Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07837


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Full Text

ASNO XXXIII N. 216.
Por o mezes adiantados AgOOO.
Por 5 mezes vencido 4$500.
TEIUji FEIRV 22 DE SETEMBRO DE 1857
Por anuo adiantado t.")$000.
Porte franco para o subscriptor:
BNCAMUGADOS DA SBSOUPCA 0 NOB.TB.
entuba, Br. Joao Rodolpho Gomal; Natal', o 8r. Joaqulm
l'Ptnlra Jnior ; Araran, o Br. A. da Umoi Braga ; Cu-
ra", o Br. J. Jos* da Oliveira ; Maranhao, o 8cnhor Jos Teitei-
ra de Mello; Piauhy o Scnhor Jote Joaquim Avelioo ; Pa-
ra, o Br. Juiima J. Ramua ; Amaionaa, o Br. Imam da
Coiu.
PARTIDA DOS CORRKI08.
Olindv : lo,los os di.a, as 9 e rneia hora* do Ipmase, <.o.a..na, PataUba: ...ondas leius-MrM.
,Tedoj o. crrelos parlem ai lo huras da nanliJa.
ADIENGIAB DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : isgundas a qaintu.
Relacao : tercas fairaa a aabbadoi.
Fazenda : quartai a aabbadoa aa 10 horai.
fimo do eommercio : aegundaa aa 10 boraa a quintal ao malo da.
Juno de orpbaoa Mgundaa a quioUa aa 10 horas.
Primeira rara do eivel : Mgundaa eiaiuiao meio dil.
Beganda rara do elvel : certas a tabbadoa ao meio dia.
PAflTB OFflOlAL
MINISTERIO DA VaZENDA.
Decreto numero 1971 de agoito de 1857.
Autor,.,i a encorporacio e approva o estatutos do
Banco Commercial e Agrcola, com diversas alle-
racoei.
Atienden lo ao que me representaran] Custodio
I'erreira Leite e oolros accionistas, de un B pretenden) fundar nesla cotia aob a denominarlo de
Banco Co.nmercial e Asnela ; e lendo ouvido
a iecc,ao de fazenda do conselho de estado : hei por
bem aotoriiara encorpurac,ao e approvar o estatuios
do referido Banco, que a ello o jontoi, com as al-
terd(Se< leguintes :
1.a Acresceole-ee no fim do ar(io 5 as segainles
pilaras: depon de obtida a aulorisacao do gover-
no imperial. t
2.a Subslilua-se o ollimo pe iodo do arlisn 10 pe-
lo seguiole : O.- dividendo ser pago no mez de
marco de 1858, e os oulroi semestres, dos mezei de
lelembro e marco de cada anno.
3." Sopprim-se nos 2 e 3 do arligo 12 o 8
do artigo 24 as patarras ; sobre acefles do propriu
Banco.
4.a Subslltuam-se os artigos 15 e 16 pelos srgoin-
EPHBUERIDEB DO HEZ DE SETEMBRO.
4 Lu chela ai 2 horas e 47 mi nulos da manhaa.
10 Quarto minguante ai 8 horas e 30 minuioida tarde.
18 La nova ai 3 horas a 13 minutos da manhaa.
26 Uuarlocreicenu ai 6 horas'e 40 minuto da manhaa.
PItF.AMAB. DB HOJE.
Pnmeira ai 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda as 2 horaa e 30 minuioa da manhaa.
As ap .lii-es e acr&es que servirem de garant .
emis.lo serao de propriedade do Banco, e firarSo
depositadas em satis cofre*.
Em quanlo a emissln garantida pelos ttulos ci
ma referidos n9o ehegar lomma dn capital effec-
livotdu Banco, podera u mesmo por todo o eicedrnle
de 50 ale 100 por canto do capital realisado, emiltir
billieles ao portador e a vista, para cuja raalisaclo
ein melaes oo notas do Ihesunro conservara' em caita
somma que nao seja inferior a .50 por cento desla
emisso.
O bllheies emittidos pelo Banco central nao
poderao ser de valor menor de 209, e os lancados na
circulacao pelas caitas filiaes o agencias nao serao
menores de 109.
Arl. 16. O* deicontos de qualqoer emitto su-
perior a somma autoria ia pelo artigo aulecedenle,
e aramid do modo qaeTica determinado, reverte-
rao em favor dos cofres pblicos, sendo o Banc
obrigado a entrega-loa como mulla pela infrelo
do dito artigo, i*
5. Kedlga-se o artigo J.l do modo seguale :
Arl. ->i. I'odera' emprestar sobre hypothecac
de bena da raz, al 10 por cenlo do capital effeclivo
do Banco ; e devor/ empregar al 30 por cento do
mesmo captol em emp.eslimos sobre hypolhecas de
bsns de raiz, logo que a legislarlo hypot'liecaria offe-
reca garanlias conveniente!.
6.a Sob*litaa-si o artigo 31 pelo t-egainle :
Arl. 31. As operaron das caitas filiae ser3o as
roesmaa do Banco ; quanlo porem a emi--.a i, ser-
lliei-hau s bilhetes fornecidos pelo Banco ja com
orna a--un.il < i ,i, e se guardara > as regras litadas nos
artigos 15 e 16, Picando luppnmindo o 1 do artigo
35.
7. Substitoa-se o artigo 52 pelo seguiole :
o Arl. 52. A directora do Banco s podera' fjzer
eitexsivas as caitas filiaos, no lodo oo em parle, as
coiici 'i que llie forem oulorgadas, qoando para
o tiver autoriaacfto do govtrno.
8.a Acrescenle-se nn fim do artigo 5i as palavras:
o Aulorisacao do governo he necissaria psfa trans-
ferencia das caitas filiaes.
9. Suh Arl. 57. As operares das agenciai serao as mes-
mas das canas filiaes. com as rrslricei qoe a di-
reclona do jolgar Banco convenientes. Pelo que
respaila aos tullales laucados na circularlo pelas
agencias, icrao observadas as dispoiiies dos rticos
15. 16 e 31. a
10. Acrescente-se no fira do 1 do artigo 71 as pa-
lavrsi : i precedendo appruvacao do governo quin-
to a crearlo e transferencia ; i> e no lim do 5j '}, do
mesmo artigo, as seguintes ; a e de suas caitas fi-
liaes.
11. Uepoii do arligo 93. acrescenle-se :
u Arl. 94. Ha applcavel a esle Banco disposi-
co do arligo 10 do decreto numero 1,136 de 10 de
Janeiro de 1819. o
Bernardo de Suiza Franco, do meu conselho, se-
nador do imperio, ministro e secretario de eilado
dos negacios da f ./.onda, e presi lente do tribunal do
theionro nacional, asiim o tenhs entendido c faca
etecutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de agoslo de
1857, 36. da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. H. o Imperador.Bernardo de Souza
Franco.
o Arl. 15. Ter a facol lade de emllllr brinetes ao
portador, avista al a somma de sen capital effec-
livo. Estes bilhelrs serao reolisaveis em moeda me-
tallica ou notas do thasooro, e garantidos por igual
somma em apolices da divida publira de 6 por cen-
to pelo va'or correspondente, e em acres das estra-
das de farro, que tenliam garantia de juros pelo go-
verno ; todos estes litlos pelo sea valor nominal. P"1'?'1"' d corpos sob sea commando superior, haja
iranlia S- h- de '"""ar com brevidade os liig'res apropria-
dega, onde se fazem precisos seus servicos.Deu-s* Anna Carolina de Oliveira e*a rlnic li'ha. h. ciencia ao inspector da alfandegae ao commandan- menor idade. ha' dei" dt
te anperior do Recife.
Dito\o mesmo, direndo que lem resolvido qoe
je efleclue a remonta da cavalhada da companhia
na de cavalla'ia, procedendo-se com assislencia do
reipeclivo commandanle A arremolacin dos cavallos
que se acliarem am mi estado, recolliendo elle o
prodoclo da referida arremata^ao na thesonraris
de fazenda a quera se aulorisa a enlrpgar quelle
commandanle as quanlias necessarias para a compra
de novo* cavallos.Oflicioo-se a tliesonraria.
DitoAo mesmo, Ironsmiltindo copia do aviso da
guerra de 8 do correle, communicando qoe o go-
verno imperial permiltio que o lenle Antonio
Viciar da Si Brrele, venda pillear m um dos
balalluee de inianlaria estacionados aqoi.
DitoAo director da inslruecao publica, inleiran-
do-o de ler enviado .i lliesouraria provincial, para
proceder na forma da lei, o requeninanto da pro-
(essura ile Iguarassu', Joanna Joslina de Siqocira
Varejlo, pedindo que os seus vencimenlos sejam
equiparados aos dos professores.
DitoAo commandanle superior do Brjo. ama-
nsando a passar ao caprlAo do lialaldao Mi, Ihomaz
Alves Maciel Jnior, a guia conveniente, visto ter
elle litado sua residencia em S. I.uurenco da Mala
do municipio desta capital.
DiloAo commamante superior de Ulinda, ac-
ensando a reeepcao do seu officio relativo as alte-
rages no uniforme do 9.- balalhao. e declaran lo
o3o ter viudo anneto ao mesmo oficio o do com-
iii .iiii.ii,te daquelle balalbjo a que s se refere.
DiloAo commandanle superior do Rio Form-
lo, dizendo qua coovindo m-rcar-se da urna vez as
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Matheoiap. cnvangelisia.
22 Terca. S. Mauricio m. ; s. Digna v. m.
23 Quarta S. Lino p. m. ; s. Thecla v. m.
24 Quinta. N. S. das Merccz. S. Tjrso m.
"5 ?*fla; s-,uslin m- Ss. Senador, e Calestralo Mm.
26 Sbado. S. Clrofas ; s. Firmo b.
27 Domingo. 17 Ss. Cosme e Daino irs.
EMCARREGADOS DA SITBSCRICA NO BUL
Alagoai, o Sr. Claudino Falcio Diai; Babia, o Br. D. Dopra
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereirl Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprletario do DIARIO Manoel Figueiroi da Faria na su
dvrana, praca da Independencia n. 6 e 8.
a [i i\ j.jrria de
. ...g'res apropria
dos para ee lim, etcluindo os balaldOes 12 a 46,
visto que para as soas paradas ja eslao propostas
p>r h. S. a villa de Seruihemo
Agoa Preta.
Dito.V Ihesouraria de fazenda, cerlificando-a
de que fora approvado o pagamento mandado faier
pela presidencia sob sua responsabilidade, da quan-
fa de 1:1613238 r-., alcm do crdito aberto,
com a colonia ,ie Pimeoleiras.
"i'oV mesma, Iransmillin lo-llie copiado aviso
circular do imperio de 31 do nas.ado, etigindo o or-
camento da de.pe/.a provavel a fazer-sc com a ca-
le, "ee colonia militar no anno Rnaaeeiro de 185<
a 1860. devendo ser ells rcmeltido pot todo o mez
de fevfreiro de 1858.
DiloAo arsenal de guerra, para que, enten do-secom o almini-lrador do Ihe.ilro de Santa Isa-
bel, mande um official daquelle ar-enal, lirapar o
lustre do mesmo Ihealro e fazrr os concert s de al-
guns lampeoes, devendo ter enviada a presidencia a
coma das despezas de jornaei e m,lo d'obra, afim de
que aquelle arsenal aeja inricmni-ado.
DitoAo juiz municipal sopplente da 1.a vara
l-rannsco Comes Velloso de Alliuquerque LtM, de-
clarando em resposla ao officio de Smc, communi-
eamio que vai passar o etercinio da vara ao suhsli-
lulo immedialo por estar anojado, pelo fallecimen-
lo de sua sogra, qoe se considere Smc. desanojado,
visto assim convir ao lervico publico.
PorlariaDesoneranio a Manoel Isidoro da Ro-
cha halclo. do cargo do 4.- opplenle do subdele-
gado oa freaoezia da Luz.Communicou-se ao Dr.
enere de polica.
2
OITcioAo Eim. prelado diocesanoTendo pre-
senta o cilicio de 20 do crreme, com qua V. te
me honrou eominunicando a deliberarlo que tu-
mou de concorrer com a de r.insporle de tres irma^s de c-ridade e um padr-
az^nsis, ainn de se empregnrem no rollegio do
Bom Conselho em Papec.ea, visto julgar insuilicien
le ti que por auloiisaclo da assonitilea provincia
rortao mandadas vir de Franca
belecimento.
MINISTERIO DA JU5TICA.
Hei por bem, osando da atlribui^Ao qae me con-
fere o arl. 101, 8* da consliluicAo, perduar a Joao
Jos da Silva Freitas, Salvador Corra Porto, Joao
yilonio da Silva, Izidro Jos V'eira, Porfiro Nunes
Sarmanlo e Jus Manoel l'ereira, pracas do corpo
policial da provincia do Rio de Janeiro, o resto do
lampo que Ules falla para cumpnrem as penas a que
foram condemnadsi pelo conselho crimioal do Hus-
mo corpo.
, ( Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do meu
. conselhn, ministril e secretario de eslad dos nego-
cios da jusli;a, assim o leuda entendido e l,n;a ete-
enlar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 26 da agosto de
1857, 36* da independencia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Diogo
Pereira de Vasconcellos.Conforme, Jolino do Nes-
f nnenlo Silva.
.Ministerio dos negocios da joslic.Hio de Janei-
, ro, em 3 da selembro de 1857.llurye Etm. Sr.__
Hem-llo a V. Etc. coma tea oIBcio numero22. de
. 11 de jaldo desta anuo, o que Ihe dirigi o preiidn-
le da cmara municipal des-a capilal, por copia,
consultando, se estn lo elle em razando ieu cargo
eiercendo.as funches de juiz moninpal, podia oo
devia etercer simultneamente as funon'.es de um e
nutro cargo-, remetiendo V. Etc. lambein par copia
a resposla que deu a dita consulta.
S. M. o I ni parador, a cojo cfonhecimenlo levei esle
negocio, ui'ii la significar a V. E\e. qae bem re-, I-
vu a qoesiao, qu-in lo declarou ao referido presi-
dente da cmara municipal que era ctaclamenle essa
. qual dade que Ida confera o direilo de etercer as
luurc/ies da juiz municipal, e que i aecuroolacao
nesla caso era neeessana, porque se'elle passasse a
outro a presi leona e et-rcieio na cmara munici-
pal, (i^ava por rsle Tacto incompetente p-ra substi-
tuir o juiz municipal, pois qae perda a qnalidade
afque a lei reeonbece como essenci.l para essasubsti-
Isijao. O qoe commnnieo a V. Etc. para sua inlel-
ligeucn e para o fazer constar ao proi lente da c-
mara municipal dessa capilal.
Dfos guarde a V. Etc.Francisco Diogo Pereira
de Vasconcellos.Sr. presidente da provincia do
Pianhv.
para aquctle etla-
Apreciando ISo generoso ollereeimenlo, digno de
tono o I uvor e dos pios senlimenlos de V. Ele
enmpre-me aisegurar a V. Etc., que esle governo
eslapromploa preslar a coadjuva^oque pede re-
lativamente ao subsidio das referidas irmaas e do
padre lazansla, para o que solicitara opportuna-
mente da riiesma assembla a conveniente aulori-
DiloAo Etm. presidente do Ceai, aecusiido
reeepcao do nllicio em qoe S. Etc. communira a
pr.sao naquella provincia de Pedro Antonio Rodri-
gues. que he criminoso no Etn", e diz.ndo em res-
posla que acaba de dirigir-se a semelhante te-p-i-
to ao chefe demolida desla provincia.
DiloAo Etm. vice-presidciue das Alagaaa. en-
viando a goia de occornmento do lenle Jo- An-
leimo Valejo.
DitoAo commandanle das armas, solirilando a
eipedirao de ordena, para que o commandanle do
deslacamenln de Iguarasso', ponlii disposieao do
joiz de direilo da l.a vara chine, durante a se'3o
do jury dequelle termo, urna for<;a de 10 pracas pa-
ra guar lar os r ,s. '
DitoAo mesma, para que envlta o sea parecer
sobre o modo porque se deve proceder a calara? do
forla daa Chico Ponas
DiloAo mesmo, in(eirando-o de que o Etm
presidente do Rio (rande do Norle. participara ter
espedido ordem para a fiada para aqui de 10 pra-
ras de piel, mencionadas na relsrij junta, as quaes
se deslinam aos corpos do eterdlo etislenles neta
provincia.
Dito.\i mesmo, para qae proponha o augmenln
qoe Ihe parecer conveniente lazer-se no valor da
forragem destinada para a cavaldada da compauliia
de cavallana p
DiloAo edefe de pnlicia, dizendo qoe se mandn
pagar as despezas reilas no mez de iolho uliimo.
corn a sustento dos p-esos pobres da eadeia de Se-
rinnaero, e come firnerinienlo de luz para o qoar-
tel do deslacamaulo de Coianninda desde 10 de ile-
zemhro do aunn passado al 30 de junho ul-
Dilu Ao commandanle da eatoclo naval, para
por em liberdade o recrola Francisco Pereira de
narros, <|ue apresenlou iseu;ao legal.
DitoAo commao lanle superior do Recie, para
mandar dispensar do trrica, emqoanlo etercerem
os lugares de mspector de quarlei.ao da freguezia de
santo Antonio, aos goar'as d I.- batalh.lo Iler-
mino Ferre.ra da Silva. Manoel l.uiz de Mello Ju-
MIMSTERIO DA GUERRA
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra,
em 1 da selembro de 1857. Illm. e Etm. Sr____
4De ordem de S. M. o Imperador, determine V. Ei.
^que o cirurai i-mr do etercito, de ora em dame,
qusndo tivet de nomear algum rirorgiao do eorpo de
sarde para commiasoes fora desla corle, o faja por
meio de orna escala, que deve ser organisada dos
lervirosque lenham prestado os qoe se acliarem na
DiloA' Ihesouraria de fmula, Iransmillin lo
copia dos etainss dos formularios qu ssrviram de
base para a arremalacao dos medicamentos precisos
ii enfermara de mariuha e is guan cOes dos navios
da armada no eterteio correnle.
DitoA'mesma, certificando-ade haver deferido
o requerimenlo em que a viuva e lilhos de Antonio
Jos Teiieira Bastos, pedem licenca para transferir
a Jos Francisco dos Sanios Miranda, pela quanli-
de oOOJOIK), cem palmos do terreno de marinha n
150 na freguezia de S.Jos do Recife.
DiloAo arsenal de marinha, para que fornera ao
cmiiinan I me do brigne barca llamarac, os objclos
declarados ni reanlo junta.Commanicou-ie es-
laja 1 naval.
DiloA o director das obras militares, autorisan-
doo a contratar com Amonio Ignacio Pereira da
lima, pela qoantia mencionada no seo officio de H
do correnle, es reparos de que precisa o quarlel d Pariisa.
DiloA' enmmissao de hvgiene, communicando-
Ide que o Etm. prs denteda P.radiba, declarara
continuar no termo da Imperalnz a febre amarella,
bem que ja'em declinaran.
DitoAo regedor do Cjmnasin. Accuso recebl-
ascommi,: J.',0.^",',, '\ d" e"nenle.1 e! "ue Vmc" """
i6es qi. cada om liver, de maneira que a nomearao
recaa naquelle que nao.liver anida commissS al-
.guma, ou qoe leuda o menor numero dellas avalia-
#das em lempo ; e quand algum, neslas circumslan-
''"' ,e.,chr empreado na corte, em qoalquer es-
labelecimenlo ou repartirlo publica, nao lica por
Is'o dispensado da ser nomeado, d'vendotsla nomea-
jai, sempre que for possivel, reeahir de preferencia
nos que nao liverem servicos de rampanda. Igual-
mente se pacedera a respeilo dos cirurgie- minia-
res qoe'esliverem empregsdos as capilaes das pro-
vincias, quandr, houvercm de ser nomeados para
commlssOe. qoe devam ser desempenda las as fron-
inrai e pontos cenlraei da mesma provincia. E l-
mente e , ordem eipressa deste secrelaria de e.lado, quando
*ssim o lelgoe conveniente ao servico publico. O
gue lulo t. bt. fara constar ao dilo ciruriiao-mr
do ete-cilo para proceder invariavelmenle netta
couformidade.
Deo. guarde V. Et. Jernimo Franciico Coe-
1110.Sr. barao de suiuhy.
OOVERHO VA PHOVINCIA
Expediente da da 22 ie aroito IB57,
Ofil-ioAo Etm. commanilaute das arm.n, para
, JTiiiul i, dispensar do aquarlel menlo o guarda do
". Iiatald.l 1 de infanlaria Jos Barbosa de Men-
done.,, vino ..rellefi, da 7, .rmem d. ffi ^iTSffSSXtttttt
alumnos do 2." annodesse liym-
nasio, devem desde ja frequentar a aola de grgo,
coja radisna se acha provida, aprsenla ao mesmo
lempo algumas consideracOes acerca deste ob-
jecln.
Em resposla lendo a declarar-lte, que convem
comecar logo o etercicio da referida cadera, pois
qne embora nao haja esle anno lampo su llicputa
para a h ibilit.'rao dos alumnos iiaqoella disciplina,
leao elles a vautagem de ir desde logo obtendo al-
gomas nocoes, que lervirao para predispor o sea
maior adianlaruento no anno fularo.
Portara .Inliil 111 lo a proles-ora de primeiras le|-
Iras de Fiira de Porlas desla rula le, Joaquina Delfi-
na de Mello.Fizeram-se as convenientes partici-
par;0es.
Diia Nomeando a Manoel Rodrigues Machado
Lime, para professor de in-lruna 1 primaria da
povoacao do Peres. Fez-re a respeilo o de mais ei-
pedienle.
DilaConcedendo om anno de licenca ao alferes
portai-eslandarle do esquadrao 7.- de cavallaria do
Rio l-ormoso, Jo3o Rodolpho de Miranla.
DilaConcedendo :.o I.- escriplurario da Idesoa-
rana de fazenda Bejpino de Sana da Silva Uui-
maraes, 40 das de licenc com vencimenlos para
tratar de sua saude.
DilaA companhia Pernambueana, para dar pas-
aagem do governo para as Alagoas, no vapor Perii-
D.
RJO DE JANEIRO.
2 de selembro.
O senado approvou honlem em lerceira discus-
sao, para ser enviada a' cmara dos Srs. depulados,
sendo primeramente lojeita ao etame da commis-
sao de redarrao, a proposii;ao qae altera os diilric-
los elelloraes da provincia do Maranli.lo.
A proposicao foi impugnada pelo Sr. viscoode de
Jequitinlionha.
O Sr. Miranda mandn a' mesa urna emenda
para que conlinnasse a Tazar parle do projecto em
discnssao o a 11. 3- do projeclo originario, que fica-
ra adiado a requerimenlo do Sr. Silveira da
Mola.
OSr. Sveira d.i Mola pronuncion-ie contra a
emenda, e suslenlou o adiamenlo.
Foram em segaimenlo offereridas e motivadas
duas emendas : a primeira, pelo Sr. Souza e Mel-
lo, pira que o arl. 2- conlinuasse igualmente a fa-
zer parle do projeclo ; e a segunda, pelo Sr. Car- I
neiro de Campos, approvando o arl. $*, menos na
ultima parle.
Eslas emendas foram rejeiladas.
Conlinaou depois a dieeajaCe, adiada na ultime
sisao, da pmpoeicio da cmara dos depulados so-
bre as sociedades eir, commandila.
Depois de orar conlra o Sr. Souza e Mello, ficou
a discussao adiada pela hora.
Consta-nos qae o Banco Commercial e Agrcola,
cuja approvaco donlem n licimos, he aulorisado
para eslabelecer uina caita malriz nesta corte, caita!
dliaes em Campos e Vassouras, e esencias em Can-
aeallo, B.nanal, s. Jos da Paradibae eidade do
laralubuna. O arligo que Ihe concede emitsao he
do Iheor segoinle:
o zVrl. 15. Tera' a facoldade de emiltir bilheles
ao portador ea vista al a somma do seo capilal
dadivo. Estes Mdeles ser.lo realisaveis em moe-
da metlica ou nulas do lliesouro, e garantidos por
igual somma em apolices da divida publica de juro
de I, por cenlo, ou oas de 5 e por ceulo pelo va-
br correspondente, e em *rees "das estradas de
ferro que tenliam garanta de juroi pelo governo ;
odos estes ululas pelo seo valor nominal. As apo-
lics de garanlia 'emissao, serao de propriedade
do Banca e ficarao depositada! em eos cofres.
e Bmqaante a emis-ao garantida pelos lilulos ci-
ma referidos nao edegar a somma do capilal ellec-
livo do Banco, podera' o mesmo, por lodo o eice-
dente de SO at 100 por cenlo do capilal realisado,
emiltir dillieles 00 portador e vista, para coja
realisajAo em melaes no notas do Idesouro conser-
vara' em caita somma que nao seja inferior a 50 por
cenlo desla emisso.
O bildetes emelldos pelo Banco central nao
poderlo ser de valor menor de 20;, e os laucados
na circuladlo pelas caitas filiaea e agencias nao se-
rao menores de 103.
ll,.i,le:n conlinuno no senado a segunda discus-
san do ornamento da fazenda.
l'omaram parle no dbale os Srs. visconde de
Itaborahy, visconde de Jequilinhonlia, Souza Ra-
mos, bardo de Muriliba, e Ferraz.
Nao se p,i le volar porque o Sr. vsconle de Je-
, quitinhoiiiia pdio a patarra para urna explicarao,
e a diicussao ficou adiada pela hora.
A cmara dos depulados approvou donlem em
nma sn discussao a emenda do senado a' proposito
odre dislrictos eleiloraes do Marandao e oulras pro-
vincias, r.ando a villa de S. lenlo sendo a cabeca
do segundo districto eleiloral da provincia do Ma
rauhao.
Por n,1o haver casa nao se volou a urgencia re-
querida pelo Sr. I.uiz Callos para disculir-se as
emendas do senado a' proposicao que concede lote-
ras as malrizes das villas do l'ormigas de Montes
Liaros, S. RomSoe oulras.
Por decretos de 31 de agosto lindo :
Foi removido o juiz municipal de nrphaos Fran-
cisco Jos Ferreira Torres, do termo do Serr para
a da Diamautina, na proviucia de Minas-Ceraes,
por haver pedido.
Tivaram merC- da serventa vitalicia dos oflicioa
da :
Primeira tabelliao do publico, judicial e tnolai e
eicnvao dos orphaos da villa de Sania Anua do Ca-
nnsao, da prov.ncis da Baha, Ignacio Jos Masca-
rendas.
Segunda labelliao do publico, judicial e notas e
escrivAo da pmvedoria dos residuos e capailas da
mesma villa, Manoel Alves de S. Boavenlura.
Partidores do termo de Lar.usuras da provincia
de Sergipe, Jos Lopes de Sooza, e Jos Leandro
Piulo da Costa.
Foi aposentado Manoel Antonio Bastos Ralrlff,
carecreiroda caleia da villado Pilar, da provincia
da l'araliilii, em alinelo a sua vanea la idade, e
servicos prestados no longo espaco de mais de 46
anuos, com o ordenado por inleiro, depeiideatdo
nesla parle da approvacao da assembla geral le-
gislativa.
Foi aceita a desistencia qoe fez Jos Theotonio
Sayaode Miranda Bideiro do olli-io de escrivao
privativo du jury do termo de Minas Novas, provin-
cia de Min-s Ceraes.
Por decreto de > de selembro do correnle :
Foi per,I .,1 1.1 ao padre Aletandre Francisco Cor-
helon V erdeita a pena de 4 mezes dt prisao e mul-
ta que de foi imposta por lenlenca do chefe de po-
lica imerino da provincia do Ceara*.
leve merc Joao da Silva Perdigan da servenlia
vitalicia do oflicio de escrivao dos orphaos da villa
desama Lata da Norle, da provincia dai Ala-
goas.
O senado approvou honlem em segunda discul-
pa 1^0 o reamen lo da fazenda.
Sobre o orc.menlo da guerra, qne com as emen-
1 as pauoa em segunda discuss.lo, fallan o Sr. bar.1o
ue Aiuntiba, a quem re.pondeu o Sr. Coelho mi-
nistro da KUtrraJ
O orcamenlo da joslca foi igaalmente approvado
em unda di.cussao, depois de urna etphcacao ao
Sr. barJo de Mnritiba. e de urna resposla ao Sr. vis-
conde de Jequilinhoiiha, dadas pelo resp.clivo mi-
nistro o Se. Vasconcellos.
Tambein foram approvado sem dbale em segun-
11a aiscuso o orcamenlo da inaiinda. bem romo os
'i-iitivoi. a etcepcao do 34-, relativo aos subsidios
dos1 membros do corpa legislativo.
Sobre este a Idilivo molirou e ollereceu o Sr. D.
Manoel orna emenda, a-signada por elle e porou-
trns Sr. senadores, para que fosea elle separado do
nrc,amen(o, e discutido no uliimo anno da legisla-
tura.
A emenda foi apniada e approvada.
O Sr. D. Manoel requereu urgencia para que en-
Irasseo oacamento em lerceira discussao na sessao
seguinte.
I.evauton-se a sessao s 2 horas da larde.

Conlinou honlem no senado a 31 discassao do
orcamenlo :
Orou o Sr. Vergueiro. analvsando o relaloro da
reparticao geral das te. ras publicas no lopico relati-
vo a colonia de I dicada.
Itespondea-llie o Sr. Soaza e Mello, cojo dis-
curso foi leguido de replica do mesmo Sr. Ver-
gueiro.
I'omou depois .1 palavras Sr. visconde de Jequi-
tinlimlia, que oceupon o resto da sessao com algo-
mas inlerpelldc's ao Sr. minislro da fazenda.
I.evanlou-se a seisao s 3 lloras.
Nao hoove donlem sessao na cmara dos depula-
dos por falto de numero legal.
Foram dadas para ordem do dia de quarla-fera
as inatenas anteriormente desigoadas, accrescendo
a. I> discuisau do projecto n. 132 deste anno so-
bre o vencimenlo do major do corno permanente
da corte.
8
Tiveram lugar anle-donlem os festejos e solem-
nidades em hunra do anniversario da independencia
do Brasil.
Logo depois da meia noite, islo lie, algatM minu-
tos nepois de comecar a primeira dura do dia 7 de
selembro, subirao ao ar girndulas e roguetea na
praca da Constituirao, contiuuando de espaco a es-
po al o romper da aurora, no meio de vivas e de
acclamaroea.
Ao romper do dia soaram salvas e girndolas, e
diversas bandas de msica percorreram as ras da
eidade, encontrando-se ao mesmo lempo n3o menos
de tres no lugar do I1 ico.
De manhaa douve Te-Deum na eapella imperial,
ecorlejo no pajo a SS. MM. II. O cortejo esteve
iinmeii.menle concorrido, apre-enl ,11 l.i-se depa-
laces do sena 1o, cmara dos Srs. depulados. asspm-
bla provincial do dio de Janeiro, Iiiatilolo Episco-
pal Religioso, Instillo dos Advogadoi, Sociedade
Vpiranga, Instituto Histrico, ele.
De lards leve lugar a parada da guarda nacional,

fez-se eniao a entrega d
versos esrravos.
A' noite dove espectculos nos Diestros, assistindo
ao do Lyrio Fluminense SS. MM., qa foram rece-
bidas no meio de enlhesiesllca ac.-lamaces.
A eidade toda moslrou-se brilhantmanle Ilu-
minada ; muilns particulares armaram as suas ca-
sas, lornando-se nolaveis as illuminaces do arse-
nal de guerra e de marinha, q,ie foram mimo con-
corridas.
Alem dessas compre mencionar anda as se-
guinles :
A do paco da cmara municipal, aos lados do qual
havia doos crelos com bandas de msica.
A du quartel do campo.
As do largo da Imperatriz e do Sacco do Alfares,
que produzia om bello effeilo.
A iliuminsra,) da sociedade dos Artistas Nacionaei
no largo do Paco.
A do largo de S. Domingos, onde tambam luvia
um crelo com banda de msica.
E entre oatras, anda a da casa da enrrerrao.
e do eslabelecimenlo e deposito da companltia* do
gaz.
O concurso do povo pelas ras foi immenso, o en-
Ihusiasmo e o prazer lia-so em tolos os semblan-
tes. Todas as elssset da sociedade brasileira to-
maram parte nos fesUjos do grande dia nacional,
e muitas sendoras enloarain hymnos o canlos patri-
ticos.
O qae para mis de digno de maior elogio anda,
de a prudencia, o comaliamtnlo e a delicadeza da
populaco; om dia de lana fervor nem um desa-
guisado, nem um srilo, nem urna palavra de ornea-
ra foi sentido, o que demonstra a amenidade dos
i.ossos coslumei, a o grao de civilisacao a que temos
edegado.
Honra ao povo fluminense !
Banqueles e reuniea particulares nao faltaran)
em commemorarao do 7 de selembro. Entre oulos
mencionaremos o esplendido janlar dado na casa de
sua residencia, no largo do Machado, pelo Sr. Cus-
todio Teixeira Leile.
Este cavalleiro e o seu illu-lre hospede o Sr. de-
pul.nlo Rodrigues dos Sanios, reuniram em um mag-
nifico banquete seus numerosos amigos, entre os
quaes se rontivam pessoas da mais alta dislinccao. A
(esta foi luzida e br llunle, discursos enldusiaslicos
r.irara pronunciados, dando assumplo aos mais pa-
triticos brind-.
Asaina -e passou o glorioso dia 7 de selembro,
cdcio de solemnidades religiosas e de festejos, ardun-
te de prazer e de manifeslaces da patriotismo, re-
tumbante de hymnos, de canlos e de vivas, e
em urna s queita de um uuico oTendido gozo
numen-, que nflo deiiuu o mais leve arrepen l-
menlo.
As feslas devem continuar al boje, a menos qoe
a ebuva. que conieroii na madrugada de honlem,
nao venha tornar impossivris as illuaninacOes, as
msicas dos cortejos, eo fogo de artificio na imite
da hoje.
10
llontrm cnnlinou no senado a 3. discussao do or-
Cnmento geral do imperio com as emendas da cma-
ra temporaria, e|cora is que Ihe foram anneas no
me*mo senado.
Eucelou o dbale o Sr. Sorna Franco (ministro da
fazend\ O seu discuno foi respondido pelo Sr. vis-
conde de llaborahy.
O S'. Candido Bjrges fez depois slgumas in'ter-
pellacOes ao Sr. minislro do imperio, especialmente
obre a careslii dos gneros alimentares, e alio proco
dai carnes veriles.
O Sr. rnarquez de (Mind! {presidente do conselho',
respnndeu-lde em poucas palavras.
N3o havend casa, levant ,n-se a sessilo is 3 dora'.
A ordem do dia de .1 mesma.
A sociedade Vp'.ranga, leudo de celebrar um Te-
Deum em accao de gratjas pelo faustoso anniversario
da independencia do Brasil, acertnu de escolher pa-
ra subir Iribuua sagrada na igreja doCaimo o Sr.
conego honorario Joaquim Pinlo de Campos, que j.
e anno passado oos tinha feito ouvir sua eloquenle
palavra.
Bem que seja sensivcl e lamenlavel a deiordem
qae no Brasil o pulpilo hrasileiro, e a falla de ora-
dores sagrados, anida nao foi de todo adsorvlda pe|d
morle a geracao que adinrou o talento e a eloquen-
cia dus Srs. Carlos, Simpaio e Monl'Alverne, e as re
cord.ices desses grandes pregadures abale os v.'ios
pretenciosos dasmedio-ridades. He por lauto necessa-
rio que um orador lenda verdadtiro merilo para re-
s-lir a es-a comparac-To com as glorias do passado,
e pira satisfazer plenamenleao auditorio flaminense.
l'emos a m no iii.f can em declarar que o Sr.
eonego Piulo de Campos moatrou-se como um digno
sucerssor daquelles nolaveis oradores, e que o sea
discurso esleve a par do objeclo grandioso de que Ira-
lou, e do escolliido auditorio por que foi ouvido.
O disliorlo conego nao se perdeu em v.las consi le-
rarM, brilhinles talvez pela ImaginaeiO ardent, e
pobres de ideas no fondo ; pretorio tratar de gran-
des quesloesda aclualidade, consi lerando a indepen-
dencia do Brasil nos seus ma's ampios eflsilos em
relacao ordem locial e divina.
Ne-se intuito com aleu elle brildanlemenfe as ten-
dencias materialistas do seculo e mesmo da poca,
fazenda sobresadir em I,m i o seu esplendor a tenia-
de salvadora do espirilualismo.
Foi em todo o seu discurso nm orador chrisiao e
patritico.
Mulo oceupado com a f irea de seos raciocinios
sempre bem deduzidos. com a su nltenru p-esa au
vigor apreciavel de urna lgica cerrada, nem por is-
'o o Sr. conego Piulo de Campos esquecau as gracas
do eetylo e a del eza.da forma.
Todo esse discurso de digno de eatudo, e de ser a-
preciado pelos tiomens habilitados ; na impossibilida-
de porem de Iranscrev-lo em sua integra as co-
lumnas desse a Jornal, nem par ssj nos privare-
mos do prazer de oflerecer aos uossos leilores alguna
de seos mais bellos trechos.
Logo no comeen do etonlio deve se allender a ele
periodo, notavel pela importancia das ideas e pelo
encanto do eslylo :
A ju-liea, a mais alia eiprasela da sociabilidade.
he a pnmeira condicJto da ordem. A ordem, a mais
alia etpressao das harmonas estampadas na face dos
elementos, da a primeira cundirn da lihenlade. A
libetdadc, a mais alta etpre'sao ila dignidado huma-
na, dea primeira condirao da palavra '..... \ pala-
vra, sendores, a verbo de Dos personificado em s,u
fildo, de ao mesmo lempo o ministerio augusto da
verdaaea da santidade, da civiliacio e das luzs ; de
o elo mysterioso qae prende a Ierra as alturas do
ceo ; de o gemido das agonias inl mal da dumanida-
de que ie eleva ao Idrouo da clemencia eterna ; de
a irumdela que amina, qae forlifica, que ordena,
que cmbale, que liberta as consoiencias, que define
o direilo, e o estabelece como lei inviolavel no seio
das mifOei A trrannia seria invencivel se padesse
etcogilar um meio deabafar o e-tampido da palavra;
mas urna lal tentativa, alem de ser um desalo A
Providencia, seria o furor imp.leule da espuma con-
lra o ocano. i>
Logo depois, a muilo naturalmente, o orador pas-
sa us iin,leucia- maleriaes da poca :
jogos terriveis da libsrrjade, ja nio preoecupam por
esse lado os filhos de-la poca. Ai revnluces segaem
hoje oulro deipenbo por ventura anda mais arrisca-
do. Enlio se revolucionava o espirito ; boje revolo-
coiia-se a maleria. o homem, abiorvendo-se lodo
nos cuidados da maleria, eipe-se ao perigo do de-
gradar-se. como se nota peto etame da historia de
Antonio Machado
e logo depois na igreja do C-rmo o brilhanle Te-. bordina o homem grande lei do dever, aoi dcla-
Dtumto 'adada \ piranga orando eloquenlemen- me, da ju.,i5a e ao, precei.o, da aotoridade
le o Sr. conego honorario Joaquim Pinlo d. Cim- I Neate lugar etclama eluqueiilemaule
pos, i.ndo presentes a este acto religioso S. MM. If. o Na, estremecr.il, .enhoea, ao ouvirdes a palavra
Em donra e solem.iinade do prime.ro d,a do Brasil 1 au.oridade a em urna oeca.iio e.n qoe se ccebram
carias de liberdade a di- (numplios da liberdade. E por que uao ".' A autori-1 A\res da Almeida Fio
dade de lamtiem orna lbenla le : coroar urna no Ca-' Amanuense da alfande-a do Para' o omrda Sil
^"'!!'0.LP-rec.i.1>'ii,r .a ou,ra ,U roclia T"'P "PO>la-; veslr. Jos de Azevld" 6 8
pi da corle, o amanuense Jos
dus Res.
Amanuense da mesma repartidlo, o pralicanle
Francisco Marques Perdigao Malheiros.
\manuen-es da alfandega da Baha, Salvador
riaa ovaco de Brulo assa-in.in lo Cesar em pleno se-
ntda Sim, a autori,lade he urna parte integrante
da liberdade. S; a lber lade he um direilo, a aulo-
ridade he um dever. A idea do direilo entia ueces-
aariamenle na idea do dever ; sao cousai correlaliva
de cujo aceorde intimo resultan) mutual ohrigacfles,
ecrea^^anr,!lrdVe'n,SSe',,H "Ta"'"'!!!^ Came"'u *cral l,a r'c'ita" ^a.a"WVmpaTie.' -
e crear a perlnrbacao no verl.ee na base da sociedade ; Depois de orar o Sr. Miranda iustificando i e
He esta arazno primordial por que as conslituiees ~- J
Etoneracao. Por decrelo da meima dala foi
eionerado, por o haver pedido, do lugar de ama-
nuenses da alfandega da Babia, Jorge Luiz She-
vind Alvallos.
II
\ olou-se donlem no senado em 3." discassao o or-
ille foram felai na cmara dos depulados, e com
Logo depois o orador alara de face o progresso m,i- senado relalivas"
lenal mal entendido, islo lie, o Iriumpdo da materia
tabre o espirito, a falsa vilisafle doi materialistas,
iliz em um helio momento de liipirardlo :
a E no enlanlo, meus sendores, ao ouvir os ho-
mens fascinado, pelos esplendores do progresso
erial, crer-se-ha que o povo mais fePz e civili
lie aqu-lle que conversa com os lelegrephos elctri-
cos, que Iraiismillem com a rapidez da sensac.lo o
I"'"- menlo humano de urna a oulra etlreini lade
do globo : crer-se-ha que o povo mais feliz e civili
sado he aquelle que ve eslender-se sobre o seu solo
urna immensa ramificacao de camiudnsde ferro, que
(ranspoiido as fronleira, como um signal de atlianca,
, ni 1-
lisado
coiiduzem populaces inleiras a espelaculos u a pra-
laraa de que os anligos nao tiveram noticia ; crer-se-
da que o povo mais feliz e civilisado de aquelle que
ve saas culades nlnmiadas durante a noite por cous-
lellacao marica- a que chaman, oulros tantos diade-
mas u. luz do progresso e da civiliaaela ; crer-ae-da
emlim qoe o povo mais feliz c civili." lo de aquelle
que paasoa um Banco mais rico, um finir.erario mais
avallado, um capital mais solido, um eommercio
ma.s activo, e... quantas illuses, meu Dos, em
um so preronce.lo |
Sendores! Tadesan pude ser um adorno, urna de-
coracao, urna gala da rivilacge ; mas dao a mesma
civilaacJo. Civilisaco quer dizer dluca^.o com-
plelade um povo.
aos arls. 13, 25, 26, 32, 33. e 31.
consi,ler.ic -,,j da cmara dos depulados.
Foram nomeados presidentes de provincia :
Para S. Paulo, o Sr. seuedor Jos Joaqoim Fer-
naiules Forres ;
Para as Aiagai, oSr. Angelo Tdomaz do Ama-
pa!erKo.,an!'ar8,"ba'0 St' n"1 "" Biaor.-
Para o Para, o Sr. Dr. Joao da Silva Carr.lo :
lado'*'' A'"'uoni"' Sr- r- Vranciaco Jos Fur-
Para o Paran", o Sr. Dr. Francisco Libralo de
Mallos.
O Sr. Dr, Tillo Franco de Almsida, foi nomeado
ecrelario da provincia do Para'.
v ~" 12
No senado foi donlem ida e approvada a redaccJlo
das emendas do mesmo senado proposla do poder
etecolivo emen lada pela cmara dos depulados, fi-
lando a despeza c oreando a receila geral do impe-
rio para o etercicio de 1858 a 1859.
Lm sesuida, o Sr. Herculano Ferreira Penna 0-
rou por espar. de qualro doras, defendendo-se das
accusacocs qns lite foram teitas pela imprensa e na
.i..P...m. i. .S PJ Pf- Mm,1 "HHKiria, na qaal.d.de de presdanle da
cSllr d Z. ." P-en d" Crraa0 E. d" C'uv,"cia "e '" "aes, pelo Sr. depulado
callara da alma. Livil.scao quer d.zer mdus- 1 Francisco de Paul, da Silveira Lodo.
. induslna, em sua man vasla concepcao quer Ao finalisar o
- en dircurso, declarou o 8r. Penna
IriumJ.o i ^J.,*St%C" aolsr* matara ; que. por ler dada ahora, nao responda a oulro.
r.umplio da nossa acliv. lade sobra a fatal.dade das membros da cmara "
dizer
Inuir
leis d
a neturea ; industria he a pusse real desse iio- v.am censurado
temporaria, que tainbem ha-
ad 1 inisirae ,, e mandou A
rea-a'. *ss7sS 1 ,,;" ^!=s* v-vr:ffi tts
as cousas da Ierra : Dedil ella poleslalem eorum camoi. '
ria de nossas instituiepes polticas a ao bom joizo do
povo hrasileiro.
Os nrogreiioi da industria e o deienvolvimenlo
do espinlo de associacao, leem feito creeeer a rique-
za publica e augmentar as rendas do Estado ; e,
ajndados, alem das facilidades naloraes qae offerece
nosio paiz. dos soccorros precedentemente concedi-
dos, e dos que acabam de ser aulorisados, he de es-
perar que lomem moito maior iucremento e et-
paaslo.
11 As epidemias qae assolarara grande parle do
imperio, leem ainda acommeiti lo um on oulro po-
voado, mas espero qae nonas preces alcanc,rSo da
Divina Providencia que esses terriveis flagells se ar-
redem para sempre da nos.
Permanecen! inalteradas as relaces de paz a
boa harmonia com os oolros Estados; achando-ie
aioda pendente a quesiao de naregacito com a re-
pblica do Paraguay, em cuja solucao pacifica e
honrosa muilo se empenha o meu governo.
"Augmlos e dignissiraos Srs. represeutanles da
nacao. agradecendo-vos a caadjuvacJIo qae prestaste!
so meu governo e os autillos que Ida destes para sa-
tisfazer as engencias do servico publico, confio em
que, voltando s vossas provincias, continuareis a
cementar a poltica de modera-cao e concordia, por
cuja manulencao sempre me rsfor;arei, e qae tantos
beneficios ja lem produzido para a nossa pitria. '
Est encerrada a sessao.
I). Pedro II, imperador constitucional e defen-
sor perpetuo do Brasil. j>
Terminado este do. reliram-ie SS. MM. Ir com
o mesmo ceremonial com que haviam lido recebdn,
c immediatamenle depois os Sr. senadores e depu-
lados.
quoe sunt super terram ; indo-Ira em urna pala-
vra heaespan-ao mais ampl. do pr.-sresso ; o pro-
gresso t de a aspirac.lo mais legitima, mais fecun-
da, mais se luctora da duinani lade ; de a altreccflo
luccessivi do bomem para Dos
Finalmente cdoga o hbil arador .1 conlemplajao
de estado actual do Brasil, e faz brilbar as rulgenles
eperancas do magesloso futuro que 1101 espera a-
bnndo e pitenlean.lo a lodos os olbos o quadro mais
animador e lisongeiro onde se v a le de Dos, a cm
n lade, o p.triolismo e as lil'as rilas do esplriloalia-
mo guiar o paiz prosperidade e gloria, e assis-
ronrlue o sen discurso :
Felizmente, para honra e gloria do Brasil, as
cousas entre nos parece que se enraminbam para es-
je hm gran lioso. A earidade ehrislla vai arcando
tace a fie c.m a hydra do egosmo, o cancro mais
hediondo qae p te gerar-se no coracao de ama so-
ciedade !
" Se n'algdm bairro dasla vasla capilal se levan-
a urna insliiucao de crdito, s mesmal horas, no
bauro vizindo, se orgauisam duas ou tres ,-issocia-
Cfles de earidade. Se oulr'ora o anjo eiterminador
ilorramava em su! pa-sag.ra as naiores assolac'ies so-
bre a eidade de David, doje o edf rudim celestial
derramava sobre a cidale .le S. Sebasliao os doces
efluvios das misericordia .lo Allissimo.
E se anda honlem um pandado de aventureros
desalmados conspirara contra a liderdade dessa tribu
infeliz que cstaura as regiO s africanas; doje a
grande maioria dos Brasileiros, dos domens de cora-
Cao elevado, vendo irradiar em sua vanguarda a co-
m Imperial, trabalham, ie esforfam e se associam
ho pensamento generoso de lavar gradoalmeule nal
aguas Jo Vpimnga, o lmpido Jordao da aimerica, as
Instes manchas da con.licao siij"ila. Es|a idea, que
por si s vale um srande progresso na inora'idade
dos disfumes iiacionaes, de a mais orlhodosa, a mais
humanitaria que poda brolar na Ierra da Cruz I
Nao Conheeo, sendores, meio inii- digno de so-
leminssro anniversario da independencia do Brasil
do q-iederra-nar osinflutos da liberdeda sobre esses
filhos da maldictla que sin la cousporcam a nossa
sociedade Ea admiro, en louvo do inl mo d'alma
-sa magnifica etpressao do patrioli-mo mais paro,
da earidade man lablime, que jamis ladrara 110
seio das civilisicOis mais celebres da anligaidade !
Seaheres O homem verdadeiro amante da li-
b-rdade nao a quer smenle para si, a quer iiual-
raenle para os oulros ; nao a quer lmenle para o
sen partido, a quer igaalmente para o partido ad-
verso ; nao a quer aumente para a sua relisio, quer
igaalmente para tolas as religiOes ; nao a quer so-
menie para o seu psiz, e uuer igualmente para o
mun lo inleiro. A homanidade he urna s. O
direiloi sa.i os mesmo. por toda 1 parte
que etcepluasse um s membro da communhao do
gozo desses direltOS, nao seria um homem sincero,
nem merecerla ciinhaler as santas balalhas da li-
berdade pela grande causa do genem humano.
a A eonscicnria uabliea, qne he a voz de Dos re-
percut la 111 alma de nm povo, sempre repellira
com indignarlo o etcluiivi-mo e o egosmo da ds-
InbuieAo da lli-r-la le. A liberdade'exclusiva nao
he m.-s que um privilegio inaudiln condemnado
portlas as consliluicO'S polilieas do universo : a
Apresenlou depois o Sr. Slveira da Molla o pa-
recer da cnmims-ao de legislarlo sobre o projecto
de reforma hvpniecaria. li-.e parecer que est ssU-
nado p.|o Sr. Slveira da Molla e pelo 8z. barao de
Monliba, foi a imprimir.
Levautou-e a sessao as 3 horas da larde.
A enmara dos depolados approvou honlem, depois
de um dbale em que lomaram parle s Sr. Luiz
Crloi. presdeme do conselho, Alhaide, Sergio de
Maccio, Benevtdes. e Bubosa, as emendas do le-
ado a proposla do governo que fita a despeza e
orCa a rece.la geral do imperio para o etercicio de
de I8-j8 a 1859.
Em seguida vuiceu-se a urgencia para discolir-se
o parecer da cummissao eipecicial encarrrgada de
verificar a causa da caresta dos gneros alimenti-
cios, e depois de fallaren, os Sr. Paes B.rreto,
llrandao e Fausto de Aguiar, ficoa a discassao en-
cerrada por nao l.aver ca-a para se volar.
O governo imperial rhegou a um accordo com o
-Sr. La-nas, enva lo eitraordinario e mini-tro pleni-
pileneiario da Repblica Oriental do Crugiiav, sobte
algumas das modilicacots reclamadas pelo governo
da repblica no tratado de eommercio com o Brasil.
O Sr. Herrera, secretario da legacao oriental, par-
lo h.je para Monlevi leo no paquete ti Camilla, o a
um de apresenlar ao seu governo o ajuste feito pelo
Sr. Lamas.
Temos foldas do Rio C-rande al 30 passado.
O a Diario o da ullima data da' conta do legointe
ifnfsire :
a Demos donlem noticia ans nossos leitore. sobre
um successo occorrido ao redocador a Camaruan,
e hoje pod-mjs narrar os, pormenores da (al aconleci-
menlo.
Estando o rebeca lor Tora da hura, dando os ca-
nos ao bnnueinalez Susan.o quesuppimos ser
uin navio que vein de Marseillc consignado aos Srs.
Marcos Pradel e C, na occasia 1 em que os bolava, a
forle rajada do ve '
8IIO:OOSO0
96:0009001)
12:0005000
6:0008000
102:0009000
50:0009000
6:0009000
6:0009000
6:0009000
t'.:Hl>-i>00
S3:8b09000
1:9005000
48:00(lcOlJO
230:0805000
219:60090011
seos
e aquelle
algans povos, onde ao m-'smo lempo se bao apresen-
lado, i.'um mesmo poni e n'um mesmo pelo, os
phrnomenos do progresso material e os da decaden-
cia humana.
e E o que vemos mis, sendores'.' vemos que nesles
das de ovaees e triraphns do progresso material,
as aspirarOes da humaudade como qae s se lin -
lam a saber contar os nmeros, a medir a etlensao,
a enalysar a materia, a de-nmpnros corpoj, a pesar
os tomos, a inventar machina; e de lodos os ngulos
da tirra ja se nao ouvi mais fallar, senao em traus-
formares indefinidas, em peifeclib.lidade indefini-
da, em progresso indefinido, em desenvolvimento in-
definido da icieneia, em etpan-ao indefinida da arta
lem melhoramenlo indefinido do homem,em augmen'
o udeliiii lo da fralernidade, em abulirao indefinida
da miseria, em ascencao indefinida do capilal e da ri-
queza, ero incremento indefinido da induslria, do
eommercio,da agricoltara. rvinoiocial do Evangelho
e paraso da Ierra indafinidos !.. Mea Dos q unios
indefinidos as regiOes do definido: (Jie eslremeci-
mento convulsivo em tollosos pontos do universo !
O mondo corre, nao se sabe para onde A Ierra os-
clla e (reme ; es raizes doi montas se ronturbam e
rangem com o movimenlo accrlarado da humaui-
dade o
No corpo do discurso o Sr. conego Pinlo de Cim-
po* desenvolve as verdadeirai basas em que se lleve
assenlar a sociedade poltica, e Iralando da liberdade
proclama a sustenia ssa liberdade augusta que sa-
liberdadc egeiala nao h< mais que ama Irairao bor-
ren.11, que um desmentido impo i doulrina* da Na-
zareno !
Sendores quanlo o individualismo triumpda a
sociedade sa confessa vencida, e o seu ultimo lirado
he o da dissoluco ... y je Dos ataste para bem
longe de nos essa gangrena destraidora de tolos os
principios do Evangelho ; qne 01 Brasileiros se a-
vanlagein a lodos os pavos da Ierra 110 cumprimenlo
das leis da bumam la le ; que os institutos de pida-
de cabram o solo Blieneeae do Imperio do Cruzei-
ro ; que o pebra encontr na beneficencia publica o
seu soccorro, o lamala o seu alimento, o urpho o
seu abrigo, a viuva o seu amparo, o a donzella o
sen consorcio. Qoe sob lae. con lires o Brasil pros-
pere e avulle no destnvolvimeulo de seus recursos
naluraes ; qae os promotores do progresso material
se nao desvairem em soa aieeo{(o ; que o governo
do paiz ame e faca amar ai leis seiii us disfarres da
hypncrisa ; que o principe conduue a fazer as de-
licias do sen povo, segundo os caminhos dajusli.
rja e da sabedoria, sem nendum pendor para a lison-
ja ; e que vos, Dos Elcrno, rei de todos os scu-
los, conservis benignamente a sua vida, o seu rei-
nado, a sua Meeessla, a soa esposa ; e por lanos
beneficios, Dos, lodos n. que nos achamoi aqui
prostrados ante us aliares de vossa divina mageslade,
na cessuremos de heinlizer o vosso sanio nome re-
petiudo com os Ambro-ios e Agealinhoa.a
Tal foi o discurso que ouvimos no da 7 de dem-
pro ao dislinclo Sr. conego Pinlo de Campos; nel-
le encontramos profuneza de ideas, pureza de es-
lylo e belleza de forma, e sodreludo apreciamos
anida nelle as sabias lires dadas so povo por um
minislro de Dos.
Lntrou l.ontem o paquete a Camilla ,,, da .taha
do Rio da Prala. Traz dalas de Montevideo al i
e de Buenos-Ayres al 1. do corrent*.
Em Montevideo as eleires conlinuavam a agitar
os espirito., e a discus-ao pela imp-en-a lornara-se
violentsima. A paitao e os inleressee egosticos
nao poopavam os caracteres man nohrrs daquella
malfada repblica. Nao ha servicos, nem illuslra-
(ao, nem dedieacle nunca desmenlida, nem prohi-
dade cima de lo la a suspeila, que puuham o eida-
de,) ao abrig 1 da calumnia dos ambiciosos polticos,
que prelendem hoje dommai esse mesmo psiz que
vergnnlioiamenle abaudoiiaram nos momentos in.is
crticos porque tsm pa-suloaroa nacionalulade.
tjae sadira' dessas ciegues"' Se nSo aahir
urna legislatura que d ao paiz um governo forle e
illaslralo qua saiba conler as pates, ai da reuq-
blica !
Em BuenM-Ayres a atleneao publica oceupava se
qoasi exclusivamente com ut iuleresses maleriaes do
paiz. A inauguracAo du pequeo camintio de ferro
do oeste fora moilo futejuda. A lercAo abarla ao
transito publico lem apenas duas leguas de etlensan,
e as locomotiva, anda nao alcancaram ama marcha
superior a doze milhas por hora.
Da Confederac/lo nada ha de inlerease publico.
Nomea<;5"s.Por decrelo de 5 do correnle fo-
ram nomeados :
Segundo escriplurario da recebedoria do monici-
e crrentela d'agm fez desgo-
bernar o vapor, e Cahindo o brigue sobre elle, arre-
b.loii-llie o canudo, eseaigalliou.-lhe os escaleres,
qurdruu-lde os tarros com a abalrisacfOi e senao he
a de-lreza do marlnm-ta em abrir as* vlvulas, leria
davido urna etplosao. Felizmente a machn 1 nada sof-
Tren, nem douve victima algama.
O vapor leve bstanla d.ili -ul la le em vir para
denlru, valendo-lde o vento favoravel, e coadjuvado,
nimia que fracamcnle, com o machinismo que coro
cusi funrcionava.
novas diflicaldadesapparecem para o seu concert ;
porquanlo nao leudo sido pagos o proprielarin do
eslaheleriinenlu. calafates e earpinteirof, do concer-
t que fizeram ha Ires mezes, cujas eontas foram
i presidencia, a qual al boje nao mandou pasar,
segundo nos infirmara, os operarios esiao remlvidns
a nao Ira!.,Ib,r sem que sejam salisfeitos do qae se
Ides deve, ou eniao eiigetn urna lianca.
a Nao sabemos o quelerSo resolviio a semelhante
respe lo ; porem islo nao he moilo bonito para o
governo, e quanlo mais, que homens qoe vivem do
seu Irabaldo nao podim estar sujeilos a etercicios
lindos. E se a presidencia nao esl em circunstan-
cias de pagar, estamos lummamenle convenci-
dos que o eommercio estar prompto a adiantar
a mdica qoanlia de qualro conloa e tantos mil
res.
13
Iloalem njo douve sessao no senado por f.lta de
numero legal.
A ilepi,ia._-io que foi ao paco de S. Cdristov3o pe-
dir a S. M. o Imperador imavesse por bem marear o
dii di, 1 dora e o losar do encerramento da actual
sessao da as-emblca geral legislativa, voltou 1 dora
e 10 minoloi da larde, e pelo orgao de seo orador,
o Sr. -., hr Miranda, communicou ao senado qoe
S. M. o Imperador se dignara responder qae o en-
cerramenlu leria lugar boje, a' 1 hora da larde, no
paco do senado.
II 'je, pela 1 hora da larde, lera lugar, no paso do
senado, a ses-u imperial do encerramento da pre-
sente sessao da assembla geral legislativa.
mm.
SESSlO IMPERIAL DO ENCERRAMENTO DA
ASSEMBLA GEBAL EM 13 DE SETEMBRO
DE 1857.
'residencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanli de
Lacerda.
Ao meio dia, reunidos os Srs. depulados e sena-
dores no paco do senado, sao nomeados para a depu
lacao que tem fie receber a S. M. o Imperador os
Srs. depolados Mendes de Almeida, Anlniojos
Machado, Pereira Pinlo, Sergio de Macedo, Alhaide,
consaollermogenes, Aguiar. Jernimo Jos Teiiei-
Souza Lean, Oliveira Bello, S Albuqueraue
irnal... ai ...... ... S.-.l-_l.. ._. 1. '
Pederneiras, Alcntara Machado. Araujo Jorge, t",a-
viao Peituln, barao de Camaragihe, Araujo Lima
Conha Ficueireilo, m naenhor Marcondes, Sania
Cruz, Castello Braneo, Delfino de Almeida, Rodri-
gues .los Sanios, e Tobas; e os Srs. sead ,res Dan-
las, vucon te de Jequitiuhonha, M'randa, marquez
de Cavias, Slveira da Mola, visconde de Albuquer-
que, rnarquez de Monte-Alegre, Queiroz Coutinlio,
visconde de Abael. barao de Anlonina, Ferreira
Penna, e Borges Monleiro ; c para a depntacao que
lem de receber a S. M. a Imperalnz, os Srs. depu-
lados Lail Carlos da Fon-eca. Jos Joaquim de Lima
e Silva, barao de Polio Alegre, e Monleiro de Bar-
ros ; e os Srs. senadores visconde de Sapucaby e
l.iplila de Oliveira.
A'nma hora da larde, annunciando-se a rl.egada
de S. M. o Imperador e de S. M. a Imperalnz, as-
nera asdepoiaees a eipera-loi a porta do edificio.
Entrando S. M. o Imperador na sala, he ah rerel.i -
ilo peloi Srs. presidente e secretarios, os quaes unin-
do-se A di-pul ,,_', acoinpanham o mesmo aoguslo
enhor al o Himno, no qual lomando assenlo, man-
da assenlarem-se 01 Srs. diputados e sena lores, e
pronuncia a legulnle
FALLA :
n Aagostos c digm.sunos Srs. represenlsntes da
nac3o.Ao encerrar os trabadlos da prsenle esaao
legislativa, eongratulo-me Comvosco pela paz e trao-
quillidade que felizmente reina em lodo o imperio.
Este assignalado heueficio, nos o devemos a' sabedo-
Foi apresentada ar.le-honlem lanecao imperial,
por urna depolarao da cmara dos depulados, o pro-
jeclo de lei que fita a despeza e orea a receila ge-
ral do imperio para o anno fioanceiro de 1857 a 1858.
A redacsAo desse projecto, como foi approvado em
ambas as cmaras, he'a seguinte:
A assembla geral decreta :
CAPITULO I.
a ,1 a ^ D"Pa geral.
Ari. i.a despeza geral do imperio para o exer-
low-.l^T"1 ha fi"da n^qa,ni,s de ,"-
A qoai sera di.lribuida pelos seis diversos minis-
lenos, na lrma especifica 1a nos atigos seguintes.
Arl. 2.O minislro e secretario de estado dos
negocios do imperio he aulorisado para despender,
com os ohj*ctos designados nos legainles piragrphoi,
a quanlia de 7,351:4659000.
A saber :
1Dolarlo de Soa Mageslade o
Imperador.....'. ,
2Dila de Soa Mageslade a Im-
peratriz........
3Alimeulos da princezi impe-
lala Sra. D. Isabel. .
1Ditos da pnnceza a Sra. D.
Leopoldina. .s.....
".li..|.ii;ao da pnnceza a Sra.
D. Janiiana ealuouel decasas.
6Dita de Soa Mageslade a Im-
peratriz viuva, a duqueza de
Bragancij........
7i miento- do principe o Sr.
1). I.aiz........
8Dilos da prioeeza a Sra. D.
Isabel.........
9Ditos do principe o Sr. D.Fi-
lippe......B
10Ordenados dos meslres da fa-
milia imperial......
IISecretaria de'eslado. .
12ti-ibinele imperial.....
13Conselho de estado. .
'*Presidencias de provincia. .
15Cmara dos senadores e secre-
taria..........
16lilla dos deputados, dem,
sendo desdeja elevada ., n.
1:8005000 a verba do expe-
diente ila respectiva secrela-
rn.a 3:0009 a das despezas
extraordinaria! eevenluaes da
mesma cmara, e a 16:0009 a
da publicarlo das discosies,
na conformidade do ennlrato
ltimamente celebrado eom o
proprietario do Jornal do
Commercio ......
17Ajadas de cosi de viuda e
volla dos depolados. .
18Faculdades de Direilo, sendo
4:0009 para compra de livros
para a bibliothecn da Facul-
dade de Peinambuco. .
19Di i.i de medicina.....
"20 Academia das bellas arles. ,
21 -Museo.........
-2Hvgiene publica.....
23Empregadoi da visitas de
aaude dos porto.....
24Lazaretos......"
25lu iiinlo vaccinieo ....
20iummls-es de engenheiros. .
27Canaes, pontea e estradas e
oulras obras publica genes e
auxilio as obras provinciaes,
incluida a qoanlia de ris
700:0009 para o pagamento
dos juros de 5 por cenlo ga-
rantidos as compendias das
estradas de ferro de D. Pedro
II e de Pernamhuco ; cem
contos para a abertura de
uina estrada de rodagem en-
tre a eidade de San-Jo3o de
El-Rei em M naa e a capital
deCoyaz; KW.OOO para sa-
lilio s obras d s estradas da
provincia de S.Paulo; 50:0009
para auxilio as obras da pro-
vincia do Amazonas ; 50:09
para o melhoramenlo das es-
tradas qoe da eidade de Cula-
da i dirigem de Malo-
Grosso a villa do Diamantino,
e a Sanio Antonio do Parana-
hiba.........
28Correio geral epaqoelei.de
vapor.comprehendida a quan-
lia de 4:0009 para compra da
animaos e pagamento dos ss-
l-rii. de estafetas para a ron -
iluc.ia de malas da agencia de
Lorena a" de Pooso-Alegre, e
dos municipios dessa eidade,
de Villa-Nova de liajuba', de
Caldas e de Jaguary ; e a de
1109 para pagsmenio de es-
tafetas para ron luc.io de ma-
las da eidade de Oeiras do Pi-
auhy a' villa de Joazeiro, na
provincia da B dia. .
29Reparlijao geral da. Ierras
publicas, medieao deslas e
eolnnsarao.......
30"Calecheie e civilisacao de in-
dio*. ,......
31Colonias militares. ....
32fcsl ibelecimrulos de eduran-
das ..o Para'.......
33Archivo publico.....
HEveoluaes ......
331-.5M.50OO
52-.60OJOO0
162:3665000
201:0009000
24:444sOtKl
9:0008000
23:500500<)
20-.0009000
120:0005000
14:780500*1
6:8003000
1,410.0000000
1,901:1105000
670:1005000
60:000o000
120:00 JjOOO
No municipio da corle.
35InslriK co primaria e secun-
darla. ,.......
36Instituto commercial .
37Dito de meninos cgos.
3SBibliuldera publica. .
39Jar.lm Botnico da l.goa de
Rodrigo de Freilas. .
10Dilo do Pas-cio Publico. .
IIInslitalo Histrico e Geogra-
pdico Hrasileiro.....
12Imperial Academia de Me-
dicina ........
13Sociedade Auxiliadora da In-
duslria Nacional.....
14II Mal dus Lazaros .
.5Obras publicas......
46Etercicios finJos. ....
2:00.15*100
6:82051100
50:0005000
144:340s!iOO
13:820?00ll
25:0009)00
12:63859011
13:8109000
.'8775000
s5KW09MB
2:0005000
4:fl(K)5O00
2:00115009
200.-OOOSOOO
9
76:800^)00
10I:800?OOII
Arl. 3.Ominislro e secretario de e*lsdo dos ne-
gocioi da jnslica, he aulorisado para despender, com
es olijeclus designa.oi nos seguintes paragraphos, a
quanl a de 3,737:701999*.
A saber :
1Secretaria de estado. .
2Tribunal iupremo de jii-Iicj.
3RelacOe, incluidos os ordena-
dos dos drsembargadores apo-
sentados Bernardo Rabelln da
Silva Pereira e Severo Amo-
rtm do Valle, na razan de rs.
3:0005000 para cada om. .
4Joslic;.n de primeira instan-
cia..........
291.5538334
839-1209000

' '


DIARIO DI PtNAMBUCO TERCA FEIRA 22 DK SETEMRRO DE* i MI
3Pulid.- segoranca public.
t;_Pessoal di polica.....
7__Gualda naciunal.....
Telegraphot ,*"
raelropolilaua, parodio, viga-
rioa garaes e provisorio, lu-
luidoa dude ja 5:0003 paia a
cuucloao da obras do pala-
cio rehi-plscopal da Rahia .
i0__Seminario episcopaes. inclui-
do 10:(HJO)}000 para ordenado
dos lenta do seminar lo episco-
pal da provincia de S. Pedro ;
10:0003 para ordenado dos
lentes do seminario episcopal
da provincia de Mato Grosso,
(cando dtide ja o governo ao-
toritado a nornea-lo; 10:0009
para auxilio as obra do tenu-
uario epiacopal da provincia
lu S. Pedro : 12:0009 para
compra on eoimlrocsao de om
edificio e roobtlia para etlsbe-
lecer-ae o minera episcopal
da provincia de Goyai; r.
:l:0009 para auxilio do semi-
nario da culaJ de Mano,
capital da provincia do Ama-
zonas .......
IICapilla imperial ecaibedtal
do Dio de Janeiro ....
12 I nhuoaet do commercle .
14Kepreuao do ntico de Afri-
cano ........
11Sdenlo de preeo ....
15Eveuluae.......
No municipio da corle.
IiiCulju publico......
17Carpo municipal permanente.
18Ca,i de correcto a lepiro
de cadeias.......
19Condcelo a sustento de pre-
sos .........
10llloniina{ao publica. .
IIExercicio findos ....
121:0003000
3O7:0.Ve(IO0
l(i:K21S'iOO
70:5185600
lrj:27.i3')00
cicio da prsenle lei ob o lilulos abaixo desig-
nados.
1Direilo da importadlo para consumo.
2Hilos de baldearlo e reexpurlarao.
:lDitos idem para a costa d'Afriee.
4Expediente lo genero eslrangeirus navaga-
7.a lis intendentes da Baha e Pernambucu con
tiuuarflo a ser os meemos inspectores dos arsenaes.l
e nao pdenlo accumular os lugares de capilao do
porto.
Arl. 18. Ficam isenlos dos direilus de importa-
do os niat.riaes e machinas que forein importados
dos por cabelagem livre de direilo da con- para as coinpaobias de navegafao fluvial a vapor da
Bunio
"iOilo dos ditos do paiz.
liDito dos Jilos livre*.
7Armazenagero.
8 Pramioa d aisigmdo.
9Aneoregem.
10Direilo de 15', dai embarcacCe eslrangeira
que passam a uacionaes.
Ib2:2003000
64:71(JfjO0O
34:3003000
50:0003000
5:0003000
10:0O0O00
4:9959560
316:4683500
120:0003000
30:01)08000
367:2603000
9
Arl, i. O ministro e seeretsrio de estado dos ne-
gocio ettrangeiros be autorisado para despender
com o objeclo designados no paragrapho seguin-
659:520?<18ti
les a quautia de
A ssber :
1Secretarla de estado. .
2 Legacis a consulado, a 27
dinlmrc! eslarliuoi por 19
3Empregados em dtpouibili-
dade, moeda do paiz ...
4Despeja extraordinaria no
exterior, a 27 dinheirot estar-
los, por 19 ......
5 Ditas no interior, rooeda do
paiz.........
6Exercicioi lidos.....
Arl. 5. O mini-Ira e secretario de filado do ne-
gocios da inarinba ha autorisado para despender,
com o objeclo designado nos siguiles paragra-
. 55*155088
453:9410666
9:7339332
Il0:000000
30:0003000
I
phos, a quanlia de
A saber ."
1Secretaria de estado. .
2Quartel-geueral de marinha .
3Comedio supremo militar. .
iAuditoria e executoria .
5Corpo da armada e cl.nisiet.-
nexas ........
O BalalhSo naval.....
7Corpo de imperiaes marinhei-
roi .......
8Companhia da invalido .
0 Conladoria da marlnha. .
10Intendencia accessorios .
IIAntnaet, fleando igualado
o vencimenlos do almojarife
a escrivao do arsenal da Per-
nambucu, ao do da baha,
conforme o S 11 dn arl. 5. da
lei n. 779 de t: de selembfo
de 1851, e assim alterada a
tabella que baixou com o de-
creto n. 1,769 de 16 de janlio
de 1856........
12Capitanas de porto. .
13 l'orja naval e navios de trans-
pone ........
11Navios desarmados ....
15Hoipilaes......*
16Pitarse........ .
17Academia de marinlia .
18Escolas........
19Dibliolheca da mirinlia. .
20Reformados......
21Material.......
22Obras, incluida a quantia de
60:0003 para melhoremento
dos corpos das cidades da l'a-
raliiba e Maranguap* .
23Despezas extraordinarias e s-
veuluaes .......
2iExercicio lindos.....
4,975:9613913
33:0009000
5:91)33700
4:8003000
3:3709000
363:8373600
27:78039^0
81:7513000
6:4063000
56:0009000
107:0983000
854:6903600
95:1899*90
913:8:113150
28:5983000
35:808jOOO
25:8743)00
26:2283000
1:30*3000
1:3203818
56:6003105
1,645:815?000
313:7243000
224:0003000
Ai I. 6. O ministro e secretario de rilado dus ne-
gocios da guerra lie autorisado para despender com
os objeclo designado no aeguiulet paragrapho. a
qnanlia de........11,029:6243556
A saber :
1. Secretaria de eslado e reparti-
eses, annea......
2Contadora geral de guerra .
3Conscllio supremo ni liar e
iluju'lira.......
4Pasadoiia de tropas ....
5Imlrucca o militar ....
6Arsenaes de guerra arma-
zem de artigo bellicoa .
7Corpo de saude e hoepilaes.
8Repartirn do ajudaiile-irene-
ral do exercilo, commaodo de
armas, ele.......
9Exercilo.......
10Oniciaes honorarios, segunda
linha, reformados auditor*!
11Repartido ecclesiaslica. .
12Gratificarles divorsas, ele. .
13Invalido.......
14Pedestres.......
15Recrutameulo premio de
eitgejamento......
16Fabrica.......
17Obrt mililares, sendo........
150:0009 destinados a cons-
Irucgao dos hospilae e quar-
leis mais urgentes na pro-
vincia do Rio Grande do Sul,
e 50'0009 para reparo da
forlilicafoe equarlei da pro-
vincia do Amazona. .
18Diversa despena evenluaes
19Exercicio lindos.....
101:4923000
36:4103000
44:4763000
11:9409000
1S 1:6803100
2,058;05(>3700
535:3563000
180:1683200
5,512:6793750
539:385X326
61:6163000
%: 1073200
71:6728730
25I:233"50
300:0003000
133:4769800
620:0003"00
300:808301")
Arl. 7. O ministro e secretario de eslado doi ne-
gocios da faienda, he autorisado para despender com
os objeclot designados nos se guiles psragrrphos,
quantia de
12,339:7893000
A saber :
IJuros e anicrlisacilo da divida
externa fundada, calculado
ao cambio de 27 .
2Ditos da divida interna fun-
dada ........
3Dito da dita inscripta antee
da emisto da respectiva a-
police, e pagamento cm di-
nheiro das quantlas da misma
divida menores de 4008, na
forma do art. 95 da lei de 24
de ootubro de 1832. .
ICaixa da asoorlisscao, filial
da Babia, e empregados no
resgale e substituirlo de pa-
pel moeda.......
5Pensionistas do eslado .
6Aposentados......
7Empregados Je repartirles
extinclas.......
8Theiooro naciunal ....
9Thesoorarias......
10Joo dos feilo da lateada .
IIAlfandegas.......
12Coninlados.....
13Reeeberforia......
1 Mesas de rendas e colledorias
15Casa da moeda.....
16Ollicina e arinazem de panel
sellado....... ,
17Typngraphia nacional "
18-Ullirina de apolices ....
19 AirniiUtrac.n de proprios na-
clouaes ........
20Dita de terrenos diamantinos.
21Ajudas de costo a empregados
de fazenda.......
22Curadora de Arieano livres
23Medican de terrenos de ma-
rinhss........
21Premio de tetra-, desenlos
de assignados das alfandegas,
commissots, corrcl-gens e se-
guro ........
25Juros dos empreslimos do co-
fre d;s orphos .....
2fillepoeicje e rMliluleSee de
direitns, e outras.....
27--Corle, rniidiicri-, e plaalo
do pao-brasil, ou oulro qual-
quer meiode augmentar a tua
produc^Ao.....
28Obr.i...... .
29Gratificai;ues......
30Eventuaes ......
.11Exercicio rindo".....
32Pagamento de lien de dtfun-
lo e auseules......
33Dito de deposito de qualquer
i rigeiu.......,
CAPITULO II.
Recriia geral.
Arl. 8. A receila do imperio ha
oreada na quanlia de.....
3,787:1203000
3,460:1663000
10:0003000
38:6103010
544:0513000
378:803.3000
29:7513000
3l8:80030tK)
5*6:3223000
68:1855000
1,365:380?OIH)
218:8743000
117:922.3000
333:9873000
131:2005000
49:0803000
120:0003000
3:3609000
22:6863000
15:5463000
12:0003000
1:900:000
3:0O0?O00
l(H):(HK)5000
I30:(MH)3000
50:Of>]M00
120:0009000
3IHI:0003(H10
10:0003000
20:0OI^KK)
9
39.128:100^)110
11Ditos de 5 % oa compra e venda da embar-
Mjtef.
12Ditos de 7 :, de exporlifao.
13 Dito de 2 \ dem.
14Dito de 1 dem de ouro em barra.
15Ditos de meio por eenlo dos diamantes.
16Expediente da capatazlas.
17Renda do correio geral.
18Dita da cata da moeda.
19Uila di lenboriagem da prala.
20Dita di Ivpograplua nacional.
21Dita da casa de eorrecsAo.
22Dita da fabrica da plvora.
23Hita da fabrica de ferro de Ypanami.
24Dita dos arienaes.
25Dila de proprioi uacionaes.
26Dita de terreno diamaolinos.
21 I- uns de terreno e de marinha, excepto M do
municipio da cort*, e producto da venda das
posses ou dominios uleis daquelles terreno de
marinha, cujo aforamenlo for pretendido por
mai de nm individuo, a quem a lei nao mand.t
dar preferencia, ou nSo sendo esta reqoerida em
lampo, os quae erao poto em hta publica
para erem cedidos a quem mai der.
28 Laudemlof, nao comprehendeno o prove-
nientee da rendas de terreno* de marinha da
corte.
-29Siza dos bens de rait.
30Decima urbana de urna legua alem da demar-
cado.
31Dita aJdicion.il das corporales de m?o mora
32 Diaitos novos e velhos e de chancellara.
33 Dito da paleule dos offlciaes da guarda na-
cional.
34D zima de chancellarla.
35Joias das ordene honorficas.
36Matriculas das Faculdades de Direilo e Medi-
cina.
37Mulla por infrarc,,ln de regulameDtos.
38Sello do papel fizo e proporcional.
39Premio de depsitos poblicos.
40Impoilos de despichantes e correlorei.
41Em lumentos.
42Impostos sobre lejas, casas de descont, ale.
43D lo sobre casa de movis, roupa, ele, fabri-
cado em paiz eslrangeiro.
i i Ditos sobre barros do interior.
45Ditos de 8 % da loteras.
46Dito de 8-*,doa premio das mesmas.
47Ditos obre mlnerac,ao.
48Ditos sobre dalas mineraes.
49Taxis dos escravos.
50Venda de pao-brasil.
51('.'branca da divida 8Cllva.
52Vendas de Ierras publicas.
Peculiares du municipio.
53Concess'o de penas d'agoa.
54Dizimos.
55 Decima uibaua.
56Tercas parles de oflicios.
57Emuluinentos de polica.
58Imposto sol i casas de Irilau e modas.
5'iDito de patente no consumo de agurdenle.
60Dilo do gado de comn,o.
61Meia siza dos escravos.
62Sello de heraoc.es e legados.
63Rendimenlo do evento.
Extraordinaria.
64Contriboisao para o Monte Pi.
65lndemmsaoes.
66Juros de capitaes nacional!.
57Venda de gneros e proprios nacionaes.
68Receita cventoal.
Depsitos.
1llens de defontos e ausentes.
2Premios de loteras.
3Salario de Africanos livres.
4iposilos de diversas origens.
OperacOes de crdito.
Kmpre'limo do cofre dos orphos.
Art. 10. (l cmeino tica autorisado para emitlir
biliieles do thesouro ate a somma de 8,000:0005 co-
mo enteclpacilo da receila no exercicio desla Iti.
CAPITULO III.
Disposicfle geraei.
Arl. II. Os escrivaes e labelliaes, que no prazo
marcado nos regulamcutos dcixarem de remetlrr ao
Ibesooro ou as lliesouraria as provincias as rert -
des de siza dos contratos de compra e venda dos
bens de raz, cujas escripturas tiverem sido Javra las
em seus cartorios, incorrerao, por rada certula nao
remedida, na mulla de 509 a 1003. que Ibes ser
imposta administrativamente pelo presidente do tri-
bunal do thesouro na corte e provincia do Rio de
Janeiro,,e pelos inspectores das tliesouranas de fa-
zenda na diversas provincias.
Art. 12. l'ii a o governo autorisado a organisar
om novo regulamento para a arree.Mar.'- > du im-
posto da tiza, subsliluiido a mulla du alvtra' de 3
de juibo de 1809 pela de 10 a 30 por ceulo do va-
lor da cousa vendida, reparadamente entre o com-
prador e o vendedor, e imposta pelos chefes das es-
latoes de nrrecadatao.
Arl. 13 As mullas de revalidae.io do sello lixo e
proporcional, impostas nos arl-. 13 11 da li de 23
de ootubro de 1813, firam reduzldas de 10 al 20
por cento do valor do ttulos.
Art. 1*. A receils proveniente do empreilimo do
cofre dos orphaos sera' esrriplurada sub o titulo de
Depsitos,(cando sem efl'eilo a seguida parle do
arl. 13 da lei u. 779 de 6 de selembro de 1851.
An. 13. Ficam sem vigor os ails. 21 e 27 da lei
n. 369 de 18 do selembro de 1815.
Arl. 16. lie o guveruo autonsado para :
f I." Deiapropriar o edificio da alfaudega do Ma-
ranhao, que, em virlude de stiiienra do poder Judi-
ciario, foi mandado restituir a joma de liquidaran
das eitin (as compaiibias do Grao-Para e Marauhao
em Lisboa.
: 2.' Pazer, desde ja, as operac/ies de crdito que
forein uectssarias pata cumprir os contratos dos em-
prestnos externos de 1829.
5 3 Conceder, desde ja, a' companhia de Illa-
iuin;.r,l) a gaz dacidade do Recife, na provincia de
Pernamr uco, a isenr;ao de direilo sobre os objeclos
estipulados e designados no contrato entre o prsi-
dente de Pernambucu c a inesma companhia
4.' Despender no exerrfcio de 1857 a 1858,
por conta das verbas do S 1, 17 18 do arl. 3 da
lei n. 884 do |" de ootubro da 1856, as mesmas
sommas consignada nos paragrapho correspon-
dente da presente lei.
; 5.' Reformar desde ja o regolamento do corpo
municipal permanente da corle.
6.- Despender no exercicio de 1857 a 1858 por
conta das verbas dos S 10, 11, 19, 28, 31, 31, 35,
36, 37, 10 c 45 do rt. 2 da lei n. 884 do 1- de ou-
lubro de 1856, ai mesmas sommas consignadas nos
paragraphos corre>ponpentes da presente lei, ou-
tro-sm a de 550:0003, alem da de 400:0009, e a de
17:2519. alem da de 12:6389, consignadas noi S
27 e 38 do mesmo arl. 2dquella lei, sendo appi-
esdasao pagamento dos juros de 5 por cerno aarau-
lidus as companhias das estradas de ferro de D. Pe-
dro II, e Je Peroambucn, e as despezas procedentes
da transferencia da hibliolheca mcional para o novo
predio que fol adquirido, e de compra de movis
pira elle.
$ 7.' Adquirir predios n s qoaes se eslahelecam
o imperial instituto de Meninos Cegn e o intrnalo
do collegio de Pedro II, mo exeedeodo da 60:0003
a importancia de cada un delles; e outrosira orga-
nisar os gabinetes dai duas f aculdade de medicina,
e fazer construir om edificio apropriado para a do
Rio de Janeiro, podendo deipender no aclual exer-
cicio rom um e uulro ubjeclo al a somma de .
60:0009.
8.- Mandar se desde ja construir qm edificio
proprio para a faruldane de direilo do Reeife, po-
dando despender ale o fin do mido da prsenle lei a
qoanlia de 50:0008.
S 9." Deipender al a qoanlia d* 40:000.- para me-
Ihurameoto da ra;a cavallar e introducto de ca-
mellos.
5 10. Conceder desde ja ao inslilolo dos Surdos-
Modos a suhv enea' aunu 1 de 5:0(Nr-, e mais dez
peiises, lam em annuaes.de 500-5 cada urna, a fa-
vor de oulroi tantos sordos-mudos pobre, que, nos
termos do regulamento interno do mesmo instituto,
lnrem aeettos pelo director e commissao, e ippro-
vado< palo goveino.
Sil. Conceder desde ja "a rompaihia de Ilumi-
narlo a gaz da capital do Para' a ienr,3o de direlos
sobre os objeclos necessario ao seu cu-tein.
S; 12. Despender desde ja com a acquisifSu de va-
pmei apropriado a' navegaran dos graudes rio do
imperio a qoanlia que fr berexaria.
13. Deepeii ler no exercicio de 1857 a 18.58, por
conta da verbas do SS 0, 10. 19 e 20 do art. 6 da
lei n 881 do primeiro de oulobro de 18-56, as mes-
illas somma consignadas nos >j 6, 9, 17 e 18 da
presente lei.
S 11. Mandar desde ja proceder i examet e ex-
pluraroes lias provincias cm que constar existir rar-
v.lo de pedra, ordenando u Irnbalho <1 s minas des-
cobeilas ou que iu descohrirrm, se o julgar cunve-
niente, e fazendo oara isso as despezas necess.ria*.
Arl. 17. A .iiiioriii..lu de que trata o S 4 do art.
II da lei n. 719 d< 28 de stlembro de 1853 he ex-
tensiva aos arsenae de marinha, em cuja organi-a-
51I0 o governo observar o seguinle :
S !. O numero de empregadoi existenles nao se-
r augmentado.
S 2.- Os emprvgad.s da ordeno e ealeguria iguaes
s du das intendencias tenlo os mesmm veocimeulo.
'. 3.* O iuspeciur do arsenal da curie lera os ven-
cimenlos e vanligens que competem aos commiu-
dantes dai eslacOe navaes cm efleclividade de ser-
viro.
J 4.- (> trioieiros engenheiros e couslruclore
Ir rao a gratificarlo de 1:0005-
S 5.' O governo creaii ua provincia da Rahia e
na de Pernambucu urna eumpanhia de aprend'zes
menores do arsenal, e reorganisara' coiuo fr man
conveniente a que por lei existe creada na curta.
1; <>.* Creara' 1 -u 'timnte no arsenal da corle orna
escola de iu-irucean Iheorica a pralica para os artfi-
ce do mesmo arsenal e navios de guerra, aprovei
laudo para este lim o
provincia do Maranbo, e do enranameuto da
aguas do rio Ail para a cidade de S. lu/, capital
ra inesma providcia.
Ait. 19. pica concedida, desde ja a gratificarlo
aunual de 1:0005 ao serre(ario do supremo tribunal
d justiga.
Arl. 20. He a camera municipal da corle aulori-
sada a conlrahir com |approvac,o do governo, om
ein|.resumo de 500:0009, destinado exclusivamente
ao calramenlo por paralleliplpedo das ra da ines-
ma cile, fleando applicado para a amorlisarjio e ju-
ros daqoelle cuiprestimo, o impoilo lanzado sobre
vehculos de couduc^ao, para cuja cobramia he o go-
verno autorisado a proceder execolivamente.
Arl. 21. As corpora;0es de mau-morla, que ja go-
zam do direilo de eonverter o prndoclo de seus bens
em apolices da divida publica, pudeio lambriu *a-
zer essa conversao em arr,0cs das companhias das
estradas de ferio garantidas pelo governo.
Arl. 22. U governo tica autorisado a garantir,
desdeja, deulro ou for do paiz, om empreatimo al
a qoanlia de 2,000.0003 a companhia luiao In-
doslria, afm da qoe ella posea continuar a obra
da estrada de rodagem que ronstrue, mido forma,
condifei e amorlisac,ao do empretlimo reguladas
pelo governo, de acenrdo cora a companhia, com-
lauto que os encargos do empreslimo nao excedsm
a 7 por cento, e nao sejam aogmentado os annos
par a garanta dos joros ja decretada.
Art. 23. He gualmenle autorisado para :
S 1." Conceder desde ja, a companhia aue se or-
ganisar para a conslrueeao de urna estrada' de ferru
eulre o porto de Tamandsi e o rio Una, na pro-
viueia de Peroamboco, percorrendo urna exlensao
nunca maior de 7,000 brajas, (odos os favores e sen-
idas que julgar convenientes para a realisara dessa
obra, menos a garanta de juros ou subvenan pe-
cuniaria.
S2. Despender com a organisacao dos cabidos dos
bi-pados do Rio Grande du Sul, Ceara' a Diamanti-
na as qoaniias que forein necessarias.
3. Encirporar aus proprios provinciaes de M-
nas-Gerae o Ihealro existente na cidade de Ouro-
Prelo.
S 4. Mandar pagar, desdeja, pelos meios ordina-
rios, 1 Manoel Jos Teixeira, da provincia do Mara-
nli3o, a divida de exercicios (indos, na importancia
de 2:820?9I3, como fui reconbeclda pelo resultado
da liquidaran a que se procedeu.
i 5. Mandar pagar a Domingos Marlins da Silva o
que se Ibe dever da gralilirarao que devia perceber
quando servio o lugar de varredor da imperial capel-
la, sobslitoindo a oulro seu rompauheirn.
S 6. Mandar pagar ao conego que na S de Mari-
anua servir de Ihesoorelro, os vencimenlos que para
este se acharem marcados.
Arl. 21. O direilo de 129800, de que trola o arl.
9' da lei de 23 de outubro de 1832, nao be devido
pelo registro das carias de naturalisacao, concedidas
gratuitamente a eslrangeiros, em conformidad do
arl. 17 da lei n. 601 de 18 de setembro de 1850, e
decretos ns. 712 de 16 de selembro d 1853 e 808. A
da 16 de junho de 1855.
Arl. 25. Os empreeados da ilirerlorin peral rio
crrelo, c das reapetUrai adunuislra^es, paisaulo a
perceber, desde ja os vencimenlos designados na la-
bella juula, sob n. 1, 05 quaes conslarBo de urna par-
te de ordenado, e de outra de gralificrao, nos ler-
mos do arl. 57 do regulammlo annexo ao decreto de
21 de dezembro de 1844.
S 1. Todas as gratificarles concedidas a emprega-
dos do correio, porquaesquer orden que nao se fuo-
dem em dsposic,rs de leis espressas, nao continua-
rao a ser abonad s.
S 2. Ao guarda da alfandega que servir de agente
do mar na administrarlo do correio do Cear, poda-
ra' o governo manler a gratificarlo de que trata o
aviso de 13 de marro de 1815.
S 3. Fie siippriniido o logar de ajudanle do ad-
ministrador do correio da corle e provincia do Rio
de Janeiro, passando as respectivas funrroes a ser
exercidas|peto contador.
S 4. Aos agentes dos correio, as cidades a villas
onde as respectivas ugencias lulo chegarem a render
animalmente 60(19, o governo podera' arbitrar gra-
lificares que reunidas ao mximo da porrentagero
aulornada pelo arl. 48 do supracitado regolamenlo,
prefac.lo vencimenlos qoe nao sejam inferiores a
1203, e nem eiredam a 300--. INas culnu agencias os
vencimenlos dos respectivos agentes comislmlo ni-
camente ua porrenldgem de que trata o mesmo re-
gulamenln, comanlo que n.lo exceda a 7003.
S 3. Os respectivos ajudanles couliiiuaro a er
pagos na forma do referido regulamento de 21 de
dezembro de 181 i, rompelindu-lbe os vencimentos
dos agentes quaudo ossubstiluirem em las fallas ou
impedimentos.
Arl. 26. Os ir".tres de instrucc/io elemenlar, de
msica e.de dai.-a da familia imperial, percehenlo,
desde ji, os vencimenlos designados na Ubella jun-
ta, sob n. 2.
o asstenle levado pela direce.lo |a visitar as en-
fermaras, aonde se cunfundia a molestia, com a 01-
pressan da alegra que se divisava nos semblantes dos
doenles qus all se achara por slarern conliados a
lio zelosa direre.i 8. Exc. Rvro. i'epois de os ha-
ver ahencijado, minialrou >|lodoi palavras de conso-
larlo, sendo desua parle distribuida pelo eo secre-
lario particular urna offerenda a rada um dos enfer-
mos, que reconhecdo se moslrevam pelo beneficio
qus as liles furia. Mu- lisongeirn qoadro I (loe ex-
smplo de caridade I Foi assim que lerminou a so-
lemnidade do da, sendo a noile visitado o eilabele-
eimenlo por numeroso cencorto de senhora e ho-
men de diflerenlea nares.
Cabe-nos agora o urszer de noticiar o ham goslo e
aceio eoio que se achava decorado o eslabrlecimenlo.
No pavimento terreo se viam o leilo do enfermo
mui bem preparados e aceiados, eem cima no s-l.io
e achava armado om aliar, em que fura celebrada
a ruissa, e ora eleganie docel ero que se viam Bui-
do! os retratos de S. M. o Imperador do Brasil, e de
S. M. o re de Portugal, enlrelae mdo-os as bandei-
ras e armas brasileira e portuguesa, Indo t-oin o mais
sublime goslo. Em um quailo contiguo ao mesmo
salao se achavam lu los os instrumentos cirurgiros e
machina elctrica. Reinou sempre a maior Iranqui-
iidade, e Indos os visilaoles se raoslravam mui (alia
feilos, pelo agazalho allenrao com que forara re-
cebidoi pela directo, e por lodos os subdito porlu-
gusze que achavam encarregadoi do servico da
casa.
Ao larminarmos a nossa fraca narrai.ao, nao pode-
mos deixar de felicilar a essa parle da naro porlu-
gueza que entre us reside pelo beneficio'que prde
receberdesseestahelecimeulo.s a >s, senhores raem-
bros do hospital porluguer, por haverdes proi orcio-
nado aos vossos desvalido* irm.lns om asjlo em que
podessem ser soccorridos a' vossas expensas: aceilai
perianto os nossos votos de eonsideracjto, desrjaodo-
vos, e a todos os subditos porloguezes o engraudeci-
msnlo da l.o proveilos in-utuieao.
I'rettnrao. Prevenimos a esa pessoa que se
dignou deilar em nossa casa urna carta com um no-
me suppo-to, tratando de qualiJades de familias, que
a nossa mis.Ju nao he envolveimo-nos em semelhan-
les negocUis, e nem lio poaeo salisfazermos capri-
chos de pessoa algums. Estamos a par de quem seja
o aolur de semelhanle intriga, c desde ja' o preveni-
mos para que nao volle IralanJo d asiumptos desla
orden.
J'erigo. Chamamos a allencao do subdele-
gado da freguezia da Varzea para urna casa de lo-
goeleiro que lira contigua a nulra, era que se vende
plvora no lugar da I arre.ra uu Caxanga. O perigo
he eminente, e muilo necessario se faz que seja pre-
venido para nao termos de lamentar ai desgrajas
que poden, originsr-secoro a conservarlo deseas duas
casas assim reuuides.
. Declarante Cnmpre-nos declarar qoe a no-
ticia que demos cm urna de nossas 'aginas, sob a
epigraphe: os morbos da ra do Pires e toas eslei-
rs nao lem allusAo alguma ao senhores Bernardo
Jos da Cmara Jnior, Jos Paolioo da Cmara, e
Ignacio Ibiapina da Silva, notes nos consta que e--i -
que esses
a devida de-
Arl. 27. O director e professores da academia das
Bellas-Arles, lorio, desdeja, alm do seos ordena-
dos, urna gratificarlo de 4003 annuaes.
Arl. 28. Os ordenados do oflicial-maior, escrip-
(urario e porteiro do tribunal do commerrio de Per-
nainbuco ficam igualados aos que percebein os do da
provincia da Baha.
Os amanuenses de ambos os Iribunae perceberao
8OO.3 era vez de 7003. que actualmente teru o de Per-
nambuco, e 6OO5 o da Babia.
Os ajudanle de purleiro, lauto de urna como de
outra reparlrSo, lerao 5009.
Art. 29. O governo he auiorisailo para :
S 1. Rever desde ja a tabella dos vencimentos dos
empregados das secretarias de polica do imperio.
S 2. Elevara 6003 os ordenados dos promotores
que o- tiverem menores.
S 3. Igualar desde ja as congruas dos parochos col-
lados do imperio a 6009.
S 1. Dar, desde ja, urna subvenrlo annoal de
10:0003 a' provincia de Covaz, e igual quanlia a' de
Matn-Grossu, para serem applicadas em beneficio da
uistruceo publica.
S 5. Auxiliar desde ja com 30:000.- animalmente
qualquer companhia que ss eiirorporar para a nave-
gado a vapor 110 Rio de S. Francisco, em Inda a sus
exlensao uavegavel, da villa da Boa-Visla paia
Cima.
S 6. Despender a quantia precise para o mclhn-
rameulo do porto do Mamullan, da barra do Rio
Grande do Sul, e servido de la pralicagem.
S 7. Ilever o regulamento de" 1S15 lohre a direc-
tor! d Indios e sua ralechese.
S 8. Reformar o curreio geral, organisando urna
secrao especial para o ser viro poilal pura fura 'o
imperio, comanlo que o augmento da despeza seja
compensado com a vanlsgera do accressuuo da re-
ceila.
S 9. Fazer organisar um plano sobre o ensino da
industria agrcola, adoptado a cada orna das provin-
cias do imperio, para que, subineilidn a approvacjlo
do corpo legislativo, pona esle consignar os fondos
necessaiios para p lo m pralica.
g 10. Reduzir, como fr conveniente, a laxas de
importadlo cobradas na mesa de rendas de Albo-
querque, provincia de Malo Grotao, para o que pu-
dera' fazer urna lana espicial.
S II. Mandar explorar o porto do Ceara'e fszer a
despeza que fr precisa para cometo de seus melbo-
ranieutol.
S 12. Prestar 100:0009 ao governo provincial de
Mmas-Geraes. como auxilio para conslrorc.3o da ce-
tra de Pas* Vinte, que lem de ligar a provincia do
Rio e a corle o c.ininercio do sul e oesl de Mmas-
Gera. de Goyat e Cuiabo', e de par(e da provincia
de S. Paulo.
g 13. Desapropriar os predios dos particulares e-
iltentis na illu das Cobras, que forero neressarios
para o serviro do arsenal de marinha e iulcndeu-
cia.
S 11. Fazer desde ja a despeza nicessaria para ac-
qui-ie.io de ujvas mudas de canua de assucar das
melhores qualidades, e bem assim de semcnles de
Ir go e nutro, cereaes, para dislriboi-las pelos lavra-
dores das provincias to Impeli, leudo acompanha-
das de nslrocces conveniente sobre os processo
de cultora das ra Sera' conferido ao- lavradores que apresenlarom
100 alqueires de trigo de la colbeila em eslado
perfeilo, o premio de 2:0005. O governo em rego-
lamenlo delermiram o processo para a re*llsO(Se
de.ie premio.
O (rigo sea' dslriboido pelos lavradores graluils-
mente, e o lavrador piemiado sea' obligado a rela-
tar us meios que en pregou para a cultora.
Art. 30. As mercado! 1a- e quaerquer objeclos
pertenecido, as admiuislrac,es provinciaes sao len-
les dos respeclivus direlos de importarlo.
Arl. 31. Fieaip isenlas de direlos de imporla^ao
as machinas proprlaa para lavrar a Ierra e preparar
os producios da agriculliua, e bira assim para o ser-
vido de quaesquer fahriras para os navios a vapor, e
para as es1r*<'as de ferro.
Arl. 32. O proprio nacional que actualmente ser-
ve de pri-ao civil na capital da provincia da Parahy-
ba lira pertencendo aos proprios da inesma provin-
cia.
Arl. 33. Conliooa por mais um auno a ulorisacao
concedida ao goveruo no S 3- do arligo II da le
do orramento numero 884 do primeiio de outubro
de 1856.
Arl. 31. Ficam em vigor todas as di-posico-s da
lei do ornamento aulecedenle, qoe nao versaren! par-
llcularmeiilo sobre a fixaeao da receila e despeza, e
nao tiverem sido expressamente revogadas.
An. 35. Ficam levogadas as leis c di.pu-iefs em
contrallo.
Par^o da ramara dos depulados, em 11 de selem-
bro de IM7.J. Mdureira.Cunha Figueiredo.
enhores e porlam era sua casa com
cenca.
O paquele a vapor o Paran, chegado honlem
dos porljs do sol, Irooxe a uu bordo para esla pro-
vincia os segoinles passageiros :
Drpoladns, Esm. bario de Camaragib* e dens
criados, Dr. iJierju Velbu Cavalcai.li de Albuquri-
que e um criado, Dr. Silvino Cavaleanli de Albu-
querque e um criado, Dr. Jernimo Vilella de Cal-
ilo lavares e um criado, Dr. Domingos de Souza
Le3o, soa senhora, sus sogra. urna cunhada, um li-
Ibo e Ires escravos, Dr. Antonio Coelho de Sa' e Al-
buquerque e dous criados, Dr JoSo Jos Ferreira de
Agoiare 1 escravo, Augusto Fredenco de Oliveira,
e dous escravos, cmego Joaquira Pinto de Campos
e om escravo, desembargador Bernardo llabello da
Silva Pereira um criado, Aoiomo Jote Duarle,
Jos dos Santos .\uues de Dliveira e um escravo, Ju-
venrio Aoguslo de Oliveira Alhav.te, Jos da Silva
l.eal, Severiano Jos de Moura, I-idoro Saloma e
sua senhora, Salvador Henrlque de Albuquerque,
Mara Guilhermina dos Sanios, Vicente Manoel
Ferreira, Severine Mara da Conrei(,lo, Antonio de
Souzs, Jos .Marlins do Rio Jnior, Profjro Aman-
do Goncalves Si.tiago Lopes, Dr. Frederico Hela-
ne, Jos Antonio de Almeida Guimares, Gaspar da
Silva Rodrigue, Jo.lo Gomes Ribeiro, Joao Jos
l.eile Guimares, Manoel Joaquim de Sani'Auun,
Vital R. de Mello, Vasco Marinho da Gama e Mello,
Dr. Jos Antonio Baha, sua senhora e orna escrava,
Denlo Jos Lamenba lint Jnior, Dr. Jos Joaquim
F.imino e um escravo, Jos Jeaquim Vieira Pex. -
lo, I). Franrisca Vieira de A. Marauhao e urna es-
crava, Antonio Jos Aloes de Brilo, um rabo e cin-
co sx-prtra, o escravo Purliro de Joaquim Jos da
Cosa, aescrava Callurina deJos dos Sanios IS'eve,
e o Africano liberto Pedro Jos da Silva.
Seguem para o norte : senadores Angelo Carlos
Moniz e 2 escravos. Frederico de Almcids Alboqoer-
que, sua senhora e 3 criados, dilo Antonio da Cunha
VaseotuMllos e 3 eserevos, depulado Dr. Joilo Pedio
Das Vieira e 1 escravo, diiocommendador Jos Joa-
quim Teixeira Vieira Helford, sua senhora, I filba,
6 escravos, dilo commenda'or Joao Augu-lo Crlela
e escravo, dilo Dr. Franriseo de Araujo l.ma e 1 es-
cravo, dilo Dr. Miguel l'ernandes Vieira, 2 ruados
e 1 escravo, dilo Dr. Vuialo II indura Doarle e 2
criados, dito Dr. Francisco Xavier Pae Brralo e 2
criados, Jce Baplisla, Manoel Antonio Bastos, Bal-
duino Jos Coelho, L. Francisco Serra Martin-, D.
Thomazia Pereira de Feries e urna esrrava, Lniz
Ferreira -a Silva Jnior, Jos Antonio Ferreira, Jo-
s Lopes l.eile Guimares, D. Carila Joaquina
Bandera Duarle e urna escrava, ICvma. Sra. baro-
neza de Gorupi, dous fliho e dous escravos, depula-
do Dr. Aulonio Francisco de Salles um escravo,
Jos Joaquim de Assis, I liorna/ Blowan, varias pre-
sas ex-praess.
Hospital de caridade. Existiam no da 19 do
rorrenle 25 nomina e 21 mulberes IralOdoa jeh ca-
ridad! ; 18 homens e 16 mulhsres qnepagsm a casa
e 16 praras do corpo de pulicia. T. (al 97 doenles.
Rio de Janeiro, conselheiro A.
dem
San Peulo, senador Jcsc Joaquim Fernandes Tor-
res, 1 novo.)
Paran', Dr. Jos' Libralo da Mallos, dem.
Sania Camarina, Dr. Joao Jos Coiilinho, dem
San Pedro do Sul, seoalor Angelo Ferrar., dem,
Minas Geraes, seuador llerculauo Ferreira Pen,
(recouduzido*)
Goyaz. Dr. A. A. Pereira da Canua, velho.)
Malo Grosso, o chele do diviao Joaquim Ravmuo-
do Dilamare novo.
Foram nomeadoi :
Por decreto da 5 do correle, segundo escripiura-
rio da rerebedoris do municipio da coi le, o ama-
nuense Jos Antonio Machado dos Res ; amanuense
da rue-iiu rep.-rlu.ao, o pralic.mle Francisco Mar-
ques Perdigan Malheiros ; amanuense da alfandega
da Baha, Salvador Ayiesde Almeida Freitas ; ama-
nuense da dita do Par', o guarda Silvestre Jo de
Azevedo.
Por decreto de 26 do pesiado, para oa lugares ds
eommiss>rlos s esrriv.le da primeira rl.vse do corpo
de fazenda da armada, na turnia do plano ltima-
mente organisado :
Pura cornm ssarios ds primeira classe, os commis-
sarios de numero de nao, rapiiaes-lei.entes gradua-
do Franei.co Uoin.'io Ribeiro, Antouio Francisco
da Cosa Ateas, Joaquira Jos do Sacramento, Luiz
Jos ds Cunha Pacheco, Joi Aulonio de Oliveira
Bailo e RomSo llenrques;
Os commis-arios de numero de fragata, primeiroi-
tenenli graduados Iguacio Jos Mentes, Domingos
deSouza Pereira Bola-Coge, Benlo Rodrigues de Si-
queire, Joaquim Marque de Sanl'Anna, Jo Joa-
quim Ferreira Magalhes e Cuslodio Joi Correa da
Silva.
Paia escrivss de primeira classe, os escriv,les de
numero de nao, primeiros lenles graduados Luiz
Antouio Ferreira Guimares, Francisco Pereira dos
Santos, Manoel Elisiarioda Coila .Vito e Alev.ui Ir
Lzaro da Luz ;
Os escrives de numero'de fragata, primeiros l-
enles graduados Joso Joaquim da Rocha filho, Ma-
noel Das de Sou/a Lobo, Aulonio Rodrigue dos
Santos, Jos Antonio da Cunha, Francisco Das da
Molla 1 ranga e Gabriel lleiculauu dos Sanios ;
Os escrives exlra-noinerarios primeiros-leneoles
graduados Jos Antouio Franco Lima e Eslevao de
Atujar Gemini.
A polica da corte prenden o admin'slrador do
correiu do Ceara' que all se achava, por inlrodiizii
,e lula- falsas de IO3 e 203 rs. na circulai;ao da crie.
As sedlas erara firmadas por Eleulcriu Jos' de
Souza Filho, e Luiz Alves Per-ira.
A direci.au do Mouls Po geral do: ser si 1. re s do
Eslado, para o luennio da 1857 a 1859, ficou coni-
posts dos Srs. senador Manoel Felizardu de S u/.a e
Mello, presiden e ; cominendadnr Anlonio Jos da
Silv, secretario ; commciidador Joao Pedro da Vei-
ga, theioureiro ; commeudadur Vicente Antonio da
Cosa e Dr. Antonio Pereira Pinto, directores.
L'ma companhia de seguros de vidas Intitulada
Traoquillidadeapresenlou no dia 6, a' praca do
Rio, os seos e'lslulos, e imraedialaraenle lodas ai
soas arenes foram subscriptas. Os estatuios acbam-
sa appruvados pelo decreto imperial n. 16C9.
No dia 6 fallecen o rico negociante e capitalista
portuguez Joao Teixeira GuimarSes. Sua fortuna,
avallada em 700 a 800 corito foi dividida da f-rma
segumle ; 500 cunto* a Sania Casa de Miseiicunna
da cidade du Porto, 4009 rs. a santa Cas., do Rio,
1009 a immiidade da Candelaria, 4009 varios an-
illados, e o d. mai a seu sobrinho em Portugal.
O administrador do correio da corla fez urna nova
appreheo3o de cem quilates de brilhanles que vl-
uhara dentro de urna carta enderessada pelo vapor
luglez Medwavo a cata Drefus Ain & C.
Corra qoe serum nomeados : commandante das
armas de Mallo-Grosso o biigadeiro Solydoiiio qne
ae acha na Babia ; e procurador fiscal da Ihesoura-
ria geral desla, o Dr. Juaquira Jeronvmo Fernandes
da Cuuha.
N. loleulino, mena neressida.le, dillkil Til iornando-se a squisi-
CO do meios de re.lnce.ao. Deo se Compadesa dos
pobre', nicos soflredore ueste jogo de iuleresses
que por ah vao.
Cora a ihrgada do vapor ulmperalrizo condoin-
do a noticia da eppanrjo de sedulas faltas na capi-
tal du Cera, despcilou a nossa polica, que com de-
dicarso traa de preveuir a inlroducrao de tal fla-
nello nesla provincia.
Ah meu charo senhor, muilo cuta enriquecer,
enlrelantu vejo sujeiios que anda lia dous anuos nao
dispunhsm da diminua quanlia de um cunto de rs.
e boje apresentam-se colossaes, dispondo de.uro.tai
(ommis do niuneUnu, vivendo vida alegre e fulgida
nu >eio da soropluotidade. E quaes forero o auxilia-
re desia rpida metaporphose '.' A aedula rosas,
encamada, amarrlla I Sun, charo Senhor, o saltea-
dor que oa estrada alaca o viandante he menoi cri-
minoso que esse passador de sedulas, qoe sera hu-
manidad* atara as fortunas de todo '.' Pelos meiot
lcitos diflicil lis realisar essa riquezas coloisaei,
que por ah oslenlam homens sem aplidao para o
bem, e loriis nos maos insliiulo-.
INao he para ah que deve a nossa polica dedicar
sua itoin.,io, nao, compre lamben) laucar tuas vistas
por sobre o euchame da zangues que por ah roubam
a popularan, mpingiiido ouro falso. Sra, carcama-
nes, qoe anda ha dousarinus locavam eu raalejo, e
ora leguem para a Eurupa levando con lu e cunto
de res O povo brasileo lie dcil, compre epro-
veilar la bondade, causanlo-lhe males horrivei !
Oh he muilo abusar da hospilalidaJe du povo bra-
sileiro. Basta.
O da 7 de selembro foi aqai festejado eom as pro
1 oiecs compaliveis cum o estado desla cipilal.
Houve bcijama-i, parada, ihealro a noile, e ditse.
Nssle mesmo dia sabio a luz uro peridico sob o
UluloA CJiiciliaeao. Sera' possivel a tuslenlasao
dessa f.Iha coro laes piiucipios ? Podera' camiohar
livrerarnle nesse terreno, ou lera' de mais larde re-
cuir, I ineanlu-se no dize tu, e dire eu da poltica
caprichosa '.' Varemos.
Aqu chegou o Dr. Beruardioo de Sena Diss, o
qoal tegue uu dia 22 para a enmarca da Analia, a
exercer o cargo de juiz municipal para qus fura no-
meado. Costamos soromamenle das maneiras desle
digno Pemamliucano, e pois, ns o felicitamos por
Ibe liaver locado urna da boas comarcas desla pro-
vincia, e aioda mais leudo por companheiro um
digno juiz de diieilo, o Exm. Sr. Dr. L'choa.
O ol'arana' veio em lira resolver o problema, coja
s diie.iu causava lanos incommodot aos nossos ho-
mens politices. A nome.itao do Exm. Sr. Dr. Aros-
ral para presdeme desla provincia distipou a celeu-
ma e veio cissar a posiso espcclaule aaquelles que
.111 i'- uiieiiie desejavam a viuda desle ou daquell*
a quem a voz publica indigitava para tal cargo. O
bocado nao he para quem o faz, e kn para quem o
logra.
Chegaram dous depulados desla provincia, osExms.
Srs. Urs. Caslello Branco, e Calhsiros, sejam bem
viudos a' Ierra que os vio nascer.
Nada mais lenho a noliciar-lhe.
Disponha do pequeo preilimo do seu dedicado
O Cosmopolita.
Sahiram para esle porlo :
Dodollio, a 5. o brigue escuna tEllie, com
carne, locando na Baha ; a 5o brigoe Duque da
Tercena com carne ; a II, o patacho Valeoleu, e
a 12, o hrisue escuna irVmdor, ambos com gene-
ro diTOrss ^.
Do da Babia, a 6, a barca inglesa siCoringau em
lastro ; e a 12, a polaca Gecneral Garibaldis com
generus.
Chegou o Rio, procedente desls porlo, a 2, e
barca americana Reindeer.
Achavam-se a capga para este porlo, no do Hit, o
brigue iiAlroiraoleo e o brigue e>cuna Carolina.
0 vspor inglez uMedway devia partir a 15 a 10
horas do da.
ro
<$ove$pt>n?) enca.
At amaithiia.
teitio $ tyttm<uv.
. eii-in 1 de primei'as ledras,
Arl. 9. Esla receila sert .etlecloada com o pro-1 desenlio e geometra 01 pilcada ai ertei ja exilenles
duelo da rinde geral irecaduce deulro do exer-tiuqaelleeilabtlecimeolo.
PAGINA AVIAS*
ISi > 1" ll ii J
Hospital portuguez. Teve lugar no ilia 20
do enrenle,por orcasnlo do anniversario ds inslilui-
flii do hospital porloguez, a felivsdsde e visita do
mesmo. As III e IpJ horas desse dia, drpois da missa
a qire as'i-tiram S. Excs, 01 Sr. hispo diocesano,
pn.-videnle da irovincia, eommaudante das anuas e
oulras milita- pessoas de distinrrA, teve lugar os
trabalhos da direcsAo, os qoaes, depois de lindo-,
el qu-iite. discursos foram recilados pelos Srs. Dr.
Ramos, M.noel Joaquim Sllveira, >avarro e mem-
bros da a'sofiacoes. Typographira, e Eusaio I ran-
ees, t' ln- em fehril'cau a tan ul I m-liiuieau, como
he a do hospital poiiugoex ; u que lido foram lodoi
O vapor Paran fui portador dejoruaes cojes
dalas .dcMieam: du Kioali, da Babia a 18 e de
Maeei a 19 do correnle.
Em outra parle eTiar-se-ha o qoe de novo ha de-
corrldo em Iluenos-Avres e Montevideo.
As dalas de San Pedro do Sul, Sau Paolo e Mi-
nas chegam, as piimeiras a' o as argomas i 10 do
correnle.
Nada diguo d menrao occorreu no primeiro,
Em San Paulo urna nova -ociedade bavia sido ins-
taliad 1 com o lim de proteger os artistas all residen-
tes. O dia 7 foi sulemnissdo rote limita pompa e n-
Ihusia'mo. No dia 6 deierrbarcaram na cidade de
Saniosos conliugenle de cavallaria e infautaiia que
deviam seguir para Mallo Grosso.
De Minas apenas encontramos o seguinleno Cor-
reio Olfidal :
o A 9 do crrenle foi assassinado com um tiro de
espingarda disparado delraz de um pared,!) na cida-
de da 11 tura o infeliz Francisco Marinho da Fonsa-
ca, moso casado, negociante probo e aclivo, dallan-
do em profunda magoa seus amigos, molber e Bines.
0 A's activa diligencias do delegado ds polica do
lermo, o Sr. Joao Julio Santiago, dcve-ie e have-
rern sido'logo no dia un media lo recolhido a' cadeia
daquell 1 cidade, Mariano de t-1 'que confetiou o rri
me e al apresenlou a arma cum que o perp-lrara',
bem como seu cmplice Francisco de Paula Campes.
Mariar.no caiifess-iu mais que firsra esla morte a
mandado de Daniel Anlonio da Fonseca, genro de
Jos Gregorio de tal, residente em Santa. Barbara ;
foram porm baldadas as diligencias empegadas pa-
ra a raptura do mandante por se ler evadido.
Furain capturados na provincia de Goyaz e re-
medidos para a radeia da cidade de Parara:*, don-
de serao Iraii'feridos para a desla capital os reos An-
tonio Eduardo Papalean,Querubini Jos dos Sanios,
Fiancisco Ferreira dos Sanio e Joaquim Ferreira
Campos.
O primeiro he condemnado pelo jury da cidade
do L'beraba a dous annos e meio de gales na ilha ele
temando, como inlroduclor de nulas fal-.n ; o se-
gundo pelo jar] de Tamamlua' a 13 annos e 8 mezes
larahem de uals, leudo anda de responder por 00-
tros chines de que he acusado : o terceiro he crimi-
noso em Brejo Alegre, onde, lesundo confestou,
matara a Anlonio Jn< da Cosa Coionha : oquailo
suppe-te ser desertor do corpo figo desla provincia,
ou algom dus presos que em o auno prximo pasea-
do se evadiram da radeia desla cidade.
o Foram recolhulos a cadeia desla capital, lenlo
sido enviados pelo Sr. Dr. chele de polica. o< presos
Anlonio Jos d- Araujo, vi.lgi Antonio Maxiiniann
e seu escravo oiuuln de nome Jas, indicados romo
cmplices nos altentados pralicados 1.0 distrirlo do
Descoherlo, do quaes foi vidima a infeliz familia de
Anlonio Lopes ds paria : com esle* v< io tatribem
preso o ln lio Geraldo, igualmente indicado naqoel-
les alicatados e em diversos oulros h n.ie d s.
De Goyaz as dalas aleaneam a 2M de julho. Ach.i-
v-se cvercei. 10 o cargo de nilenla do ajudanle ge-
neral, o coronel losa Pedroso Duarle. por ler te-
guillo para Mallo Grosso, rom lietnee o leiieute-co-
roncl Jos Joaquim de Ctrvalho. Na villa de Ar-
ralas duas familias passsram a' vias de fa lo por
causa de urna pequen, quesiao de terrenos, l'm tan
diminuto motivo deu lugar a tres assassinatos e Ires
fi-nmeiitos craves. A polica, ajudada por urr. forte
deslacamentu de linlu, tralava de capturar os cri-
minoso. '
A noticia mai imporlante, recebtda da corle do
imperio, be o complemento do quadro das presiden-
cias. Por cartas particulares fidedignas sabemus que
se aeh-tm nomeados presi lenle de Pernamhuco n
Exm. Sr. Dr. Taques, e co Maranhao o Exm. Sr.
Dr. Xavier Paes Brrelo ; fleando as piesideuciss
das demais provincias assim di-(-ihuidr- :
Do Amazonas, Dr. Francisco lo< 1- orlado, (novo)
D> Para, depulado Joao da Silva Carrao, ;idem.i
MaranhSo, Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo,
1 idem. 1
Piauhy, Dr. Jlo Jos de Oliveira Junqueira,
I velho.
Ceira', Dr. Joao Silveira de Souza, (idem.
Rio Grande do Norle, Dr. Bernardo Mchalo da
Cosa Doria, (idem.)
I' rali la leu- nle-roreiiid lleuriqas de lieaure-
pa re Roban, (removido do Para'.-
Pernambucu, Dr. Renvenutu Augusto de Maga-
Ih.les Fiques ^removido do Maranhao.)
Alaaoas, Angelo I bomaz do Amaril, removido
do Amelones.]
Sergipe, Ur. Joao Dabnsv de Avallar Brolero,
velho.]
Babia, senador Joao Vieira Can-ansio do Sinimbu,
lidem.)
O Sr. Dr. Antonio Alves de Sooza Carvalho
nomeadu secretario da presideucia du Maranhao.
O Sr. desembargador Martiniann da Rocha Bastos
foi transferido da reluci do 51>rauhao pera a da
Baha.
Le se no Correio Mercantil) :
* Consla-nos que es urden- religiosas de S. Benlu
e Carmo vao oflerecer ao eslado, paia senlaiem pr.u;a
no exercilo, cem escravos de cr, mocos e bem a-
pessoailos, com a equilsliva eend.ee de nao seren
obrigados ao sirvifo militar por mais de 6ou8 annus.
Ae dilas ordons, alleudendo as necessidades de sa-
tlsfazerera a oolros compromissor piedusos, acce'la-
ram do governo a e-mola de 30:00(19 em apolices da
divida publica ou em acres da estrada ds Pedro II
pelo valor c'.a piaea.
a I leu- ii.spire as eurp r.ers religiosas para que
proaedendo desl'arle, v3o pouco a pouro lavndose
de grande peccado de manieren) com o seo exemplo
a escravidao, o que h contrario as palana- de Je-
ss Chrislo e a philosopbia do seclo.
a O luslilulo Histrico r.elebrou anle-honlem a
sua oilava leulo, a que assislio S. M. I.
(i Esliverara presente os Srs. vitcoude de Sepu-
rahv, conselheiro Candido Baplisla, Dr. Lages. Por-
lo-A legre, Drs. Filgueiras, Capanema, Tilo Franco
da Almeida, Souza Foules e Carlos Honorio, Cunha
Mallos* Coruja.
o ConsU u o expediente dos segulntes oflicios :
o 1- lia presidencia do Ceara'. remetiendo algn
docomentus sobre a historia do Brasil.
o 2- Do Sr. Dr. Joao Manoil Pereira da Silva,
oflerlando as seguintes obras ;
i' Eacripo de Alesandre de Gosmao, I vol.
a 2' Eniigrs franeais dans l'Amerique, dem.
S* Historia do Brasil de Bellegarde, dem,
a 4* Anlhmetiea de Avilla. dem,
o 5' Mjisrs em Chiquito, idem.
6* Elementos de arilhmelira de Avila, idem.
o 61 Nobletse de Frauce, idem.
o 8- Relaturio do presidente da provincia do Rio
de Janeiro, idem.
o Foi lambem offerecido pelo Sr. Dr. I.mirenro
da Silva Araujo Amazonas nm exemplar impresso
dn seu romance histrico do Alio Amazonas, Intitu-
ladoSima.
u S3o r-cebidos algn jornaes remedidos pela
presidencia do Para'.
O Sr. Dr. Filgueiras propoe para socio corres-
pondenle ao Sr. Dr. I.ourenro da Silva Araojo A-
111.iz nas e conluios a Icitoia da sua memoria
lnalallou-se no dia 8, a sociedad Predial Rabian-
na, sendo eleilo : presidente, o conselheiro Fran-
cisco Gonsalves Marlins, e directores, coronel An-
tonio Pedroso de Albuquerque, Joao Alves Pcrleila,
Manoel dos Santos Correa, e Anlonio Das de Ma-
galhaes.
Ainda oiiiiiuiav a em pirigo de vid o Rvd. padre
Domingos de Brilo. As autoridades, perante quem se
haAa iusiaurado o piucetsu, coulinuavam a promo-
ve-lo. As lestemonhas deponenles cada vez mais
rumplicr am o mandante Adnjo Chaves, e o exe-
culur.
No dia l:t reunio-se a sociedadeDous de Julho
alim de preslarera as contas das de>pezas dos fes-
tejos do correle anno, ss pe>soas delles enenrrega-
das, senil) depois remedidas a urna commissao no-
meada para examina-las. Depois procedeu-se a e-
leisao dos novos funccionarios, e sahiram eleilos os
Srs. : Dr. Jos Marlins Alves, prest lenle ; Jote' Pe-
dreira Franca, vice-presidente ; Anlonio Gentil
Ibirapilaiiga, primeiro secretario ; Manuel Egenio
Cafezeiro Jnior, 2.- secretario ; Eustaquio Ma-
noel de Figueiredo, Ibesoureiro ; Manuel Euslaqui'i
de Figueiredo, zel.nl r. A comnn-sin encarregada
do le-lej '- para o anuo de 18.58 compe-se dos
Sr. : Joige Lopes da Cosa Morena. Manoel Euge-
niu Caleziiro, e lenle Jeronymo Felisberto Vieira.
Le-se no ujurnal da Babia :
ilonli m reuniram-e em assembla geral, sob a
presidencia do Exm. desembargador Cansanao,pre-
sideute da provincia, 09 accionisles da cempauhia
dos Diques Mecnicos.
a A directora, que lem sido zelosa no desempenho
de sua' funcres durante o critico ettado a que li-
cu rednzida a companhia pelo fado da fallenria do
Sr. Sichelna Inglaterra cnvlou a cada um dos ac-
conittas um exemplar do ssu rel^l rio, ao qual ad-
dicionou e correspondencia que lera lulo com o Sr
Overend, procurador do Sr. Walon, que se pro-
pos levar a obra a ensilo, mediante certas coi. 11-
eSee,
rr Os aeeiu n-ias sssim preparados diseotiram e vo-
taren) as seguintes propostas de harmona com os re-
ltenlo da directora :
o I. Mod.iicario nas obrassubsliluindo por pi-
lares de fero os estelos de pinho, alargando a pon-
te para receber maior numero de emb rcaee- e
de amhos os lados nurle e sul, e extender os ar-
mazeus em lugar de os accumular uus sobre us
oulros.
o .' Pagar somenle a obra feila e nao os male-
riaes logo qne n emprezario prove le-b compra-
do e embarcadu para tal lim, como exigid o Sr.
Walson.
n Sa* Emillir maior numero ds acses para occor-
rer ao accrescirao de deipeza proveniente da moli-
li.-aeii-s cuntidas na primeira propusla, e quando nao
e pos-am arhar accionisUs, emillir bmilsou con-
lrahir empreslimo.
Foram loda approvedas, sendo a primeira e a
ultima unnimemente.
<> A direcloria licou aulorisaja a fazer e acei-
tar novas propostas, dando de tudocoola a as'ero-
bla.
< Teve lugar no dia 6 do eorrenle a acss.tn do
Instituto histrico da Babia. Apresenlado um re-
querimentn para ser poslo em ev.eue n> o sil. J1 dos
estaluti'S, passoo depoit da disrossAu era que tuna
ram parle a favor os Srs. Drs. Casia Abreu e Agra-
rio, e centra o Sr. Correa Gardo, que quera lirasie
.Srs. redactores. No empenho de reslabelecer a
verdade dos fados occorri los em urna qoesiao, que
00 furo de Nazarelh, como administrador dos bens
ds minha mulher, movo contra Francisco Gomes de
Araujo Pereira, os quies lem sido por ello inleira-
menle invenidos de um modo indigno, sempre que
para isso se Ihe ollerece orcasiao, 0 ainda ltima-
mente o forara em duas correspondencias, que (ez pu-
blicar no -Liberal Pcrnamburauo de .11 de agosto
p. lindo, e no de 2 de setembro crrenle, eu vejo-me
na neceisidade de pela primeira vez recorrer a Vmcs
pedindo-lhes a publicasen dcslas mal Iracnla linlus
em seu conceituado Diario, alim de que por esse
nodo posta eu ler urna occasi.la adequada de urna
vez para sempre arrancar a ma-cara, ruin que e-se
embuileiro artsiramenle se lem sabido apreienlar
por ve/e ante o publiro, inculcan 11-- como urna
idii victima suplantada em seus direitos pela jus-
tiga de Nazirelh, e coufundi-lo inleuaraente, apre-
-ent.-Dilo-o de urna maneira cabal e convincente lal
qual elle beespoalidur dos bens alheios, para cun-
servasao dos qu-cs n,lo recua ante meio algum par
mais imnior.il e reprovado qoe seja, e desprezivel de-
tractor da replanlo de um juiz qne, sabendo prezar
a sua propria dignidade, e os sagrados deveres inhe-
rentes ao seu cargo, nao lem consentido que a ver-
dade e 1 i1 lir-i liquem espesinhadas pelas infames
iioeei .';"- urdidas pela mais desmesurada e srdi-
da mbiyfa, ip ese meu de-leal e raucoroso ini-
migu constantemente lem dominado.
Nlo me demorare em juslilicar-me das imptaseles
le a-s-is.inn e malvado, com que Francsno Gomes,
no seu furor de aggredir-me, jolgando-me lalvez
por -i me qoiz brindar, vi-lo romo nao lendo elle
espscificado os fados, nada mais mcreeem essas im-
pulases do qoe o mais pronunciado desprez 1 de mi-
nha parle.
Tflo pouco prorurarei perder lempo sm fazer urna
minnnciosa resenta de (oda as malvenase e tor-
pezas, que elle sem o menor vi lumbre de pudrir ha
pealo em pralica relativamente aos bens dessa quei-
(.10, desde que por morte de seu pai e meo sogro, o
capilHo Luiz Ctrlos Pereira. ss apresenlou elle dess-
lui lamente em campo, procorando lodus o meios ao
seu alcance, alim de que eu per le-se o direito inques-
lionavel, que linha laes bens.
Para que fique ello inlriramente fulminado p-la
-x.'tiae -o publica me he bastante palenlear todo o
seu prore lmenlo, o ludo qu inlu ha occorrido sobra
essa mesma quesiao, deido oolobro d 1 aun 1 paissdo,
quando me apresenlei reqoerendo a entrega desie
bens, al a presente data.
Foi, senhores redactores, em nntnbro do minp.s-
sado, depois tle ha ver a relae'i 1 do dislrido entifima-
I 1 orna senlenra proferida pelo juizo de Nazarelh
em nina acrao que contra mim fez Francisco Gome,
um seu liman propoz para a nullidade de urna ver-
ba do lesiamenlo, com qoe falleceu u dilo meu sogro,
pela qual fez elle doae.i.i desses bens, que se compo-
nham de varios escravos e de urna prup.iedade sua
filha Francisca de Sania Auna Lyra, com a qual me
ca-ei, que en tchei mais conveniente apresentar-me
em jeito, requerendo a entrega desses bens, que des-
de 1814 se achavam depositados em poder de Fran-
cisco Gumes, como perlencenles ao cssal de teu fina
nado pai, do qual se apresenlou elle como improvisa-
do invenlariante.
O que porm havia'de fazer Francisco Gomes, sem-
pre frtil em maldades e alicantinas'.' Tendo aig-
nado em I8 o deposito desses bens como peiten-
centriao casal de seu pai,apresentou-ee em 1856 de-
pois de citado para enlregar-me esses bens.reqorreo-
do a inanulen>.an delles como seu,que erara em vir-
lude de um decantado justo titulo,i\ue nao se dignou
de -presentar ms-a orcsi.iu .' !
O absurdo dese reqoerimenlo est ao alcauce de
todos, sendo coito qoe, ainda mesmo quando apre-
seulasse elle esse seu fllUO titulo, nao podia nunca
em boa lazao consegar a manuienrao que requereu,
visto como a nianulenrau piesoppe a posse, e um
depositario, como ainda elle o era, apenas tira a di-
lensAo dos bens depositados.
Entreunte nao lento podido prnvatecer essa Ira-
paga, uivou Francisco Gomes furiosamente contra o
digno ju'z municipal de Nazaielh !
Nesse e-lado de cousas, vendo eu como escarneca
Francisco Gomes de tudu quanto se deve apreciar e
r--pfil.it, e presenciando o m-idu aodacioso por que
se apresenlara elle em Nazarelh, siods m-sm 1 passa
das as 21 horas depois de ctalo para entregar-me
e-ses bens, pognandu pelo que elle despejadamente
chamava seu tlireito,ti que eu requer a pnsaodelle,
visto o.lo ler dado conla de bans qoe linha em depo-
sito, o que por cerlo nao podia detsar de me ser con-
cedido.
Ten 'o porera elle podido se sublrabir 10 mandado
de pri-lo, e desesperado por nao poder conseguir o
que tanto desejava, mandou apresenlar embagos de
lerceiro, senhor e possuidor prejudicado ao mandado
de entrega desses bens, apresenUndo enl.io com os
seus embargo so seo celebrrimo justo titulo,que con-
sista em urna certidAo pnsida m 1852 da parlilhaa
dos hens de >ua mai felas em 1813, da qual consta-
va que a escrava Leonor doada com os seus filhos a
minha molher por meu togro, linha sido aotes dio,
uu anno de 181J, dala em parlilha ao mesmo Fran-
cisco Gomes.
Cerlo de ludo quanto era capaz de fazer Francisco
Gomes, cuja volitada de asseuhorar--e dee bens
era lal, que na 1 encontrara obstsculo nem mesmo
em om rrime, e leudo em visla o testamento feito
em 1828 por sen pai, no qual meucionava e dispo-
nha elle desses escravos como seus, requer em agos-
tn desle anuo, qu. se procede um exame no au-
to do inventario e parlilha dos bens da mai do mes-
mo Francisco Gomes, alim de se verificar se bavia
uelle ou Ule alguma (al-ifiracao, sendo o resultado
desse exame o reconhecer-se sema menor duvida
que naul de parlilhados dilo bens se achava in-
icirameme falsificado locomenlo numero I !
i'.in Ist l fez-te a parlilha dos be- da mai ds
Francisca Comes : em 1828 fazendo u pai de Fran-
e cobra du casal de meo finado ogro, daqual he
boje cessiouaiio Aulonio Jorge Gueira, e pata cujo
pagamenlu cousidera Fiancisco Cuntes sujeilos os
bens doados a minha mulher.
Conerei um veo espesto sobre a urigem desia di-
vide.
Das picaidiat de lodo o genero, a que 1* recorren
para sua existencia, as quaes ninguem ignura cm Na-
zarelh, nao me occupaiei, Bem uu mal julgada pela
relae.iu, extle boje coulra o casal de meu sogro esta
divida.
Tambera nao me darei agora ao trabalhode mos-
trar, que ut bens doados ora testamento a minha
mulher no son de 1828, e posteriormente no auno
de 1831 doadot pelo mesmo meu togro a minha mu-
lher, por um escupi de doai.au nter-vivo curo tu- a
da ai foimalidadet legase, nao Mito nem podem es-
lar jamis sujeilos ao pagaroenlo dessa divida. He
essa urna quetiao de que oppurlunamcnle Irstare
era juio.
Oreup.r-rne-hei por agora relalivamenls a esta di-
vida do que lem requerido Jorge Guerra, e do que
eu Uiubcui U1/I1.1 iciuerido, para que o publico veja
quae sao as prrseguise iu qutdades, que a esse
respailo Francisco Gomes du qU< lem tido coinmel- '
tidas pelo joiz municipal de Nrzarrlh.
Tendo Antonio Jorgenern conseguido habilitar-
se credor eetiionaiio do casal de meo togro em pi-
lilo dette anno, ds eommum aecordo com Francisco
Gomst, qoe para mail fcilmente conseguir rs seus
fin Ibe havia Iratpaoado se crdito, requereu e
obleve logo em agosto seguiole, nao um mndalo de
sequetlro, como diz Francisco Gomes, habituado ja a .
au dizer a verdade, mas slm am mindeda de re-
mordi nos bens do casal exeeolados do poder de
Fraucisco Gomes, em que eslavam. par o de um
depositario, que fosse de soa eicolha, e i-lu o a bem
e garanta do direilo do mesmo Jorge. (Documen'n
numero 2.)
O que quera Francisco Gomes v-te bem, que eia 1
arredar de si a retponsabilidade desses bem, psta-
los a quem bem Ihe conviesse, e podesse de om lini-
mento para oulro deaapparecer desta provincia, o
aprasenlar-se eitiao em Nazarelh sem a posiibilidade
de ir para a cadeia, zombando de lodo e de lodos.
Conheccndo lio bous desrjos na mesma data
da pelieS 1 de Guerra reqoer, eu que e remoran do
bem da doarlo, os quae actiim entre o bru do
casal, se fzesse em juzo. requerendo mai na ines-
ma data, qoe todos os offlciaes do juizo ftitssm iuli- '
mados para qoe mo curaprittsrn u mandado expe-
dido a reqoerimenlo de Guerra, sem que ns m un
occsi.lo cumprltaem lambem o mandado, que eu re-
quer, o que ludo no mesmo dia se ell'ecluoo. .Do-
cumento n. 3.)
Suppunha, que desse forma no se (rilaste mais
dessa remor-ao ; porem nao succeJeu attim, Fran-
cisco Gomes por seus agentes, despido de lolima-
rln dos ofticiaet, procorou ainda com lodas as fui cas
tlar cotnprmento ao mandado de Guerra, no qu*
consista o suprasuramo do seo empenho, e depois de
urna ienlaliva baldada sempre coirseguto, 15 da de-
pois, a custa de 4O05O00, qoe dous oflicaes de justi-
Sa trah.n lo us seus dovere, europrlisem o mandado
de Guerra, sem que dessem cumpumenlo ao mesniu .
tempo ao mea, accresce-ndo qoe devendo a remueju
requerida comprehender lodos os bens do casal ape-
nas versou ella lo smenle sobre os escravos da mi-
nha quesiao !
Iu ligua lo coulra (al procedimenlo, dirig calle
urna pelielo so Dr. juiz municipal, qoeixando-me dn
que haviara feito os oflicaes, que de publico faziam *
alarde da peda que receberam, o da prolerejo qoe
os peiia lores Ihes prometieran),pedindo providencias
a taes escndalos !
O digno juiz municipal, sempre zeloto uo cum pri-
merio de seus deveres, paseando logo a interrogar os
dous offlciaes argoidos, e oavindo siles proprios con-
fess.irem o crime que rommellerim, os mandn re-
colher cadeia, remetiendo sem demora ao Dr. pro- ,,
motor do termo os dous interrogatorio feilo para '
proceder a retpeilo, como fosse de lei, sendo qoe
contra os offlciaet jn apressnloo elle ero jaiao sua de-
nuncia, tccuineuio o. 4) nSo tardando lalvez muilo,
que nao denuncie lambem dos peitadoret como he
de esperar.
M is etse mmoraidade de pe.lar-te empregedos
publico para irahirsm ai tuas obngetOts ; mai es-a
perver.ida.le de sem o menor etciupalo eolioear-e ^
dou iitfelizs fascinados palo ouro 10b a lauccao de
le I *
E ludo para facilitarse a comeoslo das prelen-
SOes de um desalmado, qoe a lodo o Iranss eolende
que deve ser senhor do bens elheio I 1 1
Js v u poblico, quaes as pereegairjoe, iniquida-
des e srbitriee de que se diz vidima Francisco Go-
mes de Araujo Pereira, quaes os seas direlos atro-
pellados, astim como lambem qoal o procedimenlo
sempre piulado pelo dever, que em toda essa qoes-
1,1o ha (ido o Dr. juiz municipal de Nazarelh Jos
Mara Moseozo da Veiga Pesaos, atrozmente depri-
mido por esie homem baldo de todo o senlimenlo no-
brs, que descorosoado e aturdido por nto haverem
surtido elTeilo os seos Iramas infernase, se alira com
furor hylrophobico uao'sumenle contra mira, como
tambera contra etse digno juii, qae subranceiru a lo-
das as coiisiderares s lera sibido administrar jus-
lie.'i 1
Bstanle extensa, alm do que eu previa, ja se tem *
tomado a presente correspondencia com a narrarao ^
doi actos feilo de Francisco Gomes, entretanto nao
a concluierei tara mencionar ainda ao poblico, que
nao oli-tiiile toda a razio que assiste a Francisco Go-
mes nesla questao, foi elle o primeiro a maodar pro-
por-meeite anno urna acommodar.aotobre ella, dau-
do-me dez conloa de res e procurando lodo os em-
penho que pode, para que a iiso preslar-se minha
acquiesceoeia.
Dea conloa ds_ ris olTerecidos por Francisco Gomes
em acommodsao- tobre essa questao, ointlram mui
elaramenle loda afore do edireito, qoenslli ella
tem I
Em mea poder exislem os docomentos comproba-
torios desla assercao, que nao duvidare publicar se
ror ella posta em duvida.
renho praenchido o meu fin, que foi desmascarar
Francisco Gomes, por palate todo osea inqaalifica-
vel procedimanlu nena questao, restabelcceodo a or-
dem dos factos nella occorrido, coutlanleraenle por .
elle adulterados, e fazer ao mesmo lempo o publico -
runbecedor da falla de fundamento de lodas as ac-
cosasOe-, qae nos fallado Libersrt foram feitasao
digno j iiz municipal de N'arareih,deixando ver ssm a
menor dunda que su poderiam ellas ser inipitadii
pelo deipeilo e odio satnico de qoe Fraocitcd Gomes
te acha inletramenle postuido.
Depois di exp.isisao de lodos este fado creio,
senhores redactores, que elle nao se atrever mais a
vir illaquiar a boa f do publico, como o lem feilo
al aqu ; se porm o conlrario saceeder e eu julgar *
conveniente ainda voltsrei a Soas columnas.
Com a publieacJIo detli Buhas mudo obrigarao au
seu venerador a criado
Jaao da Malla Rodrigues Fundador.
BeciTe 10 de sslembro de 1857.
DOCUMENTOS.
N. I .Joto de Malla Kolrigaes Fundador bem
de seo direilo vera requer a y. S que digne-ss de
mandar passar-lhe por cerlidSo o thenr do exame
feito nos aulos de nveolsrio e parlilha dus bens,
de D. Feliciana Maris de Moura Coolinhu a' reqoe-' .
rmenlo do supplicante.
Nesles lermo pede e V. S. Illra. Sr. Dr. joiz
municipal e de orphios, atsim Ihe delira.E K.
Me.
Sim.Nazarelh 4 de selembro de 1857.Veiga
Pessoa.
Frenklin Alves de Sooza Paiva, escrivao vililicio dos
oflicios do segundo labell ao do publico, judicial e
notas, escrivao do crim, privativo das execuroes
. nesla cidade de Nazarelh a seu lermo provincia de '
Pernamboco, por s. M. I. e conitiluc ooal, a
quem Dens guarde ele.
Certifico que em observancia a pelicjlo a despacho
relro, revendo o salo de exame das parlilha do in-
ventario da finada D. Feliciana Mara de Moura
Coulinho, o qual he do Iheor seguale :
Aulo de exame.
Anno do naseimemoade Nosso Senhor Jess Caris-
lo de 1857, aos 25 das do mei de agosto do dilo an-
no nesla cidade ds Nazarelh da Mala, provincia de
Pernambuco, em audiencia publica qae m feilo e
parles faziam o Dr. joiz municipal Jos Msria Mot-
elo da Vuiga Pessoa, onde eu escrivao de seu cargo
me achava abaixo assignedo, achando-se prsenles
os advogados, o Dr. Joaquim Francisco de Mello
Cavaleanli, o Dr. Fabrico Gumes de Andrade Li-
ma, Benlo Francisco de Parias Torre, e os perito
nomeados e notificado, Marlinho da Slva Cusa, a
o c-.-ri>a da coliecloria Juaqoim Tbeodonco de*
Albuquerque Maranhao, e 01 oflleise de ju.li.a
Leandro da Aunum-iacau Ljra^Manoel Antonio de
Mello, Luiz Francisco de Paula Pda, Joiquim de "
Almeida Cavalcaoli, o juiz delirio aot psnlos o jura-
mento dos santos evangelhot, encsrregando-lhes que
bem e fi-lmente desempenhastem -u 1 rr.issao, decla-
rando com verdade o que desrobrissem e encontras-
sem, a o qae em tuas t-nniciencias entendenem.e ai-
sim procede tidla do inventario da finada D. Feliciana Mara de
Moura Cootinho, casada qoe foi com o lambem fi-
nado rpita 1 berta Carlos Perstra de Aiaojo, e nesla
sentido res pon dessem aos seguinie quesilos ; '
Priraeiro.se o aulo de paililha he verdsdeiro ou
I' 1I.0, oa tmente he em parle ;
Segundo, e sao falta ou verdadeira a aitignatu-
ras do partidores;
Tercena se ha alterarlo no papel, tinta,e ledra dn
senvao que uelle ofliciou, f qnaet ella, tejan) ;
Quarln, se he verdadeira ou falsa e astignalura do-
iuii que rubncoo ;
i.iuinlu, se o papel em que e-l etrripto I-da e*
parlilha he em Tullas oa em rafias folha-, e ss esto
uumeradoi ;


*
I
anda aliada a execurto desse arligo, mormenls pa- I c,co Gomes 0 seu lesUinenle7deelera qoe esses es-
ra rom os membros considerado! inslalladoret da- cravos s3o seus, e delles dupem em favor de minha
qoella aocedadr.
Enlrando-e na nrdem to dia, lea o Sr.
meslre
Srxlo, quae as diflerenra saliemes qoe nella te
ilescobruem :
Seliroo, se e ledra parece com a de alguma pessoa
I mulher ; em 1811 requeren lo e acedando Franclt-I couhecid
padre cu Gom. o deposit desses escravos, os reco-
B. de Sooza orna memuna a respedo do nheceu como perlenccnt-s ao casal de seu pai ; em
progtamma annunciado.
o Fieou a discusso adiada pela hora, a com a
palavra os Srs. I)r. Domingos Bodrigues Senas, e
Agrsrio de Soura Menezes. .
De Maeei nada ha demais alem do qae diz o
nosso correspon lenle, que se expressa sssim :
11 Eslava alguma cousa inspido e sem di-posielo,
de escrevsr-lhe, mas ainaa desta vez venci a repug-
nancia compondo este pequeo rr.ixtiforio.
A provincia est em paz e tranquillidade.
Os negocios pblicos curren btmansosot, bastando
leve impulso para Irilharem a senda normal.
A polica vigilante na represiSn do crime acaba de
capturar seis escravos indicados com autores da tn-
laliva de asssssinato na pessos do Bvm. vicario de
Palmeira.
Continuara por elevado pre.o os generoi de pri-
1856 porem aprsenla Franeteee Gomes em juizo
urna cerlilSo, que obleve em 18>2, das parlilhat dot
bens dr sua mai, pela qual se c .11-1 lera fiihor des-
se escravos, e qoando se vai proceder um exame nos
dilos auto, de inventario e pa lilhas, acha-se o aulo
de pardillas inicuamente falsificado, conlendo al
mea fnlhas de papel segur. por nbreias !
Eis justo titulo, com qoe Francisco Gomes se
aprsenla duendo que esses escravos san teus, que
eu os queru roobar, allnhtiindi) dessa forma a ratm
anuido que lmenle elle tem querido fazer.
Mein mais orna palavra arrescentarei a exposisao ] parlilha, e assignatra'du'Vuiz'
desse faci, que em Nazarth lem traxldo todos iu- zar de adiar se elle todo esped
teamente revoltadot. O publico impareial que o
aprecie, e que pronuucie o teu verdid tobre aquello
que o pralicoo.
Agora pmarei occapar-me do urna divida, qui
Em coiiicqoencia do qoe passaram os peritos a fa-
zer u exame e invesligases ordenada., e so que
julgassem necetsarias,concluida ai quaet.dedarirarri
o seiiuiule :
Em retposla aot quetilos prapeeloe, quanlo ao l..
respondern! qoe rscnnhecem com evidencia qu
o auto de pul Iha etla falsificado nao ter de ledra ser notado diflerente da do rsrrivlo Joe-
quim Jos de Sanl'Anna e Silva que ofllriou no in-
ventario, como aehar-se ledo, eicnpto .m modal fo-
Ibas de papel, obtsrvando-se igua>menle qoe a linla
e consistencia do pspel he dtlTerenle da uluma
meia tulla emqoe esta escriplo o encerramenlu de
dos part ture., a pe
. do e nodoado por al-
gum liquido, nola-se e verifica-se que he difTerenle
do da dislrihoirao do quithe, organisado ero/ )
qualro metas folias de papel ;
Juanio ao legoudo, declartrim qae Dio pedem

ILEGIVEL



DIARIO DB PKRNAMBUCO TT.Ri> FKI8A 3a D SETEMBRO DB 1857.

u
cbegar ao verdadalro conheclmento, visto que n> ha
m> a< den) combinar i Ultra ;
.'.nulo ao lerceiro, que ha dinVrenca lem visivel
na Ullra, Unta, e papej, tendo que a tinta lie man
preta, o papel coro latina d'aitaa, mti grotio e apa-
rado, o Caracltr das lellrat maior perpendicular,
dan lo a conheeer aer um tanto forrado ;
Quinto ao quarlo, reiponderarn ser verdadeira a
attigoatara do juit, villo combinaran! rom as maii
asignaturas dos aulos, e est ella em orna meia fa-
lla separada com as aasignilurii dos partidores, so-
mente cnnieu.lo ella o encerramenlo das partilhas,
dndose as mesmas razSes que declartram ;
Jusuio ao quinto, deelararam que o auto sobre o
qual versa o cuma est e;eripln cm quatro melas
I. liia<, sendo a primaira e ultima separadas,e as daas
do centro em urna folha Inleira aotando-so que
aquellas Just mciai folhaa eslio apresadas aquellas
com brelas de cor encarnada, observando m.is que
a olliuia meia folha em que fioda a .listribui^ao da
partilha he da om papel diflrrenla para mais fiuo ;
Quanlo ao "elo,respondern) que iia-se a etisten-
cia de alterar/iei hem salientes, n,lo so as que j de-
elararam, como as aeguintet nao acharem-se nume-
radas as quatro indicadas folhaa leudo parado no nu-
mero ilesenove ; que o pipel dellas est apatado, ao
pino que, as que constitue os maii aulos o nao
esto ;
Ao stimo finalmente, que o papel de todo o solo
esia em folhas Inleiras, s tii'tindo aa meias fulhss
cima referidas, e qae nao conhecem pessoa ulnim
or aemetbanle carcter de lelln que se v no aalo
de parlillu argido.
slo estas as declarares que em suas eonscien-
ciat, e jurameoloi presladut lem a toar, e por ut-
da mais haver den o juit por concluido o eiame or-
dena lo, e de ludo se lavrou o presente auto, que vai
por mim escripto, rubricado pelo juiz, e assigoadu
pelos peritos e (atltmiinliat, eomigo eserivao Kran-
klin Al ves de Suun P.iva, que eserevi, do que don
f.Jote Mara Motn da Veiga. Pessoa Joa-
qun) Thiodorico de Albuquerque Maranhao.Mar-
liuho da Silva C>(|a.Joaqun) Jos de Almeida
Cavaleanti.Loiz Francisco de Pauta Pita.Joa-
quim Francisco de Melle Cavalcaoli.Fabricio (jo-
mes de Andrade l.irae.Benlo Franflseo de Farias
Torres.Leandro da Annunciacao Lyra.
E mais se nao conlinha ni ni declaiava alsumt oo-
tra eoosa em dito exime, aqui bem e fielmente es-
cripto e copiado do preprio original, ao qual me re-
porto, e vai na verdade sem coosa que ouvid faja,
subscripto e assignado, lodo na forma da eslylo, ns-
la sobredila ci lade de Naiarelh provincia de Per-
namboco aos 14dia do mez de|selembro do anno do
Desciment de Nono Senhor Jesui Clirislo de 1857,
trigsimo seito da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Franklin Alves de Soor.a Paiva, eserivao, fiz,
eacrever, tubscrevi attgnei em f de verdade.
Franklio Alves de Sooza Paiva.
N. 2.Joao da Halla Rodrigues Fundador bem
de seu direilo ven reqnerer a V. S., qo digne-se de
mandar paitar por certidao o theor do requerimen-
lo, que a eala juizo fez Antonio Jos Guerra, para
remoco dos bens do casal do finado capilao Luiz
Carlos Pereira, e o do respectivo mandado.
Nenies termos pede a V. S. Illu. Sr. Dr. juiz
municipal e de orphaos, assim Ihe delira.E U.
Mee
D.Natirelh de selembro de 1857.Veiga
Pessoa.
Pelicao.
Franklin Alves de Sooza Paiva, escrhio vitalicio
dos Dicios de segundo labellilo do poblico.judicial,
e notas, eserivao do crime privalivoldas eiecor,dei
nesla cidade de Nazarelh e seu lermo, por S. M.
I. e C, a quem Dos guarde etc.
Certifico que em observaoeia a pelicao e despacho
relro, revendo a pelillo e mandado de que faz roeo-
Sao o tupplicante, os quaea rao do Iheor seguiule :
Diz Antonio Jorge Guerra, como exequeiile do ca-
sal do calila l.uiz Carlos Pereira por divida de som-
ata eonsideravel, que quer a bem e garanta da >eu
direilo, que te faca ou se d aos bens do referido ca-
sal um aovo depositario, sendo citado u expenle ma-
jor Francisco Gomes de Araujo Pereira para incon-
tinente enlregsr ao novo deposito a que estiver a ana
guarda sob as penas da le : e assim reqoer manda-
do nesle tinlid com aa buscas oecessarias.
Por lauto pede a V. S. Illm. Sr. Ur. jai?, mu-
nicipal e de orphaos deferimenlo.E R. Mee.
Cardo ze.
E mais se nao conlinha em dita pelicSo aqu co-
piada.
Mandado.
O Dr. los Mara Motcozo da Veiga Pessoa, juiz mu-
nicipal e civel nesta cidade de Nazarelh por S- M.
I. etc.
Mando aos officiaes de Justina que peranle este jui-
zo servem, que veodo esle por mim assignado vHo ao
logar do engeiilio Monte Alegre e cilem o m i,r
Francisco Gomes de Araujo Pereira, e compram o
mais exposlo na pelicao relro.
Ci lade de Nazareth 8 de agosto de 1857. Eu Fran-
klin AlvrsdeSouza Paiva esrrivo, eterevi.eVeiga
Pes-.a.Sello o. 16.Rs. ICO.Pagou 160 rs. de
sello.
Nazareth 8 de agosto de 1857.Maranhao.
E mus se nao conlinha nem declaravaalguma nu-
tra coma, em dila pelicao e mandado, aqui bem e
fielmente escripto e copiado das prnpnoe orginaes,
aoi quae, me reporto, evao-oa verdade sem c usa
que duvila faca subscripto, assignado e conferido lo-
do na forma do eslylo nesla sobredila cidade de Na-
noel Antonio de Mello, pelo motivo que ptssou a Farnha de aramia. .
por. d a milito .
(le os denunciados em nm dos das do mez de | mandioca.
agosto prximo passado, na povoaeao de S. Vicente Feijao.........
foram .ubornados com 200? cada um, para eflectua- Fumo em rolo boai .
rem a remojo do deposito de ons esrrevos do po-
der do major Francisco Gomea da Araujo Pereira,
para olio depusitario a requerimenlo do Antonio
Jorge Guerra, qaaodo anteriormente havia sido in-
limado aos denunciados um segundo mandado do.
o
Alqueire
alqueire
mermo juizo municipal su'tando o cumprimenlo do i Gomma
ordinario
i, cm folha bom.
o ordinario
d restolho .
Cengibre.......
primeiro, a requerimenlo de Jo3o da Matta Rodri
gues Fundador, rem qae lambem fese comprido o
segundo, sendo que, nao obstante a imenlacSo, fo-
ra-cumprida aqoella diligencia com prelaticio de*te
mediante a referida paga, dada por Joao Alves Ca-
mello aos denunriados.
E por que com semelhanle procedimcnlo com-
metlessem os denunciados o crime qualificado no
arl. I.ic, do cdigo criminal, da o promotor publico
contra lies a prsenle denuncia, e requer a V. S.
que recebendo-a de baiio da juramento do seu cargo,
mnde auloa-la com os ducumenlos juntos para etTci-
to de ordenar o respectivo proce>to contra os denun-
ciados, e proseguir nos termos ullenoresdclle como
he de direilo.
Oflereco por leslemunhas Plieido de Soura Pi-
meniel, morador na povoacno de S. Vicente, Ma-
noel Maria do Natcimenln, Jos Rodrigues dos San-
tos, Antonio Caetano, e Maximiaoo Rodrigues mo-
radores nasla cidade. Naiarelh, nove de selembro
de 1857.O promotor publico, Jernimo Salgado de
Latir Aecioly.
E mais te nao conlinha em dita denuncia que
vai copiada do proprio original sem couta que duvi-
da faga, dada e patsada nesla cidade de Nazarelh as
1) das do mez de selembro do anuo do naseimenlo
da Nosto Senhor Jeus Christo de 1857, 36-. da in-
dependencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Joaquim Bandeira de Mello, csciivao
do jury, lir escrever e subserevi.
(Estavam sellado*).
alq. 3
. a)
cenlo
pn'icacao npMbo.
(i. 5515 Vistos, expostos e relatados es-
tes autos de revista civel entre parles recur-
rentes Fernando Jorr da Silva, e recorr lo
Eduardo Francisco Nogueira Angplitn : ne-
gam a pedida revista, por nHo haver jnsi ira
notoria, nem nullidadc mai ifosta. Regres-
sem por tadto os autos ao juizo onde foram
sentenciados, pagas pelo recrreme as cus-
tas.
Rio de Janeiro 19 de selembro de 1857.
."Sabuco, presidente interino.Almeida, ven-
cido. v. Pontoja Brito Veiga, vencido.
Siqueira. PermgSo U. Cornelio Fran?a,
vencido.
N3o votou por impo lido o Exm. Sr. con
s-elheiro Tiburcio Valeriano da Silva Tava-
res. O secretario, Jo3o Pedreira do Cotilo
Ferraz.
Ka.
fe
:?-.:
PIUCA DO RECIFE'JI DF. SETEMBR AS
3 HORAS DA TARDE.
Cotacoes olllciaes.
Cambio sobre Londres-27 lfi 60 div.
P. Bordes, presdeme interino.
L.Dubourcq Jnior, secretarlo nterin'.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 1|2 d. a 60 d.
t Pars, 316 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|() de descont.
Aci.-.lo do banco 50 por cenlo de divideudo por con
la do vendedor.
companhia de Beberibe 608000 por acrao
c compaubia Pernumbucaua ao par.
* ( Ulilidade Publica, 30 por cenlo de premio.
a a Indemnisadora. 61 i.le: ..
da etlrada .ie ferro 20 por 0|0 de prendo
Diseouto de lettras, de 10 a 10 por cenlo.
Acedes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Onc,as hetpanholas. 29J500 301000
Ipecacuanha .........
Lenha de adas grandes .
o d pequeas..... d
B toros.......
PraucliOes de amarello de 2 costados um
o louro......... o
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 > de dito usuaes.......
Cosladinho de dito........
Soalho de dito...........
Forro de dito...........
Cuslado de louro.........
Cosladinho de dito........
Soalho de dito...........
Forro de dito.......... .
o M cedro ..........
Toros de tajajuba.........
Varas de pereira.........
ii agulliadas........
o quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
i. eixos ii a a s
Mel.................
Milho...............
Pedra de amolar.........
a i Mirar..........
o rebobis.........
Piassaya cm inolhos........
Ponas de bol...........
Sabio ...............
Salsa parrilba...........
Sebo em rama...........
Sola ou vaquela..........
Tapioca..............
L'nbas de boi...........
Vinagre.........., .
quintal
duzia
par
u
caada
alqueire
uina
, um
rento
II,
i
8}
meio

cenlo
Ipipa
39500
:i?xoo
:1.300o
83000
itjIMO
65000
11-50(10
103K)I)
7s 25OOO
1 5520O
32501H)
25OOO
15O00
115000
215000
188000
308000
II9OOO
108000
83000
55000
88000
68000
58000
35000
3.5OOO
1-5280
15(100
18920
19280
26-5000
1S5000
5250
38800
9640
69OO0
8800
9200
49200
5120
198000
69000
19200
9000
9.100
:i0.500
4." trimestre do correte anno, os gneros. E para constar se man lou adisar o
absixo mencionados, para alimentac^o da sent e publicar pelo Diario.
pre-
pragas arrancltadas do mesmo balall>3o, cu-
jos gneros deverSo ser de boa qualidade :
caf em carolo, assucar, nunleiga. carne
verde, ditasecca, bacalli n, toucinlio, fari-
nha, feijao, arroz pilado, a/oite doce, vina-
gre, sal, lenlia, e pues do 4 e 6 oni;as : con-
vida pois as pe.soas, que si queiram propor
ao dito forneclmenlo a compareceretu no
respectivo quartel, pelas ID horas da manhfia
do dia 27 do corrente, apresonlando suas
propostas em carta fechada. Quartel na So-
ledade etn Pernambuco, 21 de setembro de
1857.-- O lente secretario, Jos Francisco
de Moraes e Vasconcellos.
JUIZO DOS FEITOS DV FAZENDA.
Demonstracrjao do movlmento da seceso do
consulado, durante o semestre de Janeiro
a junho de 1857.
Correspondencia com a directo-
ra geral do contencioso. 25"OiIlcios.
Dita com o inspector da Ihesou-
raria.............. 43
Dita com diversas autoridades. 21
Dila com os procuradores Os-
eaos .............. 19
Dita com os collectores.....71
RIO 12 DE SELEMBRO DE 1857.
Colaene* n/firiaei da una dos eorreloren.
Lambos. Londres 27 3|S, 27 Ii2, 27 :li, 27 5|8 a
90 das.
AccOes decompanhias. Banco commercial e agr-
cola 195 e 185500 premio a dinheiro.
Joao .-,%. 1 mu da Silva, pelo presidente.
Franelae Antonio de Paria, pelo secretario.
As transacr/i-s em cambio foram hoje de impor-
tancia, principalmente a 27 1|2 d. O Bmco do Bra-
sil tnniou 40,001) libras a 27 5|8 d. a 90 das a di-
nheiro. A colatlb da 27 3|i fai para somma de
pouca importancia. Sobre Paris houve saques a 351
rs. a 60 das, e a 655 sobre Hamburgo.
Coiilinunu a ammacao no mercado de caf, e ven-
deram-se i^.OIX) saceos.
Houve baslanle actividade em freles, e Iralaram-
se doa< embarrarOet noile-ameriranas a 60 e 65 es.
para New-York e Ballimore e urna para Ntw-Or-
leans a 85 es.; urna liaiiuveriana para dOM porlos 110
Mediterrneo a 50 s.
Em arenes do Banco commercial e agrcola fez-se
ma tranncffo 209, e depois liouve transac s col3{es.
lornal do Commcrcio do Rio.
Wl-J <.'H:>'-- *&
Secretara da thesouraria provincial de
Pernamiiuco 17 de setembro de 1857.--0 Se-
cretario, A. F. d'Annunciarg.o.
178
Registro do prcoatorias para
dentro e lora da provincia. .
Termos de (ansas........
Ditos de conitatos........
Pareceres ............
Cuntas registradas.......
Guias [lassadasa diversos dove-
dores.............
Tiveram andamento (pro-
cesaos; .........
Pagamentos effectuados.
55
9
2
310
323
111
748
947
1169
570
SANTISABEL
l. RECITA l>\ ASSlG\*TtB4
EMPREZA-GERMANO
QUARTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 1857.
A or.-hestra eaceular uim lindaSYMPHONIA,
depois da qual repre*entar-se-ha a nova comedia
cm um acto, orn ida de cooptis :
AHEBASCiMALOGRADi
OC
LM A V1 \CA \CA C0RSA.
Em seguida subir a scena o drama em 3 actos,
ornado de msica :
OIEALDA
NOVA PSYCH
O resto dos bilbeles acha-se
torio do lliealro.
venda no o>crip-
Prncipiar as 8 horas.
Moedas de 68100 velhaa a a 68400 nova> a a 48000. Prata.I'alares brasileiros. Pesos columnarios. a meiicauos..... ALFANDEGA. Reudimenlo do da 1 a 19. dem do dia 21....... . I69OOO 168000 98000 28000 28000 | 18860 4I3:09196'>) 26:7388690
139:8308:153
zareth, provincia de Pernsmbuco, aos 14 das do
mez de selembro do anno do naseimenlo de Norso
Senhor Jess Clir ilo de 1857, trigsimo sexto da
independencia e do imperio do Bra> klin Alves de Sooza Paiva escrivo, fiz escrever e
assisnei em f de verdade.Frankln Alves de Son-
za Paiva.
N. 3.J0.I0 da Malla Rodricnes Fonddor, a bem
de teo direilo vem requerer a V. S., que digne-se de
mandar que o eserivao de<(e juizo, em vista dosdo-
coinenlot anneos a denuncia, que peranle V. S.
deu o promotor publico do termo, dos ohtetaes de
jualica^de nome Lula Francisco da Paula Pilla, e
Manoel Antonio de Mello, Ihe passe por cerlilao o
Iheor de um requerimenlo feitu pelo sotiplieante,
pedindo que fosiem intimados lud^s os olticiaes do
jui/.o, para que nao cuuiprissemtom mandado espe-
dido a requeilmenlo de Antonio Jorge Gueira para
remojio do depoilio dos bens do casal de Loiz Car-
los Pereira, tem que tambem rumpris mandado que na mesma dala reqoereu o topplican-
le para nue essa rerooco foise feila em jeito, pas-
tando lambem o escri\ao por cerlidio o Iheor da in-
timac,ao feila aot olticiaet.
Netlet lermoa peda a V. S. Illm. Sr. Dr. juiz de
direilo assim Ihe delira.E R. M.
D.Nazarelh II de sitembro de 1857.Pereira
da Lunha.
Manoel Joaquim Bindeira de Mello, eserivao vila-
liciodo jury e eiacuroes en mes dela cidade de
Nazareth, por aua Magestade Imperial a Consti-
tucional, que Dos guarde etc.
Certifico que em virlude do despacho eiarado pelo
Dr. juiz de direilo e do crime drsta cidade, na
petiza 1 relro, ter o theor do requerimenlo que pe-
de o sapplicanle, da forma, modo e maneira se-
guiule :
Ptliciln.
Dizrm Joao da Malla Rodrigues Fundador e sua
inullier, que lendo elles suplicantes oblido desde
jim/. 1 um mandado contra.o m j ir Franciseo Gomes
da Araujo Pereira, afina d- que, qoaodo Ihe for in-
timado um mandado de remor.lo dos bem deposita-
dos em seu poder, como inventarenle do seu fina-
do pai, Luiz Lirios Pereira, passado dito mandado
a requerimeulo de Antonio Jatge Guerra, nao pa*se
a nenhum oulro depositario os escravos Anacleto,
Manoel, Domingos,e Leonor, com as crias que (ves-
tem produzido, perlencenles lodos aos soppicantes e
comprehendido< no referido deposito,devenda o mes-
mo major vir traze-losa joizo para enlio aer esco
Ihido novo depositario a dilu escravos a aprazimen-
to dos sopplicantet, e ficar elle enlo exonerado do
deposito dos meemos escravos, vem o sup, licanie
requerer a V. S. para que o referido mandado que
obdveram pitea produzir o teu devido efleilu, que
digne-sede mandar queconvenieniemente t'jiro in-
timados lodot 01 ofllcitet que servem peranle este
juizo, para que nao saiam a comprir o referido man-
do, eipedido a requerimenlo de Antonio Jorge (mor-
ra, tobra a remoco do deposito, tem que estejam de
poste lambem do mandado requerido pe 1 toppli-
rar.les, a bem do direilo que tem tobre os referidos
eteravot, alim de que potsa ter como con-
vem ao mesmo lempo comprido netles termos.
Pede a V. S. Illm. Sr. Dr. juiz municipal e de or-
phaos assim o delira.E R. M.O advogadu,Mello
Cavalcaoli.
Despacho.
Como requer, fazendo-te em lempo as convenirn-
les intirnac/ies. Nazareth 8 dn ago>la de 1857.Veii;a
Pessoa.Certifico que inlimei o despacho relro de
Sr. Dr. juiz municipal dn lermo e juntamente o
mandado que te refere a pelicjlo dot officiaes desle
juizo Joaquim de Almeida Cavaleanti, Luiz Paula
Pila e Manoel Antonio, para o eOeilo mencionad .
na pelicao e mandado,que se deram por entendido e
qoe- de 1857.Em fe de verdade.Leandro d'Annuo-
ci.iraj l.yr...
E mais se nao conlinha em dila peti(3o, despa-
cho e cerlidao, a qual vai escripia' e copiada do aen
proprio original sem coma que duvida fc;a, dala e
passada nena cidade de Nazarelh aot 14 dias do mez
de selerolro do anno do naseimenlo de Nosso Senhor
Jess Christo de 1857, 30'. da independencia e do
imperio do Brasil.
Eu Manoel Jotqulm Bandeira de Mello, escrivSo
do jory, fiz escrever e subterevi.
N. 4.Joo da Malla Rodrigues Fonddor, a bem
de seo direilo vem requeiera V. S., digne se de
mandar que o eserivao desle juizo Ihe pa rada! o Iheor da denuncia que peranle V. S. deu o
promotor publico do lermo, do officiaes de juslc,a,
de nome Luiz Francisco de Paula Pita e Manoel
Anlonio de Mello.
Nestea termos pede a V. S. Illm. Sr. Dr. joiz de
direilo assim lie delira. E R. M.
D. Ntzarelh, II de selembro de 1857.Pereira
da Cunta.
Manoel Joaquim Il.in 'eir.i de Mello, MCthla vita-
licio do jury e exeroras rrimes desla cidade de
Nazareth, por sua Magestade Imperial e Consti-
tucional que Dos guarde ele.
Certifico que em observancia ao despacho dado
pelo Dr, juiz de direilo na policio retro, ser o Iheor
da denoncia dada pela promolotia de*la romarra de
Nazarelh, da forma, modo e maneira seguinte ;
Denuncit.
Illm. Sr. Dr. juiz de direilo do crime.O promo-
tor publico d* comarca, denuncia a V. S. dos ofli-
ciaet dt justicia Luiz Fra.ucb.co de Paula Pila e Ma-
Descarresam hoje 22 de selembro.
Barca inglezalino^enesmercadorias.
Btrca inglezaConleslmercadorias.
Barca inglezaNauphaulidem.
Barca inglezaEleonor carvan.
Barca ingleziSnow.lonbacallio.
Brigoe he-pan lio 1Aogeldem.
Biifiue inglezD. Juanobjeclos para o gal.
Kscuna inglezaS. Pedro cervaja e salitre.
Brigoe Trance!Cearavinho e queijot.
Brigue brasileiroDespique de Beintcebla,
latas e albos.
MOVLMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes tiilradus com fazenias ....
i> com gneros ....
lia-
::t:
Tolal
Volumes snliidot
com fa/tndas
com geueros
89 i
219
CONSULADO
Reudimenlo do dia 1 a 18.
dem do dia 19. .
Total 29i
GERAL.
. 36:2.45S12
. :i:iK.j5l
36:5838877
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reodimenlo do da 1 a 18. .
dem do dia 19.......
1:7899938
1163301
Navios entrados no da 20
Terra Vova10 dia, escuna hispauhola etilo FtI
Vencidt, de 105 toneladas, capillo Francisco
l'rg'll. equipagem 8, carga 1,190 barricas com
bacalho ; a Aranagt & Brvan. Perlence a Bar-
eeJIena.
Cardiff12 dias, barca ingleza Eleonor Dadsono,
de 282 toneladas, capilao Kasson, equipagem 12.
carga carvao ; a Siunders Brothers & C. Perlen-
co a Dan.ly.
Babia14 das, barca inulezt C iringa.i, de 29 to-
neladas, capilao Kobert 1 Colls. equipagem 13, em
ltiro ; a ordem. Perlence a Liverpml.
Navios sahidus no meimo d a.
Rio de JaneiroHarca nacional llecile, eapiblo
Manoel Jos' Itibeiro, carga assucar e mais gene-
ros. Pas>ageiro, Dionisio Jos dos Res.
Piula lelphia pela Parahiha firigue americano
aBraod-wine, eapHSo David Carook, carga astu-
car e cuuros. I'as.ageiro, Manoel de Araujo Al-
coforado.
Rio de JaneiroItirca nacional aVajae, capilao Jo-
s Joaquim Pereira, carga a Passageiros, Eugenio Berlhon, Antonio Joaquim
da Silva.
Navios entrados no dia 21.
Terra Nova10 dias, escuna ingleza ulda, de 1)2
toneladas, capilao R. Monkton, equipageui 10,
carga 2,020 barricas com hacalhao ; a Saunders
Brolh'rs & C. Perlence a Terra Nova.
Rin de Janeiro e por intermedios6 dias e 12 hi-
ras, do ultimo porto 14 horas vapor nacional Pa-
ran', commandanle F. F. Itnrget.
Rio Grande do Sul20 dias barra nariunal Ma-
Ihildeu, de'21:t loueladas, capia.) J'ronymo Jos
Telles, equipagem 14, carga 10,711 arrobas de
carne e rasis genero ; a Manoel Alvss Guerra.
Perlence a Permmbuco. '
Rin de Janeiro16 das, brigne nacional Duque da
Tereeira, de 1.56 toneladas, capitn Faustino
Marlins Bastos, equipagem 13, carga 8 100 arro-
bis de carue ; a Isaac, Curio & C. Perlence ao
Rio de Janeiro.
Liverpool11 dias, barca n;l/a Linda, de 31.5
ti.neladas, capi:ao J. W. Barklnton, equipagem
II, carga fazendas e mais gneros; a Saunders
lirolher* & C. Perlence a Whtfbv. Patsagciro
llenry Kiughlley.
Navios sahidos nn mesmo dia.
New-VorkRarea ingleza Iris, capilao John L.
Conleur, em laalro,
ParahihaRale nacional Flor do Brasilc, rneslre
Joao Francisco Martins, carga fazendas e mais g-
neros.
BabiaLaucha nacional eLivratjIe, rneslre Jos
Custodio de l.emos, carga gneros. Paasageiros
Antonio Pedro dos Santos, Frederico Lopes, Mi-
guel Soares M. 1 ira.
1:9368239
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELAMESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
21 DE StTKMR .O DE 1857.
LiverpoolBarca ingleza Emilia, Saundert Bso-
Ihers & C, 1,80o saceos asquear mascavade.
Liverpool Barca ingleza ul.anrastreu, Sauudtrs
Brothers & L 1,200 sarcos assucar mascavado.
LiverpoolBarca ingleza Sapho, Jobnslon Pater
<5 C, 1,500 saceos assucar mascavado; Manorl
Jaaquim Ramos e Silva, 45 courot talgadot.
EXPORTAgAO'.
l'arahiba, hiale nacional Flor do Brasil, de 28
toneladas, condoli o teiiuiiie : 370 volumes se-
eros esirangeiros, 5 dilos oios naeionaet,
RELEBCDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMIIUCO.
Renlimento do dia 1 a 19. 1'M'i|fi;i
dem de dia 21....... 6439013
f^E?'
13:8318651
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 19.
dem do dia 21.
3l:488j979
2:681/001
31:1728983
PALTA
ios prefos rarrente* do assucar,
gneros e protmcfStl nacionaes
cham na mesa do consulado
na semana de 21 ade26 selembro de 1857.
Assucar branco.......
a mascavado.........
refinado ........
Algodao em pluma de l. sor le
2.1
3.a a
a em carolo.........
Aguas ardeulesalcool, ou espirito
d'aguardenle. .
de cachaca .......
1) de (Minia.......
(lisiiladn e do reino. .
algodiio, mais
que se despa-
de Pcrnamburo
18200
39200
59760
85800
88100
8-OOJ
2I00
canada
s
Genebra |...........
.............
Licor ..............
a...............
Arroz pilado............
em casca.........
Azeite de mamona ......
a mendobiin e de coco.
u a de peix?......
Aves araras.......
papagaios.......
Periquitos.............
Buladlas............
Biscoilos............
Cacau .............
Cachimbos......., .
Caf bom............
em grao reslolho .
a com casca.........
moido...........
Carne ornea ..........
Cera de carnauba em pao. .
em velas.........
Charutos bons.......' .
ordinarios ......
regala e primor .
Cocos seceos...........
Couros de boi salgados.....
o seceos ou espitados. ,
verdes..........
de onc,a........
ii cabra cnrlidos .
u caruciru.......
Doce de calda.........
i) goiaba........
d secco ..........
1) jalea ,......
Espanadores grandes......
a pequeos.....
Esleirs de preperi.......
Estopa nacional........
b eslrangeira, inao d'obra
caada.
botija
caada
garrafa
arroba
14000
8650
?S(MI
9800
9800
9210
8960
828'I
39400
alqueire 2-jOOO
canada
urna
11 m
;<
mlheiro
, arroba

cenlo
eento


. Um

um

urna
9
B
I5K00
1-3920
1-3600
III-, 1:1.1
39000
18000
19480
BJOOO
595O0
..3OOO
59500
48000
48-500
98600
.58500
10XXK)
128000
18700
9800
2>500
29560
9310
9120
9200
158000
9100
8.0,1
8100
8120
8800
8010
23IKM)
19000
8200
18600
18000
COUREitl GERAL
As malas que tem deconduzir o vapor Pa-
ran com destino aos portos do norte, prin-
ripiam-se a fechar hoje c22 as 2 horas da
tarde, o depois dessa at 2 2|l horas, rece-
uern-se correspondencias com o porte du-
plo : os jornacs deveriio ser entregues ties-
ta adminislracao as 10 horas do da.
- Conlinu'a a estar em praca, no dia 23
do corrente, no paco da cmara municipal
o ira josto de mascates e boceteras por 2548
rs .Manoel Joaquim do llego e \lntiquer-
que, presidenteManoel Ferreira Accioli, se-
cretario.
Crrelo srer I.
Relcelo das cartas seguras vindas do sul,
pelo vapor brasileiro Paran, para os se-
senh >res abaiso declarados :
Anlonio Baptisla Nogueira.
Dionio Dias Fernandas.
Anlonio Jos Alcova.
Antonio Nubre de Almci la,
Antonio de Vasconcellos Menozes de Drutn-
monl.
Carlos Justniano Rodrigues.
Diniz Frederico Villuna
Domingos Alves Matbeos.
E. II Wyath
Felisberlo Jerouymo Coelbo.
Fonseca Medeiros C.
Francisco amello Pessoa de Lamida.
Francisco Mara Sodr Pereira.
Memeterio Jos Velloso da Sllvoira.
Izi lora Seni.orin'ia Lopes,
Joaquim Gomes dn Souza.
Joaquim Vieira de Barros.
JoSo de .quiiii Gaspar.
Joao Luiz de Kranqa Miranda,
J0J0 Mannel Dias
Jos Pedro Alcaner.
Jo3o do Rogo Barros Falco.
Jos Guilherine de Mattos Freir.
Mannel Goncalves da Silva.
Manoel Ignacio Brtcio.
Pela snb lelegacia da freguozia da Var-
zea se faz publico, que se acha recolbi lo
casa de delenijao o preto crioulo de nome
Liberio, por andar fgido, o qual diz que
pertence ao senhor de eagenho Babilonia :
a pessoa que se julgar com direilo ao mes-
mo prove, que, Ihe ser entregue.
--- Tendo o conselho Je adminslra;3o<
naval de contratar o fornecimento de arroz,
agurdenle, assucar branco, de carolo, azei-
te doce e Lisboa, bacalnao, carne secca,
cafemgriio, farinha de mandioca, feijao,
sal, toucmho de Lisboa, vinagre, azeitu de
carrapato,volas slerianas, dilas de sebo, p3o,
bolacha, e carne, verde, todos estes gneros
das melhores qualidadcs, para o cousumo da
enfermara de marinha, navios da rmala e
pravas, quer da barct de cxcavai;3o, como
do arsenal de marinha, no trimcstie a lindar
em o ultimo de dezenbro do correute anno ;
manda o mesmo conselho fazer publico, que
tudo isto lera lugar no dia 3 de oulubro pr-
ximo, avista do propostas recebid es alas
11 horas da man'iSa, as quaes declare-se o
prego fixo pelo fornecimento de cada um dos
obj ctos.
Sala das sessOcs do conselho de adminis-
trar,," o naval, em 21 de setembro de 1857.
O secretario, Alexaodre Rodrigues dos An-
jos.
0 conselho econmico do batalhSo de
infatuara n. 9, contraa para fornecimenlo o
Importancia dobrada. 24:697?250
Becgao do contencioso da thesouraria de
Pernambuco, 29 de agosto de 1857.-0 pro-
curador liscal e dos feilos, Fernn Jo Affonso
de Mel lo
----OSr. rolli'ctor das rendas provlnciaes
do municipio do Goianna la/ saber que cm o 1
dia de hoje Ihe fo onlreguo pelo delegado
dfs,.', termo o escravo crioulo de nome Luiz,
ntiral da comarca do Limoeiro, deidade,
do ^5 annos, estatura alta, rosto redondo,!
cab dios carapinhos, ohos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
tet-ga, preso nessa cidade a ordem ao mes-
mo lelegado, no dia 3 de Janeiro do C'->r-
renta anno, sendo avahado na qtiaulia de
1:90*9 ; pelo que chama-se a tojas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu
l.li.'ac 10 deste, apresenlem na collectoria da
dita cidade sua justificagSo de dominio, a
qual ser produzida peranlo o juizo rauuici-
pal Jesse termo, e fitido o prazo menciona-
do ne.- arrematado em l.asta publica, por-
ta do mesmo Sr. colloctor, preceden io-se
annuncio do dia e hora em que houver de
ter lugar dita arremelaijSo, publicando-se
este cJital pela imprensa, o onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Goianna 30 dejulho de 1857.O eserivao
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lins
dos GuimarSes Peixoto.
Pela contadoria da cmara municipal
do Recifo se faz publico, que ftnda-se no ul-
timo do corrente o prazo mrcalo para pa-
gamento dos impostos de estabelecime.ntos
relativos ao anno do 1856 a 1857 que anda
nao se acham pagos com a multa de 3 0|0 do
valor do imposto, e todos aquelles que de-
xareni de pagar at o ultimo do correte,
licam sujoitos a multa do duplo do imposto
segundo a le. Contadoria municipal do
Recife 10 d setembro de 1857.-- contador,
Joaquim Tavares Itoovalho.
Pela mesa do consuiado provincial se
faz pub,ico aos dovedores do imposto da de-
cima, 4 por cenlo de diversos estabelecimen
los, casas de modas, e casas que lem jugo de
blhar, do auno fnanceiro prximo lindo de
1856 a 57, que continua a arrecadac,3o aleo
ultimo do corrente mez, e lindo esle, sera
remetlido seus dbitos para juizo. Mesa do
consulado provincial, 2 de.selembro de 1857.
-1 heoJuro Machado Freir Pereira da Siiva.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de comprar
o seguinle :
Para o 2.- batalhSo de infantera.
Ilollanda para forro, covados 50.
^.^ batalho de arlilharia.
Caseraira carmezim, covados 7 hollanda,
covados 25 ; bonetes 250; ditos para mu-
sicas 21 ; palatinas, pares 271 ; sapatos, pa-
res 584; esleirs 200.
8 batalhao de infantina.
Caldeiras de ferro para 100 praeas j di-
tas para 50 ditas 3 ; jogo de bataneas, com
os pesos ate 1 arroba 1 ; cordes para canu-
dos de inferiores 101.
9 batalhao.
Grvalas 33 ; bollan la para forro, cova-
dos 50 ; bonetes de panno verde 354; sapa-
tos, pares 354 ; esleirs 354.
10.- batalhao.
Panno mesclado cor de cal, covados 81 ;
dito dito azul, covados 54; casemira encar-
nada, covados 16 ; Ilollanda para forro, co-
vados 126, bonetes de panno verde 168;
grvalas 2 ; sapatos, pares 208 ; manta de
13a 1 ; esleirs 207-
Companhia de artfices.
Ilollanda para forro, covados 16; bonetes
118; dilas para invlidos 4; palatinas do
patino, pares 118; esleirs 122; sapatos,
pares 2io.
Companhia de cavallaria.
Freiossingelos 23; bonetes do panno a-
zul 60; grvalas 28; luvas de algolo, pa-
res 60 ; mantas de 13a 28, sapatos, pares 60 ;
cnliii ii.i-, pares 60 ; esleirs 60.
Meio batalhao do Cear
Grvalas 50; bonetes de panno azul 50.
Obras do hospital regimental.
Cal, alqueires 100; areia, candas 10; ta-
boas de louro de assoalho, duzas 2
Armazens do almoxaril'ado do arsenal.
Seccanie, arroba 1 ; carvSo de pedra, to-
neladas 18 ; rame de latao n. 8, arrobas 2 ;
chapa gran le de Ierro para o fogao do (iuar-
tel dos menores I ; Irave de construyo de
40 palmos 1 ; dila dcdtia de 32 palmos I ;
enchames de qualiJade 12 ; tahuas de louro
de assoalho de 14 a 16 pollegadas, duzias20 ;
hollanla para forro, covados 4196 ; botoes
pretos le osso, duzias 3214 ; ditos broncos
grandus, dilas 1226 ; ditos dilos pequeos,
dilas 3007 ; ditos grandes do metal bronzea-
do. com o a. 10 2422 ; dilos pequeos dito,
com o mesmo num.ro 1730 ; ditos grandes
dito, co o o 11. 9 4936 ; dos pequeos com
o mesmo numero 351); ditos grandes de
metal amarello, com o n 4, 3798 ; ditos pe-
queos dito cora o mesmo numero 2250 ; di-
tos grandes dito com o n. 3, 1652 ; ditos pe-
queos dito com|o mesmo numero 826 ; di
los grandes dilo con a letlra II 810; ditos
pequeos dilocoin.a mesma letlra 180;'di-
tos gran les com a lettra (., 700 ; ditos pa-
queos dito com a mesma letlra 150 ; col-
chetes palos, pares 153o ; pelles do lustre
para bonetes 35 ; taboas de amarello de as-
soalho, duzias 6 ; oleado, covados 60 ; pan-
no verde, covados 2767 ; dito azul, covados
2502 ; briol branco, varas 5933 ; algodao-
zinho, varas 3178 ; panno pelo, covados
295 ; casemira encarnad, covados 97 ; dita
carmezim, covados 69 ; dila amarella, co-
vados 9 ; dita verle, covados 10 ; cord3o
prelo de 13a, varas 2108; aniagem, varas
515; azeite de cirrapato, caadas 980 ; dito
Gabinete ptico
ATERRO DtBOHISTAX.4.
O director desle salao, participa a seus
Ilustres protectores, que tendo-se de retirar
desta cidade, Ibes oerece urna agradavel
exposic,3o do vistaa todas novas, e rauito bo-
nitas, por ser a ukiraa semana.
1." Vista do Sebastopol, representando
suas fortalezas.
2 Tomada de HoTiarsund.
3." Ogeiiei.ii --aint-Arnaud.commandando
suas tropas na lnlalha do Alma.
4." Chogadd das tropas francezas do Ori-
ente Paris.
5.a Napoleo 1, lerido na hatalha de ltatis-
bonne.
6. A sanguinolenta hatalha de Austerlit
por Napole3o 1.
7.a 4 vistes a pedido do respeitavel publi-
co, as quaes sSo, a cidade da Babia, Lisboa,
vista geral de Paris, o palacio de cryslal em
Paris.
11.* Destruc3n do Sodoma.
12 a Vista do MeXico.
13. Ponle e palacio do Louvre cm Paris.
14.' Monte Valerio em Paris-
15 Passeios e castalio de agua em Paris.
16. Cscate de Saint-Gloud.
17." A cai;a dos Crocodilos.
18.a NapoleSo I, botando oculo em fren-
te da Cathedral de Milao, em Italia.
O sa!3o estar aberto das 7 at as II da
noite. Entrada 500 reis.
rentes qualidades, objeclos de ouro e prata,
relogios pr>ra algibeira, enl'eilesde porcella-
na e cryslal para sala, candelabros e lanter-
nas da vidro, apparelhos de louca para mesa,
2 caixas com calungas de madeira e de lou-
Atf encelo.
Fugio hontcm, pelas 4 horas da manhSa,
o escravo prelo Manoel, Angola, baixo, ida-
de 30 ou lo annos, tem barba toda rapada, e
.i, 1 caixa rom chapeos de palhinha, e ou- os ps muito achatados, foi da provincia do
Iros mullos arligos, qus se acham patentes : Ceai^, levou camisa azul, calca branca, cha-
no referido armazom, e que ser3o vendidos
sem limite algum : quinla-feira 2* do cor-
rente, as LO horas da manbaa
Leilao.
Ra roca & Castro fazem leilao, por in-
tervenrao do agenlePestana.de um com-
pleto sortimento de fazendas inglezas e
francezas, todas proprias do mercado e
recentemente despachadas : terca-feira
22 do corrente, em seu armazem, ra da
Cadeiado liedle n. k
--- O preposio do agente Oliveira far lei-
13o, por ordem e cunta do urna familia que
se rera para Eurona, da seguinte mobilia
e mais objeclos de seu uso, sof, cadeiras,
consolos, mesa redonda, cadeiras de balan-
do, ditas do bragos, banquinhas de jogo, di-
tas para luz, candieiro de mesa, relogio do
parede, mesas para jantar e p*ra engomma-
do, hu!;,! para almoco e juntar, garrafas e
copos lapidados, porte-licor, guarda-roupa
cabides, commoda, lavatorios, cama para
casal, dita de ferro para solteiro, toucado-
res, um carro de 2 rodas com cavallb c ar-
roios, e outros inuitos artigos : q na ra-1 ei-
r, 23 do corrente, as 10 horas da manhSa,
na ra do Trapiche n. 12, por cima do escri-
plorio do Sr. Ridoulac.
Leilo
o mais inleiessante e variado (|tte se lia fe-
to ale hoje, pelo agente J. M. PESTAA.
llenry Brunn \ C, faino leilao, por
intervencao do agente Pestaa, quarta-
teira 25 do corrente, pelas 10 horas da
manhaa, em seu armazem, ra da Cruz
n. 10, do seguinle e variado sortimento :
perfumaras e enfeiles, o melhor que se
pode desojar em taes artigo; ferra-
gens e todo genero de cut I lunaria, de
ferro, aro e toda a sorte de metal :
E minios outros artigos, que a enume-
ra-los paieceramos prolivos.
O leilao de fazendas ja' annttnciado,
lera lugar em outta occasiao, o que se
previnia' convenientemente.
0 &9 35 0tf*0f4>.
$V^V :-. i>.
Para o Itio Orando do Norte e Assu'
seguo em pOUCOS dias o veleiro biateXlastro:
quem nelle quizer carregar, diriji-se ao seu
consignatario Domingos Alves Malheos, na
ra de Apollo ti. 33.
ACAIIACC E CEARA*.
Seguneslesdias o hiato sobral, para car-
ga, e passageiros, Iraia-se com CacUno C.
da Costa Morena, na ra da Cadeia n. 2.
Perna ni bueana
ti vapor, nacional ICL'ARASSU', commanrltnte
M riel Jnior, sabir' no dia 21 do correnl, 'i 5
lleras da Urde, para os partos do norte, da toa tt-
Bala, recebe raraa para 09 porlot da (iranja, Acura-
ru' a.Caira', BM dia 18 e 10 ; para os do Arar.alv
c Asta' no 1I1.1 21, e para 01 do Kio-Oranile do Nor-
te a Pdraliili.i, 110 dia 1) ; os ronherimcnlos dpvero
licar nuesrriplnrio da geranria, no dia 22. Os fretes
da carRa que vai para o norl*, serjo paaos na ge-
rencia. Do dia 17 do crrenle era dianle, principia-
se a entregar a carca que vein do norte no inesm
vapor : nao sahira' voluine aLum sem que II po
pago o seu frelc.
REAL
< onij) iihiu ce paquetes
iiiglozes a vapor*
m
tstando
mi
nunak
a conleccioiiar-se o alma
dministtatiio, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
ohoret <|ue costumam ser nelle" menciona-
dos, queiram mandar seus nornes, mu-
danra de domicilio, ou ontra rjualquer
lemi
tranca,que sirva para que seja o mes-
n, 54,
vaes &
No da 22 desle mez espera-se do tal^o vapor
MhDW.W, odmm.indaiile Itcberto Sawyer, o qoal,
rJapoit da derrua do cosame, seguir para Soa-
lliainploii, locando 1101 porlos de bau-Vicrnle, I e-
nerilT, Madeira Lisboa : pura pattasjens, etc., Ira-
ta te rom o< agenies Adamsoii llowie o C., ruado
Trapiche-Novo n. 42.
N. II Os embrulboa su se rrcebem al duas ho-
ra anles de s Terliarc-m as nulas, e depoit mait
urna hora pagando eni.'i 1 urn palacio alrn do Trcle.
I*ara u 10 de Janeiro
O brigue nacional Laura pretende seguir
para o Itio de Janeiro com muita brevi lade;
tem prompto parle de seu carregamento :
para o resto e esciavos a frete, para os quaes
tem oxcellenles rommodos, trata-se cora o
-seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para .. ilaitia.
A veleira e bem conhej-ida sumaca nacio-
nal Hortencia pretende seguir para a Babia
com muila brevi lade, tem a bordo mutade
de seu carregament : nara o resto e escra-
vos a frete, trata-se cora o seu consignatario
Antonio Luiz -le Oliveira Azevedo, rita da
Cruz n.1.
eomiianl
Pernambucana.
inoalmanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senhores de engenho e rendei-
ros, queiram mandaras alteraces que se
tiverem dado a respeito de suas propie-
dades.
No armazem de J. Praeger & C, rita
da Cruz a. II, ha para vender:
Presuntos da Westfalia.
Salames.
Bolacha de Hamburgo em latas.
Qtteijo suisso em folha de Flandres.
Conservas de carne eliorlalice, francezas,
inglezas e allemae.
Champanhn de Eugene Clic Vinho do Itheno.
Vinho de Bordeaux superior, em caixas.
Vinho francez branco.
Cognac (Pal Brandy), tanto em barril
como engarrafado.
Licores finos, consistindo em um rico e
variado sortimento.
Ahsynth deprimeira qualidade.
Vermouth.
Charutos de ilavana vevdadeiros.
Dilos da Baha.
Tintas preparadas de varias qualidades.
Azeite relinado para candieiro, muito su-
perior ao azeite de coco.
-\ escriptorio ie no-
j., ven;le-se supe-
rior vinho do Porto engarrafado, em cai-
xas de urna < duas duzias de garrafas,
hem como em barril de quarlo e oitavo,
a preco comtuodo.
- ferdeii-se no dia 20 do corrente desde
o chafariz da ra Imperial ate a Trente do
sobrado do Sr l'alco, no aterro dos A loga-
dos, urna puiceira de ouro, de concha, lisa,
com uma chapa em cima a imitarjao de flor :
roga-so a quera a achou de restituir, se qui-
zer, na ra Augus'.a n. 16, onde, alem de se
gratificar rom IO5OOO, fica-se obrigado.
Pede-se a lodos oscapiltles de campo,
o assim como qualquer pessoa do povo. que
prendam o negro crioulo chamado Kohcrto,
que foi de Manael Kilippe, boticario, no pa
loo do Carmo, vendido a U. Anna dj Accioli
Lins Wanderley ha i ou 5 roezes, e depois
vendido ao abaixo assignado ha 16 dias ; fu-
gio no domingo, 20, de manhaa ; poderSo
conduzi-lo a rus da Cruz n. 35,que se paga
bem pago. Os signaes do negro s3o os se--
guintcs : ultios papudos, nariz chato, hunda
mettida para deutro, e ps compridos.
Maphael Kcrnandes branles.
Prccisa-se de uma casa terrea ou, so-
brado, nos bairros de Santo Antonio ou Ke-
cil>, por isso quo se pagar bem pago o seu
aluguel : quem livor para alugar, attnuncie
ou va a ra da Cadeia Velha do Itecife n 33,
luja do Sr. Jos Rolrigucs de Araujo Porto,
que achara ahi com quem tratar.
(i iplan l>os a 5,000 rs.
a duzia.
Vendem-se duzias de auardanapos com
bonitas ramagens, pelo barato prerjo de 53
rs. a duzia : na loja de I portas da ra do
Qucimado n tO,
Uhaies -e caHemira a
o,000 rs
Vendem-se chales de merino linos, de co-
res, pelo barato preco de 59O00 cada um :
na loja de portas da na do Queimado
n 10.
- Ven le-se superior cal de Lisboa, ebe-
gada ltimamente, por preco commodo : na
j ra Dtreila n. 72.
a contar de hoje 20 de setembro de
1857, a sociedade existente desde o 1. deja
neiro de 1853. entre os Srs. Pedro Vctor
I! uilitreau e Charles Itichard Delahauttere,
para a exploriQSo da fabrica de vinagre da
ra Imperial n. 7, he e Oca dissolvida de
commu n accordo : a fabrica lica peitencen-
te ao Sr. DeUhauliere, o qual lica pessoal-
encirregado do sen passivo
peo de couro, cura surrao" de couro com
mais roupa : quem o pegar, pode leva-lo a
casa do coronal Couveia, ra do Queimado
n. 27, d'onde o dilo escravo fugio, que ser
bem recompensado.
Compra-se um transelim de i a 6 oi-
tavas de ouro, sem feitio : por detraz da ma-
triz de S. Antonio, no primeiro andar do so-
brado n. 16.
Jos Morena Lopes, relira-se para a Eu-
ropa a tratar de sua saude.
Precisa-se na villa de Pao d'Alho de
um caixeiro que d fiador a sua conducta,
para tomar conla por bataneo de unta casa
de negocio, dando-se-lhe bom ordenado :
quem se achar nestas circunstancias, dirja-
se a dita villa, a fallar com Jos Rufino de
Souza Ramos, ou nesla praca, na ra da
Guian. 6*, segundo andar.
I)a-se gratis a quera quizer conduzir,
sem d.-.longa, grande porr3o de calirja para
atorros : na ra do Collegio, sobrado n. 12,
ero que mora Francisca Jos Leitei
-- P/ecisa-se de um amassador: na pa-
daria da ra da Senzala Velha n- 96. Na
mesma casa vede-se um preto muito moco,
que cozinha o diario de uma casa, etc.
Era 21 do corrente mez desapp'receu
o escravo Joaquid, crioulo, canoeiro, de 3*
annos de idade, pouco mais ou meaos, esta-
tura regular, cor'fula, bexigoso, e pouca
barba ; levou 2 calcas, urna de algod3ozinbo
azul e outra.de riscado dilo : quem o pegar,
leve-o a ra das Flores n. 37, que sera re-
compensado.
Precisa-se das seguiotes pessoas para
um engenbo na provincia de Alagoas, co-
marca de Porto Calvo, ribeira de Santo An-
tonio Grande, uma pessoa que tenba habili-
lacoes para feitor de engenho, um caixeiro
para casa de purgar, e um criado, prifernt -
do-se porluguezes, paga-se bem as pessoas
que se quizerem contratar, dirijam-se a ra
estreita do Rosario n. 32, segundo andar.
Precisa-se de um bom foroeiro: na
padaria da ra da Senzala Nova.
Com a maior perfeicSo, e por preco
mais commodo do que em oulra qualquer
parte, galvanisa-se do ouro e prata : nr/pa-
teo do Terco n. 1.
O capataz da alfandega. querendo ter
sempre completo o numero de 80 bomens
possaoles, para todo o trabaIbo dentro da
mesma alfandega, continua a pagar 19 rs.
por dia. Alian lega 21 de setembro de 1857.
los lhomaz de Campos Quaresma.
Na rna do Livramcnlos, taberna n. 5,
precisa-se de um caixeiro, quetenha alguma
pratica, para armazem ; assim como de um
pequeo dos chegados ltimamente do
Porto
Compram-se duas bataneas para pesar
assucar, que estejam em bom uso, com os
competenles bracos : na ru do Brum, em
frente do chafariz azul.
Emilia Candida de Mello Luha, profes-
sora publica de Hora de Portas, avisa a quem
possa interessar, que se acha no exeroicio
de sua aula, na ra do Pilar n. U, aonde
pode ser procurada.
Offerece-se 0;>000 por uma escrava,
que faga o servico interno o externo de pe-
quena familia : na ra do Miar D. 12
Compra-se uma taberna com poucos
fundos, cm bom lugar, e que tenba comino
dos para familia, no bairro da Boa-Vista ou
no de Sanio Antonio : a tratar atraz do Cor-
po Santo n 66, escriptorio de F. Radien.
A pessoa que apanhou no dia 21 do
corrente um carneiro grande, mocho, e ca-
pado, querendo entregar, pode trazer a esta
typographis, que se Ihe pagartodas as des-
pozas.

o
o lente Moreira, tahlrV pura os porlos do sul com
de coco, dilas 17; lio de algodao, arrobas ST'caa^^ odores-la n.esma a aprcsenUre. seus ti
2; pavios duzas 9 sola, meios 200; ^ft^ttiSr^SrrS lulos dentro do prazo de 8 dias : na ru. d
de carnauba, libras 320
maria 1.
Quem quizer vender, aprsente as suas
proponas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 23 do corrente
mez
relogio para enler- | -i as i lioias Uaban -la urde, e le e verAo eiUr no cscriplorioda gerencia lodot os conhe-
d rutlos.
Para a Porto, com escala por Lisboa,
vai jahir com a brevidade que for possivel,
o berganlira nacional Despique de Beiriz,
Sala dassessOes do conselho aaministrali- capiflo Faustino Joao de Carvalho, porj*
vo para fornecimento do arsenal de guerra, i ter parte da carga engajada : para o r>stoe
16 de setembro de 1857. -Jos Antonio Pin-
to, presidente interino. Bermirdo Pereira
passageiros, traia-se cora Ferreira & Lourei- nscao ; levou vestido encarnado com um
ro, na ra la Senz .la Nova n. 4, ou na Ira-[ panno da Cosa azul, uma troixa com um
vessa da Madre de Dos n. 10. vestido de cambraia pintado, um de chila de
quadros c um escaro : quem a pegr, a po-
--- perdeu-se no domingo tarde, desde
a ra Augusta at o aterro dos Afogados,
uma pulseira de ouro : quem achou, queren-
do restituir a seu dono, pode levar na dita
ra, casa n. 20, quesera recompensado
Aconselha-se ao Sr. V. C. M que pro-
cure oulro meio de gaohar terreno.
OCrunegesba.
COMARCA DE GOIANNA.
A Testa do Amparo.
Ao amanhecer do dia 12 de setembro, os
sinos annunciaram a solemnida le do Am-
paro. Pela noite fomos a vesporas, e Tomos
mimoseados com fastidiosas pecas da msi-
ca llent i que, se bem que o Bilu' foi desla
vez mais bera executado, do que no dia 7,
gracas a pericia do insigne pern'-s de tor-
quez;ou macaco de calcas. Alguem bouve,
que nao lirn salisfeito com a tal msica
llenriques. ou espanta raposa, porque as
pecas mais novas que tocaram, foram as se-
guintes : o meu boi morreo, que ser de
urn ; minha caiponoha. que andas fazen-
do, minha marungo, eu ja lile, renecato etc.
ele, e a graca nao he esta ; esta safada mu-
sica quer por lonja tocar festa, e mais festa,
e qual o resulta lo 7 o povo que nSo lem seus
ouvidos para batuque de cuta, faz como no
Amparo, que a igreja eslava oca como uma
catoti.
O mesmo pernas de torquez conversan-
do cora seu iotino amigo Abdon Mulalinho,
passou a dizer, que ou o llenriques acaba-
va com a msica, ou o povo delxava de ira
actos relegiosos.
Ora, quando o pernas de terquez, que he
um dos protectores da carunchosa Heori-
quas, que at segaba, que ja deu 203 rs ,
para adjutorio de compras de Instrumentos,
diz tal cousa, faca idea.
A festa seguio a mesma vereda, j melhor
pecinha, que tocaram foi o baianno, que diz
seu cu' ('ico i'ico. e nesla os pratos botaram
seus solos bem bons, a noite anda foi peior :
edepois da lsdsinha, sanio a tal msica a
tocar as portas daquellas pessoas, que se
empenharam, para que Ibe fossadada a mes-
mu festa do Amparo. Tocaram primeiro na
porta de hiquinho gabuo, dalii foram a casa
de Bambavo, do bario das fumbarabas, de
Matheus ctrniceiro, e concluiram era casa
de chico Pi.
Adeos at depois do Orago.
Leandro Cinza.
P. S. Neste instante ouco dizer-se. que
houve o bando Jo Rosario : -sahiram oito
bobos dando desfructesJJc dansarem quadri-
Ihas pelas ras, os moleques em massa a-
companharam, e um terno de charamellas
tocadas pelos escravos de cerlo engenho,
pelo bando julgue da festa.
Era uma das melhores localidades da
ruajdo Hospicio, ha uma casa n. 18 B, feila
ocm todo o gosto o esmoro, e em cuja cons-
trurcSo entraran as melhores madeiras do
paiz e as melhores ferragens ; a mSo d'obra
foi executada pelos melhores officiaes naci
uaese allemes, sendo uma das casas mais
confo. taveic-, porque seu dono a edificara
para nella residir, e com effito ainda ah
residi por algum lempo, mas como se re-
solvesse a mudar-se e nao Ihe convenha te-
la alugada. tenciona vende-la. Tem boa co-
cheira e estribara, ura bonito jardim com
canteiros de pedra e cal, varOes de ferro pa-
ra plantas trepadeiras, eutrad* de frente e
posterior, isto he, pela ra do Hospicio e
pela do Deslino, as frentes das calcadas de
pedra de Lisboa, as entradas de marmore, e
os tectos de estuque, escadas de volts, entre
o jardim e a casa ha um calcado de pedra de
Fernando, o jardim be separado do pateo
por uraa elegante grade d ferro, tem uma
grande Cacimba com bomba de repucho com
encanamento e um deposito na parle supe-
rior da cozinha, aonde se conserva agua pa-
ra consumo da casa, a qual he levada pelo
mesmo encanamento a diversos lugares do
edificio, tem um quarlo com banheiro de
a marmore e azulejo, com vlvulas para des-
Cadeia do Itecife n. 38, alim de serem veri-1 pCjo das aguas cm um cano de 250 palmos
(icados na forma da le. Recife 21 rte setem | de comprido quo conduz nio s essas como
bro de 1857. -Joaquim Jos -Silvei a & C, ilotas as mais ao servico e da chuva A mar,
Southall Mellor & C. los banhos podera ser quentes ou frios, para
Fugio no dia 19 a escrava Justina, de i o que ha no banheiro duas torneiras de que
nacSo Rebollo, com idade de 20 a 21 annos ; urna commutiica com um deposito d'agua
e tem os signaos seguintes: estatura regu- I queme assenta sobro a chapa do fogSo da
lar, uns calombinhos na tesU, dwlioellvo da coz'nha. Tem nutras muitas commodida les
mente
- Os adninistradores da massa fallida de
vapot nacional PERSINL'NGA, commandanle o. Candida Muia da Silva Urna, viuva de
Delphino G Pereira Luna, convidam aos
do Carmo, vogal o secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, era cumprimento da resoluc3o i j rtg
da junta da fazenda, manda fazer publico, j-----------------------------._______________________
que a arrematado da obra do 9.- lauco da O ag uto itorja lar leilao era seu ar-
estrada o norte, vai novara-nte praca no ; mazem, na ra do collegio n. 15, dediver-
dia 8 de oulubro prximo vindouro, avalia-j sas mnbilias de Jacaranda e ama>ello, e
da em 9:236/426 rs. |raais obras avulsas de marclheiria, de diffe-1 estado
der levar a roa da Cadeia do Recite n. 12,
oua ruado Amorita n. 39, que sera recom-i ho quc'nosta cidade queira fazer a sua re-
pensado, sidencia : quem a pretender comprar, diri-
Corapra-sc uma tendedeira, uma mts- ; ja-se a ra da Madre de Dos n. 26, ao seu
seira e ura cabido, tudo grande e em bom propietario, que he Vicente Ferroira da
na ra da Senzala Nova n. 30. Costa.
que podeni ser examinidas pelos pretenden-
tes; uirigindu-'e para esM fim ao Sr. Jos
Rodrigues Peixoto, na casa terrea junio, que
Ihes facultara a entrada. Pode convira to-
dos e e*prcialinente a um senhor de enge-

ILEGIVEL
. .-..




DIARIO DE PERNAMRUCO TERCA f"EIR\ 2 DE SETEMRRO DE 1857.
ClSDLtRlO H.l OP^filCO
00
_ r^ _
Onde seacham.sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
HUECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 > ... 159000
Dita de 36 ... 203000
Dita de 48 <
Dita de 60 >
Tubos avulsos a .
Frascos de tinturradcmeia onca.
255000
305000
15000
25000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
.} cionario dos termos de medicina.....
Mediema*doinestca do Dr. Henry.....
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do D Mello Moraes.....
20500a
10/00
2/OO
61000
* *****t**^sa
FLORAS PRECIOSAS- *
Aderegos de brilhanles,
diamante e perola, pul-
eiras, alfinele, briuros
a rzalas, liote e annen
de diflerenlea costos e de
diversas pedrai de valor.
Compram, venden) oo
trocam prala. ouro, bri-
Ihanlei.diamanlese pero-
l las, e outras qoaesquer
joiasdevalor, a dinheiro
uu por obras.
lOlEKa k IMITE.
L*J* DI IDRITIg
Ra do Cabuga' n. 7.
. kt.ecel>era por to-
dos osvapTesela Eu-
ropa asobr >sdo mais
moderno g-osto, tan-
to de Franca corno
| OURO E PRATA. *
ie ""~ Z
3 Aderen) cmplelos da %
>; ooro, nieles dos, pnlsei- *
jjj ras, ilfioetes, brincos e !*
$ rozetas, cordes, trancel- j$
lins, medalhas, correntes
e enlejes para relogio, e jjj
; outrot muitos objeclos de -
& ouro.
( Aparelhos completos de
& prala para cha, bandejas,
salvas, eailicaef, colheres
H* do sopa e de cha, e mi-
,* tos outros objeclos de
>; prala.
3t*3aaSRSBaS?R3iS*
de Lisboa, as quaes vendem por
prev*o commodo como costuniani.
BBBBBEBDBSr
3
ABATIMENTO DE 20 POR CENTO
O propietario da ftbrica de chapeos de sol da roa Nova, equiD8 da ramlioa do
Carme, querendo liquidar as fazendas eilente m csss, para eipvr ao poblico o novo
a esplendido sortimenlo qoe o mesmo escnllite na sua rerenle n. -i m Paria, por islo
oflerece ao respeila vel publico os objeclos segnmie, ccm 20 por cerito de abate :'
Pnlils de panno fino preti s (-inmola de velludo.
Ditos de dilo com gola do mesmo panno.
Dilos de casemira prela e de cores rom gola de velludo.
Diloi de dilo coro gola do mesmo panno.
Dilos de .ilpaoa prelas e de cerca com gola de velludo.
Dilos de dita com gola.do mesmo panno.
Ditos dt sarja prela, merm selim, ganga amarella, brlro hranro e pardo lio e tran-
cado, ricos corles de css.mira para calca, coleles de selim, ditos de velludo, de seda, de
gorgu-ao e fusiao branco e de cor, capoles de borracha com perneira, chapeo de fellro
finos e ordinarios, dilos de palha, ditos de pello, camisas fianceza* brancas e de coie
^perfumaras, Rravalas, bengalas, chicotes, e una infinidade de oulrcs oblarla Avista des
quaes os amantes do bom gosio nao dciiaro de romprar,
Luvas de Jouvhi.
Na mesma caa recebeu-se pelo vapor iDg|ez MEDWAV, luvas de Jouvin da melhor
qualidade.
Tudo a preco ixo.
SEGURO CONTRA FO).
Companhia Alliance.
Esubalecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esierlinas.
Saunders Brothers & C, tem a konra da in-
(oraaar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a a quera mais convivir que eslo plenamente au-
lorisados pela diu companhia para effeetuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tlha e igualnienta sobra os objeclos que con ti varem-
os masaos edificios quer consista em mobilia ou
K fatandas da qualquer qualidada
Na funditjao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo decoberta. .
nlk FNGEZ. %
Paulo tiaiguou* denlisla, ra Nova n. 41 : Jp
S? na mesma caa lem agu e pos dentrilice. t?
W&&v>%:;& -:::-: -:;^-;i;-^v-
JOIIN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PHIMEIKO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIPE.
--- Na ra do Trapiche n. 17, escriptono
precisa-so derum preto para criado.
HDAHC DO ESTABELEGI-
MENT DE PIAROS DE
J. YIGMES.
J. Vignes mudou seu, estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
llelagao.
Alugnm-se para a festa
3 casas na Torre con 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozinha fra, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos: a tratar
no armazem de materiaes da ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 17.
ACEIO E PROMPTIDiO.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio e promptidao, c lo-
ina-se algumas freguezias.
^Casadesaude.S
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- \;\
*5? tabeleceuem seu sitio da Pussagem
^ da Magdalena, que lica ao norte *ig
M da estiada entre a ponte grande *
k ea pequea to Cliora-Meniuo, ex- %
^ cellentes acoinmodarocs para re- ;'
ceber todas as pessoas enfermas O
ft
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureuo Has lotcrias manda
fazer ptil>lico, que esto cxpostoi a ven-
da, lodos OS dias, uo pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2(i, das 9 horas
da manbaa as 0 da noite, bilhetes, meios
e quartos, da ultima parte da quarta e I-
da">- lotera do Hospital Pedro II, cujas
rodas andain no dia 2(i do corrente.
Tbesouraria da loteras 16 de setembro
de 1837.Joao Miguel da Cosa, escrivao
interino.
- Precisa-se de urna ama que cozinhe o
diario de urna cas, de pouca familia, se
agradar paga-se bem : na ra do Amorim,
armazem n. 41.
Lotera
DA.
Provincia.
Aos 5:000a00, 2:0O0sOOO e 1:000000.
Oabaixo assignado vendeu os seguintes
premioi :
Numero
AGENCIA DE PASSAPORTE.
Claudino do Reg Lima, de>pc^aiile ppla
ropartiQo ila polica, lira passaporle para
dentro e fora do imperio, por conmoilo pre-
co, e presteza: na ra da Craia, prime i ro
andar n. 43
Deseja-se arranjar nesta prar;a. em
quiilquor pslaliclcciii(.Milo, um moco nural
de provincia do norte, e di fiador a sua con-
ducta : na ra da Cadeia do Keci'e ao pe do
arco casan. 55, poler dar informagos
I'recisa-se e urna ama pare casa de
pouca faxil i, para engommar e Tazer o
mais arranjo de casa, menos coziniiar: na
ra da Cruz do Recite n. 31, so dir quem
precisa.
Precisa-se de urna ame forra oncap-
tiva, para casa de pouca familia, que com-
pre, coziohc, engomme e faca todo o servi-
Qo de una casa : quem rslivcr nestas cir-
cunstancias, dirija-sa a ra de Hortas n. 10,
para tratar do ajuste.
Pracisa-se alugar urna ama que cozi-
nhe bem, para casa ,1o familia : no aterro da
Boa-Vista, loja de bilhetes n. 56.
Jos ^aacleto,
dentista e sangrador,
com 26 annos de pratica nesta provincia, e
nos estabelecimentos de caridade, tendo de
sabir a passeio por todo este mez Macelo,
Sergipe, Babia e Bio de Janeiro, conlinn'a
ain la por estes dias a sangrar e tirar bem
denles com a mesma rapidez que o dentista
hespanhol, por ter consultado e observado
com altengao as suas operaedes, na vespera
da sua partida, cliumba os denles fuaados, e
separa bem os da frente : pleser procura-
do a qualquer hora do .lia, na ra a Gam-
boa do Gaiuio, casa n. 20.
Vw K?*0. 40f
ROA DO OUEIIHADO
r i c -.inrli s m igual.
Na na lo Queimadon. II, loja Coelho, vendem-se as seguiutes
il.is, para fecbar con tas..
la/.en-
O
<
Atteocao
Jos Ricardo Coelho, na ra Nova
i). 39j avisa aos regue/es,
?* qoe receliea pelo v 5 um rai'e sorlimnlo de luvas .le Jouvin,
4 pa>a liomens, senlioias e meaioos, e saleada
* de .Mill.es para hornen, eulioras, meninos
O
'ii
:M
e meninas propriol parn baile e paMclo.
&Q&i&&m-&&&&8>$&i
2:0003
1005
40'
40*
f quiirto ^umero 3747
1 dito 2731
1 nieio > 1361
1 dito 11 vi
1 dito a 2402
1 quarlo 7J3
O mesmo tem exposto venda os seu fc-
zes bilhetes, meios e quartos da ultima par-
te da quarta e primeira parte da quinta lo-
tera do hospital Pedro II, os quaes n3o es-
tilo sujeilos ao descont dos oito por cento
da le, na praca da Independencia ns. 4, 37
e 39 ; e na ra da Cadeia do Recifo n. 45,
esquina da aladre de Dos.
Por Saluslianode Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
A pessoa que empenhou por um mez,
a Francisco de Salles, morador na ribeira da
Boa-Vista, tres brincos com o oeso de 6 oi-
Uvasl pela quantia de 30^000, baja de vir
resgatar dentro de 8 dias o seu penhor, vis-
to haver decorrido 10 mezes, d^ contrario
se venderSo ditos brincos para pagameiUo
.laquella quantia.
que se quizetem" utilisar de seus i uJ^'rl^"' P.eqien Pra criado :
, j- l? no palco uo Carino, sobrado n. 3. or cima
serv.cos mdicos, os quaes serao $g da botica. P
prestados com o maior esmero. Precisa-se de urna ppssoa de maior
O mesmo Di., para o lm supra- @ idade, que saiba ler e escrever, para incum-
ndicado e para exercer riualnuer & bir"Se 1* um tla,iche' lor ^ Pra? ; assim
v como tambem se precisa de um menino de
12 ou li annos para coadjuvar a mesma:
quem estiver nesle caso, pode dirigir-se a
ra da Cadeia do Recife n. 33, loja, quoa-
char com quem tratar.
X^r ...u.^uu^ i. p, a CACILCI (|UUK|Uer $
@ outroacto de sua prolisso den- -:';
S tro ou fra desta cidade podera'
ser procurado a qualquer hora do )
2$ dia e da noite. no referido sitio, $
a e\ceprao dos dias utes, das 9 ^
horas da manbaa, a's 4 da tarde, @
Q& que sera' encontrado no primeiro
'i andar do sobrado n. 9, do pateo gj
@ do Carmo. ; '.
O abano a'iisnado declara
Precisa-se de um mestre de primei-
raslettra, grammatica portugueza e lati-
na, para um engenho distante 7 leg.ias
desta cidade, e se lor sacerdote sera" ca-
pellao do mesmo engenho: no aterro da
Boa-Vista n. 16, primeiro andar.
Precisa-se de um caixeiro que te-
n!ia pratica de casa de caf : na ra do
- -~- ~- ,-*-~ '- ^*^ ^*^ ^"" ^"' -^- ^*-- i*^ -^r -i*^
Lotera d pro-
vincia.
O abaixo assignado vende-bilhetcs ga-
rantidos pelos preco abaixo notados, em
quantias de Kl.s'DOO para cima, a di-
nbetroa vista, em sen escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro an lar.
Bilhetes 5300 recebe :000.s000
Meios 2.s".">0 < 2:.">OO.sOO()
Quartos 1^250 1:250jJOO0
*. .J. La y me.
Carolina Porcina dos Anjos, lendo ar-
rea Jado toJoo predio n. 7 do paleo do Car-
mo, pelo prazo de um anno, previne em
lempo ao morador do segundo andsr, que
do 1. do mez de outubro vjndouro corroo
dito segundo andar por 3(>c000 mensaes, e
>lan io o dito morador um lindor a contento
Perdeu-se do aterro da lios-Visla em
seguio.ento a ra atraz da malriz do mesmo
noine, urna pulceirade ouro de concha, es
mallada do verde e encarnado : a pessoa que
liverachado, querendo entregar, dlrija-se
ao alerro da Boa-Vista, casa n. 73, loja de
alfaiate, que ser generosamente recompen-
sado.
Aluga-se a casa terrea n. "."> da ra
do aterro da Boa-Vista, com commodos
para familia ou para negocio, edous gr.m-
des quintaet murados, um dos quaes sees-
lende alea ra da l'onte-Velha, para on-
de lem sabida: a tratarnarua Real, so-
brado n. ou na piara da Boa-Vista,
botica do Sr. Ignacio Jos de Coulo, n. (..
- Arrcnda-se o engenho Conreicao, co-
mo engenho ou sitio, tem cercado para 20
vareas de leito e mais animaes, boa casa de
vivenda, estribarla, rio junto a casa, banhei
ro, bom jardim e horta, varias frucleiras,
milito boa vista, junto a povoago de Bebe-
ribe, e arrenda-so por prego commodo:
quen o pretender, dirija-se a praga da Boa-
\ ista, casa n. 28, a tratar co a Manoel Elias
de Moura.
Aluua-se para passar a fesla 2 casas
terreas, sitas no lugar de Sant'Anns de den-
tro, com bons commod-is, e o lugar he o
mais saudavel para a sao.de : a tratar no pa-
leo do S. Pedro n 6, segundo andar.
Precisa-se de um lioniem de meia ida-
de, para estar em um sitio muito perto des-
ta cidade a tratar no pateo do Carmo, so-
brado n. 3, por cima da botica.
Para encame uto e re-
pudios.
Chegiram a ra Nova n. 6, excellentes ca-
nos iln chumbo de varias iarguras, muito
proprios para encanamcnlos d'agui e para
resuellos em jardins, e ven lem-so por preco
commodo.
escriptorio do escrivao Afaydc adia-
se trensferiJo para a ra das Cruzcs u. 9,
andar ter'eo.
Precisa se de urna ama para CSSS de
pouca familia, do 2 pessoas, para comi.rarna
ra e para o servico d^casa : na ra da Glo-
rian II.
Precisa-so de urna ama dn leite : na
Ponte de Uchoa, sitio Na mesma casa tambem se necessila de urna
criada.
U ADLPHE B0URGE0IS.
liua Nuva n. 61.
vende todos seu? canos com boas pare-
Ihas, igualmente o sobrado, tudo junto
ou separado.
QOQOVQ&0 :: ]:000
.'.. Nocoiisultoiiohomeopalliico do Dr. Ca- O
.; ;. lanova, ra das Cr.se. .,. 28, ha --. -
9 Su J"" B"n,,e s"rl''el'> ^T litados medicameiiius homeopatlucos, e lq. '-:
& do quanlo lie nerenarin para as pessoas que fia
..-. eznemesie sjlem-. H g
Oh X e".'l"n-s' francos com rollia de vidro
V je meia o.ica at 6, muito em conla. -\-
i recisa-so ae um caixeiro dest^s ulli-
mamente chegado do Porto : na ra .Nova n.
'i, aira quem quer.
Iriiitiiid ti: de anta Ce-
Grande sorti-
uiento de ia/emlas de to-
das as qualidades.
Cortes de vestido de seda de cores o maie
superior e moderno que lia no mercado. o
P*(u de bretanlia de Indio lina com (i va-
ras ............. 39300
Corles de vestido de lia mausadi de noves
padres (oni l.'i covados. i--"iOO
Unos de cal;a de casemira preta e de cores. I9UO
Dilus da collele de jjorsui jo de feda de va-
nos padioes...........'IHillll
ChaptVol iie maiM Trance/es formas nova?. 7S300
Dilos de sul de seda........ipOO
Leiiyos de cambala borJadus, linos, para
nulo.............'19280
Dilos de dito de linlio li-os para niJo. 100
Luvas de teda de todas as qualidades, para
lioineut, seiit.uias o meninas..... ^
Palitos de panno preto e de core. .
Dilos de arienliiid de core escuras. .
Uilo de rutiau de rores asselinadas. .
Dilos de biiin pardo lino......
Palito de alpaca preta.......
Ditos de alpaca e ganga* de cores. .
Ditos de i 11111 de Ikmi liii.isde alpaca prela e decores.
Komeiras e retros com lat;o de seda para
lenhora............
I]lialts do intriii liord.ido em 2 puntas.
Dilos de dilo bordados em I pona. .
Dilos de dilo com lislra de seda ....
Ditos da dito lisos........]
Dilos .le dilo com franjas de lia ....
Diloi de laa adamscanos, prelos e de cores.
Uilos de chrtlv bordados .....
Panno lino prelo e de cures, para todos' os'prro
Selim preto inacao superior, covado .
Uro*d*enapls pelo e ile coiei.covado .
hed;i (ioi.t lavnida su.xrior ...
Pupeliua de se.ia de cores ma(itada>, cc-
vado...........
Ctialj .le cores, com quadios de seda,"co-
vado............
Kilo de cores lisos covado. ...".'
LSa de quadros pequeos e grandes, co-
vado ......
I..U ese-Ja de novos padres, covado. .
UauriMM de seda matiza a com cinco pal-
mus de largura, eovadi.......
Ursulina de seda com quadros, ramagtl'll c
lisiius malisadas, covado......
So las de quadrii-lios, covado.....
Duqucza de seda con: OMdroa e ramageni.
Mussnlina braoea e de cres, covado. .
Chitas franeeiai linas de novoi padrOes, ro-
VHdl.............
l-'roiijolma de seda de linjos gc?los, co-
va.lo............
CaaSH frjuce/.as finas de core fu, v:ira.
Ein frente do becco da Cousfec.icao,
loja de f-rr..gcns, a segunda de f.ztnd!
Cortes de pbanlasia d seda com 14 cova-
dos, muii linda lazenda a r.-ooo, chales de
merino com urna rica palma mah/a-la e
muito grande, pelo barato preco de 8/000
anles que sn aCibem), ciirtes de 15a com 15
covados e 4-5)0 cada um, chapeos francezes
de pello muito finos de forma elegantn, len-
cinbos de c-ssa a 80 rs. cada um, chales de
merino estampado a 5 e 69OOO, lencos de
cambraia de linho a 4i000a duzla, mussuli-
na branca e de cor a 320 o covado, brilhan-
tina muito fina o melhor que ha a 500 rs. o
covado.
Vendem-se tres escravos de boas ligu-
ras.com (labilidades, e um muleciue cora ida-
de de 5 annos : na ra do (Jueimado ti. 9,
segundo andar.
Vende-se urna mulatinha de 18 annos
de idade, engomma bem, faz labyrintho,
sabe marcar, cose chito, cozinha e faz doce :
na ra lo Aragilo, o numero da casa he de-
cima 29.

C !
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I
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I I
I *
I
I I*
2050(10
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35000
1O9OOO
3-000
251)00
29300
930
S511
640
-- g 1
IOS
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 18.^5
l\a loja defazen-
ih
na'-. o
8.
-t?
m
kfiH'S- -'-:..--
-.' .-'- ".>"..'....' i
(.00
800
19600
icooo
950
3^0
280
900
420
pateando
n. 40.
Q
Thesouro ho-
meopathico
ou
YADE-HECtH
D
O
gnoiiieopatha
^SABINO OLEGARIO L Pll\U0.f
CI1M .
O prc-cura-lor geral da irroanlaJe de San-
ta Cecilia, tendo .le prestar suas contas a
mesma irmanlade, do corrente anuo ro"a
Habano a 2rnro;fp^^Vafd,tRoar,er,,8;'.'a'N' I Jn1>lf*e O-1*' OCaf dos Alliados ; seI'I" se acham a dever a mesma ir..t3S
h>|.m de entrar com os seus respectivos d-
bitos ale o li-n do crrente mez. Pernam-
buco 21 de setembro de 1857. -O procura-
dor geral, Francisco Jos Correa de ici-
roz. *
va n. 45, para a roa da Flores o. 11, por V3
"mquaiilo, aim como fice
ito na ra da Concordia.
i emquanlo, assim como fica o me-mo dei.o- s
S sito na ra da C ..,,..., i, vi?
I.. PoSi.
Loas co nd i roes.
Perdeu-se um bracelete de ouro no
dia 17 do corrente, do pateo do Tergo a ra
1 do (Jueima Jo : quem o achou, querendo res
omintfos Alves Matlicus saca sobre! lltuir> dirija-se ao pateo do Tergo, uo pri-
a praca do Porto meiro andar, da casa n. 12, ou annuncic,
--- Alusa-at* n sitio eliam.^ a r-! ; que sera recompensado generosamente.
desfructar a brilhantp e mui Tallada frts do' ___Prpei. a. i,..k.ii..j.
0,a,0, n, cidade de .... no vapor Ca- ou estrang" "X?SZl
mar.glbe, no da 5 de outubro, e para que' Pitang,, Sm lswstpttelmZnn.
d a v.agen, sc tornc nials comtnod, e divcr. os g, f la-se morada aos mis-
oufzerem'ir '%&"?*?"**"&* "08 : "ara Ul,Ur- e' ". da l?o'i"o Koo-
S2T ,T?N"! fes 1diri- ker&.,praM do corpo Aanto ., 48
ora ,o / .QurT'b ,,ar* *ae ***** le urna ama Torra ou cap-
rom o Joo dnPm i,tH.r mCSma V,8eem liv8 'lue saiba bem engom-mar e fazer- ie?-
^.Vrr a-so |uoa''T "*PT V^ de "n,a Casa f'8eir. de pouca fami-
der n. "?%Tnm'*L*: d0 Tr8'"cbe 1"e acllara 1-en,
derna ra: quem as Uw dii.ja-s
do Bom Jess das Crioulas n. '2a.
l)eseja-so fallar com o Sr. Camillo
Brasiiiense de Hollatida Cavalcanti, u< ha
pouco veio doCeara. a negocio de seu inle-
resse, o como se ignore sua inorada, pede-
se-lhe para apparecer na ra da Cruz do Ue-
cilcn. 28, segundo andar.
tratar.
Aluga-se Juma casa com muitos com-
moJos para familia, para se passar a festa :
na ra do Monteiro, defronte da capella de
S. PautaleSo : a fallar na ra larga do P,o-
sario n. 29.
Manoel do Amparo Caj'avisa aquellos
jenhores proprietarios, que em seu poder
Ama seccji t^ de leite.
Precisa-te de duas amas, tima secca e
outi-d de leite, pie o tenlia liotn e em
abundancia : na rua da Praia n. i9.
o
o
At'tritco.
No estabelecimento da casa dos &
Precisa-se'de um feitor oue seia or ;7, proprietarios. que em seu poder
tu~uez e oue enten iJ rr J8. P .' V>1 ^0,,li,, ue ''ancas tendentes casa-de

expostm precisa-se de amas de O
leite: a fallai no mesmo, com o 9
. regente. .;;.
Precisa-so !e 2 amassalores : na pa-
dana do Forte .lo .Mallos.
;..: .., -.. < cf-s:j-\j ..;v^*-o:,-...-..;
; Atlli HV\l Pt I'lltti I" 9
' !. Si
- OUC 110.
aft Declaro am Sr. .icios que esla' desianada u,
"' a sesillo de quiula feira >j do correnle, pa- 'S'
gb ra pieslicilo de conla. e qoe se apressein
.';! eU pasar suas mens-ilidad.i, tob pera da 2
Vi? applicarUo do que delennina o arl. ,">0 dos gt elr(U|os. ft
S. Seerelnrli do Allieneu Pernamliucano, .'.'
;.; 20 leseiembro de 1857.O primeiro secre- 9
..; lino, Feoeloo Cir Burlamque. tt
...-
>&
M '7'''la "l,r,>. reconliecida por iodo, como
\i? a fnelh.ir de quaiilas eatlnaoi a appltcscao
3 *'a hoineopalhia no (rataineulo da nioles-
;,. lias, eoniioua a vender-se a lla)000,oa Bo-
2 '''"', Cenlral llonfeopalliica, ma de Santo
Vy Amaro (Blondo-NavoJ n. I.
vS EXCCLLENTES REMEDIOS 110-
;,;- HEOPATHIGOS,
.- & preparadoi con o maior cuidado e emern, '.
^ vendem-se em rnrtciras por precos o nial- ''
'U? commodos possiveis, desle 10,-000 al @
3 1308000, conforme o numero dos tulios e %
.;' riqaoxa das caixss. f
Cada lidio avulso.....IjlKK) S'S
Cada vulrn de Untura. 2>ikio 0|
N. II.Constando ao tbaixo awigoado
que aleons individes percorrem o Interior
nao <'. deala provlocia, romo Paralolia. Itio-Crande do Norte e Ceaii,
) .-i.leudo 'remedio! em seu nome, jalga ...
Conveniente declarar, que a ningoeni tolo, w
nsou para isso.e que,como nflo esla promp- &g
loa carregar com os peceadva allieios, t .-'
se re-ponsabilisa pela profcuidade los re- ^1
~ .|A diala in-i.ecrao, naBotica Central lio- ;',\
ineopalhicd, rua de Santo Amaro, \lun- rT
w je >v ii. (i.
ij Dr. Sabino Olegario I.. Pinlio. @
9C;Jwy;h;;-.,;'.;;GOv.A,;v:

v.;
9
\) do arco de
Antonio,
ha para vetrer estamenha para habito dos
irmfios lerceirns de S Francisso.
liar illia.
Km casa de S. P. Jolnxlon C. rua da
Sen/?la Nova n. 42, vendem-se 50 barra
enm harrilha da melhor quo cosluma vir a
este mercado
Vende-se um piano de armario, em
bom uso, proprio rara se aptender: na rua
Bolla n. 45.
/o Gouvea
Lirja enea ronda, roa do
Queiniulo n. *i7, esqui-
lo: di < ollegio.
(Fazendas linas -ara a praca .
lucos cortes ie se Ja de todas as cores pa-
ra vestido de 2o-- a SOgOOO, romeiras de li-
iibo, camisinhas LordaliS com la;o, man-
guilos e gfilinhas bordadas, ricos chales de
; touqtiim, le merino, de so 1, bor lados e li-
sos, para todos os preces, velludos para col-
lelo lisos e bordados, casemiras (inissitnas,
lencos de linlio lisos para homem, e borda-
dos rom bico, grosdenaples, selins sarjas
1t todas as qualidades, velbutinas muito li-
nas de lo las as cores, chapeos prelos IVa'n-
ce/es do ultimo costo, dilos do Chilh muito
linos, ditos de fellro de todas as quali lides,
cambraias, cassas, mussulioas, chitas ltii;;-
simas, e indo qianlo se possa desfjar a res-
:-eilo do qualidades, goslo e pre^o.
POTASSi DA BSSIA ECAL
YIBGEI.
.No deposito da rua da Cadeia do Reeife,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio dr. Janei'o,
e cal de Lisboa em pedra, tu lo chegado ha
poucosdias, e a vender-se por menos pro.; i
do que em outrs qualquer parte,
Na rua Imperial, taberna junto a fabri-
ca de sabio, ha para vender fu-no de Gara-
nlinns .le primaira qoalidsde, chegado no
illa 14.lo correte, a 800 rs a libra, e em
arrobas a 161000, ha mais 2,000 garrafas que
foram de cerveja a 8#00 o cento, e a 80 rs.
cada uma.
MAMil IIOS BORDADOS P.\lt\ MENINAS.
Na rua do (juein-ado, segunda loja n, 18,
vindo do Uosario, a 1#500 o par.
HACA'AS,
chegadas e Lisboa .no vapor hamburgus,
e vendem-se tanto em caixas de 200 como a
relalho: na rua da Cadeia do Reeife n. 25,
defr inte do b eco Largo.
Vendem-se 2 pequeos armarios, 1 se-
cretaria, 1 cama franceza, 1 oratorio muito
bonito, tu Jo por sev dono se retirar para
fora.
PRELO DO PORTO,
em barricas : n armazem do assucar, no
caes do Apollo, entre as duas puntes do
Reeife, na esquina da travessa da Senzala
Velha.
Pechincha para bahuleiros.
Na rua do Crespo, loja da esquina quo vol-
ta para a da Cadeia, vendem-se chitas claras
proprias para bahuleiros, com pequeo lo-
que de avaha, a 4?, 4:500 e 5/.
Ven ie-se uma lu la mulatinha de 12
annos, propria para se fazer um presente no
alerro da lioa-Visla n 24.
Vendo-se um cabriole! em bom
estado e com os seus compelenles ar-
reos : no alerro da Boa-Vista n. 35,
Gomma do Aracaty.
hm porces e a retalho : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Sal do Assu'
Vende-se a bordo do brigue Mara Luzia,
Tundeado no quadro da carga, amarrado ao
arrecife, a prei;o commodo, a tratar com An-
tonio de Almeida Comes, no seu escriptorio,
na rua do Trapiche n. 16, segundo andar.
SAPA TOS 1)0 ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para liomens-e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caminba A Filhos, rua
da Cadeia do Reeife n. 60, primeiro andar
Vende-se ou aluga-se para passar a fes-
ta um silio junto a povoacao da Varzea, com
bastantes arvores do fruclo, com casa grn-
ele : a fallar na rua de Hortas, sobrado n. 2,
segundo andar.
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor & C., rua do
Torres n. 38.
o reguica
QUE ESTA' QEiffiANDO.
Ka loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sorlimenlo de fazendas que se
vendem por presos baralissimos, notndo-
se entre ellas mussulin*s brancas finas a
320 rs. o covado, ditas finas a 400 is., ditas
de cora 360, ditas muito linas a 400 rs., ris-
cados monstros de lindos padroes a 220 rs.
o covado, chitas franeczas escuras de lin-
dos pa Iroes e cores lisas a 260, ditas ditas
de padroes claros c miu linhos a 28d, dita*
muito linas a 300 rs., tapetes para sala a
3;800, pegasde braanha ae rolo com 10 va-
ras a 29000 cada uma, cambraias franceza>
de lindos padroes e cores lisas a 480 rs.
vara, cassas organdys de cordao e de lindos
padroes a 500 rs. a vara, cassas francezas
muito linas a 600 rs. a vara, lengos para
mSo a 120, ditos com bico muito finos a 360,
cortes de casemira de lindos gustos a 5:500,
ditos linos a 6?, laazinhas de uuadros pro-
prias para calcas e palitos a 560 o covado,
riscados Irancezes de quadros a 240 o cova-
do, cortes de bnm de puro linho c lindos
padroes a 2ji00 e 256OO cada um, corles de
castor encorpado para caiga a 15440, ditos
debrim escuros para caiga a IcOOO, chitas
escuras e de diversos padioes 160, 180 e 20o
rs. o covado, chales de merino de todas as
qualidades, lisos e bordados por baralis-
simos pregos, casineta preta muito fina a
15200 o covado, ricos cortes de selim bor-
Udo para colletesa 4o cada um, cobertores
para escravos a 700 rs., lengos de seda de
lindos p>dr0es a 2500o cada um, e outras
muilas fazendas que todas se vendem por
naratissimos pregos, e se darflo as amostras
com penhores.
Vende-se a verdadeira jiaxa ingle-
za n. 97, dos afamados fabricantes Day &
Martin, em barricas J.; 15 duzias Je "po-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nhia, na rua da Cruz 11. \'2.
VENDE-SE
na 111a do Trapiche n. 34, escriptorio de
\ovaesi G.,superior vinho do Porto, em
caixas de uma e duas duz.ias de {jrralas :
a preco commodo.
SYSTEMA MEU1CO E HOLLOWAY
PILLLAS BOLLOWAV.
Este inestimavel especifico, composto in-
leiramenledehervas medicinaes, nSo con-
ten mercurio, nemalguma oulra substancia
ueiecterta. Benignos mais lenra infancia,
u. nmU1' ei" mals elicad. he igualmen-
te promp o e seguro para desarreigar o mal
na complejo mais robusla 5 be nlea-
mente innocente em suas operaces eelTei-
tos ; pois busca e remove' sToengafde
qualquer especie e grao, por mais antigs e
lenazesque sejam. "6"s
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio, multas que ja estvam s por-
tas da morte, preservando em seu uso con-
seguirn! recobrar a saude e forras denos
de haver tentado intilmente todo,' osT-
tros remedios.
As mais alictas nSo devem enir
Accidentes epilpticos
Alporcas.
A mpolas.
Areias (mal de).
A8lhma.
Clicas.
Convulsdos.
Uebilidade ou exte-
nuado.
Debilidadeou falta de
forgas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Cnfermidades no'ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Wti> venreas.
Ensaqueca.
Herysipela.
ebres biliosas.
pebres intermitientes
hebreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestes.
Innammages.
"regularidades da
menslruagfio.
Lombrigasdetoda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
ObsIrucgSo do ventre.
I hlisica ou consump-
gSo pulmonar.
Retengodeourina.
Hheumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
venreo (mal.)
-.- --
lili
"-,
Kpm$<
Compram-so botijas vasiasa 80 rs. cada
uma : na rua da Senzala Velha 11. 110.
Compra-se ctl'ectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, a plices da di-
vida publica e provincial, aegoesdas compa-
nhias, e da-sc dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre uenhores.
C0111pra-.se elTeciivaiiienle pingos de
velas do carnauba : na (ua do Vigario 11. 27,
deposito de assucar,
Compram-se travos de louro de 30
palmos: na obra la rua Hireia 11. 82 N,
mesma obra precisa-so deseiventcs, pree-
rindo-se os escravos.
tt&m.
Vende-so uma escrava de ida de de 14 a
<6 anuos: quem prelenler, dirija-se a rua
de Padre Floruno n. 31.
-Vende-se urna escrava crioula, de bo-
nita figura, cozinha o diario de uma casa,
lava e engomma alguma cousa .* na rua de
S. Irancisco n 18.
Vende-se a taberna sita na rua Direila
11. 27, contundo poucos fin los, e sa faz todo
o negocio a volitado dos compradores.
Vende-se uma taberna com poucos
ruodos, propria para qualquer principiante,
em Fora de Portas, rua ,|u Pilar n. 131 :
tratai na mesma.
Vende-se urna escrava que representa
ler 46 a 48 anuos, mas muito forgosa, ven-
dedora d'agua na rua : quem a prptenrier
compiar, ninja-sea rua larga do Rosario n
a 1 ga ao p
ico de Santo Antonio.
Corles de casemira msela la de duas lar-
guras, o cuite de caiga 2500,5 dito para pa-
ut 35500.
Vende-se. gomma de araiuta verdadei-
ra, pelo diminuto prego de 800 rs. a libra,
afiancando-se a qualidade: na rua Nova,
taberna n. 71.
Milho e feijao.
Vendem se saceos com milho muilo novo
e feijSo, jor prego cominillo : na rua do
Queimado, loja de ferrageus n. 14.
Vendem-se brinquedos da puericia:
Manual de 25i paginas, conteni dialogo em
prosa e verso entre as leltras do alphabrio,
Regras de moral, Cranunatica portugunza,
Doulnna chnstSa, modo de ajudara missa!
Taboada ie pythagoras, Regias de civili lade
ou manual do bom lom adptalo para uso
das escolas le ambos os sexos lflooo, Revista
da inslruccao publica para Portugal e Brasil
160 rs., Compendio da historia romana pelo
Sr. Dr. iJourmmuiil 500 rs., Regras em verso
para arithmetica e para grammalica, com a
dupla utilidade de fcilmente se decorircm
e lerem simultneamente por ser o seu pre-
go diminuto, 40 rs : na rua .Nova, botica do
Em cas8deRabeSchmettau'.&Comparihias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
ilamburjto.
ClAE DE FERRO
Excellentes camas de ferro para soltciros :
vendem-se no escriptorio do agenteOlivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
indar.
(1.
no armazem de Tasso
Rarris com breu :
Irmos.
Sr. Santos.
H
1
QUE ESTA' TORRANDO.
.V. tj do canto, na i 11
.i.j Cadeia do ^(ifo
lia um comolelo sorlinienlo de fazendas
por pregos baralissimos, lieos corles de sa-
da de bonitos padroes a 225OOO e 25a000 reis,
chales de loquim multo linos a a5o s.,di-
: tos .le merino borda los na pona a 13?3oO,
Jo, loja de iniudezas, ou rua estreita do Ro-1 moito linos a 20a rs., ditos bordados de
sano 11 35, qUe achara cun ouem tratar. I velludo a ii; rs., mantas de seda de padroes
bonitos ai/, Veftjrs. cada uma, cha I y
com listras e seda a 'J00 rs. o covado, ricos
cortes de casrniir,s 45, 05 e f.5 rs e mui-
to linos a 658O e 75200 rs., pannos avellu-
dados paia cima de mesa, de padioes muito
bonilos a 350 rs. cada um, seda de cores
com titulo de roelin Ires de senha a lo rs. o
covado, seda branca a 1/400 rs. o covado,
plat.lba de linho a 560 rs a vara, cassas es-
lampadas de cores lixas a 460 rs. a vara, lu-
vas de seda pretas c de Cores para seoboras
a I5O00 lar, ditas para liomein a 15600 rs.,
selim preto macan a 259 0 e 35 rs o covado,
panno lino prelo a 25500 3o, 4o, 55, e 63 rs.,
e muito lino que faz admirar a 7o200 rs. o
covado, modernsimos coitos de vestidos
para senhoia, de barege, de seda com lindos
enfeiles de froco a 35o rs laas de muito-
bonitos gustos, e fazenda muito boa a l>200|
reis o covado, madapoloes de diversas qua-I
lidades, e por pregos coinu.o ios, mussulina
branca a 300 rs. o ovado, dilas'de cores a
310, 360e380 is. o covado, longos dacassa
estampados, decores lisas a lio, 160, iw>,
900 e 280 rs. cada um, e a duza a laiOo 2#,
25300 e 3: rs., mantas prelas de seda a 9/5UO
. elOoOOrs., chapeos de sol para senhoias a
ricas guarmgoes, pelo barato prego de I0> : ;23500 e 3-r500 rs., ditos para homeui a 6>500
na luja de 4 portas da rua do Queimado le 7? rs., ditos de mola a 55*00 rs., ditos de
" v i 1 massa muilo linos a 7/rs., e muslo mais fa-
. ."" vnd:-se uma preta cioula, comba- zendas j a ellas, venhamconliecer a vedade
bilidades.de ida le 20 ainos : quema pie- do exposto: na mesma loja da-se as amos- .'
tender, dirija-se a rua Nova n. 51, que sc iras das fazendas, e tambem selevaamos-l
dna quem vende. |lra para et8M uc |Sin|l8.
Attencao.
o'
NobegcodoAbrco n. I, no Recife, secon-
tniu'a a vender marcas c Ulitis pan marcar
roupa e mesmo para os sennores paleiros
marcar bolacha e mais massas linas : os se-
nhoresque amia precisem, podem procurar
a qualquer hora do da al o dia 50 de outu-
br o do correnle anno.
Na travessa do arsenal de guerra, ar-
n.aze.m 11. II, ha uma porgan de niel ara
vender por prego muito comino lo : a tratar
110 mesmo armazem Quem quizer checiiu,
antes que se acabe.
loallias para i 5, 4,
5 c n^OOO
Vendem-se toalhas de tolos os tamsnbos,
com bonitas ramagens, pelos baratos precos
cima mencionados na loja de 4 portas da
rua do (ucimado n. 10.
A 10,000 1 s.
Vendem-se manteletes de se la prctos com
iielogios.
Os melhores relogios de ouro, patento in
glez, vendnm-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
lis do Recife n. 62. primeiro andar.
Na rua da Cadeia defronle da Relaco, venda
n. 28 de D. S. Campos, vende-ie e aluga-se, upe,-
rioresbiclHS liambur^ueaa, em porclo e a retalho.
Vende-se na roa da Cadeia n. 28, uperio'
presunto porluciie? inleiro a 410 rs., e maisohjeclos
por prero commodo.
Agencia
la fundiyao Low-Moor,
rua da Senzala fio va
n. 4.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sorlimenlo de moeudas e meiss
moendaspara engenho, machinas de vapor
i taixas de ferro batido e coado de lodosos
tarnanhos para dilo.
C:L DE LISBOA.
\endc-sc cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em harris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua do Apollo, arma-
zem 11. 2 i.
SECRETARIAS.
As melhores que attioje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriplotio
do agente OliVeira, rua da C.8deia do Recife
n 62, primeiio andar.
Algodo utonsti'o.
Vende-se algodSo monstro com 8 1 almos
Je largura, muito proprio para toalbas e
lenges, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa fe, na rua do Queima-
do n. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao du ierro defi. W. Bowuian
na rua do llium, passando o cliala-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, del a 8 palmos de bca, as qoaes se
ncliama venda por prero commodo e com
promptidao, embarcara-se ou carregam-
se em carro sem despe/.as ao comprador
Vende-se na rua da Madre de Heos
11. 12, armazem de Novacs & C. barris
de ferro, ou tubos hjdraulicos ; para de-
positas de fezi.'S, a prero commodo.
/A^ellins e rele^iog.
SELLINS e RELOGIOS de patente
SUS Inulea : a venda no armazem de
.^-Itcslion Kooker & Companhia, ea-
' .S'jr qoina do largo do Corpo Sanio nn-
A mero .48.
relogios de pn-
tente
inglezesdc ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a proco razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem 11. 36.
Deposito
ca de E. Gasse, no Rio
de faeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grossoe meto grosso, da acreditada fabrica
cima,ebegado pelo vapor S. Salvador; na
rua da Cruz n. *9.
nma delL t S, .boeetinh8s a 800 rs. Cada
nTuez p ra exnMc'Uma "str^gao em por-
tas piluUs expl,car modo de se usar des-
ZUSffeb"?.1 hrr, "" **' Soum
l'crnambuco '"* da Cruz n" 22' em
Jfillo (ianovarollieia.
iravesTftfM e l0? Ta,ares <"orde.ro, na
\iifn d. dre.ude l>eos- n P vender
^htczTn'feTavr6 engmm8' C0Se bem
Milho.
ia dA0ouda.labern8 Brnileaolado da igre-
ja da Soledade, avisa aos seus freguezes oue
de novo receben uma porgao/Je S7S
es com rn.lhoefe.j5o mulatinha, earl
de casca, ludo o melhor possivel, e vende
por-menos que qualquer outro.
la-^(yeDde;8eil^1?.bo', c-sa terrea na rua
'a Conceigflo da Boa-Visla : a tratar no
dCs7asnh0a"V3la "-K43' "gundo8andar"
tarde "S mtnhSa e ds 2 as 4 da
lapa"o"Hend?"f.B ePiril d0 vi"bo : na resti-
C3o do mo.nho de vento da praia de Santa
Relogios
.bora deum dos melhores fabricantes d
Liverpool, vindos pelo ultim paquete in-
taS R S0Utha" Me"" R!? r'n.
^ende-se
es de la para >e8li-
Vendem-se cortes de 13a de lindos na-
dr0es.com 15 covados cada corte, pefo di-
minuto prego de quinze patacas';P. ell2,
CflM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
A diiilieiro
Pegas dealgodSo liso, largo, encornado *
25. 2/240, 29500 e 29800 a pega, ditoW
cup.ra a *, 28240, 2/500, 25800 e 35 a pega
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, a,(0 iran .
gado largo a 100. 120, 140 e 180 rs ja".-
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina'
que volts para a rua da Cadeia.
Vendem-se cortes Je cpjsa esqosieza
a 2.so0 : na rua do Crespo 11. 23
, CEMEBTO.
Vende-se cemento, tanto em barrica
como em porgo o a retalho, por com
modo prego para acabar, e muito boa no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
Crt

,
No dia 11 do corrente mez de setem-
i^'in Sr??ge?h- Qeim8d". freguezia de
-Santo Antao, fug.o o escravo Bernardo*, cri-
oulo. idade de 18 a 20 annos, bem apes-
soado, cara redonda e lustrosa. es sercos
eemvum delles f.lta-lhe a unh do dedo
grande, e hecanhoto, e mais que tudo um
Mgnsl muito evidente, que be ler uma ci-
calnz as costas da mao direiU, sahio com
trouxa de roupa fina e algodSo chapeo do
como, e alparcatas de que sempre usa;
suppoc-se ter lomado a direcgSode Caruaru'
por terauta inclinacao ao servigo deva-
queinre, nesta praga aonde tem estado
muitos lempos, ou mesmo qualquer oulra
parte, pelo que o abaixo assignado roga as
autoridades policiaes e cupiaes de campo a
api rehensao, e conduegao ao supradito en-
genho, anude sera recompensado com 100j
res.Padre Antonio Vieira de Mello.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na e* marca de I'io
d'Alho, o escravo Antonio, Cagange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regul-res, cangueiro no
andar, tem lodos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas Dnas, he casado, e tai-
vez lenba algumas marcas de relho as Da-
degas por ja ter sido castigado levemente ;
esse escravo foi di s herdeiros do finado Cae-
tano Congalves da Cunba ; consta que este
ve em Santo AnlSo, em casa do Sr. Jofio
Francisco, assim como consla que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos sigi-aes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na rua da Cuia n. 64, ou
dclle der noticia certa, sera recompensado
com toda generosidade; e qurm o tiver em
seu poder, fique certo de sua punigSo com
todo o rigor das leis.
Em 7 do corrente mez desappareceu o
escravo Candido, crioulo, oflkial de pedrei-
ro. idade 25annos, alto, cor prela, cara um
lano larga, olhos carnudos, tem urna cica-
triz em urna das maos, proveuienle de um
panai icio : quem o pegar, podo o conduzir
ao aterro da Boa-Vista, segundo andar do
sobrado n. 53, ou a casa do Sr llufino Jos
Correia de Almeida, que ser recompensado.
I'EltN. I. UE M. P. DJJ FAH1A 1857
ILEGIVEL




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