Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07855


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Full Text
kav
ANNO XXXIII N. 231
Por 5 mezes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
TERCA FE1RA H DE OITIBRO DE 157
Por anuo adiantado 1 S'OOO.
Porte franco para o Subscriptor.
ENCARREGADOS DA ILBSCRlrXA DO NORTE.
Panhiba, Ir. Joio Rodolpho Gomei; Ntul, o Sr. Joaquim
l.Perelra Jnior ; Aracatj, o Sr. A. de Lemol Braga ; Cia-
ra', o Ir. J. Jos! di Olivaira ; Maraohao, o Senhor Jote Teiiei
ri de Mello; Piauhv o Seohor Jos! Joaquim Avelino ; Pa-
r, Sr. Junios 1. Bamoi ; Amazonai, tr. Jironvrno da
Coila.
PARTIDA DOS CORRKIOS.
OlimiP : tmlns m dias, n ,. ni,,ia hora* Iguara-ilT, O'ii.u.ii l'arahiha: na* tegawtaal MMaf-Miafc
S. Anio, B-Merroaj, Itoniu, Caraira*, A (Itabo e GenahuMi h ier;a-fcira
S. laourrn^o, |,iu d'Alhu. Na/.in-ih, I.in.....ito, llrr-jo, PMUtlra, Itigmeird
FtW-i, Villa-llalla, Boa-Vi,,.,, Oarkarj .- El', Mq-wtM-Wiw.
Cliu,l,,rtiM'*,S.Tnh3ctn, II io KomMO* Um, BamirtM, Agua-Prela, Pi
rtilerase Nalal : quima^-fcira.
.'Ifdu us corrviua parteo as 10 hor;n da maniln.
AODIENGIAS DOS TRIBCNABS DA CAPITAL.
Tribunal de comraercio : leaunda quinUi.
Kelacao : terca feiraa labbadoi.
Faienda : quartai aabbadoa aa 10 hora.
Julio do commercio : aegunda ai 10 horas quintal ao ntio da.
Juizo da orpbaoi i aegunda quinUiat 10 horai.
Primeira rara do eirel : eegnndae eieilaias mel dia.
Segunda rara do dril ; nartai aabbadoi aa maio dia.
EPHgMERIDEa DO MEZ DBOl'Tl'BRO.
3 Lu chela ai 80 minuto! da tarde.
10 Quarlo minguautt ai 3 horai e 31 minuloi da minhia.
17 La nova ai 7 horai a 19 minuto da tarde.
U Uuartocreicente ai 11 borai a 40 minuto da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primelra ai II horai a 2 minutol da manhea.
Segunda ai 12 horaa a 0 nunutoi da larde.
DIA8 DA SEMANA.
12 Segunda. Ss. Prisciliann c Domina Mm.
15 Terca Ss. Daniel c Ilugolino f. m.
1* (juana. S. Caliita p. m. ; s. Fortunata v.
1.1 S. Tlicreza de Jesus v. c. : i. Angeleo ni.
16 Sena Ss Marlinianoe Saturiano irs. Mm
17 Sabbado S Euduviges duqueza,
II Domingo-20 S Luca envangelula.
Macliioisla'.
Ajuil antes-machinistas.
PARTE OPFICIAL
MINISTERIO DA MARINUA.
Dtcrclo n. I ,'.l de 11 de iulho de 1857.
Crea um corpo de machinislas pin o servido dos
v i por es di irruida, a da' o respectivo regola -
melo.
Hei por bem crear ara corpo dt machinislas para
o serrino doi vapores da armada, conforme o rr-gu-
laroenlo que eoro eil balsa, aitignado por Jos Au-
looio Saraiva, do meo conaelho, ministro e secre-
tario de estado loa negocina da inariuha, que ai-
fini o tenh i eulendido e ar.i encalar.
Pilaeto do Rio de Janeiro, em II de jolito de
1837, 36" da independencia do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Joi Antonio 9a-
nivi.
Regulamento a que se refere o decre-
to destadata, para o corpo de ma-
clnnistas dos vapores da armada
nacional e imperial.
TITULO NICO.
CAPITULO I.
Da orgioisiclo do corpo de machinisla.
Arl. 1. o serviro das machinas doa vapores da
armada aera' feto por um corpo de roachiuislas,
compotlos das seguimos praeas, alm doi foguistas
e carvoeiroi :
de I" claase.
2a
3* *
fa o
2
, 3" i>
Arl. 2. O numero de pr.ic.as que dte ler cada
urna deslas dasse sera' Puado aiiiuialmeiile. em re-
licilo ao servido dos vaports.
. llavera' sempre ama reserva de micltinistas das
dillereolcs classes, igual a dcima parle do pessoal
eligido pelo servido ordinario.
I'.h (res primeiras classes deverao ser lirados os
machinislas que hoovarcm de tomar a dlrecc,|o e
encargo dai machinas dos vapores, pelo qaal te-
r.lo, durante o lempo queassim estiverem embar-
cados, o titulo dePrimeiros macliiniltas.
Arl. 3. Os machinislai nacinoaes e ettratigeiros,
que actualmente servem aa armada, sirgo distribui-
dos pelas classes em que deverem licar, conformo o
prsenla regulamento, atienden lo-ie a' sua anti-
guidade, lervicos e h.ibililacOss, guardan lo-io po-
rm as eondic,on dos contratantes de iliiUmeoto
daqaellei que os liverem.
Arl. 4. O cliefe do corpo de machinistai sera' o
iuipeciot do arsenal de marinlu da eorle. lendo
por ajudante inmediato o primeiro eogenheiro di-
rector das oflicinas mecnicas i o mesmo arsenal.
Art. j. llavera'am livro-tneslre a cargo dn ie-
crelario da inspeccao do arsenal, para os assenta-
mentos de lado* os machinislas, mais o* qoe forem
necessarios para o registro de inforraacdei e ola
CAPITULO II.
Dji habililaces e eximes dos machinislas.
Arl. fi. Para i adminio de ajudanle-machlnila
de Itrceira elasie reqoer-se:
1. I lade miior de I (i anuos, e menor de 35 are
noi.
2. Conhecimenlo da lingua nacional.
3. Allestado de ler servido com aproveilamenlo
em ilgami fabrica, onde se Irabalhi em1 machinas
de vapor, ou de aplida como foguista, sendo d.:do
o primiiro pelo director da mesma fabrica, e o se-
gando pelos primeiros machini-l dos vapores da
armada, ou das companhias subsidiadas pelo go-
verno, oa de quaesqaer oatras igualmente acredi-
tadas
A'l. 7. Para ajudante-machinista de segunda
claise reqoer-se :
1. 1 lade maior de 1S innos, e menor de 35 ao-
no.
2. Conhecimenlo da lingon tia-innal ; da arilli-
mjitr.-i al as fracr;0es ordinarias c Jtcimaes inclusi-
ve ; do aso dos peos e me tidal do imperio, e dos
iuglezes e franceies ; dos nomos das dilTercntas pe-
i.as de urna machiua de vapor martima, e dos seus
usos.
3. Iiiiiis anuos, pelo menos, de servido em via-
gem como ajodinle-micliinisla de vapores nacio-
naes e eitrangeiros.
Arl. 8. Para .ajudanle-machinisla de primeira
clasie requer-ie :
Conhecimenlo de arilhmetica ais"; proporc/ies in-
clusive ; principios de geometra linear, noches de
desenlio linear saber as precaui;6es necessarins pa-
ra evitar aaeiplosOes e abrasamenlv das caldeiras ;
assim conloas disposi(Oes qua se deve tomar amas
de por a machina em movimento, aceoder, entre-
ler e apagar osfogos ; dirigir os movimentos di ma-
eli os, o euchimeiilo, alimentadlo e esgolo das oal-
deiras ; eiplicar a utilidade e acc-ln dos diversos
apparelhoa di seguranza ; faier as juntas dos difle-
renle losaos, caitas de vlvulas, lampas de cylin-
dros, de bombas do ir, ele. ; eliminar e repdr as
puarnices dos mbolos e cai\a de estopas; ler
perfeilo conhecimenlo di eslraclora e fonejoes das
diversas machinas de vapor.
2. Dons inoos, pelo menoi, de servici em via-
gem, como ajodanle machinisla de secunda classe.
Arl. 9. Pan machinisla de lerceira classe re-
qoer-se :
I. Completa habilitadlo para lomar sobre si a di-
recrAoc conservarlo de orna machina de vapor a
bordo, ler idea da ronatrucc,ao doi barmetros, ma-
nmetros, c thermometros, e conocer o uso desses
inslromenlos ; saber dalerminar a lorc,a de ama ma-
china pelas suaa dimensoes ; conhecer os instru-
mentos dn agua as caldeiras, e o uso deltes as
averias qae mais frequenlemiute ocrorrerh em urna
machina, e os mtios de pievem-las e repara-las;
bem como os de ralilicar as linh.s de movimemo
dis principies pe;as de urna machina.
2. Um anu, pilo menos, de servido em viegem,
como ajodanle de machinisla de primeira claise.
Arl. 10. Pan muchiuisla di seguoda classe re-
quer-ie :
i. Tres innosde servicu em visgem, como ma-
cliiinst.i de lercein ciaste.
.2. Saber usar de indicador de pressao de Wall,
e tirar as conclusO's necessarias pela inipecr,Ao das
figuras por elle Iraradas ; eipliear as vanlagens que
se eothem do aso do apparelho de eipanso ; mon-
tar omi machina as oflicinas e a bardo ; conhecer
as priocipaes propriedades dos combosliveis empre-
gados no servir) d.ismachinas de vapor martimas ;
calcular a eapacidade das carvneiras, e desenliar as
differenles pecas de a-oa machina, de modo que
pelo desenlio e po Ar. II. Pira machinisla de primeira classe re-
qoer-ae :
OBSERVA(.:AO.
Para maii elireta do ultimo paragraplio da Car-
teira, publicada no numero de hontem, temos a i-
cresceolar que os dados eslalislicos, que alo nica-
mente as denominacoes c iiumero das ras, traves-
as, beccos e largos, e o numen das casas ahi cunti-
das, sao etlrihirlos por ni dos qualernoi do lanri-
iiienlo da dcima, qae o consulado provincial t'em
mandado publicar por eili jornal.
Em lugar da seis cas is de qualro an lares, deve-se
ler sete, pois que na roa do Crespo lia duas e nao
orna : oulro airo, lypozrapluas enumendas cum-
pre acrescenlar a (ypographU republicana federa-
tiva universal no caes 1o ColUgio.
ATABERXiVeIUBERT. '
Por madama C. Bevbai'd.
' ll
Conliiiuar-So.)
V.iij dlraliir-se al a volts de liatfpar, o velho
li talgo foi buscar o seu ffuro de ntzilo. comee.mi a
folbea-lo, com quanlo ja o soubesse qoasi decr. A
mur parle das familias imbres de Provenga liiilnm
anligainenle om dilles livros. no qual o >eu chele
lani.'ivs os principaes acontecim>nlos da vida do-
mestiea, e afumas veres lamhein os fados memo-
rareis, aco'il-ridos em seo lempa. Ksl.i especie de
registro Irintmillil-u de piis a Pililos, e eonlmli i
algumas veres nol cas precisisas. O livro de raiRo
dos Barbejas era um in-qnarto cocaderoado de per-
gaminho. em eaja primeira pagina via-sea dala de
l"i02. Anles des ip,ca os sniliorc de Birlieja
nao serviam-se di peona sanio para escreverem nos
papis pblicos oil leltrai Informel e gro'seiras
qoe repreeniavam iua signatuia, ti upar, dcimo
quinto homem hbil, a quem o rei lim de pacifica
memoria CAIlDava compadre, leve em sai velhice a
idea de consignar sobre o papel o estado de MU ne-
gocios e os aconteriinenlos notaveii de sua vi la. Em
Mala lempo nsse dicno Unhor loria ecripto seis vo-
luntes lo ni 'iii.ir 11- ; mas niirmii dos hbitos Ili-
terarios des'ii 'ccu'o, apenas den m limpies notas.
Seas successores o linli un imita I,, a cssa Instoria
() Vid Diario n. 230. ~
1" Os conhecimenlo professiomes, e demais hibi- do immediatamenle ao com mndame qoalqner de-
lilagSes dos machinislas de segonda classe. i feito ou deteriorarlo que porvenlura descubram em
2- Conhecer a nalurea e propriedade do vapor | algum doi citados uhjectos.
d'igoa sua, forja elstica e eipansiva, potencia me- | Arl. 33. Como priocipaes responsaveis pelo asseio
canica, producto e condensarlo ; os principios de :e coinervi;ao das machinas, devirao inspeccionar o
EM .ARREGADOS DA SUBSCRICAO NO SIL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias ; Baha, o Ir. D. Dupu
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira .Martina.
EM PERXAMBUCO.
O propriitirio do DIARIO Manuel Figueiroi di Faril n lu
livraria, praca di Independencii n. e 8.
geometra pralica, inclusive a medirSo das reas a
dos lolidoi; o caracteres que distinguem as machi-
nas de baixa e alia pressflo ; os diversos syslemas di
machinas de vzpur usadas na marinha.
Arl. 12. Ningoem podera enlrar para o corpo de
machinisla da armada leudo mais de i"> annns di
idade.
Arl. 13. A prova do bom comporlamento, e dia
po'iclo pin sica para n vida do mar, he condijao es-
sencial para a admissao dos machinislas e seus ajo-
dantes, devendo estes nltlmos, para enlrarem na se-
gunda e lerceira claase, prov.ii lambem que sao ci-
dadaos brasileiros.
lervijo da limpeza das meimas, mandando laie-lo
por lodos os seos subordinados.
Arl. .11. Nos porlos esfonar-se-ln para qae a
limpea da machina seja conclaida ao mismo lempo
que a do navio.
Arl. 36. Eaigirao e farao que lodos os oulros ma-
cliiniltas observem a maisreslricta vigilancia, quindo
estiverem de quarlo, e os informem de qualqoer oe-
currencia eilraordinaria qoe se d no Irabalho di
machina.
Arl 36. Terao a seo cargo, alim do machinismo,
, a ferrimenta p os dimais objacloa designados na ta-
I "ella n. li, que baixoa com o decreto n. 1.921 de
Art. 11. Os candidatos aos logares de machinislas 11 de abr.I do crreme auno,
ou de ijudaoies serao eiaminados por dousenge-! Art. 37. Acondicionado as peess do sobresalen-
oheiros machinislas, escolhidos pelo governo, e prc- le da machina e do apparelho de eipansao de mi-
sidilos por um lente da leademia de marinha, que neira que estejam a' raao quando dola ie' precisar
podeA interrogar, oa afilar de o fazer, leodo sem- Arl. :t. Ecouomisar.lo quanlo for posiivil o aiei-
Prevo,- I te e graxi, sem comludo levar a economa a ponto
e
a a disciplina exigiram.
Art. 50. No fim de cada viagero, o primoiro ma-
chinisla entregan ao comniandanle do navio urna
parte circunstanciada do e-tado da machina e dos
reparos precisos, eitremando os que se puderem fa-
zer a bordo, e aquelles que leiiham de ser feilos nas
oflicinas do gaverno oo nal particulares, conforme
haja ou nao arseuaes nos porlos em que ie aeha-
rem ; e enviara' oulra igual, estando na corle, ao
director das oflicinas mecnicas do arsenal, cujas
recommendaces acerca das cautelas a observar,
para que as machinas funecionein regolaiminte, de-
veroo ser cumpridas com eiaccao.
CAPITULO. V.
Dos veneimentos e oulras vanlagens.
GOMMANDO DAS ARMAS.
9aartcl iraeral da conmando das rasas de
Pernambnco aa ciclada doReclls, aa III de
outubro de 18S7.
ORDE.M DO DI.VN.3i.
O brigndeirn commatile das armas interino, em
cumplimento da orlem do dia do quirlel general do
ejercito, sb o n. 22, determina que sejam inspec-
cionados pela junta milil.tr de saude na manha.i do
dia II do crrenle os tanhore ofliciaes dos corpos
eiislealea nesia gasrnicita inclusiv os addidos) que
se.icharem doenles, e que ama samelhaale inspec-
c3o, tenha lugar na primeira q isrl.i-feira ds cada
Ar. 60. Os machinislas e ajodanles vencerSo os lne';- ''sinada par.i as soses ordinarias da referl-
soldos e gralilicatOes marcados na tabella annexa ao da i""1'-
falsas Diz lambem o relatorin que o orador recu-
sara aos colonos Inri,,, paia fa/erem ama repre-
sentarlo aos poderes sopremos. Este faci he ineac-
lo, nao houve semelhanle recusa.
Os ravoliosjs mandaram-lhe, he verdade, urna
commissao, cujo clieft leu um papel em que os
porque i Para acabar com esle embarazo mandou o gover-
ac aquel- no provincial imprimir os exames feilos naquellas
esse lele- notas, e as tem remetlido a todas as autoridades,
bril eram Ja que Ihi fallei em seduln falsas nao posso dei-
xar de locar-lhi na impreislo q.ie iqui cansn a pa-
blic ico o di am reservado do presidente deit.i dirigi-
do lo disss provincia para qoe se desperlnse ahi a
vigilancia da policio sobre tola a ramihcae,ao, que
esse negocio podesse ler nessa prac.a.
Nao posso pelo qae me diz respeilo descobrir a ra-
colonos suissos di/iam querer representar ios po- *So> por qae foi dada a' parla e cerlidao do referido
Art. 15. O presidente da commi-s,- examinadora, de dimui.icar o mach-nismo, e nao appcarao "esss ^S^SSiSSTST^mTSSSSSui S
i cine trata u artigo i pcedenio a:i,ii mnii s ivn. muu mmmM* a iu.f.,.i. a-___i.:... i__j_____ e cl"l"e^auos uas 01I1CI-
presenle regulamento, alm da rat;ao de bordo,
quando estiverem embarcado'.
Arl. 61. Os machinislas extranumerarios, quan-
do qoe trata o artigo antecedente, dar conta o secre-
taria de eslado doa negeios da marinlu do resallado
do eiame, com o respectivo termo aasignndo por elle,
e pelos demais examinadorn, inscreven lo por nrdem
do h.ibilit.icfies os que liverem sido approvados.
Na apreciando do mrito relativo dos canlidats'S
lir-se-ha em consideraban as olas e altesladns que
cada om delles apretenlar, pissados pelns cominan-
danles dos navios da armada, capilaes machinislas
conceituados de fabricas ou navios a vapor em que
houverem servido, preferindo-se aquelles que live-
rem conhecimeulo das linguas <(ranreza e ingiera.
Arl. |l(i. Aos examinados qoe forero approvados,
se mandar passir carta pela secretaria da academia
de marinha, declarando o resultado dos exames e ap-
provaedes. A dill carta ser assignads pelo minis-
tro da marinha, e pagar os emolumentos correspon-
dentes s de pilotos.
Arl. 17. O exames serao feilos em ama fHtlni
de machinas, a bordo da um vapor, ou em qualquer
oulro luger successivamenle, a juizo dos examina-
dores.
Art. 18. O secretario da aeademia de marinha per-
cebera de emolumentos por cada exame, a quantia
de 6S100. Os examinadores que nao perlence>em aa
exercilo e armada, perceberao lambem por eada ex-
ame una graticaro arbitrada e paga pelo geverno.
Arl. 19. Om candidatos que forem approvados no
exame para obler accesso l clis deverSo ser preferidos os maisanligos c de melhor
comporlamento.
No prurimento dos lagares de ajudanlc-machinis-
la ierao al'eadidos, primeiro, o que houverem ser-
vido nas oflicinas do arstnal de marinha, e depois os
que liverem sido fngaislas a bordo dos vapores da ar-
mada.
Arl. 20. Emquanlo nao houver vaga, niio se dar,
carta, mas somante nina cerlidao Jo termo do exame
respectivo, passada pela secretaria da inspcccilo do
arsenal da marinha, ao candidato approvado para a
piomuc.lo A classe superior.
A mesma inspeccao facilitar aos candi latos que
se achem embarcados os exames necessarios para a
sua proniocjo, em conformidad desla regulamento.
CAPITULO III.
Da disciplina e servido geral dos marhiiiists
Arl. 21. Os machinislas e seas ajuiaules, qoe per-
(encerem ao quadro do corpo, serao obrigados a todo
o servir;.i proprio de sua prolissao, a bordo dos va-
geueros leoao na comervacSo da machina. nas do arsenal. u em quaesquer oulros trabalhos
Art. 39. Logo que o fogos liverem estado aceso de sin arte, perceb por espiQode I i i horas, deverao oidenar que os tu- que compeliiem aosarli-las de igual classe quo'alli
boa e conductos da chamin ejam varridoi limpos: houverem. Os do numero terao nos meamos casos
havendo porem opporlaoidade, que procederSo a es-
sa oper.icso. ainda mesmo que nao passe mais do
qoe melado daquelle lempo ; e miando tenha o
o espectivo suido de desembarcados, quaddo esle
seja superior aquelles veneimentos.
Art 62. Os machiuistas embarcados noa navios
vapor trabalhado.de dezoilo a vinte qualro dias.larao em disponibilidad! soffrerao nos seus veucimentos
com qoe o foguistas removam a mcru-ior.to, caso a i um descomo de 23 ",.
baja, por meio de picare!j-, raspas, ou qnaesquer oo- Arl. 63. Os machinislas de primeira cassa'porie-
Iros meiaa pnlicaveis. r3o ler gradoasao de segundo lenle com 15 an-
A'l. 10. Sempre qoe se nffererer occisio, e nao
estiverem as caldeiras emma'o eslado, fardo cuche-
las de agua doce, usando de canos, mangueiras, ou
oulros mcios mais convenientes.
Arl. II. (.I'ianto o navio tsliver no porto com as
caldeiras vasias, mandaras) limpar bem o interior
dos lubci; e pan conserva-Ios seceos, farao de vez
em quando acender nm pequeo fogo oos cinzeiros.
Deverao cuidadosamente examinar as faces exterio-
res e rundns das caldeiras, al on eseja possivel che-
sar; e, esgolada a agua do porao, mandarlo, de
vez em qoando, dar orna man de zarco, ou qoalquer
nutra o atona apropriada, em cada urna das parles,
que examiiiarem. Toda ., puedes das caldeiras de-
vem estar constantemenle limpar, e ser minuciosa-
mente examinada'.
Art. 12. ViRinSo que a agua das cobertas nao
caa sobre as caldeiras, e nao consentirlo que sobre
estas se ponha lambazn ou quaesquer oulros ohjcc-
tos.
Arl. 13. FarSo com qoe as cinzas e escorias sejam
removidas, apenas forera formadas, afim de evilir
os damnuss iffellM da obslrucrlo da correnteza de
ar, ii destruirn das grelhai. Nao deixarao alirar
nas cinzas mais do qoe a agua necessarii para is-
fria-las, nem conservarao o vapor em grao qoe seja
necessario solla-lo com manifest estrago da vlvula
de saguranca.
Arl. 11. Examinaran as amostras do combustival,
e quaesquer objeclos necessarios ao servido das ma-
cmna, para darem parecer acerca de sua qualida-
le ; e liscalisarAu por si, ou seus subordinados, em
Ierra e a bordo, o recehimeolo do earvao, afim de
evilar que >e aetiti moinlia, ou o de qoalidade que
nao sej ajuslada.
Arl. aj.j. Nos porlos, e no alto mar, quando se
se nao navegar a vapor, farao lodos os diasjnover
uH-p.oa.e? roitbina para impedir corrosao.
nos de servir; elleclivo ; a de primeiro lenle de-
pois de 25 annoa ; e a de capilao lenle servindo
35 anuo, sendo 20 como machinislas.
Arl. 61. Os machinislas de segunda classe pode-
rao ter a graduarao de s'guodo lenle, depois de
30 annos de servico effeclivo.
Arl. 6,j. Os machinislas de tolas as clanes, os fo-
guistas e carvosiros lero direilo ao asylo de invli-
dos, para o qual deverao contribuir na'forma da le,
e serao contempla los iu dislribuir.lo das parles de
prezi, segundo is graduaroes qu por osle regula-
mento Ibes competem.
Arl, 66. lambem terao direilo a ser Iraladosf nos
lio-pitaes da armada, di conformidade com as dispo-
ss6es que regem estes estabelecimenios.
Arl. 67. Qoando nao prejodiqoe o servirjo, pode-
ra' o governo conceder licenja sem vencimiento, aos
machinislas. para embarcarem em navios do commer-
cio ii inonaes, comanlo que u3o exceda de dous an-
O mesmo brlgadeiro declara, para os lins conve-
nientes, que o Sr. coronel reformido liento Jos l.a-
in -nh i Lins, presidente do conselho admnii-irat.vo
do arsenal de gaerra, apresenlou-se boje da licenc-i
que obteve para ir a corle, havendo-se demorado na
provincia da llahia, onde de c mforme participo!] em oflK-io de 29 de selembro
altiin > o respectivo eliminando das armas. Tambcm
declara qua oasla dill o Sr. leneiile-eorniiel c m-
inaolaiite do nono hatall.a.) de inf.inlaria engajou,
lo-v!"""" ''" '"'"ne"!" de 11 de .le/embrn de
18*2. para servir p ,r mus seta nonos, o eoldalo Rav-
mundo Marques da S mil, qno por ceben' alm dos
veneimentos que por le llie rompeiirem
de lOOj pago na forma io artigo 3 do decreto n.
1101 de 10 de jaiih> da Ih'ii, e finio o engajamen-
lo urna dala de Ierras de 22,.10 bracas quadra las,
ficando sojeilo ni caso ile desejio ao perdimcnlo
das vanlagens do premio, e daquellas a que tiver
direilo, a ser considerado como recrulado e a des-
contar-se-lhe no lempo do engajamento o de pri3o
cm virtode de senlenc,!, averbando-s.! esle de.sconln,
e a perda das vanlagens no respectivo Ululo com es-
ta' por lei determinado.
Assignado .Jo.1i J ,s da Casta Pimmlel.
Conforme.Demetrio da Gfalo Cnlh.i. Alfa-
res ajodanle de ord'its encarregi.lo do delalhe.
deres supremos para melhorarem sua sorle. A
resposla do orador foi que, se a reclamsrao que elle,
iiuli un a faz. r se seferjam a' execu^ao dos conlra-
tos, deviam sor fulas a elle orador, e Icriam, se-
gundo os mesmos contratos, de serem decididas por
arbitrios ; que se, apelar da bom cumprimenlo dos
contratos, ellea julzavam que em oulra parle se-
riam mais Miles, eslava prompto a consentir qne
se futsem, comanlo que I lie garanlissem as divi-
dai ; que, linalmeiile, se nada dislo linham por
lim, culo i nio poda o orador aoloriiar com osen
conscnlimiiiio urna representado, cojo alcance nao
condeca. Quer ialo, porvenlura, dizer que lhei
negava o direilo de represenlarem '. Pode haver
urna resposla mais cordata ?
Com estai ubservacoes que sao a exposi^ao fiel dos
fados, o orador julga ler desfeilo a iuipreiso que
possa ter desfeilo a impressao que pus-a ler pro-
daildo os joizos exarados sobre a colonia Verguei-
ro, no relalono a que ji se referi, juizos qae elle
illribue a influencia de informacOei didas pelo con-
reservido, qae pela sua naloreza devia ficar na po-
lica como um sgrelo somenle seu, lano maii
quanlo por sua leitura apetias vejo qoe se apona urna
casa que deve ser. nao corrida e varejada ; mas que
deve ficar sob a inspeccao constante, cautelosa e cir-
cumspecla da polica. Do Diarioo que lenho sob as
vistas, noto qqe as deligenciai feitas em casa de llar-
roca ,\ Castro foram a pedido desies sobre noticia
previa que liveram do fado, e esta circumslancia de-
via dispensar todo o proce tinipnlo, que leve o chefe
de polica, o qual parecece qoe anles devia desfazer
loda a desconfianza de Barroca'& Caslro. S atsiro po
deria a auloridade fazer algama couia, o queja nao
era mais provavel, desde o conhecimenlo anlecipado
que liveram os indigitados. Essa opiniao lie a de lo-
dos aqu, e creo que o mesmo acontecera em lodi
a parle, onde ao reserva 1 i se der a pnblicidade, a
que elle ahi leve em occasiao 13o inopporluna.
Nao concluirei eile tpico sem orna deelarac.30
mono solemne. Eu n3o lenho o menor conhecimen-
lo de Barroca & Castro. Oujo dzer que ahi gozam
BXTEHISl.
PORTUGAL.
Lisboa 18 de selembro.
Um hrasileiro illqslre.Acha-s ha das em Lis-
nos, e nao seja renovada, seu.l > depois de Ires an-1 ''?a. ''nrado e bravo neneral hrasileiro, o Sr. Jo-
nos, cootados do ollimo dia era que lindar a ante-
rior.
Arl. 68. As licencas de que trata o artigo anlece-
pores, on nas olli.-inas dos arsenaes e quaesquer oaj--f^A"fl. M. Participara i lodos os dias ao inmediato
tros estabelecimenios do eslado. do navio o eslado da machina, os aconlerimenlos
Arl. 22. Cimpele n inspector do arsenal .le ma- que liverem oecorrido dorante a noite, e a quanli-
rinhi da corte ai unmeac.es de embarque das pro- dade da cumbuslvel existentes lias carvoeiras.
cas do corpo de machinislas e o seu empreco uas of- Arl. 17. Nas oeeaUOei de faina geral cabe-lhe di-
liciiias, ou Irabalhos do arsenal. ; rigir os movimeiilos da machina, leudo as suai or-
Nas provincias, ou f-l u;n! nav.ies, o 'ervijo das I dens todos os oulros Biehinialis.
ditas praxis sera determinado de ronformi la le com \ Ait. 18. Quando amachina nao esliver Iraba-
esle regulamento, pelas autoiidadcs militares, sob "'ando nos porlos, ou no alto mar, conservarao sm-
cujas oMeus se acharen).
Art. 23. Os machn itai ijodinle ohiervirlo
mire siI ai ragrai da disciplina militar, segundo
iua antiguida le e n classes a que perlenceiein.
-Vrl, 2. Ouaodo embarcarem nas vapores da ar-
mada, o machinislas de primeira classe goraro das
honras e consderac.oes que competen) aos seeun.Ins-
idenles da armada, cedendu Ihea porem sempre a
pre um vig, para manlrr a ordem e impedir que
lli eutrem pessoas eslranlias, que uo va acompa-
nbadas por um offlelll do navio, ou nao forera
reeominendad.il pelo oli-ial que estiver de quarlo,
sendo esta recommendaijao fela directameule, uu
por intermedio do cabo da goarda.
Art. 49. I irao ordem mu positiva, e vigiarlo
e mais operarios n3o goardem
para que os foguistas
precedencia ; os de segunda ser.i i ea.nip.ira lo's em na pra^a da machn objerlo algum de sea o'so'par-
graduacao ios meslres de numero de nao ; os de ler- l'colar.
Mira aos meslres de numero de fragata ; os ajodan-
les machinislas de primeira class aos coolra-ineslres
do numero : os de segunda aos guardies de nume-
ro ;e os He terctlra aos cabos doi mariuheiros.
Art. 2). Os macliiuislai da segunda e lerceira
claase, embarcados como primeiro machinisla nos va-
pores do governo, sarao considerado1, esla com as
honras de que gozam os ictoaes pilotos ao servido da
armada, e aquelles com as de guardas marinha ; ce-
den lo lhes porem a precedencia.
Arl. 26. Os machinislas de primeira elasse nunca
serao embarcados nos vapores do governo era carc-
ter infeiior ao eraprego de ptimeiro machinisla, ca-
brado aos de leganda e lerceira classe, e njodanlei-
machinilas o embarque na fiualidade de aeus su-
bordinados.
Arl. 27. Os primeiros machinislas sern alojados
I r, a irrancharao eom os oIRciaei na prora de
armas.
Os de mais machinislas e ajudanles terao alnja-
mento era lugar o mais prximo possivel da machina.
Art. 23. Os machiuistas e ajudanles serao sojeiloi,
quando embarcados, ao regiment provisional e arli-
gos de guerra armada, e em Ierra aos regulrmen-
tos dos estabelecimenios em que servirem.
Arl. 29. N3o obstante as di.posires do arl. 2"), os
machinislas de segunda e lerceira classe, e os ajudaif-
tei ier3o iseuloi do castigo de Rolilhl, ferros e pri-
sSo, sobsliluindo-se para ellei eslas penas rorreccio-
naes pelas de prisAo nos alojamenlos e detenrao a
bordo.
Ait. 30. Nos requerimentos para admissao no cor-
po de machinislas da arma la deverAo os candidatos
declarar que leram o prsenle rrgulainenlo, a sujei-
lam-se s suas disposic,oes, li jm como a quaesquer
oulras ordins e regulameulos que posleriorinenle expecjim concerneults a' organlsacAo e disciplina do
mesmo corpo.
CAPULLO IV.
Dos primeiros machinislas
Art. 3|. Aos primeiros machinislas incumbe ojde-
eoro, asseio e regularidade da prac,a da machina ; a
ccuc.io de todas as ordena relativas a' disciplina da
mesma pra^a ; e a dinctjla e dlalribaiclo do ser\in
por seus subordinados.
Arl. 32. Qoaa lo lomaren) conta da machina de
u.n vapor, deverao examinar minucios.imenle o esta-
do della, a hlice ou rodas, e caldeiras, pailicipan-
Arl. 50. Logo qoe cheguem sos portos em que
tontiam de reeeber combuslivel, farao paxar lodo
o que existir nas carvoeiras para porto das porlas
afim de qoe esle seja consumido em p imeiro lugar.
Arl. SI. Anles de receherem o combuslivel, de-
verao cerlilicar-se de qoe as carvoeiras enao eoiu-
las, e de que fui observado o disposlo no artigo an-
lecnl.nte.
Arl. .")2. Terao particular cuidado em que a
machinas Irabalhem, sem perder vapor, nem ad-
miltir ir pelas; dilTcrenles juntas, e caixas de esto-
pas.
Arl. 53. Deverao explicar ios ajadanlrs ludo o
que for relativo ao Irabalho da machina, chama--
I"', lempre qae lenbam de proceder algom arran-
jo, oo reparo nai pecas da machina ; emprega-los
ni' Irabalhos, c fazer com que os mais adianla-
dos vigiem quarlo, seb a direcrao e responsahilidada
dos ootroa machiuistas, alim de que por esle modo
se desembaracen) e habiliten).
Arl. oi Nao ni an.la i.l i fazer mndilicacAo. riparo
ou qu.lquer nutro se. vo;. na praea da raschina nm
que para issn lenhain oblido aulorisarao do inme-
diato do navio..
Arl. 55. Sem aolorisarao por escripto do primei-
ro en-enheiro director das olliciuas mecnicas do
arsenal nao poderAo augmentar o peso das vlvulas
de seguranra. ,
Arl. 36. Deverao representar, com lodo o respei
lo, ao rommaudanle, oo oflicial de quarlo, sobre
a:goma cnusa que julgoem prejudicial ao machiois-
rr.o, ou s caldeiras : mas por iienhum pretexto
coolrariarao qualquer ordem qie leoham recebido
dos ni--no tu-|,,.
AO. 57. Terao nm livro para a cseripluracao dos
-litarlos doserviroda machina ; fazinJo-se essa es-
rriplu.rarao de conformidade com o modelo qoe se
Ibes remecer ; e como superiores e liscaes serao os
priocipaes responsaveis pelas notas qoe no dito li-
vro laucaren) os oulros machinislas a quera caiba
vigiar tuertos.
AliirrVesle, terao oulro livro rubriaado pelo chi-
fe do corpo, pan registro dos castigos applicados a
ca la am dos emprezados da machina, com declara -
{loda molivo e nalurea de taes castigos.
Art. 58. Dirn directamente ao chefe do corpo
loiarmafle secretas, mui circumstanciidas, sobre
o proce lmenlo, intelligencia, z?lo e habilitacOes de
de cinco geratoes oceupava lmenle urnas quarenla
paginas. Era urna extraordinaria mistura de faelus
importantes s de incidentes vulgares ; os paragra-
phos legaiam-se sem Iran-icc.'n. Algamm vezes
a mesma pagina rontiiiha umi data solemne de mor
le oo de casamento e a conta do salario de ama ca-
marista.
Mr. de llirhejai percorria moilas vezes eites an-
naes domsticos, mas nao Ibes (inhi acrescentado
coosa alguma. Nesse dia elle I unn a peona, e em
bsiiu de urna data ja inlig.i, a da morle de sua jo-
ven esposa esereveu : Moje dia de Todos o San-
ios, anno de 1698, pedi para mea lilho uoico' (as-
par deMlirbeja* a m3o de madamesella de La t,i-
ronciere, e meu grande amigo o bailio de Sauma-
nei, seu lulor, fez-me a honra de m'a conceder, a
Entretanto a noite aproximava-ae, e a ra lornava-
se mais frequeulada ; o ceg que se acha'a na en
cruzilhlda vi.inha pedia esmola com om reJobra-
menlo de supplicas fanlioras, e os moros de cadei-
rinha dobravam o p ...-o untando : Arreda d com
voz alroadora. Toda esla nalUdlo sabia da igrej.i.
dranles e pequeos apressavam-se em gauhar
suas hahilacoes depois de lerem asiislidons vesperas.
A almosphera tendo-ie resfriado Delfina Irouxe
um jarro de barro cheio de cinzas quelites collocou-
o lohre a mesa, e abri depois ai janellai como para
provar qoe um ra)o de sol esclareca ainda o cimo
das casa'.
.Mr. de Barbejas feohou o Itero de razao, e pas-
iou lentamente as maoa pela luperlicie vrdrada do
jarro elle linha um ar lao carrancudo que I lelfiui
eslremereu.
He de noite, dinc elle depois de um longo si-
leucio.
Ainda nAo, respondeu a boa criada, nao sSo
mais de qualro horas. Francisco esta' em lia no a
espera, e tem a porla enlre-aberta.
Eu espero! disse Me de Barbajas com um sos-
piro de colera.
I m momento depuis (aspar enlrou.
Kmfim exdamou a velho li lalgo levantndo-
se empeliimameiile e indo ao encontr do lilho.
E-tead
dame, poderao ser cassadas em qualquer lempo, se
assim o exigir a urgencia do servido.
Arl. 69. Os machinistai que n3o salisfizerem ao
disposto no art. .11, alm das oulras penas em que
posiam nenrrer, perderao o direilo que Ibes cunfere
o art. 63.
Arl 70. Os foguistas e carvoeiroa perceberao os
sidos marcadoi na tabella annexa, alera da rarao de
bordo.
CAPITULO VI.
Dspo'ic,es ganes.
Arl. 71. Os machinislas estraogeiros qoe forem
contratados lora do imperio para o srvico da ar-
mada perceberao, durante o lempo dos seus con-
tratos, os veneimentos nelle eslabelecidos, e serao
coiisi-ler.i los extranumerarios. ,
Arl. 72. A condic > de lempo de serviro na clas-
se .interior he dispn les de primeira classe estrangeiros qae foiem ad-
mittidos ao servido da armada, em virlu le da.con-
Iralo, bastando que proven) ler a necessaria aplnlao
Iheorica c pralica, correspondente sol seus deveres ;
sendo-lhes tainbim dispensado o conhecimenlo da
lingua nacional.
Arl. 7.1. Em lodo o contrato de aliatamenlo de
machinisla se incluir! expressainenie a clausula de
rescis8o, se o aullado der prova de incapacidade, oo
mns cnilumes no exercicio de seu eroprego.
Arl. 71. Os machinislras eslrangeiros nAo podarn
gozar das vanlagens concedidas no art. 63 sem se
uaturatisarem ndados brasileiros.
Arl. 7.">. Os machinislas de gradoacaSes mililures,
depois de 30 anuos de servido, terao direilo re-
forma ; pralirando-se com elles o que se acha esla-
belecido respeilo dos olliciaes do corpo da armada.
Os demais machinislas, havendo servido por espa-
to de 35 annos, poderao ser reformados com o res-
pectivo sold de Ierra ; dan lo-se a graduac,3o de
segundo lente aos da primeira, e i de guarda-
marinha aos da segunda ciaste.
Arl. 76. I'icam revogadas todas as daposic,Ses em
contrario.
Palacio do Rio de Janeiro, em II de julho de
1837.Jos Antonio Saraiva.
Tabella dos vencimenloi mensaes que competem
As diflerintes claisea do corpo de machinislas da
armada.
sul suisso ultmenle criminoso nos occnrrncias ul- : de grande conceito, qoe em minlia oplmao ainda me-
lamciit dada, e com quem o Sr. diredor das \ recem al quo haja provas em contrario : mas mi
repet I:,- confe-1 na0 bita a alta inconveniencia da publicicAo do
o reservado no que ni nolo ama fraqoeza da auto-
o Ierras publicas llha tido variase
renci.is.
s Joaquim Codito. E'le valenlc general lem pres-
ladu ao seu paiz o< mais relevantes servidos: he tal
iqa maior illaslriS3o militar Nai^iversas | aos'pontos em qae anWeedenteWaTe Tocara", em-
bra ainda alguns oulros sobre que jolga necessario
Depois le,', is considerares o orador expe suas
neas || cosheddas a tespeilo do y-lema de coloni-
sacao, e censura sos govcruoi por ruidarem s em
povoar as malas, dcixaudo sim auxilio do bracos a
lavoura ja existente.
O Sr. Manuel Felizardo responda so Sr. Vergoei-
ro que os juizos por elle emitlidoi no relatorin da
reparlicao de que he director linham por base in-
lormaroei rcelo.las da Europa, e enviadas pelos
cenes ofliciaes do governo ; e que ainda elle nao
ditas lado de que lem uolicia.
S'Ao poiha l.imbein deixar de dizer qoe marcha
bem urna colonia onde o Irabalhi em vez de pro-
duzir lienelicios produz dividas. Faz depois mais
algumas consideracoes edeclara que seus juizos n3o
se ha Vil m formado nicamente sobre io[ormac,6e>
do cnsul, com quem apenas eslivera don vezes.
O Sr. Ilarao de l'.odarc faz lambem diversas
considera (oes no mesmo sentido do Sr. Var-
gueirn.
O Sr. Visconde de Jequiliiihonha, nao tendo lido
resposla do Sr. ministro da fazendi, relilivamenle
commor,os polticas porque tem passado o Biasil, o
Sr. lente general Coelho soobe apazigua-las, nao
so pelo meio das armas, mas lambem pelos meios
conciliadores, e pelos brilhanles dotes do icu ca-
rcter.
Os Brasileiros tem em paiiicolar estima o Sr. te-
nenie general Coelho, volando-lite grande sympa-
Ihia ; e respeilam os eminentes seivp;os que o bravo
general Ibes tem prestado.
Ilontem S. Exa. concorrea an beijamao no par;o
d'Ajula, e el-rei o Sr. D. Pedro V recebeu o fi-
lustre general com todas as demonstrarles de ipre-
50, e da na real benevolencia, o que devia liion-
1 gearo honrado e leal servidor do auguslu lio de el-
rei e da nac,1o bra.Neira, que a Portugal esli ligada
par 13o ntimos lacos.
[Jorinl dn COMMtrcio de Lisboa .
OH.
que se condec qoal a idea do governo.
A discussao ticen adiada pele hora.
No
lados.
dia ."> nio ftniccionou a cmara dos depu-
(raduaiiies
Machinislas de
1." rlasse
Hilos de 2.
hito, de3..
Ajudanles de
machinislas,
de 1.a classe.
Ditos de 2.-
Ditos de.'t.a.
Foguistas .
Carvoeiroa.
Sold.
lOljOOO
SOiOUO
6O3OOO
(iralificarao de embarcado.
Em portos do
imperio.
IIOjOOO
KKt-siOO
903OOI
1IO9OOO
l20r()IHI
8O3OOO
tsQOilO
215OO0
Em porlos es-
traugeiros.
1()5000
113O0
I3OS000
RIO DE JANnlltO.
SENADO.
SESSAO DO DIA 5 DE SETEUBKO DE 18.7.
Presidencia do .s>. kuzebio de (metro: Couiinho
\ltilli"o ('amara.
Continua a quinta diteaiilo do or^amciilo.
O Sr. Visconde de llaborahy queria aprcsenlar
um requerimento para que alguns dos artigns addi-
livos la disculissem em leparado ; entrelanlo nao
o fa'a', se acaso com isso nAo concor larein os Sri.
ministros, se julgarem que por ese modo si em-
bancara' o andamento do projeclo na cmara tem-
poraria.
O Sr. Ministro do Imperio de-tara que lambem
desejara que os artigos ae discutisserp em separado,
porm entinde que isso ira' embaiacar nas arltiiea
circumstaucias a ditenasle na cmara lamporaria.
O Sr. Visconde de llaborahv desiste do requeri-
mento.
O Sr. Vergueiro lamenta que anda nao tenham
vin to oa documentos pedidos 1' sccrelaria do im-
perio relativos aos negocios de la Mrala; esses
documentos o aaxit'ariam em algumas rellxoei que
julga dever fazer ao relalorio do Sr. director ge-
ral das Ierras publicas, no ponto em que te oceu-
pa daquilla colonia. Logo no comeen di'se rea-
torio diz ico autor peremptoriamenle* que 1 colonia
marcha mal.
NAo labe o orador em que dados se funde leme-
Ihanle a'-ercoi ; nao sabe como se poda dizer qoe
marcha mal un colonia, para 1 qual. 'depois dos
sucressos ltimamente occorridos, araban) de clie-
gar alm de 181) colonos, belgas e rlienano.s, 17 fa-
milias qoe vieran) de oulras colonias, deiembaraca-
dos de lodo o compromisso, oceupar o logar que ha-
- deixado vago os revoltoioi suissos.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBLCO.
CEAR.V.
Fortaleza 7 de outnbro.
Nao sei se a pooca demora dos vapores nos portos
das provincias me (ornar agora mais delligenle do
que d'antes ; mas posso afflincar-lhe desde ia que
esta he ecripta com" alguma antecedencia," aiuda
que: com inmenso desejo de ver Ihe o lim.
I m simples noliciador nao tem nuis^do que com-
P'iidiar os f.iclo', de que deve dar ennas, mas e-si
tarda nao be .(aquellas, que mu lo ubnguem a medi-
tar anles de escrever.
\ amos ao que importa sem mais proemio.
No dia I do correle leve lunar 110 nosso thealri-
nho ama repreieatacla de umagieua ; moiloa s
acbaram divertidas, mas eu nio penenco ao humero
desses dilosoa : ealou mesmo resolvido a nao despen-
der o meu dinheiro, c perder o meu lempo em ver
funecOeidetie genero.
Exilieiq ii u 111 a gran le falla de dinhiiro de cobre
de notas pequeas, II1 a esse respeilo urna venia lei-
ra calamida le, qua o governo deve piopr-sea aca-
bar com a maior pronipdlo. Para facilitar as suai
nperajOei diarias alguna rommerciautes lim emiilido
diversos vales na circularao, masen nao sei sesera
isso muilo regular,e permillido s muitas pessoas
acreditan) que esses valles uaopassamde pequeas
lellras, que tem uiiicamcnle gyro pela f qae mere-
cen) osos seus signatarios ; he um billiele puraineu-
ridade e nada, absololsmenle, nada mais.
O Sr. Silveira mandou ensinar o ollcio de ferrei-
ro a 1 desvalidos qua audavam por aqu como vaga-
bundos, enlregaiido-oi ao respectivo meitres me-
diante cedas condic,des de vanlagens para os mes-
mos. F'oi om acto meritorio palo qnal a provincia e
os proprios desvalidos (em de agradecor-lhe no fa-
loro.
Seria ulil qae iguaes providencial se (omasse a
respeili de outrOs indiriduos que se acham nas mei-
mas circumslancias.
O presidenta icaba de contratar com um (ulano
Sampaio o fornecimenlo da pedra necessaria para a
conliiiuac'ij do c.ilcimenlo das roas desli capital,
para o qae voloa a assembla o competente crdito.
N3o sei quaes s3o ainda ai rondic,es do contrato,
mas sejam quaes forem, muilojjolgo de poder dar-lite
noticia de qoe |linal desapparecerao do meio di
ii"--1- ruai cssas ondas de ira que tanto damnifica-
vam a nossi moda, e especialmente os nonos oldoi, e
que eram um contraste vivo a uoisa civiliaco.
A polica lem sido activada por toda parle. O
Dr. Abilio auxiliado cflicazmenle pelo Sr. Dr. Silvei-
ra lera feilo urna viva guerra ios criminosos: he arai
verdadeira cruzadiada juslifa contrajo rrime. Noi
mezes de julho e agosto foram capturados 38 cri-
minosos, algn- dosqoats verdadeiras popilas do
crime.
Parece que si abri aqu urna nova era ni historia
da criminal! lado.
O futuro dir' se eslou engaitado.
Segu nesla occasiSo para essa provincia o Exm.
Sr. Dr. Taques. He de eipirar que elle fac boa
presidencia, alienta a sua reconhecid tnoJeracao
sabedoria.
Saude e braodi paz cordialmenfe Ihe disejo.
PARAHIBA.
6 de oulubro.
11 ".lem reeebi a miaba ultima de 25 do crreme,
que, como a antecedente, foi bem aeeila, e feliz-
mente lida sem desgoslo, devido is(o sem duvida
imparcialiJade rom qoe as escrevi, i.pe/.ar de qua
ja hiuve quem dissesse que della afastei-me qoando
tratn dos negocios pol lieos desla cidade. lie para
que sempre ie diga que em publica nlsi ha impar-
cialid.ide absoluta, o que nem sempre passa como
regra geral.
I) 'til 1 ainda por : em consequencia de forja
maior, nao quero deixar do ainda escrever-lhe para
tratar de cerlos rbjeclos que me escaparam, lano na
primeira, como na segunda epi-tola que Ihe remull -
Esla entre nos o Enn. marechal Se[gio, que veio
para inspeccionar, o meio balalhao, e consla-me que
nas inspecces que tem feilo ha sido lusteroe teloso,
procurando remover as difficuldadea que obstara o
bom tratamento s enmmodoa desle corpo. Talvez
que d'on em dianle o meio balalhln viv melhor.
A tempestada parlamentar serenou : a barqui-
nhan de S. Pedro, vagando por muito tempo a' mer-
te mercantil e pobre, cu;a emiislo o goveruo nao lem ce das ondas e doi venloi, chegoa alioal ao porto se-
nada que ver. Nao sei se esse parecer he autorizado | gar.
anda que o parec i primeira vista, mas como 011 lloove prorogacao por odias.
'titos vales correin gemnenle como moeda, lendo os
1.) uanlo n c--1 rev..lia em que tanto se tem fal-
lado, ella se explica nicamente pela qualidade dos
1753O0O1 colonos smssos, ginle qae as communas subvencio-
15080011
100901H1
6O31MH)
30-'el Mi
ObiervacOes.
1. Os macl,instas e ajadantea, menciouidos nesla
tabella, vencern, quaulu embarcados, umi rafia
igualas demais pravas da atmsda, conforme a la-
bella 11. 5, approvada pelo decreto n. 1,921, de II
de abril do corrend anuo.
2. Os machiuisias de primeira classe veucerAo,
quandn embarcados, a rar.lo de velas qoe compele
aos olliciaes subalternos da armada, pela tabella 11.
8, qoe baitnu com o referido deerdo. E mento stra extensivo aos machinislas de segunda e
lerceira elasse, quan lo embarcaren com pnmeiroi
machiuistas.
3. Os machinislas de segunda e lerceira clisse, e
os ajudanles de majtliinistas de primeira, segunda a
lerceira classe, duranle o embarque, vencerlo, pela
Nao, meu pai, respondeu (aspar com voz suf-
focada, elle nao nos esperi mais.... Acabo de fazer-
llie miitha visita...
S !... eolerrompeu o velho Barbejas ; sU e
porque 1
(saspar nao respondeu : nao sabia em que termos
confessasae o acto decisivo que arabava de praticar,
nem com que respeilo e submissoes conseguida apa-
iguar o pai ; esle nao preeisou que o lilho se ex-
plicas.e, e presentindo 1 verdide levanlou as mos
o co com ora ilumnenlo de estupefacto excla-
mando com voz alroadora.
1 T Aca' de desmentir a palavra qne eu linha
dado ao bailio lea casamamento esla'desfeilo !...
O joven Barbejas absixoo n cabeca sem proferir
ttma palavra, e confessou assim o fado. Um suor
fro Ihe bauhav.i a froule, sen roslo mpalledecia :
elle eiperimenliva a agona de um homem qoi
agmrdi .1 exploso de urna mina, ou os ibalos d'om
terremoto, mas por um esforz di vootide conser-
vava om seinbl.mli resoluto.
Delfina aterrada eilava de parle firme'como urna
moralha, e Friociico, esculav tremendo porta en-
tre aberla.
Mr. de Barbejas ficou um instante imxovel si-
lencioso, depois comerou passear na sala com os
bracos crusados, e respirando ruidosameule como pa-
r exhalar o primeiro fogo de sua colera.
1. upar quasi Iranquilisado o observava : ternera
mail qua ludo, o primeiro choque, e paricia-
llie que vislo seu pai 11,1.1 o ler inmediatamente a-
maldic,oado, era de esperar que elle n.lu fusse mexo-
nvel.
O velho Barbejas passeou duranle um quarlo di
hora de um ngulo a outro da sala, depois parando
de repente dianle do filho Ihe desse-lhe com irona.
Comicou bem mis is|0 anda n3o he ludo,
resla-lhe agn propor-me outro casamento. Sem
ln\i la ja fez sea escolha '.'
Anda n3o, balbuciou (aspar perturbado ; o
negocio he grave e nao sei....
Eu o sei, iiilerrompeti Mr. de llirdejai com!
<\nn especie de gargilhada, be urna excellente espo- ',0 'a,, enorme.
os Gaubrrl sao anligos, nao o neg ; o ramo man ve-
lho su-icnlaii-se hourosamenle no l'iemoiile, onde
se eslabeleceo, e eoulrahio bellas allianeas ; porm
o ramo maij moco degenerou ; um Cai'lherme de
liauli.nl, que arruiuou-se no servieo da liga, collo-
coa labolela sobre a porla de leu castalio, e'fez-se la-
berneiro.
No anno de I62S ainda viva e ronlinuava a alo-
jar os viajantes. Dislo ninguem pode duvidar ; o
livro de razio o prova.
N"3o havia meio de porem dovda, lal aoloridade;
(aspar confundido ajuntoo as maos deixando esca-
par um sosp ro de amargura.
Ah vosi ignorava isso f conliooou Mr. de
Barbejas desapiedadaraente ; ainda nao he ludo : a
taberna de Ijauherl exislc ahila, lem-se Iransmitlido
de pais a tilhos como um feudo, e ha pouco tempo
cabio em m.iu di berdeir.i. Nao bi na verdade her-
deir.i dos (iauberl, quem administra a taberna, nao
he ella que da' a beber, qoe med a uveia, a qoe
marca com giz nal paredes a despeza dos almocre-
ves. l'oz em seu lugar um camponez, o qual Ihe da'
pouco mais ou menos cenlo e Irinla escudos por au-
no, e he lado o que ella po'sae ; mas anda qoe fos-
se lao rica quanlo a ranilla de daba', eu jamis con-
sentira em chama-la uiinba ora, (ratide Dejs !
seria bello ver ih-m estrella de ouro figurar sobre a
labolela de sua taberna ao lado do cordeiro verde dos
Gauberl.
Elle calou-se, como suffocado de indignarlo por
pensar em urna tal veigolilla, e contiituou a passeiar
ao longo da sala com os bnca cruzados.
Gaspar nunca linha lido o olrro de ratlo.s Sea
pai o guardava com oulras reliquias da familia, e
em qualquer oulra circumstaucia elle nao te 1 i 1 00-
sado abri-lo sem sua lalorisaclo; mas ueste momen-
to sua cabera eslava Iranslornadi : elle abri reso-
lulamenle o volume que liaba licado sobre a mesa,
e procurou o paragrapho que provava que o bras3o
de Gauberl linha recebido lal mancha. Ainda que
nenhuma duvida existisse am seu espirito, com tudo
quera ver com os proprios olhos a prova de um fac-
Madamesella d
anlou-se com o ro'lo paludo e o ar agita-
do. Em logar de desculpar-se sandnu silenciosa- bns de senda e tres ana Lbamenos
mente fiiendo ama inelioaclo de cabeca como pa-
ra pedir pe mi,sao de lomar umi caJeira e asseu-
(ou-si junto da mesa.
EsU' prompto, sanhort dase Mr. de Barbejas
conlendo-se ; o bailio nos espera ha urna hora.
auberl! qudro cenias li- Delfina acabara de Irazer
Quero Ihe dita sso, meu pai, exclamou Gas-
par caranda de indiguarSo ; nenhum fidalgu do li-
me de Gauberl leve jamis albergara nem taberna.
Eu nunca digo senAo aquillo de qoe Isnho lo-
da a ccrlezajreplicou com altivez Mr. de Barbejas ;
um can lieirinhn, que
na dav cerlamenle mais luz do qoe um pvrilampo.
Noiso imante vollou as folhas al o auno de 162S, e
leu a ola segointe :
oA 17de maio paguei a GuilhermedeGu iberl pelo
agaialho de urna uoite e por urna garrafa de viudo
linio 1 na bebi no chegar 8 sidos.
iiam para que emigrem, e qoe orador leve a uidi'-
cricao de aceitar, e pe t apolo que Ibes dea o res-
pectivo cnsul, qoe ate llies dirieio pruclamaroes,
nas quaes, be venia 'c, Ibes recommendava quiela-
(lo e irabalho, mas onde lambem Ibes promedia
que seriara allendidoi em loda as mas prelenr;ei.
Essa proclamarlo foi em virlude de recommenda-
{lvsua espalhadi pelos colonos, que licaram na
idea de que Ihesseriam perdoadas lodas as dividas,
e que liriam Ierras de grar;a, como se havia feilo
eom 01 de l'baluba. Quem se nao revoltaria a' vis-
la de semellianle engodo '!
Diz o relalorio que lendo a colonia apresentadn
o melhor aipeclo al os fias de 1855, dahi em dian-
le comeearam a apparacer siznaes di desconlenta-
menlo entre es rolnos. Masque signes foram
esses I O ora tor de nada leve couhecimenlo.
Porque fados se demonslruu esse desconlen-
lamento:' Al dezembro de 1856, ha o proprio
chefe da revolla que declara que nada havia Um
delegado oflicial que la' foi por occasiao da revolla
dem.-Pela ceia de meu criado e por urna medi-
da de aveia dada ao meu cavalln alm de sui rajlo
6 sidos.
Aballe desle memorndum Ircval via-se ainda:
o llouve hontem tiesta vi/mmica urna grande
tormenta de nev e de vento norte. Esle mo lem-
po alcanco-me junio ao p da montanha de Coosion
qualro leguas da Itoina, fui obrieido a recolher-
me a taberna de Gauberl. A borracha foi em aug-
mento il o pr-se o sol, depois o venlo romecoo
sul,llmente a soprir di rijo e rabio lana nev qoe
os passarosmorreram de fro peloi campos. Esla ma-
nilla Goilberme de Gaobert disse etn minhs presen-
ta, qoe durante tua vida, que excede boje a ltenla
anuos,nunca vria linio fri mire 1 Paschoa Penle-
cosle, e que iilo occasiooaria alm da perda dos fruc-
los molestias epidmicas.
Em oulra pagina, depois de orna serie de sconle-
cimentos : sula, minlia quarla Sitia), morreu da peste que desde
o mea de Janeiro tem ceifado sete pessom de nossa
familia. Varilicou se assim a predieAo de Goilherme
de Gauberl. 11
Gaspar fechou o litro de raiao, diste com ar
llUliiillla.il :
Na verdade, os lauberl teem degenerado !
Depois acrescentou tmidamente:
Isso diz respeilo aos filhos ; ai tildas mudim de
nnme quando casan).
A eslas palavras o velho Barbejas voltoa-se indig-
nado :
t "-----------------------e-,. .-..-.--..,., ...111 1 1 UCUI 1 I II J I Ul
etTeiloi desla, e llera disso mrao pelo principio dos
que pensara daquelle modo lodos os individuos esiao
habilitados a emitli-los, deve-se crerquso negocio
nao he muito liquido, e que o governo n3o pode dei-
xar de idoplar qualquer providencia senao para pro-
hibir, ao menos para crear a emi.s.lo de certas gi-
ranlias.
Alguem se tem lambrado de que o governo deve
mandar emillir vales pela IheTsnuraria provincial pa-
ra 01 vender a quem precisar de moeda para Iroeo.
Era tempo opportuno lefio os mesmos vales resgala
dos pela mesma Ihesouraria.
Consla-me at que neste sentido os negociantes
maii abastados e que gozam de mus crdito nesla
pra^a arabam de dirigir urna representarlo ao presi-
dente da provincia. N3) Ihe posso porem aflrmar
como exacto rsse laclo, nem 13o pouco poiso dizer-
Ihe como pensar o Sr. Silveira sobreest negocio.
Esla prieanaoioffre smenle este mal ; snffn ain-
da oulros do ir.esmo valor, 011 maior. Sabe Vmr. que
as notas do Banco dessa capital nao lem aqu gvm
forjado 011 legal; a praea esla poren. iiiiiuudada des-
ses notas, que pouco receben) sem um descont ei-
cessivo, em minios casos superior a 5 ". He Cacil de
cilrular-se o aarazo que iilo causa ao commercio,
cuja prosperi l.ide e desenvolvimento depende em
grande pane da rapidez, com que sao felai as las
Iransacc6es. Seria da mais alta conveniencia publi-
ca e particular, visla do exposlo, que ou se prucu-
nsse estabelerer aqu urna cnxa filial do Banco do
Brasil, ou se ntsiouraSM eslender o circulo das nolai
do Banco de l'eroambaco. A primeira molida seiia
sem duvida alguma a mais proveitosi, cu n. 1 me
caueare em demunstrar as razes do meu dito, aue
me p.i'ccem por demais evidentes.
Outro embaiaco com que lula o commercio desla
provincia, especialmente o do sertao, he 1 suspeits
e desconlanra qua veio crear a emi-i3o das olas
falsas, que se fez na arrllelo. Por loda a parle re-
cu- un-,e as notas de jUgOJO encarnadas, as de 209
brancas, e is de IO3OOO azues.
Esse namorico faz-lhe perder o juizo Depois
do que acabo de dizer voi anula persiste Nao
calcle as consequenrias de semdliaiile loucura '.'
Nao romprehende que figura faria depois de lal ca-
samento .' i.io >ti oceiit 1- libras de rend!... Bailo
Pois bem, veremos Belire-se, senhor, e nio
reappareca antes de ser chamado !
Gaipir levanloa-ie e qaiz fallar.
Venha, senhor, disie-lhe Delphina pegando-
Ihe da manga, venha para a soa cmara. Hondo le
divina por hoje bast.
Mr. de Barbejis ordenoa 1 Francisco que acen-
desse a lanlrrm e ciminhasse diante delle ; depois
desceu precipitadamente a escada, hlenlo com seus
laloei de msdeira sobre 01 degros j gisloa.
Francisco ibno 1 parla, e pergontoo respeitosa-
mente :
Aonde devo con huir vosia senlioril ?
A' easa do bailio de S m nanos, rcipondea o
velho. Caminha !
A noite estiva lombria e ra deserta. Francisco
ia adianto dando grandes pernadas, e com nm movi-
menlo qua lazia dansar sobn is piredes 1 luz di
laulerna. Dobrando o ngulo da ra, Mr. de Barbe-
jas sendo como de mauhli ama baforada de ar que
lae i\a-lhe ao roslo o perfume dui resedas lloridos.
EiiUo ergueu os olhos pira 1 varan lo, e repeli
ipressando o passo :
Poia bem, veremos !
III
Ni noite seguinle madamesella de aobeit velav
so em sua cmara junio da fogo. En o dia mais
melanclico do anuo, o dia de Finados ; os sinos
da'am o ultimo dubre
As bexigas lem feilo urna cresla bem solfrivel, e
ainda continuara ; gracia porem 1' lolicilude do Sr.
Clemenlino, lem-se lomado lodas as med las con-
venientes, e ne,te empejiho se acha o mu hbil mi-
dico Dr. Vilal, tonar de qoe ha falla de pus vacci-
nieo, uliicidlineiile fallando, porque o que ha naoln
bom.
A felividade di SenhSn das Mercs foi feili eom
1 divid pomp; a mi onde esla' o templo desn in-
voeaclo colirio se de seus alivios festivos, quero di-
zer, encheo-se dorante o dia das man bellas flore
que malisam o ameno jardim desla cidade. lloove
urna lucida orajao feila pelo Rvm. Dr. Liodolpho, e
por occasiAo do Te-Deam orou o pidn Penlo
Duarle : houve fogo de aditicio, baldes, poesas do
capadocin o Vieira n, qoe oa repblica mulccal lem
liiinil.i la i ollueiiria.
A nascente confraria das Mercs lim tbido des-
empeniiar corn-muil 1 dedicado A Saolissima Vir-
gem as suas obrigacOes, e promelle fuer ludo para
o augmento e raelhorimenlo di mi igreja. Droi
queira que nella nao ie inucuie o maldito espirito
de partida, qae nas cousas mais Iriviaei e ridiculis
melle o seu bedelho, pelo menos j houve lempo em
que as Testas eram feitas em duplcala, porque as
que eram influidas porconservadore01 liberis
ni) concurran) cun um leitil, e pelo contrario
gu'rreavam, e a exemploi de eleices iara proceder
oulra em i tando o sanio que si pretenda festejar. Felizmen-
te esse lempo ja IA val, e se bem que hoj ncon-
citiai; 1 1na paisa de urnaguiaoo salvo-condulo
para as rehabililaces, (odavii 01 rancores polticos
estao banido', grabas poltica pura-conservadora,
que duranle novunnos inanleve, conservou e zelou
intacta e invinlavel sania arca das nossas felizei
inslitoicei, sem perda de bros naciomes. sem a
venarlo do povo, sem alinal a elevarlo de pavilhao '
algum, que oulra legenda livetse que nao fosse con-
servado, ordem e liberdade Quero crer com o sea
imavel coneipondenle da corleLucio l.un.que
em relai.au a l'eru.imbuco, saja qual for o maliz po-
qual caba urna corlina branca bordada como loalhi
de altar ; utas cortinas emelhanles garneciam as
janeilas, e as cadeiras eram torradas de panno aiul-
c'aro matizado de amarello. Fora madamezella dt
Giubtrt quem bordara issi parte da mobilia e fiara
com as proprias mos o tapete de la que alcatifiva
a enllocado dianle de ama das janelln, e ma ron era
p 1 n 111 canhi lava cirrezida de linho. Ilianla di
chamin achi-se um geraiflaxorio, e por cima desle
um cruiifixo di marlim lotre fundo prelo. Em um
dos ngulos da cmara va -e urna prateleira qae
continln alguns volumis de encirnacli sombra, e
no ngulo nppoato os resedat Inrenlos eslivam oai-
e dia ao abrigo do vento.
Paulina de Gauberl linha cnl.l 1 vinti e doui in-
nos ; porem tuas fiic,oei trun 13o delicadas, su- ei-
latora laoesvella, sui tez t,1o para, qae sua belleza
linha ainda nm. carcter quasi infanlinu. Orphaa
denle o primeiro anno de sua vida, ella fon educa-
da pelas Ursulinas de Aviuhlo, e sahira do convenio
aos dezinov annoi pata vir murar cm Aii, em casa
le urna joven viuva, soa prenla. Esta chamava-se
madama de Roquevire. Era urna mulhcrsinha secn,
(rigueira, e um tanto fel. Bem qoe (oise da tnetma
idade de midaraezella de (auberl, lomav em serio
o sea titulo de viuva, e considerava-se como 1 pro-
tectora de sua bella prima. Ambas passavatu urna
vida mui retirada ; tmente eram vislat na igreja oo
atim o ultimo dubre em todas as iarejas, e esse,
signaet fnebres eram dominados pe a agudos as-j no pisieio longo da cdide, nos lagares pouco fie-
subios do vento, qoe soprava com furor desde o por quenti loa ptl.t sociedade elegante. Sua casi era das
do sol. Ma lameaclla de Gauberl, assenlada em urna < mais modestas ; nao linham mais do que urna cria-
poltrona, de m3oi postas, e ten to um livro de de- da, o apenas reciban) algumas mulhere e moca-.
vocalo aberto sobre osjoelhoi, oraea com alien.ati- devotas, as quaes davam ama colli.au daas uu tres
vas de le v.r e de distraerlo. Queria de Indo o sau 1 vee.ee 00 anno.
corac.loele\ar o pensameulo a Dcos, inasp.,rmo-| Gaspar vira pela primeira vez a inadamezelli de
he que soa miseria appareceria aos olhos de lodoi, e'menlo. ama prcieeapiclo mvencivel apoderava-ie- Gauberl na igreja, e historia de teua amores era
que vosse ver-se-hia rcdoztdo a andar com roupa llie do espirito. h.ntao (echava o livrogajevanlandn uinverdadeirurom.il
velha '. Ah '. ah nio Ihe restara mais do que tu- a cabera escolara mergulbnda cm omaWileza inex-
mar o nome de suai lerns, e chamar-se dahi em i primivel o vento que fazia tremer as vidracas, e os
dianle (aspar da Ruina | sinos que repeliam com igual iutervallo sua ola
Esto tircasmo imptessionou a Gaspar, o qual firoo (i 'tavel.
vermelho de confuslo, porem sua conslancia ni 1 foi
abalada ; pelo contrario, elle jurou interiormente
antes soffrer lodos os elTeilos da colera paleros do
que renunciar an seu amor. Debalde Mr. de Bathe-
jas ronlinunu su.n admoestac-'-es e lenlou vence-lo ;
Havia ao redor dessa moca com um perfume de
eleKa'icia e de ino lestis ; lu la o qoe a rodeava ina-
nifestava o gostn di ceiles delicadezas e os h iluto.
de urna v la au-lera. "sua cmara assemelliava se ao
me*mo tempo a urna celia e ao tallo de urna deisas
elle persisti em sua resoluto com respeilISsa fir- I damas elganles que linham poalo em moda 01 mo-
meza. Eolio o fiJalgo velho loraou a bengala, poz o veis de Boule e os bel'.oi eslofos da Persia. O le lo
chapeo sobre o brrele, e disse com ar Icrnvel : I eslava occullo em ami especie de alcoya, dianle da
romanee a ineda hespaiihola ; amu-
vim-ie desde um anno, e nio linham-se fallado le-
na 1 com os olhos ; suas entrevistas eram de longc .
ella apparecia um minuto .1 varan da, e elle tauda-
va-a sem parar do nutro lado da ra. Duai vezes
elle (uha-lhe dito algumas palavias furlivamente,
ao vollar da missa, e no dia de soa partida para a
Roine, pagando pela vige'ima vez debaixodaja-
nella, ella Ihe laucara um raminhu de resed que
Irazia occullo no lenco. E todava amavam-se,
tinhain jurado serem fiis um ao oulro at a morte.
(Continuar-seha.)


ILEGIVEL

*


aculada.
lilico Jo gabnele, elle sempre lar como presid.nlo
uin comen, hI.t. porque ao mea ver lie uoeituilo o
roedil ic.3o na esculln dos preiideniei couorme o
(pililo polilico-parlidario das provincial, que si
devem balear 01 aliccrcei do randa edificio da con-
ciliar, ,v>.
Viremos folha.
Voo fallar-llie ,it;ora (porque lera cerla relacilo
com polilica) no depoiilo de arligos bellico. A uSo
ser a pericia, zelo e adivinado do ieu encairegado,
o mejor Francisco do Kee,o Barroi talca... e belecimenlo ha moilo que estara enmelo, por fal-
lar-lhe ai couiai maii Iriviaes.
Ella' edilicado peesimanienle por Irat do quirlel.
Fallam-llie ai cooiai maii uecenariai.
Ai armas que es.isl.in ola,, do.concerla lis. Ai
peca de diversos calibre, urna* desinouliJis e ou-
Iras inulilisa!; -, a poni de nao se podarem salvar
nos diaa de feslim nncionaei.
" ulensia bellicos de lodos 01 (eneros sa acharo
arruinados, e todo islo, nuu charo, por que nao ha
qoem Irabalha nellei, nielo que un nico armeiro,
que ha niais de Irinla annoi alii servia, foi despedi-
ilo pelo guvernu geral.
Km umj sala, lem forro, esli os jolles, que
quan lo irabilharn Ijurirn f.ii-cjs para a saleta ron-
ligii.-i, onde esli a< maleriaa combusliveis, como
l'nH. n, ealilce, enxolie, velas millas, Ir., etc.,
etc. .' !
O i Herrerillo nflo lem quera I lie Tarja a escriplu-
racSo, elle proprio he o aniannen.e e ordenanra, e
apezar de lodos esles inconvenientes a esciipturcilo
dessa repartic.no esta' era dis, eeom o divido aaiuo.
INo iu:>e, pois, o pe,simo eslado desse deposito,
nao.i .rajfce quvn eilrja delle encarregado nao cura-
pre m seus deverss, mas porque he elle a t elle pa-
ra 1(1.lo,
O gotera* lem necessidade de melhorar esse esla-
bflecnneolo, pedir autoritario para nelle serem em-
prega los trabalbadorea, por qoanlo em caso de ur-
genci i nilo se enconlrarao no deposito vinle grana-
deiras em estado de prcslarem serviro ; a nao ser o
crediln do major Barros, quando se rrecliasse de om
par de algema para a conducho de presos do cenlro,
p.lo li..vera,porque conila-rae qoe nao ha no depo-
sito materia prima deste genero ; elle he qoem eum-
Sra o ferro sob a soa responsabilidad, manda-as
izer. e quando ha qaola he que val indemnisar o
ferreiro, e o raercador do ferro.
Ora bem v Vmc. que islo asiim nao he poisivel
que dure, visto que a Parahlba nao esta' em esi*do
11. miseravel qoe nao possa lar un bom deposito da
guerra.
Me urraslaodo, como se diz, fui ao Clob Recrea-
tivo, por dous motivos, sendo o primeiro para dar
urna prova da couiideracjlo que live para eoin o con
vite da digna directo, e o icgundo para ver.
Oavo ser em ludo imparcial. O C'ob no he lilo
familiar, e nem 13o apraiivel como o Kecreio. A sua
etiqueta e o seu lato nao deixain de incommodar.
Nao he I a o familiar, porque a seda domina em gran-
de escala e nem he Ido aprazivel, porqaa a casa nao
concurre para islo, com ludo o Club offtrece ao
convi lado bellos momentos de recreio.
Vi imij senhora que indo ao Kecreio com un sim-
ples vestido de casia, simples e de goslo, foi ao Clob
eom oin de velludo : o sallo foi eminentemente mor-
lal, o que denota que no Clob domina o luto, que
nao pudendo chegar a ludas, circumscreve-se a cerla
e delenninada roda, e Vmc. sahe que un dos en-
cantos mais seductores dus bailes esla' na variodnie
de phjsionomiai.
O servido do Clab he a ciado e profuso, e houve
(oslo, corlezania e houdade da parle dos eocarrega-
dos da noiie.
Quero crir que mais tarde essas deas as.sociac.ues
daro as maos e concilladas formulario regras aus-
teras qua banam de seus salcs as sedas e todos os
incentivos de iuveja e dissabnres....
Tendu dito quantum satis a espeiln das socie-
dadas.dos momentos dilosos.e a proposito devo-lhedi-
zer que a dua sociedades preparam-se para dar
seu baile olicial mi futuro 2 de dezembro, e a fal-
lar-lhe a venia le nao sei como islo se podera' con-
ciliar, parque a nica lumia de msica militar e se-
ini-chorislas que aqui ha he a do Pedro e he elle
iiueiu loca laulo no tterreio, como no Clob : s* a
santa conciliario naoWtervier temo-la Iravada aquod
Weui aveilal.
Por man j das foi prorogada a asiembla.
Principia oferv< I opuseleiloral, emuila genle
ero clicas por nao se llie deparar um circulo que
llie quadrr.
A opposicao, qoe no primeiro circulo est forle,
hade mandar aos bancos do apjigo convenio dos je-
sutas, seus seis plenipotenciarios ; nao se sabe qoem
sejam tiles ; be Dea) provavel, que h'ja Irans n; ;
dizem mes no que algoem de Mamanguipe a dse,,
queja agurao Dr. Felisardo a nao quer ; o
mmio bk nutunued iti.; mu m r& otowo db um
lmenle lisongeiro o aliado, ordena do poder com-
peiente ja requiiladas'1, para calarse a ineimo edi-
hcio.
O vapor u Vctor Emaouel viciado Itio de
Janeiru, Irouic a seu burdu s segundea pass.geirns:
Dr. Aiilonio Joaquim de Fieueidro Reabra <> um
Se nao conh.cera ,er um sacrificio qoe faz o Dr. escavo. Dr. l-rancisco Cario. Branda eum escravo,
lucha lana conminar na pol.cia dcsle lermo, pe-1 Jos Antonio Uilancoorl, I rancisro Jos 'era ra
ir.aaotim.sr. vice-pre.idente da provincia, que I engenheiro llenrique Augusto Mi I el, Th, me' de
iderm.s. a sua nelirao, marc.n,lo.||,. ma .e.nu- Souza e Silva, Eim. ba.ao da boa-Vi- a ci"I f-
eracao ou gralihcacao, como ba feilo para com ou- milla. B
Hucln Karia conli
d
indefi
ne
Iros, como seja o que eterce a de l'ianr.
Nao queimu incens ao Dr. Rucha Faria, smanle
faridira Cesar o que juslamenle he de Cesar.
lia quem tambem diga, qoe a pmnoloria publica
desla comarca lem da brevemeni. vagar, sendo re-
movido o |)r. Anlonio Manoel deMedeiros Kurlado,
qu. actualmente a occqpa, para a segunda comarca.
!.*S","1 ,er" *,,e luar d pastar por mais
um diiiabor, visto que o Dr. Medeiros Kurlado pos-
sue qualidades lat, qoe modo o recommandam,
qualqner que saja o cargo por elle esercido.
lor quem ser. subsliluido o Dr. MeJeims
lado ?
Fur-
Seguem para o> porlog da Europa, inclaaive os
desla provincia Arcelino Jos' de Almeida Pei-
nimliuco. Angelo Lacorte, Inseph Emedialo, Nicola
Sabino. Millo Genaro, Anlonio Biaggio foni, Ita-
phael Husso, Anlonio Jos' Peraira, Sjoliago Lopes,
l'raiiciseo Jon' d. Silva.
O vapor nacional uParauia, vindo do Para e
portus intarinedioi, Iroute a seu bordu os seguiutes
passageiros :
Luiz Kerreira Nobre Pelinca e I escravn, Acosli-
nho, escravo, remedido pur Juao Cancio Peraira,
l.l.Hi. ino do Reg arros e I escravo, Aaoslioho de
.Carvalho, Alverl Kranck, Dr. Joaquim'do Nascimen-
1.01.1,0 no Etro. vica prndenla que a escolha sari lo Co.l.Cunha l.ima a I escr.vo, Manoel de Arrala
I Medeiros, I). AOelaidu l.arumbe y (tria. Em. pre- 'dem :t.K.
um quarlo no fundo, arrendado por
iUS.~, paca de declina......
dem in.Domingos Jos Kerreira, urna
casa terrea, arrendada por 11>, paga do
dcima...........
dem i2n.Iriiiaiidade de S. Pedro, urna
casa terrea, arrendada por Mty, paga
de decima...........
dem 2.A ine-ma, ama casa le,rea, ar-
rendada por I 5, paga de decima ,
dem 21.A me-nia, u.ni casa larrea, ar-
rendada por Uin, paga de dcima .
dem 26.a ni. -i.ia, urna casa lerrta, ar-
renda.la por 1-203, paga de dcima. .
dem 28.A musiua, urna caa terrea, ar-
rendada por 1 i 1-3, paga de decima .
dem 30.A meima, urna casa terrea, ar-
rendada por 1H9, paga de decima .
dem I.An 1 un 1 1 KraocUco Pereira, um
obrado da um andar e urna loja, com uin
quarto no Tundo, arrenJado por lii;,
paga de dcima.
360JS p;,c,i de dcima.
!LA"?lm" K,,ll''Pue. removido de meio balalhao i Magalhaes Taques e :i criado?, Dr. Kranclsco Blplla-
,:....?r;yin.t,a. Par".a mpaiihia Oa da do Rio la da Cunha Madureira, Dr. Joflo Eleulerio liuima-
tirande do Noile, pelo que privado do commando
do ileslaramenlo aqui eslacionado ( e este lugar de
um olicial, que rune qualidadea primorosas) fra
mandado continuar no commando pelu Ettn. vict-
presideule, eiizindo esle do goveruo geral, qoe fu.se
revogada a remocao.
Se eiacla ha, como supponho, a nolicia, congra-
lulu-uie ji-oni o |Eim. vico presidente, pois na
veritnde foi um passo acerladissimo, que deu.
''Jora mrcala a pucha, em que devem ser es-
colbidos os representantes do coneresso provincial.
Nao poueos iDo oa caudidalos que anparecein por
eile cireolo.
negocio bade ser pelo fio da aspada.
O Etra. Beaurepaire pode fazer a eile respeilo al-
guma causa, querenlo.
Vou com luir por incommodado, ie ver melhoras,
aerei breve.
P01IBAL.
25 de selembro.
Sorvendn una boa a saborosa pilada do fu depo-
sitado em mea l.ibaqueiro, e dapuis com o mcu ra-
jado lenjo dando limpeza ai miuliai venlaa, refres-
cada, pnrlanlo, as 1.....lia inlelligenria, passarei a
ceordenar a obra, consequencia do cumpromuso a
que me submelll mal e imlevidamenle.
Na verdade, man chato amigo, quando sorvo em
certas occasiOef urna pilada do p do meu taba-
quero pona de carneiro), li:o ta-i aati>feilo de
nnuln vida, embora seja una das miis ingratas des-
te pelaso demi-erias, e a minha inlelligencia lano
se des.nvolve, nao obstante a mesqoinhez da nalu-
reza a respailo, que cousideo-me o racional mais
vcnluroso do globo lerreslre, lano mais por que o
Ii'ongeiro estado a qu. so raduz a minha iutelligea-
cia he de tal sorlc, que inveja, nao lenlio de um
Caldo, de um Cicero, de um Demoalhenas.ale., etc.,
porm quanij illu-flo ao depositar no meu rajadu
lenco o producto do p sorvido. e-lridenlementa ea-
1nunc.11, lu :sirnl Iranseal glnrl mundi.
Se a memuria me nao falla, Irinla vozei lem o
miEDo A poln feilo o seu carro rolar sobre nosias
rebajas, da ultima missiva a esta.
Devo antes que lodo diier a Vme., que a reuniao
no jury nin la passou por mais urna transferencia,
motivada esla pelo nejo em que se achava o Dr.
Aurelio de ('.osla Villar, juiz de direilo interino da
romaica pelu passamcnle de um leu irin.lo o Dr.
Alipio da Cusa Villar, promotor poblico da comarca
do Ico, no Ceara.
Dizem 01 piiieu.lid.il na materia da direilo, (qna
> razcm lortu qaando qnerem que o molivo da
lian-ferancia nao fra justo, pois que aquelle Dr.
davi.i passar o etercicio do'seu cargo ao immediam,
ni iiinruto pur compaitao a bumanidade, alenlos os
lucommodos a que esl.lo sujeilos os joiies de fado,
escrivao e meirinhos.
Afrma-me o l.ino, (porleiro hoja da lllma. c-
mara em sub-liluic.au ao Lucas, que por caprirhus
fura privado de lo honroso cargo), que desla feila
ojurj Irabalha nesla villa, vislo que 00 primeiro
do vinduuro mez risca aqui o Dr. Aurelio da Cos.
> illar no ieu bucephalo, poca apretada para a res-
pectiva reunido.
Ja que Ir a lo em jar>, occorre-me fazer urna ob-
servacao, lelalivanenie ao tpico do relalorio do
Etm. vice-presidentc da provincia, na nherlura do
c.i.gresso provincial que data desla melindro ma-
teria.
Houve equivoco da parla do Esm. Sr. vice-presi-
denle, quando disie que o jurv n corrale anuo ja
havia trabalhadoem alauma das tres turmas, que
rumiara esla comarca (Pombal, Palos Catle),
"orquiiilo, apenas a respailo seha dado convocaces
transferencias, e se no etpendido consiste o Ira-
iMlho.eslou eslado, porm eslou ceilo qua roi un,
mero equivoco a proposi^j proferida polo Etm.
Sr. vice-preiidenle.
Tratando do relalorio do Etm. Sr. vira presiden-
te, dir, a Vmc. que o achei, no mea fraco enlen
der, urna obra bem elaborada, e que, na verdade,
racommeiida quclle a quem perlenca a palerui-
dade. '
Coulinuara' oa nao na presidencia o Etm. Sr
Costa Pinto"?
le piTiiiiii que fajo, e qae era resposla tinho :
Dicant Paduani.
Dando a minha opini.li a respeilo, embora sej.
alrevimenlo meu, Etm. Sr Cosa Pinto nao pode
i'.'iil miar o.1 ,1.iinini.ir.il.,1 1 desla provincia, cni fa-
ce di estado de irriur^ao ciii que elle deitou a urna
boa parle dula, e leuuudo u inaneira pela qual o
eBilti. Sr. Carneiru da Cunha ha dirigido o leihe da
nao,
li liiu-me Vmc. a respeilo do que passo a inler-
rofa-w.
Sara permillido em qualqner ri lude ou villa, que
n subdelegado resida Tora, em ili-l.mrin de 2, 3, i
mais leguas, e que em cssose piraba era etercicio o mais iiili.rcnle ao
rurgo .
l'udera' o escrivao da snbdolegacia e do iuizo de
paz de orna cidade cu villa, fazer sua residencia e
ler o sen c.irloria cu, distancia de 1, 2 e mais li-
ttao se admire Vmc. drstas minhas pergonlas, e
mano menus as julgue asn.ileas, poiquantu, quem
I""' I0**" I"" saher, em virtude do que se vai dan-
do n-'la villa, relativamente a sulldelegaci. e seu
csciivilo, senaoque este lumbemo he rio ioiio de
paz.
Conila-me que o Sr. Dr. Rocha Karia, aclual de-
lega lo desle lermo, ji etgira do Sr. Dr. chafe do
pulira reforma du quadru policial.
Nao sei se he venale o que acaba de mes,
Iransinittido, sendo que me eoiivein.M que o laja, al-
ienta .,.- ra/.. re rula.
compleme, pedia lo a eioueracau do carga que lio
h nirusaiiienle orcupa ueste lorrio, c que dera cumu
movel du seu pedido u fr.nr pouca sau.le, e a priua-
..n '"issrusii,lere:esdoadvogacia.
U motivo he j nio | ,,uvi(|a al^uati;!, posen,
" ,;,c"'' ""I"*" diMii-ullad.se.iiser .ulislilu.do,
pul- -r. Dr lt..r!,,, tntt cx,r,.n,lu Mt.u
1 He lermo pelo decurso de nove me/es, ha smenle
-'apealo as lyuptlbiai e allei.-fl.. d.sle nov
uii.pnmluao niesin. lempo o, deve.ei inherenle,
Z i^Tla^ll^ dewf>>* BMlla aclivi.Mde, zelo
' olelligeoela, e lemlo ldo um du- seus liari
W. "r.e.d.l. ttatatlll. oumesUd" "
vuii.ei.u, vi qi|r, e,,ar admmliiracao da
polica, achara ,1a do manera
.1 qualqner enlrar mi edificio,
n infrlizes presas, da
pelas leis pariDillidaa.
Dizem me que I, jo pdese penalrtr 110 ed.licio
dacade.a, nalando-s. ule,, a.seio, clas liaco
de preos, ele, ele, fallaulo, para qj ieJU compe-
Se eu fra elaitor, dando eslo circulo seis licurgos,
liria recahir o mea suflragio nos individoos se-
grales :
Vigario Barnardinn Jos da Rocha Kormiga.
Dr. Ohnlho Jos Meira.
Dr. Jos Leodegano Rocha Karia.
Dr.Jo.1o l.eil, Kerreira. '
Major Galdiuo Kirraira de Soaza Kormiga.
Dr. Jos Paulino de Kigoeiredo.
Supplenles.
Dr. Izdro l.eile Kerreira He Sota.
Or. Anlonio .Manoel de Medeiros Kurlado.
Professor Kranclsco Jos da Roch. Kormiga.
O fseal da lllma. Cmara como que vai moroso no
desempacho aoi davere de no cargo. Alerla, Sr.
fiscal, nada de morosidades, condescendencias,allen-
toes, ele, ele, nao se esquec.ndo do seu viiinho,
que em arligo medidaa e pesos, diz o Kirmino, he
aonsciencioso, entende-me '.'
A aalubridada publica eaiegranca Individual v3o
sem ncvilade.
Na1 fazenda denominada Uaaary, em distancia des-
la villa urnas qualro leguas, propriedade de Alezao-
dra Xavier de Atevedo, um escravo desle, traba-
jando em nina rora, e tendo a seu lado ama arma
de foao, encostada em um pede mandioca, lao iodo
mao delia* fra victima do que se achava depos'ilado
no respectivotano, pois que, disparando-se a arma,
sete caroeos de chumbo craveram-se no baito ventre
dando-aa a mora dentro de \inte e qualro horas. '
Comla-me que chegando o cadver na matriz
desla villa, alim de ser sepultado, o delegado man-
dara que fleaaat Iniepulto, le que procedesse au es
perlivo corpu de delicio ou saine cadavrico, como
queiram chamar, o que na verdade leve logar, e do
qoe ja fui -ciencia ao poder compclenle.
lendo-mecnlreguca l.iiura dos Irahalhos parla-
mentares, 11,10 po-so-deitar de dizer a Vmc, que a
reforma ele,toral, ou circular, troote ao paiz, alem
da oulros beneficios, um que por cerlo he dignu de
loda conslderacao, versando el>e no spparecimenlo
de mudas capacidades que em face das falcalruas do
governu, eslivam rumo que engarrafadas.
Entre os luminosos e eruditos discursos por miro
Helos, com um dcpsrei, que na verJade mereceu-me
lorjo o aprsjco e consideran devendo cu suppor
que Vmc. 00tro tanto dir, que foi o preferido pelo
digmisimo Pinto Lima, por occasiao do orramento
na parle ral, ti va ao ministerio da jnsl ra.
Foi caplnradu pelo delegado om escravo de Caela-
no ledro, reiilenle nesie lermo, anbra quera reca-
hem sospeilai de haver assassinalo a Aqutlio Salvro
de SoOza, progenitor da qoem o possoe nei fei"rus
da escravidae.
Nada digo a respeilo, porque ignoro os promeno-
res de um tal eaaeeiaato, senjo cerlo que revolla a
conservac.10 do escravo, le pela afliimaliva fr o que
se propala. H
Dizem-me, que apparecera no congresso provin-
cial uro projecto, elevando isla vila a cidade. Se
assirn he, nao lia innior etlravagancia, ou alia- dte-
lo) da parle da slgoem ao progresso do lugar, ia nue
com o Ululo de villa mo ha elle augmenlado de.
O lugar anda n.lo lem propnreoes para urna boa
villa, quanlo rnai, para orna cidade. Empregacn..
ae oulroi mema, se he qae desejos ha para o flunsri-
mentu e impulso do lu..ar, que na verdade li di--
no de mellior sorle, pois baila a soa p'ania, para co.
amm se o digi. H
lecho prsenles carias da capital, em nue se me
diz que o leante 1 oronel Joao Dantas d Oliveir
depulado aa'icmbla provincial pela priracira vez'
lem sido inulto bem hospedado e obsequiado, leud
alie alargado a cadeia desnas relar-s.
Era de esperar, que juslamenle'se dssso para com
o lenle eerooel Joao Dantas de Olveira, ao che-
iar na capilal, o que se me communira, porqnanio
a sua educarao, as sui's maneiras doceis e polidas e
o seu lino ralo s.1, laes, qoe o liirnam recommen-
davel, qualquer que seja a posicSo, em que elle se
veja colloeado. Assim pois, nao me allerei com se-
melliaut- nolicia.
Dirige-se 1 cssa capilal, ou cidade, o msjnr An-
ulo Rodrigues de Souz., ancian venerando, i Iralar
de sua san le arromada. Os cos permiilam que el-
le consiga lenitivo aos seas solTrimenlos, eqae quan-
lo anles regresse aos seus penales, fazendo feliz
viagem.
Bssla por agora.
Tradnia Vmc. da mnneira, pela qual lile convier
os legoiules veisinhos do poeta poitugucz, conhecido
por insigne :
Paraservir-vos, braco ai armas feilo ;
Para canlar-vos, mente as musas dado.
O Pombalen.se.
PJ.GIN& VLSA.
JSdDM tBEsfc S
J$$aisiitalo.tQ dia lo do mez protimo paatado
tof assassinado com um tilo dado do erub iscada, o
infeliz J)aqnim Al ves Lima, morador na povoa-
C.io do Grvala [no llunilu; evadindo-se o assai-
sino.
Qenttre.So dislriclo do Verde (do mesmo
lu-ar) fui victima de um tiro que casualmente se
di.parou de urna eapmgarda qne oairo Iraiis, um
ludividuo, andando a cac,a com elle.. Ja nao be a
primera vez que desastres desla ordem se (era da-
do, arada mesmo a pesaoas muilo cautelosas, mas
nao obstante ellcs se reproduzem, ese reproduzirSo
sempre em quantu alguns pas consenlirem que seus
filhos peguem em espingarda para pas-arinharcm,
donde resulla, que em vez de passaru, 11 cace en-
te, como acaba de succeder, e mulai ezes lem suc-
cedido.
fogamtnlo.Ioformanm-nos que um dos (lias
da semana pa.sada, urna parda, leudo sabido da
cidade, e au ebegar na Torre fura com urna sua
companheira bant ar-se, o deviandu se om pooro
1 lena,, calnra em um perao e se af. "ara, seudo sban-
(.oiiadapo, sua ero, anh.ira qae, nm se quer ao
menos invocoo soccorro em favor daquella iuf.liz.
Bem ce.lo ja sa curare, a eiperimenlar secnas desl
ordem cun e-ses recreio. Dos quena qe oulras
viclimai nao teiihamos de lameolar com o iiassa-
mento de feila.
./ necessidade de urna prava em i/ue se venda
rlnhrt ,,a /loa-1 isla.uilu se maulo a 11,'a-
\ i-la di falla de ama prara em que se venda faii
riba vislo como r, lugar que para esse fi, es-
la destnalo, nao so nao liesiifficienlr. como mei-
mo nao ullereee as precisas acoiiimudcrs e earan-
lias ; p.rquanto, sendu o espaco muilo acanhado
nao pode comportar malor num,ro de cargas de fa
rinha. Na ribeira de S. Jcia etisle urna %
.rara, que da' bstanle eipacn, nao 10 para
.Ulos venderem a .aa farinha, como par!, o p0,0 ,
a va. comprar, e ainda man que ollerrc. ,,.,!
aanaa garanliaa para a que na,, for vendida or
que all fica fechada ; enlrel.ulo na da |i,.V 7,
alem de nao ficar fechada, quando chove lica etposJ
la a nr inulbiida. em consequencia da falla do ne-
cessano abrig... l'ar que pois ae pussa eoBMnii .t
na, boro, au menos um foflrivel mercado, lembla-
eraos a illuslrissiina cmara, para que, loman,!,,
mu parle dos arcos que lica no interior da riheira
e fizendu despejar us moradores dos quarlo, nue
all tullera, e que mu pouca ou neuliuina uiilid.de
dao, sejnin 01 ni,sinos quarlus demulidui pua asim
dar na., etpaejo, e levantarlas .a nece.-orias paredci
para se peder ler fechada a prac,a.
-tnfracretmHnicipacs.-ii ,a conlinuando o
abuso1 daT medid-s ota labtraai por c.plnhos, com
iniinif.sia mfracto das posluias manicipaes u prc-
juuo du povo ; pejoque se fat misler que us lis-
caes Dio perrara de vista lemelhanle abuso, fa-
toudo condemn.ir a lodos que usaren desla
esper-
Hconomi'i.-
atil
qoe Impoaibililava
o privados so viam
garanlias e cuininodidades
Era al.-iim lempo faz'a-so nos a-
cougues hp. n, croo, que he c.rlar as p.lle, d-
rar algor. an2ue coagulado, ele, e no qi e em ,
liavia alguina cuusa de prejuizo ao marchame, mas
hojt, dizem ai un.. Imguas queja i 04, ',,,.,;
prucessi. nos acougues, con, e.peci.lidade ota da
lloa-\ isla, que he para se economisar, emhora l-
crelo mis se p judiquem aulrus.
Destruido dat plantas alheias.Diversas ala
as recliin.ices que I,mus lldt de algaus niorado.ei
do RoaaruiDo, ronlra o cosluine de cerlos vi/inho,
10 iiKsiuu.lii.nr criarem .minus sollos cora prejui-
zo daqurllrs que ruin Irabalhu planlam o nula pn-
il.in lollier^eiii cuiittquencia da deslrui.au que la-
/eiu .- mesoM.1 aiiini.ies. Coatoi porlaolo que es-
se vizmhos o qin 111 se ..ilude essas raclamaesjea po-
1.I1.1111 lerinu a semelhaiile abuso.que vai de eneonlro
ios iaUret'Cj tilieiei, sa he qoe Dio quereiu peider
os seus animis.
'.) vapor uParaiia cliegado dos porloi do norle
Iroote ateo burilo o Em. Sr. Benvenulu Augnato"
de .Magalhae, laques, que vem assunnr pre.idiu-
Sfau AJUSl'1?'- ii;Eie- l0,"a "S'e f"na,'l"1i'
11 da crrente de oaza hora, ao niel., di*, detuda
prUr jora-tolo oa cmara municipa.'d.s'a "i-
raes, Silvmp Gullherme de Barros e 1 escravo,
D. Luna Larumhe, Clemente Scovnu, Joaquim Lo-
pe Kerreira, Luiz Joaquim de Olveira, Bernardino
Jos Pereira Pacheco, Manoel Marques de Olivelra,
Manoel M. dos Sanios Romano, Poifiro Anlonio do
Aniaral, Krancitru Jos Gomes, Manuel Ildefonso
Eii.areneianu, Joaquim Jos de Arauju, Joaquim Mo-
rara Marlras, 12 e-cravos a entregar, Joaquim Rap-
lo Soares da Cmara, Manuel Arroda de Medeiros,
Jerunymo Jos lavares, Joao l/iinn.;, da Cruz, Dr.
OlinloJns Meira, Antonio Jos Simes, Jacinlho
Jos de Medeiros Correia, Jos yoirino de Ces,
l-rancisco Ricardo Cavalcanli de Alhuquerqoe a 1
eicravo, Joaquim, C. Barbosa, J. A. Pinlu dos
Sanios.
HotpiXal de caridade.Etitliam no dia II do
crrenle 2 homtns e 23 mulheres Iralados pela ca-
ridade, M homans e 1 j mulheres que pagam a ca-
sa, e 8 praras do corpo da polica.Tolal 88 doen-
tes.
At amanhaa.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAU EXTRAORDINARIA DE 30 DE SE1E.M-
BHO DE iai7.
Presidencia do Sr. Franca.
I resentei o, Sri. Barroca, B.rala, liego e Ua-
ZVJL''"''-", *c>s* ; c fui lida e approvada a
acia da antecedente.
Foi lido o seguate
, EXPEDIENTE.
Lm oflicio do Etm. vire-presi lente da provincia,
approvando as arremalarci .las rendas municipaes
Teilas no dia l"> do crranle.Que te commnnieasse
aoconiadore procurador, e se lavra-se os lermoi
respecdvos.
Oolro do vereador Mello, tommonicando qua por
ineommo.lado nao podia comparecer aieisao de hoie.
Intuala.
Oolro du fiscal do'Recife, inrormando ser preciso
ouvir-ee ao engenheiro corleador sobre a prelenrao
de Joao Donnelev.que requereu lkeii;n para leva'n-
lar um lelheiro no seu terreno na ra dos (iiiara-
rap"s.Oiip se ouvisse.
Oulru do luesuu, na., se oppondo a que Malinas
l.opes da Coila Maia, conslrua provisoriamente urna
pequea puule nos fundos da casa numero 12 da
ra du lluim, onde lem armazem, para eom facili-
uade se carregarem as alvarengai.Resolveu-se que
se clliciasse ao capitao do porlo sobre s.r uo nao
concessirel por aquella reparljao ;i licenra requeri-
da pelo peticionarlo.
Outro do mesmo, dizeudo que nada occorrau dig-
no de roencao em sua freguezia na semana ullima.
Ao archivo.
Oolro do fiscal de Sanio Anlouio, dando parle do
servico reno ,, ,oa rreiruezia na semana ullima.
Ao archivo.
Oolro do mesmo, acerca da declaracilo que fez
oaapar Adolpho Bourseois de ler vendido seus car-
ros de uso publico, lirandu smenle com us de nu-
meres 2i. 26 e 27.-Despachou-se que u requeren-
e ''"O a deca.acao na contadura.
Oolro do mesmo, informando scerca da pelicla
de I homo Rodrigues da Cunha, que requereu hcc'n-
ca para aderar e ilargar a parle di muro que da'
enlrsda para um sen terreno na ra da llorenlina,
alim d ah goafrdar os seus omnibaa.Cmiredeu-se.
Oulru do hsc-l de S. Jos, dizeudo que nada oc-
co.reu na soa freguezia.-Ao arehivn
uulro do contador, remetiendo a relar.ao das le-
das que se venearan hoje, alim de seren liradas do
orre.Qoe se iirasse.
Outros (.1) do mesmo, inorminilo qne load Pe-
reira dos Sanios Alvarenga, Maraelioo Gomes Cor-
a e jo, Loaren,;., da Cruz, eslavam no caso de
cer.cL.efd.'JI ,,,M SB "'e, "eMan lou-se pas-
lol,'.U1n.rJ0 fi.".Ca,.,!1 lloa-Vi-ia. d'z.n.lo qne Jo.lo
Z, ^. ""'" -Mora" '"")c r"er os l>''"
que Hala em tua pel.i.ao no seu predio numero (!>
la la do Cuiovello, para tagoranca do mesmo. lem-
brando porem que o referido predio esla' dotiundo
na planta di cidade para ser demolido por udlidade
puhlica.Li.nceileu-..c a licerfc;a para us pilares.
Dulro do fiscal doiAfugado-, n.lo se ..ira.irdi a
que heralim IVil. pe,eira melhora a andga Tilla
que existe uo seu sido a estra !* do Bomgi para a
Mirada geral.Concedea-se.
0 enfi.iil.eiru cordeador apresenlou as plaas em
limpo do bairr do Recife, o da parla da fregurza
1? .>. Jo-r, com as alleraces ja approvada pela
amar., e resolveu esla que fSsem a comtalstaa de
e 1 liedlo! p3ra reconsi lera-las, diier o que arhar
conveii.eiile.M.ndou-se que o procurador reque-
resse rerlida da Oscrlplora de venda de parlo du
terrena do raaladouro, feita por Manoel Keniandes
. .1 i11,1 a Ihesouraria de razcuda, alim de avMa
I ral" ",olver 9e ac<:tca d PtUsJiO de Jos Augusto
Kui a commissao da adiliearjori requeiimenlo de
-uanel Antonio Goncalvcs, com a plaa que epre-
senlou, co.ileudo a elleraco que prelenle elle se
laca no alinhamenlo da ra da Conceiclu, e o da
irmanilaile da Notaa Senhora das Krunleir.is da im-
perial capella da Instancia.
Despacharain-so as pelicoes do coronel Agoslinho
"azerra Cavalcanli, Anatlelo Anlonio Kerreira,David
>v m.. Uowiiiam.Fraiiciiro de A.is Brilo.Gapar Ado-
pho Boorgeoi., Jao Jos de Carvalho Moraes. I,.,, ,-
cenco Altea da Silveira, Joao C.nlcso de lleisoila,
Jiisepha Man, d. Almeida, Jos Penira dos S.n-
lua Alvarenga, J,.ao D .i.nelev.Jus l.ourenco da Crol
Jos l-el.c.ano Perlella, Miguel Jos Barbosa Guw-
maraes Marcelino Gomes Currea, Mano. I Pereira
i.ai.ias Margar da da Cmara Rodrigar., Mainel de
30UM lavares, Roma,, uo Reg Barros, Thomaz de
Carvalho Soares Brandilo, D. Tbcreza de Jess Mo-
leira, e levanlou-se a tesa.
K.. s'iu"' l"'erreira Accioli.serrelario a escrevi.
m.i. ll!,q',e' r"*''"-'- rala de Al-
meida, Mello, Puno, Uameire.
RSPABTICAO A POLICA.
Occiirrenoias do dia 10 de nutuliro.
foram presos : a ordem do Dr. juiz de di-
reilo especial do commercio Jos Antonio
Barboza, ate segn ia ordem
1 ola subdclegaci.1 da freguezia de Santo
Amonio opreto escravo Victorino, para a-
ver.Buac.ies policiaes por crime de furto.
lela suh.lelegacia da tregnezii de San-
Joseos par,is Amaro Jos dos San(o ,,-ran.
rrv,,d,arn(.,r? rta silva e Mano'' ftrnln Je
.anal..., todos sem declaraco do motivo
h pelasnbdelegacia da freguezia dos Mu-
gados o par,l.i Anlonio Joaquim, e o pelo
MMimiaou Marques da S.lva, ambos por des-
obedicnciu: '
CONSULADO PROVINCIAL.
Lugamente da decima, da freguezia de
Santo Antonio, feito ]>elo lanrador do
consulado provincial Francisco Carnei-
ro Machado Kio Jnior, publicado pela
impreusa-deconfoimidadecom a por-
tara do Sr. administrador da mesa do
consulado provincial de 11 dearjoslodo
crtente anuo.
( OntinoarAo.)
I8'>7 a 1856.
.. Travesa de S. Pedro.
.>uraeru 1.E|,oslos, um mbiado de >
audares e urna luja....... -
Idini l.enharina de Sem, um sobrado
de a andar*, o ama luja, airtudalo or
OfiOJ, papa d? dcima. ...
dem (i.Manoel Antonio da Silva' Rio.'
urna casa lerrea, arrendada pur 1328
paga de declina.....
dem 8.MaooelJctrS da Molla, 'una casi
lerrea, arien.loda por II8.3, pasa de- d-
cima........
dem 10.Maria Rosa d'Assu'mpcao, un
labrado de dous andares e 01111 luja, ar-
rendado pur IlliOa, paSa de derima .
dem 1.Manoel Buarque de
una esa lenta, arrendada
paga de dcima......
Curso de S. I'edro.
.Numero 2.Anna Mana Iranci-ca
Paaia, um sobrado eom tollo e nina
ja, avaliado por 5005, Plg de
cima ....
nis.iida.lu p..r
(de
U acedo,
pr 1119,
JOsSOO
ii-r^so
i.'.JIJO
:;-Jl(Hi
129960
de
lo-
de-
I lem ...
D miiius Jote d,i Costa, um so-
tr.idu de 0111 andar c urna luja, arrenda-
do por 8009, l"S. da de.-iro ....
,'" ""P,dM rVancisco J.iaquim das
Uiogaa. mu sobado de 2aodare< e iu-
la.i, c orna loja, arrendado pur 8108 tia-
a de decima.....
dem 8.Viuva de Anlonio Fraocieo'doi
auloi Brg, urna casa lerrea, arrenda-
da por 1559600, paga de dcima .
dem 10.Joaquim Jo.-c d'Oliv-ira, oni
lubioJo de -2 andare e urna luja, airen-
dado por 508, paga de dcima .
dem 12.Paulo Joa Comes, orna casa
larrea, arrendada |ior 1309, paga de d-
cima ...........
dem II.Ordem Tercena do Carino, unta
cisa lerrea, arrendada pur I i i?, pana da
tima.........
I Jim lli.Jtilo Clirvtutlomo l'aclirco Sua-
ubradu de om andar t luja a
159000
270000
-JfiO
li-'l'ill
i5720
lOHIKI
iJt'JM
em 5.Viuva e lienleiroi de Jus de
Oliven, urna cata lerrea com sotSu, ar-
rendla por 2Hj, paga de decima .
dem 7.I rbinu Chrispiniano Mamede da
Almeida e oulros, urra casa lerrea, ar-
rendada por 1 i i.; paga de decima. .
dem U.Antonia Mana da l'enl,a o Mo-
mea Uuiirjalvra Frjpea, om sobrado da
um andar e nina loja, arrendado por
'1206, pasa de dcima.......
dem II.Manoel Joaquim Partir, urna
casa terrea, arrendada por lito, pasa de
decima...........
dem 13.Jo.lo Pedro ,1a Roehj Pereira',
urna casa terrea, arrendada por lili,
paga de decima.........
dem 15.Rodolpho J0S0 Barata da Al-
meida, urna ca-a leirea, arrauJada por
1668, paga de decima.......
dem 17.Ordem Terceira de S. Francis-
co, urna casa lerrea, arrendada por I8#,
paga da decima.........
dem 19.Ra Joaquina de Moura, orna
casa lerrea, arrendada por 725, paga do
decima...........
Ra da Viracho.
Numero 1.Joilo Moreira Marques, orna
caa lerrea, arrendada por 1.125. paga da
decima............
dem :l.Manoel da Cunha Guimarci
Ktrrei.a, una casa lerrea, arrendada por
120?, paga de dcima......
dem 5.Inr.jindade das Almai do Recif,
urna ca. lerrea, airendada por llij. P-
1 de dcima........
dem T.Eiposlos, urna casa lerrea. .'
dem 9.Antonio Ooncalvoi doi Sanios,
urna caa lerrea, arrendada por 1203,
paga de dcima.........
dem II.Ilerdeiros deJoJo Alfonso Ki-
goeira, urna rasa lerrea, arrendada por
112?. paga de decima.......
dem I.I..Norheilu Munii leiwira Goi-
manles, urna eaea torrea, arrendada por
I32f,_paaa de dcima. ......
'''"' '";' '' -i;, 1 111 cara leriea, 1-
reudada pur I32f, paga da ducima .
IJtm 17.Irmandade de S. Pedro, urna
casa lerrea, arrendada por 120.;, pasa de
decuna.........
dem 19,Eiposios, urna casa terrea .
dem 21.Antonio Jos Maciel, urna casa
lorrea, arrendada por 120-, paoa de de-
Cima ........"...
dem 2:1.Anlonio de Meleirr.a, orna casa
terrea, arrendada por 192$, paga de d-
cima .........
dem 25.Viuva de Audrii (ioncalves' do
Cabo, ama casa terrea, arrendada por
lio (iaia de derima.......
dem 27.Aleaodre M-rlins C-rrea de
Barros, e Clara Theodoro da Fonieca,
urna cusa lerrea, occopada pelos mesmos,
avallada por I20,?, paga de decima .
dem 39.Loii Uomea Silvsrio. orna ca-
a lerrea, arrendada por 168, paga de
dcima........
dem ^11.Antonio Joaquim de Soaza Ri-
beira, um mirado de um andar a orna
luja, arrendado por 10R3, pasa de d-
cima .......
dem 33.Vicente Ferrein Comes, urna
casa lerrea, arreudada por MI5, paga de
dcima............
dem 35.Irmandade de S. Pedro, urna
casa terrea, arrendada por I44& paga de
decima.......
Iiltm .17.Manoel ferrein Antones Villa-
c^i, urna can torrea, arrendada por I20>,
paga de derima.........
dem 39.Jos Soares Piulo Corres, orna
rasa lerrea, arrendada par Mi-, pag
da dcima...........
Traviesa da Virac.80.
Xuioer 2.Voiova de J0B0 Francisco d
Souia, reine, umi casi lerrea anenlada
por 725. paga de dcima......
dem i. Ignacio da Cosa Cumale-,
urna cata lerrea, arrendada pur 72-;, pa-
ga de dcima..........
dem 6.Joao Biplisla, una casa lerrea,
arrendada por 8;00, paca de dcima.
dem 8.Innocencia Jo< do Espirito San-
io, om. casa lerrea, arcn lada pur 8i>,
pasa da dec ma.........
dem 10.Jos Joaquim caai Ierres, arrendada por 120?, pagado
dcima....... ,
dem 12.Auna Juaquina de Miranda,
urna rasa lerrea orcupada pela mesma,
avallada por 72-3, paga de decima. .
Itua das Aguas Verdes.
.Numero 2.Antonio da Silva Cu-iuilo,
um sobrado da um a 11 lar e nina luja,
arrendado por 2|n,"?, paga de decima. .
dem 21. 1 h mi../ .tu Aqnino Fonsera,
urna cusa terrea, arrendada I8, paga
iic dcima..........
dem 6.Jos Pedro Vellozo da Silveira,
uina casa lenca, arrendada por 11 i-,
paga de decima.........
dem S.Viuva e henteiros de Anlonio
Juaquim Ferrein do Simpaio, urna ca-
sa lerrea com solSo no fundo, arrendada
por li*, paga de decim......
dem 0.Fazenda nacional, urna casa
lerrea............
dem 12.Manoel Fcrreira Aniones Vil-
laca, urna caa lerrea, arrenda la por
Uifsr-, paga de decima.......
dem li.O mesmo, um n.brado de um
andar a uina loja arrendado por 3005,
paga do dcima.........
dem li-.l... el un da Rucha Pereira, urna
casa terrea, ocrupada poto ineimo, ava-
lisda por 120j, paga de dcima. .
dem 18.Irmauladcde Nussa Senhora do
Rusarn, urna rasa Ierren, arrendada
por 8io, |iaga de derima......
Idun 20.Domingos Josquim Ferreira,
uina c^i lerrea, arrendada por I68#, pa-
ga da decima..........
Idcm 22.Joaqun, Coellio Cintra, um so-
brado de dous an lares e orna lojs, arren-
dado por .",7<;?, paga de decima. .
dem 2i.Franciscii Theodora da Cunha
Ileso, tuna ca-n lerrea, amulada por
1686 paga de dcima.......
dem 26.Ilerdeiros de Rila Maria dus
Praztre, uina eaio lerrea arrendada por
1809, paga de decima.......
dem 28.Domingos Pereira Lagos, urna
casa terrea, arrendada por llij, paga de
dteiroe............
dem 30.Barllinlomeu Francisco do Sou-
U, urna casa lenca, arrendada por 72?,
pasa de, dcima.........
dem 32.Ordem lerceira de S. Francis-
co, uina casa terrea, arrendada por 192.;,
paga de dcima........
dem 3i.A mesma, urna casa lerrea, ar-
rendada por 72;, pagade dcima .
I-Iem 36.A mesma, un.a casa le rea, ar-
rendada por lh;, psga de deriniB. .
dem W.Viuva e herdeirot de Manoel
Anlonio Ca iluso, urna casa lerrea, ar-
rendada por IOS;, paa de decima.
Ideu, 40.Padre Joflo Capislrano de Nu-
eueira, orna casa terrea, arrendada pur
l'S, pasa de dcima.......
I lem 12.Ordem Urceira de S. Francisca,
uma casa lerrea, arrendada por 192;,
paga de dcima.........
dem 14.AolonioMoreira de Mendonc,a,
uma rasa lena, arrenJada por 168;,
paga de dcima.........
dem 46.Joao Xavier Carueiru da Cu-
nha, um tobrado de dous andares e irc-t
lujas, arrendado por 6009, paga da d-
cima ...........
dem I..atalo Ferreira Piulo, nina
casa lerrea, airen Jada por 168;, paga de
decima............
dem 3.Viuva de. Irino Jos de Alorado,
urna casa lerrea, anendada por 1209,
pagada dcima.......
dem 5.Francisco Anlonio Bastos,
casa lerrea, uceupada pelo mesrau,
lala por 96;, pasa de decima, .
dem 7.Rom., Jos da Cosa, urna
una
a\a-
Irrea, arrenJad.i poi 96;, paga da de-
cima ............
Idcm 9.Manoel Ferreira Anluncs Vil-
laca,urna osa lerrea, srrendada'por 969.
p..ga de dcima........
dem II.Juaiina Francisra de Menezes,
urna casa lerrea, arrendada por 168;,
paga de dcima.........
dem 13.Paula Joanna de Miranda, uina
caa lerrea, arrendada per 120?, paga de
dcima......
dem 15.Clan lina Mariinlia do Sacra-
mento e nutro, urna casa lenca com so-
Uo, arrendada por :isi;, paga de dcima.
Itua de Norias.
Numero 8.Narciso joto la Coala, om so-
sobrado de .1 us andar-, solio e uma
lojs, arrendado por 1:0009, paga de de-
runa.........
dem 4.Sebasliao Luir. Ferreira, una casa
larrea arrendada por 2()ug paga de daciina
dem 6.Falla dat Metcei Mutiii, orna
159130
329400
106800
79560
ayiao
519840
15120
I692OO
129960
6j,i80
i-jaso
6;i-0
99720
99720
9J720
179280
I5;I20
5I9O00
159120
I0-;800
B964 .
89640
89840
159120
10)4800
349560
90*000
186000
.
i2;120
12.;ytiO
129960
199960
129960
lO^sOO
1;9()
125960
399960
839400
909590
1
125960
28J800
126960
125060
199190
49990
658O
1l80
106800
125960
5
IO98OO
II58SO
ll?s880
116880
10-5800
108800
179280
129960
1(13800
159120
35;720
12-3960
125960
109800
12;960
69480
69480
19320
7;"id0
109800
69489
219600
129960
129960
12-960
casa lerrea arrendada por li 1.;, pagado
deelmi.............125960
dem 8.Ilerdeiros de Anua Maria de Je-
ss, urna e.,a terrea ai rendada por 1209,
pasa de dcima.........1088110
Idein lo.B.rlhulomeu Francisco de Suma
uma casa lerrea arrendada por 1205000,
paga de dcima.........IO98OO
dem 12.Visiva c herdeires de Jos Igna-
cio Ferreira da Silva, um tobrado de um
i.n ar, um sulu, e uma luja, arrendado
por 4208, paga de decima.....3758UO
dem 11.Cnula Rosa Das Fernandes,
um tobrado de um andar e uma loja. oc-
cupado pila mesma, avaliado por iOO.i,
paga de dcima........ 36J000
dem 16.Padre Joaquim Pereira F'reire,
um sobrado dt dous andares e uma loja,
arrendado por 721);, pasa d. decima. 658OO
dem 18.IrmanJade de S. Pedro, uma
cusa terrea arreudada por I6S5, pasa de
dcima...........15.?I20
Idein 20.Ilerdeiros de Jn-ei Anlonio Cor-
rea Juniur e nitro-, uina casa lerrea ar-
rendada por I i i.;, paga de decima 12:;960
dem 22.Viuva e berdeirus de Agoslinho
llenrique da Silva, um sobradu de dous
andares e uma loja, occopado pelo me<-
mos, avaliado por 6l!ft;, paga de decima. 55000
dem 2i.Ju.c Piulo da Cusa, um sobrado
de dous andares e uma loja, arrendado
por 516;, paga de dcima.....!;-! n
dem 2. I i.uina.ii Mara do Jess, uma
casi lerrea, oceupada pela mesma, ava-
llada em 72;, pasa de decima 6;is0
dem 28.Aulun.o Pinlo de Barros, e Li-
no Joaquim de S..nf Auna, om sobrado
de um andar e Orna loja, arrendado por
49i;, paga de dcima. ......
dem 30. Hospital deCarida-le, um sobra-
du dt um andar e uma luja.....
dem 32.Jos Narriio Camello e Manoel
Anlnuio da Silva Ros, uma casa lerrea
arrendada pur I68-3, paga de dcima. .
dem 34.Sania Casa da M.sericunlia da
Baha...........
dem 36 Juaquina Maria da Concec.ao,'
uma cata tarrea oceupada pela mesma,
avaliada por 14i;, paga d dcima. .
dem 38.Francisco du Chagat p. rlella
de Carvalho, urna caa lerrea arrendada
por 96-j, paga de decima.......
dem 40.Ilerdeiros da Jos Anlonio Cor-
rea Juuor, uma casa terrea arrendad.
9t>8. paga de decima.......
dem 42.Ilerdeiros de Joilo Manoel de
Olveira Miranda, urna caa lerrea, ar-
rendada por 1203 n., paga de dcima .
dem 41.Capella de Nossa Senhora da
I. mee.rilo da Ponte, orna casa lerna,
arrendada por I2a;;r... paga de decima. IO38OO
dem 4b.irmandade de S. Pedro, urna
casa lerrea arrendada por 1444, paga, de
decima..........
dem 48.Ilerdeiros de Julo Jos da Cruz,
um sobrado de dous andares e nina loja
arrendado por 4449, pasa de dcima. .
dem 50 Vicente Ferrein Comes, um
sobrado de um andar e nina loja. ocen-
pa lo pelo mesmo, avallado por 2">n?0(ii).
I iga iti decim ........
dem 52.OrphSo Innocencio Rodiigues
lima, um sobrado de um andir e urna
loja. arrendado por 3OH5, paga de dcima
ii.Margan da. Francisca da Silva, uma
por 120-5, paga de
dem 10.Catlaoo da Rocha Pereira, uma
c-sa Ierre, airendada por 120;, paga de
decuna. ....
dem 12. Amonio Ferreira Braga, una
casa lerrea arreudada por 1 i i;, paga da
dcima..... p
*"" ''""nos de Manoel jote la,,'o,e
Mtllo, ama casa larrea arrendada por
1 1*9. paga decima ...
"':*'';->^ V^'' da Silva Ramo.;
IJ'll8'Tnl,r' y,*n"> i Son't aran
. ma, un.,, c... ,rie, Hrrflldad,
192;, paga de dcima '
dem 50.-Manoel Antonio d. Silva BiOl!
urna caa lerrea Hrend. por liu \',
dedeema......p i-Uv, p(,a
dem 52 Cielano Jos Mende-' u
lerrea arrendada por 1205,
cima........
dem 54.Joao l.eile Pila'or'ligeirt.'ea-
la lerrea arre.il,,da por 12''-., .. de
decima...... *
dem 56. Doming,,, i\ne-s Ferreira, u
caa terrea arrendad.
ma casa
PXa de de-
decima.
pur ,25. p.gi
ma
.le
var a titilo a arrematicau da caa. i. Rieram dn-
| pezas rom o advogado, que f.n o Sr. Ju6 Narcio
Camello, eom o procurador, que ful u Sr. Alimn, r-
que Santiago, com o pagamenlu de decfaaaa, furo
ele. e liualmenle, com rustas judiriaes, e que t
estas impurlaram em 2359790n., o que vcnlir.-.r,'
ie qoiier, dus aulos ei-lenles no cartorio do Sr. es-1
crlvlo Mola, pan se nao mostrar de ludo 13o igi 0-
ranle, como moslrou-se em sua correspondencia !
Todava, nao queremos suppor nes-a Sra. um co-
rajlo perverso e ingrato, como se revela, penque
acreditamos que ella he victima de algumas espe-
eulaces, e que ...... pode deiiar de talar illndlda
por algoem qua com Manea-fe quer fa;er jugo ;
mas quando seja esle proceder filho de seu prupiio
111,tinelo, nau ha i,l0 a, aami,ari porque ja o Sr.
Biiva R.go, que Mu generoso f.j com ella, em sms
r.e,m.f',q',M'"r" de I"6 enl mi palavra de agr.i-
deeimenlo ib. di,iBa ,ehnra.
ver,u8 b T""" L*"a I""" fa"r sobresahir a
un desliado car.cler nobre do Sr. Pereira da
0 n"o,;clma>de',ocode; ur^m?''ade* ,,a'
IO58OO
129960
I2B960
89640
17-2811
106800
i 0^*00
4IM60
155120
-
12.5i'60
8;60
K5HS0
IO38OO
129960
393960
2Jr",.'i:i
dem 58Anna Maria de' Carvalho, m
dTi 'r""dad Dor %S. Paga de
dem 60.Irmandade dt No-sa Btnkafi d
I,.reo, urna casa terrea arrendada por
120;, paga do dcima ,
dem 1.Anlonio Jos de Magalhaes Bas-
los, uma casa terrea arrendada por 16S5
pasa de dcima........[
dem 3.Rus Rosa de Macedo, uma casi
leriea arrendada por 968, paga da dici-
ma.............
dem 5. Hospilal de Caridade, caa ter-
rea _.............
dem 7.O mesmo, casa lerrea .-
dem 9. Antonio Jos Doarle, uma caa
lerrea arrendada por 965, pasa de dci-
ma ........
dem II. Maria das Virges, 'urna casa
lerrea arreudada por 1209, paga de de-
cima ........
dem 13.Anna Rila da'Conci(iloama*ei-
aa lerrea oceupada pela meama, avalla-
da por 6O5, paga de decima.....
dem i.,.Ilerdeiros de Manoel Anlonia
Domingues.uma casa lerrea arrendada por
8l/,pasa de decima.....
dem 17 Anlonio Ferreira Rraga, ama
casa lerrea arrendada por 1209, rasa de
cima......... .
dem 19.Faltada nacional, casa lerrea !
dem 21.A mesma, casa lerrea. .
lecm 21.Jos de l'aiva Ferreira Jnior!
urna casa (erria arrendada por 120s, pa-
ga de decima ... .
dem 25.JoSo Ignacio d Reg, ama rasa
lerrea arrela por lii;, pasa de deci-
cima........
dem 27. Iguaria Francisca Petolrt. urna
casa terrea arrendada por 963, paga de
dcima..........
dem 29.Joaquim J i. di Cosa pajosa'
uma caa ierren arrendada por 72a, pe-
275000
esa lerrea arrendada
dcima. .
dem 56.Anlouio Fereira Braga, ina
casa lerrea arrendada por 144-;, paga de
dcima............
dem .8.Juaquim Jos da Cotia II-jzei
uma cass lerna arrendada per 168(000,
pa>8 d. .1. nina.........
Idcm 60.Jus Feiiajides da Cruz, una
casa lorrea arrendada por 120;, paga de
decima..........
dem 62 Manoel Theodoro da Assump-
eSo, uma casa lerrea- amen.la la por
13.'-;. paga de dcima.......
dem 61.Jo' Marlins Lopes, um. casa
lerrea, arrendada por lii; rs., paga
de dcima...........
dem n,. iin.miu Francisco Xavier, um
sobrado do um andar e uina lojs, arren-
dado por 288; rs., naga de decuna .
dem 68.Jos de Medeiroi lavares, uma
cata lerrea, arrendada por lii; rs., paga
de dcima.........
dem 70.Joanna Maria doi Sanio-,um'so'-
brado de un, andar e luja, arrendado por
3605 rs., pas. de decima......
dem 72.Anlonio Pireira de Olveira Ra-
mee, um subrado de um andar e urna luja,
arrendado por 325 rs., paga de dcima
[dam~4.Viuva de Francisco Anlonio da
Silva,uma casa lerrea,arrendada por 1929
rs., paga de dcima.......
dem 76.Antonio Jos da Poniera, urna
casa lorrea, arrendada por 1148 11., pasa
da dcima........
dem 78.Filhos de Ju< Mara' de' J'sus
Moniz, urna ca-a lerrea, arrendada por
156-3 rs-, importancia da decima .
dem 80.Joaquim Francisco de Aleve-
do, urna casa lerrea, arrendada por i I ;
rs., paga de decima.......
dem 82.Manoel Antonio daSilti Rotl
urna casa lerrea, arrendada por 1683 rs.,
pasa de dcima....... ]
dem Ni.r. Franeisco deAllh de (jli-
veira Maciel, urna casa lerrea, arrendada
par lii.; rs., pasa da dcima ....
Mein. I. Joaquim 'ioncalves Saleado,
urna casa lerr-a, arrendada por 180; rs.,
paga de decima......
dem 3.Joaquim Francisco de ie've-
do, urna casa terrea,'arrendada pur 120;
rs., paga do decima.......
dem.).Omeftno, urna casa lerrea, ar-
rend_a la por Uy rs., paga de decima .
dem 7.O mesin,,, urna casa lerrea, ar-
rendada por 2003 rs., paga de de-rima .
dem 9.Mana CorJeiro Xavier de Bri-
lo, um sobrado de dous andares e urna
loja, arrendado por 7063 rs., paga de d-
cima ..."..,.
dem II Irmandade de Nossa Senhrt d
Conceicao de B-beribe, orna casa ler-
rea, arrendada por 1203 rs., paga de
dcima.........._
dem 13.Irmandade das Almas de Sanio
Antonio, uma casa lerrea, arrendada por
I209r*., pasa de decima......
dem 15.Albino Jos Ferriira da Cunha,'
um sobrade de um andar e uroi loj,
arrendado por 5005 ri., psga da decima.
dem 17.Jos Bernardo Salgueiro, urna
casa lerrea, erreudeda por 725 rs., paga
de dcima.........
dem 19.Jos Feliciano Porlella, urna
casa lerrea, arrendada por 723 rs., pa-
ga de derima........
dem 21.Leonardo Marlins Figueira, uina
can lerrea, arrendada por 965 rs., paga
de decima...........
dem 2*Caelano da Rocha Pereira, casa
lerrea, arrendad. por72/rs., paga de
dcima...........
Idm 25.Dr. Clemente Jos Ferreira da
Osla, urna casa lerrea, arrendada por
120J rs., paja de dcima ....
Mein 27.Joaquim Cnellio Cintra, casa
terrea, arrendada por 363 rs., paga de
decima........
Idm29Viuva e herdeiros de Manoel
Ferreira Pinto, nina casa lerrea, arren-
rtnd.da por 969 rs., P'S-i de dcima. .
dem 31.Beriiar-lino Jos Leitan, dina,
ra-a lerrea, -1 r 1 11 I ..I 1 por 1203 "., iJ%
ga de decima.........
Roa dt Santa Tliereza.
.Numero 2 A.Ordem lerceira do Csrmo,
um sobradu de mu andar e uma loja, ar-
rendado por .VIO; r<., paga de dcima .
dem 2.A meama, urna casa lerrea, ar-
rendada por 2009 rs., paga de dcima. .
dem i.lluspilal de caridade, urna cesa
lerrea ..........
dem 6.Tbeolonio Felii de Mello, m
casa le. rea, arrendada por 96; rs., paga
de decuna..........
Idcm S.Ju lino Pereira do Furias, urna
casa terrea, arrendada por 1089 rs., paga
de decima...........
Idcm 10.Juao Evangeliza da Cosa Sd-
va, nina casa lerrea, arrendada pur lii-;
r-., 1 ..ga de dcima.......
dem 12.Irmandade do Santa Auna di
Cnnccii.au ils Militara!, urna ca-a ler-
rea, anendada pur 120; rs., paga de de-
cima ........
dem I*.1 ini-ina, urna casa lerrea, ar-
rendada por 120; rs., paga de decima .
dem 16.A mesma, uma casa lerrea, ar-
rendada pur 120; rs'., paga de dcima .
dem 18. Irmandade de Sania Auna da
C inceira.i dus Militare!, urna casa lerrea
arrendada pur 120;, paga de dcima .
dem 20. A mesma, orna casa lerrea ar-
r.nd.da por 1209, paga de dcima. .
dem 22.-Cela Joaquina Machado da Sil-
va Santiago, urna casi lerrea arrendada
par ISO-, paga de dcima.....
Id'iii 24. Joaquim Jusc de Parias Novel,
una cata terrea arrendada por 1446 paga
de dcima........,
Mein 26.Anlonio leincira de Avilia, urna
Casa linea uceupada pelo mesmo, avalia-
por Ii3 paga de decim 1......
dem 28 Manoel Eleulem du Reg bar-
res, urna casa torrea arrendada pe 1569,
paga de dcima........
I li m 30.Francisca Carolina da Coacei*(l
Puntee, um. casa terrea arrendada por
1209. paga de dcima.......
Mein 32. Irmandade do Espirito Sanio,
mu i casa lerrea arrendada por 1089, r'ga
de ileejnia............
dem 31.Ordem 3.a do Carmo, uma casa
len?a arrendada por 1689, pac' de d-
cima.......... .
Id-ni 36. Maria Joaquina Machado Ca-
valcanli, uina caa terrea anudada por
141-3. paga de decima.......
dem 38 Anna Thtrtsa do Sacramento,
orna casa lerrea arrendada por 120o, pasa
dt dtcioia..........
IO3NOO
125960
15; 1211
IO98OO
125960
259920
126960
329400
29-5160
17*280
ISrajafiQ
119040
129960
15;120
129900
103200
I0/80d
129960
18-5090
633510
IO38OO
103800
,5000
6-; 180
69489
89640
65180
105800
39240
8;60
O9800
I117M11
I I l-SI II I
168200
129960
129960
119040
103800
159120
6-380
KJ60
108S00
I59I2O
N-MiJ
9-
9
89610
109800
13OO
79560
109800
5
9
106800
129960
N;6i0
6JI80
O Patricio.
(forccaVonbcticaJ.
Idein 31.Ilarlliuloioeu Francisco de Sou-
za, urna casi lerrea arrendada por 99-},
paga do decima.........8-610
I." lecrao du cunsulado provincial |. de oulbro
i'e I8H. 0 laucad..r, Francisco Carueiro
Madiado Rius Jnior.
(Conlinuir-ie-ha.l
tofio t Wttmmbuto.
O vapor Param enlrado hmilem dos ..... tos do
norle, irouie-nos jurnaeado Para' al 30 do passaJo,
do Maranhao al 3,. dj Ceara1 al 6, do Rio (randa
do norle al 8 e da Parahlba at 10 crreme.
lodos ai provincias de-se lado do imperio eot.im
peifeila pai e (ranquillidide.
No Par,' e Rio Uraode du Norle, nada digno de
menea,, occarreu depuis do ultimo vapor.
De.vou a presidencia da Maranhao no dia 29 do
passado. o Eim. Sr. Dr. laques, pas-ando-a ao
Sr. Dr. Frioeiieo Xavier Paes lmelo. A
Etm.
ModeraeJoo, folht imparcial daquella 'provincia', du
o sagnime acerca de ambos.
< Apenas com cinco meies da alminislrador desla
provincia, foi o Etm. Sr. Dr. Tiques removido pan
a imprtame provincia de Pernamhiiro, e irgoe vi-
gem nesle vapor, sesundo ouvimut diier.
S. Evc. durante a lempo de seu guverno, n.lo
den motivo alsum para censara, anles pelo contra-
rio, proceden com muila moderara., e cerlo, e pur
ino uilu podemos dehar de dar a S. Eic. os para-
lieu- que llie silo dtvido..
u Esiimaremos que f. Ee. leal,, urna feliz via-
sem, e que em Peraaiahuco faca urna bia udminis-
t aci 0.11
o No da 29 do passado. as horas do co-lume, fo1
empostado da ndministrirno ,le-u provincia o Evm.
Sr. Dr. Franci-co Xavier paes II,neto.
Cunsla-noi que S. Ec. veio possuidiylos me-
ntores detejot i laz.er uma boa adminislracao no
sent lo da polmca Inaugurada pelu tinado Paran1,
e seguida plo dual gabioele.
1 A aoadra en que S. Ele. veio presidir 1 esla
provnola, ollcrero iraude vanlagem, n;l i sn por se
arharein as nimos disposlus para a |,o!ilica de con-
ciliacio, como limbem pir se ler paisa lo a poca
eleiloral, etn qu3 naufragain os presideolei.
Mai rumo o E\m. Sr. Taques qna-i nada fez
durante oacineomezc.de ana administraran, S. Evc.
lem amia a Litar com a ma" polica, "que evisle
moni.da por loi'a a provincia.
o Com essa poliei', por rerlo nao podera' S. Ec.
conseguir fazer senlir a toda a socielade maranlien-
se, ns salulares preceilos da branda publica, da ac-
lualldade.
Cimentamos que S. Evc. nan eneonlrasse na
provincia um chele da polica cap.z de ajuda lo na
adminislracao, porque leudo elle lomado parle 1.1o
activa na ultima lula eleiloral ; leudo alinal se en-
volvido nos grandes a<-ontecinieotos di tarde de 2i
de feveretro, que ello mesmo insulliu com o seu ac-
10 arbitrario, e pelo qu.l foram p.eso muilos res-
perlaveis eidadaos, acha-se por isio Impossibililad
.le bem informar a" S. Exc. cere, do bom ou imio
eslado da polica existente, e da boa reforma que
cuiivem fazer. '
" A aclu.l polica foi montada pelo Sr. Cruz Ma-
chado echefa de policii as proiimidales da elei-
riln, e para esse lim ; alo fallnu esplela qu. esli-
vesse bem diapoilo a pruleger as candidaturas im-
poslas, que nao fosse Humeado, e ludu isto anda
impera uifeliimenle; e nem chefa de polica que-
rer desmonlar uma policia, qoe lao bem eieculou
o plano Iraca I ..
Nt desejsmos sincerarnenle que o Eim. Sr.
I'aes llirrelo proceda de maneira, que asrade a lo-
dos, pelo acert de seus actos, porque nos lucrare-
mus eiim itso. e S. Kic. lirmara' mais o conceilo
que ja' adquiri as admiiislrares que fez.
fia cidade de Caliat, uu dia 30 de agosto, leve lu-
sar um alienta 10 contra a seguranza individual.
Iheolunio de lal, leudo de relirar-se para o cenlro,
pretenda a furca levar eomiige orna pobre mulher,
all murad .ra ; ella oppuuha-te e elle iuslava, das
suppl ras passou s ameacas, e deslai a, vas da fac-
tu, laucandu mu de urna laca e cravandu-a no ven-
Ire da misera, que julg-se nao ..capara. O autor
do 1,1o brbaro crune des.ppareceu. A policia ins-
lau'un u cumjieleiile prucesso e e,iorca-e por can-
tura-lo.
Aic.rl-s dunossos correspondcnles do Ceara' e
Parahiba, publicadas em uolrj parle desie Diario,
oarram tu ',1 que de novo ha por aquellas pirogena.
Chocaran! au porto do .Maranhao, procedentes des-
le : a 8 di pafido, o brisue inglez ur uriana ; 1
15, a polaca despalillla Dolores ; e a 25, u pala-
dn p rluguez Dilisenle.
Sabio du mesmo porto para esle a 30 do pissado,
o bnaue escuna Craciosa, com vai ios gneros.
i>mmiuictt*)0.
159000
.^o pe.iiiico O Povo limos duis corrtspon-
189OOO delicias assignadas por urna senhora chamada Joanna
de Seias Cavalcanli, em que cum seusivel ingralida >
procura ferir a repulaja., do Sr. Jos Pereira da Cu-
nha, nesocianle de recunlieeida prubi lade, a que lan-
as vezes prudigalisou beneficio! a esta mtsma se-
89640 ndor.i. K para que u publico fique mellior orienla-
d acerca 1], factn, que den logar a corres/iondeucia
Ua Sra. Seisas, he justo que sobre ella alguma coma
95720 ds'inos.
Diz a S'a. Seias que se lendo arrematado a casa
terrea .la proco da Boa-Vala, perlenceiile ao Sr. Gre-
12.8900 gorio da Silva Beso pela quant.a ie 1:6209000 rs. so
recebera ella 1:2419012, conrlu.ndo o'alu qoe licara
I ta la pelo Sr. Pereira da Cunha !
Ora, i. Si. Parcha di Candi leanlo a Sra. Seias.
lO^SIM) de i|i.em se c m-iiiuu 1 pur muii s vezes bemfeilur
I)- cerlo que mnauem u arredilar.
10;800 Eulrelanlo o faci assim ae |ianou
O Sr Pereira da Canda leudo ordem doSr. Silva
IO38OO Reg para mandar arremalir a referida casa, como
se recondeci das callas publicadas no Diario n. 227
o no Jornal du Commercio de 9 du crreme, para
que o pru.luclu liquido de lal arrematadlo dedo-
Zldtllodal as dtfpefll, inclusivo o direilu de Irans- 1
inlsso fuise entresue a viuva de Juu C elho d.
Bul.., do quem divea evigir um recibo com decla-
rarlo le quo era por esm..la do mesmo Sr. Silva Ko-
bo, que esse produelo llie era da lo : as-un o cum-
pno ,1 Sr. Pereira da Cunha com o escrpulo e Itio
que meiiciomm as caria-, a quo acuna noi rale-
rinios.
b n que queria o Sra. Seiai que mais Ozesse o Sr.
Pereira da Cunhi. .' Ijoe Ihc entregasse a quanlia
total da arremalt(Ao contra as irdem cipress.i do
Sr. llego '.'
O Sr. P, reir da Cunda rumprio nnicamenle as
or leus de son commilleute, fazendo a Sra. Seiltt a
eamola que llie foi eslipulaia.
(jaereril c-sa seul.ura que o Sr. Pereira da Cunda
preslasse-lhe COOlai da arremataran, c nao ao Sr.
S.lva Kego, romo ellectivameiile o fez? A e-le
Sr redactorcs.-Uma correspondencia o-
cripta na comarca do Limoeiro e publicada
no Lib-ral Pernatnbucano de hontcm, nos
chama menos pelo coracSo do que pelo amor
ua verdade a fazer um protesto contra 'u.lo
quanto lem escriptoo digno corrospoudente
que parece certamente animado do deseio exercervingangas e satisfazer odios votado
a seus adversarios.
1 iiSS? cmPenho n!io "O* daremos ao tra-
oaino de contestar os fados do quo tratou o
invTpouJ*"te- Poique sende clles do uo,.-,
inveroesmolUanca manifesta, por si sus ge
?, ^?:E.da C.er'' *mm ^reditar hoje,
que urna autor.dadecons.nta presos sahirem
da calma p.ra passear pelas ras '
A cerca da evasi.o desles, nSo sabemos quo
possa ser motivo de ceusura aiHorMade
alguma porque ale nesla cidade, na pro; na
casa de detengao, onde he outra le/urunea
dos detidos, onde he excessiva a vigilancia
fugas tem liavido, como se ha publicado
A justica e a verdade mandam que se'con-
lesse que as autoridades da comarca do l.i-
moeiro muilo bem exercemsua missSo, e
qne os cidados lli gozam do.lodas as gara 11
lias legaes, sendo tanto o delegado como o
juiz de diieito interino caracteres respeita-
veis, e que em nada tem merecido as iccus-
<5es que llie Taz o digno correspondente
Quanlo aoSr. Jos Theodoro he um ci.la-
dao honesto e a quem se ntlo deve recusar a
distincco quo merece.
Nao sabemos o que pretendeu insinuar o
correspon lente citando o parentesco que be
entre o ju-
un
. 1. ... ((.1
inr 1 n llr. 1 ro-
110 ijo Cousd iiulavel.por
que em Goiunua at pouco tempo era a pro-
motoria oceupada por um cunhado do juiz
municipal. E demais, a probidade do promo-
or de Limoeiro, c o seu carcter severo, es-
iSo cima de qnalquer suspeita. damlo-se
outro tanto com o juiz municipal interino a
quem n3o podo prejudicara histoiia de ru's-
tas que cita o correspondente, por isso que
nao tem elle o menor fundo do verdad".
K antes que um novo escarcen fa^t o cor-
respoudenlc por uma reprcsentaSo, que ul-
timameiile se leu por parto da cmara mu-
nicipal daquella comarca, contra as autori-
dades respectivas ; cumpre prnvinir o pu-
blico. y
Pelo abandono dos vereadoreg cffer.tivos,
os supplenles poderam compor a cmara em
urna sessQo, aproveitando-se deste ensejo
pura desacretar os adverseiios.representaram
ao governo sobo pretexto de estar em abtn-
doiioavidae pro-jriedade de seus munici-
pes buiretanlo esse abandono consiste em
hayerem occorrido alguns furtos, que a au-
tondado tem procurado punir, prendendo e
pcrsegumlo os supeitos de crime !
Bem se v, que o correspondente anda as-
socialo a algum plano dedesoredito ormado
conlraoscarecto-es mais dislinclos da ca-
mircado Liinooiro, c qua p.ir conseguinto
nflo podera f.zer peso algum na opiniSo pu-
blica,mesmo porque as victimas desse calcu-
lo lem reputaciio muito solida,para que as-
sim possa ser prejudicada.
O veritas.
Ilecifo I0deoutubrodei857.
Srs redactorcs.-Uma das victimas da c-
UstroplM qne leve lugar as Cinco l-ontas
no da 21 de junho ultimo, n3o podendo pes-
soalmente dar um testemunbo de minha
gratidiloa lodas^quellas pessoas, que du
ranie o meu solTriinenlo e o do minha familia
candosamente nos prestavam os soccorros
e quo necessitavamos, venho por meio do
seu bem conceituailo Diario solemnemente
remler-llies todo o meu agradec ment com
especialulade aos.Srs. Drs. Miguel Filicio da
silva, I.eal, pharmacoutico Manoel Antonio
torres, eos membros di commissao coui-
mercial benelicente ; e protcslar-lhe,- que
jamis poderoi esquecer tantos bnelirios
lenborado p-la maneira a m com que se prestou o meu charo amigo e
compradre Jos linto de MagalhSes, durante
tao penosos solTi montos porque passei, e em
que de tiJos e de ludo eu precigava, permit-
ta-mo elle que aproveilo esta occasiao para
igulmunte patenicar-lbe o meu eterno reco-
11i.ecimeiilo, tanto pelo grande encargo que
tao benignamente tomn sobre si, duranto
cssa qusdra horrorosa, como por prestar-se
com a matar deJicacJo para que fossem con-
duziidos com toda a decencia ao cemterio
publico os ca lave-es de mous prezados filhos
victimas tambem dessa cataslropbe.
Nilo devendo, Srs redactores, ser iniiiffe-
rente a tantos rasgos de bumanidade, rogo-
Ihesquese dignem de publicar estas mal
tragadas liubas.quo s.lo nicamente a expres-
sio uo meu reconhecitnento.
Sou de Vtncs, muito ltenlo venerador e
criado
n 1>elr0 Tavres Catanbo.
Ilccilc 0 de ontubro do 1857.
tynblicaca apzibo.
1 o que allega o lUm. sup-
i.Vcrissimo limdeira ero
ATTRNCMi'.
I'ara intelligcncia da directora geral da
instruccSo publica e o conseibo director.
Atiesto quo he exacto quanto a seu respeito
exiiOoo Itvm l'ranciscn Verijsimo Bmdeira
relativamente as diniculdades o inteir*o
abandono contra que ha lulado para por em
exercicio activo a aula de sua prolisso, que
sua con lucia civil e religiosa tom sido al o
presente conhecida %-? sem a menor nota
tiesta freguezia, assim como que se tem
prestado com reconhecido e louvavel zelo no
desempenho de seu magisterio, .a E por-
que o qu- levo dito he a manifestarlo da
pura verdade, d >sla se podera se/vir para o
que llie for misler. O vigario Similo de
Azcvedo Campos,
lie pura verdade o
plicaote Francisco.Veiissiiiiu Dtn
seu requerimonto de haver aqu chegado e
nao aciando casa com os commodos ueees-
sarios a sua aula, fez levantar a om que ac-
tualmente ex-ercu a sua aula ; o attendendo
ao eommodo q.10 ella offerece para dito fim,
oaluguel mensal do 8? menSo parece exor-
bitante.
Villa da Kscada as do Janeiro de I8t>.O
vigario Simao de Azevefo Campos.
He verdade o que alleg o Itvm. Francisco
Vetissimo Hanileira, ler em sua companhia
c u seu cargo a onerosa familia de mfli viuva
do tres irmaas solteiras, que vivem ho-
nestamente nesla fregtjexia ele. E por assim
ser o este me ser pedido passei.
Villa da K-cada II de fevereiro de 1856
O .gario Similo de Azevedo Campos.
Alt. slanios mis abaixo assignados, pro-
piietartos da freguezia da Kscada, qioe o
Itvm. Francisco Verissimo llandera hajres
anuos que celebra missa como ca .ellfio ues-
te engenho Sibinj-Cran o ; lem cumprido
seus deveres com reconhocida inlelligencia
e probidade, assim como que tem merecido
ja peles maneiras affaveis, ja pela moralida-
,le de sua conducta os nnssos encomios
lendo igualmente os verdadeiros predicado
de um hora (Ino pela sustcnticfio honestar
em sua companhia de mSi viuva valetudi-
naria c de ires irmaas solteiras, renarlndo
com ella o frueto de s. us Irahalhos liltera-
rios Me pela, convicio da pua ver lade com
apresentoo o Sr. Pereira da Cunha a ronla dru- que nos adiamos posstndos, que Ihc olT-ro-
111 na !a das detptHl feila, e da r-mola que a Sra. Cemos 0 prsenle, pcrduando-nos a llloles-
- uas riilreeara, e o Sr. Silva Itegi. ecusan tu o lia do llvm. Sr. padre lllcslre 1 nenetrarmiis
recelnmenlo destcenla,, dea por approvada. tt> o particular de sua vi la
carlai a qut nos refe-
1-dJO atado coiula das meemai
rimus.
Era, porlaolo, com o Sr. S Iva Keeo que o Sr.
19'.l(>0 Pereira da Cunha ludia de se eniedder, e nao cum
a Sra. S-.ias. a qom apenas fszia uina csmula por
uidein daquellt itnlior.
10?S00 A Sra. Stias labe ptrfeilimtolt qoe para tt le-
- intima, aceitando
como prova do uma verladeira amizade que
llio ci>nsagram os afTeiqoados.
Tlieodosio Jo- silva Lint, proprietario de
engenho Imiaulade.
Manoel ereira Silva Lias, proprieUrio do
engenho Sibir-Craade.
<-


ILEGVEL





niEIO nvKBNAMBUQO Tt.nr.\ FEIRA 13 DIOITBRO DE iSVJ
Jos Henri que Silva f.init, proprieta rio do
engenho Elaplnnto.
Antonio Feij de Mello, proprietario do en-
genho Constituinte.
Jos Snu'lio Bezerra i'.ivalcanli. proprieta
rio do engenho Alegra e Crimea.
Jos Alves de liveira, proprietario do en-
genho Camassary.
Joto NepomucenoPcs liarrel), proprieta-
rio do engenho Caipora.
Aggcu Kduardo Velloso Freir, renjoiro do
engenho Refreno.
Pedro I-'erreira de Sa o I.una, rendeiro do
engenho Tejupaba.
v Manoel (ornes de Oliveira, capitao quartel
mestre do comtnando superior,
francisco Pereira de Lyra, negociante e
rollcctor geral da fzondi.
Antonio To quato de Almeida, negociante o
escrivao da collectoria. .
. Segtiem-se numerosas assignaturas do pro-
priotarios, rendeiros e negociantes.
Consta-nos que o Kvm. supplicante Fran-
cisco Verissimo Bandeira, durante o cholera
morbus nesta freguezia prestou-so a bem
ilos desvalijos, doento'como allega so por
buinauidade.
Paco da cmara municipal da Escada 6 de
"junhode 1856.Ilollanda Cavalcanti, presi-
dente --Dorna Cavalcanti. (ocha Lins.
Barros Jnior --Bezerra Cavalcanti.
Segundo as informacoes que lenho, o sup-
plcnte Francisco Ve issimn llanleiri, pres-
touse a diversas oonssiies e firneceu re-
medios homeopathicos a alguns doentes da
epidemia.
Engenho Matprunu |" de abril de 1856
llenrique Marques Lina, dilegado,
- Atiesto queachanlo-mn na villa em prin-
cipios do chole i^ri o Rvm. Francisco Veris-
simo Bandeira prostar-so as coulisscs dos
cholencos, que o procuravam nao obstante
achar-se com carbnculos e o a abas as p r-
nas s mui liberalmenlc applicava os reme-
dios homeopathicos gratis. E por sor ver-
dado passei o presente.
Escada 25 de agosto de 1850.Jos Fran-
N cisco do Parias Salles, delegado supplcnte.
Atiesto que durante o temoo de meu exer-
cicio na subdelegada do primeiro districto
desta freguezia o de minha residencia n*
. mesma durante a epidemia do cholera, (ni
testemunha octtlir dos servidos prestados
pelo Rvm. Francisco Verissimo Banleira ja
para eoofiiSOes, ja. para (ornecimeiilos de
remedios,
--t Mibl legaca no primeiro districto da Es-
cade-,30 iodgost i de 1856--Manoel ta Bo-
cha lAns/subdelegado supplcnte.
Laureptno AnCanio Pereira do Carvalho,
cavlloiro da oiilem di Christo por S. M
l.^sUXelc.
> Atiesto que actando-me nesta villa du-
. ranto o cholera-morbus vi ao Rvm. Francis
co Vcrisim Bandeira administrar os Sacra-
mentos a quantos enle'mos o procuravam,
n3o me constando que se negasso a alguem
que o convidasse a C9se acto candoso; e que
veio a mi?ha.rasa por 5 vezes mui prompta-
mente sem embargo de nesse tempo achar-
ase co.iii carbnculos, bastante arruinados na
parte interna dos joelhos, que vi-lo pw
rauitas vezes montar a cavallo para acudir
as conlissOes, o que mui liberalmento'jppli-
cava gratis og seus remedios homeopathicos
de que UA mu participante a minha familia.
> E por ler sido do tudo testemunha ocular
passei a presente de minha letra esignal.
Escada 27 do abril de 1856. l-aueutino
" Antonio Pereira de Carvalho
Altestamos que o.Rvm. Francisco Verissi-
mo Hanieira prestou-se as conflssoes dos
cholencos ; e igualmente dos quo amedron-
tados recorreram no confessionario desta ca-
pella cm numero como presenciamos de 75
pessoas em diversas occasiO is : que o con-
vidarnos neste lempo para assistir neste en-
>genho dando-lhe condcelo para loila sua
familia de mu viuva o de tres irmiias solta-
ras, cojo offereciinenlo agradecou por adiar-
se prestando as conlissOes no cintro da vilia
on le eslava com maior iutensidale a epide-
mia, e por haver falla da sacerdotes, que
ajudassem e que fnalmeuto achando-se nes-
te eng nbo em um do ningo deisou do acei-
tar o convite, que Ihe (izeram para assislira
..um enterro solemne por achar-sc diente le
terrveis carbnculos e proferindo a caridade
ao bem estar de sua saudo, prestouse nesse
inlerim ao cbamado para urna conli.ssao na
longiludu de legua e mcia. lio a pura ver-
dade que manifestamos.
Escada 15 de agosto de 18S6.Thcodosio
Jos Silva l.ins. Manoel Pereira Silva Lins,
^.proprietario do engenho Sibri'i-Grande e Ir-
mandade.
Reliro-ma ao attestado supra, acrescen-
tando que tambem convidei aO mesnio Rvm.
senhor para vir assistir neslo eQgeuho Re-
fresco durante a epidemia, qoe alem di
preslar-me as mesmas vnlageus, olFercci a
gratilica^ao de 1008, o que nlo aceitn sus-
Volumta lahidat com .i/m I a
cora (jeneros
230
Total 550
1MP011TACV0.
Vapor nacional Paran,,, vin lo dos portos
do norte, maaifestou o segninte :
IU rolos salsa; a Uoningos Ferreira
Maia. .
9 ditos dita ; Bartholomou F. do Souza.
1 caixa ignora-se ; a Luiz Antonio Si-
queira.
t dita dito ; a Daniel Cesar Ramos.
1 dita dito ; a Manoel Alves Guerra.
i dita dito ; a Schafheitlin & C.
2 saceos dito ; ao Dr. Polycarpo L. de
LeSo.
736 saceos dito ; a Francisco Radica.
1 pacotinho dito ; a Joo Rodrigues Vi-
a n n .i B.
1 roda quebrada; a Domingos Alves Ma-
theus.
1 modelo a Manoel Duarte Ilolrigues.
1 embrulho ; a Joilo Baplista Ramns.
2 caixoes ; a Adriano A de Almeida-
Itiaie nacional tEibala$&o,' vindo de Na-
ci, consignado a C C da Costa Moreira,
manifestou o seguinte ;
221 saceos com 319 quartas de milfao, 17
ditos com 25 ditas de familia, 21 ditos com
39 ditas de feijfio, 13 couros salga los, 8 ar-
robas de carne ; a Joaqnnn Vicir de Psr-
ros.
I" sacies 12 e mea quarUs do milito ; a
Claudio Hubeux.
40 ditos com 60 ditas do millm, 5 ditos
com 7 1(2 ditas Je farinh-.i, 19 ditos 38 ditas
de gomma, 73 ditos com |i ltt'.s de leij.'io ;
a Jos R Ferreira,
16 saceos con- 3 J quartns do fariulia, 9 di-
tos com 18 lilas do gmoiiia, 18 couros Sil-
gados a Joo Jos de G rvallio Mor>os.
18 meios do sola ; a Francisco Tiftucio
de Souza Lleves.
23 saceos ir, piaras de mllio ; a Fran-
cisco ferreira Gomos deMenezes.
60 ditos com 130 ditas dr i.llbo, 12 utos
com 30 ditos de gomma ; a Manoel Goncal-
ves da Silva.
CONSULADO I.ERAL.
l;.-n liiTii-nio do .ii. I a 10. 26:5709816
I l*in do ia 12....... 5:327s72l
Carita leeca o'aalgada. .
Cera de alicllia ....
carnauba .
Cocol nara comer .
Courug de boi saldado.
D carn^irn ou cabra
eorlidoj .
Doce de qualqurr quali-
d.nlc.......
Farlnha de nandloea .
Fejao.......
Goinina de mandioca .
" >> aramia .
Madcirasangico,soo(.al-
o lo, Alves, jaca, e
raliuue ....
n Carabao do negro.
O l.tl ijiilil. .
o Vilele ....
n Pi d'arco em li-
n'ii......
Cedro em cha
pres .....
Mel.de en^enlM ....
i) furo.....
Millio.......
Qaailoi.......
Sal........
Sebo derretido ....
ii em r una ....
Sola ou vaquela em iiieio.
rmiciulio ,.....
i r: i
cento
mu
cont 2JMO0
arroba
alipicirc

i,
libra
arroba
palmo
duzia
canada
alqueire
libra
il| ii"ir.'
arroba
n
um
arroba
3I:898>567
DIVERSAS PROVIKCIAS.
Itcndiineulo do da 1 a 10. .
dem do dia 12.......
7569299
7U;>2;i
8359828
Metaa.
Ouro.Onc.H lie M"J las .le l5il)0 velbas
de li.i(H) novas
ii de (9000
I'rala.Pla<"6f liraileiros
IVfius cuiirnnaiioa
ii mrticanoi
."i-IHhl
T-oi ni
19000
99500
9320
309000
I09OOI
39200
69OQO
69000
3320
0200
9200
9360
JOO
51211
.103000
100 9S0
9400
9200
8200
2J00U
RgOOO
1-HKMI
39000
1-3(100
293000
169OOO
U>3lKM)
29600
290(10
1-JM)
S-:
Leilao
DA.
C'oinmaretof.)
-
0i
'
.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA ClADE .NO DA
12 DE OUTUBi O DE IS_7.
HavreGalera franceza Emina Mullid le, Las-
Falmoull^-Etcuna hollandet "Cilbarinan, N. O.
Bieber .V C, 1,235 courn* sali>a>1o.
LiverpoolBarca- maleza .iKl ouir 11.vi-,mu. Junvs
Ryder i C, 800 taceos acucar mascavado.
LiverpoolBarca ingiera Eleonor, Sum I 1- Bro-
thers 1S1 C, 1,300 nearn asucir mascavado.
BiliiimilhUrii;iic in^lez ni). Joan, Bostroii Kon-
ker ^ C., 503 sacro* assucar nascavatlo.
Biltiinure-lliale americano oIlHamondi, llenr\
F',rsler \ C, 7(1(1 saceos asquear masrava lo.
Li-biaBrigu* pnrtufiiez Aclive, Joso'Carvallii
Ijs Santos, 60 isccof Remwa.
LiverpoolBarca ingleta Eleonor Dodson, Paln
Nasti "\ C, 2> sacras algodilo.
EXPORTACAO'.
Il'vre p^la Rio liraude do Norte, salera franre-
1. Einina Mailiibl de M6 tonelada), condaitO
segiinilo : 72'acciTom i 1-2 arrobas e 26 libras
de algiido, 6,36) cauros salgados, ti, ponas de boi.
LiverpoolItarca ingleis Faophanle, de 621
toneladas, conduiio o segointe : 2,30) sarcos mm
11,500 arrobas de assora, 1*658 sacras com 8.749
iriobll e 21 libras de algoln.
RECEBciDOBIA E RENDAS INTERNAS tiE-
RAES DE PBRNAMBUCO.
Reo lmenlo do dil I a 10. I0696416
dem do dia 12....... 1:3219180

Kavins eiilrados no da 11.
Rio de Janeiro e Babia10 das, e do ultimo porlo
2, vapor sardo Vctor Emannele, rommandante
Jen).
Macelo 1|2 dii. encana inglea Ida, eapiao
.Mon.kloo, de 112 lmela tas, ruoipasem 9. carga
I..sir ; a S,iuii.l.r8 Jlrothers & C. Pertence a S.
Joao de Ierra Nova.
Navios saludos no mesnio dia.
RabiaSumaca nacional lllorlenciai), rapil.1i Jos
de Snuca Cont, carga vin ,s gon-ros. Pas'ageiros
Chrisliano Jaco.Oes, Jos M jria, Uanoel P. Calado,
l-'iancisco Santa Anua.
Rio de JaneooItrigvie nacional Laura, apila*
Gaspar d Silva Bodrigoes, carga annear e
agurdenle. Paaagairo Joaquim de J|. Vellozo.
Navios enlrados no dia (2.
Aracaly19 uas, hiata nacional E toneladas, me pagem (i, raiga f. i Ao e niiis gneros, a Caelano
C. da Coala Moreir.i. Perlence a Peruamhuro.
Para e portos interine lins 11 dias e 3 horas, vapir
nacinnil iiParaii, comman lante !'. I'. Borgea.
l'erra Nova 38 illas, Irrigue inglez l'airy, de 17(i
tonelada-, capito Tliouia/. Perris, ei|uipagem 12,
carga 27(lfl barricas com bacalliAo a Saundres
Riolliers & C. Perlence a Terra Nova.
Navio saludo no inesmo dia
Havre pelo Rio Gran le lo NorteGalera Trance/a
Emina Matilde, capitao Durelv, caiga couros e
algodao. .


12:0179896
CONSLi
Rendimenle do dla^
dem do dia 12.
>l PROVINCIAL.
10.
16:8779167
1:981/875
18:8599342
PARA' ..0 DE SETEMRRO DE 1857.
lni|iorlai;.io.
Agurdenle de canna
forle .
Aniteta......
Ai'lonas.....
Atolla doce ....
Alhoa.......
Arm laurnea .
he'landrias.
Auocar......
Balalsi.......
Uir.lli i .....
pipas
, garraf.

, ancarl.
barril
iiiiiiih; i
urna

arroba

barrica
Banba..........libra

tentando as mesmas razes ja dadas.
Engenho Refresco da Escada 13 dj julho
de 1856Aggen Eduardo Velloso Freir.
Atiesto que o Rvm. francisco Verissimo
limdeira preslouvsc durante a epidemiado
chulera as conlissOes da familia de Miguel
dos Alijos, no engenho I.imeira, e de outra
no engenho Simao, nSo obstante ichar-se
docnte de umrsch gas abertas as periiaa
lo que sou teslemunha ocular .Que convi-
dei tambem ao mesmo Rvm. Seuhor para
vir assistir nesse lempo neste engenho Con-
ceirjflo, p-estando Ihe as mesmas vantogens,
dcixando de ofTerocer-lhe gratilicaqJo poi
ja ler outro offerocido 100a e nSo fol aceita ;
que linalmente convidei-o para desobrgar
a i;iin ia familia nesta occasioc respondeu-
me niio haver tempo pois mal ihe chegava
para acudir aquelies que eram accomraelti-
dos da eaiiemia. He a pura verdad o que
venlio de dizer, o mo sendo pedido nSo u-
videi passa-lo par minha letra e signal.
Engenho ConceiQilo V de setembro de
1856lielmino Velloso da Silveira Lins.
.soguiam-se outros muitos atleslados, se-
an fosse pesada a despeza da improssao,
porem que estanlo francos a sua leitura por
espacoue 8 dias etn mfloa do proptietaiio
desta lynographia, alim deque so convenc
o publico em geral, os E\ms Sis hispo e
vice-presidenle, a directora geral da ins-
truci.'o publica, e o conselho uire-lor que a
pessoa do quem fallum os i aportantes atles-
lados, nao he esse sacerdote que a iuiquissi-
nia calumnia pintou-o com negras cores.
lEslflo reconhecilose sellados.)
Itezerroj.
Chaposjde Chile. .
Cerveja........
1 .eva lni!i i......
Cominho.......
Chuuricas......
Garas secca .....
Cera em velas .
Cha h) -ou......
Chumbo de munic,ao.
Obi de linbo ....
t^afc pilado......
com casca. .
Erva-doce ......
Kollia de l'landres. .
I'annln de trigo.- .
'enelira cm .....
doria
um
dueia
arroba
Licor.........
Massas........
Manleiga inglezi. .
france/a. .
Pe.........
Papel pardo.....
Prcunto. .-------.
Paio<.........
l'imcnU da India .
I'as-as........
Plvora mulera .
arnerica .
O'ieijoj lljmengos .
Sal porluguez .
l> do M.il.inli n. ,
Sola.........
Spermaccte .
Sleanna.......
Sal a o de llsraahlo
Cebla.......
Toucinho......
lachos de cobre ,
Vinlio branco .
linio ....
C>a CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 I 2 J. a 60 d.
Paris, 316 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|rj d descont.
Acrao do banco 50 por cenlo de dividendo por con
Id do vendedor.
companbia de Reberibe 6O9OOO por aecaa
a coinpanhia PeroamburaDa ao par.
Utilidade Publica, 30 pur cento da premio.
Indemuisailora. 61 ide, ..
da estrada e ferr# 20 por Oin de prom o
Hisconlo de lellras, de 8 a 9 por cento.
Ac{6es do Banco, 10 a 45 de premio^
Uui". Moedas de bcOO velh.i
69IOO nuvas
4f00. .
Trata.PalacOci brasileiros. .
Peroi coluinn.-iri-s. .
meiiracos. .
aVISM 3O?000
, 1690II
, itiaooo
99000
29000
1 2000
1CM,(
Caixa Filial Uo Banco do
Brasil
EM12DEOUTLRRODE1857.
Directores da semana os sanhores : -Joao
Pinto do Lcmos e Antonio Marques de Aino-
rim.
A csix desconls lettras a 8 por cento n
anuo, e loma dinheiro a premio do ronfor-
inuladc com os seus eslatutos.
AI.HANDEGA.
r-eudimen|o do da I a 10. .
Mein do Hia 12. .
217:71139911
15:30|083
253:3'..-.ron:
Descarregam boje 13 'de outubro.
Itirca inglesa11 enmone-jiercadonas.
Barca iugle/sLindalanadas e carvao.
Il'igie ingle/i'.uniiv inedebacalbo.
Kacnoa inglezaEraferro, c.rvao e lacha--.
B nni inglezaVenelia rerveja e gonebra.
Barca americanaJalia Cobbmerca iras.
MOVIME.YIO DA ALIANOEGA.
Yolumcs entrados com Calendas ....
u com gneros ....
lotll
Vinagre
rance7. .
bespauhol
libra
ii
. quintal

. arroba

. arroba
. caixa
. barrica
. garraf.
. ImliJHS
. pipa
. dada
. caixa
. libra
. brirnl
. r<'-tna
. arrobi
. ir?'i)
. Iil.r.i
. rn\;i
. Ilbni
i)
um
. ] 'I*" '

. roci
. libra
. Iilra
)>
. nrlheir.
. arrolM
. libn
. I t de

. pipa
120:0011
9:000
1:1*10
38:0(111
:120
|:5O0
1:800
5:000
1:200
20:0110
35:000
6:500
5:000
5:0011
8:1100
11:000
1:000
, 1:300
Mino
22:000
5:500
5:500
9:000
22:000
25:000
5:000
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1:000
(i::,IHl
:700
:500
14:000
1:600
:2S0
:700
:600
1:600
2:000
:900
1:lili()
. barril
Eiporla;ao.
. arroba
Algodao .
Assorar brillo ....
Arroz de vapor. .
em caca .
Borracha lina ....
11 entrefina. .
o gros^a .
Cario ........
CrV0........
Castanba.......
Cuinani.......
Couros seceos ....
verdes ....
Parlaba d'agua .
Iitunraa peixe. ....
(iuarali.......
'leo de rupaliiba .
Piasaaba em rama .
Puxiry.'.......
Salsa parrilha ....
Urac em msaaa. .
em grao. .
Tapioca.......
PHECOS
OoroVeja........
Soberanos.....
1 Mocta de 1J. .
Unjas hespanholas.
mexicanas. .
agujas de 2(1 pesos .
VrolaPatacas liespanh.
mexicanas
IrancezaOfr
alqieire
arroba
: Misil
9:000
11:009
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56:000
56:000
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240:000
25:000
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2:200
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1:200
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12:000
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65:000
350:000
250:000
330:000
30:000
alqneire
libra
libra
I)
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30 libras
arroba
libra
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:360
:80(l
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11:500
22:000
5:000
. paneiln
. alqueire.
DOS
UETAES.
16:000
8:."ilH)
9:000
30:000
29:000
3li:(HIO
1:960
t:Sdl
1:600
6:.50 7:001
3:000
2:40o
15-000
13:000
9:000
8:500
7:500
5:000
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3:200
1:000
1:000
15:000
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32:000
9:i I'111
4:000
6:800
Nao ha
8:800
Nao ha
Vio ha
Nao ha
CiMUlO- '......,,es27a 2Seflccluam Lisboa960|o
(Franca 335 a llamborgo.
AGIO .AccOesdo R. 130: Detroaiadslellras 1 l|20|i)
{Diario do Commerri do Para..
CORHEIO GERAL
Cartas re idas por diversos motivos, pira
os senhores abaixo declarados :
Uexandre Kerreira GuimarSes.
A. J. da Silva Figticira.
A. da Silva Vasconcellos.
Belchior da Gama Lobo.
Can ii la Augusta de Castro Mnnezes.
Camello Jos Pereira Paro.
Clan lino FalcSo Das,
Candido Caldeira de Souza.
Directores da companhia de Seguros Marti-
mos Rugeneragao da Corte.
Francisco Antonio da FonS9ca Galvflo
Francisco da Cunln Nahuo.
Francisco Pereira Moni. iro.
Dalglisle
<. Dalglislo Sl Thompson.
Joaquitn de Azovedo Villarooca.
I >aquim Lu/, de Almeida Fortuna,
loaqoim Manoel Je Lina.
los de Cerqueira Lima.
Jos Doroingues Fortuna n Silva.
los Joaquim Becerra de Mello.
Jos BuHuo de Souza Cardoso.
Jos Soares crrela.
Lu/.Concia de M. nozes.
Luiz J.is Moreira.
Maria Isabel da Silva.
Manoel l.o.ns de Smta Rosa.
I'anlaliao de Siqueira Cavelcanti.
Firmino C de Arauio.
Rodoplano de Araujo Jathoii.
rhomaz de Aquioo Mindello.
--- Peladelegecia de polica do termo !e
(oianna se faz publico, quo se aclia coi do-
posiio U7i cavaPo castanho, grande, velho,
rabilo, o teni o p esquerdo branco : quem
sejalgarcom direito ao mesmo, comp rega
na mesma delegacia que Ihe ser entregue,
Cidade de (oiaun 9 de outubro de 1857. O
jutz municipal e delegado de polica,
Caetano Estellla Cavalcanti Pessoa.
Pela inspocQao do arsenal de marinha
so faz pnldic >, que foram leitos, ni conlor-
midade do regolamento, ac impanhando o
decreto n 1324 de 5 de lnzembro do 135V,
os e\a ni's precisos as r^aclinas, cildei
ras, casco, a;iparelho, mastrea^So, veame,
amarras e ancoras do vapor a reboque Ca-
maragibe, pcrlencenti a companhia Vigila -
te, e achou a commisso tudo islo cm horn
estado, por cuja caus'i fot unnimemente de
paiccer que po lia essa emharcac'io conti-
nuar i ni seo serv;o Inspeccjio do arsenal
de marinha de Pcrnamhuco cm 12 de outu-
bro de 1857.O inspector,
Elisiario Antonio dos Sanios
O lllin Sr. inspnclor da Ihesoiiraria
provincial, em cumpriment) da resolucSa
da junta da fazepda, manda fazer publico,
que a coDSOrvacflO permanente da estrada
do Pao d' Iho vai nova mente a praen no dia
29 do correne, pela quanlia d6;90Uj rcis,
por dez mezes.
E para constar se mandn allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secrelaria da thesonraria provincial de
Pcrnamhuco 9 de outubro de 1857.-O se-
cretario, \. F da Annunclacflo.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
rovincial, em cumprimento d resolucUo
da junta da fa/en la, manta fazer publico,
que a obra do 9.- lauco da cstra 'a do norte,
vai novamenta a prnca no dia 29 do corre-
te, pela quanlia do 9:2369426.
i: para constar se mandn allisir 0 pre-
sente e publicar pelo Diario,
secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de outubro de IS57.-0 secre
tario, A. F. d'nnunciacSn.
CO.VSEI.IKi ABMlfllSTRATTVO.
O coisclho administrativo lora de com-
prar OS objectos seguintcs :
Paran presidio do Fernando.
Tapioca do M ranhao, arrobas 2 ; aramia
arrobas 2 ; Cera em velas de mcia libra, ar-
rollas 4 ; madapoiao, pnrjas 6 : baeliloa, pr-
ca I ; papel almaco, resmas 8; paulado
resmas 8, pennas do ganso loo ; ditas de
ac, eaixas 4; lapis, duzias 4; barbante, li-
bras 16 ; lints de oscrever, garrafas 24 j mis-
sal 1 ; Ironlaes do damasco 2, sendo um
branco e outro verde, com 11 palmos de
comprimeolo, e 5 de altura ; panno prelo
com cruz 1 ; ritual romano I ; hreUnha de
linho, per,-as6; damasco brancj, covados
2 J.cassa para babauos, petjas 6 ; oleo de li-
IISQ, barril 1 ; agua-taz, arroba 1 ; ail,
oncas 8 ; rxo-terra, arrobas 4 ; colla, ar-
robas 4 ; espaoadores de pennas 3 ; ferro
da Suecia, qiiintacs 4 ; chumbo em bar a,
arrobas 8; eslanho, arrobas 2, rame de
latilo BOrlidO, arrobas 2; arramo de ferro
sortido, srrobtsS; arco de ferro oara bar-
ris, arrobas 8 paos de jangada para balea
24; limas 22 duzias, sendo chatas de 16, 12,
8, 6, 4, tneia canna de 8, 6, 4, e triangular
de 12, 6,5, ede cada urna3duzias; con ai-
queires de farinha do ^landioca, mnJida
velba.
Botica do inesmo prest lio.
eos deopodeldoc ; 21 garrafas de elixir an-, coi tente, o liii'tte Sagitario: para o
ti-phleumatico (l)r. Guilli] ; 24garrafas do1 r,.sto tla cal,,a e pattagero, para o que
sarope do Bosque verdaioiro ; 8 vidros de ,. .' i ..
clorophormio; 16 migas de acnito em tintu- ll,'lire OSCelientes conimodos, tratd-se
ra ; 36 garrafas d'agua de Sdelits ; 1 ar-it'1 Manoel Francisco da Silva Carneo,
roba de niftna ; 2 massos de encerado delnaru.i do Vigatio n. 17, primeiro andar,
l.o Pu Jrtcl n. 2 o 3 ; 8 varas de encerado in-: 0II rom 0 capito, a bordo.
glez ; 24 garrafas de espirito de vinho ; 1000
rolhas de cortinas sortnlas.
Diversos corpos.
Cornetas de. toques.
Quem quizer fazer dito fornecimcnlo apr-
sente as suss proposlas em carta fechada na
secretaria do conselho, as 10 horas do dia 15
do crrante mez.
Sala das sessOes do conselho administrati-
vo para fornecimcnlo do arsenal de guerrs,
10 do outubro de 1857. Rento Jos Lamc-
nha Lins, corouel presidente Bernardo
Pereira do Carmo, vogal e secrelario.
Directora geral da ins-
trncQfto publica da
provincia
Por osla secretaria faz-sc constar a quera
interessar, que o lllm. Sr. director geral in-
terino tem marcado odia 20 do correte pa-
ra ter lugar o exame de habilitacoes que
pretendo fazer o prnfessor publico de ios-
truecta primaria ,to Pora de Portas, Antonio
Huiln do Aud'ade Luna, uas materias do
ensino do segundo grao, comprchendidas na
segunda parlo do artigo 47 da le.i provincial
n. 369 de 14 de inaio :e 1855, oscepluau lo
agrimensura, principios de scienciaa pliysi-
cas suplicadas aos usos da vida, noQoes de
Inusica, exercicio ,1o canto e gymuastiea. E
para quo cingue ao conhecimento de todos
se mandou publicar a presente pela impren-
sa. Secretaria da instruccSo publica 9 de
outubro de 1857.O secretario,
Francisco Pereira Freir.
--- Pela contadura da raniara uiuuieipal
do Itecife so faz publico, que o prazo mar-
cado para pagamento do imposto de carros
'te passeio o aluguel, carracas < uiais veh-
culos de condcelo, principiado I.-ao,ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
vel, e todo.-- que deixareui do pagar no refe-
rido prazo, iieam sojeitos a multa de 50 0|0
do valor oo imposto. Contado ia municipal
do Recite 29 de setembro de 1857. O cou-
tador, Joaquim Tavares Itodovalho.
OSr. eolleclor das reudas provlnciaea
do municipio de Goiauna far-sabe-t qt-t
di i de liojo lliu (ni entregue pelo delegado
le', termo o escravo crioulo de uome Luiz,
n?t iral da comarca do l.ituoeiro, de idade
de -:> annos, estatura alta, rosto redondo,
cab dios ca api unos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouc i, picada t'e
bel ga, preso nessa cidade ordeni ao mes-
rr.o delegado, no dia 3 de Janeiro do or-
reitti! armo, sendo avahado na quanlia de
1:209i pelo que, chaioa-se a todas as pes-
soas iu tiverem direito ao referido escravo,
p^.ii que dentro de 60 dias, contados da pu-
biicsQ3o di ste, apresenlcm na collectoria da
dita cidade sua just(cco de d. ninoo, a
qual ser produzida perante o juizo inuuici-
pat desse termo, e lindo o prato menc'.ona-
d i su: arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden !o-se
annuncio do dia e hora cm que liouver de
ter lugar dita arremetoQo, publlcando-se
este edilal pela imprensa, e onde nais con-
vier. Collectoria. provincial do inunictido
'!; Goianna 30 dejQlho de iK57.--Oescrivao
da coll'.ctoria, Luiz do Albuquerque Lins
dos CuimarSes Peixolo
oteria
DA
Provincia,
LOTERA-
DA
provincia,
DE
fbrica dk sabio.
Sexta-feirn 6 de iiovembro
A requerimento dos administradores da
massa fall Ja do I). Ondida Maria da Silva
Lima, viuva de cllno Concalves Pereira
Lima, de ordem e em presenta do Exm. Sr
juiz especial do conimercio, far leilflooa-
genle Rorja, dos objectos segututes :
l'm sobrado com 60 palmos de frente e 256
de fundo, i ,r is 2 casas terreas com 35 palmos
de frente cada una, e 85 de lundo, em que
se acha estabelecida a fabrica de salan, sita
na ra Imperial desla cidade,at com terreno
bsixa-mar no fundo das mesmas casas, com
camhoa,caes,guindastodcferro.duas grandes
Cal letras de manipulai;ao,coui raexedores de
Ierro movidas por vapor, caldeira e machina
de vapor -e forga de seis cavullos, duas ser-
r. s, sendo una vertical, e outra circular,
bombas de ferro, ludo movido por vapor. 8
grandes depsitos de madeira ou resfriado-
res ile sabSo, compoi lando cada urna mais de
mil calas, alem de un>a mensi lados de
Utensilios, proprios Jo eslabcleciuieulo
Oito i scravos de dilfereotes idades ja acos-
lumados no orvicoila fabrica.
l'm laii.ii...'u e-i i mico para a analyse.
con < ndo pegas de vidro e metal mui impor-
tantes, una porgfto do frascos com accidos
etc.
Cartearas, almarios, prensa de copiar, re-
logio e mais objectos do cscriploro.
Urna terreno cotn 1U0 palmos do frente o
fundo al haixa-mar, annexo a fabrica.
33 ciscos com azeite de palma, e umapor-
cin de dito em deposito cm um tanque de
ferro- as-.0 horas empunto do supra dito
di?, na mesma fabrica, lea lugar o leilao.
-- Patn .Nasli -v C. far.oi leilao, por in-
terveucSo do ageuteOliveira, de gramil' sor-
limenlo de razendb-s inglesa, as mais pa-
puas do mercado : lert;a-feira, 18 do cor-
rent, as 10 horas da uianhua, uo seu arma-
zem, ra do i rapicli i.
O agente Rorja far leilSo dos movis
etc., perlencentes a urna familia cstrangeira
quo brevemente se relira paia a Europa,
cousislindo n'uma exccllcnte motilia deja-
caranda, candelabros e lanternas do vidro,
vasos, liguras do porccllana, e mais adornos
para sal, urna ptima secrt-Laria de mogno,
dous soherbos guarda-roupa e guarda-ves-
tidos, urna rica cama fianceza com cortina-
dos, toilette, lavatorios, marauezas de dor-
mir, commodas, una sotTrivel mobilia para
sala inferior, mesa elstica de j.ntar, guar-
da-Iouca, apara lores, louga e vidros do dif-
ferenl s qualidades para servnjo de mesa,
utensis diversos, e outros muitos artigo de
casa etc etc. : quatta-feira 14 do crrente,
as 10 horas da ma ulula, na ra das Cruzes
n. 28.
I.F.IL\0' DE SARVO-.
O agente Rorja. por anloi isaciio do Exm.
Sr. Dr. juiz especial do conunercio. a reque-
rimento dos administradoras da massa fal-
lida de I). Candi la Maria da Silva Lima, via-
va de Delfino CongaWes Pereira Lima, far
leilao de 500 caixas com sabao aniarello,
pertencente ndita massa : quinta-l'eira 15
do eorrente, ao meio dia em ponto, no ar-
mazn! da ra do Collegio n. 15.
Os abaixo assignados tem exposlos a ven-
da os s?us bilheles e meios da lotera de S.
Miguel de Harreiros, os quaes nlo soirretn o
descont dos 8 00, e acham-se a venda no
aterro da Roa-Vista loja ji. 56, o sendo de
loo- para cima a dinheiro, pelos seguintes
precos :
Bilhetc 5500 recebe 5:0009
Meios 2j750 2:5005
Silva GuimarSes & C.
- Uesappareceu no dia 11 de correlo,
um escravo de mime Cbrudno, mulato, com
os signaes seguintes : gago, com urnas mar-
cas no rosto de sinapismos, altura regular,
seeco do rosto e. compri lo, natural da cida-
de de Souza,que foi escravo de Joo Nepomo-
ceuo da dita cidade, e he provavel ter segu-
do essa estrada, por iaso roga-se as
dades policiacs o capules decampo, a ap-
prcf.ens5o do dito escravo, quo sera gene-
rosamente recompensado, na padaria das
Cinco Ponas n. 63.
.Na audiencia do Dr. juiz de or.ihaos,
do dia *4 do corrento mez outubro, tem de
ser arrematado o sobrado da r a da Gua n
42, pertencente aos herderos dos tinados
Silvestre Antonio de Laages o I). Joanna Ma-
ria da ConceiQO, por sor a ultima praga,
sen lo o valor dado a dilo predio 7:0003 rs.
Precisa-se de urna ama para casa de
poucu familia, sendo de portas para dentro,,
preferindo-se ja i losa, s o que precisa he
saber bem egommar : quem astiver no
caso de precisar, dirija-so a ra do Qtieima-
do n. 53, luja de mludezas
Quer-so alugar, ou arrendar um sitio
na ilha de Itaniaruc : quem quizer faze-lo,
falle na ruada Mangueira Boa-Vista \ casa
n. 20.
Constando-nos que o vapor Persinunga
talvo/ queira levar passageiros para a fesla
da cidade de Goiauna, no que nisto teriamos
multa satisfagao, lemhra-oos ao 1IIni. Sr.
gerento da companhia Parnambacana, se
dignassoa sabir deste pprto as 5 horas da
ananhSa, para chegar naquella barra com
dia, e nos poderlamos desfructar as vistas
pittoresoas de 19o grande rio ; fleariamos
milito aatisfeitos o se ia bastante esse mo-
li'o para co n facililado acudir mais passa-
geiros l!ui dos passageiros de tio nobro
vapor.
-- Precis;.-sc de urna arai quo saibaco-
zinharc engommar, para una casa de pou-
ca familia, em Santo amar, om casa de I)
Maria Antonia da Cruz, defronlo dos dous
ps de arvores.
OSr Antonio Joaquim Torres Galin-
do, que a:inuciou ter sido roubado no bec-
co rio Rosario, queira apparecer nesta typi-
graphia, que so Iho precisa fallar a respetlo
do mesmo rouho.
8."
ilo
RECITA VISSIOUTUHI
DA
ER1PREZAGE3MANO
aXOCaoOrOB
TERGA-FEIKA, 13 l)E OUTUBRO HE 1857
Subir a srena ii sxrellente drama fin 3 actos,
Sr. M-.mi le- Leal Jnior :
O
m
Lcrmioir O e*ppci,iculo ntni i nova romedia en um
arlo, o tiiiila de eitiplel-:
-BJO DEMONIO.
Principiara as 8 boras.
O' bilbotcs ecbair.-s? venJa uo e-cnplmio do
tbealri'.
la'
Leilao.
DALJIBARROIA.
Vctil
neo
4TERR0BAB0HISTAN.4.
O director leste salfio, participa a seus
Ilustres proteclores, que or,'rece-Ibes par
esta semana u-ia boa e agradavel cxposicSo
do vistas'lo Ihs novas.
Vistas que serfo palenteadas at o dia 17 do
do eorrente.
Guerra do Oriente.
1.a O exercito combinado na Crimea.
2." A sanguinolenta batalha do Alma.
3 A sanguinolenta batalha ile Inkermin.
4 Assalto de Malacoff e incendio de Se-
bastopol
5.a O grande bort.bardesincnlo do Pa-
lerrno.
6. v rsqia ira nnglo-france/a cm frente
lo Rslisbona.
7.a Vista do palacio da industria o seus
arredores em Paris.
8. Lemecen no lago to Tuinna na Suissa.
9.'' Balljmore, porto comnieuiantc os Es-
tados-Unidos,
10 Vista de llarcelona em despatilla.
11 s Vista de Bilbao em Hespanba.
\2 Porto de Calais na Franca.
13.a a cidade do Trieste austraca.
1* Interior da igreja da Magdalena em
Franca.
15' Tabellas das principaes pcisouagcns
Ilustres de corag m do mundo.
10. Cabida d'agua dir rio lado entro a i -ranea e a Allemiiiha.
17." i-ta panorama deConstantinopla.
18." NapoleSo I, botan lo oculo cm frente
da Calhodral de MilBo em Italia.
OsalSoestar aberto das 7 at as II da
'oite. Entrada 5 reis.
O agente Rorja faro leilao por conta o risco
de quem pertencer, de urna grande quanti-
dade de objectos do marflm (primor d'arte]
nunca vistos em Pernambuco, como spjam
aderezse meios adoremos para senhora.pul-
seiras, brincas eallineiei (tvtl'sas), caixi-
nhas do guardar joiss, enfeiti-s de salla,
quinquilharias, divo sis imsgns de urna
dous palmos, o mullos outros objectos ra-
ros o de gosi.o etc., os (fuaes ser'O vendidos
sem reserva algum ; assi n c uno de um i
porcSo do obras de ouro e prata de varias
qualidades, relogioH para slgibeira, de curo
e prata, palete inglez, sttsso c horisonlal,
ditos de parede e de cima de mesa etc., que
tambem serSo vend los sem recusa de maior
prego offerecldo ; jututa fera 15 do cr-
lenle, is io horas da maoba, no armazem
do agente annunciante, ra do Collegio
n. 15-
s'.ir O stiboiiux, aterro
a Boa Vista ii. 5'2.
l'.utecipa ao respeilavcl publico e parti-
cularmente a seus freguezs que acabam de
chegar de Paris para scu estabelccimento
oSr. Blanchinptimo ofllcialde sapateiro. e
ma lama Blanchin pcrtU engomnadeira de
roupa fina, como s,jam : mangas, mangui-
tos, babados, beslas, capulnbos do senho-
ras, rentas, bicos, ro^ucto da padre, etc ,
offerecom seus preslirnos por se achurcm
com todos os apparelhos precisos para suas
arles,
Vende-se urna mulata de 18 a 20 annos
le idade, a qtial coznha o diario do urna
casa, engomla, faz ron ia e coso boro : na
ra Nova u 53, botica.
-- Cun raso urna bareaca da 20 a 25 cai-
xas, qtio seja nava o be o construida : na
roa da Crui lo Rerfe n. 6t.
Salustano de Aquinn Ferreira vendeos
seus milito feli/cs bilheles e meios, pelos
precos baix,o mencionados, sendo da quan-
lia do 1003 reis para cima dinheiro a vista,
na praca da Independencia n. 4, e 37 a 39, a
na ra da Cadeia do Recite n. 45, esquina
di Madi i- de lieos :
Bilhetes 58500 recebe 5:0005
Meios 2o750 1:5003
Por Salusliano do Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Uesappareceu no dia 2 do crente a
preta do nomc Januaria, i lado de 23 annos,
ccon os signaes seguintes : altura regular,
secca do corpo, falta de um dente na frente,
usa andar de panno tino ou de chales ; esta
preta foi do Sr. Monteiro, na ci lado de Olio-
autori- Ja (,uem a PR8*r> leve-" a rua d* Aurora
n 28, que ser recompensado. &
Precisa-se de 4:0008 a juros de unv por
cento ao mez, dando-se por hypotheca um
sitio: quem quizer dar, annuncie para ser
procurado.
- Precisa-se de urna ama que s iba cozi-
nhar e engommar no pateo de S. Jos n.
60, em casa de Antonio sigarreiro, nSe se
repara ao preco, e he casa de pouca fimilia.
IOOqOOO do gratificicao,
Oesapparaceu da villa do Cabo, no dia 9
Ido corronte mez de outubro, a escrava An-
tonia, da Costa, com 30 annos de idade,
i pouco mais ou menos, alta, cheia do corpo,
tendo urna cicatriz abaixo do queixo, urna
| mancha cor de caf, pequea e redonda, em
I urna das mamilas do roslo, e com falta de um
dente na frento e parlo superior da bocea :
quem a apa.-e-i -n ler, poder conduzi-la ao
bairroda Itoa-Vista, rus da Uniao, casa da
Sra. O. Anna Lins Caldas, ou na mesma vil-
la do Cabo, casa do promotor publico, que
receber a gratilicac5o cima ; e protesta-so
proceder crtmintlineutc contra quslquar in-
dividuo que a tiver em sou poder.
--- Precisa-se de um pequeo qoe tenha
pratica de miudezas ou para praticar : na
ra do Qti -imado n. 43
Vende so um bom terreno entre as
duas pontes da Passagum da Magdalena,
com 71 palmos do frente o 170 de fundo :
quem pretender, dirija-so ao largo da As-
sombla n. 14.
Vende-se um bonito molequo de 15
anuos : na ra Nova n. 33.
Vende-se, de urna sonhora que se re-
tira, urna escrava recomida e da melhor con-
ducta, engomma, cose, faz labyrinlho. bor-
da e marca, tu lo com aceio e perfeicao : na
ra das Aguas-Verdes n. 46, se dir quera
vendo.
Escravos pegas-
Ven lem-se 2 lindos mulatos ptimos para
pagaos, do 14 a 16 annos, 2 moleques boni-
tos, de 14 a 16 annos, 1 cabrinha com al-
gumas habilidades o de bonita figura, de
16 annos, 1 mulatinha de 10 anuos, pti-
ma para se fazer urna dad'Va : venle-se tu-
do inulto em conta : n ra Direila n. 66.
Na fabrica de calcado sita na ra lir-
ga do Rosai io n. 14, dmitle-sa ofliciaes de
qualquer obra e discpulos.
Antonia Candida Pa lilha, faz sciente
ao publico, que a sua casa sita na ra da So-
la lade n. 21, (ica sobre a procuraco feita
ao Sr Jos Antonio' da .Silva Araujo, para
esle recober os alugueis.
oan
8
osto.)
'cguiea
da
ra (J
do
o (iteiiuado, esquina
Iieeeo da G0,'c?>'egfa
ty&o, ii. 4i,
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Kniopn, vicos cortes de vestidos pai-a se-
nhora de um josto intetramente novo,
de cores-escurase elegantemente listradoi
de seda .ussclinadn ; esto la/.enda deno-
tnina-seGraciana ou dirijo, e lie a
mais propria para a presente estaro ;
cusa c.da coi le a mdica quantia de
12.S000.
CEVRA1 (1 DE OUTUBRO.
Prjns currantes dos sencros Ir exportara".
120*000
'
Para o H lo ele .Janeiro
O velciro o bem conbeci lo patacho nacio-
nal Valente, pretende seguir com muita
brevidade, e tem prompto paite d i seu cr-
regamento ; para o resto e escravos afrete,
trala-se com o scu consignatario Antonio
Luiz do Oliveira AzeVOdo, ra da Cruz n. I
V.ia a Baha.
A velein umaca nacional Ampbitrite,
iratendo seguir com muita brevidade, o ten
prompto .arlo do s<,u cu regament : para
o resto, trata-so com o seu consignatario
Antonio Luiz do Oliveira Azevedo, ra da
Cruz n. 1
llio ele Ja-
neiro.
Segu com brevidade o brigiic escuna
nacional Carolina, de primeira mar-
cha, tem parte da carga prompta : para
oi-estixpie ihe falta, Irata-secom con-
> oncas do iolnreto de mercu'io ; 2 ditas signatario Nvaes C, ra do Trapiche
M6
17
lt3
Aijuarili-nli-, cacha
Algodo em plais.
em carolo. .
Arrer, pila.tu.....
casra.....
V^cite da rarrajialo. .
Annear (traites em rana .
ii relio 13,. ,
iiiM-. ,\.t i,, u
llorrnclia drola" .
* -l'-liiiu i U
Caliellos He boi nu cavHllo.
Cafe pillado l.a surte .
2." b .
Garrapato......
pipa
airolia
i
alqutlre.
>i
caada
arroba
7-0110
I-iSO
J-l IIIII
ijnoo
|J)2H0
IC'III i
63800
3x400
i .-i i
S5IK)-)
(9000
JSOilO
de protoiodureto do dito; 4 ditas de creo-
soto ; 2 ditas de sanlonina ; 6 ditas doni-j
Iroct de prata fundido ; 6 ditas de dito de !
prata crystallisado ; 4 ditas dn clorrelo de |
ouro; 4 ditas de oxydo de ouro; i ditas de',
valerianalo de quinino ; 1 libras do oleo 1
de llieribentina.nao espirito; 4 libras deam- i
moaiaco, liquido, nSo espirito; (librada
nzlna de bata ; 1 libra do dita Je jalapa ; I
8 ditas de collivo; 2 ditas de balsamo de-
tolu'j 2 ditas de balsamo de meca ; 1 ditas
dealmeirSo; 8 ditas de cipo de chumbo ;
l|2 libra de I16r de zinco ; 2 ditas de ps de
brogonha; 4 ditas de assucar candi ; 1dt-'
n. -ii, 011 eom o capito na praca.
ma o Arac ly,
tpgue iniprelerivelmento no dia 13 do eor-
rente O bem Condecido hiato Capiharibe :
para o resto da carga e passageiros, trata-se
na ra do Vigaiio n. 5.
Vencle-sc
qualidade,
salsa de
lionlem do Para*, no va|M>r uPoraai
na riiade Apollo, armazem n. i.
superior
P.
cwidi
%liiff -se
na
alqueire
. ta de san ialo rubro ; t dila de gomma laca ;
53000 2 funis de vidro; 2 copos legra luar de 6
59000'oncas; 6 ficas elsticas sortijas ; 36 fras-
**ara o Uto
de Janeiro]
. to Antonio
salte impretenvelmente no da 15 do i dita quem compra.
ssa >sa 'Hit $* i& \a>xT6
Estando a confeccionarle o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
nhoresque costumam ser nelle menciona-
dos, quuiram mandar seus nomes, mti-
d mea re domicilio, ou onda uualquer
lembranca,|uc sirva nata que teja o ines-
mo almanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senliores de en;;enlio e rendei-
ros, queiram mandaras a I teca enes que se
tiverem dado a respeito de suus pioprie-
dades.
Vende-se urna escrava crioula, bonita
ligura, ida.le de 93 a 24 annos, tendo as ha
bilidades dr. lavar, engommar o co/inliar o
diario de urna casa, e lulo com limpczie
brevi lade, lendo de mais a mais a inestima-
vel qualidade de ser milito Del e sem vicios
c achaques do qualidatle alguma : quema
pretender, dlrija-se a ra di Florentina,
rasa \-, esquina, que volta para n de Santa
Isabel, in,le se dir tambem o motivo ,or
que se ven le
lia alguns das que ause itouse da casa
od abaixo assignado u a seu escravo denom
i'aulino, cabra do nariz chato, beicos gros-
SOSe falla serrada, ten: 16 annos de ida le,
"iein do r-u hujn desenvolvimento pbi-
sico est da altura de um homem regular ;
t i, si lo encontrado mullas vezes na Torre,
M nguinho,Poco,Uonteiro, caqui nacida-
devadiar: levoucslfi c camisa branca, e
chapeo de pa Iba : recommcndase pois a sus
Captara, o ser suflicieiili ment recompen-
sado, quem o trouzer no aterro ca I! a-Vista
n 20, primeiro andar Gervasio Ciceio de
Albuquerque .Mello
A" GOIANNA.
Gran 'e resta de Nosss Senhora.
Se houverem assngeiros em numero suf-
licienie, fretar-so-ha o vapor Camaragibe:
os senliores qua pretendere n dar este ag a-
davel passein. queiram inserever-so na ra
da Cadeia do Red fe n 4.
Precisa-serie urna ama do leite, forra
mi escrava : a tratar na esquina do lim da
ruado Pires, difronte do hospital regimen-
lal .
F&kcimIs de
i gosto.
Lindos cazaveqoes de cambraia e fil,
brancos e bordados, com muito bom gosto,
ditos pretos iefil, camisiobas de (bi mui-
to linas coro golinhss, e manguitos brda-
los, enfoitados com lindos lagos de fita c
llores, ditas pretSS de tilo, saludas de baile
de diversas qualidades c co es, capotinnos I contratar p?
de casemira de diversas cores, muito supe-
riores cortes de cambraia brancos bordados,
de muito bom gosto, cortes de bsrege com
i 3 baba los, cortes do se.la de babados e va-
rias quahdades, mussulinaa bancas, e ou-
tras mullas f zendas do bom gosto nos
qil Iro cantos da ra do Queimado, loja do
sobrado ama relio n -io.
-- Compra-se o Panorama : qucmtivci,
annuncie nu dirij i-.se a lvraria ns. 6 e8da| iuo acbar-se em esta lo '.
piaga da lnde, endone! i. dispdr de seus bens, o qu
--- Gompra-se a historia ecclesiaslica do I nado, como herdei.-o do inesmo capit3o Ac-
hispado de Pernambuco, pelo Ur. Mariz : na cioli e mais herdeiros, prot slan destej
'iviaria us (i o s da pracs da In lepen-iencia de procurarem seus direitos, e para que niu-
Com^ia-se utna casa de 1:000*000 ate guem se chame a ignorancia, fazem publico pretende
t'-,sei.donal,egu,/.ade>. Jos ou San- pela imprcnss. Engenho Linda Fiar de costme. Recio 10 do outubro de I857.--D
i travessa do Singado n. 1, se | outuhro de 1857,-FranCSCO da llo.-ha Hol-, solicitador do juzo",
B
a casa lenca da ra Imperial
ra do Queimado n. W> primeiro andar.
O abaixo assignado, moralor na ra
da Praia, primoiro andar, casa n. 43, com-
pra para neommen las casas tarreas as
freguezias de Santa Antonio, Recife, S. Jos
e Boa-VlSta.Ca idino do Reg Lima.
Atteneo!
a
Na ra da Cruz n. 17, confeilaria de \. A
Porto, acha-se un grande sortinenlo dos
mclhores doces de tolas as qualidades de
rructas do paiz e estrangeiras, tanto seceos
como etn e ,1.11, c xaropas de to las as qua-
lidades, excelle des charutos da Babia, a-
promplan--se encommenlas de doces ou
frucas bem acondicionados, e sendo em
tempo prevenidos sero mclnor servi los os
senhores compradores. Neste cstabalec-
oieoto aflan^a-se as qualidades de to to
quanto nelle se comprar, igual i.ente urna
porcSo de bom vinho de caj- e por baiato
prei}0.
Vende-se um carro de i rodas de tra-
balhar na alfKiidega, puchado a boi, c est
novo : para ver e tralar, na ra do Cano, co-
choira do Sr Guedes,
Compra-se um cavallo possante e man-
so, acostuma io carroca : ns cocheira n.
10 do pateo do Paraizo.
Vende-se urna piola ciiottla, com idadn
de 26 anuos, com urna cria mulatinho de 7
mezes, muito lindo, a preta tem varias ha-
bililades; na ra Imperial n. 37.
- Ven le-se tima mul-ta de 14 anuos idade, coslurcira petfeita, e tambem c-igom-
ma, alm de ja estar aeostumada a to lo ser-
vico de urna casa do familia : na ra da
Mangueira n, 7.
Aos religiosos.
O abaixo assignado mu loo-so da ra Vo-
lita para a ra de \pollo n 29, conlinu'a em
sua prolissflo de fazer capas, batiras, samar
ras o capas viatorias ao uso da Baha.
Alejandrino Cesar de Mello.
--- Alttga-seuma sala com 2 quartos, re-
ceuteinenle pintada o muito clara, propria
para escriptono de advogado, na ra da Ca- |
deia por ci.na da loja do Sr. Flix, alfaiato : !
a tratar com Maciel, no escriptorio do Sr. 1.
I J. de Miranda.
Algum dono
In iii larga
do Eosario
n. 14, j mito a botica do
tir. Pinto;
vendem-se os melliores calcados de todas
as qualidades, sendo todos taxiados, c
alian^a-se que as obras rival isa m com as
fraacezai e tornam-se de mais diiracao,
sendo borzerjuinmde duraque pveto e de
cores, ditos de pellica preto e de cores,
sapates de bezeno e de como de lustre,
botina de bezerro e de couro de lustre
com canos de marroquim, e Otilias nui-
tas uualidadei de calcados que o iieguez
vendo nao de\ara' de comprar, c a'visla
do preco eomrnodo e das boas qualidadi-s
torna
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
cisa da ma da Aurora n. 20, das 9 boras
di manila.i as 9 da noite, bilheles, meios
e quartos, da segunds parte da pri-
meira lotera de San-Miguel de Barra-
ros, cujas rodas andam no dia 17 do
eorrente mez. Thesouraria das loteras,
II) de outubro de 1857.O escrivao, An-
tonio Jacintho Cesar.
Alaga-so ou compra-se urna pre.ta que
seja de mcia idade, e que sirva para a ra :
qu mi tiver annuncie.
>Fol)iIas dealimuel.
-Alugam-se mohilias completas ou qual-
3uer traste separado, tambem ee alugam ca-
eras em grande quantidade para bailes e
olllcios : na ra .Nova, armszem de mobilias
do Pinto, defronte da ra d.- Santo Amaro.
Tambem se compram o trocam-so trastes
usados do loda a qualidade.
Precisa-se de unta ama para o servido
interno de urna casa do pouca familia : na
ra do Encantamonto n. 13, taberna.
Aluga-sa urna escrava que coxinha, la-
va oongomma com perfeicSo: a tratar na
ra da Gloria n. 86.
-- Aluga-so tima casa terrea com solio,no
sitio do.Cordciro, marg^m do rio Capiba-
nbe, o-n itolos para gran le familia, cozi-
nha fra, quarto para criado, cocheira para
crro e estribara para 8 cavados ; urna dita
mais pequea taaihem margem do rio,-
com cotnmolos para familia, e estribara
para 4 cavados: os oretendontes dirijam-so
ao pateo do Carmo n. 17.
Prccisa-se de urna boa engommadeira
para casa do um estrangeiro com pouca fa-
milia : quem quizer, dirija se a.Santo Ama-
ro, em airelo da fundtcSo do Sr. Stan,
sobrado do Sr. Manuel Custodio, em que
mora o Sr. Roslron.
No da 14 do eorrente, depois da au-
diencia do lllm. Sr. I)r. juiz dos feitos da
faz en I, em prac pelo mesmo presidida, se
hijo de arrebatar os bens seguintes, por exe-
euQOes da fazenda nacional contra seus de-
vedores : urna boa casa terrea u 5, sita em
frente 1- igreja dos Hemedios, freguezia dos
Afogados, com bastantes commolos, terre-
no para plsotacfl s do um e outro lado dos
to de padaria que quizer I oitOes, efundo at a esmboa, por l:40o>,
ara se botar lenha to los os dias penhora a a Francisco de Assis Campos Cos-
sem liavo falta, dinja-83 a ra da Gloria n. ;den ; u na lita n. 21', sita na ra dos Pes-
67, que achara com i|iiein tratir. c.idores, f egue/ia de S. Jos, com 20 pal-
oabaixo assignado faz sciente ao respe!-Irnos de frente, 66 de fundo, cozfnha fra,
tavel publico que pessoa algum-. nSo contra- quiulal morado, cacimba, e pomo para
le negocio algn de compra com o capilflo mar, por 1:6003, penhora la a Jos Martinbo
Jos Carlos Accii Ii, do engenho l.in la Flor, Carvalho de Albuqucrquo ; urna rica mohi-
e-n Gamella de Barra Grande, na p-ovincia liademalei a jacareo a ao gosto moderno,
de Al'.goa-, ou com uniros quaesquer bens composta de l ca :oiras, 1 sola, I par de
perlencentes ao mesmo Acci di, visto o mes- consolos com pedrs, tudo por 5323, penho-
' nao poder mais ra la a I) Anna l'e es Cam.ell 1 J como; urna
o abatxoassig- carroca p ra servir com boi, em bom esta-
do ; 1 marqueza, R esleirs o I txesa com
abas, tudo bastante usado e por 73j, penbo-
rado a Bernardo e Barros Brrelo : quem
r, compiretja ni lugar e horado
i
landaGaVlcauti.
Joaquim Thcodoro Alves.
MUTILADO

ILEGIVEL






-
DIARIO DE PERNAMbTCO TERCA FEIRA ir. DE OL'fl BRO DE 1857.
COISLtORlO HIlOPTHICO
DO
_iejTX
Onde seacham sempre os mais acreditados meJicamentos, tanto em tinturas como
in glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precios bastante commodos :
PRESOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
DiU ie24 .. 15*000
Dita de 36 ... 20#000
Dita de 8 ... 25c00o
Dita de 60 ... 30900*
Tubos avulsos a....... 4M00 V
Frascos do nturradcmeia on;a. 2SO00
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
J cionario dos termQs de medicina ;. ... 20900*
Medicina donestica do Dr. Ilenry......., 10/OOt
Tratamento do cholera morbos......., 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moras......... ClooO
g PODRAS PRECIOSAS
Alternos de brilhantes,
diamantea e perolaf, pal- %
seir.is, allineles, briucos *
e jj/etas, bolOeseanneii $
de dilTerentei gostos e de S>:
diversas pedral de valor. %
WJ* Bl IIIRIVI8
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa asobrasdo mais
tan-
moderno gosto,
? Compram. vendem oo S
(rocam prata, ooro, bri- 5
. Ihantes,diamantes e pero- y
? las, e oalras qaaesquer j$
5 jois de valor, i dli.lieiro S
4 uu por obras. *.
twsassmsaesmmmK^s to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre*v-o eommodo como eostumam.
OURO E PRATA.
$ Aderecoi romp.-los da X
Si ooro, meios ditos, polsei- &
Prai, alfmetes, briocos e &
rotelas, cordes, Irancel- S
;* lins, medalhas, correntes *
* e enhiles para relosio, e j*
ouiros moilos objectos de $
?i ooro.
|g Aparelbos complelos de *
;? prali para eh, bandejas,
$ saltas, easticaes, colheres $
i*- de sopa e de cha, e mu- !*i
is loa ootros objeclos de $
prala.
Precisa-se alugar um prcto captivo :
na ra do Trapiche n. 12, armazem.
Quetn precisar de urna ama de leite
de muito boa conducta, tenha a bondade de
annunciar por este Diario a su morada, ou
dirigir-se a ra do Sr. Bom Jess das Criou-
lasn. 20.
9
i Consultorio
i CENTRAL HOMEOPA-
THICO.
W RA DE SANTO AMARO,
(Mundo Novo n. 6)

Na fu n di cao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
@
g DENTISTA FRANCEZ. |
;* faulo aignoux denlisli, ra Nova 41 t s
'.;.' na mesma casa lera agua e pos denlrilice. WP

Lotera di pro-
vineia.
O abaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quantias de 100$000 para cima, a d-
nheiroa vista, erasen escriplorio, na rua
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5f>00 recebe .">:000,'i000
Meios 2, Quartos 1^250
J.
2:500x000
1:250000
Laytne.

Casa desande
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- J*'
labeleceu em seu sitio da Passagem W
da Magdalena, que lica ao norte |
da estrada entre a ponte grande ?
ea pequea do Chora-Menino, ex- w
cellentes acommodac/ies para re- v
ceber todas as pessoas enfermas
que se quzerem ullisar de seus'
serviros mdicos, os quaes .jjerao
prestados com o mairir esmero.
O racismo Dr., para o lim supra- @
indicado e para exercer qualquer S
de sua profissao den-
oulro acto
tro ou fra des la cidade podera
ser procurado a ciualqur hora do
i dia e da noite. no referido sitio,
I a excepciio dos dias uteis, das 9
I horas da manbaa a's 4 da tarde,
l que sera' encontrado no primeiro
i andar do sobrado n. 9, do pateo
) do Carino.
Aos pais de familia.
Offerece-se urna pessoa bastantemente ha-
bilitada para leccionar grammatica latina
franceza, nacional earitbmetica, aioda mes-
mo ein algum engenho ou sitio porto desta
prar;. A mesma pessoa recebe em sua casa
alumnos internos, modiante urna quanlia
razoavel: quera de seu prestimose quizer
utilisar, dinja-sea,rua de S. Goncalo n 14,
que adiar com quem tratar.
-
5$ Quem tiver cinco ou seis escra- (fe
vos possantes que queira alugar
%& para servico de armazem de assu- @
^ ca-: dirija-se a rUa do Trapiche g
n. a fallar com Goncalo Jos Al- $
fonso. t
-
Precisa-se de u"i bom feitor para o si-
lio que foi do lnado Delphino, na Passagem
da Magdalena : a tratar no mesmo sitio..ou
ua rua Nova, sobrado n 27.
O r. Sabino Olegario Lorigero Pioho
* da consultas lodos os dias olis, desde s 8
W lioras da manhaa as :i da larde. Cs nu-
9 les para vizilas deverAo ser dirigidos por a
A escriplo. Os pobres sao medicados gratn- &
'"laroente. W
"
Amassador.
Precisa-se de um amassador : ua padaria
do pateo da Santa Cruz n. 6.
Prerisa-se fallar ao Sr Paulo Moreira
da Silva, na praga da Independencia n. *.
Attencao

No aterro da Boa-Vista n. 65, precisa-so
de olliciaes de funiloiro, e il-se mais ordo-
nado que em outra parte; tambem se d
ohrksde meio feitio, augmenlando-se o pra-
cu antigo.
Knsino particular.
O bacharel A. K. de Torres Bandeira, pro-
fessor de lingua franceza no Gymnagio desta
provincia, prope-se abrir do dia 15 do cor-
renle mez em diante um novo curso de rhe-
torica e potica e outro de philosophia, para
todos aquelles estudantes que sequizerem
applicar a estes preparatorios durante as fe-
rias. Pode ser procurado todos os dias
uteis das 3 horas da tarde am diante, na casa
de sua residencia, na rua Nova, sobrado n.
23, segundo andar, onde se acha aberta a
matricula para ambos os cursos.
GA6IHBTE PORTDGEZ
DE
Companhia de
BEBERIBE-
O novo chalaiiz da rua da Concordia
esta'nberto, c cvposto'ao publico (como
qualquer dos outros desde o primeiro de
correte. Escriptorio d Companhia do
3, Kebei-ibe 8 de outubro de 1837.Gui-
w Iherme Settc, secretario.
I ,
No consillloiio bomeopalhico do Dr. Ca- ?1
*novai rua das Cruits n. 28, ha aeni .;';
HtS pre ora grande sorlimenlo dos mais acre- 2k
j8? clitsdos medicamentos hoineopalhieos, e tu- '.-'
,; do quanlo lie necessarin para as pessoas qoe -, ;
te seguem esie s\slema. y.
?? Vendem-se'frascos com rolha de vidro J
t? de meia onc at 0, muito em conta. fp
oo
Bvm&m**
JOHN CATiS,
corretor geral
E AGENTE DE LEII.O'ES COMMEKCIAES,
n. 20, rua do Torres,
PK1MEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
KECIFE.
EP0ZIT0 DE I4PE PRWCHA DE
MARYIAND.
lio cliegado pelo vapor lguarassu este no-
vo rap, fabricado no Cear, pelo Dr. Marcos
Jos Theopbilo, a sua boa qualidade o exc-
tenle aroma, agradar os amantes da boa
pitada, evende-se por preco eommodo
rua da Cadeia do Recife n. 29,
andar.
na
primeiro
iS versidade de Coimbr, lem em a casa de sua ^
JP habila;ao na rua Nova, bous commodos pa- ^
X& pafa recelier algims doentes. A condioots ^;
qA serio presentadas na occasiao do ajosle. J
^-
PUBLICACAO' LITTERARIA.
A UevistaContempornea.
Ao publico.
Conservar a memoria das ac^es do seclo em que
vivemos, he um tributo de horoenageiu pago aos nos-
soa concidadSos, e um servido feilo aos viodouros.
Uiiiimii !,i-|]|... os fuudamenlos para a historia qae
lem de se escrever depois de mis.
i.i iiii i., eitiver ja amorlecido eile lumoltoar de
paltes que boje nos asilara, entao se procorAo com
coriosidade e mleresse as grandes causas dos variado
successos porque temos atravesando. Ssr nessa qua-
dra o 1,-iiipo proprio ele apreciar condignamente o
nosso (rabalhu ; porque essas causas ficam lanzadas
neilas bingraphias cora imparcialidade, sem as disvir-
luar por nenhuina consideraco de interesa* poli-
I tico.
Este terviro feilo ao futuro prende-se desde j com
1 o que prestamos au prsnle. Salvando do isqueci-
menlo honraJas memorias, resgalamo-las do capri-
di., das paixies poluicas em que muilas vezes andam
, baralhaddt e c infund la., reslabeleeendo-as no seu
verdadeiro ponto de loz.
He porlanlo o retrato mural e o relralo phvico
qoe aRevista Contempornease enrarrega d de-
banr.
Nem 13o soladas e sullas sao eslas biographias, co-
mo o pareccrao a primcka vista. A vida da socieda-
de conlemporana Irava-ieem lodosos seus lances,
por tal arle, com os fados particulares de cada mem-
bro dessa sociedade, que a agaregajao dastas iudivi-
doalidades, he que forma o lodo qoe se intitula his-
toria da poca. Assim as phrases de urna aci;o, t.i..
diversas quautos os individuos que oella Tigaram, c
narradas lielinente na vida discripliva de cada um
desses iudividuos, cnncerlando-se forman, o lodo da
arc,ao em qoe tiisle a verdade histrica do fado, e
paleDleam a ignota cauta, oh origem, quasi sempre
ignoradj por se alo ter atlendido as suas diversas co-
relacoes.
Sob eslas consideraes aRevisla Contempor-
neahe o livro do liumem de Estado, do historiador,
do poeta, e do arlisla, que lodos, pelos seus rele-
vantes mcrecinicnlos 1.3o Ja ler aqui seo coodigno
lugar.
He I ml.rm om lbum dos mais cariosos e esplen-
didos da imprensa nacional e eslrangeira ; orna ga-
lera das oossas personagens mais celebres, e urna re-
cordado de svmpathia e amizade pelas illasirac,oes
aqoi mencionadas.
Compra-se effectivamento na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nhias, o da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auautias.sobre oenhores.
Manuel iiiiario Rodrigues, morador na
rua do Trapiche, esquina dados Tanoeiros
n. 26, precisa comprar as seguintes madei-
i as de 30 a 32 palmos de comprido :
9 travs reforjadas, e de qualidade.
50 travetas. .
300 caibros.
Ripas e alguns frechaes etc.
8ttt9$9.
He chegado a lo]a de Leconte, aterro
da Roa-vista n. 70. escolente leite virginal,
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar' Rora duas1P!llvra em quanlo a parle lillerari
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a- rV.,l,M dR*'" Conumporanei.
famado oleo babosa para limpar e fszer eres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Floreoca para brotoejas o asperida-
desda pelle, conserva a frescura
dado da primorosa da vida.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esuhelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, le a honra da in-
formar sos Srs. negociantes, propietarios da casas,
i quera mais convier qua eslo plenamente au-
lonssdos pela dita companhia para efecluar segu-
ros sobra edificios de lijlo pedra, cobertos de
llha e igualmente sobra os objeclos queconiiverem
os masaos edificios quer consista em mobilii ou
n fazendas de quslquer qualidade
-- Na rua do Trapiche n. 17, escriplorio
pre-cisa-se deum preto para criado.
HD1NC4 DO ESTABELECI-
MENTO DE PlHgS DE
J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabeleciment de
pianos da rua larga do Rosario para a rua
da Cadeia de Santo Antonio u. 23, junto da
Klaeu.
Precisa-se de urna mulher de meia
tdade.de boa conduela e sem filhos, para
tomar conta de urna menina de 2 annos, e
fazeralgumas costuras ; a tratar no campo
do Hospicio junto ao qusrlel, casa do de-
sembargador Mendes da Cunha.
- Manoel Alfonso Aquino de Albnquer-
quemulou a sua residencia para a rua di
Cadeia do Recife n. 29, primeiro andar.
TRAVS.
Com a correnteza da mar desapparece-
ram 2 travs : quem as chou, querendo
restituir, annuncie, ou entenda-se com Joa-
quim Jos Ramos, largo do Corpo Santo n.6
Precisa-se alugar um moleque bom,
de 15 a 17 anuos, para o servico do urna pes-
soa eslrangeira. Adrorte-sc que agradan.lo
O moleque, depois do experimenlar-sc,
comprar-se-ba, no cafo que o douoo queira
vender : quera liver inniiQCie, ou procure
Causas especiaea inlerromperam, vai u'um anuo, a
sua publicarlo. Removidas essas caosns, aRevista
Contemporneaparsou a ser propriedade do seo es-
criplor, e dos artistas desenlilas e lylhographo, que
6 0 avellu- sotram gratuilaraenle oesta empreza com o seu Ira-
balho, leudo nican ente de salisfazerem as despezas
da impressao lypographica e papel.
Esta db-..ci,,;,, delrabalho graiuito da' m resol-
tado a eslabilidade a regularidade ; e os novos edi-
tores daRevista Conlempnraoeaasseguram que os
seos nmeros serlo publicados imprelenvelmente da
15 em 15 dias.
Cada numero desla serie, consta, como na passada,
da um folio de patinas impressas, conlendo duas
biographias, e dous retrata*, esmeradamente lylho-
graphados.
I'ara a temilhanca e etaclidao dos retratos com o
original, o socio desenhador laura o esboco por orna
copia do daguerrelypo ou pliolbographia. e depois a-
perfeiroa o Irabalhu nas sesses que lem com as pes-
soas represeuladas.
De se nao ler seguido este melbodo na primeira se-
ne, lalvez pelo dispendio que seria pa.a a amiga
empreza ,e que para a actual he gratuito, pelo mo-
tivo do sucio detenhadoi, su ler em visla oeste caso o
seo bom nome arlistico) resullou que alguns daqurl-
les retratos nao sahisseio com a devida semilhaora e
ptrfeic,Ao.
Esle defeilo vai agora corrigir-se larobem nos re-
tratos aulerioies ; porque lendo-se esgolado varios
nuraeosda primeira serie, proceder-se-ba a segun-
da edicto pelo ni- ili.i i., agora adoptado ; para o que
desde ja os editores pedein aos ca valle.ros a quem as
ditas biographias respeitam-se preslem a anuuir a es-
Ic incoinmodo.
Esla reprodojao daquellas biographias e retratos
sera relia cunveiiienleuienle, de modo qoe em cada
aisignalura correle da trimestre se nao repita mais
do que om numero dos autigos.
En, quanlo a parle Iliteraria lomara-se os aponla-
nif ni'.' cora a maior minuciosidade e boa fe, i me
peodenlemenle de opiniOes polticas, porque aRe-
visla Contemporneanao as lem, e os seus editores
eit.i convencidos de que lodos, apezar de eamiuha-
rem em poltica por estradas diRertnles, lo levan, em
mira o bem da patria.
O prei;o de cada numero daRevisla Contempo-
rneahe de :)00 reis, pagos em Lisboa no acto da
entrega.
Tarahem se lecebem assignaluras :
l'or 12 mezes 2t nmeros 7c2oO reis
12 3jj(iO .
3 (i 1-3800
Os presos para as provincias sao os mesmos de Lis-
boa ; mas uio se remelle srnao a quem pagar, pelo
menos seis mezes adiantados.
Itecrbem-se a-signaluras em Lisboa, na roa Ao-
uusla numero H, e un escriplorio da empreza da
Revista Coiiteiupoiaiiea,rua dos Povses numero 92
i'Jh cumprimento do artigo 36 dos estatu-
tos' sao convidados os senboros membros
do conselho deliberativo a se reunirem em
sessso ordinaria, to dia 15 docorrente, as
6 1|2 horas da tarde, ni sala des sesses do
mesmo Gabinete. Secretaria do conselho
deliberativo do Cabinete Portuguez de Lei-
tura cm Pernambuco 12 de outubro de
1857.M. J. Rodrigues Pereira, secretario.
Precisa-se de urna ama para lavar e
engomrrar, e que seja perita em qualquer
um destes servicos : na rua Nova, sobrado
n. 23, segundo andar.
Jo3o Mara Sevi-, doulor em medecina,
chegado ha pouco da ICuropa, participa ao
publico.quese acha residindo na rua doSe-
ve.onde pode,ser procurado para o exercicio
ilejsua profissSo e especialmente para partos
Precisa-se de um preto bom cozinhei-
ro para cas de pouca familia: a tratar no
largo do Corpo Santo n. 13.
Precisa-se de um bom forneiro e de
um bom amassador : na padaria da rua lar-
ga do Rosario n. 18, junto ao quartel de po-
lica.
--- Anselmo Ayres Rodrigues de Azevedo
deixou de ser conlramestre da casa do Sr
Flix Venancio do Oantalicio, e acba-se es-
ta belecido com casa de alfaiate na ruadas
Flores, esquina da Gamboa, aonde est
prompto a servir com osmero a todas as pes- I
soas que de seu proslimo se quizerem uti-
lisar, e agr-'dece ao mesmo Sr o bom lia-
lamento que recebeu durante o lempo em
que na sua casa trabalhou.
O pharmaceutico Antonio Francisco
dasNeves, com carta conferida pela Facul-
da le de Medicina da Bahia, tem a honra de
annunciar ao respeitavel publico desta cida-
de e lora della, que acaba do estabelecer-se
com botica na praca da Roa-Vista, esquina
para a rua do Araguo n 32, aonde se encon-
trar sempre o melhor provimento de me-
dicamentos, o drogas as mais permitas; as-
sim como muito uis.'osto a exercer como
maior zelo, cuidado e intoiessc, ludo quan-
lo for temiente a sua arle, para cujo lim
pede ao mesmo respeitavel publico Ihc con-
ceda a sua roiil-inca.
Lotera
DA
primocia.
Segunda parte da primen a (olera do
GYMNASIO.
Nos hillietcs rubricados pelo abaixo
assignado loram vendidas as seguintes
sortes:
Nms. 1997 1:500$
500.?
200$
200S
1001
tooj
:>o.v
">0.s-
50*-
20
20$
20.s
20.s-
20.S
20.S
20$
20.s
20$
1 quarto.
2 (juartos.
Jjilltete.
2(|itaitos.
I meio.
I meio.
hlliete.
I meio.
i|iiartos.
meio.
meio.
meio.
meio.
meio.
quartos.
quartos.
meio.
<|ttartos.
1997
21 io
885
730
22I
2531
800
970
2107
2876
1339
223.
3*06
2509
- 2127
2731
mi
20 i
A garanta dos 8 por cento do imposto
geral he paga no scrptorio da rua do
Collegio n. 21.
.1. !*. L'iyme.
--- Aluga-se o sitio da Torre, que fica en-
tre o do Sr. (iibson e o do Sr. inspector da
alandega, com casi nava e bastantemente
commoda, e urna boa planta de capim :
quem o pretender, dirija-se a rua ostreita
do Itusario n 26.
Lotera
DA
Provincia.
Segunda parte da primeira lotera do f.ym-
nasio Pernambucano.
Nos bilhetes rubricados peloabiixo assig-
nado Ibram vendidos os seguintes premios :
Devoto christ&o.
Sahioluz a terceira edico do livrnho
religioso Devoto GhristSo. mais correcto c
augmentado, vendo-se nicamente na livra-
ria ns. 6 c 8 da prac.a da Independencia, a
800 rs.
He barato que admira
Junto a botica do Sr. Pinto,
Rua larga do Rosario n. li-
Fabrica e loja de calcado.
Chegaram pelo ultimo navio de Franca
os melhorese mais acre litados aviamentos
de um dos melhores fabricantes que ha, co-
mo sejam, cortes de borzeguins do camur-
Ca de todas as cores e de duraque, os mais
finos o b.jm acabados, o verdadeiro couro de
lustre, marroquins de| todas as cores, bezer-
ro de superior qualidade, borracha dsela
preta e de todas as cores, dita de algodii'i
tambem do todas cores, e juntamente de
laa, sola franceza o da terra, emlim neste
estabelecimento se encontrar ludo o que
he concernente a arte, ludo da melhor qua-
lidade, que he possivel ; encontrar por pro-
cos muito commodos, o que sii se poder,-
avaliar a vista da fazenda.
Vendem-se os seguintes escravos, um
bonito moleque de 16 anuos, um dito de 13,
urna negra crioula de 2* annos, e urna ne-
grinha de 14, com principio de habilidades :
na rua da Aurora n. 36.
Aviso s caseadeiras
Vende-se retroz para casear : na rua Nova
n. 52, loja de alfaiate,
Vende-se urna escrava moca, porque
deseja ir para o mato, d'onde be natural;
tambem se compra urna que cozinbee cn-
gomme : na Prata de Santa Rila, casa ao pe
do mointio de vento.
Cortes de olin-
Dl/.A A 12x000.
Ni rua do Queimado n. 21 o 21 A, vendem-
so corles de olindiza, padroes escuros, com
listras do seda, assetinados de cores, fazen-
da esla da ultima moda de Pars.
Vendem-se missaes romanos : na ni
do Encantamento n. 11.
- Vende-se urna preta que sabe lavar e
engomtnar perfeitamente, sem vicio : na
rua do Encantamento n ti,
Na rua noy -, armazem
de mobilias de Antonio Domingos Pinto, ha
um completo sortimento de mobilias de to-
da a qualidade, tanto da trra como france-
zas, de Jacaranda e de mogtio, e continu'a a
receber por todos os navios, tatito de Franca
como de llamburgo toda a qualidade de tras-
tes do melhor gosto, fabricados por encom-
nienda, com recommenda;So de nio empre-
garo pinho no sen fabrico.
Vcndcm-se duas exccllentcs escravas
com habilidades, leudo urna 13 para 14 an-
nos de idade, e a outra de 20 a 22, o o moti-
vo da venda se dir ao comprador : no ater-
ro da Boa-Vista ii 37, primeiro andar.
Venle-se fumo muito superior vindo
de Caranhuns : na rua do Mondego n. 42.
MILHO.
Vende-se superior millio em saceos
grandes a 8 cada um : no armazem
Luiz Annes delronteda alandega.
Na rua da Cadeia do Recife n. 11, 1\
andar lia para vender lencos de lindo com
labyrintlio, (azenda superior, lindsimos
bordados, e por barato preco.
Na rua da cruz do secife
Attencao.
Na grande fabria de tamancos da rua D-
reita, esquina que vira para S. Pedro n. 16,
ha am completo sorlimenlo de lamancos a
rctalhoe em grandes porcOes, por precos
i muilocm conta : os senhores commercian-
tes do mato devem-se prevenir, pois o inver-
n asi* prximo.
Vendem-se 2 negras mogas e 2 mole-
ques de 16 annos, e t mulato bom carreiro :
na rua Direila n 66.
Vende-se a propriedade denomina-I. U Jard'm
Botnico di cidade de Olinda, em eicellente locaii-
dade, leudo boa casa de vive ma. cochura, esliiba-
ria, casa para prelos e feitor, tres grandes cacimbas
com tanque, sendo urna de ptima agoa-feirea, mu
los arvoredos de fructos ciqoisitos, e boa baila de
capim para sustentar diariameule mais de qOalro
cavallos : a Iralar na rua da Aurora u. 2i.
Facto secco.
Vcndom-se algumas arrobas de facto sec-
co, assim como boa carne e escellentes
queijos do sertao, saceos com feijao mula-
tinho e de corda, e bom milho, ludo por
preco eommodo na rua do Queimado, loja
de Ierragens n. 1.
Feijao mulatinho.
Vendem-se saceos com teijiio mulatinho e
de corda, assim como saceos de milho e
muito bous queijos do sertao: na rua do
Queimado, loja de ferragens n. 14.
Vendem-se [* accOes da Gompanhia de
Pernambuco e Parabiba : na rua do Vigario
n. 19, primeiro andar.
Barato que admira.
Na loja do Lavra, na rua do Queimado, es-
quina do becco da Gongregagao n. 41, ven-
dem-se chapeos do mola, fazenda boa a .
5;300 reis, ditos de massa muito linos 7c500,
ditos de el tro 6/, ditos deso de seda ls,
chales de merino bordados em 2 pontas 11,
ditos bordados em 1 ponta 9;, ditos borda-
dos a velludo Tazenda lina 14^500, lenco de
seda linos 1>500, ditos de cambreia 400 res,
ditos e .seda i?, cortes de coliele de vellu-
do 6$, chita franceza por 240, 220. 200 o co-
vado, riscadiuho inglez a 160 c francez a
200 rs. o covado, corles de cambraia de qua-
dros 2?400, ditos de cambraia da seda iaOO,
ditos do riscado francez 25500, e outras mui-
las razendas, dao-se as amostras com pe-
nhores.
Vcnde-se umc\cellenleN>o manso e
ja' experimentado pata carioca : os pre-
tendentes ditijam-sea ruado ijueimado,
loja de ferragens o. 13.
Vende-se um molcque|crioulo, de ida-
de 12 annos, bonita ligura, proorio para pa-
gem : na rua da Ca Jeia do Recife n. 29, pri-
meiro andar.
Bichas de Hamburgo.
Km frente a matriz da Boa-Vista, alugam-
se bichas, e apphenm-se ventosas, ucease
sarjadas, amolani-se ferramentas de cortes,
o botam-s ouvidos em espingardas.
Guarda nacio-
nal.
Anda continu'a estar venda oManual
da Guarda Nacional, no deposito da rua de
S. Francisco n. 6, tanto cm brochura como
encaderuado.
Velas do espermacete.
Recebera uvate agora novas velas destea-
ria, que se vende a retalho em ca xas
de 2-) libias, por preco eommodo : na
rua da Cruz n. 49.
A casite
Potassa da Kussia e cal de
Lisboa.
No antigo e bem conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
superior potassa da Russia e cal de Lisboa
arn pedra, ebegado no ultimo navio, even-
de-se por preco eommodo.
Na rua do Trapiche n.
16, ej ci iptorio de No-
vaes & C ,
ver.dc-se superior vinbo do Porto engar-
rafado em caixas de 1 e 2 duzas de gar-
rafas, bem comoem barris de quarto e
ottavo, a preco eommodo.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a esle merca-
do, para homens o meninos, de palla o de
o el lias : em casa de Caminha rV Filhos, rua
da Gadeia do Recife n. 60, primeiro andar
Ao barato.
0 PREGUICA ESTA QEI-
HARDO.
O rreguiya da ruado
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado sortimento de razendas de
bom gosto, por baratissimos pre?os, pois
que sem amlnc.no se contenta com um m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanlo tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodSo, propria para vestido de senhora,
de goslos inteiram nto novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de largclinas para vestido de
senhora, l'azen la muito fina e do melhor
gosto inglez, com listras do seda e campo
escuro a 129 cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo baralissi-
mo prp<;o de440 rs. avara, cambraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos goslos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos pffdres a 260 o covado,
ditas claras, padroes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colletes a 4 cada um, I3azi-
nhas escuras de mui ricos e variados padrOes
proprias para vestido de senhora e roupoes
de meninas a 50 rs. o covado, riscados
monslrosde cores alegres e mu elegantee
gostos a 220 o covado, ditos Irancezes ds
quadros de lindos padroes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito lina 400
rs.,dita estampada de lindos padroes a 320 e
400 rs. o covado, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pe^as de cambraias lisas tapa-
das, muito finase com 10 varas a 69600, di-
tas de dita mais cheia a 4s>600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito finas a 59400 a po-
ca, pecas de bretanha de rolo com lo aras
a 29 cada urna, grvalas de setim pretas e de
cor, gostos modernos a 19280 cada urna,
cortes de brim de puro linho a 29300, 29400
e 2#5O, casemiras de lindos padroes a 59500
o6|o corte, ditos de algodo de lindos gos-
tos a 19, l.-liti c 19600cada um, lencos pera
mao a 12, ditos com bico muito finos a 360,
chales de gazo, ditos de merino lisos o bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
propiias para calcas c palitos a 560 o cova-
do, casineta preta fina a 19100 o covado, len-
cos de seda de lindos padroes a 2f cada um,
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada uro, do todas estas fazendas e de
muilas outras que se nao mencionara, mas
que se vendern por baratissimos presos, o
se dario amostras com penhor.
=
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n- 36.
Obras ie labyrintho.
Lencos, loalhas, bicos, rendas, ele, ele ,'
e delicado trabalho, feitos no Ara caly
vendem-se no primeiro andar n. 60 da rua
da Cadeia do Recife.
Vende-se urna morada de casa terrea
com solio e quintal, na rua da Alegra n. 1:
a fallar no largo do Pelourinho ns. 5 e 7.
JEscravos venda.
Em casa de Caminha & Filhos, na rua da
Cadeia do Recife, primeiro andar n. 60
COM PEQUERO TOQUE DE
AVARIA.
A dinheiro
Pe?as de algodSo liso, largo, encorpado a
29, 2/240, 29500 e 29800 a peca, dito dn si-
cupira a 2, 29240, 2/500, 28800 e 39 a peca,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a rua da Cadeia.
sellins
patente inglez.
Silo chegados e atliam-se a venda os vtrdsdciro
e bem conheeidtii sellins inglezes patente: na roa"-
do 1 r.ipiclie-.Novo n. 42, irmazem de fazendas de
Adamson & C. Howif.
.-,- -*.****>, smaa_an asatt*.* V.
ijRELOGIOSp
RUA DA CADEIA DO WCIFE N. 18.8.
XAROPE
DO
i;


n
59, no primeiro
andar,
vende-se lamina em saceos a 69, oleados pa-
ra mesa de meio le sala a 39, ditos para cu-
brir pianos e consolos a 29 a vara.
Vende-se um jumento pata tirar rara,
cujo ja foi de lotee por sso be de inulta
vanldgem paraos Srs. de engenlio ; a Ira-
lar na rua doLvcaiucntO n. I (i.
_ipora_
mi primeiro an la; II. 20, lia rua do Torres, A 3- anJar, aomle toda a correiponUeucia piaca do tlorpo Santo. dingiJa.
-, Preclst-ae de um preto possante para TeoAa jl^!L,E[ta*.- ,
SC alugar; lla rua h,ri.iu n 26 Paca-sn ? sniores paRo ad.aiiladamenle as
a llirclia n. t). I aga-SO saas asignaturas a anterior empreza, lomamos a nos-
quarto
lino
meio
dilo
dito
Numero
qem.
so cargo saliifazer-lli'as iiilegraln.tnle,sesuiidu a ru-
larlo qoe daqoella nos passou. l'or etle^notivo po-
ii-in os mesmos cavalleiros contar com a nada en-
trega dos respectivos numeroi.
Us ediloras.
Subcreve-se em Pcrnambaco na livrarii n. 6 e H,
da praca da Independencia.
Pcrdeu-sc lionrcm a noite i docor-
rente do mnibus de Uliuda, urna ben
la de uuicoi'iie, desde Santo Amaro
111a da Cade.a de Sanio Antonio ; <|iicm a
acliou, querendo restituii pode leva-la
na rua da Cadeia de Santo Antonio n. I!l,
tu iinciro andar.
ai 43
756
1189
1369
1488
listes premios sao pagos imme
na rua da Cadeia do Recife 11. 45,cs quina de
Madre de Dos.
Por Kalusliano de Aquino I'errcira,
Jos l'ortunalo dos Santos Porto.
50t'o
2009
20,
20?
20/
i a U me n la
ir
Af ISO AOS SENHOHE 7IA-
JAHTES.
A taberna grande de S. Louronco da Mala
acha-se de novo sorlida, e offerece multas
vaniegens aos senhores viajantes que alli
queUam descansai por ter muilas comidas
para tsso, e querendo fuzer algum petisco,
m-uida-sc cnni milita proinptidSo e limaeza
a qualquer hora do dia, e ao lado da mesma
casa Lu urna grande cocheira com toda a
seguranca para seguardarem os cavallos, e
t'commod'MM i?? p0T P'eSomui-l" Pcecisa-se do um bom cozinbeiro, e
V.''1' I0 Creditar este novo es-1 da-se referencia a captivo : a tratar na ra
ga-
at a
Na
das
loja
Vendcm-sc nas lojas de Porto & C. na praca
da Unjan n. 35, 37 o 39, e na de Antonio
Francisco Pereiran. i, capcllas de immor-
Ules, viudas de Pars para tmulos, catacum-
bas, e sepulturas, no cemiterio publico a 2
de iiovembro. tinados circulando as n.es-
mas capel las as inscrpedes seguintes feitas
da mesma Mor a meu pai, a inioha mSi,
a meu esposo, a minha espoWi a meu lilho,
a minba lllha, e a amizades.
Vende-s urna ovelha pari la de pouco,
com duas crias, que da urna garrafa do leite:
na Passagem da Magdalena ao pe do sobrado
8lA DO CRESPO I. 10
Bom e barato
Na loja de Jos Concalves Malveira, ven-
dem-se cortes de seda com babados a 50/,
visitas de grosdcnaple prelo borda los a vel -
ludo a 309, seda de qua iros a I92OO e 19280,
organdis a 1/a vara, cassas irancezas a 70U .3
e 500 rs. a vara, chalas dn mrin bordados
a -, chitas Trancezas a 400, 360 o 320 o co-
vado, chapeos de seda de cores para menina
e senbora, bramante de linho bem largo a
600 rs. a vara, bretanha de linho parda a 2S0
rs. o covado, assim como outras muilas fa-
zendas de bom gosto, que co n a vista dos
freguezes se mostrara,
- Vende-so feijao mulatinho muito novo
e bom, dito fra linho para sopa, milbo tam-
bem novo, em saceos c a rclalbo : na rua
Direila, taberna n. 4.
SAI. DO ASSU*.
A bordo do novo Olinda, ou com Tasso
irmSos.
QUE EST' TORRANDO.
Na loja da rua da Cadeia-do Hecife n. 54,
ha para vender um grande e esplendido sor-
limenlo de. fazen las* baralissimas que azem
admirar, o bom gosto, baralza e boa quali-
dade, as razendas sao as seguintes : cortes
de brim para calca a 2*300 e9$40O, chapeos
de sol do baleia 9, dilos do ferro a 19800,
ditos de junco a 1-7350, setm preto mac
muito hno a 2> 4/o covado. chales lo chita a 19, casemira
preta lina a 1940,., I96OO, 1800, :9 29200 e
2*600, e muito lina 39, casemiras pretas e de
cores, de duas larguras, prop ias para os
rapazes de bom gosto, e como se usa em Pa-
rs, calca, colleto e paul, o covado a 29100,
sargelim a 170, 180 e 20o rs. o covado, mus-
sulina de cores e 300, 320 e 310 rs., e muito
lina a 360, cortes de coliele de velludo do
ultimo gosto, riqusimos padroes, de 6/500
ate I23,meias cruas para homcm a 160, 200 e
240, e linas a 300 rs. cada par, chitas para a
pobreza, o covado a 140, e peca a 59500, nao
desbolam, he escura, propria para escravos,
com pintas de mofo, mantas di-seda da mo-
da a 59, _59500, 69 e 79, e u uito Tinas a 99,
-o las muilo linas Sebastopol, o covado 19400,
de 19500 e I96OO, grvalas de 13a a 800, 880
M, 1910o, 1921)0 e 19400. muilo linas 29, di-
tas do mola a 19, mantas do laco a 39, mus-
sulina branca lina a 300, 320 e 340 rs. o co-
vado, chales de merino bordados de laa a
89, ditos bordados de seda a IO9, ditos bor-
dados de seda e franja de retroz a 10-500
ditos de 13a lisos a 4>800, ditos estampades
a 5/800, 6, 7e 83, ditos bordados de velludo
a I4p, panno lino prelo a 29400, 29600, 33,
33C.0O, 43, 4/5U0 e 53500, c muito lino
?200, madaioJSoem ppcas a 2/600, 2.38OO,
39, 33200, 3-3500 e 49. e dahi at 55500, seda
intitulad" melindro desenlia a I3 o covado,
chales pretos de alpa.-a a 3?6U0, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 19100 o covauo. alpaca de cores lisas a 600
rs. o covado, ditas pretas, lencos brancos
ordinarios, a duzia a 19300, ditos linos fixes
a 137U0, 13900, 29, 29400 e 2800, cortes de
casemira de algodSo a 8*900, cortes de seda
de pussar a festa a 159, alpaca preta, o cova-
do 480, 560, 600, 700 e 800 rs., e a 900 rs.
muito lina, chapeos do mola a 59400, chaly
de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
monstros proprios pata escravos a 220 o co-
vado, tapetes de velludo para cima de mesa
de ftdalgos a 303, meias de seda preta a
2/100 e 29500, casetSo da Suissa a 800, 900
o 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordados, que por seren tantos os precos
nao se menciona, tiras de cambria a 1/200 a
pee, manas do velludo para cima de sella a
6/400, pulceiras a 3551-0, 4 o 0.3 riquissimas
sabidas de baile a 253, Italia prela, o covado
19, dita de cores a 950 c 19, tapetes a 89 o
129, luvas de seda bordadas a 2950O, visitas
para suulioraa 12.3, ditas para menina a 89,
chapeos para menino enfeitados a 49OOO. Na
mesma loja sedSo as amostras, e se manda
fazenda com o caixeiro.
SjNovoestabele-i
o
seis poilas
Em /Vente do Livrument
Cortes de vestido d 13a com barra a 1/000,
lencos de retroz a 500 ts., ditos de seda a
210, cassas com bonitas ramagens para cor-
tinados a 2/50U 1 peca, ludo com defeilo.
Agencia de passaporte e Tolna corrida.
Glaudioo do Rogo Lima, despachante pel-i
reparlico da polica, lira (lassaporte jara
V S80 a libra.
HE BABATISSIMO.
cimento de fa-^
/ondas finas
DE TODAS AS QALIDADES
e do; melhores gostos que he |>os-
j sivel eueoDtrar-se.
*** Na rua do Qaairoada luja nova de qiialro
99 portal 11. 37. junio ao bfeco da Ci.grtsa- '.]':
3 ** ,e aaeaatrafa1 conlinuailaineul un. .-'.
.. completo riquiMimo sorlimaitlo de fazon- *
BP da* de Iotas af qu;i
qualidade-, Ingloiat, fianuo-
zas, all.li.a.is e IUlM*i, l.nia. de Kiislos o ''*.
mais iii'idernoi ponlveia, lano pira a p
ra como para o malo.
Ksl t-lil.clf riiiii-nlii so por p*,o se pode r
f;',: i.lari vtra forma, porque e9la' lien. moi. ;.
.... lado para vender |or atacado e a relall.o, U
;;' asseverando o pruprii-laito e.ider muito W
' < 'e i porlanlo, cunvida-se a lodas as ptMO, .--.
lano da praca como lo malo, que qnan- ,*
'." 1. lenliain de comprar faieuda< de bons i.':
O Bastas ^e l">a quahdades, venliam ueste
.., evini eMalielrcimenlo, que realmeiile co- ,'.'
jf uliecei.lo
o
Ftijilo ttve,
Vende-se na rua do Apollo n 5, por preco
razoavel, em saceos do alqueire e meio.
POTASSA DA RUSSIA CAL
YIRGEM.
No deposito da rua da Cadeia do Recife,
armazem n. 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucosdias, e a vender-se por menos preco
do que em outra qualquer parle,
Vendo-se espirito de vinho : na resti-
laiMo do 111.linho do yunto da praia de Sania
Rila.
(omina do Atacalv.
fcm porcocs e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
SECRETARIAS.
As mulhorcs que at hoje tem apparecido
a esle mercado : vendem-se no escriptotio
do agento liveira, rua da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar-
Pianos,
Foi transferido o deposito deste zarope
para a botica de Jos da Cruz Sanios, na rua
Nova n. 53, garrafas 58500, e meias SjOoo,^- *
sendo falso todo aquello que aSo for vendi-
do neste deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
.APORTASTE PARA 0 PUBLICO'
Para cura de phtysica em todos os seas -
difTerenles graos, quer motivada por cons-.
tipfci.es, tosse, aslhma, pleuriz, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpita cao-
no coracao, coqueluche brouchitc, dor na
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares.
iecaiisio pasa ira-
nio.
NA FUNDigAO DE FEHBO DO ENGE- *
NIIEIRO DAVID W. BOWMAN. WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O llA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendss da mais moderna conslruccSo; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os lmannos ; rodas-'
dentadas para agua ou animaos, de lodas as '
proporcoes; crivos e bocea de fomalha e
registros de boeiro, aguilhOes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhoes, moinhos de mandioca,
ate. ele.
NA MESMA FUNDICAO,
se executam todas as encommendas com a
superioridad!) ja conhecida com a devida"
prest za e commodidade em preco.
VENDE-SE '
Agua raz em olhas de fero.
Oleo de linliara em ditas.
Cabos de manilliae de couro.
Metal amarello e cobre de forro.
Velas destearna.
Pedras de marmore prra mesas.
Pregos de cobre grandes e pequeos. ]
No armazem de C. J. Asi lev & C.
PENTES DE CAOUTCHOLG EKD-
KECIO, DE FAUVELLE-DELEBAKKE
DE PARS.
Em casadeRabeScbmettau&Companbias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Ha ni bu rao.
Vende-se superior llnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor & C.a, rua do
Torres n. 38.
aelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agento Oliveira.rua da Ca-
deia do Recife u. 62. primeiro andar.
lal rl 'i'imciit i.
Jo Trapiche n. 19.
ni carraca em minio bom estado
do Queimado loja de ferragens n
mi i un
13.
a tratar na mesma. Na nn-sma loja cima
vendem-sc botijas com Diuito bea tinta in-
Agencia
4a fu lid i rao Low-.Viocr,
rua da aSenzala ^iova
o. 42.
Neste ostabelecimento conlinn'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taifas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da ftindiiMO de ierro deD. W. Bowman
na rua do Btum, passando o chala-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de tachas de Ierro fundido e bati-
do, de3 a*8 palmos de bica, as quaes se
ccliama venda por preco eommodo e com
promptido, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na rua da Madre de Dos
O. 12, armazem de Nova es & C barris
de ferro, ou cubos liydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco eommodo.
sellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de patente
inglez : a venda no armazem de
Itontron ltooker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 8.
CEMENTO.
Vcnde-se cemento, tanto em barricas
como em porcSo o a retalho, por eom-
modo proco para acabar, e muito bom: no
armazem dn materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
CAAS DE FERRO
Escolenles camas de ferro para solteiros
vendem-se no oscriptorio do agenteOlivei
ja, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeio
andar.
-- Vendem-se saceos grandes comi mlho,
h-ijao mulatinho e farinha : na taberna
granode ao lad da igreja da Soledade.
Relogios
coberlose descohcrtos,pcquem.sp prendes,
do ouro patente inglez, para bomemese-
nliora de um dos melhores fabricantes do
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor A C", ru
Quatro annos de ezperiencia tem assegu-
rado aos penles de caoutenouc a voga que,
hoje tem, nao s em Franca como no mun-
do inteiro ; sao sem contradiccSo os mais
sgradaveis de todos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga, s8o os nicos qoe no
fazem caluro cabello, por causa da electri-
cidade que contera,sccrescendo a estas van-
tagens a de nSo seren mais caros do que ba
de bfalo. A esta admiranvel invencSo de
M. Fauvelle a medalba de primeira classe|so
ezposicSo universal de 1855. ^
- Vende-se urna parda moca de bonila
figura e com algumas habilidades : quem a
pretender, dirija-se ao jjateo do Carmo, casa
terrea n. 6.
2ft35>S ffe$f&
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na comarca de PSo *
d'Alho, o escravo Antonio, Cacange, de ida-'
de de 36 annos, pouco msis on menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, he casado, e tai-
vez lenba algumas marcas de relho nas na- *
degas por ja ter sido castigado levemente ;
esse escravo foi dt s herdeiros do finado Cae-
tano Goncalves da Cunha; consta que este
ve em Santo AntSo, em casa do Sr. JoSe"'
Francisco, assim como consta qne em Pajeo'
existe um escravo com os mesmos sigoaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge- '
nlio, ou ao Recife, na rua da l.nia n. 64, ou
delle der noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; e quem o lver em
seu poder, fique certo de sua pvnicSo com
todo o rigor das leis.
505OOO dn gratificacSo.
No dia 27 do corrente fugio da cssa do '
abaixo assignado o escravo crioulo de nome
Podro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, bstanle preto, j tem bas-
tantes cabellos brancos, tanto na cabrea co-
mo na barba, levou caifa de brim de qua-
dros e camisa de madapolSo, mas talvez te-
nha mudado de roupa porque levou- mais-'
a lem da do corpo, fajla bastante descansado
e por entre os denles ; julga-se qne lera ido
para Garanhuns por ser natural desse lugar,
e de lt ter vindo para ser vendido nesta pra-
Ca : roga-se, porlanlo, as autoridades e ca-
pilScs de campo, a apprchcnsSo do dilo es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu*". '
senhor, na rua Imperial n. 173, ou em Gars-
nbuns ao lllm. Sr. Manoel Jos Mendes Bas- ,
tos, que se gratificara com a quaalia cima
Recife 29 de selembro do 1857.
Joaquim Luiz dos Santos "'illsverdc.
Fugio no dia de outubro do corren-
te anno, o escravo mulato de notte Jorge,
bsixo, secco do corpo, pouca barba, potroso,
tem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz,.-
UlOUbros sungados, olbos pequeos e vivos,
pernas e bracos arqueados quando anda;
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de algo-
ilai.7ii.lio de listras, calca de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello e outro de
felt.ro, ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se pois a todas autoridades policians c capi-
iSes de campo, que o npprehendam, e con-
duzam-no a rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que ser generosamente re-
compensado. ste esciavo ja foi apprehen-
dido o anno prximo passado no engenho -
Jacar, cidade de <,omina.
l'ERN. TVl'. DK al. F. DB FAKIA 1857

MUTILADO
ILEGIVEL


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