Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07856


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Full Text
\NNO XXXIII N. 23!>.
Por 3 mezes adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
OKAITA FEIBA 14 DE 01TIBR0 DE 18o7
Por anuo adiantado l.'ijiOOO.
Porte flanco para o subscriptor.
'
RNCAaBKGADOS DA. t.BSCBJFCA DO NORTE,
inhiba, Sr. Joao Kodolpho Gomei : NiUl, o Sr. Joaqun
I Pereira Jnior ; Aracaiv. o 8r. A. da Lemoi Braga ; Cea-
r", o ir. I. Jos da Oliveira ; Maranhao, o Senhor Jote Teiiei
ra da Mallo; Piauhj o Senhor Jos Joaquim Avelioo ; Pa-
ra. Ir. Justino J. Ramoi ; imiiomi. ir. Jironymods
Caala.
PARTIDA. DOS CORaBJOS.
Olin.U : lodos os da, as O e m>ia horas do dia.
Iguarasju, Goiaoaae l'arahilia: nai ..vuhJh c aeiias-relras.
b. AoUo,lh-ierros, Boniu, Cenan', Allinhu e rratiliuri, : na lerra-frira
S. Loureiico, Pao ,l Alho. vaureih, Lisuieira, limo, PeMaein. Inaaicira
Piona, \ill.-Bella, Boa-Vlsla. Ouricurv e Kl*\ lias miarljs-r.irei.
CalHi,lpojo,ScriohIen, Rio runuo, Uaa, Barrillos, Agua-Prela, Pi-
mcnleirai e Platal: ,|uiii!as-IVras.
(Tedoa os corraos parlera as 10 horas da manhaa.
AliUIKNGIAS DOS TalB.tJNA.BB DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : leguoda quintal*
Relacio : lerca feirai a (abbadoi.
Faienda : quartai a sabbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : acgunda ai 10 horas a quintal ao maio dia
Juilo da orphol : segundas quintas as 10 horas.
Prirneira ara do eirel secundas eteiuiao tneio dia.
Segunda Tara do civil ; tumai a ubbadoi a mil dia.
EPHBMERIDE9 DO MEZ DEOUTI.BRO.
3 Lu chela ai 60 minutos da (arde.
10 Quarto minguanta ai 3 horas e 34 minutoi da machia.
17 La nova ai 7 horas a 19 minuto! da tarde.
*5 Uuartocreicenta ai 11 hora a 40 minuto da tarde.
PREAMAB DBHOJE.
Primeira 0 a 30 minutos da Urda.
Segunde 0 a 54 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
12 Segunda. Ss. Prisciliano c Domina Mm.
13 Terca Ss. Daniel e Uugolino f. m.
11 Quaria.S. Calilla p. m. : i. Fortunata v.
15 S. Thereza de Jess v. e. ; s. Angeleo m.
16 Se.sta Sf. Martiniano c Siluriano iis. Mm.
17 Sabbadc S Euduvigei duque,
18 Domi'ig). 20 S. Luca envangelista.
tvlC A BREGADOS DA SDB8CBICA NO SCI
Alagoai.oSr. Claudino Faleao Dial; Babia, o Sr. D. Dupri
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martint.
EM PERNAMBl'CO.
O propietario do DIARIO Manuel Figueiroa da Paria n la
livraria, praca da Independencia n. S e 8.
s
COHMANDO DAS ARMAS.
Jnartel t-ineral do commando daa armas do
Peroauabaco eidade do Beclfe, eos 13 do
outubro de 1867.
OROEM DO DIA N. 35.
Ilavendo o Eim. Sr. Benvenuto Angosto de
Mgalhas Taquea, preiidentenomeado ,para tila
pr ivincia, da limjr poase da administrarlo ama-
nilla ao meio da, o brigadeiro comroandrnte dai
armas interino, de conformdade eom ai ordens re-
cabida da presidencia em data de hontem, d-ier-
mina que uma forc,a eompoata rio 1. batalhao de
intjiilarii da guarda nacional aquarlelada. e de
um parque de arlilharia de quilro bocca de fogo
servidas pelai precas da coropanlu'a de artfices ao
maudo do Sr. coronel Luiz Jos I:erraira, eattja pos-
lada em frente do palacio as II 1|2 horas, aliui de
solemnitnr o acto da posse, para o quai afio convi-
dados o Srs. cnmmand*nlei da carpos do ejercito,
e respectiva olTicialidado. As musirs te reunirn
em palacio, e locaro durante o acto da posse.
;ititro sien determina o mesmo brigadeiro, por
conveniencia do servico, qae o Sr. 2 tenenle r-
formado, Joi Francuco don Santos, pasta a ejercer
inleriuament* as funeces do empreo de ajudanle
'do lorie do Buraco, sendo deslgalo da compauhia
de artificie ; e que o Sr. alfarea lambem reformado,
Joao .Nuues da Fonseca lialv.lo, exonerado daquelle
emprego, fique lervindo como addido na ebredila
compendia.
Faz certo qoe no din 10 do corren!* nomeou o
eonsalho de guerra, qae por ordem do governo lem
*de responder o Sr. leen e do eilado*maior de pri-
meira claue, Antonio Vctor de Si Brrelo, para
juslificar-se, como pedio,|da parte qae den contra
jo cabu de esquadra do batalhao 11 da infamara,
Calillo Fernandas Camacho, lendo o comellio com-
poslo da maneira leguinle :
Presidente.
O Sr. majorSabasliao Antonio do llego Barros.
^ Auditor.
O Sr. Auditor Dr. Aleandre Bernardino dos
Reise Silva.
Interrogante.
O Sr CapiUoAntonio Jote dos Paisos.
Vogaei.
Os Sri. rpita) Ju.se dos Sanios .Nones l.nn,
t e lente Ignacio fnate*, de Si Queiroz, Firmino
da Cunta Reg, e Francisco de Astis Guimares.
(Amgaado).Jo3o Jos da Costa Pipenlel.
., Confurme.Demetrio de Gusmo Coalho. Alfe-
es ajudanle de ordem encairegado do detallie.
RIO DE JANEIO.
10
Presidencia do Sr. Euzebio de Queiroz Coulinho]
Mallo") Cmara.
A'a 11 horas da manhaa o Sr. presidente abre a
aessflo, achando-se presentes 30 Srs. senadoras.
l.i la a acta da antecedente, he approvada.
He ldo o legoinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do I. secretario da cmara dos Srs.
depotados, participando haver sido sanecionada a
resolucao da assemblea geral aolorian lo o governo
a conceder um anno de licen^a com todos os seus
encimenloi aos Drs. EliaiJos Pedro.a a Luiz de
Carvalb Paes de Andrade. Ftea o senado ntei-
rado.
ORDEM DO DIA.
Continua a lerceira discossao adiada da proposla
do poder eieculivo que Bu a despeza e ort;a a re-
eeita geral do imperio para o eiercicio de 1858
1839.
O Sr. Hu i de Muriliba manda mesa a sa-
Biiinie emenda, que he apoada e enlra em dis-
cossao :
Sejam separados do orgameolo para projecto
separado os arligos e paragraphos seguales :
Arl. 17, SS Ideli ;
Ait. 18, S 3, i, 5, 6 a 7 ;
o Arl. 21 ; -
Art. 2i, S l..e arl. 25;
a Arl. 28 e seus paragraphos ;
Art. 31 ;
Arl. 32 ;
Art. 33 ;
Arl. 35, SS 2, 3, i, 5, 8, II, 12, e 13 ;
a Arl. 36 ;
Arl. 37.
(i Os direitos de eiporlar,ao lieam desde ja reJuzi-
dos a 5 .
a Se nao passar esta redcelo, proponho que teja
limitada as provincias da Baha, Sergipe, Alagoas,
Parnambuco e Parahiba, em consequinria do flagelln
da secca que actualmente pesa sobre ellas.S. R.
O Sr. Mrquez de Oliada pedio para retirar a iaa
emenda, e o Sr. barao de Muriliba pedio psra
igoalmenle retirar a parte laliva ao g 1. do art. 17.Consultado o leoado,
coasenlio na retirada.
Vea meia a seguate emenda :
ii Separem-se, para formar projecto separado, os
iris. 13, o-,, (f 32e33.B. de Muriliba.S. da
Molla, a
Sendo apoada e discutida a materia, fui ipprova-
da a propasta com as emendas da cmara das de-
putados e as do senado relativas aos arls. 13, 25,
26, 32, 33, e 34.
A emenda do Sr. Miranda f.ii rehilada.
Polla a proposito a votos, fui approvada para
ser remeltida com as emendas a' cmara dos depu-
lados.
Verilicando-ie na lia ver casa, o Sr. prisidenle
marca para a ordem do dia o re-lanto das maten.n
designadas, e levanta a ses-ao as 2 horas e meia da
larde.
SESSAO DE 9 DE SETEMBRO DE 1857.
Presidencia do Sr. Euzebio de Queiro z Coulinho
Maltosa Curara.
s -V's 10 3|i h^ras da manhaa, o Sr. presid enle
abre a sesiao, achando-se presentes 32 Sn. icoa-
dores.
Li la a acta da antecdanle he approvada.
Nao hoove eipadiente.
O Sr. Visconde de Albuquerque, como relator
da commissao que fui ao paca cumprimenlar a S.
i M. I. no dia 7 do crrente, t o segotnte discurso
por elle pronunciado e a'reiposla do S. M. I. :
Senli.ir. S lemnisa-se o anoiversario da in-
dependencia da rinl, e mis, em depuUcao da c-
mara dos senadoras, vimos cumprirueular a V. M.
I., Dosso Imperador, o filho do gran la principe
que pruneiro proclainou senlimeiitos aulndos em
lodus os enraees brasileiros.
a Senhor. A gerg;ao que ass|io a um grande
eelo mal se percebe hoj no bulicio da vida, t'ma
novo '"lav.'ni chaia de for<;a pule e Ilustra o que
eoi pas com algum esforz Ihe legaram. Se um
principa foi o primeiro em lollar o grito de indepen-
dencia, o filho de'ie principe he o primeiro em pro-
teger as ni iiiuires uacionaes a encaminhar sen.
ublilos ao maior grao de prosperi lada.
ir Seohur. I) senado, implorando divina Pro-
videncia a coniinaac.ao de sun heneaos lobre o Im-
perio do Brasil, espera qoe V. M. I. acolhera' be-
nigno os votos qae igualmente faz pela vida a glo-
, ria da V. M. I.
ORDEM DO DIA.
Continua a 3.a diseossoo do ore- ment.
O Sr. Ministro da Fazeada toma a palavra em
priinnro lugar a responde s ohservarOes antece-
dentemente falla* pelos Sra. visconde de'jrqoilinho-
nha e Mantiba. 0;cupou-se depon com a queiao
da facaldade que se eootesta ao governo da aulnn-
ar B.iicos com bilhetei a' villa e o portador. Fil-
loa aliual no Banco ulli mente creado, moslr.nnd >
* a legalidad' com que foi autonsido e as vaotageo
que ella oflerece.
O Sr. Visconde de lleboriby responde ao Sr.
. Saaia Franco suslenlaudo ai ideas do Sr. Muriliba
OSr. C'iidido Borges, depoii de juitifcar o vol
que dru contra o adiamenau proposto pela Sr. I).
Manuel ao arligo addilivo sobre subsidios, faz algu-
mas consideraros sobre diversos ohjeclos relativos
ao ministerio do imperio, entre oulros, as qaesISes
de reformas roonicipaes e eiraes verdes.
.A discns
0< diai 6, 7 e 8 foram impedidos e no da 9 n i >
'irabalhou a cmara doa senhorai depotados.
ATABERMEGVIBERT-
POR MADAMA C. REYBAUD.
III
;coifi/tuof(o.)
Nessedia duranie o olli-io Gaspar au apparere-
r i ni igreja, e a belli Paulina entieabrira intil -
kMeaJa viute vez"! soas carlinas para procura-lo
curt a vi-I i na ra. Es iiisiuuitcauta ; porin os anaaules lem uma maneira
pa'licular de apreeiarem as eousas ; nao ha nada
qus s-ji iilin -r-ni- para elle*, e tiessa uuie mada-
raesella de liaubert linln o ajatele cheio de amarga
tristeza. Madami de Roquevire, que naturalmenle
era sua confidente, a consolara como pudera, e de-
pois aarhira para fazer antes da cala algamas vi-it,i-
pela viinlianra.
H naile eslava adiaulada ; lodo o rumor da roa
Imln rstalo pouco a pouco, nio se ouva mais do
que os fracos gemidos da venta, e do lempos em
lempos a voz ronca de algum camsrada quesahia
da liberna. Ao toque de dez horas Joanninha, a
ni i la, que dorada na cazinha, levanlou se ionre-
saila la, aceudeu sua laulerna, e saino p ra ir pro-
curar ma lama de Requevire. Sucre lia algamas ve-
zes li?ar madamesella d% Gaubert s durante a noi-
te j; sob a guarda de Sallan, o r.l i vtente em cuja cumpanlna ella nida linha a temer
doilaliOes. Logo que Joanninha labio, Saltao que
eslava rieitado no palomar da escada, luhio para
junio de sua senh in, como para cerlificar-lha que
reslava um guarda em casa ; circulou a cmara, fa-
rej.iu os movis, e fui deitar-se junto da chimin.
Poico depjn ouviase bter i parta da ra. Ma-
slairns'lla le liaubert leve quasi medo : nunca tal
r ui-a acqnleeia, e n,i eram ni ni horas de receber
visitas ; porcm, Iranquillisou-se vendo que SulUo
n lagar de levantar se laliudo fonos.menle, con-
servava-ss quieta e inivia a cauda vollanrio es olhos
lauto para a cacada. Veio-lhe a idea de que Joan-
ninha linlia-se esquecit i da chave, e semh'silir el-
la fu ao palamar, e puma o cordjlo, pur meio do
qual ahria-se de todas us ndales .i porta da roa ;
aao era a prima que vollava, c ella ficou mu lie-
amia iscuiihecciido os |tassisde um liamem que tu-
ina i escala. Antes que tuess* Iranspo-to os ul-
liiuos iagri 1, ella remidieren a Gaspar.
. Pe iin'-uic, senhora dne elle seguindo-a
rimara, venhu dizer-lhe adeos... Ulvez para sem-
pie.
Tent parado diente de sua cadeira, m.i I ime-cl'1
de lianhed npaiava-se com amina mos ao enrollo
como pira nao rahir ; oasorpreza foi IAogrande
que a impeli de re>pod fe-tejoii o joven llarhejss, o qual nunca deis.ava de
mi ._ i lo de pas-agero sempra qae elle eslava por-
ta ds rasa.
llevo partir amanilla.... aminliai hem celo,
eoDliiiuou elle c mi voz suITjci la. Ah Pauliaa,
No dia 1l
dos.
na i funecionou a camira del depula-
hindo delta-, as repellla eom os mais injuriosos io-
stjIIos, s propros de um eote tal, como 0 que os
proferia. Cimentamos que liaj qaem astim pro-
ceda, a menot que nao se eiteja louco ou ebrio; fin
todo o caso, nao seria m.io qoe dessa fado te lomas-
te conliecimeiilii. para que nao leja contrariado, e
uma vez reconhecdo, fazer arredar da sociedade as-
se inonslro com especie humana.
Operac,ao.O Sr. Jos Francisco Pinto Cmima-
raes pralicoo ha diat, na pessoa de Joao Peiioto de
Araujo, a operario da eitrac^ao de ealaralas, e com
lio bom retallado, que o paciente etta enjergando.
Ja nao he a primeira vez que n Sr. Pinlo eiarce
com lao feliz resultado a tua profusao, coja pericia
he reconhecida: felicitamos, porlanlo, ao mesmo
Sr. Piale, por ler lido mais esla occasao de fazer
patente a na habildade.
Um ataque de oenarjao. llootem 12 do cor-
rete, em cas.-, do Sr. Jo- Antonio, com aula no
pateo da ribeira, no acto dojaalar, loi accommell-
do de um ataqoe de alienacao, um moco da Bahia,
queseara aqu estudalo, e h pensionista rjn mes-
mo Sr., resultando desse ataque ornar se furioso e
quebrar toda a louc,a que se achava ni mesa, derra-
mando o susto e horror oaquelia familia, que ater-
rada nao sabia o que pensar. Fomos infrmalo, de
que esse roorjo, dias antes, Uvera ama altercic,ao
com um seu companheiro de casa, pelo que repre-
'it'n leu lo-o o Sr. Jas Aatoreio, elle se mostrou ar-
repeodido, a pedio que Ihe cuncedesse a mu l.m.;a
de sao alojamenlo para o primeiUL andar, o que Ihe
foi concedido : no acto, p.ircm, do jantar, quanlo
lodos se achavam a' mesa, elle se foi assenlar de-
fronte do ten companheiro, com quem tivera aquel-
la contestarlo, cuj presenca inspiraado-lhe odio,
l^z.com que perdeste a ratina pralicasse taolos des-
atinos, lem que todava din^isse palavra alguma a
esse que elle reputa sen inimigo.
O vapor nacional n S. Salvador n vindo dos
pailoi do sul, troune a sen bordo para esla pro-
vincia o seguales passuceiros :
Agoslinlio Mana, Miguel de Anula Cabral, Do-
mingos da Cunda, preto, liberto.
O vapor Nacional Paran sabido para o Rio
de Janeiro, leva a seu bordo :
DsMta proviocia ; Vidal R. de Mallo, 1). Francisca
Maianliao do E. Marl\re> e uma criada, Fre Her-
eulano do C.de I. de'Brilo e um escravo, Julo A.
N. Leltio, Fre Joo de A. Iluora. e um eicravo,
Felippe I. da Silva. Maooel da C. B. Ribeiro, guar-
da Marinha Pedro L. da Concei?ao, Francisco L. de
l.acerda, lato M. Baptisla, Jos de lloltanda Ramos
e Silva, Domingos Fernaades e sua mullir, soldado
Joao A. da Cuiiha, Jo;1o L. Vieira, 9 escravos a en-
tregar, Jos K'i'ii -rriiuo de Va-cnncellns e doni es-
rravos, lleiinqoes de C. Rodrigues, Beroardioo I.
P. Pacheco, om criado e doui escravo, Gervasio de
Hollaoda Coellio, Claudino A. de Carvalho, qaalro
recrulas e um menor, quai-c eteravos a eatreiar de
Silvino G. de Birros; Suaphim 'l'eiseira Bastos, tol-
dado Vicente K. Barbosa, capSo Maooel .1). da Foo-
seca, Francisco Pereira da Silva.
Hospital de Carldade Etittiarn no dia 12 do
corrale 28homens e 23 mulheres, tratados pela
caridade, I i horneas e 15 mulheres qae pagara a'
casi, e 7 pravas do corpo de polica.
Total 87 doeotes.
M amanhiia.
PAGIN&VULSa.
ib a ai ib a & y
ConseqUencias de um lauco.Na noile do dia
lOdocorrente deu-se um fado na roa do Padre
1 .unan q i- p ir-u i gravldade n3o podemos dei-
xar da mencionar. Ei-lo :
l'm individua leudo viudo de Santo Anillo, oode
livera algum.is desavengas com seus prenles, fuera
disso impreisao, e cun-cou pur riizer afu sua alma
eslava no inferno principio Je leocure). Hecoihi-
lo que fusse a capital, prucurou a casa do oini sui
prima ni ra do Pa.lie Fluraua, donde canlinuou
nu mesmo estada ilo mama, a declarar que sua al-
ma eslava nu inferno, e ueste semina Iratoa de f;i/.^i
ora;oes para salva-la ; e com afeito, ni da til do
Crrenle, quando orava diante de mu oratorio, uffa-
receo-ae occasiao de se chamar um vendedor de pa-
liloi de fogo, e com a entrada desse hamein fez des-
perlnr a idea do lonco, de qoe elle vina smente
Iranstoruar a salvar.i i de sua alma, e qm sua prima
lora causadora desse mal, e do qual preleudera lo-
mar vingaofa, que nao lardou em realisa-la, par-
quaiilo, netsa mesina nole, e quanlo sua pri-
ma ja dorma, elle se dirigi ao sea leiln, e, pro-
veitsndo-e do atejo, Ihe envara uma faca,
com o que dispertan >o a victima, pede snceor-
ro, o ii jal nao Ihe sendo loga ministrado, leve o
louco de lular com ella, querendo arraiirar-llie os
olhos, e por fin, depuis de Ihe haver feito algumas
euntusoes, quebrou-lhe o brajo no lugar da hom-
bro, do que esla' sendo tratada pala Sr. Miguel
Felirio da Silva, sendo o louco, qoe laes males pro-
duzio, recolhido i cadeia. Nao he ino modo de
procurar a salvarlo de sua alma com o -acrili-io da-
quelli victima.
I. m fillio querendo tspancar a su i mai.Cheios
de horror e bein a nosso pezar, passamos a registrar
na culumnas de not'a Pagina, uma cena de hor-
ror, praticada na noile do da 7 di corrente, na roa
do Itaoge!, por um filho cuntra sua mai. lie o se-
gu nle:
Eram 9 horas da noile daquelle dia, e nossa twca-
siao leudo uma mai ralbado com seu filho, por mo-
tivos que ignoramos, este tanc.au- milo de um chico-
te, e potando sua mai para ra, all a amearuti,
julgando por es'e rtvudo desafronlar-te, rio que ella
Ihe dissera. Ilrriveis pregas foram por aquella
mai lanzadas sobre o desnaturado lilho, que, zom-
CONSULADO PROVINCIAL.
Lanramento da dcima, da teguezia de
Santo Antonio, feito pelo lanrador do
consulado provincial Francisco Carnei-
ro Machado II i os Jnior, publicado pela
impronta de con fot midade com a por-
tara do Sr. administrador da mesa do
consulado provincial de II denjjosto do
corrente auno.
(ConclosSn.i
1857 a 18:>8.
Travessa do Cabalo.
Numero 2.Viuva de Luiz Bezerra Mon-
leiro Padilha, urna casa terrea arrendada
por 989, paga de deeim......
dem i. Jos de M-deiras lavares, una
casa lerrea arrendada por 120?, pasa de
dtcima.........
dem (i. Manuel da Conha Grjimarlee,
uma can lerrea arrendada por 12trJ pa-
ga du decima..........
dem 8Francisco Manoel ds Silva Tava-
rn um sobrado de um andar e uma I ja
arrendad por 2105. p.ga de dcima .
dem 10. Antonio Joaquim Ferreira de
Souza, uma casa lerrea .arrendada por
HtJ, paga dcima ........
dem 12.Auna Mara de Siuza, uma ca-
ta lerrea oceupada pela mesrna. avaliada
por l2Ho, paga de dedeni......
dem 1S. Luiz Gomet Silverio, nina casa
lerrea arrendada por 1:12-;, piga de deci-
ma .............
dem Ifi.Antonio Ferreira de Ferial, uma
casa lerrea arrendada por 1909, paga de
decima. .......
dem 18.Ordem 3. do Carmo, ama aja
lerrea arrenlada por 1085. paga de di-
cima .....
K>820
III--SIHI
109800
219600
1259(10
10)800
ll880
103800
<) Vida Diario n. 211.
fflinha querida Paulina eu Ihe sere fiel al a
morle.
Ella nao se admirou de ouvi-lo fallar assim ; '
forja de peinar nelle, e de imaginar egonJo teus
propros lenlimentus em que termoi elle lue expri-
mira seu amar, Imln so fannti.irisado eom ess liu-
guagem, que oovia pila primeira vez. O corario
palpilavii-llie com tanta violencia que a mpe lia'de
fallar; mas Jevaniou 01 olhos ao co, com para
tom i-|, par lestemunha di qae f.iri o mesmo ju-
ramento. Depois cabio choraod i tabre a poltrona,
tittpar lancou-se. de joelhos, e allrah'o lo-a a si,
aperlou a em seus bragas eom transpartes de amor
e de dor. Il.ivi, nesies impulsos de pa xao uma 18o
gran le innocencia, uma emoeio lao ca>la, que o
pobre llamarada nem ao menos coidon em heijar a
face de son bella amante, a qual repela com voz
entrecortada :
Vos- va-se ... nao o verei ma s.... IJae fiz
eu para o c> etiviar-ine unta dar Ito mur't.l !...
Ja" rjiore tanto durante sua ausencia !.... e lulo o
turnci a vr seuao para o perder loso.-., lie pos--
vel que eu sej (ao infeliz !.. Ah nao creu que
| eu posta viver longe de vosse' !
E elle a seu lurno responda :
Nunca a esquec-rei, meo coraba >.... A dor
desla sepnrat.lo ser-me-ha cerlamenle mortal, se eu
nao levar a esperanza de a enconlrar Bel... Jurc-me
anda urna vez que tu de amarme sempre... tem-
pre.
Achavam-se ne. hora, e linham repelido cem vezes as mesmas cau-
sa, quando entrou nfadama de Roquevire. Mada-
ineaflla de (iiuherl correu Ihe ao encontr, e disc
moitraiido-lhe o joven Birbeja, que pallido, des-
feilo e com us olhos chiios de lagrimas,a saudava em
sileocio :
Elle vai-se !...
Eu o sei, respoudeu a viuva om ar animado,
oov ha pon-o dizer i se passou' Mr. d Birhejas eoalou hoje por tola
a eidade seus negocios de familia. Em casa do is-
nliu. presidente,! quem elle visitn e laterromperam o josa para escula-lo. Elle dizia
que o amor dola leila enlouquecer a -eu lilho, mas
que abena lize-lo recobrar o juizo afaslando-o de
vostt. I.Hrajou-a declaran lo que naoca uma Cau-
berl sena sua ora. Segando as opiniao.vossc' he
mu pob.-e e de mu pequea nibreza, para preten-
der 1.1 honra. Dina mais que apresealava-se orna
occasao das mais f.iv.rave<, para fazer rom que seu
lilil viajatse,e que ja'amanliaa ia euvia-lu a Tou-
lun ao senhor eonde de Forhin, qoe o emharcara'
iiiiui'di.iiaiiienln e o con lu/.ir.i' ao l'nn do mundo O !
Iiailio de Saumanes que eslava prsenle, apoiava lo- '
do* e*los prnjeclos, c iiileressava-se nisso, como le '
fosem seus neuocios Nao se falla de'ontra cousa
na eidade. e na davido que ie (rale di--,, a' ceia
da senhora ahb.ideisa.
Quem Ihe conlou Indo isso, prima '.' pergun-
lou ma un. li i da Cauberl como Iranqnilli-
sala.
Malame-ella rt'Anceiune, coma qual eslive
ha noiteo. Ella dit-e-me mais que o hiiii < de Sau-
manes tinli i desde hanlem tratada desle neaocio com
o senhor ronde de Furbin, n qual passou a noile
aqu, e ia a toda a presta o' Touloii em servico da
re.
Tu lo iso ne verdade, di-se inllo Gaipar, mas,
senhora, teja le-lemiinlia da promeita que fac de
nan caiar-me nunca a nao ser com madamesella
dem 20. CrspimMarques, casa lerrea de-
mo'ida...........
dem 22.Viuva de Joaq, Pinlo dos Santos
urna.casa lerrea arrendada por 130-3, paga
de dcima..... .
I lem I .Mara Joaquina Vianna, urna ca-
ta terrea arrendada por 723, paga de de-
cima ......
I.5I20
.->?1O0
' (1-180
Becco do Faleao.
.N amero 2.Antonio Joaquim Baduem.uma
cata terrea arrendada por lio., paga de de-
cima ............
dem i. Manoel Joaqoim Baptisla, uma
casa terrea arrendada por 5lf, paga de-
cima ............
Idim ti.Feliciana Maria da Trindade.uma
casa terrea arrendada por i;n~, paga de
decima...........
j dem 8. Jacnlha Maria da Cnnceican,
uma caa terrea arrendada por "2^;, paga
de dcimo..........
dem II). Manoel Joaqoim da Trindade,
uma casa terrea arrendada por 72>, paia
de decima...........
Ba da Palma.
Numiro 2. Viova e herdriros de Joilo de
S,U7.1 Teizeira, uma casa terrea arren-
,l,i li por liis-, paga de decima. .
dem 2 A. Vmva e herdeiros da JoSo de
S ui/.i leiu-ira, casa le rea arrendada por
11)83 n., paga de decima .
dem 2 B. Os niesmos, casa lerrea arren-
dada por 1449, importancia da rieeima .
dem 2 B. Aleandre Jn. da Silva, casa
lerrea arrendada por I-20?, Importancia
da decima ?.........
dem 2 C.O mesmo, casa lerrea arrendada
por 120>, paga de dcima......
dem 2 B.Antonio de Medeiros, casa ter-
rea arrendada por I68.3. importancia da
decima............
dem 2 S.J laqaim Lopes Pereira Guioa-
rlaa, casa terrea em obras.....
dem 2 I).Francisca Thereza Bitancourl,
casa terrea arreudada pur 063, impor-
tancia da dcima.........
dem 2 E.A mesina, casa lerrea arrenda-
da por %>, importancia da decima
dem 2 F. Alejandre Bodri&ues de Al-
meida. casa lerrea arrendada por Ji;,
importancia da decima.......
dem 2 L. Mauoel Fernandes Mascare-
nlus, casa lerrea arrendada por 2.j03 im-
portancia da decima.......
dem 2 Q.Jos Joaquim de Ahreu, casa
lerrea em obras.........
dem 2 M.Antonio Pinto de Barros, casa
lerrea arrendada por !)b>, importancia dt
dcima...........
dem2 N.O mesmo, cusa lerrea arren-
dada por flti, importancia da dcima. .
dem 2 t).O ineimo, casa terrea arrenda-
da por !H3, importancia da dcima. .
dem 2 P.O mesmo, ca-a lerrea arrenda-
da por '.11;-. importancia da decima .
dem 2 (i.Herdeiros de Antonio l.eile Pi-
ta Orllgueira, casa lerrea arrendada por
1203. importancia da derima.....
dem 2 II.O mesmo, casa terrea arrenda-
da por 1209, importancia da decima .
dem 2 I. l-rucluos., Pereira Freir, casa
lerrea arrendada por 1i3, iiniiorlanria
da decima...........
dem 2. Cosme DamiSo, Ferreira, casa
lerrea oceupada pelo senhorio, avaliada
por 120?. importancia da decima
dem i. Maiuel Joaquim da Silva, casa
lerrea arrenlada por 1083, importancia
da dcima...........
dem 6.Joao Pinta de Qaeiroz.eata lerrea
arenilla,la por IOS?, importancia da di-
ciroa.............
dem 8. Ja de Me.teiros 'lavares, casa
terrea arrendada por 1689, importancia
da dcima..........
dem 10. Jalo Francisca da Reg Ilaie,
casa lerrea arreada por 1209, Importan-
cia ria dec ma.........
dem 1 A.Sebastian Jos Gomes Peana,
caa lerrea arrendada por20$, mportan-
lancia da dcima ".,...,,,
dem 1.Jos Anselmo da C isla, casa ler-
rea avahada por 1689, ir portaola da de-
cima ............
dem 3. Dr. Chrituvao Xavier Cups,
casa le rea arrendada por 1688, impor-
lancia da dcima ......
dem .'.O mesmo, c*sa lerrea arrenda-
da por 1329, importancia da decima .
dem 7.O mesmo, casa lerrea arrendada
por I i -, importancia da 7idecima .
Idem'.l.HerleirosdaMtnoel Antonio l)o-
mingues, casa terrea arrendada por 108^,
importancia da decima......
I lem II. Seiia-ii. Jo o Comes Peana,
casa terrea arrendada por Iti8>, impor-
lancia da decima........
dem LI.I) me-mo.-ni ra lo c>m :l I jas, 1
andar e om sotao, arrendada por 5889,
importancia da dcima......
Ba da Coiicn Ir.
dem 2. Joilo Manoel de Siqueira, casa
lerrea com nm lelheiro no fundo, arren-
dada por 30-3. importancia da dci-
ma .............
dem 2 A.Luiz Caetano Borget, casa ler-
rea arrendada por :I003, importancia da
decima........
dem 2 II.O mesmo, casa lerrea arrenda-
da por .'103, importaucia da decima .
dem 2 C.O mesmo, casa lerrea arren-
dada por :)00o, Importancia da dcima .
dem 2 I)Jos 'a Sdva Oliveira, caa ter-
rea com li qoarlos 110 funda do quintal
arrendada por 5609, importancia da de-
cima.............
dem i.Francisco Pereira di Silva Sai.los
casa lerrea com sol.io e 2 quarlos I no
Paulina de Gaubert. Nem o lempo, nem a ausen-
cia, polerao mular meas sentimental, assim o juro
liante da senhora e de Deoi.
Se vosse" me reuunciasse. leu pai se apacigua-
ra, e nao o enviara mais, dise a pobre mora, a
qual nao va neise momento cousa peior do que a
ausencia.
Na, nao, elle eligira anda mais, inurmuroo
fjatpar, nao ousamlo coufessar que para cahir em
graja da pai er-ll.e Ina preciso casar com a pupilla
da I1.11I10 de Siumanes ; se eu renunciar a' vosse',
sera pira enlrarein um convenio, e ah fin lar meus
da..
Esta idea nao aterrou a ma lamesclla de Cau-
berl.
llera : ditse ella resulutamenle. eu o imilare.
v va dizer a su pH, que nao relira-se mais,
que renuncia a mun e au mundo, e eu voltarei ama-
nhaa para o convento das Ursulinas.
N3o Ihe d envido*, enhor eirlsmoa mada-
ma de Boqucvire lano ella como Y. S. nio lar-
I lariam em arrepenlcr-se desse passo. Sempre he
i Jempo de alinear un partido ia,> desesperado.
Creiam-me, nao se abandonen! ao pezar, lenham
eonflanca no fularo. Ainda que Y. S. va" a In-
dia ou a' America, ainda que su ausencia .ure
mullos annos, ninsuem o esquecer.i' aqu, e quando
vollar lera' ainda muilos aniiiis de felicidade a go-
zar sobre a lena.
Mea l)eos faze que eu triiha eisa esperan-
za, murmurou madamesella fiauherl levantando os
olhos ao co.
Eu voltarei, disse Gaspar, animado por uma
abita conrianca. eu voltarei, e vos- me guardara'
tielmenle sen coracao.
Sim, respondeu ella obstinada e*m sua dor,
mas lalvez ja esteja mora... promella-roe ir no me-
nos uma vez orar lobre o meu tmulo...
Nao falles assim, interrompeu madama de Bo-
queviro, a occatao nao he propria para entristecer-
te com peniamenlos lusnbret. l'm e oolro bao da
viver ; elle a encontrara' Ral, e ambos te ratarao
depois de terein dado ao mundo um bello exera-
plo de continuis.
Tendo dido dez horas e meia, Gaspar levanloo-ta,
e tomoo a mai de madamesella de Gahert dizan-
rio-lhe.
Estamos ligados por om juramento feilo dian-
le de cos, espere por mim que vullarei.
Sim, responden ella cem voz ctlincla, leni-
bre-sa lambem de seo joramenlo... nao me esque-
ja... adeot.
Elle allrshio-a a si, beijon Ihe a face, e laneoo-se
na escaria dei(anlo-a (odarliurosa nos bracos de ma-
dama da Boqueviie. Quasi immrdialamoute a por-
ta fechou-se atrs delle, e as riuas primas ouviram-
110 relirar-se currendo.
Sem dovnla elle fuaio para vir aqni, riise a
viuva, u pai guardou-o a' chave lodo o da, a fim
de qae nao podesse depedir-se de mis.
Madametella de Gaubert a redor de ti com etpanto :
Tudo isla parece-me um onho, di-se ella
pat'ando a mao pela fronte. Elle fui-te... e talvez
nao o tornarei mais a ver...
Afagenta e.sa deis funestas interrompeu
madama da lloquevire eom alfaclnosa vivacidad*.
Ei-la em des-sp-ra cama se seo amante elivesse
mirlo e/inlerrariii ; mas con-idere que voas o lor- '
nara' a ver, e que earlamente ha de rasar um da
com elle.
59(00
386O
59IOO
648U
69*80
153120
13*120
129960
109800
I0>S00
159120
8;0
8o6i0
12*960
2295OO
9
83O
89640
89640
89610
109800
lOfSOO
129960
103800
99730
99720
I59120
I1I-S1MI
2l>'Jt>
153120
159120
ll-SSIl
129960
99720
153120
529920
3,9500
273000
279OOO
279OOO
509100
ar-
de-
fundo e oulro aolado arrenJjdapor 5363,
importancia ria dcima......
IdemC.Barlholomeu Francisco de Souza,
caa Ierren arrendada por 729, impor-
tancia da decima........
dem 8.Jas Pedro da Silva, casa terrea
arrendada por 723, paga de derima .
dem 10.Jos Francisco Pereira Cala,
caa lerrea arrendada por 1203, impor-
tancia da decima........
dem 12.Clara Joaquina de Oliveira Mou-
ra, rasa lerrea arrendada por 969, impor-
Irncia da dcima........
dem ti. Manoel Coelho de Moiaes, casa
terrea arrendada por 1209, importancia
da dcima..........
dem l(. Justino Martvr Corrail de
Mello, rasa terrea aneodada por 108?,
importancia da dcima......
dem 18.Jos do Arasao, casa lerrea ar-
reudada por IOS?, importancia da deci-
ma............
dem 20.llenrique Jorge, casa lerrea ar-
rendada j,or 'J(3, importancia da dci-
ma .............
dem 22.Jos Gonrjalves doi Sanios, casa
terrea arrendada por 969, importancia da
dcima.......
dem 24.Manoel Bapindela de Mcndon-
ta Jnior, |caa terrea, arrendada por
120-3, imp-rlancia iia rterlmi .
Ideiu 26.Futios de Jus Pedro da Silva.
casa lerrea, arrendada por 1209, impor-
tancia da dcima........
dem 26 A.llenrique Jorge, casa terrea,
dividida em 5 qmrlos, arrendada por
1329. importancia da declina ....
dem 26 B.O mesmo, casa lerrea, arren-
dada pjr 1203, importancia da de-
cima............
dem 1 K.Yiuva e herdeiros de Joo de
Souza Teiteira, casa lerrea, arrendada
por 2OO3, importancia da decima. .
dem 1 A.Os mesmos, casa lerrea,
rendada por 3003, importancia da
rima............
dem 1 B.Us mesmos, casa terrea, ai-
rendada por. 120.3, impurtanca da de-
cima ...........
dem I C.Os mesmos, casa lerrea, .11-
rendada por 1449, importancia da de-
cima ...........
dem I.Pedro e Auna, lilhos do Dr. Pe-
dro de Alhavils Lobo Muscozo, casa ter-
rea, arrendada por i8-\ importancia da
decima............
dem 2 CJoaquim Jote de Oliveira, ca-
sa lerrea com coeheia no fundo, oceu-
pada pelo tenhurio, avahada por 003,
importancia da decima......
dem 3 C.O mesmo, sobrado rom uma
loja e um andar, arrendado por 6l49,im-
porlauoia da derima '.....
dem 1 I).O mesmo, casa lerrea cem so-
ISo, arrendada por I83, unporlanria da
decima............
dem 5 CAntonio de Me teiro, casa ter-
rea oceupada pelo stiilinrio, avallada por
2009, importancia da dcima .
dem 5 O.Manoel Ignacio das Candeias,
casa lerrea, arrendada por 2003, impur-
tanca di decima........I87OOO
Idam 6 C.O mesmo, casa lerrea occopa-
da pelo senhorio, aialiada pnr II13, im-
portancia da decima.......
dem I I.Viuva e herdeiros de Josi-
Goncalve Ferreira e Silva, caa terrea,
arrendada por I6S3. importancia da de-
cima ...........
Ide.n I E.Os m>s.no, cjsi terrea, ar-
rendada por lficc, importancia da de-
cima ............
dem 3 F.O meamos, cae* terrea, ar-
rendada por 1689, importancia da iie-
cima............
dem F.Os mesmo*, caa terrea, ar-
rendada p^r 1023, importancia da de-
rima ........
dem i G.Os mesmns, casa, terrea, ar-
rendada por 1683, importancia da d-
cima ............
dem I E.Antonio Pinto de Barros, sol
hrado com um andar e ionio em obrat, a
a loja arren lada por 2003, importancia
da dcima........- ,
dem 3.Paulo Caetano d'Alhoquerqiie,
casa lerrea, arrenlada por 1009, impor-
tancia da rierima........
dem 5.O mesmo, casa lerrea, arrendada
por liij. importancia ria decima .
dem 5 A.Jos Francisco da Colla, casa
terrea, arrendada por l?, importancia
da rieeima..........
dem 5 B.O mesmo, casa Ierren, arren-
dada por I449, Importancia da derima .
dem 7.Benedicto do Espirito Santo, ca-
sa lerrea oceupada pelo senhorio, avalia-
da pur li'o, importancia ria decima .
dem ft.Jos Frentico da Cotia, casa ler-
rea, urrrndada por I5, Importancia da
dcima .......
dem II.Antonio Francisco ilc Carvalho,
casa lerrea. arrendada por I2i>>, impor-
tancia da dcima....... .
dem 13.Joao Pinto detl/ueiroz, casa ter-
rea, arrendada por 1209, importancia da
decima...........
dem 15.llermina Adelaida Jorge, casa
lerrea, arrendada por 168-3, importancia
da dcima. .....
Fui depois preparar urna chavana de cha de her-
va cidreira, e dando-a a' pobre alllicla, dissc-lhe :
He preciso vencer e-sa ddr, do ronlrario quan-
do elle vollar ha de leba-la feia. Tome slo, mi-
ada amiga, voss esla' mu de-feila.
189240
69*80
6;180
10J800
8360
IO58OO
03720
9972O
836W
836 iO
109800
IO9SO0
116880
10-3800
18}(i00
27-3000
103800
129960
9320
369000
679960
379620
189000
129960
153120
159120
I59I2O
1792
I59I2O
I83OOO
369000
I2J960
120960
123960
12-3960
123960
I03SO0
10-7800
I59I2O
um gran de arela rangido sob 11 us | <<, ella tirou as
Chinela! e desreu a escada, apoiamlo-se com uma
milo e eslendendo a oolia para dianta, afim de se
orientar ; pois a eaeoridio era completa. Suliao
farrjoa-a quan lo ella pailoa perto delle e tornoo
Ella beheu dcilmente, e comecon depois a cho- : deitar-se immedialanienle.
rar e a enternecer-te lembrando--c do comeen de
seus amores.
Foi o anuo paitado na capen do Natal, na
mis-a de meia noile, que elle me lalluu pela pri-
meira vez, dizia ella. I.emlua-se, prima '.' Nos es- "nava em
lavamos na grande nave da igreja de S. Salvador.
IIavia inulto povo pra ver o presepc, e neo poda-
mos entrar na rapelia. Coraquanto eslivrte no fim
da nave, e nos dimite da urade do curo, elle ennse-
seauio apio\imar-se, e saudou-uos. Bu eslava
lila perturbada que ni\a leria correspondido a tua
au lac.au, se v.,s, nao ine liveaie aprtalo o hraro I de m
e frito a reverencia Elle prorurou not enlflo um ; llvia meia liora
lugar, e entramos na capella do pretepe. Toda
as velss eslavam a cesas
l, nilicu aisim a pequea sata rio pavimento ler-
reo que dava para a rua, e abrinlo a janella com
f.recaur.lo apoinu a c.ih"r;a nos varet de Ierro, ro-
ja curvatura faxia sacada para f ira e Hparoo. Rei-
orno della o ma'S profundo silencio ; fa-
zia fro, c um ruin de la alravessava a rua como
uma espada qoe reluz as trevas. A li 1-1,7 1 inex-
primivrr dessa noile imprestmnou-a : parecia-lhe
que toda a naturr/.a aesociava-ie a sua diir a a seo
pezar.
Ah, disse ella, sua ausencia val crear ao redor
conlinoa....
que ah eslava quando ouvn ao
vollar da rua aleuein que raininhava rpidamente
Men? 17.Candida Tavares Sarment, ra-
sa terrea, arrendada por 965, importan-
cia da decima.........836SO
Travista da Concordia.
dem 2.Manoel Antonio Yieira, casa ter-
rea, arren la Ja por _l!.-, iiuporlaucia da
'ecima............IO38OO
dem 1 O mesmo, cata terrea, arrendada
por 12,13. importancia da decima. IO38OO
Ideal (i.O mesm casa Ierren, arrendada
por 1203. Importancia da decima IO38OO
Idam 8.O mesiiia, caa lerrea, arrendada
por 1209. importancia da decima 10j800
dem 10.O mesmo, rasa terrea, arrenda-
da por 1203, importancia da decima. I0.38OO
Idam 12.O mesmo, casa lerrea, arrenda-
da por 1203, importancia da decima 1O38O0
dem 14.II mesmo, casa terrea, arrenda-
da por 1203. importancia da dcima. IO38OO
dem 16.Manoel Antonio Yieira, casa
lerrea, arrendada por I20j, importancia
,'la rt""'............IO38OO
dem 16 A.O mesmo, casa terrea, ar-
reudada por 120?, importancia da de-
'_...........03800
dem 16 H.O mesmo, casa lerrea, ar-
rendada por 1203, importancia da de-
rima ............103800
dem 16 C.O mesmo, cata lerrea, ar-
rendada por 1203, importancia da de-
cima ............ IO38OO
luein 16 |).O mesmo, casa terrea, ar-
rendada por 120o, importancia da de-
rima ............10-NIH!
dem 16 E.O in-nno, casa terrea, ar-
rendada por 1203, importancia da de-
, ,ciroa........... 103800
dem 18.FrinCMCO Pereira na Silva San-
ios, casa tjrrea, arrendada por 1203, im-
portancia da decima -......10/800
dem 20.JoSo Evangelista da Cotta e Sil-
va,,cata lerrea, arreudada por 1203, im-
portancia da decima.......IO38OO
dem 22.O mesmo. casa terrea, arrenda-
da por 1203. importancia da dcima. IO38OO
dem 2i.Francisco Pereira da Silva San-
tos, casa lerrea, arrendada per 1209,
imperlauca da dcima......lnjM.ni
dem 26 A.O mesmo, casa lerrea, ar-
reudada por 1203, importancia da de-
rima ............103800
dem 26.O mes-no, casa lerrea, arrenda-
da por 969, importancia da dcima 836O
dem 26.Francisca ds Chaeas Portilla
de Carvalho, casa leirea, arrendada por
120?, Importancia da decima .... 103800
dem 26 C.Uernardiuo Antonio Kamos,
casa leriea arrendada por 1413, impor- .
lela da dcima........123960
dem 26 I).Francisca das Chag.is Portella
de Carvalho caa lerrea .uremia.la
por 1 i?, importancia d.i dcima 123960
dem 26 E. \ 1.1 -i.i, casa terrea, ar-
rendada por I2O9OOO, importancia da da-
rima............. 103800
dem 26 F.Herdeiros de Jos Andr de
Oliveira, cusa Ierren com soiao e duas to-
jas, avaliada por 200-3, importancia da de-
rm..............I83OOO
dem I A. Manoel Joaqoim Alves dos
Sanios, casa lerrea arrendada por 96a, im-
portancia da dec 111a.......8s04O
dem J II Yiuva de Antonio Joaquim
Alves dos Suilos, ca-a terrea, airen-Jada
pnr 963. importancia da decima 85640
dem 1 C.A inema, casi lerrea, airen-
da la (or 969i importancia da rieeima. 836O
Nem 1 I).A inesma, rasa lerrea, arren-
dada por 1209000, importancia da dci-
mo .......... ... I0>800
dem 1.Anl'iiio Jos Maciol, casa lerrea,
iirrendaa por l'i-?, importancia da de-
rima ............ 129900
I,lem 3. loaqnini Mana da Conceieao, ca-
sa terrea, auendada por 1203, importan-
cia da decima..........I0;800
dem 5.Dr. Pedro Bezerra de Sania Bel-
IrAo de A'auj.i Pereira, sobrado rom uma
luja e um andar, errendado por 348^100,
importancia da dcima......349360
dem 5 B.O mesmo rasa lerrea ar-
rendada pnr I6S3, importancia da deci-
ma .......... ... 153120
dem 5 A.llenrique Jorge, casa terrea, *
arrendada por 72?O0O,importancia da de-
cim...........69180
dem 7.O mesmo, cata leirea, arrendada
por 1209. importancia da decima I038OO!
dem 9.O mesmo, casa terrea, arrendada
por I21I3, importancia ria rieeima 103800
dem 11.O mesilla, casa terrea, arrendada
por I2il?. importancia da dcima lOaSOO
l-lem 13.O mesmo, casa lerrea, arrendada
por 120-3, Importancia da decima IO3SOO
Idem;i5.O mesmo, casa lenca, arrenda-
da por 120?, importancia da dcima In-sim
dem 17.O mesmo, casa terrea, arrenda-
da por 1209, importancia da dcima 10-3800
dem 19.O mesmo, casa lerrea com um
quarlo no fundo, arrendada por 92?OO0 ,
importancia da dcima.......173280
dem 21.O mesmo, casa terrea, arrenda-
da por 60-3, importancia da rieeima. 5-3400
dem 23.O meimn, casa lerrea, arrenda-
da por 609, importancia da decima SjiOO
dem 2).O m'smo, cssa lerrea, arrenda-
da p, r lili?, 1111p.il l'iiia da decima 5-?iOO
Idejn 27.O me-ino, casa lerrea, arrenda-
da pur 603, importancia da dcima 5?i00
Rua do Caldeireiro.
N. 2 A.Antonio Jos Dias Farnandei ,
casa terrea, arrendada por 1443, impor-
tancia da decima........
dem 2 B.Antonio Jote Das Fernandez ,
cata lerrea, arrendada por 1 ilj, impor-
tancia da decima........
dem 2 C.Sebastin Jos Gomes l'enna,
casa lerrea, arrendada por 1413, impor-
tancia da dcima........
dem 2 D.O mesmo, casa lerrea, arren-
dada por 1 i.?mi;i, importancia da deci-
ma............ .
dem 2 E.O mesmo, casa terrea, arren-
dada por I689OOO importancia da deci-
ma .............
dem 2 F.O mesmo, meia agua, arren-
dada por 723000, importancia da deci-
ma .............
dem 1 A.O me-mo, caa lerrea, arren-
dada por I203OOI), importancia da deci-
ma ......,......
dem 1 B.O mesmo, casa lerrea, arren-
dada por 1203000, importancia da deci-
ma .............
dem 1 C.O mesmo, casa terrea, arren-
dada por1209000, importancia da deci-
ma .............
dem 1 II. 11 mesmo, casa terrea, arren-
dada por 963000. importancia da deci-
ma ............
dem 1 E.Antonio Jos Dias Fernandei ,
casa terrea arrendada por 1083, impor-
tancia da decima........
dem 1 F.O mesmo, casa lerrea, arren-
dada 1 or 96-3000 importancia da deci-
ma .............
ld-m 1 G.O mesmo, casa terrea, arren-
dada por 963000 importancia da deci-
ma .............
dem 1 H.O meimo, caa terrea, arren-
dada por 969000, importancia da deci-
ma .............
Boa do Rangel.
N- 2.Ordem lerceira de S. Francisco, ca-
sa lerrea, arrendada por 1203, importau-
cia da decima.........
dem 4.liento da Conceieao Ferreira, ca-
ta lerrea, arrendada por 1509, importan-
cia da decima........ .
dem 6.Domingoi Jos da Silva, sobra-
do com uma loja e um andar, arreudada
por 3183, importancia da decima .
dem 8. ITteolonio Feliz de Mello, sobra-
do curo uma loja, um andar e lotao, ar-
rendado por 3OO5OOO, importancia da de-
cima ...........
dem 10.Carlota Ismenia da Conreir.io,
obrado rom umi luja e dooi andares,
arrendado por 0OO3OOO, importancia ria
rieeima............
dem 12. Herdeiros de Thereza de Jetus,
eaa terrea, oceupada pelo senhorio, ava-
liada por 1413000, importancia da de-
cima ............
dem li.Irmandade dis Almas do Iteci-
fe, casa lerrea, arrendada por 1209, im-
portancia da dcima.......
dem 16.Ignacio Nery da Fonseca, casa
lerrea, em obra .........
dem 18.Manoel Francisco da Silva Car-
rico, sobrado com uma loja a dous an-
dares, em obris.........
dem 20.O mesmo, sobrado com uma lo-
ja e iioos andares em obras.....
dem 22. O mesmo, casa terrea, demo-
lida ............
dem 21.Irmandade das Almai de Sanio
Antonio, sobrado com nina loja c um an-
dar, arrendado por 3001000, importancia
da dcima...........
Iririn 26.Manuel Antonio Monliiro de
Andrade, sobrado com ama loja e doui
andares, avahado por 3603, importancia
da rieeima...........
dem 28.Antonio Jus Goncalve de Aze-
verto, casa lerrea, arrendada por 1929 >
importancia da decima......
dem 30.Yiova e lier-leirm de Miguel Jo-
s Kibeiro, sobrado com orna loja, um
andar e sulao, avahado por 3ni;, impor-
tancia da decima........
dem 32.Ordem lerceira de S. Francisco,
caa lerrea, arrendada por I689OOO, im-
portancia da decima........
dem 34.Paulina da Conceieao, caa ter-
rea, arrendaia por 1449, importancia da
decima............
dem 36.Antonio llipolyto de Vercosa,so-
brado com uma laja, doui andares sotan
arrendado por 7509000, importancia da
decima............
dem 38.Yiuva de Domingoi Jote Barho-
sa.subrado rom orna loja e doui andares,
arrendado por 4209000, importancia da
decioia............
dem 40.Joilo Moreira Marques, sobra-
do com uma loja e dous andares, arren-
dado per 36O3OOO, importancia da dci-
ma .. ............
dem 42.Manoel Jote da Silva Braga.ca-
sa lerrea, arrendada por IO83OOO, Im-
portancia da decima.......
dem 44.Antonio Ferreira Pinlo,caa ter-
rea, arrendada por 1689000, importancia
ria rieeima. .......,
dem 46. Jos da Fonieca e Sllvn, lobr-
do com uma loja e dous andares, ar-
rendado por 6689000, importancia da
decima..........
12!t60

12t>60
129960
129960
159120
6480
IO98O
109600
109600
89640
93720
89640
89640
8?640
IO38OO
I3950O
319320
279000
459000
129960
109800

9
9
9
279000
329100
179280
279360
153120
129960
67/S00
373800
329400
99720
159120
609120
sas, e os moras canlavam o I era Gaspar. Elle ifroutou os passos ao aproximar-
aconipanbadas petoorgao. Elle|ie. Eolio ella eliamon-o em *oi balii
vez, dis-
u les.
elle profun-
escreve-'.' replicou ella precipilada-
collocou-se alraz de mim para impedir que a mol- |>Sc. para dber-lbe adeoa ainda um
lidio me incoinroodassr, a dis.e-rae em voz baila : se eslenden lu-lhc os bracos atrava datgi
i Ah senhora, eu tena dalo de boa vonlarie me- cu. .... 1 -.- ,
pelo prazer ric oovir em iua compauhia uma m-
sica li,, luida. Minha alma esta' arrebatada... Creio
estar a' porta do paraizo. i> Nao respondi, mas elle
bem vio que rompaftilhava de seus seiilunenlos ;
pois olhou para mim cun ar conimovido, apenan-
do a minha m.io ao coraeiln.
O velho Barbejas eslava a dous paitos de nos,
e nada vio. dtse madama de Koquevire, porcm
ainda que li veste visto ja era larde : seu Ojito ama-
va-a desde a primeira vez que a vira.
Sim. talvez para no'sa desgrana, respondeu
madamesella de Gaubert voltando cun Obttiniclo
aos pensamenlos que a maaoavam : depois enterne-
cen-se de novo cuidando nos discretos lestemunhnt
pelos quaes Gaspar a tintn persuadido, e em todos
os signis que Ihe riera de seu amor.
Como SulUlo linha se aproximado e encarava-a
dando (ritos qoeixosus. e ella p,is la cabera dizen 1.1-lhe :
Sim, pobre animal, nao o vers mais vir ao
lonue e parar dame da porta para afaear-le ; n.1o
le levantaras mais olhaiido-me eom ar alegre, como
o fazias qaando o ouvias passar a'noile por baixo
da varando.
Madama de Itoquevire 11.11 sabia como a con-o-
lisse, e tiraste dee enlernerimenlo doloroso ; ella
o cnnseEoio fallando da viiisem que (aspar ia em-
prelienaer, e laiendo oonjocloraa sobre a poca de
-11.1 vi illa. Enlilo madamesella de Gaubert arrepen-
deo se .imaraamenle de nao ter Ihe pergunlado
qual seria o lermo provavel de sua ausencia, e de
que maneira Ihe riaria noticias sua-, pois na preci-
pitan da despedida, elles nao linham promelliJo
eterever um ao oulro.
Asim passou-sc o resto rio sern. A' meia noile
madama rie Itoquevire subi para sua alcova riei-
xanria a prima deilada, o depoit rie recommendar a
Joaninha que a lizesse lomar logo ao amanherer
uma chaviiii rie infusan de artemisia hem qnenle.
(aspar linha dito que partira ajo amauliecer, po-
rm madamesella de Gaubert eslava convencida de
que elle nao se iria sem passar ainda umi vez rilan-
te de sua casa.
Yos- me
mime.
Sim, minha querida amiga, e muitas vezes.
Ah ainda una palavra, e-la cruel separneao
durar muilo lem o, ou podemos esperar que lr-
nemos a ver-nos ao cabo de poucos mezes?
Gaspar hesiiou em responder. Falla conlinuou en-
13o dolurosameiile :
. Vosse nao sabe.... sua amencia durar lalvez
um anuo ou dous ?
Nilo! nao exclsmno elle, he impossivel qae
iilejamoi separados lauto lempo. E acresctntou de-
pois an acato :
Voltarei dentro d stit mezes.
Ouvio-se om rumor de portas e janellas qae se n-
bnsm com e-lr,-n,lo no principia da rua, do lado da
casa dos Barbejas, ao mesmo lempo soiram ao lon-
ge sobre a calcada os passos de om cavallo.
Ah ludo esta acabado.... voat val partir
diste madamesella de Gaubert, lancando-se para
Iraz e robrindo o roslo rom as maos. Adeos adeos !
Gaspar ficou em p doranle aluns momentos
agarrado us var-s de ferro, como abvsmado em sua
dor, e depois relirou-se. A casa eslava aberla, e o
cavallo para la diente da perla. Mr. de llarbejat em
Irages de dormir, com uma corra lobre a cabera em
luaar de eahelleira, dava as ordem para a partida.
Fingi mo nolar que o filho enlrava furtivamente^
- encontr disse-lhe fregando ai
ao
e sahindo-lhe
roaos :
O lempo esta serr ; eis om venia qae pro-
melle bello sol durante todo o dia.
Sim, respondeu Gaspar machiualmente.
Creio que ja Ihe lizlidas as iiiinhas recom-
inciidares, toniou -Mr. de Barbejas, cuno se fose
uma viagem de nilo dias Buina ; aprsente meu
humilde respeilo no cunde re
de coinpiimenla-lo de minlia
Inra esleja com o p no estribo, ainda pode dcixar
ne partir.
Gaspar experimenlara en!.la uma angustia mortal,
e mesmo algunas tentativas de revolla ; mas o res-
peilo filial prevaleceu a seu amor e a suas secrelaa
violencias. Ainda que seu pai o fizese desesperar,
comiedo elle nao qoli ao deixa-lo dizer-lhe pala-
vras amargas, e inclinando-se rom ar ao meimo
lempo resululo e snhmisso, disse-lhe s-nu lesmeule :
Neda mais lem a ordenar, meu pai ?
Naria, esponrieu este, a nao ser que de-me
eom Irequencia Rolletal suas.
Ahrararam-se ceremoniosamente ; depois Gaspar
estendeu ei maot a'Delphina e a Francisco, que cho-
ravam, e dise-lhes com ar commovido:
Adeos, meus bous amigos, aleos _
Depois da partida, o velho Barbejas subi par? sua
aleova e lornuu a deilar-se, redectiudo no acto de
auloridade que ncabava de praticsr. Anda qae ex-
perimenlasse alguma tristeza cuidando no is llmenlo
eu que ia viver, cumiado n3o se arrependia de ler
oh a.l-i rom (aula energa, e calculava em sen espiri-
to quanlo lempo podena durar a resistencia de Gas-
par. Eslava convencido de que aluno- 111 / s de au-
sencia deveiiam gaslar a iiiclinai;3o mais lenaz, e
sem facer caso das nudades que llcariiun lalvez no
coracao rio filho, espemva casa-lo no fim do auno.
Ein lugar de eulernecer-'-e com a soa partida, elle
conieeou a cuidar com aaliafafle no resollado pro-
vavrl dessa separarlo niometdanea. Mr. de Barbe-
jas nao era, para fallar a ver dad-, um pai desalma-
do ; amava o filho, mas viva em urna poca e em
um mundo em que as afleicus natoraes nao se mi-
mfi -taviin com expansao, em que as rela^et de fa-
milia nilo eram lao intimas nem lao lernas quanlo
sao hoje. O orsullio de sangue e o pondunor exage-
rado orrienavaro com tnberariia.
Os pais cuidavam ciro solicitada na forlona dos
fillits, porem cmavam os sem fraqueza e procura-
vam sua ventura com auloridade. As moral qoe sa*
liiain do convenio parii casar-se sabiam que nao se-
rian, consultadas, e nem linli.ni no menot a idea de
repalafa naria solTreu com itlo, e as peiores liugoaa
da eidade goardaram silencio vista de om amor t,lo
puro e de honestnlade 18o provadi.
Mr. rie Barhejat ach iu na amencia do filho nm
motivo mu natural para dispensar-te de dar o ten
grande janlar. Viveu mui retirado durante etse in-
vern, tempre iob o mesmo pretexto, mas na reali-
dade porque nao poda fazer grande figora enm ai
cem librai que Ihe reslavam.-ai quaes era-lhe pre-
ciso poupar al o fim do anno. Ia todas as noiles a'
casa de seo grande amigo o bailio de iumaoes jo-
-ir o gamo e conversar dorante ama ou duas horas
sobre o casamenta de seu filho com madamesella de
La Giroociere.
Gaspar hnba-se embarcado em Toalon em Om na-
vio da esquadra que ia aos mares do norte (azer a
guerra doi Inglezes. Doot mezes, depoit de sua par-
tida, escreveu s madamenlla de daubert uma caria
cheia de juramentos e rie queixomes. O conde de
Forbin smava-o e Iratava-o romo teu filho, mai
elle nao tintn vecagao para a marinha. O aspecto de
soai monlanhas asradava-lbe mais rio que o do 0-
ceano, e elle preferira cem vezet a cabana de um
pastor dos Alpes ao navio de alio bordo em que na
vegava. Madamesella de Gaobtrt rierramou inuitaa
lagrimas ao ler ela carta, que nao fallava de vollt.
O invern pavn assim.
Pouco depois da Paschoa Sr. de Barbejni vollou
para a Buina alim de pastar ah o vero. Desta vez
viveu ahi em um perfeito conlenlamenln, porque o
queijo obleve um prero exceprional, o elle esperan.
com etse acerescimo de renda fazer magniricenrias
as bodas de sea filho. No fim do ettio poz-ie a ca-
minho para a eidade, e desde o dia seguinle ao de
tua chegaria escreveu a Gaspar qoe vollatse para
casar com madamesella de La Gronriere depoii da
festa rio Nalal. Ilavia om anno que o joven BarLejas
linha partido, e s orna vez linha eicriplo ao pai.
Em tua respusta, datada de om dos portel da Man-
cha, elle declarou que com laet condie,es nao quera
vollar para rasa paterna. O velho fidalgo nao 111-
i-lio, e dJITrrio
graja* que receben rio rei. As eucenlas libras que i e-lava muilo nborla em ua dar para notar e-va
-',',, em ua mala tarlo sullicienles para uas des- ; curiosilade ; quitera encerrar-se em eaaa e esperar
pezas em Ierra ; dejiois que emb-ircar vofft ni 1 ne- no mais profunda reliro a volla de (a.par, porem
ce-ilar mais de dioheiru. Bem sabe as condijes maiefina de Itoquevire ju'gou que ella 11,1,1 rievia1 tu-
Pelai quatro horai ella levanten-te e labio de seu que imponho a soa volla ; e comprebenrier san de- mar ea allilude liumilhada, eobrigoo-a ds,le o riia
quarlo eiculanjo e relenjo a reepirae^o. Tendo I ver e seu inlereise, ha de vollar brevemente, e em- i seguinle a apparecer como de enlome. Emlim sua
... o calamento para o anno seguinle.
prolMilar contra a ecolha de seus pas. D mema | Au mesmo lempo que elle procurava 1.1.. pacienle-
orle os rapazet casavain sem heailar rom donzellas inenle realisar teos desienios, madamaiella de Gau-
ricat qoe apenas llonam entrevisto alriivs dai g.a- her esperava com inabalavel cuufiana a volta de
Gaspar.
Esla iilqa(o prolongou-te alcm do lempo previs-
to. Como o joven Barbejas era naturalmente capri-
choso e seu pai de um carcter inllexivel, 1 lies per-
ilelirem caria um em sua opiniao. Todot 01 annos
renevarain-se ai inlimaces de um e as recutai res-
peilo-amrole motivadas do oulro. Infelizmente ina-
'amesella rie Gaubert linha um rarac.'ni fiel, e sua
eoiMlaneia inualava o capricho dos Barbejas ; ero 11
ausencia, ero as appareuriaj de e.squecimento po-
deram mra-l.i de >eu primeiro amor, e 01 mais
bellos anuos rie soa vida passaram-se em nielancoh-
cat esperancas e eslereit aipiracfies. Emfim etta ei-
pecie de lula leve de repente nina dupla solorlo :
madamesella de La Gronciere, que detde muilo
lempo era maior, cansou-te de epenr oro m.rido
perpetuamente adiado, e eaou centra a vontade da
seu lulor com am ollcal rio regiment de Armagnac
que enia. eslava de goamirao em Aix. Mr. rie Bar-
bejas ao receber tal noticia deixnu-sc potsoir tanlo
da colera, que edorceu e morrea das depois deise
casamento, que ainqolava seus projectos de lao lon-
ga data e suas volitadas inabalaveii.
desde um locutorio. Mr. de Barbejas obrara de uma
maneira bem imples querendo caar assim a seu li-
lho, e a esse respeilo a opiniao publica dava-lbe
razan.
A partida de Gaspar fura lao precipita la que elle
au dvera lempoaje depedir-se rie pessoa aluuma ;
mas un dia tegainte o velho lid.ilgo foi visitar em
nome do filho as principaes peeaeoa da eidade. Du-
ranie tres ou quatro das foi encontrado por tuda a
parle em traae de ceremonia, e mais macestoo dn
que nunca contando a lodos o motivo pch. qoal li-
uha-se separado da filho, e linha-o fe(u partir rnm
o ronde de t'inbin, que Ihe faria o favor rie fize-lo
viajar ale que e^live-se curado rie sua inclinaran para
enm madamesella rie Gauherl. i'alluu se milito desse
r.i-1 ni eidade de Aix. Durante mutloi das m-ida-
mesella de (aulierl altralno a alinenlo da socieriade
qoe os Barbaja! freqaentavaui ; lod i pergunlavam
Porbin, e nao deixe : por ella : os rapazes iam igreja para ve-la, e as
parlo pelas ultimas | mullieres procuravam eneontva-la. A pobre moca
! Cnnlinuar-te-ha.)
.. '
ILEGIVEL

.





V
2
S!Z^:~z:z..
DIARIO DK PERNAMBUCO QWRTA FEIRA 1 i DE OUTUBRO DB 847
dem (8.JoSo da Silv Moreira, iobrado
com urna luja e un andar, arrendado pur
inu-oiin, Impoilancia da decima ;t,-u m
dem 50.Ur. Aleandre 13ein.ir.lino dos
iteii e Silva,iobrado com orna lojt e doof
andares, arrendado por 36(19, imporl jiicm
da decima...........32&100
dem 52.Tiburcio Valeriano Baplista, io-
brado com doas lojas e uin andar, man-
dado por iOK^KJO, imporlancia di dci-
ma .............369720
dem 5}.Maria Joaquina Macado da Mel-
lo, -ubi,!,!,> com dual lojas, un andar e
oao arrendado por *00, Importancia
da dcima........... 3OOO
dem 56.Fianciica Thomaiia da Concel-
.i.i Cunha, iobrado eom urna loja, un
audar e iodo, arrendado por 4009, im-
porlancia da decima.......3(>9000
Idera 58.Patrimonio d'orphaos, casa ter-
rea ............. 9
dem (K).Jos Rodrigues de Anujo Por-
to, iobrado com nm toja, edoni andares,
arrendado por (009, iroporl.iucia d.i de-
eima............519000
dem 62.Juh>Joaquim Novaes, sobrado
rom tres andares cm obras, orna loja,
arrendado por 3009. imporlancia da de-
cima............. 279000
dem (i.Bernardo Antonio de Miranda,
rasa terrea, arrendada por 4009, impor-
tancia da decima......... 369000
dem I.Aleandra Jos* da Silva, casa lar-
rea, avallada por 20U9, imporlancia da
d'iiroa............I89OJO
dem 3. Aleandre Jos da Silva, Ma-
ri nna Adelaide de Leinos e Maris I.co-
pi'l lina de Lentos, iobrado cem orna luja
e ilous andares, arrendado por 3429, im-
poeluucia da decima.......309780
dem 5.Antonio Ferreira Pinto, sobrado
com ama loja, un audar e sotiU. arren-
dado pur 4009, importancia di dcima. 3(>9000
dem 7. Joao da Silva Moreira, sobrado
eom urna loja e mu andar, arrendado por
3509. imporlancia da decima .... 319500
dem 1).Antonio Domingue de Altntida
Possas, sobrado eom nma loja e um au-
dar, arrendado por 3:209, importancia da
decima...........26)800
dem II. Jos de Barros Pimentel, so-
brado com ama loja e dous indares, ar-
rendad? por 9509, importancia da deci-
mi.............8">9J00
dem 13. Futios de Jos Ramos de Oli-
veira, sobrado com duas lojas a dous an-
dares, arrendado por 6969, imporlancia
da decima.....,.....625610
dem 15. Ordem (erceira de San Fran-
cisco, sobrado com urna loja, nm andar a
sotao, arrendado por 4689, imporlancia
da decima...........425120
dem 17.A mesma, casa terrea, arrenda-
da por 1923, importancia da decima 179280
dem 19.irmandade do Sautiiiimo Sacra-
mento de Santo Antonio, cata terrea, ar-
rendada por 2409, importancia da de-
cima............. 2l|OO0
dem 21. Joio Pinto de Queiroz, casa
terrea com sollo, avahada pur 2409, im-
portancia da decima........2I56OO
dem 23.Maria Flonuda de Castro Ca,ri-
co, casa terrea, arrendada por 2409, im-
porlancia da decima........219600
dem 25.Viuva e herdeiroi de Jos Gon-
calves Ferreira e Silva, caa terrea, ar-
rendada p9r"2009, Importancia da deci-
ma.............18J007
dem 27.Ur. Jos Joaquim de Souza, ca-
sa lirre.i, arrendada por 200c, impor-
tancia da decima..... 189000
dem 29.Viova e herdeiros de Jos Gon-
calve Ferreira Silva, casa (erren, ar-
rendada por 2009, importancia da deci-
ma.............18-3000
dem 31. Antonio da Silva Goimlo, casa
terrea, arrendada por 1449, importancia
da decima...........129960
dem 33.Herdeiros de Jos Lupes de Al-
buque rque, casa terrea, arrendada por
969, importancia da decima.....89640
dem 35.Jote Antonio de Snoza Queiroz,
caa terrea, arrendada por 2009, impor-
tancia da decima.........189000
dem 37. Loureuco Jos de Muraei Car-
vallio, sobrad; com urna loja, um andar
sotao, arrendado por 468/, importan-
cia da decima......." 429120
dem 39.Ordem (erceira de San Francis-
co, casa (erren, arrendada por 1509, im-
portancia da decima.......139501)
dem 41. A raesma, caa terrea, arren-
dada por 20O9, importancia da dcima. I8900O
dem 43. Herdeiros de Joaquttn Jos de
Fa/iai, sobrado com urna loja, um andar
e sotao, arrendado por 4009, importancia
da decima..........369000
dem 45. Guillierrae Augusto Rodri-
gues Selle, sobrado com urna loja e dous
andares, arrendado por 7009, imporlancia
da decima...........639000
dem 17.Ur. Ludgero Goucalves da Silva,
librado com duas lajas, dom andares a
um quarlo na ra da Priia o. 40 A, ar-
rendado por (969. importancia da decima .009120
dem 19. Jlo Moreira Marques, cata
Ierres, arrendada por I8O9, importancia
da dcima..........I692OO
dem 51.Panlo Caetano de Albuquerque,
casa (errea, arrendada por 192-, impor-
tancia da decima.........17(280
dem 53.Uamiao Goncalvci Rodriaues e
Adelo Joto de Mendonca, caa terrea
arrendada por 1209, importancia da de-
cima ............IO98OO
dem 55.Ihoinix de A quina t-'ouseca, ca-
sa (errea, arrendada por ISO), importan-
cia da decima.........109800
dem 57.Herdeiros de Antonio Franciscjk-___
Branco, sobrado com duas.lojas e um an-
dar, arrendado por 3809, importancia da
dcima............39200
dem 59. Manael h'igueiroa de Faria, so-
brado com una Lpja e dous audare, ar-
rendado por 6249, imporlancia da dci-
ma. .........56)160
dem 61. Clara Maria do Espirito Sanio,
casa (errea, arrendada por 1449, impoi-
tancia da decima.........125960
dem 23. Francisco Joi Das da Costa,
casa (errea, arrendada por^2109, inipor-
taueia da decima........21J600
Idera 5G. Manoel Joaqoim da Silva Fi-
gueiredo, casa (errea, arrendada per
2109, importancia da decima .... 2I96OO
dem 67.Mana Antonia da Cruz Braneo,
casa larrea, arrendada por 2409, impor-
tancia da decima........2I96OO
Idera 69. Manoel Goncelves Kerreita a
Silva, casa larrea, arrendada por 1209,
importancia da dcima.......10-800
dem 71.Joaquim Jos da Cosa Fajozes,
sobrado com orna loja c dous andares,
arrendado por 4509, importancia da de-
Cima ............-,l$.ji0
dem /3. Manoel Jote de Basloi Mello,
sobrado com una laja e dons andares e
nm outro na' ra da Praia 11. 72, com
urna loja e um >udar, arreu por 7419, imporlancia da decima .
dem 75. Thoma/. de Carvallio Soares
Brandan, sobrado com urna laja e dous
an ares, arrendado por 420?, imporlan-
cia da deeima......,
dem 77.Francisco Antonio de Olivaba,
sobrado com urna loja edoos andare, ar-
rendado poi 6149, importancia da deci-
rte.............
dem 79.O mesmo, casa terrea, arrenda-
da por 900), importancia da dcima .
dem 81. Maria Aununciada Adelaide
Alves da Silva, caa leirea, airendada
por*3O09, imporlancia da dcima. .
dada por 2009, importancia da dcima.
Uem 13.Manoel Francisco di Silva Cao
rico, sobrado com urna laja e um andar,
arrendado por I6S3. importancia da d-
cima.............
dem 2.Ordein (erceira de San Francisco,
casa tu rea, arrendada por 550;, irapur-
lancl da decima...... ,
dem i.A mesrna, casa terrea, arrenda-
da |ior 350), imporlancia da decima. .
dem ti.A mesma, casa terrea, arrendada
por3SOfl, importancia da decima .
dem 8.A mesma, casa terrea, arrendada
por 3009, importancia da decima .
dem 10.A-mesma, casa terrea, arrenda-
da por 3509, importancia da declina .
Idera 12. JoSo da Silva Moreira, casa
terrea, arrendada por 4009, importancia
da decima...........
dem 14. Dr. Joi Quintino de Castro
Lefio, caa terrea, arrendada por 4009,
imporlancia da dcima......
dem 16.Thornaz de Aquino Fonseca,
urna casa terrea, arrendada por 2009 is.,
importancia da dcima......
dem 5.Oj mesmos, urna casa lerrea, ar-
rendada por 800/, importancia da decima
dem 20.Jo3o de Barros Araujo, casa
terrea, arrendada por 400/ rs., paga de
decima............
dem 22. Joi Uorniugues Codeceira e
Francisco Jote Yianna, casa terrea, ar-
rendada por 400-3, importancia da dcima
dem 24.Viuva e lierdeiros de Joi Gou-
calves Ferreira e Silva, casa lerrea, ar-
rendada par 400-, imporlancia da dcima
dem 26.Maria Joaquina do Patrocinio
Uutra, una casa terreo, arrendada por
3009 rs., imporlancia da dcima .
dem 28.Ua meima A; Irmas, casa terrea,
arrendado por 4009 rs., imporlancia da
decima............
dem 30.Ai mesmas, urna casa lerrea,ar-
rendada por 4009 rs., paga de decima. .
dem 32.Ordem (erceira de S". Francisco,
caa (errea, arrendada por 400-9 r., im-
portancia da decima.......
dem 34.A mesma, casa lerrea, arrenda-
da por 3.509 rs., importancia da decima.
dem 36. Birnardiuo Antonio Hamo-,
urna casa terrea com solflo, avahada por
4009 rs., importancia da decima .
dem 38.Guillierme Augusto Rodrigues
Sitle.ama casa (errea,arrendada por 1509
rs., paga de decima.......
dem 40.O me-ni", urna casa lerrea, ar-
rendada por 2009 re., paga de decima .
dem 40 A.Ur. Ludgero Goncalves da
Silva, casa lerrea, unida a de numero 17
da ra do Kaugel........
dem 42.Francisca Iguez de Jess, casa
lerrea, arrendada por 2009 rs., |iaga de
decima............
dem 44.Franelicn Jos de Sampaio e 00-
Iro, urna casa lerrea,arreudada por I0O9
rs., paga de decima.......
dem 41 A.Jofio Moreira Marques, urna
casa (errea, arrendada par 2289 "., pa-
ga de dcima..........
dem 46.Panlo Caetano de Albuquerque,
cata (errea, arrendada por 2003 r*., paga
de decima...........
Idera 48.Tboioaz de Aquiuo Fonseca,
casa lerrea, arrendada por 6O3 rs., paga
de dcima...........
dem 50.O mesmo, urna casa lerrea, ar-
rendadoipor 12uo, importancia da dcima
dem 52. Frauciscu Augusto da Casta
(i 11 i maraes, ama casa terrea, arrendada
por J509 rs., paga de dcima ....
Id.-m.i.Francisca Maria de Jess, urna
casa lerrea, arrendada por 1203 rs., im-
porlancia da decima.......
dem 56.Antonio Josc Maciel, casa ler-
rea, arreudada por 969 rs., paa de
dcima............
dem 58. Manoel Figueirda de Paria,
um sobrado de um andar e urna laja, ar-
rendado por 2109 n., paga de dcima .
dem 60Clara Maria do Espirito Santo,
casa lerrea, arrendada ppr 159 is., paga
de decima........
dem 62.Francisco Jos Dina da Cu-la,
casa terrea, arrendado por 969 rs., paga
de decima...........
dem 61.O mesmo, sobrado com nina lo-
ja e nm andar, aliado por 3009 rs.,
importancia da dcima......
dem 66.Herdeiros de Maria Brgida de
I. -tro. um sobrado de um aular e urna
luja, arrendada por 1929 rs., imjiortaii-
ciina da dcima.........
dem 88 Manoel Goncalves Ferreira o
Silva, nina casa (errea, arrendada por
11 i) rs., imporlancia da decima ...
dem 70Joaquim Joi da Costa Fajo/es,
casa lerrea, arrendada por 350) rs., pa-
ga de decima..........
dem 72.Manoel Joso de Bastos e Mello',
um lubrailo de nm andar e urna loj,
unida a de n. 7,1 da ra do Rangal .
dem 7.Aulonio Manoel Hamos, om
sobrado de um andar e ama loja, arren-
dado por 400) rs., paa de dcima .
dem 76.Annunciada Camilla Alves da
Silva, ama casa terrea,- arrendada p.r
2009 rs., importancia da decima .
dem 78.Maria Carolina Alves da Silva,
casa terrea, arrendada por 2009 rs., im-
portancia da dcima.......
Idera SO.Manoel Jos de Mallo*, urna
casa (arrea, arrendada por 210-s rs., im-
portancia da decima ......
dem 82.llerculiio Alve da Silva, casi
lerrea, arrendada pur 200; rs., impor-
tancia da dcima........
dem I.Filil s de Jos Ramos de Olivei-
ra, caa lerrea, arrendada por 300) rs.,
importancia da dcima......
dem 3.Os mesmas, casa terrea, arren-
dada por 20113 r., importancia da decima
dem o.Os mesmas, casa (errua, arrenda-
da por 2009 r.. importancia da dcima.
dem 7.O mesmo*, casa lerrea, arrenda-
da por 20O3 rs., impurtancia da dcima,
dem 9 Os mesmas, casa terrea, arrenda-
da por 2009 rs., importancia da dcima.
dem II.Os mesinos, casa terrea, arren-
dada por 900), impurtancia da dcima .
dem 13.Os rnesinos, casa terrea, rr.n-
dida por 2003 rs., impurtancia da decima
dem 15.O nvamos, casa (errea, arren-
dada pur 300), imporlancia da decima .
dem 17.Os mesmas, casa (errea, ai ren-
dada por 2011-, importancia da decima .
dem 19.Os mesmos, caa terrea, arren-
dada por 200-, impurtancia da dcima .
dem 21.Os mesmos, casa lerrea, arren-
dada por 300, importancia da dcima .
dem 21 A.Os Husmo*, casa lerrea, ar-
rendada por 20(13, importancia da decima
dem 23.Os meimo*, casa Ierre, arren-
dada por :I0<)3, imporlanca da decima .
dem 25.U mesmos, casa terrea, arren-
dada por 2039. importancia da dcima .
dem 27.Goilberme .Yugulo Rodrigues
Selle, aubrado cun 6 lojas c um andar,
arrendado por 900), imporlanca da de-
069690
3738OO
57)960
97)000
I83OOO
15)190
49)500
315500
319.500
3la500
315500
36-3000
363000
I89OOO
279000
369000
363I00
36)000
279OOO
363000
369000
369000
315500
365000
139500
183000
I85OOO
13-3500
209520
182000
590O
105800
139500
IO38OO
836O
2I96OO
115.500
83610
27500")
179280
I25I60
31)500
369000
189OOO
18)000
21/60(1
18-3000
37)000
18)000
18J000
I89OOO
18)000
189000
|8 00
I83OOO
I89OOO
183OOO
27.3000
185OOO
275" MO
189000
769500
dcima...........
dem 10.F1II10* di Jos Ramos de Olivei-
ra, eaaa terrea que lerve de armazn, ar-
rendada por 2503, importancia da dcima
dem 12.Os mesmoi, casa lerrea que ser-
ve de armazem, arrendada por 250.7, im-
porlancia da decima........
dem 15.() mesmos, casa (errea que ser-
ve de armazem, arrendada pur 330), im-
porlancia da decima.......
dem 16.Os mesmos, casa terrea que ser-
va de armazem, arrendada por 3503, im-
portancia da diciina........
Idera 18.Jofio Jos do Reg, iobrado
com um andar divid lo em dona, e a laja
era qu.lor/.e quarlus e Iros ltioe, ar-
rendado ludo por 6095, importancia da
decima...........
dem 20.Coustanliuo Josa Rapozo, casa
Ierra arrendada por 1209, imporliuciada
dcima............
dem 22.Manoel Jos Pacheco de Mello,
caa terrea em obras
dem 2S.Manuel Goncafve Ja Silva, eaia
lerrea arreudada por IO09, mportaucia
da dcima...........
dem 20.Jos llyginodc Miranda, sobra-
do, nma luja e dous andare, arrendado
por 65l9, imporlancia da decima .
dem 28.Manoel da Cunha Guimarfiei
Ferreira, casa lerrea arrendada por II9
importancia da decima......
dem 30.Josc IJygino de Miranda, casa
lerrea em obras
Idera 32.Jos Hygino de Miranda, so-
brado com ama loja, um andar e sotao,
arrendado por 300#, importancia da de-
cima.............
Primcira travesa da ra da Praia.
Numero 1.Guilherme Au2iulo Rodrigues
Selle, caa terrea com sotao, arrendada
por 2169, importancia da decima .
dem 3.O mesmo, casa lerrea com lolao
arrenda or 200?, importancia da decima
dem 5.O mesmo, casa lerrea com sotao,
arrendada por 2I6>, importancia da de-
cima ...........
dem 7.O memo, casa lerrea com sotao
anendada por 200), importancia da d-
cima.......,
Idim 9.O meimn, caa lerrea can sotao
arrendada por 2163, impurtancia da d-
cima ......,
dem II.Os ni o. ur.*, raa lerrea com
lolfio, arrendada por 2008, importancia
da decima....... .
Segunda Iravessa da ra da Praia.
Numero 1.Manoel GoDc.alves da S'lva,
casa lerrea arrendada por "2003, impor-
lancia da dcima........
dem 3.O mesmo, casa lerrea arrendada
da por 200-3, importancia da decima .
Pmneira leccfio do consulado provincial, 1 de oo-
tubro da 1857O iancador, Francisco Carntiro
Machado Idos Jnior.
229500
22-9500
315500
31)500
5.3OOO
IO98OO
a
365000
595010
12-960
9
27)000
10)440
I85OOO
193440
85000
1950
I83OOO
I83OOO
IH3OOO
despacho do provimento do recurso do
Faustino.
L' uo soria pubca.ldn um o oulro despa-
cho, que a vera LiborJade e o son sino do
campo grande se niostravam sinceros, aa-
parciaes e justos'.' enten lo quosim.
O sino do cainno.gran le, que dizem cha-
mar-sc Joiio Caitos Wandorley, cuida que
me alIYunla manifestando pena" dentro d'al-
nia de nao tur un extracto desse tueu proo
viinento para .'publica-lo Nio, nteu caro
Sino, cngnita-se, ja enviei copia delle a-
lixin. presidente desta provincia, e igual-
mente desso despacho do Dr, juiz munici-
pal, como documentos comprobatorios de
ler bem cu mal Hervido, lingaua-se, vou si-
tisfazer seus bonsdesejos ; ah tem fielmen-
te escripia o meu provimento.
Visto, lido o examinado este processo
etc. liem julgado nao fui pelo juiz a quo,
sustentan io a pronuncia do delegado de
polica, quando deduzio 9 crime de amear;as
do depoimento das seis teslomunhas do
summario : porque coosistindo essencial-
meuteesse crime na promessa ou p olesta-
C80 de razar mal a algucmart. 207 do cod.
crim. ; e nao podendo especilicar-se mal
algum que o recorrente promettesso ou
protestasse fazer ao delegado Jo3o Alves,
quando mostrando-so queixoso desse func-
DESPACHARAM-SE PELA POI.ICU.
I):, 9
As cscravas Maria c Lucinda, obtiveram
prssaportcs para o termo de liirrciros em
eotnpatihii ti" s.i senhor.
- 10
As cscravas Domingas c Luiza, obtive-
ram passa^ortcs para o Rio de Janeiro od
com panlna do stu senhor.
12
A cscrava Romana, obtevo passaporte pa-
o Cear em coinpanhia de seu senhor.
CARTA SEGUNDA.AO I.IHEItAI. PEK-
N*.MIU C.\NO. .
Ilaiul tgnartu mal miseris tuecurrere iitco.
Vlrg.
Historia do "Maccabrun. Como priiuipioa a sua
fama, e como comecot elle a er conhecido.
guautos Qfhoi leve o Maccabeo.Conra a or-
dem da naluiea, o pai era inais mocoqua o fiibo
primognito, e este niais moco do que o terceiro.
Porque rsiilo o secundo eMaccaboa enveryo-
nhou-se do nome paterno, tracando-o por oulro
menoi honroso, e dipois aiuda por oulro peior
que eile.
Corra o anno de 1819as ras do bairro de ShIo
Anl una anula se acliavain Inicias do tanque per-
nambucano, que poncui das anjai jorrara jior ellas.
Naseiquinai dai principaes aveoida da cidade, nos
oites dos edificios alveiavam milhares de buracas
das balas que os l'eruambacauos se arrernec,arnm une
contra o onlrus em um da sempre lainealivel.
leinpre doloroio a memoria de lodos, como o foi o 2
de leyerenn. Unje eisascicatrizas, dealvas queerom,
i'-lVi ompretereudo e lamando a cor pardacnla e
eicura d>s parede, oude eaiilu gravada'. Tamliem
das centenas de victimas, que s naquelle dia cabiram
para nunca mais se erguerein, dpeuai reslam hoja as
cioxaa e o nome de algunia*.
1,' nm foram os culpados daquelle drama de man-
gue 1 Todos, meus leilores. Porque se criminoso
(oi, e bem criminoso o partido liberal, por laurjar
m.'i 1 das armas ; tambera muita censura deve ter
cabido ao governo era dividir, sistemticamente
a familia peruambueaua em duas parles ; em aaU-
mular urna contra a outra ; em crear forras etrlu-
toras farei como aquelles, disalarei ; porque reco-
nhaco a minlia fraqueza, que na 1 he capaz de lutar
contra a valenta do parodio de Palo, que he pe-
queo no tamantio, mas valente, segundo ai laai
prapnas expre*soes.
Demais me la adianlando ; he preciso voltir um
nouco para acompauliar a correspondencia do Sr.
vicario.
Nao fol para analysar a orlhograpbia e ponlaar,ao
da earla do Sr. vigario, que mandei-a publicar, foi
smenle para qne o publico ronliceeise o vasio es-
pito qna occopa a cabera de S. Kvm., e o tresluci-
menta de sais ideas ; no entretanto que se inculca
por toda parte como homem de juizo ilo e esclare-
cido ; portento devolvo-lha intacto o termo chulo
-aliene,,!como digno de vollar para a origen]
prfida donde velo; aceito porcm o desafio do Sr.
visarlo, a com esta aera publicada a orla de S.
Kvm. em proprio original, reconhecida por um ei-
crivao amigo do Sr. vigario, e qoe he meu adver-
sario, e ficar dula aorle conhecido como aleivoio o
proprio, que como tal, qoiz qualifiear aocurioso ;
Antonio Viclor da Sampaio Meuna Brrelo, con-
decorado com a iiH'd.illia de praia pela caropaoha do
Estado Oriental do Uruguay, capilao do quarto re-
giment de cavallaria ligeira, serviudo da fical por
iua inligoidade, por S. M. o Imperador, etc.
Certifico, que o Sr. major cnroinandanle interino
tem no regimeelo o a*ienlarr,entoi aeguiotei :
M iior Vielurino Jos Carneiro Monteiro, uasceu
em 1817, natural da provincia de Prruambuco : lin-
do capilao da guarda nacional da provincia de Per-
nambuco, espedicionou para a de S. Pedro do Sol,
em 17 de novembrode 1837, da coja dala se Ihe con-
la a aDtiguidada de praca, em cumprimenlo a pro-
vii,1o do conselho aapiano mili lar da 26 de seterobro
de 18(2 : alferea por deerelo de 20 da agosto de 1638:
tente por decreto de 2 de dezembro de 1839 : ca-
pillo por decreto de 27 da malo de 1842, contando
a autiauidade da 18 da jullio de 1841 : major ara-
duado pur dicrelo de 27 de agoilo de 1819 : e eec-
livo por decreto da 19 de junho de 1852.
Observare,,.*.
re a guerra de Panellai e Jacoipa noi limile das

ciouano proferir rudemente.em sua auseo- sivas '< *m preparar siioatfles dilTice*, desesperadas
cia as seguiote.s palavras vagas e expressi- mesn"> i cra rellecllr que os partidos fortes e ei-
vas da fatuidade a appareca O dlcado clusvos "a oppreisores, sem altendir que he da na'-
queto ve-lo, quero decidir-me com%llc' r*M d" r anero nrpcir.ilp ma I i : c ,- 1 m"><*> "arcilla ; e que a oppoico, a quem nao
ze, rn.r f.P "'"i Snliswma, ta- | da,i (._, ,, e d ,,; idl., no
lr-! ? q e".contrc O" ll0J O delegado leio do parlamento, se faz conspiradora. Por isso a
Jo.ioAi\e. a disparando immedialamente unidade de urna cmara he e sera sempre a prova
um tiro sobre a trra e retirando-se da cida-1 mais evidente da coarca e do falseamento das elei-
s raie*, leilores, sempre foi pensa-
ie o governo e o parlido, que ie a-
pregoava de exclasivamente ordeiro. lambem con-
correram para crear aquella -ilu.irao periaosa, e que
cedo ou larde n,1o poderla ler outra snlnr.11.
Corra, dizia-vos co, o anno de 1810, a nene
de pelo beccopor onde entrara; lgica e iu- ftes- E Por tsi-
ridicamenleo que podara deduzir-sc dessa !,T."!.0._n-0^s^ qu
Lravataou despeito do recrreme, era que
coinmetlera elle o crime de injuria especili-
0
:4te i .t'tuo.
I elo vapor s. Salvador, entrado honlem doi
porlos do 10I, apenas recebemos jornaes de dalas mo-
dernas deSergipe a Alagoas, que alcancam as pri-
meiras a 3 e as seguudas a 11 do rorrenle.
leudo sabido da Haba poucaa horas depois
do..\iclor bioinauual, nada adenla
viada.
Em Sergipe continua a sentir-so
miudos eaeitrema caresta dos cen
licios.
dessa pro-
a falla de trocos
aliiaen-
O cholera e a cholerina tiuham visitado alguns
pontos dessa provincia ; em Campos durou a epide-
mia um mez e fez .7 viclunas, depois do que des-
appareccu ; em Simio Das alsuns casos de choleii-
11a se deram, chrgando os casos e succedendo par tal
turma que re lurn.u forte epidemia, mas felizmente
eslava quasi exmela em 3 do curreule.
A serca lavra com inlensidale o centro da pro-
vincia. Se nao ipparecemii chovas luppoem os 1-
griculioresque o anuo aera' lerrivel para a aeriiol-
tora, e por COOleguinta para o cummercio.
I01 inilallada no dia 12do panado, rom tola a so-
lemuidade poilivel a villa do Pilar, em Macelo, to-
man,lo pona a nova cmara municipal.
No dia 27 (ove lugar na casado l.vccu a in*lalla-
cao do Oabinele de l.eilura.Oaclo foi muilo
concorndo e sulrmue.
Nada maii digno de mcnc.lo enconlr.imoi.
<&otmtxnuicn!b*&*
- -iijuna especi
cado no 15 0 doart. 236 combinado eom o
art. 2;8 e cora referencia ao 2 do art. 237
dociladocod criminal; caso em que o
recorrente so po'Jeiia ser processado pela
forma especial, eslabelecida nos arts SOS a
"210 do cod. do processo, e nao pela forma
porque foi o entilo deveiia ser definitiva-
mente sentenciado, com recurso de appel-
lago, em ra/.ao de caber o mximo da pena
na aleada das autoridades policiaesart i
fcl e art. 17s2daleide3 de dezembro dd
1841, e 11S0 jironunciado como fol por cri-
me de ameacas. Melhor;ncr.teiJi3o julgou o
juiz a quo, pronunciando mais ocurso o
recoircute ua disposicJo penal do art. ;i da
lei de 26 de oulubro de 1831, por uso de
armas defesas, porque sendo dos que ca- ,
bem na aleada das autoridades policiaes qj ,ua malorla.
O IlliXimu da pe:ia cuiu que ue puuiu--
cjlados artigos da lei de 3 du dezembro, n3o
podia por ello ser prucessadoe pronunciado
o recorrente, pela forma porque sSo proce-
sados os enmes, cujo julgamcnto perteuce
e pipo ais Sn. redaclore q'ieir.im Irr a banda le provincias das AU.mi e Pernambueo, tm 1832, na
de declarar ie o original de que rallo est conforme qoal foi ferido gravemente da bala em um encontr
com a copia que foi publicada no u Diario da Per- com os rebeldes.
iiambucon n. 76 daite anuo. Em contiuuacao acres- Recolhfa-ee a capital da Parnambucn, sendo des-
cea o Sr. vigario queo carioso em sua nota nao peinado de continuar na guerra, em 1833 da mei-
declnra o nome do nosso amigo, que vem eom ai 1 ma provincia eapedicionoo pnra a de S.' Pedro do
iniciaes J. U., por deferencia a pessoa a quem te Sul am 17 da novembro de 1837, eneorporado a um
Hoja quo o Illm, Sr. Dr. Joaqalm Pirai Ma.-hido
lonclla passa para is maoi do seu siicce mlmairacao dasli provincia de qu acha-se interina-
mente encariado, julgo ciprimir os voto* de lodos
os (ernambucauos hneslos, dirigindo a S. Exc. as
mais sincera* felicitarnos pela maiu-ira imnarcial e
diana com que em 1.1o ardua larefa se houve.
Mam que entre un* a imprenta oppojicionlsla, des-
viando-ie da senda que sempre deveria tnlhar, li-ia
iltiinamenle ".allralado e ale injuriado a (odos qoaii-
lo o governo imperial (em escolhido para dirigir os
neuocioi publicas nu.la provincia, o Illm. Sr. Dr
lorlella consegua pasiar por esta diflicil provelo
em ser atacado, lera ser injuriado !
Me que o seu mcrecimeuto a muguen, era desco-
n nacido.
Offlcial maior da secretaria da presidencia, secre-
tario iiilinno, depulado provincial, director geral da
inslruccao publica, vire-prest.lenle euifim ; em lo-
dosestei lugares o Illm. Sr. Dr. Porlella (em moi-
irado serum Pemambucano illu.lrada, honrado e
lusliceiro.
A Uairaroi predicados rena liada S. Eic. urna
benevolencia e urna altabil.da.le que encanlam.
reliz do Uram, se eonlana munos (iihos iao di*-
iiuclos a da lao subido mrito como o Illm. Sr. |lr.
I'ortella.
Assini o p. n,a e proclama o ten patricio affei-
GOouO
Hecife 13 de oulobro de 18.7."
niO GRANDE DO NORTE.
.10 PUBLICO.
I'ormais phli-umaliro, impassivcl e sofTre-
dor que seja o homem, la vem o-casiies.e rc-
cebr. accusasOes to insinuaues, affrontas
lao pengosas, quu nfio pode mais tolerar, e
neccssariojulga responder para se n3o ler
por merecida a injuria que se llic faz : neste
caso cstou cu.
mesmo lempo era convocada a assemblca provincial.
Porem esla, filha em sua totalidade do parfldo de-
eahido, e que fura vencido no dia 2 de fevereiro, n3o
podia eilahelecer intelligenria alguma entre si e o
governo !-'oi preciso arreda-la, desbaslar-lhe o miem-
bros, pren-ler innocenles e culpados, afim de que o
partido veucedor coiila*4e urna maioria sua e aaiim
se fer_
Enlre os pooroi, porem, que escapa-am as perse-
guicei justas e injuilas, vase no recintho da as-
serablea, com alleiirao e alguma admiraba, nm
mancebo de 21 anuos e am venerando auna". Este,
porque sua sabedoria, soa vida pura e sem macula
ua magistratura, seu recouhecido apego a moiiarehia
seriam o protesto mais'vivo ceir qualquer perie-
gnicao ; e aquelle porque era ate enlSo desconheci-
do, c iiinhum recno inipirave, tanto mais qninto
por meioi violentos o governo refaza lodos os das a
11 enllocado aquella m?ncchn Nul'in lo on *-n
coia(iv aeolimenloa de ordem e Je urna ailiarilada
moderada, elle va com dor a ordem social pertur-
bada, a< roas da cidade anda gollejando singue, a
rebelliao anda cora o eolio erguido em dilTercntes
pontos da provincia, E le por um lado suas con-
aojury, co^mo do prcessrTse ve quo fo~ vicS",0 lcvavfn coiar o govamo, no justo m-
l)OI tanto iulnndo nm,.p,lr. L!!L &*****!!. *JW' ''"'compromet.-
da, emliora nao adoptasse a sua poltica exclusiva,
reactora e cuoisla. Por oulro lado elle va airiuos
cujas ideas partilhava, sem abracar nem adoptar os
meios empregados para seivi-los, entulhindo as
prilOaa, o puro das embarcarles, as fortalezas, a
cadeia, ns quarleis e at es hoipilaes 1
Nasla sloai-ao penosa para sua rezao e o seu co-
rarao, ella forerjou por conciliar os commandoa da-
quella cum o* generosos impulios desle E aisim
uessa passu dillicil e arriscado, onde a menor pala-
vra indiscreta contra o governo, empenhadu em
Iranquillisar a provincia, fora coi i,nu um lesle-
munbo de scntimenlos anarebicos, e de falla aos
devere de cidado, soube elle guardar as ulteni.cs
e as obriga^es qie devia ao governo, sem deixai de
soltar um brado hii a favor do vencidos, aoi
quaei la prendi pelas ideal e pela alloi^ao. Se eaaa
mancebo, meus leilores, procedeu bem on mal, vii*
o diris. O' certo lie que o sea procedimenlu na-
qoelli crise mereceu usapplauoi doi vencidoi, e
cativoa a allenc-Ao doi vencedores. E-tes louvavam-
Ihe 1 nobreza d'alma, a sinceridade e 1 firmeza do
seu carcter ; e aquelles admiravm-lhe a fidelida-
de e o apego a's soas convic^es. E na verdade era
lio helio u papel de defemor, onde sobiavam os
aecu-adores !
Encerrada a assembla provincial, volveu-se 11-
quelle mancebo para a sua casa, com a coniciencia
tranquilla, e ufauo por pralirar urna bella > r.io. di
que Ihe ilavam tesiemonlio naitai pessoas respeila
veis de varios ponas do imperio. Eis lenAo quando
foi por etlai interrumpido em sua propria casa por
um 11 ni ni muilo mais adianlado em anuo*, a quem
ha pouco lempo'coiihecia, o qual, depois da troca de
mutuos comprmanlo*, Ihe fez a seguinle proposta :
vamos e>crever um peridico poltico ? Esta
proposii.-ao, leilores, nao deisuu de causar admiradlo
no espirito do mancebo, cuja hi*loria eslaes lendo,
porque esla proposic3o parda de um homem em cu
jo escrtploro elle lera das antes em um quadro an-
vidraeado eicripto com lellraagarrafac* as leguintoi
palavras : aqu na se trata de publica.
Entretanto, a respnsta dada pelo mancebo foi es-
ta Sim, cscrevamo', mas eu elijo condiroe*.y.ie
lonJijjc-, replicn elle? O mancebo por un vez
Ihe respmideu Eu so coucorrerei para um jnrnal
que tenha por lim emugar lagrimas e n.1o provocar
novas ; que lenlia por lim extinguir os odios e nao
eolrete-los a sobi'eicila-loi ; que lenhapor fim 101-
Travesia do Carcereiro.
liem 2.Antonio Joaquim dos Santo*, ra-
sa terrea, arrendad) por O65, importan-.
cia da decima.........'
1 Jera i. Joo Casado Lima, casa lerrea
arrendada por 60c, importancia da d-
cima ............
dem 6.Manoel Joaquim da Silva Brasi-
leiro, casa lerrea. arrendada por 729,
imporlancia da deeima......
Idem'S.Joao Pedro da Rocha, casa lerrea
arreudada por 81?, importancia da de-
cima............
dem I. Mirin Joaquina do Patrocinio,
casa lerrea, arrendada por 608, impor-
tancia da decima........
rdero 3. JuJo da Silva lioa Vista, casa
lerrea, anendada por 83, importancia
da dcima...........
dem j.Alexaodrina Teilelra Sout'o e
oulrns, caa terrea, arrendada por 72?,
importancia da decima.....
dem 7. Jo.lo Matheus, casa terrea, ar-
ren 'a la por 72?, importancia da denme.
dem 0.tu raido Pereira Dulra, casa ler-
rea, arrendada p 1 72?, imporlancia da
decima...........
dem 11Hospital de caridade.caia lerrea.
dem 13.O mesmo, caa terrea. .
dem I j. Irmandade rio ."anusimo Sa-
cramento da Una Villa, casa terrea, ar-
ico ladada por 72?, imporlancia da dci-
ma.............
dem 17*Hospital do cariJade, rasa ter-
lea.............
dem l'i.Mana Irancisca de San Vren-
le I 1 ir mi, casa terrea, arrendada por
06?, importancia da dcima......
dem I A.Pillui do Joso ames do Oli-
veira, casa terrea, arrendada par 30ua,
importancia da decim ,.....
dem I.Os ineimos, casa lerrea. arreuda-
da por 2uns-, Importancia da cima.
Mein 3.Ol moamoa, eaaa terrea, arrenda-
da par 2009, importancia da dcima .
dem.).O* 111*.mu*, casa lerrea, ar-
rendada por 200, importancia da dci-
ma..... 3 .
dem 7.Ol meimoi, raa lerrea, arreul
dada por 20O9, importancia da dcima.
dem !. Os mesmo*, ca-a Ierre, irrcnda-
da pur 200?, imporlancia da dacieama.
Mein II.Os mes.nos, casa terrea, arreu-
Idem 2!.J0.I0 I liomaz Pereira, sobrado
comuma lja e dous andare, arrendado
por j;ii?, imporlancia da decima .
dem 31.Omesiun, iobrado cem urna luja
e dous andares, arrendado por Si- im-
portancia da dcima......
dem .13.--Constantino Jas Kipoio,"obra-
do com nina loja, dous andaiti, sotao a
um Iclheiro no fondo, vahado por 000?,
importancia da decima.......
dem 35.Manoel Joso Pacheco de Mell
obrado com urna ioja, dous andares, so-
taoe um lelheiro no fundo, avahado por
73000 ^^1 Importancia da decima ....
dem 37.Manoel Joaquim llamas e Silva,
sobrado com duas lojas a um andar, ar-
rendado por 100?, imporlancia da neciina
dem 30.Manoel Coucalves da Silva ao-
8-jCiO hrado com qualro lojne, dous andares e
sotao, irreud-do por 000?, importancia
da decima -...,.,.
,"i?KK) IJ,m II.Jni Hygino da Miranda', casa
terrea arreudada por fio?, importancia
da decima...........
6?180 dem 13.Manoel da Cunha l,u man, \
Eerreira, iobrado com una loja, don*.
andares e sotao, arrendado por 700?lHio,
79 jGO imporlancia da dcima ......
dem i.">.Iguaria Clan lina de Miranda
Maria Claudina atas Miranda, iobrado
j?OO uma '"i"' dous andarrs e Bolas, arrenda-
do por 830?, impurtancia da decima. .
Idiro 17.Viuva e herdeiros di Joao da
7?)0(l Mulla llutelho, sobrado com una loja, 2
andares e solSo, avallado por 310?, por
estar anda o segundo andar c lotao em
C?180 obras, imporlancia da dcima .
dem 10.Manoel l.uiz de Mello, sobrado
(i-iso com uma luja, doai andares a sotao, e
111,11* um telliero no fundo, arrendado
por son?, imporlancia da decima .
Ii?80 'dem 31.l'rancuco Jo Raposo, seo 0-
? lbos, sobrado com tres andares, uma loja
o um lelheirn no fundo, arrendado por
800?, importancia 0,1 dcima ....
dem 53.Bernardo Aulonio de Miranda*,
caa terrea cim lollo, arrendada por
(;ISO 100?, impnilanria da drrimii .
Mem 55.Joso llvsino de Miranda, "io-
brado rain uma loja a tres ndales, er-
lendado porfioO?, importancia da dcima
iiua Nova di Praia.
80640 Numero 2.Filhoa de Jus Hamos de Oli-
veira, sobrado com urna loja, um andar
e sul.10. arrendado pur 700?, importancia
27S00U da dcima. ........
dem .Os inrsmiis, oliradocom uma aja
18?00ll om andar c slito, arrendado por 5009
importancia da dcima......
18?000 Mr-n 6.Os ma.-mo-, rasa lerrea que serve
de armazem, ai rendada por 2509, Impor-
tancia du dcima.........
IS9OOO Mein S.O* locimoi,caa terrea que serve
le armazem, arrendada por 230?, 111-
189000 partencia da decima.......
Idera 8 A.O mesmos, um corredor com
18-OOti portao de trapiche e o armaziin do inte-
rior, rendado par 850, imporUncia da
8I?000
ag
18906(1
52;3G0
.3.3OOO
i.3?IK)0
3(i?000
8I?000
139500
39000
71.-700
:in?(iiKi
72.3000
729000
lumnia, ounsUntementa lembrado da
ina-nons sao os que solfiem- con
Ha lempos que a inveja nao ssi do que me
rednos peridicos, com dctenos, sar-
ramn' P l** ordazes etc., ote sempre
Cdlunn tanJo-mo, acc.isando-ine sempre va-
camente, sem mencionar factor: c eii coos-
ni. 7ne.l0|le'"brado dc quo calumniado
. f.rnu,? ?. t"'ae ,,ressa cm "elTender-ge,
porque apos 11,11a calumnia vem outra ca-
a mxi-
mo al agora silencioso ; mesnio poruue en"
letulta que ditos dc meninos do ra nunca
desaerodiUriamalguem, o nao poderiam t-
rar-n.o a repulaco pego licenc.a para dize-
dor IT5?taao,iem8*trado, iiel bserra-
' longos servieos, um prolongaJos saciilicio*
de meus co.-n,-nodos, do minlia mesma rep-
tatelo, de intnlia piopria vida, cm p'rol do
desempenlio dos meus deveres, do sustenta-
Cao da ordem c moralidade publica e dos di-
roito do cidadSo.
(publico se recordar de que fazendo-so-
inaao nisigniUcantes censur. s cuino magis-
trado, anda se nao ptiblicou um Bij despa-
cito, nem scnlenca por mi 111 proferidos;
quando pareceno haver me.o mais fcil e
mais legitimo de desccncdiluar
deprovarque be arbitrario 1
que pubhcando-lhc as decises ; .os nSd
he pclocoiiiK-cimeiilu da obra quo se con-
clu! o obreiroi1
Mas os meus detractores que cor.sla-me
torem sido at agora dous ludo me attri-
buem, ludo dizem cm suas declamacOes,
menos iu licarcm um facto que me desabo-
na, menos publicaren! rainhas deciaOes !
Muito gritaram esses amigos sobre a cor
reico do assii ; mas publicarein um despa-
cho, uma seulenca, um provimento, quem
vio 1
a um juiz,
e injusto, do
3li?O00
589500
633000
159000
205500
223 >0O
poi tanto julgando procedente o recurso e
dando provimento ao recorrente Faustino
t.orrea Barbosa, julgo improcedente o pro-
cednnenlo ollicial da juetiQa por falta de
provas para a existencia do crime de amea-
cas e poriiregularidadeno processar o cri-
me dc armas defesas ; que alias commette-
ria o recoirenle quando nao servissem ellas
de instrumento com que coinmcltesse o de-
clarado crime de injuria, no qual todava
poder ser julgado iucurso, mediante o com-
petente processo; e por isso o condomno
nascustas. Entretanto seja-Ihe passado al-
vaia de soltura, sq por al nSo est preso, e
de se-1 he baixa na culpa.
Villa do Mossor 1 de junho de 1857
Joao Velenlim Dantas l'inaj.
Aqu tem o respcilavel publico o meu des-
pacho de provimento do recurso de Faustino
do Assn. que o Sino Joo Carlos Wanderley
mostra pena que nao fosso publicado ; aqu
esta publicado Jesso despacho quo o Sino
denoraina-sentenca absolvitoria. lio longo
como diz o Sino, Uve porem necessidadede
dar a razao do meu pioceditrento, quando
revogara urna pronuncia, parece que no
oscrevi pbrases ociosas o nem doutrina
lalsa. Decida o publico entendido u nao
um Sino materia rudo ; e que apenas an-
uuncia pensamento alheio, por nteio Uo
som que adquire dos diversos mel-.cs Uc
que he formado.
Hdale porcino sino quanto quizer, soltc
velas aos dicterios que contrahioja o habito
dedizer; no tome todava esse capote lo
anouymo, para dar a perceber, que fui pai-
tado, ou mesmo subordinado para despro-
nunciar o J'austinu : ajustaremos cotilas.
Conjuro a quem quer que seja a no
me falte Dos a provar isso 1 A provar que
jamis profer deoisSo por pCila ou su-
borno.
V. no lie somentc porque no lenho rece-
bido peita, que julgo, e provatei ter bem
servido. Va a quem mo dirijo.
Ora dar-se o nome de um grande homem
a um sino, a cssa materia sem indiligencia
e sem vontade, para atroar os ares, illudir o
mundo inlciro com porvoccs e calumnia,
Nada, nada descubra-se, charo otiiig,
discutamos com franqueza I
Ji3o me ataque do sorpreza, apparoca com
o seu verdadadeiro nomcicom tanto que eu
veja homem e especifique os fados ; publi-
que as decises do juiz l'inaj : alias nada res-
pouderei; antes- o terei por intrigante, ca-
lumniador, e o mais que he.
Avane loqueo sino : pubilquo as minltas
e suas fraudes eleitoiaes.
i'ublique nao se esqueQB, o despacho de
provimento de recurso que profer a favor
dos seus eleitores falsos de Santa Anta do
Matos.
Publique, anda he lempo, os meus dcs-
pachos,senlen;as cprovimentosda correicao
deste seu Assu !
N80 ommiua, eu llie peco a senlenca do
I)r. LcocadiD ; a historia da appteiiensS q-ie
It/. da escuna Sexta Felra, que tanta febre
causou At que um Ur. chefe do polica
causou-tno o prejuizo de deixar perder-se
esta escuna....
Aprsente sem demora os des.achos,pelos
quaes proiiuncei responsiveis os supplontes
do juiz municipal Joao de Dos, e Miguel
Arcbanjo, e o escrivSo do Ceral Meuezes,
empregados quo diz o Sino Joo Carlos, pro-
cessei por vingauca de nilo lerem volado
no meu sobrinho linado Lucio 0i 1 amigo,
passou o tenipo cm que essa vossa cantata'
prejudicou-mc grandemente na comarca da
Maioiidaile!
Sim,ia-mo esquecondo : nao esqueca ao
Sino publicar tinlim por lintim, sold a libra
toJas as minhas decises de juiz do direilo
ilesia comarca da MaioridaJe desde 18-2 at
18.)2. Essa historia he nteressanlo, importa
muilo ouv-la.
Aos lacios conbecidos, amigo, as decises
do magistrado Pina je, por cuja remocao tan-
to traballiaos I
Ciamai mais alto: clamai, necesses... dizei
porem a verd;i,!e.
tira I li! a mana do certas pe.isonage.ns de
miiiha provincia tomare .o titulo de dela-
tles dos seus patricios uns legrados, mais
honrados), apenas chegue novo presidente
da provincia, novo chele de polica ele
i: os presidentes, com preferencia, horaens
novos lodos 111 administradlo ; porque nl
foi des,adiado para e.-la provincia um so at
boje, q,e livesse administrado outia pro-
vincia : os presidentes, inexperentes dos
homens o desconlieciJos das cousas da pro-
vincia, mxime do seu reconcivo, otido nun-
ca foram, dcslcmbrudos de qua no ameno
busque se esronde a venenosa serpe, e ta"o
peconhenta, qoe infecciona al agua banta]
vSo tomando por verdade quasi tudo quan-
to dos negocios da justica Ibes diz um
mercador de miudezas j odos negocios da
igreja o que refere um pago etc. etc.
K a ioimoralidade, que sob a brilh ule ca-
r.fera. Qna evoismo Quer impingir taa ios
ceplibildade leudo o naM0 imiao o proprio pai do
cnrioia !Sem entender eale pedazo d'ouro qne
talve cuitasae :ao Sr. vigario o aunlio da algocra,
vou devolver-lhe o te,mo cyniamo qna ama boa edu-
cro, qui/. empreilar-me como digno de ollar pa-
ra a origemsaa, donde velo ; igual destino dou
o termo aleivoiia, lambem por S. Kvm. empresa-
do a meo reipeito, aiiociaudo-lhe maii como dignoi
companlieiroi os (ermoi chuloD. Quin Vul-
1- no, termoa de que abundam a cibera o o dicciona-
rio du Sr. vigario.
Tu.ha ha dial um Irabalho j concluido, respon
dendo aoi ioiulloa do M. \ij.iri-, Irabalho bastante
para esmigar o seo louco erguido, porque ia por
patento a pagina negra de soa reverendiiiiraa vid,,
porera ama nio poderosa que nao fui oceolla ao Sr.
vigario, desviou o golpe de lobre a cabeca de S.
Kvm. e veio occollar par mai- lempo, que dehaiao
da capa d'um pailor, est occollo umvorazlobo,
que traga todas aquellas de suai ovelhas qoe na
phrase do fabulista lurvam a agua qna corre de lado
dolobo, viudo anim a verificar-se a fbula do
lobo e o cordeiro, nomes esle que pertencem ao
Sr. vigario. rendo o ultimo por cognome e o pri-
meiro por innalo e congenito i iua personali-
dade.
A carta do proprio punho do Sr. vigario, qne ro-
go aos Srs. redaclore queiram dar poblicidade, evu-
berantemeute prova que nao adollirei uma irj vir-
gula na aoa publ ccJo, como lambem que S. Kvm.
lie o que hei avancadoum grande calumniador e
Ireiloucado ; mu lempre-pergootarei ao Sr. vigario
porque nao detignou em seu libello famoso, qual
foi a palavra alterada, que laltrai foram noapoilai
etc. etc. 1 r
Eu concluo aqui, Sn. redaelore, porque eiton
ceilo de que a simplei poblicarjo da carta do Sr.
vigario em proprio original, lia bailante para dar
orna id.i tn-le do parodio de I'atoi oSr. Manoel
ContXrn ra Crni. adi-irln a S. Rvm. qn aqiel
a ,.....o podei ,d i)i|a otliUd latid, n, o LuulloUa-
ra a preseiva-lu, se continuar na carreira de ieoi
danlinos, porque enlao lerei ao publico a pagina
brilhanleem que esta inscripta nma boa parle
da vida do parodio de Patos.
Creioler latiifeito ao Sr. vigario, proclamando o
de valente, titulo que mais ambicio.-.a e que eom to-
da a justica Ihe he davido ; e o nao lendo iitiefeilo a
maii lempo por (er ealado fora di provincia quando
ui mimoseado, porcm, Sn. redactores, qne est em

contraponerlo com a eipressSo do EvingelhoO
padre he o sol da Ierra e a luz do mondo.
M. llanta Olreia de G.
\ illa de Paloi 7 da ie(embro de 1867.
Illm. Sr. delegado. Teodo feito eo um oflicio ao
governo da provincia, o conservava aberlo para pe-
dir licenra, o mostrar V. S. para Ic-lo.
Como V. S. no passou em miaba caa ( por 0-
commodo di ma aaude 11J0 pude curnprir cum este
dever.
Devo diier-lhe, que nao Ihe (it carga no meu of-
licio ; porem entend que devia parlicipai ao prn-
denle da provincia o occorrido era minha matriz,
alim de que o governo eonheca que no iou ora pa-
rodio 13o de/.eloio ; o publico nao rae tenha por co-
barde e puollanime.
Consmta que Ihe diga, que o qu levo dilo a con-
llnuo e expender, ha conliado na nossa amisade e
harmona, que de cerlo modo quiz V. S. dilacerar.
Meu anillo, si V. S. le apresenlasse na matriz ar-
mado, os Su. Danta*, lambem 01 seus, pessoas de-
centes, prudentes ; eo nao Imha que me quiiar ;
por que minha ig'rja leria respeitadi, os noun sau-
los scii.nn reverenciados, o nossus altares nAu ae-
riam profanados; porem, meo Ildefonso, con-inla
que Ihe falle cora brandara ; tendo V. S. lana gen-
te boa e honesta, pooca deita qoalidade mandou pa-
ra o templo de Daos!!.'
Knviou-me esbirros, espoletas libarlo*, escravoi,
quanlu bicho careta appareceu.'e encnnlrei dentro e
fora, motivando a gente ruim a dembe llnela o dei-
roipeilo, quando eu Ibes mandava relrar 11 arma*
de 1 : 11 da matriz, descobrir a cabeca, deliar en-
trar alguim algum devalo para oavir nisn, entrar
n meu tachajitao etc. ele.
i'ermilla-me que eipreiie 03 sentimeolos de que
me acho poisoido e anda mais m* devo dar por ag-
gravado. quando melembro que V. S. leve a lem-
bianja de mandar pasar mu lodo de busca de ar-
ma* na nutr/, sem que o s pondo desla lorie em duvida o meo procediraanlo,
suppon 10 qne seria capaz de conservar na malriz ar-
ma* olfensivas .1 nns para defender a oulroi!
Se V. S. e 01 cidad.ioiieapreseiilauera defenden-
do os seus direilo*. crea, na mereca minda repro-
v-rlo ; semar ao redor e em frenle da m*liix in-
visar a lorie dos praios polticos e na aggrava-b, ; 'Ollaoiei, que de dia e de noile dirigiram ataques,
coulingueole da linha qoe fez parta do quinto bala
linio da cacadore, am iua organillero.
Servio de ajudante de campo doeomraando da le-
gonda brigada, desde junho at novembro de 18.19.
Asiiilio am ataqoei da Taqoarr, am 3 de maio do "
1810 ; ao do Paaao de S. Borja, em 13 da junho da
1841 ; o ao do Banhado de Inhalium, junto a villa
de S. (jabriel, em 22 do meimo miz a anuo, na qoal
foi eonloio de bala.
Pela ordem do da do evircilo numero .'18 de Ti
de oulobro de 1842, passou a servir da major da ta-
gunda brigada ; e neito eiercicio prealoo dininctoi
servidos no litio de Vacivcu, poilo ao nono h'l-lint 1 '
de ca;, dor es, pelas forca rebaldea ; tendo aeneorri-
do em abnl no sitie de 10 das poite pelos rebel tei a
seguoda brigada no Rincio do Trilha, junio a villa-*
de S. Gabriel.
Foi elogiado na ordem do dia do enredo numero
(0 da 24 de jooho de 1843, pala manaira porqoa de-
sempenhou seu. deveres desde 5 a 10 do dilo mez,
no silio que lofjreu o aeito bitalhio da cacado >s,
junta a villa de Algrele, pelaa forcea totaei dos re-
feridos rebeldes.
Fot exonerado do eiercicio da major da brigada
pela ordem do dia nomero 113 de 19 de mar?.o do.
1844. M
Pela aitinclo do quinto bilalhlo de catadoras, pe-
la ordem do dia numero 114 da 34 do maimo mez,
paisou para o sexto balalhao de eacadorea, afim do
commaudar uma eompaohia pilo anergico compnr- .
lmanlo que moitrou no acto vertiginoso do referido
quinto balalhao em 21 do citado miz ; e em compri-
roeolo poii, aocorporoo-ie ao dilo sexto batilhAo, t
onda era contado elleclivo.
Foi ellecu vo em eampanba contra os rebeldes, dei-
do a toa primeira praja em 1837 a eoocluilo da la-'
la no Ia da marra de 1845.
Por decreto da 30 da jolln, publicado Ja er dia do ejercito nomero 237 da 19 de agoilo do mei-
mo anno, leve paisagem para n segundo reeimenlo
d rv 11.ra li?r|ra, > ella >e apreieiilou em (i da
uaveiuliio Jo rcleno auuo.
Por carta imperial de 29 da Janeiro da 1846, lu'
eomidera'o eom o habito da Ordem da Roa. Teva *
dous mezas de licen?a na forma di le publicada na
ordam do dia numero 31 de 29 do jooho, da qoal io
apreienloo em 15 da ootubro.
Em 27 da novembro do mesmo anno, fai anearra-
gado de nrai co,omiuao pelo Illm. general comroan-
danle dai armas da previocia di S. Pedro do Sul,
como comruunicou o ajadaute general, em oflicio da. -
ranina dala : recolheu-sa ao regiraeolo o anomio o
curan-iando dalle, om 20 da Janeiro da 1847; pasioa .
a servir de fiscal em 5 de fevereiro : a commandar
em 26 de marco voltoo ao etereiclo de flieal era
3 de junho. Teva licaoea do Illm. Sr. genaral com-
mandante dai armai; deid* 13> de agoilo al 8 da


reg- y
'
para um jornal, emlim, que 11 oceupe rt..
Bflo das pessoas, e que nlo entenda com a vida pii-
va ia do eldidio, que nada lem que ver eom ai d s-
cusce* polilicas e -ociis da imprema.
Oh quauto e limo a>(armoi de accordo, dase a
i-tut.i e sagaz raposa.
Asiim se separou aq*uelte homem, e mil sibia en-
tilo o mancebo, que bem depresia os grvete severos
ilevcres de uma palernidade poltica iam pesir solue
seus debei* hombroi!
(.uiivocida urna pequea reunio, que njo pasin
de ou t> penoai para tratar do titulo e do appare-
cimanto do (oluro jornal, varias denomiuaco>s forun
lemhradas e entre nutras a dea Ealrella do Norte.
Esla den ju.inai; ,0, leilarei. foi combatida pelo man-
ceb 1, quem cnnhecereii d'ora a vanle por 1. Mac-
cabe, porque ella poderia preilar-ie a ideas sep.ua-
lislai, a diviao e rivalidada antro o inte o norte.
insultas, motejo*, injurias, e que no correr da noile
antecedente levaram o alarma aoi leio das familias,
perturbando a ordein publica, he para admirar !
V S. tem reipeilo e forra moral, deixou praticar
os que ja tara riprovado n ,a teui a iversirios, per-
dendo muito o bom conceilo que lempre fiz de sua
pessoa. Sinto bastante, Ihe digo, que ae o tea pla-
no foi bem ponderado, a polica qoe hoova foi rela-
xada.
II aje soobe mais, que o nono amigo Jo Dinlai,
honlem dera ordem ( noile), qoe havendo qualquer
romor, rasgassem os goabiiin !!
Que miseria, o meo amigo cora qoem tanto me
dou, o ciladilo couliecido ha tantos annos pela soa
inansiiiio, dar lemelhanle lentenc, sendo pai de la-
milla .' SAo desguslos que se liiam na minha alma.
Simpre rebato as i lea* da morle nal minhas pnticii
e m fosie legislador aprrsenlarta am projecto para
liniao apres-ntoif elle o litlo de (Haoeabeoa, uSo | acabar eom o p-na ultima.
Prr-o-lha panfilo, te lio quo Ihe lenho dito, Ihe
porque quera imprimir na fulha uma directo re
ligiusa, e anloga an fim a que se propunha, como
porque o estado da provincia naquelle lempo ollere-
cia algum simile eom a situaran era que sa acharem
os Israelitas quando destruiJoi por Antioeho.
A lembianra foi aceita e applaodida ; e fui assim
que aquelle mancebo gerou o seeundo MaccaJbeo,
)ue, pouco lempo depois, euvergonhaodo-se em lia-
ii|fi*di ; ela nao he a minha Inl-nco. O meu cora-
i;Su que he franco, me obriza, conliado na nona a-
mizade, dizer o qu-e elle seole, a impreisAo que me
causaran! os dous quirii e dous vulcanoi. I.erabro
mais dizer-lbi que a iniuln farma ou cerca de va-
ras licou bem naufragada ; se mandar fuer om re-
monte muilo Ihe agradecer!. Eilou zoinbando. D11-
ZOf o m .deslo, mas honroao nome de leu pai, e de- P'"dia de quem conliuua a ief, se V. S. quizer, seu
sejando aateadar rai'rej, se apellidon Argot. | amigo e eapello servo, o padre Manoel Cordeiro da
Felizmente o bom lento do partido lib-ral do imperio
lurou-lheos olhos, que alie procurava eslender ao
sul e ao norte, e para salvar es unicot qoe Ihe reila-
vain, vio-te forjado a escolher a cabe?a e ilepci* a-
pre Em outra caria, meu* leilores, e no decuria desta
muito verdica da historia terei de oceupar-me por
incidente do 3. aMacc-ibeo.
Entretanto, pelo que ji leudes ouvido e pelo que
o ivirei* anda, couhecereis que he lobremodo cuiii-
sa a narrar.lo de todos os meios e modos porque o 2.
uMaccabeo quiz Fupplanlar o primeiro, e depoil
lodos os presas polilicas, qus j 1/ ,nn gcmeiido as
piisue.
Em saa mente vaporosa e com aquelle eoracSo
chelo de ,imln?;la e film I id* que (odos Ihe conhece-
m i*, elle imaginou, qoe havia entila uma espacie de
1 lo vacanlen, de cojo bculo e mitra fcilmente te
apoderara, estando lodos os conegos, como uitavara,
pr sos, e o bispo ausente.
O I." cMacealiauo, (oi qoem conheceu-lhe a ambi-
ci, deslruio completamente os loucoi planns de um
homem, que ua poltica era, e anda he /ero, e que
nunca pastar disto.
Al lugo.
Dr J. A. de Figueiredo.
Sou peqiitnn, mai sou valente,
i.i.i-iu falla in nao he gago !
Du reverendo vigario de Patos no domingo I de
reUmbro dt 1856.
No Diario de Pernambueo o n. 36 do correle
anuo, apparaeoa publicada urna carta do Sr. vigaria
Manoel Cordeiro di Craz, dirigida ao Sr. lente
coronel lldefunio, por occasiilo dai eleiee de 7 di
-elombro de 1856, mandada publicar pilo curioso,
ar?.3o qui nao poderia jamis ollinder a mais deli-
cada lusceplibilidade, mas que foi ollender ramio
de perlo ao insolente, tofo e mal entendido orgulbo
do Sr. vigano, tanto raaii quanto allribuio a miin
aquella publirac.au ; e pudendo derramar lo lo o fu-
ror de soa b lis obro o cenoso, desprezoa todas as
reg'as dc hanislidade e ultra, a-s u as de que ai)e
usar o homem bem edocailo (de que alias se gaba.
e leve a genaroiidade de citar o meu nome, para ler
o pia/er satnico de calumunr-me, dando asposlo
por c-ta furnia eo odio que me consagra, e ao nies-
Croz.
latos 10 de selembro da 1856.
Eslava leconhecid.
;>
Agora sim, parece quererem faze-lo :
veio odiante um despacho do Dr. juiz muit-
cipal que revoguei Mas he pana que o ami- do prosidenle, levantad eolio: o homem
g 1 nao oDtivesse um extracto do meu des- honesto assuslado pela sua soitc ; c la va
mBH.S"- ,Pub,'-'01 !"' sei' P^el le provrnciaem novase tristes experiencias on-
"""'-, o divertir os letioros Sim. tre troncos e barrancos.ao menos por um -
dade '',?^VS, 'ml '"-V',S':,,S-,P'', \9U ir 1T"',,1Z !i" ,' ^ L'*erdadB do Umnc.no presidente o redu/.-sc s ao mero
- ; 1 .lao, 0 tulle soh o anonv mo-Siuo expediento. A regra he essa ; c d.ssc silo CUU
?!" 8r*nde"vem -"" ""' unja pados os Ues delatores, qne inculcm-se ex-
aU? Ti' '.Um ."T1"!'1 C""l da|c;,"i'vameiit: os homens de bem da provn-
absoivicao do Faustino do Assu cont ca-1 cia !
lumn.o.so que precisa do pro 1 pa resposU, Vamos indo, o mundo he dc nos todos !
>oli pena no rejudicar-mc excessivamontc todos tem sua vez dc penas e de (finitas:
Mas, a mu i tiesta vej, dando a entender o quem com ferro fere, com Ierro ser fondo, I lue ""-se da s.oie daqueii.s que tem .itu vic-
amtgo que ttve cita ou sulioruo para des- dase o sabio mestre .Ningucm as fez tiue ^ma 'u1 ale,,|ia. ojo ousava contesta-io, mas
pronunciar o l'.iustino, e lendo cuidado de ', nao as pagsse IToio do mioha rapolaeo paco pornalaaio 10 Sr. vi.
publicar o despacho doSQStenla?80 de pro- l'eco dcsculp O'Pinaie aarm par.- provar o qua bol avarcado, islo he, qoe
nuilCta profer lo pelo I,-, juiz municipal. flij .,|p do \U 11 de Sflem! r it I8- "" h* n> granle caluinn.a.ior, e islo ain la
eSqUCCeU-SO, he PCIta I da publicar eseltmbro de 18j,. mesmo qoe soflra o que lolTreran. Ma......o. o ro-
1 ...-u at-, ne ptua ue puuncar 0 meu 1 ------------- | fe,,or Serpjj cerlu de q(leem se,neliiauHt conjonc-
pa da virtude ,oub.conquistar a boa vontade Z^^T^'Z VSUSTZSJElfZ
qoolla pabiieajao, vou provar que o Sr. vigari. Ma-
noei (irriro da Crux lie um grande calumniadi r e
faliario, por dixer era seu libello (amoso iulitulado
correspondenciapublicado no a Diario de Per-
nambueo o n. 1 que eo na copiahavia aogmon-
tado Icllras substiluindu urnas por nutras, desnatu-
rando a narradlo, destocando paragraphai, pusp ni- I
do, anleponde-os, adulterando, talsilcaodo a pon-
loarliete. etc.
Fui sem duvila a blleia desla palavriado, que
seduiio o Sr. vigario a adiinlar-ie tanto ; ao ni-suio
tem)o favorec lo pelo siu genio bellico da que
tanto alar Ira, anda mesmo no pulpito) enten leu
Sr. redaclore.Por aqui paisa-se toflrivelmen-
(e quanto a' salobridadc, porcm, assombrados com
o. exlraordinanoi piejoi a que lem chegado os se-
eros de primeira necessidade ; carne Ir, s-a de -.
feijito tem dado a J.-.'i(n a cuia, iniio k 610 rl. e fa-
riuha a 300 '. a mais, e ludo com raridade. 10* e-
ran lose ma ur preco na (irinhi qoe o lupra-falla
un I lia 1 breve se acabara', e poucj lem havidu, se o
invern nao principia* cedo, para supprir a falla do
anno paaadO, qoe a manir parle dos plantadores
per leiam a safra cora a grande lecca
O) Srs. deenge.iho engolfados no alio preco que
tem dado o estucar.
A pobreza a galibar 1 e mais na estrada de fer-
ro ; dest'arle csquectda a agricultura Aonde ira'
iito parar'.'
Temos muito que agradecer ao digno juiz de di-
reilo desla comarca, o* seus immeraoraveis seivie,oi
que ha prestado, que parece serem nascidos de um
corelo benvolo que deseja paz e iuleresse publico
c pessoal das eus comarcanos. Dos o conserve
coinuosco pelo bonito, qoe melhoremoi de sorte.
S-us leil.is cailaram nos eorares Uo* Honiten-es.e,
'pin. lo menos esperar, lera' de receber 01 iiuceroi
votos de gratid.io.
No dia 1 i do prximo paitado selembro, abrio-to
euii 1 i.'m geral em ludo municipio do Bonilo, a con-
liuna.n seu, Irubalhut, val dando o que faier a certa*
entes que o.lo esperavain lerem eorrigidaa Esse
te'viei ha devido ao Sr. Dr. Corma Lima, poitbem
sjppouno, nao houve quem le lembrasse, o entretan-
to gemamos com inveutario* monstruosos..... a cor-
tos juic* le paz que arbitrariamente faziara o que
llie pareciam, e quem os privava se ludo caba em
suas aleadas '.'
.\m servira muilo um delegado que livesse as in-
le.ic.ors do Sr. Correia Lima, qoe vamos bem mal
de polica.
Lembramos para delegado o major Vicente Fer-
reira l'a niiii Calumbv. Achando bom que o Sr.
Pedroza pec;a loa dera.sso, para nao lub.netlrr-ie
ao* desfructci que lem dado.
A am.rcli.a .10 leguodo diilriclo Verde, de.ta
villa, vai em progrtsaos com a miseranda polica da-
quelle subdelegado tem tupplei.le, juiz de paz
nico juramentado, A cada instante da'-se seus
ca-oa consideraveii.
I'or ora estamos li>res de om monlrooso juiz
qoe por miseria da ju-tifi do II,nilo, seus actos fo-
ram siihoidinados a suas iniquidades.
Mil grabas sajam dadas a quem nos lirn detin
caraa, e que por ca' nio torne, muilo a muilo dese-
lainos.
Boa laude desrji seu aliento leilor.
I'm Uoniirnse.
Ilonilu II dc oututiro de 1857.
ootubro do dilo anno, em que recolhao-sa ao
ment, a astumio o commando delle.
Por despacito do commindotile da lereein brigada,
da 17 de Janeiro de 1818. teva llcenr-a para Iralar da
sua -jude na villa d'Alegrete.
Pola ordem do dia numero 48 do I' de marco, fo-
ram-lhe concedidos 3 meus do licenea de favor pa- <
ra medicar-ie am tui eaaa : e pala ordem do dia ou-
mero 3 de 26 de jonho, foi-lha concedido continuar
com licenea no (ralamanlo de soa taude na dita villa,
villa a parleciparJo do commando da quarla briga-
da, da 11,10 poder reuoir-aa ao regiment naquella
e'lae.lo, que en invernla, apresenloo-se promplp .
em 23 de Janeiro de 1849.
Pila ordem do da nomero 121 da 28 de agosto,
foi mandado larvir de bical do tarceiro regiment da
cavalliria ligeira.
Por oceatiao da iovaigo do bar.no de Jaeohy, ao '
Estado Orianlal do Urogoay.preitou serviros extraor-
dinario!, razando parte das' Tor{as qoe operaran, na
Fronleira de Quarahy, alarmadas pelas turbulencia
nallas ocurridas, detda 21 de novembro do dilo an-
no, al 28 da jonho da 1850, em qoe foi mandado
comiderar am diligencia na lerceira brigada nal
oflicio do commandante da quarta, referido a oulro
do ajudante general.
Pela ordem do dia numero 51 do 28 da ootubro,
foi mandado recolher ao regimaolo, o elogiado pela
ledicarso a actividad eom que se hoova no eierci-
cio de lineal do lereeiro regiment.
Por oflicio do commando da quinta brigada de 13
de novembro, foi communicedo nilo podar reunir-so '
ao regiment por ia adiar doeota de ictericia que dsv
gencrou em gastro-hepatile.
Por cnocesio do.Illm. Sr. general comroandanla
das armai, em oflicio do commando da dita brigada, *
de 20 de .miembro do meimo anuo, leve I.cenca pa-
ra Iralar de 10a laude, na villa de Algrete.
Recolheo-ta ao regiment em 23 da abril de 1851,
e anlrou no ejercicio de flieal ; passou a comman-
dar ero 5 de junho : vollou a aqiclle eiercicio em
21 .le jult.u.
Fez a eampanha do Estado Oriental do L'ruguw
desde o siu comeco em 4 de selembro, at 3 de de-
zembro do meimo antao, om qoe adoeeea oa cidade '
da Colonia do Sacramento, doode vollou pira a pro- -
vincia do Rio Grande do Sal por coocettao do
Exm. Sr. general Mrquez de Caiias comroandanla
ero chefe do exercilo, a tratar da aoa taude ora 10a
caa, na villa de Algrale.
Pelo decreto numero 932 da 14 de marco de 1852,
fei condecorado coro a medalha da ouro pela dita
campanil a do L'roguay.
Polo decreto que o "promova a elleclividade do
pu-lu de m.j.ir leve pasaagem pira este regiment*
,1' de cavallaria hgura, a ella te apretantes em 27
da maio de 1853, a anumio o commando nteiino
no I* de junho du mesmo anno. o o dito axercicio-
lem sido effectivo al a preienle dala.
_ Em 25 da marco da 1854 aipadicionoo eom o re-
giment da fronleira da Bag, na provincia de S.
Pedro do Sul, para eita repblica do Urogoay on-
de te ach, fazeodo parlo da divisio imperial ooxi-
hadara.
Nada mais coma da teut auea(amen(ot, >oi
quaes me reporto, para acompinlur a supplica .-
quo oralfaz subir a' anguila presenta de S. SI. o ira-'
peradur, mandei pasear a presente cerlidao quo var
por roim assignada sellidaeom o sinel do regi-
ment. 1 tuarlel junio ao Boceo, a cidade de Mou-
levido, 20 da agosto da 1854. f
Eu .Manoel Antonio da Cruz Brilhanti, lenla
servindo de secretario a icravi.
Etdva o sallo dai armas imperiaes.Antonio
Viclor da Smpalo Menna Brralo.
Conforme.Manual Antonio da Cras Brilhanle; !
lente sarvjndo de tecretirio.
Pedro morando no Cabo, tendo all sua
familia e mais bens, anda que esteja ausen-
te, pode ser demandado em outro foro n3o
tendo Pedro se obrigado a isso ?
Resposta.
Enlenlo que n5o, porque ninguem pode
ser demandado seno no foro do seu domi-
cilio. P. e S. nota 39. e lei que cita ; d'aHr
resulta, que lendo Pedro domicilio no Cabo,
porque all tem sua familia, embora esteja
ausente, e mesmo em lugir nao sabido, con-
serva com tudo o sen domicilio por ter all
sua familia ; e naquelle lugar he aonde de-
ve ser demandado ; por isso que a presump-
qSo he que Pedro aonde est rjSo he com
animo do morar. Esta doutrina nos pare-
ce clara no citado P. eS noU 40, e outros
muitos jurisconsultos, que todos sSo con-
cordes Este he o meu parecer, que submet -
lo a sensura.
Cabo 3 de outubro le 1857.
Jos Paulo do Reg Brrelo.
Subscrevo a resposta cima com a decla-
rarlo de quo se o reo for achado no foro,
em que 1 /. o contrato, abt po le ser deman- 1
uado. -
Hecife 6 de outubro de 1857.
J- B. G. Alcoferado
Concordo. Ilceilo 7 de outubro di 1857.
Moraes silva.
Chegao lu-nos as maoi o segu.nlo documento, qoe
nlo ni honra snbremaoeira ao Sr. leu'nte coronel
Victorino Carneiro Moule.ro, natural desla provin-
cia, cuma a qualquer Pernamtiucano, nao podemos
resistir ao doaejo de dar- he publicidad.-, e por uso
rogamos os Srs. redactores se dignen conceder-lhe
um lugar tus paginas do seu mui esli.uavel jor-
nal.
RF.CTIFI CACAO J
Na noticia, que demos em outro numer,*
das diligencias feilas pelo Sr. Ur. chefe de
polica para descobrir os autores do crima
de moeda falsa, dissemos, que conslava tor
sido expendida uma ordem do prisSo contra
0 Sr. Francisco Jos de Souza Pnta-Femea,
como indiciado no mesmo crime, o quo ve-
rificamos depois uo ser exacto.
O Sr. Pinla-I'emea nao esta envolvido on
crime ate o prosente, o n5o ha razSo para
suspeitar-se delle; pelo que escrevemos
isla reclihcacSo ; visto termos sido illudi.-
do neste ponto, pela pessoa, que nos mins-
trou as inlo.-niagr-.
Do Pedro lio do Cear.
_&tttccftfttrq, '
A conl'edeiaro ifos Taniovos, poema pi-
co, jielo coinmemlador Domingos Jos<;
lionrulvcs de M.->galhaes-
Venho cumprir um devir sagrado. *
O dever da gralidao para com o hbil profetsr,
coja eloquaucia dramtica me iuspirou o gosto pelo-

ILEGIVEL




liada da philosophia da historia, sustento eusto a
P 'mu tntre me us Ciifraquecidos dedus, que, votados
cle-ile cas remolas ai ciencias etaetas 4 chronica
poltica, acha-se da presenta impotente para espar-
gir Dores em asiumplo ISo eipiohoso, como he o de
aoalyiar a obra da um genio.
I "i poeta brasileiro, um Leonardo de Vinci, que
pude reunir a sua imaginadlo a lalenloa do artista,
orador, administrador, sabio, diplmala, pintor daa
paitse, seolimentos da gloria inmortal, o cornmen-
dadorD. J.U. da MagslhDcs, einliiu, publico.i um
posma pico aob o titulo de Confederado dos Ti ra-
bo) 01.
Oh mil vezas feliz a alma sublime.
Que abrazada no fogo da poesa,
ludo que a toca de harmona euvolve
Como a flor embalsama o ar que a baija !
Oh eerlo, quando Dos maudou que 6 liomem
Fallasse, a elle falloa cheio de assombro,
Foi n'uro hvmno de amor que a almaem seus labios.
Espontanea eipreasoo aea peosamento. (f)
lis neceaaario ler-se goalo, aer-ae just, fino e de-
licado, para qne se possa analyiar obra que do aos
poetas a maiur i ramo r lauda de, gravando ain caracte-
res de poeiia, maia duraveia do qoe os de brome, ae
fraudas dos vencedores, e os acooleciroeotos qoe
mudara a marcha da humanidad?. Ue neeessario
lar-ae diseernlmento para que aa possa bem avaliar
eslea versos de Horacio :
Que vooliez-vous qa'il fil contra troi? Qu'il mourut.
pata'que ae sinla verdadeiro involuntario des-
* praier cora a leitori do seguinte de Vollalr* :
i i'i qu'un beao dsespoir alors le aeecourul.
De "nii.i surte nao se far ama analyse Iliteraria,
mas suii urna complacencia da espirito, qne deshon-
ra tanto o poeta como o chlmieo do pensamsnlo.
Ter o Sr. Migalhaes sido feliz na escolha de ai-
umplo '.' ler,i, coin i Homero, Virgilio, Tasso, Ari-
osto, Milln e Carnosa, cantado um des*es factns qne
mudam a face da sociedade, a eivilisacJli) da humani-
dade ? A critica ja dise que este poema deverla ser
eiccipto na liniiuasem dos Tamoyos. E porque '.' Pa-
rece-me qnenelle ha algoma analoga coro oauump-
lo da que aa servio CimSes. Vaaeo d i Gama, o hroe
dos Luziadas, desrobrindo um noto cammho para as
ludias Orienlaea, Iransformou as eundirss do coin-
raerelo do mundo. Mein di Sa, consol! laudo a con-
quista dos Portaguetea sobre os Tamoyos, dtu ori-
gem a fundado da cidade do Rio de Janeiro, cujo
maravilhoso porto, man vasto que de Conitanliuo-
pla, mais bello qua o de aples, e roais seguro do
que nenhum outro, attrahe oa navegantes de todas as
na(oes.
O sol que desee,
Occollo aoa olhos (eos por tanto fumo,
Ha de ver eraaohfta a cruz alfada
as praias do Janeiro, e della em torno,
A voz de Mam de S victorioso
Ergoer-se ama cidade, a quem destiaa
Grande futuro o co... (2)
Eis o assumpto do poema.
Aimbira, o man vlente e audaz das tribns co-
iiheriJav. |,P u uome de Tamoyos, reunio-as por
nielo de umi confederado contra os Portuguezea.
O. Taraoycw, descendentes dos Tupii, dotados de ins-
pirado potica, nao sito ferozes como os Aimors.
Pulidos palo canto, cujo encantador e divino doro el-
las atlribuem ao uso da agua de um rio, o Carioca,
os Tamoyos conservara a idea de divindade, sao miis
humanos, mais aoeiaveis. e mais instruidos que oe-
nhuma uutra tribu. O poeta faz urna pintara p ll-
rese e sublime da oaloreza incomparavtl do Bra-
sil, autos de deicrevsr os usos e costumes desla pa-
tritica puvoa(a"o, vencida pala eiviliacjlo europea e
palo chrisliaoismo. Saaa alegres floralas, a iinmen-
sid.ida de seu rio gigante, o Amazonas, que parece
jusrer engulir o ocano, todas as harmonas, emlim,
ssntidas pala alma de um poela, se acham caraoleri-
aadaa de um modo notaval. Apezardiaao porem, um
pridileclo das musaa, um eollega do poeta Maga-
Ih.le, suppoz que o carcter principal do poema era
a descripcAo, e que o flra que leve em vista foi Idea-
lisar cates costumes primitivos no fundo desla natu-
reza sempre maia bella, que nem o pincel o mais
fino, non, a poeaia a melhor inspirada, pode atlingir.
Aimbira, cuja destreza pode matar um passaro vo-
ando, heroico no combale, inspirado pela eloquen-
eia patriolica, forte, apaiionado, e sedazido pelos al-
tractivos e pela virlode de Igoass,Aimbira he o >el-
vagem hroe do poema. O amor da patria, o amor
qua Un in.pira Iguaat, e a pie Isde filial por Piodo-
buc, dispulam entre si sou coricSa,
Com o intento de confederar os Tamoyos, Aimbira
vai procurar Pindobu(,e o encontr enterrando um
Iba, mono pelos Purtugaezes, por defender sua ir-
mSa fguaasii. Aimbira jura lomar vinganca da mor-
a do amigo.
Entre as viciasiludes da guerra qoe emprehende
Aimbira [loma-te notavrl no ataque da fortaleza de
Villegagnon, em o qual fleoo piiiionairo. Algum
lampo depoia elle foge do navio de Mem de.Sa.
Oa dilogos entre Aimbira a Iguais come ;.im no
BtadO lerceiro canto. O corceo de Iguas-ti he ei-
celleute. Quan lo Aimbira, desvairado pela sedada
vingaiija, jura nada pnapar doa nimigos, uem cam-
pos, nem crianzas, lguass Implora sua piedade por
eiles versos :
Nilu males, nao, Aimbira, os innocentes
Filhiuhosdesses homens, que banhadoa
Sa ao oascer em agua mysleriosa;
lu meamo me contaste, que eltesdizem
Que quem malar 13o debis creaturas
Abrasado seri l n'outra vida.
laiendo rslaa du n interesiantes personagens do
poema atravessar tudas as vicisitudes da guerra e os
resollados da victoria gaoha pelas armas do progres-
so material, contra o estandarte do chaialiaoisrao, o
poeta obrigou o intereese do leitor pela leoJencia
llaman i, a eympathisar mais com as dor/s indivi-
duaes do que com as ealaslrophes colleclivas. A ani-
dado de um poema a encoolra no laclo que muda
as con lices, ou do comm-rcio ou da industria, ou
da preponderancia de ama nacao. Maa sera' bem
diilicil t maior parle dos ieiloies chegar ao llm de
um poema pico, se nao posiuir o senlimenle lollam-
rajdo pela vicssilude. Ha a qua sedaz a pensamen-
ta na leila Eneida de Virgilio.
As tribus confederadas marchara atraves das Ib-
restas virgeos. O foga daranle aa nuiles, erve-lhes
para afugentar es animare feroz. O crepitar dessaa
luzernas he por demaia potico comparado cum as
serpeles. Pay aconselha aos Tamoyos que desistan!
da empreza. Aimbira oppOe-se au eomellio do ve-
llio Pay em termos enrgicos. Sea cloqueo e di-
cono termina por orna iulerpellsrao tal, qoe os Ta-
moyos repondem :
Queremos guerra ;
Ijaerre, e s guerra....*
langapema lenta alerroriiar os Tamoyos com sor-
tilegios e relujaras, Aimbira conjura' estes mos
auguiios, e auisaca Pay que desappareee sem se sa-
ber o como.
Jagoanlmo, enviado por Aimbira, chega a S. Vi-
cinle. Os ludios chamados igrej para os ca ilicos
rtligiosos, eonvidam Jagoanharo, que ahi euconlia
seu lio libuica ; este moslra ao sebrinha a nova ci-
dade a convida-o a jamar ao uio portuguez. He bal-
de, Iibirica aa eilorra por convencer Jagoanharo
DIARIO DI PRRNAMBCO QUARTA FEIRA 14 DE OUTOBRO DE 1857
das vamageos da ateravidao. Jagoanharo toda repel-
le ; e ambos fatigados do dbale, enlregam-aa nos
bracos da raorpheu. S. Sebasliao apparece em sonho
.i Jagoanharo, S. Sebasliao qua elle lioha visto na
igreja. Durante o sonho elle aeote-sa levado ao cu-
me da Corcevade. O santo Iho faz ver o futuro da
cidade de Janeiro, sea magoifico porto eoberlo de
innmero, navios, achegada da familia real, a ele-
vacao do Brasil legarla de reine, a volia de .
JuAo VI, a proclamarlo da independencia e a fun-
dacao do imperio, a abd capo da D. Pedro Lee
amor do povo para com D. Pedro II. A Providencia
conceder a victoria aos Portuguezes que defendis
a causa da propagaoda christaa. Jagoauharo deiper-
ta quando vai para abracar a cruz ; seo to conda-lo
a iatrrja. Em caminho eucooira Igass presa. De
balde pieleade livra-la daa roaos dos Porluguezes ;
eiasperado foge grilaudo :
Aimbira.
Entretanto qoe os Tamoyas aguardara Josaanha-
ro, Aimbira procura os asaos de seu pai ; pretende
matar Braz Cub-s ; maa, movido pelaa aupplieas de
sua filha, volta para o campo aera se vingar. Os
sotrrimenlas de Iguass compungem. Anchieta es-
for;a-se por liberls-la, Anchieta o Santo Ji nula :
O illustrado varao, qoe nao movido
De alleclo vil, mas a de amor guiado,
Mil perigos a a mora asaobsi bando,
lodo se sacrifica a bein dos homans (.'I)
UflJ primeiro combale se dea junio a S. Vicente :
Braz Cobas he morlo por Aimbira. Tibirira lula
cora seu sobrinho Jagaauharo, mala-o, porem bap-
lna-o antea de perder o oltimo atento. Anchieta en-
trega Igaass a Aimbira, os lamoyos raliram-se :
atsfgm-ae a paz.
E>ia paz he de pouca durafAo. Ealacio de Sa che-
Ka ao Rio de Janeiro, faz construir a fortaleza da
l'rai i-Verniellia. Aimbira ataca novamente oa Por-
tuguezes. A guerra dilala-se. Ealacio da Sa' enva
Anchiea a Baha afitn de pedir aoccorro a seu lio
Mem de Sa'. fc-le a.oria u Kio de Janeiro, levan-
do comsigo o biapo t. Pedro Leialao. Os Por tugue
zas atiacam aoa Indios da de S. Sebasliao. Estario
do Sa' lie mortalinente ferido ; Iguassii he apunha-
lada, e expira junio a seu arnaute, que lomando seu
cadver, lanc,a-o ao mar.
Eisum rpido esbozo deste poema qoeencerra tan-
tas bellezas de incanleslavel valor. Assim como no
de Vollaire, oa contrastes entre aa partes fortes e as
iraca-, sao rnuito seniiveis; ellas ao essanciaes a' bel-
leza ila arle poeliea, a mais diflicil de todaa as bel-
las-irte*. Descoberta pela -ciencia de nomos diaa,
por ama comhinacAo engenhoaa dos principios de
ptica.moilra a saliencia doa corpos o tucos em suaa
imagen. O que o alcroscopo f.z por meio da
pholographia, o poeta produz peloa contrastes com
urna arle man maravilhosa anda do que a daqoelle.
A critica mordaz prelen leu urdir um veo nebu-
loso, coin urna iiitencAo aysleinatica, para envolver
as Ii-II.' i. desle poema, yaem deiiara' de conheear
os tramas da inveja que se occuli.un sob o eutolto-
rio da c:ilica?
Succe-sui h.un i iiiini, earpilque, ccarpitur una,
Suppliciumque suim cst.....(i)
A nalureza dolou o poeta que emprehende o ge-
nero sublime da poesa pica, com una iololligencil
profunda, que roncebem ideias grandiosas a evpri-
iii-.n-.i- rom enlh ..1,-111 1 philosnphico ; ella dau- \
Ibes urna imaginacao encantadora, cmbellezada pela
Kenmelria descriptiva das raelaporas, das compa-
racAea, dos eap^clacolos bellos ou horriveii do uni-
verso ; urna alma sen-ivel a apaiionada, um coracao
patritico ; e se, eom a precisao das ideias, a pro-
(I) Do poema caulo X.
(at) Me ir.
(3) dem.
(V Ovidio.
prledade da espressao, e a pureza de linguagtm, o
eslylo ha elegante, enebrianle e conveniente, elle
pode crear um primor da arle da poesia. llavera' o
poela preenchido todas estas condicoea da poeiia
pica.' Eu quizera ser um joiz mais compleme para
poder responder afflrmativamentr.
Poder-se-ha ter ama ideia dos conhecimenlos phi-
losophicos de nosso poata pelo sesointe pedaco.
Como immovel na casca entorpecida
Clausurada a Chyaalida recobra .
C'ulra vida em ailencio, a desenvolva
Essas ligairas azus com que um dia
Esveacava nos aras perfumados,
Onda em qoanlo reptil nao se elava'ra ;
Assim a alma, no sorano concentrada,
Nesss myslerio que chamamos sonho,
Preludiando a vista do futuro
A posthoma vkAu prelado as vezes 1
Faealdada divina, inaipllcavel
A quem a da malaria aa leis eoohaea (i)
A qoaalidade das compera(es, mataphorat, pin-
turas, localidades, sentimentos, e caracteres be de
tal aorle prodigiosa, que cita-las serla dar urna nova
adicao do posma. Poetas de diversas nares lem-o
apreciado e feilo a complaca jaslica ao nosso com-
patriota. Os mais illuslrados dus littaratos de Confe-
derado Argentina analyiando-a julgou-a muito
boa. O poela italiano Mr. Kicardo Cerani, oceupi-
ae de sua Iraduerdio.
O Brasil pode vanglorlar-se. O autor dos Suspi-
'S '?'A0''" t'^*^<,i O poeta a a loqosi-
.0.,' "lc" *'l'no pur saos celebres
iraballios historeos, acaba do addicciunar um novo
poema, em lioguagem a mais bella pustlvel em obras
desle genero, que sera' IHo. (6
Paria, 15 de azoalo I87.P. de A. Lisboa.
( Uetue tspawjnole, porlugaise etc. 1
Gvmwmtto.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 07 j.^ d. a 60 d.
t Paris, 340 rs por fr.
c Lisboa, 92 por % de premio.
Kio de Janeiro, i por l)|o de descont.
Aet-flo do banc j 50 pnr canto de dividendo por con
la do vendedor.
t companhia de Beberibe 60000 por accao
couipauliia Peruambucana ao par.
t Ulihdade Pohlica, 30 pnrcenlo de premio.
e a Indemnisadora. 61 idrm.
na! ", a* e,slr.aua ferr 2" i'or 0\Q premio
iseonlo de leltras, de N a '.i por canlo.
Acedes do Banco, 40 a 5 da premio.
duro.(Incas hespanholas. 29*500 a 3OJ000
16900U
1 S. Salvador para as provincias do norte, fe-
. cham-so hoje 14, do meio dia em ponto, e os
1 jornaes devorSo eslar na administracilo as 9
horas do dia.
Crrelo fferai.
Rclago das cartas soguras vindas do norte,
e sul pelos vapores Paran e S. Salvdaor
para os senhoresabaixo declarados :
Adoipho Serrauo Pires Camargo.
Antonio Coelho de S Albuquerque (a).
Antonio Carlos Francisco da Silva.
Antonio Jos do Castro Lima,
raga & Antunes.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
zidora Sonhorinha Lopes.
Joaquim Garca dos Santos.
I-ourengo Correia de S.
Lulz Gomes Ferrcira.
Manoel Rodrigues Villares.
Novaes & C.
Thomaz de Faria.
Thotnaz Jos Villanova.
Arsenal de marinba.
Tendo esta repartido de contratar o for-
necimento de lijlo e cal, estes objectos da
melhor qualidaJ', para as obras a seu car-
go, inclusive as do melhoramento do porto,
e contratar tambera, para este ultimo lim,
travs e taboado, sendo de madeiras de
qu-ilidaJe, manda o lllm Sr. inspector fazer
publico, terom lugar taes contratos, me-
diante propostas eia carta fechada, no dia
17 corrcnlo mez, pelas 11 horas de manhaa.
InspocgSo ilo arsenal do marinha do Pernain-
buco, 13 Uu outubro de I8'>7O sccreta-
rij, Alexan !ro Rodrigues dos Anjos.
--- Pela delegada do polica Coianna se faz publico, que se acha em de-
posito um cavallo castanho, grande, velho,
rabao, e tein o p esquerdo branco : quem
sejulgarcom direito ao mesmo, comparega
na mes'.na delegacia que Ihe ser entregue,
Cidade de Coiauna 9 de oulubro de 1857.O
juiz municipal e delegado de polica,
Caetauo Estelita Cavalcanti Pessoa.
O lllm Sr. inspoctor da thesouraria
Terminara' o es; ectacob cun a linda comedia em I
acto, ornan de msica
adornos de sala, e outros mu:to< artigos etc,
que fora desnecess' gerSo vendidos delinitivamento satn limite
algum, bein como urna por;So de naceos
com arroz pilado, superior: sexta-feira 16
do corrente, as II horas da manhaa.
MARIQDINHAS. A LEITEIRA. ^^v^L^-^VH.
Esta recita lie a nona dos senliores assignantes, o w WWYll Wlllai ^J
filie .v.jn ip I.,/ rufd nAit i,ik..I ,. ... ...:.n_____I wm I .
Moedas da 6i00 valhaa .
69400 novas .
t 4000. .
Prata.PalaeSes brasileiros. .
Pasos eolumoariae. .
mejicanos. .
_ ALFANDEUA.
Reudimenlo do da 1 a. 12. .
dem do dia 13.....
ItiCOOO
90000
29000
2EOO0
1J860
253:34 5|062
43:992J87I
297:3375053
Dascarregam hoja 14 de oulubro.
Barca ioglezaHermionenereadorias.
Barca ioglezaLindalouc,a e carvao.
Escuna inglezaEratachas de ferro.
Brigue portuguezLaia IIdiversos genero*.
Bcigue americanoFairj farinha a bolachioha.
Barca americanaJulia CobbIrilhosde ierro.
MOVIMENTO DA ALFANDECA.
Volames entrados com fazeniai .... 289
" com generes .... i'M
Total
Volames sabidos eom fanndal
" com gneros
780
906
120
Total 3-J6
IMPORTACAO'.
vapor eS.Salvador.ii viudo dos porloj, do sul,
consignado a agencia, maufeslou o seguinte :
6 amarrados ; a JoAo Fernandas Parele Vianna.
I cauao a Challes Laclare & C.
1 caisa ; a Manoel Francisco Moreira Maia.
4 volumes ; a JoAo Pinto Kegis de Souza.
2 ditos; a Joaqoim daOliveira Maia.
1 caita ; a Joaquim Ferraira Marques Guimu-
res.
1 volume ; a Novaes & C.
i caia ; a ordem.
1 volume ; a Migoel Jos Alves.
1 caizole ; a Antonio Pereira d Oliveira Hamoi.
1 volme : a Saunders Uro'thers i C.
1 dilu ; a Joaquim de Siuza Reis.
1 dilo ; a Antonio Rodrigues Pinheiro ^ C.
1 dito ; a Aceslino P. de Souza.
2 talas ; a Domingos Jo Ferreira Maia.
1 volme ; a Anlnnio dos Santos Vieira.
I dito ; a Augusto de Catro.
1 do ; a A. A. do Reg> Ranael.
1 caivnlo ; a J. C. JusUino Kodrisues.
2 barricas ; a Syi.;-pronio/0. da Brilo.
I caiiole ; a Lim, jonior & C.
1 empapellado ; ao ur. Antonio P. de C. de Al-
hoquerque.
I encapado ; a Siqueira & Pereira.
I agulliAn, tamil..r e eruzeta ; a Antonio Luiz dos
Santos Holln. w
CONSULADO (ERAL.
Kendimenlo do dia 1 a 12. 3l:9trls<)K7
dem do dia 13....... I:571j-i29
33:929516
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do da 1 a 12. .
dem do dia 13...... .
8351638
3fSW
8381187
DESPACHOS DE EXPOaTACAO PULA MESA
DO CONSULADO DESIA CIDADE NO DIA
12 DE OCTUBtlO DE 1857,
Lib>aBngua porluguez Aclivow, Manoel Jos'
do .S,i.rmenlo Silva, 50 saceos gomira.
Rio da PialaEscuna liollaudeza Nao Foi Venci-
dan, Aranaga i Bryan, 350 barricas assucar
branco.
Loauda Brigue portusoez Porlador, Thomaz
de Aqumo Fouaera \- F1U10, 4 pipa cachee/,
falmoulhEscuna bollandeza Calharinau, N. O.
Bieber A C., 8 duzias de loros de jaearanda.
LiverpoolBarca ingleza Eleonor Dodsona, James
Ryder C., 600 saceos asaucar mascavado.
EXPORTAgAO*.
Para a peca da baleia, barca americana ocharles
EJaard", conduzio o segointe : 12 cascos com
2,500 galoes de azeile de peiie.
llalliinor?. hiale americano Kosamonl, de 150
toneladas, conduzio o seguiute : 700 saceos eom
3,500 arrobas de assucar.
KECEBfcDORlA DE RENDAS INTERNAS (E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 12. 12:0179896
dem do da 13....... I:067jl97
I3 085393
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do dia 1 a 12. 18:8593342
.... 816/106
dem do da 13.
19:6753)48
Navios entradoa no da 13.
Parahiba21 horas, titile nacional Camoes, de 28
toneladas, meilre Antonio Prancisco da Costa,
equipagem I, carga loros de mangue ; ao mesmo
mestre.
Riclnmoiid18 dia. briaue americano aFel'Va. de
16> toneladas, capilAo Samuel, equlpasem 8 c.r-
aa 1.810 barricas com larinha de Iriuo ; a lloslron
Hooker J C. Perlence a Pluladelpbia.
Rlode Janeiro-16 das e 19 horas, vapor nacional
S. Salvador, coimnandante o !. (eneole Anlo-
lliu M. de l'.nite. iLitieiro.
Naw-York 46 das, patacho amiricauo oFannv
Whilliei, d. J27 toneladas, capilo L. Gage'
equipagem 9, c.rga madeira e man eneros
ordem. Arribou com avsrias. Parlcnca a Boston.
Para pelo Asiu'50 das, do oltimo poito 7, eicuua
nacional Sultana, de 174 toneladas, capilAo Josc
Antonio de Azevadn. equipagem 10, carga ni a
Isaac, Curio di C. Perlence a Babia.
Navioa Judos no mesmo dia.
Rio de JaneiroVapor uacioual l'aranan, com-
mandante F. F. Borgea.
Para os portos do aul Brigue ingle/ uFairvo, com
a mesma carga que Irouie.ausp.udeu do lameirAo.
Sao Joan de Terra NovaBirca ingleza Slalla ca-
pilAo Jamas Boyol, caraa em lastro.
AcararuUiate naeioual Sbrala, rapilAo Antonio
Francisco Looreiro, caraa varios gneros, passa-
geiros : Candido N. Pamplona, ana senhora c urna
e urna lilha.'Jos I-erren.i da Silva Horlo, sua se-
nhora 2 ilhos, 1 cunha la e 1 escrava, Antonio da
Silvo Fialbo, Manoel de N. Alves da Fonseca a 1
criado. Dominaos Jos de Saboia e Silva, Jos
Larlos |.. de Saboia. Luiz R. Saunro 2. D. Anto-
nia tundida Padilba a a prela forra taabel, i 1
pardinlia hvre menor de nome Lodovina, Amo-
nio Lopes Leal,Manoel Antonio da Rocha Jonior,
Joaquim Jo.e da Rocha.
Mar Pacifico Barca americana Charles Eduardo,
capilAo W II, Salla, carga a mesma qae Irouze.
Ba iiuore-lliale americano Rosaraond, CapilAo A.
\V. Kevnolds, cargo asurar.
llarbor (iraee Bngua Inglez Kelpie, capilAo B
Bulley, caraa em lastro.
Liverpool Barca ingleza Nanphanle, capilAo I.
S. Orr, carga assocar e aleodao.
Macet e porto intei m lio-Vapor nacional Per-
sinuuga, commandanle o 2. lenle Joaquim Al-
vea Moreira, caraa varios gneros, levando a seu bor-
do algum passaa'iros.
(avaquil Barca amnricana lialeaa, com a mesma '
carga que Irnuve, suspendeu do lameirAo.
-v------ tmm ^r v v y' *. -_ ^ \ 4U LIIV.il SI I r I i 1 u
provincial, em curopriraento da resoluto **" Inter'or da igreja da Magdalena om
da junta da fazenda, manda fazer publico, FranSa;
que a conservacao hermnenle ila pairada -5-
que a conservacilo permanente da estrada
do Pao d'.Ibo vai novameuto a (iraca no dia
29 do correnle, pela quantia de 6:900} reis,
por dez mezes.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria provincial de
Pernambuco 9 de oulubro de 1857.-0 se-
cretario, A. F. da AnnunciacSo.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da Fesolucao
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a obra do 9.- lanco da estrada do noite,
vai novamente a praca no dia 29 do corren-
le, pela quantia de 9:236.3426.
E para conste*; se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario,
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de oulubro de 1857.--0 secre-
tario, A. F. d'Annunciacao.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de com-
prar os objectos seguintes :
Para o presidio de Fernando.
Tapioca do Mtranhao, arrobas 2 ; 8rarula,
arrobas 2 ; Cera em velas de meia libra, ar-
robas 4; madapoiao, pecas 6 : baeullia, pe-
ca 1 ; papel almaco, resmas8; pautado,
resmas 8, pennas de ganso 400 ; ditas de
ac, ca,xas 4 ; lapis, duzias 4 ; barbante, li-
bras 16 ; tinta de e-screver, garrafas 24 ; mis-
sal 1 ; frontaes de damasco 2, sendo um
branco, e outro verde, com II palmos de
comprimenlo, c 5 de altura ; pauno preto
com cruz 1 ; ritual romano 1 ; bretanha de
linlio, pecas 6 ; damasco branco, covados
2 ; cassa para babados, pegas 6 ; oleo de 1-
nhaca, barril 1 ; agua-raz, arroba 1 ; ail,
oncea 8 ; roxo-terra, arrobas 4 ; colla, ar-
robas 4 ; espanadores de pennas 3 ; ferro
da Suecia, quiniaes4; chumbo cm bar.a
arrobas 8 ; eslanho, arrobas 2 rame d
latao sonido, arrobas 2; arraine de Ierro
sortulo, arrobas 2; arco de ferro para bar-
r,8' arrobas 8 paos de jangada para balea
24; lunas 22 duzias, sendo chatas de 16,12,
8, 6, 4, meia canna de 8, 6, 4, e triangular
<1C 12, 6, 5, o do cada urna 9 duzias ; 600 al-
queires do farinha de mandioca, medida
velha.
Botica do mesmo presidio.
2 oncas de iodureto de mercurio ; 2 ditas
de proloiodureto de dito; 4 ditas de creo-
solo ; 2ditsdesanlonina ; 6 ditas do ni-
tiocto de prata fundido ; 6 ditas de dito de
prala cryslallisado ; 4 ditas de clorureto de
ouro ; 4ditasdeoxydo deouro; I ditas de
valerianato do quinino ; 4 libras de olo
de theribentina.nSo espirito; 4 libras deam
raonjaco, liquido, n3o espirito ; 1 libra de
rezina de batata ; 1 libra de dita do jalapa ;
8 ditas de collodio; 2 ditas de balsamo de
loiu ; 2 ditas de balsamo de meca ;
dealmeirSo; 8 ditas de cipo de chumbo ,
|2 libra de flor de zinco ; 2 ditas de ps de
brogouha ; 4 ditas de assucar candi ; 1 di-
la Ue sndalo rubro ; 1 dita de gomma laca :
2 luntsde vidro ; 2 copos de graduar de 6
oncas ; 6 facas elsticas sortijas ; 36 fras-
cos de opodeldoc ; 24 garrafas do elixir sn
ti-phleumatico (r. Guilli); "
xarope do Bosque verdadeiro ; 8 vdros de
cloronhormio ; 16 ongas de acnito em liutu
ra ; 36 garrafas d'agua de Sdelits ; I ar
Esla recila he a nona dos senhores assignantes, o
que assim se faz para nao prvalos de asiiilir ao
presente espectculo, adeudando ao justo motivo por
qua be elle dado.
Oa bilhetes acham-se i venda no ascriploiio do
Ihealro.
Gabioete ptico
ATEBR0DAB0.H1STAN.4.
O director deste salao, participa a seus
llustres firotectorcs, que offerece-llics para
esta semana urna boa e agradavel exposicao
de vistasltodas novas. *
Vistas que serlo patenteadas at o dia 17 do
do corrente.
Guerra do Oriente.
I.* O exercilo combinado na Crimea.
2." A sanguinuliinia balalha do Alma
3 A sanguinolenta balalha de Inkernian.
4 Assalto de Malacoff e incendio de Se-
bastopol.
5.a O grande bocnbardeaniento de Pa-
lermo.
6." K esquadra anglo-franccza em frente
de Ralisbona.
7.a Vista do palacio da industria e seus
arredores em Paris.
8.a Lemecen no lago de Turana na Suissa.
9." Baliiniore, porto commerciante oaEt- .."
ta dos-Unidos.
10 Vista de Barcelona em llespanhs
11 a vista de Bilbao em llespanha.
12." Porto do Calais na Franca.
13.a A cidade de Trieste auslriara.
Tabellas das priocipaes personagens
Ilustres decoragemdo mundo.
16.a Cabida a'agua do rio Clute, pricipi-
tado entre a Franga e a Allemanha.
17. vista panorama de Constanlinopla.
18.' Napoleilo 1, botando oculo em frente
da Cathcdral de Milio em Italia.
O salao estar aborto das 7 al us 11 da
noite. Entrada 500 reis.
&ir4o -.. t j: 9
Rio de Ja-
neiro.
Segu com brevidade o brigue escuna
nacional Carolina,,, de primeara mar- ^'*&^wEZTm.
cha, tem parle da carga piompta : para
o resto que Jhealta, Iiata-secom oscon-
signitaiios Novaes o C, ra do Trapiche
n. .)i-, ou com o capito na praca
Para o Hio
de Janeiro
salie mpieterivelmenle no dia lo do
cot rente, o brigue Sagitario,, : para o
resto da carga e passageiros, para o que
oiferece excelentes commodos, lrala-se
com Manoel Francisco da Silva Carrico,
na ra do Yigaiio n. 17, primeiro andar,
ou com o capitao, a bordo-
@fUM.
Leilo
DA
FABRICA DE SABAO.
^s A requerimeni.o dos administradores da
massa fallida de I). Candida Mara da Silva
Lima, viuva de DeUioo Concalves Pereira
Lima, do ordem e em presenca do Exm. Sr
i aitas juiz especial do commercio, far leiiao o a-
ginte Uorja, dos objectos seguintes :
Un) sobrado com 60 palmos de frente e 256
de fundo, mi is 2 casas terreas cora 35 palmos
de frente cada urna, e 85 de lundo, em que
se acha est-belecida a fabrica desabao, sita
na ra Imperial desla cidado.al com terreno
baixa-mar no fundo dasmesmas casas, com
?gnalas de caraboi caes.guindastedeferro.duas grandes
"e caldeiras de manipulacao.com mexedores de
Ierro movidas por vapor, caldelra e machina
rola d"mn' ~,"m"a"c" a^I'^ZJ. i "" Je vaPor q forca da seis cavallos, duas S9T-
TRJStAw^if.T^ZlSZZt*'* ras> se,,d0 uma vertical, e oulra circular,
rolhas de cnicas sort.das 1' ?S.?S!Ll??.?.,.eJ J*&-
Diversos corpos.
Cornetas de toque8.
Quem quizer fazer dito fornecmento aprc
res da sab&o, comportando cada urna raais de
mil cajxas, alem de urna oleosidades de
utensilios, proprios do cslabelecimento.
secrpffrio Hn f P.ll8S em,ftC8urU reSh"a "" t"""losao servicoda fabrica,
secretaria do conselho, as 10 horas do da 15
do corrente me7.
Sala dassessOes do conselho administrati-
vo para fornecmento do arsenal de guerra.
1 de outubro do 1857. Bento Jos l.ame-
nta Los, coronel presidente Bernardo
Pereira do Car rao, vogal'e secretario.
--- Pela contadoria da cmara municipal
do Kecire se faz publico, que o prazo mar-
cado para pagamonto do imposto de carros
de passetoealuguel, currocas e mais veh-
culos de conduccilo, principia do 1.- ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
ve e todos que deixarem de pagar no refu-
ndo prazo, licam sujeilos a multa de 50 0|0
do valor do imposto. Contado-ia municipal
do Recife 29 de selembro de 1857. -- O con-
tador, Joaquim Tavarcs Kodovalho.
OSr collector das rendas provlnciaes
lo municipio de Coianna faz saber qua em o
om do boje Ihe foi entregue pelo delegado
, l,er.mo escravo crioulo de nome Luiz,
natiral da comarca do Liraoeiro, de idade
de 5 anuos, estatura alta, rosto redondo,
cab dios carapinhos, olhos prelos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada do
texiga, preso nessa cidade a ordem ao mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor
rente anuo, sendo avahado na quantia de
1:20)9; pelo que charca-se a todas as pes
soas que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu.
tlici<;ao desle, apresentem na collectoria da
dita cidade sua justlicsSo de dominio, a
qual ser* produzida perante o juizo muuici-
pai desse termo, e lido o prazo menciona-
do seta arrematado em hasta publica, por-
ta domosmo Sr. collector, precedendo-se
aitnuncio do dia e hora em que houver de
ter lugar dita arremetaco, publicando-se
esle edilal pela imprensa, e onde mais con-
vter. Collectoria provincial do muuiciplo
de domina 30 dejulho de 1857.-0 escrivao
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lins
dos Ouirnaraes Peixoto.
raivto
DK
SANTA ISABEL
EMPREZAGERMANO.
QIARTA-I EIRA 14 DE OUTUBRO DE 1857.
Tenrln re asMimir o governo desta provincia.
L'm laboratorio chimico para a analyse,
contend, pecas de vidro e metal mu impor-
tantes, una porc&O de frascos com accidos
ele.
Carteiras, almarios, prensa de copiar, re-
logio e mais objectos do escriptorio.
Urna terreno com 100 palmos de frente e
fundo at baixa-mar, aunexo a fabrica.
^33 cascos com azeitc de palma, e urna por-
fo de dito em deposito era um tanque de
ferro as 10 horas cm ponto do supradito
dia, na mesma fabrica, tei lugar oleilao.
O agente Borja far leilao dos movis
etc., pertenecidos a urna familia eslrangeira
que brevemenle se retira pata a Europa,
consistindo n*uma excellente mobilia deja-
caranda, candelabros e lanternas de vidro, (
vasos, figuras de porcellaua, e mais adornos < -.
para sala, urna ptima secretaria de mogno, el,a ao. PCSpOndentc foi insinuada,
dous aoberbos guarda-roupa e guarda-ves-
tidos, urna rica cama franceza con cortina-
dos, loi ello, lavatorios, marquezas de dor-
mir, coturno Jas, urna solu-ivel mobilia para
sala inferior, mesa elstica de jantar, guar-
da-lour;a, apara lores, lou?a e vdros de dif-
ferentes quahdades para servico de mesa,
ulensis diversos, e outros muitos artigos de
casa etc. etc. : quarla-leira IV do correnle.
as 10 horas da manhaa, na ra das Cruzes
n. 28.
LEILA.O" DE SAinO.
O agente Borja, por anlorisacao do Exm
Sr. L)r. juiz ospecial do commercio. a raque
jumento dos administradoras da massa lal
lida ite 1). Candida Mara da silva Lima, va
ya de llellino t.oncalves Pereira Lima, fara
leilao de 500
pertenconte a dita massa : quinU-ieira I,
do correnle, ao meio dia em ponto, noar-
mazem da ra do Collegio u. 15.
verno imperial, declara-se, pois. ao publi
eo, que Dingaem ra negocio coai a dita
licenca, equetn achou ea quizer entregar, a
podera levaran mesmo Luiz Jos Marques,
aa ra do Rangcl, segundo andir n. *7, que
sera recompensado, embora com ella nin-
r> suem
de .
dado de objectos do marlim (primor d'arte dencias a respeito." Hccire 30 de setembro
nunca vistos em Pernambuco, Curan sejara de 1857. Procurador bastante do Sr. No-
aderezse meios adorecos para senhora.pul- I vaes, Manoel Flix de Oliveira e *ilva
seiras, brincos e allinetes (tvulsas caixi-1 Pree<-w ,iam ...r.,., a~
Estando a conleccionar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
nhores que costumam sernelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
danca de domicilio, ou outra pialquer
lembtanca,(|iie sirva pata que seja o mes-
mo almanak completo: da mesma sor te
roga-se aos senhores de engenho e rendei-
ros, queiram mandar as alterarnos que se
tiverem dado a respeito de suas propie-
dades.
Aluga-se urna sala com 2 quartos, ro-
centemenle pintada e muito clara, propria
para escriptorio de dvJgado, ua ra da Ca-
deia por cima da luja do Sr. l'elx alfaiate :
a tratar com Macicl no escriptorio do Sr.
J. J. de Miran la.
Iva padaria de Ponciano & Salgado, preci-
sa-se do um caixeiro para balcSo, ainda sen-
do do mal), quo d liador a conducta.
iiH Nova n. 60.
I'recisa-se de urna criada para o servico
mtrno c exto-no de urna casa de pouca fa-
milia.
- Olferece-so para cozinhera, ou para
igr urna casa, urna mulhor eslrangeira :
na ra do Pilar n. 98.
Alu-ii se pelo tempo da fosta uina casa
cun mudo cuantilos e rauitissimo fresco,
a raargero lo Capibaribe, proptiedade de
Chacn : a tratar na mesma, ou na ra da
Ca lea, tab.irn do Villar, defrontj dos m-
nibus.
Vendc-soumi mulati de 16 anuos,
recolhida, muito bonita e robusta, propria
para casa de familia por ter boa conducta, o
que so aiianca : na ra larga do Cosario n
22, seguodo anlar.
Vonde-sn um cavallo bora andador :
quem o pretender, dirija-se a ra Direit*,
no tieco da Penha, tal-.erna de Antonio Pin-
to MagalliScs.
AOS SENHORES CAPITA'ES RCtW DIGNATA-
RIOS DE NAVIOS.
Os arremalaules dos chalarizes, avisam,
que uo chafariz no Passeio Publico, so faz
aguada para os navios, para cujo fim aca-
baro de collocar no dito chafariz, um cano ;
de mai.eira tal, qne offerece grande commo-
didade, no cnchimento das pegas etc
- Precisa-se de urna amaquesaiba co-
zintiar eengommar para duas possoas ; na
ra do Crespo n. 6.
Precisa-se do urna ama que saiba co-
inhar, e fazer lodo o mais servido de casa ;
iVo deposito das
bichas ,
ra estreita do Rosario n. 11, recebeu-so de
l'rauca urna remessa dos mais finos balai-
nhos nunca vinios a este mercado, tanto
para mimos como para meninas levarem ao
esludo, assim como marraclada de lijlo e
peras em ondecas de 5 libras, e outros a. tu -
tos objectos.
Vende-sc na ra Direita n. 64, urna
negra moga, porfeita cozinheira, e entende
de massa e forno.
Vendem-so travs de a* palmos de
eoraprimento : no becco das Barreiras, ua
olaria n. 8
- Fugio no dia ,9 de outubro urna escrava
le nome Angela, com os signaes seguintes :
tcm um dedo da roo esquerda, junto ao
pollegar, cortado de engenho cor acabilda-
da escura, sabio com um taboleiro e balai-
nho, no dia em que fugio, foi a casa do se-
nhor buscar um resto de roupas velbas ; esta
Lotera
DA
Provincia.
Os abaixo assignadoa Uem expostos a ven-
da os seus bilhetes e meios da lotera de S.
Miguel de Barreiros, os quaes nao soffiein o
descont dos 8 |0, c acham-se a venda no
aterro da Boa-Vista loja n. 56. e sendu de
lOOs para cima a dinbeiro, pelos seguintes
presos :
Bilhete 5S00 recebe 5:000s
Meios 2?750 2:500;
Silva GuimarSes C.
Aos religiosos.
O abaixo assignado mudou-se da ra Ve-
lha para a ra de Apollo n 29, continu'a em
jsua prolisso de fazer capas, batinas, samar-
ras e capas viatorias ao uso da Baha.
-^-----,------.._ ........
Aos amantes dos
charutos
Na loja do canlo na ra da Cadeia do Ite-
cTe n 6i, ha para vender diversas qualida-
des de.charutos chega ios ulliraamente da
Babia, como srjara : aprasiveis, russos, nas-
tanbos escuras, e claros, regala, acadmi-
cos, e mais alguns, que por.cxlensidade
deixo de mencionar, pelo barallssmo preco
de 2*000 a caixa.
Domingo 11 do corrente, na Captinga,
no banbeiro do Sr. I>ehurgue, licou por cs-
quecimento um corre.dao com urna casso-
leta, por isso pede-se a quem o achou c
queira restitu-lo, que diiija-se a ra da
Cipria n. 27. que sera bem recompensado.
eaWsaWaaamaaWa^aMX iVaaVBae>-.^ ~

pela imprensa. Engenho Linda r'lr 5 de
outuhro de 1857.Francisco da Rocha Hol-
lauda Cavalcanti.
LOTERA
DA
provincia.
Salustiano de Aquino Ferreira vende os
seus muito felizes bilhetes e meios, lelos
precos abaixo mencionados, sendo da quan-
tia de loo res para cima dinbeiro a vista,
na pra?a da Independencia n. *, e 37 a 39, e
na ra da Cadeia do Recie n. 45, esquina
d< Madre de Dos :
Bilhetes 55500 recebo 5:0008
Meios 25750 o 1:5009
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.

l'M VOTO DK GRATILUO
O abaiio aaiignudu lujo devula.lo a seus ca-
earidaaoi amigas, que o acumpaiiharaiii nos
Iranaportaa da dur \lretna, porque lem pai-
sado, com o aiilecipadc daMpparecinieula d*
sua querida, sempre lembrada e nanea assas
Carpida esposa, Hila Fgala da Cunlia oava,
yem a' iiiipiensa, Iraiaoda o corado cheio de
jasla gratadlo, maiiifeilar-lliea o reconliuci-
inenlo daapundcrosns favores recebido-, ja ua-
quella dolttrova avenluri, qua Irorou-llie pnu-
cos dias de alegra om urna elernidade de au-,
guslias, converteiido-llie a parpara em lulo e
o Ihalamoera e^a, e ja condaiindo a maur.Vi
dos (iiurlos o mais amado objeclo da sua
vida.
E, sem poder e'qurcer a piedade das Ettnaa.
Vas., que nos ultimo e dilliceis momentos da
existencia, esliveram atitoUnda a sua perdida
prima ecoinpanliaira, Ibes dirige lambem seu
volos de viva a eterna ralidAo, com mil lou-
vores pela aanlida te dos actos qoe eulao exar-
cita rain.
l'enliorado, pola, da a lodos,lio viadoa
de m coracao pcnalisa lo, aceilai-os quo i3o
sinceros.
Jo lavares da Cuuba Mello,
tioi.inua '.I de ojlubro'de IS57.
Ileraclio Peregrino Maciel Alonleiro,
vendo no Libi^'al de liontein o aiiinin-
ciode alguns pai-eutese herdeiros de sua
av U. Maiia Joa(|iiina Martins, aui*ena-
se em respouder-llies, que o venerando
tribunal da relaeao nuo deisara' de refor-
mar a sentenea do ex-juizdeopphSos que
decreten a ioterdicc&o da mesma tenuo-
ra, a dspoto do parecer dos mui distinc-
tos mdicos, r. Sarment e Dr. Dornel-
las, que procedendo em diversos dias a
um minucioso exame, acharis sempre
assuas (acuidades intellectuaesem perfei-
to estado, sendo que lie inteiramente fal-
lo pretender aiguem fazer dividas simu-
ladas. I.Iuanlo a' segunda parte do mes-
mo annmicio, o respndeme provoca a
esses prenles, a que propoaham quauto
antes a sua aeco. Sua av tendo fisito
doai;aoa uns, nio estuve inhibida de fa-
zer tambem a outros, sendo todos s -us l-
lios e netos, acrescendo que a doacao
., ten Jo
precedido a citarao de lodosos herdeiros,
que nada reclamaratn, assentindo assim
na mesma doacao.
Agencia de passaporlo o folha corrida.
Clau luio do flego Lima, des nacha nte pela
roparticito da p.ilicia. tira passaporle para
dentro e fra do imperio, e folha corrida
por commodo preQo c presteza : na ra da
Praia, primeiro andar u. 43
Deseneaminhou-se do poder do Sr.
Luiz Jos Marques utna liceo;?, que alcaiic.i>ti
Jos Ferreira il i Costa Novaes do Exm Sr
---------_. Bvwww m. auu|'a-> .^.iuao iota i
escrava foi comprada no dia 2 do correnle a "r" AleMod^inVcesTr dn'MHIn
1?t, i,! fre"c.dn ra do .vragao : roga- taTei pub|1Co que pessoa alguma n3o con ra-
ta J S autor,dades POl'OWei e capitaes ,c negocio algum dr^ompra com o capilo
n*-r.T.qU" Pe6'rem' 'eVemaa Ml* ^ \los "arIos **', do ngenhoLid?Flurf
6 Pvodf,^o "-a recompensado. ora Camella de Bara Cr.nde. na provincia'
11*1.7. nnr, h?m nV !"0S* ,> Al<*". ou c oulroa quaesquer beus
bSbu SrS rallan. n.M0e,I L ""'I 7*1 Portencentes ao mesmo Accioli, visto o mes-
dro ll' P imo achar-so em esld> de nao poder mais
vi ,, dispr de seus bens, oque o abaiio assig-
a fortXz.d ( h,e Pr,d,0. 0",l'.C0,nrr0n nad0' como hcrdeir<; d0 mesra> capitao AC-
fem, lio Si,! uL Ponl".,*ndura de, cioli e mais herdeiros, protestara desde i a
ti!l, 7' fcrri de en'butl, ,de de P^curarem seus direitos, e para que nin-
para carapina.
---Vende-se u n escravo peija c sera de-
rcito : na ra do (Jueimado n. 3.
No trapicho do Pclourinho vendem-se
saceos com farinha c milho, vindos do tla-
manguape.
Vendem-se duas molequinhas com ida-
de do 6 annos. pouco mais ou menos, por
preco commodo : na ra do Oueitnado n. 37.
Vcnde-se um oscravo proprio para en-
genho, sadio e sem vicios : quem o preten-
der, dirija-so a ra da Cadeia do Itecifa n.
*, que achara com quera tatar.
Luvas da Escocia.
Na na da Ca lea lo Recite n *9, defronte
do arraazem do Sr. Ilonrique Cibsou, ven-
darn-seas melhoros luvas inglesas de fio da
Escocia, brancas o de cores, por preco com-*
modo
Ven le se a melhor loja de fazcnlas do
I asseio Publico n. ;i, cun fazendas ou sera
ollas.
Desde o dian. do correte moz de ou-
tubro so acha fgido um escravo de nome
Manoel Calafate (por saber tal ollicio), mula-
to, que representa ter a idade de 26 a 28 an-
nos, he rnanheiro da barca brasileira The-
reza, tenlo alcatrSo bastante entranhado
as m5os, pode por isso ser mais fcilmente
conhectdo, estatura balsa, descarnado do
rosto, e com urna pequea cicatriz na face
direita, pouca barba, e essa s na ponta do
queixo ; lovou camisa, calca e jaqueta bran-
ca e chapeo preto, quando se ach em tr-
ra tem por costumo erabriagar-se : quem o
prender, leve-o a ra da Cadeia do Recife
n. 12, escriptorio do Baltar & Oliveira, que
gratificado generosamente
lia alguns dias que ausenlouse da casa
od abaixo assignado um seu escravo de nome
Paulino, cabra do nariz chato, beicos gros-
sose falla serrada, lem 16 annos de ida le,
porem pelo seu bom desenvolvimenlo phi-
sico est da altura de um bomem regular ;
tem sido encontrado muitas vezes na Torre,
Mangointio, P090, Monteiro, o aqu na cida-
de valiar: levuu calca e camisa branca, c
chapeo de palha : recommenda-se pois a sua
captura, e ser* sullicienteiuente recompen-
sado, quem o trouxer no aterro ca Boa-Vista
n 20, primeiro andar (ervaso Cice.o de
Albuquerque Mello
A'GllANNA.
Grao le fesia de Nossa Senhora.
Se houverem passageiros cm numero suf-
hciente, frelar-se-ha o vapor Camaragibe:
os senhores quo pretenderen! dar este agra-
davel passeio, queiram inscrever-se na ra
da Cadeia do Itecife n *.
--- Precisa-se de una ama de loite, forra
ou escrava : a tratar na esquina do lim da
ra do Pires, defronle do hospital rgimen-
lal
Na audiencia do Dr. juiz de orphaos,
do dia a* do correle mez outubro, tem de
ser arrcuiatado o sobrado da r a da Guia 11
?2, pertencente aos herdeiros dos finados
Silvestre Antonio de Laages o I). Joanna Ma-
ra da Couceic3o, por ser a ultima praca,
seudo o valor dado a duo predio 7:000a rs
Precisa-sa de urna ama para casa de
pouca familia, sendo de portas para dentro,
preferndo-so jaidosa, s o que precisa he
saber bem engommar : quem estiver no
caso de precisar, dirtja-se a ra do Queima-
do a. 53, loja do miudozas
- Quer-se alugar, 011 arrendar um sitio
na lina do llatnaruc : quem quizer faze-lo,
falle n > ruada Mangueira (oa.Vista casa
11. 20.
-- Precisa-se do urna ama. que saiba co-
zinhar eengommar, para urna casado pou-
ca lamilia, em Santo Amaro, om casa do I)
Mara Antonia da Cruz, defronle dos dous
pes de aivores.
Os ar Destibeaux, aterro
Vista 11. 52.
. publico e parti-
cularmente a seus Ireguezes que acabara de
chegar de Paris para seu eslabelocimento
o >>r. Blanchiu ptimo ollicial de sapateiro. e
raalama Blanchiu perita engom-nadeira de
roupa lina, como sejam : mangas, mangui-
tos, babados, beslas, capotinhos de senho-
ras, rendas, bicos, ro^ucto da padre, etc ,
offerecem seus prestimos por se acharem
com todos os apparelhos precisos para suas
artes,
M rii larga
do Rosarlo
Grande sorti-
ar
da Ba
l'arlecipa ao respcitavel
II
14, junto a botica do
Sr. Pinto,
vendem-sc os melliores calrdui de lodas
;is qualidades, sendo todos taviados, e
aiauca-ae que as obrai rivaliiam com as
francezas c tornam-se de mais duraco,
sendo borzeguini de duraque preto e de
core?, ditos de pellica preto e de cores,
sapatoei le bezerro e de como de lustre,
botina de bezerro e de como de lustre
eom cunos de marroquiut, e outraa mui-
presidentc da provincia Jos liento da Cu- las qualidades de calcados que O A
nha tuiu'iro.lo. iIp r.n nr;iiw 1,-uu ir, .,,..
'- nha Eigiirelo, de lioO pranehoes de ama-
relio, para cortar as matas de JoSo Duarte
rerreira, situadas cm Una e Agua Preta, coin
dito aviso de 6 de feverero de 1855, e por-
cadas com sabio amaVeHo, Ta ia de 5 dV'uU.n 1 VCre'r''''C liH* por"
lila massa 1 auinta.Mr. tk 2.d?J*J?,fc?d. "les,n" a"" do 80-
Leilao,
-ra recompensado, emhorji com ella nn-
O agente Borja far leilo por conta e risco guem possa tirar ma leira, ou fazer negocio
! quem pertencer, de orna grande quanlt- algum por se haver ja dado todas as provi-
ido de objectos do marlim nrimnr il'arlo 1 dencias a re*npitn 1:. r- r.. -m ,tn ...1 .,,:.__
Precisa-se demm moieaue de 12 a H
lili", a .. ...... M...... .
nhas de guardar joias, eiifeil>'s de sallbannos : na ra Nova n 52.
quinquilleras, dive sas imagens de urna Precisa se de um cixeiro aiieenten-
dous palmus, o muitos outros objectos ra- da de taberna c de fiador a sua conducta
roso do gosto etc., os quaes sero vendidos 0[ fra de Portas, ra do Pilar 11 47
sem reserva alguma ; assim como de urna A festa de N. S. do Rosario do bairro I
porcao de obras deouro e prata de varias de Santo Antonio lica transferida para o di 1 I
qualidades, relogios para algibeira. de euro 5 do correnle por motivos do armador estar
regu/,
vendo nao deuara de comprar, e a vista
do prego commodo e d:is boas qualidades
torna a voltar.
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que tilo expostos a ven-
da, lodos os .lias, 110 pavimento terreo da
casa da ra da Aurora 11. 26, das !) horas
ment de fazendas de
das sis (jiialidadcs.
Corles de vestido da seda da coras o maia
superior e ooderno qua lia no mercado.
Peoas de bretanlia de i i n lio Tina cora ti va-
ras...........
Corles de vestido de la matizada de novos
padres com 15 covados. .
Dilus de caira de casemira prela e de cores.
Ditos de collele de gora.ui.1o de seda de va-
rios padres..........
Chapeos de massa francezes formas novas'.
Diios de sol ila sgda........
Leiif os de cambraia bordados, linos, para
mao..........._
Ditos de dilo de lindo lisos para mo. .
Luvaa de teda de lodas as qaalidadei, para
luniriii, sentioras e manillas. .|. .
Palitos de panno preto e de cores. '.
Diloa de argentina de cores escaras. '.
Ditos de fustSo de cores aiselioadas. .
Ditos de bnm pardo fino.....]
Pailita de alpaca prela......
Ditos de alpaca e gaugas de cores. ".
Ditos de briro de qnadrinlios.....
tjoudolaa de alpaca prela a de cures. .
Komeiras de relroz coin lajo de seda para
senhora............
Chalas de merino bordado em 2 ponas. .
Ditos da dilo bordados em 1 pona. .
Dilos de dito coro lislra de seda .*. .
Ditos da dito titos......
Ditos de dilo coin franjas da laa '. '. '. '.
Dilos de laa adamascados, prelos a decores.
Olios ilc rhulv l...r.l..t .-
to-

19500
4*500
15000
3SOU0
"3500
73IIO
15280
4 JO
Uilos de chalv bordados

20;>U 7JOII0
tijOOO
SSiKJO
4>000
40500
39008
59000
9K00
12SOII0
jOOU
65.-XK
55500
5jO00
J3000
rojoou
1 anuo lino preto e de cores, para lodos os prejos.
25000
99300
. 950
850
(ilO
tiOO
800
I5OOO
950
750
320
280
900
e prata, palente inglez, suisso e horisontal,
ditos de parede e de cima de mesa etc., que
tambera setilo vendidos sem recus de maior
preco oferecido ; quinta eira 15 do cor-
rente, as 10 horas da manhaa,.no arraazem
$f$fcmi 3*0
As malas que tem do coaduiir o vapor
V Canlo VI dn poema.
(6.1 O nulor do Urozoavo predice aura feliz esilo
aieu poema ; u elle duie a sera's lide.
11a festa de 1856, lica sem elle i loei nao sa
-";....... i"'*...u ...-". i" h. iulu, u,, 7- """',,uu 01 iiidicin i laz cobranza, e os senhores eleitns n"o pa-
Lm. sr. Ur. Benvenuii. AuBosto de MaKaih;es Ta-.^uo fgeulo aniiunciante, ra do Collogio guem a quem for cobrar Itecife 13 de ou-
1I1P_ n BinnraiB ilaofat lltatnlr,. udaa **-.:_______ r. t 1 l_ a ,>H ,
tubro de I8j7Antonio de Oliveira Cuima-
les, juiz perpetuo.
Na ra estrela do llosario n. 25, pri-
meiro andar, vende-se utna escrava de 3'l
anuos, bonita figura, engomaiadeira e cozi-
e bo de muilo boa
da manhfia as 9 da noite, bilhetes, meios
e 1111,11 tos. da sei;uinh parte da nri-
,----, *o x,w ni iuaiui c.liai ... T ~"T^ ,1 .
occutialo com a festa de Santa Thereza. I ""'"'a ,.ole,l:l ,ii- Sani-Miguel de Barrei-
Tambem adverte-se ao respeitave! publie>.|r08> cujai rodal andam no
pie a eleicSo dos IrmSos brancas, publica la
iqnei, a empreza deste lliealro julga cumprir om sa-
j grado dever, oflerecendo ao publico, em signal dr
n. 15-
reaosiio, 'aata~aalaNtoci^'m ppente Borja, em sea armazcm na
Iobo.|uSS. Es. se digoem comparecer na ,t. I ru" ao Collegio n. 15. far leiliio, do urna
|immeusidade de objectos, consstindo em
i obras de marcinairia novas c usadas.de uuu,
do dfferenles qualidades, varios pianos do :ne-, nheira, e avade'sabo
'sa, vidros, cnfeites de porcellaua, o mais i conducta.
L'ma escolhida ^ymphonia servir' de nlroJucr-ao a i
represenlaclo ilu eicellanle drama em 5 actos*
Sr. Aleudes l.eal Jnior:
dia 17 .lo
I corrente mez. Thesouraria das loteras,
10 de outuhro de ISo".O escrivao, An-
tonio Jacintho Cesar.
Precisa-se de um pequeo que tenha
lpratica.de iniudo'as ou para pralicar : na
ra do Ou'iroado n. 43
--- O abaixo assignado, morador na ra
da Praia, primeir-i andar, casa u. 43, com-
pra para encoinineii las casas terreas as
freguezias de Santo Antonio, Itecife, S. Jos
e boa-Vista.Claudino do llego Lima.
IJrosdenaplis preto e da coia.covado .
Seda prela lavroda superior.....
Pupeliua de seda de cores malisadas, co-
Aado. ".
Cbaly de cores, com quadros da seda.'co-
v.ido...........
Dilo de cores lisos covado. ." "
Laa de quadros pequeos e grandes, co-
vado .........._
L3a aseda de novoi padrees, covado. .
M uriana de seda matizada com cinco pal-
moa de largura, covado......1..,..,,,
I rsoliiid de teda com quadros, laina^ens e
_ liadas malisadas, covado......
Sedas de quadriohos, covado.....
Duqueza de seda coin qoadrea a ramagena.
Mussulina branca e ae cores, covado. .
Chitas francezas finas de novos padrees, co-
vado.............
Froodolina de seda da lindos gestos, co-^
vados ........
Ero frente do becco da Cougregecao,' passando
loja de r^rragens, a segunda de fazeudas 11. 40
ROB LAH'ECTELR-
O umeo auloniadt por dcimo do conselho real,
decreto impcriaX.
Os mdicos dos bospilaes recommendam o
arrobe de Lallecteur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sera mercurio, as al.
recodes da pelle, impingens, as consequon-
cias daa sai as, ulceras o os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convin aos eatar-
rhos, a bexig.i, as conlraccOes c a fraqueza
dos orgaos, procedida do abolso das injec-
coes ou d.i sondas. Como auli-svphililieos
o arrobe cura em pouco tempo os "ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanlas
cm consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba oti das injecr,ocs que rcpresenlem
o virussciu neulralisa-lo. O arrobo LafTec-
mercurio e ao iodorelo de potassio.Lisboa.
--Vende-se na botica de Barral e de Antonio
leliciano Alves de Azevedo, praga de I). Pe
dro n. 88, onde acaba de chegar utna gran-
de porcSo de garrafas grandes e pequ-siia*
yindas di ectamento de Paris, de casa dodito
lloyveau-Lalfecteur I2,rua hicheleu Pars.
Os formularios diio-se gratis em casa do a-
gentc Silva, na praca de D.Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; llahia, i.ima & Ir-
mSos ; Pernambuco, Soum ; llio do Janeiro,
Mocha & Fil los; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de algales Leite ,
llio Crande, Francisco de Paula CoutocV
m
O
-.-
Consultorio
CENTRAL HOHIEOPA-
THICO.
M\ UE SAMO AMARO,
Mundo Novo 11. GJ
O Mr. Sabino Olegario Lodgere
da consultas lodos, os dias uteis,
m
Xj horas da inanh.la
'^ la para vi/.ilas
; eiciipto. Os pobres sao medicados
Piaba ...
. desde as s
3 da lar.lr. Oscoim- A
diverao srr dirigidos per J'-.
___ *x"
lamente.
(ompra-se cITectivaiiiente bronze, la-
trio e cobre velho : no .-eposilo ila intuido
da Aurora, na ra do llriitn, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundido, em Santo
Amaro.
-
t
-
MUTILADO


ILEGIVEL



DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 14 DE OITIBRO DE 1857.
COISULTORH
DO
_ r-aM-
Ondeseacbam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
PRECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita .'e -24 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 c ... 259000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual da medicina homeopatbica do Dr. Jnhr com o dic-
J cionario dos termos de medicina : 2090o*
Medicina domestica do Dr. Ilenry.......t 10/009
Trata ment do cholera morbus.........," 2/000
Repertorio do Di-. Mello Moraes...... 6loo0
* 1'! lili AS PRECIOSAS-$
GABIHETE PORTUGEZ
!>E
:<*
I m cumprimento do artigo 36 dos estatu-
tos' s3o convidados os senhores membros
do conselho deliberativo a se roimircm cu,
Compra-sc a historia ecclesiastica do
bispado de Pernambuco, pelo Dr. Mari* ; na
livraria ns. ti e 8 da praga da Independencia.
Compra-se urna casa de 1:0005000 ate
1:600?, sendo na f leguezia de S. Jos ou San-
to Antonio : na travessa do Singado n. 1, se
dir quem compra. j,
Compra-se eflectivamenle na ru; das
Alternos de brilhanles, J
diamante e perolas, pul- $
senas, altinelea, briucos *
* e rozelas, boloes e aunen
* de difireme goalos e de
* di venas pedral de valor.
m Compran), vendern ou
J trocam prata, ooro, bri-
Ranles,diamantea e pero-
y. las, e oulras quaesquer
* joi.i5ilo*alor, a dii.beiro
V eu por obras.
H
WJt 9H ODRIVU
Ra do Cabuga' n. 7.
J&ecehem por to-
dos oj vapores da Eu-
ropa asobrfisdo mais
moderno gosto, tan-
ZxtxmBMaamw&mJ to de Franca como
deLisbo as quaes vendem por
preeo commodo como costumam.
ss*i*i*9!**;* ara *:
OUROE PRATA.
B S
$ A tereco completos de
'fi ooro, meios ditos, pulsei-
* rea, alflaeles, brincos e .
"e rozetae, cordbes, trancel-
W lins, medalhas, correnles m
j*> e enlejes para relogio, e '
J oolroa mallos objecloa de '
S ouro.
j Aparelhos compleloa da {?'
; prala para cha, bandejaa, "v
$ aalvas, eailic.aes, colherea J
(; de sopa de cha, e mu- $
*j loa oulros objectos de i
S Prla. Z
precisa-se, g
Xa fundicao da Aurora
de serventes forros ou esclavos, paraje
servico debaixo decoberta.
* DENTISTA FRIHCEZ. *"*
':-
.
(&@
.v-
i&iia^,
**? Paulo Gaignout dentista,ruaNova n.41 : *g
'.;.' na mesma casa tem asua e pos dentrilice. ti?
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notado, em
quantias de I OOjOOO para cima, a d-
nlieiroa vista, ero seu escriplorio, na rua
do Collegio ii- 21, primeiro andar.
Bilhetes 5'500 recebe .~>:000000
J

Meios 2*730
Quartos 1#250 <<
P. J.

2:500s000
1:25gjf000
Layme.
lasadesaude $
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- *
tabeleceu em seu sitio da L'assagem j|
da Magdalena, que lica ao norte x
da estrada entre a ponte grande J
ea pequea do Chora-Menino, ex- 9
cellentes acommodacoes para re- W
ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar d: seus
servicos mdicos, os (paos serao
prestados cora o maior esmero. @
O mesmo Dr., para o lira supra- @
indicado e para exercer qualrruer @
outro acto de sua prolisso den- @
tro ou fra desta cidade podera' ^
ser procurado a qualquer iiora do ^
dia e da noite, no referido sitio, ^
a excepcao dos dias uteis, das 9 $
horas da manliaa a's 4 da tarde, @
que sera'encontrado no primeiro
andar do sobrado n. 9, do
do Carmo.
:;% ;H':o-::-'-C
JOIIN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMUERC1AES,
n. 20, rua do Torres,
PKIMEIRO ANDAK,
praca do Corpo Santo
KECIFE.
O
pateo
yuem tiver cinco ou seis escra- @
vos possantes que queira alugar @
para serviro de armazem deassu- fgi
car: dirija-se a rua do Trapiche fj
n. 3, a fallar com Goncalo Jos Al-
fonso.
Precisa-se de um bom feitor para o si-
llo que foi do finado Delphino, na Passagem
da Magdalena : a tratar no mesmo sitio, ou
na rua Nova, sobrado n 27.
@ Joso da Silva Ramos, medido pela oni- ;;
t Vfrsidadc de Coimhra, tem*m a ca?a df ua .''.'
w habila^ilo na rua Nov.i, bons eommodos pa- W
a*f para recebar aliins doente. As condircj ffi
^1 cr.l.i apresenladas na occasiflodu ajusle. g^
PLBI.Il.AI,AO' LI1TERARIA.
A UevistaContempornea.
Ao publico.
Conservar a memoria des acues do aeculo em que
vivemos, he um tributo de liorueuiKeiii pago aos nos-
sos coocidadaos, e um servido feilo aoa vindouros,
lancando-lhes os (andamentos para a historia que
leru de se escrever depoil de nos.
Qoaodo estiver ja amortecido eile tumultuar de
paiiea que hoja nos agilam, enlSo se procorao com
coriosidade e interesse as grand.es causas dn variados
ucceasoa porque temos alravessado. Ser nessa qua-
dra o lempo proprio' de apreciar condigoameule o
uosso Irabalho ; porque ess.n causas licam lanzadas
neataa bio^raphiaa com imparcialidade, sem as disvir-
luar pit iienliuma coiiiiderarao de iulereise pol-
tico.
Este sarvico feilo ao uluro prende-9e desde ji com
o que prestamos ao prestle. Salvando do esqueci-
miMitu linnrj.l.ii memorias, resgalamo-laa do capri-
cli> daa pandes polticas em que mullas vezes andam
baralhaddi e c .i.fundi las, restabelecendo-as no seu
verdadeiro poni de loz.
He porlaolo o_retrato moral e o retrato pliyico
1lle Revisla Contemporancdse enrarrega de de
butar.
Nena lao isoladas e solas sito estas biozraphias, co-
mo o pareccrSo a primeira vista. A vida da socieda-
j de contempornea Irava-ieem lodos ua seus lance .
I por tal arte, com os fados particulares de cada mem-
bro deaaa sociedade, que agRrega^ao deUa Bdlvl-
1 dualidadea, he qot forma o lodo que ae iutitola hlf-
1 luna da'epoca. Assim as phrases de urna aeco, 13o
diversas quaolos os individuos que nella fgram, c
.narradas fielmente na vida discripliva de cada um
| desses iudividuos, runcerlando-se formam o lodo da
jarc.aoemque asiste a verdade hislorica do fado, e
I patenleam a ignota causa, ou origem, quasi aeniprc
| ignoradj por se no ler altendido as suaa diversas co.
relces.
Sob estas considfr.ices aRevista Conlempora-'
neahe o livro do liomem de Estado, do hisloriadur,
" poeta, e do artista, que tudos, pelos seus rele-
sesssilo ordinaria, no dia 15 docorrente, as F|ores n. 37, primeiro andar, apolicesd'a di-
vida publica e provincial, acc,uesdas compa-
nhias.e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias.sobre oenhores.
Manoel Duarte Rodrigues, morador na
rua do Trapiche, esquina da dos Tanoeiros
n. 26, precisa comprar as seguintes madei-
ras de 30 a 3-2 palmos de comprido :
9 travs reforjadas, e de qualidade.
50 travetas.
300 caibros.
Ripase alguns frechaes etc.
6 11-! horas da tarde, na sala dis sessotfs do
mesmo Gabinete. Secretaria do conselho
delibe.ativo do Gabinete Portuguez de Lei-
tura em Pernambuco 1-2 de outubro de
1857.M. J. Rodrigues Pereira, secretario
Precisa-se de urna ama para lavar e
engomtnar, e que seja perita em qualquer
um destes servidos : na rua Nova, sobrado
n. 23, segundo andar.
Precisa-se de um preto bom cozinhei-
ro para casa de pouca familia : a tratar no
largo do Corpo Santo n. 13.
Precisa-se do um bom forneiro e de
um bom amassador : na padaria da rua lar-
ga do Rosario n. 18, junto ao quarlel de po-
lica.
O pharmaceutico Antonio Francisco
das Neves, com carta conferida pela Facul-
dade de Medicina da Bahia, tem a honra de
annunciar ao respeflavel publico desta cida-
de e fra della, que acaba de estabelecer-se
com botica na pra<;a da Bga-Vista, esquina
para a rua do Arag3o n. 32, aonde se encon-
trar sempre o melbor provimento de me-
dicamentos, e drogas as mais perfeitas ; as-
sim como muito disposlo a exercer como
maior zelo, cuidado e interesse, ludo quan-
to for tendente a sua arte, para cujo lim
pede ao mesmo respeitavel publico lhe con-
ceda a sua confianza.
Lotera
ni
proviocia.
Segunda parle da primeira loleiia do
GYMNASIO.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado foram vendidas as seruintes
tntt*;80
sortes
Xms.
1997 1:500$
2145 500J
885 200.S
750 200.S
2521 lOO.s-
:>"i ioo.v
800 50s
970 :.0,s'
2107 504
2871 20.S
1559 20
2234 204
oVOli 2(l.s
2509 20s
2127 20.S
2751 20s
mi 20
20V 20$
A garanta dos 8 por ceito do imposto
geral he paga no i scriptorio da rua do
Collegio n. 21.
i P. L"ym<'.
-- Aluga-se o sitio da Torre, que lica en-
tre o do Sr. Gibson e o do Sr. inspector da
alfandega, com cass no>a e bastantemente
commoda, o urna boa planta de capion :
quem o pretender, dirija-se a rua cstreita
do Rosario n 26.
Lotera
1 (piarlo.
2 quartos*.
bilhete.
2 (piarlos.
1 meio.
I meio.
bilhete.
I meio.
quartos.
meio.
meio.
meio.
meio.
meio.
(piarlos,
(piarlos,
meio.
(piarlos.
Devoto ebristao.
Sahioluz a terceira odicSo do livrinho
religioso Devoto Christao, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
ria ns. 6 c8 da praca da Independencia, a
800 rs.
Na loja
das seis portas
Em frente do Livranunio
Cortes de vestido de 13a com barra a l/ou,
lencos de retroza 500 rs., ditos de seda a
2*0, cassas com bonitas ramageus para cor-
tinados a 2/500 a peca, tudo com defeito.
Vende-se urna mulata de 18 a 20 annos
de idade, a qual cozinha o diario de urna
casa, engomma, faz renda e cose bem : na
rua Nova n 53, botica.
Vende-se
salsa de superior qualidade, ebegada
iioiitem do Para', no vapor Paran' :
na rua de Apollo, armafcem n. 4.
O
(oin gosto.)
Preguica da
rua do Queimado, esquina
do ecco do Peixe-Frito
n. %
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Europa, ricos cortes de vestidos para se-
nliora de um gosto
par
inteiraraenle novo.
Aviso ,*s caseadeiras.
Vende-se retroz para cascar : na rua Nova
n. 52, loja iie alfaiate,
Vende-se urna cscrava moca, porque
deseja ir para o mato, donde he natural;
tambem se compra urna que cozinhe e en-
gomle : na Praia de santa Rita, casa ao p
do moinho de vento.
Vende-se leijiio mulatmho muito novo
e bom, dito fra linho para sopa, milbo tam-
bem novo, em saceos e a retalbo i na rua
Direita, taberna n. 4.
SAI. DO ASSU'.^
A bordo do novo Olinda, on com Tasso
IrmSos.
A. 1280 a libra.
HE BRATISSIMO.
Itestam algumas massas linas para sopa,
de diversas qualidades, como j se tem an-
uunciado ; quem comprar caixa ter algum
ahatimenlo ; as caixas silo de urna arroba c
outras de 16 libras: vendem-se smenle na
rua do Collegio n. 5.
Vende-se um arreio de eavallo pa-
ra carroca em muito bom estado : na rua
do Otieimado loja de ferragens n. 15.
RUA DO CRESPO N. 10
Bom e barato
Na loja de Jos Gongalves Malveira, ven-
dem-se corles de seda com hadados a 50/,
visitas de grosdenaplc preto bordados a vel-
ludo a 30?, seda de quadros a l,->200 e 15280,
organdls a 1/a vara, cassas francezas a 700
e 500 rs. a vara, chales de merino bordados
a 8?, chitas francezas a 400, 360 e 326 o co-
vado, chpeos de seda de cores para menina
e senhora, bramante de linho bem largo a
600 rs. a vara, bretanha de linho parda a 280
rs. o covado, assim como outras muitas fa-
zendas de bom gosto, que com a vista dos
freguezes se mostrara.
Barato que admira
Na loja do Lavra, na rua do Queimado, es-
quina do beccj da Congregado n. 41, ven-
dem-se chapeos de mola, fazcuda boa c .
5;300 reis, ditos de massa muilo linos 7c500,
ditos de IVIt>o6., ditos .lo sol de seda 7;,
chales de merm bordados em 2 ponas U,
ditos bordados em i pona 9?, ditos borda-
dos a velludo fazenda lina 14/500. len?o de
seda linos 18500, ditos de cambraia 400 reis,
ditos ue seda 1$, cortes do collete do vellu-
do 65, chila raoceza por 240, 220. 2<>0-o co-
vado, riscadinho inglcz a 160 c francez a
200 rs. o covado, corles de cambraia de qua-
dros 2?400, dilos de cambraia da seda 45500,
ditos de riscado francez 25500, e oulras mui-
tas fazendas, dao-se as amostres com pe-
nhores.
Vende-se um moleque'crioulo, de ida
de cores escude e.egantementestiado; t^^^^^^ Sl^^
oe seda assetinada ; esta lazenda '
do
vantes
lugar.
mcreciinenlos lia > de ter aqu sea condigno
Ue lambem um lbum dos mais cariosos e esplen-
didos da inrense nacional e eslmnseira ; orna (a-
leria daa nossas personagens mais celebres, e una re-
Icordataode sjropalhia e amiade pelas illusiraroes
aqu mencionadas.
DEPIIZITODE-RiPE PRGEZ4DE.
ll Vil 11, \MI. ARora duas palavras em qoanlo a parte Iliteraria e
lio chegado pelo vapor lguarassu este no- ,r,/l"ic* daRevista Conlmporanea.
vo rap, fabhcado no Cear, pelo !)r. Marcos I
Cusas especiaes inlerromperam, vai u'um auno, a
Jos theophilo, a sua boa qualidade excnU !-"'1P"bl'c'a0* Ke,"ovld....." a-Kcv,s.a
Ipnte aroma aera.iar n. m.?L jT k ^'""Poranea-pa.sou a ser propriedade do seo es-
!i?.l"f ', g ,Fa S am,,ntes d-1 boa cnplor, e do. arli.las desenhislas e Iviliogranho, que
pitada, e venle-se por prego commodo : na 'entrara sratumimtiiie netU empreza evm o seu ira-
ra da (Jadea do Recite n. 29, primeiro ballio, leudo aalcaOMOt* de salisfazerem as despezas
andar. Ida impressao lyposraphica e papel.
He chegado a loja de Leconte, aterro ?sla aWuci9vao de irabalho gratuito da' em resol-
da l!oa-vista n. 70, excellente leite virginal Ia a."laub"'','"le* rS"lr'dade ; e os uovo eai-
de rosa branca, para Fefrescar a celle tirar 5 daKevisla Contemporneaassegurem que os
naurios sarnas ninlus i0,..imli *"" "aDe" "rao publicados i.r.prelerivelmeDte de
pannos, saruas e espinnas, igualmcnloo a-'ijem 15 di.
famado oleo babosa para limpar e f.zer eres- Cada numero desta serie, coma,como na paisada,
ceros cabellos ; assim como po imperial de de um folio de 8 paginas impressas, conlendo duas
lyno de Florenga para brotoejas o asperida- '"ogniphias, e dous relraloi, e.meradamenle lytlio-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu- 'P'^dos.
dado da primorosa da vida. I>1'ra ernillunca e eiaclidao dos relralos co
SEGURO CONTRA r030.
Companliia Alliance. '
Esubalacida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras estarlinas.
Sanndars Brothers & C, tem a konra d
tn-
original, o socio dtsenhador laura o esboco por ama
copia do daguerrelypo ou pliolhograpbia.'e depois -
lierf.'irua o Irabalho as sessoes que tem com as pes-
soas representadas.
1)>: se nao ler seguido este melbodo na primeira se-
rie, lalvez pelo diS|>enilio que seria paia a anliga
f/srfir .cm i.. ~"T'~." "~ I epf> i. que para a aclunl he gialuilo, pelo mo-
toraiar aos ars. negociantes, proprietanos de casas,) livo do socio desenliado!, o ter em vista ueste caso o
queai mais convier qua eslo plenameota au- ,eQ born "ome ariistico; resullou qoe alguns daquel-
les retratos nao subissem com a devida semilhauc.a e
perfei^ao.
E^ledcfeilo vai agora corrigir-se lambem nos re-
tratos anteriores ; porque tendo-sc esgotado varios
nmeros da primeira serie, proceder-se-ha a segun-
da eJicno pelo mrthodo agora adoptado ; para o que
desde ja os editores pedeni aos cavalleiros a quem as
ditas biographias respeitam-se preslem a annuira es-
te Incominoilo.
Esta repro lu.,,ici daquellas biographias e relralos
sera' fet.i eouvenientenieiile, de modo que em cada
essignatura correule de trimestre se nao repila mais
do que ova numero dos anligoi.
En. quanlo a parle Iliteraria lom im-.-c os apona-
lenlos com a maior minuciosidade e boa fe, inde-
penilenteiDeaxe de opiniOes polticas, porque aHe-
vista Contemporneanao as tem, e os seus editores
MU* convencidos de que lodos, apezar da camiulia-
rem em poltica por estradas diflereutes, s levamem
mira o bem da patria.
O preco de cada numero daRevista Contempo-
rnealie de :i00 res, pagos cm Lisboa no aclo da
entrega.
Tambem se receben) asiignalurai:
Por 12 mezes 21 nmeros 7s200 reis
6 l( t-2 3eoO
:> 6 a IjSOO
Os primos para as provincias sao os mesmosde Lis-
boa ; mas nao se remelle srnaoa
menos seis mezes adianlados.
Kec^bem-se assignaluras em Lisboa, m rua Au-
gusta numero 8, e do escriplorio da empreza da
Kevisla Conlemporana,rua dos Poyaes numero 92
A .'! andar, aonde loda a correspondencia deve ser
dirigida.
Observado importante.
leudo alguns senhures pago adiauladamente n
soas aoigiialuras a Hiilenor empreza, lomamos a nos-
so cargo salisfazer-lirai inlegralmenle, segundo a re-
lacao qoedaquella nos passou. Por este motivo po-
dem os mesmos cavalleiros conlur com a eiacla en-
DA
Provincia.
Segunda parle da piimeira lotera do Cym-
nasio Peroambucano.
Nos bilhetes rul.ricados pelo abaixo assig-
nado foram vendidos os seguintes premios :
1 quarto Numero 2143 5005
1 dito a
I meio
1 dito ii
1 di lo
Estes premios sao pagos
na rua da Cadea do Uecife n. 45,es quina de
Madre de Dos.
Por Saluslianode Aquino l'erreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Compaiihia de
BEBE-RIBE-
O novo chalai iz da rua da Concordia
756 2005
1189 205
1369 20j
1488 20/
mmediatamenta
torisados pela dita companhia para affectuar segu-
ros sobra edtScios de tijolo a pedr, cobertos da
Ulna a igualmentasolira os objectos quecontivarem
os masnos edificios quer consista era mobilia ou
en fazendas da qualquer qualidde
--Na rua do Trapiche n. 17, escriptono
pre-cisa-se deum preto para criado.
MDfCA DO ESTBELECI-
MENTO DE PU1 S DE
J. VIGNES.
J. Vignes mudou seu estabeleciment de
pianos da rua larga do Rosario para a rua
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
Uelacao.
."".** ,>recisa-se de una mulher de meia
idade.de boa conducta e sem filhos, para
tomar con la do urna menina de 2 annos, e
Lizer algumas costuras ; a tratar no campo
do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
.sembargador Mondes da Cunha.
- Precisa-se de um preto possante nara
se alugar na rua Direita n. 26. Paga-so
ATO AOS SENHORE VIA-
JANTES.
A taberna grande de S. Lourenco da Mala
acha-se de novo sortida, e ofTerece multas
vantagens aos senhores viajantes que alli
queiram descansai por ter muilas comidas'
para isso, e querendo fazer algum pelisco
manda-se com multa pro.nptidao e l.mpeza tres. do. leapaclIvaVnome
a qualquer hora do da, e ao lado da mesrna
esa tem una grande cocheira'com toda a
s-guranga para se guardaren) os cavallos, e
manda-se tratar deiles, ludo por preco mui-
lo cimillo lo oara so acreditar esle novo es-
tabeleciaeoto.
Precisa-se de un bom cozinheiro, o
da-so preferencia a co olivo : a tratar na rua
do Trapiche n. 19
Ensillo particular.
quem pagar, pelo
c Os editores.
SUfSl'ZL*? ,em ,,ern-n'"oco na livraria n. 6 e 8,
darprara da Independencia.
AUencio
No alerro da lioa-Visla n 65, precisa-so
de olliciaes de funrleiro, o d-se mais orde-
nado que em oulra parte; tambem so da
l-ssi d mL.-.' rr,n res Banleira. Pro" obras do meio feitio, augmentando-se o nra-
,r,fuVn nce'H "oCymnaaiodesU co antigo. '
proylnca, propo)-sea!.nr,lo,lial5dcor- -,- .
reate mexem .l,at(, Qrn novo curso de rl.e- MOOlliaS (le H lUSUel.
odos aqlell%suUd;r!" P'1'1 lsl"'h,a- P-" Alua.m-se mobilias compleTas ou qual-
an'i'u-arp i'?- q '' s0 luuerem quer traste separado, lambem-e alucam ca-
r a P6de l,r^"a^*l'i-M.lc..r. Tieirascm grande qa lltid.de para 1 "ls e
dfl SOI residencia, na rua Nova, sobrado
23. s< o indar, onde so .cha .berta a usados do tola a qualidade.
Aluga-se urna escrava que cozinha, la-
do Pinto, delrouto di rua de Sanio maro.
Tambem so compran) e trocam-se taaslcs
matricula para n.l.os os cursos.
--- Precisa-se lugar um preto captivo
rua donaTrapidien 18, armazem.
va e engomma rom perfeico: a tratar na
rua da (loria n. 86.
mnia-seGraciana ou Carij, e lie a
mais propna para a presente estarao ;
cusa cada corte a mdica ciuantia' de
1 25000.
Vende se um bom terreno entre as
duas ponte da Passagom da Magdalena:
com 74 palmos do frente e 170 de fundo,
quem pretender, dirija-se ao largo da As-
sembla n. 14.
Vende-se um bonito moleque de 15
anuos : na rua Nova n. 33.
Vende-se, de urna senhora que se re-
tira, urna escrava rccolhida e da nielhor con-
ducta, engomma, cose, faz labyrinlho, bor-
da e marca, tudo com aceio e perfeiQ3o : na
ruadas Aguas-Verdes n. 46, se oir quem
vende.
Escravos pecas-
Venlem-se 2 lindos mulatos ptimos para
pagi-ns, de 14 a 16 annos, 2 moleques boni-
tos, do 14 a 16 annos, 1 cabrinha com al-
gumas Imliiii laik's c do bonita figura, 16 anuos, 1 mulatiuha de lo annos. pti-
ma para se fazer urna dad>va : ven le-se tu-
do muito em conla : na rua Direita n. 66.
Compra-se um eavallo possante e man-
so, acoslumado a carrosa : na cocheira n.
10 do pateo ilo Paraizo.
Vende-se urna preta crioula, com idade
de 26 annos, com urna cria niulalinho de 7
mezes, muilo lindo, a preta tom varias ha-
bilidades; na rua Imperial n. 37.
Vende-se urna mulata de 14 annos de
idade, costurcira perfeita, e tambem engom-
ma, alm de j estar acostumada a todo ser-
vico de urna casa do familia : na rua da
Mangucia n. 7.
Attenco!
Na rua da Cruz n. 17, confeilaria de A. A
Porto, acha-se um giandc sortimento dos
rrelhores doces de todas as qualidades de
fruclas do paiz e estratigeiras, tanto seceos
como em calda, e xaropes do todas as qua-
lidades, excullcntes charutos da Bahia, a-
piomptam-se encommendas de doces ou
fruclas bom acondicionados, e sendo em
tempo prevenidos ser.lo meloor servidos os
senhores compradores. Nrste estabeleci-
mento afianca-ae as qualidades de tudo
quanlo nelle se comprar, igualmente urna
porcSo de bom vinho de caj' e por barato
preco.
--- Vende-se um carro de 4 rodas de tra-
balhar na alfandega, puchado a boi, e est
novo: para ver e tratar, na rua do Cano, co-
cheira do Sr. Gucdes.
Ue barato que admira
Junto a botica do Sr. Pinto,
Rua larga do l'osario n. 1 i
Fabrica e loja de calcado.
Chegaram pelo ultimo navio de Franca
os melhorese mais acretados aviamentos
de um dos melhores fabricantes que ha, co-
mo sejam, cortes de borzeguins de camur-
?a de todas as cores e de duraque, os mais
finos e bam acabados, o verdadeiro couro de
lustre, marroqums dt>| todas as cores, bezer-
ro de superior qualidade, borracria deseda
preta e de todas as cores, dita de algodiio
tambem de todas cores, e juntamente de
l"a, sola francezaeda trra, cmfim neste
estabelecimeiito se encontrar tudo o que
he concernente a arte, tudo da melhor qua-
lidade, que he possivel ; encontrar por pre-
cos muito commodos, o que s se poder*
avalar a vista da fazenda.
Vendem-se.os segointcs escravos, um
boaito moleque de 16 anim. um dito de 13,
una negra crioula de 24 annos, o urna ne-
gnnha de 14, com principio de habilidades :
na rua da Aurora n. 36.
Cortes de oln-
DI/.V A l-i.sOOO.
Na rua do Queimado n. 21 c 21 A, vendem-
so corles de olindiza, padrOcs cscuros, com
de urna boa engomma leira Kf.^m^^ faZen"
eslra.igeiro com pouca la- '", Ch'^a, l"na IDOda ,,- .
- Vende-SC urna preta que sabe
deno- uielro andar.
Iie ;1 i i chas de H
nmourgo.
Km frente a matriz da Boa-Vista, augam-
Potassn da Russia e cal de
Lisbon.
No antigo o bem conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
superior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra.cbegado no ultimo navio, even-
de-s%por preco commodo.
Na rua do Trapiche n.
16, escriptorio de No-
vaes&C,
vende-se superior vinbo do Porto engai-
raiado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barris de quarto e
oitavo, a preqo commodo.
SAPATOS 1)0 ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caminha A Filhos, rua
da f.adea do Kecife n. 60, primeiro andar
Ao barato.
0 PREGDICA ESTA QUEI-
MANDO.
O 're^uica da rua to
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos precos, pois
que sem ambicio se contenta com um m-
dico lucro, e nao lbe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestido de senhora,
de goslos inteiram nto novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de largelinas para vestido de
senhora, fazen la muito fina e do melhor
gosto inglez, com lislras de seda e campo
escuro a 123 cada um, organdys de cordao
com desenos mui delicados, pelo baratissi-
mo preco de 440 rs. avara, cambraia eslam-
pada do melhor gosto possivel 480 vara,
cassas francezas de lindos gustos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditas claras, padres largos e miudos a 280
e300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colletes a" 4 cada um, 13azi-
uhas escuras de mui ricos e variados padrOes
proprias para vestido de senhora e roupOes
de meninas a 500 rs. o covado. riscado
monslros de cores alegres e mu elegantee
goslos a 220 o covado, ditos Trancezes ds
quadrs de lindos padrOes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs.,ilita estampada de lindos padrOes a 320 e
400 rs. o covado, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas (xas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cambrai.s lisas tapa-
das, muilo finase com 10 varas a 69600, di-
tas de dita mais cheia a 49600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito finas a 59400 a pe-
ca, pegas de bretanha de rolo com locaras
a 2? cada urna, grvalas de selim pretas e de
cor, gostos modernos a 13280 cada urna,
cortes de brim de puro linho a 29300, 29400
Vendem-se missaes romanos
do Encantamento n. 11.
na rua
Keceberam-se agora novas veias destea- $hiVcs de,gaze' dilos de meT,D Usos e,bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
ria, que se vende
de 2~> libias, poi-
rua da Cruz n. 19.
a retalbo em caixas
preco commodo : na
como
esta' aberto, e exposto'ao publico
qualquer dos outro; desde o primeiro de
correte. Escriptorio d Companbia do
lleberibe 8 de outubro de ISj?.Gui-
llierme Sette, secretario.
No dia 14 do correte, depois da au-
diencia do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da
azenda, era praga pelo mesmo presidida, se
hOo de arrematar os bens seguintes, por exe-
cugoes da azenda nacional contra seus de-
vedores : urna boa casa terrea n 5, sita em
rrenle da igreja dos llemedios, freguezia dos
Afogados.com bastantes comino los, terre-
no para plantago s de um e outro lado dos
oites. e funlo at a cambo., por 1:400,
penhora la a Francisco de Assis Camros Cos-
dem ; urna dita n. 29, sita na rua dos Pes-
cadores, r.-eguezia do S. Jos, com 20 ral--
mos de fente, 06 de fundo, cozinha rra,
quintal murado, ocimba, e porlao para a
maro, por 1:600*, peaborada a Jos Martinho
Carvalho do Albuquerque ; urna rica mobi-
lia de ma leira jacar*nl ao gosto iroderno,
composta de 12 ca eiras, i sof. I par de
consoloscom podras, tudo or 532, penho-
rada a D Anna Peres Camrelo J-como ; urna
carroga para servir com boi, em bou esta-
do ; 1 marqueza, 8 ca leiras o 1 mesa com
abas, tudo bastante usado e por 73, penho-
rado a Bernardo le Barros- Brrelo : quem
pretender, comparega no lugar e hora do
coslume. Itecife 10 de outubro de 1857.-0
solicitador do juizo,
Joaquim Theodoro Alves.
Aluga-se urna casa terrea rom sol3o.no
silio do Cordeiro, margem do rio Capibi-
ribe, coaimodos para grande familia, cozi-
nha fora, quarto para criado, COCbeira para
carro e estribara para 8 cavallos ; una Jila
mais pequea tambem a margem do rio,
com commodos para familia, e estribara
para 4 cavallos: os Dretendentcs dirijam-se
ao pateo do Carmo n. 17.
Precisa-se
para casa de um eslrangeiro com po
milia : quem quizer. dirija se a Santo Ama-
ro, em direegao da fundigSo do Sr. Slarr,
sobrado do Sr. Manoel CustoJio, cm que
mora o Sr. Rostron.
Aluga-se ou comprase urna preta que
seja de meia idade, e que sirva para a rua:
quem tiver annuncie.
Precisa-se de una ama para o servigo
interno de urna casa de pouca familia
rua do Encantamento n. 13, taberna.
Precisa-se de 4:000; a juros le um por
cento ao mez, dando-se por hypolheca um
sitio: quem quizer dar,* annuncio para ser
procurado.
Precisa-se de urna ama que ssiha cozi-
nhar o engommsr no palco de S. Jos n.
po, em ca.su de Antonio sigarreirj, nHo se
repara ao prego, e he casa de pouca familia.
Alug -se
avar c
engommar peritamente, sem vicio : na
rua do Kncantament n 11,
Na rua nov armasein
de mobilias de Antonio Domingos Pinto, ha
um completo sortimento de mobilias de to-
da a qualidade, tanto da Ierra como france-
zas, Ce Jacaranda e de mogno, e continu'a a
u receber por t>dos os navios, tanto de Franga
como do llamburgo toda a qualidade de tras-
tes do nielhor gosto, fabricados por encom-
menila, con recommendagilo do nao enipre-
gtro pinho no seu fabrico.
--- Vondcm-sc duas oxcellentes esecay.s
com habilidades, tendo tima 13 rara 14 no-
nos do idade, e a outra de 20 a 22, e o moti-
vo da venda se dir ao comprador : no ater-
ro da Itoa-Visla n 37. primeiro andar.
a casa (erren da rua
rua do Queimado n.
Imperial n. 7f: na
Mi. primeiro andar.
i* M**. 0
- lujas de Porto & C. na praga
da Unan n. 35, 37 e 39. e na dr
-- Compra-se urna barcaca de 20 a 25 cai-
xas, que seja nova e bem construida
rua da Cruz do Becifo n. 6i.
Compra-se o Panorama :
na
Vendem-se as l
-1 e 39. e na de Antonio
rancico l'ereiran. i, capellas de imnior-
tales, viudas de Pars para tumulos, catacum-
bas, e sepulturas, no cemiterio publico a 2
de noveinbro. tinados circulando as- mes-
|ma capellas as inscripgoes .eguinlcs feilas
yo cante
QUE STA' TORRANDO.
Na loja da roa da Cadeia do Recie n. 54,
ha para vender um grande e esplendido sor-
timento de fazen Jas baratsimas que fazem
admirar, o bom gosto, baraleza e boa quMi-
dade, as fazendas pilo as seguintes : cunes
de brim para caiga a 29.300e2*400, chapeos
de sol de balcia 2., dilos do ferro a 1J800,
dilos ile junco a 18350, setim preto reacio
muito fino a 2*900, 35 e 39500, e muito bom
4#ocovaJo. cnales ue chita a 19, casemira
preta fina a 1940o, 1C600, 1*800, 23. 29*00 e
2600, c muito fina 39, casemiras pretas e de
coies do duas Urguras, prop ias par os
rapazes de bom goslo, e como se usa em Pa-
rs, caiga, collete o palito, o covado a 29400
sargclun a 70, 180 e 20o rs. ocovado, mus-
sulina de cores a 300, 320 e 310 rs., e muito
hua a 360, cortes .le collete do velludo do
ullnuo gusto, nquissimos padrOes, de 6/500
ate 129,mcias cruas para homem 160, SiOo e
240, e linas a 300 rs. cada par, chitas tara a
pobreza, o covado a 140, e pega a 59500, n3o
aesbolaui, he escura, propria para escravos,
com pintas do mofo, manas oh seda da mo-
da a 59, 53500, 63 e 79, e muito finase 99,
laas muitu finas Sebastopol, o covado 19100
19500 el9600, grvalas de 13a a 800, 880.
W, 19100, 13200 e ip400. muito linas 29, di-
las do mua a 13, mantas de lago a 35, mus-
sulina branca lina a 300, 320 c 340 rs. o co-
vdo, chales de merino bordados de 13a .
89, ditos bordados de seda a IO3, ditos bor-
dados de seda e franja de retroz a 109500,
ditos de laa lisos a 4800, ditos estampades
a 5^800,^, 7 e 8, ditos bordados de velludo
a 14-5, panno lino preto a 23400, 2600, 39,
3-3j0, 4-3, 4/5UU e 53500, e muito fino a
<-200, niadaioloem pegas a 2/000, 258OO,
33, 33200, 3-3500 e 4-3. e .labi al 5.3500, sod
intitulad i melindre desenlia a 15 o covado,
chales pretosde alpaca, a 39600, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 19t00ocovaio alpaca de cores lisas a 00
rs. o covado, ditas pretas, longos brancos
ordinarios, a duzia a 19300, ditos linos lites
a 13700, 13900, 29? 29400 e 29800, cortes de
casimira de algodo a 29200, cortes de soda
de passar a" festa 159, alpaca preta, o cova-
do 480, 560, 600 700 e 800 rs., e 900 rs.
muito lira, chapeos de mola a 53400, chaly
de quadros a 900 e 950 o covajo, riscados
monstros proprios par. escravos a 220 o 00-
valo. tapetes de velludo para cima de mesa
de iidalgos a 305. roelas de seda preta a
2/Mi e 29500, casetBo da Suissa a 800, e 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordndos, que por serem tantos os precot
nao se menciona, tiras de carobria a 1/200 a
peg, mantas de velludo para cima de sella a
6^400, pulceiras a 3a5'0, 4 o 59 riquissimas
sabidas de baile a 259, Italia prela, o covado
, dita de cores a 950 e 19, tauetes a 83 o
123, luvas de sola bordadas a 29500, visitas1
para seuhora a 129, ditas para menina a K3,
chapeos para menino enfeitados a 49OOO. \a
mesma loja se do as amostras, ese manda
fazeii'la com o caixeiro.
-
propuas para caigas e palitos a 560 o cova-
do, casinet preta fina a 19100 o covado, len-
gos de seda de lindos padrOes a 2| cada uro,
cobertores de algodao para escravos a 700
rs. cada uro, de todas estas fazendas e de
rumia-, outras que se nao mencionan), mas
quo se venderflo por baratissimos pregos, e
se d.ro amostras com penhor.
Ftijao iiovo.
Vende-sena rua de Apollo n 5, por prego
razoavel, cm saceos do alqueire e mel.
POTASSA DA RUSSIA E CAL
VIRfiEM.
No deposito da rua da Cadeia do Recife,
armazem n 12, ha muilo superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
o cal de Lisboa m pedra, tudo chegado ha
poucosdias, ea vender-se por menos prego
do que em outra qualquer parte,
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lago do moinho de vento da praia de Santa
Rita.
liomnia do Aracalv.
Km porgues e a retalbo : vende-so na rua
da Cadeia n. 57, escriplorio de Prente Vi-
anna.
SEGEETABIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriplotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar
Alten 53. o.
Na grande fabrica de tamancos da rua Di-
reita, esquina que vira para S. Pedro n. 16,
ha um completo sortimento de tamancos a'
retalho e em grandes porgOes, por precos
muito em conta : os senhores commercian-
tes do mato devem-se prevenir, pois o inver-
n asta prximo.
Facto secco.
Vendem-se algumas arrobas de f.clo sec-
co, assim como boa carne e excellentes
queijosdo sertao, saceos com feijSo mula-
tmho e de corda, c bom milho, tudo por
preco commodo na rua do Queimado, loja
de ferragens n. 14.
FeijSo mulatinho.
Vendem-se saceos com feijSo mulatinho a
de corda, assim como saceos de milho e
muito bons queijos do sertao : na rua do
Queimado, loja de ferragens n. 14.
Vendem-se (4 acgOes da Companbia de
Pernambuco e Parahiba : na rua do Vieario
n. 19, primeiro andar.
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete e de vidro:
I vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Uecife, armazem n. 56.
Obras ,e labvrintlio.
2SS" l!lh!Sl bicos> rendas, etc., etc,
j!l'"d0 lrablho. feitos no Aracalv
vendem-se no primeiro andar n. 60 da rua
da Cadea do Recite.
Vende-se orna morada de casa lerrea
com solio e quintal, na ru. da Alegra n"
a rallar no largo do Pelourinho ns. 5e 7.
-E'scrnvos venda.
Em casa de Caminha & Filhos, na rua da
Cadeia do Recife, primeiro andar n. 60
GQM PEQUERO TOQUE DE
AVARIA.
A ilinlieiro
Pegas de algodao liso, largo, encornado a
29,2,240,29500 6 29800 a pega, dito de si-
cupira a 2, 29240, 2/500, 29800 e 39 a pega,
dito de sacco 120 e 150 a j.rd, dito tran-
cado largo. 100, 120, 140 e 180rs. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta par. a rua da Cadeia.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste xarooe
para a botica de Jos da Cruz Sanios, na rua
Nova n. 53, garrafas 53500, e roeias 39O00
sendo falso todo aquello que nSo for vendi-
do neste deposito, pelo que se faz o prsenle
aviso.
.PORTARTE PARA 0 PIBLICO'
Para cura de phtysica em todos os seos
dillerentes graos, quer motivada por cons-
tipigOes, tosse, asthma, pleuriz, esc.rros de
sangue, dr de costados e peitos, palpitacSo
no cor.gSo, coqueluche bronchite, dr u.
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares. "L
HB
IHO.
NA FUND1CAO DE FERRO DO ENCE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. rA
RUA DO BRTJM, PASSANDO O OCA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenbos, saber : moendas e mei.s
moendas < chas de ferro fundido e balido, de superior
qualidade e de todos os lmannos ; rodas
dentadas para agua on animaos, de todas as
proporgoes; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguilhOes, bromes, pa-
rausos e cavilhOes, moinhos de mandioca,
ate. ele. '
NA MESMA FUNDICA'O
se executam todas as encommendas
superioridade ja conbecida com a
presteza e commodidade em prego.
coma
devid.
*?Hfc0*'fc*\Wi.
LftUOS.
Em casadeRabeSchmettauj&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
(tamboreo.
Vende-so superior llnhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor ; O, rua do
Torres n. 38.
Re logios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, nu
escriplorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
la
Da
na
riz.
..-..,--.;.-Vj't5t
Sj^ovoestabele-f
cimento de fa-
zendas Anas
-,:?

o


ir?
quem tiver, ida mesma or -a meu pai, a ininlia n
uncie "Udirija-se a liviana ns. 6 o 8 da ,a meu esposo, a minha esposa, a meu lili o
da Independencia. la mi.iba lill.a. e a am.zades. '
praga da 1 dependencia.
DE TODAS AS QUALIDADES
e dos melhores gostos que he pos-
sivel euconlrar-se.
Na roa da (Jutiinndo lujj nova de qualro ^
parla n. 37. junto ao becco da l. i,.n_i-
ijJn, te encontrara' conllnuidaineule um
cmplelo t riquiximo lorlimanlo de fazen-
da de lo la ai qualidade, Inglctat, france- *3
zs, alli'm.i is e luifM*, lodas de gilos o '';
nais moderno poivei, lano para a pra- >'',
;a romo para o malo. *5V
El (Nabelceimenlo s por easln c pode
g, vizilar e ver a forma, porque esla' bem mon- :':
.-., lado para veuder uoi (lirada e rebino, '.''.
Jg IIMVerando o prcprifUrio tender muilo *ii
rnai barato do que em oulra qualquer par- ;'
/'. le; porlanlo, cuiivjdan a loil is a pffSi'.i, .'.
';!' linio da prara como dmalo, que quan- '
'-.."' do lenham <1e comprar fazenda de bons *.,.'
; ^ goslos e de linas qualidade?, venbam nesle A
o*, eslenao ei-labcli-cimenlo, que realmente co- S
''* uliererflu que no he possivel vender--e ';"
V..* man barato a encoulrar-so lanas fazendas ,,':
:'-. bas e de 13o bu. qualidades. '.'
i- ^ '...
... .' ,.... en ... ... ... ... .^v-. x*> v>.*z>,x.,. *.
;..'. .--. :: ...- .:..:...:..-.,::..-. ..
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife
n. 7, loja de \ntonio Lopes Pereira de Mello
o> (.. suecos com exccllenle gomma chegada
ultimauenle do Cear, por prego commodo:
at'ntar na maesaia.es fia mm loja cima
ven lem-se botijas com muito boa tinta in-
Q
Agencia
funtlitjao Low->3o' r
rua da aSeuxala i ova
n. 4*2.
Neste ost.belecimento continu'a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenbo, machinas do vapor
e taix.s de ferro batido o coado de lodosos
lamanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
fundirao de Ierro de D. W. Bowman
rua do Brum, passando o chala-
continua a liaver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica, as quaes se
BCIiama venda por prerocommodoe com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de .Noyacs C.. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
>ellins e relegios.
SELI.INS e KELOGIOS de patente
Inelez : a venda no armazem de
Koslron Kooker & Companhia, e-
quin do largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
CEMENTO.
Ven^e-se cemento, tanto em barricas
como em porgao o a retalho, por com-
modo prego par acabar, e muito bom : no
armazem le materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
CAAS DE FERRO
Excellentes camas de ferro par. soltcims
vendem-se no esciptorio do agentoOlivei
ja, rua da Cadeia do Recife n. 2, primeio
andar.
, .'." Veni"em-se saceos grandes comi mlho,
eij3o mulatinho e familia : na taberna
granode ao lad da igreja da Soledade.
Rolo
1008000 de gratificigSo.
Pesapparaceu da villa do Cabo, no dia 9
do corrente mez de outubro, a escrava An-
tonia, da Cosa, com 30 annos de id.de,
pouco mais ou menos, alta, ebeia do corpo,
tendo urna cicatriz abaixo do queixo, una
mancha cor de caf, pequea e redonda, em
urna das magSas do rosto, e com falta de um
dente na Trente e parte superior da bocc. :
quem a apprehender, poder, conduzi-la ao
bairro da Boa-Vista, rua da UniDo. casa da
Sra. D. Anna Los Caldas, ou na mesma vil-
la do Cabo, casa do promotor publico, que
recebera a gr.ticaco cima ; e protesta-se
proceder criminalmente contra qualquer in-
dividuo que tiver em seu poder.
Dessppareceu no di. 2 do cor-ente .
preta de nome Januaria, id.de de 23 annos,
com os signaes seguintes : altura regular,
seco, do corpo, falta de um dente na frente,
usa andar de panno Gno ou de chales ; esia
prela foi do Sr. Monteiro, na cidade de Olin-
da .- quem a pegar, leve-, a ru. d. Aurora
n. 28, quesera recompensado.
No da 5 de julbo do corrente anno fu-
gio do engenho Cursabi n. comarca de PSo
d Alho, o escravo Antonio, Cagange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, be casado, e tai-
vez tenba algumas marcas de relho as na-
degas porj ter sido castigado levemente;
esse escravo foi d s herdlros do finado Cae-
Uno Congalves da Cunha ; consta que este
ve em Santo AntSo, em casa do Sr. JoSo
Francisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos signaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na rua da t.uia n. 64, ou
delleder noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; e quem o tiver cm
seu poder, fique certo de sua punigSo com
todo o rigor das leis.
509000 de gratiOcagSo.
No dia 27 do corrente fugio da casa do
abaixo assignado o escravo crioulo de nome
Pedro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, bastante preto, j*a tem bas-
tantes cabellos brancos, tanto na cabega co-
mo na barba, levou caiga de brim de qu.-
dros e camisa de madapolo, mas t.lvcz te-
nha mudado de roupa porque levou mais
alem da do corpo, falla bastante descansado
e por entre os denles ; julg.-se que ter. ido
p.r. C.ranhunsporser natural desse lugar,
e de la ter vindo para ser vendido nesi. pra-
ga : roga-se, porlanto, as autoridades e ca-
pilSes de c.mpo, apprchensSo do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidado a seu
senhor, na roa Imperial n. 173, ou em Cara-
nhuns ao lllm. Sr. Manoel Jos alendes Bas-
tos, que se gratificar coro a quantia "Iroa.
Recife 29 de setembre de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos villavcrde.
Fugio no di. 4 de outubro do crren-
te anno, o escravo mulato de nono Jorge,
baixo, secco do corpo, pouca barba, potroso'
tem do lado esquerdo do rosto uroa cicatriz*
hombros sungados, olhos pequenos o vivos'
pernas e bragos arqueados quando anda
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz ex-
carceireiro, levou vestido camis de a'lgo-
daoznho delistras, ca|ga de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello e outro de
feltro, ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se, pois a todas autoridades pollciaes e capi-
tales de campo, que oapprehendam, e con-
duzam-no a rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que ser generosamente re-
compensado. Este esciavo ja foi apprehen-
anno prximo passao no engenho
i cobertos e descobertos,pequenos e grandes
doouro patento inglez, para bnmemese-
nhora deum dos melhores fabricantes de j Jacar, cidade de (oann.
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in- __^^_
glez : em casa de Southall Mellor C
", rua1 PERN. TV)'. DEM. F. DB FAK1A 1857
MUTILADO
.
ILEGIVEL


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