Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07848


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Full Text

ANNO XXXIII N. 227.
1 '

Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencido. 4#500.
I

SEGUNDA FEIRA DE 01TIBBR0 DE i87
Por anuo adiantado li'000.
Porte flanco para o subscriptor.
KNCAUEGDOS DA gLBSCBJFCAO DO NORTE,
Parihiba, 8r. Jooo Eodulpho Gomei; Natal, o 8r. Joaquim
I.Partir Jnior ; Aracatv, o 8r. dt Lemoi Braga ; Cet-
ra', o Sr. J. Jos! da Oliveica ; Manoteo, o Senhor Jos Teiiei
ra de Mello; Puuhj o Senbor Jos Joaquim Avelino ; Pa-
r, o Sr. Juitine J. Ramoi Iraiioiii, 9 Ir. Jernimo da
Coala.
PARTIDA DO CORRKI8.
Olinile : todos os tita, as l o u......horas do di..
Jguarajsu Cuianna e Parabiua: na! "nulas o aealas-roiras.
-s- *" ". '""*, Komu, Cmara'. Alimli.i c GCnakaai: ,,., lc,..i-f,-ira.
S. l-oiirciirn. Pao d Alho, Na.arrth, laWire, Ilrrji,, Pauaeira, l.jalcira,
Cabo,lpojuca,S,Tiohaem, Kio Formi'iso, Una, Baimiroa, Agua-Prcla, Pi-
eaiaaraat rrrttl faialaa fiili.1.
iTloa oa corrcoa parlera as 10 hora da maojiiia.
ADDIBN6IAS DOS TR1BCNABS DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : aegunda a quin tai.
Rilacio : tercn feirai e labbadoi,
Faienda : qaartit 1 aabbadot aa 10 borat.
Juio do eommercio : legundaj ai 10 horas e quintal ao maio dia.
Juio de orphaoi iiegundaa a quintal ai 10 horai.
Primeira rara do eirel .- legundaa e ir 1 tai ae mel dia.
Segunda Tira do dial ; oartaj e ubbadoi ao maio da.
EPHBMKRIDES DO M EZ DE OLTL BRO.
3 La ebeia ai SO minutos da tarde.
10 Quarto minguante ai 3 horai eS4 mioutoida minii.
7 La ora ai 7 horai e 10 minuloi da tarde.
Quarto crcente ai 11 borai e ao minuto da urde
PREAMAR IIBHOJE.
Primeira ai 8 horai a 18 minutoi da Urde.
Segunda ai S boraa a 42 minutoida manbaa.
DAS DA SEMANA.
5 Segunda. Se. I'hcido ab. c Elvira ir. mm.
6 Terpa. S. Bruno fundador ; Ss. Castor e Herolhides mm.
7 Quera. 8. Augusto preib.; Ss. Sergio e Bacho mm.
8 Quinta. S. Brifida duqueza viuva ; S. Semio.
9 Sexta. S.lonyia b. in. : S. Abrham patriadla.
10 Sbado. S. Ira visco de Borja ; Si. Eulampio e Eulampia.
11 Domingo. 10. S. Nicicio b. m. : 8. Samatra m.

i"
m
i
;
LISBOA
10 da teleinbro.
>ahe hrevemcnle para Koroa, aegundo ae diz, o
proouticio apostlico, que em Portugal era o repre-
sentante de S. Santidade.
Sejam quaea forem as raifiei que oeilai circuas-
tanciai determinam, e os motivos que ora apreisam
etta partida, lia lauto (ampo annonelada; teja quem
for que venh.i tomar o poslo de S. Eminencia, e re-
prsenlas entre nos o chele da igreja, em todas as
eoudicdei nos iatereasa este aconleciminlo, pois nao
he diplmala eslrangeiro o que se vai, nem homem
poltico o que ha de vir.
Komihetao nona como Porlogal. Aqu. Iwmi
patria pelo sangue, aeol pela agua unta do bap-
.tismo. Nucaroot otsla cun a condicao da morrer
por alia ; renascemoi naquella a por ella resuacila-
remos 00 postremo dia.
Perlenceinos Ierra de nosios pas pelo eorpo e
pelo amor ; pertenecios a patria dos calholicos pelo
.nitor e pelo espritu.
Prendein-noa a Porlogal os laco's nilones da fa-
milia ; prende-nos a Kovna o vincolo myslico da
fraternidade universal.
Koran, [nina de lodos os calholicos, pbarol das
naces uesta viagem, em que aleamos uro p de
-dentro do berco para o poosar no turnlo, qutm
tentar uegar-te, perder a memoria honrada deseu
berco ; quem desviar os ulli x de toa lu adiar* por
luiniil 1 a e-cundao dos alivsinoi, onde em vio o
procuraran! as geraciia.
Eis pois a razao porque nao comprehandemos,
nem a fe nem a philusophia dos que lem Rom por
estranha, e iuvenUm chimericoi anUgonimoi en-
tre a honra nacional e a virlu le da crenca, enlre o
palriotismo e a f, entre a rel'giao da patria e a do
mundo.
Vamos, Porlnguezes catholicos, vamos sera reeeio
nesle movimeuto qao nos leva para Rema ; obede-
zamos ao impulso que nos dirige para o centro da
unidade callioljea.
m Aislndose de ni o representante de Sai Sm-
tidide, levara comsigo a cadeia chmbala na pe lrp
fundamental da igreja T Nao. Eia cadeia mystica,
eua forc,l invisivel como a gravitarlo universal, e
como esta indeslruclivel e necessaria, fica.
Cumpre-nos pois orar 1 Dos, ptrn que o novo
represntenle de S. SanliJade teja digno de lo alta
mi-sao e o succesior do actual emiuentissiiuo pro-
nuncio apostlico, mais feliz do que este.
Permita o co que o p.nsado nao seja urna I i cao
perdida.
Devenios ser jados, e para isso he forrea nao dis-
famar ai difficuldades com que monseobor, hoje
cardial, di Pielro, esleve em lut.i ron,lame e tnuitos
annos.
O lufao revolucionario que ha quasi omqoarlo
de seclo se desencaileou com furia por sobre esla
larra de Porlogal, com dohrada furia aggredio aqui
a igreja, e nao Ihe deixaria pedra sobre pedra, se
conlra elle podease prevalecer o inferno.
E'lalou sobre nos, como urna ame,ira do co, o
rato da cholera divjna ; corvaram a eupula ao furor
da proctlla muilas arvores gigante-, que viviam mais
do solo que dos rea, que creseiam maii para a Ier-
ra donde liravara lacroi, do que para o co donde
lliei vtnha a luz. Mai o cedro de qae se edifica
o templo verdadeirodo verdideiro Deo, se pode al-
guma vez ser abalado, nao vergou. I.evou as podras
nai raizes que soltou aos ares, mas' direilo como
quem moilrava desapego da trra.
Expulsaran! de Portugal o nuncio ; impediram o
~ recurso a Kjids ; ordenaram aoi capilularai inlru-
soi, que dispenaassem nos impuliinenlos malrimo-
niies ; elekraram-ae muitoi cent s,! matriinonii s
nullos ; coiisii.iiararn-se muilas allianrna incesluo-
tas ; expulsaren) se das Ss os vcrda'deiros hispo*,
mutilaram-se os cabidos ; ifusanl.irarn-se das pa-
rochiasot legilimos pastores, e pozerim-se U paro-
chos iolrnsos, scismalicos sem jurisdiccSo ; exlin-
guiram-se as ordeo religiosas, enlraram os alguszis
d tolerancia c libarilade, de machado na m.iu pelas
portas dos mosleiros, para en,purrar dslli para fora
osceoebilas, reduzinm-ie os religiosos mendici-
dade; venderam-se os bens da igreja ; pozeram-se
ejn almotda as alfoias do coito e vasos sagrados ,
aboliram-ie os (luimos, e condemnou-se o clere
miseria e a dependencia.
Ja nao queremos fallar nai psrseguices e alrocl-
dades que se pralicaram conlra muiloi dos mais
respeilaveis membros do clero e conlra os verdadei-
' ros calholicos : daae;amoa osqaecer essas recorda-
(Oes sinislras de ama poca ominosa, cujos faltos,
escupios com tetlras de laogoe na pagina maii ne
gra de noi.a historia, parecern una fabola as ge-
ragOes futura, e serio o horror dos que medilarem
as miserias^deite seculo.
ao quadro affldivo deslas deTsgracas no conlinenle
do reino eorreiponlia oolro, igostmenle (risle, as
regica do enramar. O lucio da viuvtz, em que se
listimavain as diueescie missei, era ama constante
luppliea do rebanlio ao supremo paslor, a quem
|iedia eompillo e snn. ,
Aggravaram-ie ueste alarlo, e aggravaram-se co-
mo nunca, as diflerenrts que havia entre os misiio-
narioi da Propaganda, e os regali-tas e scismalicos
portuguezes. Era islo un grande, mas nao nico,
nem o maior mal, de qae eonvinha. carar. E para
os corar a todos viuha o internuncio de Koma a Por-
logal.
Se a razo poltica impeda qae os biipos fossem
restituidos a las S, 01 parochos a suas igreja, e '
os couegos a sus cadeiras nao era uslo que tnor-
'ress-m de fume, emqoanlo o estada debarat.iva os
bens da igreja.
Se a r 1/ i.i poltica ru permitlia que se re lece-sem todas a- ordens religiosas, pidia a necc-si-
dade que ao menos se reslituissem a seu pobres
musleiroi os missionarios huin Mes, ns meslre da
hiiman la le, os diligeutei cultores da vinha do Se-
nhor.
Se a razo poltica n.to permitlia exigir que se U-
rassem aos novos posiuidores os bens da igreja, era
justo que se suipendesie a venda, doi bens qut ain-
" da eslavam-em poder do Estado, para qie licasie ao
meuol e**e reslo do anti igreja. Era justo por termo ao escandaloso espec-
tculo que davim os noves harvs 1 litnqusteareni-
se dlitro das casas religiosas em desenfreiada or-
gias, emquanto o pobre monge octogenario se revol-
va nis [i illias de urna enx-rga podre, e com o es-
leeijr do moribunlo fainmlo respon lia ao brado
do pregoeiro, que Ihe arrematara a cela do sea con-
venio. Era juslo que os bispus e os parochos lives-
sem ama parte ao meuosdo seu patrimonio para nao
licarem sujeilo a essas congruas odi>s8s aos povoi,
para nao se verem forjados recorrer, por nao raor-
ORIGINAL DO DIARIO OE PE'NAMBUCl.
A
.
4 DB OUTIBT.O DE 1857.
O BAIRRO DO RBUFB.
E-le bairro pnde-*e chamara eil di capital de
Pernambueo, e lemelhanca do qus se observa as
, porcBea primilivamente povoadas e elificadasde quasi
ioj is as ridades enligas, em geni a suas ra mal
renies sao extremamente estrellas e irregulares, de
orle que o Iransito em alsaina torna-se s veics
rJIflicil, 11A0 lano pelo granle nainero dos viandan-
tes, como pelo ar-nnliameulo dellas.
lie o foc di eommercio e da aclividade mercantil,
lias nove hora da inanhaa ale a< quatro da larde o
* iiiovimeulo he uot ivtl, mas depois cc-sa lo lo o bli-
do e estrepito.
Ah esiao eslahelecidas tulas a casa de eommer-
cio de grosso trato, naritinaes e eslran^eira, grande
parle das chincdlarias dos cnsules aqui residentes a
caix (ilial do Hinco do Brasil, a A*aoeiaelo CoitMDer-
cial Agrcola e a Asso.-iarao l".ommercial Uen-ncente,
rajo edificio, einhora decentemente decorado, lie pe
quino e nao llic perlence.
Admira que o corpo do eummerrio de Pernambn-
.colinda Me postua uin edilirin 'leste genero, qoe
allesle o seo pregretie, resollando de seinelli.inle
falla que muilas veres a lraiiaci;es, qoe nao po-
drmser traala .1 visla de lodos, se ellectuain ,is
entradas dos escaria!,
I/Yiri coiiveni'iiie que a Associarlo ('.immrrial
compra>se o Trapiche chamado d > l'eloorioho, e em
eu lugar cun-lruisse uin elilici,, aeganrlo am bello
modelo, em cojo piviaento Ierre se eslabeleresse a
reuiiiiiAo dos neg iriaiite-a bol-a e os escriplnrio
,|o correlores, e no pavimento superior o tribunal
,)o eommercio.
A phase da garanta em que a loeiedade parece
ter entrado lambem se vai manifeslande i-ntra nos,
. e hoje contamos diversa imliloifOM deili Mpecre,
que nao s garanlem a proprie 111- material, senju
timbim a vida humaua.
rerem de fome, ao absurdo direito de casual, que
os canoues reprovam, e os impos tomam por argu-
mento conlra a santidad! da igreja.
Havia .centenares de matrimonios nullos, ja por-
que fora nnlla a dispensa dos impedimentos, ja por-
que aoi parochos airosos peranle quem haviam sido
celebrado, falliva a jurisdiccao legitima.
O astado havia usurpado os padroados eecltsiasli-
cos e seculares, ahusava como anda abosa, do luir-
lo da rapia em detrimento da igreja ; sahia-se que
algum lempo ie eslibelecera em Lisboa urna luja
maromea, a qual deviam de perlencer lodos os que
prelendessem a apre era justo por lermo a tamanhos escndalo.
Se a razao poltica pedia qoe nao 11 demoraseo
processo de liabilitacao e justificacao dos que eram
aprsenla los no bispado ; pe lia a ju'lira e o dever
que houvesse o mais inllixivel rigor nesse processo,
para qoe nao aconleca a desgrac da abonar, peranle
o sumrao poiuiHce, o proceder de alaum prelado
ele no que viesse a ser o escndalo dos fiis.
Kespeilaraos o aclual episcopado portuguez, e nel-
le reconheetmus muiloi vares illustres pelo seu sa-
bir e virtudes, anda que nos falla quem nos d os
exemplos de om Bartholomeo dos Marlyres, de um
Caelauo Brandao.de am Miguel da Anuuciarao e de
tanloi outros ; ma um so que vestisse^odignamen-
te a purpura, porque nao houvesse o divide escru-
pulu em averiguar seu procedimeulo, hastava isso
para nos arrancar lagaimss de dor.
Se einlim a razao poltica pedia que Koma naa
axigisse do governo portuguez sacrificios que esle
nao podessse fazer sem prejuizo de seu pundonor;
era lodavia jus'.o, esse mesino governo emendasse os
erros, que dotasse as missOa do Orienle. menos dis-
pendiosas do que lanas commissOes e Iribunats inu-
leii; que perraitisse o reslabelacimenlo ou creado
de novos institutos para viveiros de missionarios.
Era isso de mais inleresst para 1 riligiao e para o
paz, do que 1 renuncia do padroado as Ierras da
Chim.
Todos ules aclos justos, e porvenlura o nico e
ainda hoje indspensavel remedio de taotos males,
eram esperados com ancia pelo povo porlogoez.
A coiicorrlata que devia celebrar-ie enlre o po-
der ecclesia-lico e o secular, era esperada como urna
-.ma e perpetua reconciliadlo enlre o sacerdocio e
o imperio, como fausto acoolecimenlo qut abra
urna nova era nos faslos da igreja em Porlogal.
Esperance v.'ia !
Tantos milhares de calholicos que proteslaram eu
amor e respeito ao Summo Ponlilice, que nao duvi-
diram aflronlir ai iras no poder civil para nao fal-
laren is promeisai do biplismo, que le uniam ero
glorioso esquidrao roda 00 representante de Sua
Sanlidadt, como soldados que combatalo pela F,
e por ella derramariam sea langue, cliuraram e do-
lorosamenle se lamentaram comuosco, em qaanlo os
velhoi roubadores dos bens ecclesiaslicos, os oppres-
sores e (yraOnos da igreja, Iripudiivam e riam da
nossa fe.
Nao sallemos, se esles gemidos foram ouvidos em
Koma, gemido! da filhos, expressAo de urna dor, qoe
uao poda nascer em pelos deileaes. Vemos porero
que a desgranada obra da concordad n3o se consum-
mou ; e islo aviva nossas esperanzas.
Fallamos com toda a sinceridade de calholicos ;
e\p'iinimo-nos siin com magua, mas com respailo,
lisian I para longe quanlo pussi repular-se falla
de consideraran para com o negociado em uome da
Sania S.
Somos os primeirosa recnnliecer as dllicoldades
com que elles lem que lutar ; pagar-llie-hemos esle
trbulo, que he ama himenagem a' verdad ; mas
para para que e-sa Irmienagem seja inleira o com-
pleta, he forra declarar que a concrdala na 1 era
til uem a igreja nem ao estado, e que os e-lorcos c
fadigisde S. Kininen-ia. o pronuncio apostlico, fi-
cavam por ella reduznlos a condirao d rsterilidade.
Disiemolo, e repelmio lo em beneficio de seu suc
cesior, para qui nao aconleca que lambern sejam
eslereis e sem fruct- eus esf orr;os e tribalhos.
No meio ras IrilmlaiVies desle seculo concediu-nos
a Providencia nm supremo paslor. a cojas sirludes
e -ciencia 11.1 la lilla, pira que posaa guiar digna-
mente estes mares encapellados e por ei.lre os riscos
dos pareis a barca de Pedro.
Ua sao menos escuros eslet lempoi, doqne aquel-
les em que a heresia dos imperadores oppiunia a
comeiencia eatholica na cidado de Conslaolina.
Boma resisti ; e Koma iriumphnu. Conslanlino-
pla sacudi suave jugo da uiiid lanliuopla cihio em poder dos inlieis.
A igr. ja he livre, diremos mis com um sabio pu-
blicista, porque protege a librdade de eonteleoeii,
e nao pede sulimi-sao senao a"i coovicrOes ; o estado
porem exigo submissao as leis. Se puis he necessa-
rio, para que esles dous poderes eslejam em paz
e de commum aecordo gnveinem o individuo, que a
igreja nao relaxe o vinculo da obediencia ns leis,
nao o he meos que o estado respeile a lber la le da
igreja, porque o alenla I 1 conlra esta se lo-hia con-
tra a liberriade de conscieoeia.
A eilensau deiles dous poderes lem dous Imites ;
um hio, outro variavel. O limite lito do poder sa-
grado, he da moral, em que se inclue o dogma ; o
estado he o do direilo, em qae te iuclae a prulee-
sao a lodos os subditos. O mudavel para a igreja he
a disciplina, para o estado a legislarlo civil e cri-
minal. Para iuletprelar a moral s a igreja he com-
pleme, e aislo cnnsisle sua auloridade, o etercico
de sua soberana ; para interpretar o direilo he o
ealalo o compleme, e uisto esla" tambero a sua au-
loridade, o ejercicio de sua soberana.
S nos limiles varavsis he que se pide fazer ac-
Cordos, ciucesses mullas, concrdalas.
'Juan lo o r-lado nao reconliece estes limilc, e co-
mo o imperio ai uno se roolle a ordenar u dogma,
nao fallar nunca igreja quero se oppoulia o lynn-
uia e oppressao das conciencias, como o faziain os
papas.
Dos suscitar os Hilario, os lluilios e .\tliana-
zios ; e a verla leira fe ha de (riumohar.
A circumslancia da soberana temporal dos papas
desde Carlos Magno he urna caur io em favor da in-
dependencia da igreja, e por isso mesmo da liberda-
de de con-ciencia, O Ituln-nu diz a esle resp'ilo om
liomm eminenle, barreira proleclora da anliga lio-
rna, qne nao sabia mantor sua l'bcrdarie. senao in-
molando o universo a seas appelites, reslabeleceu-se
assm em lavor de Koma clirislaa como um poderoso
meio de proteger a nova liberdade qne tila ensinava
a lilurdade moral.
Pelejarn pois em favor da verdadeira liberlade, os
que pelejam em favor de Koma, em approvar con-
descendencias que Koma nao approvar lamhern.
Se alguna lacanho estadistas pensam o contrario,
ene nam-se. Astucias vulpinas iia.polem zombar
da li- nera na crenca.
Boina nao paga Iraidores 1 gloria nacional que
Nesle bairro ixillem urna caixa econmica, e os
cicriptnrios de varias coir.panhia de seguro : o da
rompanln.i Northern, conlra o fogo, o da Allianca
laniliein conlra o foso, o da C'impaoliia de Seguros,
Martimo e Terrestres, da Ulilidade Poblicasoiuenle
de Seguros Marilimos, e os da liileminsadora e da
Seguridale, ambas igualmente de Seguros Mar-
timos.
A parle desle bairro que fica enlre sul e norte of-
fereco urna \isla deliciosi e encantadora ; descortna-
le urna vaslid.lo inlinila do ocano, ludo omosquriru
onde se achara os navios ancorado. Olinda, com a
saas pharcl, que foi construido em 1810, toba directao do
capilo de mar e guerra Joao Flix Ptreira de Cam-
pos, enllocado qmii na extremidide da par* vsivel
do arrecife no lado do norle e a pittnreica liba do
Nogueira com o sea vaslo e elegale Lazarelo aosul.
O bairro do Keeifa se prende decrepita cidade de
Olinda, que fica ama legua ao norte, por uin idinn
obre qut eiiao
ellas ten.iein vender-lha. Nao a paga, porque rejeita
a lrai;ao ; e da glorias dos povo qae conservara
Ira lices honrada ama tohre todas a da fidelidad! na
crioca.
I'.onserv.iremos nossas glorias conservando noisos
direitoi, e euraprin lo o deveres de padroeiro. Pe-
lo prec,o da renuncia delles nao oblerao a approva-
rlo do escndalo e da rapia.
lujuriara o summo sacerdocio te pensam qde Koma
dispertara o Ihesouro da fe qne Ihe cumpre aguar-
dar. Quando, o que n,lo suppnraos, enconlraisem
negociadores conrJesceodenles ; o pai commum dos
Heis, diria a estes, como Innocencio III ao cardeal
legado Pedro, iacrapaodo-o de tuas condescenden-
cias para com os efessos do cruzados :
a Pondera tu meioto bem o ciso. Nos estamos pe-
netrado da pezar e vergonha, poisuidos de inquieta-
ra 1, em quauto pernotamos a mis meimos, se he
posuvel que a igreja grega volte unidad! da S
Apostlica, quando ella nao v no I.almos senao
obra de Ireva. Os Sarraeanos qae Iremiam ap a
lomada de Conslaiilinopla, nao cahiram como lobos
sobre as ovelhas que vos deixasles abandonada, ape-
nas souberem que os cruzados vollam pilra anles
de om anoo "! E nos I Podtriamos chamar ainda de
novo os povosdo occidente a voarem era soccorru da
Paleilioa a Conslaolinopla, qaando t Mies desle mo-
tivo para nos lmc.arem em rosto, o qae todava nao
mricemo, o lerem ido os crozudosabsolvidos do
seu voto, para abmdonarem e deiiarem a Paleslina
sem defeza, voltmdo a suas Ierras carregados dos
despojos Jo imperio grego '.'
Que respondera a eslas accaiarOes a eonsceneia
froxa do legado '!
Qo-m ousaria anda accusar'o papa depois de ou-
vir eslas queixas centra o seu legado, diclaa pela
iciencia, inspira las pela piedade t
Os fiis da Paleslina poderiam queiiar-ae do erros
do legado, ma nao Ja sciencia nem das virlude de
Innocencio III.
Os Sarracenos Mmdello poderiam meditar novas
profanacoes da templo ; a cruiada dos apol-
llo* ,do vol e promessas sagradas qut liztram,
poderiam darse por salisfeilos coro absolvilo im-
merecidi
EM ARREGADOS DA SDBSCRigA NO BUL
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Dial; Babia, o Sr, D. Dupia
lio de Janeiro, o Sr. Joao Pertira Marlini.
EM PEBNAMBL'CO.
O propriatiriodo DIARIO Miooel Figueiroa di Fina 01 ni
hvririi, praca di Independencia n. ( e 8.
oiilerio do imperio, porque nessa occaiiao nao oceu-
pava a cadeira.
Segunda parta.
(.omina a Itrceira diseus3u do orramioto geral
do imperio.
I.eem-se e apoiam-se os seguinles :
Da 1.a commissao de ornamento.
O art. I. addilivo) seja subsliluido pelo te-
guinle :
o As multas de revalidado do sello fizo e pro-
porcional impostas nos arls. 13 e IS da laida23
de outubro de 1813 licam reduzidos de 10 al 20 i
do valor dos Ululo.
Artigo addilivoContinua por mais um anno ;i
aulorisacan concedida ao governo no 5 3. do art. II
da lii do orcamenlo n. 88* do I. de nutobro de
185C.
Art. addilivo n. 37. Fica o governo aotorisa-
do para redozir como for convenante ai laxas de
importarlo cobrada na mesa das randas de Albu-
querque, provincia de Malo (Jrosso, para o que po-
der* fazer urna larifa especial.Sampalo Vianna.
Torres Homem.A. de Oliveira.n
Emenda ao S 27 do arl. 2. da proposta :
a Em lugar de 2:200:00(15: diga-se 1,.i0O:0O05,
inrliiind.i se a qnamia de 7lMI:IKX>;
dos juros de
para pagamento
imperial, fo pregadur o leu comprovinciano, o Sr.
eonego Pinto de Campos, que pondo um pouco de
parle o motivo da leslividade do dia, tomou por llie-
raa os melhorameuto do pa-.z, lauto moraes como,
roateriaes; e socorrendo-se aos textos das sigradas
paginas,profligou sobre rnodooi governo, qae preoc-
cupados tnicamente com estes, e esqueeem doqucl-
les que elle encara como agemes e motores dos se-
gundos. O "Jornal do Commercio tro are; de
fundo, rende grandes elogio a esse discurso, que ge-,
ramenle lem sido bem acelu.
Em Niclheroy preparam-e grandes festejos fara
o da 16, linda pelo motivo da indepeodencia. SS.
MM. Iniperaesdevom para all partir a i paraas-
KEGIFE 4 DE OUTUBKO DE 1 857.
AS 6 HORAS DATAKDE.
RETROSPECTO SERWiL-
A semana nao ollereceu novidada de grande inle-
reese.
O vapor do norle foi muilo pobre de noticia.
O paquete de Soulhamploo quasi nada adianlou.
A guerra da India ainda preoecupava vivamente a
.-illeur.io pulihca ..a Europa ; os Indios lem commel-
de Po d'Alho neila provincia em dezeinbru do mei-
mo anno, e chegando a Macei de caminho para lo-
mar posse de tua nova comarca em fin de abril da
189, all receben nova remocho para a Eilaoeia,
donde vinha de ser removido Nia Ihe convindo,
porm, regresiar para aquille lugar, parti para o
Rio dt Janeiro e la lez a Iroca daquella comarca pe-
la de Peuedo.
De volta do Ko de Janeiro para lomar pone del-
ta comarca, demorou-se nesta cidade do Kecife por
algn* diis pira sa despedir de seos prenles i ami-
gos, recebeu em vnpera de sua partida a noticia da
ter -ilo despachado desembargador da relarao de
Pernambueo em agosto de 1819 ; mirando no'aiar-
cicio de ieu novo cargo em principios de lelembro
do mesmo.
Na* ailininlrai;es do* presJoule >ouja.Karnoi i
idoas mais horriveis barhiridadts nos Ibglezei que
sisnr ao hade do di. sesuinlc, que.ao qae ditem, se- '"e cabero debaiio das maos. Enlre as noliciss que
ra a runcrao mais esplendida dt qinnlas tero havi- II nos irouxe, enconlra-se o segainlt :
do na ierra de Martin Alfonso. Smente a ceia de Ha etn Franca, diz uro jornal de Parii, grande
que esla encarregado o nosso conherido Francioni, numero de liomens de boa vonlade que eomeram a Vctor ih(Mini Witt^aMaVmili anma
o ZK em C'"C0 C0I"0, dC rS' 1,0r a"( "M8 """", mper, <"\"""> 1" Promp. ch.}"de poVic. destl7rov ncl *
0 v?ls- ll)s e *"" P supprir dous gentes de regenerado
i>ao acrediles, porem, que o esplendor de lal festi anido mu raroi no Brasil, o sacerdote a o professo'r
provenha de maior patriotismo dos Nclheroyenses, '* misses e o corpn ensillante de Franca respondi-
do que dos Cariocas. He que esle esiao na posse e "*? qaando ihes for feilo, ao appello que Hits deve o
gozo da residencia oa eoira vez no anno recebem a honra de urna vlsila | Um noso economista ero Ires capitulo espe-
d SS. MM., que aniam com fervor. Alm disso, c"e* desejo a crear.io de um imposto territorial em
expe lican dos coropclenies (iluloi. Rodrigues dos
Santos, t
Osolliciaes do exircto e armad reformados,os
a segunda linha com sold e os honorario que
percebertm os sidos das tabellas de 28 de marco
,dc 182> e aiiiariori's, paMirlu a ler pago deota ja
^eeonlinuar no bozo da rapia ; mas o; pela t.bella do 1. de dezembro de 18U, e lodo* os
1.laalin. .nm .'""h s Z0', f0mo "' ''"i**"" e "formados doei.re.loearinadaed.se-
nm'.iT.a,? do Salvador, e.nbora chorassem I guuda linha tambera reformados com sold qoe
rtiV" s r9f 6 V P*Irta' n;," P4iam lllal- I eoutarem :10 anno, ou mais .le ervico elleclivo per-
,Z. LE !1 r*, ae,,rP,0M"m ""o o I ceberao mais o angroenlo da quinta parte do sold
dro. I,-"'oc,n.e", a rf'<<*o do cardeal Pe- da referida tabellad. I8il, e.ceplo o que ja oza-
dro legado, nao pod.am maldizer a Santa S, qual rain desle beneficio.Pedarneira. Diogo Velho.
esperan) viver t morrtr myslicamenli unido, nem o | Rodri "".VJ"' 1-1.",me do Vl?ri0 de Jsas Cbrirto, que o Ficam fazendo parle da presente le os artigos
ddiiivo! segoinles : do I. a 29. 'Ji e 33, 117 e 38,
12, i i a 19, 51, 52, 55, approvados em 2. discusao
amaro e respeilara, que ol.enri.im lodos os das e por
qutm ardeniemenle oram ao eco em sua praee ca-
Iholica.
RIO DE JANKIKO.
(AMARA 0S SRS. REPUTADOS,
SESSAO DE 27 DE AMISTO UE 1857.
/'residencia do Sr. cisconde de Uaependy.
A' hora do coslume, f se reunido numero legal, abre-se a sesiSo.
I.ida a acli da antecedente, he approvada.
O Sr. pnroiiro sieretario di conta do seguinle
FA'l'PniPNTir
EXPEDIENTE.
I m olhno ilo iniuisien i do imperio, remetiendo
as informadles plidas acerca da orJem expedida
pela presidencia de Minas ao juiz de paz da paruclua
da Ponle-Nova na aldrna el.icao.A' quero fez a
rMaiiiflo.
Hilo do ministerio da guerra, remitiendo a
informacoes lohre a prelenroo dos empregados da
conlaloria geral da guerra.A'quero fez .i requi-
ii ca*.
Urna repreenlaco da cmara municipal da villa
-le Nossa Senliora da Coneai(4o do Norle, peduilo a
creaco de una provincia au norle da de limar, a
que seja de-una i a villa de Nossa Senliora da Con-
ceica.i para a capital da nova provincia.A' coro-
'ii --.' de estalislica.
I.-se e he julg.ido ohjeclo de deliheracao um pa-
recer da rammis-i i de insirucr.lo publica, mandan-
do matricular no 3. anno da escola de medi-
cina da corle o eslalanti l.uiz Francisco Muri-
nelli.
O Sr. mivino pededipen der ser dado para ordena do da.
A cmara cousenle no ptdido.
He julgado ohjeclo de deliberarlo, e vai im-
primir para entrar na ordena dos trabalhos, uro pa-
recer da commiasoes reunidas de fatenda e coro
memo, enneedendo o emprestimo pedido pelo l)r.
liuilherme S liucli de Capanrma para poder dar
o deseiivolvimeulo que precisa a ma fabrica de pa-
pel.
He anprovado sem dbale um parecer da com-
rni-aH) de ir larra,i, corrigindo um erro que passara
no arl. I do projeclo tobre diviso de dislriclos elei-
loraes.'
OKDEM DO DIA.
Primeira pirle.
Continua a discuisao do parecer da commiaao e-
pecial sobre a denuncia conlra o t\-rjiiinslro da ju-
lica Jo.e i i in m Nahuco de Araujo.
I.-se, ap n.i-.e, e entra coiijuuclainenle em dis-
cussao, a segunili emende :
inii'liM--r o parecer do modo segoinle:
(i A cmara, julgando que o decreto nao he au-
Inris id i pela conslilui<;ao e pelas leis, comludo,
filia das raze expolias pelo ex-minislro da iaillca
que o referendou, certa da sinceridad, de sua con-
viccdio de to bero serva o paiz. nao jul^a conve-
niente decretar sua accusa;o.Kolrigues doi San-
io*.o
Orn o Sr. Nabaeo.
O Sr. Barbosa requer o enccrramenlo da diseus-
aa.
A cmara approva o encerraroenlo.
OSr. Vitalia lavare* ;pela ordero) reclama a pede
que le consigue na ada, que leudo sido elle o ira-
medijlo ao8r. ex niiiii.lro da juslica a pedir a pa-
lavra, oSr. praiidenle, por um arhilrio que Ihe nao
permilleu regiuienlo, o classifieoa no dteimo-quar-
lo lugar, aeonlecendo-lhe o mesmo na discus'o dos
orcamcnlos do ministerio da jusilla e do imperio,
procedimenl qut allribua a insignificancia dellc
depulado. [Na apoiados )
O Sr. Presidente responde que nao ouvio o Sr.
depulado pedir palavra, como declara, immediaii-
menle depois do Sr. ei-miuis|ro da juslica, porque
nenhuma razio linha para prejudicar o seu direilo,
endo o p-iroeiro a reconhecer o merilo do honrado
memoro, como elle presidenle di-mon llie a palavra na drscoiso da r.sposla a falla i
llirono, nao pndendo re-ponder pela -I,,iii.-ar.i i do
oradores inscriptus na diaeniiio do orc,aineulo domi-
cipaes destas ras ; ma releva observar primeiro
que as denominar". consagradas as nossa ras e
praca, e principalmente a mais muga, nao ex-
primen! urna recordacao grandiosa, nem mimes glo-
riosos, aero fritos palriolicos da nossa historia, sao
-'ramenle indiscretas e absurdas ; todava ho|e |.i
vai havendo mais cuidado nesta especie de baplismo
la:, mas a das pravas.
O arco da Conceic,ao, em cuja parle superior exis-
ta uro capella, onde se diz misia, e lodos os anuos
se solemnisa a festi da inai de Dos, a 8 de dezem-
bro, he a entrada occidental do bairro do Kecife.
Em frenle segue-se a ra di Cadeia,asura chamada,
porque piirnilivaineiile all ezistio eideia. O princi-
pio de una largura conveniente e direilo,mas a ou-
Ira parla he bstanle acanhada e torta. Ha nella
bou predios particulares. Coiilem cincoenla e oito
rasas : tres de um aodar ; vinte e nove de dous an-
dares ; vinii e tres de tre ; e Ir* de qualro : uao
ha urna s casa trra ; podt-se dizer que he urai
H. .q,i" e"'10 f'laaao, ,orle d0 Bunco, Cruz i das ras mais freqaenladas de ludo u bairro.
no i .irao que guia os navios na entrada du n irlo, e a j. f__., ...
a ranal. do Brum, fundada pelos Hollandez.s e r roa d* Cr'" qUe '' "?"n,n"'
cuja denominaran fui lomada ao nome da miilher de F.l^J!:,"'!!!9,. P"'".3. 'a?"'.,;t *"*"!!"' ""'
um general hollandez chainido Theodoro llaoluar
Demburg.
Tero vinle e sele ras : a da Cadeia, a da Cruz, a
d ii lanoeiros. a do Trapiche, a do Vigario, a do En-
canlainenlo. a di Caeimha, a d s Burgos, a do Amo-
rim, a do Corloniz, a da Moada. a da l.api, a do
Cusa, a da Madre de lieos, a do 'Torres a da Lin-
".uela, a da SetMella Velhi, a da Senzslla' Nova, a da
(una, a di Brum. a ilo Pillar, a dos Miararapes, a
do Pbarol, a do Ces, a do Apollo e a do Areal.
Tm Ireze beceo : o da Jsoronha, o du Abras o
doUinealve, do ('.impeli, o da lliadinliai, o do
i Porto, o de Manuel Anlen, o do Valladares, o do
Paiehoal, a deTeUtira, o Larglo do Tocolimbu
o do Uaoleiro.
Conlara e s-l- Iraveasas : a di Vigar
dre de Den-, a las Cnonlas, a da (inia, a do Vletra,
a do Goararapee < a do Pharcl ; a qualro ftrgo .
o da Alf'ii ley.i, a la A-semlila, o do C ir[io Santo
e o do Pillar.
Tolo o bairro eonlem mil duzenlas e vnle ta:
do um andar, eenlo e nvenla e Ir; de dous, cenia
e nvenla e alo ; de Ir--, cen i e sesnla e sei ;
de qualro, dezestis ; e Itireai seis cenia e q i irru i
e sele.
Digamos agora al jumas palavras acerca da prin-
Ires parles he de urna grande vaslidao, a qoai no
centro lem nm ehafariz. He igoalmente mu friquen-
lada, a eonlam-se ah setenta duas casas, a saber .
cinco, de nm andar ; vinle e Ir, de dous ; Irintn i
oilo, de tras ; e teis, de qualro : uao lem casas ter-
rea.
Dizem qae a casa n. 6, em cuja fenle ha urna
figura de pedra, e una insrriprilo mui apagada, fura
a primeira edificada nesle bairro, e que a figura re-
pies'iila Periiamboco ; mas islo nao passa de orna
ii,i lirio popular, pois que a historia nada diz a esle
reipeilo.
A ra dos *l anoeiro he oliscara, au lem predica-
do algum que a recominende, e apenas eonlem Ires
catas : duas do uin andar, e urna de Ires, vislo que
; a nutras deilain as frentes pura a da Cruz e Tra-
a Ma-' piche.
A do Trapiche, qoe fica com a frente para o mar
e bem o-i,n os arls. 56 e 57, e o arhjo relativo s
cartas de naluralisacao concedida gratuilamenle a
eslrangiiros. Todos os mais serSo redigidos em
prujeclus sepiradu J. L. C- Parauagu__Fausto
A. de Agoiar. >>
Fic o governo aulcrisado a rever o regula-
menlo de 1815 sobre dirednrias de indios e soa ca
tchese.Araujo Jorge.Costa Moreira.Calheiros.
Sa i Albuquerque.Da Viera.
loelua-se ons arligus que a commissao propoz
que sajam contemplados no orcamenlo o arl. 36
approvado era segunda discosso.B. de S. Benlo.
Acha-se prsenle o Sr. in'nilro da fazeoda.
Orou o Sr. Brandan.
A di.cusan licou adiada pela hora.
O Sr. presidente da para ordem do da :
Leitura de projeclos e indicace na hora comp-
leme '
_ Primeira parte.
Ctnlim irao da ili-cus-o i do projeclo n. 52 desle
auno ;
Oiicusiao da emenda do senado n. 121 desle anno,
i propi.-ir i i desla cmara, que aulnrisa o gavaino
a conceder licenca o l)r. Joaquim Villela de Cat-
iro lavares p Joao Xavier Cameiro da Cunlia.
Primeira discosao do |irojerlo que aulorisa o eo-
nerno a mamar malricalar no 3. anno da faculda-
de de medicina ra corle ao eiludanle l.oiz Fran-
cisco de MurineUi ;
Discuisao da enrenla do leada n. 117 .desle anno
a propu-ira i desla cmara suhe a navegaran por
vapor au porto da capital da provincia do Bipirilo
Sanio ;
Primeira dila do projeclo n. Ili desle anno, que
approva atp-u-ao concedida ao cuuselheiro Oiogo
Soares Silva Bivar ;
Terceira dila do projeclo n. 113 deste anno, que
regula a aposenladoria dos empregados da cmara
municipal da corle ;
Piimeira dita do de n. 100 deid anno, que de-
clara camprehendidos as disposioes do avisa de 2
de marr;o de 182") o capiao Anlouio Joaquim Ko-
dngoe llorba e os mais uflciaes ero idnticas cir-
riimslancias ;
As ootras ni llenas mlirormenii designadas.
Seaunda parle.
(". miinuacj da lerceia diteussao da propusla du
orcammo.
I.evanla-se a sess.lo s 3 horai.
A 27 nao funeeioiiou o senado.
COKKESPON'DENCIA DO DIARIO DE PiiK-
NAUBUCO.
Carlas da corle.
X,
Kio, 10 de selembro de 1857.
Meu charo K... Eslao paado os feslejos de 7 de
seleiobre, e embora o parecir do jomis, pens que
o regusijo e enliiusiasinu du publicu n3o foram 1,1o
grandes como no aono passtdo ; al parque no se-
gundo dia houve clima e milita horaidade nai ra,
que loruarain o piazer aguada e fro. Alm dissa,
nao seudo esle anno de eleiroes de vereadores e jui-
zes de paz, he fcil compreheinler que muila genle
de alio colhuruo, que ha um anuo fralernisava com
o povo, e moslrava eran le ardor patritico, nao tero
hoje o momio incenli\oque eniao, para abrir bol-
sa e ver queimar o seu diuheiro em logeles, fogol
de artificio, e illuniinarao.
Kaliiralinente no anno vindouio e no seguinle essa
frieza ira' crescendo ; mas cania de cerlo que em
1861 llavera' aova euchenlt de patriotismo, e enl.lo
ao I iiiar.io esplendida illoniinai,s e magnifiros
fogo. O anniversario de nossa independencia ser
cania io em proza e verso sublimada, e na fallarao
algibeira aberlas pata os festejo do grande dii. Os
candi talo a' cmara municipal hilo de amarga-lo,
ja' que ha genle que para fazer parle da nona edi-
lidade, a Irazer uina farda verde, bordada de ouru,
com cnla ver le e amarella, segando o allimo figu-
rino dado pelo enverno, gasla 6 e 8 runlos de reis,
como aciiuleceu no auno passido Que Ihe faca mui-
lo I mi proveito.
No Te Deum, qoe a noile leve logar na capella
tn lembrarmos qoe a deronlicao do trapiche denoiui-
orpo legislativo, seja
desligado do orcamenlo, para ser considerado no ni- -se na America do orle a bandeira do trabalho
limo anno da legislatura. Etaa emenda que foi al i lia M deshonrada por improbos avenlureiros, cum-
approvada, lem causado urna certa eniacaa ; por Pr* que d'ora avanle seja conduzida por uma'nacao
uso que nao te uponha qae os velhos da Sibaria 1,le nda n.lo violou os direlos inlernacionae, e
votassem a lal respeilo por modo que deixasae a ca- M|a najj predeslioada, ludo diz que ser o Brasil,
mar expolia ao odioso, a que o seu procedimeulo i'a'a eumprir a soa glorila missao, o imperio sui
pouco refleclido a poderia levar, se o sealo se nao americano lem falla de bracos, a lambem deise en-
preslasie. a acoberla-la ; odioso que ainda mais so- Himiasmo que arraiti urna nac.lo inltira, or sobre
lirvsaha pela palavras com qae o Sr. I). Manoel os campos de balalln, ora para os grandes traba-
' lhos da paz. n
Algumii pessoas residenle nasla cidade, almas
verdaderamente chriitas e dedicadas em promover o
bem do prximo, liveram o generoso pensaminlo de
fundar aqoi um s\ lo de meudicidade. C.uisla-nos,
esli semana corlas euinerjararoa* ser enviadas, soli-
cilando a cooperar;aade lodoi os Peinfeilores dahu-
manidade para levar-se a efleilo eila obra santa e
parece que miiguem so recusar.
Dizam-nos que a caraira municipal requisilou a
collocacao de uro ehafariz na rampa frooleira ca-
a qoe se esla edificando para o G-ymnasio. Seme-
lliauti requisicao ha o mais juslo reconhecfmenlo de
uina exlrema necesiidade doi habitante da cidade
nnv.i, e roaii urna prov do zelo ji muilo provado da
moneipalidade.
He de crer que a rompnnhia de Beheribe nao e
u que ne rico ande em Iierlinda, lenha pala- | recuse a esta requisicao ; porque prestando mai uro
eios.; mis o que n.lo he rico, ande a p, leuha casa I beneficio, e moslranlu-se deit'arle bem lembrada do
modesl. He da assencia desle corpos que lados I fim da sua iniiluicao, eoncorre pura augmentar au
n carru igcn. yio a tolos mesmo lempo o lucro dos seus acciunisias.
A igoa ira' al all por um terreno plano ; os ma-
liriars ja exi-lem em deposilo, e por isso 1 despezi
pouco avullar.
juslificuu a emenda.
Ora, Sr. presidenle, he eerlamenle bom, disse
S. EU., ler maior rendimenlu; uao ha ninguem
que nao deseje ver augmentada a soa fortuna ; mas
he preciso faze-lo pelos meios lecacs e boneslos ; he
preciso fazt-lo de manciri que senao d molvu a
levaniar-sa contra mis a opini.lo publica, sem a qual
nao pule vver a naemUa geral legislativa.
re Senhores, lemhrarei mais que a consliluir;ao
presuppe que o depulado e senador tem mais do que
o subsidio, a poucos silo os iiiernbros das duas cma-
ra que vivem ni do seus subsidios. Mas sopponha-
m-is que he raister fazer algum sacrificio, vver cora
mais economa. Porque nao o fazenios porquoe
nao daremos esse] bello exemplo de moralidade
abnegarlo?
os bailes, frequenlem toda as sociedades, ce.,
ele lie islo o qae moralisa, oque da' considiraco,
o que fortifica esle grandes corpos deliberaniei Te
O Sr. D. Mano.I conlinuou anda cora oulras
considerar-es, a conlnu a biliaria de om depuladu
inglez da oppoiic,u, que reccheu a visita de um
ministro, quando modesta e parcamente janlava car-
ne as.,,,la com hlalas, em urna mesa com toalha de
algodo.
O ministerio, que apoiou aquella emenda, c qoe
mu.iilio, ,,|CS au|rjiou a sua apr!,entac,ao, li-
eou lodavia ineonunodadu qo
lilica-la por semellianle modo,
ra dos depulado*. prinripalmenle es q
anigoada o tal artigo. E a verdade he que nao sei
como licarao es-e. senhores p.ranle a opinila pu-
blica. .Minios ,I,||
llenlro em poneo o (iymnasio lera de prever-.e de
rande porcao d'agua, e esla j utar prxima, o
que er de vanlagem para a eompanhia. Se aclual-
menle se edifica bstanle neila parle da cidade, mais
se fara' quando nella exilia agua.
Cornos habitante! ora existente naquelle poni
llavera' lucro para a companliia, cuido ja' disseinos, e
n_ qoalquer se canvt****' fe^Hnreim-, ,e arrenori qinr
iiidu vin S Exc ius ,e,"'o all salgada a agea das cacimba, lodu o nr-
, molestando a cama- vi'v "V f:""* *"*' fe" co'n "^ ',0 *!*"
rile es que haviam ah '""'"'"'l*. preienc desle angmenlara o nu-
Casnu em noverabro de 1819 com D. Mara Barba-
ra da Cirvalho e Andrada.
Fallecen no dia sexla-feir 2 de oulubro de 1857,
urna hora a Iret quarto da madrugada.
I-a llorera m dura ule a semana 1 pasioai, lindo :
16 litimens, 9 molheres e 12 prvulos lvres ; 3 ho-
mem, 2 molheres e 2 prvulos escravo*.
mera da enmmodidade, pe- lie sabido que a fal
la detle artigo afugenla dalli a quera nao lenha c-
cravos.ou uao pode pagar 200 rs. por nina caneca
unca. iVluilos ilelles, sei que nreslaram a sua as nalura.pur condiscendencii, icir. antever o alcance d {"iai' "il0 *s,1u'n'10 <\a' "<'* "" ehafariz he pa-
do passo que deven), e tambero porque assegurava-se '," ,.* coln.'"">l"a um iccrescimo do prazo do privi-
que nao haveria discussau a tal respeilo,e que o na-i BI" A ,
gocio pastara desapereebidamenle. Mas desde que A v" a de ,c"lu, ",es ml'0.h i'perar que a
na mesina cainai.i dos deapaTadoi soscilou-se dii-! e?l"P.1,!,.hla se ,,a "cuie, e por lo grande heuefi-
cuss.lo, elles se ninslraram arrependidos, sendo
comludo obrigadosa ainrecoar mais, excepto un
dous ou tres que volaram conlra o que linharn
assignado, ou fupiram da casa para nao volar.
Seja como for, em esredo te digo que estimei qoa
elle Irva-.ein essa lieao.
Anda Bis di.se que esleve ollimamente enlre
us, c acaba de redrar-se, una cumir.iisaalscienli-
lica, madada pelo governo aoslriaru colber dados e
aponloinenlos em diverso p.nze do muudo. Os
lumen, mais di-linclos daquella nacao, quer em
sciencias, como i.as artes fozem parta dessa com-
missao, que aqui fo muilo ohaequiada pelo nosso
governo, o qual fez por a na disposijan um vapor
frclado a um particular, para ella vnilar a no-sa
baha, e admirar, como o fez, a sua mageilusa bel-
leza. Um delirado e profuso almuc/i, em o qual se
nao olhou para economa, fai servidu a bordo du-
ranle a viagem, e ah te l/eram diverio* brinde
commemoralivoi das raras quahdades du nosso mo-
narcha, e da riqueza do pala. Fizeram lambem par-
le deise p i.-eio aluuns do nossos I Itralo e mem-
bro do Inslilulu Jlislonco, emcujostio foram aquel-
es sabios adinltidos nos das I.....--, r.,-, 1,-,..:,.
o mais gracioso ncolhimenla do Imperador, quer lo-
dos conectivamente, quer cada uro em particular.
I liand i dessa cominssao, noroeando iodos os
seus inerohro, t indicando a tarefa de cada um,
crcscenla o e Cnrreio Mercanlii
cin feilo a urna parte da cidade do Recite, lera' os
lo nore qoe merece semelhanie aelo.
As nolicias de Nazarelh chegain ao primeiro do
correnle, e dao mais Ires casos de chalara em Santa
l.uzia, alm dos coiihecilus, dos quae um dos ata-
cados incumbi. Nao sao exacta as noticias que tero
corrido da Lagua do Carro c eogeiiho Paves ; e doi
hiialos de Tracunbaein .panas se realisou o accom-
meltimenlo do mal em doos cscravos, c de urna ma
Mira muilo benigna.
'.incluiremos esle arligo, consagrando nacumas
palavraa a' memoria de um digoo magislradu, nalu-
r.il deta cidade ; quereinus fallar du desembarga-
dor Telle, que lia tres das falleceu, depois de gran-
des Soffrilllrnto.
O desembargador Jn Tille de Menezes, filho le-
silmo de Haneel Telles de Menezes, com soa mu-
Iher D. Vicencia Marta de Mello, nasreo nesla cida-
de do Kecife. aos I i de uulobro di 18110.
Fez us seui prmeirus esludas no seaiinaiio de ()-
linda como pensianario ; saino do roe*mo no Irmpo
da revolneao de (joianna. em que se euvolveu, pir-
lindo dahi para o Ceara', onde lamneni si achou
envolvido na revoluto de 1821, figurandu como
eommandanle de forcas, e foi ferido em um doi dif-
ferenles cmbales que leve. Perdida a cauta que
linha abracado, fugio para a Franca, onde se tierno,
rou por espaco de tres anno- poaco mais oii menas.
Kegressando a soa Ierra nalal, ronlinuou seu es!u-
A bordo da fragata i Novara,' em que viaja a '1o,l e e"'r"" para a acaa""la J<"'J'" de Olinda,
ntmiaaao, ha numerosos instrumentos necnsario* 0D, s'f!,'.'mou-
Ero 18.1.1, auno seguinle ao de sna formalara, fo
coram
a expedicestle tal ordem e que cu-l.ir.im ao gover-
no aoitriiee avullada soinma.
o A fragata deva seguir esla derrota :Cabo da
BiaEiperanca, Mhaa de S. Paulo e Amslerdam.
i.eviao, Madras, illia* NicoDarieaa, Sumatra, Java,
Barneo, Philppinai. Mar da China, Nova Hollan-
da, .Nova /.laiidia, Nova Caledonia, ilhas da Sacie
dade, Sandwich, (.allop.igai, Per', Chili, Cibo de
llorii. Montevideo, Buenos-Ayres e Lisboa.
o Anles de seguir para este ultimo porto a No-
vara .i anida vira' ao Ido de Janeiro, afim de fazar
perraulai scienlilieas com a nossa commissao que vai
era breve Tiritar algn dos prncipae ponlos do in-
terior do imperio, e que por esse lempo ja deve
eslar de volta.
Se tiver lempo ainda escreie-te ht na vespira di
saluda do o Mednray >,.
Como aernpre o leu
Lucio t.nna.
hira, j nao vio a menor claridade. Volton para o
nido-Novosilo enlre o arsenal de marmita e a ra convento, c eonlou a aventura aos rompanheros. No
ao Ido de Janeiro, onde ohleve o Ululo de advogado
da casa da supplicacao, sendo despachado na mes-
mo auno juiz de direilo do crime, para a comarca de
Sanio Ani.io. Como juiz de direito desla comarco
['resino mullos e relevante servieos a' sua prima-
da e ao governo. desarmando a Iropa revoltosa viu-
da da Alagoa do (al'.s, e ajudando com seus bon
conselhos e acertadas medidas a pacificada insurgen-
ca do prnprio nacionae no II mi",
Em I si foi removido para Macei, oodeoccupou
lambem o logar de juiz dos feitoi da fazenda ; ap-
parecendo por esse lempo a revolla na provincia
das Alagoas, f i nomeado ehefe de polica inlerino,
pelo presidente de entao Bernardo de Snoza Fran-
co. Os relevanliisiroos trricos que presin nessa
poca, que alteste o provincia da Alagoa*.
Em 1817 foi removido para a comarca da Estan-
cia, na provincia de Sergipe, e tomou pO'se ao dia
18 de maio de ISiS. Fai removido pira a comarca
ah se ada o edificio, onde o eorpo legislativo pro-
vincial celebra as suas esses.Dizem queeile edificio
da l.ingoeta, mediante urna ni leranisacao por parte ula ainle elle e mus outro roram mu cedo i lora feilo oh a dueccao de operario indios, que para
i a .. I ,'tii! noli1 >r i un. i.i"".a .1. ...... Ja.. .. -.____lale:,.:, a rnni i, ni i,. r ..-i ,-i 1 n v lin r., n< m .10 .. ._____________ '
da fizenda publica, ns parece de grande vunligem I 'a' easa, e com o miiior espanto verificaran) que --
relalivamenle ao melhoraminlo do porto, riilo que I 'i;iia all idicario que elle linha deixado, como um
cora semelhanie demolir-ao se obleria a continuaran signal. Dizein que dahi vea a denominarlo da ra
do caei do Arsenal de Marinha al o trapiche do Ao-' u0 Encanlamenlo, qae eolia n.lo linha nome. Ella
gelo, e e facilitara a canalisacao das aguas ; aquel-1 conla apenas doze ca-a. sendo sele de nm andar ;
la loealidade fi-aria mais bella e inleressanle, e o ; ,re' "i* llou, andares, uina da ues, e uma terrea,
eommercio poderia rialisar ueste logar o pemamen- i
lo de uma prara mais comino la e vasta, como re-
quer o sen crescenle desenvolvimenlo.
O largo do Corpo Santo, qoe he moilo aperlado,
serve anualmente de praca do commercio. Ahi ei-
14 collocada a malriz da fregoezia, eujo nrago he
S. Fiei Pedro (joncalve, he um dos prmeirus tem-
plos de loda a cidade, em grandeza aceio ; foi
ulliinainenli repirado, e se ach todo douradoe pn-
talo de novo ; lie educado desde o ledo al a base,
e lem toda a faxada de marroore. Ha nesle lar-
go desoilo edificios : seii de um andar ; cinco de
dou ; seis de Ires, e uma casa terrea. Nao lem so-
brados de qualro andares,
Depois legue-se a rui do Vigario, lalvez assm
chamada por ter lido ah a residencia de algum pa-
rodio da fregoezia. Conten vinle e nove casas, a
saber : cinco de um andar ; nova de duus ; e qoinze
de tres.
A Iravissa du mesmo nome conla duas cisas ; uma
de dous andares, e oulra de Ires.
A ra do Eiicanlamtnla he pequea ; dizm qae
esle nome vem de urna Iradiflo popular. Coman,
que um frade de nm dos nntsos convenio cosloma-
va sabir noile disfamado para dar sen passio.
Ero uma desaa* occasies eiiconlrou sobre a ponle do
Kcrile uma mulher que Ihe parecer dt uina belle-
za encantad' r. Seguio-a e depois de algumsi vol-
las subi ai eseadas de una easa de sobrado, que li-
cava n'uma roa por Iraz da do Vigario. A sala esla-
va escuras. Ambas scnlaram-ae. e o frade (ra-
lou de indagar quem era a bella incgnita que elle
he uma das inelliore ; conla excellenles predios i Uvera a fortuna de encontrar. I'urliaram durante oer-
pariicolares, o Banco, os Irapiches de embarque e | lo lempo, sem que elle conseguisse saber eousa algu
desembarque de assucar, Ires holels, o do Francisco,, ma. De repente a sala fica illumii.ada, apparece'no
- Inglez, o da Barra, e um re.inorante franeez ; o rentro um esquile, enmend um corpo humano, e a
caf do Alliado e o de M. Illaiidin, ambos mu fre-
quenlado. Ti m Irinla e sei e lili ios, sendo do.
re de um andar ; uro de doOs ; dezoito de Ires ; Ir
le qualro, e duas casa lerreas.
Ja que estamoi uesta rua,nloier.i fura de proposi-
mulher com quem o frade eslav, liulia desappare-
cido. Kul.1i elle, que naturalmente Ro linha me-
llo de defunto, levanlou-se, tiran um relicario, que
Irazia ao peicoro.edepen luruu o a om pruo e deseen.
Ao chegar a baxo, e olhandu pira casa donde sa-
A ra da Cacimba he insignificante ; lem lmen-
le nove predios ; Ires de um andar ; doui de dous ;
tlous de tres ; a doos terreo*.
A ra da Madre de Dos tero vinte a qualro edifi-
cios, a saber : cinco da am miar ; cinco de daos ;
dous de Ires ; e dozc erren-. He mui transitada
em conseqoencia de estar nella uma das entradas
que vai ler a Alfand^ga.
He nerta ra que esla' fndala a igreja da Madre
de Dos, uma das maiore desla cidade, c coja sa-
crista torna-se recommendavel pelas obra de ma-
deira que encerra. Esta templo era a igreja do con-
venio da S. Felippe Ner\, ma', ero roniequenria da
exlincceo dos respectivos congregados e de si ter lo-
mado o convento, que depois de grandes reparse
outras obras, Iransformou-se em alfandega, esti
limpio 1 a-s,iu a ter administrado pela irmandadeda
Senliora Sinla Anna.
A travesa da Madre de lieos, qoe vem em legai-
menlo lem vinte casas, sendo : cinco de am andar;
sei de don- ; um de Iros ; e oilo terreo.
Depois conla-se a ra du Burgos, poaco importan-
te, e que lem dezesete predol : (re de um andar ;
qualro de doos, e dez casal terreas.
Arca do Ainorim he bstanle extensa, e lint bons
edificios, mas he punco freqoentada ; conla cincoen-
la e Ires casas ; a saber, cmeu de uro andar ; doze
de dous andar; doze de (res ; dous de qualro, e
vinle e duas terrea-.
A ma do Cordoniz lem quatowe mim, sendo qua-
tro de ura andar ; qualro de Jous ; duas de tres, c
qualro terrea.
A ra da Mocla he pequea, roas be larga, e lem
pouco moviineulo. Conlarn-ie vinle e cinco predi -
eis de uro andar ; sc.s de dous ; um de Ires, e duze
Ierres.
A ra da l.apa tem quinze : qualro de um andar ;
nm de dous ; um de tres, e nove c.isn lerreas ; a
da Coila he mm insignificante, e eonlem smenle
cinco casas: qualro de um andar, e uina de doos.
1 1.1 f ir un mandidos pelo governo da ineiropole;uu-
tr'ora ahi funecionava a iiuperc > do alito la i. Esle
largo he acaudado como -i i quasi todos quo se can-
tara nesta cidade : eonlem dezesele casas, islo he,
quatro de um andar ; quatro de (res; um de quatro,
a oilo ca*ai terrea.
O berco do Noronha (em somente uma casa da
doui andares. Segoe-sa a roa do Torres, qui he
pequea, e tem somente dez casas.
A roa da Tingela he pequea, mas em eonse-
quencia di licar contigua a nm poni de embarque,
lem grande movimeotu ; entretanto conla apena dez
edificio : cinco de um andar, dooi de dous, e Irai
de Ires. A Iravesssa das Crioulas lem quatro edifi-
cio, 1 lber, dou de ura andar, e dous terreo. O
becco do Abren conta qualro : uma de um indar ;
uma de dous ; uma de Iras ; e orna da qualro ; e o
do (joocalves (era somente cinco casal terreas.
Segue-se a ra da Senzalla Velha, que, embara
cheia de lortoosidides, he bstanle edema ; lem o
lenta e sele predios, a uner : vinle de um andar ;
Ireze de doui, sete de Ires, e quareola e dou ler-
reoi.
Segue-se o becco do Campillo com qualro caas :
Ires de dous andares e uma lerrea.
Depois vem a ra da Seuzalla Nova, lambem ex-
tensa, e com o mesmo defe la qoe a sua irmaa
mais velha ; conten lenla e oilo cisa, senda oilo
de um andar ; nove de dous ; uma de Iros, e cincu-
enta e uma lerrea
O becco das Miodinliai, cuja denominacao he Ito
absurda como oulra inula-, tem qualorze casas :
ama de uro andar ; duas de dou', e on/e lerrea ;
e o do Toculombo eonlem apenas seis caiai ler-
reas.
A ra da Gnil he bastante ixtena, e lem sessenla
e duas propriedades, a saber : noto deum andar;
nove de dous ; dons de Ires, e quareuls e duas casas
terreas. Depois vem a IravesH do mesmo uome com
uma casa lerrea.
O becco do Parlo lem somcule oilo edificios : Ires
de um andar ; Ir de doo, e dou terreo. Ha
nesle luaar que est rallara la uma pequea capella,
snh a invecac.lo di Sinta Cruz, onde lambem a ce-
lebra aina
A ra da Apollo eonlem grande numero de arma-
PAGINfc VULSt*.
IBD- SH4X s
Bxam de carias.No dii 2 do correle, pur
oceasiao da distribuirlo das carias Irazida da Euro-
pa pelo vapor inglez Teeior, talvez por dinunciii,
oa por snspeitas, foram relidas algumas viadas da
Lisboa, as quaes, em preseori do delega lo, subde-
legado, eicrivo e empregados da administrarlo do
correo, foram aberiai pelos propros donoi quem
vinham dirigidas, e nada foi enconlrado titilas. Nao
no* cumpre entrar na apreciarlo desse exime, mas
nao podemos deisar de nolar que si elle nao pissou,
como nos informara, de terem simplesmenle abertal
as carias para ver-se o que uellas conlinham, nao
pasia isso de uma baria, porque poda as carias nSo
cooler o qae se procura, e todava ser de maita uli-
lidade a leilura dalla, a com a qual muilo se pede-
r colher, e orna vez que isso se nao observe, me-
llior sera' que nao haja semelhanie apparato, do que
ser incommodada Unta gente lem ulildado al-
guma.
Um detastre senao um suicidio.No da I." .
do correnle, da seis para sela horas da noile, consla
que se .laucara do caes do Capibaribe ao ro e falli-
era, um prelo qae eondozn ama trouxa de roupa
soja. Coma man que nlguera observara o mesiuu
prelo arrear a Irouxa, que conduza, e linc,ar-se ao
no, e depoi de haver dado algum grloi deiappare-
een, nudo encontrado merlo junto ao ehafariz do
pe da ponle, ai 9 hom a meia pouco mais oa me-
nos. Nao se p-Je allribuir ao acato, oo de caso
pemado se deve a morle daqoelli prelo, o que be
cerlo lie que elle morrea, e si era iscravo o stohor
soffreu nao peautno prejuizo. O seu cadver foi de-
posiladu ua matriz da Boa-Vista, anude no seguinle
dia fez-se a vistura, a trooxa que conduza acha-se
em casa do subdelegado do mesmo blrro.
tuUfcunento.O cemitero publico receben
hontem o cadver do Sr. desembargador Joi Telles
de Menezes, que fora vctima de uma liypelrophia
do conjao, que ha longos anuos soffri.. Magistrado
honrado, cidadao pacifico, bom pai, bom esposo, a
bom amigo eram a qoalnlades que nrnavam a pei-
soa do Sr. desembargad r Telles, morreu e final
roenle delle io reslam as saudades qoe ralam os co-
race de la ineoninlavel familia, e de lodos 01
seus amigos. A Ierra Ihe seja leve.
Uriga,Fin preta pela subdelegada da Boa-
V*lai a farda Anlonii, por islar hrigando com um
suiumiu liu x.aiimnTO mitu, ej iiip natei uaoo auas
iiavalbndas, da* quaes po leudo o mesmo toldado ia
desveucilhnr, nao deixou com ludo de Ihe corlar a
farda, escapando assm d ser victima dos golpes de
sua contendora. Dessus valentonas por ah andam
.nula-,e qoe bem preci-arao que a' polica desse cita
della.
Sevicia. Informam-nos qhe existe na ra
B?lla urna mulher de um genio lao altivo e tilo
cruel,que leva a eipancar conslanltmenle nma tua
escrava, e i.v> deshumauamenle que ja provoca a in-
lunac.ir da vizinhan;a, e a curioiidade dos mole-
qoe, que segundo consta ja ero urna occasiao em
que ella .tercia o seo brutal furor, Ihe apedrejiram
a casa. Ero visla, poii, desse procedimento brba-
ro, eampre-no chamar a atlencao do subdelegado
de Sanio Antonio, para qoe, lomando conhecmenlo
do fado, haja de dar ai necessaras providencias.
Associarao papular de Soccorrns Mutuos.Reu-
nio-se hoje [Aj esla humanitaria inliluic,ao, para
proceder i' cleirfn da directora que deve reger os
seos negocios no primeiro scmeslre do segando an-
uo de sua inanguracao. Acliaram-se reunaos 100
volantes, e o escruplinco desgnou os seguales n-
nhore:
Direclor.O acadmico Jos da Cunha Yeiieir*.
Vice-direclor. O acadmico Aureliauo Aog'oalo
Pereira de Carvalho.
Primeiro leenlario. O artista Francisco de Paula
e Silva l.ioi.
Segando secretario. O emprega lo publico lu.lo
Xavier e Silva.
Thtaoureiro.O proprielario Fraociseo Anlonio de
Figueiredo.
Amigos de toda a rrenca mil, fazemos voloi pa-
ra qae esta aiiociaclta vigore e prospere, em benefi-
cio da classe pobre, de que quasi exclusivamente sa
corupOe.
O vapor nacional nPersinaiiga,i> lahido anle-
honlem para tioianna, levou o seguintes paisa-
goirns :
Josu Auguslo de Araujo, sui senliora, uma mula-
tin'ia, 4 escravo* e 1 criada, Francisco Cavalcanti
le Albuquerque, Francisco P. Csvalcanl de Albn-
querque, liuilherme Ju< Pereira, Heraelio Pere-
grino Maciel Monleiro, Dr. JoSo Jos Ferreira de
Agolar* Jos Joaquim dos Sanloi, Angelina Jos do*
Santos Andrade, Faustino Martn Bulos, lenenle-
coronel Mariano K mos de Mendonna, Joaquim (jo-
mes Duarle, Aolono Jos Pedro Gouralves, Mauoil
Pereira I.aniego, lieulo Eleulerio de Souza Caslro,
Jus II ipti-ia Braga e sua senliora, Joaquim Janua-
rio Pereira de Brilo e 1 criado.
Alf amanhaa.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
6. SESSAO ORDINARIA DE i. DE SETEMBBO
DE 1857.
Presidencia do Sr. Reg e Albuquerque.
Prsenle os Sr. Frutea, Kego, Btrala, Mello,
Pinlo e I, itneiro, abrio-ie a sess,lo ; e foi lid e ap-
provada a acia di antecedente.
O largo da Assemblea, he lira chamado, porqoa i zens de assucar, construido! de tal maneira, que em
qoalquer poni onda a genle se colloque, no interior
de cada uro, domina-o em lodas a tuai parle ; i3o
mui vailu e todo* lem desembarque no caea que fica
do lado pmlerior. He nesta roa qoe asa fundado o
Ihealro de Apollo ; a ella conla qaarenla e qualro
edificios : dez.de uro andar ; doze de dou ; treide
Iris, e dezenove cuas Ierren.
O becco do Monleiro lem tris casas de dous anda-
res ; e o Costa Ires de um andar ; ura de Ires, e de-*
/.cele casal lerreas.
A roa do llruin he uma das mais nova deile bair-
ro ; he bstanle larga a reda, ainda nao etl c.om-
pjelimenle edificada, mai ja conti quarenta e Irn
edificioi, sendo : qualro de um andar ; cinco de
dou, iTm de qualro, e quarenla e Ires Ierren.
A ra do Pillar he a mais externa do bairro do
Kecife,eonlem centoe quarenta e duas propriedadei,
a saber : dizeuove de um andar ; onze de dous ;
duas de Ires, e rento e doze lerreas.
O becco de Manuel Anlero lem apena* duas eaiai
terreas ; e o do Valladares lambem nutrs doa.
Depois vem o largo do Pilar com Irere casas ter-
reas. He ueste lugar que esta' fundada a igreja da
Senliora do Pilar, a primeira que se enconlra ao
entrar para o Kecife pelo lado du Norle.
A roa do Areal tem dezoilo catas, nudo ornada
um audar e dezesete terrea..
O bieco do Paschoal ttm cinco casis terreas ; e o
do Teixeira dez lambem lerrea.
A ra dos (ioararapes lambem he nova, moi ex-
tensa, e poilo que nao eileja rompidamente edifi-
cada, com ludo ji' conli nimias conslruccties. O tan
nome he uma i> .ar 'ar.ni da nossa historia ; Iraz a
memoria a victoria que o tiacionaesganharam contra
as ITill-indezes,.na balalha ntlejada, em 1618. o-
bie os maule, que lem o mesmo nome, e qoe licam
ha duas leuuas desla cidade. Tem -denla e oilo
predios : seis de um andar, um de dou, e tilinta o
um lerreos.
A it ..-- do Vieira tem sei caas (erren, a a
dus i.: i rapes cinco lambem Ierren.
A iui da Pbarol lem quarenla casas : a saber,
duas de um andar, uma de dous, e 37 terreas, a a
travesa do mesmo nome lem apenas uma leirea.
Finalmente a ra do Cae ronla vinle e nove edi-
ficios, seudo dous de uro andar, uin de dous, e vinl
e nove lerreos.
Nao afnnc,mos a exaclidao rlesles algaritmos
lalvez haja engao, mas us eforeamos para que
aproximassem da verdade. {ildaHahel-Krati
ILEGVEL



DIARIO DI HBNAMBDCO flET-UNDA f EIRA 5 DI OlTl'BRO DF. iBS.
l'oi liOo o segunie
EXPEOIENTE.
I m ofllcio da cmara municip-l da cidade di Ma-
nos, capital da provincia du Amazonas, pedindo o
regolamenlo pelo qual ae rege esla cmara nos seos
Irahslhos.Que so remellesse o qus houvesse.
Outrn da eommissAo de hygisns pnblica, vindo
da presidencia di provincia, para a cmara infor-
mar, ir.il ni'.'.' largamente -odre a fabrica de gaz
para a Iluminara publica de-la cidade, e oflereeen-
io medl.ias para ierem adoptadas, no interesse da
taude publica e da salubridad?, relativas a meuna
illuruiuar;.ii>.A' commiuAo de lauda.
Oulru do etnienheiro oordeador, divolvindn o ri-
querimenlo do Jos Augusto Leal, que pede per-
idi-s.Io para edificar no terrino desuado pura o
nii.la.loi.ru publico urna I .trica para redozlr o tan-
puedo gado all morro a' eslrume, dizendo 6 euge-
ilieiio que nao achav.i convenanle que o peticiona-
rio estabeleca no mencionado lugar a iui fabrica
permanentemente, \i-iu que nAo ha no mataduuro
terreno que mo pussa sr aproveitado para os
diluios respectivos, e para os carreas era que o
gado deve ser lerulhido, mas que qutrtndo a c-
mara animar esta industria naiceole, que pro-
rnette ser assaz til a agricultura dn provincia,
podia conceder a collorarao provisoria da fabrica no
terreno qoe fica do edificio da salgadeira para o sal,
o me-iiM direccao delle.Adiado requatimen-
to do Sr. Franca.
otro do mesmo, informando qne. dirigindo-se a
novo iris dos Apipucos, achara ja' feila a estojada
em frente das casas de Jote Alfonso Ferreira, para a
|u.il pedir lirenra, lendo Ifi palmos de largura, e
com os pilarss que leeru de sustentar o eogradamet.
lo ; e que pelo qoe respeita a conveniencia ou in-
conveniencia da rossroa calcada, era de parecer qae
nenliiim embanco oppe ella ao transito publico
pelo meio da roa, mas qae oulrot.inlo nilo se dava
para os qoe quizerem transitar pelos passelus das
rasa, pirque i --o olma a calcada do lupplirante
que, alem de a l*r fello moilo mais larga qae as ou-
Iras, pretende crcala de grades de ferro, conver-
lendo assim o espado por ella occapado em uso x-
eluiivametite seu, o qae nao concorda com a idea
de aiseio : que se lodos o propietarios do mesmo
lado da ra se compromellessem a fazer Igual obra,
poder-sa-hia deferir favoravelmenle aoiupplicanle.
Uenegou-se a lirenra.
Ilolro do niesmo, enviando o ornamento dos repa-
ros de que precisa a ponte do Kosarioho n.-i impor-
tancia Se vil,- rs,Qoe se ordenaste ao fiscal respec-
tivo para manda-Ios exeonlar.
lluiros (2) do lineal de Santo Antonio, de 12 e If
do crreme, informando sobre es pelicOesdoLacha-
rel .1 .'."io Lir.s Cavalcanti de Alhoquerqot, que pe-
dia ser relevado das mallas em qae incorreu por in-
fracroes as posturas. Foram indtfarida as pitl-
JOSS.
Oulro do fiscal da Boa-Visla, informando a favor
do que reqaereu Francisco Marlins Raposa, rclaliva-
meule a conslroccAo de lelheiro e muro noa fundos
dos seos predios na roa dos Priieres.Concedeu-se
a lirenra.
Foram comeadas novas commisses, que ficaiAe
assim compostaa : Saode, Pinto e (aroeiro ; polica,
Reg e Barata i pelic/iis, Mello e Barroca ; sdifica-
C,6es, Franca o Barata ; e para os negocios do cemi-
terio o Sr. Reg.
Esliveram em (erceira e ultima [rara as rendas
moniripaes annaneiada<, e foram arrematadas: n im-
posto de 500 rs. por r-bera de gado, por Antonio Pe-
reira de Fariaa na qoaola de 1t.:OI09 rs., dito de al- -
rimes por Francisco Pe 'ru A Ivinrula na qoaiilia de
15.5749 rs., dito sobre carga de familia por Joaquin
Pinto de Barros e preco de 1:5539 n alogoeres da
casa da ra da Florentina pelo mesmo Advlncola, na
qa.inlia de 405-5 rs., dito ra casa da Soledsdc pelo
actual inquilino Francisco Jos F'ernandes Pires, Ha
qoanlia de Ui-MHI rs. Esla ultima arrematado fo
por triennio, e todas as mais por um anuo.
Soicilando-se a queslao de que a Cmara devia
de sea parte tomar atguma providencia que obslasse
i que os arremtenles das aforicSes e de medidas de
lamilla praticassem as etlorsSes e busos que leen
chegado ao conherimenlo da mesma cmara, o Sr.
Barata oflereceo algumas considerares para serem
etaradas nos respectivos termos de contrato, e a c-
mara resolveu que se consullas,e primeiro ao advo-
gado. votando contra o Sr. Reg, que sustentoo qae
a opinin desses abusos e extoru.es competia a aolo-
ridade criminal, a quem su deviam quedar os que
os loflressem.
Nao foi arramtaado o imposto sobre mscales e bo-
celeiras, resolvendo-se que fosse de novo em prara.
Despacharam-se as pelioOes de Baziiio Alvares de
Miranda VarejAo, Francisca Adelaide Carneiro Mon-
teiro, Joi (jonr,alves Ferreira Cotia, D. Ignacia Joa-
quina Lopes da Silva, JoAo Carlas Frederico Man -
guald, Jos Francisco dosSaoloi Mirarfna, JoAo Don-
nsly, Jos Perejra dos Santos, Jos Alfonso Ferreira,
Jos Luiz de Sooia, bacharel Joilo I.ins Cavilcml
de Albuqoerque, (3 e levanlou-se a seaAo.
Fu Manuel Ferreira Accio'.i,secretario a eicrevi.
Reg e Albuquerque, presidente. Reg, Franca,
Barata de Aluiei la, Mello, Reg B. Gameiro e Pinto.
REFABTigAO DA POLICA
De ordem do lllm. Sr. I)r. chefe de polica da
provincia, liosamente silo publicados os arligos abai-
xo transcriptos do regubunento policial de i de a-
goato de 1855, fim de que stjsm restrictamente ob-
eervadt I... botrelros cu Juctorcs de carros a
qaatsqoer outrs vehculos.
O secretario.Rufino Aogasto de Almeida.
Jtegulamenlo de 4 de agoilo de 1 K57.
Arl.7. Os carros, stges, ommbus.ou quaesquer ve-
hculos de condcelo, ama vez qoe aejam de alu-
-iid, 'can todos numerados com caracteres arbicos,
do lamnnho de tres pollegadss, desde um, seguida-
mente, nao sii na parte exterior da caita ao Indo ps-
terior, mas tambera pela parle interior, com a dif-
ferenca de que os de fura devem ser pintados com
linl.i bem disuada dn caia, e os de dentro podetAo
er em chapa oa como mellior o convier, com tanto
iue aejam bem pilen.es ao passageiro. As cariocas
irAo tambero indicado o aen numero por delraz e pe-
la frenle.
Art. 9. Os vehculos de aleguel Irarn nis lanler-
nas o uamero, que liverero na parle posterior da ca-
xa. (Poslora, 12 de 18 de jolho de 1857.)
Art. 13. Todo e qualquer vehculo de conduc;Oes
de alugutl deve olferecer a maior seguranza possi-
vel as pessoas, que delle le servtrem, deve ser pu-
xado por animaes adestrados, robustos, mansos e
saos, alm disto embridados com a s>guranc.a neces-
aria para nao desparareru. A disposijao do presente
artigo, respailo dos animaes fica eilensiva as car-
rojas.
Arl. II. O vehculo de conduccao, urna vez ala-
gado, he eitrclameole obrigado a levar o passageiro
para o lugnr que elle deaiguar. Se poum a longila-
de fr tal, que a mareba regulnr dos animaes exce-
da ao lempo porque foi alugado e vehicelo, o
passageiro he obrigado a indemnisacao proporcio-
nal.
Art. 15. Kao he permellido, nocaao do artigo an-
tecedente, aos conductores atrazaren a andadora dos
uimaes, assim como nao se podera'exigir dilles que
os Tacara caroinhar dentro da cidade, aenflo a lite
curto e a trole laro fra da cidade. LPoslura 3- de
ISdejalhode 1855.
Arl. tli. Todo o passageiro fica exlriclamcule o-
brigado ao pagamento porque ajutloo o alugael do
vehculo de que se servir, salvo se, por causa de
Irdiisloroo do vehculo, ou dos animaes, o passsgeiro
perder a viagem, em lodo, ou em parle.
Art. 18. Todo o vehculo, que na cidade liver de
transitar as esquinas das roa, que se alravessarem
urnas as outras, o fara' a passo.
Arl. 19. Neohum cocheiro oa conductor de qual
qoer vehculo, podera' desamparar o sea Irer, sem
que deixe urna pasaoa junta aos anmnes, para estes
nilo deapararem. Posturas 3- de 18 de julho de
I8,)j.)
Arl. 2.5. Todo o conductor de qualquer vehculo
de conduccao he obrigado a examina-lo immediala-
n.nile, depon de se 1er apeado o passageiro, a ver-se
este deixou por esqoeciinenlo algum objeclo, nfim de
Ihe aer entregue Ioko, se poasivel fr, e no caso eon-
trtrio, o depositara' na secretarla da polica, para ser
aniiunclado pelos jornaes.
Arl. 28. ISenhom vehculo de conduelo, sej
particular, seja de aluguel, podera' transitar sem sei
..lumia lo por duas lanlernas collocadas orna de ca-
da lado. (Postura, 12 de 13 de julho de 1855.
Arl. 30. Fica eipressamente prohibido a lodo e
qualquer coudoclor de vehculo, seja de nalureza ou
que quali lade fr, assim como dos carroceiros, mal-
trataren) os animaes,fazendo-lhes castigos immodera-
dos. p05|,lr, .|. dc tH cJe ju||10 de 1853ij
Arl. 31. Os donos das casas de vehculos de ala-
guel, s.lo ebrieados a 1er um livro, cin que declarem
a numerara,) doa seus vehculos, e mime do coudoc-
lor de cada um, e mais circumslancias copiadas do ti-
tulo dado pela polica, e quando despedirem aleum
parliciperao ao chefo de polica, para se Ules cae titulo, no caso de nao entregar no prazo de 21 horas
marcado no artigo 29 deste regulameul -.
Arl. li. Fica cxpressamenle prohibido o eso de 3
animaes nos vebiculus de conduccao comofreuueii
lcr.er.te v<-se nesta cidade. suas immcdiacoe., de-
vendo por isso os carros seges ou mnibus, ser ou-
xados por parelhas certas e cslas de dous a dous a-
minaes.
Arl. 10. Asiofracces .leste regulamcnto sera,,
punidas com as pena, de iimltn e prlsao, estabele-
lias ua postora 17 de IS de julho deste anuo.
Secretaria da polica de Pernambuco, aos di a-
goste de 1855,
l.uz Callos de Paiva l'eixeira.
10 Serino. 10 anuos, pardo, solteiro.
11 Atina Ignacia, .MI anuos, parda, viuva.
12 l.uizda Palma, Jt; anuos, pardo, sol-
teira.
13 Joilo da Palma, Kt annos, pardo, sol-
teiro.
I i Joaquim, 12 annos. pardo, solleiro.
os de nosso proprio carador, quer por amor da dig-
lidade de cada um de Dt.
Assenlada estas raas ao nosso disentir, rrcupar-
los-hemos desdo ja do piiineiio artigo do .< I.i-
icral Perninilmcino o, em que o Sr. I'igaaroa he
lesconvcnieiitemenle chamado a discnsso, nao su
ara sor respoDMbilitado pelo que escrevemos, como
ambem pra eer apresentado ao publico como n-
15 Dorolhca Maria, 17 annos, parda, sol-1 locnriado per ideas de hoslilidude
tetra. :Ulli
l Jos Ferreira de llanos, 58 annos, par-
do, casado.
17 Vicencia Maria, 40 anuos, parda, ca-
aada.
18 Ignacia Maria. 50 anuos, parda, viuva.
19 Filippp, 19 anuos, pardo, solteiro.
-20 Ignacia Mari, 12 anuos, parda, sol-
teira.
21 Jo9o llisilio, 30 annos, pardo, cagado.
2"2 Florencia Maria, 25 annos, parda, ca-
sada.
23 Hernar.lina Maria da Concerno, 50 an-
nos, parJa, viuva.
2- Filippa Maria, 18 annos, parda gol-
teira.
25 Miguel, 7 annos, pardo.
26 Antonia, 5 annos, parda.
27 Leopoldina, 5 annos, parda.
28 Anna Thereza de Jess, 50 annos, par-
da, viuva.
29 l.nuri'iico Francisco, 30 anuos, crioulo,
solteiro.
30 Maja de Jess, 28 annos, crioula, sol-
teira.
31 Joilo Rodrigues de Souza, 26 anuos,par-
do, casado.
32 Anna Joaquina, 26 annos, parda, ca-
sada.
33 Amaro Tcixeira, 54 annos, pardo, ca-
sado.
34 Antonia Maria, 54 annos, parda, ca-
sada.
35 Agostinho, 13 annos, pardo.
36 Senhorinha Maria, 18 annos, parda, sol-
teira.
37 Maria Francisca, 16 anuos, parda, sol-
teira.
38 Joanna Maria, 8 annos, parda.
39 Manoel Vieira, 53 annos, pardo, viuvo.
40 Francisco Vieira, 14 annos, pardo, sol-
teiro.
41 Antonio Lopes, 30 annos, pardo, sol-
teiro.
42 liernardina Maria, 16 annos, parda, sol-
teira.
Brancos ,..........
Pardos ...........
Crioulos...........
Esla he realmente urna tecuca que em verdade
lesconliiriamos, e cuja applica<;ao ao caso bastante
nos sorprenden.
t.orn elfeito, o que lem de coinmnm noa np-
niao ni lu lunl com o o Diario de Pernambuco r>,
com os seus redactores, com o leu proprielario fi-
nalmente '
He notoriamente sabido qoe o Diario de Per-
nambuco j>, n.lo sendo al boje orgAo de opimao
alguma, nSo viveudo vida polilicn, as suas colum-
nas, sobrsnceirai considerates de certa ordem,
bellamente exercem saa psito de imparcalidade,
is franqaezn com qoe se |trplam a lodos que n el
Us leiMiu m dentro dos limites de euDolcaSu esUbt-
Jecidas pela moralidada e conveniencias publicas.
Nealas circamslancias, pois, qu* reapoiisabilidade
podera' ler o Diario de Prri.ambaco B ppr esses di-
versos arligos nelle publioados, e que mo fazem
parla dos da redaci.o '.'
Em boa fe o i Liberal Pernambuco a devera' con-
ceder ao menos, quejo que escrevemos. n.lo pode ficar
sob a responsabilidade do Diario de Pernambuco ,
porque esla he BOfta, e nos nao a declinamos.
E se qoer o .< Liberal Pernambucano qoe, pelo
fado da omissao de urna noto posta por parte da re-
dacc,iu do Diario de Pernambuco em nosso ar-
tigo, fique ella identificada cora as nossas opiniOes,
de maneira a compartir de saa responsabilidade
moral e lesal, emito consinla o mei*mo << Liberal a
qu; n.1o aceitemos a theoria que tem estalielecido
em militas outras occasiesde estar sempre a sua
redaci;,1o separada dos u arligos communicados o,
peles) quaes n.lo quer ser responsavel.
Ota, a dfe/a que para si lem estabelecido o a Li-
beral Pernambucsno apezar de gazela poltica,
em que todas as publicacoes devem guardar a har-
mona de pensamento do partido, he justo qae nao
a negae ao a Diario de Pernambuco qoe n.lo re-
presentando inleresses desse quilate, sempre irapar-
eisl, abre saas paginas a' todos, como ja indica-
mo-lo.
Deesa responsabilidade, porra, qoe quer o o Li-
beral Pernambucano i) fazer pesar sobre o o Dia-
rio de Pernambuco nenlrev-se mu transparente-
mente um calculo, cuja liibilid.de de cumbiuic.lo
rivalisa com a excelleuci.i da respectiva e\ecor.l"o ;
E ueste cas
tai^rti^^Pita"*!"^ "'."" "1" i,0!del>"-"'decoro do templo, e finalmente paz DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA
nlc .,..? "a" u ?'"r' ''.'"' *"'"lele-d. narrando-lhe que ora.n atacados pe-' harmona enlre as irm.n lades C0-irmlas des!,, i.re-1 IK) CONSULADO DESIA ADF Ntl
qoanlo, una vez prevmida como ella esta, bun boa dindo providencias.Sea mano. I.ourenco..N. II. ja ; e comquenlo ess-i nueimaa irman.b.,1.Td, -" "' "--"
porca.i de responsabilidade Ihe cibera por qualquer Eu ja escrev; '.....n;--
3 DE Ul II Uno DE 1857.
MESA
DA
- --o la asorn "
lenno a miio a primeira correspondencia, porque nao Depos disto nada u.ais lenho a dizer. senSo, que
aenoo aasignanie do oLilieral, so o lelo quando al- nao prolelo as parlilhas, e que o qae nicamente
HxZm !'!K" "' m,lra para \er .ale,,m? cou5'1 rela- desejo, he que os bens dos meus finados pas sejam
n...!?Mu,J*"*> -Vs"m. P0"- "'vnu parlilhados com a mxima igOaldade por lodos es
oceupar das duas ultimas correspondencias, assigna- ,tu, fi||l09i qoe ,Jo d_
das pelo mea canhado Antonio J..s da Coi l'.uinia- Em rnnr1iiSo permilli-me, Sr. redactores, que
U-- a.isassuas palivias laiijadas 00 uLibeiil ii. agora me dirija eu ao .. Liberal Pernambucano, a
Aa. r.iu. a j r, csse jornal polilico e social, rom elle se intitula, e
ton rt. n. ...a mleu,cuulla,0 o Dr" Jose An- I que Ihe diga estas plsvras- Liberal Pernambuca-
. m.nJ^,! llm,ul que so para a[ra" D0' PJ" l'vremenle especlala costa do repouso
2 rail 17 e os de meu umao, tambera Lj, mlnhil familia e da minl.a reputacao e probidade,
aualauer lmmim tLn? ""* qe ,v,,lamofiio lente da Faculdade de Direilo d.ata cidade
hW.mi ,.Z\ '. i3.'3 a e"e ,q.e 0fCPaum Podes f.nr-me da maneira qoe bem te aprenver,
Innrl, !7dae;" fado mao prati- ba9landffl (1 q, eu conheca a mao que maneja o
mais nnr lESSfi? "t""*",? 1,e,ce"ravel- mul' eslilele.qoe me vera ferlr o corceo, emhora essa Li
mnatPd,d.q J a ." '". deve,daf c"mpl. "e I '""-arfa se leal.) querido esconder, se tenha ser-
^cedade fh. l,l,d! T'J,,1n,0'l I1'"' "' ; vido para fi-mar o punh.l da a.sign.tura do, m.u.
lascaa^.5 nel .Inlr. VeS'e casa "liados, como se elle, fosssem cabos. O campo le
i pela nobrezade seu magisterio, e por Ml abarlo, o meu despiezo para comtigo nao he
IIF.I.
FltFIif E/l.l DE JABoAFAO'.
UMA ESTATISTICA.
ede rjuadroi concernentes a' mesma
freguezia.
Ai \o DEMO.NSTKATIVA DOS ini'.ii \\-
IES DA PDVOAt.Ao DE JABOATAO.
Continuactio. )
/Emgenha firrfar/r.
Joao Francisco das Chseas, 28 annos,
pardo, casado.
II rmina Maria. 20 anuos, parda, ca-
sada.
Luir, das (.llagas, :> anuos, pardo.
IHiodaU das (.hagas, 7 annos, parda.
Manuel das Chagas, annos, pardo
Maria das Cliag, 2 anuos, parda.'
5,ncisca M". :>o nnos, parda,
Antonio l.ui/, |n annos, pardo, sol-
teiro.
Silva, 1.3 anuo*, pardo, solleiro.
Jota I.
O
9
Mugenho Cobra. Velha.
1 Jos Cavalcanti de Albuqueque Van-
dcrley, 34 anuos, branco, casado.
2 D. Anna Marcelina de Souza I.., 32 an-
nos, branca, casada.
3 Antonio (iontes dos Sanios, ii rnnos,
Pardo, casado.
4 Isabel Maria de (Hivoira, 45 annos, par-
da, casada,
5 Manoel, 20 annos, pardo, solteiro.
6 l.uiz, 20 annos, pardo, solteiro,
7 Jos, 18 anuos, pard.i, solteiro.
8 Joio, 17 annos, pardo, solleiro.
9 Francisco, 15 annos, pardo, solicito.
'O Thomaz, 5 annos, pardo.
11 Pedro, i annos, pardo.
12 Joaquim, 3annos, pardo.
13 /adiaras, 2 anuos, pardo.
Vi Ignez, 14 annos, parda, soltcira.
15 Senlinrinha, 10 annos, parda.
lf> Maria, 9 annos, parda.
17 Joanna, i auno, parda.
18 Francisco Ferreira de Mello, (.8 anuos,
pardo, casado.
19 Antonia Maria da Conccic.no, 45 annos,
parda, casada.
20 Manoel, 6 annos, pardo.
21 Francisca, 14 annos, parda, solloira.
22 Jusc Alexandrc, 50 annos, pardo, viuvo.
23 Manoel, 20 annos, pardo, solteiro.
24 JoSo, 18 anuos, pardo, solleiro,
25 Antonio, 10 annos, pardo, solleiro.
2(i Mauricio Piulo de Almeida, 50 anuos,
pardo, casado.
27 lienta Maria dos Prazeres, 45 annos,
parda, casada.
28 I ansia, lo annos, parda, solleira,
29 Joilo Flix, 22 annos, pardo, casado.
30 Jesuitta. 9 annos. parda.
31 Theodozio Jos llomo, 40 annos.purdo,
casado.
39 Clauditta Maria dc Jess, 20 annos, par-
da, casada.
13 Francisca, 10 anuos, parda, sullcira.
34 Auna, 9 anuos, parda.
35 Jos, 8 anuos, pardo.
36 AtitSo, 1 anno, pardo.
37 Anluiio Francisco de Souza, 60 annos.
pardo, casado.
38 Maria Firniina de Jess, 30 annos, par-
da, casada.
39 Jusc Benedicto de Lima, 66 annos,
pt.rdo< casado.
40 Maria Jos de Lima, 50 annos, parda,ca-
sada.
41 Eulino, 25 annos, pardo, solteiro.
42 Fortnalo, 16 annos, pardo, solteiro.
43 Maria, 12 annos, parda, solteira,
44 .loaquim, 10 annos, pardo, solteira.
4o Anna, 9 annos, parda. -
46 Jos Antonio de Souza, 50 "anuos, par-
do, casado.
47 Alexandrina Maria, 93 annos, parda,
casada.
48 Jos, 4 annos, pardo.
49 Fuzebio, :i annos, pardo.
50 Joanna, 2 annos, parda.
51 Antonio Luiz Hr8silciro, 25 annos,
pardo, casado.
52 Joanna Maria dos Prazeres, 20 anuos,
parda, casada,
53 Jos, 5 annos, pardo.
54 Antonio,.'! annos, pardo.
55 Joaquim, 1 anno, pardo.
56 Maria Jos de Souza, 45 anuos parda,
viuva.
57 Antonio, 25 anuos, pardo, solleiro.
u8 Ftrmtna, 22 annos, parda, solteira.
o9 Maria, 21 annos, parda, solteiro,
60 l'eltsmiiiR, 20annos, parda, solteira.
61 Agostinba, 19 annos, parda, solteiaa,
62 lulicidade, 17 annos, parda, solteira,
63 Driles, 14 anuos, parda, solleira.
64 I(tiez, 13 annos, parda, solteira,
65 Balarmina, 11 annos, parda, solteira.
66 Jos, 9 annos. parda.
67 Pedro, 8 annos, pardo.
68 Flix, 7 annos, pardo.
69 Domingos, 6 annos, pardo,
70 Joaquim Jos de Sanf.Vnna, 35 annos,
pardo, casado.
71 Maria Jos dc Jess, 30 annos. parda,ca-
sada.
72 Joaquim, annos, pardo.
73 Jos, 3 anuos, pardo,
'i Ignacio, 2 innos. pardo-
75 Miguel Francisco. 38 annos, pardo, ca-
sado,
76 Maria Isabel, 30 annos. parda, casada
77 Manoel. 15 anuos, pardo, solicito
78 Paula, 12 annos, parda, soltcira.
79 Guflbermina, 8 atmo.s-, parda.
80 Amelia. 7 annos, parda.
8t Senltoriulia, 2 annos. parda.
82 Antonio Francisco, annos, pardo.
Urlicos............... ->
Pardos..............'.'.',
Crioulos...........
80
Jotal.
89
(Continua;.
(ommnulcat>08.
UMA PIIASE POLTICA INCI.AS5ICAVEL.
III
fHlroiuerao.Taeiiai do Uberal Pernambucano.
l>'*"''<':<<<>i>'j>i>la..4l,iumatromidcrac*es.
Origem da
pelo fallecimenlo da mulher do man maoo Antonio,
ua cidade da Victoria, certdao com a qaal poda
o qual, nilo nos leven a mal aofranqiieza," .o he E"*?c "dominio dos erphlM no engenho S.
oolro senao procurar cerrar as columnas do mesmo
Diario a a' seus adversarios, qoe ai tualmante per-
inanecendo sera orgAo na imprensa, reeorrem a im-
psrcialidade do i Diario de que ha gozado os ef-
feitos os mesmos liberaes.
Abstraamos, porcm, desse mel estratgico em-
pregado em rela;ao ao Sr. Figueiroa e aos redacto-
res do a Diario de Pernambuco com o fim indi-
cado ; e vamos adiaate.
Explcita ncm implcitamente ha proposito cm
nosso artieo de qae pona ser dedoiida ama conse-
qaencia de m.i' eonlade de nossa parle ao gabinete
de 4 de maio ; de que possa ser deduzi Ja, sm, urna
ameaca de nppn caraiiiui afastar u ojio-o que o Libeat Peruaiii-
hiiCMMi lam.ara por sobre os denotados desla pro-
vincia, o desapreco em qoe pretendiam collocar o
Sr. consellieiro Sergio de Macedo, e a intenso ma-
ligna finalmente com que qoalificara os aclos de
diversas autoridades policiaes.
On-te pois essa phantasiada opposicao '.'
A inclaesificabilidade que descohrimos na phase
poltica de que tratamos, o u Liberal Pernambuca-
no bem deve saber qoe nada lem de commum
Cura o lioterno, que nt.i eulende com os seos relos
de acete al boje empregados ; alm, essa inclassi-
heabihdade he relativa a vida practica do meimo
Liberal d, qoe direudo adoptar a conciliac,ilo,que
lem como eondieea de eiislenca o olvido do pas-
sado, o muluo respeilo e a aosencia de recrimina-
(.es, aprsenla eomludo por fados quolidianos o
nenlium apret queda- a esses los da eadeia da
conciliacflo.
Salisfeito com a aclualidade, com as promessas
qoe constituiram o programma do goveroo, o nosso
siocero itesojj he, |ielo contrario do que nos allrihae
" "Liberal Peruambocancu, preslar-lhe urna leal
adhesao.
Di-so, porem, nao se deve entender que em as-
sumplos graves, em materia de alta mpo'tancia,
nao possamos ler urna opiniSo indivi toalmenle nos-
sa, urna idea mesmo a sustentar, urna vez que na
eiecacSo das do governo nilo Ihe oppouhamos diffi-
culdades, n.lj Ilie creemos, em urna palavra, de'con-
fiaocas.
que por amor da tranq
de da provincia, da uniSo das ramillas pernambu-
Sin. S? reH?i i "'"P""- anas, da moralidade da imprensa, do respeto as
redactores, o fado que me aearrelou aulor.lales con-liluidas. ea te aconselhei que le re-
ngnasses a morrer, condemnanda-le a eterno silen-
cio. Meu Dos, o qua seria de roinha honta e pro-
bidade eomo lente da Faculdade, de Direilo, se ella
estivesse a merco do c. Liberal Pernerabucaoo e
de suas CPrrespondenclas I
Oaelram, Srs. redactores, darpublicdade a essas
linhas, com que rouilo obrMaMo o seu coiislaole
leilor e aseignante *
Dr, Jote Anlonh Ue Hgueirrdo.
P. S.Os documentos claran nesta lypographia
eiposlos ao publico, dtpois de liradas as publicas
formas.
mo aquellos que Ihe nao ficam moilo honrosos.
tolos aquelles cpilhelos fui om reqaerimento que fit
em juizo, allecandoque os lilhos de meu mano ao-
tonio Jos de Figuelredo, orphilos de mili, menores
e consenhores do engenho S. Paulo, tambem deve-
riam ser ouvidos por seos (olores na avaharlo do
I re iin de que elles ja eram condomlaas. Esle meu
reqaerimento iadeferido peio juz do inventario ser-
vio de base ao aggravo, qoe inlerpoz para o tribunal
da re!-ar;ao. A retaran porem nto admitlio o aagravo
e ao meo ver com razio, porque nSo Uve lempo de
mandar eilrahir urna certdao do inventario, feito
Sobre a qucsHo de credilo se tem estabelecido tres
opiiuifs bem distinclas : a franqueza ampia, a res-
Irlccao, eomtiii lermo entre a amplilude e a coarc-
tarao. Ora, todas e-las tres opinies se encaminham
sem duvidn a um ponto de verdade, que a Inlelli-
gencia procora descortinar. Se he, pois, lvre ao Sr.
ministro da tazenda propusnar qoasi que pela pri-
meira, ao Sr. presidente do cunsellio pela terceira,
romo nao o dever ser a oulros aceitaren) a segunda,
e a mis arompanh ,r a estes at cerlo ponto '.'
Accusar neslai crrua slancias aus amigus da res-
tricr.io do crdito, que, na manifestarSo de tua in-
lelliaencia, no eiercicio dc suas coiivicces, tem
creado urna opiniOo (Ao sincera como as do Libe-
ral l'ernaiiihu.anou, nao sabemos que Seja licito ; e
agravar anda essa acensaran com iminuacoes in-
congruentes, n3o he con.luiente lazoavel. fi enlre-
lanlo roigamos de ver por emquaulo o miui.teria-
lismo qoe ostenta o Liberal Pernambucano ao
poni de pretender supplantar as convicses alheias!
Menos justa lainhein he a censura feila ao ..Diario
de Pernaiiibucii pelos fados de haver recebido com
loovor a nomear.,., ,|o Etm. Sr. conselheiro Sergio
de Macedo para presidente desla provincia, de ha-
ve-lo apia.I i emquaoto aqu esleve, e de anda boje
render-llie urna jaatlca que he devida as lradi;es
honrosas que aqu nos deiiou. .Nesta conducta do
.Diario sii vemos a coherencia de urna convicefln
sincera e leal, que se basca no bem da provincia em
geral, e n3o em inleresses secundarios.
laulo, qae n ser novamenle eval.ado pelo falleci-
menlo de minha presada mal, e cuja avaliorao ihes
podena ser prejudicial.
Poiso a esle reipeito ealar em erro, porm sera'
esla um doa factos que aullan, a qualquer homem,
como diz o meu cunlisdo. e que roe conslilue fslto
de probidade, tanto mais censuravel por ser eu len-
te da Farnlstade de Direilo desla cidade'.'
Itespondam os hornees sensatos.
srs. redactores, eu mo protello o inventario, como
o moslram os proprios autos, ao contrario desejo ar-
dentemenle, que esse inventario seja concluido quan-
lo antes, porque o repomo de minha familia, e a
esor-c rtn< I-i.s li-r'.-iln. d mrn lina lo pal re-
clamara o mais deuressa potsivel a conclusao de tal
inventario.
Assim lenho reapondi.Io a primeira corresponden-
cia do meu cunhado Antonio Jos da Costa (iuina-
raes, nao me demorando com os epithelos de orgu-
hoso e egosta, que tambera me baratea, porque nao
cr? Tas p,l,vra aue acia"> f'""! 'raos-
Passo pois a segonda correspondencia, (amb-m
firmada pe referido meu cimbado, laucada no "Li-
beral n. 1494, de 2 do correnle.
Nessa curres-pondenca alinde o meu coohado An
ionio Jose da Coala (juimaraea a Ora pequeo eum-
mumeado, publicad, era o vorso bem coneeilualo
ii Diario n. >->> o qual eu aqu transcrevo, r< ipsis
verbi. : ,. Altencao I He bom previnir os grandes
crimes. Loosl.i-nos por psoa.ldedigna, que o enge-
nho S. 1 aulo, freguezia de Afogalos est sendj lis-
atre do sconas desag'adaveis. O pacili
Jos de Fiajteiredo, eonsenhor do er
EscrivAo.
Francisco Jos Correa de Queiroga.
Proeurador-giral.
Manoel Geraldo Sergio ttibeiro.
Procurador.
Jos Miguel Pereira.
Fraocilco l.ui ll-lin.
Iheodoro Jos do Livramenlo.
> ictor Augusto Nepomuceoo.
Aleaodro da Gunha Coelho Calaolio.
Thesooreiro.
Liverpool por Macei, barca franceza eliogola, '
de .io3 (oueladaa, coodozio o seuuinte : -.mt
J^ittcacao aptm*.
'".";'""'. ^.50U cooros salgados.
KELEBtDOlUA DE RENDAS INTERNAS (,E-
KAES DE PERWAMBLCO.
Kendimenlo do dia 1 a 2.
i .x.u do Uia 3 ,
3:5679970
1:0191027
1 '588|997
Sr. Jos Pereira da Cunha.Lisboa 19 demarco
de IS.i.i.
Amigo e enhor.Confirmo a de cima (segunda
va da ultima qae Ihe escrevi em9 do correnle mez,
e depois recebi a sua eslimada de 21 de fevereiro do
n. a- C0-'';SI'|A1)0 PROVINCIAL.
Rndiraento do dia 1 a 2.
dem do da .1 ,
5:438653
490/936
5:9i83H89
MACA DO RECIPE. 3 DE OITLBRO DE
18o,, AS 3 HORAS DA TARDE,
correnle eooo) do cooleudo da qaal ficoVniendd^j" n w evhta tcmanal.
Juuto o recibo para Vmc. mandar reeeber no cor- jfJ* anu oa oolra Iransac^ao
lo,
Sr. redactores.Vita que o publico e parlicolar-
menlc os irmAos da contraria de Nossa Senhora do
Livramenlo reconhecam a injosli;a coro que algu-
mas pessoas a ella perleucentes (eera pretendido
detrahtr a replalo dos membros, que aclualraenle
compOem a mesa regedora da referida confraria, s
porque ella lem eumprido, segando a lellra e espi-
rito do corapromisso, as sdas obrigaces, olferecetnos
os seguinles documentos, que bem podem fazer re-
conhecer o carcter dos individuos qoe mais se es-
forram por desacreditar e intrigar os referidos m-
sanos.
Compre anda lembrar que ootros individes, qoo
partilham as ideas daquelles que rezam os doru-
iiieulos, c que fazem curo Com llu-j, como -e; m us
srs. Manoel do Carmo Kibeiro, Joaquim de Souza
I.ins, Pedro de Alcntara, Albino de Je ra, Simplicio llemelerie de Parias, Jacintho Iheo-
doro de Azevedo, Jorge de Avcller c oulros; acham-
sae eminentemente despenados, por haver-lhts a
mesa regedora applicado as penas dos arts. do cora-
promisso que manda eliminar e execular jodicial-
meote os refractarios qae teem incorrido era saas
dsposic,Ges.

DOCUMENTO N.l.
Aos I-2 das do mez de novemtiro do anno do nas-
cimenlo de Nosso Ssnhor Jess Christo de 1856, reu-
nida a mesa no consistorio da irmandrde, sobre a
presidencia do iranio juiz Jos Theodoro da Concei-
?Ao Vieira de Mello, esle declaroo aberlos os Iraba-
Ihos, e nesta occasiao compareceu o irm.o sacristao
Prxedes Lomes l'ortella e pedindo venia disse, qoe
vitilia trazer ao eooheclmenlo da mesa reaedora a
maneira rrprovada e pouco decente com qoe se
portaran) aluuns rnemhr da mesa da irmaudade le
Santa Cicilia, quaulo reunidos em mesa para trata-
ren) de negocios tendetites a mesma itmaudade, isto
he, que lendo alguns desles membros de verlerein
agua, de proposito o faziam sobre a escada qae da
nigresso para as catacumbas, apezar delle sscrisISo
por mais de urna vez haver-los advertido para que
ala conlioaassem a proceder de semelhanle maneira,
resultando desie procedimento um ftido insuppor-
lavel ; disse mais qoe alem de ludo laso succede que
inri a o houve. que descomer na sacnlia ao lado do
Evaugellio junto a jarra, que se deposita agua para
consumo da igreja, sobre nina lolha de papel, e de-
pois dn qoe pousou o escreinenlo junto a porta qoe
desee para as catacumbas, e lanzara sob.e eslas|fe-
ses urna porr.io d'.igua, retallando dessa cperar;o
emporcalhar no so a porta, como mesmo os degraos
da escada, sabendo os referidos irmAos da Sania Ci
cilla existir alem das catacumbas urna latrina, onde
deveri.i deipo.ilar as refeiidas fecs.
_ A mesa lomando em cnnsideraco o procedimento
IBqaalilieavel e manaia reprovata e pouco decen-
te coro que se porlaraui aquelles irnins. tallando
assim o re-peito devido nao s a casa de Dos, como
mesmo a irmandade da Livramenlo, que lao benig-
namente oa lem acolhido, resnlveo que o societario
actual ollicasse a mesa de Santa Ciedla fazendo-os
sentir que devenam cohibir-se de proceder de se-
raelhsute forma, e que a continuaren) assim, a mesa
tontera urna icnlur.iojeneinica ; e por nao haver
mais nada a tratar, mandou a mesa lavr.ir o prsenle
I lermo, em que lodos assignaram. Eeu Agostinho
i de Souza Pinto, secretario o fiz.
Declaro ero lempo que o individuo qae descome-
unio de Fgii-iredo, que;I-a na 9"c.ri*lia cima referida (ora o proprio juiz de
na trepidando deizar de calumniar o respeilavel ', ''ici'ia Manoel FernandesLhaves, segundo a
tribunal Jarciado, como deisara' de calumniar a 12*' W o !uc,'9la- Eralsopra.Agostiuho de
Souza Pinto, secretario.
co Sr. Antonio
engenho S. Pau-
nvenlarianle dos hens deixados pela su i falleci-
da iiiai, llosa Alaria da C mceicAo, tem aido por varias
vozes insultado e amearado por am dos eoherJeiros.
que sem espernr da le e di magistratura do paiz, vai
fazendo o que bem Ihe parece. NAo clan m as par-
dillas concluidas, esse coherdeiro ioi ao engenho eom
pessoas de sequilo, fez amarrar dous burros que fa-
ziarn parle doa bens inventariados, e os conduzio
para a saa casa, apezar de se acharen) os hens ua
posse do invenlarianle e de mais a mais embareados,
lento Ja em sea poder um dos escravoi, quenusen-
tou-se para sua casa, e que he por elle conservado,
sem enlrega-lo an invenlarianle, como Ihe curopria
lsao porem nada hea visla do terror emqoe seacha o
inventariante Antonio Jos de Figoeiredo, saa nu-
merosa famlia, duas irmAas solteiras, por verem pes-
soas armadas de claviuole, percorrerein em todas as
ilirerrnes as (erras do engenho quer dc noitc, quer
de ilia. \ anos (orlos do animaes se tem dado nesis
ollimoa das no engenho, e bom he que a polica
procure indagar '. essas occurrencias para poonar
crimes maioresA lestemunha ocular. n
-V leitura deste commuirado, seohores redactores,
levou meu cimbado Aolonio Jos da Cosa Ijouna-
raes a assigoar estas palavras, que se leem no nume-
ro do ,. Liberal a cima citado :
o Nada 13o fcil como um ente vil e desprezivel
cohrir-se com a capa do anonvmo e alirar sobre os
seus desalleicoados aquillo que elles sao capazes de
pralicar. Sen.lo cu morador do engenho nunca ouv
Ullar no apparecimenlo de pessoas armadas de cla-
vmote era trras do dito engenho, era mesmo pelo
m.u cunhado invenlarianle. uem pelos seus raraulos;
isto somonte eiisle ra mente desse vicalumnia-
dor, que pela audacia da calumnia parece vir do
meu cunli .l-.i Dr. los Anl
reo dessa os documentos que julgo precisos para i
poder dispar da casa terrea da prara da Boa-Vista,
qae perlencea a meo finado irmJo Jos da Silva Re-
g, e qoando o liver conseguido quelra vende-la em
prac,a publica, e o liquido que ficar, deduztdas todas
as despezas que houver de fazer, inclusive o direilo
de irn.musan, o entregar a viuva de Jago Coelho
de Unto, de quem recebar o competente recibo em
qae declare reeeber de Vmc., por ordem que de
mira leve para Ihe entregar por esroola, o qual me
remllela cora a complanle couta para minha iu-
telligencia.
E nada mais tenho por agora a dizer-lhc, coo-
tesso-roe de Vmc. amigo obrigadoGregorio da
Silva Reg.
Eslava reennhecido.
Sr. Jo. Pereira da Caoba.Lisboa 10da lelem-
bro de 1855,
Amigo e sanhor.Confirmo a ultima que Ihe es-
crevi em i do r,Tiente mez, e depois recebi as saas
estimadas de 11 e 0 do prximo passado agosto,
de seos conteudos (ico entendido, e agrader;o-lhe os
incommodos qoe leve com a pendencia da veuda da
casa que pfrlenceu a mea fallecido irmao Jos da
Silva Reg, que pela coola que Vmc. me envin
com a saa de JO de agosto, vejo qae produzio liqui-
do ahi rs. 1:24.18012, que foram entregues a viova
le Joao Coelho de llrito, por camota que ea llic
manilei dar, e do qoe ella me nao dea agr declnenlo
algum, o que me nao admiro, porque eslou bem ao
fado do carcter de semelhanle gen...
Po' aeora he o que tem a dizer-lhe, qaem se con-
'" .1 rl Vmc. mu u r obrigado criado Ureiorio Ja
Suva liego.
Recebo a qoe se refere a carta sopra.
Recihi do Sr. Jos Pereira da Cunha a quanlia de
I:24I909 rs. em moeda crenle, de que me fez en-
trega por e-moh por ordem que leve do Sr. Gre-
gorio da Silva Reg, da Lisboa, sendo o liquido pro-
ducto da venda de ama casa terrea alta na prata da
Boa-V!>ta n. 1, qae era perleuceote ao Tallecido
Sr. Jos da Silva Reg, de que o mismo Sr. Cunha
lora eucarregado para qoe dita casa fosse vendida
era prar;a publica, o que elfeclivamenle ae verificou
no dia J7 do mez passado em audiencia do joiz do
civel da primeira vara desla cidade ; e para constar
paisei tres do mesmo Iheor, doa quaes s om teri
vigor. Recife de Pernambuco 8 de agosto de 1855.
Joanna de Seitas Cavalcanti.
0s$Stti3f ?fes*
PRACA DO RECIFE 3 DE OI1TOBRO AS
3 HORAS DA TARDE.
Culaines ofliciaea.
Frele nc assucar para LiverpoolJOi e 5 0.0 por
I lira.
Frele de algodAo de Macei para Liverpool1(2 e 5
OtO por libra.
P. Borges, presideole olerno.
L.Duboarcq Jnior, secretarlo interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 1|J d. a 60 d.
e Paris, 35l> rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, J por 0|y> de descont.
Acr;ao do banco 50 por canto de dividendo por con
ta do vendedor.
companhia de Heberibe (08000 por accao
- .. companhia Peraamhucana ao par.
o l'tilidadc Publica, 30 purcento da premio.
o Imlcinriisailora. 61 ideo.
da estrada de ferro 20 por Oui do prem'O
Disconto de lettras, de 8 a 9 por cenlo.
Acjoes do Banco, 40 a 43 de premio.
d pequea motila leve lagar asi-
la aemana, de 27 li> a 27 :li d.
por 1.
AlgodAo-------------Vierain ao mercado 448 sacca>, e
081 precos susleiilaram-se de H-SVIO
a 8JJ800 por arroba, ao qoal (i-
coa firme.
Assucar-------------Entraran) 8181 saceos, sendo a
maior parte do bruto. O mercado
esleve frio.apezar do qoe fiterim-
e algumas yendas, aulajdache-
lJLdo Po,uele de Soatataplon a
-f!K>0 por arroba do broto : po-
rem sendo poseo animadoras as
noticlaa qoe elle oes (roo ve da Eu-
ropa, os compradores esmorece-
rn), jen, rej.iudo entrar em.
m transactoes meamo com o abali-
menlo da 200 e 300 rs. por ar-
roba.
Couros----------Foram meis proearados a oblive-
ramde3IOa3l2 1|2 rs. por libra
dos seceos salgados.
Bacalhao- Tocaram no porto qaalro carrega-
mentoa, doa qnaea am foi ven-
dido para a Parahiba a 135 ; o
8e?Uw'' *"*' PsW" eon-un
a 129200, e os oulros fiearam em-
ser. leve prompla aahida, e o'de-
posilo montara' a 3,500 barricas,
tendo-se retalhado de 130(MI a
l-WaOO por barrica.
Carne serca- Coma ... Proc s ,|0 nnealba con-
iiuii.i.am tanas, mu pooca carne
?e1v'nd. regulando os precos de '
J-JIOOe 60500 por arroba. Fiea-
ram em ser 28.000 arrobas do
Rio Grande e 8,000 de Buenus
A yrei.
Farinha de (rigo- Tivemos 750 barricas de Btlllmo-
r e 1560 de Trieste, com as quaes
o deposito monbi a 1,100 da ame-
ricana e 2,969 de Trieste. Ven-
, den-as de 243 a 288 da primeira "
de 2(1$ a 28 da ultima ; sendo o
. P'eto de 21 para a da Balliroore.
alanleiga----------Alai pones ss vendeu nesta sema-
na, sustentando 0s presos oa ante-
cedente.
Deiconlo-------------O banco baixoa seus desconlos i
8 por cenlo, e as trsnsaccOes da
semana regalaram de 8 a" 9 por
cenlo ao anno.
Frates----------------Do assocar para Liverpool a 20,*
para o Canal a 50 ; e do algodAo
para o primeiro deates porloe a
7|16 e earreganJo em Macelo
a1|2d.
Tocaram no porto : 1 navio com bacalhao. 2 com '
carne do Rio da Prata, 2 vaporas, 1 om asiuc.r,
que eomplelou o carregamenlo e sabio, om com car-
resatnenlo da pntenla e urna baleeira arribada.
Eulraram ; 2 com carregameMo de familia de*
trigo, 6 cora fazendas e gneros da Europa, 7 de
eahntagem e 3 com bacalhao.
Sahiram : 7 de cabotagem.
Fiearam no porto 59 embarea;nea, a saber : 3
americanas, 25 brasileiraa, Jdinamarqoezaa, J fran-
cezas, i despalilllas, J hollandezas, 16 inglesas, 3
porluguezas, 1 sarda e I sueca.
i turo.i loras hespaiihulas.
Moeda de 60100 velhas
e c 6JH00 nova;
f 49OOO. .
Prata.Patacfiea brasileiros. .
Pesos columnaries. .
mesicanos. .
299500 a 309000
. 16ffO00
. 16c<)0l)
. 9900U
. 2C0O0
. 29OOO
i 1 19860
mnn e 10 meu irmAo. s Hasta.
Nolai, senhorss reilaclores, que o mea cimbado
Aulonio Jos da Cosa Guiraar3es, ainda alo sabia
Ese censura faz o o Libera I Pernambucano ao 2"L
Diario de Pernambuco por lal motivo, como nao ? aaora.nem 13o pouco sabia que o common-
cado se refera ao sea irmAo Manoel Jos da C sla
OiiimarAes. Entretanto elle nao hesila em aftirma
consenle que a soa incoherencia aeja apreciada ".'
Nao receben o Liberal Pernambocauo o Sr. con-
selheiro Sergio com esperancas e louvor'.' NAo fez
coro com o Diario al o di* em que essas esperan-
ras se fruslaram... ale que o Sr. conselheiro Sergio
nao assomio a responsabilidade do riuropho de urna
causa desesperada e perdida pelas desvainasen* pe-
culiares a que se linda deiado calor o partido li-
beral ?
O Sr. conselheiro Sergio obteve, parmiltamnos
que ocommunicado 11A0 pojeria vir senAo do seo cu-
nhado Dr. Jose Antonio de Figueiredo, esse vil ca-
lumniador, como elle me Sppsllida !
He verdade, meo eunhado, que foi eu o aalordo
coramanicado, mas era por isso deveis appelldar-
rae com lal epilhelo. O serio receio em qoe se acha-
vame ainda boje se acham, no eugeuho, o meo ma-
> no Antonio Jos de Figueiredo e minhas irmAas sol-
esla rememoracao histrica, ovarOes do Liberal I '""" "el:" Siei0' occorridoa ltimamente levaran,-
Pernarobucano ate aseleirnes de iiovembro ultimo,' e a cn,,nar a allenjao da polica pira garantir pes-
e iie entao jor dianle leve cm compensaran ama
eggressAo horrivel I
E qual a causa desse pheuorr.erio !
O explica cabalmente o artigo a que respondemos:
O qoe exprima, pois, a guerra do Liberal
Pernambucano contra o Sr. Sergio de Macedo?
l-.xpinnia o justo ..reseiitimentou da quasi lotalida-
de da provincia......
O Liberal disse a verdade em parle ; foi o re-
aenlimeiilo, nao da qoasi totalida le da proviucia,
mas do circulo doa descomentes, que provocou a
guerra desapedada que sofTre o Sr. conselheiro
Sergio de .Macedo.
Iremos adianle, ficando aqu por boje.
o.x a 1 lunnis.
29 de elembto.
seas e bens que me sao charos.
Su pois forrado boje por vos a patenlear fados,
cajo segredo eu quizera que morresaem comign e com
aquelles que os presencearam e Ihes servirn) de vic-
tima. V) mesmo nao ignoraea que o vosso irmao
Manoel Jose da Cosa GulmarSes se lornoa inimigo
ligadal de toda minha familia, desde o inventario a
pa
Bendiinenio do
dem do da 3
ALFANDEGA.
da I a 2. .
5.1:8709383
20:1309893
71:3078076
Descarreuam boje 5 de outubro.
Escuna hollandeaArnuldiua Cathaiiua-faiinhs
dc trigo.
I!iiue inglez1). Joanmercadorias.
OOCL'MENTO N. 2
lllm), Srs.Dc ordem da mesa 'regedora da,
irmandade de Nossa Senhora da Soledade, cominu- i Brigue fraocezCearamercadorias.
meo a \ V. SS. para que, lomando na divida cou- Barca inglezaLindamercadorias.
sideiarao, providencie a respeilo do fado le- ltale americanoRosauondideni
gainle ........
a respeilo do fado se-
VV. s>. saliera que as irmandades areolas nasta
igreja, tem seus consistorios separados, isto he, a Ir-
mandade de Santa Cecilia lem, romo a irmandade
da Soledade, om lugar determinado para fazer snas
resnides ; succede que ha urna porta qu da' en-
trada do consistorio do Santa Cecilia para o da So-
l lade, e que esla porta lem chave para asir
loroar independentc oslrabalhos feilos em qualquer
dos consistorios ; mus apezar de todo isso, sempre
que a mesa de Santa Cecilia (em de reunirse, a-
busa desla iodependencia, invade o nosso consistorio,
fazendo coinesanas de bolachas, queijos e bebidas
espirituosas sobre urna mesa que existe 00 r. frndo
consistorio, anude se fazem os nossos Irabalhos, des-
reepeitando assim o decoro devido ao templo, sem
ao menos preitarem o devido acatameuto a Senhora
da Soledade, que se acha all exposls, e como que
qoe s proceden por rallecimenlo de meu prezado 10r "">fa d,ix8,n lu3 em que fazem as reteri-
e se nao qoizerdes hoje confewar isso, asnn co- cemezenas eheias de Iragmeulos de laes nbjee-
Palacho brasileiroAmpliitriledem.
Patacho dioamarquezFortonagenehra, queijos e
fareio.
"arca.....ricanaJulia Cobbtrilitos de ferro.
Brigus inglezMelicusbacalhao
Brigue brasileiroDespique de Beiriz mercado-
rias.
MOVIME.MO DA ALFANDEGA.
\ olomes sulrados com fazendas .... 289
* com gneros .... 311
Volames labidos com fazindas
com gneros
Tolal
Total
630
2)3
310
mo os tartos sxpostos no coiiimunicarlo ea pres- !'.'" e cm lo da vosso testemunho, por que me basta a de- Proc,der limpeza necessaria em seu consisto-
rio, como devia, lira de que VV. SS. vejini e ato
suppr ud. m que o que expeudemus lem algama coui
sa de exagerado.
. ProvaleQo-ras da opporluni lade pata render a
V \. SS. o) meus raspetto de estima a alia constde-
NSo ha minio deu-se no Forte do Malos ora fado
que veio enlatar as paginas de nossa historia, lan-
Sindo mais urna nodoa sobre nosso brazAo de povo
eivilisado : foi all assatsinado o porluguez F. x.
lidio, ao meio ia em ponto, e com audacia lal que
a lodoi fez pasmar. Os motivos que derara lagar a
e"e horrivel assaoinalo, ja ninguem os ignora
rivalidades do Forte do Malos, smbices contraria-,,
das, o mais srdido dos inleresses, emfim, o gando 1 Ihe-hja
do .inheiro, foram causas -eraluiente assignala- E co
dasao criine dc que se trata !
Bailo a polica poz em cusiodia e fez proceisar a
Ir individuos que diziara ser autores e cmplices
desse mesmo criine. Lm dalles, A. deMoraes pires
foi absolyido pelo jurv ; os oulros dous, Pedro Ca-
boclo e Corroa de Meiio, foram conderanados. I'edro
Cahoclo, conforinando-se com a senlem.-a, aeguio
elaraoao do vosso proprio irmao Manoel Jose da Coi-
la (.uimaraes, lanzada em urna caita que possuo,
por elle escripia e asaignada, e dirigida a minha m8i
e vosea sogra.
Nesla carta, escripia em 1(i de ottlobro de 1844
vosso irmlo dula a m.iha prezada miltatas pala-
vras : que o meu finado mano iqe enlto admi-
nisirava o engenho -era um homem vil e infame,
que lanrava m.lo de meios 1,1o vis e infames, como
elle mesmo, que linda urna alma Iflo vil c tfame
compela mesmo. Nesla carta ainda elle dizianoe
a minha honrada e i losa mai era lolellada poi seu
hllio J0A0. Nessa mesma rarlao vosso mano esrre-
iaque se a minha prezada mal nao quizetae
r a om negocio que tile propunha, causar-
roaior prejuizo.
1 flleilo os piejuizos appnreceram. Ai Cer-
aaa do engenho erara denudada-, as porleiras eram
arrancadas dos seos assentos, o gado era morlo nos
ceicailos do engenho a chumbo, em pleno da, um
grando caiinavial era tambem meen liado em pleno
da, c 0 engenho S. Paulo era invadido lambona em
pleno da por um homem armado de claiinote, a-
companhado de um prelo ^ivre, tambem armado
p.ra o presidio de Fernando : Corroa de Mello, po- i dc ciavioote. e ambo," cora pon carlut
em, trn.lo de ser suhmel.ido a novo julgamenlo, embalado. Hto aakoas, me., c, a nuera c es^
fallecen antes diiso repenlinamenle na primo, homem ? ea vo-lo diso.-ChamYva-. cui Usi
quando ,e dina que elle liaba nao iei que revela- Jos da Cosa Colmaras*. Nao sabis a quem t'
roes s fazer por ocr,.,ao desse novo jnlgainenlo. j prncoravaro, e sobra quiin tinhain elle- as armas
i..!* C. l0!"*'""ohequcsconscieiics pu-; ahuecadas e prestes a seren disparadas,' (amheir
2n^,u2: lla pre^ntia qoe a jall- cu vo-.o digo-Era pira meu finada irmao votso
omm, niVar f.',J7'u'01,,"s v"d,del' "'"''''o e | cunhado Joao Antonio de Figueiredo I Nunca ou-
uiva .n.. fi.i % !"nsp..rente o veo qoe o, oc- I ules fallar deste, faci., ouv.-o agora, indagai-o,
ra, un'nt.i '. I T 'Tunes, e nem ao menos fo- de VOtSH proprias conhadas e conliados, se anda
*.n?-i.V.m!!lia..i. neaardes, duas sepnliuras guardara a sciencia des-
I ode do \ N 'a U'n P0OC aS rivalidJfsd'' s" '' e "" q"o revolver a, dn,., de
i'' !l ,;, A ",lia. I'"a l'm i lenho boje as mais vivas ssuda-
im.fe '. d,n,m' ""iMlade. se levanlam ; os ( des, o mais .auto respeilo, todava possa sem por.
iniere.ses niocam-se, 0A0 de um modo (Ao vital e turbar o socego dos morios interrogar a oolra. Vede
peculiar, como no lempo de lidi, porem anda He urna carta do honrado e rico proprielario, o li-
mis gioietra, desabrida e genricamente. nado Manoel Cavalcanti, senbor do engenbo Giqli,
1,! a,r.."Sa'"5' "" "c'"lle''"l"ten(e di van,Z ,iL-,g'"' "!iUI", """ -ior"8l"i "8"- i'nplorou soccorro e comelho no momento mais
nbri .1 .T com,"1nl'irn A", na amargura lo da sua ex.slenoia. no dia e.n que o
pnrase uo mesmo jornal, paaaa boje por aisasino, | vosso Irmas Manoel Jos da Cosa GuimarAes foi
ei'so era vtriode decenos luleresses, qoe pirlen-i comineltcr o allenlado qoe v..s tenho narrado,
cara man aos prime ros do que a esle ullirfo. t) honrado Manoel Cavalcanti nao pode vir, mas
Por motivo, que, bem explicados, lalvez collorai- escreveu em continente estas palavra.
sollriveliiicnte calmo, de modo quasi cavalleiroso
nflo pule deixar derontiiiua-la e allim fecha-la se-
IMPORIA(.A'0.
Paladn in-lez Era vlndo de Liverpool, consig-
nado a Fox Brolhers ti C, manifeilou o segiiiu(e :
37 canas 30 fardos lazendas de algodAo, 1 ca xa
dilas de algodAo e seda, 2 ditas ditas de IA c seda,
10 ditas lencos de algodAo, 2 fardos pannos de U :
aos consignatarios.
2 caiaas miudezaa ; a Feidel Pinto C.
28 fardos e 12 caitas fazendas de algodAo, 12 ditas
casias : a Roslron Rooker & C.
r,SJ" .. ~:' lardoa e 3(ii caixas fazendas de algodAo, 2 ditas
Dos guarde a \ \ sS.Consistorio da irmanda- ditas de lindo, -J ditas ditas de seda, algodAo e l a
de de Nossa Senhora da Soledade, tli de fevereiro dc N. O. Bieber VV C.
1811.lllms Sis. joiz e mesarios da irmandade de
Nossa Senhora do Livramenlo..Manoel ds Miran-
da Castro, secretario.
DOCUMENTO N. 3.
Illms. Srs.Fados se deram na administrarao qae
Vs. Ss. succederam. que na verdade muilo'.lepu-
nlian .to procedimento poaco religioso, e o desres-
peilo que lii.li.im A rasa de Dees aa pessoas que os
pralic r.im. romo fosse verterem agua dentro do
lemplo sobre as escadas que dao Ingresso para 3'
25 caites tenda de elgodao, 91 ditas folhas de
llindres ; a l-aac, Curio tfC.
21 caixas fazenda, de algodao, 2 Tardo lapetei ; a
J. Keller u C.
42 cans e 22 fardos fazenda de algodAo, i ditos
diloi de IA, 1 caixa dilis de linho, 47 ditas casias, 8
ditas e 1 fexs cobro ; a Paln Nash.
9 fardse 1 caixa fazendas de algodao, 2 ditas
ditas de la c algodao ; a A. C. de Abren.
12 caixas fazendas de acodan, 3 ditos ditas de li-
calacumbas, bem romo dscomerem dentro da sa- | nho, 1 dita d las de linho e algodAo, 12 ditas chales
cristia do lado do Evangelho. A actual mesa rege-| de algodAo ; s Johnslon Paler & C.
dora, temi scieuci.i de semelhanle procedimento, | 6 caixas f.zendss de algodAo ; a Aikvvreh A C.
maudoO qoe ne,le sentido se rfliciasse a'Sdmioll-
tracAo da irmanda e do S. Cioilia, qne entao era
presidida pelo Sr. Manoel Fcrnaudes Chaves, pe-
dindo que se des alim de qoe semelharites abosas n.to contiuuassem a
apparecer.
A mesa de S. Cioilia, a qncm fora entregue n of-
licio em que-IAo. nao procurou desculpar aquelles
dc seus compauheiros que linhsm lito IAo revo'.lan-
ts procedimento,
2 dilate I lardo fazendas dc (5; sJ. Malliday.
2 duas fazendas de algodAo e seda, 1 dila lintiai ;
a I in.in. Monsein cN. Vina-sa.
29 fardos e3."> canas fazendas de alnodAo, i dilas
ditas de linho; a Brega, Carvtldo e Souza.
7 barricas anchadas j a it.mn-a,\ Ca-lro.
2S lardos e 22 caixas fazendas de algodAo, 3 far-
dos ,1,1... de IA ; 1 Adamion llovie iV C.
23 caixas fazendas de alcodao, 2 ditas dilai de al-
0, nem ao menos leve a delira -eza | godao c 5eda, 1 fardo dilas de lindo, 5 ditoi pannos
de accusar a reeeprAo do muso oflicio : perianto, \ de IA ; a II. Gibson.
mea neloal rfa irmandade de N. S. do L.vramenlo,
certa como esta' ds que a actual droinistraeSa da
irmandade de S. Ciclia nao proceder' jamis como
a paseada, principalmente leudo na presidencia um
domom probo e iiilelligeute, a quem a me-a do Li-
vramenlo vota loda a cnnsidera'cAo o respeilo. me
ordenou que fizesse o presente ollicio reincllcndo
inclusa a copia do ollicio que em reuniao de !< de
fevereiro Ihe fora direido pila mesa da irmandade
da Senhora da Soledade, e espera que Vs. Ss., to-
mando na devida considenrao, dm a, ireci-as pro-
videncias alim de que por srmelhaiile modo nAo ap-
pareja a desntetligenria nal irmsiidades erectas em
< caixas linhas ; a S. P. Ji-hnston & C.
12 barricas prsgoi, 1 dita ferrsgens : a E. H.
Wjatt.
20 caixas e 5 fardos azenda de algodao, 10 pa-
coles formas para asiucar, 1 ciita cha' ; a C. J, As-
\ I.-
Ilev
2 canas candeeiros, 2 d las 2 barrion ferragem
ditas vidros, 3 dilas loura ; a J. A. Pereira.
00 tonelada, de Ierro bruto, 10 latas de ferro 6
eixes de carrosa, 1 feixe chaves, 3(1 toneladas de
carvAo queimado ; a D. VV. Boxvman.
10 gL-os e 1 banica loura ; a ordem
stft \vr'da.....Ao'que "- I -^F-?--cha^:; ixsrst
Oo.ro -lm, o sacristao fie. convenientemente i.- \ la^l'.T.auo!,'" r''*,"-',C' ,,U '' lo*9 Fer"
lr:'.'l?.P!l!."0f!0.- ",mat Jd.il P"" Praslar ao ser- Brigue escuna nacional
"1
w <>a jDOrtnc?*
Navios entrados no da 3.
Terra Nova39 da,, barca ingieza uSlella, de 21.1
toneladas. capilAo James Box a, equipagem 12,
caiga 2,800 harneas com bacalhao ; s James Cra-
hlree .i C. Perlcnce s (irsenock.
lriesle-70 diaa, .-cnua hollandea Arnoldina Ca-
marina, de 156 tooeladas, capilAo Marlios Rade-
makers, equipagem 7,carga l.jtio barricas com la-
r.ulia de trigo ; a N. O. Bieber & C. Perteuce '
a Delfshann.
Liverpool31 diai, galera ingleza .Itermione, de
(8.1 toneladas, capilAo J. Jovrell, squipagem 17,
carga fazenda e mais gneros ; s Saunden Bro-
thers 4c. Perlence a Liverpool. Passageiros, D.
aabe Caroll, James Caroll, Micliael Caroll, Elisa
Ciroll, Anua Ciroll.
Buenos-A)res30 das, patacho hollandez Joanna
llendrik, de 236 tonel,das, cspliao L. Vooder
Weyder, equipagem 10, carga 5.062 arroba, de'
carne ; a ordem. Perlence a Amtlerdam.
Navios aludos no mesmo dia.
AracalyIliate nacional Heberibe, meslre Izido-
ro Barreta de Mello, carga viudo maii gneros.
Passageiros, Joaquim Jois' ds Agoiar, Jose' de
Lima Lelle, J0A0 G. Torre), Jose' Joaquim Gui-
srass, \ iciorino Pereira.
ParaliibaHiala nacional CamOei, mealre Ber-
nardmo Jose' Bandeira, carga fazenda e mais
gneros.
GoiannaVapor nacional apersinunga, comman-'
danto o 8." tsaents Joaquim Alvss Morera.
Canal- Bares ingleza Corings, capitao Roberto
I.ol, carga mocar.
Liverpool por MaoetBarca fcaoeeza Bogot,
capilAo Marquelea, carga assucar e cooros. Pas-
sageiro, Joao Xsvier de Andrsde Ribsiro.
BostonBarca americana Cere_., com a mesma
carga qoe troaxe. Saspsndsa do lamen,...

M.VPPA demonitraiico d'agua gae lece o banco da
barra dc*tt porto na temana ltimamente-
/inda.
Nominar 10
dos das.
Domingo .
2.a feirs.
3.a fsira.
1." fetra. .
5.a feirs.
6.a feira. ,
Sabbado .
Preamar.
14 1 inglezei
14 a
15
15
I5l|2
16
li. I|2
11 uva mar.
12 pea mglezea
12 u
10 i> -
10
I0l|2 >
10
9
ObiervacAo.
Notdiflerenles ancoradouroi do porto oirillou o
baita-mar de 14 e 20 a 16 tsS s22 IrJ pes ioglszes,
e o preamar de 22 e 29 a 25 e 32. Em 3 de outu-
bro de 1857. J0A0 Faustino Porto, pratico-mr.
as/deve^Vrpessoa seVunne'"- e<"",!,"d0 N"":S & C" '"""'
competente pr,vini-lo, para que nAo apparceam MI^ sacco, c,f., dito, feijio. 400 ctas sabAo,
Apoveitooensejo para tributara'. pa-. d. b^WJ .&; *\
ht SS,M.tT r reP,'l0; P' "fel.sTa.To. (> "eTno. b.rr.c" v'.l
neos guarde a > Ss., como he de misler. Se-' sias, 211 c
crelana da irmandade de N, S. da Livramenlo, J2'orcm
de fevereiro de 18J7.lllm. e Revm. Sr. juiz e mais
membros da mesa da irmandade de S. Ci
viro da mesa de S. Ciclia todas
0 lllm. Sr. inspector da llic.sottraria
provincial, em cumprimenlo do disposto do
art. 34 da lei provincial n. 129, manda fazer
publico, para conhecimnnto dos credores
iiypotnecarios c quae*qucr interessados, que
as proprudades abaixo declaradas; lirain
desapropriadas, e quo os respectivos pro-
prietanos lem de ser pagos do que se llies
deve por esta desapropriar-iio logo que ter-
mine o prazo de 15 dias, contados da dala
deste, que he dado para as rrclatna^es
E para constar se mandou allisar o pie
senle, e publicar pelo Diario por 15 das stjc-
cessivo.
Secretaria da ths-souram provincial de
Pernambuco 29 de selembro du 1857.___O *-
cretar9, A. F. da Aiiiiuiiciar,3o.
Ilelaco das casas desapropriadas.
I in a casa lene* no Mondeigo ru Real,
pertencenlo a Antonia Maria Motttciro, lier-
deira de Thereza dc Jess Maria, prlanuan-
tia de 1:500s000.
Tres casas de taipa, na direcao do 27.-
lanco da estrada da Victoria, pertencentos
a Ju3o Francisco de Araujo o Jos Jiciiuim
H^at!: WWfO, pela qu.ntia de 300:000.
CunrormeO secretario. Antonio Ferrei-
ra da Annuneiacao.
Cx,ssueirai de Jacaranda', t pipa Unidas ; a
co.loc.m no F.rl. do M0,; Yfi**,?ta& I"""-- '""' b-*"'"m-1
in.lixi.liios quo hlazuiiam de seren in-
....ilia.
Agostinho di Sonzi Piulo, secretario.
DOCUMENTO N. i.
lllms Srs.,\ me, aclail da irinandade de Sania !
i., nlia, tornando era couci-Jerr
> oanf.es chapeos ; M. I'. M. Maia.
2 voluit.ei dilo> ; a li. ,\ l.rmoa.
3 Caixes dito, ; a A. L. P. de Mello.
2 ditos rita' ; a 1. i. D. F. A Pililos.
CONSULADO I.ERAL.
162J210
&*'&$&&&.
... perintc a cmara municipal desla ci-
dade estar em pregao nos Jias 26 do cor-
renle, 1 e 8 do vindouro mez de outubro,
para ser arrematada por quem mais der, a
renda do sobrado n. 9 da ra do Vigatio do
Rcctfe, onde se acha a Associa^ao Comme-r-
cial, avahada dila renda annual em 407900,
visto se adiar qoasi lindo o prazo da ultima
arrematado : os pretendentes podem coi-
parecer no pago das sesses da niestm c-
mara nos referidos dias, e munidos de liado-
res habilitado;- na forma da lei, para pode-
rem laucar, sem o que no poderSo ser ad-
mitidlos a faze-io. Patjo da cmara muni-
ILEGIVEL

MUTILADO



cipal da cidade de Olinda 2* de sctembro de
1857. Joaquina Cavalcaoti de Albuquerquc,
presidente.-EJuardo Daniel Gavalcinli Vel-
Iez de Guivara, secretario,
Pela delegada do segundo rustrido
lo Recife foi apprehenJIdo ni dii 30 do pag-
ando um cavallo : quem ae julgar cot dimi-
to, comprela com documentos legis, alira
de lho ser entregue. Delegada do segundo
districto do locife 2 do outubro de 1857.O
delegado, Paes Brrelo.
Existe na subdelegacia da freguezia da
Boa-Vista urna trouxa de roUpa suja, que
foi encontrada na iioile 4o I. do correte no
caes do Capibarihe, porteucenle a um prelo
que se langou ao rio nesse lugar, e afogou-
se : quem sejulgar com direito a dita rou-
pa, provando pertencer-lue, ser entregue.
O preto foi encontrado morto nessa mesma
noite ao pe da ponte, trazia vestido calca e
camisa dealgodSo azul.
Olllm. Sr. inspector da tnesouraria
provincial manda fazer publico, que do da
2 do correle por dimite, pagam-seos orde-
nados emais despezts provinciaes, vencidas
ate o ultimo de selembro prximo Ando.
Secretaria da tnesouraria provincial de
Pernambuco i.- de outubro de 1857. O se-
cretario. A. F. da AnnunciacSo.
O arsenal de marinha compra para
Mipprimento no almoxarifado'' os seguintes
objectos : alvaiade, alraotolias, grizetas de
folha, merlim, modidaa de folha, pioceis, es-
copeiros, plvora grossa, remos de faia de
13 a 18 pos, ratoeiras de ferro, raspas, son-
doresas, tinten os de estanho, lijlos inglo-
zes, taicnas de bomba de ferro, o torneiras
de metal braceo : os pretendentes venda
dos ditos objectos sao convidados pelo lllm.
Sr. inspector a apresentarem suas propostas
em carta fechada cun as competentes amos-
tras nesla secretaria, no da 5 de outubro
prximo, ateas It horas da manhaa, em
que a compra ser effectuada. Secretaria da
iuspeccSo do arsenal de marinha de i'ernam-
buoo, em 30 de selembro de 1857. u secre-
tario, Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Pela conladoria da cmara municipal
do Recife ae faz publico, que o prazo mar-
ca.lo para pagamento do imposto de carros
de passeio e aluguel, carrocas e mais veh-
culos de conduccSo, principia do i.' ao ulti-
mo de outubro prximo futuro improroga-
vel, e lodos que deixarem de pagar no refe-
rido prazo, licam sajeitos a multa de 50 0|0
do valor do imposto. Contadora municipal
Uo Recito 29 de selembro de 1857. o con-
tador, Joaquim Tavares Rodovalho.
- OSr. collector das rendas provinciaes
do municipio de Goianna faz saber que em o
dia do hojelhe foi entregue pelo delegado
de'.o termo o escravo crioulo de nome Luiz,
nal iral da comarca do Limociro, de id.ide
de 5 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabillos carapinbos, olbos pretos, nariz cha-
to, bbeca grnele, barba pouca, picada de
bet-ga, preso nessa cidade ordem ao mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente anuo, sendo avallado na quantia de
1:9019; pelo que cliama-se a todas as pes-
soaa que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 das, contados da pu-
blictcSo deste, a proseo tem na collectoria da
dita cidade sua justificacao de dominio, a
qual sor produzida perante o juizo rauuici-
pal desse lermo, e udo o prazo menciona-
do ser arrematado em basta publica, 4 por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden io-se
annuncio do dia e hora em que houver de
ter lugar dita arremelacfio, publicando-se
esto edital pela imprensa, o onde-mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Goianna 30 dejulho de I857.--0 escrivSo
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lins
dos Guimaraes Peixoto.
CONSELHO ADMINISTRATITO.
O conselho administrativo, em curnpri-
mento do art. 22 do regulamento de U de
dezembro de 1852, faz publico, que foram
aceitas as propostas do Luiz Leopoldo dos
i .u i maraes Peixoto, Francisco Maciel de Sou-
za. Joaquim Mondes Freir, Rodrigues {f Ri-
beiro, Miranda & Visconcellos, para forne-
cerem :
O 1." os medicamentos para a botica da
colouia de i'imenteiras, segundo a relacSo
ja annunciada, na importancia do b'8?7G0 rs.
0 2.' 318 pares de aapatos do Aracaty a
I. :0 rs., 124 esleirs a 200 rs.
O a.* 26 resmas de papel elmaco a 2-800
5 ditas de dito de peso 2850 rs., 2 caivetes
de 2 folbas a 790 rs., n duzias de lapis a
230 reis.
O 4 400 peonas de ganco a 15320 reis o
cento.
O 5.- 26 garrafas do tinta preta a 360 rs ,
6 libras de areia preta a 200 rs., 10 massos de
obrejas a 60 reis, 20 cartas de a, b, c, a 40
reis, 20 taboadas a 40 rs., 6 paulas a 40 rs.,
6 ejemplares de grammalica portugueza por
Salvador a 600 rs 6 dito de arithmetica
pelo mesmo a 200 rs., 20 traslados a 40 reis.
E avisa aos supnaditos vendedores, que de-
verSo recolheros respectivos objectos ao ar-
senal de guerra no dia 6 do correle mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo, para foroeci menlo do arsenal de guer-
ra, > de outubro de 1857. Bernardo Po-
reira do Carmo, vogal e secretario.
DIARIO DK PKHNAMBUCO SEGUNDA FIIUA 5 DB OITtRRO DB 1157
%\>l
v0J
't-^$.
Para o Rio de Janeiro sahe, com muita
brevidado, o bem conhecldo brigue Sagita-
rio, para carga e passageiros, trata-se cora
Manoel Francisco da Silva Carrito, na ra do
Vigario n. 17, primeiro andar, ou cora o ca-
pitao Jos Manoel Fiusa.
Para Lisboa sabir com brevidade, por
ter parte do seu carregamenlo, o brigue por-
tuguez Activo : quem no mesmo quizer car-
regar, podera eiitender-se com os consig-
natarios Amorim IrmSos, ra dai Cruz n. 3.
Cear e Acaracti.
Segu no dia 10 do mez crtenle o palha-
bote Sobral : para o resto da carga o passa-
geiros, trata-se com Caetano Cyriaca da G.
M., na ra da Cadeia do Recife n. 2.
Cear e Maranlian.
Segu o palhabote Venus : para carga e
passageiros, trata-se com Caetano Gyrlaco
da C, M., na ra da Cadeia do Recife n. 2.
Para a Parahiba.
A lancha Flor do Rio Grande, para carga :
na ra do Vigario n. 5.
Para a Paran ib'.
A lancha Feliz das Ondas, para carga, tra-
ta-so ha ra do Vigario n 5.
Har o Aracaty.
Segu em pono >s das o hiate Capilniribo
para carga e passageiros, trata-se na ra do
Vigario n. 5.
Aracaty,
Na ra da Cadeia do Recife n. 37, cs-
criptorio de Joao I". Prente Vianna. lia
pata vender {omina de superior aualida-
de, courinhot de cabra, cstcaas dobladas
e cera de carnauba.
Para o Aracaty,
sahe impreterivclmente no dia 7 do crrente
o hiate Invencivel; ainla recebe alguma
carga e passageiros : trata-se com Martins &
Irmao, ra da Madre de Dos n. 2.
COMPANHIA
de naveoaco a vapor
Haiuburgo brasiletra.
Espcra-se dosul al odia 10, ou antes, o
vapor hamburguez Petropolis, depois da
demora do costume seguir para llamburgo,
tocando nos portos de Lisboa e Southamp-
ton ; qualquer informscao com os agentes
N O. Bieber& C, na ra da Cruz n. 4.
-r -%
Estando a confeccionar-te o almannk
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roija-sc a todos os se-
nhoresque costumam sernelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
dinca de domicilio, ou outra qualquer
lembranca,(iiie sirva para que seja o mes-
rao almanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senhoies de eiigenlio e rendei-
rs, queiram mandaras alteracoes que se
tiverem dado a respeito de suas propie-
dades.
PROVINCIA.
O Sr. tbesoureiro das loteras manda
fazer publico, que estio evpostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2G, das 9 horas
da manhaa as 9 da noite, bilhetes, meios
c quartos, da tegund-i parle da pri-
metra lotera do (ivranasio, cujas rodas
andamsabbado 10 correnle mez.
Km razilodas grandes porcoes de bilhe-
tes (pie icam por vender, o Sr. tbesou-
reiro submetteu a approvacao do E\m.
Sr. vicc-presidentc da provincia o abaixo
transcripto plano, pelo (pial se bao de ex-
halaras loteras inclusive a presente.
Plano.
r>0l bilbetei a 5$000. .
Bcnelicio de 0 por ccnlo.
I8:000/>'000
-.OSOOO
li:i()(l.s()0l
LiOteria
DA
Provincia.
Aos 5:000;} 2:000S e 1:000?.
Os abaixo assignados, tem expostos a ven-
da, os seus muito fellzes bilhetes, meios o
quartos da segunda parte da primeira loteria i idade do ouro de 14 u iVquiates, cado
Os abaixo assignados, com loja de our"C8
na ra do Calinga n. n, confronte ao p4co
da matriz e ra .Nova, fazem publico, iue
estSo recebendo conlinuadamente as mis
novas obras do ouro, tanto para seniora
como para lioinens e meninos : os pre-os
continan razoaveis, e passam-se conas
com responsabilidado, especiticando a qia-
do Gymnasio, os quaes n3o eslao sujeitos ao
descont dos 8 00, eacham-se a venda no
aterro da Boa-Vista n. 56, e as casas do
costume, e sendo poreao de 100S para cima
a dinbeiro, polos seguintes precos :
Bilheto 5S500 recebe 5:OO0s
Meios 2-3750 2:5008
Ouarlos 15375 1:3503
Silva Guimaraes & C.
A pessoa que mandou hontem a tarde
um Mlxeiro atraz da matriz de Santo Anto-
nio n. 16, no primeiro andar.offerecer 3:250*
pelas 2 casas terreas novas, que rondem 373
mensaes, pode appcrecer na mesma casa
atraz da matriz, boje, at ao raeio dia, para
concluir o negocio.
Lotera
DA
Provincia.
Aos 5:0005000, 2:0005000 e l-.OOOfOOO.
O abaixo assignado tem exposto a venda
os seus felizes bilhetes, meios e quartos da
segunda parle da primeira loteria do Gvm-
nasio, os quaes n3o esto sujeitos ao des-
cont dos oito por cento da Ip.
O mesmo vendeu os seguintes premios da
loteria do Espirito Santo do Collegio.
1 moio Numero 2585 400
1 iiuarto 2116 200
1 bilhete lOfi 40j
CONSULTORIO HIIOPiTHICO
DO
i
i
i
a
4
(i
1
premio. .
dito.....
dito.....
dito, de 200K00O.
ditos de lOOsOOO.
5OAO00.
ditos de
ditosde
ditos de
1110 dilos de
20000.
10.S000.
5.S00O.
r:0O0sO0O
1 -.5008000
5008000
1008000
4008000
5008000
o00,s000
r.oosooo
5:700.v000
1200
200
Premios.
Blancos.
1 i: 100X000
COMPANHIA
Brnsileira de piquetes a
va por.
O vapor Paran," commandanle F. F.
Borges, espera-se dos portos do norte, em
seguimento para os dosul, em 9 do corren-
te : para passageiros, encommendas e car-
ga, ate poder roceber ; trata-se no dia da
chegada na agencia, ra do Trapiche n. 40.
StilS*.
DE
SANTA ISABEL
7.J RECITA DUSSIGAIlU
DA
EMPREZ \GERMANO
IURGA-FEIRA, 6 DE OUTUBRO DE 1857.
subir' a' scen a inuilo appUuilida comedia em i
acto, ornado de coptela -
HERAN?AM4LL0GRADA
ou
.INGAJICA CORSA.
Em segoida reprts*nlar-ie-ha a linda e ohi.|,a co-
media em 3 actos, ornada de msica :
5000 Bilheiles..
Os dous premios primeaos csto sujei-
tos ao descont de 8 0[0.
Thesouraria das loteras 5 de outubro
de 1857.O tliesoureiro, Francisco An-
tonio de Oliveira. Approvo.Porlella.
Conforme, Anlonio Leito Pinho. O
escrivao interino, Antonio Jacintlio Cesar.
Loteria
Da
pr >viocia
i
Primeira
loleria do
Nms.
OU
OS CONSPIRADORES HESPAMIOES.
I'rinaipiara as 8 hora..
O* billiales acl.ara-se i yenda no icriploiio do
lll.Mll!'. V
s senliores quo compraran! blindes para a reci-
ta exlraordiiian do dia 3 do correnle, e que foi
transferida, em eonsequencia da molestia do ador
l.uimlira, podem, ou Iroca-loa pelos da prsenle reci-
ta ou receberem o seu importe,-no escriplorio do
Ihealre, vislo que o especldculo transferido s pode-
ra ler Iug4r quando se achar inleiramenle restabe-
lecido o dilu ador, e que se annonciara'.
Gabinete Opeo
ATERRO DA BOA-VISTA M.
O director desto salo, participa a sous
Ilustres protectores, quetendo-se tranvtor-
nado saa viagem.coniiuuar por alguns dias,
., oirercce-lhes para esta semana agradavel ex-
posisjfto de vistas novas.
Guerra do Oriente,
l." A sanguinoloiila batalha de'jnker-
mau.
9 O gran le bombardcamenlo invernal de
Swca-Burg, os tllUdos botando fugeles a
rnnpreve no dia 1U de agosto de 1855.
3. Batalha do .Ima.
4 A batalha de Tchernaia aonde foram re-
pcllidos 50 mil Bussos por 10 mil Adiados.
5. Tomada de MamolSo, e assalto da tor-
re de Malacoff.
6.'1 A pedido do rospcitavel publico 3 vis-
Leildo
de mobilia.
(Sein limite).
O agente Borja lata' leilao, era seu
armazem na ra do Collegio n. 15, de
urna cxecllcntc mohilia de Jacaranda' com
pedia, gostomodernissimo, um lindo toi-
lette, dous ricos guarda-roupa e guarda-
vestidos, varias commodas, urna ptima
cama iranceza com cortinados linissimos,
marquezas de dormir, lav.i torios com pe-
dra, mesa elstica, dejantar, aparadores,
guarda loaras, e oulros niuitos movis de
marcineiriaetc, candelaliios e Linternas
de vidro, lindos ealeites de |iorcellana e
de crystal para sala, apparcllios de por-
cellana |iara almoco e jantar, ditos para
o diario, vidros diversos para oservicode
mesa, utensise oatros mullos arranjoi de
casa etc., perteiicenles a ama familia dis-
11 neta, (pese retira da provincia, os qaaes
objectos serao vendidos sein reserva algama
delinitivamenle, no dia quartu-feira 7 do
corrate, as 10 horas da manliia. *
Grande leilao.
(pama liquidacao).
Ouint*. feira to cor-
rente.
Manoel Carnciro Leal.com aalorisarao
da maiorin de seas (.redores, fara* leilao
aodia quipta-feira 8 do corrate, por in-
tervencio do agente Borja, de tudoquan-
to constitue a massa da casa commercial
de Andrade &Leal, consistiado em obras
de cobre eitas, ferramentas c todos os
mais utensisda fabrica de caldeireiro, di-
vidas e diversos esclavos pertencentesa
dita massa ; tudo isto sera* vendido para
pagamento de seas credores, e liquida-
cao da referida tirina. Os senliores pie-
tendentes, poderao com anlectpacflo e\a-
minar o existente na fabrica de caldeirei-
ro na ra Imperial, e ao deposito ua ra
Nova n. 55, acnde tera' lugar o leilao as
058 5:000.s 1 meio.
2958 2:000$ Iiilli.!,'.
2585 too.s 1 meio.
ion 200S bilhete.
.-.lili 'OO.v 2 (piarlos.
2111 100$ 1 meio.
15i 100s 1 meio.
2885 1 OO.s 1 meio.
3181 M$ 1 dito.
5050 4o.s 2 .[liarlos.
2787 *0| 2 (piarlos.
2055 40? bilhete.
2285 *0$ 1 meio.
10 horas em ponto, no supradilo dia.
Juhnston Paler & Companhia farao lci- .,
13o, por nterrenco do a Rente Oliveira, de i mcsmj ue achara com quem tratar.
parte da primeira
Espirito Santo.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado foram vendidas as seguintes
sortes:
ns.
A garanta dos 8 por cento do imposto
geral he paga no PSCriptorio da ra do
Collegio n. 21.
f. P. L'iyme.
Oescrivao dos protestos, mudoa saa
residencia e escriplorio para a na da Ca-
deia do bairro do Santo Antonio, sobrado
de um andar n. \.
- No dia 21 do mez passado perdeu-se
no theatro de S. Isabel urna pulseira de ouro
para menina : roga-se a quem a achou, res-
lilui-la na ra do Qiieimado, segn lo an-
dar, loja ii. 18, vindo do Rosario.
- l'recisa-so de urna ama de leite*com
boa conducta, c paga-se bem ; na rua do
Quciinado n. 46, segundo andar.
I'ara engentio.
Vende-so urna bonita escrava, crioula, deproprietarfo da
18 anuos de idale, que cozmha be:n o dia* res n 10, sita
rio, emgomma solVrivelmente roupa de ho-
mem, cose c ensaboa com muila perfeiQlo :
na rua do Apollo n. I A, primeiro auJar.
rugi no dia 22 de selembro prximo
pissado, na altura
de S l.ourenco da Mata, quando de Pajea'
de Flores regressava ao Recife na companhia
dos cargueir.is que traziam as malas do se-
nhor mogo, cujo servico entilo all se a-
chava, o escravo Manoel, crioulo de 35 a 40
annos de idade, estatura mediana, refeito
do corpo, rosto redondo, nsriz chato, olhos
grandes, orelhas pequeas, dentes alvos,
pouca barba e cabellos da cabega cresci.los,
soflre de cravos em um dos ps no calcanhar,
pelo que ao pisar nlo firma o calcanhar, e
tem a cor fula, quo no so manifesta fa-
cilmentotile no rosto e bracos por es-
tarem muito queimados do sol ; trajava
quando fugio camisa de algoJao grosso cal-
ca de cor e chapeo de couro : consta que
n'um dia pernoitara no engenho Capibaribc
do Sr I)r. Olinda Campello. donde sabio na
manhaas"guinte comdirecciolalvczao Reci-
fe, porUulo roga o abaixo asslguado as auto-
rida les policiae.se capilScsd campoaappre-
nemSo do dito escravo, e sua entoga ou na
rua da Praia n. 39, primeiro andar, ou no
'".achanga, casa confronte a groja, pelo que
se gratificar com geuerosidade.
No pateo do Carmo n. 18, venio-se una
armaco de loja d- bilhetes e tolos os seus
pertences : quem pretender, dirija-se a
meio s> Q.)04 *<);>
dilo u 2544 40
1 q liarlo 3mo 40/
Por Milu.liano .le .vquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Prccisa-se de um rapaz porluguez de
15 a 16 annos, para um deposito de padaria:
na rua Nova n. 57.
Desappareceu no dia 3 do correnle ao
meio dia, iS rua das Larangeiras, um meni-
no de 6 anuos, pouco mais ou menos, pardo
claro, com muitas mircas de sardas no ros-
to, cabello ruivo, levou camisa de madapo-
Ifio e um bonctezinho de panno esverdinha-
do : quera o liver adalo, far especial fa-
vor dar noticia ou leva loa sua mi na rua
das I.arangeiras, casa de empalhador.
Ausentou-se da casa de seu senhor o
escravo Manoel, crioulo, de idade de 26 an-
nos, com os siguaes seguintes : estatura re-
gular, tem falta de 1 ou 2 denles na frente,
cabeca redonda, ps grandes, tem as costas
algumas cicalrizes quem o pegar, ou delle
tiver noticia, dirija-so a Ptssagefl), a casa
do desombargador Figueira de Mclio.
Al viraras.
Consta que a muito fHpna mesa admi-
nistradora da vcnoravel ordem terceira do
glorioso patriarca S. Francisco da Peniten-
cia desta cidade, em sua sessao do dia 2 do
correnle mez, a pedi lo do sen irmao vigario
do Culto Divino, o Sr. Caetano Pinto de Ve-
ras resolver haver procissao do cinza no
anno prximo futuro, por cuja deliberagao
d mais esta respeitavel corporagao urna
prava do espirito religioso que em toda ulla
existo, o que se prava com o eeplcudor com
que ho loito qualquor dos seus actos reli-
giosos.
Attenco.
Na rua da Penha n. 2 se l'ornecc almo-
co jantar e ceia por diminuto preco e com
muito asseio, lodos os dias ha mesa redon-
da a 640 rs. cada pessoa: aos domingos lia
boa inao de vacca para almoco : na mes-
ma casa se engomma pereitamente, tudo
por commodo prero, fa/.-se bolo de en-
commenda para bailes, a 800 rs. a libra.
- Em praga publica do juizo dos fe 1 tos
da fazenda, se h3o de arrematar em ultima
praca os bens seguintes :
Urna casa terrea de taipa na freguezia dos
A fuga los, na rua de San-Miguel 11. 46, com
15 palmos ile frente e 55 de fundo, cozinha
dentro, quintal em aborto, cacimba pvopria,
em mao estado, avaliada por 100/, penhora-
da a l.eonarda Sacramento, por Maria llosa
de Jess.
Urna casa terrea na freguezia de San-Jos,
na rua Jos Acougulnhos n. 23, com 6 pal-
mos de frente, c 13 de fundo, cozinha den-
tro, quintal murado, avaliada por 8009, pe-
nhorada a Francisco Solano Poreira Ramos,
por Antonio Moreira da Penha.
Urna casa terrea do pedra e cal no largo do
Remedio 11. tendo 36 palmos, 87 de fundo,
com 3 janellas de frente cnvidraca.las,3 quer
tos, salas, cozinha dentro, quintal em a-
berto, com i ps de coqueiros, avaliada em
1:000o, dos (iIhos da Joaquim Jos Luiz de
Souza.
Os pretendentes comparecam as 10 horas
do dia 7 de outubro crrente, ni sala das au-
diencias.
-- O abaixo assignado, na qualidade de
a casa de sobrado de 2 anda-
no pateo de S. Pe 1ro, declara
ulor do annuncio publicado no Diario
assim sujoitosos mesmos por qualquer iu-
vida. Saraobim & IrmSo.
Precisa-se de urna mulher de m:ia
idade, de boa conducta e sera filhos, pira
tomar conta de urna menina de 2 anuo.', e
fazer algumas costuras ; a tratar no canpo
do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Mendos da Cunha.
Precisa-se de urna ama de leite e outra
para cozinhare fazer todo o mais servico de
casa : na rua do Caldeireiro, taberna n. 69.
Aluga-se a casa terrea sita na rua
da l'raia, pertenecate ao patrimonio a
veneravel ordem terceira de S. Francisco
desta cidade do Recife, cuja casa tem
commodo para qualquer esta beleci menlo
e morada ; os pretendentes dirijam-se o
carissimo irmao ministro Joao Tavares
Cordeiro, na rua da Madre de Dos.
Aluga-se um sitio muito grande perto
da praca, com muitas arvores de fructos,
urna grande baixa para cap i vi, casa de vl-
V''ma assohradada e muito grande, duas co-
choiras, urna estribara, casas para escravos
efeitor: quem o quizer alugar, dirija-se a
rua do Domingos Pires, sobrado do Sr. Tho-
maz de Aqurno, junto a um portSo de ferro
Prec;.-.a-se doum ollicial de pbarma-
cia que soja iiitclligente e tenha bom com-
portamenlo : na praca da Boa-Vista n. 22.
Precisa-se do tana ama pasa cozi-
nhar c engommar: quem quizer appa-
reca ha rua de Santa Isabel 11. 13.
Aluga-se a loja do sobrado n..., silo
na rua da Cadeia do Santo Antonio : a tratar
na obra em conslruccfo entre o becco do
Cunha e o do theatro de S. Francisco.
Atlenuio.
Prccisa-se de una casa terrea no bairro
da Boa-Vista c que tenha bons comniodos,
quintal grande, cacimba, c cm bom estado,
pois se pagar bem pago o seu aluguel:
3uem tiver annuncie ou dirija-se a travessa
a rua das Cruzes 11. 8, para tratar.
JAMARES
Na rua do yueimado n. 32, primeiro an-
dar, se oflerece Comedorias para casas par-
aculares, dando-sc almocos e jantares com
lodo o aceio o promptdSo. Na mesma-casa
ha sompre bom caf com leite e petiscos, e
mesa redonda as 3 horas.
Precisa-se de urna mulher idosa para
o servico interno de urna casa de pouca fa-
milia : quem pretender, dirija-se a rua da
Praian 29, segundo andar.
A pessoa que tenha de ir para o no'te
e precise de um criado, polo procurar na
ruado Amorim n. 56 ; e o mesmo que se
offerece dar fiador a sua conducta.
Precisa-so de um caixeiro de 12 a 14
annos para taberna : na rua do Nogucira
n. 49.
Precisa-sede urna ama para urna casa
do 2 pessoas : no pateo do Paraizo, segn lo
andar por cima de um aQougue, esquina que
volta para o becco que sahe na rua da Ca-
deia.
-- Precisa-se de urna ama de leite, e pa-
ga-se bem : na rua do Pilar, ora Fra de
Portas n. 12.
O bacharel Oliveira Maciel, uiz mu-
nicipal da segunda vara desta ciJade mudou
a sua residencia para a rua das Cruzes, ter-
ceiro andar do sobrado n. 28.
constructor particular, julgando-se versado
era conslruccSo Iheonca e pratica, offerece
o seu trabalho a qualquer pessoa que quizer
construir embarcacOes para longo curso,
nao s para panno como para Ihe sentarem
engenho para vapor, sendo seus planos exa-
minados por qualquer roparlic3o, o mesmo
construe modelos do 50 a 60 pollegadas de
compriinento com toda seaiolhanca promp-
to a navegar; para o mercantil, que duvida
na sua capacidade ; eensina a pilotagem
theorica e pralici conslruccao, arithmetica c
geometra pratica : a tratar na rua do No-
gueira 11. 7.
OSr. lenle Henrique Francisco de No-
ronha.quc annunciou relirai-se para a Bahia,
convidando a irem receber no quartel o que
devia, alli foi procurado, e n3o foi enconira-
a* BraX.-aTJ^m_ I*a*T__
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tintaras como
tm glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
PRF.gOS FIXOS.
Botica do tubos grandes. .
Dita .'e 24 a .
Dita de 36 1 .
Dita de 48 *
Dita de 60 a .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrsdemci onca.
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
.] cionario dos termos de medicina
Medicina donestica do Dr. Ilenry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dv. Mello Morans .
10/000
153000
209000
250000
309O0*
19000
29000
20900*
10/00*
2/000
6/000
i PEORAS PRECIOSAS. S
_
S A.lerfr.. de brilhanlcs, ^
* ili.imaiilc perolas, iu I- f,
* seiras, allineles, briucoa *
e rozlas, boldes e anoeis &
<-. de J1 ll renles boj los e .1. :?
S diversas pedras de talor4 B
.?. M
t: Compram, vendem ou '*"
* Iroram praln. uoro, brl-
SOIEIIA & IMITE.
MJt Bl llRIiS!
Rua do Cabuga' n. 7.
Reebem por to-
dos os vapores da Eu-
ygamumn njniamimimiiuiij iii'jti
I OURO E PRATA.
f Aderemos completo* da *
: onro, meios dito, polsei- W
* raa, alfineles, brincos e *
:-"' rozetas, cordes, Irancel- J
p, lins, medalhas, correles .
& enfeltes para ralogio, M
' oolrof muilos objtcloa de
* ooro.
Aparelbos completos da
de Lisboa, as quaes vendem por
prevo commodo como costumam.
Loteria da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos preces abaixo notados, em
qaantas de 100^000 para cima, a di-
nlieiioa vista, einsea escriptorio, na rua
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5S00 recebe :000$000
Meios 2//750 2:500jj000
Quartos l|250 1:250.^000
l*. J. L'^yine.
l<^asadesaude I
^
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
k tabeleceu em sea sil io da Passagem
'jt da Magdalena, que fica ao norte
v? da estrada onir ... .,^i,. .,J
O
9
6
a estrada entre a ponte grande
ea |)e(|uena do Chora-Menino, e.x-
cellentcs acommoda^oes para re-
ceber todas as pessoas enfermas
(|ue se quizerem atilisar de seus
serviros mdicos, os qnaes sero
prestados com o maior esmero,
mesmo Dr., para o lim supra-
^ indicado e para exercer qualqaer
@ ontro acto de saa profissao aen-
tro on fra desta cidade podera'
ser procurado a qualquer hora do
$$ (lia eda noite, no referido sitio,
@ a excepeo dos dias atis, das 9 A
j3 horas da manhaa a's 4 da tarde, a$
@ quesera'encontrado no primeiro ^
;;5 andar do sobrado n. 9, do pateo jj
@ do Carmo. M
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo --
RECIFE.
SEGURO CONTRA F0*K>. '
Companhia Alliaace.
Ssiabalecida cm Londres, m marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saundars Brothers & C, leal a konra da in-
foraiar aos Srs. negociantes, proprietarios acasas,
a quena mais convier que eslo plenamente au-
lorisados pela dita companhia para ffectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo a psdra,
a psdra, cobertos d< : a
do, para o lim de pagar o que dee na loja llha e igualmentsobra o, objectos quecontiverem ^
?*/""iJZ?.Cr?8?!?.?- .?* ??.Br?" os mtsnos edificios quer consisu am mobilia ou ^
tu. (andas de qualquer qualidade i -'i
- Na rua do Trapiche n. 17, escriplorio O
pre-cisa-se deum preto para oriado. i ^
DEPOZ1T0 l)E R4PE ITOCEZADE
MARVLWD.
He chegado pelo vapor Iguarassu este no-
vo rape, fabricado no Cear, pelo Dr. Marcos
Josc Theopbilo, a sua boa qualidade e excel-
lente aroma, agradar os amantes da boa
pitada, c ven le-se por prego commodo: na
rua da Cadeia da Itecife n. 29, primeiro
andar.
- lie cliegado a loja de Lecontc, aterro
da lloa-Vista n. 70, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
ckenfeld, queira pois o dito Sr. lenlo
ordenar da llahia, que o referido debito se-
ja pago, visto que se esqueceu de o fazer au-
les de sua retirada, como era seu dever.
Precisa-se de urna pesso que saiba co-
zinhar, li*-re ou escrava, o nSo importando
o seso : na rua do Hospicio n. 15.
O nico deposito o infalivel c var-
dadelro elixir contra as dores dos dentes, do
babil dentista, que esteve nesta cidade por
algum lempo, lie na praga da independencia
n. 4, assim como se vende tinta para marcar
roupa, a melhor que tem appaiecido, e agua
para tirar nodoas, do ferruagem e de tinta, e
ail para loupa.
Precisa-se de urna ama para o servico
de urna casa de pouca fimilia, o fazer as
compras da rua, que s3o muito poucas : no
entrar da rua da Gloria, ao peda taberna
n. 56.
Precisa-se de urna ama quo cozinhe e
engomme, para duas pessoas : na rua do
Collegio u. 12.
de hotem acerca do mesmo sobrado, que no ~ "J,eu,se Ja,ruB Yc,',| al? Mndcgo
da I. do correnle o Sr fiscal da freguezia do i l ,TA f'' dc ^hnSl : quen\ "
S. Antonio, procedeu com peritos faloria nolf?0" s,qUm.e.rAi'lu,\ dir|J,-|8" Vt
predio, e fui declarado pelos meamos peri- lha n-.8Lqu_e.r^,'.er* b0il Bral,l,c,3,
tos, que com quanlose encoiilrassc desapru-
grandesortinento do fazenJas as maispre-
prias do mercado : terca-feira, 6 do corren-
le, as 10 horas da manhSa, no seu arinaz'.m
na rua do Vigario.
Bem que por quin/.e dias cliamasse-
mos ao cumprimento de seus devores a
tan funecionario publico que corapro-
metteua uinseu amigo, nao tem o referi-
os 0 general Saint-Arnaud passan io rovista do empregado cliegado a um resultado,
as tropas oltom as, os defensores da guer- i estando alia's em posicaode o lazer, e de-
EZttJSfftttjSV d ""' Ve"^ to.na..c,jm p-ir sua, p, omessas,
Prec sa-se alugar um moleque bom,
de 15 a 17 annos, para o servico de urna pes-
soa eslrangeira. Adverte-se que agradando
o moleque, o depois de ex.perimontar-se,
comprar-se-ha, no caso que o dono o queira
vender: quem tiver annuncio, ou procure
no primeiro andar n. 20, na rua do Torres,
praga do Corpo Santo.
Na rua da Unido,casa da esquina, que
tem latnpeao porta e que deita o oitao
para o rio. precisa-se de duas pessoas, urna
para o servico interno da casa o outra para
cozinhar, e tendo boa conducta, serve tanto
mo no meio de sua criacao, todava nao a-
nieaea eminente perigo.
Joaquim Jos de Oliveira.
Na rua da Moeda n. 3, segundo andar,
comprain-se escravos proprios para servico
de campo
- Prccisa-se alugar um cozinheiro, quo
seja captivo, para o servico de una casa in-
gleza : a tratar na rua do Crespo n. 2. es-
criptorio, primeiro andar, adverte-se que
agradando uaga-se bem.
Pracisa-se de una ana para o servico
de casi du pouca familia : na rua da Cadeia
do Recife n 11.
A pessoa que annunciou precisar delm d^MPmhrTa^^ "" JOS,e'J0 "fC'ie
urna pessoa que queira incumi.ir-se de criar i ?' "S de ,8a7' ~ Accil1' iele-
uma crianga impedida, dirija-sc a rua do 8
Cola vello n. 53,que adiar com quem tratar.
--- Aricnda-seum sitio no lngar de Par-
iiaiiiciriin, conlem 2 casas, mu i tos arvore los
e uina pequea baixa para capim : trata-sol
na rua do Crespo n. 9, com S. A. P. de Souza sorlimonlo de borzeguins Trancazos para so-
nbora, ditos para homem, ditos para meni-
nas, sapatoes, sapalos de diversas qualida-
des, tudo dos melnores fabricantes de Paris,
e precos niai-| baratos: na rua do Cabug,
--- A pessoa que annunciou querer dar a
criar um menino^impedido, dirija-se a rua
Velha, casa terrea n. 90.
Aluga-se um sitio no Manguintio, de-
fronte do sitio do Sr. Joao Ignacio, tem
grande casa para grande familia, e muitos
arvoredos : quem a pretender, dirija-se a
praca da Iloa-Viata n 5.
Pr cisa-se de um bom feitor para o
ditio que foi do finado DelDno, na Passagem
sa Magdalena : a tratar no nu'-niu sitio, ou
na rua ..'ova, sobiadon. 27.
Quem for dono de nm carneiro gran-
de, queappareceu na rua Imperial, prove-o
perante esta subdelegacia, para Ihe sor en-
tregue. Snbdelegacia de S. Jos do Recife
Movo
Jos
dc
se
riles, no inventario de Dobsiogos Antonio
Gomes CuimarSes, entre as quaes existe
urna que dizem ser do abaixo assignado,
declara ao respeitavel publico, que alm de
estarem anda dependentes as mesmas par- ;
tilhas da decis;"io do Tribunal da RelacSo, I
he sua mulher ero lora do casal por avultads
quanlia, a cujo pagamento est especial-1..
mente sujeita a meiacao do mesmo l)omin-| 1o annos de idade na raa do Apollo n. 6
gam-se 5 ou 6 escravos robustos,
rmazem de assucar : quem tiver, di-
rlja-se a rua do trapiche n. 3, a tratar com
Goucalo Jos Alfonso.
Precisa-se e urna ama para cozinhar
para i pessoas, sendo idosa melbor : na rua
Uireila n. 95.
Precisa-so de um forneiro : na pada-
ria de Santo Amarinho.
Precisa-se de am caixeiro de 12 a
Precisa-se de um caixeiro para o bal-
c9o de urna padaria, tomando a mesma por
balanco, preferindo-se um que tenha pra-
tica, e que saiba bem ler e escrever; aquel-
lo que se achar cas circunstancias, alian-
caudo a sua conducta, pode dirigir-sea rua
os Quarleis, padaria n. 18, que achara com
quem tratar, demanb3a al as 9 boras, e de
meio dia al 3 da tarde.
Manoel Goncalves Poreira Lima faz pu-
blico, afim de evitar engaos, que tendo
mandado sellar na villa de Sennbaem seis
lettras, cada urna da quantia de 1:0009, pas-
cadas em seu favor por Manoel Filippe Wan-
derlej Lins, rendeiro de seu engenho Ca
choeira Grande, do tenno de Serinbaem,
succedeu que o portador as perdesse no ca-
minhodeseu engenho Vicente Campello da
referida villa : outro sim declara que as
mencionadas lettras foram passadas a 27 de
julho ultimo, a vencer a primeira a 27 de
rsaio do anno de 1958, e cada urna das od-
tras a 27,de maio de cada um dos annos se-
guintes, sendo a ultima portanto a vencer,
em maio de 1863, relativas todas essas let-
tras ao arrendsmento do fallado engenho
Cacboeira Grande, pelo lempo de 6 annos, a
contar de maio de 1858, e de todo o occor-
rilse acha inteira lo o dito Manoel Filippe
Wanderley Lins, que com o annuocianlo
, concordou passar novas leltras, fazendo-se
publico terem as oulras licado sem nenbum
etfeilo. Engenho Vicente Campello 26 de
1 selembro de 1857.
Precisa-se alugar urna casa as seguin-
tes ras i Concordia, Palma, ou travessa da
Cadeia : dirija-se ao largo dctTergo, taber-
na n. 11. promette-se dar bom tratamento.
o abaixo assignado, vendo um annun-
cio do Sr. Prxedes da Silva CusmSo, scien-
tilica a quem interesssr possa, que sendo a
escrava Antonia do sau casal, elle n3o ven-
deu a pessoa alguma, nao podendo por isso
I valer qualquer titulo, que aprsente o mes-
mo St. Prxedes, visto como o seu casal s
temum legitimo administrador, que he o
I mesmo abaixo assignado.
Miguel dos anjos de Mendonca.
Fugio ha 15 dias o preto Caetano, Beu-
gnella, de idade 33 a 35 annos, zarolho, le-
vando camisa e caiga dealgodSo americano,
azul, muito desbotado ; he escravo do Exm.
visconde de Loures, oulr'ra de Angelo Fran-
cisco Carneiro : quejn, o agarrar sora cene-
rosamenie recompensado, levaodo-b a rua
da Cruz n. 3, casa de Amorim Irmilos, ou a
ruada Apollo, armazem de Manoel Ferreira
da Silva Tarroso.
| Consultorio S
'' CENTRAL HOMEOPA-1
THICO. i
RUA DE SANTO AMARO, $)
(Mundo Novo n. 6)
O Dr. Sabino Olegario I.udgtro t'iolio .*.;
d consullas lodoi os dias alis, desde s 8
horas da manhaa as 3 da lardr. Os convi- ^
ls para vizilas daterAo ser dirigidos por ps
escripto. Os pobres sao medicados gtalui- J
lamente. :.':
II. vrv M. ^n. jm^ .-n rf*t jv *. ~ jm*
Roga-sa a Sra. D. Anna Mara das Vir-
gens, viuva de Victorino Nunes de Barros,
residenja ha annos na fazenda de Pajehu',
ler..io do Cabrob, provinc i de Pernambu-
co, ou a seus herdeiros, que venbam ou
mandem receber a parto que Ihe locou do
espolio de Jos Seabra Lomos, fallecido nes-
ta corte. Rio de Janeiro 4 de selembro de
Z%X^S$!?tiffiE? ees? ^*SS& *15 "-
^^e1iorcnaanrr^mPeml,de P^TES DE OLTCHOWC END~
i\rio ue noreoea parabroloejas e aspenda^. RKCIIIO f)K FAI1VVI I F tii-'i 1 I! \ kih
des da pelle, conserva a frescura c o avellu- Kt,J,uu' uc ,u, D.,c
dado da primorosa da vida. UL" "AKIS.
affirnUaTA lii rCTannrfl Quatr annos de experiencia tem assegu-
11111II i. lili i JJU IiJl AuLiLLLi" radu aos peales de caoulclioue a voza que
MrHTjl IIP DIIBAC IiP boje tem, nSo so em Franca como na mun-
IJlLllU lfj lljnuu Uli ;de inleiro ; sao sem conlradiccSo o mais
J. TIGHES.
J. Vignes mudou seu estabelecimenlo de
oanos da rua larga do Rosario para a rua
da Cadeia de Santo Anlonio n. 23, juuto da
RelacSo.
ACEIO E PROMPTIDAO.
Na rua das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com acei) e promptidSo, e to-
ma-se algumas freguezias.
viso us irroaiidadese aos
festn i roe.
Jos Paulino da Silva, com casa publica
de vender plvora, na rua Imperial, a ulti-
ma casa pintada de encarnado, a esqmjrda,
indo para os Afogados e n. 235, alm da pl-
vora que veudede superior qualidade e por
preco muito commodo, tem estabelecido na
mesma casa um deposito de fegos do ar de
todas as qualidades, abi acliarSo as pessoas
agradaveis de todos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga, s3o os nicos que nSo
fazem caliir o cabello, por causa da nlectri-
cidade quefionlm.accrescendo a estas van-
tageus a deTiao seren mais caros do que os
de bfalo A esta admiravel invencSo deve
x. Fauvelle a modalha de primeira classe na
Mposc.3o universal de 1855.
:e
-i
Compra-se electivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, a plice; da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nnias, e da-se dinbeiro a juros, em grandes
e pequeas uuautias. sobre oenhores.
Compra-se effectivamente pingos de
velas de carnauba : na rua do Vigario n. 27,
deposito de assucar,
Compra-se dinheiro miudo, na loja do
Arantes.
Compra-so um escravo de meia Idade,
gos, accrescendo mais haver urna conta das
despezas o dinheiro adiantado que fez o
abaixo assignado a seu pai durante o lempo
de sua procuradora : pelo que protesta con-
forra como escr&va, e para a cozinha se for I tra qualquer venda que o dito Sr. Araujo
I." andu
ligiosos.
.-os re
O abaixo assignado mudou-se da rua Ve-
lha para a rua de Apollo n. 29, e continua
10 > A caca dos ursos brancos.
11* grande praca da cmara cm Paris.
ia Igreja dc Santa Maria em Paris.
13. Vista do Mxico.
!. A praga do San-Petersburgo, capital
da Itussia.
15 Palacio e passeios das Tuillerias
16. Casa di moe la en Paris.
17 O colisseo, o palacio das lieiras
Roma.
18." A calhedral de liiISo ele. etc.
u saino estar i aberto das 7 al as It
noite. Entrada 500 reis.
,
era
ds
tratamento
(jiianlo o objecto do eomproinettimento casa.
sei vio para ser elevado a posii ao
i se acha Seis annos nao &
! homem (|iie nao tem sol
nem foi perseguido da
mezes, tem lido lempo para cumprir seas
tratos, e se o nao lein feito he porrpie
car. ce de bro! Se este Sr. nao chegar
a mu accordo, lara' patale o que a la''
ho:nem ta nbam so quer, e se alianza o bom Guimaraes faca n3o s das dividas como de "a sua ptofisaSo de fazer capas, batirs, sa-
respeito se tem passado.
Victima.
quem quizer, dirija-se
em i pie O abaixo assignado pede oncarecida-
..Irido'desastres au0 tanto appeliila a polica da Victoria de
inri aanie r>. tambem sese cntendecoin elle semelhante
nome, visto ter parle na polica, j como
subdelegada que foi, ja corno supplente do
delegado que he, e no caso de nao respon-
der, ser ido e havido pelo maior calum-
niador e infame espoleta. Victoria 1." de
a dita Iquaesquer bens pertencenles ao dilo casal
Recife 1. do outubro de 1857.
JoSo Antonio Gomes Guimaraes.
Atten$o
outubro do 1857.
Manoel Jos Pereira Dorsos.
O Sr II. que tomou por emprestimo um
palilol de panno verde ainda moco, trate de
pagar a quantia do 250, valor por que foi
comprado cm casa do Sr. Cardoso Ayres,
visto como longe de o restituir ao seu novo,
no estado em que o recebeu, pelo contrario
se tem utihsado delle, abusando assim da
j boiptalidade e franqueza que or^controu
em casa do aiiuunciante.
marras, e capas vialorias a uso da Baha
Alejandrino Cesar de Mello.
Na faadieao da Aurora
de serventes forres oa escravos,
servico debaixo de cobeita.
::3
ene.rregadas das festividades, tanto'da ci- ;^.em1vici0s nem achaques, prefnndo-se ol-
dadecomo de fura, a qualidade de fogos :,' Jesapatciro ; na rua do F.ncantamon-
que precisarem de momento, sem ser preci- : Io "' ?! 8rm"cm dc couros, a tratar das 8
so encommendar, tanto sollo como em gi- I s "* mann3a s tarde,
randolas do todo o lamanho, conlonne o ,,~ Co,nPra-se efTectivamente bronze, la-
goslo ; recebom-se encommendas de fogos ;, coure vemo : no deposito da rundicSo
de vista e de armagSo com cores de todas as : 2a Aurora, na rua do Brum, logo na cntra-
qualidades, mandando armar e soltar a qual- ".28, e na mesma fundicSo, em Santo
quer distaucia que se offereca ; os fogos do Am
ar de armagSo como broqueis ou gaiolas,
fogos do salva, basta fazer a encommenda 3
ou 4 dias antes para se poder apromptar
com aceio e goslo o mais moderno. O an-
nunciaute far todo o sacrilicio para bem
desempenhar e servir as pessoas que o pro-
curaren, e se responsabilsa pela qualidade
3a?:tlia
Ceblas em rostas
Vendein-se no largo da Assembla
n. 9,
ceblas a 800 rs o cento, muito novas e de
do fogo sabido do seu eslabelecimento, por muita dura^So por serc.i encarnadas. No
ser fabricado por um dos melhores artistas mesmo armazem ha para vender ladrilho
deste genero, e bem conhecido pela sua pe- de lousa de I, 1 i|2 e 2 palmos quadrados,
ricia : quauto aos precos prometi ser mais painco, capachos de esparto, em fardos, cera
razoavelque Ihe for possivel. de carnauba, velas de dita, lio de algolSo,
1 rroii' i \ escovas para sapalos.
. ArtHll,..!!!. Vende-se urna parda moca de bonita
O abaixo assignado, leudo arrematado as figura, com alguma hahililaJe:
aferi^Oes do municipio'do lleclfe, declara a pretender, dirija-s^
quem convier, que dar principio aos seus sa terrea u. 6.
[isa-se trabalhos do I.- do correnle em diante, em Vende-sc una escrava crioula, do ila-
virtudc do que scienlca as pessoas que do de 25 anuos, bonita figura, sabe cozinhar
venderem ou uuo mandarem vender pelas e engommar, e muito propria para engenho
ras do municipio lazeuJas, muidezas, lei- por ter sido criada no mato: na livraria
le, mel, feijSo, milho, arroz, azeite de car- defronte do arco do Santo Anlonio.
rpalo, carne de porco, ele etc. ; assim co- Vende-se ura casa de laipa bem cons-
quein a
ao pale.i do Carmo, ca-
P
UHmN l la l I llAlJj. ^ i mo aos Srs. que vendem lquidos em anco-1 truida, boas nadeiraV, frente dVpe^reorn
a /,i ,,a,K'"":1 denl.....ruaf,ov1a.n-i! : XI "s, que lenbam a bondade do r ou mandar 3 quartos, cozinha fra, com aleuns oes de
g. T- '" "''a itmSStvimSf ff inr em l*'PIcmPB*l. ^ de O"' rvores n quintal, inclusive 7? p", t?
..v... .;-.??.-, vi.'v.. ..):::.: v;. ^^...,,,' tubro a dezembro, conforme determina o queiros. onde 3 j deitam f. ucto chSos fo-
Precisa-so continuamente de o-ficiaes | regulamento, na casa das afericoes, opa- reiros, no pateo da povoacao da Roa Viaiem:
do alfaiale para todas as obras: aa rua Nova leo do Teicom. 16. Recife 1. de outubro quem a quizer comprar, dirija-se a fallar
u- 52' 'de 1857.Francisco Pedro Advincula. com o dono, no mesmo lugar.

ILEGIVEL




DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 5 DE (RUBRO DE 1857
Na ra do Encantamento n. 13, vnde-
se una porgao dajogos de pedras de moi-
nho, por mais barato prego do que em ou-
tra qualquer parte. Na mesma casa precisa-
se de urna ama secca para servido interno.
Vendem-se pentes de diversas modas,
de tartaruga, abertos e lisos, lambem tra-
vessSo para cabello de menina, e tambum
fazem-se quaesquer obras dest genero, e
concerta-se : na loja de tartarugueiro, no
pateo do Carmo, loja do sobrado da esquina
que volta para a ra das Trincheiras n 2.
Vende-se o sitio da capella dos Allic-
tos, onde mora o Sr. major Candido Emidio
Pereira Lobo, cora grande extensSo de ter-
reno, muitos arvoredosde fructo, pasto para
vaccas, ete. : quem o pretender comprar,
entenda-se com o dono do mesmo,o coronel
Francisco Joaquim Pereira Lobo, na ra do
Cabug, primeiro andar do sobrado n. 61,
ou com Bartholomeo Francisco de Souza,
ra larga do Rosario n 36.
Cobre de forro.
Vende-se cobre de forro, por prego com-
modo : na ra da Cadeia do Recita, loja
n. 64.
Follia de Flandres.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife,
loja n. 64, em porcSo e a relalho, caixos de
folha de Flandres, por prego commodo
Vende-se urna negra cozinbeira e de
mais servigo, e nraa moleca de 18 annos que
ten habilidades : no segundo andar da ra
Direita n. 64.
Vendem-se caixas com sabo : no ar-
mazem do sobrado encarnado na esquina do
caes do Ramos n. 2.
Na ra estreita do Rosario n. 25, pri-
meiro andar, vende-se nma escrava crioula,
de 22 annos, de bonita figura, ptima en-
gommadeira e cozinbeira, lava de sabaoe
cose chao.
Vende-se Imrato
No Passeio Publico, loja n. 11, de Ferreira
& Cruz, existe um completo sortimento de
fazendas de qualidades proprias para quem
gosta do bom e barato, como sejam, cortes
de casemiras muito encorpadas e de bonitas
cores a 39200 o corte, verdadeiro morim ma-
draste, sem confeigSo alguma, proprio paiV
camisas, fazenda nova r.o mercado a 240 a
jarda, e mais abaixo a 200 rs., mussulinas
de gosto, chitas francezas, chitas finas de
Costo, ditas de coherta, e muitas outras di-
versidades de chitas de padres escuros e
cores (xas, populares de laa e seda para
vestidos, de cores mui lindas a i/o covado,
brins de puro linho de cores para calgss,
superiores bretanhas e largas, de puro li-
nho, cmbralas lisas finas e ordinarias, cor-
tes de chitas cassas de cores o bonitos kos-
tos, carices de algodSo de diversas cores e
baratos, brins de qnadrinhos, bonetes de
Cpres para meninos a 100 rs., lencos de cas-
sa para m5o a 80 rs.. e muitas outras fazen-
das que se n3o annunciira para evitar tem-
I po, eque se venderSo por procos que agra-
daro a quem vier com os cobres.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENfo
{.orles de collele de casemira bordados a
29, pecas de algodSo trancado a 1/200, cas-
sas para cortinado com bonitas i amageos a
2/500 a pega, ditis adamascadas, a 1860o a
pega, lengos de retroz a 500 rs. cada um,
saias brancas bordadas a 1(600.
Jo Gouva
r,oja encarnada, ra do
Queimado n. 7, esqui-
na do Collegio.
(Fazendas finas para a praga)
Ricos chapeos para senbora de todas as
qualidades e ltimos goslos. ricos mantele-
tes para todos os pregos, cortes de seda para
vestido, com babados, ultima moda, ditos
som babados de todas ns oores -qualidades,
romeiras, camisinhas, manguitos e golinbas
de cambraia bordadas, chales de touquim,
de seda, de merino, de tarlatana, cambraia
o de ganga bordados, cambraias de cores
. muito finas, lengos deietim e de seda de to-
as* as qualidades, ricos pannos lino, case-
miras, velludos, merino., gurgorSo e fus-
tOcs, chitas (inissimas, largas, francezas, e
tudo quanto possa ervirao bom lom e gos-
to da cidade : recebem-sesedulas velbas.
FEIJAO'
muilo novo e muito barato, em saceos
ra do Queimado n. 27, loja do Gouva.
Guarda naci-
na
nal-
Vende-se urna ptima escrava crioula,
boa engommadeira o cozinbeira, a qual se
vende por a senbora se retirar para o mato,
e a mesma no queier acompanl-iar : na ra
da Cruz n. 24.
Vende-se urna armago, barris o ob-
jeclos de taberna, na praga da ribeira da
Boa-Vista n- 5 : quem pretender, dirija-se a
dita taberna, quo achara com quem tratar.
e esuras, tintas (xas a 160, 180, 200 e 240
rs. ( covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das,muito finas e com 10 varas a CcGOO, di- .
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto
em barricas'
Metal amarelloecobre de forro.
Velas de slcarina.
Vende-se um sitio com casa de mora- e 2^00, casemiras de lindos padres a' 53500
da e grande baixa planuda de capiui, varios
arvoredos e algumas iarangeiras, a frente
moradas, alem do sitio tem 11 inoradas de
casas de pedra e cal quo rende annualmenle
740/000 pelos pregos antigos : quem preten-
der, dirija-se ao Mangutuho, padaria, que
achara com quem tratar.
Vendem-se os seguintes escravos: 1
escrava crioula, de bonita figura, com 22
annos; 1 lida mulalinha de 16 annos ; 1
mulata de bonita figura, de 20 annos: na
ruada Aurora n. 36.
Vendem-se dous carros de conduzir
gneros da alfandega, um com um bol, e ou-
trocom um cavallo : trata-se na ra de S.
Francisco, defronte da ordem, na loja de
corneiro, com Francisco Ribeiro PavSo J-
nior.
tas rcut) com 8 varas, muito finas a 09400 a pe- modo prego para acabar, e muito bora : no
ga, |egas de bretanha de rolo com 10 varas armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
a 29:ada urna, gravatas de setim pidas e de | Santo Antonio n. 17.
coroslos modernos a 19380 cada urna,
cures de brim de puro linho a 23300, 23400
: Pedras de marmore prra mesas-
Pregos de cobre grandese pequeos.
No armazem de C. J. Astlev & C.
amarellan. 4,de An-g
tonio Francisco Pe-f
reireir, vende-se: ||
Para liomem.
Casacas de panno fino prelo, toda forrada
O
de eda, cliegadas ltimamente de Patis, W
-,-; a 35,000 cada ama. <-
Sa Casacas redondas de panno fino de cores, as .,
Jr mais bemfeitas que lem tindo a este S&
%f mercado, a 30,000. @
? Csca redondas de gorgorSo iiselinado, tfi
1 toda de seda e de gosto novo, a 30,000. 1
Casacas e sobrecasacas de tarja crep, loda |SS
de pura seda, a 28,000.
Palitos saccoa de doqueza da Perce, fazenda
135; de seda e la., de gosto n-vo, a 18,000. $>
to Fraques de caiemira mesclada com gola de A
I? velludo, a 18,000. Sg
| Palitos de alpuca prela e de cores, enm gola $3
$jj de setim e sarja da China, lodos forrados ?.'
g de seda, a 10,000 e 12,000 cada um. 75
^ Camisas do man fino madapolao francez, ';'
j@ com peito.ponhoi e collarinlioi de linho, J
m a 50,000 a duzia. &
Z Hilas de dila com peilo de Selissia, a 32,000 ?:;
y a duzie. .,.'
@ Ceroulasite bramante de puro linho e de no- @
ajb a iuvettc.au, a 33,000 cada duzia. >j>
& pelo mais barato preco que se pode vender. @
.;;-.
3-o2
Ainda conlinu'a estar venda oManual
da Guarda Nacional, no deposito da ra de
S. Francisco n. 6, tanto em brochara como
encadernado. m
Bons charutos
No deposito n. 6 da ra de S. Francisco,
vendemse charutos do todos os pregos, o
mais barato qua he possivel, por ter grande
porgao, e tambem se vende em lotes de 5 e
>0 caixas e a prazo.
Velas de espermacete.
Recebera m-se agora novas velas destea-
rina, que se vende a retalho em caixas
de 25 libias, por preco commodo : na
ra da Cruz. n. 49.
]\a loja
das seis portas
Km frente do Livraniento
Palitos de panno fino prutos e de cores
109 cada um, chapeos de o'.cado para pagem
a 29 cada um, mantas para sellim do ultimo
gosto a 19, jogos de damas a 500 rs., oh que
pechincha, molduras para quadros a 19600
cada urna, chales de seda a 59, mantas a 29.
I\a loja
das seis portas
em frente do Mvrainentn
PARC ACABMt.
Cassas dacores a 80 rs. o covado, meias
cruasa 120 o. par, duzia 1#440, cortes de ves-
tidos com baba los a 800 rs, chales pretos
de 13a a 19, riscado para colchSo a 80 rs. o
covado, luvas de seda prelas e do cores a
500 rs. o par, chicotes para andar a cavallo
a 160, bengalas a 500 rs., chales de merino
pintados a 1/, ditos de garga a 240. tudo com
defeito ; d-so para amostra com penhor:
a loja esta aberta das 6 horas da inanhSa as
9 da noite.
- Vende-se superior vinlio de caj': na
ra de llortas n. 16.
ttencao!

Veadcm-se sedas brancas Uvradas e finas,
pata casamento : na loja de M. Ferreira de
Sa, na ra da Cadeia do Itecife n. 47.
VfflHl) DE BORDEAD!
COGNAC
JH SUPERIOR QUALl!Uri>r.
Vende-se na ra do Trapiche Movo h 24
casa terrea, em caixas di duzia c a retalho'
tudo por prego commodo.
FAHELO.
Vendo-se fardo novo enn saceos : no ar-
mazem de Fernandes & Filhos, ra da Ca-
daia n. 63.
Vendem-se na ra da Cadeia ido Recife
n. 7, loja de Antonio Lopes Pereira de Mello
& C saceos com excellente gomma chegada
ltimamente do Cear, por prego commolo:
a tratar na mesma. Na mesma loja cima
vendem-se botijas com muito boa tinta in-
gleza para copiar, por prego commodo.
Barato que
ADMIRA.
Cortes de cassa francezade babados, com
12 a 14 varas cada corte, pelo baratissimo,
prego de 49 cada corte para acabar: na ra'
do Queimado, loja do sobrado amarello
n. 29.
- Vondem-so 2 pedras de sacada, boas,
de 8 e 10 palmos do comprimento, e urna
hombreira : na ra do Rangel n. 21.
Obras ie labyrintho.
Lengos, toalhas, bicos, rendas, etc., ele ,
de delicado trabalho, feitos no Aracaly :
vendem-se no primeiro andar n. 60 da ra
da Cadeia do Recife.
lesera vos venda.
_ Em casa de Caminha & Filhos, na ra da
Cadeia do Recife, primeiro andar n. 60.
Vende-se urna morada de casa terrea
com solio e quintal, na ra da Alcgria n. 1:
a fallar no largo do Pelourinho ns. 5 e 7.
Vende-so urna cas terrea na povoagSo
dos Afogados, sita na ra do Motocolomb
n. '2, casa da esqnina quo volta para o paleo
de N. S. da Paz, com 3 quartos, cozinba f-
ra, quintal murado, cacimba s : quem pre-
tender, dirija-se a ra dos Pires, a fallar
com Antonio Jos de Rosas, que dir quem
vende.
Fazendas
DE BOM GOSTO.
Superiores cortes de seda com 3 ordens de
babados, cortes de barege de babados com
muito lindos padres, golinhas brancas bor-
dadas para senhora a 1280, la60O e 29.,
manguitos bordados para senhora a 33 e 4s o
par, tiras bordadas de muito bom gosto a
lOO, 29000 e 29500 a vara, pegas de entre
meios bordados a 39 cada um, cassas organ-
dys, mussulinas, chitas francezas, e outras
muitas fazendas : na loja do sobrado ama-
rello, nos quatro cantos da ra do Queima-
do n. 29.
Bichas de Hamburgo.
Em frente a matriz da Boa-Vista, alugam-
s" bichas, e applicam-se ventosas, seccas c
sarjadas, amolam-se ferrumentas de cortes,
e botam-sa ouvidos em espingardas.
- Vendem-se saceos grandes com milho,
feijao mulatinho e familia : na taberna
grande ao lado da igreja da Soledade.
Vendem-se e mesmo a prazo as maio-
res partes da fazenda de Santa Cruz ou Boa-
Vista, com 2,004 bragas de largura o 3 legoas
1|2 de fundo, cuja fazenda he muito boa por
n3o soffrer mal triste nem secca, e ser perto
desla praga ; vende-se em conta vista da
fazenda : no largo da Assembla n. 12, se-
gundo andar.
Com toque de avaria.
Na ra da Cadeia do Recife n. 54, vendem-
se pegas de aigodao com pequeo toque ni
ponta a 2^500, lengos de cassa de boa quali-
dade a 160 rs. cada um.
CERA EM GRUME.
Vende-se no armazem de Feliciano Jos
Gomes, na ra do Trapiche n. 7, em barri-
cas, chegada ltimamente de Lisboa.
dementes de hortalizas,
ch egadas peloultimo navio de Lisboa, ven-
dem-se na ra da Cruz n. 36, taberna de An-
touio Lopes liraga.
Sal do fVSU.
Vende-se a bordo do brigue Elvira, Tun-
deado em frente do trap:-~he do aigodao- a
tratar com Fernandes & Filhos.
/o barato.
0 PREGICi EST QUEI-
MAND9.
O Preguica da ruado
e 6 o corte, di tus de algodo de lindos gos-
tos i Id, 19440 e 19C00 cada um, lengos para
maca 120, ditos com bico muito finos a 360,
chabs de gaze, ditos do merino lisos cbor-
dadis, obra primorosa, gangas mescladas
protrias para caigas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prela fina a 1-100 o covado, len-
gos de seda de lindos padres a 2? cada um,
cobertores de algod3o para escravus a 700
rs. oda um, de todas estas fazendas o de
rauilas outras que se nao mencionara, mas
que se vndenlo por baratissimos pregos, e
se darSo amostras com penhor.
Feijao novo.
Vende-se na ra de Apollo n. 5, por prego
raioavel, em saceos de alqueire e mel.
CEBLAS MONSTRO EM P1MEIRA MAO.
Veode-se por 400 rs. cada raslea com 25 cebulas
de Lisboa limito grandes, e de tiio boa qualidade
que atoram mais de 6 mtzes : na ra estrella do Ro-
sario taberna n. '. ao vallar para o Carmo.
Vende-se a melbor loja de fazendas do
Passeio Publico n. 9, propria para um prin-
cipiante porestar muito afreguezada, com
fazendas ou sem elas, a dinheiro ou a prazo
FOTASS D RUSSA E CAL
YIRGEH.
N'o deposito da ra da Cadeia do Recire,
armazflm n 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucos dias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
Vende-se espirito de vinho : na resli-
lag3o do moinho de vonto da praia de Santa
Rila.
Pechincha para bahuleiros.
Na ra do Crespo, loja da esquina quo vol-
ta para a da Cadeia, vendem-se chitas claras
proprias para bahuleiros, com pequeo to-
que de avaria, a 45, 4j500 e 5/.
(omina do Aracaly.
Em porges e a retalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prenle Vi-
anna.
SAPATOS I>0 ARACATY,
dos molhores que tem vindo a esto merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orellias : era casa de Caminha i\ Filhos, ra
da Cadeia do Itecifo n. 60, priiciro andar
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Melor &G.i, ra do
Torres n. 38.
Vende-sen verdadeira graxa ingle
za n. 97, dos afamados fabricantes Day &
Mai lin, em barricas de 15 du/.ias de po-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nliia, 11a ra da Crnz n. 12.
Ato cante
Em casadeRabeSchmcttaui&Comptnhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llanihurjio.
Relogios,
Os mclhorcs relogios deouro, patento in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
Agencia
da fnndicao Low-Moor,
ra da .Senzal Nova
n. 42.
Negte estabelccimento continn'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
GAL DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na ra de Apollo, arma-
zem n. 2 11.
SECRETiRIaS.
As mclhorcs que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriplotio
do agente CMiveira, ra da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
Agudo itton.stro.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lenges, pelo baralissirao prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa fe. na ra do Queima-
do n. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundiro de Ierro de D. \V. Bowman
na roa do Bium, passando o chafa*
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
ncliara a venda por prero commodo c com
promptidao, embarcam-se 011 carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Vende-se na ra da Aladre de Heos
n. 12, armazem de Novaes & C. barris
de ferro, ou cubos liydraulicos ; para de-
psitos de fezes, a prero commodo.
Sellius e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de patente
inglez : a venda 110 armazem de
Roslron Rooket-& Compinhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
relogios de pa-
tente
inglezesde 01110, desabnete e de vidro :
vendem-se a prero razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 36.
Vende-se urna boa c>sa terrea na ra
da Conceigflo da Boa-Vista a .tratar no
aterro da lloa-Visla 11. 43, segundo andar,
das 6 as 0 horas da manhaa e des 2 as 4 da
tarde.
QUE ESTA TORRANDO.
Na loja da roa da Cadeia do Recife n. 54,
ha para vender um grande e esplendido sor-
timento de fazendas baratissimas que fazem
admirar, o bom gosto, barateza e boa quali-
dade, as fazendas sao as seguintes: cortes
de brim para caiga a 2;300 e 2s400, chapeos
de sol do baleia 25, ditos de ferro a 19800,
ditos de junco a 19350, setim preto maco
muito fino a 2^900, 39 c 3^500, e muito bom
\g o covado, cbales de chita a 13, casemira
preta lina a 19400, 19600, 1800, 2; 2j200 e
2600, c muito fina 39, casemiras prctas e de
cores, de duas larguras, propias para os
rapazes de bom gosto, e como se usa em Pa-
rs, caiga, collete e palito, o covado a 29O0,
sargelim a 170, 180 e 20o rs. o covado, inus-
sulina de cores a 300, 320 e 340 rs., e muito
lina a 360, cortes de collete de velludo do
ultimo gosto, riqusimos padres, de 6/500
at 129,meias cruas para homem a 160, 200 e
240, e linas a 300 rs. cada par, chitas (.ara n
pobreza, o covado a 140, e pega a 5?500, nao
deshotam, he escura, propria para escravos,
com pintas de mofo, mantas de seda da mo-
da a 3-, .1-.1011, 69 e 73, e uuito finas a 99,
laas muilo finas Sebastopol, o covado ts400,
11500 e 19600, gravatas de 13a a 800, 880,
i), 19100, 13200 e 13400, muito finas 23, di-
las de mola a 19, mantas de lago a 33, mus-
sulini branca fina a 300, 320 e 340 rs. o co-
vado, chales de merino bordados de lila a
83, ditos bordados de seda a 103, ditos bor-
dados de seda e franja de retroz a 105500,
ditos de laa lisos a 4-800, ditos estampades
a 5/800, 6, 7e 83, ditos bordados de velludo
a 143, panno fino preto a 2;400, 23600, 33,
33500, 4?, 4/500 e 53500, e muilo fino a
73200, madapoiao em pegas a 2/600, 238OO,
39, 39200, 33500 e 43, e dahi at 5300, seda
intitulad) melindre de seuh a I30 covado,
chales pretos de alpaca a 30600, alpaca de
quadros a 560 o covado, seda branca levrada
a 19400 o covado, alpaca de cores lisas a 600
rs. o covado, ditas pretas, lengos braucos*
ordinarios, a duzia a 13300, ditos linos fises
a 13700, 1-900, 23, 29400 e 23800, cortas de
casemira de algoJ3o a 232OO, corles de seda
de passar a festa a 15c, alpaca preta, o cova-
do 480, 560, 600, 700 c 800 rs., e a 900 rs.
muito fir.a, chapeos de mola a 53400, chaly
de quadros a 900 e 950 o covado, riscados
ministros proprios para escravos a 220 o co-
vado, tapetes de velludo para cima de mesa
de fidalgos a 303, meias de seda preta a
2/400 e 23500, casetao da Suissa a 800 900
e 950 rs. o covado, alpaca de seda a 800 rs
o covado. chales de seda touquim lisos e
bordados, que por seren tantos os pregos
i)3o se menciona, liras de cambria a 1/200 a
pego, mantas de velludo para cima de sella a
6/400, pulceiras a 33500, 4 e 59, riquissimas
sabidas de baile a 25s, italia preta, o covado
19, dita de cores a 950 e 13, tapetes a 89 o
123, luvas de seda bordadas a 29500, visitas
para senhora a 12?, ditas para menina a 83,
chapeos para rrtfnioo enfeitados a i-uoo. Na
mesma loja se tifio as amostras, e se manda
fazenda com o caixeim.
VENDE-SE
Arpia raz em lollias de feno.
Oleo de linliaea em ditas.
Cabos de manilliac de como.
!
1
i
a*kV>*3*3'3t)ff*~VasSSIS6;iF
RELOGIOS
tas sSo Uo sorprendentes que admiramos _.. kTatriram na non de 91 mt. o^___
mdicos mas celebres Guantas nessoas rP 1 7 hu8'm na'DOlW aesa para 24 do cor-
cobraram rom n!i '1 yu,"ua!> Ptsaoas fe- rente, do engenho Espirito Santo, sito na
conraram com este soberano remedio o uso frppuiUia de S Rita da Parahih L. iv.
de seus bragos c peinas ilenni .Ip i or I ,re6"ezl* De iTOHIDa 00Norte,
manecido lingo Lemn" n'o^nosnitaes rfnde !S ^cravos seguintes, .parten untes a o abai-
dswi.rn.nirM...!.7i-os."?sp.'lae.s' on annos, lilho doSind, mulato aga, alto cor-
tas, que havendo deisado esses asvlos de pa-
deciycnlo, para se nao submette'rem a essa
operagao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
de cu recflphecimenlo.declararam estes re
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 18.* soltados beneheos diante do lord correge-
dor.eoutros magistrados, afim de mais
:. Il
:>
1 *
*
XAROP
DO
SOSQITK
Reio
>
O
.".
cobertos e descobertos/pequenosc grandes
deouro patento inglez, para bomemese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Queimado, continua a queimar na sua loja Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um 6loL: em cas_de Southall Mellor <>, ru
do Torres n. 38.
I^ende-se

Cortes d( Iia para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de laa de lindos pa-
dres, com 15 eovados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas; a ellos,
antes que se acabein : na ra do Queimado
n. 22, na luja da boa f.
CQH PEQUEO TOQUE DE
indo e variado sortimento de fazendas de
Inni gosto, por baratissimos pregos, pois
que sem ambigSo se contenta com um m-
dico lucro, c n3o lhe sendo possivel notar
em mu pequeo annuncio tudo quanto tem
da bom para servir aos seus fregueze,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e aigodao, propria para vestido de senhora,
de goslos uiteiram ^nlc novos a 900 rs. o co-
vado, corles de largelmas para vestido de
senhora, lazen la muito lina e do melhor
gosto inglez, com listras de seda e campo
escuro a 12? cada um, organdvs de cordho
com desenhos mui delicados, pelo baratsi-
mo prego do 440 rs. a vara, cambraia estam-
pada do melhor gusto, possivel a 480 a vara,
cassas francezas de lindos goslos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrdes a 260 o covado,
ditas claras, padroes4argos c miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colletes a 43 cada um, laazi-
nlias escuras de mui ricos e variados padres galo largo a 100, 120,' To' c ISo'rs".' "jarda:
proprias para vestido do senhora c roupes vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
de meninas a 500 is. o covado. riscados que volta para a ra da Caleia.
I monslros de cores alegres e mu clegantee! n \ vi n nn pnur,r.
goslos a 220 o covado. ditos rrancezes ds li/iSlA lfi a fcKKU
hUf"S '!,e,i"ldos l,adrues a 2* .mussulina I Excellenlcs camas de forro nara sollciros
aii.-f. CS*"?0' diU muil ,ina*oivcuJein-sciiop.scriptorio do"agenteOlivci-
400 rs ip "vTrtn \? I",'!3 P',0bs 320 el ja, ra da Cadeia do Recifp n. 62, primeiro
*uo rs. o covado, chitas linas de cores claras andar.
A dinheiro
Pegas de aigodao liso, largo, cncorpado a
23, y/210, 23..0H e 2?800 a pe<;a, dito de si-
cupira a 29, 232t!>, 2/500, 23SUO c 3- a ppga,
dito de sacco 1 120 e 150 a jarda, dito tran-
l'oi transferido o deposito deste xarope
para a botica de Jos da Cruz Sanios, na ra
Nova n. 53, garrafas 53500, o meias 33OOO,
sondo falso todo aquelle que n3o for vendi-
do neslc deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO
Para cura de phlysica em todos os seus
diflerentes graos, quer motivada por cons-
tipsges, tosse, astlima, pleuriz, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpitagSo
no eorag3o, coqueluche bronchite, dr na
garganta, e todas as molestias dos orgRos
pulmonares.
3CAIISI0 UU MB-
au-
lenticarem sua aflirmaliva.
Ninguem desesperara |do::estado de sua
saude setivesse bastante conlianga para en-
saiar este remedio constantemente, seeiun-
do algum tempo o traUmento que necessi-
tasse a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente : Que tudo cura,
O ungento he til, mal particularmente
nos sei/iiintri casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores decabega.
das costas.
dos membros.
ICnfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
Erupges escorbticas
Fstulas no abdomen.
Fi ialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
Itichages.
loflammago.do ligado
dabexiga.
Innammagao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura do mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
po cheio, cabellos carapinhos, rosto redon-
do, nariz um pouco cbato, olhos pretos,
bocea regular, denles abertos, bragos e per-
nas grossas, pouca barba e ruiva, os cabel-
los da cabega n3o s3o muito pretos, rosto,
m3os e ps muito sardentos, toma tabaco e
fuma, pesgrossos e largos e nSo muito com-
pridos, tem urna verruga na junta da m8o
direita, pelo lado de fora e est bastante
crescida, anda limpo, e gosta de divertimen-
los, levou chapeo de bteta e sapatos bran-
cos, he dado ao jogo. Maooel, mulato, idade
de 18 annos, estatura regular, rosto com-
pr.do, olhos agitados, e passa um poloou-
tro. cabellos louros e crespos, nariz afilado,
bocea grande, beigos grossos, denles gran-
ues e abertos de pouco, pescogo erosso e
eompndo, cheio de c.be.los. bracos e per-
nas grossas bastante arqueadas, de andar
^t'.'0' Vs- ^u[t0 6randes BTOmos, e
tem alguns bichinhos, he molle, e bostunto.
(.;'8oiiio oi vendido por Manoel da Fonseca
Mello a Vicente lavares de Mello, e este ven-
deu ao abaixo assignado o dito escravo :
Manoel Toi escravo do cpit3o Manoel Joa-
quim de Araujo, morador em Roa-Vista, e
|foi vendido ao abaixo assigDado por elle
no.' Lgenho do Espirito Santo, 24 de
Supurages ptridas
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulages.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
miembro de 1857.- Luiz ilgnicio Leopol-
do de Albuquerque UaranbSo.
Vende-se este ungento no estabelecimen-
lo geral de Londres n. 244, Slrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Ilavana e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocetinha.conlm
umajinstruegao em porluguez para explicar
NAFUNDigAO DE FERRO DO F.PGE-
NHKIRO DAVID W. BOWMAN, .NA
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FABIZ,
ha sempro um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
pra engenhos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslrucgao; la- modo de fazer uso deste ungento,
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de lodos os tamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporges; crivos e bocea de fornalha e
registros de hociro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhes, ixoinhos de mandioca,
ate. ele.
NA MESMA FUNDICA'O,
se executam todas as encommendas com a
superioridado ja conhecida com a devida
presteza e enmmodidade em prego.
REMEDIO l.MCO.MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOW AY.
Militares de individuos de todas as nages
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necesse-
rio, que, pelo usoqucdelle lzeram, tem seu
corpo e membros inteiramente saos, depois
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n.22, em
Pcrnambuco.
sellins
patente inglez.
Sao chrgados e acliam-sa a venda os verdsdeiro
e bem contiecidus sellius inglezes paleis: na roa
do Trapiche-Novo n. 42, irmazem de fazendas de
Adamson & C. IIuie.
&9tftStNtf rnii*>#
Dcsappareceu da casa do abaixo assig-
nado, no dia 27 de setembro prximo passa-
do, o escravo Antonio, de nag3o do gento,
com os signaes seguintes : cor preta, altura
regular, ps mal feitos, denles abertos, bem
fallante, levou caiga de algodSozinho de lis-
ira, camisa de algodSo azul; este preto foi
escravo do finado Francisco Jos, da Costa
Campello, ehoje pertence a viuva do mes-
mo tinado : roga-se, portento, as autorida-
des policiaes e capiles de campo a appre-
dc haver empregado intilmente outros Ira- I bensSo do dito escravo, e leva-lo a ra Im-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven I perial u. 167, ou alem da fabrica de sabio,
cer dessas curas maravilhosas pela leitura i segunda casa terrea, quo se recompensar
dos peridicos quo Ih'as re!atam todos os (com generosidade.
dias ha muitos annos ; e a maior parle deis Francisco Hotelho de Andrade.
50900O de gratificagSo.
No dia 27 do corrente fugio da casa do
abano assignado o escravo crioulo de nome
i euro, o qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regalar, bastante preto, j tem bas-
tantes cabellos brancos. Unto na cabega co-
mo na barba, levou caica de brim de qua-
dros e camisa de madapolSo, mas talvez te-
nia mudado de roupa porque levoo mais
alem da do corpo, falla bastante descansado
e por entre os dentes ; julga-se que lera ido
para Garanbuns por ser natural desse lugar,
e de la ter vindo para ser vendido nesta pra-
ga : roga-se, portanto, as autoridades e ca-
piles de campo, a apprehensSo do dito es-
cravo, e manda-lo levar nesta cidade a seu
senhor, na ra Imperial n. 173. ou em Cari-
nhuns ao lllm. Sr. Manoel Jos Mendes Bas-
tos, que se gratificar com a quaotia cima.
Recife 29 de setembro de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos Villaverde.
No da 5 de julho do comente anno fu-
gio do engenho Cursahi na comarca de PSo
d Alho, o escravo Antonio, Cagange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os dentes da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, be casado, e tal-
vez tenba algumas marcas de reino as na-
degas por Ja ter sido castigado levemente ;
esse escravo foi d s herdelros do finido Ca-
tano Gongalves da Cunha ; consta que este
ve em Santo AnlSo, em casa do Sr. Jo3o
francisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos signaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na ra da Guia n. 64, ou
dolle der noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade ; e quem o tiver em
seu poder, fique certo de sua punigBo com
todo o rigor das leis.
Fugio no dia 28 corrente, o escravo de
nome Miguel, levou camisa branca, caiga de
brim de listras, e com os signaes seguintes :
estatura regular, cor fula, ps apalhelados.
barba ponteira ; consta que anda vagando
as ra desla cidade, por isso pede-se as au-
toridades policiaes, que o peguera, e levera-
o a ra bireiia n 26, que se gratificar bem.
Dos premios da primeira paite da prime.ra lotera a beneficio do Espirito Santo do Collegio,
extra h ida a 5 de Oiitubrode 1857.
IVS. PKE.IIS 1 .\c. PKEMS. 269 59 NS. PBEMS. 581 59 NS. PKEMS. 893 55 ns. PKEMS. II58 5c NS. PKl-.V.S. 1160 59 ns. 1 I71 KEMS. 59 W.I 2017 lili Me. 58 NS. PKEMS. 22S6 5 NS. PKEMS. 2580 59 NS. PKEMS. 2885 100 Ns. PKEMS. 3163 5 KS. PKEMST 3429 5 NS. PKEMS. 3691 - ,*
9 5? 70 59 81 59 903 09 61 >c 61 59 52 "C 20 58 88 .9 84 59 86 59 63 59 30 59 92 ir 58 59' 39 59 59 39 59 59 59 39 59 58 39 59 58 59 58 39 59 49 59 58 53 39 39 58 5 39 59 59 59 59 59
10 5 73 58 85 59 8 59 63 5C 62 59 51 59 22 53 91 39 85 4008 90 39 66 58 33 '- 99
11 59 7 58 86 5C 12 59 61 59 63 "'- .55 53 23 59 96 59 89 59 91 58 68 39 34 39 3706
18 55 76 59 87 5-5 13 55 65 59 70 5C 62 59 24 39 97 59 90 58 93 38 69 58 36 59 59 10 17
19 5 82 59 93 5c 16 59 68 59 75 59 66 58 25 59 2301 5 95 59 97 39 75 58 39
20 5 SS 59 600 59 17 58 70 59 77 59 67 5-3 29 5c 2 58 2600 3a 2000 409 76 58 41 59 20
22 5? 89 59 6 59 29 59 73 5 c 79 59 68 5-3 34 59 3 59 1 39 3 59 77 39 41 59 59 58 23 26 31 38. 39 41 4i 45 48 51 52 53 55 61 62 63 67 71 ,
2i ;>? 90 59 9 68 36 58 77 59 90 59 G9 53 35 59 4 58 3 59 5 59 83 59 46 <
96 5 9: 5c 14 59 39 58 80 55 94 5C 71 53 43 5c 5 58 6 59 12 59 86 59 47
27 5 93 59 18 59 40 58 81 59 95 5-8 78 5-C 17 58 7 39 8 39 13 39 88 59 48 59 59
28 5c 98 5 24 5c 41 59 83 59 96 59 88 53 48 5-3 8 59 9 59 15 39 92 58 49
35 5 99 58 28 59 16 55 S 5c 98 59 89 58 50 39 10 59 10 59 18 59 94 59 51 59 59 58 5
i:i 5 JO 59 35 ''~ 4H 5c 86 5c 99 5c 90 109 52 58 21 59 12 58 19 59 95 59 56
47 59 3 5-C 39 5 51 59 87 59 1503 5fi 93 59 53 59 24 33 13 59 26 59 96 59 60
51 5$ 6 59 41 5c 53 59 88 5c 6 59 99 39 55 109 25 58 li 5& 27 3 3205 59 63 <
58 55 7 59 47 58 55 59 92 59 8 59 1801 5-3 56 39 28 59 19 59 29 5 6 5 65 59 /
59 5| 12 59 52 59 58 5:0008 98 58 9 > 6 53 59 59 29 53 22 59 34 59 7 59 66 59 %
60 5 16 59 56 59 59 59 1202 5c 17 5c 11 59 62 5 31 58 21 58 35 59 9 59 .67 59 58 59 59 109 58 59 59 59 59 59 58 59 ?9
61 55 17 59 57 5c 61 58 3 59 2 59 21 59 67 53 36 39 26 58 36 >9 II 59 68
i 5- 18 59 65 59 65 5c 6 0c 25 59 23 59 72 58 40 58 31 59 38 59 18 59 78
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O scrivao nterin 1, Antn 0 Je cintho Cezar. PEW i. TYP. DK F DE FA RU. 157. *
ILEGIVEL


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