Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07860


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Full Text
ANNO XXXIII N. 2,>!..
Por o mczes adiantados 4.S'000.
Por 5 mezes vencidos 4.S500.
m\Mk FEIIU W) DE OlTtBRO DE I8S.
Por anno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
E.MJAnoEGADOS DA SUB8CRIPCA DO NORTB.
Parthiba, Ir. Juo Sodolpho Gomei ; Natal, o 8r. Joaqulm
Psreira Jnior ; Aracatv, o 8r. A. de Lemos Braga ; Ces-
ra'.o Ir. J. Josa da Oliveira ; Maraoheo, o Senhor Jos Teixei
ra de Mello; Plauhv o Senhor Joie Joiquim Avelino ; Pa-
ra, fr. luatina J. Ramoi ; Amazonas, ir. Jirn moda
Coila.
PARTIDA DOS CORftBI-US.
Olimlt : lodo* os das, i9p meia horas Iguorjsu, Goianaae Pantalla: na segunda e sriiai-reiris.
S. Anlau, Keaerrns, Konilo, Caruaru', Allinlio c tl.-ranhuio, : na ler^a-relra.
s. Unraaco, l'au .1 .\iii,., Maiareik. Llawaira, liri-jg, Pesqeetra, Inaacira,
kire, Villa-Bella, Rua-Visaa, OuriSr, e El", Has .|uarlas-r,-uai.
Cabo,li>ojuca,Scfinhom, Ido FofaKMO, Uaa, Barrero, Agua-Prola, Pi-
enteiraae .Nal.il : quinlas-leiraa.
"l.-dns oacorreioa parlen) aa 10 horas da manhZa.
AUDIENCIA. DOS TS.IBUNa.KI DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : isgunda quntala
Relatao : tercaa feim < labbadoi.
Faienda : quartaa a aabbadoa ai 10 horai.
Jue do commereio : segundas ai 10 horai t quintil ao malo dia.
Juila da orphaoa .-legunda a quintal ai 10 boraa.
Primeira rara do eivel : itgundaa eaextaiao meio da.
Segunda rara do elral ; oarlai a aabbadoi aa maio dia.
EPHBMERIDES DO HEZ DE OUTI BP.O.
3 La ebeia ai SO minutoi da tarde.
10 yuario minguante ai 3 horai e Si minutoi da maohaa.
17 La ora ai 7 horai a 19 minutos da tarde.
*& Uuarto creicenla ai 11 horai a 40 minuto da tarde.
PHEAMAB DBHOJE.
Prlmeira ai 5 horai a 1S minuloi da Urda.
Segunda ai S bora a '.- minutoida manbaa.
O proprietario deste a Diario desojan lo
cstabclecer uma linha de distribi ;3o da
ponte da .Magdalena ao Cachangn, previne as
pessoas que nioram na referida entrada que
queiram assignar o me-mo a Diario quei-
ram mandar seu nome e residencia na livra-
ria n. 6 e 8 da prara da Independencia.
PARTS OPFIGIAL
GOVEBNO DA PROVINCIA
O Exm. Sr. preiidenle da provincia manda fazer
pnlilico, que dar' audiencia sos Sn. chafe de re-
part'SOei e mais pessoas qoe deejarem fallar-lhe,
de I hora da (arde at a em que fechar-ie a lecrela-
ria, e antae d'aquella hora nao.
Secretaria do coverno de Pernambuco 17 de ou-
labro de 1837.Antouio l.iile de Pinho.
traj ; elle qaer banir o grego ai linguas vitas, e
substituir em seu lugar a economa poltica e a esta-
ti.tica ; elle queria emfim modificar o ensino d'uma
maoeira que nem sempre he filiz.
Apezar desles defeilos, sua memoria sendo mpe-
rior as oulrai, a academia Ihe conferio o prmeiro
premio ; o aolor della lie M. Ilarrau, j,\ coroado tm
1810.
l'm legando premio, poslo qae collorado a certa
dislancia do precedente, he
INSTITUTO IMPERIAL DE FRANCA.
Sessao publica annual da academia das
sciencias moraes e polticas, sabbado, 2
de ni a 10 de 1857.
Discurso da aberlara do presidente.
I.
A missao da cada claiae do instlalo, eit.i determi-
nada pela lei de sua instituido.
Se ai letra, as sciencias, as bellas arles anconlrim
anunac.au e direc;.lo de parle de cada Ulna dai res-
pectivas academiai; a das sunelas moraes e polti-
cas, comprehen 'e em seu dominio todo o qae inte-
resa a huuiauidade, considerada debaixo de lodos
os leus diversos aspeeloi.
AssiiD, oiestudos a que elli lie destinada enlrc-
gar-se, e que, por aua vez, ella lem obligarlo de a-
niin, r, abracara em philosophia, ero moral, em le-
gila.;ao, em economa pulihea, em historia geral, em
administrarlo, em fiaanrat, lulo o que lem especial-
moule por objeclo o homem, considerado quer como
simples individuo, qoer cumie faxen 1o parle do carpo
social ; seu tim he indagar conslanlemejile o que
pode melborar nossas lea, nossas instiloicdes, escla-
recer as masas, espaldar entre ellas o senlimento do
dever, o amor da ordem, o respeilo a aut jrnlade ;
enilii i os elementos diversos que podem assegurar
leu hm eslar, e augmentar sua moralidade.
A academia lem consciencia de haver religiosamen -
le cu nprido esta misslo.
No prmeiro periodo de sua existencia, que abraca
7 annoi, e que principia da crearan do instituto no
niez bromarlo, auno quarln al o momento em que,
sendo dissolvida, seus membros foram diilribuidos
pelai nutras claise, ella publicou seis volumes em
|n irt i, de mas memoria, os quaes leslemunharam
a iraporlancii da leus Irabalho, lendo fieado ligado
amelles, como para rulrar-lh- hrilho, es nomes da
Volney, de Cali.nu, de Bernardin St Pierre, deOim-
bacors, de Destult de Tracy, de Talleyrand, do Da-
cier, da la Roinigoirea, e de tantos, alguns dos quaei
sabi.im ligar o esludo das icienrias enm a grande
parle que loraavara nos negocios polticos do seu
lempo.
No segundo periodo, que comeci no restabeleci-
menlo da academia, em oulobro de 18:U al hoje, os
Irabalho de seus membros lem ja enchilo II fola-
ines Jo mesmo (ormalo ; alero disso 10 volumes em
oitavo, encerrara as idas meusaes de mas scssOes.
Porem nao he io no seio da academia que reina o-
nimado o movimenlomlelleclual : os eonrorsos que
ella abre lodos os annos,os premiosqua propde.gene-
raliram e propagam ese moviinenlo.cliaroandotodos
os homens de soiencla de reflaiao a me litaren) aobre
as graves questes que Ihes servem de aisumpto ; ao
mesmo lempo, que aalularea elTeilos na proiluz so-
bre o publico peinador, e dai soluc9o dos grande-
problemas olfrecidoi a la ined:i,irao .'
Podeinus ajuizar disso, em caso de neeessidade, pe-
lo numero de materia postas em concurso, e cojoi
premios >a,i conferidos esle,anuo ; pelo numero dos
concurrente!, e pelo das recompensas queja tem sido
concedidai.
Raras vezes m-iior numero de riquezas intellec-
luaes lem sido poslas de u>na s vez a dispoiic^o da
academia; raras vates lamben] o eiame dellas eli-
gi de saa parle mai refleao e cuidado.
Si nui achanemo peranle um publico m-nos es-
clarecido, menos serio, mu Mida da emoc,6es, ni
|i-i leniin.is raceiar que as parlcularididaf em qae
va-noi cnir.ir, lizessein panar tua alienr.lo por uma
bem diili.-il prova ; lodavia, aspramos qae nao r-
menle elle apreciar devidamenle sua iinporlancia,
como '. imbain qaa reconhecer que cumprimoa um
dever para cura .iqaellei, cajos Ir .lnlhcs foram co-
rm I ii, eipondo teus litulas a cilima publici.
II.
Prmeiro qae lado, i academia deiejoia de animar
os ludes p'iilosophicjs lio proprios para elevar o
homem e purificar leus lenlimanloa, hara propolo
para asaumplo de premio em 183:1,1 pliilosophia de
S. Thomaz de Aqaino.
Esle labio (heologo, qae vlveu no seculo XIII, e
qae fo discpulo do grande Alberto, foi mesmo um
dos gran les ^|oulores da icl.ile media : elle nao ea-
creveu somenic aobre material religiosas, nao foi i
sua theolog a que oblare urna aulon.lade inconlesla-
da.olle laacjou lambem sobre a pliilosophia vivas lu-
as, e os escriplos nos quaes elle as derramou, live-
ram imnensa aceitaran. O seculos que dtcorreram
depois nao Ihe dirainuiram u valor, e seu nonie ala-
da buje, como o era eiila, he collocado entre aquel-
te. que tem li lo maii celebri Jade na sciencia.
Nao polla entrar no pensamenlo da acalemia,
chamar a discasao sobra malerias de fii que a igreja
'( lem direilo de julgar, e poslo que ai ideas Ihenlo-
gicasde S. Thomaz lenham pulido influir em sua
philosnphia, porque aniel de lulo era um philo'opho
chrisiao, a aca'demla nao pode ler em vila sean a
parle de sua obras qae, dcsloca.la de suas doulrinas
rtligiotai a dogmticas entrava no plano lodo huma-
nitario que fazia realmente obi'clo do concurso. El-
la nao quiz considerar em S. Tlionut senSo o philo-
sopho.
Foram apreeotadas a academia i mamonas ; uma
dellas depositada muilo larde, nao pote ser admet-
lid.) ao concurso.
Das.tres reblantes, a de numero -2, deixava muito
a desejar para poder prendar a allenc.to da academia,
e- posto que ella encerrasa etcellenles principio phi-1 reserva, lenha emiltido na outra proposc5n con-
losoplncos e [aMM escripia em eslylo simples e nalii-' leslavais.
ral, leve de ser posla a marg.m. Asiim, elle parece desconhecer a relaco que de-
A raemeria numero 4 compixla de jtiO paginas in- : ve eiiilir entre o esludo das .ciencias e "o das let-
folio, he multo inais perfeila. Depois de haver des- '
criplo de urna maneira muilo mais eilensa e inaii
doutamenle a vida de S. Thomaz, o autor d a co*
nhecer o qae ele sanio doulor lroa da anliguidale
grega, dos Paires da igre-ja latina, e o qae elle deve
especialmente a Platao, Aristteles, Santo Agosti-
nho, e ao restaurador do peripaletismo, o grande Al-
berto.
A inultos respeilos o aulor da memoria salisfez
as condicoes do prograimna ; lie de lastimar apenn
que elle nao teuha aprofundado melhor a doulrina
pronra de S. Thomaz, e lirado melhor parido dos
Opsculose das duasMnima.
Enlre oulras omissoes nola-se o seu silencio sobre
esla qaasiao fundamental : S. Thomaz, demonstro!
de ama maneira vi lente e peremploria a concor-
dancia dos principios da milaphysica de Arilolelcs
com as verdades da Iheologia Eia grave omiao
enf'aquece um irabalho alus mu to nolavel, de que
he auior Mr. Dome! de Vorgei. addido ao mini-le-
rio doa negocios eslrangeiroi. Proclamar seu nome.
hedizer que a academia julgou-o digno de nina men-
rao honrosa. a
A memoria oomero 1, formando dous volumes em
qoarto, comprehende 1038 paginas. Nesla, lodas
partas do assumpto proposto pela academia, sao Ira-
ladas nao s latensameule como tamnem com mao de
BHlre.
das da semana.
19 Segunda S. Pedro de Alcanlra f. padrociro do Imperio do B.
20 Terga. Joio incin, advogado contra a phtysica.
21 Ojiarla. S. I'rsula e suas comp. Vi. Mm.
22 Quinta. S. Landislao f.
23 Sena S. Joao de.Capistrano f.
24 Sbado S. Raphat-I archanjo.
23 Domingc. 21 Ss. Chrispim e Chriipiuiano irs. Mm.
EXCABREGADOS DA SDBSCRICA NO BUL
Alagoai, o Sr. Claudios Falcao Diai; Babia, o Br. D. Dupra
lio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propriatario do DIABIO Manoel Figueiroa de Paria n lu
lirraria, praca da Independencia n. e 8.
mel de conclusoes hablnieiile deduzidas de fados
cerlos e graves, e\lrahidos da historia antiga e dos
lempos modernos, elles chegassem a resallados d'u-
ma mili lade pralica.
Balal concorso, que nao linha sido julgado satis-
factorio em 1833, o loi agora com
al 183G.
Cinco memorias foram recebidas pela ac
ellas formnm obras consider.iveis, que difiere...
mrito, purera em geral dignas de eslima por a-
gum lado.
Enlre ellas dislinguram-sa principalmente as de
ns. 3 e i.
A de n. 3,que conlm.3S7 p'glnni iii-fnlio, he diii
houverem de resuliar a unan ; e nos paites qae se i plica Indeftai lamente o numero das suat viclima. i das doolrinas qoe todos aquelles que tumaram pur-
regem pela coinmunbao, laes como Paris princi-I O aolor comer por assigoalar doai influencias ; a le no concurso, censuraram com tanta razao : e e<-
palinenle, (onde este rgimen era lao anligu) disda da lilleralura e ada locielade que, segundo os lem- sa parle da pupula;! sendo a mail numerosa, a
que as pessoas mais eslranhas ao commereio e a' : pos e a disposic,ao dos nimos, obram e reagem succes nrns esclarecida, hade re.gir infallivelmenta sobre a
industria sa entregara iem freio nem medida as o-' sivamente uma sobre a onlra. Noi lempos de cal- oulra, e toreara' os eserlplores, pelos deigostos aua
a sua prorogac.ao ; per.Ses mais arriscadas, os pais de familia com o ma, a sociedade domina a Literatura e Ihe impe li- : laes obras inspirara, a renunciar a ellas e a trilha-
fim de qoe a forluna que con-liluem a soas Hlhas miles ; as pucas de perturbadlo moral e maierial, m um caminlio melhor ; lie lurabem essa a espi-
demia ; I hque acoberlo de lotos os casos desastrosos, as ca- pelo contrario, a liileratura dese loda ai barrei- rauta bem fuudada que nos daa os dous autoras co-
srem de san sob o rgimen dolal. lambem com commanhao | ras ; lorna-se temeraria e enlato he a sociedade que, roados.
de beus adquirido'. He assim que cada parle' por sua vez, e com graude prejuizo ieu, recebe a : VI.
da tranca tira da oulra aqadlu que julga raaii pro-1 lai. O Imperador, em sua solicilude pira com aa
ira conservarlo do dol, | Eslabalecidos estes pontos, o aolor indaga quses os clanes laborioias, dizi.-i ullimamenle no recinto do
conferidj a memoria
^M^,'i"i,,?'", "i 'A8*? lem u,n "i1"01" nteira- Irabalho de grande valor a cerl,,, respeilos," mas lani"
menle iliirerenl. O autor, datado d'um espirito ele- bem d'uma iamenlavel insullic.encia cm oulras pon-
lo, ennhecendo a imperleie.,., da actual urdem de | tos.
roas.i, defina bem lano a parle do Eslado como da
familia, inclinando-se lalvez um pouco deraais para
o Eslado. Sua marcha he viva, as considerares en-
genboua, o ettylo brilhanle, animado, chein de es-
piriln. Esla mem iria, que he a mais bem escripia
de lodas, e cujo aulor he Mr. Prevoal-Paradol, pro-
fesor da faculdade de lellras o'Aix teria Randado se
fosie mais eilcnso ; e a ler de dirig r-se-lhc alguma
censura, serie de nao ler asss aprofundado as ques-
t". Da somma de 3.U00 francos destinada a esle
concurso, lirou-se 3,500 francos para a medalha que
foi concedida a Mr. Ilirrau, o uma oulra de 1,300
francos a M. Prveil-Paradol,
Depois desles > premios, a academia julgou dig-
nas de dislinccHo particular as mm rus
inscriptas
...?-:?'. a"."".co.mo~. "' memorl precedente, faz soh nmeros 31, G, 13. Ella concede primeira
uma mencau honrosa entraor.linaria. Esla memo-
ria, nolavel a muilos respeilo, nao foi acaba la
tivesse apresenlailo menos lacn is e confusao, a
coulierer a vida de S. Thoraaz. o curso da seus eslu-
dos, iuas rela,_r,e. com os meslres e as escolas de sen
lempo, a nrignn de suas opinioese o ln;n inlelleclual
que u une a Alberto o Grande.
Yin 11 discusso luminosa e melhodica elle refere
a historia e estabelece ) aulhenlicidada de teus es-
criplos. A juciosa aualyse de soa doulrioa he pre-
cedida de uma saina eipO|i{3e da pbilosophia na
diversas pocas da idade media, e de um quadro de
seu estado no principio do seculo XIII.
Hesiiminiln rpidamente esle i.olavel Irabalho, en-
conlra-ie neMe : douta e arr.izoada discussai sobre
o aulheulicidade das obras de S. Thoma?, ,- larga e\-
posifao de sua duulrina ; narrarao minuciosa das
controversias -jueelli susciloo ; apreciadlo dos re-
sulladoi geraes que ella nos leaou e que perlence a
ciencia contempornea recnlher e consagrar. Assim
poi, o nulor da memoria abra;ou o prngramma no
eua mais vasto ponto de vista. Estallando as fonles
histricas do Thoraismo, elle pz em evidencia as nu-
merosas ideas que o alijo da escola eilraliii da an-
ligaid-de pagila^ e moslrou al que ponto elle eipe-
nni- t ni a influencia de Arisloleles.
S. Thomaz, segundo a opiniao do mesmo autor,
conhece a fundo e u3o deita de parlilhar ts ideas do
peripaletismo, porm lano sua razio como eu cora-
cao, (oda sua alma csiao penelrada das doulrinas
chrisiaas.
O aulor da memoria applicoa-se a fazer 'obrisa-
hirele araelerislico da philosophia de S. Tltomai,
lano na melaphysica como na poychologia.ua moral
e mesmo na poltica; porque nesse vaslo monumento
chamado--Summa da Theologia,e nos diversos o-
pusculus que Ihe serviram. de alguma soMe de male-
O lulor n.lo se oceupa sen3o do contralo de caa-
manlo romano e do conlralo malrimouial fran-
cez.
Seu Iralado, relalivemenle ao prmeiro de'sles con-
tratos deixa pouco a desejar ; todava, se o aulor co-
nhece perfeilament* o lexlo das lais, elle nao co-
miere iao bem a lilleralura jurdica e a histeria, i
lozdaqoalie eaclareeem anda mais os monumen-
tos du direilo. Morali-la chrisiao, alese applca
sobreludo a deinniislror a inlluencia do ehrMianis-
mo sobre o casamenlo, o essa parle he ebeia de In-
leresse ; porcm consagra cerca de llO paginas aos
preliminares da quctao, emquanlo que na segn la proposla menos debait do ponto de vili iillerari
parle, nSo emprega mais do dozeiila lidian In da "
quesiao em si, a qual nao Irala enUlo d'uma manei-
ra bailante completa e concludente.
O casamenlo francez, com as formas que o consii-
luem e as regras qae o regulara, devia ser ah me-
nos -animar menlo tratado, emquanlo que devia
nho quando ellas se perdera, e vigiar em seu pro- | de saber o que ella peoea das doulrinas conservado- lancia de ara ensino, que para pro luzr resaudc
iso, a academia nao poda moslrar-se IndifftNn- ras planuda, pala sabedoria de nosso pais, a lille- "leu, precisa ser simplificado e poslo ao alcance de
academia nao teria hesilad i em cdloca-la em pri-1 ser mais forlemenle apreciado. O rgimen da com-
eiro lugar, o plano della he encllenle e a quelio I munhflo de ben, e o dotalicio, molili.-a ioi al o
H.o leaulo, silo esludados pelo autor ; poror essa
[arle do asumplo em que se encontr a origem do
foi tratada extens.mente. Na parla em qm Irala do
papel que reprsenla a familia no seio dos eslabele-
eimentos de e locarlo; nolam se principalmeule
ideas inicuamente novas e ortica*. Deve-se a M.
Rapel, insperlordas escolas primarias, que BI daqui
ha pouco assijnalareino por um premio por elle ob-
lido sobre nutro assumpto.
O aolor da memoria n. (i esludou a quesiao, so-
breludo debanodo ponto de visla piiilnsopliicn. Tu-
do o qae no seu Irbiiho lem reanlo com os atabe-
lecimenlos de eduragao esla perfeilamenle desen-
volvido ; temaola elle se Inelina um pouco dema-
0 para o monopolio absololo do Estado sua | que leu eslylo seja pouco lunado.
Expor e apreciar o influencia que sobre os cos-
lumes lem lido em Kranra a lilleralura contempo-
rnea, considerada principalmente no thealro e no
romanee. "
a questao era d'um grande alcance, pois era
. ..llerariu,
que debaixo do poni de villa de duulrina. Trata-
va se. com ' el eme-i 1.1, corruptores este genero de lilleralira
linha podido derramar as diversas clas*es da socie-
dade, e al que ponto os coslumes pblicos podan)
ler sido alleclados por elle Das qualro raemoiias
dirigidas a' academia, duas foram regeiladas. lis-
baros apena, ellas n3o continliam sena i generaliila-
des vaga, poslo que o plano dellas fo.se bom e as
a.reciaroes cheias .le sabedoria e prudencia.
Com o n. 1, quo conlem 3S pagioas, eutra-se na
parle seria docoDcarso. O plano .lcla mmora he
bem concebido. O aolor nao le apphca a Malyar
estado aclual mo esl.i bstanle aprofunda la ; o ao-
lor ja' nao parece eslar no seu lerreno ; f iltain-lhe
os ronliecimeiilo* e as ideas em gr.o quasi igual;
fallam-lhe sohreludo quaulo elle chega ao direilo as obras conlemporaneas, ajuiiland-'llies noinfi pro-
ino.lcrno, e que alamina os regimeni nupciaes en-! pri > ; identificando-se a eise respeilo com o pen-
beleeidos pelo coligo civil ; o lado econmico e o smenlo da academia, elle preferio generalisar suas
moral da quesiao sao inleiraineule desprezados por considerares, e abracar no sea todo, para a julgar
elle, e pronuncia se pd rgimen da commanhao, I rom imparcialidade e hberdadi, a lilleralura, oh
sem apresenlar as rnzles em que te fonda. Necio do concur-o.
Apezar deslas lasaa*, e desles defeilo, e poslo
a memoria
e amor della, mereca pois uma segunda meoc.ao I compensa que se Iba concede : essa menrao he con-
"a- f"ida a Mr Picol, advogado e doulor '
l'inalmenlc. uma nutra men;o honrosa foi con-
cedida memoria n. 13. na qual a quesillo foi ju-
diciosa, posto qoe um lanosup-rficialmenle (ralada.
Alm disso he escripia com estro o enlhusibsmo, e
se nao lem originalida le, rnoslra bom senso a offe-
rece um q
se deu a conhecer.
IV
A sere.a.1 de legillaclo conbecendo a diversidade
riaes, etilo representadas todas as parles dos conhe- dos regimens a que eslo sujoilos os conlralos nun-
Cimento) humanos, e enconlra-se ahi um sysleina de
poltica, cujas conclusOes liheraes e mon irrlucas ao
mesmo lempo, merecem a alteiirit-j dos publicistas do
nosso lempo.
A academia, que approvou esta memoria sem lo-
davia aceilar-in (ntuinaa ideas nella coudas, en-
conlroq nella conheciraenlos solidas, om estado per-
feilo do aasamplo, e cm gernl ap ,u-., tao sabias
quanlo profundas, he escripia com clareza e em es-
lylo inler -sanie ; he finalmente um bom livrn que
putera er suliuielii.il) com confianza aejolzo do pu-
blico. A academia concedeu um premio a seu anlnr
Mr. Jour.lam, chele da sec<-ao de coDtabilidada no
minnieii,! le iiisiriicivio publica. Este premioCOn-
sisle n'umi medalha avaliada em 1,300 franco.
III.
Ura oulro ponto devia ser poslo em canearan para
correpunder ao lira do legado deiado por Mr.Felii
-'ni!' 'a"Juur- u premio correpondenle monla a
J,(K1J franco, e lio concedido de 3 em 3 anuos. Com-
panelrandn-ae das ideas do legatario, a academia li-
nha proposio a seguinle queiiaa. (jue parle deve
ler a faradio na educi^ao '!
"O prograra-sa queria qoe a palavra elucarlo fo'-
le lomada no seu sentido ampio e rompleln, i'slo he
eomprehendendo nella o desenvolvimenm moral da
alma e do carecler, assim como a cullura da inlelli-
gencia. n
Ainta mais, queria que se examinasse a aa a fa-
milia pode por si s bastar a nina educarlo lio arr-
. em direilo,
residente em Parla.
A memoria n. he uma obra importante, he a
mais completa de ludas as que a academia receheu,
e a que ae apnuim mando sen fim ; sen defei-
to, se se pode chamar assnn, he ser mullo iffjsa,
o resumido da queslao. O aulor nao pois lecompe do 1,588 paginas in-folio texto mia-
do ; he menos uma memoria qae um Iralado muilo
exlenio sobre a mileria. Elle he prece i lo rt'umi
inlroduccao onde se inostra ler compreheulido per-
feilamenle aquesta.. O autor indaga no* prole-
gmenos quaei foram os cmilrdlos nupciaes usados
enlre os lo.Ion, o que he remontar um pouco al-
io, enlre os Hebreo!, ni Allieuienses e depois os
Romanos. Demornmlo-se menos que os nulroson-
curreules no d reilo deile ullnnu puvo. elle lolavia
aprsenla orna aualyse rpida e exacta dellc, pa-sa
depois aos Ganlezes e aos (jermanos, inbre os uaaea
lie lalvez muilo theio de cnjecluras. Nella parle
lo seu Irabalh i, que comprehen le 700 pagina, o
aolor eipe as insiiluiroes nopciaes desses diferenle
caraclerisaseu espirito e desenvolve-lhes us
ciaes, ha va, lia 3 aun >s, palio a concurso as grave9
qnesloes que e ref'rem a esses conlralos. (s)ues(0es
g'aves, com efTeilo porque nao baila que o homem
turne ama companheira ; he preciso que ao abrigo
dos lajos que os esposos va > formar, lenham a epe-
ran^a de assegurar a felici lade de sua vida : que a
mulher lenha a certeza de encontrar tanto para si
como para eu patrimonio, urna proteccSo suflicien-
le, e quo ao meiino lempo allaae]a pessualmenle
inleressada na prosperidad' da nniao ; qoe .i fmi-
li-i que naser della pos.a rclirar lodos o beneficios
d'uma aaaosiacio labiaminte regulada ; ojie ella
creaca, se eleve e se mulliplique por sea lurno.'de.
baiio da f e autorldada do eonlralo pnmilivo.
I ma parle de nOMM provincia, regi la pela lei
romana, adoplava o rgimen dolal ; na oulra parle,
-Mas elle nao le restrelo de lal modo a' leltra do
programla, que ie julgasse obr gado a n.lo lanjir
uma visla d'olbos sobra os gneros mais serios do
que o Ihealro e o romance, laes como a philoso-
phia, a morar, a historia e a critica. Cada um riel -
les he apreeiado com lana justeza como verdade.
',11.mi i ao romance, elle distingue duai especies,
a cada uma das quaes elle allnbue um caracler
particular, dando a uma o nome de a romince de-
monslraiivo.n e a oulra o de ce romance narrativo.
O prmeiro, cuja denominucao pode parecer ar-
bitraria, he menos destnalo a divertir que a ensi-
nar ; elle nao lira do dram> sen,!) o que pola ser-
vir a colorir suas doutrinar, e e*sas sao muilas ve-
zes prfidas. Por oppoii^ao ao qoe o aulor chama
o romance dcmouslralivo, i) elle lrr, o coracler do
ii romance narrativo d ; este menus ambiciuso do
qoe o primeiro, procura selozir pelo allraclivo do
prazer. Nao quereudo copiar seus qua'lrus da vida
real, esse se crea uma imaginaria, na qualseaprnz
a denegrir, a degradar a nalureza humana, em la-
gar de a dallar e de a piular na sua belleza moral.
O que o aulor diz do romance elle.o diz do Ihealro,
que divide igualmente em duas ralegorias, e sobre
leUus dos romances e dramas populares mais em ve-
ga ; essas textos espalhadoi em numerosos volumes,
v,lo iuiirando o mal gola a gol, sem encontrar
muila resistencia ; reun los, elles aterrara no seo
tolo, nessa reunan de mximas e opinidas perversas
que formam mu corpo ; elles alerram por caasa des-
se s in ;ue fri com que aecusam a sociedade e sua or-
ganiaacio, culpada, segundo a opiniao dellis, pelo
eufraquecmieulo moral, pelos crimes, por lodosos
males eintim que a alllg-ni c para us qaaes elles sao
lodo eheioa de indulgencia.
Pdssan lo depois a um melhodo molerno, que con-
siste era propr por ixemplo a socic lade honeila, as
virludes de om mando equivoco e os cotumei das
eii.lencias desregrada?, o aolor censara o inlerese
que ligara a eas heronas-da depravarlo ; ella ibes
obierva os perigos e morir que mesm'o os arrepea-
dimentos tardo, cujo merilo sa ex,Ha, sao engaa-
dores, pois que alo sao nfferecidos ao publico sena i
com o liir. de servir de desculpa o. devasiidao.
Porem o drama c o romance ago n limilam r a
Manual da econ iiiiu poltica para aso das clanes
operaras.).
Esle limpies enunciado eitabelacia a qaeitao.
Sem duvida exiilem, para o eituda desla acieucii
como para lodas as mais, encllenles tratados ele-
mentares ; porm e-ses tratados sao mais proprioi
para os espiritoi cultivados, que para homens mo-
delos, que nao lendo recebido os beneficios de uma
1 u n.'i i liberal, procuram no Irabilho manual,
meios hooeslos de prover a' sua>ubsiilencia, e qoe
su raras vezes podem dispor de um pouco do
lempo.
Importava pois chamar a .illenco dos concur-
re ,i... para as relace9 eilreilai, nacessariai, qae
em lodas as lranr-s da vida civil, como em to-
las as circumitancias da vida domestica, ligara a
er momia poltica com a moral ; era preciso que
alies coraprehendeisem que se he til expor o ob-
jeclo da sciencia, ilo ha, fazer conhecer a manei-
ra porqae se formara, se dislnbuem e ae consomem
as riquezas ; nao he menos ulil mostrar que he
----------------- a j .. > su uva un iiiv-ii di V i l| tj IID
atacar os melhores senlimentos da familia ; apro-j pela ordem, pelo Irabalho inlelligenie. pelo cum-
prianlose de Indas as quasloes, elles aliram-se i.
prnprledade, aos patrimonio deixada|por nonos pas;
elles resuscildin pira a envenenaren), a velha con-
lendl enlre os que lera patse e os que nao as l-m.
O antor expe eslas fallares doulrinas em (oda sua
no tez ; elle nao transige com nenhuma dellas; el-
le Ibes arranea a mascara, apretenli-ai laes como
8.1o, islo he. eonduzinJo i raina de tolos e ,'i destrui-
rlo ra locieda le.
Depois de hnver conclu lo a primeira parle da la-
refa a que aa linha prop..>lo, na qual ludo ie liga e
se encada c>m u na rara f-licidade, elle ebega ->.
parte do seu plano, n'aquella em que traa da influ-
encia que a lilleralura de imaginadlo excerce sobre
os coslumes pblicos e privados. Aqoi elle coiilinuou
a analyse, e sem mudar de plano elle continaou um
inquerilo que nareria acahilo, dahi, dizemo-lo cora
pezar, resulla uma cerla monotona que se lena en-
luto te elle se liveava limilado a apreciar, ern suas
cunsaij'iencias e seos efle lo, essa I lleralura que
lem perturbado tautai cons.'ieiicids e seinenl i lautas
revolorGep.
Exceplaando essa observar.lo, esla segandd par-
le da obra mo merece senao elogios; a influencia
exercida sobre os coslumes por esla lilleralura con-
tempornea he largamente eipenlida. Cn-lumes pri-
va loa, costme, pblicos, lucio unscomo uulror ex-
se entrega a eoniilerarei mailo erige- pe "imenlam da mesinasorle "ita" inuencla": ludo
Train-se dos coslumes privados As causas de sua
liosas, porem tahez mais siibti, qoe seguras e secorrompe.
esarla.
^ Enlre as obras dtsle genero, o viodeville nao po-
pas-ar desaperceliido. O aulor demonslra com
poyos, caraclerisdseo espinlo e deseuvolve-lhes os facililade ludo o qua essa especie" de pecas lem d
eiieilos He ao mesmo lempo a historia e a philoso- perigoio para os eollumei pblicos. A fe conjugal,
pnia da questao. > a virlndei domeslicas, a honra profrssional, o res-
->a seg inda par, o aul-r eccupa-se dos conlralos peilo devido a' vellnre, as l.isiitoicOei mais sabia,
nupr-.aes em Pranca na idade inedia ; faz conhecer nada ahi ha respeilado. Ess-s quadros acham sern-
as diversas dispusieres que ns regulara, quer enlre pre o publico disposlo a acolite los b.-ra, cnmoiul-
mSmnUU?7?'m2!? 1. roa r-iJi ,? I T I ''""-"n pai":, ,|ue '."' M'P- "' l", qe elle nao deua aa signara funeslo. nos
rZTr,- -a"!.or,,s .loco-ligo civil na.) que- lo, e aprecia sua influencia inrale econmica. espir.los, e que ludo o que merece a clima dos
Hi f enri".. "men ,!, auen' ,1 ?, T. rT Z^T"?' ",* T 'Cr""S """"" ** C0ll,i *' A "" "*P",- l,alar "P'""p sc0' "c'ios '""n
lie, na au-enca de lodo n con- I rarue do aulor silo d.. lodo sensatas ; aileslam u,n urna vivacidad, lal quo di.' a melhor idea dos seus
espirito judien.so e pralico, conheredur dos fados, seulimeiilos.
senhor dos te.loa, e formado em doulrinas boas e
ao mesmo lempo doulas.
primelo de lodos us deveres lociaes e da familia,
que o imples operario pode chegar a alcanzar cer-
tas coramodidades e algamas vezes a forluna.
Propundo pira assumpto de premio um simples
manual a academia indic.iva pois aos cuncorrenle
o fim que ella linha em villa.
Koram-lhe dirigidas (rinla a qoalro memorias ;
este ouinero s por si alleslava que o assumpo era
bem escribido, e qu corresponda de um modo
luslo. como se exprima eniao o sabio relalor da
coramisiao, as preoecupires de ura "poltico j||,a
Irado e estudioso ; mas qoer fosse prevengo da
parle dos concurrentes, quer fuise porque lalvez o
prazo fijado fosse muilo curto, ai memorias em
geral pareciain ler sido composles om pouco a' pres-
ea ; a malear parle incmplelas, nao gnardavam cer-
la ordem as ideas e melho lo na diilribucao das
materias.
Uma dellas lodavia, escripia eni-io sob n. 31,
causoo uma viva impressao lobre a academia, por
isso que apresentavii.cuma diiia o relalorio, a feliz
nniao de una razao saa e robusta de um goslo na-
tural pelas ideas elevadas, com os.a alTecao sincera,
essa lerna compaixao para com as classes perarias
que penelram por assim dizer de um perfume de
caridade a obra loda nteira.
Porm a academia jalgando que esla obra, con-
siderada no sea lodo, lena necssidade de ser re-
visla com levera aliento, o que o mesmo autor re-
coohecia, attrihoindo os defeilos nella comidos a'
Iralo, fo delerrainido qne o direilo coinmiim para
osespusns seria o da cnmmnnidade.
Sera verais, como se allirmou por occasiao da
dicussao de nos-os cdigos, que a unlao das pessoas
deva necessariamenle eondnnr i uniao dos bens, e
que a contrnunidade dos Irabalhos deva estabelccer a
comrauuidade doi beneficios *
Iva qaatla parle, que Irala di direilo aclual, o au-
lor discute com madureza, e aprecia os incouve-
nienles doi dillereiilei rgimen* malrimooiaes que
esiabelace ou que admille o cdigo cvd, cuias dti-
S'ra verdale, que calculando-se a influencia dos posirOes elle analvsa habilinenle. [ondando-se
louireg.mens soi.re a uniao conjugal, sejamoi le-! sempre em fados'pusilivo, elle se pronuncia por
cajao privada e da edacarao publica ; nos casnslgadas
em que a familia nao exercesse e-sa accilo e viesse a
ser quasi eslranha a educa^o, que se iadaBMsa quaei
as influencias civis oo reli mo o supprir a scienei e fazer de modo que a educa
gao allinja plenamenle o seu lim.
l'oocas qoesles oflreciam um inleresse mais po-
deroso ; e com efleilo e concurso correspondeu isua
imporlanna. ^
I'oram enviadas ac idemia 32 memorias ; logo
no prmeiro etarae a respectiva commissao rejeiloo
21, ninas por causa de sua eiliema conciao, unirs
porqae mo haviam compreliendido bem a queslao ou
a Iralavam mui imperfetamente.
Em um -egun io exame, a commissio anda re-
jenou niai. (i por sso que n.lo podiam preleu ler o
premio nem nenhuma dislincr.lo parlicular, poslo
que e;n proporroes mu diversas, recoiibecain-se
por seu proprio inleresse, ao inleresse cum-
mum '.
i Lenla., n rgimen dolal lera exclusivamente a
vanl.igem de ohslar a qne uma i.npru lenle confin-
Ca no lalsos clculos comproraslldra a fortuna dos
esposos, isl i he, o patrimonio do marido e o dol
da mulher, ullima e.peranca da prole.
Finalmente, encarando a questao debati d'um
poni de visla mais elevado anda am ara paz
como o naito, onde is ub'tiluirps e o direilo de
primogiilura sao prohib los ; onde a faculdade de
leslar e uoinear ura herdeire he to restricta, e onde
por conseguidle ha ama especie de mpos.ibilidada
em ver as propriedades perpeluarem-se has fami-
lias, havero vanlagem em excluir o r-rsirnen dolal.
qu ao menos.por algum tsmpo, pode conservar aos
ulhos o amiga lar, o ledo heredilario, a casa paler-
na, emlim, a qual esl.lo liuadas lanas recordac,e',
1 8 DB OUTUBRO DE 1 857.
OBSERVACO'ES hOBRE O FOI.HETIM PRFXE-
DEME.AI.OLMASPAl.AVRAS ACERCA DA
COMPANIIIA l'ERNAMBUCANA.
Eincomeqaencia de se nao searen) amda prnmp'
(os os resloi dos quadernos relativos ao bairro de S.
Jos, nao podemos proseguir hija na descripr,lo da
cidade ; no enUnlo vamos fazer algumai oherva-
'.'." .pie de alguma sorle se referen) ao assumpto de
que temos Iralado am os nmeros precedente.
A cidads di Recite, hisloricamenle filiando, pode
ser considerada em qualro momentos differcntes e
principies : antes do d .minio liollandez, isto he, de-
poiida deacoberta do Brasil por Pedro Alve Cabral
em 1503 ; no lemp da poder liollandez, a saber,
durante o giverno do principa de Nas-ao ; na guer-
. ra da quasi Irinla anuos enlre rtarnenans e Porlu-
egueces, e depois da restaurarlo pelos Porluguezes.
Pjuco ou nada se sabe.aceres d i primei'O periodo
* da cilade d > Recife, porque a rnr parle dos docu-
menlos qoe se refer,tm quells poca, e que esla-
vara depHilados nos orclnv ,s da Olni la, foram llevo-
rados pelas chimmas do incendio dsua culada em
1631, e os qu o poder.im salvar foram levados para
Lisboa pelus Blhas de Daarle Coelho.
Assim, nao se p 1 dizer coasa alguma cerea do
periolo primitivo da rpita! de Pernambuco ; na
ha leudas, nem Iradic, ni ni poesas populare-
que ao menos permiitam f izer con:erlaras snhro e-li
poca remota ; e rntffj, come diz um escriplor illus
re, no inlim i.dos cnraressiieiisl-m a saudades pa-
iriolicas acerca .11 piwadi, lalvaz sera esperanza di
rehabililar a antiga palrl
aellas teniencias moraes eicellenles, obras profun- Maulo efleclo, respeilo e honra pela memoria dos
lainaule honeslas e cheias de vistas elevadas e pra-
licas.
R'llavam 5 memorias, inscriptas sob os numero
O, H, 13, 11; e 3|, a prlmeira de lodas, a que parli-
cularmenle caplivoo a alinelo foi a de numero 8.
O aulor comprehen deu bem a queilao, e Iralou-a
d uma maneira ao memo lempo moral ejudiciosa.
Elle legue o menino desde que principia sua educa-
rlo al queacaba; elle o segu na familia,qne a igre-
|a e o eslado supnrem eiubsliluem nascousas emque
aiamiliahe iiiiuflicienle. Oest\lo da memoria he
simples e conveniente ; h pena que a secunda par-
le nao corresponda de todo primeira, e que o au-
lor, que em uma poda' obler uma approvaro sm
a uriosidade do hisloriadur no que diz respeilo as
facanbaa mililares e poltica du lempo ; ma- quan-
lo a archeulogia da cidade, quasique nlo ha n-da s-
criplo, apen-i ss encentra orna ou outra Ira-lira >,
que poneos vezes resillen] critica ; de sorle que,
qualqaer pessoa que boje leudar fazer algoraa causa
a asle respeilo, naturalmente ha de coraraeller lacu-
uas e erres.
Como j i he sabido, o Sr. Dr. Mello Moraes csU es-
rrevendo uma Chorographia Braaileira, e qaanlo.
descripcao desla cidade lembrou-nos que publictise-
mos alguns arligos, referindo ns inonoineolos pbli-
cos, o uiimern das ruis, das casal, ele.
Ora uma narrarla por meio de algariimos soinen-
(e ie lomara mm rida, assim entendemos que teria
melhor inlennea-la com alflnma coosa do archeulo-
gia ; o como para esse Irabalho nao temos mais do
que alguraas tradic.6es quasi apagadas, cunjeriuras e
n luesoes, he natural que lenhamos commellido fal-
las, erre* e omissOes.
Ainda repelimos, muilo punca cousa ha escriplo a
respeilo d.i archeologia desla cidade ; e emhora um
Iraballiu desla ordem nao lenha gran te imporlancia,
nem d loria a quem delle se encarregue, com la lo
oraos ara dos ponen que s lem oceupado listo,
mas nao temoi a preienri i de que seja completo o
qoe fazemos.
Rile Irabalho he ama obra commiim, perlence a
lodos un ; e como lemus.uiuila docilidade, eslaraos
promplos a aceitar pura e siraplaimenle qualquer
observarlo, qualquer leinliranca, qualquer emenda,
nu di.culi-las. quando for preciso ; porem he misler
que islo leja felo com diguidade e educagao ; do
coulrjrio, estamos resolvidos a nao dizer urna pa-
lavra.
Enlrelanlo no Liberal Pernambucano de l do ac-
pefs
Fo com o fim de obler a soluco desla impor-
tante questao, que o ponto e objeclo de premio pro-
posio pela academia, foi o seguinle :
Irarar n historia dos diversos rigimens a qua es-
1.1o sujeilos os conlralos nopciaes ;
a Indagar, debaiio do poni de visla moral c eco-
no r ico, quaes as vanlagens e os inconveoienles des-
I-- dAer-.s regimens.o
Estabeleeeudo assim a qoeslao, .i academia n.lo
exiga nimenle que se aprecia'sem o diversos regi-
raens nupciaes pelo lado uridico ; ella exiga mais
qoe os concurrentes expozessem leus elfelos moraes
e cuiKequeneias econmicas
o aulor ajama a seu Irabalho qua Iros eslalislicos
desunidos a fazer uma Comparaclo das provincial
era que se usa do direilo es-riplo'e aquellas qoe se
regulara pelo direilo con.ueludinari>, islo he, enlre
aquellas que fazem uso 1o rgimen dolal e ai que se
reg lenle e novo pelo qual o aulor bo meimo lempo que
nlterece rosolures uleis, c.inprebiude anda me-
lhor o pensaraeiilo da sea lemia. tsses quadros
permitiera apreciar debaio,do poni de v -la moral,
ju ici.ino, agrcola, in iusirial. e econmico, a in-
iiiltuencia de cida um dos dous regimens, e facili-
lam o lirsr-se uma runcluilo.
O esiUo da memoria, sem ler mudo digno de no-
li, he lodavia limpies, claro, e convem ao assump-
lu ; ie os vislai do aalor nao sao demasiado eleva-
das, s3o por oulro lad i segara ; finalmente sua o-
bra lie 13o sabia quanlo ja'diciosa. Seu merilo fez
cum qiie fosseni unnimes os volos, e a academia
n.lo hesilou em conccder-lhe o premio, que he uma
medalha no valor de 1,300 francos. U autor he
Mr. Ilu.nberl, doutor era direilo a ex-subprefeilo.
leriuinan i, e-i. materia, na.) he sem inleresse,
nolar que lodos os Concurreulrs .e pronuneiaram I
ravor do rgimen da cummunlulj, e que o regimoii
dolal nao leve -i-1 i, -..
Todava, devemoa dizer, e com iso nflo sahiinos
da qiie.iao, que lem-e fcilo a esle respailo, na
provincias em qoe exiliain os dooi regimens. urna
eipeclede revolurai era senlidu inverso nos espiri-
to. Assim, lias de direilo escriplo, eaine._-.i--e a
junlar ao rgimen dolal a clausola de uma cuinmu-
nliSo de bens adquiridos, que, conservando a mu-
; ella desejava que porjlher o seu patrimonio, a nasuda aos beneficios qu/ moral qoe, ao mesmo lempo que a
na obra de Barleo,v-ie um vulto de mulberiqoe lem
na mao direild uma canni de assurar, si na equerdi
um o eep-lho a Siippo-ie quo esla figura ,ue
millindo-se a livpollie.e do espelho, tereraos o se-
guinle :a belleza natural deeta cidade, quena,
he conle-lada por ninguein, represenla-se ne.s.i li-
Depois de hiver mo-lrado a inlluencia do roman-
ce e das obras Ihealraes, elle resume o seu pena-
menlo e lira suns ciuclusoes. Esla parle lie a me-
lhor de sua inemoria : elle recapilula as causas que
eriginaram a aberrarlo e dscadencia da lilleralura,
cello as (-lironda no eiifraquecinieiilo das cren;as,
no gozo exagralo dos prazeres maleriaes, no es-
peciadlo ollerecdo por nossas levulur-s succesa-
va, as quaes (ornando ns espirilns vidos de emo-
oei, os tornon igualmente avidoi de mudan;
com esprraura sempre engaosa de obler uma posi-
eao melhor.
Tolivia o aulor julga rfescnbrir os svmptomas de
orna reacr.lo seusivel para om eslado melhor ; elle
julva descohrir que as producres lillerarias rome-
rara a melhorar, qui a voz dus verdaderos meslres
lie mais alien lida, e que locamos a uma reforma sa-
lular.
Etn memoria quo em cedas partes conlem vislas
profundas, (ra o cunlio de ama em nr.lj inmln djs-
lincla. He um Irabalho eonsrientioso o obra de um
espfrilo esclarec lo ; infelizmente ama cerla ll-.-ia-
ea ., a iurorrerrlo da phrase, o gran le numero de
digretsoei, opiniies emiltidas cora arrogancia e nao
juslificadas, li/rrain cora que a academia, sobre lado
em pre.enr.-i da memoria numero I, que Ihe he
moilo superior, nao liie eoncedeeee senao uma men-
53o honrosa, niase*ia diilinetjgo he racracida a mui-
los reipeilos. O agraciado ha um joven licenciado
em direilo e que annuncia as mais Mi/o.' diiposl-
{Oes ; chama-sa Arsenio l.egreiie, de Pars.
Sena preciso, na vtrdade, que a inemoria numero
I se reeommendaaee por qoaluladrsde todo axtraor-
dinariai, para ser pieferila a q.te acabamos de ana-
Ivar.
Cora effeilo, logo no principio conbece-se nescrip-
lor vigoroso, eso a escon de sua epigraphe liria
bailado para Ihe conciliar ai s\ rapadlas da acade-
mia : u Ea odeiu ns mximas m.i's, porem amia
mais odeio as ma's acre. He qae a damno p?o-
du/.i'o pelas m-i'i acrOes he indivi lual e resiricl
em quanlo qua ai mximas nocivas, so derraman)
pela snciedade, e produzein n'ella uma perlurbaclu
i corrompe, inolti-
deesdencia i.l i facis d? dednnr; he o orgulho que I Prcc'pMaele com que linha sidu escripia ; a acade-
se apadera de lanos genios desronhecido; he o en- mia, rpita, esperando que com a prorogaro do
fraqaecimenlo d,i autondade paterna pro lucio da in-! coiicurso obler-se-hiam Irabalhos mais perfeios, t-
inl-i em; i e da faraaliar lade ; lie o dssprezo lem- """ resoluso de o addiar para 31 de dezembro
pre cresceule par lado o qu-, lano no interior da lle ls"''-
familia com i f ira dell i, merece os nossos respeilos ; Desla vet, senhore, deposilaram vinie e dais
hi essa amhie.lo de adquirir forluna qaa he hoje a l memorias na secrelaria do Instillo ; uma oulra
i lea lix? lano la inocula le como da idada madura ; 1ae cheguu dez raeze depois de fin lo o prazo mar-
lie pise des,lem pelos prazeres do espirito qoe s o< cao, mo foi recebida.
astados serios podem procurar. n ,|a, yinle e duas memorias, a academia parti-
fcis-ah oque, segundn aulor, veo a ler dos coi- cularmenle disdnguio Iras : as iuscriplas sob ns
lomes privados; desde enfilo que^podem ser os eos- !), 17 c 21.
turne pub'icos ".' R-cdieudo a inhuenda dos primei-
roa, n.lo serla elles lambem, por sua vet, atacados
profundamente t Aqaelle que lem ja o corelo-cor-
rompido, podar vir a ser um bom cidadio'! Eslraga-
11 a todos os reipeilos, u icepdcismo se apo lera c!el-
A primeira dellas he dividida -em duas parles,
uma das quaes lem por titulo : tsconomia polti-
ca, e a oolra : oMeio de adquirir fortuna e alcan-
zar a feliridede.
Nida maii simples, mais natural e mais sabio do
es ; se elle loma parle nos negocios pblicos, he so- que esla memoria. He um fabrcame aua. deoois
IllPIll, mm, mu iii.iin -ni...... ...<*- .I. -,.._ .____.____.. .r,... 1 k-"-
ente com a mira no teu inlereiie, e eniao, a socie-
dadonlo sendo mais protegida pelos senlimenloi ge-
osrosos, se n,lo hoovrr cuida lo, ser entregoe n-
das desorder.s de 181H, ie enlralem com ssus ope-
rarios, e ie applica a esclarece-los sobra seui ver-
daderos inleresse, a (ranquillisar a agtajao de
e a caima
de cultura.
luairm publicada ama correspondenoa.assignada pelo nao he a d Pernambuco: esse sotrado, qoe era o
sr. A. r., qua lem por ob|eclu impugnar ura ponto ultimo do lado do sul da rus denominada primili-
lo nosso penltimo bHiettm e como ella he eenee- | vnninle dos Julios, srsla de ..ynagogai. al a
reslaurar.lo, e essa ligara lalvez seja a de M.vses ;
se enconlra no Irabalho do chronisla bollan tez he o i gura de mulher que vem i'o cironisia "hoTlandz"
s. mbolo da cidade Maoncea, e qoe o conquisladores o espelho he para ella cunlemplar a la furraosra
lunlanos. nao qnerendo conservar aquella sigual do
dominio balavo, a transfiguraran), dando-lhe as fei-
toes v -ronis que ella boje aprsenla.
Repalando-se a figuia como a parsonfira^ao de
Pernambuco, e ninguem sabemlo at o dia em que
esrrevemos.ai linha qoe cima se lvm, o que queria
dizer a luierlpclo, suppozeuios cora oolros crilie. s
que aquella figura fosse a que vim na planta da
cidade de Henriqoe de Nassau, transformada em um
Vulto de homem.
Enlrelanlo o Sr. A. F. conlestou a nosa sapposi-
?5o, i esle re.p-ilo asim se exprime :
Na Carteirai) pnblleada honlem se le qoe
na planta da rilada do Recife, qua vem na obra de
Harleo, ie v om vulto de mulher que lem na mao
direila uma caima de assocar e na esquerda ora
espelho ; mas, nlo sendo islo senao a repelirao
de um erro, parece-uoi necessiirio destrui-lo.
A figura, eenlinoa o Sr. A. F., que oceupa o
eicudo de armas adoplado petos neerlandtzes |>ara
reprcsenlar Pernambuco, lem em ver lade na mao
direila urna calina de assucar ; mas o que se v na
esquerda nao be um espelho.cnmo alguem, sem con-
sidera-la, phantasiou e di*se. O que a figura, repro-
duzida em diversos lugares da obra diada, lem na
mo esquerda, lodo pode ser menos espelho :
qum examina-la com altenrilo reconhecer' que he
uma e-pede de lance, coja lamina, adaptada a om
cabo, lem a forma de um arco derircolo.
A figura que cm baixo relevo se v a* esquerda
da Ireuie do sobrado da ra da Guz, de que se Irala,
lii la em h-nis (erraos, passareraos a respomler-lh
o panlo impugna lo se refere ao qiie disemos acerca
de orna figura qua existe na frente da casa n di ns
ra da Cruz.
A'cerca desla fiuura c rriam duas lradirr.es : un.
! lizi .m que era S. Ir. Pedro li incalvee, c i.ulros qne
Todavia do dominio hullandaz ha varios dorumen- era a personificarlo de Pariumbuco ; a ultima in-
Ins, e por las este Armenlo da noswa histeria pode
ser esiuda.lo e eonhecido; maapara este fim, lora ron-
veniente que o governo m m I ,-.- Ira lozir a clironica
de Btrleo.que he em lalim, e lilhographar as raspee.
vas planta. Alm de viilgariar-se por (,., meio
lerpiel.ir.lo nns perecea mais vern-lniel, e ae apro-
ximava man do que se narra acerca de Jonh itull,
J uiathan a Jacquil Kouliumine j persniiilicars da
Inglaterra, dos Estados Unidas da Araeiira' e da
Franca ; mas nio asseveramos que assim fosse.disse-
am d.s episo los mais imporimles da neasa Mvieria, mw* "I'*"1*9 1at ,e appanha isto.
se conservarla *l- preeloae irabalho, que h .ja he 13o Com eff'llo, em o fothelim de 11 l-se o segoinle :
raro, e Mi se po le obler algnm exeintdar em Ubi i o- ; parece que a figura qoe anda exilie na freale da-
Ihecas eoropeas, e por prego- fobuloaus. j ,.|..i raa, em nina specie de nicho, len lo na par-
Da da guerra e da reslaura^au abnndem as chrn- i le superior uma inscripta., fu* iranafigurada dspois
nicas; os documentos desle periodo podem satisfazir i porqumto na planta da cidade do Recife que vem

ludo indicando que exislia aiileriormenle...
Us 1 I-illaii li.'/e- der.iui a muitos logares do sea do-
minio no norle do Brasil esendna d'armeecom sym
linlus allusivo ao caracler, a' prodocr.lo e a oulra
i|u*|.]uer eircnnalanela espacial a eses lugares, por
exeinplo : i llainaraca om eaich i de uva, Iguaras-
sii caraiigueijo, a's Alag-'as peixes, ao Rio lirande
do Norle uma enia, e a Pernambuco urna mulher,
uma caima de asacar e o oulro objeclo obre cuja
tormo se questii.n, o qual, se n.lo he um espelho..,
lambem nao n'os parece ser claramente uma fouce.
Mas porvenlura a interpretaban qoe demoi a esse
objeclo sera' exclusivamente necsat nao, porque al-
guinas pesaoaa que Ismhem se ha dado ao esludo
das eoVeal da nosid Ierra pens.im igualmente que he
om eipelho ; e se alien lermos a'allegoria, parece
que a interpretaran tem algum fundamento. Ad-
de assocar indica o eu ramo principal
No enllanto, [lo n;lu palia de uma
conjeclura, assim como a interpretadlo d,i fooce nue
lalvez da' o Sr. A. F.
Paliando agora ao que dissemos cerca da transfi-
guraran deisa ligora,somos obrigados a declarar an-
da que nada allirmamos de positivo, pois que na
possuiamos documento algum a esse respeilo, e no
mesmo engao cabio o Sr. A. F quando supiiz no
dia H que era a liura de Ifoysea,
Eolrc oulras razes nilo podamos ,-idmillir seme-
llianle auppusi^ao ; por quanln, legando o Invenla-
rio das armas e pelrech s bellicos qoe us lloilande-
ies deiiarain, e dos pielins que bsviam edificado ou sua relig ,1o.
do-se a historia onde ninguem a linha procurado,
nai lendas, as (radiees e as poesas populares.
O cedo lio que ninguem ''ira mais que a figura
reprsenla Pernamhuen, S. l'rei Pedro Uon^alves,
ou Muyses ; iiiasquein ser.i e-se Jacob '.' eis-aqui ca-
iro novo assumpto de duvidas.
I'-ni nossa opiniao romo a roa dos ldeos, que de-
pois os Pnrlnguezes denominaran) ra da Cruz, co-
mo uma aiidlliese da denominarlo primitiva, era a
resldrneii das fam'liei daquella rara, lalvez o F'la-
m -ngo Baiie que fibricou a cusa que anualmente
| lem o n. Iii fosse Judeo, e que esse Jacob seja a per-
sonificarse do (roneo dos Israelitas.
Alas esta sopposirilo be ura pouco repugnante
vista da intolerancia religiosa que naquelle lempo
reinava ; e nao he muilo verosmil que os clinsiaos
piole-lantei consenlissem que os Jadeos apresentas-
sem publicamente signaes ou s\ rabolos maleriaes da
casa
es-
reparado al o anno de IH3, rabiamos que na <
n. (i da ra d Crol, oulr'ora -ios Judeos, bavia
lado aquarlelado Joao Fernandes Vieira, e qae a da
Synagoga era outra no fim do mesmn lado da roa,
que ignalmenta lie fura dada por doarjo regia, e ho-
je perlencenle ao collegio dos orphaos e onde mora
o Sr. Joao Uile Pila Odigueira. Assim. nao po-
po
dava no
diaraos admiltir a inlerprelarSo que se
Liberal, a
Nesla dovida e incerteza, Iralamoi de procurar
mais alguns eclarecimcnlos que retolvem a ques-
lao. '
Para este fim, a semel'idnca do qoe fez Mr.de
l.n-eps na sua viagem ao Egxplo, onde andeu Ire-
pado pelas paredes do templo de Dendirah e pelas ce-
lebres p\remides, para e-iinl ir alguraasquestes ar-
chedogicas, pe'a nossa parle no dia 13 desle mesmo
roez.sobimos por uma escala ale a figura que se vem
frente ds rasa n.svii da ra da Cruz, e que era o ulijee-
ludas ira.lires allegadas, cnpiami'S a Ipseripclo que
esl na parte superior, e que he escripia am hollan-
Emfiu concluiremos esla parle desle arligo,
acrescentaiido qoe o Sr A. F. publicou no o Libe-
ral i. de 17 oulra correspondencia, em que declara
ler-se mgana lo acerca da inlet prelarlo que deu *
figura, e da casa que servir de .syngnga, a qual
he a de n. 12, e qu a figura nao he M'.yses, e fim
Jacob, como mais cima 'Isseinos.
Passando agora a fa-ar algamas reclifiesres sobre
a ullima Carlelra, temos da observar que'no omi-
llimos a ra da Concordia, a qual, se'escapou no nu.
meroloUI das mas, enconlra-se na selima columna
do follielim do dia II, no meio da linha 36, com
ciiicoenl.i e um predios, sendo dous de um andar e
quarenla e nove terreo.
Em virlude das novas denominares qoe a raani-
cipalidale tem dado a varias ruis e bsceos, ha de-
sappareci io as aoligas ; por iso dcappareceram o
do Srapalel e o do Padre, cando arabos confundi-
dos na denominara,) da Iravessa do Lmami-nto, o do
Un- :ri i na roa do F'ogo, como se pude verificar do
ncamenlo da dcima publicado nele jornal.O Inr-
melhor Inrisonle, urna poca m do a opiniao do aulor da memoria preeerlenlr, elle
jalga perceber indicios desse melhorainenlo, e espe-
ra que o ex<-esso ,|n mal abiindo o olhos lucieda-
de, esla hade rugir sobre s lellras e is conslranger
a circum.creverem-se ral missio, que he esclare-
cer os espirilos e mnralisar os corarle, sem cessarem
de derramar grara e encanlos sobre os assamplos
que forera suscepliveii disso.
Esla memoria pelo elevado de snas villas a pro-
fndela das ideas, be uma daqaellai qu se pule
elogiar sem reserva. O eslylo he elegante e simples ;
he anima in por esse arder de uraa alma hone-la
que sustenta a silencio e rommove o leilnr ; era
digna do premio a lodos os respeilns, e fui sem hoii-
(ar.iu que a academia lli'o concede i ; elle consiste
n'uma medalha de 1.500 Irancns. O autor he M.
Poi leu conselheiro du tribunal imperial u'Angers,
mudas vezes cornado pela academia franceza.
Proclamando esle nme, ja querido das lellras, eu
n.lo desejava lodavia me a assemblea que me escuta
ticosas seb a impressao de qoe os coslumes france-
zes, influeiiriadns por prodceles lao dignas 'e cen-
sura, lenham degenerado a poni de fazer duvidar
do i'ulur.i nn.r:,| de iins.u psiz. Sem duvida o mal
prodozido pela m lilleralura he profundo ; mas nao
calumniemos a nossa poca a poni de julgir que es
se ira I tenlia invadido a loda a sociedade franceza.
Ao lado des*a p-.pularao ociosa, sera .eduearao, sem
itistruccao, que as-im como em oulros paizis, is dei-
xa impreasionar pela ma' lilleralura ha urna oulra,
iiit-lligenle, instruid i, amiga da ordem, animada de
senltmentoi religiosos, que proleslacmilra a invas.lo
Depois do qae precede,rio ser inconveniente dizer
algumas palavras sobre nm objeclo que em par.cu-
lar .....re--1 a esla provincia : queremos fallar da
companlna Pernambucana.
Hoje mais do que nunca a sorle desla empresa de
pende do concursu de lo lo o commereio deila prari,
e do auxilio e favores das poderes do Eslado.
Sedazidos p*|i esperanza da vanlagens que com
a organisaran de u mi eompanhia de navega;3o cos-
leira a vapor colheria a provincia de Pernambuco,
algum negociantes nacionaes e eslrangeiros arrisca-
ran) seus capitaes.
Al hoje infelizmer.le nenhum lucro (em elles li-
do, mas n commereio em geral na prai de Peroam-
buco lem gando com a existencia da compauhia Per-
nambucana. As transacr-iies sao hoja com a cidade
do Recife. IV. a o lado du norle lem lavado o vapor
Igiiarassti, por algumas vezes, mata de qualro ce-
ios conloa em gneros, aqu comprados.
Em saa ultima viagera, quanlo e-le marcado sen-
lia uma falla abolula do doas arligos de primeira
necssidade, a chegada do Iguarass foi suflicienle
para fazer cessar essa falla ; Irouxe do Acaracii mais
de 1,21)11 saceos de milbo e leu"m
Esle fado demonstra qae huuve evdenlamenle
dous beneficios : lucrou o porlo do Acrac dando
sabida a gneros que de oulro moda nao Imam lao
junlar o exeru-
pos aus preceilos, o aulor termina pur uraa biogr.i-
phia de Franklin, excellenle modelo digno de ser
proposto a homans para os quaes n Irabalho he ama
necssidade Vital, Ela memoria, qae he nolavel
a muilos respeilos, deii.iu.lo pouco a desejar se fol-
ie escripia com mais vida e calor ; as sabiai lindes
qaa encarra, se I .--em presentada! debaixo de
uma forma mais pruprin a inleressar aquellea a
quem se dirigere, seriara mais apreciadas. Sa o
aulor Ihe dr a publicidade de que he digna, ler-
Ihs-ha fcil ajumara' ma obra, ja lao dislincla. eise
allraclivo que pode deixar de ser preciso para ho-
mens Ilustrados, porm que o he sobretudo para a
classe que a academia leve particularmente em vis-
ta, quando poza questao em concurso.
Concedeu-se uma menrao honrosa ao aulor della
Mr. Rivier, Mce-prei.lente do tribunal ds Gre-
uoble.
A memora inscripta sob n. 17, superior alguns
rcspeiloi ao n. 9, lambem Ihe he inferior em cerloi
uijAms. O aalor adploa a forma dramtica. Sao
iriT personagens, qoe postal em scena, difieren) de
principio!, poilo que estejam de accordo iobre as
consequancidi. Uma dellas he um renlciro, diici-
polo rigido de Ricardo e de Macchloch ; oulro di-
rector de orna fabrica de fiacao, perlencendo a uraa
escola mais pralica c moderada : o lerceiro um ope-
rario qae entregue n> principio allo o fugo das
paixftei c arlisla de todas ai desorden!, lorna-ia
curado pelo amor c pela felici lade, o modelo eo
preceplor dos oolros dous. He om quadro bem
concebido, purera da diseossau dos Ires >nlerlocuto-
res, na qual cada ara liten le as suas doulrinas, ra-
prompla venda, e tambera lucrou o mercado qoe os f,1inari) municipal ,euiiiil
reeetieo, porque vio termina la a eicucez que delle
soflrie.
Ninguem eonlcstar que a prara de Pernambuco
le aquella qe no norle do llras)l melhor pode forne-
rer lulas as que sao suas xizinbis ; que e-ia influeu-
Iriolica requisir.io. Nenhuma oulra empreza pode
melhor do que a Peroambucana latisfazer a ambos
e-tes desejoi. Estenda-ie pois o privilegio da com-
pauhia 1'rni un i., -na do porto da cidade da l'orta-
laza barra do rio P.irnahiba.
He cerlo que boje om vapor da compauhia per-
co re os porlos doAcaracii e da Granja, mas ser-lhe-
hs onerosa a cuulinaaQau desai dais escala!, logo
que leja necessaiio dar duas viagens mensacs.
Portan!.., he de reconhecida necssidade que I
em, re i pern.inibucana seja subvencionada pelo aug-
nieiiio de mdis es-es ires purlos.
Se assim acontecer, se consolidara' 0 lisougeiru
futuro desla empreza, e a compauhia ficara' habili-
lada para augmentar o seu capital, que com esse
novo sub.i'ini garantir' a emllllo de novas apolicei,
e eslas concorrerao para a acquisi^to de mais um ou
dous vapores.
Ora, augm-uiiil o pessoal da compauhia, polera
ella multiplicar suai viagens, gaiibando com islo os
porlos e os seus nteres.d In-.
Nesla provincia, depoii de pequeos melhoramen-
los uulroi porloi gozarao do beneficio da navegaco
a vapor..
A visita do vapor 'l'cisiuiin.:,!; a' Goianns, de-
monstra os bous desojes que tm a ompanhia de
cuncorrer para a tua prnsperidate. E aquella ci-
dade lano aprecioii esta prova de patriotismo dada
pea coinpaiibid l'et iiaiiitnic-nn, que a respecliva
em sesillo do da 10 do
rorrete man iou registrar esle fado por rodo de um
lermo. em que e dedaresie que o Iriumpho e gloria
resullinle de am lal aconlecimenlo perlencesie a
esta emprezs.
dez amiga, levamo-la ao Sr. Hrander a Brdii li, go da Malriz e o do Arsenal de (Inerra sao' l'o m
ce consol da llollaiid, resi lenle nesla cidaJe, o qual '
nos fez o Favor de a Iradaxlr.
Eis-aqui a iuscriprao e a soa Indcele : Jacob
Ben ikGenieml : Jacob be o ineu lime.__
De boje era vanle desapparecein loda as duxidas
a esle respeilo, e as Iradires complelam o seu
lempo.
Como dissemos em principio, i-lo nao tem gran-
de importancia ; mas cabe-nos a salisfacao de I
ndo os pdmeiros que Uabalhamos para'esle fim.
Todava, um hisloriador desle seculo, qae cegoo
inbre as clfronicas de anligoa moeteiras, e que be re-
putado o meslre da historia moderna, diz que aquil-
lo que iraballio rcenles no ii'-ii; enainado a res-
peilo da na^in grega, e aquillo que lle achara acer-
ca da raja anglo-saxoiua, Um sido felo, recolben-
.a\eia, qoe nio lio reputados como laes, e o da-I'e-
nlia aiaim romo a igreja e as casas que deilam para
elle, perl-ncem pela divisio da rregoezia de Sania
Anloiiio a de S. Jos. Ijuanto as cas- do Largo do
C-illegiu, u domnenlo c lado sn considera perlen-
renles a nm i ra ou largo, ai casa! que lem a entra
da neses lugare.
Temos lambem de fdzer uma rcclificacao acerca da
' "7-- ......;" i"' ;"....."-1 Ale boje lera lid) a companlna loda a coldiuva-
cia benfica he reconhecida pelos merca los que oa- r.lo do governo geral e de algumas das provincias
2.SM*" Pr rrec-03 n>" "ollaJ"- e : l..uilopbe, mas ella e l,1D lamben) esmerado em
peiorqualidad. .retribuir com as sUas debis forra os favores rece-
l.ma pequea quantilade de mercadonas, remel- -1,|(- lovures rece-
lid.is de l^rnambuco para o porlo da Granja, turara
depois Irananorladas para adiad da Parnahiba
a dnrava-se alli as quali lades superiores as qoe 'so-
ligiinenle or.un recebidas diMaianbau, e por pre-
Co mailo superior ae que pagavam pelos que erara
laqm remellidos.
E-la verdal.' he de ficil apreciar!.. I'crnarabu-
co, em virlude da anasiloaclo geographlea, be hoje
o emporio do ronimcrcio do u irle, aqui a coiirurren-
cia a aeiivdada dea IransaccAei da lugar a baraieza
los procos e superior qualiddde dos arligi s de con-
f irisada dlsse-noe, quu esla ileuomina(3o pruvem de j sumo.
orna Pot, inslrumeulode dar tratos, qoe alli exili-1 Dissemos em principio que a sorle da compinbia
ra, e que acab'.u em lempo do capil.lo-general Ma- Pernambucana .lepen lia do cuncuro do rominercio
noel da lamba Menezes, p..r causa de um conflicto I de.|.i pra^a e do governo do pilt, releva por [lanin
que ie dera enllo entre aquelli capitao-general e
um c .[iiiao de infantina do regiment du He-
cife.
demonstrar esla aaerclo,
A provincia do Piauliy reclama a navegado cos-
leid a vapor. O goveruo deve allender a esta pa-
Autes da peca marcada nos conlralos, principiou
a duplicar aaa viagens para os porlos do sol ; tem
beneficiado os porlos de laman.Uru ao sol, e o de
Itapissuma, Goianna, Acarac C Granja ao norle.
As despeaa felas cum a edificar.) de trapiches, a
com i compre de embarcares auxiliares, em porto,
pinados de lodcs os recursos, n.lo lera dado logar a
dividendo, mai se a duba do privilegio rbegar a
barra do Bio Parn.bili.i, se o governo Ihe conceder
a lmpllfleafla do eipcdienle no despacho dos leus
vaporea, nio tememos assegurar que esla empreza,
alo boje cerca la de obstculo, lera' cm horiionlo
mais diaphano, e rnnlribuindo para a prnaperidade
dos porlo que leva soa naveeacSo. Indemn.sard
de ura modo razoavel os seus arcinnialas do empalo
que tem lido os seas capilaes. Faiemoi linceroi vo-
los para que assim socceda.
Abiallah-tl-Krnlip







DIARIO DS FEBNAMBCO SECUNDA FEIRA 11 DI OIIiTRRO J>F, 1SS1
Bulla por veten incrrit'/.i : o espirito nao pode
abarcar o ver.ladeiro peniameiilo do autor ; nju se
sabe a quem .1 r raido, e eiufim neile (raballio alias
l.ni digno de estima, nolam-se inreliimenle lacu-
n,i- importantes, a omitsilo dt inoilas queste-ts e-
aeuciaet. Todavia no estado em que esta', capli-
vou em alio poni a aliento da academia ; osla'
escripia com vigor e preciso, e segundo q-pareeer
respectiva coinniissao, ai qualidadti que possoe,
i
compensan! por deinais as qoe llie fallam. Foi-lhe
concedida lambem urna menc.o honrosa. Seu au-
tor nao se deu a coDhecer.
A 3" memoria, que obleve todos os oflragios, est
MtTtptl sob n. 21. He i mesma que se linha dis-
tinguido no 1 cundir.o, no qual a icaderola liohi
esperado que o autor, revendo com ailencSo o seo
Irabalho, fizesse desapparerer imperffc,on que elle
Desfilo reconhecla e condcmnava. Essa esperanza
nao poda sar engaosa, e se o conselhos di acade-
mia n.i i foram seguidos ialeiramenle, se lodos os
corlea e abreviaturas indicados nao foram prslirados,
todavia temos esperanra de que urna inlalligencia
lito vigoroia, completara a sna tarefa, e que urna
revi-So mais pcrfeila acatar de dr ri na obra Indi
a pe feic,,lo de que ella he loscrptivel. Sem lar lido
a i n leneAo de mular um livro que se lornou popn-
lar, o lOiiiAu de >anluai), o aulor quii faier urna
obra anloga, inio iiuin lo leus principios eon-
elhos n'uma n irr.ir.io propria a sustentar i aliene; i"
do leilor.
Ello toma pois para lugar oa sede do drama urna
Idi situada no mtio de um campo feria, porem
mal cultivado, a' margem de ama correut* nao a-
proveitada, nao tudo por moradores senAo artistas t
pequeos mercadores a relalho, os quaes nao pos-
suein nam cultura intelectual, era actividade, e que
nem mesmo lein reeonhecido a neeetsidade de poi-
uireiD ama escola para educarlo de seas filho.
te-te. lugar lo remolo veio eslabelecer-se no
lempo da paz um ei-cirurgiao-mr doeiereito, ho-
raem de benj, qoe presta gralailameme oa seus ser-
vidos aos enfermos,' soccorre os infeliies e dispensa
os seus couiellius a lodos acuelles que o consultara ;
em p..uco lempo elle ganha a confanos desses po-
bres h i luanles ; elle aproveila-se disto pan regene-
rar o paiz, para inlroduztr um melhor tjslema de
collors, abrir vas de cemmunicac,.1o e ulisar em
favor da industria a correnle al entilo sem otilidade.
Elle oblern a fandacSo de ama escola* a repararflo
da igrrja, o finalmente a aomeae.lo de om cura pro-
prio para o ajudar. Ira impulso l.io bein dado na .
desanima, o progresso manifestarse por todos os la-
dos : a agricultura aperfeicoada vi augmentar con-
sidero denle os aeos productos; levantam-se fi-
bricas, urna mullidlo de operarios vtm dar-lhes ac-
tividade, e todos os elementos de regenerarlo ma-
terial e moral achan tu-e reunidos, o paiz ronda
completamente de aipecto allinge om grao da pros-
penda Je que prova ama vez mais ludo o qoe se pode
obter do Irabalho bem dirigido e de urna vonlade
perseverame.
Todava, alo ludo n5o se fez sem difTiculdades :
foi preciso combater o espirito de rutina, triumphar
doa sentimenlos de rivalidade da populacho rural
contra a operara, combater o vicio, a tolice, a pre-
guija, e em continuos dialogus com diversos inteilo-
culores, ratificar as falsas ideas de ana, animar e
desenvolver ss ideas sensatas de oulros.
O aulor soobe dar animarao a este qaadro.
Tudo ia bem, pareca seguro o bom xito, qoando
um aconlecimenlo que nenhuma prudencia homana
podia cviler, >em eompromelter todo, desencadeai as
paiiftes e amentar de destruir ama empreza coine-
rada debaiio da 1,1o bons auspicios.
He a fume, mal a qua o aulor recorreu de prefe-
rencia ao que leria causado urna revolucAo poltica,
mal que nao podia ser imputado seuao a's vicissitu-
des da nalureza, que au poupa nenhuma laso,
qoe faz fechar as fabricas, torna deseitos os campos,
reduz a' miseria numerosos operarios aem Irabalho,
nlrega-os ao desespero, escita os a' violencia, a' re-
T/olta, e bstanles tezes au crime.
Esta calnmidade, essa oolra mais amarga anda a
qoe cun-i-le uos castigos natoraes e legaes a que fi-
cam sujeilos os habitantes, vem a servir de novo
teito a novas lines, as quaes o bemfeilor dessa al-
dea torna a comec,ar de novo sus obra de moralisa-
c,ao, fazendo eonhecer n mecanismo das socieda les,
< leu que as regem, ai difliculdades da vida e o
meio de as vencer, e aprsenla a religiao, na qual
e vai beber a forca e a coragem, como ama fonie
de eoDsolaces e um Ruia seguro as 1,1o variadas e
tao agitadas phases da nossa eiitlencia.
Esta memoria, nos o repetimos, he om Irahalhn
muilo notavel; das nocoes mais simples da mol a I e
da ecouomia poltica, o autor se eleva i'a ideas ruai
dilliceis e complicadas; elle as torna faceia, e eonse-
gee, sera esforro apparenle, faze-lai eoruprehender
t apreciar.
A aendemia, pois, na* podia deiiar de adoptar o
parecer da comroissdo, formulado nasles termos :
' Eaia memoria he a melhor de todas as que foram
presentes ao concurso. He superior a' de n. 9 17,
as duas nica" que podiam dispular-lhe o premio,
lie soperior a'-de n. 9, mismo no quo ella lem de
melhor, isto he, a expsito de principios, i abun-
dancia, jusleza e variedade das consiquenciat. He
superior a' de n. 17, mesmo lambeta no que ella
lera de inelhor, a escolha do quadrn lielicio, do qoa-
dro dramtico destinado a temperara aridez do en-
tino. O quadro escolhido pelo n. 21 he mais simples,
mais modesto, mais natural, a o temo a paro i si le
resse qoe espilha por sobre a obra jnleira, uro ser
13o forle, he talvez mais cheio de allraclivo.
A academia conferio pois o premio a esla memo-
ria, cujo autor he Mr. Kapsl, inspector das escolas
primarias do departamento do Sena, o mesmo ao
qual a academia acaba de confetir urna menean hon-
rosa extraordinaria pela sua memoria sobre o papel
qne representa a familia na educarlo.
VII.
Taes sao, senliores, os premios dislrihuidos esle
anuo por urna o das academias do Instituto.
Se se considerar que oa assumptos propoitos loca-
vam a's qoesloes mais proprias para eiercilar a tn-
lelligeucia humana, islo he, recapilulaodo-as:
A' phiKsopliia nimia de saas foole mais paras ;
A' educarn, que prepara o humera para vir a ser
um membro til a' sociadade ;
A' legislaran, do que ella lem de nuil elevado, o
contratos, sub a prolecc,ao dos quaes a familia se
rou'tilue e se dcsenvolve ;
A'i ledras na sua relarao com a moral ,
Finalmente, a' ononua poltica tornada simples,
fcil e posta ao alcance de todos ; relleclindo-se,
repilo, reconhecer-se-lia qoe a academia nao podia
provocar a eraissAo de um maior numero da ideas
uteis, convidando o espiritos escolladla a fazer del-
tas o objeclo de suas meditares.
E quando se peosa que esses 5 aasuroploi, produ-
zirara 77 memorias ; que assim achoa-ae um igual
numero d'essea espritus cicolhidos, alguoi doi quaei
nao se conhecendo talvez a si meamos, mas tenliu-
do-ie vivamente tocados da importancia e aclualida-
de das queiles, moslraram-ie danoslos a duculi-
las, racouh.cer-si-hi enlAo a ulilidade d'esles paci-
fico trnelos, nao sn em relacAo quel'es que u'elles
tuuiaiii parte e que eiercilam suas fsculdadea, como
lambem a respailo das diflereulee clanes da aocieJa-
de no Hilero,-o das quaei elles foram particularmen-
te aberlos.
E se ama s das acadmicas provoca e anima
lao numerosos trabalhos, qual nao dave ser o bem
produzido pelos concursos a que sao convidados lo-
dos os anuos pelas classes do instituto, os homens soi-
nlilieos e eslodioso de lodo o mundo !
A lima se delem com laliifacao sobre lies reiul-
lados, u'esle momelo sobre lodo im qoe laulau-
tras preoccupac/iei desviam os eapritus para longe
da vida inlelleciual.d'esta vida lu doce.e ao mesmo
lempo lu cheia pelos prazeres qua se gozam ; pera
pre I entera e--1 outra etsleocia agitada, febril, aven-
tureira, que jado cata da forluua, uAo cblem ai
mais das vezas, senAo miseria e decepca, se mismo
ulgumas vezes nao acaba aia degradado e na des-
honra.
Continuando pois a ollerecer om alimmto aos es-
piritos serios, chamando suas meditaren!* para ai mais
importantes qutslss di sciencia, aenlemia poz elle
anno cm concurso, para os premios qoe deverAo ser
deslnbuidos em IhoS, 1859, e 1860, o* pontos se-
guales, que nos limitamos a indicar, visto qoe pro-
grammas mais extensos, e-l.'iu patentes As villas da
asserablea que faz-me a honra de me escutir :
A philns phn de l.eibnilz.
O iruposlo antes de 1789.
V* inslitaieors de crdito.
As indauiroes dos principios da srinncia do bello,
applicaudo-os depois de os haver venlica lo, as bel-
Imm as mais certas da natureza, da poeaia, e das ar-
les, as-mi como por um exame critico dos ivstemis
mais celbrela que a sciencia do bello den origen)
na autigoidade, e mhre ludo enlre os modernos:
Os principios da moral, considerada como scien-
cia.
A iudagacAo, debaixo do ponto de vista philoio-
plnco e moral, e segando sua nslureza e seo modo
de applicarAo, da.gran.1e inlloencia das penas sobre
as ideias, sentimenlos e hbiles d'aquelles que ai
soflrero, e ae mesmo lempo sobie a nioralidade das
popularoes.
A vida de I uriiol, expondo o complexo das medi-
das administrativas, pulilicas, ecmiumic.ia m qoe
elle leve parle, caractensandu o espirito d'ellll, e
assigualaudo seos resulladu.
A academia coroara' lambem, lano o aulor da
obra Iliteraria que tiver mais contriliuindo para
progresso da mslrucro primaria, como a pe1.1 que
de una maneira pralloo, por meio de leus e*foi{ee
ou seo ensino pessoal, liver contribuido mais para' a
propagarlo da instruceao primaria.
Ella coreara' liiialmenle a melhor obra sobre o
estado do pauperismo em Iranra e eobie os mcios
de o lemediar.
Estes punios, dignos a todos os respeilos de serem
objeclo das mal serias |nv/Mtigae0efl da parla dos
h .niens estudiosos e scienliliro', s.lo independentes
d'aquelles ja propnsto< pela ac lemia, e que em nu-
mero de II), serAu cora.los se hunver lempo, no lira
d'esle anno ou no aiiuu eauinte.
A academia esla' lubitoada a ver os qoe segoem
carreira do magisterio reaponderem a seu appellu;
preparados com fortes Bateados, elle* muilas veze i
obten) coroas ; divi-se iucila-los a que nao alian- ''
d nem a estacada ; alera oa paite honrosa que d'ahi i
Ihes vem e ao brilh.i qoe succe'sos scmelheules der-
i un en sobre a corpor.i(;au Inteira, esses soeces-'
sos nao pudera deixar de ler urna graude iufluinciai
obre seu futuro uiiiyer.ilarm.
l"oi cun luesuia lalisfaeAo qee a academia vio,;
d'isla vez, dou* mam.ira los ohleram um, um pre-
mo, e oulro nina meacjAsi houroia. l'oslo que le-
nham ciercilido leus tal.utos tohre asiuinplus que
que as letras, a economa pebliea, pudem como so
vio n'esle caso, ligarem--e perfeilnraeiile com a sci-1
enca das lea, e que iiieimo aqudles que cullivam |
esta com mais fruclo, sao de ordinario aquelles cujn
saber l'iiae de ser reilriclo a um certa circulo de
conheriinenlos, se eslende caria vez mais e cada, vez
maia *e generalisa.
Eu me consliluo orsAo da academia, e parlicular-
menle da secc.lo de legislarlo, convidan lo M ma-
gistrados i segiiirem o exemplo que acaba de .lliei
se' apresenlado ; convidando-ns sobre ludo a nAo
permanecerem eslranhos aos concurns que e la po-
pa de ordinario para ticlirceer n que pode haver
de obseuro nai noiiai lele, e investigar os meios de
as melhorar.
O conheeimenlo pralico dos negocioi Um sem du-
vida sua utilidad* ; elle s por si, pode prover a
upe.'.iro da maior parte das esosas, e em rigor,
basta para as neceaeidades di cada da. I'orem e co-
nheeimenlo da philusophia do direilo, e dos princi-
pios geraes que tara a sua ongein no Mileieise social
ncaiado debaixo do poni de vista mais elevado,
du segU'menle maior aplidAo psia resolver ai dif
lies problemas qiu essa laleteue lanas vezes
apresen! e contribuem a formar esses grandes ma
gislrados que lnmr-m a faz'in.a illulra'ro dai so-
ciedades. .Vi.in paiz esclarecido, tais e-iudos, co-
rnados com ama palma acadmica, jamis deixarao
de receber sua recompensa.
He asiim qua chimando as inlelllgenriis da lodas
as ordens e de lodas as classes para trataren) das
quesloes que por sua magnitude, lem relagSo com'os
inleresses mais poderosos da saciedade e da humani-
dad, a academia dai icienciai moraes e polilica, o
instillo todo inleiro, cumprem a alta missao qoe
Ihes da', com justa razSo, ama inlloencia legitima
lAo notavel sobre o prograiso iuiellectu.il e moral
de no- i pait.
Monileur Unieertel.)
KECIFE 18 DE OLTUBRO DE 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RFJROSPECTO SHA1UL-
No dia 14 rhi-gou o vapor do norte, Irazendo a
leu bordo o presidente nomeado pare esli provincia,
o Exm. Sr. Beravenolo Augusto de MagalhAes Ta-
ques. S. Exc. toinou pusse un dia 15.
No dia da posse do novo presidente, o Sr. Ger-
mano, actual emprezario do thestro.deu om espect-
culo, como om signal de regozijo publico. Esta se-
mana liremoi tres represenlacSes dramalicas, e lo-
das ellas foram bstanla concurridas e applaudidas.
A final chegou o S. Salvador o dos porlns do sul,
Irazendo um excesso de viagem da mais de oito dias.
Como ja sabem os leitnres, nada po-iia adianlar da
eapilal do imperio : apenas foi portador de mais
algumas noticias da liahia, onde se demorou para
fazer oa concerlos de que precisava, e da provincia
dai Alagoas. Trouxe tambera o presidente do l'ar
e oulros depalados do norte, os quaes parliram da-
qai no dia 1!, no mesmo vapor, com dirercAo a sius
destinos.
Em consequencia de semelhanle demora, (eremos
de passar 30 dias pelo menos sem noticias do norte,
pois qoe neohum oulro vapor existe uiqoelle lado
que as traga ; e he necessario que este chegoe au
l'ar e volle para torrar noticias. Gusta a crer qoe
a cooij) nhi i de paquetes a vapor, que, alera do-
largos lucros que tem lalo ha mais de vinle au-
no., tem urna magniliea subvencAo do governo, an-
da nao baja substituido todos os primeiros vasos cora
que iuaugurou a empreza. E com a irregularidade
das viagens, proveniente ou da pessima marcha dos
navios, uu de outras cousas, que nos sAo desconheci-
das, mas que ordinariamente produzem eslas altera-
c,oe*f como se poderAo preparar es correspondencias
necesiarias, dentro do periodo de 1:2 horas incerlas "
Islo prova que por ora a medida nao | o le ser posta
em pralica, e que deve ser modificada.
Por esle mesmo paquete soubeinos que o coverno
havia concedido mais urna linha frrea para asa
provincia.
A estrada a' .frenle do gabinete de S. C.hri-l -
vSo do nosso illoslre comprovinciano o Exm. nvr-
quez de Olinda acaba de ser aisignalada por mais
um favor do governo central alim de coadyu-
var o nasceule espirito de en.preza* que ja lem aise-
gurado a uossa provincia o priraeiro logar enlre as
suas nula-, na senda dos melhararaeulos materiaes,
e nos promelle Ido bullanle:' resultados para o fu-
turo.
S. M. o imperador acaba, por via de nm decre-
to de approvar o contrato lavrado enlre o go-
verno imperial e alguna dos nonos aruigna para ron
Irurru de ama estrada de ferro,que ligue o valle do
Una com o porto de I aman J re, e a edilieaeo na
quelle porto de urna cidade, que provavelmenle se
tornara em bre've urna das mais imporlanles da pro-
vincia.
Nimiamente empeuhado hoja pelas garantas de
juros, concedidas s estradas de Maua, Pedro II,
Baha, Agoa Preta, ele. etc., e leudo de resi-lir a
axigencias da mesma ordem partindo de lodos es
pontos do imperio, est o governo imperial na firme
resnlue.) de nAo conceder por ora garanlia de juros
a empreza alguma nuva, antes de poder avahar a
importancia dos seos comprnmeitiinenloa ncluaes,
entretanto, nenelo da subida importancia da projec-
tada estrada de Tainaudai) e da necersidade de pro-
teger lodos os etforros que lendem a lomar possivel
a eiecucao das noesas vial frreas, por compauhias
naclonaes, nao hesiloa o governo em usar dii auto-
risaco couda noail. 23 dos addillivos da lei do
ornamento, do correnle auno, e concodea a empre-
za al.ni dos mais lavores, os terrenos nacionaes que
circulara a fortaleza de 1 'amanJar e onde se ha do
edificar a nova cidade, dandu-lho dest'arle o meio
de remuneraros seus luudadures, sem grvame ..
capital da companliia, o de facilitar a sohscripc;jlo
iiiiiin.,lisia das apuees, dando como premio a cada
urna, urna fraccAo doa mesmos terrenos
O eapilal necessaiio para a empreza e lodas as
obras necessarias que ellas se ligam, inclusive orna
punte sobra o rio de loa, mediante um pedagio que
a companflia l*ra de raquerer ao governo provincial,
ha sido orejado pelo incaiiaavel promotor do engran-
decimento da Tamandarc, o engeuheiro civil II. A.
Millet, em oilrcentus rontos de res, o* qoaes seAo
divididos em N.tinii arenes, rula ama dai quaes dar
direilo, altin de urna parlo proporcional nos haveres
e lucrus da coiiipaiihia, a rail palmos quadiadus de
terreno as roas da cidade.
Os ciineesiionarios Icen) um auno para encorporar
a eompaiihia, porem alleiidendo-ee immensa van-
lagem que da c-ira la de ferro o das auas rainifica-
^Oei deve resallar para as freguezias de Im.Uirrei-
ros, Rio Fonnoso e ale de Porto Calvo, Serinhaem,
Agua prela, e ao grande numero de peeseas que de-
sejsm obler terrenos em lainanJar, para o estabe-
lecimenlos cumraerciaes.que ja neceasUa o mosimen-
lo all desperlado p-los vapores da companhia per-
nambucana, e nao os poden) obler por outra forma, e
he de suppor qoe em poneos dias se ache subscripto
todo o capital necessario.
As noticias da provincia annunciam o socego em
lodos os pontos. nanlo a appahc,Ao do cholera em
Nazarelh, parece que os casos que tiverara lugar
eram espordicos, como reputara os mdicos, pois
que depois das ultimas eommuuieac^de* da semana
paasada sabemos que o mal nao se tem desen-
volvido.
Entretanto, legondo partieipicSes lli-iaes ulli-
mimenta ricebidaa, consta que o choleio moihus
reappareeera em tlgum ponlos di provincia de Ser-
gipe fazendo nao poucas victimas.
A villa de Campos foi o inmeiro ponto aceommet-
lido por esse lerrivel flagello, que, depoi* Je fazer
ah em poucos dias Imita e lanas inortes, passou
para a villa de SimAo Uiae, vizinha da de Campo,
aonde, segundo as ultimas communiear.es dalli re-
cebidas, a morlahdada lem chegado a quinze pessoas
tiariamenle.
E, como se nAo bailis* esse mal, para flagello
dos ufe! zea habitantes daquella* localli lades. ou-
lro nAo menos cruel, a fume, os tortuca affliee.
S. Exc. o Dr. Brolero nAo tem poupadn esfare-s
para, se nAo eilinsuir de lodo, ao nieuos moderar'ns
elleilos dessa calamulade ; e lem dado corn a maior
soheitude c promplidAo as pioxidcncias qoe edil ao
seu alcance, fazendo seguir para os ponlos alfecla
dos, mdicos, remedios e alimentos, qoe a cusi se
tem podido conseguir ; lendo frito ama enrommen-
da para o Rio de Janeiro de 13,000 alqueires de fsn-
nba, qoe espera brevemente.
Ha eaperancat de que o mal desappare(a muilo
breva, visto as providencias que ee ha tomado, e nAo
ler-se elle communicado a oulroi ponlos.
FalUceram dorante a semana .11 pessoas, sendo :
I i homens, 7 mulhere e 7 prvulos, livres; e 3 pr-
vulos, escravos.
he que se lome cuntas para cujo lira a lei (ora crea-
da. Esperamos paranlo que essa pis-oa se ab-lo-
n 111 desse horrivel habito, se lie qoe nao quer que
ilelle leudo sciencia a polica, faca remover esse es-
crasa para o dominio de sen seuhor, que mais ze-
loso pela sua couservaeo, o livrar desse azorrague
que lantn u lem aeoulado.
./ row/Hi't/tiu do* rato* brnnco*.Fomos hon-
lera assistir ao Irahalhn da companhia dos ralos
brancos, e com efTeilo nao po liamos crer que urna
tal especie de auiraaes fosse rapa/, de domesticar-
se para se fazer entender pelos homen<, pralicanlo
diversos exercieios. He bem curioso por caito ver
os Irabalhoi dessa companhia de ralos, e mais alu-
da ver o modo porque om dellea rliega fugo a um
ranlian. que nao obstante produzr um estampida
forle, lica ella firme como te nada o abalasse. Uoie
sAo os exercieios que dcsenvolve a companhia, sen-
do ellesos ralos sobiiido ao mastro de cocagne, o
ralo carleiro levando a caria ao correio, os ralos su-
bindo pela corda lesa, o ralo tobando pela menna
imilaudo Mr. Saechi, o ralo saehrislAo tocando sino,
o ralo na corda |bamba, o ralo volteador sobre a
raesma, o ralo levando a lo/, tona llomiar O p-l-i-
ci, o ralo caixeiro conlando dinheiro, os ratos no
corropin, o rato arlilheiro atacando fugo ao canhAo,
e o ratos arao,lacaio e cavatlo. Ite.n cusloso parece-
r' aos especladoret o exerc ci desse Irabalho, im-
itan eomprehenderAo as difllcoldades com que deve-
riam lular os directores dessa companhia para chega-
rein ao apuro em que a vemos. Nada mais falla ver
e admirar, e enlAo ja nAo se pode duvidar do que se
diz, de um conselho de canarios do reino que em
seu viveiru julgam e arcabusain ao seu compauhei-
ro delinqueute. A lano chega a idea dos homens.
friga.Na larde do da 16 do correle bri-
garam na roa do Collegio, um prelo e urna prcla
mirooseaodo-se de parle a parte com pancadas, e
eomo fossem perseguidos para serem agarrados, en-
traran) por urna escada a dentro, sem que poduse-
mos saber qual fosse o resollado, porque iamos de
passagem : he de crer que fossem agarrados.
O anniversario do grande hotpilal de cari-
dade.Hoje 19 do correnle lem de ser tolemnisada
a instiluicAo dn grande bo*pilalde can.la le,confor-
me determina o regutamenlo dos eslabelecimentos
de caridade. A admini-IraeAo dos mesmos eslabe-
lecimentos reronhecendo as desvantagens que le-
sollam aos lenles d'aqnelle hospital com a visita
dalle al 10 horas da noile, resolveu por um accordo
qoe fosse somente visitado ate 6 horas, o que nos
parece moito loflicienle, porque para se mostrar o
zelo e caridade com qne sAo all tratados aquelles
doinles, nada mais he necessario e nem mesmo he
nessa visita que i*to pode te* leconhecido. Daremos
os promeuoies da solemnidada dessa feslividade no
segoinle numero.
Ho'pital de Caridade.Eiistiam no dia 16 do
correnle -JH homens e 23 mulheres, tratados pela
caridade, 1:1 homens e 1"i mulheres que pasara a'
casa, e 7 prar-as do corpo de polica. Total 86
doentes.
No dia 17 exisliam 8 homens e 23 mulheres Ira-
lados pela candado, 13 homens e 15 malheres que
pao ni a casa, e 6 prac.as do corpo de polica.To-
lal 8 doentes,
Helaran das pessoas qoe foram epulladas no cemi-
lerio publico no Hia 16 do correnle.
Guilhermina Kugenia Saissul, parda, sol tira, 18
anuos.Tubercolos pul mimares.
Dioufeio itihei'n de Vaseoneelloi, branca, casado,
lo anuo-. llop Ilute.
Jos Anluoeida Silva, brauco, lolteiro, 20 anuos.
ii.i-tra inlerite.
M.iiiin- Uiogo da Coila, pardo, viuvo, 33 a.nio-.
Estupor.
Total 4.
At amanha.
se aguerrir, alim de faze lo haquear
Ihe subseqiienlemeiile a pasla.
O Liberal Peraambucanov, com
lev. lao Innge o seu odia, que chega at a degra
se as vinganeas que exerc*. Mas a ving*nea,dsse-o
al. nem, nao calcula, uAo se lemlira, nAo se ar-
repeude, nao te maldiz, tenAo quando, cm vez de
flore-, v bridar'espinhos.....
E ailiiu, como lici palelo a inleinan do uLibe-
ral Pernaniliucanou, quanla a hlllarla dn /'"aseo, a-
valie-se por ella a da immizade acrrima a' lei dos
circuios eleiluraes ; a qual sendo filha da mesma
fonle, nao pode deixar de ler o mesmo valor,islo he,
ser igualnimle peifida.
Acerca da compararlo eslabelecida entre o dis-
curso do Sr. conselltetro Sergio c o do Sr. Torres
llomem, em nono anterior artigo ja fizemos as ne-
cesssrias explicares,para que agora nos dispensemos
do repeli-lat ; acrescenlando apenas qoe nAo vem
a proposito, que he contra prodceme, a cilefo qoe
faz o iiLibcrat PernainbucaiH.n do trecho da nm dis-
curso do Sr. viscoude de Itiborahy, porque fallan-
do etle em termos lAo lisnngeiros do dieuro do Sr.
Tarrea Hornera, e mciteicnanilo Jepoia o uu <. con-
silheiro Sergio, denota islo cabalmente que impor-
tante lambem foi este, que nAo seria mencionado, se
nenhum valor em si houvtsse.
ti I.ii eral Peniambucanon revollou-se exlrema-
raenle,porque dissrmos que elle apenas leria lindu-
ras flnanceiras, e para convencer-nos do contrario,
allegou, com ingenie forra de raciocinio, que sendo
osea redactor chele lilil da mesma academia qu*
O Sr, conselheiru Sergio, que lendo nella oblido o
ver feliz, um corarlo, que palpilava ; im i de Ricliniond. consignada Schramm Wha- Pranchoes de amarello de 2 costados um
llcv c\ C. manifettouo seguiute : ,uuro......... >
2:750 barricas e 100 metas dilss familia de Costado de amarello de 35 a 40 p. de
trigo ; aoscousigualaiios. ^ *..? 8 .....
e conquislar-
jeuipo, que viva ; una viua, i|uce9|jciai> ,
atTa deorad' "ma csperanQa, que nuuca deserta; unta
crenca, que Ilud ... .
Hoje urna sepultura, que feirhon-se ; uma
ossada informe ; un a caveira sem pensa-
menlo ; uns restos sem vida ; um punha lo |
de p, e nada n sis !
Mas nSo I muito mais que ludo isso exis-
te (a na eternidde ... Acreditamos; ea
crenca ser o abrigo de nossas dores, e o
porto de nossa salva^So.
Hoje [irantea-s < he verdade o lim prema-
turo de uma existencia proveilosa l A Ierra
perdeu uma crea tura ; a religiHo umlilho;
a patria um cidadao!... mas o ceo ganliou
um triumpho, a eternidade um louro.a bem-
avcnturtitna um escolhido, o paraizo um
anjo.
Morreu !... Mas que importa ?
hepois de um viver lodo dedicado ao bem ;
de um presente todo abrilhantado de pero-
las, veio um fin lar de Instes recordacoas,
um futuro de bellas esperanzas ; comecou
e mi un urna vida mais feliz, mais pura, mais
dilosa; uma vida anglica.
Joaquim C. G. Cavalcanti nSo foi um des-
ses entes esquecidos, que aberrando da vi-
da social, perdeu-se no egosmo immoral, e
de dito usuaes
Gosladinho de dilo ,
Soalho de dilo. .
meimo grao que S. Exc, nAo podia ser este melhor an-ch. islfio ; i ao foi uma dessas existen-
financeiro que nqurite cias sem nome, que se extinguen) como tra-
Confetsainns que a argumentarlo he a mais irres-
pondivel qoe dar se pude, alem de ama originalida-
de sem par Por esta lgica pdi-se fcilmente cha-
gar a conclosau de que- os redactores do Liberal
eos itnpressos na areia, onde so espregui-
cam as ondas, n5o foi uma flor sem brilho,
que murcha desbotada uas maos do pore-
Pataclto nacional Santa Cruz, vinde do
Acaracu, mauifestou o seguinte :
118 saceos milito,0 ditos feijo, -200 arro- j Forro de dilo
bas carne secca de sol, 108 ponas pe boi. 6 i Costado de louro *. .
Ii.iitkms cebo, I caixiio queijo, 22 meios de Gosladinho de dito .
sola, 181 couros salgados,58 saceos gomma ;' Soalho de dito ,
a ordem.
13 macos carne, 151 couros salgados, 9
volumes volas de carnauba,& barricas cebo ;
a Jos Rodrigues Fereira,
2o saceos mil no : ai'. F G. de Menezes.
170 massos couros miudos, 51 saceos mi-
lio, lo ditos gomma, 8 ditos feijao, '12 couros
salgados,i3 massos carne de sol, 47 meios de
sola ; a Gaminha &Filhos.
Hiato nacional Duvidoso, vindo do Ar*cMi
consignado a Muilyns A Irmilo, maulcsluu
o seguinte ;
197 saceos gomma, 70 ditos cera do car-
nauba, 93 couros salgados, 600 meios de
sola, 35 molhos couriuhos, 1,100 chifres,
15 volumes carnes, i caixo ovos, I pecle
peonas do cmma, 1 cmbrulho esteiras, 'i vo-
lumes calcados, -le.caixas velas de caanau-
ba ; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Kendimenlo do dia 1 a 16. 43:8145001
dem do dia 17....... I:9l3a66
Pernarobucano, que fossem hlhoi d* orna escola, I gr?0, que a colheu ;.. Mullo mais, que tu
do isso elle foi : elle era um ente destinado
para pocas mais felizes ; dotado de um co-
rar-So franco e generoso, de um espirito e-
levado e nobre...
Mas para que continuar Urna homena-
gem prestada memoria de quem nao exis-
te, no he uma hiographia.
Paremos, e digamos com o poeta, os risos
Oiurrem, as lagrimas nSo envelhecem.
Por um aaigo.
HEPAUTigAO DA POXalCIA.
Occurreiiirias do dia 13 do outuhro.
ICcram presos : pela subdelegada da fre-
gue/ia do Hecil'e, o Portuguez Joaqoim Jos
de Mattos. e as pardas Mana Joaquina de
Soiedade e arnardina Mara de Sena, lodos
por briga.
Pela subdelegada da fregdezia de S.
Antonio, o prelo Manoel do Na se i me uto
Ferreira dos Anjos, para corrercSo.
Pela subdelegada da reguezia da Hoa-
Visla, o prcto escravo Gregorio, por de-
sorJem.
- 14 -
Foram presos pela sub lelcgacia da Ire-
gue/ia do Itecife, os marojos americanos
Miguel ltobner, Pedro Prater, Joao Groma-
rer e Jos Koqucrr, lodos a requisic,ao do
respectivo cnsul.
Pela subdel gacia da freguezia de Sanio
Antonio, o cabra Francisco Antonio das
(.hagas, c o prelo Isace, ambos para correc-
jao.
Pela subdelegacia da freguezia de S Jos,
O prelo Manoel llulino, para avcriguacjOos
policiaes por crime de furlo.
Pela sub lr-iegacia da freguezia da l!oa-
Visla, o cabra escrava Elias, a requisifjo
do seu senhor.
E pela subdelegara da freguezia de Ja-
'oatilo, o inspector de quarteirao, Norbcrlo
Jos da Silva, por falla de cumorimanlo
de seus devores e por constar a aquella sub-
delegacia que o referido inspector commet-
tera o crime de peita.
15
Foram presos : a ordem do lllm. Sr. Dr.
chefe do polica, o parlo Antonio Francis-
co da Silva, por susjcito de ser desertor, o
qual fui posto em libardada pelo mesmo Ur.
cltefa de polica oor vctilicar-soo contrario.
A ordetn do lllm. Sr Dr rail de direito
da secunda vara dcsta capitel Manoel Gomes
Leal, por se achar pronunciad j como cum-
plice na falleneia de Jo3o Moreira Lopes.
E pela subdelegacia da freguezia do Iteci-
fe, J cintho Hoque da Silva, para corrercSo.
(fommttnca)o.
L.MAPIIASE POLTICA INCLASSIITCAVEL.
VIH.
i.ouclosilo.De sea nada produiio o a liberal Per-
narabacanou ua que-t.i. do crdito.O Sr. coiise-
Iheiro Sergio e a pa-Ia de eslrani;eiros.O discur-
so do Sr. cousellieiro Seri j apreciado peto uLibe-
ral Pernambucanoo sera o querer.O que produ-
ziratr. aa tinturas icutiomica do (Liberal Pernain-
bucano.Keipoila ao artigo do n. 1 i'J3 do Libe-
ral Pemambucauo.
Com o presente arno vamos a por termo a serie
que einpreheudemos era retposla a do Liberal l'er-
tiambucanu), a/emlo nella cuinprehender todavia
duas palavras devidas ao artigo do inesino ol.iberalo
do 1. do Correle, no qual declara recusar a ducus-
taocom usco, sem que tetiha lugar a euslencia de
urna cerla condicito previa, que, sendo de evidente
tmpossibilidade, nao pude ser lradu/.ida se lulo por
uma escapatoria formal ; islo he, revela que esl
cantada a palinodia pelo amigo o com toda a ga-
Ihardia.
Como quer que seja, lendo de concluir nosia mis-
s.lo, daremos principio pelo ultimo artigo do Libe-
ral Pernambucano, que lera todo o direilo a essa
prioridade.
Osloniardo-se o Liberal Peinamhucanoo na serie
ile seui artigos como enciela pela refutaran daquel-
lei acerca da quistan banraria, causou-noi de cerlo
lemelhaule preieutoio alguin enlein, licaraos peranle
ella Caioplelaraente embarazados, valo que em cousa
alguma, que sobre (al materia lem escriplo o mes-
rao Libralo, vemos orna opiuiAu sua, uraa i.lea no-
va que possa ser combatida. Em doui pobres arti-
go que publicara, apenas Iranscreveu opin oes de
cerlo escriptor, sera dar-lhes ao menot uovas feicOes,
sem veslir-lhrs oulras roupagens.que n,\ i fossem um
palaviiado de enfeile ; e depois di-so, s lem Iraiado
de fazer valer os discursos do Sr. ministro d i fazen-
da, fallando muilai vezes era cnegulsritar a frauque-
1,1 do credilo, eslalielccer ora meio termo entre esta
e a re-tii va ; mas leudo sempre a cautela de nao
desenvolver a nalureza dessa regularidaJe o nem o
modo de-sc meio termo i
Neatai eoDdi{0)i o que lomar para refutar '.' o que
PAGINA AVULSa.
Um espejo Imperioso.L'm individuo haven-
do comprado una casa ua Iravessa do 1^ I lereiro,
qoe te achava oceupada, procurou despeja-la, e
porque n3o fosse is-o possivel ao iniquiliun, em
consequencia da difliculdade de encontrar oiua ou-
Iri para mudar-ie, recorreu o propiielmio a auto-
ridade policial para o fazer despejar, o que eonse-
guie, sendo como dizem, o inspector do lunar o
ejecutor dessa ordem, que fra ellecluada as 1 ho-
ras da tarde rio da 7 do enrreule, ficando assim
aqoclleiiiqoilinoe um seu nihiqlio amia de peilo
expostos na rua.e no dia 7 era qoe au menos s. de-
verta guardar todo |o rcspiito. Assira se pajeara
mullas cuusas, o que pinera admira he que aquello
inspector fosn tao ponlual na eiccuc.40 ce mn-
dalo, quando em objectos em que devera deseuv|.*
ver mais elo e inlfre-se, deixa passar cora raaiufes-
lo esratidalo. Mao conhecenios esse inspector, pe-
lo que Hilo poden))! formar o nosso juizo, portaulo
bem se coraprehen lera' qoe nenhuiii precedente
potemos ler eoulta elle, narramos o faelo conforme
se diz, ralo nos sendo po'sivel descreve-lo mais
minuri,)*amenla por nos f.illareii) os precisos dado*.
Enti elanto se elle he tal como souhernos e havemos
narrado, nao d"i\aremus de o censurar, roncluindo
por diier que lera cruel e-.-e proccdimcntu, quer
do mandatario, quer do eieeulor do despejo.
inii.-Chegou ao nosso cnhecimerilo que
existe na ra da Cruz ora individuo, qoe l'm pur
babilo caitigar tu lai as nuiles, e ja larde, a um mo-
leque, r|iie, segando dt/em, lijo he seu. chegaudu o
seu etcease a um tal puni que ja se faz aborrecer
poi seus iliohos. .Nao se pode cmleslar que era
car toa Caaos |> eaillgO he mui necessario, porem
|. di un parecer eslrsnhoa as ocrupacAas orilinarisi eaottaDlemenle e por qoalquer motivo, u)o se pode
de sua vida, a lopeiiorulsde com que os trataran)
inostrou urna vez mais, que para os espritus eleva-
dos, nao ba eiludo especial que ci lu os oulroi
linitlir, no s porque f>a cruel la le pralica-lo,
como lambem nao pode ser tolerado. Tudo deve
lee o stiJ luuile, c quaudn dclll si uili j :;j, forca)
pi o lu i. o Liberal Periiaiiibucaiio de pupria li-
vra qoe lito lija ? Palavras e uleivesias ?
Essa refulacilo, estaioo-la fazendo d> modo a que
nos parece convidar a i'i-'i..a e a verdade, embora
tenhamos emlroro a qoalilicac,an deiiveriuclhuu.que
sempre he orna cor multo mais bonita do que essa
cor se ni cor que atii representa o Liberal.
Inciilenu esle que o Sr. ronsrlheiro Sergio de klt-
cedo lizera fiasco na sua a- ira.ve. pasta de eslran-
Eeiro, e nessa iu-in i,o_'io que lano tem de malicoi
quinto de iirp.lilica, amia se descobren) os liaeos
do a Liberal Periiambacauo para com aquella Sr.
Sabem lodos que essa aspirarlo nao passa de um in-
vento ridiculo, que s por despe to raneoroso pede-
ra ser suggendo ; porque, se ella houvesse eibtido,
nao leila S. Ene. i lo tao pouco apresado em seautr
para a corle, quando Iralava-se da orginisac;;to de
um novo-gabinete, que devera asceuiera goveru.i-
r'io do estado.
.Mas dado anida o caso de qoe o Sr. ronselheiro
Sergio tal aspiraeao tivesse, em nada o depreciada o
le la nutrido; porque icndo esa a-pirarlo alUra"
zuavel, e S. Exc. ura carcter puio realra lo por ta-
lento bem Mltonte, um funccionario coberlo de lia
diroes as mais honrosas, linha a isso o melhor direi-
lo, em nm pai/, onde o tlenlo e aa virtudes age con-
saaradas como ponlos de disliucrao, e onde a reu-
uiAg de quahdadea 13o uulaveis n'a he cousa coin-
n.uiii a' glande numero de iuriixi.luos.
E, em lace deslas cunsideraeos, nao quer o Li-
beral Pernanihucanoo que se diga que a iuveja o rn-
11 e a aii,lin;.l i o fascina foaniente, in iii/indo-u a
fazer alardu lo m-. lito desses vicios".'
em nada pdeio ser superiores aoa mais nfimos col-
legas, educados nessa mesma escola.
Mas, admitli 'o o esludo de cabioele, ionio admil-
le o Liberal Pernambucano, entendemos n* que
o que se der roais ao estudo econmico,dever ser sem
duvida melhor financeiro do qoe aquello que se ap-
plicar especialmente ao conheeimenlo da jurispru-
dencia.
Islo posto, o diplmala qoe.alm do esludo do di-
reito das ceoles.lem de exercer uma larefa econmi-
ca na celebrarlo de tratados commerciaei e de
crdito, ha necessidade mais restricta di inslrair-ie
em maleiiss liuanceiras, neceatidade que nao lem o
advogado, aendo que (ior isso a elevara pelo rero-
nhecimenlo do mrito nao he meaos inherente ao
diplmala .In que ao advocado.
Sobre esla materia o raciocinio qoe deseonhecer
laes bases, qoe nAo astentar nestes principios, nio
passar' de orna vaidade, de om orgulho risivel.
Emqoanlo a mis, sempre franco em confetsarmos
nossa iiisufliciencia, em no osteutarmoi eonheci-
mentoi que mo temos, nflo llenamos de ler ni.ii
modisto, e menos vaidoio quo o Liberal Pernam-
bucano, que a todo o eii'ln Irabalha pela conquisls
dos louros de enryrtopeil'ro.
Acora, que concluida fiea a retpoila devida a con-
sideraran em que (omou o Liberal Pernamhucanna
o nosso priraeiro artigo, no qual julgamoi ter tatis-
feilo o nosso empeuho de moderaco, compre-nos
dar i duas palavras que no principio desle promet-
lerro* no arlico d" retirad que re le no sea numero
lin.l.
Com quanlo o Liberal Pernambacano ieja o or-
g.u de om partido, e mu ura pobre liomem, e ao d
raaii obscuro, eremos todavia qu nao desceria elle
d importancia de sua missAo, diseulindo comnosco
as condiees de moderaeao e dignidade reciproca,
uma vea que isso esta' as enniveneiat doi interesses
polticos, na ndole do syslema qoe nos rege.que he
o dis discasses de principios, tendo como he a tus
tedaer,ae romposta lambem de homens, que, como
nos, fallam em nnme de urna opinio.
Se a discussao he a condieflo da existencia politica
dos partidos, qoe importa que seja ella mantida pela
lelacr.iii do uDiario de Pernamboco, por om or-
L.iu dus sectarios da reilneeao do r redi I o, ou por ros
que,embota em columnas emprestadas, nao fugimos
a' discussao, nem a polluimos'.'
O phaulasiado obstculo do anonjmo, demonslra-
mo-lo ja era oulro rtico como insubsistente para o
caso controvertido ; por iso consinta o a Liberal Per-
nambucano que turnemos a reserva, que para com-
nosco promelte guardar, como uma conssAo tacita
da p i'ir.-i i falsa em que se achoa, na qual nAo que-
mlo esperar pela derrota, aproveilou diligente a
nica brechaa da relinda.
t)e nossa parte, sendo bastante generoso para a-
cossar o inimico no sea ultimo refugio, porqoe as-
sim confessa-ie rendido, vollaremos a quarteis de
invern, nas ficando sempre promplo a tolver ao
campo, quando urjain as circumslancias.
A nossa benevolencia, pois, para com o l/beral
Pernainbucano,D sera' o penhor de nossa firmeza.
i de oulubro.
Juniu.
IMA LAGRIMA
Carpida sobre o tmulo do finado Joa-
<|iiim Camello de Coes Cavalcanti, oof-
lerecida a sua pre/.ada mai a E\ma.
Sra. D Mafia Senlioiinha de Coes Ca-
valcanti.
Ai penas da vida devem con-
solar-nos da morte.
C. B
Findou-se a juventud? no* primeiros lam-
pejos de sua existencia i. Curvott-se a fron-
te juvenil ao duro golpe do invejoso fado !
Ja transpoz o lillto amarlo o ultimo degrao
do tmulo na eternidade ja repotisa o ir-
m7o dilecto, o chrislSo virtuoso, o amigo
fiel, o ciJado prestante em urna pa-
lavra morreu-Joaquim Cair.ollo de Goes Ca-
valcanti.
Mas como ?... Tambern morre o filho a-
bencoado, cujo coracio docetnente seex-
pande de amor e veneraQSo por pai e mili,
e cojo espirito religiosamente so curva
com prazer parante a magestide de seus
progenitores ?
Tambern morre o irmao, que soccorre as
precisoes ; acompanha na adversidad ; a-
conselha nos pericos ; dirige ns dillintil
dades ; dedica amizade estremosa ; .. em-
lim sacrica-se por suas Irmas? cuja dr
de momento Ihe inspira sofFrer de seculos'.'...
Tambern morre o cidadao honrado, o
chrislSo virtuoso, cuja vida invejavel sem-
pre se al'anou no ejercicio de pratlcas reli-
giosas, e em cujo corceo a arvore Santa da
Caridade em tao pouco lempo abrigara os
mais bellos sentimenlos de amor do pr-
ximo?...
Tambem morre o amigo dedicado e sin-
cero, cuja constancia, e li leudado tantas va-
zes crcvelaram us transes mais dilliceis,
nos momentos mais arriscados, nos pengos
mais graves }. .
M5d : o lillto exemplar, o irmSo carinho-
so, o bom christao, o amigo verdadeiro, em
sumira, o hornero virtuoso so vem a esle
mundo, como o desterrado ao degredo ; em-
quauto nao chega o momenlo ditoso de ha-
bitar feliz na sua verdadeira patriana bein-
a?euluraHga ; e. de trocar as miserias da
Ierra pelas venturas do co, a inconstancia
deste mundo pela realiiaie da oulra vida ;
a ausencia do degredo pela prosenQa da pa-
tria querida ; einlini o nada dcsta vida pola
grandeza da cte nidade.
Para qie pois, mSi desvelada, esse car-
pir sem lim .' esse pranto, que n5o secca !
cssas lagrimas que nao enuugam csso so-
lucar desengaado essa tristeza indefent-
da '. Para que esse solucar pungente'.' essa
obiicar-iio da vi la i esse desprezode ludo !
essesenttniento sem limito essa dor, que
nunca acaba. ?..
F. vos, charas e eterneci.las irmas, para
qoe esse crep, que 15o tristemente vos cin-
:7279369
DIVERSAS PROVIBCIAS.
Kendimenlo do da 1 a 16. .
dem do dia 17.'......
O COMMANiMNTE D.VS AUMAS DA BAI1I.V.
Ufanamo-nos sempre que temos a fortuna
de advogar a causa da honra e da justiya.e
anda mais quando se nos offerecea oppor-
tunidade de dar os merecidos louvores ao
funecionario publico, que no desempenho de
sua missao ofilcal se mosira digna dolles
por sua honestidaJe, independencia, o im-
parcialidadea par da sisudez e affabilidale
em seu trato como liomem particular.
Vamos tragar ilgumas linhas acerca do
Exm. Sr- coronel Solidonio Jos Antonio l'a-
reira do Lago, actual commandante das ar-
mas desta provincia.
A transcedencia de sua vida passada.como
rliatinctO militar, a pureza e transparencia
Je seus actos, unidos as gljiias do seus fe-
tos em pocas transactas, sobre darem ao
Sr. coronel Solidonio um eminente lugar ua
opinio do paiz e na esphera social, fortale-
cem o nosso espirito e coragSo, devolando-
nos sinceramente ao seu nome e morali-
dade.
Nomeado o Sr. coronel Solidonio para
commandar as armas desta provincia, na oc-
fsiaoemque tambern o fora o Exm. Sr.
senador Cnsans.lo do Sinimbu para admi-
nistrador della, sentimos as mais lisongei-
ras esperanzas dr uma nova poca para nos-
sa infeliz provincia,por isso que a esses dous
nome.s eslava in ligados os mais honrados
precedentes
NSo tardn muilo que as nossas espe-
rances fossem convertidas cm feliz reali-
dado.
O brioso militar coberto de cicalrizes e
condecorages, que havia tomado parle as
gloriosas lulas da nossa independencia, e
que fiel ao monarcha e ao paiz jurava na la-
mina de sua espada, honra e coragem, o Sr.
coronel Solidonio, dizemos, que dera por
seus relevantes servigos em diversas pro-
vincias do imperio nao equivocas provas de
sua fidelidade, nao havia de desmentir seu
glorioso passado.
F. de l'eiio.
O actual commando das armas da liahia
confirma a realidade de nossas assergoes, e
nem carecemos de desenvolvc-lis para que
sejam bem condecidas e jalBadaa, por isso
que optniSo publica da provincia tem com-
prenendido com irecusavcl evidencia o bom
desempenho dessa honrosa commissao.
digna sem duvida dus mais desapaixonados
louvores.
E anda que a imparcialidad?, discrigao.
e severdade do Sr. coronel Sol ionio, no
desempenho de seus deveres, tenha feito coo-
trahir alguus desafTects que pretendem
deslustrar seu nome com allusoes e aecusa-
gO's iufundadas, a que ser elle sempre su-
perior, sendo sua equidade, justiga c honra-
dez bem aqoilitadas pelos homens sensatos,
deve elle gloriar-se com essa opposigo dos
poucos desaflectos, que a legitimidade dos
ssus actos lem creado, poucos sim, e por de-
ntis conhecidos pela nenhuma consideragao
que merecem.
Mas o Se. coronel Solidonio no he gene-
ral de bejos e abragos, e por isso uo du-
yidamos quo para esse pequeo numero de
individuos, que s divisam virtud* e mrito
nos que, desejosos de uma popularidade Ile-
gitima, a cusa de quaesquer meios, levam
sua aiTabilidadeo ponto de rcbaixar o ca-
recter ollicial quo oceupam, para esses, dize-
mos, no duvida nos que o actual comman-
dante das armas nao goze da eslima que Iho
he merecida.
Afiangamos poiem com satisfagilo que o
Sr. coronel Solidonio, ja a mais lempo co-
nhecido tiesta provincia,he respeitado, e es-
limado por lodos os Dahianos sensatos.
0 cavalerismo o delicadeza com que se
tem portado o actual commandante das ar-
mas para com todos os corpos da guarda na-
cional que tem acuartelado sob seu mando
revelados as ordens do dia quecorrem im-
pressas as folhas diarias desta capital, alem
de justificaren) a urbanidade e juslica .ue
o distinguen! em todos os seus actos,
dam-lhe tndubitavelmente direilo a bem en-
tendida popularidade, e estima dos Dahia-
nos.
(Da Opiniao da Baha).
&
PRACA DO RECiFE 17 DE OUTDBRO AS
3 HORAS DA TARDE.
Cuiaees officiaea.
Cambio sobre Londres27 1|2 60 d|v.
P. Ilorii's, presidente interino.
L.Daboarcq Jnior, secretarlo interino.
lilOtJMI
9
1:1099311
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
17 DE OLTLBtiO DE 1857.
I'almouihHrique ingle ol). Juana, Roslroo Roo-
_ ker A C, G0J saceos assucar nascavado.
FalmouihBrigue sueco nGennyu, James Ryder &
C., 1,200 saceos aisuear mascavado.
EXPORTAgAO'.
Aracaly, lincha nacioual Flor do Rio Grande do
Nortea, de 42 toneladas, conduzo o aeguute :289
volumes generoi eilraogeiroi, 102 ditos ditoi na-
cuma-.
Rio de J.-niiro, brigue nacional Sagitario, de
'><> toneladas, conduzo o seguinte : 28 barricas
e 51 volumes cera ero grume, I eaitao livrus un-
pressos, 100 pipas cachara, 10 djlas espirito, 52 lac-
eas algidao, 918 saceos com 1,590 arrobas de aasu-
cir, 7,800 pellea de cabra, 1,918 meios de aula, 900
molhos de palha do carnauba, 108 duziai de cocos de
tirar agua.
RECEBe,DORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBCO.
Rendimeoto do dia 1 a 16. 2:2629A94
dem do dia 17....... l:S9i-.")2'>
29 657|2I9
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendituento do dia 1 a 16. 25:8743915
I lem do dia 17....... 951/786
Forro de dilo
o o cedro ,
Toros de latajuba ,
Varas de pereira .
i i aguilhadas........ i
" > quiris..........
Em obras rodas de sieupira para c. par
< eitos a a
Me,..........
Milho ........
Pedra de amolar .
o I liiii.ii .
rebolos .
Piassava om molhos.
Ponas de boi ... .
Sabao ........
Salsa parrilba ....
Sel.o em rama .
Sola ou vaqueta .
Tapioca.......
I nlias de boi
Juinlal
u/u
caada
alqueire
uma
u
a
. um
rento
a,
9
meio
@
ceuto
Vinagre..............|pap
309000
2liau00
103000
163000
12300(1
lOjOOO
63OOO
123000
10-3000
63000
1-3000
33000
132)
I36OO
13920
13280
30-3000
203000
3200
33800
6i0
(yon
380o
3200
4;200
3120
193000
63000
43200
13000
?320
:i0.30d0
9t>a

m potto
Navio entrado no dia 17.
AracalyH dias, hiale nacional Correio rio Norte,
de 37 toneladas, meslre Manoel Rodrigan da Sil-
va, eqaipagem l, earga couroi iilgadoi, gonmia a
mais genero!, a Caetaoo C. da Cosa Moreira.
1 .Tiente a Periiamhuen. Pasaageiros Manoel J so
1 .luirino, Themoleo Francisco de Oliveiri.
Copenhague55 dias, logre dinamarqaez Hvdn,
de laO toneladas, capilo J. P. Graos, eqolpagem
10, carga madeira, a Rolhe Bidoulac. Perlenre
ao meimo porto.
Navio tbido no meimo dia
Liverpool Patacho ioglai S Peler. capilo J.
F. \alot, carga asiucar. Pasaage.ro Svoaall e su
se u hora.
Parahiba-Hiale nacional Gimoei, mestre Antonio
IrauciKO da Cotia, carga iiaclhao e man aena-
ros. 1'as-aaeirn Bernardino Jos Vinnaa.
MAPPA daosoni/ro/itio o" oarra teste porto na semana ltimamente
_____ finda.
je? Porque trocastes a alegra pela tristeza,
o descanso pela dor, o socego pela alllicgo !
o riso pelo prant, a palavta pelo silencio !
a esperanga pelo desespero .'... Porque des-
animar 1 Porque tremer Porque curvar a
fronte ante os contrastes da vida .*
As dures n.urcliam no outono da tarde
o esmalte qua receberam na primavera da
mannOa ; o sol apaga seu brilho nos dias de
tempestado ; os prados despem seus verdo-
res crestados pelo sol do esli ; as torrentes
desaliam para os valles, e se somera nos
abysmos da tena ; o hoin-rn lambem mur-
cha como as llores ; perde seu brilho como o
sol ; despe seos encantos como os prados ;
ese some como as trrenles nos mysterio:
da eternidade.
Mas asstiii como as flores reverdcete, e
descobrem suas corollas bafejadas pelo or-
valuo matutino ; assim como o sol despede
mais vivos fulgores apos a tempestades as-
sim como finalmente os pradds reverdecem,
e as torrentes de novo iuundam os valles, e
1.' 11 ti su ii, a torra : assim lambem o homein,
que s vive para a eternidade, resuscita e
prolonga sua existencia, alm do tmulo
E ^era tudo isso em vao i1 Nao ser o in-
CAJalBIOB
Sobra Londres, 27 112 d. a 60 d.
( Paris, 346 rs. por ir.
a Lisboa, 92 por % de premio.
f Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Ae rao do banco 50 por cauto de dividendo per con
la do vendedor.
e e companhia de Beberibe 60J>000 por aeeAo
a c r iiiipaulu; Pernambucaoa ao par.
< c Ulilidade Publica, 30 pur ceulo de premio.
a Indeinnisadora. 61 idea.
e a da estrada eia ferro 20 por 0|0 da prem o
Oiscouto de lettras, de 8 a 9 por cento.
Acucies do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.(Incas heipauholai. 29*oOO a 3O30C0
26:8263701
Nominarlo
dos das.
Domingo
2. feira.
1.a feira.
1.1 r*t>.
).* ici a.
16 26|6. feira.
17 J7 Sahbtdo
Preamir.
14 pi iuglezei
14
I41|2 a
1.1,2
16
16 x
Baia-mar.
12 pi ingl'tei
12 ,
II1|2 >,
11
10 i)
9ip2
91|2
Observafo.
Nosdinerentes ancoradouroi do porto oicilloo o
bau.-mardel4e20al6 t 22 pe ioglezes, eo
pream de 22 a 29 a 24 e 31. Em 17 d. ouubr
de 18.,/. Jos Kaoalino Porto, pralicc-mr.
PRAGA DO RECIFE, 17 DE OUTUBRO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios---------- Sacaram-se quantlas importantes,
aobre Londres a 27 l|2d. por I3,
sobre Paria a 318 re. por Ir. e so-
bre Lisboa de 95 a 96 por ce alo
de premio.
Algodao Vieram ao mercado 533 saccas, re-
gulando as veneras de 83800 I
93IOO por arroba da pruneira
soi la e a 83OO da iigoada.
Assucar-------- A entrada fot aventajada, pagan-
do-ie 'oa condaclore da interior
o branco tercena surte boa de
I38OO a 53, quarta sorle de 4JO0
a 43700, e tmenos de 33600 a
3330O ; mascavados purgados de
33 a 39100. ditos brutos de 29780
a 23840, e alvum melhor a 23900
por arroba. Venderain-se algu-
mas partidas do bruto para eipor-
tic,ao de 23850 a 2900 ; Ameri-
ca de 33 a 33IOO, e Lisboa de
3>250 a 33300. Tambern se fue-
rain vendas do braoco de 49900 a
53 por arroba.
Ciuros------------Ainda foram procurados, oblea-
do francamente de. 315 a 320 n.
por libra.
II.ich11i.io---------I i ve un s om carregamenlo de
2,500 barricas que seguio para a
Balna. Fui mui procurado, de
orto que venderam-se cerca de
7,000 barricas a retalho de 123500
a 13.3, Picando em ter 3,000 quin-
tad.
Carne secca- Venderam-se 5.000 arrobas do
Rio Grande de 53 a 63200'por ar-
roba, e 5.000 do Rio da Prala de
4-2500 a 53500, ficando em depo-
sito 33.000 arrobas da primeira e
5,000 da segunda.
Farinha de trigo- Tivomoa dooi cirreasmeo|os de
Riehmood com 4.600 barricas,
que diiem ie vendern) por ata-
cado de 213 a 2-">9 por barrica,
devendo cerca da 1,400 barricas
eguir para os porlot do tul. Ke-
lalhou-se de 259 a 263 acuella,
de 273 a 283 a da Trcate, ficando
em ser 2,800 barricas da primeira
e 1,300 da ultima
- Rebateram-se le Ir as de 8 a 8 1|2
por cento ao anuo.
Frites--------------Estiveram mal animados, ulec-
luaodo-se para o Canal de 40 a
426; apparecendo procura para
ootros portos.
locar am no porto : I navio com bicalhio a tria
vapores.
Entraran): 2 com carregamenlos farioha di trigo,
1 de madeiras, 1 eom gneros europeus, 1 ero lastro
7 de cibolagem.
Sahirim : 8 de cabotsgem, 6 com gneros para
paizes eslraogelroi e 5 em lastro.
F'iearam no porlo 47 embarcares, a laber : 4
americanas. 26 brasleirat, 2 dinamarquea, 4 hes-
imilii la, 1 hollandeza, 6 ingletae, I portugaezas e
I suena.
PAUTA
o"o. preroj correntes do assucar, algodao, m"i*
gneros e protucees nacionaes que se despa-
cham na mesa do consulado de Pernambuco
na semana de 19 a 21 de outuhro de 1857.
Assucar brinco.......
mascavado.........
.. refinado........
Algodao em pluma de 1.a sorle
a a 2.'
i) a u o 3." I
o em carolo.........
Aguas ardenleaalcool, ou espirito
d'aguardenle. .
o de cachaca......,
Detcoolo------

'3200
9)900
5-376,0
9.3OOO
8-3700
83300
2J275
eaoada
Moeda de 6si00 velhai .
e t 694OO ninas .
f 49000. .
Prala.l'atacoes braiiieiros. ,
1'esoi eolumnarios. ,
mexicanos. .
ALFANDEGA.
Betidimeolo do dia 1 a 16. .
dem do da 17. .... .
160000
I89OOO
99000
23OO0
2000
19860
367:.'W13906
.11:6113607
10l:!>963.)13
Descarregam hoje 19 de oulul.ro.
Barca inglezaHei mioneroercadorias.
! Barca americanaVirginiafarinha de trigo.
I Brigue portoBuezTarujo Ibatatas e cebla*
SIOVIMENTO DA ALFaNDEGA.
Volumes entrados com fazendas ....
231
com gneros
Volumes lahidoi
a i>
com fazendas
com gneros
Total
Total
234
190
1,018
1:208
IMPORTACAO'.
Brigc americano Fairy, vindo do Rich-
mond, consignado a ostrn liorker A C.
Onito revela lo pelo finito .' a grandeza pela
pequenhez'.' a verdade pelo erro o neces-
Mai o que he notavel principalmente nesse inven.! s"o Pelo contingente t o creador pela crea- ; manifest
lo do Liberal Pernambucano. he a m combina- I lr M be minha creoQa, que se forli- 1 | :703 barricas e '274 mcias diUs farinlta de
ca, quinaojncJilu na campa, que abala os tr0 aos consignatarios.
Escuna nacional Sultana, viuda do Assu,
(so qoe nelle se nota entre o fado dominante e as
circumslancias coucorrinles, como he obvio da sim-
ples exposicAo:O M. contelheiro Sergio aspirava a
[ a de estrangeiro, mas nao a lendo conseguido,
conspia-se hoja contra o senhor ministro da fa-
zenda '.
Ora, admlllida a iuveufau
eslraugeirus he que deroa o
coolra o ministro dos
Sr. conselheiru Serum
restos de.utn irmo nosso, que la dornie o
si'moo da eternidade ..
Mas quedifferenca ? Ilontem tanta vida !
tanta nlcgria tanta esperanza Hoje a
morte : a tristeza I o desengao !
Ilonlem unta aurora de encantos, um vi-
consignada a isac Lu 10 \ G. manifeslou o
seninte :
"265 alqueires sal, 1000 nolhos pallta a
ordem.
Barca americaua Virginia & Estelina,viuda
de raima......
distilada do reino.
Genehra ............
Licor ..............
..............'
A 1 ro, pilado............
o era rasca ..........
Azeile de mamona .......
mendohim e de coco. .
0 de peixe.......
Ave araras ........
papagaios........
Periquitos.............
Bolachas.............
Bisceitos.............
Cacau..............
Cachimbos......., .
Caf bom.............
1 em grao reslolho ....
o com casca..........
muido............
Carne secca ...........
Gera de carnauba em lo. .
a em velas..........
Charutos bons..........
a ordiuarioe.......
i. regala e primor .
Cocos seceos...........
Couros de boi salgados.....
0 seceos oa espixados. .
verdes...........
a de um.a.........
d cabra corlidoi .
i) carniro........
Doce de calda..........
1 goiaba.........
secco ...........
> jalea .......
Espanadores grandes.......
pequenos......
Esleir de preperi........
Eslpa nariuii.il.........
estrangeira, mao d'obra .
i Farinha de ararula........
b millo.........
11 iii.iii.li'>! a.......
1 Feijao..............
Fumo em tolo houi ......
ordinario .........
em folha bniii.......
o o reslolho.......
Gencihre............
Gomma .............
Ipc'acuantia...........
Lcnha de achas grandes.....
pequeuas .
caada
botija
caada
garrafa
arroba
1*200
.31.1.0
ssoo
9800
3800
3280
8!0
B300
23100
alqueire 23000
caada
O lllm. Sr. inspoclor aa thesouraria
provincial, em cumpriiuento da resolucSo
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a conservaeflo permanente da estrada
do pao d slho vai novameute a praca no dia
29 do correnle, pela quantia de 6:900a reis.
por dez mezes. *
EparaconsUr se mandou aluzar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da theaonraria provincial do
Pernambuco 9 de outubro de 1857 -O se-
cretario, A. F. da Annunciacilo.
- O lllm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, em cumprimento da resoluefio
da junta da azenda, manda fazer publico
que a obra do 9.- lanceo da estrada do norte.'
vai novamente a praca no dia 29 do corren-
le, pela quantia de 9:2369438.
E para constar se mandou afDxar o pre-
sente e publicar pelo Diarfo,
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de outubro de 1857.-0 secre-
tario, A. F. d'AnnunciacSo.
--- Pela contadoria da cmara municipal
do Recire se faz publico, que o prazo mar-
cado para pagamento do Imposto de carros
de passeio e alugoel, carrocas e mais veh-
culos de conduccSo, principia do !. ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
vel, e todos quer dixaem de pagar no refu-
ndo prazo, flcam sujeitos a multa de 50 0|0
do valor do imposto. ConUdorta municipal
do Recife 29 de setembro de 1857. o con-
tador, Joaquim Tavares Kodovalho.
OSr collector das rendas provlnciae
do municipio de Goianna faz saber que em o
d.a de hoje Ihe foi entregue pelo delegado
oWva termo o escravo crioulo de nome Luiz,
n-t. iral da comarca do Limoeiro, de idadfl
i. unn0*' C8tflurVlut roo redondo,
caballos caraptnhos, olhos pretos, nariz cha-
to, boexa grande, barba pouca, picada de
Dettga, preso nessa cidade ordem ao mes-
mo lelegado, no dia 3 de Janeiro do cr-
rentB anuo, aendo avallado na quantia d
1-20*3, pelo que chama-se a todas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo.
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
blicicap deste, apresentem na collectoria da
dita cidade sua justificaco de dominio, a
qual ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e Ando o prazo menciona-
do sera arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, precedenlo-se
annuncio do da e hora em quehouver de
ter lugar dita arremetacao, publicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vter. Gollectoria provincial do municipio
de Gotanna 30 dejulho de 1857.-0 eserivao
da collectoria, Luix de Albuquerque Lins
dos Guimaraes Peixoto.
Csabelecimeiitti de nari-
dude.
s4aaministrac3ogeral dos estabelecimeti-
los do caridade, manda fazer publico, que
no dia 19 do correnle, aniversario do oa-
droeiro do grande Hospital de Caridade
esura o mesmo hospital aberto para quem
o qutzer visitar, desdeas II horas dama-
nhaa.ateee 11 horas da tarde, visto como
pelo crescido numero de doentes, a com-
modidade dos mesmos, nao pode estar a-
berto o mencionado hospital at as 9 horas
da notte. como nos mais anuos se praticava
previntndo-seaos escrupulosos, que no mes-
mo hospital existen-, doentes atacado-, da
bexiga. Admimstracao geral dos estabele-
cimenlos de caridade, 15 de outubro de 1857.
O escnvao, Antonio Jos Gomes do Cor-
reio.
i
uma
um

(i)

i>
milheiro
. arroba
cento
cento
. H
L'm
uma
> 39600
Alqueire i.30011
alqueire 83OOO
iriHiEiriEXD
DE
SANTA ISABEL
EMPREZAGERMANO.
RECITA EUK.lrlIDIYUtlA.
(LIVRE DA ASSIGNATURA.)
SEGLNDA-FEIRA.19 DE OLTLBRO.
Eipcclacalo vnriruto I rlro-rlmaarttlco.
Loao que os senhore profeajore da orchesla live-
rem ejecutado ama escolhHa svmphoin, abrir-
se-ha a scena para a repreienlacio di comedia em
2 acto do hr. Mende Leal :
QEBTlOOUERTDIJOPEIIOE.
V> iniei val,) do primiiro ao secondo acto, 1
Frenchel execolara' no piano ama linda phan
obre molivos da opera
o Sr.
lana
TEA7IAT2*.
opera
!
U3O1X)
63000
o 130J0
103000
. x 73000
o 23000
alq. 2 592OO
;123 EKNANI
do maestro Verdi.
O Sr. Scanavioo cantara' ama excellculi aria
da opera
cento
s toros




ILEGIVEL



II Juramento
A Sri. Larombi cantara' a aria Jda apira
200001
I jOOO
1190001



.
I/ARIO D* PERNAMflOCO SECUNDA FEIRA 10 DH OITUBRO DB lili
FAVORITA
da maestro Donizeli.
Ter' lugsr depois o segundo co da comedia.
Logo que este termina, o Sr. Frjnchel circular
no piano
meloda vanada, de aoaruinpoaisao, e *
POLKA
do concert de Cruce.
A Sra. I.iiombi e o Sr. scaniviiio cantaran o duelo
da opera
LUCRECIA BORGIA
do maeilro Doniulti.
O Sr. Frenehel eieculara' no plano
0 G1RHAYAL DE YENEZA
capricho burlesco de sua compo esqoerda smenle fara' ouvir a cavatina da
GASTA DIVA
da opera
A Sra. Lirumb cantar n ron in vrtnice -U opera
VIJ3TRO ILGRANDE
do muestro Vacay, eom o qoe terminara' o espee-
laeulu.
0< senhorai assiananles que quizerem ncar com
o seus camarote! ou eadelra*., leiihim a hondade de
mandar por elle o hnlel ingle, ale hoje ao melo-
da, dcssa hora em dunte ae dispora' dos que res-
ll.'UT.ITI uAASSIGMVTIJIU.
QUARTA-FEIRA, 21 DE OFTUBRO.
Subir' a'acea o n-ivo drama origin.l poituauct, de
grande espectculo, em 3 ictos, do Sr. A. Cesar
de Lacerda :
0
EL-8EI D. J0A0 l\
U
Toma parle toda a compaohia.
A msica he da composican do Sr. Colas, recenta
da orrhasta.
Terminar o espectculo com a graciosa farra, or-
nada de mmica :
PAGAR 0 IAL QUE NAQ FEZ.
Ui udlielea
tbealro.
Principiara as 8 horas.
acliam-se Yenda no escriptorio
do
Gabinete ptico
ATERRO DAB6HISTAN.4.
O director deste saino, participa a seos
l lustros protectores, que ten do-se de reli
rar desta provincia, oflerece-lhes esta penl-
tima semana urna boa eagradavel exposigSo
de vistas escolhidas.
Vistas que serao pitenteadas at o dia 24 do
do corrente.
Guerra do Oriente.
1.a Constan ti noi'la guarnecida pela es-
qua Ira anglo-franceza.
2 As esquadras adiadas, arvorando o
signa I de guerra Russia.
3.a Ataque do forte 5 Nicolao.
O grande desastre de Slnope.
5. A batalha de Inkerman.
6.a A batalha do Alma.
7.a Assalto da torro de Malacoff.
8.< Retirada dos Russos para o norte, in-
cendio de Sebastopol.
9.> Os verdadeiros retratos dos defensores
da guerra do Oriente.
10 Batalha de MourSo, ganha pelos Bra-
silelros.
11 Vista de Genova, tomada de Saamao.
12 Rio de Janeiro, tomado da illia das
Cobras.
13.' Palacio e tapada de Versalhes.
14.a Interior do palacio de Lu?. Ftlippe em
Pars
15.a Sepulcro de Napoleo I, era Santa
Helena.
16.a Jardim das flores em Paris.
17.a Vista geral de Paris.
18.e Napoleao 1, botando oculo em frente
da Cathodral deMiISo em Italia.
o salSu estara aborto das 7 at as 11 da
noite. Entrada 500 reis.
3ft>->*0
-
Rio de Ja-
neiro.
Segu com brevidade o brigue escuna
nacional Carolina, de priraeira-mar-
cha, tem parle da carga prompta : para
o resto que Ihe Taita, trata-secom oscon-
signatanos Novaes&C, ra do Trapiche
n. o-, ou com o capilo na piaca.
Mar ti hela.
Palhabote Sobralense recebe carga : a tra-
tar com Caelano Cyriaco da Costa Moreira,
na ra da Cadeia do Recife n 2.
Rio Grande do Norte.
Segu em poucos das o hiate Novo Olin-
da: a tratar comfasso lrmfios.
Para o Itio de Jmu iro,
O veleiro e bem conhecido patacho Valen-
te pretende seguir com muita brevidade ffbr
ter metade de seu carregamento prompto :
para o resto e escravos, tr>ta-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz a. 1.
Cear.
Segu no dia 25 do mez corrente o palba-
bote Venus ; recebe carga e passagetros : a
tratar com Caelano Cyriaco da Costa Morei-
ra, na ra da Cadeia do Recife n. 2.
racaty.
V.i sabir com brevidade o hiate Exbala-
580 : para carga e passageiros, trata-se com
Gaetano Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia
do Recife n. 2.
Para a Baha
A veleira sumaca Amphilrito pretende se-
guir com moita brevidade, por ter parte de
seu carregamento prompto : para o resto,
trata-se con o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa segu breve o brigue Ac-
tivo, o qual anda pode receber alguma car-
ga, como t>:tn boas accommodagOes para
Eassageiros : quem no raesmo qutzer em-
arcarou carregar, podera entender-se com
os consignatarios Arnorim IrroSos, ou com o
capillo na praga do commercio.
Para Aracaly, o hiate Duvidoso sahe
com brevidade; ja tem parte da carga : para
o resto e passsgeiros, trat-so com Martins
& Irmo, ra da Madre de Heos n. 2.
Candila Mara da Silva Lima, viuvadeel-
pliin* Goncalves Pereira Lima, fara leilUo de
de400caixas com sabao amarello, perlen-
cento a dita massa : terga-feira 20 do cor-
rente, as II horas da maiilifi.
eilao de gene-
ros
Te 1*5a-fVira UO do cor-
rente.
O agente Pestaa fara leil3o, terga feira
20 do corrente, as 10 (horas da mentida,
porta do armazem do Sr. Aunes, defronte
da alfandeg*, de
100 saceos com arroz da India.
28 garajaos com carne do Cear.
Urna porefio de oaixas com massas sortidas.
100 caixas com sabSo preto.
Leilo
DA.
FABRICA DE SABIO.
Sexta-feira (> de lvembro
A requerimento dos administradores da
massa fallida de D. Candida Maria da "ilva
Lima, vmva de Dolfio Goncalves Pereira
Lima, de ordem e eui presenta du txn. Sr
juiz especial lo commercio, far leilSooa-
gente Borja, dos objectos seguintes :
Um sobrado com 60 palmos de frente n 256
de fundo, a. is 2 casas terreas com 35 palmos
de frente cada urna, e 5 de lundo, era que
se aclia estabelecida a fabrica dc6abQo, sita
na ra Imperio! desta cidade.ll com terreno
baila-mar no fundo das mesmes casas, com
camboa,caes,guindstode ferro.duas grandes
caldeiras de roaniputac3<\coui uiexcdoiesde
(erro movidas por vapor, caldelra e machina
de vapor de fu rea de seis cavallos, duas ser-
ras, sendo urna vertical, e outra circular,
bombas de ferro, ludo movido por vapor, 8
grandes depsitos de madeira ou resfriado-
res da sabao, comportando cada urna tnais de
mil cajsas, alem de urna mensidades de
utensilios, proprios do estabelcciinenlo
Oito escravos de diQerentes idades ja acos-
tumadosao servigoda fabrica.
Um laboratorio cliimico para a analyse,
contendo pogas de vidro e metal mui impor-
tantes, urna porcao de frascos com accidos
etc.
Carteiras, almarios, prensa de copiar, re-
logio e mais objectos do escriptorio.
lima terreno com 100 palmos de frente c
fundo al baixa-mar, atinexo a fabrica.
33 cascos cora azeite de palma, e una por-
fo de dito em deposito era um tanque de
ferro : as 10 horas em ponto do supradilo
dia, na meama fabrica, te-a lugar oleilo.
LLILAO' DE MU VEIS.
O agente Borja fara leiiSo, por ordem e
conta do Sr. Dr. Burdel, chancellerdo con-
sulado de Franca, que brevemente retira-se
para a Europa, dos seus movis, cosistindo
em urna grande mobilia de Jacaranda, can-
delabros, lanlernas, jarros, Luneros c mais
enfeiles de porcellana para sala, urna pti-
ma estante com mais de 300 livros de dirci-
to, historia e litteralura, urna secretaria, um
magnifleo estojo com prepares precisos para
viagetn. um dito com um par de finas pisto-
las, tuna riquissiraa espingarda do 2 canos
para caca, obra pouco vista nesla cidado,
urna excellenle machina de dsguerreotypo,
nova, guarda-roupa, commodas, cama fran-
ceza de ferro, com cortinados, marquezas de
dormir, mobilia de amarello para segunda
sala, guarda-louca, aparadores, mesa elsti-
ca de jaular, ditas communs para engomma-
do e cozinha, apjarolhos de louca lina e or-
dinaria para almoco e jaular, vidrus diver-
sos para servido de mesas, utencilios e mais
arranjos indispensaveis e casa, e outros
muilos objectos que se acbarSo patentes na
occasiSo ; assiin como tambem um ptimo
cavallo bastante gordo, cora todus os ar-
reios : segunda-feira, 19 do corrente, as 10
horas em ponto da manba, na residencia do
supradito senbor, n < estrada de Jo fio de fiar-
ros, sitio logo depois do da Cscala
--- O agente Oliveira, Tara leilfio de urna
ptima morada de casa, recentemente edi-
ficada na mclhor localidade da ra do Hos-
picio n 18 B, com encllenles commodos,
conforme tem sido annunciada nesto. jornal,
pelo seu proprietario o Sr. Vicente Ferreira
da Costa, e de outra de campo, com sitio na
estrada do Monleiro, (foi do Sr. Sainpaio)
muilo fresca por ter a fente para o basecn-
-e, com boas salas, e espa^osos quartus,
grande sotar. repartido, coziuha fora, quar-
tos para pTtos, casa pira feitor etc., tendo
utcirero mais de 300 palmos de frente, e
600 de fundo, e muilos arvoredos, cacimba
de escolente agua, tanque etc. : sexta-fci-
ra 23 do crreme, as II horas da manhaa,
em seu escriptorio uo Recife.
i ;;>;: 3 : J
I
@3>:-
I IE5'
RA DA CADEIA DO RECITE $
PARA VENDER UM f.HANE
SORTI.MEMO DE

RELOGIOS
i^^^li de lodas a< qaalieldes, (mo de OURO como de S^Sc^:
ig PRATA, patente auieo, e patente inglez, 5?
W aasim como
rj FOLIADOS E ALVANISADOS.
i ditos para senhoras, etc., por preros commodos
S garanlidoi.
COISOLTORi H,IJiPATHiC
Wk, tH &*
DO
RL'A DA CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
tin glbulos, e preparados coro o raaior escrpulo e por procos bastante commodos :
pliegos fixos.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita .'e 24 ... 159000
Dita de 36 a ... 2OO00
Dita de 48 a ... 258000
. Dita il 60 ... 3006
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeis onga. 23000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
I cionario dos termos de medicina......... 2090o*
Modicina doMeslica do Dr. Ilenry ... IO/0O*
Trataniento do cholera morbus 2/0"9
1le>0'torio io I) Mello Moraes 6loo0
PEORAS PRECIOSAS- |
m
m
I

'
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?,
?.
i IIMTE.
UJl 91 SSjttlvr-
Ra do Cabuga' n.
Hece
7.
Aderemos de hrilhantes, >$
diamantea e perolas, pul- $
aeirns, alliuelcs, brincos &
a roelas, holoes eanoea 9
dp dilferenlrs goslos e ile :
diversas pedral de alor. ^
#
Compram, vendem on ^
? Irocam prata, onro, bri- g
fZTtSTgSZ 1 rPa asobrasdo iimi
iicn por
dos os vapores da
to-
Eu-
J joias de valor, a diiilieiro ;*;
ou por obra. 591
? i : mEESsesesm
modernogosto, tan-
to de
de Lisbo*
pre%o commodo
^ OUROE IMIAT.V. *
w __
g Aderemos cninplelua da ^
3; ouro, niel,)- iiiins, puisei*
S riis, alfuietes, brincos a *j
3g roietas, conloes, trance!- ijj
^ lina, medalhas, correntes ^
*5 e cnfiiHj para relogio, e $
3 ouiros moitos objectos de *
s-, ouro. -^
0 Aparelhos complol.n de S
;.:. prata para rh.i, bandejas,
jjjj salvas, ensOfaw, eolheres
i* de aopa e de cli, a mui-
S los oulroa objectos de
' prata. ^
1 ranea cotilo
as (fuaes vendem por
V)m<> cosfiaiiiam.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assifjnado vende bilbetcs ga-
rantidos pelos pr"i;os gliaixo notados, cm ;
quantias de lOOfOOO para cima, a di-|
nlieiroa vista, em sen escriptorio, na ru I
do Collejjio 11. 21, primeiro andar.
Bilhetes o.s500 recebe :>:000.s()00
Meios 2.S730 2:500.S()
l*. J. Layme.
Precisa-se de srvenles, forros ou es
cravos, na fabrica de sab3o do Recife : a
Ira'ar na mesma, confronte ao portSo do
forte do llruin, ou no largo da Assembla,
armazem n. 9.
-- Deseja-se comnrar 6 a 7 varas de ren-
da de bico, qui) seja bem larga : na ra Di-
jeila n. 2, loja du fiZndas.
Proeisa-se de uina ama para o servico
interno de Ui>a cas de homem solteiro : a
tratar na ra do Itangel n. 13.
Na fuudieo da Aurora ptecisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
I DENTSSTi FRHCEZ.
^ Paulo (i,iif>nou> deotisla.ruaNova n.41 Jg'
y na mesma caa tem a;na e pus denlrifice. qg
na
Lotera
DA
Provincia.
Os abatso signados lem expostos a ven-
da na sua loja no aterro da Boa-Vista n. 56,
o as lojas do costume, os seus bilhetes e
meios da segn la e ultima parte da 19 lo-
tera do Thuatro de S lsabe-1. os quaes n3o
soffrem o descont dos 8 00, e sendo do
100; para cima a dinheiro, pelos seguintes
presos :
Bilheto 5;00 recebe 5:0003
Meios 2?750 2:5005
, Silva Guimaraes ci C.
Lotera
3.
guerreo lypo
Joilo TlKimaz chegado ltimamente a esta
cidale, off.Tece-so a tirar retratos em bre-
vissimo tenjpo, e com a msior perfeicao
possivel, o p-ocesso especial de que usa ha-
bilita o annuDciante a garantir 00 illustrado
publico pernatnbucano a belleza de seus re-
tratos, e baratissimo : na ra Nova n
gallera de Arcenio & Gadault.
andar.
23,
primeiro
&*>:$?$ ^mo**
1
Estando a confeccionar-se o almonak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
nhoresque costumam ser nelle menciona-
dos, riueirain mandar seus nomes, mu-
danqa de domicilio, ou outra (|ualqucr
lembi"anca,([iie sirva para que seja o mes-
moalmanak completo: da mesma sorte
roga-se aos sunhores de engenlio e rendei-
ros, queiram mandar as alteraeoes qoe se
tiverem dado a respeito de stias proprie-
dades-
Desappareceu em o
meiiido do mez pussada
da ctsa reedificada dono-,
vo 110 lugar do Poco Ja
Panel la, um grato grande
viudo de Inglaterra, de
cor mourisca, nuiito man-
so, o qual j oiga-se queal-
gtietn o tetilla pegado,
quem delle souber ou t-
ver em seu poder rog:-s?
que leve a meama casa
item 1 que st-r bem re
comdeus .do.
i LHTE A1TUR EC01PANHU. g
ftk Loja de 4 portas. (j^
f/tk Mus'uliii's pretaa, lis^s e de cnrdo para \
vestidos, barquina.caiaveques, padrBrs mo- W
demos ainda 11A0 vindo a e*le mercndn, (A
pre;o moito commodos. Dao-se as amoslran .^
3110
288 i
331
1 W5
3180
3561
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28.'>()
513
H27
501
il
138
982
cora os signaes seguintes : estatura regular,
cor fula, olhos pequeos, punca barba e hi-
go lo, con urnas faldas de cabello na cabeca
como se fossem eicatrizes de tumores, he
muito pcrii'islico u cosluma inculcar-so de
tono : quem o apprehender e entregar a
seu senhor o barilo do lpoj'.ica, no mencio-
nado ctigenho, ou aqui 00 Itecile aoSr. Ha-
noel Gouve de Souzn ra estreila do Rosa-
rio n 20, primeiro andar, ser recompen-
sado. v
DA
provincia.
Segunda parte da primcira loteiia de
S, Miguel de Harreiios.
Nos bilhetes rubricados pelo abaw>
assignado ioram vendidas as seguintes
sortes:
Nms. 3!I0 !:300.<< meio.
500 dilos.
200- bilhete.
100^ roeio.
100$ i meio.
50| bilhete.
50s l meio.
C0s l meio.
20j l dito.
20-,' l dito.
20.S I dito.
20,s bilhete.
20.S1 dito.
20jf 1 meio.
20.S 1 dito.
20S 1 dito.
A garanta dos 8 0|0 lie paga DO escrip-
torio da ra do Collegio n. 21.
L. .f. Puym.
Kaz-sc sciente a pessoa que tem o es-
cravo Victorino oceulto com algum negocio
de contrato feito com o Sr. Luiz de Franga
c Albuquerqu tfitiha a bon la le de aunun- o cavallos citados, que os
ciar sua residencia para ser procu-ado, pois i en6eiilia Fragoso, que ah
que o seu verdadoiro dono sabe quem he o s
occullador do raesmo escravo, c assiin lenha
de o maudar p6r na cadeia e declare, para
seu dio vir tirar; o dito escravo est lugi-
1I0 desle agosto do 1856, e tem disso docu-
mento seu'doao. o qual foi feito pelo mesmo
Luiz de Franga ; nSo s^ illuda aualquers?-
Joaquim Bernardo da Silva Uarreto,
da provincia do Kio Grande do Norte, ner-
deu* meios bilhetes d. segunda parle a
primeira lotera de S Miguel de Barreros de
na. b0,1915, 2408 e 3122 )'ievi.c-se ao Sr.
queepU,rTrtquia i?r,PP,g V qU"1,,,,Br "HS10 U!Da to^^m7g-
quepir vintuia locir aaigum desses hilhe- dos Marlvrios n 2-
tes. a qtiaiquer outra pessoa que nSo seja o
annunciante. Declara-se que no bilhete n
60, que pertence a ontra pessoa, est escrip-
to por distinctivo o nome Mello em uina
das extremidades '. so quem os tirar adiado
quuer entregar, casosejam pren.iados.quei-
ra dingtr-se ao annuncianto, no armazem
do Itufino, que sera gratificado.
Escravo fugi lo.
Fugio do engenho Buranhem, freguezii
l.abo, um escravo de uome Maooel Jnao,
OtSrs. Jouid.iin eVeuder Straten,
sao convidados a satistazer sua passagem
ile Fiunr-, para Pernainbuco, antes de
se retirareui para rpialquer outra pro-
vincia do imperio.
Preclsa-se de uina ama para o Servido
de urna casa de pequea familia, pessoa ca-
paz que d fiador a sua conducta ; na ra da
Seuzala Vellia n. 22, primeiro andar. Quem
tiver 5:000o rs. a juros de I por cento, da-
se um sobrado, e um sitio por hypoiheca :
na mesma casa se dir quem he.
Na obra da ra llueila n. n. 82, alu-
gain-se escravos para solventes, e paga-se
bem.
Precisa-so do um trabalhiitlor
padaria la ra Direila n. 8*.
-- Francisco lavares Uutelho, comprou
por conta e ordem do Sr Antonio Bolclho
Pacheco, do pata, o meio bilhete n. 175, da
segunda paite da prtmeira lotera de S. Mi-
guel de Barreiros. F'.ecfe 16 de oulubro
do 1857.
--- l'crdeu-se da ra do Hospicio, at a
praca da Boa-Vista, um ponteiro de ouro,
quem achou, querenJo restitai-lo, ser re-
compensado ; na :oesjia ra n. 16.
-- Manoel Jos da Silva Braga, pretende
vender o seu sitio, com excellente casa de
sobrado de dous andares, o qual tem frente
para a na. Iteal, e fundo para o terreno do
Sr. Herculano : os pretendentes poJein en-
tonder-sn com o p oprielaro no mesmo s-
lio, das i horas da tarde em diants, ou com
o lllm. Sr. Manuel Gongalves da Silva, no
seu escriptorio, da ruada Cadeia do ll.cife
-- Preeisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, para comprar o fazer o ser-
vido mais de casa : na ra do Queitnado n. 3
I'rccisa-so de urna ama para casa de
pouca familia, de duas pessuas, para com-
prar e fazer o servico mais de casa : na ra
do Bosario da Boa-Vista n. 26.
Quem quizer sug-ilar-se a ser ama de
se a ra
'y
--- administrador merino da lypogra-
phia Provincial abaixo assignado, faz scinile
a quem CODVier, quo se acha autorisado oelo
Exm. Sr. presidente da provincia, por llicio
do 28 de setembro, para cjilralar com 2
compositores desta ou de outra qjalquer
provincia, para so empregarem neste esta-
belecimer.to. O mesmo administrador afi-
anca a quem quizor o tiver as habilitaces
uecessarias pura a arte d composico, b >ns
j salarios, o conforme suas capacidades e dis-
O abaixo assignado d^seja fallar ao Sr.
Uanoel Jos d* Costa (.uiroarSes Joaquim
Salvador Pessoa de Siquora Cavalcanli.
Aluga-se urna casa terrea ou sobrado
mesmo pequetio, no bairro de Saulo Anto-
nio, da-so bom liador c paga-so qualquer
aluguel : quem tiver, dirija-se a ra larga
do Bosario 11. 39 A, cmfeitaria. NSo duvi-
da-sedar alguns mezes de alugu<-l adan-
lado.
Furtaram do engenho Fragoso, termo
'colinda, na madrugada de 15 do corrente,
3 cavallos, sendo 2 de roda, com a marca
Fragosol'eila a fogo sobre a anca, e de
cor castaniia, e outru de carro com a mes
ma marca as corvas, e de cor alasao. Ha
alguns annus que o proprietario desse en-
genho f;z publico p los jomaos, que os
animaes da marca cima mencin ida, no
iseriam negociados, e por conseguinte so por
furto pode, iam elles ch ;gar s m3os de ou-
tros possuilores. Bealisada agora a bypo-
rt. roga-se a quem apprehou ier
eve ao mesmo
v.:-
HUDISC DO EST4BELECI-
HENT DE P. 3 S DE
J. VIGHES.
J. Vigncs mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Bosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio 11. 23, junto da
Belacao.
k^asadesaude
;^ O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- }
' tabeleceu em seu sitio da Passagem '*
; da Magdalena, que fica ao norte 9
: da estiada entre a ponte grande
e a pequea do Cliora-Meniuo, ex-
cellentes acommodac^oes para re-
ceber todas as pessoas enfermas
(|ue se qitizerem utilisar de seus
servicos mdicos, os quaes scro
prestados com o maior esmero. t
O mesmo Dr., para o lim supra-
indicado e para exercer qualquer
OUtro acto de sua prolisso den- @
tro ou fra desta cidade podera' @
ser procurado a quahjuer ora do @
dia e da noite. no referido sitio, ^$1
a excepeo dos dias uteis, das 9 @
lioras da uianliaa a's i da tarde, @
que sera' encontrado no primeiro
O

v^ andar do sobrado
-" j 1 o Carino.
ado no prt
o n. 9, do
pateo

Aluga-se o sitio do Arraial, com bous
commodos, etc. a tratar na ra Dreita
n. H
-~ O abaixo assignado faz saber ao res-
peitavel publico e ao corpo do commercio,
que deu sociedade na sua taberna aoSr. Joi-
nhor.que o Sr. Luiz de Franca seja o dono do 'lu)m Goncalves do Azeve. lo M ia, (cando de
cima mencionado escravo, como em lempo U0Je em diante gyrando a urina da casa Jos
competente provar-sj hi, e assim queiram l'mheiro Noguel h & C. Kecifo 9 de oulubro
ter a bondsilo de facilitar tal neg icio, e nilo ^e *857 Jos l'inhcro Nogueira.
Ihe ser espinhosa esta tarefa. A coinpanbia tixn de cavajlaria. tendo
Precisa-se de trabalhadores de massc- ^ ''ar principio a venda dos cavallos da
ra, ainda mesmo com pouca pratica : na pa- i raesma corapanhia, incapazes do serviQo,
dara do Forle do Maltos. i conforme as orlcrts do Exm. Sr brigadeiro
--- Aluga-se um moleque com principio ; commandante das armas, faz sciente a tolas
de cozinha e cop-iro na Ponte Velha, Dri- pessoas que os prpten leicm, que parte del- ''2. prPci moiro sobrado quem vai a na da doria se hilo de arremata no da 22 do corren-I
n. 33.
GABIHETE PORTGOEZ
DE
em
te, as 10 horas, no quartel da mcsaia,
Santo Amaro,confronto aos Lasaros.
Precia-so de uina pessoa que engom
I me e fac o miis servico de uina casa cstran-
.geiradeduas pessoas na ra Nova n. 17,
se dir quem pecisa.
N3oseTendo reun.do niero siirtciente Precisa-se de urna ama para casa de 2
desenhores cons-lheiros para a sessilo or- ) moc0:| estrangeiros, que saiba engommare
diara de 15 do corrente, sao novamente !,azer to lo raais servico interno dn una casi:
convidados os meamos sjnhores a se reun-1 a lr,lar 111a da Cilea do Recife n 37.
rem era
rente, as
sOes do mesmo Gabinete Secretarla do 1 .
.conselho deliberativo do Gabinete Porta- g nOI Uiastive sido ollerccidu 011
guez de leitura em Pernambuco 19 de outu-' v? vendido um tranceln! de ouro.. de A
iUS us iiiiraiiiua o Jiiiiui es a >c rculll -------- '" **** *' **-" **-* tuvut, ai o.
sessao ordinaria no dia 21 do cor- I ^-^^^0^^^-^^ & 7 horas da noite. na sala das ses- 3 A pessoa. a quem uestes ,11,- -.
COKFAlfHIA
de paquetes inglesen
vapor.
No dia 21 deslo mez a larde, c vapor Teviols, comrnandsnla Moir, o qual dtpoi*
da rirmoia do costme, seguir' para Soutatnplon,
locando nos portos de Sao Vieente, 1'enr-nlT-, Ma-
dera e I.i.li.n : pnra passaseiio, ele, Irala-se com
os asantes Adamion llouwie \ C. n. 12, roa do Tra
piche Novo.
N. II.Os emhrnlhni i ae receben] al daaa ho-
ras antes de sa fcchsrem as malas e depois m
urna liara, paqando eulAo um palacio alm do frele.
%*ma.
Leliio de 8abfl.o
O agente Borja, de ordem do Exm. Sr.
juiz especial do commercio, a requerimento
dos administradores da massa fallida de l).
O abaixo assignado, morador em
Mamanguape, provincia da Pa rali iba do
Norte, onde he estabelecido com negocio,
scientilica a praca de Pernambuco, que
saldara todo o debito era que estava para
com a mesma praca, sendo quenada Ihe
(leve nesta data. Recife 17 de outubro
de 187.Antonio de Oliveira Hamos
Thiorga.
5 O Dr. Antonio Asripino Xavier de Brilo $
rSi rne(''r"t rnudou saa residencia para a ra *&
'5' Nova n. 67 primeiro andar, onde ranle er ^
SP proeoradn a qualquer hora para o exerci- @|
flr co de *ua pronaaSe. ^^
Precisa-se para um sitio perto da
praca, de um feitor que entenda de jar-
dim, sen'lo liel e lendo boa conducta, pa-
ga-se bem : a tratar na ra do Torres n.
~)8, segundo andar, no Recife.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para cozinha, paga-sc bem agradando :
na ra do Collegio n. 2.
3 |-cl%r|o. queira ter a bondade de %
3 dirigir-se a ra do Cabuga'n. 01 &
-;~j I)., po sera' generosamente re- %
tt romnensado; promette-se todo o i&
$} 'gvllo sobre a pessoa que o tiver tt
:^ negociado. S
Pelo juiz de paz da freguezia de S.
los, so ha de, arrematar no dia 20 do cor-
rente, as 9 horas da maullan, na porta de
do sua residencia, na ra de Santa Bita, os
O Sr thesoureiro man le fazer publico que movis seguintes : I commoda de amarello.
se acham a venda no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 26, das 9 horas da
manhaa as 9 da noi'.e, bilhetes e meios da so-
gunda e uitima parte da 19 lotera do thea-
tro de Santa Isabel, cuias rodas andam no
dia 24 Thosouraria das loteras 17 de ou-
tubro de 1W7. Jos Maria da Cruz, escriv3o
das loteras.
Perdeu-se um cae* orrinha preta rato
neira, da ra do Collegio ate o becco dos
bro de 1857.M. J. Rodrigues Pereira, se-
cretario.
Lotera
DA
provincia,
linccSp as classes que eflo estatuidas nesta
reparticfto : as pessoas que quizerem e en-
ten lerein da rfenla arte, dirijam se n esta
typographia para so engajarem e ajusta-
rom e. Typographia Provincial no Araca-
ju' 2 de outubro do 1857.
Joao Francisco de Jess Guodes.
Campos & Lima, com loja na ra do
Crespo 11. 12, participara a lo los os senhores
encarregadoa na adininislraco de irmanda-
des, que iccberam um soilimento do da-
masco de seda proprio para oiiiameuto, col-
xas e cortinados, com porto de 6 palmos de
largura, he l'azenda pela prmeira vez vinda
a este mercado, e cede-se com pouco lucro,
aura do.animar o fabricante a fazer mais
romessas
- Precisa-se fallar com o Sr. Ricardo
JoscFernaudes, que anJou no Aracalv no
anuo de 1856: na ra d\ Madre de "lieos
n. 2.
No primeiro andar do sobrado n. 16,
por detraz da matriz de Santo Antonio, au
les de ebegar o portSo do quartel de policia,
so encontrar ffm portuguez com multa pra-
tica de borlelao ejardiueiro para qualquor
sitio, do que Um muita pratica, e abona-no
sua conducta.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, para o servido do urna casa de pequea
familia : que*m juizer e estiver ne-das cir-
cunstancias, dirjanse a ra das Cruzes, so-
brado 11 2, no primeiro andar junto a orJcm
tercena de S. Francisco.
Luiz da Costa Le i le muda-se da roa do
- Sol i porto da ra .Nova), armazem n. 23, c
unten para ven Ier um grande baldo de
bom amarello para qualquer estabelecimen-
to, e mais 2 armarios gran les envi trabados
e da mesma madeira, tu lo barato.
--- Necessita-se de urna pessoa babilitada
para ensillar a grammalica nacional, aritli-
metica, francez e msica a alguns menin is
em um rnaenhu em Serinhaem, a qual seja
casada, e sua senbora possa ensillar igual-
mente algumas u.euinas : a pessoa que es-
tiver neVe caso, tenha a bondade do decla-
rar son nome e residencia, que ser procu-
rada.
Precisa-so de 1 menino para aprender o
ollicio do cneadernador : quom quizer, di-
rija-se a na .las Larangeiras n. 15.
ador: na
[ii lana da C?punga.
Piecisa-se de urna ama secca, para
casa de pouca familia, para o Ro-Formse :
na roa do Vigario n. 11.
Perdeu-se, desde a tua da Aurora
ate a do Encantamento, itsOOO rs. em
sedulas, sendo urna de O.sOOO do Banco,
outra de Oo'OOO do governo, urna de
SOO contra de l.s'000: quem osacliou,
queiendo restituir, dirija-se a ra da Ma-
dre de Dos, armazem n. 28.
OSr. Juvinano Diaman'inn Alves Li-
ma, tem uraa carta vinia do Rio Grande :
no armazem n 9, do largo da Assambls.
Os senhores acadmicos que assigna-
ram para a lber da de da mnlatinlia Feli-
cia, e que ainda nao pagaram, queiram
mandar o importe de suas jssignaturas,
ou na livraria ns. e 8, da praca da In-
dependencia ou na ra do Hospicio, casa
Jo acadmico Lu/. Rodrigues Ntines, afim
de que em breve se possa passar a carta
de liberdade.
2 hanqtiinhas do mesmo, o 6 caaeras dito,
oor excciiQ.o de Lourenco Poggi, contra
Mauricio Alves de Brito
Scliapheillin o, C., ra da Cruz n.
58, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, tima porcao de quartolas de vinho,
de urna das mais afamadas vinhas de Bor-
deaux : vendem, a' vista da superior qua-
Precisa se de um ou dous horneas ca- lidade, por preco commodo.
pazes para tomar conta do tima carrosa, e
que d dador a sua coniucta : a tratarnos
Afngados, rua Direita, casa n. |l, ao p da
refinacSo.
Preoisa-sa de urna ama, para ama-
mentar urna crianza de 10 mezes; paga-se
Ferreiros : quem a achou queira entrega-la muito bem : na rua de Apollo n. 22.
na rua do Collegio, livraria n. 21, que ser Precisa-sede urna perfeita coznheira,
recompensado, j paga-se bem : na rua do Vigario d zz 'urt-
Bccebem-se bos mansos de carroea e' meiro andar. .
cavallos de trato, por com molo preco, om
um sitio muito peno da praca, com bastan-
te i:asi 1 : .a tratar no segundo andar do so-
brado amarello da rua Augusta n 2, ou na
rua do Motocolorab dos AfogaJos 11. 3.
--- Precisa-se de um caxeiro para taber-
na, e que da mesma. tenha pratica: na rua
do Sol n. 21.
Precisa-se de um forneiro : na pada-
rii da roa Direita n. 69.
Precisa-so de um moleque de 12 a U
annus : na rua Nova n. 52.
Na audiencia do Dr. juiz de orphSos,
do dia 24 do corrente mez outubro, tem dn
er arrematado o sobrado da na da Guia 11
42, pertencente aos herdeiros dos finados
Silvestre \nlonio de Laagcs e I) Joanna Ma-
ria da Concecao, por ser a ultima prar;a.
sendo o valor dado a dno predio 7:0110c rs
Aluga-se o sitio da Torre, que fica en-
tre o do Sr. Cibson o o do Sr. inspector da
alfandega, com casa nova e bastantemente
commoda, e tima boa planta de capitn:
quem o pretender, duija-se a rua estreila
do Rosario n. 26.
J1HH GAT1S,
Corietor geral
E AGENTE DE I.EII.O'ES COMMERC1AES,
n. 20, rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAK,
pra?a do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FCMO-
Compauhia Alli^nce.
Esta bolenla cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhocs de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a honra da in-
loraiar aos Srs. negociantes, proprieurios de casas,
a a quem mais convier que eslao plenamente au-
torisailos pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo a pedra, cobertos de
telha e igualmente sobre os objectos que contiverera
os me;nos edificios quer consista em mobilia ou
m faiendas de qualquer qualidade
-- Na rua do Trapiche n. 17, escriptorio,
pre-cisa-se deum preto para criado.
Precisa-se do urna mulher de meia
iJade.de boa conduela e sem filhos, para
tomar conta do urna menina de 2 annos, o
fazer algumas costuras ; a tratar no campo
do Hospicio junto ao quartel, casa do do-
sembargadorMendes da Cunba.
Tnsino particular.
O bacharel A. B. de Torres Bandeira, pro-
ressordelingua franco/a no Gymnasio desta
provincia, propoo-se abrir 00 dia 15 do cor-
rele mez em diante um novo curso de rhe-
tortcaepotica eoutro do philosophia, para
todos aqttelles estudantes que se quizerem
applcara estes preparatorios durante as fe-
rias. Podo sor procurado todos os dias
uteis das 3 horas da tarde em dianle, na casa
le sua residencia, na rua .Nova, sobrado n.
23, segundo andar, onde se acha aberta a
matricula para ambos os cursos.
Mobilias dealugael.
Alugam-se mobilus completas ou qual-
quer traste separado, tambem fe alugam ca-
denas em gratido quanlidade para balese
olltcios : na rua Nova, armazem de mobilias
do Pinto, delronte da rua de Santo Amaro,
larubetn se compram o trocam-se trastes
usados de toda a qualidade.
Precisa-se de urna ama para lavar e
engoraroar, o que seja perita em qualquer
um destes servicos : na rua Nova, sobrado
n. 23, segundo andar.
Agencia de passaporto o folha corrida.
Clati lino do Bego Lima, despachante pela
reparncao da polica, tira passaporte para
dontroefora do imperio, e folha corrida
por coramodo preco e presteza : na rua da
Praia, primeiro andar n. 43
Precisa-se de um bom feitor para o si-
lio que foi do fluado Dclphino, na Passagem
da Magdalena : a tratar no mesmo sitio, ou
ni rua Nova, sobrado n 27.
:-OG::K:OOa-.X::::OS-~*^
""3 lo" ,ld Silva Reino, medido pela oni- B
. versidade de Cotmbra, ten em a caaa de sua S
: h.InUri na rua Clovn, liona commodos pa- **
<3 para receber alauns duciiie. As condic,es i'
.yj lerSo aprsenla las na orrasiAo do ajuste. ^
- O pharmkceutico Antonio Irancisco
las Neves, com carta conferida pela Facul-
da le de Medicina da Baha, tem a honra de
aiinunciar ao respetavel publico desta cida-
de e fra delta, que acaba de estabelecer-se
com botica na praca da Boa-Vista, esquina
para a rua lo AragSon. 32, aonde se encon-
trar sempre 0 melhor provimento do me-
dicamentos, e drogas as mais perfeitas ; as-
aiinuouio muito isposto a exercer como
raalor zelo, cuidado e intoiesse, ludo quan-
to for ten lento a sua arte, para cujo Om
cede ao mesmo respoitavel publico Ihe con-
ped* a sua confiaiiQa.
Osar Dtstibeaux, aterro
da Bou Vista n. 5a.
Partecpa ao respetavel publico o part-
cula menle a seus freguezes que acabam de
chegar de Paris para seu estabelecimento
oSr. Blanchin ptimo ollicialde sapateiro, e
' ma lama Blanchin perita engommadeira de
|roupa lina, como srjam : mangss, mangui-
tos, habados, bestas, capolinhos de senho-
ras, renJas, bicos, roquete da padre, etc ,
; offerecem seus prestimos por se arharrm
I com todos os apparelhos precisos para suas
i artes,
O abaixo assignado, morador na rua
da Praia, primeiro andar, casa n. 43, com-
pra para encommenlas casas terreas as
freguezias de Santo Antonio, Recife, S. Jos
c Roa-Vista.Claudino do llego Lima.
- Precisa-so de uraa ama que saiba co-
zinhar, e fazer todo o mais servico de casa ;
, na rua do Caldeireiro, taberna n.60.
- Precisa-se de uina ama que saiba co-
ziuhar e engommar, para urna casa de pou-
ca familia, om Santo Amato, om casa o
Maria Antonia da Cruz, d fronte dos dous
pes de atvores.
- Precisa-so d '.uu.a ama que saiba co-
ziniiar o engommar para duas possoas ; na
rua do Crespo n. 6.
Pelo paquete Tevlot, chegar om 21
do corrente, saca-se sobre a praca do Porto
Ictlras a 60 dias, o avista; no escriptorio
de Tliomaz de Paria, rua do Trapiche n. 40.
O Dr. Lobo Moscoso, avisa a todas as
pessoas, quo costumam honra-lo com sua
clientela, que se acba residindo na terceira
casa do quarlcirao novo do tinado commen-
da lor Luiz Gomes Ferreira, defronte da or-
uem terceira de S. Francisco.
Precisa-se de utn servente forro ou
captivo, para o servio do hospital de Todos
os santos ua venoravel ordem terceira de S.
Francisco : a pessoa que se quizer contra-
tar, entenda-se com o irrao M. Jo3o Tava-
res Cordeiro, na rua da Madre de Dos.
Defrooie du ordem tercei-
ra de S. Francisco.
CONSULTORIO HO..IEOPATI11CO.
DO
DR-P. A- LOBOMOSCOSO-
Medico parieiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, da consultas lodos os
dias e pratica qualquer operario de cirur^ia,
assim como,accede com tola a prompliJo,
s pessoas que precisarem do seu preslitiiu
para o servico do parios, pratteando as- o-
peracOes manuaes ou mslrnmentaes, quan-
dn nao possa conseguir resultado por meto
.la hume i>aiiii-i, que tantea vezestem ven-
c lo dilliculdades, que pareciam insupe-
raveis.
- Precsa-se de tima ama para casa de
pouca familia : na rua do Uueimadu n. 2,
loja.
--- Envernisa-se mobilia muito em conta:
no pateo de Santa Thcreza n. 8.
--- Aluga-se urna ama para coznhar para
iluas pessoas e engommar para urna : no
paleo do terco n. I4l, segundo andar. ,
LOTERA
DA
provincia.
Salustiano de Aquino Ferreira vendo os
seus muito felizes bilhetes e meios, pelos
precos abaixo mencionados, sendo da quan-
tia de IO5 rois para cin a dinheiro a vista,
na praca da Independencia n. 4, e 37 a 39, e
na rua da Cadeia do Recife n. 45, esquina
da Madre de lieos :
Bilhetes 5O500 recebe 5:0003
Meios 2:750 f,:500
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
A experiencia tem mostrado que com
um cento de lices se pie perfeitamente
fallar, Ier e traduzir a bella lingua italiana.
Ha um estrangeiro de boa moral, que por
pedido de diversas pessoas vai abrir o curso
da dita lingua, smente para as senhoras e
meninas, em suas casas particulares. Os se-
nhores pais de familia que qui/erem apro-
veilar esta occasiSo e conbecer as condicOes
do dito ensino, lerdo a bondade de se diri-
gir aoateiro da Boa-Vista, sobrado n. 16.
Dr. AorigioJusliniano da Silva Guima-
raes, com escriptorio de advogado no pateo
do ollegio n. 37, he morador na rna do Se-
ve llia dos luto. .
- Furtaram| do sobrado do aterro da
Boa-Vista n. 17, na tarde do dia 14 do cor-
rente, um relogio de ouro horisontal, de sa-
bonete, lavrado, tendo no meio do fundo
urna flor, o qnal relogio be pequeo e he de
senhura, levando no relogio urna corrente
cun passador, e no lugar da argola existe
outra argola com urna chave cora 2 corazas,
urna pequea moeda estrangeira, um cors-
Qo de cornalina encastoado, tudo de ouro ;
roga-se assim a qualquer pessoa que for of-
fereci lo, que o appreDenda e o leve ao mes
mo sobrado, que ser recompensado
Precisa-se de urna ama boa co/inhei-
ra, para urna casa de pouca familia : a tratar
na taberna da esquina da rua dos Martyrios
n. 36. 1 '
Fiaeao e tecidos
de algudao.
Os Srs. incid commandilarlos deila empreza a3o
convidados a reunirem-ae em assembla- eral, no
da 83 do corrente, s II horas de manhaa, do segan-
do nud ir da casa dos Sr. Antonio Marques de Arno-
rim, rna da Cruz n. 45, alim de elegarem urna com-
mis.fio de 3 inemliros, para fliealisar oa negocios da
sociedade.
Arnorim, Fariat, Guerra v. C.
Pernambuco, 13 de oulubro de 1857.
Precisa-se de um forneiro, na padaria
da rua dos Pescadores ns. 2 e 4 : a tratar na
rua do Rangel n. 13-
mmvmb
Compra-se effectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolicesda di
vida publica e provincial, accOesdas compa-
nhias.e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas attantias.sobre senhores.
Compram-se 6 portas para quartos,
urna rotula, e urna janella, por prectj com-
modo, o em bom estado : quem tiver, di-
rija-se a coebeira esquina da rua de Santo
Amaro.
Compra-se urna balanca grande, de 2
conchas, o ura terno de pesos ; na rua do
Eucantamento n 3. armazem de couros,
das 9 horas da madhSa, as 4 da tarde.
-- Compra->e dinheiro mitido de 13 e 2?
com o cambio de tres por cento : na rua do
Cabuga, loja de calcado n. 9.
Ma graude fabrica de ta
mancos da rua D reita,
esquina que vira para
->. !*edro 11. 16,
compra-se cffectivamente madeira chanada
Parahiba, poleudo 'ir em carros ou canoas,
em pranchOes ou rolos de 8 palmos para ci-
ma ; paga-se bom.
Compram-so2 boise2 carros proprios
para conduztr gneros da alfandega : quem
os tiver, querendo fuer negocio, dirija-se a
rna da Camboa do Garmo n. 10, segundo an-
dar, que achara com quem tratar.
Compram-se patacoes brasileos e
hespanlies a 2050 : na rua da Cadeia do
Recife, loja de cambio n. 38.
Compra-se o manual therapeutico de
Bonninghausen : quem o quizer vender, di-
rija-se a nova loja de livros n. 21, 11a rua do
Collegio.
Deviito (Inisto.
Sahio luz a terceira edicSo do livrinho
religioso Devoto ChristSo, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
ria ns. 6 08 da praca da Independencia, a
800 rs.
Puros Ha vanas
Na rua da Cruz n. 1, primeiro andar, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do, vendem-se superiores charutos havanas,
( prego de 5f por caixa.
Superior charuto serva.
Vande-se na rua da Cruz n 1, primeiro
andar, escrip'orio de Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, a prego do 49 por caixa.
Rna do Queitnado n. 21 \
Venlem-se cortes de olindiza, padres
oscuros, cora lislras de se la assetinados, ti
zonda esta muito moderna a 129 o corle, di-
tos de gaze pcrlini a 119 o corto, longos pe-
queos de cassa a 80 rs lilas, pa Ires miu-
dos a 500 rs. o covado, chita francoza a 240
o rovado.
Vcndc-so urna parda moga, de bonita
figura, eugomina, ensalma, cose o cozinha o
diario de urna casa : quera a pretender, di-
rija-so ao pateo do Carmo n. 6
- Km esa de Timrn Momson o Vinassa,
daca do Corpo Santo n 13, ha para ven-
der utn sirtimctilo completo dn livros em
branco.
Lotera
DO
Theatro de San-
ta Isabel,
Salustiino de Aquino Ferreira fen expos
to venda os seos muilo felizes bilhetes o
meras da segunda c ultima parte da 19 lo-
tera cima, na praga da ind-'pendennia ns.
4, 37 a 39, e na rua da Cadeia do Recife n.
45, esquina da Madre de Dos.
Bilhetes li;00 Recebe 5:s000
.Meios 3:000 2:50(1/
Por Salustiano de \quino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Vonde-so um cabnolct corn pouco uso,
o qual tem boas molas e eixo do patente, e
com os competentes arreios : i>ara ver, na
cocheira da ru da Boda junto a coebeira
dos srs Puna & IrraSo, e tratar, na rua dt
Aurora n. 3.
Aos mapcineiros.
VelBeai-se paransos de ferro com 4 bura-
cos para camas Irancezas a Is O jogo de 4,
molduras francezas de jacareo la o de mog-
no, folha do j icaran ia, pedras de marinte
branco para consolos, para mesas redondas
o para lavatorios, grozas finas para madeira:
na rua Nova, armazem de mobilias do Pinto,
delronte da rua de Santo Amaro.


ILEGIVEL
.


DIARIO DE PRNAMBUCO SEGUNDA FKIRA 10 DF. OITIRRODE 1857.
- Vende-se urna escrava crloula, recolhi-
da, ile Jarte 18 annos. elegante lisura, DO
conduca, com hnhilidade, una 'lita insigne
coslureirn, borda, faz Miyrmlho, marca
engomma, bo recolhida, e mu i bem educa-
da, urna molequinha do irtarte 11 annos, mu
lili 1', uma miilatinlia dn idade 17 anuos,
engomma e cose, he recolhi la, um escrava
de meia idade, sadia o sem vicios : na ru
de Aguas Verdes n. 46, se dir quem vende
o;porque se vendara.
Vende-se uma vacca boa leiteira, com uma
bezerra : na ra Nova n. 61.
iUillio.
Vende-se milho novo era saceos grandes,
a 78000 : no armazern de Fernandos & Fi-
lhos, ra da Cadeia do Itecife n. 63.
Farelo.
Vende-se farelo no armazem de Fernandos
& Filhos. ra d Cadeia do Itecife n. 63.
Vendem-se duas partes do engenho
Camevousiuho, sito n'Acua Preta, e perto da
projectada estrada de ferro : acha-se o en-
genbo moente e corrate, ha de excellente
prodcelo o nossue grandes matas com mi-
deiras de construccao : a pessoa quo as qui-
zer comprar, entenda-se com o Dr. Vilella
Tavares, no aterro da Boa Vista n. 6, pri-
meiro andar.
~ Vende-se um escravo moco, com ida-
' na ra da Prai, armazem n. 4.
. ,No engenho Malemba, na comarca de
Pao.d'Alho, ha para vender-se bois mansos
e garrotes, e tambera alguns animacs man-
sos de roda : quem pretender, dirija-se ao
dito engenho.
Travs de louro.
Vendem-se travs do louro de 35 .,40 pal-
mos de comprimento : na ra da Praia de
Santa ltita, serrara do Banks.
Obras lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., ele ,
e delicado trabalho, foitos no Aracaty ;
veodem-seno primeiro andar n. 60 da ra
da Cadeia do Recife.
Vende-se um sabia muito cantador :
na botica da prac,a da Boa-Vista n. 22.
Aos Sis. Vende-se boa carne do Ceara' a preco
de \H e 5.V00 t por arroba, em garaja'os:
no armazem de Luiz Annes, defronte da
alfandega.
Vende-se uma rica cadeira de arruar,
bem pintada o dourada, com seu competente
caixao para a guardar e reservar da poeira :
quera a pretenJer, enlenda-e com Caelano
Pinto de Veras.
ceblas.
No armazem do largo da Assembla n. 9,
vende-se ceblas em cestas a 800 res o cen-
toedespencadas a 640; a eiras antes que sp
acabem, lijlos de louca para ladrilho e
brancos de dito para coxinha.
--- Vende-se una negrinha de Hade de 8
annos, a mais linda de ligur i e leicoes que
be possivel.e proptia para quem tiver hora
goslo : na Ponte Velba, sobrado n. 33, se-
gundo andar.
Presunto de Lisboa.
Vende-se superior presunto de Lisboa a
400 reis a libra na travessa das Cruzes n. 14.
Vende-sa um baleflo e um caixao de
amostra, era bom estado ; na taberna gran-
de ao lado da igreja da Soledado.
Vende-se uma cabrinha de 10 a 11 an-
nos, bonita figura, propria para o serv;o de
casa : no aterro di Boa-Vista n 24,
- Na ra do Queimado, loja de ferragens
n. 13, ha para vender uma excellente balan-
za franceza que pesa 15 quintaes, propria
para qualquer estabeleciment. Na mesma
loj i ba queijos du serian que vendem-se por
prego cummu lo.
- Vendem-se cassas francesas finas e de
bonitas cores a 240 rs. o covado : na prica
da Independencia n. I, Na mesma luja com-
pram-se sdalas miudas e prata para trocos
a 2 1|2 por cento.
Vende-se uma mulata de 13 annos,
recolhida e de bonita figura : na ra da Ca-
deia do Recife n. 30, segundo andar.
Vendein-se velas- de eomposicao,
iguaes a de spermacete, de superior qua-
lidade, de 5 e 4 em libra, pioprias para
casticaes de butar por bai\o de mengas
de vidro : no escriptorio de Rothe & lli-
doulac, na do Trapiche-Novo n. 19.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barris como em caixas,
licores e absyntlie, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa de J. Kel-
ler&C.. ruada Cruzo. 35.
iua da Cruz
. 1>
n escriptorio de Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo,
ba para vender os scgumtes objeclos : cha-
rutos de llavana, ditos de S. Flix, cola su-
perior ila Babia, jacarando superior, jaropes
de Aulle, pasta de jujuba em latas, oleo de
ricino era latas, mercurio doce, fiodealgo-
da i da Babia.
Aos amantes dos
charutos.
Na loja do canto na rus da Cadeia do Re-
cife u 6. ha para vender diversas quidida-
des de charutos chegados'ltimamente da
Babia, como sejam : aprasiveis, russos, cas-
tanhos escuros, ociaros, regala, acadmi-
cos, e mais alguns, que por extensidade
deixo de mencionar, pelo baratsimo preco
de -2 )i)00 a caixa.
iVo deposito das
bichas,
rus estrella do Rosario n. 11, recebeu-e de
Franca uma remessa dos mais tinos balai-
nhos nunca vindos a este mrenlo, tanto
para mimos como para meninis b'varem ao
estudo, assim como marmelada do. lijlo e
peras era cmidecas de 5 libras, e outros u.ui -
tos objeclos.
I%Ta loja
das seis portas
fm frente do LivrHii.i uro
Cortes de vestido do ISa com barra a 1#0n(l,
lencos de retroi a 500 rs., ditos do seda a
240, cass-s com honitis ramagens para cor-
tinados 2/500 a peca, tudo con deleito.
(Jomgosto.)
Preguic da
ra to Queiina lo, (nina
do beceo doPcixe-rico
o. a,
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Fui-opa, ricos cortes .le vestidos para ie-
nliora le um gosto mteiraraente novo,
de c.ow* escurai e elegantemente listradoi
de seda assetmada : esta I izenda deno-
nina-seGraciana ou Carij, e lie a
mais propria para a presente eslacao ;
custa cada corte a mdica quantia de
1-i.sOOO.
Aenco!
Na ra da Cruz n. 17, confeitaria de A. A
Porio, acha-se um g ande sortimento dos
melhores doces de todas as qualidades de
fructas do pa i z e estrangeiras, tanto seceos
como em calda, exaropes de todas as qua-
lidades, expelientes charutos da Baha, a-
prompiaTi-se eocommenlas de doces ou
fructas bem acondicionados, e sendo em
tempo prevenidos serao melnor servi los os
senhores compradores. Neslo estabeleci-
meoto afiam;a-se as qualidades de tudo
quanto nelle se comprar, igualmente uma
porreo de bom vinbo de caj' e por barato
prec.o.
Luvas da Escocia.
>a ra da Cadeia do Recife n. 49, defronte
do armazem do Sr. Ilenrique Cibsou, ven-
dem-se as melhores luvas inglezas de fio da
Escocia, brancas e de cores, por preco eom-
modo.
Vende-se a melbor loja de fazendas do
Passeio Publico n. 9, com fazendas ou sem
ellas.
Vende-se no areal do forte, confronte
a fortaleza das Cinco Ponas, fechadura de
ferrolho, dita de baln, ferro de embutir de
todos os lamanbos, tranqueta para janellas
o caixilhos, dobradica de canto, barelele
para carapina.
Vende-se um escravo proprio para en-
genho, sadio c sem vicios : quem o preten-
der, dirija-se a ra da Cadeia do liecifa n.
49, que achara com quem tratar.
He barato cpieadmira
Junto a botica do Sr. Pinto,
Ra larga do Rosario n. 1 i
Fabrica e loja de calcado.
Chcgaram pelo ultimo navio de Franca
os melhores o mais acreditados aviamentos
de um dos melhores fabricantes que ha, co-
mo sejam, cortes do borzeguins de camur-
ca de lodas as cores e de duraque, os ma:s
linos e bam acabados, o verdadeiro couro de
lustre, marroquios de| todas as cores, bezer-
ro de superior qualidade, borracha deseda
preta e de todas as cores, dita de algodo
lamben! de todas cores, e juntamente de
Ifla, sola franceza o da trra, cmlim neste
estabelecimunto se encontrar tudo o que
he concernente a arte, tudo da melhor qua-
lidade, que he possivel ; encontrar por pro-
cos muilo coramodos, o que s se poder*
avaliar a vista da fazenda.
Vendem-se as lejas de Porto & C na praca
da Unan n. 35, 37 e 39, e na de Antonio
Francisco l'ereira n. capcllas de immor-
tales, viudas do Paris para tmulos, catacum-
bas, e sepulturas, no cemiterio publico a 2
de noverabro. [Finados), circulando as mes-
mas capellas as inscripc^Jes seguintes feitas
da mesma flor a meu pai, a minna mili,
a meu esposo, a minha esposa, a meu filho,
a muba filba. o a amizades.
y a roa nov, armazem
de mobilias de Antonio Domingos Pinto, lia
um completo sortimento de mobilias de to-
da a qualidade, Unto da trra como france-
zas, de Jacaranda e de mogno, e conlinu'a a
receber por l>dos os navios, tanto de Franca
como do llamburgo toda a qualidade de tras-
tes do melhor gosto, fabricados por encom-
menda, com recommondagiio de n5o empre-
gro iiinho no sen fabrico.
SAI, DO ASSU".
A bordo do novo Olinda, ou com Tasso
lrm8os.
RA DO CRESPO N. 10
Bom e harato
Na loja de Jos Concalves Malveira, ven-
dem-se cortes de seda com batiados a 50/.
visitas de grosdenaple preto bordados a vel-
ludo a 305, seda de quadros a 15200e 19280,
orgundis al/a vara, cassas francezas a 700
e 500 rs. a vara, chales do merino bordados
a 83, chitas francezas a 400, 360 e 320 o co-
vado, chapeos de seda de cores para menina
esenhora, bramante de linho bem largo a
600 rs. a vara, bretanha de linho parda a 380
rs. o covado, assim como outras muitas fa-
zendas de bom gosto, que com a vista dos
freguezesse mostrar.
yo canto
QUE ESTA' TORRANDO.
Na loja da ra da Cadeia do Keciie n. 54,
ha para vender um grande e esplendido sor-
lmenlo de fazendas baratissimas que fazera
admirar, o bom gosto, barateza e boa quali-
dade, as fazendas sao as seguintes: cortes
de brim para caiga a 2;300 e 2c400, chapeos
de sol de baleia <2s, dilos de ferro a 15800
ditos de junco a 15350, setim preto raaco
muito.fmo a 20900, 3o e 3550, e muito bom
4/o covado. chales de cbita a 15, caseroira
preta Una a 1340o, loGOO, 1*800, o. 2o200 e
2?600. e muito lina 3o, casemiras pretas e de
cores, de dus larguras, propiias para os
rapazes de bom gosto, e como se usa em Pa-
rs, calca, collete e palito, o covado a2o!00
sargelim a 170, 180 e 20o rs. o covado, mus-
sulina de cores a 300, 320 e 340 rs., e muito
lina a 360, cortes de collete de velludo do
ultimo goslo, riquissimos padrOes, de 6/500
le !2o.meias cruas para hornera a 160, 200 e
240. e finas a 300 rs. cada par, chilas tara a
pobreza, o covado a 140, e pe^a a 5o500, n3o
desbotam.'he escura, propn para escravos,
com pintas de mofo, mantas de seda da mo-
da a oo, 5;500, 63 e 75, e icuito finas a 95,
lilas muito linas Sebastopol, o covado loiOO
l)5UU e 156U0, grvalas de 13a a 800, 880
1f, 15100, 102U0 e 15400, muito linas 2o di-
tas do mola a 13, mantas de laco a 3-, mus-
sulina branca lina a 300, 320 e 340 rs. o co-
vado, chales de merino bordados do laa a
83, ditos bordados de seda a I0s, ditos bor-
dados de seda e franja do retroz a 10-500
ditos de laa lisos a 4--800, ditos estampades
a 5^800, 6, 7e 83, ditos bordados de velludo
a 14o, panno fino preto a 2o400, 2o600, 3o,
33500, 4,# 4/5uu e'535U0, e muito fino a
75200, madapolaoem pecas a 2600. 25800.
35, 35200, 3o500 e 4o. e dahi at 5o500, sed.
intitulada melindre do seuh a lo o covado
chales pretos de alpaca a 35600," alpaca d
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 15400 o covado alpaca de cores lisas a 600
rs. o covado, ditas pretas, lencos brancos
ordinarios, a duzia a 15300, ditos linos lixes
a 15700, Io900, 2o, 23400 e 25800, cortes de
casamira de algodao a 252OO, cortes de seda
de passar a festa a 159, alpaca prela, o cova-
do 480, 560, 600, 700 e 800 rs., e a 900 rs.
muito fina, chapeos de mola a 5o400, chaly
de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
muiistros proprios para escravos a 220 o co-
valo, tapetes de velludo para cima de mesa
de fidalgos a 303, meins de seda preta a
240II e 25500, casetilo da Suissa a 800, 900
e 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs
o eovado. chiles de seda touquim lisos e
bordados, oue por serem tantos os prcc.os
11S0 se menciona, liras de cambri a 1/200 a
pee mantssde velludo para cima de sella a
6/400, pulceiras a 3o50t>, 4 e 59. riquissimas
tbidas de baile a 25, italia preta, o covado
1-3. dita de cores a 950 e lo, tapetes a 80 e
12o, luvas de seda bordadas a 23500, visitas
para seuliora a 12o, ditas para menina a 8',
chapeo para menino enfeitados a 4-3000. Na
mesma loja se dito as amostras, o se manda
lazenda com o caixeiro.
I'otassrt da Russia e cal d :
Lisbo' .
No antigo e bem conheci io deposito da
ra do Apollo, armazem 11. 2 B, ha muito
superior goUssa da Russia e cal do Lisboa
em podra, chegado no ultimo navio, o ven-
de-se por prei,-o commodo,
Ctn ra do Trapiche u.
16, escriptorio de no-
vaos &C,
vende-se superior vinlio do Porto engar-
riado em caixal de 1 e '2 duzias de gar-
rafas, bem comocm barris de quarto e
oilavo, u pivco commodo.
r*, tx .'..'...-.'.-' ... .^.,'..-.,.-. ...-...-.
"'o-..; .,."......,..> .,- .:.,. ..;... ...--.s... '.
iJXovoestabele-i
icinfiento de fa-|
.:
1

/(Midas finas

F TODAS AS QUALIDADES
e dos melliores fjostos <(ue lie pos-
sivel euconlrar-se.
Na roa do Qutimado luja onva de qnatro w
pnrl.ii n. 37, junio ao bfeco 'la CoBirsga* "...'
(lo, so oconlrdra' conlinuailanieule um ft
Gomploto e riquisimo sorlitnMitu de fazen- ,'*
das de loda< ai Bal, allemas e auisaas, lodas de (oslo o> ^
mais modernos posaive?, lano para a pra- >
ca como para o malo. 9
$S$ Esl eslalieleciinenlo so por aoslo se pode Cy
^, vizilarevera lorina, porqueesla* bem mon- ^&
.. lado para vender por atacado e a relallio, ^
\y asseverando o proprielsrio tender mnilo w
Zftp mais barato do que em oulra qualquer par- ^^
5 le ; portanlo, cunvida-se a lodas as pessoa, g
JJx lano da pra<;a como do malo, que qnan- 9
3? do lenham de comprar fazendas de bons "...
^( Roslos e de boas qualidades, venham nesle A
-^k extenso eslabelrcimenlu, que realmente co- .v
^ nhecerlo que 11A0 ho 4>oseivel venderle ^i?
w mais barato e encontrar-se tantas fazendas y;
SS boas e de lilo boas qualidades. gjh
SAPaTOS 1)0 AACaTY,
dos melhores que lem vindo a este merca-
do, para hoincns e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caminha A Filhos, ra
da Cadeia do Kecifc n. 60, primeiro andar
Ao barato.
0 PREGigA ESTA QDEI-
O '.. regui$H da ni do
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do l'eixe Frito, un
lindo e variado sortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos presos, pois
quo sem ambiguo se contenta com um m-
dico lucro, e n3o lhe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tem
de bom para servir aos seus fregueze,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestido de senhora,
de goslos inteiramcute novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de larfrebnas para vestido de
senhora, fazen'- lina e do melhor
gosto inglez, com le seda e campo
escuro a 12o cada um, organdys de cordao
com dcsenbos mu delicados, pelo baratissi-
mo preQo de440 rs. a vara, carabraia eslam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos goslos a 600 rs. a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditas claras, padrOes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos corles de setim
bordados para colleles a 4o cada um, ISszi-
nhas escuras de mui ricos e variados padrdes
proprias para vestido de senhora e roupes
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslrosde cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadros de lindos padroes a 240, mussuliua
branca a 320 o covado, dita muito lina 400
rs.,dita eslampada de lindos padrOes a 320 e
400 rs. o covdo, chitas linas de cores claras
e escuras, Unas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de canibraias lisas tapa-
das, muilo linas e com 10 varas a 636OO, di-
tas do dila mais cheia a 49600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito linas a 5o400 a pe-
a, pecas de bretanha de rolo com locaras
a 23 cada urna, grvalas do selim piolas o de
cor, goslos modernos a 1>280 cada urna,
cortes de brim do uro linho a 2>300, 25400
e 2/50, casemiras de lindos padroes a 5*500
e 6# o corte, dilus de algodao do lindos gos-
los a 10, lo440 el0600cada um, lencos para
raao a 121), ditos cum bico muilo linos a 360,
chales de gaze, dilos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
prop las psra calcas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prela lina a 1SM00 o covado, len-
cos de seda-de lindos padrOes a 2? cada um,
cobertores de algodao para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
muitas oulras que se-nSo mencionara, mas
que se venderao por baratissimos precos, e
se darflo t mostras com penhor.
Aviso as caseadeiras.
Vende-se retroz para casear : na ra Nova
11. 52, loja de alfaiate.
POTASSA DA RUSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da ra da (.adeia do ReciTe,
armazem n. 12, ha muito superior polassa
da Russia, dita da fabrica do l'.io de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tu Jo chegado ha
poucosdias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lagao do moinho de vento da praia de Santa
Hita.
Gomma do Aracaty.
Km porcOes e a rctalho ; vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
. CEMENTO.
Vende-se cemento, lano em barricas
como era porcao o a rolalho, por cora-
modo prego pan acabar, e muilo bom : no
armazem de maleriaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17
ClAS DE FERRO \
Excellenles camas de ferro para sol en os j
vendem-se no escriptorio do agento livei (
Ja, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeio)
andar.
ni
ABJ
NAFUND1QAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAX, iVA
RA DO BRUM, PASSANDO O IlA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprius
para engennos, a saber : moendas e raeias
moendas da mais moderna conslruccTio ; ta-
chas de ferrofundidoebalido.de superior
qualidade e de todos os lmannos; rodas
dentadas para agua ou animacs, de todas as
proporcocs; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhOes, coinhos de mandioca,
ate. ele.
NA MESMA FUNDICAO,
soexecutam lodas as cncommendas coma
superoridade ja conhecida com a devida
presteza e commodidade em preco.
X


SECRETARIAS.
Foi transferido o deposito deslo xaropc
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
-Nova n. 53, garrafas 50500, e meins 3oOOO,
sendo falso todo aquello que nao for vendi-
do neste deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
IMPORTANTE PARA OPIBLICO'
Para cura de phtysica em todos os seos
dillerentes graos, quer motivada por cons-
tipares, losse, asthma, pleuriz, escirros de
sangue. dr de costados e peilos, palpitacSo
no enracao, coqueluche bronchite, dr na
garganta, e todas as molestias dos orgos
pulmonares.
80 -i Hbra.
HE BARATISSIMO.
Restam algumas massas linas para sopa
de diversas qualidades, como j se lem an-
nunciado ; quem comprar caixa lera algum
abalimenlo ; as caxas sao de uma ai roba e
outras de 16 libias : vendem-se smenle na
ra doCollegio 11. 5.
relogios de pa-
tente
nglezesde ouio, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em cusa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 36.
escravos venda.
Em casa de Caminha & Filhos, na ra da
Cadeia do Recie, primeiro andar n. 60.
Afteng&o.
Na granle fabrica de tamancos da ra I)i-
reila, esquina quo vira para S. Pedro 11. 16,
ha um completo sortimento de tamancos a
relulho e e.m Brandes porcOes. por precos '
n iiilocm conla : os senhores conimercin-
les do tnato devem-sc prevenir, 1 ois o inver-
n asta prximo.
CQM PEQUERO TOQUE DE
A dinlieiro
Pecas de algodao liso, largo, eneorpado a
23, 2/240, 2f50l) e 23800 a peca, dito di; si-
cutir a 2?, 23240, 2/500, 238U0 e 3o s peca,
dilndesaccoa 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
que volla para a ra da Cadeia.
Bichas de Hambttrjro.
Em frente a niat-i/da Boa-Vista, alugam-
se bichas, e applicam-se ventosas, seccas c
sarjadas, amulan -se ferrumentss do cortes,
e botara-se ouvidos em espingardas.
Velas de espralacete.
Receberam-se agora novas vcias destea-
rina, que se vende a etallio em caixas
de ."> libras, por preco commodo : na
rua da Cruz n. 4-9.
SYSTFMA MEDICO DE HOLL VV A Y
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-: Cabos de manillia e de couro.
Iras pessoas encarroadas de sua venda era Ui 1 ~. 11 1 r
toJa a America do Sul, llavana e llespr-nna Metal amalL,|1 e Vendem se as bocelinbas a 800 rs. cada
Velas de slearina.
uma dolas conten uma instruccao em por- Pedias de marmore pira mesas-
tuguez paraexplicaro.iidodesscusardcs- Prer-os de cobre frrandese peciuenos.
las pilulas.
i) deposito geral he cm casa do Sr. Soum
pharmacculico, na ruada Cruz n. 22, em
Periiaiubuco.
REMEDIO 1MC0MPARAVEL.
PLELAS 1IOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composto in-
teiramenle de hervas medicinaos, ,nSo con-
tm mercurio, nern alguma outra substancia
deleclerca. Benigno a mais tenra infancia,
ea complciqao mais delicada, he igualoien-
le prompto o seguro para desarreigar o mal
na complei{ao mais robusta ; he inteira-1
mente innocente em saas operagoes e eflei-!
tos ; pois busca e remove as docncas de;
qualquer especie e grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Entro militares de pessoas curadas com |
este remedio, muitas que ja estavam s por-
tas morte, preservando em seu uso ; con- ]
seguiram recobrar a eaudee Coreas, depois'
de haver tentado intilmente todos os ou-;
tros remedios.
As mais allliclas nflo devem entregar-se a i
desesperbalo; l'acam um competenteenaio
dosellicazes ell'eilos dcsla assombrosa medi-
cina, c prestes recuperarao o beneficio da
saudc.
N3o se perca temi em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
Accidentes epilpticos
UNGENTO HOLLOWAY.
^i'in,8,'", d inivia"os de todas as nacoes
poderatesterounhar as virtudes deste reme-
dio tncomparavel, e provar em caso necesse-
no, que, ftelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpoe membros inteiramentesaos, depois
de haver erapregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cor dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lh'as relatam todos os
das a muilos annos ; e a maior parle deis
las silo tao sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cohraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos e pernas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviamsurlrer a amputado! Mellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
decimcnlo, para se nao submetterem a essa
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na eusao
deseo reconhecimento,declararam estes re
sultados benficos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, afim de mais au-
tenltcarcm sua affirmativa.
Ningueni desesperara |dogestado de sua
saudc se tivcsse bastante conlianca para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
iio algum lempo o traiamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente : Que tudo cura
O ungento he til, mas particularmente
no* seguintrs casos.
inflamma^no da ma-
Noarmazem de C. J. Astley & C.
sellins
patente inglez.
S.lo clirgido* e arliam-se 1 venda 01 verdtdtiro
bem conhecidus sellins inglezes patente: ua ma
do Trapiche-Novo n. 42, armnem de fazendas de
Adamson i C. Howie.
Wfort&Ui.
Alporcas.
Alllpolas.
Arelas ,niai de).
A.slbma.
Clicas.
Convulsocs.
Dbil idade ou e\te-
uuagao.
Dcbiliadcou falla de
fotQas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
l)or de garganta.
de barriga.
nos lins.
Dureza novcnlie.
Ciifennidades no ven-
ire
Enl'ermidades no liga-
do.
DiUs venreas.
Ensiiqueca.
Ilerysipela.
Pebres biliosas.
Pebres intermitientes I
l'cbreto da especie. 1
Collar
llemorrhoidas.
Hydropisia.
Iclericia.
Indigcstoes.
iiflainma(es.
Irregularidades da
menslruacao.
I.ombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
ObstruccSo do venlrc
Phlisica ou consurap-
co pulmonar.
Retenerlo de ourina.
Ilheumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
1 umores.
1 ico doloroso.
I leers.
\enerco (mal
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de caheca.
das costas.
dos membros.
Enl'ermidades da cu-
lis em geral.
Enfermidades doanus
Erupcoes escorbticas
fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
InchacOes.
Inflammacodoligado
da bexiga
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
SupuracOes ptridas.
Tinha, em qualqqer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das arlieulaces.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.
Vendem-se estas pillas no eslabelejmeii-
to geral de Londres n. 244. Rtrand.a e 1 a
Vende-s este ungento no eslabelecimen
to geral de Londres n. 244, Slrand, e na
loia de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800rs. cada bocetfnha.conlm
umajinstruccao ero portuguez para explicar
o modo de azer uso deste ungento.
O deposito geral he ein casa do Sr. Soum,
pharmaceiilico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernanibuco.
VENDE-SE
Afftia raz. em olhas de fe 10.
Oleo de linliaca em ditas.
--- No da -13 do correte desappareceu
um moleque de nome Manuel, de idade de
9 annos, vestido com calca e camisa branca,
e chapeo de fellro, be secco do corpo, tem
um calorobo na testa que parece lobinho, e
a bocea um tanto torcida de um lado : ro-
ga-se as autoridades policiaes, ca pitaes de
campo e qualquer pessoa que o encontr,
de o levar a rua Nova, sobrado n. 52, segun-
do andar, que ser bem recompensado : e
desde j se protesta contra quem o tiver
acoulado.
JOOtfOOO de ?rati6cacfto.
Fugio no dia 22 para 23desetembro pr-
ximo passado, do eogenho Rede, freguezia
de Santo Antao, o escravo de nome Anto-
nio, com os signaes seguintes : mulato sca-
boclado, altura regular, cabellos um tanto
sollos, bastante g.go, com 22 a 25 annos de
idade, ollicial de oleiro de formas : quem o
apprehender, leve-oaodito engenho, ou a
rua da Senzala Nova n. 38, onde recebera
dita gratlicacSo.
No dia 27 do corrente fugio da casa do
abatxo assignado o escravo crioulo de nome
Pedro, o qual tem os signaes seguintes es-
(tatura regular, bastante preto, j tem bas-
tantes cabellos brancos, tanlo na cabeca co-
, mo na barba, levou calca de brim de qua-
dros e camisa de mBdapolSo, mas talvez te-
nha mudado de roupa porque levou mais
alem da do corpo, falla bastante descansado
e por entre os dentes ; jolga-se que ter* ido
para Caranhuns por ser natural desse lugar,
e de I* ter vindo para ser vendido nesta pra-
ca : roga-se, porlanto, as autoridades e ca-
ptlaes de campo, a apprebensSo do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na roa Imperial n. 173. ou em Cara-
nhuns ao lllm. Sr. Manoel Jos Mendos Bas-
tos, que se gratificar com a quantia cima.
Recife 29 de setembro de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos Villaverde.
Fugio no dia 4 de oulubro do corren-
te auno, o escravo mulato de nome Jorge
baixo, tecco do corpo. pouca barba, potroso!
tem do lado esquerdo do rosto uma cicatriz,
hombros sungados, olbos pequeos e vivos,
pernas e bracos arqueados quando anda:
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de algo-
daozinho de listras, calca de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello e outro de
fellro, ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se pois a todas autoridades policiaes e capi-
laes de campo, que o apprehendam, o con-
duzm-no a rua da Concordia, armazem de
maleriaes n. 26, que ser generosamente re-
compensado. Este esclavo ja foi appreben-
dido o anno prximo passado no engenho
Jacar, cidade de Goianna.
Atien^3,oi
Fugio no dia 14 de oulubro um escravo
mulato claro, com os signaes seguintes :
; rosto comprldo, cor plida, alto e secco do
I corpo, e traja como forro : quem o appre-
hender, leve-o a loja encarnada ao p da
i ponte no aterro da Boa-Vista u. 10, quesera
generosamente recompensado.
IjVis premios di seguada parte da firioeira lotera
t xirahida a 17 de
a beneficio
Outulirodo
RS. I
(i
K&if
58
**. I'KEMS,
de San Miguel de Barreiros,
1857.
As melhores que ate boje tem apparocido
a este mercado : vendem-se no escriptotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Itecife
n 62, primeiro andar:
Em casa de Itabo Schmettau;; Corapanhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-so elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Vende-so superior llnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, par costu-
ra, ora casa de Southall Mellor i\ C., rua do
Torres n. 38.
itelogios.
Os melhores relogios deouro, patento n
gloz, vendem-se por presos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia doliecircu. 62. primeiro andar.
agencia
la fundicao Low'-Moor.
rua da Senzala iRova
n. 4*2.
Neste estabelecimento conlinu'a a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tnixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de JJ. \Y. liowman
na rua do Ilium, passando o chala-
riz, continua a haver nm completo sor-
timento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, de3 a S palmos de Inca, as quaes se
achama venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na rua da .Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaos & C, barris
de ferro, ou cubos bydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
el lins e reteios.
SELLINSe RELOGIOS depalenle
.. ', imite* : a vciiila no armazem de
" ,j Hoslroii It.ioker cv Companliia. es-
iiP quina lo largo do Corpo Sauto nu-
mero 48.
\-
263
68
70
Reo cobertos e dcscoberlos,pequeos e grandes
de ouro patento inglez, para bomem ese-
nhora de um dos ni.Iboies fabricantes de
[Liverpool, vindos pelo ullimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor c, C-, rua
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