e um menor, I. de O R. e Silva, Pedro Cor-
rela Vieira, C. Al-es di Valle, Io AlveePeralta,
Ignacio Alves de Monra, Manoel Elias dos Santo,
Joan l.uiz dos Res. D. Francisca Buarque dns Res,
Antonia Maria da Concejero, I). Joaquina Bunrque
de.....m.lii e dnus esrravns, Prima Feliciano de
Mello, Jos Lopes Machado. Manoel Joaquim
de Albnquerque Lina, Julo Francisco da Silva
Brabe, Jos l.ins da Rocha, Caelano Joaqom da
Cunha, Antonio Manel dos Prazeres. Jos Anto-
nio Aleandre, Jos Joaquim Garcas, Antonio Das
da Silva, Aflamo de Mendonga l'choa, Jos R. Gar-
cez. ID. Joaquina Vieira Mavignier, Antonio do Re-
g Pacheco. Ant-nlo Jos Lama, Jos Victorino de
Paira, Jus |. )e An la "r.
O vapor nacional Imperatriz, procedente dos
porlos do sol. trooie a seo bordo para esta provincia,
os segnioles pa-sigelrns :
C. Vonder Liden, Harta Geral la da Annunriaran,
aescrav.i Isabel e sua tiln, Maria da Rocha, JoSn
de Dos da ilveira, Sezisnando Nahucn de Aranjo,
Irazendo em na companhla o Indio Ji-ao. Manoel
Teiseira, Jalo Martin*, F. W. Arrkwigl, Vernica
Maria da Conceic.lo, Diuphanle Gilherl, Gonel Bon-
nel, Mr. Delaire lllaiac, Manoel Jote da Costa B i-
tuiga e orn escravo. Decio Cieno Ico, o nm es-ravo,
Manoel Soares da Rocha e um escravo, Ignacio Pi-
res deCarvalhn e Albuquerquee um escravo,Antonio
J.Pires deCarvalhii e Alhoquerqne.e I escravo,Fran-
cisco de Paula Cesar Jacobina e um eteravo, Bal i-
na Juanna do Saerameulo e um lilho menor de sele
siinn., Domingos Soares Barqosa, e om escravo,
Lino Henriq es de Almeida e d >ns flttioe, Joaquim
Henrlquet de Almei la, Lino Henrique de Almei-
dr Jnior, I). Joanna I. Sonta Hllaneaorl.Dr. Fran-
cisco Correia Queirnz Barros, Caadlo Jusliniano
loorinlM, lente Leocadio da Costa Nery. JoRt
Ueario de Catiro Haelel Monieiro, soldado "Manoel
Gomes Baptisla de Araojo, es praca Alrsanlre Go-
me. Manoel Pinto Damas, Joan Aucoato de Varon-
cellns Leitao, Florencio Ferreira de Paria, Amo-
nio Jos Alves do Brilo, Jos Fcrnin los da Cos|a
Sanies.
(telarn das peisoa que foram sepultadas no cemi-
lerio publico no dia I'.) do correle.
Auguto Cario de Leraot Pacheco, branco, solleiro,
lo annos ; inl immac,ao.
Paula, prela, Africana, sulleira, 25 anuos ; livper-
trophia.
Loareoea Gomes de Figueirelo, branca, solleira, 70
anuos ,- maligna.
l-ianrklin, pardo, escravo, 6 auno ; convulso.
Jo Flix Mximo de Lima, pardo, solleiro, 23 an-
nos ; bevigas.
At amanhtia.
ma o facho lo zelo, o da n-ligi.ln Sim, este
templo ilpiiuncia a Heos, que elle encerra.
Com que eloqueticia a noilo oileoioiistra ao
meo coralito !
A raligiSO lia fi 1 lia la aslrooomia, um as-
trnomo ntlicii nao pode ser,senSo um in-
BensatOi Todos os seres nos t'allam ilo Dos
Mas se os oliios ioagudores desrobrem os
seos vestigios nos pequeos objectos, nos
grandes ; Dos sorprende a alma, e do re-
penta o apodera dola. Em um instante ella
he Iluminada, arrebatada, salisfeila ; sua
curiosiilBile se inllamma.ella quer tudo co-
nhecer os seres se muliipliram s ella desco-
bre no universo urna multidUo le novos ha-
bitantes, e de Maques de rspinlo de diversas
nalurezas. (ib vos estrellas,oh vis planetas,
Oh vos, que os habites, quem ha esto que
esta aqiii t Qul he o ponto desto moutilo le
maravilha, "! Hiz-me abobada superba, que
eneerras esta familia de astros nos leus pa-
lacios azulados : casa vasta, cdilicada sem li-
mites, em ludo tnlinita e sublime, es tu de
tinada paia residencia do eterno '.' Oue digo
eu T Des le que eu nomeio Dos, a sua idea
empobrece a tua riqueza, rebaisa a tua e-
leyaijoo, trasb ir la a tua proTundidade, res-
tringe a la immcnsulade : o universo nao
mo parece senio uia ponto e eu nSo vejo se-
n0o um pygmeo na gigantesca estatura da
na tureza
Hasta, tornemos ao nosso assumpto :
Os gneros alimenticios conservam os
mesmos preijjs iudicados na iiuiiIm ante-
rior.
Vieram a feira 396 bois ; foram vendidos
o calculo de 5 a 5.;500 por arroba : licaram
por vendera. A melhor carne cortou-se a
6d400.
Ale oulra vez.
O Victoricnse.
, Carla particular*.
REPABTigAO DA POLICA.
Occurren.as do dia 16 de oulubro.
Foram presos : pela subdelegada da fre-
guezia do Reoife, o marojo inglez i. Rabn,
a requisitjo du respectivo cnsul, o pardo
AlcsandrinoJos do Amaral.para avengua-
Oespoliciaes, e o preto Manoel Jos do
Nascimenio. sem declara;Sa do motivo.
Pela subdel -gacia da freguezia do Santo
Antonio, o prelo Francisco Macota, para
averiguares policiaes
E pela subdelegada da freeuczia do Pooo
da Panella, o pardo Jos Rufino da Concet-
c3o, e o preto escravo Jorge, este por andar
fugi lo e aquello para averiguares por cri-
me de furlo.
17
Foram presos- pela sublelegacia da fre-
guezia de.S. Jos, os pretos escravos Salus-
itano, Francisco, e llenriqu, r.in p(,- om-
briagucZ, aquclu- pul insultos, e aquolle ou-
lro para averiguares por crime de furlo.
E pela subdelegacia da freguezia da Uoa-
Visla, o pelo escravo Avelino, a rcquisi;no
de seu senhor.
18 ~
l-'oram presos : a ordem do lllm. Sr. Dr.
chefe de polica, os pretos escravos llcne-
dicloe Alfonso, ambos pBra correcgoo.
Pela subleiegacia da freguezia do Iteci-
fe, o pardo Jjo Rodrigues Pimenla, sem
declarapo do motivo.
Pela subdelegacia Ja freguezia de S.
Vntonio, os pardos escravos G egorio e Ma-
noel, a requisiQao de Joao Antonio* de Al-
meida.
privada de angenbeiro que como eile senhor llleeil.i-
va pre-lantn lo h ns servicos.n
a t) coi-elbo adininistraiivo da sociedade Aoxllia-
dora da Indu-lria ISacional cclebrou a soa sesao do
dia I." iin mrenle, esi,,nlo presentes o Sr. contt-
Iheiros Maris Sarinenln e Da de Carvalho, Drs.
Uurlamaque, Villa Nova Machado, Almeida, ReSo,
Capaiiema, Nasrentes Pinto, Mra e Nunes Pires,
Victorino de Marros, Vlajor Illas da Sil>a, Carvalho
de Souza e Vieira Pinto ; e os Srl. socios elleclivns
F. C. Vannel e lencnie-cornnel Perrira llias.
Iteinelleu-se A serfSn de marhinas e apparelhns
um aviso do ministerio do imperio etuindo infor-
mtetlo sobra a machina de Irilho continuo de JJov-
lell, inventada ltimamente em Inglaterra.
o I'ni liilo e enviado ao Sr. redactor do Auxilia-
dor da Inloslria Nacional um olllcio do viee-pre-
sidente de M-nas, arcusamlo o recebimenlo dt outro
com qoe a sociedade Ihe remelteu urna representaran
nderteada assemhla leeislaliva da dita provincia
sobro o mellioramenlo das rajas cavalUr. Com o
mesmo ufllcio S. Esc. Iransmitlio urna cipia da lei
mlneira de t de jullin dfsle annn. creando una
Caolelarla paia promover o apiLiroonaniu das es-
pecies cavallar, vaccom e langero.
A' "Oeeao de machinas e apparelhos orna caria
do Sr. F. C. Vannel e o vaso a que se refere sobre o
pedido de privilegio para inlrodu/ir no paiz appare-
lhos para conduejao de agoas gazosa.
iXvommtmicaDo.
I'MA 1'IIASK P0I.1IICA INCLASSIF1CAV EL.
IX.
Urna crp/irnro. flestabelecimento da verdade.
Anda liontem demos lim a sene de nossos ar-
tigus ; mas boje vallamos s columnas do Diario de
Pernamhurn, porque urna ex; iw,f.-io devemos a
maneira pela qual o liberal Pernamlincano lem
lorlurado a nalureza da dtacoule havid na cmara
dos iiepuiaiii'S, relativamenlt a materias banctet,
em|uulin fim, lalvez, que o de lomar odiosos ao
publico aquellas a qoem vola a mais gratuita inimi-
zade.
Nessa quesiao apenas se deo a tUtcostSo em que
sotire.ahem o di-curso dns Sr. Torres llomem e
conselheiro Sergio de Macedo ; mas na ferlilidade
de sua inventiva para logo descubri o Liberal Per-
nambocanii um chavan dere-lrim.lo de credilo,
como dootrlna apreguada p.r aquelles dignos dt-
dolados.
De proposito aceilamos a qnsl3n nesle ponto a
que a llova elrcumscriplo o Liberal i'ainambuca-
noB, suslenl.indn ah t argumentaran para que, sem
coarriar o seo intento, fosse restablecida em ultimo
resultalo a verdade do nieto.
Apoiado a ettchavan de restricto de crdito
que levanlnu, nslenlando-se pharisaicamenle mal
O conselhn licou inleirado do offieio do Sr. |. haver comprehtndidn u que lea em discursos que
secretario da sociedade Physiru-Chimica, convidan- c.orrem impresso, gritn contra o Sr. conselheiro
do t tociedade Auxiliadora para asslslir a sut sessao So't'o, baraleando-lbe insultos de notavel grotseria ;
tonivertarii no dia i do correnle. ao mesmo lemro que linha o curiado de fazer re-
Tambern licou inleirado do cilicio em qoe o Sr. "ec"r sobre a depula;ao derla provincia as ruinas
enmmendsdor Francisco Jos Cardoso acrusou a re- 1ue rausava com sobre-eicilarflo febril, no easlello
messa d um exemplar do relatorio que aprestntou 1ue 'l,v.'* gnidu, para sobrar-lhe o oslo de, em
em abril desle auno A assemblca reral dos accionis- phantasia, derrocar o inimigo. Nesle tmpenho des-
las da companliia Stropedica Fluminense, da qual leal- hi remo chamada a opiniao dn Sr. ministro
he presidente. i di fazenda a cada in-laute, irantciipta psrle de
Aprovou diversos pareceres, a saher : "eu" discursos, como a ullima expressao, como u ver-
ir D seccao de mellioramenlo das rajis animaes, ; D0 f1llal Iriumplio da franqueza do credll >. To-
sobre o pnvilegn requerido ao governo imperial, davia, esque;eu au Libnal Pernambucano tran<-
pnr E. Rogi de Jeannol, para a crearan de sangue- crev" os ariigoi do eCorreie Mercantil, em rtspos-
sog. la an discorso do Sr. lories ilumem, como nicos
Ua secco de industria febril, acerca do privile- 'Hmenlos bem produiidot e de rigor, qoe appare-
sio pedido por Charles Romieu para fabricar lelhas cen"n em illostrar,an na fianqoezn bancaria.
planas e ljalos AesW. Afora esse apego a palaVra do Sr. ministro da fa-
Da mrsma iecra>, qnanto ao privilegio solicita- ze"da, a refutaran an discorso do Sr. conselheiro
do pelo Ur. Cesar Lanciini e o marquez Campana, Ser8'i por mais que Biette o Liberal Pernambu-
de Roma, para lahricarem marmore artificial. cano valec os sen elevados conhecimenlos fui.n-
Resol veo unnimemente, sobre proposla do c,ro,i consisti n'uma fastidiosa, in Dr. Uurlamaque, qu a sociedadediiija aeradecimen- ""'yse de pilavrd, que, se prescindirmos do me-
ios an Sr. marquez de Olinda, minslro do imperio e r" Ja 'ravagancia, que nella se desenlia em todas
presidente do conseibo, pela benvola alienlo que al'oa formas proverbiaes, da om rrsnll -do a ne-
preslou i repesenla^ao da mesma sociedade relativa- can do ponto que visou o mesmo Liberal Per-
mente i pioniiis de raima de as>orar. | nambucano.
( Isualmentc decidi, por proposla do mesmo Sr. Assim, pnis, firamos de disrussSo cortada qoanlu a
Dr. Uurlamaque, que se Inseriste na acia um voto de 1"e-liio de emis loovor ao digno consocio o Sr. Ur. Jos Bonifacio "l-'beral Pernambucano, que j n3o tstivesse ca-
Naseeolea de Azambuja, pelo zelo e aclividade que
desenvolveu para dar promplo andamento espedi-
rn que acaba de partir p.ra a ilha de Bombn, nao
sumen le para buscar novas sementts de canna de as-
balmeule respondido, de sin le que reslou-nos j-
menle a obrigar.iu de reslabelecer o faci emsi.
A qoesISo suscitada na cmara dps deputados, nao
foi cerlamente a de credilo, nesla lrlou se como
sucar, como para enriquecer o paiz com um grande | "P" "'dein, apena por aisociajao de ideas ; vis
numero de plantas olei<. lo que discotia-se aquella que lizia rttpeilo aos han
Terrainon os seos Irabalhos apprnvando socios' C,IS de emissao. Mas no que mesmo asi" se disse
efleclivo os Srs. Jp podro Xavier, Plnhelro e Dr. """ de leve sobre crditos, nein o Sr. Torres
Iheodnro Antonio de Uliveira. IJumem, uem o Sr. Sergiu, lotteotoo a restriegan.
O capian-leiienle da armada Jos Seeondinn Eslabeleceraiii-se ah ilmpletmaola as doolrloaa,
tiomensoro, que se ennservava arredio do servico ac- I com *oas apphcar; livi di armada n
m li-r-nri rio po^rrpn. aeaba 'te l,n,,t principal versou sobre a regolaritai"Ro a0
-ei eiurdailu para ir a' Europa coadjuvar o vice-al- le.'"a bsurario, para que ulna frauquea mal tnlu-
miranle Lisboa as commissOts de que se acha en-1 earrenado. O Sr. Gomensoro deve parlir no pa- cail<"* ao estado,
quete de I e regress.ra' conduzindo urna das ca- Ouer o Sr. Torre llomem, quer o Sr. Sergio, o
E pela subdelegacia da freguezia da lloa-
\tsU, Antonio Francisco de Oliveira, sem
declarado do motivo
nhoneira cuia acqulsicao se diligenci.
Occi-rreu ltimamente em Campos oro trate
aconlecimenlo, ia|lre 0 qual nos communicam os se-
guinles pormenores :
Domieiano Jos da Silva pedio em caamenlo
urna luiii de Lucio Antonio Pereira : admillido no
que quenam era um lermo que proporcionasse re-
corsos i evolurSes do cuinmejcio e industria na-
rion es, em que podesse degenerar em fon les de
r-p-ciil-rin parlicolsr e ruina puhl ca.
Inferir porlaulo das dlseotsdw havidas urna eon-
elusSo de ab-olula restiievao de credilo, nao pode
intimo di familia cmni nnivo, prevaleceu se da toa I ae'x*< de ser um acto maligno, que lende tmenle a
COMARCA DE SANTOANTAO.
Cidade da Victoria 19 do outnbro
A salubridaile conliua sem alteraciio nesta
cidade e seu termo.
Jteina ntreos victorienses a paz ; apenas
sao trazidosa polica um ou oulro laclo de
pouca considerarlo, e qoe tem sido provi-
denciados pelo I-. supplentr do sub-.lelega-
dooSr aleres A'e.vmdre Jos de 11 illauda
(.avalcantt e pelo 2-. suoplenle do delegado o
Sr. tenenlo Manoel Jos Pereira Ro'ges,
ambos em exercicio.
Constando a cmara municipal, que as
aunas do rio Ipojuca, po em ser trazidas ao
no lap cora, que banlia a nossa Cldade.Sen-
do encanabas pelo riacho MiringabaS em
distancia daquelle timas cem ou duzenlas
bracas, servindo-se da olleiosidad i lo Sr
ajudante de engenheiros Feliciano Rodri-
gues da Silva, va i o encarregar do neeessa-
"o exame, e se o resollado for favoravul,
ent3o dar impulso a esla obra da mais ur-
gente neces-idaile, e da mior utilidade pa-
ra os Victorienses
O Sr lente Joaquim l'abrico de Malos
continua nocommando do destacamento,
e espera pelo seu successor o Sr. cap lo
V'eiga.
I'ermilt-me agora, qoe divague por un
pouco tratando de um nobre asssumpto.
No principio do mundo, o Creador disse
aos asiros Ide, esclarecei ao liomem.
(res tu, que elles brilhatn para le conduzir
aos asylos temblosos do deboche, e prestar
urna luz cmplice aos leus vergonhosos ex-
cessos He para te guiar as veredas do
mundo physieo c moral.
Onde vaos te precipitar, mortal extraviado
do caminho t a virluJo ? Volta, infeliz : es-
tes asiros te torna ni chamar ; segu a sua
luz: elles se offerecem paia condu/i'-le a
ella, no aspecto dos cos, a alma cheia do
respeito. se abre sem esforco as suas doces
inllueneias ; o sentimetito a enternece, e
penetra profundamente. Ella permanece
passiva deb ixo da ImpressBodeslas maia-
villias : ella no se oppOo a sabedoria, que
se vera amparar delia : o praiei nasee da
a.lmiraciio, e encadeando as facilidades
vencidas, a conduz sem resistencia a vrlu-
de. Sim cu siulo nesle momento, ludo
qoanlo exprimo. Entilo a minha alma toca-
da le admiracSo experimenta um prazer
confuso. Dupertada logo de improvisos
transportes, el a sahe desse estado do alie-
nado.
U amor e admirago despertam o meu
coragao, o agitum juntamenio, e o abracam.
Oh : nanlo eu o sinlo bnlbante I Reos,que
faustoso apprato Oue profustlode meravi
Ihas Que luxo o que pompa o Creador em-
pregou sobre este Ibeairo Qual he esta arle
desconhecida, qu encanta a alma : e a une
a este expeclaculo por um encanto inexgo-
tavel e a forca de contemplar c adorar sem
cessar.'
O dia so tem umsol; a noilo tem inilha-
res, cuja claridaJc conduz nossas vistas ao
seio do eterno, alravez do rodeios Ilimita-
dos, onde estSo imprim los os vestigios do
seu poder.
Ouo torrentes de rogos derramados dessas
Peittt alguma obstrvafOet pelo Sr. presidtnte, be i urn8S "\numeraveis callea) jimias das altu-
ras do lirmamento e vem tudas unir-se ao
centro da minha vista I Ellas uo se demo-
rara ah ; eo as siuiu descr e brilhar no
meu coiuqo.
Transportado o confundido, suspenso en-
tre dous inov imentns contrarios, eu rae sinlo
de uma vez aterrado no pi e arrebatado aos
ceos. E nevera, iiucm possa encarar os cco.s
sera experimentar os tremores de un respai-
lo religioso, c os ardores do etilhusiasmo .'
Ouein os puJera ver, c demorar-so, sobre o
que ve, som Iransporlar-se ao ludo Pode-
roso, que da materia formn estes gljbos
inanimados, que a tudo animan) >. obra
incumprehensivel. sim, tu es digna do Dos
que le z : o linraem be assaz fracu para lc-
cor-te os merecidos elogios, e o hornera n-
adiada a dlteaesflo para a prusima cnnfereiicia, que
lera' lugar quinta- d' ra 15 do corrtpie, a's horas e
no lunar do coslume. A nuleni do lio he a mesma.
Levantase a' sessao a's" '. horas.
PBBlMBICD.
PiVGIN? VULS .
O annicersirio do grande hospital de caridade.
Foi lijiilem 19 do crreme solernnisaibi o aiimw-
taro do grande bospllal de caridade, nao com pom-
pa, porque nao a t-m a candad ; mas sim com -
quella decencia que era devnla ao ^.s implo. A 10
horas da inauliaa fol celebrado o sacr ficto da mis-a,
lin la a qoal tegolo-te uma prebe p ofenda pelo Sr.
Ir. Joaquim do Espirito Sanio, enjo eslylu e rio-
'l1'"' ,a dcnou a desejar. Bem roir'oiriil i foi grato, sepultado agora nos bracos do Somno
larde aqoelle e-lab-lecunento, endo elie Igual-1 priva licns tl-> sua liomcnaeem
dn? aai"!. '"" S', 'i.X''-." p,e!,,,", r" -Mas eu nao ico,do SO
vinel, que acompanbadodoi respectiva membrns de eso i los
.la .. imiui-ii.ir;.-,,., o Sr. ll.et.ro>M eescrisao, po, ,,
tiles Ibes rorem motUadaslodat Bienfrrmtri-t.aon- M'"u"-
de te van Bi dsentes, inclaaiv S alienados, s. ,no"s nil" l'o lera ouvtr
K*e. moati a-te muio aiiieiio de ver o elo de-1 universo he o templo, em que elles o
rJic ao com qoe taa .raudos aqoellea dientes, che ailoratn. UequanlOS luatres hrilliantes a sua
de crer que nao os de-imparar.i quando se achem aboboda he ornada Como elles laueam nal -
invisiveis enxames
celebran) contigo a gloria dn
B pVrchilecto cm conrerlos, quo os lio-
diario U tyttmmbmo.
Paree que as rellexe, que por mais de nma vei
temos leilo acerca da literateo que bnuvena demora
dos vapores nos portos la s'ua escala, se fio verlfl-
candn ; e a p-npiia agencia nesla provincia vio-sc
lioniera obrigada a transferir para boje a subida do
llmneralriie para os porto do norte. Como temos
dito mais de urna ver, isln prova aue a medida deve
ser alterada ; e tanto he verdode"qoe o Sr. ministro
do imperio araba de modifica-la, esplicando que as
11 hora, se deven) contar de dia claro. Ja' lele he
urna roncessu razoavel a's verdadeiras neres-id ules
do rummerrio, e de todas as lemai peetoet iuleressa-
da ; e lemot para nos, que lugo que chegat an cu-
nbecimento de S. Esc. a representaran que a este
re.peito fer a Associarao Commeicial Ssil praca, o
negocio follara' ao seu primitivo estado.
Recebemos pelo vapor a Imperalriz 'entrado
lioutem dos porlos do sut. jomaes, cujas dalas alcan-
(aindu Kiua II, da Ualua a IG, e de Macei a 19
do correnle.
Forana nomeadoei por decretos :
De 15 do passado, segundo cirurgio dn corpo de
sau le da armada, o Dr. Juio Francisco de Almeida
remandes.
De S9, presidente do tribunal do commercio do
Mannliao, o fiscal di mesmo, desembargador Ma-
noel de Cerqueira Piulo.
fiscal di liibonal do commercio da llalli, o
'l.'s-ii,!i.ir!.v.lur a Ijuul-i Jo3o Aulonio de Vascon-
celln'.
Chefe do pohcia da provincia de S. Pedro do Sol,
0 juidedireilo Jua.i Cuilherme de Aguiar Wbila-
ker.
Juiz de direilo d cimarca de Guaralinguela', o
Dr. Bernardo Avelino (i ivio Peisoio.
Triienle-cariiel-roinman lente do balalbao de re-
serva n. -2 da provincia do Para', Joao Wameiler
de Albuqoerque.
Membios adjnnlos do tribunal du commercio da
Baha, os desembargadores da relajo do ditlrldo,
Manoel Jos Espinla, e Jos Emvgdio dos Santos
l'ourinbo.
De -1 do ctrrenle. minilro do supremo Iribunal
dejusli;a, o deseinb:gtdor da relaeiu desla pro-
vincia, Aulonio Ignacio de Azevedo. *
C efe de polica do Amaionas, o juiz de direilo
Caelano Eslellila Cavalcanti Pessoa.
De 3, lente substituto da serrao clrurgica da Pa-
culdade de Medicina da corle, o Dr. Jos Maria
Chavea,
Cominissario do eiercilo do sol, o escripturario da
repailicaodo quirlel-meslre-general Elias Joaquim
de Mallos. '
Pasador adjunto, o oflii-lal da elincla pagado-
na da mesiria provincia Eduardo Alves de Souza.
Ciinmandaiile do eiercilo em operar-s no Kio
(.randa do Sal, o marechal de campo, Francisco F-
lix Pereira Pinho.
Cnmmandanle da infanlaria, o brigadeiro Viscon-
de de Caniam.
Dijo da cavaliaria, o brigadeiro Joo Propicio Me-
na ilirrelo.
Dizia-sc que eria nomeado commandanle das ar-
mai de Maito-Grosso, o coronel Joaquim Jos od-
tslves l-onle.
Foram concedidas as demissSe :
Ao Dr. Etmerine Gonet Prenle, de juiz muni-
cipal e orpl.ao dos lermus dt Impealriz e Santa
Cruz, no Cera'.
Ao Dr. Ileruardo Avelino Gavio Palilo de chefe
de polica de S. Pedro do Sut.
S di proposla do bipo de Cavaba', foi apreentado
o padre Sebastian da Silva Freir, na igreja paro-
chial da Senhora da Guia.
Foram concedidas an Evm. barao do Pilar, e\-
lenenle-coroiiel da guarda nacional da provincia do
Km, as honras do puslo de coronel commandanle su-
perior da mesma.
I oi promovido a' lenente-corouel commandanle
do quarlo corpo le cavaliaria da guarda nacional da
mesma provincia, o capilao Antonio Jos Barbos i
de An Irado.
Peimiliio-sr que o* vigarios collados Antonio de
Sania Mana Magdalena, da freguezia de.Marapir,
no bitpado do Kiu. e Jos Cardte da Fiaga, da fre-
1 guezia de Santo Antoniu da Villa Nova, no arcebis-
pado da Haba, permuten) enlie si suas fregue-
zia'.
Foi transferido no mesmo po'to, como agsregsdo
ao servido da reserva, o leaenU'-cnronel coniuian-
danlo do balalbao da guarda nacional numero 1i
da provincia de San-Paulo, Jos Domingues de
Castro.
C-mcedeu-ae reforma no poslo de coronel ao te-
nente-cnronel da antiga guarda nacional da provin-
cia da Babia, Joilo K.larmiuo dos Sanlns.
l'alleceu no dia 7, ao entrar a barra do Kio, viu-
do de Sanios, no vapor iil'iratininga, o brigadeiro
Kapbael Tobas de Aguiar, depulado a' assembla
geral pela provincia de S. Paulo.
No da (i, seguio para o Kio Grande do Sol, o
Exm. Sr. consellieiro Ferraz, a" bordo do vapor irK-
cife, levando cnnuigo o seu secretario, o Dr. Duar-
le Luna, e o novo chefe de polica Dr. Wlntaker.
Foi concedido ao imiiiedialo do vapor Impera-
Iriz.n Joie Etequiel G mes da Silva, o u-o da far-
da de seguirlo tenenie da armada, em quanln servir
na eotnpaohia brttilelra de paquete a' vapor.
I.-se no Correio Mercantil :
o A commissao de engenheiro que parle para Ma-
to-Grosso, em sel lijo de sua prolittjo, lem por che-
fe o Sr. mejor Jos de Miranda Silva Rit,e com-
pOe-te dos seauiil senhores : lenle Joaquim da
i.ain i Lobo d- E(a que com tqoella 'eve seguir por
>. Paulo e e-Irada chamada de Goyai que patw pelo
Km Claro ; capilao Fnnciscu Nunes d. Cunha,
lente Man el Pelician Uunii Frere, alferrt a-
loinno Antonio Alvet II I,, r i, qn> deve wgolr de
.*. I'aulo a l'iacicaba, einbarcaiiilo nono dess- ae>
me aaeguinde peloTiel, Paran, ele. ; I." lenle
Epiphauco Candido de Soou Pil-nga, >.< t< neme
V- ralo Kozendo de Cuvalme aiferes alumno
Luperle Ganglin l'l.mpln, que devem ir pelo Pan-
illa' por (erra de Aalonint ea porto d i Jalahv, eda-
Ihl embarcado pelo Tibaav, Par-pauenu," Para-
n', ele.
i Apezai de er inuiln honrosa a efln)m:(tao ion-
liada aiSr. mejor Silva Beia, ne pote.....s deinar
i de lainenlar que a provincia do Kio de Janeiro fique
DolicSe paia trdozir e deshonrar a pobre noc.
o Consegoidns os seus nna.ausenlou-s Domieiano
da casa onde fura acnlhido como uro lilho por muilo
lempo, e a I i do mei pastado esou com oulra ra-
pariga na capaila do arr.isl dos Tombo. Ao vollar
da ceremonia, acompanhado dos prenles da noiva e
amigos da familia, passou pela casa da pobre aban-
donada, tornando assim mais cruel a iiiiaria aue
Ihe linha feilo. *
O pti. ceg de indignado a' vista de tanta au-
dacia, auarra em uma espingarda e parte no encalco
do sedurlur alranr .-o dahi ha pouco, e eslende-o
morlo com um tiro, quasi nos bracos da mulher,
cojo veo de noiva o sangoe Iranslormou em veo de
viuva.
i Lucio, preso em flagrante delicio, foi rerolhido
a' cadea de Campos. A ninguem he permill-do vin-
gar-se por suas propriis man, mas crimes ha qoe
em vez de infamaren) o seu autor, chamam para elle
as tympalhiat do iodos o< corarlas generosos.
Em oulra parle encontraran os Icilore o que ha
de Buenos-Ayres, Rio Grande -do Sul e Monte-
video.
As ultimas dalas recebidas na rrle de S. Paulo e
Espirito Sanio cliegam as piimeirat a 30 do pt-sado,
e as seguirlas a 7 do corenle.
I umou po-se da presidencia da primeira, no dia T,
dn passado, o senador Fernandes Torres.
O uCorreio Paulistano, fallando das recentes us-
peilas de trafico de Africanos as cosas da provin-
cia, diz o seguinla :
I I.oii-ii-, ha pouco, muilo nesta capital e em
oulro logares a respeilo do desembaique de Africa-
nos na pnrlo de Ignape; houve mesmn promplas
providencias por parte da auluridade ; entretanto
aqui Iranscrevemos o perodo de uini carta, de pes-
oa residente em I ju po, que nos merece toda a
consideracao, por elle vera' o publico qual a ori-
gem do prelendido desembarque.
A folhas publica dentro quasi como culo um
desembarque de Africanos em Ignape, e per isso
abalou Iropa de Santos, vapores do Uin, etc.-, nao
pa-. m ludo islo de pora patacoada, ja' te sabe, com
sacrificio dos cofre pblicos. O caso foi esle : o de-
legado recrutou um guarda nacional, e o respectivo
cumroanda.ite reclamou ; aquelle responden que o
fez por saber qoe nao eslava qualificado, e qoe an-
da que eslivesse, nSo se tmha fardado ; o comman-
danle moslrou que o guarda e que sendo a qualifirarao em jnlho, nao havia lempo
liara o guarda poder e-lar fardado em aiioslo. ter-
minando por dizer que ia levar o faci ao conheci-
menlo do governo. O delegado, proseguindo ero sua
opiniAn, do.cobre que sobre a barra lo Capara esla-
va um barco fazendo signal com Pros, e qoe era nt-
rcro, pelo que depreca ao commandanle do corpo
orna f .r^a de 30 prajas armada ; o rommandante
udo respondn, desfurcando-s assim de jgaal com-
portamenlu com tile lido polo delegado, por occa-
liio le dirigir-Un um ollir.io, e mesmo porque no
via, nem poda ver sobra a barra cnusa alguma em
urn dia tempestuoso, em que era Impossivel que na-
vio algum doman i,i. a Ierra, em uma c.sla bravia
como a de Iguape. Passa o temporal, aclama a cos-
a, olha-se para o ocano e nao se v'- navio algum;
no enlanto fezse recahir suspeilas de (rabeantes o-
bre os Ijoapenies, quanln he cerlo qoe elles slo
inimigo declarados di Irafico.
Continoava a gozar la estimo publica, no Espirito
Santo; o Eira, presidente Dr. CalSo. A villa le
Sania Cruz linha sido atacada fortemenle pel-s be-
Moas. Em cnusequenria de um forte temporal, ar-
ribaran! ao porto da Victoria a sumaca Flor da
\ iclona e o hiale Conceicao Triompho ; ma.,
felizmente, sem nenbum eslrago solfrerem. oot
escravos, na villa le Itapemirim. assatsinaram bar-
bartmenlt seu senhor, queimando depois seo cada-
ver ; foram presos e Irala-se de inslaurar-se-lhes o
competente i rocesso.
Naufragou na barra do llo-Ileal, na co.la da po-
voacSo do Utngoe Srccu, na Babia, o brigae bul-
landes eMeoalanda que conduiia um canegamento
de borros de lluenos-Ayres para tela piovincia. El-
perava-s salvar nlo s' a carga como o casco, s-
mente com aluumas avarias.
A barca americana nCreote. procedente le llalli-
more, ao entrar a' barra da B-bia, abalroou com a
corveta nEuierpe. prrdendo paile de um maslro e
causando averias a' corveta.
L-t no Jornal da llahia :
tornar odiosos ao publico desla provincia aquelles
cuntra quem o Liberal Pernambucano jurou vio-
-oi o a cusanle.
Oiiaio a queslan bancaria, censislia ella em pre-
tenderen) os Irts sgnala-ios do prnjeclo combatido
pelo governo, coarcttr-lhe a faci.ldade de conceder
o e-liibi-leciinenlo de Bancos da emissao, para que
detsa facultada ampia nao resullasse o abuso da
multipliri lade de laes crea(De, com o que deveria
licar o commercio em grave estreinerimeulo e sujeilo
a crises desarajadas. Queriam, por o. n.cumule os
Sr. Torres llo.nem, Augusto de Uliveira, e Sergio
de Maeedo, que essa farol lade lrasse cnmmellida
ssemiila geral, al que uma lei especial fosse por
ella volada, estipulando os meios de que o so-
verno levia usar na crearao de Bancos assim insti-
tuidos.
O governo, porem, opinava que Ihe estando essa
faculdade desde muilo devolvida, e nao Inven lo el-
le al boje delta abosado, justo era que Ihe ficasie
mandria essa frui^ao.
s signatarios do projeclo, no entretanto, reco-
ohecendo no Banco do Brasil um e.labelecimenlo
nacional, e de garantas mu bem reculadas por lei,
i-iilen liain que os seos privilegios deveram ser man-
lidns, dndose Ihe re lo ascendente sobre todos os
Bancos de emissao iiuvamento creados no im-
perio.
O governo, porem, do sua paite, nao deiejandn
desiruir os privilegios do Banco do Brasil, encontra-
va todava seus inconvenientes nessa superintenlen-
cia que se Ihe quera allribuir sobre os novos tsla-
belecimenlos de credilo.
Coi locada a dlscottSo nesle terreno e em laes con-
dicBet, nao pode deixar de espiaiar-se al a ques-
lan de credilo, mas nao cerlamente do modo odio-
so parque a enlendeo u Liberal Pernambu-
cano. a
Depois le baver-se bastantemente alargado essa
diicussao de modo luminoso, depois de ler a cmara
pronunciado o seo vol, fui decidido em definitiva
que ao governo continuarse a faculdade que o prn-
jeclo quera coarelar Ihe. A depu(ar,ao desla pro-
vincia, conformo ja demonstramos, vutou no sentido
do governo, de mudo que se o Liberal Pernambu-
cano sincerrosme applaudio esse liiumpho, deve
estar bem saiiefeo rom ella, porque concorreu com
firmeza para a reahsacJo de sua expectativa. Uma
vez que assim nao procede o Liberal Pernambu-
cano, se tortura os farlos. se nega os aronlecimen-
los ; he porque sua missao nao he a do bem pu
blico, a dos inleresses nacionaes, e sim a d vin-
ganea) e mbito qoe le firmam no descrdito dos
adversarios, para da ruina delle fazer a escada da
asrenco pioplla.
Creinos que, com o que vaj dito, It-mos explica lo
os factus, e rettabelecido a virdade netle compre-
hendida, licando per conseguinle preenchida a nossa
larefe.
Se, poit, no desempeuhn della n8o fomot Ha be-
nvolos quanlo desejaramos, r de que a um ler ir.lu pre 'ominou em nosso espirito ;
e islo nos compensa do Irabalho que empiebeiideuios,
posto que, por incmplelo, nao deixe de revelar a
ausencia de habilitares no respectivo autor.
5 de oulubro de 1857.
funius.
&cvt%ponbaicia.
Senhore* redactores. lina correspondencia do
Ceara' r.-i publicada em seu Diario de 13 do corren-
le, na qual foi feta grave censura ao digno Sr. Dr.
chefe de pulira desla provincia, por haver concedi-
do ao Sr. Birrnca, cerlidao de um ofllcio reserva-
do, em que o presidente daquelta provincia o a-
presenlara como su'peito do crinie de Introdcelo
de nulas falsas ; islo, pois, da' lugar a qoe ora se-
ntamos s suas paginas esclarecer o publico cerca
da leviandade c> m que proceden o correspondente,
quando classlfirou esse al. iire do Sr.chefe de polica,
le absoluta fraqueza da autoridade.
O Tarto passou e do modo aeroinle :
(I vapor Imperalriz, que fui pnrUdor dessa__
resi-rvado, leudo demandado esla barre, n.lo sii
trouxe ordem de poer ancorar no porlo, quando
devera ficar incninmuniravel com a Ierra al que se
etlecioassem as pe.quizas policiaes, como ateos offi-
cos vieram pela mala do correio, devendo (er sido
remedidos pelo proprio commandarle, como eliga
a gravidade da q ie-i-o.
I' --a iniprevidencia, pois, resultoo qoe, ao passo
spresentado pequeos adililamaulos C alte- I pul ca a cnmrnouicac.Oes ollicia'es ; de modo que a-
rafO^S aos estatutos da sociedade central e peim conferenciaran) essas duat autoridades, o Sr.
de seiem approvados, foi eleilo O directorio &""" a orpiendia, ollerecendo s a pnsSo, e re-
qoe lcim do modo s>-guiotc :
Adolpho Klaendschmidt.
Conselheiro Gaspar Jos Lisboa.
Dr. Jos de Barros Pimental.
Dr. Antonio a. A. Bulcflo.
Miguel G mcalves Ferreira.
Dr. I". Muniz Brrelo.
Joaquim Pereira Pestaa
Suplientes.
Dr. Evaristo La lisbloe Silva.
Domingos Pereira de Castro Aguiar-
Augusto Cullzow.
Milenio aIvps Kibeiro.
Joaquim l'mcira ,\farinho.
Miguel le Teive.
Manad Joaqun Alvos.
Procedcndo-se a assignatura das ac?es,
lie ira ni escripias t.^00 por cerca do
norr.es.
Os dililanicntos e alleraciies foram os se
go i ti tos :
Iteiucco do capital a 500:0001.
Cada acQao a 1009.
qoerendo bu-cas em soa cas e eseriplorio, no que
foi atieudidu por ordem do mesmo Sr. vice-prtii-
denle.
Nestas circomstancias, nSo se Inven lo verificado
a adiada, na busca a qoe se pructdeo, e reqnertndo
o Sr. Barroca a cerlidao, que tanto erandliou o
correspondente, n Sr. chele de polica nSo poda lie-
ga-la, e elf'Clivamenle concedeu-a, por for;a da ter-
minante iliposicno doailigo 127 do regalamtnlo
n. \-2'i de :ll dt Janeiro de Ih2, que diz :
a caso de nio se verificar a adiada, por meio
de busca, aeran commuoicadas a quem a tiver solfn-
do, tt o requerer, as prova que houverem dado
causa a expedirn do mandado n
Ura, a visl lisio, ende arhou o correspondente
motivo de censura no acto do Sr. Dr. chefe le poli-
ca, que nada mais fez do que eumpnr o seu de-
ver .'
Onde tambom acliou que um reservadocon-
liniiava a ler a meama lor^a, depois de divulgada a
g(j i sua msleria pela buca por elle tiig la '.'
Algara! influencia sem duvi la desarraznada pre-
! duiiinuu no espiilo do correspondente, quanlo se
l ello delerminou a lazer censuras tao|immerecidas, e
qu- repuKiiam al com a legislarlo em vigor.
.\o entretanto, confiando niii que tff< injusti; do
| correspondente em nada podera' atTeclar a repula-
Crea;il') de dnpositos no interior para re- { f|"o oSr.Dr. chefe de pulira ln saludo
cebar os colonos que vieron)' sem deslino.
CreacSo de um monte pi para elles.
ClieEarain, procedente leste porlo :
Ao do Kio, a S, as barra Vaya e Amelia.
Ao ds Baha, a 12, o hrieue ialez Delpliim.
Sahiram para esle porlo :
Do do Km, a >, a barca p rtogueza llnilencia e
a .'. a barca ingleza aWlICh i.f Ihe Teign.
Do da lliln i, a 5, o palliabnle Tigre, e a 11,0
palhalmle l'iedade.
Achavam-se a' rarsi para esle porlo :
No do Kio, as barcas .Amelia, Kecife e Castro -
III. i. e o br gue ullercules. \ llbM. VI)
Na Bjhia, o brigueoDaman. e o patacho Ama- Para iolelligeneia da direelorla geral da mlruerao
M?,*"'", publica, c o roimlho direrlor.
De Macelo na la ha digoo de mensa-. Atiesto que o Kvm.- F.anrisro Verissimo B.nde-
i rtsempre se pre.tou promplo e caridosameutt ts cuu-
_- i 1 i inr,
pela maneira salisfacloria e digna cum qoe se lam
havido em negocios dt oulra gravidade, quer ntsla
provincia, quer tm ludas as oulra. on le lem dcem-
penbado fuiKci.s publicas ; na 1a mais aerpseen-
lereoaos ao que lira dito, que nos parere bastante pa-
ra que o correspondente se compenetre de sua sem
raza i, e o publico hque completamente esclarecido.
II.
Kecife, 17 de oulohro.
lis-iie dos hshilanles desla povoaco tanto no lado
disia firgui-zia de llamb, como no do Ilaiu du-
r-nlca paetada epidemia dasfebres amarellas
(ero embarco de haver l.o Sr. sac.rdole admmis-
irand de-ta a respectiva -(, lia : o que afllrmo por
ler presenciado, tm quanlo ao mais que requer de
nflu haver prnvnlencia, sendo por elle eiiaida pela
Talla do pasto espiritual no lado da freguezia do Tal-
pi, consla-me por iiiforniae.oe.
Subdelegacia do llamb em Pedrat de Fogo 29 de
onlulu-o de 18'>l.Ignacio Benlo l.uiz Perrer.
Alfeslo ser verdade ludo quanlu requer o Kvm.-
Frnrisro Verissimo Bandeira de eonformidade cora
o alleslado supra.
Pedrat de Fugo 29 de oulubro de 1851.O sub-
delegadu opplenle, Vicente Jos de Soulo.
Ilefiru-me aos alltslados supra, por ser verdade
ludo quanlo referen), e allega o Rvm.1 Francisco
Veritelmi) Bandeira.
Pedrat de Fogo 1 de novemhro de 1851.O et-
envao de paz e da subdtlegacia, Malinas Ferreira
da Coila,
Atiesto nuo chimando ea ao llvm.' nnTnin'.Irad-r
ds rapeila da Concelcilo trh Pedras de Foso, lllial a
matriz do lalprj p pasioas acrnmmetiidas das febre amarellas no Grata-
mime dos Bnllioes da referida freguezia, respondeo-
me nao poder ir, presl>odo-se nesse iolerim a ad-
minisira(Sn de oufos Sacramentos, bem como o do
bapti.mo, qoe fez-me a urna manca que nella occa-
siSu lambem Ihe ped, etc.
Grammame dos Hollines 3 de novimbro de 1851.
Jos Theotonio de Aorada
rgutm-ie oulrat a*ignalurss de petsoat do logar,
que Corroborara os aliesladns supra.
ilteslaroos qoe o Hvm.- Francisco Verissimo Ban-
de ra professor publico da cadeira de Pedras de Fo-
go lem eumprido al o prestnle os deverea de seo
ministerio com boa conduela civil e moral.
Pa{o da cmara municipal de Goianna em seisao
exhaurdinaria de 28 de novembro de 18i9.Perei-
ra, preddenle.Araujo. S Albuqutrqae.Pi-
uheiro.Silva Alnnieirn.
Alsalo que o Kvm.- Francisco Veri.imo Bandei-
ra professor da cadeirt de Ptdras de Fogo, dorante
0 periodo que lenho eiercido as funches de inspec-
tor do circulo Iliterario dele municipio, decorridu
desde Ibdejunhn de 1851 al hoje tem cumplido
senipre com os deveres de seu mageslerio com boa
sondela.
Cidade de Goitnna de agosto de 1852.Joaquim
de Souza Kei.
Alteslu allirmativamente lodos os qulsilos coudos
na pelu-ao do Kvm. Francisco Verissimo Bandeira
nao so como professor. lambem como sacerdote qoe
ha prestado b. n. serviros a esla freguezia com zelo
e caridade : o que afllrmo em f de parocho.
Malrtz d i llarobc 2 de agual de 1852.O vigarlo.
An orno Kofino Severiano da Confia.
Alteslo que o Kvm.- Francisco Verissimo Ban-
dera proessor publiru da cadeira de primeiras lel-
Iras desla povoacau lem sempre eumprido os dvere
de seu magisterio ; e em qoanlo ao mais qoe requer
empre respeilador e honesto. He o qoe era verda-
de -ei, e me consta.
Subdelegada em Pedras de Fogo 2" de abiil de
18j2.O subdelegado, Vicente Jo de Soulo.
Alle.lo que o Rvm.- Francisco Verissimo Bindei-
ri, .irnfessor publico desla povoac.au lem sido tempre
exacio no seu maSi.ieno ; e em quanlo ao mais lem
*"'" "' mpre ie-p.....ur ,ia< :i|.|un i ,.! e n.l-.ii ..
e yin ola ,ii, i,, puLiicailianquiliidade. He o que
sei. e me con.la.
Pedras de Fogo 29 de obril de 1852.O juiz de
paz. Jlo da Cunha Cavalcnnli.
Alleslo qoe o Rvm.- Francisco Verissimo Bandei-
ra oesde que aqui esta, c que delle Uve cunhecimen-
lo lem sempre apreseniado ptimo cumpoilamento
ja como professor da imlrucc.au publie, ja como sa-
cerdote, respeilando as autoridades con-tituida, e
em nada altera o socego publico, e paz das familias.
Islo afllrmo por ler tido vahas veies visinhodo Rvm.
Sr.. e hei observado oque lenho de dizor
Pedrea de Fogo 3 de julho Je 1852.O eterivao
de paz, e dasobdelegacia, Malinas Ferreira dt Cosa.
Kefiro-me aos atleslados sopra por saber e cuns-
lar-me que o Rvm.- Francisco Verissimo Bandeira
lem apresrulado orna conducta irreprehensivel.
Pedrat de Fogo 2i de julho de 1&52.O capilSo,
Francisco Antoniu da Silva Valente.
Segoem-se oilenia e doos atleslados das pessoas
melliores do logar.
.Vlirsio p.|0 qUe ae|( e rnn'lar-me por pessoa de
f;jue a inriie irmaa do Kvm.- Franciico Veriti-
mo Bandeira morara nesla parodia na roa da Glo-
ria, qua vivem honestamente, a que o Rvm." euppli-
canle Ibes presta lodos os socenrros de um bom fi-
Iho, sendo ale hoje o estelo de soas Tortonas que
lie exaclu lu lo quanlo expende em sua sopplica, sen
do por is-o dignas lodas de alienlo e cunsidera;ao.
Eio f de parodio o afllrmo.
Boa-Vila 16 dt aneiro de 1850.O padre Jos
Gregann da Silva Carvalho, coadjutor pro-parucho.
Alteslo ser verdadeiro o quanln o Hvm.- Francis-
co Verissimo Bandeira allega em o presente reqoeri-
monlo, e o alleslado supra.
Boa-Vista 16 de Jtoeiro de 1850.Antonio Ctr-
neiro Machado Rios.
Ailesto qoe o Rvm.- Francisco Verissimo Bandei-
ra lem a seu cargo a sosltnlacao de m.li viuva e de
Iros rmi solleira, que vivem honestamente; e
tambero o pagamento de alunen de uma minha casa,
eio que murain na ma da Gloria o que afllrmo e ju-
inrei.
Boa-Visla l de Janeiro de 1850.Paulo Joso de
Almeida.
Atiesto pelu qoe sei, e cnnslar-me ser verdico o
allegado ntta supplica, de ler o Kvm.- Francisco
Vensimo Bandeira a seu cargo a familia de m3i
v uva, e de Iret Irmaas solleiras nesta freguezit o af-
flrinu em f de parocho.
Boa-Vista 26 de maio de 1850.O vigario, Manoel
Jiaqoim Xavier Sobieira.
Alleslo por ler pleno conhecimenlo ser veridico o
alegado supra. em f de parocho.
Boa-Visla 26 de maio de 1853.O vlgtrio, Felii
Jos Marques Bacalho.
Alteslu que o Rvm.- Francisco Verissimo Bsndei-
r.) tm a seu cirgo mal e tres ir unas solleiras, o qoe
aflirmo < in verb* sacerdnlis.
Boa-Vita 7 de maio de 1853.O padre etpel-
1 in. Agusiinho de Lima Cavalcanli de Lacerda.
Alleslo qtJe o Rvm.- Francisco Verittiraa Bandei-
ra lem a seu cargo a familia de inai viuva e de tres
innaat; e igualraeute o pasamento das casas, islo sei
por ler sidu procurador de uma easa em que inra-
la m n. roa do Rosario da Boa-Vista n. 58 e semprt
fui pagn doa alogoeis dous annos da mensalidade da
125 at a sua mudan;. He verdade o que afllrmo.
Kecife 20 de junho de 1853.Antonio Brochado
Soare Cumiarse.
Estes imporlanles alleslados, e os qat ja loram pu-
blicados nesle conceiluado Diario no dia 13 do cor-
renle mei. d3o um pleno e solemoe desmenlido a
ssa iniquissima eilumnia qoe a pessoa de qoem al-
ies fallara uSo corresponde, e nem se parece com o
ri-le il-bnx i, que peranla o Exm. Nr. bispo, a di-
rectora geial da in.lrurrau publica Irafarama ini-
qut vingan;a, e a ingralidao i mais ioaudila, e In-
qualificavel.
L'm pobie sacerdole qoe desle 18ti em que mor-
reu o seu nunca assaz chorado pai al o presente
iem dignamente suslenlado a onerosa familia de mai
S irniSas, qoe lem passado por duts cri-es arrisca-
dissimas pelas epidemias das febres amarellas em Pe-
dras de Fogo e do cholera-morbos na Escada pres-
lando-se corajosamente sem ser parocho as coufls-
sOes, como intrpida guerrtiro no maio do maior
perigo ci m tudo-elo e caridade, que nSo acceilou
grahllr-arOei e mais vanlagens particulares, que Ihe
ollereceram varios proprielarios, que egradeeeu
::ran les olleras para assi.lir a Hierros solemnes, e
igiiilmenle para encomroendar particularmente os
eorpoe, qoe eram entena tos sem encommen lei;,lo,
an passo que preslaa-se as coofliiOe, soffrendo ler-
itveis ene imi.ii ios em soa saode, s por humanida-
de, que uuuca pedio e nem foi commemoiado, se-
lo'iu premiado por seus importantes servicns presta-
dos a rehuan, ao estado e a horaanidade em lerrl-
veis pocas de que muilos tirarain proveilos pecunia-
no, e oolros abaiidonaram o seu posto, qoe por lei
divina eram obligados a prestaiem-se, um sacerdote
|ue na iiileusidade do cholera na Escada presloo-se
lineo e carido.amrnle a muilissimas conlissOes com
rspeciahdade a do infeliz acadmico Domingos Ter-
tuliano de Azevedo Campos, iimao do Rvm-. paro-
lio SimSo de Azevedo Campos, que celebrou ini-n
Pr sua alma, que acoinpanhuu seus testos moilaet
no ceinileno dislaute da rnalrit, doente como eslava
paramentado das ve-tes sanradas, alem de prestir
nula e la- lo. barandesde sua propiiedade para os
convidado! de seu funeral, que pretoo-se a oolro
nmio j,.in Komarico de Azevedo Campo com re-
medios homeopalhicos admimstiando-os enm tuas
pioprias ii ao., por meio dos quaet ftcou totalmente
istabelecidu ; um sacerdole que presluu te as con-
lis.es de seu fmulos e forneceu-lhes remedios
.rali. nao pode da forma alguma, e era he crivel
que pn-.i .o lu-se da forma lilimente desrnpla nos
uiczes de feverelro e marco do auno passado, oblen-
do nesle lempo francos e ver.ladearos allesltdos das
principaes auloridade e proprielarios, leslemunhas
uceulares de seus servicos prestados, poasa dt repun-
to dentro de dous mzet ser danunciado em abril,
ou maio do mesmo anno por um mao sacerdole, im-
ii,oral mais ludo qoanlo quizeram os detractores
atlnbuir-lhe I... lien cumulo da ingnlidAn amis
loaodlU, ser iago por esla forma de seus unpurtau-
i I--MIOI. serir i I Espera por tanto este sacerdole, a
q lem abonara ut iinporlanle elle.lados que ot Exm.
Srs. bispo, presidente da provincia, a directora ge.
r.l da n-truccao e o publico em geral tenham-nu
em oulra considerado, allendendo os teas serviros
dignos de meihur sorle, e que se cmivenriin que s-
ses detractores nao tSo os qat justa e coiiscienciosa-
menle pudeul alirar-lhe a pedra, porque saben) qut
o curo sen 1o o mais preciso dos melaes, lambem lem
fezes, e o diamanta a pedra a mit etlimavel, lim-
bem tero falla.
E-tio reconhecidos e selladas os alleslado.
sympt Ihica c solemne aprsentelo do meu
nume par de outros mu aulorisados por
seu relevante mereciniento. e, em i articu-
lar,agradeco Ihe esiremecidamcnle o lison-
geiroconceito que faz de mim, e o juizo
qoe extendeu a meu rospeilo no seu com-
municado-
Principio por agora na m inbi vida publi-
ca, e he, portento.claro que Uto poden) an-
da vellejar as minhas pretences so favor
de uma aura de valiosos precedentes ; toda-
va p.irem esses que tem acareado reputa-
ndo e aos quaenadhie sempre a opiniSo e o
oto. lambem lzeram sssim o seu tirocinio
poltico para ganharem ao depois a conlian-
a publica que justamente merecen). As-
sim que nunca o bnm sonso publico deve
desanimar as aspirarles recentes.
1 revalecenlo-mo da opporiunidade que,
SO ,.,esperad, te me- offe-eceu, abaixo
iranscrevo una cucular cada um dos Srs.
eleltores do pnmeiro circuio
Francisco Teixeira de S.
Recife 20 de oulubro de 1857.
CIB.CUL4K.
lllm. Sr. Apresenlando-me candidato
supptente da depulacSo provincial do pri-
meiro circulo da provincia, eu espero quo
V. S. dignando-se proteger essa minha pri-
neira aspira^ao na vida publica honre-me
com o seu vol na respectiva prxima elei-
tjSo que se vai proceder.
Eu sou o primeiro a confessar a V. s. que
me fallecem ttulos prestigiosos. Mas, co-
mo ninguem se deve julgar pre festinado a
dominar o sulfragio das urnss, se no pela
benovulencia do corpo eleitoral, qaando
por um lado cu veja que a minha pretenclo
he desamor isada, por outro concebo, que a
generosidade de V. 8 he soberanamente ele-
vada.
Quem de verdade contestar a V. 8. o di-
reilo de scnlher um candidato, qao a sua
vontade forte o independente trVer es o
Ibido?
Abi pois, est a minha maior confianct o
o meu mais seguro penbor.
Dirigindo-me a V. S. para pedir-lhe o seu
voto, cabe-me a honra de Ihe offerecer os
meus servicos. Sou etc.
Frsncisco Teixeira de Sa.
A GAMBASADA.
Enigma.
Se um re tem seu ministro,
L'm calador seu rafeiro,
He juste que tambem tenha
Seubrodum sapateiro.
Apre I 1
Fecha-se o tempo
Til ja |-:i",j
iN'a cli'irau
Do tal mar'o.
Que fecha aporta
Salta o telhado
Aza famado
E atrapalhado.
Que escndalo I !
Ora viva o Gamba'.

9m**at*.
PRACA 00 RECIPE 20 DE OUTOBRO AS
3 HORAS DA TARDE.
CotarOet offtciaet.
Cambio sobre Londres27 l(i 60 d(v.
Couros seceos salgados317 rt por libra.
ERRATA.
Por engao poblicou-ie honlem o preco dos lu-
cros a 386, deveudo ter 316 rs. por libra.
, p- Borges, presidente inlerlno.
L.Dabourcq Jnior, secretario inlerioo.
-__. CA1IBIOS
Sobre Londres, 27 1 (2 T a 60 d.
Paris, 346 rt. por fr.
t Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
Ae;So do banco 50 por ctnlo de dividendo por con
la do vendedor.
e e companhia de Beberibe 60JOO0 por aecae
c e companhia Peroambacaoa ao par.
Ulilidade Publica, 30 por eenlo de premio.
e c Iodemnisadora. 61 Ideta.
i < da estrada :e ferro 20 por Ou) da prem o
DiscobIo de lettrat, de 8 a 9 por cenlo.
Accfiet do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncat hespenhulas. 29J5O0 a 30a<)00
Moedas de 69100 vtlhat .... 16*000
e 6&400 novas .... 165000
*.'. .4900.......9WO0
Prata.Palacoet brasileiro......25000
Peiot eolnmtiaries......2J000
meiicanot....., 1{860
ALFANOEA.
aendimenlo do dia 1 a 19. 427-076S312
dem do dia 20....... 24:232J85I
451:30i183
Descarreaam hojt 21 de oulubro.
Barca portusnezaFlor da Malaceboltt e cal.
Brigu porlueueiRelmpagoidem.
Brlgue porlauoezTarojo Ilivrrsot geuerot.
Patacho rancez(ieorgevinha e papel.
Barca francesaAdeleraercadoriat.
Barca inglezaIlerrnioneidem.
Brigae inglez Waller Bainebacalho.
Patacho hollaodezAeragenebra e aalilre.
Logre dinamarqoei--UinraI a boa do.
MOVIMENTO DA ALFANUEC-A.
Volomes entrados enm faienias .... 272
> com gneros .... 197
Teltl
Volantes inhldot eom fazrndas
* cora geoerot
Total
CONSULADO ERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 19.
dem do dia, 20. .
48:7525274
1:5094359
0:2629833
DIVERSAS PROVIMCIAS" ~
Rendimenlo do die 1 a 19. 1:1869652
Idem do dit 20......, 479623
1:234*275
'#ubifcactk$ a pcMo.
ao pusuca
NSo tendo eu procurado fazer publica a
mioha candidatura a supplcnte da deputa-
5,o provincial do primeiro circulo da pro-
vincia, tive a sorpresa de ler um alias bem
escriplocotnmuiiicado impresso no Diario
dj hontetn, e assignado um cleitorem
qoe se me propina lembtanca cacolhimen-
tn do digno curpo eleitoral Iculo, para quando Icnha -lie de proceder a
lescolha los respectivos supplentes dos seus
deputados prcivinciacs.
Sou, por extremo, reconhocido a esse Sr.
I cieitor a quem devo una tao espontanea,
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE KO DA
20 DE OUTBaO DE 1857.
FtlmoolhBngue sueco aGenny, James Ryder fa
C, 600 saceos asoear matcavado.
PorloBrigoe nacional Despique de Beirliii, di-
versos etrrtgadures, 88 cteos mei, e 42 taceos
gomma.
Rio da PralaBrigoe hetptnhol tAmnitlii, Viva
Arooriro V Fiiios, 7 pipai alcool.
Lisboa Brigue porluguei aAclivo, Amorlm Ir-
mios, 270 saceos mocar braucu t roascavado.
EXPORTACAO'-
Gibrtllar, patacho brtileiro eContlin(>, de 204
toneladas, condorio o segoinle .2,600 saceos coa
13,000 arrullas dt assucar.
l-'almuuth, brigue iogle D. Joan, de 285 lune-
iadat, condoli o segoinle : 3,900 saceos com
1'.'. iin 1 arroba de asocar.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do die 1 e 19. 33:3189027
Idem do dia 20....... 3:5109587
36-828/614
Rendimenlo do da
dem do dia 20.
CONSULADO PROVINCIAL.
I a 19.
28:4899053
781/884
29:2703937
tttottottttv* i* pomo.
Navios enl.ados no dia 20.
Terra Nova52 dia, barca porlugueza Carila A
Amelian, de 231 toneladas, capili Manoel da
Costa e Silva, equipagem 13, carga 2,446 barrca
enrn hacalhao ; a Francisco Severiano Rabello V
rilho. Perlence a Lisboa.
ldem-41 fl.as, briaue Inglez tCtrolina Sehenko, de
1!H) looelaias. capilSo I. Metsonler, equipagem
10 carga 2,400 barricas com bac.lhao ; t Schram
late.v V C. Perlence a Londres. Seguio para
Macelo. r
Idem32 dlts, barca ineleza War-llank. da 208
i0!!L,a',.C8Pi,il0 ^unlope, equipagem 12. rtrea
.l.o.i harneas com bacalho ; Sauudert Brothert
-1 'erl'nre a Liverpool. Seguio para Baha.
Macera e porlos intermedios2 di-s e 21 horas, va-
por nacional tPertinuneaa, commandanle o 2.-
tenente Joaqom Alves Moreira, em lalro.
Rio de Janeiro8 das e 18 hora, vapor nacional
Imperatrlzo, cnmmndante o 1.- lenle Aalonio
Joaquim de Santa /larbar.i.
Babia9 da, hiale nacional tPiedade, de 211 to-
neladas, meslre Joaquim Jote'Alves das Nevet,
eqopaetm 10. ra fazenda, charuto e man)
gneros ; a II.riholomeu l.ourenco. Perlenee a
Pernarohoco.
Liverpool3ldia, barea norueaa ..lilisahelli Rin-
iiehrg.,de3.>7 loneladas, capilSo Adolpno Ref-
fer. equipagem 13, erg. s-l ; N. O. Bieber A
C. >en. reiretca* e sesee para Caleola'.
Porto,10 das, barca porluiiueza Santa Creta, de
322 lanciada, capilao J .aquim II. de Oliveira,
equ panera 14, carga vario genero ; a Thnmai
de Aquinu Fonteca i Filho. Perleuce ao Porlo.
Iiaz 12 passageiros.
.





M/vBIO M millMIUCO QUARTA m*ki\ OlTUBRODR i*5
Naioi sahidm no mp-.mii di.
l'almoulliHngoe insle o 1). Juan, capillo J. Jo-
mo, carga macar. ~ Fon.leoo no lameiro.
Em commissoVapor de gatera nacional Bebe-
ribe.., commandaula ocapilAo da fragata Jos Ma-
ra Rodrigues.
M ice iiBarca Ingiera Rnlheiay), com a rtiesmi
carga qua trouie. Suspenden dn lameirsio.
tm&.
Fo appreheudido por esta delegacia. socreUria do eonselho, as 10 horas do dia 25
um cavallo cora uns garajaos, e algumas docorrente mez.
gallinhas; desconfia-se periencer a um ho-
O Dr. Francisco de Assls de Oliveira Msciil juiz mu-
nicipal da segunda vara nest ridade do Recife de
l'ernambaco, por S. M. o Imperador qoe Deoi
guarde, etc.
Faeo. saber ion qoe o prsenle edilal tirem em co-
mo Joaquina Jote de Oliveira me fe por escupi a
pelir.Vi do theor etinle :
Un Joaquim Jote da Oliveira, como idtniiiilra-
dor de toa nialhtr Antonia Mario Magdalena, her-
deira instituida no lattamanio do fallecido Jn-c An-
tonio C"rreia Jnior, que quer faier citar a Domin-
gos dos Patos Tranca Ramos e aua mulher Flonnda
' Ensena da Rusa, para na primeira audiencia desle
juio fallar aos termos da oin libello civil, em o qaal
melhor expresa ira' o leu pedido : e como ot mppli-
ealos se acham ausentes em lugar nao tbido, quer
otupplicante juslificar dita ausencia e julgada por
temen; e puse carta de edictos, aflm de serum ci-
tados para todos os termos da causa e tus ciecucjo
eotn a pena de revelli. Pede a V. S., Sr. r. juit
municipal da segunda vara iim Ihejdefira. K. R.
Me. Como procurador. Felii Franciaco da Souia
MasalMea.
.Ni i-i niais se continhaem dita peli;3o, qae sendo-
me Iprestnlada nella .le o raeu despacho do theor
Maulte:
Dialribuida. Como reqoer. Recife 1 de oalobro
de 1857.Oliveira Mseiel.
Nada ni mi lecominha em dito meo despacio, em
comprimento do qual ra a potrea distribuida ao
tcrivao Joaquim Joto Peraira dos S mos, depoia do
3ue procedeo o aopplicante a justificado por meio
e testemunliai, com as quaes prov.iu a aosencla dos
opplleado* e iaeirleza de era domicilio, e faiendo
rao o e Menea do tutor segointe :
Allen.lendo a que pelos depolmentoi de fl. a 11.
tata' provado qo> Domingos dos i'sssos Fran;a Ita-
, moa sua mulher esto autentea em lugar nao ubi-
do, paue carta da ediclot com o termo de I."> di.it pa-
ra teiem rilados, e cusas. Recife 17 de nulnl.ro de
18S7.Francisco de AmIi Oliveia Maciel.
Nada maia te cnntiiiha em dita minha ienlen;a.
ID virlude da qaal ae patioa a prtsente, pe i qaal
te cita e chama juizo os sopplicados Dominen dos
Pa pelicA i ne . got.e conhecido dos tupplicadot o fac/iu scienlet ne
Todo o f pendido, para quecomparecamou nomeiem
procurador que por ti talle na pnmrira aud enca
qoe ttia lojttr depoia de pastados os 15 di, que se
ronlu.l. do di em qoe a presente fur afiliada, e
I omtiaitteiiJo neui ouliem por elle, correr' o
feto a tua revel.
para que chegae a noticia de todot, mandei o
perleiro afiliar esta no logar do costme.
Didu e passulo ucla citade do Recife aos 19 dias
do miz de oulobro de 1857, trigsimo teito da in-
dependencia e do imperio do Brasil. Eu Joaquim
Jos Pereira do Santos, ecnvto a subscievi.
Francisco de Assis Uliveira Maciel.
* O r. Anselmo Francisco Parelti, commendador da
imperial aedem da Rota e juia de direilo especial
do commercio nesla cidade do Hecife t protincia
de Pernambuco por S. M. o Imperador que Dios
guarde etc.
Fajo taber aos qae o presente edilal virem n delle
noticia liverem, em como por esle jaizo pende ama
eausa Je faiteada da cusa comraercial de And .ule e
Leal, e no deeurso da misma lubiram os actos a mi-
nha cnnclmao, oos qotes profer i tenlen;a do theor
seguate :
Attendendo e se v da pelic>> de fl. 68, que Se-
h a -11 a i Jos da Silva, Nicolao Otio Bieber & C. e
Joio Pinto de l.emos 6 Filho, credores da casa com-
mercial de Andrade e Leal, reqaerem por falla de
cumplimento da concordata concedida a' esta casa a 1
rescis.lo da meima concoidata ; attendendo, e se
mostra dos documentoi de folhas 71 a follut 78, qoe
eom elTeilo tal concrdala nao lem silo comprida :
attendendo e dos referidos documentos se mostra
' que o estado doa negocios da casa concordataria se
acha por tal maneira deteriorado que o seu actiro
ojo cliegara' para solver o debito da dita casa, redu-
lido por effe'lo da concordata. Declaro rescindida
a concordata de que se trata, fundado no qoe dspe
o artigo-849 do cdigo comraercial com referencia
ao artigo 902, e declaro novamente a firma de An-
drade e Leal em estado de qnebra. Servir' como
curador fiscal da falleucia Sebastiao Jos da Silva,
qut como tal sarvio antes da conces-Ao du concorda-
la, e como depositario interino, o qae servio ueste
processo como effectivo, antes de outorgada a con-
cordata em queslftn. S-js a presente publicada na
forma da lei, e ordeoo que se pnihim sellos em to-
dos os bens. livros e papis dos lallidos : para o que
te enviara'copia desl ao juiz de paz competente,
alvo te se poder em om dia concluir o invnnlaro
dot bens da matst. Recife 1:1 de ootubro de 1857.
Anselmo Francisco l'ereiu.
E mais icn.1.1 contem na minha senten>a aqu co-
piada ; e em conaequenciu da qual me endere;oo o
carador ti.cal dos fallidos a peli;ao do theor se-
guidle:
Illm. e Eim r. Dr juiz do commercio. Diz o
carador flacal doa fallidos Andrade e Leal, qutlendo
de seren convocados os credores para uoinea;ao de
depositarlo provisorio, vem requerer a' V. Etc. dig-
ne-te marcar dia e hora para ler logar a munido.
aflm de serem inserlaa nos edtaes que se devem pu-
blicar para caso fim. Pede a V. Eie. dignt-st defe-
rir-lhe, E R. M. Joaquim da Alhuquerque Mello;
mtil te nao conten em dita pellejo, ra qoal pro-
fer o despacho du Ihenr teguinl :
O dia 22 do coi rente, depoit di audiencia do-le
jnio, e na sala doa auditorios. Recife 17 de oulu-
bru de 1857.A. F. Ptrelli.
Nada mait te contem no mea despicho aqu co-
piado, em consequeacia do qual o escrivo abaiio
declarado, fez pastar o presente etilal, pelo qual
chamo e convoco a todos ot cred res dos fallidos
Andrade Leal, pira qut no dia 22 do correnle, de-
pois da audiencia deste juizo se reunam na sala dos
auditorios, aflm de nomearem deposiiario a masa
fallida dos retferidot tupplicados, como se requer
na peli;ao cima transcripta.
E para qae cliegue aottcia a lodos os credjres dos
mencinnadot fall los, mande! pastar adilaet que se-
rdo afailoa nos lugarta do coslume^e publicados
pela imprem.
Dado a paitado ne'ta cidade do Rerife 11) de ou-
lobro de 1857. Eo Franriico Ignacio de Tunes llan-
deira, eseiivflo' do juizo commereial o lie eterever.
Anselmo Francisco IVretn.
mem morador na freguezia da Varzea ; sou
legitimo dono comprela munido de docu-
mentos legaes, que Irte ser entregue.
Delegacia do segundo districto" do tormo
do Recite, 20 de outubro de 1857. O dele-
gado, Juno Francisco Xavier Pacs Brrelo.
Pela contadoria da cmara municipal
do Recife se faz publico, que o prazo mar-
cado para pagamento do imposto de carros
de passeio e aluguel, carrogas e mais veh-
culos de condcelo, principia do 1.* ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
vel,'e lodos quer deixaem de pagar no refe-
rido prazo, ficam sujeitos a multa de 50 0|0
do valor do imposto. Contado'ia municipal
do Recife 29 de setembro de 1857. O con-
tador, Joaquim Ta vares Hodovalho.
OSr collector das rendas provlnciaes
do municipio de Gotanna fa/ saber que em o
dia de boje Ihe foi entregue pelo delegado
diV.o termo o escravo crioulo de nome Luiz,
nttiral da comarca do l.imociro, de idade
desatinos, estatura alta, rosto redondo,I
cabillos carapinhos, olhos pretos, nariz cha-!
lo, bocea grande, barba pouca, picada dn
bet-ga, preso nessa cidade ordem ao mes-1
mo lelegado, no dia 3 de jan-iro do cr|
rente anuo, sendo avallado na quanlia de
l:20v9; pelo que chama-se a todas as pe.s-
soas que tiverem direilo ao (fe-ido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
Llicsc,-i') deste, apre.seulem na collectoria da
dita cidade sua justifica^ao de d.minio, a
quatser produzida peranle o juizo tnuuict-
pal desse le >\a, e fiudo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, a por-
ta do mesmo Sr. collei'tir, precedr-n 1o-se
annuncio do dia e iiora em
Sala das sessOes do eonselho ailministrati -
vo para fornecimenio do arsenal de guerra,
19 de outubro de 1857. Rento Jos Lame-
nha l.ins, coronel presidente Bernardo
Pereira do t armo, vogal e secretario.
l'cls dcle^acia de Jaboatao foratn ap-
prehenlidos 2 cavallos Turtados : seus donos
comparecan munidos de documentos legaes
que Ibes se'3ii entregues. Delegada do se-
gundo districto do Recife 15 de outubro de
1857. O delegado, JoSo Francisco Xavier
Paes Brrelo.
SANTAISABEL
II.' RECITA n\ ASS1GNATIRA
a*
EMPREZA-GERMANO
QL'ARTA-FEIRA, 21 DF. OUTUBRO.
Subir? a'arena o novo drama original poiluuuez, de
grande espectculo, em :i actos, do Sr. A. Cesar
de l.acerda :
EL-REI
da Costa : sexta-feira, v>;l do correnlo, as II
horas da manbaa, em seu escriptorio no Re-
cife.
Lcilao de sabao.
O agente Itorja, de ordem do Ksm. Sr.
Dr. juiz especial 'o commerio, a roqueri-
incnto dos ailnrinistradores fm ma-sa falli-
da de D. Candida Maria da Silva Lima, vitiva
de Delphino Concalves Pereira Lima, far
Ieil3ode*00 caixas com sb5o amarello,
perlencenle a dit massa : sexta-eira 23 do
corrente ao mrio dia em ponto, no arma-
zem do agente annunciante ra do Collegio
U. 15.
Leilao de niohi-
lias.
D. JOA IV
ou
0 P\GEM KAalIRO.
O agento lorjt, em sen armazem na ra
do Collegio n 15, far lcilao de immensida-
de du ohjeclos de marcineiria novas e usa-
da<, bem como mobilias de jacarund e de
amarello comMotas, sof, cadeiras, mar-
i|itezas, bancas, avulsas guarda roupa,
commoib'S, camas fraocezas, loitos paia
crianzas, berros, lavatorios, mcaaa dejan-
lar elsticas e communs, aparadores,guarda
Intima, vid'os e lourja diversas par* adorno,; tos annos, pereita
de. sala, e servico de ;:msa, utensis o outros i lambem se troca por
Atencao
o
A taberna grande ao la loda igreja da ^ole-
dado,acha-se bem sortila e d*- gneros hons,
por isso convida-so aos moradores do lugar
ou quem por ali transitare for passar a resta,
a virem compiar a boa manteiga iiigleza.dit
franceza, cha fino hysson, pe "la e preto, os
hons vinhos, que a vista dclles se po1er3o
apreciar, do Porto, de Lisboa, da Figueira c
francez, champagn", muscalel, licores finos,
cervejas pretas e brancas, genebra em Iras-
cos, gurdente de cenna, vinhos engarra-
fados, o melhor possivel, sardinhas de Man
tes. bolachinhas de multas qualidades, quei-
jos do sertio, doces de guiaba finos, mar-
melada nova, velas do Aracaly em caixa de
trinta e tantas libras, e a retalbo, esperma-
cete americano e francez, amendoas, bous
charutos de muitas marcas, massas para so-
pas, macarrflo, talharim, cevadinha, estrel-
linha, pevi le, arroz, alelria ; para papa,
sag', ararula, tapioca, farinha do Rio, sac-
eos com milito e foijlo, e muilos mais gene-#
ros de bom gusto, sapatos do Aracaty e da
Ierra para homens e meninos ludo se ven-
der com abate de 3 0|0, sendo dinheiro
miudo.
8, Gonzalo.
Os rncarrega los de festejar o glorioso S
Cornalo de Amarante, erecto na igr.ja do
Nuasa Senhon do Pillar, em Fora de Portas ;
rogam a lodos os d-volos o devotas a eon-
correrem com suas asmlas, alim de ser fel- fonfla-M que foss, aedoti lo para talvez fur-
9 annos, levou caiga de algodflo de risca lo,
camisa de madauolSo engumma ti, chapeo
de pallia trancada, com fila preta, e um cin-
luriodecourona cintura; este menino ho
morador em Olinda, veio ao Recife com um
par de botins para vender, e tr>zia 29000
para comprar ajgumas encommendas : des-
ta com loda a pnm,.;> c liril lantismo a lesla
em honra e gloria de tSo milagroso sanio,
devendo ler lugar o Waniamettto da ban-
deira no dia 29 do correnle ; e dias antes
sera smraociado o grande programma da
liande ra e festa.
,\o dia 18 do corrente desappareceu
do lugar Forno da Cal, termo de olinda, um
quartan ruco pedrez, altur.-. repular, sem an-
dares, e com os signaos seguintes : no quar-
to direito lem urna marca, e no esquerdo R ;
tarom o que elle trazia com sigo roga-so
as autoridades policiaes o a qualquer pessoa
que delle souher nu tiver n'ilicia, de o leva-
retn ou manlar-tm a rut da Praia n. 17, que
se gratificar a qualquer pessoa que n3o te-
nba obrigacSo de o entregar ao lugar indi-
cado.
Soares,
com fabrica do pentes de tartaruga na ra
a pessoa que o adiar ou der noticias, diri- das Trincheiras n. 1, avisa ao respeitavel pu-
blico e a to ios os seus freguozes, que rece-
beu pelo ultimo navio de Franca um graode
e variado sortimento de pentes do tartaruga
para alar cabello, os mais modernos, c que
pode vender mais barato do que em oulra
a retalho como por
ft*pdl-'-*#$if9.
CORREIO GERAL.
smalas que tem de conluzir o vapor
Imperatriz para os por'.os do norte, focham-
se boje (21), as 2 horas da tarde em pooto.
Crrelo gTr.tl.
Belacio das cartas seguras viudas do sul,
pelo vapor Imperatriz, para os senhures
abaixo declarados :
Aprigio Justiniano da Silva Guimares.
Augusto Duarte Moura.
Antonio da Cunha Figueiredo
Antonio Candido Loreti
Antonio Pereira Camello,
A. Poreira Rocha Bastos.
Baro da Roa-Vista
Braga & Anlunes.
Francisco Antonio das Chagas.
Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
Francisco Maria Sodr Pereira.
Gaspar Menezes Vasconcellos de Drummond
Izidora Senhorinba Lopt-s
Joaquim Francisco de Paula Esteves ele-
menta.
JoSo Luiz de Franca Miranda.
Jos i .raides de .\ragSo.
Jos Joaquim Comes de Abreo.
Leopollino Antonio Siqueira Dias.
Manuel Ignacio deOlivejra.
SilvinoGuilherme d>s Barros
-----O Illm. Sr, inspector da thesouraria da f>-
zenda manda faier publico, para conhecimeulo de
quem interessar posst, a ordem circular do llie-num
nacional II. 13 de 27 de junho do annu proimo pas-
tado, ah.iiio Iraoscnpta, mareando ais formulas pata
inlerposn;;io dot recursos das decisoes da Ihesnura-
rla para o lltttouro nacional. Secretaria da thesou-
raria de telenda de Pernambuco em -20 de outubro
de 1857.O offlcial maior,
Emilio Xavier Sonreir de Mello.
Copia circular.N. 13. O marqoei de Paran,
presidente ao Ir.hunal do Ihesooru nacional, para
obviar e inconveoientt qoe da pralico de apresenta-
rem-so recunoa ao mesmo tribunal, independenle-
menle de informac.io das Ihesourarias de fazenda,
resulla de nao saber te qual o m divo d decitlo, t
tampre ha delonaa provemenle da eiigeneia de es-
cltrecimenloi s theiouraiias e eslaclct flseaes su-
bordinadss, declara aot Srt. inspeclnret das referi-
dis Ihesourarias, que no tribunal do Ihesooro nAo se
tomara conhecirneulo dos recorsos das deeiruss daa
Iluso i.arias, lem que por estas repartir .s, a qaem
as parles interessadas os devero entregar, ie|ain
transmiltidaa odlcialmenle ao Ihesnoro, acompa-
nliadrs dat pe ijOe e documentos relal vas a ques-
tao. aleni das indispensaveis informai;es tiscaes ; e
nrdenar Ihet que deem a esla providencia a precita
pohllcidade. Thesoaro nacional cm 27 de junho de
18"i6.Mrquez de Paran. C informeJote' Si-
vtriano da Rocha.
- Pela secretaria da directora geral da
inlrucqSn primaria da provincia, faz-so cons-
tar, a quem ronvier, que est n.arcado o dia
21 do corrente, para ter lugar o exame do
habilitacSo, a quenas materias do primeiro
grao doensino se submelle, por haver re-1 caras
querido o professor publico de instrur^ao
primaria de Quipap Ricardo Funseca de
Medeiros.
Secretaria dita 17 de outubro de 1857.O
secretario,
Francisco Pereira Freir.
te lugar dita arre.-net?."io, publicando-se
esle e lital pela imprensa, e onde mais con-
vier. C-llei-t ra provincial do municipio
do Cnianiia 30 de julho ta 1857. O escrivo
da collectoria, Luiz de Albu itieique Lins
dos Guimarfea Petxoto.
CONSELUO AOMISISTRATIVO.
O eonselho administrativo, em cumpri-
mento do art 22 do regulamento do 14 de
dezembro do 1852, faz publico, que foram
aceitas as propostas de Joilo Carlos A' gusto
da Silva. Luiz Leopoldo dos GuimarSes Pei-
xoto, Jos Francisco Lavra, Konseca & Vian-
na, Rodrigues & Ribeiro, Guimarfles e uli-
veira, Jos Antonio Moreira Das & C e
Miranda iS; Vasconcellos, para fornecerem :
O I.- 6"0 alqueires de farinha do mandio-
ca de boa qualtdade, cnsaccada era panno .ic
algod3o da Babia, o posla a bordo, a 139500
0 alqueire
O 2. os medicamentos para a botica, do
presidio de Fernando, segundo a relago ja
aununciada, na importancia de 5053600 res,
20 garrafas de tinta preta a lu rs 1 barril
de oleo de linharja a 19800 rs. o galo,
1 arroba de agua raz a 400 rs a libra, 8 on-
cm de llr de ail por 19500 rs., arrobas
da roxo Ierra a 1992U res.
0 3.' 6 pegas de ma lapolSo a 4/500 reis,
1 dita de baeltllia a 500 teis o covado, 6 di-
las de cassa para baba los a 2&I00 rs., 2 pe-
gas de bramante enfeslado a 19500 reis a
vara.
04.* 4 arrobas de cera em velas de meia
libra, a 19280 reis a libra, 4 resmas de papel
aluiago a 2-snO reis, 4 caixas com pennas le
ago a 900 res, 4 arrobas de coila da lia .ta a
1279 rs., 8 dilas de chumno om barras a 59250
res, 2 ditas de arauo dilatiio sor ti lo a
259500 reis, 2 ditas de dilo de ferro a 760o
reis.
O 5.* 8 resmas de papel pautado a 4320O rs,
16 libras de barbante a 600 reis, 4 quintaos
de ferro da Suecia a ll? rs., 8 arrobas de
arcos de farro para bacns a 23100 reis, 2 du-
zias de limas chatas de 16 a m? rs., 2 ditas
de dilas de 12 a 53500 reis, 2 dilas de ditas
de 8 a 2/800 reis, 2 ditas do ditas de 6 a 1c900
reis, 2 dilas de ditas de 4 a 13400 res, 2 di-
tas de ditas do meia canoa de 8 a 3#-20t>, 2
ditas de ditas de 6 a 1/920 rs 2 ditas de di-
tas de ditas de 4 a I36UO reis, 2 ditas de dilas
de triangulo de 12 a 7.5OOO reis, 2 dilas de
ditas de 6 a 19920 reis, 2 ditas do ditas de 5
a l.-tiuu reis.
0 6.- 4 resmas do papel almago a 43200
reis, 400 pennas de ganso a 19 rs., 1 ritual
romano por 3/ rs.
- O 7.' 4 duzias de lapis a 240 reis, 2 arro-
bas de e&tnnho em verguinhas a 800 reis a
libra.
0 8. I missal por 253 rs.
Eavisa aos sujraditos 2.', 3.', 4/ e 5.'
vendedores, que devero rocolher os respec
livos ohjeclos ao arsenal de guerra no dia 21
do crrenle mez, aos 3 seguintes no dia 23
do corrente mez, e ao t.- durante o prazo
pedido em sua proposta.
Sala dassessoes do eonselho administra-
tivo, para fornecimento do arsenal de guer-
ra, 19 de outubro do 1857. Bernar*i--Pe-
rena do Car,.io, vogal e secretario.
O Illm Sr. inspector da thesourr a
provincial, em cumpnmenlo da orlen'.
Exra. Sr. presidente da provincia de 11 '
corrente, manda fazer publico, que no uia
5 de novembro prximo vinlouro,* perante
a junta da mes na thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos fizer a obra dos
reparos do quartel da villa do Cabo, avalla-
da em 1.2I0.-.IIU reis
A arrematagSo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
malagiio conparegam na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia co petentemonlo habilitadas.
E para constar se mandou alfixar o presen-
te e publicar pelo Dialio.
Secretaria da thesouraria proviocial de
Pernambuco 19 de outubro de 1857. O se-
cretario, A. F. da AnnunciagSo.
Clausulas especiaes para|a arrematagSo.
1.* As obras dos reparus do quartel da
villa do Cabo, far-se-hilo de conlormida le
com o orgamenlo approvado pela directora
em eonselho, e a presentado a approvagflo do
Exm. Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de 1:210.3 rs
2." O arrematante dar principio as o-
bras no prazo do um mez, e as concluir no
de 1 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da lei n. 286.
3. A importancia ila arrecdg5o sera
paga em tres prestagOos iguaes : a primeira,
depois do f ita a melade das obras ; segun-
da depois da entrega profisoria ; ea tercei-
ra depois do recebimento definitivo, o qual
verilicar-se-ba tres mezes depois da entrega
provisoria.
4.'w iSa execugSo da obra o arrematante
seguir* as prescripgOes do engenhetro res-
pectivo.
5. Para ludo o mais que nao se adiar
determinado as presentes clausulas nem no
orgamonlo, seguir-se-ha o que dispoa res-
peilo a lei provincial n. 286. Conforme.
O secretario. A- F. da .nnunciagao.
COJNSELHO AKMIMSTRATIVO.
O cooselho administrativo lem de com-
prar os objectos seguintes :
Para p ovimenlo dos armazn* do
alooxa rifado.
rame du latao den 8, libras 96 ; dito de
dito de n. 13, libras 32 ; chumbo eai lencol,
arrobas 20; dilo em barra, arrobas 40 ; a-
reia de mol lar, alqueires 2; cadinhos do
norte de u. 10, 20 ; dito de dito de n. 12, 20 ;
seccante, arroba 1 ; carvilo de pedra, tone-
ladas 18 ; chapa grande de ferro para o fogiio
do quartel dos menores 1 ; frechM de 35
palmos 1 ; tahuas de louro do assoallio de
11 a 16 pollegadas, duzias 0 ; rostadinbos
deassoall.o de 16 pollegadas do largura 6 ;
oleado, covados 60.
4.' baallhSodo artillurla.
C semira carmezim, covados 76.
8.- li.iialii,io de infanlaria.
Jogo de halangas, com pesos at urna ar-
roba 1.
10.' batalhSo de infanlaria
Panno mesclado cor de caf, covados 81.
Compaohia de caval aria.
Frci' s Mngelos 23.
9. batalhSo de infanlaria.
grvalas 35
7.- halalh.ln.
Camas, colchOs loO ; Iravessciros 100;
mantas de ISa 50 ; chitas para 25 cobertas,
covados 150; c-rapugas de alod:lo 25 chi-
nellas, pares 100 j bules de folha 12 ; clii-
com pires, duzias 3 ; pratos, duzias
Toma parte toda n rnmpanhia.
A mostea he da composic^Au do Sr. Colas, regente
que bouver de da orrnesia.
terminar o especlaculo com a i;racosa farra,
nada de msica :
HAEIQDINHAS, A LEITEIRA.
Os bilhelet acham-se
thealrn.
Principiara as 8 hora*,
venda do tscnptoiio
rlri
ni'.iilos artigosiniispensaveis de casa, urna moga, oque saiba engommar : no largo da
porgo de obras de ouro e prala, relogios ribeira de S. Josn. 1.
diversos para algibeira. ele, etc : sexta-1
reir 23 do corrente as 10 horas da manhi. ;, |p |HOS 11^ Vil HIS .
nesse mesmo da la mbein ir;io a leilao un,
escravo perito marinlieiro e urna ptima! Na na la Cruz n. 1, primeiro andar, es-
escrava cazinheira e engommadeira, ambos criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azove-
ja-se ao aterro da Boa-Vista n. 42, que reco-
bera boa gratific-go.
- l.tnuel (age, cipitodo patacho ame-
ricano Fanny Wbittier, vimlo ne New-York,
arrbalo a este porto, por forga maior,
com destino a Buenos-\yrcs, precisan io | qualquer parte, tanto
| fazer alguns reparos no dito navio ; neces-I alado.
I sita pira o menciona lo fi n caca de 4:0009 i Na noite do 17 do corrente, no thestro
! sobre o casen, tnastreago e veame ; quem i de Santa Isabel, perdeu-se urna pulcetra de
I se achar no caso de lomar o risco das sup'a-I ouro com esmalto azul escuro: roga-se a
.a escrava de trinta e tan- -encimadas condigOes. dirija em carta fe- ; pessoa que por ventura B tenha adMiiV
lvK,leir n eorinheira P ella la as suas proposlas, ato o da -24 do cor- levar no escritorio de Novaes & G.. na ra
mitra quei seja misirente 'Tez, ao consulado dos Estados-Un-1 do Trapiche n. 34, que ser generosamente
dos da America,
prime.ro an lar.
na ra do Trapiche n. 8,
Gabinete ptico
ATERRO D4 BOHISTAIM.
O director deste salao, participa a seus
Ilustres protectores, que tendo-se de reti-
rar desta provincia, offerece-lhes esta penl-
tima semana urna boa eagradavel exposig3o
de vistas escolhi Jas.
Vistas que sero patenteadas at o dia 24 do
do corrente.
Guerra do Oriente.
1.a Constantitiopla guarnecida pela es-
qua Ira anglo-franceza.
2.* As esquadras alliadas, arvorando o
signal de gueira Kussia.
3.a Ataque do lurte S. Nicolao.
4. O grtnde desastre de sinope.
5. A batalha do Inkerman.
6.a A batalha do Alma.
7.' Assalto da torro de Malacoff.
s Retirada dos Russos para o norte, in-
cendio de Sebastopol.
9. Os verdadeiros retratos dos defengores
da guerra do Oriente.
10. Batalha do Mourfio, ganha pelos Bra-
sileros.
11 Vista de Genova, tomada de Saumao.
12.a ido do Janeiro, tomado da illta das
Cobras.
13." Palacio e tapada de Versal lies.
14." Interior do palacio le Luiz Filippeem
Paris
15.a Sepulcro de NapoleSo I, etn .Sania
Helena.
16. Jardim das flores em Pars.
17." Vlsla gcral de l'aris.
18.e NapoleSo I, botando oculo em fronte
da Calhcdral do Mil.lo cm Itnlia.
O salao estar aberlo das 7 at as 11 da
noite. Entrada 500 reis
mogos e de bonitas ligiras.
Leilao
DA.
, FABRICA M SABIO.
Sexta-feira Gde novembro
A requerimento dos administradores da
massa fallida de I). Candida Maria da silva
Lima, viuva de Deltino (iongalvcs Pereira
Lima, de ordem e em p^e^enga do Ksti. Sr
juiz espeeial do commercio, fura iciISooa-
genle llorja, dos ohjeclos seguintes :
lim sobrado com bu palmos de frente n '256
de fundo, mais 2 casas lerrees com 35 palmos
de frente cada urna, e 85 de lando, om.que
se acha eslabelecida a fabrica de sabao, sita
na ra Imperial desta cidade,at com terreno
baisa-mar no fundo das mesmas casas, com
caniboi caes,guindaste de ferro.duas grandes
caldeiras de inanipulagfio.coin me&cdores de
(erro movidas por vapor, caldcira e machina
de vapor -te forga de seis cavallos, duas ser-
ras, sendo urna vertical, e oulra circular,
bombas de ferro, ludo movido por vapor, 8
grandes depsitos de madeira ou resl'risdo-
resde sumo comportando cada urna mais de
mil caixas, alein de urna mensidades de
utensilios, proprios do eslabelecimenlo
(lito cscravos de dilTercntes idades ja acos-
tumados ao servigo da fabrica.
Um laboratorio chimico para a analyso,
contendo pegas de vidro e metal mui impor-
tantes, una porgo de frascos com accidos
etc.
Carteiras, almarios, prensa de copiar re-
logio e mais objectos do escriptorio.
Uma terreno com 100 palmos de frente e
fundo al baixa-mar, ann-xo a Fabrica
33 cascos com azeito de palma, e uma por-
go de dito em deposito om utn tanquo de
fierro as 10 horas em ponto do supradilo
dia, na mesma fabrica, lera lugar o leilao.
fpMr?
,
Marauh&o.
Palhaboto Sobralense recebe carga : a tra-
tar com (iaetano Cyriaco da Costa Moreira,
na ra da Cadeia do lin-i n 2.
Para o Rio .Janeiro,
O veleiro e bom conhecido patacho Velen-
te pretende seguir com muila brevidade por
ler raetade de seu carregatnculo prooipto :
para o resto e eseravos, trata-so com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vodo, ra da Cruz n. 1.
Ce* r.
Segu no dia 25 do mez correnle o palha-
bote Venus ; rocebe carga e pas tratar com Caetano Cyriaco da Costa Morei-
ra, na ra da Cadeia do Recife n. 2.
, rae;.tv.
ar
Vaisahircom brevidade o hiato Exhala-
g3o : para carga e passageiros, Irata-secjni
Caetano Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia
do Recife n. 2.
i'ara a
Hall i
a
A veleira sumaca Amphilrito pretende se-
guir com muita brevidade, por ter paite de
seu carregamento proropto : para o reslo,
trala-se co'u o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n 1.
Para Lisboa segu breve o brigue Ac-
tivo, o qual anda ple receber alguma car-
ga, como ten boas accommodacoes para
passageiros : quem n mesmo quizer em-
barcar ou carregar, polera enlcnder-se com
os consignataiios Amorim Irrnos, ou com o
capillo na praga do commercio.
--- Para Arscaty, o hiate Duvidoso sabe
com brevidade; ja tem parle da carga : para
o resto e passageiros, trata-se com Martins
o Irnio, ra da Madre de Dos n. 2.
COHPA1TKIA
de p i<|Ut tes ingleses
i vapor.
No dia :!l desle mez a larde, eipera-se do sul o
vapor nTeviolu, coiiimaiilaiila Moir, o qotl depoi<
da demora do rottumt, seguir' para Soutamplnn,
loraiidu nos porlns de San Vicente, Tenenfle, 14a-
de ra e l.islios : para passauoiros, ele, Irat-.-so con
os auenles Adamson llounie o C n. 12, roa do Tra-
piche IMovo.
N. B.Os einlirullios s se rtcebem al doas lio-
ras aiiles de se ferharem as malas depois mai>
tuna liara, pagando rnt.Vi om palacoalm do fele.
"ara o ilio Grand i Norte e assii
sahe uestes dias o hiate Novo Olinda : a tra-
tar com Tasso limaos.
aracu
Segu com muita brevidade, por ter parte
da carga prompla, o palhabote Sobralense,
capito Francisco Jos da Silva Rslis ; para
o resto e passageiros, trata-se com Caetano
CyritCO da C. M na ra da Cadeia do Reci-
f-i n.2
COMPANHIA PERNAMBUGANA.
O vapor nncional Persinunga, comman-
dante o lente J. A Moreira, acba-sc car-
ga rara os portos .lo sul, de sua escala (Ta-
mandar, Itarra Grande o Macet ; para
Porto de Polras o Camaragibe s recebe
passageiros Sahir no dia 27, a carga ser*
depositada no trapiche do algodo, e s se
receber al o lia 26 ao meio dia ; os co-
nheci.ientos devero ser entregues no es-
criptorio da gerencia al as 4 horas da tarde
do mesmo da.
Estando a conl'eccionar-sc o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a lodos os sc-
nhoresque costumain ser ncllc menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
d'inca de domicilio, ou outra ((tialquer
lemoranca,que sirva para que seja o mes-
mo almanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senhores de cngcnlio e rendei-
ros, queiram mandar as alteracoes rpic se
tiverem dado a respeito de suas proprie-
dades.
No dia JO do corrente furtaram do
bairro rio Recife, um quartao rodado, do
segunda muda, tomn acauda curta e un
talho no quadrii (mordedura de ouUo e
uma das mos um' pouco indiada at o jne-
llio, desciinlia-se que quem o roubou le-
vava C'misa de biela azul e tinln bigode :
roga-se as autoridades competentes a sua
apprehenso e a qualquer pe-soa que o
trouxcr ou der noticia sera Kenerosnmente
recompensado na ra da Cadeia do Reci-
to n, 35
-- Ven Jc-se um rico pistn com um me-
tliodo por prego commo.lo : no aterro da
lija-Vista fabrica de charutos n. 5.
Aviso aos apreciadores
t!ii boi pitad i.
llechegado a este mercadeo cxcellente
rape princesa de Morilande, fabricado na
capital to Cesra, cujo deposito se acha na
ra da Cadeia do Recife lo;a de miudezas n.
7, ao prego rio 15100 cada libra
Perdeu-se lioiilem as II horas da man,,1a na
pr*ca da Imlapeiideiiria ou sus vizinlianrasi, um ca-
brinlia re lia 1:2 aiiiins cal^a de rlteado ja' desbaludo cam'sa liraiira e cha-
peo de palha do Chile,* e na maj um einlirulliocoiu
nm par de Indinas fr.incez-s e outro de sapatos de
la ; qaem o adiar e leva-I i a ra ireila n. I _" i
sera' gratificado. I'rulestesla-se com lodo o rigor das
leis contra quem o tiver acollado.
- Cnmpram-se alguns eseravos de ida-
de 20 a 25 annos, sen lo crionlos e de boni-
tas liguras
A mesa regedora da irmandade de
N. S. do Terco, trasl'erio a festa e procis-
sio de sua escelsa padroeira, pira a se
gunda dominga 8 de no>embro, em vir-
tude de nao ter cliegado a teinjio o orna-
mento, que mandn vir da cidade do Por-
to, do (pial lie portador o bi'igue "S. Ma-
nuel l,i> sahidodaquella cidade no dia I"
de setembro prximo passado.
I'recisa-se de homens torios ou cap-
tivos, para o trabnlho desta typographia :
na livraria n li e S, da praca da Inde-
pendencia.
Precisa-se alugnr dual escravas,
sendo uma para criada de casa e outra
Dar co/.mheira, para uma casa ettrau-
geira : a tratar na ra do Trapiche Novo
n. 1S, escriptorio, primeiro andar.
Precisa-se ainiia de um bom l'orneiro,
na padaria da ra de Santa Rita, pagando-se
bem, com pouco trabalho : a tratar na ra
do Range.l n 13, das 9 horas da man lia em
diante. Na mesma se precisa alugar um p'e-
to que seja possanie, pagando-se 30-3 man -
saes.
- Ven le se uma crioulinha com idade
de lll annos, com principio de costura : para
ver, na ra da Cadeia de Santo Antonio n.
2", e paa t'alar, na ra da Cruz n 26, das
9 horas da inanhaa >s 4 da tarde
Veidem 3 pretas crioulas de 15 a 20
annos de idade, com habilidades, nao tem
vicios nem molestias dequalilale alguma,
o que se afianga e sao as mais bonitas pegas
iue talvez se encnilrem hoje en Pernam-
buco : a tratar na Ponte
an Itr da casa n. 33.
Precisa-sa de um feitor decampo que
seja solteiro, lenha prat|ca o de conheci-
menlo di* sua pessoa : a tratar na ra do
Collegio n. 25, ou. no engenho Novo de Mu-
ribeca.
Arrcnda-se um sitio na pnvoacSo da
Va-zea, cam casa de vivenda e casi de (ri-
do, vondem -se superiores charutos Imanas
Superior charuto serva.
Venlc-se na ruada Cruz n 1, primeiro
an lar.
A.os mai'cineiros.
Vende n-se parafusos de ferro com 4 bura-
cos para camas francezas a 1s o jogo de 4
mol luras francezas de Jacaranda c de mog
no. folha dejacarand, pedras do marmore
branco para consolos, para messs re Ion las
epara lav torios, grosas finas para madeira :
na ra Nova, armazem de mobilias do Pinto,
defmnte. da ra de Santo Amaro
Kscravo fugido
Kugio dr> engenho P.uranhaem, freguezia
do Cabo, uin escravo de nome Manuel JoSo,
com os siRiiaes seguintes : ~ estatura regu-
lar, cor fula, olhos pi-quenos, pouca barba e
bigode, coin urnas fallas de cabello na ca I
bega como se fissom cicatrizes de tumores j
he muiio pernostico e cnsluma ioeulcar-se
de forro : quem o apprehen ler e entregar a j
seu senhor o barflo de Ipojuca no menciona-
rlo engenho, ou aqu no Recife ao Sr. Manoel
louveia de Souza, na na eslreita do Rosario
n 20, primeiro audar, ser recotnsensado
--- llypo'hec-sii pela, quanlia de 400 um
niolnquc pega, de 15 anuos : quem O preten-
der annuncie.
- Deaeja-ae fallar ao 8* Lo3o, morador
nos Itemedios : na ra do Rosario da Boa
Vista n 24.
- O Sr. Hay nun lo da Silva Comes quei-
ra apparecer na ra da Cadeia do Recifo n.
7, loja de Antonio Lopes Pereira de Mello iSi
C para receber uma carta de s a lunilla-
ESCRWOS PBgvS A' VENOl.
DOUl pretos bonitos e perfeitas figuras, de
18 e 20 annos, uma mulatiiiha recolhila de
15 annos, cose bem e engomma, ptima
mucamba por ser a isso acostu-na la, outra
dita de 18 annos, [inda figura, tambera ho-
nesta e recolhiila, nina outra de 12 annos,
que cose bem e muito linda, uma prnla co-
zinheira, engomma.leira, e de todo mais
servigo, tanto de easa como de ra, e le
muito boa conducta, o qua afianga-sn, uma
negrota de 18 annos, a melhor figura possi-
vel e sera habilidades, urna preta de 30 an-
nos, boa para qualquer servigo pila sua fi r-
tidao, principalmente para a ra ou mato,
doqueenlende b^m : na ra do Cabugn.
9, no segn lo andar,
No armazem da rita da Praia n. 12, de
Francisco Moreira da Costa, ha para vender
linguas muito frescaes, a prego coramodo
- Vende-so uma ne^ra de 24 annos, com
algumas habilidades, o com uma cria doto
mezes: na ra da Madre de Dos n 5
Ven le-se uma escrava crioula, de 18
annos de idade, boa figura, sabe lavar de
sabao. muito boa engommadeira, eapta pa-
ra tolo servigo d8 uma casi : a fallar na ra
da Saudade, primeira casa de s dilo do la lo
do sul, at as 8 horas da inanhSa, e das 3 l|2
da tarde em dianle.
Kscravo fugido.
Anda fgido o escravo Severino, crioulo,
i iade 18 annos, baixo, grosso do corpo, cor
bastante preta, com principio de alfaiate,
lem sido visto Iraballiando no carro da al-
fandega, a bordo de navios, em S. Amaro e
em Beberibe, intitulando-so por forro:
quem o pegar, leve-o n seu senhor, morador
na ra das guas-Verdes n 50, que ser re-
compensado
Na ra do Trapiche n. 12, caf do
commercio, p*ecisa-so de uma ama preta,
para o servigo da casa ; sendo boa, paga-se
bem.
LIYRARI4 ACVDE,IIC\.
--- Fugio do sitio da Tremar, sobrado n.
1. no du lo rio outubro do correte anno, o
preto i rao, le nagSo Rengela, i lade 22 an-
uas i nuco rasis ou menos, levou calg de
quadros a camisa de riseado azul, boa al-
tura, barba por hixo do queiso crescida,
he de COStume en liriagar se muito quando
fogo, o an la vagal.ri lo pelas ras, e Uorme
P das immensas escada*, que licain lols noi-
te abortas; assim como pelos arrabal les
desta cidade : roga-se a todas as autorida-
des policiaes, qua o encontrar o preniam e
levem-no ao referido sitio cima, que se Ihe
gratificara generosamente.
A pessoa que se ach*r habilitada pira
orgamstr e dirigir uma esc. ipturagilo mer-
cantil por partidas dobrad.as. disigne seu
nome e morada, em caita fechvda, na loja
da boa f, ra do Oueimado n. 22.
^ Joo Maria.Seve, medicoebega- (p)
Q do ha pouco da Europa oll'ei ece- @
S se para tudoarpnllo que i'orten- ^
*^ dente a sua prolissao, e especial- ^j
^ mente para partos, podendo ser i
2 procurado na ra do Seve (liba ^i
uns Ratos) onde sempre o a "ha- ^
@ i <> prompto a qualquer chamarlo ^
l'rccisa-se alugar ama pessua forra 00
captiva, para o servigo interno e eiterno de
uma casa era Beberibe : a talar no memo
lugar com o respectivo professor.
Desappareceu era o
meiado do iij< z passido
da casa reedificada rteit-
no lu^ar do I ogo d>\
a ne l la, om ^ito grande
viudo de Inglaterra, de
vO
jalga-ge que al-
teara pegado,
souber ou ti-
em seu poder rog'-se
leve a mesma easa
bem re
21 Rui lo Colleirio il
Obras novas ebegadas liontem
do Hiode Janeiro, pelo vapor Imperatriz..
CANTOS DE G0NC4LYES 1)1 \S
K lie."io le l.eipsic, I vulume em 12. rica-
mente cncado'nado, contendo todas as poe-
sas antigs e mais algumas novas deste
giaude poeta.
A NEBULOSA.
Poema brasileiro pelo llr Macelo
Este trabalho ln uma das mais bellas pro-
duegoes do autor da Moreninha.
A CNKKDEIUCaO DOS TAMOYOs.
Poema pico brasileiro, pelj Dr. Maga-
Ihaes.
HISTORIA DO BRASIL POR VARNHACEM.
As pessoas qur-assi'nareti> para esta obra
receberSo jr o I. voliine.
t; UF.TV FORENSE.
Chegaram os nmeros 2 a 8 ; os senhores
assignantes deste jornal mandem receber os
seus nmeros
Miranda & Vasconcellos.
Aluga-se uma boa casa pintada de no-
vo e bem aedada, pira passar a festa, no
lugar dos Arrumbados em Olinda : quem
a preten ler, dirija-ae a na dos Martirios, no
segundo ailar da casa do corouel Salgueiro,
para tratar do ajuste.
Aluga-se um sbralo de um andar
com bous coinmodos, na ra de S. Bento
em iilin la : a pessoa que quizer o dito so-
brado, proc.ire no largo do Tergo a casa do
retratista Mello, para o ajuste.
A viuva de Jos Pires de Moraes avisa
cor inpursca, amito ai.n
so, o q gueai o
queiu dell
ver
que
cima que ser
eoiadeas.do.
'{LEITEARTll.ECOmMI.4.9
59 KUADOQUEIHAOO N. 10. W
^ Loja de i portas. (A
/Jk. Mus'ulin-s prelas, lilal de cord.lo pira gk
sr/ vc-li!os. basquins,casaveqiis, padrOrs mo- w
fk dernus anda nflo fiados a e-te marrad-i, (k
>>. proco muito commodos. lUn-ss as amostras ^
O abaixo ass'fjnado, morador em
Matnanguape, provincia da Pa rali iba do
Norte, onde he eslabelecido com negocio,
scientilica a irara de Pernambuco, que
saldara lodo o debito em tpie estava para
coin a mesma praca, sendo cpienada Ihe
dw nesta data. Recite 17 de outubro
de 1 H.">7.Antonio de Oliveira Hamos
Tbiorga.
C]^ O Dr. Anlunio Asripino Xavier de Brilo ?$
i-i medico, mudot sua resiUaria para a ra a
^^ Nova n. (7 primeiro an (nr, omfe pode *er ^r
*3 proriif.i'lo a qualquer hora para o exerci-
,*y^ co do aa profi^sao. r*j'
Precisa-se de uma ama forra ou cap-
t;va, para cozinha, paga-se bem agradando :
na ra do Collegio n. 2
recompensado.
--- Precisa-se de uma ama com bomlei-
tc : a tratar na ra do Queimado n. 42, loja
do faz -ii las de Albino Jos da Silva, OU na
ra l) eiU n 91, segn lo andar.
Precisa se da um caixeiro com plati-
ca de taberna: no aterro da Boa-Vistan.
&\, se Ihe dir quem preisa.
Perdeu-se na noite do dia 1S do cor-
rente, da ra de Domingos Pires at a ra
di Cruz do Recifo, tendo-sj nesle trajelo
entaJo na igreja do Corpo Sanio, uma pul-
ceira deourj : quem a achou. querendo res-
tilui-la, ser rec impensado com generosida-
de, na ra da Cruz, segundo au lar, por ci-
ma do escriptoiio dos Srs. Burle, Souza &
C. Na mesma casa se dir os signaes da
mesma.
Oflerece-se um rapaz quo sinda se
acha arruma lo, para caiseiro de qualquer
estabelccimenlo, ou raosmo para a ra, ex-
cepto taberna, o qual d fiador a sua con-
ducta : quem precisar, annuncie para ser
procurado.
- Da-se dinheiro a juros em pequeas
quantias, com penhores de ouro ou pra-
la: na travessa do Sirigado n. 1, se dir
quem d,
- Precisa-se de um caixeiro, na padaria
da ra das Cinco Puntas n. 162 : quem es-
ver nestas circumsancias, dlrija-sa a mes-
ma, dando banca a sua conduela.
ap paraense
DA
FABRICA UCKML
. DE
GOERRa i 1LB0QUERQUE
ESTABELECINA NA PROVINCIA
DO
GrSo-Par.
O deposito deste excedente rap be na ra
do Tra deben. 14, e vende-se na ra da Ca-
deia do Recife n 15, loja do Sr. Rourgard,
ra do Crespo n. 1 A, loja doSr. Jos Euze-
bio Alves d. Silva, e no bairro da Boa-Vista
em frente da matriz n 88, taberna dos Srs.
Cuimares & Gongalvos.
-- No pateo do Collegio n. 6, se dir
quem da a premio a quanlia de 450 sobre
penhores de ouro ou prata.
Lotera
DA
Provincia.
Os abaixo assignadoa lem expostos a ven-
da na sua loja no aterro da Boa-Vista n. 56,
e as lujas do rstame, os seus bilhetes >
meios da segn la e ultima parte da 19 a lo-
tera do Theatro deS. Isabel, os quaes nSo
sofTroin o descont dos 8 0(0, e sendo da
tuo? para cima a dinheiro, pelos seguintes
precos :
Bilhete 5J50 recebe 5:0003
Meios 29750 2:5009
Silva Guimares & C.
tif
GABIHLTE PORTGUEZ
DE
Nao so ten.lo reunido nu .ero sulliciente
de senhores conselheiros para a sess.io or-
dinaria de 15 do correnle, s3o novamente
convidados os mesmos sanhores a se reuni-
rem e n sesso ordinaria no dia 21 do cor-
rale, as 7 horas da noite, na sala das ses-
sOes do mesmo Gabinete. Secretarla do
ccnselho deliberativo do Gabinete Portu-
guez da leitura em Pernambuco 19 do outu-
bro de 1857.M. J. Rodrigues Pereira, se-
cretario.
Lotera
^>* N+0. rOS
BA 00 OUEIMADO
pro^
DA
incia.
O >r lliesoureiro man la fazer publico que
se acham avena no pavimento terreo da
casa da ra 'la Aurora n. 26, das 9 horas da
manha as 9 da noite, bilhetes e meios da se-
gunda e utimai>arte da 19 lotera do thea-
i assucare.ros de braca ou de folha 6
manleiguciras 6 ; talheres completos 50;
ourines com lampa 1-2; cocos de tirar a-
gua 2
Quem quizer fazer dito foraeci ment apr-
sente as suas propostas em cuta fechada na
i9.tt-*.fc
lesta cida le ; para o q ic roga-lhes, que ba-
jara re apresentar as suas contas na loja da
ra da '.adeia do Recife, pertencente ao mes-
mo casal.
Comjra-se urna (arla de panno para
guarda nacional, preferindo-se do batalhSo
ra San-Jos, e juntamente as correias de
lustre : quem tiver annuncie, ou procure
na ra Direita, loja defronto da botica do Sr.
l'araiibos n 89.
Agradr cimento.
NSo posso deixar de agradecer ao mcu
charo mentor o Illm. Sr. negociante Jos
Marcelino la Rosa; fim, uma candura, mo-
deracfto o humanidade ? doles nasculos da
verdadeira alma recta e juslicei'a !! I
Osceos benignos lhes queiram pagar essa
aos credores do seu casal, que vai proceder! Ir de anla Isabel, cujas rolas andam no
o inventario dos bens pelo juizo dos orphaos ,lia2* Thesouraria das loteras 17 de ou-
libro de 1857.lose Mana da Cruz, esenvao
das loteras.
Piecisa-sede uma engommadeira para
casa de pequea familia, e nao se escolhe
l'i raou captiva a tratar na ruada Cadeia do
Rcire n. 20
Piecisa-se de uma ama forra ou capti-
va, para comprar e cozinhar, para casa de
pouca familia; na loja de livros, defrontc
do arco de Santo Antonio.
Aluga-se uma negra para o surviQO de
urna casa ou para vender na ra, pois tem
pi-stica e he fiel, e d conta do que se entre-
ga : na ra da Praia n. 20, se diri quem
aluga.
0 Sr. Jos do Souza Castro saiba que
h) fallecida na ci Ja le da Rabia a sua av Ig-
philantro.iU de seu obrar, para com os af- i M* Maria de Souz, a qual falleceu em 5
flictos e robres .. Advogado.'cumpridor a I de outubro desle corrente anno. Sinto mui-
Velha, segundo risca na observacao de sua ordem terceira l" mou ''l,lu passar p"or este golpe, pelo
da penitencia, bom pai de familia, teniente t lambem cu passei, e todos nos bavemos
a Dos, citholico romano, e asss sisudo ; ,,,!_passar. Receba a minha bencJo, O sen
estss verdades nao sao Cabulas, mas sim
veri.ticas, que atiesto, e juro pelos mes-
mus eeus, ler eu presenciado! eis aqui um
diamanto ou brilbante, que nSo bruna por
n5o cuncor.lar com as voulades do cerlos
anonymos
O agente O iveira, far leilao de uma
oitima morada de casa, recentemente edi-
ficada na nclhor localidade da ra do los
picio n 18 R, com excellcnt.es commodos,
conforme tem si lo annunciado nest" jornal,
pelo seu proprietario o Sr. Vicente Ferreira
nba, bastantes arvoredos, com baixa p*ra
ctpim, perlo do ri'i ; arrenda-se tanto para o educaram, ou denatura.
pass-ir a fesla como annual, com comno lo I tubro de 1857.
aara 3 vaccs de leite : quem pretender, di-
'ija-seaos Remedios, no sitio ensenhoca, a
tratar com Caetano Baptista de Mello,
Offerece-se uma ama de boa conlucta
para casa de homem solteiro, para portas
dentro : quem precisar, dirija-se a ra das
Trincheirasn. 22.
pai, Jo3o Antonio de Souza Castro,
- O abaixo assignado declira, quo no
da 16 rio corrente mez ap >areceu no seu si- j Dtloi de brfrn
lio em S. Jos do Manguiuho, o escravo de i "'lo'
nime Francisco, crioulo, quo diz ser o-cra-
vr> ilo Sr Francisco de Paula Pereira de An-
Louvores sejam pa.Jos a tao hons pais, que drade, morador em Goianna, procurando
Recito 21 di ou-1 pira o comprar, sendi que o mesmo senhor
o queira ven ler, ple dirigir-se a esta ci-
L'm agradecido, pobre catle com carneo. I 1 ule a fallar cora o abaixo assignado, no
Ensin.-se a lr, escreve' e fallar o{"><> eecrtplorio na ra da Crus do Recife n.
francez: a tratar na ra dos Acouguinhos >. pnme.ro andar, para tratar do ajus-
_ 2j te, no se resaonsaluhsan lo por luga do
-Mclbido portuguez Csslilho. quarta ies.no -Vntonio Joaquim S -ve.
eliciio : vende-sena loja jdo Sr. Manoel Car- No dia 15 do corrente desappareceu
dosoAyres, ra da Cadeia do Recife n. 31.1 uai menino de cor preta, de idade de 8 para
Gr nde e novo
s >rtraenlo de fa/endas de
todas as qualidades, vin-
dasp los ultjnios navios
i\x Eur >pa.
Grvalas de seda eom pnnlas comprilaa i
reaencia........... 3
Dilas di d 11 com ditas compridas de Gal-
i-i.............. a
Dilas ditas com ditos ditos ;' amcricnaa. 9
Corles de collete de velludo de unvoi
padrflrs ... a.......IOjOOO
Ditns de setim branco bordados, proprios
para rasamenlo. ... .... 9
Ditos de gorguro de teda de uovos pa-
drn ............ 39000
Dit .s de ch\ci de casemira de lodas as qua-
li lile............. 9
Chapeos de sol de sedn superiores 7S500
Chapeos de massa franrezes..... 9
Lencos de cambraia bordados, finos, para
mao.............15080
Ditos de dilo de linlio lisos para mSo. 100
Linas de serla de todas as qualidades, para
homen*. senhoras e imninai..... S
Corles de vestido de seda de crese brincos
''i > ni o mais superior e moderno qoe
lia no mercado......... 9
Belleza de Bnnaala, fazenda loda de seda
transparente com listras asselinada ,
propria para baile*, covodo.....2^)00
Cambraia e seda de Bengala para vestidos ,
covado............13200
llarege de seda com quadros aaetinados, co-
vado ....... ..... 1-000
Groidenaples preto e de cotes, muilo su-
perior, covado......... 2b00U
Dito dilo de lito muilo largo, prnprio pala
Carrol de obras, covedu...... IsbCn
Solas de iin.i ini'ii.i-, covado..... D50
Mussulina branca e de cores, covado. 320
Casias francezas de cores Cuas, avara. -1J0
l)ii-s ditas da ditas ditas, o covado. 1c2KO
l'r. i- de 1 r.-I-nli i de linho fina com t> va-
ris ............. 31900
Panno lino preto e de cores, para todoi o
precos............ 9
Palitos de panno pretn e de cores. ONMXI
Ditos de irgenlina de cores escura?. 75fKKI
Ditos de fusiao de cores asselioados. "k-OOO
DiIiis de ilpaei ile rores fina..... titKH)
Ditos- de dila preta........ ISHH)
)ilos de ainga do cores...... 4; i00
de iiiiadiinlnis..... 3|000
parrlo fino...... -fsOOO
Ditos re brHanhi de linho braneof. is'iiio
I,un lulas de alpaca pela e decores ."ijUOO
Kirmeiris de reros, urandes, cun la^o de
serla pira senliora....... tl^riOO
Chalis de merinii biudadns a trllndu. 17-i'UO
llii.i- de dilo de dilo a seda...... 9CO0O
Hilos le dil.i bordodM em-2 pona. 129000
Hii. de dilo chai) horda.los..... lllsOOU
Hilos de dito rom lislia de seda .... fi.y>00
Ditos da dito li*os rom fr.njas de seda 59500
Ditos de dilo eom fraajai de la 5.^KK)
Ditos de lia adamascados, pretos e decores. 3SUU0
lim froiiie do berco da Coii2reEac.ao, passando
loja de ferragens, a seguuJa di fazendei u. 40.

MUTILADO
ILEGIVEL

-s.'


DIARIO DE PRNAMBUCO QIARTA PEIRA 21 DEOITITIRODE 1857
A

RIA DA CADEIA O IIECIFE
25 TEM
PARA VENDER UM GRANDE
:< RELOGIOS

i
de toda ai (ualidnle, linio de OURO como de
PRATA, palenle altea, e patente inglez,
sim romo
FOLIADOS E GALVANIZADOS.
diloi para aenhor, etc., por presos eommodos
e garantido'.
i- &Xg!S ^V :^Cs 3zx ; msB&am
COlSULTORlHiMimHICO
RIA DA CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde se chara sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
tro glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante eommodos
HIEgOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita e2* *
Dita de 36 .
Dita de *8 .
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
. Frascos de tinturrsdomeia onca.
Manual da medicina homeotathica do Dr. Jahr com odic-
2 cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica do Dr. Henry.....
Trata ment do cholera morbus......
Repertorio lo D-. Mello Moraes.....
10/000
159000
200000
253000
303000
oi 'oo
25000
20900t
10/00
2/000
6*oo0
I PEDRAS PRECIOSAS- i
;? Aderemos de brilhanles, $
* diamante e perola, pal-
B cir;i, allinele, briueo jjj'
g e rozelaa, lu.le* (minen
? de differentei gosfos e da
S divenas pedra de valor. ^
^ fS
Compram, vendem ou i8
J I rocam prala. ooro, bri- jjj
I0IEIU *
lj bi emitir
Ra do Cabuga' n. 7.
gj OLRO E PRATA. ?
j$j
4$ Aderern completo do
Y ouro, unios dilos, pulsei-
S rn, ainnele, brinco e i
# rozela, corde9, Irancel- *
*j lin, medallias, correntea
>.iecel)eiu oor to- $e e,,fei|e9 b, e 1
9 oulroa mnilo obieclos de 1
dos os vapores da Eu-
I IST'iS^Z I roPa aso,)r 'do mais
Irpo^Dr.:'"1"'"8"0! moderno gosto, tan- !;
tt^mMm^mmm^mU to de Franca coi-io | Pri'i-
4i ouro.
$ Aparelho complelu de i
*; prala para eh;i, bandeja,
jg salvas, cutiese, colhere ?
de sopa e de cli, e mui- !?
" lo oulro obieclos de *
objeclos
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costumam.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quantias de 100$000 para cima, a di-
nheiro a vista, era se ti escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5}j50U recebe o:000s00(>
Meios 2.S750 2:">OO.sOOO
t*. .1. Layme.
N'a iundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
| DEHTISTA FRNGEZ. |
l'aillo li.in;nciil\ di-lili.la. i-ci.i ,\,)\,1 II. 1 I : W
W? na mesnia casa (em agua e p Jentrific*. &$
&iic-:.:-.;:::::;:;:>..;s -;;;-.;? Qttvi&Z
MDANfA DO ESTBELECI-
MENT DE PIANOS DE
J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
Sianos da ra larga do Rosario para a ra
a Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
RelacSo.
Casadesaude
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
! tabeleceuem sen sitio da Passagem
( da Magdalena, que fica ao norte
da estiada entre a ponte grande
e a pequea do Chora-Menino, ex-
celentes acommodacoes para re-
| ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de seus
servicos mdicos, os quaes serao
prestados com o maior esmero.
! O mesmo Dr., para o lira supra-
> indicado e para exercer qualquer
outro acto de sua prolissao den-
fra desta cidade
- O pbarmaceutico Antonio Francisco
das Neves, com carta conferida pela Facul-
dade de Medicina da Bahia, tem a honra de
annunciar ao respeitavel publico desta cida-
,om ," *" qUe 8Caba ''e^stabelecer-se
com bot,ca na praCa da Boa-Vista, esquina
para a ra do AragSo n 32. aonde se encon-
trara sempre o melhor provimento de me-
dicamentos, e drogas as mais permitas: as-
simcomo muito disposto a exercer cmo
maior zelo, cuidado e interesse, ludo quan-
to ror tendente a sua arte, para cuio Jim
cede ao mesmo respeitavel publico lite con-
peda a sua confianza.
Osear D stibeaux, aterro
da Boa Vista n. 52.
Parlecipa ao respeitavel publico o parti-
cularmente a seus treguezes que acabara de
chegar de Pars para seu estabelecimento
o>r Itlanchin ptimo ollicial .le sapateiro e
rnaJama Blanchm perita engoramadeira de
roupa fina, como sfjam : mangas, mangui-
tos, babados beslas. capotinhos de senho-
ras, rendas, bicos, rojuete da padre, etc .
onVrecem seus prestimos por se acharen!
cora todos os apparelhos precisos para snaa
i ates,
- O Dr. Lobo Moscoso, avisa a todas as
pessoas, que costumam honra-lo com sua
clientela, que se acha residindo na terceira
casa du quarteirSo novo do finado commen-
dador Luiz Gomes Ferreira, defronte da or-
den, terceira de S. Francisco.
- Precisa-se de ura servente forro ou
i captivo, para o servico do hospital de Todos
osoanlosda vencravel ordem terceira deS
ranc.sco : a pessoa que se quizer contra-
di tar, enlenda-se cora o irmio M. Jo3o Tava-
! res Cordeiro, na ra da Madre de lieos.
g| Uetioniti da ordem ercei
@ ra de S. Francisco.
:;:- consultorio iiomeopatiiico.
f DR.P. A. LOBO MOSCOSO-
@ Medico parteiro e operador.
^ O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
g^ das e pralica qualquer operacSo de cirurcia.
g assim como.accode com toda a prompt.dao
W as pessoas que precisaren, do seu prestirao
para o servico de partos, praticando as o-
0 peracOes manuaes ou instrumentaes, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
l da homc.ipathia. que tantas vezes tem ven-
do dilhculdades, que pareciam insupe-
3& tro ou lora desta cidade podera
@ ser procurado a qualquer hora do @ rveisT
dia e da noite, no referido sitio, $& A experiencia tem mostrado que com
a excepcao dos dias uteis, das 9 S um ce"t0 de licOes se pule perfectamente
@ horas da manhaa asi da tarde, & f'r ,er f l"uzir a bella lingua italiana
quesera'encontrado no primeiro 1,^d?S^S ZlStoToSZ
,?' sobrado n- 9> d<> l'ateo @, da dita lingua, smente para as senhoras e
@ do Carino. & meninas, em suas casas particulares Os se-
:-; JOIIN CATIS,
corretor geral
K AGENTE DE I.EILO'ES COMMEKCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Establecida cm Londres, m marc da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tea a konra da in-
foraar aos Srs. negociantes, proprietarios decasu,
a que mais convier que esto plenamente au-
tonsados pela dita companhia para ffecluar segu-
ros sobra edificios de tijolo a pedra, cobertos de
tlha a igualmentasobre os objectos quecontiverem
os masaos edificios quer censista tm mobilia ou
fazendas da qualquar qualidada.
-- ->'a ra do Trapiche n. 17, escriptorio,
pre-$isa-se deum preto para criado.
Ensino particular.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira, pro-
ressor de lingua franoe/a no (vmnaaio desta
provincia, propoe-se abrir do dia 15 do cor-
rente mez em diante um noTo curso de rhe-
torica e potica e outro de philosophia. para
Inn'f,^".6"? estudant* que se quizerem
applicar a estes preparatorio durante as fe-
ii' ,i wJi h Mr /rocurado todos os dias
di IL r Mh0ra-Sda Urde 9m dianle- na casa
de aua residencia, na ra .\ova. sobrado n.
23,segUUdo andar onde se acha aberta a
matricula para smbos os cursos.
Mobilias deaiuguel.
Alujam-se mobilias completas ou aaal-
quer traste separado, tambera ?e alugam ca-
deirasem grande quantidade para balese
olhcios : na ra .Nova, armezera de mobilias
do Pinto, defronto da ra de Santo Amaro
n ores
veitaresta occasiao e conhecer ueodicOea
do dito ensino, tero a bondade de se diri-
gir ao aleiro da Boa-Vista, sobrado n. 16
> Dr. Arigio Justiniano da Silva Guima-
raes.com escriptorio de advogado no pateo
do ollegid n. 37, he mo*ador na ra do Se-
ve Jlha dos Ratos
Lotera
DO
Theatro de San-
ta Isabel
Salustiano de Aquino Ferreira te-n expos-
to a venda os seus muito (elizes bilhetes e
meios da segunda e ultima parte da 19 lo-
tera cima, na praca da independencia ns.
*. 37 e 39, e na ra da Gadeia do Recife n.
45, esquina d Madre de Dos.
BiUietes 65000 Recebe 5:000
Meios 35i'00 2:500/
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Roga-sa a Sra. D. Anne Mara das Vir-
gens, viuva de Victorino Nunes de barros,
residente ha anuos na fazenda de Pajehu',
termo do Cabrob, provincia de Pernambu-
co, ou a seus herdeiros, que venham ou
mandara receber a parte que Ihe locou de
espolio de Jos Seabra Lemos, fallecido neso
ta corte. Rio de Janeiro 4 de selembro d-
1857.
Aluga-se o sitio do Arraial, com bons
eommodos, etc. a tratar na ra Direila
n. 14.
A companhia lixa de cavallaria, tendo
de dar principio a venda dos cavallos da
mesma companhia, incapazes do servico,
conlorme asrdeos do Exm. Sr. brigadeiro
commandante das armas, faz scienle a todas
pessoas que os pretendereui, que parte dil-
les se hao de arrematar no dia 22 do corren-
te, as tu horas, no quartel da mesma, em
Santo Amaro.confronte aos Lasaros.
l'recisa-se de urna pessoa que engom-
me e laca o mais servico de urna casa eslran-
geira de duas pessoas na ra Mova
se dir quem piecisa.
Precisa-se de urna ama para casa de 2
mocos estrangeiros, que saiba engommai e
lazer lodo mais servido interno da una casa:
a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 37.
Preciaa-ae de urna ama forra ou capti-
va, para o servico de urna casa de pequea
familia : quem quizer e esliver ne-ias cir-
curostancias, dirija-se a ra das Cruzes, so-
brado n 2, no primeiro andar junto a ordem
terceira de S. Francisco.
Furtaram do engenbo Fragoso, termo
deOlinda, na madrugada de 15 docorrente,
3 cavallos, sendo 2 de roda, com a marca
Fragosofeila a fogo sobre a anca, e de
cor castanha, e outro de carro com a mes
ma marca as curvas, e de cor alasSo. Ha
alguns annos que o proprietario desse en-
genho fez publico pelos jornaes, que os
animaes da marca cima mencionida, nSo
seriara uegociados, e por couseguinte s por
Turto pode'iam elles chegar s m3osdoou-
tros possuidores. Realisada agora a hypo-
these de furto, roga-se a quem apprehender
os cavallos citados, que os leve ao mesmo
engenho Fragoso, que alu sera recompn-
salo.
Aluga-se urna casa terrea ou sobrado
mesmo pequeo, no bairro de Saeto Anto-
nio, da-se bom fiador e paga-se qualquer
aluguel : quem liver, dirija-se a ra larga
do Rosario u. 39 A, confeitaria. N3o duvi-
da-sedar alguns mezes de alugutl adiau-
tado.
Joaquim Bernardo da Silva Brrelo,
la provincia do Rio Grande do Norte, per-
deu meios bilhetes d. segunda parte primeira lotera de S Miguel de Barreiros de
na. 60, 1915, 2108 e 3122 Pievine-se ao Sr.
thesoureiro que nao pague qualquer premio
que por ventura locar a algum desses bilhe-
tes. a qualquer oulra pessoa quo nHo seja o
arinunciante. l)eclara-se que no bilhete n
60, que pertence a ontra pessoa, esta escrip-
to por distiuctivo o nome Mello em urf.a
das extremidades : se quem os liver adiado
lie chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-vista n. 70, excellente leiteVirginal
de rosa branca, para refrescara relie, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar o fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de FlorenQa para brotoejas c asperida-
des da pello, nwserva a frescura o o avellu-
dado da primorosa da vida.
'.. No ronsulloiio liomeopalhico do Dr. La- '.'.':
gy lanova, ra das Croirs 11. 28, lia sm Cft
x pre um grande surlinienlo do mais acre- ''',
*&, ''''ar*os medicameulos lionifoi'allnco*, e lu- ''*'
^^ do qiunlu he necentarin para a pessoas que ^
renuem esle syaiem.
-is Vendtm-se frascos com rollia de vidro
de meia onca ale 6, muito em conla.
Attenco!
.Na ra da Cruz n. 17, confeilaria de A. A.
&:
n. 17,
...
'-.
-- Precisa-se de trabalhadores de massci-
ra, anda mesmo com pouca pralica : na pa-
daria do Forte do Mallos.
- Recebem-se bois mansos de carrosa e
cavallos de trato, por commodo prego, cm
um sitio muito peno da praca, com bastan-
te pasto : a tratar no segundo andar do so-
brado amarello da ra Augusta n. 2, ou na
ra doMotocolomb dos Afogados 11. 3.
Precisa-se para um sitio perto da
piara, de um feitor que entenda dejar-
dim, sendo lele tendohoa conducta, pa-
fja-se bom : a tratar na ra do Torres n.
">8, segundo andar, no Recifa.
Ouem,precisar deum sacerdote para
celebrar uiissa nos domingos e dias santos
nesta prac., ou na fregueziado Poco da Pa-
nella, dirija-se a ra do Queimado n. 43, ou
annun ci.
i*
:&mpm&
Comi>ram-se jornaes a 140 reis a libra ;
na taberna da estrella, do paleo do Paraizo
n. 14.
Compra-se eflbctivamenlo na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolicesda di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias.e d-se dinheiro a juros, em grandes
epoquenasauantias.sobre Denhores.
Comprara-se 6 portas para quartos,
urna rotula, e uia janella, por preco com-
modo, oem bom estado : quem tiver, di-
nja-se a cocheira esquina da ra de Santo
Amaro.
Ma grande fabrica de ta-
mancos da riia Direita,
esquina que vira para
. Pedro n. 16,
compra-se cffectivamente madeira chamada
l arahiba, po lendo vir era carros ou canoa*
em pranchOes ou rolos do 8 palmos para ci-
ma ; paga-se bem.
Compram-se patacf.es brasileiros e
hespanhL's a 2.S050 : na ra da Cadeia do
Recife, loja de cambio n. 38.
Compra-seo manual therapeutico de
Bonninghausen quera o quizer vender, di-
nja-se a nova loja do livros n. 21, na ra do
Collegio.
Ra do Queimado n. 21 A,
Vcnlem-se cortes de olindiza, padres
escuro*, com listras de seda assetinados, fa- ]
zenda esta muito moderna a 12a o corte, di- j
tos de gazo pcrline a 115 o corte, lencos pe-'
queoos docassa a 80 rs., lilas, padres miu-, orl0' acna-se um glande sortimento dos
dos a 500 rs. o covado, chita franceza a 240 melnores doces de todas as qualidades de
o covado. fructas do paiz o estrangeiras, tanto seceos
Vende-so urna parda moca, de bonita cmo em cald, e xaropea de todas as qua-
figura, engomma, ensaboa, cose e coznha o 'idades, excellentcs charutos da Bahia, a-
diario de urna casa : quera a pretender, di- PromPta;' -se encommen las de doces ou
rija-se ao pateo do Carmo n. 6.
Vende-so um cabnolet com pouco uso.
fructas bem acondicionados, e sendo em
tempe prevenidos serAo melnor servi-los os
o qual lera boas molas e eixo de patente, e senhores compradores. Neste estabeleci-
com os comiietentes arreos: Dar ver, na
cocheira da ra da Roda junto a cocheira
dos srs. Panla & lrroSo, e tratar, na ra da
Aurora n. 36.
Obras Lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., etc ,
-e delicado trabalho, feitos no Aracaty
ment afianga-se as qualidades de tudo
quanto nelle se comprar, igualmente ama
porgSo de bom vinho de caj' e por barato
preco.
Vende-se a melhor loja de fazendas do
tasseio Publico n. 9, com fazendas ou sera
ellas.
--- Vende-se no areal do forte, confronte
ferrolho dita de bahu, ferro de embutir de
todos os lamanhos, tranqueta para janellas
o caminos, dobradica de canto, barelele
para carapma.
- Vende-se um escravo proprio para en-
genho. sad.o e sem vicios : quem o preten-
der, dirija-se a na da Cadeia do Recifa n.
49, que achara com quem tratar.
__ -----.-----' -----:- ----. r ,------. "" a.ca uuiunr, cuiiirunie
vemlem-seno primeiro andar n. 60 da ra,? fortaleza das Cinco Ponas, fechadura de
da Cadeia do Recife.
Vende-se urna rica cadeira de arruar,
bem pinlada e dourada, com seu competente
caixao para a guardar e reservar da pneira :
quem a pretender, enlenda-se cora Caelano
Pinto de Veras.
ceblas.
Noarmazem do largo da Assembla n. 9,
vende-se ceblas em cusas a 800 reis o cen-
toe despencadas a 640; a ellas antes que se
aciibem, tijolos de louca para ladrilho e
brancos de dito para cozinha.
Vende-se um balcSo e um caixSo de
amostra, em bom estado ; na taberna gran-
de ao lado da igreja da Suleda.ie.
- Na ra do Queimado, loja de ferragens
n. 13, ha para vender urna excellcnte batan-
ea franceza que pesa 15 quintaes, pro iria
para qualquer eslabeiecimento. Na mesma
loja ha queijos do serl3o quo vendem-se por
preco commodo.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em han is como em cai\as,
licores e absynthe, cliegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler o. C.. ra da Cruz n. 55.
Hua da Cruz
N escriptorio de Antonio
Luiz de Uliveira Ale ved o,
ha rara venderos seguintes objectos: cha-
rutos de lltvana, ditos de S. Fehx, cola su-
perior da Bahia, Jacaranda superior, xaropes
deNaff, pasta de jujuba em latas, oleo de
\endem-se as Iojas de Porto & C. na praca
da Lmao n. 35. 37 o 39. e na de Antonio
francisco Pereira n. capellas do immor-
tales, vindas de Paris para tmulos, catacum-
bas, esoiulturas. no cemiterio publico a 2
de novembro. ;Finados circulando as mes-
mas capellas as inscripcoes seguintes feitas
aa mesma flor a meu pai, a minha m3,
a meu esposo, a minha esposa, a meu filho.
a miuba hlha. o a amizades.
% rna nov armaiein
de mobilias de Antonio Domingos Pinto, ha
ura completo sortimento de mobilias de to-
da a qualidade, tanto da trra como france-
sas, oe Jacaranda e de mogno, e continu'a a
receoer por lodos os navios, tanto de Franca
como de Hamburgo toda a qmalidade de tras-
tes do melhor gosto. fabricados por encom-
menda, com recommendacSo de nSo empre-
gar o pinho no seu fabrico.
o canto
QUE ESTA' T0RMHD0.
Na loja da ra da Cadeia do Recife n. 54
ba para vender um grande e esplendido sor-
lmenlo de fazendas baratsimas que azem
ricino em latas, mercurio doco, fio de algo- admirar, o bom gosto, barateza e boa aual
,!";, .1 ti.. t..,. ciarla -., iVaamia. _*_ '
quizer entregar, casosejam premiados.quei-
ra dingir-se ao annunciante, no armazem
do Rufino, que sera gratificado.
aguerreotypo.
Joo Thomaz cliegado ltimamente a esta
cida le, oir^rece-se a tirar retrato*! em bre-
vissimt lempo, e com a maior perfeicHo
cossivel, o p ocesso especial de que usa ha-
bilita o annunciante a garantir ao illu.slrado
publico icrnambucano a bellea de seus re-
tratos, e baratissimo : na ra Nova n
gallera de Arcenio & Gadault,
andar
23,
primeiro
Campos & Lima, com loja na ra do
Crespo n. 12, parlicipam a tojos os senhores
encurregados na administrado de rmanda-
des, que recoberam um sortimento de da-
masco de seda proprio para ornameuto, col-
xas e cortinados, com perto de 6 palmos de
largura, he fazenda pela primeira vez vinda
a esle mercado, e cede-se com pouco lucro,
afim de animar o fabricante a fazer mais
remessas
O administrador interino da typogra-
pbia Provincial abaixoassignado, faz sciente
a quem convier, que se acha nutorisado pelo
Exm. Sr. presidente da provincia, por officio
de 28 de setembro, para contratar cora 2
compositores desta ou de outra qualquer
provincia, para seempregarem neste esla-
belecimer.to. O mesmo administrador ali-
anija a quem quizer e liver as babilitacoes
uecessarias pura a arte de composicao, bons
salai ios, e conforme suas capacidades e dis-
tinc^So as classes que s3o estatuidas nesta
reparticSo : as pessoas que auizerem e en-
ten lerem da r?feri Ja arte, dirijam se a esta
typographia para se engajarem e ajusta-
rom .c. Typographia Provincial no Araca-
ju 2 de outubro de 1857.
Jo3o Francisco de Jess Guedes.
Precisa-sa de urna ama, para ama-
mentar urna crianza de 10 mezes; paga-se
muito bem : na ra de Apollo n. 22.
Precisa-sede um caixeiro para taber-
na, e que da mesma tenha pralica: na ra
do Sol n. 21.
5as.tr?EBj*^=== =?*!?==? -rt.=K
usados de luda a qualidade.
Precisa-se de urna ama para lavar e
engoramar, e que seja perita era qualquer
um, lestes servigos : na ra Nova, sobrado
n 23, segundo andar.
Mn-rSC'85'8S de ura ll,im f*itor para o si-
toidognado Delpbino, na Passagem
a tratar no mesmo sitio, ou
da Magdalena
ti lVlnllr" ^ (:'""l'"- Vm"";"." .M da I
& d i 5,01"ar' ova, b..... commo.lo.pa.
*l'rt-f nij.iH. na ocratiao do aj usl.
familia, em Santo
pou
- Amro, em casa ile n
deVrS?e..daCrWdefronW<,M^'
Fiacao e tecidos
de alg-odao.
O Srs. aocio commandilarios desla mnrea sao
convidado, a r*onirem-e em assembla (ral, no
da -..i do correnle, as 11 horas da manhaa, do segun-
do andar da casa dos Sr. Anlonio Marques de Amo-
nrn, roa da Cruz r.. 45, atini de cleserem urna com-
misao de ,1 membro, para liscalisar o negocios da
ociedade. 6
Amorim, Furias, Guerra <& C.
I'ernambuco, Ijdeoulubro de 1857.
Necessita-se do urna pessoa habilitada
I para ensinar a grammatica nacional, arith-
metica, francez e msica a alguns meninos
em um engenbo em Serinhaem, a qual seja
casada, e sua senhora possa ensinar igual-
mente algumas meninas : a pessoa que es-
I liver neste caso, tenha a bondade de decla-
rar seu nome e residencia, que ser procu-
rada.
---Precisa-se de um bom amassador: na
parlara da Capunga.
Aluga-se o sitio da Torre, qua fica en-
tre o do Sr. Cibson e o do Sr. inspector da
- stantemente
commoda, e urna boa planta de capim:
quera o pretender, dirija-se a ra eslreita
do Rosario n. 26.
Os senhores acad micos que assigna-
rara para a liberdade da mutatinlia Feli-
cia, e que anda nao pagaran, queiram
mandar o importe de suas asignaturas,
ou na hvrariu ns. (i e 8, da praca da in-
dependencia ou na ra do Hospicio, casa
Jo acadmico Lu/. Rodrigues Nunes, alim
de (pie em breve se possa pastar a carta
de hberdade.
Schaplieillln A C., ra da Cruz n.
">S, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, nina porcito de quartolai de vinho,
de urna das mais afamadas vinhas de Bor-
deaus : vendem, a' vista da superior qua-
hdade, por preco commodo.
OsSrs. Jourdain eVeuder Straten,
sio convidados a satisazer sua passagem
de Franca, para Peinamhuco, antes de
se retirarem para qualquer outra pro-
vincia do imperio.
--- Manoel Jos da Silva Braga, pretende
vender o seu sitio, com escellente casa de
sobrado le dous andares, o qual tem frente
para a ra Real, e fundo para o terreno do
Sr Herculano : os preten lentes podem en-
tonder-se com o propietario no mesmo si-
tio, das horas da tarde em diante, ou com
o lllm. Sr. Manoel Goncalves da Silva, no
seu escriptorio, da ra da Cadeia do Recife
Lotera
DA
provincia.
Devoto chrsto.
Sahio luz a terceira edico do livrinho
religioso Devoto Christao, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
na ns. 6 c 8 da praga da Independencia, a
800 rs.
Livros em hran-
co, de Ham-
da i da Babia.
Velas de espermcete.
Receberam-se agora novas velas destea-
dade, as fazendas sao as seguintes: cortes
de bnm paracalQa a 25300e2;i00, chapeos
de sol de baleia 25, ditos de ferro a 18800
ditos de junco a 15350, setim preto macad
iina, que se vend a etalho em caixai "."j'"..'/"" a 2900, 3o o 3o500, e muito bom
d
L'm
rgo
sortimento completo : vendo-se em
FAZENDS BOAS E BiEATAS
Na nova loja de / portas,
na ra do Queimado n 37, passando o nec-
eo da Congregado, fe cliegado a este esta-
belecimento um excellenle sorilmento de
vestidos de seda cora bibidos, de lodosos
precos, e se assevera aos fregue/.es ven-
der-se por menos do que em outra qulquer
parte: assim como olindinas de quadros a
900 rs. o covado, indianas de seda muito fi-
nas a 15200 o covado, sedas de quadros a
800 rs. o covado, ditas enfestalas a 15500 o
covado, cbaly lavrado moderno a 10200 o co-
rado, cassas francezas muilo finas a 500 e
720 ra a vara, mussulinas malisadas a 360 o
covado, ditas nnudinhss a 280 o covaio
chales de cernir muita finas a imiUcS
de touquira a 22?, duqueza preta e de cores
muito fina a 15100 o covado, riscados india-
nos linos o largos a 320 o covado, l.izinhas
miudmhas e linas a 360 o covado, grosdena-
ple de cores a I57O0 o covado, dito prelo
muito J1110 a S, cites de collete de velludo
muiio linos a 1 Is.lencos de cassa a 100, 120 e
160 rs e muito mais fazendas que nao he
possivel annuncia las por haver muila di-
ve.sidade, poim cum a vista nao deixarao
de comprar porque os precos Ihe h3o de
agradar.
Vende-se o patacho dinamarquez
Fortuna, de I I toneladas, forrado d
cobre e de primeira marcha: a
com os signatarios ra da Cruz n.
e
fallm-
10.
JI elogios,
Segunda parte da primeira loteiia de
S. Miguel de Barreiros.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado ioram vendidas as seguintes
sortes :
Nms.
I
I
1
1 d
590 I :.")00.S
28SV 500 551 2II0.S
l'..") tOO/j
."180 I00JJ
5561 50$
."lili O.s
1138 50$
.")2I 20$
2S.-)I) 20.s
513 20X
827 20 301 2().s
ii 20.S
158 2(l.s
082 S10S
A garanta dos S OjO he paga no escrip-
torio da ra do Collegio 11. 21.
L. .1. Ptiyme
Aluga-se um moleque com princ pi
de cozinha e copciro : na Ponte Velos, pri-
meiro subrado quem vai
11. 33.
Vendem-se relogios de ouro e de pra-
la, concertante por piceos razoaveis,
faz-se troco, e da-se dinheiro apremio:
na ra da Concordia n. i-.
Vende-se urna escrava da Costa, cria-
da em casa desde a idade de annos : sadia,
lava e engomma bem, faz toda a qualidade
de doc-, coznha d- Torno e fogSo bem, cos-
tura soffrivel, da 16-5vcndendo ataboleiro.
he fiel e diligente para todo e qualquer ser-
vico : para tratar, no becco doSarapatel, al
as 7 horas da manhaa, sobrado de 5 portas,
primeiro andar.
Vende-se urna mulatinha perfeita, e
com idade de 13 annos : na ra do Hospicio
delronlo a chcara do Sr. Ciolra. A quem
convier, procure das 7 as 9 horas da ma-
nhaa, e das 3 as 6 da larde.
Vende-se na ra do Queimado n. 35,
urna mulatinha de bonita figura : quem a
pretender, dinja-sea mesma ra, que acba-
ra com quem tratar.
vendem-se 4 saceos com cera de car-
nauba de superior qualidade, por preco
commodo para acabar: na ra do Brum,
passando o chafariz, primeira casa.
Vendem-se a 85 saceos cora farinha,
que lera mais de um alqueire, medida ve-
10a, e de ba qualidade: na cambot do
Carino n. Ig
Vendem-se duas casas de taipa, cm
chaos proprios, de ns 36 e 37, sitas na ra
da Amizade, na Capung : a tratar no ater-
ro da boa-Visti junto a matriz n. 81.
-- Vende-se urna armago envidracada
de louro, por preco muito barato : na ra
.Nova, loja 11. 22.
Vende-se o deposito n. 89, na ra do
\1gar10, alieguezado, e tem poucos fundos
ou so admilte um sucio habilitado para o
mesmo : a pessoa quo quizer, dirija-se ao
mesmo, ou a praga da Independencia, loja
11 J.
... vende-se urna escrava de 20 annos,
bonita figura, perfeita cozinheira e engom-
madcir-, outra dita de 30 annos, com as
mesmas habilidades, um mulalinho proprio
para pagem com 10 anuos, e um moleque
de 2aaunos, umdito de 18: na ra Direila
n. 6i, segundo andar.
- >a travesea da Madedo Dos n 2, ta-
berna de Joaquim Vieira de Carros, ven iera-
ae saeeoaeom milbo e feijSo muito novo a
65UOO cada sacco, e as cuias a 360 e 400 rs.
Atteocao.
.Na granle fabrica de tamancos da ra lii-
reila, esquina que vira para S. Pedro 11. 16,
ha um completo sorlimenio de tamancos a
retalhoe em grandes rorces, por preco
muito em coota : os senhores comraercian-
a ra da Gloria : les do mato devem-se preveuir, pois o inver-
1 no asta prximo.
meio.
dilos.
bilhete.
meio.
1 meio.
bilhete.
I meio.
meio.
dito.
dito.
dito,
bilhete.
dito.
1 meio.
1 dito.
1 dito.
e 25 libras, por preco commodo : na
ra da Cruz n. 49.
ifceravos venda.
Era casa de Caminha & Filhos, na ra da
Cadeia do Recife, primeiro andar n. 60.
Bichas de Hainbur Em frente a mat'iz da Boa-Vista, alugam-
se bichas, o applicam-so ventosas, seccas e
sarjadas, amolam-se ferramentas de cortes,
e botam-se ouvidos em espingardas.
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do llecile, armazem n. 36.
& &8<> a libra.
HE BAKATISSIMO.
hestam algumas massss finss para sopa,
de diversas qualidades, como j se tem an-
nunciado ; quem comprar caixa lera algum
abatimento ; as caixas sao de urna arroba e
outrsa de 16 libras : vendem-se smente na
ra do Collegio n. 5.
GilS M FEERO
Excellentcs camas de ferro para solteiros
vendem-se no escriptorio do agento Olivei
ja, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeio
andar.
IOS
cobertos e descobertos,pequeose grandes,
le ouro patente inglez, para bomemese-
nbora deum dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
gle* : em casa de Southall Mellor 4 O, raa
do Torres n. 38.
POTASSA DA BSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da ra da Cadeia do ReciTe,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Itio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucos dias, e a ven lei-se por menos preco
do que em outra analquer parte,
(omina do Aracatv.
Em porcOes e a retalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente V-
an Da.
Aviso s casendeiras.
Vende-se retroz para cascar : na ra Nova
11 52, loja de alfaiale,
PtakiOS.
Em casadeltabeSchmettaur&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante
pianos do afamado fabricante Traumann d
Hamburgo.
- Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor AC.a, ra do
Torres n. 38.
J\Ta loja
das seis portas
Em frente do Li v rann to
Cortes de vestido de lia com barra a 1/oO,
lencos de retroz a 500 rs., ditos de seda a
240, cassas com bonitas raroagens para cor-
tinados a 2^500 a pega, tudo com defeito.
(JSom gosto.)
O Pregnfya da
ra do Queimado, esquina
do becco do Pe i xe-Frito
n. 2,
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Europa, ricos cortes de vestidos para se-
4/o covado. chales de cuita a 15, casera
preta fina a 15400, 15600, 1(800, 23. 29200 e
256OO, e muito fina 33, casemiras pretas e de
cores, de duas larguras, prop ias para os
rapazes de bom gosto, e como se usa em Pa-
rs, calca, collete e palito, o covado a 23100,
sargelim a 170. 180 e 20o rs. ocovado, mus-
sulina de cores a 300, 320 e 340 rs., e muilo
Una a 360, cortes de collete de velludo do
ultimo gusto, riquissimos padres, de 6/500
ale 125,meias cruas para hornera a 160, 20o e
240, e linas a 300 rs. cada par, chitas para a
pobreza, o covado a 140, e peca a 55500, nSo
desbotam, he escura, propria para escravos,
com pintas de mofo, mantas de seda da mo-
da a 5s, 5:500, 63 c 75, e muito linas a 93,
laas muito linas Sebastopol, ocovado 15400,
18500 e 15600, gr.vatas de laa a 800, 880.
ti, 13100, 15200 e 15400, muito linas 23, dil
tas de mola a 15, mantas de lago a 35, mus-
sulina branca fina a 300, 320 e 340 rs. o co-
vado, chales de raerin bordados de ISa a
85, ditos bordados de seda a 103, dilos bor-
dados de serta e franja de retroz a 103500
ditos de lila lisos a 45800, ditos estampados
a 5/8C0, 6. 7 e 85, ditos bordados de velludo
a 145, panno lino preto a 25400, 256OO, 33,
3,500, 43, 4/500 e 55500, e muito fino
75200, madapoiao em pecas a 2/600, 258OO
35, 33200, 35500 e 45, e dahi at 5sS00, seda
intitulada melindre de seuha a 15 o covado
chales pretos de alpaca a 33600, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 13400 o covado alpaca de cores lisas a 60o
rs. ocovado, ditas pretas, lencos brancos
ordinarios, a duzia a 1530o, ditos finos fixes
a 1o700, 1.3900, 23, 23400 e 23800, cortes de
cas.mira de algodSo a 2-3200, cortes de seda
de passar a festa a 155, alpaca preta, o cova-
do 180,560,600,700 e 800 rs., e a 900 rs.
lo lir.a, chapeos de mola a 55400, chaly
uadros a 900 e 950 o covado, riscados
moiistros proprios para escravos a 220 o co-
vado, tapetes de velludo para cima de mesa
de lidalgos a 305, meias de seda preta a
2/400 e 25500, caselao da Suissa a 800, 900
e 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs.
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordados, que por serem tantos os precoa
nao se menciona, tiras de cambria a 1/200 a
pee, mantas de velludo para cima de sella a
6/400, pulceiras a 35500, 4 e 53. riquissimas
sabidas de baile a 265, italia preta, o covado
15, dita de cores a 950 e 15, tapetes a 85 e
125, luvas de seda bordadas a 23500, visitas
paia senhora a 123, ditas para menina a 85,
chapeos para menino enfeitados a 45OOO. Na
mesma loja se d3o as amostras, e se manda
fazenda com o caixeiro.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No antigo e bem conheciJo deposito da
ra de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
supeiior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pe ira, chegado no ultimo navio, e ven-
de-se por preco commodo.
Na ra do Trapiche n.
16, escriptorio de No-
vaes& C.,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barra de quarto e
oitavo, a preco commodo.
IBCAlSIO FAIA UII-
CQM PEQUERO TOQUE DE
AVARIA.
A dinheiro
Pecas de algodSo liso, largo, encorpado-
28, 2/240, 23500 e 25800 a peca, dito de si. .
cupira a 3, 25240, 2/500, 25800 e 35 a peca
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, ditotran
ado largo a 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a ra da Cadeia.
Ao barato.
0 PREGUICA ESTA QDE1-
MAHDO.
O l'reguica da ruado
Queimado, continua a queimar na sua loja 4
n. 2, esquinado becco do Peixe Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos precos, pois
que sem ambic3o se contenta com um m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tem "
de bom para servir aos seus freguezes, '
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestido de senhora,
de gustos inteiramanto novos a 900 ra. o co-
vado, curtes de largelinaa para vestido de
senhora, fazenda muito fina e do melhor
gosto inglez, com listras de seda e campo
escuro a 123 cada um, organdvs de cord3o *
com desenhos mui delicados, pelo baratissi-
mOMMo de 440 rs. a vara, cambraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos gostos a 600 rs. a
vara, chitas francezas escuraa, matizadas
com lindos e novus padres a 260 o covado.
ditas claras, padrOes largos e tonudos a 280
e300 rs. ocovado, ricos cortes de setim
bordados para cohetes a 49 cada um, lSazi-
nhas escuras de mui ricos e variados padres
proprias para vestiJo de senhora e roupes
de meninas a 500 rs. o covado. riscadoa '
monstrosde cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadros de lindos padrOes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs..dita estampada de lindos padres a 320 e
400 rs. o covado, chitas finas de cor* claras *
e escuras, tintas Gxas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito finas e com 10 varas a 696OO, di- i
tas de dita mais cheia a 43600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito finas a 5400 a pe-
ca, pe?asdebretanba de rolo com 10 viras
a 25 cada urna, gravatas de setim pretas o de
cor, gostos modernos a I328O cada orna,
rT5Lde brlm (,e puro ''nbo a 29300, 23400
e 2/oO, casemiras de lindos padres a 5350o '
f 0te.*.lUu8 de "o de lindos gos-
mflo a 120, ditos com blco muilo finos a 360,
chales de gaze, ditos de merin lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
propnas para calcas e palitos a 560 o cova- -
do, casineta prela Gna a 13100 o covado, len-
cos de seda de lindos padres a 2# cada um,
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
rautas outi-as que se nSo mencionara, mas
que se venderSo por baratissimos precos. e
se darSo amostras com penhor.
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
gioz, yendom-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
lea doHocifen. 62. primeiro andar.
r,
Agencia
da fondiefto Low-Mo'
ra da tnsala f^ova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
etaixas de ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundido de ferro deD. W. Bowman
na ra do Brum, passando o chafa-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, 'as quaes sa
echam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na ra da Madre de Dos
V 12, armazem de Novaes & C. barril
de Ierro, ou cubos hydruulico ; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
-ellins e releaos.
SELLINS RELOGIOS da palela
a venda no armazttn da
Rooker 4 Companhia, es-
largo do Corpo Sanio na-
inglez
Roalron
quina do
mero 48.
v t CEMEHTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porcao o a retalho, xor com-
modo prego para acabar, e muito bom no
armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Anlonio n. 17
SaPaTOS DO ARACATY,
los melhores que tem rindo a esle merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas: em casa de Caminha A Filhos, ra
da Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotJA
do agente Oliveira,' ra da Cadeia do Recifo
n 62, primeiro andar.
,1,
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W. BOWMAN, iVA
RA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construegao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporces ; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhcs, bronzes, pa-
rafusos e cavilbes, moinhos de mandioca,
ale. etc.
NA MESMA FUNDICA O,
seexecutam todas as encommendas coma
superioridadu ja conhecida com a devida
prest' za e cummodidade em preco.
XAROPE
DO
BOSQUE I
$&m&$ fn*a*>#4
niioi-a de um gosto inteiramente novo,
de corea escurase elegantemente listi ados
de seda asselinada ; osla lazenda deno-
mina-seGraciana ou Carg, e he a
mais propria para a 'presente eslacao ;
custa cada corte a mdica
I 2.SO0O.
l.uvas da Escocia.
Na ra da C.eia do Recife n. 49, defronte IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO'
do armazem do Sr. Ilenrique GlDSOn, ven- para cura de phtvsica em todos os seus
dem-se s raelh. res luvas inglezas de fio da
Escocia, brancas e de cores, por prego com-
modo
I'oi transferido o deposito deste xaropc
para a botica de Jos da Cruz Sanios, na ra
Nova n. 53, garrafas 5;500, e meias 33000,
: do neste deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lagao do moinho de yanto da praia de Santa
Rita.
Fuglo da casa do abaixo assignado
urna preta de nome Mana, com os signaes
seguintes : cor fula, estatura regular, idade
20 annos, pouco mais ou menos, fala fanbo-
sa ; esta preta foi escrava do Sr. JoSo Pinto
de Magalhaes : roga-se a qualquer pessoa
que a pegar, leva-la a ra da Praia, no ar-
mazem do mesmo abaixo assignado, que
ser generosamente recompensado.
503OOO de gratificagSo.
No da 27 do corrente fugio da casa do
abaixo assignado o escravo crioulo de nome
Pedro, o qual tem os signaes seguintes es-
tatura regular, bastante prelo, j tem bas-
tantes cabellos brancos, tanto na ca beca co-
mo na barba, levou caiga de brim de qua-
dros e camisa de madapolSo, mas talvez te-
nha mudado de roupa porc/ne levou mais
alem da do corpo, falla bastante descansado
e por entre os dentes ; julga-se que ter ido
para Caranhuns por ser natural desse lugar,
e de la ter vindo para ser vendido nesta pra-
ca : roga-se, porlanto, as autoridades e ca-
puces de campo, a apprebensSo do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na ra Imperial n. 173, ou em Cara-
nnuns ao lllm. Sr. Manoel Jos Mendos Ras-
tos, que se gratificara com a quanlia cima
Recife 29 de setembro de 1857.
Joaquim Lu/ dos Santos Villaverde
Fugio no dia 4 de outubro do corren-
te anno, o escravo mulato de nome Jorge
baixo, secco do corpo, pouca barba, potroso'
tem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz
hombros sungados, olhos pequeos e vivos,
pernas e bracos arqueados quando anda
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de algo-
daozmho de listras. caiga de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello e outro de
feU.ro, ambos usados, e Lbaqueiro : roga-
se pois a todas autoridades pollciaes e capi-
iaes de campo, que o apprehendam, e con-
duzam-noa ra da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que ser generosamente re-
compensado. Este esclavo ja foi apprehen-
didooanno prximo passado no engenho
Jacar, cidade de Coianna.
Est fgida a preta Joaquina, bem co-
ndecida, porque ba muito vende tapioca, he
veiba e muito feia, de estatura pequea
tem cabellos brancos o he calva, tem
differenles graos, quer cultivada por cons-I n"lf{r,*
lipagOes, losse, astlima, pleuriz, esearros de i "! 1eomo1m,em- esta cahindo, tem os
sangue, dor de costados e peiloa, palpilxgSo dc,'os ldos calejados e inchados, levou cha-
.i
no coracAo, coqueluche brotirhite, dorna
garganta, e todas as molestias dos orgSos
pulmonares.
es de merino rxo : quem a pegar leve-a
travessa da Trempe n.9.
i'KKI-i. TY>>. DE M. K. DE FAMA 1857
MUTILADO
ILEGIVEL
. .


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