Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07858


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Full Text
ANNO XXXIII EL 2.17.
Por 5 mezes adiantados 4S000.
Ptjr 3 mczes vencidos 4j500.
SEXTA FEIIU 16 DE OETIBRO DE I8o7
Por anuo adiuntado lofJOOO.
Porte franco para o Subscriptor.
KNCABBEOA.DOS DA iCBSCRlPCA DO NORTE,
"arthiba, Ir. Joao Kodolpho Gomei; Natal, o 8t. Joaqun
1 .Parada Jnior ; Araeatv, o Br. A. de Lemos Braga ; Cia-
ra', o Ir. J. Jote da Olivada ; Maranhao, o Senhor Jos Teixei
ra da Helio; Puuhj o Seohor Jota Joaquim Avelina ; Pa-
ra, o Ir. Junio. J. Bamol Amazonai, ir. Jtronjmt da
Cotia.
PAATIDA DOICOBEBiOS.
Oliiol. : todo. o. das, .s O e mc hor.i do di..
Iguaras.u', Ooi.no. e P.r.hib.: na* .pjiun.laa e aeil.s-roirj*.
S. Anlo, Ueierroa, Hoini.., CaraaiV, Alliaho I Garaaaan.: na tcrta-fcira.
S. Lourrnco, P.o d'Alho, IVaiareth, Limoviro, llrejo, rv,.|ucira, Ingaacira
Flore., \iU.-Bcil, Boa-Vi.la. Uuricury En', naa,|iiart.i*-r,.|ia>.
Cabo, Ipojuca, Suniiliaem, Hio Furmoso, Lna, Barrenos, Agua-Prela, Pi
mentcir.. e fx.lal: qoinlas-ft-ira*.
(Tedo. o. correiu. parlen .. 10 hora, da manilla.
aVODlENGlaV DOS TttlBUNABi DA CAPITAL.
Tribunal docommarcio : tegunda a quintal.
Relleno : tercsi feirat a tabbadot.
Fazenda : quarut a aabbadoa ai 10 horat.
Juno do commercio : eegunda ai 10 borat a quintal ao tritio dia.
Juio da orpbot iieguodat a quintatai 10 borat.
Primeira vara do civel : tcguudaa lictalas mala dia.
Segunda Tara do ciral ; uariai a tabbadot as malo dia.
BPHBMEBIDES DO HEZ DE OlTl BRO.
3 La chela ai SO minutos da larde.
10 Quarto niiitguanteai3 horat e 34 minutoi da matiiija.
17 La nova ai 7 horai a 19 minutot da tarde.
25 Uuarto Cteiceote atll horat a 40 minuto da tarde.
PKEAMAB DE HOJE.
Primeira a 2 hora 42 minutot da larda.
Segundea 2 bura a 80 minutot da manhaa.
DAS DA SEMANA.
12 Segunda. Ss. Prisciliano c Domina Mm.
18 Terca Ss. Daniel e llugolino f. ni.
14 Quarta.S. (laliila p. ni. ; s. Fortunata v,
15 S. Titerera de Jess v. c. ; s. Angeleo ni.
16 SeAta Ss- HartinianoeSaturiano irs. Mm.
17 S.ibli.nlu S Euduviget duqueza.
18 Douii'jgo. 20 S- Lucas envaiigelisla.
PAUTE OFFICIAL
MINISTERIO Da FAZENDA.
Expediente do dia 1 de telembro.
A' alfandega, mandando resltluir a Miguel de A-
vellar a quanlia de 34 que pagos pela letra aceita
em canelo de direiloe de contomo peiat mercadoriat
reexportadas para Bueuus-Ayrts no navio nacional
tr Deolioda, vislo ter ette navio naufragado, le-
gando eontla da cerlid&o da cornpanhia de seguros
Nova Permanente.
A' recebedoria, commanicandd que foi deferi-
do o lecorso da. M a noel Antonio de Faria, morador
em Andarahy-Grande, contra o laitcameulo para a
cobranza do imposta de duas earrocas e dont earros
de eito tito, no exerocio de 1867 a 1838, visto, co-
mo provon, ser poettoidor nicamente de urna car-
rosa e um' carro ; devtndo por tanto limilar-se Uo*
tmente a estes o dito lancamenlo.
A' alfandega. Declaro ao Sr. inspector inte-
rino da alfandega, em eolucao t duvidas propostat
em teu officio n. 161 de 21 da agosto prolimo lindo :
1', que ot direitos da 50 '.a que etiao sojailos os
ajudanles dot deipachaole da alfandega devem ter
cobrados annualmente, visto serem de patente ; *,
que todas at vales que o< ditos nju lanas madarem
de Jetpachanlas, devem tirar novos Malos, eobran-
do-te-lliea o 49 de feilio, da qua trata o art. do
decreto n. 1.939 de 23 de julho ultimo e o respectivo
ello.
Dia 3.
Ao ministerio da ju-dca. 111 m e Exru. Sr.
Conviudo por cobro no frequeiile"xltavio dot di-
nheiros pblicos, proveniente da fuga dos respecti-
vos responsaveis di urnas pan oulrai provincia*, on-
de lieam a lalvo, a deipaito de aerem ai auat priioes
requitiladas pelas thesourariaa de fazenda, rogo a V.
Eie. te sirva ordenar as prest leticias dis provincias
para que recomraeu lein minio especialmente aos
chefei de polica i autoridades judiciarias que em-
preguem a raaior diligencia no comprimenlo d.s re-
quisicOei que lites forem dirigidas pelas reparlire*
de fatenda para a prisa.) dos respomaveis, na forma
do decreto de ."> de deze'mbro da 1849, e reeommen-
dem itto mesmo tit auloridadei mballernaa ; cum-
prindo que ot chefet de polica, a quem ordinaria-
mento sa fazara taes reqaiiicOei, nao se limilem a dar
as precisas ordeus Ai autoridades que lliei sao lubor-
dlnada's na meima provincia, como devem dar, mas
te dirijam logo aos chafes de polica dai oulrai pro-
vincial, para que ie a'Teciue a pns.lo dos mesmoi
reipomaveisem qualquer lugar em que forera en-
contrados nos ditlriclut da ana jurisjicr^o.
_ A' theioararia dr Bal) a.Bernardo de Sooza
Franco, presidente do tribunal iio lliaionro nacional,
. reipondendo ao officio do Sr. inspector da llteioura-
ria da Baha n. 202 de 13 do mea lindo, no qutl
consalla ie obrou acertadamente ordenando .i meta
do consolado que naj exigisst .ello dos manifeitos
dai emb.rcarOei, apezar da ter elle eligido no con-
solado da corta, llie declara que, vista do 7 do
arl. 52 do regolaraenlo de 10 de julho de 185, a da
ordem de .1 de telembro do mesmo auno, u. 137 nao
pode entrar em duvida que os refer Jos manifest
sao isentos de sello.
Dia 4.
Circular.Bernardo de Sonta Frauee, presidenle
do Iribmiil lo thesooro nacional, em additamenlo
circular n. 2t de 20 de julho ultimo, declara aos Srs.
inspaetore das thetourariat de fazenda, que, figu-
rando os colleclore na gaarda dos cofres do or-
plt.los, conforme a irnpen rido mol, nao e.>m> colleclores, mas sito como the-
soureiros do juizo, devem reger-sc pilas leii, regula-
meolos e insirucr* respectivas, nao cuntundiDdo o
dito cofre e sua escrpturatsao com o da fazanda a sun
esaai plorara.), iiemvdevsndn dirigir-se administra-
ndo da fatenda para a soturno de quaetquer duvidas
ou occnrrencias.que se darein no oxercicio de suas
novat fancc,es, mas tim s uulori.lides competentes;
Tirando os mentios culleclores na intelligeneia de que
quando o diutieiros de orphaos liverem de entrar
tos cofres pblicos por emprstito), conforme o arl.
6, 4 da le de 13 de novembru de I sil, deveracU
enlrar e ter eseriplura Ij* na form i da meima lei,
liein como dos reulamenloi e ordem em vigor a es-
te rtspeilo.
A' alfandega.Cimmunico ao Sr. insperlor in-
lerino da alfandega que o tribunal do llieiouro de-
fer i o recurso de Domingo Jos (jomes Brandan, da
decis.io que mandn considerar ot carles era branco
de papel porcellana c uno comprehendidos no arl.
1,167 da tarifa, e nessa qualidale sujeitot aos direitos
de 19>00 por libra, deveu lo os diios carlO'i ter com-
prehaodidoi no art. 39J, e orno Lies obrigados lAo
somenle aos direitos de 1.">i) ra. por libra.
A' preiidencia do Rio de Janeiro. IMm. e
Exm. Sr. C immunic.iii lo me V. Exc. em seu ollicio
d. 83 de 19 da junli > ultimo, lar, nesia dala eip-.li lo
circular aos juizei de orphaos para que Htessera ees-
sar o abuio de entregar a depositario! particulares os
dinheirtn da orphi is, e man I a -sein recjllier as col-
lectoriai quaeiqoer quantias petlencealea aoi mes-
mes orphSos e ausentes ; e movendo-se duvidas so-
bre a inlelligench da dita circular no sentido de re-
cnllierem -se aos cofres publ eos s dinheirot da or-
phaos em deposito, como os de ausentas ; baja V.
Exc. de declarar aos referidos juizes que aquella cir-
colar nao poda ter por lim, quanlo a essts dinhei-
rot, sean recommendar a fiel observancia das leis
queseguem a administraba > det bens de orphaos, e
especialmente as qua proliibem os empreslimos a
ptrtiealares, sendo que o arl. 6, i Ha lei de 13 de
iioveuibro de 1811, e reaulameniti. respectivos, de-
verao ter observadoi restrictamente, como nelle te
conlm, pelas autoridades competentes, na parta que
Ihes reipeite.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel (aatiral de) commando da* araue de
Peraarabaco na Idade do Recite, ira I i di'
otuWdel857.
ORDEM DO DIA N. 36.
U brigadelro commindanle dat armai interino,
em vista das rommuiiicifes recebidit di reparli-
t;ao do ajodanle gaoeral do ejercito em oflicios da-
ladoi de 18 e 26 da ittembro ollimo, fot comlar a
guarnido para sua sciencia e devida observancia,
qua por aviio do ministerio da guerra de 2f do
nieiino inez. houve por hem o governo de S. Al. o
Imperador mandar transferir para o coipo do esta-
do raaior de aegonda claise, por estar comprehen-
dido as disposir;oet do arl. 26 do regulamenlo bp-
provado pelo decreto o. 772 de 31 de mareo de
1854, e as do 1- do arl. 9 do decreto n. 1,950
de 29 de julho do correnle anno, o Sr. aliares do
8' balalhao de infantaria Pedro Joaquim Nunes de
Masqnita ; e por ootro aviso de 16, lambem de se-
Itrnhro, determinar qoe o Sr. (anele do corpo do
estado maior de primeira cltiie Antonio Vctor de
Sa' Brrelo fiqueaddido a cornpanhia fixa de cnval-
laria detla provincia, era a qual iera' considerado
como pralieando os eiereicios desl.i arma : coose-
guirilementa determina o brigadeiro commandanle
das armas in(erino, qoe es(e Sr. tenenle seia desli-
gado do 9* balalhao de infantaria, em que te acha
addido.
Por deliberacSo da presidencia eiarada em cilicio
de 10 do andante mez, os venciroenlot doi clcelas
serio laliifeilos pela verba das repartiere* a qne
elles prest irein servido ; islo he, se a reparlir.o for
provincial, oj^gnmeolo sera' felo pela Ihaioura-
ria pruvincraffi se geral pelos respectivos cofres.
(AasignadoJ.VIoao Jos da Costa Pimenlel.
Conforme.Uemelrio de Cusmao Cotlho. Alfe-
res ajodanle de orden* encarregado do delalhe.
TRIBUNAL, SO COMMERCIO.
SeSSAO ADMINISTRATIVA EM 15 DE OUTUBRO
DE 1857.
Presidencia do E.rm. Sr. detembargador
Souza.
As 10 horas da manhaa, achando-se prsenles os
Srs. depotados Reg, Basto, l.emos e supplenle Ha-
mos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e -en lo
lida a acta da ultima, foi approvada.
Leu-ie o teguinle
EXPEDIENTE.
Um ollicio do tribunal do coromerrio da Baha,
de 6 d> crranle, aecusando o recehime*nlu do aue ,.....
Ihe foi enviado de parle de-te trbun.,1. em 3 de se- ZSSL^t !$*.? LS ^J^LM*?''*'
leiiiiin- passadu, com a relacflo dot commercianles e
agentes de leilOet, malriculadot de inaio a agoslo.
Arclflve-se.
Tem tido realmente notavel o augmento das i
nossas exporlacOes para o sul da frica ; e seu va-
lor tem-se mais do qu duplicado a estes dons nlli- I
mot ou (res anuos.
O moviraenlo para as Indias Occidenlats (em
sido quasi millo, ha alguns annos a eila parle, ha-[
vendo pouco ou quasi nenhum prugresso, e che- I
ando pouco mais ou menos a 2,000,000 de libras o
prodaclo tolal das nosiai exporlsr,es, tem que hou- '
vesse urna dilTeren;a para mait ou para meuos de I
100,000 libras.
A tilia Manricia, Shigapura, liong-Kong> |
Ceylao, figoram resperlivamenle com meio inilh'ao i
eslerlmo cada um ; e Malla, Cibraltar e as ilhas do '
Canal em cotila redonda com urna somma equivt- '<
lente.
ir He realmente para eslranhar, que Cevlao c a
Iba Mauricia, onde as collieilas s.lo prodigiosas, e
onde reina nma grande prosperidade, nao sejam
mai.con*ideraveii. Ceylao recebera em 1854 o valor
de .)8,2i6 libra* de mercadorias inglezas, e segun-
do todas as prevsoes, recebera' este anno o valurde
162.2M) libras ; purcm este algarismo nao segu a
proporrjao dos progressos que lem felo a cultura do
caf no-, tres ltimos annos.
Ai exporlacOes para a tilia Manricia, qne re-
cebera em IVp. 383.214 libras de productos britan-
incos, chegaram no fim do correnle auno ao alga-
rismo de 550,370 libras pouco mait on menos.
Nai outras possesies britanoica* n.lo observa-
mos movimenlo algom nolavel de augmeulo ou de
diminuirn, quanlo aos producios manufacturados
que rereberam da Inglaterra. Se o algarismo das
exporlacOes para as nos*a* colonias lio relativamente
ENCABUEGAOS DA BCB8CRICAO NO SLL
Alagoai.-o Sr. Claudino Falcoo Dial; Babia, o tr, D. Duptt
Kio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martiot.
EM PERNAMBLCO.
O propriatario do DIABIO Manuel Figueiroa de Faria n tul
Uvraria, praca da Independencia u. i e 8.
Rusta.........
Hespauha.......
Blgica........
Egyplo........
Portugal........
Chili.........
I'russa........
Hanovar........
Chin, eteluindo Hong-Kong.
Sardenha........
Buenos-Xyres......
Duas-Sicitas e aples. .
Austria........
frica Occidental ....
Peni.........
Svria e Palestina.....
Suecia e Noruega.....
Java.........
Dinamarca.....' .
I o.cotia........
Uruguay........
Ilhas Pbilippinu.....
>OV i-I.I ili |.......
Mxico........
Venezuela......
Eslados do Papa. ....
Valachia e Moldavia. .
California.......
America Cenlral.....
Grecia........
Marroco........
Mekimbarg.......
Divenos........
Somma.
consta-nos queja' se nao receiam estes embarques Al exporlaret para as possesses
i aveiKurnsos a Australia, que lo prejudiciaes furam inglezas eltvaram-te ao valor de.
aos rarregadores.
Paulado
Oulro do presidenle da provincia, da do crran-
le, com iiiuiran lo ler exonerado ao desemhargador
Antonio Baplisla Gitiraua do cargo de fiscal do tri-
bunal, por o haver pedido, e nomeado ao desemhar-
gador Manoel Rodrigues Villares, pata servir o mes-
mo cargo.luleirado.
DESPACHOS.
liin reqaerimenlu de Antonio Francisco Pereira,
pedimlo o regislro do contrato da sociedade que fez
com FreJerico Lopes Uuimaraes.Ilaja vislaaoSr.
detembargador fiscal.
Oulro do mesmo, padindo o regislro da procura-
rlo que i junta, passada a Frederico Lopes Guiraa-
raes.Koi lambem com vista ao Sr. desemhargador
fiscal.
Oulro de lienrique Alves Ferreira, (aldinu Anto-
nio Alvet Ferreira e Jos Francisco Reg Metteiros
e Mello, peilm lo o registro do conlralo de socie lade
commerctal que fizeram.Igoalmente com vi-la ao
Sr. desembargador fiseal.
Oulro de Victorino Jos-F'erreira, Porlugupz, com-
roerciante fallido, padindo rehahilitacao avista dos
ducumenloi que ajutila. -Aoluada pelo amanuense
do (ribuiial, liinocencio Anluues de rariai Torres, a
quem iiomeiain eacrivo, haja villa ao Sr. desembar-
gador fiscal.
Oulro de Edjiardo llilberl Wyall, Itiglez, de 42
anuos de idade, cummercianta de mercaduras es-
trangeirai^ein grosso, com eslabelecimeitlo na ra
do Trapiche Novo desla cidade n. 18, pediudu ma-
Iricttlar-se. llaja vista ao senhor desembargador
fiscal.
E mal ma havendo a (ralar, o Sr. presidenle
eucerruu a sessao.
Sessao judiciaria em 15 de outubrode 1857
Presidencia do Bxm. Sr. desembargador
Souza.
Faltn com causa participada o Sr. desembarga-
dor Villares.
Nao hotive julgamenlo.
O secretario,
Dr. .Iprigio Cuimaraes.
A TABERM E I. UIIIIM
Pon madama C. Beybaud:
At duas primas enilumavam ir a algamar*Vasas
onde le reunain regulxrmenla larde ai pesioas
que nunca eram enconlradas de nnite (ora de casa.
O ufficial de rairitr-..i que anlat de sua partida era
a liittlli lo n" i sociedade austera, nlo deixou dt
recobrar ahi o teu lugar. Malnnesella de Gaubirt
gotou e ti.ii da felici lade negativa qoe thiht espe-
rad'. Via quasi tolos os das aquelle a quem ama-
va lia pacientemente ; ella a lralaa com Orna po-
It le reaptulosi misturada de desvelas que a encan-
tavam. O petares lintiara-na feito definhar ; a feli-
cidade fez-lhe re-uperar alguma cousa de la antiga
belleza, ella o teiiltu e alegrouse secretamenle com
isto ; datla eniao a m lili << em; i de Mr. de Barbejst
oao foi para ella umi humilhir;ao. Este periodo de
ua extilencia foi verd.ileiramente feliz, viva reco-
llnda as intimat di^uratde tnn amor sempre in-
nocente e sempre novo. A sociedade justa para
comalia nada tinha n censnrar-llic, as segundo stla
pievitao, perdoava-lhe ai fraquezas do oraraoi vista
da pureza de tua vida.
Gispirde Birbeja* segua ai Ira lirOes palomas;
viva nobremsnte e sabia ter magnifico em certas
o'caites. Durante o verao la p.t.-ar na Ruina um
ni''/ oo tei* laminas, e diva i sua volla o grande
jinlar annual, para cujoi praloi teu pai linhi q'uaii
Extraclamoa doTtMorniig Star osseguintei de-
dos estatislicos do commet co interiore exterior da
GiSa-BreUnlia durante o primeiro semestre do pre-
tenle auno.
o O m .pp i Vis exporlar,es dos producios msnu-
facturados, inglezet e irlandezat do Reino-lnido,
durante os sais primeiros mezei do correnle auno, e
um documento do jmais elevado inleres.se, e que
carece de urna aoalyse contciencioia e prnfuuda.
Nao entraremos ueste assumplo, sera priuniro elo-
giarmos a promplidao de execu;ao, que caracterisa
ueste momento todoi os documutoi administrativos
relativos ao no-- > movuneiito coramercial. A sua
publiracito leve lugar apenas dous mezas dapois dos
inappas sommarios di alfandega, fetlos no mez de
jolito.
Pela confrontarlo dos raappit annuaes, prova-
sa o au.-tftit i qraduil das nossas exporlacOes. Em
ISVielevavam seau valor da 9>.688,(I8> liba. esl. ;
ern 18",' monlavarn a 113,81)0.857 liba.; a esle anno,
na prop m_ io dos seis primeiros raezes, poda se ava-
llar ti seu produelo eveulual em 121,652,762 libras
esterlinas.
tt Vemos nesles algarismos indicios inconleslaveis
de prograsso, te te alten ler sbrela lo as caucas ten-
dentes a urna retrogradarlo que se apre como as gravea dos operarios que linhatn por ob-
jacto o augmento dos salarios, a subida do des:onlo,
at guerras ale, que eslorvarara a especularan, cau-
sando emli irao is ao commercio e a iiavegarao em
muiloi punios.
O mappa nos faz conhecer quaes s.io os nossos
melhores mercados de expnlarjao, e a prosperidade
das guisas possatsOes no eslrangeiro lorna-se evtdeu-
le pelo fado de qua ellas ehsorvem quasi um lerco
do noiso movimenlo martimo de exportadlo, qoe
monla a 61 milhOet de libras.
As exporlacOes para a Australia elevar se Itiam
por lodo o anno ao valor de 11,000.000 libra*, al-
gariimo quasi igual ao das exporlacOes para a India,
que reprcseolam perlo de 12,500,000 libras; manda-
mos as nossas po*ies 1,500,001) libra*, a's colonial do Cabo e de Natal
perto de 2,000,000 libras, e ai Indias Occidentaes
um valor equivalente
la-tani. porque at etporlares para a repblica da
America do norle hio de montar seguudo o prorala
a 23,115,904 libras, algarismo esle que deve ser con-
liderailo mu i salisfaclorio.
a A Allemanha uceupa o ter.-eiro lugar e as cida-
das llanseatica*, o llantiOver, a Piusiia etc., recebe-
rain em producios inglezes > vkjor de 13,500,000 li-
bras. A Franca continua a foanecer s uosas mer-
cadorias um mercado que rende cada auno,6,2i0,000
libras esl. ; a llullanda esl eui va de progresso, e
compra actualmente lano como a I-ronca.
a O nosso commercio de exportarlo com o Brasil
elevou-se a 5,302,000 libras cada anno ao pa*so
qoe algons annos antes monlava apenas a 3,500,000
libras.
tt A Turqua oceupa o selimo lugar com nm valor
de 3,500,000 libras durante o anuo,o que indica urna
dimit licdo as compras. A Russia reapparece so-
bre o nossos hvros como cliente, e as encommenJai
consideraveis.para os seos abastecimeotos de-cereaes,
al a qtianlia de 2.000.000 de libras, quasi que du-
plicaran) o alj risino das suas compras antes da guer-
ra. O nosso commercio com a lleipanha reprsen-
la o dobro do que era ha poucos annos, e ha de pas-
sar de rios milliOcs. Portugal he para is-im dizer,
estacionario. Qs nossos embarques para o Chili man-
teem-se firmes, o valor das mercadorias importadas
para esse paiz iguala quasi o algarismo das nossas
ei| oriaroc* psra Porlugal, prova esta mui evidente
da comanle prosperidade desta repblica sol-ama-
ricana.
O eslado vizinho, o Peni, pelo contrario, aiezar
dos avullado! iitleresses que lita do guano, est ero
decadencia, e apenas Hgora este annu com 885,()00
libras conlra 1,250,000 libras, algarismo dos annos
.inlece entes.
As nussas eiporlaeOel para a China cnnlinuam
em pequea escala monlando ao algarismo da
1,200.000 libras ; esle algarismo, posto que tenha
havido progresan sobre os ltimos anuos, he interior
ao de 1851, 1852 e 1851. lie cerlo que a guerra nao
tlcve ser eslranha ao resultado deslai exportare*,
mas he para lamentar que nao poss.inos convencer
4,838
4.512
4,036
3..I7I.
3.480
3,215
3,000
2,910
2.612
2,512
2, i (i i
2.31(1
2.115
1,970
1..N6
1,850
1,817
1,670
1,644
1,605
1,256
1,167
1,1150
953
952
7811
736
383
409
377
374
137
156
189,617
81,137
i reino ; larde ou cedo ella ser oovida e obedecida. dozio sem nada augmentar as aUegac,5ei do Mor-
Sem duvida deve-se adeudar que a inlTuencia, as u-ng Poli de manaira qoe a resposia qua lemos
' paixdes da algons liomeni de astado, teu amor pro- dado a elle jornil he iuleiramtDte appltcavel ao dis-
prio e sua animo.idade pesioal, podera eiercer to- cuno do nobre lord.
bre a marcha actual do governo brilaooleo. O amor I Oeste modo o minilerio inglez qoe al aqui te
proptto de lord Slralford de Redcltffe e de lortl Pal- lem conservado em unta mudez absoluta acerca det-
merstoo est" compromedido na quesillo ; provavel- ta queslao, ju'ga-se ohrigado agora a deixar o si-
mente elle nlo se render ao primeiro choque.mas a lencio e jogar a tua vaa. De boje em diante a lu-
partila est quasi perdida para elle ; finalmeme ce- la esl Iravada entre o governo inglez e a opiniao
der dianle da forc;a das cousas e pode-te e-per, r que publica, nao lmenle da Europa, -enau lambem da
este desenlace nao lardar mullo. I Inglaterra No inleresse da empreza ningtiem pude
Islo leva-nos repetir algamat palavras de om ar-, deixar de leltcilar-se por esla situarlo nova. Na opi-
ligo que o (t.Morning Potl acaba de publicar conlra nio do Sr. I.essaps e deseuscollabradores.vale mais
Mas esle molim, como o del de julho, leve o seu
dia segoinle raaii sanguinolento. O conflicto conli-
nuou aa segunda feira, no metmo logar, que servir
de Iheatro na vespera, enlre a quarta ina a a pri-
meira avenida. O capilo da etta^ao do a 17 ward
vio-ie accommellido com furor, e eita porlo leve da
pedir reforjo.
Troearam-ie liroi como em urna balalha em re-
gra, e o nomtro dot feridoi foi batante c.mside-
ravel. A lula prolongon-ie al ai nove horas e
meia da ooile, a para ier terminada foi preciso clta-
mar-ie a milicia,e soa appanc.lo produzio o effeilo
do cosiume. O combate
-----------------r~ fc ..^,..,Bu.,.uu,M,,ni -.-.. v. wwm cessuu, mas o molim es-
a abertura do islhmo de Suez. O lora incnvel de le- ter de comb.ilcr a opposijao aberta do gabinete inglez, Uva na defensiva,
vianda.le, que e mainfesla em ludas as Imitas desle do que .. op osicao silenciosa, e as manobras occul- As ultima* noticias deixavam
artigo trabe tullictenleiiieiile a sua oritrein : he c des-'. las de lor.t Slralford de Uedclifle. He anda um re-
pello de um hliganle coiidemuado. que mal di* seu. I sollado importante cuja honra levemos dar a via-
seusjotzes. Cousa curiosa, e que prova o gana de geni, e diramos quasi, campanha que o Sr. Les-
tnparcialidade, que o aulor d i ar- seps acaba tle fazer na Inglaterra.
Tolal. 270,884
i.'uondo apresenlamos aos nossos leilures a lisia
dos governos europeos que j leem aunuidoao pro-
jeclo concebido para a abertura do islhmo de Suez,
fallamos do nico obstculo que a exerorao de-le
projeclo encontrava na re*islenria do governo in-
glez e parlicularmenle do Sr. Slralford de Redclilf
embaixador da Inglaterra em Cunslanlinopla.
O conces*ionaiio do canal projeclado para a junc-
C3o doi dous mares, o Sr. Fernando de Lesieps, jul-
ou que o melhor meio de vencer a opposi;o dos
estadistas inglezet, era appellar para o povo inglez, e
induzi-lo a se pronunciar tobre etta quetlao re-
solvila pela opiuiao unnime da Europa.
Nono honrado compatriota pardo para a Inglater-
ra no fim do mez de iifarco paitado, e desse momen-
to em dtante tem percorrido todas as grandes cila-
descommerciaes, induslriaese maritim-s do Reino-
Luido,para abrir um inquerilo nacional sobre o pro-
jeclo que alie sustenta com tanta coragem, c perse-
veranr.. Esle inquerilo foi feilo em utna escala
tao grande quaulo he pussivel, e pode-te dizer que
a Graa Brelanlu ahi cuntpareceu toda. Por loda a
parle os membros da* rorporares coinmerciaes, os
negociatitas, os armadores, os'manufactrenos, os
, capitalistas lem acolliido o S.femando na I cti.n.
!!!f.f.q1,n,.,?.'le2-009-000de libra*' I08" aoea- Oliciloda ..Su equivoTa, o ,em ,e0"do
em meeliogl para ouvir as explicarues que elle lii.ha
consciencia e de
ligo lem apresen! i 11 no exame dt qoest.to ; ello nao
diz urna palavra dos meet ngs que ella fui (ralada
debaixo de todas as suas faces ; achuu mais conveni-
ente passa-lat em silencio.
nusnlo a dtscussao etn que entra conlra o prt jec-
lo do Sr. Lesseps, ella esla fundada sobre argumen-
tos de una pobreza lasque ba*(a cita-Ios para fazer-
Ihejusiija. Segundo o uMorniug Posl o canal de
Suez he inlurameate urna chimera e
tima armadilha
gl
um embuste,
Depois da doclararao de lord Palmer-Ion, peina-
mos, como entes della, que a opposiro do gabinete
inglez ia podeiia suslenlar-se por muilo tempo
ronlra a opiniao loo pronunciada da Europa e da
Inglaterra. Dina circumstancia particular para in-
dicar que o governo inglez te resigna e se prepara
para o que julga nao poder mais impedir.
Os jorn.es inglezet annunciaram que um destaca-
mento enviado peio governo da India havia oceupa-
imaginad para usurpar o ouro in- do ltimamente a liba de Perim. lituada na entrada
d.m'Lrt.P *i !f l""'' c.",Pre" 'mpo.nvel, con- do estrello de Bab-el-Mandeb na embocadurt. do
Fh iC:,!? T "'^l?'- m" V"- A Iba de Perim, he om rochado
lisias .isinuacoes de-leaes na.. pr.t.'.Jtcam ena,, estril e lab abitado, que lem pelo menos una legua
aos escr.plor.s que lomara a llberd.de d. as publicar, ] e um quaru, da comprimen! 6 urna de largu.a? e
e ao, humeo, da eslados, que os itisp.ram. cuja alu.eio nao pode evidantomaote ter nenhuma
U jornal inglez nao I ira mudar de ideas a ninguem. uuporlancia commerctal.
elle deve saber e salte, como nos, como lodo o mun- Eniaa com que visiat.com que iulereise os Ingle-
do, qoe nao sao as holiat inglezas que o Sr. Lesieps zes oceuparam esla tilia "
foi mliellar na Inglalarra. O que sjlilou, foi o con-
cuo moral do povo ingle/, foi o concurso politices do
governo inglez para dc-lruir o obstculo, que u le/o
de lord Slralford de Redclifle, fez pesar sobre n reso-
lurOes da Purta.
Ouanln ao ouro inglez, sabe-se hem que o Sr.
Lempi n.lo pensa uelle, e esl promplo a dispnsa-
lo, sem que a execucao do seu projeclo em nada sof-
fra com islo. Se tem appellado para o concurso dos
capilaes inglezes, como para os de todas as iiaro.s,
le somenle para obedecer ao acto de concessao e aos I'imet u lem arJresentado ha alguns dia
tatalos-da eompanhia, que lem querido dar a en.- oceupajao do Perim, sao de naluieza que
preza um carcter europeu c universal.
A arguinent.ic.il do jornal inglez contra o lado
pr.tico do projeclo he do mesmo valor e alcance ;
porquanlj confunde ai que-iu em vez ile as discu-
tir, e falla Com um assento tmptrtutbivtel tt deesa
canal immeitso que se traa de cavar nlravez de utn
deserto de areas mavedic.as. Ora, segundo o lesle-
inunli i dos ti unen- mais campeteules, estas arrias
muvedicas mo exi-lem senao na. itntginaca i dos es-
criplores inglezas, e lodos sabem que esle canal im-
menso nao ter mais que Iritiia leguas de lougi-
tu le.
J .aillo a pretendida difii-uldadc de reunir e abas-
lecer eterciloi de trabilhad'res no deserto, todos sa-
bem tambara que e'.lt foi removida da iiianeira h
nenia em pemar que o governo brilanuico.prevetidj
a abertura to islhmo e o desenvolvimenld, que esta
nova paisagem deve ar navegado do mar Ver-
melho, quiz tomar urna postean aue lite permillir
vigiar aquellas parageni. Snhora desle rechedo,
que domino a entrada do n.ar Vermelho, pode esla-
belecer all um forle com um porlo militar, por
ir.eio do qual ella vira' a ssr o guarda do fuluro ca-
nal, e lera' a chave em suas nloi.
As coiitiderartjts mui geraes, he verdade, que o
i acerca da
que confirmem
ajla i'.oiijertnra. Sa he verdade, como algutnai ga-
lelai leem annuuciadp, que o sullo reclatnou con-
tra e-la uceupar^ao, u negocise complicara de urna
manen-1 inesperada. Se ja o que for, devemot as-
lgtialar a telaran que exisle antre esle incidente, e
a queslo de Suez.
(Journal dei Debis.)
As gazella, de New-York conlem orna longa nar-
radlo tle novas cumraorOes, que liverara lugar na-
quella tidade e em suas vizinhancas, mas que, por
mais importantes que stjara, netiliuma importancia
lem para a Iranqutllidade yeral r'o paiz. Ha enlre a
Europa e os BiladOe-Unidoi essa dilTereur;a : que ai
ogilacoas haviJai em Paria, Vieinia, Mairid ou a-
mis simples e a mais satisfactoria por um regulameu- pules pozeram em p-rigo a seguranca do paiz lodo
para dar-lhes sobre o plano de sua empreza.
^ada ha mais Bolaval du que a franqueza c lealda-
deique lem caraclerisado estas reanioaa publicas, on-
de (odas.es quesies leem snl proposlas, disculiJas e
esclarecidas,cunto o poderlas leisido no seo do par-
lamento. A principal quetlao que foi deb.lida.ver-
lava naluralinenle sobre a ulilidade que ti canal ma-
rtimo de Suez a Pelusia deve offerpccr ao commer-
cio em geral, e ao commercio inglez em parliculsr
i ro.rti',,,co'""or,li'fam que era seuielli.nie queslo
nedilll ti achar-seji.ues mais esclarecidos e comp-
leme* que os armadores e os liego ,anle* de Londre*.
Liverpool, Manrheiier, Birmnghard, Brialul, Du-
bl.n, Glllgow, Aberdeenn. Edi i bnarg e Newcaslle.
Ora, de. os de urna langa diaeuaiilo sobra o pare-
cer e ns proinenores da empreza, lodos esl-s repre-
senlantes ualuraes do commercio inglez concordaram
em proclamar, qne se a abertura do tilinto de Suez
e aproveilar ao commercio du mundo inlero
lo do vite-ral, qu" lein lidu reproduzdo pelos prin-
cipaei jornaes da Europa. Se ha eiigeuhciros ingle-
zes, que lem declarado a execurio do canal irapos-
tlvel, o (iMoiiiing Posl os devta ler indicado palsi
seus Domes.
Pelo que nos diz respeito, o que saltemos lie que o
rel*|urio da eommltuo internacional, que dirige os
Irabalhot, esli aasignada por ires engenh-irosos mais
acreditados, o< senhores Heniel, Mac-Laan e Ch,
Mimliv, aos qoaes deve-se ajonlar o Sr. Ilarri*, tu-
pidlo da inannlii brilannica das Indias. Julgimos
superduo daiiiiirartno-ti is nesias objecrOes lechoicas.
NuKOI leilores achira i a refutar i completa a minu-
riosil nos nmntusos documentos, que o Sr. Lesseps
publicou em uoni9;da comini-st inleruacional. Se
o. escriptor inglez livesse lid i estes docu nenlos, Is-
tia poupado a" si o Irabilho di filiar a respeilo desla
|u -ta., coin uina seguranri que nai engaar a iiin-
guatn na lu,Uterra netn l.li pouc no Couli-
ueule.
O autor desla eslranha diatriba julgou forlificar
lecnnenlos, que ella poisue na India e na Auslra- a 'arqu'a e para a loglaterri tas pretedida racili-
', dades, que o canil de viez olferecia ao vice-re do
sa ha para notar, c h qoe em ladaa aa I ^JP'0 Para '0,"ar-se independenlc da Porta, e
aprtivetlara sbrelo lo e antes que linio ao commer- ,ll1 oansa collocando-sa no terreno da poltica para
. .co inglez, abreviando metale da di.lancia, que bu- l>lrar lifgamiile as d-sc Miliincas e ri\alidades
os Lhini da receberem man fazeml ,i em Iroca do je lepara a Graa Brela.tl.a dos vastos e ricos eslahe- *"""**' Fez ao mesmo tempo um espantadlo para
seu cha, em vez de Ihes pagartnos Linios milh?s em ''
numerario.
a_A Sardenha compra aunualtnnite o valor de
1,250,000 libras, pouco mais ou menos, Buenos-Ay-
res, a Auslria e aples liguram na ordem das expor-
lacOes com 1,000 000 libtat e-leilinas cada um.
Os paites que se abaslecem nos nossos mercados
por loinmas de meio milh.ii a um nnlhao cada anno,
ala frica Occidental, a Svria e a Palestina. Java, a
Dinamarca, a Toscana, a Hungra, as ilhas Philippi-
na, a Nova Granada, a Suecia, o Mxico, e Vene-
tuel, na erdem resperliva em que acallamos deeuu-
mera-los. Os nudos 8 ou 9 paizes que couclueui o
mappa nao oflerecem inleresse algum.
A poca nao esla mui adenla la para se puder
fazer urna avaliacao doi lucios realisados pelas ma-
nufacturas especiaes desde o comee o desle motj-
menlo ascendente. Mas pode-se desde ja dizer que
o paizinletro liroo mais ou menos vanlagens. Te-
mu a satisfar,, de aiiniinciar qui a pobreza dimi-
nue ; e se a caresta das subsistencias levou nm cir-
io numeio de no*sos concidtrdaos a imagiuarem eile
movimeolo de amigraege, aprnveilou igualmente
a lulos aquelles que pardram como aos que fi-
caram.
a Nao perdemos mercado algum de exportaras,
pelo contrario, vemo* reapparecer sobre a lisia, li-
me* que por algum lempo haviam cessado de ah li-
gurarem, e que regressam com um augmento de
encommendas concluidas com o interior ou como
eslrangeiro, c os quarenta mercadoi principar* que
leem comnosco conlai abultas, receberam durante
os seis metes passados. mercadorias por um valor
de 60 825:381 libras slerlina* ; neuhum outro pait,
manufaclureiro ou coramercial, pode realisar tran-
sacroes de um valor lilo subido.
resoluces tomadas por e.les meeling., o inleresse
eral da civilisaCo e da humanida.le figura era pri
meiro logar, e que o inleresse particular do com-
mercio inglez su vera dept.ii.
O meeling de Brislol he o que e explicou sabie
esle poni da maneira a mala clara e a mais h .mo-
ta ; dcclarou que o quando mesmo a Franca e ot ou-
ros paizei banbados pelo Mediterrneo ttvesiem de
tirar do canal maridillo um proveilo maior que a
Inglaterra, esta considerarlo deveria ceder pirante
a das vanttgemevidenles que resultarlo para a pro-
pria Inglaterra.
. mee,inS 'le Newcaslle e os tle algumas oulras
cidades foram mais longe ; tnlo coittenles de dar sua
approvafao ao projeclo do canal martimo, julgiram
que devtain dirigir urna memoria a lord l'alrners-
lon para Ihe reconnnendar forinalmento este pro-
J'clo, e conrluirain pedinJo ao primeiro lord do Hit-
snuro, que desse junto do sultn os passos necessariu
Praoea para lenUr urna aggres\o conlra a Indi
gleza.
De um lado, dizem Turqua que o canal vira a
ser para o vice-rei do Egyplo um meio estratgica,
utna liarreira qua Ih*, servir para fechar a entrada
do Egyplo aoi exereiloa turcos, como se este mesm
canal nao devane offereccr ao mesm i lempo s po-
leticias protectoras do Turqua um caminho mais r-
pido e mais fcil pira soc:orre-la e para enviar seus
ejrcitos ao Egyplo !
Ua oulro lado, dizem ao povo inglez que, no ca.)
de tima guerra conlra a Inglaterra e a Franca, o go-
veuio fraucez pol-ra inslaiitaiieaineule expedir de
seui po.los do me 1 laveiies alraiaa do canal de Soez
um i esqoadra numerosa .( para destruir o commer-
cio e devastar as peaaacOia da Inglaterra. Felizmen-
te obom senso do povo inglez nao se pode preoecupar
de um perign la i ehimeiice. O povo inglez compre-
hendei que o canal de Suez u3o Ihe faia perder ne-
alim de o determinar a' conce lir no man curto es- n,,uina das vanlagens que elle aeha un suas esqun-
paro de lempo sua sancrao ofllcial ao firman de con- dras immensa* e em suas innumeraveis ealaeSaa na-
nitas no mar haviam-lhe deixado rhenmalisms, que
algumas vezes iucommolavam-no baslantemente,
Noloo sa cora a Ituiraro que medida que envelhe-
cia, elle (orn.iva-se maisobseqoinso para com mada-
mesella de Gaubtrl, e ia mais asuduaminle s casas
era qua esperava enconlra-la. A pessoas mais te-
verat nao virara uiiso mal algum. e ninguem eilra-
nhou Ihe til couta ; algum al citaram o exemplo
do ra que al o ultimo dia de tua vidi amara vir-
luotaraenle a maii austera dama do reino de Fran-
ca. Entretanto ninguem previo o fim desle amo-
res velhos.
Em um domingo da tarde Mr. de 1! irlujas fui ha-
ler a porta le.-a casa em que anlrara urna s vez e
ua vespera de sua parlida. Era a hora am que Ma-
dameiella de Gauberl vollava igreja para assiilir
os eiereicios da congregara dat moja* de qoera el-
la acabava de ser nomeada priora. O official da ma-
riuha eslava de grande uniforma como nos das de
ceremonia. Quiz fallar a madama de Roquevl-
". i laminilla ficou muilo admrala vendo-o ahi;
totea-a ao p da-escada, e foi advertir sua ama.
fcsta nao menos eilupefarla appareceu logo, e rogou
a Mr. de Birbejas que enlrasse na sala. Elle at-
senlou-se gravemente, offereceu tea multo humilde
retpetto, e dtpoit de ura momelo de silencio dista
sem prembulo :
Seuliora, venho
sella d (, nilieii.
Emlim I exclamou volnlariamenle a viuva.
Seja-me ravora>el, coolinuou elle sem perlur-
bar-se. Nao fallare) a madamesella de Gaobert le-
uao depois de tir oblido seu consenlimeiiloat A te-
nhora he aiaidoaa ; a decencia ordena-mi que dirja-me
pedir-lhe a mao de madame-
fedo ami lult". Nunca 'horaem algum foi mait i 'enhora aitlm como eu me dirigira ao len'hor teu
etacto m lis ci,.....ii.ii, ; nju ,|evia vititai a pes-' P'"i e a senhora sua mai, le fossem vivoi.
ao.i algum i, coin'ud i nao ful a casa -le madamesella I Ceniinle com muilo gotlo nesse casamento
da biabar!. Smenla ledos os annos utn dia de responden alrgremenle madainesella de lloquevire!
anno boro enviava-lhv seu- cumprimenlos e vol* Ouaolo n minba prima, veremos. Todava pens
presentiando a com urna magnifica,, caiiiuha de que ella nao rejeilat a honra que V. S. qaer fa-
confeilos. Uadameaalla de Roquevir* raeebia lam- zer-lhe.
im.^rnonta1'3 '" "f" '*"'' C i""(lece",,0-' \ Dtsc^rreram ainda um quarlo de hora, d.p.i,
diz,, com irona. Mr. de Ba.l.ejas reii,u.,e di.c.etamenle. Quanda
V. b. ha mil gllante, proditialisa son* non- inalamesilla d- l.aubert volloii para a casa depois
dale* a todo, mas ninjuem te deve liar nella*. das vespera*, prima fui sua cmara, e peaando-
Muilos anno* pasiaram-*e assim. Madamesella Ihe das mam di**e-lhe :
de Gauberl chegiri i idade em que urna mulhcr
En-aqoi o mappa a que cima se refera o Mor-
ning siar ; n'um rpido golpe da vala podera o
leitor averiguar as justas apreciares do jemal
alez :
Para os Eslalos-I'nidoi da Ame-
rica, foi a axporlajao de.
Cidades Hauealica*. .
Franja.....
liollaoda.....',
Brasil........
Parla Oltnniana......
Iniiat Occideniaes aalraogaira).
. 51 5IS cotilos
. 21 70;) 0
14.10.1 0
. 13 501) 1
. 11 781
j 780
eir,. 5 640
caando-*e nao (tola ser miis urna joven esposa, e
('par de Barbejas faria sem rincoeiila anno*. Ti-
iilni sin la uina figura elegante ; mai toas campa-
{*) Vida Diario n. 236.
Minba ranilla, acaile mnha* felicilsr;oe*; lo-
los o seus volos esto preenclndn*, vosst"' casa com
Mr. da lia Ii.-ii- I
K conloulhe itnmedi.lamente o que se pas na.
Madamesella de Gauberl reeeheu esst Balala com
urna alegra tranquilla ; a paixao liuha-se amorte-
cido titila, e nao havia em teu corarao mais do que
urna lerna afleirao. Sua felicidade nSo cauava-lhe
admirarao, porque (vera ja cerla parle de prazer, e
ella disse com en!erueciraen(o a madama da Ro-
quevire :
Ah prima, en nao quexava-me de mnha
orle ; nao Tui-me preciso esperar tanto para ser
feliz.
Era nos primeiros das da lelimbto ; o parla-
mento eslava fechado, a a alia magiilralura, hem
como loda a bella sociedade de Aix, linha-se disper-
sado pelos caslellos. O calamento foi celebrado em
orna quinla-feira ut ocra-tio da milla canuda a Com
urna pompa religioia conforme a pnsirao dot con-
sortes ; porm os assislenles nao eram nameresos :
apenas havia na nave pusoas peqoenas que ficaram
dislanlts, a algumas mullieres curiosas de verem a
notva. Sahindo da grija o noivo fez um aclo de
generosidade, e lodos ot garolos da cidade lanra-
ram-te de tropel pare apaohar o dinheiro qua c'a-
hira al o meio da prara. Nes*a itotle conlava-ie
em Indas aieiierozilhadaiqueMr.de Barbejn ar-
remedara aoi pobre puahadoi de pecas da quinze
soldoi.
Doui ou Ir din depoii da ceremonia madama de
lloquevire reliruu-ie para loa casa de campo. Os
noivoi lisaram na cidade, perqu Mr. de Barbrjat
nao quiz ir passar o noivado) na Ruina. Essa unido
tarda era sesundu as conveniencias, e linha real-
mente probabilidades de ser feliz. A nniva (razia de
dote a rendada taberna de Gauberl, que enlao ele-
vava-sa a qnasi tais cenias libras, linha loda a apli-
dao necstitria para o bom governo da caa, a qual
mo eslava taobem regulada depois que Uelpliina
m rrra e fura lubstiluida por orna joveo criada, e o
ollicial de mantilla poda esperar ver reinar nova-
menle em la ca*a o* hbitos de ordem e de ti sci-
pljna que Ihe eram tilo charo*.
Com effeilo, foi mudo feliz dorante os primeiros
mezes de teu casamento. A auliga habiltcao dm
Baibejai lotr.a'.-a novo aspecto, e nella reiuava cerlo
ar de elegancia de que pareciam admirar-se es r-
dalos de familia que rodeavam a sala. Os movis
fnrradui de es). Ib do cores claras linham sulisliluido
as poltronas de couro que desda rento e cincuenta
.annos figuravam na sala do primeiro andar ; hellai
Cnilinns bordadas cobtam o prnluudo v,1o dat fa-
nellae, e o* ngulos eslavam adiniadoi de vaioi
chelos tle II ,re*. O assoalho ainda acha>a-se nu ;
porem madama de llaibejts Irabalbava em um ta-
pete grande que havia tle cubrir os ladrilh >s velhos
e quebrados. Mr. da llarbejas passeava ludo o dia no
cessao dado pelo vice-rei do Egvplo *m favor do Sr.
Lesseps.
Assim eile grande inqurito feilo pelo Sr. [,s*eps
na Inglaterra, leve lodo o Succe.sn que era de espe-
rar. Se pn tiara haver duvidas sobro as disposires
do povo inglez, eilat duvidas nao sao mus pusiveii;
ellas desapparecem dianle de unan mida le desla ina-
infeslajao nacion.il. Nao resta mesmo
acues i
vaos pata defender e manler seu dominio na India.
Compreheuder mais, que se o cana' deve concor-
rer pata as facilidades do ataque, l.inbem concorrera
para a da defeza.
Iloje, por exemplo, todo o cdadao inglez conhece-
r de quanla i nporlancta seria para o seu governo
poder transportar pelos c.tm tihos rpidos e abrevia-
dos tle Suez ai furcia militares destinadas a reprimir
pretexto para suppor-se que o povo inglez parlilha i a iusiirreiro 'la India.
as preieiire- de algons de seus hnmeus de eslado I Dentis, quem nao v quanto esla poltica raceosa
contra a aberlura do islhmo de Su>z. A opiniao I e, em desaccordo com os inlansaaa brm entendidos
publica na Inglaterra be lo favoiavel esle pro- !(,as duali "acOes. eom as relarOei de viziiihanca, c os
jeclo, como contingente tal he o f-clo un; or me j senlimenlos de niolua estima, que mitin ulna' a ou-
qne. lem de boje em dianla adquirido a evidencia de ; ,ra '. ''ara explicar-se semelltanle anachrouismo, he
urna tletnuiistr.ro completa.
Agora he natural pergunlar-se que alilude loma-
r o governo inglez diante deslajnullidao de mani-
preciiO lcmbrar-ie, que ha cincoenla anuos, que o
hornera depulado, que oceupa hojeo lugar de pri-
meira minislro, linha j asscnlo nos con-elhos poldi-
feslatfies, que um jornal inglez fem espirituosameu-J cos Jil Inslalerra. He" a polilica de 1808 que ius-
Ic chamadoe plebiscilo sobre a quesia i de Suez.__i Plra gabinete inglez de 1857.
Para todos os que conhecem a manrira pela qual a. Agir ninguem pode mai* duvidar : n.uli-edo
quesies polticas se debaten) ..lem do islhmo. Mola Morning Posl a exprima hem o pensameolo do
!. a.'""' '|U'IS' ma'S "1CtlPa 50uie l'1"' que es- abinele inglez. Como se pode ver a quetlao To le-
vada ao parlamento. Em sua resposia s inlerpella-
la deve ler.
A opiniao publica se leui pronunciado pelo orgao
de vnila meeling* reunidos nal maiores cidades do
costara paia dar urna fesla convidan lo todas as pes-
soas. as quaes communiea.'ra o sei casamento.
Mas no meio da eslacao do invern uina calaslro-
phe vulgar velo Iranslurnar-lhe os projeclos e laura-
lo ara em lirseos de que elle julgava eslar livre pira
sempie. Lina lardeochefe dot paslores que guar-
davam seus rebauhos na Ruina chegou Irazendo o
cajado na nlo e o surra> as costas esse homem vi-
nha de Arle*, para onde descera no invern os re-
lianlios que pa*l,lo no verao tobre os Alpes. Elle
annunciou a Mr. de Birhejas que os dous terco* de I Ihf : ja lenho doa* vestoiino* completo*,re"iao lf-
eus gados linham morri lo de pesie no espajo de licienles ; voss gasta muilo dinheiro coroieo.
poucos das: mais de melado do ron lmenlo da Rui-
na eslava assim perdido.
rOes to Sr. Berkeley, lord Palmerslon pronuncia-
se formalmeole conlra a aberlura do inlimo ; repro-
Madama de Barbejas olhou para o marido com ar
alegie, e dis*e-lhe sorrindo :
Demos anda esle anno ai sociedades ; daqoi
al o invern viodouru hei de adiar um pretexto pa-
ra lienr em ca*a.
E*a he lambem a mnha opiniao, respnmleu
Mr. de Barbejas : o baile do primeiro presidente se-
ra' mni hrilhante ; mandes chamar o alfaiale para fa-
icr-lbe um vestido...
Oh meo ca.o amigo interrumpen a ma-
.o passo qua ai de New-Vork, Pliiladelphta ou No-
va-Orlean nao latir im a iuqueta^ao a a perturba-
do leuao em o teiu daqoellas cidtdes. Toda a lula
he all essencialmenle local, accidental e ctrcumt-
cripta.
Islo depende do carcter feleralivo da repblica
amancilla, cora .osla de estados, que lem cada um
seu governo proprio. iiidcpsndeule e soberano. E*la
divisa > 1-m seus inconvenieiiles debaixo do punto de
visla da un lade e da forja nacional ; maa lem mas
vatilageni mb a relacjlo da esUInlidada social. A
orle da uarao nao esla ligada a da uina provincia
ou de orna capital, vislo qoe lia nula e tres estados
e l'inla e des capilaes na U.n.i >.
A repblica americana lem aletn dislo o privilegio
deque suas proprias desorden) na o te dgam orga-
nisirai polltle du paiz. O guverno cenlral nunca
he en.olvido uellai ; he aceito por lodos os part lo*.
Aos Esla l-L'iidoi sti ha republicanos ; lodos to-
inain a consinuijao por sytnbolo a por bandeira.
llesulla dat.i que he este'ialvez o onico paiz do
muudo, onde uina eommocale nao amea^a jamis vir
a ler utna revolcan.
O futuro di dcnocracji americana nao teria me-
nos corapromellido, se o respeito da ordjm e da le-
gad lade, que o lera caraclerisado al boje, fuse
substituido pelos habilos de violencia e auarchia,
que ha cerlo lempo remara em New-York. O Cr-
relo dos Estados-L'uidoi divide em tres diiliuctai
as ultimas deior.lens, de que aquella cidadt e leut
arrabaldes tem silo Iheatro.
Fazera alguns meze* que o conselho municipal li-
nhl resblvido mudar o local da Quareutena, Irauspor-
laudo e*le es(abelecimenlo para um lugar chamado
itSegoin's l'oiiil, -iluado acera diiltnriado porlo de
New-York. Tuiham-ie comprado algum edificio!
que daviaui servir de hospital martimo, mas os pes-
cadores dos arrabal fes assustados c m esta pertgosa
viziuliinga, li mam incendiado dorante a noile o
hospilal projeclado. Dapois liztratn-ie novas cops-
trurees e nina niullido de agentes de polica tulla
permanecido all para proteger os Irabalho*, lendo
mandado butear em New-Voik um canliSo e arlj-
Ibetros. Eslas mc.lida da precaorao uu dedveram
os culpados do pnmeiio crnne.os quaes oosadus pela
iiiipunidade, orgiinsar un seguuda eipe lira ', leudo
cora ludo o collado tle cnlatnear o rosto e virar os
vestidos para nao seren conhecidos.
Era a noile desabitado 11 da julho, om tundo
composio de umi centena do pescadores, atacou o
hospital temporario fazendo fugo contra os agentes
de pulida, que Mizmenle nao sahiram feridoi. Os
.--allante- cuti'eguirain penetrar no interior das bar-
raca*, mas fjtain recebidni a tiros de.eipingarda.e o
commandanle lendo felo avanzar seu canbao e teus
atlillietrus para vatrelos com iijinelrallia, elles red-
raram-se. Numerosos vestigios de tingue, reconhe-
cidos no dia seguale, nao permitiera duvidar que
n.iiilo- deilcs lahiram feridoi. Esta tevera I ._ .
Ihes sera sjllicienle leui duvida, mas a aut ri la le
linlii tomado medidas para reprimir qualquer nova
tentativa deises baodidai do nielo e do inleresse
privado.
O segando conlliclo de qae da' conla o a Correio
dos Eslados-Lnidos a leve lu ar no dia segunde,
tloiningo, nu aaia rac-iuo de New-V >tk, e dessa vez
Forara os Allemaes, que ta vieran) as maos com a po-
lica in-liop. luana. Dous Allemaei furam p'eso por
briga por dous tt policemen; >i sentcompa(rio(as qui-
zeram snlla-lus, e teguiu-se dahi om coulltclo, em
que se fez uso de cceles, pedral e levolveti. lioa-
ve algans fer los, eulre os quaes se conla um agente
de polica e um passageiro inoffensivo.
milicia com ar-
ma no braco em face dos amotinados enlrncheira-
dot era tuai p -icoa.. Receiava-se que a lula nao
com'cas.e no dia segainle. Houve ura meeling oo
Iheatro allemo a dlzia-te qua o revoltosos linham
em tea poder urna pera de campanha a numerosaa
munire*.
Utn ediial incendiario convidando lodosos ioimi-
gos da polica metropolitana para eamaga-la,"e pro-
curava desle mudo reviver, em proveilo dette ne-
gocio deribeira, ai paixO.i locaei, qua ltimamen-
te pozeram ero lula a polica da cidade de ew.-
Votk com a polica creada pela legiilatura do Es-
lado.
Etta queslo municipal, que desta modo se pro-
cara levar ao nivel, constate toda na queslao de sa-
ber se, pela nova censlilurao do Eslado, o gover-
nador residente em Albaoy tem o direilo de no-
mear os agentes de polica da cidade de New-York,
que nomea por s mesma teu maire e >eoi conte-
Iheiros monicipaes. A esle poulo de direilo coni-
iiiunon.il tejunlava um punte da faclu lirado det-
Todoi concordara geral- (a circums(ancia, qae o aventador fui eleilo pelo
parldo republicano nbolicionisla em maioria no
Eslado, e que o maire o foi pelo partido dem-
crata em maioria na cidade. Este poii retiilio pe-
los homem do teu partido ao menos lano como pa-
las franquezas de tua cidade. Mato tribunal su-
premo o coudemnou, e elle leva de inclinar-ie pe-
ranle asta sentenra, que honra lano maii aquelle!
que a proferirn), por isso que perteuciatn pela
maiur parle ao partido demcrata.
Comludo o Correio dos Eslados-Loidos jolgon
ver n s uliiiuu. aconleciineulos, ai consequanciai
da primeira rebelliao de Mr. Wood conlra o poder
executivo. No sea entender, tao os efleitns com-
muns da meima caula. Mtt he justo dizer em de-
feza do maire de New-Yoik, que elle fez um leal
a enrgico appeilo aos ieus amigos reeornmendan-
iln-lhe* que se submeltessem ns decisdes da jui-
'5*- He meu, he vojso dever, lhe> disse elle,
respeilar a lei e obedecer a ella, lie esla a nica
dotilrina que todo o Americano deve pregar ; ha
esta a nica conduela, que todo a Americano devo
seguir. INesle paiz, onde nos metmoi fazemog a lei
por meio de nos,os repreienlsnUs, he do no-so de-
ver obedecer a enai leii al que ellas sejam revo-
gadas, ou declaradas incouslKucionaet palos iribu-
naeiiupremoi.ii
Ella doudtiia he com clfeilo a nica condiro de
salvadlo de um demcrata que, lomando pur basa o
principio du guverou dos povoi por si metios, lem
querido emancipar o corpo social de ludo quanlo
pudesse opprimir ou amearar a sua liberdide. Esla
deiarmaineotu da auloridade nu he pnssivel, te-
ntlo onde a razSo e a lei leinain como lobearanos.
O mundo au he goveruade tenao pur duus poderes ;
a lei ou a forca. Mai naiiliuin delles preserva in-
(eirameule as in-liluiees humanas doi vicio! iuhe-
renles a' sua nalareza perivel, e que sao a coudi-
tie de tua impeifeir.io fatal. Dole modo os bene-
ficios a a gloria da liberdade lein por consequencia
mutlu frequenle u ua inferioridade comparativa ua
repi,... i da desordena popula ras. Al dore e as
vergonjiai do detpolitmo lera do -collado, por eorn-
pen.atSo maior.- garandas ,le ordem e segurar i a.
A vida moral das ua^Oes eila' assim em coolradtc-
{o cierna com ma vida inalertal. Esla coitlia.lic-
cao he urna dai graudes lei- da ualureza ; he a lu-
la do corpo e do espirito, a f mece aigumentos
quasi iguaei aos que ndo a encaratn seno i de um
lado. Para ter Juslo cumpre aprecia-lo debaixo de
um aspeclo duplo ; deve-se por o hem e o mal ua
lialanea, senao quizer-so vender com peso falto a
historia e a polilica.
Ora, os Estados Unidoi (em eila vanlagem de nao
poderem ser detacreditados o amesquiuhadoa -enau
em delalhe.Em leu lodo,t,1o de utna grandeza,sobra
que n.le defazem nossa a* pequtnai dentadas, e teaa
detractores n.lo lem oulro argumento senao u qua
contra elles ha pouco empregou om escriplor da Pa-
tria, u o qual fazia a caaes republicanos a probarlo
amarga de nap lerem civilidade.
Esla offeosa os faz lembrar a qaeixa de Fualdei,
na qual Joosion o gigitiueu he datado de faeinora
u lesalmado e raesrao tem civili lade. Mai consol-
se a Patria,i os Americanos se corregirlo ao meoot
deve-te esperar.
Debaixo de cerlai rean.?.- elles ja te lera emendado
nolavelmenle. He por isso qoe, nao obstante todos
o incidentes lamrnlaveii, por que se fez nolavel, o
processo relativo a extradicctio deCharpenlier.Grellet
e Parot terminoj definilivamenle era be>n da moral
publica e dos litis da iaitiea*. No romero desla nego-
cio nada eslava litado de urna maneira precisa; oem
o -enhilo do tratado de exlradiccao, netn a jurispru-
dencia applicavel a este datado, nem o modo de pro-
cesso a aeguir-it, nem a ladtude de accao do poder
federal. '
Hoje lodos estes pontos lem sido disentidos, cicli-
reci tos, re-ol) idos, e he cerlo que ot Eiladoi 1 nulos
deixara de fferecer aot malvado! om refugio s, goro.
tile fado he importante para a honra do novo mun-
do e leguranca do anligo. O Correio dos E-lados
L nido*,o fez al presentir que se reconheceram, de
ci'iiiiiiinn accordo, os ponloi fracos do datado dt ex-
trailicjSo, e que novas negociarles virao lireve-
mpule (Irar aos criminosos fugitivo* as allimas pro-
bahdadei qoe podia dar-lhei a redaccao iiisufliciente
das cini ne.-.i's de 18*1 a ISij.
Temos tambera de asiignalar a s..lur.Vi regalar a
pacifica do confelo, que, ha couta de doui mezei,
linha apparecido no Oy, enlre ai autoridades locaei
daqoelle etlado e o preboste do* Eslados Unidoi.'por
causa da um escravo fgido, que um sberifl havia
lirado dai maos do preboste Elle vio-ie por fim
preso por u3o ler rumprido as leis do Bslado. L'ma
tenlenca de um Iribuual dos Eslados Unidos, confir-
mou ainda urna vez mais a soberana absoluta do go-
veruo federal a de seus agentes no que diz respeito
a eveurni dai leii votadas pelo Cangreno e jutlili-
i-iit deste modo a reiislencia do prebotle ao ihe-
nil.
Mr. de Barbejtt lopporlou esse tevez com cerlo
ia ngue fro.
Seja feila a vonlade de Daos! disse elle ao pas-
tor ; iera' preciso ranovar o arrendamenlo das ter-
ral, do contrario a Ruina Bio rendara' mais de du-
zenlas libras no anno vindouro. Hei de relleclir nis-
so. Nao queru que essa desgrana seja tbida aqui.
Toma um pequeo ecuio, vai alojar-te em qual-
quer oulra parte, e.volta amauha para Arles.
Sim, teuhor, respondeu o pastor pondo o cha-
peo a rlier ..
Madama de Batbejat que fora assislir as ora.-nes
da larde chegou pouco depois, e achou o marido pas-
teando nu vestbulo. Ele nao ilitse-lhe nada, e ella
nao deiperloo a perda que elle acoliava da sulTrer.
Alguns das depois ceavam junios perlo do fugo nes-
ta sala que linha
Nao se inquiete por isso, replicou elle ; deixt-
me o cuidado de nossas detpezai ; se aprouver a
Dos, poderemoi anmenla-las em vez de termos
ol.r.g.i. ... a diminui-las. Todava nao lenho tala
certeza de nada. A nossa propriedade da Roina
caoia-ine embarazos ; mus lenho a esperanza de ar-
ranjar ludo satisfactoriamente ; se ruocluir como
pretendo o negocio qoe ma foi proposto, tirare-
mos pata o reto de nona vida livret de lodo o cui-
dado.
V)!t tera' enlao muilo dinheiro '.' pergunloo
ella.
Mas do que nunca live.
Entilo como '.' diga-me.
Vots o taber quando o negocio csliver feilo.
Terei de esperar muilo lempo 1
T'alvez menos de oito diai.
Pala hem, eu lirei igoalmenle de di/er-lhe al-
gnuia cousa, disse-lhe ella daudu-lhe a in.io alravet
visto lanos banquetes esplend
dos, e mu numero muilo mais cousideravel da jan-1 da masa ; praza ao cu que voss consiga o aeDre-
laret pobres. A mesa eslava modesUmenle servida ; (ende, meu charo marido !
Frac1"co^atlZ tt^StUS "Z Jt" ."'V 8egUn'e' ^ de SL**" S""0 m""
n,n vinho que nao era mu.o azed "^ St*5X."i*-*. fal.zv mai,
ii H^'" 8a,"do lie eteellente, dii.c madama de licilata o aogmento de so
Barbejas, eu eslava com algum falli, e elle fez-mc gura oolro avor ; mai como elle nao fazta nenliti-
recabrar o ppelile. Qoat anda ura pedaco ? : ma allma a es*e ratptlo, nao lenlou intcrroga-lo.
Ubrigado, respondeu o marido ; nao co.nerei I u. dia emfim elle vollou de semblante alegre e dis-
maisdo que alguns fruclo*. e abra5ind')-a :
Acho-o com om ar pooco snmbrio, lornou af- Felicilcmo-nos, no*sos rendimenlns eslo da-
respondea a e*sa explicarn com om gemido 13o do-
loroso que o marido estremecen.
Que lem voss '.' ctclamoo elle; eila' maitons-
lernada !...
Ah senhor, que fez dt-,c ella desfazendo-se
em lagrimas. A eseriplura que acaba de assignar des-
poja o nosso liil. ....
A esla declarar,!) Mr. de Barbejas cahiu subre urna
poltrona de brarui prudente! e rotto paludo. Nanea
te apresenlra o seu esphilo esia idea de palerni-
dade, e desde modos anuos elle linha-se habituado
a con tenmelo que a mulher acabava de annunciar-lhe en-
ternacia-o a poni de faza-lo chorar a lanr.ava-o era
urna especie Je desespero; porem esie e-lado .vilen-
lo nao durou ; elle poz-te a duvidar, por que redee-
dndo um pooco, achou o faci milagroso.
Minh.i querida mulher, dina ella lomando ai
maot de madama de Barbejas, e fazendo-a assenl.tr-
se junto de si, nao se alll.ja asiira. Cerlamenle vei-
to engana-se, e nao ha razio para conceber ao mei-
mo lempo lana alegria a tanto peiar. Na verdade
n3o pono crr que o co me envi om herdeiro.
Provera a Deot que eu Ihe tiveise annunciado.
Inaiscedo! re-punpeu a pobre mulher relea lo as
lagr.mtt e aecusando a ii mesma alim de poapar-lhe
remorsot. Foi por minba culpa que vost veudeu a
Ruina ; e-a devia ter fallado naquelle aueimo dii.
Minhi prima a quem ttuha-me conllado, nao appro-
vava que tu Ihe liveae occollado por lauto lempo
miuhat eiiiersnrai. Dava-me um bom conselho ins-
tando para que Ihe declacsie a felicidade que nos
chega.
Em quanlo madama de Barbejas assim fallava, o
Em lira Mr. Buchanam e seu gabinete approva-
fecluo-ament ; que ha de novo ?
Nada, coido no baile do primeiro presidenle.
La appareceremoi, se vdne julgar convenien-
te ; mas ennfeno qoe nunca eslnu lao ialiifeila co-
mo aqoi sti com voss.
Eu lambem amo o lar domestico, e oslara tle
(irar em casa ; porem he mai* dtllicil .lo que *e pen-
sil retiiinriar a* oritdade*. I.u linha cudalo que
viveriamo* iiileir.nnenle relira tai, e >OM< v que
. i marWo lilava obre ella utn ulhar altoiiilo ; a con-
A molher loppunha qoe elle so-. vicro eutreva-lhe no espirito, e elle adintrava-se
me-tiio de mo ler perr-bnlo mais cedo una cousa
lo evidente. Ne-*e inomento revodou-se lodo o or-
gulho de seu sangue, e elle exclamuu con) utn trans-
porte de dot.
Vend tt tirranrt de mcus anlepassad-.s .. IIi
de nascer-me lalvez um filhn, c nao tenlio mais nada
|iar,t deixar lite lenioo meu nome...
Ar .1, ni i ealai palas ra abaisao a cabera, e ficou
de labios eutieaberlo* e t-lliar fixo como um liomem
plicadoi Duas mil libras de renda ubre a tua ca-
bera e a uiiiiha ; acabo tle aeeignar a rscriplara.
Que eseriplura .' pergunlou ella Irpiiicinlo.
meio tlesiis embtlleciminloi, a ealculav.i qaanto lita I dos ; ji temos lies convites paia esla semana.
impossivel ; proruratnnn*, ruinulam-noi da agr- viver coramodamante a sem nenhum cuidado.
A escr plura de venda, reipendea elle ; ja lite atacado repenlinmenle de londre. A mulher ai-
dine mulla- vezes que o anligo* dominica) de minlia aoaladn prgou-lhe da mao. mas elle repelliu-a bran-
familia nao renlem mai* nada, e nossas renda* diini- dam-nle e voltou -? romo importunado pela sua pre-
noiam de da em dia. Vend a Ruina a**im cuino e*- senr;a. Ella as-enlou-st etn silencio a alguma di-lan-
la ca*a, cijo gozo coiiervaremo! durante no*a vida. | ra esperando que fos-e chamada, e ainda mais af-
O negocio esta concluido ; de ora em dianle vamos | lela pelo oinhno desespero em que ella pareca
Madama de Barbejas cobrio o rosto cora o lenco, e| dar a luz.
mergtilhado qua da ruina anlecipada do filbo que ia
Nene comenoi chegou madama tle Roqoevira, a
q lal ja sabia ludo. Fora om dos herdeiroi de seu
marido quem compra'ra a Roina a a casa dot Barbi-
jos. Acabara de oovir jato da bucea da teu notario.
Entao he verdade o que ouvi dizer nu carlurio
de Mr. Graffio > exchmou ella con. indignario.
Depois I.oran lo a visla sobra Mr. de Barbejas qua
fica'ra immovel em sua poltrona disse-lhe incidan du
ironicamenle a caliera :
.senhor, lenho a honra de lauda lo.
Ah! Sandsima Virgem!que ha eniaufexclamoa
madama de Barbejas precipitndose para o marido.
linha razao da a Imirar-ie. por qoe ease fado era
ma.i lito : pela primeira vez de tua vida Mr. de Btr-
bejas nao levanlava se vendo entrar om mulher.
Falle-mc, tenhor, falle-mi ; eo Iba conjuro.
Para que repondeo-lhe elle com voz lauta ;
u3o lenho nada a dizer-lhe.
Depon levanlou-s, e dciceu ao peqdeno jardim
qoe licava atraz da casa.
Deixe-o ir. di*ie madama dt Roquevira deien-
do a madama de Barbejat a qual quera segoi-lu ;
teu pezar se apiaca'ra, voss nAo he mulhcr de a-
turraenla-lo com aecu-aee*, e eerlamenle nao he a
e le que lamento agora.
Ah miaba prima exclamou a pobre mulher
lanraiido-se !ianh.1da em lagrimas not tiraros da mu-
so, lenho o pre-enlimcnto de alguma desgrana ; nao
lerai viudo por muilo lempr/a eslacata.., Vnn tem
si.lo i -leuiuolia tle to.lat as provarOes de mnha vi-
da, i i.'iiieHa-me attitlir-me al o vllimo momento.
Iranquidite-se, minlia amiga, respondeu-lhe
madama de lloquevire chorando com ella ; grara- to
co, nada justifica suas Iristei previsoei. guanlo a
esse deploravel negocio, convem consolar-se, por que
h-nina d"-g.ara sem reme do. Apeoai live oottcia
dalle, pergunlei a Mr. Grefftn te nao havia meio da
annollar a eseriplura ; porem elle demonstou-ma
que a demanda teria impossivel de toilenlar-ia. De-
maii conheco o comprador ; ha o cavalleiro de Ro-
qnevire.
Aquella qne lem Ihe pollo onze demandas V ex-
clamou madama de Barbejas.
Sim, (oi elle quem rumprou a Ruina por um
renda vitalicia ; porem creio que nao fez bom nego-
ti .. Vom ma vingara', prima ; hade viver cem au-
no*, e en (erei o prazer de \-lo endividar-te para
pagar-lhe esse* don* mil francos de penslto.
\-iii. o desejo, respondeu madama de Barbe-
jai suseiirandn a cruzando si maos labre o eolio com
o geslo ptrlicular h's molhere que comecnm a expa-
ritnentar as olicilu les malerna*.
i,Conlinuar-sc-lia.)
MUTILADO
ILEGIVEL




mu procldimeiito i|ue lbi lulo em KnmtMr.
Roherlo J. Walker, novo govtrnador daqoelle ter-
ritorio. Walker oio favoieci o iibolicionilai nem
01 parlidanoi da escrivido ; (am-ie limitado i in-
lislir enrgicamente para qua o pfojeeto de consli-
tuir.iu do fulum estado, que aahir da assembla cons-
SUMO DI MNABBOCO SF'TA PKiRA Ifl Di Oim'BI.0 DE S5i
o periodo cima de cinco anuos, depois deile, eli-
gen' a aisembli, conjunclaiiieule cun os oulros, o
director que o diva sobsiituir, scrvindo porem em
seus impedimento! o man ltigo e mala volado, e
(iualmenti o mais idoso dos roembros da directora.
Arl. 22. O ocio encorporador, a titulo de indem-
lilue, qualqutr que seja submillid t raltliciclo nisatao da iervn.ii, lera' duzenU acedes iiialiena-
do povo.
F-u rondicSo lie implcitamente a admiisao do
Kansas na I man. como estado l.vrn, tendo dado a a-
migraco (omitida pelos estados i] > narle de leste
un. mnorla orla loa Crea soliera.i
Ella conduela lgica e honrosa de Mr. II. Wal-
ker e de Mr. Buehauam.i foi alocada pelos exa-
gerados do aul, que gritam luirn, como se o sue-
eesor de Mr. I'ieice, se houvesse ubrigedo a impr
pela Torca a imlituic.ao da escravdao a urna popula-
cho que a repelle.
Mas, Mr. Buehinaro, soll're niito i soile commum
i lodos oa presdanle! da L'niao, que Icm mais diftl-
culdade em lalisfazer seus am'gos que seas ioimgoi,
pela razio de qaa tstes nao esperam aada deltas, e a-
quellea esperam muio.
O primeiro anno do poler dclxa son popularidade
quasi mdela. Todos os pnopsm, porque pode fazer
nmla atsuma cousa pelos ambicila,.
O numero dos descontentes crisce no segundo, an-
no. A guerra apparece no lareeiro e no quarlo, lo-
dos es que foram deiapouladoi nnnseguim dar as
mis queias ne-soaei i appurincia da opimao publi-
ca. Acaba-se iioalraeule por eicuti-loa a forja de
ouvi-los.
He por eisas phrasea qai pauam de ordinario as
-ampiabas presidenciaes ; mas a victoria quasi sem-
pre nlo diixi de perlencer ao partido da razan. Di
todas as enfermidadei socaes, as que tero lu ori-
gen! na llberdade, silo aa nicas que ae corara por al
roemias e por aeu principio.
O iiConiniolionnel nao parlilha eile modo di var
em um artigo, m que paisa em revista oa aconte
rime ios da Ameiica, por simptei distraern, dit
muit .* facecias igradaveis acerca dos coellioi morloi
e do- ngars ou bawerev ,,> que elle chama pratica-
menle os lillios da selva, tomando um doi balrros de
New-York, por urna canoicada. Depois deila lisura
di retliorica, o uCoDitilotiunaelii declara que ha mais
unos no exereilo americano, do que no eiercilo
fraocez. Recelamos por nosso compatrirli, que os
Americanos u,\o pacuera a imprenta parlsieme o
ponlap que elle da' ao seu eiercilo.
[Preste.)
IBTEHIQR.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO DE 12 DE SETEMBRO DE 1857.
Presidencia do Sr. liuzebio de Queiroz Coulinho
Maltosa Cmara.
A'.. 11 horas da miuhaa o Sr. presidente abre a
eisao, arhendo-te prsenles 19 Srs. madores.
O Sr. Primeiro Secretario l nm oflicio do minu-
tario do imperio, participando que S. M. o Impera-
dor ae digna de receber boje no pac,o da cidade, pe-
la 1 hora da larde, dtpulic,8o do senado que
tem de saber do meimo augusto sonhor o dia e ho-
ra do encerranieiito da presente ses-ao.Inlei-
rado.
O Sr. Presidente levanta ses-Ao i II horas e
meil.
No dia 12 n.lo fnnecionou a cmara dos depota-
dos, e a leisao do eucerrimento ja foi publicada
nesti < Diario .
veis durante o periodo da la administraran'que se
r.lo prrenchidas pelo fundo de reserva durante os 5
annus das entradas.
Arl. 23. No impedimento dos directores lervirao
os immedi.ilos em volos.
Arl. 21. Para aer memhro da direcloria se faz
misur possuir pelo menos 50 accei di companhia,
que depositar o eleilo pira depoii entrar em exerci-
clo, (cando durante eile inaiienavela.
Arl. 25. A directnri.i ie reunir urna vez por le-
ma para os negocio! ordinarios, extraordinaria-
mente senil re que for preciso.
Para facilitar oa irabalhos poder.i' crear commis-
sOes entre os seus meinbros,
Arl. 26. As deliberadles da direcloria lero es-
cripias no livro das acias pelo director secretario,
que lira o mais moderno, e antea o mais mozjo. As
actas serio aisignadas por todos os directores presen-
tei. Nos casos de empala lera o presidile vol de
qualidide.
Arl. 27. As ordens, correspondencia!, e resol o-
cei sarrio asiignadas pelo presidente
tirio.
Art. 28. Compete direcloria
Nao ha iluvida que as lessdci das cumarai, ja pelo
iuleresse que mais ou menos despenan), ja pelo
iiumr numero de less que introdozem no mundo
elegante, que siin oulros Ionios elementos uli i.i.l.. ja linalmenl pela establo em que Icm lu-
gar ; sflo grandes e poderosos agentes da alesna e
nimar.no da nosa sociedade. Tirem d'aqui o par-
lamento, a palestra das cmaras, e o Rin de Janei-
ro sera' urna cidade puramente commerciil.
Assim ja ves, e bem o sabes que esta cidade co-
rnega a ser invad la por aras insipidez mortal, que
naturalmente ira* crescendo a medida, que a eslec,ao
ealmoia, em que ar,hunos de entrar, te for-adian-
laodo. Breve comear a emigrarlo para Petropo-
lii, apenas a corte para all teguir. As casas qua
costumam lar reuniOes semanaes ir-se-liflo fechan-
do pouco e pouco. As partidas do mioislro da fa-
zenda sarao encerradas, por este anuo, a i de oulu-
bro, visto que o estado Interessante, e ji bstenla
adiantado, em que se aclia a sun Exm. lenhora, a
chama a (espirar o fresco s saodaval ar de Pelro-
polii, onde ala facis tu exercicios hy'Bienicos.
Por lano, n.io admire de que eo fjci lamhem
una ausencia, .-e obllTIf u.-n Iiceii(i, lia Ualo-
ral que empuiilie o basiflo de tourisa, i fuer al
gumas escursOet por e--e- arrabaldes. Vamos, po-
rem, ao que interesie, ao noticioso.
A qaestao que aqu tainbem tem dado lugir a
secre- conversar5es he motivada por urna noticia qoe np-
pareciu na Gazelilha do Jornal do Cummtrcio,
concebida noa seguinles termos
1. Dirigir e scalisar todas as oplrai;6ei da com- Tentativa de eslellionato. Por ordem do Sr.
ponhia. chefe de policia estao sendu processados no juizo
2.* Propor a' aisembla quaeiqner alleracesa es- municipal da lerceira vara, Joo Salusliauo de tjou-
les estatutos, e requerir, depois de votados, a soa vea, Antonio l.uiz Mo>eira, e Joaquim de Paula
approvaran ao governo. G-uedes Alcoforado por lentaliva de eslcllionalo.
3.' Promover, por lodos os modos, o que for a
bem da compiohia.
4.- Organiar os relalorios, balanros e contal, qoe
liouverem di aer apresenladoi asumbla ge-
ral.
5." Nomear e demillir os erapregadoi nacionaes,
Pissoa fidedigaa, e que me merece lodo o eon-
ceilo, narroo-me o motivo que deu lugar a esse
prucesso.
Trinsmilr-l'o-hei ipsis verbit.
O Sr. Alcoforado foi incumbido pela legarSo in-
gleza de procurar certei iudividuos, que conliecen-
ou eitrangeiros, dependando de approva^9o da as-' do i< certa pessoa i) podesem depnr em Londres so
embica geral demissSo dos que contarem mais di bre uns precedeulai relativos ao trauco. Desempe-
dM annos de serviro. nbando esie senhor urna tal comrni t. Orgmisir, de harmona com os estatuios, o individuo- promplos, e dispostos a partir pira In-
regulamento inlerno, e quaasqoer inslruc;Aes pre- glaterra, para deporem n'um processo que se in-
cisas ao bom desempenho dos diversos einpregos e j laurav coulra o Sr. Joaquim da l'ooieca Guiroa-
commisseei.
7.a Marcar aoi empregados os veocmeulos qoe
davam perceber, e as flaneas a preslar.
8.' Convocar a assembla geral nos termos do
arl. 7.
CAPITULO IV.
Da commi-iAo di cotilas.
Arl. 21. llavera' orna commissao de conla-, an-
imalmente eleita, composta de 5 meinbros, quem
raes.
Esses indiyjduos que se prestaran- a icmclhante
infamia foram o Jolo Saluslisnno, e l.uiz Moreira.
Partiram pois para seo destino, mm lendo offri-
do na viagem da ida para Inglalerra, avariai em
roopis, e objecloa seus, por cauta de arribadas qoe
fez o vapor, devido a um temporal dsifeitn que li-
veram i|uanJo se acliaram de volta a esta corte, ni-
giram da legarlo brilaunca urna iiidpmnisajrio doi
mez paulado emquauto o lal curioso arde, lalvez,
em r.iva e desespero por perder a mmala, eu ex-
ulto de praitr por li-lo vencido, contemplado no nu-
mero de seus correupondentes, que em abono da
verdade n.lo he l lo pequeua honra.
Ilei de ganhar, esta' dito, o lila lo de corresnon-
denle benemrito, nao perdendo vapores nenicnrreio.
Tomos ltimamente amerciados pelo co com al-
gurnas ehuvas.
O calor que ie ia tornando de dia em dia insupor-
lavel, cedeu um punco. Os noisos senhores de en-
geuho aprecaram-nas por dcmals, para elle- foi
ouro.
Realmente com islas ehuvas as Uxlru presentes
melburaram, e is novas planlarOei prumeltem-lhes
generosa paga por seus tralialhos fadiga-.
bmnada, porem, melhorado o noiso mercado, ron-
serya-ae rizo e caro, e nenhuma esperanza ha de
melliurar porqoe ai noticias s,1o pooco egradaveii.
s agricultorai querem altribuir lambem ms
estacuei a causa dela criie. Eu porem nao entendo
assim. Ii te Ios-e economi.li Ibes provaria ividinlc-
menl, que alm da. e.larf.e. ha mais aIgnnM Moaa
que icm concorrido, cuucorre c concuuea para
falla de productos. He o ma'o metbodo e regimam
agrcola aeguulo, em se nao anplicar maioi a cerlos
r.mos de e.pecie--. Mas o que I Deixemo-nos disso.
US crticos nao dormem, resolva a questao quem se
jolgar habilitado.
A nossa assemhlca provincial tem hoj de encer-
rar os cus Irabalhus. Conila-me que ficaram tlenla
o tantos projeclos em inimeira e segunda discQ dorminlo na pasta. Que all do orcamenlo e da
ioici policial n3opas rogajao. Ora, diga me la' Vine., em sua Ierra os ne-
gocios polticos correm assim t>eio qoe nflo.
Todos se propoe a's futuros eleiciaei, e enlendem
que devem ser reconduzidos por paga de icos re-
levantes lerviros. Acho bom, porem....
EleicOes, oh acra he que as couus principian]
a tomar urna face seria.
O partido contrario entra na concorrencia, e eu
tico a espera do ten procedimenlo. Elle adhiri a
concili?c.ao como divindnie salvadora dos deslinos do
Brasil, deve por lano ser franco sem egojsmo, libe-
ral sem lingimenl". Nao (raiam o peusamento do
gabinete os scui chefes.
A Iranquillidade vai inalteravel.
Saude llis deseja o seo bom amigo.
incumbe inspeccionar as operarnei da gereneia, sua I prejoizos e damnos qoe solTreram durante a viagem
icripturacio, relatorioi, e o que mais renpeitar aos no inleriHis da companhia, consignando sua opini.lo | le da lega^ao bnlannica, re im parecere, que serao submettidos a discusso, e
deliberarlo di issimbla geral.
CAPITULO V.
Da operarles.
Ail. 30. As operacei, que a compaohia pode fa-
zer, sao ai leguioln :
1.a Adquirir, por compra amlgavel ou por desa-
propriae.io, nos casos ira qoe for permittido, predio!
mediaule, ja se sabe, algum* forte eompeniac;ao.
Eicreveram urna caria inonyma eo referido Fon-
leca Guimaraei, marcan lo-iiie logar i hora para
que le achasie ahi. A usa carta nao dea importan-
cia alguma Gaimar.tis, e nSo foi ao rendez-vous
Da! depoii recebeu elle urna oulra que o ainea-
{ava, diztndo que ae na i comr*arece indicado, nao respon liam pela soa fortuna, nem
e terrenos para melhorar aqoelles, i edificar nes- i pelo couluio, que se lramava|cou(ra elle, e que teria
les- I de arrepender-ia em nao acreditar as avertancias
2.- Alugnr, por soa cunta, os predios qoe Ihe per-1 da amigos qoe quriam aalva-lo.
lencereiu. l A' \i la de lal iuiiUcUCM mouyuM, nao quiz
3.' Alienar os que nao Mu fizer cont possoir, ou GoimarSe deixar de comparecer; mas exigi do
aquelles, qu achem comprador que offerega preco Sr. chefe de policia que o auxiliasse, e que fosie
de uoloria vanlagem : em ambos o casos a venda na sua companhia a' casa indicada. O Sr. chefe
se realisar em baila publica, precelendo lo- satisfazando a esla exigencia acompanhou GoimarAis
BAHA.
Estatutos da comDanhia Predial-Bahiana.
CAPITULO I.
Arl. 1" Fica cnadi neila cidade urna companhia
oin a denominado deCothpanhii Pridical Bibia-
na, cujo lim lera edificar em lugares aadioi e ren-
dlos casas commodas elegantes paia seriin alu-
gida por presos io alcance de todas as fortuna-.
A edificarlo le far nao i por conta propria, co-
mo lambem pela do governo, da municipalidade, de
qaaesquer corporaees ou parlicularea, midianle
previo ajuile actrc do prec,o e modo do pagamento
das diversas obras.
Arl. 2 O capital, que po lera ser elevado ao du-
plo pela ii.sembla geral dos accionistas, ser de dous
mil conloa de rii, dividido! em viule mil accoes de
cen mil res. As entra las se firao de tres em tres
mezes, ni razao de 59 por acc,ao.
Art. 3 A duraran da companhia ser de 25 innoa
contados do dia ero que se concluir a primiira cha-
mada, se um anno antes da expirarlo deile prazo a
assembla geral, com a apprnvar.io do governo, nao
resolver proroga-lo por numero de vnlos qui repre-
senten) maii de melada do capital social.
Alem di-si, s poder a companhia disiolver-se
noi pulroi caso do arl. 295 do cdigo commercial.
Arl. 4o Os accionistas s sao responsaveis, na for-
ma do arl. 298 do cdigo commercial, pelo valor de
ion aeces, que podirao doar, vender, hypolbocar,
legar, ou pur qualquer forma transferir, precideudo
(m lodo caso termo lindado nos iivroi da compa-
uliu e asiigoa-lo peloi interinado!.
Art. 5 Podem ler iecionilas qoaesqner iudivi-
duos, corporales, ailebelecimentoi nacionaes ou
estrangeiroi qoe nao tiolum, pira ae-lo, impedimen-
to legal.
CAPITULO II.
Da anemba geral.
-Vrl. b A assembla geral lea compoila dos ac-
cionistas qui poasuirem dea ou miis acroes averba-
daa noi respectivos livros mi dias mies da reunan,
aalvo noi moa de transferencia por hennea, nos
quaei produzir.lo logo todos os sefli effeitoi.
Arl. 7 Ai reunin; serao convocada! pela direc-
loria, mediante annuncioi nal folhaa diaria! repeli-
do! por* oilo dias consecutivos, com declarando do
ohjeclo, qiiandu a convocir.lo for extraordinaria.
Arl. 8o llavera animalmente duas sesses ordina-
ria! noi meztt de junho ou julho, com intervallo da
15 a 20 dial, sendo a primeira para a apresenlirao
da. cunta, e relalorio da diracluria, e a segunda para
lobre elles ss deliberar, ouvidii as commiise per-
manenlea ou especiaei.
As reunioei extraordinarias lerda! lugar quando a
direcloria julgar conveniente, ou quando o ixigirim
do presidente da assembla giral accionistas qoe re-
presenten], pelo menos, um nxto do capital di com-
panhia.
Arl. Jo Presidir' ai insoei aquello dos accionis-
ta* qoe na primeira reuu ao ordinaria animal hoo-
var sida eseolhido por ploralidade absolola di vutos.
A lili incumbe i designarlo de doui secretarios, e
iui lubstiluicdlo, noi impedimentos interinos, locara'
ao presdanle di directorii.
Arl. 10. Compele lo pre-i lente :
I' Abrir, encernr i impender as inil!.
2" Minler ordem e reguliridada dos Irabalhos.
3" Aisignar os actoi qoe devam iir eipedidoi em
liorna da assembla geral.
} Coiivoc.i-la no caso previsto pelo art. 8- em
sua ultima parle, e lambem qoan lo nao houver a
directora fetto ai couvocacftea ordioinas mi pocas
competentes.
Arl. II. A'mesa, compoili do presidente a secre-
laroi, compele :
I- Fizir a chamada e verificar o numero doi ac-
cionistai preiente*.
2' Conlar-lhes os voloi na razio das accn, a-
pora-los.
I- Redigir ai actas e ler o expediente.
i' Escriver a correipondencia, que sera' assigoa-
da pelo presidente |- secretario.
Art. 12. A ordem da volaran -era' di um vol por
de* acrii.
Art. 13. Os accionisTaa que nao poderiro compa-
recer i' runiOeida aisembla geral, leem facoldadi
de enviar os lias voloi lmenle pira tleiraa doi
directores ; mis ueste caso n inellerAo o voto de
redi escrutinio fexado ero capa, que Irn' eilarior-
menle i tua signatura, e que lera' acompanluda
de urna caria a' rneta em que indiqui o accionlita
qoe o dive apreienlir. A mesa, dipoii de verificar a
. dentidade da firma, abrir' o rotulo com toda a pu-
blicdade, laocara' o vol na orna aem que leja
valo.
Art. II. Na* le jolgara' comtiloida a assembla
geni san que ae ichem presantes accionistas que
representen! um Ierro das acris, ou que com os
procuradores eaotonsados forreem maioria absoluta.
Arl. 15. He da privativa altribuicao da assembla
.eral :
I- Alterar ou reformar o eslatutos.
.'. Eleger a directora, a commiiso de contas e
quaesquer oulrai eipeciaei que julaar convenientes.
3" Approvar ou reprovar as cuntas e relalorios da
directora e das commissOes.
i- Appruvar as demiisei doiiinpregadui da com-
i pauliii que liouverem su vilo por uiais de dec m-
DOS.
- Aulsrinr despezas exlriordinarias ou conlri-
!> onerusos para cuj satisfago se exijam os recur-
os de mais de um ai.no ou clumadas extraordinarias
do fondo capital.
O- Aceitar a demis.Aa dos seus eleilo'.
7' Eiercer todo, os actos que, como cunsliluitivos,
llie devam competir.
Arl. Iti. 5i por falla de numero nflo puder i ai-
einblra funecionar no dia de.ignado para a sua reu-
iii.ij, se ara' nova convocaba! com a. formalidades
do arl. 7', o na>la reunido -er -n validas as drlihera-
(Oes lomadas com qualquer numero de acciuuislas
presente* ou representados.
Arl. 17. as reunise eatraorJiuaras serao la >
aoineiile discutido! os objeclosda convocarlo, puden-
do ser todava* recebidas indirares para se resulva-
rem lia primeira reunido ordinaria uu extraordina-
ria que ie leguir. <
AH. 18. Nao te potf" '
nos cslalulos na mesma Mulo em q
proposta, e comexerprao dos meinbros da directo!ia,
das Loiuoiis'iies lubru u objeclo de leus pareceres e
la mesa, iieiiluuu acrionita poden' fallar inaia de
duas vizea sobre qualquer imleria.
CAPITULO III.
Da direcloria,
Arl. 19. A companhia mi' nilniini.Irada pnr una
direcloria de cinco msmbrui, eleilus pela asiembla
ger.il por ricralinio secreto, e por maioria relativa
le voto.. A primeira eleicao ni se fara' de quatro
ineiiihrui, por sir o quinto, nos cinco piimcirus an-
inn, iiidependenla de volarlo, o accionista encor-
porador que presidir'.
Arl. 2"l. Os d rectores seriirao por doos annos,
menos os mais volados, que
dai ai formalidades do estylo, e a maior pobl-
eidade.
? Abrir conla corrente coro qualquer estabeleci-
mento de crdito, onde cum mais vanlagem posa
depositar leus capilaes em diiponibilidade.
5." Engajar no paiz, ou noeilrangeiro, operarios
habililsiloi.
6.' Importar directamente, para as obras, a ferra-
nie'nt i, machina-, materia prima e oulros objecloi,
que ofUrec,Bm vanlagem sobre os do paz em quali-
dade e pre^o.
".- Montar os e.lahelecimenlos auxiliares de que
carecer pan maior rapidez, e economa as cons-
truejes.
CAPITULO VI.
Dos dividendo..
Arl. 31. Dos lacros da companhia, provenientes
das operarees, se proceder' a dividendo seineslral-
mente, nos mezesde Janeiro e julho di cada auno,
depois de deduzidas as d -pe/a-, commissao dos di-
rectores, e a reserva do artigo segflinle.
Arl. 32. Se os lucros para o dividendo excederem
a (i por eeoto e n.lo passnrem de 8, se deduzira' me
lade do excesso para o fondo de reserva, e l|3 lo-
go 'lio seja maior. Se, porm, descerem os lucroi
abaixo di t> por cenlo, a differenca sera' preenclii la
a cnsli da mesma reserva, se a houver. O fundo
de reserva sera' aclivamenle empregado pela direc-
tora onde e como melhor convicr io seu aug-
mento.
CAPITULO Vil.
Disposices genes.
Arl. 33. Tomadas 10 mil acc,Ces,ier5o as que rei-
tirtm vendida* a quem mais der, porm niiuca
abaixo do par. O lucro realisado entrara' para o
fondo de reserva. Os artista! tem diieilo a duas
arenes sem premio.
Arl. 31. A assembla geral poder..' mandar cap-
lalsar, no ludo ou em parle, o fundo de reserva pa-
ra o empregar nai divrriai operac,Aes da Companhia,
quando vr, pelo sen estado llreseme, q'ie nao po-
dem seos dividendos descer abaixo de 12 por
cenlo.
Arl. 35. A companhia sera' instalada e principia-
ra' seus Irahalho. logo que forem approvados estus
estatuios, e llalla a direeluria.
Art. 36. Os accionistas qoe nao realsHrem sua
primeira entrada no prazo del.rminado. perderao o
direlo a HjU arqei ; os que, porm, leudo feilo a
primeira cuta la, deixarim de realiiar ai luhse-
queiiic, ficar.lo sujeilos a' molla de 1 por cenlo io
miz sobre i quanlia em falla al a immcdiala cha-
mada, depoii da qual, dando-se reincidencia, per-
derao lodos os seos direilos, meriendo em beneficio
da masa ai preslares anleriormenlo realisadas ;
salvo motivo extraordinario, reconhecilo pela direc-
tora, com recurso para a assembla geral, nao sen-
do em caso algum di.pensados da mulla.
Arl. 37. Os niembros da direcloria, e iodo os
empregados da companhia, sai responsaveis indi
vidoalmeele pelos abusos, que commellerem no
exercicin de soa. funches.
Arl. 38. Dos lucros livres nos primeiros 3 innos
ie lirarao ti por cenlo, divi liaos era 5 parles iguaes,
para eoinmisses dos directoral, e dos 3 anu! em
diaute 5 por cento.
CAPITULO VIII.
Das vantagens dos accionistas.
Arl. 39. Alm dos dividendo dus lucros e maior
valor provavel de suai accBei, lera elles a vanlagem
da serem preferidos :
I.- Para os empregos assilariados da companhia ;
8.' Para loe alarios das casas, im igualdade de
preco e garantas ;
3." Nn vend, que a companhia fizer ;
sV Nai empreilada de obras qoe a companhia
der oo lomar ;
5.- Na adinissa.i de eeus filhos as ollicinas e es-
tabeleciaento! da compinhia.
Arl. 10. O acconiila que desejar pos.uir a ca'i
da companhia em que mor.r, pollera' a Iqmri-la na
conformo!.ole do arl. 31, quir i dinhairo, quer pela
ain irlissc.ln do valor conveiicionado, a qual pode ser
feila : 1- pela d I icnja do aluguel ; 2- com ac^Ges
da companhia ; 3- a diuheirn pelo modo que poder
lomando se asiim a companhia para seos accionilai
uroa perfeila caixa econmica.
Art. II. A companhia, em lempo opporlono, pro-
curara' obler dos podern eompelenles urna amis.au
equivalente a melada ou doos lirroi do valor de su as
priipriedades, para mai eslender suas opeacoes.
Art. 42. A diner.lo dar' bazes para uma'compa-
nliia de seguros contra o fogo, afim de segurarem se
n.lo i os predios da companhia, como qaaesquer
onlros, e e-las bases, approvados pela assembla ge-
ral, formara o ama segunda companhia encurporada
a' Companhia Predial..
como amigo intimo.
All encontraran! efTeclivamenle os dous indivi-
duos qoe o esperavam, e disse-lhes o interinado
qui leudo aceitado o I rendez-voos i> qoe elles Ihe
linham dado, era oecasiao para declarar qoe crime
commetlido, ou que myslerioi exialiam a seu res-
peilo. Responderam-lhe que estavam promploi a
communicar-lhe lodo, mas seria s em sua presen-
il, e nao com lislemunhas. O Sr. Goimaraes ten-
tn diversas vezes a que elles fallassem empresen-
ta do chefe de policia, mas a nada se muveram es-
ses dous individuos. O Sr. chefe de policia, vendo
e.la resistencia, deicobrio-se, e disse qoe quem se
achava presento era o chefe, e iinmedialamute
prendin-os, e foram conduzidus para a casa de de-
tencao, aonde se inslaurou u processo.
Remelleiidu o Sr.cliefe de plida os autos do pro-
cesso ao Sr. promotor Ferreira Vianna.moco da orna
vasta erudirio, cheio de prohldade e de oin carcter
juslictiro, observou este pelo exame que fez no pru-
cesso, que um doi que se achava mus gravemente
complicado, nao liaba soltrido a ordem de priaio, i
no enlanlo que os oulros dous que servirain de seu
in.lrumunlo, foram logo presus, e ofllciou ao Sr.
chefe de policia nene sentido, pondenndo-lhe mais
a conveniencia desla prisao. Al boje ainda nu foi
preso o Sr. Alcoforado, e Iodos em mina voee pe-
dem qoe
Expliquem os sabios da escriptura
Que segredos ao esses da natura.
Todos s.1u do opimao que esses indivi luos ler.lo
lolloi brevemente, e que o Alcoforado n-m mesma
seria preso porque
Cessa ludu que a musa antiga cania
Quando o poder mais alio se'levanta.
Tnealroi.No Iv rico nicional leve lugar 8 qoar-
la reire*en:.ri i na iioile de21 do corrente. cun a
OperaBrincar com o fogo.izern que desla vez
a opera andn menos mal, que corrigiram os erroi
que coinmellerain na ultima tepreseiiiac,ao, e os pa-
pis foram decorados. Esta associacau val mal ad-
ministrada, e nao merece no rneu cunceiln apoiu al-
gum, apezar de ler passado as cmalas quatro lote-
ras para sua manulen{3o. Si a sua a tmiiii-lrardlo
fosse confiada a um homem cujo merecimento pe-
soal e cuja honeilidade Uta fossem postas emduvida,
poderia com certeza prosperar corn a roadjuvar,a
que tem dos Ii........- que a fon laruin ; mas do mo-
do porque vai dirigido pelo Sr. Amal, cantador de
modinhas e de fandango, lie de pessimo agouro pa-
ra ella.
OGvmnaiio marcha serapre a par da civili.ac.3o,
aprrsenluu em scena neslas ultimas noites a come-
diaUrna viagem por mar e por Ierra, he una
composicao que nlo se distingue pelo merecimeuto
luterano, nem 13o punco por um espirito lino e
delicado, mas ollirece coniludo urna uoite diver-
tida.
E-sa peca foi montada com lodo apparalo ; ai
vistas do scenano foram pintadas pelo dnllnelo sce-
nographo Sr. Bragaldi, o autor he o Sr. Fjancisco
Palha, muilo nolavel em Lisboa pelo espirito de
suas comedia., mas nessa elle nao o leve.
O de Sv Pedro com a pwjl daJoaniia I)auJa
tem dado suas endientes, e dizem-me qu fui lam-
bem montada com lodo esmero. Tanto urna como
oolro. foram honradas com a assiilencia de SS.
MM. II.
A opera Ivrica Italiana lero continuado com ai
suas repre.eiil.irii-'s e com as suas intrigas de basti-
dores, sem o que nao po ie existir nem haver canto-
res, secundo a opimao do actual gerente da opera u
Sr. M. A. de Araojo. Deu-se ltimamente a opera
Einauimnsicaverde, como dizia o Jo. do
Capole, e a excep<;ao da Sra. Dejean, aodou ludo
inaii n'u.na cmplela desorden). A orcheslra para
um lado, e o caulores para oulros, e assim se pai-
-ou a noile divertida para uns, e masianle para os
PAGIN* fcVULSa-
Ditlurbio.Presenciamos honlem.qoando regres-
sava do campo de palacio para e seo quarlel, a com-
panhia de artfice*, urna cena bem deiagradavel, e
qoe, i se nao lomaren) as mais enrgicas providen-
cias, temos de lamentar algumas consequencias lr-
riveis. Como dis*emos, no regrasso dessa companh a
parosla quarlel,numeroso concurso de muleques e
negro, reunidos em massa.acompanliavam a msica,
seguindo na frente delta, e de vez em quando davam
vivas, uns a policia e oulrn a hespanha, e cada um
desses partidarios como querendo levar de vencida a
sua opimao, dispulavain a preferencia, e por lim
Iravaram lula, e principiaran! a espancar-se desde
a rna rio C"llgii ale a rui .1 l'-.n, aoil.1l !..
p encarregase, nao chalante o exallameolo em
que se achavam. He para lamentar, que duran-
te todo esse conlliclo, hoovesie um soldado de poli-
cia, que ludo leitemunhando, se mostrasse indille-
rente ao que va, qoando Ihe cumpna fazer conler
a aquella canal lia infrene ; mas nao o fez, e nem
poderia faze-lo, porque nos chegou ao conhecimen-
'.o de que, nina parle dessa corporacao parlilha das
mesma* ideas.
Sevicia.Cnnli-noi qoe existe na roa de Horla
ama moga, qoe lendo perdido iui mal, achandu-se
de mu tema idade, foi confiada por sen pai aos coi-
dados de urna senhora, que parecendo dolada de o.-n
geuio dcil e religioso, nao passa de nma fera, poli
leva a maior parle do lempo n Iralar aquella infeliz
moca como sua escrava, fiizendo-lhe sevicias, e al
spancando-a. Nada mais triste i msi! .en iv I po-
de hiver, do que a falla de Tima mai, cujo imor e
de lieaean por seus Hlhos he mais qoe suflieienle pa-
ra se tornar dizua da lodo o apreco, mas se f al la
esta, tul i ... perde, amor, caricias, e se lica muils
vezesadstriclo aos caprichus daquellas, qoe n9o ob<-
lanle inculcarem-sede snnlarronas, perseguem, mal-
traalo, calumnian!, e.... bala, nao prmeguiremos
em semelhanle assamplo. salvo se reincidir no mal
que se causa aquella jnflllt.
Ilriga. Na noile dj dia 13 do corenle, brigaram
dous individuos na Tua Augusta, e lo encaruif.da
foi a lula, que om dos cunlendores de nome H i m.
ticou gravemente ferido com urna facida. Ignora-
mos quaes os motivos que deram logar a ma "brlga,
o cerlo he que o Tarto se diu, e, segundo dizem, s
depois de realisado he que a polica leve delle eo-
uhecimento.
O poni rfo* academiros e n tnrrrramento da aca-
demia.No dia 11 do crrenle leve lugar o ponto
e evirerramento dos Irabalhos juri Jicos da I'acull Ir
de Uireito 1 ti cidade. Foi um dia de alegra para
a inneidad acadmica, nns por liaverem concluido o
lempo pira sua furmotura, oulros pela pruximidade
della, e oulius, finalmente, pelo dcsfjo de abraca-
ren! suas familias. Diversos discursos e poesas fo-
ram recita lo;, lindos os quaes, vivas se deram aos
respectivo! lintel, que por elles foram correspondi-
dos. Em todo esse festejo lempre reinoo a melhor
paz, e nem outra cousa se deveria esperar da briosa
mocidade acadmica.
Ho'pial de Caridadr.Exisliam no dia 15 do
corrente 27 homens e 2.1 mulheres, miados pela
caridade, 13 hmense 15 mulheres qne pagam a'
casa, e (i pravas do curpo Je policia.
Total H1 doentes.
Hela.;io ,]a- pessoas que foram sepultadas no
Ceinileno Publico.
Dia 12.
Jos Alves Espindola, pardo, forro, solleiro, 19
annos.t.a-lru inte rile.
Kulalia, branca, i mezes.(Jonvuloes.
.Miguel, prelo, escravo, \> dias.Ttano dos re-
cem-nascidos-
Dia II.
Joaquim Feraz de Oliveira, pardo, furro, sollei-
ro. 35 annos.Tubrculos pulmonares.
Genuino Jos de Souza, pardo, forro, soltelro, 18
annos, natnral da I'anhiba.Diarrha.
I.ouren;o, prelo, eiposlo, 2 mezes.Convulses.
Dia 11.
Ihomaz de Aquino Piulo de Oueirez, bronco.
Porluguez, casado, 55 annos.Pliiiugman.
Manuel, br neo, 3 annos.Felin perniciosa.
Antonio Francisco Xavier, pardo, forro, 50 an-
nus, ca.ado,Atienri.ma.
Total 10.
Ale amanliaa.
COMARCA DE SANTO ANTA'O.
Victoria, 13 de oulubro.
Presentemente vamos pur nqni gozando de imna
e aprastvel paz, por ora nada patialba a Iranquil-
lidade publica, nem a particular, u que mais nos
alllige igorl lie a careslia dos gneros, e a falla de
trocos -
MARANHO.
Iloje pelo meio dia loraou poise da adminislra-
jao da provincia, peranli a assembla legHalivj
provincial do Maranhao, o Exm. Sr. Dr. Francisco
Xavier Pas (Jarreto, ja conhecido pela adminisira-
cOes, qoe fez com ipplauso as provincias da Para-
biba e Otra.
ii O Eim. Sr. Dr. Bemvenotode Augusto de Ma-
galhaes Taques, que araba de anlregir-lhe a admi-
ni'lrarni, parlir Jentro em poneos dias para Per-
nambuco, para on l'ern* nburanos pela acquisirao que fazem de um
administrador tao illalrado, intelligente, amante da
jusii^a, sisudo, circunspecto e inodcsla como o Sr.
O novo baivlono fez fiasco e foi piteado.
Na Lei, jornal conservador de S. Paulo, que
appareceu no dia 7 de selembro l-se o seguiute :
o A especulado em cousas sagradas vai pegando,
o raoalismo e super-licflu deseuvulvera-se em grau-
de escala em toda a provincia.
ltimamente em Campias foi preso un Porlu-
guez por se dizer o Messias.
ii Do processo que sa inslauroo, consla que elle se
recolhera casa de umfiele ahi enllocasa-ac em
um litar paramentado, afim de fer adorado pelos
seus adeptos, n
Este pseado Messias liaba s suas dozccordei-
ras(assim chamava elle as mullieres que o car-
cava, os seus doze apn.lolos, e lambem a sua Mlgfl
daleua que era a filha uu prolrgi-la do dono da
casa.
0 Sendo pergunlado no interrogatorio qual a n-
z.lo porque elle se recolhia em um quarlu cum eisa
inora lodosos dias, reipondeu que era paraperna-
lo beili-lo!
1 lie Me onde pode cliegar a lupersticao do nosso
povo, soperslictodivida Islviz ao pouco cuidado, uu
io* iulcres-es dos parochos.
O pseudo Meisias lavava todos os dias, os pea e
a agua era bebida pelos noa liis, que ui/.iam adiar
nella umgosto particular.
Sendo preso Itataa conservar-sa sem comer por
oplimai qualidades de que era dolada esse honrado
magntrado, o lornavam digno da eilima de lodos,
quanlos o conheceram. A trra Ihe seja leve.
Sabendo o Sr. lenle Joaquim Fahricio da
Mattos que e-lava Jes nerado poro haver pedido1
do cargo de delegad', de policia deste termo, pas*ou
H o evercicio ao segundo supplente o Sr. lenle Ha-
noel Jos Pereira Itorge.. Louvores seiam dados ao
Sr. lente Joaquim Fahricio de Mallos pilo desin-
l"resse, imparcialidade e honradez com que i orlou-
*e n,0/xe,cldo lo seu empregu. Por estas oplimas
qaalidadea elle deix i muitea >mi{oadi.s entre os
Vlclorieniia. por impedimenlu do sublelicado o
Sr. al reres Ger.ldo de Barros Coelli, enlrou no ex-
ercicio desle cargo o primeiro oppieiite Sr. alteres
Aievindre Jos di Ib lian la Cavolcanli.
Por aqui ja' se venden) escravus pelo valor de
dou* ronlos de ris ; e se o aisucar conservar o alto
preco a qoe esla lavado, os (eremos anda por mai*.
1 ambaro oieivtlloie.tio caiiiiim, na teira pr-
xima passada n-soriava-sc um por SOM, que apan
poderia viler 2C0?.
laque*, qoe he, um fazer olT-nsa a outros/um doi; ''"T ,H,"' ","""' PT'" "ue "*" 'orle do
cajiello do inglez, resulveu-sea salisfizero e-toina-
gu que nao adheria l -u < idea-
caracteres mili honeslos, qac leem exercldo presi-
dencias.
ir Sem fallarmos no Ic-lemanlin, que d,i dos seus
lalenlis, profundo bom aenso laclo admin slralivo,
o bem elaborado relalorio, com q.ie S, Exr. abri a
acloal essao de nossi assembln provincial, conlen-
lar-nos-hemos com mencionar aqu dou facloi, que
caraclerisam eresuinem, pira assim dizer. a sua lio
breve,-qaanlo judiciusa a Iminisir.ir.io. S. Exc. Ci
nm presidente icm roda, porque, limitado unica-
ineiil.! ao b mi diserapenhu dea deveres da sen cargo.
Dizem alguns que todos osgeneros negociaveis estilo
com pierjoi elevadoa pela abundancia do dinhairo,
mas se o ha com tanta failuia, he em nutras m.los,
e nao lias minhas ; purque este metal foge de mim
como o diabu da crur, e nao sei a que allrbua rte
mal, i porque de cerlo n he nao lerdiiheiro se a in-
vrja uu feitiro .ie algum excomiiiongado, ou se a ma'
orle Batalla, o que ludo pude ser.
i aga por aqui a noticia nflo sei se virdadeira' do
apparccimenlo de um doudo pe s ras dessa cidade
^r^luL^Tt0 dr '""Ca V-1* 'm*",cia b'o*P".inalo. qoefazifo.'miorr'eVideii'cl.^p.T.;
I Imporunlisiiina que deve fazer sentir ao governo liberna., onde exnga bellos: eopaiios. Se assim he,
cuidado da bom pioveilo Ihe faca.
i necessidade de Iralar cum esmeru
esmeiava-s- em administrar juslica com igual lede a! "Ja
Gregis ^oianos. S. Exr. he o nico presidente, I l,"",".C'a''
que. nesles ltimos lempos, se relira do Maranhao ,,f ,, !'"a."'i
respeitado pelos iornaes de ludu as ires polilicas
no lera' fazer uualaoer Iteraclo As"m' P.?r '" 5,b!do C0"M,af-t na levJa pos.i-
roi* sessl eJquc hoover sflu i*"?." h."S* ^SS'it^Sl **~M**-
niatracato cerra lo da.estima,veneraban e gralidau dos
Mdranhcnses.
Sainos lano menos su.peilos es revendo* e-tai
linlia*, que mu ponem vezes livemos oecasiao di
comnuiuicar a S. Ese, e bao ieuipre em objecto de
Hrvifo.
/'iihlirador Mnraiilicnse.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO
NAMBUCO.
CARTAS DA CORTE.
XII.
Rio de Janeiro, 2(i de selembro.
O S. Sfilrai/ur deve partir amanli.i para o norte,
educar.lo e ansiuu do nosso clero, exeiceudo so
bre ludo isso sua valiosa e nica legal mspec-
(ia.
fjue lal o magano, logo doze cordeiras
M.gdalena .' Safa !
t) governo acaba de mandar'fin cninmissau
llti i ite Buuibon o Sr. Ilerinau Herbsl, rog.n e
iciedade Auxiliadora Nacional, alim
planlaidecaima de asiucar para rae-
lliorar a industria du paiz.
Brevi apparecera a luz urna Irado o. io do Sr.
desembargidor Velloso de Oliveira, que Iral.i dos
malos da plantario da rinna, alim de que pona os
plantadores mala vantaj sanente colhcr o fruclo de
seu trabalho.
Nesta mesma obra vem um processo, por meiu do
qual e rxlrahem diversas core de caima que servem
I para pintura, lie mais urna descoberta digna da
: iciencia : assu.i pois a traduc.-o dtila i bri na nossa
! lingua patria, nao s sei minio pioveilusa p-ra os
senhores de engenlio que queiraui Untar mais ese
DE PER- produelo, como la iibem para o traducior. que alm
de faier um imp. rante lervijo a agricultura, deve-
ra llrar algum tieneficio por tal Irahallio.
Adeos, meu charo. Asiaudades do ten
Lucio Auna.
I lervirflo por Ira, po- o for.;a he que anda le d copias de mim, ainda que
deudo a melad si r reelaila .No lim ,|. dous pri- I me sinla boj- bastante alac.do de minha antiga e ha-
meires anuos lera'lugar a elei^Ao dos que aeverem I bilu-l Inmbeira.
suh'lituir ios menos volado, e issim se substituirn I O meu curpo c o meu espirito resentem se da pas
onnualrnenle os mais anligos. inac.in actual, ou antes compaililbam da ger'al in- que o portador nao se poda demorar.
Arl. 21. Nafalladosocii ancorporador, durante 1 acr.aj e marasmo cm que ullimumiuie nos ichamui. i Vi, Ii, e reli em teu Diario- a minha miisivi do
PARAIIIB.V.
Mam.ii guape, 7 de oulubro,
Somenle para apioveilar urna bella oecasiao vou
dingir-llie esta, anda que mili concisa e breve, por-
FHKi.l E/.IA DE JA BOA i Ai i.
DMA EST ATISTICA.
Serie de iiuadros eoiieeriieiiles a' mesma
freguezia.
RELAtAO DEMONSTRATIVA DOS HABITAN-
TES DA POVOACAO DE JABOATAO.
Eii.r"i/ Siitisiiuiia.
ContiouaQao. )
18 Jo3o Francisco da ronseca, 82 annos,
pardo, casado.
19 Agoslinha Florencia de Souza, 45 an-
nos, parda, casada.
20 Malina Mara da ConceQo, 18 annos,
parda, solteira.
21 Apolinario Jos da I'onseca, 30 anuos,
pardo, casado.
22 Anglica Mara da Concei?o, 25 annos;
parda, casada.
23 Damiana, 7 annos, parda.
24 Justina, S anuos, parda.
25 Joau, II mezes, pardo.
26 Joaquina Mara do Espirito Santo, O
annos, parda, viuva.
27 Manoel ,Martins>da Silva, 18 annos, par-
do, solleiro.
28 Jeronymn. 12 annos, pardo, solleiro.
29 silvino, 7 anuos, pardo.
30 Izidio, 4 annos, pardo.
31 Alaria, 10 annos, parda, solleia.
32 .Maura, 8 anuos, parda.
33 Almina, 2 annos, parda.
3* .Vital Henriques dos Santos, 40 annos,
Mauro, casado.
33 Josepha Tbereza de Jess, 30 annos,
branca, casadn.
36 Manoel, 9 annos, branco.
37 Joilo, 7 anuos, branco.
38 Jeronymo, annos, brar.co.
30 Hila, annos, branca.
40 Alvaro JoSo de Souza, 60 anuos, bran-
co, casado.
41 Leonor Mara da ConceicjSo, 23 annos,
branca, casada.
42 Francisca lgnacia da Conceitjao, 19 an-
nos, branca, viuva.
43 Juvino Jos dos Santos, 22 annos, bran-
co, solleiro.
41 KelisJosu da Silva, 50 annos; simi-
bi anco, casado.
45 Felicia Francisca Xavier de Altuquer-
que, 52 annos, simi-branca, casada.
46 Luiz Francisco de Mello, 50 annos,
branco, casado.
47 Tlieodora Francisca da ConQeicao, 50
annos, branca, casada.
48 Mara, j annos, branca, solteira.
49 Joantia, |.j annus, branca, solteira.
50 Manoel Joaquim de Sanl'Aiina, 38 an-
nos, pardo, casado.
51 Francisca Mara da <'.oneeic.no, 30 an-
uos, parda, casada.
."i-3 JoSo, 1-2 annos, pardo, solleiro.
5J Mana, 10 annos, p?rda. sulleira.
54 Senborinha.S annos, parda.
55 Librala, 4 annos, parda.
56 Jos, 3 annos, pardo.
57 Joaquim, 2 annos, pardo.
58 Diouizio, 1 anno, pardo.
59 Anua ./oaquiua do Espirito Sanio, 60
annos, parda, viuva.
60 Liboro Apolinario, 70 annos, prelo,
casado.
61 Anna, 65 annos, parda, casada.
62 Joanna, 16 annos, parda, solteira.
63 Lourenco. 9 annus, pardo.
64 Podro An onio, 59 anuos, pardo, ca-
sado. *
65 Antonia Maria do Espirito Santo, 52
annos, parda, casada.
66 Mana, 13 annos, parda, solteira.
67 Herculana, 11 annos, parda, solteira.
68 Leziario, 16 annos. pardo, solleiro.
69 Urbano Pereira da Silva, 8 annos, par-
do, casado.
70 Rosa Maria da Conceico, 35 annos,
parda, casada.
71 Isabel, 16 annos, parda, solteira.
72 Mara, 14 annos, parda, sollcira.
73 l'irmina, a annos, parda.
7 Henriques, 11 annos, pardo, solleiro.
75 Flix, 10 annos, pardo, solleiro.
76 Leocadio, 7 anuos, pardo.
77 JoSo, 3 annos, par lo.
78 .Manoel Pedro, 34 annos, pardo, sol-
leiro.
79 Lou.'enca,30 annos, parda, solteira.
80 Arceliua, 16 annos, parda, soltoira.
81 Manoel Antonio, 25 auiio>. pardo, sol-
teiro.
82 .Miguel das Anjos, 54 annos, pardo,
riuvo.
83 Antonio, 9 annos, pardo.
8 Joo, 2 aouos, pardo.
85 Alexandrina, 8 annos, parda.
86 Felicia, 26 annos, parda, solteira.
87 Joiio, 10 anuos, pardo. -
88 Auna, 6 annos, parda.
89 Mauricio Cinto, 90 annos, pardo, ca-
sado.
90 Joaquina Maria, 55 anuos, parda, ca-
sada.
91 Maria Pedro, 70 annos, parda, viuva.
92 Izidora, 40 annos, parda, casada.
93 Mara, 14 anuos, pela, solteira.
9 Manoel. 10 annos, pardo.
95 Joao Elias Cardoso de Mello, 44 annos,
branco.
96 Jose?ha Maria da Conceico, 40 annos,
parda.
97 Maria, 20 annos, parda.
98 Alexandrina, 16 annos, parda.
99 Joanna, 9 mezes, parda.
1U0 Manoel, 10 annos, pardo.
101 Jos sabino, 35 annos, indio, casado.
102 Joaquina Mara, 25 anuos, india, ca-
sada.
103 Mari", 6 annos, india.
104 Marcolina, 3 annos, india.
105 Agostnbo Ferreira do Nasciment, 40
anuos, pardo, casado.
106 Joaquina Maria da Conceigo, 25 anuos,
parda,casada.
107 Maria, 1 annos, parda, solteira.
108 Joaquina, 12 annos, parda, solteira.
109 l.ourcin;a, 9 annos, parda.
.110 Marlinbo, 7 annos, pt>rdo.
111 Manoel, annos pardo
112 Sezelio, 2 anuos, pardo.
113 Francisco, 7 auno-, pardo.
||4 D. Anna Jos de Mello, 78 annos, bran-
ca, sollcira.
115 Verdiana, 35 annos, parda, solteira.
116 Carolina, 2 anuos, parda.
117 Candida, 20 annos, parda, solteira.
118 Ursulina, 9 annos, parda.
119 Antonio, 17 anuos, pardo, solleiro.
120 lienjamin, 16 anuos, pardo, solleiro.
121 Ohr'slovfio, 14 minos, parde, solleiro
M Manoel do Santa Auna, 2annois. branco.
26 Jolo de Santa Anna, i auno, branco.
27 Joo Itapiusia de llrilo, 70 annos, bran-
ltrancos.
Pardos.
Ci ionios.
22
97
2
121
63 annos,
Sagas, 38 anuos,
eo, casado.
28 Francisca Mara de Jess,
branca, casada.
29 Man anna de Jess, 20 annos, branca
s.dteira. '
30 Manoel Antonio do Nascmonto,- 5o an-
nos. pardo, casado.
31 Josepha Maria da Conceic,3o, 26 annos,
pardo, casado.
32 Jos, 1 anno, pardo.
33 Antonio, 8 annos, pardo.
34 Florencia, 7 annos, parda.
35 Paulo, 6 annos, pardo.
36 Manuel, 5 annos, pardo.
37 Silvestre, 2 annos. pardo.
38 Rosa Cordola Meira Lima, 25 annos,
bra> ca, solteira.
39 Francisco Antonio
crionlo. solleiro.
40 Aleixo Germano da Costa, 35 annos,
branco, viuvo.
41 Jo3o, 16 annos, branco, solteiro.
2 Manoel, U anuos, branco, solteiao.
43 Maria, 12anuos, branca, solteira.
44 Jos, 10 annos, branco, solleiro.
45 Thereza, 8 annos, branca.
46 Francisco Antonio Hispo. 3
branco, casado.
17 Paula Mara do Espirito Sanio, 35 an-
nos. branca, casada.
48 Thereza; 12 annos, branca, soltoira.
49 Martinha, II annos, branca, solteira.
50 Maria, 9 annos, branca,
51 Luiza, 3 annos, branca.
59 I.uzia, I anno, branca.
53 Joao, 8 aunos, branco.
5i Jos, 6 annos, branco.
55 Joaqjm, 3 aunos, branco.
56 Antonio, 2 anuos branco.
57 Manoel Rodrigues Ferreira, 95 annos,
branco, cisado.
58 Delplina Maria da Conceijr ,26 annos,
parda, casada.
59 Agoslinho JoSo da Cnnli, 50 annos,
pardo, easado.
60 Floripio da Cunta Itilancourl, 15 annos,
pardo, solleiro.
61 Jos Antonio Mendes, 30 annos, pardo,
casado.
62 Carolina Mara da ConceicSo, 20annos,
parta, casada.
63 Maria, I anno, parda,
(trancos.
anuos,
Pardos. .
Crioulos.
Total.
21
96
63
C'Mi'innn'.
(Xommnuka')&.
A poste do Exm. Sr. Taguet.
No dii 1 do corrente, ao ineio-dia, depoii das
formalidades do eslvlo, lomoo posse da presiden-
cia deita provincia, o Eira, Sr. Dr. Bemvenuto
A.igusto de Mag'lhSes Taques.
He d crcr qoe Sua Exc, sabendo compre-
liender o psalo encargo da urna presidencia, tara'
jtisc,a a lodos, a que ser esse o proramma com
que eslrear.V a saa ajininislrajao, vuto como igual
eguio na provincia do Maranhao, onla diiiea
innmeros amigas e alTeicoados. Cabe-nos agnra
tributar ao Exm. Sr. Dr. Joaquim Pire! Machado
Porlclla os iiussoi encomios, pela iniparcialiade e
altenrao com qile, dorante a soa viee-presidenria, a
lodof Iratava, lazando semp.re jus|i;a a quem a me-
reca. Nao he a lisonja qua falla em nnssos cora-
coes, ha nm a lini;uagein da verdade qai nos mov
a iiso. Nada recebemos do Exm. Sr. Dr. Porlclla,
sendo as suas alienrSes, e nem mesmo temos outras
aspirarles mais do que a soa afilelo, a quem Ihi
trllala es-e voto de respeito e mais subida consida-
rifSa.
Alara occorreo-me a lernbranra que om rerlo m-
jltlo dala a poesa, sendo maltratado por outro qoe
se Ijnha em ciinla de bom poela, mas que de cerlo
c urna nia panav de um glosador desses presepc, do prin-
cipio do molido, que se eouomara presentar pelo.
musios malosao so ni de urna rabera de uiadeira de
uinbauba, viola desalina la e pandeiro. para ir.iis
pimpa do aclo aeoinpaiiliailoi da competenlo garrafa
da branca, itilicel|aguardenle, dirigoi-lbe ai versos
pie sa sc&oem :
Troveja, zoilo, vomita do peilo,
Oual do Lina fea, cncava fornalha,
As cliainmas da calumnia ; o misto espalda
Da iu!riia, da mentira sal.feilo.
Declara rniilia Inini renhido pleito ;
No lasrado ou piofano grila, gralha ;
Da la llogoi tora o Eolpe alalha.
Da meu carcter lirine o sao couceito.
Se a Oveja le estimula o peiisaiiieulo,
A margim do llipocrene recostado,
Eu formo rneu eterno monomenlo.
t) meu nome, jazenlo o teu cerrado
liiii tenebroso e vil e-qu.cimento,
Enlie o. vinlourjs sera' memorado.
Os genero, aliinenlicioi cooservam 01 mesmos pre-
ros indicados ni minha anterior musita.
Apenas, houveraui .ia prxima passada letra 31 j
bol, dos quaes >e venderam :llHi, sendo arroba da
carne calculada de ,",s a .'otlO ri.
Saude, paz e dinhenu. Ale outra vez.
O l'ictorten Total .
Engenho Qniaoutbo.
1 Silvestre Dantas Lima, 45 annos. bran-
co, <': adii.
2 D. Mara Archanja de Albuqucrque, 50
anuos, branca, casada.
: i .-('Mara de Albuquorque Lima, 23
anuos, branco. solleiro,
* Iradcisco de Paula Lima de Albuquer-
que, 18 annos, branco, solteiro.
5 1) Uaria Litis de Albuquerque, 20 an-
uos, branca, solteira
6 D. Luzia Dantas de Albuquerque Lima,
19 anuos, uranca, solteira
7 1) Anua Francisca de Albuquerque Li-
ma, 16 annos, branca, solteira.
8 1) Antonia Dantas de Albuquerque Li-
ma, 11 annos, branca, solteira.
9 Jos Correa do Lspirito Santo, 27 an-
nos, crionlo, solteiro.
10 Jos Joaquim di Luz, 32 anuos, pardo,
casado.
It Narcisa Maria dos Heis, 18 annos, par-
da, casada.
12 Candida Maria, 14 annu*, parda, sol-
teira.
13 Manoel Joaquim, 12 annos, pardo, sol-
leiro,
14 Pedro da Luz, 10 anuos, pardo, sol-
leiro.
I.i Domingos da Luz, I anuo, pardo.
16 Cosnio Mara dos Anjos, 38 annos,
crloulo, solteiro.
17 Anlonio dos Anjs, 12 annos, crioulo
solleiro.
18 Jos dos Anjos, S annos, pardo, sol-
leiro.
19 Cordolini dos Anjos, i annos, crioula.
20 Mililauo dos Anjos, 2 annos. crioulo.
21 Joaquim Jos de Santa Auna, 3 anuos,
branco, casado.
22 Mari Zercia de Carvallio,
branca, casada.
2:', Francisco de Sania
30
br,,nco.
21 Llculerio
branco.
do Santa
Auna,
Anna,
anuos,
annos.
CARTA III AO LIUEKAI. PERNAMBUCANO.
I/aud ignarus mali miserii suc-
turren dico.
Virg.
Continiiar.lii da liiitoria do primeiro Maccibeo.
Moslra si a ruflo porqoe o legundo Maceabeu, ou
o Argos ou o Liberal infiere o foi convidar para
escrever um peridico pulilico.Apparecimento
do terceiro Maceabeo.TraleJM que Ihe fe o se-
gundo Maccaluo e da oual foi instrumento inno-
cente o primeiro .Maceabeo.
Leiiores, segosles a narrar;,lo da historia do pr*
rneir M .reabro al o momento em qui elle foi con-
vidado para esrrever um afnfl polinco pelo homim
'fie imlia bem visivel e bem expniss, a' enlradi do
s^u ncnplnrie, a legenda > AOL'I NAO'SE
TRATA DE POLTICA.
Vou mora dar vos a raiao porqoe elle foi f -ejido
a fazer um semelliaule convite qoe pareeeu lio es-
tranlio ao primeiro Maccalteo.
E-s'a razao he obvia, a ella lera' ja penetrado em
vos-o espiilo, porque os faclm ao reseentes, a lal-
vez mullos denlre vos tivesitii Ii lo occasiflo de pre-
sencu-lus, ou pilo menos de ouvir contar os esfor-
(Oi fetos peto primeiro Maceabeu em prol doa ven-
cidos, e.forcns quo Ihe grangearam um bem mere-
cido nome. Era ene nome qoe o segundo Macearlo,
fazendo semelhanle convite ao primeiro, pretenda
espiar! para mairres vdos. a>
Alm deque o hornero daTegenda sabia qoe o
primeiro Msccabeo liaba recebidu muitai a honrosa!
rnauifesls(esdi pessoas dislinclai a conhecida pela
.sua adhesAo ios principios liberaes.^o su desla co-
mo de ootras provincial do impertir E para que
nao juren s as palavras desta muilo vindica narra-
iio, vou por sob ai mm vistas algomas carlai, que
Biqaalll perigosa qoadra Ihe foram dirigid**.
Esla primeira carltri cujo contexto ideo ler lia do
muilo d,..imrio e illu.lrido Dr. Taamil Pompeo de
Souzs llra-il, um dos chefei do partido liberal na
provincia do Cean', e que ha muioi innoi se tem
constituido om dos mais dignos defensores dos prin-
cipio! liberis, sem lodivil ler prostituido a im-
prensa, durante louuoi annos, com diicu'iOis da vi-
lla privada do cidaddo, como o lem feilo diariamente
0 l.ib-iai Pernariibicaiio... Nem carta o Dr. Pom-
peo dizia, em 27 de maio di 1819, estai paravrai ao
primeiro Maceabeo :
o O talento a coraren) com que V. S. lem defen-
dido os foros da liherdade na assembla provincial
de soa desdilosi provincii, por enlre os insultos,
punhaes e (oda a raiti de amearas da policia,me *n-
cheni de adinirar,v>, e produzem em roeu corafao
01 mail tratos senilmente! de cou-iderac.lo e ivm-
P itliia, as.un como em lodui 01 conc,e libenei.__
Podem os ergasliilns do despotismo comprimir por
algum lempo | llberdade, porm em qaanlo a palria
conlar lillios (Ao di.nos como V. S. a causa da llber-
dade nflo esta' perdida. Aceite, porlanlo, esla con-
ssao Ingenrja de meus senlimentos, e a certeza de
qoe me dir' sumnio prazer ai em mim descubrir
ilguma cousa, em que poder preslar : pois ioo de
V. 6. collega, amigo, etc.Thomiz Pompeo d Sou-
za brasil.
Lede mail esla carta, qoe he escripia di plala e
no meio doi solTrimenlos. Foi ella dirigida io Dr.
Vicente Ferreira Gomes, qoi a levoo io primeiro
Miccabeo :
o Doulor.O nosso imigo Jos llygino aeiba de
mostrar-me a sua carta, e nao podendo responder-
Ule ja o laca eu por elle seo pedido.
F.-lou per-uadiil i qoe V. leria preso logo qoe se
apreienlasse na membla provincial. A irnmorali-
dade da gente que boje despeda a nossa (erra be la!
que nem ao menos prorura ella cnhonesiar os seos
actos ; mas entendo qoe sollo e bvre, tomo V. cila,
nos pode fazer rnuitos servidos.
"^ 1 OF, (o primeiro Maceabeu tem-si tornado dig-
no dos noss-is rspeitos i gralidao pela coragem com
que se ha apresenlado, afroulando o poder dol je-
nisaros di pulicia, etc., ele. ; mas elle se lem esque-
cido dos nessos padecimentos, nem uina palivra l
ha dilo acerca dessas preiigaugas, em qua estamos
lenles e soffrendo lodo quanlo ha de privarles.
No uparasuassio onde esla' o Nello, l.ucem e ou-
lros, appareceu a peste e ai presos eslao amearados
todos de morrer de sararnpo e bexiga ; aqu nao tar-
da lamli' ni qoe ella se desenvolva, acriescendo qoe
eu e-too rom urna lerrivel in 11 imiii r.i-, de estoma-
go, da qual me na j poiso curar no mar e sem a me-
nor comiiiodidade, e o que direi da Austral '.' lie
aquella pr-flo urna cloaca, onde continuamente se
respira nm ar ptrido e pestilente
O I', primeiro Maceabeo que procure locar
uestes pontos.
Aqui e-lou eu. Jos llygino, liento e Leandro,
e no al'araguassiiii Loccna, Nelto, Amonio l.oiz,
Crrela de Mello e Bordes : na oAustr.U ha anda
21 preso, inclusive Feliciano, o general, Marinho,
Oliveira, l)ogo, etc., etc. Al o dia 2:1 do mez pas-
sado ludan) sido presos 2,002 individuo!, lendo si-
d) 1,667 mandado, par.. Fernando, Rio (randa a
Rio de Janeiro. Ha presos no llrum. Hunco, Ci-
i Pontas, cadeia, qoailel de polica, Hospicio e boi-
pilal da marinba, etc., ele. No hospital lem moni-
llo ja tres ou quatro, e o Jacintho Severiino acaba
de ser passado pan o hospital de marinha, qoasi
morr.r, Aden!, Ir-mliranrai a lodos.Seo amigo e
patricnTVililli lavares.
l.e le anda mais eita oulra caria, escripia do Rio
de Janeiro, a 9 de maio de 1819, e dirigida ao roes-
mu Dr. \ cenle Ferreira (jomes, que igualmente a
den aa | riuieiro Maceabeo :
Doulor.Sua carta inoito nos servio : eslava-
mus quasi sem noticia*, escreva-me sempre rircoms-
Isnna l.iiwnie ; eu e ,'qoero noticias. Ellas s3o
iiereisariai para que ludo si saibi a se publique no
"Mercantil.>,
Veja a rsrla inrlns qoe man lo ao Nello. Diea
ao llis. Mandes ao F. .,., arinatra Maceabeo que
Ibes dou o par-Din pala sen denotado procedimen- que iinalmeute
lo, e coniniuMique-lbes o conteudu da c*rla.
da
esrrivim-me, guardlrii segredo. Ale., amigo bel.
Pesso de Mello.
Poderia ipresentar-vos, leitore, muiloi outrc do-
'u i.ent.is pan provar-vos(um fado qne est no
dominio de todos, porqne li na apreciarlo da
oRevolociloo, escripia pelo Ilustre Pernambucano
Urbano S.bino l'.-.oa Je Mello, l vem o no-
me do primeiro Maceabeo mui honroiameole es-
tampado.
E onde eslava oeise lempo 13o calamitoso, me per-
gonlareii v, o segundo Maccibeu 1 Eslava reco-
Ihiilo em soa can, ginhandu locegidimenle, o sea
vinlem, sempre com o olhoi volvidos pan *ua le-
genda AQU NAO SE TRATA DE POLTICA,
ij. imprudente daqaelle, qoe i>aquella-lrimeuda qoa-
dra, onde nem a innocaucil poda eilar Iranqui la a
hvra di urna prisao, prouuuciaise lili a paliva po-
ltica r '
Eulritanto depoii qui ai pcrseguiroei amainiram,
depois di encerris a aisembla provincial, f. qua
o homem da legenda, o futuro Argoi e liberal
pegou nlla, lirou-i do p-ego onde eslava pendinle,
,i i loa a Imib gurt d,, dirigio-ie a casa do
mancebo, voao couheeido a conviJi-lo para cn-
ver um jornal politice.
Como vedes, leiiores, ese homem nenhum nome
enlao linha em poltica, a preciiava de um, e quem
Ib o poderia dar, naqoella poca, a nao su o pri-
meiro Miccabeo V Alm da qua elle, que nlo era
tolo, bem labu qaie, apreicntando-ia em leu propriu
nome, despertara urna viiivel luipeili, qoe Ihe nflo
daria lugar a crear raizes, a a e-iender ai suai Ii-
nhaa de Argoi. Todo nao ia fai de urna vez, he
pnciio lempo a geito.
dentis, urna upreienlaciio directa n.Tf darla oc-
casiSo a qua Ihe deiiem nina gargalblda ao Dar, a
Ihe diceisem : Cobarde I no lempo do parigo c,,n-
servasle-le silencioso a abrigado a loa legenda, a
agora, depon di lempesl.de plisada, he qoe apare.-
se gritando : lemol genli I 1 O lama I ve'nhi pira
c o I eme : quero mostrar m como soa capaz ee di-
rigir o navio livri-lo dos cachopoi em que.o dei-
xinm bater o loleires qoe a dingiim I !
Para avilar lado no, meus leilom foi qua elle ie
dirigi a caa do primeiro Macabeo, a isso meimo,
lomadas lodu ai caalellai, nao le mimando txlve
a descer u suas escadas para sobir as diquella, sem
primeiro ibrir 'ai janellai di casa imarella, olhar
urna a moilai vezei para todoi o aagaloi do pneo
do t.-illegiu, alim da cerliHcat-ie ia est.ria ou n.lo *
por all alguns soldados da polica, oo algumas l.r-
daienciraida, sem refleelir que netse lempo, ja' l.
liba sid i diisolvido o batalhao de voluntarios
i Dipoil da publicados alguns nmeros do Micca-
beo, o papel, fot o mancebo, a quem condecen, pro-
curado em iui |ciu por um venerando ineiJo. nio
bi inultos innoi roobido a eiiitencia a a asta pro-
vincia qaa a vio oaicer, a a quem alie illuitmu com
o seus classicos a moraei eicriplos. Eisa vellio res-
peitavel conhecli u primeiro Micabeu desde i aea-
demia de Olinda a lambem da asumbla provinrial.
Ilonriva-o coro a soa amisade a conHaota, a aullo
leve logar entre alias aieiuinte dialogo :
Mea amigo venho dizer-lbe, que, apilar de
valha e cansado quero ajad-lo.
Oh qaanlo estimo e qaanlo me honra a la
coadjuvaran ihe dise o prirSeiro Miccabeo !
a Porm, meu amigo, altendi para a poca e
para o risco em qoe me mello, aoxiliando-o com r-
luns-, impo.aihiliii lo il* aovilla*? nnir trbalo*,
' nem. I..U..JI q.ir o ..uilliu na rfUacjaa, 1U-
lallivelmaule dimllli-tne, a isio eqaiva-la a tirar-
me o pa>.
Pois bem, reepondea-lhe o primeiro Maca-
beo, ii de mim depende o sagrado eiteja tranquillo.
Eslou cerlo disto, riipoadeu all, a eii-iqui
ja um artigo escriplo, bem conforma ao titulo do seu
peridico, V. eopii-o por sua Ultra, deixi o original
em caa, uio o manda da moda ilgam a lypognphh).
E depon accreicenlou': aa mesmo virei Inzer o
rligoi que for esereviado, a quando nao poder vir
ou achir algum amigo de canlianra, ihe ivnare pa-
ra o r boicar a' minha caa.o
Leiiores, o primeiro Macabeo pagou-n eitremi-
menle da eonlianca com qoe o bonrava uquell esli-
in ni I vellio. Iflo amigo da mocidade eilu non, sem-
ine cheio de pidavras inimadvni pira o seus disai-
pulos. sempre pacifico e jovial. Era o mesmo ho-
mem to conhecido por seus astimaveii escriplo-, nos
quaes ella relralava .leo eoraco bem formado, >ua
bella alm ., rom razio se dii qoe o eslvlo be o ho-
mem. Acconieeiu, porm, liilorri, que em om .
da houvesse falla de aulographo pira o numero te- '
guite do peridico, a o piimiiro Maceabeo alo lan-
do lempo nem animo de copiar om artigo do respei-
lavel velho, man fou-o levar a' lypographia com re-
commendn^ao de que o devolvesiim logo; o lutogra-
pho, porm foi e ii3u vollou rniii. Passados alguns
dias o primeiro Marabeo vio em casa do secundo esse
meimo aulograplio. Ficou sorprehmdido Era urna
inlideiidade praticidi coulra elle a o veneravel an-
ciJii !
Porque ia ticou com a notographo,n3o sabia o que
o aeu autor tralou com.igo .' I
Nada-! raspondea o homem di legenda. Ha pre-
cito que todos dmiem de dentro. A complicidade
repartida por umitas ha menor.
O primeiro Maceabeo, rio se. leiiores, vos rida
lambem como elle, mai ride um riio de deiprezo, co-
mo o fui o leu enlio !
Eslava o futuro Argoi a o falnro Liberal dese-
nliado lodo inteiro naqu.lle ficto Com rizao, disse
um philosoplis J. Jacquei Rousseau que era mia>r
muiti philosophii pan observar o ficloi pequeas a
ordniarios di vi la ; e mqaelle piqoano (aclo esla-
va patenlaa eararler do homem, un toda sua eilen-
sflo a comprehen-ao. |) ,lii por diaute o primeiro
Macabeo tomou suas med tai para ia desviar dos
manejos do aeguodo, e vds veris de quo modo o
pr-'iiscguio.
Dr. J. A. d< Figueireio.
AU.UMAS PALAVRAS SOBRE A VICE-PRESI-
DE.NCIA DO SR. DR. JOAQUIM PIRES MA-
CHADO PORTRLI.A.
Aciba da deixar a presidencia da provincia o Eim.
Sr. vice-preiidenla Dr. Joaqoim Prea Machado Por-
lelli : boje ao meio dia, do paro da cmara munici-
pal desta cidade passon.elle ai maos do novo preii-
denle nomeado o Sr. emvtuul,i Augusto di Maga-
Ibei.Taques, o govamo deili proviocii, depois da
nave-la administrado por man da (j mezai.
Como l'-rn-imbucanu, sabendo preiar o bem estar
e angranlecimeiito desla provincia, como cidadao
nao pudendo aer iiidillerenle aoi seui negocio! e dai-
linos, como homem emiiro, nao deixan l jama da
nutrir tenlimentos di jusilla pira com lodo a qual-
quer qoe a merece, nao pono furtar-me ao impulso
de meu curasao, pateoleaudo, ao registrar aqu eita
facto, a idea ou a jujzo que faco, e di que he orado-
ra a a luiiii ,u,n,ao do Sr. Dr. Purlelia.
Com effeito, iem se violar ai legras a leii influi-
veii da verdade, sem se contrariar ai ahsululoi e n-
crosiolos principio! da juilifa, sem se dlixar vmdar
pela prevencAn, desaliento, capricho, etc., nao ia
poda deixar de rander om vol de homenigtm a gra-
tidao ao Sr. Dr. P .rtella, peloi relevantes serviro-,
que ni vici-prasidiucia acaba de praslar a' pro-
vincia.
Quando homens pravectoi na administrado lo paiz,
quando eiladiilai dislincloi encanecido! na iervi;o
publico, Idrn encalbado a muiloi naufragado m go-
vernanra deala provincia, ola he pouco nolavel e
digno de particular menrao o modo liiongeiro e u-
li'laclorio com qoe o Kxra. Sr.Dr. Poitelli, eslrean-
do sua cineira administrativa, soubi eondazir o ne-
gocios i'u lieos, .:-ixaiido revelar lempra eiti todoi o
seos arios probidsde, iolelligencia a reclidn.
Quinto i leeo governamentil piopriaminle -lili,
S. Exc., ful ao peusamento do governo, ao program-
ma roinistiriil, procuro lomar orna reilidade, nes-
la provincia, a poltica de conciba;ao tantas vezes ri-
coii.inen lacia a apregoada do alio do throno, noroe-
aodo para os einpregos pblicos homens iiidillereutei
as parcialidades poltica! a mesmo psrleneeales l
opposu.ao, ama vez que ailiveitim nu cnndieon da
lei, ama vez que tivessem ai habiliticoei rqae-
ridas. r H
S. Exc. nao foi om presidenta de partido, j com
maneirai grvele cavalleirosas toobi lempre Iratir
bim a todos ; ouviacom Itenc.ao. alten lia toda as
opinine, a inll-xivel no campnmenlo de seos deve-
rei labia re.islir aoi empenlio a pediloa, a a rom-
per ale com o propnoi imigoi.
Longa di eonrorrir pan prostilaito di impren-
sa, nunc cni.cutio qoe cem lotoriacAo la se pu-
blicarse esosa Iguma em defeza de seus icios. Dio-
do toda lbenla te a oppoiicae na enunc-acJo de
eui principios polticos, fi, Exc. nunca procaroa
desrespeila-la para qua por sua vez fosse lambem
respailada a auloridade.
Todas ai vezei que ai reclamatdes c exigencin da
imprfns opposicioniti eram justase bascadas no
inltresse publico, a accdlo do governo fazii-se len'.lr
immedialamente em favor deltas nm le desviar doi
principio! da juslr/a que devam piolar o artos do
dininulridor.
He verdade qaa S. Exc. foi injustamente censura-
do, acremente calumniado por uiu desafelo, quer no
nJorual do Commercioi daqui, que-em varin cor-
respondencias a arliaos reoictlidos dista provincia
para alguns jornaei que se publican) do Rio de Ja-
neiro ; mas e-te arligos a correspondencias filhas de
uroa derepro eleiloral, em vez de produzir efleito
que seu autor linda em villa, era vez de driconcei-
tuar o Dr. Porlella, a tirar Ihe a forca moral de qaa
goza em toda a provincia, s redundaran] va descr-
dito proprio e nao Tizerara a menor impreOo na opi-
mao pul lice, sendo isto tanto man verdade que o
"Liberal Pernambucano, inconteilavelmeole a folha
mais acreditada da oppoiic,3o, nunca acompanhou,
nem sancrionou semelhanles fahidadei e dinlibres.
He verdade que ouvi dizer a alguma? pessoas, qoe
pan s. Ewc. fazer urna perfeila adminitracDo, e ru-
inar inteiramenteo prognmma mini.|rial, fra mil-
lar qae desmontasie das poiiclJe! ofliciiei cerlai ia-
llue.nciai locies, e dividiise igualmente os cirgoi p-
blicos por pessoas di nnboi os lidis BalUieaa.
ele. etc.
Mai esli idci, qoe ilgumas pinnas 't.nlvez excessi-
vamenle vigormai) formm da eenti.iae.ao, nao lem
orna applicacSo real no llrisil, nem em pirle al-
- guma.
Alm distoa le se allender qui semelhanle modo da
proceder seria antes ama rearcSo do que concliae,ao;
nue lodos os homem n;1o peusam do mesmo modo,
be boro,
C annos,
MUTILADO
qne o que para uns be boro, pan oulros he mi ;
que Iinalmeute um admini.tr.dor, alm de nao po-
Man- | der. curan cidadao que be, ser privado de mas idli
'-'"',7 I'.' apurado g.| da ...blea pol.lic,.. nao obilart. nao dever prevalecer-., de
provincial, com nola do, depulados. que lem aiseuto. iioa laioridada pan faze-l-i dominar, deve sempre
dos qaa MU* prei e fur-gid.,, dea que foram pre- | considerar lodos os homens bou', d.goos e merece-
.. d.p ,,. da, i. l.ll.r>,eom deelaraeflo do. nome, de | dores dos cargo, qne oceupam. a para M qoae, seu.
."."i'"i"la 1 i a. \""" a a """,'' e,,' *" i "'ul" fH"m '"Prvuppor a. p.etisa, l,.b.l.lac.,s.
' .1, !u" Mtepcaoda caria qaa V. ernqaanlo o oaabarM se nao demonilra, imquii.io
...e escreveu sao eica.sas a nolio.i qua daln vem. os fados n.lo o couv.ncera de que alia labor ira um
ILEGIVEL



UikMlO DS *I1NAMIUC0 BISTA AURA Ifi DK OITUBBO Al iSf
perreito engao.nan se pola dallar de convlrrm que
o r. Dr. I'orlella njn merece (la censura, purque
lia aguardava os faci-, esperara paloi acouteci-
mentos, para enlao, segundo a lei, a i villa da pro-
re lmenlo dos homens eumprlr o sea de ver oa obri-
gando-osa andar na rbita de suas allribuic,o>i, oo
deinitlindo os immtdialainente, aampre que a Justina
e a ra;.3o assim o acomelhasscm.
Nem se diga que ato ha una argucia da minli i
P'rle, oa desejo de defender os actoe de S. Eic.
N.i i. N;o he una defea, mas he jusilla que Taco ao
Sr. Dr. I' -rtella, a que enlendo deve ser falta a
quatquer que seaehar em idnticas circam*lancias,
seja quera fr, perlenca a que poltica pertencer.
lia cerina principios que devem estar cima das
i'oiisideracoes dos partidos e das pailitas meiquinlua
das faccSes.
Corno diaia. nao ha ama defeza lillia da amlradi ;
n.lo sou eu quero o dii, alo oa factos ; elles ahi es-
tn, fallam bem alto para ea uo ser lachado de
parcial oa visionario.
Nessea poucoi metes de aua administrarlo, a
leinisslo de autoridades e empresarios do partido
dominante, mas qae no desempenliavam a< anas
obrimcOaa, a (sistrnela a certas pretende atarra-
/.u i i.is e ootros muiliia actos de 3. Eic. iao provas
irretragareis do qne tica ponderado.
Pelo qae respeita a acolo administrativa, os di-
reilos individua, a liberdade, a segoranca e a pro-
priedade dos eidadSos, foram sempra garantidos, a
renda publica (Trreftea pela boa ftscalisac,ao e acer-
tadas providencial, floalmenle S. Eic. nunca per-
deu de vista as negocios e interestes poblicos. Sua
areSo adinioislrativa estendea-se constantemente,
por intermedia de seua mandatarios, a todas as lo-
calidades. Amia bem osjornaes nao fallaran) de
una acooteciroanto quilquer, ja S. Etc. havia man-
dado ayudicar do facto, inveatiKar todas as circoros-
tancias, e penas s- convenca de sua ciislencia, va na providencias que o caso eliga.
A industria, o curomercio e a atricullura foram
seinpre animadas e tmalas na devida conai leracSu
pelo administrador mostrado que ssbe quanto im-
porta fecundar e melhorar as verdadeiras feotas da
rlquea e bem alar dos povos.
Sirva para confirmar e agrcola inilallada por grande numero de agriciiilo-
res d'baino da aeua au'picioa c ira o llm de malhorar
a cultora da caima e a producido do aacncar, por
meio de ora engenho modelo e inslromeulos proptios
para este Cira. A tjicJ i de dous bancos commer-
ciaea, eujes escallo* foram tubmellidos a pprova-
cSo do governo geral. A assoeljfSo qae > encarrrga
de iutrndutir colonos, e qae auim proroelle ama
nova phaae a agricultura.
lie innegavel, he inoonleslavel, portante, qae o
Sr, r. l'oitella, nos seis mezes de aua aImiuitra-
cJo, salUfez completamente a honrosa missSo da ad-
ministrador, correspondeu a expectativa publica, en-
carando as questes administrativas, debaiio de lo-
dos oa seas pontos da vista, concillando as coasas de
modo qne desap,)areceiaem os conflirlos, < procu-
rando sambre li.innonis.ir o bem publico rom o ni-
i-,.... .>,,..,i0 dos cidado, segoindo deala Soria
o peii-diuenlo de um dislincto escriplor de que a
verdadeira or tero publica lie o reine harmnico do
poder e do direito, qoe sempre deveo ser concilla-
dos e nanea desunidos, visto como a ordem nao he
nanea inleressada na destruirlo complSJJ do direito,
assim como este nunca he interewado na destruirlo
do poder, sea principal garante. Muitoa oulros be-
neficios fez o Sr. Dr. Portelta a sua provincia no
-ponco espado de lempo qoe preiidio, e estoo inti
mmenle convencido de que anda faria maito mais,
se por ventara em vez de lutar com a situac.io pro-
pria da ama inlerinidade, fotse o presidente efiec-
livo.
Enlrelanto nao pauo deitar de agradecer, em
nome da provincia, os servicus qoe o Sr. Or. Portel-
la acaba de prestar e asaegurar-lhe ao mesmo lem-
ps, que adquiri litlos a' eslima e recontiecimento
de lodos o< Pernaintnic'anot.
Kecife 11 de oulobro da 1857.
O loiparcial.
e da estrada de ferro 20 por Ouj de prem o
Discooto de ledras, de 8 a 9 por cento.
Aceces do Banco, 40 a 4 de premio.
Ou.r.Oncas liespanliulas. 299500 a 30SOT0
Mochu de Coiio vells*
t f 6>iOO nuvas
t c 45OOO. .
Prata.Patacoei braaileiros. .
l'esoa columnarias. .
mezicanos. .
ALFANUEUA.
eiidimeulo do dia 1 a 14. .
dem do dii 15. .... .
161000
1|000
9JXXX)
2a<>00
20000
mno
3I7:3.tO>.'>8J
19:966jjti.'>3
337:3171833
Descarregam hoje Iti de oulubro.
Barca americana Virginiafarlnha de trigo.
Barca ingleza11 enmonemercadorias.
Brigue americanoFairyfarinlia da Irigo.
Brigue pnrtuguezI.aia IIdiversos gneros.
MOVIMENTO DA ALFaNDEGA.
Volumes mirados eom faienda ....
b com gneros ". ,
Total
Volumes -lindos
com fazendas
eom gneros
Total
CONSULADO (.ERAL.
Kendimenlo do dia 1 a 14. .
Mam do dia 15.......
98
258
356
179
589
768
37:747*134
2:l4Gj:'.lK
39:89 2033-2
0 1.- 60 pires de luvas brancas de algo-
dSo a 240 reis.
O 2." 1769 covados de panno verde a 2;200,
2194 varas de brirn n 8, a 440 rs., 930 ditas
de dito n. 6. a 1*0 rs., 1000 varas de brim da
Itussia a 78* rs.
O 3- 40! varas de brim branco liso a 420
reis.
o *- 980 caadas de azeito de carrapato a
29880 reis.
O 5y i trave de construeejo do 40 palmos,
e I dita quadrada, por 243 rs., 1 dita de dita
de 32 palmos, por 15;; rs., i2enchams de
qualidade, de 22 palmos a 5j rs 6 duzias
de taboas de amarollo de assoaltio, com 2
palmos de largura, e 27 a 28 de comprimen-
to a 144000 reis.
E avisa aos supraditos vendedores* que de-
vorJo recolher os respectivos objectos ao ar-
senal de guerra no dia 17 do corrente mez.
Sala das sesses do consellto administra-
tivo, para fornecimento lo arscnul de guer-
ra, 15 de oulubro de 1857. Bernardo Pe-
rcira do Carmo, vog'al e secretario.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do da I a 14. .
dem do dia 15.......
987*807
121S53
1:1098341
DESPACHOS DE EXPtlRl'ACAO PELA MESA
l)U CONSULADO OBSTA CIDADE NO DIA
15 DE OL'TL'Br.O DE 1857.
FalmoulliBniue ingle* O. Joan, Ilustro Koo-
ker li C, 60 saccoa assucar nascavado.
LiverpoolPatacho Ingle -S. P-tem, Frauciscn de
Paula Fineira de Saboia, 450 rh>rres
Loanda Brigue portasoer. (Parlador, Tliomaz
de Aqaiuo Fonseca & Filno. 2S pipa cachaba.
Rio da Prala--Brii(ue hespanbol Aiuuisliau, Viava
Amorim iV Fillio, 20 pipas alchol.
Rio da PrataEscuna liollandezs Nao Foi Venci-
da, Arauaua& Bryan, T saceos e 2S8 barricas
assucar branco.
EXPORTACAO'.
Parnhiba do Norte, hiate nacional aCamoes, de
28 toneladas, condozio o seguinte :366 alamos
gneros estrungeiros e nactonars, 1 aacco cera de
carnauba,
Liverpool por Maeei, barca ingleza Eleonor
Dodsonu, de 429 toneladas, coueozio o segniule :
1,450 saceos eom 7,250 arrobas de nsmear, 369 sac-
eas enm l,%"ia?robas e 10 libras de algndAo.
Falmoulh pela Parahiba, escuna bollandeza Ca-
lliarlnaD, de 220 lonel.il .s. conduzio o ei.-oinle :
1,235 cooros sainados, 6 dnzia< de Jacaranda'.
RECEBblN)KIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERNAMBLCO.
Rendimento do dia 1 a 14. 14:09982:13
dem do dia 15....... 4:63?966
DE
SANTA ISABEL
10.' flLCITA U ASSlCXaTlim
EMPREZAGERMANO
l.-s)>l' SaBBADO, 17 DE OLTLBRO.
Subir sceua o ezcellente drama em 1 acto, or-
nado de cooptis :
/ racaty.
Vai sabir com brevidade o hia.te Eshala-
C^o : para carga e passagoiros, trata se caen
Cae tao Cvrtacoda C. M., na ra da CaJeia
do Hccifo 2.
Para i
B.lii
A veleira sumaca Amphitnto pretende se-
Escravos pegas venda.
Dous pretos bonitos e Dorfeitas figuras, de
18 a 20 annos, urna muUlitiha recolhida de
15 anuos, cose bem c eugomma, optitia
mucamba por ser a isso acostumada, oulra
dita de 18 aiinos, linda figura, tambem ho-
nesta e recolada, tuna outra de 12 annos,
qui! cos bem, e milito linda, urna preta co-
guircommuita brevilade, por ter parte de! zinlieira, enpommadeira, o do todo mais scr-
seu carregamento prompto : para o resto,
trata-so con o seu consignatario Antonio
Lu/, do Oliveira Azovedo, ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa segu breve o brigue Ac-
tivo, o quai anida podo receber alguma car-
ga, como tnm boas accommoJafOes para
passageiros : queni no mesmo quizer em-
barcar mi carregar, podera entender-se com
os consignatarios Amorim Irnios, ou com o
camino na praga do cotnmercio.
-~ Para Aracaty, o hiate Duvidoso sahe
com brevidade; ja tem parta da carga : para
o resto e passagoiros, tratar-so com Martina
& IrmSo, ra da Madre de Dos n. 2.
&*l4?tf$.
18563/199
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeulo do dia I a 14.
dem do da 15. .
22:026; 67
1:848/906
23.-8759373
No ullimo paquete do norte, vieram de pisiagem
do MarauhJo dous artistas distinclos : a Sra. Ade-
laida Lsrombi o Sr. Frenchi, qoe faziam parte da
cumpanhia lyrica, de que he emprezario o Sr. Ili-
mouda. A Sra. I.arombi, a' ama formisura pnoro
ruinmum, ajunla urna voz de contrallo de um subi-
do mrito, sympalhica e hsrmonioaa como ama lyra.
Bella figura, maueiras seductoras, interprete fiel'dos
segredos da arle, possue um poder faicinador, que
se eleva ao prestigio. O Sr. Frenchi he om verda-
deiro artista, urna das glorias mais cabaea rio piano,
e o mais di.tinelo ejecutor desle instrumento que ae
lem vi tendo chegado da Europa a esta cidade, nao eonhe-
cendo a uingaein, sendo victima de intrigaa, prove-
nientes utiieamenle do seu alto tnerecimanlo, t ni m
parle no concert qoe o Sr. Remonda deu no Sania
Isabel, quando no principio ocurrente anuo aqu
tocou de passagem para o MaraohSo ; qoem nSo ae
lembrar das doces emoces qoe causn esse alalino
to pianista nessa occasio '.' Nunca ae vio um trian)-
pho uns unnime e m s espont meo ; todas a* pal-
mas e todas as ecclnmac,oet de eolhusiasmo foram
para elle, nessa noile que aempre Ihe lia de dar o>
mais gratas recordares, qoe um artista goza em sua
csrreira. Ssbemos que eales dous artistas van dar
aUuns roncertos no Santa Isabel. O publico deala
cidid j i conhece o talento do Sr. Fronchi ; enlre-
lanto sar-lhe-ha permrllido agora avahar o wereci-
nif nlo da Sra. I.arombi, e como orna justa tinterjpi-
rjo, levaremos ao seu conhecimenlo o segninle ar-
tigo qae eitrabimos da Xoca Hpoca do Maranhii.
que nada menos he qoe a conflsaao sincera e verda-
deira da habilidade desse cysne ilaliano, aportado
a nossas praias :
A Sr.a Larombi.
u Oovimos com prazer no domingo 27 do correle
a barinoniosa voz da Sra. Larombi, em um concert
que dea no sslao do Ihealro, onde ae achoo reunido
o que ha de mais grado na noasa sociedade.
o To avara he a Sra. Larombi dos dotes com qoe
a nalureza foi para ella 13o prodiga, que levoo al
aqu, sem nos dar o prazer de oovi-la, mas para que
nao nos prsuadissemos que o receio de car ella a
qoem dacondessa Maflei he que a faz'u estar queda,
desprendea o sea canto, e fez oavir a saa bella voz
sem que para iiso precisasse que o seo admirador
gaslasse se qaer um real... De grar,a e por convite
por ella feitos, mostroa que o routiool da compa-
n R un la era ella, e que a oolra que por alai
anda Improvisando da cantora, ato he mais do que
urnagaivolaque nosios mares abunda l mo.
A eu modo triste, como quem loffre minio,
d.lo, reunidos com a belleza de sen cararler, orna
expiessao s\rapathtea ao eu rosto, o arrepeudimen-
lo que parece Ihe pairar noa labios e morar-lhe
n 'I na, por sa ter deisado engaar pelo emprezario;
o anda mais a saudade de sua trra natal..... loto
isso a lorna sublime.
ir Quem llavera, qae, ooviudo esta molher heroica
despreoder de sna garganta afinadas olas, nao a
contemple como orna victima, que orre; en lu i sol-
fee e chora calada '! Ol ha inuilo qoe os no.sos
ouvidos i..lo ooviara urna nota grave l.lo bem atina-
da ha muilo qae o nossos tympanos, t ouviam
guinos, e oa uossos ollios i vluin Iregeitos e vi-
sagens.
Todos os Maranhentea, que le ouviram, e le lem
visto, le admiram a senlern os leas pezares ; tu par-
les e d'eulre nos, porem esla noile de prazer, qae
nos destes, ser por lodos tlernameote lembrados.
/. SI.
Navio enliado no dia 15.
Acararu'20 dias, patacho nacional Sania Cruz,
de 101 toneladas, capilo Francisco Joe da Silva
Ralis, eqoipagem 8, carga eouros, feijao a mais
gneros ; a Caelano C. da Coala Moreira.
Navios sabidos no mesmo dia.
Falmoulh pela ParahibaPatacho hoilanlez Ar-
noldina Catharinae, em lailro. PaSsaeiro, Juve-
ntano F. da Sliva.
Liverpool por Mic-ei Barca ingleza (Eleonor
Dodaono, capiao W. K. Casson, carga assocar o
iilgodo.
Rio de Janeiro pra Assu'Brigue nacional Mara
Lala*! eapilio Joo da Silva Maraes, em lastro.
Pessageiro, < i n.;.i I > Pereia Pinto.
AracatyHiato nacional iCapIbaribas, nieslre Tra-
jano Anlunes da Costa, carga fazendas e mais ge
eros. Pas-ageiros, Jos'Torqnato de S Caval-
can'.i, Justino Leopoldo de Sa Cavaluanli e I cria-
do, Jos' Pereia da Silva, Vicente L'iaicdes
Benevides, lenenle-corouel Francisco Roberto de
Oiivetra e 1 criado.
Ria de JaneiroB-igue de guerra nacional C)pi-
baribeu, cninmaiidaute o !. lente Ignacio Ac-
cioli de Vascoucellos.
<.?ft-lJ
Seabores redactores. Lj boje ero sua in-
teressanti: folba a n>rra*)aio fiel por Vmcs.
feita da posse do Exm. Sr. Taques no paco
da cmara municipal dcsti cidade, e como
estivesse presente aoaeto, permtllam, que
por este mesmo diario almire a delica-
deza com que proed-'u o Exm. Sr. Poitella,
empenhando-se sinceramente, para que fos-
soe^e o-mais esplendido e magnifico pos-
si vel.
NSo contente com isso, mandou S Use
preparar em um dos salOes do palacio do
gofernoum primorosissimo jantar, p^ra o
qual foram convidados nSo somonte o Esm
Sr. Taques, em bonra de quem et a da Jo, su
tiSo Umbem os Exms. Srs. commandanles
das urinas, e commandante' superior da
Suarda nacional ; clietos das rep.articOe pu-
licase muitas outrapessoas gradas.
Neste festim, onde a par da profusio, ob-
servava-se o mellior gosto o aceio, reinou
tambem a maior cordialidade e satisfcelo.
O Exm. Sr. Portella propoz varias saudes,
seudo a primeira ao seu successor, oF.xm.
Sr. Taques; a segunda ao Exm. Sr. cmn-
mandante. das armas, a terceira ao Exm. Sr.
barSo da Boa-Vista, e as outnis a differentes
pessoas presentes. Estas saudes foram to-
das correspondidas com grande enlhusias-
nio, propon lo tambem n Exm. Sr. laques a
Mmle do Exm. Sr. Pirtella, que fora do
mesmo modo por tolos correspotdida.
Oh quanto he bi*llo ver dous bHnens de
illuslracQao e merocimento tratarem-se as-
sim tSo dignamente continu o Sr. Dr. Por-
tella a proceder como at boj, quo todos o
proclamarao um perTeito cavalloiro.
Uio que assistto ao jantar.
Wct
t>
PRAC-V DO RECIFE 15 DE OI11BRO AS
i HORAS DA TARDE.
Coiaccs oOlclaes.
Cambio sobre Londres27 1|2 60 div.
Descont de ledras8 0|0 ao anu.
P. Burgas, prstenle interino.
L.Dk-hnurcq Jnior, secretarlo inleriiie.
CAMBIOS
Sobre Lndre, 27 l|2 d. a 60 d.
Paris, 346 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
* Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Accao do banco 50 por canto de dividendo por con
ta do vendedor.
< cumpanhia de Beberibe 608000 por ar..a&
c -> compauhia Peruambucaoa ao par.
c Ulitidade Publica, 30 purcentola pi
e c Indomuisadora. 61 ideza.
prajii
Arsenal de marinba.
Tehdo esta reparlito de contratar o for-
necimenlo de lijlo e cal, estes objectos da
tn,4j>or qualidade, para as obras a sou car-
go, inclusive as do meltioraniHiito do porto,
e coniialar tambem, para esto ullimo lim,
travs e taboado, sendo de tna eiras de
qualtlaJe, manda o lllm Sr. inspector fazer
publico, terom lugar taes contratos, me-
diante proposlas em carta tediada, no dia
17 corrente mez, pelas 11 horas de manhaa.
Inspecgao do arsenal de marinha dePecuam-
buco, 13 de oulubro de 1857.O secreta-
rio, AlcxatiIrc Rodrigues dos Aojos.
O lllm Sr. tnspoctor da ihesouraria
provincial, em cumprimcnlo da resoluto
da junta da lazcnda, manda Tazer publico,
que a conserva^o permanente da estrada
do Pao d' lbo vai novamente a pra<;a no dia
29 do crrenle, pela quantia de 6:90o reis,
por dez mezes.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria "provincial de
Pernambuco 9 de oulubro do 1857. -O se-
cretario, A. F da Annuncia^ao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da rcsoluc.To
da junta da lazcnda, manda lazer publico,
que a obra do 9.- laoco da vstra la do noile,
vai novamente a pra,a uo dia 29 do corre-
le, pela quaolia de 9:2365426.
E para conslar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario,
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de oulubro de 1857.- O secre-
tario, A. F. d'Anounciacao.
Pela contadoria da cmara municipal
do Recife se faz publico, que o prazo mar-
cado para pagamento do imposto de carros
do passeio e aluguei, carrorjas e mais veh-
culos de conduceflo, principia do !. ao ulti-
mo de oulubro prximo futuro improroga-
vel, o todos quer deixcem de pagar no refe-
rido prato, licam sujeitos a mulla do 50 0|
do valor do imposto. Contado'ia municipal
do Recife 29 de setembro de 1857. o con-
tador, Joaqoim Tavarcs i,o lov.iilio.
OSr colleclor das rendas provlnciaes
lo municipio de Cotanna tu/ saber que ern o
dia de boje Ihe foi entregue pelo delegado
dos'.n termo o cscravo crioulo de nome Luiz,
natiral da comarca do Linior-iro, de idade
de 5 annos, estatura alta, rosto redondo,
cab illos carapinhos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bextga, preso nessa cidade a ordem do mes-
mo lelegado, no dia 3 de Janeiro do car-
rente anuo, sendo avallado na quantia de
l:203 ; pelo que chama-se a tolas as pes-
soa que tiverem direito ao referido escravo,
pan que dentro de. 60 dias, contatos da pu-
blicv^o desle, apresentem na colleclori da
dita cidade sua justificado de dominio,
qual sera produzida peranle o juizo muuici-
pal desse lerrao, e lindo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, 4 por-
ta do mesmo Sr. colleclor, precedenlo-se
annuncio do dia e hora em que bouver de
ter lugar dita arremetacno, publicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do muuiciplo
deCoianna 30 uejulho de 1857.O escrivo
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lins
dos Gulmares Peixoto.
A administradlo geral dos cstabelcci-
mentos de ciridado, manda fazer publico,
que no dia 19 do corrente, anniversario do
nadroeiro do grande Hospital de Caridade,
estar o mesmo hospital aberto para quem
o quizer visitar, dosdeasll horas la ma-
ntilla, ate 6 o l|2 horas da tarde, visto como
pelo cresoido numero do doentes, a com-
modidade dos'mesmos, no pode estar a-
beito o mencionado hospital al as 9 horas
da noite, como nos mais annos se praticava
Admihistruc,ao geral dos estabelecimentos
de caridade, 15 de oulubro do 1857 o es -
crivilo, Antonio Jos Gomas do Correio.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho almitiislrativo, em cumpri-
mcnlo doart 22 do regulament de 14 de
dezembru do 1852, faz publico, que foram
aceitas as propostas do Joaiquia Menajes
Freir, Jos Francisco I.avra, Joo Chrysos-
tomo Fcrreira Sanios, Joflo Carlos Augusto
da silva, e Jos Hygina de Miranda, para
fornecercm :
A HEBAHQi MALLOGRDA
UIUlKGAm CORSA.
Seguir-se-ha a lepresenlar.lo da nova comedia ara 2
actos, do Sr. Mendes Leal Jnior :
QOKlTIilKfQUEBTOOOPEBDL
1 ei muar o espectculo com a muilo applaudida.
comedia em 1 acto :
1!AASSIGN\TIRA EMBROCO
A progracaO.
Principiara as 8 horas.
Os hilheles acham-se venda no ascriplorio do
Ihealro.
SEUUM>A-FEIRA, 19 DE OLTL'RRO DE I857.
RECITA 1XTIA0RDIIURIA.
(LIVKE DA ASIGNATURA.) '
llavera'um variado espectculo, no qual loman)
parte os Srs. Freuc'ii, Scanavino e a Sra. Larom-
hi, recentemente cheiados a etla provincia, a cujo
prosramma sera' en) lempo annunri.ido.
Os aeuhores essignanles tem preferencia aos seos
camarotes e cadeiras, e s se dispora' daquelles que
forem regeitados.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA M.
O director deste salao, participa a seis
illus' ss protectores, que offerece-lhes para
esta .'mana uu boa e agradavel exposi;3o
de vislas|tolas novas.
Vistas que serSo patentcadas at o dia 17 do
do corrente.
Guerra do Oriente.
!. O exercito combinado na Crimea.
2.a A sanguinolenta batalha do Alma.
3.* A sanguinolenta batalha ile lukerman.
4. Assalio de MalacotT e incendio de Se-
bastopol.
5.a O grande botnbardcaineuto de Pa-
lermo.
6." A esqua Ira anglo-franceza cm frente
de Ralisbona.
7. Vista do palacio da industria o seus
arreilores em Paris.
8 Lon.ecen no lago do Tumna na Suissa.
9." Ballimoie, porto commercianto os Es-
tados-Unidos.
. 10 Vista de Barcelona era Hespanha.
II. Vista de Bilbao cm Hespanha.
12 Porto do Calais a Franca.
13 A cidade de Trieste austraca.
1* Interior da igreja da Magdalena om
Fran;a. *
15 a Tabellas das principaes personagens
filustres decoragemdo mundo.
16.* Cabida d'agua do rio Clule, prcipi-
tado enlrea Franca ea Allemanha.
17. vista panorama de Constantinopla.
18.* .Viimi. jo I, liotan 'n u.culo em trente
da Cathedral de Milao em Italia.
O salSo estar aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada 500 reis.
Baile popular
DI!
MASCARAS E P1IANTAS1A
ixo
PALACETE DA RA DA PIWIA
Domingo 18 de oulubro.
Indubilavelmento havera baila neste dia,
para commodidade dos concurrentes llavera
vestnarios e mascaras para alugar, por pre-
50 razoavel, e os carios ao ingresso esta-
r;lo a yenda nc lugar do costume, no dia do
diverlimcnto, que deve terminar as 2 horas
Leilo
FABRICA DE SABA 0.
Sexta-fera (>dc i.ovt inhro
A requerimento dos administradores da
massa Taluda de D. Candida Mara da Silva
Lima, viuva de I)llino Goncalves Pereira
Lima, de ordem o cm presenta do Exm. Sr.
juiz especial do commercio, far leilo o a-
gentc llorja, dos objectos seguidlos :
l ni sobrado com 60 palmos de frente e 256
do Tundo, me is 2 casas terreas com 35 palmos
de Trente cada urna, e 85 de lundo, em que
se aclia esUbelecida a fabrica de sabSo, sita
na ra Imperial desta cldade.al com terreno
baixa-mar no Tundo das mesmas casas, com
r. un lio, cac.guindaslede Tarro.duas grandes
caldeiras de iiianipulago.com mexedores de
Ierro movidas por vapor, calrJVlra e machina
de vapor lo for^a de seis cavallos, duas ser-
ras, sendo una vertical, e outra circular,
bombas de Trro, ludo movido por vapor, n
grandes depsitos do madeira ou resfriado-
res de salino, comportando cada nina mais de
mil cajxas, alem de urca munsidades de
uleosilios, proprios do estabelecimentq.
Oito esclavos de dilTerentcs idades jaacos-
tuinados no servido da fabrica.
Um laboralono cliimico para a analyse,
contemlo pe^asde vidro e metal mui impor-
tantes; urna portjao do frascos com accidos
etc.
Carteiras, almarios, prensa de copiar, ro-
logio e mais objectos do escriptorio.
Unta terreno com 100 palmos de frente e
fundo al baixa-mar, annexo a Tabrica.
33 cascos coa azeite de palma, e urna por-
Cfiodaililoem deposito cm um lauque de
ferro as 10 doras em ponto do supradito
dia, na mesma fabrica, lera lugar o leilo.
I.L1L\0' DE MOVIS.
O agente Borja far leilo, por ordem e
conta doSr. r. Burdcl, chancelror do con-
sulado de Franga, que brevemente retira-se
para a Europa, dos seus movis, consistindo
em nina grandu mobtlia do jacarania, 'can-
delabros, lanternas, jarfos, bonecos e mais
enfeites de porcellana para sala, urna pti-
ma estante com mais de 300 livros de direi-
to, historia e litteratura, urna secrotaria, um
magnilico estojo com preparos precisos para
t igein. um dito com um par do linas pisto-
las, urna riquissitna espingarda de 2 canos
pata caga, obra pouco vista tiesta cidade,
urna escellente machina de daguerreotypo,
nova, guarda-roupa, commodas, cama fran-
ceza de ferro, com cortinados, marquezas de
dormir, mobilia de amarello para segunda
sala, guarda-louga, aparadores, mesa elsti-
ca do jantar, dtlas commuxis para engomma-
do e cozinha, ap >arellios de louga lina e or-
dinaria para almoijo c jantar, vidrus diver-
sos para servido de mesas, utencilios o mais
arranjos indispeusaveis de casa, e oulros
muitns objectos que se ach'ro ptentes na
occasio; assim como tambem um ptimo
cavallo bastante gordo, com todos os ar-
reios: segunda-feira, 19 do corrente, as 10
horas em potito da niaiihJa, na residencia do
supraditu similor, aa estrada de Joo de Car-
ros, sitio logo depois do da Cscala.
O agente Borja, etn seu arma/em na
ra do Gollegio n. 15, far leilo, de urna
immenaidade de objectos, consistindo em
obras de niarcineiria novas e usadas, de
differeiiles quaiidades, varios pianos do me-
sa,- vidros, euftjjts-tie porcellana, e mais
adornos de sala, e oulros mullos artigos ele,
que fora desnecessario mencionar, os quaes
sero veudos definitivamente sim limite
algum, bem como urna porgo de saceos
com arroz pilado, superior: soxta-feira 16
do corrente, as ti horas da manhaa.
O agente liorja tara leilo dos movis
etc., perlencentes a urna familia eslrangeira
que brevemente se retira pata a Europa,
consistindo u'uma excellente motulla de ja-
caranda, candelabros o laoternaa de vidro,
vasos, figuras de porcellana, e mais adornos
para sala, tuna ptima secretaria de mogno,
dous sob'ibos guaida-roupa e guarda-ves-
tidos, urna rica cama Traucuza com cortina-
dos, loiielte, lavatorios, marauezas de dor-
mir, commodas, urna solfrivel mobilia para
vigo, tanto de casa como de ra, e de muilo
boa conducta, o quo fungase, urna negro-
ta de t8 anuos, a melhor Figura possivcl e
sem habilidades, urna preta do 30 anuos,
boa para qualquor servigo pola sua Torlilao,
principalmente pira ra ou mato, do quo
entende bem : na ra do Cabug n. 9, se-
gundo andar.
10l)#000 (le graicaQfio.
Fugio no dia 22 para 23 desetombro pr-
ximo passado, do edgenho Rede, freguezia
de Santo Anto, o escravo de nome Anto-
nio, cora os signaesseguintes : mulato aca-
boclado, altura regular, cabellos um tanto
sollos, basUnte ggo, com 22 a 25 annos de
idade, ollicial deoleirode formas: quem o
apprencnder, leve-o ao dito engenho, ou a
ruada Senzala Nova n. 33, onde rebeber
dita gratificagSo.
Em resposta ao annuncio publicado no
Diario do houlem sobro a casa da ra da
Mangueira n 5, declara-se que esta casa se
acha penhora la por execugo maior de
8:000jj, de Marcolt io Gongalves da Silva e
mais herdeiros do linado Francisco da Silva
contra Antonio Gomes l'essoa e seus filhos.
--- O billietj inteiro n 3037 da seguirla
parte da primeira lotera concedida a beue
icio de S. .Mijia| de Barreiros, pertence ao
I)r. Francisco \avir Pereira de Brito, do
Rio Chande do Norte.
O Sr. Juviniano Diaman'ino Alves Li-
ma, le urna caria vin la do Rio Grande :
uoarmaze -, n u, do largo da Assembla.
Preciaa-se de serventes, forros ou es
cravos, na fabrica do sabo do Recife: a
tratar na mesma, confrooio ao porto do
forte do Bum, ou no largo la Assembla,
armazem n. 9.
Descji se com.->rar 6 a 7 varas do ren-
da de bico, que seja bem la'ga : na ra l)i-
reita n 2, oja de fazendas.
Compra-se urna balanga grande, da 2
canchas, euj terno de pesos ; na ra do
ICiicanlamciito n 3, armazom do couros
das 9 horas da malliaa, as 4 da tarda. "
Presunto de Lisboa.
Vende-se superior presunto de Lisboa a
400 reis a libra na travossa das Cruzcs n 14
Quem annunciou querer 2;50tb, que-
rendo ale 1)4, procure na loja n. 10 da ra
estreila do Itosario.
- O Dr. Pamihilo Manoel Freir do Car-
valho, retiran lo-se boje{!4 do corrente) para
a corte do Kio da Janeiro, no pode pela ra-
pi lez de sua viagem dospeJir-so de tolas
aquellas psalas aqun deveamizade e at-
tengo, pelo que pe lc-lhes dcsculpa desta
falta involuntaria, e ofTerece-lnes naqueila
corte o seu limita lo prestimo
Precsase de urna ama para o servig i
interno de urna casa de homem solleiro : a
tralar na ra do Kangel n 13.
Precisa-sc de um forneiro, na padaria
da ra dos Pescadores ns 2 o i : a Iralar na
ra do Kangel n. 13-
Furtaram do sobrado do aterro da
Boa-Vista n. 17, ua tarde do dia li do cor-
rente, um relogio de ouro horisoulal, de 88-
bonote, lavralo, tendo no meio do fut lo
urna flor, o qual relogio he pequeo o he do
senhora, levando no relogio urna corrente
c >m passador, e no lugar da argola existe
outra argola com urna chave cora 2 corazes,
urna pequea moeda estraugeira, um cora-
qo de cornalina oncastoaJo, tudo de ouro ;
roga-se assim a qualquer pessoa que for of-
fereciio, quo o apprehHti la e o leve ao mes-
mo sobrado, qae sera recompensa lo
Avisase ao denunciaule que prevenio
a irmandad do Santissimo Sacra Tiento de
Santo Antonio, eonlra a obra da casa da rui
do Kangel n 31, aconselhando-a que proles-
tasse pela obesi la la do sen todo, ou besii-
ilade de sua cacholaquo he melhor refrear
a sua lingua maledicente, e em iugar de
morder quem Ihe nao olfende. cotuente-
se com agonisar os seus porcos de qum !i
o aluoz, e procuro um meio de DSoincom-
modara visinhaug cora os gritos dos mes-
mos, quau lo Ih t cshem debalxo do culello,
nfritigiodo as posturas municiones
O otTendido.
Precisa-sc de utn servente forro ou
captivo, para o servigo do hospilal do Todos
os Sanios da vencravel ordem lercera de S
Francisco: a pessoa que se quizer contra-
tar, enienda-se com o irmiio M .lo!o lva-
les Cordeiro, na ra da Madre de lieos.
O Sr. Joo Jos da Silva G iltrar".s ton
urna carta inda do norte, ni ra do Livra-
nienlo n. 4.
Precisa-sc de urna ama boa cozinlici-
ra, para urna caa de pouca familia : a tralar
tu taberna da esquina da ra dos Martyrios
n. 36.
Fugio no dia 30 de agosto prximo
passalo, do sitio da Embiribeira, Minoel,
mulato, com os signaos seguinles: idade
que represeuta ter 35 a 40 annos, alto, gros-
so, pernas grossas, ps grandes e radiados
de cravos de boba, bragos grossos, cabellos
cacheados, rosto grande e acaboe.Udo, pou-
ca baiba, falla-lhe un denle na frente, tem
a orelha esjuerda furada, masc fuoio, an-
da banzeiro, uilula-se forro, lovou caiga o
Hatos sabios in-
dianos.
Quem quizer passar mela hora divertida
ver as habilidades que sao capazes de exe-
cutaros ratos ensillados, pode dirigir-so ao
aterro da Boa-Vista n. 27, das 7 as 10 horas
da noite. Prego la entra.la ifOOO para pes-
soa adulta, e motado pedos meninos.
Ven lo-se utn sabia muito cantador :
na botica da praga da Boa-Vista n 22.
Vende-se urna rica cadeira de arruar,
bem pntala o dourada, com sea competente
caixSo para a guardar e reservar da pueira :
quem a proteo ler, enienda-ae com Caetano
Pinto de Veras.

Fiaeao e tecids
de algodo.
y* .\"+o. r*4
RA DO UIIMADO
iyiTTMo'tfj^
Grande sorti-
inoiit (le fazendas de lo-
Oa Srs. socios commanditarios desta croprxza sao
chim.I i ios a r-iiiiir.oii so em assembla gtral, no
lia 93 do corrente, as 11 horas de manhaa, no asgan-
SL'^A' 2 r dUS*r' 0,;" *1"1ae, ae Am- Lencos de cambr.ia borJados, linos, para
rim, ro ilaCrui ii. ij, alun de elegerem umacom-i m0.........'"
Uilus de dito de linlio lisos para roao.
das ns quaiidades.
Corles de veslido de seda de cores o mais
superior e moderno qoe ha no mercado.
I'ei, i- de bretanha de linho lina com 6 va-
ras .............
Curies de veslido de laa matizada de novus
paifrOea com 13 eo>ados......
Hilos decalcada cssemlra preta e de cores.
Ditos de colln le goriiuiao de seda de va-
rios padroas..........
Chapeos de massa Irancezes formas novas.
Ditos de sol de seda....... .
missln te II meiiimos, para liicalisar o negocios da
sociedade.
Amorim, Fariat, Ciierra & C.
Pernimhuen, 15 d- oulubro de 1857.
Ol senliorcs^c.id
micos (jue assif;na-
S
W500
1500
lOOOO
:tooo
'73500
73500
I .--MI
ram para a liberdade da mulatinlia Feli-
cia, e que anda nao pagaran, queiram
mandar o importe de suas asignaturas,
ou na livraria ns. (j e 8, da praca da In-
dependenua ou na ra do Hospicio, casa
Jo acadmico Luiz Rodrigues Nunes, afim
de i|ue em breve se possa passar a carta
de liberdade.
Schaplieitlin & C-, ra da Cruz n.
38, receberain pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna poivao de quai tolas de vinho,
de tuna das mais afamadas vinlias do. Bor-
deaux : venden, a' vista da superior qua-
lidade, por preco coinmodo.
W secretario da irmandade de Nossa
Senliora do Terco, convida a todos os seus
irmaos, para ictiniao de mesa geral, do-
mingo (18), pelas 10 boras da manida,
no respectivo consistorio, alim de proce-
uer-se a' eleiro da nova mesa regcdoi'a.
Perdeu-se, desde a ra da Aurora
ate a do Encantamepto, V6S000 -s. em
sedulas, sendo urna de 20x000 do Banco,
outra de 20x000 do governo, urna de
5$000 e outra de 1x000: quem oiachou,
quetendo restituir, dtrja-se a ra da Ma-
dre de l)e Aos -irs. de en Vende-se boa carne do Ceara' a prero
de ix e 5x00 I por arroba, em garaja'os:
no armazem de Luiz Atines, defronte da
a I Can lega.
No'dia 13 do corrente, das i' pera 5 ho-
ras da tarde, foi roubala urna casa na Ca-
punga, levando o ladrao urna caixinba de
madeira rosa, guaruocida do lalao, com
utna chapa na tampa, gravado o seguinte
nome-John Whltflall-, dentro da caixa foi
um ogo do navalhas, urna caixa de vidro
com tampa de metal prateado, duas ditas
pequeas, um pincel do barba com fecho,
urna garraliniia para cheiros, lesoura, cai-
vete, e outro para unhas ; tamben foi den-
tro da caixa um rehurto de prata feito pelo
l.uvas de aeda de todas as quaiidades, para
liomeut, senhoras e meninas. .Q. y
Palitos de panuo prelo e de corea. 209000
Ditos de argeulina de cores escuras. 73000
Ditos de fusiao de cores asselinadas. (icOOO
Ditos de brim pardo lino...... 59000
Pablos de alpaca preta........ 4s000
Ditos de alpaca e gaugas. de cores. 13500
Ditos de brim de quadiiiibos..... 33000
tiondolaade alpaca prela e decores, ocOOO
Uoineiras de relroz cun lago de seda pira
senhora............ 93(i00
Chales de merino bordado em 2 ponas. 123000
Ditos de dito bordados em I pona. 93000
Ditos de dito com Itstra de seda .... 63500
Ditos da dlo lisos......... 5300
Ditos de dito com franjas de lia..... rOOO
Ditos de laa adamascados, prelos e de cores. 33000
Ditos de chaly bordados...... 103O0O
Panuo Gao prelo e de cures, pea lodos os presos.
Grosdenaplts preto e de coies.eovado 2-3000
Seda prela lavrada soperior..... 2s300
Pupelina de seda de cares innlisadas, co-
Aado............. 950
Chaly de cores, com quadros da seda, cu-
vado............. 850
Dito de cies lisos covado...... filo
La. de quadros pequauoa e grandes, co-
vado ............ 600
Lila eseda de novos padroes, covado. 800
Mauritana de seda matizada eom cinco pal-
mus do largura, covado...... I960Q
Ursulina de aeda com quadros, rainagtua a
^ lislraa matisadas, covado...... tfOOB
Sedas de quadriohos, cavado..... 950
Duqueza de seda con: quadros e ramagens. 750
Mussulina branca e de cores, covado. 320
Chitas francezas finas de novos psdrues, co-
vado............. 280
l-'rondolina de seda da lindos gottos, cal-
vados ............ 900
Em frente do becco da Cougr*ga;ao, passando
loja de firragens, a segunda de Tazendxs n. 40.
sala lare.-ior, mesa elstica de juntar, gar- fanllsa de i*da. ""' muUt0 ?e'
da-louca, apara lores, louca e vidros de dif- ^a b ann(?s Ut J url, CalV.O, OOtlO foi compra-
ferentes quaiidades para servico de mesa,' a' ma:5 "t l,-lur' "J cidalo do Ico, pro-
uleusis diversos, o oulros nimios arligos de
I^Oal
,$.
Rio de Ja-
neiro.
Segu com brevidade o brigue escuna
nacional Carolina, de primeira mar-
clia, tem parle da caiga prompta : para
o resto que Ihe falta, trata-so com OS con-
signatarios Novaos & C, ra lo Trapiche
n. .~)V, ou con o capitao na piara.

casa etc. ele. : sabbaJo 17 do correnti-.
as 10 horas da manhaa, na ra das Cruzes
n 28.
-=?-
&'0M$ &'MMi>.

ile Golanna.
No lia I" do corrente, pelas G horas
da maullan partir' para Gcianna o va por
"Ca niara gibe; as pessoaS que quizerem
ir, dirijam-se ao armazem dos Srs. Bar-
roca & Castro, na ruada Cadeia-Vellia n.
V, onde sabeao quau to "usta a passagem.
O vapor volta no dia 19.
Marauli&o.
Palhaboto Sobralenso recebe carga : a tra-
tar com Caetano Cyriaco da Costa Moreira,
na ra da Guela do Kecifa n 2.
Kio Gran le do Norte.
Segn em poucos dias o hiate Novo Olin-
da: a tratar comTasso IrmSos.
Para o iiio de .Jaiu iro,
O veleiro e bnm conliecilo patacho Valen-
te pretende seguir com muita brevidade por
ter metade de seu crvregament prompto :
para o resto eescravos, lrta-se com o stfti
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. I.
Cear.
Segu no dia 25 do mez corrente o paile-
bote Venus ; recebe carga e Dassageiros : a
tratar com Caelano Cyriaco da Costa Morei-
ra, na rulda Cadeia do ltccife n. 2.
Estando a coiileci:ionar-so o aluianak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a lodos os se-
nlioresquecostumam sernee menciona-
dos, queiram mandar seus nomos, mu-
dinoa de domicilio, ou outra iiualquer
lembran;a,que sirva para (pie seja o mes-
moalmanak completo: da mesma sorte
roga-se aos seuhores de engenlio e rendei-
ros; queiram mandaras aJteracSes que se
tiverem dado a respeito de suas propie-
dades.
No dia 13 lo crreme dcsapparorvu
um moleqtie dd nome Manoel, de idade de
9 annos, vestido com calca e camisa branca,
e chapn de feltro, be secco do corpo, lem
um calumbo na lesta quo. parece lobinho, e
3 bucea um tanto lo cida le um lado : ro-
ga-se as antori lados poliches, capilaos le
Campe e qual<|ii>-r pessoa que o encontr,
lie o levar a ra Nova, sobrado n 52, segun-
do andar, que sera bnm recompensado : e
desde ja se protesta contra quem o ti ver
acoutado.
Una pessoa quo ja' faz oxame da lin-
gua lalina, ensina a giammatica da mesma
lmgua: quem de seu piestimo se quizer uti-
lisar dirija-so a esta typographia que se
dir quem seja.
Necessila-se de urna pessoa habilitada
para ensillara grammatica nacional, arith-
metica, francez e msica a alguns meninos
em um euKeulio em Se iuliaen, a qual seja
casada, e ana senhora possa rnainar igual-
mente algumai mt-uinas : a pessoa que es-
livcr neste caso, lenlia a bondade do decla-
rar seu nome e residencia, que ser procu-
rada.
Prccisa-so de 1 menino para aprender o
ofticio de encaiiernsdor : quem quizer, di-
rija-se ti ra las Larangeiras n. 15.
l)'srja-se fallar cot o Sr. Manoel l.ou-
renco do Mattos a negocio de seu inleresse :
na ra da Concordia n. 25, segundo andar.
Vende-so um balea o e um caixfio de
amostra, cm lio ti estado ; na taberna gran-
de ao lado Vende-se urna csbnnha de 10 a lian-
nos, bonita ligora, pro?ria para o servijo de
casa : no aterro di Boa-Vista n 21,
Precisa-se de utn bom amassador: na
padaria da Cl pung.
Precisa-se de urna ama secca, para
casa de pouca familia, para o Itio-Formoso :
na ra do Vigario n. t V
Urna rasa terrea no liairro da Boo-
do, mas be n..lural da
vincla do Cear : quem o apprehen ler, le-
ve-o a ra da Praia n. 49, que sera bem re-
compensado.
tteii&Q.
O abaixo assiguailo pele aos Illms Srs,
quo tem cout'atos de negocios e consliluem-
se credor do Sr. Jos Baphacl, morador na
Baixa-Verde de Pajeo*, que venlmn ou man -
lem com as lttras ainantiaa 16 do corrente,
al as II ho as do dia, cm casa do cotigo
Joaqun Pinto de Campos, para receberem
a importancia das litas lettras.
Domingos de Souza Barros.
Lotera
01
acabm, lijlos de louca para ladriilio e
trancos de dito para cozinha.
Vende-se urna negrinha de i falo de 8
annos, a mais linda do. ligura e CeiQOes que
be possivcl,e pripna para quem tiver bom
gosto: na Pona Yelba, sobrado n. 33, se-
gundo andar.
- Precisa-sc de um caixeiro, assim como
Vista: nariia da Praia, primeiro andar n., um preto de aluguei: na padaria da ra das
43, |uc actiar com quem tratar. | Ciuzcs n. 30.
labricanleStanlTen Genova'-, aln de'ou-
tras miodezas, inclusive um aliador de na-
valli, de louro, a qual tem na bamba o no-
rae deMechi--: qu-jm souber desle roubo
e ler noticia na penltima, casa da Caoun-
ga, onde moram os eogenheiros da estrada
de ferro, sera muito bem recompensado,
levendo ser de 6 as 9 horas da noite, porque
antes andan nos sens traballios.
Defroutt (ta ordem tercei-
ra do S. Fraiicispo.
COXSULlOKl 110MEOPATI1ICO.
IX)
R.P.. A. LOBO HOSCOSO.
Medico parteiro e operador.
O Dr. LobaMoscoso, da consultas todos os
das e pralica qualquer operac.5o de cirurgia,
assim c iiuo.accode com tola a promptdSo,
as pessoas que precisarera do seu prestimo
para o servido de partos, praticando as o-
perarjOes manuaes ou inslrumentaes, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
da homenpalhia, quo tantas vezestetn ven-
tilo dtiliculdadcs, que pareciam insupe-
raveis.
O Dr. Lobo Moscoso, avisa a todas as
pessoas, quo costumam honra-lo com sua
clientela, que se aclia residiodo na terceira
casa di quaitcirao novo do lina lo commen-
dador Luiz Gomes Ferreira, defronte da or-
Icti terceira de S. Iraucisco.
Precisa-se de um cotilo 'le reis a pre-
mio, dando-se algum ouro e lirmas a con-
tento : quem tiver onnuhcie
I'erdeu-se da estrada dos Afogados at
a Ponte de Uthoa, urna carteira de lembran-
cas com 4 sedulas de-20/e 1 de 109: quem
acbou baja le levar a casa dos engenheiros
da estrada de ferro, na-ultima casa da Ca-
, punga, que so lbo dar metade da dita
quantia.
- Arrendi-se um sitio junto aos Reme-
dios, com tolos oscommolos precisos para
familia : quem a pretender, dirija-se ao pa-
leo do Terco, botica do Sr. Torres n 133.
--- Precisa-se de utna ama para cozinhar
o diario de nina casa de um hoinom soll-iro,
uo sendo preciso sahir a ra no pateo do
Terco n, 40.
O SENHOR IOS PASSOS.
O thesuuroiro do Scnhor Bom .Jess dos
Passosda veneravel ordem terceira do Car-
mo do Ilecife, nSo Ihe sendo possivel festo-
jar esta milagrosa imagen no dia 13 de se-
lombro, transfiirio para o dia 18 do Crrente
oulubro, o por isso faz o presente, convidan-
do todos os devotos a coneorrorem, tanto
com assuasassistencias a festa o Te-Dcum,
como com os seus auxilios pecuniarios,
alim de se poder fazer um acto brilhante em
honra olouvor ao reJemplor de todo o ge-
nero humano.
A experiencia tom mostrado que com
um cento de IiqiIos.so polo perfeitamenle
fallar, ler e tradu/.ir a bella lingui italiana
Ha um estrangeiro de boa moral, que por
pedido da diversas pessoas Vai abrir o curso
da dita lngu%, smenle para as senhoras e
meninas, um suas casas particulares. Oa se-
uhores pais de familia que quherem apro-
veiiaresta occasiilo o connecer as condicOes
do dilo ensino, ter3o a bondade de se diri-
gir aoatetro la Boa-Vista, sobrado n. 16
Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guiraa-
r3es, com escriptorio de advogado no pateo
do ollegio O.JS7, be morador na ra do Se-
ve ;ilha dos Ratos]
Precisa-se de 2:5003 a premio do um
por cento ao mez com hypntheca era bens de
raz : quem quizer, lar annuncie sua mo-
rada. .
Da ra da Aurora, casa n 44, fugio um
papagaio contra -feito: quoni o pegar o qui-
zer restituir, mande lova-lo a lita casa, que
ser recompensa lo, ou annuncie
--- Na ra da Praia n 46, precisa-sc de
urna ama pa a casa do pouca familia, forra
ou captiva.
oir-rcce-se um rapaz brasileiro de 20
, annos do idade para qualquer ar'umago
venle-sa ceb das em cestas a 800 reis o cen-! que Ihe convenha, para dentro ou mesm
to e despenca 1as a 640; a ellas antes que se lora da provincia, pi lo que nbriga-so a dar
S. Miguel di
Barreiros.
CORRE AM NIIW.
Ainla exiite um reslo dos felizes bilhetcs
e meios, com a rub'ica do abaixo assiguado,
na praga da Independencia ns. 4, 37 e 39, e
na ra da Cadeia ti. 45, esquina di Madre le
Dos.
Por Salusliano de quino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Travs de louro.
Vendom-se travs de louro de 35 a 40 pal-
mos de coniprimcnto : na ra da l'raia-dc
Sania Rita, serrara do Banks.
- Preoisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra do Queimado n. 1,
loja.
Envernisa-se mobilia mmto em conta:
no pateo de Santa Thcreza n. 8.
Precisas? do um homem pura traba-
Ihar em un sitio, e deitar sentido a algum
preto, mesmo nSo importa que seja casa-
do, sem filhos : na lojt dcfazenJas na ra
lo Passeio n. 7.
Precisa sede un forneiro : na pada-
ria da ra Direila n. 69.
--- Aluga-se umt ama para cozinhar
duas pessoas e cugommar para utna
patoo do Terco n. 141, segn lo aniar.
ceblas.
i\o armazom do largo da Assembla n. 9,
para
: no
fiador a sua conducta : DO caes de Apollo,
defronte da punte nova, no armazem dos
Srs Tasso Irmus.
as Cinco Ponas n. 10, so offerece
urna escrava para criar le ama de leite.
Co/npra-se erfedivamcute bronze, la-
lao o cobro vellio : no deposito da fuudicSo
da Aurora, na ra do Urtini, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fuudicao, em Santo
Amaro.
o'
REMEDIO I.MGOMPARAVEL.
UXUENTO HOLLOVVAY.
Milhares de individuos de todas as nacrjes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incompnravel, e provar em caso necessa-
rio, que, pelo uso que-delle fizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente sSos, depois
do ha ver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
ccr dessos curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as reatam todos os
das ha muitos annos ; e a maior parle deis
las sao tilo sorprendentes que admiran os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran! com esto soberano remedio o uso
de seus bracos o peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
devtam soffrer a amputacOo Dellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
decimento, para se nao submetterem a essa
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu reconhecimento, declararam estes re
sullados benficos diantc do lord correge-
dor.c outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren sua allirmativa.
Niagaen desesperara |do.:estado de sua
saude se tivesse bstanle confianza para en-
saiar este remedio constantemente, segiuti
do algum lempo o tratamenlo que necessi-
tasse a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar iticonteslavelmente : Que ludo cura,
O ungento he til, matparticularmente
nos seguinlet casoi.
Alporcas.
flaimbras.
Gallos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Eulermidades da cu-
tis cm geral.
Enfermidades doanus
Krupcijes escorbulicas
Fstulas no abilomen.
Frialdade ou falla le
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Geugivasoscaldadas.
Incba;(>cs.
Iiillaminacodofigado
da bexiKa.
innammaco da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
lo olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Ojicimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parto que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculaeOcs.
Velas torcidas cu no
dadas as pernas.
Vende'se este ungento no esubelecimen-
lo geral le Londres n. 244, uSlrand, tena
loja de lodos os boticarios, droguistas c ou-
Iras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800rs. cada bocctinlia.conlcm
umajiistrufco om porluguez para explicar
o modo le fazer usodesle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
MUTILADO

___
ILEGIVEL



DIARIO DE PHNAMBLCO SEXTA FEIRA I6DE OlTUSllO DE 1857.
DO
RA DA CADEIA, DlihKONTE DA ORDEM TLUCEIUA E S. FRANCISCO.
Onde seacbam sempre os mais acreditados modicamenlos, tan lo era tinturas como
aoi {lbulos,e preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
HREgOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita -'e 24 .
Dita de 36 .
Dita de 48 .
Dita de 60 b t
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual da medicina homeopathica do Dr. Jahr rom odic-
,1 cionario dos termos de medicina ; .
Medicinti doneslica do Dr. llenry.....
Tratamento do cholera morbs ....".
Repertorio So D Mello Horaes .
10/000
150000
209000
259000
30900*
10000
29000
20800
10/00
2/000
cfooo
1 'UUIAS PRECIOSAS-1

Aderemos de bullanles,
* diamante e perolas, pul- *j
* eir, alfinetes, brincos jj
e rozlas, botdes e anneit ^
* de diflereotei rosIos e de :*
* dirertas pedras de valor, f*
C. iiipr.-iin. vendem on
' Irucam prala, ouro, bri- j
* Hiantes,dianiaDlese poro-
SB las, oulras
.J joiasde valor
* ou por obras
*: fS
: : :
MOIElla i SIA1TE.
leJi DI eilRIVIl
Ra do Cabuga' n. 7.
ihlecebem por to-
dos os va poivs da Eu-
!nX';s ropaasobiMsdomais I*f**>bandeja.,9
.?i. i?. *, 1 Mlva'' ca'"Sacs, colheres I
, a dii.ii.iro | moderno gosto, tan- i <<>p de cha,. mu- i
_-, ~ minia i.V.io^i.... A. "
to de l* ranga como
axmm iwtnwBOwaaca *am
OURO E PRATA.
jgj Aderecen coroplelus de J
& ouro, rneios dilos, pulsei- &
9j ras, alfioeles, brincos e ^
g roietas, cordes, Irancel-
* luis, medallus, corrcnlcs ij
* e enfeitei para relogio, e *
Jj ouiros mallos objeclos de js
$ ooro.
Aparelbos completos de
objeclos
los outros
v prala.
"S
de Lisboa, as quaes vendeum por
pre^o commodo eomo costo mam.
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros 011 escravos,
servico debaixo decoberta.

para
BEHTSTA FRAICB. 1
Paulo Gaigndox dentista, ruaNova n.41 i 5
ua inesiiia casa lem agua e pos denlrifice. W
Lotera d?i pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notado, em
quantias de lOOji'OOO para cima, a di-
nlieiroa vista, ero sen escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Rillietes 5,y500 recebe 5:000s000
Meio* 2.S750 2:500S00O
*,3. I ayune.
Precisa-se de un bom feitor para o si-
tio que foi do Bnado Delphino, naPassagem
da Magdalena : a tratar no mesmo sitio, ou
na ra Nova, sobrado n. 27.
5' ? &. vi? .' ;
?@S

0
iCasadesaude
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabeleceu em seu sitio da Passagem
da Magdalena, que ica ao norte
da estrada entre a ponte grande 9
ea pequea do Chora-Menino, ex- 5
cellentes acommoducoes para re-
ceber todas as pessoas enfermas @
que su quizerem utilisai- de seus
servicos mdicos, os quaes serao @
prestados com o maior esmero. @
O mesmo Dr., para o lim supra- @
indicado e para exercer qualquer l
outro acto de sua prosso den- ^
tro ou fra desta cidade podera' @
ser procurado a qualquer hora do tf
dia eda noite, no referido sitio, @
a e\cepc5o dos dias litis, das 9 Ci
horas da inanhaa a's 4 da tarde, ^
que sera' encontrado no primeiro '$&
andar do sobrado n. 9, do
do Carino.
pateo
i,-0\;.
i.rji a^r3j(S3sSj."% a1ul mencionadas.
p> *y <^ay \*y u* o_ l> aj joao da Silva Ramos, medido pela oni- :''
versidade de Coimbra, lem em a casa de suj "."
gj habla;ao na ra Nova, bons commodos pa- '<&
;S "So Pre9ell'adas na occasiao do ajusle. ^i
PL'BLILACAO' LITTERARIA.
A evistaContemporanea.
Ao publico.
Conservar a memoria das ac^Oes do seclo em que
memos, lie um Ir bulo de bomenageiu pago aos nos-
sos concidadaos, e mu servico feilo aos vindouros,
lancindo-lhes os fuudainenlos para a hisluria que
lem de se escrever depoil de nos.
yoando esliver ja amortecido este lumulluar de
pauues que hoje us agilam, eniao se procurao com
coriosidade e interesse as graudes causas dos variados
succossos porque temos alravessado. Sera nessa qua-
drao tenapo proprio de apreciar condignamente u
nosso Iraballio ; purqae essas causas ficam laucadas
iieslas biogripbias com imparcialidade, seui as disvir-
luar por nenbuma considencio de iuleresse pol-
tico. '
Esle servido feilo ao futuro prande-se desde j> com
o que prestamos ao presente. Salvando do esqueci-
menlo honradas memorias, resgatamo-las do capri-
cho das pau$es polticas em que omitas vezes audam
baralhadas e confundidas, reitabelecendl<-as no seu
verdadeiro poni Je luz.
Ue porlanlo o retrato moral e o relralo phvsieo
que aRevista Coulemporandse enrarreca d de-
, buiar.
Neus (ao soladas e solas sao eslas biograpbias, co-
, mo o parecerao a primeira villa. A vida da ocieda-
>le conlemporaiica trava-ie em todos os seus lances,
por tal arte, com os fados particulares de cada mein-
'!>'" ,"!S9? ,0Cleila'le' I" aggregacao desla indivi-
dualidades, he que forma o lodo que se iulilula his-
toria da poca. Assun as phrases de una aeco, Mo
diversas quaolus os individuos que nella fi^uram, c
narradas lielmeule na vida diseripliva de cada um
desses lu.litiduos, cnucerlando-se formanio lodo da
acejio em que aailU a verdade histrica do faci, e
paleiiteam a iguota causa, ou origen), quasi sempre
, ignorada por se nao ter altendido as suas inversas co-
reiaroes.
Sub eslas onsi'derases aRevista Contempor-
neahe o litro do bomem de Estado, do historiador,
do poeta, e do artilla, que lodos, pelos seus rele-
vaules mcrecimenlos bao dt ler aqu seu condigno
lugar.
\ lie lambem um lbum dos mais curiosos e esplen-
didos da impieuss nacional e estrsngeira ; urna ga-
| lena das uossas personagens mais celebres, e urna re-
cordacao de sympalhia e amizade pelas illastrar;0es
JOHN CATl,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20. ra do Torres,
PHIHEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTRA FOSO.
Compaiiia Alliauce.
Eiubdlecida cm Londres, em marijo da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a konra da in-
foraiar aos Srs. negociantes, pr6f rietarios de casas,
a a queai mais convier qua estao plenamente au-
lorisados pela dita companbia para affecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo a padra, cobertos da
Agora duas palavias em quanlo a parle Iliteraria e
artstica daRevisla Conlsmporauea.
Causas eapetiaes inlerromperam, vai u'um anno, t
sua publicado. Removidas essas causas, aRevisla
Contemporneapaisou a ser propriedade do seu es-
criplor, e dos ariisUs desenlilas e lylbographo, que
eulram graluilaineute nesla empreza com o seu Ira-
balbo, lando unicamenle de salisfazerem as despezas
da impressAo l)pographica papel.
Esla associ]c.ao de Irabalho gratuito da' em resol-
tado a eslabihdade e rtguiaridade ; e os oovos edi-
tores daRevista Conlempnraneaasseguram que os
seus nmeros serao publicados iroprelenvelmente de
lo em I.) dias.
Cada numero desla serie, consta, como na paisada,
da om folio de 8 pagioas impressas, cooteodo duas
biographias, e dous relraloi, esmeradamente Ivlbo-
graphadus.
l'ara a lemilhaoca o esaclidao dos retratos com o
lalba a igualmente sobra os objectos quecontiverem original, o socio desenhador l.i u;,i o esbozo por urna
copia do daguerrelypo ou pholhograplna. e depois .
perfeijoa o trabalho as sessOes quo lem com as pas-
I soas representadas.
De se nao ter seguido este methodo na primeira se-
i rie, lalvez pelo dispendio que seria paia a antiga
i empreza ,e que para a actual be gratuito, pelo mu-
, livo do socio destiibail.il, so ler em vista oeste caso o
1 seo bom nuine arlistico) resullou qut alguns daquel-
| les retratos au sabissem com a deuda semilhanca e
ptrfeisao. 4
Esle defeilu vai agora corrigir-se lambem nos re-
lralo auleriores ; porque lendo-se esgolado varios
nmeros da primeira serie, proceder-se-ba a segun-
da nlic.au pelo melbodo agora adoptado ; para o que
desde ja os editores pedem aos cavalleiros a quem as
ditas biographias respeitam-se preslem a anuuira es-
to incoiuinodo.
Esla reprodujo daquellas biographias e relralos
sera fela convenientemente, de modo que em cada
assignalura crrenle de trimestre se nao repila mais
do que om numero dos auligos.
En quanlo a parte litleraria lomnm-se o aponta-
meulos com a maior miuuciosidade e boa fe, inde-
peudeiilemeule de opmies polticas, porque aRe-
nla Conlemporaueanao as lem, e os seus editores
eiiao convencidos de que lodos, apecar de caminha-
rera em polica por estradas difTereoles, so lev .un em
mira o bem da patria.
O preso do cada uumero daRevisla Conlempo-
rauealie de :i00 reis, pagos em Lisboa no aclo da
entrega. >
Tambem se receban) assignaturai :
l'or IS ineiet 24 nmeros 79200 reis
8 12 3sWX)
J igsiJO >
Us prtjos para as provincias sao os mesmos de Lis-
boa ; masuause remelle stuau a quem pagar, palo
menos seis mezes adiaalsdos.
Recebem-seassignalurasem Lisboa, na ra Au-
gusta numero 8, e no escriptorio da empreza da
Revista Contempornea,ra dos Poyaes numero !I2
A :t- andar, aonde loda a correspondencia rievt ser
dirigida.
I Ib-crvar.i.i imQorlanle.
Tendo alguus teuhores pago adiautadamenle as
suas assignaluras a anterior empreza, lomamos a nos-
so cargo salisfazer-lh'as integralmente, segundu a re-
lati qoe dquella us passou. Por es|e molivo po-
dem os mesmos cavalleiros contar com a exacta en-
trega dos respectivos nmeros.
Os edilores.
hubscreve-se em Perntmbuco na livraria d. C t 8,
da praca da Independencia,
Aluga-se o sitio da Torre, que tica en-
tre o do Sr. Gibson e o do Sr. inspector dt
alfan lega, com casa naya e bastantemente
aterro da Boa-Vista loja n. 56, e sendo de icmtnoda, e urna boa planta de capim :
1005 para cima a dinheiro, pelos seguintes '1ue,n pretonder, dirija-se a ra estreita
precos
os masaos edificios quer consista em mobilia ou
im (alendas da qualciuar qualidade
-- Na ra do Trapiche n. 17, escriptorio
pre-cisa-se deum preto para criado.
HD1NC4 DO ESTBELECI-
HENT DE PIAROS DE
J. YIGNES.
i. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a roa
da Cadeia de Santo Antonio u. 23. iunto da
RelaSo.
Precisa-se de urna mulher de meia
idade.de boa conducta e sem lilhos, para
tomar conla do uaia menina de 2 annos, e
azeralgumas costuras ; a tratar no campo
do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sombargador Mendes da Cunha:
Eusino particular.
O bacharel A. R. de Torres Banlcira, pro-
lossordelmgua Tranceza no Cymnasio desta
provincia, propa-se abrir do dia 15 do cr-
reme mez em dia ule um doto curso de rhe-
torica e potica e outro de philosophia, para
todos aquellos estudantes que sequizerem
applicara estes preparatorios durante as fe-
rias. Pode ser procurado todos os dias
uteis das 3 horas da tarde em diante, na casa
do sua residencia, na rua Nova, sobrado n.
23, segundo andar, onde se acha aberta a
matricula para ambos os cursos.
Lotera
Provincia.
Os abaixo assignados [tem expostos a ven-
da os seus bilhetes c meios da loleria de S.
Miguel de Itarreiros, os quaes nSosoffrem o
descomo dos 8 |0, eacham-se a venda
LOTERA
DA
provincia.
Salustiano de Aquino Ferreira vende os
seus muito felizes bilhetes e meios, pelos
preqps abaixo mencionados, sendo da quan-
tia de 1U0S reis para cima dinheiro a vista,
na praga da Independencia n. 4, e 37 a 39, e
na rua da Cadeia do Recite n. 45, esquina
da Madre de Dos :
Bilhetes 5*500 recebe 5:0008
Meios 25750 1:5009
jl'or Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Ileraclio Peregrino Maciel Monteiro,
vendo no Liberal de hontem o annun-
cio de alguns parantes e herdeiros de sua
a\ Mara Joaquina Mrtir, apressa-
se em responder-llies, que o venerando
tribunal da relaejio nao deixara' de refor-
mar a sen tenca do ex-juizdeorplwosque
decretou a interdiccao da misma senho-
ra, a despeito do parecer dos mui distinc-
tos mdicos, Dr. Sarment e Dr. Dorad-
las, que procedendo em diversos dias a
um minucioso exame, acharam sempre
assuas faculdades intellectuaes em perfei-
to estado, sendo que lie inteiramente fal-
so pretender alguem lazer dividas simu-
ladas. Quanlo a' segunda parte do mes-
mo annuncio, o respondente provoca a
esses parantes, a pie propoi-liam quanto
antes a sua accao. Sua av tendo feito
doacao a uns, nao estava inhibida de fa-
zer tambem a outros, sendo todos s-ms li-
lhos e netos, acrescendo que a doacfio
feita ao respondente foi insinuada, tendo
precedido a citarao de todos os herdeiros,
que nada reclamaran!, assentindo assim
na mesilla doario.
Agencia de passaporle e l'olha corrida.
Claudmo do liego Lima, despachante pela
reparliQo da polica, lira passaporle para
dentro e fra do imperio, e folha corrida,
por commodo prego e presteza :'na rua da
l'raia, primeiro andar n. 43
Precisa-se de um moleque de 12 a 14
annos : na rua Nova n. 52.
Na audiencia do Dr. juiz de orphaos,
do dia 24 do corrente mez outubro, tem de
ser arrematado o sobrado da r a da Guia u
42, pertencente aos herdeiros dos Tinados
Silvestre Antonio de Laages e I). Joanna Ma-
ra da Conceico, por ser a ultima praca,
sendo o valor dado a dito predio 7:0005 rs.
Osear Destibeaux, aterro
da Boa Vista 11. 52.
l'artecipa ao respeitavel publico o parti-
cularuienle a seus Ireguezes que acabam de
chegar de Paria para seu eslabelecimenlo
o Sr. Blanchin ptimo ollicialde sapateiro, e
madama Blanchin perita engommadeira de
roupa fina, como sejam : mangas, mangui-
tos, babados, beslas, capolinhos de seuho-
ras, rendas, bicos, roquete da padre, etc.,
ollerecein seus prestimos por se acharem
com todos-os apparellios precisos para suas
artes,
O abaixo assignado, morador na rua
da l'raia, primeiro andar, casa n. 43, com-
pra para encommendas casas terreas as
freguezias de Santo Antonio, Recife, S. Jos
e Boa-Vista.Cla Precisa-se lie urna ama que saib'a co-
zinbar, o fazer todo o mais servico de casa ;
na rua do Caldciroiro, taberna u.60-
|^ j
Bilhete
Meios
5^500 recebe 5:0003
25750 2:5003
Silva Cuimar5cs & C
loljilias deaiuueJ.
do Rosario n 26.
Alugarso urna casa terrea com sot3o.no
sitio do Cordeiro, margem do rio Capiba-
nbc, coumodos para grande familia, cozi-
nlia loaa, quailo para criado, couheira para
crio e estribara para Scavallos ; urna uita
PROVINCIA.
O Sr. tliesoiireiro das loteras manda
luzer publico, que estao expostos a ven-
da, todos os dias, 110 pavimento terreo da
casa da rua da Aurora 11. 2G, das 9 horas
da marthaa as 9 di noite, bilhetes, meios
da segundi parte da primeira lotera
di; San-Miguel de Barreiros. cujas rodas
Andana no dia 17 do crrante mez.
Thesouraria das loterias, 10 de outubro
de 1837. escrivao, Antonio Jacintho
Cesar.
Na pa.l,in 1 de Ponciano A; Salgado, preci-
sa-se de um caixeiro para balcao, anda sen-
do do u.alo, que d fiador a conduela.
Kua Nova n, CO.
Precisa-se de urna criada para o servigo
interno e externo de urna casa de pouca (a-
n.ilii.
Aluga-se pelo terapo da festa urna casa
com muitos commodos e muitissimo fresco,
a margem do Capibaribc, propriedade de
Chacn : a tratar na mesma, ou na rua da
Ca-lcia, taberna do Villar, defronte dos m-
nibus.
AOSISENHORES CAPITA'ES E CONSIGNATA-
RIOS HE NAVIOS.
Os arrematantes dos chafarizes, avisam,
que uo chafariz no Passeio Publico, se faz
aguada para os navios, para cujo lim aca-
bam de collocar no dito chafariz, um canc ;
de niMicira tal, qae olferece grande coinmo-
didade, no encliimento das pgasele.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
ziobar eengommar para duas possoas ; na
rua do Crespo u. 6.
- Domingo it do corrente, na Capunga,
no Dinheiro do Sr. oburguo, licou por es-
quecimeitlo um correnlo com urna casso-
leta, por isso pede-se a quem o achou e
queira rpstitu-lo, que diija-se a rua da
Gloria n. 27, que sera bem recompensado.
LE1T. ARTHOB 4 C. g
;y, Ruix do Queimado n. 10, Z
:if LOJA DE i PORTAS. ^r
"g? rarlicipam a lucios us seus fregueies e \if
,SJ amigos, que de huje em iliaule encunlrarao, f'A
f' ei" SUa '0'i, (le f'llel"','. "a rua do Ouel- Z
? niadun. III, um cmplelo surtiuiciilu de la- yf
tc3 icndaa finas, fle seda, laa e IgodSo, labio ._,:
;. para a praca cuino para o mate tf
'.''. Alm de innineras lazendas de bom goi
7> lo, uflerereni por prec.0 razoavel:
^ lliquissiinos corles de leda com baliado.
gA Lova de pellicn de Jooviu de ludas as
^> cores, para hoinens e senliuras.
;if Camisas de rnuriin com peto do lnho.
:.'-. D.las de ditu linas. '
Devoto ehristao.
Saholuz a lerceirR edicao do livrinho
religioso Devoto ChristSo, mais correcto c
augmentado, vende-se nicamente na livra-
ria ns. 6 c8 da praca da Independencia, a
800 rs.
--- Na rua do Queimado, loja de ferragens
n. 13, ha para vender urna excellente halan-
ca franceza quo pesa 15 quintaes, procria
para qualquer estabelecimento. Na mesma
loja ha queijos do sertao que vendem-se por
prego commodo.
Vendem-se cassas francezas finase de
bonitas cores a 240 rs. o covado : na praca
da Independencia n 1. Na mesma loja com-
pram-se sedulas mudas e prata para trocos
a2 1|2por cento.
Vende-se urna mulata de 13 annos,
recolhida e de bonita figura : na rua da Ca-
deia do Recife n. 30, segundo andar.
Vendem-se velas de composicao,
giiaesa de spermacete, de superior qua-
lidade, de 5 e i em libra, proprias para
casticaes de butar por bai\o de m?ngas
de vidro : no escriptorio de Kothe 4 b*i-
doulac, rua do Trapiche-Novo n. 19-
Vende-se superior agurdente de
tranca, tanto em barriscomo em cai.xas,
licores e absynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler & C-, rua da Cruz n. 55.
Vende-se urna escrava crioula, de 18
annos de idade, muito sadia, boa engomma-
deira, sabe lavar, e muito diligente para to-
do servico de urna casa na ru da Sauda-
de, primeira casa de sot5o do lado do norte.
Uua da Cruz
n- 1>
:::

_ Casemira inesclada para palili, ultimo
m a margem do rio,
familia, e estribara
e paia 4cavallos : os pretendentes dirijam-se
Alugam-se mobiljas completas ou qual- mais pequen tambe
quer traste separado, tambem e alugam oa- c,)ll> comuiodos para
deiras em grande quanlidado para balese Paa 4cavallos : os
ollicios : na rua Nova, iniszem de mobilias Palco do Carmo u. 17.
do Pinto, delionle da rua de Santo Amaro. O pharmaceutico Antonio Francisco
raro bem se coinpram e trocam-so trastes das Nevcs, com carta conferida pela Facul-
tados de lo Ja a qualidade da 1c do Medicina da Baha, tem a honra de
Precisa-se de uir.a ama ,,,ra iavar p "nunciarao respeitavel publico desta cida-
engomainr, e queseja perita am uualmier Jo e 0,a della'Q"'' "ha de estabelecer-se
um destes servieos : na rua Nova soliradn c' "tica ua prac* da Boa-Vista, esquina
11. 23, segando sudar. para a iua l0 ArgSo n 32. aonde se encon-
trara sempre o luclhor provimento de me-
Precisa-se de urna ama que SI iba cozi-
iinsr e engommar no pateo de S. Jos n
60, cm casa de Antonio sgarreirj, nao se
repara ao preco, e he casa e pouca familia.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinhar e engommar, para una cas de pou- peda a sua conli mea
ca familia, em Santo Amaro em casa do I). P.ccisa se de um C.ixeiro uueenlen-
llaria Antonia da (.ruz, defiouie dos dous I da de taberna ed fiador a sua conducta
pesdearvores. I em Fora de l'oitas, rua do Pilar n 47
dicamenlos, e drogas as mais permitas; as-
sim como muito uisposto a evercer como
maior zelo, cuidado e interesse, tudo quan-
lo l'or tendente a sua arte, para cojo lim
cede ao mesmo respeitavel publico llio con-
gosto de Paris.
53 Dilas de quadriuhos, por piejo razoavel. tj
jj Dilas para calcas, padroes variados. gj
w Clialj de Cures matizadas de muilo bom ^*
V goslo. i'j
Atlonco
Acha-se estabebel cida na villa de Igua-
rassu', rua da Ponte n 5, una luja de cal-
cados, pertencente a Chagas t Amaral, na
qual se enconiram todas as qualidades de
calcados, tanto da Ierra, como Irancez : os
freguezes. que quizereiu honrar aquellc es-
tabelecimento, licarao salisfeitos a vista da
commodidade dos pregos.
Pelo paquete Teviot, cbcgjr cm 21
do corrente, saca-sa sobie a praQi do Porto
lettras a 60iliis, o a vista; 110 esciiptorio
de Thumaz de Paria, rua do Trapicho n. 40.
Aluga-so um sillo na Varzca, a mar-
gem do Capibaribe, que Ib i 10 fallecido a-
judante, boa casa : u trelar na rua da Paz
11. 32, ou rua do Monlego n 36.
.
m
MUTILADO
Conipra-sc elTectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro sndar, apolicesda di-
vid publica e provincial, accOesdas compa-
n iias,e da-se dinheirg a juros, em grandes
e ,:co.uenasauantias.sobre Denhores.
Compram-se 6 portas para quarlos,
urna rotula, e urna jauclia, por prego com-
modo, e era bom estado : quem ti ver, d-
iij*-se a coebeira esquina da rua de Santo
Amaro.
n escriptorio de Antonio
Luiz de Uiveira Azevetio,
ha para vender os seguintfs objeclos : cha-
rutos de llavana, ditos de S. Flix, cola su-
perior da Babia, Jacaranda superior, xaropes
de afi, pasta de jujuha em latas, oleo de
ricino em latas, mercurio doce, fio de algo-
dao da Bahia.
Vendem-se barricas com cal de Lis-
boa, nova, para engenhos, por prego com-
modo : defronte da relacao rua da Cadeia
n. 28.
I.uvas da Escocia.
Na rua da i'.aaeia do Recife n. 49, deTronte
do armazem do Sr. Ilenrique Cibson, venr
dom-scas melhorcs luvas inglezas de fio da
Escocia, brancas o de cores, por proco com-
modo
Vende-se a melhor loja defazcndssdo
Passeio Publico n. 9, com faaendas ou sem
ellas.
Vende-se um escravo mogo, de bonita
figura, e muito bom canoeiro : para ver e
tratar, nos Coelhos na obra do hospital Pe-
dro II.
Aos amantes dos
charutos.
Na loja do canto na rua da Cadeia do Re-
cife n. 6. ha para vender diversas qualida-
des de charutos chegados ltimamente da
Baha, como sejam : aprasiveis, russos, ras-
lanhos oscuros, e claros, regalia, acadmi-
cos, e mais alguns, que por estensidade
deixo de mencionar, pelo baratissimo prego
de2*000a caixa.
Vende-se urna mulata de 16 anuos,
recolhida, milito bonita e robusta, propria
para casa de familia por ter boa ccjiduct, o
que se aianga : nrx rua larga do Rosario n.
22, segundo andar.
Na rua estreita do Rosario n. 25, pri-
meiro andar, vende-se urna escrava de 30
'nnos, bonita figura, engommadeira e cozi-
nheire, elkvade sabao, e he do muito boa
conducta.
No trapiche do Pelourinho vendem-se
saceos com farinha e milho, vin los de Ma-
manguape.
No deposito das
bichas ,
rua estreita do Rosario n. 11, recebeu-se de
Franga urna remessa dos mais Daos balai-
nhos nunca vindos a este mercado, tanto
para mimos como para meninas levaren) ao
esludo, assim como marmelada de lijlo e
perasemc,mdegasde5 libras, e outros rcui-
tos objeclos.
Vende-se na rua Direita n. 64, urna
negra moga, perfeita cozinheira, e en leude
de massa e forno.
Vendem-se travs de 24 palmos de
comprimento : no becco das Barreiras, na
otaria n. 8
M riii larga
do Rosario
11. 14, junto a botica to
r. Pinto,
vendem-se os melhoies calcados de todas
as qualidades, sendo todos taxiados, e
a(ianra-se que as obras rivalisam comas
francezas e tornam-se de mais durado,
sendo borzegujiii de dui-aque preto e de
cores, ditos de pellica preto e de cores,
sapatoes de bezerro e de como de lustre,
botn! de bezerro e de couro de lustre
com canos de marroquhn, c outras mul-
tas qualidades de calcados pie o fregu/,
vendo nao deixara' de comprar, 'a'visla
do preco commodo e das boas qualidades
torna a voltar.
l\a loja
das seis portas
Em fente do Livrimnt<>
Corles de vestido de laa com barra a loO,
Jengos de retroza 500 rs., dilos de seda a
240, cassss com bonitas ramugens para cor-
tinados a 2#500 a pega, tudo com deeilo.
(Bom gosto.)
O Preguica da
rua do Queimado, esquina
do becco doPeixe-Frito
n. ,
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Europa, ricos cortes de vestidos para se*
nliora de um gosto inteiramente novo,
de cores escurase elegantemente listrados
de suda assetmada ; esta lazenda deno-
mina-seGraciana ou Carij, c lie a
mais propria para a presente ettacao ;
mista cada corle a mdica ipaantia de
12.S000.
Atlencao!

Na rua da Cruz n. 17, confoitaria de A. A.
Porto, acha-se um grande sortimento dos
irelbores doces de todas as qualidades de
fructas do psiz e estrangeiras, tanlo seceos
como em calda, e xaropes do todas as qua-
I lidades, excellentcs charutos da Baha, a-
! promplam-se encommendas de doces ou
fruclas bem acondicionados, e sendo em
lempo prevenidos serao nieloor servidos os
isenhores compradores. Nesle eslabeleci-
ment alianga-se as qualidades de tudo
quantonelle.se comprar, igualmenlu uina
porgDo de bom viubo de caj' e por barato
prego.
Vende-so 110 areal do forte, confronte
a fortaleza das Cinco Ponas, (echadura de
ferrolho. dita de bahu, ferro de embutir de
todos os lamanhos, trauqueta para jsnellas
c caixillios, dobradiga do canto, brdele
para cara pina.
Vende-se um escravo proprio para cn-
geiiho, sadio e sem vicios : quem o preten-
der, dirija-se a rua da Cadeia do Recifa n.
49, que achara com quem tratar.
Escravos pegas.
Vendem-se 2 lindos mulatos ptimos para
pagens, de 14 a 16 annos, 2 moleques boni-
tos, do 14 a 16 annos, 1 cabrinha com al-
gumas habilidades e de bonita figura, de
16 annos, 1 mulatiuba de to annos, pti-
ma para se fazer urna dadiva : vende-se tu-
do muito em coota : na rua Direita n. 66.
He bar.ito que admira
Junto a botica do Sr. Pinto,
Hua larga do ltosario n. 1 -
rabrica e loja de calcado.
Chegaram pelo ultimo navio de Franga
os melhorcs e iais acreditados aviamentos
de um dos melhores fabricantes que hs, co-
mo sejam, cortes do borzeguins do ('amur-
ca de todas as cores e de diraque, os mais
finos e bom acubados, o verdadeiro couro de
lustre, marroquins de| todas as cores, bezer-
ro de superior qualidade, borracha deseda
preta e de todas as cores, dita de algodiio
tambem do todas cores, o juntamente de
18a, sola franceza e da trra, emfim neste
estabelecimento se encontrar tudo o que
he concernente a arte, tudo da melhor qua-
lidade, que he possivel ; encontrar por pre-
gos muito commodos, o que s se podera
avahar a vista c'a fazenda.
\ endem-se as lojas de Porto & C na praga
da l niflo n. 35, 37 e 39j e na P Antonio
rrancisco Pereiran. 4, capcllas de mmor-
Ules, vindas de Paris para tmulos, catacum-
bas, e sepulturas, no cemiterio publico a 2
de novembro. (Finados), circulando as mes-
mas capellas as InscripcOes seguintes feitaa
da mesma llor a meu pai, a minha mai,
a meu esposo, a minha esposa, a meu filho,
minba lilha, c a amizsdes.
NaruH mov! nrmayem
de mobilias de Antonio Domingos Pinto, ha
um completo .sortimento de mobilias de to-
da a qualidade, tanto da trra como france-
zas, de Jacaranda e de moguo, e continu'a a
receber por todos os navios, tanto de Franga
como de llamburgo toda a qualidade de tras-
tes do melhor go.Uo, fabricados por cncom-
menda, com recommenlagao de nao enipro-
gsro ninho no sen fabrico.
--- Vende-se feijo mulatinho muito novo
ebom, ditofralinho para sopa, milbo tam-
bem novo, em sacros e a retalbo: na rua
Direita, taberna n 4
SAI. DO ASSU'.
A bordo do novo Olinda, ou com Tasso
irmSos.
RUA DO CRESPO N. 10
Bom e harato
Na loja deJoscongalvrs Malveira, ven-
dem-se cortes de seda conchabados a 50/,
visitas de udo a 30-?, seda Je quadros a Io200e 15280,
Potassa da Kussia e cal de
lAsboa.
No antigo e bem conbecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
siyieiior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, veu-
de-se por prego commodo.
Na rua do Trapiche 11.
16, escriptorio de No-
vaes& G ,
vende-se superior vinho do Porto engai-
rafado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barris de quarto e
oitavo, a preco commodo.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caminba A Filbos, rua
da Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar.
Ao barato.
0 PREGIQA ESTA QEI-
IAHDG.
O I>rej,uia da ruado
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Pcixe Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendas de
bom gosto, por baralissimos pregos, pois
que sem ambiguo se contenta com um m-
dico lucro, e nSo lbe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodSo, propria para vestido de senhora,
de gostos inteiranunto novos a 900 rs. o co-
vado, corles de targelmas para vestido de
senhora, fazenda muilo fina e do melhor
gosto inglez, com listras de seda e campo
escuro a 12o cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo baratsi-
mo prego do 440 rs. avara, cambraiaslam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos gostos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padroes a 260 o covado,
ditas claras, padroes largos e miudos a 280.
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colletes a 4e cada um, laazi-
nbas escuras de mui ricos e variados padrOes
proprias para vestido de senhora e roupoes
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monstrosde cores alegres e mu elegantee
goslos a 220 o covado, dilos francezes ds
quadros de lindos padroes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muilo fina 400
rs.,dita eslampada de linnos padroes a 320 e
400 rs. o covado, chitas linas de cores claras
e escuras, tintas fixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito linas e com 10 varas a 656OO, di-
tas do dita mais cheia a 45600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito finas a 59400 a pe-
ga, pegas de bretanha de rolo com 10 varas
a 25 cada urna, gravatas de setim pretas e de
cor, gostos modernos a 19280 cada urna,
cortes de brim de puro linho a^9300, 25400
e 2^500, casemiras de lindos padroes a 59500
e 6# o corte, ditus de algodo de lindos gos-
tos a 15, 15440 e 15600 cada um, lengos para
mao a 120, ditos com bico muito finos a 360,
chales de gaze, dilos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladss
prop las para caigas e palitos a 560 o cova-
organ.lisa l/avan, cassas francezas a 700 do casineta preta lina a 19100 o covado, len-
e 500 rs. a vara, chales de merino bordados ?0? de seda de !mdos Padres a 2f cada um,
a 85, chitas francezas a 400, 360 e 320 o eo-
vado, chapeos de seda de cores para menina
e senhora, bramante de linho bem largo a
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada um, de todas eslas fazendas e de
rouilas outras que se nSo mencionan), mas
600 rs. a vara, bretanha de linho pardaa 880 1ue,.s.',-1'e"derao Por baralissimos pregos, e
rs. o covado, assim como outras muitas fa-
zendas de bom gosto, que con a vista dos
freguezes se mostrara.
nocaut
QUE ESTA'TORRANDO,
Na loja (fa rua da Cadeia do Recife n. 54,
ha para vender um grande e esplendido sor-
timento de rzen J.is bxratissimss que fa?cii
admirar, o hom gosto, baratez e boa quali*
dade, as fazendas sao as seguintes: cortes
de brim para caiga a 25300 e2c400, chapeos
ie sol de balsia 25, ditos do ferro a 15800
ditos de junco a 15350, setim preto mac
muito lino a 25900, 3) e 355O0, e muito bom
4'oeovaio. crales le chita a ij, casemira
preta fina a 1540o, 151500,1?800, 29. 2500 e
25600, c muito fina 35, casemiras pretas e d
cores, de duas larguras, prop as para os
rapazes de bom gosto, e como so usa em Pa-
rs, caiga, collete e palito, o covado a 25100,
sargelim a 170, 180 e 20o rs. o covado, mus-
sulina de cores e 300, 320 e 340 rs e muilo
lina a 360, cortes de collete do velludo do
ultimo gusto, riquissimos padroes, de 6/500
ate I25,meias cruas para homem u 160, 200 e
240, e finas a 300 rs. cada par, chitas para a
pobreza, o covado a 149, e pega a 55500, nao
desbotam, he escura, propria para escravos,
com pintas de mofo, mantas deseda da mo-
da a 55, 55500, 65 o 73, e muito finas a 95,
laas muito finas Sebastopol, o covado 15400,
15500 e 15600, gravatas de 13a a 800, 880,
lf, 15100, 10200 e 1?400, muito linas 25. di-
tas do mola a 19, mantas de lago a 35, mus-
sulina branca fina a 300, 320 e 340 rs. o co-
vado, chales de merino bordados de 13a a
89, ditos bordados de seda a 109, ditos bor-
dados de seda e franja de retroz a 10-500,
ditos de 10a lisos a 458OO, ditos estampades
a 5/800, 6, 7 e 85, ditos bordados de velludo
a 14s, panno lino preto a 25400, 256OO, 39,
35500, 45, 4/500 e 55500, e muilo fino a
"5200, madapolao era pegas a 2/600, 258OO,
35, 35200, 35500 e 4?, e dahi at 5s500, seda
intitulad* melindre de senh* a 1; o covado,
chales pretos de alpaca a 3560O, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 15100 o covado, alpaca de cores*lisas a 600
rs. o covado, ditas pretas, lengos brancos
ordinarios, a duzia a 19300, dilos finos lixes
a 15700, 15900, 25, 29400 e 29800, cortes de
casemira de algodSo a 23-200, cortes de seda
de passar a festa a 159, alpaca preta, o cova-
do 480, 560, 600, 700 e 800 rs e a 90o rs.
muito lir.a, chapeos de mola a 5-5400, chsly
de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
muiistros proprios para escravos a 220 o co-
vado,. tapetes de velludo para cima de mesa
de firlalgus a 305, me 2/400 e 25500, casetSo da Suissa a SU0, 900
o 950 rs. o covado, alpaca de seda 11 800 rs
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordados, que por serem tantos os pregos
nao se menciona, tiras de cambrin a 1/20O a
pega, mantns de velludo para cima do sella a
6/400, pulceiras a 35500, 4 e 59 riquissiinas
saludas do baile a 255, ilalia preta, o covado
I, dita de cores a 950 6 10, lapeles a 89 e
125, luvas de seda bordadas a 29500, visitas
para senhora a 12o, ditas para menina a 85,
chapeo para menino enfullados a 45OOO. Na
mesma loja sedao as amostras, e se manda
lazen ia com o caixeiro.
se daro amostras com penhnr.
Aviso s canea de i ras
Vendo-se retroz para casear : na rua Nova
11. 52, loja de alfaiate,
POTASSA DA RUSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da rua da (,adeia do Recire,
armazem n. 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucos dias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qualquer parte,
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lagao do moinho de vento da praia de Santa
Rita.
(jomnin do Aracatv.
tm porgoes e a retalho : vende-se ua rua
da Cadeia n. 57, escriptorio do Prente Vi-
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
n. 62, Drimeiro anda
Ma rua do Vigario, casa n. 7, ha para
ven 'rr um pouco de madeiras e travs, res-
tos de obras, a troco do barato.
HECilISIC tm tus-
IHO.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO*DAVID W. BOVVMAN, ,VA
RUA DO BRM, PASSANDO O CHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construego : la-
chas de ferro fundido e balido, de superior
qua idade e de todos os tamanbos : rodas
dentadas para agua ou anim.es, de todas as
proporgOes; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguilboes, bronzes. pa-
rafuso e cavilbOes, moinhos d? mandioca,
etc. etc. '
NA MESMA FUNDICA'O
se executam todas as encommendas com a
supenoridade ja conbecida- com a devid
presteza e cummodidade em prego.
XAROPK
DO
ftOSQUE
n.'. r,.,re'd0 deP0s't<> este xarope
S/v. n a d Jo,seda Cruz s,nt0. rua
J n/3,*"rr" W500, e meias 89000.
sendo falso todo aquelle que nSo for vendi-
do neste deposito, pelo.que se faz o presente
SV1SO.
IMPORTANTE PARA 0 PLBLICO"
Hifrr!?Dar' ^ PhtyS,Ca em t0d0S S **
dirTerentes graos, quer motivada por cons-
tipages, losse, aslhma, pleurie, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpitaran
no coragao, coqueluche bronchite, dr ua
garganta, e todas as molestias dos orsSos
pulmonares. B
VENDE-SE
Agua raz em lolhas de fero.
Oleo de linhac,a em ditas.
Cabos de manilhae de couro.
Metal amarullo e cobre de forro.
Velas de stearina.
Pedras da^narmore prra mesas.
Pregos de cobre grandes e pequeos.
No armazem de C. J. Astley & C '
1 S80 a libra.
HE BAUATISSIMO.
Restara algumas massas finas para sopa,
de diversas qualidades, como ja se lem an-
nunciado ; quem comprar caixa lera algum
abalimenlo ; as caixas s5o de urna arroba e
outras de 16 libras : vendem-se smenle na
rua doColIegio n. 5.
Bichas de Hamburgo.
Em frente a matriz da Boa-Vista, alugam-
se bichas, e applicam-se ventosas, seccas e
sarjadas, amolam-se ferramentss de cortes,
e botam-se ouvidos em espingardas.
Velas de esperniacete.
Receberam-se agora novas veas destea-
nna.que se vende a retalho em caixas
de 25 libias, por preco commodo : na
rua da Cruz n. 49.
Atteiicao.
Na grande fabrica de tamancos da rua Ui-
reila, esquina que vira para S. Pedro n. 16.
ha ora complet^ortimento de tamancos a
retalho e em grandes porges. por precos
muilo emeonta : os senhores commercian-
les do mato devem-se prevenir, pois o inver-
n asta prximo.
Facto secco.
Vendom-se algumas arrobas de fsclo sec-
co, assim como boa carne e excelleules
queijos do sertao, saceos com feijao mula-
tinho e de corda, e bom milbo, tudo per
preco-cummodo na rua do Queimado, loja
de ferragens ni. '
Feijao mulatinho.
Vandem-se saceos cora feijao mulatinho e
de corda, assim como saceos de milho e
muito bous queijos do sertao: na rua do
Queimado, loja de ferragens n. 14.
P
j\ ovo esta bele-S
cimento de fa4
o
o
V;?
m
zendas finas
DK TODAS AS QUALIDADES
e dos Daelhores gostos cjue he pos-
Q
sivei eucontrar-se.
Ni rus do njiunilii I t nova de qu, tro ^
'& portal ii. 37. junta ao lifcco da Conurtga- '..':
:'. cao, e eiiconlrart,' coiilinuadaineule um ;ft
.'._ ewinpleloa riquisiino soriiinrnlv de f.i- A
t? da de lo la ai qualidade-, inglesas, trance- "
' *"* allaartai e mmis, tudas de usiu* o
.'4 man inodeiuo posiiveif, tanlo para
'.'',. C.A -"'no para o malo.
-ij? E*le e^talipleciineiitu su por a*to *c pude
Em casadeRabeSchmeltau&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Trau mann de
llamburso.
Vende-so superior Hnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C.i, rua do
Torres n. 38.
it elogios.
Os melhores relogios dcouro, patenlein
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 6i. primeiro andar.
Agencia
ia fundico JLow-Mocr.
rua da &enzala ^ova
n. 42.
Neste estabelecimento conlina'a a baver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
Lamanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de li. \V. Bowman
na rua do Bium, passando o chafa-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
echama venda por preco commodo e coro
promptido, cinbarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na rua da .Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaos & C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
fellins e relegios.
SEI.I.INS e RELOGIOS de palele
inglez : a venda no armazem da
ftoslron Rooker & Companbia, e-
quina do largo do Corpo Sanio no-
mero 48.
CEMENTO.
\cnde-se cemento, tanto em barricas
como era porcao e a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bom : no
armazem de materiacs, na rua da Cadeia de
Santo Autonio n. 17.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, desabnete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 36.
Obras de labyrifitho.
Lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., ele .
e delicado trabalho, feitos no Aracatv
vendem-se no primeiro andar n. to da na
da Cadeia do Recife.
Vende-se urna morada de casa terrea
com solio e quintal, na rua da Alegra n. 1-
a fallar no largo do Pelourinho ns. 5e 7.
-Escravos venda.
Em casa de Carxinha & Filhos, na rua da
cadeia do Recife, primeiro andar n. 60
GQI PEQUEO TOQUE DE
AYARI.
A dinheiro
Pecas de algodSo liso, largo, encorpado a
29, 2/40, 28500 e 29800 a peca, dito de si-
cupira a 2, 29240, 2/500, 29800 e 39 a pera,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, UO el80rs. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a^na da Cadeia.
$*&**&$;?>&
DE FERRO
$ Escellenlcs camas de ferro para solteiros
al Tei,dera-se no escriptorio do agentoOlivoi
,,,. '."!Ja. r" da Cadeia do Recifr n. 62, primeio
%? andar.
',,7 mili barato da que pin i-ulra qualquer par- r-5
.-';. le; porlanlo, cuhvida->e a lodas as penoas, pi
',:' i ii.lo da pra(i rumo dmalo, que qiin- '?j
t? do lenliam .le comprar fazenda* de Ixina "-.'"
% gostos e de lioas qualidades, venliain nesle v'V.
Snteoso eslaliel-ciineiilv, que realmente oo- a
liliereraii
. .............. ,,Uo ule lie |m
.J nijh har.iio e ei.r..iilrar-ae
que
ivel \cnler-se ^
lautas 1.,/ei.il., i<
boas e de lao lioisqualidades. tfh
-- Vendem-se saceos grandes comi mlho,
inlia : na taberna
da Soledade.
& vizilare ver a forma, porque esta" beinmun- S fejjgo n.uUtiho e far
.5 lado para v.u.Urii.r lacado e a relalliu, A ,." u'""hu '
;aever.,i..l o prcpr.eUriu ,e.,dcr muil. # rauouo O lad da igreja
Relogios
cobertos e descobertos,pequenos e grandes
de ouro palriile inglez, para bomem ese-
nliora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
iflez : em casa de Snnibuli UpIIo. a f> r...
- l-ugionodia 9 de outubro urna escrava
de nome Angela, com os signaes seguintes :
tem um dedo da m3o esquerda, junto ao
pollegtr, cortado de engenho, cor acahralba-
da>escura, sahio com um laboleiro e balai-
nho, nodiaem que fugio, foi casa do se-
ohur buscar um resto de roupss velbas esta
escrava foi comprada no dia 2 do crreme a
um Portugu6z que lem taberna na rua do
Rosario em frente da rua do Aragao : roga-
se a todas as autoridades policiaes e ca pitaes
de carneo que apeg-rem, levem a esta ly-
pographii,-que ser recompensado.
509000 de graGcacao.
No dia 27 do corrente fugio da cusa do
abaixo assignado o escravo crioulo de nome
Pedro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, bastante preto, ja tem bas-
tantes cabellos brancos, tanlo na cabeca co-
mo na barba, levou caifa de brim de qua-
dros e camisa de madapoISo, mas lalvez te-
nha mudado de roupa porque levou mais
alem da do corpo, falla bastante descansado
e por entre os derlas ; julga-se qoe lera ido
para Garanbunspor ser natural desse lugar,
e de la ter vindo para ser vendido tiesta pra-
ca : rogarse, porlanlo, as autoridades e ca-
pilSes de campo, a apprehensao do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na rua Imperial n. 173, ou em Gare-
nbuns ao Mira. Sr. Manuel Jos Mendes Bas-
tos, que se gratificara com a quaulia rima.
Recife 29 de selembro de 1857.
Joaquim l.uix dos Santos Yillaverde.
Fugio no dia 4 de outubro do coi ren-
te auno, o escravo mulato de nome Jorge,
baiso, secco do corpo, pouca barba, potroso'
lem do lado esquerdo do roslo una cicatriz'
hombros sungados, olhos pequeos e vivos)
pernas e bracos arqueados quando anda;
este escravo foi do Sr. Manoel Tliomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de algo-
dozinho delislras, calca de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello o outro de
feltro, ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se pois a todas autoridades policiaes e capi-
taes de campo, que o apprehendam, e con-
duzam-no a rua da Concordia, armazem de
ruateriies n. 26, que ser generosamente re-
compensado. Este esclavo ja foi apprehen-
uido o anno prximo passado no eogenbo
Jacar, cidade de Coianna.
HIIIM TV i
ILEGIVEL


Full Text
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