Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07838


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Full Text

ANNO XXXIII N. 217.
Por 5 mezes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 4/J500.
OQUTV FEIRA 2T DE SETEMBRO DE 1857
Por anuo adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.'
BNUUEG&DOS DA 8CBSCBJFCAO DO NORTE.
Pirihibi, Ir. Joio Rodolpho Gomei ; Natal, o Br. Joaqulro
'Partir Jnior ; Araraty, o 8r. A. de Lemoi Braga ; Cia-
ra o Br. J. Joi d Oliveira ; Maranhao, o Senhor Jos Teixei-
n de Mello; Piauhy o Senhor Jos Joaquim retino ; P-
ti, o 8r. Justino Ramoi ; Amaionai, o 8r. Jtronvmo da
Coit.
PARTIDA DOS CORREIOS.
OI UaaraM*', Cotilla o l'arnMua ni awUa c seiias-fciras.
S. Anillo, Boacrroa, Bonil.1, Garuara', Alluilio o Gemhni: na tcrca-fcira
S. leoereaeo, Pao i Alto, Naunjih, Llaoelra, Hrejo, Pasqieira. Ingasein
Floren, Villa-Delta, Roa-Vista, Oaricarj Bil', aai qurtaa-laru.
Cubo, lr-cjuca, Seiiuhaern, nio FuraeMO, l'iia, Bjireiros, Agua-Preta, Pi
n,enleiras c .Natal : quinlaj-leiras.
iTedo* o rorreo. paricm u Id horas da manlija.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA KS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : leaunda a quintal.
Retaceo : terca fetrn aabbadoi.
Fazenda : quartai a labbados ai 10 horai.
Juizo do commercio : aegunda ai 10 borai < quintal o maio dia.
Juio de orphaoi : aegunda quintil ai 10 horaa.
Primeira Tara do eirel : Mgundaa eieitaiao meio dia.
Segunda Tara do elvl ; oartaa aabbadoi lo maio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DESETEMBRO
4 La chela aa 2 horaa e 47 minutoi da manha.
10 Quarto minguanteai8 boraa eSOminutoidt tarde.
18 La nova ai 3 horas e 13 minutoi da manhaa.
26 Quarto crcente aa6 horas a 40 minuto da manhaa
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 7 horai e 42 minuloi da manhaa.
Segunda aa 8 horai e i'i minuloi da tarde.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Matheosap. envangelijta.
22 Terca. S. Mauricio m. ; s. Digna v. m.
23 Quera S. Lino n. m. ; t. Thecla v. m.
24 Quinta. N. S. dai Mercez. S; Tyrso m.
25 Seila. S. Justina v. m. ; Ss. Senador, e Calestralo Mm.
20 Sbado. S. Cleofas ; s. Firmo b.
27 Domingo. 17 Ss. Cosme e Damio irs.
EM .A BREGADOS DA 8UBSCRICAO NO BUL
Alagoai, o Sr. ciaudino Falcao Diai: Baha, o 8r. D. Dupra
Rio de Janeiro, o .sr. Joo Pereira Martina.
EM PRNAMBUCO.
O proprietirio do DIARIO Manoel Figueiroa di Fina na iu
livraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do dia \-de agosto de 1857.
Circular.Bernardo de Saoz* Franco, presidente
do Iribunal do thesouro publico nacional, jolgando
conveniente que nai elfandegas do imperio haja ama
commis)o permanente, composla do inspector e de
man dous empreado*, para examinar qaaea as alie*
roees qoe pela axpe'rianei* se reconhecer deverem
ser felai.na tarifa actualmente em vigor, ordena aos
Sr*. inpeclorea dai theioorarias da (unida que no-
meem, sob proposla dos inspectores das allandegas,
as referidas cumraiiuii, as quaei camelara nn.iie-
diaUmeota a funecionar, para que o resultado de
seos exames e o parecer que sobre elle devem dar
aoi Srs, inspectores das tnesoorarias sejam remedi-
dos a lempo de se icharem impreleriveloienlelno
thesouro al o (ira rio mei de novembro, deven.lo as-
sim contiooar-ie proceder regularmente todos os
tonos.
Idntico a alfandeg3, nomeando para compor a
commissao nesla corle, com o respectivo inspector, o
eicrivo da descarga Loii Cypriano Pioheiro de An-
drade, e feitor couferenle l.uiz Alfonso de Moraes
Torres.
13
A thesooraria do Para', declarando, em solado a
comalia cot'slaote da sea olTicio n. >!} de 15 de ju-
nho ultimo, que essim para os lugares de colleclores
e eicrivSes das colleclorias, como em eral para os
dillereutes ernpregos de rrecadacao e liicalisarao das
mi las nacional*, he indispensavel a idadede 21 au-
noa ; eiceplaados deita regra os ernpregos do the ro e thesoararias, para os quaes se lixou i Idade de
18 oooi. na forma do art. 45 do decrelo o. 736 de
20 de novembro de 1850.
18
Ocular.Bernardo de Soo/.a Franca, presidente
do tribunal do thesouro nacional, em additamento a
circular n. 25 de 12 do crreme, declara aos senho-
res inspectores das llieiourarias, para o fazenm cons-
tar aos das alfandegaa. que as cominissfles crala
pir aqaeila circular devem informar especialmente
aobrese a tabella das laxas por batimento no des-
pacho das mercadura- sojeitas pela nova tarifa a di-
reilos na razfto do peso liquido, esta' de conformida-
de com os inleresse da fazenda e do commercio, e,
no caso negativo, quaus as alleracei que a experien-
cia aconselha.
A directora geral da despeza publica.Havendo
S. M. o Imperador por bem que, para maior facili-
dad! da impres.au das les geraei, se sappriina o ti
lulo Collecfao das leis do imperio du Brasil, e a
declararlo do lomo, parle e sen; io a que perlencem
as leis e decretos, que vem em grande numeru de
paginas de cada volume de Itis, sala o communico
a V. S. para que nesle sentido expera a competeulr
ordem a lypographia nacional, davendo a ioppresao
coraecar na colleceao do corrale anuo, se aiuda l ir
lempo.
25
A alian lesa, declarando, em iolar,ao a davdi
propost.i pelos feitores Horneados para proceilerem n
avaliacAo de una brilimites apprehendidos nocerreio
geral da corte, constante do sen oflicio de 10 do cr-
reme, que devem os mesmos feilores regular-ae pe-
lo disposlo no arl. I,j da no-i i tarifa, qoe manda
cobrar 2 por centoid valorein, lomando por bi-
se o prero do mercado impoitadur em grosso ou ata-
cado, deluzi 1 s os competentes direilos e mais 10
por eenlo do mesmo prero.
28
A Ihesooraria do Maranhao, declarando em solu-
e-V) as duvidas apraseuladas em sen oflicio de 22 de
juuho ullimo, que o chele de seci;,1o que for servir o
lugar deixado pelo contador interino s lea' a quin-
ta parle, quandn este perder aquella para perceber a
do lugir mais elevado que estiver aervindu ; c ou-
Irosim que, nao sendo jmlificaveii as fallas dadas
por molivos de pri- > emanada dos reizolamentos da
guarda nacional, e das leis a reipeilo de crimes par-
ticulares, conforme a ordem de 7 de roarr,o de 18i6 e
ayiio de 17 de fevereiro de 185i, as subsliluirfles,
nesle caso, devem dar aos substitules a quinta parle
dus vencimenlos dos substituidos, desde o dia em que
tiverem lugar as fallas as.un dadas.
A do Paran'.Bernardo de S mu Franco,
prndenle do tribunal do thesouro nacional, em *o-
lacJJo a dovida proposla pelo Sr. inspector da thesoo
raria do Pirana', em seo oflicio n. 7:1 de i do m-i.
lindo, se podem passar procurar^Oes de seu punho lo-
dos os condecorados com qoaesquer iu-inias das
ordena do Imperio, ou se smenle os cvalleiros, co-
mo se infere da letra' das inslrucrOes de 30 de maio
de 1819, Ihe declara que, segundo as angas e mo-
dernas disposic/iei da luu l.irao e regolamenio das
ordena honorficas do imperio, na eipreseao caval-
leiroi. tomada em sentido lato e na exceprlo das di-
versas lais. se comprehendtm nao s os que assim it
denominan, relindamente, comu os nulros membros
das mesmas ordem de superior grtiduaeno.
29
Circular.B-rnardo de Sonza Franco, presidente
do tribunal do Ihesouro nacional, tendo observado
que aluoiij manifeslos dos navios de cabotagem s'm
paseados em papel sellado, e nao sendo taes docu-
mentos so)eitosao imposto do sello, conforme foi de-
clarado pela ordem do tliesnuro n. 173 de 3 de se-
tembro de 1850, reenmmenda aos Sn. inspectores
das thesourariai de fazendi que l-r.im eirecliva a
everurao da citada orderu, nao s a respeito dos ma-
l fesios daquelles navios, Mnle tambem dos de lon-
go corso.
MINISTERIO DA GUERRA.
Decreto n. 935 de 29 de agosto de 1857.
Aotorisa o goveino a pasar ao lenle reformado do
exercilo Joaquim Jos de Souz, a quaolia de......
1:3755000 de suidos por elle vencidos.
llei por bem eanecionar e mandar que te execule
a rnolucao seguinte da assemblca geral legisla-!
Uva :
Artigo nico. O governo tica aulorisado a pagar
ao tenente reformado do exercilo Joaquim Jos de
Souza, a quantia de l:37.">SOO de sidos por elle
vencidos desde o I" de Janeiro de 1827 a 31 da julho
d< I-y! I ; revogadas para este lm as disposi^des em
contrario.
Jernimo Francisco Coelho, do roen conselhn, mi-
nistro e secretario de Eslado dos nesocios da guerra,
o tenha assim entendido, e expela os despachos ne-
cessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, cm 29 de afollo de
1857, trigsimo sello da independencia e do impe-
rio. Com a rubrica de sua mageslaie o imperador.
Jernimo Francisco Cnelho.
mihmih McM,
Por Amedeo Acbabd.
-tmmr,. i.
SEGUNDA IMBTi;.
VII.
Mr. de Francalin tomn i ver madama Rosa
nesie mesmodia. Nao oeccltou-lhe na a do que
Mr. de R-llnl Ihe dissera, salvo snmente o qoe se
refera ao pedido qat Ihe fizera de acliar-se em Pa-
rs na aexta-feira seguinte. Essa narraca < fez vi-
ren algumis lagrimas aos oliios de madama Rosa,
a qual exclsmou ;
Ah se elle hoovesse querido, feriamos podi-
do ser felizta !
ITm sinsolar aentimenlo de cime traspassou
inrnri i de Jorge, que di'se.
Tem muila saudade delle ?
Deveria ler, respnndeu madama Rosa.
Eslai palavrai lo limpies riesarmaram a Mr. de
Francalin, o qual tomou a mao da madama Rosa e
lieijou-a.
Oh eu Ih'a deixo agora, tornou ella, o se-
nhor niio he amigo delle?
Jorga .ninpreh n leu ludo o que pasiava-i* nesaa
alma 13o casia e ISo firme. A presenta de Mr. de
Relhel em Herblay e em Maiton Blanchi creara en-
tre madama Roa e elle relar,Ges, cuja confianza
afastava al o pensamenlo de perigo.
Aaora que a cutidero melhor, dase elle, se II-
veise podido obedecer-lhe quandn a senhora envioo-
me a Beaovais, uno Ihe loria j unis perdoado.
Madama Rosa sorrio e responded :
Oh eo liem sabia que o senhor n.lo se ca-
sara.
E se lodsvia eo o lvesse feilo !
Eu leria orado por V. S. em um canlo da
igreja, e o senhor nao leria tornado a vrr-me.
Jorge refleclio om instante, e depois acrescen-
lou :
E se Mr. de Relhel vollar curado da febre que
o devora '.'
Madama llosa encarou-o firmemente e disse-lhe :
Itespo'ida o seirhor mesitio ; que deveria eu
fazer !
Stgui-lo e esqnecer-me, responden Jorge com
esforz. *
D-me a rolo, Jorge. Eu o segurei, mas nflo
me esquecerei de vosto.
Madama Rusa coutou-lbe que islivera na vespe-
ra prestes a ira M-ison Blanche ; alraveisara dua
vetea o rio para fazer-lo. O receio de compiomel-
ler a Mr. de Relhel a retivera ; mas nao julitava-
se desemharacjjda pela partida do conde, e eslava
resolvida a temar ludo anda para arranca-lo do
alnimo.
Tive eslea ltimos das urna esperanca sua
Cosida nao extineiiio-s.
F.ssas eonversaeea prolonuaram-se tres dias. Jor-
ge e madima Rosa tornaram a ver juntos os luga-
MIMSTERIO DO IMPERIO.
RELATOBIO
aptesentado a ansemblea geral legislati-
va na primeira sessao da decima legis-
latura, pelo ministro e secretario de es-
lado dos negocios do imperio, Luiz
Pedreira do Couto Fcrraz.
( Continoacao.)
Soecorros publico.
Anda nao me he poisivel apresentar um quadro
completo de todas as despezas fritas al o presente
pelos cofres pblicos com os'soecorros prstalos
meJidas preventivas t iradas por motivo da epide-
mia do cbulera-morbus. Apenas pnsso informar-
vosacerca das que perlencem ao exercici de
1855-50, e qoe foram verdea las ale o lm do mez
de dezembro ultimo.
Montaram estae despezas a omina de......
2,188:009?5fii, que foi despendida as provincias
pela maneira constante das legoinles parccllas :
Municipio da crte e provincia do Rio
de Janeiro.........C.:580377
Provinciado Esiiirilo Santo. 17:ll2-sS
" da hain........163:1239782
o de Sergipe.......03:239*586
das Alago.s......201:8179250
da Pernainbueo.....401:1069107
da Parahida......7>.l!li?77|
do Rio Orando do Norte. 27:79691<8
i> do Cear'. ...... 69.^509575
do Piaohv....... I:0i>5>92
do Maraulio......62:708392
do Para'.......59:5969*81
do Amazonas...... 9:13*9317
" de Sania Calharina. 19:5999371
de S. Paulo......20:83I9G89
" Hu Paran'.......I4:5589tll
" de S. Pedro......19:6019928
de Minas tierais.....10:8919010
de lioyaz....... 817:2110
Eslabelecimcnlos de caridade na corle.
A Sania Casa da Misericordia continua i ler a
leo cargo os eslabelecimenlos de que roe vou oc-
copar.
Hospital.
Durante o anuo deenrridodo I" de julho de 1855
a 30 de junho de !8>(i, importaram a sua receila e
despeza as quanlias conslantes do seguinte qua-
dro :
Beceila ordinaria. 296:55S|835
Despeza.....22tl.5l3-u:',
conlinuam a ser necessara nao s< a que foi provi-
soriamente eslabelecida em parte do edificio do au-
tigo recolhimeuto das orplulas, mas tambem a que
he occopada no anliga hospital pelas mulderes em
tratamento.
ltimamente foi 13o grande o numero He doen-
tes, que aggravada esla circumstancias pelo fado de
leiem sido all recoldidos tnoitos de molestias es-
corbulicas, o governo leve nocessidade de fazer re-
tirar os ltimos a loda a pro-a, destinando para re-
cete-los um vasto edificio nacional looge domar.
Esta providencia fez cessar o perigo que ameac,a-
va nao s os oolros doentes da Santa Casa, alguns
dos qnaes tinbamja conlraliido aquella e.nfermidade
mas anda a popularlo da cidade que poda ser ac-
commellida pelo mesmo mal, se o hospital da Mi-
sericordia se ronslituisse, como se ii consliluindo,
om grande foro de infectan purulenta.
As obras do novo hospital conlinuam na propor-
rao dos recursos qoe Ibes podem ser applicados.
Aiuda falta minio para se ronclurem todas ai cons-
trucees accessoras qoe silo indispensaveis.
Casa dos exposlos.
O seu movmenlo durante o anuo passado foi o
seguinte :
Entraran).........5-2.1 Crianra.
J.i' existiam.........(o
Foram entregues com a criarilo feila 101
Total......i;i; s
Sahiram 471, lando 1 lo dadas a criar 449, recla-
mada por seus pas 15 e reinellidas para o reeolhi-
menlo das orphas e para os arsenac 3. Fallece-
rara 152, Ficaram no eslabelecimento l.
A proporjao da morlalidade conlinua a diminuir
c insuleravelmente, como se v do seguale quadro :
No anuo de 1852, de 087 crianras recoluidas fal-
lecern) 5M, ou 79, 9 por cento.
No de 1853, de 039 fallecern) 459, 00 72 por
cento.
No de 1S5, de 056 fallecern! 435, ou 00, 4 por
cenlu
No de 1855, de 007 fallecern) 203, 00. 30, 5 por
cento.
No de 1850, de 60i fallecern 152, ou 23 por
cento.
Este resallado, que ja' se poda considerar satis-
factorio mesmo nos palies mais- adiantados, he de-
sido por sem dovida ao zeln e solicilude enm que
a aduiinislrac,an tem tratado de remover as cansas da
exiraordinaiia morlalidade que ooti'ura se nolav 1.
Entre as medidas que ueste inluilo tem ella toma-
do, deYe ser referida, com > una dan mais vantajo-
sas a da elevarno dos salarios dai amas exlernas,
porque, leudo concn ido maior numero deslaa, nao
de ja' tamaita a aaslomeracao des cri-uc.as na casa
em que eslo eque carece de maior capactdade, cir-
cuin-lancia qoe pessoas da sriencia leem assignalado
como una das principis causas da crescida inorta-
li lado.
lltimamente o servido desle eslabelecimento foi
tamben) confiado a rmaas de caridade. Moito espera
a adminislrarao de>la medida, pela dedicado ezelo
de que aquellas IriDlai lanas provas lera dado entre
nos. Desde logo r> creada un aula na qual as
cnanc-s minores de 5 anuos aprendem os rudimen-
tos da linaoa nacional e a dotilrina rhriilla.
Receila e despeza n anuo de 18551856.
Receila ordinaria incloindo o saldo do
anno anterior........76:0159424
Despeza ordinaria.......02:925-5813
Sildo.....
Receila extraordinaria ....
Despeza extraordinaria. .
Alem do seu cofre especial, lera este eslabeleci-
meiilo o dos doles, creado pelos respectivos estatutos.
Do rendimenlo dos fundos existentes ueste cofre
lao tirados o dotes que se dao as orphaas e expos-
tas que se resrm.
A soa receila no anno lindo foi de 8:6363829, a
qual sommada com a que passou do anterior motitou
a 13:2539446.
Foram dados 10 dotes na impottancia de...........
9:8459232.
Hospicio de Pedro II.
Este eslabelecimenlo continua a prestar, por ma-
neira satisfactoria, os serviros proprios de seu piedo-
so lm.
Foram nelle recolhidos durante o
annn de 1850........o;| alienados
Tinham passado do anterior 19
Total.
1 iveram alia.
Tallecern) .
Saldo.......
Rereila extraordinaria.
Despeza......
Dficit. ......
76:0409601
171:4309181
197:2699285
25:8399084
Esle dficit for suppnmido por aqaelfe saldo, len-
do a quantia restante applicada ao pagamtnlo da
divida anlerior, cuja importancia licou reduzila a
7.-8779249.
Como porm sobsse a 49:l42;f.i9 a somma que
havia anda por cobrar-ie, a dlllertnra contra o es-
ladelecimenlo entre o seu activo e pas-ivo era em
ullimo resultado, no fim do dilo anno, de......
2>S:7i!'i;j00O.
Na despeza extraordinaria esta' rompreliendida a
quantia de 98:8725183, que foi despentila como
prosegoimtnlo da> obras do hospital.
Como receila extraordinaria contou-se a auantia
do 41:2009, proveniente da venda de predios com
deslino a' amorlisa^ao da divida a que me referi.
No decurso do auno lindo foram Iraladcs no hos-
pital 8,801 enfermas, entrando nesle uumero 018
que passaram do antecedente.
Sahiram curados 6,536; fallecern) 1,387, doi
quaes 233 soccumdiram durante 11 pnmeiras .18 ho-
ras depois de sua entrada ; existiam no oltimo de
dezembro 878.
A mortali lade eiteva na ratia de 15,075.
Comparado esle quadro do movimenlo do hospi-
tal com o do auno anlerior, obsqrva-se om jo;.
ment de 817 enfermos.
He devido este laclo ao cresrimenlo conslinle da
popularo .testa cidade, principalmente da eslran-
geira. Se aqoelle numero, como de de suppnr, cou-
Unoar em proeresso, a adminislrac.ao da Santa Casa
se achara m gravitaimai difliculdades por deficien-
cia de meios para fazer face 1' despeza, e por ralla
de espaqo para acominodar os enfermos.
.:oinquanto se abnsse ao sirvi urna nova enfer-
mara que foi acab ida, c esleja oulra quasi prumpla,
13:0893581
. 412879262
. 5:3279992
Dficit......1:0909730
Ten lo sido vendidos pela quanlia de 52:OOtl> Ires
prediotque necessjlavam de grande* rncenos, foi
esla quanlia convertida em apolices da divida pu-
blica.
Recolliimento das orphaas.
No decurso do auno lindo entraran 8 nrpha.is, 7
exposlas e 4 pensionistas do reculhimcnto da Sin!
Casa.
C.saram 12 orphaas, 5 exposlas e I porcionsla ;
sidiram para casa de seus prenles 2 orphaas ; fal-
lecern) 1 aggregada e 1 porcioniste do dilo recoldi-
menio.
No oltimo de dezembro existiam no est.iiieleci-
mento :
Orplnlas.............-j
Aggresadas.......... | y
Exposlas........... so
Porcionslas, leudo 18 do recolliim'eulo de San-
la Tderesa
Total
24
1.51
Receila e despeza no aune de 18551850.
Receila ordinaria.......15:4479694
Despea* ordinaria.......31:8609093
Saldo. .
Receila extraordinaria .
Hspera extraordinaria.
Dficit .
13:5573601
1:7909000
9:0305187
7:2498187
Vid* Oiort n. 213.
res qoe (antas vezes daviam percorrido As llores
lindan socredido a' nev, mas esse sorriso da nalo-
reza nao linha reflexu em seu coracha. Mavia en-
tre elle* mais inlimidade e menos effoalo. E'ia-
vam ao mesmo lempo unidos e separados. Tam-
bor, que admirava-se de nao ler mais cartas para
levar oicullamente, enlrelinda-ie em novas lulas
com o loor* prelo, por algum lempo desprezadu.
Canad nao apparecin man icnlo poc intervallos.
i.iuan lo nao andava pelo rio procurando alcum
barco para salvar, ou mergoldando para achar pe-
dras e areia, ou alguns reslos de cairegamentos nau-
fragados, o pescador eslava em Paris. Essa ausen-
cia dava cuidado a madama Rosa, a qu-I previa
ama uata l'ma larde, era qointa-feira, Jorge e madama
Rosa paesavara na estrada em que Mr. de Franca-
lin a vira pela primeira vez poucos instantes depois
que tirara Joanmha da Sena. Jorge hivia de par-
tir no dia segointe.
Madama Rosa olhou para os balis que estavam
' margeni do rio, e disse-lhe :
Lembra-se do dia em que o vi sahindo da
agua 1 Como eslava paludo He couta singular,
se .loaiiinli 1 c Jaeqaes nao livessem rilado em peri-
go de afogar-M, eu nao o leria lalvez couliecido
nunca. Fiz om quadro dessa scena. ijncr ve-lo '.'
De boa vontade, respoadeu Jorge, u qual arba-
va nesaa proposla um meiu de prolongar a conver-
sac.1o.
Tornaram logo n caminho de Herblay.
Devo rlar-lhe nina pintura em troca da onlra
que o senhor qoeimou... Se a minha agradar-lhe,
eu Ih'a darei, turnou madama Kosa abanando os
olhos, e corando pela lembranc* que evocave.
Jorge aperlou ibe o hra^o sem reiponder. Quan-
dochegaram a' casa de llerblav, e emquanln Jorge
cnnlemplava a pintura, madama Kosa csllocou so-
bre a chamin urna miniatura que tirara de urna
caixinlia.
Acha esle retrato mu semelliante ".' disse ella.
'ja ah ja nao sou msis alegre.
Mr. de Francalin deu um grito. Essa miniatura
aisignada por um pintor celebre relralava admira-
velmenle as feiroes de madama de Relhel.
He o olhar, expressao, a vida, disse elle.
No lira do alguns minutos madama Rosa lirou-
llie o retrato das maos /.ombando.
Delta islo, disse ella, rile relralo faria mal a
minha pintura, e foi por ella que o senhor veio.
Jorge suspirn.
Tem ratita, responden elle, se eu conlemplai-
e por mais lempo ene retrato, teria desej 11 de
l'uila-lo.
Diseia a la.ieira om quarto de hora depois levan-
do consigo o dezenho de madama Rosa, quando ou
vio urna voz de menina, que c chamava. Vollna-ie
e avistoa Joaninha que corra apns elle com toda*
assuasforcai.
Oh padrinho, espere grilava a menina, a
qual .lava por habito o mime de padrinho c de ma-
drinha a Jorge e a madama Kosa.
Joaninha ebegoa esbufurida trazando ama caixi-
nli 1 que apreseiilou i Jorge :
Tome, padrinho, lornoa elle, eii-aqui urna
caiiinha que rninlia madrinha mandou-me enlre-
gar-lhe... Ella qoer que Vmr. abrace.me e aceile-a
como lembratifa minha... Repeli liso tres vezes pa-
ra nao esquecer-me.
Jorge abri a caiiinha rtcoiilnceo o retrato de
Addjcionando-se a esle dficit o de7:443486 que
licou do anno anterior, e que nio pude ser suppn-
mido pelo sal lo da receila, em ra/ao das despezas
extraordinaria* fe:as por molivo da mudanza das
rreolhldaa para as casas das l.arangeiras, onde se a-
edam, resulta o excesso He 1:1359022 sobre o saldo
do aouu lindo.
madama Rosa ; eslava rodeado de urna lila de pa-
pel na qual liain-se estas palavra* : Se casar iiuei-
me o : te eu partir, conserve-o-
Oh sim, hei de abracar le exclamou Jorge,
lomando a menina nos bracos. Se eu livesse lmen-
le um pedaco da pao, e elle seria para ti I
Depoil de ler beijalu bastanlemenle Joaninha,
Jorge deixou-a muilo espantada no meio do caroi
nho, e correu apenando ao peto o relreto.
Emfim leuhoalgunia euusa della dizia exul-
tando de alegra.
Quandu Jorge chegou no dia seguinle a Paris,
reinava na cidade orna surda agitarao. Valentino,
a quem elle euconlrou, disse-lhe que corra a lo-
mar o uniforme, e que receiavam-se algamas per-
lurb.iCoes nesse dia. Jorge foi a sua ra.a. ninguem
Tora vislo ah. Sahio ubservou que formavam-se
grupos em alguns lugares. Duas horas depois rn-
fava o tamd ir em tolas as ras da cidade, e as lo-
jas fecdavam-se precipitadamente. I'm regiment
de 11 lia desfil blico. Elle ouvio gritos ao longe, e nao duvidoa
mais de que eslava prestes a rebentar a revolurao de
que Mr. de Kelhet- Ihe fallara. Vollou para 'o seu
aposento da ra de Clichv, e esperou cheio de an-
ctedade.
Anda nao havia ama hora que ah eslava, quan-
do madama Rosa entrn precipitadamente.
Nao era a mim que o seuhor e e"a, algumas palavras de Canad me informaram
de ludo... Venho salvar a Mr. de Relhel,* V. S.
ha de ajudar-me.
Jorge aperloa-lhe a mSo.
Nao Ihe agradejo, lornoa ella, o senhor disse-
me qoe eu poda contar com o seu auxilio e cont.
."unca Mr. de Francalin a vira com oldsr tan fir-
me, e expressao de semblante i.o resoluta. As-
sculou-se junio da jsnella, e ulhnu para a ra.
, Dentro de urna hora, mesmo aules, elle esla-
ra aqu, rontinuou ella, he misler que em urna ho-
ra ludo esleja prnmplo para nossa partida.
Jorge ficou paludo a ealas palavras, e responden :
Bem, ludo estara' promplo.
Madama Rosa levanlou-se por um movimenlo es-
pontaneo, e lancou-lhe 01 bracos ao redor do p*s-
enro, dizendo-lde cora orna voz, na qual palpilasa-
Ihe o corarlo :
Abracemo-nos, men amigo ; fiqfie o passado
merlo enlie nos !... Um horneo esta em perigo, soo
sua inalher, cuidemos nelle.
Que he preciso fazer "' pergonloo Jorge.
Madama Kosa disse-lhe entao que o movimenlo
projcclado filra baldado pela h- srtac.v. daqoellei que
o tinham comecalo ; nao deixariam de ser perse-
guido! os prineipaes instigadores, e Mr. de Relhel
eslava gravemenle compromellido.
Releva pois que deixe a Fringa, continnou
ella, mai para deixa-la he preriso um passapurle...
Nao conhero oulra pessoa, senao o senhor que possa
adquirir-m'o.
Jorge reflerlio um minuto, e responden :
llei de adquirir es teza de que Mr. de Relhel consentir em partir ?
Sim, se souhermos aproveilar o primeiro mo-
vimenlo... Sinto em mim ama cousa, que diz me
qoe serei allendida.
1,1 o ni lo ella assim fallava, oavio-se snar violen-
lamtnle a -niel 1, Jorge abri a porta, e Mr. de Re-
lhel apparecao rindo *s gargalhadas. Nao manifes-
loa nenlium espanto vendo madama Rosa, a eslen-
Tolal.
452
179
Ficaram em tratamento .... 273
Receila e despeza 110 anuo de 18551856.
Receila ordinaria iucluindo o saldo di
10:2809290 do anno anterior. .44:9189962
Despeza ordinaria.......53:0519981
Dficit. .
Recelta extraordinaria
Despeza extraordinaria
8:1335019
66:303s780
46:0715985
Saldo.
19*31.1795
Tendo sido supprido por esle saldo aquelle dficit,
ficou em cofre a quantia de 11:4989776.
Foi concluida a casa desuna la para lavandera e
Irala-se de constru) oulia.
De quasi todas as proviucias receben) constante-
mente o governo e o provedor da Santa Casa reqoi-
s5es para iere-o recolhidos e tratados ne-ie estabe-
Ucimenie malla alienados. Nein o edificio, p irem,
apeiar de sua vastidao, nem as rendas do estabeleci-
meiilo permillem que se atienda a todas essas requi-
sifei, pela maior parle em favor de indigenles, na
de pessoas que nao tem os mei as necesaros para pa-
garen pensos marradas para a sua alimenlarao.
Empreza funeraria.
As enfermaras e os cemilerius pblicos, cuja fuu-
dacao e administraran foram incumbidas a' Santa
Casa da Misericordia, tiveram a seguinte receila e
despeza:
Receila incluindo o saldo do anno
, menor.........360:012^)73
UP*..........356:9279619
Saldo
3:1149454
_ Desle saldo foi applicada a quanlia de 3:0775012
a' amorlisarao da divida existente, coja importancia
era, no fim de junlio du anuo findo, de 44:9229388.
Por ora nao se lem julgado conveniente fondar
essa divida em razao da alta em que se ha conser-
vado o juro da praga.
Foram sepultados nos ditos cemilirios, dorante o
anno de 1856, 7.885 cadveres, sendo de nacionaes
livres 3,127, de estrangeiros 1,662, e de escrivos
2,787. lnora-se naturalidad* de 309.
Kecolliiiocnlu de Sania Tdereza.
No periodo decoirido de 31 de marro do anno pas-
sado a 31 dejmoiro ultimo, a receila deste estabele-
cimenle monlou 21:6639000, procedente do pro-
duelo da ultima das loienai que Ihe foram concedi-
da! ; de tima representado e um baile dados em seu
beneficio, e donativo.
A despeza, no mesmo periodo, foi de 30:6039918.
A manulenrao das meninas desvahdas impurluu em
3:373/256 ; nss obras foi despendida a quantia de
2.:i0'9270, e pagou-se o saliio da conta crrenle do
aono anlerior a favor do lliesoureiro na imporlanria
de 3:7609392.
Existem anualmente l'.l recolliidas. Durante o an-
no ullimo eiitr .rain e fallecen 1.
Conlinuam a residir no recolliimento das orphaas
da Sania casa, por se nao achar nin la em eslado de
as receber o novo edificio que ie esla' conslruuido,
poslo que eslejam adiauladas as obras.
li'tabelerimentos de earidade as provincias.
Para.
No hospital do Senhor Bom J sus, sustenlado pe-
la Santa Casa da Misericordia, (rataram-ie durante
o_anno passado 414 enfermos, dos quaes l'alleceram
57,
No d* Tucundoba, desuado ao Iratamenlo de
morpbulicos. tambem a cargo da mesma Santa Cisa,
e auxiliado pelus cofresprovinciaes, existem 72 en-
fermos. Fallecern 0 na anno ultimo.
Ambos estes estabelrcimenlos esiao na capital.
Cear.
Aiuda se nao acha montado o hospital de caridade
da capital.
O edificio que foi construido para esse fim esla'
porem promplo, e cometa a furmar-ie Ihe um patri-
monio, havsiido ja o fundo de 17:813-5 proveniente
de donativos.
Parahusa.
No hospital da capital, a cargo da Sania Casa da
Misericordia, form Iralados no decarso do ullimo
anuo, 182 enfermo-, l'alleceram 29.
Pernambuco.
No hospital de caridade foram tratados, durante o
oltimo anno, 527 enfermos, dos qaaes fallecern
110, e sahiram curados 288.
No hospital do. Lasaros exisleni 29. No decurso do
ullimo anno fallecern 16.
Na casa dos exposlos existen .105 crianzas, sendo
128 do sexo masculino e 177 do femeninos Fallece-
rn) 117.
O collegio das orphaas de Santa Thereza conta
actualmente i i educan la..
No de orphaos existem 30.
Alagoas.
No hospital existente na capital, e cojo edificio se
nao acha anda acabado, recelieu o anno passado 122
enfermos, dos quaes fallecenm 3(1.
Ha oulr* na cidade no Penedo, onde s3o tratados
es enfermos pobres.
Sergipe.
Nio consta qual o uumero dos enfermos Iralados
0"i pequeos hnspitaes existentes na cidade de l.a-
rangeiras.
Rio de Janeiro.
O as\ lo de Sania Leopoldina, inaogurada na capi-
tal e destinado a' educarlo da infancia desvalida,
lem continuado a prosperar.
Nelle existem actualmente 50 miDinai e 5 rae-
Dnu*.
O ssu patrimonio lem de crescer com o producto
de 0 loteras, qoe anda re-*am das que foram con-
cedidas pela assembla provincial.
Esta' confiada a sua administradlo a' irmandade
de S. Vicente de Paulo, e a direcrao interna a ir-
tiias do Coracao de Mari.
O presidente da provincia acaba de comprar por
40:0009 om excellente edificio situado em um dos
11 elliui-es arrabaldes da cidade, para shi eslahelecer
o collegio.
No hospital de caridad* de Rezende foram trata-
dos, snmente durante 0 anno pas-ado, 99 dornle,
das quaes sahiram curados 85, e fallecern 3.
No de Valenca Iralaram-se .Vs, ten lo-se curado
4', e havendo fallecido 7.
No de Paiaiy, leudo sido (raudos 71, foram cura-
dos 46, e fallecern 27.
No de Vassouras entraran) 217, dos quaes sahiram
curados 206, e fallecern 15.
No de Angra dos Reis, de 150 que entraran), cu-
raran se 110. e fallcceram 35.
Dos Cabo Fri e Campos nio foram ainda recebi-
das as informarles exigidas. .-
No de Mag, de (o que esliveram em tratamento,
sa'iiram curados 27 e fallecen 1.
No de Prlropolis foram tratados 121, dos quaes se
curaran) 101 e fallecern) 20.
". M. o Imperador houve por hem conceder, alim
de couelroir-se um edificio apropnado onde aejl es-
lahelecido este hospital, tendo a denomioa<,ao de
Santa Tdereza, o producto dasjoiasque farem oht-
das pelo novo aforamenlo dos terrenos que c-lnrem
em comimsso pcrlenceutes a' imperial fazenda de
l'e'rnpolii, c dianou-se nomear urna comrniia3o, que
ie incumbi de realisar esses novo* aerainsntua e de
obler donativos para o mesmo lm.
I'ir sua parte, o presidente da provincia, com au-
lorisac,ao da assembla proviuical, deslinou para
patrimonio do novo hospital 40 apolices da divida
provincial, sendo do valor de 5009 de juro de
0 ';,. determinando que os respectivos juros que se
fossem vencen lo, bem como 01 saldos que exisitssem
no actual hospital, se depo e llvpothecario, vencendo juros, para serem appli-
cados a' conslruc^ao do novo edificio.
A somma a que monlam ja a< ditas joias, donati-
vos e juros, he de cerca de 10*0009.
S. Paulo.
Foram tratados no hospital de caridade eslabele-
cido na capital 330 enfermos, dos quaes fallece-
rain 46.
l'tssue o seguinte patrimonio : 71 apolices daTii-
vida publica, 50 accoes do Banco do Brasil e 30
predios. m
Na de lazaros existem 8 eqfermos.
A casa do exposlos tem 47 erianr 11. A morlali-
dade, no decurso do auno findo, l'oi'de 9 expoilos.
O hnspjiai da cidade de Sanios recelieu 332 enfer-
mos. Fallecern) 43.
No da cidade de Sorocaba foram halados 47. Fal-
lecern II.
O da villa da Conslituic/io receben 1!), dos quaes
fallecern) N.
No da villa de Ubaluba trataram-se IS. Fallece-
rain 3.
Sania Calharina.
O luispilal que existe na capital recolheu 2SI en
ferinos. Fallecern 45
Durante os 18 mezas decorridos ale o ullimo de
d vem un ullimo, a sua leceita foi de 16:2879990, e
a despua tmporlou era 20:010-9014, naquasein-
clue a extraordinaria de 0:2189700, feila pala a
viuda de sete irm.1,1.- de caridade. as quaes ia se
achata em exereicio.
Por deficiencia de meios nao se lem concluido o
respectivo edificio.
Este hospital esta a cargo de trina Ira) mdade qu
t unbein sustenta urna casa de exposlos, na qual exis-
tiam 110 lira do anno passado 88 criancas.
Trata mesma irman lade da eslahelecer outro hos-
pital para tratamento de raorphetteo em um predio
que acaba de|ser destinadamente construido e diado
para esle fim pelo ci ladao Maitmdo Jo- Ciliado,
sendo leu valor calculado em 9 a 10 conlos de reis.
Ha um hospital as Cablas da Imperalriz siluada
em distancia de peno di 0 leguas da capital, ele
I meia da cidade de S. Jos.
Enlraram ueste eslabelecimento, no decurso do
anuo linio, 01 'enfermos, dos quaes sahiram curados
0, e obliteran melhora 35. Os banhos foram con-
curridos por pessoas que nao entraran para o dito
hospital.
O edificio hcacania lo, e seria de grande olililade
que se Hie dossem proporcoes para acommodar con-
vemenle nenie os diferirlos que procura u o recurso
daquelles banhos, pruvendo-se tambem o eslabeleci-
ineiilo de un medico, botica, e enfermaras pro-
prias.
O presidente da provincia jolga que as obras ne-
cesarias nao excedern da 12:0009, e que sendo
montado o estabelecimeulo por aquelle modo as des-
pezas de soa susteularSo poderiam ser feila com a
deu-lhe a mao depois de ler saudado a Jorge, ao
qual agradeceu a exaclidao.
O11* fgida que derrola disse elle... Come-
fimos por bellos discursos e acallanto, por urna cur-
reira louca.
Sim, disse madama Rosa Friamenle, e essa
carreira de que voss poderia acabar na prisao para
alguna.
Bem o sei, respondeu Mr. de Relhel. '
Madama Rosa lemeu que algum novo projeclo se
occullassa debaixo da Iranquillidade apparenle deisa
resposla.
Entao, dise ella, vos consentirla em dormir
na prisao. e miTrer a nodoa de um julgamenlo ?
Oh lornou Mr. de Relhel, pode-se sempre
nao icr apandado vivo.
Ah exclamou madama Rosa, po1e-se sobre-
ludo procurar no suicidio rifugio contra urna lou-
cura Sempre fui soa amiga fiel, leudo o direito de
dar-lhe um coincido, e lalvez voss' deva ou-
vi-lo.
Tuda a alegra fingida do ronde havia desappare-
ddo. Elle pas denle; mas t voz da mulher parou, e inclinou-se
dianle della cora a pulidez de urn lid.lgj, dizen-
do-lhe :
Falle.
Voss deve retirar-ic daqoi, conliuuou ella, e
trocar pelo repouso essa vida de angustias e de agi-
la^O*!... Pode asegurar minha Iranquillidade, e
rogo-lhe que o faca... O que tenho bastara ampia-
mente para todas as nossas necissidades, sera' como
urna existencia nova para voss. e lalvez ache-a
mais agradavel do que pensa. Experimente a pa-
ciencia e o isolamentn. He digno de sua coragem
tenla-lo.
Madama Rosa fallava com singular animaro.
Tinlia a eloqueneia que dao a eonvic^o e a dedi-
cado ; tu lo suppria nella o olhar, a voz, o accenln
a radiaran das feiroes que nada pode exprimir. O
semblante de Mr. de Relhel enlemeceu-se.
Mas pura relirar-me he preciso om passaporle,
disse elle ; liuem m'o adquirir '.'
Eu, disse Jorge.
O conde esleudeu-lhe a n)3o, e disse im! re-
mente.
Cedo.
Jorge nao perdeu um mnalo. Jalgara observar
que havia nina vaga semelhanr.a entre Mr. d Re-
lhel e Valentino. Se oblivesse do conde o sacrificio
de seo bgodes, essa semelbaiica lornar->e-hia qua-
si real. Correu casa dn amigo, t levou-o a pre-
feilura de polica sem dar-lhe lempo de res-
pirar.
Vas tirar om passaporle para Ilraxellai, disse-
lhe emquanto a carruagem rodava sobre o caes.
Eu'*
Sim, e has de enlregar-m'o.
Valentino sorrio, e exclamou :
Bem I roohas madama Rosa.
O coracao de Mr. de Francalin aperloa-se, e elle
respondeu:
Juslamenle, e deves ler grande cuidado de
pedir o paisapnrle para Mr. e madama Des Ad-
hiera.
O preleilo qoe cande, ia Valentino ordenen qOe o
passaporle fosse dado iramedialamente.
Eu nao labia quejo endor era casido, disse
elle sorriudo.
quanlia de 3:5009 annuaes. Mas nem aa rendas do .
hospilal, qoe apenas chegam a 400g annuaes, nem '
01 recursos da provincia permutara que I3o uleisme-
Ihoramenles sejam levados a efleilo.
Projecla-se crear dous hnspilaes as cidades de La-
guna de S. Francisco.
Paran'.
No hospital de Paranagu foram Iralados 53 en- !
ferinos e fallecern 2.
S. Pedro.
A casa de caridade eslabelecida na capital leve,
durante o primeiro sjineslre do anno findo, a recei-
la de 14*039-506, e despeza de 28:218911 i.
Na sua enfermara for-m tratados, no decurso du
mesmo semestre, 431 enfermos, dos quaes tiveram
alia 366, c fallecern 18.
No eslabelecimento dos exposlos exisliam em lm
de junho do auno passado ->Q individuos. A morla-
lidade no semestre de Janeiro a juilu foi de S.
Trinli e seis frequenlaram a aula de primeira, le-
tras cicada pela Santa casa.
A casa de caridade da cidade do Rio tiranle leve,
no ultimo ana,., -., receila de 31:1099291, c a deipe-
ta de 28:60*9601.
O hospital recelieu 14 enfermos. Tiveram alia
331, e fallecern) 58.
No esladelerimenlo dos exposlos existiam, no ul-
timo de junho de 1850. 21 individoos. Durante o
anno decorrido al enfilo, fallecerum 8.
Conslrue-se ora novo e lilino para aquelle hospi-
tal, no qual se terfi j despendido a somma de .......
92:0009.
A casa de caridade da cidade de Pelotas, durante
o anno ullimo, leve de rendimenlo a quantia de
19:8689147, e a despeza de I:l9i9i94.
No seu hospital tarara tratados 180 enfermos, dos
quaes liv-ram alta 151, e failecerem 23.
No eslabfl-cimenlo dos exposios existiam 21 no
ultimo de junde. Huanle u anno at entao deconi-
do fallecern 2
Na cidade do Rio Parda est era consiru-c. 1 om
edificio para hospital de raridade. Tem-se despen-
dido ja a quanlia de 39 a 10 conlos. He obra auxi-
liada pelos cofres provinriaes.
No meu relatorio de 1855 expuz o estado em qoe
se chava o edificio, que na capital desla provincia
se eomrtjou a e llfiear afim de ser nelle eilabeleeido
o collegio que por decreto n. 139 de 2 de deiembro
de 1845 foi fundado para assignalar a chegada de SS.
MM. II. i mema provincia, tendo destinado edu-
carao de meninas orphaas, com a denominarlo de
Santa TliTe/a.
Faltando nin la maifo para a sua conclosao, (inham
sido suspensa- as obrasen) razan de a haver despen-
dido qua-i lo la lorartta (124:0969627,) qoe se li-
nha arrecadado al emao,produelo da .ubse.1r.1u que
no lempo de soa fuu Infl se abrir na provincia.
S'gun lo parlicipiiu ulliinamente o Birao de Qaa-
raiin, a qu-in o governo imperial incumbi a direc-
rao das uy-ii. 1. oiir,n. tai arrecadada mais a quanlia
de cerca de 10:0005, procedenie da referida lubscrip-
^ao, cm ella proseguirn as obra.
Esla somm 1 he porm muito sullicienle para a con-
closao di ediOeio, p ii* qoe as obras que restam i3o
orr.adas em mais Je lOfciJOOg.
Goyaz.
No hospital de S. Pedro de Alcanlara.'fnn lado na
capital, e auxiliado pelos cofres pravinoiaes, foram
Iralados, clorante o anno passado, 1|j enfermos
Falleceram 15. Teve a receila de 7:6479859, e a
despeza de 7:5073-503.
Nao receln informaees d* oulras provincias.
Caresta de gneros alimenticios.
O pre^o dos generes alimenticios continua a ser
muilo elevado, e moslr.i infelizmente tendencias para
ainda cresrer.
Este estado de cousas prnduz excessivo grvame as
classe menos abastadas, e ole pode deiiar de mere-
cer vosss mais parlicular solicitude.
Para esle fim ser-vos-h.,o prsenles lodos os *sla-
dos e os inqueritos especiaes, qoe se fizaram sobre o
odjeclo.
A diminuic-o de direilos proveuienle da nova la-
rifa, as estradas de rodagtm que se achain en) cons-
Irucea 1 pelo interior, e sobretodo ai de ferro, com-
juantn devam assaz enneorrer para mclhorar esse es
lado, ler) todava um resoltado lento.
Oulras me lida devem ser tomada, mas estas niio
caben) na aleada do governo.
O vosso p 1iriot1s.no e illuslrar.lu bao de por cerlo
uggerir-voi as quedependerera devossa aulorisajao,
e que vos parecerem as mais acertadas em urna que
l.lo, qoe entre us, cuino em toda a parle d) mondo,
be da mais diflcil -olue.lo pralica, qoer pelo lado
de sua eflicacia.qucr pelo de sua permanencia.
Inslruccao publica.
A refurma a que o governo s* propoz e vai levan-
do a elleilo nos e.labelecimenlos de ius(rocc.ao, des-
de o eirsiuo primario as escolas al-o superior as
facultades, continua a prodozir resultados iilislac-
tonos.
Embsra pa sejam ellos ainda II* completos quan-
(o se deve desejar, sao ji sobre modo animadores,
mxime altendendi se ao potico lempo que da de-
corndo de sua execucao, ao mullo qoe havia por fa-
zer-se, e aos preconreilo. enraizadui e abuios invi-
tara 'os, que era I ,rr u currigir.
Ta lo nao poda, nem pude ser obra de um dia.
Entretanto, ou se lancera 01 olhos paia as facul-
dades de direilo e de medecina, ou se alenle para o
eslado de nossas escolas e e Iruccao secun lua da curta ; quer se encare o en
sino parlicular, quer aquelle que he renumerado
pelo estado ; cumpre, por auiur da verdade. confes-
sar que em tolos el es ttn-ie ja iutrodu/.iJo bem
uleis meldoramenlos.
Mais ou menos retnam ordem e s>slema no en-
sno, assiduidade e zelo nos professores, justa seve-
n la le nos eximes ; e enconlra-se em ollima analy-
se miior aprove lamento us alumno'.
Para islo ten caucorrido nao 10 as reformas de-
Ote importa respondeu Valentino com ar
fatuo.
Es-a pequea expedidlo, na qual n bello capiUo
va tmente um negocio de galantera encha-o de
praier.
Se le deres hem no paiz, disse elle a Jorge,
escreve-me... irei verle com Joliela.
Cada palavra de Valentino enlrava como urna se-
ta no corarlo de Jorge, mas esle quena provar a
madama iosa que era digno della. Tu1o foi orga-
nisado t r impamente para a partida, e no dia le-
guinle ganharam todos Ires a Blgica. Depois que
passaram .1 fronteira, madama Kosa suspirou, e disse
em voz haixa :
Ah llerblax '
O conde e a mulher se installaram em urna cali-
nda dos arrabaldes du lado de Laekeu, a quil linda
um ia'dim com sadida para o campo. Jorge pas-ou
bi don* dia*. filiando despedio-se para soltar air.
de Kelliel aperiou-lbe vigorosamente a mao dizen-
do-lhe :
Entao V. S. quiz ama parte em minha amiza-
de ?. Obrigado.
S-r feliz agora '.' perguntou-lhe Jorge.
I).i s decidir, respondeu o conde com os olhos
volladiis para a Franra.
Oitando Mr. de Francalin lornoa a achar-se su
em Maison llianclie, cabio em um abitimento pro-
fundo. I) peusament i do sacrificio nao o suslentava
mais. Os campos que tanto amara Ide parecern)
um deserto. Pmcurava adi por toda a parle madama
!> sa, e por loda a parle via a sua imagen). No mo-
mento de sua partida para Bruxcllas, madama llosa
Ibe recoramendara que alugatse a cazitiha de Her-
blay.
Assim (arei se a senhora o quer absolutamente,
disse Jorge.
Madama Kosa comprohendeu seu pensaminto, e
nSo insislio. O maior prazer do Jorge agora que nao
a via mais. era vollar a essa casa e passar longas ho-
ras com um Itero na mao na sala que outr'uia ella
animara com sua vida. Tornava a ver 01 ohject 11
que eram de seu uso, a alampada que lite alluroiara
o traballio, a poltrona em que asseutava-se jnnlu da
janella. o novelo de las ou de seda, a lapecuria es-
tendida no tear o a agulha, o vaso cheio de llores
mu cha., u livro enlreaherlu na pagina meio per-
corrida, a pequea secretaria que datava do lempo
em que fura soltelra. Madama Kosa deiiaru om pe-
queo chale sobre urna poltrona, e ana ceslinha de
costura eslava no canlo da chamin Quan o Jurge
coulcinplava por muilo lempo esses ubjectos, ama
extraordinaria inqoiela^ao apoderava-se-lhe do es-
pirita ; chegavo a crer que ella e-lava em casa, ru-
na o bramo rumor dos seus passos no corredor, e
se um latido louoro de Tambor despertava-o da
meditarao, corra a' porta e abria-a cuidando que
olla ia entrar.
As nicas pessoas qo* elle via enlo eram Theo-
balda e Cana la. Visitava Tdeobalda diariamente, c;
e-forcava-se para substituir madama Kosa para com
Joanninha, a' qual dava cem hagafellas em nome da
madrinha. Jacques tambem nao era esquecido, e
linha mullos cavallos de madera. Quanlo a Canad,
nao linha corrpanheiro mais fiel no no. 'Todos os dias
Mr. de Francalin ajudava-o a lanrar 1 redes, e a
colher as linhas. Com urna delicadeza que a doca-
c;,1o nao ensins, o pescador nunca era o primeiro em
fallar-Ib* de madama Kosa, mas responda de boa
voutad, logo que Jorge come;ava. Essa perseveran-1
cre olas, como a peneveranc,a e ao mesmo lempo o
discernimento que lem presidido a' sua execucao, *
par do zelo e esfor;os do pe.ssoal empregado, quer
na inspeccio dos diversos ramos de eitodoi, quer no
magisterio.
A' excepcao de algumas alleracei no plano do
emiuo, eoa dislrihuicao dai materias, e oulras pe-
queas mu lilicare. acnnselhadas pila pralica no
regulamenlo do collegio Pedro II, uao se lem al o
presente feilo senlir a necessioade de reformar-**
em punios importantes os eilalutos e regulamenlo*
publicados de 1854 em dianle. Suas disposic.oes v3o-
se executando regularmente.
S 1-
lu-;ruc...io superior.
CorrenA regularmente, durante o anno prximo
passado, os trabalhoa das faculdades de direilo e de
medecina.
O inconvenientes com aoe lulavam taes estabe-
lecimenlos, provinitnles das freqaenleiab dos lentes, fizeram-ie sentir em menor esc,ti,, tor-
nan lose mus permanentes os calhedralicoi no ex-
ercicio de suas aulas.
Tudas ai cadeiras dasquatro faculdades acham-se
actualmente prvidas.
Foram jubilados, em vista das razfies que allega
ram, por lerem os annos da lei, 01 Dn. Joi Igna-
cio Silveira da Molla e conselheiro Zacaras de Ge*
e Vaseuncellos, ambos lentes das cadeiras da direilo
adminilralivu, e o Dr. Jos Mauricio Nanea Garca
da de anatoma descriptiva da faculdade de medi-
cina do Rio de Janeiro.
Falleceram os Dr. Malachias Alvares dos Sanios, "
lente da ea letra de medicina legal, e Eduardo Fer-
reira Franja da de chimica, ambo* da faculdade da
Baha.
Foram nnmeados para as ditas cadeiras os substi-
tuios a quem compelan.
Toi removido para om dos lugares vagos de lubs-
lilnlo da faculdade de direilo de S. Paulo o Dr. JoSe
Dahney de Avellar Brutero, que exercia igual cargo
na faculdade do Recita, visto ser a remocao de con-
veniencia para o enstoo, e nao causar prjuizo a ler-
ceiro.
Permitlio o governo ao lente de chimica interna
da faculdade de medicina da Baha, o Dr. Antonio
Polycarpo Cabra!, que linha completado 25 annos de
servic.0, a continoarao da regencia da sin cadeir*,
na forma dos estatutos.
Aulorisou na ir.e-ma faculdade, sob proposla da
congiegatao, e a requerimenln do Dr. Mluiliauo
Ferreira Soulo, a remocao desle lenle da cadeira de
cdiHica orgnica, que exercia, para a de medirioa
legal, sendo nomeado para aquella o respectivo sub-
Ululo, l)r;Alexandre Braulio de Magalhae* Taques,
a quem o governo delerminna, a exemplo do qea
havia pralicado com o Dr. Francisco Bonifacio de
Abren, qoe fosse a' Europa aperfei;oar-se era seu*
esludoi as materias que f.rmajn o objeclo da dita
tadeira, pelos motivos que ja expuz em um de meas
relalorioi.
Exilien vagos seis lngarea de lente* substituios,
sendo doui da sicc.ao de scieneias cirargicas na fa-
culdade de medicina do Rio de Janeiro, dous da iec-
tao de scieneias accessoras na da Babia, e om na
faculdade de direilo do Recita.
Desle lugares vagaram, om por haver pedido d-
missao o respeclivo lente, qualro em virlude da
promovi das penoai que 01 exerciam, e o ultimo
em conseqoencia da remocho do Dr. JoSo Dabnev
de Avellar Brolero.
- O quadru dos oppnsilore aeda-se completa na fa-
culdade do Rio de Janeiro. Na da Baha, porm,
eslSo inda vagos ires lugares, sendo dous na acralo
medio, e um na de ciencias accessoras.
O provimenlo desles lugares depende doi concur-
sos a que se mandna proceder.
Tendo sido creados pelo regulamenlo complemen-
tar dos estatuios das faculdades do medicina, qu*
publiquei o anno passado, os lagares de conservado-
res dus laboratorio!, tarara os respectivos vencimen-
los marcados no decrelo n. 1817 de 0 de dezembro
ullimo.
As bibolbecas de todos as farnldades resenta-
se ainda da talla de obras noval e de reconheci lo
uileresie para o tsludo das materias qoe nellas sa
eneinaTi.
Os iuconvenicntei de semelhanle falla sao de pri-
meira inluijao, e a urgencia de remedia la nao es-
capar* a vosia lol.cilude.
Lirai(to-me pois a reiterar o pedido qoe fiz no
uitimo relatorio de um* consignado animal para
este fim.
Concluram-se no decurso do anno passado as
obra' de que careca a anliga casa do recolliimento
da Misericordia, para onde mm lei transferir e foi
efleclivamente modada a faculdade de mediciua do
Rio de laneiro.
O novo edificio satisfar nestes prximos annos s
necesidades do ensino.
Grandes e espa^osas salas para as aulas e actos!$o-
lelnnes ; oulras com sullicienle capan la le para a
secretaria, aessoes di enngrea-acao, gabinetes e am-
pdilhoatros, e par residencia do porleiro da farol-
dade,ludo all se eucontia.
Os.acrescentamantas qat si fueran offerecem
alem disto o eipac/ uecessario para as escolai prali-
ca, de que lamo depende o piogresso e o desen-
volvimenlo do ensiuo da mor parle dai material
que formara os respectivos cursos.
Ha ainda a vanlagem de achar-se o edificio con-
tiguo m enfermarlas da Sania Casa da Misericordia,
desorteque, sem sahirem delle, podem 01 alumnos
frequenlar as aulas de clnica ; vanlagem ella de
grande monta, a da'qual nao gozam muitas das prin-
cipies faculdades da Europa.
Nao he ainda assim um edificio completa no.maior
auge di perfei;ao para o seu fim especial, o qual s
se poder ohter pela consiruccio de urna casa feila
les le seus fundamental com aqoelle desuno.
O eslibelecimenio das colas pnlicas he tambem
ra em amar urna mulher, que nao tornara tai-
vez a ver, coiiriijvta Ciliada, e sorprenda o so-
bretodo.
Senhor Jorge, disse-lhe um di, pretende amar
assim por muilo lempo'.' Parece-mo qu* eil na
idade de casar-se.
Issonao depende de minha vnnlade, respondeu
Jorge, madama Rosa levou-me o coracao.
Canad corou 1 orelha, e lornoo :
Oh eslive enamorado ha un* vinle annos, e
era extremosamente... Cm dia percebi que Luizinha
enganava-me por um tnoleiro de La I relie... Chorei
durante um dia como tolo... fiquei com o collannho
lodo molda I 1.,. lie uoit enconlrei o meu rival.....
Ad eu nao o linda piocurodo, mas dei-llie lautos
morros !.... Depoil cnlrei na taberna, e aahi cheio
como um tonel. No da legoime eslava acabado o
amor.
No lim de um mz d***a vida solitaria, que nada
inlerrompera, nem um 1 vilita de Valentino, o qual
eslava mailo oceupad 1 com sua can tidalnra ao posto
de cnmmaudanle de b .laida 1 para cuidar em Jore.e.
Mr. de Francalin recelieu ama caria com o sello de
Bratellu. Corre* a occultar-se em Herblav pira
l-la.
"Sou ainda en, amigo, e venho dar-lde novas das
pessoas que nao o esqiierem. Nao te pass ara dia
sem que leja pronuncia lo o ieu nome ; dar-se-hi
raso que pasie urna hura sem que voss pense em
nos ?
o At agora mus < vida he mai (ranqailla. Algurna
leilura, pa>seios plo campo, e duas ou tres excur-
ses s cida tes curiosas qoe nos rodeara, til tem si-
do n s-o enlreniment. Mr. de Relhel pirece sub-
meller-ie sem grande pezar ao exilio a que ocou-
demnei. Ede l muito ; asgazelesde Pars o com-
- oven algumas vezes. Entao sabe, e tangi-se cmi-
nhaudu. Seu passeio pre litado lie o campo da dala-
Ib 1 de Water loo, a a qual vai muitas vezes a cavado.
i.iu ni lo volla, he mais sereno, porem seu carcter
(-ni revoltas tao rpidas Ser-lhe-diam necesiirios
novos habiloi, e esses ain la nao nasceram.
Partiremos lalvez brevemente para ti Soissa pe-
lo Kheno. Se .Mr. de Kelliel der-se nem cora es.a
vagem, ch'garemos ale a Italia e o Tyrol. A vizi-
iibanr-i de Pari assosla-me. Temas < vezes vistas
do gusto daquellas que recebiamos em Hrblay ; el-
las agilao o meu doenle, e diminuem-lhe no espi-
rito os effeitos do isolament. Qiero ifatta-la*. Te-
nho pensado seriamente em leva-lo .1 Amerca, e por
aisiu o Ocano entre mise Pars ; mas recelo que
elle forme um bando de aventureiros e v para Te-
xas ou para o .Mxico! Alern disto he-ito em fazer esta
longa viagem. Na minha i iade o coracao auguslia-se
como pensarnento de deixar a Frang, ludo aquil'o
que amo.
a O nome de Herblay encontrou-c debela* de
miulis peutia.... maii'.'.... Visita vos- .-.* vezes essa- paizazeni deli-
ciosas ".' Todos os cirapos parerem-me lriles m
compararan ile'ses. Quando fecdo os odos julgo s-
los ain la ; a margen do no, a ladeira, o fumo da
aldea, o rampanano de pe Ira* ciiizentas, a negra
cortina da floresta, Inda se reflecta en mim. Veje a
o Tartaruga sobre 1 agua, vejo Canad tendo na
man 1 vaia na u lomo, vejo a rauda branca de
Tambor, unco o ladrar '..... Lembra-sa da snai alti-
mai palavrai a Mr. de Kelliel '.'
Ser.) feliz agora.'.. Ad '. quantas pessoas conheco
que o serum sem multo custo Um cauliuho do ho-
riionle Ihes baslaria, e ellas deiiariam o rulo da
Ierra para os ambicioso*...
Eslava neate lugar de minha caria quanle a che-
gada de Mr. de Relhel inierrompeu-m>. Elle volta-
va da cidade, e ahi encontrara um anligo conhecldo
Je Paris. Mr. de Relhel tinha na* olhos urna cou-a
que rontier 1 e temo : eu lia nel'ei, os movimenloi
impetuosos de leu coracalo. Inlerroguei-o, elle res-
pon leu-me por n)unu-\ Itabos, t como eo insiitisse
disae-me : Nao he nada, he um as-.lio, hei de In-
umphar delle o Pronuncio! estas palavrai o an
muila brandara, e com um olhar doloroso que me
eoiislernava. Vieram-me Ingrimas ao* albas. Q0aj
mal Ihe Caco I o lornou elle. Ah I he por elle que
choro TVminpdar sempre dos aisallos que experi-
menta '? D-me um conselhn, meu amigo ; que devo
fazer'! Devo partir e quanlo aules f Mas que alvo
indicarei a eisa aclividade feroz, a essa necessidade
de agilai;ao? que alimento aplacar,) esa fehre '! Re-
conllevo us esforjos qu Mr. Relhel lera tallo para
vencer a si uie-m ; he urna alma generla revolta-
(a contra mil pnix&es. Ah I receiu muito que as pai-
xei sajam mais fortes '.
o Nao crea por isso qae n tenha perdido a ei-
peranra.e que minha coragem esleja agotada. Nio.
hei de lutar, e nada pouparei para conseguir a vic-
toria. A cnnscicncia grita-me qae nao devo ceder.
Tambem nao deixa de tazer-me algumas accusac.e<.
Talvez eu tenha sentido mu puifundamenta urna
retida que nina mulher valorosa e reela devra es-
quecer ; por essa ferida abandonei Mr. de Relhel e
enlrcguel-o sem defeza a lodo o furor de seus ins-
liiiclos. Eu era urna barreira, destrui-a peta minha
fgida Ainda boje tenho eslremenmentai doloro-
**, qnanlo cuido no pas.sado. Ah I Daos me ajode
para que eu Iriumphe de mim mesma e delle !
Se parlirmos, mea amigo, voss o saber ; ie
Jeixarmoi a Europa voss vira a Bruirllas para que
eu o abrace pela ultima vez, sa o mar liver de sepa-
rar-nos.
He inexnrimivel 1 perturhasao em que esta carta
latira-i a Mr. de Francalin, Tornon a le la dez ve-
zes, e va sempre o O -eano entre madama Hoa e el-
le. (Jiieria partir para a Blgica, e receiava deigos-
la-la. Canuta qoe o encontrou nao alreveu-sc a fal-
lar-lhe, lie triste achavi-se e ieu semblante. Jorge
ia e vlnha de Maison Blanche a Herblay, recoidau-
lo no espirilocada palavra dessa carta, da qual ei-
I iva suspensa a sua vida. One coii'clho poda dar.
aquella i|u lau^ava para elle um grtlo d* ITIiccilo .
Elle roesmn nao eslava decidido a parlir ptra a Ame-
nes, se madama Rosa para la fugisse '!
Esse adida de f-bre durou tres dias. Na manhaa
do quarto dia Jorge lomuii o camni- o d* Herblay.
0< ps o ron lazirara por si roamos Quando suba a
l.idcira com os olhos filo* ntreho, Tambor parti
como urna frerha lalindo. Jorge levanlou os olboi, e
vio ao longe abertas as janella* di "-a de Herblay.
Veio Ihe ao corarlo a idea de que madama Kos* li-
nda talvez follado. Elle deu um grilo, ej-oz-sea
c rrer ; depois paroo sem atraver-ie mais a eami-
nbar, e disse com sigo : Si fr ainda um souho
Enlrelanlo as cortinas agitavam-se alegremtnle, e
Tambor continuara a latir, lie laucn --e par* a
oasa. l'ma molher eslava aporto, e e'len lia Ihe as
maos. Jorge lomou-s desfazendo-se m lagrima*.
(<"oMliHM-ar-.e-Aa.)





DIARIO DK PERNAMBUCO Oi ARTA FEIRA 23 i SETEMMO DE 1857
urna das mais uigentis ntcassidadet da facilidades
de medicina.
A mu retlisacSo sii depende hoje de que aotoriseis
a tespecliva deipeza, removido, como le acha na fa-
cilidad* do Itio de Janeiro, o principal embanco
proveniente da falla- de casa apropriida.
A f.iculdadc de ilireilu do Reeife conserva-se na
ijm i H iicol .1 para onde foi transferida de Olinda,
por nao se lt| enronlradu oulra mellior.
1 or.mi itmellidas ao governo as memorias hislo-
rico acadmica, das duas faculdades de medicina, e
da de direilo do Kecile.
Falta smenla a da faciil lade de S. Paulo, a qoal
nao foi aprrienladi tm rizo de ler lomado aisenlu
na as-emblea daqqella provincia, no lempo em que
a devia eterever, o lente escolhido para iso.
Majidei animar a e-te relalnno as dilaa memo-
ria, alim de que por ellas flqueis inleiridoa de lodo
o mu menlo oecorrido nai facilidades superiores que
ae achara ligadas ao miiiultrio do imperio.
No relatado do anuo passado chamei a allanlo da
issembla gcral para o fado, para mira bim caracte-
rstico, da tendencia man pronunciada dos espirilot
para o esludo, de leriin alguns trilles presentido
ja i misi leracao do sumiiio e fcito imprimir Iraba-
Ihos que os bonram, eicrrvtndo a formando Com-
piod.nl, cuja falta era inuilo scmivel em nosiai (a-
culi des.
Moje lenho o pra/.er de noliciar vos. que 13o ei-
perancosa tendencia inlinua a manifestar-re da
parle dos meemos lenles.
Alera dos compendios de qoe enlao fiz menean,
e do- quaes eit a (oncloir-te a imprettlo das l-
(es de anthropotomia para servir como compendio
do curso de anatomia descriptiva do lente ltima-
mente jubilado o Ur. Jos Mauricio Nuues Garca,
leudo ja aido adoptado pela reipecliva congregarlo,
tur mu re medida* ao governo as itguiulei obras :
Do-is compendios do l)r. Pedro Aulran da Malla
e Alhuquerque, lente da faculdade do Kecife, sendo
un sobre o direilo publico universal e oulro sobre
economa pvjlilca.
tina obra do Dr. I.oorenc,o Trigo de Loureirc pa-
ra servir ce compendio do uosso direilo civil, e ou-
Ira conleuJo annolacOei ao cdigo commoicial bra-
lileiro pelo Ur. Braz Florentino llenriquet de
Souza.
Tenlio noticia di oulros compendios que se eslo
Indi elaborando, e que lera de ser (presentados a..
governo.
A iin Jeiir:a a qut me teliro vai, como era de es-
perar, transmillindo-se dos lenles aus esludanles,
muilos dos quaes tmpregam boje as horas, que po-
dem l jii-ir eos eitudot tendrmeos, as sociedades
Iliterarias, e em associac/ies philanlropicas com o fin,
de coadjuvar seus coinpanheiros desvalidos da for-
tuna, beui como na publietc.b de jornaes Iliterarios.
Agora passarti a dar-vos conla do movimenlo es
colar das qo.dio faculdades, durante o auno pli-
sado :
Matricolarara-ie em todas ellas.
I-ora ni approvados pleuamenle.
u simple.ineute.
rtpruvadoi.
Deixaram de f.zer aclo.
I'erdcram o anuo.
Falleceram.
t\ diudo ni algarismos cima englabadps por ca-
da urna das faculdades, temos o siguinte resultado :
Nos 5 annos da faculdade de direilo de S. Pculo :
Matricularam-se. -''- alumnos.
Ohliveram apnrovarao plena. U70
Foram approvadosiimplesmeDle 18 a
Foi reprovado. 1 o
Nao zeram aclo. 2 >;
l'erdeu o auno. I
Na faculdade de direilo do Kecife :
li.screveram-it. .'I1G alumnos.
Foram approvados plenamente 81
limplesmeiile 8
Foi reprovado. 1
Perdern) o auno. (i
Na facoldade di medicino do Itio de Janeiro :
Matricularam-se. 1(8 ilumnos.
Foram approvados plenamente 107
* simpleeuieute .Vi
Nao compariceram aos icios. :i
Foi inh,,'.. litado. 1 n
Falleceram. 3
Na faculdade de medicina da Babia :
inscreveram-se. 185 alumnos.
l'iviT.im approvac.lo plena. 136 a
Foram approvadossiruplesmenli 38
v reprovados.
Deixaram de fazer aclo. 4
Perdern) o anno. >
Concluiram osesludos.e lomaram o grao de bi-
chareis 72 alumnos, a btr :
Na faculdade de S. Paulo.
Na do Kecife.
Duuloraranvse (>(l, a saber
Na faculdade' de S. Paulo.
Na do Kecife. 2 o
Na de medicinado Itio de Janeiro 27
Vi ill llalli.i. 28 u
O cuiso de pharmacia em ambas ai.faculdad
medicina leve lugar 45 alumnos, sendo :
Dos da faculdade do Kio de Janeiro. 15 alumno?.
Dos da Babia. 30 o
Na. Primeira :
Foram approvados plinamenle 5 alumnos.
B simplesmenle fi
i) reprovados 3 i>
Nao fez aclo 1
Na segunda. :
Foram approvados pleuamenle 12 alumnos.
simplesmenle I i
Reprovdut i
Nao foram habituados 2
I allereu 1
l.oucluii.ini ocurso de pharmacia 15, a sabir :
Na Faculdade do Kio de Janeiro 7 alumnos.
Na da llalna 8 i
As provincias do imperio cuulribuiram pan a po-
puladlo escolar das Faculdades, da soguinle nu-
neire :
1006 alumnos.
811
158
8
10
15
1
II alumno*.
31
3 >
ule
do aviso do imperio de 9 ile julho ultimo, decla-
rando que nao destinando a lei do rr.in.....in quola
para nluguel da casas para 'as provedorial de Mude,
dev l dista piovinria ser aromiundada no edificio
de alguma das rep.irliri.ti publicas.Cummunic- u-
se ao chefa de polica.
Porl.riaCreando, dr conformidade cun o S I do
arl. J da lei D. 43f de 15 de juuho desle annu,' e se-
gundo a propojia do couselho deliberativo de ins-
liui i.,o publicareis cadnras de in>lcuccao primaria,
sendo lies para o seio masculino na povoac,aode Ipo-
juca.fregurziadeMuibeca e NosiaSeohora da Luz,
tres pare o feraiiiino as freguezlas de SiriohArm,
l.imoeiro, e na povoafao da^iusii S'nbora do O' de
Ipojuca. Cuinmumcoiise ao direclor geral da
iiiatrucc.iii publica, e a' Ihawariiii provincial.
DitaConcedendo ao ofli.ial-maior di Slrelaria
do governo, bacharrl Jas Ututo da Cui lia Figuei-
Franciaco Noronha de Menrzes, Julo Placido de
(jouvea. Jo- Juaquim de Souza Jnior, Jo- dos
Sanios Eloy, Anlonio Tornaghi, Carlos Sloppani, e
Edmundo Carlos l.erov.
Eutrou em 2. discussio o parecer da mesa, aug-
mentando os ordenados de varios empreados da
cmara, Precdendo-Bl a tuiac.io ficou o pmciei
prejodicado, sendo approvadasaa duas seguinles
emendas :
ii Os continuo lerao 800 de ordinado e 150s de
gralilicacao, os porteiros 1:000.3 de ordenado e 3009
de gralilirai}.o, e o crrelo Uta' 8005 de ordenado
e 200 de gralilicacao.
Aogmenle-se a gralilicacao do eiercirio doof-
licial maior cum m.iis smi-, e; dos olliciais com
mais OOy.
l.iiirm por lim, lendo-se pedido urgencia, o pro-
jeclo quf aulorisa o governo a conceder duas lole-
11 julgado objcclo de deliberacao, e vi a inipri- i leem maiores probabilidiides de Iriumpho lid os Sis,
mir para entrar na nrdem dos Irabalhos, um pare-i Ur. Frates, barau doTiel, Dr. Frauciscu Pinto, Pe-
cer da commissao de pensoai e ordenados approvan-1 reir Chaves, a Dr. Manoel Ututo. A modesta
redo Jnior, 3 metes di licaura cum ordenado, pa- rias annuaes, durante el o-anno-, sociedad! dra-
ra ir a corle tratar da saude.Cummunicou-se a'
Ibesouraria provincial e a de fazenda.
DitaDesignando o oflicial da secrelaria do ge-
verno Anlonio Keile de l'inlio, para xercer interi-
namente as funecoes de secretario, viilo acharem-se
licenciados os respectivos secrelaiio e cfliciol-maior.
Communicou-se a' Ibesouraria provincial.
OfTIcloAo commaodaute das armas, solicilando
a ispedicao de suas ordeos, para qne sejain receb-
dos na fortaleza de T.mandare, os ofliciaas guar-
das da comarca do Kio Fornio*o que forem
malica do thealro de S. Francisco.
por nao l.aver casa.
Rao se volou
as na comarca do Kio l'ormo'o que torem presos "J
por falla de servico Communicou-se ao respeclivo p ""os*:;
SECADO.
SESSAO DO DA 17 DE AGOSTO DE 1857.
Pretidencia do S'. /-uzebio de ijueiro; Coulinho
Mal tuso Cmara.
A's II horas da manhua, o Sr. presidente abre a
se*sao, ichando.se prsenles 30 Sr. senadores.
I.idas as acias das sesies antecedentes, s3o ap-
Kio de Janeiro com 244 al ii nio?.
Babia a 243 B
Pernambuco 12U B
S. Paulo 9a B
Minas (ieraes rt 84 B
Carra 33 11
1'.Hollina a 31 a
Maranhao 25 a
S. Pedro du Sul B 25 a
Sergipe 18 a
Piaiihy 16 B
Para' B 12 B
Al.. :;uas 12
Paran' 10 11
M alo- Oro-so B 8 '
Bio-C-raude-do- Surle 6 B
liovaz B .> B
Sania Calhariua B 1 11
l-.-p lito Sanio B 1
>, -cii.n rm paizes eslrangeiros 8 B
Na I .iciilila.le de Direilo de S . Piulo acliam- matriculados no eorreule anuo 3'8 eslml mies dis-
Iribuidoi pelos aunos do curso da ii-ii.cira seguinle :
! anno. 76 al mu.
> n 58 a
3- 8
4- 68 i)
5" 58
Da Faculdade do tecife nao cheg ram .mua es-
clarecimeuioi a esle respeilo.
as F'aculdides d e Medicina malriru!. ram-se no
eorso medico 306 ciludanles, livididos como se
seaue :
1" anno 22 B
2- I 26 n
3" 19
4- 85 >>
5' 2 a
6- a 62 B
commandanle superior.
DitoAo Ein. presidente da rel.i^ao, '.'nleirau-
do-o de haver piorogado por ilous rnezes o prazo
canredido a Jo9o Evangiisla Ferreira Paz, para a
apresenlac.i1o de sua caita do ollicio de iscrivao do
crime, civel e lubelliilo de notas de Caruaru'.Com-
mun eou-si ao joiz de direilo do Bonito e ao juiz
municipal di Caroaru'.
DitoAo commandanle superior do Kecife, inlei-
rando-o de ter tuneado no rcquerimenlo do guarda
Joo Baplisla de Muracs.e Silva, o seguinle despa-
cho :Sfjn o supplicaule dispensado no servi{oil
prxima reuuio do couselho de qualilicac,ao, a
quem dever requerer o seu direilo.Communicou-
se lamtiem ter sido proferido iguel despacho no re-
qiieriineiilo de Francisco Ignacio de Alh\ de, acerca
da dispensa de um seu llho.
DiloAo direclor interino d inslrurcao publica
ceriiliciudo-o do ler deferido 0 rcquerimenlo de
Francisca das Chagas Kibeiro de Olivelra, pedindo
o pagamento da gralificacao a que ie juina cora
direilo por haver sulisiituido a professora de S. Jo',
pui -pa,.. de 3 matas.
DiloAa minino, dando -ciencia de lr concedido
ao professor de Aauas Bellas Libralo Tibuitino de
Miranda Miciel, le vantagens a que tem direilo,
vislo ler-se habililado na forma da lei.Cummu-
nicou-se Ibesouraria provincial.
DiloAo chafe de polica, declarando ler-se man-
dado salisfazer as despezas cum o soslenlo dos pre-
sos pobres ua cadeia de Flores, nos mezei de abril e
maio ltimos, com luns para o quartel do destaca-
mento daquelle lirrnu de Janeiro a jonho, e su.len-
to dos presoa pobres da cadeia de Goianm uo mez
da julho ultimo.
DiloAo direclor das obrs publicas, communi-
caodo ler deferido o r i)uerimeiilo de John Donne-
ley, maiidaudo renovar o contrato com as mtsmas
con,lices, a pelo mesmo lempo du anterior, Pi-
cando lem elleilo e sem direilo a rcclamarao al-
guma, logo que for arrematado o callntenlo das
roas.
DitoAo mesmo, recomn.prl n l.i maior acli-
vidade na conclusao do couccrlo da pona de Sanio
Amaio, prohibinio o Iransilo por ella para evilar
que se reproduzam acontecimentus laesomo o que
se deu na noile de 23 do coirentc.
DiluA'conimissau de hygieue.Dando o Piarlo
de l'eriiambuco de hoje a noticia de que na uflici-
na de R'migio kneip. no alerro d.i It n-Villa, leem
doccido de febre amarilla alguns olliciaes allenin,
nm dos quaes ja fallecer, compre que a conimis
silo de hygiem trate de examinar aquille eiUbele-
ciinenlo, e prescreier oque for convtnienle pa-
la que all mo se desenvolv um foco epid-
mico.
D loAo Ihesureiio das loteras, dizendo em
ie-pi-la as coiisnleraroes por Vine, ipreainladisso-
bre o modo porque enlende a lei provincial u _s
de lo de juiilio ultimo, na parle relativa li graliflea-
t-lo concedida no piesidenle das lotera, que a in-
lelligcncia della he a ji dada pela presidencia em
ollii io de 30 do pascado.
DiloAo direclor das obras milare, para qoe
enleiidm io-te em o Inspector di Ibesouraria pio-
vincial, mande fizer os coneertos indispnisavcis na
caberla da parle du edificio em que funeciona aquel-
la lliesouraria.
DiloAn commandanle. depolicii, para mandar
apreseular com uraencia ao chefe de polleii, 4 pra-
(as daquelle corpo, para escoltarem pres is dejosli-
ja, que se deslinain a Iguarassu'.Communicuu-se
ao referido thBfe-
PoilariaEioueramlo a Bernardo Kibeiro do
Amaral do enrgo do pruneirn supplenli' do'subdele-
gado de Pauellas do Ierran de Caruiru', e numean-
do pa o subilituir a Csclanu Jos da l. -la Bas-
tos.
COMMANDO DAS ARMAS.
Sjaartel caaeral do comisando dai armas de
Panaambaco na oidade do Reeife, em la de
setembro de I.' 57
OKDEM DO DA N. 25.
O brigadeiru commandanle das armas Merino de-
clara, para os lins convenientes, que medanle a
disposijao do aviso no minislerio da guerra de l'.l
di aguslo de 1852, en gajo o uesta dala para servir
por mais seis anuos nos termos do regulamenlo de
14 de dezembro iio 1852. prendendo exame de ra-
nidade, o Sr. 2' cadete sargento da 3." compa-
nhia du 10 h,llalli.1 i de infanlaria, Jos (.) tintino da
Hucha Oliveira, u qual alm doa veii.-imenlos que
por lei I lie compe'irem percebera' o piemio le 400J
pagoua forma do arl. 3. do decreto n. litli de li)
de junlio do 185. e findo o engajamento nina dala
de Ierras de 22.500 Iliacas quadradas. No HH de
dcserjAo perder' as vantagens do premio, e aquel-
las a que livor direilo, aera' considerada como rc-
crulado, descnnlandu-te no lempo do engajamento
o de pri-.lo em virtude de -iilenc. avrrliaiido-se
esledesconlo e perda das vanlagcus no respectivo
litlo como he por le determinado.
(Assignadoy.Jo3o Jos da Cosa Pimmlel.
Conforme.Demetrio da C-usmau Coellm. Alfe-
res ajodanle de ordens cucairegado do dclalhe.
alumnos.
alumnos.

B
No corso pharmaceulico 27, sendo no
1* anno. 15 alumnos.
2- b II
3- a 1
Ao lodo 333 matriculados, conlrihuiodo para este
algariMBfl W Faculdade da Corle core 150, e a da
Baha com 183.
as pocas filadas nos estatuto* procadeu se ios
enmes das materias nigidas como preparalorius
para as matriculas das faculdades superiores, a de-
raui o secuinlc resultado :
Foram examinados 1 "Mi
Approvados plenamente !i50
u simplesmenle 482
reprovados 161
Cali a' Faculdade de S. Pan o :
Examinados 507
Approvadoa plenamente 272
siinplismeiilc 202
!! tomado, 33 u
E Faculdade do Kecife :
Examinados losa alumno
Approvados plenamente 678 a
limplesmenlt 280
lieprovndns 131
Ni de medicina da 1! hu :
Insereveram se
Foram exaniiuidos
o approvados penamcnle
o simpleimcnle
Keprovados
Juntando as tres Facul ladis temos
Fxaines
Approvaces pleuaa
a p^la maior parle
Kcprovatoes
Km raza i de serem validos os exames de prepara-
torio* rallos permite a inspectora geral da iustrnc-
'.a.. pi linaria e secundaria do niunici|iin da corle,
II nao procedeu na lacul.l.i e de Medicina do Itio
de Janeiro a exames dos preparatorios nus mezes de
Bovembru, I everciro e Marco.
Naa aulj> do 'piep raloiios annexas a; laculdailc
-I inar
, o lo lauto-, sendo T\
rile, a 53 na* di de S. Pial
NM dil,i.ma- vigorar do 11 uta.....|0 im dian-
le ,i- Iaitrac(oai '. rormolei e esped em .tata de
> de maio dn linio fl- ajo psia a n
di ciplina.
l.oii,ri,aiu senai Faculdades nos losaras dedi-
le.t.iii--, i, misinos cilla.Uo. qua exereiam esiaa
caraos quin lo .<\>tf niel o ultimo relaloro,
I os lites nuil.....,im a letempciiliar us lune-
5 '- ruin lelll I ilc l|-,|._,lo.
Continuar ha.
dVBUO DA PttOVIMCIA.
Enpidfenre do I .'. goato |857.
Olli-iuA' Iheaoui.iiia da lazcuda, iiileiianju-j
136 ilumiu-
303 i)
110
111
70 B
1899
1060
396
-Ji:l
RIO DE JANKUtO.
3 de setembro de 1857.
Iloulem no senado, o Sr. Pimenla Dueo funda-
menluu um rcquerimenlo pira que se pecara ao oo-
verno informaon-s sobre o estado em que se acha a
estrada que, da ci.lade da Con-liluicao segu para
margem oriental do Paran, c sobre o caminho ira-
vsso para n dislricto da freguezia de Santa Auna,
perleucenle a' piovinda da Malo Groase, alim de
saber-se, se, com pouco Irabalho, essa ealrada p.le
oflcrecer Iran-il.i a carros, ao menos na e-lacio da
ecca.
No resto do requerimenlo o nobre senador pedio
esclarecimeiiloi sobre outras estradas da provincia
de S. Paulo, c copia da* ordeni e roleiro- exislen-
les na secretaria da presidencia dessa piovincia so-
bre o caminho, que oulr'ori se oiiigia ao di-tr co
de Sorocaba, e que, pendrando pelo lerrilono que
inedea ende os nos tiel c I'arauapaiuma ia ter-
minar na cosa oriental do 1'aii.n, quaiisi em freu-
le da foz do rio Pardo.
E-te requerimenlo foi apoiado e ipprovad.-.
Enlrou depois em l.a discussSo, em presentido
Sr. minislro do imperio, ,i pmpnsla do poder exe-
culivo, a eininla .1 cmara dos depolados, lixando
O Sr. Primtiro Secretario do cunt do segoinle
EXPEDIENTE.
Dous ollicios do 1-secretario da cmara dos de-
puladui.
I.' Parlicipaodo ao senado que por cilicio do mi-
nisterio da Ia7enda de 6 do c urente cuuslou na dita
enmara que S. M. o Imperador consenle no dicreio
da assemLla geral que aulorisa o coverno para de-
poiilar no Banco do Brasil e suas caitas liliaes a-
-oii.n a- diiponivtis do lliesouro e lliesourarias.
luleirailo.
2.' Iten.etlentii a propoii;,lo que eslabelece re-
aras para as sociedades em commaudila, em addita-
iiienlo ao qoe dispe o cdigo crmiuercial nos ai ti.
311 e 314.Inleirado.
Um ollicio do presidente do Kio Grande do Norte,
remetiendo a collec^ao de leis da assembla da mes-
ma provincia no anuo prxima lindo, dous exera-
plare da falla qua o antecessor do mesmo presidente
dirigi A inesina assembla por occasia da ab.rlura
da se-sfio ordinaria no correle auno.A' commis-
sSo de assembleas provinriaes.
Dios icqtu uni-i i. s, i.iu .io padre Macario Cisai
de A lavan Ir ia e Souza, vigario da vara c arrypresti
das igrejas da provincia de Sania Calharina, pedindo
viola loterias para as obrai das ineiin-.s matiizes.
A' commissao de fazenda.
i lutio de Adriano Aueoslo Bruce Barrada*, se-
cretario do 111honal da relajo do Marunhoo, na qua-
lidade da bfluial-maior da exlincla junta do cum-
mercio da mesma provincia, pedindo para se Iba
mandar pagar os seus ordenados deide 1852 al 1855
que se Iba deve.A' commissao de fazenda.
OKDEM DO DA.
Continua a 2 diaeoialo da proposi(ao da cmara
dos depul.idoa autorisaudo um ein| esi mo de :IOO
conlus companhia Pona d'Area, com o artigo ad-
dilivo do Sr. visconde de Albuquerque, apoiado na
ses-io de 11 de doslo.
Julgada a malcra discalida, e po>lo o artigo a
votos, lie approvado, e juntamente a proposic/io para
pas-ar a 3 di-cu- ....
lie approvada em 3" discossao a proposijao da c-
mara dos depulados approvando o contrato do Dr.
11..iiii.in Blumenau para fundac,ao da urna colonia
no Itajaby, em Sania Calharina.
I'as-a sem dab.ile em 1" a 2" disenssao a pruposi-
cSo da cmara dos depuladoa concedendo lolenas a
ItlocilcSo de caridade da corle.
Entra em 3a discus-.lo, a be approvada sem deba-
te, a propoiicao da cmara dos depolados que aulu-
nsa govcriio eslendei o servico da naTega^So a
vapor al o porto da Vicloiia, na" provincia do Es-
pirito-Santo.
Entra em 3-' discussao, e lis approvada sem dba-
le para subir samcao imperial, a propo*c,ao da
ntaama cmara antoriiindo o governo a proporcio-
nar companbia da e-Irada d ferro de Pedro II o
linios de coiitraliir iienlro oo fina do impx/io um em-
preslimo equivalente ao (erco de seu capilal.
He approvada sem dbale em 3J discussa.i para
subir a -niicc.io imperial a proposico da mesma c-
mara concedendo urna lotera a Sania Ca*a da Mise-
ricordia da cidade da Victoria, na provincia do El-
pinto-Sanio.
Sao approvadas sem debate em 3 discossao varias
pro|ioi.;es da me>ma cmara coucedendo varias car-
las de naluralisHcao.
Passa sem dbale em l discuisao, e enlra logo em
2a, a proposic io da mesma cmara concedendo duas
loteras para as obra* da matriz da villa do rala', e
oulra a beneficio .da villa do Desemboque, cm Mi-
nas. Geraes.
Sao apoiados, c eutram em discussao, as seguinles
emendas :
Pata mesma mentira, e com a* mismas cundi-
eres, li...... concedidas lies loteras para conclusao e
repavos das nialrues das freguezias do Abrc-Cimpos,
Sau.le-e Paulo Moreira do tetrao de Mariauna, e da
matriz d S. Miguel do Piraciraba do lermo de llu-
bira deMalo-Denlro, cojo producto sera' com igual-
dade repartido pelas ditas malrizes. Feruaiidts
T.rres.
o Conccdam-se seis loteras a cada um dos bot>
pitaes de caridade da Cachoera e da villa da Bar-
ra do Kio Grande da provincia da Babia.Silva
Forras. ,
Julgada a inaleria diiculida, sao as emendas ap-
provadas, o a proposito igualmente approvada pa-
ra i o-..ir a terteira discussao.
Paisa sem dbale em t.i e 2." ,1 -cii-.lo a propo-
sito da mesma cmara concedendo nina lotera
para a fundaban de una casa de misericordia na vil-
la de Iguape, cm S. Paulo.
Passa sem dbale em l.i a 2. discussao a proposi-
to da mesma ornara concedendo duas loteras
para os obras da matriz da villa de S. I.uiz, em S.
Paulo.
Passa sem dbale em I. e 2. discussao a proposi-
tan da mesma cmara concedendo doas loteras para
as obias ao hospital da Misericordia da villa de J-
car.lij, em S. Paulo.
Passa sera dbale em 1. a 2. diicnuBo a propo-
sico da mesma cmara concedendo duas lolenas pa-
ra as obras da malriz da cidade de L'baluba, em S.
Piulo.
Passa igualmente sem debate em lerceira dis-
cussao, e he appiovada para subir a sauccau impe-
rial, a propo-icio da mesma cmara concedendo
dua* lolerin para aa obras da iareja de S. Pedro,
na cidade de Marianna, e cual numero para o aca-
bamenlo do edificio da Sania Casa da Miseii-
cordia da cidade do Sabara', na misma provin-
cia.
Esgolada maleiia da ordem do da, o Sr. presiden-
te marca a ordem do dia.elevaula a MtaSo ao meio
da.
A ordem do dia da ses-a i seguinle he .
Prracia discussao da piopo.irfto da cmara dos
depulados concedendo lieaoeii: 1.a, ,u desem
bargador Figoeira de .Mello"; 2.-, ao vlgaiio Jo-
s Das de Olivcira Flelo ; S., ao Ur. Vlllell Ta-
lares.
do a peinan animal da 1:2008 concedida ao" en.....
ilic.ro Diego S mes da Silva Iiv.r.
He approvado sem debate o parecer da commissao
de poderes, recouherendo suppleiile do depulado pa-
lo l2.di lor de Carvalho.
O Sr. Dantas, obleado urgencia, faz algumas con-
sidiracne-, e oITerece o seguinle prujerlo, que hi jul-
gado objeclo de 1. Iiwr.o i i e vai ijpniuir para eu-
trar Da ordem dos Irabailms :
a A issembla geral legislativa resolv :
Arl. I. l'ara i eleicao de senadores subsislravea
mesma divisilo dos collegios eleiloraes feita em virlu-
de da le de 10 de agosto de 1816.
Arl. 2. Kevcgain-sa as disposicoes am conlra-
rio.
a Paco da assembla gcral legislativa 17 de goslo
de 1857.M. Dantas.
OKDEM DO DIA.
Conlinua a discos>3o dos arligos aldilivoi rinda
geral do impe io.
I. eui-se mais e apoiam se os spgiiinles :
a t)s ordenadoi do oflicial-maior, ecriplurario e
porleiro do tribunal do commereio de Pernambuco
licaro igualados aos qua percebem os da provincia da
Babia.
o O* amanuense* de ambis os Iribunaes percebe-
rao 8005 em vez de T'KjJ que actualmente lem o de
Pernambuco, e fJOUJ o da Baha.
o Os ajudanles de porleiro lano de urna como de
oulra reparlicao lerao 50H?.Goni.alve* da Silva.
" O produelo dos 2 por cenlo addicionaes nos
.direilo- oe expcrlacao da pruvincia da Paraliiba do
Norte ser applicado ao melliorameiilo de suas va*
de coininunicarao.Diogo Voltio.Toicano Brralo,
Ai.'_ e Mello, o
" Fica aulonsado o goveino a prestar urna subven-
cao animal de 20.;n.H> a provincia de Mato-Grosso
para serem api.Meados em benecio da iustrucrao
publica da mesma provincia.Jos Deliiu de l-
meida.Peixole de Azevedu.
(i Se passar o artigo em qua lio elevados os ven-
cimenlos dos empregado* dos crrelo*, leja com a
clausula dedesde ja.Baplisla Monleiro.
Os venciinenlos dui secretarios da faculdade
de medicina licam elevados a 2:1003000. Costa
Piulo.
- Flea elevado n 1-miii-- o ordenado do secretario da
i .a.
I ita separada doa propiiui n-ciouaes, a perlen-
cendo por ululo perpetuo a irniandadt do Espirito
Santo i'a cdatle 00 Kecife, a igreja du anligo rolle-
go dos Jesutas da mesms cidade, da qual a referida
irraandade ja' se acha de posse por concessao do go-
verno.Brandao.
Na reforma dus oiTkiatS doexercilo ser contada,
alem do respectivo sold, a elape que ellos vence-
r oo lempo era qoe forem reformados.Bian-
dao. o
Os ordenados aos anganhiiroi em vez de i:su(l;
iiga-ie 4.-IHMI5.Diogo Vellio.V. Pederneiras.
(.iinha Mallus.
u Fira o govesno aulorisado para vender ou afo-
rar em hasta publica nlo s os campos do Rio Urli-
co, na provincia do Amazonas, cuino ni qoe exisli-
voluntaria gujeico dessea eleilores he na verda le
admira val*
No da Marinha conlinuam airegiinenlados o par-
tidos qne st cumbateram na elucao de dezembro.
Diz-se qoe ai inllueuciai lecac prtltndtm rtpellir a
Imposifao de ames, a de compor a chapa de pes-
soas nalle residentes oo condecidas por saui servi-
cos ; aa canoidaluras conhecidas sao as dos Sn. Dr*.
Gaviae, Itiba*, Jos Bonifacio, padre Scipiao, J. P.
de lina, Pereira da Ciinha, Azevedo Marques, lle-
ne lirio i .i, i, Jeremas lili o.
No da capilal ha urna salsadada que ninguem en-
lende : os can.lualo* pcllulam da Ierra como cegu-
mellos, o circulo consla de varias poleuciasziuhas
eleiloraes, cada una das quac* disp6a de 10 ou 12
volos, a quer dar o seu depulado. lia alm disto
certasfalseadoresde volos, qoe contara cora boa
copia depromesas ;masa experiencia lemmos-
Irado que laes proines-as sao esciiplas na arca,
porque, como dira o -Sr Vasconcelloi, em lempo
de eleic/ies ale asgarantas da liunralicam sus-
pensas.
Diz-se que se prelende cerrar fileiras para excluir
todos es candidatos liberaos, induaive o Sr. Dr. Car-
rao, depolado do circulo, alim de dar nina prova da
coacta com que fui leita a eleirSo de dezembro sob
a iiilluencia govcrnaliva.
Duvido, porm, qoa v avante seraellianle pensa-
mtnlo exclusivisla, iao antpoda desta licm aveulu-
rada quadra de conciliafli ; demais he de esperar
que o- eleilores se revolteo) coutra a iniposi.oo de
chapas, que s consultan)o arranjo de famil.a-.e
onde os mais ineptos sao os mais protegidos, e tra-
tera de escolher o mererimeiilo onde quir que elle
se adiar.
Falla-se nos. seguinles candidato! : os Sra. Ouei-
roz pai e lillio. Amador, a Jaciulhn Ozorio, padrea
Valladlo, e Mamede, Itr*. Carnlo, Azevedo, Men-
donja. Silva, Jota Theodoro, Taques. Araujo, Ser-
lorio, Cabral, ele, ele, ele.
Priivavelmente a sepilile legislalura apresenlar
o fado curioso de vanos nonie era duplcala, como
sejam n dos Sis, (Joeiroz pai e lillio, Kapbael Tobas
pai e hlho, bailo de Tille e lilho, Dr. Jos Alves
dos Sanios pai e lilhn, coronel Marcelino e genio ;
o Sr. Ur. Aln oi.la Mello relirou-se para ceder o
lugar tu lilho.
A* cadeiraa da aseinbla provincial teem perdido
mullo o-r anligo prestigio a iuipoiUnca ; o sub-
sidio he de 6o|(J0 danos. Para se brigar lano por
um logar que nao da conuderaco nem dinheiro, he
preciso pois ser-se niuilo fallo iie urna ou de oulra
cousa, ou ser-s- um Callo para irabalhar desiule-
ressademenle pelo bern publico.
Felizmente besla provincia ocalonismonao be
cousa rara.
Deilirei de parte a elecae provincial, o o formi-
guero de candi latos qoe lodus os das vilo surgiudo
para tratar de c ulros a*sumplos.
O jury desla capital, cuja ulma sess.lo lano
cuslou a se abrir por nao haver juiz da direilo em
i xercicio na comarca, s Irabalhou dous dus por
nao haver mais do que dous proce.-sos cm termos dt
seren julgados. Esle tribunal e-la prestando um
grande lervirjo ao imperio, pois he na sua tubo
i prov
{Carla partlrular.)
'Inriial do Comiiirrcia do K 0.1
rrin na do Para, e que nlo forem necessanos, qmr 1U* ordinariamenle sa v.lo e'xercilar mi lula da p-
pala as (alendas da g'do nellcs eslabelecidas parlan- r,vril os futuros advocados e pai lamntalos do Bra-
celes ao eslado, quer para algura oulro servico pu- s'' i c,"n tlleilo, ella quasi sempre ha oceupada pe'-
blico.ierra Carneiro.J. A. Correa.Das "Viei- lu* esludanles da faculdade,
'a.Aiaujo Jorge.Aragao Mello.Araojo l.i-1 fazeni a sua apiendzagom
l joven* hachareis que
ma.I!, de S. lenlo: l.amlulfo.Silveira Lobo.
Pereua Puilo.Salles.Cerquen, l.eile. a
Emendas ao ailigo addilivo assignado pelo Sr.
Coelho de Castro e oulros :
Ao 1. Mepon da palavra raja acrescenle-se
rabe.
" Siipprimam-sc as palavras do paragrapho al a
palavra Franca.
Ao 2. Depois da palavra importancia acres-
cenle-seda cnacao .avallar.
o Nos |5S 3. e 4.| onde se dizcaudelariadiga-se
di i o-iio.Albaide. n
o lie o governo aulorisado a rever a tabella dos
venciinenles dos empreeados das secretarias da poli-
ca do mpeiio.Aleandn loaqaim de Siqoelre, a
O coverno fica uloiodo a mandar pagar a Do-
mingos Mailins da Silva, o que se llie dever da g>a-
lilicacio que devia peiceber quando servio o ligar
de varredor da imperial rapella. 'ubstituindo a ou-
lro sen eompiih-iro.Silva de Miranda, n
O govemo fica auloriado a ilesapropriar os pre-
dios de particulares existentes na liba das Cobras e
que (oren) nccessaiios para o servido do arsenal de
marinha r> intendencia.Sanipaio Vianna.J. A.
Chaves. J. Maduralrl. Piulo Cima. Pereiri
Franco.M. Dantas.remandes da Cunha. o
o Offereco como addilivo a seguinle artigo do pro-
je -Ion. 80 dc*le anno.I.uiz Carlos.
Arl. 1. Os meitrca d.e instruccao elementar, de
msica e de dansa da familia Imperial peiceberao
os vcncimenlos deiignados na tabella junta :
Materii* que lecconam. Ord. (ral.
a Mestre de instruccao elementar. 1:2003 8 i Dilo de msica. ."..... 8009 800)
o Dilo de dansa....... 8003 800?
Somma. 2:8Wte 2:4005
o Sala d,u commissoe*, 20 de jiilbo de 1837. Pe-
reira Fiineo.Serra Carneiro.Barros Pimenlel.
a Emeuila ao addilivo do Sr. I.. A. Barbo/a :
o Se pasiar esle, acrescense-se ao arl. 1. : Pican-
do o g varoo aulorisado a innovar o contrato feilo
com M. P. Ferreira l.age para tomar rnnliecimenlo
da planta e plano das suas obras, o alterar as laxas
itinerarias na secc,ao oquem da ponte da Paraluba
do Sul, procurando favoccer a conipanhia na dimi-
nuirlo possivel dai oliras contratadas, e nao preju-
dicando o contrato feito com a provincia do Kio na
parle que diz respoito a' direce.i.i da segunda seccao
da estrada a que se refere o conlralo de 10 de mir-
en de 1857.Dr. Marlinho.Alexandre Joaqoim de
siqoeira.Torres Humera.F. Oclaviano.
Os beneficios dis luleias concedidas em favor
dos eslabelecimenlos de caridade ficam lientos do
pagamento de qnalquer imposto.Braud.lo. u
u lien exleosivo aos ofliciaes reformados da arma-
da o beneficio que passar era favor dus reformados
do exercito. Pedrneiras.Piulo l.ima.B. de
Porto Alegre.Frislo de Azevedo. o
[Crrelo da provincia de Minas'.Na lahella
onde se dizfiel do Ihesouroiro 2003diga-se 50*09.
Athiide. o
" Fica o governo aulorisado desle j a auxiliar
ecun a qoinlia do 30:0003 aiinualmente a qnalquer
compinliia que se cncoipurar para a navegmao a
vapor do Rio de S. Francisco em loda a sua exlensao
navacavcl da villa da Bol-Vista para cima.Fer-
nandes da Cunha.Anlunes de Campos, e mais 23
seiihure* depulados. a
o Os ordenados dos professores de lilhorgla des
seminarios do imperio sent igualados aos dos oulros
profe-orcs dos meamos seminarios.Pinto l.ima, e
,inais senhores depulados. b
" Artigo addilivo ao 6: da segunda commissai de
orrarnrnlo :
i Fica o governo aulorisado para conceder desde j
ao mrlalo dos lurdus-mudns a subvenfao annual de
! 5:0005, o mais dez penies lambem annoei dt .'i(K)3
cada urna, a favor de oolros lanos sordos-mudo*
a ilespcza e orean to a leceila geral do impeiio para
exerclcio de 1858 a 1850.
O Sr. visconde de Jequitinhouba convidon o Sr.
presidente do con-elbo, mini-tro do imperio, a que
se explicaste sobre diversas queslfies da actualidad",
e perlencenle ao erraros nlo de sua reparlicao.
Accediudo a eMe convite, o Sr. ministre do im-
perio deu n'uiu breve discurso as eipljcaoijes pe-
didas.
Pa*suo em coftsequenoia t 2. di-cu-rs.io o arl. 2-
da proposla com as emenda* da cmara dos depu-
lados, (cando adiado o arl. Ia
Na presriifa do Sr. visconde de Maranguape 'mi-
ni-oro dos negocios eslrangeiroi), enlrou depois cm
J.' discusulo, e passoo sem debate o arl. 1. da dita
propoila.
Peranle o Sr. Soozi Franco ministro da ftienda),
enlrou era di-ciis-au o arl. 7. da referida pro-
pista com as respectivas emendas da oamara do*
depolados.
Depois d om dbale em que lamaran parle os
Si-. Souia Hamo-, visconde de Jeqoilinhonha, mi-
nistro d. fazenda r I. Manoel licuu a diseotelo a-
>li. Ihrailo tebaro-st majricoladoi no corrantt anuo diada pida hora, o levauloa-M a sesiao s 2 3i1 ho-
,s da Faculdade do lle-
ras da larde.
Continua boj.; J,a ditcanlo du oicdmenlu.
A cmara do*
1-gllllCU e dliCtjasa.1, Ir lulo
i u prujei lo ajoe ai
e mais vanlaxous
depulados appnvou boiilem em .'.
se pedido dispensa da inteisliem
lon-a o governo a igualar < soldi
ni.Menle a' importancia do que actualmente nerct-
lit ni o ofliciara do e\i icilo de i^uai jMionia.
Apiiiovou era ulna ni discus*ao o piojertoque
auluriaa *> governo a cnnccdcr carta de naloraliia-
'i' a ti.io ;: tiit.i Mor,- Domingos Tanganella,
Manorl di K.i lia I., .io, Joaquini Jo- de Oliveira,
Jo* lenle Alvea deOrvalbo. Jo e Correa do Sa,
Jo.l. Jo-r do .Mo.. I.oiz Manoel de l.emos, e
nucuco Paraba, toram lanil.e,,, approvida va-
moiiisiihilo foren. aceites pelo oireclore eommis-iio.e deis, festejar o dia de hoiitem pela ratloar
approvados pelo governo.Costa Piulo.Fausto de nao passuu elle, como nos anuos aoleiiore, re
Aginar. do ao frios festejos olliciaes.
o I-lea o governo deide ja aulorisado a conceder A nopulacilo mostruu mais algora e*meru ei
-------, ua -jv V1I1IVO l|>li|<9 i- i -. i | ii i r j I '
I rimeirt di niara approvan o as aposentadoras: l.i, ao dci-
embargador Correa di Azevedo ; 2., ao atenta*
no da provincia de Ge)ai; 3.", o melln ramen-
lo de apcaenladoiia oo juiz de diieiiu I.uiz Pan-
lino.
Segunda discuss.lu da i roposiqao do senado ap
pro,ni lo a pensao concedida ao coronel Andrade
Nev*.
lerceira discussao da proposico da cmara dus
depotados mandan lo pagar o qi-e se dever ao l-
enle reformado Joaquim Joc de Souza.
.lerceira discussao da proposico do senado con-
cedendo loterias em favor dae igreias matiizes de
Santa Hita do Kio-Abaixo e Santiago, cm Mi-
nas.
lerceira dieeottlo da propoiico da cmara dos
depotadoa, emendada na segunda'discussao, conec-
drndo loteras a beneficio da* igrtiil malrizes da
villa d-s Polnicas e Moole-Clarot e oulra*.
Primeira di-cusso das seguinles piopotices da
ni. -lim cmara oncodendo loteras :
l.'ma a' matriz de S. Borja, provincia do Kio
Grande dn Sul ;
Duas a' igreja de S. Leopoldo, provincia de S.
Pedro ;
l'ma a' malriz do Pilar, provincia da l'ara-
Inba ;
A'l malrizes da provinria do Amiionai;
A'matriz de Santo Amonta da cidade Diaman-
tina ;
Ao hospital de Miseiicordia de S. Jalo d'EI-
re e a' maliiz da Villa de Oliveira, em Minas Ge-
raes.
A forca que a 10 do passado mez parlio de San-
to para frn-lai o desembarque de Africano!, que,
segunilo conslava, ia ser temado as proximidades
da barra du tapara, ja rila de olla, leudo verifica-
do a inexaclidao de*sa aospeila. II. je o paiz repelle
com horror essa trafico abominavel. e reconhece que
foi urna das priociplM causas do alrazo em que se
acha. Enlrelanlo o -iVinle e Cinco de Mareo, folln
que se publica tm Itu ; sustenta a cinvenien, a de
promover-se a emigracao africana.
Diz te que os engeubeiios incombidos do elu-
dos da serra do Cohibi pelos emprezarlos da estra-
da de ferro desta provincia, ja concluiram o* seus
Irabalhns, e parliram para a coi le, levando a de-
moi.sliarao scicnt Rea da praticabilidade do pro-
jedo.
Pi iinilla Dos a sua prompla realM{8e, c com
ella a aurora da Civilliaclo, e da riqueza para a Iios-
sa pr iviiina.
Apezar dos eslorco* do digno chefe da polica
interino o eslado da seguranca individual nao be sa-
lilfaeterla ; be que sem duvida nao lem elie a n -
cessaria librrdade para organisar a polica lomo con-
ven), a purifica-la des-es capangas de eleices que
airada ha por abi espalbados com s deiiomnac,Ors de
delegados c subdelgalos. Nao tratando dea|fori-
menlrs e oulros cuines de menor gravidide, deque
dio noticia as parles policiaes, meucionarei os se-
guinles homicidios-
Na freguezia do Amparo foi assasiinada urna pre-
la pelo felor.la fazenda a qoe ella portaola, colo-
no porloguez ; o cadver foi adiado com um anti-
hricij fracturado, o quadril deilocodo e um grande
lor i ment, i.lm de ontros menores, que se eslendia
deide a regiao dos rius por loda a coxa e perna al
o lornoztlo.
Em S, Hoque foi tnconlrado, mal enterrado em
um vallo, o cadver de um prele que mn'lrava ler
suceumhido a golpes de fouce ; liuha i dedos da
ntlo esquerda mutilados, e no hombro do mesmo
lado om ferimeulo Je grande cvtensao c nrofaudi-
dade.
Nesla mesma villa um crioulo de 10 annes de
idde receben no venlre urna canivelada por onde
Hit sahiram os iulesliuos o golpe foi dado por ou-
lro menor.
Em Sorociba un prelo detfecbou dour golpes de
machado em uro puceiru, que eslava a dormir ; o
feriraenlos foram qualificados moran.
A 30 do mez passado (tve logar a fesla da irnian-
dade de S. Jolooa igreja da Cunsolacio. Esta con-
fiara foi fundad i pelo Sr. Dr. Olloni
lanlropico fim de soccoire- us morphel
que lauto abondara nesla cidade e provincia ; po-
ra, com a ausencia do seo Ilustre fundador, elle
tem completamente degenerado, nao obstante o sul-
sidio que recebe dos cofres provinciaes, e esses mi-
sero* enfermos roulinoam a vagar abi pelas ra* pe-
dindo e-mola*, e expendo ao publico o triste espec-
tculo de suas miserias. Com Igual ind ITerenca olba
a aanta casa da Misericordia para esses d'e-gra-
cadot.
No dia 31 in-lillou-se no palacio do governo a
soriedade Independencia, cujo tira l.a solemnisar o
dia 7 de sed robre, lera por pie.denle honorario o
da provincia, e por effeclivo o Sr. senador Oueiroj.
Por falla de lempo bstanle para fazeiem-se festejos
dignos de t.lo grande dia, o directorio re*olveu ada-
los para o anuo seguinle. Esta idea porem toigeral-
mentt aceita com syrapalhia, salvo palos iiosim lio -
mens que passam por (ei dinheiro os quaes, lein-
pre que se Inla de gasla-lo, empacara. Com elleilo
o* nono* barn e os oulroicapilalitlai attfna-
rain apenas SO|, ou quanlia anda inferior ua aiibs
i-npcao que se ,-nine.o.u a coirer para es-es fes-
lejos.
O Ihesoiireiro desta locie 'aclo he o Sr.commenda-
doi Sanios Silva, um dos liomeni de maior fortuna
e probidade da Ierra.
Ciimqoaulo a sociedade Independencia n.lo pu-
losla,
1uzi-
PAGINA .VULS.V
O cues do Cajiibaribc. Blo se pode dovldar
qoe com a conslruccao Oo caes do Capibaribe moita
importancia ee deu ao lugar, alias ia necessaria pa-
ra sua edicaco, e ifoimoseamento da cidade- mas
nao se podt contestar qoe be ni longt de ier aprazi-
vel, se lorm repugnante o Iransilar-se por elle, di
dia pila iiiuit.i rea, ei noile pela eicuridSo dai
Irevas, em cujo veo le envolve muil.is vezeso vicio,
o ineimo enme. Todos sabem que para ase caes
deilam lodos os fundos das casas do sierro di Boa
Vista, que Ibe licam desse lado, e onde i offerece as
mellior es propinles para alguem se occullir, lecret-
cendo anda luaia haver poreaie caei urna coromoni-
cacao directa para os Coelhos, a dahi para os Afoga-
dos. Ora, havendo loda* estas proporciies, parece
que alguma medida se deveria lomar para le preve-
nir o vicio a o crime, quando menos enllocan lo-.e
all oito ou dez lampeos para animar o Iranulo noc-
turno, e afugenlar por esse meio a lodos quantoi st
fossem refugiar com a e*cundao das trevas ; maa
e*sa medida n;o se ha lomado lalvez por se ignorar
de-ses Inconveniente! que acabamos de apresentar,
e deveni ser ob-ervado-, para por este modo so po-
der julnar coro a necesaaria precitlo. Com a prsen-
le narraran nao pretendemos outra cousa mais do
que a utilulade poblica, o be nessesentido que pedi-
mos a S. Evr. o Sr. viee-presideute da provincia, pa-
ra quo lomando-a na devida consideracjo, se digne
mandar indagar se he oo nao exaclo ludo inania a-
cab.im de referir, e no caso aflirroalivo deliberar a
Cillocac.ao de-ses lainpe'Oe*.
Agradtcimenlo. Agradecemos ao autor da
caria qua nos fui enviada sera assigualura, i censura
feisa aos nosaos escriplos, e permita qut Hit respon-
dendo na parle relativa ao que diz reapeilo eesto-
dauleni Ibe d gamos que o faci de ser esludanle nao
anlmisa a ninguem a platicar indecencia", e por
conseguirte nlo us intimida. Sabemos respeitar ais
linni-ii--, r fazemiu a il.vida ci-eprlo daqoelles, ciij.
prubi.la.ie os ulaugua, e au cusluir.ainos lalbar ca-
ra pocal seiiao para aquelles que as aceitan). Temos
respondido, agora pasearemos a sabsfazer o seu pe-
dido, prevenindo ao fiscal de Olinda para que lance
suas vistas para um tal Ubrrimo no metmo luir,
aonde se diz venJe-ie gato por lebre.
l'ma idea, Pedunoi a illustrisiima cmara
municipal para estabelecer urna postura tm que ubri-
gut aos raoradore de sobrados a conservaren) lam-
pe..es nos corredores das escadas, afim de prevenir
os inconvenientes qoe podtm resullar achando-se
ellas a* escuras, como em mullas casas acontece, ou
a lerem suas e-cadas focha a*.
Calcadas. I.embrames aos fiscaes para que
lomera na devida consideraron o ti,,,, estado era que
sa arhsm as calcadas, para evitar alguma qaeda.
.Noca etpeculuriio. Alguera houve que em
um desees dias preteudeu comprar um cutela de
fnsio, e os inoii.laudo vir a urna certa luja, vie-
ran) de mi-tora cora us novos, oulros muito* ja' ser-
vidos e bem servidos e al mesmo marcados com li-
uha encarrada, que nao olulanle se adiar desbolada,
bem se deixava conhecer a quem pertenciara. A et-
peculaclo nao he ma, lalvez qoe esse logila pensas-
te que os cuteles fossem pata algum malulo, mas en-
gauou-ie.
Sorpresa.Somos informados de qus na noile
do da 20 do correte Ira um ac leroieo surprehen-
dido por dous individuo! no caes do Ramea por o.--
easilo de ir buscar sua familia que foca fazer urna
vi-iia. Desta torpreza reMltoa a exigencia de ludo
l'iaiilo o Sr. I.leerla Irazia, raaa felizmente foi a-
quella orna das uccaaiics era que nao Iraiia quanlia
maior da 29; a qual pala maueira imperiosa e as-
lutladora cum que llie fraexigida, nao duvidou
entregar, recebendo eir. agradeciinentos urna solem-
ne descompostura, com o qoe aiuda se deu por mui-
to ::- fi-i i...
No dia 20 pelas 6 1(2 horas da larde, passando
o siib '.clegado da freguezia dos Afogados pela ponte
de Molocoioo b, ouvio grito* ilo I id j da man-, co-
mo de quem pedia soccono, e mandando inimedia-
laineiite duii paltaaoi e um soldado txaramar o que
aquillo era, viran) que Ires inaiiiuos e um rapaz,
Irabalbador da eairada de furo, que liuhain ido a
p pitear nai pedral do arrecife qoando eslava a
ma^ vaila, na volla, encoulranlo a mar ja'em
raeia en. lenle, e querendo passar nao podan) ven-
cer o canal p estavam prestes a ler cobertoi pelas
agoat qoe ereacitna, seno fos-em dt proiuplo soe-
corridos, como faiam. Meia hora de demora lalvez
ja nao exislis-tm estas crealuras, ao menos os Ires
meninos.
Fesla.Come(ou na madrugada do segundi-
fe-ra 21 o setenario de Notsa Senliora das Doret no
convenio de San Francisco. Consla-nos qoe fesla
principiara' as 10 horas a mtia ero ponto no domin-
go 27 e as vsperas e Te Denm antes das 7 da noile.
O vapor inglez Medwav viudo do Kio de
Janeiro e Babia, ronduzo o* seguinles pas*ageiros :
I). Gabriel Willson. D. Richard, M. Paul Brel, Mr.
Alexainre P. Willson. Julia Muntuner, Francisco
l'.apbael de M-llo Reg.
Secuem de-la provincia para a Earopa ; Jos Mo-
reira Lopes, G. Ilond e *eu lilho, Slefano Scapmi.
O vapor nacional ol'aiana'. sahi.lo para o Pa
ra' e pnrtos intermedios, leva a seu bordo oa seguin-
les passageiros: Jola Cualberlo de Mi-sias, Antonio
de Oliveira T. da Malta, Jos Leocadio de Souza
Cardo, Joaquim Silvano de Macedo, Joi Nicolao
Peicira e 1 criado, JoSo B. dt Siu/a Carvallio
Francisco Tavares Ferreira, Diogo V. Cavalcanli de
_ Albuquerqoe e t um criado, Aulunia l.ourenco de
com o phi-! "u**- 2 desertores Jo* Marinbo de Faria e Joa-
icos pobre*, i I""" ''*''*'' ^ Freilas.
Hospital de'arida'le. Exisliam no dia 2<) do
correle 25 liom-n- e 21 mullieres tratados pela ca-
ridade ; 18 humen-, e 16 mullieres que pagara a casa
e II praca do corpo ae policn. Tdal 07 doenles.
Na da 21 exisliam 26 liomeus e 25 molheres Ira-
lados pela caridade, 18 horaena c 16 mullieres que
pasara o casa e 15 pragas do corpo de polica.To-
tal 100 dotnies.
Al amaniata.
Cenata qoa o iu,i, |tiva a, eonvei lail 011
mali.rcalgt ..oque r),.1n e q,,e c,pjUl,ia du
porlo, leudo dalo sciencia embargara a sabida, a va-
la do artigo do teu reguiamenlo, qoe prohibe a sabi-
da de barcos cora carga ao convez. roas nlo labcmei
a.mo se deiinibaracira desta ordem ^ o qua diz,
porem, o marinbeiro he que a por gao de caca pro-
hibida putara te coro facilidade de pop a pri.
o Consta lambem que o mestre recusara seguir no
navio, allegando aqoelle estado de perigo que eorria
a emb.ircaciio, mas qut por pedidos acceder taguir
flagea.
o A' villa detle lao lirainlavel soecesso, pedimos
quem competir qoa nao consulta que sigamviageio
os barcos no estado do hiato, itilm como que baj
urna levara inspecr-lo tobra esle grande nomrro de
n.isi s de cabotagern, qua ero um eslado mistravel
conlinuam a navegar ero nossos porloi.
" Secca. Uro dos noisot assignanlet do Tucano
paitirpa-no* qoe a secca ihi, e oa circunferencia de
*'* ''auaa, cnr.tinua com teus eitragoa atsoitadnris,
oiiserv.ndo a farioha o preco di 165W0 i quarla, a
qut por i.-., a rtuniao das fregnezitt no cinlro d
circulo no l.ode noverobro he de urna impuibilida
de absoluta ; que lili se havia dado urna tentativa de
piorie, pratieada por Joio Penin de Oliveira a seo
irmao Deocleciiuo Pereira dt Olivtira, a cunhado
Joao Manoel de Andrade, lamentando a falla de po-
lica naquelle termo, onde, depois di deraissao do
I. tupplenle do delegado, nenhum oulro havia n-
tralo era exercicio, por naottlartm joramenlados.u
Sabio no dia 17, da Babia para esta porlo, a su-
maca Amphilrile com varios gneros.
Achavaro-se carga para tstt porto:
Na Kio, o biigoes nTriomphoii e Almirante.u
Na Babia, o patadio Amazonas.o
&0mmuuitab&.
GANARA DOS SitS. DF.PITAIIOS.
SESSAO lili 17 DE AGOSTO DE 185/.
I'mtinia do Sr. viseondt V lia'pcndij.
A' hora do cosime. Ma a chamada, r achando-
se retiido numero legal, abre-ie a lettao.
lula a acia da anleatdtnle, he approvada.
(i Sr. primairo nrrel rio :. conti do tccuinlo
EXPEDIENTE.
I m ollii-io do minutario da roaiiulia, remellando
i ,','.n "!"'\ .,*"'!." ","""fi|i"'1''"" '" "ll""" '.'IC' pedtda sobre .. pralenclo do primai-
ro I. nenie reformado da aunada Manoel Mana Ri-
cable.A quera fea icquisii-au.
Dito do niini-l' lio da gurrra, enviando o ipquo-
menlo do* cuipiegiiilusdi i aga. loria riatliopil, no
CoropioMl de illumin-r.io a gai da capital do Par a
1.....'Mo de direilo! sobre os nbjeclos necessanos ao
cusieo.Franco do Almeida.
Supprima-ie o arl. 3. del aitigos addilivot a--
signa/los pelos Sre. Rodiigues dos Ssnlos e L. Pe-
drtira, relativos a sacerdotes tsiraugciros.Pinta di
Campos, o
O governo mandar ftier a* expl. racoese e*ln-
dna necessarius p-ra a conilrncflo de urna estrada
central, que parlindo da villa da Boa Villa, na pro-
vincia de Pernambuco, pajil pelo* de Cabrobo, Oo-
ricory e Kxuf da mesnia paoviucia, e siga para a
cidade do Cralo, na provincia do Clara, ronlinnin-
do al terminar na leiperltaa capital.Brandao,.
Araujo Lima.Goncalves da Silva. Dumingues da
Silva.Machado.Cimba I-igueire lo.Anlunes de
Campoi, n
Acliam-se presentts os Sn. presidente do conse-
lliu c ministro da fazenda.
Oriran us Sn. Virislo, Barbosa da Cunha, Ma-
chado Sooza e Marlinho Campos.
A primeira commissao de orramenlo pede para
retirar o seu piimeiro arligo addilivo.
A cmara consenle.
\ diicaatlo fica adiida pela hora.
O Sr. presi ente da para ordem do dia as malerias
iiicriurmrnie deignadai
l.cvanloas a se.-i.lu as 1 horas.
S. PALLO.
8 de Fclembro de 1857.
Como na n.inlia uiiim.i carta Ibe del nolicia da
cbapade depulal.s provinciaes em que mentaran
_ em il-
luminar s frente de suas casas ; o habllaule do Pi-
ques iJi.-in.n i ni a pequea pvramide, que ha na-
quelle lugar, c abi Cunservaram una banda de m-
sica al meia noile ; o directorio do thealro mandn
fizer urna pequea illiiminaeilo na frente deste edi
licio, e boiili'iii o franqueou" pela primeira vez au
publico depois do seu ullimo roncerlo, fazendo su-
bir alcana una nuva pt(l; houic alm diaso
lardea iii-ialarao da sociedade dos artistas no pa-
lacio do governo, de urna sociedade Iliteraria no
collegn, do Sr. I)r. Mamede, e sessao maznado A-
tbeneu.
Em todas estas scsniei hnnve lito grande pro-
fusao de tloqueucia, que me fe acreditar, qoe li-
te a tuiluna de na-cer entra utt> povo da Demos-
Iheiics.
Os direclnres dos festejos do colle-io d0 ,sr. |)r.
.Mamede, porm, mais avilados do que os oulro*
romprelienderam que sendo o homem urnaduali-
dadebe de mislcr salisf.zer lano a parle inma-
terial romo a material, e ronsegoinlen ente Dieran)
seguir os di-cursos de urna bem servida mesa de do-
ce*, ondeo crepitante cliamna.-ne Hpiimido not
lasares do Rio de Janeiro veio oinda mala arend-r I
o sagrado fugo do patriotismo. Ablrabiiido das jn- I
correero, e eiageriurtes, que cos una m apprecer
nos priiiicirns ensaios Iliterario! dajovenlule.de- "Was/.a
ve-te reeoiihecer, qoe entre os cslndautii que fre-
qnenlam a faculdade, lia na verdade lalrnlos dis-
tinclo'.
BF.PAKTiyAO DA POI.ICIA
Occurrencias do dia 1'Jde selemhro.
Foram preso : pela delegada do segund-i dislric-
to de-le lermo, Josepha Faoitini de l.yra, a o pardo
eicravo Rufino, ambos para correcr;ao.
I', pela subdelegada da freeu'zia dos Afigados,
o llespanhol Ant. nio Das Canos;.i, lambem para
corrercao.
Secretaria da policia de Pernambuco 18 de velem-
bro de 1857.
Illm. e Exm. Sr. Pendo recebido (no dia 16 do
trrenle)orna denancia annima de que na ra
das C.ineo Ponas em orna lab'erna do Porluguez Jo-
s Carreiro da Silva, havia plvora, qoe eslava sen-
do ven lida oerullamente, comniuiiiquei ao delegado
de polica do piimeiro di-lrie.lo desle termo, o qutl
immedialnmeiile nirigio-ie a dila taberna, e deu
a mais minociosa liosca, fizemlo o mesmo na casa
da residencia do refeiido Curreiro, a em ama oulra
* i-a vizinha, nada eucoulroo. Creio qoe a es-a ta-
berna he que se refere a Pagina Avulsi do Diario
de Fernn,bucon da hoje sob a epigraphtprincipio
do incendio,devendo declarar qoe ao meu couhe-
cunenlo nao ehegou a ndicia dtsse cometo de in-
cendio, que rae parece nada ler sido, como se de-
prebende da mesma Pagina Avulsa.
Deus guarde a V. Fixc. lilm. a Exm. Sr. Dr.
Joaquim Pires Machado Portilla, vice-presi 'ente da
provincia.O chefe de policia, Dr. Polycarpo Lo-
pes de Lelo.
DKSPACIIARAM-SE pela POLICU.
Da 18.
O Inalez More Coll..... legitimou-se para obter
passaporte paia Inglaterra.
Os esrravoa Lean iro, Milhias i Jos, oblivtram
passapoiles para a freguezia de L'na, sen lo all en-
tregues a seo respectivo lenlior.
19
O PorlugaezAnlonio Jos Pereira, legilimou-se
para obler passaporte para a Eoropa.
ti
fyttumtefate.
A crcafo da sociedade dos artistas p.lo Sr. Dr.
u Pinto Jnior lem-lhe ja acanelado alguna ciumrs.
as mlluencias du MogMnerim,justo lie que llie diga l""|oe recela se que se lome para elle om meio le-
o qoe vai pelos oolros circuios. mivel de influencia obro o povo. Nao acredita, que
No de Ar,] a maioria he eoavjpaala de boinena tanha tamalhanlat visita ; mas se elle om dia ron-
que perlenceram
ilenciai que
do anida nlo
Cnii-la-mn
Andrada, lo
circulo ;
gura.
O de Taubat
ver fidtlidade
Temos villa jornaes do Rio ale 15 e da llahia
at 10, dos quaes foi portador o vapor inglez o Me-
IV. II
Por decreto de 12 foram noraeados
Ollicial maior da secretaria da Ihesourara de ft-
/eiiila da proviocia de S. Pedro, Ja0 Cavalcantt de
..lello e Albuquerque, i flicial da mesma.
Olhcial da secrelarii da (liosooraria|de fazenda da
mesma provincia, Jote Mana de llitunrourt e Sil-
va, ex-quarlo csciiplurario do llie*oiiro nacional.
Foi aposentado no logar de Ihesnureiro da Ibesou-
raria de Mal.-l,rosio,
A primerra icpresentarao de Pedro, dia-
iiiiem cinco netos, do Sr. Mendes Leal
Jnior, em a primeira noile da empie-
za do Sr. Germano Francico de Oli-
veira.
lauta vezea lem sido tpreeiado o mrito drama-
liro do Sr .Mendes Leal Jnior, lao conlieeido ja he
aeu talento pelaa diversas prodceles lilierarin que
lem rfado poblicidade, que tornar-sa-ha fastidioso
aquelle que te propozer a aprecia-lo agora, depois
de oulros qua o lem feito com toda a perfeiclo,
principalmente se toa ipreriicao for, como esta lie,
um elogio a sen diilinclo tlenlo, e omt homena-
gem ao seu merilo incooteslavel ; lodavia, leo 10-ta
representado pela primeira ve aPedroo, am de
seus bellos dramas, e invendo-o tido oo thealro da
Sanlt Isabel, permiltido nosier que em pouca o
desengranadas liuhas digamoto qoe lentimoi, e ex-
primamos, te he possivel, as i p>es-es que recebe-
mos, lo menos para qoe o eximio excriplor veja qoe
suas prodorees slo estimadas aqui. e que Pernam-
buco se presta a cirrurndar de brilho seu nome ja
tan illu-tie no dominio dai latir.
O drama, qua acaba da por em acea o Sr. Ger-
mano Francisco de Oliveira, actual emprezario do
thealro de Santa Isabel, e foi representado as noi-
le de 7 e 9 do coirente, he a fiel rtprodurc,ao de
um dos quadras de nossa sociedade ; e, comquin-
lo o Sr. Mendes Leal Juoior livesse por fim apre-
seular o que observara em toa patria, teu drama
pJe servir-nos de licJlo, porquanto encerra verda-
des, que 0-1,1,1 ao alcance de todos, a as paixdes, qui
ella exprime, sa i naluiaes ; mostrando a v.irieda-
de das -iniare* que seo autor lia um ticellenla
observador e sabe pintar com viva cores o que lh
cabe debaixo do* olhos.
Siolhcatro he, como se cria anligamenle e ain-,
la creem muilos, urna escola de co-tume-, o drama
lo Sr. Aleudes Leal Jnior be una preciosa lielo
que nos deu o dislioclo escriplor por intermedio do
Sr. Germano Francisco de Oliveira, de quero se diz
amigo ; e eile, eslreando sua empreza cora a rtpre-
senlajao desse drama, qoe nunca havia sido repre-
sentado em thealro algura, proraelle-uot urna bella
serie d espectculo*, que justificaran seo bom goslo
e o desejo de que ti ada pnssoido. O drama do Sr.
Mendes Leal Jnior leve duas representares tucces-
sivas, que foram moito coucorridas ; mas nem lo-
dos que amara o thealro, o virara, e enlre o* qoe po-
doran) obler lugar para nma das duas noile, alguns
houve, que o nao cnmprehendiram bem, ou o nao
apreciaran) devidamenle. Digamos tro pouras pa-
lavras o qua enctrra esse drama.
Oueru astialir a orna representarlo de Pedro,
ba de comprehendtr qua o Sr. Mendea Leal Jo-
ni ir quiz mostrar que us homem, que se achara nat
mais elevadas posiedes, oo herdaram um n.me I-
lostre, podtm ir dtscendo em conseqaencia da saus
vicios e mi paiies, a perder-ie as mais biixaa ca-
rnada! em que se aniuha a crpula, enlrelanlo que
aquellas, que slu pequeos por leo niscimeolo, o
sabem aproveilir se dos nobre i ii luirlos com que
foram dotado*, podem ii-te elevando a fonja dedig-
nldade, per-ev,-r,ini;.i e Irabalho,* ennobreclado-si
lano que chegaeni ,is po*irnes mais eleva las, da lor-
ie qua no lira da algura lempo estes ae achem era
inleira oppot-icao cora aquelles ; o que prova qua
o grande nao devtser orgulhaso pelo lugar que oceu-
pa na aocedade, se nao cuida de raanle-lo com dig-
uidade, a que o pequeo nlo dte desanimar con-
siderando uo futuro, pois qua com vontade forte e
traii ilii i aturado pode aspirar ai posices mais altas.
Desenvolvamos itio com a etpoticlo resum l.i do
mesmo drama.
Ptdro, papel principal do drama do Sr. Mendes
Leal Jnior, ha o lilho do raordumo do cont de
S. T'hiago : rapaz dotado, de bellos inslinclot o
abrazado pelo amor, qoe desde teas priroeirot an-
uo! se foi apoderando da t-a coradlo, mas descen-
dente de um homem pobre a tem gtrarchia, e
amando a filha de leo amo, nao poda esperar que
eu* desejos fossem riilisados ; porquanlo i islo se
oppunlia a desproporc,ao das psito sociatt, era
que muito considera a aristocracia.' Se ero sena an-
uos de infancia o lilho do mordoino do conde de 8.
Thigo vivto em contacto com tua filil, a em seus
brincos nao contidtraram ellas nessa desproporr^o,
lednoacSoe aa adulaco.-* nao I nl.iram em ir fa-
zendo coniprehrn 1er a esta que Pedro nao era o
homem, quem devii ligar-se ; fnftlizmenle qoem
.ni.a st esquece ou nao pens tm ludo isto, e o lilho
do mor lomo nao pille evitar qut o amor sa fone
assenlioreando de seo coracilo, equt a tiuetridade a
vehemencia deise sentimenlo o levasse n dizer a Ma-
na, lilha da conde, o que ia pastara ero tua alma.
Posto que Pairo nao deieonhiceste posicao eleva-
da do conde de S. Thiago, e, comparando-a com a
de aeu pai, visse que a tua era muito humilde, lo-
davia, impellido pola rdante p.m.in, a, aproveilau-
do-se da occisilo, qoe Iht pareca opporioua a lite
nil-rori.i o encoiitio que livera com Miria era urna
noile de baile, julgoo qoe puria lermo ios seot sof-
friraculos, sollnmenios qoe as adoraee* de que tua
tante te via ctrctda, augmenlavam e loruavam
mais pnu. entes, ia Iht dissetta o qoe santia, assim o
tez ; mas Maria, j e-quert 1a do qoe se pissira nos
seu* primeiros aonos, e embiitgada pelas adularles
que llie pro ligaii-ai ,m, irrila-se com a confi-sao
de seu compaiilitiro di Infancia, trala-o cam des-
dtm, e al repula ousadit o ler elle escriplo alguns
vtrso npaixonados em seu alborno, que ette encon-
trara ocre orno das mesas do sal.lo. a em que lan-
os ootros, qoe o nlo valiaro, j hiviam es-
criplo.
Seo que Pedro Ibe disse tivesse sido ouvido por
Hara qonndo vivi.m junios na casa de campo da
seu pai, soat palavras llie seriam agradaveis, e el-
la desojan navi-las mollas vosea ; mas a lilha do
conde de S. lhiag ja' nao er? a merma : o orgu-
llo) linbl-M amparado de toa alma e exrilava-lha
a vaidade, depois que via qua lanos ia aballara
lame dellt; e, conhteendo i distancia que havia
enlre a lilha de um conde i o lilho dt -cu mordo-
mo, ai pal.ras de Pedro nlo podiam deliar do fe-
rif-lbt mi orgulhu, tmbora essat palavras lossem
senti1.it a re-pira-em loda a sinctridade de urna al-
ma pura a nobre qoi conhece o seu vtlor, t ve' no
futuro a esperanca da realiiar-aii de seos ionhoi de
gloria. Pedro conhece que fiin alm do que devia :
nao por ti, a sim, por seo rtllu pai, que como ella
diiae, sri commeltera om erro em sua vida, j de
dar e.luctra-i loptrior a tu lilhot ptde-lhe par-
da*, e Maris, dipo di ver devorada pelas rhammaa
a ptgini di seontlbura, tm que Pedro havia ei-
criplo versos que >o de um corarlo iuflamraado po-
diain pjrlir, promrlle-lhe nada dizer do qut se ha-
via pasudo a leu pai ; entretanto sua leviandade
a leva a commonicar a seo adora lores que seo
amante Ihe tinha fela verios, e elle-, julgando n-
liaordinario que o filho de um mordomo seja pocli,
prorompem em gargelhadas e c-carnecem de Pt-
dro.
Aa aargalhadaa doi adoradores de .Mara chega-
ram aos ouvidei de Peiro, qut nao sabia que era
delle quete riam : apns as garsalhadas scguio-se o
tscarneo directo ; maa Pedro lem orgblhe, c Ibei
falla di modo a mudar o riso em culera. Suas pa-
lavras chelas de dignidad! ferero a msreplibilidade
li-.-o. in-olenles, que su lem a fazer valer um
qual ptiloin augmento de ordenado.A' commisiao ultima eleic
do ptnsf.es e ordenados. ( 0,tiiiDguf
Dilo do nunialeriu da guerra, davolvondoT-o re-' .No da Pa
rl,^.^al'\',l^'n!,''M,.''V.l''^., ^H-*** U conservadores na eleicaoprimari, do 1 nesla nos*a lena.
i^^kn^vm^u^i"^ KSSlaSt dcriiclla.Camnia.-A quera Mogy das (.ruze- d.u-lhe. a nuion ; alem do, O e.pec.aculo cmecou pelo bvrono da indepe,,.
.B.tviojuiareqaisi.do. i Sts. baria dai Conchai e Correa, apriiti.laro-se cau-i deocia cantado pela coropauhia, t ptr algumas bel-
d 8." I. la blo d
Falcan.
i-e-so no Jornal da Hah.a
o de Avia o Sr. majer
nfautaria Joao do llego Ilarrus
airo/ ; e para que proceda por esle modo he preci-
so que grande teja o esrorro e poderoso o molivo, o
que por cedo nao comprebtndem Ilumina di lera-
pera dessesque o rrovocararo.

'
ILEGIVEL
,
-


DIARIO DB PKRNAMBUCO QUARiA PURA 2". DE SETEMRRO DB 1857.
\ TpJas as oecurrenciai des*,, no i le de baile lorna-
vam impds-ivnl a continoatao dt Pelra em ca>a do
ronde de S. ThiaRo. e elle 4 o liavia dito a Mirla.
' i ai '" d cuuJi3,> obscura, nao deitava por
ulo de ter urna alma ornada das mtlhoresqualidades,
a;. N"u'1 forle : assim, pas, o a educa-
;aa cuidadosa que havia recebi lo, o mundo era um
"lo campo em que seu e "lie o elevariam cnlretanlo, o eondo de S. Ttii.-igo,
1 se baria dalo ao joao, era om desset homeus
que a vicio esculla para loa victima, mostrndose
por esta maneira mparcial. O conde, > forja de
perder o que possuia e havia herdadn, foi empobre-
cendo, entretanto Pedro, rlsvando-'e p-lo ifu talen-
lo, parteveranr.* e Irabalho, leva de croiar-M cora
aquella em soa carreia acial, e n3o tsnlou que o
4Plfbea se viese muilo alto-, e que o Melga te achaste
M rapla; mas nem a gloria llera a fortuna poe-
rain sullocar a amor sincero dn Millo di mordomo do
coods.e.'podendo tirar viogiDfa de seus Iriumpho
como iariant oulros, s se prevaleca de ana posicao
para ir ampar.nJo aquella que recebera com lauto
desp.cio as palmas au>ctuoiai; e, s.m e< clic.cao, Mana nao l-ria deiado da ser vielima das
t eeducene 00 brutalidadss dtqaelles qoe liaviam re-
- guanta 10 oa talOe. da -en pal, e 10 aspreilavam oc-
asiao favoravel para alisfazerem os seus crimin-
os- desejos.
Vendo-te elevado por seu taleoto a trabalho per-
severante, Pedro condeca a aua posicao ; mas nao
abuaava dos maios que esta Iba f.cililava : pelo con-
irario, loroaiido-se, por ssiia diier.o anjo da guarda
y de sua amante, nao con
lela nnbreza de seu procediinenta. Mara, pstdendo
as illatOee que a sociedade #m que vivia seo pii llie
luvia feto ter, foi pouco e pouco conliectn lo quari-
to era digno de estima aqutlle queamava-a tem dei-
*ar da ter re.peitoso, e sincera a soa paiao ; e, nln
podenJo esquecer-se de tuai liumilhador pilavr.t,
proferida* qunodo l'-dro lite abrir seo corajao, via-
je perseguJa pelos remorsos ; entretanto teu aman-
te, s cuidando de ter atil aquella a quem volara
urna dediagao tem lmites. f\,zia o que pula para
eerca-la de prole rio, tem hnmillu-la. Quslquer
oulro, lauca lo oa< va'gat do mundo poltico, tr se-
, lua esquecido do qnt te bavia patsado em leus pri
raeiros anuos ; qn dquer oatro, deslumhrado peh
posicao elevada e brilhanle que havia couquiu.do
cora sua nabil penna e eloquaule palavra, (eria pre-
len ti l > .lU'jina daquellas que se julgariam feliie* e
.honradas com soa preferencia ; mas Pedro amava
sincera apaiiooalaineute a liara, e por Uto, per-
doando-lhe a sua repulsa naquella noile de baile, so
detejava realisar os tonhos de sua intanria. Se por
veasi achou-ta depois em contacto com Maria e llie
. deu provas de que anda era o meimo homem, de-
dica lo ale o sacrificio de toa vida, como moslrou-o
quandosalvou-a do incendio que devorara a casa de
seu pai, era era elle que ia ao encontr de tua
amaule para qoe cedrsse aos seus detejos, nem llie
rtiia o que avenlurava naquella noile fatal, em que
/Jeiiara a casa do conde de S. Thiaso : sua amaste,
sera lorluua, a por fim sem pai e sem proleclures,
p lia 'pie o jnso havia levado- ludo, s poda eoion-
Irar rocursu na ujorle. Keduiida a miseria a ao a-
bandonn, poderia ella aspirar a mjlo de ora homem,
que por seu lalenlo se havia elevado tanlo e j era
mlaistro, e que cora seu Irabalho linlii podlo enri-
qaeecr-se, principalmente se este humera h'iuveasc
id por ella repeilido com desprezo era iiluaces
bem diversas? ti, por eerlo, a ella o sabia ; mis
Pedro, que j ia c- nhecen I o quilo vai -An ai gloriat
que d a poltica, e liaba perdido ama boa parle
tW soas illusoet, comprehendta que inda era maja
nobre do que deicer ate aquella que Ihe havi dito
que nunca desceria ; a, quado esta ja nao liulia que
esperar dos homens seoo a homilhacao e a deshon-
ra, Pedro off-rece Ihe sem oslena; 'o a tua raao,
dando por este modo prova de que s ha urna ver-
dadera nobreza, que he a da vlrlude e do tlenlo.
O drama do Sr. Mendes Leal Jnior, da que no
, oaaupamus, abunda em siluaciles que faeera tohresa-
Tilr o lalenlo de teu autor : tua lin^uagem florida, a
naiirea dos senlimeutos que eiprirae e os caraeierea
que pinta o (ornara urna obra preciosa, que brilha-
rafau lado dos nDous Renegados,!) do Mascara-Ne-
gn,n de ni). Maria de Aleocastrou a de lanas ou-
las do hbil etcriplor, em que elle ha justificado a
repo.Uc.Ao que as suas primeiras produeces Ihe ti-
n'iam grangeado ; a, se Pedro nao siti-la/. aquel-
,les que. su achara prater ou tem emoroes quaodo as-
. sistein a rtpresonlac.io de dramas, que e lomara no-
taveis pelos gritos e exagra(Oe<, ou pelos solpes que
se descarregain ou se recebem, he elle digno de a-
prero pela elevacAo do p^ntaraento, pela verdade
que exprime e naiuralidade dos acontecimenloi ; e
isio, em nona opiniao, vale mais do que lodos eases
gritos, todas estas eiageraciles a lodos esses gol-
pes.
!"a representac^o do drama do Sr. Mendes l.eal
'Jnior o Sr. Ciermann Francisco de Oliveira, que
encirregou-se do papel de Pedro, moslrou taleoto, a
den provas de que era soas viagens reeebeu bas li-
(601 : compreheudendn perfeilameole o carcter do
papel que e-colhera, repreaenlou-o bem, nao re ex-
cedrudo, como I ir i i m alguns, em geslos e gfilu*; e,
senlin lo o que tinh i le etprimir, aoube sar fiel in-
terprete do aalor, que por isto, alm do maii, deve
ter-llie gralo. Diversas loram as utuacoea em que o
Sr. Germino Francisco de Oliveira, ttitf'Z o- cu-
nhecedjvea da arte dramtica e dea-nos o prazer de
provar o que por vetes'temos dito, isto he. que por
tu imr qn* seja o tlenlo que te recebo da natorea,
be preciso que te Ihe d cullara, lira de que te a-
perr*ie*e.
Se no papel da Pedro o Sr. Uermano FraacisiTo de
Uliveira, moslrou que ot esludoa aperfe'foam o t-
lenlo e satitfei a lodos mesmo os mait etigeules, a
Sr.i M mi .,.la l.uc.ci, oga lh- fnou abaito, e no pa-
pel de Mara, pres-nlou-ie semivel e nobre, ver-
leudo lagrimal qoe pareciam partir do corarlo ; sen-
v do digna de todo o elogio na ultima acea do quarto
acto, quando teu pai, ja nao leu I o que perder, a-
podera-ae da cruz de ouro que sua mai Ule dra an-
tes de inorrer, e vai saerilica-la to jogo. O papel
do conde de S.-Thiago, em que o Sr. Mendos Leal
Jomar, poz em lula o amor paterno com a paiv3o do
j"- i, fui bem lepresenladu pelo Sr. S>na, nao ob<-
lanla os seos solTriinentot pliyucos qo (o ambara-
'. un de Tazar raelhor, como podera dize-lo os espec-
tadores.
. Para que ta aprecasse devidaraenie o drama do
Sr. M'udes LealJuni t, era preciso que o eupozease-
in acto por acto ; mas iilo nos levara uiuilo Ion
ge. Prtferimos puit dizer o pantamenlo do autor,
e a maneira de qoe te servio para levara efleilo a
tus realisajao. Se com islo noeatiifazemos aquel-
les qut dito grande importancia a muuiciotidades,
nao embarazamos que uulroa digam mais a nielhor,
e lejao eoroa mait rica de flortt ao autor de ludot
i dramas que por si s bislariam para dar repu-
lac.au a quem * nouie precisasse para brillur.
vostos caprichos a aos vossos desmandos ; pretendis
al urna eobmieage cmplela, tealo uma servilnlade
que 'li-Miiorah., o principio de aulurida le. Abusis
dos cargos que eiereeii, alim de elevar a vossa iiiflu-
encia sobre lo los aquclles que so nao preMain a<
vussas exigencias ou aos vossoicaprichis. Finalraenle
sois as harpas da comarca, que Indo polluis. que
ludo sojais com as vussas roaos impuras. Provcala
n cata momenlo os voasos contrarios, lamaiido-lhet
baldnes a convicot que nunca liverain, e 'le inven-
tando enmesque nunca eommellerdin.
Dii por soa vea oulra parcialidade : sois vos os
ingratos, a quem acolliemot com benevolencia, e a-
busaslet da noasa bospilalidade. Soia vos, os vosioi
adliireiiles e apaniguados que per rais em 1819, e aiufa depois de-sa poca por um
recrularaenlo violento, por piises qoe t (iverain
fim qoando ni inlertiemos a aeu f ivor. Tendet fal-
lado a todos os compromissos de honra, a lodas at
promessas, a lodat as cooven;'>; e ltimamente
Irahisles o governo, qtt se havia fiado na vutsa pa-
lavra ; lizetles anda mait, abasaste! da auloridade
publica para votsos inleresses, e no dos vossos citan-
tes.
Pertencendn a nm partido poltico, cotrrroungando
ai mesnias idat, rclalhaales vosso proprio partido, e
nitro lu/i.es nelle a discordia e a ileseonliam-a. Cha-
mando para vo,sa parcialidade a pettoas eslranhss
comarca, faites o priraeiro a m>nospresar o< inleres-
ses lories ; e nao he de admirar que reagissemus em
tenlido contrario ; e todava sacrfi-mos as nixui
afficScs na ara da palria, quando o governo exigi
de mu esta sacrificio. Chamaii-uos exclotivislas. e
vos mesmo, a vossa posicao social e a vossa impor-
"lili em <"''"",a desmenlem :*la vosaa asaarglo.
o que se tem dil
com oilo aturauoa do auno paaaa lo, sendo o dito re-
lalono dado em abril Pergonlo agora c em
quanto ensillo una turma dcstes meninos, que csla-
riain fazeiulo os litros .' Boai cousas, por ceno,
proprlai de sua idada, de sua boa ou na ndole !
Concluido esle inspido irabalho, passurei a tomar a
mo de cada menino, para ageila-lo a pegar na pen-
na, e a sesuir os nacos e ligafots adoptados na volba
escola, o que me dallara' proslrado e aborrecido ;
mas dado que eo abra eila escola com (i ou maa
alumno! com algum adianlaroenlo e Ibes entregar
ni uleiraraeule analphabalns, a que de vicios e lor-
pezas nao xo ser eipotloi aqnellcs pubrezinhos in-
nocentei !
Quando depois de todas estas fadgas, depoii de
consumida tanto lempo cora o tediosa sxllabario
passarem para a caria de ames, qoe de dilliculda-
des nao encontrara os meninos em advinliarem no-
mes, etcriplus com ledras, coja Jn.....in.n;.i.i em na-
da concorda com a palavra que Ihe corresponde !
Vencida, finalmenle esta primeira, parle do ansiuo,
lenho de principiar outra nova phate, com ot ca-
recieres manuscriplos; obligando os discpulo! a for-
ja de pancadaria a a levinharem o que etereven um
ro-iico analpliab-lo, nu orna alabalhoada tentenca.
qoe teu proprioescrivao si for chamado parea er
nao M'M capaz de repeli-la I
E qoando estes meninos chegam a ler, o fazem
n'uin tora o maiienjoalivo edeleslavel !
Os meninos aterrados pelo especio sexero do mes-
Ire, e pela respeilavel presenta do lerrivel Jacaran-
da, so responden) em voz sumida, a vista baila, e
com as mAOs drbaixo dos bracos, quaii sempre tr-
mulos e rabithaixot, o que nos de maior ni -de he as
mais das vezes, o flleilo da mais refinada "ijpocre-
AI.FANDEGA.
Reudimenlo do da 1 a I. .
dem do da 32, .
*::>mwj
-Ora pois, ale aqui o que se tem dito reciproca- I na.e eotregues a ai mesmo sentados longas liorat not
"""i '* P*rc'*''',ad*, lm de nina grande dnze de bancos, em que o professor Ibes manda qoe estudem,
apodos, does|o<, dialribes. Intuitos peseoaei d toda | era vez de o faier, se oceupam, pelo menos em roer
a especie, descomposturas de todo a genero. i us livros, e as [i;quenas disputas que ni ludas co-
ser lado islo verdade por verdade, ou calumnia nhecemos : e p irque a sos nao estudam s licroes o
por calumnia-; j resillado he mulla palmaloada, o aborrecimeno dos
Ha a pe ira do escndalo laneada de parle a liarle, niesires edi-cipulot, c a fgida deilaa da eicola.
pela funda de David. Entretanto se ha em ludo isto Figuremos agora uma escola do ra Iho lo Castilho
Uuina apparencis de verdade, lia lambem cenlo por e leremos a pa>sagera rpida das Irevas a alleloia,
cenlo de calumnia, lie raister que os boraens mais I com sua loz, seus cntico-
gradse retpeilaveia d Coiann lenham perdido o
sizo, ou a intelligencia, pira qup Ihes escape a pri
meira vala quaina soranu de injuria nao Ihes cabe
pela miseria e pela d-cradar;o de suas proprias con-
diroes. Se a alguera pode ronvir esle altado vilenlo
de loflrimanloa moraee, nao sera' de certo a nenlium
dos habilontes daqu'lla comarca.
Enlen lemoi que os partidos polticos lenham in-
lresse em I songear o amor proprio e ale os erros e
prejouos do pov, para chmalo a seos Hns, oa di-
minuir a impo'tancia do partido cnnlrano ; enlen-
deiiios que os odios polticos e perptuein com as
ideas principalmente no pai/.ea novos. on le a. ins-,,-
nuii,iies nao lem essas railes seculares, qoe consli- faiermns amaveia, abraco de honra, a cadeira de
. seus perfumes, neus pas-
sarini|os, soas llores.,., lodos all cantam ogloria a
Dens na imuiensa altura.paz na Ierra a uossas mAes.n
O professor lera o rosto alegre e ni'.isenleiro, por-
que ditcipul is e inestre, meslre o dieeipuloa devera
quauU) furpossivel harmoiiisir-sa.mai como o ine^lie
lie um para cora <-u dazentos discpulos, e he mait
fcil ao inettre mostrar gradotidada a tantos meninos
do que es|>s imilarem a austeridade do mestre, deve
este, tem Oes-er da tua dignidada imitara sngela
alegra dos meninos: aos gritos, uem as pancadas
ninguem he capaz de fazer.qoe um menino tolie om
I ilo era faca qu.ilqaer briuquedo ; em lira uiisqoe
ja fimos meninos assaz coiiheceims os meios de nos
luera a ereoca da nacUO ; mas enlre as parcialidade!
o pnvo deve ser inleiramenlc eslranlio a eatai lulas
de iiilereses individuaos, porque n-llas a causa pu-
blica em nada inlarean, ou pelo contrario pode pe-
rigar entre as couvulsiies da anarchia cu entr as
vingancas pestoaes.
As pareiali ladea de (ioianna devem ser milito fra-
ca, se enttndem que nao pajera vver em commu- .-
ni lade, ou que teus inleresses exigem completa ex- i de que mais gotlem, de passarnhos,
closao orna da oulra Anda as.un, ellas ralo pode- I niaes dome-ticos ele. etc.
Ll.ilMAS REFLEXO'ES SBKE O NOSSO ES-
TADO I.NTEBiSO.
IV
l'rcniellemoi em um dos iiossui anteriores arligot
filiar especialmente da comarca de Guarns: vamos
comprir a nona palavia. Ja Intamoi dos inlercsiei
maleraea daquelia comarca, agora compie levar a
'aualyse aus inlerstse civite poltico', ou aos inieres-
KM nioraet, que sao, por atsim diier, os que devui
preceilera lodo e qaalquer convenio pora beneficio
commuin. Sera accordo, tem maluo sacrificiu de pai-
iOh violentas as aras do palriolismo, nada se po-
dera conseguir agora, e muilo merot para o fu-
turo.
Exi Uro pur ora duas parcialidades em Uoianna, a
que nao faremos a honra de chama-las parlidot: do
-eras parcialidades, em que se acham divididos os
doui parlidoi polticos ootl'ora ansenles. ]\enhum
principio, nenhuma idea poltica ou lorial ai di*lin-
goe. Anlat eram conheeidus os parlidoi pelat soas
denoiniuaces, islo he, praeiros e guabirs, ou libe-
rara e conservadores; os piimeiroa quenam riforiitls
as inslilun;Oesdo paiz; os segundos opiuvam p-U
sua contervatao. Erara pois as insliluicii-s civil e
polticas o campo, onde se debatiera os doos parii los,
, leudo por baudeirai o progreso a a immolabili-
dade.
fcm tioianna purera as parcialidades nao tem prin-
cipio, e adoptaran! por bandeirai dout nemes alias
respeilaveiti cujas inlluenciai ae procura elevar; n3o
lano uma tobre a oatra, roas com eaclusto absolu-
ta de uma ou da oulra. Ora, ni jalgamoa pelo con
Irano.que a comarca de Uoianna be bailante extensa,
populoia e rics para que ambas poisaiu caber ueila
e viver muito i sua vonlade, sera neceisidade le qu-
uiua siiiTuqua a oalra pelo seu peso ou pela ma po-
a mi;! i ollirial.
Adiamos moilo justo, que os homens colloca 'oa
em cerla ordem, e a quem a fortuna mimoaeoii com
. os seus prsenles procurem elevar-se ale a altura do
seus merecimenlos ; e anda mais, qua queiram fi-
zer valer a influencia dos seui haveres e dai suas
relaees em beneficio da locedad porque he jos-
liineule a esle proce lmenlo, que chamam n influ-
encia benfica ; raat nao julgamos qoi a nobre imii-
laaJo, que poie chamar ao meimu campo da bene-
volencia a da generosidade um, dous ou im.it cam-
pe-s, seja m ilivo de quems, de odios, de discordias
' e de inetquinhas e tristes rivalidades. A nmii m. .i
ffiolagla emo uma virlude, mas a mal,.1. de he
um vicio, he uro peccado porque, he filha da in-
veja.
o j in-1 a atim not expiimiinos, filiamos em gertl
sam nenhuma applicac;.1oaos chafes das p-rciali l.de,
quem alias respeitain is ; e se alguma allusao pode
dir-aa he |ga smente qoanto ao pr iccso segoi lo al
, agora pelos mcrabros oa adhereo.es nessa Iota, que
Iravaram enlre ti, lalva sem o eousenlimenln ou au-
noeucia dos meamos cticfee. Agora faremos uma ex-
posican tuccinta dai accusar.Cies, queixas ou Im-
palacoea, que reciprocamenle se fazem as du-is pai-
cialidtdes.
I'iz uma deltas aos seos conlrarios vi perlen-
ceis ,i uma familia, que, poslo lenha al .iros mem-
bros silos o rcspeiiaveis, he em grande parte corr.un-
pi la e desmoralisaila pelos teus crimes, e pelas per-
taegaicOea que exerreu conlia os liberaes era I8i'.t.
. Va prclendeis uma influencia, quenui.ea poderais
iibler, por iso mismo que bsSoolras petsoas, que a
tem em maior escala, e diapoe dalla em nMideda da
r roinarca. \ os sois mais do qoe exigentes com a vos-
inllucncia, porque pretendis excluir de toda a
nam vlngar, ameacida como eilo pelo deteredilo,
que estes repet lot haldes devem ler-llies laucado
sobre a tu i vida publica. QiiSo vergonhoso n3o he
esse estado de mutua telvagTia, a que to vcem boje
redu/idot homens proemineules pelas suat positet
sociaes, pela sua origem, e ale pelos seus haveres !
Se nao he um erro de intelligencia ou desvio da ra-
zao, deve ter eniao um castigo do co.
lauto peiur para ellos ss se nao arrependem em
lempo, e nao pedera a Djot perdao de suas culpas.
A paz deve ser para Uoianna a principal condicie
de sua exislencia ; a harmona enlre seus habitan-
le oulra rnndicao de tua prosperidade. Maldicao
sobre aquella que feris-e o teio da patria, provocan-
do a discordia ou a guerra entre seus lilhos. Para
que (joianna seja gran le, rica e opulento, convem
que anqueza, que a importancia e a opulencia se
eslendem a lodos, de maneira que lodos vivara con-
tentes e salisfeilos, que lodos p.i-s-m concorrer com
o seu contingente para as necessidades communs.
O odio sempre foi mo cunselheiro ; nAo he, por
lauto, o odio que nos inspira ; e se nA> leraos gran-
des rel.ic.Oei ou muias all-iri-s am Uoianna, lam-
bem nao leraos ura nlroigo, ou pessoa que nos me-
rci; i a menor desstTeicAi. ; pelo contrario temos ale
inuita .sympalliii pelo torran donile tabiram alsons
dos notsos pruaenioret ; all temos uma parle da
nossa propria familia ; por tanlo nAo tuinoi guiad :-
pelo odio, nem por paixej de inleresses mesquinhos
a vulgares, e muilo menos por iiiiganc;as, que para
ellas neo temos o menor molivo.
S tomamos parle nessa lula desgracada he cora a
i.lere-se, que devem uspirar a lodu homem honesto
a honra e a glora d i seu paiz. Deeejarientoe que
prosperasaem lodas ai notaal c marca, porque a sua
proiperiladehe a de tuda a provincia ; porque Pcr-
nuuliuco l-iri perdido muilo na escala poltica por
eisa exagerado, que nos acompaulia em lodos os
nonos pensarnenlo, em lodas ai nossas palavras, e
em tolas as nossas aeces.
Aecutam-noa de aialladoi ; desminlames, pos.
aos mvejosos qae nos cilumniam, porque ternera a
iinporlaucia que po lemos alcanzar pelo que vale-
mos boj*, e muilo nisis pel que" amanhia podara-
mos avallar ; desmintamos aus nossos miniigos pela
moderacaa da nossa conduela, e al mesmo por iimi
esludala prudencia.
Teraos dado conselhna, qua ninguem nos pedio.
he verdade; mas sao elleidmnos de aeeila;go '.' Con-
ven eilee aos habitante! das nossas comarcas, a s-
pecialmenle diUiiauna ? Se eunvro, esparamoa
que os aeotlem, e cora elles a prometsi de concor-
rermot cun as nossas forc/a para realisa-los, que.
moral, quer materialmente.
A otea recompensa qua detejamna, seria a paz e
a concordia ettabeleci as entre os habitanles de lo-
dat .s comarcas, hoja ahytmada nesie gnlphao im-
muudo de acrimoniosas "recrimina^fies ; teria ama
fralernidade sincera, ura accordo mutuo para ap-
J>licarein as suas forcat, toda a tua dividida em
prol dot inleretses moraes c materiaes de todas i
suat loctlida 'es, porque loda ao luicepliveii de
grandes ..lelboramenlos.
Aura duas palavras aosdiffereiiles cheles das par-
eialidadee. Se sois dignos da honra ou da importan-
cia que vos cabe pelas vossas posi;6es sociaes, pelos
sosso haveres, e pelas vossa! virludes, fazei de tu lo
islo um escudo, nao contra, mai a favor do vosso
torrao ; empregai lulo islo em beneficio das vossas
localidades ; abjojral os voiaoi odios e as vossas reci-
procas desevencas ; e uo altar da patria coniumai o
sacrificio de todas as vossas paito*!. EnUu nao se-
ris arnudes nem honra los, porque sois temidos,mus
porque seris abeucoados pela mao de Dios e dus
homens.
n-lnireio pan os loaiines, os beijo, os mimos, e as
fruclaa para os mais pequeos, lia os meios mais
efiTcazes de Ihes c l.r nos as vontades.
O professor do Melhodo Caslilho em p no seu es-
trado, era frenle do maior numero que ser possa de
diicipuloi, vai Ihes diclaudo para derompurem os no-
raes mais aaradaveit que Ihe oecorrerem, v. g. de
teus pas, maes, dos discpulo!, das fruclas e llores
peixei o .mi-
ele.
Descarregam boje Ji de selembro.
Barca oglc/.aCoulealmercadorat.
Barca ioslezsauplianldem.
Barco ingle/.airoo^eiietmercaduras.
Barca inglezaSuowdonbacallio.
Hiuue inglezD. Joanubjecloi para o gaz.
I'.- una iuglezaS. Pedrocervtja e salitre.
Brigue bratileiroDespique de Beirncebla, ba
talai e alhu.
MOV1MEMO DA ALFANDEUA.
Volumes futrados com fazenda ....
coro generas
Volumes saludos com lazendas
coro gneros
Tolal
Total
Ar*tidts.
Uma lagrima sobre o tmulo do Sr.
Victorino de Castro Mouta.
X morlc acaba ilo roulnr do seio da so-
cidailo qunlle iiue tola a sua trida foi um
cotiialexo de virtudes, sua honradez, seu
amor ao prximo, 1ua cndale para com i.s
mcessiUJos jamis seta esquecida por todos
aquellos que particiiiaiam dos seus benefi-
cios.
O Sr. Victorino de Castro Honra ja niio
existe !! sua morto veio cubrir de luto to los
aquellos que tinham a honra tte eoranuni-
ca-lo, no sen poito palpltava um corago be-
nfico, oelle se divisan um carcter do uma
al a compassiva ; a ho:ira e a virlude rviio
suas divisas, sua morte nao so foi sentida
pelos homens que conhecia n sin probi lade
como por aquclles i quo'ii ello servia de le-
nitivo ao.s seus sofi< intentos : por isso con-
iluzdo pelo dever da amizade, venho hoje,
no mcio do tanta dor, verter uma lagrima
sobbre o seu tmulo.
Mas como polerei mitigar lana dor, tan-
tas sauiades que me licaiam de um.verla-
deiro amigo i' com tudo urna nica lom-
branca vem suavisar mcu cijragSo, e he que
Dos s n lo misericor lioso, botn c justo,
nao deixai de ter recebido no co a juel e
que na Ierra espalhou com m3o beinra^eja
taotos beneficios, soccorrendo os oppriini-
dos no rigor de suas necessidaes.
A maior, a mais aprazivel iccoidaco que
'-lie dixoiaos seus atuigossao as suas vir-
ludes, por isso lonibrenvi-nos que o repou-
so dosjustos he na mansSo cierna.
A trra Ihe s- ja leve.
Recife 23 de selembro dn 1837.
Juiio de Santa llosa Muniz.
VANTAGENS DO MF.TIIODO CxSTIl.HO
BKE A VEI.IIA BOTINA.
S. M. F. El-Rei D. Pedro V. acaba de
indar a refonni da
SO-
racom-
- iii.lrucc.l i primaria as cmaras
lealtlallva, que tem de dar principio a seu! 1ra-
Dallios em novembro prximo fuluro.e por isso he de
rigoroio dever de todos os que temo, e-lodado, ana-
lys.ido a entinado pelo melhod,, Caslilln. etpor
mos clara e explicilamenle as vanlagens que alcan-
cancamos. com ,t, ,,,, ,neVllt, s0,Jre an|i,
rolma, que d anles ieguia.no., e posto que falle-me
o cabedal preciso para a demor.alrnc.1o loaica de
objeclo de lal magnilude, com ludo o desejo que
em mira superabunda de ser ui,| a geraca.. nova.que
lera a Inlhar a senda do prngretM, igpprira a minl.a
d-hcencia. Oreupar-me-liei por tanto das vanla-
gens que na pr.ilira lornam-se evidenles, ai aos
man emperrados sceplicos. Principiara suppondo-
me no lunar de profeuor do anlio v.lema de en-
-no, e que abro uma esrola com 30 meninos lodo
Com que prazer esies meninos decompem elas
palavras .' Com que graca dao elles mesmot no-
mes. que Ibes vera a lembranca psri serem decom-
poslosj: : 1 em umafseinana sbem fazer a analyae
e a tynleee desla improvisada, e intirminavel carie
de iiomes, a mait vasta, til, correrla e iude.trucli-
vel, pois a tua doradlo he elema, e nao tem dispen-
dio algum.
Esla primeira phase de entino he lio agradavel
neta variedade dus objeclos que onVrece a decompo-
liego, quanlo til para fallar correctamente e afoi
tar a ler anda aos meninos mais leinidus oa nerv-
ios. Elle! coiiliaJmenle pergunlain ao meslre
asjnlese e aualyse de" quaesquer palavras, e desla
torina se e.labelece um argumento reciproco enlre o
meslre e discpulos a que damos o norae de leilura
auricular alternada,tudo rxlliinado, cantado, palmea-
do e marchado. (Jue encanto, que satisfazlo para
os meninos !.....
Depois de lerrm aurirularmenle, apreieota-lhea o
meslre o temo das lallni VOgaet 00 sub-lanlivas,
com a Mplieaclodoi seus de que silo suscepliveia, e
como o meslre lera carta branca para cunlar hislniias
adequadas as figuras de que as leliras apenas s3o a
suinbra, o menino encantado por estas historias, f-
cilmente as relera na memoria, e como ja sabe o of-
licio qae urnas leliras fazera com as oulr.is, lito
meirao ioitanle qae lli'ai raotlram, u que foi publico
cora o meu querida Musco 10 Jnior e uulro<. IVsa
o me.l.e a inmirar os tornos das coinoant-s. eisaa
leliras adjecliva', que por si metmas esia-i duendo
que na. lem lora mas sao toantes com.......... e isto
meamo ja vera explicado em algaroae urammalicas
aoligae, mas para o que os nossos enlagonilai anda
nao repararanil e cujas iullexei se deixam bem
pcrceber.ie rellaclirem as ulliinas ledras dos nomes
Job, David, Abicuc, Azof, Daniel, ou as preposi-
ef.es insepiraves oh, sub, con, nter, tot, e!c, ele.
(loando uuimnt osi.it adjecliva smplissimas is
substantivas, ficam os nomes lo claros, que appli-
cindu-lhes a leilura auricular, nao ha enanca r.ne
na-. 1'8; e logo que dislingoa os caracteres manus-
criplot, que u bom meslre vai des le ja' apretenlan-
do de mistura c un o impressos, tanto no mltsipa de.
leilura, como no quadro prelo, nao ha menino que ao
cabo de seis a oilo mezes, lermo medio, nao itleja
lendo, alvo se elle he dos chamados emperrados, que
n.lo fallam, por medeix-t ou denguices com que fil-
iara educados ; porque at os ditlrahldoe e pregoi-
eosis, como na i deix.i d Ihes entrar aunciilarmenlc
a c-iinpoiijo e dreompeaifSo das palavras, aprendem
iusensiveluiente pela virlude do rytbmo, pela versi-
iioa,;.io e pela msica.
Daqui nasce o lermos alnraiioi ouvintes, o qoe at-
iesta o illustre professor Soares, no seu brilhanle re-
lalorio, e cu o comprovej com a aprcenla^ao do or-
phlo que me cnufiou o illustre Sr. JoSo Xavier Car-
neiro da Cunba. Alumnos ou>inles sao impossiveis
no melhodo vellio.
A leilura das nossas escolas, encanta pela accen-
luaciV. e pureza, uma duvida, porm, calava no es-
pinlodoSr. general Abren t Lima, eerajulsar im-
proficuo o inelhodo Catlilho, emquento a escripia ;
mas S. Exr. dignou-se visitar a minha escola, vio as
escupas e ficou salisfeilo, o o- que visitaren) todas
as nonas esrolas do melhodo Caslilho fica'ao salis-
feilusimos.
Quanto a parle orlographica, oui.amos o que diz o
ditlincto profes deciimini.ii;.io das palavrat e a leilura auricular cons
(iluem uma recra, um meio por onde as chancas
ttuiam-se para escreverein correctamenle as p.davra-;
por eta parle, pois, da nossa escripluraeao, alias a
man importante, encontr no novo systeme ama
mllaera, que a desprozar-te seria uma aberracao
inonslruosa do progresso.
II i i i-.,lulo meninos lao dislrahidos, emperrados
oa broucoi qoe levam dous aunu para aprender ;
mas sao os que no velho tyslema aniam qoalro a seis
aunos. lao lillio, qoe nlo era dos menos alilido.
esleve seis annoi cora um dos melhures ine-lres dei-
la capital, e que pur isso ja' naqu-lle lempo IH:I7
ensi.ava a 39200 mensaea, era o finado paire Fran-
citco Xavier de Luna Freir.
Joe direi do prazer e alegra com que os nu<*oi
aluinoosie apresemam para ler, peranle osvisitan-
les, teja verso ou |ir..sa, operaces arilbmelicat, con-
|ugacoe '.6!, rearat de moral, doulrina chrisiaa, ele, etc.,
do que tem sido tularaanhat muilot ill.i-lres acade-
mieos. diuloret e inuilos visitantes e ltimamente
os suib .res vigano Bicalhio, Figueiredo, Florencio
le O.ireira e oulros respeilaveis ecclesiastcos e re-
larloret de folhas publicas, do que reiultou dizer o
txra. Sr. presdeme Sjrgio a nossa assemblca pro-
vincial :
o O melhodo di leilura repentina do eonaalheiro
Ca-lillu vai sendo aqui vulgarisado por ura I. imem
N.., por este molivo liguo de tola a tslima. O
a liaulair.eiito que se lem observado nos seus diiei-
pulos, moslra que se nao deve perder do villa e-la
experiencia, e por isso lem tido penitillida a abertu-
ra de quatro escula'.
A minha aula, a do Sr. Ilernardo [-'emendes Vian-
a ea nc-.lenle etcola de meninas da Sra. D. I'ria-
eda, na rita do Vigario, sao anlcriores a presidencia
de S. Exc, tuto muilo que S Etc. nao asusta a
quarta eipoilclo que prelenlo dar dos Irabalhot dos
nossos alumnos a qual espero leja mui brilhanle,
porque eslou mais iniciado no melhodo, e descubr
que a leitora em commuin, e sobre ludo as rera-
em verso, sao, nao tmente i.m ellicaz mcii nm-
monico de grava-las na idea, como pela timullauei-
dade rylhroade, afeitar a ler accentuadamenle com
graca e energa ; nao sendo menos para admirar que
um grande numero dalles meninos deseuvolvam ral-
cul-s de quebrados, deennaes, complexos, problema!
degcomttua praliea, etc., ele, como apresenlel o
anuo pastado, execuladn pur crianras de seis a oilo
annns de idade. I'ergunlo, os alumnos do melhodo
velho com sen anuos de escola poder Ao fazer oulro
lauto '.' ralver, lies ou qualro .umente ; mat nao o
numeio de CO a 70 que pretendo apresentar. Mas de
que procede lodo este adianlamenln '! >Ao he da mi-
nha capacidade, nAo ; itlo procede fuiente, i.i. t-
menle da exeellencia do divino melhodo Caililho.
Por lodos ot profettoret do melbudo (inrluauez
nesla cdade do Itecife, 19 de telembro de 1857.
Francisco de Freas Uamboa.
316
385
7UI
103
396
199
IMPORTACAO'.
Brigoe hespanhol uAngelu vindu de Terra Nova,
consignado a Arsnaga & Bryan, manifeslou o se-
guinle :
-M 2 barricas bacalhao ; a ordem.
Barca ingleza Soowdena vnd
consignada a James Crablree i\. C
guuile :
3130 birricas hacall.ao, 5 barra vinho do l'orlo,
1 xilino dito Xerez, J embrulhos peise ; aos consig-
natarios.
Vapor nacional iParaoa'a procedenle dos purlos
d sul, maiiifest'iu o seguinte :
l> caitas ignorase ; a Isaac, Curio & C.
1 dita dito ; a A. V. de Menrzts Drumond.
3 canes dito ; a Ju3o Pinto Kegis de Souza.
'i dilos dilo ; a Ferreirn & Araujo.
1 diiu dito ; a Miguel Joic lves.
1 dilot dito ; ao director do arsenal.
2 dilus dilo ; a Joaqaiui de Oliveira Maa.
I dilu dito ; a M. Francisco Morena Maia.
I dilo ddo ; a Ceixa filial.
I caixole dilo ; a Uuimaraes i\. Oliveira.
1 dilo dilo ;a A. ti. C. de Alenla.
I dilo dilo ; a A. L. Pereira de Mello & C.
I dito oilo ; a llypolito Drumond.
I dito dito ; a Antonio Francisoo Lisboa.
I dito dilo ; a Francisco A. de Oliveira.
1 dito dito ; a Kooker VV C,
2 sur.Oes dilu ; a Seram Trixeira Bastos.
1 pacota e volumes dilo ; a Xovaes \ C.
I dilo dilo ; a J. J. de Atnorim.
I caliotitilio dilu ; a Amonio P. de O. Ramos.
I lala dit.. ; a Leraos Jnior .\ l.eal Keis.
I eiieopado dilo; a I'. A. de llanos
corda.
I volme dito ; a A. L. de O. Azevedo.
I dilo dilo ; a Joso de. Sanloi Naves.
I dilo dito ; a ti. A. t Catiro.
I dilo dito ; a P. A. L. Moscuzo.
I dilo diiu ; a I. A. C. da Silva.
I dito dilu ; a K. J. lienriques.
I dito dito ; a C. C. Murrira.
I dilo dilo ; a Kocha Luna & C.
I dilo dilo ; t Koslron, llooker & C.
Vapor nacional ui'erriiiungao suido da Alagoas.
roaiul'eslou o seguidle .'
1011 couroi salgalus ; a Bieber A; C.
I eaiaio cora (.; litros em branco : ordem.
CONSULADO UERAL.
Kendiinento do da 1 a Jl. 41:8353012
dein do da 22....... 92J097
i C.oniDanhia de artfices.
i39:830S33l Hollanda para forro, covados 16; bonetes
3j^u9ll0j us djtas parR inv.i-lidos* ; palatinas de
panno, pares 118; esleirs 122; sapatos,
pares 210.
Companbia de cavallaria.
Freiossingelos 2:t; bonetes de panno a-
zul 60 ; grvalas 28 ; luvas do algodao, pa-
res 60 ; mantas de Lia 28, sapatos, pares 60 ;
colhurnos, pares 60 ; esleirs 60.
Meio balalliao do Cear
Gravatas 50 ; boneics de panno azul 50.
Obras do hospital regimenlal.
Cal, alqueires 100 ; arela, canoas 10; la-
boas do louro de assoalho, duzas 2.
Armazens do almoxarifado do arsenal.
Seccanle, arroba 1 ; carvo de pedra, to-
neladas 18 ; rame de latSo n. 8, arrobas ;
chapa grande de ferro para o fogSo do quar-
tel dos menores I ; trave de conslruccSo de
40 palmos i ; dila do dita de 32 palmos 1 ;
enchams de qualidade 12 ; taboas de louro
de assoalho do 14 a 16 pollegadas, duzis 20 ;
hollanda para forro, covados 4196; boles
pretos de osso, duzias 3244 ; ditos brancos
grandes, ditas 1226 ; ditos dilos pequeos,
ditas 3007 ; dilos grandes de metal bronzea-
de ierra Nova, do. com o n. 10 2422 ; ditos pequeos dito,
"" manir'!'t0' o com o mesmo numero 1730 ; dilos grandes
dilo, com o n. 9 4956 ; ditos pequeos com
o mesmo numero 3510; ditos grandes de
metal amarello, com o n 4, 3798 ; dilos pe-
queos dito com o mesmo numero 2250 ; di-
I tos grandes dilo com o u. 3, 1652 ; ditos po-
queuos dilo conjo mesmo numero 826 ; di-
tos grandes dilo com a lettra K 810 ; ditos
pequeos dilo com a mesma lettra 480 ; di-
' los grandes com a leltra i., 700 ; ditos po-
quenos dilo com a mesma lettra 150 ; cl-
cheles palos, pares 1530 ; pelles de lustre
para bonetes 35 ; taimas de amarello de as-
soalho, duzias 6 ; oleado, covados 60 ; pan-
no ver,!.-, covados 2767 ; dito azul, covados
2502; bi i ni branco, varas 5933 ; algod3o-
zinho, varas 3178; panno pelo, covados
295 ; cascmtra encartada, covados 97 ; dita
carmezmi, covadoa 69 ; dita amarello, co-
vados 9 ; lita verde, covados 10 ; corduo
prelo de laa, varas 2108; aniagein, vares
515 ; aceite de carrapalo, caadas 980 ; dito
de coco, ditas 7; fio de algodao, -.i tubas
[ 2 ; pavios, duzias 9 ; sola, meios 200 ; velas
:. de La- Je caruauha. libras 320 ; relogio para enler-
rii.it ti 1.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as lo horas do dia 23 do correntc
mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de guena.
16 de selembro de 1857.-Jos Antonio Pin-
to, presidente interino. Bernardo Pereira
do Carino, vogal o secretario.
contrario deixarSo de seguir aos seus des-
linos 'us ditos objeclos que allarem os
despachos, e de tumbein mandaros co-
iiliiiiincntos para serem examinados,
conferidos e assignados. Recife 22 de se-
tembro de 1857M. L. de Mattos.
Par?; u [lahia.
A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
nal Ilortencia pretende seguir para a Baha
com muila hrevidaile, tem a burdo metade
de seu carrcgamcnlo : pira o resto e escra-
vos a frete, trata- se com o seu consignatario
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruz O. 1.
Para a Porto, com escala por Lisboa,
vai sabir com a brevidade quo for possivel
o bergantim naciunal Despique de Beiriz,
capi'So Faustino JoSo de Carvalho, por j
ler parte da carga engajada : para o resto e
passageiros, traia-se com Ferreira & Lourei-
ru, na ra da Senztla Nova n. 4, ou na tra-
vessa da Madre de Dos n. 10.
^.ibi?^
12:777? 109
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kcndimenlo do da I a 21. .
dem do dia 22.......
1:9369239
l:)5078
2:3665317
DESPACHOS DE EXI'OltTACAO PELA ESA
DO CONSULADO DES1A CIDADE NO DIA
22 DE SKTEM1I. O DE 1857.
Liverpool Barca inglesa oLancailreo, TkMS & Ir-
maos, 200 saccat alsodo.
EXl'OBTACAO'.
Liverpool por Mtreiii, barca Ingleee Emiliaii, de
126 toneladas, couduzm o teguiule ; parte da
carga coro que eutrou, e 1,800 lceos com 9,000 ar-
robas de auocar.
Aracaly e Aun', liiale nacional Novo Anseliea,
de -13 toneladas, condu/io n se^tilile : 213 volu-
mes neiieros cs|raiigi'i7o, 65 ditos ditoa nacionae*.
KECEBr.DOKIA DE KENDAS INTEUNAS UE-
RAES DE PEKNAMUUCO.
Kenlimeiito do da I a 21. 13:83i56il
dem do dia 22....... 6929013
H-526J6G7
Kendiinenlo do
dem do dia
CONSULADO PROVINCIAL.
dia I a 21
3l:172s983
2:109/939
36:2829922
W9rm
fcWSUitS
Navios entrados no da 22
Kio Urande do >nl2J da-, barca nacional uSan-
I Mara Boa Sorleo, de 226 loneladit, capitn
.Mano. 1 Pereira Jardn), equipaaem 16, carga
10,280 arrobae de earna ; a Manuel Alves Guer-
ra. Perlence a Pornamboco.
Rinde Janeiro e II.un6 das, vapor inglez Me-
dwayii, commandanle bawyer,
Babialudas, brigoeaardoGeneral Garebal, de
157 toneladas, rapiIKo S. Magge, equipaeem 12,
em laslro ; a Schramm Whale'ly & C. Perlenco a
Genova.
Navios sabidos no mesmo da.
Pai e porl is olrrmtdosVapor nacioual Para-
nao, rominanilanle F. V. B-irges.
Terra NovaBrigue ingle Elisa Ureeveo, capiao
W. II. Gowin, em lastro.
SMtf0*
parficipaelo nos carant pblicos a lodos quanloi nao ansiphabrloi : neeawariamaaM devcre Ir c a
ts lnr.ii-i. de Iret. dpsles menniK, c cornejo t
r V
P ui lh. ni a vossa prepr-nderaocia, oo na i common-
gam na meta dos votso InlMaeeee. Vos prorlamas-
let como principio itironcu-so de patriotismo um
bairriamo perigoso, porque eiclue alos proprios lia
hitanlet da comarca, proprietanos e all domicilia-
dos lia muilo! annoi.
Anda vai mais langa a vosta pretendi, porque
prelend'is fundar a vos.-a inlluencia tabre a uiori-
dade publica, eiercendo uma prestao decommunal
sobre lodos os ernpregados, qae nao se preslim eos
sinar-lbes o aberedarin, corn os seus sons avrsso aos
que dfsitnam quanlo jonlam se as vogaes. Nesle
enfadoiihnervico enntumn as boras lectivas da ma-
nila, servido perd.lo te o nao tenovar de larde, e
consiculivamenle por inui'ot das eonlinaados, e a
final passtnwe teit mezet, e al nm anuo sem co-
nb'cefem ts leliras do alpbabelo !
Vde o relatono do illu'tra professor Soares ao
Eira. Su e Albuquerqae pagina 8. faca acontecido
Gwmm i
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 112 d. a 60 d.
< Parta, 316 rs. por fr.
a Lisboa, 92 por % de premio.
o Rio de Janeiro, 2 por 0|o do descont.
Accao do banco 50 por cenlo de dividendo por con
t do vendedor.
i o companbia de Beberibe 609000 por acrSo
a companhia l'eruainbiicana ao par.
e Utilidade Publica, 30 pur cenlo de premio.
e a Indemnisadora. 61 ideo.
i j ti estrada de ferro 20 por 0|o de premio
Discnnlo de latirs, de 10 a 10 por cento.
Acedes do Banco, 40 a 15 de premio.
Ouro.iiii.;a- bespanholas.
Moedat de 63100 velhas
a e 66100 uovas
48000. .
Prata.Patacoes brasileiros. .
Pesos colurnnaries. .
mexicanos. ,
29J500 i
3OS000
I63OOO
168000
9aO00
28000
SjsitXl
lf860
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resoluto
da unta da fazenda. manda fazer publico,
que as obras dos c meertos da ponte do An-
io sobre o rio Scrinhaem, vao novamentea
praga para acrem arrematadas a quem por
menos fizer. no dia 8 de outubro prximo
vindouro.
E para constar se mamiou allixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco22 de selembro de 1857. 0 se-
cretario, A. F. d'AnnunciacSo.
'?
vwmui-m.
Por esta subdelegacia foi apprehenli-
do umescravo que diz cbaraar-so Miguel, e
ser escravo do Dr. Francisco Lins Cal las, se-
nhor de engenho, que andava fgido ha
dias, e acha-se recolnido casa de deleneo:
a jessoa que se julgar com direito ao mes-
mo, provanlo, Ihe sera entregue. Subdele-
gara da freguezia de Sanio Antonio do Re-
cife 22 de selembro de 1857. Villaca, sub-
delegado supplenle.
Pela admiuist'aca'o do correio d sta
cidade s1) faz publico, que a scelaria do
imperio or lena que os vapores brasileiros,
procedentes dos por os do sul e norte s se
demoraran nesto porto 12 horas.
DIRECTORA UERAL DA I.NSTRL" :c.\0'
PUBLICA.
Por esta secretaria faz se constar a quem
convier, e iateressar, que so acha vaga a ca-
deira de itistrucco primaria do seso mascu-
lino, da ptvoaeo N. S. do O'de Ipojuca, por
jubilacao concedida ao professo-.que a regia;
equelici assignado oprezo de 60 diaiti con-
tar da dita des'o para a inscripqao.e proeesso
de babilitagao dos cau i Jatos que a mesma
soqueiram O oppor. Secretaria dita 22 '<; se-
lembro de 1857. O secretario, francisco
Pereita Freir.
-Por esta subdelegecia foi recdhldo a
casa de detcncSo, um pardo que diz chamar-
se Thoniaz, ecravo, apprehen lido, o entre-
gue pelo soldado docorpo de polica Cypria-
no Jos deSam'Anna, por estar fugi lo : *
pessoa que se achar com direito ao mesmo
escravu, provando, Ih-i ser enlregue- Sub-
delegacia da freguezia de S. Antonio do Re-
cife 22 de selembro 1857.Villaca, subde-
legado suoplente.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o 2.* bataliio de infantaria.
Hollanda para forro, covados 50.
4.' batalhSo do antillana.
Casemira cartnozim, covados 7 ; hollanda,
covados 25 ; bonetes 250 ; ditos para m-
sicas 2J ; palatinas, pares 271; sapalos, pa-
res 581 j esteiras 200.
8.* batalho de infantaria.
CalJeiras de ferro para 100 pracas *; di-
las para 50 ditas 3 ; jogo de balances, com
os pesos al 1 arroba 1 ; cordOes para canu-
dos de infeiiores iOi.
9.- batalho.
Gravatas 35 ; hollanda para forro, cova-
dos 50 ; bonetes de panno verde 35*; sapa-
los, pares 354 ; esleirs 351.
10.' batalhSo.
Panno mesclado cor de caf, covados 81.;
lito dito azul, covados 54; caaemira encar-
nada, covados 16 ; hollanda para forro, co-
vados 126, bonetes de panno verde 168;
gravatas 2 ; sapatos, pares 208 ; manta de
13a 1; esleirs 207.
rauio
santasabel
.1 RECITA DA ,\SSIG\*Tl!M
EMPREZAGERMANO
QLARTA-FE1R.., 21 DE SETEMBRO DE 1857.
A orcheslra execotar urna lindaSV.MPIIO.MA,
depois da qual reprsseiilar-se-ha a nova comedia
em um acto, ornada de couplets :
A HERANC4 MALOGRADA
liVISsiiCOIISA.
Em seguida subir a scena o drama em 3 actos,
-ornado de musir :
OS&1DA
O A
Nota Psyefee
O resto dos bilbeles acba-se venda no escrip-
lorio do Ihealro.
* Principiara as 8 hora-.
Gabinete ptico
ATERRO DVBOA-VISTAN.4.
O director deste salao, participa a seus
Ilustres protectores, que tendo-se de retirar
desta cidade, Ibes ofi'erece uma agradavel
exposic3o de vista todas novas, e muito bo-
nitas, por ser a ultima semana.
I. Vista de Sebastopol, representando
suas fortalezas.
2. Tomada de Bomarsund.
3. O general Saint-Arnaud.commandando
suas tropas na batalla do Alma.
4.- Chegada das tropas francezas do Ori
cuto Pars
5 a Napoleao I, ferido na balalha de Ratis-
bonne.
6. A sanguinolenta batalaa de Austerllt
por Napoleao 1.
7.' 4 vistes a pedido do respeitavel publi-
co, as quaes s3o, a cidade da Haba, Lisboa,
vista geral de Paris, o palacio de crystal cid
Paris.
11.a DestruicSo deSodoma.
12.a Vista do Mxico.
13. Ponte e palacio do Louvre cm Paris.
14.' Monte Valerio em Pa.is.
15." Passeios e castalio de agua em Paris.
16.a Cscala de Saint-Cloud.
I7.i a caca dos Crocodilos.
18. Napoleo I, botando oeulo em fren-
te da Calhedral de MilSo, em Italia.
O salSo estar aberlo das 7 at as 11 da
noile. Entrada 500 reis.
ACARACU' E CEARA'.
Segu oestes dias o hiato Sobral, para car-
ga 7? passageiros, trata-se com Cactano C.
da Costa Moreira, na rila da Ca leia n. 2.
so de
I'ara
ti
aneiro
O brigue nacional Laura pretende seguir
para o Rio de Janeiro com muila bteviladc;
lem prompto taite di seu carregamento :
para o resto e esclavos a frete, para os quaes
tem encllenles commo los, tr?ta-so com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
\zevedo, tu. da Cruz n. 1.
O agento Borja (ara leilSo em seu ar-
mazem, na ra do Colb'gio u. 15, de diver-
sas mobilias de Jacaranda e amarello, e
mais obras avulsas de marcineiria. dediFe-
renles qualidades, objeclos de ouro e prata,
relogios paraalgibeira, enfeitesdo porcella-
na e crystal para sala, candelabros e lanter-
oas de vidro, apparelhos de louca para mesa,
2 caixas com clungjs de mdeira e de lou-
ca, 1 caixa com chapeos de palhinha, e ou-
tros rauttos artigos, qua se acham patentes
no referido arraazcm, c que serao vendidos
sem limite algum : quinta-feira 24 do cor-
rente, as 10 horas da maulia
O preposio do agente Oliveira far le-
13o. por ordem e cunta do uma ranilla que
.se relira para Euroiia, da seguinte inobilra
e mais objeclos de seu uso, sof, cadeiras,
cor-solos, mesa redonda, cadeiras de balan-
co, duas de bracos, banquinhas de jogo, di-
tas para luz, candieiro de mesa, relogio do
parede, mesas para jantar e pira engnmma-
do, louga para altnoco e janlar, garrafas e
copos lapidados, pori.-licor, guarda-roupa
rain tes, romtnoda, lavatorios, cama para
casal, dita de ferro para sjlteiro, toucado-
res, um cairo de 2 rodas com cavallo e ar-
rcius, e oulros muitos artigos : quarta-fei-
ra, 23 do correte, as 10 horas da mantisa,
na ra do Trapicho n. 12, por cima do escri-
ptono do Sr. Bidoulac.
lCllO
o mais interessantc c variado que se lia (ci-
to atelioje, pelo agente J. M. PESTAA.
Ueuiv Bruno & C, arao labio, por
intervenco do agento Pestaa, quarta-
feira 83 do coi rente, pelas 10 lioras da
manliaa, em seu arinazetn, ra da Cruz
n. 10, do seguinte e variado sortimento :
perl'uindiias e eni'eites, o mellior que se
pode desejar em taes artigos; lerra-
gei.s e todo genero de cutillariaria, de
Ierro, aro e toda a sorte de metal :
E muitos outros artigos, que a enunic-
ra-los parecermos prolkos.
U leilao de lazendas ja' aiintinciado,
tera' lugar em outia occasiao, o que se
previnira' convenientemente,
Leilao impor-
tante.
A rcqucrimenlo dos adminislradores da
massa fallida de I) Candida* Matia da Silva
Lima, viuva de Dclliuo G. Pereira Lima e de
ordem do Exm. Sr. Dr.'ju z especial do cora-
niercio, o agente Borja fara leilao terca-fei-
ra 29 do correte, as 10 horas da manbaa,
no primeiro andar do sobra lo n. 67, da ra
Imperial, defroate do viveiro do Muniz, do
seguinte :
Um excellente sitio na Passagem da Mag-
dalena, com sobetba casa de vivenda asso-
bradada, casa para feitor, cscravos, banho,
cocheira, estribara, curral de vaccas, gal i -
nheiro etc., tuto de podra e cal, cacimba
com boa agua, jardim, muitos arvore los de
espiono, grande e excellente baixa para ca-
(m, viveiro ele.
Uin sobrado de dous an lares e solao, com
quintal grande e murado, muilo bem cons-
truido, com cozinlia fora no primeiro andar,
sito na ra Imperial a. 67 (o mesmo em que
se faz o leilao)
Urna casa terrea na ra da Assumpc,3o n.
38, com quinlal murado etc.
Esclavos, e uiobilia, contendo sof, ca-
deiras, mesa econsolos com pedr, tudo de
Jacaranda, piano horisontal e de mogno,
guarda-louca,aparador,mesa d^ jantar,banca
de jogo, cadeiras, cama etc.,-de ditferentes
mad. iras, louca de jantar, de almoco, lan-
ternas etc.
Os senhores prelen lentes aos predios po-
lem com antecipacao examina-los, para o
que Ihes sera franca a entrada.
Transferencia
deleitad.
O leilao de tniudezas e l'erragens de
llenry. Bruuii & C, annuneiado para
lioje, licd transterido para quinta-ieira
i'i docorrente, as 10 horas da manh&a,
em seu arma/.etn, rtia da Cruz n. 10.
Leilao de baea-
Iho, hoje
O agente Pestaa fara' leilao, lioje 23
do corrente, as 10 lioras da manhaa, no
armazem defronte da escadinlia da alfan-
dega, de 100 caixas com superior liaca-
llia'o, de 30 libras cada uma.
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 20, das 9 horas
da manhaa as 9 da noite, bilhetes, meios
e quarta, da ultima parte da quarta e 1-
da 3- lotera do Hospital Pedro II, cujas
rodas nndam no dia 26 do corrente.
Por engao foi annuneiado a parte
cima da lotera, quando de ve-se ler
Ultima parte da segunda e priraera da
tercena, como bem se le na impressao
dos bilhetes que se acham a venda, o en-
gao referido. Thesouraria das loteras
22 de setembro de 1837.Joao Miguel
da Costa, escrivao interino.
9 <> lllm. Sr. |iru\e.lor da tortedade orillado- ;}
i' xa o IliterariaAmor a Caridade, manda 0
S convidar aut Srt- socioi, a cnioparrcerem bo- |S)
9 i*, pelai 4 horas da larde, na roa das Asoai- &
<* Verdea n. o}, primeiro andar.O asmvao, $$
tt Manuel Jotquim Silveira. Sa)
9 Heeife 23 de lolembro de 1857. }*
W9&3-mi9-mK9*99&Qm
Precisa-i;^ de utu of-
ficial de all" i i(c bem ha-
bilitado, pira cortar, pa-
ma da
ii. 56,
t^eriiambueaia
O vapoi nacional l'EKSl.NLNGA, commandanle
o lenlo Moreira, salara' para os Dortot do sul com
escala por Ttniaudarc, I! rr i-Citan I, l'.irln de Pe-
dia, Camaraail.e e Marei, no dia 2j do corrtnl'
' mei. a's ti huras .la larde, recebe-fe carga ate o da
24 ai i horas lan,bem da larde, e lc eila hora de-
j verto estar no escriplirio da gereuca todos osconhe-
ciinentus.
COMPANHIA
Fernambucana,
Hoga-se aos Srs. carregadoresdo vapor
Iguarassiin, que deixaram de entrgal-
os despachos dos objeclos que eondtiziram
para o armazem do mesmo, dos remet-
ter para o escriptotio da gerencia, do
;.:

^
l\ *$ Estando a conleeeioii.ir-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
nlioresque costiimaui ser nelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
danca de domicilio, ou outra tpiahjuer
lembranca,que sirva para que seja o mes-
mo almanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senliorc de engenho e rendei-
ros, rjueiiam mandaras alierares que se
tiverem dado a respeito de suas propre-
:".5 Precisa-te de um penlu ollicial de mar- jj
\",. rinttro, que qneira etercer tus nrte na po- S
'y voac4o de brrenles,comarca de Garanliunt, *'
.A f-r.cndose lidhs as vanUeeos : qimn qui- ij^
zer Jrijt-sa a Iraveisa do Ilotario, sobrado '"
da esquina n. 39, stgumlu andar. @
Piecisa-se de mu caixeiro capaz
que tenha alguma praliea de taberna,
para ir para a villa do Pao d'Allio tomar
cotila de urna das inclliores casas de nego-
cio daquelia villa: q uem pretender di'ii-
ja-sea tua doCabtigi', luja de miudezas
de Jos Alves da Silva (iuimaraes.
a se bom: na
VIadre de Dos
primeiro ndar.
Compra-so uma ou duas rotulas, em
bom estado; tambem procisa-se de um rii-
xeiro, que seja diligente : na taberna gran-
de, ao lado da igreja da Soledade.
Precisa-se de um homem nacional ou
estrangeiro, que se queira enpregar de cai-
xeiro em um engenho, e um outro para ou-
lros servicos.cbm especialidade de animaos;
qoem esliver nestas circumstancias, pode
enlender-se na ra do Livramento n. '26,
que achara cooi quem tratar.
Offerece-sQ um mogo para caixeiro de
quxlquer engenho, puis para isto tem bas-
tante praliea : quem de seu prestimo se qui-
zer utilisar. anuuiicie por este Diario para
ser procurado.
Precisa so de um caixeiro de 14 a 16
annos de idade, desses chegados do Porto :
na ra Imperial n. 53.
--.- Compra-se um cylindro para padaria,
usado, da marca pequena.que esteja em bom
estado : quem tiver para vender, dirija-se a
ruada Santa Cruz na Boa-Vista n. 76, que
achara com quem tratar.
O abaixo assignado pede ao respeita-
vel publico, que suspendam seus juios so-
bre o que diz a seu respeito o louco padre
Joao llerculano do Reg, uo Jornal do Com-
mercio de 15 do corrente n. 133, pois que
por documento tem de mostrar o contrario,
para quo veja-se at onde chega a calumnia,
o procidimenlo, a infamia, e a immoralida-
de desse padre Jo3o llerculano, pois qae a
nao ser elle conhecido de9er capaz de pra-
ticar calumnias mais revoltantes, mu bem
se acreditara, porquanto parece impossivel
haja quem escreva para o publico facto de
seinelhante ordem, sendo mentira ; porem
Heos que vela sobre a consclancia, por isso
a verdade tem do florescer. Victoria 22 de
setembro de 1857. Manocl Jos Pereira
(Jorja.
O pardo Francisco, escravo qne foi do
(nado tenentc-coronel Jos Cordeiro de :ar-
v-.lho Leite, acha-se manutenido no gozo de
sua liberdade, por man lado do Dr. juiz mu-
nicipal da segunda vara desta cidade, e a re-
querinientO'do Dr. cur:dor geral, emquau-
lo se nao nullilica p los meios competentes
o inventario e partilha, era que as cous?s ar-
ranjar.lo-se de modo a licar inteiramente
annullatla a dispost?ao do mesmo tenente-
coronel l.eite.quanto a sua ter^a. E porque
consta, que algueni pretende mantr agar-
rar dito pardo, e pela torca reduz-lo ao
capliveiro, faz-se publica esta declaracao,
para que cnegue ao couhecimento das auto-
ridades, e quem quer que tenha esse coos-
ciencioso procedimento, nio allegue depois
ignorancia.
Hoje-23 de setembro, Onda a audien-
cia da segunda vara, hao de ser arrema-
tados com o abate da lei, dous terrenos
situados na travessa dos Martyrios, os quaes
conslam do escripto que se acha em poder
do porteiro do juiz, penhorados aosher-
deros deManool Francisco GuimarSes, por
execugao de Matheus Auslin t C.
No dia 17 de agosto prximo passa lo
fugio de Macei um mulato por nome Ha-
noel Izidoro, com os sgnaes seguintes : es-
tatura regular, rosto redondo e descarnado,
pouca barba, olhos grandes e um tanto es-
pantados, esbeltos pegados ao casco, bocea
grande, denles largos, uma orelha furada,
alguns talhos nos peitos. o maior signal he
ser quebrado, e he ollicial de marcineiro ;
teve-se por noticia que an lava oesta cida-
de. O quai escravo pertence a Jo3o Chris-
tiano rogt, allemSo, meslre marcineiro, mo-
rador oa ra da Matriz: quem o Irouxer a
sua casa, ser bou recompensado.
O abaixo essignado declara que deixou
de ser responsavel do que lem dte o peri-
dico denominado Povo, desde que princi-
piou a apparecar correspondencias assigna-
das por llacaiba sem carolo, e com especia-
lid i le o que tem dilo a respeito de Jo3o Si-
mes le Almeida. Itecife 22 de setembro de
1857. PeJro Antonio de Carvalho Uaiano.
^ni'issudores.
Prccisa-se do 2 amassadores que sejam
diligentes e dosembaracados na teodedeira,
jga-se 25*000 mensaes, c nao pufham cy-
lindro : os pretendentes dirijam-se a pada-
ria do Villa-verde, na ra Imperial n. 173.
Aelia-se ausente desde o dia 30 de ju-
Iho prximo passado a escrava Antonia,
crioula, de 30 annos di idade, sltura regu-
lar, corpo retornado, cor fula, e cara picada
da bexlgas : quem a pegar, leve-a a ra Im-
perial n. 6*, residencia do seu senhor Fre-
ne les da Mlva Cusmao, que ser genorosa-
menle recom ensado.
Vendoin-sa duas* escravas, urna de 17
annos,com muitas habilidades.e outra de 10
anuos,que cose e faz algumas couzas : quoni
pretende-las, dirija-so ao sobrado encarna-
do, armazem da esquina do caes do llamos.
Vende-se arroz branco era casca, por
atacado ou de sacco en sseco : na esquina
do caes do la eos, armazem do sobrado en-
carnado.
Venlem-so 2 cavallos de estribarla :
pera ver, na rocheira do Sr. Paula Irm5n, e
a tratar na ra do Padre Floriano n. 69.
-'.
iO

!
l'recis-i-se de am born cniinheir p.^i-se
bem : na ra da M ;h.-u- ir.i u. .
ATTKBQAQ.
Ha in licio* de que m quarto de bilhele
11. 3717, da quarta patio da primeira lotera
docollej{io dos orphaos preoiia lo com .
2:00o~, tora furtado, ou rotibalo ao menor
Jos I.uiz da Costa : e por isso previne-se ao
Sr. thesoureiro das loteras e eautelistas que
nSo pagtiem o premio correspondente ao
mesmo quarto, o qual se-acbt asxignado no
verso com o nonio do Jos I.uiz Ja Costa
assim como a qualquer pessoa, que n3o faca
iransaccao alguma sobre o mesmo quarto.
DEPOZITO DE RiP PRWCEZA DE
HAKYLVM).
He chegado pelo vapor Igusrssu este no-
vo rap, fabricado no Coar, pelo Dr. Marcos
los Mieophili), a sua baa qualidade e excel-
lente aroma, agradar os amantes da boa
pilada, e ven e-se por proco commolo : na
ra da Cadcia do Itecife n. 29, primeiro
andar.
.No deposito d> clnrutos da ra larga
do Rosario n. 32, ha para se vender 9 arro-
bas de pesos a 50 rs, a libra, leudo j parte
dos pesos ateridos.
LUVAS DE JOUV1N.
J. Falque recebe por todos os vapores in-
glezes vindos da Europa, luvas de peHica
Jouviu, de todas as cores, tanto para bo-
meni romo para senhora : na ra do Crespo
n 4.
So da 18 do corrente perdeu-so na es-
irada da llmliiribeira at a ponte dos-Carva-
Ihos, a quantia do rs. 885/000 cm notas : ro-
ga-s perianto, a toda e qualquer pessoa
que tiver adiado dita impottancia ea qnei-
ra restituir, dando-se-ino metade da men-
cionada quantia, a poder entregar na ra
lo Livramenlo n. 26.
Compra-se elTcctivamente bronze, la-
t.lo e cobre velho : no deposito da fiindicflo
da Aurora, na ra do llrum, logo na entra-
da n. 38, e na mesma lundieSo, em Santo
Amaro.
ILEGIVEL




DIARIO DE PF.RNAMRCCO O ARTA fEIRA 2." DE SETEMRRO DE 1837.
C0ISLI0R10 H6B0PATHICO
DSu 9m &
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
ni glbulos, o preparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
PREgOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 159000
Dita de 36 ... 203000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr rom o dic-
.] cionario dos termos de medicina......... 20900*
Medicina domestica do Dr. Henry......... 10/000
Tratamento do cholera morbus....... 2/000
Repertorio do D". Mello Moraes...... 6*000
* PEDRAS PRECIOSAS- 3
8
f Aderemos de brilliantci, Jj
: diamante e perolan, pal- '4,
3J i'ir.i*. alfinele*, brincos j*
J l rzalas, bol&es e anneis S
.- de difireme! eoslos e de
S diversas pedras de Talor. 8?
B
*
Compram, vendem oo
E trocamprala, oaro, bri- S
m Ihaules.di.iiiihntese pero- $
% las, e milras qoaesquer n
* joiasde valor, a dil.lieiro j$
... ofl pur obras.
iniiiiiiuutiiiiiiMiuMiiuiia
C1EIB1 imite.
mj& di iinrii
Rua do Cabnga' n. 7.
Receben, por to-
dos os vap. ivs da Eu-
ropa asobrasdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franca corno
ge a
OURO E PRATA.

Aderecoi completos da '.'i
m
*i oaro, meios ditos, polsei* |tj
* ras, alfinttes, brinco* e *
* rozetas, cordes, Irancel- |
$ lint, medalhas, correles H
!* e enhiles para relogio, e $
* oulros mullos objeclos de Jj
f-; ouro.
&j Aparelbos completos de jj
r prala para cha, bandejas,
... salvas, easticacs, colheres $
H de sopa e de cha, e mu- i
tos oulros objeclos de
& prala.
g& .?. $ >;.<9SB8E 38* $:***
de Lisboa, as quaes vendem por
preto.commodo como eostumam.
m^
&
ABAT1MENT0 DE 20 POR CINTO

O propietario da fabrica de chapeos de sol da roa Nova, equina da camboa do
(..nmo. querendo liquidar as fazendas existente* em cesa, para eipur ao pnhliro o novo
e esplendido sorlimsnto que o rr-esmo e olTercce ao respeila *l publico oa objeclos sepui.te-, ccm 20 por cenlo de abate :'
Palitos de panno fino pretus comela de velludo.
Ditos de dito com cola do memo panno.
Kilos de casemira preta e de cores com Rola de velludo.
Ditos de dito com cola do mesmo panno.
Ditos de alpaca pretas e de cores com gola de velludo.
Ditos de dita eoin gola do mesmo panno.
Ditos de sarja prela, merino selim, sanea amarella, brim branro e pardo liso e tran-
cado, ricos corles de casemira pan calcas, coleles de setim, ditos de velludo, de seda, de
eorcuiao e fuatao branro e de cor, capoles de borracha com perneiras, chapeos de fellro
finos e ordinarios, ditos de palha, ditos de pello, camisas fiancezas brancas e de cores,
perfumaras, grvalas, bengalas, chicotes, e orna iniinidarie de oulros objeclos avista dos
quaes os amantes do bom gusto nao deUarao de comprar,
Luvas de Jotivhi.
Ha mesma casa recebeu-se pelo vapor ing|z MEDWAV, luvas de Jonvin da melhor
qualidade.
Tudo a preco flxo.
_______BBHB
Vai a pr*ga publica, na audiencia do
juiz de orpbaos, a preta Paula, crioula, de
idade d.; 12 a 13 annos, sexta-faira, as II
ho'as do dia, c sera entregue a quem mais
der. Alirma-se que he una linda pega
Precis-sedeuma casa tortea no bair-
ro da Boa-Vista, e que tenha bons commo-
dos, quintal grande 0 cacimba, pois se p -
gara bem p-go o seu alugucl : quem tiver
auouocie, ou dirija-so a travessa da ra das
Cruzes n. 8, para tratar.
Precisa-se de um sacerdote para ca
pello de tim^engonho distante desta praga
* legoas : quem pretender, dirija-se ao lar-
go do l.ivramento n. 20, onde encontrar
com quem tratar a tal respeito-
Aluga-se para passar a festa 2 casas
terreas, sitas no lugar de Sant'Aoni de den-
tro, com hons commodos, e o lugar he o
mais saudavel para a saude : a tratar no pa-
teo de S. Podro n. 6, segundo andar.
Da-se gratis a quera quizer conduzlr,
sem dclonga, grande porcao de calida para
atorros : na ra d Collegio, sobrado n. 12,
em que mora Francisca Jos Leite
Lotera
DA
Provincia.
Aos 5:000000, 2:000-5000 e 1:000$000.
O abaixo assignado vendeu os seguintes
premios:
Numero
"*.@
SEGURO CONTRA FO0.
Companhia Alliance.
Eatabelocida em Londres, ero marco da 1324. i
Capital cinco milhoes da libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
t a que mais convier que asto plenamente au-
tori.sados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cocerlos d
tlha e igualmente sobre os objeclos quecontiverera
os mas nos edificios quer consista em mobilia ou
(azandas de qualquer qualidade.
Na fundic^o da Autora pi-ecisa-se
de serventes forros ott cscravos, para
servico debaixo decobetta.
| DERTiSTi FMHCEZ.
2 Paulo (iaignoox dentista, ruaNova n. 41 : *&
9 na mesma "casa tem agua e pos deiitritice. y$
JOI1N CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEII.O'ES COMMERLIAES,
n. 20, ra do Torres,
PR1MEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIPE.
Na ruu do Trapiche n. 17, escriptono
prreisa-se de um preto para criado.
MUDANG DO ESTABELEGI-
MENTO DE PllffiS DE
J. VGNES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
RelaQo.
Alltgam-se para a festa
3 casas na Torre corn 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozlnha lora, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos: a tratar
no armazem de materiaes da ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 17.
Jos ^nacleto,
dentista e sangrador,
com 26 annos de praticn nesta provincia, e
nos estabe.lccimoTlilos de caridade, tendo de
sabir a passeio pur todo este mez Macet,
Sergipe, Babia o Rio de Janeiro, continu'a
ain la por estes dias a sangrar e tirar bem
denles com a mesma rapidez que o dentista
hespanhol, por ter consultado e observado
com altenQii > as suas operacns, na vespera
da sua partida, chumba os denles tusados, e
separa bem os da frente : poleser procura-
do a qualquer hora do dia, na ra da Cam-
boa do Carino, casa n. 20.
S Attenco S
';" Josi- Ricardo ("oelho, na rita Nova ^
\:'. n. TiO, avisa aos freguey.es, >,
%? que recebeo pelo vdpor PETROPOI.IS, W
rg^ um grande sorlimsnto de luvas de Jonvin,
C paia homens. lenhoras e meninos, e raleado gai
5g de Millies para homens, senhoras, meninos J*
^9 meninas, proprios para baile e passeio. B
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bilbetes ga-
rantidos pelos piceos abaixo notados, em
<|iiantias de lOO.s'OOO para cima, a di-
nlieiroa vista, em sen escriptono, na ra
do Collegio n. 21, primeirO andar.
Bilhetei o.s'iOO recebe .">:000.s000
Meios 2.s"5 2:500s000
Quartos 1|250 1:250^000
i*. J. Layme.
Ama secn o e leifo.
Precisa-se de duas amas, urna secca c
outra de leite, que o tenba bom e em
abundancia : na ra da Praia n. Vi).
:;:

i"ri'>mn-
AGEIO E PROMPTIDiO.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio e promptidSo, e to-
ina-se algumas treguezias.
ICasa de saude.
quarto
1 dito
1 meio
1 dito
1 dito
1 quarto
3717
2731
1361
1189
2402
723
2:0003
lOft?
Si
|g 0 Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
^ labeleceucm seu sitio da Passagem
^ da Magdalena, que tica ao norte
da estrada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, ex-
cellentes acommodacoes para re-
ceber todas as pessoas enfermas
O
Q
m
O mesmo tem exposto venda os seu feii-
zes bilbetes, meios e quartos da ultima par-
to da quarla e primeira parte da quinta lo-
tera do hospital Pedro II, os quaes nao es-
tilo sujeitos ao descont dos oilo por cenlo
da lei, na pra^a da Independencia ns. 4, 37
e 39 ; e na ra da Cadeia do Itecife n. 45,
\ esquina da Madre de Dos.
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-so de um mestrede primei-
Iraslettra, grammatica portugueza e lati-
na, para um engenho distante 7 leguas
desta cidade, e se for sacerdote sera' ca-
pelliodo mesmo engenho: no aterro da
Boa-Vista n. 16, primeiro andar.
Perdeu-se um bracelete de ouro no
dia 17 do corrente, do pateo do Terco a ra
doQueimalo: quem oachou, querendo res-
tituir, dirija-se ao pateo do Terco, no pri-
meiro andar, da casa n. 12, ou annunci
^ que se quizerem utilisar de KUS jj-g Quesera recomp usado generosamente.
. serviros mdicos, os quaes serao
V prestados com o maior esmero. %
%) O mesmo Dr., para o liin supra- t%
& indicado e para exercer qualquer 'r
outro acto de sua prolisso den- Q
^ tro ou fra desta cidade podera" 9
}? ser procurado a qualquer hora do Q
S dia e da noite, no referido sitio, ?f
Aluga-se a casa terrea u. 75 da ra
do aterro da Boa-Vista, com commodos
para familia ou para negocio, edotts gran-
des quinlaes murados, um dos quaes sees-
tende atea ra da fonte-Velha, para on-
de tem sabida: a tratar na ra Real, so-
brado n. ou na praca da Boa-Vista,
botica do Sr. Ignacio Jos de Couto, n. (
a excepcao dos dias uteis. das fe "" ArreQlla-se o engenho Concei?no, co-
horas da manhaa ni da tarde, mX 'KSS CerC8hd ""^ f
I vac lee mais animaes, boa casa de
., i ."' w o^b ufi^iicmais ammaes, boa casa d
quesera encontrado no primc.ro ^ vtvenda, estribara, rio junto a casa, banhei
andar do ?***J^* o -* ^*> m hr>m nr.inu i>^< ..__:_ r
@ do Cnrmo.
) pateo |& ro, bom jardim e borla, varias fructeiras,
tnuilo boa vista, junto a povoavo de Bebe-
ribe, c arrenda-se por prego commodo:
quem o pretender, dirija-se a pra^a da lioa-
Visla, casa n. 28, a tratar coa Manocl Elias
de Muura.
Para encanamento e re-
- Precisa-se de una ame forra oncap-
tiva, para casa de pouca Tamilia, que com-
pre, eoziohe, engomme c faga todo o servi-
Co de urna casa : quem pstiver tuestas cir-
cumstancias, dirija-se a"rua do Hortas n. 10,
para tratar do ajuste. |>UCM)S
53 ?-"'-i. ::::'.: .::--; '.'::" Cheg^ram a ra Nova ti. 6, exccllentes ca-
^j O abaixo astinna-io declara ao publico i nos ua chumbo do varias larguras, muilo
,. que mudou a soa loj d irastts da n.a Nu- P-'opnos para encanamentos u'agui e para
-^ va n. 4... para a roa das Flores n. 11, por Hl? repuchos em jardius, e veuJem-se por nreco
q cmqusnto,.ss..n como fica o mesmo depo- s-.'commodo. par preco
' sito ni r u j da Concordia. '-' d,;. i u ,
' I ... ?v Precisa-scdetrabalhadorcs nacionaes
... '. .- _" "."''-'-i-'-' ou "strangeirus, para a fazenda denominada
.^i,',"./,";:' ?,.*, -L tfjrP'X'-' ,UnK*. em Moaiass^, preferem-se os cas?.-
n.ras,r8 i. de Chacn, dos con. familia, e da-se morada aos mes-
na Casa Forte, c rjue pertenca a mass. fall- -
da de N M. de Seixas : a tratar no escripto-
no da administraciio na ra de Apollo n 6.
Precisase alugar duas pretas escravas
pra o servico externo de una casa, c ven-
der na ra: quem as liver, dirija-se a ra
do Boro Jess das Crioulas ti. 29.
"T Deseja-se fallar com o Sr. Gamillo
l.ras.liense de Hollan la Cavalcanti, que ha
ni os : para tratar, em casa de lioslron Koo-
'er i\ C., praca do Corpo .santo ... 48
Precisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, que seiba bem engommar e fazer ser-
vico de urna casa estrangcia de pouca fami-
lii : quem sejulgar habilitado, dinja-sc a
ra do Trapicho u. 8, que achara com quem
tratar.
- Aluga-se nina casa com muitos com-
n.l....______ Cu:i:~________ .. ._ r,
>>< uc Hoiian ia i.Kvalcanli, que ha Atuga-se nina casa com mullos com-
pouco veio do Ceara, a negocio ue seu inte-1 modos para familia, para se passar a fesla :
resse, ecomo se ignore sua morada, pede- na ra do Monteiro, defronte da capella de
se-ihepara apparecer na ra da Cruz do lie- s- l'anlaleo : a fallar na ra lerga do l!o-
ciie n. 28. segn lo andar serio n. 29
. AODLPHE B0URGE0IS.
Una Nova n. 6fi,
cife n. 28, segn io andar
Precisa-seJIe um reitor que seja por-
tugoez, o que enlcnJa perfectamente de
plantar;6ps dn jardim ; oa ra da Cruz do ilc-
cire n. 13, primeiro andar.
AGENCIA DE PASSAPOBTE.
Claudioo do liego l.ima, despac unte pela
vende lodos scus cairos com boas pace-
ibas, igualmente <> sobrado, tudo junio
reparticao da polica, tira passaporte para I ou separado.
TiJ$ld? 000 por urna escrav,
^'.,.^ rU' da ,,ralB Primt'ro kue laca o servico interno e externo de b<
oiiuar n. 4.1. i ,,ucna |arHilia na rua do ,,i|ar n ,2
Arenyao.
'x? No estabelecimento da casa dos
G exposlos precisa-se de amas de
9, leite: a fallar no mesmo, com o
@ regente.
- Precisa-so de 2 amassadores : na pa-
daria do Forte do Matlos.
c& f^ ***:J'^ iTh S&iP'*i ^> f^t *>.*r\*r '""tk. .-?> >
iithtfncu
w l>UC 110.
;r Declaro aos Srs. socios qae esta'desianada a
^ a sessao de quinla-f-ira 2. do correle, pa- ""*
:'\ ra preslacAo do conlas, e qoe se apressem ; -,
'.,] em pagar 'uas mensalidadts, sol pena da ';
' a|iplicarao do que dtlermina o arl. .">() dos ".!
-]'[s ealrlolos. ^'.
Secretaria do Alheen Pernamhaeano, %
* II .lesclcinbro de 1S">7 O primeiro secre-
tgf lario, Fentloii C'S r liiirlaiuaniic.
-; ^9m999^9i
Os adir inist,adores da massa lalllda de
I). Candida Mina da Silva Lima, viuva de
Delphino G. Pereira Luna, convidam aos
credores da mesa a apresentarem seus t-
tulos de.tro do prazo de 8 dias : na rua da
Cadeia do I.Vcf.) n. 38, alim do serem veri-
licados na forma da le. Itecife 21 desetem-
bro de 1837. Joaquina Jos ^ilvei-i & C,
Southall Mellor & C.
A contar do boje 20 de selemnro de
1857, a sociedade existente desde o 1. de Ja-
neiro de 1853, entre os Srs. Pedro Vctor
Boulitreau o Charles Itichard Uclahauticre,
para a explorsc.io da fabrica de vinagre da
rua Imperial n. 7, be c lica dssolvida de
coniiuuai accordo: a fabrica fica puitencen-
te ao Sr. Delabauliere, o qul iica pessoa-
meii e encarregado Oo seu passivo.
Prcclsa-se de urna casa lerrea ou so-
brado, nos bairros do Santo Antonio ou Ite-
cife, por isso que se pagara bem nago o seu
aluguel : quem liver para. aliigar,*atinuncie
ou va a rua da C ideia Velha do B.3Cife n 33,
loja do Sr. Jos RoJiigUCS de Ara jo Porlo,
que achara ah com quem tratar.
Pede-se a todos osea pitaes de campo,
o assim como qualquer pessoa do povo, que
prendam o negro cuuulo chamado Itobcrio,
que foi do Mauael Filippe, boticario, no pa-
teo do Carmo, vendido a 0. Atina do Accioli
Lins Wanderlcy ha ou 5 mezes, e depois
vi'iidi :o ao abaixo assignado ha 16 dias ; fu-
gio no domingo, 20, do manhaa ; poderao
couduzi-lo a rus da Cruz u. 35,que se pagar
bem pago, us signaes do negro sao os se-
guidles : olhos paludos, nariz chato, bunda
uiellida para dentro,e ps compridos.
liaphael Fernandes branles.
Perdeu-se no dia 20 do correle desde
o ctiafariz da rua Imperial at a frente do
sobrado do Sr. J'alcio, no aterro dos Afoga-
dos, urna pulceira de ouro, de concha, lisa,
com urna chapa em cima a imitado de flor :
roga-so a quem a achou de restituir, se qui-
zer, na rua Augusta n. 16, onde, aleir de se
gratificar roo lOcuoo, tica-so obrigado.
A pessoa que apanbou no dia 21 do
corrente um carneiro grande, mocho, e c-
palo, querendo entregar, pode trazer a esta
lyoogra;-!iia. que se lliu ^agaialodas as des-
pezas.
Perdeu-se no domingo tarde, desde
a rua Augusti at o aterro dos Al'ogados,
urna pulseira de ouro quem achou, queren-
do restituir a seu dono, pode levar nadita
rua, casa n. 2H, que sera recompensado
O capataz il< alfandega, queiendo ter
sempre completo o numero do 80 homens
possaotes, para todo o Irabalho dentro da
mesma alfanlega, continua a pagar 1S rs
por dia. AlfiiuJcga 21 de setembro de 1837.
lose lliomaz de Campos Quaresma.
Na rna do Liviamcntos, taberna n. 5
precisa-se de um caixeiro, que tenha alguna
pratica, para armazem ; assim como di um
pequeo dos chegados ltimamente do
Porto
Precisa-sc das seguintes pessoas para
um engenho na provincia do Alagoas, co-
marca de Porlo Calvo, ribeira de Santo An-
tonio Craude, urna pessoa que tenha babili-
taces para feilor de engenho, um caixeiro
para casa de purgar, e um criado, pre'enn-
do-se portuguezes, paga-se bem s pessoas
que se quizerem contratar, dinjam-se a rua
estrella do Itosario n. 32, segn lo andar.
Precisa-se de um bom forneiro na
padaria da rua da Senzalt Nova.
- Com a maior perfoicSo, c por preco
mais commodo do que cm oulra qualquer
parte, galvansa-se ue ouro c piala : no pa-
teo do Terco n. 1.
-;- Precisa se de um amassador: na pa-
daria da rua da Sen/ala Velha n" 96. Na
mesma casa vende-se um prcto limito 11105:1,
que cozinha o diario i!o una casa, etc.
Cm 21 do cairente mez desa.ip receu
oescravo Joaquim, crioulo, canoeiro, de 31
annos de idade, pouco mais ou menos, esta-
tua regular, cor fula, hexigoso, e pouc*
barba ; levou 2 calcas, urna de algodozmho
azul o oulra de riscado dito : quem o pegir,
leve-o a rua das Flores n. 37, que ser re-
compensado.
Jos Moreira Lopes, retira-se para a Fu
ropa a tratar de sua sauio.
Pr."cisa-se na villa do Pao d'Alho de
um caixeiro que de Dador a sua con lucia,
para tomar cunta por balanco de tima caa
do negocio, dando-se-llu- bom ordenado :
quem soachar tiestas circunstancias, dirja-
se a dita villa, a fallar com Jos Colmo de
Souza Ramos, ou Desta prae^i, na rua da
Guian. 61, segundo an ;r.
:-x. ....-..:.:.- .:
Consultorio
I CENTRAL HOiaEOPA-D
THICQ.
O RUA DE SAMO AMARO, O
O (Mundo Novo n. (i) -i,':
:\ O Ur. Sabino Olegarm l.uilora Pinlio ft
K dn'nsullas Inilos os diaa uteis, desde as 8 '."
3 horas da manliAa .is .1 da lard. Os convi- %';
_ Is paia vi/.ilas devpr.1i) ser dirigidos por .-'.
;:; ewriplo. Os pobres lio medicados gralu- .'.'
Prccisa-se alugar um si lio nos lugares
seguintes: liosarinlio, estrada de J0S0 de
llanos, Alllictos, e promelle-sa dar bom
trato : quem o tiver, dirija-se a rua da Cruz
do Itecife n. 29, que se dir quem precisa.
Precisa-se de una ama para o servico
de urna casa de pouca familia : na prac.a do
Corpo Santo n. 17.
--- Precisa-se de um rapaz que tenha al-
guna pratica de trabalhar em chapeos, ou
mesmo um menino que queira aprender o
ollicio no pato.) do Terco n .'40.
- Precisa-se de urna ama forra ou escra-
va, para o servico interno e externo de u-.ua
casa de pouca familia : na rua do Cabuga n.
2 c, loja de miudezas.
S. ST1EBIEL 4 C-, banqueaosene-
gociantes, estabclecidos ha muitos anuos
em Londres, tecm a satisfaccao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabain de fundar casas liliacs
nos princip.ics portos c distritos inanu-
factureirosde Franca, Alemanha, Blgi-
ca e llollanda, conservando nltn disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portOS Riis conimerciacsdalira-llretanha,
e estao em posi^aode oflciccer* grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer [ionio da Europa, de nina casa para
compra ou venda de arligos, bem como
para os negocios de trantaccSo de crdito
e banco de qualquer genero.
As pessoas quenaoforemconliecidasdo
aiiniincianlcsdevciaoacomprnliarstiasor-
dens com os fundos necessarios paro Rua
exeuccao ; licando entendidas (lie os an-
nuDciantes nao tecm diKculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Osprecos concilles e mais informaqoes
comnici"ciaes, que forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-sc aos annunci-
a ntcs.
Descoberts nica. Privilegio de 15 annos.
PESTES DE CVOITCOIC E\U-
KECIO, de fauvei.le-delebakht:,
DE PAKIS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes do canutehouc a voga que
boje tem, nao s em Franca como no inun-
de nteiro ; silo sem contradicc3o os mais
agradaveis de todos os pentes, mais bran ios
que os ile tartaruga, sao os nicos que nao
l'azem caluro cabello, por causa da electri
cidade que cont n,accrcsccndo a estas van-
tngens a de niio serem mais caros do que os
de blalo a esta admiravel invengan deve
M. Fauvelle a medalha ie primeira classe na
exposicao universal de 1855.
ROB I.A1 ECTLIK-
O unjeo autorisaJo por aerisio do contelho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospuacs recpmmendam o
arrobe de Lalfecleur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina, fcslc medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
6(1 anuos ; cura radicalmente em pouco teui-
po com pouca despeza, som mercurio, as af.
feccoos da pelle, impingeos, as consequen-
cas das sarnas, ulceras e os accidentes dos I
partos, da idade critica e da acrimonia he- i
redilaria dos hnmores; convenaos catar-
rhos, a bexiga, as conlrac^Oes e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das hijee-
Qes ou de sondas. Como anli-sypbililicos
o arrobe cura em pouco lempo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que olveo incessantas
em consequencia do emprego da copan i be,
da cubeba ou das njeccoos que representem
o.viruasetn nculralisa-lo. O arrobe Laffec-
mercurio euo iodoreto de potassio.--Lisboa
Vende-se na botica de iiarral e de Antonio
Feliciano Alvos de Azovedo, plaga do I). Pe-
dro 11. 88, onde acaba de chegar nina gran-
de porcSo de garrafas grandes e pequeas
viadas directamente de Pars, de casa dodito
Bo\ veau-La'ecleiir 12,rua iuchelieu Paris.
Os formularios dao-se gratis cm casa do a-
gente Silva, na praca de l>. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; liahia, Lima & Ir-
m3os ; Pcrnambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
Kocha & Kilhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magales Leite',
Rio Grande, Francisco de Paula Conlo;
Itoga-se a Sra. l>. Dionizia Francisca
de Souza, natural da villa da Barra, no llio ;
de S. Francisco e provincia de Pernambuco,.
ou a seus herdeiros, que ven ha m 011 mandem
receber a perte que lho tocou do espolio de
seu marido Jos Seahra Lemos fallecido nes-
atcorte. Itio ue Janeiro 6 de agosto de 1857.
CIDAi/E Di VICTORIA
No pateo da Matriz, na loja de cera da
frente azul, cstao expostos ^ venda bilheles
do .to'as as loteras da provincia, e pagam-
so todas as sortes qne sahirem nos bilbetes
que forem vendidos na referida casa.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lago do nioinho de vento da praia de Santa
hita.
Milito da nova colhei.a.
No armazem de JooTavares Cordeiro, na
travessa da Madre de Dos, ha para vender
Milho da nova colheila, muito amarello,
em saceos de boa mar?a.
Na rua estrella do Rosario n. 25, pri-
meiio andar, vende-se urna crioula de 30
anuos, boa figura, quo engomma, cose bem
chao, cozinha e lava.
Guai'daiiapos a 5,000 rs.
a duzia.
Vendem-so duzias de euardanapos com
bonitas ramagens, pelo barato prego de 5r
rs. a duzia : na loja de 4 portas da rua do
Queimado n. 10,
Chales e casemira a
5,000 rs.
Vendom-se chales de merino linos, de co-
res, pelo bsrato prego de 5.^000 cada um :
na loja de portas Ua rua do Queimado
n 10.
Vende-se superior cal de Lisboa, che-
gada ltimamente, por prego commodo : nB
rua Direita n. 72
\ io do Trapiche
ii. 54, escriptono e no*
Vtese ,, vciide-se supe-
rior vinlio do Porto cnfjarraado, cm cai-
\as de urna e duas duzias de garrafas,
bem como em barris de rpiarlo e oitavo,
a preco commodo.
To Ihas para i esa a 3, 4,
_ .)
r> e
6^000.
Vendom-se toalhas de lodos os tamaitos,
com bonitas ramagens, pelos baratas prcgo<
cima mencionados : na loja de i portas da
rua do nueimado n. 10.
A 10,000 rs.
Vendem-se manteletes ilc seda prclos com
ricas guarnigoes, pelo barata prego de 10; :
na loja de i portas da rua do Queimado
n. 10.
Vende-se urna prela crioula, com ha-
bilidades, de ida le 20 annos : quem a pre-
tender, dirija-se a rua Nova n. 51, que se
viia quem vendo.
A
teiieao.
Compra-se
efTecti va mente 'bilheles de loteras j extra-
hidas, e que estejam recolhidos thesoura-
ria, alim de evitar a demora do rccebinien-
to : na rua Nova n. 11.
Comprum-se botijas vasiasa 80 rs. cada
urna : na rua da Senzala Velha n lio.
Compra-se efectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro sudar, apolices da di-
vida publica e provincial, aegoesdas compa-
nhias,e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre oenhores.
Compra-se effeclivametile pingos de
velas de carnauba : na la do Vigario n. 27,
deposito de assucar,
Compra-se um transclim de 'i a 6 oi-
tavasdeoiiro, sem feitio : por detraz da ma-
triz de S. Antonio, no jtimeiro andar do so-
brado n. 16.
Compram-so duas balangas par pesar
assucar, que estojam em bom uso, c m os
cumoelentes bracos : na rua du llrum, em
frenlo do chafariz azul.
Compra-so urna taberna com poneos
fundos, em bom lugar, e que tenha commo-
dos para familia, no bairro da lloa-Visla ou
no de Sanio Antonio a tralar atraz do Cor-
pa Sanio n 66, escritorio de F. Ilsdich.
Compra-se urna tendedeira, urna mus-
seira e um cabido, tu lo grande e em bom
estado : na rua Ja Senzala Nova n. 30.
No hecco do Abroo n I, no Hecifc, se con-
tinu'a a vender jnarcas e tintas para marrar
ron. a c memo para os seohores paleiros
marcf r bolacha e mais massas finas : os se-
nhores que ainda precisen!, podem procurar
a qualquer hora do dia al o dia 20 de outii-
bro do corrente auno.
Ka travessi do'arsenal de guerra, ar-
n.a/"iii n. 11, ha urna porcSo de niel ara
vender por prego niuit) comino lo : a tratar
no mesmo armazem Quem quizer cheguc,
antes que se acabe.
- Ven le-se urna cscrava crioula, de bo-
nita (gura, cozinha o di'rio ile urna.casa,
lava e engomla alguma cousa .' na rua de
S. Francisco n 18.
vende sea taberna sita na rua Oircita
n. 27, contendo poneos fundos, c ss faz todo
o negocios vontade dos compradores.
Vende-se urna taberna com poneos
fundos, propria para qualquer principiante,
em Fra de Portas, rur. do Pilar n. 131 : a
tralar na misma.
Ven e-s urna cscrava que representa
ter iG a 48 annos, mas muito f irgosa, ven-
dedora d'ogua na rua : quem a pietcnder
compiar, dirija-se a rui larga do Rosario n
35, loja de miudezas, ou rua estreita do lio-
sario n. 25, que achara com quem tratar.
echincha s m g'Qal.
Na rua do Queimado i. 19, loja deSantos
Coelho, vendem-se as seguintes fazen-
da, para lcliar cuntas..
Cortes de phantasia de seda com 14 cova-
dos, muilo linda fazenda a 6->0()0, chales de
merino com urna rio palma matizada e
muito grande, pelo barato preg de 8/000
antes qne so acibara cortes de 13a com 15
covados a 49500 cada um, chape is francezes
de pe.lo muito finos de forma elegante, len-
cinbos de Cfssa a 89 rs. cuta um, chales de
merino estampado a S c 6;000, lencos de
cambraia de Hubo a 4;>oo a duzia, mussnli-
na branra e de cor a 3i0 O covado, hrilhan-
tina muilo lina o melhor que ha a 500 rs. o
covado.
Vendem-se tres cscravos do boas lgu-
ras,com habilidades, e um muleque com ida-
de de 5 annos : na rua do Queimado n. 9,
segundo andar.
!\a loja defazen-
das ao p to arco de S.
Antonio,
ha para vender cstaoienha para habito dos
irmSos terceiros do S l'rancisso.
Uarilha.
Em casa de S. I. Jr.hnston & C rua da
Sentis Nova n. 42, vendem-se 50 barris
com barrilha da melbnr que Cosluma vir a
este mercado.
Loja ene u jda, rua do
Queimado n. 17, esqui-
na (io ( olle^io.
(Fazcndas linas para a pragn .
Ilicos cortes de seda de todas as cores pa-
ra vestido de 25a a 503000, romeiras de li-
nbo, camisinhas bordadas com' laco, man-
guitos fr golinhas buriladas, ricos chales de
touquim.de merino, de seta, bordadose li-
sos, para todos os procos, velludos para col-
lete lisos e cordados, cssemiras linissimas,
longos de linho lisos para homem, e borda-
dos com bico, grosdenaples, s^tins sarjas
dn todas as qualidades, velbutioas muito li-
nas de todas 88 cores, chapeos pretos frau-
ce/es do ultimo gusto, ditos doChillt muilo
linos, ditos de feltro de todas as quali lades,
cambrai'as, cassas, mussulinas, chitas linis-
simas, c ludo quanto se possa desojar a res-
;.eito de qualidades, gosto e prego.
1 FARELO 1)0 PORTO,
[em barricas: no armazem do assucar, no
caes do Apollo, enlre as duas ponles do
Iiccife, na esquinada travessa da Senzala
i Velha.
Pechincha para bahuleiros.
Na rua do Crespo, loja da esquina que vol-
la para a da Cadeia, vendem-se chitas claras
proprias para bahuleiros, com pequeo to-
que de avaria, a 4o, 4?500 e 5/.
>nda-se um cabriolet em bom
estado e cora os seu competentes ar-
reios : no aterro da llua-Visla n. :ij
Gomina do Aracalv.
Km porgOes e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio do Prente Vi-
anna.
SAPATOS O ARACATY,
dos mclhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : cm casa do Caminha (v Filhos, rua
da Cadeia do itecife n. 60, primeiro andar
Vende-se ou aluga-se para passar a fes-
la um sillo junto a povoagao da Varzea, com
bastantes arvores de fructo, com casa gran-
de : a tallar na rua de Hortas, sobrado 11. 2.
segundo andar. '
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, en. novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor t\ C... rua do
Torres n. 38.
lo Preguica
OE ESTA QEMANDO.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimenlo de fazendas que se
vendem por prego* baratissimos, notndo-
se entre ellas mussulinfs brancas finas a
3->0 rs. o covado, ditas finas a 400 is., litas
de cor a 360, ditas muito linas a 400 rs., ris-
cados moDslros de lindos padrOes a 220 rs.
o covado, chitas franeczas escuras de lin-
dos pa rOes e cores (ixas a 260, ditas ditas
do padrees claros e miuJinhos a 280, ditas
muito finas a 3011 rs., tapetes para sala a
3?80o, pegasde br. tanba de rolo com 10 va-
ras a 2;000 cada urna, cambraias Irancezas
de lindos padrees e cores fixas a 480 rs. a
vara, cassas organdys de cordao o de lindos
padrees a 500 rs. a vara, cassas francezas
muilo finas a 600 rs. a vara, lengos para
mao a 120, ditos com bico muito finos a 360,
cortes de casemir;. de lindos gestos a 53500,
ditos finos a 6?, laaftnhas de quadros pro-
prias para calcas e palitos a 560 o covado,
riscados francezes ue quadros a 240 o cova-
do, cortes de brim de puro linho c lindos
padrees a 29*00 c 2>600 cada um, cortes de
castor encorpado para caiga a 1>440, ditos
de brim oscuros para caiga a 1,-600, chitas
escuras e de diversos padres 160, 180 e 200
rs. o covado, chales de merino de todas as
qualidades, lisos o bordados por baratis-
simos pregos, casineta preta muito lina a
IJ5200 o covado, ricos cortes de selim bor-
dado para colleles a 4s cada um, cobertores
para ocravos a 700 rs., lengos de seda de
lindos pidroes a 2*000 cada um. e outras
muitas fazendas que todas se vendem por
baratissimos pregos, e se darao as amostras
com penbores.
Vende-se a verdadeira graxa ingle
za n. 07, dos afamados fabricantes Da y &
Alai lin, em barricas de 15 du/.ias de po-
lis : em casa de James Crabtre i\ Compa-
nhia, na rua da Crnzn. i2.
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. ."H, escriptorio de
?;"ovaes C-,superior vinho do Porto, cm
caixas de urna c duas du/.ias de jai raas:
a' preco commodo.

O dono da taberna grande ao lado da igre-
a da Soledade, avisa aos seus freguezes que
Je novo recebeu urna porgSo de saceos gran-
des com rnilho e fejao mulatinho, e arroz
de casca, tudo o melhor possivel, e vende
por menos que qualquer oqtro.
Vende-se urna boa c=sa lerrea na roa
la Conceigao da Boa-Vista : a tratar no
'Ierro da Itoa-Vista 11. 43, segundo andar,
das 6 as 9 horas da manhaa e das 2 as 4 da
tarde.
cobertose descobertos, pequeos e glandes,
do ouro patente inglez, par bomemese-
tihora deum dos melhores fabricantes de
Liverpool, vtndos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & c rol-
do Torres n. 38. ."
Em casadeRabeSchmettau;&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
tiatnburfio.
C&BAS DE FERRO
F.xcellcnles camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do lenle n. 62, primeiro
andar.
' fetfd
n nussiA
YIRGEM.
ECAL
ament.
G-GGGGZB
portas ii 4S,
venlem-se superiores ameisas francezas a
IfiOOO a libra, superior marmelada do Lisboa
a 9, lata de 2 libras, Imguic/s do scrliio a
400 e 3G0 rs. a libra, carne a 360, queijo de
qualua a 4U0 rs. a libra, chocolate do Lisboa
a 480 a libra, dito francez a icooo, mantei-
ga ingleza muilo superior a i?l20, tita fran-
cesa a 640, e oulros muitos gneros de su-
perior qualidade.
Vonie-scum bonito moleqiic de 10
annos de idade : na rua do collegio n. 20.
Vende-se urna cscrava de 3U annos, a
qual sabe bem engommar, cozinhur, ensa-
boar, e he quitanJeira : a tratar no ateiro
da Roa-Vista, loja n. 44.
Ven le-se a taberna do b'eco do Cam-
pollo n. 4 : a tratar ua mesma.
Veade-se um realejo com figuras, con-
tendo 6 pegas : a tralar no Campo Verde,
primeira labcnia.
Vcude-so urna cscrava moga com al-
gumas h bilidades : na rua Direita n 72.
Veude-se una escrava coslureira, bor-
dadeira, eiigoinma leira, lava e faz labyrin-
tho, ludo muito bem, a qual veiodomato
para ser venuida -. na rua do Rangel n. 59,
segn lo anlar.
Vende-se a cscrava Thereza, de 26 an-
nos, engoman, lava e cozinha o diario de;
urna casa: quem a pretender, dirija-se a:
rua do Sebo n. 17
MILHO A 10,000 RS.
Vende-se superior inilho, em saceos, com
um alqueire, por 10/, para lechar conta de
venda : na rua Direita r.. 76, esquina do bec-
co dos Ceceados Morlaes.
No deposito da rua da Cadeia do Recire,
armazem n 12, ha muito superior lotassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janei'O,
e cal de Lisboa era pe Ira, tudo chegado ha
poucos dias, e a ven ler-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
MACA'AS,
chegadas de Lisboa no vapor hamburguez,
evendem-se tanto cm caixas de 200 coro a
retalho: na rua da Cadeia do Kecifen. S5,
defronle do b eco I argo.
Vendem-se 2 pequeos armarios, 1 se-
crcaria, 1 cama franceza, 1 oratorio muilo
bonito, tu lo por seu dono se retirar para
fora.
/Vi 1 ija ao p do
arco de Santo Antonio.
Corles de casemira msela la de duBS lar-
gura-, o curte de cal^a 2500, 9 dito para pa-
ul 8500. .
Milho c feijio,
Vendem se saceos com milho muito novo
o feiao, por prego commodo : na rua do
yueitnailo, loja do ferragens n. 14.
Ven lem-se brinquedoa da puericia :
Manual de 254 paginas, contendo dialogo em
prosa c verso entre as lettras do alphabelo,
Regras do moral, Cramtnalica pertugueza,
Doulrina christaa, modo de ajudara missa,
Taboada de pylhagoias, Regras de civilidale
ou manual do bom tom adoptado pera uso
das escolas de ambos os sexos O'Ooo, Revista
da inslruccSo publica para Portugal e Brasil
160 ra., Compendio da historia romana pulo
Sr. Dr. Dourmmont >"0 rs., Regras em verso
para arillnnclira e para gramoialica, coma
dupla utilidade de fcilmente se decorarem
e 1-rem simultneamente por ser o seu pre-
go diminuto, 40 rs : na rua Nova, botica do
Sr. Santos.
Birriscom breu : no armazem de Tasso
Irmaos.
nelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, nn
escriptorio do agente (lliveira, rua da Ca-
deia do Itecife n. 62, primeiro andar.
Na rua da Cadeia defrunle da Kelaco, venda
11. 28 de I). S. i..ini|io5, venjf-te e aluga-se, upe-
riores bichas liainburtuezas, em porQao e a retalho.
Vende-se na rua da Cadeia n. 28, superior
presumo porlugaei inteiroa 440 r*., e maisobjeclo
por prerucuininodo.
agencia
ia fundicao Low-Moor,
rua da feuzala Nova
11. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
umcomplelo sortimenlo de moendasemeias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
CL DE LISROA.
Vende-se cal de cisiata viuda 110 ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua de Apollo^ arma-
zem n. 2 R.
SECRtTABIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotio
do agente livcira, rua da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
Aigodo utonstro.
\'ende-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lengcs, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa le, na rua do Queima-
do 11. 22.
TACHAS PAMA ENGENHO
Ja fnndicao de Ierro de). \V. lio\vman
na rua do Iiium, passando o chala-
riz, continua a liaver um completo sor-
timenlo de lachas de Ierro fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica, as rpiaes se
ecliama venda por preco commodo c com
promptidao, einbarcam-se 011 carregam-
se em carro sem despe/.ns ao comprador
Vende-se na rua da .Madre de Dos
n. 12, armazem de Novacs & C.. barris
de ferro, ou cubos liydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
iSellins'e releaos.
, 1 SEI.I.INSe RELOCIOS de patente
oile/ : a venda 110 armazem de
*SSr: '5 toalron Itooker & Companhia, ea-
^|S7 qoina do largo do Corpo santo nn-
(*k mero 48.
relogios de p-
lenle
iuglezeide ouro, desabnete c de \idio:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Mecife, armazem n. .16.
oeposito
de i>! princeza da fabri-
el de li-Gasse, no Rio
(l5 Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grossoe moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : n
rua da Cruz n. 49.
VENDE-SE
Agua raz em follias de fero.
Oleo de linhaca em ditas.
Brim de vella ebrinz/ies .
Lonas e cabos da Mussia.
Cabos de manilliae de couto.
Metal amarello e cobre de forro.
Velas de stearina.
Clavinotes.
Pedras de marmore pira mesas.
Pregos de cobre grandes e peipicnos.
No armazem de C. J. Astley & C.
SCABISIC JPA1A gil-'
HHO
N^uUllgA0 DE FERRO DOENGE-
NHLIRO DAVID W. BOVYMAN rVA /
RUA DO BRLM, PASSANDO CHA-'
FARIZ,
ha sempre um grande sortimenlo dos so-
guinles objeclos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construcgSo ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamanhos: rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as
proporges; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguilhesf bromes, pa-
rausos e cavilbOes, moinhos de mandioca
9t* fllP
NA MESMA FUNDICA O,
se executam todas as encommendas com a
auperioridado ja conhecida com a devida
presteza e commodidade em prego.
1AROP
DO
ro transferido o deposito desle xarope
para a botica de Jos da Cruz Santos, na rua
Nova n 53, garrafas 53500, e meias 3S000.
sendo falso todo aquelle que niio for vendi-
do nesle deposito, pelo que se faz o presente.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtysica em todos os seus
illerentes graos, quer motivada por cons-'
lipagoes, tosse, astlima, pleuriz, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpitacJo
no coragao, coqueluche bronchite, dor na
garganta, e todas as molestias dos oreaos
ulmonares. "
Milho.
.
Relo

C
Fende-se
res de Ifta para vesii-
d,
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-*
drpes.com 15 covados cada corte, pelo di-
jninuto prego de quinze patacas : a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
CQM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
A dinheiro
^P1?JJond8? liso ,r0' encorpado
29, 2^240, 2>500 e 29800 a pega, dito de si-
cupira a 2, 292*0, 2/500, 28800 e 39 a peca
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran -
gadolargoa 100, 120, |40 e 180 rs a jarda-
vende-se na rua do Crespo, loja da esquinii
que volta para a rua da Cadeia.-
-\ endem-se cortes .Je cefsa esr^osseza/
a 2,sj()0 : na rua do Crespo n. 23.
, CE1EHT0.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porggo o a retalho, ppr com-
modo prego para acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
&&m&08 :*&?,*&.
Fugio no dia 19 a escrava Justina, de
nagflo Rebollo, com idade de 20 a 2* annos
e tem os signaes seguintes : estatura regu-
lar, uns calombinhos na testa, distlnctlvo da
nagno ; levgu vestido encarnado com um
panno da Costa azul, urna trouxa com um
vestido de cambraia pintado, uro de chita de*
quadros e um escaro : quem a pegr, a po-
dei levar rua da Cadeia do Recife n. 12,
ou a rua dn Amorim n. 39, que ser recom-
pensado.
Attenco.
Fugio honlom, pelas* horas da nianbSa.
o escravo preto Manoel, Angola, baixo, ida-
de 30 ou 40 annos, tem barb toda rapada, e
os ps muito achatados, foi da provincia do
Ceaia, levou camisa azul, caiga branca, cha-
peo de couro, e um surrao de couro com
maisroupa: quem o pegar, pode leva-loa
casa do coronal Gouveia, rua do Queimado
n. 27, d'onde o dito escravo fugio, que ser
bem recompensado.
No dia 11 do corrente mez de stlem-
bro, do engenho Qoeimadas. freguezia de
Santo Ant3o, fugio o escravo Bernardo, cri-
oulo, idade de 18 a 20 ai.nos, bem apes-
soado, cara redonda e lustrosa, i s seceos,
eem un delles falta-lhe a unha do dedo
grande, e he canhoto, e mais que tudo um
signal muito evidente, que he ter uma ci-
catriz as costas da mSo direita, sabio com
trouxa de roupa fina e algodSo, chapeo de
couio, e alparcalas de que sempre usa :
suppOe-se ter tomadoa direcgaode Caruaru'
por ter muita inclinacao ao servigo deva-
queince, nesta praga aonde tem estado
muitos lempos, ou mesmo qualquer outra
parte, pelo que o abaixo assignado roga as
autoridades policiaes e capiles de campo a
apprehensao, e conduegao ao supradito en-
genho, aonde ser recompensado com 100g
reis.Padre Antonio Vieira de Mello.
No da 5 de julbo do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na ci marca de Pao
d'Alho, o escravo Antonie, Cagange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tom lodosos denles da bocea, con-
versa pouco, pernas linas, he casado, e tai-
vez lenba algumas marcas de relho as na-
degas porj ter sido castigado levemente;
esse escravo foi di s herdeiros do tinado Ce-
tano Cougalves da Cunha ; consta que oslo
ve em anto Antao, em casa do Sr. JoSo
Francisco, assim como consla que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos signaes ;
a pessoa que o conduzir ao refendo enge-
nho, ou ao Itecife, na rua da Cuia n. 64, ou
delle der noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; e quim o liver em
seu poder, fique certo de sua punigSo com
lodo o rigor das lea.
Em 7 do corrente mez desappareceu o
escravo Candido, crioulo, ofiicial de pedrei-
ro. idade 25 annos, alto, cor preta, cara um
tanto larga, olhos carnudos, tom uma cica-
triz em uma das maos, proveniente de um
panaricio : quem o pegar, pode o conduzir
ao aterro da Boa-Vista, seunio andar do
sobrado n. 53, ou a casa do Sr. Rufino Jos
Correia de Almeida, quesera recompensado.
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PBRlf. TYP. PE M. F. PE FAR1A 1857
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ILEGIVEL


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