Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07849


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Full Text
HNNO XXXIII N. 228.
Por 3 mezes adiantados 4$000-
Por 5 mezes vencidos'. 4<00.
TERCA FEIRA (i DE OLTIBBRO DE (8o7
Por auno adiantado 1 o.sOOO.
Porte franco para o subscriptor.
RNCAMEG AD08 DA. fUBSCRirCAO DO NORTE.
inhib, Sr. Joao Kodolpho Gomal; NtUl. o Sr. Joaqun)
I.Pirtin Jnior ; Aracaty, o Sr. A. do Lemoi Bragl ; Cet-
ra', o Sr. J. Joatt de Ollvalra ; Maranhao, o Senhor Jos Teiiei
ra de Mello; Piauhj o Senhor Jos Joaquim Ave lino ; Pa-
r, Sr. Junio* J. Rimoi >' Aroaxonai, Sr. Jironymo da
Coila.
PARTIDA. DOS CORBEIOS.
Otin.la : lodoa oa dial,a 9 e meia horas dn da.
lu.u.->u, i...i.ii.ii.i o l'arahilij: nal lejraauUi e eu*-feiras.
s. Xiu.o..Beiarrea, Boniu, Caara, Altiaho e Ganaban*: na terra-fein
5. Im Pao il'Allio, .Xaurcih, Limuein, Braja, IV. |u-U.,, Ingaicir.
Floros, Villa-Bclla, Itoa-Vi.ta, Oaricw] Ean', as ,jnarl.i-I,if ai.
Cabu, Ipojaci.Sarnliirm, Rio Foraw, l'na, llan.!icus, Agua-Prela, Pi-
mcntcira* e Natal: quiiitas-hra*.
(Tedos os corrciud parten, ai 10 horai da manlta.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : legunda quintal.
Relacao ; tercaifeirai tabbadoi.
Fazenda : quarlai e aabbadoiailO borai.
Juio do commereio : aegundaa ai 10 borai a quintal ao malo dil.
Juno da orphot : legunda a quiutaiai.lO borai.
Primeirt rara do eirel : Mguada eieitai ao meio da.
Signada rara do elval : uartai a aabbadoi ao meio dia.
El'HhMEBIDF.S DO HEZ DEOUTl BRO.
3 Lu eheia n 80 minutoida tarde.
10 Quarto minguanta ai 3 horai a 3 minutoi da miiiua.
17 La nova ai 7 horai a 19 minutoi da tarde.
28 Quarto crucete ai 11 borai a 40 minuto di urde.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira u ti horai 6 minutoi di manhaa.
Segunda ai 6 boraa a 30 minutoida Urda.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. Se. Placido b. e Elvira ir. mm.
8 Terca. S. Bruno fundador ; Ss. Castor c llerolhides mm.
7 Quera. S. .\uguslo |>resb.: Ss. Sergio e Bacilo mm.
8 Quinta. S. Brgida duqueza viuva ; S. Semio.
9 Se i la. S.Dionyiio b. m. : S. Abrham patriadla.
10 Sbado. S. Francisco de Borja ; Ss. Eulampio e Eulampia.
11 Domingo. 19. S. Nicacio b. m. ; 8. Sainatra m.
ENI ARREGADOS DA 8CBSCRICAU NO SIL
Alagoai, o Sr. (.laudino Faleao Diai; Baha, o Sr. D. Dupn
lo da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
Elf PEBNAMBLCO.
" O propriatario do DIARIO Manoel Figueiroa de Firii na na
vraria, prata da Independencia n. e 8.
TRIBUNAL DO G 3MMERGIO.
SESSAO JDDICIARIA EM a DE OUTUBBO DE 1857
Presidencia do txm. Sr. desembargador
Souza.
Nato poda funcciooar o tribunal, por ler fallido
coro causa participada o Sr. desembargador Villares,
e sera ella os Sr. depurados liego, l.emos Bailo.
O secretario,
Dr. .rigi Guimaraes.
COBBESPONDENCIA 00 DIARIO DE
PEBNAMBUCO.
l'aris, 7 de eetembro.
A India Ingleza.
h-lai duai ultimas qainzcnai se painram aqoi
ni preoceapac.o'o tos negocios do Oriente, nos cui-
dados da reconsliluieao dos principados moldo-vala-
oos, exocurao I'umI das clmalas do (rilado de Pars
(le 30 de marro de 1856, que por um instante esle-
ve eiu vesperal de cemecar novamente a era das
hoalilidades, na inquielacao da lituano cada vez
neis grave da India ingleza.
Mas fallemos primeiramenle desse eilremo (tri-
ante f.1o turbado quinto ao presente, 1.1 j. lur-
bado lalvez qu.tnlo ai futuro : essa grande e
lgubre tragedia m desenvoixe sem nlerrupc.!)o,
juolando combates a cmbales, matanzas a ma-
tanzas, atrocidades a atrocidades : aoi flagellos
des lestias. Toda n vezes que enejara ai noticias im-
pacieDlemenle esperadas do longinquo Iheatro de
lanos horrores, quaoias folha- inglezas lorrum luto,
quintas familias estremecen, ao pensamenlo de que
aquella raeima hora lerriveii hecatombes de inu-
Ihere e meninoa ae renovera, qoe oulros geueraei,
outroi capilfles ainla cahera, impotootei pira lular
contra sessenla milhei de inimigos implacaveis,
_ loltos sobre um espada de 3> milhos. A resistencia
lerapre miii viciosio-a de Delhi, a lunada de Cown-
pore, i insurreioSo do reino de Oude, a morte do
general L nx renca sitiado era Lu kiloxv, em que lae-
curabio era coosiqamcia de furnias receidas em
urna sorlida contra os rebeldes, a mora ,1o general
Sir llenry II iruard, coramandante em chara do eier-
cito de observado dlaote de Oeliii, tal ha o resumo
das ultimas noticias. Ao pasio que os saecesso ca-
ininlHin .i largos pastos, os refur; >s esperado* che-
-un lentamente : a inferioridada numrica dos In-
glezes acresceiilau lo a revolla, os obriga a perma-
necer na defensiva a guardar a attitode mais pas-
sfva, e o carcter das popularles tiindoas, sempre
promplas a ver um signal de fmqaeza na menor
leutido eilrategica, disposico de espinlo qiie favo-
rece a sua religijo que exploran) os seos chrfes,
qualquer ezcilacao, anda que seja forja, compro-
meti a causa ingleza, e toma para o luiuru n re-
pressAo raais costosa a inai< -mrenla. O general
* Baroard he subsliloido pelo general Red dianle tle
Delhi ; dianle daquella pr.it; i Bfo li i mais qoe dous
mil humen* em estado da pegar em armes ; tres se-
manas ante tas ultimas noticias, annunciavam-se
7,00(1, dar-se ha caso qae os oulroi 5,000, (enham
lado riectinadus listara elles di.pejsados, como se
diz, oa guarda de oilo cidades viziuhai '
lira quarlo .general. Sir llugli Wheeler cahio,
victima da [rair-aa dos Cipayes foi morto em CfjajJBj{
pore: a guarnilo nesta cidade capitulo
promessa de ler a vida salva, mar os lebaft,.,
sassioaramni coiiipletdinci.le, e vcnajij^| elIi'|c^
lio as mulheres e os meninos VflJr^,^ ,,or or".
den do che e n, l.o >a,i Saj^,^ ,*, 0 ,,.lier,,
llaveloch rciumou j^aypf^a,,, os chefes rclieide*^,,.,^ qe ,,.,,,, nelhor
levolla, '" "MJeri* sanguinario e o mais friamenta
WISnn eulre elle*. Fillio adoptivo do E-
B-tji Bio, elle reclamara a enorme penso
iste ultimo pelo goveino 111.: I e /, econcebiu
^iX' ii'a que e\periroentou, urna liorrivel ncressi-
dade de viugan;.i; forjas numero,as se reonirnm
em (orno delle, elle se val tornando cada dia mait
(errivel. Depois da raorle do general l.awrence di-
.iiito de l.uknow, capital do reino di Oude, caluda
era poder da insurreic.a'o, as (ropas iugletas se reli-
rar ni, para a cidi'della, onle eslo sitiadas pelos
revoltosos. Os Cipayes que compunliam o etercilo
de (ldese acliain em plena revolla, luda essa parle
da India esla' a' merc dellei, apszar da prlsAo pre-
ventiva do re. A leile de Dilhi. lo I o o paiz se
sublevou al os pi do Hyroalaya, as lentativa in-
surreccionaes ganharim Mearut, Fituzepore, Pes-
batver ao oorte, desde a eosla de B-uiIhiii ilc is
nargens do Nerbudde ao aol. O contingente da
(iwahor fez defecado, e receiavase qae no p>ocu-
rasse reunir-se aos de Nagpoor e de is'izaiu, para
aiiioa; ir ao mesmo lempo Msdrasti, (iilcuii,' e
l nnli un, apoiados sobre as monlanhai do Sein I em tambera apparecido ravoltis em Sealkole e Hy-
derabad : emlim, o Peadjab, al entilo tranquillo,
* seagitou vivamente ama eilicjo militar occupad.i
pordous regiaaeolos, alo s se revullou, mas le jul-
-'.'M um momento bstanle forte para marchar so-
bre Delhi, pissan io por Labore ; foi preciso desar-
mar a lutahdsde das tropas indgenas : ludo islo he
mu parlo Ae Caboul e do Afhsni.ian.
Sobre lodos os punios era que irrehenloa esla
liorrivel guerra, ella he urna verdade ra lula de ex-
terminio, e a peona se recosa a narrar ai atrocida-
des de que as mulheres e os meninos dai familias
inglezas silo de todos os lados as infelizes victimas ;
*a morte he doce ao lado das tortoras qoe sao os pre-
liminares medonhos ; o estupro, as horriveis mn.i-
laces, os lormenloi indeicripliveis iutligidos pelos
revoltoso! loruam o Inglizes lilteralraenle loncos
tle raiva e de desespero, e cates ltimos pela sua
parle aproveilam cora ama alegra selvagem as oc-
casiOes le represalias ; infelizmente .liante de Tur-
cas cada vez mais innumeraveis, a sua situaralo se
torna actualmente cada vez mais critica, e se (al he
o presente, o que sera' o futuro t
JSioguera poderia sem tallar o respeilo a si pro-
iffiu Inumpli ir dos emtnracos de um povo rujo san-
gue acab de correr gcuerosameiile na Crimea, se-
jaui quaes forem ou (enham sido os erres da polti-
ca citerior do povo iuglez, tejara quaes forem os
enceisos a que o lenham arraslado as ms de
um egosmo nacional, a* que nao se encontr nada
coinperavel na historia, a Inglaterra he urna gran-
de ii.ir.io : representa urna das faces desta cmli-aru
ni < 1 tii i. cuja outra parte he repreienlada pelo ge-
nio Lance/.
Todava c la lera sido raui colpavel uessas re-
^gii's que parecem eieapar-lhe hoja, e nao quere-
mos para prova da gravidatle Jos aconlecmenlos,
resollado das suas fallas seno as viugancas ejer-
cidas por ella em Iw larga escala, era risco de evo-
car anda mait o demonio das implacaveis repre-
salias.
peisliwa,
leil i i
A TABEINA DE (JAIBERT-
Por madama C. Beydaud.
I
, II na oulr'ora em l'rovenra urna familia que nao
imli i puuca pre'uuipcaa da nobre/.a : gabava-se de
.i i, (,-r em liuha recta to re mago que primeiro
|iroslou-se dianto do presepe de Bethleui. Mnilaa
I'......- liiihaio essa origem por fabulosa ; soslenla-
vam que a nobreza dos Birbejas nau remonlava ao
lempo de ll-ro tes, e que seus pergaiiiinhoi datavam
apeius de sete ou oitu seculos. Alguna cliegavam
"ine-mo a negar a liliarao, e atlrmavam que essa fa-
milia se extinguir no lempo ta rainlii .Ionio i, e
depois se renovara na pes.ua de utn Iralicante ass iz.
rico, o quil comprara o nome e o senliorio. O cerlo
lia que oa Barbajas Iritiam orgalliosameule em sen
esculo a estrella de ouro em campo azul, e nao riei-
xavam de dar os seus primoaanitoa o nimedorei
(iaapar que consideravam eomn o primeiro de sua
raca.
Palm finado seclo WII essa familia mo era mais
representa la Malo pelo senhor (aspar de Barbajas,
deciuo nono daaso nomo legnrado a arvore geneal-
gica, qual livera soinenle uul filhu de seucasainen-
!> cora urna mot;a tle Char.lavon, qoe t-ra mora tle--
de mullos anuos. O joven Barbejaa linda bella e-ia-
lura, ai iitibre e pululo, e feees agradaveis ; pnrm
o que solire.lu lo o dislingiiia era um a pru leocia, urna
disrritao, e uaia solidez, de Mpiril raras em sua ida-
do. Se a rique/.a tlesse raor.i nouvoaae oslado ao nifel
de sua nobreza, Icrii podido eonsiderar-taeorao um
dos melhores espoOOOde Franri ; infelizmente seus
anlepaasados iinlnin cuidado menoi na conservaran
de suas Ierras qus na de seas archivos, t tle lao he||3s
propriedades nata mais restava Molo algnni pastos
na encosla dos Alpes, e omi casa de lina apparencia
'da cidatle tle Aii.
Apezar dessa decadencia os liarbejis raziara anda
boa Ogura tu sociedade. Sua casi eslava preparada
Nao he asiim que se obra, quaudo so lem qoe
punir sediciosos.
E comtudo ha anda eerlos orgaos, que recusam
qualquer carcter nacional a' insurreico, e a consi-
derara como urna sedicrao mililar.
Sera' possivel nao ver sean una simples sc.lieco
n'uma iosurrei^ao que em poucus das se declarou
em lanos pontos diversos, que levoo adianle da
morle lanos militares animados por um faror m-
placavel de horaens ? Sera' possivel crer que os sen-
limentoi que lem impellido o Cepaxes, lejam in-
(eiramenle estranhos a urna popularan em cojo gre-
mio se formaram a' que os ligara todos viuculos de
angue, aducacao, prcconceittis, coilomes, religan,
nacionalidad! '.' Se a sublevarlo nao lera nada na-
cioaal, d'onde vem que lenha sido preciso impor
silencio a toda a imprensa india '.' Donde vem que
a revolla dos soldados indgenas se leuha estendido
primeiramenle a' totalidade do campo Tallawerse
do Bazar people ? Donde vem que os proprios do-
msticos dos tiili -iaes se lenham immedialamenle re-
vollado contra elles".' Donde vem que grande nu-
mero de correioa e barqueiros do (janges lenham fei-
lo causa commaro com a insorreicao '.' Donde vem
emlim que as (ropas inglezas leuhain incendia lo
aldeas ?
Releva eomtodo apreciar a grandeza do mal, pos
que dahi depende a escolha do remedio ; qualquer
illusao sobre a nalnreza da sublevado, ou sobre o
seo alcance, poder.,' ler consequencias deplora-
veis.
(Juando dinemos pela ultima vez qnc era preciso
reconquistar a India ingleza, n,lo diziamos ludo:
anda mais, ella esta' por civilisar ; he do interesse
da India que a orderu seja ahi reslabelecila, mas el-
le resultado obtdo, (se fr possivel; a Inglaterra se-
ria singularmente criminosa, se desprezasse d'ora a-
vante o bem eslar de tanto milhoes de liomens.
Cumpre esmerar que o actos do governo n3o se re-
lintam ma/s eniao desse espirito vingalivo e lanjui-
nario que raspiram muitas caitas publicadas pelos
jornaes, e que em pa poltica que ha na Inglaterra, seja empregada em ti-
rar de tao grande mal, o maior bem possivel.
A ignorancia, o erro e o genio do rual guiara por
i su essa immensa sublevaran ; os seui fautores mais
determinados os Cipayes tem pouen dessa completo
de designios, desies recursos moraes que constituem
verdadeiros motivos da arrao : ludo isio he desgra-
ciadamente de urna eiactidau incoulestavel ; assim,
repetimos, que a lugjatarra se lembre de que a raja
Lliidouslana loda inteira, esla' collocada sob a sua
prolecciio, desde o momento em qoe i Franra re-
nuncia iii(orvir nos negocios da ludia, e qae ella
tem raudas vezei faltado aos deveres que esla poai-
c,lo nnica nos annaes do mondo Ihe iraponha ha mais
de nm seculo, qoe ella lem que se occopar siria e
nicamente de melhorar a siloac,ao das turbas, de
administrar rom nina solicitud! paternal e inces-
sanle dos povos ha muilo lempo upprimidos, e que
emfim a Europa occidental lem os odios sobre ella,
e nao solTrerao qae ella se afasia do novo caminho,
que Ihe ha si lo trabado no interesse da humanidade
e no seu proprio interesse.
Por ementante preco, (odas as nacoes abracaran
a caua da luglalerra, que he a causa das ideas oc-
cidentes ; ellas o faro cora medo do futuro e a-
pezar dos actos violentos, algumas vezes al alrozes,
c miiietii las pela ompanliia das Indias ; ellas sen-'
lirio que n.lo se trola smenle de reclamar em favor
de una nacionali lade opprimida, e de defender os
Cipiyes insurg los, pois qoe urna considerlcao seria
ente paro fof^ \gjtU disposira i, 'a saber
vao do poder exercid
las classes elevadas (fi talgos e padreado lliii'dnsiao
e por cujoi resttbeleciinenlo combatem os rebeldes
cegos. \
Com ello i \ se como as ollimas informaees ten-
dem a provar", a insnrrei^So he formenladi o dirigi-
da pelos llraliiuiines, i(0 he, julga-se ser arisloer.i-
tica c sacerdotal, sustentando enri;camnle o di-
reilos da homaiiidade contra as medidas demasiado
levara*, devem-se pouca sympalliias a' causa dos
insurgidos. ,
(Issuccessos realisados ja (em ullimamcntc allin-
jjldo o commerqio ; as IraaiaeciJea se ac' am qoasl
completamente paralysada, os merca dore iodigeaai
ja na podem n'egociar as pracs do interior, todas
as remessjidessiis prar;as para Calcula' esUin igual-
mente piralytadlai, a os negociantes eufopeus recu-
tam lodo ii crdito aos curaniercianles indgenas ; as
colheitas esliio mu compromellidas, senao perditlas.
As manufacturas do noite de Bengala e-Mo abando-
nadas ; grande numero dellai ha ido deslroidn, as
mercaduras principad destinadas i cidades ja fal-
lara, as culturas dos rarupos e-tio abandonadas, a
penuria he qua>i geral.
A siloat;ao critica da India lem naturalmente des-
viado a attiiri.i d,i expedirn eiiiprehendi.la e CO-
m*ta destinadas a ca expedirao, leudo lido quasi na
totalidade dirigidas para a India, lord Aihnornliam
e lord Etgin ja nao lem iua disposirao se-
an ura mu pequeo rorpo de tropas ;* a fra-
queza o a iiisullicieueia desle recursos Ihhmiii
o governo brilannico a mudar o seu plano de cam-
panil! ; conten! im-se com oceupar um dos poulos
niais importantes do litoral, e forlilicar-se ahi, aguar-
dando os aconterimento..
I ralava-se da ilha l'ormnsa o da cidatle de Can-
ijo ; ier mais provavelmrute CanUo, porque dizem
que a esquadra americana se apoasou desta mesma
ilha hormosa, como garanta da iodemnisarao que
sera reclamada pelas per.las sollridas as pe'rluiba-
t.es de Cantao.
G. M.
BIO DE JANilBO.
SENADO.
SESSAO DO DIA J8 DE AGOSTO DF. IS'.T.
PresiJencia do ,S>. Kuztbio de Qaeiroz Couiinho
.Wdlloio (amara.
A's I i horas da inaiiha'a, o Sr. vicepresidente abre
a sessao. acbando se presentes .10 Sr'. senadores.
Lirias as acias das se'soas antecedentes, sao appro-
vados. '
lie lido o segiiinte
PAKEDEB.
A mesa, tendo do dar parecer sobre a indicarlo
do Sr. Angelo Hooii da Silva Ferraz para que se
acrescentcm no regiment as scsiiinles disposi(es:
Une se admitan, reqoerimenlos de cada senador
pedindo informa(oea sobre qualquer matetia :
Que laes requerimeutos Icnliam orna sti discussao
no mesmo dia em qoe forera propostos, salvo addia-
inenlo que se vencer.
(Jie as discuss.ei de laes requerimenlos lenham
lugar na primeira hora das sesses diarias, salva a
urgencia para ser discutida at ae volar durante lo-
da a sessao.
tle modo que podiain em certas oecasides desenvolver
alsum fausto, e no resto to (empo realiar, sem 00-
nheciir.Ftiio do poblico, ni planosi da njais r goroai
ectinomia. Urna criada ja idosa que chamava-se Del-
pliina e sen (litio Francisco fonnavam (odo o pessnal
do servico.Erara duas crealuras dedicadas,submissa<,
ademaras, e inteirdinente mudas a re fazia-se em casa.
Nos das de representado e de gala Mr. de Bir-
bejas (razia mageinsaraen(e um immenso brrele
cujos crespos desciam-lhe ale as espaduas, c um re-
dingote de velludo de Genova guarnecido d bolfles
de ouro. O fillio licava igoalmenlo elegante com
a casaea de panno azul claro bordada de prala, c a
grvala de Sleinkerque. Ambos tahiam somente de
noiie para irero As reoniOe'. Quando o lempo esla-
xa bello, iam a p como a passein, mas Invendu chu-
va, nao heslavam em rieipender ora pequeo escudo
pira rem de cadeirinha. Aquellos que os viam che-
gar assim vctidm, trazendo nm rub ao dedo, e o
chapeo de pluma deliaixo do braco nao suspeitavam
que acabavam de ceiar urna maraa e um copo tle
aua.
||r. de liirbcjaa nao deiiara jamis de correspon-
der polidez da sociedad! qoe freqtienlava. Dava
um j-.nlar (odni os annos. A mesa era de vnle e
dous lalheres, e nesse dia Delphina Brava dos arma-
rios a aatigl baixella que passara ao estado de reli-
quia., a toillias damascadas e a looe,a marcada com
as armas dus Itjrbejas. A llr da nohreza de capaila
e de to^a Msislii a csse hanquele. llera qae o jan-
lar tomoc,asc ao meio dia acah.lva sempre tlepo s dn
sol pnslo e os ennvi la los nap sopiravam-se nutr de
meia noite. Daranle o feslim muitas pessoas do p ,v
i' rav.im na ra olhan lo para lljlOellai resilandes-
cenlca, e no dia loguile it Qoi prolus.D em oa
qaalorxe pri(os da carne e depeixe o a sal ida, e a
sbremela, c os rruclm! Todo eri do mclhur !...
y lamn levanliiu-se a loalha, vieram carias para a
mesa, comeeoii ojogo, e desde entao os char-pes, os
vinhus de liespanha, e os eoneiloi nao cessarm de
circular. A sala eslava Iluminada com bunios, e cla-
ra como se lora do dia. Kri um espectculo des-
lumbrador !...
Qoinil dias depois alada fallava-se dessa magni-
ficencia ; porein desde o dia :eguiute a cisa de Llar-
Vem lubmelter ,u coosiderarao do senado a sua
opiniao.
A necenidide de preencher osla lacuna do regi-
ment he tao palpavel aue a pratica ja admitlio o
uso dos requerimeutos ; mas, equiparando-os aos pa-
receres de comraissao de qoe trata o arl. (, ollere-
ee algens inconvenieoles pela demora forrada a que
ossujeila, muitas vezes inrompativel com a nalnreza
urgente de sua materia.
E por iso he a mesa de parecer que depois do
arl. (7 do regiment se acrescentem o* (guiles'
Arl. G" A. Sao requerimenlos, anda que oulro
nome se Ihes di, (odas aquellas moc,es de qualquer
senador ou commiisao que liverem por lira a promo-
cao de algumobjecto de simples expediento, como
pedir infinn irnos ou esclarecimculos ao governo,
pedir dispensa de ilgum dos Irabalhos da mesa ou
das commisstes, i pedir sessao extraordinaria, aus-
mentoou prorogarao das horas da ordinaria, pedir
algurua providencia que a occurriucia das circuns-
tancias lizer neressaria sobre ohjecto de simples eco-
noma do Iraballio da cmara ou polica de casa que
nao esteja determinado no regulamento.
Arl. G7. B. Estes requerimeutos serao admillidos
a leitura e logo poslos em diicailio : se esla potem,
se prolongar alem da primeira hora de >e--,io licar
logo interrorapida, e o requerimenlo sobre a mesa
para entrar na ordeno, dos Irabalhos, salvo te se ven-
cer urgencia para continuar na mesma ou em oulra
Millo.
O irt. fii iubs(ituam-se pelo segointc :
Arl. lii. Quando, porem, os pareceres dai eommis-
socs se limitarem a pedir informac/ies ou que lal e
lal objecto ou in icac,.1o entre em discussao lerao a
mestna marcha tos requerimenlos.
Ao arl. 52 acrescente-se a palavra requerimen-
los depois da palavraindicar m.
Fajo do senado, 28 de agoilo de 1857. Eazbio
de Queiroi Coutinho Mattoso Cmara, vice-presiden-
l'iloa da Silva Malra, l secretario.Manoel dos
Santos Marlins Vallasqoes, > secretario.Jos Mar-
lins da Cruz Johiin, 3' secretario___Jos Joaquim
I'ernandes Torres, i- secretario.
Ni a imprimir.
OSr. Carneiro de Campos manda mesa o se-
guinte requerimenlo :
ti Biqueiro que o governo informe sobre a pro-
pur'inln. vencimenios dos empregados da Iheiou-
raria da fazenda de S. Paulo ou de qualquer outra
provincia cujas rendas sejam igues s daquella pro-
vincia.
He apoiado, e, entrando em discussao, he sera de-
bite approvadu.
OBDEMDODIA.
Continua a I discntsao do projecto sobre socieda-
des ClIllillMIl III lli.n.
O Sr. Ministro da Fazenda, apezar de divergidos
oradores ap(eccden(es quanto ao modo por que le
divem discutir os pmjeclos em l. discussao, julga-
se aulonsado a fater o que elles lizeram, a enlrai
em observarles sobre os tliversos parazraphos ataca-
dos pelo Sr. visconde de (laborahy. I ma oulra ra-
zo o leva anda a isso, e vem a ser que esle senhor
julgou que elle nao responder antecedentemente ao
discurso do Sr. Souz? Bamos por dar pouca consi-
derarlo a esse discurso, isto apezar da (er o Sr. Sou-
za Hamos consentido em que a resposla livesse lu-
gar na srguinle discussao.
lina luiente, he anda levado a urna discossao em
delalhe para nao ."parecer ao menos versado neilas
materias que o Sr. visconde de I laborahy, atacando
o projecto pelo molo por qua o Tez, o refulou/em
UiWsjU4ulus, e que deinoulrna ser elle coiiVoariu
s suas itlasrtjTrSTii* lias, o orador eauesi mons-
trar que se cuardou toda a coiiMderarao que se de-
ve guardar s ideas de um homem como S. Ee.
Urna das accusac.5es que dirigi o Sr. Souza B unos
ao orador foi cliama-lo o lio ncm do meio-termo, 4-
ti il un lo-lbe a ido., de seguir neitii malerias um
in.'io-lermo inatlioinalico, O meio-ierino que segu
o orador he o meio Ierran razoavel, nao he o mate-
rial ; nlre as tioutrinas extremas ha um iipicokim-
tiiensoeraquea raz.lo se pode enllocar. (Juai.To tle
um lado, per exeinplo, apparrcem aluuiis'qtierendo
que exisla ura nico Bincu e de oulro lado uniros
que quereui que cxislam cem Bancos, o orador u.io
querera' que exislam ceg amento cincuenta porque
he o meio-lrrmo enlre um e cem : querera' lira que
exislaiu aquellos que forem convenientes entre es-
tes dous extremos, consultadas as necesidades pu-
blicas.
Por sua parle o orador nao pode supptir one um
homem como o Sr. Sonta Ramos queira o'extremo
riada1, que nao satisfaz as iiecessidades. nem o extre-
mo iiitf, qui he iim sallo mortal lem de nossas
conveniencias. A' vista disto, no que respeita a' ma-
teria de Bneos, continuara' a sustentar a conveni-
cia de ser o governo aulorisado a consentir naquelles
queforem convenientes, e para isso ha de socconer-
se a's proprias ideas do Sr: visconde de llaborahv,
qtieguzou da tal autorisaean, que approvou Btncoi e
que nos seus pareceres nunca mauireilou pensamen-
lo contrario a isso. A opiniao contraria he lano mais
exlrauliivel quanto aquellas que ptofesam os prin-
cipios da reslnceo dos Bancos sao por ella levados a'
concrusao de qoe, longo de Invern i.iuilos, devera
liaver muilissirao ; islo he, os que dizem nao que-
rer nada sao exactamente aqaellcs que querera ludo.
Dipois destas coniideraces em re<|uista ao Sr.
Souza llamos, entra oralor propriarnentc na materia
do projecto. A primiira objeccrao levantada pelo Sr.
visconde de llaborahv consiste em attribuir ao pro-
jecto urna extensa,! que nao lem, considerando que
elle se refere a's sociedadei commatiditarias em ge-
m. A reducrao do projecto polo nau eslar perfeita;
porem, releriudo-se Iotas as soas dispusicoes a's
commanditas por acodes, ha claro qua elle nao diz
respeilo o's oulras, sobre as quaes nao ha disposicSo
aleuma.
Ilavendo sociedades coinmomlilarias por acees pa-
ra diver-os fina e rom oraunisariies riillerentes, as et-
pressrtes geuericas do projecto applicam-se a lodas as
couiprelmi lulas ness.i calegona, porein nao a's de-
m-is.
(luir objeecao do Sr. de llaborahv relerio se a'
limiacao que faz o ar(. > do projoolo no valor das
acedes das compsutiias cujo capilal nao fr superior
na corlo a 100:1)003 e na. provincias a SO ; conclu-
indo dahi que se queria deprimir os pequeos em
favor dos grandes e dos potentados. Nesta easo os pe-
queos sao os pobres c os grandes os ricos. O lim
desta disposicao, Ion-e de ser nina re.turran posta
aoi pibres, he urna giranlia que se da' aos pequeos
capilaes, que a (xae,ao de um mnimo alio no valor
das acones deixar.a sem emprego, e que a falla de
urna lnniarSu razoavel exporia ao risco de serena
compromeltidos em emprezns p neo siias. Medidas
desie genero (aera sido apopUdas era Francsi e mes-
mo na Ingl iterra a respeilo das tociedadei de res-
pon-abilidade limitada.
Bill' o orador informado de que. quan lo antece-
dentemente se falln deste projecto, una dasdillcul-
lades presentadas era a opinio dn Sr. viscoule de
Kaboralix, qae queria as acees das commandilas
oonca padessem -tr menores de 2005, a anda mais -
que laes suciedades nao se pudessem formar rom o
lim de comprar e vender mercaduras, yoera he en- !
lao qoe pretende proteger os ricos em detrimento i
dos pobres ? Depois, qoe companhias importantes se I
podem lormar|no Brasil com capital inferior..........f
50:000? '.' In lepen lente, porem, de ludo sto, nao
pode o orador conceber como he que aquellos mei- :
mos que leem receio do jogo tas acedes querera as-
ocisrues de pequeo capital, islo he, quercm a fa-
cilidad! de associaefiei !
Comparendo depois as disposi^Oes dos ^ 2 e 5,
achou o Sr. visconde de llaborahv que projecto
deilroe as vanlagens da aeco ao polla lor quan-'
do diz que ellas serao nominativas em quanto
nao esliwer realisado integralmente o capital social.
O que se quiz, entretanto, foi conciliar na mesma
aceito a gamilia da acc,ao nominativa e da aejao ao
portador.
Pelis disposieeiido projecto consegua-seque den-
tro de um lempo dado se lenha ama eipecie de ba-
lando; no qual se verifique quilo s3o os possnidn-
rei das acedes, que por isso se tornam rominativas, e
que ntrelantu podem no inlrrvallo gozar das van-
lageos da acc,ao ao portador, lie um meio a ensatar.
Quanto a' falta de laneeJJo a transgressa do 5 3 he
a iinjerrau improcedmte. Essa sancr;ao cousisle em
nao ser a transferencia cuuliecida, em nao receher o
socio dividendo, em nao fnzer part da asscmblea
giral, etc. Que outra saoejao se pode querer ?
As observares feilas a reipeito da respunsabilida-
de dos gerentes dependem de se nao querer dar ao
projecto o seu verladeiro espirito. O que sao os ge-
rentes'.'Sao os ni,i- iniire-.,i Ir. na a--uri.ir.io. 11
que buscara elles nos oatros socioi '.' Pessoas que ve-
iiliara com o seu concurso garantir os capitaes que
elles empenham na empreza. I.ogo, sao elles os
mais aptos para tal escolha. Nao he o governo que a
deve fazer.
O Sr. Silveira da Molla e Visconde de Itaborahjx
d3o aqu diversos aparles. /
O Sr. Miuis ro da Fazenda replica que por aales
principios seria melhor dizer nao ha transferencias.
O orador faz depois mais alizumss consideptit*uei, e
termina eslrauliando que nem ao menoi que o projecto ten Ii a as honras dd 1.' di-coao, que
so pretenda que elle caia logo na primeira.
O Sr. Viscoude de llabraliy leve explicar algumas dai opimdes aolecedentemen(e
emillidas, e prornetd mandar algumas emendas na
2.* ducussao.
O debate tica adiado pela hora.
A ordem do dia de hoje be a misma.
C..XAMA DOS SUS. ft?ti$AMS,
SESAO BR ->8 DE AC.OS10 d)E 1857.
Presidencia do Si: tscond~e de Uaepcndy.
A' hora do coslume, f.ila a chamada, e achando-
se reun in numero legal, abre-se a sessao.
I.rla a acta da aulere leste, he approvatla.
O Sr. primeiro secretario di cunta do segiiiule
EXPEOIENTE.
Um ollicio do iniuis'.erio do imperio, remetiendo
o autograpbo da esolucao qne concede um anoo
de licenca ao Dr- Tilias Jos Pedresa e Lora de Car-
valho Paes de Audrado, na qual S. M. I. consentr.
luler la .
Dito fio secrclurio do senado, communicando qoe
S. Til. I. luuve por bem lanccionar a rciolucjlo que
concede um einprestimo de 300:0003 coinpaphia
l'onlj da rea.Inleirada.
Lm requerimenlo de Francisco Jos Dutra, pe-
diudo aulorisilo para o governo (rocar a quanda
de (:i00; que possue em nulas do extmeo Banco.
A commi;sa i de fazenda.
Dito da Aisociaeao de S. Vicente de Paulo, pe lin-
do a concess.) de Irinta lul. dajao dee-l ibelecimeiilos tle edura^o de msiiinos
pobres.A'enmmissao de faz-nda.
Dilo de Cyrillo Delennando ta Silveira, desiltin-
do d sua prelenrao e pediudo os documentos que
se achain annexos ao seu piimeiro reqtiorimenlo.
A' commissao a que foram all'ectos esses docu-
mento*.
Ouas representacoes da cmara municipal de Ma-
ceio, urna agr lecen lo ao Sr. depuladn Silveira Lo-
bo os seus servidos e o interesse qoe lera lomado
pela provincia das Alagoas e coigrelolando-se com
a cmara por ter em seu seio l.lo dislinclo mcinbro ;
oulra, inanifislan lo a sua rcprovaciiii ao procedi-
inenlo de alguna suppl-ntes de vereadores daquella
cmara, sendo um tle um voto, que dirisiram una
felicii.iraii ao Sr. depula'lo Silveira l.obo pelos ser-
visos prestados provincia das Alagoas, e pro-
leslaudo coiilra seraelhaule felicilarao. Intei-
raria.
lita do corpo do commereio da mesma cidade.
protestando contra urna l'elicilaeao dirigida ao Sr.
depuladn Silveira l.obo por supplenles da cmara,
enlre os quaes figuran) supplenles de I e 12 votos.
Inteirada.
Julga-se objeclo de deliberarlo e vai a imprimir
para entrar na ordem dos trabalhoi um paricer
da commissao de fazenda eontedendo duas loteras
animaos por espado tle 3 aun j, a sociedade Ypi-
ranga.
I.eilura de projeclos e indicaess.
Sao julgattos objecins de deliberarilo e vao a im-
primir para antrar na ordem dos Irabalhoi os ie-
guiules projeclos :
I. Do Sr. Das Vieira, aulorisando a matricula c
exame do terceiro auno ao e-ludanle Filippe Moda
de Azevedo Correa.
A pedido de seu autor foi dispensado da impres-
s.in para ser dado para ordera to dia.
A Do Sr. Machado de Souza, concedendo duas
loteras a lavur da igreja de Pouso-Allo, da cidatle
de Baependy, e oulra a igreja to Carino da Villa
Chriiliaa.
3. Do mesmo Sr.. pormillindo a todas as peisoas
conduziiem caria, ou papeil particnlares, indepeu-
denle tle sollo, para os dillerente purlos do impe-
rio, urna voz qua nao sigam por intermedio dos cor-
reos.
1. Doi Srs. Fausto de Aguiar e J-. A. Correa,
concedendo urna lotera matriz da cidade de
Saiilarem e oulra para a da villa da Carhoeira, no
Par.
5. Do Sr. Jarintho de Metilonr i, aulorisando as
rmaudadea conjunclas do Santissimo Sacramento e
de Nossa -Seuhora do Besarlo da matriz da cidade
do Bio Prelo, do Bio Grande do Sal, a possuir cin
bens de raizes at a quantia de 60:0009.
O Sr. Brandan, fundainenlandn os projeclos qne
se seguem, diz : sobre o primeiro, que a idea ja li-
nlii ndo aprsenla la em una einen la qoando se
discuti a le da refirma eleiloral, mai que nao foi
adoptada pelo atropello e celeridarie com que aquel-
la le passou na cmara dus Srs- depoiadus, como
o paiz lodo san ; porem, agora que se n lo d a
mesma pressu, eui-irl-u deve-la formular em
um pmjecto para sobmelte-la apreciat;ao da c-
mara
bejas eslava fechada nao liavia nella maia do que um
fogo, e no resto do auno o (dalgo velho e o titto
couleiitavam-se para seu janlar cora sopa de azee e
alguns legonies. Figoravam assim na alia locieda-
de durante os tres mezes de invern, mas apenas co-
meeava a sjprar o vento da primavera, apenas a nev
meio derretida deiiava apparecera relva que naseia,
faziara loas visitas de deipedida, o reliravaro-se para
seus dominios. .\ viagem nao ora pisioio ; iam a
eavallo ; Delphina reguia a p com Francitco e nio
chegavam antes do qnioto dia.
O senliorio de Barbejas era situado nos Alpes no
fundo de" um valle conligao i rega.i das neves. Ape-
nas cnlhiam-se ahi algui.s saceos tle trigo e centeio e
algumas cestas de nozes as torras cultivadas ; porem
os pastos i.iiIiiiii perto de setecenlas libras. Alem
1 disto o lugar linda am aspecto selvagem e deserto.
Urna floresta de pinlieiroi gaarne.'ia os pastos, aonde
; os pastores nmadas levavain seus rebatidos dorante
o verao. Essa massa sombra tle folliogera rasgada
aqui e trili por graii'les pauha*cos, cuja edr ciucenio
sohresahia ao palllo azul do co, (orinaxa o segonda
plano da paizagem, e alem della o horisonlo era fe-
chado pelos ciinos dn montanlia*.
Nao havia de dar o nome de raitello a especie de
| pardieiro, em que os Barbejas passavaro as tres qaar-
' tas parles do auno. Era nm peqaeNO edificio de ura
Isandir com janellas designios e eoberlo de colmo.
Otelo formava um plano muitu inclinado alcalita-
I lado de musgo verde-claro que descia al a fachada,
e confuudia-se com a escura fnlhagcm de urna j. ven
Inora, cojoi ramos ladiavam a porla tle entrada.
Alrai desa pobre habilacao havia urna pequea
liarla cultvala por Francisco, na qual zuma a in-
lu-lriosa pipulir'i i de ama duzia deenxaraes. Nesse
lugar o terreno era sustentado p>rtim moro cojos
alicorees apoavam-se mbre a rocha viva. Na extre-
'ii! itle da horla elevava-se urna torre redonda, ei-
vella e guarnec la tle seteira, na qual enlrava-se II-
vreminle por urna brecha. I ni lauro de muro lisa
va e-*a lorre vlllia a oulro edificio, cojo lugar reoo-
nhecii se vi.ta das arcadas cabidas, e dos reitos gi-
gantescos que robriam o chao. Chamava-se o lodo
dessas construredes a Ruina, e essa torre desmantela-
da, qne dominava linda os arredore, tinha ana le-
genda : o lilhos do paiz ailininxam que (ora ahi a
antiga habilacalo, o caslelln dos Barbejas, e quelodoi
os minos no dia de Beis via-sc a estrella dos magos
elevar-se cima da Huma laucando paluda clan lade,
e depois desapparecer r as profunditlades da lorre.
O velho Barbejas nao dava nenham preco modes-
la elegancia com que teria podido emhellezar sua
casa de campo sem abrir a bolsa. Somente aprecava
as cousas de pura oslentacao. e quando tinha deixatlo
na cilade sea vestuario de gala, suas joias heredita-
rias, emfim (odo o seu luxo, pouco Ihe imporlava
lomar o casacao de ratina verde, e calcar sapatos de
madeira por cima das grosseiras meias de laa qoe
Delphina Iba fazia. Tao pouco elle cuidava do que
teria podido tornar mais commodi e mais agradavel
a habitarlo da luin i ; posto qoe o sol to verao saja
abrazador nessa zona monlaohosa, nao man laxa
plantar um i so arvore dianle da casa, e quando qoe-
ria lomar freco de larde ia philosophicamenle a*sen-
lar-se sombra da lorre. Bem qoe fosse fcil trans-
formar era jardim urna parte da borla, elle nunca
pensara nliso. Francisco, qoe fazia mnito mais caso
de urna couve que de urna roseira. chamava lodas as
llores ms lien i-, c nao deixava ficar nenhnma em
seus ranleros de legumes ; porein a prodiga nalu-
reza creara entre os destroces e at sobre os muroi
voltios algreles agrestes, esplendidas gaarnirdes de
craveiros singlos eyclames e rosas albardeiras.' To-
das essas flores indgenas seraeadas pelo vento ale-
gravam a entrada ta Kuina, c tlavam a esse sitio se-
vero ura aspecto quasi risontio.
O interior da casi tinha ama simpliridade que a-
proximava-se da nudez. As janellas cm vidracas
eram frmalas de taboas mal ajustadas, A mnhilia
da sala principal reluzia-se a qualro cadeiras de nn-
gueir.i com orna mesa lemelhante ; nao hara ves-
ligio de laper.iria sobre ss paredes, e o forro lodo ra-
alo esperava dede meio ecolo urgente* reparacdci.
Todava os pobres habitantes do lugar achavam'qoe
os Bsrbejis eitavam magnficamente alojados, o que
era verdade eomparalivamenle, porquanto os pasto-
res nmadas qoe lodos os verdes levavam seus reba-
nlios de l.a Cran d'Arles para as chapados tloi Al-
pes m iravaia em verda.leiras palhocas sem chamins
nem janellas.
Mr. de Barbejas poda razoavelmenta esperar para
o seu herdeiro um casamento que reslabalecesse a
Entende qoe sem a independencia dos depuladcs
nao ha verdade pratica no sxslema constitucional ;
e comquantn pense que esa independencia lie prin-
cipatmeute li ha do caracler do individuo c de sua
ahnesacjlii, lodavia persuade-se que muito inllue
para abalar a esperanza deempregos, ricompensas i
mu lecort ;ues dadas pelo governo aos mrmbins da
cmara terrporara.
Esta pratica, seguida pelos gabinitii (rausaclos,
tem sido no entender do orador a causa du falsea-
noiita e decadencia que se ola no sxslema paila-
meular.
O depu .i lo que durante a legislatura em que ler-
vo recebe empregos ou cundeenrardes do governo
deve Ihe neces.ariamente gratidao ; e por isso em
muitas oecasides, ou Ihe lia de ser ingrato, na illu-
dir a expe-tativa daquelles que o elegeram.
Acrescenla qae o art. 3i da eonst luirn consagra
a doulrina que o projecto enuncia, porque apenas
permute que seja n distratiidos os deputados de suas
funecties mil casos imprtvislos e extraordinarios, e
quando o exigir a seguranza publica e o bem do
estado.
Sobre o segundo o orador observa que verlfica-se
entre mu ura phenomeno que se nao d era uariu
alguma civisada, e que vera a ser achar-se o com-
mereio absolutamente entregue ao estraogeiro, lin-
do que no entender do trador isto resulla da falla
de prulerriu concedida aoi' nacionaes para pode-
rein arrostrar a coucurrcrcia do mesmo estrao-
geiro.
Um moro brasileir-o que procura applicar-se
prulis.a i de caixeiro, qoe o habilita a ser um dia ne-
gociante, JO-0 della xcluitlo pelos encargos da
guarda nacioual que sobre elle pexam, ao passo que
o eslnngero, isenlo desles encargos, eucoutra
com tcilldade quero, o queira receber como cai-
xeiro.
Pondera qae a n.icionalisac i do commereio he
urna necessidade que elle lem advogado e advo-
garu sempre, e que pugnando por ella aprsenla o
projecto de que se (rala como um meio de reah-
sa-la.
Estende-se mais lobre diversas consideraedes, re-
lativas aos dillerenles arligos dos projeclos.
o A assembla geral lugislaliva resolte :
Artigo tnico. Emquanto durar a legislatura
em que servirem os deputadoi nao poderao receber
do governo ttulos, houras, condrcura(des, meices
pecuniarias e empregos, excepto os que Ibes campe-
lirein por anliguidade ou era recompensa de acrao
heroica pralieada cm lempo de guerra, caodo salva
a hypolhese do art. 31 da couslitucao.
o Esla tlisposioV) he applicaxel aos membros
dai asiembleas provinciaes prlo que diz res-
peilo aos empregos de comearan dos presidentes de
provincia : revogadas as disposiedes em contra-
rio.
n l'aco da cmara dos tlepalados, 28 de agosto da
1857.Francisco Carlos Brandan.
a A asemtdca g-ral legislativa resolve :
Arl. I. Slu isentos do pagamento dos im-
postas laneados sebre seus eslabelecimentos os ne-
gociantes cujos caixeiros forem todos Brasilei-
ros.
Arl. 2. Os caixeiros brasileiros sao exceptuados
do servijo activo da guarda nacional o du recrula-
menlo.
o Arl. 3. Sao igualmente exceptuados do seiviro
activo da guarda nacioual os agricultores, criadoies
e artistas que tiverem a seu cargo mais de tre pes-
soas de familia.
Arl. i. O- guardas nacionaes em destacamen-
tos sao isentos dos castigos corporacs, e da mesnia
isoneao gozaro os voluntarios do oxercilo e da ar-
mada.
Arl. 5. O eslrangeiro que for convencido do
fabrico uu de inlrolueeoo de inoeda falsa, e de im-
portacJJo de Africanos ou de tendliva distes criroes,
alera de SvITrer as pena- decretadas no cotlig crimi-
nil e Icis suliset|ueules, ficar perpelu.imcnle inhi-
bido de comineiciar no Brasil.
o Arl. (i. Bevugain-se as disposcdos em contra-
rio.
Pat;o da cmara dos dcptilados, 28 de agosto de
1857.Francisco Carlos Brandan.
Vao a imprimir para entrar na ordem dos Iraba-
lhos.
O Sr. M'n 'es de Almeida reclama canda a ma
neira porque fui redigilo o oflico enderezada ao
governo sobre as auloiidados quo funecionaram na
e!eir;ao do Codo, no Maranhao.
O Sr. I'rjineiru Secretario i es pon leu qae olliciara
era conforraida le do parecer da commiiao.
O Sr. Presideute declara qoe se vei ollciar ao go-
verno, alio, de siber-se do dia, hora e logar em que
S. M. I. se dignar receber a riepulac/io que por
parte desla cmara lem de pedir a designadlo
do dia, liora a lugar do encerramenlo da pie-ente
sessao da assembla geral.
. OBDEMDODIA.
Continua a terceira discussao do ornamento ge-
ral do imperio.
I.eem-se e apoiam-se as eguiules emendas :
Na meditla relativa aos vencimenlos dos refor-
mados comprohendem-se os ofliciaes da seguntla li-
nha do exercito que, leudo 21) annos de servidos de
carnpanha presladus no Bio Grande do Sul ou Es-
lado Oriental, nao percebem sold actualmente,
exceptuados aquelles que liverem obtitlo peuiOn em
remunerarn desles servgts.Barao de Porlo-Ale-
gre..Vraujo Brnsque.Barao tle Han'.
tt Entre os irligua qoe a commissao prelentle que
fu. un parle do nrcjinenlo inclua-se o arl. 'i0, que
pasou na segunda tliscus-ilo e que iguala os orde-
nados dos professores re liturgia tos seminarios do
imperio aos dos oulros profesores dos mesmos se-
minarios.Piulo Lima.M. llantas.
o Emenda ao arl. i(i :
tt Depois da palavraa pre*iaracres-tnte-ie
desde ja. (I mais romo ache rrdigido.Del-
pluno de Almeida.Peiiotn de Azevedo.
Nos arligos que a commissao pretende qoe fa-
riui parte do ornamento lnclua-00 o 50, qoe ja pas-
sou em segunda dscussl).Machado de Souza. >i
Sa passar o art. 36, e<(end;,-se a sua dltpoai-
rao a' dolacao de S. M. o Imperador e as dos mem-
bros ta imperial familia, bem como aos sidos dos
reformados pela tabella de 28 de marco de 1855.
Francisco Carlos Brand.lo.
Quo nao se separe do orea ment a quantia vo-
lada no $ 27 rio arl. 2' para a estrada de rodagem
entre a cidade de S. Joao de El-Itei, cm Minas, e a
capital de Goyaz.S.ilalhiel.
o Que na o se desiaque do orgameulo o arl. 32,
obro a applicaeJIO da lei de 11 tle ooluhro de 1837
aos contratos tle paiceria. Boirigues dos Sautos. o
v As resalid tries do sello (ixo e proporcional e
as mullas impostas nos arls. (3e liria li de 21
di oulubro de 1813 licam reduzidas de 10 al 20
por rento do valor dos ttulos oa do ccmpelenle
sello fixo.Silva de Miranda.
Nao se separe da lei rio orcamento o arl. 51, re-
lalvo a isenejo de direilua de mportarao para as
riqueza da familia, e Ihe permittisse por termo as
rn les economas que desde tantos anuos fazia ; po-
rem as circumslanciai nao o favorecan): infelizmen-
te nesse lempo nao havia urna su mofl rica para ca-
sar na nohreza de I'rovenca. As raparigas de qoa-
lidade, educadas us convento! da cidade de Aix, e
que i -i \ i .mi de voliar para a sociedade no dia de
seu casamento, apenas liub un pequeos dotes, e
Gaspar de Barbejas na (er-ie-hia occopado em ga-
lantea-las altavoz das grades. Esse mancebo porta-
va-se de aceordo com os plinos rio pai, bem que nao
livesse tanta ambicio e vairiade. Ilerdara de sua
mili urna alma terna c placida, um carcter tirando
e tmido ; mas a educacao Ihe modificara os insliuc-
(os, elhe mudara ale cerlo poni as inclmardes. pos-
to que na i livesse mulla vaidade e desojo de oslen-
lar n, pie-laxa--c sera murmurar s combinar ,es
econmicas da pai, e pennoa como elle que era de-
ver de um verdadeiro tirialgo sacrificar ludo para
conservar loa posijio e a honra de soa casa. Essa
maneira ric encarar a coua, e la circumipecrao na-
tural o linham premrvatlo por mnito tempo dos sen-
lmenlos imprudenlas ; Mr. de Barbejas nflo tinha
inqiiierar.in a esse respeilo, e nJo exercia nenliuma
vigilancia, tao persuadido eslava do perfeilo jui/.o e
da submssao de Gaspar. Sua aniea preoecupacao
era execular om projecto de casamento que raidita-
va em segredo desde que viera ao mundo a ora de
sua escolha.mas da qual naofallava nunca,porque era
preciso esperar muitoi runos, poi a noiva era an-
da bV> joven que prefera una boueca a am ma-
rido.
Fina noite de oulono, ni poca em qae as primei-
ras neves fazem branquear o rimo das inonlanhas os
Birbejas achavam-se jonto do fogo era sua peqilrna
sala afoma'la e mal (ecbatla. Urna tocha de madeira
rcinosa presa a um des caes de ferro qu gaarncciain
0 fngao illuminava a cmara coujiinelamente com
urna braearia de rau.es raiurios cujas xiv.s cbammai
chegavam por momentos at o panno da chamin.
1 o gato gransde cinrento oceupava o primeiro lugar
Jiante do fogo. Gaspar eslava as-cnlado no canto,
tendo o robu ello apoiado aojoelho, ar pensativo, e
cumo mergulharin em urna tristeza in(erior. No ou-
lro canto o pai tleluuc.ili sobrajS mesa que eslava
entre elles cxamuiava e coolava algumas pilhas de
escudos de seis libra > e utu mouiao de diuheiro miu-
irirliinai apropriada aos serviros da lavoura.
Almeida Pereira Filho.J. J. Teixeira Jnior.
A. G. da Cruz Machado.Virialo.
Se passar a emenda da oommissio para que se-
jam separadas do 27 rio arl. 2 do orcamento de-
ferentes verbas destinad,:, sobras publicas, que seja
sem orejano da verba de 1()0:0j)0->f approvada iro
segando dicossan, para as obras das estradas da
provincia de S. Paulo.Barbosa da Cunha. .
k Exceplne-se ta emenda da commissao de fa-
zenda que separa do iireainenlu os arligos addilivus
que nao foram por elle olTerecidosa emenda que
atilorisa ao governo a aoitliar a navegarn a vapor
no Bio de S. Francisco.Femantes da Cunha. ><
A quantia designada no artigo additivo n. 46
seja reuzida a IO.OOO.->.Cunha Malos.
(Acha-ie presente o Sr. presidente do conse-
Ibo.)
Oraran-, os Srs. presidente do conselho e Oliveira
Bello.
O Sr. Sergio de Macedo pede para relirar o sea
addiliro sobre conliagem de nioeda miada de
prala.
A cmara consenle.
O Sr. Alcntara Machado requer o encerramenlo
da tiiscuisao.
A cmara npprova.
l'rocedendo-se a' votarlo jo approvados os se-
gunle:
o Emenda a arl. 3- 10 :
o Em lugar de 30:0009 para eslabelecimioto do
seminario episcopal de Goxazdiga-se l.-OCX)? para
conipra ou rnnslroerao de um predio e correipon-
dente iiiohilia, afim de uelle cstabelecer-se o semi-
nario episcopal tle Goviz.Cruz Machado.Santa
Cruz.Cunta Malo*.
* Ao artigo additivo que autorisa o governo a re-
ver as tabellas dos veiicimentos dos empregados das
secretarias de policia do imperio acrescente-se
deide ja.Alexandre de Siqueira. )
o Suppnrna-se o artigo addilivo n. 43, que man-
da sejam os emolumentos da secretaria de estado
dos negocios eslrangiiros pirtlhados tamben) pelos
amanuense da mesma secretaria.Canha Malos, d
tt Emenda da segunda commissao de orcamento :
No ari. II acrescente-se depois das palavrai
Fica o govirno autorizadodesde ja.Cosa Pililo.
Fanslo de Aguiar.I'aranagua'. a
o Artigo additivo. O diieiio de li-jSOO de que (ra-
la a arl. '.! da lei de 23 de oulubro de 1832 nao he
delirio pelo registro das carlai de ualuralsac,io con-
cedidas gratuitamente a estrangeirns, em connrmi-
da.le do arl. 17 da lei n. (il)l de 18 de setembro de
1850, a decretos lis. 712 de ir, tle setembro de 1853
e 808 A de 1(i de junlio de 1855.J. Carro.S.
tle Macedo.Sampaio Vianna.A. Pereira Piulo.
Petlrcira.
a Fica o governo aulorisado a rever o regolamen-
lo de 1815 sobre direcloria de ludios e soa caleche-
se.Araujo Jorge.Costa Moreira.Calheiros.Su
o Albuquerqtie.Dias Vieira.
Substitutivo ao S (i- do arl. 18 da lerceira com-
misao de orramenlo :
Creara' igualineule no arsenal da corle urna ei-
col.i de inslrucrao theurica e pratica para os artfi-
ces iJo mesmo arsenal e navios de guerra, aprovei-
laudo para eile lim o cnsino de primeirai letras, de-
senlio e geometra applirada as jarle* ja exilenle
naquelle est i loder men tu. Pederneiras. Canha
Malos.Diego Velho. >i
tr No art. 2 depois da palaeragarantiracres-
eenle-sedenle ja.l.uiz Corlo*.
* Substitutivo ao artigo adri-livo n. 48.
Fica o governo aulorisado a despender ai qon-
lias precisas par os melhorameutoi to |iorto do
Maranhao, coiiipreheiitlirios o dique e caes da Sa-
gracao, da barra do Bio Grande do Sul, e servijo
da na praticagein.Perderneiras.Dias Vieira.
Jariulho de Mendoaaca.Virialo.Cunha Malos.
Cruz Macha lo.Arauju Brusque.Borges Forte!.
Bario de Li. II nlu.liarn de l'orto-Alegre.Viei-
ra llelford.l-ndes de Almeida.Dogu Velho.
tt Emenda da lerceira commissao :
Arl. 55 vsiibsti(u(ivo.) Fica o governo aulorisi-
do a d spender no exrrciciu de 1857 a 1858, por
conia das veibas dus SS (i, 1(1, lll e20do irl (i da lei
n. SSi do I- tle oulubro tle 1856, as mesnias soro-
mas cnnsdeiarias nos SS 0, 0, 17 e 18 da prseme
le.Diego Velho.Cunha Malos.Pederneiras.
O prnpriu nacional que actualmenle serve de
prisi i civil ua capital da provincia da Tarabilla do
Nurle fica perleucendo aos pro|irios da mesma pro-
vincia..mili e Mello.Diogo Velho.Ilenii-
ques.Cusa Piolo.Paei Brrelo.Dias Vieira.
M. de Souza It be ro.F. d* Almeida.Carrao.
Vilella Tavares.Pereira Pinlo.J. Marcondes.
Itarroa Pimenlel.Silva de Miranda.S. Goncal-
vei da Silva.Araujo Brusque.Souza Leilo.
Santa Croz.J. A. Correa.Bar3o de S. Beiilu
Salles.Araoju Luna.Anluiirs de Campos.Si'e
Albuquerque.Bapliila Monleiro.remandes da
Cunta.
Das commissdes tle fazenda e commereio :
Artigo addilivo. O guverno fica aulorisado a
reformar o correio geral, organisando ama serrao
espeeial |>ara o servido postal para fura do irapeiio,
eom (auto que o augmento de despezas que se der
seja compensado com vanlagem para o estado pelo
eereaeimo de roteita, Barao de Mau.Torres
Homem. Sampaio Vianna. S. de Macedo.A.
de Oliveira.M
Em lus.ir das palavras e 3:000; para auxilio
s obras do seminario ejiiscopal da provincia do A-
inazonas, inseras na parla final do ; 10 do arl. 3.
dica-,e e 3:000-3 para auxilio do seimnaiio epis-
copal da cidade rio Minaos, capilal da provincia do
Amazonia.Costa Pinto.I'aranagua. Fausto da
Agolar. i>
o Sulslilalivo. Os .lliri.es do exercito i armada
reformados, oa de segonda liuha e us honorarios qne
perrehercra o sidos da* lab. lia- de 28 de marro de
1825 c : Menor |Ui--uro a ser pagos desde ja pela
tabella to I* de dorembro de 18I ; e lodos os ofli-
ciaes i .[orino i do exercito e armada e de segunda
liaba lur.bem reformados com sold que conlarem
30 anuos ou mais de servico elleclivu petcebeao
mais o augmento da quinta parte do sollo do refe-
rida tabella de 1841, excepto os que ja gozarem
deste beneficio. Pedemeira*. Diogo Velho.
Bodriguei dus santos.
tt O governo organisara qoaolo antes um plano
do ensino agrcola e industrial, submettendo-o ao
conhocimenln do corpo legi'latiio na sua primeira
reuna) p:ra decretar os fundos precisos ao eslabe-
lecimenlo de institutos e escolas de agricultura as
diversas provincias do imperio. Francisco Carlos
Brun tan. li
o Ao arl. 35 addilivo qoe (rala dos ordenados dos
meslres da familia imperial, depois da palavra per-
ceberai accrescenle-se desdeja Viriito.
o Da primeira commissao de ornamento :
a O mi. i. addilivo, seja substituido pelo se-
guiule :
* As mullas de rivalidarao do sello fixo e propdr-
do de qae proeorava verificar o litlo e o peso. Alraz
tlesc grupo que pareca absorver todo o calor e loda
a c ari i.ide do fngao estavam sombraos criados da
casa. Delphina liando activamente, e Francisco tran-
cando p.lha para (orrar os tpalos de seos amor.
Oitorenlas e qualorze libr-i, deZiseis sidos, e
sele diulieiros, disse o velhoalinhindo anula os es-
cudos antes de melle-tos decisivamente no laceo ;
lirouvera ao co que c queijo se vendesse sempre por
tao bom preco Poderiamos encommendar para ca-
da um de mis um vestuario de velludo, e ler no nos-
so prximo jantar una bella sobremesa, om limoei-
ro cora seu* (rucios, ecusa que nunca se vio na cida-
lo de Aix '
(iaspar meneoo a robara sem responder, e Mr. de
Barbejas coulinutiu a fazer seu castillo no ar.
Se.o auno vindoiiro fr como esle, pederemos
dar a Francisco urna libi nova com guies de ooro
pelas costuras, e por um luitre no lalo. Eo qui-
zera lambem mandar dourar utn menle os bracos da
chamin e pintar a cadeirinha, a qual cortamente
uecessila muilo de repararles.
Menos do que esta casa respondeu Gaspar
voltoii lo a eabeca para a janella, ru|as bilmas unidas
por ferragem velha ranciara abaladas pelo venlo.
I raa boa janella de carvallin naqoella abertura no*
poria ao abrigo do fro ; seria preciso tambera fechar
as fendas e por aqu uroa pona nova. Se nao me
engao essa despeza n.lo chegaria a mais de doze
libras.
Doze libras repeli Mr. de Barbejas com
uro sobresalto. I'ensa- nlsao, Gaspar i Gastar do-
ze libras na l'.uina Com esse dinheiro podeaooi
comprar dous pares de meias tle seda, ou nuia duzia ,
tle lavas, ou um bello laeo pata a espada, ou qual- j
quer oolri coosa que nos faca honra.
Cansas que aqu podemoi diipeaaar, murmu-
rott (iaspar dando um suspiro e abuloaudo a sobre- '
crt-a-.t, pois o moo lempo rodobraxa e a almosphera
da sala liuha resfriadacousideravelmente.
l'm almenlo depois levaoloa-ie pira ir ver de.
qoe lado soprava o venlo ; Francisco icgoio alim I
de examinar as trancas c ferrolhos, e entupir com
pallia a* fenJas ta puta tle entrada.
Entilo Delphina aproiimou seu aicabello da mesa,
o diise a Mr. de Barbejas com familiaridade respei-i
losa :
conal impostai nos arls. 13 e 1 i da lei de 13 de ou-
lubro de 1843 licam redundas de 10 al 20 0|o do
valor dos lilulos. n
Artigo addilivo n. 5C. Continua por roais am
anuo a aulorisac/ao concedida au governo no 3 do
arl. II da le do ornamento n. 881 do 1. de-eulubro
de 1850. b
tt Artigo addilivo n. 57. Fica o governo aolori
sado para reduzir como for con veniente u latas da
impoit.ir.u cobrada oas metas de rendas de Albu-
querque, provincia de Malo Grosso, para o qoe po-
deri fazer urna tarifa especial.Sampaio Vianna.
Torres Homem. A. de Oliveiro. o
Emeuda ao 27 do arl. -2. da propona :
t Era logar de 2,200:000 diga-se 1,500:000 in-
cloindo-se a qoanlia de 700:0003 para pagamento
dos jaros di 5 o|o garantidos ai companhila da es-
la.lo de ferro de 1). Pedro II e de Peruatnbnco.
J. L. da C. I'aranagua. Fausto A. de Agaiar.
seja reduzida a 10:000.Canha Mallo'.
" Emenda ao arl. 40.
0 Oepois da palavra i preilar acrescente-se
de,de ja.O maii como acha-se redigdo.Deltioo
de AlmeidaPeixcto de Azevedo.
1 .o rrjeilada a segunda parle da emenda apre-
senlada pela commissao de orramenlo pan que se
converleise em projeclos os arligos qae ella manda
separar do orramenlo.
A propoita do turamenlo assim emendada he re-
medida a commissao de redarr.lo.
O Sr. presidente d para ordem do dia :
\i re-i-ni. rao o discussao de requerimenlos na hora
competente.
Continuaran da discu.sao do projecto 11. 52 deste,
anuo sobre naluralisac.lo de es(rangeiroi.
Discussao da emenda do senado n. 121 deste an-
uo, sobre a licenca coneedida ao Dr. Joaquim Vil-
lela de Castro Tavares.
Primeira dita do projeclo qae aolorisa o enverno
a mandar matricular no terceiro anno da facoldado
de medicina da corle o esludanle Lua Francisco
Moriuilli.
Discnssilo da emenda do senado n. 117 desle an-
no, lobre a navegacao por vapor ao pollo da Vic-
toria.
Primeira dita dn projecto n. 114 desle anno, ap-
provaiido a pcns3o concedida a Drogo Soares da Sil-
va de Bivar.
Terceira dila do projeclo n. 113 do mismo anno,
aulorisando o governo a aposentar os eropregadoi
da cmara municipal da corle.
Primeira dila do projeclo n. 100 do mesmo anno,
comprehendendo as disposicdei do aviso de 2 de
marro de 1829 o eipilao Antonio Joaquim Bodri-
goes Borba e mais ofliciaes em idnticas circums-
lancias.
As oulras material anteriormente designadas.
Primeira discuisao do projeclo n. 135 desle anno,
que approva a pensao concedida ao tenante refor-
mado, francisco Tiloma/, da Silva.
Primen a dita do projeclo n. 132 desle anno, qae
autorisa o governo para igualar o sold o mais vao-
lageoa do major do corpo municipal permanente a
importancia do que actualmente percebem o ofli-
ciaes do eieicito.
Primeira dita do projecto n. 107 desle anno, qua
approva a aposeuladoria concedida ao visconde do
Uraguay como desembargador da relac,o do Rio do
Janeiro.
Primeira dila do projeclo n. 115 deste anno, qoe
manda contar para a reforma e a cundecoracdlo da
ordem de S. Benlo de Aviz o lempo de servico pres-
tado no corpo municipal permanente.
Dlicossao do parecer da mesa lobre a prelonr.n
doi conlnoos e porteiros da cmara.
Levaula-se a sessSo s 3 horas.
PAG.N&&VULS&.
ZB3DU MA J
Fesla de San Francisco. Tive logar no dia 4
do mrente a fesla do palriarcha San Fraoctsco de
Assis, fundade r da ordem dos religiosos menores,
que fura feila com o mais sublime goslo, [lem que
fosse misler esset apparatos pomposos, qoe de ordi-
nario sd servem pira fiztr echo. Naquella igreja
purera enconlrando-se a maor simplieidade, ludo
inspirava religio e lmente religigo. Nao bascare-
mos cnlrar no delalhe daquella (esla, limilar-nos-
hemoi em dizer que nada falln para qoe folie com-
pleta, (al como o haviamoi noticiado. Nao foi
Mmenle por esse modo qae o mu respeilavel pa-
dre guardia quiz moldar a la de'icacao ao
patrlarcba San Francisco de Assis, a mais chegou
anda o seu fervor pel caridade, ministrando a ren-
to e lautos mendigos ura esplendido janlar, que foi
servirlo pelos Eiras. Srs. vlea-presidente, comraan-
danle das armas e nutras muitas peisoai qui se dig-
iiai.iii lomar parle no servico desse banquete ledo
rcligioio. Que quadro tao bello e lao palhelico nao
foi aquelle em que se viam do mistura as galas com
os an in.jos! Sim he desla forma qui o homem pen-
sador bem avadando o vai-vens desse mundo lodo
de illusao, se vai collocar no meio de ieoi irniio*, o
de mistura com elles esquece as graudezas, e nao du-
vida prestar-Ibes o iros seivicos. Asiim se passoa
aquella scena de lana magnilude. Findo o jantar,
foi distribuido a cada um doi mendigos um lencol,
orna emola e um rosario ; e que maii poderia fazer
a ordem franciscana lao pobre como he 1 Nada e
nem mais se exiga.
A noite houve Te Deum.sendo orador o Bvd. Sr.
It. Santa Candida. Mu coocorrda foi a igreja, o
nella se ob da parte de rerlos rapases, que nao se havendn por-
tado com a devitla decencia, foi retirado da igrej
ara delles, sendo admoestado am oulro.
O anniccriario do collego do Sr. Camboa.Foi
festejado no da I do crtente'o aiioivenarlo do col-
lego do Sr. Gamboa. Bem oancorrido esleve aquel-
le e.labeleciiiientu por pessoas de lodos os lexoi, o
sempre reinou a melhor ordem. A noile um coretu
de msica, composlo de meninos, todos menores,
discipolos do Sr. Anlonio Ignacio, tocaram diversa!
pera, de mu-ir.i, qae foram admiradas, nao pela im-
portancia detlas, mas sim pelas i bules qae ai rinem-
penharam. Foi^am'dia de Mganca para os meninos
daquelle collego, bem como de oulros. E quanto
he isso necessano naquellai idades O Sr. Gamboa
sabeudo bem compriliender a iiecessidade que ha em
dar orna distraerlo aos seus educando!, oflereceu-
Ibea essa qoe nao deitoa de ser acolhida com o me-
lhor agrado.
Kntrudo ie garrafas com cinho. No dia I do
correle,pelas doas horas da madrugada, pouco mais
ou menos, foram obsequiados uns eldanles que
morara na ra do Aragilo, eom garrafadas cheiai de
vinho, que foram jugadas por alguns individuos em
sua casa, sem qoi ie podes.e atlribuir os motivo* que
Sinlis.-ima virgem que passa-ie no espirito
de meu joven amo '.'... Esta mui (riele esla noile...
Demais u.io he a primeira vaz que vejo aisim. lia
sele mezes que estamos na Kuina lenlio reparado
sempre qae seu humor cada vez lica maii mudado.
Os oulros anuos elle achava cem maneirai de enlre-
ler o tempo ; ora carava, ora ia pastear noi pastoi,
e fallar com o pastoies ; eslava sempre em movi-
menlo. Agora nao acha goslo em nada, est enfa-
dado.
Ah lens reparado nisso disse Mr. de Barbe-
jas lem voltar-ie.
.Mm, sinhor, respondeu a crtadi suspirando, e
leria fallado ba muilo lemoo i V. S. ie houvessa
pensado qua era sua venia.le dar-lhe remedio.
Ah ah eniao labei o que convem fazer '.'
perganlou a li lal.o velho. Qual he a oulra idea '.'
Minha idea he qoe meo joven amo conta aao-
ra o das e as horas, lao impaciente esta por ii-so
daqui, e que nao lera alegra eno no dia em que
tornar a ver os campanarios de Aix.
Oh e\. Iair.eu o velho Barbejas com am prin-
cipio de inquietarlo,elle ficaria eealenie, ie eu abre-
viarse desla vez a nossa residencia na Buioa Mal
porqoe cnlio'.' Sabei Delphina '.'
Nao, senhor, respondeo e'la com sinreridade.
I.ogo ser preciso que eu o idevinhe, mormu-
rou Mr. de Barbejas.
Durante esse ruiloqoio elle acabara de metler di-
nheiro nos saceos, os qoacs arrumou depois cora as
propriat mos obre urna leboa alta que servia-lhe
de burra. Delphina poz logo a mesa, islo he, collo-
coq ahi tlous pralus de estando, duas c. Hieres de pao
e um polo de barro rheio tle agua clara, ludo aceia-
damenle arruinado sobre una tolha ; depois
trouxe uiiii sopcira com poutrolha, um pedaco do
qoeijo, o des maraes verdes. Feito isln, foi dizer a
Gaspar que a cea eslava prompla. A poutrolha ha
uma-iqi! grrssa, na qual entra em grande propor-
t.3o a familia de ciiirao, o que da-lhc cerlo perfume
leguminoso dos menos agratlaveis ; porem sea labor
nao desagrada aquelles que a isso estao habiluados.
(Is descendentes dos reis magos melleram as rolbere
de po nesie manjar nacional, c comec,tram a cir
rom grande appelile.
Conlnuar-se-ha.)
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILAD"





a iasu ai nduzissera. () corlo he que a di brineadet-
ra ia-se tornando fai.il, e para que senlo reprodon,
juslo lie que o subdelegado ila Roa Vieta procure
>>>''- nesses e-111.1.1 i.itrs se conliectram algutn dm
desses festejos bacchaoais, afiio de fuer pagar caro
sua ornadla,
Douloramenlo.-Ot enhorca hachareis em direilo
Joc Libralo Barrozo e Joao Joi Pinlo Jnior,
lendu defendido Iheset para oblcr o grao d* doulor,
0 tendo plenamente approvadot, lomaram solemne-
mente o referido grio lioulcm, ptraule grande con-
curso, e corn laaialeneii do Lxm. Sr. viee preaidenle,
e oulras persunagont.
At amanhaa.
. CONSULADO PROVINCIAL.
Lanramento da decima, da rcrjuezia de
Santo Antonio, feito pelo lanrador do
consulado provincial Francisco Carnei-
o Machado Rios Jnior, publicado pela
tmprensa de confot midade com n por-
tara do Sr. administrador da mesa do
consulado provincial de II de agosto do
curente'anuo.
1857 a 1858.
Continuaran.,
Ra de S. Francisco.
Nornoro A.Urdera Terccira de S. Fran-
cisco, aohrado com om andar, qua atrve
-O"?, iraporlancia da decima ....
dem 2.A raesma, sobrado com nm an-
dar, que serve de hospital e 8 lojaa ar-
rendadaa por 7-209, importancia da de-
cima ..........; #
dem t.A meama, sobrado com dnas lojss
e uiti andar arrendada por 350, impor-
tancia da decima........
dem (5.A mesma, sobredo com 2 lojaa
e um andar arrendado por 3505, impor-
tancia da decima.....%
dem 8.A mesma, sobrado com 2 lojaa t
um andar arrendado por 3508, importan-
cia da decima..........
dem 10.A meama, sobrado com urna loja
um andar arrendado por 3508, impor-
tancia da dcima........
dem 12.A niesma, caa terrea arrenda-
da por 1208, importancia da decima. .
dem 11.A mesnia, eaaa terrea arrenda-
da por 12(1?, importancia da dcima. .
dem lf>./\ meama, caaa terrea arrenda-
da por 120J, importancia da decima. .
dem 18.A mesma, caaa lerrea arrendada
por 1208, Importancia da decima. .
dem 20.A raeima, caaa terrea arrendada
por 1208, Importancia da dcima. .
dem 22.A misma, casa lerrea arrendada
por 1.128, importancia da decima. .
dem 21.A mesma, casa lerrea arrendada
por I I-, importancia da dcima. .
dem 2t>.A mesma, casa lerrea arrenda-
da por 488, importancia da decima .
dem 28.A me-ina, caaa terrea arrendada
por 1208, importancia da decima. .
dem 30.A mesma, caaa terrea arrenda-
da por fcJUJJ, importancia da dcima. .
dem 32.A merma, caaa lerrea aireudd-
dem 34.A meama, casa lerrea arrendada
por Iii8, imporlancia da decima. .
dem 36.A mesma, caaa lerrea arrenda-
da por 1448, imporlancia da decima. .
dem 38.A raesma, casa lerrea arrenda-
da por 120?, importancia ila decima. .
Ideru 10.A mesma, casa terrea arrenda-
da por 1 ii8, imporlancia da dcima. .
dem 42.A meama, cisa terrea arrenda-
da por 1118, imporlancia da deelma. .
dem 44.A raesma, caaa terrea arrenda-
da por 168?, imporlancia da decima. .
dem 46A mesma, caaa lerrea arrendada
por 1208, imporlancia da dcima. .
dem 48.A mesma, casa terrea arrenda-
da por 1688, imporlancia de dcima. .
dem 50.A mesma, casa terrea arrendada
por 1418, importancia da decima. .
dem 52.Francisco Kiheiro Pires, casa
lerrea arrendada por 1418, imporlancia
da dcima..........
dem .">..luso Joaqun) Dias Fernando,
caaa lerrea arrendada por 1688, impor-
tancia da dcima.........
dem 56.-I.aii Jos da Coila Auiorim, ca-
sa lerrea arrendada por 1328, imporlan-
cia da decima.........
dem 58.Maria Joaquina Pereira do Cun-
to, caaa lerrea arrenda ida por 1208,
imporlancia da decima......
dem 60.Carolina Angusla, casa lerrea
arrendada por U8, importancia da de-
cima ............
dem 62.Joi Gonc.atves da Fonle, casa
ierre arrendada poi 1688, imporlancia
da decima...........
dem 64.Fraucisco Jos Vianna, caa
terrea com soiao arrendada por 1448,
importancia da decima. .
Mera 66.Maria Joaquina Vianna, e Ja-
-uim Joaquina Vianua, aobrado com
urna loja e doua andarea, arrendada por
288J, importancia da decima. .
dem 68.Maria Joaquina Vianna, aobra-
do com urna loja e um andar arrendado
por 320?, imporlancia da decima. .
dem 68 A. Viuva e hardeiroa de Joi
Fernandea Eiraa, sobrado com 2 lojas e
um andar arrendado por 7008, impor-
lancia da decima........
dem 1.Joao I.eile Pila Ortiguaira, casa
Ierro arrendada por 48? imporlancia da
decima...........
dem ;:.Ordem Terceira de S. Franciico,
sobrado com orna loja e om andar unido
ao de n. 1 das roas daa Cruzea. .
dem 5.Hospital de caridade, caaa lerrea
dem 7.Florencio Francisco Marques, ca-
sa lerrea arrendada por %?, imporlan-
cia da decima.......
dem 9.Viuva e herdeiros de Antonio
Joaquim Alves dos Sanios, caaa lerraa
erreudada por 068, importancia da de-
cima ........
dem II.Joao Bapllsla Fernandea, caaa
terrea occopada pelo senhorio avahada
por 608, importancia da decima .
dem 13.Manoel do l.ivramenlo, urna
caaa lerrea, arrendada por 728 ra., im-
porlancia da decima.......
dem 15.lrmandade do Sanlisiiroo Sa-
cramenlo da freguezia de Santo Antonio,
urna caaa terrea, arrendada por lOcja rs.,
importancia da decima.....'
dem 17.elphina, liabel & I.oiza, urna
caaa tarrea, arrendada por 068 n., iro-
porlaucia da dcima.......
dem 19.Hita Caetana de Abre LnoJ
urna casa lerrea, arrendada por 06 rs.,
imporlancia da decima......
dem 21.Joaquim Jce da Costa Fajozet,
orna casa lerrea, arrendada por 120? rs.,
importancia da dcima......
dem 23.Lniz Jos da Coila Amorim e
herdeiroa da lternarrio Joi Mendes, ama
cusa lerraa, arrendada por 1088 rs., im-
portancia da decima......
dem 25".Candida Maria Ferreira, urna
caa terrea, arrendada por 1203 rs., im-
portancia da decima ....
dem 27.Uerdeiroa de Severino Flix
na Lroz, urna caaa lerrea, arrendada por
1208 rs., imporlancia da decima .
dem 2!>.-ilerdelros de Maria Francisca
de Almeida, urna casa lerrea, arrendada
por 1208 la, importancia da decima
dem 31.Uerdeiroa de Antonio I.eile Pila
Omgqeira, urna caa lerrea, arrendada
por 1208 rs imporlancia da decima.
Idem33.Lrsula Maria das Virgena, casi
lerrea, uceupada pelo sonhorio, avahada
por 968 rs., imporlancia da decima .
dem 35.Uerdeiroa deWnlonio Jos de
A/evado, casa terrea* arrendada por
120? rs., imporlancia dH deeima .
1J,D> 'Ueideiraa de Francisca Maria
do bspirilo Sanio, casa lerrea, arreuda-
i i 'ia,' ..*' '"'Po'lancia da decima .
\a i. U"'P"1 de caridade.casa lerrea
laem U.Antonio Hornea da Silva, casa
terrea, arrendada por 1088 rs., impor-
lancia da dcima.....
dem 13.Manoel Joaquim Baplista, caa
lerrea, arrendada por 96*. ,s importan-
ta da dcima .
dem 5, 15 A 15 B e 15 C. il.nrique'
l.ibson, qualro c:.s>s terreas amlalo.
arrendadas por 210? rs., imporlancia da
'l'f Itllil, .
lina da Florentina.
Numero 2.Uerdeiroa de Nicolao llodri-
us.es da Cunda, casa lerrea, arrendad,,
per IOS? rs., imporlancia da dacirua. .
dem i.0< mesmm, casa lerrea, arrenda-
da por 120? rs., imporlancia da dcima .
dem 6.() mesmo, casa lerrea, arrenda.'
da por lllj ra., importancia da dcima.
1 |. m '-.lis mearnos, urna casa terrea, ar-
rendada por 141; rs., imporlancia da de-
finia...........
Id o licrdtiroa de Joao de Oliveira Guima-
a.-s, casa terrea, avnliada por li- i- ,
imporlancia da decima......
Idcm 12.Padre Kaphsel Anlonio Coelho,
e herdeiros de Joao de Oliveira Ouirna-
rae-, casa lema, arrendada por li? rs.,
imporlanna da dcima ......
dem l.Os meamos, caaa lerraa, raar-
nuzera avahada por 2',..?,,., ,, ,or_
i-i n i.i da derima ....
dem II A.-Os meamos, eai farrea'no'
tundo, avahada por 2008 ., importan-
i i ila .1,1 'iiii .
18?0(H)
648800
3I|G00
3I?500
318500
315600
108800
108800
108800
108800
108800
118880
1280GO
KfMQ
10{800
108800
105800
128060
128960
12?960
I289CO
158120
108800
158120
128960
128960
158120
118880
108800
I9|06O
1581211
128960
258920
288800
638000
4j320
5
8
8?610
88610
58100
BfMQ
9?72()
88610
8-?6i0
108800
98720
108800
108800
10J800
11*8800
88610
108800
108800
93720
8)610
21-600
158120
l'>-Kina
129960
ISfWO
I2|060
129960
21*100
Ide
cia da dcima
dem II,.Ileserohnrsador Caelai'm Jos da'
Suva Santiago, casa terrea, arrendada
por 20"? rs., imporlancia da dcima.
dem 18.O mesmo, eaaa ierre, arr. .'
da por 56? re., importancia ca dcima.
Mein ;.Ordcm lerceira de S. Francis-
co, casa lerrea, arrendada po| '"(i- r-,
imporlancia da declina.....
dem 22.A mesma, casa leirea, arreu-
(i 111 pui 120-, imporlancia da decima,
IH^KMI
I89OOO
Hgotu
0*0101
1(188001
dem 21.A mesma, casa terrea, arrenda-
da per 12(1? rs., imporlancia da dcima .
dem 26.A mesroa, caaa lerrea, arrenda-
da por 120? rs., importancia da dcima .
dem 28.A merina, caa terrea, arrenda-
da por 120? rs., importancia da decima .
lem 30.A mesma, casa lerrea, arrenda-
da por 1569 ". importancia da dcima .
lam 32.A meima.caia lerrea, arrendada
por 192? rs., imporlancia da decima. .
dem 14.A mesma, casa terrea, arrenda-
da por 1148 ra., imporlancia da dacima .
em 3t>.A meama, eaaa lerrea, arrenda-
da por lii^rs., importancia da decima .
dem 38.A meima, casa terrea, arrenda-
da por 168# r., importancia da decima .
lem 40.A meima, raa lerrea. arrenda-
da por 1208 ra., importancia da decima .
lem 42A mema, caa lerrea, arrenda-
da por 604 rs., importancia da deeirria .
dem 41.A meima, casa lerrea, arrenda-
da por 48? ra., imporlancia da decima .
dem 1.Uerdeiroa de Nieolo Hodijgucs
da l'.unlii, casa lerrea, arrendada por
1928 rs., importancia da dcima .
dem 3.Angela Maria do Eipirilo Sanio,
casa lerrea, arrendada por 2208 ra., im-
porlancia da dacima ..,,.,.
dem 3 A.Uerdeiroa de Nicolao Rodri-
gues da Cunha, urna mela-agua, arren-
dad por 1509, importancia da dcima.
dem 3 B.Sebistiao Lopii Uuimares, ca-
ca terrea que serve de tocheira, arrenda-
da por 3008 ra., imporlancia da decima,
dem 5.Cmara municipal do llecife, ca-
sa lerrea com oilo quarloa.....
dem 7.A meama, casa terrea com soiao.
dem 9.Ordem Terceira de S. Franciico,
casa lerrea, arrendada por 1568 re., im-
portancia da decima.......
Travesa da Florentina.
Numero I.Maria Theodora da Assump-
lo, casa lerrea, arrendada por li.? rs.,
importancia da decima......
dem 3.A mesma, casa lerrea, arrenda-
da por 1448 rs., imporlancia da dcima.
dem 5.A meima, casa terrea, arrenda-
da p_or 1448 rs., importancia da decima .
dem 7.A meama, casa lerrea, arrenda-
da por 1449 ra., imporlancia da decima .
dem 9.Ordem Terceira de S. Francis-
co, caa lerrea, arrendada por 1418 rs.,
imporlancia da decima......
dem II.Maria Theodora da Assumpc,ao,
caa lerrea, arrendada por 114? rs., im-
portancia da decima.......
dem 13.A meama, casa terrea, arrenda-
da por li? re., importancia da decima.
dem 15.Padre Francisco Muniz lavares,
caa lerrea, arrendada por 1208 rs., im-
porlancia dem 17.Viuva de Julio Beranger, casa
lerrea, demolida........
llua Bella.
Numero 2.Ordem Terceira de S. Francis-
co, casa lerrea, arrendada por 1208 rs.,
importancia da decima......
dem 4.A retama, casa lerrea, arrendada
por 1208 rs., imporlancia da decima .
dem 6.A mesma, casa terrea, arrenda-
da por 1208 r.. imporlancia da decima.
dem 8.Antonio da Covla, casa lenca,
arrendada por 1148 rs., iraporlancia da
decima. ..,,,...
Idcrn 10.RuQno Jas Fernandea de Fi-
gueiredo, casa lerrea,arrendada por li?
rs., imporlancia da dcima.....
dem 12.Dr. Clemente Jos Ferreira da
Costa, casa terrea, arrendada por 1685
rs., imporlancia da derima.....
dem 11.Joaqoioa Francisca do Reg,
om sobrado com nina loja e doua anda-
res, arrendado por 4568 rs., importancia
da decima...........
dem 16.Manoel Connives Ferreira e
Silva e Joi da Coala Uonrado, casa ler-
rea, arrendada por 1449 ra., importancia
da decima .
dem 18.Padre Joaquim Pereira Frer,
caca lerrea, arrendada por 168a rs., im-
portancia da decima.......
dem 20.Manoel Ferreira da Silva Ha-
mos, casa lerrea, arrendada por 210? re.,
importancia da decima......
dem 22.O mesmo, caaa terrea, arrenda-
da por 210? rs., imporlancia da decima .
dem 21.Manoel Ferreira da Silva Ra-
mos, caa larrea arrendada por 2409, im-
portancia da decima.......
dem 20.O mesmo, casa terrea arrenda-
da por 208, imporlancia da decima. .
dem 28.O mesmo, casa terrea, arrendada
por 2108. Imporlancia da dcima. .
dem .10.O momo, caa terrea, arrenda-
da por 2409, imporlancia da dcima. .
dem 32.Auna Zurrik Ranrs, casa leirea
arreod-da por2i()8, irnporlaucia da de-
cima ............
dem 34.A mesma, caa lerrea arrenda-
da por 2108, importancia da decima .
dem 36.A me'ina, casa lerrea arrenda-
da por 2108, imporlancia da decima .
dem 38A meima, casa lerrea arrendada
por 2105, importancia da dcima. .
dem o.A mesma, casa tenca arrendada
por 2508, imporlancia da decima .
dem I.Ordem terceira de S. Francisco,
casa terrea arrendada por 608, imporlan-
cia da decima ,.....
' !:rA n>ma, casa terrea arrendada
per J20J, importancia di decima .
dem 5A mesma, casa terrea arrendada
por 1208. imporlancia da decima. .
dem 7.Tilo Avelina de Barroc, casa ter-
rea arreudada or 1(1?, imporlancia da
decima............
dem 9.Joic Maria de Sena Carvalhoj
caaa terrea arrendada por 1208, impor-
tancia da decima........
dem II.O mesmo, casa lerrea arrendada
por 141o, imporlancia da decima .
dem 13.Joic Jacinlho l'avao, casa lerrea
arreudada por 1089, imporlancia da de-
cl rima..........
dem 15O meimo, cusa lerrea arrendada
. .. !0K?, imporlancia da dcima .
dem 1;Dr. Clemente lase Ferreira da
Losla, casa lerrea arrendada por 114.?,
importancia da dcima......
dem 19.O mesmo, casa lerrea anendada
por 120?, impurlancia da decima. .
dem 21.Jos Jacinlho PavSo, eaaa lerrea
oceupada pelo senhorio, avahada em 1569,
importancia da decima.......
dem 23.Dr. Clemente Joa Ferreira da'
Costa, casa lerrea arrendada por 1688, im-
porlancia da decima.......
dem 2.5.0 meamo, casa lerrea arrendada
por 1688, importancia dem 27.Joao Alves Pedroaa, caa lerrea
arrendada por 1688, imporlancia da de-
decima............
dem 29.Viuva e herdeiros dejse Fer-
nandea Eiras, casa terrea arrendada por
1688, importancia da decima.....
dem 31.Joanna Pessoa de Lacerda, casa
lerrea arrendada por 156$, importancia
da decima...........
dem 33.Viuva e herdeiros de Jos Fer-
nandea Eiras, osa terrea arreudada por
2illS, importancia da decima ....
dem 35Os meamos, caaa lerrea arrenda-
da por 2108, imporlancia da decima. .
dem 3/.Joaquim Dias Fernandes, aobra-
do com orna loja e doqi andares, arren-
dado por 8013. imporlancia da decima .
dem 39.Viuva e herdeiros de Jos Fer-
nandea Eiras, ca-a lerrea arrendada por
1688, importencia da docima ,
dem II Os mesraos, casa terrea arren-
dada por 156?, imporlancia da derima .
dem 43.0 meamos, casa leirea arrenda-
da por 108, imporlancia da-decima. .
dem 45.Os mesmns, casa terrea arrenda-
da por 1689, imporlancia da decima. .
Ra .la Roda.
dem 2Migad Felicia da Silva, caa ter-
rea aireudada por li?, imporlancia da
dcima. ,......
dem i.Mosleiro de S. Rento, eesa'tarrea
arrendada por 1208, importancia da de-
cima ............
dem 6.O mesmo, cisa larrea arrendada
por 1008, importancia da decima .
IJemN lrmandade do SS. da fregue-
zia de Sanio Antonio, casa lerrea arren-
dada por I2O3, imporlancia da decima
dem 10.- -A mreraa, casa larrea arrendada'
por 144?, importancia da dcima .
dem 12A mesma, casa lerrea arrendada
por 1113, importancia na decima .
dem 14.I.ui de Franca Souto, casa ter-
rea arreudada por 81?, imporlancia da
dcima.........
dem 1(1.Viuva e herdciroi de Jos Fer-
nandea Eiras, casa terrea arrendada por
168?. iniiorlancia da dcima ,
dem 18.Joaquim Altas de Castro, ra'
lerna arrendada por I6H3, importaucia
da decima.......
dem 2(1Amia Tderoza do Sacramento!
casa lerrea arrendada por ISO?, impor-
lancia da decima .....
dem 22. Hospital de Caridade' caa*
terrea .........
dem 2.Sabino da Cunha 1'raRozo, casa
lerrea arrendada por 111?, importancia
da decima..........
I lem 26.Antonio Ferreira Braga, casa
terrea arrendada por li?, importancia
da dcima...........
dem 2S. friuaiidade das Ana da Ire-
gueiia de Sanio Antonio, casa lerrea ar-
lenda'a por 1209, Imporlancia da decima
dem DO.Manoel Pereira Mag.iiii.ici, casa
terrea arrendada por 111?, importancia
da drrim.1........
Idea 32.Dr. Antonia Joaquim de Mo-
raes e Silva. csa terrea arrendada por
I2"8. imporlancia da decima ....
dem 31.Manoel Jo.- do Amara!, casa
lerrea arrendada por 1209, imporlancia
da dcima .......
dem :!(i.Podro l,ornes, e Jase) Gomas
eaaa terrea uerupada pelo senhorio, ava-
llada por |2 DUIIO DI PBRNAMBCO TERCA fEIlU fi DB OITTBRO DE 1857
, dem 38.Viuva de Jos Franeiieo Mo-
108800 reir, ca-a lerrea arrendada por I20.?(MHI,
importancia da decima.....
dem 10.Maria da Conceicjio Silva, casa
lerrea arrendada por li?, importancia
da dcima. ....
108800
I08H0O
14?00
178280
199060
128960
158120
108800
58OO
1320
10?800
123960
178280
198800
138-500
18010
dem 12.Uerdeiroa de Anlonio Francisco
Cahral. sobrado com urna loja, um andar
cuma mei-agua no fondo, arrendado por
3609, imporlancia da decima .... 32?100
dem iJacinlho Elesbao, sobrado com
um andar elnja, oceupado pelo senhorio,
avahado por 2108, imporlancia da decima 218600
dem 46.Aulouio llamos, aobrado com 3
lojas e om andar, arrendado por 3923,
imporlancia da decima......35S280
dem 48l'ilhos de Maria Carolina de
llrilo Carvalho, sibrado com urna loja
um andar e um quarlo ao lado, arrenda-
do por 6OO3, imporlancia da dpcima. 549000
dem 50.Joaquim Jote F'erreira de Al-
meida, caa terrea com solao arrendado '
por 26i3, imporlancia da decima. 2.38760
dem 52.LoM Jos' da Cusa "
Amor m,
caa lerrea arrendada por 14, impor-
tancia da decima.......
dem 51.Jos' da Reg Pacheco, casa
terrea arrendada por 1443, imporlancia
da decima. ,......
dem 51 A. Barlholomeo Francisco d
Sou/.a, casa lerrea qoe serve de cavalla-
rica, arrendada por 240?, imporlancia
da dcima..........
273000 dem 54 BManoel Gomes Viegas, so-
brado com um andar em obras, e 5 lojas
3 arrendadas por 261-8, importancia di de-
9 cima............
dem 1.Hospital de Caridade, casa lerrea
dem 3O mesmo, casa terrea. .
dem 5.O mesmo, casa lerrea. .
dem 7.O mesmo, casa lerrea. '.
dem 9.O mesmo, casa lerrea. \ \
dem 11. Antonio Ferreira Braga, casa
lerrea, arrendada por 120f, imporlancia
da decima
12-3960
12?960
12?960
128960
128960
128960
139060
103801 >
108800
108800
10/800
12/960
123960
153120
1l3 123960
158120
219600
219600
21/600
219600
219600
919600
2I3600
219600
21?600
21*600
929500
58(00
108800
1<>880i)
123960
1(S00
129960
158120
15?I20
12,8960
10.-800
149040
15.1120
153120
U?I20
1.58120
1l/OSO
2136OO
219600
799360
159120
II30IO
163200
I 5b120
129960
IO38OO
980(10
IO9OOO
129960
129960
73560
158120
153120
i692OO
129960
129960
11*3800
I28960
IO.-.SOO
ll'-S'O
11*3800
dem 13. Aleixo do Carmo, casa terrea',
arrendada por 120?, importancia da d-
cima .........
dem 15.Jos Pacheco de Medeirni, casa
lerrea com soiao, arrenJada por 300
importancia da decima .
dem 17.Anlonio I.uiz Goiir'alvts Fer'rei-
reira, sobrado com orna loja e dous an-
dares, arrendado por 5003, imporlancia
da decima.......
dem 19. Francisco Martina dos Alijos
Paula, casa terrea, arrendada por 1 i-,
imporlaneia da decima.....
dem 21.Viova e herdeiros de Jo-" Vale-
rio da Cosa, casa lerrea, oceupada pelo
senhorio, avahada por 192?, importancia
da decima.......
dem 23Anna Perpetua'Fmcra Veras!
casa terrea, oceupada pelo senhorio, ava-
liada por 1208, importancia da decima.
dem 2. Jo.qoim Felu-Machado, casa
lerrea, arrendada por 1688, importancia
da decima.......
dem 27Viuva de Jo- da Cosa Malhias!
casa lerrea, arrendada por 1208, impor-
lancia da dcima .
dem 9..lluspiial de caridade, casa ler-
Idem 31.Anlonio Jos da Silva Clirisp'ia-
no, casa lerrea arrendada por 168?, im-
portancia da decima......
dem 33Joanna Pessoa de Lacerda, casa
terrea, arrendada por 1568, imporlancia
da decima........
dem 35 Jos Malhias da Cosa! caja ter-
rea, arrendada por 963, imporlancia da
decima.......
U'tn- :1.7' "" Kecul,lim''"o da Coceca d
Ulinda, casa terrea, arrendada por HI
importancia da decima .
dem II Paulo Marques e Anlonio Fren-
cisco Macla, casa lerrea, arrendada por
1203, importancia da decima
dem 13.- Filtos lasso, casa terrea arrendada por 1209
imporlancia.da derima ''
dem 45. Dr. Pedro Bezeria Lelir d
Araujo Pereira, sobrado com urna loja.
dous andares e sotao, arrendado por 3489
importancia da dcima .... ,
i: Trevessa da ra Bella'.
l'umero 2.Joaquim Dias Fernandes, casa
lerrea, com soiao, arrendada por 2403
importancia da dcima "
dem 4. Viuva e herdeiros de Jos Fer-
nandes Eiras, casa lerrea, arrendada por
n>89i imporlancia da decima. .
dem COs mesmos, casa lerrea, arrenda-
da por fus?, imporlancia da decima .
IdemfSJuaodeSouza l.ima, casa torrea.
arrendada por 132?, importancia da de-
cima .......
dem 10 Joanna Maria do o Rosario
Marganda Maria do Rosario, casa lerrea
arrendada por 72?, importancia da d-
cima .,.,..
dem 12. Francisca Pereira d'c gu'iar'
casa terrea, oceupada pelo senhorio, ava-
llada por lili?, importancia da derima
dem I Jos Joaquim da S'lva Maia!
sobrado com dnas lojas, e doos andares,
demolido.......
dem 16Barlholomeu Francisco de San-
ia, casa lerrea, arrendada por 728, iin-
P rlancia da decima.....
dem 18O mesmo, casa lerrea,' arrenda-
da por ,2?, importancia da decima. .
dem 1Maria da ConceicSo, casa lerrea
arrendada por 96?, imporlancia da dci-
ma.........
dem 3Viuva e herdeiro de Jos Gonral-
veslr.reirae Silva, casa lerrea, arren-
dada por 1208, importancia da dcima.
dem a\ java de Joao Ferreira de Souza
casa lerrea, arrendada por 108?, imner-
lancia da decima.....]
dem 7Cerlrudes Maria da'Gloria, casa"
lerrea. arrendada por 96?, imporlancia
da dcima....... "
dem 9. Dr. Joao Antonio de Souz'a Bel-'
nao de Araujo Pereira, casa terrea, ar-
rendada por fii?, importancia da decima.
Reren da I ravessa da ra Bella.
Homero IBcrnardino Francisco de Azc-
vedu Campos, casa lerrea cura om quarlo
arrendada por 132?, imporlancia da de-
cim3 m
,, ., Travesa do hospital."
dem 2Malhias l.opci da Cosa Maia ra-
sa lerrea, arrendada por 6U8, importan-
cia da decima......
dem i. Jo.lo Francisco dos Sai lo', casa
terrea, arrendada por 96f, imporlancia
ua decima.....
dem 6.Filiaos de Jos Rodrigues do Pas!
so, casa lerrea, arrendada por 120. im-
porlancia da dcima.
12960
12-3960
218600
23870
8
8
a
8
108800
IO38OO
278000
459000
128960
173280
10/800
153120
10980(1
8
IV? 120
148010
88610
123960
3
togeoo
io?80o
3I?:I20
219600
158120
15?I20
113880
69I8O
88610
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D972O
83610
78560
H3880
.58100
8/6 O
dem 8. Manuel Joaquim Baplisla, ca-,1
da cJee""* Pr *'**' "DWUS
dem 10. Dr. Pedro Bezer'ra Bellra d
Arante Pereira, casa lerrea arrendada
lUfDOO
159120
"a da decima .......'......
m 3Francisco Pedro Ralis,'caa Ier-
re., rendada por 72?, imporlancia da
.....- arrendada
por 81.?, importancia da decima .
dem 1Jacinlhd Maria na Conceicao, ca-
ta,d,arde,cim;e,,dada|,0r'J,l?'"'''u""'-
dem 3Fran
rea
rier..,
"etafc. 7lrm'.""L1"1' SS'' Sacrame'ulo
da fregoezia de Sanio Antonio, casa ler-
dec'.m"" t""'2*' imporlancia da
dem 7 A mesma, casa torrea,'arren'da-
ua por ,2?, imporlancia da decima .
nol-7a "'"T1 M" ". a.rendada
i1 .'.*' '"M oilancia da decima .
dem ll.-Rcrolhimento da Clona, ci "
torrea, arrendada por 72?, Importan
da dcima.....
dem 13Jos Alves da silva oinMlee!
casi lenea, arrendada por 729, impor-
tancia da decima ....
Primeira leeoao do consulado provincial! de le-
Conliauar-.e-ha.
casa
ncia
.?560
8?I00
6/180
63 80
63180
69480
6f480
63480
FREGUEZIA DE JABOATAll'.
DMA ESTATISTICA.
Serie de uuudros
RE
concernentes a" rjnesma
freeuesia.
lem feito quanta imprudencia ha, para ver se entra 1 que tive em minha fazenda
para a classe dos negociantes do al^odao, emhora craro Cacheo,
20 Felippa Ncry da Costa,26 a unos, branca,
casada.
21 Maria, 6 anuos, branca.
92 Joanna, 2 anuos, branca.
23 Pedro, annos, branco.
2 Eustaquio, 6 annos, branco.
25 Anna, 5 annos, branca.
26 Luiz Comes Ferraz, O anuos, branco,
casado.
27 Jcronymo Comes Ferraz, 28annos,bran- em anirar, e para isio se mosira desasada e pre-
co, soltciro. 'ende que oa oulros annuam a ludo. Baldado em
lauca 111,10 ile uniros
Jteala fazer ludo que
por muilo lempo o es- em principio desle anno : 2.-, se V. S. nao
28 Francisco Comes Ferraz, 23 annos.biart-1"".' ,0,"10 !"ju"'ficve, 1
o, solteiro !"'"" P85'" ameasaa, proli
1Q Rniiiu, ii"' c i'i o. I imagina, cliesa al a declarar que se ha de perder.
I rinnK ,e,ra d *anl A"",' 3" 8n"0S' cnm ,anl cingue do. seua eompanbeiro. im
yranco sollciro. ,],.. 0 lem protegido mais de urna vez em seus ne-
ao Joanna Manado Carmo. 42 annos.bran- i gorios com preitacoos de dinheiro.
36 annos, branca, sol-
il.At.iO DEMONSTRA! I VA DOS II VBIIAN-
IES DA POVOArUl DE JABOAtAo.
( Continuado. )
Kltgenko Goiabrira.
I C.ipilao l'cdro Joaquim Comes,.);! anuos
hranr'fv picnln
annos,
Kranco, casado.
-' Mara Joaquina da Cmara, 52
''ranea, casada.
3 l'cdro Joaquim Gomes Jnior, 25 anuos
branco, solteiro. '
4 Manoel Joaquim C. Comes, lo tuno*
branco, solteiro. '
5 AuguSlo> a annos> branco, solteiro
B i>aldmo, 12 annos, branco.
7 Paulino, 7 anuos, branco.
8 Anna, 24 annos, branca, solleira.
i Tnenza, 21 annos, branca, soltcira.
1 cendiila, 12 tunos, branca, soltcira.
11 Francisca, lo annos. branca.
12 tenes. 0 anuos, branca.
13 Hara Hanoella, 37 anuos, branca, sol-
I Jos Urboza da Silva, 38 anuos, branco,
casado '
15 Maria Joaquina da Cmara, 24 anuos,
branca, casada. '
16 .lose, 8 annos. branco.
17 Flix, 2 unos, branco.
18 Anna Maria do Rosario, 63 anuos, bran-
ca, viuva.
13 Pedro .losoCornos Ralis, 38Imiuos,blan-
co, casado.
ca, soltcira.
31 Amia Senhorinh
teira.
32 Maria llernardina Pereira, 32 annos,
blanca, solleira.
33 Anlonio Jiarbosa da ConceicSo, 60 an-
nos. pardo, viuvo.
3* Catliarina,8annos, parda.
3o Anna Maria, 65 anuos, parda, viuva.
.6 Jos Joaquim Barbosa da Conceir5o, 10
annos, branco, casado.
37 Maria Jos, 36 annos, branca, casada.
38 Jos Barbosa Junior, 1 5 annos, pardo,
solteiro.
3f Joaquim liarbosa da Conceic3o,13annos,
pardo.
40 Maria, J| annos, parda,
41 Joao I.eile, 30 annos, pardo, sol-
teiro, y
42 Antonio Joaquim Frazito, 30 annos,
pardo, casado.
13 Francelina Maria da l.uz, 2* annos, par-
da, casada.
4i Clandina, 7 annos, parda.
15 Leopoldina, 7 annos, parda.
*6 Hilario Jos de l.ima, 60 annos, pardo,
casado.
47 Maria da l.uz, O annos, parda, ca-
sada. '
48 Maria, ."> annos, parda.
49 Francisca, 8 annos, parda.
0 Aleixo Hispo da Couccicvio, 50 annos,
preto, viuvo.
51 Pedro. 15 anuos, pardo, solteiro.
52 Joao, 16 annos, preto, solteiro.
53 Joanna, 18 annos, preta, solteira.
5 Custodia, 20 annos, preta, solteira.
55 tlarcolina. 17 annos, prela, solteira.
56 Antonia, 7 annos, preta.
57 Maria, 2 annos, preta.
58 Manoel, 3 annos, preto.
5' Cuilbermina, lo anuos, preta, solteira.
60 Manoel Rodrigues do >ascimenlo, 60
annos, preto, viuvo.
61 Matbildes Mara, 20 anuos, parda, sol-
leira.
62 Antonio, 6 anuos, pardo.
63 Marcelina Concalves Ferreira, 70 annos,
parda, solteira.
64 Julio Cesar da Costa, 33 anuos, branco,
viuvo.
C5 Maria, 13 annos, parda, solicita.
66 Marianna, 1 anuo, parda.
67 Maria Jos, 22 annos, parda, solleira.
Brancos.
Pardos.
Crioulos
Total.
3.'.
21
ii
(.7
Kiigenho Bitlhes.
1 Capilao Manoel Pires Ferreira, 50 annos,
branco-solteiro
2 Francisco Itezeri da Ptes*, .o annos,
pardo, casatjo.
3 Maria Joaquina da Conceicao. 42 annos,
parda, casada.
j Atina. 2l annos, parda, soltcira.
5 Kupbemia, 20aitinos, parda, solteira.
6 llernienegilda, l}\ annos, parda, sol-
leira. \_^
7 Harina, 18 annos, panav solteira.
8 Ccrvasia, 16 anuos, parda\ solteira,
9 l'rolasia, 16 anuos, parda, solteira.
O Ausencia. 15 annos, parda, solTMca^.
11 Amelia, 14 annos, parda, solteira. ^
12 andida, 13 annos, parda, solteira,
s l'bcopliila, 12 annos, parda, solteira.
I* -Maria, sfnnos, parda.
5 I raucisco, 11 annos, pardo.
16 Huu'no, 8 annos, pardo,
17 Kxequiel, 6 anuos, pardo.
18 Fpiphania, 9 anuos, parda.
1! Juvino, 2 anuos, pardo.
20 Flix Jos Itodrigues, 30 annos, pardo,
viuvo.
21 Jos, l annos, pardo, solteiro.
i, /"'"'crmina, 22 anuos, parda, solleira.
2. Florencia, 18 annos, parda, solteira.
2- Anna, 13 annos. parda solteira.
2o Ignacio los iludtigues, 35 anuos, par-
do, solteiro.
26 Florencia Maria do Rosario, 30 annos,
parda, soltara.
27 Manoel, 7 annos, pardo.
28 l'.ulino, 5 annos, pardo.
29 Maria, 3 annos, parda.
30 Belarmino Honorio, 28 annos, pardo,
casado.
31 Anna Andreza de Mello, 28 annos, par-
da, casada.
32 Manoel, 3 annos, pardo.
33 Rita Domingas Sorianna, 50 annos, par-
da, viuva.
3 Martinho Pacs da Silva, 2 annos, psr-
r do, solteiio.
5 iilippa Coelbo Damasceno, 55 annos,
parda, viuva,
!6 Antonio Joaquim Vvelin, 30 aunos,
pardo, casado.
37 Vicencia l.uiza do Souza, 26 annos, par-
da, casada.
38 Marcoliua, I annos, parda, solteira.
39 Joaquina, 13 anuos, parda, solteira.
iO Joao Vicente Ferreira, 40 annos, pardo,
casado.
41 Francisca Maria Xavier, o annos, par-
da, casada.
42 Joanna, 9 annos, parda.
3 Marcolina,7 anuos, parda,
44 Alejandrina, 6 annos, parda-
45 Maria, 2 annos, parda.
46 Julianna, I anuo, parda.
<7 Joaquim de Sanl'Anna Corle/., 8 annos,
pardo^casado.
48 Joaquina Francisca de Souza, 54 an-
nos, parda, casada.
49 Lozia Francisca do Nasciinento, 39 an-
nos, parda, solteira.
50 Florencia Corle/., 35 annos, parda, sol-
tcira.
">! Victorianno Jos da Rocba, 80 annos,
pardo, casado.
52 Certrudes Maria do Rosario, 50 annos,
pa'da, casada,
53 Manoel Victorianno, 28 annos, pardo,
solteiro.
5 i Antonio Jos da Rocba, 35 annos, par-
do, soltciro.
50 Francisca Maria, 12 annos parda, sol-
tcira.
56 Pedro Jos Comes, 22 annos, pardo, ca-
sado.
57 Emiliana Maria da ConceicSo, 27 anuos
parda, casada.
58 Maria Francisca do Espirito Santo, 60
annos, patda, viuva.
59 Elias do Carmo, 50 anuos, preto.ca-
sado.
6() Filippa Maria das Virgena,
preta, casada.
61 l.ufiuo da Paz, 18 annos,
leiro.
62 Florentino, 12 annos, preto.
63 Domingas, I* annos, preta, soltcira.
64 Margarida, 9 anuos, parda.
65 Emcliana, 5annos, preta, solteira.
(Continua;.
ltimamente declaroo que empregaria a descom-
postura, e a calumnia como meio de intimidar, e ver
se consegoe viver e negociar a cusa dos ilemais pren-
sarlos ; para eila hu. diste, que lia va de e>rrever
rorresponrtenrias nos jornaes desla cidade contra a
gente do Fi re do Malos.
Ora, como os homens do trafico do algod.lo tillo
informados dessa sua delibera^au, c a (alia de relle-
*ao, e a pai\ao do de*peilado podem leva-lo a pra-
licar o que diz, e commelter oulros moitos excessos,
julgam prudente prevenir ao publico, do que lem
de apparecer impreco, com asignatura de alguem,
ou com pseudnimos, repeljindo desde ji quaesquer
calumnias e falsidades que sejam impres.ai.
O nico motivo,que leva a deaal1eclo,ou desaliedla
da gante do Forte do Malos a escreverem seja o
que tur conlra elles, u.lo he nutro seno o que fica
cima declarado, e o publico sensato saber distin-
guir os homens moralisados do perverso.
Devemos anda declarar que nos consta, qoe eisa
pessoa a quin nos referirme), com o fim de querer
levar ti coosaa valentona, chamou um homem, a
quem eile snppa valemaa vdeslemido, para seu cai-
aeiro, e que, segundo Bel informara,anda comanle-
menle armndo de um caivete de mola, do que a po-
licia dever lomar conhecimenlo. Por ora fica a es-
pera do fuluro
O vigilante.
I.emos hoje cinco do correnle, um corrroonicado
sobre o Forte do Mallos, aisigoado por *" a' que
daremos prompla resposta, po ohslanle o deiprezo
qne^nos merece o seu autor, ou autores.
s(e coinmnnicado se enrelou dicusrilo cobre o
assa pelas saas circumslunrias, mas hoje hera conhecido
em sua origem e fim, pelos debales do jur\. Nao
noove quem u.ln aponlasse como anlor deslecrime a
lrancisco A. de Moraes Pirec, quer antet do pro-
cesio, quer durante a sua marcha, e llgunt espirito*
man rectos e irdependenles, ainda depoia do julga-
menlo do jory, Qrarnra convencidos, inliinamenle
convencidos de que Fraocliea A. M. Pites leve prin-
cipal p:irle em lao horrivel allenlado.
Hoje apparece csse communicado, que prncora in-
noecntar ..bsololamente o Sr. Pires, fondando-se na
abaolvi^ao do jury, como se esle tribunal nao fosse
su cacao, sahorno e peila, corno os oulros juies do
Brasil, O jurj nSo he infallivel : mai se o Sr. Pi-
res foi absulvidn, islo he, se os jurados eslao con-
vencidos de que ella nlo fra criminoso, pode lievec
.i-a m que ainda boje o oteja, econ-id.rr u-ju-h
aquella jjlgamenlo. A upiniao publica no'lem
obriaajo de curvar-se i derislo dos juizes.
E lauto he islo verdade que os tres estrellas, autor
do communicado diz as seguinlea palavras : fosse
como fone, a consciencia publica nao ficou salufeila
como jaljamento. Ella presenlia qoe a juslija nao
havia altuigido aos verdadeiros criminosos ; e com
mi,inl i fisse bem Iransparente o veo que os occul-
lava, ellos liearara impunes.
Sim, It'm toda a raz.io o autor do communicado ;
a consciencia publica n3o ficou satisfeita ; e mullos
dos que assistiram aos debates, e couheceram o pro-
resto, vendo a coodemua^ao de Pedro Caborlo e
Corr-a de Mello, e a absolvkiio do Sr. Pire, dis ram com.igoo verdadeiro criminoso licoo impone.
Pondo porem de parte loda a referencia ao assas-
sinalo do Fidie, sobre o qoal someule Pedro Cabo-
clo, Corica, e Piret podem fallar ei-calhedra, e
com perl'eilo Conhecimenlo de causa, vamos ao ob-
jeclo do communicado.
Sen aulur falla de novas rivalidades no Forte do
Mallos, (az alluirs a dous prensarlos que ligavam-
se dema>iadamenla com um lerceiro, que passa hoje
por as'arsiuo.
Nesle poni nlo deve haver mystcrio : descbra-
se, diga-ie francamente o que ha," o que sabe, para
que o publico eonheca de-sas rivalidades, e ajuize
da parle de quem esta a razao, e f-oa justica.
Antes porem que nos explique o segredo e mys-
terioemque elle julga esinr envolvido o Forle'do
Mallos, nos diremos que slli s conhecemos um
pomo de discordia, que he o Sr. Pires, o qual quer a
lodo o transe associBr-se com os oulros prenaarKn,
que pelos precedentes do seu processo nefando, o re-
(if.'lem, e naoconsenlem inquinar snai relaroes com-
mei'ciaes com tal contado. Por nutro lado o Sr. Pi-
res q ,n,i' vanTa-ifcW't ,nive l*MiMe^SS3ot. enioe em
nono poder urna proposla do Sr. Pires, que foi re-
geilada por moilas consiiler-res. na qual elle evige
qoe Ihe dessein dez conlos d rail por anno, lquidos
de qoalqoer despeza.
Despenado com esle e oulros revezas, elle trata de
calumniar eos homens do Forte do Mallos.
<1 que mais sabemos he. qoe se alcuem lem cai-
eites ficticios, nilo he neuhom dos negocente! do
algodao, que nao foram envolvidas no processo li-
di ;que se alqum raiieiro anda armado, lambeiii
uo sao os deises negocianles.
A polica, paranlo, deve olhar para os reos de po-
licia, que sao incorregiveis, e qoe procuram reinci-
dir no mesmo crime. I.milaiiio-nns a islo, em-
quanto o autor do communicado nflo for mais ei-
plicilo ; mas pedimos a e-te senhor que ceja mais
claro, arranque a mascara da hvpocrisia, dica as
coosas de modo que possa ser levado aos Iribunaes
pela doyida reiponsabilidade : n.lo lenha lano me-
do dos juizes, quem he innocente sempre escapa,
por vonlade divina, a' punirlo. O autor do rommu-
nicado abe que seu amigo o Sr. Pires, a quem elle
tanto defende nesse commonicado, nao obstante a-
preaenlar->e no jury sempre muilo paludo e aterra-
do, conseguio ler absolvido.
Os moderados do Forte do Millos.
Srt. redactores..Nao he a hajularilo e nem a li-
sonja quem nos move ueste momen'to, mai sim a
aprer.cao e recoiihecimenln do mrito e viriu.le
de um li un ni, cujo bello carcter na he vulgar, e
riera muito fcil de encou que as palavras e theorias que os homens apiesen-
l.iui, sao quuii sempre deimerlidas pela pralica de
seo* cIqs.
Esse ir-ii.prn, de quem queremos fallir, he o lllm.
Sr. coronel Anlonio Gomes Leal, commainlaiile ac- j *'."'" n Polica e seus offlciaea, no ceuiro desla ea-
lual da lltia de Fernando, que couquislaudo a iviii- P'la'. foi completamente adulterado pela | cima ma-
palhia de lodos, porque dello sempre ouvimos ira- | ,evola do Sr. t>r. Valle ; se .1 vista de urna Ido gra-
mas que o dedo <.t Heos, em
occasi.lo que esse escravo se apresentava na secre-
taria da polica para to Ihe dar o competente p,sa-
porle, fez com que elle, espontneamente, coufei-
tatse o delicio, de modo que foi recolhidn eada,
Sao estas, alem de nutras, ai impulac/ies qoa me
faz o Sr. Dr. Valle no artigo a que roe retiro ; e,
para que possam ellae chegar de novo ao conheci-
meiuo do respeitaval publico com loda a for$a da
impareialidade, cireamspecc.ao e eloquencia > com
que fui aecusado pelo Sr. Dr. Valle, que se du oor-
gao da opima-) poblica o, paaso a Iramcrever aqui
com loda fidelidad* os irichoi detae artigo na parle
rdativa a essas inipularoei, para i'i.lao pruluztra
minha defeza.
Apresenlou-ie na secretaria da polica um es-
cravo anda moco, mal mal encarado, afim de Ihe
ser dado o_competente passaporte para o Kio de Ja-
neiro. Era urna merca loria qoe eeo aenhor man-
dava para especular com a alia do preco em que tan
gneros alia eslao.
n No momento porem de se Ihe indagar do no-
me, o eecravo, que se chama Zacheo, e qoe he de
propricdae do *Dr. Ricardo Decio Salaxar, negoo
ler esse para quem se pedia paisaporle, dando seo
oulro nome qoe nao lem. Para poder chegar ao
conheclmeulo da verdade, o Sr. Dr. chefe de polica
ordenoo ao seu secretario Dr. Barradas, que com o
despachaule fosse casa da senhora a quem primi-
tivamente perlencera o dito escravo, e qoe della le-
dagas huanle a ausencia do Dr. brralas, bacheo
ie aproiima do Dr. chefe de polica, parante a
leslemunha que nos n.irron esla oceurrencia, disse-
Ihe ser na verdade o mesmo escravo de que ae Ira-
lava, maa que eslava creando estas difllculdadee para
nao icr remellido para o Kio ; dlsie mais que seo
senhor, Dr. Ricardo Salazar, se portava para com
elle com ingralidao, porque eomprando-o de sea
ei-'euhor Raimundo Audio Salazar, l'-.e aasegorara
que jamis o vendera, o agora qoebrava ai loas
promessas ; e que j que o seu aenhor o quera por
forja embarcar para fora da provincia, elle decla-
ran a pohcia que era o aisassino de Raimundo de
Malos, vaqueiro qoe linha sido do Dr. Anlonio Ce-
sar de Berrido, e que elle o matara de da, parante
grande numero de ic-u-munhas, na fazenda de gado
desse senhor, sita nos campos da Pombinha, dislric-
to de llapucoru-mirim.
Por mais algumas indagares rpidas, a qoe lo-
go em tegoida procedeu verbalmenle o Dr. chefe de
polica, confessou o escravo que lenlo aisassinado o
infeliz Raimondo de Matos e nao sendo perseguido,
emhrenhoo se nos matos, seguindo para o serillo,
onde esleye por algom lempo, al que vindo urna
vez a Caiias, foi all preso, e por fim entregue a urna
eacolta, qr.e o levou a mandado da aoloridade e a
pedido do seu senhor, para a sua fazenda, e ah se
conservou, al que foi falsa l remettido para esla
capital para e>r vendido on remettido para o Rio
I' I lO.
Mesle niterim vollou o secretario de polica,
assegurau/lo a idenlidade do escravo segundo o les-
temunho da pessoa de quera te fora informar, a
qual larabem cunlirmoo a confissao do mesmo sobre
a existencia do letaariDalo qoe commettera.
Zacheo date que a pedido do ten Sr. Dr. Sala-
zar foi elle remettido por urna escolla mandada por
seu senhor de Cavias para a sua fazenda ; que ah
lem estado al hoje.
So bem nos recordamos, parece-not ler oovldo
dizer que eise eteravo, quaudo vinha escollado, ru-
gir do poder da escolle, e que rulo havia mais ap-
pareeido a agora fazendo tao compromettedora
continuo o eteravo que a i peeprio te deuuncia, he
Clister que sejam lomadas aa mais diligentes pro-
videncias para chegar-se ao exacto conhecimento da
verdade.
Disse ainda o escravo que nao deviam exiilir no
carlono de llapocoru-mirim os papeia tendentes ao
proresto da morle que perpetrara, porque Ihe dis-
seram que haviaro sido abalados por teu senhor.
O que porem n.lo podemos deixar de acremente
censurar, he a conduela reprehensivel do Sr. Dr.
Ricardo Dccio Salazar.
Esse senhor sabia que o sen escravo Zicheo fora
o_ aesassiuo do vaqueiro do Sr. L)r. Antonio Cesar de
Cerredo ; sabia que o /arheo fuaira do poder de
orna escolla que o fora buscar a Caiias para a tua
fazenda, com o maior escndalo e atropello das nos-
asa leis ; sabia e dizia-o qoe o seo escravo Zacheo
era um grande malvado : e parque, em vez de en-
Irega-lo a aoloridade publica para processa-lo e po-
ni-lo, o ia ifini ti.r para o Bto para aer vendido i
A venda era castigo que mereciam seos feitoi
ravemenle ccimlnoaujT. '
'.- ...'quai fajaos commenlarios que bem qoi^-
zrr sobre o fado que acabamos de noticiar : o que
pedimos he a punicao do criminoso e a observancia
da le. >
Agora que se sabe por feUmenle quaea sjo e
impulacurs e as circumslaocias aggi/vanles que as
aeompanliain, cumpre-me declarar cyolemnemenle e
de modo irrespondivel, qoe sao lods ellas fdlsas, e
lilnaa nicamente do ardenle desejo que h,i muilo
nutre o Sr. r. Valle de deprimir e (Ganar a minha
repulaeao. /
l>s documentos 1, 2 e :l qoe eyhibo ero minha
aeren para eonlundir o meu detractar, provim ple-
namenie que o escravo Zacheo nao esleve homisiado
em minlM fazenda, como "perlidarueule aflirraa o
Sr. Ilr. \alle, pois que foi elle preso por Seralim
Juilino (mmei uo di-lriclo da Chapadinha e remell-
do ao Sr. Dr. chefe de polica pelo delegado da villa
um \argem Crande do lauara ; que o Sr. major
Isaac Espoa de Miranda, sem o saber, m'o quiz
comprar por bnm diqheiro, e que eo recuse! vnde-
lo, declarando-lhe que o escrnvo era criminoso, lin-
io que o ia entrenar a' polica ; que de fado raan-
dei-o entregar ao Sr. Dr. chefe de polica para ser
punido ; e que en lim esse escravo, que se diz foi
polica para se Ihe dar passaporle, nao he meu, e
muilo menos o Zacheo, que esla' em poder da jusilca
dede a data do alie.t* lo junto.
Se o Sr. Dr. \ alie quizar dar-se ao Irabalho de
interrogar o escravo Zacheo, qoe se acha preso nesla
capital a' di-potirao da jostra, laher que elle nou-
ca e-leve em minha casa, e que para captura.lo e
enlrega-lo a' ustica despend para mais de cem mil
res.
Tenho por esta forma respondido ao meu detrac-
tor, confuodiudo-o peraute o juizo imparrial dos
nossosjulgadore.
Mais urna rellexao.
Se esle fado que se dea na presenoa do Sr. Dr.
ntposta como me convier.
Desejo-llu i. >a saode que ditponha de quem he
com loda comideracao,
De V. S.
Amigu ilieiinoso, venerador e criado,
Ricardo Decio Salazar.
S- C. II da telembro de 1857.
Illrn. Sr l)r. Ricardo Decio Salazar,SalisfWen-
| o que \ s. da mim ciige reepoudo. Quanlo ao
W-Jffy' 1u "u eKrivo Zacheo foi preao na
r.B .1. .."" Ui de fe'">. 'o por mim en-
nohci. e A" Vargem-r.nde, ao delegado de
po .cia eapuao Fernando Anlonio do. S.nlos, que
do deate".', !."1 "'' "e """0 i,, 9 d *
Mai ? nt Z "' "DP0'"ncii de 13760 rs., que
pidido de V. S.. en mande! forneccr diaria ao dito
derVnnn l-2^ !8 Je 31 dVn^o
desle inno, e pai.oo para as cadeias publica or
UmZd0 "i" fhfVP0l'Ca- Qu.n'to ao ;.-,P|.
tambera cario qoe oflercci 8009, por p.rle de meu
V. S. diclirou-ma qoe por dinheiro *|gom 0 nudia
vender por ..lar etseescravo criminosote nue por |!
ao o entregar policii.Todo o expendido h* verda-
do, eo o juro se for preciso, e por laso meirao pude
V. S. do minha rospoati fuer
v*r.
o uso qoe Ihe iprou-
/
Sou com loda a coniiderac,ao e respeilo,
, De V. S.
Am'go alleneoio, vanaridor e criad*.
or a. a w I" E.po. do Mirauda.
S.C. II dedezembro do IS".
KlMahoeo a aasigoalura aopra. Miranhla 1 > de
Miembro de 1857.
Ealava o aignal pnblico.Em letlemooho de ver-
dade.
O labclli.lo interine.
Joio Benlo Loii da Mola Junior.
Documenlo n. 3.
Illm. Sr.O tachare! formado Ricardo pecio Sa-
laxir, precisa a bem da seu direilo, qua V. S at-
ieste, ou mande ettctlar, abaijo do-la, o dia, o'mez
e anno, em qu* o aupplicaote mandou por a di.pn-
sivo de V. S. o escravo Ziehoo, em eootcquencis de
ichar-si elle compromellido no aiutiinato do infeliz
Raimundo de Maloa. bem como oode para elle pre-
sentemente.P. a V. S. Illm.Sr.Dr.ei.tfe de policio
hija por bem atleitar, ou mandar alleslar o reque-
rido.
ER. M.
..... J Ricardo Decio Salazar.
S. Soiz, 14 de selemhro de 1857.
Couio requer. Secretaria de polieia de Miranhao.
14 de aelembro de 1857.
Nones Uon^alvea.
Certifico, qoe pelo supplicanii foi poslo a ditposi-
io do Sr. Dr. chefi de polica, em I de maio do
correnle anno, o eteravo de nome Zacheo, em conae-
quenciade achar-se compromellido no assaesinalo de
Riimiin lo de M los mri'-lialo na comalia do II.-
imcuiii -miiun, como roelhor se v de um ofllcio di-
rigido a esla repartirlo pelo mesmo supplicaule.Cer-
lilico oulro sim, que o mencionado escravo le icha
presentemente na radela desla capital. Secretaria
de polica do Maranhao ti dea.timbro de 1857.
Pedro de Soma Guimar3ec,
Amanuense interno.
SOCIEDADE PHIURMONICA.
Ha quasi um anno que se fundou com
grande enmuslasmo esta sociedade, o al
hoje nem sequer se trata do agenciar as
quolas dos socios.am de se a Installar defi-
nitivamente. Um veo de bronze, igual a
cola de milha de que Vulcano se servio pa-
ra apanl.ur Venos, sua mulhor, e Marte, seu
amante, envolven esta reunio social.
Agora que nosachamos a sos com o inspi-
do Santo Isabel, porque razao senlo busca "
dar-nos mais um entretinimento- installantjo
essa sociedade ? oDicant Paduani.
Ainda voltara .
O socio que pagou.
SatisfarSo ao respeitavcl publico, sobre o
<|tie diz o Sr. padre Joao Herculano do,
llego nosJornaes do Commerciode
2."> e 29 de setembro de 1857.
O meu filhe Francisco Xavier Salles Cavalcanli de
Almeida lumenle te enearregou d ordem superior
da prisSo-do Sr. padre Reg, depois que esle o in-
sullou no mais sagrado, dn.enda qoe meu lilho ha-
vil vendido ( oh calumuia e infamia revullante )
tua mulher, e tendo o calumniador chamado a ret-
p0;;ahilidade, apresenldu o criminoso Pedro Rahia-
no com'' 'le ,4D'do por toda essa cidade.
depoim'"'0 <,oe foi Publicado no Diario de '
Pernambuco, M'' ""' Joaqoim fabricio de
Mano,, nao devia ,jIe,eoino fo'. trednzido pelo Sr.
padre Reg, soppondo dm***Jif,"',Cmo ell "'
pira te Ihe argir crime di lenUn^'i" rao/,e m"
posso asseverar ao Sr. padre que na7^!,ca?i5o1.de,-
se consciencioso e verdadeiro docomentT^a'ii i
orneo de levar ao eonhecimento do ourtl
....... _. Keso

-
10 ann.is-,
prclo, sol-
(>0n\imiuicab0&
AO PI.RLICO.
Ja mais lo urna vez i imprensa lem fallado sobre
cedo- o correncias que apparecem no lorie do Mal-
los, a respeito du trafico do algodo.
Os iiiteres.es legtimos de ano, as especulares
propria. de todas as traosarcijes commerciaes, a ua-
lureza especial desle ramo da industria do paix cer-
cada de circumilaocias que Ihe sao poculiares.e prin-
cipalmente a ambicio exagerada de oulrot qoe nao
lem eaptleee, nem geilo, ou recurso algom para lal
negocio, fazcm com que algumas ve/.e te de certa
aiiiniarao edesg.sios entre o pessoal que trafica no
algodao.
Pondo porem de parle c-las pequeas cousas pro-
priis e inherentes di um coimneriio com malulos, e
certa gente desageilada para negocios, he sem duvi-
di por caosasomenle de urna pe.soa.que alguma'det-
intelliueucia apparece no lorie do Malo. Esla pes-
soa, hern condecida por ler ido envolvida em um
prucesso de homicidio, que o dennoralisou bstanle,
l*; E-le artigo loi-nos entregue sjbbado a lar-
de, e por abundancia de material nao pode ser pu-
blicada hoiilem.
Os Redactores.
lar com vanlagem, agora livemot occasio de ocular-
mente verificar que bem merecida he essi nomeada
de que goza.
Ecom elleilo, indo m'x ha ponen a llha de 1 or-
nando, com hceura do Exm. Sr. vice-presidintu da
provincia, a tratar de negocios particulares nota**,
nos poneos das que all livenios de nos demorar, ob-
servamos que urna satisfago e eonieniaineiilo geni
domina a todos os habitantes daquelle presidio, em
duvida porque o lllm. Sr. curonel l.eal, intelligeme
e de om coiagao bem formado, parece icr o homem
azado e proprio para commanda-lot.
A philanlropia oo propriamente a caridade que
exerre pan com os miseros sentenciados entregues
a tua inspece.ao e cuidados, a delicadeza com que
Irata a lodos os seus empregados e subalternos, fi-
nalmente a urhanidado e eavulleirismo com que re-
cebe e obsequia a lodos que aporlam naquella llha,
lornam o lllm.Sr. coronel l.eal dicno e m.-recedor
de lauto maior retpoito c venerarlo, quanlo lin el-
le a arla de saber manler a ordem e disciplina si> pur
meios briitdos, e sem recorrer a arma da leverida
de, que ainda hoje faz terrivel a memoria d aluum
qoe em oolras eras commandaram aqoellc pre-
sidio !
Emliin. o para di/.er ludo o que vimos no illm.
Sr. coronel l.eal, em femando, foi oo carador pu-
blico, urn governanle dislriboindo jostiel a seus go-
vernados, e no carcter particular um pai reparlindo
caricias e ternura com seos lilho, e ludo islo com
t-il Igoaldado, que a' sua |ii-lu;a e favores, lano di-
r!,o tem aquelle a auem a son collocou-o em po-
liclo m .i- elevada e vanlajosa, como aquella que,
golpeado pelo raio da desventura, ncnlium titulo
ni.ii- tem do que o de homem.
fiem podenamos agora detcer a anal;se de cerlos
acros meritorios, pralicados pelo lllm". Sr. coronel
l.*al na llha da femando, mas nao pudendo islo
ucmentir o seu elogio, porqoe elle ja' o lem
completo nesse nome c replalo honrosa, que ge-
r.lmenle se Ihe reconhece, t sobretodo na acertad i
escolha com que o govemo o cncarri-.;,.ii Je t.refa
lao ardua e melindrosa, concluiremos pedindn ao
lllm. Sr. corooel Antonio Comes l.eal, que receba
eslas uossas phrasea solas c sem nexo, ape
ve impolacao que ia fazer pesar sobre um seu col-
leca, nao se abalou elle do seu palacete para se in-
formar do secrerario da polica, o Sr. Dr. Uarradas,
alim de prodozir com aegoranca a iua accusacJo,
lorea he confessar que ao Sr. Dr. Jos Joaquim fer-
reira \ alie fallim t.. los os predicado! indispen.aveis
ao eirripliir publico, e qoe muilo locririam S. S. e
a provincia -e porvenlura depozesse por urna vex
essa peuria leviana, Indiscreta e falsaria que em
nada corresponde ao saber, a' circuin-pecca i o a'
boa consciencia que devem aempre ncompanhar o
orga-> da opiniao poblici.
Se o Sr. Dr. Valle co.tuma homisiar criminosos
de pena capital, roubar dos cartorios procesaos cri-
rnes, o vender cicravos seus que linhain inrorrido
em rrimes de pena capiul, saiha que sou incapaz
disso, e o desafio a provar eslas a-sen i>.
tt vista u'urn til pioeeder, nai le qoe mereci-
menlu possam inspirar os escriplos com que o Sr.
Dr. Valle cooiliutemeule canta a paciencia pu-
blica.
Ricardo Decio Salazar.
S. I.uiz, II de selembrode 1847,
Documenlo n. I.
lllm. Sr.O hacharel furmado Ricardo Decio Ba-
lizar, a bem de seu direilo, precisa que V. S. Ihe
mande pa--ar por cerlidao ede modo qoe faja fe, o
Ihcor do olliriu que o supplicaute dirigi a V. S.,
mandando por a sua diipoiic.au orscravo,Zacheo, de
propriadadc do casal de seu fallecido anlece.sor, o
Sr. Manoel Viris-imu de llerredo, em cousequencia
de ichar-se elle compromdlid no .. -1 i 11 a i o do
infeliz Raymundo de Malos, que se -leu na comarca
do llapucuru'-mirim.
P. a V. S. lllm. Sr. r. chefe de polica o defe-
rimenlo na forma requerida.
._, E R. M.
S. I.uiz, II de selemhro de 1857.
Cuino requer. Secretaria de Polica do MirmliSo,
11 de seterubro de 1807.
Nones Conexivas.
Em i,ii.i rmenlo do despacho topra, certifico
constar nesla secretaria o olliriu que a pelic,o upra
faz meticSo, do qual o seu Ihcor he o teguinle
lllm. Sr.Teudo tido informado pelo Sr. Dr. An-
per-
que pomo ealava elevado o odio do Sr. padre "'
conlra mim. e que ntaim eslava eomiituido meo*S-.
migo capital, e que nao tendo eu ( segundo a minha
consciencia ) oulro igual iniraigo ha quarenta annos,
que felizmente hibilo isla provincia, doSr. padie
Joao podara recetar qualquir traica* acerca da mi-
nha exislencia. E nada maii.
Victoria i de oulobro de 1857.
Tibortino Pinto de Almeida.
ATTENCA'O.
llareodo-me relindo da fregoexla da Escida para'
eberibe, Curato da S deOlindi.a exercer a respec-
tiva cadeira publica de priroeirrs lellris, fallara no
rigoroso devir de gralidie e amizade senao recorretse
ao prclo para dtr um publico tettemonho de meu
reconhecimenlo aoi lllms. Src. commandanle tupe-
nor llenriqiie Marques Lins, capi.lo l'heodosio Jos
Silva l.lnt, Manoel Per.ira Silva Lina, r. Jos Can-
dido Das e monas oolras peasoai do logar que arria
enladouho euumera-laa, pelat dignas alleneoes com
que sempre me trataran), e pelos particulares livo-
res que me hzeram, e coro especialidade aos lllms *
sr., major Candido Joi Lope* d* Miranda e capilao
*utonio Marques do Hollando Cevilcanli. A'quel-
lopelobom ocolhimei.lo qoe sempre liberalmente
proiligalisou-me, pelo bom eonceilo qoe aempre
llie merec qoando Uve a felicidide de estar cob tua
digna in.peccao.como delegad* do dislriclo Iliterario
da referida fregaezia dorante qualre annos e oilo
mezes, em qoe exerci h respectiva eadeia. A' eiti
pelit obtequiosat altenc.de. com qoe sempre Iralou-
me, dando prova de sua verdadeira eslima pelo trin-
co e generoso convite que no faoslo da 21 do jonhn*
do crranla anuo (g, Joao Uaptim dignou-ie fazer-
me pessoalmenle em eaaa da residencia do eugentm
Conceicao de tea moi digno mullido Belmiro di Sil-
veira Lint, para teu cpellao, o analmente meilre
da in.iru'cao primaria di toai don jovent filhinhai
com a urahlicarao de 1:0009, annualm*ntc, coirrof-
rerecimenlo honroso agradec*.
Sirvam-s* os IHrat. Sr*. e mais peiioit aceitar
esia pequem prova de amizade de quem afanndo-
se de ler encontrado em S. S. a imagem liel de '
verdadeirot amigo-, proteita lambem aer-lhot eler-'
namenle grato.
A qoem sendo a voi, Illm. Sr. major Candido Jo.
so Lopes de Miranda.me dirigir) finalmente dando;
vot os devidos agradeeimenloa por me h.verdes libc-
nWmenle Iraaqueado o elleslado abano trantcripln.e
cerlilieando-vot nao m que o aceito eom grande coo-
solarilo, como quem anicamenle delle uecenili pa-
ra fazerdeslruircabilmenle a impritso que porven-
lura pode a iniqoiisima calumnia r/aosir a mea res-
peilo peranlca directorij geral da in.lrocrSo publica
e seu respectivo coniclho direclor, mas q"ue lambem'*
o recebo com iaoal pejo por me mo conhecer mere-
cedor, e que so um seneroso elleilo, ds hereditaria
grandeza de V. S. m'o concederla diflicullindo-me
de algum modo corresponder a tao singulares allen-
coei. pon coiifeMindo-a. sem lisonja he moi poaeo : .
porem he ale onde podem chegar as Bienal forca-.
Ileberibe :l de oulobro de IX.,7.
O pidre Francisco Viriisimo liindeira.
(l major Cindido Jos Lope, de Miranda, delegad.
do dislriclo Iliterario da freguezii da Esrada, por
S. M. o imperador, ele.
Atiesto qua o reverendissimo Francisco Virissimo
Ilandeira, ex-profeasor publico da cadeira de insirueJ
gao elementar do prirueiro gra di fregaeiia da Esrada
desde o dia \> de novembro de 1852 al 8 de jolho dn
crrenle de 1857, cumprio sempre os deveres de seu
magisterio com recoDhecido zelo e idoneidide, so-
hresahindo-se adroiravclmenle durante a patead*
epidemia do cholera morhus nesld fregaezia, que"
tem embargo dos (erriveia iocoromodos, qr,. soflri*
em toa saude, frequenlara i sua aula, ler-io-i sem-
pre iberia, e por convite ja dos que Herrados pro-
curavam a igreja, o a dos accommellidos, preslava-
se francamenli a oovi-los em tua coiilitsio taca-
mental. di meopaahicos a toas expensa, adqoiridos, e applica^.
va-lhes com suas propnas maus, quinto isnoravam
a ap|-licar,1o.
Swlenloa sempre, emqoanlo aqui eileve, em na

'
, as rumo
um pequeo tributo de nossa eterna gralida-i e urna '""' Coaar de Bcrrcdo, qoe a escravo Zacheo,
homenagem de nosio respeilo; eja' que mais nos Menenle aocasal de meu fallecido anlecessor.'o'Sr.
nao he dado, Acaremos fervorosa e iurcssanlement* i Manoel Verissimo da Rerredo Jnior, preso uo dis-
oppl cando aos cos para que seus dias se drlilem trido da Chapadinha, c lemetlido a V. S. pelo de
sempre cheioi da felicidade, epsraquese con-erve | legado de polica da Vargem-Crande do'lguari. a
no commando desse presidio, dome uulr'ura te con-; qoal me foi entregue por portara de V. S datado
lam tantos horrores, que pareca lagar habilado e i de da abril prximo pastado, se acha implicado
dirigido mais por feral do que por humen*. | no p-oce-so ciim. inslaorado na comarca do llapo-1 cornp.iihia onerosa familia de roai viuva e di
iiuetram, Sr. redaclons, dar publ.cidade n eslas cora -mirun pelo assasiiualo perpetrado em 1850 ou Irtlxllao sollo ra., merecenlo os verdadeiros eocnm
iliat, que eiprnnem os verdadeiros! "8jI. na pessoa do infeliz Ra-mundo de Maloi, no. rniot de um bom filho e ai boas quilidades cle um
que foram a Femando no campos da Pombinhs ; lomo a resoluto como he dicn.i sacerdote.
'' men. aev"''e communicar-lhe o occorrido, afim Ha a para manilcslicao da verdade oque ve-
. ~ ~---------------------------- : de V = mandar lomar c ma do referido escravo, e, ",l" de dizer, e nao duvidci passa-la, sendo-m'a ne
J^UPllCflCDlfd toftl'ii providenciar em ordem a riua posia elle responder dida. '
i ao jury daquella comarca em a sua prxima icotto, I Delreacia do ditricto Iliterario ni '______:- -
licando V. s. denle j i na inlelligencia, de que o so- Escda,:|n de jolho de 1857.Candido J
entimenlos deDoos
hiate iCwIre.
propria lavra.o
Eis as raxoi em que me fumlo para dirigir-me
onicamenla ao Sr. Or. Jse Valle e nao a luda re-
d.ics-i daquelle jornal.
prio*
mi
Documenlo n. 2.
I. -_.r- U"un.1*"1?8 1" ,e enonlrim uo roun-
hisloria
lllm. Sr. major Isaac E-po. d. Mlr*nd.._Ouei-f M*jli^^11^lrM^r **""" qUe
responder-me ao pe' de.t, .o"to. pal.vra de Z Vm cTar-V.. i' M P" "nn,or-
, honra, o s.g.unle : I.-, em ou. In.ar fo, ,'re.,. .. .'.! Z2L12&!t "'-" "os, pollos depo.t em re-
As impuucoe, 'dV ,. (D,10 Je f.llar, alo : ,., I a^^ ^.VoiTq.^"^^.,"'!;!: Mi". "" "'' ^"io d<"^'""
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MLHTOiTifT
Aisim, por meio desla disiricsao honesta e inno-



_DIAR10 DK PERNAMBDCO TKRCA FBRA f, DB OITUiiRO DB 1857
eanlf, e por om muito diminuto qaanlitalivo, po-
demo-Doi recrear e lo raesiDo lempo iuslruir.
1 rarjinio itas poooas lindas, i lemos por lira re-
commendar eilo talabeltcimcnto a lodos aquellos
que amam as curiosidades I i-lorica, que tal vez o
ignorara.
I m amanto docosmorama.
f&atltbabt.
ESTATISTICA CURIOSA.
A llespanlit tem 49 provincial o 20.000 povoacei,
aetid 192 cidadas, 1720 villas a 15,128 aldeiai.
Tem aproximadamente 20,500 paroehias.
3,000 hsrmida em deipovoado.
10 naivariidadas.
65 calhtdraei.
XI itminarios.
100 rolligiadas.
l,!i:lil,70O casas.
15 inhumes larritoriaii.
12 capilaniat garata.
'Mi diitricloa administrativos.
188 judiciaei.
28 provincias terrestre-.
21 marilimgi.
z56 porto de mar, dos quaes Mi eitao habilitados
para o eommercio.
M Ifandegai, sendo 32 na raia do I "ranja, 31 na
da Porlogal e 131 as costas.
I tm 5,801) mag Irados i idvogidoi.
3,68i escrivaai.
i.316 mdicos.
9.770 crorgiOs 3872 boticarios."
100,00') emprecadoa.
I I9.2H0 fabricantea.
502,380 rendeiros.
178,820 jornalen',..
113,628 pastores.
174,100 criados de lervir,
8 arcebiipos.
50 bispos.
513 digoidades capitulares.
1,239 cooegos.
875 ecctesiaslicn< com prebendas, indas preben-
das e violena.
16,981 pancho*.
23,698 beneficiado!.
5.771 coadjutores.
10,876 saerisles.
5,333 acolytos.
13,241 captlirif-,
10,774 minorisias.
37,363 e&ressos profanos. *
2,290 iiovqos i 1,862 lelgo'.
161 padrea concreganto*.
23,558 freirs profana*.
1,005 novicas t 1,130 beatas.
500 farnaliilas, do-quaes 150 perlencem a Ma
drid.
(Jtnmi do Commercio do Porto.)
00KNK ( *-.!
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 1|2 d. i 60 d.
t Pars, 316 rs. por ir.
c Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|n da descont.
AccSo do banco 50 por ciuto de dividendo por con
ta do vendedor.
companhia da Reberibe 60J000 por aecao
t t companhia Pemamhucana ao par.
c a Ulilidade Publica, 30 por nato de premio.
e Indemoisadora. 61 idea.
a i da estrada de ferro 20 por Ouj de premio
Diseoulo de leltras, de 8 a 9 por cenlo.
AccSea do Banco, 40 a 45 de premio.
Duro.Oreas hespaoholas.
Moedas de 69100 valhae
c c 6400 novas
f 49000. .
Prata.Palaces bratileiros. .
Pesos columnarias. .'
maiicanot. .
299500 I
ALFANUEGA.
Reudimenlo do da 1 a 3. .
dem do dia 5 ..... .
3OS0CO
16JOO0
iifeOOO
90000
28000
2aOO
11860
74:9078071;
22:0118770
96:3218816
Descarregam hoje 6 de outubro.
Brigoe francezCearao resto.
Barca ingieraLindamerca.lorias.
Brigue iiiglezHelionetbacalhao.
Birca ingleaStelladem.
Bscona inglesaEramercadorias.
Brigue mgltzD. Joantrilhos de ierro.
EsL-una iogletaS. Peterdem.
Barca americanaCoobidiro.
Brigue braiileiroDespique de Beirii mercado-
rias.
Escuua hollaodeaaArnoldina Calliaiina-familia
de trgo.
Escolia brasileiraCarolinafumo e nho.
MOV1MEMO A ALr'AlSDEA.
\ nlomes futrados com fazendas . 323
com gneros . . 900
Total 1,223
Volarues sabidos com fazendas 185
com gneros . 231
Total
116
IMPORTACAO.
Barca ingiera |u Slella, vmda de Terra Nova,
coutiguada a James Crabtree \ C, aaanifestoa o se-
gu ule :
2,800 barricas bacalhao ; aos mesmos.
Barca inglea Meljicenle, vinda de Terra No-
va, conaignada a Sauuders Brothers, manifeslou o
seguinte :
2,850 barricas bacalh. o ; aos meemos.
CONSULADO UERAL.
Keudiinenlo do dia 1 a 3 .
Idtm do dit 5 .
9:1065990
2:8838387
11:9908377
01VERSAS PROVINCIAS.
Keudimento do dia 1 a 3 .
dem do dia 5.....
1628210
1258612
9671889
DESPACHOS DE EXI'OIU'ACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
5 DE OCTUBrtO DE 1857.
I i-li >aUngue porlugoet uAclivo, Jo.lo Chrisoi-
lomo G. Rosa, 28 cascos mel.
LisboaBrigue porluguei dativo, Manoel Alvcs
Guerra, 70 couros seceos.
LiverpoolBarca ingleza eContesl*, James Ryder
cC, 600 saceos aasuear miscavado.
Liverpoolliarca ioglcza almogenes, James Cra-
blres & C, 450 sacras algodSo.
Liverpool Barca iogleza nNanphanl, Ronrn
Rooker c\ C, 236 saccas algodao.
EXPORTACAO*.
Buenos-Avies por Montevideo, patacho dinamar-
qoez Alaria, conduzio o segoinle : 1,445 bar-
ricas com 11,008 arrobas e 26 libras de assucar.
Cans pala Paradina, patacho inglez uPerseverau-
eeo, de 306 toneladas, eeu luzio o eegninte : 1,260
saceos com 6,300 arrobas de assucar.
Cinal, barca toglexa Coringa, de 388 tonela-
das, condoli o atgointe : 5,0'tO sacro, eom
25,200 arrobas de assucar.
Liverpool, narra ingleza oLiDCastrr, 'condoli o
seguinte : 1,307 aeeaa rom 6,871 arrobas e 3 li-
bras de algodo, 1,068 cooros seceos, 2,910 saceos
coro 14,550 arrobas de assocsr, 600 arrobas de ossos.
RECKBfcbORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
HAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia I a 3. 4-580*997
dem do dia 5....... 1:9389711
5:8255708
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 3.
dem do dia 5 .
PALTA
ios presos crrenle do assurar,
gateros t proiucres nacionaes
iham na meta do consulado
na semana de 5 a 10 de outubro de 1857.
5:9iS-XS9
1:589/550
7:5388139
(Igodo, mni.<
que se de-pu-
de Pernamburo
>' de onca.......,
cabra corlidos .
carueiro......
Doce de calda........,
v goiaba.......
seceo ..........
jalea .....
Esquiadores grandes.....
pequeos....
Esleirs de preperi......,
Estopa siiii-iun,ii........
eslrangeira, roAo d'obra
Farinha de aramia.......
o milho......,
o ii mandioca.....,
Fcijao.............
1 nuil' em rolo bom.....
ordinario.......,
u cin lid ha bom......
ordinario.....
n reslolho.....
Gengibre...........
Gomma............
Ipecacuauha..........
Lcnlia de achas grandes ....
b b pequeuas .
b loros ......
Pranchoes de amarellode 2 costad
b b louro.........
Costado de amarellode35a40ii. de
c c 2 )i a 3 de I. ....
de dito usuaes.......
Cosladiulio de dito ......'!!
SoaJho de dito......'.".'.'".
Forro de dito....... .
Costado de louro...... .
Costadioho de dito........
Soalho de dilo...........
Forro de dito...........
cedro..........
Toros de lalajuba.........
Varos de pima.........
b b aguiihailas........
b b quiris..........
Em obras rodas de
b cixos B
Mel..........
Milho.......
Pedia de amolar .
b b lillrar .
b reholns ,
Hassava om molhos.
Ponas de boi ,
Sabo .......
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
Sola ou vaqueta .
Tapioca......
Unhas de boi .
Vinagre .......
Ira
^$00' An~" co[if,^or rendas provlncmes Para o presidio do. Fernando se^uo atr
- do inun.cpio do t.mannafa/saber que em o odia 12 do correle o brce nacional ll.i
W> d-'de'K.jolho foi entregue pelo delegado Jess: quera quizerirdo
8320 ** torn o cscravo crioulo de nomo I.uiz, regar," en ton c
600 "l "ral da comarca do l.unoeiro, de idade ardo Ferreifi
urna

m
o
Alqueire
alqueire
alq. 2

ecuto
B
B
os o m
isooo
-2IM)
IffilMI
IjlHX)
39300
:tsH(io
isooo
8.5000
95000
68000
118000
108000
7NKI0
28000
58200
32s(KW
28000
IjOOO
118000
30JOOO
aojooo
SfvSd.
passagem ou car-
la-se com o consignatario Edu-
rao lelegado, no da 3 do Janeiro do cor-
ranta aono, tiendo avallado na quantia de
1.20,5 ; pelo que chama-so a todas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 rtias, contados da pu-
rjitcscao deste, apresentom na collectoria da
dita cidado sua justifleagao de dominio a
qua ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e fiado o prazo menciona-
do sera arrematado em hasta publica, por-
ta domesmo Sr. collector, precedendo-se
annuncio do da e hora em que houver de
ter lugar dita arremetago, publicando-se
este edttal pela impreusa, e onde mais con-
vier. (.ollectoria provincial do muuiciplo
a
Leiluo
de mobilia.
Ao (^oiiv
Ra do oueimado n. 27,
esqun do Collegio.
Mussulinas com (.equeno toque a 200 rs. o
covado, enfeites para cabeca de senhora do
_ | mclhor gosto, e diversos precos, escomilha
preta para lulo, longos de setim maro prc-
tos, fuslSo branco lisa e de cores, u um sor-
timento r.omplcto de pannos linos c case-
miras.
siriipira para c.
B B
quinlal
lu/ij
par

caada
alqueire
una
um
cento
6,
meio
@
cenlo
fpipa
iO^OIM)
Ili-IKHI
I28OO0
108000
69OO
I2SU0
indicio
63000
1801)0
39000
19280
I96OO
19920
18280
3O5OOO
208000
8250
38800
8610
6800o
8K0O
8200
49200
8120
198000
68000
I92OO
19000
1*320
308000
(Sem limit).
O agente Botja l'ara' leilao, era cu
de Cotanna 30 dejuiho d8 1857.-0escrivao'armazem na ra do Collepio n \\ ,
da collectoria, Luiz do Albuauernup I in 11 .. ,"c510 lo, se
dos Guimarfie Peixoto. ,uuqueri,ue UMJumaexcdlenteinobilia de Jacaranda' cora
edra, {roitoinodernissimo, um lindo toi-
aDu.
m i-
potito*
Navios entrados no da I.
Rio Grande do Sal20 das, brigoe nacional -Lin-
da Flore, de 178 loneta tas. capillo Manoel Jas
alachado l-ilhos, equipagem 13, carga 8,335 ar-
robas1 de carne ; a RalUr & Oliveira. Pertence
ao Kio I,r, 10 Ir do Sul.
Rio de Janeiro15 dias, briaue nacional Triurr,-
phOB, de -202 toneladas, "capitao Fideles Garcia
Gomes, equipagem 12, em lastro do an-a a or-
dem. Pertence a Baha.
Navio sihidoi no mesmo dia.
Canal pela ParahibaPatacho iniiiei Persevcran-
ce, capilao A. Wilson, carga asucar.
Hioda Prala-Paticlio din.imarquez .iMjria
tao C. Brands, carga socar.
Harbur Gracellriune inglez all.iidee,
1 ucker, era lastrui
Navio enliadn no dia 5.
Jersey Harbor33 dias, brigue iugle
de 159 toneladas, Capillo i, Norman,
12, carga 1,9.50 birricas com bacalhao
Pertence a Jersey.
Navio sabido no mesmo ilia.
LiverpoolBaica irgleza Lancaslre, capilao J.
r lood, carga assucar e algodao.
Assu'Brigue nacional TrlarophoB, com a mtMna
carga que transe. Suspendeu do lamcirlo.
capi-
eepltso J.
i'DnlphinB,
rqaipagem
; a ordem.
*#**&
DE
SANTA ISABEL
'.'RECITA DUSSIXAItn*
DA
EMPREZAGERMANO
QUARTA-FEIBA, 7 DE OUTUBRO DE 1857.
.,i^ ador (.o.mbra, tem a empreza de organisar o espec-
tculo da m.neira seguinte : '
Sulnra'a'scena a novare chi.ln.a Cornelia em 3 ac-
lis, ornada de msica :
OL"
OS CONSPIRADORES HESIHMIOES.
Em seguida represeniar-.e-ha a nova e inleressanle
comedia em om aclo, ornado de couplets:
ANJO E DEMONIO.
Principiara as 8 hora.
Os hilheles acliam-se venda no escnploiio do
Ihealrn. '
Os senhores que compraram biliicles para a reci-
ta extraordinaria do dia 3 do correnle, e quo foi
Iransfenda, em consequencia da molestia do ador
i.oimbra, podein, ou Iroca-los pelos da prsenle reci-
ta 011 rercbereni o sen importe, no escriptnrio do
ineairo, visto que o epectaculo transferido s porte-
ra ter logar qrando se adiar inleiramenle re locido o dilo actor, e que so nnunciara".
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprintento do dlsposto no
art.31 da lei provincial n. .29, manda fazer
publico, para conhecimento dos credores
hypothocanos c quaesquer interessados, nUi
as propri-dados abaixo declaradas; foram
dcsapropriadas, e quo os respectivos j-ro-
prietanos tem de ser pagos do quo se ll.es
aove por esta dcsapropriatfio logo que ter-
me o prazo de 15 dias. contados da data
prij-
deste, que lio dado para as reclamarles
K para constar so mandou allixar o
sent, e publicar pelo Diario por 15 dias suc-
cesstvos.
Secretaria da tlmsouraria provincial de
Pernambuco 29 de setembro de 1857 O se-
cretaria, A. F. da A-nnunciarjao.
Itelaco- das casas desapropiadas.
Dina casa terrea 110 Monleigo f.rua Real
pertencente a Antonia Maria Monleiro, bor-
den- deThereza de Jess Maria, pela quan-
tia de 1:500.8000. V '
Tres casas de tsipa, na direcso do 27
lauco da estrada da Victoria, polcncc-ntcs
a Joao Francisco de Araujo o Jos Joaqiiini
Kioeiro, pela quantia de 3008000.
Conforme.-O secretario. Antonio Fcrrei-
ra da Annunctac.ao.
tutosmM*
rom
COMPANHIA
ntlUlTIT branco.
mascavado.
b refinado .
Akudln em pluma

de !.
b 3.a
1. 3.-
sorla
B B
b cm caroco. .*.......
Aguas ardeulesalcool, ou espirito
d'acuardente. .
de cachaca .......
> de caima.......
dislilada do reino. .
(ieoebra |.............
b ...............
Licor ...............
b............... .
Arroz pilado.............
n em rasca...........
Aila lo mamona ........
I n rnendobiin e de coco. .
,1 b de peue........
Aves oraras......
papagaios......
Periquitos...........
Bolachas...........
Disciiilos...........
Gicau............
(^chimbos....... ",
Cafii hoin...........
II em rao reslolho
n com casca........
a moido.......
f ame secca.........
Lea de carnauba em pie, .
b em velas........
Charutos bons......, .
b ordinarios.....
regala e primor .
Cocos seceos.........
Couros de bni srfigados ....
v seceos ou cspiados.
verde.........
Canad
caada
botija
caada
garrafa
arroba
alqneire
ranada
una
um
milheiro
, arroba
cenlo
cento
18200
28800
55760
8>S(I0
88 i 00
83OOO
28200
1200
9650
9800
8KXI)
8800
9280
8960
9300
28200
29OOOI
39340
28000
18600
108000
:1500o
19000
I-5KO
89OOO
59500
I9OOO
5.35OO
-'KMI
19,500
CO.NSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de
prar osobjectos segrales :
Parao*.-batalliao de artilhana.
Casemira carmezim, covados 1:
8.' batalhao.
Jogo de balances com os pesos alcutna
arroba 1; brun da Russia para mochilas, va-
ras lOuo
10 batalhao.
Panno mesclado cOr de caf, covados 81.
rompanhia de cavallaria.
*re.ossragelos23; luvas do algodSo, pa-
res bu.
. ArmazensdoalmosariladodoarsPtial.
Seccante, arroba 1 carvao de pedra, to-
neladas 18 ; arainn do latao n. 8, arrobas 2
chapa grande de ierro para fogao do quartc
dos menores I ; travo de conslruccSo de 40
palmos 1 ; dita do dita de 32ditos 1 en-
chams de qualidade 12; tabeas de'lou'o
deassoalho de 14 a 16 pollegadas, duzias ->0
azeite de curapato, caadas 980 : taboasd
amarello de assoalho, duzias (i; oleado co-
vados 60 ; panno verde, covados 1769 ; brim
branco liso, varas 3533.
Presidio de Fernando.
Farinha de mandioca ensaccada em panno
do algodSo novo, e encorpado, alquetres
60O ; picaretas 24.
Quem quizer fazer dito fornecimonto apr-
sente as suas propostas em carta lechada na
secretaria do COl.selho, as 10 horas do dia 12
do correntc mez
Bala das sesgos do conselho administrati-
vo para fornccimenlo do arsenal de guerra.
5 do outubro de 1857. Jos Antonio Pin-
to, presidente interino. Bernardo l'crcira
do carino, vogal o secretario.
--- Perante a cmara municinal desta ci-
dade estara em prog.lo nos dias 26 do cor-
rentc, 1 o 8 do vindouro mez de outubro
para ser arrematada por quem mais dor
renda do sobrado n. 9 da ra do Vigario do
Rectfe, ondeseacha a Associa<,-5o Commer-
cial, avaliada dita renda animal em 407e'l00
visto so adiar quasi lindo o prazo da ultima
arrematarlo : os pretendentes po lem com-
parecer no paco das sessOes da mesni c-
mara nos referidos dias, e munidos de liado-
res habilitado; na forma da lei, para pode-
rem lanzar, sem o quo n3o poderao ser ad-
mitidos a faze-lo. parjo da cmara muni
cipal da cidade de Olimla 24 de setembro de
1857.Joaquim iavalca:i(.i do Albuqucrquc,
presidente.-Eduardo Daniel Cavalcanti Vel-
lez de Guivara, secretario,
Pela delegada do segundo districlo
do Rectfe foi apprehon do no dil 30 do pas-
sado umcavallo: quem se julg lo comparerja com documentos legaas, alim
de Uta ser entregue. Delegada do segundo
districlo do Itocife 2 de outubro de 1857. O
delegado, Paos Brrelo.
EVsto "a subdelegada da freguezia dB
Boa-Vista urna trouia do roupa suja, que
ro encontrada na noile 4o t. do correte no .
caes do Captbarihe, pertencente a um preto cl,p"i"la m agencia, ra do Trapiche n. 40
que so lancou ao rio nesse lugar, e afogou- I
se : quem sejulgar com direito a dita rou- !
pa, provando perlcncer-lhfi, ser entregue.'
O preto fot encontrado morto nessa mesma I
noilo ao pe da ponte, trazia vestido calca e
Camisa dalgod3o azul.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTAN. 4.
O director .leste saino, participa a seus
llustrcs ^oledores, que ten lo-se transtor-
nadosua viagcm.contiuuar poralguns dias,
oilerece-lhes para esta semana agradavel ex-
posn;ao de vistas novas.
(tierra do Oriente.
1." A sanguinolonta bala I ha de Inkei-
man.
2. O grande bombardeamento invernal de
Swea-Borg, os ^1' n mi fortes a
congreve no dia iv, wt ,ov ..'"?**-
3." Ilatalha do .lina. "**,
*. AJbatalha de Tchernaia aonde foram re-
pelliJosO mil Itussos por 10 mil Alliados.
5.-. lomada do Mamelao, e assalto da tor-
re do Malacorr.
6. A podido do rospcilavel publico 3 vis-
las, o general Saint-Arnaud passan lo revista
as tropas o.lomsnas, os defensores da cucr-
Ta.ouiopoa.a diVisSo ingleza parlindo do Bl-
tico, leva a ranilla Victoria etc. etc.
10 A c,-(;a dos ursos brancos.
II. A glande praQa Ja cmara en I'aris.
ia Igroja de Santa Maria em Paris.
13. Vista do Mxico.
14.' A pr9?a do San-retorsburgo, capital
da Itussia.
15 Palacio o passcios das Tuillerias
10., Casa da moe ta om Paris.
17. O colisseo, o palacio das Reirs em
Roma.
18. A oalheiral de UiISo ele. etc.
O saiao estara aberto das 7 ate as
noile. Entrada 500 reis
ette, dous ricos guarda-roupa e guarda-
vestido*, variiis commodas, urna "ptima
cama fraoceza com cortinados litiissimos,
maii|uc/.as de dormir, lavatorios com pe-
dia, mesa clstica, dejantar, aparadores,
guarda loucas, e oulros muitos movis de
marcineiriaetc, candelabros e Unternas
de vidio, lindos enfeites de porcellana e
decivstal para sala, apparellios de por-
cllaiia para almor)e jantar, ditos paro
o diario, vidros diversos para o ser vico de
mesa, uionsise ontios muitos arranis de
visa etc., pertencentes a urna familia dis-
tincta, que se retira da provincia, os quaes
objectos scrao vendidos sem reserva alguma
definitivamente, no dia quarta-feira 7 do
corrente, as 10 horas em ponto, na ra
Imperial, da fabrica e os escravos, e as 2
lioras do larde da loja edas dividas.
Grande leilao.
("para liquidado)
Quinta i'eira o cor-
rate.
Manoel Carneiro Leal, co;n autotisacao
da maioria de seus credores, fara' leilao
no da quinta-feira S do coi tente, por in-
teivcnr.io do agente Borja, de tudoquan-
lo constitue a massa da casa commercial
deAndrade SiLeal, consislmdo em obras
de cobre feitas, ferratnentas e todos os
mais utensisda fabrica de caldeireiro, di-
vidas c diversos escravos pertencentes a
dita massa ; ttido isto sera' vendido para
pagamento de seus credores, c liquida.
cao da referida firma, s senliores pre-
tendentcs, poderao com antecipacSo e\a-
ir.mar o existente na fabrica de caldeirei-
ro na ra Imperial, e 110 deposito na ra
Nova n. 33, acude tera' lugar o leilao as
10 boras em ponto, no stipradilo dia.
Johnston Pater & Companhia far3o lei-
lao, por intervenan do agento Oliveira, de
grande sortimento de fazendas as mais prc-
pnas do mercado : lorca-faira, 6 do corren-
te, as 10 horas da manhaa, iiosju armazn
na rus do Vigario.
. ,:
$ BSto'irfti ,
11 da
Wti*09
-'
k....
Para o Ido de Janeiro saho, com muita
brevulade, o bera conhedlo brisno Sagita-
rio, para carga o passagoi-os, trata-so com
Manoel rranciscoda Silva Carneo, na ra do
Vigario n. 17. primeiro andar, ou com o ca-
Pilao Jos Manoel Kiusa.
l'ara Lisboa sahir rom brevidade, por
ter parte .0 seu campamento, o briguo por-
liiguoz Activo : quem no mesmo quizer car-
regar, podera cnteoder-se com os consig-
natanos Amoric Irmaos, ra da Cruz n. 3.
GYai (! Acara m.
Segu no da 10 do mez corrento o pallia-
botc Sobral : para o resto da carga e passa-
gciros, trala-se com Caetano Cvriac 1 da C.
M na ra da Cadeia do Itecife n. 3.
eti e MaraiiliAo.
Segu o palhabole Venus : para carga e
passageiros. trata-se rom Cadmio Cyrlaco
da (.. M., na ra da Cadeia do Hecie n. 2.
*' ni o Aracaty.
Segu cm poneos lias o hialc Capibaribe
para carga e p.ssagciros, Irata-so na ra do
Vigario 11. 5.
Bem (|uc por quime dias chamasse-
mos ao campnmento de seus devores a
um funecionario publico pie compro-
metteu a uasen amigo, nao tem o referi-
do empregado cliegadoa um resultado,
estando alia's em posicSode o fazer, e de-
vendo tanto mais cumplir sitas promessas,
quanlo o objeclo do compromettimento
servio para ser elevado a posi(3o emque
se acha Seisannos niosSo seis das, e o
liomem que nao lem sollrido desastres,
nem foi perseguido da sorte durante 72
meses, tem tido lempo para cumprii seus
tratos, c se o nao lem feiio he porque
car.ee de briol Se este Sr. nao cliegar
a umaccordo, fara' patente o que a lal
respeitosetem passado.
Victima.
TiAUU
Vende-so urna toalha de labyrintho toda
aborta, bonito desenlio, com bico rouilo lin-
do, bastante grande, e est muito propria
para um baplisado de ostentado : quem
quizer, dirija-se a ra do Queimado n. 33,
loja da Boa fe.
Kelojoeiro.
Tbomaz Kinel, rolojoeiro francez, avisa ao
publico, que leudo partido desta capital ha
13 annos, pouco mais ou menos, loniou a
vollar, oas pi'ssuas que quizerem honra-lo,
dirijam-so a ra da Concordia n. 4, al adiar
um meio de approximar-se de seus l'rcgue-
zes.
AVISO AOS SENHORE VII-
JAHTES.
A taberna grande de S. l.ourenQO da Mala
acha-.-e de novo sottida, e orTerccc multas
vautageos aos senliores viajantes que all
qiidraiii descansa i uor ter muitas comidas
para iSfO, e queren lo fazer algum petisco,
manda-so com muita protnptinao o limpeza
a qualquer hora Jo dia, o ao lado da mesma
ca.-,a t, ,11 urna grande COCkeiri com toda a
s'guranca para segaardarem os cavallos, e
namli-se tratar de les, tudo por proco mui-
to commoilo para se acreditar este novo es-
labcleci ento.
Pl BI.ICACAO' I.IT1EBAUIA.
A RevistaCoiifeiiipuraneH.
Ao publico.
Cnnsnvar a mamoria das areflea do lerulo em que
vivemos, he um (rlliulode homeiiaem pago aos 1101-
sos concidadaos, c um servico feilo aoi viudourus,
lanrindo-lliei os fjiidamenlos para a lusloria que
ten, de se escrever lepoil de nos.
'iiiando e.nvtr ji amorlecidu eile tomulluar de
co u,Ta??.e J1 ""5 ,MMD' e,"a sc P'ocurao com
sucres os porque temos atraves.ad... Sari nessa nua-
drao -ipo propn., de apreciar condignameote o
nosso Iraliallio ; porqoe essas causas ficam laucadas
na.las binaraphias com imparrialidade, sem as dlivir-
luar por nenhuma coiuideracao de inters nuh-
lico. '
lisie lervirn fti0 ao filluro prende-se dude i com
o (loe prestamos ao prcsrnle. Sslrando do esqueci-
mento honradas memorias, resgatamo-lai do capri-
cl!0 daa paixfies polticas em qno muita vezes andam
baralhada e cinfundilas, restabeleeeido-ai 110 seu
rerdadeiro poi,lo de loz.
lie porlanlo n relralo moral e o retrato physico
que a Uevisla Conleinporanas encane,a de de-
baiar,
Nem Ua soladas solas sao estas bioarapliias, co-
mo o pareccrAo > primeira vista. A vida da socirda-
le contempornea lrava-seem (otos os seus lances,
por tal arte, corn os factoi pnrtirulares de cada mem-
ito dessa sociedad, que a aaaregacflo dailia inlivi-
dualidade, he qof forma o lodo que se imtala his-
toria da epora. Assun as phrases do una accao, tao
diversas quanlos os individuos que nclla Ogaraa, a
narradas helmente ni vida discriptiva de cada um
dessea iu lividoos, cincerlando-se formamo lodo da
accSo em que eiisti a verdade Malrica do faci, e
pateuleam a ignota causa, ou origam, quasi sempre
un 11.1 I 1 por sa nao Icr altendido as suas diversas co-
teacoes.
Sub estas consilrracOes aItevisla Contempor-
nealio o liro do linmem de Estado, do historiador,
do poeta, c do artilla, que tolos, pelos seus rele-
vantes mcrecimmt >s bao d> ler aqu seu condigno
lugar.
lie lamban) um lbum dos maii curiosos e esplen-
didos da imprensa nacional e cairangeira ; ama ga-
lera das iioisas pcrionageiis mais ceUbrcs, e urna re-
CordacAode sunpalhia c amiz.de pelas illuslrares
aqoi mencionadas.
PROVINCIA.
Estando a cont'eccionnr-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
11I101 es([iie costumam ser nelle menciona-
dos, queiram mandar seus noines, inu-
d mea de domicilio, 011 onlra qualquer
lembranca,que sirva para que teja o mes-
mo almanak completo: da mesma sorte
roga-se aos tenhores de enrjenho e rendei-
ros, queiram mandaras alteracoes que se
tiverem dado a respeit de suas prop e-
dades.
Theroza do Jess Ferreira, *irm3a ger-
mana da finada I). Auna Jaciulha de Sousa
llagoso, trazando pleito judicial com Jos
Alaria Connives Vieira CuimarHes, testa-
mentoiro da mesma finada, acerca da nulli- ..
dado do testamento ; o qual punde hoje em -a conv.-nci.io. de que loJos.
O Sr. tliesoureiro das loterias manda
fazer publico, que esto expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
(asa da ra da Aurora 11. 26, das 9horas
da manhaa as 9 da noite, bilhetes, meios
e (piarlos, da segundl parte da pri-
meira lotera do Gvmnasio, cujas rodal
andamsabbado 10 torrente mez.
tm razSodas {pandes poroSes de buhe-
tes que licam por vender, Sr. tbes
retro submetteu a approvarao do
Si
iou-
aapprovarfio do E\m.
vice-ptesidenle da provincia oabaixo
transcripto plano, pelo (pial se lio de e\-
as loterias inclusive a presente.
I navegaco a vapor
Haiubttriro lita*
recurso do revista, polo que protcstou con-
tra qualquer Iransaccao que o mesmo (35a
eom os bons do inventariada como consta
do cartorio do eacrivlo Motta previne-so,
porlanlo, a to las as pessoas com q.icm quoi-
ra o mesmo Jos Maria negociar os predios
perloiiccnles a beranr;, qun neohuro nego-
cio faQam sem terminar o pinito, sob pena
de nujlidade, e de r-petirem o pagamento
ou renlerom o pedid j.
BRITISK Cl.KSkS l'IIO:illi;\T ASSOCI\TIO.\
llioquartorly moeting of this association
Wlll be held lilis evening Tueslav at trll
British Poreign Library, raa do Trapicho
atO'clock Hecife 6 octuber 1837.IIy or-
der llobert okell, Aon, Sec.
He n cao.
Prccisa-se de um forneiro ou de um ana-
sador : na padaria de Santo Amarinho. I'a-
ga-se bem.
Agora duas palavras em qa.inlo n parle Iliteraria e
artstica daKevista Conlimporanea.
Cmsas espaelaaa inlerromporam, vai n'um anuo, a
su a publicaci'). Komovida osas causas, aKovisla
Lonlemporanuapaisou a ser propifcdadc do seu es-
criplor, edo artillas desenliislas e lytbograpbo, que
eulram graluilumeiilc nesta empresa enm o seu Ira-
lialho, leu 1-1 unirsinenle de satisfaierem as despc/.as
da impreeaSo lyposraphiea a papel.
Esla atmelie^a de traballio gralujlo da" em resol-
lado a estabih lade e rrgularidade ; o. os novo eli-
lores daKevista tonlemporaneaasseguram que os
seus nmeros ser.lo publiCddus inprelerivelmente de
15 em I dias.
Cada numero desta serie, coma, como na paisada,
d um folio de 8 paxinas impressiis, contendu duns
oiographiai, e dous retratos, e-iueradamentc Ivlbo-
graphadoa.
Para a semilliain;a p ejact'ulno dos retratos com o
original, o socio dcsenliador latida o eshoco por urna
copia do dagu-rnUpo 0u photliographia.'e dpois -
perlcicoa o Irabalh as ses-Oes que tem cum as pai-
Mai representadas.
Ue st nao ter seBoido este melhodo na primeira se-
ne, lalvez pelo dispendio que seria paia a anlii
empreza [ qoe para a ictoal he aialuilo, pelo mo-
tivo do soen, denliadoi,sd ler em vista ueste casi o
sea Imm nomo irlielleo) resultan que alguna dique-
les retratos nao sihissein com a devida semillianra e
perfeijao.
Este defeitti vai agora corrigii-se lambr-m nos re-
tratos anteriores ; porquo len.io-se escolado varios
nmeros da primeira serie, proceder-se ha a senuii-
da edicao pelo methodo agora acoplado ; para o que
desde ja na editores pcilem aos cavalUlra a quem as
ditas biograpbiai reipcilam-e picslein a anuuira es-
Ic incommodo.
tsla reprolucao daqufllas biographlai a retratos
ser,, foil 1 eonvenienteiDenle, de modo que em cada
isiznatura carrala .le trimestre se nao rcpil.i mais
do que um numero dos aoliiot.
Em quanio a parte Iliteraria lini im-se os apeala-
nienlos com a maior iniuucio-idade e boa fe, Inde-
pMKlenleaacnle de opInitM putilicas, porqua a__Ite-
n-ii Contemporneaoa"o s tem, e os seus editores
apezar de eamiiiha-
Plano.
360)3 bilhetes a 5|000. .
Beneficio de -20 por cento.
18:000^000
>:U00j;000
1 premio. 14:00.s-000
.">:000,s000
1 dito. . . 1:500;000
1 dito. . . 500.S0O0
2 dilo. de 200x000. VOO.SOOO
4- ditos de 100x0(10. 400.SO00
13 ditos de 50*000. . ."iOO.sOOO
lli ditos de 2P#000. . lOO.sOOO
30 ditos de IOjjOOO. . ".OO.sOOO
1140 ditos de .sooo. . 5:700^-000
1200
2'.00
Premios.
II raucos.
H: IOO.sOOO
'g-o DrasiiciiM.
r.spera-c do Bul ate o dia 10, ou antes, o
vapor hamburgus Petropolis, depois da
demora do eos tu me sogui para llamburgo,
tocando nospo'rtos de Lisboa c Soulliainp-. I1"5 dc ""me olavo, crioulo, do i lade
ton; qualquer informadlo com os agentes a'pannos, cor lula, tem falta do um
BioberiSi C, na ra da Cruz, n- *.
Auscntou se no dia 29 do mez prxi-
mo passado, da casa do sou senhor, o mole-
N O.
(! de 10
dente
COMPANHIA
Urasileira de paquetes ;i
vapor.
O vapor Paran, commandanlo F. F.
Borgos, espera-se dos portos du norte, em
seguimenlo para 03 do sul, em 9 do corren-
to : para passageiros, encommendas e car-
ga, ate poder recober ; irata-se no dia da
sabe ate
- Pela ronlaloria da cmara municipal
991JOO do Reeife se faz publico, que o prazo inar-
69000 cado para pagamento do imposto de carros
iogonoi de passeio c aluguel, carrosas e mais vehi-
''S2S2 "loa de ronducefio, principia do i.-ao ulti-iio, o nu
" l mu de outubro prximo futuro improroga-
deixarem de pagar no refe- .,
m suje.ilos a multa de 50 0|0
Pam o Mtio
de Janeiro
na fronte e costo na andar com a bocea aber-
ta, levoii calca do brim de quadro ou listra o
camisa da algodSo azul, o qual foi visto ha
I 3 das na praia do Sania Rita, c suppoe-se
andar as ras desta cidado por ser muito
vadio: quemo pegar, leve ao abaixo assig-
nado, na ruada Cal >a do Reeife n -J9, pri-
meiro andar, que ser rocompcnsa.io.
Manoel AlTonso Aquino de klbuqoerquo
\luga-so o primeiroanlar da ra Im-
perial n tl-2, junto a fabrica dosab8o,com
bastantes commodos para grande familia : a
tratar no mesmo, na taberna que tem na es
quina.
Manoel Affonso Aquino de Albuqucr-
quemulou asna residencia p-ra a ra da
Cadeia do Itecifo n 29, ; rimoiro andar.
Dft'ereee-se urna ama de assento para
casa de homem solt.'iro, lava, engomma c
faz todo servico do portas dentro, com
muita pcrfeicio, e prefere-se casa eslrangei-
ra : na ru.v Direita 11. 71.
Quem precisar de urna ama'para casa
de familia ou homem solteiro, a qual fai to-1 baixo, s'ecco do curpo.
har.^'i^.n0 tr'?s ra dn"tro", Jil'Ja-SH o tem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz'
^f, n,U0Sar'- lla '8061' '" Santo a\n- hombros singados, olbos pequeos e vivos'
Antonio n 6
- Quem
1I1;
> 2>>( r't'0 Pra/0 beam
o:2
0320
>do corrente, o brigoe Sagila-
ja' lem a maior parte do sen
jcarregamento prompto : pata o restante
iros, trata-se com Manoel Frau-
do valor do imposto*. Contado ia municipal c,sCoda Silva Carneo,
do_Reeife 29 de soteml.ro de. 1857. O ron- I"". pnmeiro andar,
82001 tador, Joaquim lavares Kodovalho.
bordo-
na rna do Vigario
011 com o capitulo
rem em poltica por eslradas diflereiiles, levain
mira o bem da palria.
O prei. do rada numero daRevista Contempo-
rnealio de :IDD icis, pagos em Lisboa no aclo da
enlreca.
Tiinhem se lecehem as-ianalurai :
Por 12 me/.es 2 numeres 7o200 reis
' '' 12 35j(K)
a .1 o- igsoo
Os pregas para as provincias sao os mesmos de Us-
ina mas u 1. -c remelle millo a quem pa^ar, pelo
meaos seis me/.es acilantedot.
K-cebom-se assitnaiiiraseiii l.i-lioa, na ra Ao-
Koala amaros, a nu eteriplorio da empresa da
Keviila Contempornea ra dos Povies numero 92
A t- anJar, aonde tola a corresp.ind'ncia deve ser
dirigida.
Observarlo imporbul.
ren lo algum lenliore pago a imantadamente as
sua. aaalgnaluraa a anterior empresa, touninos a 1101-
so cargo salisfazr-liras inlefralnieule, eegundo a re-
larsj que daquella nos passou. Por este motivo po-
dein os me.-m >s r,<\,|luiros contar com a exacta en-
tresa dos respeclivos nmeros.
< edllora*.
Suhscreve-se em P-rrumliucn na hvraria n. (i e S,
ticn da Independencia.
iVa ruu do Trapiche n.
1G, < -i 'i|):i!i'fu do Zfo-
vaes&C ,
vende-se superior vioho do Porto engar-
rafado em caix'at de I e 2 duzias de gar-
rafas, bem corno em barrig de quarto e
oitavo, a preco commodo.
Viih 'le Bordeaux:
Vinbo BordeauncChat Leoville, em
ca vas de urna duzia : vende-se na rna
da Cruz n. 10.
-- Compra-se urna casa de 600# a 700>,
sen lo no balrro da Boa-Vista : quem a livor
para vender, dirija-se a Camboa do Car-
olo n. 3.
-- Compra-sc o livro a Voz do Pastor, a-
in la mesmo usado : quem livor anuuncie.
Fugio no dia 4 de outubro do correi.-
te atino, o escravo mulato de nome Jorge,
ouca barba, potroso,
"'00 Bilheites.
sellios
patente inglez.
Sao chegado e acham-ie a venda 01 verdedelro
e liem conhecidos aellins inule7cs patente: na rea
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de faiendan de
Adamase & C. Howie.
Precisa-se alugar urna escrava para
casa de pouca familia : na ra do Queima-
do 11. 2, loja.
Vende-se um sellim com pouco uso :
na pateo do Collegio, armazem de molha-
dos n. 95.
Vende-so um canno de zinco om bom
estado, com 160 palmos de comprimento 1
na ra da Trempe, taberna n. 5.
Milho em saceos, por menos do que
em qualquer parte : na ra da Cuia n. 9, ta-
berna.
Vende-se barato urna machina do fa-
zer o mais bello caf em 5 minutos, loila de
metal : no Hospicio n. 7.
Um sellim era segunda m3o qoasi no-
vo ; no Hospicio n. 7.
Vende-s um moinho do caf e lorra-
dor, urna porr3o do cacao, o os pertences
necessarios para fazer chocolate
da lioa-Vista n. 24.
Compra-se prata c sedulas
na livraria n. 6 o 8 da pisca da
dencia.
Compra-so urna negra de meia ida Jo,
que coziulie alguma cousa, e lave de sabao :
quem tiver annuucie para sor procurado,
ou dirija-se a ra das Cruzes n. 43, segn lo
andar. Na mesma casa precisa-se de uma-
ama que saiba cozinhar o lavar, para pouca
familia.
Compra-se para o novo trapiche e ar-
mazem da alfandega, 40 travs do 32 palmos
le comprido e 7 pollogalis de grossur,
200 cailiros de 32a 35 palmos direitos, lud
de madeira boa, e mais 25 duzias de ripas de
juQara madura.
Vonde-se um carro de trabaluar na
escadinha, por preijo commoio : a Iratar ua
ra doPi>ar n. 92. a.
--- Na ra da Cruz do Reeife n 59, pn-
meiro aniar, vendem-se saceos de farinha
de mandioca, por prego commodo.
Porguntase aoSr. Jus Luiz Innocon-
cto Poggi o ao Sr Jos Joaquim Concalves o
Franklto J. de Moura Poggi de Vasconcellos,
se sito os nicos herdeiros do fallecido seu
mano Or.. Marcelino Scrates do Moura
Poggi.
as Cinco Pontas n. 120 ha quem bffe-
rega urna escrava'pars criar de ama de leite.
V*"- "-*'***WiS ?.*..
i 2 iiav 9*** >7ar#'a rr* e
no aterro
de 13000 :
Indepeu-
i B
*
.i
"
t

1
*
relogios!
I RA DA CADEIA DO RECIFE N. 18.1
Os dous premios primnos estSo lugei-
tosaodescont de 8 0|0.
Thesouraria das loterias ."> de outubro
de IS7.O tliesotireiro, Francisco An-
tonio de Oliveira. Approvo.Portella.
Conleme, Antonio Leito l'inbo. O
escrivo interino, Antonio JacintboCesar.
Fugio no dia 2 de selemuio prximo
passado, na altura
de S I.nurenco da Mata, quando de Pajea'
do Flores regressava ao Reeife na companhia
dos carguoiros que traiiam as malas do se-
nhor moco, a cujo servico entao all se 1-
chava, o escravo Manoel, crioulo do 35 a 40
annos do idade, catalura mediana, refeito
do corno, rosto redondo, nsriz chato, olhos
grandes, orelhas pequeas, denles alvos
pouca barba e cabellos da cabeca crescidos!
soffre de cravos em um dos pes no clcannar,
pelo que ao pisar nao lirma o calcanhar.e
tem a cor lula, que nao se manlfesta fa-
cilmenlenle no rosto o bracos por es-
tarem muito queimados do sol ; trajava
quando fugio camisa dealgolJo grosso cal-
ca de cor o chapeo de couro : consta que
n um dia pernoilara no cogenho Capibaribe
'manh--l)r-' l""!a Ca"'Pllo donde sabio na do nesto"'dep"osTto7peTo"que'e"fa"z "prs'no
manhnaseguinte comdtrercao talvez ao Reci- --: -
, a***ft'jfi^-'-Ta-at*'*4#aiA_
*ajViWsana) .i
XAROPE
O
Koi transferido o deposito desto xaropo
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
Nova n. 53, garrafas 53500, o neias 39OOO,
sendo falso todo aquello que nSo for ven 11-
fe, portento roga o abaixo asslguado as auto-
ridades policiaes c ca^ilSosde campoaappre-
hensSo ao dito escravo, e sua entega ou na
ra da Praia 11. 3!, primeiro andar, ou 110
Cachanga, casa confronte a igreja, pelo que
se gratilics.-a com generosidade.
--- Ds-olaria do Retiro, junto a PSSsagcm
da Magdalena, furtaram urna porQSo de le-
nha o barro, previne-sc ao ladrilo quo nao
continu, porque ser trancafiado na ca-
deia ; assim como ser responsabilisa lo o
comprador de dito roubo, pois nao sc ignora
quem sao os autores de semelhanlo atienta-
do, prevalecendo-ss para Isso da iroitc, e
este roubo ten sido ja por dive>sas vezes
a ultima vez foi con luz! lo em canoa gran
de, o algumas em canoa mui pequea de car-
rea. Manoel Firmno Ferreira.
-Na roa Direita, loja de alfaiate n. 81,
precisa-so de bons olciaes da mesma arlo,
nto para trabalhar em casacas, como em
aviso.
IMPRTAME PARA 0 PIBLICO*
Para cura de phtysica cm lodos os seus
di Remates graos, quer motivada por cuns-
tipc.es, loase, asthtna, pleuriz, cscarros de
sangue, dor de costados o pcilos, palpitar,,!"
no corarjSo, coqueluclie broncbile, dr na
garganta, e todas as molestias dos orgSos
pulmonares.
ifi
161
X A FUN OIQ A O -D E F E R R O DO ESC. E-
NIIEIRO OAVII) W..DOWMAN, ,\\
RA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
FA IUZ,
ha sempre um grande sorlimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
pira engenhos, a saber : moendas e metas
ralea*- ..-,-, _.>.V.-----------' ------:----- \r..... -"b.uuo, anuc IllueiKUla e nielas
nl,iV r,6a-se porunto aqun aspira o | moendas da mais moderna consliuccao : ta-
Henil II rlip"ar.cn o, fvn-.l ... ^....; ..... >k... j_ ... .... '
peculio, chegar-se ao local mencionado, a-
lim de se.- admittido era dito emprego.
- Prccisa-sq do um caixeiro para pada-
ria, com tanto que lenha pratica de negocio,
e saiba lr ejescrever, ainda mesmo novato
nj (.aiz, e qnc abone sua capaciJade : no
pateo da Santa Cruz n. 55
--- .Na ra da Concordia n. 26, deseja-se
chas de ferro fundido e batido, de "superior
qualilade e de todos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporroes ; crivos e bocea do fornalha o
registros de boeiro, aguilboes, bronzes, pa-
rafusos c cavilhocs, moinhos de mandioca,
ale. ele.
NA MESMA FL'NDICAO,
casa de este escravo foi lo .Sr. Manoel
de Santo : carceireiro, levou vesti io camisa de algo-1 avisados de q~ue o mesmo mudou-se do Cor-
,,. .. |daoinho de listras, calca do ganga azul, e turne para ma Imperial n. 216.
nniireen Jo0()''' a P'^mio d^; dous cha. eos, s. tilo um de pello e outro do --- <
lido-se;annuncrpa?a0rserDrocnr0a'do6aran"l orni'-l'.o it Uia,'^ ? llb,,1uef0 : roga- jcara,, a" M. amarello. dous consol,,,, um Irado aos pentes do caoutohouc a voga que
Arh-sciusacrontr e ,- po a lo ,a* a,,lon Ialcs P""cacs cap.-; sof, um ou dous pares de lanternas: quem ho o tem, nSo s em Franca como no mun-
n i. .; ,J w cpntr^taila com a Sra. | taes de campo, quo o apprehen lam, e con- tiver '
D. Joaquina deMsgalbes Coimbra, viuva do duzam-no a la _
aliar com o Sr. Antonio Feliciano Rodrigues I se executam todas as encommendas coma
Solt, a negocio de seu inlercsse. superiondado ja conhecida com a devida
l)-se at OOOcOOo a juros, sobre pe- j presteza e cummodi lade em prer;o.
"'" '!"ru.Ue^rea'^SonojiTou6 i V^ "* ** -.
'PESTES E (AtlTWU; E\>
REG1DO, DE FAUVELLE-DELEBARRE
DE PARS.
Ouatro annos de experiencia tem assegu-
raz
rives n. 10, se dir qut ni da.
- Us amigos de Je-onymo de Abren, sao
ornpra-se uura duzia de cadeiras de
_a da Concordia, armazem de
iinauo ioe aa silva Cnmbra, a compra da i maleriaes n. 26, que sera generosamente re-
parte que a roesma senhora tem no dominio compensado. Esto e-ciavo ja foi ar-prehcn-
e posse da casa terrea da ra Imperial n. 89 : j didu o anuo prximo passado no engolillo
quem tiver que oppr a essa compri, sirva- Jacar, cidade du Coianna.
so de anuiiticia-l-o por este Diario, no prazo -~ Precisa-se de um criado para todo o
de 8 has, contados desta. desta. Reeife de: serviro do uma casa ; emS.Amaro rasado
outubro de 1854. isr, eorouel l.amcnha.
dirija-se a Roa-Vista, ra do Ros rio I de inleiro ; so sen coniradieco os mais
n. 54, que se dir quem pretende agradaveis le todos os peules, mais blandos
Precisa-se de urna ama : na ra Direi- que os de tartaruga, s5o os nicos que n3o
ta n. 36, segundo anlar. fazem cahiro cabello, por causa da electri-
Prensa-so do oflicnes de charuteiro : cida le que contera,accrescendo a estas v.m-
na rna Imperial, taberna u 11. i jjgnus a de nao st-rem mais caros do que os
- Aluga-se urna esciava muito Gol para I de bfalo \ esta admiravel invencSo deve
Mrvico interno e externo: na na dol. Fauvelle a medalha de primeira classe na
Collegio n. 16, teiceiro andar. | MposicJIo universal de 1855.
\l
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MDTrrTf


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA 6 DE OITIBRO DE 1857
C0ISLT0R10 W )FIH
Ib &t
DO
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos, preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
piiEgos FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita Je 2* 159000
Dita de 36 ... 208000
Dila de 48 ... 250000
Dila de 60 ... 30900
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jbr com o dic-
.1 cionario dos termos de .medicina :......
Medicina domestica do Dr. Ilenry ....
Tratamento do cholera morbus.....
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
20800
lOlOOO
2/000
6000
?> $
* ri'.KHAS PUBCIOSAS- <<
\ Aderezo de brilliantes, $
* diamante* e perola, pal- !:
* teiras, alllntle, brincos $
$ e nitelas, boloes aunis jgj
de dfflerenle rosIos e de w
* diversas pedrai de valor. J"
| Compran), venden) oo $
,J Iroeam prala. ooro, bri- J
* Ihanles.diamantese pero- jj
.? las, e oulras qoaeaqoer
* joiasde.valor, a diiiheiro 7
ou por obras.
I01EUU. i llUTI..
lOJa DI tORIVII
Rua do Cabuga' n. 7.
Receben* por to-
dos os vapores da Eu-
OURO E PRATA. 86
4j Aderecoi complelos da &
ooro, rneios dilos, pulse* &
j** raa, alfioeles, brincos a
pj rzalas, cordes, trancel- -
& lili-, medalhas, crranles
* a enlejes para reoslo, e k
Jj oalroi mallos objecloa de S
ii ooro.
$ Aparelbos complelos de {
Topa aSOOr.lSdO lliaiS pralaperaerni, bandejas, g
" & salvas, eatli(aes, colharea I
moderno =osto, tan- 1 desopaedech, emui-*
H A V l0* ou,r0* objeclos de g
Ibii"""|.........'........ t0 de ranea como j.fflr......,.,,.,,,J
de Lisboa, as quaes vendem por
pi-eeo cooimodo como costuiham.
Na fundieo da Aurora precisa-se
tic serventes iones ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
TC^&sfti&j .;; /::':-:;?c5
DERTISTa FRiNCEZ.
i'aulo Gaignoax.denlisla, ra Nova n. i I
na mesma casa lem agua e pos denlrilice.
0::h.;-:;: &&@&
Precisa-se continuamente de oflieiaes
do alfaiate para todas as obras : na ra Nova
i. 52.
9
W

Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende blllietcs ga-
rantidos pelos precos abaixo notado, ern^
quantiai de lOsOOO para cima, a di-
nheiro a vista, em seu escriplorio, na roa
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5J5O0 recebe 5:000s000
Meios 2,v750
Quartos 1^250
P. J.
iCasa desaiade
.;; O Dr. Ignacio Firmo Xavier es?
5|jJ labelecea em seu sitio da I'assagcm
2? (la M^cril:il(ann riu. li/a nn <-....>
2:o00.s000
1 :550. Layine.
Fugio ha 15 das o preto Caetano, Ben-
guella, de idade 33 a 35 annos, zarolho, le-
vando camisa e calca de algodao americano,
azul, muilo desbolado ; he escravo do Exm.
visconde de Loures, outr'ora de Anecio Fran-
cisco Carneiro : quem o agarrar s"er gene-
rosamente recompensado, levando-o a na
Ida Cruz n. 3, casa de Amorim Irmos, ou a
ruade Apollo, armazem de Manoel Ferreira
da Silva Tarroso.
Manoel Concalves Pereira Urna faz pu-
blico, afim de evitar engaos, que tendo
mandado sellar na villa de Sennbaem seis
lettras, cada urna da quantia de 1:000o, pas-
sadas em seu favor por Manoel Filippe Wan-
derlqv Lins, rendeiro de seu engenho Ca-
choeira Grande, do termo de Serinhaem,
succedeu que o portador as perdesse no ca-
minhodeseu engenho Vicente Campelloda
referida villa : outro sim declara que as
mencionadas lettras loram passadas a 27 de
julho ultimo, a vencer a primeira a 27 de
maiodo anno de 1958, e cada urna das ou-
lras a 27 i3 maio de cada um dos annos se-
guintes, sendo a ultima porlanlo a vencer
em maio de 1863, relativas todas essas let-
|tras ao arrendamento do fallado engonho
Cachoeira Grande, pelo lempo de 6 annos, a
[contar de maio de 1858, e de todo o occor-
iridoseacha inteirado o dito Manoel Filippe
iwanderley Lias, que com o annunciante
| concordou passar nuvas lettras, fazendo-se
l publico terem as outras Picado sem nenhum
I effeito. Engeuho Vicoote Gampello 26 de
Isetembro de 1857.
da Magdalena) que lica ao norte
i
::-
O
I
m
da estrada entre a ponte grande
i' a |iequcna do Chora-Menino, ex-
eertentes acommodaroes para re-
Ceber todas as pessoas enfermas
que se quizeiem utilisar de seus
seincos mdicos, os epiaes serao
prestados com o maior esmero.
..' 0 mesino Ur., para o liin supra-
?$ indicado e para exercer qualquer
'..': outro acto de sua profisso den-
$ lio ou fra detta cidade podera
O ler procurado a ((ualipier horado @i
dia e da noite, no referido sitio, $ \
a excepciio dos dias uleis, das 9
horas da manhaa a's i da tarde,
que sera* encontrado no primeiro
andar do sobrado n. 9, do puteo
!~3 do Carino.
JOHN CATiS,
corretor geral
E AGENTE I)E LEH.O'ES COMMERGIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
DEPIIZITO DE R4PE PEIXCEZA DE
IARYL\m
Ho chegado pelo vapor Iguarassu este no-
m
m
Os abaixo asslgnados, com loja do ourives
a na ra do Cabuga n. II, confronte ao pateo
* da matriz e ra Nova, razom publico, que
y cstao recebendo continuadamente as mais
W novas obras de curo, tanto para senbora
Q como para borneas e meninos : os procos
fji continuam razoaveis, e passam-se cor.las
S cora ""esponsabiliilade, especificando a qua-
? Iidade do ouro de 14 ou 18 quilates, ficando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-SeraDhim fi IrmSo.
i~i" p,recisa-sc do urna mulher de mcia
iJade.de boa conducta c sem lilhos, para
lomar conU de urna menina de 2 anuos, e
| fazer algumas costuras ; a trabar no campo
do Hospicio junto ao quartel, casa do do-
sembargador Mendes da Cunha.
- Precisa-se de um oihcial de pharma-
cia que seja intelligente e tenha bom com-
portamento : na praca da ltoa-Vista n. 22
Precisa-se de urna, am.i para cozi-
nliare engoinmar: quem quizar appa-
rerana ra de Santa Isabel n. lo.
Aluga-se a loja do sobrado n..., silo
na ra da Cadcia de Santo Antonio : a tratar
ua obra em construyo entre o becco do
Cunha e o do theatro de S. Francisco.
quarlos da segunda parto da primeira lotera
do Gymnasio, os quaes nao eslao sujeitos ao
descont dos S 0|0, eacham-se a venda no
aterro da Boa-Vista n. 56, e as casas do
costume, e sendo porcao de 100? para cima
a dinheiro, pelos seguintes presos :
Bilhele 5?500 recebe 5:000?
Meios 2^750 2:500?
Quarlos is375 1:9509
Silva Cuimariies & C.
Precisa-se de um rapaz portuguez de
15 a 16 annos, para um deposito de pauaria:
na ra Nova n. 57.
Desappareceu no dia 3 do corrente ao
meio dia, da ra das Larangeins, um meni-
no de 6 anuos, pouco mais ou menos, pardo
claro, com muitas marcas de sardas no ros-
to, cabello ruivo, levou camisa de madapo-
13o e um boneiezinho de panno esverdinha-
do : quem o liver adalo, far -especial fa-
vor dar noticia ou leva-lo a sua mSi na ra
da Larangeiras, casa de empalhador.
Attcncao.
6
Na ra da Penha n. 2 se fornece almo-
co jantar e ccia por diminuto preco c com
muito asseio, lodos os dias ha mesa redon-
da a 640 rs. cada pessoa: aos domingos ha
boa mao de vacc.i para al moco : na mes-
ma casa se engomma perieitamente, tudo
por commodo preco, faz-te bolo de en-
commenda para bailes, a 800 rs. a libra.
Em praca publica dojuizo dos feitos
da fazenda, se hSo de arrematar em ultima
praca os bens seguintes :
Urna casa terrea de laipa na freguezia dos
Afogados, na ra de San-Miguel n. 46, com
15 palmos de frente e 55 de fundo, cozinha
dentro, quintal em aborto, cacimba propria,
em mo estado, avaliada por 100/. penhora-
da a I.eonarda Sacramento, por Maria llosa
de Jess.
Urna casa terrea na freguezia de San-Jos,
na ra dos Acouguinhos n. 23, com 6 pal-
mos de Trente, e 13 de tundo, cozinha den-
tro, quintal murado, avaliada por 80U>, pe-
nhorada a Francisco Solano Pereira Ramos,
por Antonio Moreira da l'enha.
Urna casa terrea de pedra e cal no largo do
Remedio n. 9. tendo 36 palmos, 87 de fundo,
com 3 janellas de frente envidrac,adas,3 quar
tos, 2 salas, cozinha dentro, quintal em a-
berto, com 1 ps de coqueiros, avaliada em
1:000;, dos lilhos daJoaquim Jos Luiz Je
Souza.
senbora
Chales de merino bordado em > pomas.
Uilos de dilo liurdados em 1 pona. .
, Ditos de dilo com li-lra de seda .". .
Us pretendentes comparecam as 1<> horas | Diiosd dilo Iim .
para o rio. precisa-se de duas pessoas, urna
para o servico interno da casa c outra para
cozinhar, e tendo boa conducta, serve tanto
forra como cscrava, e para a cozinha se for
ho'jiem taiibem so quer, c se alianca o bom
tratamento : quem quizer, dirija-so a dita
casa.
%VV V+O. 40
^\
RA
ODEIMADO
Grande sorti-
do dia 7 de outubro corrente, na sala das au-
diencias.
Na ra da Moeda n. 3, segundo andar,
compram-se cscravos proprios para servico
de campo.
l'rocisa-se do urna ana para o servido
de casa de pouca familia : na ra da Cadeia
doilecifen II.
A cessoa que annunciou precisar de
urna pessoa que queira incumbir-sede criar
urna criauca impedida, dirija-se a ra do
Cotavello n. 53,quc achara com quem tratar.
Arrenda-se um sitio no lugar de Par-
nameirim, conlem 2 casas, muilos arvoredos
e urna pequea baisa para capim : Irata-se
na ra do Crespo n. 9, com S. A. P. de Souza
Peres.
Attencfio
Constando ao abarxo assignado que o Sr.
Jos Antonio Araujo Guimaraes trata de ven-
der as dividas que tocaram em partilha a
seu paioSr. Rento Antonio Gomes Cuima-
rtles, no inventario de Domingos Antonio
(ornes Cuimariies, entro as quaes existe
urna que dizcm sor do abaixo assignado,
'leclara ao respeitavcl publico, que alcm de
estarem ainda dependentes as mesmas p*r-
tilhas da decisao do Tribunal da Relaciio,
he sua mulher credora do casal por avultada
quantia, a cujo pagamento est especial-
matesujeita a meiar^ao do inesmo Domin-
meiito de fa/en das as qualidades.
Corles de vestido de seda de cores o mais
superior c moderno que lia no mercado.
Petas de brelanha de Imito lina com 6 va-
ras .............
Corles de vestido de laa matizada de novos
padres com \7> covadus......
Dilos de caira de casemrra prela e de cores.
Dilus da collele le gorgurao de seda de va-
rios padroes..........
Cl.apeos de inussa francezes formas nova?.
Dilos de sol de seda........
Lencos de carabraia bordados, lino-, para
mao.............
Dilos <1e dilo de linho lisos para nulo. .
I.uvas de teda de ludas as qaalidades, para
humen, senhoras e meninas.....
Palitva Oe panno prelo e de cures. .
Hilos ,le nrtenlina de cores escuras. .
Ii.i.n de fuiao de cores atselinedas. .
Dilos de bnm pardo fino......
Pablos de alpaca prela.......
Dilos de alpaca o gansjus de cores. .
Dilos de brim de quadiinhu?.....
Gndolas de alpaca prela e de cures. .
Romeiras de relroz com laja de seda para
9*600
129000
9000
695OO
59300
59000
39OOO
"... IOsKNKI
res, para lodos os precos.
IO-
39500
i;"ilHl
NIMI
39000
"9500
7.-JIKI
! -JSI)
JU
9
20IH10
Tr-ooo
69000
.')^KX
49OOO
JOO
39000
icono
Dilos de dilo com fraujas de laa .' .
Dilos de hla adamascados, prelos e de cores.
Uilos de clialy bordados .......
Panno fino prelo e de <
drosdenaplts prelo e de coies.cova Jo
Seda prela lavrada superior.....
Pupelina de seda de cores malisadas, co-
Aado.............
Chaly de cures, com quadros de seda.'co-
vado.............
Dilo de cures lisos covado. .....
I.fu de quadros pequenos e grandes, co-
vado............
LSa eseda de novos padres, covado. .
Mauritana de seda matizada com cinco pal-
mos de largura, covado......
L'rsuliua de seda com qoadros, ramagens e
lislras malisadas, rovadu......
Sodas de quadriolios, covado.....
Duquesa de seda con: quadres e ramagem.
.Mussulina branca e de cures, covado. .
Chilas francezas linas de novos padroes, co-
vado.............
FroDdolina de seda vados............ '.mu
Cmmi france/.as linas de cores lias, vara. ^11
lira frcnle do becco da CougregarDu, pio-io.udo
luja de ferr.igens, a segunda de bienda n. lo.
2.31100
29300
930
850
640
lelil
800
19600
icooo
950
7.">0
320
280
nho, cambraias lisas finas e ordinarias, cor-
tes de chitas cassas de coros o bonitos gos-
los, cartea de algodSo de diversas cores e
baratos, brins de quadrinbos, bonetes de
cores para meninos a 100 rs., longos do cas-
sa para inSo a 80 rs.. e muitas outras fazen-
das que se nao annunciam para evitar lem-
po, e que se vender5o por precos que agra-
dado a quem vier com os cobres.
M loja
das seis portas
Vcndcm-se o mesmo a prazo as maio-
res partes da fazenda de Santa Cruz ou Boa-
Vista, con 2,004 bracas de largura e 3 legoas
lia do fundo, cuja fazenda he muito boa por
nao soiTrer mal triste nem secca, o ser perto
tiesta praca; ven !e-se em conta vista da
fazenda: no largo da Assembla n 12 sc-
gundj) andar. '
Senitiiites.de hortalizas,
chegadas peloullimo navio do Lisboa, ven-
dem-se na ra da Cruz n. 36, taberna de An-
louio Lopes Braga.
Ao barato.
F.M FRENTE DO LlVRAMElNTn
Cortes de collete do casemirc bordados a
i pecas de algodSo trangado a 1/200, cas-
sas para corlinado com bonitas ramagens a
2/iOo a peca, dilss adamascidas a 1?600 a
eq, lencos de rctroz a 500 rs. cada
saias brancas bordadas a 1?600.
Ao Gouva
Loja encamada, ra Queimado n. 27, esqui-
na do rllenlo.
(Kezendas linas para a praca)
Ricas chapeos para senhora de todas as
qualidades e ltimos gostos. ricos mantele-
tes para tonos os procos, cortes do seda para
vestido, com babados, ultima moda, ditos
sem bahados de todas as cores e qualidades,
romeiras, canusmhas, manguitos e golinhas
ecambraia bordadas, chales do louquim,
ae seda, de merin.., de larlatana, cambraja
e de ganga horda los, cambraias de cores
muito (mas. lencos do se tira e de. seda de lo-
s as qualidades, ricos pannos linos, case-
miras, velludos, merinos, gurgurfo e rus-
oes, chitas linissimas. largas, francezas, e
ludo quanlo possa servir ao bom lm o gos-
to da cidade : recebem-sesedlas volhas.
FEIJO
minio novo e muito barato, em saceos : na
ra do Queimado n. 27, loja do (loovea.
Guarda nacio-
nal
Anda continua estar venda o.Manual
da Guarda Nacional-, no deposito da ra de
S Francisco n. 6, tanto em brochura como
encadernado.
us charutos
No deposito n. 6 da ra de S. Francisco,
vendem-se charutos de todos os procos, o
malbarato qua ho possivel, pur ter grande
porcao, c tamheni so vendo em lotes de 5 e
'Ocaixas e a prazo.
Velas (ji espermacete.
Receberam-se agora novas velas destea-
i'ina, que se vende
0 PREGUP ESTA QUEI
MANDO.
O i'reuicH da ruado
um' Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixc Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendasd*
bom gosto, por baratsimos presos, pois
que sem ambico se contenta com um m-
dico lucro, e nSo lhe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tera
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestido de senhora,
de gostos inteiram^ntc novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de targelinas para vestido de
senhora, fazenda muito fina e do melhor
gosto ingle/, com lislras de seda o campo
escuro a 123 cada um, organdys de cordSo
com desenbos mui delicados, pelo baralissi-
mo preco do 440 rs. avara, cambraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas Irancezas de lindos gostos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditas claras, padres largos c miudos a 280
e :i00 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para collctes a 4j cada um, laazi-
nhas escuras de mui ricos c variados padroes
proprias para vestido de senhora c roupocs
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
mnslros de coros alegres e mu cleganlee
gostos a 220 o covado, ditos francezes ds
quadros de lindos padroes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs .dita estampada de lindos padroes a 320e
40o rs. o covado, chitas finas de coros claras
e escuras, tintas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pecas de cambraias lisas tapa-
das, muito linas e com 10 varas a 6j600, di-
tas de dita mais cheia a 4>6<>0, dita transpa-
rente cora 8 varas, muito linas a 55400 a pe-
ga, pecas de brelanha de rolo com locaras
a 2; cada urna, grvalas de setim prctas e de
cor, gostos modernos a 1>280 cada uma,
corles de brim de puro linho a 2?300, 2c400
e 2^500, casemiras de lindos padroes a S*S00
de 2a
ra di
libras, por
Cruz n. i'.l.
m i elallio em caixas
privo commodo : na
Btt*$9'
- Compra-se efTectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolicesda di-
vida publica e provincial, accesdas compa-
as, o da-se dinheiro a juros, cm grandes
os, acciescendo mais haver urna conla das e pequeas auantias. sobre oenhores.
lira adm.U.ir. mo f n .._ Compra-so cff.-ctivanienle pingos de
At tenca o.
Precisa-se de uma casa terrea no bairro
da Boa-Vista e que tenha bons commodos,
vo rape, fabricado no Ceara, peo"iTr'arcos I 2mlal erande' cimba, e em bom estado,
Jos Theopblo,aaua boa calid^ bem ?" seu alu6uel:
quem tiver annuncie ou dirija-se a travessa
da ra das Cruzes n. 8, para tratar.
JAMARES.
de rosa branca, para refrescar a pelle tirar '' reS' dar,d-se "Imocos ejantares rom
pannos, sardas e espinhas, igualmentoo a- n.d,'* ?',0 e Pro'"Ptlll3''-1 nesma casa
femado oleo babosa para limpt. .K.. ^jr^L^f/L^."1 ,eil9 e Pelisc3- c
cor os cabellos ; assim como po imperial de
lente aroma, agradar os amantes da boa
pitada, e vende-se por preco commodo: na
ra da Cadeia do Recife n. 29, primeiro
lyrio de Florenca para broloejas o asperida-
desda pello, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
SEGURO CONTRA FOtfO.
Compauhia Alliaoce.
Eslihelecida cm Londres, era marco d 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., lem a fconra da in-
Precisa-se de uma mulher idosa para
I o servido interno de uma casa de pouca la-
railia : quem pretender, dirija-so a ra da
,Praian 29, segundo andar.
A pessoa que tenha de ir para o norte
,e precise de um criado, pode procurar na
ra do Amorim n. 56 ; e o mesmo que so
oftorece uara dador a sua conducta.
-- Precisa-so de um caixeiro do 12 a 14
tonaar aos srs. negociantes, propnetarios de casu,. annos para taberna: na ra do .No-ucira
a quem mais convier qua estao plenamente au- i n- *9-
torisados pela dita companhia para affectuar segu- """ Precisa-se de uma ama para uma casa
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de de.2 Pessoas : no P'eo do Paraizo, sogun io
Ulha e igualmente sobre os obiectos quecontiverem < J",,!1"^01- c,ma do um aouSue, esquina que
os mesaos edificios quer consista em mobilia 0D de qU8 S8be "a rua da i;a"
feendas de qualquer qual'ulada n-,:.. i
- Na ruaJo Trapee Tt. eseripWnoLiK^nTru TS*.?&."E
pre-cisa-se deum preto para criado. I Portes n. 12. de
O bacharel Oliveira Maciel, iuiz mu-
nicipal da seg.inda vara desta cidade mudou
a sua residencia para a rua das Cruzes. ter-
ceiro andar do sobrado n. 28
JOS- ELIAS MVCHVUO FREIR.
constructor particular, julganJo-se versado
cu, conslruccao ll.eorica e prat.ca, ofTerece
o eu trabalho a qualquer pessoa que quizer
construir embarcares para longo curso
nao so para panno como para Iho sentareni
engenho para vapor, sendo seus planos exa-
minados por qualquer repartirlo, o mesmo
construe modelos do 50 a 60 pellegadas de
comprimenlo cora toda seaiolnanca promp-
to a navegar; para o mercantil, que duvida
na sua capacidade ; e ensina a
e dinheiro adiaulado que fez o
abaixo assignado a seu pai durante o lempo
de sua piocuradoria ; pelo que protcsla con-
tra qualquer venda que o dilo Sr. Araujo
Guimarijes faca nao s das dividas como de
quaesquer bens perlencsnles ao dito casal.
Recite 1. de outubro de 1857.
Joiio Anlonio Comes Cuimaracs.
. Atteneao
j
O Sr. M. que tomou por emprestimo um
palilol de panno verde ainda moco, trato de
pagar a quantii do 25?, valor por que foi
comprado em casa Jo Sr. Cardoso Ayres,
visto como longo de o restituir ao seu novo,
no eslado ein'que o recebeu, pelo contrario
se lem utiliaado doli, abusando assim da
hospilalidadc e franqueza que cnconlrou
em casa do aunuucianle.
Lotera
provicia.
Primeira parte da primeira lotera do
Espirito Santo.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado loram vendidas as seguintes
sorbes:
kOOO.s
2:000>J
oo.s
200.S
StOO/J
I oo.s
I oo
I 00*
ios
4Qf
40
IOS
'.O.s
dos 8 iioi
volas de carnauba : na rua do Vigario n. 27,
deposito do assucar,
--- Comnra-se dinheiro nriudo, na loja do
Arantes.
- Compra-so um escravo de nieia idade,
sem vicios nem achaques, prcl^rindo-se of-
licial desapateiro; na rua do Encantamen-
to n. 3, armazum do couros, a tratar das 8
horas da manhaa as 4 da larde.
Compra-se
clfccli va mente bilheles de loteras j exlra
hidas, oque estojara rocolhidos a Ihesouia-
ria, adra de ovilar a demora do roccbiincn-
to : na rua Nova n. 11.
Na loja
daa seis pollas
Em frente do Livrami'ntn
Palitos de panno lino pretos c de coros
ms enda um, chapeos de oleado para pagem
a 23 cada um, mantas para sel I i ni do ultimo
gosto al,jogosdedarpas a sou rs., oh que
pochincha, dio duras para quadros a 1600
cada umr, chales de seda a 5-, mants a '?
T
L
das
em
seis portf.
frenti
Btnm.
Ceblas em restas.
Vendem-se no largo da Assembla n. 9,
ceblas a 8C0 rs o cento, muilo novas e de
muita dura(ao por seren encarnadas. No
mesmo armazem ha para vender iadrilho
de lousa de 1, 1 lp> e 2 palmos quaarados,
painco, capachos de esparlo, em fardos, cera
s
I do MVI\|||(;ijt.
PARG ACABO!.
Cassas de cores a SO rs o covado, meias
cruasa ISO o par, duzia I#440, cortes de ves-
llilos com baba :os a 800 rs chales pretos
de laa a 1?, rucado para colchSo a 80 rs o
eovado, luvas do seda preUs e decores a
50O rs. o par, chicotes para andar a cavallo
a 100, bengalas a 5U0 rs., chales de merino
pintados a If, ditos de garca a 240, tudo com
deleilo ; da-so para amostra com penhor -
a loja esta aborta das 6 horas da manhaa as
9 da noite.
- Vende-se superior vinlio de caj': na
rua de Moras n. 16.
Atteneao!
Vendem-se sedas brancas lavradas e linas
i i .---- \-------' .....-. i .w. --... i-w ....,.., iMcinMi.' laTiounj ^ IIUrl>,
le carnauba, velas de dita, u de algodao,! Para casamento : na loja de M. Ferreira d
Xins.
- pilotagem
Iheoncae pralica construcsao, arilbmetica e
geometra pratica : a tratar na rua do No-
gueira n. 7.
O nico deposito do infalivel c ver-
dadciro ehxir contra as dores dos denles, do
>il dentista, que esteve nesta cidade por
MDANA DO ESTABELECI-
MENT K PIAHSS DE
J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu cstabelecimento de
piauos da rua larga do Rosario para a rua
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
Rolacao.
ACEIO E PROHPTHH.
Na rua das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com accio e prompiidSo, e to-
me-se algumas freguezias.
AFIRIfAO.
U abaixo assignado, tendo arrematado as
aTenccs do municipio do Recife, declara a
quem convior, que dai principio aos seus
trabalhos do !. do corrente em diante cm
virtude do quo scientifica as pessoas que
venderera ou auo mandaiem vender pelas
nas do municipio-lazendas, rniudezas |.-1 alSura lempo, he na praca da Independencia
te, niel, feijSo, milito, arroz, .izeiic do'car- "A.*'. aSb"a cato so vende tinta para marcar
rpalo, carne de porco, ote, ele. ; assim co-
mo aos Srs. que vondeni lquidos em anco-
ras, quo tenham a bonda lo di ir ou mandar
abrir em lempo competente, isto he, do ou-
tubro a dozemluo, conforme determina o
regulamento, na casa das r.fericoes, no pa-
teo do Torco jn. 16. Recife I. de outubro
do 1857.Francisco Pedro A Ivincula.
(i abaixo assignado, vendo um annun-
eio do Sr. Prxedes da Silva Cusmao, scicn-
hlica a quem intercsssr possa, que sendo a
cscrava Antonia do san casa, ello nao ven-
derj a pessoa alguina, nao podendo por isso
valer qualquer titulo, quo aprsente o mes-
rao Sr. Prxedes, visto rom. <. seu casal so
lem um legitimo administrador, quo he o
mesmo abaixo assignado.
Miguel dos Mijos do Mondonca.
Procisa-sc alugar uma casa as seguin-
tes ras : Concordia, Palm, ou travessa da
Cadeia : dirija-se ao largo do Terco, taber-
na ii.ll. prometle-se dar hora tratamento
Precisa-se d
1 "> anuos de
1.' andar.
ro upa.
Para
um caixeiro ele 12 a
idade na rua do Apollo n. (i
, a melhor quo lem apparecido, e agua
tirar nodoas, do ferruagem e de tinta, c
ail para loupa.
Precisa-se de uma ama que cozinhe e
eogomme,. para duas pessoas: na ruado
Collegio n. 12.
Alugam-so 5ou 6 cscravos robustos,
para armazem de assucar : quera livor di-
rija-soa rua do Trapiche n. 3, a tratar co-n
Goncalo Jos AITonso.
Prccisa-se di nina ama para cozinhar
para 4 pessoas, sendo idosa melbor : na rua
Direila n. 'J5.
Lotera
DA
Provincia,
Ans 5:0009 2:0008 c 1:000?.
Os abaixo sssignadoe, lem expostos a ven-
da, os seus muito felizes bilheles, meios|
958
2958
2J83
I O'.
r.nii
2111
l".
2885
31
5930
27S7
2055
22S,')
A garanta
{eral he paga no rserptorio da rua do
Collegio n. 21.
J. P. La y me.
- Oescrivdo dos ]iroteslos, mudou sua
residencia
1 meio.
billiete.
I meio.
bilhete.
2 (piarlos.
I meio.
1 meio.
I meio.
1 dilo.
2"quartos.
2 (piarlos,
hilliele.
I meio.
cento do imposto
escovas para sapatos.
Vende-se uma escrava crioula, de ida-
de de 25 annos, bonila figura, sabe cozinhar
e engommar, e muito propria para engenho
por ler sido criada no mato : na livraria
derrontedo arco de Santo Antonio.
Vende-se uma casa de taipa bem cons-
truida, boas madeiras, frente de pedra, com
3 quartos, cozinha fra, com alguns ps de
arvores no quintal, inclusive 7 ps d* co-
queiros, onde 3 j deitam fructo, chaos fo-
reiros, no pateo da povoacao da Boa Viagem:
quem a quizer comprar, dirija-se a fallar
com o dono, no mesmo lugar.
No paleo do Carmo n. 18, vende-se uma
armacSo de loja de bilhetes e todos os seus
perlenccs : quem pretender, dirija-se a
mesma, que achara com quem tratar.
Para engenho.
\cndc-scunja boniu escrava, crioula.de
18 buhos do ida Je, que cozinha bein x> dia-
rio, emgoniraa solfrivelmente roupa de ho-
rnera, cose e ensaboa com muita perfeicao :
na rua do Apollo n. 1 A, primeiro andar.
-- ."Na rua do encantamento n. 13, vnde-
se urna porcao de jogos de pedras de uioi-
nho, por mais "
ta qualquer pa
so de urna ama secca para serviQO
Vende-se o sitio da cspella dos Alllic-
S, na rua da Cadeia doKecife n. 47.
PRELO.
Vendem-se os seguintes escravos
escrava rnoula, de bonita figura, cora
annos; i linla mulatinha de 16 annos
mulata de bonila figura, de
ruada Aurora D. 36.
: 16 an
20 aun
1 ;:;\ 1 lllil cl OeSfX), iojitV^
-.'3
&
amnrellau. 4,de An-g
Ionio Francisco Pe-
rereira, vende-se-
Para liomein.
de panno lino prelo, luda forrada
Paris,
Casaca
de na, chegadas ulliioameuie de
a :|.i,000 caila urna.
Casacas rediiiidas de panno lino de cores, as
Jj* mais lieinfulas que (em viudo e esle
'... mercado, a :0,O0O.
i.'i Ceeaeai redooda de gorgorSo amelinado, i'i
i toda de teda e d> toslo novo, a :{ll,0H0. ,
) Ca-ac.s e subrecasacas de sarj* crep, loda fi>
_..i ae pura teda, a 2X,(MI0.
O
o
o
m
o

barita ^n..--; '""" de Jl-w <> l'eree, feeenda W
barato pieco do que em ou- -.,.- de seda e 15, de gilo aovo, a 18,000. '
re. y mesma casa precisa-1 :a fraques de eaumira nnsclada com tola de .''
secca para servico interno :Jl velludo, a Is.ihki. ".'
e escriptono para a roa daCa- (s. onde mora o Sr. raajor Candido Emidio
Pereira Lobo, com grande extensao de ter-
reno, muilos arvoredos de fructo, pasto para
vaccas, etc. : quera o pretender comprar,
enleoda.se com o dono do mcsmo,o coronel
rranciscoJoaquim Pereira Lobo, na ruado
Cabuga, primeiro andar do sobrado n. 61,
ou com Bailholomco l-rancisco de Souza,
rua larga do osario n 36.
Cobre de lorio
Vcndc-se cobre do forro, por preco com-
ua rua da Cadeia do Recife, loja
deu do bairro do Santo Anlonio, sobrado
de um andar n. \.
No dia 21 do mez passado nerdeu-se
no theatro de S. Isabel uma pulseira do ouro
para menina : roga-se a quem a acbou, res-
litui-la na rua do Queimado, segundo an-
dar, loja ii. 18, viudo do Rosario-
... precisa-se do uma ama deleito com
boa conducta, o paga-se bem; na ruado
yucimado n. 46, segundo andar.
Loer
xa
OH
Provincia.
Aos 5:0008000, 2:000.-000 e 1:000.;000.
O abaixo assignado lem exposlo a venda
os seus felizes bilhetes, meios e quartos da
segunda parte da primeira 1 o'eria do Cvin-
nasio, os quaes nao esto sujeitos ao des-
cont dos oilo por ccnlo da lei.
O mesmo ven leu os seguintes premios da
lotera do Espirito Sanio do Collegio.
meio .Numero
quar tu
bilhele
meio
dito (i
quarlo
Por Salusliai
2585
2116
1206
204
3544
3110
400;,
200#
405
400
i!P
40/
modo
n. 64.
Foi ha de Flan d res.
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife,
loja n. 64, em porcao o a retalho, caixos do
folha de l'laudrcs, por preco commodo-
Vende-se uma negra cozinheira o de
mais servico, e uma moleca do 18 annos que
lem habilidades : no segundo andar da rua
Oireita n 64.
Vendem-sn caixas com sab"io : no ar-
mazem do sobrado encarnado ua esquina do
caes do Raios n. 2.
IN'a rua estreita do Rosario n. 25, pri-
meiro andar, vonde-sc urna escrava crioula,
le 22 annos, do bonita figura, oplima cn-
go-.nmadeira u cozinheira, lava de sabSo e
cosa ch3o.
Vende-se lu rato.
1'jiilns de alpaca prela e de coree, cun Kola [J
deselun e sarja da Clima, lodos forrados :".
deeda.a 10,1100 c l2,lHM)cada um. '.:'.
Camisas do ma s lino madepelio francez, '
com priirt.puiihoi o collerinlioi de linlio, V'i
a 10,000 a iIu/.ih. .^
Hilas de dila com pello de Seliuia, a 32,000 ,W
a dn/.ia. I(-
;|;-( Ceroolaide breroinledepuroliulio e da do- j
,-.. va inveivcio, a 33,000cade duzia. '.'".
J* E oulrai mullas lazendas de liado o teda, ''
-.;; pelo mih barato prejo que se pode vender.

e 6^ o corte, ditos de algodao de lindos gos-
tos a lo, 154*0 e lOOOcada um, lencos para
mao a 120, ditos com bico muilo finos a 360,
chales de gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
proprias para calcas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prela fina a IrdOO o covado, len-
cos de seda do lindos padroes a 2f cada um,
cobertores de algodao para escravos a 700
rs. cada um, de todas estas fazendas e de
muitas outras que se n3o mencionara, mas
que so veuderao por baratsimos precos, e
se da rao tmoslras com penhor.
1/eijao novo.
Vende-se na rua de Apollo n. 5, por preco
razoavel, em saceos de alqueire e meio
CEBLAS MONSTIIO EM PIMEIKA MAO.
\ ende-se por 100 rs. cada reslea com 2.> ceblas
de Lisboa muilo grandes, o de Ulo boa qualrdade
que alaran) mais de 6 mezes : ua rua eslreila do Ro-
sario Liberna n. 17. ao voliar para o Carmo.
Vende-se a melhor loja de fazondas do
Passoin Publico n. 9, propria para um prin-
cipiante porestar muilo arre-uezada, com
fazendas ou sem elas, a dinheiro ou a prazo
POTASSA Di RSSiA CAL
VIRGEN.
Ho deposito da rua da cadeia do Recie,
armazem n 12, ha muilo superior polassa
da Itussin, dila da fabrica do liio de Janci'O,
o cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucos dias, e a vender- se por menos proco
do que em outra qnalqucr parle,
Vcndc-se espirito de vinbo : na resti-
lecao do moinho de vento da praia de Santa
Hila.
Pcchincha para bahuleiros.
Na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a da Cadeia, vcndcm-se chitas claras
propnas para banuleros, com pequeo to-
que de avaria, a 4a, 4j500 e 5/.
omma do Aracatv.
Km porcocs e a retalho : vende-so na rua
da Cadeia n. 57, escriplorio de Prenle Vi-
anna.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que lem viudo a esle merca-
do, para liumeus e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caramba rs Filhos, rua
da Cadeia do Itecifo n. 60, primeiro andar
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novollo, para costu-
ra, em casa do Southail Mellor A C.a, rua do
Torres n. 38.
Lm casadertabcScbmcllau.'&Compaiihias
rua da Cadeia n. 37, vcudom-se elegante,
puos do afamado fabricante Traumann de
>(aiuburo. .
elogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendom-sc por precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
deia do Hecifeu. 62. primeiro andar.
tgenea
da fnndieao Lo\v->Iocr,
rua da fenzaja Nova
n. 4*2.
Neste ostabolccimeulo contina'a a haver
um completo sortimento de moendasemeias
raoendaspara engenho, machinas de vapor
e laixas de Ierro batido e coado de lodosos
taannos para dilo.
v CU DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa viuda no ultimo
navio, era barris bem acondicionados, por
proco commodo : na rua do Apollo, arma-
zem n. 2 I!.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje lem spparecido
a este mercado : vendem-se
relogios de pa-
tente
mglezes de ouro, desabnete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abrcu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. oC.
Vende-se urna boa casa terrea na rua
a a Conceicflo da Boa-Vista : a tratar no
deslo k0"'V5U *3- segundo andar,
tarde manhaa e das 2 as da
Relogios
nhora deum dos melhores fabricamos de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : cm casa de Soathall Mellor &C" rna
do Torres n. 38.
COI PEQUERO TOQUE DE
AVARIA.
A dinheiro
Pecas de algodSo liso, largo, encorpado e
2, 8/i40, 29500 e 29800 a peca, dito de si-
cup.ra a 2, 29240, 2/500, 29800 e 39 a peca,
miodesaccoa 120 e 150 a jarda, ditotran-
ado largo a 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a rua da Cadeia.
o canto
OEESTATORRAHDO.
fta loja da rua da Cadeia do Recife n 54
ba para vender um grande e esplendido sor-
limento de fazendas bsratisslmas que faiem
admirar, o bom gosto, baraleza e boa queli-
dado, as azendas sao as segulnUs : cortes
de brim para calca a 2?300 e 2js400, di8peo
de sol de balea 2, ditos de ferro a is800
ditos d junco ai9350, setlrh preto mac
muilo fino a 9900, 39 e 3500, e muito bom
\1 o covado. chales de chita a 1, casemira
prela lina a 9400, 19600, 1/800, 2. 29200 o
29600, e muito Gna 3, casemiras pretas e de
cores, de duas larguras, prop es para os
rapazes de bom gosto, e como se usa em Pa-
rs, calca, collete e palil, o covado a 29400
sargehm a 170. 180 e 20o rs. o covado, mus-
sulina de cores a 300, 320 e 340 rs., e muito
lina a 360, cortes de collete de velludo do
ultimo gosto.^iquissimos padroes, de 6/500
le I29,mcias cruas para homem a 160, 200o
240. e. linas a 300 rs. cada par, caitas para a
pobreza, o covado a 140, e peca a 59500, nao
desbota o, he escura, propria para cscravos,
cora pintas de mofo, mantas de seda da mo-
da a 59, 5S500, 69 e 79, e muito finas a 99
laas muito finas Sebastopol, o covado 19400
19500 el9600, grvalas de 13a a 800, 880,'
II, 19100, 19200 e 19400, muito linas 29. di-
tas de mola a 19, mantas de laco a 39, mus-
sulina branca fio. 300, 3*0 e 340 rs. o co-
vado, chales do merino bordados de 13a a
8?, ditos bordados de seda a ios, ditos bor-
dados do seda e franja de retroz a 10500.
e'L'i6 laa |1S0S a *S800' "'os estampaoes
a 5/800, 6, 7 e 89, ditos bordados de velludo
a 149, panno fino preto a 29400. 29600 ^'
-nn'45' .*B C 555' e to ci*;
7muo, madaiolSo em pecas a 2/600, 2^800,
3o, 39200, 396OO e 49. e dahi at 05SOO, seda'
intitulad! melindre de senhi a l;o covado '
chales prelos de alpaca a 39600, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 194U0 o .ovado alpaca de cores lisas a 600
rs. o covado, ditas pretas, lencos branco
ordinarios, a duzia a 19300, dilos finos lises
a 19700, 19900, 29, 29400 e 2800, cortos de
casimira de algoJ3o a 29200, corles de seda
de passar a testa a 159, alpaca prcta, o cova-
do 480, 560, 600, 700 e 800 rs., e a 9io rs
muilo lina, chapeos de mola a 59400, chsly
de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
munstros proprios para escravos a 220 o co-
vado, tapetes de velludo para cima de mes-a
de lidalgos a 30-, meias de seda prela a
2/400 e 29500, casetSo da Suissa a 800. 900
e 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs.
o covado. chales de seda louquim lisos e
bordados, que por serem tantos os piecos
nao se menciona, liras de cambria a 1/200 s
peca, mantas de velludo para cima de sella a
6/400, pulceiras a 3951.0, 4 e 59. riquissimas
saludas de baile a 259. italia prcta, o covado
I?, dita de cores a 950 e 19, tapetes a 89 e
129, luvas de seda bordadas a 29500, visitas
para senbora a 129, ditas para menina a 89,
chapeos para menino enlejiados a 49OOO. Na
mesma loja se dao as amostras, e se manda
lazenda com o caixeiro. ,
VENUE-SE
Afjua raz em follias de fci 10.
Uleo de lindara em ditas.
Cabos de manilhae de couro.
Metal amarello e cobre de forro. .
Velas de slearina.
Pedias de marmore pira mesas.
Pregos de cobre grandes e pequeos.
No armazem de C J. Astley & C.
Sai do Afsii .
Vende-se a bordo do brigue Elvira, tun-
deado em frente do trapiche do algodSo- a
tratar com Fernandes & Filhos.
Staf&fclt ;'tt$f&&
no escriptolio
-_ yendem-se na rua da Cadeia do Itecife n 62, primeiro andar.
oja de Antonio Lopes Pereira de Mello
. ..";;?:.JyiJv; do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
No Passeio Publico, loja n. II, de Ferreira
t< Cruz, existe u .1 completo sortimento do
lazendas de qualidades proprias para quem
gosta do b 111 o barato, como sejam, cortea
de casemiras muito encorpadas e d bonitas
cores a 39200 o corte, verdadeiro morim 111a-
if'.l'i? ""' drasle- sem co"ffi'vao alguma, proprio para
cansas, fazenda nova 110 mercado a 240 a
jarda, c mais tbaso a 200 rs, mussulinas
de gosto, chitas francezas, cintas finas do
gosto, ditas de cobcrla, e multas oulras di-
versidades do chitas de padroes escuros e
cores lixas, populares de 13a o s
vestidos, de coro
110de \quino Icrreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
.Prcasa-so alugar um
de 15 a 17 annos, para o servico de urna pe-.-
soa eslrangeira. Ad.erte-se que agr ando
o molnque, n depois de experimentar-se,
comprar-se-ha, no cuso quo o Oonoo queira
vender : quem liver annuncio, ou procure
no primeiro anJar n 20, na rua do Torres,
praca do Corpo s.nnlo.
\:i rua da Cni3o, casa da esquina, quo brins depuro linho de
tem lampcao a porta e que deila o oitao 1 superiores bretanhas e
mu 1
para
nJas a l,?o covado,
cores para caigas,
largas, de puro li-
n.
rx C, saceos com exccll. nte gomma chegada
ltimamente do Ceara, por proco commodo:
a.tratar na mesma. .Na mesma loja cima
vendem-se botijas com muito boa tinta in-
gleza para copiar, por preco commodo.
(ibras Lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., etc ,
de dolicaiu trabalho, feitos no Aracatv:
vendem-se no pii.-ueno andar 11. 60 da rila
da Cadeia do Recite.
?scravos venda.
Em casa do Caminba & Filhos, ua rua da
Cadeia do itecife, primeiro andar n. 60.
Vonde-sc uma morada de casi terrea
COmsolio e quintal, na rua da Alegra n. 1:
a fallar uo largo do Pelouriaho ns. 5 e 7.
Bichas de Uamburgo.
Em frcnle a matriz da boa-Visla, alugara-
S9 bichas, c applicam-su ventosas, seccas c
sarjadas, ainolam-sc (erramentas de cortes,
o botara-se ouvidus em espingardas.
Vendem-se saceos grandes com milho,
feijao mulaliiiho c familia : na taberna
grande ao lado da igreja da Soledade.
Cun toque de avaria.
.Na rua da Cadeia do Recife n. 54, vendem-
se pecas de algodSo com piqueuu toqui na
pona a SaSOO, Ihucos do cassa de boa quali-
dado a 160 rs. cada l-m.
CLP.a EM CHUME
TACHAS PARA ENGENHO
Da fnndieao de Ierro de D. W. Bowman
na rua do Bium, passando o cliala-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tacllas de ierro fundido e bati-
do, de3 a 8 palmos de Bica, as quaes se
ecliam a venda por preco commodo c com
promptido, embarcam-se ou carregam-
se em cairo sem despe/.as ao comprador
Vende-se na rua da .Madre de Heos
11. 12, armazem de Novacs C. barris
de ferro, 011 cubos hidrulicos ; para de-
|>osit,is de ftv.es, a proco commodo.
ellins'

Vende-se no armazem
de Fe
iciano Jos
Comes, na rua do Trapiche n. 7, cm barri-
cas, chegada ltimamente de Lisboa.
reIe08
SEI.I.INS e RELOGIOS deplenle
logle : a venda no nrmmtni d(
Koslron Kooker & Companliia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
, CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porcao o a retalho, por com-1
I modo preco para acabar, o muito bom : no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Sanio Antonio n. 17.
r/'S\S IIP FFislA
Excedentes camas de ferro na" "lio. ros
vendem-se no escriplorio do "genio O Uri Se II. ei ,? ^"" |,eg".l 'T'
ja, rua da Cadeia do Recife n. 6^2, pr.meioj 26' qUese 8ratl""r betc-
a"d,r- 1 PBRN. 1VI'. OE 11. F. DE FARIA 1857
Desappareceu da casa do abaixo assig-
nado, no da 27 de setembro prximo passa-
do, (i escravo Antonio, de nacao do gento
cora os signaes seguintes: cor prela, altura'
regular, ps mal feitos, dentes aberlos, bem
Ullanie, levou calca de algodozinlio de lis-
ira, camisa de algodSo azul; este preto foi
escravo do finado Francisco Jos da Costa
Campello, ehoje pertence a viuva do mes-
mo finado : roga-se, portmto, as autorida-
des policiaes e capitSes. de campo a appre-
hensSo do dito escravo, e leva-lo a rua Im-
perial n. 167, oualemda fabrica desabo,
segunda casa terrea, que se recompensara
com generosidade.
Francisco Botclho de Andrade.
509000 de graliicacSo.
No da 27 do corrente fugio da cusa do
abaixo assignado o escravo crioulo do nome
Pedro, o qual loro os signaos seguintes : es-
tatura regular, bstanle prelo, j tem bas-
tantes cabellos brancos, tanlo na cabeca co-
mo na barba, levou calca de brim de qua-
dros e camisa -de madapoI3o, mas talvez te-
nha mudado de roupa porque levou mais
alera da do corpo, falla bastante descansado
c por entre os dentes ; julga-se que ter ido
para Caranhuns por ser natural desse lugar,
e de la ter vindo para ser vendido nesta pra-
ca : roga-se, por tanto, as autoridades e ca-
pitacs de campo, a apprebens3o do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na rua Imperial n. 173, ou em Cara-
nhuns ao lUm. Sr. Manoel Jos Mendes Bas-
tos, que se gratificar com a quantia cima.
Recite 29 de selembro d0*1857. .
Joaqun) Luiz dos Santos Villaverde.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na c(.marra de Pito
d'Alho, o escravo Anlonio, Cacange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos de
altura o grossura regulares, canguciro' no
andar, tem todos os dentes da bocea, con-
versa pouco, peritas finas, he casado, e tal-
vez tcnba algumas marcas de rclho as na-
degas por Ja ter sido castigado levemento ;
esse escravo foi d< s herdeiros do finado Cae-
tano Concalves da Cunha ; consta que este
ve em Santo AnlSo, em casa do Sr. J080
Francisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos signaos :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Itecife, na rua da Guia n. 64 011
dellc der noticia certa, ser* recompensado
cora toda generosidade; c quem o tiver em
seu poder, fique certo de sua piniicSo cora
todo o rigor das leis.
Fugio no dia 28 corrente, o escravo do
nomo Miguel, levou camisa brenca, calca de
brim de lislras, e com os signaes seguintes :
, estatura regular, or fula, ps apalhetados,
b.rba ponteira ; consta que andu vagando
as ma desta cidade, por isso pede-se
ILEGIVEL
MUTTOTO"


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