Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07851


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Full Text
ANNO XXXIII N. 230.
Por o mczes adiantados 4000.
Por inezcs vencidos 4500.
JUMA FEMA S DEJHTIBBRO DE 181*7
Por anuo adiantado logOOO.
Porte franco para o Subscriptor.
-i
BNCARBEGADOS DA tUBSCUPCA DO NORTE.
Perihiba, Ir. Joao ftodolpho Goniet ; NlUl, o 8r. Joaqun)
I Pereira Jnior ; Aracar, o 8r. A. da Lemoi Braga .- Oi-
r, o Sr. J. Joa4 da Olivaira ; Uaranbao, o Senhor Jote Texei
ra de Helio; Piuhj o Senhor Jos Joaquim Aveliuo ; Pa-
r, Sr. Jtulino I. Rjmoi ; aVmaionaa, Sr. Jaron vmo da
Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olincl : l.i.l... o. diu, a. 9 r mo. lioraa Jo dia.
Iiiarju', Uoiaiina r Paraliiba : naa .-uuclaa e eius-feiraf.
S. Anlio, llwrro, Bomu, Canu', AMako o GtraafcaM: na terca-f.ira.
S. Loronlo, Pao d'Allio, RaiaavHfe, I,.m..-ir, Oreje, Paaqaoira, Inga.eira,
(jom, Villa-Bella, Boa-vsia, Oarlcarj Bu, aanaraaxtao-IMnt.
Cabo, 1|>ojuca, Scrii.lii-m, Hio Formulo, Una, Barreiros, Agua-Prrla, Pi-
mrni.iras u Natal: quintai-lcoras.
^Tedos os torreios partem a.. 10 horas da manMa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commareio : aecunda a quiniaa.
Re lati : terca feiraa a ubbadoa.
Fazenda : queras a aabbadoa ai 10 horai.
Juno do eommercio : segundea ai 10 horai quintal 10 malo dia.
Juio da orphaoi: aegundaa quintal ai 10 horai.
Primeira Tara do eivel : aegundaa eieitaiao meio da.
Segunda rara do elral ; aartu a aabbadoa o malo dia.
EPHBMERIDES DO HEZ DE OUTL'BRO.
3 La eheia at SO minutoi da tarde.
10 Quarto minguanteai3 horaa e S minutoida manbaa.
17 La nova ai 7 horai a 19 minuloi da larde.
*S Quartoereicenta ai 11 borai a 40 minuto da Urde.
PREAMAK DB HOJE.
Primeira ai 7 horai a 42 minutol da manbaa.
Segunda ai 8 borat a G minutol da Urde.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. Se. Placido ab. e Eliira ir. mm.
6 Tere. 8. Bruno fundador ; Ss. Castor e Herolhides mm.
7 Quera. S. Augusto presb.; Ss. Sergio e Bacho mm.
8 QuinU.S. Brgida duquria viuva ; S. Semino.
9 Seita. S.Di'ouyiio b. m. : S. Abrham patriacha.
10 Sbado. S. Francisco de Borja ; Ss. Eulampio e Eulampil.
11 Domingo. 19. S. Nicacio b. m. ; 8. Samatra m.
,..,... 1 Em complemento do que lavo dito, insisto na ne-
No da lo do correnle termina o prazo P" P" ceiiidade deque a juritdccao definitiva que hoja
aamanlo da lobacripo do pre.enle quarlel e la, e ornpete ,0, Jail., municipaes seja devolvida aos
hndo e referido da. to aera rectbi.tea i>>00. [Sao juizee da direilo. iicaodo ellei soroenle euearregadut
sendo poiiivsl o cobrador receber de tolos os senho- do pr.paro e axecucAo doi juramento,, das subiti-
rei assigoanles ao roeimo lempo, rogt-ie-lhe quei- uicoes, e da decisao das cansas que ea.bam dentro
ENCABRBOADOS DA SDBSCRigAO NO SIL
Alagoai. o Sr. C.laudino Faino Diai: Baha, o Sr, D. Dupra
Rio de Janeiro, o .Sr. Joao Perelra .Martina.
EM PERNAMBTCO.
O propriatariodo DIARIO Hanoel Figueiroa de Fltia ni ni
bvraria, praca da Independencia n. S e 8.
am deixar ordem em aoaa caiaa para o pagamento.
PARTE OFFICIAL
RELATOR 10
Do ministerio da justica, apresentado a as-
semblca gerai legislativa, na primeira
sessao da decima legislatura.
TITULO VI.
Administrarlo da jusliga.
Forja ha diier a verdade : a administrarlo da
Justina anda nio he coactiva e regular, ainda nao
preata aoe cidadaot e a ociada le a protervo e ra-
raotaas qua I lia ao devidas : apenas sa faz sentir
nai cidades e lugares popullos, na pornn nuli.i
senao funeila am grande parte do interior do paii:
vi'in aos olhos a todos as cautas que coincidem pa-
ra eta situadlo que por ser deploravel nao he me-
nos verosimil.
tima dessa, camai he por cerlo a oniformidade
da organitacto judiciaria, a mesmi as cidades e
nos sertes os mals remotos, resen(iado-se de aoa-
ehronismo com a civilitacao do nosso litoral, e de
impotencia e ladihrio nos lugare looginquot cajo
estalo ainda est inoito alrazado, a populacao rara
e diisominada, o peisoal incapaz oa insufiiciente
para as fueiie,oes publicas inilitaidas ; certo, tenho-
res, ainda esta vez vos digo, a relacao das leu eom
os costumes, haliilos, interesses e civiljsacao de um
povo he a primeira con lie.io do seo valor e efikaeia.
Oeiiarei porem essa cauta da qoil omitas vezas
lenho tratado, para fallar-voi da magislralora.
Nao ha adrainislracao da justica sem magistrados
independentes.
Nao podemos ter esses magistralos se a magistra-
tura nao for ama pmflssao dotada de estbil! late e
de roturo, eercada de vantagent e de esperanzas.
Nlo sendo a magistratura urna profissao vautajoia
a garantida, ella nao oscilara' a vocacSo ; tem a vo-
cablo Bio havera' concurrencia ; sem concurrencia
nao ser possival impor as restriegues a provauoas
de am noviciado ; sem o noviciado a nntiguidads
e lomara' am perigo ; sera a anliguidade o accesso
aera ama dependencia, ama oventaalidade.
Eis ao poseas palavras o estado actual da nossa
magistratare.
Os magistrados iSo nomeadus sem noviciados, por
inforin.icei qae muitas vezes se reaentem do patro-
nato a do interesia poltico; saoobrigalo, a con-
Irahir divid.s para se (ransporlarem ; nao lem os
necesarios venciraentos para viverera ; de oenliam
predicamento ou privilegio gozam para servirem
dos serlOes e logares longinquos ; nenhuma espe-
ranza maniera alem do aecesio contingente ; nao
conlam com a aposenladoria senao por mera graca ;
nao podem legar s saai familias senao a miseria.
A consequencia he :
Que a magistratura nao he aspirada pelo tlenlo
aeno quan lo oalra consa nao ha ; que ella he mui-
iaa vezes urna especular, .1 i para' a vida poltica ou
administrativa.
Que muitos lugares ah csiao vagos e otreguas a
juizas leigns a inleressados.
Q'ie os lagares se offerecem e nSo ha escolha para
lies.
Qae moilos juizes cedendo so imperio da eir-
eumitancias (era como virtada nao fazerem o mal,
mas deiiarem qae oalros o fajim, patsando Ihes a
jarisiliecflo por suptic.\o oa por oalros impedimen-
loi illusorios.
Que o temor da compromettimento que lea o
juiz elfeclivo ceder a jurisdicrA > te etlende algu-
t mas vezes a lodos os substitutos eiiimos a ah: ficam
as acc,0e< aem decisao, e os c. la J.ius impedidos de
fazer prevalecer os seas direitos.
Elle picsuppoilo he comprovtdo pelo fteto cons-
tante da consulta annea da eeesjlo de jostija do
conselho da estado, a qual submetio a vossa provi-
dencia conforme a re muco do correte anno.
Quaoto he para deplorar que n*s pendencias dif-
"'' arriscadas, quando he mais reclamada a ju-
risdiefao do magistrado iudep*odenle e professinnal.
teja a causa devnlvida an jaiz Irign e inleressado !
No errarei aventurando que na acloalidade um
doi maiores damnos da administra;ao da josq
consitte nessa falla decoragem civil de mallos mi-
giitradoi, que, por leraerem o compromettimenlo,
deinitttni de si a jarisdici-ao para cede-la a' violen-
cia, ni u-ln;a ou cahir em abandono, como ae pe-
ranle Oeos e a soeiadade nao licastem retponsaveis
pelo bem qua diixara de fazer, e pelo mal i que
dAo cania.
A jusca brada clamorosamente contra o abuso
das suspeices e contra o abaudono do eiercicio por
lempo in leflnido, por impedimentos preleilados.
As suspeicOes doa juizes de primeira instancia,
alem da eipressis sobra os aus mitivosdevem ser
apreciadas ejulgadas pela aotoridada competente
para qua posiam pievalecer.
Ao govarno deveis eonfsrir autoridades para cons-
tranger os magistrados a antrarem no exercicio, e
permanecerem nelle.
A eiperiencia a irrus dolorosa reclama larabera
urna providencia a reipeilo da substituicSo dos ai-
zes.
Ella deve competir aos juizes vizinhos quando
impedidos os jaizes tupplenlts.
Alguns actos de juritdiccao devem ser vedados
aoi joizes sopplentes, qnaulo sao elles chamados a
substitnir aos magistrados efleetivos.
Em resumo, senhorss, he preciso que dolis os
magistrados da
Ajudas de callo para se (ransporlarem ;
Venciraentos correspondentes a Importancia da
sua nn.'.l i ;
Predio amentos relativos aos lugares lonzinauos e
dilllceii ; '
Vanlagens p>li elTeclividide e bom desempenho
dentro de am cerlo lempo at qua seia possival o
accesso ;
A aposenladoria no caso de impossibilidade, e
coniforme o lempo e serviros ;
Montepo para as familias rae razoaveis;,
Assim animada a magitlrntora, podis impor-lhe
o lloviendo o raaii acrisola i, a incompalibilidde
mais absoluta, a ellhtividade a mais restricta : en-
13o teremoi magislralora.
de urna pequea alca la : n juriidicjao definitiva
que ellei exercem nao pode competir senao a jaizes
perpetuos, independentes e ameslradoi.
O decreto n. 188i da 7 de fevereiro de 1837 de-
cidi nina que-U > importante a reipeilo da aulori-
dade dos jaizes de direito em corren;,) > : a esse de-
creto preceden a seguinle exposicao de motivos.
e Senhor. lenho a honra de apreseular a alta
considerar,,'i > de Vossa Magealade Imperial o incluso
I.W.J?"1" adralni5,raa' Wid.fi, e con-, ter9os. para este um, deduzidos os que pe.tencerera i Em 1856 dl.(ribuir.,-se no lrib.BTl"l68 feilos,
.Seos proviraen.o, versam .obre suspense, e "Z'ZSZ. 1,t8 de 7 deago.to de 18 foi! "T^? *' """"' jul6a,a'"-e m cive
substituiroes de empregados tujeilos a correcAo, co-1 elevado a 20 o numero d
mo negar au governo o poder de caisar esses provi-
meulos, se cntranos forem a legislarlo adminii- de Janeiro.
Irativn
prover o empregos civil e polticos.
o Se dos provimentos em materia adraioiilraliva,
como sutpensAo e imposlos, honvesse appallacAo a
aggravo, eeguia-se que o poder judiciario adminis-
trara, e freqnentes seriam os couflictoi entre elle
e o poder administrativo.
" Mas, combinados os arls. 17, 19, 52 e 59, vj-se
os corretores de fondos pu-i O tribunal concedeu revista era l'l procesios t-
os de mercaduras d.i prara do Rio I veis, e em 3 crimes ; denegou por diversos motivos
em lOrcivaise em 31 crimes.
incompetencia
da materia ; a
nessa materia de
decreto, qne se refere a imperial resolucAo de 22 de que dos provimentos em razao da sua forma geral
ouiubro do auno passado, sobre a consoltada sec- e regulamenlir, assim como do teu fim, nao lia re-
rao d justic,,! do cuutelho de oslado de 28 de ruaio corso para o poder judiciario.
do mesmo anno. i o Em caso como este suscitar o conflicto nao se-
si Peco venia a vosia magastade imperial para ex- ra cabivel, porque nao se trata de
por os motivos desle decreto, que lio os mesmos em do juiz em correirao para conhecer
que e fundara a imperial resoluto. ; questio he ter elle decidido mal
O juiz da direito da segunda vara do crime da | la competencia,
cidade de l'orlcAlegre deo em correcAo um provi-1 Em visla deslai considerares, a declaracAo do
menlo ordenando : decreto junto me pirece imporlanle, para que li-
n Que es escrvaea e ofliciaes de josti;i do juizo que bera definida a autoridade do juiz da direito em
de paz, e subdelegacia que nio tivessem pago os correic,3o, e sejam prevenidos os conflictos a que
novos e velhoi direiloa nao continuassem a servir
esses oflicioi sem paga-Ios, comrainando a multa de
eem mil ris aos joizes que os empregassem iem ei-
tar cumprido este provimento.
lini i o presidente da provincia, desembarga-
dor Joo l.ins Vieira CansansSo do Sinimbu', por
purlaria de i de marco da 1854, mandou que o dito
juiz lizesse casiar esse provimenlo, porqoe a admi-
nistrarlo da polica soffria grande embarazo, lendo
cerlo que, alt-m disto, o provimenlo nao eslava de
accordo com a disposir,ao do art. 23 j do decre-
to de 2 de outubro de 1851, a os referidos dirsilos
oAo eram devidoi. a' visla dai tabellas que baixa-
ram eom a le n. 203 de 30 de novembro de 181.
do mesmo anno, sustenluu o sea provimento, e pz
pode dar lugar o abuso dos provimentos.o
N. 1.Joslira criminal.
A tabella do prognoslico dos ferimeolos, IAo ne-
cessaria para execucao do arl. 205 do cdigo crimi-
nal ainda nao esta' definitivamente orgaunada ; a
divergencia dos mdicos, nio tanto sobre a dura-
cao como iobre a gravidade dos ferimeolos previs-
tos por ete artigo lem dado cauaa a demora ha-
vida.
Sao disnos de mencao neste atligo os avisos de
39 de outubro de 1856, e 1- de dezembro de 185i,
a respeilo da faculdade dos consales estrangeiros pa-
ra requisilarem a tlelen.ao de subditos das respec-
tivas naci.fs.
Acamara municipal da villa de Piraiin . viucia do Rio Grande do Sul, pede providencias a
em duv.da a compelencia do presidente para faze- I respeilo do forto de gados, e assigna como caasa da
A TABERNA DE GALBERT- '
Por ADAMA C. Reybaud.
I
Continuar tin.
Euet.,n|0 Mr. de Barbejat cuidava na especie de
"""acia que Delphina acabava de fazer-llie, e
peraon,va meirao porque molivo secreto (aspar
eiperavanm i.n TiVa impaciencia odia em que havia
de ornar tidtt de Ail. Vollavara-lhe ao espirito
cerlos laaikB|H a qae nao prestara ntlencAo ; elle
1 D"va"ae1'ie poucos mezes antea no da de sua
partida para p,ai Gaspar sahira sem molivo nena
iretexlo. sm.,te reapparecera na occasiao de mon-
. r j'"" ,rnera ao peilo um raminho de
re.eaa.o qnal ^servara preciosamente dunnle a
v.agem. Is.o poca ,er um ndicio. Enlao era mo-
da entre as niulher. dequalidade adoptar o us> ex-
clusivo de tal w1 tah^M, ou tr.zer nicamente
lal ou la llar. O ni.so ,no lenlou recotdir.
e econtrara na. reu,K,ei alsurna mnlher dedicada
ao reseda, lendo semprena mAo ou no corpinho um
ram.lhele des,., peque |1orei .
p. le lembr.r-se do algn,, que nao di,m Jg
oulro charo senao o da v m-i i.
A cea nao foi louga ; qi,do Delphina liroa a
mesa, efoi para a coznha c.^, 0 niho, os doo. Bar-
gyjy" face.a '" e "'" Pai conlinuoi. da-
crelamente anas invettig.r;Oe. l,,||oa de todas as
damas qaa visitavam a mulhor do aoverua.lor de
l'rovenca, c.,., grandes da fda ie, ma. Gaspa,
"nV.^ir""""" *" "om" """'"" J"trahido
11?. vi TVu;Perei,a i,lJilIe..ca a respeilo
t han"? ,U,i">" Vend fj"" Pe"-
rdo ahandonou ese atsuinplo, e poz-se s calcular no-
vamenle o que poderiam fazer com una. omina de
oilocenlas e qualorzo libras dezeses sollos a sele
dioheiros.
No caio de nao pdennos ter para a sobiemesa
do nosso ranlar am limoeiro com fructo., iinjcinei
eohslitui-lo por ama coosa qoe predaiiria iguaipf-
fello. He orna torre eom nossa. Ifmt, Il0 cjm0i ,
qnal eahtlia loa.0 que se Ihe iiA.i fise umi, brrclia,
i-didli salnriam como de om corno de abundancia
holinhos e confeitos de toda a especie. Meneas a ca-
lo o>- ii por meio de urna portara.
a Em consequencia o presidente da provincia,
por ollicio de 30 de marjo de 18.">.j, pedio o gaverno
imperial a decisao da quesiao, reduzndo aos se-
guinles quesilot :
1. Os empregados de que se trata podem ser
classihcados no 1- ou 3" SS da tabella annexa le
de 1851 ".'
2. Com litlos legtimos, mas nao pagos os di-
redos respectivos, podero esses empregados ser logo
suspensos, oudeveo jaiz assignar-lhcs prazo para o
pasamento '!
3. Qual o meio de desfazer o elleita de um pro-
vimenlo qaando evidentemente atteulatoriodo poder
adminisiralivo '.'
f Por aviao de 31 de marco de I8S6 fui por este
ministerio traoimiltido ao da fszenda o I- quesito,
cuja decisao Ihe eompele, por lerem sido por elle,
expelidos os regulamenlos, e ordens respectivas
o Consultados o conselheiro procarador da coroa-j
e teccAo de juslici sobre o 2- e 3- quesilos, qae alo
o e 2- da consulla, fjrain de parecer :
1. Que o arl. 2(> S i- do.dacreto de 2 de ou-
lubro de 1851 eslabelece duas hypolheses distinc-
las : I- a da falla do lilulo legiliniu ; 2 a rio paga-
mento dos direito. devidos, seudo que no primeiro
caso deve o juiz suspender, e no segundo marcar
prazo ao funecionario para o pasamento.
2. Qoe o, provimenlo, sendo actos de jurisdic-
?Ao do juiz. o recurso dalles he smenle para o po-
der judiciario.
Pareceu ao conselheiro procuraJor da coroa que
no caso figurado pelo presidente da provincia, oque
caba era a tuspenaSo e accusar,Ao do juiz.
w Pareceu a serojo que, desle que o, actos d
qualquer autoridade judiciaiia Ao allcnlatorios do
poder ndminittrslivo, o que podio o presi lente fa-
zer era amalar o conflicto, mas nao fazer cassar
por meio de urna portara o provimento do juiz.
o Vossa magestade liouve por bem conformar-te
coma tolacAo do 1-quesito, ma, na aoini ouan-
lo ao 2-. *
" A' visla da imperial reolocAo urna declararlo
ne neces.ana a respeilo das atlribuiof.es administra-
tiva, dos juizes de direito em correcAo, conferidas
pelo decreto de 2 de outubro de 1851 ; para fundar
esla necessidade presuppopho os seguinlet piinci-
pio.
a Os provimentos nio sAo sempre actos de juris-
diccAo, podem ser algumas vezes de carcter admi-
nistrativo.
_ Para distinguir esses actos, cumpre altander avio
a pessoa que os exerce, sanao a' nalureza de-lies, e
ao carcter excepcional da autoridade do juiz de
direilo era corren-do.
o Por molivoi especiara e excepto doa principios
geraes, que regem a divisAo dos poderes polticos, a
noisa leuislaoAo, assim como a de outros pazes,
commettem as autoridades jodiciarias foucoet ad-
ministrativas, asaira como ai autoridades a'dniini.-
Iralivat fanccei jodiciarias : assim qae, a, aul-r-
dade, adminisiralivjs em cerlos oasos impoe a pri-
sAo eas multas, e ae autoridades judiciaiias fazem
nomeacae. fiscalisam a arrecadacAo de imposlos e
provideuciam sobre teu pagamento.
o Eslai exeepcOe, que os l'rancezeschamam
declassementsje nolam no citado decreto de 1851
qoe rege as correijes, a sao neees.arias ate cerlo
ponto, emqoauto o poder administrativo nao esliver
convenientemente desenvolvido neste vallo im-
perio.
A anloridade de corregedor nao he urna juris-
dicao ordinaria, eno exlraordinaria, e lem algu-
mas ollribuicet que nao podem dcinr de c nside-
rar-se como excepcila, do yslema adminilrativo.
Basta ler o decreto de 18.1l. qne he hoja o regula-
menlo das correijes, para lentir-se eila veldade.
A forma diaers, que ene decreto dr-u para os
diverso, actos do joiz em correcAo, disliaguindo
a, cola,, ot despachos, as aenlen;as, e os provi-
mentos, revela o seo sx.tema e previdencia no sen-
tido de combinar na mesma pessoa c autoridade as
functes ju Mciarias e administrativas.
Porlanto os despachos e ai senlenois sao sem-
pre actoi julieiario-, nao aaiim os provimento,, que
podendo versar, como versa aquelle deque se traa,
sobre su>pensdii de empregados e sobre impoalos
sAo de carcter administrativo.
i Se o provimeato veraa tobre arrecadacAo de im-
poslos, como negar ao ministerio de fazenda a an-
loridade para cassa-lo, se forera contrarios i, leis
e orden, do Ihesouru, a quem compile pelo con--
beca, Gaspar; dar-e-ha caso que eisa invencAo n3o
le pare;, inteiramente galante 1
Perdoe-me, senhor, acho-a admiravel, re.pon-
den elle dando um suspiro ; mas nao posao deixar de
pensar que isso nos eoslar.i muito dinheiro, dez es-
cudos pelo menos.
Que vo-se ollia para a de-peza quando Ira-
ta-se do nosso grande jautar interrumpen Mr. da
llarbejaa com uma especie de indignacAo ; pela mi-
nha parle declaro que antes quererla jejuar a pao e
aau.i o resto de meus dita do que fazer suspeitar
que tive em vistas a economa em umeoccasiAo eomo
essa ; al agora parece-me que voss tem sido da
meima npiniao.
Nao neg, responleu Gaspar.
Depoia acrescenlou espontneamente abiiando a
seu pezar a voz, e sem atrever-sa a olhar para o
pai :
Sim, por muiio lempo cri que meu nascimento
obrigava-me a pensar assira ; mas confesso que agora
lenho ootras idea,.
A e.la declaracAo inaalila o fidalgo velho carregou
o sobrolho, eslendeu as roaos sobre os loelhos, e dis-
te trauqnillamente :
~ Que ideas vejimoi !
(aspar eslava longe de esperar lana moderaeao ;
pelo contrario preparava-te para receber com rea-
peilosa hrinei, 0 choque da colera paterna, e leria
atyez preferid, uma explosao eom repreheii'Oes que
le lo-nia dispensado de explicar immediatamente.seu
penaamento ; com ludo nao hesitou, e re-pnodeo
com lirnieza :
Permita que falle prmeiro do eslado de MM
rorluua, pois laso he necessario para que Vane. ii3o
ne aecute de conceber idea, chimenea, : tomos po-
bres, senhor, mais pobres do que os pequenoi bur-
gaezet, do que ui iiraplet obreiroi que Irahalham
para m.s, porque sollreroos mais rudes privaces.
Que importa .' ningoern o sabe, ob.ervou e,-
tuicameute o velho liartejas ; aos olhos de lodos so-
moa ricos.
frequenoia desse crime, nao Ihe sarem applicaveis
como sao ao furlu de escravos as penas e disposi-
c,oet relativas ao crime de roubo.
O preiidenle daquella provincia, Iransmitlindo a
pelitao da dila cmara, informa qae esse mal he
sentido em lodos os municipios da provincia, anude
a criado he a primeira industria dos leus habilan-
es ; entende o mesmo presidente qoe o remedio in-
dicado pela cmara da Piraliuim be adoplavel e
ellieaz. '
Crescem lodos os das as relaedes do imperio com
os outros paizes, e principalmente com os limilro-
phes ; he pois cada vez mais reclamada a' visla de
Tactos repetidos a adopcio da le que peude do se-
nado, punindo oa crimes coinmeltidot em paize, es-
trangeiroi por subdito- brasileiros e contra subdito,
orasileiroa.
Reliro-me aos pas,ados relalorios qiianlo as ne-
cessidadei dajustica criminal.
N. 2.Ju-ic,i civil.
A reforma hjpoll.ecario queja merceeo a appro-
vaoao da cmara dot Srs. depotados, e esta' submet-
tida a decisao do senado continua a er uma das
primeiras reclamares da .iclualidode.
A ii.ipressAo da primeira parte do importante Ira-
; b.llio do Or .Augusto Teixeira de l relias ainda nAo
esta concluida.
Em lugar oroplenle enconlrare os quadros es-
talislicos dasjusticas de primeira industria na parle
civil. Estes trabalhos ainda estao em teu comeco,
e sAo deficienles e incompletos.
S. 3.Justina commerrial.
A experiencia fez sentir a necessidade da creacSo
de mais om juiz especial do eommercio na corle. O
numero de caosa, em andamento no anuo de I85fi.
he provi sem replica de que om s joiz nao pode-
ra administrar iuliCa na primeira iuslancia cora a
celeridade exigida pelo interesse do eommercio,
A jurisdiccau commercial, sendo como he em
rnuilos caso, rundada rnente na nalureza dos ac-
to, e iiidepeiidenle da qualidada pernal, lem uma
exlensao lucompalivel com o seu carcter extepcio-
A Icjislasao commercial carece de rcvisAo ne.la
parle, porque alias esle juizo especial observara' a
comp.lenjia do foro commum, e ficam' sendo
Odecrelon. 1,910 de 28 de marc,o do correnle
anuoderiarou que seria commolaliva a jOrisliccAo
dos dous joizes e de terceira entrela a vara no-
tamente creada.
0 governo imperial, lendo ouvido a seccao de jas-
tija do conselho de eslado, indeferio .. requerimeu-
lo dos direclores das companhias de Sedaros Man-
imos desla praca, solicitando uma medida que ob,-
lasse o eslabelecimeolo de commissoes filiaes de
companhias de Seguros da Europa, nao auloriada.
pelo governo imperial. A consulta da secjao da
jushca, que encontrareis entre os annexos, conlm
os fino! menlos do indeferimeiilo.
O aviso de 3 de novembro do anno paaaado de
conformidade com os pareceres do cunselheiro pro-
corador da coroa, e da leccAo de juslaa;a do conse-
lho de eslado, deelarou que a permissao concedida
aos correlores de navios para (raduzirem os man-
leslo, que os capitaes c me.lres de navios catranaei-
ros devem apresenlar para detpacho na alfandesa,
de nenhuma maneira exelue a oiinl.nielo geral dot
interpretes, os quaes neste ponto devem servir cu-
mulativamente com o, corretores.
Su,citendu-se duvidas a respeilo da inquirirlo de
teaieinonhas para indagarlo das cama, da fallencia,
que, A vista do arl- 818 do codiso commercial, pire-
ca ao juiz especial do eommercio da corle facultati-
va, quando por outro, mans podem ler condecidas
as ditas causas, assim cuino a respeilo da forma na
segunda convocarlo do, credores, o decreto o. 1,837
de de novembro de 18G, deelarou que a inqoiri-
o.lo de leslemniihas he acto substancial do processo,
> que a segunda convoeacAo do, credores deveria ser
lena por circular do escrivAo, visto eomo o regola-
menlo n. ,3H de 2) de novembro de 1850 exige a
convoeacAo pesioal.
O decreto n. 1,800 da mesmi dala marco os das
em que os tribunses do eommercio devem fazer as
soas scs.fie, ordinarias, para qae nao coincidisiem i
com o das de conferencia dai relar,es.
O tribunal do eommercio da corto foi aatorisado'
por decreto n. 1,883 de 7 de fevareiro .leste anno a I
iiumear don, Slereomelras especiaes e privativos pa-
ra judicialmente delerminarem a caparidade de
quaesquer vasilhas, e or(arem a quantidade, densi- !
dalle e peso do liquido que conliveiem.
Malricularam-se em 1850 nos qualro liibuoaes do
eommercio 57 coramercianles oacionaei, 77 eslrao-
gairos e 19 firmal sociaes.
A este numero devem addicionar-se 13 coramerci-
anles que se matricularan! no tribunal do eommercio
do M.rauho, cuja nacionalidade DAo vera men-
cionada.
Eslas matriculas dividem-se pelo modo seguinle :
Nacionaes. Estrangeiros. Firmas eociaea.
Corle. i"> r.H |n
B.hia. 8 li '>
Pernimbuco. i 3 -]
l'or.un nomeadoi II correloles.
21
Na curte.
Na Baha.
Era Pernainbacom.
8
I
11
Foram nomeadus 8 agenles de Itilao :
Na corle.
Na Bahia.
Em Pernarabuco.
B
Malriculou-se e lirou caria na corle um (rapi-
cheiro.
Fez-se a nomeao;ao de om iulerprele na c.'.rle, de
doui oa Baha.
Foram relubililados cinco commercianles fallidos.
Na corle. 3
Em Pernambaco. 2
Conceden-,o moratoria a um comraerciante na
corte.
Inslaurou-ie processo ua corle contra o propie-
tario armador de nma embarcarlo, como incurso no
arl. 103 do cdigo docoraraercio.
l'ambim se instaurou processo na curie contra um
corretor, e foi condemnado outro.
Foi na Baha coudemntdo om adminislrador de
trapiche.
Na corte noinesram-.p para c resto do Iriennio 11
avnliadores, em Peroambuco 3.
Oeram-ce carias de raalricola as seguiules embar-
cioes :
Curte Bahia. Pernarabuco. M iranhAo.
(jaleras 3
Barcas ti o 1
Vapores i >
Brigoes / > 1 3
Patachos 9 3 1
Escunas > 1
Sumacas :t -
Niales '> 7 8
1. nclio- ->
Palhaboles > 1
Polacas 1
Canoas i
Brigoe escuna
Sem designa cao 6
Pelo Iribunal do eommercio da curte e-pediram-
se cartas novas a 18 embarcaoe, pelas mu.I incas
por que pitearan).
A receila e de,peza dos Inhumes conilam do se-
guidle qoadro :
Keocia. Daapexa.
Corte. 10:6279000 4:l58irJ0
Bahla- 3:015*700 1893020
Pernamhiico. 1:1751000 980>I86
MaranhAo. 1:2J3?7(HJ# 6019951
16:0i2s2OO
5,989911"
lia por lano nm saldo de IO,0>2;83 que pela
maior parle esta recolhido ao Ihesouro e lliesoora-
nas.
O tribunal do eommercio d.i crle r-rrecadou no
decurso do anno passado 9,3819840 de sello.
lo mappa annexo veris o numero de causas dis-
tribuidas ejulgadas nos Iribiinaet do coinraereio.
No julio especial do commerciu da corle no anno
de 1856 esliverain em au lamento 975 cauaa,, cujos
pedido, monlavam em 1,810:026)165, 1,131 libras,
2,200 francos, e 1,000 pesos.
Meslaa acc.0es lermniaram por execucao 216, e por
COmpnsirln .",.
No da Bihia liveram andamento andamento 281
processo,. com pedius na importancia de............
*5l,659/327. uestes, II lermlnaram por composicao
e 28 por execocAo.
O joiz e.perial do eommercio de Pernambuco jul-
gou 122 causas intentada, no meimo anuo, muitas
das comeadas em annoa antrnoret, endo que al-
gumas das inlentadas era 1856 deixsram de prose-
guir par cnmposioAo das parles.
No juizo especial do eommercio da capital do Ma-
ranhAo, e no juio municipal de liapacun-mirim.
nico que envin e,rlareciin'nto,, propuzaiam-se 19
causas, cujos pedidos inoutam a 72:1979045,
Mellas, i lindaro por eomposir;Ao.
Submello A votsa considerarlo o relatorio do pre-
sidente do tribunal do eommercio da c.'.rle e com
elle
1- O regulnmeulo interno do IrihanM.
2- CollecoAo de assentos.
3- Coiiccr.io de ilecisea.
TITULO Vil.
Iribunaes.juize* e agenten dajuttim.
N. 1. Supremo tribunal de jusilla.
Por fallecimenlo do conselheiro Jo. Mana de Sal-
Mi Gameiro de Mendon;a l'ecanha, foi noraeado
ministro do supremo tribonal o desembargador Ti-
burcio Valeriano da Silva 'lavares.
Foram aposentados, por astim baverem requerido,
o, conselheiros Cassiano Speri iAo de Mello c Malos,
e Antonio Pereira Bairelo Pedroso, o, qaae, eatAo
siihsliluidos pelos deaambargndorr, JoAo Jos de
Oliveira Jonqueira, e Ernesto Ferreira Franja.
lia para pooparraos
Vida Diario n. 228.
Sim, nio limo, recoado riianle de nenhum sa-
crificio para sustentar essa mentira, lornnu Gaspar
ourn amargura ; mas de que nos lem lervid i.,0
grande Meos '.'
E como o pai nao peatanejoii ouvindo essas pals-
vras elle continuou com ousadia :
Rngolhe que .,,., \e tm ,,, |,f|e ,|u^.
c;Ao. He verdade
da. M noites is reiiiiiffe, ; mal temoa que fiear o
realo do lempo nccullo, e retira los em casa. Nmi
haUloefla as.emelha-se a orna .les.as caverna, em
qoe Irahalham os fabricante, de motil i falta he
preciso ler os anlo para entrar oellas, e lomam-se
NAo estando anda marcadas as gralificaces.qur- se
aoven, abonarais empreaados das conservatorias do
eommercio, por nao lerem os respectivos tribruaes
consultado a este reipeil.a, mandoo o governo impe-
rial por aviso circular de 11 de fevereiro passado ex-
ocutar a tabella que baixoa com a portarla de de
marojo de 18.2, e dividir em conformidade delia os
einolomenlos qae se arrecadarem pelo oflicial e ar-
cniviaia^as conservatorias, acudo para aquelle dous
lodas a, precauooe, para que niusaem veja o que ah
se passi, porquauto nenhoina olma viva deve saber
que o espelo jamis ae volla na cezinha, e muitas
vezes ficemos no leito ale meio d
algumas ochas de lenha ..
Sai ludo isso, nAo val a pena dizer-m'o, io-
lerrompeu friamenle Mr. de Barbejas.
Ma' noa tiloacAo poderia mudar, conlinuoa
Palpar ; se Vmc. quizesse, mea pai, araanhaa le-
amos rico*.
Se basta para isso o meu conientimenlo, u o
dou, exclamou o velho lilalgo.
Priza an co que em um momento Vmc. nAo
'retracte murmoiou 'aspar.
E depoii de refliclir um iostanle, elle lornou :
Mioha idea he dai mais simples; venderamos
casa que temos em Ail, e viriomos estabeleeer-nos
para sempre na Ituina. Somos pobres em Ail nos
aloes do governador, no meio da nobreza qae pos-
soe rendas e caslellos ; mas aqui seriamoa ricos, por
que todas ai rorlunas eslariem multo abaixo da nosaa.
.Mandaramos reparar esta habi,ar,Ao.
E nella viveriamo, como pastores da Arcadia
interrompeo Mr. de Barbejas tranquillaraente ; vossfi
na para o campo vestido de pastor, ou enlAo faria
como Mr. Verdache consenhor de La Perasse, ira
lavrar a tena com a espada ao I.id".
Nao zombe, meu pai ; isso nAo nos aeria ver-
gonhoso exclamou Gaspar um lano confuto, e tai-
vez mais m tIi -a 1o que sa (ivette soffrido a exploiAo
de indignacAo e de colera que etperara. Todava nao
esmoreceu, e conlinuou a explicar sea plano de re-
formas. O velho IIirbejas oovio-o sem dizer uma
palavra, e fazendo interinrmenle commemarios e aap-
po,coet que aproximavam-ae muito da verdade.
I'inha bastante penetracAo e experiencia para entre-
ver a cauaa deasa resolocao que realmente nAo eslava i re'ed, e que licara muito vermelha vendo-ofacrTa
anno, o invern sera precoce, nAo quero esperar que
nja r.eve no caminho : Invenios de paitir iiesles
dous das.
Ah esl decidido .' exclamou Gaspar com um
raovimento de surpreza e de alegra.
Mepois acrescenlou :
Quando eslivermoi em Aix, lomaremos a fol-
lar a esse respeilo, e se en liver a felicidado de per-
luadir-lhe...
Veremos veremos : interrumpen Mr. de Bar-
bejas. Coide em aeut preparativas .le viagem. Se o
lempo esliver helio hei de qoerer lalvrz pr-me a
caminho amanhAa afim de aproveilar a claridade da
la.
II
Os Barbejas chegaram a Aix em nma bella tarde
vespera de Todos u, Santos ; aegundo teu coslume.
Iinliam esperado qae anoilecesse para atravesaren:
a cidade, e ganharem a rasa. Logo na manhAa se-
guinle o velho veslio seo redingote de velludo, cal-
eo sapalos de fivelas, e poz cabeca o bello chapeo
guarnecido de prala. Mepois sabio so, e balendo
com a pona da bengala de caslao de ouro. Quando
la a uns cera passos da caa senlio um brando chairo
dei peeego e de violeta, e no mesmo instante eus
olhos pararam sobre ama pequina varanda de ma-
deira, no ngulo daqual floreara um roseda que em-
balsmala toda a ra. lima mora raoi linda com a
looca de garra modestamente descida para oa oibo,,
e lendo na mAo o livro de orarles sabia da caaa
acoppanhada de orna joven criada em Irage domin-
guairo. Mr. de Barbej.t afaslou-se para dar-lhe e
alio da calcada, e ella paasou fazendo-lhe uma reve-
rencia. EnlAo o velho ple observar que ella (ra-
zia as dobras do leuoo uin pequeo ramalbete de
Julgou durante o anno a reolam.icAo de um de-
embargador, e de 15 juizis do direito lobre anli-
'guidade.
Entre o annexos ost.t o mappa doi Irabalhoi do
tribunal.
N. S. Helaces.
K'les Irihunaes eslAo completos.
Foram aposentados, depois do ullimo relatorio,
por baverem requerido, os desembaigadores Joto
Anlonio Pimenla Bueno, Jos Mariano Correa de
Azevedo Coulinho, e visconde de l'rusuav, e por ac-
to do governo os desembargadores Bernardo Itebillo
da Silva Pereira. e Severo Amorim do Valle.
No anno de 1856 foram distribuidas naa qoatro
relaces do imperio 1,332 appellac.e>, sendo j\ cri-
mes e 778 civeis.
Ten Jo sido as distrihoiees em 1855 de 1,555, liou-
ve uma diininuicAo de 223.
Foram despachadas no meimo auno 1,312, menos
651 do que no 1855, em o qual se despacharan]
A appellare distribuida* dividem-se pelas rela-
bres do modo icguiiie :
... Crimea,
ido Q,Jaueirn..... o,|
Bahir....... sjq
Per n a m luir o..... 170
MaranhAo...... 9|
tjveia
56
129
87
|IM>
----------------' 1,333
554a 778
214 357
82 225
144 93
91 IIHi
-----. 1,312
531 781
Mistribui- Julga-
rom-ie. ram-ie.
3 3
112 115
III 108
> 1
1 1
. 28 29
102 99
36 .16
.> .
4 1
3 3
3 43
20 20
3 -
1 1
'i .>

12 12
35. 3.5
6 6 5 6
As appellacoee jolsadas dividem-ie assim
Crimea Civeis.
Kio de Janeiro.....
Bahia.......
Pernambaco.....
MaranhAo ......
Alera dai appellaoies
Bio de Janeiro.
Ilaheai-corpo, ......
Aggravos........
decursos crimes......
Kevistas........
Processos de responsabilidade.
Haba.
Ilabeas-corpua ......
Asgravoi........
Kucursos crimes.....
Uevialas........
Queixas.........
Pernarabuco.
Ilabeas-corpus ......
Aagravo,........
Becurso crimes......
Heviilas........
Processos de responsabilidade .
Maranhao.
Ilabeas-corpus ......
Azgravol........
Uecorsos crimei......
Revistas........
Processos de responsabilidade .
Ot mappas juntos demonstrara lodos os (rabalhos
das relaoes em 1856.
N. 3.Jury.
Ainda fsla vez invoco o voto patriotismo, para
que eala inaliliiioAo seja reorganisada no sentido da
reforma judiciaria que vo, propuz, e jx' foi approva-
da pela cmara dos depulado.
O qUHiIro dos jura lm qualificados moslra que o
seu numero 11A0 he sollicienle em orna grande porte
dos termos para que os juizes tejara nacerlo-, como o
exige a essciicia desta iu-titnicAn.
Sobrelcva que esse numero assim me'mo he exa-
aerado com o lim do ser nianti to nos pequeos ter-
mo, o furo civil.
Jurado, habilitados par novas garanlias da inde-
pendencia, qualificados em maior numero, para que
sejam iacerloa e promptoa, eis o que convm c o que
c nao p. le conseguir, sem que o jurv lenha uma
circumscrip(Ao mais vasta,-ou soja concentrado nal
capitaes e as cidades e villa, popolosas.
Cresce cada dia a impunidade dos crimes alian-
caveia : as absulvi5i.es do jury conlinuain a ser al-
Iribuidas a' longadelenr;Ao que sollrem os reos a' es,
pera das sesses judiciari.is que se reunrm duas ve-
res por anno ; estes cume, com as exceptes conve-
nientes devem ser jugados pelos juizes permaneutes,
como laut.-s vezes vos lenho proposlo.
Concluirei etle artigo reclamando ainda duas pro-
videncias qne muito mporlam jusl oa publica e a
innocencia dos reos.
I." Osegondo jolgamenlo dos reas naa capitaes
no caso de protesto ou de appellaoAo decretada pela
relacAo.
2. O julgamenlo no jury vizinho quando nAo pos-
so ler lugar no jury do logar por ser exhaurida a
lista geral.
N. .Juizct de direito.
No Ceara' .... Saboeiro e Telba.
Ero Sania Calharina Laget.
Exislem porlanlo 290 termoi sojeilo, A jizei mu-
nicipaes letrados, que sa dividen: pelas provincial
conforme os sen, ordenado, do modo seguinle :
so
M
>
O
.. 0 1 Corle.
| Alagoas.
C.5 i | Amazonas.
wt c | Baha.
w 5 | Cear.
w | Eapinlo Santo.
c | Goyaz.
- | MaranhAo.
(0 5 | Atenas Geraes. O el
i : ; | Malo Grosso.
i c: g | Pernambuco, n >
| 1 r, 11111 ...
ic | Piauby. C/l
. -y "" c | Para*.
| Porana'.
te | Hin de Janeiro.
o C" X | Kio Grande do Sul.
w K> | Kio Grande Un Norte.
w M li 10 | San Paulo.
- | Sonta Calharina.
; ~ | Sercipe.
co 2 Ir | SO.M.M.MA. 1
roram aposentados o, juizes de iPrcilo Joaquim
remando da lonseca e Anlonio Vieira Braga.
A le n. 867 de 16 de agolo de 1856, deelarou
como do juiz de direito o lugar de auditor de guer-
ra do Bio Grande do Sol, e o decreto 11. 1810 de 23
de agosto de 1856, clasillicou-o ale primeira en-
trela.
Foram lambem consideradas de primeira enlran-
cia as sezuiulet comarcas creadas pelas asseuibleas
legislativas provinciaes.
Para'.....Gorop.
Pernambuco Tacarali.
Pianliy. Tberezina.
Cara' .... Saboeiro.
Goyaz.....Kio Parsna'.
Sania Calharina t"'0"'" dos Ani'-
;N S. da l.rar;a.
Lxislem, poit, aclualmente 167 comarcas com 173
juizes de direilo. Addicionando a esle numero 21
cheles de polica, 5 juizes do eommercio, 3 dos fei-
los da fazenda, 3 auditores, I juiz do civel e I de
"tphaos, sobe o numero desles magistrados a 207.
N. 5.Juizes mnnicipaes.
Mepois do ultima relatorio foram creados os segua-
les lermos com juizei municipaes letrados.
No. Kio de Janeiro. Macf',
nio Claro.
No Paran' Guarapuava.
Em Pernambuco. SennhAein.
NAo eslAo todos esses logare, preeuchulos. O go-
verno atlendendo eu, pequeos ordenados d.ttes
empregados, lem dado n alguns ajudat de rusto para
e transportaren ; esla despeza lem gravado a verba
das despera, da policia ; cumpre, poit, que ella teja
allendida e contemplada no ornamento.
N. 6.Juizet de paz.
Anda nao esta' concluido o regulamento de que
Iralei no relalorio pastado, providenciando a res-
peilo do processo as causas civeis que cabera na al-
eada detlea juizea.
Aonexo encontrareis o mappa dai coneiliarOes in-
tentadas 110 juizo de paz, organitado sobre ot que
foram enviados da corle de algomas provincias.
N. 7. Prorootoies publico,.
Me novo chamo 11 atleucAo do corpo legislativo so-
bre a organisac,Ao do ministerio publico peranle to-
das M instancias, na parle civil e criminal : insisto
lambem ua necessidade de serem elevados os venci-
mentos desles empregado*, para que postara ser
pree in. li i ilos con ven ie n teniente.
Crearam-se promotohas publica, as seguintes
commarra, ;
Corle. Huma.
Para'. Gurupa'.
Pernambuco, Tacaratu'.
I',.ji s Therezina.
Ceara' Saboeiro.
CoyiS. ... Kio Paran'.
c__, a-.aw.-t (S. Antonio dui A1110-.
Santa Calharina. (N. s. dil (in,.
O prsenle quadro indica como ellei esiao dividi-
dos por ordenados e provincias.
as Ideas nem nos senlimenlos do filho ; adavnhou
qoe Gaspar linha-se enamorado de uma mor;a cujo
dol nao era magnifico, que lodos esees planos de
reforma.de vida obscura,ele felicidadecampeslreen-
cobriam am projecto de ca.amenlo. Essa especie de
deacoberla la>ir,ou-o era nma colera turda, mas elle
nao era hornera que duvidasse por is 1 do cumpri-
menio de seus desiznios, c desde esse momento re-
aolveu apre-sar os desposorios de seo herdeiro com
a ora qua eacolhera. Emquanln ella reflectia obre
Inda, essa, coo,a, Gaspar conlinnava a discorrer to-
que durante Ire meze, vamo, to- Rr alegra da vida do campo, e esforcava-se para
provar que |n.io havia neste mun lo coodicSo raai,
feliz do que a .le um fidalgo camponez.
Bem bem ja estou inleiramenle convencido,
respondeo-lhe emfim Air. de Barlarjas ; acora filie-
mos de oulra eousa. O groos passaram cedo esla
face. Ouvi.i-sa o loque de missa na igreja de S.
JoAo. A mdQa apreasou o passo, e dcappareeeu lo-
go. Entao o velho avi'lou no lim da ra a Gatpar,
que lambem a para o lado da igreja dano eamola
aot pohret e tirando o chapeo t todot com ar alegre e
iriumphaule.
Isso era mais do qae mllicienle para esclarecer um
hornero, cujo eipirito ja eslava cheio de conjectoras e
de suspeilas. No excesso de sua admirarAo e de sna
colera, elle ficou um momento immovel ; depoit
balendo com a bengala no chao, disse em alta voz :
Veremos I ...
Gaspar voltnu pinloalmente, o meio dia ; era
a hora do janlar ; mtso pai nao linli.i anda vidlado.
Como-a temperatura eslava Aa fria, elle pz-se a
passeiar pela sala, eraqonolo Delphina preparava a
mesa.
Sabe que meu amo cuida ja em dar o iea ban-
quete '.' disse a criada. Elle lallou-ir e cla ma-
nhAa.
Bandada divina que desgraee : exclamoa Gai-
par conslernado : melada de nossot cscodos ha de
gaslar-se nisao Eu pretenda fazer meihor uso
desse dinheiro.
Nao so alllija, respondeu Melphint, quem sa-
be ".' ... Talvez baja nisto uma felicidade....
Meu pai empregou dinheiro na lotera '.' inter-
rompeu Gaspar erguendo os hombros.
N3o be isso lornou ella vivamente ; Irala-se
de oalra cousa. II senhor tem quasi vinle e ciuco
aonos, e posto qoe nao baja presta...
.Meu pai cuida em caiar-me .' nlerrompeu
ainda Gaspar ; lu o abes? ...
Sim, sim, elle fallou-me esta minh.la a esse
respeilo; eu corra a dizer-Ihe, mas o senhor ,a-
hio...
Ah crande Meos exclamou o mancebo cons-
ternado ; quem trria previsto seo '.'
Nesse momento ooviO-te baler fortemcnlc porta.
He meu amo esl ancioso por entrar ; con-
seguio o que quera ... exclamou Melphioa preci-
pitando-se na escaria para ir Bbrir.
Quando Air. de Barbejas enlroo na ala, conhereu
pelo semblale do filho que Melphioa havia fallado,
mas ii.io agostou-se por eisa indiacriro que prova-
velmenle atperava. A criada tomou-lhe a heala,
o chapeo, e ipresenlou-lhe como cotluuiava o velho
roup.lo que dava-se pressa em vestir, logo que en-
Irava, ma, elle repellio-a com um gesto de Inum-
pho : dizend i-lhe :
Meixa, Jeixa ; de ora em diante pretendo aban-
donar es,e traje caaeiro...
Gaspar o traba m 1,1.1.1 reipelosamenle, e con-
tervava-se em pe do oolro lado da meso.
Assenle-se, meu lilho, disse elle lomando lam-
bem uma cadeira.
E vollandc-se para Francisco, queenlrava Irazen-
do uma grande avpeira, disse-lbe :
Volla com a sopa, e fica na cozinha ; hei da
chamar-te quando quizerraos janlar.
Francisco r tirou-s inoito admirado, fechando to-
das as portas apl si. Enlao o velho Baibejas
enilireilou-ae e conlinuou em lom solemne como
quero mediloii de anleroao no seu di.curso :
Ate acora, meu lilho, vfi lem podido crer
que eu :."io cuidava em eu eslabelecimento, e qae
nao linlia nen'ima inteiic.'o a en re,peito. Toda-
va ha miiilos anno, qoe Irabalho para faze-lo con-
trahir nm caomenlo vanlajoso, e se necia Ihe lenho
ilito ale boje, be porque enlendo que nAo convem
fallar dessas cousas seu.10 quando eilo preste, a rea-
s i r.-.' ^' g s ft = = =^'* = a;xx 1 1 1 7 1 1 1 1 ,i J Corte.
u fc, Alagoaa.
- - Amazonas.
r-, x Bahia.
c Ceara.
M Eapirito-Sanlo.
~ "* I ''"i aZ#
u to <\ AlaranhAo. * \ 1
es*- u Alinas tieraes.
_ _' Malo-Grosso.
10 fS Pernambuco.'
c_ Parabjjba.
, Piauhj. 4
- - I'ar.i.
u Paran. f 1 1
a* e 1 Hi i-de Janeiro.
io i, Kio-Graude-do-Sal.
10 10 Kio-Gr.-do-Nurle.
- M j S. Paulo.
14,- - Sanla-Calharna.
10 a> Sergipe.

SliMAU.
lisar-ie. Chagua emfim o momento que eu agaar-
dava com lana impaciencia ; esta manhAa pedi para
vots ao meu amiau velho o ludio de Saumanet a
mao de sua tobrinha e papilla, madamesella de
La Gronciere, e elle fez-me a honra de concede-la.
Vmc. fez isso .' balbaciou Gaspar aterrado.
He Ima noiva que Iraz de dote tessenla mil
escudos sem contar a herencia do bailio, conlinuou
Air. de Barbejat; co a preparava para voss desde
o dia du teu baplismo.
lie urna enanca, interrompeo Gaspar procu-
rando tornar a si e suscilar objecc,oes. Tem doze an-
no, quando nimio...
I'reze anuos compleloi, respondeu vivamente
Air. de Barbejas, e nao ha impedimento algum a
que o casamento seja celebrado sem demora.
Por luda a resposta o mancebo crozoa as mAo so-
bre a mesa, e ahaixoa a cabeo dando um profundo
suspiro. Air. llarbejaa a\a pareceu comprehender o
que aignifieva essa alllurie e esse iilencio, e acres-
cenlou :
Nada ie opp'e a qae vos-e case neitei qainze
dias. f'ma das arailes vanlagens dessa oniAo he
qua nAo nos obrigari a fazer nenhuma despeza ex-
traordinario ; com algumas centenas de escodot fa-
remos as cousai m.iaiiificaraente. Von enlra era
uma casa em qoe havia grande luxo. Mr. de La
Girouciere e sua mulher morreram pouco raiia de
om anno depoit de seu casamento do ama febre ei-
carlatna, que levou a un e oulro na meima temana.
O euxoval quasi nio linha servidu
estavam uovoi
tidos. Quando
N. 8.Ofliciot de jutli^a.
Sobre a consulta da secrjio de juilica do conselho
de eslado, da qual voi fallel do paisado relalorio,
relativa a creado, sappreeiAo, aunexacSo e desaone-
\.ic."io doi cilicios de ju-lica, lendo jido ouvido o
conselho de estado pleno, expedio-ae a circular da
30 de Janeiro rio correnle anuo, qoe com a ajila con-
sulla se acha entre os anneoi.
O decreto n. 1,873 de 31 de jaoeiro prximo pas-
sado dialriboio o lervico do, dou, porleiros dos au-
ditorios da curie, como couvinha k admiuulrac.10 da
jailica e ao inlereste daquellei fooccionanos.
Entre 01 annexos vao 01 qualrot dot officios do
iu-iica da c.'.rle e provincia,. Esle Irabalho esla hoja
muito completo.
TITULO VIII.
Policia.
Os decrelos ns. 1,897 e 1,898 de 21 de fevereiro
! desle anuo, orgunitaram ai lecretarias de policia daa
provincias.
A importancia do augmento da despeza he da
98:200.
He iiiuiln de presumir que, pelo menos, nm ter-
co deiie augmento seja cumpensado pela arrecada-
c.'io dot emolunieiiios, que ,u cobrados como renda
geral. Ainda 11A0 ha elementos pura o calculo a rei-
peilo das proviociai; pelo qoe concerne corlo,
pode dzer-se que essa renda nunca ser menor do
2 :0O0s por anno.
Eslao pois organisadas ai secretaria! de polica ;
carece porem de organisar;ao a policia activa, aquella
que previne os crimes, prende os criminoioi, colliga
ai provo!, nslrue 01 processos, e em moilos rasos
os decide. A primeira condi^ao dessa organira^ao he
a relriboioAo dos empregados policiaet, sem a qual
nAo ha profisso, nao ha acoAo, nAo ha reiponsebili-
dade. Misereas adnii'istracViet elem da actual o tem
recobecido, mandando abonar gratificarles secre-
las a delegados e subdelegados de policia. A excep-
5.10 deve ser regra geral, se quizermos ler policia :
fonfiar lanos e_IAo petados deveres tmenle do pa-
triotismo, he nao querer ver ai eousas como real-
mente sao, he cerrar os olhos experiencia a maii
clamorosa.
Por avjiode 25 de outubro do aono pistado, diri-
gido ao presidente da provincia de Mato-Gro,,o,
mandou-se por coi plena execo;Ao o decreto n. 1,531
de 10 de Janeiro de 1855 sobre paisaporle, para oa
nacionaes o etlrangeirot que entrattem e sahltaem
da provincia pelos rioi Paraguay e Paran, ou via-
jasiem dentro delta c para at onlras provincias do
imperio, liran-io tubsisleole o regolamenlo de 7 de
julbu de 1853, quaoto communicagao enlre o im-
perio e a repblica de Bolivia.
Nao ettando ainda monladaa as lecretariai do po-
lia das provincias, nao ha ponivel apresenlar neale
anno um quadro completo da entrada e saluda da
estrangeiros no imperio.
N. 1.Policia da corle.
Por decreto n. 1,775 de 2 de julho de 1856, foi
organisado o servido da eftincajo dos Incendios mista
corte.
Odecrelon. 1,874 de 31 de Janeiro passado creou
mais um lugar de delegado de policia.
O decreto n. 1,887 de 11 do fevereiro dividi as
,ubdelegadas das freguezias de Sania Rila, Sacra-
mento e Sanl'Auna.
SAo conhecidas as razes que fundamentaran) eise
auamenlos.
Esta organisada a secretaria da policia, conforma
o decrelo n. 1,716 de 16 de abril de 1856, a a ex-
periencia j. tem demonstrado quaiito tem melbor.i-
do este iervic,o imporlanle. O relatorio que apresen-
tou este auno o chele di policia do corle, pela copia
de inornuicies qoe conlem, he uma prova das van-
lagens ja obtidas pela reforma da secretaria.
O sen ico da exlincoao dos incendios esla organi-
sado, e existe aclualmente o material sufliciente pa-
ra esse servirlo, como te ve do relatorie apresentado
pelo director dos bombero.
TITULO IX.
E.talislica criminal.
V. 1.Julgamenlo do jury em 1856.
O mappa que vos aprsenlo dos julgamenlo, no
Jury em o anno pa,sado nAo esl completo. Nao
vieram os mappas das provincias de Mato-Grosao,
Paran', Piauby e Kio Grande do Norte.
O lempo qoe ilecorrc(rntre o prazo mareado para
a remessa dot mappas c aquelle em que devem ser
apresenlados ao corpo legislativo he muito limitado,
e os de algumas provincias nAo chegam, sendo que
sempre a secretaria de estado lera de fazer ns seas
irabalho, apressadamenle, e o qae he maii lensivel,
sobre elementos defeituosot, que te nao podem cor-
rigir.
No anno de 1856, foram presentes ao jury, naa
provincias a que se refere o mappa respectivo, 2,068
processoa, comprehendendo 2,487 roa qoe commel-
leram 2,470 crimes, sendo 122 pblicos, 2,145 par-
ticulares e 203 poliriaes. liouve 1,307 condemna-
ret 1.553 abiolvifei, sendo 1,514 por deci-.lo do
jury, 7 por prescripoao e 32 por perempeao. Em
219 processos api ellaram os juizes, as partea em 252,
e prolestaram por novo jury 58, prelazendo olotal
de .507 recursos.
Eales algarismos ponca diflerenra offerecem, com-
parados com o de 1855.
Mos 2,068 procseos come* iran :
Por quelxa.........
Por denuncia particular.....
Por dtnoncia do promotor ....
Ex-oflicio..........
Foram suileoladoi nojun :
Pelo queixoso ou seu procarador .
Pelo deuunriante ou leu proourador .
Pelo promotor........
Estes fados sao slgnificalivoe : em geral ot parti-
culares nAo te queixam nem denuncian! de crimes
que os ofrenden), e conteguintemenle deiiam de
dar a' polica e a' jasli;a os esclareclmentos qua
muito concorreriara para o meihor descobrimenlo
da .verdade.
He lambem Intuitivo que ficam impunes muilos
crimes qoe nao podem ser acensados e ponidos sem
queix.'i e -u-ient ico do queixoso no jurv. Nole-ie
que das :IG queixas dadas 32 ficaram peremplasno
julgamento e o, reo, absolvidoi.
Mos2,i87roi eram homens 2,291, e mulberii
196 : eram brasileiras 2221 e eslraugeirus 266.
Em razao da dade dividem-ie pelo modo seguinle:
Al 11 annos. 5
Me 11a 17. 28
Me 17 a 21. 231
Me 21 a 40 .1,639
Maiores de to. 581
Em razn do eala 'o, a divisab he como segoe :
Solleiros. 1,095
/
361
67
89
1,518
122
1
1,912
o fidalgo velho abri seu guardanapo, e disie tran-
quilamente :
.Hilemos ; depoi, voisi> ha de vaslir-ar, a ire-
mos 111.1t.1- dar ao bailio siui respeilosos agradecl-
mentos. testemanhar a alegra com que vois acei-
(ou o honra de sua alli.nca.
A estas palavras Gaspar levanlou a cabrea. li.la-
va mu paludo e de labios trmulos, maa seu nlhar
linha nma expreisSo de -urda energa : via-ie que
reunir lodat as inai forras para Iravar uma lula, na
qoal soa vontade nao iuccuiiil.it 1...
Meo pai, disie elle, perdoe-me desobedecar-lbe,
mas esse calamento he irapossivel.
Me veras'.' Nao comprehendo disse o fidalgo
velho com um gesto de altivez, e de soberana aulo-
rdade.
Etse casamento he impossivel, repeli Gaspar
com voz soffocada.
Se Mr. Barbejas tiveste intitlido nene mcmenlo,
lena lalvez vencido : o lilho eilava muilo habituado
submissao para poder retislir-lbe face a face ; mas
depoit de um momento de li'eocio, elle conleulou-
se de dizer-lhe friamenle :
Vo,sc rcflectii
llaleu com o p sobre o atsoalbo para advertir a
Francisco, o qoal chegou logo com a sopa, e depoit
Irooxe nm peilo de carneiro assadu. Mr. Barbejai
fMtoa cemo re ordinario ; qoanto a Gaspar, nao
acahou o pedaco de carne secca e lorraria que esla-
va em aeu prato. Tendo o espirito pe turbado, e a
cabeca clieia de resoluoct extrema*, elle nao res-
pun.ha ao |iai, o qual couliuiiava a discorrer como
ela maior parle, bem como os ves'- '' ">0 li""se <'*'> ** r,'usa e ,Ia Pie de protet-
0 bailio poz era ordem a heran- 1" -"cabava de ouvir.
a ivclii.il muitas alfsiai preciosa,. Eu vi o in- Mepois rio pintar Gaspar levanlnu-se vivamente
ventario, e prevendo o que agora acontece arouse- como por urna inspiradlo repenlina, e dirigio-ae pa-
lliei-lhe que d. i\i-e ludo no mesmo lugar, alim de ra a porta de|>ois de fazer uma muda reverencia,
que sua pupilla o adiaste qaando vollasse para a casa Nao se etqueca que (em de sabir comiao de
no dia de seu casamento. Assim se fez. O bailio larde, aiitou-lbe o pai segoindo-o coro os olhos.
fechou os armarios cheios de roapa, o cofre ole pra- l'm iuslanle depoit oovio-ae fechar a porta prin-
la, o camariro, c as mesinhas em que auardavam-te i cipal ; entao Air. de Barbejas murrnurou com cole-
as joia, ; depois fechou a rasa, e levou as chaves. ra misturada de inquielioao.
Desde enlAo nao deixei de ir com elle vr lodos os i Quem sabe aonrie elle vai '.' Aquelle namoro
.unios se havia aleum cslraao. Na verdade ot mo- [ faz-lhe perder o juizo ; en devia ter percebido istu
veis, e as tapecarias parecem ler si lo collocadas hon- dtiles.
lem. Ha 110 vestibulo uma cadeirinha que um prin-. todava nAo suppz que Gaspar perseverando em
cipe de puro angue nAo rea'ilaria. Quauto a ma- soa resistencia.rerusasse acompauba-lo casa do bai-
o, movis
rtamesella rie 1.1 Girouciere, he oini linda moja, pe-
lo que disse-me o bailio, e estimar muilo ca-ar com
voi\ porque comeca a enfadar-se no convento dn
Viailai;ao, aon 'e entrou quando sabio doi bracos da
ama.
Air. de Bsrbeja, cloli-se para esperar alguma res-
posta ; porem Gapar ficoa mude e sombro. EnlAo
lio, e ral ficar a palavra dada em seu nome. Del-
phina Iranqailisou-o direndo ihe que seu joven amo
fora em duvida passeiar no Coors, poit ella o v ra
ir-se nea direcqAo. Ora caa em qoe havia om
jarro de resed a varanda nao era ricae lado.
vronlriMflr-9'-Aa.

ILEGIVEL







DIARIO DIPERNAMBDCO QUINTA fEIRA 8 DK OUTUBRO DE 1857
Catados .... 1,157
Viuvos .... I5
A respailo rio modo do livrenienlo, 1,8116 foram
presos, His iliancedos e ts.) lsenles.
Eram autores 2,231
Cmplices 118
De lenlaliva 18
Nos triroes publicos o roaior numero lie de falsi-
dade (35). lirada ou fuga de praios (3I>, perjurio
:-, resistencia (26 .
Nos particulares notamse am primeiro lugar 1,018
ferimenlos e offensai pliysicas, teguindose 70i ho-
micidios, 109 roobos lu (arlos.
Nos policiaes o oso de rmas deftias >.188) he o qai
11).H- ;ituII.i.
Foram, como a* diste, 1,307 as coiidemoic,6et ;
deduiindo-te poram dallas 33! mullas, licam redu-
zidos a 968. A absolviese por decisao do jar} fo-
ram 1,514. Sao as condemiuc,dci quasi dous lerdos
das absolvieses !
as condemnac,&es itni o primeiro logar a pena
de prisao simples. S 15 reos foram eoodemmdoi a'
morle e 112 a pals.
N- "-Jultmenlo no oclennio de ISW a 185").
No oclennio que decorre da 1818 a 1855 foram
jolgadoi pelo jory 9,911 precessos, dos quaes come-
jara ni :
Porquera........... 1,999
Por denuncia particular...... 450
Por denuncia do promotor..... 4.45
Ex-officio........... 7,020
A Miste 111 ,i r ,i n dos proceatos do jory foi l tila pilo
modo seguinte :
Pelo qaeixoso oo sea procurador. 663
Palo denoncianle ou sea procurador. 74
Pelo promotor..........9,177
IVmpii'heii'lmu sses processos 1-2.355reos, sendo:
Homens 11,476
Mullieres 739
'Bratileiroi. 10,618
Eurangeiros 1,567
i; : mo a's idades dividero-so ero
Menores de 11 iodos 37
por nAo haver alterando na islario dos algaris-
Continuar-seha.-
Helia 17 143
- De 17 a 21 1,105
De 21 a 40 8.313
Maiores de *0 2,617
Quauto ao estado eram
Solleiros. 5,870
'jasados 5,663
Viavos 782
yujulo ao modo da livrimeolo julgaram-se :
Presos. 9,519
Allantados. 2,119
Ausentes 577
Eram
Autores 10,813
Cmplices 30
He tentativa 572
Os rrimes commellidos oeste periodo aja' jdlgadoi
foiam 12,317, sendo
Pblicos 819
Particulares-. 10,313
Policiaes. 1,185
As condemnacoes montaran) a 5,786, dednzindo
dellas as inuiui em numero de 1,212, reduzem-sc a
,4,5(1.
As absolv coet foram
l'uideciAo do jur>. .7,119
Por presrripcAo. 42
Por perempcAo 192
fazeodo a lolalidade de 7,683.
Em 1,337 processos houva appcllac.lo oOicial, ara
1,296 appellarao das parles, e em 376 protesto por
novo julgaraento.
Criines de rtspoosibilidadr. No.memo periodo
foram julgados pelos joizes de direilo 373 reos por
crimes de respontabilidade, contra os quaes se ins-
tauraran) 317 processos.
(. uiiecjram estes
Por qaeia......
I'iir denuncia particular .
Por deuoncia do promotor
Por ordem superior.
Ex-oflicio ....
Eiles processos foram lu-tenlados al iin.il dici-
tao. principalmente pelo promotor publico.
Dos 373 reos eram
Homens .
Mullieres.
Brasilsiros..... 360
Eslrangeiros .... 13
De 21 a 40annos. 196
Maiores de 10 annos. 177
31
21
65
11
180
368
Eram
Solleiros. m.
Casados .
Viuvos .
KespoDderam como
Aolores .
Com liets
Tentativa.
117
234
34S
22
3
11
6
1
112
6
1
126
169
6
135
50
1
9
119
46
103
66
6
ISO
17
8
X
loram 391 os crimes commellidos, ayudando a
fall de exacto uo cumprimenlo dos deveres (135)
prevaricado 8G excesso ou abuso de autorida-
de (56).
As condemnacoes forma 200. Esle numero deve
refluzir-se muilo, porque nelle se comprehendem as
multar, a suspensAo do emprago, etc. que em muilus
casos silo accessoriat.
Este quadro he muito imperfeilo : lodos os estar-
los fedos para complela-lo tem sido Irusladns. Mui-
lo- lunes ii.in comprehenderam anda a vantagem e
neceisid.idi da estatisliea : a secretaria de estado
resenle-se tambein da falla de urna tercio que t e
privativamente se oceupe desla materia, insislindo
rom teoacidade para que esse joizes cumpram seos
deveres.
Oimas especiaes.Os juizes de direito no oclen-
nio que lindou em 1855 julgaram 150 crimes, que
oliimamenle foram allribuidos a' sua competencia,
commellidos por 175 individuos, que respooderam
em 133 procesaos.
Comecaram esles
Por queia ......
Por denuncia particular.
Por denunciado promotor
l--uilino.....
loram sustentados em juizo
Pelo queitoso 1 .
Helo denunciante .
_ Pelo promotor ....
Dos 75 reos erim
llomeos .:....
Mullieres.....
Braiiltiroi.....
Eslrangeiros.....
Em razao da idade dividen) -t em
De 11 a 17 annos .
Da f7 a 21.....
De 21 a 10.....
Maiores de 40. .
Em razio do estado eram
Solleiros......
Casadoa ......
Viovoa ......
Kesponderam como
Aotores......
Gomplic.es.....
Tentativa .....
Entre os criraes julgados o inaior numero he o de
homicidio (83), seguem se o de binca-rola (17) a o
de muada (alia '.I6j viudo a resistencia em lerceiro
logar (14).
Iloave 132 condemnac,ei, e 61 absolvieses por
decisao dojuiz.
Em 26 procesios ar pelln o juiz, a em 31 ippel-
laram aa parir.
Iiir.irr.io de posturas, etc.No oclennio de 1818
a 1855 foram sobmedidos ajulgamrnto 2,125 pro-
cessos por cnine* policiaes e de infraco.io de porta-
ras, compreheiidcndo 2,707 reos,-que commelteram
2,665 crimes.
Comecaram por queixa 1,1:11 processos, por de-
nuncia particular 618, por denuncia do promotor 38,
a ex-oflicio 838.
Dos reos erara homens 2,398 a moflieres 309 ,
1,693 Brasileos, e 1,011 eslrangeiros ; livre 2,617
a escravos 90.
Entre os crimes avulla o do infracto de postura*
1,513); seguem-se-llic o Je calumnia e injuria
Ii82 damuo I III mendicidade (91), desobediencia
(82.
As condemnacoes foram 2,115, a as absolvkots
812.
Ilouve appellacrt em 579 proce ernjulgado 1,107 senleucai.
' 1111. -i.i hit os alearamos desle com o, do quadro
los julgamenlos nu |ory uo mesm > periodo, eluda
do e combina loi coin o lacios, reconhece-se logo
que s.lo muilus inexactos. O exame detle ruappa faz
comprehender i primeira vista que nem foram so-
menle 2,125 os processos julgados no oclenoi, nem
J.,.07 oa individuos que commelteram crimes poli-
ciaes e de infraccAo de potloras.
Iteiumo.
No nilo annos que decorrem de 188 a 1853 jul-
garam-se 12,789 processos, os quaes comecaram
Por quena......3,175
Por denuncia particular 1,098
Pur denuncia do promotor.
Por ordem superior. .
Ex silicio......
Iiguraiam uestes processos 15,170 rcus.
Delles eram
Homens ....
Muflieres. .
Itrasileiros .
Eslrangeiros. .
'/o.ni'' a idade, eram
iMenores de II anuos
De I a 17 .
De 17 a 21 .
De 21 a 10 .
Maiores Je 19 .
'Juanlo ao estado, erarn
Solleiros ....
Casad, s ....
Viuvos ....
He de nolar que nos mappasde mfraecnes de pof
Inras, etc., nao se faz meiicao da circumstaiiria de
idade o estado.
<>-. 15,470 reos commelteram
aaudo
Publico. .....
He rcsponsabilidade. .
Particulares ....
Policiaes.....
loram julgados como
Autores......
Complir.cs.....
De tentativa ....
Os mappas de iofraecao de posturas, etc./nao fa-
nn e.laa dillerenc'.
Cahem aqu as ebservaeSes. feiUano relatorio pa-
COHRESPONDENCIA PARTICULAR DA
PRESSE.
Conslanlinopla, etc.
A situado dos principados e sobretodo a da Mol-
davia devia DrcessariamiDti trater graves compliea-
coes, cuja reaccSo se faz sentir mui naturalmente
em Coiislanliooplj.
Daudo conla da conferencia qae leve lugar o mez
passado na Porta, e por coja causa os caimacans
foram chamados *' execuc.ao leal e imparcial do
mandado que Ihea tinha sido confiado, eu munifes-
lei o recaio de que o resultado desse proeedimenlo
collectivo das potencial, fosse quasi inlolraraen-
te ii u I lo ; elle o foi completamente. Para dizer a
verdada, o pastado do Sr. Voeoridet e do principa
A. Ghika, do primeiro principalmeule, nSo permit-
lia qut c illudisie com urna esperanza irrealisavel.
O nico reme io para os embarazos de enllo era
a dimitsAo do aikmacan da Moldavia, deise fonecio-
oario 13o brotal romo estpido, qut nao tem outra
reara senao eeu capricho urna poltica de raa' f,
qoe elle tem seguido moilo bem.
Considerando-se esta estado de eoasas, a nomea-
cAo do Sr. Vogondes para o cargo de kaimacau fot
urna falla enorme, para quem condece seus antece-
dentes e as provas da Incapacidade, qoe elle lem
dado em toda a soa vida ; mas conserva lo a' frente
do goveroo moldavo, depois dos seus primeiros actos
de administraran, era querer zorabar do tratado de
Paria a das potencias qae reclamavam a leal eieco-
cao delle ; era crear urna iiluac,,io cheia de compli-
caces, graviiiima para a Turqua, para sea minis-
terio, e sobreludo muilo grava debaito do ponto de
villa das influencias diplomticas, que eslgo em lula
em Constiutinopla.
A hora do perigo se aproxima a' lula de influen-
cias, sullocada pela enrgica atlilode do embaisador
de I-ranea na conferencia do mez pastado, reappa-
receO mais rrohida. A liga, nao di-ei iogltza, mas
do embaisador da Inglaterra e dos agenlea austra-
cos, tem preparado novas occasiOes de conflictos, no
fim dos quaea espera adiar sem duvida urna desforra
de Esla preeso, exereida sobre a Porta com certas
precause, duba sua expanso em Bucharest a em
Jasy.
Na Valaqula, a experiencia do principe (hika e
a prestnfa continua dos eommissarios, a liberdade
relativa da imprensa e o sentimento publico, qoe ti-
nha podido prouonciar-se, impediram que o paiz
foise asmaaado debaixo de um svitema (So brutal
como o da provincia vizinha ; mas" nessa provincia,
a Moldavia, o despotismo governamental do Sr. Vo-
gorides nio leve limites.
Sem embargo daa delbe.ar/'* da conferencia dos
primeiros diat de jonho, das ordens qae houveram
de ser Iransmiltidas pela Porta, em consequencia
desla conferencia, das observacdei e dos eommissa-
rios, das reclaruac/ies eiiericas da maioria da im-
prenta europea, o Sr. Vogoridet nao modilicou o scu
sNstema. Jamis governo algam se mostroa mais
violento, mais oppressivo, mais Ilegal, e oalenloo
om desprezo mais cmplelo dos direilos da um povo
inleiro.
lulas eleit -rae- foram o>ganisadas pela polica;
aquelles que se declararan! separatistas, islo lie. ini-
migos do movimento nacional, foram inscriptos em
excepcao, qaaesquer que fuisem s?us antecedentes.
Os homens conheeitlos eomo favoraveis a caosa da
nin.io foram o ohjecto de um exame severo ; nailoa
delles, homens consideraveis e estimados, foram dei-
xados de parle, e muilos aluda se viram afaitados
sob os mais futeis pretextos. Estas eiacces foram
laes, que os separatistas nao po.leram deixar de ma-
nifestar altamente a ina indignarlo. O Sr. \ ogorides
traba para consolar-ie os consellios, que Ihe vinbain
de Conslanlinopla, dt Vienna a de seu cunbado, o
Sr. Mossuros, embaisador em Londres, e que acon-
selhava ao kaimacam escolhesse liabilmente os seut
fariccionarios, nao os jolgasse senao pelo orgao de
sua hoslilidade eunlra a anio, sem atlender a soa
moralidade.
w
Confeccionadas as lisias, comeeou o prazu de trn-
ta das concedido pelo lumen para as reclamac.oes ;
mas o kaimacan linlia tomado soas medidas ; os in-
dividuos encarregados de receber as peliees das re-
clamaciies e do examina-la, foram escolhidos entre
os que haviam trsbalhado na confeccao das lisias. O
resultado (oi haver delongas, demoras calculadas,
pedidos de exhibido de pegas oa ttulos de toda i es-
pecie, provaa impossiveii, m voniade, oa' le, ludo
islo eilo, tanto em Ittay como nos districtos, pelo
empregados desjuntas de rerursos, todos fnneciona-
rios recenlemente nnmeados pelo Sr. Vbgorids. Em
urna palavra, nao havia eleifes, havaoma eieol'ia
imrnista ao paiz.
Esle estado de ousa, exposio aos eommissarios
francez, prussiano, sardo e russo, os delerminoii a
driairem um relatorio s suas respectivas legarle*
em Contantinopla ; rites senhnres tmlum recebidn
tantas queixas dos homens mais estimados do paiz
sobre os manejos da adininislrac^o moldata, que jul-
garam equidoso pedir urna prorogaeilo do prazo con-
cedido pelo firman aos rid.idosque'reclamavam soas
inscripeoes as listas eleitoraes.
Em Conslauliiiopla a impresiao foi a mesma. Mr.
lhouvenel enlregou orna nota a' Porla, na qual pe-
dia que o prazo de reclamadlo foiso prorogado por
15 das.
A eite pedido Riza Pacha reuni quinta-feira 16,
um ronselho em sen iali de llevlerbe\. A ola do
embaixador de Franca tinha sido seguida de notas
quasi idnticas dos ministros da Sardanha, da Rus-
lia e do enrarregado dos negocios da Prussia ; estes
documentos l aviam sido cou.fnonicados aos emhai-
xadorea da Inglaterra e da Austria. A opiniAo des-
tes dous diplmalas n.in era igual a de seas qualro
collegai ; devia-se esperar isto.
Esta divergencia collocoo o conselho de ministros
ollomanos em grandes embarecns a dscns>ao du-
rou das nove horas da noile as tres da madrugada, e
acaben sem urna solurao.
Nesta perplexidade o grao vizir, quelsc havia mos-
trado desejiso de dar a' I i.mr.i i salistacAo, que re-
clamava, quiz dar sua demissao. No da seguinte
oflereceo a ao sulliio, mol exl'iisaniente motivada.
Depois de expr os emharacos, Recliid-Paclia lermi-
nava, segundo se diz, declarando qoe o pedido da
Frasea eia no sen entender fundado no direilo, na
equidade e no born tenso.
Oolian nao ai-i nuil a demis3o do gr.lo-vizir :
no conselho os membros, que passam por ser. oppus-
tos to ministerio, se tinha pronunciado por si mes-
mos contra a demissao de Hechid-Pacha.
Neise interiin um despacho da Pars mndilicou as
instrurcoes do embaisador de Franja e aulunsou-o
a contenlar-se coro om prazo de oio dia. A Por-
ta pode ver nesta decisao orna nova prova do desejo
sincero da Franca em facilitar a conclnso da dilli-
culdade pendente. He debaixo desles auspicios de
conciliac,ao qoe se abri o conselho em casa de Re-
ehid-Pacha.
Entretanto aa eleii;5ei comreavam na Moldavia, e
era de urgencia re-ponder o mais promplameule
posuvel a' neta do ombauador dt Franca. O grao-
vizir eutendeo adiar em ama conferencia diplom-
tica om roeo da ludo conciliar ; este expediente di-
latorio fui do agrado de lord Redclifle c do Sr.
,r.oke,".cl1 '< ""* ful repellido mui ran-amente
por Mr. I hnnvenel, general Durando, o Sr. de (ier-
lacli e o Sr. de ItouleiiiesIT. Os dias de quinta e sex-
la-cra oram empregados nesta negociadlo. A Por-
' a raaoUer-i porsimaima, e no sabbado,
19, Rechid Pacha reouio o couselho em sua casa de
Emirgiam.
Aqui tem lugar urna serie de (acloi inauditos na
historia diplomtica. Apenas o consellio se tinha
reunido, vieram annonciar ao griu-vizir o intr-
namela da Austria.
Rechid-Pacha rncarregeu o ministro dos negocios
eslrangeiros, Ali-Chalih-Pachii, seu filho, de ir rc-
ceheu o Sr. de Pr. kcsch, edizer-lhe que a sesiao do
cuii.elii,i o privara da honra de o ver.
Alcana unante* se lnham pealado, quando om
interprete da einhaxada ingleza, Mr.Simmons che-
aoui para aniuiiinnr ao gr j-vizr a visita de lord
de Heilrlifle. O Sr. de Prokesel, feliclou-se de.se
reliz acaso, e resi-nou-sc a esperar na companhia
do nobre lord o liin do conselho ; alguns querrm
que essa dupla villla liveise ,ulo premeditada. A'
rhegada do embaisador da Inglaterra houva um cur-
to eolloquio com seu collega (la Austria.
Fizeram tallar ao conselho que despacito, lelegra-
plnciis de lord Clarendon e do conde de lluul an-
roiiipromeuda neste caso, para que Mr. Thouvenel denle abre a sessao,
nao empregue sua grande e legitima influencia con- senadores.
Ira orna siluacao inaceitavel. Prcise.
adiando se prercntci 32 Sr.
appro-
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PEIt-
NAMIH CO.
PARS.
7 da lelembro.
EmNapolai o desconlenlamento e a desale gao v.1o
ganhando asclasses mais ricas e mais inimigas das
revoloces : ni realistas honestos lem projeclado fa-
zer um appello a Europa e reclamar como um reme-
dio aua males presentes o rttroctsso puro e simples
aa iii-tilui;re do XVIII seculo.
Onde el-rel Fernando encontrara ama aalxra mais
amarga dos stus actos, do que a utopia retroipieliva
de- esse appello a Europa e rspalha-lo por lo la a parle,
mas sabemos de boa fonte que o logar aindi nao foi
decidido. Os realistas honestas lem ruedo daa gales.
I illiiu-ie no casamento do joven duque da Cala-
bria com urna prioetza da Baviera, deisa principe
herrieiro da cora de aples, lao solado at hojn
pelo odio da sua madrasta e tratado na curte como
deiconherido, desse infeliz menino, que na idade de
21 annos, esiraoho a lo las as alegras da juvenlude
assuitava todos aquelles que delle se aproximavam
por um ar da melancola e de dor ; orna vez casado
lerao lalvez o pudor de o deixar vivar, a saber-se-ha
eni,l i o que elle he.
Na Hespanha o ministerio atravessa urna crise, a
lie tmenle a ausencia lolil de homens polticos em
Madri-l, que tem levantado obstculos a formacto da
um novo gabinete ; convocares urgentes h3o sido
enviadas para este fim a todos os directores, e preten-
de-se qoe no primeiro (lia ver-se-ha apparecer ho-
mens iioi os e urna poltica nova.
Eis aqui o que lera' lugar. Desde muilo lempo ja
os legilimislas puros, coadjuvados pelo partido cleri-
cal, e soitenlados pelas mais altas perionagens do
reino depois da rainha\ multiplieavam os saos e-
furros p ira determinar 1). Dahel ao appello dos
principes Carlistas, mas outra influencia anda mais
poderosa, leudo visto um perigo real para o throno
constitucional, a rainha manfeslon o desejo de cha-
mar a Madrid a rainha Clirisiraa. Depois continua-
ran! a preoecupar com eita volla,prxima, dizcm,que
epezar da opposic,ao do marechal Narvaez.
Se esla medida emanando da iniciativa real, lem
por fim contrahalancar a influencia crescente do par-
tido aliso nii-ia, (ende ao mermo lempo a suhtrahir
a rainha Isabel a tutella do primeiro ministro ; em
substancia, fora da todas ts consideraees polticas,
um sentimento filial bastara talvez para expliear a
decisao tomada pela rainha.
Todava, a fraqueza sempre crescente do partido
moderado, anima o partido absolutista, e o governo
se acba na rtalulade entre dnua precipicios igual-
mente ptrigosos para elle, urna revolucao extrema, e
urna ravolu;ao infrene.
A rompiicac'ies politizas vieram)ajuntar-se gran-
des dilliculdades administrativas. Apezar dos esfor-
coi de M. Ilarzallans. ministro das Imanen*,(o orca-
menlo de 18)8 oflerece am dficit da Irezeotos e al-
guns milhdei de reales e o governo tritn de contra-
lor um emprestimo em Londres com a casa lsarni_-,
A caa Baring nao quera absentar em nada sem o
consenlimeulo das corle, o o ministerio nao nasava
levar esta negocio ante as cmaras, cerlo de encon-
trar ah ii na opposirln inflexivel.
Einfim, di/eos em Madrid, que a abertura das cor-
les le.i ia^ar em ulubio alliu du que tslrj.nn rvuni-
da- na ncrasiao do parlo da rainha.
Em Par' o proresso publico com que se oceupara
o tribunal do jur\ do Sena, lora julgado no mnten-
lo em qut ochavamos a nosa ultima corre'pondrDcit.
Os Ire aarasadoa presentes eram, como se sabe.
Ilarlololli, Grilli e Tibaldi. O procurador geral
iiio-Tou,em Ilarlololli,'o toldado armado para cau-
tas mas, i nreni tambein o conspirador vnlgar, o es-
pirito acanhado que conduz o imprudencia das semi-
revelacc, em Grilli, o bomem seguindo, sem olbar
para Iraz, um ou nutro caminho. tan decidido na
coiili-sao ulterior como na denega;ao primaria,__
emlm, em Tibaldi, urna nlelligenea viva e firme,
ao tervi;o de um invariavel ,>ensamentn revolucio-
nario, e dos mais pervertidos inlerasses.
A deeza pela sua parle procuron diminuir o papel
He Tibaldi no proeesso, procurou na laboriosa mo-
deilia do seu passado e na simpliridade obstinada
das soas denegaet-, a prova da soa n*o culpabilida-
de, in-imii u que sem ser^criminoso, podia possuir o
segredo de nm hoinem que elle nao quera por ma-
nen;' alguma compromeller, e de quem era apenas
o correspondente ficticio e innocente, e o interme-
diario mudo rom Mazzini. Ella Tez de Grilli um
homem infeliz e pobre, levado pela miseria ,i fazer
aos conspiradores oque elle nao ludia cuidado um so
instante em cumprir. Ella eslabeleceu que Ilarlo-
lolli pooicra Icr a avidez de om homem necessilado,
mas nunca a resoloc.ao de om bor:,ein politico. Ern-
liiii, qoe os Jacios da causa nao coosluiam nem sob
o aspecto do fado, o que a le designa sob o uome
de conjurarlo. Segando o veredicto do jury que
declarou criminosos os (res acosados, o tribunal con-
demnou hlat.ii a deportadlo,Grilli e Darlulolti a 15
annos de reelosao.
A 11 de agosto, o grande monomenlo nacional, o
l.ouvre concluido, foi inaugurado. Esla obra de
Ires seculos iuleiros, o imperador fez della as hon-
ras a todo o que a Franca conla de mais adminvel
elle feliritoii o paiz com esle ultimo enfoco applica-
do i este pnlacio comecado por Francisco I, com as
reliquias do l.ouvre de Carlos V, a aobre o sitio do
l.ouvre de lelippe Augusto, e que lodos os govtrnos
depois lomaram a peilo acabar ; elle fiisse que o ca-
rcter propru de urna nar,ao se revelava Das soas
iii-tiluices e por seus monumentos, qoe na idade
media o soberano era cercado de Irmcheiras e de
meio de defeza, mas que em breve, gracas ao pro-
gresso da civiliac,ao, esle apparelho de'guerra foi
substituido pelas obras primas das artes a datscien-
cia*.
A historia dos monumentos lamhem tem a soa
philnsophia : assim a commissao de salvadlo poblica
lerminava a obra de Luis \l e de Richcliea, e aca-
bando de dedar a bano os restos da feudalidade,
era inslidivarnenle impellida pelo mesmo senlimenlo
que fez decretar a conclosao do l.ouvre pelo gover-
no de 1818.
o Um dos primeiros actos do governo provisorio,
com efleito. disse o imperador terminando, loi de-
cretar a conclosao do palacio de no he verdade que urna na;ao bebe nos seus anteceden-
tes, como um individuo na sua educacao, ideas que
as paixuea do momenln nao podero destruir. Quan-
do um impulso moial he a consequmeia doeslado
social de um paiz, elle se transmute alravez dos se-
clos e das lorinas diversas dos governos ate que al-
linja o alvo proposto. Assim, concluso do l.ou-
vre a que eu vos agradeco n terdes concorrido com
tanto zelo e habilidade nao he o capricho de um ajo,
ment, he a realisacao de um plano concebido pela
gloria e sustentado pelo inslincto do paiz doran-
te mais de Irezenlos anuos.>
Depois da ceremonia, na mesma sala em qoe ella
acabava de ter lugar, om banquete foi offerecido ata
emprezarios e aos operarios qoe prestaran) a seu con-
curso a grande obra. Os trabalhos interiores couti-
nnam com extrema actividade.
O imperador a a imperatriz, ao vollarem de Oi-
horne, depois das leatai de 15 de agosto, foram para
a residencia de lliarr.lz. O imperador despedio-se
da sua mulher e de seu tillan, para volla* Paris, e
dahi ir presidir o campo militar de Chalona, cujas
operaefs lem lugar Desle mntenlo. Por occasiao
deslas manobras do campo de Chalona, o principe
Alberto e varios dos principes seus lilb s, visitaran
ah o imperador ; fafla-se em outra visita feita ao
soberano dancez no meio dos seut suldados. Trata-
te do czar, sem prejuizo da entrevista doi dous im-
peradores lobre o territorio alleui.'io acerca de que
lo
qoe lenha
senil do pelo p
falla enlao sobra
l.ida a acta da seisao antecedente, he
vada.
O Sr. 1. Secretario di conla do seguirle
EXPEDIENTE.
Lm aviso do ministerio do imperio, remellando
um dos aiographot sanceionadot da resolucao da
aaaembla geral, approvando o contrato celebrado
com o Dr. Ilerrnann Ulumtneau para a fondado de seja por isso que o Sr. ministro do imperio' se pode,
urna colonia no lujahv.Fica o senado iuleira- informe ao senado do andamento de lal negocio.
lido otra medida apresenlada neste i do Tambia' o cadver de orna criauca reram-nasri-, Aos 3 Adelia branca nasci Ja a 27 ,(
.roprio Sr. ministro do imperio ; | da, e sem se ter .inda corlado a vide. Nao ,e ... a, branca, nascida
17 demar-
.._ se pode I
as mrormaroes por elle pedidas sabir ao cerlo se aquella criauca foi all lanctda il T "V"
qoanloao estado da eit'ida de ferro do Joazeiro. A morli oa se viva, am todo o caio nao podemos del- i Mana
inlenfo do orador quan lo fez aquella pedido foi I xar de dizer que esta mai que praiieou temelliahte do Corrente ailllO.
despenar a altencao do governo para que pelo pa-'. arlo nao pasta de barbara a dc-humana pornoe'se *os 6-Vicencia, crioula, escrava, nascida
queie que sabio no d]a 31 podessem ir tolvidas to- foi para se furtar ao trabalho dt a criar o occullar i ua 2 mezes.
das as dunda-, a Dio se Uveic senao que esperar
una troa occaiiao de serem emitlidas ai aecAes. De-
do, e manda-te coniinuicar cmara dosdepu-
lados.
Huiro do ministerio da jusii^a remetiendo as in-
formai.es qoe Ihe foram pedidas tobre o occorrido
na colonia Senador Vergoairo.A qoero fez a re-
quisito.
I m qflcio do primeiro teerttario da cmara dos
depulados, remellen.io as emendas fallas pela mes
ma cmara proposla do poder exeealivo fizando a
despeza a oreando a rereita geral do imperio pira o
extreiciode 1858 a 1859.
Ontro dn mesirn primeiro secrelario, remetiendo a
propoiifgo da mcMiia cmara autorltaudu o governo
a mandar matricular no lerceiro anno da Faculdade
de Medicina da corla o esludanla l.uiz Francisco
Murmelly, e no lerceiro anno da Facaldade de di-
reito do Recife o esludaDta Filippe Motado Azevedo
Correa.
V8o a imprimir.
I.eem-se e v5o i imprimir os segrales parece-
r! :
o A meta lendo examinado a indicaeao do Sr. vit-
canda de Jtquilinhonha do Iheor seguinte ;Propo- i pedir trabalho '.' O governo ja tem, he verdade, feilo
nho que a commissao respectiva organise um artigo dessas eoneeites, mas isso nat colonias por elle fun-
de regiment que regule o direilo de n!erpellac,3o I dada, caio em qae a lei faz excepto,
em notsas discusies.Convencida de que utilida- Pelo que respeila aos seis mil conlo, s lem sido
de das interpellacfies est fora ite diseossao, e liten- : dislriboido delles cem conlos a' A'sociacao Central
dendo i que a pratiea lem demonstrado que as' de Colonia;ao, cajo eontralo com o "governo he
emendas adoptadas pela eimara dos dopotados oo; moilo vanlajoio para sapprir de colonos aos eta-
anno de 1815 preeochem satisfactoriamente o fim a belecimentns agrieolaa ja existentes. Esse cre-
qoe te propozeram, he de parecer que depois do art.. dilo pode-se pois dizer qae esta'nao intacto, mas
71 sa acrescenla o seguinte : salvo.
Art. 71 A. Cada senador lem o direito di In- O govtrno coida com todo o interesse em pro-
lerptllar os ministro, nuaml i o senador quizer in- mover o desenvolvimenlo de nossos meios de eom-
lerpellar algum ministro lora das discnsioes das leis munieacao. Os carreios terrestre* leem sido eonsi-
anoaat e da resposla a falla do Himno, dever an- deravelmeole augmentados ; e te mait te nao lem
nuncia-lo eom antecedencia da 18 horas pelo manos | faito ha porque em consequencia da alta dos salarios
e ua hora destinada para leilura doi requer man- lem elle receio de exceder a' verba marcada.
A proposito da estradas de ferro, observa que nao
he aalulartoria a impressao que domina a reipeilo
da de I). Pedro, e por liso desejara lamhem que S.
Ei. o ioformasse do que hi f nspeilo, caso nio
baja inconveniente nestat infiirraact.
Terminando, o orador recommenda a' allenjao do
Sr. minislro do imperio a instruccao publica ; e
coDclue declarando que, apezar de se lerem conti-
deravelmenle augmen.ado as despezas por aquella
repari'c;io, aioda jolga que ellas nao sao sulllcieotes,
e que ha ntcestidide de urna tevera economa.
O Sr. Minislro do Imperio procora satisfarer ao
pedidos do Sr. viseonde de Jequilinhonha. Ouanto
a' Iti das Ierras, decan que nSo be soa opimao que
ella teja revogada, mat enleode qut precita ser mo-
dificada em alguns pontos, por eiemplo, no que
reapeita a' concessao di trras em cerlo caso, leem
chegader ao nosso porto, e ettao todos os diat che-
gando, familias eslnngiiras que leem pago a pasta-
gem a' sua eusta, mais que nao leem meios de com-
prar trras. Ha de se Pie dizer : procuren) arranjo ?
v.l.i sujeilsr-se a' lei do fazandeiro a quem forem
tos, redazindo a eecriplo os ortigu da interpellacjlo
e mandando-os mesa pira serem lulos pelo pri-
meird leeretario.
Sa esliver presente o ministro, ter-lhe-hao to-
llo o onder o primeiro i reconhecer as vantagens
dos eslabilecimenlos da eommoninarTies por meio
dos telegraphos elctricos ; nao se lim pOrem podi-
do aceitar is proposlas apretentadat para tal em con-
14
ISO
11,111
1,050
12.826
2,611
37
l
1,111
8,628
J,H',I
6.090
5,863
8I0
15,523 Crimea,
819
391
10,(63
3,850
11,3(16
K72
383
go communicados os artigo, licando-lhe a lber- tequeucia de serem muilo grandes os rneargos qae
dadi de dir a resposla immedialameole, oo de re- te exigem do governo- basta dizer qoe orna daa
serva-la para o da a hora que o presidente desig- proposlat feilas ped a garanta di 5 jj sobre um
uar- capital de 20 milhdet de francos s pan etlabtleci-
(i Eslando aasenlc o minittro, ter-lhe-hao tram- ment di orna linha entre a capital do imperio e o
"minios por copia os arligos da iolerpellacilo eom Rio Grande do Sul I
oflicio do primeiro secretario, ara qae te declare o i Ot negociot da estrada di ferro da Baha eitao
da e hora que o presidente hoover deiignado para eoneloidos, lado esta- feito a semelhaole respeito,
qne ella se faca. Se o mraitro declarar qae u3o po- nao resta mais duvida algoma. No contrato ha duas
de ou ha inconveniente em responder t iDlerpella- faces ; orna que se refere s coneenes entre ot
toes, nao se admiltira' discustao, nem a ellas se da- I contraanles, e outra a planos e execorao dat obras,
ra sigaimenlo. ^ Sobre a primeira ludo esta' retlvido, ja asila met-
O debite sera' igual ao dos reqoerimentos, po- mo assignadot o lermui. i.iuaido a' segunda, tendo-
dendo porom ter encerrado em qoalquer ettado em | se soscilado ama divergencia cutre os engenheiros,
que ia ache, a pedido de algum senador, sobre o o nono ministro nao qoz lomar sobre si a respon-
qual votara o sanado sem diicossao. sabilidade da revolucao, a contoltou ao governo : a
taro do senado, em 31 de agosto da 1857. decisao desse negocio, que alias em nada impede o
.lili!.lio Mi'l'ito C'niara, vi- en andamento, ira'pelo paquete de I!.
a tua falla, ahi esla' a casa dos ei loe, p,r, nde Idem.-Filippa, crioula, escrava, nascida li
foi para se furtar ao trabalho di a criar ou occullar i
a tua falla, ahi esla' a casa dos ipoaloa, para onde
podia maadar lancar, e se para se poopar a desperas; 4 mezes
estando ella mora, ahi temos a caridade. nue i,i._ >,._
carregiria de a enterrar ; mas nenbom.'dV. cSu-' Ie,m-~M"r'."' ***+ naSCld" 7 ('6 m,r
sat Ihe agradando, preferio anles ixpr o fruclo de I doCOrIC?le an.no'
suat enlrauhat io pulo dos caer. Qae mulher, oa 7.Sabino, branco, niscido a 23 de ju-
antes, que fera .1 Ibo do corrente anno.
A eilrada io llo/piciotm dtrecr&o ao remite- 'dem.Josopha, parda, forra, nascida lia 4
no.Sa nao houver alguma providencia para que
seja nivelada urna partida estrada do Hospicio com
direcgao ao cemiterio, tiremos por certo de ver al-
gumi cotlilli quebrada, algam carro virar, oa al-
gumdefunlo fugir com rteelo da cahir, pois he tal
o estado em -
o oslado em q,,e ach aquella eticada, que nao te -"'-eiiie anno.
pode pur na tramitir a cirro uro grande incom- 'lemJoaquina, crioula, forra, nasetd
modo, em con.eqneneia dos alto o baiios. Cmvem sotrmrirn rio anno passado. *
mezes.
Aos 8. Mara, parda, escrava, nascida ha 1
mez.
dem.Maria, branca, nascida a 16 de agos-
to do correle anno.
a em
por lano que a Miro,. man|cpd|laia, mand, fater
as necetiarui reparaees.
paquete vapor nacional oPersinung,
launa, Irouie os seguiutes
chegado honlem de tiu
pisssgeiroi:
Dr. Antonio Filippe de Alboquerqai Maranhao
!.?'" ,1*&5! An,0n'?- Mai. Jos Francisco Pe-
rein. Anlonio Francisco Cesar, u. Marcoba Pesar
da Vaieoncellos. Dr. Antonio Alw.7."?". r,1."
valbo, Joao Luiz Vctor Lieulhier, Guilherme Jos
Pereira, Joaquim Januario Pereira diUiiioaom
criado, J. Haplista Braga esoasinhora, liento E|eu.
Iberio de Sooza Castro, Manoel Pereira Limego.Jot
Joaquim dot Sanios, Angelino Jos dot Santos Ao-
dradt, Faustino Martins llattote tua icnh-ra, Joa-
quim Gomit Duarte, Anlonio Jos Pedro Goncalves.
Hospital de raridade.Exialiam no da 6 do
crrenle, 26 homens i 21 mufliere tratados pela
cndale, 11 homtns e 15 muflieres qae pagan) a ca
sa, e 9 pracas do corpo de polica.Total 85 doentes.
Ate amatihaa.
cc-prrsidenle.Jos da Silva Alafra, primeiro se-
cretario.Manoel dos Sanios Martins Vallaqoes, se-
gundo secretario.Josc Martina da Croz Jobim,ler-
ceiro secretario.Josc J laquim Farnandes Torres,
quarlo secretario, n
A' meta, a quem foi prsenle a indicado do Sr.
Angelo Maniz da Silva Ferraz para que, a exem-
plo da cmara dos depulados, netta casa lnham
franca entrada eaisento ot ministros de Estado que
nao o liverem como senadores, destinando-se para
isso logar e estenios especiaes. he de opiniao que,
alenla a manifest ulilidade deisa diiposicao, te
adopte o seguinie :
n Arl. 133 A. Aos ministros e secretarios de es-
tado, que uao forem senadores, fica permillida a en-
trada no senado, sempre que a julgarem convenien-
te para tomarem parle nos dbale pobleos, com
eveei'cio das quislet de ordem. Nao poderao po-
rm uilerecer moca j alguma, nem astislir a voli-
coet.
a llavera' na sala das teisdii, e no lugar que a
commissao de polica designar, aitenlot exclusiva-
mente dealinados para os ministros.
Arl. 133. Acreseente-se quando houverem de
apresentar proposlas, ou de assislir a's diicustes pa-
ra que forem convidados.
o Nos demais casos occupar3o o lugar que lites
for destinado, e retiraro-b.io lem formalidade al-
guma.
o l'ajo do aenado, em 30 deagoslo de 1857.
Lus loo de Oueiro/. Cooliubo Malloso Cmara, vice-
presidente.Joii da Silva Mafra, primeiro secre-
tario.
Fica sobre a mesa a folha do subsidio dos Srs. se-
nadores pertencenle ao qoarlo mez da preseole ees-
sao.
ORDEM DO DA.
Entra em terceira diseossao a proposicao da c-
mara dos depulados alteran In a dirisao dos dis-
trictos eleitoraes do Maranhao, S. Panlo, e Ceara'.
Sao apoiadas as segainles emendas :
t.'oe continu a fazer par fe do projeelo em iliscni-
s,1o o ,-nl. 3 do projeelo originario, que fieara adia-
do a requerimenlo do Sr. Slvera da Moda.J. A.
de Miraoda.
A' emenda additliva do Sr. senador Miranda,
depois do arl. 3acrescenli-se e 2.Souza e
Millo.
Apiirova-o o arl. I menos na ultima parle desde,
devendo toda e qualquer alterarlo ser submcdi-
da a_" approvarau do corpo legislativo.C. Carneiro
de Campos.
Discutida a nrateiia npprova-soo arl. 1 e sao re-
jeiladas as emenda, sendo approvada a proposicao
aisim emendada para ser enviada a' cmara dos de-
pulados, indo primeramente a' commissao de re-
lacoAo.
Continua a primeira disru seisao da proposicao da cmara dos depulados,
marcando regras s sociedades em commaudila em
addilamcnto aos artt. 311 a 311 do cdigo commer-
cial.
Dada a hora fica adiada a dscusso.
O Sr. Vire-Presidenle da' par ordem do da a
primeira discussao da proposta do podtr execotivo,
e emendas da cmara dos depulados. lixaudo a des-
peza, e oteando a recita geral do imperio para o
exercieio de 1858 a 1859 ; seguindo-se a segunda
discussao nos minisleiios do imperio, eitrangeirot e
raleada.
I.evanla-ie a sessao as 3 horas e 8 mioatoi da
tarde.
Pelo que respeila a' estrada de D. Pedro II, lam-
hem nao ha embarazo algoro.
O orador termina neste ponto, jolgando lar
salisfeito a' exigencia do Sr. viseonde de Jequiti-
henha.
Depois de fallaren) esle dous senhoris, estabele-
ceu-se um dbale a proposito do artigo do projeelo
relativo ao ministerio da fazenda. A discos-ao po-
rem rolou loda sobre principios geraea e sobre os
meios a empregar para qoe d'ora em dianle venham
os ornamentos mais redo ao corpo legislativo.
I ornaran) parte neste debate os Srs. Souza Huno;,
ministro da fazenda e Itaboraby.
O Sr. Viseonde de Jequitinhoiiha tomou por fim a
palavra para pedir lamhem algumas explica<&es ao
Sr. minulro da fazenda.
O ornamento he approvado com as emendas di
cmara al o arl. relativo ao ministerio da f i-
zmda, sobre o qual a votarlo ficou adiada pela
hora'
No dia 1 de setembro nao houve sessao Da cma-
ra dos Srs. depola dot.
--------------- ... H | .,t ..... --lili,., ti_ucil'
ja distemos rima palavra mais aeima. Esla entrevia- na da justica documenlo
I i flnti l#ri lunar nn> V.1..11-. 1 ~^ _^t_ ,, *
Presidencia do Ar. ICuzebio de tjutiroz Coutinho
Matoso Cmara.
As II horas da manhaa o Sr. vire-preiidcnle
abre a sessao, achaudo-se presentes 31 Sn. seua-
dores.
I.ida a acta da antecedente, he approvada.
-Nao houve expediente.
O Sr. Vergueiro manda i mesa o seguinte raque-
rmenlo, qui he apoiado entra em discustao :
lendo-se requerido que se pednse ao governo
os documentos em que a directora geral das terrat
publicas fundamentou o stu relatorio de ama emita
aqu apresenlada pelo seu chefe, ludo relativo co-
la Senador Vergueiro, f xieram pela secreta-
CVliA OS SRS. DEPITADOSa
SESSAO DE 2 DE SETEMBRO DE 1857.
Presidencia do Sr. viseonde de Uaependij.
A' hora do cosame, faili ,1 chamada, e echndo-
se reunido numero legal, abre-se a essao.
Lidas as idas antee lente-, sao approvada!.
O Sr. primeiro aaerelario di conla do seguinte
XPEDIE>TE.
L'm oflicio do ministerio do imperio, enviando o
decreto que concede umi pensao animal de 500? a
Valeriano Jos Pinlo.A commisiao de pmaOeea
ordenados.
Dito do metmn ministerio, remetiendo o doca-
menlot exigidoi par esta cmara sd.ro o. fados nc-
corridos as eleieoes de uaratingela' e Pmdamo-
nliaiigaha.A quem fez a reipnsic,lo.
Dito do secrelario do aenado, eo'mmunicando que
sua mageslade consenle as reolaeoei que concedem
cartas di naluralisarao a Jos Pedro de Carvalho c
oulros, e que couceJe loteras 1 diversa- malrizes, e
approva diversas pensoei e favores a estrada de ferro
. Pedro II. luioirada.
Um requerimenlo do Antonio Jos de Meiqoita e
dabriil tioodiiian. pediodo serem naluraliados ei-
dadaos brasil,im,.,\ commisiao de poderes.
He aprovado am parecer da eammistau de pode-
res, declarando que os cidadaos naloralisados podem
ser depulados provinciae.
O Sr. presidente declara qoe se vai olliciar 10 go-
verno pedindo a designad* da hora e lugar que S.
M. Imperial se dignara' recebara depula^o desla
cmara qoe o lem de felicitar 110 glorioso aaniversa-
rio da independencia do imperio ; e nomeia para a
deputajao os Srs. Paranagua', Fausto, Candido Man-
des, Pinto de Campos, harao de Maro m, Pedernei-
ras, Pereira Pinto, Sergio de Micedo. Franco de Al-
meida. Paulino de Souza, F. Oclaviano, Teixeira Jo-
nior, Lima Sobnnbo, bar.lo de Maoa' Lua Carlos,
Machado, Hrrmogeues, Cerqoeira L'ile, Mnnleiro
de Barros, Pereira Franco, Cuaba Mallo, Peumo
de Azevedo, barao de Porlo-Alegre e monsenbor
Marcondes.
ORDEM DO DIA.
Potlo a voloi o requerimenlo de adiamento apre-
tenlado ptlo Sr. Peixulo de Azive lo ao projeelo que
iguala o sold e mais vantagens do major do corpo
municipal permanente aot dos ofliciaes do eximio
de igual plenle, he rejeitido.
Conlinuindo a discussao do projeelo he approvado,
e pasta imine tiatamtiite a segunda discuttao a pedi-
do do Sr. Caoba Mallos.
Oraram os Srs. Heoriques, Sergio, I ao-lo a Pei-
xolo de Azevedo.
lie approvado para passar a lerceira diecussao.
He adoptado o projeelo qae concede caria de na-
lurali-a. ao de cria Jan brnsileiro ao padre Joan Bap-
tisla Mor e oulros com diversal iraindat, fazeulo
extensiva a me-ina gra;i a Pedro de Aguilar e ou-
lros.
Entra em diicussao o parecer da mesa tobre a pre-
ttn^.'i 1 dos porteirot e eoulinoos da casa.
O 9r. Ilenriquei reqaer o adiimenlo.
A cimara rejilla.
O parecer he prejudieaJo, sendo adoptadas ai se-
grales emendas :
o Augmente--? gratificaban di exercicio do ofli-
cial-maior com mais 800n a a dos ofliciaes com mais
100.Luiz Carlos.
i -----.-.....= ... .. iis,a eiiirevis- na ua jusilla uocumenlos que nada dltet
llortembe, Tnor^'?"'1 B0 P'" > rei de ; Por isso requero qut notamente ,. pee
Uurlenberg he o ol.pclu de preparativos sumpluo- verno que pela secretaria do imperio M
rte ..' P a"* I"'"s"",a e a "?,ina aeompauha. ditot documentos, havendo-os da reparlici
rao seus mindos, pergonta-se sobre o que confe-
renciaiAo Napoleao III e Aleaandrc II. A Europa
se preuccopa disto, e a Inglaterra era panicolar.
Alem da questao das Indias, mal talvez que esla
arando qatsiao, a entrevista de Slullgard inquieta
a opiniao publica em Londres.
O principo Adalberto da Prussia, almirante da
marraba prasiiana vai fazer urna visita a lodoi us
portos u-aneeiee do Ocano e do Mediterrneo.
.Nos dilTerrnles grandes poitot das linhat do paque-
tes transatlnticos reina a maior aclivida ie para a
mais prxima eiplorarao.
O paiz -en no qoe si" prepara nieto para elle urna
nova era de pro-peridade-coinmercial e de grandeza | cia de Malo-Grosso^
ma. 1:0111 .licito, a Franca he, embora digam
nada dizem ao raso.
am ao go-
l'ocam os
. repartii.au das Ier-
ras publicas, u
Julgada a materia discutida, depois de orar
o Sr. marquez de Olinda, be o requerimeolu re-
citado.
O Sr. Pntenla Rueo manda i mesa o seguinte
requerimcni:), que he apoiado e approvado :
1 R'queiro qve se pceam ao governo os segrales
etelarecimentoa :
* I- Informacao, depoii de ouvida a presidencie
de S. I aulo, sobre o estado era que se acba a etlra-
da que da c: lade da Consliloicio segu para a mar-
gem oriental do Paran e alravessa para o dislncto
ia de Santa aluna, pertencenle provin-
unciavam qoe um accordo si havia eslabelecido 0.q",'' I,""0"'"- unatinada a lornar-se o cnlrepotto
geral dos lou .......J ; t,a,|a, para quem te qui-
zer convencer desta verdade, lanzar urna visla d'o-
lliossobre urna carta da Cumpa.
Sobre HI3 leguas de desenvolvimenlo que apre-
senlain as soas cotias, ISO an tul sao bandadas pelo
Uedllerraaeo. 163 ao oesie, c ao norte pelo Ocano
Atlntico, a Mancha, e o Passo de Calais.
com o gadinele de Paria.
Lord de Re Iclifle e o Sr. de Prokesrh interpre-
tavam ao que parece o sentido vago desle despacho,
-intentando que o governo francez linha abracado a
opiniao da Inglaterra e da Aostria e nao pedia mais
prazo de prorogae^o. Ora um desparti de Paris
commoiiicado a' Porta, por Mr. de Ihoiinevcl nio
Pode le-
Mr. Thouvenel eslava reclmenle em melhor po- TpiritRe,.,V "- '9 '"ai ""
sieao que seus eollegas pira apreciar o sentido e o
leaoca deilo despacho, e dtelarava que maulinha
em nome da Franfl, e em viilude de.-ee ultimo ail-
lo, o pedido de um prazo de 8 das de prorogecafo
para 1 venlicatilo das listas eleitoraes da Mol-
davia.
A perplexidade. ira grande no seu cunselho. II.'-
cbi,t Pacha pmpoz enl,io 0111 meio que julgava sa-
lislaelorio para sabir de-te ciuel embarace : era
provocar una ddaracao ollicial de lord lle.P 1 II e do
Sr. de l'roke-ch, epedi-la por escriplo.
Eiileiiden-'e que, coinpromcdcivlo-ie a reapi la-
bilidad! dos representantes da Inglaterra com a Fran-
ca, o cr.i 1 v 1/11 foi ,iul. risado a fa/er e-la leotaliva
ituiiiedialairienle. Lord de RedelllTe reilerou a iu-
lerpretacao do deapacho to Sr. Proketch o apoiou ;
ambo dei laraia'11 que a sustentaran) 'fin remar di-
ante de iicnbiima consequencia.
Eolio o giao vizir pergunloo aos dous embaixadi-
ree, se eslavain dispo-tos a dar esla derlaraclo por
escriplo a astumir sobre si 1 respon-abilidade, que
'un 1 deeitfle bascada sobre soa derlaracao escripia, | he que incerra riquez
podeaae acarrelar. Ambos diaseram qei iim, e Re- einexgoiavei.
cbid Pacha religio nnmedi itun n'.c em conselho
urna ola, que fui aprsenla la a lord de Kcdclifle e
ao Sr. de Pri kesch que assignaram
O cncilio pronuuciou-se ouanimemcute contra
pror.igae,io di ello lias pedida em nome da Franca
por Mr. de lhouvenel.
lista decisao iggrav corttideraTalmenle s difll-
coldadet : n.lo he permitli 'o pensar qoe embaixi-
dor de Fraiifa, nao abtenle a Abia e digna reaarva
quejulgoo devia guardar netUscireormtinclai.icei
m que os sius uilerestes e a sua honra
Ihordenem. sem o soccorro de nacSo alguma ; seus
portea eipueaaeada dia a lomar maior exlensao, e
ames de poueo lempo, Marsell.....1 Havre, Nai,le,
Itordcaux, igualarSo Liverpool e Soulbamplon. Com
o malenal das suas Mricas, e com o pes.oal dos
operarios, capazes de alimentar o consumo do mela-
da da Europa, ella dove anle qne ludo procurar
urna exporlacao consideravel e procurar saludas.
A tabella g'ral ollicial rio cminercio francez, pu
binada recenlemente, eslabelece que durante o p,-
riodo quinquenal de 1851 a 18.56, o commereio da
Irania rom as colunias e aa potencias eslrougciras
sealevou, rounidant entradas e sahidat, a um va-
or de IS miihaict 677 millies de fiancoi.e que Bug
mentou de seis milharcs lobre o perodo precedente.
I odc-seeulao dizer qual ser o futuro, no dia em
que os vapores parlindo do llavre.de Nanles de Bor-
doaui ede Marselln, lrem direclamnle aoi Esta-
dos I, ii.hs, aa' Brasil. 11 Anlilha. numa palavra,
a lodos os ciados da America, aberta depois de al-
101. Somente o commereio e a indutlria,
inexploradas, mina fecundas
<.. M.
COMARCA DO BONITO.
Cidade de Caruaro, 29 de setembro.
XXVII.
ElitBo. Sr. lioniien.se, Vtnc.ja me conhece
ou ja me ponltecia J Vmc. pelo que disse
fez accrcditar que lio acostumado a andar
de noite e quem sabe se ja no largou algu-
ma vez o scu capote? Vmc pelo que mos-
trou lie l.omem de tino, adevinha.
F.itou quasi dizendo, que Vmc. no lie de
ca c sim de la de iraz os montes as costas
Ha do rir-se depois de novembro ? Toma li-
ga coroado de arrojos e iaramatico esDer-
ttlliflo. K
Sr. Itonitense, fique |ccrto quo n3o seem-
pregando os meios que vossa cscellentissi-
ma senhoria, emprcga.que conseguir desa-
lojar a probidade para substilui-la pela mal-
dado traicoeira, c cobarde, esquecida talvez
que ainda n3o ebegou o reinado das tri-
peras.
Pela leilura dos jorn.ies fiqnei saliendo.
Una n-iviila Ir >aiic .:.c pareen i.o sol baa-
tante para saciar a curiosidado dos a cu-
riosos, o
chegou o nosso representante o Sr. Dr. Vi-
lella lavares, que no poucos beneficios fez
neste districto Mais de urna vez este Diario,
lem-se oceupado com os servicos do nosso
representante na cmara dos deputados, on-
de sua eloquenle voz por mais de urna vez
se fez ouvir.
Aceite oSr. Dr. Jernimo Villela.as nossas
sinceras saudacfies.como nina prova de apre-
coem que merecidamente o temos.
O Sr. Dr. Benvenuto Augusto de Magalhaes
Taquos, lie o presi lente desta provincia, se
gundorezao Diario n 216.
Desle lorrozinlio, faco votos para que o
Exm. Dr. Taques, salisfaca a expectativa pu-
blica e coi responda a conlianca da coroa que
o colloca na impotlante e espinhosa presi-
dencia desla provincia.
Foi preso, nesta cidade, Joaquim de Sa'
Cavalcanti Machado de Albuquerquc; conbe-
cido oulr'ora, quando foi sargento de polica
e criminoso de^morle na liba de Fernando,
ondecumpria sentenca, por Joaquim Macha-
do de Albuquerquc Lina. E se me nilo enga-
o tinha ontro nome quando Ib i recolbido a
caileia da villa do lonilo, por furto de ca-
vallos.
O motivo da prisao he ser Machado crimi-
noso de estelionato ahi nessa cidade : sendo
que me consta fora a prisao solicitada pelo
promotor publico ao delegado desta cidade,
que remette nesta dala, segundoouvi dizer,
o Machado a disposicao do Dr. chefe de po-
lica.
A cmara municipal dciiou de mandar a-
hxar cditaes para a arrcmataco dos impos-
los a seu cargo, do que foi causa a ausencia
do secretario que acompanbou, como collec-
lor das rendas geraes e curador geral de or-
phaos, funrcesque accumula, ao forum.
lieatus venter que te portavit el uliera qua
chupavisii in nulo lemporc molecorum.
Corren por aqui que uma-carreira dera ahi
o collega do mcu sympalhico gravalinha.
NSo sei eom que fundamento se espalda urna
noticia qno so lem por base a fraqueza e
caneza de almas pequeninas que ladram
em quanto se Ibes nao atirauma pedra.
tJ Eu tinha tanta cousa para contar escreven-
do, mas esqueci-me. E porque nffo me ha de
siicccder assun.su eu sou urna borbolela, ora
adejando em prados virgens, 01a sugandoas
llores, anda quando possuidas e colbidas
poi inao que denota segador deshumano e
cruel quo roubou-lhe do calis da viola o
consol de viver.
Ate mais haver)
[Carla particular,.
1 de outubro.
XXVII.
Dado enmo sou e me cooleisi, a leilura dos or-
nara, nellt-s procuro saber us fados que se deram
na nossa raa e ni dos oossos, mais ou menos pr-
ximos vizinhos, para eslarmos ero dia cora os tactos
eeos autores.
Iluminado pelo eipirilo de curiosidad!, temos li-
do todo quanto se ha publicado a'cerca das comar-
cas de iioiasoa, Bio-Formoso Santo AnUo, e es-
pecialmente me dimorei na leilura de om eoramu-
nicado, isiignadoAristides, pois nelle so trat-va
com mai calma do quanto se ha dito e eicriplo
dessas comarcal, onde arada boje nao coosla lenha
ido allerada a ordem publica.
Iteparei, porom, que a redarlo desle jornal, dau-
Jo puhlicda le aoi escriploi doSr.Aritlides. Ti-
sera reparo aos riceios qae o mesmo lenhor mani-
festava.
Semelhante facto poz-me sobr'aviso, pievioio-me
activando a minha coriosidadr, que detcobrio na 11-
-'iindo coinmunic.ido do Sr.Ariilidei, era S. S.
-loa Si.Anua, parda, nascida aos 9 de agos-
to do corrente anno.
Aos 10.Mara, parda, nascida ba 3 mezes.
Aos 13.Joaquim, croulo, escravo, nacido
a 29 de outubro do anno passado.
dem.Annunciada, parda,nascida ha me-
zes.
Aos 15.Silvina, parda, nascida a 12 de se-
tembro de 1851
Aos 17.Paula, cnoula.nascida ha -20annos,
Santos leos.
Aos 19.Manoel, pardo, nascido ha 3 mezes,
Santos leos.
Aos 0.Jos, branco, nascido ha 5 annos,
Santos leos.
Id^m--Ernesto, branco, nascido a 8 de ju-
mo do corrento anno.
dem. Francisco, crioulo, escravo, a 13 de
maio do corrente anno.
Idem.-oiympia, crioula, nascida ha 18 me-
zes.
,den>-ABonso, pardo, escravo, nascido a
10 de fevereiro do anno passado.
dem.Mara, branca, nascida al7deiu-
nho do corrente auno.
dem.Francolina, branca, mscina a 29 de
mato do corrente anno.
Aos 23,Emilia, branca, nascida a 23 de iu-
Iho do crrente anno.
Aos 25.Luiz, pardo, escravo,as cido ha I
mez.
dem.Anna, parda, nascida a de novem-
bro de 1851.
Aos 27.Ignez, parda, nascida a29deju-
nho do corrente atino-
dem.Bernarda, crioula, escrava, nascida
ha 1 mez.
Aos 29.Joaquim, pardo, nascido a 9 de
juoh do anuo passado.
Ao todo 31.
Freguezia de Santo Antonio do Recife 30
Ioset-vmh.ro do ts-,7 0 vigario, Venancio
lluuuques do ltozende.
Senhores redactores.Li no Diario" de
19 do correle um communicado, assigna-
do por um guarda nacional,no qual an-
da se relata o lacto.mil vezes relatado- sem-
pre com urna boa dose de insultos e de ine-
xarti.lo-s, da prisao do sargento Austriciia-
no e de la: outras, por mim ordenadas.
E como nesse communicado se diz : Mui-
to sentimos ver envolvido neste vergonhoso
negocio o nome do Sr. Jos de S, a quem
at aqui tifio lemos hostilisado, e muito las-
timamos que elle se houv*esse innocente-
mente prestado a lao Ilegal e ignebil vtn-
ganca
Sou toreado a quebrar o silencio, em que
vivo, para declarar 10 publico, que o acto
em questSo be mau e somente meu ; que o
pratiquei, porque estando interinamente no
commando superior, nao posso consentir
por forca dos meus deveres, que nenhum
olTicial proceda t3o irregular e inconvenien-
temente, como tem procedido o Sr. tenente
Aranha e outros.
Muitas vezes tenho representado ao go-
verno contra os abusos, praticados pela po-
lica em ordem a obstar organisac3o da
guarda nacional; abusos de que uascem
todos os del icios da orden desse, que com-
metteo lenle Aranna, e que eu nunca dei-
xarei impunes.
Feita esta declaracab, nSo demonstrarei a
legalidade daspiises; porque julgo des-
neeessario gastar palavras com quem nSo
pode chamar-me a cuntas ; entretanto te-
nho a minha consciencia tranquilla, e estou
preparado para me defender perante o go-
verno, se elle exigir a justificasSo dos meus
actos.
Descomposturas e insultos n3o me fazem
mossa ; n3o percam .pois o seu tempo esses
escrevinhadores, que manchara quotidiana-
mente as columnas do Diario e de outros
jornaes com suas desprcziveis calumnias e
dialribes.
Coianna em Boa-Vista 29 de setembro de
1857.
Josde S Albuqucrqua Mello Gidelba.
Os conlinoos lerao 80fMHMI de ordenado e 1309
de gralilicacao, e os porltiroi i-i'ikinki i de ordena-
da' lSSS%SSSS^ '' r"'"'v ,e,\. W! "ganado por inlormacGe, ineactas. oo .olio, pos-
deorden.doe2.IOiO.-. de gralificacao.-Pinlo l.- Unido d. tc'rror pinico, teme qoe esla provincia lime
' >:. iliimitli.i dn kalnnt^plA ,. 1-. O
ao dominio do bicamarle e puuhai.
,.' i Vi PB Dreic,a P'1 n,r" "" Coi.l.ecedor como sou. dos hoaiens e da. eoosn.
de S tLZTCl qe f0DCede '0""a5 a "'*a,r des,a omar"' d.r.-m. distes,, o communkan.e
a quem me retiro, que aquias autoridades estilo
em completa discordia, toda a comarca representa o
campo deprmante.
Indo volar-se a urgencia, reconheee-e nao haver
aaai.
O Sr. Fresidente da' para crdem do dia.
As materias anteriormente designadas arcretcen-
do a di-cu--.io da emenda do senado numero l.'l
desle anno a propositan da cmara dos diputados
que ronrede loleri.it ai matrues de Formig, da
Monte--!"..aro-, do S. lio nao e oulras.
I.evanla-te a sestao a I hora e um quarto.
-! Si essa etlradi com pooco trabalho pode dar
trau-ilo a cario-, ao menos na -laeao de tecca.
o 3' I (remenlo de una picada que parla da lo-
cal dade convenientemente esrolhida na margen) di-
reila de TielO abaiio do Salto do I tapora, a qae v,i
inleriiando-si a rumo de nordeste e va tocar a essa
eitrada.
o i- Oulro, se copias das ordens e roleiros exil-
enles na secretaria da dila presidencia relativo- ao
caminho que oulr'ora te dirigii 10 ditlriclo de So-
rocha, e que penetrando pelo territorio que me-
deia enlre oa rio* lele e l'aranapanerna, ia termi-
nar na rosta oriental do Paran', quasi era [renti da
foz do K10 Fardo.
Ol DEM DO DIA.
PAGINA .WULSA-
Os Irocos rniudo.lie um veame essa falta
de trocos, que ha algum lempo se eiperimeula se
vai lomando rada vez peior.
Cma rerltmaraojasta.lie sabido por lodoi
que na libtira de S. Jos so he permillido 10 alra-
vestador comprar pene 10 pescador, para desl'arie
impr ao povo, que coagido Ihe cabe as oulias, e
be etfolado. Todoa tabeni que he om direilo cons-
titucional cada om vender o seu genero a quem Ihe
l'assa sem debate era I- discusiao, e enlra logo ero coime-, e pelo preco que Ihe parecer, mai'ambein
2', e proposla du oreamento. [he sabido que nao deve ter um d reito aidatlve,
O Sr. \ iscoode de Jequitinhonha lem a faier al- serem os pnmbeiro, os aicos que devam comprar
is reparos sobre objertos de importancia relali-; todo o peixe, por que igual ou mais direilo deve
Qoaes o as autoridades que eslo em completa
di-cordia '.'
< 1 promotor com o joiz de direilo eiitlem em per-
eilo accordo ; o juiz de direilo goza de considera-
cao e estima de loda a comarca ; o promotor entre-
ten e-Ir, ita- relacoos com todas as pettoas impor-
tante! da comarca ; as autoridades puliciacs vivera
em completo accordo ; e, pois, 011 le e--j campo de
Agramante?
Me verdade, agora dev dar razao ao Sr. eora-
muuicanle.
a\ denuncias do promotor dadas contra os joire
municipacs, provara evidente e exuberantemente a
evi-tenri 1 do campo de Agramante, para aquelles
que, isnnrando qual a origem dos fados, a vAo pro-
curar, u.lo na cunscieucia do dever e convicio pro-
funda da existencia de prenricicei vergonbosas e
as-as deponentes; mas na grita daqoelles qoi esqu
cidoa de Utos e da lei, tu procuram locupletarera-ie
a cuta das lagrimas dos infelizes e mizeraveis, en-
tregue! a orpbanJade e ao abandono.
A Intriga que si ha procurado acreditar, eiiste
nesla tomarc, nao pa-sa de dous ou Ires guies que
se banquetcavam a' cusa dos males da tociedade.
O que existe nesta comarca em nada devia admi-
rar ao Sr. cinnmunicante ; pois he a josli punirAo
qae se procura aos criminosos funccionarioi publi-
Ivos abano auigoidos, commercianles netta pra^a,
declaramos qae lendo recebido pelos vaporee da com-
panhia brasileira e pur navioi de vela, procedente
dos porloi deile imperio, earge a' nossa remeta,
not lem isla tidu tempra entregue em Ierra, teodo
detcarga a desembarque por corita daa vaporee e
mus navios, como he oo netta pnce, aalvo quando
ha not eonhecimeolos clausula eipretia eu contra-
rio. Kecife li de julho de 1857.
Isaac Cario & C.
I.emos Jnior 4c Leal Keit.
I.aiserre e Tissel I rara-,
Jos Baptista da Fouseea Jnior.
Mcuoel Alvis 1 ,u' rr.i.
Caetano (Arinco da Coila Moreira.
H Troca o Castro.
Hallar > Oliveiri.
C. I. Atllay & C.
1 ei le Piulo & C.
Domiugos Hodrigues de Andrade & C.
Maia Irmo*.
Manoel Goncalves da Silva.
Jote l'ereui Vianoa.
N. O. Bieber & C.
Anioiim Irmjus.
James Kyder f C.
Aranaga (\ Brvan.
Baitot iV I.emos.
Viuva Amoiim ^ Filho.
Joao Carlos Auguilo da Silva.
I' rreir.i c\ Matheua.
Southall Mellon & C.
Lima Jnior i\ C.
Schafheilliii & C.
Siqueiri & l'ereira.
Seralira liiieira Bastot, por procuracao de Roilron
Itooker > C.
John Itottron.
tiuiiiiar.ies & \ alent.
Ilumingns Alves M ilieu-,
l homar di Aquino t'onseea S Filho. .
Jos Marceliuo da Rosa.
Joao di Silva Regadas.
Tasto Irmlos.
Anlonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Eslava sellado e recooherido.
m*jt
sado a reipnlo do> crimei jugados de Iks i is>, le uta cooclosao. A honra da Franca es(a muito
RIO DE JAMiIKO.
SENADO.
SESSAO 1)0 DIA I- HE SETEMBRO l)F. 1857.
Presidencia do .V\ EuZtblO de Queiroz CoMikO
Matlnso Comartt.
A's 10 V horas da roanliAi, o Sr. vic-pre>i-
vos a adninillraela do imperio, c tendentes a pro- I (er o povo que o vai'comprar para o eu nato, e he r"''.11"* ,e '''10 *rHS,ai10 ao verdadeiro caminho : di
vocal explir.aees e-clareciinentos do respectivo Sr. que inttlizmenie nAn acontece naqoella ribelra. a- iu,l"."a
ministro. Coraitji pelo importante issumpln da co- onde se encontia tempre um< calila de pombeiros e i or1" sla comarca tem a nfelicidade de pos-
loobiafao, e pergnnla como entende S. Exc qoe pombeiras que 11A0 pastando de raiseravtit, |UI| a. 1,u,r 'luui ja'ies municipaei e orpbAos. contra os
deven ser distribuidos o recurso extraordinario vo- baream sem que ningucm Ihe ponha lermo. He so- 'Iaaes exislem denuncias do orgAo da justi?a em jui-
lado pelas cmaras o anno pastado, quanto ja se bre este objeclp qua reclamamos 10 Sr. subdelegado l0 "., dizer a jutlija anda de llerodet para Pi-
lera di,tribuido do seis mil conlos conredidot. De- daquella freguezia jl;iiinj providencias, fazendo 'lal0'
se|B lamhem saber o que pama o governo relativa- arredar dalli esta matilha de ambiciosos, obrigando
iiienie a' lei das Ierras, qoe lem com eile objCcto que smenla o pescador posta corlar peixe, como em
iuleira ligoeAo ; se pensa que ella deva aer alterad, algum lempo se praiieou, e com muilo hora rcsul-
ou e acredita que como se acha pode prestar os be- lado.
nelicios della esperados. A agencia dos paquetes brasiteiros a vapor.
Anda emlm, cort relaceo ao mesmo assumplo,' He colisa liem nolavel ver 1 ageoria dos vapores
pergnnla quaes as medidas turnadas, ou qoe ae pn- brasiliiros, 11A0 annunciar a chegada dot mesmo* dos c,r'' 1"* insulto! de um juiz e-quici
No, Sr. riimmuiiicanle, fnttes pordemaii injuslot,
deven una repirajao a aquelles aot quaes oflendes-
les, evpr miudo-vos pef lal maneira.
(Juereis saber se fostrs injosto, viode a esla comir-
ca. eiaminai os carlorios, ouvi, procarai iudagir,
rend por alguns diaa entre nm, e cnlAo vos conven-
de seus
CAMBIOS.
Sobre l.nndre, 27 I\> d. a 0 d.
t P.iris, 3i( rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, i por Oto de deeeonto.
Aec,ao do banco 50 por cinto de dividendo fon
la do vendedor.
companhia de Beberibe 6OJ000 >' acc,Ao
c a compaubia Perxuimbacana ao pa-
< f Utihdade Poblica, 30 pur cenlo a premio,
f f Imlemiiisadora. 61 idei.v.
t da estrada da ferro 20 por tOa* pram'o
Disconto de letlras, de 8 1 9 por cen
Ac^oes do Banco, 40 a 45 de premio
1 >uio.(Incas bespiiihulas. -'.15.MHI a .o.yypn
Moeda de 6st00 velhat InSOdO
e t 6>100 nova.....HipOOO
49OOO. ...... 9O00
Prata.I'alacftei braiileiros......*>">
l'eao eolumnariei. 29000
mexicano!...... 1;8bO
ALFAS'E'IA.
Bendimenlo do da 1 a'- IW:a>'>22(
dem do dia 7 U:rWll57
iM'fjtmaoi
Descarredm hoj S de oulubro.
Barca ingleza|,ndamercadoriat.
l'.-cuna ingleza -F-ramercaduras.
outra i
(,'"sin- por consuuinle he necessaria umi
Depon disto o orador lora aiada na queslAo de Oria m.ii barbara e deshumana.Hontem pe-
telegraphoseleclricos pergunlando qail o audamen- la manhaa C do correle) foi encontrado uo bteco
TE MEZ SETEMTRO DE 1857.
.No primeiro.Jo3o, branco, nascido a 24 de
junho do corrente anno.
tharina firinha
ti.1
11
i farelo.
1 o reto.
.\UI-.(, V.
Totil
-
426
ILEGIVEL

.


I .
DIARIO DK PERNAMBUCO QUISTA PR1RA 8 DK OUTUBRO DB 1857
Volme sabidos com faztndas
8 eora gneros
289
231
-

Total 520
IMPORTACAO.
Brigue portoRuai l.aia il vtulo Je Lisboa, con-
signado i Francisco Severiano Kabello \ Filho, ma-
nifslnu o leguinle :
30 pipas vinagre, i"> .lila- vasias, 50 barril eal,
82 dilos loocinlio, 10 dito eeri era Brumo, 73 cai-
jas ilila em vrl.ii, 31 pecles dita amarella, 2,000
mullios cebolai, 1 emrolho rap, 200 caoaslrai ba-
alai. 1 pacole livroa impressos, 28 molos aal ; aos
consignatarios.
200 barricas familia <>e Irisa ; Novaea & ("..
12 pipas, l maias ditas e ti barris vinho, 15 pipas
aieile de oliveira, 10 saecaa feijgo ; a Manoel J >a-
quim Kimo. ii Silva.
2 fjtisoM iiotaeos; a Antonio Moniz Machado.
5 barris barris vinho, I dito vinagre, 1 dito a-
zeile de oliveira, I dito toueinho, 8 eaixai rap, 50
canastraa batatas ; a Ainorim & IrmSo.
2 liles marmelada ; a Manoel Jos de Faria.
1 barril vinagre, 1 dito azeile de oliveira, 1 caanle
palitos, 3 ditos roissa de tmales marmelada, 100
canastraa e 25 caitas batatas ; a Custodio Jos Alves
dulmaraes.
10 saceos farello ; a Jos Pereira da Conha.
20 barris ngulas, 20 caias batatas j a Lnit Jos
da Coala Amorim.
2 caisoles marmelada ; a Manoel Alves Guerra.
30 barril cevada ; a Eduardo F. Banks.
I eaia sapatos de trancinlia ; a Domingos 'er-
rrira M i i.
1 cSltoht marmeladi ; a Jos Pereira %'iinna.
1 dito coberlas de lindo a algodao ; a Bernardo
Jos da Costa.
4 caitas doce e maesa de lmales ; a Joi Fer-
nandas Liras.
12 barricas cavada ; a Jos' Fernandei Farreira.
2 caiin chapees ; a Manoel Franciaco Moreira
Mala,
5 ditas conservas, 3 caisoles marmelada a Jos
Baptista da Fonsrr Janior.
I emlirulho cotim ; a Famlino Aul-nio dot Reis.
200 saceos farello ; a Jos Aelonio Batios.
10 pipas vinho ; Jm doi Saoln Poreira Jardnn.
1 eaia bonecla ; buarle Anlouio Servo.
1 barril pzesanloi; a Antonio Alves Barboza.
1 erobrulho p< para denles litros de niorlallia
da cigarros ; ao Ur. Jojlo da Silva Ramoi.
646 peaaada ouro de 1|8 ; a Jos' Caetano dos
Santo*.
Brigue nacional F.inda, vindo do Rio (rail-
de do Sul ; consignado a Bailar c Oliveira,
manifeslou o segante :
8335 arrobas de charque, 100 ditas de cebo
em p3cs 5 n ordem.
Patacho Rolln lez, Arnoldioa enharina,
vindo de Trieste, consignado a Pf. O. Biober
* C, manifeslou o seguinte :
B i..".no ii-Mricas farinha de trigo ; aos mes-
' Moa.
Patacho nacional Valonle, viudo do liio de
Janeiro, consignado a Alouio Luiz de Oli-
veira Azevodo, manifestou o seguinto :
"OOcaixassabSo, 225 saceos cale, O latas
e I caixfio cha, \0 rollos fumo, 2 caixes
chapeos, I dito rape, 7 barricas farinha de
trigo, I barril azeile, 3 ditos, e 78 volumes
mercadorias estrangeiras e nacicnaos : a or-
den.
Patacho Hollandez Johanna Kindrika, viu-
da de Buenos-Ayrcs, consignada Saunder
Rrothcrs e C... manifeslou o seguiote :
IB20 qainiaes charque, 100 fangas de sal;
aos consignatarios.
CONSULADO GERAL.
Hend ment do da 1 a 6 I i'8103909
dem do dia 7......". 33MfM3
18:3505252
Major Jos Carlos Teixoira,
Jos Joaquim da Cunha.
Jos Nicacio da Silva.
Permino de Paula Mosquita.
Foram multados na quantia de 3t0 rs. ca-
da um dos Srs. jurados supplenles seguintcs:
Augusto Carlos de Lemos Pacheco.
Antonio Pereira de Farias.
Francisco Ferreira de Mello.
Jos Bernardo do Reg Vallenca.
Foi multado na quanlia de 3*0/ o Sr. Ma-
noel Rodrigues do Passo.
Foram multados na quantia de 32 um dos Srs. jurados supplenles seguinles :
Diogo Joaquim da Silva.
Francisco Martina de Lemos.
Antonio Augusto Maciel
Foi finalmente mullado na quanlia de 120/
d Sr. jurado supplentc Antonio Francisco
Collares.
E para constar, mandei passar o|presente
que ser publcalo pela imprens Cidade
do Recite 1. oe outubro de 1857 Ku Manoel
Correia Gomes da Almeida, escrivSo interi-
no do jury o subserevi.--Alexandro fiernor-
dino dos Reis e Silva.
0*9.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da 1 a G ,
dem do dia 7.....
4168993
1189253
535S2G
- V
*
-
.'
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO OBSTA CIDADE NO DIA
ti DE OL'TIIBHO DE 1857.
LiverpoolBarca ingieza dmogenese, Jamei Cra-
blree & C, 128 saccas algodao.
Liverpool Barca ingieza Nauplianl, diversos
carregadoras, 788 saccas algodao.
LisboaBrig'je pbtlugucz oAclivo, divenoi car-
regadores, 600 soceos assurar mascavado e 100
ditos gomias.
EXPORTACAO'.
Parahba, hiale nacional aFlor do Br.1, de 28
tonelada!, con tn/.n o segoinle : 424 volumos g-
neros eslrangeiros, 122 dilos ditos naclonaes
HECEUtuORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PEKNAMBCCO.
Hendimeoto do dia I a 6. 6363|727
dem do dia 7....... 3519760
6:7159187
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeiito do li.i I a fi. 9:5153052
Idam do dia 7....... 3:237/950
12:7535002
Navios entrados no dia 7.
Babia5 dias, brigiie francez lleaojeui., de 138 to-
neladas, eapilio Equidaiu, eqopagem 10, carga
caf, algodao c raadeira ; a l.asserre Tisset-Crers
<5iC. Perlence ao Havre
AisV12 diai, hiato'nacional Novo Olindan.de
85 loneta -.as, meslre Custodio Joie' Vianna, eqai-
pagem 5, carga tal ; a Tasso Irmos. Perlence
Peroambuco.
Navios nhidoi no mesmo dia.
MaceioBarca ingieza iRolhateva, com a meima
carga qae troote. Sii*pendeu o lamei-.-ao.
DunkerqueGalera americana Tarqun, com a
mesma carga que Irooie. Suspendru do lameiro.
CONSELHO AOMlMSTHATIVO.
O conselho administrativo lem de com-
prar os objeclos seguintes :
Para o 4.a batilhSo di artilharia.
Casemira carmezim, covados 76_
8.- batalhao. *
Jogo de balances com os pesos at nina
arroba I,- brim da Russia para mochilas, va-
ras 1000
10.- balalhao.
Panno mesclado cor de cafo, covados 81.
Companliia de ravallaria.
Frcios singelos 23 ; luvas de algodao, pa-
res 60. "
Armazn? doalmoxarifado do arsenal.
Seccante, arroba 1 car/fio do pudra, to-
neladas 18 ; rame de latBo n 8, arrolns 2 ;
chapa grande de Ierro para logo do quartel
dos menores I ; trave de conslruccao, de 40
palmos 1 ; dita de dita de 32 ditos 1 ; cn-
chams de qualidade 12; taboas de louro
deassoalho de 14 a 16 pollegadas, duzias 20 ;
azeile de carrapato, caadas 980 : taboas de
araarello da assoalho, duzias 6 ; oleado, co-
vados 60 ; panno verde, covados 1769: brim
branco liso, varas 3533.
Presidio de Fernando.
Farinha de mandioca ensaccada ero. panno
do algodao novo, e oncorpado, alqueires
6i)0 ; picaretas 24.
Quem quizer fazer dito fornecimenlo apr-
sente as suas propostas em carta fechada na
secretaria do conselho, as 10 horas do dia 10
do crrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de guerra.
5 de outubro de 1857.- Jos Antonio Piu-
lo, presidente interino. Bernardo Pereira
do Carato, vogal e secretario.
S3 Pela contadoria da cmara municipal
do Recite se faz publico, que o rnizo mar-
cado para pagamento do imposto de carros
de passeio e aluguel, carroeaa e mais veh-
culos de conducho, principia do i.- ao ulti-
mo do outubro prximo futuro improroga-
vel, o todos que deixarem de pagar no refe-
rido prazo, licam sujeilos a multa do 50 0|0
do valor do imposto. Contadoria municipal
do Recife 29 de setembro de 1857. o con-
tador, Joaquim lavares Itodovalho.
OSr. collector das rendas provlnciaes
1o municipio de Goianna f/ saber que em o
da de boje Ihe foi entregue pelo delegado
des'.o termo o escravo crioulo de nome Luiz,
nal iral da comarca do Limoeiro, de idade
de 5 annos, estatura alta, rosto redondo,
cab tilos carapinhos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bex ga, preso nessa cidade a ordem uo mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
renta anuo, sendo avahado na quantia de
I:a0t9; pelo que chama-se a todas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
jjarj que dentro de 60 dias, contaJos da pu
blicicao desle, apresentem na collcctoria da
dita cidade sua justilicacao de dominio, a
qual ser produzida peranto o juizo muuici-
pal desse termo, o lindo o prazo menciona-
do sera arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden o-se
annuncio do dia e hora cin que houver de
ter lugar dita arren?tac.ao, puhlicando-se
este edital pel\ imprensa, e onde rnnis con-
vter. Collectoria provincial do municipio
de Goianna 30 de julho de 1857.Oescrivao
da collectoria, Luiz do Albuqucrque Lins
dos GiiimaraVs Peixoto
COMPANHIA
de rmvega$&o a vapor
Haiuburg-o brasiletra.
Espcra-se do sul at o dia 10, ou antos, o
vapor hamburguez Petropolis, depois da
demora do costil me seguir para Hamburgo,
tocando nos porlos de Lisboa c Southamp-
ton ; qualquer informaban com os agentes
N 0. Bieberov C, na ra da Cruz n- 4.
Para o JRto
de Janeiro
sabe at l'xio eorrente, o brigue Sagia-
iio, o <|uil yi' lena a maior pn-tn do seu
carragameiito prompto : para o restante
e passagci'os, trata-te coin Mnaocl Fran-
cisco da Silva Carrico, na ruado Vigario
ii. 17,piimeiroandar, ou com o capitSo
a bordo-
Para o presidio de Fernando segu at
odia 12do correle o brigue nacional Ron
Jess : quem quizer ir de passagem ou car-
regar, entonda-se com o consignatario Edu-
ardo Ferreira Rallar. Advertindo, porm,
que ninguem ser aulmiltido, quer como
passigeiro quer como carregdor, se ni que
aprsente a competente auturisacao da pre-
sidencia da provincia
PARA OAR4CATY COM ESCALA PELO RIO
GRANDE DO NORTE.
Recebe carga e sahe em poucos dias a
liem conbecida barraca Mara Amelia : tra-
ta-se no escriptorio de Prente Vianna, ra
da Cadeia do Recife n. 57.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
O vapor Persinunga que deve chegar boje
de Goianna, acba-se a carga para os portos
de Tamandar, Barra (raudo, Camaragibe,
Porto do Pedras e Macei, para onde partir
al domingo prximo.
'aifi o to de<#aneiro
O veleiro o bem conhecilo patacho nacio-
nal Valeute, pretendo seguir com muila
brevidade, e lem prompto parte do sen car-
regamento ; para o resto e escravos a frete,
trata-so com o seu consignatario Antonio
Luiz do Oliveira Azevodo, ra da Cruz n. 1.
Para i iialua.
A vcleira sumaca nacional Arapbitrile,
irotendc seguir com muita brevidade, e tem
prompto parto do seu carri-gaiiiento : para
o resto, trata-se com o seu consignatai io
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruz n. |.
Leilao
DA
FBRICA D SABA'O.
Sexta-feira 6 de novembro
A requerimento dos administradores da
massa fallida de I. Candida Maria da Silva
Lima, vi uva de Del ti no Gon$alves Pereira
Lima, de ordem o em pre^enca do Exm. Sr
juiz especial do commercio, far leilSooa-
gente Borja, dos objeclos seguintes
Um sobrado com CO palmos de frente e 256
de fundo, mais 2 casas terreas com 35 palmos
de frente cada urna, o 85 de Tundo, em que
se acha e.nabelecida a fabrica desabito sita
na ra Imperial desta cldado.at com terreno
liaixa-mar no fundo das mesmas casas com
camboa.caos.guindastodeferro.duas grandes
caldeiras de manipulacno.com mexedrrres de
firro movidas por vapor, caldclra e machina
de vapor -ie Torca de seis eavallos. duas ser-
ras, sendo una vertical, o outra circular,
bombas i,o ferro, ludo movido por vapor 8
grandes depsitos de madeira ou resfriad'o-
resd? saliao. com orlando cada urna mais de
mil catxas, alem de urna mensidades de
utensilios, proprios do ostahclccimento.
Oil escravos de dilferenles dados ja acos-
lumados ao servico da fabrica.
L'm laboratorio chimico para a analyse,
ntendo pecas do vidro c metal mu impor-
tantes, urna porc.o do irascos com accidos
etc.
Carteiras, almarios, prensa de copiar, re-
gio e mais objeclos do escriptorio.
Urna terreno coih loo palmos de fre.ite e
indo al baixa-mar, annexo a fabrica
33 cascos com azeile de palma, c urna por-
Ci<> dedito em deposito cm um lauque do
Ierro. ,
A requerimento dos administradores
massa fallida de I). Candida Maiiada Sil-
Lima, viuvo de Dclphino Gouialves l'erci-
l.ima, e de ordem do lixm. Sr. juizespe^
. il do comnercio, o agente Borja far lei-
lao de 500 caixas com salino antarello, no
seu armazem, na rna do Collegio n. 15, as
" horas em ponto, sabbido, 10 do crrenle.
c _
o
i 3 t s i. S i 5 -5'
2 3 S
4
S5
- 2. *" o I" S 2 3 3 ~
S aliaila, *a?5.
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2 S 2 3 3 --
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O Dr. Alexandro Bernardino dos Reis e Silva,
olllcial da imperial ordem da Rosa e juiz
de direito da vara criminal da comarca
desta cidade do Recife por S. M. o Impe-
rador que Dos guarde etc.
Faco saber, cm virlude do art. 286 do cod.
do proc. crim., que tendo sido convocada
pava o dia 9 de setembro prximo passado a
quarta seasSo do jury desle termo, instalou-
se no dia 14 do dito mez e encerrou-se no
da 30, tendo sido julgados nella 18 proces-
sos, contendo 8 reos presos, 8 ausentes e 2
afianzados.
Foram assiduos os Srs. jurados cffectivos
seguintes :
Antonio da Costa Reg Monleiro.
Antonio Francisco de Paul Brrelo.
Ur. Antonio Witruvio Pinto Baodcira e Ac-
cioli de Vasconcelos.
Or. Innocencio sera -luco de Assis Camino.
Tenente-coronel Francisco Rodrigues Car-
doso.
Dr. Jos Mame Je Alves Ferreira-
Jo5o Chrysostomo de Albuqucrque.
Manoel Connives da Silva Jonior.
Manoel do Nascimento Araujo.
Foi menos assiduo por moiivo justificado
o Sr. jurado cITectivo Jos Paulo da Fonseca.
Foram assiduos os Srs. supplenles s-
guinles -.
Antonio Carlos Francisco da Silva.
Antonio Botelho Pinto de Mesquita.
Antonio Joaquim de Oliveira Baduem.
Major Antonio Jos de Oliveira Fragata
Dr. Antonio Vicenta do Nascimento Feilosa
Dr. Candido Jos Casado Lima.
metano Piuto do Veras.
hamerico Augusto.do Reg Rangcl
i- j' de Aquino Fonseca.
p'.'oo Antonio Teixeira de Albuqerqiie.
""seo Antonio Pereira do Brito
rranc,co (jertildo Moreira Temporal.
Kr!55!2 de Paula e Silva.
I ianciscvSmoes da Si|
I fnn?v r 8S, SmOcS.
5ffu. AIbu-
Ignacio Antonio kjr '
Ignacio Marques S^U So!lrcs
Jos Antonio da s.v" >?,,!
Jos Htnriques Machad,
Jos Ignacio Xavier.
Jos Maria da Cruz.
Joaquim da Costa Ribcirc
Tenonte Manoel Antonio Vo^as Jnior
M-noel Ignacio de Oliveira Sb0
Manoel dos Santo* Nunes de iveira
I iaor.no Jos de Souza Tr.vavso Jnior
i.^-? ." Jura,Jo* supplentc Maniates'
llomingos das Neves Teixeira Bash
r",C^vAUgU8l de W B.r^s.
Dr. Joao Vicente da Silva Costa.
Joaquim Jos Tbemotio Pinto
Miguel Bernardo Quinteiro
Manoel Peregrino da Silva-'
l-oram multados na quanlia iln *u- .. ,a
um dos Srs jurados ef?ectivos gStoF*
Antonio Ribeico Diniz. b"'nics .
Antonio da Silva Fragoso.
Antonio Luiz Pereira Bastos.
Francisco Jos da Silva Araujo.
Ignacio Pinto Soares.
OTM'iTlX!)
DR
SANTA ISABEL
EMPREZAGERMANO.
RECITA E\TIUO.tl>IY\lll,.
(LIVKE DA ASSIGNATUllA.l
SABBADO, 10 DE OUTUBRO.
Subir a scena a tcellenle drama em 5 actos, do
Sr. Mendos Lfal Jnior :
Terminar o espectculo cora a nova comed-a em um
acto:
IMAASSKiWTlRiEli BRWCO
A PROCURACA.
.. Principiara as n horas.
Us billietes ecliam-se venda no eicriptono do
thealrn. '
t)senlioress camarote a cadenas, e por luso su rosad >, os que
os qouar.em, a manda'-loa buscar no escriptorio do
Ihealro ale scsla-feira, 'Jilo crreme, ao meio-dia
e desia hora em (liante se dispon.' dos que res-
taren).
Gabinete ptico
AlUfelU BOA-VISTA R.4.
O director desle saino, participa a seus
Hluslres protectores, que tcn1o-.se traastor
nado sua viagem.coniiuuara por alguos dias,
ofrerccc-lhcs para esta semana agradavel ex-
posi;So de vistas novas.
Guerra do Oriente.
I." Asanguinolotita batalha de Inkei-
man.
2. O gran ie bombardeamento invernal de
Swea-Borg, os .tlliados botando foguetes a
congreve no dia IU de agosto de 1S5.
3." Batalha do Alma.
4. Abalalha de Tchernaia aonde foram re-
pellidos 50 mil Russos por 10 mil Alliados.
5. Tomada do Mameao, c assalto da tor-
re de MalacoS.
6. A pedido do respeilavel publico S vis
las, o general Sainl-Arnaud passan to revista
as tropas oltomanas, os defensores da guer-
ra|europa,a divisSo ingieza parlinlo do Bl-
tico, leva a rainha Victoria etc. ele.
10 A cac;a dos ursos broncos.
11 A grande praca da cmara cm Paria.
12 Igreja de Santa Maria cm Paria.
13." Vista do Mxico.
14." A pra?a de San-Pctersburgo, capital
da Russia.
lo.a Palacio e passeios das Tuillerias
Ib. (.asa da nioe !a em l'aris.
t7. Ocolisseo, o palacio.das liciras em
Boma.
18.a A calhedral defilSo etc. etc.
OsalSoestara aborto das 7 al as 11 da
noito. Entrada 500 reis.
COMP1THIA
transatl ntica
D a
(I vapor -Vctor Emmanuel dava clicgar do Rio
de Janeiro a 10 do correle, e, depon da demora
do cosime euuc para (ienova, tocando em'lene-
rlff, Madeira, Lisboa e Manelha : para paangelroa,
irala-secom o agenlea LemosJumur o Leal Reis,
no escriptorio da ra do Torres n. I i.
io de Ja-
neiro.
Segu com brevidade o brigue escuna
nacional Carolina, primeira mar-
cha, lem parle da carga prompta : para
o resto que llie falta, trata-cecom os con-
signatarios \ovacso. C, ra do Trapiche
ii. -Vi, oh com o capito na praca.
Srli>$9.
Wt)'.&i>
i>0.
Para Lisboa sahir com brevidade, por
ter parlo ti.guez Aclivo : quem no mesmo quizer car-
regar, poder* enten ler-se com os consig-
natarios Amori Irmflos, ra da Cruz n. 3.
Ct*ar t A caca ;n.
Segu no dia 10 do mez eorrente o palha-
boto Sobr.l : para o resto da carga e passa-
geiros, trata-a com caetano Cyriaco da c.
M., na ra da Cadeia do liecife n. .
Ceai c Moran hilo.
Segu o palliabo'o Venus : para carga e
passageiros, trata-se com Caatano Cyriaco
da C. M., na ra da Cadeia do Recife n. J.
Grande leilao.
(PABA LIQUIDAtJAO).
ouinta feira ; do cor-
rente.
" Uanoel.Carnoiro Leal, com autorisa^&o
da maioria de seus credores, ara' leilao
nodiaqupta-feira S docoivente, por in-
tci-vcnro do agente Borja, de tudnquan-
lo constitue a massa da casa coinmcicial
ueAndrade&Leal, consistindo em obras
de cobre eitas, ferramentas e todos os
mais utensisda fabrica decaldeireiro, viilas e diversos esclavos pe tencentes a
(litan.ass.i ; tudo isto sera' vendido para
pagamento He seus credores, e liquida-
do da referida firma. Os senltoros pre-
tendentes, poderSo com antcipacao exa-
minar o existente na fabrica de caldeirei-
ro na ra Imperial, c no deposito na ra
Nova n. .">."), acude lera' lugar o Lilao as
!' Iioras eni poni, no supradito lia, na
roa Imperial, du fabrica e os escravos, e
as 2 horas lo larde la loiu c las dividas.
- O agente Oliveira fari leilao, por con-
ta e risco de quem pertencer, de 38 barris de
dez empipa, com vinho tinto le Lisboa, e
de jo dilos o ineios ds manteiga f anceza,
illimamcnto descachados em lotes a vonta-
de dos pretendentes : sexta-fira 9 do cor-
reme, as 10 horas da manbaa, no armazem
do Sr. Annos, defronln da alfindega.
Leilfio.
Sexta-feira ) do eorren-
te. no armazem do agente
PESTAA.
O agente Pestaa ara' leilao, em eu
armazem, sexta-feira !> do eorrente, a's
10 Iioras da mantiaa, dos seguintes es-
cravos c mais objeclos, pie milito agra-
darlo aos concorrentes, a saber:
Lina escrava crioula, mora, e boa -
gura.
Urna dita, mulatinlia de 10 anuos de
idade.
lina dita crioula, de 2"i anuos.
Lina dita lita, de 20 a 2S annos, com
urna cria, mulatinhode7 mezes.
Livros em branca e de grande ibi-raato.
Cobertas le algodao adamascadas.
IVvas le franjas para cortinados.
Um cabriolet meio patente.
Ilercos e camas para craocas.
Mobilias de Jacaranda' e amardlo.
Candelabros,lanternase outios muitos
objectos.

it>&?$ i v .
Bem pie por quinze lias chamasse-
mos ao cumpi-imenlo de seus deveres a
um funecionario publico que compro-
melleua iimseii amigo, nao tem o referi-
do empregado el legado a um resultado,
estando alic's em posii;aode o fazer, c de-
vendo tanto maiscumprir suas promessas,
quanto o objecto do compromeltimenlo
servio para.ser elevado a pos'uo emiuc
se acha! Seis annos nao Sao seis dias, co
liomem que nao lem solirido desastres,
nem foi perseguido da SOrte luante 72
meses, tem tido tempo para cumprir seus
tratos, e se o nao lem feito lie poi|ue
carche de bro I Se este Sr. nao chegar
a um accordo, ara' patele o que a lal
espcitoseteiii |>assado.
Victima.
Estando a confeccionar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
lesla provincia, roga-se a todos os se-
nhoresque costumam ser neUe menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
danca de domicilio, ou outra qualquer
lembranca,que sirva para que Seja o mes-
mo almanak completo: da mesma norte
roga-se aos senliores de engenbo e rendei-
ros, queiram mandaras alteracOcs que se
tiverem dado a respeito de suas proprie-
dades.
I'reeisa-se lo un bom feitor para o si-
tio que foi do tinado Oelpliiiin, na I'assagem
da Magdalena : a tratar no mesmo sitio, ou
na ra Nova, sobrado n 27.
Comarca de Nazareth.
Tcrras prdprias para agricultura, vende-
so no ici-n-iio du ,Nazareth, as quaes Ierras
sao no sitio Ollicims^e Agua-Branca, per-
icncenlea Sra. I). Vicencia Mana de Jess :
quem o pretender comprar, dirija-seao en-
genbo Ketiro, a tratar com o Sr. Manuel
Ferreira de Andrade, ou na praca dC Per-
iiambuco, na na do Uucimado, loja do Sr.
Joaquim Monleiro da Cruz, a fallar com o
Sr. Francisco de Paula Ferreira.
A pessoa que quizer plantar em seu
Sitio emente de augico verdadeira, pode ir
buscar gratis, que loes dan o recoldido no
hospital di ordem lercoira do S. Francisco
Joao Baptista Gurjao, que o faz a bem do
povo, ellicaz planta para juedas e feri-
inenlos de chumbo ou balas, cujas semen-
les mandou vir do sertao.
Joan Maria Seve, doulor em ms/lecina,
chegado ba pouco da Europa, |iai*cipa ao
publico.queso teba residindo na ra doSe-
ve,ondo podo ser procurado para o exercicio
de sua proOssSo e especial jiente para partos.
Aluga-se una das melhores casas do
Caclianga, margem do rio. com bonscom-
modos para passar a resta.: quem precisar,
dirija-se a ra do Cano u. 42.
Fa/.-sj de novo saber aos senhorus
convidados no Diario do I. do eorrente, a
omprar a casa da ra do Hospicio n. 18 B,
pelo Sr. Viccnto Ferreira da Costa, que cssa
casa he obrigada a laudemio, e foro, que
o mesmo Sr. Vicente sempre tem pago ao
considheiro Coclho, senhorio directo do ter-
reno respectivo.
--- nesapparcecu da porta da taberna
clumada do Major, da ra de llortas, na lar-
de de 6 do corrento, um cabrinha forro.de
nomo Amaro, i ade de 3 anuos, cabellos
corlados rente, ps apalheta:os de biohos
que leve, com marcas de bexigas na cara, c
lem signal do bellde em uraolho : esto mi-
nino he forro, c deset n(ia-so que fui condu-
zido para ser vendido como escravo : roga-
se as autoridades poliriacs se. digne provi-
deneiar, para que o seJuctor nSo consiga seu
fin, c quem o pegar leve-o a ra de llortas,
taberna lo Major, iiuc sabe a quem perlen-
ce este menino.
IJNovoestabele-S
ieimento de fa-|
I
t..:tS
u o ;riS;;j-
B ?!?5-3 =" -,
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O = -.
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n < *" aj
** o. 3


i.
i i l r
Milito cfarelo.
Vende-s milho c farelo novo, em saceos :
no armazem de Fernandos c Filiaos, ra da
Cadeia do liecife n 63.
Barato que a* I mira
Na leja do l-avra, na ra do Queimado, es-
quina do becco da Congrogacao u. 41, vou-
dem-se cbap>os de mola, fazenda boa a .
3?300 reis, ditos de massa muito linos 75500,
ditos de fcllrofif, ditos deso do seda 7,
chales do merino bordados em 2 puntas 11?.
ditos bordados cm I ponta 9;, ditos borda-
dos a velludo fizenla lina UjSOO lenco de
seda Unos 13500, dilos de cainbraia 400 reis,
ditos- de seda 13, cortes decollle de vellu-
do 6s, chita franceza por 24, 220. 200 o en-
vido, riscadmho inglez a 160 o francez a
200 rs. o covado, corles do cainbraia de qua
dros 29400, ditos do cambraia da soda ffOO,'
ditos de riscado francez 23500, c oulras limi-
tas l'azendas, d3o-se as amostras com po-
nhores.
Na rus do Rosario da Boa-Vista, casa
n. 16, vendem-se 3 toalhas do labyrintho,
l'eitas com muita perfeiQa e g'isto.
- Vende-so urna escrava crioula, do i la-
de de 21 annos, bonita figura, com principio
de costura e engomma lo, e muito propria
poraengenho por ter sido ciada no malo:
a tratar 110 atorro da Boa-Vista 11. 10, loji.
: zondas fluas
f DE TODAS AS QUAL1I)AI)1-S S
l e los melliores gostos pie lie pos- f
yX sivel eucontrar-se. 5;
.-.. Na ra 1I0 Qaainadu luja nova rte qnalro ^
:.f porlai n. 17, jauto ao lifrco ila Cunsr<'s^- Qy
'; co, se enrontrara' rnnliiiuanamenle un .'.
m. coinplcli e rii|UM
<; daada lo4aa aa qoalidadea, taalnif, franco- ''
-,.'j aaa, allamtai e lainat, todas de Raatoi M ''-
gg iribis moderno posiivci, tanlo para a pra- ;-\
','," i* como pira o mato. ''tr
'i liste (tabrlecimeiilu u por 2>*\n c po lo %":t
^, vizilaro vera forma, porque e$U' liem mon- i
.... I lio para vender por alarado e a retallio, ;
-a ,, Vf? mais baraln djque em outra qualquer par- S
'" le paranlo, eoovida-se a tolas as pessoa, Y\
~ linio di praricomo dmalo, que quau- xS
';i i > lenliam de comprar fazendas do bons lif>
:':'i -"-,m 1c boaa qualil.idrs, venliam nesle fjj
a ealenso e-tabelecimenln, que realmente co-
'xk "'lecein que mo h pi-sivel vender-se V;3
T;.' mii barato e eneontrar-so tantd] fjzeudm (^
Q boas e de lao b asqualidade. 1v
O desembarga lor Francisco Joaquim
(ornes rtibeiro, ten lo da fazer u Da viagem
para fora da provincia, vende osseusdous
carros o una boa parelba de eavallos.
Com.ram-se patates brasileiros e
hespan'iccs a 23040, dinheiro de 13 com 3
porcenlo, e sodulasde? eni bom estado
com meio por cento : na ra da Cadeia do
liecife, loja de cambio n. 38.
Precisa-se de urna pessoa, que saiba
cozinhar, seja livre, ou escrava, c de qual-
quer sexo: ni ra do Hospicio n 15.
.Na roa estrella do Rosario n. 25, pri-
meiro andar, venda-so urna escrava de 30
annos, bua figura, engonimadeira, cozinhei-
ra e lava de sabo, lio de boa conducta e
sem defeitos.
Vcnilo-so superior milho, cm saceos de al-
queire, a !>.?00 : na ra iroila n. 76.
Compra-se urna casa de 1:000.3 at
1:600/, sondo na fregueiia de S Jos ou Sau-
to Antonio : na travess do Sirigado n. 1,
so dir quem compra.
Vende-sc milho novo ensaccado : no
armazem da escadinha, de los Joaquim Po-
reira de Mello.
Vende-se guardar-oupa com vidro de
espelhoo sem olla, toaletes ricos, aparado-
res, estatu s de alabastro, cstojos, camas de
meninos, secretas, baiiquinhas de costura,
ricas, para senhora, escarra iciras, estantes
pan msica, vidros da espclho grandes,me-
sia de mogno para, escrever, mesinhas para
jugar-o voltarele c bides.tudo a moderna, de
oni contro o cirrancismo ; assim comoalu-
gam-sc mobilias e traites a vuNos com fn-
dores : na ra das Flores o. II, loja
Vende-se um caizilhn de frente de ar-
mac3o, una porr;o de nudeira de cedro
cerrado e em l'oihas, c 9 a robas de posos,
leudo parle dellcs ater los : na ra larga do
llosario n. 32.
Vendo-se um mulatinho p;ca, com 13
a 14 annos : na praca da Boa. Vista, sbralo
de um andar confronte a loja de cora.
Jos Custodio Braga, tem justo c con-
tratado a comprar a taberna sita na ra do
Pilar n. 137, ao Sr. Jos Joaquim Goncalvea
CascSo ; sealguem sojulgar rom direito a
retaiida taberna, |ueira apresentar os seus
documentos na referi la taberna no prazo de
tros dias, contados lesla data, linio os quj-s
o anounciantc so nao responsabilisa por
qualquer onus. Kecifa 8 de outubro de 1857
Precisa-se do coslurciras e olliciaes de
atraate: na ra Nova n 60, esquina da
ponte.
Vcndem-se 4 aecos da Companbia do
Pcrnambuco e Parahiba : na ru* do Vigario
n. 19, [irimclro an lar.
Diigiierreotypo,
Por lo lo o mez de outubro ser nova-
mento aberta a galera e ollioina de uagucr-
reotypo do aloiro da Boa-Vista n 4, tareci-
ro andar.
-- Quem annunciou querer comprar o
livroVoz do Pastor -alguma COUSS ja usa-
do, procuio na ra de Santa Rita n. 41, n
mai< outros livros espirituacs, a doutrina
eusinada pelos pais o mais de familia, ca-
thecisrao de Monlpellier.
Pergunta-se ao Sr. Franklm Jos do
Moura Poggi, que lim levou a carta que
smc. selloj e reconheceu a Brms quinto
seu mano fslleceu?
- Na loja da ra larga do Rosario n 38,
precisa-sc de um raixoiro que lenha alguma
pratica de miitdezas: a tratar na mesma
loja.
I cijao mulatinho do liio do Janeiro c
amarcllo de Lisboa, muito novo, ven le-sc
na travessa da Madre do eos n. 15
Vende-se m relorjio de ouro (ab-
nete orisontal, com cadeia e chave do mes-
mo metal, pesando a dila 7 oitavas: a
tratar nesta typographia.
--- Aluga-s urna mullior portugueza pa-
ra casa de familia C que faca todo o servico
de portas dentro : na ra da Muida, so-
brado n. 3, segundo andar.
Precisa-se de urna ama para o se'vico
interno de urna casa de familia : na ra da
Aurora, primeiro anlar n. 54, se dir quem
quer alugar.
Offerece-se um rapaz brasileiro, sol-
teiro, branco, de boa familia ede excedente
conducta, para administrador d engenh' :
na ra da ConceicBo n. 4.
- .Na ra da Praia n. 46, precisa-se de
urna ama para casa de pouca familia.
Vende-se um rico realejo, contendo
excedentes pecas, todas modernas: naci-
da Jo de Olm la, pateo de S. Pedro .Novo, em
casa de I). Ignacia Maria da Conceicao.
(i ahaixo assignalo roga ao Sr. Alfre-
do de barros queira declarar se o aiinuui-io
que foz publicar no diario de Pernambuco
so Ihe rerere.Manoel I!. Alvos de Mace lo.
Aluga-se urna prcta moga, boa cozi-
nheira : a tratar na roa da Cadeia do Itecif*,
loja de lo ;a n 29.
- Precisa-so de um prelo possantc para
se alugar : na ra liireita n. 26. I'aga-se
bom.
- Na padaria da ra do Colovello n. 31,
precisa-se de un forneiro, da-se bom orde-
nado e com pouco sorv90.
AO PATEO DE S. PEDRO
No dojiosito de massas finas do paleo do
S. Podro n. 6, existe urna porcao de*do:e do
goiaba para ven lor, do melhor e mais em
con a que ha no mercado: a elle, que ha
gran.! concurrencia.
Vende-se a loja de bit beles do pateo
da Ponha n. I, cm todos os seus port micos :
ItieiD quizer, pJe procurar no pateo do
terco n 14, que achara co n quem tratar.
Facto socco
Vendem-se algumas amibas de facto sec-
C0, assim c i no lu carne o excedentes
queijos do serillo, saceos com feijao mula-
tinlioedo cirda, e bom milho, lulo p .r
preco commolo na ra do Queimado, loja
de forragous n |.
Feijilo mulatinho.
Vendem-so saceos com feij mulatinho e
de corla, assim como saceos de milho e
muito bous queijos do sertSo : na ra do
Queimado, loia do ferragens n. 14.
Precisa-se do um preto bom cozinhei-
ro para casa do pouca familia: a tratar no
largo do Corpo Santo n. 13
S. sriililEI. & C, banquei rose ne-
gociantes, estabelecidos lia muitos annos
mu Londres, teem a satisfcelo de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co*, |iie acabam de (undar casas tiliaes
nos priucipaes jioi tos < distritos manu-
factureiros de Franca, Alemanlia, Belgi-
ci e llollanda, conservando alem disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
leeidas nas cidade) mais importantes,
portus mais oommerciaesdaGr-Bretanlia,
e estao em posiijo de ofl'erccer grandes
vanl ijens as pessoasque possam necesitar,
assim em Londres como em outro quul-
ijuer poni da Europa, de uma4Casa para
compra ou venda de arligos, bem como
para os negocios de traiuacrjo de crdito
e banco de qualquer genero.
As pessoas ipienaoloreinconliccidasilo
annunciar.tesaeveaoacompaniarsuasor-
dens com os fundos necessarios para sua
exeucro ; licando entendidas que os an-
iiuneiaiites nao leem diOiculdade em adi-
ani.ii-7."i tljii sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Osprecos correntes e mais inrormaedes
commerciaes, que forem pedidas, ser96
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
coneio, podendo dirigir-so aos annunci-
a ii I es.
PESTES OE aOlKllOli; E\D-
KEGIUO, DE FAUV.LLE-OELEBAKRE
DE PABIS.
Qua'.io annos de experiencia tem sssegu-
I rado aos pentes de caouteboue a voga que
boje tem, nao soem Franca como no niun-
I de intairo ; so sem oontradiccSo os mais
: agradaveis de todos os pontos, mais bran los
que os de tartaruga, sao os nicos que iio
l'azcm cahir o cabello, por causa da ol.-ctri
I cidale que oontm.accrcsoendo a estas van-
ttgens a de nao serem mais caros do que os
de bufilo ,\ esta admiravel invenr;3o deve
x. Fauvelle a medalha Je primeira elasse na
IfposicSo universal de 1855.
^\0UE84Ar
ROA D0_fEIMAD0
Grande sorti-
mento d fazendas de io
(ls as <|iialid;ttles.
Corles de vestido de >eda de cores o maia
superior e inuderno que lia no mercado.
l'a.i- de brelanlia de linho Tina cun 6 va-
ras .......,.,,..
Cortes de vestido de i... a matizada de novos
padres ruin 13 covados......
Ditos de caira de casemira prela e de cores.
Unos de collele-.le soigurao de seda de va-
rios padres........
Chapeos de massa franceses furnias novas.
Dilos de sul de seda........
Lenca de cambraia bordados, linos, para
raao...........\
Dilos de dito de linlio lisos para m.lo. .
Lavas de seda de todas as qoalidades, paca
homeui, sentioras e meninas. ,
Palitos de panno preto e de cores. .
Dilos de argentina de cores escuras. .
Dilos de fusiao de cores atselinadas. .
Dilos de brim pardo fino......
Paliis de alpaca preta.......
Dilos de alpaca e gangas de cores. .
Ditos de brim de quadiinlius.....
Corniolas de alpaca prela e de cores. .
Komeiras de relroz cora laro de seda para
eiiliora............
Chales de merino bordado em -J ponas. .
Dilos de dito bordados em 1 ponta. .
Ditos de dito coro listra de seda ....
Ditos de dilo liaos.........
Ditos de dito com franjas de 15a .
Ditos de lila adamascados, prefts e de cores.
Ditos de cbaly bordados .
5
39300
'..-.ixi
ajOOO
:!ooo
78500
7?.V
15-280
100.
20|000
"3000
lilOIK)
53000
13000
SSOO
:iMI
58000
S|600
1-29000
18000
GS00
53500
5*000
38O00
loyooo
150
K50
IHO
bOO
800
10600
1JO0O
9.50
750
. 320
280
I auno fino prelo o de cores, para lodos os precos.
Crosdenaples prelo e de cures.covado 29000
beda preta lavrada soierior.....2o300
Pupeliua de seda de cores malisadas, co-
Aado............t
Chely de cores, com quadios de seda, co-
vado..........
Dito do cits lisos covado. ." ." .' '
l.aa de quadrus pequenos e oraDdes, co-
vado ............
Lta eseda de novos padres, covado. '.
Mauritana de seda matizada com cinco pal.
mos de largura, covado......
Irsoiiua de seda com quidros, ramagens e
listras matisadas, covado. .....
Sodas de quadriuhos, covado.....
Duqueza de seda com qoadres e ramagens!
Mussulina branca e de cores, covado. .
Chitas francezas finas de novos padres, co-
vado.........#
l'rondolina de seda .lo indos' gc-slos, co-
vados........ IWWI
lira frente do becco da Congregaco,' pastando
loja de rerr.igens, a segunda de fazendas n. 40
| Consultorio I
I CENTRAL HOMEOPA-1
THICO.
f RA DE SANTO AMARO,
'S$ (Mundo Novo n. ) S
V3 ,)r- Sabino Olegario l.udsero l'inho %
^ da consullas lodosos dias nleis," desde as8 ***
w horas da manliaa as 3 da larde. Os convi- f&
g tts para vitolas devero ser dirigidos por
|g escriplo. Os pobres sao medicados sralui- **&
'"Jmenle. J^J
Km uma das melhores localidades Oa
ra do Hospicio, ba uma casa n. 18 I, feita
ocm todo o gosto e esmero, c em cuja cons-
truccao ctitraram as melhores madeiras do
paiz e as melhores ferragens ; a mBo d'obra
oi exceulada pelos molbors officiaes nacin-
naes e allemaes, sendo uma das casas mais
conforlaveis, porque seu dono a edilicra
para nella residir, e com effeito anda ah
residi por algum tempo, mas como se ro-
soivesJe a mudar-se e nSo Ihe convenha te-
la alugada, teuciona vende-la. Tem boa co-
cheira e estribara, um bonito jardira com
canteiros do pedra e cal, varOes do ferro pa-
ra plantas trepadeiras, entrada de frente e
posterior, isto he, pela ra do Hospicio e
pela do Destino, a.s Trentes das calcadas do
pe Ira de Lisboa, as entradas de marmore, e
os toctos de estuque, escadas de volta, entre
o jardim e a casa ha um calcado de pedra de
Fernando, o jardim he separado do pateo
por uma elegante grade de ferro, tem uma
grande cacimba com bomba de repucho com
encanamento e um deposito na partte supe-
rior da cozinha, aonde se conserva agua pa-
ra consumo da casa, a qual he levada pele
mesmo encanamento a diversos logares do
edilicio, tem um quarto.com banheiro de
marmore e azulejo, com vlvulas para des-
pejo das aguas em um cano de 250 palmus
de oomprido que conduz nao s essas como
lo^as as mais do servico e da chuva man-,
os banhos poden ser quenles ou frios, para
o que ba no banheiro duas lorneiras de que
uma communica com um deposito d'ague
quente sssente sobre a chapa do fogSo da
cozinha. Tem oulras muilas coromodida tes
oue podem ser examinadas pelos pretenden-
les, irigin lo-?e para csse lim ao Sr. Jos
Hodrigues l'eisolo, na casa terrea junto, que
Ibes facultar a entrada. Pode convira to-
dos e especialmente a um senhor de enge-
nho que nesta cidade queira fazer a sua re-
sidencia : quem a pretender comprar, diri-
ja-so a ra da Madre de Dos n. 26, ao sen
proprictario, que he Vicente Ferreira da
Costa.
ROB LAFFECTEC.V
O nico auloritado por aedfSo do conrelho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilacs recommendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo o pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em socroto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccocs da pede, imningens, asconsequon-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmoros; convem aos calar-
rhos, a bexiga, as cnnlracQ<)es e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
;oes ou lo sondas.
NA FUXD1CA0 DE FI'.URO 1)0 ENGE-
NHUIRO DAVID- W- ROWMAN, WA
RA 1)0 BRUM, PASSAN DO O HA-
FARIZ,
ha sempre um grande sorlimenlo dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
pira engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construcc&o; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qnalilade ede todos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua mi animacs, de todas as
propon -oes; crivos n bocea lo tomaina e ces 00 de sondas. Como anli-syphililicos
registros do boeiro, agiiilhlos, bromes, pa- o arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
rafusos e cavilhOos, mohnos de mandioca, contra ou rebeldes, que volvem incessantas
cm.conscquencia do emprogo da copahibe,
da cubeba ou das njecccsquerepresentcm
o virussem neulralisa-lo. O arrobe Calleo-
mercurio eao iodoreto do potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de liarral e de Anlomo
Feliciano Alvcs#de Azevedo, pra;a de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uma gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas di ectamente de Pars, le casa do dito
Boyveau-Laecteur 12,rua hichelieu Paris.
Os formularios dao-sc gralis em casa do a-
gente Silva, na pra?a de I). Pedro n.82.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima o lr-
mSos; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, JoSo Poreira do Magotes l.eite ,
Rio Grande, Francisco de Paula Couto &
ate. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
seexecutam todas asencommondas coma
supeiioridado ja conhec la com a devida
presteza e com.-nodidado n preqo.
X.

aops
DO
a
Foi transferido o deposito desle xarope
para a botica de Jos da Cruz santos, na na
.Nova ii. 53, garrafas 535';0, e mcias 33UOO,
sendo falso todo aquelle que nao for vendi-
do uesle deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
-** -a>,a,',
as ar i?
s. 1____ _____ ____________________ ___ 0
IHPOBTAXTE PARA 0PIBLICO'i;?RELOGIOS8
rara cura do phtvsica em todos os seus u ^p
difTerrntes graos, quer motivada por cons- ; RL'A DA CADI.IA DO RECIFE N. 18. V
tipnces, losso, astlima, | louriz, escarns de 'i*4sa 'saas-.-r.^Titi^
sangue, dOr de costados o pellos, palpitacao, *'a****<"*a>sisjj)jsTi r
no coracSo, coqueluche bronchitc, dr na j Boga-sa a Sra. I). Anna .Maria das Vir-
arganla, e todas fi molestias dos org5os: r,'""S viuva de Victorino .Nenes de barros,
I r?siJente ha anuos na fazenda de Pajehu',
terrr.o do Cabroli, provincii do Pernainbu-
pulmonarea.
VENDE-SE
Agua raz oin (olhas le fe ro.
Oleo de lilil.ir.i cm litas.
Cabos de nianilliac de couro.
Melal aioarelloecobra de Cono.
Velas de stearina.
Pedias de marmore pira mesas.
Pregos de cobre grandese pequenos.
No armazem de C. J. Astley .\ C.
co, ou a seus herJciros, qu" venham ou
mandom recebar a parto que dio tocou do
espolio de Jos Scalira Lemos, fallecido nes-
ta corte. Itio de Janeiro 4 de setembro de
1857.
Compra-scScITcctivamente bronze, la-
13o e (.-obro velho : no .-icposilo da ruiidi(So
da Aurora, na ra rio Brum, logo na entra-
ida n. 2, e na mcsaia lundicao, cm Santo
'Amaro.



ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 8 DE OCTIBRO DE 1857
C0ISLT0R10 IDH0FAT1K0
U rtt
Onde seacharo sempro os mais acreditados medrcamenlos, tanto em tinturas como
m glbulos,e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante comruodos :
PRECOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita .'e 24 3 153000
Dita de 38 ... 209000
Dita de 48 ... 255000
Dita de 60 ... 3u8009
Tubos avulsos a....... 18000
Frascos de tinlurrademeia onga. 28000
Manual da medicina bomeopathica do Dr. Jahr com o dic-
.] cionario dos termos de medicina : .
Medicina domestica do Dr. llenry ..." .",".'" *
Tratamento do cholera morbus ...
Itopertorio do Dr. Mello Moraes ..." .' '. '. ". *
20900
ofooa
2/000
61000
??*# ?.*>'>.?.'*/*.?.? -s :?*
M PEORAS PRECIOSAS-1
* Aderemos de bullanles, 0
? diamantes e parolas, pal- w,
* leira, alfinelea, briueos *
2 a rnzelas, boldes e aunis *
_? de ditTerentes (tostos e de ''
i; diversas pedras de valor. *
. Comprara, venden) oo >;
J Irocam prala, oaro, bri 3]
? Ihantes.diainanlese per- gj
,?' las,, e outras qaaesquer
f* joiasde valor, a di i,heno j
ou por obras.
0IEII1 i
WJ1 II tORHlg .
Ra do Cabuga' n. 7.
Becebem por to-
d os os vapores clEu-1
ropa as obras do mai
moderno gosto, tan
MlllMIall'lMIIIIIIIHIHUIIUUIlil.S
ouro e pnATA. ae
" Vb
| Aderecoi completos di
' ooro, meios ditos, palsei-
SJ ra, ilfiueles, brincos a <*
S roletas, cordoes, trancel- jj-
m lins, medalbas, correnles <
* e enhiles para relogio, e 'f.
ootros mallos objectos de &'
ouro.
Aparelbos completos de i
ropa as obras do mais : p'.'ia p"' *hi'' ba"deJa. a
' i aalvas, caslicaes, colheres |
de sopa e de cha, a mai- *
T^" O ""'' "*"" los outros
lo ae i( ranea como 3 Pra,a_.
objeclos de
de Lisboa, as quaes ventfem por
pre$o commodo como costumam
Na fundirn da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
serviro debati de coberta.
&9mmwm m @
I DENTISTA FRARCEZ. |
5". Paulo Gaiguorjx deotisl, ra Nova n. I : J
W na mesma casa lean agua e pos dentrilice. C??
Precisa-se continuamente de olTiciaes
re alfaiate para todas as obras : na ra Nova
n. 52.
Lotera da pro-
vincia.
^O abaixo assignado vende billietcs ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quantias de lO/oOO para cima, a di-
nheiroa vista, em sen escriptorio, na rita
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Rilhetes 5$500.recebe 5:000/000
Meios 2,s750 2:300.s000
Quartos 1^250 1:250j000
/*. .J. JLayjne.
JOS' ELIAS MACHADO FREIR,
constructor particular, julgando-se versado
em construccSo theonca e pratica, offerece
o seu trabalho a qualquer pessoa quo quizer
construir embarcagOes para longo curso,
n3o sopara panno como para Ihe senlarcm
engenho para vapor, sendo seus planos exa-
minados por qualquer roparticHo, o mesmo
construe modelos do 50 a 60 pe-llegadas de
comprimento com toda semelhanga promp-
to a navegar; para o mercantil, que duviJa
na sua capacidade ; e ensina a pilotagem
fcheortca e pratica construccSo, arithmetica
geometra pratica : a tratar na ra do No-
gueira n. 7.
... o nico deposito do infalivel o ver-
dadeiro elixir contra as dores dos denles, do
babil dentista, que esteve nesta cidade por
algum tempo, he na praca da Independencia
n. 4, assirp como se vende tinta para marcar
roupa, a melhor que tem apparecido, e agua
para tirar nodoas, de ferruagem e de tinta, e
ail para roupa.
Precisa-se de urna ama quo cozinhe e
engomme, para duas pessoas: na ruado
Collegio n. 12.
Lotera
DA
Thoreza de Jess Ferreira, 'irma ger-
mana da finada li. Anna Jacinlha de Sonsa
Raposo, trazendo pleito judicial com Jos
Maria Gongalves Vieira GuimarStM, testa-
mentoiro da mesma linada, acerca da nulli-
dade do testamento ; o qual pende hoje em
recurso do revista, pelo quo prolcstou con-
tra qualquer transaccao que o mesmo faga
com os bens do inventariada como consta
do cartorio do escrivo Motla : previne-se,
portanto, a tolas as pessoas com quem quei-
ra o mesmo Jos Maria negociar os predios
pertencenles a heranca, que nenhum nego-
cio facam sem terminar o pleito, sob pena
de nullidade, e de repetirem o pagamento
ou perderem o pedido.
Atteii5ao.
Precisa-se de um forneiro ou de um amas-
sador: na padaria de Santo Amarinho. Pa-
ga-se bem.
Offerece-se urna ama de assento para
casa de homem solteiro, lava, engomma c
faz todo sorvico de portas dentro, com
inuita perfeicao, e prefere-se casa estrangei-
ra : na ra Direita n. 71.
Quem precisar de urna ama para casa
de familia ou homem solteiro, a qual faz to-
do servico de portas dentro, dirija-se ao
becco do Rosario da freguezia de Santo An-
tonio n. 2, principio da ra do Fogo.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra da Cadeia de Santo
Antonio n 6
Acha-sejusta e contratada com a Sra.
I). Joaquina de.Magalhes Coimbra, viuva do
finado Jos da Silva Coimbra, a comprada
parte que \ mesma sonhora tem no dominio
e posse da casa terrea da ra Imperial n. 89 :
quem liver que oppr a ossa compra, sirva-
so de annuncia-lo por este Diario, no prazo
de 8 das, contados dcsla desta. Recife 5 de
outubro de 1854.
Aluga-se urna excelleute casa mar-
gem do Capibaribe, no lugar da Capunga : a
tratar no aterro da Boa-Vista n. 1.
Precisa-se de um caixeiro de idade do
14a ISannos, para taberna: a tratar na
ra das Aguas-Verdes, taberna n. 38.
Ama secca.
Anda se precisa de urna ama secra : na
ra da Praia n. 19.
TRAVS.
Com a correnteza da mar desapparece-
ram 25 travos : quem as achou, querendo
restituir, annuncie, ou entenda-se com Joa-
quim Jos llamos, largo do Corpo Sanio n.6.
Aos pais de familia.
Offerece-so urna pessoa bastantemente ha-
bilitada para leccionar grammatica latina,
tranceza, nacional earithmetioa, anda mes-
mo em algum engenho ou sitio perto desta
praca. A mesma pessoa recebe em sua casa
alumnos internos, mediante urna quanlia
razpavel: quem de seu prestimo se quizer
utthsar, dinja-sea ra de S. Goncalo n. 14,
que achara com quem tratar.
Precisa-se alugar urna escrava para o
servio interno e externo do urna casa de
pouca familia, quo saiba cozinhar o diario e
engommar : quom liver, dirija-se a ra No-
va n. 34, lerceiro andar, ou a ra de Apollo
u- 24, armazem.
g @ &@ &
^ Jos GonSahes IVreira Coila, em .-an- 2.
* lo Amaro, tem duas casas terreas para 2
^ alaRar, no fim da nu da Aurora, pasiando Vi?
5? loso a ponte grande m travesea do Costa, r""-
\i que fie. em frente a obra de Gimnasio: os Z
T commodos de cada um sao': 2 salas, 3 ^
,y quartos, cozinha dir, com cacimba e quin- ZJ
^ tal murado com porta de sabida: o pmprie- ^
^, lario ada se em casa quasi sempre, e na *;?
u? ua ralla tem quem faja suns vezes. >
??@@ 53 @@^@@
_ Precisa-se de urna ama secca para urna
familia de 2 pessoas : na ra de Apollo, ar-
mazem de Nunes & C.
DA
l^Li^H* i\Provincia.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabeleceuem seu sitio da Passagem
da Magdalena, que fica ao norte
da estrada entre a ponte grande J
-pequea doChoraPMeniSo, ex- | fc K a
Aos 5:000 2:0003 e 1:000?.
I Os abaixo assignadoa, tom expostos a ven-
i .da, os seus muito felizes bilhetes, meios e
cellentes acommodaroes para re-
ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de seus
serviros mdicos, os quaes serao
prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o iiin supra-
indicado e para exercer qualquer
outro acto de sua prossao den-
tro ou lora desta cidade podera"
&

uititos ao
descomo dos 8 0|0, eacham-se a venda no
aterro da Roa-Vista n. 56. e as casas do
coslumc, e sendo porcilo de 100- para cima
a dinneiro, pelos seguintos precos :
Rilhete 5;500 recebe 5:000-
Meios 2-750 2:500?
Ouarlos Ic375 1:250a
Silva Cuimaraes & C.
- Precisa-se alugar um molcque bom,
de 15 a 17 annos, para o servico de urna pes-
soa estrangeira. Adverle-se que agradando
ser procurado a qualquer hora do @omoleque, o depois de experimenUr-se
da p iia nnit. nn i-of.>,.'i,l<% clt.r. te. comorar-Sfi-1--
^ dia e da noite, no referido sitio, ,
a exceprao dos dias uteis, das 0 @
@ horas da manhaa a's i da tarde, @
jS que sera'encontrado no primeiro
@ andar do sobrado n. 9, do pateo $&
@ do Carino.
JOHN CATIS.
corretor geral
E ACENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
DEPftZITO DE 1UPE PRIMEZA DE
IA1YLUB.
- -----i------" ^ vaiivi MIIU1
comprar-se-ha, no ciso que o dono o quoira
vender : quem tiver aonuncie, ou procure
no primeiro andar n. 20, na ra do Torres,
praca do Corpo Santo.
Na ra da Moeda n. 3, segundo andar,
compram-se escravos proprios para servico
de campo. "
A'ttencao,
Constando ao abaixo assignado que o Sr.
Jos Antonio Araujo Cuiuiares trata de ven-
der as dividas que locaram em partilha a
seu pat o Sr. Renlo Amonio Gomes Guima-
racs, no inventario de Domingos Antonio
Comes GuimerSes, entro as quaes existe
urna quedizem ser do abaixo assignado,
declara ao respeitavel publico, que alm de
astarem anda dependentes as mesmas per-
s da decisao do Tribunal da RelacHo,
ntniLAIlll. ."'Has da dec.sao do Tribunal da RelacHo, Aora duas palanas nTu
. He chegado pelo vapor Iguarassu este no- ne su mulher credora do casal por avultada trihue*'SSiSSu Co" ,n
yo rape, fabricado no Cear, pelo Dr. Maros Quanlia, a cujo pagamento est especial- .Camas especiaes intertomr
Jos Thoopbilo, a sua boa qualidade eexcl- "'ente sujeita a meiago do mesmo Domin- "> poblicacao. Removidas e
lente aroma, agradar os amantes da boa *>08> decrescendo mais haver urna conta das ^""'mporaucapaisou a se
lente aroma, agradar os amantes da boa
pitada, e ven Je-se por preco commodo: na
ra da Cadeia do Recife n. 29, primeiro
andar.
lie chegado a loja de Leconte, aterro
da Roa-vista n. 70, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer cres-
ccr os cabellos ; assim como p imperial de
lyno do Florenca para broloejas o asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliaoce.
Eslabelecida cm Londres, *m mareo da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunaers Brothers & C, lea a konra da in-
fomar aos Srs. negociantes, proprieurios de casas,
Agora duas palavras em qaanlo a parte lillcraria e
" Contempornea.
erromperam, vai n'um anno, a
ividas essas caosas, aRevista
B criptor, e dos artigas desenbistas e lylbograpbo, que
abaixo assignado a seu pai durante o tomoo h" am Braluill,!cn,e '^ empreza com o seu na-
de sua nmciradA.;. .i _..____. nallr"
gos, accrescendo mais haver urna conta das
despezas e dinhei.-o adiantado que fez o
----___ .^ K, uuiautc u IUIIIUO
de sua procarador-a : pelo que protesta con-
tra qualquer venda que o dito Sr. Araujo
uunaraos faca nao s das dividas como de
quaesquer bens pertencenles ao dito casal.
Recite 1. do outubro de 1857.
Jo5o Antonio Comes GuimarSes.
Precisa-se de urna ama de leite com
boa conducta, e paga-se J)em ; na ruado
Uueimadon. 46, segundo andar.
- Daolaria do Retiro, junio a Passagem
da Magdalena, furtaram urna porgSo de le-
nha e barro, previne-se ao ladrao, que nSo
continu, porque ser Irancaliado na ca-
deia ; assim como ser responsabilisado o
compfador de dito roubo, pois nao se ignora
quem sao os autores de semelhanle alterna-
do, prevalecendo-so para isso da noile, e
i,ffi.^ Wr,Uf-eta0 Plonament u- te roubo lem sido ja or tersas vez,
S Lr ampanIh,apara ,ffeC,Uar ,egu" au|t>navezfoi conduzdo IZ canoa gran!
ros sobre eddic.os de t.,olo a padra, cobertos d. de, c algumas em canoa mui pequea de car-
tilha e igualmenttsobra os objectos queconlivarem reira.-Manoel Firmino Ferreira.
na masain.s nlifipintnnor nn.:...____
os masmos edificios quer consista em mobilia ou
fazandas da qualquer qualidade.
-- Na ra do Trapiche n. 17, escriptorio
precisa-se deum preto para criado
IDDANGi DO ESTABELEGI-
HENTO DE PIAJIOS DE
>v J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da cadeia de Santo Antonio u. 23, junto da
Relac5o.
ACEIO E PROMPTIDAO.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engorama-se com aceio e proinplidao, e to-
ina-se algumas freguezias.
(1, afeh<:ao4
O abaixo assignado, tendo*arrematado as
aernes do municipio do Recife, declara a
quem convier que dar principio aos seus i
trabamosido 1.- do corrente em diante cm !
virlude do que scienlilica as pessoas que!
venderem ou aue mandarem vender pelas
ras do municipio fazendas, miudezas. lei- i
tu, mel, leijSo, milho, arroz, azeite do car-'
rpalo, carne de porco, etc., etc.; assim co-
mo aos srs. que vendem liquidos em anco-
ras, que tenham a bondade un ir ou mandar
alerir ein lampo competente, isto he, de ou-
tubro a dezembro, conforme determina o
regulamcnto, na casi das afericocsi no pa-
teo do Torco .n. 16. Recife 1.- do outubro
-o 18j7. Francisco Pedro Advincula.
Precisa-se de una mulher de mcia
,m.r ,".Conducla c sem filhos' Para
ornar conta de uma menina do 2 anuos, e
lazer algumas costuras ; a tratar no campo v tabern grande de S. I.ourenco da Mata
do Hospicio jiinto ao qu-ricl, casa do d"- acha"e de novo surtida, o offerece multas
sembargador Mondes da Cunha. vantagens aos seohores viajantes que all
Aluga-se a loja do sobrado n "a ra da Cadeia de Sanio Antonio a Ira ar para is"0' e (luore"do fazer algum petisco,
na obra em construccSo entro o berro do mada-^ com mulla promptidao e limpeza
(.unha o o do ihealro de S. Francisco a 1ual1uer hora u J'a. o ao lado da mesma
Precisa-se deuira ama do leite e na !! le'" u,na 6r'""lc cucl,eira cO"' toda a
ga-sobern: na ra do Pilar e,n -,V i sp6uraiica para se guardarcm os cavallos, e .
Portas n. 12. n rora ,lc .manda-se tratar deiles, ludo por prero mui-
O hachare. Ohvoira Maciel, iuiz mu- librelo'"" ""**" CSl" "V **"
ceiro andardo sobrado % <*"* ^^^k^^^^^ ^
Na ra Direita, loja de alaiato n 81
precisa-se de bonsolliciaes da mesma arle'
lamo para trabalhar em casacas, como en
caigas ; roga-so portento a quera aspira o
peculio, chegar-so ao local mencionado, a-
nm de ser admiltidoem dito emprego.
Piecisa-se de um caiseiro para pada-
ria, com tanto que lenha pratica de negocio,
esaiba |Cr ejescrever, anda mesmo novato
no paz, e qne abone sua capacidade : no
pateo da Santa Cruz n. 55
Precisa-se de um criado para todo o
serv.co de urna casa : em S. Amaro, casa do
Sr. coronel Lamenba.
Os amigos de Jeronymo de Abreu, sao
avisados de que o mesmu mudou-se do cor-
lume para ra Imperial n. 216.
Precisa-se de uma ama : na ra Direi-
ta n. 36, segundo andar.
Precisa-se de olciaes de charuteiro :
na ra Imperial, taberna n. 41.
Aluga-se urna esciava muito Del para
o servico interno e externo : na ra do
: Collegio n. 16, lerceiro andar.
Precisa-se alugar uma escrava para
casa de pouca familia : ha ra do Oueima-
;do n. 2, loja.
elojoeiro.
: Thomaz Kinel, relojoeiro fraucez, avisa ao
publico, que leudo partido desta capital ha
12 annos, pouco taw.s ou menos, toniou a
voitar, eas pessoas que quizerem honra-lo,
dinjam-se a ra da Concordia u. 4, ate adiar
um meto de approxiniar-se de seus fregu-
Zt'S.
ARISCAOS StNHORE VIA-
JANTES.
PROVINCIA.
O Sr. Iliesoureiro das ioterias manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 20, das 9 boras
da manhaa as 9 da noite, bilhetes, meios
e quartos, da segundi parte da pri-
meira lotera do Gvmnasio, cujas rodas
andamsabbado 10 corrente mez.
POBLICACAO' LITTERARIA.
A Revista Contempornea.
Ao publico.
Conservar a memoria das acc,6es do seclo em que
vivemos, he um tributo de homenagem pago aoi nos-
sos concidadflos, e um servico hito eos vindooros,
lancando-llies os fundamentos para a historia que
lem de se e*crever depoii de nos.
guando eiliver ja amortecido e>le lumolluar de
paute que boje us afilara, enlao se procurAo com
cunosidade c mleresse as erandes causas dos vaiiados
uceemos purque temos alravessado. Sr nessa qua-
dra o itmpo proprio de apreciar conJi;i>amenle o
nosso Irabalbo porqoe essas causas licam laucadas
notas biographias com imparcialidade, sem as disvir-
luar por nenhuina considerarAo de inlereise poli-
tico. '
Esle servico fiioao futuro prende-sedeid ja com
o que prestamos ao prsnile. Salvando do squeci-
menlo iloaraJaa memorias, resgalamo-las "" "*' pte polticas em que muilas vezes andam
Paramadas e c >nrun.li1., restabrlecendo-as no seu
verdadeiro pnntu de loz.
He portanlu o retrato moral e o retrato phytiea
que a Revista Conteinporanase encarresa de de-
butar.
Neui lao soladas e solas sao estas bioRraphias, co-
mo o pareccrao a primeira vista. A vida da socieda-
le contempornea trava-ieem lodos os seus lances,
por lal arle, com os Tactos particulares de cada mem-
i>ro desea sociedade. que a ai;are^Hcflo destts indivi-
dualidades, he que forma o lodo que se imtala his-
toria da poca. Assim as pirases de urna accao, ISo
diversas qnaulos os in lividuos que uella (cram, r
narradas fielmente na vida discriptiva de cada um
ilewes lulividuo, concertndose formamo lodo da
aejao em que eiisle a verdale histrica do fado, e
palenleam a ignota caua, ou origem, qua*i sempre
ignorada por se nao ter allendido as suas -tersas co-
reiacoa.
Sub estas considarroes aRevista Conlempora-
neahe o livro do homem de Estado, do historiador,
do poeta, e do artista, que to vantes mcrecimentus bao da ter aqu seu condicno
lugar.
lie lambem um lbum dos mais curiusos e esplen-
didos da imprensa uacional e estranseira ; orna ga-
lena das nossas personagens mais celebres, e uma re-
cordajao de svmpalhia e amiade pelas illosirares
aqu mencionadas.
Somptm
Compra-se cffectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolicesda di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nbias,e d-sedinheiro a juros, cm grandes
e pequeas aiianlias. sobre ceuhores.
Compra-se uma casa do 60o a 700?,
sendo no bairro da Roa-Vista : quem a tiver
para vender, dirija-se a Camboa do Car-
ino n. 3.
Compra-se o livro a Voz do Pastor, a-
inda mesmo usado: quem liver annuncie.
Compra-se urna duzia decadeirasde
Jacaranda' ou amarello. dous consolos, um
sof, um ou dous pares de lanlornas : quem
liver dirija-so a Roa-Vista, ra do Rosario
n. 54, que so dir quem pretende.
i-ompra-so prata e sedulas de I5OO0 :
na hvraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia. r
Compra-so uma negra do meia idade,
qne cozinhe alguma cousa, e lave de sabo :
quom tiver annuncie para ser procurado,
ou dirlja-sc a ra das Cruzes n. 43, segundo
andar. Na mesma casa precisa-se de uma
ama que saiba cozinhar c lavar, para pouca
lamilla. r r
*tt$8&
Ibo, lendo nicamente de satisrazercm as despezas
da impressao lypograpbica a papel.
Esla associsjao de Irabalho gratuito da' m resol-
lado a eslabilidade e re^ularidade ; e os noves edi-
tores daRevista Contemporneaassegurem que o>
seus nmeros sarao publicados .xprelerivelmeale de
Ij em lo dias.
Cada numero desta serie, cunta, como na paisada,
da um folio de H paginas impressas, contendo duns
HOgraphiai, e dous retrato, e.meradainenle lytbo-
grupliddos.
Para a aemilhanta c esaclidao dos relraloi com o
original, o socio desenhador lan^a o esboco por uma
copia do daguerrelypo ou pliothograpbia.'e depois .-
perteijoa o trabalho uas sessOc que tem com as nas-
soas representadas. K
Ue se uao ter seguido efte melbodo na primeira se-
"e, lalvez pelo dispendio que seria paia a anliga
empreza e que para a actual he g.aluilo, pelo mo-
tivo do soco de.euliadoi, s ler em visla neste caso o
seu bom nome artstico resullou qoe alguna daquel-
parfe.Qao?4 "U S"hi'sem com a devida semilbanca e
i?".S^!: Va' aSra ""'f-s lambem nos re-
trato, autenorea ; porque lendo-sc escotado varios
nmeros da primera serie, proc.der-se ha a .eg" -
da adicto pelo melbodo agora adoptado ; para o que
desde j., os edilores pedem aos c.valleiros a quem as
duas biographias re.pcilain-se presUm a anuuir a es-
le incommolo.
Esta reproduc.ao daquelias biograpbias e relralos
era leit.i cuiiveiiienleuiente, de modo que em cada
e.sisndlora corrente d. ire,ire .e nao repila naU
do que um numero dos auligos.
Em quauto a parle Iliteraria tom im-se os ai.onla-
menlos coma maior minuciosidade e boa fe, lude-
peudenlemenle de opinioei polilicds, porque aKe-
visla Contemporneanao aa tem, e os seus editores
tas convencidos de que lodos, 8pezar da camiuha-
rem em pellica por estradas dilTereute, s levam em
mira o bem da patria.
O prei.o de caJa numero daRevista Contempo-
rneahe de :I0U res, pagos em Lisboa no acto da
lambem se leccbeiu asiignalurai ;
lorlimezes 21 nmeros 7*200 rail
5 '- >. :)o600
,." ** 6 15800 .
Us precos para as provincias sao os mesinos de Lis-
boa ; mas nao se remelle aenao a quem pagar, pelu
meos seis mezes adiaulados.
Recebem-se assigoaluras em Li.boa, m, roa Au-
gusta numero S, e uo escriptorio da empreza da-
Keviala Contempornea. ra dos Pov.es numero !>2
dir g "d" a<""le ',da curr"P"u'nca (lava aer
Observacao importante.
leudo alguna acuitares pago a Mamadamente as
suas assignaturas a anterior empreza, tomamos 1 nos-
ai cargo aali.fazer-lhas integralmente, segundo a re-
lacao que daquella nos passou. Por e>te moiivo po-
den: os meamos cavalleiros contar com a eiacla en-
trega dos respectivos nmeros.
_ Os editores.
Siioscreve-se em Pernambuco na hvraria u. t e S,
da prara da Independencia.
Attencao.
O abaixo assignado fez sciente ao res-
peitavel publico, c em particular a todas
as autoridades, que marcou os seus ca-
vallos emeima da anca do lado direito,
com a marca por extenso do seu engenho
Solidao, em letras redondas, e como nao
negocia nenhum dos ditos cavallos, po-
dei-do ser tomados com) furtados, nao
a presentando carta de- ;ua do abaixo
assignado. Agua-Preta 1 de setembro
de 1857.Pedro Miliano da SilveiraJLessa.
Na ra da Cruz do IteciTe n 59, pri-
meiro andar, vendcm-.se saceos de larinha
de mandioca, por preco commodo.
PECBINCB*.
\endem-se superiores gravatis de seda
com mola, chegadas no ultimo navio fran-
cez, pelo diminuto preco de 10o a duzia, e
lf cada uma em casa de J. Falque, ra do
Crespo 11. 4.
Vende-seno seguirlo andar da ra Di-
reita 11. 64. uma preta do boa figura e opti
ma cozinheira, engommadeira e lavadeira.
^Vende-te um excellente boi manso e
ja' experimentado para carioca : os pre-
tendentes dirijam-sea ruado Oueimado,
loja de (erragens n. 13.
Na ra do Trapiche-Novo n. 12, es-
criptorio de Rothe & Bidoulac, vendem-
se velas decomposirao, muito finas, poi
I teco commodo.
A 280 rs. a
Jibia.
Chegaram ra do Collegio n. 5, as se-
euinles massas linas para sopa.'j annuncia-
das, tanto a retalho como em caixa, e faz-se
algum abatimento a quem comprar caixa
intetra, por isso se chama a attenc.3o das ca-
sas particulares, porque em outra parte no
se acba'n estas pechinchas, anda rcesmo a
troco de sedulas velhas
Vcndc-se um bom cahriolet com ar-
retose um bom cavallo : a ver, na cocheira
da ra da Cuia, e tratar, na ra do Trapiche
11. 12, primeiro andar, escriptorio.
LIGERO DE LlSROl.
Vcnde-se em conta, no escriptorio de Jla-
:oel Joaquim llamse Silva, ra da Cadeia
do Recife n. 38
Vende-se um molcque|crioulo, de ida-
de Pannos, bonita figura, proprio para pa-
gem : na ra da Cadeia do Recife n. 29, pri-
meiro andar.
Vende-se uma escrava crioula. de ida-
Je 18 annos. bonita figura, cose, engomma
e cozinha bem: os pretendemos queiram
dingir-se a ra do Crespo junto ao arco de
banto Antonio, loja n. I A.
PotasSM da Rusta e cal de
Lisboa.
No anlgo o bem conhecido deposito da
ra .lo Apollo, armazem n. 2 R, i,., muito
suponor potassa da Russia e cal do Lisboa
em pelra, chegado no ultimo navio, o ven-
de-se por prego commodo.
Vendem-sc 5 escravos de idade de 11
ate 22 annos : na ra das Cinco Pontss n
36, no buiequim do Sr. Marcelino, junto do
Terco
Barato que
Vende-se um axcellente cavallo para
sella, por commodo prego : na ra da Ca-
deia de Santo Antonio, defronte do convento
de S. Francisco.
Na ra do Trapiche u.
IG, escriptorio de Zfo-
vaes & C,
vende-se superior vinlio do Porto engar-
rafado em caixas de I e 2 duzias de (jar-
rafas, bem como cm barr- de quarto e
oilavo, a preco commodo.
Vinho de Bordeaux.
Vinho BordeauxChat Leoville, cm
caixas de uma duzia : rende-se na ra
da Cruz n. 10.
Vende-se um sellim com pouco uso :
na pateo do Collegio, armazem de niolha-
dos n. 25.
Vende-se um canno de zinco em bom
estado, com ItOjpalmos de comprimento :
na ra da Trompe, taberna n. 5.
- Milho em saceos, por menos do que
ero qualquer parto : na ra da Guia n. 9, ta-
berna.
Vcnde-se um mninho de caf e lorra-
dor, ii'. a porcSo de cacao, e os pertences
necessarios para fazer chocolate : no aterro
da Roa-Vista n. 24.
- Vendem-se saceos grandes com milho,
feijao mulatinho e farinha : na taberna
grande ao lado da igreja da Soledade.
Bichas de famburgo.
Em frente a matriz da Boa-Vista, alugam-
se bichas,, e applicam-se ventosas, seccas c
sarjadas, amolam-se ferramentas de corles,
e botam-se ouvidos em espingardas.
Para engenho.
Vende-so uma bonita escrava, crioula.de
18 anuos do idade, que cozinha bem o dia-
rio, emgnmma soITr.velmente roupa de ho-
mem, cose e ensaboa wm muita perfeiQao :
na ra do Apollo n. I A, primeiro andar.
Na ra do Encantamento n. 13, vnde-
se uma porcao dejogos de pedras do moi-
nho, por mais barato prego do que em ou-
Ira qualquer parle. Na mesma casa precisa-
se de uma ama secca para serviqo interno.
Vend< -se barato.
No Passcio Publico, loja n. II, do Ferreira
& Cruz, existo uro completo se rti ment de
fazendas de quadadcs proprias para quem
posta do bom e barato, como sejam, cortes
de casemiras muito encorpadas e de bonitas
cores a 3;200 o corte, verdadeiro moriui ma-
draste, sem confeicao alguma, proprio para
camisas, fazenda nova no mercado a 240 a
jarda, c mais abaixo a 200 rs., mussulinas
de gosto, chitas francezas, chitas finas de
gosto, dilas de coberta, e muitas outras di-
versidades de chitas de padroas escurse
cores fixas, populares de laa e seda para
vestidos, do cores mu lindas a l#o covado,
brins de puro linho decores para caigas,
superiores bretauhas o largas, de puro li-
nho, cambraias lisas finas e ordinarias, cor-
tes de chitas cassas de cores e bonitos gos-
tos, carices de algodSo de diversas cores e
baratos, brins de quadrinbos, bonetes de
cores para meninos a 100 rs., lengos de cas-
sa para mo a 80 rs.. e muitas outras fazen-
das que se nao anuunciam para evitar tem-
po, e que se vendero por pregos que agr-
danto a quem vier com os cobres.
pa-
I'm sellim em segunda m3o quasi no-
vo ; no Hospicio n. 7.
Obras ue labyrintho.
Lengos, toalhas, bcos, rendas, etc ele
de delicado trabalho, feilos no Aracaty .
vendem-se no primeiro andar n. 60 da ra ,
daCadeia do Recife. mglezesde ouro, desabnete e de vidro
daCadeia do Recife.
.Escravos venda.
Em casa de Caminha & Filhos, na ra da
Cadeia do Recife, primeiro andar n. 60.
Vende-se uma morada de casa terrea
com solio e quintal, na ra da Alegra n. 1:
a fallar no largo do Pelourinho ns. 5 e 7.
Vende-se barato uma machina de fa-
zer o mais bello caf em 5 minutos, toda de
metal : no Hospicio n. 7.
Reloglos
cobertos e descobertos,pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomemese-
nhora de um dos melbores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C, roa
do Torres n. 38.
CERA EM GRUME
Vende-se no armazem de Feliciano Jos
Gomes, na ra do Trapiche n. 7, em barri-
cas, chegada ltimamente de Lisboa.
Jfo barato.
0 PREGUIQA ESTA QDEI-
MANDO.
O :Ve>uica da ra do
Queimado, continu a queimar na sua loja
n. 2, esquina.do becco doFexe Frito, um
lindo e variado sortiraento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos pregos, pois
que sm ambigao se contenta com um m-
dico lucro, e nao lhe sendo possivel notar
cm um pequeo annuncio ludo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodo, propria para vestido de senhora,
de gostos inteiraimnto novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de largelmas para vestido de
senhora, fazenda muito fina e do melhor
gosto inglez, com listras de seda o campo
escuro a 12 cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, p"elo baralissi-
mo prego de 440 rs. a vara, cambra a estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos gostos a 600 rs
relogios de
tente
vara.
..__..._., ,,,,.,.- gu3lu3 a ou rs a --- ~-- >", oau o J4U rs. o C
chitas francezas escuras, matizadas v,ao> cna>es de merino bordados de laa
nilric o natirna nn,ii.wi.' > cien -. .,,.. j.. 8S. ditos hnriiaidnn Ao -<^ _, .
ADMIRA.
Na loja de Jos Moreira Lopes, nos quatro
cantos da ra do Queimado n 18 A, esquina
que volta para o Rosario, vendem se supe-
riores chapeos brancos de castor a 99, cortes
de camhraia organdys com 12 a 14 varas e 3
ordens de baados a 4. palitos de alpaca
preta e de cor a 4s, gndolas de dita a 5,
ditas lorradas a 85, ditas do brim de core
branco a 5 e pelo barato prego de 13600 ; a elles, antes
que se acabem.
Vende-so uma preta de meia idade, de
nagao Costa, boa figura, e muito propria
para vender na ra, ou pagar o dia, por pre-
go muito commodo : na Ponte Velha, sobra-
do que fica defronte da ra da Gloria 11. 33,
segundo andar
Vende-se a taberna da ra dos Pogos,
nos Aogados, propria para um rapaz soltei-
ro : a tratar na mesma
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
ede 4 assentos, para 1 011 2 cavallos, com
coberta e com os competentes arreios, o
lambem um cahriolet inglez com os aireios:
na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Roa-
Vista, cm casa do Sr. Poirier
Ceblas em restas.
Vendem-se no largo da Assembla n. 9,
ceblas a 800 rs o cento, muito novas e de
muiu duragao por serem encarnadas. No
mesmo armazem ha para vender ladrilho
de lousa de 1,
paingo, capacho
M loja
das seis portas
KM FRENTE DO LIVIUMEJNTf,
Corles de collete do casemira bordados a
2?, pegas de algodo trancado a I^OO, cas-
sas para cortinado com bonitas ramaitcns a
2/500 a pega, dit-.s admaselas a 136U0 a
nega, lengos de retro/, a 500 rs. cada um,
saias brancas bordadas a i.liOH,
Ao Gouva
Loja encarnada, ra do
Queimado n. '27, esfjiii-
na do Collegio.
(Fazendas finas para a praca)
Ricos chapeos para senhora do lodas as
quahdades e ltimos gostos. ricos mantele-
tes para todos os pregos, corles de seda para
vestido, com babadas, ultima mbda, ditos
sem babados de todas as cores e qualidades.
romeiras, camisinhas, manguitos e golinhas
de cambrata bordadas, chales de lo-j^uim,
de seda, de merino, de tariaUna, cambraia
e do.ganga brdalos, cambraias de cores
muito linas, lengos de setim e de seda de to-
das as qualidades/ricos pannos finos, case-
miras, velludos, merinos gurgur3o e fus-
toes, chilas linissimas. largas, francezas, e
ludo quanlo possa servir ao bom tom o gos-
to da cidade : recebem-se sedulas velhas.
Guarda nacio-
nal
Ainda continu'a estar venda o- -Manual
da G.iarda Nacional, no deposito da ra de
S Francisco n. 6, tanto em brochura como
encadernado.
lons charutos
No deposito n. 6 da ra de S. Francisco
vendem-sc charutos de todos os pregos,
mais barato qua he possivel, por ter grande
porgao, e lambem se vende em lotes de 5 e
10 caixas e a prazo.
Velas de es per tria ce te.
Keceberam-.se agora novas velas destea-
i'ina, que se vende a retaibo em caixas
de ->."> libras, por preco commodo : na
ra da Cruz n. 4'J.
J\a
de carnauba, velas de dita,
escovas para sapatos.
loja
das seis portas
ISin lente do Livranu nto
Palitos de panno fino pretos e de co res
tus cada um, chapeos de oleado para pagem
a 23 cada um, inanias para sellim do ultimo
gosto a 13, jogos de damas a 500 rs oh qe
pechmcha, mo duras para quadros a 13600
cada uma, chales de seda a 5>, mantas a 29.
i^a loja
das seis portas
em frente do Livraueiito
PARG ACAR4R.
Cassas de cores a 80 rs. o covado, meias
cruasa l0 o par, duzia 1*440, cortes de ves-
tidos com baba los a 800 rs chales pretos
de 13a a 13, riscado para colchSo a 80 rs o
..- ?.. ,rawn ,au.uUeovado, luvasdc seda pretas e de cores a
1 i|2 e 2 palmos quaarados, 50 rs. o par, chicotes pata andar a cavallo
is de esparto, em lardos, cera i ICO, bengalas a 500 rs., chales de merino
laV lili lilla (i 11 .1 I ,. .1 ."- Innhi U, ., I 4 Jt ^ _!___.._
com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditas claras, padrOes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordado;, para colletes a 4j cada um, 13azi-
nhas escuras de mu ricos e variados padrOes
proprias para vestido de senhora e roupOes a
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslrosde cores alegres e mu elegantee
gostos a 220 o covado. ditos francezes ds
quadrus de lindos padroes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs .dita eslampada de lindos padrOes a 320 e
400 rs. o covado, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas fixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito finas e com 10 varas a 68600, di-
tas do dita mais chcia a 436OO, dita transpa-
rente com 8 varas, muilo linas a 55400 a pe-
ga, pegas de bretanha de rolo com 10 varas
a 23 cada uma, grvalas de selim pretas e de
cor, gostos modernos a 13280 cada uma,
cortes de brim de puro linho a 23300, 23400
e 2/500, casemiras de lindos padrOes a 53500
o 6g o corte, ditos de algodo de lindos gos-
tos a 13, l440e 13600 cada um, lengos para
mSo a 120, ditos com blco muito finos a 360,
chales de gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obia primorosa, gangas -mescladas
proprias prra caigas c palitos a 560 o cova-
do, casineta preta fina a I3IOO o covado, len-
gos de seda de lindos padrOes a 2f cada um,
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
muitas outras que se n3o mencionar, mas
que se veuderSo por baratissimos pregos, e
se darao amostras com penhor.
Feijo novo.
Vende-se na ra de Apollo n 5, por prego
razoavel, em saceos do alqueire e mel.
POTASSA DA RUSSIA CAL
VRGEM.
No deposito da ra da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muilo superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa era pedra, tu Jo chegado ha
poucosdias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qualquer parte,'
Vende-se espirito de vinbo : na resti-
lag3o do moinho de vento da praia de Santa
Hita.
Gomma do Aracalv.
Em porgOes e a retalho : vende-se na ra
da Cadeia 11. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
SAPATOS bO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a esle merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : em cisa de Caminha A- Filhos, ra
da Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novollo, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor &C.a, ra do
Torres n. 38.
Em casadeRabeSchmcttaui&Companbias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburiio.
nelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se per pregos razoaveis, n
escriptorio do agente Uliveira,rua da Ca
deia do lenle n. 62. primeiro andar.
fio de algod3o,
A o Gouva.
ftua do oueimado ti. 27,
esquina Mussulinas com (.equeno toque T200 rs. o
Collegio.
pintados a \j, dilos de garca a 240. ludo com
deleito ; d-se para amostra com pcubor :
a loja est aberta das 6 horas da manh3a as
9 da noite.
.Attencao!
...wuui pciju Vendem-se sedas brancas lavradas e (as,
covado, enfeites para cabega do senhora do Para casamento : na loja de M. Ferreira de
melhor gosto, e diversos pregos, escom I ha 8
preta para luto, lengos de setim maco ere-
tos, fustSo branco liso e de cores, e um sor-
Agencia
la fundilo Low-Moor,
ra da Sensata Nova
ik 42.
Neste estabelecimento contina'a a baver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixasde ferro batido e coado de lodosos
tamauhos para lito.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriplotio
do agente Oliveira, ra da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundic.'io de ferro de D. W. Bowman
na ra do ISium, passando o cliafa-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e bati-
do, de3 a 8 palmos de bica, as quaes se
ccliama venda por precocommodoe com
promptidao, emtaarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na ra da Madre de Dos.
12, armazem de Novaes & C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
el lins e relegios.
SELLINS a RELOGIOS de patente
laglCl : t venda no armazem de
llu-ln n Rooker A Companliil, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 56.
GQI PEQUERO TOQUE DE
ATARA.
A dnheiro
2<.Po5?,Ldeo!AdSo ,iso ,,r8' encorpado a
23, 2/240, 23500 e 28800 a pega, dito de si-
SLtfS 25' 282*0' a/500' *" 3o Pega,
SfSJ "rgoa 100',2. 1*0 e 180 rs. a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
que rolla para a ra da Cadeia.
Ao canto
QUE ESTA'TORRANDO
h.1a.l0ja dA ruada ^deia do Recife n. 54.
h!S ae"r er Um grande e esplendido sor-
t.mento de fazendas baratissimas que fazem
admirar, o bom gosto, barateza e Coa quali-
de r'im fazendas s3 seguintes: cortes
de brim para caiga a 2J300 e 2j400 cheos
de, sol de ba.eia ditos de trro' BE
ditos de junco a 19350, setim preto mac
rapazes de bom gosto, e como se usa em P
r.s, ca ca, collete e palil, o covado a Sloo
sargelim a 170. 180 e 20o Vs. o cov.do.^us-'
sulma de cores a 300, 320 e 340 rs mni '
fina a 360, cortes de' ^kVsSStt
ultimo gosto, r.qu.ssimos padrOes, de 6/500
ate 12 meias cruas para homem a 160. 00 e
240, e finas a 300 rs. cada par, chiUa Mra a
pobreza, o covado a 140. e pega a swoo n3o
desbotam, he escura, propria p.r. escravos
com Pintas de mofo, mantas de seda da1-'
da a 55, 55500, 6 e 7, e muito finas a 98
ni?" naS SeblP<". o covado W. '
8500 e 18600, grvalas de 19a a 800. 880
\l, 8100 18200 e imoo. muilo finas VS
tas de mola a 18, manUs de lago a 38. us-
sul.na branca fina a 300, 320 o 340 rs. o co-
S&sl bor,dil10 de seda a 10, ditos bor-
dados de seda e franja de retroz a 109500
d,i/J a 5/800, 6, 7e 88, ditos bordados de velludo
a 1*3, panno lino preto a 38400. 28600 -w
ffi *?' ,4/512 e- 5>500' nuito fio^
-8200, madapoiaoem pecas a 2/600, 2soo
38, 39200, 38500 e 48. e dihi al 500, sed.'
intitulada melindre desenha a lao covado
chales pretos de alpaca a 38600, alpaca d
i*52E? 56 covad0' 8ed branca le viada
a 18400 o covado, alpaca de cores lisas a 600
rs. o covado, ditas pretas, lencos brancos
.JSS?% a duz,a a ,a30 dits finos fixes
a 15700, 15900, 28, 284O e 28800, cortes de
casemira de algodSo a 28200, cortes de seda
de passar a Testa a 158, alpaca preta, o cova-
do 480, 560, 600, 700 e 800 rs.; e a 90o rs
muilo tica, chapeos de mola a 58400, chalv
dequadios a 900 e 950 o covado, riscados
raunstros proprios para escravos a 220 o co-
vado, tapetes de velludo para cima de mesa
de fidalgos a 308. meias de seda preta a
2/400 e 28500, caselfio da Suissa a 800, 900
e 950 rs. o covado, alpaca de seda 800 rs
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordados, que por serem tactos os pregos
nao se menciona, liras de cambria a 1/200 a
pega, mantas de velludo para cima de sella a
0/400, pulceiras a 38500, 4 e 59. riquissimas
sabidas de baile a 258, ilalia preta, o covado
18, dita de cores a 950 e 18, tapetes a 88 e
128, luvas de seda bordadas a 28500, visitas
para seuhora a 128, ditas para menina a 83,
cnapeos para menino enfeitados a 45O0O Na
mesma loja sedao as amostras, e se manda
fazenda com o caixeiro.
*tmwiu*mrt<
prximo
Fiiflio. no dia 22 de setembro
passado, na altura
deS. Lourengo da Mata, guando de Paieu"
de Flores regressava ao Recife na companhia
dos cargueiros que traziam as malas do se-
nhor mogo, a cujo servigo entilo all se a-
cnava, o escravo Manoel, ciioulo de 35 a 40
annos de idade, estatura mediana, refeito*
do corpo, rosto redondo, n.riz chal, olhos
grandes, orelhas pequeas, denles alvos
pouca barba e cabellos da cabega crescidos' '
soffre de cravos em um dos ps no ealcannar
pelo que ao pisar nao firma o calcanhar.e
lera a cor fula, que nSo se manifesta fa-
cilmeatenle no rosto e bragos or es
tarem muito queimados do sol ; traiava
quando fugio camisa de algodSo grosso cai-
ga de cor e chapeo de couro : consta que
L"!P n" P^rn^Uf.a noeDenho (apibar.be
do 8r. Dr. Olinda Campello, donde sabio na
manbaas^guinte comdirecgao lalvez ao Reci- '
fe, portanto roga o abaixjrasslgnado as auto-
ridades policiaes e capitesde campo appre-
hensSo do dito escravo, e sua ent'ega u na
ra da Praia n. 39, primeiro andar, ou no
(.achanga, casa confronte a igreja, pelo qUe
se gratificara com generosidade.
508000 de gratrficagSo.
No da 27 do corrente ugio da casa do
abaixo assignado o escravo crioulo de nome .
Pedro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, bastante preto, j tem bas-
tantes cabellos brancos, tanto na cabeca co-
mo na barba, levou caiga de brim de qua-
dros e camisa de madapolSo, mas talvez te-
nia mudado de roupa porque levon mais
alem da do corpo, ralla bastante descausado
e por entre os denles ; julga-se que ter* ido
u para Garanhuns por ser natural desse lugar.
. e do I* ter viado para ser vendido nesla ora- -
ga: roga-se, Portanto, as autoridades eca-
pilaes de campo, a apprehens3o do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na roa Imperial n. 173. ou em Gara-
nhuns ao lllm. Sr. Manoel Jos Mendes Ras-
os, que se grat.licar com a quanlia clma.
Recife 29 de setembro de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos Villaverde.
o da 5 de julbo do corrente anno fu-
gio do engenho Lursahi na comarca de P3o '
d Alho, o escravo Antonio, Cagangc, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea con-
versa pouco, pernas finas, be casado,' o lal-
vez lenba algumas marcas de relho as na-
degas por ja ler sido castigado levemente
esse escravo foi di s herdelros do finado Cae- -
tao GongalvesKla Cunba; consta que este
ve cm hamo AntSo, em casa do Sr. Jo?
ti ment
miras.
completo de pannos linos e case-
Sa, na ra da Cadeia do ecife n. 47.
PABELO.
Vendem-se os seguintes escravos: I
escrava crioula, de bonita figura, com 22
annos; 1 linda mulatinha de 16 annos ; 1
mulata de bonita figura, de 20 anuos: na
ra da Aurora n. 36.
ibe^UtoT n"h,ba d* 'fvnntho toda n/7, uffZSZ^VSR&Si
3 h!-. rlT"''0" C0"' b,co n,uit" lin- ft' (;- excellem*gommacbeTada
do, bastante grande, e esia mu.to propria ltimamente do Ceart, por precoCommodo'
para um baplisado de ostcntagSo : quera a tratar ua mesma. Na m.'sma Um tai
,l1oUia'd,a,SoaJrea fUa d QuCmado 33> vendem-se bolij.s com muito .,0^,^,7-
iujd ua ooa re. ig|eza para coplar> por Iircco C0lmn0(l0#
TMLIIA


ILEGVEL
mero 48.
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porgao o a relalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
CUAS DE TRRO
Escolenles camas de ferro para solteiros
vendem se no escriptorio do'agente Olivei
ja, ra da Cadeia do Recife n. 62, priraeio
andar.

_- ------- ~.o, clu taS, ao sr. Jo?
;r*ncico,_assim como consta que em Pai-'
ir-8 :
existe um escravo com qs mesmos sign>
a pessoa que o conduzir ao referido%K-
nho, ou ao Recife, na ra da Guia n. f ou
delleder noticia certa, ser recomrDS*do
com toda generosidade; e quem o 'Ter <"
seu poder, fique certo de sua pu'5So c<,n>
todo origordasleis.
-- Anda fgido o escravo cri J' de no-
me Scverino, baixo, grosso corpo. cor
bastante preta, idade 18 an^s> com princi-
pio de oflicio de alfaiale> inlitula-se por
forro, e quando anda fue1'0 costuma traba-
lhar na escada da alianza e a bordo de na-
vios, assim como a ^dar por Beberibe :
quero o pegar, leve *eu senhor, morador
na ra das Aguas-Vedes n. 50, que ser re-
compensado,
Fugio no di. de outubro do corren-
leanno, oescrav mualo de nome Jorge,
baixo, secco do lem do lado esiuerdo do rosto uma cicatriz,
hombros sunpdos, olhos pequeos e vivos,
pernas e br.gos arqueados quando anda :
este escravr foi do Sr. Manoel Tbomaz, ex-
carceireiro levou vestido camisa de algo-
diozinho de listras, caiga de ganga azul, e
dous ch'Feos, sendo um de pello e outro de
feltro.ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se pos a todas autoridades pollciaes capi-
I3e.de campo, que o apprehendam, e con-
| drzam-no a ra da Concordia, armazem de
I natenaes n. 26, que ser generosamente re-
compensado. Ksic esciavo ja foi epprehen-
dido o anno prximo passado no engenho
Jacar, cidade deGoianna.
PERN. TYP. DE M. F. DE FARIA 1857
* -


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