Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07843


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Full Text

>
ANNO XXXIII N. 222,
Por 3 mezes adiantados 4,S'00O.
Por 5 mezes vencidos 4$500.
TEU\ FE1RA 2!, DE SETEMBRO DE 1857
Por anuo adiuntado 13$000.
Porte franco para o subscriptor.

K
BNCABRKGA DOS DA SliBSCKlPCAO DO NOUTE.
Pa rshiba, Sr. Juo Bocolphoa>Gomes ; Natal, o 8r. Joaqulm
I Pireira Jnior ; Aracaly, o gr. A. de Lernos Braga ; Cai-
ra', o Br. J. Jos de Olivaira ; Maraoso, o Senhor Jos Mul-
ta da Mello; Piaubj o Senhor Jos Joaquim Avelioo ; Pa-
ra., o Br. Jumas J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jaroojrao da
Can.
PARTIDA DOS CORBEIOS.
Olin.l : toiat r. dias, s 9 c meia hara do dia.
baaraasa', Goiana a ParaMba: m< aegaaou a aeitaa-falraa.
& Aatlo, Baaarroa, Homo, Careara', Altiaao e Geraabaa* : ai lerca-reira,
S. Luurrc<>, l'ao d'Alho, Maurcih, LiaNeb*, Braja, Paataalia, lauaaira
Flore, i illa-Bella, lloa-Yiiia, <).,ncu,i bi* aasojaartaajeirai.
Cabo, lfojuca,Si-tnlioi, llio Fmoao, Uaa, Burean, Agua-Prea, Pi
mcnleiras c Natal: quiiua-reira.
, Tco.ua ua eorreio* partero a 10 hora* da manliaa.
AUDI KN1AS DOS TH.IBUN AF.S DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : secundas a quintas*
Relaclo : tercas feiras a sabbados.
Fazenda :quartas a sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas quintas ao maio dil.
Juizo de orpoaos .-segundas a quintas as.10 horas.
Primeira rara do eivel : aegund aseiusao meio dil.
Segunda rara do civil ; aartas a sabbados ao meio dia.
EPHBMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
* La cheia as 2 horas e 47 minutos da manhia.
10 Quarto minguanteasB horas e 30 minutos da tarde.
18 La nova as S horas a 13 minutos da mantisa.
28 Quartocresceote as 6 horas a 40 minuto da manira.
PREAMAB DE HOJE.
Primeira 0 ajIO minutos da tarde.
Segundeo a o minutos da manha.
DAS da semana.
28 Segunda. S. Wcncelio duque.
29 Terca. S. Miguel Archanjo c Fraterno b.
30 Quera. S. Jcrouimo presb. card.
1 (jui.i i. S. Remigio ; b. Ss. Verissimo e Mxima.
2 Seiia.S. O Anjo da Gualda. S. Leodegario b.
3 Sbado. S. Evaldo presb. ; S. Candido m.
4 Domingo. 18. SS. Rosario de Maria.
ENCABRBGADOS DA 8DBSCR1CAO NO BUL
Alagoas, o Sr. Clautino Falcao Dias : Babia, o Sr< D. Dupla
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBICO.
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa d am nt ni
b'vraria, praca da Independencia n. 8 e 8.
MINISTERIO 1)0 IMPERIO.
RELATOHIO
presentado a assemblea geral legislati-
va na primeira sessao da decima legis-
latura, pelo ministro e secretario de es-
tado dos negocios do imperio, Luiz
Pedreira do Couto Ferraz.
( Continua lo. J
Agricultura.
t.'.iiu u axil o que o governo se propot a prestar
dos noesos f.izeiideirns, facililaodo-lhes por meio di
sociedade Central de ColonisacAo, e das que se crea-
ren, as provincial, acquistclo de colouos indus-
triosos, he de esperar que a uossa agricultura v;i
rnelliorando.
Cumquanto alguns senhores de engenhos de assu-
car, e fazendeiros de caf (enham je. iulroduzido em
seus alabeleciinenlos imporUulissimas machinas das
ni (i- modernas, as quaes vio aprevenanlo excel-
lentes remitidas, asse
dici (ende a prosperar, segundo as iuformares n-
cebidai.
Mandou-se contratar na Europa operarios liabais,
que darlo grande impulso a esta importante in 11
tria. A seda lera-se por vezes recoohecido ser da
mellior qualidade.
O govemo provincial do Kin de Janeiro conceden
ltimamente a esta comp.inlna urna subvenclo an-
imal de 30:0003 por espen de 1 aunos, pira ser ap-
plicada exclusivamente acquisirlo de lena-, de
operarios livres, e de machinas ; bem como a for-
marlo de viveiro-, e ao custeio do estabelecimanto.
A companhia obrigou-se a reeeber um cerlo Ha-
rnero de meninos ponros para aprsnderem o fabrico
da teda, e a generaliaar quanlo for possivel esta
nasceule industria, urna das que proraellem o mais
esperanzosa futuro.
I ni informada de que, a vista da excetlenle qoa-
lidado das amostras da seda, que tem silo remedi-
das para a Europa, algn* capitalistas le) pracora-
do entender-se com pessoas residentes sqai acerca da
conveniencia ais se fundaren) fazindas e eslabeleci-
meulos e.ij que sa trata de produz-la em laigi es
cala.
Secundo me Golilla, foram animadoras as repos-
tas, e por (auto lie de presumir que, em lempo mais
breva do que se esperara, a cultura da amoreira e
templos entretanto nao tem
sido por ora seeuidos em lama escala, j porque he
muilo dillicil eiliugair em uns o espirito de rotina,
ja porque oulros lulam para isso cora difficaldades o f'brico da seda cunslilaam urna nova e muito va-
que vos nao sao desconliecidas.
Na) rae demorarei reproduzindo e desenvolvendo
as c msideracdes que sobre sta objeclo lenho expen-
dido em outros relalorios.
Em mileua da Ua vital inloreise para o paiz, e
qua tem sido por certo um dos objectos da vossa
mais seria e aturada meditaran, .Tora ocioso dizer n
que deva estar presente ao vosso*espirito.
0 governo tem continuado a promover pelos meios
a seo alcance, coadjavado pela saciedad! Auxilia-
dora da Industria Nacional, a introdcelo e nao de
machinas e a cuitara de plantas, que tem podido ob-
lar, da manifesla utilida.de para a nossa prodaccAo,
da algumas dai qnaei tem mandado vir smenles da
paizes estrugeiros.
I'.ira a cultura do trigo especialmente lem-e dis-
tribuido grande qaanlidade da smenles de diversas
procedencias, e espera-se > resultado dos eu-ai fri-
tos nas provincias de S. Paulo e do Parama, para em
mais larga escala se tratar de novainente introdnzir
e naluralisar a cultora de-te cereal qua tanto deve
enriquecer, como outr'ora a nossa produccao agr-
cola.
Apezar de todos os esforcos empregaioi, diversos
obstculos e difficaldades tem entorpecido e emba-
razado o regalar andamento da empreza que lomoo
a 9i a companhia denominadaPharol Agrcolade
ejtabelecer urna fazenda normal na proximidade del-
ta corle, onde praticamente se mustrein os melhores
melhodos de cultura, os instrumentos a utensilios
agrarios mais sperfeicoados que csi3o em a,o n'ou-
Iros paizes, e onde se possa nielli r.ir a rara dos aui-
maes de la.voura.
Jardim Botnico da l.agi de ltodr>go de
Freilas.
leudo sido comprhendilas na ilrliberaco toma-
da pelo coverno, a' qual rae refiro no artigoObras
pallucas, de mandar suspender as obras menos
urgentes que corriam pela respectiva inspsec^c ge-
ral uo municipi i da curie, as que lioham sido co-
meadas ueste j r lim, apenas foiam all feilas algo-
mas de pequm importancia durante o anuo Tindo,
reduzindo-se a' eonclasao da afearla que leva asna
para o estabelecimenlo, ao rebaimmento do aru le,
reparos noi tanques, repuxos, etc., e ao assenlainen-
(o de urna tomeira pan uso naa l do metmo esla-
belecimento, como tambem do publico.
Urna das oblas que rauito couveni levar-se a elTe-
lo he a da reclilicacao flo leito d> rio Macaco, que
alravessa os ierrenos do lardim, ea conslrucrae dt
uic boero de-I nado a dirigir as agota desle rio pa
ra a lagos viziuha, afira de se evitarem os damnos
que sao causados frequentemenle pelas suas en-
dientes.
De nutras obras tambem necesarias lenho feilo es-
pecial ineneio era meus anleiiores relalorios, aos
quaes me reporto.
Na i ttm sido posiivel realisar gran les melhora-
menloi maleriaes nesle estabelecimi'iito, ja por ser
mui limitada a somma que Ihe he destinad, jA pelo
pequeo numero de bracos que se empregam em
seus trsbalhos.
1 o recibida do Jardim Botnico h>w lerra ama remessa da plantas preciosas, de cuja
cultura se tem tratado.
A bombonassa ( planta que fornece a palha para a
fabric 'rio dos chapeas de Guayaquil ) tem prospera-
do, acii.iu.li- muilo desenvolvidas, em iui maior
parle, cerca de 00*1 mudas reraeliidas da provincia
do Amizonas por ordem diste ministerio. De algu-
mas deltas j se coin-ca a exlrahir palha pira aquel-
la Tira.
Foi renovado o contrato filo cun o mestra fabri-
cante dos referi los chapos, o qual contina a*ns-
Dar no estabelecimenlo algans escravos de menor
idade. He nolavel o aproveitain;nlo dcsles vista
dos trab.lhos que execulam,
$obre proposti do illu-lrado director do jar lim,
arabo de ordenar qae a referida fabrica seja fran-
queada a pessoas livres que queiram dedicar-se a'
uova inlu-iria.
Esta deliberacito pule produzir bom resultados e
ser multo uti I ganeralisando mais um ramu de in-
dustria sobre nbjerto de granda cinsumo-
Nesle intuito ofllciei ao provedor da santa casa da
misericordia, lembrando-lhe a conveniencia da se-
ren aproveitadci algn* menores dos exposlus ila-
uuelle pi eslabelecimento, (oncorrendo a sania casa
cora os alimento! e vestuario durante o lempo da
apreu lizagem.
E posto qua j se paisa contar no jardim bilaniro
com a colheila de palha fornecida pelas plantas all
cultivadas,a qual vai em augmento,reilrrei lodavia as
orden* expedidas ao presidente da provincia do Ama-
zonas, para continuar a remiller resularmenle no-
vas mudas, parle das quaes tirel dislrihu r pelas
pe'soas qoe a* quizerem plantar, por ser esle o meio
mais prompto de generalizar a su i cultura, que he
tdcilima.
Jardim Botnico do pa* Nada se me eflorece a acrescenlar ao qae lenho ex-
polio por difTerentes occasifies sobre u estad pouco
satisfactorio deste estabelecimenlo.
Nenhura mellioramento tem tido pela razjo que
he assaz condecida aiiMulicicucia dos meios pecu-
niarios qoe ihe alo de-tinados.
NJo me ha sido possivel pr ede molivo rcalisar o
projeclo, que linlia conceb lo de aformosear aquelle
lugar, lirn ni la-n. sem grandes despezas, um poni
agrad-vel de reuniflo e recreio pira o publico, cu-
sa de qus linio carree esta cid id.
Lembro-vos a conveniencia de aulorisardet o go-
verno para supprimir a administraca) do eslabeleci-
mento. dando-si deslino aos seus actuirs emprega-
dos, e lornando-o urna dependencia immediala da
nspec^ao geral das obras publicas.
A economa que resultara as despez* que ora sa
fazem, o o auxilio de i.nn il il.n;,l i annual de 10 a
12 culos durante dous anuos, permittiriam a reali-
ar-lo do algumas obras mais nec-ssina*, sendo as
principaes a iubs|iluico do grande* muro que cerca
o jardim por grades de ferro, a renovara das queja
exislem uo interior, a conilrucqao de alguna repu-
xos, e om ijardinamenlo que le n conservado pelo
Iraliilho de africanos livres dirig los par um felor,
que fosse ao mesmo lempo jardinciro, e por ara nju
danta.
Industria.
O e*t.Ho dsi fabricas' auxiliadas pelo goveruo.
existentes na corte, entuma a ser quasi o mesmo
que lenho expnsio em oulra* occasias.
A de galfjes, perlenceule a Fructuoso l.oiz da
Molla, tem Irabathado e proinello destnvolvi-
meuto.
Nella se empregam algumas machinas movidas
por forca de homen*.
A de papel do finado /.-ferino Fenez Irabalha
com machinas movidas por agua.
I.imila-ie i' fairica^So de papel ordinario, pro.ln-
zindo 32 resmas por da.
A da viuva (iaillard fabrica papel semelhanle,
mi* em maior quanlilale.
A de vi Iros de S. Roqua lem ltimamente ido
im d -cadencia.
O estabelecimenlo de fundidlo e de conslrnc-
SAo naval da l'oula t'Ara vai senipre em pro-
greiso.
A oilicina de machioMa* continua a promptifear
ni i. limas de vapor de dtff rrnles farras, leudo ..lem
disto feilo ur,-,a locomotiva b\ Iraulica, urna rtrenia
hydraulica de grande fore, encen i, ele.
A fuinli^ao tem preparado dillerentes Irali.l i c
peras, algumas da* quaes -A i nolaven pelo scu ex-
traordinario laminlio e perleicAo d obra.
A oflicina de raldrireiros de ferro lem consliui lo
dillirentes caldeira* de Tapir, os ponlaM neces-a-
riu* para o caes da Alfandesa, v ,pores. etc.
.No eslaleiro for-m construidas duas barcas a va-
pir, aclia-se ootra em obra, cnncertaraul-se 30
barras lambem de vapm e ~> emliarcares de vela.
No fim do mino pa.sado luilia em alTeclivo se^vi-
50 li7 operario*, sen lo 160 esclavos, e 503 livres,
dos qoaes2l)T nacionae.
lio-a fonte de renda.
Da protiucia deS. Pedro tambem lem silo envia-
das para a Europa algumas amostra* de seda ja pre-
parada, aprrseuian lo os exames fsitoi sobro ellas
satisfactorios resultados.
O rebanho de r.aruciros merius que se mandn
vir da Aliemaiiha para a referida provincia de S.
Pedro, no auno de 1834, lim de propagir-se all a
esla i.i'ja, no intuito de iiitrodazir a in luilria da
lAa, lem cresrido sendo o seu numero, 110 fim do an-
D> passado, de 224.
ltimamente lomou o actual presidente a delibe-
radlo de o distrii.uir em lotes por fazendeiros acre-
ditados e zelosos, com o fim 11A0 so de mellior des-
envolver a sua propagarlo, roas lambem de alliviar
0 cofre provincial, pelo qual lem sido faltas todas as
despezas.
Acaba da orgaoisar-se na provincia da* Alagis
urna companhia com o lim de estabelecer urna fi-
brica de Bar c lecer al clia-seja levantado o Capital de 130:000$.
Sendo a provincia de tioyaz abundante de minas
de ferro, e Inven lo a maior conveniencia em ser el-
le all fabricado, pois que he importado por alto
precio tido o qua se consom, o presidente eonlra-
tou cora um cidtdao, medame o emprestimo de
10:000;, o estabelecimenlo da urna fabrica as im-
mediares da capital.
Dj respectivo mappa annsxo a esle relatorio cons-
tan) os privilegios concedidos sobre objectos relati-
vos a' industria.
Sociadad Auxiliadora da Industria Nacional.
Iuceisante em seus e-forjos para de-euvolver a
nossa agricultura e industria, lem esla sociedade
continuado a auxdiar o governo com as suas lu/.es.
esludando o esclarecendo, por intermedio de suas
difierentes corami-ses, totas as quesles em qae ha
sido consultada sobre objectos concedientes a laes
materias.
tiran les serviros lem lambem pr9lado ao paiz
por meio dos artigo*, e noticia* que publica regular-
mente o seu peridico e pelas infirmares que di-
rectamente ministra a muitus lavradores, tornando
conliecidos os processo* de cullura de que lem (ira-
do vanlagens oulros paizes, e mostrando de que m 1-
1 e cum que meioi lem chegado ao grao de adi-
anlamenlu em queseacham.
M'rece especial in-ncio, como traballio de gran le
ulilidade, oEusaio aubro o niellioram-nio d.s ra-
ras cavaliares. publicado no auno pis seu secrelano p ipluo honorario o Dr. Frelenco
Leopoldo ..esar Barlamaque, e iinpresso poi ordem
e a expensas do governo.
O mellioramento de-las racas ha urna necessilade
urgente, a em um paiz novo como o nosso, nAo bas-
1 n la que se vulgarisem 09 bous preceilos e regras
para se iledmirem os habito* da rotina, [compre
que 01 poderos do Estado proporcionen) mtios para
dar-se impulsi realisac/io de lal m-lhoraiileulo,
moslraudo-se por factos e exemplosa appliear,Ao de
laes preceilos e regras, c deiperlind i-se assim oin-
lerese individual.
Acaba esla sociedade de reformar os seus eslalu-
loi definoslo mellior as altribuires das sua* dilf--
reules eommiisoea e classificanto e sublividlndo
mais inelliodicamenli os trabalhos em que lem de
occopar-se.
O governo os approvou por decreto n. 1027 de 2">
do mez lindo.
Muilo niaioies servici poleria ella prestar a bem
do desenvolvimeulo de nossas iodoslrlai e do pro-
gresso geral do paiz, e priucipalmenle promoven lu
a iustrnccli agrcola e iuduslrial, ss dispozetse de
mais recursos pecuniarios. A subvenco que rece-
be dos cofres pblicos, limilada a i cintos de ri*,
he nra bem fraco auxilio para qua possa desempe-
nhar sua missAo como convem.
Eiileudo que farieis um beneficio imporlanle ao
paiz dotando-a com mais largos meios, e aproveilando
assim a dedicacAo com qoe ella se applica a eslodar
e dar impulso aos niel .urainentos que reclamara
aquellas imporlanle* fontal de riqueza publica.
M'iieracao.
Em meu anterior relatorio, tratando dos traba-
lhos de explorarlo cxecaladus nas minas da car-
va.) fossil 11II.iium -me descoberlas nas margen do
Arroio dos Halos, na provincia de S. Pedro, expuz
sobre a sua qualidade, superior ao da* minas do
llerval ale enIS* expl iradas, o juizo da* pe-saas
coiup-leiiles qua o (inliain examinado, bem como u
resulla lo das experiencias que se ti/.erain, empra-
ganlo-o em embarcr;es ibovidas por vapor.
O que a esle respeilo disse tem sido confirmado
por oovos eximas e experiencias.
Nao resta boje duvida sobra a ulilidaJe desle
carvo.
Se o que at agora lem sido descoberlo nAo he o
0 -mis pro,.na para a navegacAo de barra for a por
nAo ser de primeira forca, serve lodavia cum gran
de v 11,1 ag. ni para a navegado interna.
lie com effeilo o que se consomm nos vapire d*
guerra que esla 1 em suruco da provincia, e lam-
bem em alguns particulares que se empreara nula
navegaco.
Serue i.;ii lmenle pan caldear e fujar o ferro e
para muilol oulros usos, e amia nao se perdern)
as espera.icas de que a continuarla das explorac-s
Irnga em resultadu o dcicobrimeulo de carvAo de
melhor qualidade.
Em vista diilo man loo o governo centinuar os tra-
balhos na* referida* minas.
Desde Janeiro de 18")), em que liveram principio,
ale uovembro ullimo, a porcAo de carvAo que se ex-
Iralno foi de (I i tonelada*.
Trata-se de abrir novus furos em oulros lagares
nas proximidades no intuito de enconlrar-se entras
veas ou bancos carbonferos mais Imporlanle! par
sua quali lade e riqueza.
Se assim acoolecer, a lilnieie das minas em dia-
1 mi 1 ip-nas de 2 l|2 legua* do porto de embarque
noj.icohy, dou.le se viaja al Porlo-Alegre em va-
pore*, nasiando-se smenle i a 5 horas, assegura
incalculaveii vaulagens aquella provincia e a lodo o
Imperio. .
O goveru i, alem dos auxilios prestados era anuos
anteriores, poz dispositAo da presidente da provin
cih, ha correle exercicio, a quanl a de 20:000? para
ser applicada aos referdos Irabalhos.
leudo sido visitadas e examinada por um mi-
neir.) que foi da provincia de S. Pedro A* mina* de
carvAo de pedra existentes nas margen* do rio To-
barlo ua provincia de Otilia Calharina, i.iformm (er
encontrado no lugardenomnado i'iririca, e em ou-
lra paragem, ~> leguas a li inte, carnada* daquelle
combuslivel, declarando que he de excellenle qna-
lidade, o que foi confirmado, visla de amostra*,
pelo director em chefe das minas da provincia de S.
Pclro.
A* novas explorares e axames encaminharAo o
governo no empreio dos meios a seu alcance afim
de ehg ,r no raeollado que se deseja, de se descobrir
final minas de carvAo de superior qualidade.
N 1 provin ia de S. Pedro, cerca de meia legua do
porta de embarque na J.i-uhy, 110 lugar da freguzia
de S. Jernimo, euconlrou o mineiro encarregalo
do* irabilhos da* minas carbonfera* do arroio dos
Halos, pedra raleara hidrulica em bneos de es-
peeitirai variareis, senda um de 10 palmos outro
.le 60, e em profoodi lades tamb*m variavei* de 21
a 10 palmo*, oque verificou em diff, rentes furos.
I'islo que iiAd e lenhi ainda pru-edil > airaba-
Iho* regulares pira so reconhecer a sua abundancia
e esleiisAo, lodavia informando o mesmo eng<-utieiro
qoe em sen* Iral,albos lem sempre adiado pedra cal-
cirii de differenles grassura*. e sendo de muilo bol
qoalidade as emolir* que so lem exUahido pela
s ni 1, deve-** c-er que urna nova fonte de riquez*
se abre a provincia.
Assim su aguarla o governo as nfarmace* que
exige acerca da*le objeclo, para sobre ellas providen-
ciar pla maoeira que parecer mais eonvenieiil.
Teiidnsid ujeiliis a 1 \ame 110 Museu Nacional
alf-nii* framenlns de um combuslivel mineral en-
A fabrica de (ida da imperial companhia Seope-1 conlrados nas Trados do morro do Francez na 1II11
do Fernando de Noronha, foi classificado como an- ,
Ihracilo.
sendo esle mineral applicavel para differenles
usos, e demol iudicanio algumas yeitt a sua exis-
tencia a de deposilos da carvAo de podra, o govemo
recommendou ao presidente da provincia de Per-
nambuco a sua exploradlo.
Limites.
Em mas anteriores relaioriis live a honra de
communicar-vos que, apezar d* disposices do de-
creto n. 297 de 19 de maio da I83, que fixoo pro- ;
visoriamente os limites da provincia do Rio de Ja-
neiro cora a de Uinas Ueraes, haviam-se soscitado
duvidas confelos entre a* autoridades do muni-
cipio de Cimpa*, e dos que Ihe sao fronleirosna pro-
vincia de Minas tieraes, em razao de se nAo acha-
rem, quanlo a esta parle, eslabelecdos com a sulli-
cient clareza e precisAo todos os pontos por onde
devem correr a* linhis divisorias. Disse-vos. por
e*sa orcasiAo, que o governo incumbir um enge-
nlieiro de proceder aos exames e raiis Irabalhos n-
cemenos aiini de verificar e demarcar aquellas divi-
sas, reguan.lo-a slriclamenle pelas delerminatOss
do citado decreto.
Com effeto, tiveram prinetpio estes trabalhos, le-
vantando o sitio engenlieiro a planli de urna scelo
comprhendi la entre dous pontos, a cujo reapeilo
maiores dovidas baviam apparecido : foram porem
inlerrompidos, porque o mesmo engenheiro passou a
ocenpar-se com outra commissao.
Nao s por esta razao, c un > porque a referida
planta nAo esclarece sstisfacloriameitle o poni prin-
cipal das quesloe* p ir aquelle lado, e reconhecendo
o governo que a complela solurAo das dilliculdades
depende de exames mais acurado*, acaba de ordenar
ao* presidentes de imbas as provincias que de com-
mura accordo encarreguem de novas trabalhos sobre
esla materia dous eiig-nheiros, dando-Ibes a* coi^
venientes inslruccoes para se dirigirem, marchando
sempre de perfeila inlelligencia e combinacAo.
O governo aguarda o resultado desles novos Ira-
balhos para lomar a resolacAu que Ihe parecer mais
acertada, a qual sujeilara a vossa Ilustrada consi-
deracBo.
l'eiilo-se lambem suscilado duvidas e conflicto*
d juris licca 1 entre as autondales locaes pir motivo
das divisas que separara os municipios da Barra
Mansa e do Huiaul, nas provincias do Ro de Ja-
neiro e de S Paulo, com i j 1 live nc.'aiao do referir,
acaba o governo de ordenar semelhanleraenle aos
presidentes distas provincias que facam proceder ao
reconhecimeiili) dos pontos por on'la deven) correr
laes divisas, encarregando desles (rabalhis a dous
engenheiro*, que serlo por elle* nomado* di com-
muin accordo, e diudj-lhes as convenientes ins-
Iruc^es.
A' visla do reullido de seus irabalho', que terAo
lojeitos ao vosso conhecimenlu, poder o governo
lomar desde logo medidas que evilem a reprodcelo
da uelles cooflielos, al qua o poler legislativo fixe
definitivamente, como muilo convem, os limites das
duas provine as, lauto na parle d que lenho trata-
do, c un 1 em onlra. a respeilo* das quaes ha traba-
lhos pon lemas na caraara dos Srs. depula los.
Mailli dovidaa le havido lambem sobre a ver-
dadeira buha de limites entre as provincias do Pa
rana e Santa Catliariua, e urge que sajara resolvidis.
Pela cmara dos Srs. depulados fui votada o amo
passado urna resalarlo aulnrisaudo o governo para
este fim. Pende anda, porem, de ser approvaJa pelo
ainado.
Finalmente sao dovidosas em alguns ponlos as di-
visas da provincia do Cear.t com as do Piauhy e do
Rio Grande do Norte, as de Sirgipa com as das Ala-
goas, as de S. Paulo cain as de Minas, e aind 1 entre
oulra* provincias. O governo Irata de obler infor-
niaes a esle respeilo m 1 positivas c mais claras.
Crditos.
No peiiodoque lem decorrilo desJe.o encerra-
meolu da passa la legislatura, abri o governo pelo
ministerio a meu cargo dive.sos crdito* supplemen-
taics vida de n.-cessidades argentes e in lecliuaviii
do lervico publico.
I'erlencem ao exeicicio (l 1835 a I8"i( os que
conalam dos decretos ns. |,SI2e 1,836, de 18 Je ou-
lubro e de 21 de dZtnbro do auno (i ido.
O I", na importancia d 1:7239330 rs., loi desti-
nad 1 a salisfazer despezas relativas aula do Com-
mercio, provenientes :
Ua gratificarlo de 1:2009, que venca o seu di-
reclor ;
Ua de 3005 concedida an empregado qae auxiliara
os trabalhos da respectiva lecrelaria ;
Ua de 180?, tambera conce ida ao porteiro ;
i) 1 evr--1 .! i",-iv.i r*. na despezs relalifa ao
ex, e lenle da dila secretaria.
A* referidas graliics<-5;s loram apenes cuntinuidas
no dito exercicio, leudo sido nos auleriores pagas pe-
la verba|das evenluaes.
O -egun lo cretilo, na importancia de 2,.">29:t06;>i>82
foi 111 Ovado pela* seguinles despezas :
Da 2,188:0099364, realisa la por occasiAo da epi-
demia do chulera-morbos com a preslarjAo di soccor-
ros popularAo das dillerentes provincias que foram
acommetli las, e com as providencias e medidas lo-
madas pelo goveruo para combaler a mesma epi-
demia.
Ua 111:606:86"), prorelenle doaogmenlo de sub-
veoclo c.iiicedida a companhia de navegaco e com-
mercio do Amazonas com a iiuvar,Ao do seu contrato,
a que 1 re c 1,-11 aulorisaeAo do poder legislativo ; da
ubvenrlo dada companhia de reboques ajvapor
na provincia d Sergipe, em virlude do respectivo
contrato, ja approva lo pelo mesmo poder ; e da ere-
arA 1 de novas agenc as de eorreio em dillerentes
provincias, em queessa necessidade f >i demouslrada.
U; I07:n|:b,:j, pruveuieiile do augmento do pes-
s"al, e elevarlo dos vencimeul s dos lentes e ein-
pregido* das Ficoldale* de Direito* c de Medicina,
em vari ide dos novos eslalulos.
De 39.1)09/303, procedeule do excesso de despeza
com a impressAo das leis t de actos do minislerio do
imperio, e do augmento da veiicimeulos concedido
por lei em crrelos da secretaria de estado.
Di 30:1879019, em cou-equencia da creocao de
nova* cadeiras de insiruccAo primaria no municipio
da curie, e elevacl > de vencimeilo* dos professores,
em vir lude da reforma feila ueste ramo do servicu
publico.
De 13:0419920, em virlule do augmento de ven-
cimenlos dos couselbeiros de estado, marcado por
De 1:1823180, por sania do excesso de despeza
j qoe houva com us alimentas dos trabslliadores e es-
cravos da naca"o empregado* no Jardim Botnico da
l.agaa, *m razAo da alia geral dos geueos de subsis-
tencia.
De 1:1409033, de veneimentos abonados a i mar-
molistas empregados em Irabalhos ua Academia das
Bellas Arle*.
De 3839931, excesso qae se verilicoa hiver na ver-
baObras pjblicas do municipio da curie.__
Destas deipezas, as que sA-i relativas ao angmenlo
de veneimentos dos cn-elheiret de eslado, As sub-
vencOes das compaubias de navegaco do Amazonas
e de reboqu) de Sergipe, ;i* Faculdade de Direito e
Medicina, A insiruccAo primaria na corle, .10 aug-
mento dos vencimenlns dos eorreio* da ecrelaria do
imperio, soiiiaiilo a quanlia de 29:67!i?l6S, pnsto
que fossemauturisad.s por actos do podr legislativo,
nao linhsm sido ainda contempladas na decrelacAo
dos respectivos funda.-.
Nao deixarei le observar que, exclu'ndo-se a des-
peza feila por motivo da refarida epi Icmia, a som-
ma das oulras caberia nas sobras do crdito sobre as
despezas, si o governo se acha*e aulorisa 'o para ap-
plicar as consignaces de urnas s oulra* rnb'ic.is da
lei do oreamento. Ili-ta alleuder-ie a que, sendo o
excesso de 341:3979118, importarao em 673:1379030
as sobra* a que me refiro.ainda paga a despezaeilra-
| ordinaria de 101:818;! 18, aulorisada pelo decreto n.
841 de26 d jaueiro de 1852, com a garanta do ju-
ro de 5 ",. os capilae* empregados na eoMlroeeio da
(tirada de ferro de D. Pedro II pela verba Obras
Publicas (leraes. a
Sao relativos ao exercicio di 18361857 o* crdi-
to* que iMii-lan dos decretos ns. 1861 e 1868 de ,'t e
21 de Janeiro, I&S6 de 1ldo fever.iro, e 1917 del
de abril.
O primeiro. na importancia de 39:8809, foi dli-
na 1o a preencher a inmlTicieacia da somma votada
para a ropres- > da* leis e dos decretos e mais actos
do governo, e a salisfazer veneimentos concedidos a
empreados aludos secretaria de eslado, de accor-
do com a autorisacAo dada na resoluto n. 781 de 10
dusetembro de 1834.
O segundo, do 60:0303, foi exigido pela necessida-
de dn se satisfaz >r maiores despezas occaiionadas pi-
la crearla de colonias militares, e desenvolvimenlo
de algumas ja creadas. a
O lerceiro de 130:000;, leve por fim occorrer as
despezas provenientes dos trabalhos que forarn enme-
lados para a abertura do canal do mangne junio ao
ailerradn da Cidade Nova, dos quaes Iratei no lugar
competente.
O qaarlo, de 13:4589191, foi destinado I.-, ao pa-
, gamenlo dos vencimeiilus do meslre de dansa de S.
1 A. Imperial e da sua augusta irmaa, 11,1 importancia
de 1:0139688 ; 2.-, a aupprir o accrescimo de despe-
i zas que houva no jardim botnico da l.iga, pela C-
I restia de gneros alimenticios, e pela admiisAo de 16
c ilonos chins cora o vencimenlo de 320 rs. diarios
alem do sustento.
Mais minuciosamente encontrareis justificado* os
ere tilos deque vo* lenho dado cunta nas tabellas
demonsxralivas, que acompanham a proposta do mi-
minislerio da fazenda.
Tenho cumprido, como me foi possivel, o dever
que a lei me iinpoo senlindo nao o liaver feilo lAo
completamente quando desejava.
llio de Janeiro, 3 de maio de 1857.Luiz l'edrei-
ra do Couto Ferraz.
COMMAMJO DAS ARMAS.
Qaartcl (-enerol ds commando da ansas de
Pernambaco na ctdade do Recita, era 27 de
seterubro de 1857.
OKDE.M 1)0 DIA N. 28.
O brigsdeiro commandante das armas interino
determina, que o Sr. capitAo Manoel Deodoro da
I 11-,-ea, que por decreto de 31 de agoslo ullimo,
fezpassagem do i- balalliAo de arlilharia a pe para
o 2- da mesma arma, por Iroca com o Sr. capillo
J0A0 Evangelista Neri da Fonsca, fique ,11 lid 1 ao
relen.l 1 V balalhlo, emqaanlo nAo segu para o seu
destino.
Declara, para os fin* convenientes, quo segundo
contlou de olliciu do Sr. coronel commandaiile do
8- bala I hl o de infanlaria dalada de 25 do crrenle,
se engajaram nessedia pira servir por mais seis an
nos, n.n lerm.is ,1 1 regulameulo de 14 de dexeinbro
de 1852, preceden lo etame desanidada, o* solda-
dos do siibretllo balalhao Feliciano Das de Miran-
da, e Jsuino Anlonio Io, os quaes por sobre os
veneimentos que por lei Ihe compelirem, percebe-
ro o premio de in '- cata um, pago na forma do
arl. 3" 1I0 decreto 11. 1,101 do 10 de junho de 1854.
e lindo o engajamenlo urna dala de lerras.de 22,500
brajas quadradas ; perdendn no caso de deser(aO as
vanlagens do premio, e aquella* a que liverem di-
riilo, sendo considerados recrulados, descontando-se
no lempo do en.-ajmenlo o de priso em virludede
senlenca, e averbando-se esle descont, e a perla
das vanlagens nos respectivos lilulos cumj lia por
lei determinado.
Assignado,.J0A0 Jos da Costa Pimenlel.
Conforme.Demetrio de tjusrnAo C>*lha. Alte-
res ajo lanle de ordena encarregado do delalhe.
BXTER]
PORTUGAL.
di i a Ordem. Fallando da verdsdeira lber la-
de, dii :
Nanea Om povo lem segura a liberdade, se-
n.lo qnan 11 lie forte par suas virtudes, quando
respeiia a sua bidoiia, conserra seus bous colo-
mei, e educa seus lillios na religiAn de seus pas,
etaltando-llie* as memorias dos aiiligos feitos.
O homem que se nSo respeila, que avilta sua
alma iminorlal prosliluindo-a anle o iuleresse vil,
que despreza sua orig'm e posijla, que desconsi-
(lera as glorias d 1 palria, que nenhuru taco mo-
ral e religioso prende, 11ra tal haram nAo he,
nAo pode ser, nunca foi, niiu sera' homem li-
vro!
( E nm povo em que abunlem crialuris deslas.
assim envilecidas, em que o servilismo, adulac.lo e
baixeza d-s seulunenlos prevaleci'i). em que i,s vi-
cios lenlism relaxado os coslumes. em qui nenhiim
inccnlivu uubre possa arrancar do lelhirg.i funeslo,
com lano afn deseja.lo por muitos, e no qual se
sepullam (Ao cedo... um tal puvo, indolente, elfe-
ininalo, pobre, ignoraule, sem r-ligia e sem mo
ral, nao tom fon;is nam valor para d.-fenler seus
direito-, que s.lo sempre desprezadas por um des-
pota audacioso, ou escarnecidos e explorados por
onlra especio de opprssires mais p-rigosos e Ijrau
nos, os ambiciosos tribunas da plebe !
n Ol a um lal povo 11A0 lle chamis livre ; am-
bara possa ler leis e imliluicjoii liberacs !... cha-
mal-lite o que he... eham 11 Ihe ateravo lie um |io-
vo degenerado e perdido, se a mAo do Todo Pode-
roso o ni-, regenerar, levantan lo-o do abalimculo
ignobil, do lodacal de vicios e torpeza* em que a
corrupcAo o lancou !
o Ttrica, lgubre e fatal he a imigem, mis
verdadeiro a parallelo que ah apres8utamos, da
lastimosa .decadencia da patria que lauto ama-
mos.
Masa ver,lade anles de ludo, .1 verdade cima
das conveniencias, a verdade que he o nosso dever,
dover supremo dele sacerdocio augoslo que exer-
cemos em servir-o de Dos e dos liomns, com a
eonsclenria limpa de crimes, sem odias nem pai-
xoes, e sn levados de extremo amor da p.lria.
A' verdade pois sacrificamos ludo, desprezando,
como al hoje, pingos, perseguir^'s, iutaresse e
consideracoes, cora o nobre 'ltenlo de rademir com
o sacrificio proprio, a que espuiilaneamenle nos
volamos, a honra do iiome eorluquez, os suas ira-
dijoes gloriosas, preparando elementos na eluca-
i;Ao das novas gera^fies que far-am de Portugal una
narao livre e respeilada, como ja foi nos bous lem-
pos que ji la vAo. lia muilo !
o A nossa posieAo na nnprensa he nobre, sem du
vida, mas arrscala... Tent a combaler lanos des-
propsitos, e que verberar as facces dissolulas que
nos opprimem ; sendo nos brete arcar lodos o>
das com mil abaos, preconceilos, vicios al cri-
raes, que eslao u,inania e corroendo ludo ; receb-
doi logo a'nossa appanclo com enlhu-iasmo be*
nevolencia pelo* bons, e com apupos pelas turbas
materialistas, ven lo sempre inclumes nnssos argu-
mentos, inlangivrl nossa doulrida e po'pnslos sem-
pre argumentos e doulriiia por alcisu-a* injurias e
prfidas alluses pessoaes... a 11A0 ser a fe, a idea
gran iiosa que apostillamos, teamos talvez desistido
de hilar lio desigualmente.
o Q,lando as.im se ferem entre si, qae bm o
podem' magoam se e propem treguas e reciproca
emenda mas locando a ns, reinciden sem-
pre !
n Oiial sera' a causa ".'
n Sabemo la liem ; consiste na d versi la lo cs-
sencial da nosis missao pilriolica, civilisi.lora, que
1101 obriga a d'stnacarar hyporrilas phanseus, e
expulsar do templo os veulellias que o profa-
nara !
a E como dizemos a verdade, e p ir virlade del-
la, a|iezar da nona humildade, n issi voz lie, e i'eve
ser ouvida palo rei e pelo povo, e a genle boa nos
pplaude ; os mi* irritado* e ferilos era seu ind-
mito orgulho e vai losa goharbl, e vendo desconcer-
tado* seus perli ios projeloa, perdidas suas damiia-
da* eiperanca de iuhver-A.i social, esbravejam co-
lricas, conlro mis precisamenle nflo, e ainda me-
nos contra as nossas doutrinas couslilucionaes, mas
contra un dos DOMO* amigos, cujo carcter e saber
mais os inquieta e desorienta : "miseria KJ de fra-
co*, escravos dos vicios e dos
Prazeres socios seas e seus lyrennns
Saculindo com a pona do p, s para desvia-los
do nosso recto caminlio, iremos proseguindo como
al aq'ii. sem odio uem temar, e nem mesmo o rao-
recido desprezo por genis l.lo baixa que, a si, que
nAo a i!-, uem ao nosso amigo, erava, ou pode era-
varas sellas heivadaa da vil calumnia e delraccAo
inslenle
viano e prematuro. Nem qnizemos condemnar a
idea, nem exalta-l. Ficamos impaisiveii, esperan-
do que o lempo esse grande cicerone dos aconleci-
roen'os, nos explicasse o sentido da propagan 'a e os
intuilos dos propagandistas.
Hoje conhecemos a sensatez da nossa resolurlo.
Os que exigiam moralilade para a imprensa, nAo
caleulsvam o alcance do seu pedido. Davam mo-
vimenlo circular a fonda ; abandonavam a pedra a
arrio da forra centrifuga ; mas nao linbam em
visla nem a trajeeloria do projeclil, uem o alvo que
pretendiam ferir.
Ou nAo comprehendiam o assumplo, depois de o
ler e-iu 1 idu : uu nAo o estulavam, porque, nAo
quorum compreheDJe-lo :
Ou ronliavara no acaso, e enlae eram allieus ; ou
desconliavam da sciencia, e enlao erara ignorantes,
Em ambas as hypolhesesa causa eslava perdida.
Pois o que he moralitar a imprenta '.'
A irr.prensa, de-rulp mi-n .- c-ta especie de an-
Iroporaarphismo.lein corarlo e cabera ; corarAo que |
senle, e rabera que medita.
As orgias do seulirnenlo nao lo menos fatacs a ',
so i-ili i- do que as orgias da idea.
Moralisar a impren-.i he moralisar o corarAo e a
caliera, o senlimenlo e a idea, a poltica e a sciencia.
Entenda-se aqu, qu quando fallamos da poltica
nlo nos referimos as suas dootrinas, as que consli-
inem um ramo dos ronliecementog humanos : seno
a >en* enredo*, aenlo a magia do* seos allraclivos
no dominio da pralica, c nao no dominio das Iheo-
nav.
Chamar-sc-ha morali*ada, a ioiprenm, que advo-
81 um monopolio odioso e condeiunado pela expe-
riencia e pelo saber da poca, amia que pira a de-
feza de semelhanle caosa se va procurar as rolinea
da lingoagem verncula o mel mais puro, com que
se dulcifique a palavra '.'
De ceno, nao.
A palavra he a forma, o peusamento, a subs-
tancia.
A injuria, quando a ha, reside na sobslancia e nao
db forma.
E injuriar a sciencia, heraaisdn que injuriar o
lininem, porque a sciencia, na plirase de tim ele-
gante escriplor, he o elo que prende o homem a
diviudade.
Iiir-se-b., ni.-r-.Ii'.i l.i a impren'a, que canonisa a
apostasia poltica, clevando-a quasi as aliaras de \ir-
lude estadstica '.'
Dirse-ha rauralisada a imprima, que santifica as
coiilradicroes vergonhosis dos palnarchas da soa lei
embor* as manehai do aleive e da calumnia Ihe nAo
malizem a escripia '.'
Parece que nlo.
Se alguem quer emprehender a reforma espiritual
do jornalisrao poltico, que nlo de smente meio
passu na estrada que lem de percorrer.
A reforma para ser proficua, precisa de ser com-
pleta.
Seos Jeremas, que lamenlam as calamidades
desla Jerusalem da civsilisarAo moderna, quizerem
trocar as tune: res elegas do seu estro pelas humi-
llas da sriencia e da verdade pralica, achar-nas-hlo
sempre a seu I ido. lie oulra forma, deixar a reali-
- nj'i 1 la obra a inlluencia das ideas e aos futuros
desengauos dos lumen*, n
Porlanlo a Inglaterra segu as pitases invariavels
da vida dos povo* eommerciantis ; ao principio in-
lelligenles, activos, laboriosos, eslabelCem bellas
instituiroes internas e tornam-se prsperos e pode-
rosos ; emprehendem com successo guerras de espe-
cularlo, fazem conquistas productiva!, e bem de-
pressa a vaidade e a ambirio ferem de verligera
principes e povos.
A* riquezas adquiridas geram o luso, a exagerarAo
las deapea* publicas, o numero das sinecurss, e,
fiialmeule, os imposto* excessivos deslroera as fa-
bricas e a corruprlo produz pela dissilurlo das ins-
lituires, a decadencia do imperio a sua servidSo ou
a sua ruina.
.... Esclarecidos pelas advertencias do passado,
pode prever-se que a Inglaterra, pela gnerra da
China, toeou nslimiies da* suas conquista* e queco-
meca a puca da sua decadencia.
Anim pensava, In I", anuos, um depata lo que
linba alenlo no lado esqaerdo mas com ideas do
ledo direito, Mr. Cordier, sabio engenheiro, honrado
observador, muilo livre para pertencir a algum par-
tido, mas par isso mesm j respeitado por todos.
O presenlimenlo da decadencia, pela exaggera^ao
de um dominio inleiramente material, enlrou desde
enlAo nos espirilo, ob*erv.idore', ^interpretando cada
um a revolurAo prevista, segando as suas impreques
ou os *u recelo*.
(( A luglaieira, lillh ja di'.i o marque/, de Vil he -
neuv, ..uim philosopho de grande alcance, achou o
segredo de imjirobecer o opulento IndoslAo, Madras-
la, Calcula, sumpluusos chefe* de obra do commer-
cio britanmco, elevamse caros rainhss da Asia ;
mas .miliares de indios silltem ale as allltccoes da
lome.
O IntOllo, esla regiAo sonde a nalureta aecumu-
lava os mais diversos Ihesouros, ve boje nas suas
provincias interna!, oihir as suss cabanas, assira co-
mo vio desaliar os seo* palacios.
A Ierra conserva a su 1 lecunlidad-, o povo a sua
industria.
Chega o insular d'Allfina, qae absorve lodos os
fruclos da Ierra, e que tira ao cultivador c qui elle
lem e o que elle nAn lem. Assim como ouli'ora
praticaram os Musulmanos, o inglez exige como ira-
poslo de lodo o ierre i,, indio a metade doi produc-
tos ; esta metale he arrancada pela 10A0 du raais for-
te ; a quanlidade he arbitraria. Parece pus que o
fugo consumi o terreno alia/ dos agentes ingieres.
quadradas, e lem urna popularao de II milhdes......
790,012 almas.
Os estados gevernados pelos principes indgenas na
presidencia de Bengila oeeopam 515.333 militas
quadradas, e sao povoados por 38 milhis 702,206
almas.
Os qoe i ficara na presidencia de Madrasta oeeo-
pam 51,802 milhas, a sao povoados por cinco milhdes
213,671 almas, e 01 da presidencia de Bombaim oc-
cupam um espaco de 60,575 milhas quadradas, e alo
povoados por 5 milhOis 410,370 almas.
O lerrilorio frrncez na ludia cobre urna superficie
de 188 milhas quadradas, e a sua povoarAo ha de
203,887 almas, em quanlo o territorio portuguez oe-
riipa urna -uprfine de 1,066 mnhas quadradas, e he
povoado por 313,262 almas.
I'ma corespondencia de Calcuta' dalada de 4 de
jolho conlem ossegnintei pormenores sobre is des-
granas da India :
Qae vos direi ea de novo qae nAo seja que a ma-
laora e as rovolla* continuara '.'
A revolta qae pareca ler-se confinado na Ben-
gala e ao Nord-Oueste tense cspalhado para Bom-
baim.
Todoi os dias sabemos de novas revollas.
Ainda que os jumis nao dizem nada, por que o
governo Ib'o prohibe, cuitado recebem-se poj car1
las noticias que todas sao assutadoras.
Sao sempre delalhn medonhos, ou Iratameutos de
urna barbaridade inaudita que os cypaes fazem sof-
frer aos eoropeui.
Familias inleiras sAo despedaradas, mulhere sub-
mellidasa lodos os ultrajes e enancas, e Iraspassada*
pelas baionelas e astada* vivas.
NAo temos nenhuma coinmunicarao ollicial do que
se passa ao norte de Baare*.
Lord Cauuing que linha comenlo por desenvol-
ver gran le energa parece hoje ferido de estupor as-
sim como o seu conselho.
Chegou aqui grande numero de tropas que se di-
rigen) para o iulerior do pait.
Allahabad revollou-se e os europeos foram all
morios brbaramente, assim como em Cawenpore.
Os Inglezes eslAo cercados nestai duas cidades por
Iropas indgenas.
O mesmo iconlece em /.anidaba 1 e im Luckoon
(ia I.-. onde sir lleurique l.awrence uta' cercado.
Por toda a parte os Ihesouros s3o roubados.
E ais qae um mesmo espirito, reproluzindo nos A* acedes da companhia eslo i 30 por 100 do des-
CivilisarAo.o Sobra a missao da imprciisa, i-
prsenta o leguinte artigo, que iraoicrevemos.
A morahdade da imprcasa nAo conslt unica-
menle do ab-lenjao de in.-inuaois e injurias vipe-
rinas : nlo se li hila a fazer excluir do mercado fot>
nali-tico os vocabulos menos corlezes e as reticencias
raais pefidia ; a sua missao be mais larga ; o seu
apu-i.da lo he mais laliludinario e mais benfico.
A moralidade da impreusa nao pode reduzir-s? a
una) miirganalica, (perrailla-se-nos o termo de
de um rapitalo do alcrao con) oulro do Evangilbo,
de um tieclio do dessalir com oulro do apoca-
lypse.
Na imprensa diaria ha a considerar duas especies,
a sciencia e a politice. A sciencia sAo as doutrinas
a poltica sAo as conveniencia*.
Da verdadeira sciencia vera o germen da civilisa-
c.ao e do programo ; da falsa poltica vem a calum-
nia, vera a allusAo traicoeira, vem o doeslo cal-
culado.
Da falsa sciencia vem os cabos moral da socieda-
de : da verdadeira polilira vem o castigo ao aps-
tala, vem o II igello ao vomlellilo da coiiscieocia.vem
as |>ragas aos pharao* partidarios,
De que serve moralisar a poltica, desraoraUaudo a
sciencia, ou purificar a sciencia,pulluindo a poltica '!
(iuali|ur dellas, a pulilica ou a sciencia, he melada
do edificio. Curar sn de um dessas mel ule- he dei-
xar ainda o edificio era ruinas,
Vimos levanlar-se na imprensa urna bandeira de
regenerarlo. Ouvimos om Pedro Eremita ennvi-
dar-nn* a erozada di moralidade jornalistca, Mas,
o pendi que se levantara pira concitar proslylo,
nem nos aceu.liu o enthuiiasora, nem nos dcsium-
brou o espirito.
O mole, qui lemos nessa bandeira, achava-sc
trunca Jo,
Pedia-se moralidade, eondemnava-se o abuso ;
mas nao se aponlav.i esle, mm se defina aquella.
A prnposla era vaga ; o ronvile, ainda que nao
parecesse capcioso, dava com lado seus ares de le-
INGBATEKRA.
Ha do maior inieresse o artigo qne a Union Iraz
sobre a Inglaterra.
Em seguida o transcrevemo*:
Seria dar provas do pouco cavalleirismo, fu o Sie-
cl* quem o diz, fazer votos contra a Inglaterra, no
momelo em que se ahila a sua fortuna, ma* sera
pouco poltico, foi e I nioii quera o fez ver, nAo
seguir o movimeuto desla decadencia e n3o procurar
as cau-a- della.
Est succedendo Inglaterra o qui accede a lo-
dos os oulros estados que se torn .ram po leroso* pela
exageradlo do coinm'icio, esems* lembrarem de
estabelecer o poder coiu as idea* ra irac* que o tor-
nara perp-luo.
A Inglaterra lem feilo as liin conquistas sem fi-
zar caso dos principio* qu devem reger a paz as-im
como a gueria ; h i dous teculos, a sui poltica con-
siste em despojar o ni un lo.
E, cousa Inste, e*la poltica be para ella ama es-
pecie de le ; no lia em que a Inglaterra nin tiver
man paiz algum para invadir ou saquear, nesse dia
cometaria a caminhar rpidamente para a sua
ruina.
Nislo faz a Inglaterra muila dill'erenra da Franca,
cuja prepon lerancia he proveniente das ideas e nAo
das conquistas e expnliaces, e cuja accao sobre o
mundo lie sempre constante, mesmo nas mudencas
da sua forium.
E be talvez islo que explica facilidade com que
nos resignamos eos revezes, como se fosse prohibido
desgrana lirar-nos a nossa forra o glora.
He u Inglaterra que a Franca deve, ms in.iis dis*
de l.uiz XV, as calamidades marilimoi, que deviam
produzir a que la dos nt*w* c-tabelecimentos na In-
dia ; nm vimos com lodo o singue fro cugraii lecer
indefinidamente a grandeza da companhia inglei, e
me-ino boje na presenta dos aconleciinenlos asiticos
geme sibre este dominio que desaba.
Mas ulo nos sera dado procurar sem aversao, as-
s ni corao sera piedade, se a revolurAo que actual-
mente ameara a Inglaterra, ni i lie orna das con-
din'in ioevitaveis do prunrio poler que tem adqni-
I rido '.'
I'ao se formar sobre isto urna idea justa, basta es-
, ludar n i mappa as dimanda* giganlescas de um un-
i perio, que abrange lodos os ronlinenlet e lodos os
{ mares, e lambem apreciar os lucos que unem parlas
I lAo (lisiante e disprala 'as desla ealosal agglomera-
1 rao, parliiilo de Calcula'. Je Madrasta, e de Bam-
i biim al Malla, liibrallar e yuebec.
lie evidente qae esta assimilharjAo nlo existe s-
; nlo por artificio, e e-l- mesmo artificio nao lem fei-
| lo senlo pela continuarlo do movimeuto impresso
par Londres a lodo.; os paulo* do inundo brilannjco:
pare u inovlmentd lodo o imperio sera dissolv lu.
Ora, este nioviraeulo pirpeluo be ao mesmo lern-
j pa poliiiro e co ni'-rc .i. mas mais commercial do
I que poltico, e que faz piever as con*cqucucias de
j um acuiilecimento, como u da Asia, o qual de re-
; penle o acabara.
Allaslemos desle poni o* juizos sinstrrs, e oura-
I mis um hornera que osera, ia lia 15 anus ; islo he
muilo serio'1
Tendo-se apulerado dede o meia la do dcimo
elimo seculo de lo 11- as rlasses da narao ingleza o
espirilo do irafiro, o governo, para mais o desenvol-
ver, iusliluio cinco grandes cumpanhias e Ibes deu o
monopolio de lo las as qoairo parles do mundo, e s
reservoo para os oulro< nrgocianles o commercio li-
vre com os eslados da Europa, e cora algumas pos-
sessOes isolad-s.
No principio, estas companhias emprchendedoras,
apoiadas pelo governo couseguiram despojaras com-
panhias piartuguezas. hollandezas e francezas das In-
dias Orienlaes e Occidenlaes, e conquistar imperios ;
todava impediram o desenvolvimenlo mais rpida,
mais moral das colonias jielo concur-a livre de lodos
os negociantes.
Estas companhia* prcvilegialas, servindo-sedo seu
crdito, das suas riquezas, fructo do monopolio, cor-
rompern) os agentes do Enverno para augmentaren)
e perpetuaren o* seus privilegios cum detrimento do
publico ; nas colouias, ellas Irnlam os vaasalloi co-
mo escravos, e os escravos como besla de carga ; el-
las deslroem e quemam as .-raras, segundo as cifras
doi clculos mercanlis, e nAo conlem a vida dos hu-
men* -enlu sob o ponto d vista (nanceiro.
A Inglaterra chegoo a possuii colouias de urna po-
pulacho de dtenlos milhes d almas, mais exten-
sa* do que a Europa, a maior parte dellas liradas nv
nares du continente auropeu ; euriqu-ceu-se com
os seus Irabalhos quoliJianos, e lira orn reiidimenlo
,'iuuual de muilo* rnilhiie* que divide entre os agen-
tes das companhias e os espectadores linanceiroi das
colonias.
Mas laes sao os destinos dos imperios : os seo au-
no- <,ii contados corao a vida dos homens.
Files lambem teem as las quatro idades ; e a sua
decadencia he ordinariamente lio rpida quanlo foi
extraordinario o sea cresciraento.
Sujeitos a esla eterna lei da Providrncia, qu ve-
la pel conservarlo da rac,a humana, chefi d'obra da
cre.ic.Ao, os imperios dos povos e dos principes con-
quistadores nao lem comparalivaraeiilo a dorara j.a
vida de um homem.
Em menos do que um seculo os piilugnzes con-
qiii-ladores da ludia foram expulso* pelos hullande-
zes, o-bollan !'/.'- pelos inglezes, e os inglezes foram
vencidos e hnrados fora da vmrica pelas milicias!
doi Eslados-L nidos, que o futuro reserva pera novas I
heraocai.
A cundirlo da Inglaterra lie conquistar continua-!
mente para vivrr, nlo be porem preciso que o muii- i
do se associc a' condicAu desle exislencs anli-su-
cial.
Mas a Inglaterra marcha para a sua dailruiclo
pelos elemeuis das suas proceridades.
Como s ihreexcilou o desenvolvimenlo la induslria ,
ilo commercio e das conquistas, locou os limites do ,
possivel e o apogeo da sua grandeza.
n .... Por outro lirio, o commercio do mando e a
i-\pi ,r,i,.-l i de immensas' coloaias accumiilaram na j
lirAii-Bielanlia despezas excessivas, e fi/.eram pene-i
Irar a corrapc..lo nos coslumes privados e polticos..,. I
dons extremos do mundo ura mesmo eslado, a mi-
seria da India rellsclo a sordidez da Irlanda.
Na Irlanda o hornera e o porco parlilham a mes-
ma cabana, na India, a mAe e o fillio di-pulara al
a ultima migalhl e missravel arror, al o dia der-
radeiro era que epparece a nova colheila. .
Observe-*e porem que a avidez ingleza, levando a
miseria ao cultivador d i terreno indio, nao operoa
sobra dous ou Ires milbee de habitantes, mas sobre
mis de nitenla.
Basta dizer qae no dia em que parar este sistema
de dominio plo despejo, toda a Ingl (trra se lu d
sentir abalada.
Oa nAo he da natnreza das cousas, que o imperio
do commercio, mais duro do que o da espada e me-
nis aceilavel pelo* povos civilisados ou pelos barba-
ros, powi estabelecer se a durar indeQnidameole,
quando o* povos sao chamados a pouco e piuco a co-
uliecerem loJus os segreaJos da forrja material, que o
vencen.
A luzlalirra pde explorar a India, em quanlo
a India Ihe ofTereceu p ivas novos para submeller e
explorar ; acaban porem por locar as extremidades
da barbaria, e perio de dous seclos de proconsiilado
mercantil descobrira, como diz Tacilo, os mvsleriot
do imperio.
Ha po nlxolutimule necessirio que para esle
espirito de moviioanle perjietuo, e as palanas, ha
ponecitadas, de Sir lleurique Kussell aononeia-
iam que e*ia paragem he o termo fatal d dominio
da (,rl,i-lire(aulia.
Alem dille, in lepen leutmen(e desla observadlo,
qoe dio pode ser puramente philosopbica, upera-se
no Orie)iie, assim corno no eslo do inundo, uraa vi-
sivel revolurlo que deve dpedC-tr o imperio cora,
mercial da lnglalrra.
A**im considerando as coasas no sea ponto de
visla mais material, quem na) v que a Europa taca
'ja na Indi* pelo* raminhos de ferro?
Acaso nao sera esla a reuascenra do mondo asi-
tico ".'
Omarquezd Villsneuve, esle espirito penetran-
te ja o i,nin preisenlido :
Approxima-S' o inomiilv\ dizia elle em 1830,
em qu* a Asia ou por va da Hussii, ou pela nave-
garan lluvial lorram ir. directamente na Allemanha
os seas alg ulOes bruto*. Ora a Allemanha lem mais
bracos do que a I ugl l-rru ; sasleula-os tuiis baratus
ella nlo he menos ti ibil, e n* seus lecidos feitos na
SaaOnia ja peuelraram em Calcula, e ale ua Chini.
Quepo ler i o|,por a Inglaterra a ura* concurren-
cia lAo bem et,belcida '.'
Novo* e*f irjns em mechanica '.'
Elles leem o* sen liuiiic* no possivel. Ser pois
abrigada a recorrer ao mechanismo animado, ao
uperario
Deniai*, deve se ajonlar a Filia, que comraun ca-
va pela Europa pelo commercio inglez, entrando
agora direrlamenle em relaces com ella, o qae seta
do dominio exclusivo da Inglalena?
Ser natural que a India consinla indefinidamen-
te a ear*ir-*e as rudes lei* de seo senhore*, de-
pois da Europa Ihe ter levado os seus exempl is e a*
soa* ideas'!
He mi.ler qae a Inglalerra sofTra a* coniequeucias
do m ,ii;u.i i enrgico, que ella quiz, mus do que
oulra qoalquer nac,, imprimir no mundo.
Em quanlo uta m itimento ie fez nos limites, em
<|ue a a-rli di lughl-rra era di*(incla, elle s ser-
vio para extender o po ler brilaniuco.
Mas no momento, em qus esle movimenlo foi
confun iir-se cora o movinieuto universal dos oulros
povos, ond acAo perdida nas on lulacd;s do vasto
mar, a Inglalerra na ta mais lem a esperar do im-
pulso particular das suas proprias forjas ; he preci-
so qu ella se limile a le da aclmda,le comraun) a
lodos os pavos. Ella polera' conservar o seu genio,
a sua poltica, os seus proressos indu-lriaes, os seus
c .stumes cumin'rciaes.mas para fazer dislu ama for-
ca anloga a das oulros estados poderosos e aclivos,
e ni i urna forr-a de preponleranria, que ab-orve o
mundo dibailo do dominio de urna companhia de
un"! ,i| re- proCOBISIes,
Em urna palavra, o mundo rensamira' a sua II-
berdjide : e ser miis um exemplo de que os povos
coramerciaiiles nao lem uo mundo mais do que um
imperio p.ssageiro. Ja disto linliaraos urna prova
em Carlliago e Venezi ; Londres de novo o demius
(rara'.
Digara nas poi*. so quizerem, que ha poucocava-
lli-irisini Billas obiervaras, basta que nella- baja
verdade e sen-o comraam. Demais, mesmo sem ca-
valheirisrao, serii permillido a Franr-s recardar-se
du genio do.- Dupleix e dos Libaurdonnaye.
A Franja lamberalera direilo de reiviudicar a sua
p irle de acsjaO obre a civilisajA i da India, nada
a obriga a inter/inr-ie por om dominio, qus pu-
le eslabelerer-se com delrimenlo dos seus inleresses
e da sua gloria. O que deve ha deplora- as revolu-
..'('-, queso fazera cuta sangue, e mesmo assira nAo
podera censurar por al,, ir om poder eslabelecido
par licces de avareza e de barbaridad!.
conlo.
Estamos qnan arruinados.
O commercio do alio paiz esla' aniquilado com-
pletamente, e s o ail he quejler, algum! exlcac-
cao.
O arroz esta' por um preco exorbitante, e os po-
bres morrem de fome.
Cdrao acabara' ludo ialo'.'
Nao sabemos, e sai podemos diz*r qae a conserva-
cao da India he iropossivel aos Inglezes, ama vez
que nao tenham all cem mil soldados eoropeus, e
ainda assim sera' neressAho guerrear como guerrea-
ran) na Algeria os Francezes.
A popularlo mussuimans deseja expulsar os eoro-
pcu*. e nao perde oca-ilo de exiermina-loi.
Dos rento e vinle mil homens regulan! e irregu-
lares que cumpunham o bello exercito de Bengala,
nao reslam mais que seis regimentos fiis, islo he,
que nao esperara mais que urca.no para imitar
os oulros, lesleraunha o 6- regiment de fnfanlaria.
l'ui annimo linba escripia', poucos dias anles,
que o regiment ia a revol(ar-se.
O coronel Simpton eacreveu logo nos jornaei para
protestar contra urna lao calumniosa imputadlo, e
no dia em qoe a caria do corone pparecia nei jor-
uaes, revollava-se o regiment e nula mullir-
res e cnanras em Allahanad.
Tem-ai annuncialo a tomada de Delhi, mas nao
he cerla, e posso garanlir-vos que o goveroador nlo
recebeu nenhum despacho oflicial.
Calcula-se o despojo do Ihesouro de Delhi em cem
milhdes de francos, e reeeia-se com ia/lo orna crise
muuelaria seria, sa nao lr nma baoca-roli da com-
panhia.
Bem vedes que a siluai;Ao nao te mclhora em
nada.
Em Calcula' linha-se formado ama guarda nacio-
nal de voluntarios, mas parece que u8o sen lo do a-
grado do governo, esle Irata de desgosta-la.
{Union.)
ESIAT1STICA.
I.-se no Times:
Um lela lorio parlain Mil ,r qui foi aprsenla lo em
cous-qutncia da morlo ,1o coronel Sikes, membro do
pnlamenta, e que acal i de ser publica lo, da' o* se-
guinles detalbes eslalis icos a respeilo do nosso im-
perio das Indias Orienlaes:
V ss que todos o* governos da India se eatendem
sobre urna superficie de um milliAu 466,576 milhas
quadradas.
Os e-iado- inglezes occopira 87,412 milhas.
Os eslados governades lelos principes indgenas
627,010.
E as posseises francezai e porlugaezas 1,2"i.
A populaca, total he de 180 milhoe* 841,297 al-
mas a saber :
Nos Estados inglezes 131 milboM 990,901.
No* eslados governados pelos priucipi-s iiidigenas
18 milhOes 376,217.
E nas possesses exlraugciras de Franca e Portugal
617,110.
Os estados da India idmiaUlrado* pelo governador
giral era ron-ellio e-teii''cui--e a urna supeilicie de
46,050 milln- quadradas, e eslo poioalus por 23
mil'i,',.- 2*),">,y72 almas.
Os Balado* administrados pelo lenle goiernador
(le Bengala oceupam u-ii eapaee de 221,06!) milhas
quadra i,s, e lem urna popalafal] de lo miibei
852.31)7 almas.
Os isl.idosadminislradvos pelo lenle governador
das provincia* do nordeste oceupam um espiro de
105,739 mili,a-, e tem urna popularAo de 33 milhes
633,193 almas.
Os eslados admioiltradoi pelo governador de Ma-
drasta oceupam om lpco de 133,090 milhas, e
teem urna popularlo de 22 milhes 137,297 al-
ma*.
E os estados admioislradoi pelo governador de
Bombaim oceupam um espar-o de 181,514 milhas
INDIA.
O Friend ol China publica o seguinle Migo -o-
bre a triste titnaco em que se achara as I n lias :
O loo,i eilingue-se quando nAo lem mais alimen-
to ; assim as revollas tem quasi completamen-
te cenado, porque restara poucas tropas que potsam
revollar-se.
Um exame conscieneioso da forra do exercito tem
dado um total da 7 regimenlos sobre os quaes sa piu-
sa poder contar ; com ludo trmem-se ai consequeu-
eia* u'unia grande confianra na soa lealdade.
Hoje be grande o assombro causado por esta mul-
ddao de desastres para os quaes nao lia compensa-
rlo, (alvo em alguns casos particulares, onde a co-
ragam a firmeza dos ofliciacs lem -aludo conservar
a ordem.
Nao e pode ainda fazer ama idea exacta do asladu
de (le-nrgaiiisirAo que reina nas provincia* sup-
rores.
O commercio eali completamenle distribuido, I*
etrada es'i inlestadas de salteadores.
O /.eiiun lar- despojados dos seus nudimentos em
quasi ludas as aldeias lem espulsado os seus mccei-
sores.
lima mullida) de pequeos rajahs proclamaram-
e independenle, e procurara mpprir a falla do sea
poder por uraa aclividade infaligavel pelo roubu e a
malanca.
Da todos os raalfilores desla especie, o Nana Sa-
fiel parece ser o mus sanguinario.
F.sle homem que be filbo adoptivo do rajah Baji-
lli!, linha reclamado a enorme pensio concedida a
esle pelo governo inglez e lendo-lhe sido negada ju-
rn vingar-sc.
Organisou um corp de assaisinos, e nlo le pasn
um i dia um que coln qualquer desgranado euro-
pe) e Ihi d a morle.
A ultima malanca que maudou fazer he lal, que
he pena qua naoleuha mil vidas para expia-la.
Tinha-sa espalbado ura pnico em FuUyghur e 131
pessoas, homens mulheres e crianzas linbam aban-
donado a cidade e embarcado em pequeos barcos
para irem a Allahabad, a aluda nlo haviam chegado
a Bhiluor quando Nana Mb-b os peneguio.
Os barcos lomados e aquelles que all sa acluvam
foram condozidos a Cawnpoie.
Uruiii los ii'uiii campo da manobra os (icarios de
Naua-Saheb comec,aram a arcabusa-los ; mas a obra
da de-lruicl ni ,,. conclu i rom a brevid ule que
de*ejavam os seas miseraveis algozes ; estes se opro-
ximaram das suas vichmis e as detpedram a golpea
de lulwards.
Urna barbaridade lii iuau lita nao sa lem vi-Io lia
muitos seculos.
IIaje portaulo os angln-indios eslo 13o lamilian-
sidus cora asles horrores, que s3o gradeeidos quan-
do a muri uAo he anuunciada a's vlclimis por tra-
tamentos ainda mais horrivcis.
Era Sitara houve ltimamente grande susto, raai
o p.uico linha cesudo.
No dia II de junho dizia-ie geralmenle qae ludo*
os Mahorales se suLlev-.ri-in.
Haviam 500 descomentes na cidade, e esparavn)-
se oulros oitocentoi.
O lente Kerr parti cum 50 homeus e prcor-
reu 50 milhas era 20 horas.
A sua i-bega la iueaperada leve om excclleule re-
sultado.
Os descontentes ficaram desconcertados.
Um Palrliwallah inlentou sublevar o rgimen lo n.
--, mas fui preso anles que isso realisasse.
Em Hvdraba) aflliarara-se proclamacos sedicio-
sas, e um cypal portador de urna inensagem para os
insurgentes foi preso.
Os soldados rabes que goardam as porlai leni-se
conservado fiis, e impedem qoe os ripaet se coiu-
muiiiquem cora os lubitaules. O recrulas de ISliurl
poro tem-se mostrado lao prfidos como o contin-
gente de M- lu.lpaie, mas em compensacAo o contin-
gente de Malivah lm-se conluzdo nobremenle.
A rebellilo f.i suffocada em Nagpore, e os insti-
gadoras loram fuzlados.
Em Se-labuldee, a siloaro li grave, mas feliz-
mente, que em Kamptee ha urna guaroicAo de
Madras.
Singar, Jubbulp ir, NagoJe e Dumoh ainda ea-
Llavaui liiuqiiillas no dia 23.
Seelapore tiuba-se revollado.
N./' o. (
HU DE JAN ti no.
mm.
SESSAO DO DIA 21 DE AGOSTO DE 1857.
l'retijenria do >>. Luzehio de Qaeiroz Coutinho
Malloso Cmara.
A' II horas da maullas, o Sr. vice-presidenle abre
a sessao, acbando-se presentes 30 Sri. senadores.
,

'




I
DIARIO DK PERNAMBOCO 1R(:.\ PEHA 2.) DE SETEMBRO DE 1857.
Lula a acia da seiriio anleeedenle, he approvada.
Nao havendo eapedienle, secue-ae a
ORDEM DO DA.
Entra em lerceara dncuao, cum o artigo a.ldi-
livo do Sr. vstonde da Alboquerque approvado ha
seguuda'diecussao, a iirop '"..lo da cmara do de-
potados coiicedeiulo um eropreslinao de 300 coolos
a' coropaiihiii da Puna da Areia.
1 U,im sobre a materia m Sri. Souza Franco
WaDdcrley.
He apuiado e enlra em discuti o seguinla ar-
tigo addativo :
a Conceda-ie eom ai roacmai condic,es, om ero-
preslimo e 150 conloa para a fabrica d lacidoa de
Todo o Sanios, em Valenoa.J. M. Waoderlex.
B. de Montib. i
Julgada a malaria discalida, depois de orarrm o
Sr. vieconde de Alliuquerque, Ferrar a vieconde
de Jequiliuhoulia, approva-ae a propuiictlo paia
subir a saucedo imperial, sendo rrjeiladaa aa emen-
das.
O Sr. Presidente marca para ordem do dia o res-
to das materias dadas.
Leeaula-ae a aessao aa doras e 10 miuuloi.
CMARA DOS SIS. DEPITADOS,
SESSAO DE 21 DE AGOSTO DE 1857.
/'residencia do Sr. vizconde de Iaependy.
A' hora do coalume, ftila a chamada, e echndo-
se reunido numero letal, abre-se a seisto.
Lida a acta da antecedente, he approvada.
O Sr. primairo eecretarin di eonta do seguale
EXPEDIENTE.
Um oOlcio do secretaria do senado, romraunican-
do que S. M. I. comente as resoloe,es que con-
ceden cartas de uaiuralisacao a Jos Beuito Nu-
nca c ostros, diversa loteras, que approva o con-
trato eom o Dr. Hermn Bluweneau. que concede
tatures a' estrada da ferro D. Pedro II, e a que
man la pagar ao lenle reformado Joaquim Jos
de S iuia.Inteirada.
Cao dit8 do meamo aecretario, enviando a propo-
aislo que concede duaa loleriaa em beneficio daa ma-
Irizes do Sania Rila.do Bio-Abaiio e o o iras.A
imprimir para entrar na ordem dos trabslhos.
Um requerimeulo de D. linios Mara Pinto G-
viio, pedindo que o meio aoldo que llie competi
por falleeimento de soa rn.li eja sem prejuizo da
terej que ja venca em remoneracto dos serviros de
eeu pai.A' comrnissto de pensOee.
lie minado objeclo de deliberar.1i>, e vai a im-
primir para entrar na ordem dos Irebalhos, um pa-
recer da coramiato de pensoes e ordenados eilipu-
laudo o ordenado do procurador dos feitosda fazen-
da de segunda instancia nesla corle.
Sao approvadas sem debate ai redacees dos pro-
jeclo que autorisam o governo a Innovar o contra-
to eom a companhia de navegado e commercio do
Amazonas ; e a do que manda admittir a' matricu-
la o exudante Jos Marciano da Silva Ponte, e a
que desfaz um erro do projeclo sobre sociedades em
conimandita.
He igualmente approvada a redacto do projec-
lo sobre sociedades em eommandita.
He igualmente approvada a redacto do projeclo
que muda ,i rabera do segundo dislriclo do Mara-
nliA com a seguinle emenda :
O art. 3" seja redigido pela forma seguiole:
altea creado um collegio eleitoral na villa do
Ipu', perlencenle no lerceiro dislriclo da provincia
do Ceara', sendo caber; do mesmo dislriclo a cidade
de Granja.P. Brrelo.
Leitura de projectos e indicados.
Foram luios e julgados objecto de deliberado os
seguinle projectos :
1. Do Sr. Conlia Malos, concedendo dua lote-
ras para o hospital de caridade da cidade de Govaz.
2. Do Sr. Pereira Pinto, concedendo tres I. lenas
para diversas malri/e do Espirilo-Santo.
3. Do Sr. Candido-Mandes, concedendo orna para
a matriz do Rosario, no Maranhto.
i. Do Sr. Aihayde, concedendo duas para as ma-
trizes do Baealhao e de S. Sebastiao da Aula em
Minas.
5. Do mesmo senhor, concedendo mais duas para
as malrizts da Piranea e do Turvo, em Minas.
6. Do Sr. Cunta Matos, abrindo nm crdito de
100:0003 para a expo.acto e melhoramento do lei-
lo do Tocanlina, desde Alcobaca al a confluencia
do Araguaxa.
7. Do Sr. Rretas, concedendo a irman lade do Sa-
cramento de Caldas adquirir bcos de raz ate o va-
lor de 40:0005.
9. Do Sr. Gavito Peixoto, creando sobre os di-
verlimenlos retribuidos um imposto para urna caire
de soccorro publico destinada aos pobres.
10. Do mesmo senhor, definindo e garantindo a
propriedf.de Iliteraria.
11. Do mesmo aeulior, garanlindo os direitos dos
autores dramticos.
12. Do Sr. Rodrigues dos Santos e mais 43 aenho-
res, alierando e reformando a orgauisec,to judie la-
na do imperio, nesle seulido :
Art 1. Os juizes creados pelo arl. 13 da le de
3 de dezembro de 1841 passam a categora de joizes
de direilo de termos ; e como laes serao perpetuo e
inamoviveis, salvo os casos previstos na le n. 559
de 28 de jonho de 1850 : serto nomeades d'enlre
os bichareis formados, promotores, juizes munici-
paes, advogados que liverem quatro anuos de ellec-
livo exercicio, sendo o destea ullimos provado pelo
modo que o enverno determinar em regolaraento.
Arl. 2. Eles juizes sto ezclusvamea.le compe-
lenles para processarem e jolgarem as causea civei*
cm todos os ramos que couipctiain aos juizes muni-
cipaes e de crphtus, ou para julgarem deliniliva-
mente a causas processades por juizes supplenles
nos termo que nao teem, confurme as leis vigen-
tes, juizes lelradiis. Compele-lhes 'igualmente a
scnleura de pronuncia ou a.to pronuncia nos pro-
cesaos eriminaes formados pelas autoridades do ter-
mo, e bem asm a setenta definitiva nos processos
da aleada das autoridades puhciaes, com recorso
neceasaho para osjuizes de direilo orregedoresde
comarca, e em geral toda a jurisdicc,ao criminal que
as leis conferan! aos juizes municipees. As airadas
no eivel serao as que compelan) aos juizes mu'niri-
pae.
SSo considerados juizes superiores s autorida-
des coja jurisdicc.ao se limita ao termo, por eonee-
sao de habeas-corpus, quando ah nao estiver o juiz
de direilo corregedor da comarca : sua jurisliccao
noa processos de respousabilidade he limitada am
rasos do arl. 23 1- segunda parle da le de 3 de
dezembro de 1841.
Art. 3. Estes juizes sera substituidos no pre-
paro dos feilos civeis e criminaes por sopplenlts m
Homero igual aos que lenham os juizes munieipaee,
sendo porm Horneado aob proposta dos juizes de
direilo corregedores, que' nao poderao incluir na
propoila prenles no grao marcado no arl. 81 do
cdigo do processo. No impedimento ou por aua-
peicAo dosjuize de termo, senlmcas em todas as
causas, de que (rata o artigo antecedente, serlo pro-
feridas pelo juiz de direilo do termo mais vizioho.
- Arl. 4. Os juizes de direilo de termo pasearan
a classe de juizes de direilo corregedores da comar-
ca poranliKiiidade, coolando-se-lhes para case fim o
lempo do effeclivo eiercicio doa cargos de joizes mu-
nicipae, de orphtns e promotores : lero da orde-
nado oiluceolos mil res, a seiscenlos mil ris de gra-
lil. ac.n. ; e peretberao alcm disso a gratificaran
doa juizes de direilo corregedores quando os sobs'ti-
Juirem.
a Os joizes de direilo cvrregedores s3o superiores
aos de termo para conhecitnenlo dos recorsne cri-
minaea e aggravos civeis interposlos das deeiic.ee
deste, nos casos em que se inlarpoiiham dos juizes
ni'imripaes, de urphaos e autoridades policiaes;: te-
rao de ordenado doua cootos e quatrocenlos mil
res, e om cunto e duzcnlos de gralilirarao.
o Arl. 5. Ficam abolidas as entrelas eslabele-
eidas pelo arl. 1- da lea n. 559 de 28 de junho da
18 iO. Os juizes corregedores das comarcas e os dos
termos mus remolos das provincias do Alto Ama-
zona, Para', Goyaze Malo-Groaso, gozarlo do pre-
dicamento de ut qoarto roaisde anliguidsde. Aos
juizes de direilo de termo sao applicaveis a dispo-
sicoes das leis n. 557 de 20 de jiiuho de 1850. 559
de 8 do mesmo mez e anuo, arls. 2, 3, 4, e 500 de
igual dala, art.. I-(segunda parle; 2,3,4, e 5.
Arl. O juizes de direilo de termo e os cor-
regedores de comarca qoe aeeilarem a eleiclo e fo-
rera es:olhidos senadores, serao aposentados com or-
denado proporcional aos anuos de servido, se live-
rem ao menos dez ; e nao lendo deixam vagos os lu-
gares. Os qoe forem eleili s depulados geraes ou
provinciees ficam inhibirlos do eiercicio de aeus em-
pregos durante a legislatura, e n3o perceberao ven-
cimenlo algum .los meamos duranla igual lempo.
Arl. 7. Os iuizes de direilo na sao ohrigados a
aeeilarem a nome.n.lo para chafes de polica : estes
portera ser Horneados pelo governo d'enlre os ba-
cnareis formados ero direltn .
ORDEM DO DIA.
Uinlinoa a disrussAo do parecer da coromissao es-
pecial sobre a denuncia contra o e-ministro da jus-
115a Joic Ihomaz Naboeo de Araojo.
I.e-ae, apoia se, a enlra conjunctamenle em di<-
ruasAo, a se'.'uiilc emenda :
:A cinara,considerando que o ei-mnislro da
laelica obroej f. ra da le, e pecando as razes de ali-
ndarle publica que o movern) a aposentar magis-
trados, resolve que uAo ha maleria para denuncia.
a Sala da sesses, 21 de oguslo de 1857.Barros
l'imeutel.
Oraram os Srs. Teizeira Jnior e Paulino de
Soma.
A diirnssAn fca adiada pela hora.
O Sr Presidente da' para ordem do dia :
ApresenlarSo e discussao de requerimenlos na ho-
ra competente.
As materias anleriormenle designabas tanto na
primeira como na segonda parle.
Levan la-se a seasao as 3 horaa da larde.
bem sendo substituidas pelos rccrula que chrgam
das provincias e sAo logo sujeilus as escolas de ma-
nejos, afim de que os mesrans corpos se acliein sern-
pre completos e aptos para urna eipedrae. I) zem-
ma que a o conlingenle que graulaliiienie tem da
ser forueeid pelo bslalhAo de artilharia andar
por 400 praras. sendo que al em ultimo easo mar-
chaia lodo o corpo soh o romanando do major PorlO-
Carreiro, ollicil de metilo, que deves cunliecer,
poia que he leu patricio.
Ja vez que, conforme te diese em urna das aiitc-
riore, o minialro da gaerra, o Sr. Coelho, nao se
descuida em tomar em lempo aa preciaas medidas
para o ca.o de guerra a que seremos levados, no
casnprosavel de aborto da missAuParanho.
\ i lian iu a Hornearlo do tenenle-coronrI Peitolo,
nevo duer-le, que lanho ouvido acerca della juizos
mu enronlradoe.
Ha qunn preauma qoe a eacolha fol ecerlade, por
laso qoe sendojaquelle ollicial|lilho da pruviucia.e uel-
la muilo relacionado, melhor que nenhum oulro pode
organiser esse curpo, animando e estimulando o pa-
triotismo de seua comprovincianos, para que v,1o >u-
luntarimeiile defeuder a causa de aeu paiz, a que
ae acha ligada a prospeiidale de Malo-Grosso, cojos
futuros deatinos dependen) da navegado dos rio,
qoe o piesidente Lpez nos qutr fechar.
Emenden) oulros, e au nao sei coro que funda-
mento, que sendo o Sr. Peiioto offirial que ae tara
enlregado.a h.biloe e praliras de commercio, eom o
que tem conseguido fazer elgoma fortuna, torna-se
improprio para commaudar e dirigir Iropas, mor-
menle em caso de guerra, em que ao militar nao ha
licito cubirar riquezas, mas saber conservar etsa su-
blime abnegarlo do inlereaae pesaoal, esse des-
prezo pela vida e pelo ooro que sAo degraos da
gloria.
Seja como for, o felo he que ah ja comecam as
remesaaa de tropas e de dinheiro para aquella pro-
vincia, qoe he o ponto pelo qual deve ser dirigida a
guerra, uo caso de que alenhamos/O mesmo le-
uanle-corooel he portador de 300 contos de ris,
que sao remeltidos pelo theaouro nacioual a Ihesobra-
ria daquelle provincia, alein de 15 ou20 eoouv, que
sio-lhe dados para as despezaa de viagem. Nao aei
se cala ultima quantia he realmente exagerada como
parece. Maa devo dzer-le que o trajelo de tropas
desla corle para Malo-Gros e despeadioso, principalmente na quadra, que agora
corneja, do ereeciioeuto das aguas doa ros porque
se tem de passar.
Essa diflkuldade he o que mais me preoecupa na
quesiao que se agita ; poia he fra de duvida para
quem e>luda as nossas cousas e acompanha a mar-
cha dos Dsgecioa, que a goerra deve ser feila por
Ierra, para que poseamos contar com Iriumpho cerlo,
prompto c duradouro, dado mermo qoe por mar,
como he de suppr, as nossas armas sej .111 sempre
victoriosas.
Comprehendes fcilmente que nessa lula devem
ser de grataste vaniagem as cccupace militares ; e
bem v que a e-quaira que tiver de aubir o rio pa-
ra forjar e dealruir oa pontos militares que exislem
ua margem, e que diariamente vo augmentando,
Dio pode mandar forjas para Ierra, qoe se internen)
no paiz, por milhaies de razrs que todos sabem.
Moranlo precisamos de orna grande forja no Mato-
Grosao, qoe infelizmente all nAo ha, e que he in-
dispensavel mandar. Ue essa a opiniAo que soppo-
nhi eer a do governo, porque falla-se era corpos
completos que devem para all seguir, como dase.
Nal quaiilu 11A0 cu-lara au iliesouro cada soldado
poslo no forne de CoiAHa' quaola fadiga n3o soffre-
r esse soldado, quaulo lempo e traballio para I.
chegar'.' quanlas vides nAo serao perdidas oesse
trajelo, principalmente sendo elle por lunares in-
hspitos e insalubres '.' Eis, meo amigo, 110 que con-
velo pensar.
Comludo nao se deve esmorecer : o querer lie po-
der. O Sr. Coelho lem labre) seus hombros una mu
pesada, roas honrosa lerefa ; por mim confio que
dar conla della. Assira sejam os seua esforjos se-
cuodadus...
I- mal mente acaba de ser approvada a encorpora-
jAo do Banco Commeral Agrcola, enm emirato, a
fenle, do qual se acha o Sr. le u ira Lente, liomem
de fortuna, perlencenle a familia dos Teixeiras ae
\ assouras, que est hoje eslabelcido uesla corte.
Essa approvajao era desde moito esperada alenlas
as rclai.ne que aqu tem o Sr. Teixe>ra, e do favor
que goza de pessoa hoje influente na poltica e eo-
vernanja do paiz. E tal era a certeza della, que des-
de muilo as acjdes daquelle Bauo se vendem na
praja com agio, e durante- a semana passada, lal foi
a procura dellas qe foram vendidas com o premio
de 205 ola bem, ecjoee de um Banco que anida
nAo exista Actualmente ellas e-lAo na praja a 22)
de premio. De m- do que os accionista originario
de cam acjea, p<,r exemplo, que einda nio enlra-
ram com um real, porque anula ae nAo Bierara as
chama las, ja m.tleram na algibeira. 2:2lH)3. sem le-
rem feito mais do que assiguar o eeu nome em urna
tolha de papel para aa chamaren) arciouislaa I
Daqui v bem qual a rzao porque certa gente
grla lano por Beos de emeeao, e falla em desen-
volvimenlo do crdito. Nao digo qoe nAo ande am
lude sso o inlersse das diversas iiidu-.'rias e do
commercio do p*ii; mas anda lamben e principal-
mente multa especulai.Ao ; nao o dvides.
Acora trala-se anda da crear mais oulro Banco
para a corle, bem como dio na liahaa e oulro ein
rernamboco, lodos com emissAo. Para o pnmeiro
existem dous proj'Clos subraellidos so conhecmeiilo
do governo, um de que he agenle e promotor o mu
condecido banqueiro Souto, e oulro o negoeiaole
Cornelio. Ain la nAo sa sabe qual dos dous ser o
preferido. Di/em-me mesmo que no proprio aeo
do gabiuete ainda nada ses>be nem resolveu, por-
que a opiDOes se achara divergentes. I'ae e lae
ministros querem o pnmeiro, laes e les oulros que-
rera o segundo, fcra vista do que ha quem assegure
que nenhum dus dous sera approvado.
Qnanlo ao de la provincia eis o que diz o Mer-
cantil de 2 do correte, falla que ae raoslra sempre
bem informada
u Informam-nos de que vo eer approvado mais
doua Bancos com emissAo, um para l'ernambueo e
oulro pira u Babia.
a Dos dous projeclados Desla ollima provincia pa-
rece que lera preferencia o organiaado pelo presi-
dente e alguna directores da caixa filial do Banco do
Brasil. 1
Essa farilidade de Laler moeda qoe lano vale a
feuldade de emisso" me parece cousa mudo sera,
que lalvez acairele cousequencias bem desaslro-as
Admiro mesmo como os nossos homens de estado, ^
geverno e as cmaras, nAo encaram esse negocio com
ceno susto. Bespeiio as opioica de todos ; nao qoe
ro dirigir eensurae a ninguem, e muilo menos a de-
villa e administrada pelo socio Jos Rodriguea Pe-
reira, e que depois de haver procedido as IDlil .a ala -
senles pesquizas e aecurado exame 11a dila casa c
soa escriptuiajAo mercanld cora a correspondencia
social e particular preslando-se dilo suriu com loda
a promplidAo, sem se |\e descohrr o menor siunal
ou vestigio de ler sido, ou ser aulor, co-reo 00 Cm-
plice neslc me, pelo que o doixara era liberdade ;
deiiois talvez por inipirajes de saus mulos ou des-
alleclospor commercio ou polticaa raandou eu
carcerar e por incominuiiicavel ; por uso com lodo
0 reipeilo devido ,1 auloridade e pessoa de V. Exc,
reclamo em nome do governo porluguez contra a
injusiija, que jnlgo sollrer esle seu aubdilo por
essa prisAoIlegal, senAo lamberinjualaan-
tes da culpa formada tuijAo, a arl. 175 do cdigo do processo, porquaulo
a vista do arl. 175 do c. cil. combinado com o arl.
101 do mesmo cdigo do processo e arl. 301 S 1, 2,
3 e1 4 do regulamenlo o. 120 de 30 de Janeiro de
1812 he esle crime afianjavel, e depois desla
busca aperlada, sem resultado ao menos de aospeiia,
parece que j nAo havia molivo p!aoivel para esa
prulo para iudagajes policiael, exlemiva a lodos
oa crimes por se nAo distinguir os afianjaveis dos
inafmijaveis, em que snmenle pode ler lugar por
nao dever nluguem ser preso antee da culpa for-
mada.
Se fosse elle preso em flagrante por adiada de se-
dulas falsas em seu poder ou por ler se-lha provado
indicios .chmenles de haver eommercado em lal
crime, eu nenhuma reclamacAo faiia, porque reco-
nnei-ena eslar o procedlmenla des autoridades na
aijada ou esphera da le, mas do modo porque levo
diio, jolgo de meu rigoroso dever solicitar de V.
Exc. providencias, que fajam allivia-lo deala pn-
s3o, se ja nao estiver pronunciado, para nAo sollrer
lambem prejuizo em sua casa coroinercial, pieve-
niudo V. Exc. que ee Dio repilam casos seme-
1 han les.
n Espero que V. Exc. altender a esla minha
juala recia,narao, fazendn-a elfectiva quaulo for
possivel, e que aceitara' es protestos de respeilo e
eslima que Inbulo a V. Exc.
Dos guarde, etc., etc.
A resposla que o presidente deu a semelhaoie cili-
cio sabio publicada no Pedro lio de 19 do correute
e he a que se segu.
Ljpedienle do dia II de selemro.
Oflicio.Ao Sr. Manuel Caelano Gouve, cnsul
de Portugal.Accuso rerebido o ofTicio de do cor-
rete, que o Sr. Manoel Caelano Gouveia, cnsul da
Dicte poilugueza, dirigio-me acerca da prieto do
aubdilo daquella nacAo Jos Rodrigues Pereira, so-
cio da casa commercial de Salgado & Iranio, desla
praja, pristo eflecluada na villa de Baluril pelo
Dr. chefe de polica da provincia, por serem o etilo
Pereira e seus socioa suspeilos da ler cmillido sedu-
las falsas na circu.cao. O Sr. consol depois de ha-
ver expendido que aquello chele de pohci procede-
r a mais rigorosa busca, ao mais acurado e minu-
cioso exame em loda a correspondencia mercantil e
particular daquelle Pereira, com a casados ditos Sal-
gado & [rodo, assegura que nada fra encontrado,
qu.r na escriplurecAo mercantil, quer na correspon-
dencia pailicular da mesma casa, que indicasse ha-
ver esla inlroduzido na circnlajto assedulas, de que
se Irata, e aaanelue reclamando coulra a prisAo do re-
ferido Pereira, que o Sr. cnsul allrihue anl's
suggesles e intrigas dos mulos, ou desairelos do
mesmo Pereira. nr rommrrrlfl r pul li-i r!n qqe
aa dictamos du dever, a i|ue esta admelo lodo o
lunrcioiiano publico no exercicio de sen cargo. Em
resposla Islilla a dizer ao Sr. Manoel Caelano Gou-
veia, que fui mal informado dos resultados das pes-
quzas lejas em Baluril, e demasiadamente fcil
era suppr a auloridade encarreuada daqueda riili-
geucia capaz de levar-se por oulras inspirajOes que
uto fossein as do dever, e da lei, assim como que
seudo o negocio, de que se traa re urna importan-
cia e gravidade devia o Sr. cnsul suspender loda e
qualquer deliberaran a respeil,,, ao menos al qoe se
realisassem as pasquizas posteriores da polica, para
fazer enlao as rerlamacoes qUF enlendesse a bem do
mesmo Pereira, e que eslvessem neutro d'i cireolo
de suas allnbuijoes. O Sr. cnsul sabe perfeilamen-
I" que o governo de S. M. o Imperador e o de S.
M. Hdelissima, acham-ae empeuhad.e pela C'Dven-
J'Ode 12 de Janeiro de 1855, promulgada pelo de-
relo numero 1707 de 89 ae dezemb-o do mesmo an-
uo, em faer punir reciprocamente o crime de moe-
da falsa pralicado pelos referidos subdito, e por isio
era de esperar, qoe o Sr. Manoel Caetano Gouveia,
era vez de dingir-me precipitada c inconveniente-
mente o oflicio, a que respondo, se collocasse ne-te
negocio ao lado d auloridade do paiz, promovei.do,
no que esnvesse ao seu alrauce, lado os meios ne-
cessanos para que fosse punido com a maior severi-
dade das leis do imperio, om crime, qoe prejudic
em commum a fortuna publica e privada de dous
fc-lados, cujas relajes coinmerciaes e loleressea inn-
luos, re l.iiii un com luetancia das respectivas aulori-
lades a applicajao de medidas capares de al'mijarem
a repre leiredo dos factos, o procedimenlo do Sr. cnsul ile-
vena ser sempra esle, lano mais quanto os resolla-
dos posteriores das indag-joes policiaes tem mostra-
do a loda a luz o aceito, o criterio, e a justa causa,
poique foi preso o mencionado Pereira, d.poia sen
socio commercial Francisco Lu/. Salgado,* mais
larde lodos os que se acham envolvidos no crime de
que se traa. nanlo a parle do seu officio em que
diz que a praAo do mesmo Peraira he illegal, anles
do colpa formada, por ser aliaujavel o crime por el-
le pralicado, devo ponderar 10 Sr, cnsul que essa
allegajo nao lem fundamento na legislajAo do paiz,
pois o crime de moeda falsa he ponido com a pena
da gal<, para a qual nAo ha lianja, como he expres-
so noa artigoa 8- t 9' da lei de 3 de eulubrn de I83
e no arligo 101 do cdigo do processo e 301 priruri-
ro do regulamenlo numero 1-JO de .11 de Janeiro de
ISS2. Renov ao Sr. cnsul os protestos de miulu
eslima c considerajao.
Devo iiutar-lheque lodos arredilara aqu na hon-
radez e pr.ibidade do cnsul porluguez, e laraenlam
que se vesse abusado 15o maliciosamente da sua
bea f e Male nm pouco avanjaila.
Deixemos porm esla materia, que vai tornndo-
se ina.sanie, passemos a uarrajAo de oulrus fados
nao menos interessantes.
Em qoanto o chefe de polica da\a as mais bri-
Ihanles provas de sua illuslraco, iiulependencia e
reconhecido tino em negocio de lana trascenden-
cia.pieparava urna denuncia conlra elleum dos reos,
a 111111 havia condemnado por crime de desobedien-
cia na queslao Gassuipe, da que muilo acciden-
talmente llie fallei em minha paasada missiva. Essa
denuncia lu publicada no eCearense, e levada ao
ronhecimeolo da asseinbla provincial, que a des-
cona, lm apenas um armazem que mal acommoda
l.0 volumes.
O governo deve lanjar suas vistas sobre lal repar-
tijAo que precisa de urna reforma qua-i geral no seu
pessoal, ausmentau lo-o e subsiiluindo-o
Toda aa pioviucias desle lado do imperio gozan
perfeiU paz e Iranquillidade.
No Amazonas haviam appareiido alguna casos de
cholera e choleuiia, ma, felizmente, sem causar
pessoal, augmentan lo-o e subsliluindo-o ; propor- raortee. Na cidade do Rio Netro. porm. a fel.re-
conando-lhe alein diseo um edificio em qoe possa inlcrmillenles ca amoiclla conliuuavain a fazer vis-
livremente funccionar. limas.
Passando de um polo a oetro, voo fallar Ihe de Do'Maranhao e Pi.mhj nada ha digno de menean
ti. a cousa assa interessanle. Oa Exms. presidentes deesas prov.nna, coni.nuav'am
uueremio o ton. 1 residente da provincia concer- a Irilhar o mesmo leireuo, Continuando anida a g 1-
tar a casa da fonte da hica, que ibaalece a capital ] zar o el.mus de ambas as facroeaeiistenies em nual-
d gua poUvel, apresentoe-se a S. Exe. o inspector I quer dellas. '
Jlaia, inculeaudo-ie de engenheiro, asaim cuno ae 1 No Ceara, alem do que diz o nosao coirespondeule,
inculcara ao ex presidente Passos paia o caljamenlo
da ra e Sanio Astonifl, que anida hoje esla' por
caljar, e como lal foi encarregado da direcrAo da
obra da mesma fonte, leudo por anuanle o'maior
as-1.lente Nicolao.
unan lo o Maia quiz lambem calcar a ra de San-
to Anlonio, tirando o nivel da maneira que aa ulti-
mas casas viuham a licar alguns palmos debauo de
um rornndavel alerro que iinaiiinou, levantaiain-se
o prnprietario contra o novo engenheiro. qn* para
safar-aa da Macada,, dase que ja' havia dado tres e
meio por cenlo de abale, correndo logo para pala-
cio a dizar, que eslava inhabilitado de continuar na
ira, leudo deixado com as Uas experiencias algu-
eis o qoo ha :
No di* 7, por oceasiao de dar-ae i salva de orna
horada larde pelo anniversaro da lude) nidencia,
0111 soldado e um sargento que eilavam manobrando,
i licaram I 1-1 ni feridos, resultando a more do pn-
meiro e a ampulajAo do braco do secundo.
A assemblea provincial foi proro&ada por mais 3
dias, alim de coucluir-ee a discunao e volajAo das
leis dos orjameolos.
J havia sido preso em a serra Tucunduta Manuel
J. Salgaoo Caulo, om dus indiciados uo priceeso das
c.lol.. falsas.
L-ee no Cearense :
Lid e."assualo. Mais um crime horrivrl ca-
na liberaes en) 1819. He conlra urna 13o revollanle da pelijao do supplicanle, e o que consta dos docu-
calumnia, que vimos proleslar. I ment, aos quaes me repajo, e sobie o primeiro
Ninguem melhor do que lux sabe do qoe aqu I allirmo, aqu bem e fif Ion ule copiado por cerlidao de
bouve ne-sa poca calamitosa,; em que livemos de | veiho ad verbura do proprio, ao qo.l lambem me
participar de ladea as cooaequeueiea funrslas do dea- | reparto, e eii na verdade sem cousa que luvida fa-
fechu saniiinolento da rev. lia daquelle atino ; fomoa je, nesla sobredila cidade e comarca de Nutra So-
parle uetse negocio e leitemiiiihas do que aqu se
pa-sou ; por tanto, como m-mbrosdo partido libe-
ral desla comaica. qoe 11A0 cede a nenhuma oulra a
uloria que Ihe cabe pela peiseveranca us s>us prill-
cipi'S, |>rotesiaiiKs urna e n.il vezea conlra a fal-
sldade de armelhantea atserjdea.
Muilo aenliiLos que a imprensa seja o vehculo
dessas lulas internas, qoe mais cheiram a discordias
de fainllisB do que a' politici-.
Deploramoa eesa lula, e pedimos a Dos qoe ella
acabe quaulo autes pe honra da notsa comarca, e
por iso n3o diremos maia uina so palavra que pareja
provocar a couiinuacau daqullo mesmo, que deie-
leinos verexlinclo.
Anula basemos de ler a fortuna de
comarca de lioiannl pao orme mate do
so familia pt|Us
nhora do Ro.^rio de Gounoa de l'ernambueo, i
qual le cnnfeiida c concertada cornigo proprio s-
erifio, e cuan o olTicial tbano aitiguado, na forma
do e-i\ lo, neali sobredila cidade, aos 4 da do mez
de agoslo do anuo do u,:-cjiiifnio de Nosso Senhor
Jess Chriilo de mil oilocenlos e cudenla e tele,
escrevi e Miguel
Em fde verdade e renla lo corrigo escriv3u,
Miguel Joaquim de Faria Braga,Concertada Co-
mit escritAu, Joaquim Jos da Cosa Lcile.
Z?l '<\\9?g"."'ina?"i Krailde excavacei pela roa, I ba de pralicar-se em S. M-lheos. O capiao Joao
Que IlCUIJ tllll harl nron^l.,...! J_ aBM. ... ...-
que licoo am parte intrauailavel.
A falla de dinheiro miado, n earestia dos vive-
res lera produudo eolre ni ora clamor geral. O
menos porque se acha um Iroco, e islr> por um gran-
de e especial Tavor, he dez por cento de abale na
moeda Irocada ; a carne verde cusle GjsOO a arroba,
e a Tai ni1.a IO5 um alqueire.
E-l recolhido a' pri-ao nesta cidade Jo5o Jos de
.Mello, escrivAo interino da villa de Ealremoz, por
crimes commellidos do seu oflicio ; ca' eslava ja' fi-
lado Manoel Antonio Chaves, que uceupava tumben)
o mesmo cargo na mesma villa, ha pooco que aa-
mo para roa Anlonio Philadelpho da Rocha, escr-
vao desla cidade.
Em-diae desle mez, hospedando-.e o Sr. Jos da
da Silva Pereira, subdelegado de S. Malbeus, cida-
dAo pacifico e respeilavel I01 assaasinado a caceladas
na noile de 0 do crrenle, 11A0 se sabe por quem !
JA esle aono por oceasiao de crime qusi seme-
Ihanle pralicado nocuilro da villa da Telha, livemos
oceasiao de chamar a altenjAo do governo para a co-
marca do Ic, onde nAo ha sombra de joslija. .V im-
punidade he igual all a audacia do crime. Sem urna
auloridade policial de fia em S. Malheu. e junes
que fajarn senlir os elTenos da juslija, uao ha recurso
para a eeguranja individual.
De uina caita qoe recebemos do Aracalv tirarnos
o eeguiule a esle re-peilo :
.... Ilonlem recebi carias de S. Milheue, ero
qoe se me cominumca a morte do capitn JoAo da
PanuM &__. .....w- voi. un. ua h' irio commuinc a morte no capitn Joao a
1 onseca Silva, que por aqu anda comprando Mera- Silva Pereira, brbaramente atsassinado caceladas
vos, em urna caa que anide gnora-se, no lermo de
fcsiremoz, fyram-lhe ao bolso da sobre casaca, e chu-
eliaram-lhe 1:920; de mais de sete contos que liaba
no li I-i. Quem quer que foi comprio rigorosamenle
a leis da hospitalidade, pois nao fez mais do que l-
ra,s0e0-r,S d' nue ,'"ha Mrccls'10. deixendo o resio.
Odia / do correnle foi bstanle festejado entre no-:
duas bandas de msica percorreram as roas da cida-
de nos dia 0 e 7, havendo nesle um baile a que as-
sistioo Exm. Sr. Cosa Doria e muilas pessoaa gradas.
Por ora nada mais lenho que dizer-lhc : se Vine,
aceitar a prsenle missiva, lando-lhe a devida po-
blicidade, eu continiiare a dar-Ihe algumas noticias
desla trra. A dos.
PAGINA AVULS
sPJ
us annus,
achara orna
ro r a
IBWto. f
. ~ /: individuo llalli i c-cravas fusilas ha d
alguem, por,, ., .,
dellas, man Ion por orna 1
t'sior eacrav a .. ... ,n, ia ,...,,. ,. ,,m:,.,i ,..,
pretextando arhar-se no Rio de Janeiro .loante, ao
que n.lo aiiiiiiindo o dilo senhor. procurou a inler-
venjao da polica para ver se descobri alguma cou-
sa, o que com elTeilo foi salisfeilo, maudando o sob-
deleeado da Boa-Vista ehamar a sua presenja o com-
prador, que sendo inleirosado em pre-cnca de algu-
mas pessoas, declarara haver com elleilo preleudido
por parte de ouliem e compra daquella escrava, qu-
secundo conslava e acliava em um engenho, e don-
de vina em poucos das, cuja declarajAo nAo se a-
chando conforme com o que se dissera em principio,
resolveu o mesmo aublelegado enlender-se com e-sa
pessoa, por parle de quem se prelendia a compra da
escrava, e reconhecendo em lodo es-e negocio um.
estrategia, declarou ao senhor da escrava que inleii-
iasea sua quena, a qual nao foi necessari.; porque
deb a Ires das rhegou com elleilo a escrava do en-
genho, e foi iinmedialainenle apresenlada aorefeii-
do subdelegado, que amandou recolher a cadea.
Aoca companliia do Uro.hizem que se esta
organts.ndo urna nova companhia do tiro, e que lo-
ma o tommando inlerino della : um lal J..... que
nio he dos bairros alto. A fesla se apnxima, e o
desenvolvimento da indoslria principia a apparecer ;
precisa, perianto, que a polica se torne vigilante,
nAo esquecendo a um cerlo gambeta que por ah an-
da vui.Jeiido cobre galvaniado por ouro, em eujo
?ngano muila geule ha cabido, como ha bem pouco*
das suceder com urna pessoa de Inhaiu3a.
PtrgunU qu uno of/ende.O que explica ou
o que significa, um soldado de fuzileiroa naval em-
buja.lo em um capole lodas as noiles, desde as seis
horas da lardale a dez da noite em frente do bi-
Ihar do Paiva, jonlo a mar'.'
~ ''a.Consla-nos que o Rvm. Sr. goardto
de S. Fraociaco pretende terminar a sua prelazia
com una brilhanle e e inarcha, no dia de oulubro prximo, e que c .111-
prehenden lo optimameiile o eu minialero ludo ile
carinado eocspirilo do grande inslituidor d. sua
ordem,|-.elende fazer revea ler a quantia que emore-
aana em roguetea e msica anareiaes, em beneficio
dos pobres que eerau alimentados e vestid, s nesse
da no releilorio do convenio. I.ouvores, pois, ao
Rvd. padre guardiAo, que assim quer fe,tejar solem-
ne c anmenle o dia de seu palriarrha.
r Os miaaioiiarioa aposlolicoa l-'r. SebisliAo da
^ irgem e Ir. Serafim de Catania, salnram na ullima
semana desla cidade, o pnmeiro a mieeionai 110 cen-
tro de-la provincia, principiando pela povoarAo de
J.boelto, e o srgundo ua provincia do Rio l.rati le
do Norte.
Tivemos noticias de Pedrae de Fogo e Goian-
na, e era ambos lioham-se dado alguns casos de le-
hre amarella ; 110 primeiro lugar eslava a fallecer
del ternvel mal um lilho do Sr. JoAo Leite, de
Manco, e no segundo havia fallecido a seubora do
Sr. Dr. Jos lavares de Mello, casada lia pooco mais
de om mez.
Recebemos nolcia de Nazarelh em dala de 26
do crrenle. O cholera continala a fazer victimas
no engenho Sania Luzia, suban o a dez o nomcro
dos morios. Informam-nos que a molestia" produz
seu eUtilo com muilo maior rapidez do que o auno
passado, pois os aneciados linaram-se em pouco lem-
po, e apenas leudo escapado um do atacados ; fe-
lizmente 11A0 con,la que o mal lenha passado dos
moradores do dilo lugar. Ao fazer da carta anda
na imite do da 0, indo elle de casa para ti da rali.
Era o liuado Silva om hornero de bem, a como em-
prestado publico ninguem desempeohava m'lhor ses
deveres ; muilo moderado, e justiceiro, da modo
que sendo liberal, guzava de geral couceiio, e e.tima
de ambas os lados. NAo se sabe quem o mal A caria do nosso correspondente da Rio '.rauda do
Norte, que em oulra parle vai Iransciipla, narra tudu
quaulo ha occorrido depois do nlnmo vapor.
Da Parahiba nada ha diario de menclo.
Cfommuuca&oja
nando, nAo lenham de airepender, porem larde !
1 e'izmanie do senado o negocio lem lomado oulra
face, e he fra de duvida que aja ha lempo mais pa-
ra.fazer palear all o projecto.o que impoita dizer que
esla' muri, embora a presta com que o minislio da
fazenda o fez passr na cmara, onde declarou que
a demora de um anno, de um mez, de um dia mes-
mo obre lal objeclo, no ealailo actual do paiz, im-
poilava aeculos de alrazo. L"m grande maioria cheia
de enthussasmo applaudio o ditode S. Exc. ; mas os
velho do senado nao se mosliam animadus do mes-
mo ardor ; e assim nao creas que o projeclo seja
all approvado eem allerajao, se anda villar 11 dU-
cusaao aa se-sAo fulma, viato que u resto da aclual
'." dedicado .0 orcameplo geral du imperio.
Parando aqu e-crever-'e-ha linda o leu
Lucio Luna.
CliARA'.
Fortaleza. 23 de srlembro.
A queslAodo dia he a de redlas falsas emillidas
na circulajao pela casa commercial de Salgado* Ir-
ratos desla praja. Infelizmente para os indiciados
a provas se arcomulam tudus os dias, e ja boje ne-
nbuma duvida mis existe a respeilo dos principaes
autores desse crime.
O chefe de polica axiiado pelo pAaldenla da
provincia, com qoero tem marchado na mais per-
relia harmona em lodo esse uegocio, lem-se cober-
lo de gloria. Todos os jornaes que aqu sa publi-
caan Iho lem lecido elogies eom maior ou menor
frauquria. Smenle o peridico Sol lem andado
ero urna osrillajAo que nao he inleiprelada favora-
valmenle pela opiniao publica. Ao principio ceu-
surou o chefe de policia pelas prsoe, que a fazen-
do medida que prosegua na iuvesligajAo do cri-
me ; em um doa nmeros pass.idos recoaihece merino
qoe aquella magistrado lem procedido em ludo ca-
se negocio com grande tinu a consumada pru-
dencia.
No ultimo numero porem loma a censura-la pe-
las prisdea que ha feito. Eses contradiejes 13o pr-
ximas urnas das oulras lem aido explicada diversa-
mente, e al com alguma maliguidade ; maa eu nAo
vejo ne'las sen.10 urna prova mais da indisposijAo do
seu redactor conlra o referido chefe.
Nesse quesliu de sedlas falsas houve um inciden-
te, que pea mim nAo lem importancia, mas a qoe
e lem dado muilo valor, e f 1 elle rausado por uro
cilicio qoe e cnsul porluguez srjui rndenla dirigi
ao presdanle da provincia, reclamando conlra a
pnsAo de um dos indiciados na emissAo, o qual fui
primeiramenle medido ra cadeia de Baluril, e de-
pois rerolhido ao quartel do corpo de policia nesla
cidade, ludo por ordem,do Dr. Abilo. Esae oflicio
he orna pej recommendavel pela linguagero, em
que foi escriplo, e pela ignorancia da nossa joris-
prudencia que nelta revela o seu aulor, qoe he um
dos advogados desla ranilal.
o
ouvidu contar, em ler o chefe de polica juigado
conlra le expresa, pelo que fui o crime capitulado
de prevaricajo !
Maa esse procedimenlo acorojoado aqoi por mui-
los homens que querero arrogar-se a titulo de sa-
bios, lem umcamnile por fim desmorahsar a auto- Bas'ns,
ridade do ebele, como proclama por loda a parle o
aulor da denuncia e sejs cunselheiros. Veja quanla
uppcsicAo Dio encentra ai vezei om funeciouario pu-
blico, que deseja e faz limbre em cumprir 01 seus
deseres !
A assemblea provincial foi prorogada al esta da-
ta,e ereiu que hoje completara' aa suae sesses.
Examinando o* seua Irabalho euronlram-se al-
gn de muila ollidade, e que a fazera bem mere
eer da provincia.
Talvez que anida lenha occasiAo de fallar-ihe 11a
leis feilas am crrenle anno, e eolio Ihe indicarei
quaes sAo aquellas quealleuderam mais de perlo aos
mtere-ses pblicos.
O presdeme da provincia achi-se aulorisado a
de-pender 1IK) conlos de icii com diversas obras, e
diveraos melhoramenlos na apicultura, e no poalo
desla cidade. Espera-se que o Sr. Silvcira, sllus-
Irado como he, corresponder' plenarueute a' cou-
lianea illnnilada do corpo legislalivo.
l'urain suspend dus os juizes municipaes sub-lilu-
los do Aracaly e do Ii.. Eises aclos tem merecido
a appruvajAo de lodos os homens honestos : somen
le um ou uutro lodividoo punco versado no esludo
de nos-as leis eucuiilra nelles una illegaldade, o
que uau he de admirar, quando ludo 1 5 advogados
provismnados desla cidade eram, al bem punco
lempo, de opiniAo que era lOancevel o ciioie de
moeda falsa, havendo alguns que dclarassem c res-
pejlivo julgamenlu da competencia dojorv.
Basta por boje.
RIO GRANDE DO NORTE.
Natal, 21; de selembro de I8J7.
lia algum leaaipo que lalu e releio o aeu jornal, e
nada encontr leerca desla provincia, poia al o seo
corresponden! desla Bapilal o lem desampara o :
uo enlaulo, eompei.elraiado-me da vaniagem qoe
resulla a urna parageao qualquer da publicajao das
suas aieceaaidadea e do seos mais nolaveis aconleci-
iikiiIos, depois de mil oscillajSc e recetor, lomei ..
partido de fazer uina missiva para o Diario, de que
he \ me. proprielario, e labio da f jrja atla maiceila-
nea desabonada, mas rerdadeira.
O Exm. Sr. Dr. C isla Doria acha-se possuido de
bous desejos em sentido de melhorar o Oslado da pro-
vincia, lauto 110 que he relativo ao moral, romo ao
malenal; e nesse empenho graves embaracos se 00-
pem a realisacAo de seu beilo pregramma', porque
ha cousas da uilureza do anzol.
Teve loiae no dia 30 de agoslo prximo finio a
eleijSo de depulados pioviliciaes, apparecendo doas
chapas, urna Cuiiciliadura e oulra excl
Beraaardino de Senna da Silva GumarAei, aua se-
I, i'*' '.'." *s"vos. Manuel l'erreia dos Sanios,
I alaacio Ment, Malbeus Jos de Souza GuimaiAes,
Severino Goedee, Joaquim Goaues Pes.oa. padre
inluino I-reire de Carvallio, Antonio Jeee leixeira
um err,no e um criado, Anlonio Candido
uimaiAes e Silva, Fr, Seraphim de Calalunha, mis-
sionario capuchinho. Manoel .Marques daAlmeila,
Joao laburcao da Silva Gimnarles, pvlr* Joaquim
herreira da Silva, Manoel ftarboza de Lima, Ma-
noel Anlonio GuiuiarAes, Antonia Pires de Alliu-
querque Galv.o Junlur, Anlonio Pire de Albuquer-
quetialiao e um estrave, Belino Pires de Albu-
querque Galelo, Aueuslo Costallal, Anlonio Coarei
Cabial. 7 criados e um escravo do padre Pedro da
Silva N"lasco, Ignacio Lourenjo Dia, Jualmiano
-Vives Quintal, sua man com um filho menor, Jos
da Cuuhe, D. Franeiira Emilia da Silva GuimarAes,
lenlo Jos da Costa, Joto Favaco, Salvador Bero-
ne, JosedoMonge, D. l-abel, Euaenio Varieanlc,
Pedro Jos de Caivalho, Pedro de Alcntara Pinhei-
ro, S. Seralini ra .->ilva, Jase Caiiolano de Souza Li-
ma. Liblalo R. lluros, Francisco Jos de AUneida
Monte, soa senhora. tima escrava e om criado, o es-
cravo de Jos da Curiha, M -noei Alies Lessa, Julin
Cario Wanilerley, Jos Gonralves dus Re, JoAo
i lime da Silva e um eecravo, Francisco lavares de
\raujo Pe-saa, sua senhora e um lilho menor, Por-
to da Siha Heves, Htenlo Feruaudes da Silva,
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAJIBICO.
Carla da crle.
VIH.
Rio, i de .siembro de 1857.
Meu charo I.....-Cade ver j deseuhaiido
inaisanna.aiilua.;tu ero relajlo ao Paraguai.O
trnate desla mamita Mlletaej que o vapor liv
|J. "1^'?' '" p,","";ill"i' "" s"la Calha"--------de" comolegitimo proteelo
'I ur \ a P"r,,, 'le Pr"sa"> P hi deix.r
-tv praaja* ,)o rtivera arma, que vAu a bordo delle
e deven, aeuir para Malo Grosio. Parece que esl
rorca.eegundoes.loii informado, vai'cumiad* ao cum-
mando rio leiienle-curouel Peiioto, depulado por
aqia.lla provine,*, e q0 p,ra ,||i lambem parle,
encarregado de organ aur um corpo do v.don-
lanos.
E.a prajaa, insliuidas a bebilcada ao sea vi jo,
que fia sahiodu dui curpos aqu exisleutea, vao Um
as,uado, consol di naraa porlugne-
za nesla provincia, aduolmente lias maia aaniiaveis
relajos com o Brasil, crreme a rlaoro obrtgacao
dseu. sobdiloeaqnl
residentes v-lar no seu bem oslar e r.clamar ao gu.
verno providencia contra ludo o querae parecer
eiorbilancia e injusiija das aulnnd* es lorars con-
tra elles,o en. prejuizo de seu commercio,sem
deseoohecer a sua iibiniss3o as lei do Eslado, por
i'o eonttanda-me que o honrado Sr. chefe de poli-
ca, indo a BelnrlM averiguar o fado de lolredoe-
cAo de sedulaa falsa',tina se tem encaulrado na
cnculacAo com o bo.lo 00 denunci.de krem sa-
ludo da caa de Salgado Faratra, sita, oaquelli
sivisla, leudo
esta a maioria i.os eledures que foram feito* sii as
impr.ssoes imm-diala da administrajlu transada.
le ver om
referido oflicio foram eilrahidas Ires copias,
urna para rorle de Portugal, oolra para o minisiro
daquelle paiz no Rio da Janeiro, e oulra para ser Ha muilo que nao linhamos o prazer
enviada ao Sr. Dr. Silveira.
O espalhafalo qoe se fez de emelh.inte dr.ca-
menlo Ihe dea lano publicidad', quequasi lodo u
curioso tem nma Capia delle. Al eo pode adquiair
oana que Vane, se servir! de mandar imprimir no
sen Dieric.
Ei-la :
a O abaix
im
Rufino Olavo .la Cosa Machado."
O paquete a vapor nacional Imperador, che-
nado honiem dos porlos du norte. Iruuxe a seu bor-
do, para esla provincia, os segunile passageiro:
Anlonio Nogueira l'nla e um e-eravo, Manoel
da C inceijAo e Silva, Antonio R. do Reco c e>-
cravos, Lolz R. Semico Segundo. Conrado Augusto
de lanas, .Manuel Anlonio d,. R. Jnior, |l. I 'fie-
reza Joaquina a um filho, cadele l.uiz ItiUholoineu
Alves Franca. Eneas E. de Vaaeoncellos, Delfina
.Mana da CoaiceijAo e um 1 lilha. Jos Garca Alves
da Silva, Manuel Marques Cimactro, Anlonio II. C.
da (..unlia e um criado, Silu-uano Candido Becerra,
Cu-lnlio Dominguea dos Sanloe. Adelino Plaranli-
no C. da Cuuha, LoJl Braciano, Pruno Pacheco
llorgee, Josc Anlonio Vinaare, Manoel Anlonio,
.Marcellino Gomes, Vicente Fcrreira da Silva, Jos
Eme,lo Aires de Souz M.....eiro, Manuel Candido
das Nev-, lunocencio Jo- dos Sanio', .Manoel Jos
da Silva, Antonio Correia de Barros, 7 pre-os de im
tija acompaiiliado por Ires praja, Jos Joaquim de
MagalhAes, duas mulbeies dos preaos, 7 praja d .
exerrilo. um deseilor e um escravo a entregar, Tilo-
ma/. Williams, John Anderson
Seuuem para o sol : Dr. Joa Joaqun) Ferreira
Valle, um obrinbo e um escravo, Francisco de Vas-
concellos Mcudnnja, Dr. Jo'e Mariins Pereira de
Alaneaelro, D. Mana Joaquina d.C, Joaquim F.
Ramos, Ires recrulas paia a marinha, uln dll0 pjra
o exereilo, lis erevavoe a eniregar.
O mesmo paquete sabido para o porlos do lu,
levon desla provincia os legoinle pa'sageiros :
H mar lo Jos Gomes, Vasca Marinho da Gama e
nm escravo, Anlonio Jos Alves de Brilo, Manoel
Aueiiolj.
Ue bom prevenir o grandes crimes. Consla-nos
por pessoa fidedigna qu o engenho S. Paulo, fre-
guezia dos Afogado, esla' sendo Iheatio da scenas
desagradaveis. O pacifico Sr. Anlonio Jos de Fi-
eueiredo consenhor e inventarame dos bens dei-
xadoi por soa fallec la mA Rosa Mara da Concei-
Jao, lean sido por vanas vezes insiillado, c ameajado
por um dos cohrrdeiros, qoe sern esperar ca lei, e
da magistratura do paiz, vai faieudo o que bem Ihe
parece. NAo estando as parlilhae eonclnidae, e-se
cohetheirn fui ao cnrcnio Cum ; i!:- qoil ,
le/ amarrar dous burros que fa/iain parle dos bens
ivenlaiiados e os coaiduzu para sua casa, apezar
de se acharen, os bens na posse do invernaran!*, e
de maia a mais embargados, leudo j em sen poder
om do escravos que ausenlou-se para a sua esa,
e que he por elle conservado, sem enl
vemarianle, comogeumpra. Isso po
vista do terror em que se acha o inv
nio Jos'de Figueircdo, sua numerosa familia, e
doas irmaas solleiras, por verem pesaoaa armadas
que a
qoe ai m
seus iultie-.c.., jelus seos piiu-
c.ipios pul.lieos, pe| roaaunaam accordo e bea.evo.en-
01a d lodos .,s seus filho., e finalmente pela tua
moralidade. E.les ajo01 aiossoa deaejos do honrado
Sr. eommenrJador Joto Joaquim, e na esperemos na
Divina^Previdencia, ve-loe em brava realisados, a
despeno do capucho de alguem.
Guiaiina, 15 de selembro de 1S37
Beolo Jo. Ferreira Rabello. coronel reformado da
guarda nacional, e proprieterio do eogenho Me-
Padre Luiz Jos de Figoearedo, proprielario do en-
genho Mossumb.
JoAo honrado fereua de Azevedo, proprielario do
eiigeiiho Mundo-Novo.
Manoel Velho Brrelo, coronel reformado da guarda
nacional e senhor do enueiiho Boa-Vi.la.
Ilennque Luiz da Cunfia Mello, coronel reformado
da suarda nacional a
Miranda.
Miguel Joaquim Ceiar, proprielario do engenho Se-
ngi.
Baehaiel Joaquim Jo*e Nones da Canha Machado,
advogado a conseiiliur dos eaiganhos Caioeira e
Pao-Amarello. (
Dr. Frauchcu lavare da Coala Mello, medico, pro-
prielario e agricultor.
Bacliarel Doaningoa Lourenjo Vai Carado, senhor
do eiisenho Macula.
Bacliarel Honorio Fiel de Sigmarnga Vai Curado,
advogado.
Heanlo Jos* Fernanda de S'. advoaado.
Capillo lenlo Arclaelau Val Curado, agricollor.
rehppe francisco Cavalcauli, proprielario do en-
geolao Retiro.
Antonio Guedea Gondim, proprielario do engenho S.
Sebastiao.
Padre Vicente Ferreira Guedes, proprielario e agri-
Viceote Ferreira Goedes GoDdim, proprielario dos
engenhos Prua' e Sipi^Branco.
Major Arminio Amerito Tavara da Costa Mello.
proprielario e Negorianle.
Feliciano Cavalcanli da Cunha Reg, proprielario e
agriculior.
Jos Joaquim Rocia I'aria, senhor do engenho Pe-
rn'.
Simplid
PARA O EXM Sil. MINISTRO DA JLST1CA
LEREMHU DE E>PCHO.
Pelo juizo municipal e de orphSos do
termo de Goia/ina, fez-se de 19 a de mato
56, sen lo ,'\, St,,( 0 ,.ja 2 |3 jnvc.
tartos, isio hn, 2 ena 19, 4 em 21 o 7 em 23,
em diversos lugares, e distantes un dos ou-
lros. constando em todos elles TRI.NTA E
TRES DIAS apenaftdo estada '. J....
Isto consta de urna ceriidfo, que um cu-
miso requereu ao Ur. juiz de direilo. corre-
gedor da comarca,
Dia 19 de maio Inventarlo de Joo
Pereira de Lucena, estada ....
dem. Do capitao Jos Telles de Mel-
lo, estada............
Dia 21. Dito de Manoel Rodrigues
Rancho, estada.........
demDe Anua Joaquina do Espiri-
aieiio, cuiuur.1 leiormaeo oantO, estada ........ J
proprielario do engenho dem.De Anna Francisca do Sacra-
meuto. estada......... t
ldem._De Joanna Mara da Concei-
Cuo, estada....... 3
Dia 23,-Diio de Iria Mara do Cora-
5110 de Jess, estada.
Idr-m.-De Marta Francelina de u'en-
donca, estada. ,
ldem.-De Joaquina Maria "de'jesus.
estada....... ..
dem. De Vicencia Ferreira Chaves"
estada.........'
dem De Rita Maria do E. Santo ,1)
dem. De JoSo da Costa Ribeiro de
Vasconcellos, estada
I da.
3 <
S a
Ti
U..l.,.o
I VI
.lial.UI
P'uprielsrin e rendeim
Jote Carnciio Pereira de Souia, senhor do engenho
lahvra.
Manoel Bezerra de Mencze, senhor do engenho
ra a sua esa. a,^,'-6-1'0""-
enlrega-b. eo in- T, ," lV",ns.l !sso de Vaaeeneellea, agricullor.
.rem nada he a \"'"' 1,""',1 <*<<> *<<<" e Oliveira.
inlarienteAntO- i. qlro-sde m't"n Alcaniilado Rochado, escrivAo.
3 o
Manuel lavares Pessoa de Visconcellos, agricultor.
Jos IgDVCio de Mello, agricollor
declaviiiole percorreram em loda as direcefiea as .,., "" "e,ra d* Albuquerque, agricollor.
Ierran do engenho, quer de noile, quer de da : va- ,-",{""'"> Manuel de tiouveia Mene/es, agricullo
ros furlos de aniraaes se lera dado jiesles ullimos "'.''".''" Iava,es e Mello, reodeiro do engenl
da. no engenho, e lun he qoe a policia procure n..AC\'" ,.
'-e Manoel Paulino de Sooza.
e Manoel Marqoes Barbota.
nio Manoel Kibeiro, proprielario e agricullor
Jos Pereira de Moraes, agricullor.
indagar
maiores.
qoe a p
oceurrenciaa para poupai* cr
.1 testemuulta oculur.
LMA P11ASE POLTICA INCI.ASSICAVEL.
II
Mcmius. Sita ori'jiiaUdaile. (mil explicarlo.
Queremos su a verdade, concluia 11111 coiiteinpora- Andre'Cavalcanli de Albuquerque.
neo 1. um helio Irabalho nlelleclual, e por isso des- | Joaquim Antonio de Franca Camera, negocian!
cottiiirem. s o splateme que aspira ubslilui-la. ^^>s JoAo Joan' Garata do Amoral, aiecocianle.
l'adre Manoel Marqoes Barbota.
Antn'
Joto
Dominaos Francisco Cavalcanli, proprielario e agri-
cullor.
Anlonio de Souza Monleiro, agricultor.
Jos' Luiz P-reira Ua Silva, agricullor.
traoeisco Antonio da Silva Valeiile, capilao da goar-
da nacional e negocame.
Francisco Anlonio da Silva Valenle Jnior, nego-
ciaiile.
amamos igualmeme a verdade, e por i>sa lie qoe, nto
nos sodreiido o animo em presenta do ru lo violento
com que era aagredida a noesa depulacAo de com--
mura com o Sr. conselhero Sergiu de Mace lo pelo
ol.'beral Pernambucano ; em pieienca de sen ar- Manoel Duarle Ribeiro, agricullor.
gumenlos capcioso e de loa insinuarle inconveni- | Silaneode Joaqun. .11 Silveira, negoeiaole.
eme acerca do recrotamento e das opiniOe da res- 1 Claudio Jos de Araojo.
lncc.Au do crdito, assenlamoa em ahur urna serie de Virginio G mee Felloea.
arligo com o lim de indicar esses vicios aos aapirilol; Praaiciseo Xavier de An Ira,le.
menos esclarecidos, como effeclivamenle o pralira- I l'rankliai Celeslino de Meiidoiira.
mos eui relajo aos arligos do numero do dia 22 de | Salnalio Tertuliano llandeira i'errez.
dalo;; que.lAo que depois .la manera proreealoilai por
que foi eliirnlada pelos Srs. Iones Momean e Ser-
gio de Macrdo. em que urna s VOX contraria tives-
se rorea de destruir a impressAo originada pela p.U-
vra rloquenle desses di.lindos oradores, 11A0 pedia
cerlamenle por n, pouco entend lo n'ella, quando
houvessemos de deaenvclve-la, ser maulida na alia-
ra a qoe fura elevada ; de modo que s cumpria sus-
lenlar a opinito publica no poni em que ella se
ochava, amparando-a conlra o desvio a que a prelen-
dia arrollar o Liberal Pernambucano.
Na discanto, pois, nAo levavamoi em mira lento
defender boa l dos aecusados, sera todava chamar
nossas roaiviccea ao terreno do coinhale ; e como
nosso artigo su fuese publcalo inuilos das depn de
escripia, ja quando o Liberal Pernambucano. linda
levantado o campo daa hoslihdade. julgamo-a os 110
dever de relirar-noa L-ualmenle, alim de que a con-
ImuajAii Dio pareces.e anles una provocarlo.
No enlrelanlo. a redac^Ao do Libero! pernambu-
cano. fez-no a honra de lomar em consideraba 1 nos-
sas observarles, cuja conteslac.So lia cmprehindido
na serie de arligis que ora publica, o final da qual
aguardamos a nosso turno para foranular a resposla
cabal, resposla que he devida ao modo anais razoavel,
mais moderado, actualmente desenvolvido pelo (Li-
beral Pernambucano na sua arguanenlacao, di lor-
ia qoe loda a repugnancia que cusava-no a eonli-
noacAo da polmica, boje desvaneeeu-se, denaDdo-
iios a confianza deque o seu prosegumenlo ser quasi
que paulado pela gravidade, ao paso que de lossa
parle lera por fim o it...... a verdade.
Nesse campo poi, eslaremos semprr com impavidez
e lealdade, em qoe fallimos janiais as consderarCes
qoe a roeiistencia social requer, sem que queiramos
lesapreriar pessoalnienle ao retiarior chefe do Li-
beral Pernambucano, a quem nAo volamos a menor
nimizade. as cond cues, por (anta, de moderacAo
reciproca, de respeilo pelo Liberal a nossa can-
viernes 1 nliiica-,qae nAo sAo menos sincera que a de
aeu redaclore-, e de benevolem ia para cora 01 nomea
amigos, para Com o depulado desla provincia e para
coro o Sr. conselbeiro Seigio de Mace lo, a diecuette >
para nrii ser agradavel e digna da publico qoe us
l ; pois ha loda a plausib.lnlade para crer que 1 ao
assunnra aspado de virulencia, nao convindo no en-
lrelanlo que o syslema de paternidades pre'ump 1-
va seja adoptaoo como lacliea sen. frulo, nem jus-
lica.
Mae, poder-nos-ha ser imputado o emprego desse
sv tema '.'
Parece-noe que nio.
O Liberal Pernamburanoi) nada poupava em sia
discussAo, luvia ferilo desapiedado aa victimas de
seu odio*, conseguinlemeaile emendemos 1.A0 dev?r
na refutacao absiraliir da responsabilisar dirrcia e es-
pecialmente oeu redactor chefe, que em lal carc-
ter he o primeiro responavel pelo deevii s da redav
cl.i da fullaa, quer sejjn ellei era parte, quer 10
ludo.
llenando esle meid,ule. e reatando n curse. r!e
aoaaae idaa, cumpre-nos declarar que as c-ndice
liad cada, nao poderemo erguer a luva que li ija noa
arreanessa o Mentas, a quera de passagem ullerece-
mei as seguinl.s ronsiderac.ei:
O desali 1 do Memttiy lem por base a hvpothese
por ella figurada de apregoer-noi juiz roinpelenle
em iiialenas baiicaesoque, cerlameule lito lealo
ims aeegnrado, convencidos como e.tamos de nos.a
insullii lenna, apelar mesmo de algum* idaa que
lemos procurado adquirir, he obvio que nao a_ odeanoi
lomar ao serio o apparecimenlo des-e novo eampelo,
r(ue lio habituado *e diz para Irazer a luz ao meio
das Irevas em que anula se acha a que-IA 1 I Como os
adversarios Ja resInccSo do crdito se hajam al ho-
je moitrado pouco Inilraidoi nessa m ilau, agarran-
do-se muilas vezes a limpia! declamarlo, ah vem o
.1/ei/i/ia soccorre-los !
Felictame-lo psloseu arreganho, c nada mais.
Se fumo audacio. s era certificar urn mererl-
ineiilo qoe inconleslavclir.enle lem o discorso do Sr.
cohsellieiro Sergio de Macado, se a coofltato de seu-
evlensose vaiiado conhecimentos econmicos nos
eeeapoa ; ao Memius eumpre, como professo un ae-
sumplo, moslrar o defeilos desse discurso, o erro re
sua- diialrinae, emfian o aieuluim merecianeolo delle.
Depois de eatim haver 1 rocedilo, he qoe noelolga-
riamoe ohrigados a sabir discussao, para, se pode-
aemoa, combater os arguineulos que elle hooveasi
pro lu/.id 1. Anles de assim pralicar, o app.reci-
menlo d Mfinius, he apenas um novo aneio de dia-
cu.s.'.a que anida 11A11 lemlirou a ningaem por n.a
pl.leiiginalico que eeja ; e por Conseguinlealcom ppn-
lamenlo linietra deve haver neisa aingolaridede d-,
d sno coirespondeule, 1 erante o qual foiea he qoe
recoemos.
ciaute.
proprielario
Alfeies t rancisro de Paola Cabral, propietario e ne-
JotuAlvea Tavara,
Capillo Joto Nicolao Carnes da Molla, proprielario,
e negocenle.
JoAo Baplula Leonardo Sudre', negociante.
Joao Baplaele Pare Brrelo, proprielario,
Joaqun, j.i.js F'cueira da Silva.
Alferee Lolz J.ae'de Miranda.
AI fe 1 es Euslaquio Conslar.rio Redivivo, nigociaule.
Altre. Roma.. Jo.e' de Oliveira CilatlV.
Joan Alves F.irrna.
Francisco de Paula Ca.slilha Vaz Curado.
Alerea Bernardirno de Sena, negocame.
Domingos Alves d'Ohveira Mello.
Fraociaco Aleandre de Roma.
II'lai mnii, Feniaude Carda.
Ignacio B-zerra de S. Pe.lro.
Alferes Antonio Muanz da Silvs, agricollor.
Jos Henderlo de Ol veira, negocame.
ran.isco ijoede do Eaplrllo Santo, negociaule.
UomangiM Nicolao do Espirilo Sanio.
Joto (jualberto Pereira, negucianle.
HuDoel Cuedes de lloara.
Joaquim Ferreira Mouriulao.
P. S.A brevidadecorn que deve ser publicado
o prsenle prolealo, nao permillo leva-lo a oatros
muilo respeilavei e importantes membroa de pa>-
l.do liberal, que sAo; amigos do Sr. rommen.lador
Joao Joaquim, e que sem duvida nenhuma o aesig-
naaiam ; porque reconhecem as virlu.les de Ito dia-
linclo Ooiannisla, e repellem ei falaidades contidas
no rilado cummunicad'..
Enlrelanlo mencionaremos o Sr. Anlenio Raposo
halcto, senhor do cngeuho Mega de Cima. Joto
lavares da Rocha, senhor do eaiEeaiho Macaco ; ma
|or Vme', eenhor do engenho Ginipapo. e seoa li-
mos ; llennque de Nuronh ; oa irmAos Pmbearos de
lijucupapu o R.d. padre DiOj-o de Croangy, ele.
*iubca<0t& t% pc&io^
, ---------------------------------. y" >. >i. |.
der 11A) locou de leve se quer as urnas da provincia.
Foram reforma lai a secretaria da governo c a Ihe-
pleita eleitoral, em qoe a auloridade nAo iiilervies,e
mo,r"dor $12!!* ufiSd^Ju! Sk '"' **"* f*Mt la"''- EU '~* A'weidVio. I' Se lem o coirespondeule grande empenho en, fa-
;frTjlf:'l0J.? \'''''a*' J'"c *"">'* deAlmeida Cuima.Aea, 1U WeobreuMr sua,1 luzese conhec.imenlas profendoV
escravos r-anellulo por Adiiano & ('.fs'.ro a lleniar- se est em su honra aiullicar ae opimo-s do Sr.
raaos remellado m.r Aninnn, conselhero Sergio, olTern;. redarr;Aii do Lber
P'rnambucano o seu Irabalho, pera que seja com-
prehendido na serie de arl'gos rom que e-U ella n -
honrando.Temos discu-sAo aberla. e de modo grave
- eom essa redarcAo ; p.lo qoe com ella somenle dis
livcmos no mez de agosto proiimo passado dous 1 ** e doas lilhas, R herlo Dnlloo, Joto Joe da Coa- cutiremos, ej dito alo para sciencia.
caneiainenlos de mercaJerias estrangeiras, perlen- 'a Arantes e dous escravos, Joanna Mara da Con- I 21 de selemoro.
cenes s casas de Pacheco & Mendes. e da viuva I ceirAo, Iddlina Mara da CoiiceicAo, JoAo Alves. Juniw.
I n-npliilo & Ribeiro, correndo os despachos com a
maior pise der e liaeireza, aj e/ar d eslar a alfan le
ua ni nosse di inspector o do esriipiurario, que ser-
ve de fet r e g irda-mnr e qoe ha un. anuo segura-
mente everce is unrcc* de escrivAo Interino, Villa
que o respectivo eervenlutrlo par lulo e-ta lempo
lem estado na corle; e de uta ter a re arlicAj a
At a ant'inlt~ta.
acommodarOes indispensavea, para dar drapachoe
de conjomu, |ior i-so que, lora do na inicua func
alara m tytm'jmhm*.
Temas villa jornaea.lrazldol p^lo vapor Impe-
ladme. cjas dala6 ilcanfim, a. do Amazonas a 2
da Par a 15, do Maranhto a ls, do Ceara a 22, e da
Parahiba i 27 do correnle.
PROTESTO DOS LIBEHAES l)K GUIANNA.
Niis abaivo assi^nados livemos o deegoelo de ler
um eommuniealo ato Liberal Pernamlnieano. d-
II rio trrenle, em que se da, que a Familia do Sr.
coinmendailnr JoAo Joaqun, da Cunha Iteeo Barrea
poalo lenha alguns anembro si ,9 a respeilavel, er
em grande parle corrompida e deamoralisadi peles
seus crimes, a pelas perseguice9 qoa eserceu conin
S. Exc. Rvma. e o Byd. vigario de
Goianna.
Srs. redartnret.A leiluta da correspon I. n-i
aejignaili perFr. Patricio, qoe ae pnblicou no
Jornal do Commercio d. 13:1, de 15 de ajroalo pro-
zimo pasaadu, poslo que mereca nossa de.appruva-
Cto na parle em que olfende a S. Ec. Kvma., por
i-so que ihe 11 iIm.Vhho. o devid 1 acalamento e rei-
peilo, veio cora ludo obriar-no a poblicar a
cerlidAo abaixo, pela qual se prova que nAo form
infunda lae as inapetlaa que liveram algumas pessoas
desla deedileea fregaezia, de que o despacho pelo
qual S. Ele. Rvma. reformoa o que primeiro ha-
via dado a favor do Sr. lenle Miguel Lina Ja Sil-
va, a respeilo da fela do Orago, seria do mesmo au-
lor cilad. na referida cerhlAu, a qual se pode ob-
lar cem bislani difticuldade do escrivAo Braga, pa-
ra cojo carlorio fol recolhida adrede, por portara do
celebrrimo Dr, juiz municipal, e Sr. Esiedita, 11101
digno amigo du Rvm. vicario, e que ambos junios
sAo bem coi,hondos pelo seu constante leilor.
JoAo i.Mntoli.
Goianna, 1!) de selembro de Ifs'iT.
Micuel J.aquim de Farra Rraga, eserivo do geral
do rnine e eivel, lab'lliAo publito do judicial e
olas vitalicio necia cidvda e comarca de Nosi
Senliera do Rosarlo de lioianna, da provincia de
l'ernaiiiliuro, por S. M I. e C, o Sr. D. Pedro
II, que Dros guarde, ele.
Cerlifico, que revendo os papis de que trata o
supplicanle em sua pelicA- e replica relru e supra,
delles consta ach.r-se o oflicio de de qoe faz menfAo a mesma pelija c o seu Iheor
de verbo ad verhum, he do modo e forma seguinla :
e lllm. Sr Remellemos a V. Is. o requerimen-
lo de Ab ion Coanea Carneire, por mis depachado
em 25 de solembro provnno passado, e oulro de
Francisco Joao da Sacra-I amila, despachado em H
de novembro i'.o anuo pssado, cojo de-pacho he
falso a I olas as loare, para que V. S. quena dili-
genciar o coi.h.'timeiilu do aulor de-I a taludado, e
impor-lhe as rena que a lei marca a om IAo enor-
me tiime, fazendr-nos u obsequio da nos participar
o resultado -lesla nossa providencia pre-lada, para
que nto se reitere IAo nefando como maligno proce-
dimenlo.
Parece me que a leira do despacho raleo he moi
coaiforme rom a da allesiacAo inclusa de 28 de se-
lembro prximo passado, confirmada s|a ~ai9,a ._
arlo com a de oulra- pes.oas intelligentea na malc-
ra.
o Deo goaeda a V. S. Palacio da Soledada 2 de
oulubro de IH.2.
lllm.Sr. JoaqoimdeSouzi Res, promotor po
hlieo oa cidade de Goianna.Joan, hispo dioce-
sano.
Cerlifico mais, emquanlo ao legando que.iio.qui-
a pessoa indicada no ollicio cima Iraneerlplo, rom
rala hedor, h o Rvd. vitario de.la ridade Do-
mingos Alvares Vletra, porque o alleslada a que se
refeic, he de le'.lra e firma do mesmo Rvm. >i-
garl'.
Einquanlo ao lerceiro. finalmente, certifico que
esse documento indicado de f-lso nAo se acha em
forma de copia, e sim -e e nelle urna pelicAo de
francisco Jos oa Sera Familia, eom o depac>>o
ao luaar em qu S. Exc. R\ma COStoma despa-
char.lendo pur bano a rubrica e elcriea pouco mais
ou menoi como usa o nies-i.r, -,vn.. Sr.
leo que leiilia a Certtllcar acor.a da pe)ido
Coan urna pequea rosinrca 1, que nao afiecla
ao Sr. cemmendador J Jo Joaquim.
dem. De Jos Freir de Andrade.
estada......... ...
Total 13 inventarios. Total :i3dias
Oh abeuQoado fora Goianna, ja comprc-
nenJo como tem realisado para .qur-lie
doutor omnipotente. as fbulas do F.l-
dorado !
Isto he que he honradez, o mais he his-
toria !
Otneirinho Thotnaz.
S.'iitn o'o na tor.e do ido de Janeiro lereua ai
aulondadea da policia em soas portea urna tablela
com a eslampa oa coroa Imperial, que de.la lunr.a
fcilmente sabe-re a residencia dellas, lembra-ie jo
lllm. Sr. Ur. chefe de policia, que aejam nesla pru-
vincia lambem indicadaa as casas doa delegados e
subdelegados pelas mesma tablelas para o inaiino
lam.
& premio.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 1|2 d. a 60 d.
e Pars, 316 r. por fr.
e Lisboa, 92 por % de premio.
Aceto do banco 50 por cenlo de dividendo por coa
la do vendedor.
o a companhia de Beberibe 6O9OOO por aceto
compauhia Percamburana ao par
e JUIidade Publica, 30purceDtoda
e 1 Indemnisadora. 61 ideo.
c d. eslrada de ferro 20 por oo da premio
Daseonto de ledras, de 10 a 10 por eenio
Accoee do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncea hespauholaa. 29900 a 3aOCO
Moeda de obIOO velbas .... I60OU
6JW00 novas .... lojooo
. NON
. 2pt)O0
. 29000
. 1J860

4}0O0. .
Prata.PalacSe brasileiros.
Peaoa columbarios,
meiicanoe. .
ALFANDEGA.
Hend.ment do da 1 a 26. .
dem do dia 8.....
23:1978590
2l:463f32l
6i:9G059ll
Uescarregam hoje 29 de selembro.
Barca mglezaConlestcarato e laxas.
U.rra InglesaNauphanlo reilo.
Harta Ira.atezaEmana Mathildemercaderas
Bricae ingl-z-l). Joanmerca loriaa.
Fscuna ingleaaS. Pedro-trilhoa da ferro.
lingue braialeuuDeapiqua de Beim-louia para
ladrilho. '
Rrigoe hespaiiholAng.lbacalho.
Palacho diuamarquezFurlonagarraloea e quei-
lliate brasileiro--Capibariba--l!eaieroa do paiz.
MOVIMEMO DA ALFANDEG4.
\ olumes enlrados com fazemiaa ....
" i com gneros ....
o87
I a.
Tulal
Volume sabidos com (azendas
o o coan gneros
CONSULADO GERAL.
lien lmenlo do dia 1 a 20. .
I lem do dia 28. ,
lu al
5211
i9j
131
m
5l:boO>ii7
8:249J87
K.VERSAS PROVIttCIAs'.^'^4
Rendimeulo do da 1 a 26. 3 >928lllj
dem do dia 28....... 2770815
3:5709010
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 26.
dem do da 28.
43J36959I
PARA' 15 DE SETEMBRO DE 1857.
ImporlitAo.
. pipas 120:000
. garraf. 9:000
Agurdente de Canoa
a forle
Anizda.....
Az'ilunas ....
A'.eile doce ...
Allana......
Arma lazatinas .
hollaudrzas
Assucar.....,
Btala........
Baclhao........barrica
ancarl.
barril
aaiaiunc.a
urna
>.
arroba
Ha.illa
llezerros......
Chapeos de Chile. .
Ceneja.......
C'vadinba .....
Comiabe......
Chouricas.....
Carne secta .
Ora em .olas .
Cha la> -un.....
Chumbe de mimic/i
Cabo ne linlao .
Caf pilado.....
com casca. .
Erva-doea .....
liaoa seceos .
Foilaa de Flandrea.
I'nnaihe de trigo. .
Cenebra eni .
Licor..........I
Massa'.......]
Maiifeaga ingleai. .
" 11-o 1/1 .
NiiO se contou
'le que santo foi f
libra
duria
um
luzia
arroba
libra
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qumlal
arioba
11
arroba

caita
barrica
garraf.
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Caixa
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25:000
5:0M0
.'.30
1:000
7:300
:.'.00

-^u^^^.0 ufTA Cll,AE O DIA
28 DE StTEMB O DE 1857.
Lisboalingue po.tugoez Aeflvee, Amorim Ir-
maos, oOO saceos asucar macavado.
I.oeiida Brigue perlogoez uPorlalor... Anlonio
Carlea Francisco da Silvs, 12 cascos agurdenle,
ralmoulhBarca ingleza Conngao, N. O. Biebei
i\ C, 1,465 saceos assucar mascavado.
CanalBarca frauceza Bogolso, >. o. Haber A
C. 1,400 saccoi assucar maaeavado.
LiverpoolBarca ingiera aLancastreo, Paln Natal
i\C, 60a eaacaa alaodto.
Liverpool-Barca iaagleza Lancastre, Barroca A
Lastro, 1,068 couroa aalgados.
Liverpool Barca iaagleza olmogene, Schramm
Whalely A C. 600 saceos aasucar branco.
Huenoe-AvreaOragoe dinamarqnez -Maria-, Viu-
va Amorim & Falhos, 349 ba.ricas assncar branco
e mascavado.
Cosa a-Afnca Polaca sarda oeneral Cribaldn,
vchraiom Whalely & C, 50 pipas cachaca.
EXPORTACAO'
Rio de Janeiro, barca nacional ..Amelia, de 'II
oneladas. conduzo o segoinlt )ijo |in baea-
lhao, 4 lardos curdas de linho, 2 barricas presunlos,
?(,C25,M ""a ""'' UT1 "" <-' barrica cuan
10,38/ arrob. e 25 libra de assocar. 2,000 cucos
cid casca, 62 mullios pelles de cabra, 20 pipas
iKuaroenle. '
RECEUtlJORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBLCO.
Kendimenlo do dia I a 26. "Ti-ailaMM
,d"n dodi ...... mSSBm
-,I:T315787
1:627/593
I8:36;l8'a
125:000
9:500
5:000
1:500
TMICO
5:000
5:710
2:0iK)
26:000
ao
40:000
16:000
5:500
6:000
9:500
13:000
8.-000
1:150
1:700
40:000
6^500
9-50O
...-O00
21.-000
26:000
5:900
:140
130.000
5:000
8:000
:700
:530
estada. Que milagre

ILEGIVEL








DIARIO DB PERNAMBUCO mti.A FKIRA l> DB BETEMBRO DI 1857
Vc.........
Pipel pardu ....
I'l.'-lllll.......
Pao<........
Pimenta da India .
Pl-as.......
Plvora -ttiU'/.i .
i.i.i" i.-. .
, Qaeijoi IIini'ii; ., ,
Sal porlugut-z ...
u do Maraulio. .
Sol i........
Sperrnaeele ....
Slea-nna......
Sabio .le M,u,iiili.io
C-bula.......
Toucinhn.......
Tacho rte cobr* .
Vinho braoco .
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7:090
4:000
6:800
Nao 11.
Na lia
Rio lia
Nao lia
Algodao ....
tiiucar bruto .
Arroz de vapor...... o
>. em casca..... alqueire
Itorraeha lina...... arroba
entrenas. ...
groisa......
Lacio.......... u
'Crav*..........
Casta-aba......... alqueire
i,(iiu.ru......... libra
Coaros de Minas..... um
leccoi...... libra
i> Verdes......
l'annlii d'aKua..... alqueire
ti iiihii.i peiie....... libra
lid il.ill........... u
Oleo de cupahiba .... ;I libras
Pastaba em rama .... arroba
, Putiry..........libra
Sala parrillia......arroba
truc em mas-a. ....
> ero grao......paneiio
l'apioca.........alqueire
PKF.COS DOS "
OuroPegas. .
3 iberaiioi...... 8:500 8:800
o Moeda de Vj. *. .
i> unjas hespauholas. .
mexicanas. .
i) agoiaide20pe>os .
PrataPatacas hospanli. .
o mexicanai .
0 ) braceas Sfl
i iMiiin (Londres 27 3i ellecluatn Lisboa 95 Oii,
IAUB1U*. (Krai|i;j 33- l n-inburg0.
AGIO [AcroeidoB. 130: D^sronlode lellra 1 l|2 0|()
'.Otario do Commercio do Para.
Navios entrados oo rlia 27.
i. iiiii.niili i5 das, kelcli americano uCom'rerce,
de 208 tonel-idas, cauitao A. F. Parker, iqulpa-
eni 9, caraa assucar ; a Ilenry Foriter C.
Peitence a Naw-Bedfor-I. l'.mageiro, o hachare!
Manoel da Silva llego e 1 escravo.
IlunburgjSi .lias, escuna dinamarquea For'u-
iia, de 120 I inel. da, capitn |. [)ji- l.irll, eqm-
pagem 8, carga fazeudas e mais genero.) ; a Ilen-
ry II iiiiii i Perlence a Aliona.
Navio* galudni no rnesrao dia.
Purloi do N .rte Vapor nacional afgaaraMa'a,
cuinmaiiilaute Antonio la Silveira Maciel Jnior
Mticei hscuita iia-i-.ui-1 o Linda, com a me-n,
carga que trooxe. Suspnideu do larneirao.
Navios e..l ,1.1". no dia 28.
Para' e porlos intermedios11 das e ti lloras, vapor
nacional iilmnerador.u conimaudanlo o primeiro
lente Jos Leopoldo de Noronha TorrezSo.
Arical}Odias, ljale nacin 91 uCapitiaribe, de 39
toneladas, meslreTraj.no Anlunesda Costa, eqm-
pagcm 5, car yenrros ; n Lu/. Bordes de Siqueira. Perlence a
Pernambuco. Pasageiro> Hulina Mara li' .
'Ierra Nova26 dia, barca iugleza Minadas, de
1116 toneladas, capillo luuni.ii While. iqoipagen
1 (i, carga 3,803 barricas com bacalli< : a J imei
Crablree A; C. l'erteoce a Liverpool. Seguiu para
a Parodio*.
Navios libidos 110 mesmo dia.
PlnlaJelphiakelch americano Coininerci, com a
menina carga que Irous. Suspeiideu do I.a-
lueiro.
"IUo de Janeiro e porlos interine dios Vapor nacio-
nal alroperadnr, commandante o primeiro len-
te Jos Leopoldo Torrezao.
Ziobo para camisas a 200 rs., 515 varas de
aniageui a 400.
0 2.- -2400 varas do brim a 430 rs., 4461
covados u. hollanda para forro a 95 rs 660
covadosdo panno v.t lo para sobrecasacis a
2M50 rs 10 covados de cascmra verdea
50' 0 res, 9 covados de dita amarilla a
2s")00 res.
03." 1500 cov>dos de panno verde para,
sobrecasacas a 2s3o res.
seus fiadores, oo munidos de ciirlas desles.
IkdministrecBo geral dos estabel -cimentos
do ca idade 24 e aelembro de 1857.--Oes-
crivSo, Antonio J >s Gomos do Corris.
COMSELHO ADMINISTRATIVO.
O cousellio adninislrativo lem de com-
prar os objeclos scguiutes :
Para a botica da colonia de Pim^nteiras
Purgante de Le-Hoy, garrafas 3; espi-
rito de vioho, garrafas 4 : carbonato de fer-
u 4.- 395 covados de panno pieto a 1/945 i ro l'l,ra 1 > ether sulptiurico, libra 1 ; cssen-
fes, 29 mantas de 13a a 1s600 rs 113 cova-
dos de csBinir encarnada a 21.
0 5.- 100 alqucires de cal prota a 560 rs ,
10 canoas de area, cora 6 carrochas cala
urna, a 5o rs., 2 duzas de taboas da assoallio
de louro, cora 1 e meio palmo de largura a
60/ rs., tudo posto na obra do bospial rey i -
mental.
O 6.- 4 calleiras de ferro eslanhadas, para
100 piar .s a 500 rs. a libra, 3 ditas de dito,
para 50 pracus a 500 rs. a libra, devenip en-
trega-las protnptas at o dia 35 de oulubro
protimo.
0 7." 60 pares do colliurnos a43rs, 64
libras de fio de algolSo a 640 rs,
O8.' um relogio de parede, com caixa do
Jacaranda por 110 is.
0.9 47caadas de azoitc de coco, n.e-
da nova a 20150 rs 9 duzas do pavios a 2u
res, 320 libias da Telas de carnauba a 520
res.
O 10. 200 meios le sola a 5o300 rs 1146
pares de sapalos fetoa no Aracaly a (S350 rs,
300 Jilos ditos b 1/3U i
II." 115 grvalas de sola de lustre a 560 rs
O 12.- 35 pe les de lustre a 49 rs.
O 13.' 3244 duzas de bolCes pretos de 08-
soa 25 rs., 22ii ditas de ditos brancus a 25
rs., 3007 ditas de ditos pi-quenos a 25 is
O 14.* 222 bolCes grandes de metal bron-
zeaJo, com o u. 10 de dito a'i.-irello, 1730
ditos pequeos com o mesmo numero, ;:> >
Jilos grandes cjiu o u. 9, 3510 ditos peque- propostas em carta fechada', na secretaria do
nos, 3798 ditos gran tes de metal amareilo1 conselho, as 10 horas do dia 2 de oulubro
com o o. 4, 2250 ditos pequeos, 1650 jilos prximo futuro
glandes com o n 3, 826 Jilos peiiuenos, 840 S:,la das sesscs do conselho adminislra-
ailos glandes com a lellra K, 4S0 ditos pe- ''vo para fornecimenlo uo arsenal de guerra
quenus, 700 ditos grandes com a lettrn C, 25 de setenibro de 1857. Jos Antonio l'in-
450 ditos pequen s, sendo os bronzeados a lo. preaidenie interino. Bernardo Pereira
Uo rs., e osde melalamarelloa llrs, com oo Carmn Juior. vngal o sRrreU'io.
o prazo de 3 uiezes para eiUreg-los promp-
los [
O 15.- 1530 pares do clchelos pretos a 10
res o par.
ca de rosas, oncas 2 ; espirito de cantha-
ridas, libra 1 ; flores de borragens, libras 2:
ditas de malvas, libras 2 ; ditas de sab u-
gueiro, libras 3 ; iodoreto de potacio, libra
1; mercurio doce, libra 1; mel rosado, li-
bras 3 ; pomada de saturno, libras 3 ; pas-
tilhasde iodoreto de ferro de l'udagn I, li-
bra 1 ; pastilhas do ipecacunha. libras 2 ;
sement de mrmelo, libras 2; trtaro eme-
tico, ooca 1 ; tintura de bejoim, libra 1
dita de quina, libra I ; dita de nosvomica,
onas6; dita de pulsatilla, oncas 6 ; dita
de camomilla, onQas6; dita de acnito, li-
bra 1
Proviucia do Rio (rande do Norte.
Sapatos, pares 318; esleirs de pallia de
carnauba 123
Meio balaihiio da provincia da Parahiba.
Papel almaco, resmas 6 ; peonas de gans ;
400 ; caivetes 3 ; tinta preta garrafa 6o
lapis, du/.ias 6 ; areia preta; libras 6 ; col-
lecgSo de cartas para principiante, ejem-
plares 20; lahoadas 20 ; grainmaticas por-
tuguozas, por Monte verde, ultima collecco
6; compeodiosdearitbmetica, por.tvilaO;
paulas 6 ; oxemplares de i-ac iota, de tras-
lado 20.
Provimento de armazens.
Papel aimaco, reamas 90 dito de peso,
resmas5; obieias.massos 10 ; lapis, duzas
5 ; tinta preto, garrafas 20.
Oneo qnizer vender, aprsente as suas

I
O lllm. Sr. Inspector da llieiouraria
provincial, era cumprimento da rosolUcSo
da unta da fazenda, manda fazer publico,
quo as obras dos concertos da ponte do ao-
jo sobre o rio Scrinhaem, v3o novameoU a
piaga para seren arrematadas a quem por
menos lizer, no dia'8 deouiubro prximo
viqdouro.
li nara constar se mandou allixar o pre-
sente e publicir pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pornambuco22 le setemb'o de 1857. O se-
cretario, A. F. d'Annuncia;9o.
O r. Francisco Humes Velloso de Albuquprque
Lias, jiiiz municipal snpplenle da ptimMra vira
nesla ri i,. ie do Becife de Pernambuco em virtu-
de da lei, etc.
Pago saber ao* que o presente eilital virem, rm
coni) Jlo Cryso'lomo de Souza Moreira, me fez
por escripia a pel-elo do Iheor seiiuinle :
l'it Jo3o C'vsosiomo de Souza Moreira. morador
na eila,le de l .im inies, reino de Porlu^.l, por cu
li i>laule procurador oesta cidade, que lendo com-
prado por eicriplura publica a viuva e lierdrirot de
.!)( de Oliveira a divida qa* a estes devis o ausen-
te Ji.to B.ibll i Leile Goimares, constante da ele-
coo que corre ncale juizo escrivilo Sardos, preien-
lende u supplicaute habilitar-se em dita etecu^ao ps.
ra o lim de proseguir uos ulleiiorrs termos da mes-
illa, e para is O 16.' 271 pares do palatinas para o." ba-
talliiio dearlilliaria lors H8 ditas para a
campanilla de artfices a 1/ rs I0i cordOes
de la para canudos de inferioses a lo rs.
250 bonetes aCavaignac para o .' batalhSo
de arlilharia A 3o rs 31 ditos para mnsicos.
Jo mes ojo balalhao a 5o. 118 ditos paia ai
compauhia de arlifices a 35 rs 00 ditos para |
a compauhia de cavallana a 3.--40 rs., tend-o
virola do lato.
17." 2108 varas de cordo preto ce |*ia
a 60 rs., 351 booeles a Cavaignac para'o 9.-1
batalliSo de inlaiilaria a 3-; r-., 168 ditos pa-
ra o 10 balalhao a 3; rs., 4 ditos para in-i
vahos a 3.J rs.. 50 Jilos para o meio b la-i
llilo do -taia a 3~ rs.
E avisa aos supraditos ven iedores. que de-1
vero rccolher os respectivos olijcctos ao ar-
senal de guerra no da 9 do corrento .r.ez ,
com etcepefio dos 6.,14", 16.- e 17." ven-
dedores, que poJero fazer dito recolliinien-
locom o prazo peJido em suas proposlas
Sala das sesses do conseibo almiaistra-
livo, para fornecimenlo do aisenal de guer-
ra, 20 de seto Abro de 1857. bernardo l'e-
reira do tlarmo, vogal e secretario.
O lllm. ftr. Inspector a thesouraria
provincial, em cuinprimenlo da res'oluoao da
junta da fazenda, manda fazer publico, que
a arromaUc,."-!) da illuiniuagao publua da ci-
dade de Goiauua II da transferida para odia
I." de oulubro prximo vin.louro.
E para constar se man Ion allixar o pre-
sente e publicar pi lo Idario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 da sc.lembro de 1857.-- O se-
crel-rio, a. 1*. da AunuilCiacSo.
' OSr. collector das rendas provinciaes
do municipio de Goiaona faz saber que em o
dia de bojeIhe oi entregue pelo delegado
Jes' termo o cscravo cnoulo de nome Luiz,
n?t ir.il da comarca do Limoeiro, de idade
de^Sannos, estatura alta, rosto redondo,
to, bocea grande, barba pouca, picada de
Lbt-gn, preso nessa cidade a orden) ao uies-
mr. lelegado, no dia 3 de Janeiro do e
rente u:ino, sendo avahado na quantia de
1:20"o ; pelo que cha ea-se a todas as pes
soas que liverem direito ao referido csc.avo,
par. que dentro de 60 di s, contalos da pu
I lic dita cidade sua justilicac,ao de dominio, a
quasora produzida pirante o juizo inuuici-
pa( desse termo, c lindo o prazo menciona-
do sera arrematado em basta publica, a or-
la do mesmo Sr. collector, precedenlo-se
ai1 nuncio do dia e hora em que houver de
ler lugar dita arreinetagao, publicaodo-se
este edital pela imprensa, e onde oais con-
vier. Collecioria provincial do muuiciplo
de Uoianoa 30 de julho de 1857.O escrivao
da collecioria, Luiz de Albuqucrque Lins
dos l.uimares Peixoto.
Pela mesa do consulado provincial se
f*-f publico aos dovedores do imposto da .1 -
cima,4 por cento de diversos estabeleciraen
TilBllA'i'iO
SANTAISABEL
O.'HECHA u.Hb$Ui\m.U
u
EMPREZAGERMANO.
TFRCA-FEIKA 29 DESETEMDRU DE 1867
pri-ientar-se lia o drama em 5 aclos e 6 quaJrcu :
MARIAJOANNA
HULIIEK 110IMVO
O
lie
A Polire 1
Traduccao do francez do arlitla (iermano Fran-
ci-co ile Uliveira.
Terniloar o e-neclaculo com a qraciosa farea,
crnida de coptela :
PGiR 0 ML QUE NAO FEZ.
REAL
comp.-nliin de paquetea
ihilezes a vapor.
Na dia I de oulubro espera-se da Eujopa om dm
vapores desla rompanhia, o qual, depois do coslu-
me, feftuir para o H, de Janeiro, locando na lla-
hie: para paiaagen*, eic lrala- Adamstn llowie & C, ra do Trapiche-Novo n. 12.
Grande ariuazeiii de
roiiiia leia,
WUNOVAill; 43.
junto a greja da Coucei^ao dus Militares.
PROVINCIA
'3
COMPANHIA
namhucana.
Fcsta (!
a de Ixoi uiina.
No da 3 du prximo oulubro secui paro Goi-
ania o vapor PERSINNliA, a levar pas-aijeiros
pana fe>ta do Orago, e ollar* no dia .". as pai-
aagini ila e folla sirao pagas na aereni-ia, e cus-
turSo I2-O0U. Em occasiAo opporluna se annun-
cia. a liara da portilla.
ara o io de .aneiro
Oveleiro e bem conhecido brique nacio-
nal Laura, pretende seguir para o ltio de
Janeiro at o da :t de ouiubro, lera a bordo
metido do sen carreja trien lo, para o resto e
escravos a frete, para os quaes teni excnl-
lentes cotnmo.los : t-ata-a j cora o aeu con-
signatario Antonio Luiz de Uliveira Azeve-
do la Ua Cruz n. 1.
Paran lialiia.
A velcira su-.ac llortencia, pretende se-
guir para a Babia uestes oito di?s, tem a
bordo dous leiQos de scu carregam^nto
prompto : trata-se com o seu consignatario
enlomo Luiz de Uiiveira Aze/edo, ra da
Cruz n I
Naste eslalielerioienlof ncontiaia o publico im grande sorliineulo de n.up-- (e -
las, com spjem : ca-acas, suhrecasacas, Roadolaa, Traques e palils de panno lino
(.i' lo e de cores, ditos de merino selim, .Mos de bomba/ana, dilos de alpaca, ditos
d* seda ror de pallia, dilos Iranreza e ditos de brim de ilnlio branco e de core*, dilos
de rucad i, calcas de casemira prela e de eoret,dilai da meia casemir, ditas de me-
rm, ditas de prinreza, ditas de brim br>uco e d9 cores, ditas oe tm:j frnce/.a, ditas
d riscados de buho, colleies de vellodo prelo e de ores, dilos de gomurao, dilos
de catemira liso e bordado, dilos de srdm branco bordado para ca.amenlo, ditos de
dilo prclo bordado e li'", ditos de inerniii burilad.> e liso, ditos de brim de Hubo e
fu*tilo, camis.s franceta., clMpos de f-l(ro,dilc* pretos de sena, dilos de castor
bianrn com pello e rpalo, jravalo, e Iiiv& do ludas a-i qoalidades, no me
aproinpta-e qoali|urr encomineu-la cm 2i lluras, com roseada do armazem, par
que tem escollndiis pannos linos pretos e de cTe-, casemiraa prelas e de core, vel-
ludos, lirins de lindo, santas a oulras muilas fa/.enlas as pessoas qoe compraren!
Desla eslabelf rimenlo li-arito lalisfoillMiniaa, lano na qualidade da f,/on la e leu
acabado das.bn.s, como na commodidade do prrio.
;'
O
i ni por-
O l
loiin
e .lo tiiealro.
Principiar as H horas,
aclia-se venda oo escrip-
THEATRO
(GMlIlillIil.
OLARTA FEIRA. 30DEbETEMBRO.
RECITA EXTRAORDINARIA
CONCEDIDA PE,A SOCIEDAPE DRAMTICA PARTICU-
LAR, AO ACTOR
CToeea 't KsVPo/vteo FameJ.
Dapoia que a ordieslra liver exeeotado una dai soas
molhore oovenurai, lem' lunar a represeniacAo
di oena dram.lica, iiUiniaincule representada m
OS LLTinOS 101EST0S
DE
Luiz ele CamoCaS.
a engia-
roeln-i.i
Piulo de
inillir o supplicante prnvar a ausencia do esecilla...,
depoi da qual e jolgada por senlenga, se paste caria '"?' casas Ue DOdas, e Casas que lem JOgO de
de editoa pelo praio de Jodias, para o lim de -er i bimar, ijo a ano (inanceiro prximo lindo de
citado
pena
ui-ipal da pruneira vara Ihe delira. E
Mare. Procurador bastante, Aulonio
Barros.
Nada mait se couliulia em dila pebeao, na qual
dei o meu de D.l'endo.Recite 30 de julho d* 1837. Velloso
Lias.
N i li mil-i se cu,iinli i em di|> m mi despacho, tm
virlule do qual proee r.i.i por nielo de leslrinuiihii, com as quaes provou
a ausencia do suppbcado e incerteza da seu d mici-
lio, e lateado me o escrivao os aulus conclusos, nos
quaes del a ininh sentenga do Iheor seauinle:
Jalao par senten;a e cusas a joslilica^o de an-
IBBeia i'xccutado, de folhat, e mando que se pai-
se caria 4a edito, por eipaco dt 30 dias, allm de ser
citado n ausente para Indos os termo da habilil.jo.
Recite 0 de auato de 1857.Franciico Gomes Yel-
de Alboquerque Lins.
Nada mais se cmlinha em dita minlia sentenra,
em triadoda qual te patsoa a prsenle, pela qual
se ella e cliama ajano o tuppli-ado Joa Raliellu
l.eiteGoiatarifl por tolo contento na pelic.io nesla
Misarla, e asailB lodos os ppenles, amigos e conheci-
Uo< dosupplicado o fac-nn sciere de iodo o eipoa-
dido, para que compare^ ou nomee procurador qae
por -i falle DI primeira audiencia quo iera' lagar de
poifdl otHidoi 30 dia, que se contara' do dia em
que a presente l-r alluada, e n.i.i comparecendo
U'iii oulrem por elle correr' o leilo a' sua reveli.
E para qoe cliegoc a noticia de lodos, ruando ao
porlepo aliixe esta no lugar do tostante.
Dula e patada necia cidade do R-rile em j de se-
lembio de I8*)7. Ineeomu-seilo da independencia e
ilo imperio do Brasil. Ea Joaqun) Jota Pereira dos
sjaulua, escrivao o ubscrevi.
Irau-ici mies Vellozo da Albuqucrque Lins.
Piada a scena a Sin. 1). Francisca cantar
cada ana, coropsnhada de coros
FiO-la c qncl o b-neli ciado can lar,i a ana :
fflE YOYO CSS IE MiTA.
Eiu seguida raprasaolar-aa ha a *c <"a de msica :
BKB
lerminar o tsppcliculo com
<
i o ausente para luds os termos da ImI.i|i|,h;.,i. I 1836 a 57, que COllliuiia a arrecada^ao at O
de revelia. Pele a V. S. Illm^ Sr. Ur. joiz mu- | ultimo do corrento mez, e lindo este, sera
rernetlido seus dbitos para juizo. Mesa do
consulado provincial, -X du seiembro de 1857.
-Theodoro Mucnado Freir Pereira da *i va.
DIKECI'URIA CEKAL DA INSTRU^CAU'
PUBLICA.
Por esta secretaria faz se constar a qom
convier, o interessar, que se aclia vaga a ca-
deira oe uisiiucqo primaria lo sexo mascu-
lino, da povcarjOo N. S. do O'de Ipojuca, por
jubilaQfio concedida ao prolessor.que a regia;
e qoe lica assignado o pi > zo de 60dias a con-.
tarda data des -e para a iusrripc, io,e proceaso
de liabilita^o dos can lualos que a mesrna
sequeiraro o oopr. secretaria dita 22 de -e-
tembro de 1857. '.O secretario, Francisco
Pereira Freir.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de contra-
tar o forneci ment dos gneros absixo de-
clarados, para o rancho da companbia dos
aprendizea menores do arsnnal de guerra,
dolante os mezeg de outobro, r.ovembro e
dezembro do correnle anuo :
Assucar somenos e refina lo, cal em griio,
cha liyson, pSes de onQaa,bolachas, mantei-
a Iranceza,arroz do Maranb8o,bacalhao,car-
nesecca, dita verde, farinha de mandioca,
Teijilo prelo u mu .tinho, toucinho de San-
tos, azeito doce eL;sboa, vinagre de Lis-
boa.
Quem quizei fazer .lito forneciinenl.i apr-
sente as auai propostas em carta fechada na i
secretaria do conselho, as 10 horas do Jia 30
do corrente mez
Sala dassessoas do conselho administrati-
vo para fornecimen'o do arsenal do guerra,
23 de aelembro de 1857. -Jos Antonio Pin-
to, presidente interino Bernardo Pereira
do ('aro,o, vogal e secretario.
Peia administraijSo do correiosef^z
publico, que por aviso aa secretaria de es-
lado jos negocios do imperio e 3 do cor-
ralo, Ittra or leado que d'ora cm dianle os
vapores brasileirm proee lentes dos portns
lo sul e norie. so se demoren!
o i..... -,d i duelo
MEIRINHJE APQ3fE.
I.anlaiio p-la Sr. D. Francisca e o beneficiado.
He e-te o espectculo que o beneficiado ao retirar-
se pata o Rio .le Janeiro, tem a honra de offerecer
ao illu-lrado publico de-ta cidade, e certo de seu au-
ulio e'niinca drsmeallda prottecllo, desde jscon-
fesa-se elernanieiile grato.
O resto dos bllhtlea arhain-se i venda em casa do
beiieliciadu, roa da Floranlint. |ioria.>. A- pesaoa
que encommond-rain caniar.dts podein procura-Ios
al o dia -'.< as 11 horas do dia.
Priocipiar.i as S horas.
.- -,
'*$?
A requcrimenlo dos administradores da
massa fallida de I) Candida alaria da Silva
Lim-, viuva de Delliuo (i. Pereira Lima o de
ordeni do Etoi. Sr. Dr. juz especial do com-
mercio, o agente liorja fara leia j terca-ei-
ra 29 do correnle, as 10 horas da manhaa,
no primeiro andar do sobrado n. 07, da ra
Imperial, del'route do viveiro do Muniz, do
seguiile :
Um excedente sitio na Passagem da Mag-
dalena, com soberba casa de vivenda asso-
bradada, casa pora feitor, escravos, banho.
coebeira, estribara, curial e vaccas, gali-
nheiro etc., lulo de pedra o cal, cacimba
com boa agua, jardim, muilos arvoredos de
espinho, grande eexcelloute baixa para ca-
pim, viveiro etc.
Lu sobrado de dous andares o sotSo, com
quintal grande a murado, inuito bem cons-
truido, com cozinba lora no primeiro andar,
silo na ra Imperial n. 67 (o mesmo em que
se faz o leilao).
Urna casa terrea na ra da Assumpc.o n.
38, com quintal murado etc.
Esclavos, e. inoliilia, contendo sof, ca-
deiras, mesa e consolos com pedra, tudo de
Jacaranda, piano borisontal o de mogno,
guarda-luuca.aparador,mesa dejanta-,banca
dejugo, cadei-as, cama etc., de diferentes
madeiras, lou?a dejantar, de almoco, lan-
teinas etc.
Os aenliores pretendentes aos predios po-
lem com aolecipaijSo examina-los, para o
que Ibes sera f anca entrada.
QUAKTA-FEIUA, 30 1)0 CORBENTE.
EXTRAORDINARIO.
Leilao artstico
de mais de 300 magaifleos vasos de marmo-
ie, agatha, alabastro, pnrphiro ejaspe, de
modellos anda iijo vistos em Pcnambuco,
como corynthios, armeniauos, alruacoa, ro-
manos, goibicos, de lierculatiun e de Pom-
pea, difTerentes figuras represenlando a dau-
sa de llellena, a vida desventurada, Cleopa-
tra e Su cana -- obras de Cherici o Del'Medi-
co om lindo sortimenlo de adornos de
sala e de gabinete, mesas de m isaico, e ou-
tros muitos artigos raros e de gosto, etc.
\<> aiiiiaviin do ulereo ilti B.m-
visiu n, r,
por conta e ordem do Sr. A. Topi, que se
retira prximamente para a Europa.
01 GENTE BOBJA
far leilao quaila-leira, 30 do corrente, dos
riquissitnos vasos, etc., acinta menciona-tos,
que serao vendidos sej reserva alguna, e n
consequencia da prestesabi la do Sr. a. To-
pi, o qual tendo recebido inesperadamente
da Furopa os referidos objeclos, e querendo
'eriiamou-
ilu.
Attenco!

Vcndem-se si;das brancas lavradas c finas,
para casamento : na loja de M. Ferreira do
Sa, na i na da Cadeia do Keaife n. 47.
Ven '- -o urna escrava criuula, de. 30
aunos, cozinba, vcud.', he liel e nao bebe ;
na ra do Aragio n. 36.
\tiie en PernuTiiDu- %
m
O ^b'irxo atsianado commumea aos Sis. s$-
socios elTerlivos, que incorreram as penas t
_ marcadas uo* aits. ti e 50 dos estatuios, ler- $
,-j Ibes a lOciadade concelii o prazo improio- ^4
.-, gaveldeoito das para npreseuiarero rnesma ja
- 11 -1 juillQcac3 s, liu lu o aiiil st f.ro ef- ,
*j) tectivas aqaollaf penas aos refractarios.
K ( nnniunico mala a lodol oa Srs. socios elT'C- S
4, livo-, que o nljcomparecimeiilo, sem part- Z
cipac.i prapna ,U nnp.iss bnidad-, Icila por '%,
escriplo, nos ,lias mareado! pira tuso, i n- S
por la em falta injusliftcoval, muiio emhora
11,10 asaUulia reunido numero sullicieuie de sociorpara haver casa.
Sala das sesso's do Athrncu Pernambuea-
110, 21 de lelembro de 1857.
F. C. Ilarlamaqoe. ^
9^S-9#9D-aasS9*<9<99
I- urla. ai do abaixo assignido, no
sabbado para o domingo, 2(i para 27, da cisa
deailencia roa da Praia de Santa Rita, Ot.i
palito de panno Dno, urna calca de casemira
alvadia, um collete do gurgu-So de sola
n'ixa, urna peca ,e lita d- la de fazer silln,
e outros arraojos le cas*, tu lo cm bom es-
lado; estando a porta fchala, julga-se ser
por cima do muro, n lita he provavel, que
y.io otfnecer abs selteiros : loga-so a quem
forofferecide qualquer desles objeclos, ap-
prehenler, ou dirigir-se ao trapiche do lia-
mos que sera gratifica lo
as casas
Cuararapes n.
Lotcrea
DA
provincia.
Acha-sea venda as lojas ja conhecidas
do reapeitavei publico us (elizes bi Ihe tes
fabricados pelo abaixo assignado da pri-
meira pacte da primeira lotera do Divino
Espirito Santo, cuja cxtiaccdo he no dia
.> de outiihro.
P. J. L; l'recisa-se de tim preto Ioitoou cs-
cravo para serviro de tima csa estran-
geira om pequea (amilia : a fallar na
da Cruz ii. 10.
Precisa-so de um preto lorio
escravopara o servido de nina casa
; campo de peqyena familia: na ra
f I Madre de Dos n. -"i, Drimeiro andar.
Aluga-Se a cas:i terrea sita na ra
d.i Praia, pertencente ao patrimonio du
vi.-iieravel ordetn tercena de S. Francisco
desia cidade do Kecife, cuja casa tem
co:nmodo para ipialc|oer estabeleciment
e inorada ; os pretendentes dirijam-sc ao
carissimo irmo ministro JoUo Tavares
Cordeiro, na ra da Uadre de Dos.
.V mesa regedora da irmandade do
Divino Espirit Santo, pede aos seus ca-
ros iriiifins, (|ii( liajam re COncorrer para
los Inllietcs di
o
ra
mi
de
da
uprompla vendados btlhetes da ptimeira
dama do Pilar n. 10, c dos 11'" U: ll' 1" "nena lotera concedida a fa-
27 pertencentes a M*noel|vor das obras da sua igreja.
Frauciscu da Silva \raujo, eslSo justas
riaiiuscu ua jnva .-\raujo, stao justas p.ir! Vi ra fia Lftiz n. i, escri
convra.se alguem tiver pois q-.alquer direi- | Antonio de Almeida Gomes, ve
lo a reclamar sobre as mesuias lenbain a r-,,,,;..,. (:,.. ,\ i\ n .
Hondada Je oestes 5 dias fazer suas recia- .'"V *\ l"a^1dl. "'c las^ .
Na ra da Cruz d. 27, csciiptorio de
sndem-se:
iliacos, que desos de lindo nao se annuira
a qualquer recliimagaj. Recite 2 de aelem-
bro de 1857
fferece-se um sacerdote para capel-
las de engi-uho : quem de seu prestimo qui-'
zer utilisar-se, comparec no largo das Cin-
co Ponas n, I3U, que achara com quem
fallar.
Na ra do S. Francisco, no segundo
andar da casa que lica por cima do hotequiin
do Paiva existe urna caita de iintiortincia
para o sr. Ileruieuegil lo Jos de Al nei.la.
Precisa-se alugar um n gro, e um
moieque,
z ejun
Vigarlo n. 3.
Precisa-se de dous amassad iros : na
nadarla do Forte 1o llattos ; paga-se bous
ordenados, agr ando seus sorvicos.
-- Precisa-se da urna pesaoa, que saiba
cozinhar: na ra lo Hospicio n 15
Fugio no dia 27 do corrente, das 7
para 8 horas da noile, un moieque eriouio,
por nome Antonio, que representa ler 30 a
25 anuos de idade, biixo reforcado do eor-
po, cara larga, bei^os grossos, com o so ire-
olho esquerda
Coi.'Iioinllius de linho de varios tamanhos e
i-.i|-i s.
Toalbas de linho.
Gil ipoi de palba de Italia, sonidos.
Jilos de sedas para senhoras.
Na ra da Cruz n. 27, escriporio
de Antonio de Almeida lomes, vende-se :
Viulio de champagne de superior quali-
dade em cestos de garrafas e meias.
Na ruada Cruz n. 27, escriptorio de
Vntouio de Almeida Gomes, vendem-se:
pata oservicode urna casa ingle- Camas de ferro de oosto moderno.
lamente de urna ama : na ruado Enchadasde dito, de diversos tarnan
Fio porreta.
Fio
de velas portugiiez i
meadas pequeas.
Papel de peso e almasso de
ge no vez em
diveisas qiia-
uni puueo cu:nulo, qae na- ...,;,
diado, as costas e nalgas temAM,te doce em ai*
lidades.
Cillas portuguezas dejogar.
.\a rua di Cruz n. 27, escriporio Je
Antonio de Alenla Gomes, vendem-se:
A reliles em fardos de 50.
as pequeas.
(.ai r
marcas provenientes de chicote, filia ama-' tauvaciinlia nova em garratoes.
lutada, por isso, que em lugar de sim se-! Licoressortidns em cuixas |>equenas
nhor.iiz seniior nao. Icvou chapeo de cas- Itolhas para 'arralas e ffanafOes.
lor branco bastante usado, camisa de risca- v.,1,. l.. i i i i
do de algodao, calca de brim de cor j, na- }', 7" PW"' da, oi escravo nnsla praca de Luiz Jos .Mar- "",0 ,n"S(''i<" em cusas pequeas.
/ilviso .s laiida les c nos
1' at< iros
Jos Paulino.da Sitva, com casa publica
de ven ler plvora, na rua Imperial, a uili-
, ma casa pintada de encarnado, a esquerdt,
que sera ge- indo para os \Togados ajp. 235, alrn da pol-
| vora que vende de superior qualidade e por
ahisicte ptico
ATERRO DA BOA-VISTA N. 4.
O director desle sulao, participa a seus .
Ilustres prolectores, que nSo pudendo sabir "" Par* oMaranhao, a peJidode muilas pes-
COMMANDO t\S ARMAS.
Para se poder dar fiel cumprimento a or-
dem do dia do quartel general do exercilo
sob o n. 27, datada de 9 de set^mbro corren-*
t, manda o lllm. Sr. brigijeiro cumman-
danto das armas interino, que os senhores
"lliciaes raformailos, os da extincta segun-
da linha com sold e os honorarios com sol-
do ou sem elle, que se acharem nesta pro-
vincia, enviem quanto antes ao qurtel ge-
neral do commando das armas una decla-
rlo por escripia dos lugares em que fazem a
su i residencia, devendo aquelles que a jui
se acbarem accidentalmente, declararem
qual a sua residencia permanente. Secre-
taria do commando das artms de Pernam-
buco em 26 de setembro de 1857.--Francis-
co Camello Pessoa de l.acer,a, capitSo se-
cretario do commando das armas
CO.NSEL1IO ADMINISTRATITO.
o-conselho administrativo, em cumpri-
mento doart. 22 doiegulatnento de Hite
de/embro de 1852, faz publico, que foram
aceitas aa propostas do Jos Francisco La-
vra, t.iiilher-rie la Silva CuimarSes. Luiz An-
t- nio de Siqucira Siqoeira Al Pereira, Ha.
noel Antonio reixeira, Francisco Antonio
Corren Cardlo, Francisco Maciel de Souza,
Francisco Jos Germano, viuva Rodrigues Pe- val, a
reir & Pinlo.ltulino Antonio de Mello, Anto-Uaiidi
nio Ferreira da CnataiBrafta.Manoel Francisco
de Mello, Rodrigues ; ltibeiro, Jos Baplis-
ta Braga, Francisco Ignacio Tinuco lo Sou-
za, Amonio Joaquim l'anasco, e Antonio Pe-
reira de tWivcira Hamos, para fornecerem :
O I." 250-2 cov-dos du panno a/ul p.,ra so-
brecasacas a */00 leis, bi dilos de ,iito azul
mtsclado a 5* rs., 3178 varas de
13 horas e nao 21 como liantes era costo me
t.orreio de Poi-nambuco3i2desclembio.de
1857.O administrador,
Domingos dos P^ssos Miarand.
ltiido o romellio de admiiiislrarila naval do
enntraUi o r.irnecimeiilo de afros, aiuard'onl, al-
inear lirai.c... J, enrojo, nieile .loca de I.*' o,., ha-
olliaa, carne aaeca, rafe im cao, farinha de man-
diuca, fe ji ?, ia|,
desta provincia. Ibes offereco por alguns
lias urna boa e agradavcl exposicao de vistas
es-coltiidas.
Guerra do Oriente.
I A esquadra angio-'.'raiicez. passando
o mar negro.
21 Constautinopla guarnecida pela es-
quadra.
3.. Osultao Adul-Medgi, rodea io de lurds.
_*.- As esquadras alliadas, arvorando o
signal de guerra H ssia.
5. liumharleamonto de Odessa, os Inglc-
zes botan lo foguetea a congreve.
6." O gran le bombardeamento de Sebas-
topol.
7.* Halallia do lima.
8. Tomada de l'.omarsund.
Tomada da Hamelao, e ataque da tor-
re de Malacofi.
I0< lis verda.ic.iros retratos dos v'efenso-
res da liberdsde da F.uropa.
tt. Os verdadeiroa retratos das primeiras
personagens -o mundo
12 Kestiuico da torre de Babel.
13." O interior do palacio de Luiz Filinae
em Pars.
14. Vala de Valenca de llespanha.
15. Jardim das llores em Paria
16." Jardim o palacio de Versalhes.
7." Futrada do palacio de crystal em
i'tris.
18.a Mapoleiiol, botando o oculoem fren-
neste .oilo^a da calJioJral de Mimo na l'.alia.
soas amantes d ste genero de arte, resol
veu-se a liear mais alguna dias aqui, e con-
clui-los em leilSo. llar-se-ha co iicqo ao
Itilio as 10 hor- s da tnanhila em pnnto, fa-
endo-so pausa as 3 horas da Urde, e dan lo-
se de novo principio as 6 horas da tarde, a
linalisarcom a noile.
N. It. Osupradilo armazem achp.r-se-lia
ahert a concurso dos visitantes e pieten-
denles de ambos os sexos nao so durante o
dia como a noile. ale 9 horas
.
.
-*. ;:
O s-aUo estar aberlo das
noite. Futrada 500 rcis
7 ate as 11 da
Para o liio Je Janeiro sabe, ron umita
brevida lo, o bem conhecido brigue Sagita-
rio, para carga e passag^iros, trata-se com
te de ,. veH.0,?1'"2.1 l-'f;'''""^'e< "'" I Maiioel Francisco da Silva Ca-rico, ua rua do I
ie oe crrajiin, *ei.n siouuis-, lilla de sl-Ii. |>a i,
bolacha, e erne \erde, todoi e.tei cenerus da me-
lliore qualidadea, para o eanaamo da enfermara de
mariuha, navioirta armada e prafaa, ojaer d.i barca
le tacavaela, romo do arwnal de marinha, no iri-
melr a lindar em o iilli'io de de/:eiiilirn du rnr-
renle aun.. .- manda o i i.-i-ih eonaclho faxer poblieo
i|uc lado i*ln lera' Irisar na dia :l de ontuln proii-
iiHi, a vi-la de proponaracebida ale bi II Imrai da
manhia, aai qoaei daelare-M o preco li\o pelo f..r-
neeimealu da cj'.i mu datan)* i -. iua de Apollo n. 23,
Sala daaaea.de*doeoowlha de admiDinIraeio na- .,,.., ., A ..a.-
m 21 do aelembro de 1857.O McieUrK), Ale- ''' emj c lloingaei oi Aojo*. sague em poucos dias, por j ter parle
A a lniJuistrarao geral d s cstabelecl-
mentos de candado manda fazer publico,
Viga rio n. 17, primeiro andar, ou com o ca-
| ilio Jos Manoi I Musa.
Para o ltio Grande do Norte o Assu" se-
gu impreterivclmanle no da 29 do corren-
te o veleiro e bem conhecido blata nacional
Castro, or ter parte de seu carregainento
a bordo, e pan; o resto, trata-se com o seu
Estando a coneccionar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a lodos os se-
nlioresipiucostiimainsernelle menciona-
Idos, queiram mandar seus nomes, mu-
dinea de domicilio, ou otitra (lualquer
lembranqa,que sirva para tiueseja o mes-
mo almanak completo: da rnesma sorte
roga-se aos senhores de en;enlio e rendei-
ins. queiram mandaras alteracOes liverem dado a respeito de suas proprie-
dades.
PEIMCOS IIK TIJill.iiS.
D-seuma porcao de pedacos de lijlos de
alvenaria a quem o quizer manilar carregar :
no sobrado novo da rva das Cruzes perto
desta typogr ,hi!.
Precisa-se de um (eitor que enlenda
de plantaciies : no sitio do Ciiora-Heni-
no, fabrica rl rape'.
Aluga-se urna escrava, que tem al-
gumas habilidades muite piopiia para ta-
lar de alguma c/ianQa, por ser do muito bom
genio: quema pretender dirija-seao largo
da Assembla n 12, segn 10 ou terceiro
andar,
- NaiuaVellian.il. iazem-8Q chapeos
para seiihora, turbantes para moeaS, e tocas
para cria ocas, por pree/i comino lo.
- D-se dlnheiro a juros cm pequeas
ques e de Manoel SerapiSo do -xlmcida For
tes, morador 00 engeiiho Varge de Souza no
Passo de Cainaragibe, d'onde veio para ser
ven li lo, e he de presumir que auje por a-
qui mesmo no lleeife : roga-se a quem o ap-
prehender, leve-o ao pateo do Carino n. I
ou a rua de Apollo o t ou
nerosarnente reeom^encalo.
--- Francisco Jos da Silva, cidalo bra-! preco muito commolo, tem estabelecido'na
sileiro, retira-se |iara Tora do imperio. mesma casa um dauosito de fogos d 1 ar de
Osbilhetes n. 1141 ell42, da lotera 'todas as qualida les, ahi acbargo as pessoas
quo corre sabbado silo do major PaotaleSJo eoearregadas da's fastivi lados, tanto da ci-
de ^iqueia Cavalcanti Jnior. dadecomo de lora, a qualida lo de fogos
Vende-so urna taberna com poucos
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
-J> pfazer publico, que estao cxposlos a ven-
| ra, lodos os ilias, no pavimento terreo da
casa du rua da Aurora n. 2(J, das 9horas
da manhan as 9 da noile, bilhetes, meios
e ipiaitos, da primeira parte da primeira
i', lotera do Espirito-Santo do Collejjio, cu-
1 jas rodas andam no dia 3 de oulubro.
Thesouraria das loteras 20 de setembro
de I8.")7. Antonio Jacintho Cesar, es-
crivao interino.
Precisa-se de um aoiassador : na pa-
daria de Santo marinho.
- Angelo Germano ratira-se pura fura
do imperio.
A pessoa quo annunciou precisar de
um socio qu a enlre com o capital de 1:0009,
lirija-se ao pateo de S. Pedro n. 6, segundo
andar, quti achara com quem tratr.
Iiesappa recen no dia 28. das 11 liors
0'ra o meio dia, urna negrinna de nome Ma-
ra, de idade de 7 para 8 anuos, levando ves-
tido de riscado azul : quem della souber,
dirija-se a rua do Amorim, casa do Amonio
Jos Fe'naifdes de Carvalho.
- Precisa-si de um trabalhadorde mas-
seira : na padaria do pateo da Santa Cruz
n. 6.
FIACAO' E TEC1S DE ALGODAO'.
Os socios garente-. la socieda lo Fuulado-
ra da fabrica de liaQio tecilos de algodao
fajem publico, que tem justo e conti atado
a compra po 16.9003, no esta lo em que ho-
je se acha, do sitio da estrada da J.;-5o de
15a 1 ros,-pertencente aos herdeiros da finada
l). Mara Francisca de Almeida, e do finado
coronel l-'ran.'.isco Mamede de Almeida. Se
alguem tem algu na reclamadlo a fazer so-
bre o dito .sitio, queira dirigi-la por carta ao
escriporio da socielade, rua do Trapiche n.
14, no prazo de 15 dias. >a data deste. Re-
cife 24 de setembro de 1857.
CERA EM CHUME.
Vende-se no armazem de Feliciar-.o Jos
Gomes, na rua do Trapiche n. 7, em barri-
cas, chega la ltimamente de Lisboa.
Em urna das meiDores localidades da.
rua do Hospicio, ha urna casa n. 18 u, fea
ocn lodo o gosto e esmero, e em cuja cons-
trucQuo ent'aram as melhores madeiras do
paiz e as melhores Terragcns ; a milo d'obra
foi excculada pelos melhores ofllciaes nacio-
naes-e alletnSes, sendo urna das casas mais
conrortaveis, porque seu dono a edificara
ara nella residir, e com elT-uto ainda ah
residi poralgum ternpo, mas como se re-
soivesso a tr.udar-se e nao Ihe convenha te-
la alugada, tenciona vende la. Tem boa co-
cheira e estribara, um bonito jardim com
canleiros de pedra e cal, vares de ferro pa-
ra plantas trepa leiras, entrada de frente e
posterior, isio he, pela rua do Hospicio o
pela do Deslino, as frentes das calcadas de
pedia de Lisboa, as entradas de marmore, e
os tectos de estuque, esca las de volta, entre
o jar lim e a casa ha um caletee de pedra de
Fernando, o jardim i,t separado do pateo
por ue-a elegante grade de ferro, tem urna
grande cacimba com bomba de ropucho com
encmmenlo e uti deposito na parte supe-
rior da cozinba, aon le se conserva agua pa-
ra consum da casa, a qual he levada "pelo
mesmo cncanamento a diversos lugares do
edificio, tem um quarto com hanheiro de
marmore e azulejo, com vlvulas para des-
pejo das aguas em um cano de 250 palmos
de couiprido quo conduz nilo so essas como
to 'as as mais do servico e da Chova a mar,
os banhos podem ser quentes ou frios, para
o que ha no hanheiro duas torneiras de que
urna comrnuuica com um deposito d'ague
quenteasslbie sobre a chapa do fngSo da
cu/.inha. Tem oulras muitas commodi la les
que podem ser examinadas pelos pretenden-
tes, ilirigin lo-se para esse lim ao Sr. Jos
Hodrigues Peixoto, na casa terrea junto, que
Ihes facultar a entrada. Pode convira to-
dos e especialmente a um senhor de enge-
nho que nesta cidade queira fazer a sua re-
sidencia : quem a pretender comprar, diri-
ja-s,; .. rua da Madre de Dos n. 26, ao seu
proprielario, que he Vicente Ferreira da
Costa.
KOB I.AI-FECTELK-
O nico autorisailu por decisao-do coHrcl/to real,
derelo imperial.
Os mdicos dos bospilaes recommendaui o
arrobe de Laffecleur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al.
feccoes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sainas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convin aos catar-
rhos, a bexiga, as contraeces e a fraqueza
dos orgos, -procedida do abuso das injec-
cOes ou de sondas. Como anli-syphililicos
o arrobe cura em pouco lempo os Iluxos re-
ceutos ou rebeldes, que volvem incessanlas
em dousequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injeccOes que representera
o virussem nculrahsa-lo. O arrobe LafTec-
mercurio e ao iodoreto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de llarral e de Antonio
los.
fundos, propria para qualquer principiante,
era Pora de Portas, rua do Pilar n 131 : a
tratar na mesrtja.
--- Vende-se orna escrava cabra muito
forense, propria para engento, idade 40 e
lautos anuos : quem a pretender comprar,
procure IralSr na rua larga do 'Rosal 10 11
35,011 rua estrella do Rosario n. S>, ese di-
ta o motivo por que se v ;n le.
Feliciano Alves de Azevedo, praca do D. I'e-
. .recisarem de momento, sem ser preci- !,r "' 8-8' T'de !U'a,ba t cl",gar um" gran"
so encomraeodar, tanto sollo como em i- *? V^ % garrafas grandes e pequeas
rendlas de todo o lamanho, eonturme10: vindasdi-eclamenlede l-ar.sde casa do dito
gosto ; receben.-se encommendas de fogos, Boyveau-ljtfecleur 1,rua mchelieu a Pars.
de vis.a e do armario co n cores de todas as 0s ur'"ul'riS dao-se gratis em casa do a-
iuali ta es, man lano armar e soltar a qual- 1 va 11
Vende-ge superior vinho de caj'
rua de Martas n 16.
Ven le-se urna prela de meia idade:
na Boa-Vista, roa do Rosario 11 58, defronte
la rua do Aragao.
Atfenc;ot
No aterro da Boa-Visti n. 16, vende-se
urna aimaga) feila a moJerua, com todo o
g1 sto, (01a envidracada, propria para qual-
quer estaheb cimento, por prego muito cm
conta.
quan la es, man lano a. mir e soltar a q
quer distancia que sa oSarega ; os fogos do
ar de armacSo como b'oqu-.is ou gaiolas,
fogos le salva, hasta fazi-ra eucommenda 3
ou 4 dias antes para se po ler apromotar
na 1 com aceio e gosto o mais mo lento. O an-
nunciante far to lo o sacrificio desempetiliar e servir as pessoas que o pro-
curarem, eso rcsponsabilisa p.>la qualilade
1 I igo sabido do seu estancleciment, por
so-fibricado por U'ii dos melhores artistas
desle genero, e bem conhecido peia sua pe-
ricia : quanto aos preces prometi ser mais
razoavei que lhc fo possivel.
.j icie.
- Na rua est'eita do Rosario n 17, esl a
--- Vende se urna escrava ci otila, de ida- I disposicfio da rapazea la de gosto um lanche
consignatario Domingos Alves Malheos, na pon.ii.-s, al 800o rs., sobre penhore de ouro
e prata : no becco lo Dique n. 7, a toda el
i|ualquer hora achara a pessoa, que os di.
Oabaixo assignado declara, qoe os
que no dia !.
p-oximo futuro mez, na
sala de suassessOes, pelas to horas lo lia,
coiitiuu'a a praca das c-is'< r.s 26 e 30 do
becco da Lama, avalladas por 60~ animal
cada urna : os preleu lentes du ijani-S'i no
de
seu carregamento promido, o hiaie Heberi-
be : para o resto e passageiros, trata-sena
rua do Vicario n. 5.
Para Lisboa sahir com brevi laile, por
ler parla .0 seu carregamento, o brigue por-
li-guez Activo : quem uo mesmo quizer car-
regar, poder* eutender-se com us consig-1 um conlo de reia, dirija-se aes typogra-
, que
bilhetes ven lulos por elle.com o siuele MICR
nao sao garantidos
Manoel Jos da Costa liego.
Precisa-se de umi ama para andar
rom urna crianca I na raa do Calleireiro,
taberna n 60.
--- a pessoa que annunciou precisar de
do de 16 Snnos, bonita figura, ecun princi-
pio de engommar; una cabrinoa que cose
muito hein, marca, laby-iiUha e engomria,
c 1 n id le do 18 anuos : na rua da Cruz n.
54, segundo indar.
lemeiites da iiort^it;->s,
chega.las pelo ultimo navio da Lisboa, ven
detn-so na rua da Cruz n 36, taberna de An-
tonio Lopes braga.
SA di) &98U .
Vende-se t. bordo do brigue Elvira, Tun-
deado em frente do trapiche do algo 13o : a
tratar com Fernn les >- Filhos.
Precisa-se ver o peiiolico nortugu',z
lei e Ordemde 17 de 1 gosto do coirenle
anuo : quem o iwcr e quizer vender, com-
pra-se, ou pe-; se em presta lo: na livraria
la prag ia I 1 lepen lencia ns. 6 e s
Andr de Abreo Poito declara por este
que nunca leve sociedade nem lirma que
iiaofosseo seu propriu 11 une cima decla-
rad i. Recite 28 de setembro de 1857.
Vai praga terca-feira, ^ do corren-
te, depoisds audiencia lo r. juiz da pri
meira vara municipal, um sitio no lugar do
Arraial, com boa easa de peira ocal, boa
i, inultas arvores do fruclos, no valor
de rs 2.08 )s, por exi!Cue.".o de I). Francisca
de i'; ola da l'iixao e nutro, contra os her-
deiros de Jos: Germano Martins. lie a u I li 1
ma praca.
Previne-sc a quem convier, que hoj--
nSo lera luear a convocaetto da irm*n!aie|
de .N. S. do l.ivrarnento hontem annoncia 11,
visto como.lii'ou a mesma convoca^So sus-
pensa por despacha do lllm Sr. Dr. juiz
prove lor de cap llis, por ler a mesa nova-
na pra;a de D. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & lr-
maos; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, JoSo Pereira de MagatesXeite-,
Rio Grande, Francisco de Paula Conloo;
ECAliSl
j
.. -..
com o maior ac-io possivel, pois ahi se acha
ra .. que ha d melbor no merca lo. e a todi
hora .lo dia estara aberlo para quem quizer
provar o que he bom ; tambera se precisa de
um caixeiro : quem quizer .meare fallar
com o anuuiicianle.
- .Ni rua do Cresoo n. 17, Irocam-se
moedps de ouro de 169000 por notas gran-
des, e compram-se mo 'das te 500 rs, a a-O
com premio.
Alngi-seum sitio muito grande perto
da praca, com muitas arvores de fructos,
urna grao le iiaixa para ca^irn, cisa de vi-
venda assobrsdada e muito grande, du.-.s co-
cbeiras, urna estribara, casas ar.. escravos
e feitor : quem o qujzer alugar, dirij<-sea
roa to Domingos Pire, sobrado do Sr fbo-
maz de Viuiio, junto e um portan de ferro
Val a praia terceira feira, 9 do cor-
renle, depois .1m audiencia do Dr. jui/. da
primeiro vara municipal, um sitio no lugar
lo Arraial, co 1 boa casi de pedra acal, boa
NAFUNDICAO DE-FERRO DO E.\(JE-
NHE1KO AVID W. BOWMAN, rtA
RUA 1)0 BRM, PASSANDO O CHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sorliinento dos so-
guinles objeclos de mecanismos proprios
para engennos, a salier : mnendas o nioias
inoendas la mais moderna conslruccao ; ta-
chas de ferro fuodido e balido, de superior
qualiJade e de toles os lamaiihos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporefies; ciivos bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhoes, bronzes, pa-
rafuso< e cavilhOes, moinhos de mandioca,
ale. etc. *
i\'A MESMA FUM)igA'0,
se cxeculam todas as encommendas com a
superiorida lo ja conhecida com a devida
prest za e cominodidade cm prec,o.
Descoberta nica, (kjnvilegin de 15 anuos.
PEMES DE ciotmioiic E\0
RECt, DE FAVELLE-DELEBARRE
DE PARS.
Quatro annos de experi ncia lem assegu-
rado aos peo les de caoutehouc a voga que
lije tem, nSo s em FranQ* como no muo-
de inleiro ; silo sem coutradiccSo os mais
agradi veis ,e tolo- os pintes, mais bran los
aigodao- lugar e hora aprazados, acompanhados de .caanos Amorim lruiaos, la da Cruz n. S.lpbia, quo se;lira quem da, ou auuuci
leiros de Jos Germano Martina, lio a ulti-
ma pract.
ijuttm annunciou no Diario ds segunda
feira, 28, querer 1:000^ par; urna sociedade,
dirija-se as Cinco Ponas para tratar, na casa
n. 71. Na mesma casa se r.-cisa de um cai-
xeiro de la M anuos, que tenhi pratica de
taberna, a 1 s bom or lena lo.
i A viuva* de Vice:.t- vives de Souza
Carvalho, ssAndo invenl 11 i-.n lo os b -ns de
seu casal, avisa a to tas as pessoas que Uve-
ram contascom seu fallec in marido, quei-
ra n n resenta-las at o dia 1^ da oulubro
mente eleil. pelido vista pa.a embargar '^ouro, no escrfptorio da sociedade, junto
decisno que julgou milla nasa eleicao. re- A-oc.ac.io commercial. Recle i- de se
ea-feira, 29 da setembro de 1857. wmoro .w 18S7. .....
ci-iii lina lenhnnnhi Vieira de Carvalho
Aluga-se para escriporio, o primeiro! OSr. 111 jor Antonio dos Sanios Souza
andar da aasa da rua da Ciuz do Recita LeSo venha recebar de Cat-tano Pinto dp Ve-
I a'- I r*s urna c 11 la viuda do Rio de Janeiro.
agua, muitos arvore los de fructos, no valor que os le tarlaruKa, s.10 os nicos que nao
de rs, 3:000$, por execucS de D. Francisca fazemcahiro cbello, por causa da eleelri-
e Paula da PisSo e outro, c .nlra os he -1 ci la 1 que conlm.sccrescendo a estas van-
e lulo serem mais caros do que os
de bufi lo esta adrniravel invenpao deve
x. Fauvelle a inedaltia le primeira classe na
Mpo:.i';"o univers I de 1So5.
IKoga-aa a .sra. D. Anna Mara das Vr-
g-ns viuva de Victorino .\uiies de barros,
residente ha annos na fazenda de Pajehu',
1 .1 C.ibTob, provinn 1 ae Perninubu-
co, cu a seos herdeiros, que venliam ou
mande ceher a parle que Ihe tocou do
espolio de los Seahn Lemos, fallecido nes-
U corte. Rio de Janeiro de setembro de
I8.i7.
- Roga-se a Sra. D. Diunizia Francisca
de Souza, natural da villa da Barra, no Rio
de S. Francisco c provincia de Pernambuco,
ou a seos hci leiros, que venliam ou man.lem
receber a pari qoe Ihe locou.do espolie do
s?u marido Jos Seabra Lemos flleci o nes-
at corle. Rio ue Jaueito 6 de agosio de 1857.



ILEGIVEL






DIARIO UE PEHNAMBUCO TI-IU.\ fElRA 2'.t DE SETEMimO DE 1857.
C0IS0LT0R10 HjI?TH1C0
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados modicamcntos7iilo~era tinturas c
m glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por progos bastante commodos
PREgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Hita de 24 o .
Dita de 36 .
Dita de 48
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca!
Manual de medicina bomeopathica do Dr. Jahr com o'dc-
2 cionario dos termos de medicina
Medicina doaestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morbus......... o#nnn
Repertorio doD;. Mello Moraes
10/000
159000
209000
259000
300009
19000
25000
20900
6/000
* PEORAS PRECIOSAS-
_
Aderecos de brilhantes, ^
diamantes e parola., pal- i*
seiras, aluceles, briuccs $,
l rzalas, boles e armen *'
de diflerer.lt> goslos e de :*;
divertai pedral de valor, w
Compran), vendem oo S
S Iroeam prala. ogro, bri- jjj
?' llianles.iliaii.anlese per- $_
* lis, e oulras qoaesqorr :>;
;J joiade valor, a diliheiro *j
* uji por obras.
* SA1TI
MJA SI IllRIIII
Rua do Cabuga' n. 7.
*8H8**<6i?'.;*.**** ?,* :?
m OURO E PRATA.
Aderecos compleloa da |
!* ooro, meios diios, pulsei- j?
* ra, alfioetes, briocoi e ';-
2 rozetat, conloes, trancel- $;
ei lins, medall.as, correnles .->
t enlejes para relocio, e &
-.:;:,::.
^ oulros mullos objeclos de
j{ ouro.
Aparelhos cmplelos de f
Jtiecebem por to-
dos os vaporas da Eu-
ropa aSOhr IStlo lliaS I pr,la Para eh < bandejas,
,__ 3 i salvas, cailicaes, colheres *
moderno g"osto, tan- depae g a. ,1~ l0 oulr0* oni'Clos de i
~**am,mmm* to de Franya como tfeH^ffl8BaJ
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como costumam.
._ 0 abano ailigoado declara ao publico : -
:'. qoe irii leu a sua luja de traste da ra No- ',[]
2? va n. 15, para a cua das I lores a. II, por '^r
.-. einquanlo, assim como fica o ruciitio depo- __;
fi? silo na tua da Concordia.
I.. I'uasi. w
. &-$@
Aluga-se o sitio chamado de Chacn,
na Casa Forte, c que pertence a niass falli-
da de N. M. de Seixas : a tratar no cscripto-
rio da administragao na ra de Apollo n. 6.
Precisa se de urna ama para o servico
de urna casa de pouca familia: na praga do
Corpo Santo n. 17.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Iloa-Vista n. 70, excellente leito virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmento o a-
famado oleo babosa para lirnpar e fazer eres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenga para broloejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
LOTERA
DA
ABTIIENTO DE 20 POR CENTO
O propnelar.o da fabrica de cbapeos deso da roa Nova, esqoioa da camboa do
Carmo. querendo l.qo.dar as fazend.s existentes cm c.sa, para e,p? ,o pulibco o novo
esplendido sorl.m.u qo. o mesmo e.coln.u na su. recen., viagem "r,,., por i. o
oirer.ee ao respeila vel publico os objeclos segui.lei, cora 20 por cenlo de abate
Paulos de pauno fino prelos comgola de velludo. '
Dilos de dito com gola do mesmo panno.
Ditos de casemira prela e de cores com gola de velludo.
Hilos de dito com gola do roesmo panno.
Ditos de alpaca prelas e de cores com gola de velludo.
Dilos de dita com gola do mesmo panno.
Ditos ds sarja prela, merino selim, ganga amarella, brirn brando e pardo liso a tran-
sado, neos corles de casemira para calcas, coleles de selim, ditos de velludo de seda de
gorgu.ao .fustaobranco e de cor, capotes de borracba com perneiras, chap'cos de fe'llro
finos e ordinarios, d.los de palhadilo.de pello, camisas fiancezas brancas de co,e
p.rrum.nas, grvalas, bengalas, chicles, e orna infinidade de ostros objeclos, visla dos
quaes os amantes do bom gosio nao duxarao de comprar,
Luvas de Jouvin.
(a recebeu-se pelo vapor iag|M MEDWAY, luvas de Je
Tudo a preco fixo.
aahdadSma "" recel)e"_se .pel vaDOr MEDWAV, luvas de Jouvin da melhor
Na fundicao da Aurora preetsa-se
re serventes forres ou escravos, para
servico debaixo ile col>eita.
| WXfXti FBIICEZ. s
Paulo (iaignoui dentista, ra Nova n. ti : w
,? na raesraa casa lem agua e pos dentrilice. i
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EU.OES CO.MMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PK1ME1KO ANDAR,
pra;a do Corpo Santo '
RECIFE.
9
m

KJasadesaude
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- *-
labelcceii em sen sitio da I'assagem ^
da Magdalena, que lica ao norte ^
da estrada entre a ponte grande
e a pequeua do Clioia-ftleniio, e.\-
cellentes acommodacoes para re-
celier todas as pessoas enfermas
que se quizerem. utilisar de seus
serviros mdicos, os quaes serao
prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o lim supra- tjg
indicado c para exercer <|ualquer S
outro acto de sua profissao den- @
tro ou fra delta cidade podera'
ser procurado a qualquer ora do
dia e da noite, no referido sitio,
a e\cepcao dos dias uteis, das 9
horas da manliaa a's 4 da tarde, %
que sera'em.ontrado no primeiro @
andar do sobrado n. 9, do pateo $S
dp Carmo. k
HUDiNGt DO ESTiBLECI-
EIIO DE PHtS DE
" i. V6MES-
J. Vtgnes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da (.aiieia de Santo Antonio n. 23, junto da
Relacao.
ACEIO E POMPriD 0.
Na ra das Cinco Punas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio c promptidao, e lo-
ma-se algumas freguezias.
Os abalxo asslgnados, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. n, confronte ao paleo
la matriz e ra Nova, fazem publico, que
estao recebendo continuadamente as mais
novas obras de miro, tanto para
como para homens e
continuam razoaveis, e passam-se cor.las
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de H ou 18 quilates, licando
g assim sujoitos os mesmos por qualquer du-
vida.Seranhim & lrm5o
tanto para setihors
mcniniis : es presos
@
?:>
&
ss
K!;
COMPANHIA PEEN.MBC\NA.
A direcQao convi la os S*rs. accionistas de
aeces da nova emissSo, a realisarem a sua
ultima entrada de 40 por cento at o dia 30
do corrento selemuro, pdenlo nessa occa-
siao receber por troca dos recibos cm poder,
as respectivas apolices no escriplorio dos
Srs. Viuva Amorim & Filho.
--- Aluga-se um sitio na estra la de Be-
benbe, com casa de vivenda, arvores de
rructos, urna grande baixa para se plantar
capim, com um riacho que tem agua todo
anno, cacimba do pe.lra e cal e unta grande
mata; quem pretender, dirija-s* ao aterro
da Boa-Vista n. 37, terceiro andar.
... Precisa-se de nma mulher de mcia
iJade.de boa conduela e sem lilhos, para
tomar conta de urna menina de 2 annos, e
fazer algumas costees ; a tratar no campo
do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargadorMendes da Cunta.
--- Aluga-se um sitio na Torre a margem
do rio Capibaribi>, com excellente casa e
grande sotSo, toda pintada e c iada de no-
vo, mu to fresca e com commodos para gran-
de ramilla : a tratar na ra do Seve, sobra-
do em que morou o cnsul portuguez.
Precisa-se de urna ama de leite e outra
para cozinbar o fazer todo o mais servico de
casa : na ra do Caldeireiro, taberna n. 60
Acha-se ausente desde odia 30 deju-
Ino prximo passado a escrava Antonia,
crioula, de 30 aunos ds idade, altura regu-
hr, corpo reforcado, cor fula, e cara picada
di bexigas : quem a pegar, leve-a a ra Im-
perial n. 64, residencia de seu senhor Pra-
,-antidos pelos pceos abaixo notados, em mVnle S^eSsaTo*0' ^^ ser 6enerosa-
V*a?
SEGURO CONTRA F0O.
Companhia Alliance.
Establecida cm Londres, am marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras estarlinas.
Saunders Brolhers & C, tea a konra da in-
foraiar aos Srs. negociantes, propietarios da casas,
a a quea mais convier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo a padra, cobertos da
tlha a igualmente sobra os objeclos quecontivarem
os masaos edificios quer consista am mobilia ou
< (azandas de qualquar quadade.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende billietes ga-l
di-!
qtiantias de 100^000 para cima,
nheiro a vista, ero sen escriplorio, na ra ^TT"?1" dre,frucl" e '"a aguap.r"a
j_ riu- 01 muito fresca: a fallar ua ra do Outim
do Collegio n. 21, primeiro an lar. n. 63. ^
fBilhetes 5.S500 recebe 5:000s000
Meios 2.S-750 2:500.s-000
Quartos l(250 1:250.s000
P, J. Layine.
- Na ra do Trapiche n. 17, escriplorio
precisa-se de um preto para criado.
na
primeiro
Aluga-sc urna boa casa na Capunga com silio e
beber e
imado loja
Obaiio assignado, vendo um annnocio do Sr.
j l raiedei da Silva tlusmao.scienlifica a quem inleres-
lar possa, que sendo a escrava Anlonia do sea casal,
elle nao a venden a pessoa algum.i, nao podendo por
isso valer qualquer titulo que aprsenle o mesmo Sr.
I raxedes, flato como o seu casal 10 lem um legitimo
administrador que he o mesmo abaixo assignado.
Miguel dos Anjos de Mendonc.a.
Pri:isa-se de um caixeiro para ajodar a 011-
Iro no balcilo e qoe saiba lee e escrever para sahir a
cobranca quando for preciso, preferindo-.e o queja
liver pratica de caixeiro de padaria ; aquelle que se
achar as circumslancias e der fiador a soa eondur-
ta, pode dirigir-sea ra dos Ooarleis padaria n. 18,
que achara' com quem tratar.
Previne se ao publico que a casa ter-
rea n 38, na ra da AssumpQ3o, com quin-
tal murado, que vai ser vendida em leilo,
requerimento dos administradores da mas-
sa fallida de D. Candida Mara da Silva Lima,
viuvadoSr Delphino G. Pereira Lima, he
foreira e deve al^tins annos de foro.
Os adrriuist adores da massa fallida de
0. Candida Miria da Silva Lima, viuva de
Delphino G. Pereira Lima, convidam ans
credoresda mesma a apresentarem seus t-
tulos deMro do prazo de 8 dias : lia ra da
Cadeia do It^cife n. 38, alim de serem veri-
ficados na forma da le. Recife 21 dsetem-
bro de 1857. Juaquitn Jos -jilvera & C,
Southall .Mellor & C.
Precisase coulinuamenle de ollciaes
de allaiate para todas as obras : na ra Nova
ti. 52.
U AD0LPHE BOURGEOIS.
UlW Nova 11. 6 i
vende Iodos seus
Xums.
580
20-2
27S9
(Si
28.-.0
-27,H
3027
3193
2474
G0
1340
A garanta
geral he paga
Collegio n. 21.
provincia,
O abaixo assignado vende a dnbeiro a vis-
ta sendo da qunlia de 1005 reis para cima,
os seus muito felizes bilhetes, meios e quar-
tos, pelos pregos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Ilecife n. 45, esquina da
Madre de Dos :
Bilhetes 5;500 recebe 5:000
Meios 2?750 1:5005
Quartos 15375 1:2505
Por Salustiano de Aquino Kerrera,
Jos Fortunato dos Sanios Porto.
DEPOZITO DE R4P PRINCEZA DE
lARYND.
lio chegado pelo vapor lgu8rassu este no-
vo rap, fabricado no Coara, pelo Dr. Marcos
Jos 1 heopbilo, a sua boa qualidade c excel-
lente aroma, agradara os amantes da boa
pitada, e venJc-se por prego commodo
ra da Cadeia do Kecil'e n. 29,
andar.
No dia 29, as II horas, na sala das au-
diencias, depois de linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se ha de arrematar a casa terrea
sita na ra da Palma n. 2, pertencentea be-
ranga jacente do finado t.osme Daniiao ter-
rena. jp>
O tahelliao Portocarreiro est encarre-
gado de promover a venda de um predio /
nolire de dous andares, perfeilamente ac- I 't 1: 1
bauo, com mullos e escellenles commodos,
sitocm urna das principaes e melhores ras
dcsta cidade : quem o pretender comprar,
dinja-se a ra cstreila do Itosaro n. 25, a
entender-so com o mesmo tabellio.
AO PUBLICO,
lugo eu abaixo ssignado, que tendo em
marco do presente auno, pens que em data
de 6, passado, dado carta de liberdade a mi-
ara escrava Therezs de nacao Cosa, e a sua
lilha Maanita, de idade 3 annos, pouco mais
ou menos, da qual recebi a quantia de .
UTOors. ; succede, quedando esta a refe-
rida carta a guardar a Alaria liemvindae
Joaosebaslio Ramos, por Ihe haverem em-
prestado algum dinheiro para sua liberdade,
e nao estando a caria lancada em olas,
ncm sellada, e constan lo-me agora, que os
possuidores da carta Iratam de vender, e re-
duzr a escravido : cm con.iequencia do
qua pelo presente declan, as Torras como de
licto torras silo desde o .lia 6 de margo pr-
ximo passado, como se forras nascessem do
veiurc materno. Em firmeza do que man-
uei passar o presente, era que me assigno
Itecij 22 de setembro de 1857.- Joo Evan-
gelista da Costa e Silva
Acha-se recolhido casa de detsncao
o preto Jlanoel, que diz ser cscravo de Ma-
ximino de Barros Paula, o qual lora preso a
ordem do subdelgalo da Ireguezia de San-
to Antonio, por ser encontrado na rita uo-
poisdas 10 horas da noite, sem bilhcte de
dito seu senhor.
Alugam-se 2 cas is terreas silas no lu-
gar deSant'Anna do dentro, com hons com-
modos, c o lugar he o mais saudavel para a
saude : no paleo de S. Pedro n 6, segundo
andar, achata cum quem tiatar.
Precisa-so de una ama de leite: na
ra da Senzala Velha 11. 56.
- Piecisa-se de um socio que eii're com
o capital de 1:0005 para um negocio que de-
xa de lucro para mais de 20 por cento ; no
qual uao ha ladus, e o mesmo socio nao
lem trabalho algum com o negocio : a quem
convier aiinuticie.
I do porgao de 1005 para cima a dinheiro, pe-
los seguinles pregos :
Bilbete j.^OO recebe 5:000-
Meios 2j750 2:5II0>
Quartos 1c375 .. 1:250-
Silva Cuimaraes Precisa-se de urna pequea casa com
jardn], que tenlia bastante commodida-
des para dous mocos solteiros, e que es-
teja perto do Hecif'e, pr. Icrindo-se os lu-
gares seguintes: Soledade at Mangui-
nlto, Capunga e Santo Amaro : quem ti-
ver dirija-ce no armazem da ra da Cruz
n- II.
Lotera
pr viDcia.
Ultima parte da segunda c primeira da
lerceira do Hospital Pedro II.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado loram vendidas as seguintes
sortea:
2:000$
1:000$
20II.S
1 oo.s
I oo.s
w
40$
VO.s
vos
40$
408
1 meio.
1 quarto.
"? quartos-
bilhete.
1 meio.
bilhete.
2 quartos.
2 piarlos.
1 meio.
2 quartos.
I meio.
dos S por cenlo do imposto
110 1 scriptorio da ra do
ja com
na lita
J
>
L:jmc.
OVO
sortimento deboraegnins l'rancezes para sc-
nnora, ditos par, homem, dilos para meni-
nas, sapatoes, sapalos do diversas qualida-
des, lu lo dos mdtiorcs fabricantes de Paris,
e pregos mais, baratos : na ra do Cabuca.
loja n. 9.
P
recisa>se de um
de a lidia te beni
buhado, para cortar,
na-se bem: na ra
Hatre de Dos u.
primeiro ndar.
of-
ha.
pa-
ria
56,
. -.
'* Cr,.*l,an) iV Irmaos, com loja e fabrica .le
V chapen* na ra Nnv.i n. i, acal.am
i
:'.
'.;
t
<.;
Lotera
DA
Provincia.
... .mi|icos na ra nov.. i., i, acal.am d* re-
-t ceber pelos ..Hunos navios cliefiados do lia-
.. vre, ricos chupo. de se.la para senhora pro- .-,
-- prios para pa*seio, ditos do Miro paramo..- .'
1^ laria, dilos de palha enfeilailes p,.ra ineni-
nos e menina*, dilos de fellro para lilas,
brrelos de palha it.rcilados o melhor gol- ";
r- lo pnstivel, brrele de pelln enfeilados e ji
1 -implf para minino*, superiores chapeos de S
"m. CH""r '"i"1^' pretos. rapados e cc.n pcl- --'
$ lo, dilos de sela o inelli >r que lem vindo o g
A mercado ; e oulros muilos variados sorli- 38
g lo, que p.omellem vender mais barato que >""
10 em .miro qualquer parle. @
tMra99@90Hsfi99
>'a rita do Collegio o Sr Cvprianno, e
no aterro da Boa Vista na padaria do Sr.
Betrt?, se dir quem da um cont de ris
ou menos rom hypotlieca cm casas terreas
ou riras a ri.nlinlo.
No dia 20 do
na ribeira do
a/.u
corronle mez perdeu so
pcixe um saquinho de chita
cora nores j desbotadas, ten lo dentro
mis papci< quo so serviam a seu dono :
quem o a-ho'i querendo entregar o podera
razar na ra do lan ge 1 n. 48,
gratificado.
que sera
SM^*
-Compr?m-se botijas vasias a 80 rs. cada
um# : na ra da Senzala Velha n 110.
f.ompra-se effectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aegoesdas compa-
nhias, o da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas cuantas, sobre uenhores.
Coinpra-se effeclivamenlc pingos de
velas de carnauba : na ra do Vicario n. 27,
deposi'o de assucar,
Compram-se jornaes a "30 rs. a libra,
cm qualquer porgan q110 apparega, e botijas do Vigario n'. 5.
Vendota-so duas podras de s .cada bas-
tante largas, de 8 e 10 palmos de compri-
men to, e urna hombreira de 10 palmos : na
ra do llangel 11 21.
lleneao.
No boceo dos l'oitos 11* ll, vendem-sc cal-
gados para homens, senhoras e meninos,
consistindtio-M sapalos, burzeguins e sapa-
tOes, por prego miis commodo do que em
outra parle, e tambem se faz de encommen-
da, com sola franceza ou da Ierra, a vonlade
dos freguezes e com promptidao.
KeijAo nove-,
Vende-se na ra do Apollo n 5, por prego
razoavel, em saceos de alqueire e mel.
Vende-se urna escrava de 30 annos, a
qual sabe com mu la perfeigo engommar,
coziuhar e ';iisaboar, e nao tem vicios nam
achaques, be o que se alianga : a tratar na
ra da ConceicSo da Boa-Vista, casa n. 10.
Vendem-se na prega da Boa-Vista, bo-
tica de Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior n
22, vidros deonga com remedio para dorde
denles do dentista que ha pouco aqu osle-
ve, sent cnt'e os mais remedios o que
tem mais approvaJo.
Vende-se um molecSo cozinheiro : na
ra Direita n. 66.
Farinha de mandioca.
Vende-se no armazem de Paula Lopes,
na escadinha da allandcga.
Vende-se um ptimo cscravo
passaporle para o Itio de Janeiro :
do Vigario 11. 2.~>, primeiro andar.
Vende-se um boi bastante gordo e
manso, ptoprio para carioca : quem o
pretender dinja-se a 1 ua do' Queimado
n. 15, loja de ferragens.
CDULAS MONSTRU EH PIMEIKA MA<>.
\ en le-se por U!) rs. cada reslea com 2j ceblas
de Lisboa mallo grande, e de 13o boa qualidade
que aturam ...ais de 1, m/es : na na e'lreila do Ito-
saro taberna ... iT. ao vollar para o Carino.
Vendem-se cscrivanias de mogno mui-
to ricas, banquinli-s de costura de'mogno c
Jacaranda, secretas, estantes, toilettes, ca-
mas de ferro, vidros de espelho, mesinhas
de cnarao, estatuas de alabastro, quadros de
velludo com estampas muito ricas, mesas
tara escrever, mobihas de todas as quali-
dades, ludo inoderiiismo, chegado ltima-
mente de Franca celo navio Bogot ; assim
conto_aluga-.se toda a qualiJaJe de trastes
coiu liadores, o precisa-se de um envernsa-
dor que seja perito, pagando-se-llie U600
diario: na ra das I-lores n. 1U, loja de L
l'ugi.
Venl.'-se um mulatinho de idade 13
annos, bouila (gura, sadio, robusto, sale
bem correr a cavallo por sera islo costu-
mado, proprio para pagem : na ra do Cres-
po, junjo ao arco a Santo Anionio, loja
n.1 a. '
Attened t
A bella rapazeaia de* bom gosto : na ra
do Queimado 11. 9. vendem-se cigarros da
Mavana, de muito boa qualidade
Vende-se urna negrota de lia 15 an-
uos, de boinla figura, sadia c sem deleito zem 11. 2
algum, saliendo co/.inh.i-, coser e Tazcrla-'
b\ rintho, ou Iroca-se por outra que lenha as
mesmas bondades e habilidades, com mais
as de engommar e vender na ra : para tra-
tar dcste negocio, n. Manguinbo, primeira
casa do lado dtreito ao entrar na estrada
dos Alllietos.
veas he espermacete.
Recebe ani-se agora novas velas de estea-
rina, que se vcndein a retalho, em caixasde
25 libras, or _jrcgo commodo ua ra da
Cruz n. 49.
Sr. Dr. I)ourmmonl50()rs., llcgras em verso
para arilhmelica e para grammatica, coma
, dupla utiltdado de fcilmente se decoraren)
l e lerem simultneamente por ser o seu nre-
; go diminuto, 40 rs ,la ra Nova, botica do
; .Sr. Santos.
Vende-se espirito de vinho: na resti-
lacSo do moinho de vento da praia de Santa
Alta.
Pechncha para bahulciros.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a da Cadeia, vendem-se chitas claras
proprias para babuleiros, com pequeuo lo-
que de ava 1 a, a 43, 4s300 e hg.
Gomma do Aracah .
V.m porges e a retalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriplorio de Prente Vi-
anna.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que tem viudo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orellias em casa de Caminha & Flbos, ra
da Cadeia do ecire n. 60, primeiro andar.
>ende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, om casa de Southall Mellor &C.., ruado
Torres n. 38.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
M n. 97, dos afamados fabricantes Day &
.Martn, em barricas de 15 duzias de po-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nhia, ia ra da Crnzn. 42.
Em casadeliabeSchmettauS&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Na ra da Caleia defronle da Relajo, venda
11. 28 de I). S. Campos, vende-se e aluga-se, supe-
riores buhas l..mburuezas, em porfi e a rel.lho.
ycadattoa roa da Cadeia n. 28, superior
presunlo porliistie?. iuleiroa 150 rs., e mais objeclos
por preco_cominodo.
Relogios.
Os melhores rclpgios de ouro, patentein
glez, vendem-sc por pregos razoaveis, no
escriplorio do agente Oliveira.rua da Ca-
deia aoltecifen. 62. primeiro andar.
Agencia
a fundicao Low-Moor,
ra da Senzala ova
1. 42.
Nestc estabelecimento continn'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas ie ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
CU DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, po/
prego commodo : na ra de Apollo, arma-
B.
Uiluo
ecos: no ar-
Fernandes c
Vende-.^e mllbo novo em s
nia/.cm de Jos Joaquim Dias
Flbos, tua da Cadeia do Recife n. 63^
Vende-8e um cavallo de estribara, ru-
go e gordo : no silio defronte dos lazaros, o
junto ao quartel de cavsllaria.
Vendem-se S cncheos e una sabia da
mata multo cantautores ft mansos i na ra de
Santa Rita, jn;o a igi.j., tasa n. 71.
no arinazftii to desenga-
o, no Forte do Mato
ii. 20,
denominado Guerra, vende-se muito bom
milhu em Soceos ditos com fejao mulati-
tiho e de oulras qualidades, ludo por menos
prego do que cm outra paite: adverle-se
que so se vende liado em qua uto se conta o
dinheiro.
Vende-se a melhor loja de fazendas do
Passeio Publico 11. 9, propna para um prin-
cipiante j.or estar muito afreguezada, com
azendas ou sem ellas, a dinheiro ou a prazo !
QUEHOS DO SERTAO'.
Vendem-se na ra do
ferragens n. 13
Vendem-sc saceos com feijao radinho
Jito novo, por prego commodo : na ra
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a osle mercado : vendem-se no escriptotio
do agente Olivcra, ra da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
Ai^odo uionstro.
Vende-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lenges, pelo baratissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do ti. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundiKio de ierrodeO. \V. Howmnn
na ua ilo liium, pastando o cbala-
riz, continua a liaver um completo sor-
limento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
Bcbama venda por preco commodo e com
promptidao, embarciim-se ou carreeam-
so em carro sem despezas ao comprado!
Vende-se na 1 ua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
8ellins e re!egio8.
SELLINS e KKI.OGIOS de patente
Itliile/ : a venda no rmazeni de
Roslron Rooker & Companhia, es-
quino do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
Jueinado, loja de
Aos 5:000a000, 2:0005000 e 1:0005000.
Primeira parte da primeira lotera do Divino
espirito Santo.
O abaixo assignado tem exposto venda
os seu felizes bilhetes, meios e quartos da
l.ilerta cima, os quaes nao estao sujeitos ..ncXi^'T'T'^ ",""' '
ao descont dos oilo por cenlo da le na ton?olos. tudo junto ou t
praga da Independencia ns 4. 37e 39 na 0S ver va a rua do Quui
ra da Cadeia do Recife n 45, esquina da "
aladre de Dos.
o mesmo venJeu os seguintes premios da
ultima paite da segunda, e primeha da ler-
ceira lotera do hospital Pedro II.
2 quartos Numero .202 l:000s
2OO.5
1 meio 164
i bilhete >i 1546
1 quarlo 20
1 dito u 3027
1 meio l> 2459
1 diio l> 170
100,
40,
40,-
O descont sera pago na rua da Cadeia do
Recite n. 45
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortnalo dos Santos Porto.
Da so gratis a quem quizer conduzir,
sem grande de ora, porgo de caliga para
aterros : na rua do Collegio n 12. a tratar
coai Francisco Jos Leite
- Precisa-se alugar um preto para ven-
der fazendas com o taboleiro pela rua : a
tratar no aterro da Boa-Vista n. 29, loja.
. a,lcrro da Bo-Vti loja d j batbei-
ro n. 5l,de(,yriaco Alvcs de Jess, ha vi-
dros com remedio do dentista que ha pouco
se retirou, o que tira a dor dos denles por
niaislortequeseja.com urna grande rapi-
dez, o qual ja ttDJ sido por multas pessoas
experimentlo.
Manuel Alves Guerra saca sobre as
pracasda Babia c Rio de Janeiro.
Precisa-se de um pequeo de t2 a 14
annos para caixeiro, que d iiador de sua
e garrafas vasias a 80 rs. cada urna : na rua
estreita do Rosario n. 1, taberna do Pocas.
Compra-se urna carroga e-n bom esta-
do, para cavalloe mesmo com elle : no caes
do Ramos, sobrado nico de um andar.
Compram-se 12 cadelras, 1 sof ou
marqueza ao palhinha 1 mesa de escrever
com a cadcia de 2 bragos, 1 par de mangas
le vidro ou lanlernan, 1 par de bancas ou
om separado quem
imado n. 43, ou an-
nuncie.
Vende-se muito
s, a boido do brijj
deado de
'l-&e^8$.
A barato.
0 PREGICA ESTA QEI-
MANDO.
O reiiiici da ruado
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2 esquina do becco do Peixe Frito, Um
lindo e vanado .-orlmento de fazendas dr
bom gosto, por baratsimos pregos, pois
que soin amliigao se contenta com um m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo a-.nuncio tudo quanlo tem
do bom para sarvir aos seus reguezea,
menciona apenas olindinas, fazeuda de seda
e algodao, propria para vesti lo de senhora
de goslos inteirsm r.le novos a 900 rs o co-
vado, cortes do taigelmas para vestido de
senhora, UzenJa muito lina e do melhor
gosto ingle/., com lislras de seda c carneo
escuro a 125 cada um, organdvs de cordao
com desenhos mu delicados, pelo baratissi-
mo prego do440 rs. a vara, cambraia eslam-
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas franc.zas de lindos goslos a 600 rs a
vaa, chitas francezas escuras, matizadas
superior sal do As-
. e Sagitario, fun-
ronte do trapiche do algodao :
a tintar com nlanoel Francisco da. Silva
Can ico, na rua do Vigario n. 17, primei-
ro andar, ou com o capitao a bordo.
Vendem-se duas eseravas, urna de 17
annos.com inuitas habilidados.e oulra de 10
annos.que cosee faz algumas couzas: quem
pretende-las, dirija-sc ao sobrado encarna-
do, arii.azem da esquina do caos do llamos.
Vende-se arroz branco em casca, por
atacado 011 de sacco era sseco : na esquina
do caes do Ratr.os, armazem do sobrado en-
carnado.
LUVAS DE JOUVIN.
J. Falque recebe por todos os vapores in-
glezes vindosda Europa, luvas do pellica
Jouvin, de todas as cores, tanto para bo-
mem como para senhora : na rua do Crespo
G11 ardan a pos a 5,000 rs.
a diizi;).
Vendem-se duzias de gunrdanapos com
bonitas ramagons, pelo barato prego de 5-r
rs. adu/.ia : na loja de \ portas da rua do
Queimado n. 10,
tabales e casemira a
o.OOO is
Vendem-se chales do merino linos, de co-
-"u b
de
conducta, e bom sera que tonha algum pra- iKm L'" e_nvus_P->r0es a 260 o covado,
res, pe
na luja
n 10.
_ barato prego de 5r<)00 cada um :
4 portas da rua do Queimado
es s
ib
rti do Trapiche
e cripfoiio le No*
., vende-8e supe*
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete c de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em cana de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Ilecife, armazem n. 36.
Deposito
de rapprinceza da fabfi*
ea de ILGasse, no .
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e moio grosso, da acreditada fabrica
cima,chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz u. 49.
Vende-so urna boa en terrea na rua
da Conccig.lo da Boa-Vista : a tratar no
aterro da Boa-Vista n. 43, segundo andar,
das 6 as 9 horas damanhaa e ds 2 as 4 da
tarde.
do nesle deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
IMPRTAME PARA OPULICO*
Para cura de putysica em todos os seus
dilferentes graos, quer motivada por cons-
lipagoes, losse, aslhma, plcuriz, cscarros de
sangue, d.jr de costados e peitos, palpitagSo
no corag3o, coqueluche bronchite, dOr na *
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares.
HEMI'DIO IMCOMPARAVEL.
*
UNGENTO HOLLOWAV.
-Militares de individuo* do ia.
podem testemunhar as virtudes He^"^06"
dio incomparavel, e i rovr em Pf rCme"
rio, que. Pelo uso'qu'ed^.'ohTer m' SSS
corpo e membros inteiramenle oi T-
de haver empregado nulilmeWut^
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cor dessas curas maravilhosas pela loiiura
dos peridicos que Ih'as re.-alam todos os
das ha mu.tos annos ; e a maior parle deis
las sao tao sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran, com este soberano remedio o uso
m."j""*0 e Ponas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitacs onde
faesV,reShfl,Braaa?,f,Ul,al De"^ S"-
dec.S,aVend0 de,Xad0 esses m** de p-
oneracio nWn Se,n30 bmetterem a ess,
Z i?l "'88' foram curadas completa-
aullados benficos d.ante do lord correa
dor e oulros magistrados, alim dai mais au
lenticarcm sua alfirmativ. "
Ningueni desesperara |do"estadn <|B t,,-,
saudosetivesse bastante conianca para en
sa.ar este remedio constantemente seliunl
do algum lempo o tr.tamenlo que nectut
asse a natureza do nial, cujo resultad seta
provar titconlestavelmenie: Que ludo 'u
O ungento he ut,, ma,pan,cula,men,e '
nosiegmntei catot.
'
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de caboga.
das costas.
dos membros.
Knfermidades da ci
tis em geral.
Enformidades doanus
CrupgOes escorbticas
fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frioiras.
Gengvasescaldadas.
InchagCes.
Inflammagaodo ligado
da bexiifa.
Innaniinagao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pomas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis. *
Picadura do mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuraces ptridas.
linha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulagf.es.
Veias torcidas ou no
dadas as pemas.

Vende-se este ungento noestabelecm en-
o geral de Londres n. 244, oSlrand, o na.
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavaita e Mespanha.
Vende-se a 80b rs. cada bocclinha,conten
uma.instroccSo em porluguez para explicar
o modo de lazer usodeslo ungento
O deposuo geral he em casa do Sr. Soum.
pharmaceulico, na rua da Cruz n.22, em
Ccriiambuco.
VENDE-SE
Agua raz em lolltas de leiro.
(leo de linhaca em ditas.
Brimde vella ebrinzoes .
Lonas e cabos da Itussia.
Cabos de maniliae de couro.
Metal amacollo e cobre de fono.
Velas de slearina.
Clavinotes.
Pedias de maimoie pita mesas.
Pregos de cobre grandes e pequeos.
No armazem de C. J. Astlev & C.

&9Mb&.m :,y%
Reta
o
IOS
tica do comme.cio, prefere-se estrangeiro
ou de outra provincia, ou mesmo de fofa da
cidade: na rua do llosario n 39 \
9i?aV
&
f
i
i junto1
ca ros com boas pate-
las, igualmente sobrado, tudo
ou separado. .
- Precisa-se de una ame forra on cap-
tiva, para casa de pouca familia, quo com-
pre, cozmhe, eogomme o faga todo o servi-
co de urna casa : quera esliver tuestas cir-
cunistancias, di' ija-se a rua do r-* n. 10
para tratar do ajuste.
-- Precisa-se para tima casa cstraner-ira
lcalugiti uma prela de boa conducta, qu
sama cngomnnr o razar algum servico de
casa: quea, t.ver, dirija-ae a rua da Cruz
u 4, casa de .\ .o. Bieber Josc ontaHes herr.ua Coila lem duns S
casas para alusar em Santo Amaro, ao pe da fi
rondigaoi a tratar com elle a qualquer h..ra, '
9 em casa. ^ J
i a fcat5
--- Precisa-se do um criado para o servico
esternode uma casa de pouca familia : no
largo da Asserr.bla n. 12, primeiro andar.
- francisco Barbosa odrigues, citadilo
brasileo, reiia-se para forado imperio.
Lotera
DA
Provincia.
solaras, padroes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos corles de selim
bor ia los na-a colletes a 4; cada um, ISazi-
uhas escuras de mu ricos e variados radios
proprias para vesti lo de senhora
de menii as a 500 rs.
monslros do coros
ale.
o
res
or \i.iho xas de urna e duas duzias de garrafas,
bem como em barris de quarto
a pico commodo.
To.ihrts i) r.i t
e oitavo,
o roupocs
cova o. riscados
e mu clogantee
gosios a 220 o covado, ditos francezes ds
quadros de lindos padrOes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito lina 40u
rs.,dita eslainjada de luidos pa ires a 3'U e
400 rs. o covado, cuitas linas de cores claras
e escuras, tintas lisas a 160, isO, 200 e ->i0
re. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito huas e com 10 varas a -600, di-
tas do uta mais cheia a 8600, dita tronspa- |
rente com 8 varas, muito linas a 5-400 pe- I
ga, pega, do bretanha de rolo com iQ'arvs
a 25 cada urna, grvalas do selim prelas e de
cor, gustos modernos a l;280 cada u lia,
-corles do biim du ..uto I tullo a i'^OO, 2-tUU
o 2^o00, casoiniras do lindos pa ires a 5-.II0
e b# O Corte, ditos de aigo lao de lindos gos
los a 1-, 1-440 e uoO e,.da um, lencos para
mao a 120, ditos com bioo muito linos a 360,
chales de gaze, ditos de menn lisos e bor-
dados, obta primorosa, gangas iiKsciadas
p.Opilas ,.ara caigas
p- r.i mesn a 5, 4,
o o tiO00
Vendem-se toalhas de tolos os tamanhos,
com bonitas ramagens, pelos baratos pregos
cima mencionados : na loja de 4 portas da
rua do (jueimado n. 10.
A 10,000 rs.
Vendom-se manteletes de se la prelos com
ricas guarnies, pelo barato prego de ios:
na loja do 4 portas .la rua do Queimado
n. 10.
cobertos e descobertos,pequeos e grandes
de ouro patento inglez, para bomemese-
nliora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : era casa de Southall Mellor A O, rui
do Torres n. 38.
afende-se
Cortes de I&a para vesti-
dos.
Vendem-se cortes to laa de lindos pa-
drees, coma covados cada corte, pelo di-
mitalo prego de quinze patacas; a elles,
antes que so acabent : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
COM PEQUEO TOQUE DE
AV1RIA.
A (iinlleiro
Pegas de algodao liso, largo, cncorpado a
2, >,-40, 29500 e 3800 a pega, dito de si-
cupira a vs, ;240, d/00, 2;tO e 3-5 pega,
dilo de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
gado largo a 100, 120, 140 e 180 rs a jarda:
vendo-so na rua do Crespo, h.ju da esquina
que volla para a rua da Cadria.
CEMENTO,
Vende-se comento,

tanto em barricas
como em porgao o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bom no
armaze- de oateriaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17
v\ r\ wwi L r. rm i t-> a .---,- oailLt/viilu.l.oll.I.
POTASSi UHIIU CAL C^SAS DE RU
A favor das obras da irmandade do Divino
Kspirito Sanio.
Aos 5:00l'5 2.000? e 1.000-.
Os abaixo assignado*, tem expostos a ven-1 "lo, casineta prela lina a l-lO o covji
da, na sus loja no -torro da Boa-Vista n 56, eos de seda de lindos padios a 2f cada
e as casas do COslufiiS, os muito felizes! cobertores de algo lao para escravos a 7U
bilhetes. meios e quartos da prioieiri prteI. cada un, de todas eslas azendas e de
da primeira lotera da irmanda le do Divino miiit? oulras que se nao me. eiona n, mas
Espirito Sanio, a qualcone no dia 2 de ou-lque so veuder.'.o por baralissimos
lubro, cujos bilhetes sao garantidos, o sen- so daro amostras com penlior.
YIRGEI.
no deposito da tua da (.adeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Itussia, dita da fabrica do Rio de Jaoei O,
e cal de Csbia e... pe.lra, tu lo chegado ha
poneos dias, e a ven cr-se por menos preg..
do que em o. ira qualquer parle,
Venlem-se brinquedos Manual de 25t paginas, conten lo dtalogoem
t.xcellenlcs camas de ierro nara solteros
venlem-se no esciiptorio do agente 011 vei-
tt.rua da Cadeia do Reciro n. 62, primeiro
^11 lili .
--- No da 20 do corrente fugiram do en-
genho Comportas, na freguezia te Muribeca.
os escravos Jos e Pa'.lo, osle de nagao C.os-
ta da Mina, moco, altura regular, cor um
pouco lula, tem a falla um pouco embaraga-
pa, pernas Tinas, os pos alauma cousa peqne-
nos, os dedos s3o linos, e os mnimos como'
que trepam nos immediatos ; levou chapeo
de palha de carnauba novo, camisa de ma-
datolao com pregas, e caigas brancas ; a-
quelle de nagao Camundongo, representa
ter 30 a 35 annos de idade. n.ag5as do rosto
.alenles, bocea grande, lem todos os den-
es, pouca barba, e ps grandes : os quaes
loram encontrados no mesmo dia 20, na es-
trada do Motucolomb indo para o Recife, e
na ribeira da Boa-vista : quem os pegar le-*
ve so mesmo engenho Comportas, ou a rua
da Praia ao Sr. Joaquim Gongalves Ferreira,
que sera pago do seu trabalho.
Do engenho do Meio.freguezia da Varzea,
rugi no dia 20 de setembro do corrente anuo
o escravo PantalcSo, offlcal de ferreiro, bai--
xoosecco, corpreta bem fula, falla baixa,
cosluma embriagarse pouco, f i cscravo da
viuva do finado Joaquim Candido, doenge-*
nho 111.a das Merces, j andou Irabalhando
ilugado neta cidade, e he muito condecido
em toda estrada do Recire ale q engenho
Santa Cruz ou Cabega de Porco, sito na fre-
guezia de Una, por andar quasi todos os me-
zes de viagem de um a outro desses enge-
nhos, e lie casado com uma e-crava chama-
da Urgula quo se cha no engenho Santa
Cruz : roga-se a prisSo do dito escrtvo, e
prometle-se gratificar bem a quem o pren- '
der erecolber a cadeia desta cidade, ou le-
va-lo a um dos engenhos cima referidos.
Posto no dia 19 a osava Justina, da
nag3o llebolo, idade 20 a 2* anuos, e tem os
signaes seguintes : estatura regular, cor
lula, uns calombinhos na testa, dislinclivo
da nagao, levou vestido encarnado, com um
panno da costa azul, uma trouxa com um
vestido de cattbraia pinuda, um de chita de '
quadros e um escuro : quem a pegar, a po-
dera levar a rua da Cadeia do Recife n 12
ou a rua rio Amorim 11: 39, armazem,
sera recompensado.
que
e palitos a 560 o cova- prosa o verso entre as lottras do elplubeto"
o, len- Itegras de moral, Grammatica portuguoza'
Doulrina christSa, modo do ajodar a missa
I abitada de pythagoras, Regras de civili lad
OU manual .i I,,,,,, tom alopiado para uso
das es olas de ambos os s. x .s i#ooo, Revista
da iiistrucg.u) publica para Portugal e Brasil
160 rs., Compendio da historia
pregos, o
l'oi transferido o deposito dcste xarope
para a boOca do Jos da Cruz Sanios, ua rua
.Nova n. 53, garrafas 5;500, o meias 3c000,
No da II do corrente mez ue setem-
bro, do engenho Quemadas. freguezia de
sanio Antao, fugio o escravo Bernardo, cri-
oulo. /dade de 18 a 20 annos, bem apea-
soado, cara redonda e lustrosa, ts seceos,
eem um delles ralta-lhc a unha do dedo
grande, e he canhoto, e rr ais que tudo um
signal muito evidente, que ho ter uma ci-
catriz as costas da m3o direita, sahiocom
irouxa do roupa fina e algodao, chapeo de
cou'o, e alparcalas de que sempre usa
suppOe-se ter tomado a ditecgSodo Camera*;
por ter muita inclinacSo ao servigo deva-
queirire, nesta praga aonde tem eslado
murtos lempos, ou mesmo qualquer outra
parle, pelo que o abaixo assignado roga as
autoridades policiaes e ce pitaes de campo a
api r(-hens3o, e con.1ucg3o ao supradilo en-
genho, aonde sera recompensado com 100)
resPadre Antonio Vicha de Mello.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gjo do engenho Cureabi na ci marca de I'So
d Albo, o escravo Antonia, Cagange, de ida-
de de 36 aunos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura rcgul-res, cangueiro no
! andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, he casado, o tsl-
! vez tenba algumas marcas de rclho as na-
. dogas por ja ler sido castigado levemente;
! esse escravo foi di s heidciios do finado Cae-
rano Conialvrs da Cunta ; consta que este
ve cm .auto Antao, em casa do Sr. JoSo
i Francisco, ssaim como consta que cm Psjcu'
exiite un. cscravo com os mesmos siguaes :
ja pessoa que o conduzir ao refetulo enge-
nho, 00 ao Recife, na rua da Guia n. 64, ou
deMe der noticia certa, sera recompensado
;com toda generosidade; e quem o tiver em
seu poder, fique cerlo de sua punigSo cora
tolo o rigor das leis.
4
romana pelo sendo falso lodo aquelle que nflo for vendi- l'EUN. I ye. DK M. F.
DB FARU 1867


ILEGIVEL

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