Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07850


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Full Text

ANNO XXXIII N. 221
r
i Por 3 mezes adiantados ii'OOO.
Por 5 mezes vencidos 4>300.
.


(HARTA.FF.IIU 7 DE OITIBBRO DE 18o7
Por anno diantado lsOOO.
Porte ianco para o subscriptor.
KNCABBKGADOS DA HBSCRlrCAO DO NORTE.
Ptiihlba, Sr. Joao Sodolpho Gomei; Naul, o 8r. Joaquina
I Ttrtira Jnior ; Araeatv, o 8r. A- de Lemoi Braga ; Cea-
ta', o Sr. I. Jote da Oliva'ira ; Maranhao, o Senhor Sot Teixei
ra de Mallo; Plaahj o Senhor Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, Si. luiiine J. Ramoi i Amaionai, (r. Jtronvmo da
Cotti.
PAETIDA DOS CORBEIOS.
Oliii'lr : tutos os ilias, nOc m.-i.i horas do da.
Igualas.u tx.i.i.na ,- Paraliiba: as HMall B Mltas-feina,
S. AlliOt Belerrea, lloiiitj. Caara', Allinlio p GeraalMIu: na terca-feira
S. Lour.'nto, Pao d'Alho, Naiarrlh, J.,m.....ro, Hr.'io. IV..|,ir,ra, Ingaieica
Florea, iiU-lleMa, lloa-Visia. lunera Km', uequMH-fciai.
Cabo, Inojuca.Seiinliaem, Rio Forneo, l'n.i, Berrairofl, Agua-Prela, P
mriitcirasf Rata] : ejalatai-felnt.
.ledos oa correios parlen, as 10 horas da manhaa.
AUOIENGIAJ DOS TBJBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : legunda a quintal.
Reiacao : lerca fersi a labbados.
Fazenda : quarlai a aabbadoa aalO hom.
Juno do commereio : aegunda ai 10 horai a quintal ao mito dil.
Juio da orphaoi : legunda a quintal ai 10 borai.
Primaira vara do eirel : iigundn eteitasae meio da.
Segunda Tara do eivel ; uirtai a aabbadoi aa malo da.
EPHBUBB1DES DO MEZ DE OLTLBRO.
3 La chela ai 80 minutoi da tarde.
10 Quarto miitguante ai 3 horai e 3< minuloida manhaa.
17 La nova ai 7 horai a 19 minutos da tarde.
25 Quarto creicente ai 11 horai 40 minuto da larde.
PRKAMAB DBHOJE.
Primeiraai i> horai SI minuioi da manhaa.
Segunda ai 7 borai a 18 minutoi da larde.
DAS da semana.
8 Segunda. Pe. Placido b. e Elvira ir. mm.
6 Terra. S. Bruno fundador : Ss. Castor c Herothides mm.
7 Quera S. Augusto presb.; Ss. Sergio e Bacho mm.
8 Quinta. S. Brigida duqueza tima : S. Semio.
9 Seita. S.Dionysin b. ni. ; S. Abrham patriadla.
10 Sbado. S. Francisco de Borja Ss. Eulampio e Eulampia.
11 Domingo. 111. S. Nicaciob. ni. : S. Samatra m.
ENCARREGADOS da bubscrica no bul
Aliaos, o Sr. Claudino Falcio Diai: Baha, o Sr. D. Dupra
lio d* Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
0 proprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa da lana ni ni
i'iram, praca da Independencia n. e 8.
No dia 15 do crtenle termina o prazo para o pa- ,
gamenlo da tobscnprao do prsenle quartrl a ir, e
lindo o referido das io era' rrcebi to a 49300. Nao I
sendo poitivel o cobrador rectber de lodot oa lenho- l
rea atsignau es ao mesmo lempo, rogt-ie-lht quii-
ram deiiar ordem em iaai caiai para o pagamento.
PARTE OFFICIAL
KELATOR10
Do ministerio da justira, apresentado a as-
semblea ge ral legislativa, na primeira
sesso da decima legislatura.
.luguitos e dignitiimos senhores representante!'
da naca i.Lomprindo o precedo da le, venlio a-
preseular-vis o relalono do minilerio dos negocios
da juslija e eeclesiaslieot.
TITULO I.
Tranquilidad* publica.
I ii ella ameajada, ou aptnat perturbada momen-
tneamente em alguoi pontoi do Imperio, como tos
d re nilios tilulos segainles :
* N. 1.Alintalos contra a aoloridade.
Achando-se pendentes da rieeisao do jaiz de di-
reilo interino da comarca da Chapada, residente na
villa d.i II rra da Corda, provincia do Maraohln, os
autos de suspeij.io posta por Milita i llm leira lijr
ros io substituto do juiz maoicipal, a nppelltjao de
Miguel Olympio de Ca.valho, e os processos de res-
ponsabilidade iostanradoi conlra Frauciscode Araojo
Coila, e nao contando os intercalados com o favor e
protecjau do jaiz de direito inlerirui, que era o ba-
rliarel Fermodo l'ereira de Castro Jnior, e do pro-
motor publico, conlra ellei pralicaram o seguinle
plano que lisviam premeditado.
O mbdelegado de polica de inlelligcncia com o
cabo de esqoarira, eommandanle do deslacameulo, a
prelcvjo de ellecloarem a prisao de om homem que
oenlium delicio havia commettido, fiterim grande
tumulto e alarido nal proximidades da casa do jan
de direito a promotor. Immediataraente sahiram esles
para observar o felo, e vieram logo depnit delles o
delegado de polica, o juiz moni -ipil e outrai petsoas
do lugar.
O cabo de esquadra com a forrea a su) ilisposic.ii
e uin grande uuinerode individuos que se llie reu-
nirn), prnrorapeu am insnllos conlra o jaiz de di-
reito e o promotor, levando aeu desmando ao ponto
da ioTeslir conlra o primeiro com mo armada. Me-
iiii'presaii lo ai ordem do delegado e do juiz munici-
pal, diise que ni obdeceria ao modele gado, e preva-
leceodo-se de un mandado por este do antemSo pre-
parado, deu voz.de prisao ao juiz de direito, promo-
I r, e seii cidaddos dos mais qualificados. O juiz de
direito revestindo-se de grande eneren, fez aborlar
o plano quanto a sua passoa, mis nao pode conse-
guido quanlo aos dentis que foram reculliidos ao
quartel m litar.
O lenle eommandanle da companhia de pedres-
lei estacionada na villa da Chapida? logo qac leve
conhecimento deslas occarrencias, transporlou-se
para aquella villa, e alii castiganlo severamente ao
ib i eommandanle do deslacameulo e sabili(aiodo-o
por oolro inferior, conseguio rtstabelecer o socego,
e serenar os nimos, que se achatara sobremodo ex-
citado*.
A presidencia, loajo que foram conhecidos esle
fados, nrdenou a rierais.jo rio subdelegado, e alem
de oulrai providencias mandou ao lunar o eomman-
danle do corpo pol cial com forra sullicienle para re-
primir qualquer movirnenlo.
No dil 2 de abril deu-se umi tentativa de mirle
i-ni ira Felisherto Gomes Cal li ira, terceiro suhsti-
lolodo juiz municipal, e primeiro supplenle do de-
legado de polica do termo do Uto 1' mo, provincia
de Mm i- 11-r.if-. Todas as suspeilas recahiraro loco
sobre Jos de Paula Vieira, subdelegado do dritriclo
da Serra Nova, iuimigo de Caldeira, porquanlo alem
da outros indicios, viera o isaaatiuo montado om um
cavallo ilelle lezrse o processo t foi o sobdelegado
pronunciado.
Quiz Vieira desforrar-se, e rennindi genle enlrou
de mgo armad! na villa, e ie n.lo foisem as instan-
cias do vigsrio e de oulras potsoas, levara ao Ttm o
aeu intento, que era soltar os presos da cadea, onde
eitavam doas escravoi que the haviim silo sequei-
Irados.
Helirou-se, mas fol postar-ie a urna pequea dis-
tancia, continuando a linear ir a villa, e daln linal-
inenle recollieu se a Serra Nova augmenlar a sua
forc, atirn de dar novo assalto ao Rio Pardo, quan-
do o supplenle do juiz municipal fii em propria
pessoa levar-lhe o autos crimei de tentativa de mor-
le com a despronuncia delle.
A Cmara municipal e ai autoritario recorreram'a
presidencia para livra-los do estado de terror e coac-
; ii em que eslavaro, dar seguranca e Iranqoilida-
de aquella povoarao.
O presidente da provincia lomou as seguinlrs pro-
vi delicia.
Primeira.Mandou com as neerssarias instruc-
i;es para o Rio Pardo o capilSj do corpo policial
1 rauciico de Suuza Lima, nomeando-o delegado de
policia desse le roo.
Segunda. Ordenon aos contingentes de forjas
dispersos pelas vizinhanjai que convergissem para
aquelle ponto, e aos eominandanles da guarda nacio-
nal que presiassem (orease fosse reqaiiitada.
Iereeira.Ordenon ao juiz de direito da comarca
que entraise logo em ejercicio.
'.Marta..Mandou promover o recrulamento.
i.iuinU.Kecommendon a prisao de criminosos e
deteriores. ~
>c\la.t.nu-iJeroii como conlvwia a lei a des-
pronuncia, e mandou que se iustaorasse novo pro-
cesso pela tentativa de morle.
O capilau, logo que enlrou em eiercicio da dele-
gacia, fez capturar Jos de Paula Vieira, que na
qnalidade de vereador da cmara monicipal se a-
preseolara com impudencia e escndalo, fazeudo
parle delta no aclo da posse do mesmo delegado.
K--5 aelo de energa e outros pralicados pelo refe-
rido capilio reililuiram a calma Iranquillidade do
municipio. Vieira foi da novo prooeisado eja'deve
ter respondido so jury por seus crimes.
N dntriclo da La'goa Santa, municipio de Sania
l.uzia, em de fevereiro do anno correute is sele
h >ras da He, um i escolta que lb o coinman lo do
lente Ere tunco Augusto da Silva Brandito, ilili-
genciava a captara do aceinoro-o Joiquim Veneno e
de outros criminoan, foi por estes accomm illiria em
nm 'ancii i on le so aquarielava : nJ> obstante estar
parte da forra cuidan la dos animaos, qae se aclia-
vam no pasto, a dita e mente, resultan lo do conflicto licarem feridoi leve-
mente o tenante e dom soldados, ti ataque durou
por urna hora, e continuara por mais lempo se nao
fossem feridos algons criminosos e enlre elles gra-
vemente um de nome Cimillo, qae oslentava manir
audacia.
Em eonsequencia denlos, parti o
chele de policia por ordem da presidencia para os
municipios de Sibara' e Santa Luda, acompanhado
de urna forja de primaira linha, mas nao pule con-
seguir a priso dos criminosos que pela proleero
que tinham, poderam ausenlar-s- para lagares re-
mlos.
Na unte de 3 de s-lembro do anno passadn, um
cinpi armado inralio a eadeia da villa das Tre
Pautas, e despejaban lo o (ronco em que se achava
preso o ollicial de jmtlra Antonio Kothguesda Cos-
ta, p-lo emliberlale, ptrcorreu lo depois as ras
ila villa com grande assua la e menoscabo s autori-
dades.
Esle ficto que se lem procurada juslilicar coma
illegalidade do pnicedimeutu havido pars com o ofll-
a-ial de justira, loi lomado na dtvida considerar;ao
pslo presidente da provincia, que mandou V2 pra-
vas pura aquella villa a' disposiQla ,lo juiz municipal,
cipadio ordem ai promotor publico da comarca pa-
ra denunciar dos fados mencionado', e demiltio lo-
go o subdelegado de polica por ter tonudo parle
nelles.
Nalaile de 18 de fevereiro foi o bacharel Jo)
Bernardo da Viseoncellus Coimbra, jan municipal e
di o-pliaos e delegado de policia do Ter roo da Ja-
uuaria. ferido por um Uro de bala qu nido vollava
villa d'onde salnra para proceder a um inventario.
Logo que o presidente da provincia Uve eonheci-
mento do faci, ordenou ao juiz de direilo e ao pro-
motor da comarca que seguissem para aquella villa,
o prumiro para dar as convelanles nHirui-rn au
juiz formador da culpa, e o seguud) para atsiilir .ios
aclos do processo e promivc-ln.
Al as ultimas nformar/ies nenliumi prova liavia
a respeito do aolor do crate, recabindl todava as
suspeitss sobre o colleclor Lula Jus de Azevodo,
inimigo do juiz minicipel e sobre um soldado ile-
.ajrtsr.
O joMz muripal mandara prende.- o rilleclor com
o funiaminlo de elar pronunciado detlt IS'I por
tentativa de homicidio. Esla prieSa foi preletto
para que os advirsiros do jaiz niiiincipal promu-
vf-.em um prouunciamenlo popular, apoiado, -eni
dirigido por diversos jui/.es de pa e sab.leleirados, c
principalmente pela cmara inanicipal, que e cons-
tituio em ses-i i permanente por iros das, chegaulo
as comal a ponto de ver-sc o juiz obrigado a eahir
do termo para o de Montes Claros de hormigas.
O pretidente da provincia enlendeu daver man-
dar logo para aquella termo um oflicial de policia
de cnilianea, i quem nomeoa delegado; demiltio o
colleclor Azevedo, ordenou que o juiz dt direilo i
fosse residir por algum lempo na villa Januaria, I
dando-lhe as iiislruccajcs necessarias para inslaorar I
os procasios da responsabilidade.
Igual em seus resudados foi o facto qae hoave em I
Praealu' contra o hacharel Antonio Joaquim de El-
goeiredo Seabra, juiz moiiicipal do termo.
Existia iiiimisade eulre esle e o fallecido juiz de
direito da comarca, o q-ial aproveitandose de urna
queixa dada conlra o jaiz municipal, rivelou sua
inimusidade, pronuncian lo-o injustamente.
A casa do juiz pronunciado e suspenso da jurisdic-
e.o, foi apedrajadd e quebradas as portas, janellas e
0 lelliado della. Das depois allirma ojoiz munici-
pal, que por ver aunara la sua existencia, refugiou-
se no termo do Patrocinio, e dahi se relirou para es-
la r ji t... aonde am la esta'.
As autoridades de Paracatu', se no foram conni-
ventes no desacato ao juiz municipal, raoslraram se
dominadas de negligencia criminosa. N,lo previni-
rain, como deviam e poliam, os insultos ; nao pu-
uiram em conformidade da lei os seus autores. Pelo
contrario o processo que instauraran] por ordem da
presi lencia foi julgado improcedente, seudo o faci
reduzdo a simple categora de damno.
O govorno imperial nao se Mlliftl com esse resul-
tado ; ordenon que sa mandasse fazer novas averi-
gnacues sobre o. fado e o processo, logo que all
chegasse o juiz de direito nomeado para a comarca.
A (u_-a do juiz municipal, e a morle do juiz de di-
reilo, deixaram a administrarlo da justira na co-
marca de Paracadi, entregue a ranos de leigos, do-
minados por i ii i un /.i Jes pessoaei e por alternes de
partidos.
Espero qde a chegida do novo juiz de direilo po-
ra' termo ao estado pouco lnongeiro da comarca.
N. 2.Colonias de San Paulo.
A agitarlo qoe appareceu entre alguns colonos da
colunia oSeoa I ir Vergaeirou estabelecida na fazeu-
da do Un alia, di-lriclo da villa da l.imeira, provin-
cia de San Paulo, rieve ser menciona la neste titulo.
Acensando os coljtios a falla do implemento dos
conlratos, em riezemlirii do anuo pastado, amolna-
ram-se e amcar.ariin de romper os mesmos. sahir
doa estabelecimentos, a resistir, se a aulondade qui-
zesse conslrange-los, dizendo que elles manliuham
rala^et com as oulras coloDias.
leudo noticias lessas oecurrencias, orlenei ao vi-
ea-presidenle da provincia que fizesse seguir para o
Ibicaba o cliefe de polica, apoiando a sua aulorida-
de com forja respeilavel, e o encarr'gasse de averi-
cuar os fados em relac.lo a' ordem publica e a' te-
guranra individaal.
'.'nudo o eliec da policia chegoo a l.imeira, ja
eslava no lineaba um agente do consolado aoisso,
incumbido de verificar al que.ponto eram funda-
das e verdarieiras as queicas e reclamac,es dos co-
lonos. Deixou que elle terminaste o sea inquerilo
para proceder a' averigu.if,ao que 1 lie fiira encarre-
gada.
As ultimas communicaQoes referem que os colonos
tinham \ iludo a seus tralnlbos regulares depois da
sahida do senle suisso
Nada mais poiso acrescenlar por nai haver rece-
bido anda o relatorio do chele di policia, que adoe
ceu ao vollara' capital. Eulrelanto parece qae nula
se rieve recear pela Iranquillidade da p-ovincia.
Esles e outros fictos indicam a necessidade de
urna lei, qae resale as relaces dos colonos cora o
proprielarios, e a polica das colonias.
N. '). EleicOes manicipaes.
0 presidente da provincia de San Paulo, ranlo
cont do estado da provincia, em redacao a* eleije
municipaes, cominniiiruu que em agosto, conform
informar,.', do delegado de policia de M igymirim,
por aqoelle lermo paliara genio aunada e deseonhe.
cida, e sendo presos tres indiviiluos declararam qui-
egoiaro para (iuaratingoela' par convite do padre
Iteis E'ranra, para perturbarem as eleij's.
Em eonsequencia desla communicario e de no-
ticias que corrern) descrevendu como pouco lison-
geiro o estado daqaella cidaJe, o presidente fez se-
guir para all o lenle coronel eommandanle do
corpo lito com JO praca, e deu ao jaiz de direilo di
comarca inslruccoes, que se podim resumir assnn :
1. '.i i" a forja Ocava a' tua dispoiigo ;
-'. 0"a se conservara postada a urna legua da ei-
dade ;
.1. Qoe entrara quando o jaiz de direito jalgasse
conveniente.
Kecromineii loii-lbe :
1. Qoa manlivesse a liberdade da eleijao, mani-
festando ao juu de paz s autoridades policiaes o
fim a que se diriga o destacamento :
J. (Jue everiguasie s tinham chegado a Cuara-
linguel os homens que liaviam panado por.Mo-
gymirim.
Ojuiz de direilo da comarca communica ao pre-
sidente em data de 7 de setembro que as provid-n-
cias toma las linham produzido o desejado elTeiti, e
qoe os partidos estavam dispostos a dispular a elei-
C'lo no leneno legal. Em dala de 10 iuforma que
foram exagerada! as noticias a respeito da cida le de
Guaralingiiela ; que o juiz motlieipal e autoridad'!
policiaes tinham procedido regularmente e com mo-
derarlo ; que nruhuina revista da goarda nacional
a ordenara, nem houvera ostentarlo de forra ; e que
a Iranquillidade publica nAo fura amen; ido.
Na freguezia de Sanio Antonio, eidade do Reti-
re, hoave no dia 8 por occasiao da eleii;ao munici-
pal, grande desordem, sendo que quando o chefe de
polica compareceu, achara a urna leiia em pedamos,
bem comoeadeiras e casliraes dos altares, de que o
contendores lanraram m.lo pata o cmbale. Rilo
obstante haver all f Tc.a, foi ella augmenla la re-
quisirao dapoelle magistrado, que consegoio disper-
sar, por meios brandos, algns grupos que anda al-
l eslavam.
Na freguezia de S. Jo>c houve laoibem nsse dia
grande agilacao e amearas de disordcm. Aeu liram
o chefe d policia e eommandanle das armai com
forja e foi conseguida a pacilicarilu doi nimos. R'o
dia 10 houve novo (umolto qae nao progredio pelas
providencias tomadas pe i autor ida le.
Reinou tambera granrie agitaran e hnove olTensas
physicas nai fresuezias da Victoria, Tracanhaem e
'i launa da mesma provincia.
A eleir.lo municipal na fragaezia do Cralo, pro-
vincia do Ciar, deu lugar as oecurrencias seguin-
le :
Kecehiam-se as lisias para vereadorts e juiz dn p-z
no dia S le setembro, quando doos massos de listas
sao lenlo, com direcrao urna ; algumas rhegam
ao seu destino, oolras cahem sobre a mesa. Os m-
sanos enlram era conselho sobre o meio da deparar
a urna desse vicio. Era porara necassario livrar-
le do |iovo qae a opprimia de lodos ot lados : pedem
ao juiz de direilo presente que mande vir algoma
forra do de-taramento pera msoter a rioliberaco da
mesa que era fazer evacuar a igreja Picando
tmenle a gente mais arada de um e nutro partido,
para assislir e inspeccionar o exama da urna.
Concordam lodos nslu. o jaiz da direilo manila
vlr 10 soldados, que sao enllocados como sinlineUas
s portas da igreja. Principia o povo a evacuar o
templo, erapregando-se nesse trabalho o deleaa policia : um do povo resiste ; o delegado quer fazer
cumprir a sua ordem ; acode oulrc que arremete
conlra o delegado com urna faca. Nao o fere, por-
qo amia is agarram o aggressor. O ordenanra do
delegado corre em sua defeza, a enlo corneja a des-
ordem ; ninguem mais he tendido.
1 na parle do povo armada de rceles atara prin-
cipalmente o ordenanja e as senlinellas. Estas ahin-
dnnam o posto, correm para dentro da igreja. I'is-
param-se doas tiros, dos quaei ura he dado ern Jos
(ionjalvei I.in um, que morre pioro depois ; oulro
fere um individuo. Os soldados ficaram feridos e
C'iniu.it ; alguns foram deiarmados.
O eommandanle do destacamento, sabendn dessas
oecurrencias, corre i igreja com o resto da forja,
chama os soldados a forma, faz-se obedecer, e grajsi
aos esf Tres de lodos, restabeleee.se a ordem.
O vi:e-presidente da provincia denrtlio o;delega-
do de polica ; remnveu o dattacamenlo, mandando
para o Cralo um capilao com .Vi praras, nomeou a
este delegado, ordenou ao chefe de policia que ins-
laorasse o processo conlra os criminosos, e lirn o
le-lacamenlo de sol a aulnridade do juiz de direilo.
<> processo esla formado pelo chefe de polica cora-
prebenden lo diversas pessoas, mas nao foi pronan-
ilia lo o del'iado.ao <|ual.alguinas pesaoas impularam
M tiros que os soldadas dispararan).
N. t.Eleijo de elcilores.
f.-irreram ese (irerain ellas em quasi lodo o impe-
rio sem perturbarlo da ordem publica, sera marcas
de singue.
Sao excepj.l,, dessa regra, que falla milito alto em
prol de notta rivilisicao, as tres freguezias da Irnpe-
ralriz, Sobral e Sanl'Annada provincia do Oar.
t'.onsta dos relalorios e infonnaces qae ja estam em
vosso poder os fados que all houve, como elles se
passaram, e quaes as providencias lomadas para o
i reslabalecimenlo da ordem publica e pooijle doi
1 crimes que eusanguenlaram essa provincia, a horro-
risaram o imperio a que ella perlenre.
I O juiz de direilo, causa principal das desgrajas da
villa da |Imperatriz, foi removido para nutra eo-1
marca.
Eoram pelo chafe de policia, Dr. Abilio Tavares
da Silva, formados os processo criminaet a nellei
aompromellidot individoos de ambas as parcialidades
polticas qae lutaram nesias eleijuei: o tribunaei
farao juslija.
Os inqueritos a que o governo imperial mandn
proceder para averiguajao dos fados havidos oessas
eleijOes.ja foram remedidos cmara dos Srs. depo-
tados : vossa apreciajao ha da satisfazer o vol da
opiniao publica qoe dtieja ardenlemente a regene-
raj.lo do parlamento por meio de eleijOes livres de
fraude da violencias, nao inquinadas pelo sange.
Sa elevemos lamentar es-as tristes oecurrencias,
havidas no Ceara, compre-nos todava reconhecer a
imparcialidade a energa do presidente da provincia,
a juslija e prudencia com qae proceden o ehefe de
polica, a dedicarlo e zelo das autoridades jodicia-
rias qoa por meio desses inqoerilot Irabalhosos e
dilliceis pelo rompromettlmento, tanto concorreram
para o conhecimento a apreciajao dos factot.
Nii Irat.ire das eleijOes de Sorocaba S. Paulo' ;
S Benlo ( Pernambuco ; Oeiras Pianhv e
oolras onde houve conflictos, e vias de fado, por ah
nao dir compromellida a ordem publica.
Na ci lade da Vianoa,provincia do Maranhao, nao
no dia -J de novambro, mas no dia i do mesmo
mez, designado pelo presidente da provincia para
urna segunda elero de elcilores naquella paroehia,
em preseuja de cerca de 200 pessoas, que te bn-
queteavam no interior de orna casa, um escravo ar-
mado de urna faca accommette Iraijoeiramenle um
individuo que para all se dirigia, e descarregandu
sobre elle repelidos golpes, assassinou-o instant-
neamente. A aoloridade policial empeoha-se em
descubrir a causa desse crime. Parece que esle
fado nenhuma retarlo lem com o proceiso elei-
toral.
No dia il de novembro, procedendo-ie eleir.lo
primaria na freguezia da Kibeira, provincia do Kio
de Janeiro, prendeu o subdelegado da policia um
riesordeiro e foi essa prisao motivo dt urna detor-
dem, da qual reollram oflensas ph\ sicas, a che-
garia a desagradaveis consequenriai. "sen,lo appart-
eessa n delegado de policia que pode acalmar os
nimos.
TITULO II.
Segnranja individual.
N. 2.Crimes.
Apenas meneionarei aquel e- crimes qoa por cir-
cumslancias extraordinarias convm que sejam refe-
ridos.
leudo o lente de suardas nacionacs I'elicio Lo
pes de Moracs, seu irmio Antonio Lopes, e cumia-
do I iimi no Mii les, com urna partida ue 20 a 2:t
homens assaltado na madrugada de (i de Janeiro a
casa do tubdild oriental I-'rancisco Social, no de-
partamento de Tuquarembii, ruubaram-lhe gado e
cavalliada, rapassan lo na notta de 7 para 8 a fron-
leira pelas immediajside Ituqualia', nao sendo por
isso vistos pelos guardas da mesma fronteira. Orde-
nou a presidencia do Kio (rande do Sul que se fi-
zeisem diligencias para captura desses criminoso! e
rom elloil i foram presos os II chafas oas alturas de
tiuatimira, em a madrugada de 17 de agosto, pelo
delegado de policia do termo de Piralinim, qae os
remellea ao brigadeiro commaodanle|das brigadas e
fronleitas.
Na noile de :ll de Janeiro do anno correnle foi
atsassinado era sua propria casa na villa de Santa
Cruz, provincia de Coyaz, o lenenle-coronel Ma-
noel Loba de Souza.
As autoridades policiaes mottriram piuca ener-
ga, seu lo que um lillio do assassinado reunindo
sent prenden a todos os inimicos de seu pai. O
presidente ordenou ao chefe de polica qoe seauisse
para aquella villa, acompanhado de 16 prajas da
segunda companhia de pedestres, enmmandadas por
um lenle, c in.%- que 0juiz-de direilo da co-
marca e o proi >,. jblico fossem rc-idr em San-
ia Ouz provisoriamente.
No Cralo, provincia do Amazonas, foi assassinado
o capilSo Ihoco de Itirros I. ir lo-o, direclor dos ln-
dios do Kio Madeira. I'oi victima de um soldado,
que disparou conlra elle urna espingarda em occa-
siao em que o capilao o reprehenda e ameajava de
uiinda-lo castigar cmporalmente. Antes de morrer,
o capiUi les castigar rigorot miente o soldado, e
conhecendo ser ioevilavel a sua norte, mandoo-o
malar por um seu escravo, recusando-sa outro tol-
dado a cumprir essa ordem.
A policia procura prendar oescravopara ser pro-
cessado devidamenle.
Eis o quadro dos crimes mais graves commettidos
no anno de 1856 comparado com ot dos annos de
18. e 18-.
18'ii 18..3 18.6
Homicidios 7:1 413 i8:i
tentativas de homicidios 137 74 117
Keriineulos graves Koubos 65 60 78
Kesistenciat 60 31 2:1
W. 2.I'u^a de presos.
Da eadeia da villa de Porabal, provincia da Para-
f hiba, fugirara em 3 de abril pelas i horas e meia da
larde 1:1 presos. Ajuslados com 2 guardas da prisao
i poderam consrgair a fuga na occatilo em qoe o ear-
| cereiro passava revista a' prisao.
Os doui guardas fugiram cora os presos. Honre
lula, algons (tros, mas neuhama morle ou feri-
menta.
Na capilal do Kia Grande do Norte, saliindo 3
presos da eadeia para trrico della, revollaram-se
contra os guardat, lutaram com elles e fugiram -2,
tirando cravemtnlc ferido om preso que nlo fosio,
e I guaida.
No dia 2 de novembro evadiram-ta de urna das
"alas,i., eadeia do Uesende, provincia do Rio de Ja-
neiro, ,'J presos arrombando nina dat paredes do
aditicio.
Evadiram-se da eadeia de Itapemirim, provincia
do Espirito Sinlo, 3 presos. Quando o carecreiro
abri a eadeia pelas 7 horas de setembro, os presos arrujaram-se sobre elle e con-
segoiram fugir. sem qae a guarda acudiste em lem-
po de un;" ii-i ...
Na noile de 11 para 12 de maio foi rrombada a
caleta da villa de Piumhv, provincia de Minas, e
evadiram-se 2 criminosos e um rerrula. Apparece-
ram signis de qae hoave coadjuvaclo externa para
o arrombamenlo.
Nanoitede II para 12 de Jrjlho evadiram-se da
ra lea da capital da provincia 39 pre.os, que te
acnavam naenxovia do lado da igreja de Nota S-
nhora do Carmo, (iodo para esse fim feilo urna mi-
li i le cemmunicar com o cano da la trina, por on-
de lalnram, depuis de havtr serrado um pedajo da
porto qoe divide em duas partes a mesma en-
xovia.
l)-slei criminosos foram novaineule presos t7.
Na noile de 2ti para 27 de maio foi i rumba la a
eadeia da villa Leopoldina, evadindo-se o onico pre-
so que all exista.
No dia 17 de fevereiro, pelai 3 horas da larde, fu-
giram da eadeia do Ip, provincia do Ceara, 12
presos, leudo para esse lim arrorohido ama porta.
A setitinella foi connivente, e fug-o com os presos.
O delegado era exercicio deo logo as providen-
cias, e foram capturados 7 dos presos, fallando so-
mente 3.
Esles fados i.io freqoenles provam de sobejo a
p- in-a segoranca, a a insufliciencia de forja publica
para goarda-las. .
N. 3.Prises.
A policia em todas as provincias lem manifestado
o maior zelo e energa na persegoijAo a prisao de
criminosos.
Ra provincia do Espirito Sanio, nos ultimoi teii
mezes, prenderam-se li criminosos ; am Pernam-
buco durante o anno de 183l>. 1,171, sendo entre
elles 110 desertores ; na Parahiba 130; no Kio de
Janeiro 898, roraprehendidos 6:1 desertores ; na lla-
hia 30 de crimes graves.
i'.ouiqu mo nao baja conhecimento de prises im-
portantes as ouirai provincias. sabe- a pulira lauto quanto Ihe permitiera os raeios de
que dispe, nao lem deixado de cumprir o tea
dever.
TITULO III.
l-'ados nolaveii.
.V. I./uiMidaroes.
Eletando-se o mar a aliara desenmmonal, em a
larde de (i de maio, alagea alguns armazins e casas
da ra da Prais euulros pontos da capital da pro-
vincia de Sania Calharina, causando prejuir.os a
paredet que desabaram, c a gneros qua se arrui-
nar.un.
lis nos da provincia do I'iaubv enrheram exlraor-
diu iriaminle, e causaram nao pequeos prtjuizoi
as plantajoes e casas de toas margena. Consla qoa
I 'iiiiiia afogado no ro Berlingas o soldado do meio
batalhle da provincia Francisco tionralves da Silva,
: que ia de Jainis para a capital.
R. 2 Naufragios.
Em tx,li naufragarain em Santa Calharina os
hiales nacionacs Replmio a Santa Clara.n Do pri-
; meiro asi se saivoo a iripolijSo : do fecundo esca-
\ pon a Iripolarao r parle do veame e vergas.
Em 31 ,le agntio sahiram a barra do ParanaguV. li
canoas, que se destinaran! .i pese. Achando-se fura
Idos baiios, cahio vilenlo luflo, que durou algumas
horas : cinco das. canoas lograram voltar ao porto,
perdeu-ie portm urna, morrendo 3 pessoas que a
tripolar un.
Em 18 de outubro, s 3 horas da (arde, lempo
sereno, naufrtgou na barra do Paranagu a barca
hamborgueza uCuba.ii propriedade de Joslus Ere-
derico Hallan!, commandada por Jacob Prince. Com
ot soecorros alarios pela capitana do porlo e eom-
mandanle di fortaleza, salvoo-ie toda a Iripolajio,
perdendo-se portm completronte o navio e carre-
gamenlo.
Esle ainislro dea origem a disconanjas, e trten-
se logo de fazer as necessarias avehguajoes tobre a
enmin didado dille. Soube-se eniao qua a barca i
Cuba salnra de liamhargo |iara Schleldl Inglater-1
ra, onde earregou carv.li de pedra para o Kio de
Janeiro consignada a Arlhur Moss e C.
Sahio desla porto em lastro para Paranago, on-
da deviria carregar male, e se nao enconlrasse carga
seguir para Santa Calharina, e aguardar ah as or-
dens convenientes.
Ao entrar em Paranagan leve logar o sinistro,
que he explicado pelo erro de algumas cartas geo-
graphieas que indicam como entrada segura para o
porlo do Paranagu o ranal da Chaj, olida naulra-
gou a referida bares.
N. noile de I para 15 de maio naufragaram na
costa do Kio C-ranlr, provincia de S. Pedro do Sul,
o brigoa naciunal Erapreliendetlor, a escuna sueca
"Arelhusa, a escuna hamhurgaeza aOrioni eo bri- !
goe ingltz Ada. O delegado de policia du ler-
mo mandn lugo urna forja correr a cosa para soc-
correr os nufragos e acaule Ir r os ubjectos qoe
viessem a' praia.
Commanicando-.se ao jaiz municipal de Iguape,
provincia de S. Paulo, que na praia da Jura lia-
viam dado a' cosa alguns fracmenlos de navio, man-
dou elle pessoa de sua conlianra ao lugar para ftzer
os necessarios exames.
Da commanicajlo frita por essa pessoa coma que
comefiito encontrara na praia ta luna, junio ao
morro desse nome, nma grande parle de cateo de
navio nlo pequeo, lodo de pinho americano a novo.
E era nma porjao do convs, lodo queimado pela
parle Interior. Nada existia que sa devesse arreca-
dar ern vantagem dos proprielarios.
Em julho do anno paitado naufrago na restinga
da Marambaia, provincia do Kio de Janeiro, o navio
norte-americano lleloisen, procedente de Valpa-
raso, que .ia pira New-lledford com carregamenlo
da azeiie. alvoo-se a tripolajao e parte do carre-
gamenlo, grajas a's providencias tomadas pelo juiz
municipal do lermo de Mangaraliba.
Era 22 de julho naufragou nos baixos de 1 illa
Vijosa, provincia da Bahia, a escuna Anua Manan,
procedente do Kio de Janeiro. Perdeo-sa o navio e
earregamenlo, salvando-te apenas a Iripohirao. O
sinistro leve logar por forra de temporal.
N. 3.Incendios.
Na capital do Kio Grande do Norte houve tima
etploso de plvora em casa de um individuo que
se occopava em fazer fogot de edificio. Ficaram gra-
vemente fcrida 2 mulheres que o aju lavara, sendo
que ama dallas falleca em cooseqaencia dos feri-
mentos.
Na noite de 21 de maio, no dislrido de Moslardas,
provincia do Kio Grande do Sul, incendiou-se a
casa de Luiz Altes lle/.erra.
Na noile do-primeiro de junho incendino-se na
capital de Uoyaz unid pequea casa que licou arra-
zada.
A policia da llahia proceden a averiguajao minu-
ciosas a respeito da incendio do trapiche Oueruiu,
e sem poder concloir que livesse elle urna causa cr
miosa, verilicou todava que antes do incendio hou-
vera o roubo da qoanlia dt 6003000 ra., pouco
mais ou mulls, que eslava nagavuli de ama das
carleiras do cscriplorio, a qual Toi enconlra la ar-
rombada naaccasito do incendio, quan lo procura-
ram salva-la--. Nao se descubri o autor do roubo.
O prejolzn causado por esi ni-endio monta em......
6}:!l:l0ii3i sendo liO:00u/(MH) rs. o valor da pro-
priedade, e o mais cousistcnlc em gneros deposita-
dos, cuja existencia foi verificada pela escripluraro
do trapiche que fui salva, e pelas notas das repartl-
jes fscaes.
Na madajtjgaria dt 3 de ouloliro ineendiotj-sa uma
casa de duus anriaret, no aterro da Uia-Visla, pro-
vincia de Pernambuco, e apezar das mais apressa-
dat a enrgicas iirovidenrias nao se pode conseguir a
ettinejao do incendio, que era aumentado por di-
versos comhusliveis e eslava a llanta lo. Salvar,im-
te na dous predios conlguos.
Na corle, em 3 de agosto, incendiou-sc e ficou
destruida urna casa na Iravessa de S. Januario. Mo-
rava abi um fogueteiro ; houve explusao.e aoi esfor-
ros do subdelegado do legando dislrido do Engenho
Velho, cnadjuvado por diversas pesioas, deve se o
nao turein ardido as casas contiguas. Ficaram gra-
vemente feridos quatro individuos.
Em 18 de setembro, pelas 10 horas da manilla,
manifeslou-ie um incendio na oflicina de Colchoeiro
da ra da Alfandega n. 72. Couaeroo no deposito
de paina e palha que havia em nina especie da to-
1*0, e lavrou com tanta rapidez que em pouco tira-
po devoroo o predio, prodozindo grande estrago na
caa vizinha n. 71, e na da rna dos Oorives que con-
fina pelot fundo..
Em 26 de setembro arlen a taberna n. 33 A da
rna da Petreira da Gloria. As previdencias dadas
salvaram os predios contigo*.
N. 4.ludios.
Na provincia de Sania Calhanua, os Bugres Ble-
ram uma exemsao no dislrido te llajahy, municipio
do Porto Bello, em 31 de oulubro, t mataran) um
lirasileiro all eslabelecido.
Conlam-se mais t'es ataques desse selvagens na
me-ma provincia, om em i'J de dezembro, no dis-
lrido da Villa de Lases, oulro em 2i> do mesmo
mez, na Laguna, dislrido de Ararangua', e o lerrei-
ro finalmente em llajahy, em 28 do mesmo mez.
Nao houve morle alguma.
Pela presidencia expediram-se as conveniente!
ordens para evitar novas excursoes.
Na provincia de Mato Grosso, a audacia dos In-
dioschegou ao ultimo estremo. Em Janeiro do an-
nopassada assallaram a fazenda rio Amparo, pro-
priedade da viuva de Antonio Correia, c redozirara-a
a cinzas.
Poucos dias depois iuetndiaram ai fazendas de
Joaquim Nunes de Olivcira, de Francisco 'le l.ara,
de Uartholomeu Gonjalves, e do capilu Marcelino
Nones de Oliveira, que pouco damno solliera ; ou-
lro sim, lancaram fugo algumas senzalss da fa-
zenda de Vicente Antonio da Silva, matando 8 btt-
las o oulros .mi......que tncoutrarara.
Ot ludios que mfeslavtm o terUe enlre Cuyab i
e Goyai. e a estrada do Piquiry diviriir.im-ie* em
dous grupos, e foiam accominelteudo os moradores
e viaiulules de ambas as tiradas. Kedutiram a
cinza as casal e engtuho de urna fazenda a oilo le-
guas de Cayana', roubando quanto poderam levar ;
queimaram lambem as casas de uns moradores has
vizinhanjas do sitio de Jos de Goes, e mataram
mas de eem cabejat de gado na fazenda do capilao
Marcelino.
No litio de Joaquim Gomes, que lambem assalla-
ram, noto-se que os Indios sn rouharam objeeteal
de valor, e p.pel moeda, deixaudo oulros papis [
sem importancia. Dahi enneluio o direclor geral dos ,
ln los, que devem ser os Caiapos. capitaneados por
dous soldados deteriores, que dizem, acham-se enlre
elles.
Para esla induejao concorre lambem a noticia de
que os Indios, autores de lanos allenlados, fallara a
lingos portogueza.
O presidente da provincia, apezar de sua repug-
nancia, jolgoa dever dar as ordens precisas para or-
ganisar ama bandeira, que fosse persegair e escar-
mentar os ludios, a qual deveria sabir para o serto
em lempo proprio com ai precitas iuslrucjries para
que nao aggreditse os innlTemivos.
Era abril incendiaram os Indios o paiot de man-
liratntos de Manoel Francisco Pereira, no silio de
Agua Urano, e queimaram diversas cargas da na-
jao que consiavam de agrande porjao de plvora e
algum armamento, confiadas a Anlonio Alves de
Almeida Magalhaes.
bandeira ler encontrado uraa maloca de Indios em
numero de 20 mais ou menos. Eizeram-se diligen-
cias para prende-loe, mas elles resisliram ; licarara
morios 7 homens e 3 mulheres ; e foram presos um
Indio ric 17 a 18 annos, que fugio daos das depois,
e 3 crianras. Verificou-se que fallavam e entendan
a lingoa portogueza.
Segundo encontr leve a bandeira em 28 de agoslo
no qual ficaram prisinneiros 13 Indios eulre mulhe-
res e enancas.
A forja expedida para Agua Branca regretson
capital sem ler balido os Indios, que encontrara. Es-
te facto devera aogineular-lhes a audacia, e mais pe-
rigosa se lornava por isso a residencia dos moradores
e a passagem dos viandantes pelos eerles que ron-
duzem a Goyaz. Ser porem este estado de coasas
de pouca durarao, porqoe a bandeira encaininhava-
-e para aquelles legales e de certo afugenlar es
ludios.
Em 28 de dezembro parlicipou o subdelegado de
policia da freguezia de Palmas, provincia do Paran,
lerem sido atsassiuados em ua habilajao um indivio
de nome Simplicio e Ir- lilhos menores por um hor-
da de Indios selvagens, que em sua retirada levaran]
a mulher do assassinado, deixundo com vida a um
menino que conseguin fugir.
TITl LO IV.
Moeda falsa.
Iiepois do ultimo relatorio nenhiim fado importan-
te occorren que mereja menrao.
Entretallo sabe o governo que ,. fabrico da moeda
lalsa conlinua em grande escala em l'orligal. e
principalmente no Porto, ameajando as fortonti dis-
te imperio, e daquelle reino, "que com ella manten)
relares commerciaet 13o exlen.as como imputante-;
em eonsequencia para rnnscgnir-se a descoherla dos
criminoso-, e i.tn,u-e edediva a punijao dtlle foi
habilitada a uoita legarn com os meios para esse
fim indispensaveis : attim ajodada a aejao das au-
lor.dadis pela vigilancia dos nissos agentes umita
pode fazer como espero a bem da represso desse
crime lito foncslo a' riqneza publica e particular.
He bem dilino de loovor o nosso miilis'.ro em Por-
lugal, pela telividade, energa o palriolitmo com que
se lem tsforrario para que seja efJediva e cxeculada
a convenjao celebrada entre ot rioui paizei.
TITILO V.
Trafico de Africanos.
A energa do governo, a vigilancia de lodoi os
agentes da aoloridadecoulinuain a obler osma.svan-
lajoios resullarios quanto a prevenj.io c repres-o do
Irafico de Aliicanos.
Depois do meo ultimo relatorio nenhum fado te
deu de impirlarao de Africanos. O governo nao
lera despresado as noticias e;hoalos,por mais absurdos
que pai er ni ; lodos lem sirio avcnguados e tletnons-
Irada sua inexaclido.
O aviso de 20 de maio do anno passado, em con-
formidade da rc-ulur.io imperial de 10 de miiode
I8.l)declarou, que a excepjao dos escravos malricu-
dos em embarcaja'iea pcrtencenles a paizes onde a es-
cratidUo he permiltiria, e dos fugiJos d territorio es-
Iraugeiro, lodos ns que eutrareui no Brasif, licarlo
livres por forja da lei de 7 de novembro de 1831,
ail. I.-
Entroa no porlo da llahia a cscona franceza ajea-
ne Elise procedente de Lagos e S. Thomc, trazendo
qualro Africanos bojaes a sen buido. O chele de
policia proco leu immediatamenle as mais minuciosas
indagajes, e verilicou-se que o capilao da escolie
contratara para luaritiheiros era Ajode', cora licenra
rio cnsul in^lez, os qualro Africanos, que nunca fo-
ram escravos, e ettavam ao lervlco de feitorias fran-
eezai ; qne o navio nao tocara rm nenhum oulro
porlo do imperio, nem Iroxera mais Africanos alem
daquelles qualru, nao baveudo o iiieuor iu licio de
que se empregasse em trafico.
Enlendeo noreni o chefe de policia da llahia que
leveria lomar provi Inicias para prevenir qualquer
oceurrencia rrlmincsa ; e astiin Ui. o enmmandaale
ria escuna tihrigar-se | i't termo a
I." Nao deixar desembarcar os Africanos, sob pe-
na ria tomar a aoloridade policial conla delles, e ii
enlrega-los na occasiao da ahita rio navio ;
2." Dar lego pai le ,1a unirle de algum delles, para
proceder se aos exames necessarios, sob pena de jul-
gtr-s reduzido a escr.ivido
3. A presentar dentro de um anno documento do
eoosul Dglez em Lagos provando a chegada dos qua-
lro Africanos aquelle paiz, sob pena de pagar uma
multa de 10:0005, a qual se obrlgoa como dador ln
solidum o gerente da casa ciiinmerri.il Gex Doscos-
frrri e Frres da Babia.
A relajfto de Pernambuco abtnKeii lodosos pro-
nuuciadoi pelo crime de imperlarao e roubo de Afri-
cano! em Siriiibaein. Foi interposlo o recurso t
revista, o qual esl pendente.
Aclia-se |ironnuciado pelo riilo fado o coronel
Jo.lo Manoel de Barros YVandcrley l.ius, mas anda
nao foi possivel caplura-lo.
O processo instaurado conlra o coronel Gaspar dt
Menezes Vasconcellot de Druramond por nao ler
capturado e Capillo e a tripolajao du palhabole, ap-
prehrnriirio naquelle lusar. nilo haver providencia-
do sobre a goarda dos Africanos impnrlados, fui |ol-
gario improceilenle pela rilaran de Pernambuco, que
deu provimento ao recurso de pronuncia intarposlo
pelo dllO cu inri.
Dos A (nca iu rouhados ao palbahole em Serinhaem
lem sido aprehendidos a esliluidos A liberdade
viole e dous.
N. 1.Afriranos lirres.
Do I." dt miio de 1856 a 30 de abril do rorrenlt
deram se cadas de cmancipajao e oilenla e sele
Africanos livres.
Conlinnar-se-ha.
COMMA.N 1)0 DAS ARMAS.
Qaartcl (eneral do commando dat amas de
Pernambuco na cldade do Heclfe, ana 3 de
oulubro de 18S7.
OKDE.M DO DIA N. 33.
Em virtiiile de deliberadlo ria presidencia com-
muiiicada em oflicios datados de 3 doandanle mez,
determina o brigadeiro eommandanle das armas in-
terino que t.jam dis|iensados do aquartelamenlo os
Srs. alfares do 1.a batalhle de infamara da goarda
nacional do muniripin do Kecife Joaquim da Cosa
Kibciro e Jo iquim Arsenio Cmlra, esle em ronse-
quecia de se adiar imposibilitado per moleslia de
se empregar por ora no serviro activo da guarnijao
desla eidade, e aquello por serem os servir ia neces-
sarios na rere ledoria de rend-s Interina, conforme
derlarou o respectivo chefe da rilaria reparlir.lo.
lAssignado;.JoSo Jos da Cosa Pimenlel.
Conforme.Demetrio de Cusmo Coalho. Alfa-
res ajodanle de ordens encarregario rin delalhc.
EX1
Em maio incendiaram de novo a fazenda rio capi-
lao Marcelino Nunes Pereira, licanrio ludo reduzido
a cinzas e morrendo uma escrava. A familia esca-
pou com a roupa do corpo.
Era junho lenlaram acrommeller e incendiar o
qaarlel do Saiigradouro ; sendo purcm presentidos
pela senlinella, que disparou um tiro sobre aquelle
que Irazia um lacho, fogiram apressadameiilo.
No I." de junho sabio de Cuyab a bandeira con-
tra os Indios, compo-la rie I coinmandanl, 1 eiirar-
regadodat canoas que Iransporlavara arligos bellicos
e mantimentos, 2 Irilhadorcs, 73 pasanot e S Indios
mansos.
No dia i loi morto no lugar Agua Branca, esirada
da Goyaz, um blinde Manoel Francisco Pereira. que
e-I nulo a tr.ili. ihar como pai a oulros individuos,
fatton-se para o lado do malo aonde em distancia
de 30 pasjna dos companheirot receheu uma frecha
no pelo esqnerrio qoe o matn instantneamente.
Acudiram os Irahalharinres, e 01 Indios fuuiram.
Expedio-se logo ama forja, composta de i eomman-
danle e 20 paisanos, para Age Branca, por haver
a h,urieira tomado rumo dilTerenle.
Em i da agosto communica o eommandanle da1
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
l'aris, 7 de telembio.
Ouanto aos negocios dos principados moldo-vala-
ros. o sultn acabou por anntjir aot volos unnimes
da Franja, ria Roisia, da Proi.ia eda Sardenha. As
relajiies diplomticas interrompidas por um momen-
lo foram renovadas a 2.1 rie agoslo. At eleiroet da
Moldavia foram annulladas e vilo ser recomradas.
Sabe-se qoe o firuiau cleitoral elaborado pela Su-
blime Porta f ,ra reconhecido in'uflicienle, lobrelu-
rio no que se refere a fixaj3o das capacidades eleito-
raes, e segundo as representajoes faifas em Constan-
liuopla pelos ii im-iros eslraugeirot, um accordo foi
astiguado em dala de 30 de maio, cslahrlecendo que
a roratnisso europea dos principados, coja sede era
em Bui-haresl, e que se achava lambem collocadt
nmilros lugares, seria encarroada de estudar rie
concert com o Kaimacan da Valacbia a quesblo das
capacidades eleiloraes e de inlerprelar o sentido eas
dispos^res do lirmm, onde liouvetse duvida e con-
tetlaro.
O trabalho ila romiiii-s.io em Bueharest urna vez
terminado, devia ser communirado ao governo mol-
davo para servir de base confeejao das lisias, e ao
escrutinio. Havia sido formalmente assentario que
as lisias nao seriam um mez desla coramunicajao
para dar lempo a estatuir sobre as reclamadles.
De'de que eslM bases foram eslabelecidas, a ruru-
niitilo mellen nios obra e protegao com assidni-
dade na sua larefa.
Esle plano, poim, linha adversarios em Contlan-
linopla, a Porta va no fado da unio um primeiro
patee dos principados para uma completa indepen-
dencia, que llio tirava uiq dos mas ricos paizes do
su imperio. Cora at tymp.ithias lalenles da Austria
a ria Inglaterra, os adversarios da uuio se muir-
v.im pacientes e linbeit. KtsolviJos a empregar lo-
dos o meios para impedir que os principados te rie-
clarassem mi favor da unio, ellos calrolavam cum
muila finura, qu battava attrabir a si urna rias jto-
vincias, para faeer aborlar a unio : del ls> o instante
em que urna dss provincias recusaste o sen ronsen-
tiuieulo, a unio se lornava iiopossivel ; em eonse-
quencia desle calculo, escolheu se a Moldavia para
o Ihealro da raachinaro. A Moldavia rieveu a hon-
ra desla escolba a Ires circiiiiislaucias iiarliculares,
I.-, sendo a mais pequea das duas provincias, po-
da ser manjala com mais fnciliriade, 2.-, t,ao se era
incommoJado pela preseoja imraediata dos com-
misssrius europeos, 3.", emliin, tinha-se no Kai-
macan Vogorides om agenlt seguro c promplo para
fazer lodo. M. Vogorides nao se imporlou de ma-
neira alguma com ot comraissarios reunidos ern Bu-
eharest, elle Irarno as lisias rom asna auloridade
particular ; a fraude e a violencia reinaram not 13
dislriclosda Moldavia, e sem esperar o trabalho pre-
parado pelot coinmissarios europeas, prreedeo-se a
um simulacro de eleirao, qoe sao por sua mlureza
radicalmente nallas, poisqne foram feilas em virtu-
de dt ama lei que nao era execuliva, e com viola-
jo ti igra ule du necordo de 30 deanain.
Assim, nenhuma argumenlacao podia enfraquecer
que a .inullajao das cleiriiis de Moldavia devesse
ser reclamada pela maioria das poteucias assignata-
i rias do tratado de Parle, porque ellas erain uma
jinfrarrai pnteiife, inconleslavel, do ajusle feilo a
' 1(1 rie maio entre a Poda i Humana e ettai polen-
I cias. As manelrea irregulares a violentas do kai-
. macan podala ler invocadas em apoio da reclama-
rlo pn cipal, mas n.lo formavam o objeclo real ;
| com elid,,, eslas intrigas provinciaes podiam ler
] conlestadis e discutidas, a Porta podia exigir ura in-
qoerilo quo procraslinasse para chegar a uma sola-
rlo, ,io pasto quea violajao do ajuste de 30 de maio
era evidente, e nao podia ser por um instante posto
em duvida. Collocada ueste terreno, a qucsl.lo se
simplificava a despeato da mi vonlnde ingleza e
au'lriaca : devia-se chegar a conceder s populajes
a faeuldade rie exprimir livremente as tuas necessi-
dades e os seus volos pelo orgo dos deputados sin-
ceramenlc eleitos. Em lodo esle negocio, a Ingla-
lorra, fora mi s justo rii?cr, loiri Stralford de Kedeli
le, e a Austria, enlrincheiradas por traz de Abdoul
Medgid, lularam al o extremo. O suliao obrava
realmente centro sua vontade, elle nao gosta de Ues-
rliiri Pacha, e considera o einbaixador inglez como
ura motivo de ambarado perpetuo para o seu impe-
rio, lambem nao lem svnipalhias para com M. de
Prokesch, representante d'Austria, a qual senhora
da l'rausilvania, do Banal, da Bukowina, ele, se
lembra que a Moldavia e a Valachia dependern!
ooti'ura do reino da Hungra, e considera o Danu-
bio como um rio austraco.
Por oulro lado a viagem do imperador Napolen
III a Osborna a visitar a ramha Victoria, Orando
qualquer valor real obaUaecSo do mandatario in-
glez que em lira a sua najao repugna orgulhosamen-
le dcsaprr.var, reriuzo a poltica austraca ao isola-
mento e a' impulencia. A solarlo da dilli -A la le nao
podia deixor de produzir-se cora granrie -ali-l ir-i
da l-'ranja, da Rottia, da Prasait e da Sardenha.
Lord Palmcrslun declarou fonnalraeule a' cama-
| ra dos communs que o eonflielo au leria couse-
, qoencias, e que a entrevista de Osborne linha con-
cillado a amizarie da Inglaterra e da Era oca. Os In-
ttlezes sabeui eteunder aoi eslrangeiroi o espedaculo
do sen mao humor e os erros do seu orgnlho. elles
tenlam mudar a opiniao da Europa a seu re.peilu,
mostrara--,' (riumphanles. e foi com applausos una-
ni mes que o nobre lurd foi oOvi e.
Se acunlectr hoje a qualquer necio que seja tomar
a retpeiln da Inglaterra uir.a allilulc que esta na-
jao nao tenha tomado em nutras circumslaneias, nao
haveria demora em se Ihe fazer romprehender o seu
eno ; he Impossivel fazer ama retirada mais orgu-
Ihoaa ; semelhanle linguagem nao contem te minis-
tro de um grande pnvo que repara os seus erres lera
os reconhecer.
Deixaremos a oulros o prazer de esligmalisar as
illuses ou as arrogancias de lord Paliuerston, poo-
paremos o sea amor proprio ; mas a personagem qae
se arrisca a nlo liar lallifeito, he lord Stralford de
RedrlifTe, espirito obstinado e desptico em extremo.
Stra' misler que, como a propria Inglaterra, elle
sollra o seu mal com paciencia, eem ultima aualyse,
elle he linda feliz por nao tersullrido uma injuriosa
Icimssao, imposta pelas grandes potencias. Para ex-
plicar a resistencia leslemonheda neala circunstan-
cia, presta a' UrSa-Brelaullt cu ao -ea reprrsenlan-
le e-leraciocinio contra a unii dos principados: se
se rrear um so estado qaein ser rbamado a invena-
lo '.' r Mi-lilui-lo em repblica, ningueni o penta ;
iieiibuiua d i potencias admitirlas a regular os des-
liuot do novo eslado nao ee prestaran) a eencloeSo
algoma desla especie, Fora mitter pos procurar um
re. Onde te encontrarla'.' A Kussia lem inuiloi prin-
cipes, a Turqua lem pachas em indisponibilidade, a
Tranca .' Bem piulen i occorrer a idea de dar ura
Ibrono ao principe Napolco... mas a Inglaterra nao
lem candidato a propor, e seacba consequenlemeiile
mleres.ada a combaler lo las as randirialaras. Assim,
ludo ee arranja ri-* um modo contrario ao que quer
a Inglaterra. Era ludo islo ao menos o puvo inglez
n3o censura' a lor I Palinirslon em eonsequencia das
disposijOes conciliatorias, elle rompreheuda que cora
a India e a China nos bracos, he precito mais pru-
dencia que nrgiillin.
Ai eleijet vc ser feilas de nova, e os deputados
eleilos sero admillidos a manifestar seus volot, ludo
islosob os olhos dos rommissarios cslrangeiros ; de-
poii, o congresso de l'aris consagrara' o rgimen que
devera'ser da lo aos principados, segonrio'os volos e
inleresses rias populardtt.
tallemos porem dos negocios do Occidente ; ero
Londres, o parlamento Icrminou a sua leatlo. A ra-
inha o prurogou a 28 de agosto.
Nos ltimos diat dos Iraballms parlamentares, a
cmara dos lords se cecupon com a quesiao do jura-
mento, moslrou se mu decidido a repellir o Ue-
tas, a despeilo ria opposirao l,to contraria manifes-
ta da cmara cmara dos communs, mas ludo foi a-
iliario a esle respeito, alo a prxima, ses.ao. O parli-
'0 liberal esta' furioso conlra lord John Kostell, a
quem esle resultado he^elTectivamenle imputado; ver
dade lio que era islo o desembarajar-se de uma col-
lislo eminente enlre 8S duat cmaras, rousa que ale-
morisa iialuralmenle um homem qoa ja foi ministro,
e que nao perde a esperanja de anida |t) jo.
Lord Campbell e lord chefe da juslija declararam,
por uma mojao feila ao parlamento, guerra aos li-
vros e gravuras obscenas, lor 1 l.uudhurst prohibi
Cintra si o privilegio do talento, conlessanrio uo bil
o sentimenlo honroso que o inspirou, disse que
j eia rie temer que a medida proposta, se (osse efiicaz,
I rio amina va uma perigosa especie de inquisico.
] Ci ni ell.-ilo, lord Camphell, pe lindo que fosse esla-
, belecido conlra us merca Ion-- que quizessem esperar,
om direilo rie pc*quiza e de apprehento era virlade
de um man lado do magistrado, pode ler prcposlo
urna medida pouco juriiciosa e mu capaz de dar lu-
gar a tiumeroses abusos. Com ludo o seu adversario
roiisenlio em modificrosle bil que elle tinha repel
Itd ao principio demaneira a liumauisa-lo om pou-
co ; de sirle que a cmara dos lords disse sim, e que
a cmara dos communs examinara' se ella deve di-
zer oulro lauto. He esla uma grande queslo que
dcsperla uma mullido de considerajoes iolerrssan-
(es mbre o el?do dos costumes na Inglaterra, lobre
a aflMlaclo Ao porilaninie, que muilat vezes abi
serve de mascara a' re.lidade, sobre o movirnenlo
que arrasla a Inglaterra ale qne sera ella taiba do
-vst.'ma inleiramenle condemnado por ella propria
da inlerveneao do eslado.
A lei sobre o divorcio Iriumpbou decididamente
em tu ia- as provajes porque passou : a emenda da
cmara dos lords f-i reenviadada pela ollimivez
cunara dos communs, qoe a adoptou com ai recente!
inodificacoe? ; be pgora lei do reino.
A Allemaulia anda e-l no Irabalho de Penelope,
que se chama a quc-l.lo dos ducados. Esla qoeiiao
te agita presentemente no seio da Diela do II Is-
tein.
E;sle eslravaganle negocio Iraz memoria o do
Canto rie Neufchalel, fazeudo ao meimo lempo par-
la da coufederar.lo helvtica e da monarchia prosiia-
na : resumio-ee a falsidadc da siluaro, supprimin-
do-se a soberana nominal de el-re"l da Prussia, o
Cnido de Nenfchalel nao he mais que um Canto
suisso.
Porque raz,li nao se faz oulro tanto a proposito do
llolileiu, do Schleswig e do Lanembotirg. qne tilo
allenuies, lornando-se dinamarquezes, que perlencia
a uui.-'-trangeiro-em cessar de pertencer-se.e que em
defin liva nao io nem allemaes nem dinamarquezes,
nem ducados indepenentes, nem provincias encor-
poradas-.' Dizem que el-rei ria Dinamarra abando-
nara voluntariamente qualquer auloridade sobre ns
durados de Ilolslein c Lanembourc, -e poeaisse todo
o Sehletwig, de que so lem urna parle, o que he an-
da urna anomaliu de mais n'uma siluaj.lo que he
plenp. Esla IrUMMeJIo dir mullo melnr da que
ludo quatin se vai fazer. Ao nieno, lod> o Schlet-
vvis seria dtnamarque/, bem riiiiamarque.z, e l di-
namarquez, c os durados de Ilolslein e rie l.anem-
| boorg licari un allemc1, I em alleinles, e alle-
maes.
Asseveram que negeeiajet ha -i lo encel i lai en*
Ir i Prostia u Austria rom o lim rie lomar med
das ulterioras, para o raso em que a a-i i man-
fsle 'I ipoii do termo dos Etladot de Ilolslein.
A saude de cl-rei Osear ria Sueca heseinpre aMUt-
ladora.
Na llongria a terceira viagem do imperador Fran-
cisco lote anda nSoetla concluid .
De Berln nos djrigiram as li.-" .s segoinls :^-
a cabemos acerca .la viagem.. ecl.ada d" 'iKff-
rador Alexandrc II, promejiore. nlo m-'.ITTleres-
sanies quanto vera rie uma fonlrciv,' '; segando I
estas infornieeSes, o imperador ria Re la chegara a !
Bcrl n a II de setembro, a i'l ira i I" a-laril, onde
S. M. retidira l das. Kepula-sc qu-,.i como rerlo
I qne em Darmttadl o czar lera om entrevista com o
- imperador Napoleao III. Dette capital o czar deve
I ir a Weimar, e voltar a Berln, paitanJo por Stutl-
gard.
G. M.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO DO DA 31 DE AGOSTO DE 1857.
/'residencia do A>. linzelio de (Jaeiroz Coutinho
Maltoso Cmara.
Summario.Expediente.Requer ment do Sr. Vi-
veiros.ijue-ion de ordem.Reflexoit dos Srt.
Un lo de Muriliba e Souza Franco ; ministro da
faienda Ordem do dia.Conlinuajao da pri-
meira discassao adiada lobre o projeclo qoe marca
regras s sociedades em commanlita.Extracto
do discurso do Sr. Silveira da Molla.
A't 10 3|1 horas da manhaa, o Sr. vice-presi-
deute abre a scs.io, achando-se preienlet 30 Srt.
senadores.
Lirias as acias dis seises antecedentes, silo appro-
vadas.
0 Sr. 1. Secretario d conla do leguiole
EXPEDIENTE.
Tres avisos do ministerio do imperio, remetiendo
os aulographoi sanecionadot dat retolures da as-
sembla geral : 1.", autorisando o governo a pro-
porcionar companhia da estrada de ferro de I).
Pedro II o meios de levantar por um empreslimo,
coulrahido dentro ou fora do imperio, um lerjo do
capilal fixado para -ua empreza ; 2.", 3. e 4>,con-
cedendo loteras as matrizes do Bonilo, Altinho e
Caroar, da provincia de Pernambuco, s malrizes
de Villa Nova, Pacaluba e Porlo da Folha, da pro-
vincia deSergipe, e Imperial Sociedade Auxilia-
dora dai Arles Mecnicas, Liberaos e Btntficenle
desla corle ; de j. a 17., entornando o governo pa-
ra conceder caria de naluralisajao de cidadSo bra-
sileiro a Joi Benito Nones, Jos de Almeida Cam-
pos, Francisco Goularte llorta, lleurique Correa
Moreira, Bernardo Urbano de Biriegorry, Dr. Her-
mn Melcher, Joao Pedro Moreira, Fcaucisco Anlo-
nio de Campos Mantua, Manoel Francisco Eslcvet,
JoSo Diogo Madeira, Manoel Antonio Braga, Joa-
quim Ribeiro da Silva, Jos l'edro de Carvalho, Ma-
noel Francisco de Miranda, Guilherme Jorge da
Molla, Faoslino Fogaja da Silveira, Vicente Jus
Ramos, Joao Conjalves Pereira Lima, Jorge Pat-
diel, e Carlos Elaardo Motilen ; 18. e 19. conce-
dendo loleiias Santa Casa da Misericordia da capi-
tal da provincia de Espirito Santo, irmandade de
S. Pedro da eidade de Marianna, e Santa Casa da
Misericordia da ddade de Sabara.
1 ra aviso doministeiio da guerra, remetiendo om
exemplar dos aulographos lanccionados d resolo-
r.lo ,i 1 a.-erald, a geral autorisando o governo a pa-
gar ao lenle reformado do exercito Joaqoim Jos
de Souza a quantia de 1:375) de soldui por elle
vencidos.
De lodos fica o senado inleirado, e manda-ie com-
mnicar a cmara dos depuladns.
O Sr. Viveiros ieq-ier urgencia afim de ter dada
para a primeira parle da ordem do dia da prxima
seitao a lerceira discusiao da proposijao sobre a di-
vitao dos rii-tnrius eleiloraes do Maranhao.
Bale requerimenln he apoiado e apprnvado.
OSr. Itarao di Mariliba pela ordem) :O hnle-
(im publicado no e Diario do Rio de Janeiro de
b iiilein coiilcm uma insinuaran injusta aos nobres
senadores que lecm fe to oppotic.it i ao projeclo sobre
ron,ra ai Lia-, quando diz qui elles deixaram de
comparecer inlciidonalmeiile no senado no dia
2!i do correnle, com o lim de protelar a discas-
^\o.
E-sa insiiiuaj.lo, comquanto o Musir redador do
oDiarion declare que nao aceita os hoalos qoe a cir-
culan), todava rieve ser repelliria como infundiria e
contrara realidade dos fados, pirque nenhum dos
uobres senadoret que, levados por suas renvircties,
te leem opposlo ao projeclo, excepraj do Sr. vii-
conde de Jequiliuhonlia, que lem fallado eom
causa participada, deixou de comparecer no tab*
bado.
Se nao houve essao foi por falla de rompareei-
menlo do Sr. ministro da fazenda a oulros Sn. le-
adores, que nao se oppOem ao projeclo. Sirva esta
declarajo de protesto conlra o calumnioso boato que
te ttm etpalhado, e do que, mal informadt,'tornoa-
se echo a redacrao do Diario.
O orador protesta lambem conlra o svilema te-
gaido pela mesma folha, de criticar, moraliiar e
ceusurar os discursos proferidos no senado aules de
os publicar, prevenindo as.un o juizo do publico
coulra ot meamos discerso, que as vezes nao repro-
duzem belmente os pensamenlos e as palavras dot
oradores, oo porque os Sn. lachygraphoi nao onvem
bem o que le diz, oa porque a" decifraj.l i nao he
futa com toda a regalaridarie.
O Sr. Ministro da Fazenda pela ordem) julga
riesnecessaria a jaslificacjo preduzda pelo Sr. baro
le Muriliba tendente a repellir a insinuajao de qua
eal nobre senador e os de.nais honrados membrot
adversarios do projiclo sobre as commaudilas ti-
nham deixado da comparaccr ,i sesso de tabbado no
intuito deliberado de protelar a di.cussao ; o orador
nonca acredifou qae fosse essa a menea > dos nobres
senadores.
Nao deixara' porm passar sem algumas explica-
jiei a nsserjao do precedente orador, que anig-
uala como causa de nao ler havido setsao no dia 29
do correnle mez a ausencia do ministro da fa-
zenda.
O orador, apezar de suas cecupajes, consul-
la aempre o seu relogio para ler poulna as ies-
les.
No dia 2!) elle compareceu ao senado dous roiuu-
los anles das 11 horas, e com elle lambem chegaram
oulro senadores que, cornos que ja linham vindo
anteriormente, prefaziara um Homero superior ao
que le exige para haver casa. Iguora qual dos relo-
gios tslava a llanta li, se o seu ou se o do senado.
O cedo he que o orador oropareceu em lempo, e
qoe nao foi por ausencia delle que deixou de baver
esto.
O Sr. Mii les dos Santos diz em aparte que o re-
logio da casa esttva diantado 7 minutos:
ORDEM DO DIA.
Continua a primeira ditcatsao, adiada na sesso
de 28,desle mez, da proposijao da cmara doi depo-
ladosmarcando regras a's sociedades em comirandi-
la,em addilamenlo aos arls. 311 a 3li do cdigo
commercial.
O Sr. Silveira da Molla eutende qoe o projeclo,
alm de incmplelo, da' um elasleno exagerado ao
principio commaodilario.
lie incompleto porque nao eonsagra nina dispon-
cao leo lento a (ornar eflertiva a responsabilidad!!
Ilimitada do gerente, e nao regula ai relajet du ge-
rente para com ot locioi rom man ni trios e pira com
o lerceiros ea credores da sociedade, de modo que
ollereja garanta de segnranja.
Seo projeclo organisado como esla' f ir convenido
en le do piiz, pruduzir enlre DOl os meimos fu-
neslot rasultados qoe, tegoinlo not diz Horacio Say,
se deram na Franja desde 1138, cmquanto dorainuu
a enliga legislarlo sobre commandilas, que a lei de
186 veio reformar.
Naquelle paiz organisaram-se roailat tociedades
commtndilarias com liluloi pomposos, com program-
mas qut proraettiam a realisarao do mvlho do El-
Dorado.
Os pobres, altrahidos pelo engodo dessas promes-
iai brilhanles, (rocavam por arenes de pequeo ca-
pital o fructn de seo Irabalho, e'ficavara mullas ve-
zes reduzidos a' miseria, porque os gerentes desap-
pareciam com o dinheiro nu faziam-se lubsliluir por
oulros, que lambem eram illimtladamente retpou-
saveis.
Para evil-r qoe as eeonojnias das classes menos
abastadas sejam por esse modo roobadas por audazes
especuladores he que o orador le oppe ao fraccio-
namenlo do capilal commanditino em acroes de
valor diminuto. Para dar um emprogo productivo
aos pequeos r.pii-e. abi e-t.lo a raita econmica e
nulrus eslabelecimentos da mesma naloreza. Se o
projelo passar, com a disposir.lo que divide o fun-
do comniandilario em arenes ne lo baixo algaris-
mo, jicara' legalmeule creada mais uma especie de
lotera para engodo do pobre e eorveduuro dot va-
lores de pouca monta.
Para qoe o projeclo roite ema verdadeh-a salva-
guarda di boa Ir e da imprevidencia contra as ma-
chinajei Iraudiileulas dos velhar,,., dcvia etlabe-
lerer uma providencia que lornas-e o gerente illi-
mitadarocnle responsavet por todo o lempo de du-
ri.i da sociedade, e pruhibitse que elles assu-
misaem a leiponsaluliilaJe de mais de orna inrie-
riade.
O projeclo nao predetermina as rondijOes com
^eicdeve organisar-so e funrcionar a asscfhlB ge-
r.il dos accionistas, afim de evitar que o arenle se
rena rain dous ou qualro accionistas originarios, o
face Indo quanto qoizer em prejuizo dot dentis so-
cio..
Nao ha rrrredivo para orase em que o gerenle
faitea seus deveres para rom os accionistas. Para o
gerenie nao ha obrigajao coercitiva e sanccionada
ILEGIVEL
Mimca;



DIARIO DIFKRNAMBCO QARTA FEI1U t DB.OrTt'BRO DE 18S1
que garanta o capilaea daa accionistas, uem a esle
sslsla um direilo correlativo que faca ellccliva essa
abrigarlo.
O projeclo eslabelece urna dispos c,.1o derogatoria
da solidariedade da lesponeabilidade legal em rela-
;ao h' crssao, quando, permillindo a transferencia
das arges desde que eslivcr realiada a melada do
.1 111 cuuimandilario, sub-lilue a responsabilidade
dus ccder.les pela dos cissionaiios e do gercnle. Es-
la dlapoaicau, contraria a' indule dan suciedades em
roinmandila que conserva a repon<;ibili denle e do ceiaicnaiio, abre a porta a todos os aba-
cos e fraudes.
As relac,oes do ecrenle para coro os lerceiros nao
foram tambero btm delimita e garantida..
O projeclo nao consagra una medida que leuda
a garantir aos lerceiros o diieilo de verificar a ellec-
tividade das com que a sociedade lem de fazer tace
.ios teas pagamentos.
Orlulau, Horario S y e oolros eronomislas io de
< \ iiii.in que se nao dtve nermilUr a transferencia
das acrts aenao depois de realisar lodo o capital
roiiinun lilaiio. Devia-se. impor penes ao gerente
que desviaste os fundios Ua sociedade, mi pelo uitnus
restnnir da um modo elliraz essa illimilada res-
pons.liilidade do gcienle, que Lio perinola e amca-
(Odora he para a socitdade.
A v.uui.ir.io do principio commandilario, que
irsulla de leda o projeclo, anda avulla mais quan-
do si- o encara em relajo aa commandilai bancarias.
rijlaa sociedades a falla de correclivos lorna-se
niuiio sensivel.
O priicipio de que estas rommandilai poJem es-
tabelrcer-ie piecedindo aulurisagao do goveino,
mmii nue se fiem e predelerwinena as condic,oes e as
bases con que dcvtm ser feilas concesses paia a
eacerraorsee, be urna dictadura flnanceira, oro pr-
senle funesto, qoe pora' o governo em embarazos
quan lo se Iralar da approvac,3o de laes sociedades,
sem Me suliiniiii-in r o> meios de descailar-se das
preirucois iiopertneolei deiarrazoadata que se
levantaran) ncsle sentido.
O orador pede ao Sr. ministro da fazenda llie in-
formo se peloMirl 3. do projeclo sejulge o governo
aulunsalo a conceder s sociedades commaudilariis
baneariai o direito de emiasao.
O Sr. minislro da faienda responde nfirmativa-
menle. .
OSr. Silveira da Molla conlinuando diz que o
prujeclo devia consignar os casus em que tal cn-
resso se deveria fazer, e com qoe condic;oes e bases.
Eulende que o direito de emitlir deve ser concedido
pelo corpo legislativo, a qoe o governo n3o pode
trabar as normas para emiasao.
O direito de enras;! dado as commanditas banca-
ras torna linda mais Ilusoria a rtsponsablidadc I-
litinlada dos gerentes, pnrqoe, por maia ricos que
estes ;.cj un, nao podem os seos bens ofTerecer ga-
rantida a orna empreza qoe multiplica o to capital
com a emiat<1o.
Depuis de mais ntgaroii considerarse! o orador
ronrlue mandando a mesa oro projecto substitutivo
do que se acba em discussao, qoe o senado se dig-
nara" lomar em eonsider. cao, ou como emenda ge-
ral, ou como mellir r o entender em sua sabedoria.
O Sr. 1. Secretario le um aviso do minis'rtii do
imperio, remeltcodo a copla do decreto pela qual
S. M. o Imperador houvc por bem prorogar al o
da 1:1 de aetembro proiimo futuro a urinal srssla
da assembica geral legislativa.Fica o senado n-
terado.
A discussao fica adiada por ler dado a bora. O Sr.
vice-presidedle d para ordem do da a mesma ma-
teria, comecHiulo-se pela terceira discussflo da pro-
posirao que silera a ivisHo dos dislriclos eleiloraea
do Marinho.
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS,
SESSAO DE 9 DE AOOSTO DE 1837.
Presidencia do Sr. visconde de llaejiendy.
A' hora do coslume, hila n chamada, e echndo-
le reunido nc-mero legal, abre-se a genio.
Lida a acia da anlecidinle, he approvada.
Sr. primiiro secretario d coula do seguiole
EXPEDIENTE.
I m cilicio do ministerio do imperio, remetiendo
a resoluto qoe aolorisa i matricula do esludaule
Jos Francisco Vianoa, na qoal S. M. I. conseote.
lnleirada.
Sao appro.vados os pareceres :
Da commi 0 governo lobre a prelenrAo do pharmaceulico E-
leulerio Jos de Aririra.
Da coinmisau de pensas e ordenados, mandando
archivar as repreieniares dos empregados da ae-
erelaria da polica e uniros, por a lenm sida a(-
lendidos na prrposla do ornamento.
Da mesma commis.ao, mandando ouvir o governo
robre a pretendo dos cabidos de Marianna e Para.
Sao julgadus objeclos de dehbarariln, e va a
imprimir para eolrar na ordem doi Irabalhoa, dous
pareceies da commissao de pensao e ordenados, uro
approvaudea penao concedida a l>. Maria do Cer-
ni Monlciro I.iaboa, viuva oo deserohar^ador Ni-
colan da Silva I.iaboa, e oulro concedndo gralili-
rajei aos empregados do arenivo publico.
Vera a mesa para Ber lineada ua acta a segiute
declararan.
a Declaramos que volamos contra o aj. 33 do
projeclo do orramenin, que aulonsa o governo a
rontralar indisliiiclaioer.le sacerdotes para >s colu-
nias que se furmassem no paiz.Mandes de Almei-
da.Pinta de Campos. Diogo Velho. Uaplisla
Monleiro.Carrao__Silva de Miranda.
Aprsentelo e discussao de requerimenlos.
O Sr. Mendei de Almeid fundaineula e manda
i mesa o seguiole requorimento.
Nao havendo a camaia do9 Srs. depulados lo-
mado deci jn alguma a re-piilo das eleic,6es prina-
'}".,?u. fr,Buei" uc No' Seohora de Nazarelh
da Iresidilla e de Sania Hila do Codo, pertenceoles
aoquinlo dislricto eleitoral da provincia do Mara-
nha<>, por occasiao da discossao do parecer das e-
leijOes do referido dislricto ; e (endo-se ullima-
meule na freguezia de Santa Hita do Codo procedi-
do a eiames em documentes spresenladoa a dila c-
mara naquella occasiao,e mandado proceasar a va-
rios eidadaoa por arcuires de alM ludes de elti-
{OM em virlude de eommunicacoes dirigidas-ao
governo por parte desli cmara, requeiro qoe, ve-
rilicado e reronlieciilo pela msa o engao havido
nai dilas cominuniear,oei, se oflicie ogovemo para
mandar suslar taes processoa, solicilaudo-se a rte-
vnlo(.1o dos menciunsdos documentos, alim de que
a commisiao do eonaliluicao e poderea de sem de-
mora o seu perecer sobre as eleicei das aupradilas
Iregueziaa.
Entra em dcots3o.
Oraram os Srs. Mendea de Alme da, Paes Itarre-
1 e Franco de Almeida.
He apoiada e entra conjuntamente em discosslo
a srguinte emenda :
Supprim.im-se as palanas mandando soslar
procesaos. Croz Machado, i
Julgada discutida a malciia, lie approvado o re-
qiienmcnto, e bem assim a emenda.
O Sr. Caslello llranco. oblando urgencia, falla
sobre uegoeioi dasAlagoas.
O Sr. Paes Darrelo olilero urgeDcis para ler a re-
ilicr.iu dos arligos addilivos e emendas ao ornamen-
to geral do imperio para o auno finsneciro de 1858
a I8.i!i,a qual he approvada sem dbale.
Sao adoptados, depois de oblida a urgencia, o
segoinles prujeclos:
Qee concede ora anno de liceiica eo Dr. Joaquim
v lela de Catiro lavares cora a emenda do senada.
yi manda matricular no lerceiro anno da facul-
nade de medicina da corle ao esiudanle l.uiz Fran-
cisco de Morinclli cora .i emenda do tr. Dias Viei-
ra, fazendo eslensiio o meimo favor a Felippi da
Motil de Azevedo Correa stbre a oavegarao por va-
por ao porlo da Vicloria coro a emenda' do senado
Vueapprova a pensao coucedida ao consilheiro
Uiogo Soares da Silva Divar.
(Jue approva a pensao coucedida ao lpenle re-
armado Francisco Thomaz da Silva.
Oue comprehende nas disposic.oea do aviso de 2
demarco di lit!) ocapiao Amonio Joaquim llo-
'ingues llorba e mais olciaes em idenlicis circoms-
lancias, coro a seguintc emenda da commissao.
' Depon da dula de 1829 icrescenle-se qoe
mandou conservar aos ofliciaes de volunlarios da
provincia de S. Paulo os suidos que pereebiain. .
nacia Lucas.
Eulrando em discossao o projeclo que iguala o
Mido e mais vanlagens do mejor do corpo munici-
pal permanente a importancia do queartu-lmenle
percebem es oflirlars do exercilo, o Sr. Peiiolo re-
nuer o adiamenlo.
Iinlose volar reconherc-se nao liaver casa.
<> Sr. presidenle da' para a nrdein do da :
Asmaleiiasanlerioinienle designadas, preceden-
iio volarao do reqaerimenlo de adiamenio do Sr.
1 eisot.
I.cvanla-se a seeslo aa 3 horas.
A -".I 11.10 houve ses-ao no senado.
31
PrttUencia do Sr. i itconit de llaependy.
A" hura do coslume, feila ;i chumada, e echndo-
se reunido numero legal, alire-s<: a sessjo.
Le-se e approva-se a arla da auleredeule :
0 Sr. I. Secretario d rnnie ,1o seguinle
EXBEDIENTE.
1 m ollicio do minislro do imperio, remetiendo
Da (ommieeSo de eoDStitoi(!o e poderes, Ippro-
vando os nove cleilore'a nomeados di fregue/.ia de S.
Pedro da Allra.
Das commisses de poderea c joslica criminal,
mandando na continuar o processo instaurado con-
tra o Dr. Kalmundo de Araujn l.ima.
S.lo lidas e apprnvadas as rcdacrrs dos projeclos
approvadus na sesso antecdeme.
O Sr. Mi lureira pede que so imineic um membro
para a conimissflo di redacrao.
O Sr. Presidente nomesen Sr. Pereira. Franco,
O Sr. Sampuin Vianne, obtendo umeucia feoda-
menla e uianda .i mesa o legninle requerimenlo :
i< Kequairo se peram ao governo, pela repaiti^ao
du Ihesouro. as seguinles inforuiaiis.
I" I.ma iel.ir.io cireumslanciada das rcclama-
toes pagas pila Ifindega da corle por falla uu caira-
vi do mercadorias desde o eiercicio de 1818 e ll'.l
a lts e 1833 por eada exercirio, rom declarara da
dala un que colindaran) o respectivos procesios, e
da em que forera pagas as quantias reclamadas.
2' O mesmo, com referencia aos cemelos de
1853 e 18*ii a 1856 e 1857.Sampaio Vianna. n
Enlrau lo em disruis.to, be adiada por pidir a pa-
lana o Sr. Brandan.
O Sr. Kn.sqne, depois de algumas considerarfies,
fundaraeulne manda a mesa o stguinle requerimen-
lo que, entum era discus ao,lie adiado por pedir a
pilavra o Sr. Bello :
n Kequeiro que se pec.a ao govsrno, pelo minis-
terio da ju-in-a. urna relacao dos nlli-iaes da guarda
nacionsl que foram demillidos e dispensados, sem o
pedircni, do seivir,o dui corpos a qno ptilenciam na
prn incia do llio Crande do Sul, desde a aua organi-
sa;o de 1817 e In'.s, cojas dem sses e dispensas fo-
ram dadas no periodo qoe decorre do l-.dc agosto
de 1852 al 26 ds selembro de 1855. Araujo Brus-
que.
OP.DEM DO DA.
Indo-se proceder A vnt.15.io do requerimenlo de
adiamenlo oflerecido pelo Sr. Peiiolo na sesiao an-
tecedente, reconhece-ae nao liaver casa.
O Sr. Presideote da para ordem dn da :
Aa malenaa anteriormente designadas, acresceudo:
1 discassac do projeclo n. 136 desle anno que
aolorisa o governo a emprestar a Guilhermc Scliuch
de Capaneina 100:000; a favor da sua fabrica de
papel.
2" dita do projeclo do senado n. 122 desle anno,
que concede loteras .11 roalriies de Sania Itila do
Itio-abaiio e SaDliag, na provincia de Minas-tle-
rses. (
l.evanla-se a sess.1o al '. hora da tarde.
PAGINA AVULSa
Chapeo a Petropotts.Ue este o nome qoe no
llio de Janeiro se da' aos chapeos de palha de abas
largas, qoe se acham inlrodozidus entre mis como
moda do grande lom, e pelos quaes se da' vinle e
viulee lanos mil ris. Nao queremos contrariara
aceilae.lo que esses chapeos aqu liveram pelas se-
nhoras do boro lom, mas BSo podemos deiiar lam-
bem de dizer que nao foram riles adopladua na Eu-
ropa aeuao para abrigar a estarlo calmosa, tanto que
alm dai alias se ve mais os auliparoa que nellas se
deilaro ; cnlrelaiilu fui go>l adoptad cutre nos c -
mo moda, servindo ent.lo para ludo como se vi.
o mesmo assumpto de entrvdo com garrafas
de rinko.Tivernoa occasiao de fallar com urna pea-
sos de nossa eroizade, que se achava na casa desses
mojos que foram insultados na madrugada do da
do correule, arrebenlando-se garrafas com violto em
sua rotula, c por lira borrando-se a frente da casa
cun o mesmo vuiho e lama, e enla por elles nos
foi informado que, na occasiao em que se f.iziam es-
tes festejos bacchauaes, se onvira dislinrlamenlc al-
guem dizer basta, n3o rafal mais iato que esla
caaa he.,e raeu pai.E da, vrio dar berri a rniihecer que um lillio du pro-
prielario daquelle predio fazia parle em semelliMile
feslejn, e por elle bem pode a polica chegar ao al-
cance de quem eram aa pessuas que o arompaulia-
ram, o que aera' minio fcil indagando apenas desses
mor.11 que all moram, quem srj 1 o proprietirtn. O
fado he noluvel e de nao pequea impurlancia, e
lano mais platicado por tal modo ; conven, portan-
lo, qoe nao lique esquecjdo.
litpamamenlo.Un dias foi barbarsincule es-
pancada na ra do Padre Flcriano, por dous indi-
viduos armados de bons cipos-paos, urna infeliz mu-
Iher que por all passara, e por quem lalvez jase
esperaase. Ilealisado aquelle eapancamrnlo, e do
qu.l ficoo a victima bem massada, os perpetradores
desee crime seguiram a seu aalvo. Meando o fado si-
lencioso e descuiiliecido da polica, o que indui a
erer que naqoella roa ella nao Hierven), e pode
quem quizer pralicar os mainres crime
A ciclima do taes do CapibarHe.Fomns in-
formados de que o prelo que se laneara do caes d0
Capibaribc a baixo premeditava a sua morleha rau-
lo lempo, lauto que em urna ouli a ocea'iao, e quan-
do perteucia a oulro senhor, se laucara igualmente
da poule nova abaixo, sendo salvo oessa nccasia.
Ease prelo era de orna nac3o bem lerrivel e bravia-
da Costa il'Africacuja qualidade de gente lia muilo
he reconhecda propensa para o auicidio.
Mo rizinl.o.liidigilam como m>o vizinlio a
um individuo que trabalha em nma fabrica de cha-
rulos na ra da Sentara Velha, que insulta ruin pa-
lanas aos seus vizinhos, amesra-os com um caive-
te de mola, e alira-lhes pedradas em suas casas, e
que, finalmente, se ha constituido um segundo Fer-
rabrat. A ser exacto oque se diz desse individuo.
pBrece que o respectivo subdelegado du logar, ti de-
ve fazer eonler, e para o que chamamos a sua al ten -
i;ao, como milito necessana em aemcllmiles rasos.
Um arlo de philanlropia e de ciridaie.Vo-
mos inforinados por pessoa de criterio, que por occa-
siao de um jamar que sp dera no engenlni Mo-u-
repe, e a qual muras pessoas asslsliram, que den-
tre ellas houve quem desifrlasse a idea de retgalai
da escravidau nina mulaliiria du mesmo Qgenbo,
cujs idea fura iinmedialaraenle abracada por todos,
i-oiilrilinin lo eada um cora o seu nonlnigeme para
esse acto de cariJade, sendo suprdo o reslaDle para
completar a quanlin neloSr. D. Abbade
Hospital correnle, 86 doentes ; no da i, US ; e 11 da 5, 87,
Me amanliaa.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTHAOUD1NAMA DE 23 DE SETEM-
BK DE 18-57.
'residencia do Sr. Reg e Albuqutrqu.
Presciilea os Srs. Barros Kego, Franca, Barata,
llego, Mello, Piftio e Gaiaeiro, abno-se a sessao ; e
'" "da e approvada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE.
Lm oflicio do Exm. vice-presidente da provincia,
remetiendo approvada provisoriamente a pin.tura ad-
dicunal.que eslacamara confeccionou,modificando a
drspoaicao do arl. I- das posturas de 7 de agosto di
ibj.).Que se publicassee e remellcsse copia aos
fiscaes. '
Oulro do Eim. hispo diocesano, respoiidcndo ao
que isla cmara llie dirigi em 'J do correnle, c mos-
Irando a inconveniencia de ser adoptada a providen-
cia que a cmara pedio.lnleirada.
Outio du Dr. clitfede polina, respon lendo que
tinha renovado a recommendarau frils aos subdele-
gados desl cidade, pa qoe prealera aos li-caes o
auxilio necessano para a execorao daa poslurai que
ilizem reapeilo as corridas de cavs-llos e carros den-
tro da cidade, e que qnaiilo a retirada dos mendigo,
das ras e outroi logires pblicos, ja bav a effieiado
.0 fexm. vice-presidente da provincia, pedindo pro-
tideiinas.lnleirada. p
Oulro do veieador Manuel de Barros llirrtln di-
zendo que desde que deixara de comparecer as 'sc<-
sOes deslj cmara, participara ao presidenle da incl-
ina os molivos que oubngavam a asaim proceder e
qoe os rrequeulcs incommodos de saude uo Ibe pex-
miltem tomar parle rom assiduidade nos Iraballm
da cmara.lnleirada.
Outeii da cummi.sao de Dygiene Publica, dizendo
que Dio Ihe sendo acliialroenle possivel, enlrrgar-se
ao came da fonte d'egaa tarrea do Caiaoga', poia
que sena preciso esludar a lopographia do lugar e
examinar minuciosamente a auna, n que gastara
alquil, tempe, que nao podia dispensar, nao polla
dehiulivamenle dar o seu parecer a respailo da mes- i
ma fonte, mas qoe allejidendo-se a raridade dfs.as
virtudes entre nos.julgava conven ente que -e a eou-l
aervasse em estado de ser applicada em beneficio pu-
blico, ao menos al qoe ae possa vcnDcar a sua or-
geni ferruginosa, cu se a paite da quaulidade de Ier-
ro que o terreno contem, procede de te liaver em
Boiras pocas amonloado all cascalbo de m.t I __
Adiado. t
Oolr da mesma, dizendo e-cerra da coniulla que
a cmara Ihe frz sobre a con-lrorrao de sumldouros
lia ras e qolnraes, que esles podem evi'tir sem de-
Irunento da saliibridade publira, (oda a vez que em
sua conalrurra o conservara ae nli-crvcm as rc-
sras higinicas, e sejam elles somenle reeeplaeolos
do lquidos, e minea de materias aolidas.Inlei-
tail.
Oulro do advogado, dizendo cm rosposla ao ofli-
no desla cmara de 15 do concille, a que rompa-
nnerara as eondicoes que pretende acamara fazer in-
serir 11 contrato das afericoes dna pes ,s
obras sem graliilcafle alguma, assim como qoe o
terreno que Ibe pareca mais proprio para eslabele-
cer-ie o cenulerio, era o sitio na cncruzilhada do
Arraial. perleucenle aos meemos henleiros, de que
lie fo-eiro Luz Candido Ferreia, que pede pelas
bemfrilorias nelle existentes 55ti^jO0.Kisolveu-ae
que o procuradur se enlendeise cura l.uiz Candido,
e 1 ni r.itasse a desapropiarlo das bcrafeilorias pelo
menos pncu possivel, e se agradecesse por interme-
dio do mesmo procurador a cada uro dos doa-
dores.
Oulro do prorurador, tratando acerca do terrino
de marinha na ra da Aurora, de qoe sao posseiras
Francisca Amelia Moreira e maia duas irmaas, o
qual se faz preciso para complemenlo da praja alli
proiectada.A' comraisso de edificacoes!
Oulro do liseal de Sanio Antonio, pedindo se
mandasse pigar ao cirurgiao Francisc Jos Cyrillo
l.cal a quanlia de 185, de Ires corridas sanitarias
que fez nos das', e 31 de julho, e 18 de agosto ull-
mo. Mandou-se passar mandado.
Oulro do mesmo, expondo a necessidade de con-
servarle urna senlinella na entrada da ponte pro-
visoria para obaUr as corridas dos cano- c u?
abusos praticudos pelos que fazem os despejoi.
Adiado.
Oulro do mesmo, dando parle do servido feilo na
freguezia durante a ultima semana.Au archivo.
Oulro do administrador do cemilerio, parliripao-
do que o cadver a que se refere a guia 11. i3p5, di
nma esrrava de Joso Antones Guiarles, fnra con-
duziJn para alli em caliere de prelos, iulringindo-
ic assim o arl. 67 do reiulnnieulo do cemilerio.
Ouese remellrsse copia ao li-cal da Boa-Visla para
proceder como Ihe cumpre.
Oulro do fiscal de S. Jos, consullando se de-
via consentir em conslriirro.es de casas de laipa na
roa Imperial.Que se respundesse que nao.
Outro do mesmo, dizendo que, por achar-se bs-
tanle arruinado o cslramenlo do pateo da ribeira,
mandara proreler a alguna reparos, mus que deven-
do ser esles em maior escala, consullaya se os poda
mandar fazer.Mandou-se responder que aim, e
resolveu-se que se represenlasse ao Exm. vice-pre-
sidente da provincia obre a imperfeie,i>e com que lem
aido felo o calcamento, o qual se desmancha logo
depois de feilo. afim de S. Exc. fazer as reclamar.i
qoe jui'gar conveuienle areparticJo daa obras pu-
blicas.
Entrando em discossao a postora que clava adia-
da, aprrsentada pelo Sr. Pinto, probibindo que va-
guim pelas ruar cerlos anlmaes, resolveu-sa qoe
se ouvisae ao advogado.
Foi approvado um parecer da cnmmiis3o de po-
lica, designando a gralitkacAo de 35}, que eulen-
de se lleve dar com ccrlas rnndirOes a Franrelino
Americo de Albuqoerqoe e Mello, pelo Irabalho de
desenlio de plaas : e resolveu-se que se pedise
aulmi- r.Vi o governo da provincia para se fazer
easa despeza.
O Sr. Ilarros llego fez o seguinle requerimenlo,
que fui approvado :
a Propouho quo ae ponha em arremataban publi-
I ca a arrecedacao do imposto lohre carrol c mais ve-
j bieulos de condurjo.Barros Kego.
Urna commissao especial composta do autor deste
requerimenlo e do Sr. ameiro foi nomeada para
a presen! ir as batea para essa arrematar.lo.
A' vlsli do que upoz o Sr. vrreador Reg, rela-
1 livamenie a ililliculdade e alio prcce porque vs mo-
! radores do lait.i dn norte da rinda \nrnr rh'om
agua piiivil. concuirriidu ia*u nao su pea que elles
se mu.iem d'alll e se lome morosa a edificaco em
urna das ras maia bellas desta cidade, a cunara
resolveu oflinar ao Exm. vice-presidente da pro-
vincia, para S. Exc. fazer rom que a companlua de
lleberibe enlloque um chafariz junio ao (".vmnasio no
lupar que for mais convenienle.
lendo Francisco Pedro Advncula requerido liara
arrematar o impoalo sobre mscales e boecleiras com
o abale de 543300 rs., por nao ler apparecido lici-
tantes, a cmara declaroo que se pediese aulorisarao
para isso a Evro. vice-presidente da provincia!
.Mandou-se olliciar ao engenbeiro cordeader para
apr.semar a hilla do lijlo de alvenaris.
Ini remellido aa Sr. Franca o requerimenlo de
rranci-co Jos de Campos Pamplona e oulros, tra-
tando das obras da eslrada de ferro, no lugar da
roa do Rascante, dizenlo que ellaa Inoliiasam o
transito da mesma ra, reluzuidu a sua largura, em
parles, a menos de dez e de cinco palmos : e a
cnminis-a de sade o de Antonio Pinto de Barros e
oulros, replicando ao despacho que Ihe negou li-
eenea para eslabilecer lalgadeira na ra Im-
perial.
Despacliaram-s* as pclirfles de Antonio lloberlo,
Anetelo Antonio Ferreira, David Wm. Doman,
francisco P.dro- Advncula. Franelsee Marlins lla-
poro, tiBSpar Adolpbo Bourgeois, Jos Francisco
dos Sanios Miranda, Jos .Ivs l.ima, Jos Carnei-
ro da Cunl.a, .los Pereira dos Sanies fllvarenga.
lOSO Joso de (.arvallio Moraes, Manoel Ferreira lei-
xeira, Malinas l.opes da Cosa, Manoel Figoeiroa de
*1\ \ u 0el A",0"' Jess, Dr. Pedro Alhay-
ie l.ibo Hoseozo, Itomao do Hego Barros, Tiboicio
Valeriano Bapliale, Thom Rodrigues de Souza, e
lcvanloii-se a sess,1o.
Ku Manoel Ferreira Accioli, secrelano a escrevi.
ranea, pro-presidenle.Silva Barroca.llego.
Barata de Almeida.Gameiro.
Francisca Tberezi din Cbsgai.i parda, solleir, 65
anuos. Pobre.
Francisco, pardo, filho de Mara Joaquina do Espi-
rito smo, 9 dia?.
Manuel Joaquim da Silva Figaeiredo, Inai.ro, etta-
_ do, 38 aiiiins.
Eduardo, branco, Gibo de laabel de Souza Gomes,
.1 mezas.
Pedro Jos Fiilosa.pardo, casado, 22 annos. ;l'obre.
Barbara, crioula, escrava de Jote Gabiiel da Silva
l.oureiiu, 32 annos.
Anua Vicloria de Freilas, branca, vuva, 65 annos.
Bernarda, crioula, escrava de Francisco Soaies de
Castro, :lli annos.
Mara, parda, filba de Maneel Joaquim Camros de
Sam Anua, 6 njezes.
Ignez Mari dos Prazeres, crioula, solleira, 15 annoi.
Padre Leonardo Je.io Grego, prioste.
FU GLE/IA DE JABOATAI)'.
UMA ESTATISTICA.
Serie tic quadrot eunccinuiks a' luesma
freguezia.
RELAt.Vt) DE.MONSTRATIVA DOS BAB1TAN-
tfcs DA POVOACA DE JABOATAO.
f CoDtinuaqao. )
I II Ul ll,IO WllllllH V.
66 Manoel, aiinus, prelo.
67 Roque Pinto, 80 annos, preto, ca-
sado.
68 Clara Marn do Carino, 7CT annos, preta,
casada.
69 Francisco Antonio de Carvallio, 26 an-
nos, pardo, casado.
darlor ebefe, com elle empandamos a lula, com elle
encelamos a discu-so direclameule.
I o 1,111,1 isea ai mide, apezar de nao ser desai-
rse para una, poique apenas eramos enrgicos, li-
nda alguma coun de desacradavel, algum lano de
impropria, e porlanto eampria abanduna-la a lodo
o transe ; e de nossi parle nao se dando a exisleocia
de odio uem ranenr para rom o redarlor rbefe, fcil
nos foi deuar a discus.o na parle- que mais direc-
tamente afleclava individualmente a sua pesoa pa-
ra empenbar-nos aumente cum o ol.ibeial i'eri'iam-
bucanoi).
Comludo nieva nolar, para tornar mais saliente
a sem ratte, que se o redarlor ebefi na resume a
responsahilidade da redan-.10 do "Liberal Pernam-
burano, romo a podera' ler o Diario de Pernam-
burn. polos arligos que nao a3o de aua redacrao '
A impavidez, porra, rom qoe o redactor cliefe
se arremesaa a arena, de viaeira eicuida, dando
golpis a lorio e a direito, nao nos servir' jamis de
estimulo, nem nos demovcia' do termo que ucrupa-
i mos. t) re.iarlor ebefe he hoje o centro de om par-
tido, lem videz de doria, lem drvrrea reatiiclis
para cero os seus alliados ; mis, pelo contrario, pos-
to que a pureza de nossa consciencia nos nao acn-
selde as (rsvaa,sii lidsmos na imprensa por imor
dos nosaos principioi.
NJ queremos, com effeito, cuidar com o fraco
tributo que prestamos a causa poltica, que leal e
sinceramente adoptamos, para que nosso probre no-
mo aeja posto em r 11,tribuirn, para que nossos pe-
queos servaos sejam reconhecidos em quem os
presta por meio da podlicidade do Individua.
Alm de que, essa insinuarlo de subscripto de
oome nos arreos que escrevemos, nao paisa de urna
declinatoria ftil, que, por coroesinha.nenhuma im-
pres-ao pude produzir nos espirites, visto qoe em
'Mscuss.lo seria e eilreme de" virulencia, em discus-
Annses de um eelibalarie. L. do pnrlo., Aos. Volomes sabidos com fazendas
li linos, o sen ran.i. *.,..,,.. o r^i..i... ...... .. .. ...-------
ti annos, o sen coraran comer,* a palpitar com vio-
enca quando v senhoros ioveiis, anda que seia de I
longe. '
Aos 17, perturbase e era ao fallar com ellas, ale
de corsas indifierenle*
. 866
com gneros .... 7n
Total 1:050
IMPORTACA'O.
Vapor nglez Teviolo vindu da Europa, manfes-
Aos 1K. cometa a ter serenidade quando se aclis \ leu o seguinle :
na soa presen.a. 2 canas relogios. 2 ditas ivias ; a llabe Sclunellau.
A as 19, morlilica-se seriamente se chfga a per- I < raixa reoslos ; a Eduerdo aS Ol.vein
suidir-se que ellas o Iralatu cuino se fora um me- 2 ditas obras de prall
nio.
Aos 20, lera a convicr.io de seu merilo pessoal e i
de seus allraclivos physieos.
Aos 21, um cspeldo" be para elle o Ir.iste maia pre-'
ciuso, porque precisa de admirar-se.
A01 22, he um faln insupportavel no maia alio
grao.
Aoa 23, nenhamu malder de digna de o possuir,
em seu conceilo.
Aus 2t, em seu movimcnlo de descuido, cade no
lajo que lde arma o amor.
liis.
ua, panul, rasauo. -.uo-.i ra, o nnran ne virulencia, em rtiscus-
70 Alexandrina Coellio, 2% annos. parda ''1o*mquese debaiem principios e nao se cooia-
casada. gram argumentos o ad homlnem nada aao os no-
annos,
parda,
- e medidas,
que sena i,,,, curial e-ladelecer essas providencias
rupia do decreto, pelo qual S. H. o Imperador bou-' "n addilamenlu ao resnlainento, mas que nenlium
ve por bem aposentar mi lugar de secretarle do go- I Inconveniente hivia em urem inseridas no conlraio
vernu da provincia de Pernumbuco a Honorio Pe- depois de rommuniradas ao atrennlanlo. que a si-
reira de Aeercdo Coulinho, com i ordenad de...... gunda eondicio era um pouee vaga e discririonaria
;9nS dopendeodo nes-a parle da apprnvacao do aotendendo por "ao que devn ser rooeebida em ou-
arpo legliUlivo. A' commisalo
l'.i-i
M. o I
1 legislativa al o
tetrada.
Hilo do mesmo minuten
de pensues.
n minasleaio, comnaufcando qoe S.
mpeador douve por dera proregar a prseme
da 13 de seleindro. la-
Ios
rrinellcudo rupia da 1
leamos, Indleou-os.A cmara eonformoo-se
com parecer, e mandooqae fnsscm < eondivoes
exaradas no contrato, depois de ouvid oarremal'an-
le das afericoef.
Outro do |uii de direilo, prc.iilciile do Iribonal
dijiuv, respondendo ajne nao poda dispensar de
euiuparaecr a actual sevau da mesmo juiv, o ama-
ini-us desta euara.Ilippohi Caasiauo da Vskob-
cello. Albuquerquo Marauluie, pela dilliiiil.jd l de
ae neonnirim >.|.....1. .luteiada.
Ouiru do eugealieiro cordoador, remetiendo o pro-
0 Imperador I jeito de cemilerio por elle orgauisado, e approvado
i .....loennieiil de lusede Almeida Bairelok,. \,H,"A C"'.....\ '*'* '^Buezia du Pr, tMn
1 pedindo .ei natnral.-ado c. m'.,\ ,m" 1' "......,' ""","'"'" ,"' ""I"'1""'";, de .1:2Ik- hk, da,
,..,., ,-.., ,ie po'.i. D^wo.-na^ies|)erlivasiolrrait>de alienara, rom ,,,.,,.......
lm 1 ,1.1 ronegu Aulonio lavares da Silva, pdin iTN'"
.1,110 anuos ds hcenee evui lodos os -,-us venci-lcrii
melos para aecoir o corso de icieneias cannicas cedenJ
e Iheologicas. A aemmiaiao de inalrorcao pu- ierren 1
''"'J- ,......roqueam
s,u apprevadei sem dbale Us parecerc : I doConeio S
-clade aleileres da parocba diEscada, da provincia
de IVn aml.1.1-. A' Cbmmiwao .le poderea
tuto do mesmo nuoisleri... envlaoj a ,.......da
reiioi,,v-e qae aolorasa o sovei......iansVM o c-iitr-
loc-le'.rad ron a rumpaiihia de Navegar,, e 1 tfni-
merrm do Amazonas na anal S. M.
1 on r.le, a archivar ae.
I lia, ralarumbg e casas de em-
ludo junlamenle a declaracao e,-
terdtiios das Ierras dn Monleiro,
ente medame ceit;s Condi(oea, o
?.o par o reini leii ; disenda o enge-
. delles, o cldidXo Aotonio Jos Gomes
ollerecera pata adminulrar ludas as
REPABTigAO DA POI.ICIJ.
Occurrenrias do dia I deonlobro.
Ini preso pela aubdelegacia da freguezia do Po-
co da I anella <> pardo Ignacio Ramos,' para averi-
guarles. '
Foram presos: pela subdelegara da freguezia
do llenfc o marojo inglez Charles \\,\lnm e o ca-
ma l.uiz llibeiro, esle para averiguariiis, e aquelle
por |. rmenlo-. "
Pela subdelegarla da frsguezia de Sanio Antonio,
Jos Joaquim do Visciuienlo, e o pardo Anlouio
l.eita l'ercira Porlo, ambos por brisa.
i. pelasubdelesaria da fresuezi* da Boa Vista,
aa pardas Antonia Maria da Coneeicjo.e Francisca
liosa de l.ima, esla por insultos e aquella aeiii de-
clararan do inolivo.
t subdelegad 1 da Treguezia da Bna Vista, em ofli-
co de boje datado, refere, que honlem pelas dez do-
ras da noile, sendo avisado aedar-sc o cadver de
om prelo ao pe da ponte defronle do edafariz, para
alu se din.11 a." enm elTeito enconlrou o dilu cadver
sem leruiieiilu, e nem conluso alguma, e das ave-
nguarnes a que pruredeu, soube que pelas seis do-
ras da larde de donlem, vindo aquelle prelo. com
urna Irona de mupa, pelo caes du Capibaribe, a
laucara ao chao, c aliion-se ao rio nao se labe te
com o proposito de afogar-ae, ou de ae banbar *
que ao depois se ouviram griloi de dentro d'agu'a'
mas que nao se soube o que era por ler desappare-
cido quem gritava. Mandou depositar 0 cadver
no corredor da matriz da Boa Visle alim de se pro-
ceder a vislona, edeldi veiilicou-se ler o menciona-
do prelo a fugado.
A roopa ada se deposilada naqueMa subdelega-
ca, para ser enlrecue a quem dir seu leg limo
dono.
Foram presoa : pela suddelegacia da freguez;a 1I0
Kecife. o cabra Joan Rodrigues para correera c o
pardo Anlouio lludriaues da Fnnseca para averi-
guarnes.
E pela aubdelegacia da freguezia da Varzea, o
pardo Jo-n Laelano Jnior, para corricrao.
Foram prc-os : pela suddelegacia da Iregoeill de
sanio Antonio, o pardo Virssimo Ravmundu Nona-
to, por rnme de injurias.
Pela subdelcgieia da frepuiza da Ba Vi,ta, o
pr.lo de menor idade de oome Antonio, por ananei-
la deaerescravo, e andar lug,do. '
m^.\' 11Ts,",1io Rl. as prelos eacravo. Rav-
mundo e Joao, amboa sin. dirlararao d motivo. "
Foram presos a ordem do Dr. julz de direilo es-
pecial do eommerrio Francisco do Prado, por nao
ter comprido com os deveiea de depositario.
Rea aubdelegacia da freguezia do Recite, Jo-c da
Silva e o pardo Cosme Manoel Caldas Brandan, e-le
para averiguare... e aquelle sem declarara do mo-
liv^
Pela aobdelegaeia da freguezia de S. Jos, na
pardos Jos Pereira da Silva eJ|Manocl Ignacio da
Annunriaclo, ealesem declarar.io do molivo.e aquel-
le para averiguarnos.
Pela aubdelegacia da Iregoesia dos Afogados, Jo-
s Pedro de Sania Anna por desobediencia, c os
pardos Ignacio Jos de Souza c Antonio Jos do Car-
ino, esle por crime de furto, e aquelle por belga.
t) subdelegado da freguezia da Boa Vista em ofli-
rin de boje datado, refere, que honlem pelas nove
horas da noile foi echada na ra do lamba', pelo
respectivo inspecloi de quarleirao, nma crianca re-
ceuinascid* murta, embrulhada em uns pannos, que
mandou lepulla-la.
Rtv ,A'\!!.?A-?|,ESSO VS WE FAI.I.F.CKHAM
NA I'REGIE/.IA l)F SAKTO ANTONIO NO
ME/. DE SBTBHBHO DE 1857.
Jusr Alve Gumaraes, branco, casado, 15 annos.
.Mana branca, lilha de Melrlriades Manoel dos San-
los l.ima, 6 mezea.
Manoel, pardo, filho de Theodoro da Conceicao, 6
annos.
Anlouio, crioiil, filho de Marearida de lil, I anno.
Antonio, br..nco, filho de Marrolma Xavier de Oli-
veira, I i mezea.
Adelia,.lrauca, lilha de Florencia Emilia Barbosa
do feaciamenlo, 2 mezea.
Maria do Carino, branca, solleira, 60 anuos.
Carolina, parda, escrava de Bernardo Antonio de
Miranda, |(| mezee.
Fraeiclsca, branca, tiln de Alexandrino doi Sanios
silva Lavaleanli, 1i mezea.
Dadla, crioula, esclava de Maria Anloniela Alvcs
Branco, 36 anno*.
Fraoblln Alhanazie Marlins, pardo, 10 anan--.
Iraiirisc, branco. lili,., ,|e francisca Alvo Guima-
marfles, | mez.
Mana, crioula, esrrava de Joso Ignacio Coeldo, I
dora. '
Candido, pardo, filho de Rila Gertrudis da Coocei-
ra, o anuos.
Manuel demandes dos Panos, pardo, sulleiro, -".I
annos.
Joaiini Therera Simuil do Amaril, dranra, viuva,
5"i annos.
Auna Hila da Cinreir,!. branra, v uva. 70 annos.
Ignacio Francisco de Alduqueique Slaranlij, bran-
CO, |ll amina.
Antonio, parda, earravo de Manoel Anlouio forres,
.t'i annos.
Ira, crioula, esrrava de Ignacio de Alhuquerque
Maranhao, 30 annoa.
Jlo Friticiicu Pereira, branco, solteiro, 26 anuos.
casada.
"I Leonilia,9 annos, parda.
72 Manoel, Salinos, pardo.
7. Jos, 6 annos, pardo.
7* l.inodlpho, 1 tao, p^rdo.
7) Alexandrina Maria dos l'razercs, 30 an-
nos, parda, viuva.
76 Jos, 15 annos, pardo, solleira.
r7 Alexandrc, 2 anuos, pardo.
78 .lose de Carvalho, 70 annos, pardo,
viuvo
79 Mara lauslina, 42 annos, parda, sol-
teira.
80 latt.siina Maria, 62 annos, parda, viuva.
81 Antonio Ferreira de Ainorim. 25 annos,
pardo, casado.
82 Josepha Maria da Conceico, 20 annos.
parda, casada.
83 Maria, 2 anuos, parda.
81 llernardina, 1 anno, parda.
8j Jrancisco Ferreira de Amorim,80
pardo, casado.
86 Joanna Frangllela, 60 annos,
casada. '
87 Manoel do l.vramcnto, 6 annos, pardo.
Ve alleisca' '"eos, parda, sol-
n! l.ra.15 ;'""U> PauIa aoilcira.
Jo Antonio,20 anuos, pardo, solteiro.
Ji Mana da Assumptjiio, ,50 annos, parda,
viuva. '
02 Manoel Florencio, 25 annos, pardo, sol-
tetro
93 Brasiliano, 6 anuos, pardo.
9 Marta Januaria, 20 annos, parda, sol-
tetra. '
9o Cuilhcrmina, 19 annos, parda, sol-
tetra.
96 Filippa, 18 annos, parda, solleira.
9' Maria, 7 annos, parda.
98 Jos Ignacio dos Santos, o anuos, par-
do, casado.
9 iomazia Maria, 26 annos. parda, ca-
sada.
100 liaraIgnacia, 12 anuos, parda, sol-
leira.
101 Margarida, 6 annos, parda.
H)2 Manoel, 2 annos, pardo.
1<3 Joflj, i anno, pardo.
10* Maria Francisca, 80 annos, parda, viuva.
IOa (.aciano .Nonato, 57 anuos, pardo, sol-
tetro.
106 Anna,57annos, parda, solleira.
,' M<">oel, l annos, pardo, solteiro'
ios Joanna, 10 annos, parda.
109 Antonio, 6 annos, pardo.
110 Maria da Concento, 40 annos, parda,
viuva.
111 Jos.: Joaquim de Sanla'Anna, 20 annos,
pardo, solteiro.
112 Alexandrc, 19 annos, pardo, solteiro.
ll. Mana, 12 annos, parda, soltcira.
II i Maria, 7 annos, parda.
115 Joaquim, 8 annos, pardo.
116 l.uiz, 6 annos, pardo.
117 Manoel, 13 annos, pardo.
118 F.slevflo.losc de Miranda, 65 annos, par-
do, viuvo.
119 Claudino Jos de Miranda, 32 annos.par-
do, solicito.
120 Joaquim Jos tic Miranda, 26 anuos,
Pi do, solteiro. %
121 Joao Jos de Miranda, 20 anuos, pardo,
solteiro.
122 Maria Ignacia, 24 annos, parda, sol-
tena.
123 Anna l'rancisca, 29 annos, parda, ca-
sada.
I2t Antonia, 3 annos, parda, solleira.
125 Jos, | anno, pardo.
126 Aniceto, 10 annos, pardo.
127 Deodato, 6 annos, pardo.
128 Ilosalina, 2 annos, parda, solleira.
129 lt un no Thomaz de Aquino, 40 annos,
pardo, casado.5 escravos, sendo um
do sexo feminino.
130 llerijardina de Sena, 30 annos, parda,
cisada.
13 Aqticlina, 12 annos. parda.
132 Tertuliana, II annos, parda.
13.1 Honoria, 6 annos, parda.
lira neos.......
Pardos .......
Crioulos ....
, h" me arma o amor. ^ unas e uiu tinta
Aoa 35, a sua faluidade dealroe Inalanlaneameiite i Companlua.
MrelarAii quehavii ronlrabido. I riia |.eirumaria
Aos 26, Irata rom una allivrj iropettinente i b- 'ra ; a l.un Antuiiii
ll'l'l.l ,1l' ,,,,. I i ,__I.. < .11___. .
a I.' un'- Jdiiior ,\ l.tai
2 dilas joias, 1 dila lelogios, 3 caias e I embiu-
Iho amostras ; a Timm, Muuacn A \ iosss*.
1 caiis joias ; a Lu* Antonio de Siqueira.
1 dita dilas, 1 dila amovas ; a ordem.
1 dila (linlieiro ; a James, Crablree & C.
1 aila juias e reloiua : a ScbalIVillin & C.
.,',' u"a*' c,ua* e 2 einbrulhus amoslraa a
J. heller rS <;.
1 dra dra, 1 Jila amostras ; a F. Sauvaae.
- dilas e um inibrulbo amostras ; a N. O. Uiebir
I
122
10
133
Engenho Sunnstinn.
1 Exm. bariio de Sua>suna, 63 annos,bran-
co, casado.
2 txm. bnronoza de Suassuna, 62 anuos,
branca, casada.
3 Joaquim Cavalcanti de Alhuquerque,31
annos, branco, casatlo.
4 llermelinda Cavalcanti de Albuqucrque,
28 annos, branca, soltcira.
5 Venancia, 50 annos, parda, sollpira.
6 Francisco Affonsn de Alhuquerque; 31
annos, pardo, casado.
7 Francisca Felizarda Pereira da Cunha,
21 anuos, parda, casada.
8 Joao Alfonso de Albuquerqne, 2 annos.
pardo.
9 Jeronima Viclorina de Souza, 30 a mos,
parda, viuva-
10 Antonio Faustino do Souza, 33 annos,
pardo, solteiro.
11 liumvinda, II annos, parda
12 Ursulina, 9 annos, parda.
13 Anglica,.8 anuos, parda
I Manoel, 4 annos, pardo. '
15 Alfredo, 3 annos pardo,
li. Inomaz, 2 annos, pardo,
17 Julio, mozos, pardo.
(Continua;.
iommuuieto&.
LMA PHASEPOLTICA INCI.ASSIFICAVEI..
IV
Coiuinuanio.Improcedencia da Iheotia contra o
anonymo.ULiberal l'ernambucano antecipmi-
do serciros..( proscriprao do purudo liberal.
Obstculo a conciliocSo.Domdt proiem. O
Sr. runsellieiro Sergio e seus inimigos.Prin-
cipio lgico. 4
Priticipiou o nl.iberal Pernamboeanon o aso ae-
-un I arlieo por i/r um auaubado de lodaa as re-
ferencias que haviamoa leilo ao redactor cbefi, em
nosso |.i iiii-irn ortigo, e dahi rlieijuu au resullado
conlido nietas palivraa : n Oaqui se v que o
Diario de Pernambtieo nitp pretende Iravar lula
de iliscuu.lo cun o 'il.iberel Pernambucinou, e lm
com omj pe*aoa a quem odia raucoroaameule para
i'aze-lo victima de suas dialribea. Eulrelanlo to-
da o mundo sabe que esse homem nao resume a re-
dnccAu do o Liberal Perninibucano, lodaa Ulule
aabe que o.-e homem nao se arobeita com a cipa
do anonymo, e que ale o presente lem aceitado a
diseuesao em campo lvrf. e
1) -Liberal l^arnaiiibocanoi) lem lomado por sys-
lema nao discutir umcameule as ideas, n3u defender
delusivamente aa opimes ; mas conservar sob seu
arorrasne nao si os carrecleres mais datiuclos e no-
laveis do partido conservadur, como lambem oulroa
ii.uilos nomes qoe hac inoorrido em seo desagra-
do ; n.lo lem puapado o propnelario e a redacto
doiilliartu de Pernambuciu,, nem 1,1o pouco leal
propajos alliados, tota a vea que ,,l:.....deatn Ibe
oppe reprovacJe a- marcha de personalidades, ao
hilar de pailOes e exaltamenlo.
Nestai cirruiiislaucias, para tornara lula isual,
para por experiemia propiia dar cunliicimiulo do
mal que a acua adveraanos occaaionav.i o l.ibeiel
l'i'rnaiiiloran ,, i r da mielcr respon-abilmr al-
Buem de sua r guno fosse n fiador daa allronlaa diarias que eram
jogadsi a om pailido inleiro. L. como essa respon-
sabilidide era iudeclinavelroinle pcrliuceule ao re-
mes e nem Ibe podem dar nova forma ; de m met-
ra que ueste raso o pseudnimo Junius he perfeila-
raenle equipollenle a um nome qualquer que seia
o realmente nosao.
Neste presappoiio, rteimromos que o eMpirita in-
dasadordo Liberal Pernanibucanoo se manifesle
Ursamanle por considerarca que, como lugares
commnns, nenhum peso podem ler, apezar do jo-
so em que sao posli.s os Srs. ministros da guerra e
raieoda, sob o imasinario pretexto de opposirSo que
Ihes fazemoa. *
No rtico anlerior eifliramos francamente noa
posicso em relarao o uoverno actual, que lendo
por chere o Sr. marine/ de Olinda, nao pode deixar
de merecer do partido conservador a mais sincera
coadjuvacilo, mas 0 Liberal Pernamburano esta'
anemso de prestar aervic.os a ease gabinele^e, in-
felizmente para osen alvo, a na;ao em peso o lem
cenado. >esia? cendices era. preciso, pois crear
adversarios pan coinbater, era precisa arredilar-.e
perante oa Sr. ronselheiroa Sooza Franco c Jer-
nimo Coelho, e asaim para Ioro oa furos de oppo-
stcionista nos foram bondosa e amplamcnle confe-
ridos !
A defeza dopovemo, rortanlo, levanlada em al-
cerces tais, a noa cusa, ha de ler lantu de i min-
ea qaanto de run; I la :
Seje relia a vonladc do nLibaral Pernamboeano*.
que ainda assim se qucixa da proscripto dos seus
alliados, ios quaes diz que o conservadores nraam
grande forra que lt lies reprrn i.laui uesla piuviu
ca, para assim conse.^oir as adbeses dos liberaes
de oubraa.
He preciso nflo perder de vista estas circunstan-
cias, estas anomalas ; poii que em verdade a pros-
criprao dos hberaescesla provincia he coasa nal-
mente bem adiada.
Ellas concurren) e oblem os empreims pblicos
do mesmo mudo qne os conservadura, enlram nos
cargos de mera cunfianc.-i administrativa sem ne-
nhum obstculo, Rozam mais ou menos de lodos o
favores que s.lo crnced.dos aos seus conlrarioa, e
se dizem proscriptos !
He sioeular tase molo de apreciico dna fados.
Maa a alludtda proseripelo elara' acaso cm nao ha-
ver no parlaraenlo membro do directorio liberal *
><> enlrelaulo la' eiisle o Sr. Dr. Villela. que he
liberal e como tal seranee conhecido ; la" etiate o
sr. Brandao, que, Ireamalhado do rebanbu, pode ob-
lar a deputacao pelo auxilio liberal.
Demais, nao lulou o partido liberal com fran-
queza nas eleices primarias, au fez o meimo nas
ecundanaa, nao vai anda coniinua-la nas pr-
ximas para diputados provinciaee, coulando ven-
cer^em alguna crculos .'
Em que lempo um partido de upposieao e eppo-
sirao phrenelica, maia ou tnnlo pode conseauir T"
Edesarrazoa anda o Liberal Pernambucano
contra o Sr. conaelheiro Sergio .'
Pelo lado des adheses que diz lerem conseguido
csconiervadoreedes liberaes de oolras provinrias,
ao passo que dos desla, seus comprovincianos, anda
nao poderam nada alcancar, pereunlaremoa se ig-
nora effeclivamenle o o Liberal Pernambucano
causa ellmente diato, se iquora-lhe o nwtivu
nico
Presuppondo essa ignorancia, nos Ih'o diremos.
sempre ob-lmados no odio, recordando de con-
tinuo o passado como objecto de ranear, e vidos
ae poder, os bberaes desla provincia s irabalbam
em tornar mexequivel a fralernisaro, ou at.roxi-
marao dos adveraarus. E nao se diga que esle
pheuomeno deve ser ligado a esles, porque nao
sellando ellas diflicaldade em harraunisarem se rom
oaliberaes da oulras provincias, de cirio que u
mesmo fariam com os seus comprovincianos, e
maia doceis, mais razoavjia se livisaem elles orien-
tado.
Mas, nao obslame ludo ialo, no arremalar do ne-
gocio, lie o Sr. conaelheiro Sergio quem he o res-
pomavel pelua aelos alheius ; s.Iq os depulados des-
la provincia quo repellen) a conciliarao !
Com effeilo, em que o Sr. eonselhe'irn Sergio, na
discussao, a que o provocou o Sr. Braudao, sobro o.
negocios desla provincia, m.illralou o partido li-
beral ?
Expondo fielmenle os aeonlecmentos, o Sr. ron-
stllieiro Sergio com cavalleirismo poupoa o seus
rancores ageressoras, piupou-lhesarguuoesque na-
da liriam de mjuslas : de certa S. Exc. abarando o
jolo resenlimenio originado de alfronias iminereri-
das, foi baslanle genen so para nao levar o fd au
sem deseos detractores.
Huemas queran) do Sr. comelhero Sergio
Que corvarse a cabera a voz e.-lridcnle de um ini-
migo arrojado, para no silencio ,le saa defeza, oc-
eullar cases acontecimentos, so porque elles affec-
lavam desagradavelrnenie os liberaes de Prrnem-
bucu *.
Era meilo querer. Mas como a depulacSo desla
provincia se ergueu em um su peasamenlo para fa-
zer Inuinphar nessa discossao a causa da joslica e da
verdade, licoo-lbe por cnnsegoinle, na Inica enge-
nhosa do Liberal Pernambucano a obiigaro de
discutir a quesiao banraria !
Eulrelanlo nao instauremos maia nesse ponto
deixando que oa eapinlos seniatos o apreciero E
como esle ja vai baalante longo, proseguiremos em
oulro artigo.
i., a i lunius.
.10 de selembro.
Clteio de Inleresse por dar um logar dislnclo ao
merecimento, lomamos a l.irefa de earrcverm.,s g|.
gomas linhaa em avor do Sr. Germano Franciaro
detlliveira, que, sempre vido para .alisfazer a ex-
peclaliva poblira, e as vistas de seua numrrosusaini-
go, emprega saa vjnlide Independenle, para dar
cumprimenlo aoa deveres inherenles ao encargo da
empre/a do IhealroSanta Isabel.
He aabdo que o Sr. Germano, quando trata de
levar a elleilo qualquer tentativa a bem do inleres-
se publico eagota o cofre de seua recursos, e empre-
ga oa eeforcoe de que he rapaz para aatisfaier ao pu-
blico desla capital, qoe llie dn lanas, e Uo bem fun-
dadas demonstrarles de aympalbia.
E qnando um arlisli de tanto merilo ae faz digno
da ceianler.irao e estima de Indos ; qutndo nra la-
lelo arrosla rom grandes diliculdades para vencer
um empenbo que o lisa a ronlianra publica, oque
cumpre fazer-se '.' Ajudi-lo, anima-lo mesmo nesse
mpenho, para que seu nome, aena esforr;os nao se
fruslrem, e n3o ae a ephemera a aua gloria.
Temos ronvrra, do qae dizemna ; e se bem que
elijamos persuadidos de que ale boje lem sido, o Sr.
Iierrriano ai>i ta lo por seua amitos e alfeiroadoa, com
ludo nossas palavrai eerviiSs ao menos de julo in-
centivo para ae nao arrefererr o animo de tolos cm
geral, que se escuda na sympathia c npplauso pelo
genio da escola moderna, que de di.i em dia anas-
la, com forra magntica, o enlhusiaamu, a admiraran
das Blllliajeneiei qoilrira las I .NJo -oinoi armaos
do Sr. Germano, porque nunca tlvemes a f. rlum'de
merecer Ihe ama palavra ae quer ; maa com jus|i_
{o, O a maior devolacflo 00 talento di tao d sliuclo
srtula, tina aullarnos naa bandeiras dos seus admira-
dores. Sem ser urna hynerbol.. admiramos nao a
um horoem cominum, mas a um bumem de tlenlo
transcendente, que mullo nos merece, c muilis inias
vezes nos lem Iranaporlado as alturas das mais doces
emnroes !
He esle um trbulo de pobre homenagem que of-
fereeemoa ao genio do palco peruambu'cann.
He esta a forra da ronvrra,, que nos move a dar
este pleno testemaobo de ronsiderar/io ao meieci-
mento do Sr. Germino.
M. F.
teclo de lena a*lnleios, como ae a pobre joven de-
vera eilar Oigulboaa cm a aua preferencia.
Aoai _,. iiamora ouira mulber ni para murlificar a
que abandouuu.
Aoa2S, solfee uns desaponlamenlos, que Ibe ciu-
sam tanla raiva como huimih,,,;-,,.
Aos 20, diz mal de todas as muherc em parlicu-
lar, e de Indo o sexo remiuiuu em geral
Aos 3ll, toda a conversa cerca'do n'ialrimonio o
enlastia e tncommodii.
Aos 31, comer a considerar o matrimonio drbai-
xo de um poni de vista mu diitiuctu do que antes
o considerava.
Aos :12, a lirmosuia nao Ihe parece, como lutei,
urna qualidade indispeusavel para amulher com qut
se rasar.
Aos33, julga-se porem n proposilo para ser um
marido mu conveniente.
Aoa :l, nao diivida que poder.i utiir-se com al-
guma menina preciosa.
Aoa 35, namora-ae ardcnle e profundamente de
urna 111. li Aos lili, he repelllde-vergenhosamente por ella, e
este novo desapoulamenlo o deixa mergulhado na
mais funda desesperaran.
Aos 37, enlrega-se, para se coniolar, a luda a cas-
ta de desordens e dissijiares.
Aos 3S, as niulberes bonrada caasam-lbe faslo.
Aos :i!t, o seu novo genero de vida cauaa-lhe vi-
vos remnisos e fiequemes desgoslo.
Aoi 10, firmenlam de novo em sua maginaro
algumas ideas inalrimoniae-, mas este germen au
se dearnvolve.
Aos 41, nma viuva joven e formosa occupa-lhc os
pensamentos.
Aos i2, depois de vacillar um pouco, resolve-se a
Ir bular-lbe obsequios que Ihe s.lo inspirados pelo
amor e pelo inleresae.
Aos 43. o inleresse e o egosmo pndominam na
imaginario e Ihe inspiram prudentes rellexOes.
Aos 14, a Viuvinha, que he mili iag.ii, diverle-se
a sua cuela e o vai pondo de parle.
Aoa.(.,, sent augmentar prigressivamenle o seu
odio as mulherc*.
Aoa 1G, comer a sentir alguns ataques de gola
e rlirumalimn.
a .,, cu:., era r m rni.l,,:, qual anj a sua
siluacao quando se adiar ceg e chelo de achaques.
Aos iS, pensa que nao podera liaver nada mais
Inste do qoe viver inletramenle sii.
Aos 19, decide-ae a ter em sua companhia urna
mulber judictosa, ainda que joven, para que Ihe go-
verne a casa e cuide delle.
Aos O, a gola e o rheumalismo adquirem maia
intensiilade.
Aos 51, esl conlentissimo com a sui eoveriianle
e tem-lhe ja amtzade.
Aos 52, cornaca esla mulber a insiiiaar-llie senli-
mettlos de ouln nalureza.
Aos 53, rivolla-se o ieu oigulbo dianle de ideal
de casar-se com a sua .,,venanle.
Aos 54, acba-ae mu indeciso sobre o partido qae
lia de lomar.
A-,8 55, acha-se totalmente debaixo do dominio da
sua gavernaiile, e he summamente desgrac;ado.
Aos 56, a idea de leparar-se desla mulber cao'sa-
Ib.) nana aguatle violenta e crueia iusomnias.
Aus 57, esla mulber declara-lbe com pdico ru-
bor que a sua mu,ciencia c o cuidado de sua repu-
la;.ni Ibe nao jiermiltein continuar a viver com um
linii,em solteiro.
Aoa 58, a sua gola, o aeu rheumatismn e o seu
mao humor chegaram ao ollimo periodo.
Aoa 50, lenle-so Uraco e aniquilado, chama a
ua giivernanle ao lado do leto, e sonancia-Iba a
ana miento de casar com ella.
Aoa 60, a sua ilaar.lo e as suas infertilidades ag-
gravam-se, e elle expira deixando aua lulura em
lli.r ludo quanlu possuia.
(Da .\arau.
snbHcacfo a pebibo.
>'
iirii'Di^
l S
Lola Monlis he sempre a mesma, diz o Daily-
Newis de 12 de acost :
Ella fui pasear alguns dias na Cal.natas do Nigara.
Tirado dado anleriormente alj-umas repreienta-
res no Ihealro de Bllalo, entren no Irem de Hr-
talo, e sem previnir nioguem, lomou lugar no sva-
g. n daa lazendas, para utnir Iranquillameiile o sea
cigarro O eonduclur vendo o lumo, foi adverli-la
de que ninguein podis Inniar lagar naquelle wagn.
tila conliuuou a fumar aem fazer caso da adver-
tencia.
Na eatario o chefe, sendo previoido do que fazia
Lola Montea, rogou-lbe polidameule que pa-s-s-e
para os vvagons dus viajantes. Ella respoodeu que
tinha violado pur lo lo o universo, fa/.endo sempre s
sua voiilade, e que a--im continuara.
i ib- v -ti.i.i o empregado que no passo que dava
nao fazia mais que cumplir as ordens do. seu supe- '
rim; Lula Montes responden que j linba dnlo com
u aeu chicle cm lioinens mala abaatadus du que elle. !
O empregado cedeu dianle de-li arguinciilo, c a ce- '
labre bailarina ficou onde eslava e chegou a HuDilo
sem precisar fazer uso do seu chicle, porque os em-
pregadis do ratninbo de ferro nao julgarain a pro-
posilo inquietar a panthera.
lendo a cmara municipal exonerado nesta da-
la ,io cargo de liseal suppleme da freguezia de S.
Jos do It^rito, assim se Ihe communica para aua in-
irlligeneii. llena guarde a Vmc. Paco da cantara
Municipal do liedle em sessao de 20 de maio de
'1'7~*' "Cllr"l""-' i"'^ de llrito e Araojo.Ma-
no I Joaquim do-Higo e Alhuquerque, presiJeule.
Manuel ferreira Accioli, secrelariu.
renda a cmara raooieipai numealo hoje a Vine,
par i n logar dn sopplenle de fiscal da freguezia de S.
Joso, ussun se Ihe cjinmonica para soa inlelligencia,
e lini de que cumpareja uu Pajo di me-m.i cmara
no ilta 12 do correnle, pira prestar u juramento do
estylo. Dos guarde a Vine. Paro da cmara mu-
nicipal do Recite em sessSo de 5 de'agoslode 1857.
Sr. Ilennque Jorge de tirito e Araujo.Manoel Joa-
qun, do llego e Alhuquerque, presidente.Manuel
Ferreira Accioli, secretario.
Copia. Ilima. Srs.Respon Jenda ao oflicio em qae
se me eommouieou liaver esta lllma. cmara, em aea-
sao de 5 do correnle, me normado para o lugar de
suppletilc do liseal da fregtleziade S. Jos do Kerife,
e alim de que eu comparecesse no p-r,f\le-l.i Flua,
cmara no da 12 do correnle, para prestar o jura-
mento do estylo, lenho a declarar que ate posso acei-
tar a dila nomeacSo, em eonsequencia de nao ser da
roiilianr, desis lllma. camars ; e a prova de-sa as-
en;.b, est qa demisslo que por esla lllma. cmara
me f,i dada do supradilo lugar em ses-ao de 20 de
maio do concille anuo, mesmo na oceasiSe em que o
dacal Joao Jote de Moraes a quem eo, em face da
le, liaba de substituir, dea parle de doenle, e pedi-
r :t ou i mezas de lieenee para Iralar de sin sau le,
sem que nesse acluessi lllma. remara hoiivea.e lien
dido ao< servicos por mun presladua em diversas po-
ca, neo so na referida freguezia de S. Jos, mis lam-
bem lili di Boa-Vista S Afogadoa, sendo que esls
rregoitll foi por mim liacaliada no prazo de om
mez o anno pasaado, lempo em que o chulera-mor-
Ims ainda grassava com furor nesla cidade e seus su-
burbios. Pulanlo, se lendo eo oceupado o lugar di
supplenle do fiscal da freguezia de S. Jo-e par espa-
ro de sel- anuos, e nesla qualidade prestado os meus
serviros de mullo boa vonlade, sem nota que
fos-e de- encontr ao meu procedimenlo como em-
pregado, a ni la assim nao me foi possivel merecci a
menor confianra dessa lllma. cmara, tanto que fui
demitlide em 20 de maio do correnle anno, segundo
hca mencionado, he evidente que em dous mezes e
lanliia dias vislo que com a demiasSo que me loi da-
da de 20 de mam em diante deixei do orcupar u lu-
gar de qae se Irata eu na podia ler adquirido eise
merecimento ou confianca era que esla lllma. cmara
ae fundas para me nomear, como o fez, paia o mes-
mo logar de que j me havia demiltidn. Neslss cir-
CaalMIancias, nao ronvindo mais aceitar o predila
lugar de fiscal supplenle da freguezia de S. Jos do
llecife, para o qual fui pela 2.'i vez noineado p r e-ia
lllma. cmara, muilo fnlgarei deque o referida lugar
leja pieeiichido'por orna pea a ronlianra desa lllma. cmara, nao tetilla a recom-
pensa que eu live un paga dos servaos que preslu.
Heos guarde a Vs. Ss. Recite II de agosto de 1857.
Illms. Srs. preaidenle e venadores da cmara mu-
nicipal. Melifique Jorge de Ilrilo e Araujo.
3 .tilas r | rtubrulho amns-
o de Siqueira.
1 catxa lalheres, 1 lata niapp,,. Scoll Wtlion.
2 embrulhoi amosirai ; a lux ltrolher-
:i caisai dinlieir; a Francisco S. tabello & Fllhos
1 embrulbo amoslraa ; a E. II. VVyal.
1 dito impretsos ; a Soulh-l, Mellora C
1 caixa drogas ; a' J. C. Braiu & C.
1 dila amoslraa ; a Adamson lluvvie t\ (,.
1 embiulho ditas ; a lieury Gibson.
1 caixa ditas ; a Siqueira i\ Pereira.
5 ditas diiis-, a Fedel rinlo.
1 dita ditis ; Orillease Lorie re ,\ C.
2 linas sanguesaogas ; a Domingos Alvea Malheua
1 embrulho amostras ; a Roalron llookei ,\ (..
1 dito d la' ; a Johnalan Paler \ C.
2 volumes amostras ; a Aikwrighl T. & C.
1 embrulho dilai ; a Saunders, Bmlhers & C.
2 ditos dilai ; a Jimea Ryder & C.
5 calxaa objacloa para a eilrada de ferro ; a Ger.r-
ge romas.
I embrulho amostras ; a Isaac, Curto & t
Birca americana JuliarCuobo viuda de l.ond,,,,
tons.gnada a Ruth. 4 Btdoulac, manifealou o se-
gainle :
r,5"!!."!,",1'0,'" dil apeos de palha, I dra
fazenda, de Itnho. 1 d,l, ch.ru.oa, I barril cervrj,
a l.uiz Anlouio Siqueira.
1 caixa um carro ; a A. J. Seve.
1 dilas nma mesa completa para bilhar; II. ib.on
1 caixa um piano, 1 dra cutilleriaa; a Ferreira &
l.oareiro. x
1 dila instrumentos meleorologicos ; a VV. M. Pe-
800 barris plvora, 50 dilos cerveja, 1 barril a-
moslrai ; a Fox, ilrotheis.
50 barris salitre ; Rodrigues & Ribeiro
10 ditos eoxofre, 20 diio lahlre. 3 fardos lonja,
2 canai fazendas de 1,1 ; a J. F. Parete Vi.nna
;j0 barris sahlre ; a Burle ci Sonza.
1 caixa fazendas de la, 1 dita aeltns, 1 .lita rln-
peos de palha ; a Kuslron Kuoker & C.
10JI caixas folhas de liendres ; a Franci.co Gomes
de Uliveira.
1 caita manteletes, 1 dita vestidos de caasa, 1 dila
fizendaa de la, 1 fardo caasas ; a I. G. de Olaveiro
sobnnno.
511 barra de ferro ; p. a., i>. t,- Situaba.
I cuna bapc-i da) aul ue l^auao, 2 diiat dtloa de
palha ; a l'aac, Curie A; C.
1 caixa fazeudas de algodao, I dita vestidos dt
casia, I dila ditos da se la ; a A. C. d Abreu.
2 canas labJo, ..ditas perfominaa, 300 barrirai
ceneja ; a K. II. V Vyall.
1,370 dormenlea, 12,619 mentos para Irilbos. 10
eisos e rodas, 64 pedesliei, 19 barras de fer/o, 89
berris espigas de ferro, I caixa irreios, 1 dila dilos
ferradurai, pregoi, e regeai, 2 barris correnln, fer-
rolhoa, 2 volamn com pinas canoras completas, 10
weggons ; aos consgnatenos e agentes da e-tr.tda de
ferro.
CONSULADO GERAL.
Itendimenlo do dia 1 a 5 11-9903377
dem du da i,....... aB850a5ffi
1:80b09
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da I a 5 .
dem do dia 6.....
2*71082
139*111
Hli993
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
DE Ul FUrJnO DE 1857.
Liverpool/Jatea ingleza iCoulestn, James Ryder
vVC, 1,080 sarcos assucar maacavado.
Riu da Prata--Urigue heapanbol uAu-uialian, Viuva
Aiiiorim & Filho, 30 pipas c.-1, :,_ .
Liverpool Barca iugleza oNaup'hatiln, riiverso'i
rimegadores, 459 lacca algud.ii).
RECEBDOUIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Hcn limei.lu do dia 1 a 5. 5:823708
dem do da 6....... 53sn)|'.i
C-3031727
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlu do dia 1 a 5. 7:5389139
Idim du da (i....... 1:97rj/til3
KM5005S
h-p.
r a.Minos.
Sobre Londres, 27 l|2 d, a 150 d.
e Paria, .lili ra. por fr.
e Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|o le descnnlo.
Aeran do banco 50 por cmlo de dividendo por con
la dn vendedor.
companhia de lleberibe 60$000 por acrao
a ix companhia IVr .ui.lni-ana ao par.
Flilidade Publica, 30 pur ceulo de premio.
ludemnisaduia. 61 den.
i b da eslrada de ferro 20 por 0|n de Jirem o
Diseonlo de ledras, de 8 a 9 por cenlo.
.) i .,"n du Bancu, 40 a 45 de premio.
Duro.(Jucas despalilllas. 29J500 a 30JOT0
Moedaa de 6o100 velhas .... IticOOu
. e 6S00 uuva- .
4t(JO0.....
Prala.Palacei braileros. .
1'esoi coliiinnari s. .
mexirgnoi. .
IGjOOO
99000
20000
25000
1{860
Rendimenlu do
dem do dia 6
ALFAMJEGA.
dia 1 a 5. .
96:321081(1
33:7X19380
I3:0559226
>.n ni- entrados no dia 6.
Lisboa33 dias, brigue porluguez I.aa II, de
207 toneladas, capiUo Joi Caelano dos Santos,
equipagem 14, carga vinhos o mais gneros ; a
Francisco Severano Rabello & Fillms. Perlenee
a Lt-bua. Pisaageiroi, Franciaco de P. Borgcs e
Eluardo Ferreira da Conhi.
Terra-Nova30 das, brigoe americano Helen,..
de 193 toneladas, rapilo Reynolds, equipagem 9,
carga 2,262 barricas com bacalhio ; a llemy
Fursler & Companhia. Pe lenca a Bsltimore e -a-
guio para o Riu de Janeiro.
Ra de Jineiro21 dias, patacho nacional nValeo-
le, de 134 lonelada, capitn JuaMarquii Vi-
amia, equipigem 10, carga cafe e maii gneros ;
a Anlouio Luiz de Oliveira Azevedo. Pertence ao
Riu de Janeiro. Passageiro, Joaquim do Oliveira
Branda.
Tena Nova38 das, brigue ingles oKelpee.i. de
176 toneladas, capillo Richard Bullev, equipagem
12, carga 2,200 barricas com bar-lliao ; a Saun-
ders Brothers & Companhia. Perleuce a Liver-
pool.
Rio Grande do Sul21 diaa, brigue nacional oFe-
lil D,.-,liiio,>i de 207 toneladas, rapilo Joaquim
Suares E-lanislao, equipsgem 10, carga 10,200
arrobas de cirne ; a Manoel Goocslvea da Silvs.
Pertence a Pernambuco. Passaguru, Manuel Go-
mei da Silva.
Tena Nova30 dias, barca ingleza Rolhesey, de
20i toneladas, eapiUo W. C.Tatier, equipagim
ti, carga 2,52ja*a)rricaa com bacalho ; a Saun-
ders llrurierajaaaf Companhia. Pertence i lina
Nova.
Navio sabido no mesmo dia.
BahaBrigue inglez Delpliin; com a mesma car-
ga que (ruuie. Suspendeu do Lamera.
##*
mita
Desrarregam hoje 7 de oiilubro.
Barca Inglese-.Liadamercaduras,
.-una inglezaEramercadorias.
Brigue inglezMeh niel-bacalhau.
Barca ingleza Slellai,lena.
Brigue inglezKelpiedem.
Bn i-.-rona hullauJezaAiuuldina Calhamia (f
de Irigo.
I'alacho diniimarquezFortunainercadoria'.
Brigue porluguez Lela ceblas, hlalas e di-
nlieiro.
F^scoua brasileira Carohni -- bairicas va-ias e
MOVIMENTO DA ALFANDEUA.
Velamos eolrados cora faieuda .
i, ii com gneros .
lolal
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lom de com-
prar os objectos seguintes :
l'.ira o 4.- li.uiiio de artilharia.
Casemira carmczim, covados76.
8.- balalhao.
Jogo de balanzas jom os pesos at urna
arroba i; brtm da liussia para mochilas, va-
ras 1000 '
10.' l.atalho.
Panno mesclado cor de caf, covados8l.
Companhia de ravallaria.
Freios singelos 23; luvas de algodo, pa-
Armazens do almoxarTado do arsenal
Seccante, arroba 1 carrBo de pedra, lo-
neladas 18 ; rame de latno n. 8, arrobas 2 ;
chapa grande de ferro para fogSo do qusrtcl
dos menores 1 ; trave de construccSo de 40
palmos 1 ; dita de dita de 32 ditos 1 ; on-
chames de qualidade 12; taboas de louro
de assoalho de 14 a 16 pollegadas, duzias 20 ;*
azeile do carrapato, caadas 980 : taboas de
amarello de assoalbo, duzias 6 ; olea lo, ro-
yados 60 ; panno verde, eovados 1769 : brm
branco liso, varas 3533.
Presidio de Fernando.
Farinha de mandioca ensaccada em panno
dealgodao novo, e encorpado, alqueires
6oO ; picaretas 24.
Quem quizer fazer dito fornecimcnlo aprr-
sent as suas propostas em carta fechada na
secretaria do conselho, as 10 horas do dia 10
do correte mez.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para rornecimento do arsenal do guerra,
5 de outubro de 1857.- Jos Antonio Pin-
to, t-rcbdcule interino. Bernardo Pereira
do (armo, vogal e secretario.
Pela contadoria da cmara municipal
Jo Recite so faz publico, que o (razo'mar-
cado para pagamento do imposto de cairos
de passeio e aluguel, carrocas e mais veh-
culos de conducSo, principia do I.- ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroca-
vel, e lodos que dcixarem de pagar no refe-
rido prazo, licam sujeitos a multa de 50 OtO
do valor do imposto. Contado, ta municipal
do Recife 29 de setembro de 1857. u con-
tador, Joaquim lavares P.odovalho.
O Sr. col lector das rendas provlratiaes
do municipio deCoianna Taz sabor que cm o
uiartc hoje Ihe foi entregue pelo delegado
ai-a.sj termo o escravo ciioulo de nome l.uiz,
.riilirrI da comarca do l.imnciro, de idade
373 ne la annos, eslalura alta, roslo redondo,
-------1 cab jilos carapiubos, olhos prelos, nariz cha-
290
83
ILEGIVEL
MUTTCTxTjTj



V
't *
to, bocea grande, barba pouca, picada Jo
box ga, pieso nessa cidado ordem o mes-
rao lelegado, no dia 3 de Janeiro do cr-
rente auno, sendo avallado na quanla* de
1"J0?9; pelo que chama-sa a todas as pes-
soas que. tiverom direito ao referido escravo,
para quo dentro de 60 das, contados da pu-
b[icrao deste, apresentem na collcctoria da
dita cidado sua justficacJo de dominio, a
qualser produzida poraolo o juizo inuuici-
pal desse termo, e findo o pra/.o menciona-
do ser arrematado em basta publica, por-
ta do me.smo Sr. colleclor, preceden lo-se
auiiuncio do dia e hora em que bouver de
tep lugar- dita arremetac.au, publicando-se
este udilal pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
le Coianna 30 de julho do 1857. OescrrvSo
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lins
dos (;uioar8es I'eixolo.
I >i rectora
DlAftfO DK FKANAMBCO OCARTA FURA 7 DK OITBRO DB 1857
I tafee
mi
No quartel da Soledadc prccisa-se fazer
algumas paredes divisorias : quem da .-na
reciura so quizer encarregar por enureitaUa,
i'iniparega na directora, onda putera fazer
> ajuste.
EilflO
DE
SANTA ISABEL
< 7. RECITA D.USSIGMTUIU
DA
EMPREZA -GERMANQ.
QUARTA-IEIIU, 7 DE OUTLIHO UE 1837.
Em cousequenoia de continuar a eutermidade .lo
actor t.oimbra. lein a emprota de orgaui-.ir o espec-
tculo da mmeira segoinle
Subir' a' scena a uova e chistosa Cornelia em 3 ic-
ios, ornada de msica :
Jess : quem quizer ir de passagem ott car-
regar, entenda-se cum o consignatario Edu-
ardo Fcrreira Haltar. Advcrtindo, porm,
que ningucm sera admittido, quer como
passageiro quer como cmegador, sera que
aprsente a competente autorisacao da pre-
sidencia da provincia.
PARA OAKACATY COM ESCALA PELO ItlO
GRANDE 00 NORTE.
Recebe carga e sabe em poucos dias a
bem cottbecida barcaca Mara Amelia : tra-
ta-seno oscriptorio de Prenle vianna, rita
da Cartela do Itecife n. 57.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
O vapor Porsinunga quo deve chegar boje
de Cnianna, acba-so a carga para os portos
deTamaniar, barra Grande, Camaragibe,
Porto de Cedras c Macelo, pira onde* partir
at domingo prximo.
*iru o tio de .^Miiciro
O veleiro o bem conhoe.i lo patacho nacio-
nal Vlente, pretendo seguir cem milita
breviilade, e lera protnpto parle do seu car-
regiment ; para o resto e cscravos a frete,
trals-se com o seu consignatario Antonio
Luiz doOlivcira AzeveJo, ra da Cruz D. I
Para a liahin.
A veloira sumaca nacional Amphitrit,
irelende seguir com muila bre/idade, e tem
promplo part^ do seu carregamenlo: para
o resto, trata-sccom o seu consignatario
Antonio l.uiz de Oliveira Azovedo, ra 'la
Cruz n. 1
8 *#?.>*
OS COMIMIUIrOMS HESPAMOES.
A pirle que eslava confala ao ador Couobra, se-
ra feta pelo empretario Crrmano.
Em seguida represenlar-io-ha a nova e interesante
come lia en oni acto, ornado de couplets :
ANJO E DEMONIO.
Principiara as 8 hora.
O liillieles acliain-se i venda no e-cnnlun do
Ihealro.
Os acnliores que compraram tullirlos para a reci-
ta extraordinaria do dia 3 do correnle, e que foi
transferida, em consequenria da niulestia do actor
Cvimbra, podem, ou truca-Ios pelos da presente reci-
ta ou receherem o seu importe, no escriplorio do
Ih-.ilrn, vislo que o espectculo transferido 6 pidc-
ra' ter lugar quando se actiir iuleirnmente reslabc-
lecido a dilo actor, e que te annunciam'.
-
I
Gabinete ptico
ATERRO Di B6A-TOA M.
O director deste salSo, participa a seus
Ilustres protectores, que tenlo-se tran-tor-
nado sua viageni.coutiuuar poralguns dias,
offcrece-lhes para esta semana agradavcl ex-
, posic3o de vistas novas.
Guerra do Oriente.
I. A sanguinolouta batalhadc Inket-
tnaii.
. O gran Je bombardeanienlo invernal de
Swca-Bjrg, os Alliados botando fogueles a
cougreve no dia 10 do agosto de 1855.
3," Rata Iba do tima.
\ 4. AJbatalha de Tcbernaia aondo foram rc-
pellidos 50 mil Russos por 10 mil Alliados.
5." Tomada de Mamolao, e assalto da tor-
re de MalacoS.
5.a A pedido do repeitavel publico 3 vis-
tas, o general Saint-Arnaud passan lo revista
as tropas otomanas, os defensores da guer-
raPuiopca,a divisao ingle/a partindo do bl-
tico, leva a rainba Victoria etc. etc.
10. A ca^.a dos ursos brancos.
II A grande praca da cauara em Pars.
i-2 Igrcja de Santa Maria em Paris.
13." Vista do Mxico.
1*.' A praca do Sau-Petersburgo, capital
da Russia.
15.a Palacio c passeios das Tuillerias
16. Casa da moe ia em Paris.
I7. O colisseo, o palacio das lieiras em
Roma.
18. A calhedral de MISo etc. etc.
O salao estar aberto das 7 al as II da
noilo. Entrada 500 res.
nwst
Para Lisboa satura com brevidude, por
ter parte lo seu carregamenlo, o brigue por-
tuguez Activo : quem no mesmo quizer car-
regar, poder* cnlcn ler-.-e com os consig-
natarios Amorics limaos, ra da. Cruz n. 3.
Oai e Acara u.
Segu no da 10 do mez correte o palha-
bote ^obr^l : para o resto da carga e passa-
geiros, trata-so com Caetano Cyriac da C.
M., na ra da Cadoia do Recifo n. 2.
Car e Haraiili&o.
Segu o palbabotc Venus : para carga c
passageiros. trata-se com Caetano Cyriaco
da C. M-, na ra da Cadeia do Recite n. 2.
, l*ara o Aracaly.
Scguoempoucos diasohiate Capibaribe
para carga e pnssageiros, trata-se na ra do
Vigario n. 5.
Leilo
de iiiobilia.
(.Sem limiti ).
O agente Boija 'ara' leilo, em sen
armazem na ra do Collegio n. 15, de
timu excedente moliilm de Jacaranda' com
nedra, gostomodernissimo, um lindo toi-
lette, dous ricos giiarcla-roiipa e guarda-
vestidos, varias commotlas, tima ptima
cama iraneez.a com cortinados linissimos,
marr(uezas de dormir, lavalonoseom pu-
dra, mesa elstica, dejantar, aparadores,
guarda lotizas, e oulros inuitos movis de
marcinciria elC-, candelabros e liinlernas
de vidro, lindos enleites de porcellana e
de crvstal para sala, apparelhos de por-
cellana para altnoco e jantar, ditos para
o diario, vidros diversos para oservicode
mesa, utensise outros mtiitos arranjos de
casa etc., pertencentes a ama familia dis-
tincla, rpiese retirada provincia, os quaes
objectosserao vendidos sem reserva alguma
definitivamente, no dia quarta-feira 7 do
corrente, as 10 lloras em ponto.
Grande ieilao.
(PAlA LIQUIUAQ.VO).
Quinta i'eira ii do cor-
rente.
Manoel Caincito Leal, com autoritaco
da maioria de seus crdores, tara' Ieilao
notlia quipta-leira S do correnle, por in-
terveneo do agente Borja, de tudoquan-
to constitue a masta da casa commercial
deAndrade cLeal, comisando em obras
de cobre leilas, erramentas c. lodos os
mais utentisda fabrica decaldeireiro, di-
vidas e diversos esclavos pertencentes a
dita ir.assa ; todo isto sera' vendido para
pagamento de seus credores, c liquida-
cao da referida firma. Os genitores pre-
tendentes, poder&o com antecipac3o exa-
Uiinar o existente na fabrica de caldeirei-
ro na ra Imperial, e 110 deposito na rua
Nova n. >'), aende lera' lugar o Ieilao as
10 horas coi ponto, no MipraditO dia, na
rua Imperial, da fabrica c os escravos, e
;is -2 horas do larde da loja e das dividas.
O agente Oliveira far leilSo, por coti-
la c risco de quetn per^encer, de 38 harris de
dez em pipa, cum vmlio tinto de Lisboa, e
de jo ditos e meios de manleiga fraoeeza,
ltimamente despachados em lotes a vonla-
de dos pretndanles : sexU-feira 9 do cor-
renle, as 10 horas da nwi'ai, no armazem
do Sr. Aunes, de fronte da alfan-lcga.
r
<&
V4.O, "rOf
RUA 0G OUEIMADO
**h

Auora duis palavra em quanlo .1 pane Iliteraria e
artstica daRevista Contempornea.
Causas especias inleriompcram, vai n'um auno, a
sua publicado. Removidas essas causas, aRetisla
Coiilemporaucapaisou n ser propriedade do seo es-
criptor, e din arli-ljs desenhistas e lylliosraplio, que
enlram graluiUimenlo nota em|ircza com u seu Ira- ;
lialho, leudo unfeamente de snli-fazercm as despezas ,
da iinprcssro lypoL^r.ipliica a papel.
Esla iwociltjaii de Iribalho gratuito da' em resol- 1
Uido a eslahiliddde e rr^uldridade ; e os ntivos elt-
torea daItcvisla Conlcmporaneaasseturam <\at os
rus nmeros se rilo publicailus in-prelerivclmeute de
"> em 15 ili.
Clda numero It um folie le S pamnas impresas, r>,nlendo duss
biegraphiat, e dous retratos, crincradamenle Ijfllio-
Rriplitdot.
Tara a ramlhanca e saclldSo dos relralos com o
oriRiual. o socio disonhador lanr.i o eslioro por urna
copia do daquerrt'lypo ou pholl>o2r;ipliia. e dpois a-
perfei^ua o Iralialho as sesses que tem com as pas-
soas representada^.
De se n.lo ter sesoido e rie, lalvez pelo dispendio que seria paia a antiga
cmpre/.H e <|ue para a arloal lie Rialuilo, pelo mo-
tivo do socio dcenhadoi, su ter em vista nesle caso o 1
seu liom roim arlisticoi resullou que alguns daqurl- IflGIlt L Of
es rclratos nao s.diis>em com a devida semilhaura e
perfei^Ao.
Esledcfeilo vai asora corrisir-se lambrm nos re-;r
ralas anteriores ; porque leorio se agolada varios ^"f* V",,d'
:"lil.r;';..'1i^::,!,!^^:.pr^'':r:-;!hi.*^^:i r de0briam,a de uoim nn. cin c a-
i rancie sorti-
fa/eiiitas de to-
. cores o mais
moderno que lia no mercado.
Barato que
libra. ADMIRA.
Chegaram rua do Collegio n. 5, as se- Na loj do Jos Moreira Lopes, nos quatro
guintes niassas lltias para sopa, ja annuncia- canlos da rua do Qucimado 11 ISA, esquina
das, tanto a rctallio como em caixa, c faz-se quo volta para o Rosario, rendem se supc-
algum abalimento a q lem comprar caixa riores chapeos brancos d castor a 9?, ct-tes
ioleira, por isso se chama a alienlo das ca- de cambraia organlys com 12 a 1* varas c.3
sas particulares, porque em outra parle 11S0 | ordens de babados a ?;, palitos de alpaca
prela e de cor a 4.?, gndolas de dita a 5-3,
ditas firradas a 8-;, ditas do brim de core
branco aje 6?, colleles de fuslao de cores
pelo barato prtjo de 1560o ; aellas, antes
que se acabem. ,
- Outro socio da Philarmonca, que an-
da n "o pagou a sua jola, rnga ao S' rio que
liz ja ter pago a sua, que lenha a bondade
di/.er a quem fez tal pagameato,
Vende-se um excellenle cavallo pira
sella, por commo lo pre?o : na rua da Ca-
deia do Santo Antonio, defroute do convoulo
de S. francisco.
I.XCEOO OE LISBO\.
Vcndo-se em conla, no escriplorio de Ma-
noel Joaquim Ramos e Silva, roa da Cadeia
do Recifo n. 38.
A pessoaque fallou para alagar a casa
no Monteiro beira do ro, ou outra qual-
quer pessoa, pode ir ao aterro da Roa-Vista,
no terceiro andar da casa n. 37.
Vende-se um molequejcrioulo, de ida-
de lannos, bonita figura, proorio para pa-
gem : na rua da Cadeia do Recite n. 29, pri-
meiro ailar.
Vetide-scuma escrava crioula, de ida-
de 1S annos, booita ligura, cose, engomma
ecozinha bem: os pretendentes queiram
dirigir-sea rua do Crespo jante ao arco de
Santo Antonio, loja n. 1 A.
Lcilao.
Sexta-fe ira ) tfo corren-
te, 110 armazem do agente
PESTAA.
se acham estas pecliinchas, anda ruesmo a
troco de se tulas velhas
Vonde-se um bom cabriole! com ar-
rciose um bjn cavallo : a ver, na cocheira
da rua da Guia, e tratar, ua rua do Trapiche
n i-2, primero andar, escriptorio.
Comarca do Nazareth.
Trras proprias para agricultura, ven te-
se no terreno de Nazareth, as quaes trras
sao no sitio Oilciii's,,c Agua-branca, per-
tencente a Sra. 1. Vicencia Mana de Jess :
quem o pretender comprar, dirija-seao en-
genho Retiro, a tratar com o Sr. Manuel
f'erreira de Andrade, 011 na pra^a de Per-
nambuco, na rua do Qucima lo, loja do Sr
Joaquim Monteiro da Cruz, a fallar com o
v. francisco de Paula Fcrreira.
A pessoa que quizar plantar em seu
sitio sement de angico verdaleira, pode r
buscar gratis, que lhes dar* o recolhido no
hospital d'ordem terceira Je S. Kiancisco
Joo Baplisla CurjSo, que o faz a bem do
povo, ellicaz planta para quedas c feri-
mnntos do chumbo ou balas, cujas semen-
tes mandou vir do sertSo.
O Sr. Macado, que tomou porempres
timo um i>alitot de panno verde anda novo,
trate de ei tregar quanto antes a quautia de
-J5300U, valor porque foi comprado em casa
doSr. Cardozo Ayres, visto como longo do
o restituir a seu dono no estado em que o
n'ccbcu, pelo contraro tcm-sc ilelle utili-
sado diariamente, abusaado por esse mo lo
l/i bospitali lado c franqueza que cncou-
trou uui casa do anuuncianlc.
Alfredo de Rorros.
--- Joan Maria Seve, doulor em tnelocina,
chegado lia pouco da Europa, participa ao
publico.quc so ola residindo na rua doSe-
Vi-.onde pode ser procurado para o exercicio
de sua proQssSo e especial nente para partos
: i'i aRe- .
"i ^eus edilores : ,
da tdi;lu pelo melliodn asora adoptado ; para o que
4ede ja os editores pedem *ot cavalleiros a quem as
ditas biograpliias repcilain-se preslem a annuira es-
te inrommudo.
E*la reprolucao daqu-llas lunsraphias e relalos
sera' fela convenientemente, de modo que em cadj
luianatara correle da trimestre re nao repita mais
lo que otn numero dos aQtigosi.
En. qu inlo h parle lilteraria lnm im-se o< aponla-
ineutos com a maior minucio-idide e boa fe, inde-
pendentemut* ile opinie* ptililicas,
vists Contempornean.lo as lem, e
.it>o convencidos de que Indos, apezir de camiuha-
reni em 1 olica por e-lradas diOerrotti, t" levam em
mira o bl m ila palna.
O pri 1 de ca la numero daRevista Cfnlempo-
iancalia de .100 res, pasos em Lisboa no acto da
entrega.
Tamli-m se lecebcm asignaturas:
Por \-2 me/es -2\ nmeros T9-20O reis
(i cr \> :i-ll
:i o (> 1im>
(ls prt<;ns para as provincias sao os mesmos de Lis-
boa ; mas nao te remelle senSo a quem pagar, pelo
menos seis mezes adiaut>dos.
Recebem-se assianaturas em Lisboa, na roa Au-
goala numero H, e no escriplorio da emprtza da
Revista 1 onteinporauea,rua los Poyses numero 92
A d- andar, aonde toda a correspondencia deve ser
'rgida.
iiliscrvac.in mpnrlaiite.
rendo algum senhores pago tiandamenie ai
lias awignalurai a anterior emprc/.a, tonumus a nos-
so cargo salisfazerlli'as integralmente, (egondo a re-
lami que daquella nos passou. l'or este moiivo po-
den! us mesmos cavalleiros contar com a naca en-
trega dos respcclivos nmeros.
Os edilores.
Subscieve-sc em l'ernambuco na livraria n. t e 8,
da praca da Independencia.
fe
PROVNCIA.
O Sr. Ihesoureiro das loteras manda
fazer publico, que estilo e.spostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da rua da Aurora n. 2(i, das 9 horas
da mariha as 9 da noite, bilhetes, mcios
c uuartos, da segunda parte, da pri-
meira lotera do Gymnasio, cujas rodas
anilamsabbado 10 correnle mez.
Km razao das grandes porqoes de bilhe-
tes cpie licam por vender, o Sr. ihesou-
reiro submetlcu n approvocfio do E\m.
Sr. vice-presidenle da provincia oabaixo
transcripto plano, pelo uual se hito de e.\-
trahiras lotcrias inclusive a presente.
ras.............
Corles de vestido de lila matizada de novos
pad'oes com l.'i colados. ,
Dilos de calca de caseroira preta e de aeree.
Unos de collele de gergarlo de seda de va-
rios padres..........
Chapeos de massa francezes formas novas.
Olios de sul de seda........
Lencos de cambraia bordados, lims, para
niH".............
ritos te dito de lindo lisos para mo. .
ovas de seda de todas es qoalidades, para
liomcui, seulioras e ineriiuas.....
l'alilsde panno prcio e de cores. .
Ditos de argentina de cores escuras. .
Ditos de futtao de cures assetinadas. .
Ditos de brim pardo fino......
'Palitos de alpaca prela.......
Dilosrde alpaca c gangas de cores. .
Dilos de brim de quadiiulius.....
Corniolas de alpaca prela e de cres. .
Romciras de relroz com laco de seda para
enliora...........
Olales de merino bordado em 2 ponas. .
Ditos de dilo bordados em t pouta. .
Ditos de dilo rom listra de seda .
Dilos de dito li-os.........
Uitus de dilo cum franjas dt laa ....
tiln- de lila adamascados, prelus e de cores.
Ditos do rhaly bordados ......
393OO
ijj->oo
39OOO
79300
79300
l380
400
9
2O9OOO
7;OO0
301
59000
4301
4300
39OOO
JOOO
lfiOO
129000
99000
S.'iOO
30O
53000
DjOOO
I0NMKI
, com quadios de seda, co-
l'auno fino preto e de cores, para lodos o precos.
Grotdenaptai preto e le cotes,covado .
Seda pela lavr.ida superior.....
Popelina de seda de cures inalisadas, co-
Vado........
Cbaly de core
vado. .
Dilo de cores lnos covado. .
Ua do quadros pequeos e grandes, co-
vado............
Lila c seda de novos padres, covado. .
Mauritana de seda matizada cum cinco pal-
mos de largura, covado......
Ursulina de seda com quadros, ramagens e
lislras inalisadas, covado......
Sedas de quadriuho-, covado.....
Duqueza de seda com quadres e raniageni.
Mussulina branca e de cores, covado. .
Chitas francezas finas de novos padroes, co-
vado.............
Erondolina de seda da lindos gestos, co-
vados ............
Caim francezas finas de cores l'nas, vara.
Em frente do becco da Cougregec/lo,
lo|i de f-rr.igens, a segunda de f.i/cnd.-
SYSTEMA
*0(
23300
950
850
10
00
800
1600
icooo
50
7."j0
320
280
900
420
passando
n. 40.
IIOLLOWaY
l*OI :iSSt iil HS-i t O Cal l!
Asho .
No antigo c bem conhocilo deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 R, ha omito
superior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pe ira, chegado no ultimo navio, o ven-
de-si: por prer^o enmmodo
Ven lem-so 5 escravos. de idaile de II
at 22 anuos: na rua das Cinco I'onUs 11.
Plano.
3600 brinetes a 5jj000. .
Beneficio de 20 por cento.
I8:OOO.SOOO
5:600jt000
f*:i00s000
COMPANHIA
Hamburgo brasilira*
I spera-se dosul at o dia 10, ou antes, o
vapor hamburguez oPetropolis, depois da
demora do coslume seguir* para llauliurgo,
tocando nos portos de Lisboa e Southamp-
lon ; qualquer informae3o com os agentes
N. O. Rieber A C, na rua da Cru n- *.
leu
a's
es-
ugra-
li-
Aluga-se urna das melhores casas do I3.6' no liotequi-n do Sr. Marcelino, junto do
Cachanga, margem do rio. com bous com-' ^er''
O agente Pestaa fara' leilSo, em
armu/.em, sexta-feira !l do correnle,
10 horas da inauhaa, dos scgtiintes
cravos c mais objectos, t|ue muito
darao aosconcorrentes, a saber:
Urna escrava crioula, rao*1, e boa
gura. ['* ."'_
Uina dila, mulatinha de rMflios de
idade.
Una dita crioula, de 2"i annos.
luid dita dita, de 2 una cria, miilatinho de 7 mezes.
Livrosem branca e de grande formato.
Cobertas de algodo adamascadas.
Pecas de Franjas para cortinados.
Um cabriole! meto patente.
Ilereos e camas para enancas.
Mobilias de Jacaranda' e amarello.
Candelabros,lanternase outros mudos
objeajps.
modos para passar a fesla : quem precisar,
dirija-se a rua do Cano 11 42
Faz-S3 de novo saber aos sonhores
convidados no Diario do 1. do corrente, a
comprar a casi da run do Hospicio n. 18 R,
pelo Sr. Vicente fcrreira da Costa, que cssa
casa he obngada .a laudemio, e foro, que
o niesino Sr. Vicente sempre lem pago ao
cooselbeiro Cocino, senhorio'dirctto do ter-
reno respectivo.
PECHINCHA.
VendoT.-se superiores gravatis de seda
com mola, chegadas no ultimo navio fran-
cez, pelo diminuto proco de 103 a duza, e
o bilhote inleiro n. 2fl58 com o premio
de 2 0 '0,f d i lotera do Espirito Santo foi
vend ln po-Manoel Jos da Costa Rogo, sem
garant, e um meio de n 3S8S tambem sem
garanta com 400t, e'como sabe uiu annuii-
111 clarando serem garant los ?
TRAVS.
Com a correntona da mar ilesapparece-
rain'25 travs : quera as achou, querendo
restitu'', niinuncie, ou entenda-se com Joa-
quim Jos Ramos, largo doCorpo^anto n.6.
1. Antonia Maris da Pcnha Fiaiuja e 1).
Mara I.ui/.a Goncalves Franca declaram pa-
ra evilarom que alguem por en
&&M& '" U
COM A NHIA
Bra8leir vapor.
O vapor "Paran,!, commandanle F. F.
Jorges, espera-se dos portos do norte, em
segal ment para os do sul, em 9 do corren-
to : para passageiros, encommendas c car-
ga, at poder receber; trato-so no dia da
chegada na agencia, rua do Trapiche n. 40
Bem itic por qinze dias chamasse-
mos ao eumpriinento de seus deveres a
um l'uncciouario publico que compro-
melleua iiinseu amigo, nao tem o referi-
do empregado chegado a um resultado,
estando alia'sem potiejaode o fazer, e de-
vendo tanto maiscumprir sitas promessas,
quanto o objecto do compuomeltimcnlo
ser vio para ser te vado a posito em rpic
ano va Lili-
l cada urna : em casa de J. Falque, "ruado i (-'ar Bta Pr?*i c arrematar a casi tonca di
Crespo 11. 4. | travesea dos Acougumhos 11. 23,

lfc-
50
no
l premio. .
I lito.....
1 dito.....
2 dito. de200s000.
4 dilos de 1000000.
dilos de O.sOO.
dilos de l'.SOO.
ditos de 10.1000.
ditos de 5S000.
I20
'rO
Premios.
Brancos.
.):,s000
1:500(|000
500JJ000
i'J.sOOd
OCSUOO
300$000
."illD.SlIOO
SOOsOOO
):7()O.s00
U:i00s000
MEDICO DK
ikoLff
Qk.(t.

PIULAS HOLLOWAV.
Esle inestimavel especlico, composto in-
teiramente de hervas medicinaes, n5o con-
ten mercurio, ncni alguma outra substancia
delcteles. Benigno mais tenra infancia,
ea ,' r 1 j 1 >. u'.'in mais delicada, he igualmen-
te prompto o seguro para desarreigar o nial
na compleijfio mais robusta ; he intera-
mente iiinbcenle em suas operacOes eell'ei-
tos ; pois busca e removo as doengas de
qualquer especie c grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Entre milhaies do pessoas curadas com
este remedio, multas que ja eslavam as por-
tas niorto, preservando em seu uso ; con-
segniram recobrar a saudc e forjas, dopois
do baver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nao dovem enlregar-se a
desesperando ; fagam um conipi tenia enuaio
dosellicazes cfl'eilos dcsla assombrosa medi-
cina, e prestes recupciarao o beneficio da
saude.
.Nao se perca tem: o em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des:
UNGENTO HOLLOWAY.
Militares de individuos de todasjis nacOes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio tncomparavel, e provar em caso tiecessB-
no, que, polo usoquedelle lizeram, tem seu
corpo e niembros inleiramente s3os, depois
(le haver empregado intilmente outros tra-
lamonlos. Cada pessoa podcr.-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela letuia
dos peridicos que Ih'as re'.atam todos os
(lias ha muitos annos ; e a maior parle deis
las sao tao sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraratn com este soberauo remedio o uso
ue seus bracos o peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
oeviamsoflrer a amputarlo! Oellas ha mu-
la, que havendo deixado esses asylos de pa-
uectajenio, para se nao submetlerem a essa
operacao dolorosa, foram curadascompleta-
menie, mediante o uso desse precioso re-
medio. Alguiuas das taes pessoas, na efusao
de seu reconhecimento.declararam estes re
sultados beuelicos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, afim de mais au-
tcnlicarcm sua alErmliva.
Minguem desesperara |do 'estado de sua
saude se tivesse bastante conlianca para en-
satar este remedio constantemente, segiun-
uo algum lempo o tratamento que necessi-
tasse a nalurezado mal, cujo resultado seria
provar incontestavelnienle : Que ludo cura,
U ungento he un, nwtparlicularmenle
nos seguintct casoi.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
boresdecabeca.
das costas.
dos tnerobros.
Enlertiiidades da cu-
. lis em geral.
Enfermidades doanus
Erup^Oesescorbuticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
InchacOes.
Inriamniaoodoligado
da bexiga.
lnriamma;ao da ma-
triz.
Lepra.
Males das peinas.
dos pe tos.
de olltos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Uueimadolas.
Sarna.
Supurantes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bucea.
do ligado.
das arliculaces.
Veas torcidas ou no
dadas as peritas.
i*ara o Mo
de Janeiro
se
homem (pie nao lem soffrido desastres,
nem foi perseguido da sorte durante 72
mezes, tem tido lempo para cumprir seus
tratos, c se o nao lem feito he porque
car.ce de bro! Se este Sr. nao ebegar
a um accordo, fara' patente o rpie a tal
respeitosetem passado.
Victima.
r.stando a confeccin.ir-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desla provincia, roga-se a lodos os se-i
nhoresrpie costumain ser nelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
.diuca de domicilio, 011 outra qualquer|
lembn
!Spo
------O ibiixo assignado pede ao autor do
annuncio ao .sr. Moura l-oggi, e ao Sr. Jos
Joaquim Concalves, que se assigne para ti-
rar certas suspeitas que ten causado. Re-
cite 6 de oulubro do 1857. -Manuel Domin-
gues da Silva Jnior.
Desappareccu da porta da taberna
cintilada do Major, da rua de llorlas, na lar-
de de 6 do-corrcuie, um cabrinha forro, de
noine Amaro, i !ade de 3 anuos, cabellos
corlados rento, ps apalhcta los de bichos
que leve, com marcas de bexigas na cara, e
lein signal de blido em um olho : oslo me-
nino he forro, edeseonfia-se que foi condu-
zido para ser vend lo como escravo : roga-
se as autoridades policiaes se digne provi-
denciar, para quo o seductor nSo consiga seu
lira, e quem o pegar levo- a rua de llort is,
taberna do Major, que sabe a quem p-rten-
ce este menino.
Ven le-.sc no segundo andar da rua Di-
reila 11. V. una prela du boa ligura e pti-
ma cozinbeira, engommadera e lavdcir.
;'jl Jos lioncalvea Icrreira Co.la, em can- r\
'.-. V) Amaro, lin don casas terreas para S?
W alagar, no Um y,3 l"2'i a ponte grande ni travessa do Cusa, :''.
n que fie em frmte a abra do ymmsio: os .'.
' comrnndos de rada urna silo : 2 salas, :l
'..'i luirlos, rozinlia fura, com cacimba e qoifl
acha Seis annos nSo sao seis dias, e o lal murado com p"rta de s.lifda: o propril
'ano cha em casa quasi leinprc, e na
sua falla lem quem faja sua- ve/.,-.
%
O
que cssa
casabe das annunciantes, c nata deve m a
Antonio Morolra da Pcnha, sendo que por
isso o annuncio no Diario n. 226 de 3 de ou-
tubro nao se deve entender com a dita casa
Aos pas de familia.
Offeroce-s-: urna p'ssoa bastantemente ha-
bilitada tara leceionar grammalica latina
fraueeza, aacional earilhmeUca, aiada mes-
mo em algum cngeiiho ou sitio perto desla
praca. \ mesina pessoa recebe em sua casa
alumnos internos, media ule urna quanlla
razoavel : quem de seu prestimo se quizer
utilisar, dirija-se a rua de S. Gonzalo n 14,
que achara com quem tratar.
I'recisa-se alugar una escrava para o
servios interno c externo do urna casa de
pouca familia, quo saiba cozinhar o diario e
eiigomniar : quem liver, dirija-se a rua No-
va n 34, terceiro andar, ou a rua de Apollo
n 24, armazem.
I'LBLICACAO' Ll ITERARA.
A f!evist;tt
/Oll'OIII
ranea.
Altencao.
O abaiSO assignado faz scienle ao res
peitavel publico, c em particqlar a todas
as autoridades, <|'ie marc.ou os seus ca-
vallos em cima da anca do lado direito,
com a marca por extenso do seu engenbo
SolidO, em letras redondas, e como nao
i negocia nenlium dos ditos cavallos, pe-
dern ser tomados como l'tirtados, nao
apresentando carta de guia do abaivo
assignado.
sabe ate lodo corrente, o brigue Sagila-
i io, o rjiial
Agua-Prela 1 de setembro
de 187.Pedro.MilianodiSilveira Lessa.
enibninca.iiiie Sirva para iiue Scia o mes-1 vi i t i m i >
. ', .' .' Na rua do rrapiclie-iNo\o n. 12, es-
tilo almana1. completo: da mesma sor e u,i .' o-.t...t. ... i.. .
. i criptorio de ftotln: A Itidoulac, venilein-
roga-se aos sciiIidics ile engenlio e reiidci-i .. c.
" ,. ;se velas decomposirao, liunlo linas, pol-
ios, queiram mandaras alteracoes que se
Ao publico.
Conservar a memoria das arces do eculo em que
vi "uns, lie um Itibulo de liomenateiii paga aos nos-
sos cotichlals, e um servico feilo aot vindonrof,
laoran In-lhei os fuudamenlos para a lu-toria que
tem de se e-crever dcpoii de nf.
'Ja ni t i eftiver ja amorlecido e*le (uraolluar de
paiaai quo h-ije nos agltam, anlSo se proeorSo cum
curiusid.i le e iutere> iiere*'os porque icmos alraveuido. S^r. nes-a qua-
dra o t-iitf.i [iroprio de apraciir condigoooiaate o
nono trabadla ; porque e-sas camal licam lanzadas
nelas bio^runhiai com fmparcialida lu^r fiar nenhama considerarlo de inlereise >oli-
lico.
Esle Mrvien f'o ao futuro prende-se dude ji enm
o que preilainss ao presiule. Salvando do fsqueci-
ineuta lionrajas memorias, rosaataino-las do Capri-
cllo das p.iixocs puliticas cm que militas vezes audam
Iniiflia-l i' a ciufundi las, reslalo lecendo-as no sen
verdatleiro ponto do luz.
lie paranlo o relralo moral e o relralo physico
que aResilla Conlcmporanease encarrega de de-
boiar.
Nea lo" isoladas e solas sao eslas bioarapliiaj, co-
mo o parerrrilo h primeira \il>. A sida da socieda-
de contempornea Irava-ieam todos os seus lances,
por tal irle, cum os fados pnrliculares de cada mrin-
bro de*sa sociedade, qu a a-iirepacilo destns inlivi-
dualidade, he qoe forma o lodo que se intitula his-
toria da poca. Assim as plirases de uina aeco, tao
diversas quautos ot in lividuos que nelll fiiram, c
narradas fielmente ni sida discriptiva de cala um
desses iu lisiduos, coucerlandose formamo lodo da
acc.ao em que etisle a verdade liisl irira do fado, e
palenleam a itiuta caoea, ou origem, quasi sempre
ignorada por se o3o ter atlendi lo as suas dlfarfai co-
rclscritf.
i .
KWI 1
ja tem a maor parte do seu I tiverem dado a respeito de suas proprie-,' ie(' comi l .,rc.
ca riega ment prompto : para o restante I dades.
epassageiros, trata-se com Manoel Fran-
cisco da Silva Carneo, na ruado Vicario
n. 17, primeiro andar, ou eoin o capitao
u bordo-
Para o presidio de Fernando sczuo at
o dia 12 do corrente o brigue naciontl Bom
Precisa-se ilnima ama secca para tima
fsmilia de -2 pessoas : na rua do Apollo, ar-
mazem de .\unes c C.
prcoisa-se de um bom feitor para o si-
tio quo foi do linado Dclphin i, na Passagem
da Magdalena : a tratar no mesmo silio. ou
na rua Nova, sobrado n. 27.
na
Ainda se precisa de urna ama secca
rua da Praia n. O.
Vende-se um c\cellenle boi manso c
ja' experimentado para carroca : os pre-
tendentes dirijam-sc a rua do Qucimado,
loja de ferragens n. 13.
(it)() Dilhcilcs.
Os dous premios primen os eslao stigci-
tosao descont de 8 0|0.
Thesouraria das loteras "> de outubro
de 1857.O ihesoureiro, Francisco An-
tonio de Oliveira. Approvo.Portella.
Conlorme, Antonio Lcito I'mlio. O
escrivao interino, Antonio JacinthoCesar.
Descoberta nica. Privilegio de 15 anuos.
PEVTES DB CilHTCIIOLC EM)-
HECIIJO, DE FAUVfcLLE-ELEBAKRE
E PA8IS
Quatio annos de experiencia lem assegu-
rado aos pcnl-'s de caoutehouc a voga que
boje lein, nao SO em franca como no mun-
do inleiro ; sao sem cnnlradiccac) os mais
agradaveis de todos os pontos, mais blandos
qiie OS de tartaruga, sao os nicos que nao
lizem caloro cabello, por causa da olcctri
cilado lage is a i!e nao serem mais caros do que os
debtalo. K esta almiravel invenciio deve
x. r'auvello a medalha le primeira classe na
UposicHo universal de 1855.
1SC1IIS10 nM I
10.
NAFUNDICAO DE FFRHO DO ENGE-
NlllilllO DAVID W. BOWMAN, WA
RUA DO BKUM, PASSANDO O liA-
FARIZ, .
ha sempre um grande sorlimento dos se-
guinles objectos do mecanismos proprios
pita engenhos, a saber : moendas e nieias
moetldas la mais moderna conslruccflo; ta-
chas de ferro fon lido c batido, do superior
qualidade e de todos os lmannos; rodas
dentadas para pgua ou animaos, de todas as
proporcOes ; crivos e horca de fornalha e
registros de bneiro, agoilhes, bromes, pa-
rafusos e cavilhOes, moiuhos de mandioca,
ote. ole.
NA MESMA FL'NDICA'O,
se exocutam todas as encommendas com a
supe ioridado ja conhectda com a devida
presteza c commodidado cm prcr;o.
XA
Foi transferido o deposito deste xarope
para a botica de Jos da Cruz Santos, na rua
Nova n. 53, garrafas 53500, o mcias SfOOO,
sendo falso t" lo aquclle que n3o for vendi-
do neslo deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
I1P0RTANT1 PARA OPl'BLICO"
Para cura de phlysica em todos os seus
dlfl'erentes graos, quer motivada por eons-
Sub eslas consideraees aRevista Conlempora- tipleos, tosse, asllimn, pleuriz, escarns de
sangue, dr de costados e pcilos, palpiUciio
no corapao, coqueluche bronchitc, ddr ua
garganta, e todas as molestias dos orgfios
pulmonares.
Compra-so^clTccIivanieiitc bronze, la-
lao e cobre velho : no -oposito da luu Itc.lo
da Aurora, na rua do Hrum, logo na entra-
da n. 2S, e ua mesma fundiro, cm Santo
Amaro.
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias ;mal de).
Asllima.
Clicas.
CouvulsOcs.
Uebilidade ou e.\te-
nuacao-
Debilidadc ou falta de
forjas para qual-
quer cousa.
Dysinleria.
l)or de garganta.
-- de barriga.
nos lilis.
Pureza no ventre.
Knl'crnidados no ven-
tre.
Enfermidades no figa-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilcrysipcla.
Pebres biliosas.
l'cbresintcriniltentcs
Fcbreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indi gcstOes.
lullainmaccs.
Irregularidades da
menstruagao.
l.ombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas ta culis.
ObstroccJJo do venlre
l'hlisica ou consump-
efio pulmonar.
Kctcugilo do ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-J
ros.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal).
nea!ie o livro do homem de Estado, do liisloriador,
do poeta, e ilo arlisti, que loJo', pelos seus rele-
vantes morecimenlos lulo de ter aqui sea condicno
lugar.
lie lanibein um lbum doi mai curiosos c esplen-
didas da impreusa nacional e vslranaelra ; oum ga-
leria das no-sas persona^ens mais celebre-, c una re-
cordado de -vmpalhia e ami/.ade pelas illusiiare-
aqoi inenciuuadas.
Vendem-se eslas pillas n> estaheleinicn-
to geral de Londres n. 244. aStrand, c ra
loja de lodos os boticarios, droguistas c ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toJa a America do Sul, llavana eHespanha
Venilom se as bocetiuhas a 800 rs. cada
una dellas conten urna iiislrucc,iio em por-
tuguez pura explicar o modo desse usar des-
las piluias.
O deposilo geral he em casa do Sr. Soum
pharuiaceutico, na rua da Cruz u. ii, em
Pcrnambuco.
lt()B LAFFECTEUR'
O .nico aulorisado por decito do eonutlho real,
derrrto imperiai..
Os mdicos dos hospilaes recommendain o
arrobe de LaITccteur, como sendo o nico
aulorisado polo governo c pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e fcil a lomar em secreto,
BSl em uso na marinlia real desdi mais de
60 anuos ; cura radicalmente cm pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccoes da pollo, impingeos, as consequen-
cias das sainas, ulceras o os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores ; convm aos caUr-
rhos, a bexiga, as contraogOes e a fraqueza
dos orgSus, procedida do abuso das injec-
oes ou do sondas. Como anti-sypliililicos
o arrobe cura cm pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvcni incessantas
cm consequeticia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injeccoes (puc represent'em
O virus sem uculralisa-lo. O arrobe Laffec-
mercurio e ao iodurclo de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciana Alvcs de Azevedo, praea de Ii. Pe-
dro n. i>8, onde acaba de chegar uina gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
viudas dilectamente de Paris, de casa do dito
Royveau-L&fJccteur 12,rua i.ichelieu Pars.
Os formularios do-se gratis cm casa do a-
gente Silva, na praca de I). Pedro n. 82 ~
Porlo, Joaquim Araujo Babia, Lima & lr-
inSos ; l'ernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha & Filhos ; e Moreira. loja de drogas ;
Villa Nova, Jojo Peroira de Magates l.cite ,
Rio tirando, Francisco de Paula Coulo &
VENDE-SE
Agua taz em folhas Oleo de linhaea cm ditas.
Cabos de manilhae de couro.
Metal amarello e .cobre de Porro.
Velas de ttearina.
Pedias de marmol e prra mesas.
Pregos de cobre grandese pequeos.
No armazem de C. J. Aslle\ \ C.
Vende-se' este ungento no estahelecitncii-
logeral de Londres n. 244, uStrand, c na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 80o rs. cada boectinha,conten
uma;iiiiiruc(;ao em porluguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungueulo.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico,
Fernainbuco.
o
m
'',':
na rua da Cruz n. 2-2,
WfMMMaMi).
Thesouro ho-
meopathico
ou
VABHEGI1
1)0
lio i neo pal lia.
PELO DB.
em
i
Q
O

o
gSAIII\0 0LE(AKI0L.Pl!NH0.|
.. Ela obra, reconheeida por lodo, como 5?
o a rnelhor de quantas enstnain a applicarlo ^3
-^ da linmeopatliia no (ralaoienlo dai moles-
a lias, continua a vender-se a 11-mum, na Un- a
-; tica Central llomeopalhica, rua de Santo '/
W Amaro (Mundo-Novo; n. 6 '';
^ EXCELLENTES REMEDIOS 110- &
:.; MEOPAT11ICOS, ;'
:^i preparados com o maior cuidado e esmero, ft
'; MMidem-ie cm carlciias por presos os mais J
\'J corrmiodos possiveis, desde lOJOOO al $
^j3 ISOfOOO, conforme o numero dos labos e &%
., riqueza daa caixas.
' '.24 Cada vidro de tintura. SsOOO ?
;''j N. B.Constando ao abaiio assi^uado ;%
!t" que altiuns individuas percornm o interior jl?
..' nao s desla provincia, como das Alagoas, y3
." Paralaba, Kio-Crande do Norte a Ceai, /"-
-'._ \endendo'remedios em seu uonie, julga x.i
'-' convenienle declarar, que a njnuaem auto- ^*?
r$ risou para isso, e que,como nao esla promp- i'j-
;M loacarreRar com os peccadvs albeios, so g
Ir se responsabilisa pela profcoidado dos re- ^
? medios preparados debati de sua imme- *?
iyj diala iuspecsAo, aaBotica Ceulral lio- ^
neopalliia, rua de Sanio Amaro, Mun- S
de Novo! n. ti. Vv-
l)r. Sabino Olegario L. I'iulio. @

sellius
patente inglez.
SAo rbegadns e acbam-se a venda os verdsdeiro
a bem condecidos sellins inglezes palrntr: ua ma
do Trapiche-Novo n. -i'i, arruazeiii de razeudsde
\ I ni- ni & C. Ilowie.
a
* ii
ss>r- ---A -.

::
tu
RELOGIOS
J RLA DA CADEIA DO IIEC1FE N. 18.5
mvtIS ?=?**&!: **VIHraiM ? lloga-sa a Sra. |). Anna liarla das Vir-
gens, viuva de Victorino Nunos do Barros,
residente ha annos na azenda de Pajehu',
tormo do Cabrobo, provincia de Pernaiubu-
co, ou a seus herdeiros, que venhatn ou
mandcm-recclier a parte que Ihe focou do
espolio de Jos Seabra Lomos, fallecido nes-
ta corte. Rio do Janeiro de setembro do
1857.
Compra -se
cfTectivamente bilhetes de loteras j ostra
Indas, o que estejam recolhidos thesoura-
ria, alim de evitar a demora do rocoto men-
t : ua rua Novan, n.
ILEGIVEL

MUTILADO




DIARIO DE PERNAMBUCO QARTA FEIRA 7 DE OUTUBRO DE 1857
C0ISULT0R10 HoESOPilHICO
Do
Onde seacham sompre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos,e preparadoscom o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
pliegos FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
DiU e24 .. 153000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 359000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopatnica do Dr. Jahr com o dic-
.1 cionario dos termos de medici Da ;. .
Medicina domestica do Dr. Henry.....
Tratamento do cholera inorbus......
Repertorio do Dr. Mello Moraes ....'.
209000
10/0(10
2/000
6/000
$ PEDRAS PRECIOSAS
i I0IEI1A I iSAITE,
Jj Aderemos de Iirilhanles, f
? cli.miaiile e perolai, pal- $
& seir.is, allineles, uriuros ?'
a rozlas, boloes e anneis $
& de dilfi-ienirs Rostas o de ;
? diversas podras de valor. *
Compram, vcndsm od
*j trocam prala, ooro, bri- S
? Ihanles.diamaolese pero- ,
jjj lat, e outras quaesqasr jo!
jnrtimlc valor, a dlhlieiro S
V: ou por obras.
LAJA Bl IIIRITH
Rua do Cabuga' n. 7.
Recebera por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tao-
to de Franca como
| OURO E PRATA. 8K
2 Aderemos complclo dt j$
g oro, meios dilos, polsei-
S ras, slfineles brincos a
J rozetas, conloes, irancel-
fc lins, medalhss, correntes ||
* e enhile! para reloRio, e j*
J ouiros amitos objeetos de jj
: ooro.
Aparelbos completos de j*'
;? prala para cha, bandejas,
$ salvas, eaitifaes, colhires jj;
j de sopa e de cha, mu- f
$ tos outroi objeclos de 1
W. prala.
de Lisboa, as quaes vendem por
prego commodo como costuniam
Na liindicao da Aurora precisa-sc
de serventes forros ou cscravos, para
servico debaixo decoberta.
m DENTISTA FR1HCEZ.
g-
era
di-
ra
J? Paulo Caignoax dentista, ra Nova n. 41 :
i? na mesma casa lera agua e pos denlrHice. tgj
&0&Z-X&& c::-:- v>&&##-
- Precisa-se continuamente deoflinaes
de al Malo para todas as obras : na ra Nova
n. 52.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bilhetes
rantidos pelos piceos abaixo notados,
qoantias de IOO.S'000 para cima, a
nbeiroa vista, erasen escriptorio, na
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5#500 recebe 5:000/QOO
Meios 2.S750 .< 2:500s000
Quartos 1#250 1:250s000
P'. J. Layme.
ICasadcsaude 1
j O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
|? tabeleceuem sen sitio da Passagem
3?? da Magdalena, que lica ao norte p
H da estiada entre a ponte grande
;g e a pequea do Cliora-Meniio, c\- J*
g cellentes acommodacoes para re- V
2? ceber todas as pessoas enfermas
3? que se quizerem utilisar de seus @
serviros mdicos, os quaes serao @
L~* prestados com o maior esmero. @
@ O meslno Dr., para o lim supra- @
@ indicado e para exercer qualquer $
@ outro acto de sua prosso den- @
tro ou fra desta cidade podera' b
@ ser procurado a qualquer hora do
$$ da eda noite. no referido sitio,
a excepcao dos dias uteis, das 9
@ horas da manliaa a's \ da larde, 0
0& que sera'encontrado no primeiro @
@ andar do sobrado n. 9, do pateo @
S& do Carino. j:
&
Precisa-se de urna mulber de meia
idade, de boa conducta e setn lhos, para
tomar conta de urna menina de 2 annos, e
fazer algumas costuras ; a tratar no campo
do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sombargador Mcndes da din ha.
- Precisa-se de um oflicial de pharma-
cia que seja intelligente o tenha bom com-
portamenlo : na praca da Boa-Vista n. 22.
Aluga-se a loja do sobrado n..., sito
na ra da (.adcia do Santo Antonio : a tratar
na obra em <-onsirurcau entre o becco do
Cunba e o do theatro de S. l-'rancisco.
Precisa-se de uca ama de leite, c pa-
ga-sebem: na ra do Pilar, em Fra de
Portas n. 12.
--- O bacharel Oliveira Maciel, iuiz mu-
nicipal da segunda vara desta cidade mudou
a sua residencia para a ra das Cruzes, ter-
ceiro andar do sobrado n. 28.
JOS' ELIAS MACH 11)0 FREIR,
constructor particular, julgan lo-se versado
em construcQiio theonca e pratica, offerece
o seu trabalho a qualquer pessoa que quizer
construir embarcaces para longo curso,
nao sopara panno como par lbe sentarem
engenho para vapor, sendo seus planos exa-
minados por qualquer repartirlo, o mesmo
| construe modelos do 50 a 60 pollegadas de
comprimen tu com toda semclhanca promp-
toa navegar; para o mercantil, que du vi la
| na sua capacidade ; e ensilla a pilotagem
i theorica e pratica construcQSo, arithmelica e
i geometra pratica: a tratar na ra do No-
I gueira n. 7.
i O nico deposito do infalivel c ver-
f dadelro elixir contra as dores dos dentes, do
babil dentista, que estevo nesta cidade por
algum lempo, he na praca da Independencia
n. 4, assim como se vende tinta para marcar
roupa, a mclhor que tem apparecido, e agua
para tirar nodoas, de ferruagein e de tinta, e
ail para roupa.
- Precisa-se de urna ama que cozinbe e
engoinme, para duas pessoas : na ra do
Collegio n. 12.
Alugam-se 5 ou 6 cscravos robustos,
para armazeen de assucar : quem tiver, di-
I rija-so a ra do Trapiche n. 3, a tratar co o
l.nnoalo Jos AITuii.Mi.
Precisa-se una ama" para cozinhar
para 4 pessoas, sendo idosa melhor: na ra
ireila n 95
Lotera
t1.
JOflN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIPE.
DFWZITO DE UFE PRIMEZ4 DE
A1YLVND.
He chegado pelo vapor Iguarassu este no-
vo rap, fabricado no Cear, pelo Dr. Marcos
Jos Theopbilo, a sua boa qualidade o excel-
lente aroma, agradar os amantes da boa
pitada, even1e-se por preco commodo: na
ra da Cadeia do Recife n. 29, primeiro
andar.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, exceente leite virginal
de rosa branca, para refrescara pe le, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer eres-
cer os cabellos ; assim como po imperial de
lyrio de Florenca para brotoejas e asperida-
desda pelle, conserva a frescura o o avellu-
dado da primorosa da vida.
SEGURO CONTRA F080.
Companhia Alliance.
Establecida cm Londros, ara marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., lea i konra da in-
formar sos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier qua asto plenamente au-
lorisados pela dila companhia para ffectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
aa fuendas de qualquer qualidade.
Na ra do Trapiche n. 17, escriptorio
pre-cisa-se deum preto para criado
MDAN( DO ESTABELEGI-
HENTO DE PIAROS DE
J. YIGMES.
J. Vigne* mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cedeia de Santo Antonio n. 23, junto da
llelacuo.
ACEIO E PROMPTIDAO.
a ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma se com aceio e promptidSo, e to-
nia-se algumas freguezias.
AFEIIKJAO.
O abano assignado, tundo arrematado as
areric.es do municipio do Recife, declara a
quem convier, que dar principio aos seus
trabamos do |. do cor-rente em diante em
virtude do que scientifica as pessoas que
venderem ou que mandarera vender pelas
ras do municipio fazendas, miudezas, lei-
to, mel, feijSo, milho, arroz, azeite do csr-
rapato, carne de porco, etc., etc. ; assim co-
mo aos Srs. que vendem lquidos em anco-
ras, que tenliam a bondade de ir ou marfdar
aferir em lempo competente, isto lio, do ou-
tubro a dezembro, conforme determina o
regulamcnto, na casa das afericoes, no.pa-
teo do Terco |n. 16. Recito 1.- de outubro
de IH57.Francisco Pedro Advincula.
O abaixo assignado, vendo um annun-
oo do Sr. Prxedes da Silva Cusmao, scicn-
liiica a quem interessar possa, que sondo a
scrava Antonia do ara casal, elle nSo ven-
dea a pessoa alguma, nao pudendo por isso
valer qualquer titulo, que iprosente o mes-
mo .sr. Prxedes, visto rom ,. Seu casal s
lem um legitimo administrador, que he o
mesmo abaixo assignado.
Miguel dos Anjos de Hendonca.
Precisa-se alagar urna casa as seguin-
tes mas : Concordia. I-alma, OH travess, ,|..
Cadeia : d.nja-se ao largo do Tei\0, taber-
na n. II. promette-se dar bom tratamento
~" Prccisa-so do um rapaz portuguez de
lo a 16 annos, para um deposito do pauaria:
na rua Nova D. 57.
DA
Provincia.
Aos 5:000-3 2:0005 e 1:000-3.
Os abaixo assignados, tem expostos a ven-
da, os seus muito fellzes bilhetes. meios e
quartos da segunda parte da primeira lotera
i do Gymnasio, os quaes n3o eslao sujeitos so
'descont dos 8 0,0. cacham-se a venda no
aterro da Boa-Vista n. 56, e as casas do
costme, o sendo porco de 100s para cima
!a dinheiro, pelos seguintes precos :
Bilhete 55500 recebe 5:0003
Meios 2j750 2:5003
Cuartos Ip375 1:250a
Silva Guimaraes 6t C.
Loeria
DA
Provincia.
Aos 5:0003000, 2:0005000 e 1 OOOsOOO.
O abaixo assignado tem exposto venda
os seus felizes bilhetes, meios e quartos da
segunda parte da primeira loeria do Cym-
nasio, os quaes nao csto sujeitos ao des-
cont dos oito por cento da le.
O mesmo vudeu os seguintes premios da
lotera do Espirito Santo do Collegio
rueio Numero
quarto
bilhete
meio
dito
quarto
001
200#
405
?0-5
405
40/
2585
2116
1206
2204
2544
3940
Por Saluslanode Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-se alugar um molcque bom,
'le 15 a 17 annos, para o servico de urna pes-
soa estrangeira. Adrerle-se que agradando
o moleque, e depois de esponmenlar-se,
comprar-se-ba, no casa que o dono o quoira
vender : quem tiver annuncie, ou procure
no primeiro andar n. 20, na ru-. do Torres,
praca do Corpo Santo.
Na rua da Uni3o,cs.sa da esquina, que
tem lampeao porta o que deita o oitao
para o rio. precisa-se de duas pessoas, urna
para o servido interno da casa o outra para
cozinhar, e lendo boa conducta, serve tanto
forra como esersva, e para a cozinha se for
boaiem ta tratamento : quem quizer, dirija-se a dita
casa.
Desappareceu nodia 3 docorrenteao
meio dia, da rua das Larangeirrs, um meni-
no de 6 annos, pouco mais ou menos, pardo
claro, com muitas marcas de sardas uo ros-
to, cabello ruivo, levou camisa do madapo-
13o e um bonetezinho de panno esverdinha-
do : quem o tiver adalo, ar especial fa-
vor dar Dotieia ou leva-lo a sua mSi na rua
das l.arangeiras, casa de empalhador.
Na rua da M >da n. 3, segundo andar,
compram-se escravos proprios para servico
decampo.
Cuimariies far,a niio B das dividas como de
quaesquer bens pertencentes ao dito casal.
Recre 1. de outubro de 1857.
Joao Antonio Comes Guimaraes,
Lotera
provincia.
Primeira parte da primeira lotera do
Espirito Santo.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado ioram vendidas as seguintes
sor tes: ,
Nms. 058 ."kOOO.s- 1 meio.
295S 2:000.< bilhete.
2585 .iOOs 1 meio.
1(H 200.1 bilhete.
")116 5.00,s' 2 quartos.
2*11 100.S 1 meio.
I") i 100.S 1 meio.
2885 100s 1 meio.
>i8l VOs 1 dito.
5930 iO.s 2 quartos.
2787 i0, 2055 V0.s bilhete.
2285, 40s 1 m.-io.
A garanta dos 8 por cento do imposto
geral he paga no escriptorio da rua do
Collegio n. 21.
J. P. Layme.
-Oescrivo los protestos, mudou sua
residencia e escriptorio para a rua da Ca-
deia do bairro do Santo Antonio, sobrado
de um andar n. \.
Prccisa-se de urna ama do leite com
boa conducta, o paga-se bem ; na rua do
Queimado n. 46, segundo andar.
Daolaria do lictiro, junto a Passagem
da Magdalena, furtaram urna por?5o de In-
nha e barro, previne-sc ao ladro. que n3o
continu, porque ser trancafiado na ca-
deia ; assim como ser responsablisado o
comprador de dito roubo, pois nao se ignora
quem s3o os autores de semelhante attenta-
do, prevalecendo-so para isso da noite, c
este roubo lera sido ja por diversas vpzes ;
a ultima vez foi conduzido em canoa gran-
de, e algumas em canoa mui pequea de car-
reira.Manoel Firniiuo Ferreira.
- N'i rua Direita, loja de alfaiate n. 81,
precisa-se do bons olliciaes da mesma arte,
tanto para trabalhar em casacas, como em
calcas ; roga-sc portento a quem aspira o
pecuho, chegar-se a* local mencionado, a-
lim de se admillidoem dito emprego.
Precisa-se de um cabeiro para pada-
ria, com tanto quo tenha pratica do negocio,
esaiba lr e|escrevor, ainda mesmo novato
no i-aiz, e qne abone sua capacilade: no
pateo da Santa Cruz n. 55
Precisa-se de um criado para todo o.
servico de una casa : em S. Amaro, casa do
Sr. coronel Lamenba.
D-se at 3.0005000 a juros, sobre pe-
nhores de ouro, ou bypolheca em bens de
raz : na rua estreila do Rosario, loja de ou-
rives n. 10, se dir quem d.
- Os amigos de Jeronymo de Abreu, sao
avisados de que o mesmo mudou-se do Cor-
tume para rua Imperial n. 216.
Precisa-se de urna ama : na rua Direi-
ta n. 36, segundo au lar.
Piccisa-sedc olliciaos de Chruteiro :
na rua Imperial, taberna n. i!.
Aluge-se urna escrava muito liel para
servico interno e externo : na rua do
la alugadn, tenciona vende-la. Tem boa co
cheira e estribara, um bonito jardim com
canleiros de podra e cal, varoes de ferro pa-
ra plantas trepadeiras, entrada de frente e
posterior, isto he, pela rua do Hospicio e
pela do Deslino, as frentes das calcadas de
pedra de Lisboa, as entradas de marmore, e
os tectos de estuque, escadas de volta, entre
o jardim e a casa ba um calcado de pedra de
Fernando, o jardim lie separado do pateo
por urna elegante grade de ferro, tem urna
grande cacimba com bomba de repucho com
encanamento e um deposito na parte supe-
rior da cozinha, aonde se conserva agua pa-
ra consumo da casa, a qual he levada pelo
mesmo encanamento a diversos lugares do
edificio, lem um quarto com banheiro de
marmore e azulejo, com vlvulas para des-
pejo das aguas em um cano de 250 palmos
de comprido quo conduz nao s essas como
lodas as mais do servigo e da chuva a mar,
os banhos podem ser quentes ou fros, para
o que ha no banheiro duas torneiras de que
urna communica com um deposito d'sgue
quente assente sobre a chapa do fog3o da
cozinha. Tem outras muitas commodida Jes
que podem ser examinadas pelos pretenden-
tes, dirigimlo-se para esse lim ao Sr. Jos
Rodrigues Peixolo, na casa terrea junto, que
Ihcs facultar a entrada. Pode convira lo-
dos e especialmente a um senhor de enge-
nho que nesta cidade queira fazer a sua re-
sidencia : quem a pretender comprar, diri-
ja-se a rua da Madre de Dos n. 26, ao seu
propriclario, que be Vicente Ferreira da
Costa,
Vende-se urna escrava emula, de ida-
de de annos, bonita figura, sabe cozinhar
e engommar, e muito propna para engenho
por ter sido criada no mato : na livraria
defronte do arco de Santo Antonio.
Vende-se urna casa de taipa bem cons-
truida, boas maiciras, frente Je pedra, com
3 quartos. cozinha fra, com alguns ps de
arvores no quintal, inclusive 7 ps de co-
queiros, onde 3 j Jeitam fructo, chaos fo-
reros, no patoo da povoac,3o da Moa Vagem:
quem a quizer comprar, dirija-se a fallar
com o dono, no mesmo lugar.
- No paleo do Carmo n. 18, vende-se urna
armacSo de loja de bilhetes e todos os seus
pertencdP: quem pretender, dirija-se a
mesma, que achara com quem tratar.
Para engenho.
Vende-so urna bonita escrava, crioula, de
18 anuos de idade, que cozinha bem o dia-
Vende-se barato urna machina de fa-
zer o mais bollo cafe em 5 minutos, to da de
metal : no Hospicio n. 7 .
f Bichas de HanVburgo.
Em frente a matriz da Boa-Vistt, alugam-
: se bichas, e applicam-se ventosas, seccas'e
'sarjadas, amolam-se ferrumentas de cortes,
e botam-se ouvidos em espingardas.-
-- Vendera-se saceos grandes com milho,
cobertos e descobertos^equenose erando SSS mu'*;nh10 rari"h" :, teberiu
de ouro patente inglez. puboE grande aoI_do da igreja di.Soled.de.
Relogias
S Consultorio
I CENTRAL HOMEOPA-

m
f


THICO.
RUA DE SANTO AMAR,
(Mundo Novo n. (i)
O Dr. Sabino Olegario l.u l_ro l'iulia
da consullas lodos os das uleis, desde as 8
rif horas da manliaa as :t da tardr. Osconvi- -;'[-
f$ les para vliilas deverilo ser dirigidos por _''
Jh c-cripto. Os pobres s3o medicados gratui- Jg
"Mmente. \ ';
Aluga-se urna excelente casa mar-
gem do Capibiribe, no lugar da Capunga : a
tratar no alerro da Itoa-Vista n. 1.
An la fgido o escravo crioulo, de no-
meScverino, baixo, grosso do corpo, cor
liastantc prela, idade 18 annos, com princi-
pio de ollicio de alfaiate; intitula-.se pir
forro, o quando anda fgido costilma traba-
lhar na oseada da alfandega e a bordo de na-
vios, assim como a andar por Beberibe :
quem o pegar, leve a seu senbor, morador
na rua das Aguas-Verdes n. 50, que ser re-
compensado,
- i'recisi-so de um caxeiro do idade de
14 a 18 annos, para taberna: a tratar na
rua das Aguas-Verdes, taberna n. 38.
- Quem precisar de urna ama para o
servigo de portas a dentro, procure no becco
dos Patos n. 9.
?;mp% 8
Collegio n. 16, terceiro andar.
i'recisa-so alugar urna escrava para
casa de pouca familia : na rua do Queima-
do n. >, loja.
Pergunta-se ao.Sr. JusLuiz Innocen-
co Poggi e aoSr. Jos Joaquim Concalves e
Franklin J. de Moura Poggi de Vasconcellos,
se sao os nicos berdeiros do fallecido seu
mano Dr. Marcelino Scrates do 5loura
Poggi.
as Cinco Pontas n. 120 lia quem ofle-
recn urna cscrajra pa'ru criar de ama de leite.
elojoeiro.
Thomaz Kinel, relojoeiro francez, avisa ao
publico, que lando partido desta capital ha
12 annos, pouco mais ou menos, toniou a
voltar, e as pessoas que quizerem honra-Io,
dirijam-se a ruada Concordia n. 4, at adiar
um meio de approximar-se da seus fregue-
zes.
AVISO AOS SENHORE VIA-
JANTES.
.\ taberna grande de S*. Lourengo da Mata
acha-se de novo sortida, e offerece muitas
vantagens aos senhores viajantes que all
queiram descansai por ter muitas comidas
para isso, e querendo fazer algum petisco,
manda-se com muita promptid3o e limpeza
a qualquer hora do dia, e ao lado da mesma
casa tem urna grande cocheira com toda a
seguranca para se guardarem os cavallos, e
manda-so tratar delles, tudo por preco mui-
to commodo para so acreditar este novo es-
tabelecimento.
Thereza de Jess Ferreira, 'irmSa ger-
mana da finada D. Anna Jaciulha de Sousa
Raposo, trazendo pleito judicial com Jos
Mana Concalves Vieira Cuimaraes, testa-
menteiro da mesma finada, acerca da nulli-
dade do testamento ; o qual pende hoje em
recurso de revista, pelo que protestou con-
tra qualquer iransaccfio que o mesmo faca
com os bens do inventariada como consta
do cartorio do escriv3o Molla : previne-so,
portanto, a todas as pessoas com quem quei-
ra o mesmo Jos Maria negociar os predios
pertencentes a heranca, que nenhum nego-
cio facam sem terminar o pleito, sob pena
de nullidade, e de repetirem o pagamento
ou perdercm o podido.
Atteiiao.
Prccisn-se de um forneiro ou de um amas-
sador: na padaria de Santo Amarinho. Pa-
ga-so bem.
-:- Aluga-se o primeiro andar da rua Im-
perial n. 112, junto a fabrica do sab3o, com
bastantes commodos para grande familia : a
tratar no mesmo, na taberna que tem na es-
quina.
- Manoel Alfonso Aquino de Albuquer-
que mudou a sua residencia pira a rua da
Cadeia do Kecife n 89, primeiro andar.
OHerece-so urna ama de assento para
casa de homem solteiro, lava, engomma c
faz todo servico de portas dentro, com
muita perfeic3o, e prefere-se casa estrangei-
ra : na rua Direita n. 71.
Quem precisar de urna ama para casa
de familia ou homom solleiro, a qual faz lo-
do servico de portas dentro, dirija-se ao
becco do Kosario da fregueza de Santo An-
tonio n. 2, principio da rua do Fogo
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia na rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 6.
Quem quizer dar 2500o a premio de
um por cento ao mez por um auno, garan-
liudo-se, annuncie para ser procurado.
Aclia-se justa e contratada com a Sra.
Compra-se effectivamcnle na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica e provincial, accOesdas compa-
nhias, e d^se dinheiro a juros, cm grandes
e pequeas auantias. sobre non luiros.
Compra-se efTeclivanicnte pingos de
velas de carnauba : na rua do Vigario n. 27,
deposito de assucar
Compra-se urna casa de 600# a 700?,
sendo no bairro da Boa-Vista : quem a tiver
para vender, dirija-se a Camboa do Car-
mo n. 3.
- Compra-se o livro a Voz do Pastor, a-
inda mosmo usado: quem tiver annuncie.
Compra-se urna duzia decadeirasde
jacaranla' ou amarello, dous'consolos, um
sof, um ou dous pares de lanternas : quem
tiver dirija-se a Boa-Vista, rua do Rosario
ii. 54, que se dir quem pretende.
i ompra-se prata e sedulas de 1?000 :
r.a livraria n. 6 o 8 da prec,a da Indepen-
dencia.
Compra so urna negra de meia idade,
que cozinhe alguma cousa, e lave de MbSo :
quem tiver annuncie para ser procurado,
ou iln-a-sc a rua das Cruzes n. 43, segundo
andar. Va mesma casa precis-se de urna
ama que saiba cozinhar o lavar, para pouca
familia.
Uti*$&.
la loja
das seis portas
IM FRENTE DO LIVRAMEM'o
Cortes de c.illelc do casemira bordados a
2?, pecas de algod.lo trancado a 1/200, cas-
sas para cortinado com bonitss rnmagens e
2/500 a peca, dilis adamascidas a l?600 a
r-ega, lencos de retroz a 500 rs. cada um,
saias brancas bordadas a 1?600.
Ao Gouva
Loja encarnada, rua to
Queimado n. '27, esqui-
na do Collegio.
(Fazendas linas para a praca)
Ricos chapeos para senhora do todas as
qusli Jades e ltimos gostos. ricos mantele-
tes para lodos os precos, cortes de seda para
vestido, com babndos, ultima moda, ditos
sem babados de lodas as cores e qualidades,
roraeiras, eamisionas, manguitos e golinhas
de cambeaia bordadas, chales do louiuim,
de eda, de merino, de lariatana, cambraia
o de ganga burda los, cambraias de cores
muito linas, longos de setim e de seda de to-
dos as qualidades, ricos pannos linos, case-
miras, velludos, merinos, gurgurSo e fus-
tOes, chitas linissimas. largas," francezas, e
ludo quaulo possa servir ao bom lom c gos-
lo da cidade : recebem-sesedulas velhas.
naci-
Veudo-so urna preta de meia idade, de
nacao Costa, boa figura, e muito propria
Guarda
nal
Ao barato.
0 PREGICA ESTA QEI-
HARDO.
O Pre^ui^a da rua ilo
Queimado, continua a queimar na sua loja il'Jllllll"i u "ul" gosio, Daraieza e tioa quili-
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um dade, as fazendas s3o as seguintes : cortes
lindo e variado sortimento de fazendas de de brim para calca a 2*300 e 2400, chapeos
bom gosto, por baratissimos precos, pois de so1 de baleia 23, ditos de ferro a 1^800,
ue sem ambiguo se contenta com um mo- ditos de junco a 1*350, setim preto mac
ico lucro, e n3o Ihe sendo possivel notar muito fino a s900, 38 e 35500, e muito bom
m um pequeo annuncio tudo quanto tem */o ovado, chales de cbiU a 1, casemira,
.' Ilnm n.,r., Mi.___ mm*mm __________.. ItrCa fina S ISllA i CM I IflAA ^ ...
em um peq
de bom para servir
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodSo, propria para vestido de senhora,
iiu iuuu quaiuo lem ---<. cus ic ue cuna 15, casemira,
aos seus freguezes, gg"" 19*00, 19600,1/800, 2f. 28200 e
in.c i,,.,,.i, .i., ..i. 2560O, e muito fina 3, casemiras pretas e de
es. de duas larguras, prop. ias para os
r-~rr-.- .----------- ..~ ..w,.,.w. u, tai u "eUIni5t piu|*i. para o
de gostos inteiramjoto novos a 900 rs. o co- raPazes de bom gosto, e como se usa em P-
vado, cortes de largelinas para vestido de ris ca!?ai collete e palito, o covado a 25400
senhora, fazenda muito fina e do melhor s""",|,m
para vender na rua, ou pagar o dia, por pre- Anda conlinu a estar venda oManua
co muito commodo : na Ponte Velli, sobra- lja G larda Nacional, no deposito da na de
ir, (mo lin-, .i.fmni,. ,i. .i,. r*iM.:. .. i, S Francisco n ti tuntr, nm kuMkna.
do que fica defronle da rua da Cloria n. 33.
segundo andar
Vende-so a taberna da rua dos Pocos,
nos Afoga lus, propria para um rapaz soltei-
ro : a tratar na mesma
Vende-se um cano inglez de 4 rodas
ede 4 assentos, para 1 ou 2 cavallos, com
coberta e com os competentes arrcios. e
tambem um cabriolet inglez com os arrcios:
na rua do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista, em casa do Sr. Poirier p
Ceblas em restas.
Vendem-se no largo da Asserabla n.9,
ceblas a 800 rs o cento, muito novas e de
muita durac3o por serem encarnadas. No
mesmo armazcm ha para vender ladrilho
de lousa de 1, 1 I|2c2 palmos quadrados,
painco, capachos de esparto, em tardos, cera
de carnauba, velas de dita, fio do algod3o,
escovas para sapatos.
Ao Motivis.
Una do Qoeimado n. 27,
esquina do Collegio.
Mussulinascom pequeo toque a 200 rs o
covado, cnfcilcs para cabega do senhora do
melhor gosto, e diversos precos, cscomilha
preta para luto, longos de setim maco pre-
tos, fuslSo branco liso e de cores, e'um sor-
timento completo de pannos finos e caso-
miras.
S Francisco n. 6, lauto "cm
encadernado.
brochura romo
I AUIA
Vende-so urna toalha de labyrinlho toda
aborta, bonito desenlio, com bico muilo lin-
do, bstanle grande, o esta muito propria
para um baptisado de ostcntagSo : quem
aufter, dirija-se a rua do Queimado n. 33,
loja da Boa t.
Na rua do Trapiche n.
16, escriptorio de Wo-
vaes & C.,
vende-se superior vinho do Porto cneat-
i-aado em caixai de 1 e 2 duziai de gar-
rafas, Il'iii como cm barris de quarto e
oitavo, ;i |irero commodo.
Vnli i de Bordeaux.
Vinho BordeauxCliat Leoville, em
caixos de'lima duzia : vende-se na rua
da Cruz n 10.
tJSPS^ff^JSSr^JStt _.-:-.Vc'"!e-sc "m scIlim com pouco uso :
At I eneao
Conslando ao abaixo assignado que o Sr.
Jos Antonio Ara ujo Coi maraes trata de ven-
der as dividas que locaram om parlilba a
s^u paio.Sr. liento Antonio (ornes Cuima-
rSes, no inventario de Domingos Antonio
Gomes GuimarSes, entro as quaes existo
urna quedizcm ser do abaixo assignado,
declara ao respeilavel publico, que alm de
estarcm ainda dependentes asmesmaspar-
tilbas da decisao do Tribunal da ItelacSo,
he sua mulher credora do casal por avultada
quantia, a cujo pagamento est cspccial-
niento sujeita a mciago do mesmo Domin-
gos, accrc.se-ndo mais haver urna conta das
despezas o dinheiro adiantado que fez o
.abano assignado asen pai durante o lempo
de sua procuradora : pelo que protesta con-
tra qualquer venda que o dito Sr. Araujo
finado Jos da Silva Coimbra, a comprada
parte, que a mesma senhora tem no dominio
e posse da casa terrea da rua Imperial n. 89 :
quem tiver que oppr a cssa compra, sirva-
so de annuocui-lo por este Diario, no pra/o
de 8 dias, contados desta desta. Itecifc 5 de
outubro de 1*51
$ No consultorio horaeopalliico do llr. Ca- '..':
^ sanova, rua das Cruzes n. 28, lia sm S
,W> ITe um 8"" ,e S'irtimwilo dos mais acre- '.''.
_ ililido* mcilicsiiieiils lionitopallnros, e lu- W
~tf ilo quaulo lie necess.iriii para as pessoas que n$
jji tcauem esle >>sleina. :-\
^ Ven lem-se frascos com rollia ile vidro y
..." ilc inen once aul lj, muito cm conla. 3
Em urna das melhores localidades da
rua do Hospicio, ba urna casa n. 18 B, feita
ocm todo o gosto e esmero, e em cuja cons-
lrucg3o entraram as melhores madeiras do
paiz e as melhores ferragens; a m3o d"obra
fui executada pelos uielhores olliciaes nacio-
nacs e allemaes, sendo urna das casas mais
confortaveis, porque seu dono a edificara
para nella residir, e com efTeito ainda ah
residi por algum lempo, mas como se re-
solvesse a mudar-so e u3o Ihe convenha te-
na pateo do Collegio, armazein "de molda-
dos n. 25.
Vende-se um canno de zinco cm bom
estado, com 160jpalmos de complemento :
na rua da Trempe, taberna n. 5.
-Milho cm saceos, por menos do que
em qualquer parte : na rua da Cuia n. 9, la-
burila
L'm sellim cm segunda m.lo quasi no-
vo ; no Hospicio u. 7.
Vende-se um moinho de caf e lorra-
dor, u>'>a porgao de cacao, o os pertences
necesarios para fazer chocolate ; no aterro
da Boa-Vista n. 24,
pa-
relogios de
tente
inglezetde ouro, desabnete e de vidro
vendem-se a precorazoavel, em casad
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 56.
Na rua da Cruz do Itecire n 59, pri-
meiro anlar, vendem-se saceos de farinha
de mandioca, por prego commodo.
le
Bous eharutos
No deposito n. 6 da rua de S. Francisco,
vendem-se charutos do todos os pregos, o
mais barato qua he possivel, por ter grande
porgao, o tambem se vende em lotes de 5 e
10 caixss e a prazo.
Velas de espermacete.
Receberam-se agora navas veas destea-
a lela I ho em ca xas
preco eomtnodo : na
ina, que se vende
de 25 libias, por
ua da Cruz n. 49.
Ha loja
das seis portas
Em frente do Livr-um no
Palitos de panno lino prctos c de co res
I0f eada um, chapeos de oleado para pagem
a SI cada um, mantas para sellim do ultimo
gosto a lj, jogos de daas a 500 rs., oh qae
pechincha, mo duras para quadros a 1J600
cada urna, chales de seda a 55, mantas a 20.
goslo inglez, com listras de seda e campo
escuro a 125 cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo baratsi-
mo prego do 440 rs. avara, cambraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos goslos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
cem lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditas claras, padroes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos corles de setim
bordados para colletos a 4 cada um, 13azi-
nhas escuras de mui ricos e variados padrOes
proprias para vestido de senhora e roupOcs
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslros de cores alegres e mu elegantee
gostos a 220 o covado, dilos francezes ds
quadros de lindos padroes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs.dita eslampada de linios padrOes a 320 e
400 rs. o ccvdo, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas ixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito linas e com 10 varas a 63600, di-
tas de dita mais cheia a 4gfi00, dita transps-
rente com 8 varas, muito linas a 59400 a pe-
ga, pegas de bretanha de rolo com 10 varas
a 99 cada urna, grvalas de setim pretas e de
cor, gostos modernos a 1280 cada urna,
cortes de brim de puro linho a 2^300, 25400
c 2^500, casemiras de lindos padrOes a 5^500
e 6g o corte, ditos de algodo de lindos gos-
tos a 15, 13440 e IsOOOcada um, lengos para
mao a 120, ditos com blco muilo linos a 360,
chales de gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
proprias para caigas e palitos a 560 o cova-
do, casineta preta fina a loioo o covado, len-
gos de seda de lindos padrOes a 2f cada um,
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
muitas outras que se n3o mencionara, mas
que se venderSo por baratissimos pregos, e
se darlo amostras com penhor.
ifeij&o novo.
Vende-se na rua de Apollo n. 5, por prego
razoavel, em saceos de alqueire e mel.
Vende-se a melhor loja de fazendas do
Passeio Publico n. 9, propria para um prin-
cipiante porestar muito afreguezada, com
Tazcndas ou sem elas, a dinheiro ou a prazo
P0TASS1 Di RSSIA E CAL
YRGEM.
ISo deposito da rua da Cadeia do Recite,
armazem n. 12, ha muito superior polassa
da Itussia, dila da fabrica do Kio de Janeiro,
o cal do Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucosdias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qoalqucr parte,
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lag3o do moinho de vento da praia de Santa
Hila.
domina do Aracalv.
Km porgues e a retalho : vende-so na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
svpatos do Aiucvrr,
dos melhores que tem vindo a esto merca-
do, para himens e meninos, de palla ede
orelhas : em cssa de Carainha V Filhos, ru
da Cadeia do Kecife n. 60, primeiro andar
Vende-so superior llnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu- 0 8r- "' Olinda Campello, donde sabio na
ra, emcasadeSouthall Mellor AC.a, ruado raai>h3ascguintecomdirecc3otalvezaoRec-
"^------------- -" rp._ iinrliiiln rnffq n k.i.. ...iu_ i_
Torres n. 38.
Em casadcHabeSchmettaui&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante
das
eui fri
fta loja
seis
portas
n'i.ii
uta lo Livraii
PAIli; ACAtiMt
Cassas de cores a 81) rs. o covado, mcias
cruasa 120 o par, duzia IJ440, curtes de ves-
lilos com baba Jos a 800 rs chales pretos
de ISa a 19, riscado para colchSo a 80 rs. o
eovado, luvas de seda pretas e de cores a
500 rs. o par, chicotes para andar a eavallo
a IU0, bengalas a 500 rs., chales do merino
pinta los a I/, dilos de garga a 240, tudo com
defuilo ; d-se para amostra com penbor :
loja esla aberta das 6 horas da manhSa as
9 da noile.
Vcnde-se superior vinho de caj': na
rua de Dorias n. 16.
Atteneo!
A
Vendcm-se sodas brancas lavradas e linas,
para casamento : na loja de M. Ferreira de
S, na rua da Cadeia do llecife n. 47.
FABELO
Vendem-se os seguintes escravos: I
escrava crioula, de bonita figura, con 22
annos; 1 lin la mulalinha de 16 anuos ; 1
mulata de bonita figura, de 20 anuos : na
rua da Aurora n. 36.
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife
n. 7, loja de Antonio Lopes l'ercira de Mello
ex C., saceos com excclhutc gomma ebegada
ltimamente do Cear, por prego commodo:
a tratar na mesma. Na mesma loja cima
vendem-se botijas com muilo boa tinta in-
gleza para copiar, por prego commodo.
Obras ie laDyiintho.
Lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., ele ,
de delicado trabalho, feitos no Arara! :
vendem-se no primen o andar n. 60 da r ja
da Cadeia do llecife.
lscr.ivos venda.
Km casa de Caminha & Filhos, na rua da
Cadeia do Recife, primeiro andar n. 60.
Vende-se urna morada de casa terrea
com solao e quintal, na rua da Alegra n. I:
a fallar no largo do Pelourinho ns. 5 e 7.
Hamburgo.
I*'
logios.
11(1
Us msSB^av^ relogios deouro, palentein
glez, venuem-se por pregos razoaveis, n
escriptorio do agente oliven-a, rua da Ca
deia do Recife u. 62. primeiro andar.
Agencia
h fund rao LoW-Moor.
rua da .Senz; la Nova
ii. 42.
Neste estabelecimento contina'a a haver
um completo sortimenlo de moendas e meias
moendas pira engenho, machinas de vapor ~, d" 5wdeJulbc,!? corrente anno fu-
e taixas de forro batido e coado de Ao.' os S,K en8enno Cursah na comarca de Mo
---------------------c-----------0 .. .,, .-----. ....... ., .
e laisas de ferro balido e coado de
lmannos para dito.
CAL DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua de Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a esle mercado : vendem-se no escriplotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Kecife
n 62, primeiro andar.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundir.10 de Ierro de l). \\. Bowman
na rua do Bium, passando o cliala-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferio fundido e bali-
do, de o a 8 palmos de bca, as (|uaes se
ecbama venda por preco commodo e com
piomptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na rua da Madre de Dt-os
12, armazem de Novaes & C.. barris
COM PEQUERO TOQUE DE
AVARIA.
A dinheiro
Pegas de algodSo liso, largo, encorpado a
29, 2/240,29500 e 2a800 a pega, dito de si-
ipira a 2, 2&240, 2/500, 23800 e3;i pega,
lo de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
gado largo a loo, ia0, 140 e 180 rs. a jarda:
vpnn>_cA ni i-.. i.. _____
focante
QUE ESTA* TORRADO.
Na loja da rua da Cadeia do Recite n. 54
_a para vender um grande e esplendido sor-
timento de fazendas baratissimas que* laiem
admirar, o bom gosto, barateza e boa qutli-
deouro patente inglez, para bomemese-
nUora deum dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-'
glez : em casa de Soutball Mellor & C", rua
do Torres n. 38.
CERA EM GRUME
Vende-se no armazem de Feliciano Jos
Gomes, na rua do Trapiche n. 7, em barri-
cas, chegada ltimamente de Lisboa.
dementes de hoitaliV rio, emgomma MaSTi^ dVno- S'ftS^TS ^LT' ^^^^&S, lojf d." eVq'u'in".
mem, cose e ensaboa com muita perfeigao : toio Lope^[ Braca qU6 V' par* a rua da ^adeia-
na rua do Apollo n. i A, primeiro andar.
Na rua do Encantamento n. 13, vende-
se urna porgSo de jogos de pedras de moi-
nho, por mais barato prego do que em ou-
tra qualquer parte. Na mesma casa precisa-
se de urna ama secca para servigo interno.
Col)re de forro
Vcnde-se cobre de forro, por prego com-
modo i na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 64.
Fot ha de Flaudres-.
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife,
loja n. 64, em porco e a retalho, caixos de
folba de Flandres, por prego commodo*
Vendse barato*
No Passeio Publico, loja n. 11, de Ferreira
; Cruz, existe om completo sortimento de
fazemlas de qualidades proprias para quem
gosta do bom c barato, como sejam, crtfs
de casemiras muilo cncorpadas e do bonitas
cores a 3:200 o corte, verdadeiro morim ala-
draste, sem confeigao alguma, proprio para
camisas, fazenda nova no mercado a 240 a
jarda, c mais abaixo a 200 rs mussulinas
de gosto, chitas francezas, chitas finas de
goslo, ditas de cotcrla, e muilas outras di-
versidades de chitas de padroes escuros e
cores fixas, populares do 13a o seda para
vestidos, de cores mui lindas al^o covado,
lirios ile puro linho de cures pira caigas,
superiores bretanhas o largas, de puro li-
nho, cambraias lisas linas e ordinarias, cor-
les de chitas cassas de cores e bonitos gos-
tos, cartOes de algodSo de diversas Cores e
baratos, brins de quailrinhos, boneles de
cores para meninos a 100 rs., lengos do cas-
sa para m3o a 80 rs.. e muitas outras fazen-
das quo se nao aununciam para evitar lem-
po, oque se venicro por pregos que agra-
darlo a quem vier com os cobres.
r .
argelim a 170.180 e 20o rs. o covado, mus-!
suhna de cores a 300, 320 e 340 rs., e muito
lina a 360, cortes de collete de velludo do
ullimo gosto, riqusimos padrOes, de 6/500
ate i23,meias cruas para homem a 160. 200 e
240, e finas a 300 rs. cada par, chitas rara a
pobreza, o covado a 140, e pega a 5*500, nao
2?J *!f '23** propr" P" oscravos,
com pintas de mofo, mantas de seda da mo-
da a 55, paspo, 6 e 79, e muito fins a 99,
t-HSm lnas Sebslopol. o covado 15400
500 19600, grvalas de 13a a 800, 880
I/, 19100, 19200 e 19400, muito finas 2$ di-
tas de mola a 19, mantas de lago a 39, mus-
sulina branca fina a 300, 320 e 340 rs. o co-
vado, chales de merino bordados de 13a a
89, ditos bordados de seda a 109, ditos bor-
dados de seda e franja de retroz a IO9500.
ditos de 13a lisos a 49800, ditos estampados
a 5/800, 6, 7 e 89, ditos bordados de velludo
a 14a, panno lino preto a 29400. 29600 33
35500, 4,, *,500 e 59500, e muito fino i
75200, madapolSo em pegas a 2/600, 9-*eoo
39, 39200, 39500 e 49. e dVbi at 1*500, seda'
intitulada melindre de senhi a 190 covado
chales pre tos de alpaca a 39600, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 19400 o covado. alpaca de cores lisas a 600
rs. o covado, ditas pretas, lengos brancas
r, JJ'.V0.8'a d"zi* m0 dils nosixes
a 19700, 19900, 9, 29400 e 29800, cortes de
casemira de algodSo a 29200, cortes de seda
de passar a festa a 159, alpaca preta, o cova-
do 480, 560, 600, 700 e 800 rs., e a 900 rs
muito lina, chapeos de mola a 59400, chaly
de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
munstros proprios para escravos a 220 o co-
vado, tapetes de velludo para cima de mesa
de fidalgos a 309, meias de seda preta a
2/4U0 e 29500, casetSo da Suissa a 800 900
e 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs.
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordados, que por serem tantos os pregos
nao se menciona, liras do cambria a 1/200
pega, mantas de velludo para cima de sella a
U/400, pulceiras a 39500, 4 e 59, riqui.ssimas
sabidas de baile a 25. italia prela, o covado
5, dita de cores a 950* e 19, tapetes a 89 e
129, luvas de seda bordadas a 2.-500, visitas
fara senhora a 129, ditas para menina a 89,
chapeo para menino enfeitados a 49000. Na
mesma loja se d3o as amostras, e se manda
lazenda com o caixeiro.
. *
*l*frftttK*t>.
'&
Fugio no dia 22 de setembro prximo
passado, na altura
de S Lourengo da Mata, quando de Pajeu"
de Mores regressava ao Recife na companhia
dos cargueiros que traziam as malas do se-
nhor mogo, t cujo servigo ent3o all se a-
chava, b escravo Manoel, crioulo de 35 a 40
annos de idade, estatura mediana, refeito
do corpo, rosto redondo, onriz chato, olhos
grandes, orelhas pequeas, dentes alvos
pouca barba e cabellos da cabega crescidos'
soffre de cravos em um dos ps no calcanhar'
pelo que ao pisar nao firma o calcanhar, e
tem a cOr fula, que nao se man festa a-
cilmentonte no rosto e bragos por es-
tarem muilo queimados do sol; trajava
quando ugio camisa de algodSo grosso, cai-
ga de cor e chapeo ue couro consta que
n'um da pernoilara no engenho Capibaribo
t
i
e, porUnlo roga o abaixo assignado as auto-
ridades pohciaese capitiesde campoaappre-
hensSo do dito escravo, e sua ent-ega ou na
ruadaPraia n. 39, primeiro andar, on no
(.achanga, casa confronte a igreja, pelo que
se gratificara com generosidade.
509000 de gratificagSo.
7 do corrente fugio da casa do
Pedro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, bstanle preto, j tem bas-
-. -------- ,,., a Wui ins-
tantes cabellos brancos, tanto na cabega co-
mo na barba, levou caiga de brim de qua-
dros e camisa de madapolSo, mas lalvez te-
nha mudado de roupa porque levou mais
alem da do corno, falla bastante descansado
c por entre os dentes ; julga-se que ter* ido
para Garanhuns por ser natural desse lugar,
e de It ter vindo para ser vendido nesta pra-
ga : roga-se, portanto, as autoridades e ca-
p tSes de campo, a apprehensSo do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na rua Imperial n. 173, ou em Gara-
nhuns ao lllm. Sr. Manoel Jos Mendes Bas-
tos, que se gratificar com a quanlia cima.
Recie 29 de setembro de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos Villavcnle.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
d-j ierro, ou cubos hidrulicos ; para de-
psitos de fezes, a prego commodo.
--ellins e relegios.
SELLINSe KEI.OGIOS deplenle
"lez : a venda no armaz.tn
Itoslron Itooker di Companhia,
qoina do largo
niero 48.
do Corpo Santo nn-
w -w--------------------------------... .... _. u,., ._ e ,,,,
d AIno, o escravo Antonio, Cagange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, canguciro no
andar, tem lodos os dentes da bocea, con-
versa pouco, pomas finas, be casado, e tai-
vez lenba algumas marcas de relho as na-
degas por j ter sido castigado levemente :
esse escravo foi de s herdelros do finado Cae-
tano Congalves da Cunta ; consta qne este
ve em Santo AntSo, em casa do Sr. Jo3o
Francisco, assim como consta que em Pajcu'
existe um escravo com os mesmos signaes:
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na rua da Cuia n. 64, ou
delleder noticia certa, ser* recompensado
com toda generosidade; e quem o tiver em
seu poder, fique certo de sua punigSo com
todo o rigor das leis.
- Ausentou-se no dia 29 do mez prxi-
mo passado, da casa de seu senhor, o mole-
que do nome Olavo, crioulo, de idade de 10
a 11 annos, cor fula, tem falta de um dente
na frente e costuma andar com a bocea aber-
ta, levou caiga de brim de quadro ou listra
camisa de algodSo azul, o qual foi visto ha
3 dias na praia de Santa Rita, e suppoe-se
andar as ras desta cidade por ser muito
vadio : quem o pegar, leve ao abaixo assig-
nado, na rua da Cadeia do Recife n 29, pri-
meiro andar, que ser rocompensado.
Manoel Alfonso Aquino de Albuquerque.
- Fugio no da 4 de outubro do corren-
le anno, o escravo mulato de* nome Jorge,
d baixo, secco do corpo, pouca barba, potroso'
' I lem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz'
?
'
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como cm porgao o a retalho, por com-
hombrossungados, olbos pequeos evivoV
pernaa e bragos arquedos quando anda '
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de lgo-
daozmho de listras, caiga de ganga azul, t
dous chapeos, sondo um de pello e outro de
Uro, ambos usados, e Lbaqueiro : roga-
modo preco par acabar, e muilo hora: no -1 nuciru ; luga-
armazemde materiacs, na rua da Cadeia de se P0IS a ldas autoridades pollciaes e capi-
Sauto Antonio n. 17. taes de campo, que o apprehendam, e con-
duzam-no a rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que sera generosamente re-
[ja, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeioj '_________________
and,r l'EKN. 1 yi>. UE M. P. PE FARIA 1857
CAAS DE TRRO

ILEGVEL



MUTDCT5"


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