Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07842


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Full Text

ANNO XXXIII N. 22!.
Por 3 mezes adiantados 4000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
miM FEIIU 28 DE SETEMBRO DE 18o7
Por anuo adinntado lojOOO,
Porte franco para o subscriptor:
KKCAMEGADOS DA SUBSCR1PCA DO NORTE.
Pinhiba, 8r. Joao Rodolpho Gomei ; NaUl* o Sr. Joaqun,
I-Partir Jnior ; Aracatv. o Sr. A. de Lemoi Braga ; Cet-
ra', o Sr. J. Joa de OIywm ; Miranhao, o Sennor Jos Tcixei-
ra da Mello; Piauhj o Bcohor Jo* Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Joitina J. Ramoi i Amaionai, 8r. Jaronymod*
Coita.
PARTIDA. DOS CORREIOS.
Olin.ir : lo-io-t n rtiJis, *s 9 i fiH*i* doras lgunra-i-u', GoMBaae Kirnliiba: tu* .-,_Mii].i.i
S. AiilJo. Beiaffoa, Ilonita, Carairu', Altinho
S. I.i>u'f Fl.t*--. Tilla-Baila, Itoa-Vita, Ouricurv afi*,
Cab4>,lpojuca,Si'Tnhem, Hio PoraMMO, Dw
mrnlcirai r Natal : quinU'-ltir.i.
Tedo* Oflcnrrvtus parlero aa 10 horas da mandila.
c Miiaa-folrafi
b GarMhaa*: aa tor^a-fcira,
Rtaja, IV'-'iui-ira, tugan-ira
na guara s-r<'irai.
. Rtrrairoa, Agua-Prola, Pi-
AUDIE.NGIAS DOS TRIBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas < quinui.
Relacao : tarcas feiras a labbadoi.
Faienda :quarlaa a aabbadoa ai 10 horai.
Juno do commercio : legunda ai 10 horas quintal ao malo dia.
Juio da orphaoi : segundas e quintal ai 10 horai.
Primaira Tara do civel : segundas eieitaiao maio da.
Segunda Tara do chai : oartai Hbbadoi ao maio dia.
EPHEMEBIDE8 DO MEZ DE SETEMBRO.
4 La cbeia as 2 horas a 47 minutos da manha.
10 Quarto minguante ai 8 borai e 30 minutos da tarde.
18 La nova as 3 horas a 13 minutos da manha.
26 Quartocrescenta as6 horas a 40 minuto da manboa.
I'RKAMAR DB HOJE.
Prlmeiraailt horas a -12 minutos da manha.
Segunda as 12 huras a t minutoi da tarda.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Wcncelo duque.
29 Terra. S. Miguel Archanjo e Fraterno b.
30 Qucrta. S. Jerouimo presb. card.
1 Quinta. S. Remigio : b. Ss. Vcrissimo e Mxima.
2 Seita. S. O Anj > da Guarda. S. l.eodegario b.
3 Sbado. S. Evaldo presb. : S. Candido ni.
4 Domingo. 18. SS. Rosario de Mara.
ENI:ARREGADOS DA SUBSCR1CAO HO BUL
Alagoai. o Sr. Claudlno Falcao Dial; Babia, 0 8r. D. Dupla
Kio de Janeiro, o Sr. Joao Pereir Martini.
EM PERNAMBUCO.
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figueiroa di Faria ni ni
vraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
- MINISTERIO DO IMPERIO.
RELATORIO
apresentado a assemblea geral legislati-
va na primeira sessao da decima legis-
latura, pelo ministro e secretario de es-
tado dos negocios do imperio, Luiz
Pedreira do Couto Ferraz.
( Conlinaacao.}
*
Obras publicas nas provincias.
Amazonas.
Tcto comeco a abertura <1a estrada projeclada pa-
ra communicar i capital curo ot c.impos de Kio
Hranco.
Para obras publicas nesla proTincia denlinou o
govaroo do correte exereicio a somma de 16:0009
ris.
Para'.
Circuroitancias que bao oceorrido tem embaraca-
do a continuaco dos Irabalhos para a abertura da
Irada que da capital deve seguir al Braganca, e
dahi al o provincia do Maranhao, afim de faci-
litar as commtinicares entra as duas provincias.
Trata-se porm de dar-se-Ces impulso.
Caida-ae lambem de fazer as conveniente! esplo-
racei para levarem-ae a Hleilo ouir.is duas estradas,
urna para ligar esla provincia com a de oyaz mar-
ginando o r i i Tocanltns, cuja navegado ha 13o em-
baracada por numerosas e grandes cachoeiras, e ou-
Ira para eslnbelacer a communicacao enlre ella e a
de Malo Grosso, devendo seguir pela mirgem do
rio Tapajoz al a ultima cachoeire.
Maranhao.
Os Irabalhos do canal nV> Arapapahy foram no
actual etercicio auxiliados com a qoanlia de 8:0009
reas.
Nso lenlio recebido as iuformacftes exigidas lobre
o estado dasla obra.
Cear.
A ponte de desembarque que se eonslrne no porto
da capital nao fui aiuda conclu la, em r,u,m de gran-
desjftfliculdsdes com que se tem lutado ; ja presta
entretanto algum servido.
Tencionando o governo inpiimbir a nm engenhei-
ro hydranlico o exame daquellas liilllcalJa.ie^, es-
pera que o coronel Ricardo Jos (jomes Jar-
dn) eonclua oulras commissoes para se encarregar
desla. *
Tem continuado a obra da eadeia da capital, Tal-
lando para ana concluslo lmenle a conslrocc,8o de
i um raio.
Deu-se principio aos Irabalhos da estrada prnjee-
(ada entra a capital e a eidade do ralo, passando
pela florescente villa de Baturil.
Est a acabar-so o grando aterro da* estrada do
Soire.
A pona de ierro qae o governo (inlia mandado,
a' reqoisir.lo do presidente da provincia, para ser
asseotada sobre o rio daquelle inme, foi eolio-
> cada sobre o de Marsngnape, ten lo parecido ao
mesmo qoe nesle lugar era mais conveniente.
Nao lem sido possivel dar anda comido a' grande
obra que eila' projeclada, da aberlara do canal que
deve communicar a< aguas do rio do S. Francisco
rom as ,1 i J iguaribe nesta provincia. He entretanto
ama das obras que o govsrno lem como mais im-
portante, e su espera que o engenheiro V II IfH l
termine os Irabalhos de que se acba incumbido re-
lativos ao levantamenlo das plantas do no de S.
Francisco para co^arrega lo dos aludos necessarios
sobre aqoelle object.
O governo auxiliou ai obras de-la provincia com
a qoanlia de 12:0009.
Hio tirando do Norte.
Concluio-se o cemilerio publico da capital.
A obr do aterro do Salgado anda nao pude ser
inleirameiite acabada.
Parahiba.
Coneluio-se a parle do caes da capilal que eslava
em ciin.triic.'l'.
E subvencionada pelo eofre geral, leudo sido dado
para ella no corrente exercicio a quautia de 10:0009.
Pernambuco.
Nao sa lem dado comrfo a' conslrucrao da nova
ponte do Recite, como se projeclava.
O digno presidente da provincia enlende qoe,
lendo sido spresentados a' coniideracao do governo
diversos projeclos e planos relativos ao mtlhoramen-
lo do porlo, e ao eslabelecimento de badas e de
dokas, e como a adopcao de qualquer dease projec-
los importara a dcslruicAo daqtiell. ponte, cuja im-
portancia se elevara, segundo o ornamento feln, a
80V0J05. no aconsallia a prudencia qoe, em laos
circjmstaneias, se d principio a orna obra de lano
cml'i. E demais, tendo-sa concluido a ponte provi-
fjia, que pela sua solidez promelte longa durac.Vi,
e prest-ndo-ie anda a velha a > transito de pessoas
a p, ntnlium inconveniente ha em aguardar-se a
resolueno definitiva qae o governo lem de lomar so-
bre o plano que se adoptara' para o melhoramento
do porlo.
Alagoai.
Trata-so da eonstruccJo de urna nova ponte sobre
o riacho Macey eolee a eidade alia e a povoajao de
Jaragua'.
Mandou o presidente dar principio a' aberlara
de ama estrada enlre esta povoacao e o logar deno-
minado Maogabeira, e ao raeltioramenlo da do
Poco.
Com a aberlara daquatla estrada se facilitara' o
Irausporle dos generoi do norte da provincia para a
dita povoacao.
lisia' qaasi acabado o cemilerio publico da capi-
lal.
O presidente mandou proceder a eiam e inves-
ligac.6es no intuito de estabelecer > a mal conve-
niente via de commanicacao enlre a capital e Que.
brangalo, cortando aa comarcas de Alal.iia e Impe-
ratriz. por ser a linha mais curia entre a mesma ca-
pilal a directriz da eslrala de ferro qae se cons-
truz em Pernambuco.
Alem das vanlagens presentes que resultaram des-
la estrada, o angmenlo de popolarao e de eslabele-
cimenlos ruraes nessa linha lomara possivel por ah
para o futuro, a realisacio de um ramal da dita es-
trada de ferro.
Fizeram-se iterros na estrada da villa do Norte, t
reparos na da (joiabeira.
Baha.
Tem continuado os Irabalhos para seguranra da
roonlanha na capital.
No crrenle exercicio deslinou o governo para
estas obras a somma de 1:0009000, e para os Iraba-
lhos relativos aos mellioramentos de qoe necessilam
os rioi Geqoilinhonha e Pardo a de :0:0009000.
Espirito Sanio.
Para ai obras do canal de llaunas dea o governo
neste exercicio a quaiilia de t:.~>009, e para as da es-
trada de S. Pedro de Alcntara a da 4:000?.
Ainda nao recehi as nformacoei qae exigi sobre o
estado destas obras.
Kio de Janeiro.
Al obras da imporlantissima estrada de rodagem,
qne asta'sendo construida pela companhia l.'in.-> e
Industria, de l'elropolis al o rio Parahiba, e i qual
o governo concedeu, em virlade da le n. 830, de
12 de selembro de 18">j, a garanta de ", addicio-
ii.il a' qae oblivera da provincia do Rio de Jsneiro,
vao proseguinJo eom regnlaridade, sendo fielmente
observadas as conlictes do'conlrato, cujas priuci-
paes diiposic.es constam do meu ultimo relatorio
Os Irabalhos da I. secp-lo, ap.zar des do lerrano, e das condices com quo lu traca 1-
esta paite da estrada, acham-se inuito adiantados
em orna exlcncao de mais de leguas ; c lauto a
presidente da companhia, como o l)r. Manoel do
Mello Franco, incombilo de ia\ administradlo fue
peiior, lem dado provas do maior zelo nt direcra-
das obras, e na solidez e perfeicao de sua exeeocaoo
A companhia lem actualmente cerca de doos mi.
Irabalhadores empresados Deses Irabalhos, numero
qae lera' da elevar-se a' propor^ao que forem che-
gando os colonos, que ella se obrigou a man lar vir
nos termos do contrato que ha pooco celebroo com
o governo imperial, e do qual deve resultar a crea-
53o de um grande ncleo de colonisicao, que o(fe-
rera todas as enndicnes de segara prospendale, c
de um futuro muilo esperanzoso.
Segundo o bataneo encerrado em 31 de marco
ultimo, tem-se despendido a quantia de 72(:0GiSi77
res.
Esta companhia he a todos os respeilos digna da
josla proleccao dos poderes do Estado, e assim o
ciileu leu a cmara dos Srs. depulados, ainda no
anno passado, quando approvoa a resolucao de 20
da agoslo, que pende de approvac,;lo do senado, au-
lorisaudo o governo para innovar o contrato cele-
brado com a mesma companhia, podendo conceder
aos capilaes efl'eclivameule despendidos as estradas
contratadas a garanta de juro de 2 por cenlo
animalmente, nao excedenlo os referidos capi-
laes a 3,000 conlos, e a garanta ao prazo de 20 au-
no.
Anda nao comeraram os Irabalhos da inlereisan-
lissima estrada de ierro, qoe do porlo das Caixai
deve ir at a raz da serra de Friburgn, don le segui-
r' ale Canlagatle, sendo macadamisada em toda a
dita serra, e na porcao que segu de Friburgo em
dianle.
A companhia que lent de construir e cnstear esta
estrada, ja esta' organisada, garanlindo-lhe a pro-
vincia do It'o de Janeiro o juro de 7 por cento no
contrato qae com ella novou o respectivo presiden-
te em dala de 3 de fevereiro do anno pas-
sado.
Consla-me qae se pretende, na parte da va fr-
rea, faze-ln servir por locomotivas, o que, se, como
be de esperar, f.r levado a efleilo, Irar.' incalcala-
veis vanlagens a' prodcelo sempre crescente do
imprtame mercado de Cantagalln, e dos lugares a 1-
jaceulei.
Outrn obra de bastante utili la le deve brevemente
eomecar na mesma provincia. Itefiro-me a um ra-
mal que se presta a luda a soile de vehculo*, o qual
o presidente da provincia ja nianlou ahur com o
fim de ligar as estradas do Presidente Pedreira e
dos Fazendeiros a tielm, lugar de ama das prin-
cipaes eslares da estrada de ferro de I. Pe-
dro II.
Sao da primeira evidencia as vanlagens desle ra-
mal. Basta allender-se a que tera' de pur em com-
manicacao os ricos municipios de l'irahy e Barra
Mama com a dita eslra la, o que desde ja 'facilitara'
o transporte pela primeira secc.io daquella via fr-
rea de mais de um milhao de arrobas de cafe
annualmenle. A sua exlenso he de 7,658 hra-
*s, e suas despeas foram oreadas em 98:3'.I'J95I0
ris.
Na estrada de roiagem de Mangaraiiha, construi-
da pela companhia desla nome, deve cs'.ar ja inlei-
ramenle concluida, e em eslado de prestar-se ao
transito publica, a primeira seceso qae comprehen-
de a exlenso de quatro leguas e meia, preparada
pelo systema de Mac-Adam.
Progridem es Irabalhos de mMhnrnmanlo da estra-
da lambem de rodagem do Presidenta Pedreira, e
acham-se muilo adiantados os que se esl.lu fazendn
para o preparo do leile da estrada normal, e da S:r-
ra da Estr.lla.
Dentro de poucus mezes, devem fiear concluidas as
obras da grande ponle de ferro collocada sobre pe-
ses de cantara pnlida no rio Parahiba junto a' vil-
la desle uome, fallando, na dala das inf irmacAes qoe
recab, smenle o assenlamanto do ultimo lauco.
Ja foi acabada a excellenle ponle p.n-il da Sapo-
caia, que a companhia da eslrala de Mag mandou
construir, despendendo I *>() conlus de res sobre o rio
Parahiba.
Poda-se considerar concluido o canal do Nogueira
no municipio de Campos, na importancia de cerca da
319 cotilos, fallando apenas a ultima eclasa, calcu-
lada em Vi conlos de ris, pouco mais ou menos.
No canal de Campos a Macah fallavain smenle
para saa inleira eonclu-ao alzumas excavarc'its na.
proximidades da cidado da Macahc, em cajo" muui-
cipo se havia construido urna grande ponte sobre o
rio daquelle nome.
Todas estas obras tem corrido por conla dos cofres
provinciaes.
O presidente da provincia tralava ltimamente de
abrir, de accordo com o de Mmas-lieraes, urna es-
trada com o fim de communicar o municipio da Bar-
ra Mansa com o sal daquella provincia.
Paran'.
Tem-se continuada nos Irabalhos da estrada da
Graciosa. Ja' se acha perfeilamenle acaba a calcada ] Mondo Novo, qae se n di i quasi completamente con-
pala systema de Mac Adam na eiten vas ; esta' feito este mesmo calcamenlo at maia lar- vas despezas.
gura em mais 212 bracas ; a 3,822 acham-se em es- Oulras estradas bao lido melhoradas.
lado de o recebar. K-tie em conslrucrao, por conla do cofre garal,
Concluio-se o corle para o desvo do morro do Bi- duas pontes e alerros nos arroios denom nados dos
dio, desde o rio Barrocas ale o das Cedras, achando-1 Ferreiros, e do Meio, confluentes do rio Gravataby.
se nesla exlenso de 300 bracas preparada a estrada
para arodagem com a largura de 30 palmos.
O engenheiro encarregsdo da conslrucrao desla es-
trada avalia a despeza que resla a fazer-se para sua
inleira conclas3o na somma de 570:0009000, sendo
Alem da quantia referida, deslinou o governo
para auxilio das obras desla provincia no acloal exer-
cicio, a de 20:11003.
(ovar.
I'em proseguido os Irabalhos da estrada dennmi-
toda calcada pelo syslema Mac Adam, e prestando-1 na lado noriadestinada a unir a capital o imiul -
se 3 rodagem. cipio do Pilar e o sertao de Amaro l.eile, atraves-
Tem-se feito Irabalhos para melhoramento de oa- sando terrenos feriis, e facilitan lo ao mrsmo tem-
tras estradas da provincia.
Sania Calharina.
Teva grande impulso a obra do caes da roa do
Principe, auxiliada pelo cofre geral, de somma de 3:8559)70.
Tem proseguido os Irabalhos dai quatro importan-
les estradas, de queja Iralei em oulros relatnos .-
1 Das Tres Barras a Coriliba. Foram clcalas
247 bracas na Serra. Ha porm anida por se calca-
ren! nesla 703.
As desprsas eom estes Irabalhos. c oulros que n.i
mesma estrada se executaram, monlaram a" somma
de 3:6939714.
2* De Lagcs.Ficaram completamente promptas
20.212 bractl de exlenso com a largura de I i pal-
mos, e ahrio-se urna picada com 10 a 15 palmos de
largura na exlenso de doaas legaas para communi-
car a povoacao de Sania Isabel com a de S. Pedro
de Alcntara, sendo um ramal da estrada geral para
a ultima destas povoaces. As despezas com lodos
estes (rabalhos impnrtaram em 3:!)l0930fi.
S" Do l.iltoral.Foram construidas algomas pon-
tes, e lizeram-se Irabalhos na parla deslrada esta
comprehendida enlre a de Sanio Amaro e o rio Cu-
batao, e em grande exlenso do morro dos Cavados.
Deipendeo-se a quantia, de 3:200)1.
Fazam-se anda precisas minias ponles, bem como
em diversos lugares estivas e aterras, e calcamenlos
ein > morros, cuja exlen-ao ha de perlo de 2 leguas.
Seguindo depois al a fronl.ira da provincia com
a de S. Pedro, dahi a mesma estrada se prolonga
por esla al a cidado de Porlo Alegre.
Iinportanlissimos melhoram.iilos se vao realisar
nesta longa via de communicacao, na parle compre-
hendida enlre a dita ctdade e a de Laguna na pro-
vincia de Santa Chalarina. Itefiro-me quanto a elle*
ao que digo,neste mesmo artigo tratando da provin-
cia de S. Pedro.
i De S. Pedro ao Paran' passando por l.age'.
Foram ieilos diferentes Irabalhos, nos quass se des-
pendeu a qaaoUt d. 3:97.9i2li.
po a communicacao com a provincia do Maranhao.
Acham-se concluidas 11.281 bracas de exlenso aue
importaram em 11:4799800.
Foi concluida a estrada para carros desde a capi-
lal al a ponle do Irub.
Tem coulinuido os irabalhos relativos a abertura
de oulra estrada da mesma capital a' freguezia de
Campias na linha de S. Paulo.
Esta' acabada a estrada da capilal a Jaragua' na
linha de Minas Geraes.
Para conclusao .las duas referidas eslradas, que
ainda sa ucliam em innstriicc.ln, calcula-se ser ne-
cesaria a quantia de 30:0179900.
Foram reparadas diveras puntes.
As obras desla provincia foram auxiliadas com a
somma de 8:0009.
Correios.
l'oslo que baja nolavel exagerarn, senao grave
inju'tica, da parle daquelles que, supponlo ser pra-
licaval simultneamente e no mais curto esparo a
perfeirao de lodos os lamos do serviro publico, cn-
lendem que he quesi nenhuin o progresso que tem
lido os nossos correios ; sou entretanto o primeiro a
raconhscer que o s-u estado nao he ainda tao satis-
factorio como devemos detajsr,
N*3o deve porcm islo caosar eslranheza a qnem
liver refleclido, por um lado, nos obstculos que ao
sen maior desenvolvimenlo oppfiem circumslancias
que, como ja em diversas occastOes lenho pondera-
do, s o lempo e os melhoramentos geraes do p.ii-
poderao ir gradualmente vencendo, e por outr par
te, nos pesados sacrificios peconiarios, de que de-
pende a realisaeSo das medidas mais importantes,
possiveis na actualidad?, comparando-os com os Tra-
eos meios que a' aua disposirao lem o governo para
(al objeclo.
Os methoramenloi que no-bu circumslancias ha
ido pos-ivel levar a effeito, parece-me todava que
nao lem sido esqueeidos.
Tem elles em geral sido leu denles a eslender c
ramilicar as hnhas dos Crrelos, e a dar mais al-
ria, devendo ella solicitar para
mente as orlens do ministro.
E para que esla medida produza melhor efleilo
qae se tem em villa, resnlveu transferir a referida
directora para o edificio rta secretaria, mandando
fazer para este lim as obras utc.ssarias, cuja peque-
eutros agentes seus subor- na importancia lera altamente compensada pelas
vanlagens que se devem colher.
A in-uilii imci.i slas casas em que se acliam a ad-
minislrarAo to correio da corte a ai das provincias,
continua a ser um grande embararo para a regulari-
dade do serviro e sua m.iiur fiscalisacao, e para le
adoplarem re los melhoramenlos.
Ja lenho por vezes notado esle inconveniente, e
declarado que tralava de mudar a adtninilracao da
Foram melhoradas as e-nadas do Tubarao a I.a- gum desenvolvimeulo, rcgularidade e ordem ao ser-
autoridades superiores creadas por dispelos. Po-
drr-se-hia adoptar para t ircumscripcao de l^yi dis-
Irictos n mesma das comarcas, e serem investidos
daquella autoridade os cltefes das agencias eslabe-
leculas nos logaras que fossem designados, dando-
se-lhes vaDlagens correspondentes a posirao que oc-
cupassem em relacao ao
dinados.
Oalra cansa he a falla de rendimenlos cerlos pa-
ra os agentes.
Segundo a orgaiiisacan do correi, lem elles drei-
to a una porcentagem sobre o rendimenlo dai res-
pectivas agencias. Sendo porm na maior parle del-
tas quasi uentium tal rendimenlo, cabem aesles em-
pregos lao insiguificanles vanlagens, que quasi
se podem considerar na ordem dos gratuitos.
Dahi resulla, em psimairo lugar, a diOiculdade
eom que de ordinario se lula pata enconlrar-so pes-
soas em convenientes circumslancias que seprestem
a serv los, e quando seja ella superada, ninguem
deixsra'de reconher que nao he possivel esperar-se
que, cm geral, os Horneados rumpram suas ebriga-
ces com zelo e intereste, pois que Ibes he neces-
sario empregarem-se em oulros misteres que Ibes
forneraoi mios de sabsisleocia.
Acciesce que nem -empre se pode usar de rigor
para com elles, porque sendo semelhantes empregos
na maior parle dos casos verdadeirosonos sein van-
i lagens correspondentes, com a maior facilidade os
ab.ii lonain, passando-se mezes sem que leja possi-
m-I acli.,i->e qoem os queira occopar.
Em algum as provincias, e particularmente as de
.Malo Grosso e de Goyaz, as excessivas distancias
por serles complelamnitc deshabitados qae sepa
ram as povoarea, diflirultam por tal mudo e por
13o dilTrrenles motivos as viagens dos estfelas, que
se nao pode obriga-los a rcgularidade em sua mar-
cha.
Assim, por exemplo, desle a villa da Consliluiro,
na praviucia de S. Paulo, al a povoarao de Sania
Anua do Parahiba, margem do Paran', he misler
alravejsar mais de 100 legoas, e cm loda esla ex-
lenso apenas exisle urna pequea povoarai logo
(dianle daquella villa. Ds Santa Auna ao Pequi-
rv ha cerca de 80 leguas, e 70 do ultimo punto a c-
dade de Guiaba', sendo loda eslas vaslas exlenes
complelos deserlns.
Fcilmente se imagina qoanlos obstculos ler3o de
vencer em l.lo longos trajelos os respectivos estafe-
las, sem encontrarem abrigo e soccono em parle al-
guma, e sando al obricados para se alimenlarem a
recorrer a cara. E jomo se poder raioavelmente
obriga-los a fazerem taes vi^gons cm prazes liio res-
trictos, quando lanos e l.lo ponderosos motivos lem
I allegar pirijastificnrem asfaltas, sem liaver meios,
na gener.li la le dos casos, para verificar s sao
reaes '
esle fim directa-
que passoo na cmara dos senhores depulados ippro-
vando, na parte relativa snhvenc,ao, o contrato
celebrado em M de maio de 1856 cora Jos Kodri-
ques Ferreira para a navegaran enlre o porto do Bio
de Janeiro e o de Santa Ctlharina com escala!, al-
lendendo representarlo que Ihe dirigi o dilo em-
prezario, prorogou o governo por 8 mezes os prazos
qae foram ilabelecidos as condic/Vts l.9.*do
referido cunlralo para encorporaclo de urna Aimpa-
ubia, e para ter principio a navegado segando as
condices eslipuladas.
Tem sido entretanto manlido regularmente o ser-
vico feilo nos termos do contrato que por aquella
loi innovado.
Apezar do revs que no anno pastado sofTreu a
crle para omra casa que ofiereeesse as convenientes ] Companhia Pernambucanaperdendo o seo primeiro
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
gs, do Imaruhy a LlgM, e a qoe corre ae sul do
Aratingua'.
Na do Alio Tijucas foram con-lruidas (i ponles, e
I na freguezia Jo Imaruhy.
A despeza em que importaram estas ultimas obras
foi de 8:1019020.
O governo asixiliou as obras desla provincia com
a somma de .>l:IMNis>, sendo a de 21:0009 designada-
mente para os melhoramentos projeclados na referi-
da estrada do I. toral.
S. Pedro.
Esla provincia communica-se com a de Sania Ca-
lharina por urna estrada, que parlindo da capilal da
primeira, e indo at as Torre", prosegue desle poni
ao longo da costa alo a eidade da Laguna, na segun-
da, e dahi em dianle.
Atravesando territorios em gran le/parle deserlos
na provincia de Santa Calharina, nos quaes fallecem
lodos os recurst'S, he por esla razao pouco frequen-
tada asna utilitlade de pequea importancia.
Sena porm de tnaxim vanlagem para os inleres-
ses de ambas as provincias, se, olT-recendo aos vian-
dantes abrigo seguranza, podesse ser frica e rom-
modamente Iran-n id i. desde a eidade de Porlo Ale-
gre al a da Laguna, que, romo se sabe, he um pon-
to importante 'lo lillor.il.
No intuito de realisar eslas condiees, n illuslrado
presdante da provnola de S. Pedro formn o pro-
jeclo de eslabelucer um syslema de poslos em tola a
exlenso desta estrada, que lie de mais de 00 leguas
destina los ,i servirem de pouso e a preslarem lodos
os soccorros aos viandantes, depois de ler mandado
proceder por tuna commtssao de engenheiros a mi-
nuciosos e indispensaveis exornes e explorantes, e
enlendeudo-se com o da provincia tle Sania Ca-
lharina.
O resultado Oestes Irabalhos foi satisfactorio, por-
que se remolieron uue em lo a aquella extensao a
eslsada he plana, e pequeas diffictildades offerece,
as quass podem ser removidas fcilmente.
SegouJuo dilo projecto, devem ser eslabelecidos
em cerlas distancias H poslos com toda, as prapor-
jes naceasar las para iccommodarem canvenienle-
meole pessoas, bagagens, ele, sendo 9 na provincia
de S. Pedro, 7 na de Sania Calharina.
As despezas qoe exigem a cunslruccao a arranjos
dos edificios para esle lim, bem como de barcas pro-
prtas para passagem dos rio, Toram oreadas em
92:1009, e o custeio cm I9:5I(>7 por anno ; mas esta
ultima despeza poder ser saltsfeila pelo produelo
de um mdico imposto que pacuem os viandantes.
Alguna melhoramenlos porem d qae carece a es-
trada, na provincia de Sania Calharina, exigiram
mais algutna despeza que nao axcedera' de 30 a 10
coutos de reis.
O governo, ligando a esle melhoramento a im-
portancia que merece, aulorisou a sua realisacao,
pondo desde logo a disposirao dos presidentes das
duas provincias a somma de 41:0009, lendo 20:00llj
para a parle perletieenle a de S. Pedro, e 21:000.?
para a quo se aeha na de Sania Calharina.
Designou lambem, par? realisar-se no prximo
xercio. mais a somma de 1(1.0009 para a primeira
a de 2I:00U? para a segunda.
Ja tiveramcomeen e pmsegnem com aclivididea
conslrucrao de alguna dos pousos, e eflectooti-se a
compra da l'azenda da Boa-Vista, na provincia da
S. Padro, a qu*l deve servir lambem para invernada.
Para complelar-se o syslema de eommunicaces
enlre as duas provincias lorna-se indispeiisavel fazer
navegar um vapor de peqoenn calado enlre a eidade
da Laguna, ponto em que lindara a linha terrestre,
e a To Desterro.
Tem-se proseguido nos Irabalhos da eslrada do
proporres. Nenhuma porcm se lem encontrado que
a estas condires retina a de sua posirao central, o
que he nao menos indispensavel.
Ao inielligeiile e zeloso director geral le devem
alguns Irabalhos de reroohecida vantagem.
Cilarri os segoinles :
1. A iorntaran de um mappa das linhas de cor-
reios da provincia do Rio de Janeiro.
Projeeta o mesmo director tracar a respailo tle lo-
das as provincias mappas semelhantes a esle e levan-
lar um mappa geral dos correios do imperio. Carece
porem ainda tle hiformacoes, que ja foram exigidas
dos presidenles das provincias.
2. A impressao de urna colleccao de cerca do oi-
lo mil mimes dai mais nolaveis povoac/tes do impe-
rio, indicando as eslares dos correios por onde Ibes
he dirigida a correspondencia.
3. a nrg Mu-.irio de um almanack contando por
ordem alphabclica cerca de dez mil nomes de pes-
soas tiesta eidade com as suas moradas para facilitar
a entrega das cartas.
Ja exped ordem para que este almanack sja re-
visto lodos ns annos, afim de se fazerem nelle as al-
lerares necesarias.
O rendimenlo dos correios lem continuado a
crsscer.
No ultimo exercicio subi a 258:1919070, tentlo si-
do oreado em 195:-28i965l.
No anterior den a somma de 236:1928971. No 1854
a 1855 foi re 236:192/971. E no de 1853 a 1854 d*
2I8:59!I.n,iI.
I'ma tabella que se acha jaula musir qual a
renda arrecadada em cada uiua das diflerenlcs ad-
miuislrac.es.
A despeza monlou a 297:7I2?514 reis, constando
da respectiva tab.lla a parte relativa a cada urna
das mismas adminislracde*.
Comparadas a receila e a despeza, acha-se um d-
ficit de 39:5215138 Cumpro porem observar que,
se enlrasae em conla a conleselo, que be leita gra-
tuitamente pelos correios, ta lo la a corresponden-
viro.
Foram, durante o ann> finio, e segoinles linhas :
_ Entre S. Fidelis e o Vallio dos Veados, entre
Santo Antonio do Padua a Cantagalln, c enlre lia-
hapoama e Bom Jasas, na provincia do Kio de Ja-
neiro ; ajntre (lampinas a Sorocaba, passando por
Itu' na de S. Paulo ; enlre Bagagem e Patroci-
nio, na tle Minas-Geraes, sonda restahelecida e de
Cabo Verde ; e enlre Brejo e Cillas, na do Mara-
nhao.
Foram lambem creadas nova i agencias, senio 2
na provincia da Baha, 5 na do Maranhao. 2 na
tle Piauliy, (i na do Rio do Janeiro, 3 na de Minas-
Geraes, e 1 na de S. Paulo.
Acharis annexns doos mappas. I'm cnnlm a
designacao de lodas as agencias cstabelecidas em ca-
da urna das provincias, e otilro a das novas linhas de
correios creadas desde o anno de 1S5S.
Ve-si' que o numero total das agencias lie da 420,
lendo si lo eslaholecidas, desde o principio do dilo
anno al baje, 70.
* O gratule numero das novas linhas creadas, e das
que lem lido maior slesenvolvimenlo tlesde o mes-
mo auno, romo mo-ir t o respectivo mappa, he urna
prova de que o enverno (em procurado satisfazer,
quanto Ihe ha sido permettido, a esta necessidade
da popular.lo.
As vanlagens assim conseguidas silo palpaveis.
As coiiimuiiicare* que havia, por exemplo, entre
a provincia do Piauhv e a eidade de Caxtas se fa-
ziam duas vezes por mez : boje cruzam se alli no
mesmo lempo i correios.
Acha-se tarohem elevado entre a capilal da pro-
vincia de Mutas Goraes e a eidade d^ S. Joo de
El-Rei o numero de correios, que era da 5 por mez,
a 15, gozando desle beneficio tanto os dilos pontos
extremos como os intermediarios.
Kaalisou-se um importante melhoramento no ser-
vico ta condcelo das malas enlre as provincias to
Rio de Janeiro e de Minas Geraes, celehrando-se
Com o eidadao Mariano Proropio Ferreira Lage um
contrato no qual obrigoti-so a fazer transportar em
bi horas de I'elrnpnlis a S. Joao tle l-li-ltet, e em
75 ao Ouro Prelo, as malas da corle, sendo o re-
gresso em iguaes prazos, e devendo fazer-se 15 via-
gens redondas por mez, sob pena de pagar fortes
multas. Foi estipulado o preco de 3610009 animal-
mente.
Parece que o meio mais proprio para se obviar a ; cia nliicial, desappareceria semelhanle dficit,
este grave inconveniente ser o de cslabelececem-se
pontos em distancias de 2i> a 25 legaas, nos quaes
os estafetas possain descansar recebar os auxilios
de que nece-silarein, trocando nlii as malas.
Exislindo eales polos, e sendo assim reduz das as
viagens a espacos mais corles para cada nm dos es-
tfelas, nao s cessar a maior parle das pnvac.oes
que actualmente soflrem, como faro ns mesmas via-
gens em lempo proporcionalmenlo menos longo, e
ser entan possivel cnnlieccr-se da readade dos mo-
tivos por elles allegados para juslificacao das fallas
que commellerem.
Oaalquer dos expedientes lembrados, porm eum-
pre se reconheca, Importara um accrescimo conside-
ra vel na tlespeza publica.
E coraqoant cu emenda qae a regularidade dos
correios ci maior celeridad? tle sua marcha moreda
ejtislifiqoe os sacrificios qoe para issn se fizerem,
porque alm tle eoncurrerein para facililer e desen-
volver as rclae.Qes lociics, alle-tam a civilisacSO do
paz, nao se pule deixar de cnuvir que nao cabe
tas ralas das altribuisjss do enverno decretar taes
medidas, sam previa aulorisa^ao do poder legislati-
vo, e sem que se votem os fundos para isso neeessa-
rios.
O servido do correio urbano na crle lem lido al-
eom dascnvulvimenlo, e he falto ariualnienl.; com
ni.n- regulan lade. Anida se acha pircmcom pro-
pon-oes muilo acanba las paca o poni a que deve
alliugir.
Para facilitar esle serviro Toi dividida a eidade em
oilo dtstriclos, que sao percorrilos qualio vezes por
dia por carleiros especiaes, entregan lo carias e vi-
zit indo e recolhendo de 32 caixas, que elao rollo-
cadas em differentes pontos, as que se lanrjam tul-
las para o seu destino.
O modo desle servido esli regularisatlo por ins-
Iruc^es que expedio o tlireclor geral dos rorreo*.
No ullimo anno o movimenlo do correio u'bano
foi do 48,5Gi cartas, numero minio superior ao que
teve logar no anno anterior.
As exigent ias sin serviro nbrtgaram o governo a
mandar a linillir doos eicriplnrarics adJidoi na ail-
miuistracao do correio de S.in-I'aulo, e Otjtros dous
na de Minas-Geraes.
Com a admissao lambem de dez escriplurarios ad-
tlidos na admiuislraeao do rarreio da corle, medida
lomada o anim passadn, e ta qual liz metirat em
lia o projecto tle completar esta linha, calenden-i Ulan ullimo relaluno, foi possivel fazer-se urna no-
27 DB SETEMBRO DE 1857.
A CIDADE DO RECIPE.
I m dislincto escriptor brasileiro, a qaem o psiz
P deve a pablicacaa de varios Irabalhos Iliterarios, o
Sr. Dr. Mello Moraes, esliicompondo ama Chorogra-
phia Braslleira, e desejando consagrar a esla eidade
nm logar no sea trabslho, suggerio-nosa idea de dar
ama descripc^u da capilal de Pernambuco, conten lo
o numero dos edificios pblicos, das roas com os no-
mes de cada orna e o numero das casas, terreas e de
sobrados que ellas conleero.das travessas, beccos, lar-
go-, ponles, etc.
O poori tempo de qoa ordinariamente podemos
dispor, e a filia de algqns documentos precisos para
esle fim, nao nos permits dar um Irabalho perfeito;
entretanto, qu.rendo coa ijuvar o illustre eseriplor
eom o nosso fracoapoio, fareraos o.queestiver ao nos-
so alcance.
Se he verdade que a civilisac,ao dos povos se m*ni-
festa igualmente na sua archilectora, nao ha duvila
qoe as nossas citlades, a mesmo as ouropeas, aiuda as
mais eelebres, sana imagemdos citad-res essenciaes
qae sssigoalara a socielade actual.
Dlhi resulta qoe a incongroencia, a anarchia eial, a desarmnnia que aiuda reina enlre ns membros
da grande familia humana, quer no commercio, e
na poltica, quer na industria, e em ludo mais, se
dssanham perfeilamenle na edificarlo das cidatles,
na* sinuosidades das soas ras, n i aspecto dos seus
adifirios, n'uma palavra, em toda a sua sichilec-
Inr.i.
Suba-se.por cxemplo.ao campanario de um templo,
ou a oalra qualfiunr elevarlo, d'onde se posas domi-
nar urna ctate : Mu espectculo incongruente e
anarrhiro (.iue dcsirdem a irreguliridade Oue
emoc.lo indtliuivel nao senle o observador I
Mas esla ph iss architcctonica da socielade em qus
vivemos nao depende di vonlade humana, he um
phenomeno neressarin, providencial, nina consecuen-
cia das leis eternas e immutaveii do j.rogress i, e t
deiapparcee gia loalmente as evoluees inccesiivas
da civil,sar-1 i.
Gota efTeito, i medida queostiomens se v.lo canhe-
cando a comprehendendo melhnr o seu deslino ler-
reslte, a archileclura se vai aproximando mais da
anida le, da harmona e da ideal da perfeicao absolu-
ta, | crien i) ao mesma lampo caracler de desor-
den), de irregularidade o de anarchia que oalr'ora a
assignalava.
Algumas cidades modernas da Europa, que ainda
ha bem pouco lempo offereciam om aspecto, que evi-
dentemente contrastava com a civilisarao actual sob
nitros respeitoa, ji sa arham mais regularlsadas. e
lodos os diaa osgovernoa fazem esforros para dar-lhes
ama forma mais harmnica, que melhor caracterise
ai verdadeir.ns feires da cmtisaeo chri'iaa.
Segundo o lestemnnbo de viajantes esclarecidos,
Pars, essa Bahylonia dos lempos modernos, se acha
actualmente mui transfigurada.Kuas erbairrosinleros,
onde nunca penetraram os raios do sol, morada inmun-
da das classes miseraves, que sti servia para aiie-t n
o egosmo criminoso dos principes da opolencia e
do governo, foram arrazados, e como por encanto
surgir.mi em seu logar casas espacosas, bem arejadas
e elevadas, e palacios confurlaveis e espleodidos ; de
sorle qae temos ou vi lo alguns viajantes dizer que
quam deixou Pa(is ha dez annos, boje liraria com-
pletamente deslumhrado, ao ver as transformarnos
que tem sofTrido na sua edifieaco.
O rpido e prodigioso desenvolvimenlo que as ar-
les c as snencias lem recebido as suas variadas p-
plicaces sobre a materia, nao podia deixar de con-
tribuir para melhorar o bem-eitar da commanhao, e
glorificar a parle espiritualista do homem.
I'aris he ineonleslavelmenl o foco e o centro desse
grande movimenlo regenerador da nossa era. Quasi
lodas as graudei ideas humanitarias, quasi lodas as
aspirarles generosas, quasi lodas as utopias e sonhos
sobre o futuro destino terrestre da humanidade Ihe
pertence. Assim, era la que devia eomecar a reali-
sarao dessa nova phase sucial.
A nacao france/a tem a consciencia desse poder de
iniciacao qae a Providencia Ihe concedeu, a he por
isso que Lamartine disse que quando Dos quer lan-
car una grande ventada ao mundo, primeramente a
inspira a um Francez.
Oulras nares porm j vao manifestando signaes
evidentes dessa idea de transformarlo arcliiteclur.il.
desse desejo de dar s cidadea, em lodas as suas dif-
ferenle parles, um carcter mais harmnico, e por
assim dizer mais humanitario, de sorle que o ho-
mem, ainda qus pobre, encontr um aposento um
pouco sadio e agradavel, de accordo com o ideal das
uiiino lid i le-, do luxo e da perfeicao que elle as-
pira a realisar nesla vida.
Enlre oulras, a eidade de New-Yoik, nos Estados-
Cuidos, atiesta esle movimenlo com utna grande
mullid.o de magnifico! bulis, em cujo numero se
cotila o de S. Nicolao, e-a rsalisaro palpitante, em
nossos das, de um dos conlos phantaslicos das "Mil
e urna .N'oit.s ; com as suas ras e pracas espacosas
e arejadas, guarnecidas de alamedas de bellos arvo-
re ios ; cot as suas casas vaslas e asseiadas, e alo
com as dnominac"s discretas e expressivas coma-
gradas s snas metmai ruis e praras.
O estrepito liarmonioso desle movimenlo trans-
formador da architsclura dos povos moderooi en-
contrn, nm echo sonoro na capilal do imperio da
Santa Cruz, a organisou-sc ama companhia que se
encarregou de eorrigir os dafeiloa da edifirar.lo da
eilade de S. Sebastian, e de construir novas habita-
roes, segundo as necessidades dos nossos lempos.
J se lem construido edificios com um aspecto mais
harmnico e mais social; da sorle que, se por nm
lati esta patritica empieza aformosea a cida le com
os primores d i arte, por outro ladi ministra a parte
indigente di populara i habitarnos mais commodas e
mais hygienicas.
A municipal! 11 le lambem ha feilo esforros para
conseguir essa conquista sobre o pascado, e em vir-
tude das suas diligencias e dos Irabalhos da compa-
nhia Edificadora, a peste qne perseguio lodo o paii
em 1855 encoulrou poucus focas de nutrirdo na-
quella eidade.
Na capital da Babia, a imitaran do que se faz a
esle respeilo na capital do imperio, tamh.m ja se
encorporou urna companhia com o fim de tralar da
edifieaco da eidade. e a qual j deu principio aos
seus Irabalhos.
Aqu nesta eidade ero que vivemos, ja se falla
igualmente na organisacla de orna companhia desla
nalareza. E com effeilo, a falta de semelhanle em-
preza entre mis aecusa e desmente a nossa rpida
marcha na carreira do progresso, marcha alias ver-
dadera sob oulras relaces.
V-se, paranlo, que o movimenlo ascencional de
Iransformaro archilectonica he umi verdade irre-
fragavel, e se manifest de urna uianeira solemne
exlerna e internamente, prometiendo um Iriumplio
consolador a benfico para o bem estar dos povos.
Assim, parece que a hora desla revolueao arlisli-
ca tambera ja' he chegada para mis. Compre pois
melter mitas a' obra, e aproveitar-nos dos prsenles
magnficos que 13o prdigamente nos fez a natureza.
Por um favor especial da Providencia Divina,
vivemos debaixu da am cea abencoado, cojos esplen-
dore s3o geralmenle invejados ; gozam is de um
clima 13o benfico e siodavcl, como se pode desejar,
o de urna natureza lo variada e ai mestnu lempo
13o constante tas suas vartacoe*. que n3o experimen-
tamos os ell'eilos lune-tos de que sao victimas oulros
povos.
Clima benigno, co espen I da, lu farmosissima,
-itu icio geographica encantadora e vantajosa, utna
viracle refrigerante anda nos dias mais calmosos,
tolo* entre nos he invejavel. E o que nos falta para
no elevar a' altura a qus -orno- destinados .'Von-
lade e esforro, e nada mais.
A eidade do Rcife lem de norte ao -til, islo h*.
desle a ponle dos A togados al a ultimas casas da
ra da Aurora, a exlenso de duas mil braca- ; tle
leste ao oeste, islo he, desde a cosa al o Mondegn,
mil bra{as, < a sua superficie lolal he de dous ini-
Ibesde bracas qnadrndas. Esla' a 8', 3' 2" de lali-
to le sal ; :!i* 51', 54" de longilude ao oeste de
Grenwicb.
He inteiramenle plana, dividida em tres partes
do-a at a Diamaolina, centro tle lodo o commorcio
do norte da provincia de Minas ; e para realisa-lo
aguarda o governo somenle o reeebimenlo das in-
formacai que ja foram exigidas.
Deu-se mais regularidade an serviro da rondac-
*lAo das malas entre as cidatles tle Sanios e de S.
Paulo, e enlre as capilaes das provincias do Mara-
nhao e do Piatihx, tornando-se a communieacao
mais fcil e frequeula.
Apezar poim das vanlagens resultantes do aug-
mento tas linli- do crrelos, e tas providencias
parciaes tonudas a respeilo da conducrao das ma-
las, nunca sera' possivel conseguir-se perfeita regti-
laridade em tal serviro, emquanlo se nao levarem
a efleilo algumas medidas geraes que deslruam as"
principaes caosas que a isso se oppem.
Ai longas distancias em que das adminislraroes
dos correios -e acliam as agencias, s.io por certa urna
deslas causas, por iu difliciillam a inpeec,ao com-
anla e activa qoe sobre ellas se deve exercer.
O meio mais conviuenle para chezar-se a esle
fim, parece-me que serie o de approximar as agen-
va e mais proficua divis3o das turmas.
Anteriormente o serviro tle larde s podia ser fei-
lo pela quarla parte dos empregados da piimeira e
da segunda lumias, alternando ronslaiilemente : bo-
je igual o numero dos etnpregidoi que liaba ham
leiiianli.il e de larde.
As disposi{es dos tlecrelos ns 1682 e IliOi tle 28
de novembru e de 21 de dezembro do anno pastado,
alterando em parte os regulamentos annexos ats de
ns. 399 o 639 de 21 dezembro de I8H, e de 27 de
selembro de 1849, bem como as oulras medidas lo-
ma las ao mesmo lempo, e de que igualmente Ira-
lei no relatorio anterior, tem produznlo os resollados
que se esperav-m.
Heconhecendo a necessidade, cada dia mais ur-
gente, de dar-sc melhor organiae.lo a directora
geral dos correio., nao sti rom o lim de dota-la de
meios de acedo de que carece para o desemprnlio
de suris ftincrcs, como para facilitar o seu expedi-
ente no tiranteas relaces constantes que enlrelem
com a secretaria de estado dos negocios do imperio,
trata o governo de expedir Initrncr-Oee, pondo a car-
das, estabeleeendo pelo menos urna en, cada ma- go d mesma directora lodo o exdedienle que con-
nicipio, e sujeitando-as a insperrao immediata de cerne aos correios, c que he feito pela dita secreta-
pelos rios Behirifce eCapibaribe, os quaes rrunindo-
se em um ponto, v3o desembocar no ocano.
Esta' quasi tola cercata desolidos e elegantes eaes,
e he lal o desenvolvimenlo que lem tilo, que, com-
paratido-se a respectiva planta que se enenutra em
liarle.i, traeada ha duzentos annns ponco mais ou
menos, cun a que ullimamenle levanloa o nosso en
genheiro civil," n Sr Dr. Jos Mamede Alves Fer-
reira, senle-se urna verdadeira sorpreza.
O Kecife daquella poca he apenas urna mni in-
significante fracrao do Kerife tle boje, orcupava o
e-paco limitado de um peqaeno numero de roas;
entretanto, releva confessar que o svslema enlSo se-
guido na divisdo das roas era mais perfeili do que o
actual : todas aa ras eram mu largas, redase pa-
ralellas a' cosa, corladas por oulras n'um sentido
perpendicular, e de distancia em distancia, linha
urna praca. A ra do Collegio, a das Cru/.es, a
Larga do Rosario o s to Crespo, que corla s tres
primeiras em ngulos recios, foram iraca tas n,i-
quellc tempo, segundo in tica a planta de Barleo.
A divisao das Ires partes da eidade pelos dous
rios d-lhe um aspecto raro c encantador, cuja bel-
leza singular lorna-a, sob a relar-o da natureza,
tima tas mais lindas cidades conhecidas : offerece
lautas proporres, que sendo exploradas pela arle e
pela sciencia, como ha tic acontecer em nm prximo
futuro, pode vir i ser, sob a dupla relaeo ta arle
e da natureza, a mais bella eidade do mondo ; e
ainda se pode desenvolver para o occidente al a ex-
lenso de mais de urna legua.
Com effeilo entre nos pode-se dizer que iti ha na-
tureza. sobre a qual o poder da sciencia lem feilo
insignificantes conquistas ; o se n II lian le/ dizia
cheio de um nohre e justo orgulho a um estrangeiro
que admirava as maravilhas da llollanda, que lendo
Dos feito o solo em todas as partes, alli al o solo
era feilo pelo homem ; n' pelo nosso lado podemos
dizer que aqu quasi ludo be feilo por lieos e muilo
pouca cou-a pelos hnmens.
A eidade do Kecife, qoe em virttide da la silua-
53o lopographics podia ler canos tle esgolo em lodas
as direccoes, e ser urna eidade eminenlemenle aa-
seiada, achicara de pratada America Meridional,
nem por isso he mu limps, especialmente em lempo
de invern.
Sem embargo da facundidade do ler reno e do sis-
tema de planlar arvores as ras, praras e caes, hoja
geralmenle adoptado em lodas os paizes, o que, alem
das vanlagens hvgientcas que offerece, conlrtbue
para augmentar a belleza das cidades, nada se lem
feilo entre ns a este respeilo.
lie lal o aformoseamenlo que resulta das arvores
plantadas as ras de urna eidade, que geralmenle
se diz que urna 'las ras mais bellas que se enron-
Ira em loda a Europa he a dos lloleis. cm Berlin, e
esle aro de belleza resulta principalmente das ar-
vores iroudosas que euarnecem ambos os lados da
ra, e cujos ramos sotrelarando-se ui parle su-
perior, foru.am urna especie de carramancho, por
haixo do qual passam os viandante-.
Como ja dissemos, a eidade do Kocifa be divi.li la
em tres porrftes ou tres grandes bairros : o bairro de
Kecife prnpriamenle dilo, que se prende ao de San
(o Antonio por duas ponles,utna chamada a ponle
velha, a qual nao ob-tante o estado tle deleriorac.it
cm que se acha, ainda di transito s pessoas que an-
dam a p ; c a ponle nova, ou proviscria, ollima-
menle conrluida, que serve de via de comrounica-
ciio para carros, cavallos, etc. ; e finalmriile o
bairro de Sanio Antonio, qu> h utna ilha, e se liga
por meio tle urna ponle ao da Boa-Vista, inconles-
lavelmenle o mais pilloresco e o mais bello dos Ires.
Tem boje qoalro freguezia- : a de S. Frei Pedro
Goncalves no bairro do Kecife, a de S. Jos e a de
Sanio Antonio, no bairro que tem este ullimo uone,
e a da Boa-Vista.
Con'am-se aqui Irinla e urna igrrjas, inclusive
duas pequeas capellas, onde todava se eelebr.im
raissas, a nova matriz de S. Jos, cuja construrrilo
se acha bastante ndiantada, a saber : 5 no Itecifa ;
o Pillar, o Corpo Sanio, a Madre de Dos c a capella
da Conceir3o do Arco e a do Porlo das Canoas ; i m
Santo Aolonio lemos S. Francisco, a Ordem Teres i-
ra, o Paraizn, a matriz, a Conceirao dos Militares,
o Cosario, a Congregarlo, o Collegio, oCarmo, Sania
Thereza, Livramenlo, S. Pedro, Mariyrios, Nossa
Senhora do Trro, c Nossa Senhora da Penba ; em
S. Jos ciistein Santa Hila, S.;J- s e a nova ma-
triz de S. Jos, que, em sendo concluirla, se tornar.
um dos mais bellos templos do Brasil ; e finalmen-
te na Boa-Vista eonlara-sc oilo igiejai a matriz,
Santa Croz, S. Goncalo, Concec,3o, Kosario, Gloria
e Soledade.
Ra ra da Aurora, no bairro da Boa-Vista, existe
um edificio mandado construir pelos Inglezes, oinie
elles se reuncm pira celebrar os seus actos reli-
giosos.
Temos poneos edificios pblicos, mas entre esles
contnm-se alguns de grandes dimensAei e de agra-
davel perspectiva : o palacio episcopal, no pillares-
ce bairro da Soledade, residencia encantadora do
hispo diocesanu ; o cemilerio publico, que, grabas
aos cuidados do seu administrador, he considerado
eeralmenlc como o primeiro de lodo o imperio c
igual aos melhores da Europa, pela ordem, regul;-
n lade, asseio, v.ulid.io e belleza ; e a capella le
ron-cuida segundo o cslylo golhico moderno, o
auicu desle geucru que exisle em lado o solo bras.-
leiro.
O hospital de Pedro II, cojo raio da frente ja se
; acha quasi concloido, logo qoe esliver dtnilivamer-
lo acabado, sera' um monumeuto publico, umvei-
| dadeiro templo humanitario ; e o hospital militar
que ha pouco foi inaugurado, e que lambem he bas-
tante vasto, he om edificio not.ivel pela saa archi-
lectora e elegancia.
Temos um hospital chamldo da Caridade,
que se ada eilabelecido n'um predio particular; e
O movimenlo geral das carias e miis papel ex
pedidos por todas as a luiiui-lrac pecficamente de um mappa annexo, foi de reis
1:308991(1. Sobre o qoe leve luear durante o anno
anterior aprsenla o excesso de 665,761 carias e
mais papcis.
Concluido esle art'go, ea fallara a om dever de
juslira se n;lo rhumasse vossa altenc.;Vi para o esta-
do em qae se sidtain ot empregados das repsrlires
dos rorreitri quanto aos seus veticimentos.
S3o esles tea'in-nte 13o mesqninhos, que n3o s
deixm de guardar proporcao cora o pesado Irabalho
que preslam taes empregados, mas sao man'Testa-
mente insutiicienlas para as primen necessidades
da vida.
S3o alem dislo inferinresaos que lem, em geral,
os tas nutras reparllces publicas. Eulretanlo o
serviro do rorreio he um tos que exigem mais Ira-
balho i? maior assdaldade.
Dislo resulta o inconveniente que cima nolei-4
Mesmo as capilaes de muilss provincias, he ja mu
guinde a dillicul.lade em que se v o governo vara
encontrar pessoas habilitadas '' "as condices de
bem servirem, que queitam aceitar mesmo u logar
de administrador. Actualmente ae verifica esle lac-
le na capital la provin-ia di Paran, onde mo tem
sido posivel preinciir-se aquelle lugar que ha mui-
lo lempo se acltava vago, apezar das diligencias que
se lem feilo, por nao se encontrar pessea a quem
convelida, lendo as necessanas qualidades.
No eslado sle careslia dos gneros alimenticios, c
do alio proco das casas em qoasi lodas as provin-
cias, nao se deve por cerlo esperar oulra cousa al-
lendendn-se aos mesquinhos ordenados que vencem
nimios dos mesmos empregados.
No correio. como em tolas as reparlices, o pes-
soal he a primeira cotidicr^ao da regularidade e do
bom desemperiho do respectivo serviro. E por sem
duvida n3o pode ser elle bem escolbido qoanlo os
vencimenlos que se oflerecem sio-lo tenues qne
nem cb.-g.tm para a mauleuca ta vida. O empre-
gado zebisn e inielligeiile que, por falla de meios,
areila um einprego Ido mal remunerado, smenle
o nrroiot em quanlo nao ale.-oca outro qualquer
meio tle subsistencia mais vanlajoso, on Te-se obri-
gado a dislralur-se do cumpnmento de suas obriga-
c,es,empregaiiiln-se em oulros misteres com piejnizo
rio ervtro pnbliro.
Com vencimenlos laes qaes s3> os dos empregados
do nosso correio, poucos inelhoramentossc podem es-
perar ueste ramo da publica adminislrac3o.
A conlinuarao desle esladoimporla mesmo flagrante
injusticia, que a po er legislativo deceno se apres-
sar a reparar, elevando a respectiva labella, ou tu-
lorisgiirtu o governo para isto, dentro dos limites qae
em sua -abe I i ia ulgar convinienles.
Paquetes a vspor.
i'em sido approvado pelo poder legislativo no an-
no passado o contrato que governo celebroo com a
Companhia llrasileira de Paquetes a Vapor, innovan-
do o que exista, acha-se j em exccarSo quanlo li-
nha do Sul.
Nao lendo porem sirio ainda possivel po-lo igual-
mente em pralica na linha no Norle, o governo, al-
lendenlo aos motivos allegados pela mesma compa-
nhia, prnrogoii por 8. mezes a diiracR do angi con-
trato para esta linha por decreto n. 1831 de 8 de ou-
lubro ullimo.
A navegaran enlre o porto do Rio de Janeiro e a
eidade rta Victoria, a cargo da companhia Mocury,
lem conliuoado a ser feila nos termos e segundo as
ron lires do respectivo controlo.
>ao lendo sido ainda votada no senado a resolc3o
vapor, nflo desanimou, e 'mandou construir oulros
dous em luglalerra, dos quaes um ja ehegou, e o oa-
tro he esperado brevemente.
Com elles sersi novameule comeeada a navegarn
qae por aqaelle acontecimentu n3o p" le conti-
uuar.
Attendendu o governo representacao que Ihe foi
feila por parle da companhia Ssnla Cruz, prorogoo
al o fim do corrente anno, por decreto de 30 da
abril ultimo, o prazo que Ihe havia sido concedido
ptra fazerem o seus vapores urna sodas duas viagens
mensaes, a que he obrigado. Tem havido regulari-
dade no sea servico.
Em vorlude da aaloriiscao concedida ao governo,
foram alteradas, por decreto n. 1928 de 25 do mez
passado, algomas das condices annexas ao de n.
1038 de 30 de agosto de 1852, e com as qaaes foi
contratada esta navegacdla.
Acham-se annexas s novas condires.
NavegarSo interna.
Rio Amazonas.
A companhia qae tem a seu cargo a navegac,o
desle rio e tle seus affluentes continua a desempenhar
com regularidade o servijo a que se obrigou em con-
formidade do novo contrato celebrado com o gover-
no imperial em 2 de oalobro-da Isi.
Tolavia, no tocante colonisarao, posto que se le-
nha esforjado por precocher as condic.0es impostas
por aquella contrato, lendo importado desde a sua
organisir.io l.onl colonos e Irabalhadores portugue-
ses, seus eafurcos n,1o lem sido cornados do exilo
que se esperava.
Tralou a companhia, de 'conformidade coro o pen
smenlo do govsrno, de crear desde lago ndeos do
colonisarao em difiranles localidades, e de preparar
os elementos para realisar mais larde a colonisarao
em ponto grande, applicando para esse fim o pro.luc-
io das Ierras qoe Ihe foram concedidas.
Obstculos porem provenientes, ja da m ndole
dos colonos escolhidos e da falta de recursos qne a
legislarlo ainda offerece para coagi-loi promplamen-
te ao rumprimenta de teui contratos, j das enor-
mes despezas que lem sido obrfgada a fazer com o
nessoal assalanado para apromplar casas e os com-
modos necessarios para recebar os colonos, deseoncer-
taram por tal modo os clenlos da administraban dar
companhia, qoe ella vio-sc forrada a recorrer an go-
verno, expondo a impossibilida ir- em que se achava
de proseguir em saa empreza, a nao Ihe ser augmen-
tada consider.ivelmenle a subveueo que Ihe fura
marrada.
O proprio presidente da companhia, com a fran--
queza e boa f que o caraclerisam, expondo o esladu
da campanilla, pedio ao governo a in.tiluit.3n de um
exame severo em lodos os seus livros e corresponden-
cia, afim de comprovar as suas allegarnos.
O governo imperial, ligando ao objeclo a impor-
tancia que merece, mandou proceder esse exame
nos livros da companhia, incomhindo-o ao honiado
contador do thrsoaro nacional, Aolonio Jos de Bem.
Ela fonrcionarto, depois de faztr tola- as iuvesli-
gac.oes que eulenden necessanas, reennbecea que a
companhia nao podia marchar sem um grande aug-
mento da -ubvei.e.io existente, e apresenluu ao go-
verno um demonstradlo na qual ptocedeu com o
maior discernimenloe cautela.
Essa demonslrarso foi remedida a seccao dos ne-
gocios do imperio do conselho de estado para con-
sultar sobre o requerimento da a imniisirarao da
companhia.
A secr-ao foi em sua maioria de parecer que se
edevasse a subvengo pedida ; seuao pelo que loca a
n -vegara i propriamenla dita, ao menos na parta
concernente a colonisacao, a qual havia aggravado a
i".icio da companhia e absorvia grande parle de
sua renda collocando-a em ms circumslancias.
Reconbecendo o governo a verdade do allegado
pela administradlo da companhia, a n.lo podendo fu-
gir a evidencia resoltante dos clculos e demonstra-
dlo que Ihe foram offerecidoi, Irala de ver se pode
pelo crdito concedido psra a colouisac3o innovar n
contrato nessa parle, melhorando um pouco a poli-
filo da companhia ate que assemblea geral conceda
um.i aiiturisarun que o habilite a rever lodo o cn-
tralo, e a conceder ama subvenro que livre a em-
preza dos prejoizos cerlos com que ora carrega, e quo
a vio enllocan In em positjao muilo critica.
Para que possais lomar sobre o objeclo ums deli-
berarlo acertada, mandei reunir lodos os esetareci-
mentos necessarios para vos serem prsenles rom a
demonstradlo a que me refer.
Elles vus convencern da necessidade do augmen-
lo da -iiliv-nrio, a esloa firmemente persuadido da
que nu recusareis a aatorisacdio de que o governo
carece.
Nao ha qoem boje descender a importancia deila
companhia.
S3o bem patentes os beneficios qae lem proviodo
ta navegarao do Amazonas ; podendo-se enlre elles
enumerar, sem receio de errsr, a elevasao, a contar-
se do lempo em qae foi encelada, da rendada pro-
vincia do Para' a mais do duplo.
He daquellas eraprezas que, urna vez comecadas,
eream lanos inieresses legtimos e por tal forma cou-
ourrem para o desenvolvimenlo do paiz, que nao he
mais possivel recuar-se da ideia e do pensamenlo
qae presidirn) a saa crearan.
Limilu-me a eslas considerares tleixando deex-
pnr oulras em apoio da necessidade da lolorisacalo
pedida, porque ellas occorrerflo por cerlo a vusss il-
luslrarao e patriotismo logo que examinardes os dn-
cumenlos que sern remecidos.
Kio Jequilinhonha.
Tem continuado os Irabalhos relativos a oavega-
r-ao desle rio.
o seu movimenlo diario oscilla enlre nvenla e
ce.n iloenle..
Conlam-se lambem o hospital dos Lazaros o o
collegio das trpbaas ; o printeito de-les estabeleci-
mentos he funitodo em utn |iroprio nacional, e o se-
gundo em urna grande casa particular.
A fuo lir.au -le Starr & C que he geralmenle
considerarla como urna das primeiras de todo o im-
perio, est collocada em um vaslissimo edifflcio pro-
prio no prolongameuto da encantadora ra da Au-
rora.
A Facul lade de Direilo e o Collegio das Ariel es-
13o eslabelecidos cm propriedades particulares.
O Gymnasio Provincial, nm collegio do governo, i
imil.ei i dos estabelecimrnlos desla ordem, qae 66
eocotilram cm Franra, ni Blgica, na Allemanhs e
uoulros paizt-s, offerece as mais lisongeiras esperan-
ras ; os lugares para internos s.lo procurados com
urna avidez indescriplivel, infelizmente esl fundadu
nom edificio de proprielade particular ; r,,a- esla si-
luaco he provisoria,pois que se esl conslruindo um
grando edificio provincial, que em sendo concluido,
proporcionara as commodidades desejaveis.
T dos esles edificios, desde o palacio episcopal al
a fun lic.ln de Slarr & C, se achara enllocados no
bairro da Boa-Viste.
Passemoi agora para o de S. Antonio. O primeiro
monumento publico que se enrontra he a casa de
delenrio, que n3o obstante a alvura ds suas mura-
da-, he un do- palacios de chumbo da Veneza
Americana.
Quasi todos os eslrangeiros que por aqui passam
visilam este monomenlo penitenciario dos lempos
modernos, rujo asseio,ordem c regularidade s3o do-
cumenlos eloquentes da arlivi lade, zelo e inlelltgen-
cia do respedtvo administrador.
At'i, olasciale ogni speranzu voi que inlra-le
le Dante per.le o caracler tle axioma,pois qns aquel*
les que l cnlram por am lempo mais considrate!,
quando sahem levam para n metu da sodedailc oulros
hahilos de moralitlade, um oflirin ile que Crain meios
de subsistencia e o amor ao Irabalho.
Depois vem o palacio do governu, um dos melho-
res que se conlain enlre as vinle estrellas que rom-
pem a conslellaro bra.ilica ; e o Ibeidro de S. Isa-
bel, primor d'artu e do belleza, que su acha nvacs
na F.uropa.
temos lambsm -i palacio velho, no enligo colle-
gio dos jesai las, oodo eslo diversas rcparlices: a
thesouraris provincial, a secretaria geral de ttislroe-
co publica, o gabinete de um ellicial superior do
corpo de envndenos, encarregado das obras publi-
cas militares da provincia, a desmirada ceral, e no
pavimento Ierren ha um pequeo quarlel militar,
' resdencia da guarda do esl.ihelecinienlo, a reparti-
1 53o do correio, o ello, o arsenal de guerra e outro
qnan-I i n le evistem a eompaohl de artfice- e os
.eprendizes menores, pensionislai do estado.
O edificio que oulr'ora servn de eadeia para os
I criminlos, esta heje destinado s audiencias da re-
laro e s sesses dos jurados. Elle edificio de bas-
tante espacoso, mas a sua urchitectura se confunde
com a dos predios ordinarios e particulares.
Na freguezia de S. Jos lemos a fortaleza das
Cinco-Pona, que em virtude da situarn em que
se acha collocada, perdeu ha mallo o carcter da
fortificaran de guerra, e hojeserve apenas de qoarlel.
He lambem neste bairru qoe exilie o malsdouro
publico, um edificio construido em urna -iluacao con-
veniente, e segundo os preceilos hygienicos.
No bairro do Kecife esta' a alfandega, bstanle es-
pajosa, com urna archileclura particular, lendo em
cada um dos augulos do edificio om lorreo de forma
quadrtlalera, e em um dos quaes se acha enllocado n
consulado provincial. O edificio ha bailante vasto,
mas em conseqnencia da grande in.porlar-.ao que lo-
dos os dias vai augmentando, satisfaz hoja tle ama
maneira acanhada u fim para que foi constroido, o
por isso se e-ia levantando alguns appeudices.
O trapiche do algodio e a casa onde a assemblea
provincial celebra suas sessoes, slo proprio-, nncioa-
naes ; mas o consolado geral eila' em ama proprie-
dsde parlicolar.
No bairro do rtecife se acham os srmazens de re-
colher lodo o algodao qoe lem de ser exportado ; os
armazeni de assucar e os trapiches de embarque e
desembarque desle artigo. Tambem cxislem lignina:
ferraras e a fundirlo do Sr. Bowman, de erando
cap -elilade. em que sr, Irabalham operarios nacionaes.
Alem do Ihealro de Sania Isabel, ha no Recife o da
Apollo, em ponto mais pequeo, e que tem quasi a
mesma formasinterna que o de Santa Isabrl. Ha om
edificio tle arcniteclura apropriada.e cuja fachada ha
de marmore, e pertence a orna empreza particular.
Terminaremos esla deseripr-So dos edificios pbli-
cos da eidade do Kecife com o arsenal de marinhs.
Esle eslabelecimento be uma immensa fabrica da
archileclura. Se ainda nao he o maior do imperio,
esla' destinado, u'om prximo futuro, a contar enlre
nos mui poneos rivaes, t ja' boje causa verdadeira
admiraran a Indos aquelles que o visitam. No coni-
Iroe naos cm consequencia da capacidade do porlo,
mas lodavia pode construir oulros navios de subida
talar io ; e erando parle do seu progresso ronslitae o
elogio mais bridante da inlelligcncia a dedicaran do
actual In-peclor, qoe n.lo poupa e-forcs para elevar
o eslabelecimento,-cuja direcc3o Ide lem sido con-
fiarla por esparo de moilos anuos, ao alio grao da
esplendor qoe se po-le desejar.
A limpda do Prata. cnnduzida por um cncana-
roeuto sle ferro da' de beber a popularao da eidade; o
entre as obras que perlencem a rompandia qoe se
encarregnu.desta patritica empreza, tlislinguem-so
o reservalorio gerai e om chafariz enllocados no bair-
ro da Boa-Vista, e nutro chatariz de marmore qoe
se acli.1 no caes do Collegio.
Em ontro artigo continuaremos a descripc,ao da
eidade do Kecife, mas sob aspecto tltflsrente, segundo
o numero das suas ras, casas, praca, Iravessas o
beccos. {AbdaUahel-Kratif.)




Divertir pontii Km Id feiti obre riacho* e vil-
|Be* pralicaudose ne.le, ao mtimo lempo as exca-
va, 'i neces-aria, para 01 lomar maii vlaveis em
algumas parle, e Herr, e eslivaminlo, de alolei-
rus eni ooiro, pontos.
A estrada abarla pela margem direila rio Jequili-
tinhooha. desde a povoaeSo du Sallo em Ninas (ie-
raes te Belrnonle, ruja eilen,1o ha de cerca de .18
leguas, lera sido iiiu s conservada, mas aperfei-
coala.
O trrico de polica estahelrcido no baixojtqui-
liuhonha para prolerr.i,, da navegado si maiilein
coin a pussiv.l regolandade.
l'.-....'su.'- Poas.u', e esla'-ie Iralindo di reparar-So do porto
do Malo.
Ocuminercio feilo pelo Jequilinlionlia lem m-
menla lo notavelmente depois que se (ralo* do nie-
llioramenlo deati rio.
A quanlidaria de sal transportado por elle, que
nlrriormenl* nao eicedia da II i 16 mil ilqaeire
annualmenle, lem succei-ivamenle ereiciJo, a poulo
de (er sido no ultimo anno de 01,480.
>ota-,e o me-iiij de-euvolviraeulo cjinmerc.il.
'*"-* > a ooiro, seeros da onsuino no uorla dt
provincia de Minas Ueraes.
Rio de S. francisco.
Tra continoado o engenheiro K. Halfeld nos
Irabalhoade que e-U' encarregado relativos a' or-
gania/cao das plantas desla rio em loda a exten-Ao
de leu curso desde a cachoeira do Pirapora ale a
i*a barra do Ocano.
Apeaar poim de lodo o esforz que lem empre-
gado, ainda te nao acham Inleiramtntt concluida,,
porque, ha i te leudo lumia lo o dito engenheiro
a un astuto superficial do leilo do rio, formou um
Mo plano de Inbalhos minuciosos e completos, '
Mil,! dos qo.es te possa ler urna i lea perfeila da
irarfjle do no, profundidad* do canal navegavel,
eorruiiUza dat aguas, configaracao dai margen.,
obbulus que se oppoem a'lUvegacao raeius da os
remover, ele.
Epra nitreai.lo aprsenla los complelamenla
acaba os ale o li.n do corrente anno.
Rio Vaccacaliy (provincia de S. Pedro.)
leudo o presidente da provincia mandado proce-
der ii um novo reconhecimanlo dt-le rio, afim de
nanililar-ie ,r( furmr um plano mai seguro e
couvenieuie doi Irabilhos, que devem ter execoU-
uoi para o lornarem francamente navegavel, e ha-
vando sido etla coramisso sati-facloriamnite desem-
pcnl, i,l,i pe|o ollicial engenheiro, a qoem foi io-
cumi.nl a, e que o percorreu eiammou na exien-
lao de 38 leguas al e poni de tua confluencia com
oj.iiulij, urdenon que, segundo instrurc,6ea que
miuIou, se desse cornejo a e-se, Irabalho, os
quaes te acham ja mullo adianladoi, de modo que
lio prximo vario devara' o rio olTerecer invegac.lo
franca desda Porto-AI.gr* alea Villa de S. Gabriel,
podendo-a dar, mano oeste invirno, a erobarca-
cOei pequeas.
R'o l'arrlo (provincia da S. Pedro;.
Miudou o presidente da provincia proceder a Ira-
baili-ia da limpan e deoblrucco netle rio al a
confluencia doP.irdinho de,le poni al o Pas-
to dfi colonia de Sulla Gru.
Ho obra porque facilita o transpone dos seus produrlot
loriad* couinunicarao directa com o rio Ja-
cuhy.
Fui dida por arromalicao pel quantia de 10:t00.
leve ja principio.
(Continuar-te ha.)
OVEHNO DA PROVINCIA.
Expedante do di. de aet.mbro 1857.
UfllcioAo Exm. hispo diocesano, enviando co-
pia do aviso da juslica d. 1) de agosto ultimo, eom-
momcando ler se ordenado o pagamento do su.s
congruas as dian.dades da calhedral riela diocese
na confurmidade do arl. U da lei n. 88i do ( de
oulul.ro de 1856.-Communicoo-se ll.esoura-ia.
U,loAo commandante fias armas, para mandar
inspeccionar o paisano Jos Jo.quim de Sauta Auna,
que se eOerece para servir no eiereilo.
DitoAo thefe de polica, direndo qoe se man-
presos pobres da casa dedeleocao e sustento lmente
oos da cadea do Cabo.
DiloAo menio, transmillindo copia do contrato
celebrado cura Cermauo Francisco de Oliv.ira, como
emprezario do ihealro de Santa Isabel.
Igu.es a thesounaria provincial, j directora do
lliealro e ao erqprezario.
. DiloAo comrnandanle da iitacao naval, nara
mandar desembarcar com guia o recrula Jos Lou-
rentjo Nepomueeno.
DitoA'lhesounria de fazenda, enviando copia
do aviso da guerra da II de agosto ultimo, prohi-
bindo que as reparticoe, sujeilas aquella ministerio
lacam contr.los estipulando uencao de direilos de
consumo sern haver precedido aolorisarao do poder
egislalivo, ou do g .verno imperial. Enviuu-.e
lambem copia ao commandante das armas e ao ron-
selho administrativo.
DitoA' moma, scienlficando-a de que fra
approvado o adiamntenlo feilo toh re-ponsabilidade
desle governo ao despenseiro do hiele Parahibanc
para_ o respectivo comrnandanle poder flecluar o
engajarnenlo de menores e 1003 pare compra de gt-
neros frescos oecessarios guarnido do misino hia-
le oulr.s despezas, na certeza de que as despejas
que se fuerera com a primeira das referidas qoan-
lias devem correr por conta do municipio da
corle. '
DitoAo joiz dos feitos da fazenda, enviando co-
pia do aviso de 11 de agosto ullimo declarando que
Jora concedida a Gabriela Frederica de Andrada
licencaque para seu fllho Antonio Carlos RiDeirode
Audrade veoha completar aqu seus esludos. Irazen-
do comsigo o Africano lis, re Romao, cuios servicos
lh* eslao confiador. *
DiloAo patrimonio dos orphSos, interando-o
de haver deferido o requerimenlo em qoe Calhariai
Alaria de Jesos pede a admi.sio no competente col-
lamo de duis flllus suas de nomes Anna e Joanna.
DitoA Ihesouearia provincial, aulorisando-a a
por povauenla em praga, sezondo sua informaca.i,
a illaminutao da cilade de Golinna, lervindo de
base o proco de m rs. por cada lampea,), vflerecido
por Ihomaz Antonio Goimaraes
da Roa-Vista, onda se snppoe enlerrados dous sac-
eos com moedasde ouro. *
DitoAo araeoal de goerra, autoriando-o a ef-
rliiar o contrato com Novaes C, sobre a con-
dcelo para o Para' e Maranha,. dos objeclos viu-
dos no patacho iamega com deslino aqurllai
provincias.
"unA cmara do Recife, aulorlsando-a a fazer
nn postura a,l lirionnl de 7 de agoito de 18."> a mo-
dihcata,. qoe Smcs. indieam.
PurtariaNomeando o barbare! 1/nncisco Gar-
" i.i. Am,ral- P" delegido de Tacaralo1.
-.Nomeando a Amerleo Vespucio de lloilan-
BIAttO DI WBeJfAIPPflQ BEr.UXDA PEIBA19 M UTOBO DT. tuf(
dos melhores ralholico., o verein o, proir**Ml do pnllado no cemilerio pulnico o eadi
predominio do clero as familUs. Ela iaqaielacie
da Chaceo, para gaardn da ilfanden.
Dita(.nncedindu ao arrematante do empedri-
menlo d* 100 brabas correntes nos 17- e 18- lan-
iosida estrada de Pao d'Alh* Maooel Bizerra Ci-
vaicanti de Albuquerqoe, mais G me/es de proro-
fflCia para a conclusno daquclla obra.
DiloAo agente da companhia dos vapore bra-
nHrps, para dar passagem de filado para eorte
a dabriel Allonso Reguiira.
COMMANO DAS ARMAS.
firaart '1 (marel do eommando da* armas de
Fernambneo aa eldad* do Recife, em 2G de
setembro de 1867.
ORDEM DO DA N. 27.
animou os ultra-liberaes, que quizeram mn.lrar-se
adversarios poderoso! e irrrsisliveis do clero ; mas
I*, rnmeriran a inspirar urna oulra inquiela-
(lo, ^
A llflsica,fallo sohreludo ilas familias belaas,
desconfa lano do dominio .1, elobs como do do-
minio daiiicrhlia. o club he inlipalhieo rami-
lla qu. ja tem multa razan para queivar-se do
circu,., que he o rlob da boa companhia ; ora. o
espirito de familia he poderoso oa Blgica, e nao
aconselh,, liberaes que o armera contra si. al-
liando-a* cora o. ullra-libenes.-Me.) charo .mizo,
ama eu ao meu inlerloculor. vs me drscreveis
muiio hem o mal, porm, onde esta o remedio ?_
un 1 responden me elle, 1.-.1,. ter.ho remedio tpico,
nao ,0.1 homrm que j.mai. diea : Toma sso e
iicireis bom. Meu remedio esla na hvgiene e na,,
na medirma ; este he por consgoinleum dos casos
am que o medico nSo pode absolutamenl. dispensar
o concurso ,1o doente. Vede 01 melhores e os mais
bello, morn.nl,, de hs.ori, da Belftla. moierru.
I ll?!1- "" 'i? Mtnv *>*'"- iloaaia-
T'nl m 'i! '"""* Pm 1"' e"fS ""!
rancnmenle a alhanc, daqnell*. f0, ,, que se
i tal BUnosa revolca,, de 1830 o, assira que esla
Id'. To 1""'" S "nu's acreditados
lavando d. embarcar para a provincia d, Para- 2.T!!^\l?2.^.tJ!lm*> *f-*i 1'"
nina oodia 37 do correle, o Eira. Sr. marcchal da
.-------------.....aver ue um prUo
escr-vo do .-r. pl.annaceulico Torres, o qoal leva 10
por um eireaso de desesperacao, que se nao pode ex-
plicar, dera em si Ires facada's sobre o peno e depoil
rasgara o viutre de lal torta que denu para 1 a i
dos os oruaos inleslinaes; Mo se p.i ceno quaes foram os molivos qoe ileiam lugar a te-
melhanle alternado.
PrlSo.l-'oi preso no da 2 do correle e re-
colludo a fortaleza de Timad 'ar por ordem do |uiz
a Cabaaga, e qoe o terreno em que os peticionario*
pretondsm a-liQear una casa para este Ara, li-a
aquein da fabrica de sab.lo, e proumo as edili ,.,.-?.
Iod. feno-se a preteucao.
Uniros -1 do fic.l da Boa-Villa, dando parle .lo
que hou\e ne fieguezia as da** lemanas uliimi-
meole bodas. \ archivo.
O Sr. .Mello decUrou a cmara q
leiid.do cora advnaado da casa, e lh
papis que tem era seu poder da compra fela p .r
me/, ,,- 11. ,|e
J
e desaggravo legal insinuando a demissao
enllirom,.r-se em todas a,
cstouros e arrojo,,qU, se
1 .' "* depaiei com um rtico b epioraphe nibensete desaggravo I,
' e a-sii!i"r''" E,m* Sr- eommaoiJanl* ras armas, da mesma para as.un
; nn I a.11 P"r "'" ~ "mizo da disciplina no funcefles o homrm Jos,
'' do se dera qUe '""'e '"''" ", ,ne'1 """"lan- inculca oece.s.r o.
iein.,nas"iVin-j -judanle delle,\mld,rfN.!.^"r!fU en"eo "n"'"1 ne" "lolucio nssceo um ipontuado de fabida-
1 -armenio .Imoianf. ArVt22 Sf-SS VX* '1 .' '*'" f i '" -'.' *"'" q> "'"m
n. se havia ci bindo ao peto do o ,.,. "J".nl* R~fi,< .,a- \ "' u,,memnr05 P'ei"e.....doo meamo pagodia-
he mostrado .,, le de mola, desaliar |8,X-" "' '"" ","'"" i n.?.T m''" *?' '"<" "'"""1 ad*.
*,,',r,r ^- P Uffi..ri*.,l 1 .n.i Olida nnaui um KriinUm H<-d- ~.____
m.nicipil de Seri.haem o Ua8,|o Fraa- teu pai a'o fallecido sogru K BloTl"a. di", -
randa \ arejao, do terreno, que -e ,oppe ser o n'iei-
ci.co Xavier Cavalcinli Cchua, por lar* proiion-
ciado como ineurso oas penas do artigo 203 do cdi-
go enm mi.
iitimaco de ordem deptimn. No dia 2 do
crranle r.ii Intimada a ordem de prisa* ao bacharel
aiannel Ilenriques Cardim, juiz municipal do termo
do llonilo desta provincia, em virlule de precalona
mo sobre cuja poss, quasllona Baiik* com a cms-
ra, e ja obleve decisa* afiuil a seo favor, e que o
advogado Iha dissera qu* ia mandar ver os aul .s
para depois dizer o qoe Ihe occorr.sp ; declarou
ambom que n3o Ihe fora pustivel cnlender-s emi
acre-cenia sen que qoasi me espanlsm, di>se o paisaio canuvon
que se empregoo | Depois disto o boineni do concilibulo passaram-se a
nal llevas does-;la das refrices, onde fe achavara disl.ibuidas con
autor que apezar do cuidado
para sepultar-se lano eacandslo
vsssjsst tss. sasS i '.--
der a conselho, como memo dizem. Mais l,ai,
pergunla o amigo da disciplina : e porque ., |0
do assira) se den ura .5,, grande crim. contra M|. coua pa0. ,ubjugue, o appe.il. eatoVeaa.
pude conseguir
so
,1o
ppetile, parlicularment* urna fritada deovo
de ratniideiraadunada com maiileiiM conhecida pe-
i'onibcuse,.M.i, como o mea fim era oulro,
campo Francisco Sergio de Ol veira. Inspector do
terce.ro riistriclo militar de infantaria, o brigideiro
commandante das armas inte.ino determina que
urna guarda do primeiro balalhao de miliaria da
guar ia nacional em aqoarlelamenlo se posle no lar-
go do Forte do Mallo pelas 3 1|2 horas da larde do
indicado da, afim de fazer a S. Ezc. as devidas non-
ras, e convida eos teuhores comman-inntea de cor-
pos e respecliva ofllcialidade, a comparecern) na
mesma hora e logar, pira cnmprimenlarem ao mes-
mo Ei.ro. Sr. Inspector, e fazerem es oas despedidas.
(Anunsdo;.Joao Jos da Costa Pimentel.
Conforme.Demetrio d* Gusmao Cialh... Alfe-
res aju. aul, de ordena encarregado do detallie.
ERRATA.
>a ordem do ilia n. 26 de 22 do corren!*, mundo
traa do >r. capitao da quinta cmpanhi.i do quarlo
balalhao de artllharia a p lea-se da taita com-
panhio.
e a sau-
morte de
Ninguero se admirar do inleressa qoe tomamos
as cn.es por que passa o overno represenlaiivo
enlre nesses vizinhoi amigos. Inleressamo-nos
mesmo pelos males que nao experimentamos, he
por essa raao qo* seguimos com attencao o qoe se
passa ue-ie molu.nlo ns Blgica, e procor.raos es-
todar all o diversos movimenlosda opioia publica.
I* queremos tratar mais d. le dos eslabeleci-
menlos de beneficencia. Se nao sabamos por expe-
nencii qu. em poltica se deve procurar as causas
pelos prelextot, nao conceberi.imot hem como o
projeclo de ei sobre as imdiluices de beneficencia
poden* eiclar na Blgica as paiies populares.
t-uin offcto, esta le nao nos parece ler em si mes-
h.?.,T" !>ueJlle'esse <>">' "le ponto o partido
liberal moderado. O. eslabeleciinentos debenef.cen-
c.a deviam -er autorizados pelo governo. segundo as
iSXS&l ? 'tl ''"""i admi,slraSao dess
istilui(ues devia ter iubm*ttida vi.ilancia e A
inspeccao da aoioridade secul
l> nrle vpiii pois as repugnancias que esle proicclo
de le lem excitado vem de fura
probado que poderiamos fazer a n.....
noiia da cmara dos deputados belgas, he que llo-
rante a 'onga e arde me discussio desta lei, ella, nao
e niquietaram rouilo com o eilerior.
Alten ler as cousas de fora dere ser orna das m-
ximas do governo parlamentar, como de lodos os
oulro, gover nos; sem isso o estado da opin ao fora
oas cmara, pode vir a serum dos mais graves e
man funestos perigo, do paiz.
Fallamos a esse respeilo com urna triste ,<:perien-
ca. A queda do ministerio c da oppoiirito em Fran-
ca, no prmcpio de 1818. foi devida a nao se ter
ella inquietado inoilo cora a, opmiei externas. O
ministerio l.nha a maioria as cmaras, c,.mo sem
(lilliculdide proceda cons|luclonalmeiiie ne-te pon-
to, cria de mu boa vonlade que nao liaba lugar para
preoecupar-se das paito*! que te .gilavam fora das
cmaras. A epp0si{ao do seu lado, posto que appel-
asse par., fura das cmaras, nao sabia para que (or-
eas perigota, appellava ; jolgava que podia excilar
is pauoes populares sim aventurar urna rerolucio.
temer, porque procedan) em reara ; mas era polti-
ca nao bastara mais as regras para ler bom exilo
como na tragedia. A oppos.cjlo, do seu lado, fallan-
do mullo pe. janella, nao a observava bem, e nao
queda de
ruma do go-
DiloAo inspeclor de marinha, enviando copia
lo aviso da marinha do 36 de agosto ultimo, com
referencia ao ollcio lambem jonlo por copja, que
lh* duigio o encarregado do quarlel-geoeral de ma-
rinha, aolorisando a factura dos conceiloi pncisos
ao vapor a Bebiribe. o
PortarlaCoucedendo ao goarda mor da alfande-
gi Luiz de Crvalho Paeida Andnde promgscao
por 30 diaa na forma di lei da licenra que Ihe fra
concedida. Coinmuuicou-se i tlie-ouraria da fa-
zenda. .
DiaConcedendo mais um mez de licenra enm
veiicim.nlos ao prnfessor da Escada Miguel Achan-
jo limenlel.iizeram-se as convenientes cornmu
nleieO**.
DitaAo agente da companhia dos vapore,, para
dar pawagem para corte por conla do governo aoi
guarlas-inarinha, Pedro I opes da Conceica,), e
francisco Forjas da l.-cerda.Commomcou-se ao
roir.m -. 11J.11 le da estacao naval.
9
OfllcioAo Exra. bitpo dioce.ano, pura que se
sirva de dar sua informaran sobre o aviso por co-
pia com referencia as congruas das dignidades *
nembios do cabido da Se.
DitoAo Exra. vice-presidenle da Parahiua, n-
leiraiido-o de que foram expedidas pelo Exm. pr-
ndenle da relacAois convenienles orden,para tersa
H-f'ila a requ.-i^o de S. Ex;, acerca da decisao da
revista inlerposla pelo co-reo de Joaqoim Jos do,
sanios l.-al.
D'toAo commandante das armas, diz.ndo licar
nteirado ler S. Ese. mandado alistar no 10- bala-
lhao o recrula Agoslinl.o Teixeira de Azevedo.
Igual sol.reoa recrulas Manoel Pereira de Sui-
za, Manad Monleiro dos Santos Antonio Alves da
DiloAo mesmo, solicilando a expedicao de suas
ordens. para que aeja dispensado do aquirtelamen-
'" >egu Heliodono Fernaudes da Cruz, visto a neces-idad*
que tem de seus serviros a Ihe.ooraria de fazenda,
onde esse oflciel ha emprrgado.
tliloAo mesmo, para por em libtrdadeo recru-
fi Joao Trine se. Izidorio.
DitoAo director da inslroct.lo poltica, aulori-
audo-o mandar fornecer os objeclos de qoe pre-
cisa i1 aula de inslrucgao primarla do sexo mascu-
lino de lora de Porlas.
DiloA llKsouraria de fazenda, para qo* etfec-
de lotfe q, raMldoo 80 eornm,,.
. c,^8Ue b,r'" ,,i,m""-' P" asdespe-
/.a, como appreh.nsao de desertor., da rmala, .,.
I,.,et, Vef P"a '""I"01* ..sanada no correle
m!!1;'-4 m"rnl, dan,lo-'e iciencia de qoe pelo
mimsierio da marinha fora solicitada ao daVianda
'^"cemef "e ur,lk"!\^" Pcho sem deito
n,:::.o di'par*. "par*"obra'do meiho,a-
Dil.-A m-sma, para minrfar pas.ar o llnlo de
aforamenlo que pede Sancha Marta di CMICelel
dos termo, de marinha onde se acham ed.ficaa.
urnaspropr.edads, na roa da Florentina, pe.te,
cenleta supplicanle, e ao sen mano a.),e Raphael
Aalonio Cotlh*. r
DitoA mesma, crlmmunicn lo ler deferido o
reqoerimenlo em que l.uiz Antonio Pereira, como
trjtor da nrphaa tillas do finado Manoel Joaqun.
Padrn da f.o.ta pede permisaAn para permutar a |)i-
ld Williaai B winan por 2 accr.es da companhia
de Bebtriba, aspar!
as casa, rtt. ( e
lleven.lo por, ni
de orphaos.
D.110A mema, ordenando qne mande pagar ao
negociante, Ricardo de Freila. & C. a quan.ia de
'**!*. imporlanc, de abjeetof p,.r elle, vend-
licVa"asi!*9* ** da r""ica eiercici0 e
J!'l"7),'"""" ""f"'^-* d. |,r sido proro-
bkW glr'a!; 'luCu^re",, a '",se," ""< da a.s.m-
D1I0A mesma, communicando te, .id ,,,.
^U^SSST ",0T,"ci' "onorio v"<"> (
DiloAo juiz dos feitns. communieando-iheaueadVe
Jii da .,do correle, fallecer M >rseual de ma. ttl
aba* frico. Ib-.* J, Jorge.-C-.rnm.inico.;e "
ao cliefo de polica e a* carador d Arican, >
DiloAo procurador fi.ril da fazenda, direndo
que o chee de polica de.larou ler r-qui.ia,ln data
praja, da polica pan a caa incendiada no Alerro
---------- --. mivivi.lllin 11101
dos sediciosos 1 O. catholicos belgas nao poden
-0r oot-a barreira ao espirlo revolucionario >,-
iillra-ratliolira ? Nao. A
intolerancia
va que a lempenade que provocava seria mais for-
le do quo ella, e que 1,1,1 cr. aornenle
um mimslerio que ameacava,
veroo parlar'mar.
O qu, se passou reccntemenle na llelgica lem al-
goin traeos de leineihanr;. cora o bossm >i de feve-
reiro gracu ao bom tenso do povo belga, grcil ,.
sabedona de sen re a do sao governo, a Blgica' de
ie\e-se minio quem da falal aualogia que temos
assignalado. A crise eslA passada, mas o perigo exit-
e ; e o que deve licar junto do perigo para rater-
a* contra-peso, he a lico que um povo um go-
verno sabiot nao daizaro de tirar das eventualida-
des que liveram lugar.
Todos aa hem a intolerancia ollra-calholica que
desde algum lempo lem mo-lrado urna porrao do
clero e do episcopado belga. Esla inlolerancla anda
l.m slgons repre.enlanles na, cmaras ; ma, all
conlem-se e moderam-se. Alem disso, ha una
porreocousideruv.l de calholicos belga, que, liis ao
velbo espirito da llelgica e ao espirito de soa revo-
luto de IS'iO. amain com igual amor a igreia ca-
lliolica ea lbenla le constitucional.
Nai cmara,, o, representantes detlc grande par-
tido calholico conlem c repnmem com -ua prisen-
C os desvos da intolerancia ullra-calliobca ; mas
no exterior, na' pastorae, de ilguus bispos, deiza-
se ella mamleslar livremtnle.
Tomando li;f>e do caihoiicismo iliberal, que de-
sacre lila o clero em Franca, por que nao peusa mui-
lo am repudia-lo, a iutolerancia ullra-caihi.lica dos
Belgas parecoq aroal coar loda a liberdade e dede
nliar loda a instiloica,. liberal. Que resultado dahit
yue em face da uiloleanria ullra-calholica, ergueu
se a inloleraucia plnlo-oplica para combale-la, ; ,le
um lado, o espirito da idade media aggnvado ou
pervertido pilo gozo do despotismo-; de oulro lado
o espirito da revolucao. Pois que ? o espirlo da ida
de mod.a e o pililo da r.voluSa.i, he o e.pirto de
boje o espirito d. Blgica? 'li* sobre um oulro
de.les doos etcolhos, que se deve ir naufragar Os
i,*!.^'"0" ta-eljca ra-. potle-m combater t intolerancia
-calliolica, seoo pela intolerancia anarchira
m op-
leuo a
desde 1830, e soa glora esl mi colic hado do esi!
rilo rel-gioso com ., espirito liberal. Ella continuar;,
a marcnirneala uobre senda, sabendo perfeilament.
qoe perder com me-mo golpe sui atinencia po-
hlica n.ional, se porvenlu a n3o quizer ouvir o,
c.n.el..o. lenlo da intolerancia ou da anarchia.
lomai sentido, dnemosaos calliolicos belga,
ci.mb.laei la,, energi.menla os oltr.-e.TholicM
qxa vo, excilaoi e vo< comp ometlem : por qu |-
nalm me vos confunbrao com elle., al rib*|nd*-s*
avu.os,eu,,xce.Sos acaprlenaa; liraram envolv-
do. no mesmo de crdito o centro e a extrema direi-
ta, por que ceulro dir-lo terA poupado em dema-
sa a .trema direila. Q.n, pedird*. algum,. .-
a justa e norrada, como seja Ulvcza lei sobro os
-sl-belecimcn.o, debemficenca, lodo, vos aecusara-
deh.v.rde.crdid, ta ei^ncta. do pait.do ,,"0-
lie esle erro da opiniflo publica irritada contra 1
atoleraacia allr.-caiholica, a,.e se deve evita" -Vo
atis as palidettierna,, contra as quao nao he'h s.
tan le (er r,z.i.o ; he m-lhor acalma-las. do que ven-
ce-las p;la f.rr;., qoau.lo se possa vence-las ola
torta. O minisleno belga nos parea* pis |er sido
bem impin.lo ardo as cmara, e a lei ; previnlo
o mal m lempo, ,,. tu,|o o qu? pode-,e fizer de me-
Ibor em lempo de revolnelo.
A ralasirophe de 1848, nao teria lido lugar, ,e..
podesse ler eccitUo de descol..ir-,e. O adiameulo
d.s cmaras dn a opimlo publ,;, na B?l,caTe,nn
de_man.re-t.r-se. Bal, ,ga hal)il foi ["*
Oqiel.iros diloao, ejthoco, belgas, diremo,
lamiera ao, libenes. Allendei a opima., fora da, c.
marai;lend*s ravolncao pela retaso irda- naos
chan.ei, por que vni. Os sublevados contra o'i con-
ventos sAo para vas o que erero o, banquetes para a
opposicAo franceza em ISIS, urna for;a mais forte do
que .0 ; um perigo que podei, susrilar c nao po-
dereis dexia-lo, quando o quizerdes fazer.
Temos a maioria dat eamarat, dizem os eilbolleoa
belgas ; nsem.'i plenamente do nosio direlto Temos
o po>o por n', dizem do seu lado os hberaca be gas
usemo, plenamenie da no.,a forrea, lie a caminha para urna ievolur;ao.
Com o adiamento da, cmaras, o governo belga
nSo .,i. en leu 1 coMiiluieln, como aproo ve dizer
suspenden o choqoe do, partidos ; deu .1 aplnilo
poblica lempo de minife,tar-ie.
Fui o servirlo maior mais uhl que pode preslar
seu paiz: ma< e-!e servljo por sua pmpria nala-
sao morios, vele que liomenagens unnimes rece-
beu a memoria de M. d. Merole, que icab de
morrer. M. de Merode era um calbohco minio fer-
voro.o : mas era ao mesmo lempo um liberal moto
sincero : dalu nasceu a eslma onivers
dades unnimes qoe honra 1,,m a vida e
II. tleilerodi.
A lafvacao da Blgica esli nesla allanc;a ou pilo
menos nesla tolerancia mutua dos calholicos e dos
liberaes.
Como se pode conseguir ,so '.'
Primeiro que lodo sospendendo o choque dos
pululos, como fez com muila prudencia o ministe-
rio ; depois fazenjo bordos, ale qu* se possa entrar
no porto.
Que queris dir ".'
Com elfeito, nSo sei qual he a inlencn do
governo belga, se elle se decidui a reunir de novo as
cmaras, ou a dis.olve-las; mas rceles dous casos
nada h.vers de definitivo.
1'odavia reiinindo-se as cmaras, nao lera'oulra
coma para fazer, sen3o evitar o embate dos parti-
dos, conveneer os liberaes e os calllolirot, que na
cmara niugnem pode ser senlior absoluto, e como
he misler qoe elles se auxilian) reciprocamenle. he
melhor qoe o fajam sem ser balidos 1I0 que depois
de vencidos.
__Se forem dissolvidas as cmaras e se liouver elei-
e, lera anda logar a mema cousa. As eleir,",.
nao terao um desfecho. O paiz nao dar a maioria
aos celholcoseonlra os libtraes, nem a estes conlra
os prmeros.
A cmara que sabir das eleicei, sera' anda urna
cmara, onde sera' preciso fazer bordos, quero dizer,
onde os dona partidos deverao aprender a sustentar-
se mutuamente.E Como eu sorna oovindo o meu
inlerloculor fallar J.sle modo :eu *nIendo-vo, ;
'plicou elle, conclus do minhas palavrai que a
Blgica ii3o sabe o qu. quer. Sois (alvez daquclles
que julgam que um povo deve aempra e em lodo o
mornenlj saber o que quer, isio he, ler orna opi-
niAo onanime. Qnanto a r.,i,n nn rre'o 11 s nH-
nioi uuaoliiiei: e quando perguuiail aos puvosse
sabeio sempre o que querem, pergunlais-lhe cerla-
menle mais do que ao, individuo*. Os individuos
lem c direilo d. ser incerloi e irresolutos : porque
os povos nto o toriam ? As unanimidades nao co
asmis das vezes senAo um disfarce ou um cons..
irangimento. A diversdade inevlal das opinie, faz '
3 lilifiril-iria
pris.o, S. S. manden qo* se laxrasso o termo
11111(3.
Feimenln.yn .1
da Souza Leal, no lug.
Olinda, ferio graiemente
do Despacharam-se as pelic/ies de Antonio Piulo de
B.rrot, Bernardo Jn da Colla V.denle, llenriqii.
21 do corrinle Selenano liibson. Jos Franci,co dos Sanios Mranda, Juo
de Mana Simplicia em Cario, Fredcrico Klemgoald, Dr. JoAu Nepomuceno
moilo larga, e n. mu, ...i.u ----------JTT ","IIH i.ima, juiz ni paz do I. anno do
^^E;HBr ^aaA JmiW
rn. di ,, "'? ie caridJ<- Fonccioni na
daacaug, ''r"''S """ ""=.edade d. esludanles
da ara leoia e preparatorio, com o titulo de
BEPABTigAO DA POZ.ICIA
Uccui-renciai do da i ,le setembro.
dad, Orihodo.n, "qui" TeVpo" fim'"."'^"!^"'; D0 '"""i p.rT '*T ^ "lm- fc "r- rMa de
^..Prtroelro Sio i, Dooior. bu i*2*m fflTfei; ^,!w*?a de. Ata*da, o, pardos Mi.
peno e lem dado
llave
lenle
maio, quando
papel o pastaro carnvoro tor-
no,, p.ra rett.lu.- o. p,c,u 0. c 1K11rlnCM
dC qu. luz.0. piolano. haxi.m ll o aponfuado el
ciplo para mareando a replalo de urna .ulorida-
mlo ordenado ao meo ajodinte, o indicado
i-ar.iozo, qne examinasse o azeile de abril e
1,. i. ordem, alguma, pracas do 'o o canlarein ,ob os despojo, d,__T,..k...
ManinCr hTZ'y'^T^ 1*,,#" 0,-,u0,beDie
foi que sedeo, nAo o f.ictn cuino exnoe'"'
da di.ciplina, mas lim um, illercacao
depreheude da parte por escripto, qoe di,'
(iiem poiloguez, qne j.zendo as ca-lcadi, da roa de
I L ..P,elu e, ,i", !le embriaguez era que se leba-
-1 por crime de furto.
Pela subdelegara da fregoezia de S. Jos, 1
prela liberta Joaquina, [.ara correrclo. o preto An
dre AvaL'noda Coila, para
sao diguu:
ampara a
de, prcslam o, seus servico
c lenii.,,,1 le que a Pravidincia 11,10 des-
amp.." l0' aflrl|e que 110 exercicio da car.da-
aot seus samelhanles.
ill a amanhiia.
iherdsde.
1 ^'J"'"'" "* Blgica, por causa desla conlrarie-
nade de epiniDes, que os dous partidos se coadjuvein
um ao nutro.
E como al aqu a Belale* lem eslmado mais es.e
aoxilio mutuo das ..pininos que conlm em eu seo,
do que sollrer um senbor que impoze.se silencio ,1
lodos esperamos que conservara' esle bom habito
qoe Tez ao mesmo lempo sua liberdade e sua na-
conalidade.
/>r>.
n.lo
reza, nio pode dorar muilo'lempo. Foi um expedi-
enio sufhnenie rara o embanco do momento ; he
preciso ag ra remover a difficuldade. isln he, reunir
ZSZSS'toJg.,nei0daeleit, "ppe"ar pafa -
.... p... iza, n.i.niH coinpannia ,\a,. temos c-rlimcnle a nr.i.n ?a. 1
larlesqne po.soe a ,ua luidla la I.,-, .. goverm, bel ,VJ, -ti!. 3,0, ",,,r "ae
8, ed.lic.da. em Fr, de Pona-, f.zer. Porlantoaa"leiimMnma,tU?!ml?
apre,.n.,r o assen.imenlo do juiz dersobra esta grande ,(. ^llS t,S*'
HECIFE 27 DE SETEMBRO DE I 837.
ASf, HORAS DA TARDE.
,. RETBOSPECTO SEMANAL
l'.otreas nov.da les irazidas pelo uli.mo piquete
chegado da capital do imperio, encontramos urna
que oto podemos diizar de reprodoai-la, em conie-
quencia do alcance que tem : queremos fallar no
aviso do Exm. Sr. ministro dos negocio, do imperio
em da.a de II do ctual, que determina qoe os vapo-
re. ,ia companhia braslleira ,-iiiente se dtmor.em 12
lloras ue.1 porlo.
i,,,1'"'" V."!'.m"i,U ,lam"iri srandemenle os
a.nbuc'ee. '" "" "'....."" A pro*iel llc P"
nambuco *||. para con, as ,naa Irmfl.a .lo norle na
inetma rasgo em que >e arha o itio de Janeiro para
com as provincias do sul ; i.|o b pela praca de
lernambuco sao lopprida aa proiincias do norle
com os i.bjecloi europeus, assim como o t3o a, do
sul pelo Rio de Janeiro, e he nett dous grande,
enlreposlo commercial, onde a maior parle das pro-
vincias ellecioam as trocas do, seus productos ; e
einliora a grande commerc.o nao seja fe.lo pelo in-
jermedio dos vapores, com lodo por elles se rece-
bem e se da,, ordens para este fim, e ale se fazem
remessas de muila, eurommeuda..
Dahl resolta que as rela.;oes de Pernambuco paia
norle ,Ao tantas, que nao he po.sivel fazer-ss a
orrespon.lencia e preparar-e o mais que lem de
seguir pelos vapore., no etpaco de q.,.,lro lloras, que
ie o lempo que sobra das IJ hor.s delerm uadus
para a demora.
Com elleilo, dn momento em que fui, lea o vapor
alo a Un,I entrega das caitas. xa,i ordinariamente
qua.ro hora-, igual lempo he necessario para se or-
anisar a ralaelu do l.v.io c-rtas e unirs obiertos na
admlnltlraclo do coireio ; em concluso, Unios
apenas a, ditas qualro horas, que he lempo insulli-
clenle para se poder remellar pon o norle as ordens
de cardsrec.bidas do sul e es correspondencias desla
Alem dis.0, accresce que o espato de doze hora,
10 ne lumctente para o vapor descarregir u que
iraa, recebar algomai encoinmenda,, carvao. tana,
ele, pois que tu lo isio, leudo de ter feilo dentro
d.raosqueuo, elle nao podes,hrseuao corn inare'
ciie.aee-lacircumslancla nem tempre permillira'
a saluda denlru das |J h,r. marcadas. Knim, lera'
ue "-perar mais lempu iuulilmeote, tem que o rom-
mercio se possa aproteitar de temelhanle eveiiluali-
dade, p..rqu*ocorreio na., pode receher caria, de-
pois do momculo ai.nuuciado para o encerramenlo
das malas.
E nem se allegue a demora de IX horas qne aqui
lem O, vapore, eslrangeirot, pois que isto s se d,' na
occasiao da chegada, a qoal sempre acontece dous
ou res da, depois da ella do paqurle brasileiro do
norle; mas netle caso o co.mnereio escreva apenas
alguma, linhds pilo eslrangeiro, porque espera pelo
nacional para o fazer mais largamei.l,. Us vapores
da Barapa nao receben) arxtgo nesle porlo, quando
v.lo para o sul, e por isso nao Ibes he incestarlo ile-
umrar-se aqu longo lempo ; mas oulro lano 0S0
se da na tolla do ul para o norte, enlAo netin 0c-
casiao calculan) a viag.m. de modo que eslacionam
Bolle pollo por eipaco de viole e qnalrn horas. ,.|o
He, entran, U 8 para as !> horas da inanhaa, e saiicm
no dn Sfguinla depoi, de meio dia.
Ora. so .., proprios vapores da companhia de Sou-
inamplon modilicam a ,11a .-ala neie piulo, he
obvio quo o nac.....,| i,,, mai, rH/;,0 piiri 0 .
e na arriada, o eipico de qualro horas que decorre
enlre o aclo da entrega e da recepclo das cartas i.3o
be sullicienle.
Porque razo se demora o vapor 21 horas no poilo
do I ara A repoda he difllcil, mas se elle se de-
mora all duranlc rs*o lempo nao havendo lio gran-
des relacoes para o sol, he de juslica que Uacione
aqu, ondeo movimeiilocommeicial he Dallo moler
Aicm disso, accresre la-nbem qoe a chegada dos
por-sdo ,U| rara, veres se rea|ja em dia cerlo, e
unto ne as.im que a agen, ia nunca a annnnrl para
nlttOrV ''"' r"lue nio "m c<"ivicc.1o que se
A vista po|, clctiis con.iderares que nos pare-
cem degrandipe-o, esperara,sque S. Exc. o S-.mi-
nisiro do imperio mudiliqua semelhant. medida ; e
lauto he venia le que ella nao pode sobsi-iir, que
pnmeira vez que leve de ser posta em pralica u-st-
porlo, rol Iterad,, e o vapor sabio depois dsivin-
le Mitra h.ras do colume.
Continuam os clamons aeerca da falta de Iroro.
m.odos lie eertam-ule ama situaclo desagiadavel
o ter a gente com qoe se prover do n.cessario. e o
nao peder f,zer por f.dia de iroco,. As'm, compre
que te lome urna medida energea que Itvre a popu-
lado de emellianle mba'raro.
Em a nossa ultima revi.l fallamos acarea da ne-
cet^dade que havia em que a comp-nhia de Bebe-
rie aesse mai, itcnsilo a, ,uas operace.. Coniti-
nos qoe lg.m esla' ruolvido a solicitar o Oftrnrso
desla companhia para estahelecer urna casa de ba-
nhos, qoenle-, momo,, fros e aromticos, mas leu-
do encontrado algum,, dilliculdadcs, e acha um
pouco desanimado. Temos para nos que um lal des-
animo nio pas,a de mera preoccupacio, pois ,,,,, |u.
da a gen.e concorrera' para o esbelec ment de
COMARCA DEGOIANNl.
Itamb' >-2 de setembro de 1857
Ha lempos.que n3o Ihe escreremoa emvir-
lU'le de termos andado por fura deste llim-
oe, que tanto nos encanta, e que s acora lie
que nos podemos deseiicanl-r
Muito pouco temos que Ihe dizer, pois a
nossa pacotilha ho desla vez multo pequea,
e O nosso bom amigo, quo leva ata, esla
co,-.i urna cara de ferreiro, a espera das li-
nlms que vamos tragando.
A nossa povoacio de Timhauha est mili-
to mal, o da 29 do mez pasando aosassioa-
ram mulher de Seralim da Costa, as 10
lloras dn manliSa, com um tiro em pregado
ni fontc ; ten 10 sido a casa rouhada pelos
assnssinos, que por se acharcm mascarados
nao loram conhecidos dt; urna escrava da
cosa, a quem uns dos assassinos apprchen-
deu emquanto os oulros suqueavanft casa.
le pena, que se Vfjatn obrigados a d ixar
os luyeres de sua morada OSCldadSoa paci-
Iicoscomoaconteceu aoSr. Campos, mora-
dor na Teuma, pela falla de seguranca indi-
vidual, que ha em Timbauba pois all se
mala, touba-se, e surra-se mulheres casadas
pulilicamenle. E que pode fazer urna u-
londaje conlra o assassino que se embosca
zenlar 2-P-"0, "?"' f0rVI P"ra "" ,n':,10s r"
g.'ular esses selvagens ?
O nosso digno delegado, a quem a comar-
ca deve rauto bonsservicos tem enviado
t^'das asfo.Qas, afim de extirpar esses ti
gres, que agellam a omarc ; poiein os
desejos do delegado o Sr. Dr. Caetcno Estel-
iila cavalcaiiti Pessoa sao coarclados por
MU de f,,rca sulliciei.te para dividir por
onte-enles pontos da comarca ; sendo um
que milito carece o de Timbauba, pu s nao
os podemos acorumodar com esses desta-
camentos volantes, que do fazem outra
"guia s:: nao do orecrutameiito na aldea
que quMilo chega o capita mor na alacia
IMO acha sena,, cpxos, o mudos, e logo de-
pois, que sahe, s se veem rapages bonitos
como um Narciso, e rubustos como um llor-
cules, quando chega o commandante com o
son desiaramenio volante em um lugar, tu-
oquanlo t.^m raho.le paiha, capoeira "me
leen*, logo que se retira o destacamento a-
rio, agora, fadres, ago.a, que o guardio
anda fora," e assim nada de voadores te-
mos necessidade de desiacamentos perma-
nentes, pois de outra maneira emquanto o
pao vat e vem loigam as costas, e nos agora
di/en,os. que emquanto o destacamento vo-
lante vat e vem folgam os quirts as costas,
e.-piuhos de Pasmado as barrigas, e as ba-
las em lodo o corpo.......
Cante la quem quizer em proza e verso
altos feitos dos destacamentos urubus, que
nosca pensamos assim Dos ltimos ..Da-
nos vimos, qua se falla na corte da 110-
meacao de S. Exc. o sr. Dr. I'ortella, qe
nojeoccupaa cadelra presidencial desU pro-
vincia, para presidente da Parahiua ou Ala-
goas, desdeja felicilarr.os a qualquer dessas
provincias, nossas viztnhas. que ti ver a le-
itcidade de ter por presidente um cavalletro
180 nobre, digno de nossas saudades.
Meos meu amigo, ja nao agoento a car-
ranca do portador desla, temo, que me diga
re ;... ao possu me jemora|.( 0 cava||0
esta se pisando, e qualquer demora pode re-
(lun lar em achar o assucar bruto com una
aixa exiraordtna ia.....isto he, a #.,60, e o
sennordeengenbodizer-me, que botei seu
remeto lora, ou du-o de graca
II'.
iC'urfa pirtirui.ii-.
CMARA .MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO OKDl>.\ni.\ DEDDESETEUBaO.
DE IS',7.
Presidencia do Sr. Heno e Albumteniue.
Preseole. o, Sr.. Hanoi Rege, Iran.-a, H*g*
Barata, e Mello, f4l|.udo com causa os Sr*, ViTn-
i.a e Barroca, e sem ella o Sr. Piulo, abno-se a se,-
sao; e foi ,, u e appruvada a arla da anlere.leule
ro lulo o wgnlnie
EXPEDIENTE.
Lia oniciod.i vareador supplenie, Antonio Jo- de
Ulloeira, r-sp..ndeudo ao convite desla cmara qu-
u ciado actual daaande nao Ihe pennillii 1 ,-
Senliorcs redarlores.Causou-nos grande idml-
raca,. vermos os nosso, nomes envolt, s as fal.ida--
des escripias pelo-llonlense,e publicadas nos n-
meros de-lejrnale do Liberal Pernambucano, ,.
publicado, a ;ll de aa slo do correle anno ; pon
nos consideramos sem essa importancia que se
Mdante indagar se era .sso verdade, nessa
foi que ,e deo, nao facto como o,rS. o -7migo
"'erca5.l1., como se
, que disso me deu
o mesmo ajidanle, c que junta a uulr. minbi en!
ao conbecunenlo do Exm. Sr. comin.n lant. 4,, ,r.
mas : nesla parte nem -e falla em caivete de mol,
oem em desafio. '
E bem se v que se o faci ae desse como pinta i Aoi*
!sr. amigo di disciplina, sera duvida por mal infor-
mado mal informado digo, se aca-o o signatario do
irligo em queslao for pe-soa de boa f, e nSo certo
estonieado, de quem, rom rulo, divo luppr pa-
ternidad* da Intriga] na. eia poss.vel que o len-
le (.ardor.o, de quem faro bom conecto, si.flreu* ,e-
melbante aronts, e desSe urna parle fal.a o que se-
na pelo, em favor de um seu subordinado que 13o
mal o lm .., ; ninguem o crera'.
He verdade, unhore redactore,, que possuo urna
propiied.-.de de Ierras vinculada,, aonde lenlio a mi-
aa pequea familia, nesla mesma fregueria, e on-
de rn.Odel edificar u.na casa de campo loflnvel, que
anda nao foi acabada ; leu!.., poit.ulo, ,umma ue-
cesniade de Ir aquella propriadada aleumai vze,
par., cuja bm representei ao Exm. Sr. general Coe-
Ibo. ominan lanle da, armas, expondo-lhe etl, ne-
.sidade, e a de ir **,* capital e a cdade de 0-
lin.ta ao m-nos urna vez. por mez, para faier provi-
inento das cousas Indiipaiuavell a ida, vis!,, a falta
de ludo que nesle lagar se padece, S. Exc. loman lo
em cons.|,ravaoa minlia juila supplica, a deferio fa-
xoravelm.nte.
Deat, licenca nao lenho abusado, pois qoanda del-
la la;,, aso be sempre conforme o sea cpirilo e as
vistas de quem m'a conceden, nunca sahiudo do fur-
ia em deuar nellc o me aju,lanle com a, instruc-
Coes neeessaria-, o llm.iarife e cabo, commeolanle
d deuc,inenl* para quo o servlc* se faca .m de-
lim.enio.
E a, brigis ine.gol neis entre Ires soldados e
cabo de que se eompde o deslacamenlo deste forte 7 !
Isto se alguma respo.la merece be a de um sobera-
no desprez,, ou srande g.rgalhad*, mas sempn di-
rei l2uma cousa a respeilo.
O orbalo inea^ot.vel m- parece sianlicar coosa
que na,, acaba permanentemente, que nao ees

PAKA OS SEMIOItES JIZE3 DE SERI.MUEM
VEKEM.
Defeza d* bomem pobre, ionocenlei.qo* injusta-
menle eslao pronunciido, no mesmo termo pela iM-
Uea publica a qoe ja lendo lirado esle documento
na ormi^ao da culpi, por ionocentes o oecol-
iv.am.
Vol de perguntaa a Candido Tlieodoro Kodiigu*,
Pinto.
Aos > das do mez de Miembro do auno do n<-
cimento de No.so Senhor Jess Oiris|0 de I857 0es.
ia telad* do Becife de Pernamboco, freguez'ia da
sunl.!,^' e C" ">*""* lobJolea.do
Jrfl!: ma)nr Jo'6 J<"l"m Antunes, onde eo
da Tbeodo,nS'i! 'i'"50 rU Ti,",- ahi Pre,e",s "-
do I Inodoro Rodrigue. P.nlo. o mesmo .ubdelr,,..!,
Ihes fez as percuuta, leg.iintei
Pe.gonlado qual o ,.u non).,'ida(Jfl profissi,0| _
lado, nalural.daJe morada.
Re-pondeu chamar-,* Candido Theodoro Rodri-
gues Piulo de J, anno, d. idade, profissao negocio,
ca.ado nai^r.l de Pernamboco, morador na "-
guezia da Uoa-Viita.
Peraunlado ,e no anno Je 1831 morou oa villa de
.er.nb.'lem, e alu olfreu algum espancamenl, ,.
labe quem os aulore e mandatario, '. *
Respondeu que no anno 2 186* morou ni villa
d Sennliaem em Ierras do engenbo Anjo, e que em
abril des.* anno fora espancado no mesmo lu.ar do
Aojo, por Manoel Itumeirn de C.ouven Junio., o
preto Antonio, e-cavo do pai desle e Antonio l'er-
nan,|. s, morador em Ierras do engenbo Palma, 1 .,._
do mandatario desse eap.neainento Manoel da Gi-
ma riomeiro Jnior, Mmocl Romer. de ouveia a
.Manoel ,.a t;ma Romeiro.
Perzunlado como
foram mand itorl
V

pe-so. que nos nao permita idevinhar quem ,eja
es.e Sr. a quem paisimo, a reaponder, nao que mis
m^rec;.. Importancia e CoiMidcraclia alguma, em vis-
ta de sens vergonbo.os lados ; ,D^, em allencao ai
publico, a quem respeilamos e acalamo-.eem defezi
ao mullo digno delegado de.ta villa o Sr. lenla
coronel Manoel (ornes da Cunda Pedro/a,
precedenies o lornam superior a
visionario! Honilenses. ouc d
allnbue, ao pa,'o que de proposito se procura in-i- 1 ""' ,020rara ''averem aqui e-sas briaasinesgulaveis.
nnar o presidente da provinria a demissao do le-'se"a l'rec"l"le o coinmanlanle e mai, olliriaes fi-
lenle coronel Manoel (mes da Cuulia Pidroia ib.] '""" '" moldados deite ||o pequeno deslacamenlo
luear de delegad- desla villa. urna especie de gallo, da lo .ja para com is-o se di-
A capa do ano.nmo queoccollou as vslasdo pn- v""rfm '!e ?ia e a,,i de noile ; p r quanlo enlre
blicu 10 Bonilens nao he, para nos. veo tro es--1 "llm ", ,lu,l'|nles qoe comigo lem lervido, nunca
e deram essas brisa, pi, o alteres Primavera sabio
d.qoi bem comigo, como be aabido, e o provam a
OH olllmai cari,, que existen, em meu poder a a-
inia mais o pretender elle segundo me informara e
rr.ell.or devera con.lar ne--a cdade tornar a ser
aqu. r-mpr,gado ; o .dual judanle vive comigo eu
loda harmona ; ,. a eicepeio da altercaba 1 que en-
lre elle e o almoxanfe aeecden, da que cima liz
mencSo e de outra racarapella que entre, o mesmo
ahumante e o dito altere. Primavera se deu, po-t,.
que lomasen) logo a apilad* e boa intdligeneii
que 11 anles linham, como foi aqu publico, nao se.
qne dentro de-te forte lenbam bavido oulras brisa,
fora a que bonve enlre o cabo do de-lacamenlo e o
soldado Cusi lio, |0do por forra da embriaguez em
que ambos s- arliavain, sendo o cabo pando por
minlia orden, rom oito das dep.i-flo, por ler relia
do soldado. Ilnga,
de-las esla, se,|0 vj,|a, pr (ola a parle onde b
tropa, e nem be po*,iel que se i-viteni. pois todo
sallemos o poder que par. io tem as bebidas 'pi-
riiuu-a., despeitu Ja mais icvira e runela disci-
plina.
Se a, laea brigninha, ine-golaveis lem su* grac,
n:1o a dena lambem de ler o eonolho que ao Exm.
-r. general comm indanlc das arma, da' o amigo
da o-i n quando m* faz merco indicar ia
iii-nio Exm. Sr. o eslado-maor paia minba cor-
reci_a.. 111,. indague fallando para .i. lite, pri-
meiro da verdade, pola nao allirmo como se S
t-.\,-. r s, ,ig,,, ilemc, m-seraveis cabecas de cer-
reja que arn.....inj ou lingem acreditar em Indo
qu-apparece en, teiira redonda, para assim decidir*
, d, apreando os meios bg es.prallco, e justos qoe
a sua prodenera areelldlo ,1 laiiriam a empr.r,
rescindludo mesmo de qualquer obrigaco imnoita
do' le. r "
CUJOS
es--e* improvisado*
que de,peiiados prororara
P"r todos os n.eos uif.mar aos bon, para a seu al-
vo continaarem na ida vergoubosa aae lulo na>-
sado.
(1 facto da pri-.lo de > 011 3 prelos conduzidos pelo
Irluauez Jacmlho Aragao, tabernelro na cidad-
.0 Renfe, c a procura desle para -er capturado, ,a0
objeclo dc.se apontuado de mentira, e rallidadn, re-
fei las pelo Uonil-nse.qiii', molcoo ambirn mr a
dele-acia ris-la villa, nao para cumprir com os deve- u"';' Pe1""n "erid, na cabe;*
re. inherentes a semellianle cajg,, ; mas .un pro H
resinar corlo fin, que eslao boj. conheei los poi lo-
do, nos qoe habitamos ne.ia villa, onde a aceito be -
nene, da autoridad*, emoo Sr. l'e.inz, e oulros,
nao encentra apoio do Booiteme e im traroeira e
vil se,,.ora, o qoe en, nada o oltende.
Jacintti, ArsaS* leu, por cosiorae comprar esera-
vo. ne.t, villa e leva-ln, pava essa rulade sem pa-
gar imposto .1. ,e,a .-.,,,, emo be ger.lmenle ia-
l'Hn ,1 que r.So dev.amos consentir que Conlinoaue,
por er-nos prejodiei.l, poii somos o arrematante,
por compra dos iiiiposlos provinciaes ua Ireguezia
desta villa.
roinoi informados que Jacintlio AragHo se diriga
para lili com .1 escravos, da comp.a de, quaes nv
l.avia pagoounposloda meia siza. o que nos preju-
dicava. motivo porque nos dirigimos ao moilo di.ll.>
delegado lenle coronel Pedroza, e lile espoz'moi o
laclo pastado, sen tu qu corno crssiouarios da fazen-
da provincial, preci.ava.no, o apoio da aoioridade
policial em bem da arreca.lac.Ao sb Bosta inipecelo
o responsabililade. Accresce alem disto que exslm
recomm-uriacei olliriaes para que nao saam escra-
vos sem guia ou pa-saporle .le autoridad* resp-niva.
que nao bavia oblido Jaclnlha para os que levav
em sua companhia, fizando apparecr a pre-omp-
ca de nfla erem e,cr.,vo, os individuos que iam e.r.
na companhia. Apprchendiilo, os e-rr.,v,i-, l.rlarou
Jariniho q ,e linha proeara(lo dos seuhore, do, mes
moa para os vender m. Recife. para onde os l-vava.
ysu era l.'o bastante para dispensar as indagarO,
polica acerca da qualidade derses indlvidnn, por
quanlo simples a||-gacoes de nada valem, maxim.
para um iniiviluo, que lia comprado escravo-, em
na,, pequen,, numero, e se lia furlado ao impoato I--
g'l.oque prova que uao be Lomen) de boa fe u
qu as.im procede.
lie verdade qoe o llonileixe apparere na paginas
dedou. jornaesimporlanle, derendnd o Portuguez
Jaeiiilbo Ar.gao, m.islraml 1 que este, nao ob-tanle
a carrera qu deu, anisen procurador assas traque-
ja tu nesses meios que co.lumain impregar aquelles
que o vivem pela Irancancia e na Irafl-ancia, como
sao geralmcnle tidos esses llonileosis de noxa es-
pecie.
Nega o Sr. Ronilens- houves-e Jaciulbo comprado
01 iscravos que levava ao Recife, quando h*abito
de lodos aq.,1 que Jaciulbo bavia compradnos ditos
escravos. pois declarara a urna pessoa. qoe n me-
rece con.iderac.1o remello, que mai, fcil eria
desfazer a compra ios escravos do que pagar a
re-pccl.va, o que re.ilisou recebendo a qo.lllia
I. i\ia dado por conta e a letira que pissara, re-lilu-
indo a procurara .
Jaeinlho Aragio he procarado e.n eaia de oolro
qu- declarou elle all linio ochava, s-ndo b.go de-
pois procurado na rasa do Sr. Jos Honorato Cha-
ve ; que igualmente declarou se bavia .lie retirado
para ,. Itec.ie. Ella diligencia ato rol seguida do
varejos, como calumniosamente refere o I) .men.e ;
pola o* dao* das casas ande se prncurava Jaeinlho
e-l.i mv, s, e po.e.n desmentir convenienleninle ao
Boiuteine, se prezam a verdade, como a-ndilamo.
que prezam. Ao pino qu o Don tense levou ao co-
nbecmeiilo do publ.ro o fado da apprh-n,ao do,
escravos conduzidoi por Jaciulbo. e n procura ncei-
3.na c legal desle, fado este il de oulr.,- qu, por aqu se ha,, dado, an pavo qoe
" Bonilen.* exige manifeitimente a demissao do
moilo digno delegado desta villa o lenle coronel
Pe .roza, parecendo que quer para si a del.ga.ia, ,.
queceu-s- de dizer quaes os meios empregado,, pare
n.lo st cniiherida a venia'e, procurada em juiz,,
compleme, procurando e influenciando maligna-
mente para qoe fosse ella decolla ia, como b, ra m os morador*, desla villa, a *i,la do descarra-
menlo ornadla de certa gente, que'pen'u que ama
prucorarau da poderes para responder a iu emba-
lnos --'
siza
qu
po' le.
I'inalmenle em resposia ao Sr. amigo da -di.ci-
pl.na, em qna.....me chama filho predilecto do
p...roal,., dire s.menle que lendo a.senlado
praca voluntario a 17 de Janeiro de ISJjquaq.lv ja
v.nl.am despeinando o, primeiro, alvores da bri-
Ibanla aurora da nossa Miz independencia, aclio-
in'Cin ludo no solido posto rapilo graduado'
rorleahamens negligentes lo os Srs. meus pair-
nos Baila Je briaaa ineigolaveli.
Conliecrnln.Srs. rtd.clores.a minlia ii,-,illirencia
pa-a escrever para o puMico, rogo a esle e a Vine,
qoeiram relevar o* moitoi erroi, que deve.u p.jar
est 1 correspondencia, pola t a necessidade ou for-
ra le algum sag-adudever m obrigarao a recorrer
ao fuelo,
liogo-ll.es ma, Srs. redactores, que deem em
seu eslnuavel Diario um lugar a esla, mal Iracad.-
liiilias de .le \ me.., milito obrigado alenlo taller.
Salvador Cvelhu de Droinmoiid e Albuquerqoe.
loile de Pao Amarello Jjde setembro do 1837.
siube ella respondenle qo
a acjnia mencionados.
Rspoiideu quB.abia, porque na occasiio m qu*
elle respndeme espancado vinha, ter encontrado
com os mandatarios, e elles nessa ucea-,,lo
r*,n assassjn.r com facas,
o quere-
c comu iiSo podrem por
vir aeompinhado, de alguma, peoa,, enlre ella
.V"_'.0J1.'0j'".q.l"n,,.,a,r"'1or Jo engenho Anjo, f o
Ponognez Alexandre, morador em Ierra do e'niie-
nbo do Sibno do Cavalcant.
Re-pon ier mai, que na vespera era que lev* lo-
sar o espancamenlo. foram a ra-a delle responden-
xi ,"'' "4 (,tm Romeiro Janior, mandila,ib, e
.Manoel Romeiro detiouveiii Janior, espancadorajaia-
ra o assassinarem.
E por nada mai siber nem Ihe ler pergeniado
deu-se por r.udocle auto, que depoi, de Ib* ser li-
do e o achai conforme, as.ignou com juu e leslemu-
nba, prsenles, o que todo doujfi).
raucisce de Barro Crrela, escrvao que o
f
escrevi.
Jos Joaquim Anlunes.
Candido Theodoro Rodrigue Pinlo.
Irancisco Antonio da S. Cavalcanli.
Jos de Barros Corrcia Selle.
.
. CAMBIOS.
sobre Londre, 27 l|2 d. a 60 d.
Paris, 3i(i r. por fr.
Liiboa, 92 por % de premio.
ActjSo do banco oO por ceolo de dividendo por ron
la do vendedor. F
companhia de Beberibe 608000 por accao
compaulua Perm.mbucana ao par.
a Util.dade Publica, 30 purcento d premio.
c Indemiusadora. 61 iden.
a d. estrada de ferro 20 por O10 d premio
Disconlo de ledras, de 10 a 10 portento"
Accoes do Banco, 10 a 15 de premio.
Ouro.Once bespanhotai. 29J00 3OS0C0
Moeda, de 69100 elhai .
65100 nova. .
4(KK).....
Prala.PalacSe braiileiros. .
Peso coliimnario. ,
mexicanos, ....

*
168000
I63OOO
98000
28000
StW
18860
ALFA.VDEfJA.
Reudimeolo do dia 1 a 25. .
dem do ;dia -26......
Descarregam boje 28 de setembro.
B.rca insleza.Naophanlmercadori,,.
larca IngieraCaajUsto reio.
e e albo.
marea dorias
MdVIMENTO DAaTndiA.
Volumesanlndoiom fazema.....
com gemroi ....
.**6:7978316
56:7008211
623:4978590

563
164
_ ERRATA.
.^a correspondencia do txm. Sr. brigaleiro Pi-
mental, un nem faz vollacara.
Iineamenl, a, reflexfies qoe no, communirou nlti-
mamnle um bomem di grande Mnao, o ,,,;i pa
monos aunes na Bllgica e e-' no caso de todo
nar narie 1, ir... .......r........i" '" 1 ""' assim como dev. proteger a lralicau:e<. nue
mar parte uos trabalhos da misma ramara.-lntei- ja e.130 a cslumado, a vender escra
Huiro do ll.e,I rf, u..r raes,, passada para lim diverso.
i.?:..".0.,!!!"] do K'c!fe! datando do fado de A peiieso indep......nti ,1
vos Com |irocu-
Sr. lente coroml Pe-
reoV..Vco,e? ITcnrr^'^'V' "'""" "'"',,a '""" '" ""' '" """ "l>' ao inbu-t.iro B-
:;;iBir $Fz ssrar.va, r^-sess-j:
L ... .P."!.": .'. ." -" f"'r,m <"'n Ra, da quer que lo-sem a, relaref une nos nnu.em ... A
deigreja da .Madre de Deo, epedinto
guarda quer que lo-sem as rclaroi* que nos unissem ao de-
ara alguma pruvidenci, de modque atTS^ W 'Mj^'fJSu Z^'^ZS' "
para pre,lar-se
EPHBOT
Dedicado a'Exm.- Sr.'D. Luciana Joaqui-
na da Silva Cosa, por occusi.o da mof-
l.- prematura de sita presada sobrinlia
ealilliada, M. da Silva Costa, 110 dia
"> do cot rente.
Infeliz be qoem chora ; ella liuou-se.
Por que es anj. Ierra on pertenetm.
C. Via'.
Coma a llorinba no val,
') ,e o altiva xendaval
I,,rlin .u-a, c eminurcheceu :
E como 1,m Iv.io innoceiile,
(mo a ro.a ua crrenle
Que nos marea ,e perdeu :
-\ssim a vi lacrime,
Pendido a fronte mimosa
Para sempre adormecer !
Murrbou na (erra e-a tloi
De lio celeste primor,
Para lio eco llore-cer '.
N,io rhorem, qu'era de Dees
Um anjo bello- -los 5eu,_
Q 1 ,1. paraise i liou ;
Era um, ave peregrina.
Como n cyane,1.1. divina
Qna o Qrmameoto voou "...
Fugie do abyimo profundo,
Das lironja."desle mondo,
Du seu 11....... i!, ,i l
He a serpe Iraicoeira...
L'ma vial*lisongeira
Que uosalir. na dr ;
D'ixou-nos viva saudade.
Bese anjo, es-a b!dade,
Essa acucena de leos....
A aurora macen mai linda,
I' .. nuil, rutila aluda
Alais urna estrella nos cos !
Voluroes sabido, com fazmdas
" com gsnero
Total
Total
727
t
_ IMPORTACAO.
Escuna l.espanhol. No Fu. Vencida,, inda de
B.rca ingleza oEleanor odoU. vinda de Csrdill
segnu,in.,ed:a *"""""' B'0lht" 4 C- 'ro- '
JJO tonelada, de carv, de pedia ; ao op.ign.U-
..ftt S?1 '^.^'io. vindo Ass, con.ig-
S.V4:52 J"*- da "" C^S mmife.-
t.:l05 a meio alqooire sal ; a ordem
Hala nacional B-beribe vindo da Villa-N.va
de Penedo, con, nado a Pedro B. de Siquejra. ma-
infclou o seguinli : H"cira, ina-
300 pedrai de amolar, 100 rebolos ;
larfe.
CONSULADO CEUAL.
Bendimento do dia 1 a 25.
dem do dia 26. .
.. DIVERSAS PROVINCIAS.
lien,lmenlo do da 1 a 25. .
dem do dia 26. .
"mw&rcs?!. ilv8^1***0 pela";ESA
v.b''-iel|,"l.l-r''?,J,"Kle" "ln",1!"'". Schramm
,,,??-.-. P- <,(X) ",er(" aiMicar branco
RtCblttORIA DE RENDAS IMKRNAS (,E
RAES DE PERNAMBUCO
Reud.mer.lo do dia 1 a 25. nmtmnt:
336 t
9
ao consigna- r-
50:5925701 I:2577i3 5I:850147 I
SalS8|667 3.-292195

20-20I98I
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeulo do dial a 25.'
dem do dia 2(i.
42:119793
1:010/79
43:73Gs59l
PRACA DO RECIPE. 2(i DE SETEMBRO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambio*------------Saccoo-,e a 27 3|1 e27 1,2 .1. por
1- sobr* Londres, s-ndo 01 Mi-
mos pelo ultimo preco, e depoi,
da saluda de paquete v.per Me-
dway, nlo bouveram mai, Ir.n-
sarroes.
Algedi*------------- Vieran 10 mercado 814 sacras e
a, venda, regularan) d. 8s500
8?X00 por arroba conforme a qua-
lidade.
Assucar--------------() mercado esle* parali.ado e ha
provavel que nAo se regularise an-
iel d. negada do paquete da
Europa que be e-pera .o no pri-
meiro do prximo uulubro. \ ,n-
Ir.ida .ubi,, j 0,383 aacw, a maior
pail* brulo. do qoal ihzem houve-
ram venda* d* pequen. porcei
dej.cMia -N(io ,,or tr,|.
-pre- Agurdenle \en,|-u..e de ,,.-,, ,,6j.
pipa.
(.ouros--------------Vendcram-se
do. seceos
Bacalliao-------------lixein,,,
.

por
por libra
vo, do, ,1,0. e.rnia dealiarem-.e, ameacaram-se
e au- me.mo bilertm-.r.
Ha 1
10 pa,z um ieullineiito de nquielacao e
coDlentamenlomuilo pronunciado mesmo" em
des-
casa
rAC!N IVUL.SI*
': '" UbUQ. *
Su riti. Foi em um dese,' dias pa,|os, se-
Aliixo Jos
hat ilaulrs ,lc lun.besopporlam. ale q, ac-
ra., le rabiogoc e-, n.gello smagid..
ubre taes bab tanles.
que pe-
mura, no largo da Ribera.Ao archivo.
Oulro do mesnu, informando acerca da ntlieaa de
logar d,.go.a. par. a Clocado de .aog.deir.., be miro do pViod.\To>tUd Wt^S I ^^^aZZ;^:;^;^'::^:
de 310r
' salga 'os.
dous carregimenlo ,1o,
quaes um segrlo pata -,.| ,,
oulro fm vendido entre I -.'- ",i 1:1 e
l&f |,or barrica. O rouiumo fi
anillado, reiilhan.lose a ti;, o
existente boje he or;ado en, 0,000
barrica*, qoe pouco durarlo te a
raroe continoar a ser vendida por
preco silo.

ILEGIVEL





MARIO DK WW4HB0C0 ^i HUNDA PKIBA W DB SElTMIiRO DE UM

!
i'
Cura* secca- 1-. ir.,ram doos carregamentos do
Rij Glande e mu >le Buenos Av-
re, e rom ellM calcula-se enili-
rem hoje 38 000 arrabal' ito<\o
8,000 .l.i "cumia e 30 00 da pr-
maim. Ven leu-se dtflCOO a6MO0
por arroba.
Fariaha d liigo- Fiearam hoj em ler 1,000 barri-
cas de lriH.it, e I .'!'< da ameri-
cana. Ven leu-se de 26} a 285 P"'
barrica, havn.lo Talla da ordina-
ria. (> prwsaidores evisem maior
I r i; -1. e iodo tnlrar o obtaro,
.lo a porclo qoe eile.
Mauteig* Vendeu-se rte 800 810 por li-
bra da laajtsa e> de i89 a 8> r.
da franc-la. Picaran) em sor I Mi
barrw da primeira e 800 da e-
(onda.
De-.conto--------l) 9 a 9 Ip2 por 9|n o ann.
Freas ----- Sem ni mnenla : todava peda-se
a 40 para o Canal e7|16pelo
alodo p.ra l.iverpo >l
Idearan) no porlo : 1 navio com bacalbo e 2 va-
pore.
Enlraram : 1 com hacalho, 1 *om farendas, 3
rom earne seca, 1 com com carvJu, 2 em ltiro a 7
de rali ilatni.
: ib i m : 0 da rabotasen), i em ltiro e 3 com
rnrreg-imenlo de generot da p-n. para porlot ei-
IrangalrM.
Fiearam nn porlo -19 embarcarles, a taber : 21
brmileiras, I dinamarqneza, 3 francesa, 1 hc-
pinholat, 12 Ingletat, 3 portagaezat, 1 tarda e I
urca.
''fV'^ifit :
Francisco
teinliro Je 1857. O secretario,
Pereira Freir.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem le contra-
tar o fornecimento dos gneros sbaiso de-
clarados, para o rancho da companhia dos
apren zes menores do arsenal de guerra,
(luante os mozos de outubro, novembro e
1 dezembro do corrente anno :
Assucar someros e refinado, caf em grSo,
CoMMANDO I) S ARMAS.
Para se poder dar fiel c-impriinento a or-
dein do da do quartel general do exerclto
sol) o n. 27, datada de 9 de setembro corren-
te, manda o lllm Sr. brigvleiro comman-
dlnle das armas interino, que os senhores
ofticiaes reformados, os da exiincte segun-
da I iiiia com sold e os honorarios com sol- [
do ou sem elle, que se acharen nesla pro- ; chahj.sn> pfiea de i oncas.bolachas. maule-
vincia, enviem nuanto antes ao qtiTtel ge-' 8a "-anceza.arroz do Maraiihao.bacalhao.car-
neral do conimando das armas una deca- "cea, di'.a verde, fannha de mandioca.
PAUTA
dos precos corrente* do assucar,
gneros e prodcete* nncionaes
cham na meta do consulado
na semana de 28 de selembro a
ISo7.
Assucar brinco.......
d matcavadn.........
b refinado........'
Algodao enl pluma de 1." aorta
o 2.
D I) 3."
b em caroro. ....... t .
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'agnardente. .
de cachaca .......
de cuma.......
dislilada a do reino. .
t'Vencbra |.............
................
Licor ...............
.....>........d.
Arroz pilado.............
> em casca...........
Aieite de mamona '......
n i> ineudobin) e de coco.
. de pcixe......
A vea iraras .......
> papagaios.......
Periqoilos............ .
atgodiio, mais
que se despa-
de Pernambuco
9 deoutubro de
<8>
caada
caada
botija
canada
garrafa
arroba
48200
WllXl
JTIl
H'SilO
ttaioo
sooo
2J200
leotHi
8650
OS.K)
9800
800
tilo
900
52S :
23IKI
ranada
o
urna
um

c3o por escripia dos lugares em que fazem a
sua residencia, deVenlo aquellos o.ue a jui
se acharoin ac:ident.ilmeuie, leelararem
qual a sua residencia parmuriente. Secre-
taria do ominando das armas (ifl Pernam-
buco em 26 da selembro de 1857.Francis-
co Camello Pessoa do l.acerda, capit3o se-
cretario do colmando das armas
CCSULAIH) PIIOVINCUL.
Deiv.ou de ser publicado na ra da CaJeia
de Santo Autonio o sobrado n 31, cora urna
loja o um an lar, perlrutconte ans herdeiros
do Jos Theinoteo Pereira Bastos, rrendado
por 200. sendo a importancia da dcima
18/000 rs.
Declaro que a cisa n. lo da ra do C.oll -
gio, perteneenle a Francisco lavares Lin,-,
esta collecta la por 1:1409 c rio p-ir 1:320/,
sendo a importancia di sua dcima em
I929M0.
Declaro que a casa n 28 da rus das Ca*u-
zes, (lerlence.ite a Justino Pereira 1e Farias,
est* collecta-Ja por 1:UiS e n-> por 920s
sen lo a importancia da dcima em I02$96 i'rimeira s> ci;.i.) do consulado provincial24
de selembro do 1857. Q lanrjaior Francis-
co Carneiro Macha lo Kins Juntar.
CO.NSELIIO \DMIMSTR\TirO.
O conselho a Imiiiislralivo, em cumpri-
mento do arl 2> do legulamento do li .le
dezembro de 1852, faz poblioo, quefonm!
miilieiro
arroba
,
B
B
cenlo
cento


I ni
urna

m
Bolachas
Biacoilos
Cacau........I '.
Lacliimbos..... i
Caf bom..........
b em tirio reatolho
o com casca.......
a muido.........
Carne secca ........
Cera de carnauba em pao.
b em velas.......
Charutos bous.......
ordinarios ....
regala e primor
Cocos seceos........
Couros de boi salgados .
b seceos ou espixadot
b verdes........
b de oi;a......
b b cabra corlidos......>
b i> carueiro.........
Doce de calda '..........
o goiaba .......... b
b secco ............ b
jalea ,........ b
Espanadores grandes........am
b pequeos.......o
Esleirs de preperi......,
Estopa nacional........
b c.-ir.inueira, mi d'obra
Fariuba de ararula......
i) milho......
b o mandioca.....
Feijao.............
Fumo em rola bom .....
b ordinario .......
b em folha bom......
a ordinario ....
b b restollio.....
Gensihrc...........
I i.i-iiii: i............
Ipecaeuauha.........
l.cnlia de acbat grandes ....
b b pequeas..... n
b b b loros....... b
Pranchoes de amarello de 2 costados um
b n louro......... b
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 X a 3 de I..... b
de dito usuaes.......
Costa.linlin de dilo........ b
Soalho de dilo........... b
Forro ilexlilo........... b
Costado de louro......... a
Costadinlio de dilo........
Soalho de dilo...........
Forro do dilo...........
i> cedro..........
Toros de lalajuba.........
Varas de pereira.........
b b asuilhadas........
u b quiris..........
Eru obras rodas de sicupira para c.
eixos B B ti o
!el.................
ilbo...............
Pedra do amular ,......
alqueire 2-?Oiki
136110
13920
13'J0
103001)
33000
laooo
loteo
8-3000
S500
^3000
WiOO
431KN)
49-MIO
93600
B#500
103000
12.30:itl
1-3700
380tl
23500
2(560
9310
JM3U
8200
153000
0*011
30.I
400
J32U
3800
5610
23000
1,30011
200
f|600
laooo
39500
3?800
Alqueire :150o
alqueire 83OOO
a>
s
93000
O3OO1I
14g0iN)
tosuoo
7|O00
b 2.-11'III
alq. 9 I 592OO
couto
aceitas as propostas de Jos
vra, Guilber no da Silv.i uiuiarfles. I. z An-
tonio uo Siqueira Siqueia iV Pereira lia-
noel-Autonio reixira, Francisco Antonio
Corroa Cerdoso, Francisco Naciel doouza,
Francisco los Germano, viuva Rodrigues Pe-
reira & Pinto.Kulin-j Antonio do M 'lio, Anto-
nio Ferreira da Costa i;ra'a.Manoel Franeiscn
de Mello, lio ingues & Riboiro, Jos Bajis-
ta Braga, Francisco Ignacio Tumo ds Sou-
za, Antonio Jo-quim i'anaseo, o Antonio Pe-
reira de uliveira liamos, i-ara fornecere.-n
O I." 2502 c'iv-v-i is de panno a/ul para so-
brecasacas a a/200 res, 54 ditos de tito azul
mesclaJo a 5j rs 3178
zinbo
feiiSo prelo ou mu .tinho, toucinho de San-
tos, azeite doce de Lisboa, vinagre de Lis-
boa.
Quem quizer bzerdlto forneci ment apr-
senle as las propostas em carta fechada na
socretaria do conselho, as 10 horas do da 30
do corrente mez
Sala dassessfles do conselho administrati-
vo para fornecimcnlo do arsenal de guerra,
23 de setemhro de 1857. -Jos Antonio Pin-
to, presidente interino Kermrdo Pereira
do Carmo, vogal e secretario.
Pela adiiiin stracilo do correioseftz
publica, que por aviso na secretaria de es-
tado .los negocios do imperio de 3 do cor-
rente, fra ordenado que d'ora em diantc os
vapores braaileiros procedentes dos portos
do sul o norte, s se demoren! ueste porto
12 horas e nao 24 como dantos era cosluoie.
Correio d<; Pernambuco 22 de setombio de
1857.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
leudo o r..M-..|lii. de .-dinin str*r:ld naval .le
c..hlr.iiar o IVnccimenlo de arroz, a ^nard.-nte, at-
S'.ear braiico, d raroro. a?eile once da L)Snoa, ba-
clliao, carne secca, e*l lin srj., fannha de in.n-
iliuca, fe jao, sal, Innrinhu de Lisboa, vinagre, azei-
te de carrapalo, velai slearinit, dil,n de teo, p|n,
' boNcba, e carne verde, (,>.|ns ettet gneros das me-
Ihoret qualida-lrs. pira o coninmo da enfermara de
marmli., ihvi.i. da armaba e praq<-, q-ier ra barca
d* eicavac.10, como d.i arsenal de marinha, 110 tri
ine-tre a lindar ein o ultimo de rte/mhro do cor-
COMPAITKIA
brasileira de p -
quetes a vapor.
0 AGENTE BOBJi
fara leiliio quaita-l'eira, 30 do crrente, dos
riquissimos vasos, etc., cima mencionados,
que serSo vendidos sem reserva alguma, e n
consequencU da prestesabi la do Sr. A. To-
pi, o qu8l tendo recebido inesperadamente
da Europa os referidos objectos, e quefendo
ir para o llaranhffo, a pe lido de muius pes-
soas amantes d-sle genero de arto, resol-
veu-se a ficar in-is alguus dias aqui, e con-
clui-los om leilSo. Dir-se-hs comeco ao
leilo as 10 hor s da manha em ponto, fa-
zendo-se pausa as 3 borss da tarde, e dndo-
se de novo principio as 6 horas da tard?, a
(inalisarcom a noitc.
Lotera
DA
9tV,*0$ 35tj?d *
O paquete a vapor OYOAPOCK, novo, de pri-
me-ra riaaem e de exrpllente marcha, etpera-se da
En'op com muita brevnlade, e devera n Rio de Janeiro, depon da demora nesle porto, ^ psv (y >& k. mmL a^ m
rnente para lomar car.Uo ; p,i le receher nasa-, M 'gS^'V\ Sk vV.1Wk. TV
eirot de cmara e couves : esencia, roa do Tra-1 iTci,u ,S,*.', '' ^*. >B* f
,ljciien. 10, Miando a conteccionui>se o almanak
Para o Rio Grande do Norte c Assu' .se- adininistruliio, mercantil e industrial
gue iinprelerivelniante no da 29 do corren-I Icstii provincia, ro;; i-sc a todos
le o veleiro e hem conhecido hiate nacional
(lastro, .or ter parl de scu carregamento
a bordo, e para o resto, tra la-so com o seu
consignatario Domingos Alves Malheos, na
ra de Apollo n. 23,
Provincia.
A favor das obras da irman lade Jo Divino
F.spirilo santo.
Aos 5:0003 2:0003 e 1.0003
Os abaiso assignados, tem espostos a ven-
da, na sua loja no aterro da Roa-Vista n 56,
N. R. Osupradito armazcm achar-se-ha in*s, casas do costume, os muito fellzes
aberto a concurso dos visiiantes e ptelen-! hilhetes. meios equanos da prioeira parte
denles de ambos os sexos nilo s duran.e o 1 J* Pmeira lotera da irmandade d.) Divino
h-spinlo Santo, a qual cor>e no da 2 de ou-
lubro, cojos bilhetes s3o garant los, e sen-
do porcSo do 1003 para cima a dinheiro, pe-
los seguinles prerjos :
i'ilhete 531OO recebe 5-.OOO3
Meios 23750 2:5003
Quurtos 19375 b 1.-250-3
Silva Cuimares & C.
--- O secretario da irmao lado de H. S. do
l.lvramento, convidan todos os seos irmSos
dia como a noite al 9 huras.
os se-
ohoresque costumam ser nelie menciona- pi!rl? no (li.a ,prc-feiri 29 do corrente, pelas
O paquete lmparailor, coinmamlanle o 1. 1>-
i.-,.., .vi- nenl" [orreao, espera-te dos portos do>oiteem
rranoiaco l.a- | renle auno ,- manda o i.iesmi contelho fazer publico I te^jjmenlo
varas de alg ido-
a 200 rs., 515 varas de
par

quintal
.:.1/1,1
par
f
canada
alqueire
una
b filtrar........
>' b rebolos.........
l'ias-.iva em molhos......... om
Ponas de boi...........cenlo
Sabio............... ii
SaUa parrilba...........
Sebo em rama...........q
Sola ou vaqueta..........inclo
tapioea.............. (s
Unbas de boi...........cento
Vinagre..............|pjpa
323000
2-3000
1,3000
II3000
303;KHI
203000
109000
1300U
13-110..
109MM)
03000
lasotxi
Hl^HKI
69000
13000
3.31 KH)
13280
l3iO0
13020
1328(1
3030011
209000
9250
398OU
30U
6OO0
9800
0200
43200
3120
IO3OOO
ti-IHIO
l3i Kl
19200
.-:it)0
303000
P
'.

Navios entrados no da 20
A<*u'18 diai, brigue aaeionll Elvira*, de 181
tonelada., capilar) Belmiro Uaptisla de Stoia,
equiparen) 12, carga sal e palha ; a Jos Joa-
quina Das Fernandet & Filhos.. Perlence a Pn-
nambueo.
deml dia, brizne nacional rrlmperador rio Ura
:'>.. de 219 Ion,1,1 la', capilfl, Leandro Bagenlo
de Olivcira, equiprgem 12, carita sde palha ; a
CielanoC. di Custa M.reir. Perlence 10 Itio
de Janeiro.
M.VI'PA 'cmoiKr-ii.-.) a'agua que trie 0 banco da
barra desle porlo na semana ltimamente
finita.
i. _-
0 3
c T z Notninaco
UE , dosdiat. Prearaar. Baia-mar.
S

20 .1-1 ||..lli-i.:-.. . IS pe in^lezti II p< inglece
21 1 2." felra. . 11 Ii2 lll|2 h
l-r -. .!. fura. . 11 B 12
j'i .-. 1. fera. . 1* B 12 >
21 'l .). fei'a. . lil|2 111)2 w
.' i O C.a feira. . 15 ti
2t> 1. Sabhado . 15 x II 1
OlxervacSo.
Nosdilterenlet ancoradourot do porlo uicillou o
baua-mar de 14 e 20 :, 13 1 pt3 inglze, e o
preamar de 22 e 29 a 23 e 30. Fm 20 de aiembro
de 18. J0.I1) Francitco l'ardelha, aiadanle do
pralico-mnr.
-.::.
-
I*.
A cama.a municipal do Iteelfc manda publi-
car, para conhecim'rtto de lodos, a postura adilicio-
nal i-baito transcripta, molificando a di arl. 1. ra, de 7 de agoste de 1855, approvada pro*
vi-ori .mente pelo srrveruo da provincia.
Pac/) da ornara municipal do Itecife. em sesao
de 23 de elemhro de 18)7. Manoel Joaqoim do
Keito e Albnqrierqiie, prndenle..Manoel Ferreira
Accioli, aecrelarur.
l'o'tlira addicional.
Arligo nico. ()< sete palir.os mircados no arliao
1.- da potura addicional de 7 de agosto da 1853
pi-xa al..| iiri.-nio de cada cavallo, lieam redolidos a
cinco smente.
Par 1 da cara ira municipal lo i;cife, em se ordinaria do 10 de selembro de 1857.
quim itu Heg., c Alliuquerque, p
'l'i'rn re Alrnclda Pinto, Gu-tavo .1 ... do !'.-_.
Simplicio Jos de .Mello, Kodolpho Joaj llarala de
Alin-ida.
Approvo priivi-ori ni.'nle. Pal. rio do governo de
Pernambaeo, 1 .1 telemhro d 1857.rarlelU.
Conforme.Francisco Lucio de Ca-lro.
Olllm. Sr. inspector da lliesotiraria
provincial, em cumjrimenlo da resolucao i
da jonti da fazenda, manda fazer publico,
que as obias dos cmcerlos da ponte do Au-j
jo sobre o rio Serinhaem, vDo novamentea
praca rara serem arrematadas a quem por!
menos lizer, no dia 8 de outubro prximo!
vindooro.
para-camisas
aniageui a 400.
0.- 2W0 varas de brim a 430 rs., ilfi
covados .t.-; bol tanda para forro n 95 rs 060
covadisdn panno verle pvra sobrecasaes a
2-flOrs, 10 covados de casemira verdn
30i0 res, 9 covados de dita amarella 1
23OO res.
O 1500 covidos de panno verde
sobrecasacas a 23300 res.
U *.- 295 covados do panno prcto a 19V5
rei, 29 inanias de 13a a I98OO rs 113 cova-
dos de cisemiri eocaroada a 2.
0 5.; 100 siqueirea de cal prets a 5G0 rs ,
10 canoas de arela, con 6 ca rocas ca ia
urna, a 53 is., 2 luzias de tahuas da assoalho
le louro, con I e ineio palmo de largura a
60/ rs ludo posto na obra do hospital regi-
mental.
O 6.- calJeiras le Ierro estaniadas, para
100 pragis a 500 rs. a libra, 3 ditas de dito,
para 50 pracas a 590 rs. a libra, deven lo en-
trega-las promplas ,-l o dia 25 de outubro
prximo.
O 7.* 60 pares de cotburnos a 49 rs
libras de lio dn algodo a 010 rs,
08." um relogio de paro.ie, com caixi do
Jacaranda por 110.3 rs.
O 9 47 caadas de azeite de coco, me li
la nova a 2*450 rs 9 duzias de pavios a 2n0
reis, 320 lilir.is d i velas dd carn.ub. a 520
reis.
O 10. 200 meios do sois a 59300 rs 1140
pares de sapatos lettos no Aracaly a 19350 rs,
300 Jilos ditos BlMiO rs
II." 115 grvalas desala de lustro a 560 rs
019." 35 pe les de lustre a 4-3 rs.
0 13." 3244 duzias de uol>s prelos de os-
soa25rs., i22ii ditas da rlitos blancos a 25
rs., 3007 ditas de ditos pequeos a 25 rs.
014.- 2122 bOtOes grandes .le me;al bron-
zea lo, com o 11. 10 de dilo amarello, 1710
lilos pequeos com o mesino numero, 19 16
ditos grandes citn o n. 9. 3510 ditos peine-
nos, 3798 ditos gran ios de metal amircil-
coui o 11 4, 225) ditos penenos, 1650 ditos
Jilos grandes com alettraR. 180 diios pe-
queos, 700. ditos grandes com a letlra 0.,
160 ditos pequen is, sondos bronz-a tos a
110 rs., e os de metal amarello a I lo rs com
o prazo du 3 inezes para entrega-Ios promj-
tos.
os.- 1530 p&res de clcheles pretos a io
reis o par.
O 1G.. 271 pares de palatinas para o b-
lalhito dearlilliaria a 13rs, Hs ditas pa a
c iinphiihia de >rt liees a l(f rs |o cordes
le laa pira canutos de inferioses a 19 rs
260 bonetes a Cavaignac para o i.- batalbfio
deartilharia n 33 rs 21 di os para m lsicos
i) mesno bata'.hao a 53. lis ditos para a
companhia de artfices 33 rs*, 60 ditos para
a companhia de cavallaria a 3-400 rs-, ten lo
virola de laiao.
O 17.- 2ios varas de.cordfio prcto-.'e Ifia
a 60 is., 354 bo eles a Cavaignac p-ta o 9.-
balafhio de infantera a 34 rs., 163 ios pi-
ra n 10 batalho a 33 rs., 4 dilos para in-
valtios a 33 rs.. 50 Jilos para o mci > b la-
thfio do Oeai a 39 rs.
E avisa aos supraditos ven 1c ores, que de-
vorar) recolher os respectivos objectos ao ai-
senal de guerra no dia 29 do correte mez,
com eicepcS.0 dos 6.", 14 16 e 17 ven-
dedores, que polerao fazer dito recolhimen-
locoru o prazo podido em suas propostas
Sala das sessoes d 1 co .s-liio a Imiutslra-
tivo, para forn cimento do arsenal de guer-
ra, 2G de sete.nbro de 1857. Bernardo Pe-
reira do Cara.o, vogai e secretario.
Ollltn. Sr. iosoecior a thesouraria
provincial, em cumprimenlo da resolucfio da
junla da fazenda, manda fazer publico, que
a arrematarlo da illumioacBo publica da ci
d. de deCiianna lica transferida para odia
I.' de outubro prximo vindouro.
E para constar se man iou alxar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de selembro de 1357. 0 se-
cretario, A. F. da annunciacao.
OSr. colb-clor das rendas provlnciaes
do municipio de Goianna faz saber que ein o
da de boje Inn fui entregue pelo delega lo
les'/.' termo o csciavo croul de nome Luiz,
nl iral da comarca do l.im iciro, de idade
leSannos, estatura alu, rosto redondo,
cab dios caapinhos, olhos pelos, nariz cra-
lo, bocea grande, barba pouc-i, picada de
tevga, picso nessa cidade a or lem i'.j mes-
mri lelegado, no dia 3 ue Janeiro do cr-
renla auno, sen Jo avahado na quantia de
l:20o ; pelo que chama-se n to las as pes-
soas rjuo tiverem direito ao referido esc v<>,
pan que dentro de 60 dias, contados da pu
blicigao deste, apresentem na collectona da
dita cidade sua juslificacHu de dominio, a
quatser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e lido o prazo menciona-
do ser arrematado ein hasta publica, a ,jor-
la do mesmo Sr. colleclor, prnc-Men !o->e
aiinuncio do dia e hora em que botiver de
ter lugsr dita arremelaeyo, publican Jo-se
este ediial pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
que ludo late lera' lugar no da 3 de outubro proil-
ino, a viata de |>r..p.i.t,;- recebla* al a* II horas da
manilla, n>s qua's de lara-sa o prerjo lito pelo for-
neninento .le cada um d..s objecin.
Sala das setsOel do couiePao de a lminislrar;,1o na-
vil, em 21 de selembro de IS.0 steretario, Ale-
jandre lio tugues dos Anjos.
- A administracSo geral das estabeleci-
mentos decanlade mana fazer publico,
que no dial.' do prximo fuluro mez, na
sala de suas sessoes, pelas 10 horas lo dia,
cuiitinu'a a praca r-las casis r.s 26 e 30 do
becco da Lama, avahadas por 6O3 animal
cada urna : os prcteudeiites dirijam-se ao
lugar e hora aprazados, acOTipanhados de
aeus fiadores, ou munidos de cartas destes.
v liiiiuisliaQdi) geral dos cslahelcitncnlos
de cari lade 21 rio selembro de 1857 --0 es-
crivaO. Antonio Jos Comes do Correio.
COiSSELIlO ADMlPiISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de com-
prar os objectos seguintes :
Para a botica da colonia de Pinienteiras.
Purgante do Le-ISoy, garrafas 3; espi-
rito de vintio, garrafas 4 : carbonato de Ier-
ro lib-a 1 ; ellier sulp.iurico, libra 1 ; essen-
cia do rosas, once 2 ; espirite de cantlia-
n-las, lib-f I ; llores de borrsgens, libras 2i;
ditas re malvas, libras 2; .lilas de sab u-
gueiro, libras 2 ; odoreio de polacio, libra
i; mercurio doce, libra I ; mel rosa lo, li-
bras 2 ; pomada de saturno, libras 2; pas-
lilhasde iodoreto Ue ferro dn Pudagn-I, li-
bia 1 ; pasllllDS de ipecacunlla libras 2 ;
sement do 111 irnir!.), libras 2 i tai taro em-
tico, o:ica 1 ; tintura de bejoim, libra I ;
lita de quina, libra I ; dita de nosvomUa,
oncas 6 ; dita re pulsatilla, oneas 6 ; dita
jj^lde camomilla, onijas 6 dita de acnito, li-
bra 1
Provincia do Kio Grande do .Norte
Sapatos, pares 318; esleirs de palha de
carnauba 133
Meio batallla.) da provincia da l'aralnlia.
Paipel aliusQO, resmas 6 ; pennas de gans;
4.0; caivetes 2 ; tinta preta garrafs 60
la i-, duzias 6 ; aieiapiela; libras 6 ; col-
leccfio Ae caitas para pi iucipianle, exetn-
piares20; taboadas SO; grammaticas por-
luguezas, por Monte verde, ultima colleccao
6; compendios de anthmeliea, por Avila 6 ;
paulas 6 ; exomilares de escripia, de tias-
lado 20.
Provimento de armazens.
Papel almarjo, tesinas 20; dilo de peso,
resmas 5; obieias,massos 10 j lapis, duziss
5; tinta prelo, gai rafas 20.
Que-n qnizer ven ler, aprsente as suas
pro,msias em carta fechada, na secretaria do
conselho, as 10 lloras Uo dia 2 de outubro
prximo fu!.uio
sala das sessoes do conselho administra-
tivo para ornecimenlo do arsenal de guerra
25 lc s 'timbro de 1857. Jos Antonio Pin-
to, presidente interino.Bernardo Pereira
Jo Carmo Jnior, vogal c secretario.
para ns de Mcein, Babia e Km, ale o
-'ia 2S : para pas<*eiros e trate, o qoe poder re-
beber, irata-jc na agencia, roa do Trapicha n. 10.
Pela esencia detla companhia, praviae-as "o pu-
blico, com especialidade an cotnmercio da praca, que
os [1 ra ueste porlo de 12 horas, lano na- lahldu para o
norte, como para o su!, e r|ue e-a mema lem..ra
nao he BUriaaloria, pudendo labir anlea de tal pra-
lo, quando fot putlivel,
U rlia e hora da saln-la, rer eniiuii inli na Pra-
r;a do Commerrio, e no eiCfiplorio d'auencia, roa do
l'iapieha n. 10; eaisira, ai transferencias qna pot-
ain uccorrer por nrdein superior.
Para n A;- caty
sague om poucos -lias, por ja ler parte de
seu carregamento proopto, o hiate Heberi-
be : para o resto e passageiros, trata-sena
ra do Vigario n. 5.
Para Lisboa salina com brevidade, por
ter parte o seu carr.'gamenlo, o brigue por-
tLguez \ctivo: quem no mesmo quizer car-
regar, pode a entender-se com os consig-
oatariosAmorirajrniBos, ra da Cruzo. 3
ompan
laiiie de
nUTAO
DK
SANTA ISABEL
(i.1 RCCITA DV '.SSIGWHU
DA
EMPREZ XGERMANO
TEKCA-I-EIRA 29 DE SETEMHRO UE ts.T
Kepreienlar-re-lia o drama em j aclis c ti quaJrof :
MALUAJOANNA
HULIIER DO PIIVO
A Pobre Ili.
Tra.lucra,) do fraileen do arti-la li'rmano Fran-
cisca le Oliveira.
a vigi-
vapores
de reboque
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
Presidenta.O K\in. Sr. BarSu de I', irnaraaibe.
Secretario.J. J. Tasso Jnior.
Caia Oireclur.J. J. ||. Wohn.
Uilo.Jos Aut.nio .le Araojo.
Sucia honorario e director perpetuo.Ahguslo
l-rederrco le Oliveira.
Eila cooforme.J. J. Xaaao Jnior, necrelnrio.
l'eruiiiuUuco 2ti da setemhro da 1857.
REAL
nha de [> iquetes
(111 p
iiiiezea Vrtjior.
No dia I de oolabro espera-M da Euiopa om dot
vapores desla companhia, n qual, depois do eoslu-
ne, lenuir para o Ku. de Jaiioiro. turando na' B,-
Iii: i ara nassagen', ele, Irata-.e rom os a.cnlc
AdaiDeon Howle i*> ('.., roa do Trapiche-Novo n. 12.
Jos, (iiieiiain mandar scus notnejj, mti-
dinr.-i do domicilio, ou outi-a r|ijalqii'r
lembranca.qiie sirva para queseja o mis-
ino almanak completo: damenu sorte
roga-se aos senhores de ciir>cnlio e reridei-
ros, iiieiiam mandaras nlteraeea que se
tiverem dado a respeito de suas propine-
dades.
PE04COS DE TUOLOS.
D-se urna por(ao dn pedamos de lijlos de
al vena 1 i a a quem o quizer mandar car regar :
no sobrad > novo da rva das Gruzes perto
desta typogr phia.
(.ompra-se urna carroga em bom esta-
do, para cavallo e mesmo com elle : 11 1 caes
do liamos, sobra.lo nico de um andar.
-- .Na ra do Collegio o Sr Cyprianno, e
no aleo da II.n Vista na padaria do Sr
Beiriz, se dir quem da um cont de reis
ou menos com hypolheca em casas terreas
011 firmas a cimiento.
No dia 26 do corrente mez perdeu se
na ribeira do peixe um siquinho de chita
azul com (lores j desbotadas, ten lo dentro
uns papeU que s serviam a seu dono :
quem o 8Chou quemndo entrenar o podera
l'azer na ra do llangel n 48, que sera
graliicado.
v endew-se duss cedras de sacada bas-
tante largas, de 8 e 10 palmos do compri-
menn, e una hombreira de 10 palmos : na
ra do Itangi-1 11 21.
Iteucio.
No becco dos Portes n, II, vendem-se cal-
cados para homens, senhoraa e meninos,
consistin Jo en sapatos, burzeguins esspa-
tocs, por prego mis com modo do que em
oulra parle, e tambnm se faz deencommen-
da, rom sola franceza ou la t'rra, a vonlad,e
dos (reguezes e om promulidao
.: eijilo \MY*
Vende-sena roa de A-olio n 5, por prego
razoavel, em sacos de alqueire e mel.
- Compram-se 1-2 cadetras, I sof ou
marque/1 de palhinha 1 rr.esa de cscrever
com a cadeia de 2 bragos, 1 ^iar de mangas
de vidro ou lanterna, 1 par de bancas ou
consolos, to lo junto ou em separado : quem
os tiver vi a ra do Quemado n. *3, ou an-
uuncie.
Acha-se rccolhido casa de detengilo
o preto Manoel, que diz ser escravo de Ma-
ximino de Barros l'aula, o qual lora preso a
ordem do subdelega lo .a (reg-iezia de San-
to Antonio, por ser encontrado na ra de-
pois das 10 horas da no':te, sem bilhete de
dito seu senhor
Alugam-se 2 casas terreas si las 110 lu-
gar deSatil'Anna 00 dentro, con bonscom-
modos, e o lugar he o m'is sauJavel para a
-ande : no pateo da S. Pedro n 6, segundo
andar, achara com quem tratar.
Precisa-so de urna ama de leito; na
ra da Senzala Velha 11. 56
Prerisa-se de um socio quen'.re com
o capital de 1:0009 para uoi negocio qundei-
xa de luco par', mais de 20 por c-nlo ; no
qual uao ha QadoS, e o nvsmn socio nao
lem trabjlri > alguin com o negocio : a quem
convier annuncie.
- Francisco llenriquss de Noronlia, te-
nerte de cavallaria, segu no primeiro va-
por que passar para o sul, para a provincia
da Baha, e convida a tolos que se julgarem
seu credor, o que duvida nada rlever!, de
comparecer 110 da 28 do corrente para ajus-
tar suas cuntas, om seu quartel.
10 horas do da, comparecerem no consisto-
rio da mesma irm^nlale para volarnm na
eleigo do juiz, que lem de ser eleito para a
nova mesa, visto ter si lo nulla por despa-
cho do Sr. Or. juiz de cap-lias, a fluo se pro-
ce ler no dia 20 docorrenle Agostinho de
s ma Pinto, secretario.
M
C'i'lianj A_- I H1.-10-. rmn loja e fabrica de
y .napcos na ra N vi n. acabara da re-
cebar pelos 11I1..,.. naios chibados do Ha.
=$ cha

X vra, ricos rh.p.i de e.la para enliora pro- I?
? prios para pario. ditos d.i Tfltro paramon- V/i
:,Ji liria, dilo* de palha rnfeiUdti para meni- (%
nos menina!, dloa rte feliro para dil.., ^^
'... brralo* da paiha ufeitado< o mlhora..- '."
i'} '" pai'lvel. birrrles do pdli.i nfilado c '
,i), simples para in-innn., aprriores chapeos .le ';
W Caslrn braneoa e pretos, rapadM e rom pM- 3
^3 ln. ditos .le se-la .< melli.-r qoe trin viudo ao i'3
.-. mercado ; e uniros muttof variadaa sorli- '"'.
w los, que |.n.iii.-i: ni vendar mais barato qua *?*
>; em outro qoalqner paite. f,.;'.
%$..;/}.:} [j-so-,; S.S
l^diiitli (io ni 111 110c *.
Vendse 110 armazem de Paula Lopes,
na escadinha da alandega.
Vende*se um ptimo escravo ja' com
passaportc para o Kio de Janeiro : na ra
do Vigario n. -*, primeiro andar.
Precisa-se do um leitor que cntenda
de plantarnos : no sitio do Chora-Meni-
no, fabrica de rapo.
Vende-se um ho bstanle gordo e
manso, proprio para carroca : tpiem o
pretender dinj.i-so a roa do Queirnado
n. 13, loja de ferragens.
Precisa-se de ntna pequea casa com
jardim, que tenlia bstanle commodida-
des para don* moros solteiros, e <|ue es-
leja periodo Recife,preferindo-se os lu-
gares seguintes: Soledade ate Hangui-
11I10, Ca panga e Santo Amaro : quem ti-
ver dinja-sc uo armazem da rita da Cruz
n. II.
Lotera
pr viocia.
Ultima paite da segunda e primcira da
terceira do^iospilul Pedro II.
Nos bilhetes rubricados polo abaivo
assignado (oram vendijas as seguinles
Os abaixo asslgnados, com loja de ourives
na ra do l.abug n. 11. confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, razem publico, que
estao rerebendo continuadamente as mais
novas obres de uro, lauto para senhor*
como para homens e meninos : o precos
continan) ra/oaveis, c passam-se cocas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Picando
assim sujeitosos mesmos porqualquer du-
vida.-^eraphim t irmao.
Tendo o corretor geral o agente de lei-
16 -s Inn Edwin lloberlo se retira lo para In-
glaterra a bordo lo vapur inglez Calcuta era
18 de agosto prximo passado, afimdeira-
tar de sua saude, faz-se oublico que deixou
por seu procurador Pastante llenry Gibson,
e [reposto em seu lugar Bernardina de Vas-
concelos.
.Nova pa aria em Goianna.
No novo deposito da ra do Meio n 68, os
freguezes encontrarlo sempre grande sortl-
menio de lodas as massas. bolchinha de
ararula, fallas, biscoilos, bolacha grande de
araula, tanto de vinlem como do dous, o
bello pSo de Proveng. e de lodas as qualia-
Jes, ludo isto muilo bem trabalhado e com
todo o aceio, achan lo-se previni lo para sup-
pnr os freguezes que tenbam de gaslar em
maior porgilo.
COMPANHIA PERN\MBUC1NA.
A direegao convida os Srs. accionistas de
acgOes da nova emiss3o, a realisarem a sua
ultima entrada de 40 por cento at o dia 30
do corrento selembro, pdenlo nessa occa-
siao receber por troca dos recibos em poder,
respectivas apollces no escriptorio dos
olera
Terminar o e*
lectacolo com a ;r,icio ia la de couplets :
-PAGWOMALOOEAOFEZ.
" re-;o d.i- billieles
lirio do llualro.
Principiar ai H horas.
aelia-ie venda no -crip-
(ahhieSe Oolieo
DA BOA-VISTAN. \.
Al
3 director deste sal3o, participa a seus
Ilustres roii clores, que nilo podendu galiir
desta provincia. Ibes offerece por alguus
M is urna boa e agradavel exposigSu de vistas
es-cotbidas.
Guerra do Oriente.
1 A esqnalra anglo-lranceza, passan lo
o mar negio
2 > Constanlinopk guarnecida pola es-
quailra.
3. o sullao Adul-Medgi, rodea lo de lords.
* Asesquadras alliadas, arvoando O
signal de guerra a ssia.
5 e Bnmbardeamenlo de O lessa, os Ingle-
zes botan lo foguetes a congreve.
6.*OgrenJe boinbardeanipnlo de Sebas-
topol.
'.* Balalha do tima.
8. Tomada de homarsund.
9 1 Tomada do Uamelo, e ataque da tor-
re de Malacolf.
10 (is verdadeiros retratos dos t'efenso-
i^euao Binpor-
(ante.
A requerimento ros administradores da
massa fall la re li Canuda alaria da Silva
l.im\ viuva de DpIMuo i;. Pereira Lima e de
ordi-m o Etvn. Sr. I)r. 0 z especial do com-
mercio, n agente Borja fara leil.1i terca-fei-
ra 29 do corrente, as 10 horas da manhaa,
I no primeiro andar do sobrado n. 67, da ra
Imperial, del'roato do viveiro do Aluniz, do
. seguinle :
Um escolenle sitio na Passsgem da Mag-
dalena, com Soberba casa de virenda asao-
bradada, casa para feilor, escraros, banho,
Icocheira, estribarla, curial de vaccas, gali-
|nhciro etc., tu lo de pe Ira e cal, cacimba
. rom boa agua, jardim, muitos srvoroJos de
espinho, grande eescellente baixa para ca-
j pim, viveiro etc.
Um sobrado de dous andares e sotSo, com
quintal grande e murado, muito bem cons-
truid.), com Ciizinia fora no primeiro andar,
site na ra Imperial n. 67 (o uiesooem que
' se faz o Icilfio)
Ums casa lerrea na ra da Assumpgao n.
38, com quintal murado etc.
Esclavos, c. mobilia, conten.lo sof, ca-
deiras, mesa econsoloa com pedra, ludo de
Jacaranda, piano horisontal e de mogno,
guarda-long,aparador.mesa dejante .banca
dej.'go, cadei-as, cima etc., de diferentes
madciras, Inuga dejantsr, de almoco, lan-
lernas etc.
Us senhores pretendentes aos predios po-
lem com antecipag3o examma-los, para o
une Ihes sera f auca n entrada.

en o <
lie l.otanna 30 de julho de 1857.--O esenvao res da liberlade da Europa.
da colli'ctoria, l.uiz de Aibu j.uerque Lilis'
dos GuimarSea l'eixoto.
Pela me
.laaoel'^a- f<1 Pu),ico r'us Jevedores do imposto da de-
rnniiienie. ja. cima, 4 por cento de niversos estabelecimen ,
toa, casas de uio as, e casas que lem jogo de
Dilhar, do anno financeiro prximo lindo de
1856 a 57, que continua a arrecadacSo at o !
ultimo do corrente mez, e lindo este, cia
remelliilo seus debites para juizo. Mesa do'
consulado provincial, -i d. seiembro de 1857.;
- I lieodoro M ic ... lo Freir Pereira da Si va.
II." Os verdadeiros retratos das prioieiras
personagens 'Jo mundo
12 11 .-t- mean da torre de Babel.
13." O interior do palacio do Luiz Filippe
em Pars.
14. Vala e Valonea de Hespanba.
Jardim das Dores em Paria.
Jardim o palacio do Versalhos.
Lnlrada uo palacio de cryslal em
15
l.
7
J'iis
St'g-und
DA

roviiicia.
Aos 5:000c000, 2:0083000 e IcOOO^OOO
Primeira parte da primeira lotera do Divino
Espirito Santo.
O abaixo assisna lo tem exposto renda
os seu felizes billietcs, meios e quarlos da
lotera cima, os quaes nSo esio sujeitos
ao descont dos oito por cento da l>-, na
praga da lu lependencia ns 4, 37e 39 : c na
sortes:
Nums. ">80 2:000s 1 meio.
202 hOOOJ 1 rptarto.
2789 200.- :'. (piarlos.
(81 1 0(l,S bilhete.
2830 1 Ol'.s 1 meio.
1238 40.V bilhete.
-")27 VO.s 2 piarlos.
3193 M.S 2 piarlos.
Wk KM 1 meio.
(JO *!j 2 pinitos.
loi 40S 1 meio.
A garanta dos 8 por cento do imposto
geral lie naga m scriplorio da ruado
Collegio n. 21 ,
P. .i t fjtne.
Sis. Viuva Amorim & Filho.
-- Urna pessoa que cose, engomma sof-
frivelmenle, v coziuha o diario de urna casa,
se offerece para ama de casa do familia, de
portas a dentro : com esta con JigSo e asso
gurando-se bom tratameiuo, faz todo o ne-
gocio : na ra larga do Rosario n. 9.
Precisa se de um eaixeiro, preferm
do-se um dos chegsdos ltimamente do Por
lo : na padaria da ra Direita n. 24
--- O abaixo assignado, com taberna no
puteo ,1o N S. do rergo n. II, faz secute ao
rea;-eitavrl publico, quo indo a casa do col-
tec oroSr. l.uiz Jos Maiques para pagara
conecta das agurdenles de sua taberna,
por nao quer-r mais continuar a vender
ano espirito, o mesmo senhor deixou de
receber, d,ZCn lo- Ihe, que o nao poda de-
sonerar de tal collecta ; e como nao quer
mais continuar a vender dilo espirito, por
liso faz este annuncio, para que de hoje em
uianlose nao chame ao engao em qualquer
duvida que possa haver a lai respeito, para o
que se assigna. R-cite 24 de selembro de
18o7.-Antonio Joaquim [tabello Bastos.
--- Aluga-se um sitio na estraladeBc-
berihe, com casa de vivenda, arvores de
Iruclos, urna grande baixa para se plantar
capim, com um riacho que ten agua todo
anuo, cacimba do pedra e cal c un.a grande
mata; queTi pretendsr, dirija-ae ao alerro
da Boa-Vista n. 37, lerceiro andar.
Precisa-se jo um hornein que saiba ti-
rar foranga : quera so oceupar neste traba-
Iho, dirija se a ra Imperial n. 63.
Precisa-se de urna multar de meia
i lade, de boa conducta e sem filhos, par
tomar conta de urna menina do 2 annos, e
fazer algumas costuras ; a tratar no campo
do Hospicio junto ao quartel, casa do dn-
sembargadoi Mendes da Cunha.
Qaem tiver urna casa "para vender, as
ras seguintes : ra de S. Pedro, de Hortas,
dosMattyrios, e Santa Thereza : quem tiver
annuncie.
Aluga-se um sitio na Torre a margem
do no Capibaribe, com escolente casa e
grajidc sotfio, toda pintada e c iadade no-
vo, rtuto fresca e com ommodos para gran-
de familia : a tratar na ra do Sevo, sobra-
do em que morou o cnsul porluguez.
Precisa-se de urna ama de leite e oulra
para eczinnar e fazer tod-o o n ais servigo de
ca-a : na ruado Caldeireiro, taberna n. 60.
-. Acha-se ausente desde o dia 30 de ju-
lho prximo passado a escrava Antonia,
crioula, de 30 annos de idade, altura regu-
lar, corpo reforgado, cor fula, e cara pical*
do bexigas : quera a pegar, leve-a a ra Im-
perial n. 64, residencia de seu senhor Pr-
xedes da -ilva Cusmo, quesera generosa-
mente roe impensado.
ftovo
sorlimento de borzeguins francezes para se-
nhora, ditos par homem, dilos para meni-
nas, sapatOes, sapatos do diversas qualida-
des, lulo dos mclUores fabricantes de l'aris,
e pregos mais, baratos: na ra do '.abug,
loja n 9
'*l*n ******
RA 00 OOEIMADO
V5k
roa da Calea do Itecife 11 45, esquina da I5f.., t .! ., I T ..So I,,,,,,
Madre de lieos. IICI-U (le rUI hilituii ) ira t-orrar,
II n
ultirr#parle da segunda, e primei a da ter-
ceira loteri 1 do hospital Pedro I .
mesmo venJeu os seguinles premios da
imwparle da sega rila,
Preeisa-s de din o'-
ha-
P -
.Numero
ZII2
l'.l
1546
20
3027
21J9
170
1:0110-3
300,
100'
toa
4119
ejoias
eiitt 'i i! > cor-
rente.
U 11 HOHAS El PONTO.
O agente Borja, em prevenga do lllm. Sr.
cnsul da l'russ a, far leilSo de urna porgilo
de obras de 00rod 14 e 18 quilates, espo-
lios do lina lo suh lito pruasisno Juliao Cre-
uiers, consistin io em aderemos, meios ditos, I" Manoel aires Guerra saca
culceiras, brincos, lllinetes, rosetas, cor-! prac-is d< luhia e Rio de Janeiro,
rentes para relogio, hotOes para abertura e: Precisa-se de um pequeo de 12 a 14
polillos, relOgiOS, urna ptima caixa para \ annos p-.ra caix. iro, que de fiador de sua
quartos
meio 1
bilhete 1
quarlo
diio 1
meio
d i 1 o 1
O descont ser pago na ra da Cadei do
Recife n. 15
Por Snluslianode aquino l'erreira,
los Portunato dos gantes Porto
Vendem se i, praga da Roa-Vista, bo-
tica de Joaquim Ignacio lliheiro luni ir n
ii, vidrns de onga cura remedio para dor .le
denles do dentista que ha pouco aqui esle-
ve, sen lo eut e os mais remedios o que
tem mais Ipprova Jo.
Ven le-se urna escrava de 30 annos, a
|u I sabe om m lita perf-igio oneommar,
cozinhar e ensaboar, e nao lem vicios nam
ac laques, ne o que s aflanga a tratar na
ra da ConceicSo da Roa-Vota, casa 11 10
Da se gratis a quem quizer conduzir,
sem grande aojiora, porcino de c liga para
aterros : na ra do Collegio n 12. a tratar
com Francisco Jos l.eile
Precisa-se al igar um preto para ven-
der fazendnS com O laboleiro icla ra : a
tratar no aterro da Roa-Vista n. 29, loja.
No atrro da Boa-Vista, loja ddbarbei-
ro n. 51, de Anaco Alves de Jess, ha vi-
droscom remedio do dentista que ha pouco
se relirou, o que lira a dor dos denles por
mais forte que soja, com urna grande rapi-
dez, o qual j tm sido por multas pessoas
es. erimentado.
sobro as
'.i-se
Mu '.yi'.
da
56,
Mili: na rua
do Dos II,
primeiro ndar..
DEPtUTO DE R4P wmu DE
1ARYUND.
lie chega lo pelo vipor Iguarsssa esle no-
vo iap:, fabricado no Ceara, pelo itr. Mare s
Jos Thcupbilo, a sua boa qualidde e cxo-l-
lente aroma, agradara os amantes da boa
pilada, e ven ic-se por prego cummodo : n,
rua da Cadeia do Recife n. 29, primeiro
andar.
.\icola Savino, Ang^olo Lacorle, <;ui-
seppe lmm dial-, Biagiantonio ipponl,
i t.eiiii-iri) .Hilo, lia.-haclti Kasso, reliram-se
1 paia Mapolea pnr ria le Maraelha.
.No illa 2'), is II horas, na sala dasau-
| diencias, depois do lin la a do Sr. |)r. juiz de
ausentes, se lu de arrematara casa terrea
l&ika na rua da Palms n 2, pTienceutee ae-
i:ii;a jacenle do liuado i.osine UsmiSoFer-
reira.
O tabelliao Poriocsrreiro esl encarie-
galj de promover a venia de um pie lio
uobre de lous andares, iierfeilamenle ac-
(rancie sorti-
meiifo de faxends de o-
(lasasfjiialilades.
Cortei de venido de teda de cores o maii
nperior e moilernu que ln no mercado.
l'e; i- de brclanlia de, lin.'io lina com 6 va-
ras .............
Corto* de vi-lulo de lila n.a/a la de novus
padrOei com 15 cevadim. .' ,
Dm.'s rtecalr;ade casemira preta e de cores.
Ritos de collele de gorgurao de seda de va-
rios padrts..........
Chapos de massa francezes formas novas.
Dilos de sul da seda........
Lencos de camuraia bordados, lios, para
ma>.............
Dilos .le dito de linho liios para mo. .
I.uvas do teda ^e Indas as qoali.laale?, para
li-iineii', M'iil.or,-.!. e niiiiina<.....
I'alil...- de panno preto e de core*. .
Dilos Jo argentina de core escuras. .
Dilu de futtao de rures asselinadas. .
Ditos de li.-nii pardo uno......
Palitos de alpaca prela. .. ,
Dilu de alpaca e gangas do core. .
.Ditos de lnnn de ipia-lmiiu... .....
lim lulas iIm alpaca prola e decores. .
K.uncirs ,le reltoi com lai;o de seda para
editora...........
Gkles de merino bordado ni 2 pniiias.
Ditos de dilo burdadol em I pona, .
Dilo* de dilo rom lintra de seda ....
Ditos dt dilo li-us.........
Oiloa de dilo com franjea de ISS .
Ditos de 1.1a ailamasradus, prelos e de cores.
Dilos de clialy bordados ......
2
8|300
i?iOO
laooo
3800l>
71300
79500
ls-280
100
9
2050110
"5000
65000
5^)00
*5*HMI
45(y)
:1300o
.'iSOIHI
93600
1--'5IXI
COIKI
65OO
5;500
0.^)00
351100
ir-jtxm
Podo lino prelo e de cdre, paia todos os preijos.
guardar joias, e outros milites objectos ele ,: conducta, e bom sera qu tenha alguma pra-
-ii.-cessario mencionar, os quaes tica do commecio, prefe
no ar-
rua do
DiUI-CfOI',1
i.Nsrr.uuc.V'.-
CEIUI. I),\
PUBLICA.
Po- esta secretaria faz-se constar a quem
convier, e inti-rcssar, que se acha vaga a ca-
deira de ioslruccao primaria lo sexo mascu-
lino, da povoacSo N. s. d0 .',ie Ipojuca, por
h para eonstar se man iou allixar o pre- >jubilaclIo conced laso prolessor qu a regia-
e que Oca assignado o przo decbdiasa con-
tar da daU deste para a inser pcso.e {.rocesso
sent c publi-,r pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 22 de selembro de 1857. o se-
cretario, A. F. d'AnnunciscSo.
18.a Nap'dcfo I, botando o oculoem fren-
te da catheJral de Mililo na Italia.
O salSo estara aborto das 7 ate as II da
noite. Entrada 500 reis
s)
.


que fra de
serSo ven li los sem reserva alguma
mazem do agento aiiniinciante. na
Collegio n. 15.
QUARTA-FEIRA, 30 O CORRENTE.
RXTRAORDIN VlliO,
Leilao artstico
de mais de 3 10 magniQcos vasos de marmo-
Ire, agaih.i, alabastro, porphiroejaspe, de
ni idellos aimia n5o vistos em Pernambuco,
como coryuthios, armemanos, etruscos, ro-
manos, milicos, de llerculanun e de Pom
I pea, diff.-rentes liguras rouresenlando a dan -
il de llelteoa, a vida desventurada, CleOpa-l
ira o Su'ana -- obras de (.he ici o Del'Medi-l
co um lindo sor lmente de aloros de
sala e de Rebnele, mesas de mosaico, oou-i
Para o Rio de Janeiro sabe, com muita
brevidade, o bem condec lo brigue Sngita-' tros muilos aitigos raros e de gusto, etc.
rio, para carga e passageiros, irala-secoml No nruiazeiudo uterVo dn Bon-
. Manoel Francisco da Silva Garrico, ne rua do I Vista n. l,
ae nauiitacao ios can i Jatos que a nn-sma j\igario n 17, primeiro andar, ou com o ca- : por conta e ordem do Sr. A. Topi. que se
sequeiramooppor. ScreUnadiU 98 de se-1 (-itao Jos Manoel Fiusa. i retira prximamente para a Europa.
prefere-se estrangeiro
ou de oulra provincia, ou mesmo de fra da
cidade: amado Rosario n 39 \.
LOTERA l.\ PROVI.NCM.
O^r. toesoureuo min la fazer publico que
se achanta ve mi a nopavimnnto terreo da casa
da rua da turora n. 26.das 9 doras damandaa
as9 da noite, bilhetes, meios e quartos da
primeira parte da primeiro lotera do Espi-
rito Santo do C->llegio, cujas rolas niidam
uo dia 3 de onlubiu de 1837 Thrsonaria
das loteras 26 de selembro de 1857 --0 es-
crivilo interino, Antonio Jacinlho Cesar.
Vendc-se um molec.ao coztn.->eiro : na
rua pireila n. 66.
9 iota ii.iiiraive Ferrelra Costa lem iios
JO rasas par. alunar em Sanio Amaro, ao poda s
SI landi(So: a tratar com elle a ii .alqoer In.ra, Q
9 o") ca-a. 3
9*34 ^83-9@a-39S9t9t)
- l'recisa-se de um ciiado pa-a o servico
externo de urna csa de pouca familia: no
largo da Assembla n. 12, primeiro andar.
Francisco iiarbosa Rodrigues, ci lado
brasileiro, reiira-sc para tora do imperio.
bado, com muilos e excnllentes comrooJos S'"'"" prelomaeooaoperior, eovado
sitoem urna das principies e melbores ras '
desta cidade : quem u ireten 1er comprar,
dirija-so a rua estrella do Rosario n. 5, a
cnluider-se com o mesmo tabellio.
Oirereco-se um ia az porluguez para
eaixeiro de taberna ou nutro qualquer esta-
belecimento, para lor-nr corita por bataneo
ou sem elle, para o que tem bastante pra-
tica : quem de seu prestma se quizer utilj-
sar, dinja-seao pateo da Penda, taberna n.
10, das 10 as 2 doras la tarde.
AOPlIlfl.l o.
Digo eu abaixo assigna lo, que tendo em
margo do presente anno, pens
Urua.lenaptis preto e da coles,eovado .
Seda pela lavrada superior ....
Popelina de seda de oies uialisadas, eo-
vado............
Cha,!i de cores, com quadros de seda, eo-
vado..........
Dito de cores lisos eovado......
Lfla de qoadros pequeuos t grande*, eo-
vado ............
La esada de novos padres, eovado. .
Mauritana de seda uialimia comcioco pal-
mas de Ivrgora, covadi.......
L'rsolina de soda com quadros, rama^eiis o
listras malitedes, eovado......
So las de quadrlahot, eovado.....
Duia.'/.a u.- se.la con: ojoadroi e ramaaono.
que em data -
de 6, passado, dado carta de libertado a mi- ; Mossuiitia branca e decores, evad<
nha escrava There/s de naciio Cosa o a sua CfciUi nrancoiai finas de novos padroes, co-
filba llarianaa, da idade 3 annos, poeo mais I "1": i /_: :,_ ..*
i lindos gestos, co-
, ou menos, da qual recebi a quantia de "." '." I "'"",^"",a de < "
! l:70O9 rs. ; succa.le, queranlo este a refe- e, biton Haas"
25000
SsJOtl
950
850
610
600
800
IC60O
1C600
950
750
m
2W)
!KI
20.
. de cores lita
rula carta a guardar a Mara Ilemvinlae! Em frente do becn da CuiiiLrear;ao, patsando
i Joo Sebastian Ramos, pnr lhe haverem em- loja >ie i rr gen, a segunda de fatendas n. 10.
i prestado aigum dinheiro para sua liberdade, I Roga-sa a Sra. 1). Anne Maiia das Vir-
io nao estn lo a carta la cada em notas, Igens, viuva de Victorino Nunes de Barros,
nem sellada, e constan lo-me agma, que os I residente ha anuos na fazenda !. Pajebu',
| possuidores da caria tratam de vender, e re-| ler ao de Cabrob, provincu ae Peraambu-
duzr a escravidSo : em consequencia lo co, ou a scus herdeiros, qui' venhatn ou
que pelo uressnie declaro as forras como de mandem receber a parto jue lhe tocou iio
f.icto forras sao des le o dia 6 de marco pro-
Simo pascado, como se fjrrss nascessom do
ventr-e materno. Km firmeza do que man-
dei passar o presente, em que me assigno
Recife 22 de selembro de IS7. Jo3o Evan-
gelista (la insta o Silva
Precisa-se alugar um preto de meia
idado, qu i seja possanie : no pateo do Car-
mo, obiado novo, que huta a frente para a
rua do lionas n. 2, segundo andar.
espolio le Jos Seobra Lomos, fallec lo nes-
ta eiVtc. Rio de Janeiro de selembro de
18*7.
Roga-se ?a Sra. I). Dionizia Francisca
deSo-jzs, nat'iral da villa da Barra, mi,Kio
deS, ra ci-co e provincia de Pernambuco,
ou a seus lionleiros, que venhain ou manJcm
receber a parle quo lhe loeou do espolio de
seu marido Jos Seabra l.emos fallecido nes-
al corle. Rio ue Janeiro 6 de agosto de 1807.

ILEGIVEL


-



DIARIO DE PERNAMBUCO SECUNDA fEIRA 28 DE SETEMRRO DE 1857
Na fundido da Aurora precisa-se
de serventes forros ou esclavos, para
trrico debaixo decobetta.
DENTISTA FMHGEZ. |
Paulo Gaignoox deolist, rua Nova n. 41 : 9p
na mesmi casa lem agua e pos ilenlrilic. &
casa : quem tiver, dirija-so a ra da Cruz
u. 4, casa de N' O. Bieber & C
@<
r^@>- S- @5i)9C;> s@
Na ra das Flores n. 1, loja de marci-
neiro, vende-se urna cadeirinha nova, por
preco commodo.
Vende-se muito superior sal do As-
a bordo do lirirrue Sanitario, fun-
& O abano alienado declara ao pul.lico tf
C& 9o* modou a soa loja de trastes da ra o- '.''.
45. para a roa da Flores n. 11, por ''
lano, assim como Oca o raeimo depo- fi deaclo elronlc co trapiche do alfjodao :
a ra da Concordia. ._ a tratar com Manocl Francisco da Silva
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres.
PR1MERO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
SEGURO CONTWA FOSO.
Companhia Alllance.
Eslahalaeida cm Londres,* aro marco d 1824.
Capital cinco milhes de librs esurlinas.
Saunders Brothers & C, tem honra da in-
formar os Srs. negociantes, propietarios de casas,
quea mais convier que esto plenamente au-
onsados pela dita companhia para Secutar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pdrf coberios d
llha e igualmentsobre os objectos quecontiverera
os masaos edificios quer consista m mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade.
iCasadesaude S
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- |
labeleceu em seu sitio da Passagem W
^ da Magdalena, que lica ao norte |
2? da estrada entre a ponte grande 9
S e a pequea do Chora-Menino, ex-
i cellentes acommodac/ies para re- v
5g ceber todas as pess'oas enfermas @
5? que se quizerern utilisar de seus -j
^ serviros mdicos, os quaes serao @
*P prestados com o maior esmero. @
@ O mesmo Dr., para o lim supra- $
^ indicado e para exercer qualquer @
outro acto de sua proisso den- &s
p tro ou fra desta cidade podera' Q
$2? ser procurado a qualquer hora do $
$$ dia e da noite. no referido sitio,
a excepcao dos dias nteis, das 9 @
horas da manhaa a's i da tarde, $$
$5 quesera'encontrado no primeiro ~|C-
@ andar do sobrado n. 9, do pateo
$5 do Carino. ">
Podro Antonio Teixcira Guimaresre-
tira-se para a cidade de Cania ru' a tratar de
sua saude, deixando por seus procuradores
seus filhos Jos Muniz Toixeira GumarSes,
Noiberlo Muniz Teixeira C.umarSes e o Sr.
Jos Antonio de Araujo ; e no se podendo
despedir de seus amigos, pede desculpa por
esta falta, e eflorece seus diminuios presti-
mos naquella cidae.
CEBLAS MONSTKU EM PIMEIRA MAO.
Vende-se por 400 rs. cada reslea com 25 ceblas
de Lisboa nimio grandes, e de tilo boa qualidade
que Murain mais de 6 mezes : na ra eslreila do Ro-
sal io taberna 11. i", ao vollar para o Carmo.
Alusa-se una boa casa na Capunga com sitio e
minios irvoredot de fructo e boa agua paca beber e
muiln fresca : a fallar na ra do Oueimado loja
r. 63.
Obaixo assignndo, vendo un annuocio do Sr.
Praiedes da Silva liusroao.scienlilica aquem ioleres-
.ir posia, que sendo a cscrava Antonia do seo osal,
elle nao a venden a pessoa alguma, n.lo podendo por
isso valer qualquer litlo que aprsenle o mesmo Sr.
Prxedes, visto como o seo casal so lem iim legitimo
administrador que he o mesmo abaixn asignado.
Migoel dos Anjos de Mendonca.
Precisa-se de iim caiteiro para ajadar oa-
1ro no h-ilcfui e que saiba ler e escrever para sabir a
cobrancas qnando for preciso, preferindo-sa o que ja
tiver platica de caixeiro de padaria ; aquelle que se
adiar as circunstancias e der dador a soa condue-
la, pode dirigir-se a roa dos Qoarteis padaria o. 18,
qoe achara' rom quem (ralar.
Previne se ao publico que a casa ter-
rea n. 38, na ra da Assumpc;3o, com quin-
tal murado, que vai ser vendida em leiliio,
a requer ment dos administradores da mas-
81 fallida de 1>. Candida Mara da Silva Lima,
viuva do Sr. Delpbino G. Pereira Lima, lie
foreira e deve aiguris annos de foro.
Prccisa-se de urna ama para urna casa
de hornera soltjiro : na ra do Encantamen-
to n. 5, armazem.
Os administradores da massa Taluda de
I). Candida Mtria da Silva Lima, viuva de
Delpbino G. Pereira Lima, convidam aos
credores da lucsma a presentaren) seus t-
tulos dentro do prazo de 8 dias : na ra da
Cadeia do Hecife n. 38, afim de serem veri-
ficados na forma da let. Recife 21 de setem-
bro de 1857. Joaqum Jos Silveira & C.,
Southall Mellor & C.
Alugam-se para a Cesta.
3 casas na Torre com 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozinha fra, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos : a tratar
no armazem de msteriaes da ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 17.
Precisa-se continuamente de ofliciaes
de alfaiate para todas as obras : na ra Nova
n. 52.
. Aluga-se o sitio chamado de Chacn,
na Casa Forte, e que pertence a massa falli-
da de N. M. de Seixas : a tratar no cscripto-
rio da administrarlo na ra de Apollo n. 6.
Precisase de urna ama para o servico
de urna casa de pouca familia i na praga do
Corpo Santo n. 17.
Piecisa-se de um amassador: na pa-
daria da ra da Senzala Velha n-96. Na
mesma casa vende-se um preto muito mogo,
que cozinha o diario de urna casa, etc.
He chegado a loja de Leconto, aterro
da Boa-Vista n. 70, exccllente Iuite virginal
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas e ospinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para I impar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenca para brotoejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura o o avellu-
dado da primorosa da vida.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado vende a dinbeiro a vis-
ta sendo da quanlia de 1005 reis para cima,
os seus muito felzes billietes, meios e quar-
tos, pelos presos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Recite n. 45, esquina da
Madre de Dos :
Bilhetes 59500 recebe 5:0003
Meios. 25750 b 1:5005
Quartos 13375 1:2503
Por Salustiano de Aquino Kerreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
/apazeada.
Temos porta a brilhante festa do Orsgo
na cidade de Coianna : he chegado o mo-
mento de apreciardes as boas qualidadcs do
povo Coiannenseedesfruclardes .1 nunca es- rom bonitas ramagens, polos baratos prr.eos
quecidae ja mui fallada hospitaltdado que'"
a todos prestam os habitantes daquello bel-
lo eaprazivel logarejo. O Camaragibo pro-
mette conduzir-nos ; a elle, rapaz.-ada !.. .
pois consta-me que dita festa est muito
melhorecom mais distracocs que a da Pa-
rahiba.
Carrito, na ra to Vigario n. 17, primei-
ro andar, ou com o capito a bordo.
Vende-se urna escrava moga com al-
gumas habilidades : na ra Direita n 72.
Vendem-se duas escravas, urna de 17
annos.com muitas habilidadcs.e oulra de 10
anuos,que cose e faz algumas couzas : quem
pretende-las, dirija-so ao sobrado encama-
do, arroazem da esquina do caes do liamos.
Vende-so arroz branco era casca, por
atacado ou de sacco otn sacco : na esquina
do caes do Ramos, armazem do sobrado en-
carnado.
LUVAS ie JOIIVIN.
J. Falque recebe por todos os vapores in-
-filezes vindos da Europa, luvas de pellica
Jouvin, de todas as cores, tanto para ho-
rnera como para senhora : na ra do Crespo
n *.
Guardan a pos a 5,000 rs.
a duzia.
Vondem-se duzias de guardanapos com
bonitas ramagens, pelo barato preqo de &t
rs. a duzia : na loja de l portas da ra do
Queimado n. 10,
Chales ie casera ira a
o,000 rs.
Vendem-se chales de merino linos, de co-
res, pelo barato prego de 5?000 cada um :
na loja de portas da ra do Queimado
n. 10.
\a rua do Trapiche
11. 54, ewcriptorio de no*
vaes & i., vende-se supe-
riorvinho do Poi-loengarrafado, cm \as de urna e duas duzias de garrafas,
bem como em barris de quarlo e oitavo,
a preco commodo.
To .ihas para mesa ti 5, 4,
5 e 6#000.
Vondem-so toalhas de todos os lamanlios,
90mpt&<
Compram-se patacOes brasileiros : na
rua do Trapiche n. 12. esenptorio.
Conipr?m-se botijas vasias a 80 rs. cada
urna : na rua da Senzala Vellia n 110.
Compra-se cectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolcesda di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas uuantias. sobre nenhores.
Compra-so eflectivamento pingos de
velas de carnauba : na rua do Vigario n. !>7,
deposito de assucar,
Compra-se urna ou duas rotulas, cm
bom estado; tamhem precisa-se de um r.ai-
xeiro, que seju diligente : na taberna gran-
de, ao lado da igreja da Solcdado.
Compram-se jornaes a i30rs. a libra,
era qualquer porcan que appareca.e botijas
e garrafas vasias a 80 rs. cada urna : na rua
eslreila do Rosario n. 1, taberna do Pogas.
- Vendem-se escrivanias de mogno mili-
to ricas, banquinhas de qsstura de mogno e
Jacaranda, secretas, estantes, toilettes, ca-
mas de ferro, vdros de espolho, mesinhas
de charao, estatuas de alabastro, quadros do
velludo com estampas muilo ricas, mesas
para escrever, mobilias de todas as quali-
dades, ludo modernismo, chegado ultima-
mente de Franca pelo navio Bogla ; assim
como aluga-se toda a qualidade de trastes
con. fiadores, e prec|sa-so de um envemisa-
dor que seja perito, pagando-se-lhe 1s600
diario: na rua das Flores n. II, loja do L
Pugi.
Vende-se um mulalinho de idade 13 \ "sani'?
annos, bonita figura, sadio, robusto, sabe
bem correr a cavallo por ser a isto costo-
mado, proprio para pagem : na rua do Cres-
po, junjo ao arco de Santo Antonio, loja
n. 1 a.
cima mencionados : na loja de 4 portas da
rua do Queimado n. 10.
Al 0,000 rs.
Vendem-se manteletes de seda prclos com
ricas guai nices, pelo barato prego do 10; :
na loja de 4 portas da rua do Queimado
n. 10.
Vende-se una cscrava que representa
ter 46 a 48 annos, mas muito forcosa, ven-
dedora d'agua na rua : quem a pretender
comprar, dirija-sen rua larga do Rosario n
35, loja Te miudezas, ou rua eslreila do Ro-
sario n 25, que achara com quem tratar.
Barrllha.
.Em casa do S. P. Johnslon Senzala iNova n. 42, vendem-se 50 barris
com barrilha da melhor quo costuina vir a
este mercado.
POTASSA DA RUSSIA E CAL
VIRGEN.
No deposito da rua da cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muilo superior potassa
da liussia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e caldo Lisboa em podra, tudo chegado ha
poucos dias, e a ven ler-se por menos proco
do que em outra qnalqucr parte,
M Al.: VAS,
chegadas de Lisboa no vapor hamburguc?,
c "endem-se tanto em caixas de 200 como a
retalho: na ruada Cadeia do Hecife n. 25,
defronte do hacco Largo.
Veniem-se. brinquedos da puericia:
Manual de 254 paginas, CODtendo dialogo cm
prosa c verso entre as lettrss do al|>habcto,
legras dfi moral, Crammalica portuguuza.
Doutrina christSa, modo do ajudara inissa,
Taboada de pylhagoras, llegras de civilidade
ou manual do bom tora adoptado para uso
das escolas de arabos os sexos i ?ouo, Revista
da instruccSo publica para Portugal e Brasil
160 rs., Compendio da historia romana pelo
Sr. Dr. I)ourmmont500rs., Hcgras em verso
para arilhraetica e para grammatica, coma
dupla utili.la.li' de fcilmente se decorareis
j e lerem simultneamente por sor o scu pre-
go diminuto, 40 rs : na rua Nova, botica do
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quaitttas de lOOgOOO para cima, a di-
nheiro a vista, oin sen escriptorio, na rita
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5j>500 recebe 5:000;>'000
Meios 2.5750 2:00s000
Quartos lj250 1:250,^000
JP. J. Layme.
Na rua do Trapiche n. 17, escriptorio
precisa-se de um preto para criado.
MUDANZA DO ESTABELECI-
MENTO DE PIAROS DE
J. YIGHES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da rua larga do Rosario para a rua
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
Helago.
ACEIO E PROMPTIDAO.
Na rua das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio e promplidao, c to-
ma-se algumas freguezias.
Aluga-se a casa terrea n. 75 da rua
do aterro da Boa-Vista, com comraodos
para familia ou para negocio, edous gran-
des quintan murados, um dos quaes te es-
tend ate a rua da Fonte-Vellia, para on-
dc lem sabida: a tratar na rua Real, so-
brado n. (i, ou na praca da Bca-Vfsta,
botica do Sr. Ignacio Josd de Couto, 11. (..
Arronda-SR o engenho ConceicSo, co-
mo engenhn ou sitio, lem cercado para >0
vaccas de Icite e mais animaes, boa casa de
vivenda, estribara, rio junto a cas, banhei-
ro, bom jardim e borta, varias fructeiras,
muito boa vista, junto a povoagao de Bebc-
ribe, e arrenda-se por prego commodo:
quem o pretender, dirija-se a praga da Roa-
Vista, casa n. -28, a tratar con Manoel Elias
de Moma.
Para encanamento
puchos.
Chegarmn a rua Non 11. 6, exccllentes ca-
nos de chumbo do varias larguras, muito
proprios para encanamentos a'agui c para
m jardins, e ven lem-so por 1
commodo.
IS. ADOLPHE BOURGEOIS.
liu-\ Nova 11. i.
vende lodos seus cairos com "
Unas, igualmente n sobrado,
OU separado.
--- Precisa-se de rima amn forra nn can-'
Uva, para casa de pouci familia, que com
pre, coznhe, engomme e faga todo o servi-
godo utna casa : UU(!rn esliver tuestas cir-
cumstancias, dinja-se a rua de llortas n 10
para tratar do ajuste. j
Precisa-se para urna casa eslrangeira,
Attent;a.>.
A bella rapazeala de bom goslo : na rua
do Queimado n. 9, vendem-se cigarros da
Havana, de muito boa qualidade
-- Vende-se urna negrota de 14 a 15 an-
nos, de bonita figura, sadia e sem defeito
algum, sabendo cozmhar, coser o fazer Ia-
bynntbo. ou troca-se por outra que tenba as
mesmas bondades e habilidades, com mais
asdeengommarc vender na rua: para tra-
tar deste negocio, do Manguinho, primeira
casa do lado direito ao entrar na estrada
dos Aliclos.
VELAS DE ESPEKMACEIE.
Recebeam-se agora novas velas de estea-
rina, que se vendem a retalho, era caixas de
25 libras, por prego commodo na rua da
Cruz n. 49.
Milito
nelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
Agencia
ta fund9o Low->lo. r,
rua da Sensata ffova
n. 4<2.
Neste estabelecimento continu'a a haver
nm completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dilo.
CAL DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda 110 ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua do Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECRETARIAS.
As melhores que ato hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptolio
do agento Oliveira, rua da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
Algorio iiionstro.
Vende-se algodSo monslro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lenges, pelo baratissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa le, na rua do Queima-
do n. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundico re Ierro deD. W. owman
na rua do Itium, passando o chala-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de Ierro fundido e bati-
do, de3 a 8 palmos de bica, as quaes se
echama venda por precocommodoc com
promplidao, embarcam-se ou carregam-
se i'in carro sem desne/as ao comprador
Vende-se na rua da .Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes&C, barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
v^sSellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de patente
in^le/. : a venda no armaz.m de
llu-iKn Itooker A; Companliia, es-
quina do largo do Curpu Santo nu-
mero 48.
relogios de pa-
tente
inglezesde orno, desabnete
vendem-sc a preco razoavel,
Augusto Cesar de Abren, na
deia do Recife, armazem n. 36.
Deposito
de rape* princesa da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
Na rua do Trapiche n. 26,
urna porgo de garrafas vasias
alto e niao ou escolhidas.
vende-se
vende-se
Milito
O dono da taberna grande ao lado da igre-
ja da oledade, avisa aos seus freguezesque
de novo recebeu urna porgo de saceos gran-
des com milhoe fcijiio mulalinho, e arroz
de casca, tudo o melhor possivel, e vende
por menos quo qualquer outro.
Vende-se urna boa esa terrea na rua
da ConceigBo da Boa-Vista : a tratar no
alerro da Boa-Vista n. 43, segundo andar,
das 6 as 9 horas da manhaa e das 2 as 4 da
tarde.
ReSo
cobertos e desroberlns.pequcnose grandes,
de ouro patenle inglez, para bomemese-
nbora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor v C", rua
do Torres n. 38.
vcsli-
J^ende-se
Coitos de i a para
dos.
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
drees,com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a ellos,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa fe
CQM PEQUEO TOQUE DE
posterior, isto he, pela rua do Hospicio e
pela do Deslino, as frentes das calgadas de
pedra de Lisboa, as entradas de marmore, e
os tectos de estuque, cscadas de volta, entre
o jardim e a casa ha um calgido de pedra de
Fernando, o jardim lie separado do pateo
por urna elegante grade de ferro, tem urna
grande cacimba com bomba de repucho com
encanamento e um deposito na parle supe-
rior da cozinha, aonde se conserva agua pa-
ra consumo da casa, a qual he levada pelo
mesmo encanamento a diversos lugares do
edificio, tem um quarto com banheiro de
marmreo azulejo, com vlvulas para des-
pejo das aguas em um cano de 250 palmos
de comprido que conduz n3o s essas como
todas as mais do servigo e da chuva mar,
os banhos podem ser quentes ou frios, para
o que ha no banheiro duas lorneiras de qna
urna commuiiica com um deposito d'ague
quenteassento sobre a chapa do fogao da
cozinha. Tem outras muitas commodida es
que podem ser examinadas pelos pretenden-
les, oirigindo-se para csse fim ao Sr. Jos
Rodrigu-s Pcisoto, na casa terrea junto, que
Ibes lacnltara a entrada. Pode convir a to-
dos e especialmente a um senhor de enge-
nho que nesta cidade queira fazer a sua re-
sidencia : quem a pretender comprar, diri-
ja-se a rua da Madre de Dos n. 26, ao seu
proprietario, que lie Vicente Kerreira da
Costa.
CAAS DE TRRO
Esceller.tes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ja, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
A dinlieiru
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIE1KO DAVID W. BOWMAN, *A
RUA DO BBUM, PASSANDO O CHA-
FA RIZ,
Pegas de algodilo liso, largo, rncorpado a
2?, >/m, 29500 e 2:800 a pega dito de si-i
cupira a 2?, 2240, 2/500, 2;800 c 3? a pega,'lia sempre um grando sortimento dos se-
dito de sacco a 120 c 150a jarda, dito tran-|6"'ntes objectos de mecanismos proprios
gado largo a 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda: 1 P,ra engenhos, a saber : moendas e meias
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina j moendas da mais moderna construegao ; ta-
que volta para a rua da Cadeia. | chas de ferro fundido e batido, de superior
Vendem-se cortes 'e c?ssa cscosse/.a Qua'idade e de todos os tamanhos ; rodas
a 2$560 : na 1 un da Ci esno 11. 23. i denladas P agua ou animaos, de todas as
I proporgoes ; envos c bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhoes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhOes, noinhosde mandioca.
etc. etc.
c de vidro:
em casa de
rua da Ca-
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porgao o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e. muilo bom : no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio 11. 17.
i <*'sVs*3sariair
RELOGIOS


11
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( ;.
-I! .
t U
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?RLA DA CADEIA DO RECIFE N. IS
* ... i*
' S5**t|l>ii6"r- = w .,---ElS5 '
Km urna das melhores loe lidades da
rua do Hospicio, ha urna casa n. 18 B, feita
ocm todo o goto e esmero, e em cuja cons- Clavinoles.
IrucgDo entraran) as melhores madeiras do [ Pedras de marmore pira mesas
paiz o as melhores rerragens ; a mao dobra Prejjos de cobre pndese pequeos.
iones nncio-' 1 'J. .r >_ _
NA MESMA FUNDICA'O,
se cxeculam todas as encommendas
superioridado ja conbecida com a
presteza e enmmodidade em prego.
VENDE-SE
Agua raz cm follias de fero.
Oleo de linliaca em ditas.
Brimde vella ebrinzAes .
Lonas e cabos da liussia.
Cahos de manilliae de como.
Metal ama re lo c cobre de forro.
Velas dcslearina.
foi circulada pelos melhores ollicincs naci-1 >
nacseallemSes, sendo urna das casas mais 1""" de C- J- Astlev & C.
Iconforlaveis, porque scu dono a edificara1-----------~r--------------' -----------------------
I para nclla residir, e com efT-ito anda ah! & VtWfPPvr'"'^l7' .: :,8.
iresidio por algum lempo, mas como se re-! ------------- ------'1____*
'solvessea mudar-se e 11S0 Ihecnnvenha te- I no dia 20 do correntc Tugiram do ci
Vendc-so a prego commodo rap lino, la alugada, tenciona vende-la. Tem boa co-'genbo Comportas, na freguezia de Muribeca -del de^noTicia^reri '"" t"u,a n-6*i ou
grossoc meio grosso, da acreditada fabrica icheira o c.-tribaria, um bonito jardim com I os escravos Jos o Paulo, este de nagflo (os- enm Inda nmMwali ak 8BTt recomPensado
cima,chegado pelo vapor S. Salvador ; na canteiros de pedra e cal, vai oes de ferro pa- ta da Mina, mogo, altura regular, cor um seo DOdOT^ueowto de ''0-*
de .Janeiro.
) e da, pernas finas, os ps alguma cousa penue-
de nos, os dedos sao linos, e os mnimos como
que trepam nos inmediatos ; levou chapeo
de palha de carnauba novo, camisa de rna-
dapolao com pregas, e caigas brancas ; a-
quello de naglo camuudongo, representa
ter 30 a 35 annos de idade. magSas do rosto
salientes, bocea grande, tem todos os den-
tes, pouca barba, e ps grandes ; os quaes
foram encontrados no mesmo dia 20, na es-
trada do Motocolonil.ii indo para o Recife o
na ribeira da Boa-Vista : quem os pegar le-
ve ao mesmo engenho Comportas, ou a rua
da Prsia ao Sr. Josquim Congalves Kerreira,
que sera pago do seu trabalho.
Do engenho do Meio.fregueziada Varzea,
lugio no da 20 de setembro do corrente aun
o cscravo Pantaleao. olcial de ferreiro, bai-
xo e secco, cor preta bem fula, falla baixa,
costuma embriagar-ae pouco, foi escravo da
viuva do linado Joaqum Candido, do enge-
nho llha das Marees, j andou trabalhando
alugado tiesta cidade, e he muito conhecido
em toda estrada do Becire ate o engenho
Santa Cruz ou Cabega de Porco, sito na fre-
Kuezia de Una, por andar quasi todos os mc-
zes de viagem de um a outro desses enge-
nhos, e he casado com urna escrava chama-
rn.^ni qU* S8 Cha n0 en**"hc- Santa
Cruz roga-se a priaSo do dito escravo e
promette-se gratificar bem a quemo pren-
der e recolber a cadeia desta cidade, ou le-
va-lo a um dos eDgenhos cima referidos.
Fugionodia 19 a escrava Justina, do
nagao Rebolo, idade 20 a 24 annos, e tem os
signaes seguintes : estatura regular, cor
tula, uns calombinbos na testa, dislinctivo
da nagno, levou vestido encarnado, com um
panno da cosU azul, urna trouxa com um
vestido de caabraia pintada, um de chita de
quadros e um escuro : quem a pegar, a po-
dera levar a rua da Cadeia do Recife n. 12,
ou a rua do Amc-rim n. 39, armazem, que
sera recompensado. '
No dia 11 do corrente mez de setem-
bro, do engenho Queimadas. freguezia de
Santo AntSo, fugio o escravo Bernardo, cri-
oulo, idade de 18 a 20 aonos, bem apes-
soado, cara redonda e lustrosa, ts seceos
eem um delles ralta-Ihe a unha do dedo
grande, ehecanhoto, e mais que tudo um
signal muito evidente, que be ter urna ci-
catriz as costas da mao direita, sabio com
trouxa de roupa fina e algodao, chapeo de
couto, e alparcalas de que sempre usa
suppOe-se ter tomado a direcgSode Caruaru5
por ler muita inclinacSo ao servigo deva-
queirice, nesta praga aonde tem estado
muitos lempos, ou mesmo qualquer outra
parte, pelo que o abaixo assignado roga as
autoridades policiaes e capitaes de campo a
apprehensSo, e conducgSo ao supradito en-
genho, aonde ser recompensado com 100a
reis.Padre Antonio Vieira de Mello.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na comarca de P3o
d Albo, o escravo Antonia, Cagange de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, be casado, e tai-
vez tenba algumas marcas de relho as na-
degas por ja ter sido castigado levemente
esse escravo oi di s berdelros do finado Cae-
tano Congalves da Cunta ; consta que este
ve cm Santo AntSo, em casa do Sr. Jofio
Francisco, assim como consta que em Pajeu'
exisle um escravo com os roesmos sigoaes
com a
devida
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
n- jnho, ou ao Recife, na rua da Guia n. 64, ou
,1 o n llar nnllnt. MAr. .
rua da Cruz
Ira plantas trepadeiras,
um pouco emharaca-1 todo 0 rieor das leis.
punigSo com
Dos premios da ultima parle da seg-nuda e primeira parte da terceira lotera a beneficio do Hospital
^^^^ BVdro Se iui d<>, extra ludan 26 de efembrode 1857
RS. PRE.MS
1 5J
Vende-so na rua da Alegra n. 4, urna
excellenle mulata que cose, lava, engomma,
e trata perfeilamerilo de urna senhora.
Vende-se espirito do vnbo : na resl-
lagiio do moinlio de vento da praia de Santa
Rita.
Pcchincba para bahuleiros.
Na rua do Crespo, loja da esquina quo vol-
ta para a da Cadeia, vcndcui-se chitas claras
proprias para bahuleiros, com pequeo to-
quo de avaria, a 4s, 4&500 e 5f.
(omina do AracaU .
Km porgues e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prenle Vi-
anna.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores quo tem viudo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orclhas : em casa de Carainha g Filhos, rua
da Cadeia do Hecife n. 60, primeiro andar
Vende-se ou aluga-se para passar a fes-
ta um sitio junto a povoacao da Varzea, com
bastantes arvores de fructo, com casa gran-
de : a fallar na rua de llortas, sobrad* u. 2,
segundo andar.
Vende-se superior llnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor S C... rua do
Torres n. 38.
\0
Vende-se milho novo em shccos: no ar-
mazem de Jos Joaquim Das Fernandos 6
r linos,^rua da Cadeia do Recie n. 63.
Vende-se ou troca-se um moleque do
10 a 12 annos : na rua de S. Bento, no oitao
de S. Pedro Velhj em Olmda, na casa da es-
quina.
Vende-se um cavallo de estribara, ru-
goe gordo: no sitio defronte dos lazaros, e
junto aoquartel de cavallaria.
-- Vendem-se 2 checheos e urna sabia da
mata multo cantadores o mansos : na rua de
Santa Bita, junto a igreja, casa n. 71.
no armazem do desenga-
o, no Forte do Mato
ii. 20,
denominado (.uerra, vende-se muito bom
milho em saceos e ditos com feijao mulali-
nho e de outras qualidadcs, ludo por menos
pfego do que em outra parte: adverte-se
que so se vende liado em quanto se conta o
dinheiro.
Vende-se a melhor loja de fazendas do
Passeio Publico n. 9, propria para um prin-
h?i?up?,^pm^^ll!"il^"re?ue",J,com n,na,2-discn'*>m^*mo,
razendas ou sem ellasf a dinheiro ou a orazo ~ --- -*-
Ul. i>, i- i i .. \ i,i' (.i- srU*n >
QOE ESTA' QE1MAND0.
Na loja do Preguiga, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas que se
vendem por pregos baratissimos, notndo-
se entre ellas mussulin?s brancis linas a
320 rs. ocovado, ditas finas a 400 rs., ditas
de cora 360, ditas muito linas a 400 rs., ris-
cados monslros de lindos padres a 220 rs.
o covado, chitas franco/as escuras de lin-
dos padres e cores lixas a 260, ditas ditas
de padres claros e mitidinhos a 280, ditas
muito finas a 301) rs., tapetes para sala a
3?800, pegasde brrtanba de rolo com 10 va-
ras a 2s000 cada tima, cambraias francesas
de lindos padres e cores lisas a 480 rs. a
KAra. cassasorgandys de cordiio e de lindo
padres a 500 rs. a vara, cassas franeczas
muito linas a 600 rs. a vara, lengos para
DEPOSITO l)E CAL l>E LISBOA.
Na rua da Cadeia do Hecife n. 50, oja de-
fronte da rua da Madre de Dos, ha para ven-
der barris com cal em pedra, da mais nova e
mais superior que ha no mercado, por prego
commodo.
ISo escriptorio de Francisco Scveriano
Rabcllo & Filno vendem-se caixas com 32
libras de velas de cera bugias; de difieren-
tes tamanhos, sendo de 4, 5, 6, 7 e 8 em li-
brs, e de cada um tamanho em sua eaixa
separada, tudo chegado prximamente de
Lisboa, e por prego commodo.
lie muito barato a 280 rs. a libra.
Chegaram rua do Collegio n. 5 as se-
c re-
rcpucl.osem jardins, e ven Icm-sc orVre'co do prol>rio I'"" sopa ea 280 rs. a libra, e
rnmmn.i,. """ '? I ^"do em caixas para negocio ou esas par-
ticulares, faz-se algum aliatimcnlo, notan-
do-sc que ha caixas de 2 e 4 qualidades de
massa.
Na rua cstreita do R'.sario n.
Doas pare-
tudo junto
meiro andar, vende-se urna crioula,'dc 30
annos, boa figura, que engomma, cose ch3o.
cozinha e lava do sabSo.
Vende-se um negro pega, de 18 a 20
annos, de muito bonita figura, e com oflicio'
so se vende para o malo : na rua da Cruz n'
35, prioieiro andar.
QUEIJOS DO SF.ltTAO\
Vendem se na rua do Queimado, loia de
ferragcii:-. n. 13
de alugar um preta de boa ,,,"i'ucaB7ue I u?Z\TZ^ re'J' fra,5nho
saib. engoramar e fazer algum sErVul135 vS.?toSil!" Pn* "** r
cortes de casemira de lindos goslos a 5?500,
ditos finos a 6?, IHazinlias de quadros pro-
prias para caigas e palitos a 560 o covado,
riscados francezes de quadros a 240 o cova-
do, cortes de bnm de puro linho c lindos
padres a 2s00 e 2?600 cada un, cortes de
castor encorpado para caiga a 1?440, ditos
de brim oscuros para caiga a 15600, chitas
escuras e de diversos padres 160, 180 e 200
rs. o covado, chales de merino de todas as
qualidades, lisos e bordados por baratis-
simos pregos, casineta prcta muito fina a
13200 o covado, ricos corles de selim bor-
dado para colleles a 4j cada um, cobertores
para escravos a 700 rs., lengos do seda de
lindos padrrs a 2:000 cada um, e outras
militas fazendas que todas se vendem por
baratissimos pregos, e se darao as amostras
com penhores.
Vende-se a verdadeira grasa ingle-
Ka n. !I7, dos afamados liilu cantes Dav &
Martin, em barricas de 15 duzias de po-
los : em casa de James Crabtre ; Compa-
nhia, na rua da Crnzn. 12.

Em casadeHaheSchmettau>Coraparihias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Ha ni bu rao.
Na rua (la Caleia defrenle da llelarjo, venda
n. 2H ile II. S. Campal, vende-se e alaga-, ii|ie-
riures liieli.s haniliiirguezas, em pori;5o e a retalho.
Vende-e na rua da Cadeia n. 28. superior
presunto porluguer. inieiroa (10 rs., e mais objeclos
por prco.comrnodo.
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