Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07861


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Full Text
ARMO XXXIII N. 240.
Por 3 mczcs adiantados -i.sOOO.
Por 5 mczes vencidos 4^500.
KN
TERCA FEIRA 20 DE OlTtBRO DE 181,7
Por anuo adiantado 1 osOOO.
Porte franco para o subscriptor.
BNCAMEGADOf DA B8CBirCA DO NORTB.
i "!11'^?* *' ,oio lodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joaquina
l.lanlra Jnior .Araeatv, o 8r. A. da Unios Braga Cea-
" i..,.J* *0,#d Oliraira ; Maranheo, o Senhor Joie Teiiei
d Mello; Piauhj o Senhor Jos Joaquim Arelino ; Pa-
' ,u,,in Ramoi ; Amazonas, Ir. Jeronjmo da
PARTIDA DOI COR8KI8.
pilada : lodos os das.,,, o ,. mtt ,l0r ,, ,h 1#
'-"'. ...i.iin. Parakiba: nu sonadas a saMa-nkai.
s I u'u, ,!r"V' ;;"'>'""" *IW..... Ge-a,........: H t,.,ta-fera.
.b, l^.-j,,,-., -,..,h.T,m, li, Pon, l.., lia,
momoras r Natal: quimas-reirs.
flMoa os corrciua parlera as lu horas da manlia.
Auj-Prela, Pi-
AODIENGIAa DOS TRIBONABI DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas t quintal.
Relaeao : tercas ftrai a labbados.
Fazenda : quartai a aabbadoa as 10 taoraa.
Julio do commercio : segundas ai 10 horas quintal
Juno da orphaoi : segundas a quinUaai 10 horas.
Primeira tara do eivel : segundas e senas o meio dil.
Segunda rara do elval : uartai tabbadoi 10 maio da.
ao maio dia.
O proprietario deste
estabelecer urna linda de distribuicSo da
ponte da Magdalena ao (achanga, previne as
pessoasque raoram na referida estrada que
queiram assignar o mesmo Diario quei-
ram mandar seu nome e residencia na livra-
ria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Diario iles'jando! Sr- Prsiden'e. os nobres depulados lem brilhado
j:-..:i...:.i- .1 e phantasies e da abslracces. Os discur-
EPHKMERIDKS DO MEZ DK Ol'Tl URO.
3 La chela as BO minutos da larde.
JO Quarto minguante ai 3 horas e 34 minutoi da manbia.
17 La nova ai 7 horas a 19 minutos da tarde.
28 y uario crescenta as II horaa a 40 minuto da tarde,
PRKAY1AB DE HOJK.
Primeira as l horai a (1 minutoi da larda.
Segunda ai li hora a 30 minutos da manha.
PAHTBQFFIOIM,
COMMANDO DAS ARMAS.
"el (eral da commando das aros do
Pemasabace na cidade de Recite, ara 17 de
outubro de 1857.
ORDEM DO DIA N. 38.
J bngadeiro coramaudant d.s limas inlerino
publica, para cooliecimento da guarnirn e conve-
nientes ruis, o aviio do ministerio da goerra do 1.
de agoslo ultimo, que resolve a duvida suscitada so-
bre os vencimenlos qae devem perceber os olliciaes
do axercilo quando licenciados forera pela presiden-
cia para tralarem de sua sande, nos termos do art.
3 do regulamenlo n. 1881 de 31 de Janeiro do
,! correnle auno.
0 mesmo brlgadeiro, em virtode de deliberarlo
da presidencia, cmniunic. U era oTicio datado de
honiem, declara que lica dispensada do aqoartela-
menlo a msica do 1. balalhao de infanlaria da
goarda nacional deste municipio.
Aviio.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra mil, de agosto de 1857. Illm. eEim.Sr.
Kesponlendo au olliclo de V. Es., sob n. 206 e da-
da de 2/ de junho ultimo, em que da' parle de que
leudo concedido licenca nos termos do artigo 31 do
regol.amoiilo n. 1881 de 31 de Janeiro do correnle
anri), a diversos ufliciaei do eiercito para Iralarem
de sua saude, soslilou-so a duvida de compelir-lhes
0 ni-i sold somenle, ou a importancia integral dos
respectivo) vencimenlos, pilo que a submetlia ao
conneciraenlo do governo imperial ; lenho .1 decla-
rar a V. fc\. para seu conbecime.ilo, e para o fazer
devnlainenle constar que o citado artigo do dilo re-
glamelo em nada allerou as d iposicOes al eulao
tu vigor, qiMiilo aos vencimenlos cun que os pre-
ideules podem conceder licencas para aquelle fun ;
e oulro sira que a dispoiiclo do aviso circular de 28
de Janeiro de 18V1 que declara que alera das liceo-
cas com vencimenlos concedidas aos olliciaes para
tralarem da tua siudt, conforma for aconselhado
pelas respechva inspeccoes, no deverau 01 presi-
dentes conceder oalras que nao lejam registradas e
"i"" "'"" 'l0 Dem lerminante ; a' vista do que
he obvio que os presidentas s podem conceder laes
Icencss eom meio sold, dando paite ao governo im-
perial para deliberar se deve man isr abonar o sold
por mleiro e elape aos ofTUiaes para tralarem de
sua saude. aus guarde a V. Es.. Jernimo Fran-
cisco Coelho, Sr. presidente da provincia de l'er-
namhuco.
Assignarlo).Joo Jos da Costa Pimtntel.
Conforme.Demetrio de Uusroao Coslhi. Alfe-
res .1 ja J.me de ordens encarregalo do delalhe.
TRIBUNAL, DO OMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 1!) DE OUTUBRO
DE 1857.
Presidencia do E.rm. Sr. detembargador
Souza.
As II horas da manliaa, achando-ie prsenles os
Srs. depulados Rogo, Baslo, l.emos e supplenle Ra-
mos e Silva, o Sr. presidente abri a es.ao ; e sendo
lidii a acia da ultima, foi approvada.
Leu-se o teguinle
EXPEDIENTE.
Cm oflicio doEsm. Sr. presidente da provincia,
parl.c.pando ler lomado pn,S8 da presidencia em
10 do correnle.Ficou o tribunal inleirado, e orde-
no que se respondesse aecusando o recebimeulo.
DESPACHOS.
1 m requerirncnlo de Antonia Jos Lial lteis. ne-
.lindoores.siro ,1a procurado que llie pas'ou JoSo
1 mo de l.emos Jnior, em que o ni n-a a sig-
ilar na cana lilial do banco do Brasil, flanea a favor
de Manoel Jobquim L'aibeliDu de Miranda.Regit-
Outro de Prudencio Marques de Amorim, pedindo
ser nomeado pira um dos lugares de correlor.111-
dehrido, por nao baver logar a prover.
Foi prsenle a cotacilo oflicial dos precos corren-
les ela praca, relativos a semana linda.Mandon-
as archivar.
E maii nada havendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessao.
SESSAO JDDIQARIA EM 19 DE OUTUBRO DE 1857
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
Fallarara os senbores depulados R.go e l.emos.
Pastugem.
Embargante, a razenda provincial :
Embarxado, Jos Peres da Croa.
D> Sr. desembargador 1.11 ira na ao Sr. desembar-
Radar Villares.
Aipellanle, D. Marianna Dorolbca Joaquina ;
Ap|)llado, Manuel Pereira de Magslhaei.
D Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador (jilirana.
Diri'iiuco.
Appellanle, Manoel da Fonseca de Arauio Lima :
Appellados, o leslamenteiro e herdairos de Do-
miugus Antonio Gomes Guimiraes.
Au Sr. desembargador Villares.
Diligencia.
Foi com vista o Dr. curador geral a appellar.lo
quo sao
Appellanles. os herdairos de Francisco Anlonio
Pereira dos Santo.
Nada inaii havendo 1 Iratar, o Sr. presidenle le-
vaulou a leso.
O secretario,
______ Dr. Aprigio Cuimaracs,
soa longos, eruditos e eloqoenles que teem proferi-
do, se leem oerupado principalmente, ou exclusiva-
mente em demonstrar que a independencia pessoal
doi magistrados he essencial para a edectiva inde-
pendencia do poder jodiciario.
Mas quem negon essea principios".' Quem os poz
em duvida? Eu rerlamenle que nao. Para corro-
I) ira-Ios peso cmara que me permuta ler om
trecho do mea relslorio desle anno.
^oVrefir^
mspeila a auloridade, fazem
DIA8 DA SEMANA.
19 Segunda. 8. Pedro de Aleanlra f. padrociro do Imperio do B.
jO) Ierca. S. Joao Cancio, advogado contra a pblysica.
-M.'i.nii. S. I'rsula e suai como. v>. Mm.
21 Quima. S. Landislof.
23 Seita S. Joio de Capislrano f.
24 Sbado S. Rapbael archanjo.
25 Domingo. 21 Ss. Chrispim e Chrispiuiano irs. Mm.
ENCARRBGADOS DA SUBSCRICA NO UL
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Diai; Baha, o Sr. D. Dupta ~
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlioi.
;>
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figuelroa de rana n lu '
livriria, praca da Independencia n. 6 e 8.
lerprele das le
Conforme a hermenutica oninian dos i-i.n,
.Nao ha admims.racao da juslica ,em magi.lra- e dos nossos maiores vale mais que a nossa nu.
do. .,.dependentes. Nao podemos ler ,s ma.ii-1 dos vindouros, e esle principo wl m T VoniS H
nao possamos saber as raiOei porque procederam
Non omnium, qooe a" majoribus constitua suill.
rallo reldi potesl.
A doulrina ne-t.i discuss,1o he oulra, a nossa opi-
niao vale ludo, os precedente! so abnsos, sao erros,
porque sao contrarios a' nossa opiniao. Vou de-
monstrar o que digo.
A vossa eoromiuao, e eu no primeiro dlwnrM in-
vocamos as leis deJ8;)li e 1843, para demonstrar que
loria nao era inconslilucional, porque
.. pen- se ella fosse inconstitucional o pider legislativo nao
independencia pesoal dos masislrados nao lie a mes-
ma cousa que a indepennencia do poder jodiciario,
para concluir por consecuencia que a violadlo da iu
posilivamenle,
O Sr. .vilin-o : Seuhores. or minha nari nnr
n lahoa-rasa de Indo o I parle do ministerio a que UnfiuimEmEmE
passadc.de ledas as Iradicoei, derogara herme-' repillo es.a proposicao do nobre denulado Mni a.
rr:cdiep^sr,npor um ,,tincipio ^^,'^i^^^ssvfs:
Conforme ,g h.imeneulica o nso he o me.hor in- ZfAZJfSttUZr- "'"^ "
Mnitos e respetido9 apoiados. '
E
da de estabilidad* e de futuro, cercada de vanlagens,
a de esperatn.s. Nao sendo a maai.iratura urna
prods.ao vanlajosa e garantida, ella nao eteilar a
voeacao ; sem a voca^ao nao haveri concurrencia :
lera occurret.cia nao ser.i possivel impor as reslric-
coes e provaneas do noviciado ; ,e, noviciado e
aniiqnidade se tornar nm perig ; sem a anligui-
dado o accesso sera urna dependencia, urna eventtia- I
lidarle. k
Serihores, tratando eu da classicac.1 do rrime de a aposenladi
deVicia' --"-""'i "eS,e 'enli -'" rti,lin-"' 'ndepen- se ella fosse
lepen lencia pessoal seria um abuso do poder ou oii-
Iro enme previsto pela lei de reiponsahilida le, mas
nao urn allenlado contra o livre e\ercicio do poder
ju lin.no, mas nao o crirae de Iroicao. Eis o meu
pensamenlo. (ApoiadosJ
Porlanlo ludo quanlo philosophicamenle se addu-
eio para provar a identidade melapbjsici de orna
outra independencia nao veio 1 proposito. Apoia-
dos.) Eu mecolluquei nos resnelos limites' do di-
reilo criminal, os nobres diputad 11 vauaram pelo
vasto campo do raciocinio, e da philosophia.
Dou de oaao queslo da classilicaeao da qual
Iralei somenle para mnslrar que ella fora feila em
olio a minha pessoa. as razOea em que fundei a
dislinccao de que fallei serao comparadas e apre-
ciadas, quando 1 discussao for publicada. EnUo os
criminalistas do nosso pan me tari* juslica. Apoia-
Senbores, a qoestio que nos lem occapado exclu-
sivamente he a questo conslilucioual mas essa
quesiao esl no mesmo p, nao tem saludo do cir-
culo vicioso era que a collocaram os nobres depula-
dos que imp'ignam o parectr.
Enlrincheirados no principio absoluto da perpe-
luidade da magistratura nao lazem urna s concei-
sao no sentido, e no inleresse da caosa publica, sal-
ve-.. .;_:i..- ..- -
-ie o privilegio do magistrado ainds que perec .
sociedade (apoiados), anda qoe sejam sacrificadas a
propriedade, 1 vida, a honra e liberdade dos ci la-
aaos, para coja proleci-ao, para cuja defeza foi ins-
liluiiloo privilegio. ;Apoiadoi ; muilo bem.'
O fanatismo chega ao poni do eiazerar o perigo
docorractivo, e uao admille a pf>ibilidede do abu-
so do privilegio, possibilidade reconhecida anda pe-
loi mais ezlrenuos defensores do pr.ncipio da perpe-
luidiide, uao io quanlo inlelligencia qae nao se
avantaja sem a esperanra, sem 1 emulacto, senao
lambem quanlo A moralidade qoe corre o perigo da
Traqueza sem a aanccSo. ;.\poiados.l
Acompanhemos a argumenlacao dos nobres depu-
lados. '
Dizem ellea : t A consliloitao eslabeleceu absolu-
lamente n principio de perpetuidade, nao > 'millin-
do oulra reslriccao que nu j,i a peri**^k-ar
por senlenca. Nao fallo da snspenvSo decretada
pelo poder modera !or. porque esa medida proviso-
ria le rssolve ou nao na perda do lugar ; a utnca
reilnr.cao pois he a perda do lagar.
Os nobres depulados eicluem asslm a inotantado.
ra, como mconslilucloiial ; negam ao poder legisla-
tivo o direilo de decrela-la e reglala.
lenho dado (ralos ao juizo, e no posso conceber
a rorja dista argomenlajao. O que diz cooalitoi-
eo no anuo qae citis (l., ? s.. por seulenc
i|oleraoe=l.sjuizes perder o lut-ar. >. Mas qual he
i> ceanirarlo scn.n dMaarligol Por nenlram 00-
iro meio que nao seja a senlenra pode o magis-
trado perder o seu lugar. Aonde eala a exclus.io
da aposeniajUrja i Ao ronlrario, a cunsequencia l-
gica he esla : V Mas a aposenta loria nao he perda
do lugar ; logo, pode ser dacrejada ilu poder le-
gisl.livo.
?\ cr' Tava': H um bello sophi O Se Nabuco :lie um bordao, ludo he sopbis-
m.i. (Apoiados.)
A aposenladnria he perda do luar I Esla em nos-
so armio deflnir como nos aprouver, como u esl-
er a necessidade do momento cssas palavrasper ia
do lugar, de que se serve a couiiiluiclo '.'
; queris saber o que le respondeu a'
islo J
As Iczislaluras passa.las foram : Fritura do
overno, procederam conforme a iiilluencia do go-
verno, e, porlanlo, seas actos nao podem ser invo-
cados, nao merecem respeilo, nao fazem aulori-
dade.
Mas a lei de 1836 que approvou diversas aposen-
tadoras, he, como sua data mostra, de boa poca
em qoe dominava o parlido liberal, he de ama po-
caem que anda a hherdade eslava emsaa accao, e
1 liberjade nao pode ser uspela nesla qnesllo.
Apoiados.' Repiica-se : Mas cssa poca foi verti-
ginosa. 11 1 Apon los e risadas.)
Os prece lentes confirmes, sem encepc-lo de om
sn, da cmara dos Srs. deputa los, proleslam con-
tra essa inconstilucionalidade. Que valem esses pre-
cedentes de 10 a 12 anoos, quando as cousas mu-
dam lo ios os dias, quando o Brasil caminha De-
vemos senuir as ten leticias do prosresso '.'
O Sr. Rodrigues dos Sanios.-Enl3o lodos o
fados pasadossao legitimo!'?
O Sr. Nabqco :Emquanto nao forem revocados
i podem ser invocados como precedentes legtimos,
fa/.em auloridade as nossas controversias.
Oulro nobre depulado disse que ura pail novo
nao lem precedentes. .Mas quando os leremos t
Ouando chegara' a idade em que possamos l-Ioi !
O Sr. Rodrigues dos Santos OuanJo a lei for
completamente observada.
O Sr. Nabuca :lie esla a quesiao; dizeis que es-
ses precedentes 11A0 observaran) a lei, eu digo o
contrario ; estamos ua rnesma. (Apoiados.)
Citamos lambem a lei de Frsnei di 1821, e pre-
pupuzemos que essa lei que eslobelece a aposenla-
lona Toreada n.io seria decretada se essa jpsenla
dona foiseineoinpalivel com o pr.neipio de. perpe-
sui.l.nle, con-a rudo pela carta.
O que se disse Essa autendade nao vale, essa
le he do lempo de Vilelle, do lempo dos golpes dt
hstado, da cmara inlruuvable.
Mas, he lei da Franca, alrave-son as poc.s sc-
luinles, Iriumphou da rev.lugao, e ainda esla' em
vigor. O que dizeis da lei de Portugal aonde a
cunstiloie.io he a nossa .' Felizmente sobre ella se
sjjjJ__.ii silencio.
'.Srnda
Wlda ha oulra filalidade, senhore-; a questao nao
letn sido coiisiiKrada e disculi la noe pontos em que
fu proposla ou collocada. Vede bem ; eu dis-e: o
aclo ele he m do governo, depen la de vossa appro-
vajao, o deerdo di ipjienlidoria nAo conten a clau-
sulaque conlinnam os anteriores dependenlo na
parto pecuniaria da approvaeao do curpo lesislali-
vu; o aclo pois scri pleuaiente VOSSU se for. ap-
liruvado, e lie n sin elftilo se o lio apuruvardes.
A|ioiados.)
Ora, senliores, a qoesiao oolloeada nesle pinto
mu la de fisura ; a magistratura lem urna gsranlil
plena na 1 lerveurio e eoncuno do pnler legiilallTO,
di representarla nacional ; proced nial por cohe-
rencia, por quanlo sendo o arto illenal, como eu o
considero, para que pon valer c seja perfeilo de-
pende ele urna le especial que o approvc.
Assjm pensjva um illuslre palriarc^ia da opiniao
liberal, o senador Paula Souza, cujas palavrai vou
repetir. Uizia este illuslre unida em 1845 no senado,
inundo ili decreto de aposeiiladorias de lN:| :
Nole-se que nesses precedentes que se alie:, un
nunca se jnlgeo inlepenileiileinsnle do poder legis-
lativo ; obrava-se si.-n, lazen lo-se esse aclo romo ar-
lodo poder legislativo ; esse direilo pleno, alucalo,
nditpulavel s agora, sn nestas aposenladorias se ar-
roou o governo ; o Enverno eniao cnlregava a de-
Ctsjo ao corp legislativo, lornava-o anlor do aclo. 1
Esta opiniao he suspeila Dizeis que a approva-
eao da repr,-.ni.ic.-i > nacional, que.o vol do parla-
metilo nao da garant 1, nao svmbolisa a contciencii
do paiz'!
O Sr. Cunha : O parlamento nao pode fazer lu-
do, nao pode destruir a constituirn.
O Sr. N.ihuco : Nao v o nobre depulado que o
seo arrunenlo he urna petcao de principios ? lie
a questao pela quesiao ; a qnesiao he eita mesma,
11I0 he, se o aclo deslre a consliluir;dO ; dizeis que
sim, en d-go que nao, eslam.s na mesma. Apoiados
AS m, senbores, conforme essa pralica os magis-
trados do nusso paiz licam lio aranlidns como os
magistrados da Inglaterra e dos Estados-Unidos.
O nobre depulado pela provincia da Babia, que
lallou na penltima sessao com mili pericia rara e
precoce, coni o bello tlenlo que a Imirei, apezar de
empregado contra mim, o nobre depulado fez om
quauro normal e perleito do poder judiciario, com-
prebenden lo a sua orgau.aeau. a sua esphera de ac-
um rriT.d'ltt, he": tl?ZSS?2 "T* ?"*""' !T""
ir a necessidade da independencia p.ssoal da ma-
que eu
, ---------- ....-,{.10
A perda do lusar be ama pena imposta pelo c-
digo criminal, esla nelle definida, he segundo a sua
debilita.) que devemoi entender a.c.mstiluicao
pois bem, a perda do lugar nao he s a privaran do'
ejercicio, he lambem a privarlo do nome, las* han.
ra. dos Teucmenlos, e al dos serviros preslados.
(apoiados.)
Antfi de ir por dianle, senliores, permilii
c-l.ihclcca ama premissa.
A eonsliluicAo nao contm senao as bases funda-
inenlies, as rearas genes que devem ler desenvol-
vidas pilo legislador. Mas qual he o limite dessa
allnbuican do legislador Se fora o silencio da
consliluieao, o desenvolvimenlo della seria impra-
licavel. '
Nao ha oulro limite que n.lo seja urna disposicAo
prohil.iina ,, incotnpalivel ; mas qual be a prohi-
oicao da aposenta loria na coaililuicSo Em que
ne lacompalivel a aposenladnria com a perpeluida-
ae Repito ai expressoes do relator da le de 1824,
era I-ranea : < A aposenladoria he um reconberi-
menlo da perpetuidad
das Canoas, c como neuhurna medida se lomaise, in-
i-liin s em nosso pedido.
fluina das miradas. Causa d e parees de-
leix 1 ver o pessimo estado das calcadas, e enlrelaulu
ningoem se importa, nem os proprielarios dai caas,
e nem 01 fiscaes.
fui inspector de quarltiro rmUne.Consin-
nos que em urna das qtialro freguezias desta cidade
ei ste um inspector de qoarleira 1, que quando v al-
vde bem 1 har 1 Kma l"is', de llumens mnnra impassivel, e ao
..n!-!.m.V.! ."*:,a._,n.",.r,a- q se noi lan-! conlrsiio qaando brigam algumas mulheres, elle
aprsenla immelialamenle moslrando-se rumo
valeniao, no qoe Ihe adiamos rnuila razao, perqu
sempre ouvimos dizer, que lrica de homem fede a
defunclii, e nao a-sim is daquellas, porque quasi
sempre nao pasiam de lingos, a melhor arma desse
seso: faz moilo bem, Sr. inspector, que esse he o
meio de garantir o fardo n. 1.
cnu reflecle sobre o paiz ( apoiados porque as re-
lacnes exteriores o governo he o paiz. Apoiados.)
O Sr. Canlia : Mal he nece- ario que seja o paiz
de fado. J
O Sr. Nabuco : Em que fundou o nnhre depu-
lado essa prnposicao temeraria t Alludio a om fado
anterior. Disse-vos, seuhores, que o governo inlez
..\ll .ni a.MMa. ___:.... y .
ram ao nosso virtuoso prelado a suspender : > lospecc.ao da raalanra. A caman couformou-s
os ordens to padre Joao Gualberto, nos os com e,u opiniao.
res^eitamos e em nossa fraca opiniiln, iol- ,ulro rt0 rac5m(>s enviando biiols para re-
gamos inc inveniente tola e qualquer dis- g lam,n'10 o'i'jolos de alvenaria qae se em-
cusso a re.-iiuilo. P"gim as_obras a.....1 publicas, como parliculares.
Conhccemos ao padre Freir de Carva- 17,", "mmi,sao de' pohen para apr.senlar um pro-
llir, ar, i0l, lJure rraru ue i.arva- jeclo de postura, obngando a adopc.lo da Litla.
,'d C?"la d "m PaSlr mra" <)u,ra da mmissao de hvgiene publica, -pedindo
iisaooei anda nno vimos acto publico do Sr. : Ihe informasse a cmara sobie ss alleracOes'que fiza-
padre 1 reir, que nos izpssem mudar o fs tas piuras de 7de agoslo de 1857,'e deicrevei-
JUizo que tem s formatlo acerca de seu com- '? as ckcumslancas que a isso a obrigaram, e as ra-
fundou. Aliado o reqaerraento
slrador do cemiterio, dizendo qae
portamciit). N3o sabemos qusi o motivo qae! f'l em,<>"! M ft
actuou Dd espirito do -Verdadeiro Catlioli- 1 '. i
co-par. fazer cop.rlecip.nle da ;
i
havia exigido a demissao do presidenle e do chefe
de polica da provincia de Pernambaco, per cansa
das occurrencias de Serinhaem.
lehzminte, senbores, na casa se achava o meu 110-
lireamign ei-mimstro dos negocios estrangeiros, o
?.LC0,n ^"S* formal asseverou que nunca
houve semclliaule exigencia.
Ouando liveram lugar as demisses. o governo in-
gle/, se esforrou em mlerprela-las como conseqiien-
cia dasoecurrencias de Serinhaem ; mas essa Inler-
prela^ao foi desmeiilida em aclos solemnes, sendo
explicada a exonerae.o pelo ped lo reilorado desses
fuuccionarios. (Mnitos apoiados.)
As-irn o laclo em que sa baseoo a presompcao do
nobre depulado nao ajuda a sua inleiirao, mas he__
contra produeentein.Senaodemitimos esses func-
conanos que eram da nossa eonfianca, como por ob-
sequio ao governo ingle platicaramos nm aclo frs
da le, paia o qual dependemos da vossa Ipprovaclo,
do vosso concarso ".' .Apoiados.)
A aposenladoria dos desembargadores nao foi re-
clamada, nao foi suggerida pelo governo inglez : se
o to.se n.lo a teriamoa decretado, esses magistrados
conlinoariam em seus lugares, apezar de seui prece-
dentes. (Muilo bem.'
Cid nobre depulado por Pernamnuco, quanlo o
honrado depulado pila Bibia allribuia a aposenlado-
ria a suggeslea eslrai^eiras, para confirmar isla vos
disse: He verdade. s lano que o decreto fui expe-
dido dcnlro de 10 das. 11 Esta crcumstancia, a meu
ver, hecontra producenlem Fra inverosmil que
dentro de 1(1 dias viesM parlicipac.10 do facto, hou-
vessem reclamates da legac.i 1, f ,sse resolvida a a-
poseniadoria e espedid o decrelo. Sibeis, seoliores,
que entre a resolucao imperial c a assignalura do de-
creto decoirc espare ; a resolucao parece esponlana
ni1 razao dessa celen lade que se nolou.
Esse jalgamenlo nao foi causa, foi somenle occa-
siao do procedimenlo do governo, que resolved con-
rorm os precedenles tos magistrados que inlervie-
ram no aclo ; istia, que a aposenladoria foi decreta-
da contra doas, e oulro foi somenle removido. O go-
verno nao podia dcisai de proceder como proceden,
quando he cerlo que com a noticia do julganieiilo
veio a infonnacao de que tra elle o efl'eil de in-
fluencia reprevada.
Senbores, sabis a razao porque a nossa pendencia
coma Inglaterra lem acare lado as s\mpalhias an
mando eiviimdo, a razilo porque a nossa cansa lem
encontrado ecbos generosos no seio to parlamento
toglez .Vlu ha sena 1 porque eslte bem provadas a
sincendade, a lealdade com quo o governo brsiileiio
se lem cmpenli.idj na repres-ao do Iralico. iMuilos
apoiadus.i
Se desnVenlirmns essa lealdade, se rcvelarroos im-
potencia, se procedermoide oulra maneira, licaremns
Helados, leremos a reprovac.lo do mundo civilisado,
que naosyiiipalliia com a causa do Irafiei. Muilos
apoiados.
OSr. Mattircira :Sobre islo nao ha duas opi-
nnirs 110 paiz ; iodos recnnhecem esla verdade.
1 iV' 'v'''llUct, :<-' miu nobre amigo, dcimlado
pelo Rto de Janeiro, em um ipirle, quando fallnva
* nonridepaiado pela Babia, noloa que o supremo
iriunal de justiea denegara a revista inleipnsla do
luigameuto ,^ ,|cu occasiAn as apoaenlidorisK, e
queoj minisiros desse tribunal nada soOreram.
Bsla obiervacSo nenhntn valor lem, por quanlo o
supremo Irihunal dejuMicn ronslitue urna jurislic-
po extraordinaria, e s eencede .1 revista por injoi-
ica notoria, c nao por qoe aprecia de diverso modo
do que apreciaran) os Iribunaes ordinarios; pode
una apreciaran das provas parecer mu, injusta mes-
1110, mas elle nao deve conceder a resista que s be
calnvel por inju.lir.i notoria, por violceo do direilo
expresso.
Sobreleva que por mais justo que leja um jalga-
menlo, nunca pode ser legitimada a causa que o de-
terminen, se ella he torpe ou reprovada. (Apoia-
llevo anda urna resposla ao nobre depulado pela
Baha. '
O nobie depulado para provar inlervencao ndibi-
la e svs'.ematica, que eu quizera exercer sobre o po-
der judiciario disse : rt Ahi esla a revelaco feila
com vangloria pelo ex-minislro da juslica no sena-
|jo, declarando qui elle insinnara ao pail da direilo
da primeira vara to crime, que nppell'asse di deci.-.lo
do jury se absnlvesse a viscondessa de villa Nova do
Minho.
Sinhores. fiz essa derlaracHo nlo por vangloria se-
nao por necessidade ta miu
d'
OerlO 30 nosso VlgariO, poiS ja tivemos OC- numero permilliJo com a numerar,ao;de 177, infrii,!
- Destempero.- Um individuo que quer pa-sar i 2S!S. 0UV!r ?CSle d,Zer a.'luell,e "a m- ,i"(,;,', as,im "' 63 do .regulamenlo do cemilerio.
pnr sabichao, indo nina desas nuiles ver Irabathar 1' 1 ,, a m,,lha mes,,> e a Dlinha bolsa sio ~yuf..'e re"ettese copia desle oflicio ao fical da
companhia dos ratos, ao sabir, alguem Ihe pergqnlnu I m Prcurc-as que ss ter Islo por ,,"; : Para.Proceder como Ihe compre.
ss (inha gnslado de ver Irabalbar os ralo, ac que Certo n6u hc procedimento do UDI perse- ,:, d0 caP"fo 00 porlo, declarando que Ma-
Ihe respondeu que nao, poique nlo vira cousa que B^ior. : ^ 'ode' **%} '*' P01"3 consiruir a pon. qu.
SSStt Sr-padrc "re?so na ? F5* -:d" ^-t.s:.w
seucia de o. Rvm. me animei a trabar estes; cenca.
inlias em abono da verdade por mim sa-! Oulro do fiscal de Sanio Anlonio, remetiendo o
l(,.a- ; lermo de villora que fizera no sobrado do paleo de
Gosio de pergunlar quando uo sei ; pois, s; Ped numero 19, e declarando qae segundas
tenlio desciosdo acertar, errando o menor ,"a eiisde tem de ser elle demolido por otili-
numero de vez-es que pudor ; motivo porque oJSS^St!: a
A^ vsjvNBSsrf^w -tsa*fi,cai jo Kccite- *^
_>.io ver que o proiiienle da provincia a I Oulro do fiscal de S. Jos, enviando dons termos
nno remelteu, e que portanto... de achada por infraeco de posluras, que coBimeile-
O iudividuo que so prestou a fornecer-me ,ra ,,railc,lco Jos de Cimpas, por ter edificado duas
os apootamentos dos traballios do iurv da Cia,ias ,errea,s "" rua do Nascenle, cora 40 palmoi ca-
..:!,_ a_ J llil lilil, s i uns .tapAh..!,, c.i.. __,._ ..
admirasse, e que se lo lntia ido era porque pensv
que aqtielles ralos mllasMtn, que andassem a dous
P-s, na que lizesiem algaina cousa de mais extraor-
dinario. Muilo bem. Ihe responden o pergontador,
em molla ratao, poique eu j x sem me causir ad-
tniracio urn bruto andar a dous pe, e o noso sabi-
chao nao romp^ehendeu.
^i/'sT/"5" a secretar, i de noticia.Fallecen no
da 18 do correnle Anguslo Carlos de l.emos Pache-
co, oflicial da secretaria da polica ; a VJgl que pelo
*eu fallecimenlo ficou, despertar por certa osilese-
jos de um tem numero de pretendenles, e cada qual
cora mais direilns a preenche-la.
- Fesla futura.Consta-nos que os bacharelan-
dos da nossa Faculdade de Direilo, pretenden) fazer
urna brilhanle fesla por occasi.lo ,1 a coliara i do grao.
Urna commissao de (res membros Irala de (orna-la o
mais pomposa possivel. No dia do poni procederam
a eleic.lo doloradorque lem de agradecer consrega-
Cata o grao, e foi eleilo o Sr. Hermogenei Scrates da
Silva lavares de Vasconcellos.
Relaeao das pessoa que foram sepalladas no cemi-
lerio publico no dia 17 do correnle.
Mana \aleria da Molla, parda, nrphaa, solleirt, 13
annos ; gaslrncephalile aguda.
Amonio de Paula, pardo, solleire, 28 annos : hylro-
pesia. '
Bernarda, prela, eicrava, 1 annos ; convalsii.
Mana de tal. parda, casada, 45 annos ; tubrculos
pulmonares.
Maria. parda, forra, ID'mezes ; inllammacao de in-
leslioH,
Hsril, parda, forra, 1 dia, ; (elano dos recem-nas-
CldOS.
Tolal G.
Dia 18.
lente Alesandre Miguel Telles, branco, casado,
.Mii annos : tubrculos pulmonares.
Mara Monica, brauca, solleira, :ifi annos ; lubticu-
los pulmonares.
Antonia, prela, escrava, 2S annos ; parlo.
Tolal 3.
At amanhaa.
COHAHCA O bonito.
Ciddc de Caruar 12 de oulubro.
XXIX.
I ivemos qtiatro das de muila'clmva. Pa-
reca que esiavamos 110 meio de grande in-
vern. O Taquara desppjou bastante.agua
no Ipojuca, o fez crescerem as desloe
sangrasse o acude.
os nossos criadores d'aqui conceberam
esperances de nHo perdeem o reslo dos
gados, pois le n rama nova, quando algu n
pasto Dio crie, para si alimenta rom e pode-
lem esmerar pelo invern
Em lo loo m:/do setenil.ro no livemos
urna audiencia se quer do nosso jui niu-
mcipal.queassim mostra o grande cuida lo
ie dispensa a sua vara ; sendo que no uial
digaou-se
villa do Bonito remetteu-me o m.ppVque 11 **V%! 'A^iWl Cob,",, 1 W" a.' por",' '"
esta acompaol o dcsculpou so da falla em | Z, --'- "" em 9ua,r' r,caDjo "sim cada
que cabio por ter deisado de rcmetter-me o
icsumo dos trabalbos dos tres ltimos jujga-
iricntos, (cando assira incompleto o liabalho
a que me hvja rotnpromeltido.
Urna das llallas que experimentamos ac-
tualmente he a fallado trocos, que omito
ha concorrido, segundo a minha humilde
opiniao para a caresta dos gneros alimen-
ticios.
A ultima leira foi mais concorrida do que
espcrei.visto a grande allluencia de povo que
se da em Uezerros, otile se f.-steja o orago da
matriz.
He urna das boas restas que por aqui se faz
com bastante esplendor, devido islo ao zelo
religioso dos irniaos respectivos, que so es-
meram com cuidado e respeilo no sorvicp da
igreja.
Varieddc \'a cidade >lo Garuara existe
legalmcnte constituida urna companhia fque
em paiz civilisado, se denominarla do tiro-
mas all --putrulha forense biscoitatica. Os
membros se distrilitictn por quatro classes
andantes, rondantes, noticiadores ,e lucra-
dores.
Os andantes, so os que ptocuram e mn-
jub.ni ; os rondantes, o que por fora assim
como quem nSo quer a coisa, biscoitam ati-
ranlo a pedra a ostra para nictlerom a unha,
lazem sem requer ment, cscondidamenlc
ja se sabe insinuam-se ouvem zcribaudas
de calibre e n2o lino c as augmentam, por-
que o santo he o voulia a DOS, e o Dees a
barriga.o?' Doticiadores, sJo os ci no se
chamam em linguagem mercantil correto-
res : estes teem ara lauto por tent de ca-
da cuj que mlic nn rede n escorrega ao co-
berta amarella da banca forense patena-
lica.
s do correnle
caruarense.
Os lucrado-es, silo tolus, solu el unus em
oceupar a curul forma, physicamente tillando e muitos leo-
U iirf> rgK?--.E.rq!I,!.,l''!o 1>elaS aUl- constancia, ardilcza.afouteza, manl.as e mi-
iu.iui.sue t.aranhuns anda se conserva aqu 1 S(!r-
o que nio parece antes (Uno .lo capricho do '
juiz municipal, que tem sentido no fundo
da sua alma a visita do amigo, compaiiheiro
e agente da robera amarella, a pintada, do
que o inloresse pelo cumprmonio de seus
divc-res ; P)is a lei n. :09 de 12 .lo maio de
i8o.i, que ceou a freguezta de S liento, e
a Ue n. 432 de 23 do junho do crrente an-
uo, publicado no Diario do 1 de agosto,
anda silo ignoradas pelo nosso hotel ..a
scioncia, quo se exprimi assim, se a me-
nioris me So ralha. Tendosido oli.ro-
quisilado pronunciado pela delegacta desle
termo e achando-se o processo affeclo a es-
te juizo, onde requeteu o mesmo banca
desde 29 de agosto e at hojn nuda de fian-
I'" ,,or "eee*sidade da minha policio. Houve qoem ?'! prevena deve estar a iurisdicc.to cunfoi-
11 esse em urna ses.fio secreta que o sov.rno havia me as rr-gras de direilo e a leeislaclo vi
roleg.do a causa da viscendessa : live pois necessi- gente rJndn ainrl. iriA 'CKI!'I<'S'"> V"
ad. de fazer essa revei..cio eonOdenclal. In.inuei feL Vm,. .. i ,? .''"-0 3 lel. Cl
_ na conspiracao | ^r "l"'"0 Cm sua Pel".'-'0 "" W* de-
para fazer absolver a viseandesM e condemnar os de- | J"tcanle \ a quai se soccorreu o Dr.
aojis, por me constar que havia nina
HIO DE JANEIRO.
. CMARA DOS SRS. DENTADOS.
Discurso proferido pelo Sr. Nabuco, na
sessio de 27 de ag03to de 1857.
O Sr. Nabuco :Senliores, .ligninas proposicOes
aventuradas pelos nobres depulados que me prece-
dern), me chamaram de novo a tribuna. Vou res-
ponder-lbes, nao lauto por mim. senao no inleresse
dos principios que consagro, e na. posso deiiar cer-
rer a levelia.
Tenho pon necessidade ainda urna vez da vossa
..llene,1 1 por alguns momentos.
A cmara ve qae a diseusio lem lomado lima di-
reccao que na 1 era de esperar, desde que com fran-
queza, ainda nao osada al boje, de-larei que o fac-
to lei.'.nc 10 era ille-al. 'Apuiadoi.'
A quest.lo pois eslava redosida a termos mu i pre-
cisos, era simples, e de fac applieacAo para uns e
para oulros.
Nao se Iratava da approvaeao do aclo, mai somen-
le do bil rte indemnidade ; a qaeslao era pois da
necessidade da medida decrtala ou fosse legal ou
iueonilitoeional.
Para que poi, senliores, discmsai lao longa a
respeilo da illeRalidade que eu nao conleatei ? (A-
poiados.) Para que essas eipresses desabridas'.'
para qoe lano a.dnenlo'.' pira que eses assomos
de patriotismo in lanado '.' para que eisas recrimi-
na ee* que leriarn o merilo da coragem e da bra-
vura, setulo dirigidas a um ministro que eslvesie
nopoler, mis que na i sio generosas conlra mim
quo nao son m.is minisl'o, qae eslou decabido 7
Maifu hem.)
O Sr. Cmiha :fallamos contra os principios, e
nao conlra as pessoas:
O Sr. Nabuco :Uizia o prophetj |.'azei jus-
I11.1 ; mas vede que os fruclos da juslica nao se tor-
nera amargos como o alist/nihio. 11
Uizia M. .le Lamoigoen, illuslre masi francez. gloria e ornamento dos antigua parlamen-
tos : o Estamos aqui para apreciar as quesloes, para
Tazer juslica. mas nao npuaM e por .. prova a paci-
encia das parles, i.
Senliores, se
pubVn^AV.)de, "8 nm PrnpU de' fdem ** enma P^nifiVa^i .ia'indipendincia'do
.ao a. consequenciai.do sj^*-* Kitt!^ ^ TSEZS t Z&
<; Mas quando o nobre depatado chagua a quesl.lo .la
responsahililade, ao correctivo nos casos extraordi-
narios, elle lergiver
versar.
viass dizer, como era enslumc, prin
que lendes estabelecido ".' S s
do lugar por senlenca sao as unirs reslriccs da
perpelo.dade ; assim a juitiSa sera' administrada
por reros, por louros, ele.
O Sr. Cunha :Neg.
O Sr. Nabuco :Ncgsis >. Toma agora o lugar
que lendes oceupado, e pergunlo : Aonde esta' na
consliluieao urna disposicao que aulorise a aposen-
Udona por motivo da fnposrtbilidade phvsica ou
moral (Manos apoiados ) Sa v.ii admit", upe-
zar to al.solulis.no da voisa doulrina, que o legis-
lador ordinario po le excluir o magistrado cgo,~ou
louco. I.avets de admitlir que pode lambem excluir
i magistrado corrompida apoiados); porque nao
ha ..i 11 mais incompalivel e repugnante cora a ad-
ministrado da juslica rto que a venalidade do ma-
gistrado. ;Muilos apoiados, muito bem.)
O Sr. V. Tasares :Nao apuiado.
O Sr. Nabuco .Perganlai ao povo se nao pre-
rere uraa senlenca dada pelo looco qae nao tem
imputado, pelo ceg que nao pode ver os autos, .lo
qae pelo juiz corrompido med.aule o dinheiro da
parle contraria Apaiados.1
O Sr. V. 'lavares :lie oulra que.lao.
rila outroi apartes.;
O Sr. I'resi lente :Allen.ao I
O Sr. Nabuco :llaveis de admillir as conse-
qaenc.as do principio que eslabelece-les.
Mas, senhore*. se podemos decretar e regalar a
aposenladoria do cgo, do louco, e por cousequen-
cia do corrompido l.iltur questio.
Assim como o poder legislativo pode cm regra
aeral prnvindenciar sobre essas aposenladorias, po-
de lambem approvar os aclos especiaes de aposen-
ladoria rlepois da pralieados. (Apoiados.)
Legas fuloris cerlam e.l dar formam negoliis,
non ad faca proelerila revoeari, nisinominalim__
el de proetenlo ienip.ru el adhc psnlenlibus nego-
liis caloem sil.
Iloulem, Sr. presidenle, quindo u nobre depu-
lado pela provincia de S. Paulo com tlenla pres-
tigioso, com a sua palavra poderosa proclamen o
princ pi absoluto da perpetuidarte dos magistrados,
considerando a aposenta loria como urna violar ao da
perpetuidade como restricto inconstitucional, tem
pela stule de um principio a' qae consagro toda a
minha dedicacSo, que taas vezes lenlm defen lilo
nesla tribuna e fez o ol.jecto da reforma judiciaria
que propuz : esse principio he da apnsenladoiia dos
magistrados quando fossem eleilos senadores, esse
rsuu e na 1 poda deiiar de lergi-
mais reo*, e eu entenda que era islo om escndalo,
que absulvida a viscon lessa eslava a causa por Ierra.
[Apelados.)
O Sr. Cunha :E o que liaba V. Esr. com isso?
M.itloi nao ap lalos c reclnmacoe*.
O Sr. Nabuco :O ministro nao' pode deixar de
ler inleresse na puiuc.lo de crimes como esse apoia-
dos,; que i..ll.ua subre a sorlc das familias, sobre a
eguranc,a das successoes legilimas. (Muilos apoia-
dos.
O Sr. Cunha EnUo p oclama a omnipotenci.
minislerial.
O Sr. Nabuco .Ouando fiz e'sa revelaca.i no se-
nado, eu disse que o digno juiz di primeira vara en-
I 01 leu de diverso mn.ln, Dio ppellou e eslava no
seo direilo ; se o juiz nlo appelloa, c nada sollreu ;
se eu respeile a sua conscieticia, e respeilo a sua il-
lustracao e probidade, a que vera e o que qoer di-
zer essa indignaejlo do nobre depulado .' Apoia-
dos.)
,11a alguns apartes.
O Sr. Presdeme :Allenc.lo !
O Sr. Naboco :l"m dos ap.rles qae ngora ouv-
me suscilou urna resposla que ainda devo.
O nobra depulado pela Balita avenlurou que o
nobre ex-presulente da provincia de l'eriiambuco,
inlerviera no juramento da relaeao daquella pro-
vincia. '
A cmara ha de se lembrar de que um Ilustre de-
sembargador, depulado pelo Ceara, qoe fez paite
lo jalgamenlo, declarou que lal inlervencao nio
honvr.
O Sr. Andr bastos :Apoiado.
O Sr. Nabuco :\ssim v a cmara que essa n-
lervenc,ao he inexacta ; o nobre ex-presidenle Infor-
man de que enconlrando-se com um dos desembar-
gadores aposentados por oreanao da reuman da jun-
la de juslica conversara rom elle sobre esle negocio
incidentemente, e emo o mesmo desembargador
que era relator do processo Ihe revelara qae havia
nos autos, prova lobeja para a rondemnacao ; islo be '
inlervencao, quer d.zer inlervencao : cumpre-me
aciescentr oue a conversado fra provocada pilo I
desembaigadur e na.i pelo nobre ex-presidenle.
Trocara-se alguns apartes entre os Sn. Sergio de
Macedo, lirandao e Cunha.)
O Sr. Presidenle :alinelo : quem lem a pa-
lavra he o Sr. Nabuco.
O Sr. Nabuco :N) parece. Itiso.
Sr. presilenle, vou concluir I /.-.. k. urn protesto, e
he que meabro da mugislralura, desej> que ella seja
independenle cerca la .le ludas as garanta- apoiado.)
para qoe possa f-zer juslica, e resistir ao governo, e
motor publico de,Caranhuns, cm sua pro-
m..cio niTo foi remctlida a este juizo pelo
governo provincial, nem della existe co-
nliecimrntoollicislno juizo, consequente-
mente a publicado necessaria para sui exo-
cuc,.ioe vigor; alem dislo, nSo est prova-
do que o lugar do dolido e da residencia do
it. seja no termo de Garant uns, entretanto
que a dministracoecclesiastici consta ser
pelo psrocho desde a creaco da rreguczia
e 'ntosuccede o contrario da rregue-
zia to Allinho. c o civoi considerado como
pertencenle ao leimo de Caruar, Dortanto
sej remetttdo ao juizo deorecante com es
ledespacho-- ca.la precatoria, licando co-
P a do despacho i no cartorio. Assigna-
S que os toruam recomniuiidaveis. lisies
ou antes este, be o chele, lio o sustentculo
dos das dentis classes qu ; a proporc5o que
o lempo se aproxima, desenvolv c'.iva c
diligentemente aos oulros para que nio per-
cam a occaaiSo de se arranjarajm.
Ha quem acretlile cm boa fe quo o lucra-
dor nao lucra, por que he rico :... A riqueza
de tabernas de Iriodillios em oscripturas'e
aeusti das lagrimas dcalguma infeliz, no
da vergonba. e muito principalmenle a que
curreu miseravel e vogonhosamente.
lista vario lade hcexlrahida de urna col-
lec^So fornreida em manuscripto pelo apre-
ciador da boa mo de va'-ca, servida a urna
iiora da tarde.
da villa do
naria do cor
rente anno
Dias da sessio 12
Condemnacodoarl 192 I
Numero das condemnacocs I
Oualidade do reo condemnado kautor) 1
Numero dos reo condemnados 1
Crime dacondeninacio (homicidio I
Absolvieses 5
Numero dos reos absolvidos 5
Numero dos reos condemnados I
Appcllacoes lo I do art. i do rcg. 11.
I"i0 de 31 de Janeiro de 182 1
Carta particular).
1 com 2J palmos.Oue fossem os termos re-
mettidos ao procurador para Ihes dar o devi lu des-
tino.
Oulro do mesmo, pedindo mandasse a cmara
pagar ao cirurgiao Francisco Jos Cvrllo Leal, a
qaanl.a da I83OJ de :i corridas sanitarias qae fuera
nos das 1' e _>! de agoslo c li) de selembro ultimo.
Mandou-se passar mandada.
O airo do fiscal da Boa-Visla, pedindo se mindas-
se pagar ao Dr. Jos Muniz Cordeiro Gilahv. a
quanlia de ljOOO de duas corridas qoe fez nos "das
28 de agoslo edi de lelemhro ultimo, e ao Dr. Igna-
cio Iirmo Xavier, :Vy>00 de um came sanitario que
ez era urna porjao da carne verde no aeougne da
Ricardo Komualdo da Silva.Mandou-se pastar
mandado. mn
Oulro do mesmo, commanicando em qae coniisli-
ram os trabalhos da fiscalisatao na semana ollima.
Ao archivo.
Uepois de feila a leilura de nm olTicio do Sr. Fran-
ca, cm que declarava que, em resultada da confe-
rencia que livera com Mr. Peniston, engenl.eiro da
>lrado de ferro, conseguir que o muro que se esl
eunslruinJu em frente e parallelo a ra do Naicentt,
recua.se para o lado do mar, de modo que lcasse a
mesma roa com cerra de :)0 palmos de entrada pelo
lado da forlaleza das Cinco-Puntas, e 15 pelo da tra-
vesa Jo Lima, aptescnlou o mesmo veriador urna
caria que recebera na casa de-la cmara, assignada
por ara engenhoiro da mesma eslrada, dizendo que o
Sr. lemsloii manlava participar, que IBo adiaula-
'loi te achavam os Irabalhos uaquelle ponto que n3j
idm.lliam o desvio da liuha, senao com grande det-
peza, e que a alterae.30 proposla pelo Sr. Franca,
augmentara a curva na entrada da eslacio, e empa-
lara a alietlara da liana.A vista disso, lomou a
cinara a resolucao de dirigir ao governo da provin-
cia c pelir-lhe providencias leude..les a fazer com
que us ci.iislruclores da eslrada respeitassem mais >,
conveniencias assim publicas coma particulares.
fcm coiisequencia de ler Jos Velloso Siares, re-
quer lo para a cmara reformar a sua deciao de :!
de seleml.ro ulli.no, man lindo adiar ale a reun,li
1 Hiembla a deispropriacSa) da roehelra e muros
de Joao lerreira dos Santos Joao Manoel Kodrigues
v llanca, na estrada de BemOea, reso"
--W.M >.u v(\ao.
P.elaco dos trabalhos do jury
lionilOjiia segunda sessio ordit
p>r alvo suu eu na questao de que se Irala.
Agradece aos nobres depulados que tomaran) par-
te na rtiscus-ao as expressoes de benevolencia e cou-
sderacao cora que me trataran) ; eu Ihes lerci eter-
namente grato.
ra-.i ms oulros.
Os magslradis eleilos senadores nao tem razjo de
reclamar, invocando os visaos principios absolutos
centra a restricjao que fazeii a' sua perpetuidade 1
'Muilos apoiados, mailo bem.)
Senbores, urna fatalidade domina a' esla dscas-
tu havia dilo que a rcsponsabilidadc legal era
nana, quasi milla como as nossas estilsticas d.ziam,
que a rtsnonsahildad. legal nos casos de venalidade
era irrisoria e impralicavel, por quanlo esle crime
nao,lena vestigios, e o nosso cdigo pune aquelle
<|ue peila e afusile que he peilalo ; queris saber
como o nobre depulado sahio-ie da d.fliculJada !
I razenrto-nos a auloridade de Cirmenin, e oslen-
lando grande erudielo, elle disse que a responsabili-
dade mimslerial era lamhnm absuluiamenle milla.
Mas, senbores, i/uid iivle'. A respu.isabilidade mi-
mslerial he nolla iel, I,, como em toda a parle.
A responsabilida.le do magistrado e dos mais func-
ctonarios pblicos he elfecliva l, mas milla aqui. A
cunsequencia di,!0 he quc im(,uj(ia,|e minisleri.|
ne di natureza das cousas, he utr.a dillieiildade do
yslems represenUllvo que se fun la no predominio
das imio.us, e as maiorias silo cmplices dos minis-
terios que .'lies suslenlam, mas a impanidade do ma-
gistrado he um vicio, he urna calamidade.
A impanidade ministerial lem por correctivo a
eemiira, a dislincca.. ou amovibilidade; mas qual he
< correctivo da impunida le doi magistrados V Mui-
los apoiados."i
Seuhores, no sy.tems represenlalivo a opiniao le
sainas com a censura, cora a deslilnicao. Se alem da
censura e da deslilnicao sobreviesse a perseguido
criminal contra o ministro decahido, que ja lio ||-
erce o poder, que nao tem man para si as maiorias
>e o ministro decahido livesse de supportar a arcu-
acao criminal, licando assim inulilisado pars lomar
nu parlarrentu a pusic.1l) qae Ihe conviesse, quem
quererla ese cargo, ja deagradavel por cairas ra-
zoes ejue Ib* sao proprias '.' (Muilos apoiados.)
ia vos disse no primeiro discurso qae a historia do
lyslema represenlalivo atiesta que a responsabilidad
tmuislerial he ara laclo exlraordinario que acompa-
nha as pocas revolucionarias ou he consequencias
della* '.'
Seuhores, os partidos, quando mesmo fortes, e do-
minantes, sao prudentes no uso deste meio. Oovi um
fado contemporneo.
Era o anno de 1829, em Franca, a revoluto qne
se operou em jullm .le 1830, e-lava em cam.nho, pa-
reca rJesponhsda ; a opposic;.io era msloria ; e um
depulado. M. Salvarle, que perlenria a ell, revelou
a inieueao de propnr urna rnoclo para proseguir a
denuncia dade em IHJS por Pompieres contra o mi-
nisterio Vilelle.
A opposijao se reuni a na de Rivoli, e decidi
qoe nao era oppnrtuna a dua mm;a ; Salverlr, de
animo leimoso, apresentou-a e ella'cdluo pelos voloi
la |.jiu-ic,u*.
lis qaer dizer que os partidos lem ns inslinctn pa-
ra nao usar de urn in truniento de dous pilmes, que
fere os contrarios, ims os fere lambem.
Ss reconheceis, e nao podis deixar de reconhecer
; que a responsab li.lade he nulla, nao be irrisorio I-
lu lir a quesian, dizer que se recorra 1 responsabili-
dad legal '.' He ajunlar o ludibrio ao silTrirnenln.
II ,n. ..i... 1 > ni'clameiilo du traressa da nm Sara para .
J,ul.,T,S., deputado pela Baha, conscio do o porto das Canoas.Peslimos ., lempo a Illm.' ca- "'"i I1"-'"1 e ailribue nSo pequea parle
.,,1, il? u 'so animo os senlirntiitos naci- mar para qoe como neceitidad* publica mandis nos Irabalhos do lvm. J0A0 Cualberto
uses, para tornar ol.osa a apotsnUdoria. disse que' nivelar amelle nda.o de ru. que vai para o p.uio Hjuaesquer que fossem os motivos que lova-
--------, para cuja guar-
da o privilegio ro insiiiui,1,.
Senliores, inveilendo urna bella exprei.lo do no-
bre depulado pela Baha, direi que nao derramamos
o nusso sangne as porfas polticas para que a cois-
liluicao seja de una elasse, mas para quo seja dns
llra'ileiros. Apoiados, moilo bem, n pjila bem.
O orador be cumprimenlado por muilos dos Srs.
depulados.
PAGINA A VULS.V
Oeste despacho cu tiro as seguintes con-
clusors :
Que lica prevena a jurisdcc5o do jui-
10 quando ha pronuncia.
-'' (Jue o fado de requerer um preso
"anca faz nascer a prevenco do juizo.
:i Oue a falta de remes'sa de urna lei pe-
lo presidente da provincia, desobriga o juiz
da ignorancia.
4.J Oue he necessario o conhccimenlo of-
licial de urna lei para quo a mesma tenha
forc de obrigar.
o Queoconhecimentoollicial he a pu-
blicarlo necessaria para que a lei lenha
rorga de obrigar e estoja em execuc3o e
vigor.
6.' Finalmente he que as autoridades de
Garanhuna sno uns--ioupeiras--comparadas
com o nosso hotel da scicncia.
Houve um tempo que viveu um casal, do
qual morreu um dos dous e depois o sobre-
vivente. J'eilo islo, licou o pai o sogro do
casal e no Tez inventario Semelhante foc-
to chegou ao conbecimento do juiz que or-
denou ao escnvfo ?asse mandado para ser
cilado a I... pai da tinada F... cujo marido
I-..-, lambem he linado, para dar bens a in-
ventario ; isto a de agosto. A 1 i do mes-
mo mez e anno, oulro mandado ; para vir a
juizo l... sogro do finado F. casado que
CMARA MUNICIPAL DOKECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 7DE OUTU-
BRO UE 1857.
Presidencia do Sr. Franca.
Prsenles os Sr*. Reg, barroca, Pinto, B.rala,
Mello e tiameiro, fallando cura caosa os senliores
't*8o e Albuquerque e V.aiiua, abno-se a seisSo ; e
foi lda e approvada a acia da antecedente.
Foi lulo o segrate
EXPEDIENTE.
Im oflicio do Enn. vce-presideule da provincia,
approvsndo a arrematado que fez F.anciico Pedro
Advincula do imposto d 2; sobre mscales e boce-
leiras, pela quanlia de JiJO;.Inleira.la.
Oulru do mesmo, aulurisando a cmara a fazer
pela verba evei.luaes a despeza de :)JOJ. por-
que conlratoo com Francrlrao Americo de Alba-
querqoe e Mello o lr.1l.1lno seu archivo topographiro. luleirada, mandou-se
communirar so eiigeuheiro curdeador, ao procurador
e ru.il.'. tur.
Oulro do procurador, apresenlando a tabella de-
raonslialiva da receila e despeza municipal no anno
prximo lindo.A' commissao de polica.
Oulro do mesmu, enviando o I.alncele da receba
e despeza municipal no mez de selembro ultimo
assim como o do cemiterio perlencsuts ao trimestre'
finio no dilo mez.A' commissio de polica.
Oulro do Dr. engenhern Curdeador, dizendo que
pascando pelo ces do Capibaribe, vira que a rampa
alli construida em frente do largo da ponle velha
achava se alguma cousa arruinla, e que a nao ser
promplaraenle reparada, se ira arruinando cada vez
mais.QJe se olliciaise segon 'a vez ao governo da
icia pira r lear os reparos a quera compe-
Iveu-se que so
aspaiaiaa ao Eim. vice-presi.lenle .la proviuc.a, as
ramei que se fundou a cmara para procedir, e se
aguardas* a dcimo de S. Es., para a vbla della
retornar ou nao a mesma deeisao ; nao passsn.lu o
oddiamenlo desla questo, que requeren o Sr. Kego
al o coniparecimento do Sr. Kego e Albuquer-
que.
O S'. Barala fez o seguinle requerimenlo qoe foi
approvado :
Kequeiro que se pecara informares a cmara
municipal e ao consellio de hygteue da corle, acerca
das 1.1 i. I..., que alli se tornarara, por parle da cada
urna dessas enrporaedes, sobre a fabrica de gaz da-
qucll municipio, e a destrihuicau do mesmo aaz pe-
las rasas parliculares, se remella ao dilo comclho
O hygiene, copia das caodlcoes apresenladas pelo
conselho (ou coramiisao) desta eidade, consullando-
se a respeilo da conveniencia da sua adoptan ajui.
Sala .1 1. sessdes da camar municipal do llecife, 7
de oulubro de 1837.O vereador BiraU de Al-
enla.
O Sr. llego retirou-se antes de encerrada a esso,
por estar iucommodado.
A cmara approvou a plaa da fabrica de gaz,
qae Ihe apresenloo Entrn Itoeker A C.
A requerimenlo do Sr. Barala, licou adiado ura
pr.ijeclo de posturas, assiguado pelos Sn. Pinto
liameirn, prubibindo a habitarlo em acouguei.
Despacha.atn se as pelices d Joao llapli>la Bra-
ga, Jos Anlonio Copes, Joao Narciso da Fonseca,
Jos Velloiu Soares, Jo3o Pedro da Bocha, Jo3o Soa-
res da Fonieca, Jo8o Cavalcanli d'Albuquerque, Jo-
s Ferreira do* Santos, Jos Alves Lima, Manuel d*
Atevedo Punte*, Maria da Cinceicao, t. Maa
francisca d'Assis Pinheiro, Mathias Lopes da Cuita
Maia, Rostrun Kockir A; Companhia, Romualdo Al-*
ves d'Oliveira, Rodrigues *, Lima, Serafn) I eila
I ereira, 1 nomo/. Anlonio de Mendunga, D. Toa-
ren de Jess Moreira, Thome Rodrigues da Cu-
nha, lilo Frsncisco de Mello ; e levanlou se a
e=sflo.
Ea Manoel Ferreira Accioli, secretario o subiere-
vi.Barros Reg, presidenle. Bego.Barata de
Almeida.ViannaMello.Pinlo.tiameiro.
CONSULADO PROVINCIAL.
LatKjamento da dcima, da freguezia da
Boa-Vista, feito pelo lancador do con-
sulado provincial Francisco Carnei-
10 Machado Rios Jnior, publicado pela
imprensa de confotmidade com a por--
tana do Sr. administrador da mesa do
consulado provincial de 11 deagosto do
correnle anno.

a 5 e a I de
oslo requerido
- dos bens por-
lencentesao casal de seus (nados genro e
lilho, os mesmosde que rezavam o manda-
uo, marcando o juizo a dia 17.
Calvez alguem supponha quecunHogos-
(o do homem ; hc um engao, sou seu apai-
xonado, lano qu:) se cu nlo livesse arrene-
gado da vidiuha, tomava-o para compadre
do meu amigo do cslro luminoso, que est
de esperances
Cada um tem seus seis mezes.
I.eiido o "Jornal .lo Commercio" publica-
do abi a 20 do mez passado, nelle deparei
rom urna carta assignadao ver.la leiro ca-
lliolicooude se c usura aero monte ao nos-
so vigario o padro Anlonio Freir de Carva-
MUTILADO
liase.
Oulro do mesmo, informando io!ire a prelenrao
le I). I hereza de Jess Moreira, qae pede para fa-
zer muro na Ireule do eu sillo, na Snleuade, na
mesma dirccc.lo que linha o anlijo.lnaeferio-se.
Oulro do mesmo, informando icerra da pretencfo
de John Donneley, que requer liecnca para fazer um
lelheiro no -eu terreno 113 luirro do Becife. Con-
celeu-se de confor.ni lade com a infurinacao.
Oulro do mesmo. informando sobre a prelei.cao d
Antonio lloberlo, que pedio licenca para fazer o
muro da fenle do sen sitio na Cipunga, soiuudo o
nliiii.aoic.il.1 do sitio vi/atibo ao norte. Adiado ate
vir n planta de que faz mencSo o ericnbeiro cor-
deador nesla infurinaroo.
"1 tro do mesmo, dizen.l.i que dirigindo-se a po-
dos A logados, para sdro logar preposlo pelo
respecliv.i fiscal, para o maladoui 1 da |uella lie^ue-
zia. achara |n.".o ler as propor^Oei couvenienles pa-
ra esle fim, alem de flesr iiiui proiiino das habila-
c'ies.) ie leriaiu de ser sneommo lad 1- pele ma el.ei-
r qu urdinar.menle se exhala de I es lugar, i: e
que em sua opimao nao havia necessidade de fazer-
.0 naqoelli povoacaa semelhante obra, por quanlo, o
. ido 1 ar.. o con-uui i d i mesma podia mu bem se*
inorlo e prcp.rado no maladoaro da Cbans.i, que
dista ..'all ainda menea do que do l.airro da Boa-
\ isla, para onde hc lambem levado do mesmo mala-
doaro aquelle que la se rel.lha nos respectivos acou-
ues, evilaudo-se assim despezas, e seuJu mais fcil I
18>7 a I88.
Roa do Alerro.
damero 2.Joao Jos de Caivalho Morae*.
nm sobrado com urna loja o 3 andar*,
arrendado por 1:200!), importancia da
dcima. -......
dem 4.Miguel Augnsto de Oli'vei'ra.'so-
brado eom urna loja e 3 anlsres, arren-
dado por 1.1003, impoilancia da de-
cima ........
dem 6Ildefonso Vieira da Cunha, "so-
brado cora ama loja e 3 andares, arren-
aio por 1:200?, importancia da de-
cima..........
dem 8.Joaqoim ds liveir'a e Souza,
e Jacinto Ileliodoro Marlins de Oliveira,
sobrado eom urna loja, um andar e solo,
arrendado por 7008, importancia da de-
cima .....
Idern 10.Viuva e berdeiros de Joaquim
Jos Lourenro da Cosa, sobrado com
urna loja, t.rn andar c sotao, arrendado
por N.IO:?, importancia da dcima .
dem IJ Anlonio l.uiz 1. .calvo Ferrei-
ra, sibrado enm urna loja c tres andares,
arrendado por 1:700;,importancia da d-
cima ............
dem ti.Frenrisco Anlonio Pereira .la
Silva, sobrado rom urna luja e dous an-
dares, necupados pelo seiihorio, avahado
por 8009, importancia da decima .
dem 17. Monorl do Nascimenlo da Cos-
a Monleiro, sobra lo rom urna luja, um
andar e soiao, arrendada por 7009, im-
porlaucia da dcima...... .
dem 18.Manoel do .Nascimenlo
da Cmdia, sobrado cora urna I .-ja
anl.iie?, arrendado por 1:200.,
laen da dcima
9
mooo
lOSOOCI
lUNHHI
72101)0
1539000
72JIO0O
<:)skhi
O

Vieira
e tres
mpor-
* ii^-'M i
dem 20.I.oorencc, jso ,le ||or,ea ae
Carvalho, lobrado com a-aloja e dous
andares, arrendado por 1:100, impor-
tancia da dcima........999000
dem 22.Thereza Concalves de Jess
A es edo, subrado com urna luja e dous
andar*, arrendado por sjn-, importan*
cia da dcima.........769500
dem 2.llerdeiros de Bosa Francisca de
.Miranda, e Josa Barbosa ds Miranda




DIARIO DI MBNAMBCO TBKK PERA SO DI OUTUBRO DE USt
Santiago, sobrado com um, leja e dou,
iuida.es, arrendado poi 73gd, importan-
cia da dcima.........639700
lilou :>G.Mara do Catino It.heirn Huer-
ta, Porfirio < Felicia Joaq.in. Barbota brado mu ama luja e dou, andares, ar-
n-ndido (uir 950&, importancia da do-
eiroa............859500
dem -s.llerdeiros de Jote Hamos da
Ovrita, sobrado com ama laja a Irea
un I. re-, aireudndo poi 1:2003, Impor-
tancia da .lecirna........|O8|000
Mam 30 a !.!.Juanita Mara de Dos, la-
brado com 11111,1 laja c dous andar., ec-
cupado pelo lenherio, avallado por
1.100?. importancia da dcima. 11.15000
Utin :l.llerdeiros do padre Joao Anto-
nio liailo, sobrado com urna loja a Ites
andaies, arrendado por 1:3309, Impor-
tancia da decima ........HafcHOll
dem 36.Dr. Antonio Peregrino Maciel
Monleiro, sobrado com una luja e dous
indiies, arraudado p->r tJ7l!.;,I uinorlau-
al i da dcima.........H7$MX)
dem 38,llerdeiros de Amonio Marlint
Hiheiro, e Miiiioel Joaquim llaplisla,
sobrado com una loja e dous andares,
anendado por 800?, iinportaucia da d-
cima ............ 72J000
Idun 10.liarla Joaquina Marlin, so-
br. do com urna loja, duus andares, ar-
rendado por 850, importancia da d-
cima ............705500
Id 11. -'.Viuva de Mum-I Jos .Mniim
Hilieiro, sobrado com urna loja a dous
andarea, inmutado por 800;, impouau-
ciii da dcima.........72JOO0
Ideii' i i A :i .1 Mara Muniz, sobrado
com urna loja e dous andares, arrendado
poi 750?, imp 11,11.-1,1 da dcima 078500
Mein lli.Viuva de .Manuel Juaquim Per-
reir, sobrado com urna luja e dous an-
darea, arrendado por 500?, imporlancia
de declina...........I5jOOO
dem 08.Clara Jntepha de Mello Borgu,
sobrado com urna luja a dou, andares,
arrendado por 'JOS, importancia da de-
clina ............ 8I&00O
dem 50.Antonio Eugenio Barrelier, ca-
sa terrea com solAo e um quarlo ao lado,
oceupado pelo seoliono, avaliado por
HKia, imporliucia da dacima .... HOJOOO
dem 52.Jo .uini berreara Hamos, casa
terrea, arrendada por 500?, imporlancia
da dacima..........',-111111
lldom 51.Maria Felismini do Reg (0-
nu cusa Ice ,1 com um quarto conti-
gua, ai rendada por 100o, importancia da
dcima...........:t>J000
dem 56,l)r. Jos Joaquim de Mnraas
Semiento, casi terrea com um quarto
contiguo, anemlada por 350#, importan-
cia da dcima..........I-'.OU
dem 58> Podro J"Ao Baptisla de Albu-
quciqui', osa lerrra com um quarlo
coiiliuuo, atrendada por 381?, importan-
cia da dcima.........35560
dem 00.Maria Rosa d'Assunipr_Ao, casa
terrea com um quarlo contiguo, arren-
dado por :1503, importancia da de-
cima ....*........315500
dem 02.Jos Pires Ferreira, casa terrea
com um quarto contiguo, artendado por
200?, importancia da decima .... I85OOO
dem 61.Juanua Maria de Heos, sobrado
com ama loja, um andar a slito, ar-
rendado por 1S9, imporlancia da d-
cima ............ 571060
dem 66.Fre Jo3o de Sania Isabel Pa-
vAo, casa terrea e um quarto conti-
guo, arrendado por 3085, importancia da
decima............275720
dem OS.Hospital de caridade, cata ter-
rea............. 5
dem 70.Antonio Mala Corles, casa ter-
rea, arrendada por (J05, imporlancia da
dcima............175810
dem 72.Manuel lVreira Lemos, casa ter-
rea, com um quarlo,arrendada por 3603,
imporlancia da dcima......275000
dem 71.Viova de Jos da Molla e Sou-
za, casa-lenea, arrendada por 120?O00,
importancia da decima......10SSOO
dem 76.J0S0 Ueodato Bowman.casa Ier-
ren, arrendada por 1115, importancia da
decima............129960
dem 78.Joo Pddieco de fjneiroga, so-
brado com duas lojas e um andar, a'-
rendado por 781..00O, imporlancia da de-
cima............. 70f560
dem 80.Firmino Derrulano do Moraes
Ancora, sobrado com duas lujas e um an-
dar, arrendado por 540), imporlancia da
decima.............185600
dem 82.Ricardo Romualdo da Silva, so-
brado com duas lojai o dous andares, ar-
rendado por 8723000, importancia di de-
caa............. 785180
dem 81.Francisca Angela de Souia, ca-
sa terrea, arrendada por 200?, imporlan-
cia da derima.........I85OOO
dem 86.Viteonde de Lomes sobrado
cun urna loja c dous amares, arrendado
por 850?, importancia da decima 76/500
dem 88.O metala, sobrado com urna lo-
ja e (res andares, arrendado por 1:7005,
importancia da decima......153?000
dem 1.Thcreza (jonralves de Jess Azo-
ve lo, sobrado com uina luja arrendada
por I005 e dous andares oceupados plo
sanitario, avaliado por 7009, ludo por
1:100? imporlancia da decima .... 'JOpOOO
dem 3.Ur. Joc do* Sanios Niines de Ol-
veira, sobrado com urna loja o itaus an-
dares, arrendado por 80!l?, imporlancia
da dcima...........725000
Ideal 5.Tliereza (ionc_*lvei de Jeso Az-
vedo, sobrado com urna loja a doos an-
dares arrendado por [750? importancia
da decima. ..........6755*"'
dem 7.Manoel Connives da Silva, so-
brado rom una loja e dos indure', ai-
1 cu la lo por 4(300$, importancia da de-
lira.............II73OOO
dem 7 A.Jos Pereira da Cunlia, sobra-
do com orna luja a dous andares, arren-
dado por 1:7805000, importancia da d-
cima............. 1609030
Ideas 9.Francisco da Silva Santiago, lu-
, brado com urna loja e dous andares, ar-
rendado por 1:000?, importancia da dci-
ma ............. 9U900O
dem II.Manoel Rodrigues do. Aojos, e
Alexandr, Rodrigues dos Anjos, sobra-
do com duas lojas e um andar, ava-
li.do por 9O03OOO importancia da de-
cuna ............ 819000
dem 13.J0A0 Mauricio Wanderley. So-
brado com urna luja e dous nn lares, ar-
rendado por 1:100?, imporlancia da d-
cima ............ 999030
dem 15.llerdeiros de Jos Ramos do
liviira, sobrado com urna loja a dous
andares, arrendado por 1:100?, importan-
cia d-dtcim >..........993IKMI
dem 17.Antonio Joaquim de Sosia Hi-
beiro, sobrado com uina loja, um andar a
Mido, arrendajo por 6009 importancia
da dcima...........5I5OOO
Idiiin 19.Testamentaria de Domneos Ilu-
d i^ues do Cano, sobrado com urna luja,
e um andar, arrendado por 900?, impor-
tancia da decima........815000
I leiu 21. J0A0 Maoririo Wanderlev. so-
brado com una luja e mu andar, airen-
dado pur 600?, importancia da decima 5(9000
dem 33. Remigio kuepp, casa torrea,
i'cupada pelo seuboriu, avahada por
300?, Importancia da decima. .... 979000
dem 25. Derdeirot do Jos Hamos de
Oliveira, urna casa lerrea, arrendada por
I8o9, imporlancia da dcima .... 169200
dem 27. Juaquim Alves Uarbnza, cara
lerrea, com um sobrado no fundo, einais
um telheiro, avallada por 500?, impor-
tancia da dcima.........i "1-1x111
dem 29. Manoel Autonio dos Passsos o
Silva, cata lerrea, arrendada por 300?,
nnpoilancia da dcima......279000
I i ni 31.O mesmo, casa lerrea, arrenda-
da por 3(iO? importancia da derimi. 27/000
dem 31. Paulo de Amorim Salgarlo J-
nior e Mura Felicia da Silva Sanios, so-
Jbrn.lo com urna loja e tres andares, oc-
eupado pelo senliorio, arrendado por
1:3(09, imporlancia da decima. |90|060
dem 35. Baria da Oui iragibe, obrado
rom urna loja e Iret an lares, nrenpado
palo senharlo, avaliado por 1:100?, im-
pulancia da dec ma........W9OO0
dem 37. Filr-os de Jorc Rodrigoaa do
Passo, sobrado com urna loja c Irea an ta-
re, avallado em l:~>oo?, Impoilela da
dcima .......... 1359000
ldrn 39.lleuiique -Marques Lina, sobra-
do com urna luja o dous andares, [demo-
lido)............ 9
dem II.Antonio l.niz (oncalvea Ferrei-
ra, (obrado com nina loja air, andar,
arrendado por 00(>?, imporlancia da le-
cim.............549000
dem II.Uarla Cardciro Xavier de linio,
obrado com urna loja a Ires andares, ar-
rendados pelo .fni.oi ni. avaliado ludo or
9009, Itoporlanma da daelna.....81?000
dem 15. J launa Mana de DeOl, sol,:,ido
Com nina luja e Ires un lares, arrendado
por 1:1009, importancia da daeima BSfOOt)
dem i,. M na Rusa da Aaaampedo, so-
brado com uina luja e tres andara, sui-
do o legnudo e larceiro imtare oeeoiia-
Oo poli aanliorio, avaliadu por l:lii-,
importancia da dcima......
1 I ni (9. Alma Felismina do llego lia-
mea, sobrado coa ama loja e Irea anda-,
roa", arrendado por 1:1(164, importancia
da declina.....T.....
Idam 51.Culos Mam .. de Aimaida, -o-
Inailii com 11 na luja a Ir- sndare -
liado p ir 1:076a, iinporlaoei 1 da di ino.
I l'in 5 1.--1 .11 Pinto le Lanos e Ignacio
l.uil do ilnlo I 1I0,1 Ja, labrado com nina
1 .1 1 '1 as .111 no-, arrendada p 11 i :5009
UnporlancM da dacima.......I359OOH
Mam 55. .lo.11 loa de Carvallii Momea,
casa terrea, arieuJala poi 15o?, impar-
319500
315500
319500
319500
989160
729600
I S -II <
279000
276000
32?(0O
129960
IO58OO
9O9OOO
5(9000
379800
155000
O3OO
laneia da derima........
dem .57.Anlonio da Silva l'irrrira, cosa
lenca, acenpada pelo senliorio, aasliada
por 35it?, imporlancia da decima .
IJeni i'.'.Manoel llouralves da Silva, ca-
sa terreo, arrendada por 3509, Importan-
cia da decima.........
dem 61. Mara l.ib.inia Uooloiro, cusa
lerrea. arrendada por 350?, imporlancia
i*a dcima...........
dem 63.Brax Ferreira Uaciel Pinhaiio,
sobrado eom urna loja e dous andar*,
arrendado por 1:091, imporlancia da
dcima. .....
dem 65------Viova c lierdeirua de Antonio
Joaquim Ferreira deSampaio, sobrado
com nina luja e dous andares, arrendado
por 800?. imporlancia da dcima .
dem 67.Victorino Jo< da Souza Trav s-
so. casa lerrea, arrendada por 20(9, im-
portancia da dcciina .......
dem (9 e 71. Thareza Goncalvn de Jc-
lUI Aaovado, casa leirea, arrendada por
300| imporlancia da dcima ....
Iil'in 73.Clara Clemenlina Orlla, casa
lerrea, arreudaila por 3005, importancia
da dcima......, .
dem 7.5. A mesina, casa lerrea, arren-
dada por 300?, imporlancia da dcima .
dem 77. Maiiorl Pereira Teiteira, casa
lerrea arrendada por 360?, imporlancia
da dcima...........
dem 79.O mesmo, casa lerrea, arrenda-
da por 11(9. imporlancia da derima. .
dem 81. Irmandade do Saiilissimo Sa-
cramento da 11 .1 Vista, cita terrea, ar-
rendada por 1209, imporlancia da declina
Praga.
Numero 2.Maria Candida da Silva,sobra-
do com urna loja e doot audares, arren-
dado por 1:000-?, importancia da decima,
dem i.Irmandade do Smsaimo Sacra-
mento da Boa Vista, sobrado com urna
loja a doui andares, arrendado por 60tW,
imporlancia da decima ......
dem (i. llerdeiros de Praiedes da Fon-
seca Couliulio, sobrado com una loja e
dous andaras, arrendado por 120?, im-
portancia da decima.......
dem 8.KstevAo Jos Birbosa da .Moura,
sobrado com urna loja, um andar c solAo,
arrendado por 5005, importancia da d-
cima ......,.....
Idrn 10.Francisco Coellio Drando, so-
brado com urna luja a duut audares, ava-
llado por 5605, imporlancia da derima,
dem 12.Folios do J0S0 Francisco Mer-
lina, sobrado rom una laja e um andar,
arrendado por !08f, importancia da de-
cima............. I29I2O
dem l.iirdi'in terceira do Carino, casa
lenca, arrendada pur 3009, importancia
da decima...........
dem 16. Viuva a llerdeiros de Antonio
Mmorl de Sou/.a, casa lerrea arrendada
por 1.50?, imporlancia da dcima .
dem 18. Joaquim Francisco de Azevedo
Campos, casa tenes, arrendada por 2(0?,
imporlancia da decima.......
dem 20. .1 Ferreira Campos, casa
lerrea rom solAo, arrendada por 2(05,
importancia da dcima......
dem 22.Manuel da Silva Sanios, sobra-
do com ama loja e um andar, arren lado
11 r 1:100?, importancia da d'cima. .
dem 25. reilerico Auguslo de Lomos,
casa lerrea, arrendada por 200?, impor-
lancia da dcima........
dem 26. Maria Libania Monleiro, so-
brado com urna loja e doui andares, ar-
rendado por000?, importancia da derima
dem 28.Francisco Jo- Pacheco de Me-
deiros, caa Ierren, arrendada par 2505,
importancia da dcima......
dem 30. Maria de Pmlio Borges, sobra-
do com duas lujas e duus andares, arren-
dado por 75(5, imporlaucia da dcima .
dem 32.Paulo Caelana de Albuqoerque,
sobrado com Ires lujas e Ires solare',
arrendado por 1:6509, importancia da
dcima.........
dem 1. Jos (jomes Leal, raa lerrea,
arrendada per 200?, imporlancia da d-
cima ............
dem 3. llerdeiros de Anua Jacinllia de
Soiza Raposo, sobrado com orna loja e
iimii andares, avallado por 000?. impor-
lancia da dcima.........
dem 5. J0A0 Ferreira Hamos, sobrado
com urna loja e dous andares, arreudado
por 860?. imporlancia da decima. .
Id,ni7. Pc-lro Ignacio II.i| ;i-[.i, sobrado
com urna luja e dous aoderec, arrendado
por 0005, imporlancia da decima .
dem 9. Manoel Pereira Teixcira, casa
Ierra arrendada por 210?, imporUuriada
decima............'
Idam II.los Antonio Lopes, caa ler-
rea, arrendada por 2009, importancia da
decima............
dem 13.Patrimonio d'orpbAos sobrado .
dem 1.5.Viuva e llerdeiros de Juaquim
Jos l.oiin 1.0" da Cosa, casa lerrea com
tula o, arrendada por 300?, importancia
da decima...........273000
dem 17.-Marianna Oorulhea Joaquina ,
casa lerrea, arren dada por 2619, impor-
tancia da dcima........
dem 19.Viuva a herdeiros da Joan Deli-
nque da Silva, e Jote Thaodoro Cordei-
ro, sobrado com una loja c dmii anda-
res, ai rendado por 900?, imporlancia da
decima. ..........
Ra da Conccicao.
Numirr 2.'Filhoa de Rufino Jos Concia
de Almeida, casa terrea, arrendada pur
2409, portancm da decima.....
dem I.Antonio l.uiz Uoocalaei Ferrei-
ra, casa lerrea, arrendada por 2509, im-
portancia da decima.......
dem 6.MauoeLda Silva Sanios, s. lira lo
com uina loja, um andar a (res ca.inlias
no fundo, avaliado por 700?, imporlan-
cia da dcima.........639000
dem S.There/a (ionej. Ivrs de Jess Aze-
vedo, sobrado cum urna loja e um andar,
arrendajo pur (O'.t?, imporlaucia da dci-
ma .............
dem 10. Joaquim Maiques de Souza o
Mello, cara le rea com um quarlo, ar-
rendada por 200?000,importancia da de-
rima ............'
dem 12llernardino da Sena e Silva, caa
lenea,arren !a la por 1205,iroporlancia da
decima............
dem 14.(iuilliurme Soarai llulcllio, casa
terrea, airen ada por 2(0?, importancia
da dcima...........
dem 16.Joaiina Maiia ib Sacramenlo, e
Auna Maria do Can, o, casa leirea, ar-
rendada por I2O9OOO, impoi laneia da d-
cima .............
dem 18.J0A0 Pinta de I. no- Jnior,
cata lerrea, arrendada por IdS?, impor-
tancia da decima........
dem 20.Rufino (jumes da Fonseca, cea
lerrea. arrendada, por 200?, importancia
da decima...........
dem 22O mtamo, casa lenea, avallada
por 120?, imporlancia da dcima. .
dem 2.1) mesmo, casa lerrea, rom 01170
qoarlosnu (nido, avallada por 350-, im-
porlancia da dcima.......
dem 26.Aureliano Cordeiro Xavier de
Bello, rasa terrea, arrendada pur 210-,
Importancia da decima......
dem 28.Isabel (jomes, casa lerrea, ar-
rendada por 00?HI0. imporlancia Ja deci-
ma.............
dem 30.J0A0 lltrlliolumeo lionlraves da
Silva, casa t-rre*, arrendada por 81?,im-
portancia da decima.......
dem 32.Capaila do arco da Conceic.lo da
ponte, casa ierre,,, arrendada por 1209,
imporlancia da decima......
1. scela do consulado provincial 29 de
bro de 18-57. O lancador Francisco
Macliado Hios Jnior.
Conlinnar-se lia.
sem iieiiliunia nabilita{i0 superior ;i daque
ni 1 sAo .11111,1 abracados pur --o circulo.
Nestas comlices, tnleudemoi que lomele Per
nambucanoi deveni ser elciloi pelos diflerenles cir-1 cerleza de que os presos poltico! aiiim.isiem o mo
es, mcios de concorrer para a cestucan do moviinenlo ar-
mado, e nlo quera prornellero que nao poda, e
es.pnr--e as-im ao ri liculu ; como porque nlo leudo
entolda provincia, qua felizmente n3a precisa men-
digar inteligencias a atlieiaa ; e consequenleinen'.e
ollenremus a candidatura na proaima OlelCgo pro-
viocial p-lo priuieiro circulo os Pernamliucauos se-
guintes :
Depolados.
l)r. Aogoilo Frederico ri'Oliveira.
I)r. Anlonio Epaminoinlas de Mello.
Ilr. Anlonio l.uiz Civalcanli il'Albuqucrquc.
Soppleules.
Ur. Anlouio Wilruviu Pinta llandeira e Aecloli de
Vaiconclloa.
I)r. Francisco l'ei\i ira de S:i.
'-s ,s nemes que aln lieam consignados k lem-
braiica do digno curpo eleloral, tao a-ss conlieci-
dos 110 primeiro circulo, para dispensar-nos una
apreciarlo individual ; todava lampre (aremos apar
amata capila algumas leves rousideraf,ei acerca
ilrller i'o prova do merilo que os grada, turnan
do-ajs dgaos dos sulIragiiH do saus palriciua.
K clcicoo do Sr. A aguato d hvoira be couveni-
| ante, alem do Odo mais, por ter elle o que dispue
279OOOI do maior aomma de recursos para salisfa/.er plena-
I inenle as uecessidades do circulo.
.NAo se Iraga que o Sr. Auguslo d'Oliveira lia de-
pulado geral. a porlanlo deve deivar o logar a nu-
tro, nao ; o-le argomenlo be especioso, noj pal il-
ludir a niiigurm.
Os circuios n,i i lem somrnte uecessidades geraes,
pelo contrario, as lem em maior grao na rbita da
asarmbla provincial ; e neslas circumstancuis lon-
guera podara melbor salisfaze-las do que o proprio
deputado geral, ja por suas refart pessoaei, j por
soa inlluencia.
O Sr. Epaminondas pelos serviros reaes que lia
lelo, pelo modo digno com que lia deiempenbado a
sua 1111.-00 em anteriores legislaluras, pela sua pori-
cio emliiii na freguezia da Sanio Antonio, he candi-
dato natural c digno da uii.icA >, qut Iba concede-
rcm os seus patricios ; o qua d se para com o Sr.
Anlonio l.uiz, lano mais quanlo a sua alt.ibilida.le
rene serviros prestados na lloa-Visla por occasiAo
das ultimas oseicoe-.
Emquauto ao- Srs. VVilruvio e Teneira de S sio
dous mojos nossos patricios, que devem ser apro-
vallados, visto que dispem de intclligeucia e prubi-
dade reconheridar.
O Sr. VViiravio I1.1 dado copia sulTicienle desaas
qualidades, que ra anda mais relcenlas por nota
vel modeslia o um genio (raneo e aberlo para com
todas as condirOes soriaes.
Picamos aqu, cerlos de seren aproveilados os
nossos caudidalos.
Um eleilor.
vilenlo armado, 11A0 queria dar um paaio, que llie
pareca ser urna accusacAo indirerla contra e'les,
linio mais quanlo o governo 11A0 promellia Cundi-
....- (avoravuis, e qua aoiinassein a urna semelliaule
empreza.
I.eilores, o primeiru Macrabo 1180 labe se ubinn
bem ou mal, pensando la manrita que acaban de
*er. O que be cerlo lie que a sua opiuiAu foi geral-
mente abr{ada pur lodos quaulo se arliavan-. pr-
senles, enceplo o segundo .Macrabo, quo mudou de
cor, licou desaponlado, e Iba rscapou enlre oulras
palaarai asa pluase com que cara agora me aprc-
enlo-ou ao Sr. Ilunoriu Donde o primeiro Mac-
calnoi iulirio, que elle ludia oslenlado aula o presi-
denta da provincia grande podero, e quo provavcl-
couas; lili laxar com que adianle as eadelrai do
magisterio primario Kjam preenehidae por i> n,- o-
da verdadeiro merecimenlu e raconliecida intclligeu-
cia ; parlio emlim de urna ridade que nao era Coim-
bra, a de om bomem que 11A1 era membro do con-
selbo superior.
Eisaqui poia (res classes de nimlgoa que desJe
logo se ergueram com mais ou menos fort;a.
Os primeiros grilaram (ora o iMelhodoa os se-
gunilos, como echo dos primeiros, repeliam fura
o .Melliodo ; a os lerceirus, ouvindo esla phrase
pranooelada de ama a oolra enlremidade, manda-
ram aos seus acolylos que eiclamassem fora o
iiMelhodo.
tjiial sena porem a causa detla guerra '.' Fcil ha
ella de adivinbar.
Os primeiros inimigos sahiram d'enlra cs mens que conservando oin profundo respsilo fa-
nalismo I lie chamaremos, por ludo que be anligo,
inenle lite dina eslas palearas : Se V. tic. qui-; defendern qoe nada ha mellmr tln qiie aqnillo que
zar acabar com a revolla dirija-so a mim, que di- os no ponho ilo meios, e leuhu a inlluencia precisa para ses homens que se quizercm marchar para um pon-
to a mi frtnle e Ihe nfferecerem da II estrada*, nina
acaba I
Entretanto, leit.ras, Ignorando o primeiro Mac-
cabeo o que se pauou enlre os dous estadislas nada
pusso asseverar senAo o que ja' saiieis. O a\aclo he
que no da seguale fallava-se muilo em iran.ao ; o
<|ue Imprims na meludia a lias haiini niat da inusi-
ca, e ni cadencia e re^ularidade dus versos ; em-
lim, na propria forma porque p.lenleai. as 1.....,
Impressore, as voasai idea- e os vossos afleclos, abi
daveis ver o rilhmn.
O aulor do melbodo, pois, sugeileu as sois re-
gras e leal principios a essa grande le.
E aqu o iiiliiini ol ruu um duplo prodigio.
.Vio so elle lem o poder de lirmar na ulel|i"cncia
das en- meo. ludo que 9e Ihe ensilla, mas lambim
eterce a magia de as allrahir ao estillo desle li-
tro.
Por lanto, |depoi da timullaneidade, o systema
pelo qual ai lices podern aproveilar 1 canleoarrs
de ni 1 viduns, vriu o rilhmn, o tvslema pelo qual
ccnlenEres de regras se firman no espritu dos oo- i lellieenle da hum
nran .. .1. i. I *'"f sagrada a proTaua ; de vertfi-
e 5. h?, r, "f"' e"C" de ,,",,l ~Hiluciona
e d. historia natural! d, tB,ieuorl e ,le ,,ml.l
piignanle a horrendo, que as crianzas eresceudo pr0-
grrs.ivamenle, e loman.b-se homens, e precisando
oulras apphcacSes scienlifieas, em que livessem da
desenvolver lodos os atribuios da memoria, e da n-
teliigeocia, arhando-se falles d'elles, e por lano,
nao pudendo cnlendir o que liam, aborreciam-se e
muila vtz abandooavam o qoe lano desejariam sa-
ber.
iloje pode per ventura acontecer isso t
O novo "Melbodo introduzindo no leu ensiuo es-
sas vanlagens de que temos fallado, e qoe seria
intil repisar aqu instrue 01 alumnos com verla-
ili.-imos principios 1e innmeros ramos scienlifico?.
u pruresior babel, o professor como deve ser, pode
01 seus discipolos de urna m.neira rlara e in-
mais lon^a, uulra mais curia, n.lo abrlrSo raminlio
por alguma dallas sem previamenle pergunlar qual
das duas coslumavam os nossos aves percorrer ; se
Ibes rrsponderem que a mais loriga, alies poi l vAo
CARIA IV AO LIBERAL PERNAMBl'CANO.
,'9000
139500
219600
219600
999OOO
189000
51?1K)0
229500
679K60
1489500
18?000
5S-9IKI
7-OO
518600
219600
I89O1K)
9
239760
8INHH)
2I-61RI
229.5OO
ERRATA,
Freguezia de Santo Anlonio.
O sobrado n. 21 da roa do Livramenlo perlenceu-
le a Manoel Roma re Carvalhn, esla r.lleclado por
1:1:00? e nAo pur 700?, sendo a imporlancia da d-
cima 909000.
A casa (enea n. 3 da ra da Palma, perlencenle
an l)r. Chr.slma 1 Xavier Lopes, est collerlada por
2'.'1?, e 11A0 por 168-, sendo a imporlancia da deci-
mi 2IS600.
A casa lerrea 11. 5 da ra da Palma, peilcncente
ao De. Chri-tnvao Xavier Lopes, esla collerlada por
2'Or e nao per 132?, sendo a importancia da decima
219600.
II ni.1 ignarut mal miseris me-
currtrt unco.
Virg.
Manejos do segundo Macrabo contra o primeiro.
Porque razAo os arligos de-le, alias inferiores aos
daquelle, quanlo ao numero a a' redaccao eram
transcripto de preferencia na iinprensa liberal.
Novo lago armado pelo segnudo Maceaban ao pri-
meiro, a como este se desviou.O que dizia de-
puis dislo um homem rcspeilavel pur sua s.iliedn-
ni. r seus teiros ral ni .-u p. rlnl ilrbei I.
Uesgoaloa c qaeiaai do primeiro Marcabeo a um
amigo sincero, e a respaila desle.Dous proble-
mas : um que se dizia insoluvcl nao o he, o uulru
que o Liheral rcspeila de l'acil solacio he real-
meule iniuluvcl.
Lvilores, ficasles iuleirados da IraitAo que o lio
mem da legenda armou ao lerceiro Maccaltiu, e de
como para ella inuocenlemenle carncorreu o primei-
ro. Ja sabis tambem que o segundo Marcabeo era
dominado por uina idea lisa e constante, qual tra a
de esleuder rai.es, ibafar a ju>la Horneada do pri-
meiro, a com isso puorar a sorle dos que sollriam
as prisdes, mas pelos seos errot do que pela per-
versidada do sru coraran. Sim, eram boinens que
sulTriam por crimes polilicos, rrimes quasi sempre
fillios do eiillinsia-ino, te ideas generosas, de urna
louca impaciencia, lalvez, de falla de reriguagAo se
se quiztr ; rnas que, por sua propria nalureza nAo
manifeslam a existencia de uina alma perversa.
Eram crimes, coja ualurera especial e distincla da
da lodot os uulros, o eloqucnle Mirabeau pareceu a-
ilevinliar, quando Jillinia a revologAo : o une cu-
li, i ii-.- heroiqu-i dont les auleurs inarcliclil enlre
hssupplices el l'immorlalile. A revolucao he uina
empreza heroica cujos ulnres caininham entre 1 fur-
ca e os loaros, enlre o tupplicio e a immorlalidadc.
Eram crimes para os quaet (juisol, que nao he sos-
peilo, julgava luadmi'sivel a applicagAo di pena de
morle.
E se nAo he a os criiiiiiiuscs polilicos de 18(9, nAj livessem em sru
coraco grvalo, como qoaeiquer outroa Braaileiroa,
0 amor a' monarebia, a' Inlegridade do imperio, a
nova sabia e liberal coii>|iluirao '.' A eaeep{3o de um
011 oulro que'apuiiloiieis eom o dedo, podarais vl
,-onlar -e quer meia duza enlre viles, que nAo es'.re-
meeoasem s a limpies idea de urna mudanra na
(urina do governo ? Vae nAo eslreniecessem mesmo
anle a realisacAo de urnaconslnuinle pdavra
sulla no inciu da nina lula fralrecida, e quando ella
ja ia lao enienguentada, grito, initrnmelo e bandei-
ra da guerra antes, do que exprsalo de COOVCCJJo
seria a rellrclula '.'
NAo, leitores '. Aquollrs l'einainhuraiios cr.im cri-
minosos e 11,uilo rriminosns por Icreui laucado 111A0
das armas, por larem coinmcllido um gra>issiino er-
ro, mas e:les, apezar disto, apezar de todas as causas
voluolarias c falaec que os arremes-aram a' aqualle
cvlicmo, abrigavam enlAo, como anida buje abri-
Ram, cm seus pellos generosos, viilu.les dumesli-
ras, civia e polticas. A lula nao lomara ernios e
varios dallas os corac/ies de lAo crescido niim?ro de
niissus palnciis,e o saino eclemente inourcba,apres-
-au lo se cm roliri los cem o seu maulo imperial,
mostrea estar cerlo que se um da a sorle do p,iz
porigaiae, do que Dos nos livre, o sea Ibrono, a iu-
legrid ule do imperio e a ronstilui^Ao encoulniriam
nelies, como cm lodos os Brasileiros, oulros laulos
eaorcadoa deleusores.
Dominado por eitai ideas, o primeiro Marcabeo
posio que nenhom conlarlu litessa cmi o movimen-
;.. arrnatn, cscievin os seos arligot com o firme pro-
posito de melborar a sorle dos presos polilicos, e de
concorrer com o seu fisco cunliogenle para f zor
ressar a perseguic,Ao. De lodos estas arligos, que
alias (oram p.iico-, resnllavam eslet dous tinicus
pensamanlos perdo aos illudidos basla de per-
sczuir^Aj.
Dabi resultava, leilnrc, qoe os ariigos do pri-
meiro Marcabeo, acaudados producios da urna pen-
an principiante e mullo receiosa de, naquella poca,
aventurar idea*, que nao fostem capituladas como
animatja ao moviinenlo armado, se hmilatam a-
inapIraeSea de seu cora^Ao, e esle t Ihe dizia pala-
vras de conduimenlo pela sorte de lanos Pernam-
bucanos, que gemiam os rigores da prisAo, nos ea-
219600 cuns n abalallo- pures, ou ern aslreilos e insalubres
1 reparlimciilos dos quarleis c fortaloiaa.
I'. 1 arli^ns, assim repastados de ventada e sen-
limaoto, eram Iran-criplos da preferencia cm oi.lro
peridico liberal, qoe -e rcdigia naquella poca, a-
pezar de serem malta inferiores em numero e em
ledaceAo nos do segundo Marcabeo; o qual domi-
nado sempra pela i Ida de chefanra que li-
nha conslaiilemenle dianle dos olhos, a reputada por
elle de fcil acquisijAo, nlo ressava de enraroiuhar
para asse fin lodos os seus actos, palanas e es-
criplo'.
Para provar-aes, leilores, esla a'serrAa, ahi e'lao
lodos os arligos escriplrs por aquelle homem no Ma-
ca beo. Argos e Liberal Prrnarnliurano.)i O eeu__
eu era tempre poslo a' Trella, e para ,t Pra
millar calar c fazar squecer os senos t bous servi-
cus prelados pelo primeiro Marcabeo, a o respeia-
va?l anciao a quem ja eonheeell, como depu-
ladoi provineiaes em 18(9. Os seos discursos,
que loram Iranscriptoi pur (odas as folhas liba-
raes do imperio, nenhuma IranscriprAo merecr-
ram ao h moni da legenda, ni uMacrabeo, Argos 011
Liberal Pernambucauu! O homem da legenda
nAo quena ler rival, a para nao l-los preciso era
1 ITuscar os oulro', e pr-e em relevo, afun de ser
visto de lodos. Mas que cruel decepcAo !
Elle i'Ao perdia occasi.lo fallando e'e-i revendo de
apresenlar-secomn o homem, qua de (acto e de dl-
reiluja livesse o basti ] e fui dominado por este
(fo orgul'10 que. um da, sem consultar pesroa tl-
guma, se iliriio ao palacio d.i presidencia, oceu-
pado enllo pelo dittinelo csladisla Honorio llerme-
Iro Carneiro Leal, para ler. segunda dissf elle, urna
larga conferencia acerca da sorle da provincia, e
dos partido!.O que se passnu enlre os dous csla-
di-las, meus leilon-, anda hoja o ignora o primeiro
Maceaban ; mas o que elle loube, vio e ouvio a' es-
te respe |n, be o que ides agora ler.
O primeiro Marcabeo, leilores, arhaxa-se escon-
dido em um engenhu, ern consecuencia de havr si-
do avisado da eilslencia rte uina ordem de pri-o
contra tile, avio que Ihe foi dado pelo Ilr. Anin o
Juaquim ila Moraes e Silva, honrado c hbil advoca-
do (leste foro, a confirmado quai a iiip.sma hora pe-
lo Dr. I hume Fernandas deCisiru Msdeira, que en-
tAo orcopava um cargo policial, e qoe para salvar a
Os primeiros inimigos sahiram d'entre ctses qoe
vendo no novo Mello,.1. > economa da lempo, vi-
ram eennomia de dinheiro ; e como o interetse he a
roda principal da grande machina que elle dirigem,
parada a qual, a machina cesta o sea movimento,
eis o motivo por que lanos dallas se moslraram lAo
encarnizados opponlores.
Os segundos inimigos sahiram d'entre eiei homens
que, naturalmente indolentes. nAo queriam dar-se
a novo esludo, porqne ja estavam iniciados nos
umvslerios o na profunda philosophia do anligo
melbodo.
Sahiram d'enlre asse qne nAo lando inlelligen-
cia para eomprehenderem o moderno lystema, nem
habililaces para desenvolveram ai doulriuas eligi-
das pelo livro ; qua v i vendo al ahi n'ama doce ia-
norancia e n'um profondn bem-astar de proverbial
estupidez, nao queriam sahir do reino das Ireaas,
porque lemiam qoe estA nova loz Ihe aesbasse de
eeaar os olhos do unten tmenlo.
Os lerceiros inimigos, emlim. sahiram d'enlre es-
ses homens qoa, coberlos coro o p da carlilba ca-
runchosa do metlre Ignacio, a envolvidos n'ama
capa de egosmo ridiculamente ambicioso, viram
que obras de verdadeiro merilo sri podiam sabir do
seu seo, a qua approvindo o novo livro, deviam a
ocrullas fazer-ihe guerra.
Guerra de lodas a peior, porqne dimanava de urna
ciaste que lem a seu cargo a iuslrurcAo publica des-
le reino, de urna rlasse que poda a seo hel-prarer
intimidar os professore ja alstenles e escolher dos
fuluros concurrentes aquelles que mais se dislin-
guissem pela falla de inteligencia, porqoe leriam
esles os mais aptos para derribaram o melbodo ;
seodo certo que qaem nasreu para varajar azaitnna,
ou, quando muilo, para aadar a mitsa, nao pode
educir erianrat na parle |iie diz respeilo a's letras.
Mas aquello tribunal, o mais respeilavel, o mais
situdo e o mais Ilustrado que deveria haver nesta
Ierra, he, rom rarisimat honrosas ewepres, com-
poslo da autoridades que penaam que a Instracclo
primaria he e deve ser eilarionaria, a qno 3 adn-
racg.i inlellerloal do puyo nAo pjdi fazei progre: o-
em ramo algum
:ic?o(ki
18-000
10.58OO
109800
159120
11)9000
1O88O0
319500
2I96OO
.V?SIHI
79560
IO.?800
seleni-
Carneiro
que he exacto lis que depois Oessa ollererimenlu o para nlo desluslraiem anligualhas.
segundo Maceaban coutiuuou pacificameole em seu '
escriplorio; e algumas semanas ilepoit fui o primei-
ro Maccabeo preso na ponte da Boa \ isla, s 5 ho-
ras da (ard, pelo rniiun.ni lanle de polica, qoe nao
o levou para a prisAo por nao ter querido o primei-
ro Maccabeo lojeilar-ae a isto sem fallar com o pre-
sidente ra provincia,[cum quem realmente (allou,
a por quem fui sollo na inesma occasiAo, visto eumo
o l-.vm. Sr. Honorio foi o primeiro a coofessar que a
prisAo iinli 1 tulo um engao do commandanle, pois
que s eslava disposlo a prender os que auiilisvam
e tiuliam parle no movimeulo armado. O exacto be
que o primeiro .Maccabeo, indo pastar, drpois desla
reunin, um da em casa de um amigo, onde se acba-
vam prsenles, um re-pe lavel padre e um hbil ad-
vogado desle foro, o Ur. Mandes da Cunha, qua tam-
bera ah eslava, se dirigi por vazes ao primeiro
Maccabeo, e balendo-lhe nos hombros Illa disse eslas
palavras : apobre Macrabio qae etls vendido por
leu irmAo, qual oulro Jos do Bzypto O exaclo
be : dizer-se depoi, que o Sr. II morio dirigir etlas
palavras ao legando Maccabeo, quando Iba (.i par-
hci.i.ir o resoltado da reunAo : u ja' sai qua nada
cun-fgu'-o ; tamben) e-tou informado que o Sr. nAo
lem 110 partido a lullueucia quo inculca ; hci de di-
ngir-mc a oulras pessoas.u
Leilores, as Incas, hs inli Iclulalcs c a fala iiin-
bicao do segn lo Maccabeo desgoslaram de lal modo
ao primeiro, que elle nao pille deixar de communi-
ca-las a um amigo iulimo, a qae fura o proprio que
0 aprasenlara em lins do 18(8 ao segundo Macca-
beo. Esse amigo era um compmihtiro da mocidade a
do esludo, enlre elle e o primeiro Maccabeo baria
urna desat nmizades'espontaneas, oaluraas, sinceras,
qua s a escola 111. nsseer, e que nAo acharaos iguaes
quando abandonamos os bancos de urna academia
para nos laucarrnos na vida pratica, lAi egosta, tao
cheia ile iuleresses contradictorios, de engaos, trai-
oes e desgo'lus de lodo genero.
E ja' que lenho de torc no nomo do Sr. Dr. Joa-
quim Lamaigneri Vianna, que foi lAo amigo do pri-
meiro Macabro, como o dir nosso, e lo cedo a lAo
'on-:i|.|;, i.irron!-- rouli'^o a axisleneia a-na pro-
vincia natal, o Maraiilijo, pennill, leilores, urna pe-
quea digressAo, afim da dirigir os mais sinceros pe-
s.ines a urna iltu-tre fam lia, hoja coberla de d,
pelo fallecimenlode urna pestoa qoe Ihe era lAo cha
ra, e que bem depreisa teria de illuslrar a sua pro-
vincia com o lliesoaro de sAas ideas, que coibera
1 n, lAo curia idade '
O Dr. Joaquim Lamaigneii Viann.i era, leilores,
mojo na idade ; mas na robustez do pensamenlo, no
liifn sent, que caracteri-ava todos os saus actos, pa-
reca ja um humera provelo. Era alie inclinado as
ideas saquaremas ; c lodavia, poslo que o primeiro
Macabeo seguase rumo diverso, mu taras vezas es-
lavam em desarmonia. Isto prova qua os homens
juslos o de corarAo bem formado, olTerecem mais de
um ponto da contacto, anleiidein-se perfeilaraente,
porque a justicia a a moral nAo coiihecem partido,
sAo principios absolutos, guiat de lodos os individuos.
As conveniencias politleai podem separar os homens
bem intenciona Jo- ; mas ie a justic.i c a moral din
-ein os seus arlos, as divergencias enlre elles nunca
sao profundas, e nem pingosas. A sociedade lucia
com ellas e iieubum risco corra.
Eis-aqui, leilores, o qua elle escrevia cm 27 de
novornbiii de lS'i'.l, da cidade de San l.uiz, o pri
meiru Macabeo: u.Meu cbaio F. Hecebi a la cart-
nba e noticias inulto circumsliinciadas da (ua vida,
as quaas me 11A0 pareceiam muilo bsongerat, pelo
Inste estado a que lem cliegado esla loa bella pro-
vincia. Nao deinei de notar em uina de las carias
o que quer que fosse de lindeferenlismo, ou r-sen-
(iinenlo de alguns de leus amigos polticos, e na
verdada la digo que egosta a utilitaria como ha a
nona poltica, e lalvez do mundo inleiro, nSo po-
I. 1 1 por cerlo trazer-uos amigos lo sinceros e lAo
caros corno a vida das escolas. Sinlo em extremo os
diisaboraa porque iem davida leras do |./-,'. neaaa
imlilica indigna de um muro neto, probo e ronsrieu-
Ciutu como lu ; pnrem creio tambain que alravez de
todos estes inroromodos, de ludas essat iulidelidadas
a perse^riirei, la le aguarda sorle digna de li. Ja
nlo fui pequena a gloria qua soubesle alcanrar con-
Ira lanos geueraes, contra quem cumbales-le. E
essa acciacAo geral que leu. merecido osleus uitcur-
sos he o mais bello louro que poderos ler cm la
eslree.
A' vista de ludo quinto lendes lldo, charos leilo-
res, dizei com franqueza, nAo arliaes quo he incoiu-
prchensivel a afoileza com qne 11 o Liberal l'ernam-
bucanoi), o lumem da legenda, se ha arvoralu em
|iiiz dos servidos prestados ao partido liqeral, a cm
deslrboidor de paleulot liberaes. Poia baje 0 ergan-
do Maccabeo anda rtizando, e repelindo pelo seu or-
gln poltico a social, que o primeiro Maccabeo nlo
he liberal! Para mim, leilores, una lal proposita,
mvolve um problema verdadeiramenle iusoluvel.
O que faz-me Icmbrar oulro, que o honrado advn-
gadu Dr. Manoel Cielano Soaret, ha pouco tallecido
nrsla cidade, coMumaya piopor aos seus amigos,
com aqnell lom salvnco que In 01 Ihe coiiheciainos.
.Meus amigos, dizia elle, axpliquem-me, se Ao ca-
pazes, cm he que sendo au lilho de paes Peruam-
luir.inos e na-ci.lo em l'i niaiiiliuco, nAo sou cidudo
brasileiro, e F. e F. filhos de pas portuguezes, e
ambos nascidos em Purlugal sAo cidadAos brasi-
leiros ? o
Pela contliluirAo do imperio, leilores, poderieis vos
resolver esse problema do finado Dr. Manoel Cae-
lano Soares, mas o qua vcolo podis resolver, nem
explicar de modo algum he cuino acconleca que o
primeiro Maccabeo nAo seja boje liberal, e ni o leja
o liuii em da legenda !
Al logo. Dr. ./. i. ile Fige'iredo.
vintf
Concebida, pois, a idea de fazer um melbodo que
rivilieaua e illuilratte brandae suavemente ai al-
mas, novan anda, e por cultivar ; que pouco a pou-
co desenvolv esse o entendimenlo por meios facis,
aii-ri,a '..in. minutos e sxmpalhirns ; quo pelai
suas Iheoriai cheiat de vidae maridada, 1 prlatua
esseneia refrigerante e 1. I. rescendendo aromas ile
urna lgica fcil e rlaritsim, abrisse a razAo, nAo
revelada anda das ciaiicinhas, eumo a aurora com
o seu bafeio, e o sol com os seus primeiros raios
acaletiladores lazam detahrocbar o bollo da Oor,
que depois se motlrarA cum lodo o seu vico, a cm
tica, de phitica, ada astronoma, de aeograrihia o
d.-anl.ga.dade. com re-pei.o bellas-aMe^ a beHfc"
lallra, ; de curiosidades ara diverso, piilel e %_
M lampos, a propoaita d. omita, ramo, da sabed, na
bum.iia, de .Uu.ica, de pmu,., d. m.dicna. emlim
de ludo isso que de.enyolvendo-se uo futuro com o
ailudo dos bomeni, e das mas deicoberl
-----.. -----, ., ,., u.uarla, com 11
ralo do mondo, e com is lnve.ligac.oe, do panado.
Ibes podera dar oma inslrucSAo ,u|ij, e prjv.im,/.
U uovo Melbodo o operando esles prodigios faz
.....-- y, ? lamben) com que 01 profeuore, escolhidos aaiam
oda a soa robustez; que, em seguida, aitr.,h,.se ao individuo, da r.conhecrdo merecimenlo. lano moral
eu se o a infancia, ladozula a m.gne.isadi p.loi mil como lillerario. a uAo p.s.oai qua muila, vezas ne,,
ncanlos, com que lonba a sua imagin.i.Ao, loda le qoer sabera lar com corrcnleza.
malisada de innocanlesaspirafes, encanlo's conver-
tidos em manancial perenne da instrucc.Ao e mol-
da in, pelo 1 Mimo ; e que finalmente fotsa apio e
n asle ponto pre.lou alie um ralevatilissimo nr-
vijo ; porqu. e de almilla naretsi la-la, que aquellas
que d'ura avante se eocarregarem de dirigir as es-
\TJV3Ta e,pa'h" a' "I" '", re'ol8enl!""'as, colas primarias, sejam tramados d'esia iorba mui-
n0Primi,n|IP"|oinlaalnmnoii6qoi...,m la que todo, os auno, eoucorre ao. coneoiso, d .
aproveilar deltas, nomesmo losar, no mesmo lem- cadeira. de estas aulas. "
po, debaiio da diracrio do mesmo professor: dir-1 Ha nantt .in-------- *-- -
- 2ff* i* n-d" ".....iud ,Mv *tt*& TeZzzv::'zT.
Uo lodo es,eri,onhoc.n,u..c.od, alracn.es fioreie ... BU^Uh,?ttSSUk?2?
gracioso, a.buslos. para calas eram ..'. -._. V.:..'!: '"'
Qual seria o meio '.'
Analvsar os diversos modos por que eommunica-
mos os nosso. pen>amenlos, aperfeicoa-lot, aslabe-
cer-lhei as relar.oes, a atsim, melhodi:a, fcil e a-
gradavelmenle, abrir o caminho da .ciencia ,os qae
quzettem iniciar-se nos seas segredos.
Foi este svsien.,1 o escolhido p.lo aalor, porque
desla maaieira encammliava os espiritas pela senda
da analvse, que em ludo se diva observar.
Seguio alia recia e proveilosamenle a idea que
.-ni.cebera ".'
De o qae vamos ver.
O aiiibor vio que o primeiro modo porque lodos
os espirilos se communicam be alinguagem falla-
da.
Enlendeu poi. que seria esla a qo, com preferen-
cia te devia Iralar, e d'onda se tirara graude par-
tido.
Acnnselhou que s, ensina.se a decompor os vot-
bala, em lllabas, e as sitiabas nos seus elementos
simplircs. Trabadlo facilimo, jiorqui a raesma pro-
nanriac.Ao ras palavras, feila, lenla e vagnrosamen-
le, d a Conhecer an alumno as dTerentes parlas de
que essa-, palavras constam ; e assim o vai acoslu-
mando, para melhor enlrar na leilura occular, e
para enrricir malina detallo, da ire esl aivda a
I.11 teguida vcio .1 tallara occular ; e c-ti he lula
Deixemos isla materia, que sera' (rilada noolro por um ptimo sxslema mnemonico.
lugar com mais eztaosie. Cada lellra reprsenla a .ombra de urna corla fi-
Esla Iriplieada ordem do irdmigos determinou gura, cuja explicar^Ao o menino esla vido da saber,
analhi'inalisar o Melhodo por lodos es meios ao levado, pela nalural curiosidade ; n'assa explcaclu,
seu alcance. que he sempre um pequenlno e devirlido cont,
Sahiram pois lodos csse pamphlelns, Indos isses ensina-se logo o som que sa allribue lellra, som-
arligns, (odas assas veninas, |m|os esses sopposlos hra da figora. E aqoi ainda oulro grande (riumpho.
docomenlos conlra o livro qae enronlrava defen- Anligamenla o alumno aprend, naifreipacliva!
ores enlre muilas das mais robustas e -egurss Intel- lallra, um sil valor ; e ronvencido queja sabia mui-
ligeneias do paiz, que enconlrava sectarios enlic o t, quando ia ler as sitiabas, achava-sa lodibriado,
magisterio illuslrailo, que nAo Contante de adiar porque ahi enconlrava com diversos -mi-, a lellra a
urna seijurissima vicluri. na soa pama, ia ao novo que allriboia um s ; lurnava-se-lhe poi. odioto o
mundo colber louros, palmas e applaosos enlre ot
apreriadoret incoriiiplivai-, desinlcressados a escra-
vos da civilisacAu a do prograsso.
Os irr.zoado, pirem da parle conlraria rhoviam.
e comefavam a apparecer d'aqui estes analv-adore.
severo, e graves que se batem cora atgumel ,s for-
tes a balalham com armas bem l.mper.idas, au de-
xando fcilmente romper a armadura, e mesmo de-
pois do combate licando muilas xezes com os tao,
principio! arraigados na alma, dalli esles crilicos
que, como diz Chateaubriand, detlroem ludo pelo
rl.o.
Era ntcessaiio tima nova defeza ; era necessario
que da theoria banatsemos a' pralira ; era neces-
sario que o Iroclo, rom quanlo de boa arvure, e
por isso bello, agradavcl a' vwu, bem criado e ma-
duramente .asonado, nAo detmerecesse no labor.
Vela com ede'ln o grande argomenlo; veio a grande
couclusAo ; veio a ultima, a suprema prova de lo-
daa as cousas ; veio a decs?o desse grande jurv. on-
de se lem sepullado e levanladu lanos ryiiem.i,
veio a opinilo publica fumlamenlada n, pralica mos-
trar que o (Uathodoa era axcellenle.
.Nao poda deixar de o ser.
(J/ue metilo tu abrangaii al boje lana vantsgern
asludn, porque atim como isto aronlacia as silla -
bas, acunlecia depois nos voeabolos.
O oMelhodo ludo isto remedin ; poz um, bar-
reira a esla continua guerra d. Iheoria com a pra-
lica ; a no ansino de cada lellra, vai incorporado o
conlucimanlo da lodos os seus valores.
V-se poi. deque facilidade se lorna a lelurA oc-
cular ; lano maior quanlo qoe por idanlica forma se
mnemonisaram os valoras da ponluacAo, e os ou-
lros signaes grficos, que sAo a lgica do periodo.
A' proporcAo porem qua lado islo se lem feilo, a
e !nc roo do espirito para a linguagem escripia, tam
'Cuido sempre cas tegras, e o alumno quando en.
Ira na lerceira e ullima phrase do insino, acha-.e
maravillado rom a esliema rapidez, com que labo-
ra e Iraca a lerceira va de commonicarAo enlre os
homens.
Eslara o Mclhod., porlaguez Caslilho julgado
parante o bom sanso ? Assim o cremo.
E pera nle a bumanidade '.' Vejamos.
A anarchia das valbas e-rulas he proverbial. NAo
liasen fu o modo simultaneo absoluto, havia as tur-
mas, dirigidas pelo, proprios discpulos, que muilas
vezes, 'ugr de ensinarem, eonlavam ln-ti-riet.i-
tenar. ia, moslravam ohjeelo, de diverlimentcs
Keulium. Segurarnenla o dizemos. O sen primeiro a disirarr.no, com que as algheiri, andavam sempre
meraciinenlo, e para ns o principal, esla'no modo munida, ee.aaavaro confusAo, a bulla, a alga-
por que ella vai dreilo a' Blma, a' razAo, ao inlan-
dunanlo a ao. dasejos da infan ia.
Falla a' alma, porque a embriaga desde cornejo
com o doce desojo de aleanfar o bem, com a nobl-
zarra, de mudo lal que ninguem sa anleiidia. Mais
pare ia pra;, publica prjada de plebe .molinada que
oulra emita.
No meio d'esle inferno ouvia-se a clatsica clii-
. -----------B--- -------- wwa 1 --------------- -->-- -. -i.. ., w waaiiia -afc sv xi 1 11 1 1 m 1111-
litsirna ambicAo do esludo, e com a enlcvac,Ao '. i hala do senbor meslre.i) que zurzia as orelhas paci-
eoiitas mais sublimes e mais dignas de respeilo. fieas e innocentes dos desgranados ouvinl-s, ou .
Falla a razio, porque, tdurando-a desde princi- palmatoria applie'da com loda a valenta A. mAo-
@orei5i;)it)cnciaa
Sri. redactores Kogo-lhe o lavor de mandar pu-
blicar no seu acreditado jornal, para o pubbco sen-
salo analy.ar, o documento que abaixo vai trans-
cripta, de cujo favor Iba gradeco.
E. F. Bailar.
III. e Exm. Sr. presidente da provincia.Edaar-
do Ferreira Bailar consignatario de brigue nacio-
nal Iluiii Jess que segu para o presidio de
Fernando de Noronha.cuin carga di governo, preses,
pracas ce prel e tambera carga e passageiros parti-
culares, prensa que V. Exr. se di^ne dar suas ordens
ao p desle para o snpplcanlo podar retirar da ri-
pio, acoslums-a a profunda reflexAo, ao raciocinio
seiuro, no melhodo lgicamente desenvolvido, e no
argumenta method cameule apresenlado.
Falla ao entendimenlo, porque e clartsiinn na
ilimoiistrajao, suave nos ru lmenlos, cloro e inlel-
ligvel no lodo, e de facilima compraheniAo em cada
urna -ras .ua. pules.
Falla emlim, aos de.ejos d. infancia, porque be
agradavel e pilorasco 11.1 doolrina, daseovolvendo-a
com lucidaz 110 desenrolamento de seus principio,,
a imprimindu-a nos ooviutes pelos mais innocentes
hrinquedos da mminice, convenidos aqui am rico
Ibesouro da fuluras preciosidades.
lemos, p.us, ,1 1 11 urna dupla vaulagem, qae lan-
o concoma coma indule da infancia ; clareza uas
moler las, a ameuidade n, so, demonalrarao
.NAo haslava, porem, islo. Era preciso mair ; era
esteiiciilistimo compor a forma que elladevia seguir,
desbravar o terruo por onde c!it devia caminhar,
va.li-lo com o Iraje, com qae devia ser vi.lo.
Do principio allamenle philnsopbico : o lempo
he a maior de lodas as riqueza, : nascaa eulao a
necessidada de fazer aproveilar o novo sytlcma ao
maior nnmero pos E I qui, desle grande pensamenlo, desla nlilissi-
mo arrojo, daqualla mxima maravilboasmeme
proveilosa, o aulor fez partir a simultanei-
dad.
zinhas debis e iracas ; d'aqui, misturados com a
grila do. professores suballernus, os lamenl.it,os cho-
ros, o. ais e as queixat l.un -iilotas dos casligados.
Se lod. aquella gante etlivcssc asfarrap.da e itn-
mnnda, dir-se-lna qoe era urna imilacAo da ir corle
dos milagrea da Viclor Dugo. -_
Itesullav, de Indo islo, as rixs dos discpulos,
a perda da moral, a dos bous cosluines, a quehra na
educara pedida em lodas a. cousas da vida, e a fal-
la de respailo aos pas, c a lodo, os superiores.
i.iui' cidail.lns pois, zrlotos do. seo. deveres, e so-
lilo, am grangearem a eslima alheia, se deviam es-
perar d'aqui \'
Aquelles qua, filhos de mtlhor familia, linham os
cuidados, o cantillo-, e a infelligencia illoslrad.
djella, eorrigiam-ae, ainda que dilHeallosameola,
d'esles defriloa adquiridos.
Mas os que por de.graca de destino linham n.is-
cdo na sociedade mais inferior, a falla de recorto.
iutelleeta.ee, iam para o seio das son, familias, eom
o genio cada vez mais invenenado, mais desenvollo,
e mais indmito. E o peior era, qoe n'esle metmo
sxslema coulinuavam, porque saus pai. opponham
as censuras de eslranhot um argumento muilo l-
gico ; diziam que o profetsor qua assim os deix.va
medrar com aquellas merecimenlnt, sabia o que f,-
zia. porque era homem de nsabedoria."
.NAo perigava a sociedade com esle. eu. lilho,,
para eslas serem .egura,, e am. eiigeoeia minio
jusla, que o, que foram ancarregado, d. is linear,
sejam homens penlo. na materia.
O 1 Medrado Porlugaez Catlilho poii, pediodo
pela sua otgam.acAo um novo profaor.do, e dei-
xando ver qo.e, ,erao forca. d. g.r.cio Mora.
se no seu nascer for devidani.nle amparada, a
lana que Ihe derem for sobslancial e nuirilnu para
a alma lenra e flevivel a lodas as irapressOes exler-
nas, prophelisa um. nova oivilisacAo moral, que >e
dilTerencara' detla qua por nrit pana, como o hu-
mera sao, robusta, elegante, e livre de anfermida
des, se dillarenca do que he doenle, fraco, deiro-
.0, a .ujeilo inesperadas molestias.
Nao pareca isso demasiado encarecer desst livro
de que lemos fallado.
Sabis a razio porqoe o arbu.lo sendo acodado
pelos vendavaes, deaprezado na sua primitiva cul-
tura, nAo cresce valen.., e apio para os lint a qu. o
homem o destina '.'
Sabei, o motivo porque a casa, cujos alicerces sa-
jara de areia, am breva cala por Ierra, a te ella
tenia l,vanlar-se pelo mesmo svslema, cahirY da
novo ?
Sabis a causa que faz com que a cr.anciuha nao
logre boa saude, quando o leile com qn. sa ama-
mr-ola h e rrompi.lu e envenenada de incgnilaa
lie ma.mi qu. faz com qu. a civilisa;ao ,eja
mu c prejudicial, quaodu for comecada emelemen-
(0, dcfeiluosos.
Ida ver a velha escola. Analytai-a com conhe-
cimenlo de causa, a com imparcialidade. E depni.
faiei-no. confronlatao detla com esta qu gor.i
solevanta, dir-no. bel, qual he melbor. Dii uos-
liais se a diOerenja que vai de urna a outro, au he
a qu, ha enlre o absurdo e o axioma.
Podis-nos vir com o rgrnenlo deque o ho-
mem, que se ler.nt. hoje como reformador do au-
ligo uso, querendu-o de lodo anuiquilar, bebeuos
elementos da sciencia na vdlia fonle. De verdada.
Mas da que Ihe val.ria isso, assim como a mullos
oulro, se nao Hvi.iem .1 vaolagem do talento, e a
persistencia no Irabalho *
E aqui aiudu a vossa irn,ginAcfio atlala vos pode
sugerir u.n argomenlo contra nos, dizandp que sem
talento e per.nleocia nada ,0 alc.uca ; ma, deixai-
nos a liberdede de urna pequena rell-vo.
O homem qae foi creado com o goslo pelo e.ludo,
e tai elucidado na, ua. vanlagens, enlrega-.e da
melbor venlade as difiiculdades das lurubracOes
scienlific, do que aquella que pela voulade lem
,de vencer prajui-o, a erros com qua foi creado.
Parece-nos por lano que as vanlag*n, do novo
Melhodo ,Ao lAo evidentes, qu. ninguem, que pro-
fundamente o analysar, uus.ra recusar-ll.i o apoio.
Ha luje Ires gigaulescos elameuto. que devem
presidir a lodas as granjea ideas que tarem innova-
{oes.
O primeiro he o bom-senso, o qual Ibes deve ap-
pliear o Mcalpello da cnlica.
O segundo he a bumanidade que deve ver com al-
lenr;Ao se os seus membro, olTrtrap, 00 pelo con-
trario, iiielhurar Ao com ,a, uovas doulriuas.
O larceiro e ultimo he civilissc.Au que dave e-
crular se o fuluro que se Ihe otlorece, na cruzada
que se levanta, ha de luzc. que daslruam cst,s Ira-
va! que baja no prsenla, ou he de prejaizos que
augmentara os que por veulura exi.tirem.
E nesle livru vemo, que o bom senso na la Ihe
podedizer em desabono, que a bumanidade o deve
abracar comu am do, seot grande, reformadores, e
que a ovilUacSo lem reduca obrigacao de o collo-
car n j ,oa vanguarda, como um conlro de onde
par luAo novo, conhecim.nloi, que devera ,er il-
lu-tr .coi da um novo fulato.
O aulor do a Me'.hodo deve desprezar os inimi-
gos que liverern um syttama. fondado na ignoran-
cia, no pyrronismo nn inveja.
As coroas de louro que o Novo Muudo Ihe tace em
perennes louv.re. sao Ihe garanda bstenle as guer-
ras dos seut.
Ojuizo d. po.lerid.de qu, ja Ihe comer surrir
11 um uulro hemispheno levanta Ihe urna poula do
veo que occulla as henc.Aot das gerace que se le-
v.nlarlo do berco em que dormem.
A escola da vida, a axperieecia, davo ler-lhe mos-
trado qu be sempre com diffiroldada que o jardl-
neiro preleud. .uslanlar a rosa purpurea enlre .-
brolhos ecardos.
Anlonio Auguslo Corle-Real.
Com edciio. O melliodoo esl de lal forma orga- qne iam n. estrada d. sciencia colber os fruclos do
nita o, os seo. (1.11.lamenta,, os teus principios, os mal '.'
almenlos do livro fmam de maneira combinados! O novo Melhoda remediou ludo islo ; aliviou a
e ligados, qua expandendo-se para um se podem j bumanidade d'esle grande peto,
apresenlar a ccm. Aqu, nrsla parle, pode de bom i l'm prolessor hbil a 111.Ir indo (deve-o ser) regu-
grado reinar o capricho do professor ; porque se Ihe
apraz, adoptando a molrrna idia, fazer aproveilar
a na prelecrAo pelo svslema simultaneo, p le fa-
ze-lo ; se quer erguir a rolma amiga, ensinando
parlicularinenle a rada um doi alumnos, pode lta-
la do mesmo modo.
I.e ra viule alqueiret da (arinlia de man.llora, poi
qua Ihe lem sido impo-sivel poder oh.er comprar nos | |, Vonlado, aqui aiequada OM goitas "taut",.'
armazens pailicul.r.s em cunsequencia de nAo a lia- | __?,sa f.,rm;, f0j 0__rilhmo.__
ver, e lenjo supphcanle de conducir graude quan-
lid.de de pessoas mandadas pelo governo, e tambem
de pur lindaros ; o molivu que vem pranle V. F;xr.
pe ir o que requer por ser de urgencia a sa'.ida do
conv01 in 11, s depois em ltese, sir-not-bia urc.sta-
navio. conforma V.Eie.d.lerminoa ; por isso pad. ,ia a revelado divina, o tilmo, dizemos nos, ob-
lara a educacAo de eenlenares d. alumno-, ao mesmo
lempo, e com as mesmas lines. Os alumnos enlre-
lidos n'oulro lempo com brinquedo. prejudiciaes,
verlo no estada um agradavel passalerapo aos seus
descuidados dias, e respeilaro, uAo pelo ruedo e
I pelo lerror, mas pela imitada sincera, funda, quasi
Adoptada, pois, osimullaneidadcno ponlo de ti ial, o qua os diverle inslruindo-o,, e o qua os
visla de primeiro elemento prallco, o aulor lem- | aco-luma as locuhrai.'es do esludo, planean iu-llie
brou-se de marcar lodos os principios com um rutiho 1 passalampns elagres e folgasAofl.
coja forma f.sse lirada A nalureza, aperfeiroiada pe- O alumnos por lauto aroslomado. o eslulo du-
de pequeos, amam. adorara, salo.re.un a longo, Ira-
t aos es fonle, que Ibes dAo agua de pura e aegurissi-
O rilhmo, lei impo-la a lo a a nulerezl creada, ou ma illustrai.ao inlcllectual. No, coubccimenlos va-
lalvez qnalidade rom ella nascida. purqu. para nos | riaiia.imo<, a que se presia o livro, esta'encorporad.
avenlurarmo, a qualquer das hxpolh'it,, e para o i a etcola dus autores que mais larde deverAo procurar
V Fixc. a-sim lh'o deferir.t H. M.Eluardo
Ferreira Bailar.
Itecife 10 deoulubro da 1857.
Dirija-ae ao Sr. che!, de polica. Palacio do go-
veuio de Pernambuco 10 de ouluhio de 1857.Por-
lella.
Em visla do despacho sopra, dirija-se o S'jpplican-
le a qualquer subdelegado. Secretaria da poliria
te P.rnambuco 10 de oulubro de 1857.Dr, P. L.
de I. ao.
A casa lenca n. 7 da ra da Palma, perlencenle innocencia do amigo e companhtiro da'esludo, nao
LIS 110 A.
O mellioilo noitugue/. Caslillio julgado
perante o bom senso, peante a buma-
nidade e |ierante a evilisa<;ao.
'ludamos laucado os primeiros fundamento, a
urnas carlat luterana, das
serva se em lude.
Applical o microscopio da analvse a mais peque-
nina cranlo da Ierra, e o lelescopio da (Ciencia -o
mais de-nperrebido atlro que _ixie no espaco rer-
lo, abi enriiiilr.re'. o rilhmo.
Procurai-o na. hervinba, do, campos e as arvo-
rat gigaulescas nos raonlet ; no verme desapercebi-
do que se roja na Ierra, e no inslo que zumbe no,
c d'este modo o ospuito nAo s, ibes prrverlera', os
coslnmrs so Ib- s ad--carao, o amor de familia,o amor
social, e o amor da patria, se Ibes desenvolver' em
gran ia escala.
Apoz islo vem as llores formosissimat a suavemen-
te arcmadeus da religilo ebrisll,, ptodigalisar mil
eiicanlus aquellas almas envolvidas ainda as fachas
infantil. O a.Melhodoii nao olvidos que a mais solida
mural, a mait bem lemperada philo'ophia, e at mais
ferlili-ailor-s prodiicoes da inlelligeucia, Ao rou-
ares ; o elepbanle para quem nAo ba obstculos, a | badas as sorprebendeules Ihenrias pregadas pelo li-
na aguia que fende os es pacos immensns : procu- Iho dn Eterno Pai.
raio-o nos habanles dos mares, desde o mai, pe- Tu filho do scalo qae lalvez estejas envolvido na
queno at ao maior ; procurai-n emlim no ente que | capa de um 13o estpido, quanlo tidieulo aidesmo,
esrnaga hervinha e que abata Ilivez do cedro da porque julgaa que a moda he verd.deira soberana
munlanha : que iocnnsidaravelmenta mala milhares da raiAo, nao le na. Se len, este alliibulo es muilo
le inolten.ivos animae'inlio.n'om s passo qued,
e que ve' cahir a seu, ps ou o indmito lato lerror
dot bosque,, ou a agoia que mora nos pincarut das
rochas ; qua apanha pela astucia o peitinho que
brinca junio das praias, ou o monslro enorme qu.
vagueia no ma s alio do. mares ; procurai-o no mo-
rvo para comprehen late, o qua dizemos.
I'. i"p .11 le-nos tmenle ;o qoe seria a Divina ro-
ine lia, o Paraizo perdido a a Jerusalem libertada.
sena huiiv.--.'in sido moldados na. impreste, d
rhristianismo '!
O u Melhodo poi, nAo ile-lembrou iste importan-
Uflgooo
ao Ilr.Chrislovla Xavier Lopes, asta collerlada por
5<'~. 1 nlo por 11 Ir, sendo a importancia da deci-
m 1 219C0O.
Frrgoazia dosAfogados.
A casa torna n. 39 na dos Poros, perlencen-
le aos herdeiros de JuAn Baplisla d Souza Lemos, : mullicar, e curapre deliberar com loda i'rortpli-
e-li. eolleelada por 1509, e rilo901, sen io a impar- I dio.
laneia da decima i-'iiKl. n primeiro Maccabeo leadlo ao chamado inda a
Pnmeira serc.Au do consulado provincial de Per- raa que Ihe havia sido indicada
Bambuco, 10 de oulubro de 1857.O lancador I reunidas 8 a 10 pes-oas.
Peranle osla reunAo declaron o segundo Mirra-
I. corla por cerlo se fallara de un) grande hoiiiem
a da um grande uMelbodou ; grania bomem, por-
qu, alien.leudo aos iuleresses da, gerarrs fuldras,
o seu nome su deixaia de ser aheucoado quando a
ignorancia vier lab.tiluir a i.bedori. ; gran le Me-
lhodo, porque esla nella novo germen a novas in-
besilara nndai-lhe sumelhanle noticia. No rabroI lelligencias que deveAo rebenlar mais forlaa, crescer
em que 'e achava occulln, recaben urna rarta do se-
gundo Maccabeo concebida nesles lermns, pinico
mais ou menos: De preciso salvar o partido e es-
peio qne nAu deixar.i de roncorrer. lenho que com-
as das quaes a | nmcir.i ver-. .lo porque o.see, porque cresce, porqoe vive, e por- lis.imo ramo da educarAo. Nos canucos com'qoe as
sana sobre o iuss. estado de civilisar.U moral ; nes- que sanie, segondo os seus resperlivos taiares na 1 aulas parlivos logares na aulas sa davem abrir e lechar, e na, nore que o
osala, luda ada ordem d. cousa, creada, anronlra- profesor devera' dar, o aulor formou'o campo por
da nui niaras, na Ierra e nos are,, a eris obriga- onda a m .clil.ide enrreta' alegre colbendo os fruclos
a reconbecer o rilhmo lias phases poique lo la que Ihe alimenlarAo o espirito.
ella passa.
Levantai em seguid, os olhos para o cea.
Uli-.rvai lodos e-.-et mundos l-iminosn, que ro-
lan) cima de nt ; vedo esses milharrs de llores de
prala que hordam em gracioso labvriiitho o reo qua
nos encobra mageslade de De'os ; conlemplai o
Ainda aqai o Melh i.lii. .iiciiu; 1 mais urna pal-
ma, porque c, meninos tenAo etqueceram d'esl.s
birles, a fundam-nladas nores tel.gicat.
A bumanidade finalmente folgara' com a rreacAo
e cum a alimeoiacau n'asle, |iequeniuo, cidadAm,
que, depois sarAo excellanle, pai., sendo ja oplimo,
Francisco Carntiro Machado /tiot lunior.
v ommiitti.'fitx)^.
beo : qua livera urna conferencia com o Exm. Sr
Honorio com quem se fra entender p.ra por termo
a luna armada, exilenle emlo lias mallas ao tul
da provinna, e quo toloriado pelo presdanle da
provincia convocara as pe.soas que se achavatn pte-
senlrs para Iralar do aisumplo.
O primeiro Maccabeo fez ver as pessoas qn. ahi 'e
man vigorosas por nielhoies ampan,,, e susleiilar-s
mais robustas c maissAas.
Pelo longo etludo. po.e.n, c pela, alur.da, me- r,enl. quando e illumnado pelos pim.iros "raios! lilho, ; dedicado, palrioiai, seinlu'l inocanleVafe'-
dil.C .es que so deviam empregar pan reali-anno, desse aslro que mona n'u.r-a eilr.midada para na,- coaita, ts cusa, dn tu. Ierra ; e e.lif.cai.les defenso-
0 no.ni pensamenlo, MI carta. nAu podenam sabir | cer na oulra. e runlemplai o occidente quando es-I res da doulrir.a do Chrisl, lendoi, adoradores
a lu.ne tao depre.sa como querenamot, arcresce a .0 me-mo aslro como se asiiv.tse aborrecido a can.,..! tince.os da dlviod.de, perfumadas as ,u. ideia.
!?JJ"! "".' ?.VJ"'P'"^"^,nT d.5? ,."iS.S '.- de "'' ver- Vi,i l"cur.r nova, di.lrarr,, *,. cora a pralica sublime do chrisli.nitmo.
riediide de oulras reg:oe', para de novo 1101 appare- A civiliae,Ao fulora cmfim levanta-,, do betcjo
cer no oulro d a, e ilto sempre, rom a mesma reg- em que aluda dorme, e vem por a coroa de sempi-
ternos louros no moderno livro.
e ahi tncenlrou ludos a pul.licacAn da i^ edirAo do Melliodou d.
I que fallaramos ; eom essa sorpreza vein-no o de-
sajo de Iralarmot logo de um as-umplo Ma debalulo
na iuiprensa porlugueza.
Movido [iois por essa pequena amhicAo, vamos
pla primeira "vrz fallar desse livro, do dia a (lia
mais apreciavel pala propria oppOirjAo de stus en-
carnizados inimigos.
Sabemos, e estamos convencido e que a nossa 0-
pinilo nada vale ; be um grAo de aiei nena ucea-
no de grandes e illoslr.dHlm.1 senlenras dada, a
laridade, deblixo da mesma lei nica, uniformo a
enllanta ; ide perg.inlar ao escrutador dos segre-
dos do leo, se a Ierra j parou alguma vei ; vele
finalmente esla ordem nunca alterada, porque te
rege o globo, e dizei-me ,e ahi nAo encontraos o
rilhmo.
urna toiil.de do Creador.
Era necesario nuu o homem o suje lasse ai leu
A lei -tai enrulo, qrando panal na camera dos
dipul.idns, tal gcralincnle vicloriad. romo um pa-
so as'&anlado para a livta exptes>Ao do vol ; nos
qoe ora lineamos eslns linhas, cncnrainu-la por face lacharan), que julgava improdente urna tal'propo-i.i.
iliver, dis-ulini.. a qucsIA pela imprensa, e lemos : porque ella pre.|ata-c a dedurcCes muilo dea.gra- I favor do ir-o ; he urna pequea pagina q'ue" vai iicar I poder
que r.un lelin la,le. .... davei, ; pi.rquai.lo de um srniellianl. ulTorecnn. nlo occulla enlre as fdbas do se grande I,vro que en- Debaixo da milhares de formas arnlicou-o a mi
l.lt*Mfl ,1 I'" 1 ''"", ?" ',|"' ,"lven',. ''">'' "" ,,c "' P"""' '""""" P"'np'"' 1 "I < loe- ri o elogio do aulor do ..Melhodo.. ; he un, ota Ilute d ol iecta P'
i,:;,: ?: ";:;;;'; ^e!;:oei;u'.e'i' bo.'ou'm"; !Ld,p,n1^aZao%s*"* ,,rvcr ro,u'""n8" ,hIo ,c,i"",,e ;,,s 5. pSESm.. ..cousasfmw,n..
na pouco nis impoita que ella seja lina ou ma, lis, u que nao era exaclo, p.us que uaiihum ponlo de mas que bgura iieuhuina.....
i|i||? sp 1,resto 1111 lian mv slllicaces i|p lulo n o. '....,
'..l,-sin
BAHA.
Melhodo Caililho.
Eo imha minhs prarenc,es am favor desle me-
lhodo, ja por le-lo vista mais oo manos fraileado
pelo mcansavel profesor o Sr. Anlonio Gentil Ibi-
rapilanga, ja emlim por alguma conversar-Jo qoe i
respeilo houve enlre mim e o seu erudito aulor no
Ido de Janeiro o armo pastado : e deirjando al-
guma cuusa dizer a V. Eie. de lal melbodo ne.te re-
latarlo, anlandi que para melhor inilruir-me A re,-
peilo, convinh. vi.llar au'a do Sr. Fellpoa Jos
Alberto, onde tegundo me .fllrm.v.m, ara elle pai-
to em prahc.i com muil.i perfeicAo e em lod. a tua
pureza.E poi, apresentei-me no da 8 do'crranle
maz inesperadamente em esa do referido pnfia.ll,
o qual com muilo pranr recebeu-me, porqoe lera
urna especie de ufana em mostrar que sabe cam-
prir os seut deveres, t qae he .postolo cordial do
melhodo.
Eslava bstanle chavo-a manliSa ; e manifei-
lando eu o raceio de haver naquella di. pequen.
concurrencia de alumnos, diiie-me o professor :__
.Nao rocaie V, S. iito, porque o, menino, qoerem
anle, vir para a nossa aula do que ficar em suas ca-
tas, e bao de \ir lodo, nlo obstante o mo lempo.__
E n. verd.de meia hor. dapoii desle colloquio es-
lava a aula completa, e entretanto chovia ainda.
Ao entrar na aula desle alelo inexcedivel
profesor, declaro sinceramente a V. Exc. que, por
mais que fosse u confiara;, que ma mereces-e o au-
lor do melhodo a o ,eQ illusire prop,g.dor, nunca
me passou pela mente o inieressanle a edificanlissi-
mo epectaculo qoe ia desenvolver se ante mim ;
nunca me paitaran) pelo pensamenlo, nem eu po-
llera com ex.iriui.il, trasldalas para esta papel, a.
doce, e agridaveis emocoei,iodo o prarer e amor
que rae astallaram o curirAo,ludas ai esperance,
emlim que (Ao loucAa, se me debuiar.m n'alma ;
e muito men, qua eu havia 'de sahir dalli icclario
davotissimo desse melhudo divino, dess. vard.dcir.
caria de allottia e redempcilo da infancia, .0 obser-
var qoe meninos com menos 2 mete* de es-ola,len lo
entrado para ella analphabelo,, liara mai, ou menos
sali.faclonainenle, solelr.v-m non.es longo, e com-
plicdusimos, eda,eovolvi.m-,e na leilnra dos Ha-
rneros inleiro, al milhares, a nos decimae, al mil
lionesima., com pa-moso de.embaraco, recilavam te-
gta, de gt.mm.lic. a clico, divetsos nao breve.,
ludo com promplilSo e indiligencia, com .nim.flo
e prazer, debaixo de indefectivel eomp.sso e inalie-
ravel rilhmo !E nao liuha sido anta precito ti.
parle do profrssor nem se qoer um. ame.ca de cai-
ligo '. !
Par. me dar completa conbecimenlo do melhodo,
o Sr. Eelippe Joan Alberto suppoz ser aqualle o pri-
meiro da do seu curso, o porlanlo acharara se anida
os meninos an.lphabalos: deienvolveu ludos os cor-
cinos das le o mais simples al o mais complicado. |i
em leilun.j m carilhnielica.j era ragra, da gram-
malic, com lodo, o, seus canto..,, suas palma,, suas
marchas, e soat oulra, avolucde, diversa,, pte>idin-
do lodo omau acetladocumpasio o mai. .agor
rilhmo, e o mai, anglico prazer revetbetado era In-
dos aquella, roslinho, innocentes.
lu lomado de admiracAo, dominado de am. e,-
pecie de magia, ao notar o, arlifino, diver,fl, a na-
lutalli.simo, com que o melhodo Caslilho iarilila o
detenvolvimenlo da memmia a do enlendimenle:
donde resulta o gotlo e accelerado aproveitamenlo ,
all sa acham a, malaria, do entino lAo limpie, a
""larslmeiile enradei.das, filiadas por lal arle, qb
i ,rla -l.s >S_>> i:.-:__________ a-
Al. .qui inl-lligenriat por msiore qne fosiem, 1 se parle do um. lissinio par. o .imples, desla par, o
untara da. asrola, enfesadas, racbillca e sem um menos e mais composlo. marchando sempre a inlel-
apoio segaro a que se encosUssem. Iigencia do eonheci.to ao des-onhecido po, urna gr.-
\ tazao ata pouco desenvolvida ; nAo poda pcis| darao l;l doce a imperceptiv.l, qoe o cinirito da.
voar ugura nos espaco, iiilimlo. do raciocinio, Mo creanas se vai como de-li.an !o poi lodo rom lit-
L.s pois. o rilhmo como regulador universal, por p-crio em lodo, as coosa,. i tarAo e preslaza iudizivei, i.ti.f.ro a nra.lc, ioe
A lgica esencial ssima na, grande, e pequea, mai, se augmentara coma as sonarao ro ranlo da,
qu.sli.es, era olvidada, e quando ,a pretenda apren- palma,,a mais avolocfles que con-lil*um lod, a a e-
dar, liabl-M o mesmo Irabalho, que ,e lem quando ...,!.. le e infanlilida.la.se ..tira ma conteniera .lizer"
-: se quor fazer desapparecer urna monlanba enorme, na maravilbsa produccao do grande ltanlo pecio-
qoa itopeca de ,e paxar d'esle par. oulro l.rreno. gorr. s taienio po.i
O espirita cm Irevas, e rom o veo d, ignotanrii
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DR WRNAMBOCO TblKA fKIRA 20 D* OUTUBnO DB 1867
li>, man ionoeeocia aoi primeiros anuos e mal ritos
a primavera.
n,ID.b"7 "" c[i,it de Mci est pralicandn o
rmiiiodo Caslillio com resultado completamente M-
lisnclono o hbil profcasor primario Joro Franciiro
soares, qae isualineule fui por aquella provincia
commi'sionado para aprnde-lo na corle, quando al-
l esteve o seu autor ; este professor deitou o Rio
ae Janeiro um pouco descreme do melhodo, c qua-
i resolvido a nao adopla-lo ; man lioje he om so
tnttiuuailieo e sincero devoto.EiJ aqu um trecho
de una caria qu, r|lc dirigi u liinanieiile ao Sr. Fe-
lippe Jos Alberto, que comprova quanlo acabo de
proTerir.
* Desde Janeiro dtste auno que puz cid prati-
ca o melhodo Luttilho na iniuha aula, fomente como
experiencia ; e o resultado que ttnlio lirado ha t-
ce.lilo i miiilia eaprclaliva.Estou mesmo maravi-
lilado ; e hoje conesso que, s por urna abermcao
do proeresao, se po la deaprezar o mellio lo Casli-
Iho.(17)
Ciwmmitttoe
PRAt;,V 1)0 RKCIFE 19 DE OUTDBRO AS
3 HORAS DA TARDE.
CotaoOei olficiaes.
Cmros lalnadoi386 ri. por libra
Ctmbio sobre Londres27 t|2 60 d|v.
P. Borgcs, presidente interino.
L.Duboarcq Jnior, stcrelasjo interiuo.
CAMBIOS
Sit-r l.nndre, 27 1|2 d. a 60 d.
Paris, 316 rs. por fr.
a Lisboa, 92 por % de premio.
i Rio de Janeiro, 2 por 0|o de deieonto.
Aec,ao do banco 30 por cenlo de dividendo por cod
la do vendedor.
c ( companhia de B-beribe 60JO00 por acr,ao
< companhia Pemaniburana ao par.
a e Ulilidade Publica, 30 porcento da premio.
c Iodemoisadora. 61 Idea.
c e da estrada le ferro 20 por Omdt premio
Disconto de leltras, de 8 a 9 por cenlo.
Acces do Banco, 10 a 45 de premio.
(Juro.tilicas hes| aillas. 298500 3OS0OO
Moedas de 69400 velhas .... II9OUO
f 6JW00 novas .... 168000
tjooo.......99000
Prata.PalacBei brasileiros......29000
Petoi eoliimnarioa......2JO00
meiicano...... 1J660
Caixa Filial do Banco do
Brasil
EM 19 DE OUTUBRO DE 1857.
Directores da semana os senhores : ala*
noel Ignacio de Oliveira e Jone Pereira da
Cunt.
A uns.a d aconta leltras a 8 por cenlo ao
anno, e toma dinheiro a premio do confor-
midade com os seus estatutos.
ALFAMIEGA.
lendimenlo do da 1 a 17. .
dem do dit 19......
40I:!>96.>I3
2,V.079$8I9
427:0769332
Descarregam hoja 20 de outubro.
Paiaclio americanoFannycadeiras-
Patacho hollandezAcraquci)os, genebra e
lats.
Barca francaiaAdelequeijos, batatas e farelos.
Birca inglezaUerraionefazendas e moenda*.
Brigue partus'iezTarajo Idiversos (cuero*.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com faie'ai ....
a > com geusroi ....
I.i-
230
355
Volumes sabidos Com Ctenlas
c 11 com gneros
Total
Total
58
378
153
~531
WfiVmm. $$ pos 9.
No dia 18 do correnta nao houveram entradas nem
sabidas.
Navios entrados no dia 19.
Liverpool37 dia, hrigue inglez Ziska, de 185
toneladas, capitn Kempit, eqoipaaem 10, carga
lazendae e mais gneros ; a Isaac, Curio & C. Per-
lance, a Liverpool. *
Uavre38 diae, galera franceza Adele, .le 372
toneladas, capito Duruly, equipagem 19. cara
lazeudas e mais gneros ; a Lasserre & Compa-
nliie. Perlence ao Ilivre, Irazendo a seu bordo
tres pasgegeiro*.
Rollerilain55 diae, patacho hollaoJez allolliin-
dsch ira,n de 174 toneladas, capito II. W.
Aleas, equipagem 9, carga genebra, queijos e mais
gneros ; a Bran 1er a llr.iu.l's. Perlence a Ro-
Iherdam.
Marselha67 dias, patacho rancez otieorge, de
210 toneladas, capito Mart, equipagem 9, car-
ga diversas mercaduras ; a orilem. Perlence a
Dunkerque.
Macei17 horas, barca ingleza i'Rollies\ ,n de 205
toneladas, capitn \V. C. Tejlor, eqqipagem 11,
carga lastro ; a Saunders Brothers & Companhia.
Perlence S. JuSo de Terra Nuva.
S. Julio de Terra Nova31 dias, brigue inglez Wat-
ter Baine, de 257 tonelada-, capitn Carlos Iti-
rliar is'ii, equipagem 14, carga 2.957 barricas cum
biralhao ; a Johnslon Paler & C. Perlence a
(jreenock.
Porto31 das, barca porlugueza Flor da Mala.a
de 220 toneladas, capito Manoel U. Lapes, equi-
pagem 15. carga vinho, ceblas e mais gneros ; a
Manoel Joaquun llamos e Silva. Pertenre ao
Porlo, trazeudo a seu biirdo 21 colonos.
Lisboa18 dias, brigoe porluguez a Relmpago, de
232 toneladas, capil i u Rodrigo Joaqqim Gomia,
equipagem 16, carga vinho e mais genoros ; a
Thomaz de \qoino Fonseca & Filho. Perlence
a Lisboa. I' i nhora um ir mito.
Navios sabidos no mesmo dia.
AracalyLancha nacional o Flor do Rio Grande do
Norle, mestre Maniol Jos da Paii3o, carga fa-
zendas e mais gneros. Passageiros, Jas Cor-
roa, liuelo Corroa de Mello, Jos Francisco Co-
mee, Francisco Teiieira Mendos, F. Teiieira
Lima.
Rio do JaneiroBrigue nacional oSagilario, capi-
llo Jos Manoel Finia, carga .macar aagurr-
dente.
ti
I.UPORTACAO'.
Brigue porioguez Tarujo 1. vindo de Lisboa,
consignado a Maooel Joaquim Ramos e Silva, man-
festnu o seguinle :
50 barris vinagre, 500 molhos cebols, 25 barris
a/eile, 50 canaslras btala), 4 volumes movis, ao
consignatario.
5 caitas, 1 lardo e 1 pacole vidros para bolira,
drogas, medicamentos, peueirasde rame ele. a Jo-
s da Croz Sanios.
1 eaia brotas, ( barril sal-amoniaco, e 1 pacole
vennelho fuho ; a Joaquim M. da Cruz Correia.
60 pipas varias ; a Joaquim Vieira de Barros.
1 cana calcado do pelimento e corJovSo ; a Ma-
noel Francisca Moreira Mais.
I caita sapalos de Irancinha ; Antonio Augusto
dos Santos Porto.
28 dilss cera em velas ; a Barroca f Caslro.
SU barris cal ; a Lcmos Jnior & Leal Res.
i dilos cera em grome ; a Francisco de Paula Pe-
reira.
35 ditos vinagre, 20 ditos cevada. 20 ditos louci-
nho, 20 ditas liiigaijis ; a Luiz Jos da Costa A-
morim.
3 caitas balanzas decimaes : a Navaes \ C.
3 saceos allazemas ; a Maooel do Naseimcolo Pe-
reira.
50 barris loocinho, 20 dilos alpista ; a Jos Biplis-
ta da Fontaca Jnior.
50 dilos Inucinho, 20 ditos alpista, 1 caita batan-
ea ; a Jos Marcelino-da Rnis.
6 fardos, 8 barricas e 2 caitas dragas, medicfmen-
tos ele, 1 barril vinho ; a Joao da Cincen\1o Bravo.
1 caita e 1 fardo drogas, meditamentos etc. ; a
Antonio Pedro das Neves.
1 caitule froelas seccas ele. ; a Manoel Jos de
Faria.
1 caita sapalos de Irancinha ; a Manoel Francisco
Moreira Maia.
12 ditas cera em velas ; a Tertuliano Csrdoso Cao-
vela.
50 barris chorizas, 50 ditos loocinho, 25 ditos vi-
nagre, 300 saceos semeas, 14 fsrdos alfazenu ; a
Tasso & I rmaas.
5 caltas cera em velas ; Damingos Jos Ferreira
M. Guunaril's. m
1 dita drogas ; a Jos Fernandas Ferreisa.
3 ditas, 4 fardas e 1 barril ditas medicamentos ele;
a Joo Soum o C.
2 birris alvaiada ; a Joaquim Martiniaoo da Cruz
Correia.
30 pipas vasiss ; a Nescimenlo & Lemos.
7 caitas, I borrica o I sarco drogas, mrdieair enlo-
olc. ; Jos Aletandre Kibeiro.
72 volumes rnobilia ; a Antonio Lopes Ribeiro.
24 caitas cera em velas ; a Joan Jos de Carvalho
Moraes.
6 pipas, 7 meis e 12 barris vinho, 80 ditos vina-
gre, 139 canaslras batatas, 25 sarros cominhos, 10
ditos alpista,14 barriserva doee ; a Thomaz de Aqui-
no Fonseca iS Filho.
50 aneoretas tal, 30ibarris amendoas ; a Josa A li-
nio da Cooha & IrmAo.
20 pipas vinagre, 10 barris azeile ; a Caminha &
Filtra*.
4 bsrris cera em grume ; a Aletandre Jas da
Silva.
10 ditos azeitt,2 volumes impressos; a Miguel Jos
Alves.
2 barris vinho, 1 dito azeile, 3 ditos paios, _' cai-
tes mi'-s llvias ; a Antonio Luiz (jonc.alvaF Fer-
reira.
2 caitas pedras para lavatorio ; a Manoel da Sil-
va .Nogueira.
14 pipas, 8 meias o 10 barris vinho, 6 pipas e 28
barris azeile ; a Francisco Se veri aun R aballo dos
Sanios.
20 barris eal ; a Luiz de Oliveira Lima.
2 ditos vinho ; a Antonio Jos de Siqorlra.
72 caitas ceblas, 1 dila sapalos de Irancinha, 5
hartta azeile, 2 volumes tola, 1 dito pellica ; a No-
vaes & C.
CONSULADO OERAL.
Itendimento do dia 1 a 17. 15:7:!89329
dem do dia 19....... 3:0239915
O Dr. Anselmo Francisco Perclli, commnda lor da
imperial ardero da Rosa e juiz de direilu espucial
do commercio nesta cidade do Kecite e provincia
de Pernambuco por S. M. o Imperador que Dos
guarde ele.
Fajo saber aos que o pretenlo edilal viiein e delle
noticia liverem, em como por esle juizo pende uina
causa Je fallcncia da casa commercial de Andrade e
Leal, e no decurso da me-m i suhiram os aclus a mi-
nha conclusAo, nos quaes profer a senlenc,a do theor
seguinle :
Alten leudo e se v de pelic 11 de II. 68. que Se-
bastian Jos da Silva, Nicolao Olio Bioher A; C. e
Joo Pinto de Lemos & Filho, credo'es da casa com-
mercial de Andrade e Leal, requtrem por falla *ie
cumplimento da concrdala coucelida a' essa casi a
rescisilo da mesma concordata ; allendendn, e se
mu-ira dos documentos de folhas 71 a fallas 78, que
ecm effeilo tal concordata nao lem sido comprida :
allendendo e dos lefnrldos docuin'iilus su inoslra
que o estado dos negoeioi da c.ia concordataria se
acha por lal maneira deteriorado que o sen activo
na chegara' par.Maolvero debilo da dila casa, r- I i-
zulo por ell'-il i di concrdala. Um-laro rescindida
a concordata de que se traa, fundad > ni que dispon
o artiga 819 do cdigo commercial com rtf-ieMcia
o artigo 902, e declaro novamente a firma de An-
drade e Leal em estado de quehra. Servir' como
curador liscal da fallencia Sebasito Jo' da S Iva,
que coma tal servio antes da eoncessAo da coue ir lu-
la, e como depositario inl'riuo, o qo servia neslc
processo coma effecliva, antes de oulorgada a con-
cordata em qae.1.1o. Seja a prsenle publicada na
forma da lei, e ordeno que se p mham sellos em to-
dos os bens, livros o papis dos laliidos : para o que
ae enviara copia dosis ao juiz de paz cimpelcnie,
salvo se se poler em um dia concluir o inventario
dos bens da masa. Itecifc 13 de oulubro da 1857.
Anselmo Francisco Peralli.
E mais senil i conlem na minha sonlen?a aqni co-
pia la ; ecm consecuencia da qual me enderecou o
carador li.c-.l dos fallidos a peli;9o do theor se-
guinle:
I im. e Etm. Sr. Dr juiz da commercio. Diz o
curador fiscal dos fallidos Andrade c Leal, que leudo
de serem convocados os ere lores para nomeac,3o de
depositarlo provisorio, vem requerer a' V. Etc. dlg-
ne-se marcar du e hora para ler Inaar a reumao.
afim de serem insertas nos editaes que se devem po-
hlicar para esse lim. Pede a V. Etc. digne-se defe-
rir-lhe, E R. M. Joaquim da Alhoquerque Molla;
e mais se Da contem em dita pelicao, na qual pro-
fer o despach) dn Iheor seguinle :
O dia 22 do cmrente, depois da audiencia dcste
jnito, e na sala dos audilori s. Recife 17 deoula-
bro de 1857.A. F. Perelli.
Nada mais aa contem ni meu despacho aqui co-
piado, em eonsequencia da qual o eserivo abaiio
declarado, fez passar o pres-nto e lllal, pelo qual
chamo e convoco a lotos os cied res dos fallulos
Andrade e Leal, para qu- na dia 22 do correnle, de-
pois da audiencia desle jalao se reonam na sala dos
auditorios, afim de noinearem depotliario a massa
fallida dos retferidos s ippiicados, como se requer
na prlirao cima transcripta.
E pira que chegue uolicia a Indos oS credores dos
mencionados fallidos, m m le passar edilaes que se-
rla alliados nos lugares do coslume'o publicados
pela imprensa.
Dado a paseada nesta cidade da Recife 19 de ou-
lobra de 1857. Ea Francisco Ignacio de Torres Ban-
daira, escrivao do juizo commercial o lie escrever.
Anselmo Francisco Perelli.
48:752927
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hendiinenlo do da 1 a 17. .
dem do dia 19.......
1:1099311
779311
1:1861652
DESPACHOS DE EXPORTADO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
19 DE OL'TUBhO DE 1857.
I eliuouihBrigoe sueco atienny. James Ryder &
C, 1,200 saceos assucar masravado.
FalmomhB'igoe inglez oD. Joan, Rostron Roo-
ker & C, ;io) saceos assucar nascavado.
Break-vsalerBrigue americano Fairy, Rostron
Rooker & C, 80i) saceos asaocar nascavado.
Lisboa Brigue purtugoez Activo, Ainuiim li-
maos, 70 saceos assucar mascavado.
PortoBrigue nacional Despique de Beiriz>>, Re-
zen le A C.| 17 pipas mel.
CibrallarPatacho nacinil Cunslanca, Baste tal
Lemos, ItX) saceos assucar matcavsdo.
LoandaBrigna porluguez Portadora, Vhiva A-
morim 15 Illas dito brauco, o 20 latas dito retina lo.
1 .1111 porlugaez Portador, Thomaz de A-
quino Fonseca & Filho, 30 pipas cachaos.
EXPORTACAO'.
Baenot-Ayres por Montevideo, escuna hespanhola
Nao Foi Vencida, condujo o seguinle : 507
barricas a 102 saceos com 6.59G arrobas e 14 libras
de assucar.
RECEBtDORIV DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PBRNAMBIXO.
Renlimenlo do dia I a 17. 29 6571219
dem do dia 19....... 3:660?808
33:3189027
CONSULADO PROVINCIAL.
$*&'*.**.'$#
Rendimenlo do dia
Idam do dia 19.
I a 17.
38:8301701
1:662/352
28:1899053
N. B.-1I7)
p. p.
Carla escripia em dala de 13 de abril
_OMIm. Sr. inspoctor da thesouratia
provincial, em cumprimento da rcsoluQSo
da junta da fazenla, tnandn fazer puhlico,
que a conservacao permanente da estrada
do Pao d* Iho vai novamonte a prar;a no dia
29 do correnle, pela iiuanlia de 6:900; reis,
por dez mezes
E para constar se mandou alxar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria provincial de
Pernambuco 9 de outubro de 1857.-O se-
cretario, A. F. da Annuuciacflo.
- O lllm. Sr. inspector da thesou-ma
provincial, em cumprimento da rcsoluco
da junta da fazenla, manda fazer publico,
que a obra do 9.- lauco da ostra la do noile,
vai novamenle a praca no dia 29 do corren-
te, pela quantia o 9:236919).
E para constar se mandou alliiar o pic-
sente o publicar pelo Diario,
Secretaria da thesonraria provincial de
Pernambuco 9 do outubro de 1857.-0 secre-
tario, A. F. d'AnuuncAciio.
Pela contadoria da cmara municipal
do Recife se faz publico, que o prazo mar-
ca !o para pagamento do imposto de carros
de passeio o aluguel, crnicas o mais veh-
culos de conducho, principia lo 1.- ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
vel, e tolos quer deisaem lo pagar no ni -
rido pra?o, licam sojeltos a multa de 5J 0|0
do valor do imposto. Contadoria municipal
do Recifo 29 de setembro de 1857. o con-
tador, Joaquim Tavarcs Kodovallto
- OSr. collector das randas provinciaos
do municipio do Coiauna fa/ saber qu^i era o
dia de hoje Ihe foi entregue pelo ilolnga lo
dtV.o termo o cscravo crioulo de nome Luiz,
nHiral da comarca do l.im.ieiro, do idade
de 5 annos, estatura alta, rolo redondo,
cabillos carapinhos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada .le
benga, preso nessa cidade ordem ao mes-
mo lelegado, no dia 3 de Janeiro do ect
rente anno, sendo avahado na quantia de
1:201) ; pelo que chatna-se a todas *s pes-
soas que tiverem direito ao reeridd cscravo
pan que dentro de 60 dias, contados da pu
blicisSo deste, apresentem na collccloria da
dita cidado sua justifleneflo de dominio, a
qual ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e finJo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, e ?pr-
ta do mesmo Sr. collector, preceden !o-se
annuncio do dia e dora em que houvisr de
ter lugar dita arrcmelfiqjo, publicanJo-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vter. Collectoria provincial do municipio
de Coianna 30 dejulho de 1857. O escrivSo
da collectoria, Luiz de Albuauerque Lias
dos GuimarSes Peixoto
CONSELIIO ADMINISIRATIVO.
O conselho administrativo, om cumpri-
mento do art 22 do regulamento de lide
dezembro do 1852, faz publico, que oram
aceitas as propostas de Joio liarlos Augusto
da Silva. Luiz Leopoldo dos GuimarSes Pei-
xoto, Jos Francisco Lava, Fonseca & Vian-
n>, Rodrigues & Ribeiro, GuimarSes e oli-
veira, Jos Antonio Moreira I) as Si C. e
Miranda & Vasconcelos, para fo-neceren :
0 1.- 600 alqueiros de farinlia do mandio-
ca de boa qualidude, esacca la em panno de
algodo da i abia, e posta a bordo, a 135500
0 alqueire
0 2. os melicamrnton para a botica do
presidio da Fernando, segundo a rolacoja
annunciada, na inipnrUneia iln 505-?600 reis,
20 garrafas de tinta prcta a 400 rs 1 barril
de oleo de linhaca a 1^800 rs o galSo,
1 arroba de agua raz a 400 rs a libra, 8 on-
cas de llr do ail por 1500 rs., 4 arrobas
da roso trra a 1-920 reis.
0 3." 6 pecas de ma.lapoUo a 4/500 reis,
I dita de baetillta a 500 reiso covado, edi-
tas de cassa para baba los a 3)400 rs., 2 pe-
cas de bramante enfestado a 19500 reis a
vara.
04.- 4 a-robas de cara em velas de meia
libra, a 1a280 reis a libra, 4 resmas de papel
almacoa 2800 reis, 4caixas cora pennas de
ago a 900 reis, 4 arrobas de colla da liahia a
27p rs., 8 dilas de chum'ao em barras a 59250
reis, 2 ditas de rame deltalo sorti lo a
259500 reis, 2 ditas do dilo de ferro a 736OO
reis.
O 5.- 8 resmas do papel pautado a 4o20O rs,
16 libras do barbante a 600 reis, 4 quintaes
de ferro da Suecia a149rs., 8 arrobas de
arcos de ferro para barris a 29400 reis, 2 du-
zias de limas chatas de 16 a lOj rs., 2 ditas
de ditas d*12 a 53500 reis, 2 ditas de ditas
de 8 a 2/800 reis, 3 dilas do ditas de 6 a l;9t)0
reis, 2 ditas de ditas de 4 a i?400 res, 2 di-
tas de ditas de meia caima de 8 a 3#20o, 2
ditas do ditas de 6 a 1/920 rs 2 ditas de di-
tas do ditas de 4 a 1-600 reis, 2 ditas de dilas
de triangulo do 12 a 79000 reis, 2 dilas de
ditas de 6 a 1-920 reis, 2 ditas de ditas de 5
a 1-600 reis.
O 6.- 4 resmas de papel almaco a 43200
reis, 400 pennas de ganso a 19 rs., I ritual
romano por 3/ rs.
O 7.-i dnzias de lapis a 240 reis, 2 arro-
bas de estanto em verguinhas a 800 reis a
libra.
O s.- 1 mssal por 25- rs.
Eavisa aos supradilos 2.-, 3.-, 4." e 5.-
ven ledores, que dovero recolher os rospec -
ti vos objectos ao arsenal de guerra no dia 21
o correnle mez, aos 3 suguinles no dia 23
do correnle mez, c ao |. durante o prazo
,- o i 1 1 u era sua proposla.
Sala das sessoes dn conselho administra-
tivo, para forneciraento do arsenal do guer-
ra, 19 de outubro de 1857. Bernardo Pe-
reira do Carao, vogal e secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presi.lente da provincia de 14do
corrente, manda fazer publico, que no dia
5 dn novembro prximo vindouro, perante
ajintada mesna th:souraria, se lia de ar-
rematar, a quera po>- menos fizer a obra dos
reparos do quartel da villa do Cabo, avaha-
da era 1:210)000 reis
A arrcmalac3<) ser feita na forma da lei
provincial n. 343 do 15 do maio de 1854, o
sol) as clausulas espcciaes abaixo copiadas.
As pessos que se propozerem a esla arre-
malacfto comparecara na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
mcio dia co tipelcntemcnle habilitadas
E para constar so mandou alxar o presen-
te o publicar pelo Diario.
Secretaria da tliesourarin provincial do
Pernambuco iodo oulubro do 1857. O se-
cretario, A. 1*. da An11u11e1ac.il).
Clausulas especiaos para a arreoiatacio.
1.a As obras dos reparos do quartel da
villa do Gibo, far-se-hto de conforraida-le
com o orctimonto approva lo pela directora
em conselno, o apresentad a approvaciio do
li\m. Sr. presidonteda provincia, na impor-
tancia de 1:210) rs
2.a O arrematante dar principio as o-
bras no prazo do um mez, o as concluir no
de 5 mezes, ambos contados na Torma do
art. 31 da 1 i n. 286.
3. s % importancia da arrecadac'o ser
paga em tres presiac,Oes iguaes : a prlmeira,
dipoisde f'ila a melado das obras ; segun-
da depois da entrega provisoria ; ea tercei-
rt lepois do recebimento definitivo, o qual
verilicar-so ha tres mezes depois da entrega
provisoria.
4.*" Na exocneSoda obra oarrematante
seguir as prcsctipciics do ongeniteiro res-
pictivo
5." Para tulo o mais que nao se achar
determinado as presentes clausulas nem no
orcamunlo, scguir-sc-ha o que dispoea res-
peito a lei provincial n. 286. Conformo.
II secretario, A. F. da \nnuiiciaQ3o.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de com-
prar, osqajpbclos seguintes :
Panrp oriniento dos armszens do
almoxarifado.
rame de lelSo de ji 8, librss 96 ; dito de
dito de n 13, libras 32 ; chumbo ea lencol,
ai robas 20; dito era barra, arrobas 40 ; a-
reia de mol !a>-, alquei-es2; cadinhos do
noite do n 10, 20 ; dito de dil i de n. 12, 20 ;
seccante, arroba 1 ; carvJo do pedra, tone-
ladas 18; chapa grande de ferro para o fogio
do quarii-i dos menores 1 ; frecbal de 35
palmos 1 ; taboas de louro du assoalho de
11 a 16 pollegadas, duzias 20 ; cosladiulios
de assoalho de 16 pollegadas do largura 6 ;
oleado, covados 60.
4.' baallho do arlilharia.
G semira carmetim, covados 76.
8.- Iia(alli.'ii) de lu.litara,
Jogo do bataneas, com pesos at urna ar-
roba 1.
10.' batalbao de infanlaria
Panno mesclado cor de caf, covados 81.
Companhia de cavaliaria.
Freia/fl singelos23.
9." batalh5o de infanlaria.
grvalas 35.
7.' balalbao.
Camas, colchoes 100 ; travesseiros 100;
maulas de 13a 50 ; chitas para '25 cobcrlas,
covados 150; carapucas do aluodHo 25 chi-
nadas, pares 100 ; bules de folha 12 ; cni-
caraa com pires, duzias 3 ; pralos, du/.ias
4 ; assucareiros de lnuca ou de folha 6 ;
m-inleigueiras 6; talheres coxpletos 50;
ourinnes cum lampa 12; cocos de tirar a-
gua 2
Quem quizer fazer dito forneciment apr-
sente as suas prnpo^tas em carta fechada na
socn:tria do conselho, as 10 horas do dia 25
do correnle mez.
Sala das sessOes do conselho administrati-
vo para fonicciaicnto do arsenal de guerra,
19 de oulubro de 1857. liento Jos Latne-
nha Lina, coronel (residente lern*rdo
Pereira do I armo, vogal e secretario.
Tribunal do commercio
Por esla secretarla se faz publico, quena
data 111 fia loram insciiptos 110 livrod. ma-
tricula dos coramerciantcs o Sr. Alexan 1ro
Fe'reir GuimarSes, cidadSo porluguez, do-
miciliado cora su 1 casa de commercio do
gneros de estiva, ferragens c lo ic, em
grosso o a reta loo, na cidade do Macei, pro-
vincia das Alagas; e a firma social, bra-
sil-ira de Manoel Joaquim Seve & Filhos, cs-
tabeieci la na rus da Cruz desta cidade n 13,
com escriptorio de coramiss()es e negocios
deconta popria, ou importaco e exporta-
CSo de gencos nacionaes "c estrangeiro, em
grosso e a retalho.
Secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco 16 de outubro de 1857. Dr.
Aprigio GuimarSes, oflicial-miior.
Pela delegacia de Jaboalao foram ai)-
prehen lidos 2 cavallos furtados : seus donos
comparecara munidos de do;omenlos legaes
que lies siia 1 entregues Delegacia do se-
gundo dislricto do Recife 45 de outubro de
l57.--0 delegado, Jlo Francisco Xavier
Pacs Barreto.
Gabinete ptico
ATERRO DUIOHIsm. \.
O director dcste saino, participa a seus
Ilustres protectores, quo tendo-se. do reti-
rar desta provincia, offerece-lhcs esta penl-
tima semana tima boa e agradavel expsito
de vistas escolhidas.
Vistas que serSo ^alenleadas at o dia 24 do
do corrento.
Guerra do Oriente.
1.' Goostantinopla guarnecida pola es-
quajra anglo franceza.
2.a As esquadras alltadas, arvoranio o
signal de guerra Russia.
3.' Ataque do forte S. Nicolao.
4 O grande desastre do Sinopc.
5.* A halalha do liikenu : 11.
6.* A buladla do Alma.
7. Assalto da torro de Malacoff.
8. Retirada dos Russus para o norte, in-
cendio tle Sebastopol.
9. Os ver ladeiros retalos dos defensores
da guerra do Oriento.
10. Itatalha de MourSo, ganha pelos Bra-
sileiros.
II Vista de Genova, tomada do Saumao.
12. Rio de Janeiro, tomado da illia das
Cobras.
13.' Palacio e tapada do Versalhes.
14. Interior do palacio de Luiz Filippcom
Paris.
15. Sepulcro de NapoleSo I, em Santa
Helena.
16. Jardim das flores om Pars.
17." Vista geral de Paris.
18. NapoleSo I, botando oculo era frente
da Calhodral de MilSo em Italia.
O salao eslara aberto das 7 at ns 11 da
noite. Entrada 500 reis.
Maraiilifio.
Palhabole Sobralense recebe, cirga : a Ira-
lar cora Caetano Cyriaco da Costa Moteira,
na ra ds Gadeia do ltcil\i n 2.
Rio Gran le do Norte.
Segu era poucos dias o hiatc Novo Olin-
da: a Iratar comTasso IrmSos.
Para o 3iio de Janeiro,
O veleiro e bcni conhecido patacho Vlen-
le pretende seguir cora muila lircvidade por
ter motade do seu carregamento prompto :
para o testo e escravos, trata-so com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. I.
le r.
Seguc no dia 25 do mez coTcnle o palha-
bote Venus ; recebe carga e Dassageiros : a
Iratar com Caetano Cyriaco da Costa Morei-
ra, ua ra da Cadcia do Recife n. 2.
yraoty.
Vai sabir com breviiade o hiale Exhala-
cSo : para carga o passageros, trata-secom
Caetano Cyriaco da C. M., na ra da Gadeia
do Recifo 11. 2.
'aia a Balii'i
A veleira sumaca Amphilrtlc pretende se-
guir com muita brevidado, por ter parte de
seu carregamento prompto : para o resto,
trata-se con o seu consignatario Antonio
iz de Oiiveira Azovedo, ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa seguc breve o brigue Ac-
vo, o qual anda pJe receber alguraa car-
a, como tnm boas accommodar'oes para
passageiros .- quem no mesmo quizar em-
barcar ou carregar, poder* entonder-se cora
os consignatarios Amorim Irruos, ou como
capitSo na praca do commercio.
-- Para Aracity, o hiatc Duvidoso sahe
com breviiade; ja te.m parte da carga : para
o resto c passageiros, trata-si cora M irtins
& Irmo, roa da Madre do Dos n. 2.
Carteiras, almarios, prensa de copiar, re-
logio e mais objectos do escriptorio.
Erna terreno com I'IO palmos de frente e
fundo at baixa-mar. annexo a fabrica.
33 cascos com azeito do palma, e urna por-
qo do dito era deposito era um tanque de
ferro as 0 horas era ponto do supradito
dia, na mesma fabrica, ter lugar oleilSo.
-- O agento O iveira, lara leitSo de una
ptima morada de casa, recenlemctite edi-
ficada na melhor localidade da ra do Hos-
picio 11 18 I!, com excedentes commolos,
conforme tem sido annunciada nestn jornal,
pelo seu proprietario o Sr. Vicente Ferreira |
da Costa, e de outra de campo, com sitio na
estrada do Monteiro, foi do Sr. Sampsio)
muilo fresca por ter a frente rara o rasecn-
-e, com boas salas, o espacosos quartos,
grande sotiio repartido, coziuha fura, quar-
tos para pretos, casa para feitor etc., tendo
otetreno m'is do 300 palmos de frente, e
600 do fundo, e muitos arvoredos, cacimba
do excedente agua, tanque etc. : sexla-fei-
ra 23 do correnle, as 11 horas da manhaa,
em seu escriptorio no Recifo.
lim la'mc btalas
SANTAISA3EL
lt. nECITA U ASSIG\ATLR4
A
EMPREZ AGERMANO.
OLARTA-FE1RA, 21 DE OUTUBRO.
Subir' a'acea o hkvo drama original parlu^uer, de
grande espectculo, em 3 actos, do Sr. A. Cesar
de Lacerda :
EL-11EI D. JOO IV
OL"
0 PiGEB A1IIIJ.
Toma parle Inda a companhia.
A musica he (la composi'c.lu do Sr. Colas, recente
ila orclicsla.
1 Terminar o espeelaeulo cm a sraciosa farja, r-
nala demuiica :
MABIQINHAt>, A LEITEIRA.
Principiara s 8 horas.
Os hilhelet acliam-se venda no escriptorio do
1Ihealro.
Lui
til
ea.

COlFAlfHXA
ih' paquetes Ing-leiea .
11 vapor.
No dia 21 desle incz alarde, Npera-te do I ol 6
vapor Tevioln, coiniiiudante Molr, o qual depois
da demora do cosluine^sesuira' para Soutamplon,
locando una porloa de San Vitante, Tcncrill-, Mi-
de'rae Lisboa : para passascirns, etc., iral?-se enm
os anenles Adamion llouwie g C. n. 12, roa do Tra-
piche Novo.
W. II.Os embrullius su se recebem al' dnas ho-
ras antes de ta fecharon] as malas e depois mais
una hora, pagando entao um palacio alui do frele.
Para o Rio Grande do
Norte e .vssu
sahe nestes dias o hiale Novo Olinda : a tra-
tar cora Tasso IrmSos.
Acaracu'
Seguocom muita breviJade, por ter parle
da carga prorapta, o palhabote Sobralense.
capitAo Francisco Jos da Silva RUis; para
o resto e passageiros, trata-se com Caetano
Cyriaco da G. M na ra da Gadeia do Reci-
fo n. 2.
9ilto.
L illO (C S tl)
- O agente Borja, door.iem do Exm. Sr.
juiz especial do commercio, a requerimonto
ilos administradores da massa fallida de I).
Candila Maria da Silva Lima, viuvadellel-
phina Goncalves l'ereira Lima, fara leil3o de
de*00cixas com sabo amarello, perleu-
cente a dita massa : tercu-feira 20 do cor-
renle, as II horas da manli.
Leilao de gene-
ros,
Ter$a-jfeira '20 do cor-
rente.
0 agente Pestaa far leil3o, terca feira
20 do corrente, as 10 horas da manha,
porta do armazem do Sr. Annes, defronte
da alfaniega, do
100 saceos cora arroz da India
28 garajaoscoin earno do Cear.
Urna porcQo le caixas CLi.rn massas sorlidis.
100 callas com sabSo (reto.
Leilao
1>A.
FABRICA D SABA 0.
Sexta-feiIV 6'de novembro
A requerimcnl.o dos administradores da
massa fallida de I). Gandida Maria da Silva
Lima, viiiva de Dcllino Concalves Pereira
Lima, do ordem c em prescoca dn Exm. Sr
juiz especial do commercio, far leilooa-
gente Borja, dos objectos seguintes :
Om sobrado com 60 palmos de frento e 256
de fundo, is 2 casas lencas com 35 palmos
de frenlecada una, o 85 de lundo, em que
se acha cstabelecida a fabrica desabao, sita
na ra Imperial desta cidade.al com terreno
baixa-mar no rundo das mesmas casas, com
cambo* caes.guindasto de ferro.duas grandes
caldeiras do manipulac3o,com mexedoresde
Ierro movidas por vapor, calJelra c machina
de vapor Aa forca de seis cavallos, duas ser-
ras, sen lo una vertical, e outra circular,
bombas de ferro, ludo movido por vapor, 8
grandes depsitos de madeira ou resfrisd'o-
resdfl salino comportando cada urna mais de
mil caixas, alera de urna mensidades de
utensilios, proprios do eslabelccimento
Olio escravos de dilTerentes ida Jes ja acos-
tumados ao servico da fabrica.
Um laboratorio chimico para a analyse,
i conten.lo pecas de vidro e metal mui impor-
|tantes, urna porcilo de frascos com accidos
I etc. ,
1er*ja-feira lO do cor-
rente.
O ante Peslana fu Icil3a lioj? pelas 11 ho-
ras da iiiinbni, a pirla du armazem do Sr. Anne
dtfronte ila alfandesa
de
140 canastras com bata-
tar novas.
mo t>*to$.
Lstando a conteccionar-se o aimanak
administrativo, meicantil c industrial
desta provincia, roya-se a toilos os se-
nl)ores(|iio costumam sernelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
di ora de domicilio, on outra qualquer
lembran moalmanak completo: da mesma sorte
roga-se aiis sciiiioics de engenlio e renda-
ros, riueiiam mandar as altrateles que te
tiverem dado a respeito de suas proprie-
dades.
l-iriiici-ca Hacsoel oe Jsiuia Olsvoira,
prezada mai e irinSos, iiiflnilamtata arade^
cem a lodos os genitores, que se diguaram ob-
sequia-los tionrando-oa com sua asistencia as
etequias que tiverain lucar no dia 7 do enr-
rsuie, no convento de SerjnhSem, pelo falle-
ciinenln de sua prezada in.n, D. Antonia
Francisca de ONviira.
Eii^ciilio Caitneira 10 de oulubro de 1S57.
'auluio Manoel de Sooza e ana seuh'ra,
inliiiil iini-i.l.' ara<1ectni a todos os Illms. Srs.
qua se digoaram olisequu-las honrando cum
suas assistencias, as etequias que liveram lu-
nar no da 13 du rnrrfiiie no convento de S.
Francisco em Sarinhtsm, p'lo fallecinipnlo
de sen prezado filho Paulino Manoel de Sou-
za Jnior.
Engenlio Carneirinbo I "i de oulubro d*
18">7.
Joaquim Antones da Silva, agr-
dece geratmente aos seus amijjos, o
obsequio que Ihe zeram le pres-
tar-secora sita presenca, nos nlti-
mos suragiot do sen (nado ir-
m;ioJo-c' Antiiniies da Silva
Vende-se o patacho dinamarquez
Fortuna, de 121 toneladas, forrado de
cobre e de priineira marcha: a fallur
com os signatarios ra dS Cruz. n. 10.
elogios.
Vendem>sc relogiosde orno c de pia-
la, concertam-se por precos razoaveis,
faz-se troco, eda-se dinheiro a premio :
na ra da Concordia n. \-
fp Joo Mora Seve, medico chega- ^
<5) do Ira pouco da Europa oll'erece- sf^ se para tudoaqmllo que for ten- g
X\ dfnle a sua prolissao, c especial- ^
^ mente para partos, pbdendo ser S
2 procurado na ra do Seve (liba ^*
aP dos Ratos) onde sempre o a-lia- 9
^ rao promplo a f|ualquerchamado
Livros em brau-
co, de Ilain-
burgo
lin sortimento completo vende-se em
casa do Timm Morasen & Vinsssa, na .rs^a
do Corpo Santo n. 13.
FAZEHDS BsiAS E B4RATAS
Na nova loja d 4 portas,
na roa do Queimndo n 37, passando o bec-
coda Coogregacao, he chegado a esteesta-
hnlecimento ura excellento sortimento de
vestidos le seda cora habidos, de lodosos
precos, '? se assevera aos freguezes ven-
der-so per menos do queom outra qualquer
parte: sssim como olindinas do quadros a
900 rs. o covado, indianas i)o soda muilo li-
nas a 1;00 o covado, sedas de quadros a
800 rs o cavado, ditas enfestadas a 1?5G0 o
covaJo, cha I y lavrado moderno a 1&200 o co-
valo, cassas franeczas muito finas a 500 e
70 rs a vara, mussulias matisadas a 360 o
covado, ditas miudinhas a 280 o covado,
elides do casmira muita finas a imila?5o
detouqu.-u a 22?, duqueza nrota e de cores
muito lina a 1*100 o covado, riscados india-
nos linos c largos a 320 o covado, laazinhas
miudinhas e finas a 360o covado, grosdena-
ple do cores a 1*700 o covado, dito preto
ramio lino a 2c. cortes de collote de velludo
muito linos a tls.lencos de cassa a 100, 120 e
I60r.s,e muito mais fazendas que uohe'
possivel annuncia las por haver muita di-
versidade, poim cun vista uno deixaro
de comprar por |,ie os precos Ihe h3o do
agradar.
Alugaseuma negra para o sjrvico de
una casa ou para vender ua ra, pois tem
pratica e he fiel, e d cunta do que se entre-
ga : na ra da Praia n 20, so dir quem
aluga.
Est fgida a preta Joaquina, bera en-
mienda, porque ha muito ven le tapioca,'he
velha e muito feia, de estatura pequea e
magra, lera cabellos brancos c he calva, tem
o indar romo quem esta cahindo, tem os
dedos todas calejados e incitados, Uvou cha-
les do merino roso : quem a pegar leve-a
travessa da Tremi n 9.
O Sr. Jos doSouza Castro saiba quo
he alleciila na ci la le da Itahia a sua av Ig-
nacia Mara Je Spuzt, a qual falleceu em 5
deste corrente auno. Sinto mui-
to o meu Ulho passar por esto g-ilpo, pelo
qual Umbem ou p soi, <-. todos nds havemos
de passar. Receba a minha h-nclio. O seu
pai, Jo.io Antonio do souza Castro.
No dia 15 do corrente desappareceu
um menino do cor preta, de i lado de 8 p.:ra
9 annos, lnvou calca de algodo de risca lo,
camisa de madapoln cngoramala, chapeo
deoalha trancada,com fila preta, e ura cin-
luraodeeonrona cintura; este menino he
moradoren Olinda, voio ao Recife cora um
par de hotins para vender, e tr-zia MSOOO
para comprar algumas encomraen las ; des-
ConGa-ge que fosse soduzi lo para talvez fur-
tarera o que elle trazia cora sigo roga-sa
as autoridades policiaes c a qualquer p ssoa
que delle souberou liver niticia, de o leva-
rem ou ra.-n larem a ra da Praia n. 17, quo
se gratificara a qualquer pessoa que nilo te-
nhaobrigaco de o entregar ao lugar indi-
cado.
- O a'uaixo assignaio declira, que no
na 16 do crrante mez apjareceu no seu si-
lio omS Jos do Manguinho, o escravo de
nomeFrancisco, crioulo, que diz ser c-cra-
vo do Sr. Francisco do aula Pereira de An-
drade, morador em Coianna, procurando
para o comprar, sendo que o mesmo senhor
o queira v?nler, pule dirigir-;.! a esta ci-
dade a fallar com oab.iso assigualo, no
seo escriptorio na ra da Cruz do Recife n.
13, prinieiro andar, para tratar do ajus-
to, n3o se responsabilisandu por fuga do
mesmo.Antonio Joaquim Seve.
Preelsa-sealagar u">a pessoa forra ou
captiva, para o servico interno e externo de
urna casa em Beberibe : a t'atar no memo
lugar com o respectivo professor.
Quem precisar de ura sacer lote para
celebrar missa nos domingos o dias santos
nesta prac, ou na freguezia do Poco da Pa-
nella, dirija-se a ra do Uncinado n. *3, ou
annuncie.
- l'recisa-se de um caixeiro que enten-
da de taberna, o que de fiador a sua con luc-
ta ; em Fora de Portas, ra do Pilar n, 145.
S, Gonealo.
Os encarregaios de festejar o glorioso S
Goncalo de Amarante, erecto ni igr-ja de
.Noss Senhorr. do filiar, em Fora de Portas ;
rogam a todos os d -votos o devotas a con-
correrem com suas usm lias, afim J.; ser fui-
ta com toda a pompa e brilnantlsmo a (esta
em honra o gloria de to milagroso sanio,
levendo ter lugar o lorantamento daban'
deira no dia 29 do corrente ; e dias antes
ser annnncia lo o grande programtna da
bandeira e festa.
- No da is do corrente desappareceu
do lugar Forno da Cal, termo de Ulinds, ura
quarlao rucopedrez, altura regular, sera an-
dares, e com ns signaos seguintes : no quar-
to dircilo lem urna marca, e no osqu^-rdo R ;
a pessoa que o achar ou der noticias, din-
ja -se ao aterro da Boa-Vista n *2, que rece-'
her boi gratilieelo.
Precisa-sede umr. engommaleira para
casa de pequea familia, e nao se cscolhe
loraou captiva a tratar na rus da Gadeia do
Rerife n. 20
Vende-se urna esorava da Costa, cria-
da em casa desde a idade de t annos; sadia,
lava cengomma bem, faz toda a qualida le
lo doc, enclnlia d forno o fo^lo Pera, cos-
tura sotfrivel, da 16? ven Jcndo a laboleiro.
!ie fir>| e diligente paia lodo e qualquer ser-
vico : para tratar, no becco d i Sajapatol, al
as7 horas da maoh&s, sobrad de 5 purlas,
(irimeiro andar.
Pieclsa-se de urna ama forra ou capti-
va, para comprar e cozinhar, para casa de
pouca familia ; na loja de livros, defronte
do arco de Santo Antonio.
Conpram-se jorn es a 140 reis a libra ;
na taberna da estrella, do pateo do l'araizo
n. 14.
Vende-se urna mulatinha peifeita, e
cora idade de 13 annos : na ra do Hospicio
defronte a chcara do Sr. Cintra. A quem
Donvier, procure das 7 as 9 horas da ma-
nhaa, o das 3 as 6 da larde.
Vende-se na rui do Qurimado n. 35.
urna mulatinha do bonita figura : quera a
pretender, dinja-sea mesma ra, que acha-
ra com quem tratar.
Vcndem-so 4 saceos com cera do car-
nauba de s iperior qualidade, por preco
comraodo para rcabar: na ra do Hrum,
pass.au lo o chafariz, p'im?ira casa.
Venicm-se a 83 saceos com farinlia,
que tem mais de um alqueire, medida ve-
lha, e de boa quali.lale: ua cambo do
Carino n 18
Vendem-sa duas casas de taipa, em
chaos proprios, de ns 36 e 37, sitas na ra
da Amiza 1p, na Capuoga : a tratar no ater-
ro da Boa-Vista junto .1 matriz n. 81.
Vende-se u-na armacSo envidracada,
de liuro, por preco 111 uitj barato : na ra
Nova, loja n. 22.
Vende-se o deposito n. 29,*na ra do
Vigario, afreguezado, e lera poucos fundos,
ou so admilte ura socio habilitado para o
mesmo a pessoa que quizer, dirlja-so ao
mesmo, 011 a praca da Independencia, loja
n 3.
4,
>ares,
com fabrica do pentes ,1c tartaruga na ra
hs Trlncbeiras n. I, avisa ao respeitavel pu-
blico o a lo los os seus freguezes, que rece-
be u pelo ul imo navio de F anc, um grandu
e variado sortimento de pentes de tartaruga
paa atar cabello, os mais mod-rnos, e que
po I vender mais barato do que em outra
qualquer piirte, tan'o a retalho Co 10 uor
atado.
~- Na no te de 17 do corrente, no Ihealro
de Santa Isabel, perleu-so urna puloira de
ouro com esmalto azul oscuro: rog:-so a
pessoa que ^or ventura a tenha achad ), d> a
levar no escriptorio de Novaos A G., na ra
do Trapichen. 34, que ser gonerosamoata
recompensado
Pracisa-se do nina ama c-im bom lei-
le : a tratar na ra do Queimado n. 42, loja
do fazenias de Albino Jos di Silva, ou na
ra Oi'eiU n 91, segn lo an lar.
Precisa se do ura caixeirocom prali-
ca de taberna : no aterro da Boa-Vista n
81, se lli! dir quem pre.-isa.
I'erdeu-se na noito do dia 18 do cor-
rente, da ra de Domingos Piros at a ra
da Cruz do Recifo, tenlo-s! neste trajelo
entrado na igreia do Corpo Santo, urna pul-
ceira dcoura : qu'm aachou. queren lo res
titui-la, ser reo impensado com generosi la-
do, na ra da Cruz, segundo au lar, por ci-
ma do escriptorio dos Srs. Burle, Souza &
G. [va mesma casa so dir os signaes da
mesma.
Offrece-so um rapaz quo amia se
acha arrumado, para caixeiro do qualquer
eslalkleciment, ou mesmo para a ra, o\-
eepto taberna, o qual d fiador a sua con-
ducta : quera precisar, annuncie para ser
procurado.
Da-so dinheiro a juros om pequeas
I quanlias, con pnnliores de O'iro 0.1 pra-
ta: na travessa do Singado n I, so r
quem da,
- I'ugl 1 da casa .Ir abiiso assigna lo
una preta de noma Maria, com os signaos
seguintes : cor fula, estatura reglar, ida Je
80annos, pouco mais uu menos, fila faniio-
sa ; esta preta foi escrava lo Sr. Jlo Pinto
lo Magalhfes roga-se a qualquer pessoa
que a pegar, leva-la a ruid Praia, no ar-
mazem du mesmo abaixo assigoado, que
ser generosamente recimpensado.
Precisa-se de u*a caixeiro, ni pilarii
da ra das Cinco Ponas n. 162 : quem es i-
ver tiestas circuios ancias, dirija-se a mes-
ma, dando Ranea a sua conducta.
--- No hotel da ru da Penha n. 2, ha as
lercas-friras o domingos ralo de vacca, holi -
Ohoa para tomar com choeolat, caf e cha,
a qualquer hor ; farnece-se qualquer come-
doria para fra, engomma-se e fazem se ve-
las de carnauba, en porcSo, e boiinbos para
fura, tudo com muito aceio e perfetco. por
comino lo preco ; convida-so aos senhores
acadmicos a mais possoaa que qiiiz:irin vir
apreciar o caf
/ap paraeose
DA
FABRICA NACIONAL
Lotera
DA
Provincia.
Os abaixo assignados lem expostos a ven-
da na sua loja no aterro da Bua-Vista 11. 56,
O as lujas do costuran, os stus bilheles o
meios da segunda o ultima parte da 19 lo-
tera do Thealro deS. Isabel, os quaes nao
solTrem o descont dos 8 00. c sendo do
100; para cima a dinheiro, pelos seguintes
precos :
Kilhetc 53500 recebe 5:0003
Meios 2;750 2:5003
Silva Cuinares <>< C.
Lotera
DA
proYncia.
Segunda paite da j)nmeira lotera de
S. Miguel de BarreiiOS.
Nos billietes rubricados pefo abaixo
assignado ioram vendidas as segurntes
sortes:
Nms- 590 1:.)00J mcio.
288 i 500.* ditos.
"l 200.S bilhete.
Ili5 100S meto.
3180 100.S l meio.
3561 50| bilhete
31 lli 50.S' l meio.
1438 508 l meio.
521 20.y 1 dito.
2850 204 I dito.
315 20.S 1 dito.
S27 200 bilhete.
301 20.S dito,
tl 20$ 1 meio.
158 20S 1 dito.
082 SIC| 1 dito.
A garanta dos 8 0|0 he paga no escrip-
torio da rua do. Collegio n. 21.
JL. I. Payme.
Precisa-se de trabalhadores de masset-
ra, ainda mesmo com pouca pratica : na pa-
llara do Forte do Maltos.
Aluga-se um moleque com principio
de cozinha o copeiro : na Ponte Velh, pri-
moiro sobrado quera vai a rua da Gloria
n.'33.
Desappareceu eiu o
meiado do mez passd i
da casa n etii.ictttia de no-
vo 110 lugar do i'oca da
Pauella, um gato grande
viudo de Inglaterra, de
cor inourisca, muilo mm*
so, o qual jnlga-se queai-
ue a o tenlia pegado,
queiu delle souljer ou ti-
ver ira seu poder roga-se
(|ue leve t mesma casa
cima que ser bem re
comdeiisido.
LEITE ARITO ECOMPANMIaTI
*9 KUAliUQUEIMAUO N. 10. W
(^ Loja de portas. (A
\ Mussulinis pretas, li -s e de enrdao para 2
' vaslldtM, bsquiH.cajaveqii.'S, padrrs mo- W9
f dornas alada nln viodus a ele merc-nl ., rL
prejo muilo c.Miiiiiodos. Il.lu-s as amostras J
O abaixo assignado, morador em
-Mamanguape, provincia da Paralaba do
Norte, onde he estabelecido com negocio,
scientilica a piara de Pernambuco, que
saldara lodo o debito em que estava para
com a mesma praca, sendo quenada Ihe
leve nesta data. Uecie 17 de outubro
de 1857.Antonio de Oliveira Kamos
Thionra.
:$ O Dr. Amonio Asripino Xaviar de Brlle A
;% medico, minlou toa residancia para a rua >.
$Z Nova n. 67 primeiro andar, onde pode er ^
sS1 procurado a qualquer hora para o eterci-
j^ ci de sua prolissao. -;j
Precisa-se para um sitio perto da
prara, de um eitor que enfeuda de jar-
dim, sendo liel e tendo boa conducta, pa-
ga-se bem : a tratar na rua do Torres n.
38, segundo andar, no Recib.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para cozinha, paga-se bem agradando :
na rua do Collegio n. 2
GABUETE PORTUGEZ
DE
DE
GUERRA 4 LBQDERQE
ESTABELECINA NA PROVINCIA
DO
Gr. o-Pai.
O deposito dcste escellcnte rap he na rua
do Tra jiche n. H, o vende se na rua da Ga- '
dea do Itecife n 15, luja do Sr. Bourgard,
rua do Crespo n. I A, loja doSr. Jos Euzo-
bio Alves da Silva, o no bairro da Boa-Viita
em fronte da matriz n 8S, taberna dos Srs.
GuimarSes tS (ioncalvos.
No pateo lio Collegio n. 6, se dir
quem da a premio a quanlia de 430o sobre
penlioros de ottro on prata.
- Venle-se u bonita figura, perfeita cozioneira e enp im-
madeira, outra dita de 30 anuos, cora as
mesmas habilidades, um mulaliu'10 prnprio
para pagem c ira 10 anuos, e um u olequo
de 25 annoi, 11 n dito de 18 : ua rua Direila
n 64, segundo andar.
Na travessa da lia de da Daos n 2, ta-
berna do Joaquim Vieira d* Barros, ven lem-
se saceos com milito e feijSo muito novo a
6?000 ca la sacco, e as cuias a 360 e 400 rs.
N3o so tundo reunido nu nero suflicieute
de senhores consolheiros para a sessSo or-
dinaria de 15 do corrente, sao novamente
convidados os mesmos sinhores a se reun-
rem era sessSo orlinuia no dia 21 do cor-
renle, as 7 horas da rroite. na sala das ses-
sOes do tnesmo Gabinete. Secretarla do
ccnselno deliberativo do Gabinete Porlu-
guez di Icitura em Pernambuco 19 de outu-
bro de 1857.M- J. Rodrigues Pereira, se-
cretario.
Lotera
DA
provincia.
O Sr Ihesoureiro man la fazer publico quo
se acham a venda no pavimento terreo da
casa da. rua da Aurora n. 26, das 9 horas da
manhSa as 9 da noite, bilhetes e meios da se-
gunda e ultima parte da 19 lotera do thea-
lro de Santa Isabel, cujas rodas andanio
dia 24 Thesouraria das loteras 17 de ou-
tubro de I857.-J0S Maria da Cruz, escrivao
uas loteras.
~ Perdeu-se ums cachorrinha preta rato-
neira, da rua do Collegio at o becco dos
rerreiros : quera a chou queira entregada
na rua do Collegio, livraria n. 21, que sota
recompensado,
Recebem-se bos na usos do earroca 8
cavallos de trato, por rom molo preco, ura
um sitio muilo peno da praca, com bastan-
te pasto : a tralar no segundo andar do so-
brado amarello da rua Augusta u. 2, ou na
rua do Motocolomh dos Alagados 11. 3.
ca pequo tuque de
A tlfibeiro
Pecas de algolSo liso, largo, encorpad-
99, 2//40, SfSOO e 2;80 a peca, dito de sia
cu;ra a 25, 8*240, 2/5O0, 2o8U0 e 3y a peca,
dilo de saCCO 1 120 e 150 a jarda, ditotran-
ci lo largo a 100, 120, uo e 180 rs. janla:
vende-se na rua do Crespo, loja da esqunu
que volta para a rua Ja Ca Icia
rUteii$&o.
Na gran lo fabria de tautancus da rua Di-
reila, esquina que vira para 8. Pedro 11. 16,
ha um completo sortimento de tamancos a
retalho e em grandes toreos, por preco
muito om conla : os senhores cominercian-
tcs do mato devem-se prevenir, pois o inver-
n astl (ii oMiii'.'.
MUTILADO
ILEGIVEL


.

k
A
W KUADACAUEIA DO HECIFE W
35 TEM
DIARIO DE PRNAMBUCO TERCA FBIRA 20 DE OLTUBRODE 1857.
PARA VENDER UM GRANDE^!
fRELOGIOSf
;"55&8SS> de toda, a qualidades, linio de OLRO como de
TRATA, patente suisso, e patenta inglez,
assim como
FOLIADOS E GALVANISADOS.
rulos para senhoris, etc., por precos eommodos
c garantidos.
i
ClSLTORlO HOl^PiTHiCO
DO
RUA DA CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde se achara sempro os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos, e preparados cora o maior escrpulo o por procos bastante eotninodos
PRECOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita e 2* .
Dita de 36 s .
Dita de 48 c >
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com odlc-
.' rionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio doD. Mello Moraes
10/000
159000
209000
259000
30500*
19000
29000
208001
10/00
2/000
O00
* PEORAS PRECIOSAS- *
E Aderecos de brilhanles, j
* diamantes e perolas, pal- &
* seiras, alfineles, liriurog
* a rozelas, boles e anneii _
! dedilferentes gostos e de S
* diversas pedras de valor.
I 1
Comprarn, vendem ou I*!
+ troeam prata, onro, bri
* Ihantes,diamante* e pero-
fc las. e oulras qoaesquer '
* joias de valor, a diiiheiro ;
$ ou por obras.
de Lisboa,
pre f
loiEiii i mm
Run do Cabuga' n. 7.
**?:?:*> .-. .* *'*:;>...<... :> #, *
| OURO E PRATA.
gj Adere completos dt
i ouro, meiM ditos, pulsei-
| r*s, alfineles, lirinooi e
$ rozelas, cordes, Irancel-
3 lins, medalhas, crrenles
eCCbt'm I>Or (O- .?; e cfe'le P* reoslo, e
__ !' ouiros muilos objectos do
nos os vaporeada. JSu- 1 T-
, gj Aparclhos cmplelos de
Topa aSOOr lS(iO Oais P' para rlw, bandejas,
silvas, eaeticaes, colheres
i'OSlO, tikii- <"esopae dech, e mL-- I
tos oulros objeclos de *
Os senuores acadmicos que assigna-
ram para aliberdade da mulatinlia Feli-
cia, c que ainda nao pagaran, queiram
mandat o importe de suas tuignaturas,
ou na livraria ns. 0 e 8, da praca da In-
dependencia ouna ra do Hospicio, casa
Jo acadmico Luiz Rodrigues utios, alim
de que em breve se possa passar a carta
de libcrdade.
Scliaplieillin St C., ra da Cruz. n.
>S, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna porcao de quartolas de .vinho,
de urna das mais afamadas vinlias de Bor-
deara : vendem, a' vista da superior qua-
lidade, por preco commodo.
Precisa-se do um nioleque de 12 a H
annos : na ra Nova n. 52.
Agencia de passaporle e folha corrida.
Claudino do Reg Lima, despachante pela
reparlicfio da polica, lira passaporle para
dentroe lora do imperio, e folha corrida,
por commodo preco e presteza : na ra da
l'raia, prmieiro andar n. 43.
Lotera
DO
Theatro de San-
ta Isabel,
Salustiino de Aquino Ferreira tem expos-
to venda os seus muito felizes bilhetcs e
meios da segunda c ultima parte da 19 io-
teria cima, na praga da independencia ns.
4, 37 e 39, e na ra da Cadeia do Itecifo n
45, esquina da Madre de Dos.
Ililhctes 6?0U0 Itccebe
Meios -3;"00 ii
5:^000
2:500/
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
modernogosto, tan-
to de Fraila corno 8

wmansisSEimsBBBs&aea *:*
as quaes vendem por
Lotera da pro-
vincia.
O iihaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quantias de 100^000 para cima, a di-
nheiroa vista, em seu escriplorio, na ra
do Coliegio 11. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5jjl500 recebe ~):000000
Meio 2.S750 2:500.s000
/"*. .1^ Layiiie.
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos,
trrico debaixo decoberta.
;:':--::..:;.:.:-i ; ;f-, \ ';. m
(.r .L.- -.. -.. ... '-.,. ..-...'...-
DEITiSTA FRsKCEZ.
a.VZJ Pharmaceul'co Antonio Francisco
7^!?l"Car,lacnnreril1' Pela Facul-
dade de Medicina da Baha, tema honra de
annuiiciar ao respeitavel publico desta cida-
de e fora della, que acaba do pstabelecer-se
nrf.,na.rraC? da Boa-vst". esquina
para a ra do Aragan n 32. aonde se encon-
trara sempre o melhor provimento de me-
d.camentos, e drogas as mais perfilas ; as-
simcomo muito disposto a exercer cora o
maior lo, cuidado e interesse, tudo qn-
to for ledenle a sua arle, para cajo lia,
cede ao mesmo respeitavel publico Iba con-
peda a sua conh;mca.
Os i- [) stioeaux, aterro
Boa \
Precisa-se de um ou dous horneas ea-
pazes para lomar cotila de urna carrosa, e
(|ue do fiador a sua conducta : a tratarnos
Afogados, ruauireita, cass n. 11, aopda
relinac3o.
Precisa-A de urna ama, para ama-
mentar uma enanca de lOmczes; paga-sc
muito bem : na ra de Apollo n. 22. -
Precisa-sede uma perfeita cozinheira,
paga-se bem : na ra do Vigario d gg -un-
meiro andar.
- Precisa-sede um caixeiro para taber-
ni, e queda raosma tenha prstica : na ra
do Sol n. 21.
OsSrs. Jourdain e Vender Stralen,
sao convidados a salislazer sua pastegeui
de Franca, para Pernainbuco, antes de
Aos marcineiros.
Puros Ha va as
Na ra da Cruz n. 1, primeiro andar, es-
Attenco!
Na ra da Cruz n. 17, confeilaria de A.
pi-
se retirarem para qualquer oulr;
vincia do imperio.
precisa-se de una ama para o servico
de uma casa de pequea familia, pessoa ca-
paz que de fiadora sua conducta ; na ra da
Senzala Velha n. 22, primeiro andar. Quem
ti ver 5:0009 rs. a juros de 1 por cento, d-
so^um sobrado, e um sitio por hypotheca :
na mesma casa se dir quem he.
Maobra da ra Diroita n. n. 82, alti-
gam-se escravos para serventes, e paga-se
bem.
Prccisa-se de um trabalhador
padaria da ra Direila n. 84-
- Perdeu-so da ra do Hospicio, al a
praca da Boa-Vista, um ponteiro de ouro, I
quem achou, querendo restitai-lo, ser re-
compensado ; na mesma ra n. 16.
-- Manocl Jos da Silva Braga, prelenie
vender o seu sitio, com excellente casa de
sobrado de dous andares, o qual tetn frente
na
criptorio de Antonio i.uiVdTcMveYra Azeve- PortOi acha-se um grande sortimento dos
do, vendem-se superiores charutos havanas, mplbor" doces de todas as qualidades de
a preco de 5# por ciixa. j 'rucias do paz o estrangeiras, tanto seceos
Superior charuto sci va como em calds, e xaropes do todas as qua-
Vande-se na ruada Cruz n. i, prim,iro! !!,.!1XC,,eiltcs chtruJos Bahia' a"
anlar, escriplorio de Antonio l.uik de l- ? ^P k eDcommendas de doces ou
veira Azorado, a preco de 4o por caixa ,fruct,,s bem .onaicionadoa, e sendo em
. 7-vh v. ,^ "' tempo preveoidos serao melhor servidos os
La do (Jtieilliado ll. ^1 H senhores compradores. Neste
Vcndem-so cortes de olindiza, padrees
oscuros, com listras de seda asselinados, fi-
zenda esla muito moderna a 12s o corte, di-
tos de gaze perlina a 119 o corte, lencos pe-
queos de cassa a 80 rs laas, pajlroes miu-
dos a 500 rs. o covado, chita franceza a 240
o covado.
Vendc-se uma parda moca, de bonita
figura, engomma, ensaboa, cosee cozinha o
diario de uma casa : quem a pretender, di-
ria-se ao pateo do Carmo n. 6.
--- F.m casa de Timm Momsen e Vinassa,
praga do Corpo Santo n 13, ha para ven-
der um sortimento completo de livros em
branco.
Vende-so um cahnolct com pouco uso,
o qual t-'in boas molas e eixo do patente, e
com os competentes arreios : para ver, na
Icocheira da ra da Boda junto a cocheira
dos Srs Panla & Irinfo, e tratar, na ra da
Aurora n. 36.
Vende-se tima escrava crioula, recolhi-
daa do dado 18 annos, elegante figura, bo
conduela, com habilidado, una dita insigne
engomma, he rer-olhida, e mui bem educa-
da, una molcquiuha de i dada II annos, mui
linda, uma mulatinha de ilade 17 annos,
engomma e cose, he rccolhida, um escrava
de ineia idade, adia c sem vicios : na ru
de Aguas-Verdes n. 4(, se dir quem vende
c porque se vendom.
\cndc-se uma vacea boa leiloira, com uma
bezerra : na ra Nova n 61.
para
m
Q
Paulo i.iiii.hjv ilcnlista,ra!Nova n. I
!& na mesma casa leni agua e pos denliilice.
MDiNC DO EST 8BLECI-
MENTO M PIASES DE
J. YI6NES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do P.osario uara a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, unto da
KelncSo.
li^asa desande i

a oa Vista n. 52.
Partecipa ao respeitavel publico o parti-
^i"-.rl?en.le.? S0,:s freuW qe acaban, de
chegar de Paria para seu estabelecimento
o Sr. Illanclim opluno ofiicial de sapateiro e
madama Bl.nchi,, periu c,,gommPdeir, de
roana fina, como S!jam : mangas, mangui
tos. babados beatas, capolinhos de senho-
ras, lendas, lucos, rojueto da padre, etc .
r^lZT- SCUS P"8108 P>- o acharctn
com todos os apparelhos precisos para suas
--- Precisa-se de tima ama que saiba co-
zinhar, e razar todo o mais servico de casa ;
na ra do Caldeireiro, taberna n.60.
,;h" ,>rcc,sa"se d -uma ama que saiba co-
stillar eengommar para duas possoas ; na
ra do Crespo n. 6.
~ I)r- Lol, boscoso, avisa a todas as
peuou, quecostumam honra-lo com sua
clientela, que se cha residndo na lerceira
do quarteirao novo do liuado commen-
"'L.".""!? ferreira, defronte da or-
Vendc-se millio novo em saceos grandes,
- 7:000 : no arnnzom de Fernandes & Fi-
s habilitcOeg Ihos, ra da Ca leia do llecife n 63.
Farelo.
nde sorti-
to-
:i>")00
19500
4-000
.19000
78500
"5000
l
380
I 10
O
e:
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
labeleceuem seu sitio da Passagem
da Magdalena, que iica ao norte
da estiada entre a ponte grande
? ea pequea do Chora-Menino, ex- $#
? cellentes acommodacoes para re- w
2 ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar da seus $f
^ serviros mdicos, os quaes serao @
$ prestados com o maior esmero. #
O mesmo Dr., para o liin supra- ^
9 indicado e para exercer qualquer @
@ outro acto de sua proissao den-
^ tro ou fra desta cidade podera'
ser procurado a qualquer horado &J
dia e da noite. no referido sitio, i
a excepcao dos dias uteis, das 9 ^
horas da manha a's i da tarde, }
@ que sera'encontrado no primeiro (k
@ andar do sobrado n. 9, do
<$ do Carino.
JOHN CAT1S,
correlor geral
F. AENTE E I.EILOES COMMERC1AES.
n. 20, ra do Torres.
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIPE.
I ateo fi
m&
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
fciubelecid cm Londres, m marco d 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tea a fconra da in-
formar os Srs. negociantes, proprietarios de casas,
( quem mais convier que esto plenamente u-
lonsados pe* dita companhia para eflecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobortos de
t?lh e igualmentesobre os objectos quecontiverem
os mesHos edificios quer consista era mobilia
dador Lu
dem terceira de S. Francisco.
^| Prccisa-se de um servo.te forro ou
a| | captivo, para o servigo do hospital de Todos
& l os .santos da vcncravcl ordem terceira deS
Francisco : a pessoa que se quizar contra-
tar, entenda-se com o irmo U Joao lava-
res Cordeuo, na ra da .Madre do lieos.
Defronieda ordem tercei-
ra de S. Francisco.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
DR-P-A.L0B0M0SC0S0.
Medico parten o e operador.
O Dr. LoboMoscoso, d consultas todos os
das e pratica qualquer operagSo de cirurgia,
assim como.accodo com toda a promptdSo,
as pessoas que precisarem do seu prestirao
j para o servigo de partos, pralicando as o-
'peracOes manuaes ou inslrumentaes, quan-
l do nao possa conseguir resultado por meio
da homenpalhia, que tantas vezestem ven-
cido dihculdades, que pareciam insupe-
raveis.
A experiencia tem mostrado que com
iim cento de ligos se ple perfeitamente
Tallar, ler e traduzir a bella lingua italiana
Ha um estrangeiro de boa moral, que por
pedido de diversas pessoas vai abrir o curso
da dita lingua, somente para as senhoras e
meninas, em suas casas particulares Os se-
nhores pas de familia que quierem apro-
veitaresta occasiHo e conDecer as condicOes
do dito ensino, tero a hondade de se diri-
gir ao ateiro da Boa-Vista, sobrado n. 16.
Dr. Airigio Juslinieno da Silva Guima
..-
mentj de fazendas de
das as qualidades.
Corles de vestido de seda de cores o' mais
superior e moderno que lia no merend.
Pecas de urelanlia de linho fina com 0 va-
ras ............
Cortes de vestido de lia matizada de novo's
padre* com IS covadns. .
Ditos de calca de casemira prela e de cores!
Ditos de rllele de gorgurao de seda de va-
rios padies.......
Chapeos de massa trnceles formas'novas.
Dilos de sol de seda......
Lencos de cambraia bordados, lino, para
mao..........
Dilos do dilo de linho liioi para mao. '.
I.uvas de seda de todas as qualidades, para
liomens, leohorai e meninas.....
I'alilm de panno prelu e de cores.
Dilos de irgeiitina de cores escuras. ',
Diioi do fusilo de coes aneliaidw. ] '.
hilos de hriin pardo lino.
I'ahls de alpaca prela...... |
Dilos de alpaca o anuas ile cores. 1
Dilos de lirim de quadrinlioi. .
Gndolas de alpaca prela e di-cores.
Romciras do relrc enm |;o de seda para
fcnhor.i........
Chales de merino bordado em 2 ponas'. '.
Ditos de dilo bordados em I pona.
Ditos de dito eom llstra de seda ..','.
Ditos da dito li Ditos de dilo com franjas de laa ,
Ditos de Ui adamascados, preloso decores.
Dilos de chaly bordados.....
Panno lino prelo e de core
Grosdenaples prelo e de cores,cova lo
Seda pirla lavradi sapeiior .
Popelina de seda de eres malisadas,
Aado............
Chai de coros, com n,uadros de seda, co-
vado............
Dito de cines lisos covado. ,
L8a de quadros pequeos e grandes, co-
vado ..........
I.a.i eseda de iiovos padroes, covado. .
Mauritana de seda malizada rom cinco pal-
mos de largura, covado......
Ursulina de seda com quadros, ramageiis o
iislras malisadas, co\ado......
Sedas de quadriubos, covado. ..'.'.
Duqucza de seda com quadros e ramaseni.
Mu-Milina branca e de cores, covado. .
Chitas francezas finas de novos padrOes, co-
vado...........
Frondolina de sedo da lindos
\dos ............
Em frenn do berro da Congregagao, passando
loja de ferragens, a segunda de fazendas n. in
Itoga-sa a Sra. I). Anna Mara das Vir-
gens, viuva de Victorino iNunes do Barros
residente ha annos na azenda de raieliu''
temo do Cabroh. provincia de Pernambu-
co, ou a seus herdeiros, que venham ou
raandem receher a parte que Ihe locou de
espolio de Jos Seahra l.emos, fallecido neso
ta corte. Itio de Janeiro 4 de setembro d-
1857.
^QQQ-00:KK:OGXm
Consultorio I
aoiooo
79000
Gaoo
5S000
-lllll
(500
:-ii'M
5000
99600
1r(MKI
9JO00
(300
5$500
59000
39OO
..... IO9OOO
para lodos os precos.
29OOO
29300
JO
850
(110
600
800
15600
I9OOO
950
730
320
280
gestos, co-
\en le-se fardo nornazem de Fernandes
iS lilhos, ra da Cadeia do lenle n. 63.
Venlem-so duas partes do engenho
Camevousiuho, silo n'Agua Picta, o pello da
projectada estrada do ferro : acha-se o en-
genno moentc e correnta, lio de escolente
produego e possue grandes matas com ma-
deiras de construcgSu : a pessoa que as qui-
zer comprar, entenda-so com o Dr. Vilella
lavares, no atorro da Boa Vista
meni andar.
~ Vende-se un cscravo mogo, com ida-
do de 25 annos, proprio para lodo o
na ra da Praia, armazem n. *
?
n. 6, pri-
servigo
co-
O
^CENTRAL H0HE0PA-
THICO.
'; RA DE SANTO AMARO,
(Mundo Novo n.

raes, com escriplorio de ad*ogad"no pVe O O I)r.SaTi7 Olelo UdS, Pii,
do ollegio 11. 37, he morador na ra do Se-
ve Cllha dos Ratos).
Furtaram! do sobrado do aterro da
Boa-Vista n. 17, na tardo do dia 14 do cor-
rente, um relogio de ouro horisoutal, de sa-
bonele, lavrado, tendo no meio do fundo
uma flor, o qual relogio he pequeo o he de
senh.ra, levando no relogio uma corrente
da consultas lodosos dias olis, desde l8 ''3
w horas da manhaa ns 3 di larda. Os couvi- ." '.
>>J les paia vizilas deverao ser dirigido, por .''
.Vj escriplo. Os pobres s.lo medirados gralui- ';*
Atuga-se o sitio do Arraial, com bous
eommodos, etc. a tratar na ra Direila
n. 14
outra argola com uma chave co~m2 coraze-T """ all?xo assignado faz saber ao res-
-- pa ra do Trapiche n. 17, escriplorio, "'a pequea moeda estrangeira, um cora- i Deita7el publico e ao corpo do commercio.
para a ra Real, e fundo para o terreno do ] costureira, borda, faz Dhyrinlho, marca
Sr. Ilerculano : os pretendentes podem en- "
tender-so com o proprietario no mesmo si-
lio, das i horas da tarde em diant, ou com
o lllm. Sr. Manoel Gongalves da Silva, no
seu escriplorio, da ra da Cadeia do H.-cife.
I'rerisa-se de uma ama para casa de
pouca familia, para comprar e fazer o ser-
vigo mais de casa : na ra do Queimado n. 3
Precisa-se de uma ama para casa de
pouca familia, de duas pessoas, para com-
prar e fazer o servigo mais de casa : na ra
do Rosario da Boa-Vista n. 26.
Quem quizar sugeitar-se a ser ama de
uma casa de pouca familia, diriia-sc a ra
dos Martyrios n. 22.
O administrador interino da lypogra-
plua Provincial abaixoass-gnado, faz sciente
a quem couvier, quo se acha nutorisado pelo
t.xm Sr. presidente da provincia, por olllcio
j do 28 de setembro, para contratar com 2
compositores desta ou de outra qualquer
I provincia, para seempregarem neme esta-
Ioeleclmento. O mesmo administrador ali-
| anga a quera quizer e ti ver ai
uccessarias para a arte de composigao," b'.ins
salarios, o conforme suas capacidades o dis-
iincgSo as classes que >o estatuidas nesta
ropartigao: as pessoas que auizerem e en-
temercm da referida arte, diriiam se a esta
tyiiograplua para se engajarem e ajusta-
remsc. Typographia Provincial no Araca-
JU 2 de oulubro de 1857.
Jo3o Francisco d Jess Guedos.
Campos & Uma, com loja na ra do
Crespo n. 12, participara a to los os senhores
encirregados na administrago de irmanda-
des, que receberam um sortimeuto de da-
masco do seda proprio para orn.imeuto, col-
xas e cortinados, com perto de 6 palmos de
largura, he fazenda pela primeira vez vimta
a este mercado, e cede-se com pouco lucro,
ahm de animar o fabricante a fazer mais
remessas.
Precisa-se fallar com o Sr. Ricardo
Jos Fernandes, que andou no Arscatv no
anuo de 1856 : na ra da Madre de Dos
No primeiro andar do sobrado n. 16
por deliaz da matriz de Santo Antonio, an-
tes de chegar o portao do quartel de polica,
SO encontrara um portuguezcom muia pra-
tica de hoitelao ejardineiro para qualquer
sino, do que t m muita pratica, e abona-se
sua conducta.
Preoiaa-ae de uma ama forra ou capti-
va, para o servigo de uma casa de pequea
lamilla: quera quizer e estiver nenias cir-
cunstancias, dirija-se a ra das Cruzes, so-
piado n 2, 110 primeiro andar junto a ordem
lerceira de S. Francisco.
Furtaram do engenho Fragoso, termo
do. (Huida, na madrugada de 15 do corrente
3 cavallos, sendo 2 de roda, com a maica
FragosofeiU a fogo sobre a anca, e de
cor castaulia, c outro de carro com n mes
raa marca as curvas, e de cor alasao. Ha
alguna nonos que o proprietario desse en-
genho fez publico pelos jomaos, que os
animaes da marca cima menciounda, nao
scriam negociados, e po'i coiiseguinto s por
furto poderiam elles chegar as mitos de ou-
tros possuidores. Realisada agora a hypo-
Ihese do furto, ruga-sea quem appreheder
os cavallos citados, que os leve ao mesmo
engenho Fragoso, que ah sera recompen-
sado. r
Aluga-seuma casa terrea ou sobrado
mesmo pequeo, no hairro de Saoto Anto-
nio, da-se bom fiador e paga-se qualquer
aluguel : quem tiver, dirija-se a ra larga
do Rosario n. 39 A, confeilaria. N.lo duvi-
da-sedar alguns mozes de alugurl adan-
lano.
Joaquim Bernardo da Silva Brrelo,
da provincia do Rio Grande do Norte, per-
deu4mcios bilhetes di segunda parle -a
pnmcira lotera de S Miguel de Barreiros de
ns. 60, 1915, 208 e 3122 Pievinc-sc ao Sr.
thnsoure/ro que nao pague qualquer premio
que por ventura tocir a alguin desses bilhe-
tes, a qualquer outra pessoa que nao seja o
annunciante. Declararse uue no bilhete n
60, que portence a ontr'a pessoa, est escrip-
lo por distinctvo o nome Mello em uma
das extremidades : se quem os tiver adiado
quizer entregar, casosejam premiados,quei-
ra dirigir-se ao annunciante, no armazem
do Rulino, que sera gratilicado.
estabeleci-
mento afianga-so as qualidades de tudo
quanto nelle se comprar, igualmente uma
porgiio de bom vinho de caj' e por barato
prego.
Vende-se a melhor loja de azendas do
Passeio Publico n. 9, cora fazendas ou sem
ellas.
- Vende-se no areal do forte, confronte
a lorUleza das Cinco Pontas, fechadura de
terrolho, dita de bahu, ferro de embutir de
todos os lmannos, tranqueta para jenellas
o caisilhos, dobradiga de canto, barelole
para carapina.
-- Vende-se um escravo proprio para en-
genho. sadio e sem vicios : quem o preten-
der, dirija-se a rua da Cadeia do Recif n
49, que achara com quem tratar.
V endem-se as Iojas de Porto & C. na praga
aa UniSo n. 35, 37 e 39, e na de Antonio
francisco Pereira n. i, capellas do imraor-
laies, viudas de Paris para tmulos, catacum
as, e sepulturas, no cemiterio publico a 2
uc novemhro. ,Finados circulando as mes-
mas capellas as inscripges seguintes feilas
da mesma llor -a meu pai, a minha mfli,
a leu esposo, a minha esposa, a meu filho,
a minba filha, ea amizades.
>'a rua nov nrmaiem
de mohilias de Antonio Domingos Pinto, ha
1 m completo sortimento de mobilias de to-
ja a qualidade, tanto da trra como france-
zas, de Jacaranda e de mogno, e continu'a a
rece&er por todos os navios, lano de Franca
como do llamburgo toda a qualidade de tras-
es do melhor gosto, fabricados por cncom-
menda, com recommen lagSo de nao empre-
g^ro ninlio no sen fabrico.
sao canto
QUE ESTA' TORRANDO.
zuras ue inbyrintlio.
I.engos, loalhas, hicos,"rendas, etc., etc ,
-o delicaJo trah.ilho, fcitos no Aracalv
vcnUem-se no primeiro andar 11. 60 da rua
da Cadeia doltecife.
Aos Srs. (leen
I\a loja da rua da Cadeia do Recite n. 54,
ha para vender um grande e esplendido sor-
timento de fazendas baratsimas que fazem
admirar, o bom gosto, barateza o boa quali-
dade,as fazendas sao as seguintes: cortes
de br.rn paracalct a 2-300 e*tei00, chapeos
ei sol do balea 2?, ditos de ferro a 15800
, ditos de junco a 18350, setim preto maco
muito Uno a 2*900, 3S c 3-3500, e muito boa
4/o covado chales de chita a 15, casemirT
preta lina a lC40o, 15)600, I800, -JS. 25200 e
2:600, e muito lina 3, casemiras pretas e de
cores, de duas larguras, prop.jas para os
rapazes do bom gosto, e como se usa em Pa-
j ns, caiga, collele e palito, o covado a 2Sio0.
sargelim a 170. 180 e 20o rs. o covado, mus-
-ulina de cores 300, 320 e 340 rs., e muito
hna a 360, cortes de collete do velludo do
ultimo gosto, riquissimos padrOes, de 6/500
le l2o,meias cruas para hornera a 160, 2O0 e
240, e linas a 300 rs. cada par, chitas para a
pobreza, o covado a 140, e pega a 55500, n3o
1 fazendas de qualquer qualidade.
o com passador, e no lugar da argola existe
pre-cisa-so deum prelo para criado.
Entino particular.
O bacharcl A. R. de Torres Bandeira, pro-
lossor de lingua rance/a no Cymnasio desta
provincia, prope-se abrir do da 15 do cr-
ranle mez em diante um novo curso de rhe-
lor.cae potica c outro de philosophia. para
, uac estudantes que se quiierem
applicar a estes preparatorios durante as te-
322: 1 ? S01' .Procurado todos os dias
Ote s das 3 horas da Urdo o,,, diante, na casa
de sua residencia, na roa Nova, sobrado n.
23 segundo andar onde se acha aberta a
matricula para ambos os cursos.
Mobilias de a]
iift-uel
Aluzam-se mobilias completas ou qual-
quer trasto separado, tambem c alugara ca-
deiras ora grande quantidade para balese
olUcios : na rua Nova, armazem de mobilias
do Pinto, defronte da rua de Santo Amaro,
l.imben. so comprara o trocam-se trastea
usados de toda a qualidade.
Precisa-so do uma ama para lavare
engomomr, e que seja perita era qualquei
u.n ikstis serv.gos : na rua Nova, sobrado
n. 33, segando andar.
"''rf0lts! d n Iwm fcitor para o si-
.5 ,'" do n,,;"ln ""'l'l'in...
dtfMasdalena a traUr n mesmo sitio.
na rus Nova, sobrado n 7
;'', v;v>:'"'':' :;::.;:
'T va: ll ; '".....:' i,"<" Pela un. f
i ','"'' ''.....nbr, lem em a casa da ana "
,i,Lb" ''. A.coodi.',,,-.;.
.:? ",a 'Penla las na occaaio do j asir.
gao de cornalina encasloado, tudo de ouro que de" socie(,a|Je "a sua taberna ao Sr. Joa-
roga-se assim a qualquer pessoa que for of- 1""" tereci Jo, que o apprehnda e o leve ao raes- Jf em dlan-le gyamlo a firma da casa Jos
rao sobrado, aue sera recompensado Pmheiro Noguei.a & (.. Itecile 9 de oulubro
de 18o, Jos Pinheiro Nogueira.
A companhia lix* de cavallaria, tendo
do dar principio a venda dos cavallos da
mesma companhia, incapazes do servigo,
conforme asorJens do Exra. Sr. hrigadeiro
commandanle das armas, faz sciente a todas
pessoas que os preten lerem, que parte del-
les se lulo de arreraatr no dia 22 do corren-
te, as 10 horas, no quartel da mesma, em
Santo Amaro,confronte aos Lasaros.
Prccisa-se de uma pessoa que engora-
me e faga o mais servigo de uma casa estran-
geira de duas pessoas : oa rua Nova n. 17,
so dir quem precisa.
- Precisa-se de uma ama para casa de 2
mogos estrangeiros, >iue saiba engommar o
lazer todo mais servigo interno de uma cass:
a tratar na rua da Cadeia do Recite n. 37.
Fiacao e teeidos
de algodao*
Os Sra. socios lommandilnrios dctla empresa sao
convivid,,. a unirein-se cm asamblea geral, 110
da :..! do crreme os 11 huras de maulla., uo segan-
do andar da caa dos Sr. Antonio M
na Passagem
ou
. .Jarques de Amo-
ron, roa d. Cnun. 45, aii, d. ele.erem umaemn-
mis-nude.lmembros, parafisealUar M negocios da
sociedade.
.imorini, l'uria.', Gutrra \ <".
Pern.imbuco, I j de oulubro de I8.77.
- Necessita-se de uma pessoa habilitada
para rnsuiar a grammatica nacional, aritli-
inelica, franec/. e msica* alguns meninos
era 11 ni engenho em Serinhaem, a qual seja
casada, e sua senhora possa ensinar igual-
mente algumas meninas: a pessoa que es-
live neste caso, tenha a bondade do decla-
rar seu nonie c resi lencia, que sera procu-
rada.
Prccisa-se de tira bom amassador: na
'>v---.;' ^O.^O-GQOOOO^y:.:
v i
,:
A pessoa, a quem nestes lti-
mos ilia.s tis/er sido ollerecido ou
vendido um tranceliniileouro, de
relogio, (jueia ler a bondade de
dirigiivae ana do Cabuga' n. l
generosamente re-
ptme! tc-se todo o
a pessoa ipie o tiver
:.:-
...
-3 "> 'i110 s,'ra
.3 compensado;
"' 11 1
;oj si,'j\!lo sobre
.-. negociado.
oooo :;
Pelo juiz de paz da freguezia de S.
los, se ha de arrematar no dia 20 do cor-
rente, as 9 horas da manhaa, na porta de
do sua residencia, ni rua de Santa Rita, os
movis seguintes : 1 comtnoda de amarcllo,
2 banquinnis do mesmo, o 6 cadeiras dito,
-
O
.-... .-<\ .?k...
Daguerreotypo.
Joao Thnmaz rhegado ltimamente a esta
cidade, offerece-so a tirar retratos em hre-
vissimo tempo, e com a maior perfeigao
possivel, o p ocesso especial deque usa ha-
bilita o annunciante a garantir ao Ilustra lo
publico 1 ernamhucano a belleza de seus re-
tratos, e barp.tissimo : na rua INova n 23,
gallera de Arcenio iV Gadault, primeiro
andar. r
Compra-se effectivsmente na ruadas
Flores n. 37, primeiro sndar, apolicesda di-
vida publica e provincial, aegesdas compa-
nhias.o d-se dinheiro a juros, em grandes
opequenasauantias.sobre nenhores.
Corapram-se 6 portas para quartos,
uma rotula, c uma janella, por prego com-
molo, o em bom estado : quem tiver, di-
rija-se a cocheira esquina da rua de Santo
Amaro.
Compra-'e dinheiro miudo de Ise 25
cora o cambio de tros por cento : na rua do
Cabuga, loja de calgado n. 9.
Kagrai.de fabrica de tu-
mi 11 ees da rua D reit,
vira pan*
esquina que
*-. Pedro
eiilio.
Vende-se boa carne do Ceara' a preco
de .s e -"i.soe i por arroba, em garaja'os:
no armazem de Luiz Annes, defronte da
alfandega.
Vende-se uma rici eadoira ''1 arruar,
bem pintada e domada, com seu co. .ptente, vado, chales do merino bordados de IS
FOTASSi DA RUSS1A E CAL
VIRGEH.
No deposito da rua da Cadeia do Recite
armazem n. 12, ha muito superior potaaaa
da Russis, dita da fabrica do Rio de Janeiro
e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado b
poucosdias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
fomma do Aracaty.
tm porgOes e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriplorio de Prenle Vi-
anna.
Aviso s caseadeiras.
Vende-se retroz para cascar : na rua Nova
n. 52, loja de airaiale,
Ao barato.
0 PREGICA ESTA QEI-
IARD0.
O I*regula da rua do
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquinado becco do Peixe Frito, um
lindo e vanado sortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos pregos, pois
que sem ambigSo se contenta com um m-
dico lucro, e nao lhe sendo possivel notar
em um peauenoaonuncio tudo quanto tem
de bom pira servir aos ses freguezs,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodSo, propria para vestido de senhora,
ao gostos inteirsmente novos a 900 rs. o co-
rado, cortes de largelinas para vestido de
sen ora, lazenda muito fina e do melhor
gosto inglez, com listras de seda e campo
^%al'?Cad,-um'orendys de cordao
com desenos mu delicados, pelo baralissi-
mo prego de440 rs. avara, c.mbraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos gostos a 600 rs
lf'uSi? Irance"s escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditasclaras, padrOes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colletes a 49 cada um, 13azi-
nhas escuras de mui ricos e variados padrOes
propnas para vestido de senhora e roupOes
do meninas a 500 rs. o covado, riscados
monstrosde cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadros de lindos padrOes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs.,dita estampada de lindos padrOes a 320 e
*0o rs. o cevado, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas xas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito (mas e com 10 varas a 6S600, di-
las de dita mais cheia a 45600, dita transpi-
rme com 8 varas, muito linas a 55400 a pe-
ga, pegas de bretanha de rolo com 10 varas
a 9 cada uma, grvales de setim pretas e de
cor, gustos modernos a I528O cada uma,
.- ,m de Puro linho a 29300, 25400
e 2/o00, casemiras de lindos padrOes a 5*500
" 6# -
gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
propnas pera caigas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prela fina a I9100 o covado, lon-
gos de seda do lindos padrOes a 2* cada um,
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
muitas outras que se nSo mencionara, mas
que se venderSo por baratissimos prego, e
se darao amostras com peahor.
n. J6,
compra-sccffectivamente madeira chamada
Parahiha, polendo vir cm carros ou canoas, |
em pranchoes ou rolos do 8 palmos para ci-
ma; paga-se bem.
Compram-se patacOes brasileos e
hespanbes a 2$050 : na rua da Cadeia do
Kcciie, loja de cambio n. 58.
_Compra-.se o manual therapeutico de
Bonninghausen quem o quizer vender, di-
nja-se a nova loja de livros n. 21, na rua do
Coliegio.
a
3>i!Viio L-risto.
Sabio i luz a terceira edico do livrinho
religioso Devoto Chrislao, mais correcto e
augmenta lo, vcude-se nticamente na livra-
ria ns. 6 08 da praga da Independencia, a
800 rs.
No engenho Malemba,
Pao d'Alho, ha para vender-sc
na comarca de
e bois mansos
b garrotes, e tambem alguns animaes man-
MaiiricraA|Ci'0d 15 '>Ure"Q0 ''' conlra|*?.s de_rod'.: quem prct-nder, dirija-se ao
caixiii 1 ara a guardar e reservar da pocira
quem a proten 101, enlciida-sc com Caelano
Pinto do Veras.
ceblas.
No armazem do largo da Assembla n. 9,
vende-se ceb das cm cestas a 800 reis o can-
to edespenca (as a 640 ; a ellas antes que se
acabem, lijlos do louga paia ladrilho e
braneos da dito para cozinha.
Vende-so um balcSo e um caixilo de
amostra, em bo'u estado ; na taberna gran-
de ao lado da igreja da SoledaJo.
- Na rua do tJii''iniado, loja de teagens
n. 13, ha para ven ler una exc lenle balau-
ga franceza que posa 15 quintaos, pro >ria
para qualquer estabelecimento. Na mesma
loj 1 ha queijos do serl.lo que vrndem-so por
piego commodo.
Vendem-se cassas francezas finas e de
bonitas cores a 210 rs. o covado : na praga
da Independencia 11 1. Na mesma loja com-
pram-sc sedulas miudas e prata para trocos
a 2 1|2 por cenlo.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em baniscomoem caixas,
licores e absynthe, ebegndo recentemen-
le.pclo ultimo navio : em casa ele J. Kel-
ler i\ C-, rua da Cruz n. o.
ua da Cruz
N 1 escripoiio (It Antuiiip
Luiz de Olive.rH Azevedo,
ha rara venderos seguintes objectos: cha-
rutos de llavana, dilos de 8. Flix, cola su-
perior da Babia, Jacaranda superior,xaropes
de Naff, pasta dejujuha cm latas, oleo de
ricino em latas, mercurio doce, fio de algo-
dSo da Uahia.
Ao amantes dos
charutos.
Na loja do canto na rua da Cadeia do Re-
cife n 61. ha para vender diversas qualida-
des de charutos anegados ltimamente da
Rabia, como sejam : aprasiveis, russos, cas-
tanhos escures, e claros, regala, acadmi-
cos, e mais alguns, que por extensidade
deixo de mencionar, pelo haralissimo prego
de20000a caixa.
Na loja
das seis portas
Km frente do LivraiiKnto
Cortes de vestido de 13a com barra a 1/000,
lengosderetroza 500 rs., ditos do seda a
240, cassas com bonitas ramagens para cor-
tinados a 2(f500 a pega, tudo com defeito.
(Bom gosto.)
O Preguic< da
desbotam, he escura, propna para escravos,
com pintas de mofo, mantas de seda da mo-
da a 5, 5500, 65 e 75, e muito finas a 95,
laas muilo linas Sebastopol, o covado 15.400,
55011 6 15600, gravatas de 12a a 800, 880,
M, 15100, 52U0e 15100. muito finas 25, di-
tas do mola a 15, mantas de lago a 39, mus-
sulina branca lina a 300, 320 e 340 rs. o co-
vado, chales do merino bordados de 18a a
85, ditos bordados de seda a 10?, dilos bor-
dados de seda e franja de rclroz a 105500
ditos de laa lisos a 4;800, dilos eslampaues
a 5/800, 6, 7 e 85, ditos bordados de velludo
a 1*5, panno lino preto a 25400, 256OO. 35
3550U, 45, 4/500 e 5-5500, c muito lino .'
79200, madapoln cm pegas a 2/600. 25800
35, 39200, 39500 e 45, e dahi al &5500, seda
intitulad! melindre do segha a 1^-6 covado,
chales pretos de alpaca a 35600, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 15400 o covado alpaca de cores lisas a 600
rs. o covado, ditas protas, lencos brancos
ordinarios, a duzia a 15300, ditos finos lixes
a 15700, 15900, S, 25400 e 2J800, Cortes de
casimira de lgodilo a 27200, cortes de seda
de passar a festa a 155, alpaca preta, o cova-
do 480, 560, 600, 700 e 800 rs., e a 900 rs.
muito hr.a, chapeos de mola a 55400, chaly
de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
munslros proprios para escravos a 220 o co-
vado. tapetes de velludo para cima de mesa
de hdalgos a 309. meias de seda preta a
2/400 e 29500, casetSo da Suissa a 800, 900
o 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs.
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordados, que por serem tantos os pregos
iio se menciona, tiras de cambria a 1/200 a
peg, mantas de velludo para cima de sella a
6/400, pulceiras a 3-5500, 4 e 55 riquissimas
sabidas de baile a 255. italia preta, o covado
19, dita de cores a 950 e 15, tapetes a 83 e
12s, luvas de seda bordadas a 25500, visitas
para senhora a 125, ditas para menina a 85,
chapeos para meninoenfeitados a 45OOO. Na
mesma loja sedao as amostras, e se manda
fazenda com o caixeiro.
Polassa da Russia e cal de
Lisboa.
No antigo 0 bem conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 R, ha muito
supenor polassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, e ven-
de-so por prego commodo.
Na rua do Trapiche n.
16, ef criptorio de Zfo-
vaes&C,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em caixas de 1 e '2 duzias de gar-
rafas, bem como em barril de quarto e
oitavo, a preco commodo.
IJ\ovoestabele-f
leimento de fa-
zendas Anas
G
Dli TODAS AS QUALIDADES
e dos melliores gostos que he pos-
sivel eucontrar-se.
Na roa do Queimado luja aova re qnatro
P portas 11. 37, junto ao becco da Coasrega-
3 '.ai ,e encontrara' conlinusdameule um
.p. cmplelo a nquissimo sorlimentu de fazen-
zas, allemAas e suissss, todas de gustos os fcft | "cife 29 de setembro do 1857.
, lano para a pra- s* Joaquim Luiz dos Sant
Em casadeRabeSchmettauJ&Companbias
rua da Cadeia n 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann d
'laiihburjzo.
- Vende-so superior linhas de algodo
orancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor i Ca, rua do
torres n. 38.
itelogios.
Os melhoresrelogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, hn
escriplorio do agente Oliveira.rua da Ca-
deia doRecifeu. 62. primeiro andar.
Agencia
da fundicao Lew-Moer,
rua da tensala Fova
u. 4<2.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ierro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
fundicao de Ierro de D. W. Bowman
rua do Brum, passando o cbaia-
continua a haver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes
rjcliam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de No va es & C. barris
de ferro, ou cubos bydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo. -
"ellins e relegios.
SELI.INS e RELOGIOS deplente
Ingle/. : a venda no armazem de
Roslron Rooker & Compenhi, es-
quina do largo do Corp Sanio no-
mero 48.
v d CEIEBTO..
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porggo o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
a
na
riz.
&*m*H$*mh$.
SOgOOO de gratificago.
No dia 27 do corrente fugio da casa do
abaixo assignado o escravo crioulo de nome
Pedro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, bastante preto, j tem bas-
tantes cabellos brancos, tanto na cabega co-
mo na birbs, levon caiga de brim de qua-
dros e camisa de madapolao, mas talvez te-
nha mudado de roupa porque levou mais
alem da do corpo, falla bastante descansado
e por entre os dentes ; julga-se que ter ido
Par* Garanhuns por ser natural desse lugar,
e de la ter vindo para ser vendido nesta pra-
ga : roga-se, portanto, as autoridades e ca-
pitSes de campo, a apprehensSo do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na rua Imperial n. 173. ou em Gara-
nhuns ao lllm. Sr. Manoel Jos Mendes Bas-
tos, que se gratificar com a quantia cima.
rua do Queimado, esquina
do becco do Peixe-Frito
11. %
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Europa, ricos corles ele vestidos para se-
Utn gosto iiileiraincnle novo,
;', 'mais modernoi possivei
r^j* ra como p*ra o malo.
& E'te eelabelecimenlo s por golo se pode
el!, vizilnr c ver a forma, porque esla' bem mnn-
. lado pura vender |>or alacado e a retalho
\-> isaeverande o proprielario vender muilo
Viy mai Jo q'ie em oulra qualquer par-
.1 le ; porlanlo, convida-se a lodas as pessoas,
;* lano di pr.ic^ como dmalo, que quan-
:& do lenham de comprar fazendas de l.ons
.;_ ^o'los e de liuas qualidades, venliam nesle
-'S elenso sll>l*eimeiilo, que realmenla co-
? nlipcenlo que nao lie possivel vender-se
...' nuil baralo-e enconlrar-sc lanas fjzeudiis
fSi I"" e de Uto boas qualidades.
nbora de
Santos Villaverde.
Fugio no da 4 de outuhro do corren-
te anno, o escravo mulato de nome Jorge,
baixo, secco do corpo, pouca barba, potroso,
tem do lado esquerdo do rosto uma cicatriz,
hombrossungados, olhos pequeos e vivos,
pernas e bragos arqueados qtiando anda ;
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de algo-
dSozinho de listras, caiga de ganga azul, e
I dous chapeos, sendo um de pello c outro de
Jg le tro, ambos usados, c Ubaqueiro : roga-
'... se pois a todas autoridades pollciaes e capi-
($ tSes de campo, que o apprehendam,
e
:::
de o?, t,c,,..^ C^nlemente lisl, ado rtos mc^^^^^'
ue seda assetinada ; esta lazenda deno-
: : y-.GOG-:[y]y^GO^-GG$i} duzam-noa^uVdaConcordia.'Vrni'azem de
mina-seGraciana ou Carii, e he a
mais propna para ;t |presente estacao ;
custa cada corte a mdica quantia de
l.sOOO.
I.uvas da Escocia.
que tem viudo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla o do
orcinas: em casa deCaminhaA Filhos, rua
Cadeia do Recife n. 60, prio-eiro andar
di
SECRETARIIS.
!\a ra da Cadeia 'o Recito n. .9, defronte: do agente Oliveira, rua da Cadeia
do armazem do Sr. Manrique Cibsoti. ven- n 62, primeiro andar
As melhori's que at hoje tem apparecido
: vendem-se no escriptotia
do Recifo
dito engenho.
dnm-se as raelh
Escoc
modo
1 .res luvas inglezas de fio da Vende-so espirito de vinho : na resti-
cia, broncas c de cores, por prego com- kgSo do moinho de vento da praia de Santa
lllita.
materiaes n. 26, que sera generosamente re-
compensado. Este esciavo ja foi aprehen-
dido o anno "prximo passado no engenho
Jacar, cidade de Goianna.
Atienco
i
Fugio no dia U de oulubro um escravo
mulato claro, com os signaes seguintes :
rosto comprido, cor plida, alto e secco do
corpo, e traja como forro: quem o appre-
heder, Icve-o a lija encarnada ao p da
ponte no aterro da oa-Vista 11. 10, que sera
generosamente recompensado.
l'ERN. TVf. UE M. F. DE FAKIA 1857
MUTILADO
ILEGVEL


Full Text
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