Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07836


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Full Text


ANNO XXXIII N. 215.
Por o mezes adiantados 4'00(K
Por o mezes vencidos 4$500.
SEGUNDA IEIIU 21 DE SETEMBRO DE mi
Por auno adiantado 1.">$0O0.
Porte franco para o subscriptor.
i.
HK&MMAMM DA. SDBSCBJPCA DO NOBTB.
Parahiba, o 8r. Joao Hodolpho Gornn ; Natal, o Sr. Joaquim
l-POreira Jnior ; Aracaty, o Br. A. de Lemoi Braga; Cea-
r', o 8r. J. Jos de Oliveita ; olarinhao, o 8r. Joaquim Mar
qnea Bodriguee ; Piauhy o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o 8r. Juilioo J. Itimol ; Amaionai, o 8r. Jironvmo da
Cotia.
PARTIDA DOS CQRREIOS.
Olin.lt : ledoi os das, as Oe meia boros do dia.
irH', Goianna ,- Parabiba : nal amunitai c seilas-r.-irjj.
i. Anu... ll./.Tru-, llun.u, Caruaru', AlUnho e (i.-rinloiu, : na lcrC-f.-ra.
Oh -'.......'', Itt.-jo, l'oxiaeira, Ingazjira,
S. Lo
. I'ao d'Alho, >ju
Flore, Villa-llrlla, llua-Visli, Ouriciirv e l;n',' na. .|i 'in ..-I o..,.'
1....... leojjea,Seriaba, Itio Fonanio, Uaa, Barrtfroa, Agiu-Pn
"'.....,-ii.se .Natal: ! iY,l.- 00 eerreioe parlen a- lo ha
AUDIENGIAS DOS TUIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : lagunda quintal.
Rrl.ic,io : tercas feiraa a labbados.
Faienda :quartaa a aabbadoa ai 10 horai.
Juizo do commercio : legundai at 10 horas quintal ao meio dia.
Juizo de orphos : legundai a quintal ai 10 horas.
Primeira rara do civel ; legundai eieiuiao meio da.
Begonda rara do civel : uarlai e aabbadoi 10 meio dia.
EPHBMERIDES DO MEZ DBSETE.MBRO.
4 La chela ai 2 boraa e V7 mi utos da manhaa.
10 yuario minguante ai 8 horai e 30 minutos da tarde.
18 La nova aa 3 horai e 13 minutos da manhaa.
o Uuarto crcenla as 6 horas e 40 minuto da manbaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 4 horai e 30 minuto! da tarde.
Segunda ai 4 horas eSl minuto! da manhaa.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Mallieos ap. evangelista.
22 Terpa. S. Mauricioin. ; s. Digna v. m.
23 Quera S. Lino p. rn. ; s. Thecla v. m.
24 (Jiiinta. N. S. das Merrez. S. Tjrso m.
e Calestrato Mi.
PA.KTH OFFIGIAL
MINISTERIO 1)0 IMPERIO.
KELATOKIO
apre8-?ntado a aosemblea fjeral leerislati-
* 1 niiu| ookv i''1 ijuo va na primara sessao da decima leglS-l laes sralilicagoM -.ao provisorias, e devem ces-ar lo-
dos quaes foram admiltidos anlrs para o ministerio, couslam da tabella que raandei
jnotar este relalorio.
Esta gralifieaciies lm lido pagas-pelas verbasse-
cretaria de eslado e eveuluaei ; e posto que aquel-
la seja insollicienle para comportar lal augmento de
despeza, nao pero todava a sua elevarlo, porque
t$ Sena. S. Justina v. m. : Ss. Senador, t
I ?fi Sbado. S. Cleofas ; s. Firmo b.
I 27 Domingo. 17 Ss. Cosme e Daruiao irs.
ENCARREGADOS DA SCBSCRICAO NO BUL
Alagoai, oSr. Claudino Felcao Diai; Babia, o Sr. D. Duprs
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlini.
EM PEH.NAMBLCO.
0 proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa dt Faria na iu
livraria, praca da Independencia n. 8 e 8.
latina, pelo ministro c secretario de es-
tado dos negocios do imperio, Luiz
Pedreir do Couto Ferraz.
( Continuaba 1. )
Cmaras muuicipaes.
Procedeu-ie em lodo o imperio, na forma da lei,
a's eleigSes muuicipaes.
O que disse, em onlro arligo, sobre o modo como
1 ir,un feilas as eleigOes de deputadoi, lem ioteira ap-
plicaglo a', de que ura, Iralo.
Tambeni em algumas parochias liveram lugar des-
regramnilos entre os intercluios na eleigia, mas
foram em geral passageiros e de poaca consequen-
cia.
Sanente na ni t le do Cralo, na provincia do Cea-
ra'. houve um grave conflicto em que foi em pregada parliges incapazes de conesponilerein satisfaetoria-
a violencia, e leve-te de lamentar a moile de um ci- I menle aos fins pira que sao instituidas, por mellior
1 que irja a sua orgnnisagao.
Conrluio-ie o acresceulamenln que mandei fazer
no edillicio da secretaria para occoner-te i falla que
a o que a reforma da secretaria seja levada a ef-
feilo.
Por esta meio lenho procurado, de aceordo com o
Ilustrado che fe .11 reparlicl.i.nlo so acudir as acluaes
e urgentes necessi tades dosarvieo, que cresre de dia
em dia, mas lainbem preparar, pela pratica dos 1ra-
balhos, pesoas que, na occasiao da reforma, ejam
couvenenUmcnto aproveila.las seguudu o grao de
apli lo > de que liouverem dado provas.
A diiUcoldade .le obler -sa pessial lial>ililado lie
aempre, como se sabe, urna das que mais embarazan)
o guverno quaudo lala de crear ou reformar repar-
tice..
.Mudas vezes a falla apreciado dos individuos, que
silo nomead j para os empregos sem previo e positi-
vo conliecimenlo de uas habilitarles em relajo as
funcrAes que lem de etercer, torna as rnesma* re-

da l.iu, e o ferimento de differenles pessoas.
A autoridade prosegue na invesligicflo dos fados
all occorridos para a punidlo dos criminosos.
Conhecendo o governo, como llie compele, das ir-
regularidades que firam commeltida as elei^Q'i
do difl^reiilcs parochias, annnallou algumas. fon
ilan lo sin* decisi's as razes constantes doi avisos
que se acham annezos.
V'lln. mauleve o coverno o principio eslahulecido
no aviso de 2l de f urdenaulo que se procedesse a novas el i.;0es para
vieradore sempre que o numero dos volantes da pa-
roohia ou parochias, cujas *M{Sei eram ai.nuil 1 la-,
coostiluia a manira nos respectivos muaicipios, pois
que nesle caso, a qpllidado das oleajes parclaes m,-
pin lava a de lo lo o municipio, e determinando snn-
plesmenlc que n.io fossem apura ios, ou se descou-
lassem o* volosdas parochias, cujas eleices eram a 11-
ir.illid i', subiislindo os das reslanles, nos casos em
que o numero dos vatanlet daquellas formava a
maioria em rula.;'1,1 a' lolalidade dos do respectivo
municipio.
O principio a que me redro funda-ie como aliis
na rallo de dever sr feila a eleic,lo limnliaueamen-
le em lodas as parochias do municipio, nliui do se
prevenir o inconvenienle de poder a elei^ao deilaea-
da e posterior de urna ou mais parochias decidir da
de lodo o municipio, seodo ja' conhecido u resultado
das unirs.
* A necessidade de reorganisar-se a imporlantissima
iiiililui^o das cmaras munici,.aes, objeclo de que
por diversas vezes lenho Iralado em meus relatnos,
sera' por cerlo um daqucllei obre que mais especial-
loeule te filara' a vossa altenc.au.
As bases em que, a meu ver, conven] IHenlar a
reforma, e>l.lo indicadas nos mesmos relatorios.
A vossa saheloria dar' a ta> momenlosa quesISo
a sutuc.au mais acertada.
Iiruiinare este tpico reproluiindo as palavras
de que me serv no reialorio do anuo passado : Co-
mo e-i;i 1 as municipalidades, nlu he poisivel qae
pur mais lempo conlinnem, sem p e da forja mural, de qae lano carece urna das mais
bellas iu Tratan lo delta materia, nao dquarei de ponderar-
ros a conveniencia, ou aulas, a necessidade de niu-
dar-e o dia marcado mi arligo 'J2 la lei do I de ou-
toliro de l2S para as elei^ot de joiZM de paz e de
vereadores.
__ No'curtn ni' r\ alio de qu ilrn mezes apenas, que
' meJeia entre aquella dia e o de 7 de Janeiro em
que devem ser einp .ssados os novos eleilos, nao ha
lempo suflicienle para serem examinados p-lo go-
Terna os actos relativos a'i eleiefi l'eit-s em lodo o
imperio, al'nu de resolver, romo Ihe cumpre vi da di IfsH, as duvidas que sobre militas se luscilam ordi-
nanaineule.
Este iiicinveoienle se agzrava, sempre qoe acon-
tece apparecerem lies dnvidas ua uccasi^ao de pro-
ceJer-se a apura;ao dos yulos ; pos que anda mais
curto fies aquella inlervallo, c mais dillicil por taulo
e lorna qae o governo possa obler.a lempo lodis as
111formac.f1 s e esclarecimeuloi necassarios para deci
di-las com perfeilo conliecimenlo de caoss.
Nio previne salsfarloriamenle e-I inconvenienle
a lacoMade, conferida aos presidenles de provincia
pslo dllo arligo 118, de lomarem laes lecisOes pro-
visoriamenl nos casos em qoe da demora po-sa re-
-giillar nao entrarem em ctcrcicio os novus eleilos no
.lia litado, vislo como mullas vezes polem deivar
do ser conli'm.das pelo governo.
AC'inleea por issu freqnenleinenle q le l'uur 1 ni 1-
havia de urna sala propria para o archivo.
Prose^ue-ie no Irabalho comeeado la coordensi-ao
e arranjo dos reipeclivoi papis. Esle serviro vai
adianla lo.
Iteparlijao geral das Ierras publicas.
Conlinoa a cargo desti repartirn nao s o servico
cnncei nonie i colunisacao, 1 medican e demarcarn
das Ierras publicas, e a descriminacj do dominio pu-
bliro e particular, mas ain la, cumi materia inlimi-
inenle ligada, ludo o que respeila calchese e ci-
vili-ao.'io dos Indgenas, e s colouias militares e
linalinenle alsons oulros Irabalhos que com aquel-
les lem mais ou menos relajan.
O serviro lem-ie augmentado de sorle que foi ne-
cessario incuinbir-se ao porleiro arehivisla da direc-
tora ueral a eicriplurajao da receila e despezs, o
que cid 1 dia se lornava mal urgente para poder ha-
ver a devida liscalisajao dos dinheros pblicos, des-
pendidos por micro.elio da mesina directora com
os diversos ohjecloi do servii.o, que co.-rem por ella.
O expediente he alli feilo com a convenanle re-
gularidad, concorrendo muilo eflicazmenlepira e'-
le resulladu a ialelligencia e o zelo com que serve o
direclor geral, oqual, em homenagem ver.lale,
nao pusso deixar da dizer que he um dos mais pres- promover a ialroddecjo e rslal.elscimenlo de colo-
tantes amillares do ministerio a meu cargo. | nos, os inelhurainenl is mileriae. que devem eon-
U regwro das Ierras pos-uidas por parliculares correr para a pro'periJade de colonias ja' cvislenles,
augmenlar repenlinameiite a despeza publica. Prefe-, mam vir colonos para o Brasil, nem a impren re i-las fundando A proporjao destia maior ureencia.! apresenlam hoje sob aspecto IAo desfivoravel '
n ..u -.... .Aril,r .',ul,l!co: Em Dao Poc" folll europea, das quaes' gozam
U eslado desle eslabelecimenlo ha anda o mesmo aUumas de grande credilo mesino em materia de ro-
que lenho ejposlo n.is meus anteriores relalorio, e 1 loniarao, lem por vezes apnarecido imoarlanle ar
nem he pnssivel mlhora-lo sem se lito dar nova or- ligos defenlendo a anata causa.
Ganisacao. Apenas um jornal allemao, dos de qoe lenho noli-
ti governo esla aulonsadn para esle lim, mis nao ca, persiste anda de lempos a lempos em miblica-
lem |Ulgiido convenienle elferluar lal reforma aules nes que nos silo contrarias.
de realisar-se a .la secrrlaria de e-lado e mais re- Espero porcm que por (01 se compenelre da ver-
parlicoes depeudenles desle ministerio, qual deve dade, e reconheca qoe lem sido viclima de sua boa
fe, deiando-se levar por informaces de pessoas que
nos sao desafleijoadas.
Do relalorio do direclor aeral das Ierras publicas
veris que em difireme, parles da Europa, como na
llalla, na Blgica, na Franca, na Suissa,
Por esle motivo nSajulgaai convenienle provero
lugar de direclor que se acha vago pelo fallecimen-
to da pagana qu. o exerria.
Tem-se continua lo nos Irabalhos de classificacao
e arranjo dos papis e documentos qoe alli eslo
depositados, e dos quaes san re^ularmenle reccbi los parle desenvolvendo se nos nimos de peq'ueoos pio-
de d flereiiles reparlus para serem archivados. | prielarioi lerrilonaes, e de Irabalhador.s, tendencias
1 alacios dos presidentes das provincias. bem pronunciadas de se Iransporlarem para o iinpe-
Millos dosdihcios que servem para a residencia rio. e nelle li.arom residencia,
dos prndenles das provincias exi-.n reparos, mas Embaraza em eran le parle hlo favoravel disposi-
pouco se pode f.izar, lendo lio exigua a verba vola- cao o alio prero dos Iransporle.
da no orramento para 1.1 despeza, e nao permillin-1 He porm d'e crer que logo qoe se adiaule parte
as circunstancias do piiz a su.t ele- ou lodo o impirle das
quarlo anuos, e no ullmo auno o que fallar para obrigares roncernenle a esses erieaiaineiilos e se
coinplelar o numero exig,lo.
Se por motivos juslilicados a juizo do
nao poder a agtociicjo, em um oulro anuo, impor-
taros colonos segando escola indicada, sera' abri-
ga ia no anuo imincdialo a importar o que de me-
nos liver introducido no antecedente, sob pena de
pa^ar IQg rs. le mulla por cada colono que fallar
para completar o numero total.
Em lo lo o caso a importancia das lubveucftes em
cada um dos primriros qualro anuos nio padera'
exceder a 827:0003.
'.). Sati-fazer a's encommen las de colonos e 1ra-
balhadore qoe Ihe Ozerom as emprezas particulares,
O governo assegorou taiubem a associarSo :
9". A ven la de lerrilorins nu de suas quolas par-
les ede lenas devolulas, a rallo de meio real a
lira, 1 qaadrada, em qo.1lq.1er provincia do imperio,
quando, por iniciativa do Koverua, ou a pe lido da
associac.io, se julga e inveniente paia fuudarjo de
colonias ou de depinilo de colono'.
A* Ierras vendidas para centros coloniaes.deduzida
a oxlensao prensa para os edilicias de uso commom,
e para os de uso particular da associarao, serlo divi-
didas em lotes de ",0,iHlil brabas qn'a liadas, e dis-
am ia que exceda o numero acuna estipulado, salvo Irihuidas pelo, calnos a lnulo de venda, ou afara-
. ex o- 1 quaudo a. ilespezas do ejusle. transporte, alnjanien- metilo oerpeluo.devendo a associolu dentro de dous
astado, d. Allemanha, va, de lempos a esta .,. e nstenla dos col.,,,,., as-im importados, desdi- anuos eilabeleceV por ta forma, em cada "ote p,?o
carem o capital da associsclo, e mearnu reduzrem o menos una familia. '
seu dividendo a menos ile 7 por rento, caso em
vaca.t.
l-.nlielauo nao deixareis de reconliecer o iacon-
venienle que resulla do mao esta 1o de |aes edificios,
mullos dos quaes esio h-m longo de corresponder
a ralhegorla e ao decoro de lili elevados funeciona-
rms pblicos.
Deudo dos meios minha disnotieCa, roindei ap-
pliear, depois di meu oltmo relato, 10, algumas
qiianiins para o a.seio, ornato e mahiliss dns palacios
dos presiden.es do Rio de Janeiro, Minas-Geraes,
r.ipinlo Sanio, Serg.pe, AlagoIS, llallis, Ceara', P-
au'.y, Pora', Aiiii/niias, Goyaa, Paran' e San-
Pedro.
Cnlonisasili.
Considerando a colonisacao como um ,h)s ohjeclos
de mai. vital inlerasse para o paiz, lem o governo
proseguido com o mais decidido empenlio na larefa
de concorrer para o seu maior dessiivolvimeiiln.
A pesar de serem escaseas es meios vola los na lei
do onanienlo rigente para esle ramo do servio pu-
blico, foram elle, applicados com afinco a' ralisa-
5S.I daqurlle fim.
Alto de esforcar-s para fazer progredir 01 Iraba-
lhos para deserimina(ilo do dominio publico e do
Pelicular, e para a demarcarlo e divlaSo das lerrss
pevolutas em pequeos lote, ao alcance dos resurso.
em geral apnenlos dos colonos, fez o averno ef-
leclivam-nte dislnboir at meia.ios do mez prximo
111 lo, a somrai di 277:0379000 rs. no inluilo de
. pasiagens, a correnle da emi-
gra$flo se eome{ara' a desenvolver por maneira .alis-
l.irlona, em beneficio dos miis imporlanles de nos-
sos inleresses loclaes.
O governo ja fez muilo creando para isso um forte
elemento no conlralo que. por intermedio da repar-
litao geral das (erras publicas, celebou com a asso-
ciatao central ue colonisacao, fondada nesla corle
pjr iniciativa e esforcos do l)r. Bernsrdo Augusto
ascenles de Azambtija, que se ha desvelado, ja por
leus escriplo-, ja por seu. Irabalhos e diligencia,
quanlo Ihe lem sido possivel, para que sa realise se-
mellianle insliiuiroo.
Por esle contrato obrisou-se a referida sociclade
a inlroduzr no imperio, dentro do prazo de cinco
annos, 30 mil colono, induslriosos e mnralisados, dos
qoaes d mil pouco mais 00 met.os devem iirovar
que sle homens sfeilo. aos trobalhos aarlrolas.
K-iiiiHu i:.-[i' nu,,, to ao ,lt> oulros colonos, que
ll? d,i.,te \a'!"''l fi,a p""", i"'P"la'1". e Ir- cloniaea, um. ra.le.alim d- ah eslabeleeer a*
a e Lerrl/. 0,!"",BS' pulida os ajusles a familia, emigrantes, genle do campo c trab,Mulli-
que acuna me refer, eleva-se acerca de Ido mil o
tolal dosconlraladus, medanle os auxilios do
verno.
que podera' ella deix-ir de inciiiiihir-se das tiicom-
meudas parliculares que concorierem pera lal re-
sullado.
N1 caso de grande demanda de colonos, e de nao
serem o meios da assoriac.5o influcientei para salis-
l.i/ereiu ao mesmo lempo a lo las as eneommendas,
dar-sc-ba preferencia : "
I. As emprezas colouisadoros por grandes n-
cleo, ;
i. A's qoe em menor escala crearen! colonia, pe-
lo sxslema de pequea, propriedades por venda ou
aforarnenlo prpe(uo ;
:t. A'sque lorm irein cotonas por meio de arren-
damenlos ;
i. Aos fazendeiru. que pretenderen] Irabilhado-
res de pnreeria ou salario :
"i. Aos emprezarioj de quaesqtier obras publicas
ou parlicniare.. .
10. Ter no. depsitos e hospedaras nlerpreles de
diversas naefies, que possain ser contratados por
quaesqoer emprp/arios, que lomarem colonos para
fuul.irao de ncleos, ou para servirein cuino liaba-
lliadores.
II. Reservar nai torras, que comprar para cen-
leem-se feilo al o presente sem o menor embaraco
OU oppo-ir'o.
Aos que deisaram ca.rer os dons piimeiros pr*zus
do regulimenlo de .10 de Janeiro de 1834 sem faze-
rem r-gislrar sua. propriedades tem sido imposlasas
mollas do mesmo reuulamenlo, as quaes vio sendo,
petas respectivas llieinuraras de faienda, cobradas
exeeotivaineiile.
A falla de vig.irios em algonias parochias. e oolras
circumstaiicias, lem demorado um pouco a marcha
recular do rcgi-lro.
O governo nao cessa de occorrer cot medidas a
seu alcance remojan deseas d Tendu-se ulliiniineiile marcada um lerceiro pra-
zo em I odas as proviu jas, espera qae elle linde, pa-
ra, a visla do estada em que enlla se adiar e-la par-
le 1I1 servir; 1 lecielados pela lei de 18 de selembn.
de 1830, proptir ao poler legislalivo ai providencias,
que entender mais acertada! para que se torne umajdi Espirito-Santo.
e a fundac.au de um novo nurl-o por cuita do es-
tado em loclidade e sobre condires que promettem
esperanzoso foturn.
Aquella somma, que ninguem pnr cerlo pode jul-
aar exorbitante, foi soflicienle pira a concessao dos
auxilios a que me refer.
Foram elle, prestados as colonias de I). Francisca
e a empreza de Moenry, nade Moas-Oeraes; a'co-
lonisacao do Rio-Doce, projeclada pelo l)r Frauca
teile ; a' colouia de Sinta laibel, na provincia do
Espirilo-Sanlo ; a' de Monlravel, Silveiro Si C, na
le S. Pedro ; a' colonia Theresina, 111 do Paran' ;
ao eslabelec ment de unn n iva colonia que pre-
tende fundir a cimpanhia Una 1 e Industria na-
margeos e proximidades da cxcellenle cslra la de
rolagem que csla' construida, e finiliuciile ao novo
ncleo colonial de Saula Leopoldina, ua provincia
re. que o guverno enviar, medanle razoavel relri-
go- Iiuicio pelos Irabalhos e despezas que fizer para lal
onus^eBofui?.0'"'"1 "' c'Vm'"a* jel"n-se ao. | ""'>. Preparar con,.niejitamenle a. trras em que
1 TV. a.,,', i. ..- tiverem de crear centros col niaes, de modo qoe os
clo'do conlr tHSS^ ? "'S d 8PPr0V,, I "nicr"'"s "em logo sua chegd. casas ou alo-
mmtX:u!S!^ e .ep".,0S P"wrioi Jmenlos provisorlosTond. lejam receidos, tratados
ra mimen?, e ', .^provados pelo governo. pa- I em sua, molosti .s. e mppridoi do neceesario para o
r. nn T.o 1 5U",""' auer d'" coloues, que ,m- primeiro est.beleclmenlo, etc.
pon.r, quer desque espontneamente vierem para
realidade.
A l,ll,i enm qt:e ain la luamos de agrimensores e
de Irabalh id ires, c nutras causas inioperavell, con-
correram econeorrem para que a me lir.i.i e deuiar-
eae|o das letras publicas nao le:.ba lido e ulo posa 1
ter o an lamento que se deve de.ejar.
Para remed r a p'imeira causa temo governo fei-
lo o que eslava de sua parte exigin.lo informacOes,
que espera da Europa, sibre a acilldlde e coiidi-
{oes com que lli possain ser conlralados os agrimen-
sores.
Tem lambem, no inluito de remover a segunda,
feilo tu la quanto tem estado ao seu alcance.
As oulras dependen) em grande parle da acca.i do
lernpi e do deseiivolviinento do paiz ; Ues lie as
gran les rhuvas que periudicamenle cabera f m alau-
mas provincias. cerDs enlcrmidades que coilumam
ni.inile,lar se no interior dos serloes. a vastidlii
enorme .las matas, os rios caudalosos, ele.
Sempre porem qoe o governo se ha convencido de
que o relardamenlodeslo srvico,alias imnorlaoliul
mu. he devido ao poucu tela e ao deleite dos res
peclivus inspectores geraes, |em nao sii demilli lo laes
empreado,, como mandado prote-Sar os qua Ihe pa-
No re .lirio conexo de direclor geral d.u Ierra
publicas cnconliareis minuciosi noticia de todo
rios, de cuja leailimilade ss duvida, ejam erapos- teceram no caso .le merecer maior punnjAo.
sados dos seu. cargo', enliem em ex- r-icio, e prali-
qoem actos de autoridade, sendo depois, por se re-
cnihecera uulli la le .las respectiva, elei^oes, despi-
d's ds fun eo-s de que chegaram a ser investidos,
sobstituin lo-ns, ale qoe 1 utroi sejain eleilos, os do
quatriennio lindo. -
O inconvenien'.es qus se stg'icm de semelhanles
fados po.l'in entretanto ser remediado., marcndo-
se para laes eleic,"s, qoalquer rtia anterior a 7 de ju-
nho. Espero que nj> hesitareis em lomar ella me-
dida.
Secretaria de sta lo.
Nao foi pnssivel ainda resillar a forma desla re-
p ir lirio, para qnal esta o overno aulurisado pela
le n. 781 de 10 de setrmhro do 1851.
I. un 1 iiauto pnis continu a carecer de meios e Cor-
eas corre.pon lentes a natureza e importancia dos
' varalos srrvicos a ten cargo, e qae s poder ad-
quirir com urna nova organisac.au, o seu estado (em
todava a algun re.peilos melhorado.
Com eif.ircio se ha vencido orna parte dos embara-
zos que se oppunham -a ordem e regulardade dos
Irabalhos, e ao mesmo lempo lenho occorrido. poslo
qoe ainda longe do qoe he neceisarin, a maior dar
dillicultales com que se luliva1 insuhciencia do
pessnal,Jdtniltindo cerlo numero de addidos, aos
'quaes lenho concedido gralifieafoei razoaveis, fun-
dado na aulorisarao que me fui dida pela citada lei.
. O, numero e a graiilicaeilo de laes aldidos, algons
Nao cansarei vossa alinelo expon.lo por miudo
ludo quanlo se (em feilo a bem do, ditos eslahelrci-
menles, bem como os esforc.'s em, regalos para
mauter-se o crdito da emigraba 1 ale cerlo ponto a
elles ligado, e ayressar a poca em qu. e ln.....1
pudorosos ceiros de altnccao de Dragos labnnosos
e de capitae. que, independentcmanle da fularo
acnfirios pecuniarios do Ihesooro, venlmu anemen-
lar no,.,, populaca 1, e tirar em bem do paiz os vau-
(ajoso resultados que asscgur a cultura de nossu
fertiilsalme solo.
Elevava se, em mai ido annn passalo, acerca de
Irinla e nove mil o numero de colonos, cuja impor-
lacao te havia contratado com dillerenles em-
prezas.
Em consequencia dos novos cntralos celebrados
cun os directores das cumpanhias de navegaran e
commercio do Mucorx, e t'niao e Industria, e'com
n l)r. Iranca e l.eile e C. IteigosganU, sobe boje
aquells algariemo a 16,6-30, nao anlrau.lo em conla
n, que ja' lem vin lo augmenlar, e que devem eem-
pliler diversos uuuleui coloniaes.
Islo se refere a questa,, da fundado de colonias,
que (sin por base a propriedade-por compra ou
aforarnenlo, e que conslilue a questao de futuro
ou a de popul.icao.
-No que he porm concernentc ao. meio. da f
quanlo lem uccarndo desle abnl do anuo panado 110 '"r a' nona lavoura bracos livres por contratos de
locante a esU paste do aereleo publico. parcerla, arrendamenlo, salario, ele, poucos aus.1-
tsctisado lie p maulo aqu repetir, nu mesmo a- l|0 l' le 11 guvern ., al principios do correnle ai.no
presentar em reamo, (o qual, ainda que exlenso,
seria incomplelo o qua all se acha largameule de-
senvolvido.
Bailo creadas, e em ellectivo exercicio de sua
runc^oes, as reparlices e-peciaes de Ierras publica-
nas legunies provincias: Amazonas, Para, Mara-
niijn, Alagdas, Bihia, S. Paulo, Paran e Sania Ca-
marina. Helias ja Ql menalo no meu ullmo rela-
lorio.
_ Alero destas, foram cread .s as das provincias do
Espirito Stnlu e Rio dejJanero. Nlaestando po-
roto ain a completo o seo pessoal, na J enlraram em
exercicio al o presente.
A creac.au de laes repsrC/DM em lula, as provincias
he, como mai b-ni diz o direclor geral das larras pu-
blicas no seu relalorio, oe primeira necessidade para
legitimarlo e rsvalldacRo das le,ras possuidas por
partirul-.ies, para a canservaco e seguranza dos ter
renos devolulo contra as inva-oes a que Otilo cons-
lanlemenle sujeilos, e para maior regolaridade e con-
veniente liscalisarlo das colonias m.lilares, e aldeia-
inenlo ile ludios. ,
O governo todava nao (em.poremqtianln, Iralado
de crear ludas is-as reparlic'"-es pelo priuciplodi nao
prestar aos nussos fazendeiros e pro|irielarios lernlo-
riaes pelos motivo. ciHislanle.. quer de meus ante-
riores relalorio., quer de diilereutes discursos que
Uve a honra de profirir em ambas as cmaras leg s-
lilivas.
Eulietaiilo farcal he confessar que a sna ar^ao n3o
lieoo parai)sida, pois que nao era por cerlo de pe- :
quena monta o resoltado, que o governo suppde 1er
conseguido, de diipr os nimos na Europa em favor
da emigrarlo para o imperio.
Como s-.be,s, decidida ma
o imperio, comanlo que ratea lenham meio. para
pagar as despezas que naturalmente lerlo de fa-
zer.
2. Apromplar, pelo menos dentro do primeiro Iri-
eniiio, urna grande hospedara defi dliva, cuja plan-
la contienes hygienieas, c regnlamenl serio appm-
vados peto governo as.im cuino a sera' urna relarlo
00 tabella dm precos do aiojamenlo e comesliveis', e
bem assnn doservleo necesario ao desembarque dos
colonos e suas nagageoa, que liver i fazer transpor-
tar para os ditos depsitos e hospedaras, enlenlen-
do-sa com os empizanos de colonisacao para que o
transporte desles eslabelecimentos al o lugar do rie-
dnoiefict palo precn uiais favoravel, c sob cmdi-
coes razoaveis.
3. Crear, dentro de do,,, uos, as provincias on
ae t.ouver eslsbelecimenlos coloniaes imporlaiue., e
demauda de trabalhadores, e para onde se encmi-
onar a emtgr.irao, depsitos e huspedarias filiaes.
com as clausulas cima aclaradas, e de occordo com
os reipeclivos presidentes.
I. Regular de urna maneira convenienle a dis-
Iribuirao e o ajusle dos emigrantes que se deslina-
rem ao servieo d.niie.liro e a oulros millere nesta
capital.
3. Fundar, de acord com o gnverni. alcm das
no.pelaase depsitos ja mencinalos, sciedades
ou agencias hlues de eolou8a(o, e enleuler se com
oolras compendias e sociedades exi.lenles ou que ,e
l'imlarem em algomas provincias com approvacao
lo governo, ali.n de auxilia-la..
(. Eslabeiecer quanlo antes na Europa agentes
de colomsaca de sua livre esculla e responsaves
pela sua boa gesia.i na observancia dns regulamen-
tits genes do gove.no, e do-que a sociedade orga-
nliar sobre ajinle., embarques e c-onuiroes de
viagem, leu lo em vista os regolamenlos dos paiz-s
dondeparlir a emi jeilo. a mullas pela infracta 1 de seus leveres. mor.
mente quanlo ai nao esforr;iirem por enviar genle
moralis.ila, laboriosa e sa lia, ou quaudo llludirem
os colonos com 1 leas falsas acerca .lo imperio, e com
promeisas de vanlagens exageradas. Estes senles
podarlo ser ale leiniIndos pela aisocreclo, ou por
determinarlo do governo, conforme a gr'avidad ras
fallas.
Nos ajuste, que fuer com os armad, res e com-
mandantes de navios importadores de colonos, os
tornara'I imbem reipomaveis e sujeilos a's multas
impoias pilos dio, regolamentoe, o a quaes-
qoer oulros preceilos de que Ihe. dar' cn.ihcci-
mento.
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNWBUCO.
a
1

20 DE SETEMBRO DE 1857.
ANDA A FE1TIC4RIA.- FKITICEIRAS PER-
NAMBICANAS NliSTE SECULO.
* Prometlemns no folhelim pausado (retar hoje da
fei(ir;ara nos convenio". Ainda nio us he perroil-
lidos cumprir a nnsa prome-ss sob semelhanle re-
"lacao.
Segundo o autor precedenlemenle rilado, de cujas
luzei nos servimos nrile Irabalho, a feilifarla lam-
bem ttm 11 a geographia ; mas nio se pen.e que a
felicaria lenha um mundo sepralo do ir>-so, nem
que a sua geoaunhia, n semellian^a da geographia
ordinaria, le-^rpor objeclo a desrnpcao da rio-
mares, serrai, volcss, monlanhis, lagos, etc. ; pelo
fontrarlo, ella existe ueste mundo em que n. todoi
_l. 1I0I1111 os, e cujas dillerenles parles ja ha muilo sao
conliecda..
Entretanto, i'esenvolveu-,-e parlicularmenle em
algumas cidados, r a isa gengrapliia nao he no
tro cunan mais que a historia do seu desenvolvimen-
lo aeeses paragens.
\--im, segn lo diiMieheiellboafe poocoi fcilicei-
ru na Italia. Na Allemanha a feiliraria aprsenla
v caracler de um Vasto e logubre pagnismo.
t Em con.eqneucia da natoreae propria i alma ali-
rola, distare.an lo em talas ou deinunioi os anligos
deo.es do pit/., ella Mies conserva um amor liel.
A despalilla, nisto e em ludo, oircrece um cm-
bale singular. Os JudeOl O os M iiir.is. lilil.i n ai
Se esto paslor nio calja sandalias, endise faz
frade mendicante, lambem nao tem molliT nem fa-
milia. A ir.olher naquelle paiz nasc viuva, e den-
tro em pouco se loma feiliceira. Sobre o terreno
selvagem se encnnlram a leiliceira e o paslor.
O grande poder p.irem de imaginacao se encentra
uas monlanhas, na cosa, no proprio 'p\t daexcen-
IriciJade, entre 01 Bascos de Navaira e de Bvs-
caia.
Esses loucoi intrpidos, apaixonados da. lempei-
lades com o mesmo eolhusiasmo que os impeda aos
mare do novo mundo, se mergulham no mundo de
alm lumulo e deicobrem novas Ierras no reino do
Uiabo.
A feiliceira ha.ca lavadlo Castalia, e, an p.sso que
ella impelle bs uas cnlumuas para Aragao, al as
portas de Siragos.a, por oulro, alravrz dos (erren 11
de-erl s val fizer as suas reunios na eldade de Bor-
deas em Tranca.
Os leilicelres foram cruelmente perseguidos ; con-
(a-se que em menos de Ires mrzes, em B irdeos, o
parlamento mandoo exerulir um grande numero de
felice ras, inclusive,lres padres.
Os padres dan.avam, DSAvara de espada, condo-
ziiin a tu, amante i reuniao das feiliceiras Esta
amante ra a sua sscrista, que arranjava a igreja.
>'uma palavra o cura nao se imporlava com 111,1-
guem, lilla a eo sua missa branca de dia, c Bol-
le ao diubo a missa negra, e algumas vezes na mes-
ma igreja.
Os bascos de llajonna e de San Joao da Luz, ca-
becas ardenles e excntrica., de urna audacia fabu-
vnnlade, determinada
por inforiuaies que nos eram contrarias, e pnr nu-
tras cau'as que he aqui fura de proposito pers.-rular.
navia manifestado e,|e ,,i-. -., diversos paize-
por demonslraees b-m evidente..
A imprenta estrangeira linda-se conspirado contra
a emigraelo para o Brasil, e os jornsea llladiJos, se-
gn lo cieiu. pur informaces quasi todas inexaclas,
o sempre exagerada., Iiniavam-se o echo das maio-
res calumnias acerca da maneira porque entre mis e-
ram Iratados os colonos, c da sua lorie, que a cada
instante se hgurava digna de lastima. Felizmente a
poca de laes exageraces parece ler passado.
.Nem os gota IS europeo., de cojos paizrs coslu-
1. Importar 01 colonos e Irabaa lores qoe Ihe
forera encommeudidos porfaiendefros e lavradore.
de cooceito, fazendo-lhes ediantameoto, por conla
do empreslimu do governo, das qnaulias ueces.arias
para a. despezas departe oudel.dn o tiansporie
iins mesmos colonos e Irabalbadoie. europeos, avan-
Cando cutro snn a estes o que f,ir iieeeisann para
.ahirem do seu anlig,, domicilio, comanlo que por
laes adjantamenlos nio receba msiorjoro do que o
de ( pnr cento ao anuo, 011 o juro crrente da praca
se for menor do que aquello.
S. A importarle dos 30,090 eolonos, que a asso-
elecla fizer, durante os etneo anuos, com o auxilio
das subvengues que II,e garante o governo sera', em
lie parmittido todava a associacjlo introdu/ir
, maior numero de colimas do que o estipulada pelo
governo, se assim o julgar convenienle, comtonlu
que nesle san se obrigoe a dar Irabalho a esses in-
dividuos, e sopprir-lhes com o irecessario al qae
lenham o devido destino.
r-m compensadlo dos onus acim declarados fo-
ram concedidos a sssociaclo os seguinles favores :
I." Ernprealimo .le I ,(:hi:(Hi.i-;*1I> rs. sem juro,
poi espago de 5 amos, lindos os quaes serlo resti-
tu tus pjr preslaroes iju.iei e seme-lraes de 10 por
ceulo.
Esle empreslimu sera eilosegundo as necesida-
des da asioci igao, e a sna restituirn cosMCarA aef-
feciuar-se do ilfa em que se complelarem os 3 an-
uos do recebimenti de cada urna das respectivas
sommas, e sempre por preslagOes semestraes de 10
por cenlo da qonotta adianlala.
.- A subvenefoi de :lil-) rs. por rada caloo maior
le 10 anuos e menor de 45, a de 00 rs. par colmo
menor de lo auno, e maior de5 ; sendo Ires qiiiu-
I is em favor do enrgrante para auxiliar os gastos de
transporte, e dous quii n em ben-?io da associa-
S-io.
A parle perlencenle .i sociedade ser paga no oi-
lavo da da apresenl-rao do ati.o da partida doejaa-
vio impo: t.nlor ; a oulra parte relativa ao colono su-
ri cniregue oilo dios depois da parlicipscao de de-
sembarque nos portes onde eiislirem os deposito..
ou lugares para onde fdrem dirigidos, em virtode
do ajustes com empresarios, on eoolraladores parti-
culares, ou Com destino a centros coloniaes autori-
dus pelo governo.
As ditas sobvenres de oO e )? rs. piderlo ser
elevadas al 309 e 30J r.., se o dividendo anooal da
associagao nao chegai a 7 por cinln do fundo reali-
sado. O eico-so sobre as primeira. subvencii>s sera'
dividido na mesma proporc|u em beneficio'dos co-
lmos c da sssociaclo, e pago .pela in-sma lorm ci-
ma dila.
3.- A isencao do imposto da sisa de qusesquer
hens de raz comprados pela sssociaclo para deposM
tos de colonos, iiospo lanas, rmaseos, Irepiches,
embarques e desembarques, e qnaesquer proprieda-
des oacessartas para inlrulucco de emigrantes.
Este f,
Tem por seu pre denle o dslinclo conselhriro de
I oulras operarfies, deque f.ir incumbida pelo governo estado raarquez de Monte Alegre,e por presidente da
rn.i, I.ir.i 1 ohjcclo de conlractose ajusi. especiaes. direcluiia o Or. Bernardo Augusto > .m cutes d'Azam-
b .ja, a quera se devem, como ja disse, a idea e os
[Ti r.eiros Ir.ib iliies de ana fundagao.
Pnocas emprezaise lem enlre nos eslabelecido com
um fim 1.V1 palriolico.e uaugurodoseus Irabtflhos sob
l.iu favoraveis au.picios.
Tudo 1101 asseguia que elle ter um bullante fu-
turo, c que sera dentro em pooco ora poderoso auxi-
liar da iiosso Uvoura, que lauto solTre na aclualidade
por falta de bracos livres. e que para blelos tem
lutado al agora com tamanhas difliculdades.
[otela o governo, dentro do crdito de seis mil
coutos do re, votado 110 anuo passado, pora po-
mover o estabelecimeulo de sociedades filiaes, com o
mesmo fim da asssocia^lo central, em algumas das
priucipaes provincias do imp'ho,dan,lo por emquan-
to preferencia s da Baha, Pernarabuco, Para, e S.
Paulo.
A laei iociedades se dever conceder auxilios se-
meili iiil-s aoi que sao promellidos S assuciaglo cen-
Iral, guardada a devida proporglo qoaolo aot meios
pecuniarios, urna vez que inspirein ronfianga e se
sojeitein, com as modifiragrs fillias das circumstan-
cias loches, a's regras establecidas no coulrato da
i- 0-1,11.00 central, a' qual se ligarlo, e com quera
dever-se-hao eulender afim de marcharem de per-
feilo acord, e de haver assim tanlo quanlo fr pos- .
sivel, a convenienle unifonnidade em objeclo lao
transcendente.
Espero que o appello que o governo, qoando ei-
pedfr o citado d.crclo, houver de fazer ao patriotis-
mo dos capitalistas das referidas provincias, 1130 Ibes
sera' em vo dirigido.
Elles si compenetrarlo por certo das vanlagens da
-tniellunie, sociedades, e concurrerao efficazineuie
para que com 1 maior brevidade se realisem as vit- '
las do governo, pois que sao os primelros a reconlie-
cer a urgencia que ha de bracos livres.
Estas sociedades podero mais inmediata e promp-
lamente ecudir s eiicoramenOas que fizerem os pro-
pnelai ios lerntoriaes e os fazendeiros das respecti-
vas provincias, e das que Ihes ficara vizinhas, de*qua
as agenciaique, denlio dos meios a'soa diiposigao,
a ,1 1 .. 1 j central he obeigada a crear nos lugares
emque houver maior demanda de colonos.
Como moler,a runiiesa. devo informsr-vos que le
acha formulado o projeclo de regulamenlo para o
Iransporle de colonos, de que falle! no ultimo rela-
lorio, e para o qual fui anl irisado pelo arligo Vi da
lei de |S de setembro de 1833.
O dito regalamenlo so podera' ser exsculado oito
mezes pelo menos depois de publicado.
He indispensavcl que na Europa se eonherara as
delermina^Oes e as regras que te prescrrvem, com o
espago suflicienle para poJerera os donos e capules
das emli ircaees, e os colonot lomarem as providen-
cias necesarias, alim de nlj inc irreem uas penas
que Ihes devem ter applicadas pelas infraeges das
d.ias regras.
Com esle regulamenlo asiegrar-se-hao aos colo-
nos os enmmodos indispensa.veii a conservagAo de
sua laude, a ordem e moral,dade a huido dos navios,
bem como um Iratamenlo regular durante at viagent,
sem com ludo crearem se demasiadas reslricgoei,
qoe exagerando o prego das passageus, augmenlem
sobremanera a dilli.-ulla.ie da viuda do. colonos
que di.pem ds fracoi rerurios peccuuiaiios, 00 pe-
sera por modo mullo oneroso sobre os emprezarios
po' cuja conla liverem de vir.
Nao obstante esla clausula geral, poder a aso
eiaglo eslabeiecer em laes lotes al seis familias, com
lauto que a cada urna nao toque rea menor le
31,230 bragas quadradas, ou 123 de frente enn 1'i
ue liindus.
10. To lo, os favores relativos a iseng.lo de direitos
e mpoiloi, concedida pelo decreto de 13 demaio de
1830, a sociedade colonisadora de llamborgn para a
fundaran da colunia 1). Francisca, em Sania Catha-
rinl, bem como quaesquer oulros q ie por disposigOes
legislativas e administrativas ja tem lido ou forem
ootorgatlos a mesma sociedade, e a oulras compa-
nhias ou emprezas de eoloaisagio, inclusive o lastro
de carvlo de p>dra,.al e ferro, nos navios que Iran-
porUrem cilmios para os ceiros coloniaes, e para
us deposito, eslibclecidos pela ass.iciaclo as Ierras
compradas ao governo na forma dita.
II.'Toda a protecgjo, auiilto e apoio moral de
que carecer, compre'ieudeiido-se uestes favores ins-
tioccs e reoL-inmondagues eipressas as legicOts e
consulalns liras leiros. pigaraenlos ,1 me-l,e- de
prima,ras ledras esacerdotes da religiao dtenlo-
nos. lugo que se achera reunidos era cerlo nnmern
de familias ; (odas s facilidades possiveis a bem
da marcha regular das legitimas nperages da asso-
ciag'io, c o coadjuvara) das autoridades do paiz, C
destacamentos mililaresqu lorem de miiler, qoan-
do requisita lo, por parle da associag.lo e determina
dos pelo governo.
t-J.- Se a duraglo da associarao f.ir prolongada
por mais de 10 anuos, na forma do arl.-M dos res-
pectivos estatuios, Oes-lhe desde ji asseguradaa ap-
provagl 1 .lo governo, tuna vez que se n3o verifiquem
as hvpihrses de dissolurao previitss no arl. 17 dos
mesmos estatutos.
Para nao loru-r me muilo longo, faca aqui ape-
na, o reo'i 11 los onus e vanlagens da saciedad! cen-
tral, anneando p rain aesie relalorio o res-
pecttvo contrato, afim de que tenhais dellc ple-
no conliecimenln, e possais mais fadlmenle avallar
algumas de mas dispnsigrs, que licam dependente,
de vosia apprnvatlo.
O empre-limo de mil conloa sem premio, que o
governo assigurou a asnei,1.1,1, com o reembolso no
prazo de des annos, em pre-lac?. ni d-r i laa, e qne
por ella En pode ser applieado a adianiamenlos aos
lazeodeirose aos colonos, as lubvengOss de30e 20-
por cada eolnmno inliodqzido conforme suas Hades ;
e ouir s favores ; habilllam a mesma soeieda le pa-
ra fazer avangiis aos 11 ssos faz-n teirs quand.i pre-
leiHerem cebos, facililan 10-lhes a tua acqui-
sigan, rilo tii porque a (im Ibes li-ara esta m-nos
onerosa, mas lambem porque se Ihes poupar.i o tra-
1, iih 1 e o 11.e, .ir enro-nn.endas algentes que a-
mais das vezes nio c nhece.n, eqo. Ihes nio podem
porlanto inspira a devida eonnnca.
Examinando o conlralo, verois q'ne o governo pro-
curen lien ler a lo las ni hypolhese que po iam s-r
lomadas em considersglo, alim da aciulelar abuso,
e previmr os incouveniHiiles, com quera ate agoc
tem, na mor p.rle dos caaos, lutado a emiracfa.
Assim, regalando oe eonlralos. sflm da evitar uue
agenles mal iniencinnalo' illodam os colonos, fa-
zendo-o. passar, qoando chegarem ao paiz, por unfa
decepgao sem|ire ferlil em mos resollados ; e por
otro lado exigin lo a escolhs dos colonos dula lo-
Aos navios que se sujeilarem s novas regras esla-
eleci las, conceder' o governo as iseugOas e favores
aulonsados pela lei cima citada.
Se esle acto do governo, ndente a cohibir a lon-
ga serie de abusos de que temos noticia do transpor-
te de emigrantes, fr seguido, como espero, de roo-
iHdas tegislalivai. qoe regulem e assegurem o eslado
e direitos civis das pessoas que piofessao roligiea
di.Terenles, lera' por cerlo grande ilcnce 110 deseu-
vulviineuto da enugraglo para o imperio.
Depois da remessa do- ,'!G7 Cluus. que pela cata de
Sompsom e Topar foram remedidos pela galera nSa-
. rahu, por conla dos dous mil que Itftnam lido eonlrac-
la conveniente moralilad> e aplidae psra o Ira- ,."'0? em I-"drei, uenhura mais lem chegado, pre
.balho, providencloo sobre tudo quanto Ihe pareceu
que poderia iniei.-s.ar a seite dns emigrantes,
As me lidss tomadas abrangem um empu de dis-
posirnas Concernenle ao Iransporle, e aot m-ios de
rer-ebimeiilo de colon is nesla c.ule, e em oulros por-
tes do imperio ; a sua luilentlglo t, curativo ; ao
eu pronipiodealino ;.a nMelidade na execorln dos
seus eonlralos ; estab-leceud,, meios d8 ,|erem
ser facilmenle averiguados, e a prompla deci.ao dat
que.iueique por ventola venham a su>cilar-se enlre
elles e os contraa lores *o sos servieo,-
Provi lenclou igoalmeule sobre a surte dot pro-
prietarios e r.rendeiroi, alim de que ,,ao liathi m
teiramenle a merc de avor cessara', devendo ser realttoida a sisa {les o demueSes dos agenles na Europa
nio pag; qoan lo laes propiinda les deuarem de ler Procuro lambem diminuir, pcl 1 modonossivet
o uso cima indicado. en. bauefieio dos colonos, os onus resalUolos das di-
1. A c.nces.lu gratuita de terrenos de marinlia \ ''-'as que po que houv-r devolutos em Trente des looaliiades, era !se'' P."i na. ronred
que a as-oci igao eal.belecer .quelles depsitos, ar-
inazens, etc.. e uulrasuhras de edificaglo neccs.a-
riasareilis.ii.lodofiinioci.il, sendo a respectiva
Meoslo rekulada pelo governo.
5." O auxilio pecunia. 10 que ao g-iverno pirecer
razoavel o neco-sa 10 para abertura da estradas e
qoaesquer vas de coaimonicaglo, que a a-sociarao
tiver de abrir e melh irar enlre os centro, e deposito,
coloniaes, nu em direcc..io ao liioral, rios n ivegaveis,
Cidades e villas Importantes mais prximas.
6.' O direitu de desapropriar, cura a-r,rdo e pir
deliberaclii do invern, terrenos pblicos ou p-rli-
culares, pnr onde convenha abrir aquMIas enmmu-
nicagii.'a, e eslabeiecer tervidoes para ts dilos depo-
lo, e centros colooiaes*
7.' A preferencia no arrendamenlo dot proptios
nacionaes, que na 1 forem necessai ios ao servir do
estad ,, afim de nellrs ler a associaglo depsitos de
o amor do maravilhoso horrivel, o prazer de ter ,nc-
o, e tambera o regnsijo da. cousas iudeceules.
nanlo mais eslas mulheres mostrara 1, diabo t-rri-
vel e furioso, quanto mais o juiz he lisongeido de
domar um ll adverstrio.
A mais bella pec;a nesle genero he o proeesso vrr-
tiai liespanholdc um nulo de f. Subre um cada-
la|,o eslavara-os qnitiiados, em pequeo numero, e
sobre oulro a mullidlo dos sollos N.lu so .ni maior
Inucura. Na reuniao das feliceiras, coinem-se me-
niuoi fedos en: pedaeos, e, como icgumlo pralo. cor-
pes de feiliceiros desenterrados. Os sapos dausam,
lallam, e se qneixam amnrosa.meule das suas aman-
ta..
Entretanto,' as feliceiras reinavam. Ellas exer-
cian sobre o p.iz um terror de imaginarlo iocrivel.
-Mullas pessoas sejulgavam oas victimas, e real-
mente toroavam-ie gravemente eufermis. Muitvi
oram alacadas de epilepsia e lalravam como caes.
-> una id pequea cidade couldvam-se al quarenle
dsstes infelizes ladradores.
L'ma dependencia medonha as ligava a feiliceira,
de lal sorte que nina dama chamada como ledemu-
nln, iu aproximar-te da feiliceira que ella nio vis,
se poz a ladrar furiosamente, e sem pode, parar.
Aqaellesa quera se allnboia lio lerrivel poder
erara mettreS. Ninguem ousaria fechar-Ibes a porla
I m magistrado de Havunin deixandode fazer a rau-
nilo das feliceiras em sua casa, um dalgo foi obri-
ga lo a fazer a fesla no seu caslello.
Como o inedo Ihe desse animo, elle com oulro fi-
losa, qae se Isncavam aos mires mais lcmpeslno pira arpuar baleias, raziara grande numero de 11UC 0'*e do re que dous dos seus merabn-s fos-era
IcomnlissionaJoi para julgar us feiliceiros do
ouJi.ooo individuos no secundo anno ; 2,000 ditas
>u 10,000 indisiduns em cadl um dos lerceiro e
l.anearam-se em massa as culonia. de Heuriqoe Dac0'
V, o imperio do Canad, deiiaudo suas n.ulnens 1 | L'"ar
paiz
nmisslo absoluta, s-m appello, que f,rocedeo
Heos ou ao diabo. cura um vigor niaudilo, julgou em qualro mezis oi-
As mulheres, mu linda., mui intrpidas, imagina-' le,l,il rellieeiros, e examinoo quinheulns, igoalmcnle
; Ovas, pas.av.im o da ass-ntada. noscemilerio., so- i "arcados com o signal do diabo, mas qoe apenas
tmulos, a parlar :erca da, remudes das fei-! figoraram no proeesso como loslomonha
Ao lado porm lala magia bastarda que casava o
inferno e o co, e propagsva nos campos a magia
diablica ou feligaria.
A II --[iiriha tnrn.iu-se enllo urna -.li'Ioo, e, me-
dida que o deserto ganha pelo testculo di Ierra,
*ela emigraglo, pela ruinosa liberdadedoi rebanhos,
povo se reduz ao pastor.
los seu. olbos, .perigo.oi em amor, aisim como m
feingaita.
L'ra ainavel magielrado, o primeiro Ivpn desles loi-
tes mundano, que honravam a loga no nenio XVII
toca harpa nos entreactos e laz al daniar as feili-
ceira. antes de manda-las queimar.
Que paiilo .* Primeirameole urna paisle popular,
D.hi a fascinarlo 1 diencia ella, dormiain somno sollo, ao acordar,
asseveravam ter gozado no proprio tribunal, das bea-
lilu I., de Sslanaz.
Aquellas que eram 11,1 -rrogad is diziam nio poder
fallar. Salauaz obslruis-lhes a garganta, e sobia-
Ibes al a bocea.
O mais mogo do. commi.sario. que cscreveu esla.
fusiona, era om hjmem eleganle. As feliceiras en-1 na quizera resistir, filio se alrevcndo, ausenlo-se,
(revirara que com semellianle hornera havia meios
de salvagn. A liga fui rola.
I ma meu tirante de dezessrle annos, que encon-
Ir.ira lucralivo fazer-se feiliceira, e que, qoasi me-
nina, eon lu/i 1 e otferecia criancas ao diabo, se poz
com a sua companbeira a denunciar loda. as oulras.
Ella diste tolo : de.crevcu Iu lo, c un a vivacidade,
a violencia, a emphase h oanh I -, com Cein parli-
cularidades impdicas, ver ladeiras ou falsas. Aseos-
loo, diverlio, e illa lio os jaizes, conduzio-os como
Ilotas.
Elles rnnti ir.'in a esta mulher rorrompid e le
nana o cargo lerrive! de procurar sobre o corpo das
meninas e dos m-ninos o logar 011 le Satanaz lilil,
posto o seu igual.
Etle signal se reconheria pelo que linha de insen-
ivel, c em que se po lia impunemente cavar agu-
Irn cirurgi.lo niirlyritava as velhas e a moras,
qu se chamavam como t.- le,nunh,-, mas que| se
slla as dizia marcada, pediera ser accu'adas.
Cou
nhora absolola da torta dess-s inf.lizes, cravava-lhes
impunemenle a a nlha, e poda voatade designar
esls corpos ensanguentades mnrte.
Ella linha tomado lal imperio sobre um dos doos
juizes que Ihe fez crer, q ja, no seu palacio, cerrado
dos seus criados e da tua escolla, o diabo entrara a
noile no seu quarlo de dormir, queahi di-sc a missa
negra,quea. feliceiras ettivtram al debalso das suas
cortina, para enveneua-ln, mas que o eiicontraram
mui bem guaralo por Dees.
Os dous juizes, asstitmlos, prngrediram, n5o se
alrevendo a recuar. Man tarara fincar as torcas reaes
sobre os prnprios lugares onde Silanaz havia feilo as
suas reuniOes.
Islo causuu sustos ; elles sentiram se fortes a ar-
mados enm o braco do re. As denuncias choveram
como sairava. Todas as mulheres vteram aecusar-se
reriprocamenle. Depoil man tarara chamar as me-
ninas para denunciar as mlis. I) juiz enlende na
soa gravidade. que ama boa trtlemunha de oito an-
uos he boa, suiricienle e rsipeilavel.
U juiz, impellidu lera o saber pela violencia d.U
lovens reveladora, que e.lariam em perlgo, sena.)
houvessem feilo queimar ai velhas, conduzio o pro-
Cesso a galope, l'm numero sulllcienle de felicei-
ras foram sentenciados a' fogueira.
Vendo-se perdidas, ellas acallara,,) pnr fallar lam-
bem e por denunciar, (loando te conduziram a. pri.
metras ao fogo, houve urna scena horrivel. I) algos
e Indos os mais encarrsgados da execuglo se julga-
nin no seu ultimo dia.
A mull 1.V1 laugou-se furiosa a, carretas para obri-
gar eslas iiifelt/es a relractarem as suas aecusarei.
A juslic, se sihio desle negocio com honra. E'en-
llu us rommissarios pa jolgaraento de oito padres que tintura em seu po-
der.
O clero eslava muilo agitado. O bispo de Bayos
qoe I ir ni?cessann e pi
mesma assuci iglo.
As u venen,, cimmis-0's, e mais vanlagens a
e destgnou o seu vigario eer.il para assiilir aoiolga-
meuln. Felizmenle, o diab seccoirea os iccas.idoi
mellior que o bispo. Como e!le ab,c lolai ,i, portas,
viu-se pela manilla que cinco dus olio se baviam es-
capado. Os corarais,anos, sem perder lempo, quei-
111 noin os Ires qu- li r-1.1.
V-se pnis que Bespanba foi a pairia por eiesl-
lein-ia ta feilicsiia, assim como do romaulisrao e do
maravillioso em lodas as suas raatiifesla<;Oes, nio s
era eras remolas, como lambem nos lempos moder-
nos.
Entretanto, nio he tmenle na Ierra do Cid on le
as mulheres exerciam esse poder mgico e laseina-
dor, onde haviam e ha feiliceira.. Ellas tambera
existem enlre DOS, mas nio igo Cuma aquellas hedi-
ondas e lgubres tildas deSalenaz. Slo poras e bel-
las coran o lyrio, lerna, e graciosas, como os aojos
que cercara a la do. p lelas.
E foi urna deesas feliceiras, que vive debaxo des-
te eco de RCife, quem inspirou a seguinle crearlo
potica a urna das notsas musas :
FII.IIA HE L'M SONHO.
/ urna l'ernambuctma.
N3o vejas... se a vire., eu sei porque digo
Tu morres de amor.
Or. Macetlo.
I
Visle-a '.' ua sala, qual planeta errante,
Passnu bnlhanle,
Qual fumosa odalisca I
Embriagada, qual gentil beechenta
Das bacchanilias de-,a .recia prisca.
Era una Venus a sabir da espuma,
L a coma sparea, sem cautela alguma ;
Da riso a flor hmente,
Q te o ar perfuma,
(.iual das camelias o perfume olente !
Viste a '.' Disseras de Elcnne a amante,
lio oihar vibrante,.
No tremor .1 seio ;
(la bella M tara de gentil lurbir.le
Em f fas colchas reclinada a raeii !
E o lernas lo ds Ideal cintura !
E o eolio branco a deslumhrar do alvura...
l-'nge de ve-lo !
Tal furrnosura,
Se um genio visse, que immorlal mnlelo !
Otie bella estatua na linez dos traeos !
Oue lindos bragns
S*m rivaes celeiles I
Quem se dispensa de segur-lhc os pasaos,
llibendo a vida no ondular das ve-les .' !
Visle-a .' urna densa dos pagan, so,iluda,
Do bollo le nina llar deicrlcanlada :
Fonnnsa nympha,
Por coiidoes de fada,
Nascida, em primavera, ao p da lympha.
E o olhar ? Se o vislc n'um volver lascivo,
Mais que eipretiivo,
Fascinante c bello ;
dendo iulegralinenle a soeieda le
0 subvenglo proveniente da importancia de ca 1. co-
lima as circumslanciai do conlralo. mas reparlin lo
aquelle premio pelos proprio. clonos.aosquaes per-
lenrerao Ir quinlo, da refer la iiibvenrao.
fcslahelereu mii... ,. pena, uo caso de filia de
cumprimenio din dispoiigSea que lenho referido.
I ara assegu,ar-se da observarlo do conlralo em
todas as suas parles, e Useabiar mai. de perlo a>
medidas temida, pela asaaeieelo, julgnu coiivtnienl'
crear um eomminario li-cal deveassisitr sseisOes do eonselho sdmiolstraliva e
ds Bseemblea geral, cam a ubnaago de representar
ao governo s le quaesquer delilteragoas que Ihe p,-
reecrem menos conveniei.les, e cun a f.cuidado de
.u.lar a. que e.livereui nos ra mo contrato, e por sua gravidade pulerrm-prejadicar
u credilo ,la emigraran, ou acairelar a ruina de urna
sociedade que a ada incumbida de urna das mais
imporlanles missoe. da cloalida.le, qual tanlo se
1 gara ascspcr.ngisdo futuro, c que goza pnr Pso de
lio avuliados favores.
A associarao est orgenisada: eompOe-ie aeloal-
uienlcde 71 socios, que ja r-alisarain as primeiras
chimadas das respectivas aegoes,
O seu capital he de mH'con(oi de ris, dividido
es. doz mil aegoes de rom mil ris cada urna.
Beljasteos feros do erllhlo raplivo,
I.ouco d'amures, c a morrer de anhelo !
\ isle-a '.' di.ieras de meu -mili 1 a filh 1,
S illa a matilillia,
, Sem arle, ;, eimu ;
Sol fulguran!, qoe enlre estrellas brilha,
Porqu'in se abraza lodo o mundo,eu mesmo!
II
E o ni im I 1 adera o seu rosto,
Por liisliDctn, e nio por goslo,
Sem mesmo o bello entender.
Da mundo a crenca a mais lena _
Su lem por lito a materia,
E na materia o prazer.
Culto profano .' tima imagem,
Como as msdnnas perfefliis,
ta mouilo a rutle himen.gera
Com lodo o orgulho regcila.
Belleza e lano vollo
.Merece mais siuto culto.
O bello ? poneos o enlendem.
Ulbam, veem, nao comprehsndem
(Js f,os |rc ,, ,B0,jfc
Amam tmente os Iraifleres,
Sem pensar n'oulros primores,
Alais bellamente gems.
Ve sea rosa : cm que Cniti.te
Dn bcll> a mjsiica II ir
Na cnrulla acaso exi-lc,
Exisle na rubra cor !
Nio se v ; mai o res orne
Di rosa o cralo perfume.
Era mais cuidada, raesoulas
Se abrazein puras papoulas
Lindas rosas do Soarlo
O rumo se eleve intenso
Di mais pura adoragao.
Exige urna .na a belleza,
Oiier o clalua um pe leslal ;
k no aliar a chamraa are,.,,
C mi as rharamas da vestal.
Tocar no fogo sagrado
Deve a mallos ser vedado.
Oue seja o culto sincero,
Como 01 harpejos de Homero
A's glorias do seu paiz ;
Ideal e inebriante,
Como um suspiro do Dante
Aos pi da luida Beatriz.
Seja scnli lo e inspira.lo
Corno a voz de Saloman,
C "1 1 um ger/.ido exhalado
Di fundo do coragao ;
Oue se e\|i i.de em harmonas
Como ai sagradas Julios.
I dominando arada as causas de que fiz menglo no ul-
timo relalorio.
Grande pars dos relesi l.n Chns foi aproveilada
pelo anenal de marinha da corte, era cujol Irabalhos
se achara erapregados muilo a contento do digno ins-
pector desse eslabeleciraenlo.
Ouanlo aos qoe faram d.stribuidos a pirlirulares,
forga he confeiinr que algut na lem produzido o
resultado que se etparavs.
Esle fado todava ni 1 alttrs por si s a cinvicgo,
por mira manifestada e que ainda nolro, de que os
uiissos collvadore, especiilrarnle do norte, pode-
riam lrar eicellente partido de laes trabalhadores
como meio de transtgao, al lerem meios para ad-
quirir rom faciliUade bragos lvre. de oulras nicoei
do globo.
I.m mi oulro cu,,lio mal succedido nem sempre
deve imprrlar a cuudemnaglo de urna idea 00 da uro
svilema.
As,im o entendern) os Inglezei e os Francezes a
despeilo dos primeiros c desgracadmimoi en.aiot de
Irab.lhadoresatialicos, dos quaes colheram depois,
e continuara a colher eicelleole resultado.
A qti'lidade dos individuos iuflue muilo sobre o
bom xito d.s emprezas : com trabalhadores de mi
ndole nullificam-se osesforgos do eraprezario o mais
iiilelligcnle e zelosj. Por oulro la lo lambem a fal-
la de g-110 quanlo ao moduMe ua tratar, e uulras
circum-lancias especiaes lomara desgragsdas m mei-
raas empiezas, por melhore que tejam 01 Irabalha-
dores.
De nenhuma das b; potheies se pude pois tirar urna
illaglo absoluta.
Cotonas e presidios mililant.
Sjb-i-leui anda as uove colonias militares de que
Iratei no relalorio anlecc lente.
Da eiposiglo junta du director geral das Ierras pu-
blices conla a imrcha que tem lido as colonias mi-
niares, de que ha rcenles e positivas iiilurmagues.
Em geral, na.i lem ellas proiuzido lodos os bene-
ficios que se esperavam de suafundaglo, como ve-
ris daquelle importante documento.
Nao he porm is|d de eslranh.r, desde que se en-
tender a' di.lancia em que todas se acham dat capi-
laes das provincias em qoe fonm fundadas, e a' diffi-
culdade de cninnitii.icag.-i-s enlre esses pontos.
para completo fausto.
Se tiller. ra em holorauslo
Em cada dia urna flor.
Arda uas pyras o nardo,
.Se elevem ua voz do bardo
Cantigas de um puro amor.
(Abdallah el-Krati/.,
V. S.Aoeonrluirmot o nono ephemero Irabalho
de hoje.soubemos que n'um jornal publicado netta ci-
dade lra inserida urna variedade. em qoe alguem
nos langa era rosto um plagalo, feilo, n3o sabemos
so ao n Jornal do Commercio b de l.iaboa, ou se a
o Independencia Belg,,, pois qoe ambas as gazelai
s.lo citadas ao mesmo lempo.
Parece-nos que a idea de plagio foi um poroe sim-
ples motivo para se nos pais.ir urna descompostura
mas se boje lomo* descompotlos era arligo de o varie-
dade, ouli ora tomos elogiados pur um arligo da
i redaeglo do mesum jornal, com eipres.oe, laj
lisongeirai, a que certamenle nao temos direilo, sen-
do o artigo concluido rom a citagao de nm tongo
trecho do nosso insignifie.nle Irabalho ; he nada
menos que a praltca do celebre sxslema das compen-
sagoe. ; e por uulro lado ninguem he prophela em
10a patria. r '
Enlrel.iiilo vamos contar o que le passou. Um com-
panheiro de redaeglo encontrn na a Independencia
Belga um artigo .obre os artistas dramticos, e
susciloo-nos a Umbranga de fazer dclle om fo-
lhelim.
Cun clleilo, fizenius una especie de preaml-ulu,
retumimos o artigo, e ao concluir, miemos algamas
appliesgoM aos uossos rtstas dramalicoi. ^ote-se
que em segaids ao iio>so preaml.ulo, e para entrar
na malcra que la/.ia o objeclo do rlign, emprega-
111.w a plnate seguinle : a Spanlo 11 opihio de um
t crid ir illuslre, etc., porque o arligo estranceiru
a que alludiinos c oulros muiloi du jornal a tr Inde-
peodeucla Belga a Irasem a assignalura de o X \.n
(lulro s,n, u o Jornal do Commercio de Lisboa
rrprodurioo nrilgo iulegralmente.
Disendo nds cm principio que iamoi tratar do as-
sumpio segando a opinilo de om etcriplor illaelie,
liohamoi para irs que a re-perliva responsabilldade
nio nos perlencia ; e eremos que nio era preciso di-
zer de que parle exlrahir.imna es idea, pois que
sssm prslieam muios escriplcres nossns e estran-
g'iros, cora os quaes tee.es aprendido 'emellianle
pratica.
Se o plagio se refere ao jornal porloguez, enlao
he i.ipiissivel, porque o no.to artigo foi publicado
aqui moilo antes que ebegasse o Pelrnpolisa, porta-
dor do ajornal do Commerion de Lisboa, a que se
allude. Em fim. a historia nao so cre lodos os das.
Im lema iniciativa, os oulros a copiam lilteral-
menle, 011 a modificam .- lodos os esenptores prali-
cam detia sorie, a ninguem nunca 01 qualificou de
plagiarios.
.
ILEGVEL


nURIO DB PKRNAHBUCO RECl'NDA PETRA 21 DB SETEMBRO DE 18V7
Nettai rirrumilancia, mo he posiuvel liavtr da venlivat que coiMiltem na desiiifeco,ilo duipassagei-
parle das pruneiias autoridades a continua e uiiii
prxima Qicilucito, que fora indiapciiiivel para
desde* o teu cotr.cc,o se corlaram us abusos que por
vezet se Um dado, e tomarein-se a providencial,
ros, i o navios c sua ear
Para que parda lee* tnedidii arjam etficazmcnle
loma Ls, maniendo-si un servioo recular, uuifur-
me e permanenie, que ioipir* roofianc*, he de in.s-
ioja prompla etpediclo lie a principal condioao rit; ler utu corlejo de previdencias que aiigem deipezos
sua elliracia. I para is quao nao esla'o govenio habilitado rom us
Entretanto nao se pode descnnliecer que a insli- ] ineios neceaartot.
tui-ao de semelhanles colonia lio, e sera' sempre de
Ir.ilei, lalhoin ledos os clcalos, e o tyslema lie inev-_ de capsula de chumbo ou lacradas
equivcl, caduc.ua o contrato, lioando a empieza obri-lserao un.lia los em IOS.
os infractores
grande vaulagem, ou se c iisidercm como roen, de
promover e provocar a culiura de nussas malas, ou
como um grande elcmeulo de que se (lude lanjar
m.i!> para polica-las,
Coaviria laier inspeccionar frcquenlemenle tile.
eslabeleeimenlus ; mas lal missa. s po o leriorum-
liia a pessuasde nc.inlieoida capaodade, e doladas
ao mismo lempo, ile muilo lelo e adivinarte, alm
do que exilie o empreo de di.peas avulladas cun
as repelida viag.ns a' ponloi lu distante* das Capi-
ties, e por caminhos la iiirummodu.
Depois da reforma, de que vosdei conla em um
dos meoa relalorlos, dos presidios militares funda-
ilus em Govaz no intuito de melhorar-se c facilitar-
le a rnvegaeao da Imporlanla e extensa linha da To-
BIlUlil e Iragutya, txltletn, segundo as ultimas m-
loiin BtM do prndenle da pruviucia, Ires desles
eslal.ileciincnlo na rparcem esqu-erda do rio Te-
ciulius, e um ao lado direito do Araguaya.
.' a > os tres pnrneiros :
O ile Santa Hartura, fndalo em 7 d. novenihro
de 1^ >i com a guarnidlo de 5G p.s-oai, quatru le-
guas ibaixo da eonilueiicia dos ros das Almas e Ma-
runhao, na entrada do teiiao ;
O da Sanio Aatoitio, eslabelecido em 2o de no-
veinl.ro do momo auno, cinco lenas ao noria do
arrai.il de Amaro I.eile, com 59 individuos, incluida)
as paweai das familias das prac,si ;
< le Santa Crur. creado con. 52 pesioas, em 17
de IVvereiro do dito enno, .no lugar das antigs po-
*o*cfiaa do Descolarlo e do Espirito Sanio do Peixe,
na ni agem esquerda do rio Caunabraba, que he na-
vegas. e| al a laa lz no Maranhao ;
-Finalmente o de Santa leopoldina, competo de
13 ni Irvidaoi, e que fui fundado em 22 de julhu do
lerendo auno, no lago dos Tigres, eii'alli removido
em selembro, pela imprnprieda .;* do local escolhido,
para a margem direila do rio Ataguaya, abano da
confluencia do rio Vermelho.
Seguudo a- iu rinac/ie- do presidente da provincia
a u^ue me reliro, lodos esles presidios apresenlain
eorfdires de prosperidad?, e sua fndanlo lem ja
prestado muilo bous servidos ao comrnerci que se
dirige Parlo Imperial em demanda de sal a de g-
neros da provincia du Para'.
Em lodos ello lia, e conlinua-sc a promover, a
criacJo de gado vaceum, e de oolros animaes ; exis-
lem engenlioca e otarias montadas, casar, rochas e
nudo- objectus, corno malhiir veris to citado rela-
lorio da reparbeao gerat das torras publicas.
Calechese e civilac3o dos Indios
A lilla de missionariof, que lomem a si a caliche-
sa e civil.saeOo dos ludios, ronliiiua a sentir-te coila
vez mais vivamente.
lie por corlo para lameular-se que lito grande
i-l si." ulo predomine ainda. dillicullaudo, senao lor-
iiiii.l-i impossivel, o aprovcilamcnlo de tanta gente
que vasa erranle pelos serle. de algumas de BMiat
provincial, e que lao uteis podenain ser a si e a' su-
ciedade.
Dese-jando por lodos os meios ao meu alcance al-
leuuai ao menos esle inconveniente, reaemmendri,
por aviso d* 9 de iruii-n sllimo, ao nosso inin.slio
em l'aiis que contrataste seis sacerdotes france7.es,
que ni ii. proprios d --en: para la? arduo quanlo bu-
iiiniii.ifiu fin.
Substituido, como subsislem ainda, os motivo qui
(em ubiUilo a'vinda de missionarios eapuehinhos,
paaoeeu-u.e que devia tentar o recuiso que acabo de
i ouununicar-vu.
Se lr coreado da Hila Miz, poder-ie-ba mandar
buscar maior uumero daqurlles sacerdotes, e lere-
Dios dado um grande passo em favor da calerbese.
Cada vez auraiza-sa mais em mim a conviccau,
que a eiperiencta e o eslorio desla materia fez na-
cer em iniu animo, de que o elemento relifiioso bera
encaminliado be o mais forte .e o mais eflicaz da lo-
dos quanlo- se possam empregar para promover a
ivilii,n;i'i dos ludios, ligando-os as aldeas por mi-
ni na mais Orine e mais segura.
I.ni taes eilabelecimenlos o lemeiilo civil (em da-
do quasi sempre mao resultado, e a deve nelles pre-
dominar quando, ja inltiramenle volados os Imlice-
n i .i' vida social, e presos a ella pelas necessida'tes
que a ci\li*;.i\i) faz nascer, nao baja mais risco de a
abandonaren.!, trocando-a pela habilafa* e residen-
cia das malas com todas as uas privarnos.
Em favor deslas considerares falla bem alio a ei-
periencia do que lem acontecido com o regulainenlo
le r dejulho de 1845.
Pelo ladu Iheorico nilo se poder negar a esle re-
gulaineulo lo lo o mereciinenlo de um plano euee-
nlioso, providente rmuito bem combinado Suas Ii--
posibles parecem acaulelar toda a sorte de abusos e
prevaricaces ; entretanto em paite nenbuma I mi
elle allingido o lim a que se prupuzeram seus auto-
re?.
E a principal raza'o nSo fui oulra, no meu enten-
der, sena lar Bcado o elemento religioso por tal for-
ma subuidinado ao civil, que nao podia distnvol*
ver-se sem encontrar quasi reropre um embarazo
as atlribuicOas das directoras que, evercida, com
honrosas evcepcfies, por bomrns de pouca fe, de or-
iliii.irio sorviam s para afugentar os Imlius pelos
.ibusos contra ello- pralicados.
A reforma desla rciiulameolo lie in lispensavel.
Mas como faze-la se nos falla a base para ella, por-
que nao limos missionarios ou sacerdotes a quem
confiar soa e\ecu;;1u '.'
Ui'se-vos, no meu anterior, que no intuito n'e pro-
l-'.illa-nos anda para isso um ponto que sirva de
ltatelo de ob'ervay,ao, onde se racolhara os pasta-
genos silos, mas viudos em navios suspeilos. para......
jarem e passarem o leiupu aacasaario, nlim de el-
lar-ie que qoalquer mnlaslia pestilencial se desen-
volva nelles dentro da ridada u no centro da popu-
ladlo : devendo haver alli. Mein de idiflaios com as
convenientes coudic,cs bygienicas para a residencia
temporaria dos ineimos paseceiroi, armazens em
que se depotileui as carcas e bagocena que devam
passar pelo processo i!a desinfec^ilo, e um ou mais
trapiches que facililem a< descargas dos navios que
livrrein de ser lavados e desinlercinnados.
i'ra lambem necessario manter-se em um lal cs-
labrlecimenlo o pessosl requeiido por sua naluieza
detllltu :.'uardas liicuinbidut de prcvoinrein e
obslarcm a coinuiunicacAo entre as pettoat alli reco-
Ibidaa e aaaatqaer uulras; facultativos, ele. ; alm
de urna botica contando os succorroi mdicos de
que earecerem os doeiile^, emquanto nao poderein
ser reniovios para o huspil-il, oode (enliam de ser
Ira ladea.
S-t id ni indispensaveis nutras providencias quelou-
go fura enuineiar, e que deveriam formar mn com-
plejo de medidas invanavel e coiisianlemenle obser-
vadas no uosso porto, desde que anlrasse qualquer
navio que troutesse a burdo doetiles de molestia
pestilencial, uu os livesse llde durante a viageni, ou
fosse tuspeilo de importar eufermidade daqaella na-
lureza em razao de sua procedencia.
gada a lepor em .cu enligo estado as ras que Uve- [
mu sido desmanchadas e as casas em que se bnuver
locado, sem que pos-a por qualquer pretexto eligir e
menor iuderonlsafSe.
No ca-o contrario, porem o uoverno assim o i'e-
clarara'i edevera osemprez.irins proseguir as obras
que fallaran al o camptoaaente oe todas as dos Ircs
disliicloi.
Aqu lerinin. re esle tpico, nSO cansando vossa
paciencia com a expsita de todas as condi(;0fs do
coulralo, vislo como tem elle de ser-voi a resen-
lado.
5 3.
Vacclna.
lo mappa juolo eonsla que em Ireze provincias,
das quaes lmenla vieram pailicipacOcs, foram vac-
rinadas 14,948 paitai.
Comparado ele mappa com o que foi apresenla-
do no auno patsado, nota-se urna grande difierenca
para menos.
Iluas circumstancias pndem explicar lal differrn-
i.a : piiineira nao ler reinado em provincia iiguma
a epidemia da alila com iiitrnsidade, como na-
quelle ,.mu aconleceu ; porque, segundo ha sabida,
a parle mais imprevulenie do povo s lias occisioes
om que o perillo he imminenle se apressa a premo-
nir-sa contra o mal ; segunda ler o llagello do cho-
lera-morbos, ni nir paite das provincias, inter-
rempido por muilo lempo os habito ordinarios da
populadlo, alisorvendo loda a sua al(enc,lo e cuida-
dos, e ao mesino lempo desviado do servido du vac-
ciua |>arle dos mdicos qae nelle te empregavam, e
que se deJicarain exrlusivamenle a prestar os soc-
corros da sua profissao as ptsioai arcommetlidas por
tilo lerrivel epidemia.
Vlem dilo, continuara a preponderar do mesmo
Ail. 1\. s nal casas de pharmaria e drogas -e
poder vender qualquei remedio ou dioga : aquellas
pessaasqoe inf.iugirem a dlspntifAu desie artigo se-
ra multadas em SOf, e na reincidencia, alem do du-
plo da mulla, itrio apprehindidoi os objeclos eslra-
nhos a ua profissao.
Arl. -J'i. ()s facultativos nao lor.lo parecria com
os pharmaceuticos, e nSo pdenlo indicar botica al-
gomi para aviar qualquer receila : os infraclures e-
aos esrravos, sem que esles apresenlem bilbetes as-
ilgnados pur seus lenhorea, que aulorisem a venda ;
es infiacluresfeao mullados em ."ij rs.
TITULO VIII.
Da fera e soa polica.
Ail. 56. A fera desla ciia te continua o ser con-
forme o anligo cusiumc nos satibados, excepto cahin-
du neiledia a reala de Natal, pnis em lal caso se
rara no antecdeme ; os infractores seifio multados
em i> n.
Arl. 57. A cmara designar em que dia, que-
rao mullados em 305, sendo melada pata o denun- rendo os povos fazer reunio de feira em algum lu-
cia,l|e. : gar do termo, possim conconer, nlim da na lira-
TITL'I.O III. rem a influencia de oolrai liras, e possam os neg
I.impeza das ruaa e fonles. | oanles assitlir a lo.lai ella, sendo feitas em difTe-
\rl. (i. Todas as ras se conservaran limpas, e rentes dias, e meimo para mellior regularidade e
us propiietarios serao obrigados a ter ai frente das
casas caiadas, e os muradures que (iverein em as tes-
tadas de suas raas titea, immundicias ou qualquer
uulra couia que posta inemnmodar oo causar daino
ao publico, serao mulla las em d-5
arreeadafio dos direilos pblicos e monicipaes ; 11-
camlo desde ja prohibida qualquer reunan de teme-
llianle nalarea que so Raer noi domingos e das
sanio, por seren dias consagrados a Dos ; us in
Tractores soffrero a multa de 49 rs. e qualro das
1 ui, de nr.leni minlia, preparado pelo presidente modo as causas geraes, que lem embararad a pru-
ld junta central de liygieue publica um Irabalho
neslt sentido, o qual, com as alleracoes que ma pa-
receram convenieules, podeachar-so era pouco lem-
po em eslado de so*.-vos apreienlado.
He urna colleccilo de in.(rucnos para o rgimen
sanitario do porto, lendo por fim uiufoniiisar u ser-
viu pouJu-u sob a direccHo do ama s aoloridade
superior, e regulandu-o par maneira que posta ser
eflertuado sem as delongos e eoBtradiecoea quo nu-
las i e/os se ha nolad, mao grado o zHo e activida-
de das peanas que ale boje lera sido incumb las de
desempeirha-lo.
Nellai se deline o quesojam molestia peililenciaes,
e liguram-se as dillereules liypolbeses em que um
navio se po.le considerar sospeilo, |irescreven as medidas preventivas que a -ou repeito se devo-
ran lomar legando as dita bypolheses.
Iteconliero que islo trara' augaienlo de despeza.
Sra' porem justificado pur seu fim a pela neess.jda-
de que o re.I una a bem da aorta da popalaco, e do
credilu nilo s deste, mas tambera dos oulros potlos
do imperio, porque taes providencias, a propor^ao
que nosso recursos o forem permiitindo, se devora
eslender a capilaes a portus mais frequenladot das
provincias martimas.
Na fot s a corle o lugar invadido pela febre. a-
marella.
O ir.esmo mal reappaic;eu as capilaes da Balda,
de Pernambuco, da Paralnba e do Para', na cidade
de Sanios, e em oalrot pontos da marnha, manifes-
tando-se principalmcnle a burdo dos navios.
I'ambom for ni aceommellida no auno pasid
a coin.rcaa j Sobral, da hiiperalrit, e do Aracal;
da provincia do Ccara', mas felizmenle se aebam
hoje desas-ombradas de semelhante llagello.
O clioler-.i-niorbus nao lem reapparicido ne-la
coilecom carcter epidmico.
Nao aconteceu poiem assim na capilal e em al-
guus municipios da provincia du Kio tirante do
Norle, ras tidales de Bananeiraa, e da rea, nos
municipios de Palos e Pombal, da provincia da Pa-
rabiba, e em oulros lugares em que de novo se ma-
uifestou com inlensidade.
A' populices deaaet lugares eoutinnea o governo
por intermedio de telis deb-gadus, a prestar o au-
xilio de que po le (fispur para attenear seus sollri-
menlo.
Em algun9 pollos das provincias da tlabia, Al i-
goas, Sergipe, Espiilo Sanio, S. Paulo, Paran' e
Sanli Chitarme, manifeslou-se a varila, porem ero
geral sem caracl-r maligno,
Em diverjas paragent de Sergipe siircedeu a epi-
demia da cbolera-inurbus a de cmaras de sangue,
e em grande parte da provincia de Sania Calbaniia
reinou a losse convulsa com xito fatal em mullos
casos.
(Julia enfermidade, i.lro dm apnnladas, romecou
a desenvolvo-se uesla corle, fazeirtu alganiaa vicli-
mas, e leria consequoncias mais fuoeslai, se o go-
pagaco da vaccina no interior dss provincias
Kra supeilluii repeli-la, e indicar a medidas
que compre lomar para se melborar o eslado das
cousas a ele respeilo, nao su porqoe vos nao seria
estranho que leria de dizer, romo por me haver ja
snlcientemriite enunciado sobre esle ubcelo nos
relatnos anteriores.
;Conlinua;.
BCVEHEO DA PROVINCIA.
LE! N. 434.
Joaquun Pires Machado Porlclla, vice-presidenle
da pruviucia de Pernambuco.
Paco saber a lodos os seas habitantes que a a em-
bica legislativa provincial, sob proposta da cmara
municipal da cidade de Nazarelh, decretou as sc-
guintes posturas :
TITULO I.
Saude publica.
Arl. 1. A cmara municipal lera a sen careo os
ceimlerios pblicos, que julgar conveniente fundar
para o enterraineiito d >s calaveret de pessoas, que
no perleiicereni cenrrarias. Us infraclures silTrc-
r3n a mulla de -2(1? e cinco das de prisao, cojas pe-
nas recahirao contra as pessoas encarrigadas do rn-
leno, e contra as que derem sspulluras em oulro
lugar que nao for o designado.
Arl. >. Nao se abrirle sepnllur.is em lugares oc-
copaiios por oulros cadveres sena depnis de de-
zoilo meres ; e sendo em catacumbas, ou carneiroi
depois de dons anuos excepto por ordem de .uito-
rnlaie policial el ciea dn rMlr. airs-^'enl* rn-
Arl. 27. Ningiiem lan;ai lixo, immondicias o de pn-a .
qualquer colisa intil, senao aaquellea logares qne Arl. ">8. Todos aqnellp que Irooierem viverc,
foicfti designado* pala camal* municipal : o niliac- fazendas leccas e molbadase niait objeclos para ven-
tores sera multadu *m >, e lando eicravo em duis I deiem as feirai, e pudenlo fazer livremeule nos
du/ias de palmaloadas. ponloi ou lugares ja designado pe|a cmara para
Arl. 8. Ninguem poder lavar roupa, de barrella cada um dos ditos objeclos. sem quete mislurem uns
nu sabio, na fonle publica do po^o da bomba, e: com oulros, e i por delibera;3o da mesma cmara
nem em oulra qualquer fonle que nao fur crrenle se pdenlo mudar ; us infractor erao mulladut
*et v l>''posirl.e geraes. Entra em discuiUo rl arl. 8, que he approvado
.in. ni. as penas e inultas, cujai reuici lnciat' com a seguidle emenda :
nao livereru sido prevenidas us prsenles ailigot, I a Eleve-te na importancia dosaccrescimn antana.
enlu duplicada.. vadus.-Hodrigue. do, Santos.-, *PPn
Ari. Mi. sea immedialamente demillido, alem lodot os demais arligos sao approvadot sem de-
de resarcir u prejuieo que causar a cmara, aquclle bal.. '
liscal que pr soborno, ou patronato ou quilqoer I Eulrain am discut.ao os seguintts
oolro motivo nao justihcavel, deixar da impor as Arligos addilivo..
mullas coartante* das pr*.,nie. posturas, ou impo- I Ail. 1. Os esenvaes a labelliae. que no prazo
IW_rondic.net ou onut a qualquer hal.Uante do mu- marcado nos regulamenlo de.tarem de remelier .,
lucipiu, sob qualquer pretexto. (he,ouro, ou i, llietouiaiia nal provine.,, a, ceM -
Arfc 8,. l-ica.n revogad*. quaesquer poslurai! dOes de eiaa dus contratos de comp.a e venda du
anlerio es as pieienlet. .,_.._, bens de raz cuja, escr.plorai liverem sido l.v.ada,
Mando, por lauto, a iodattilulorid.de., qu.m ,, .rus cartn..., Incor.erao, por cana cruda nao
o conhec.menlo e execuc.au d.i rerenda, po.iuro. ..mellida, na mulla de jfijOWI a tOjOOO, que ll.ei
perlenc.r. que ai c.mpr.m e .cim cumpr.r lo .eri imposta .dminislr.livan.eule pelo prnidenl.
inle.ram.n e como ellas se cunlem. O iecrel.no | do mbun.l do lhtso.ro na corlea provincia do K.
d. prov.ncia a. f.ja .mp.imlr. publ.cur co.r.r d* J.o.,ro, e pelo, inspeclores dat ll.esouraria. de
Cidade do Rtclf* de Peruambuco, aot b de janho [ fazenda as diversas provincias.
sv'l. -2. Pica o governo autorisado a organiiar
um novo regulamenlo para a arrecadaco do un-
que delbi se faca oo para beber : os infractores
ser o molladus em i-, e sendo escravo, alem d'
mulla, que lera paga por sao senhur, solTreao um
da de pristo nu duas duzias de palmaloadas, como
convier a aste.
A meini i pena sntfrerao aquelles que loldarem as
aguas dessas fonle, dentro das quaes niuguem se
lavara e nem animal algum, e menos te laocaiao
'inmundicias.
Arl. 29. Ooalqaer proprielario de predio urbano
que quizer dar saluda as iguas de seus quintas-, o
fai.i por meio de sumidouro coberlos com vallas ; e ,0,e' serao mullados em i r
e.ncaso algum abriao canos que despejen, para a j P'itSo.
em \f %i
Ail. 59, Ninguem armar barraca nos palees das
reira, para nenes das fazerem quitandas ou qual-
quer negocio sem liconca animal da cmara, e em
lugar por ella designado, rievendo lapar as cavida-
des que por isso lizirem, sol pena de terem mulla-
dos em 85 rs.
Arl. 60. O ravallos que conduzirem cargas a
feira, apenas descarregarem. teus denos os fanlo re-
inar para fura du concur-u do povo e para lugar
onde nao embarrarera o transito publico ; 01 Intrat-
ad dous das de
de 1857 ; Irigesimo texlo du independencia a do
imperio.
arasen e, il A ^ ^ '"i r""* ?"..".*" lJJ"' JL' ^ PU l0 4 M "' "'"" *" ''
presente puslurat, que a assemblca legislativa pro- da cousa vendida, rtpirtidamenle entre
vu.cial decretou, ,ob proposla da cmara municipal
da minie de Nazarelh.
Para V. Ex. ver.
Joa Doniingoes da Silv, a fez.
Sellada e publicada uesla secretaria da provincia
o compra-
de Pemamboco, n; do u___10 _j, |tj.i7___Jo did., lera
ti.. 1 v .1.. 1 I* -i.. r .
> --------...... .>.>< e, matan <-
dor I* v*ndsdor, impotl* pelo chiles das eala-
cei de arrecdacao.
i. Art. 3. Ou.ndo nai declaraSoii feitas pelos
coiiliala-ulei na. relerida, esl.te. leder luspeilade
'nmulucaodo verdadeiro valor da propriedade veu-
roa, porem sempre para fra della em lugar onde
possam escoar : os inlracloris serao multadot cm
TITULO IV.
Dos ajougues, venda das carne e gneros.
Arl. :|0. Ninguem poder malar e esquarlejar rc-
zes para o consumo do povo tei.ao nos maladooros
pub'ieos ou particulares, com licenoa da cmara, sol.
pena da multa de 168 e perda da carne.
Arl. 31. A inatanca do gado seni feila da seis
al us des. horas da manira, e da, qualro al as seis
da larde, 10b peua de 7 por cada urna rez que se
malar.
Arl. :i->. Ninguem poder lalhar carne sem licen-
Ca da cmara, sob pena de (s de mulla, e sem que
primefro lenlia pago ao i.rrrcadadnret do impotos
01 direilos nacionaes, sob pena de 3 de mulla.
Ait. 33. Todo aquelle que malar alguma rez
doente 011 esquarlejar alguma que assim Icol.a mor-
ndo. ser multad > em O ; e em falla delle, scu
administrador 00 conductor, e oito diat de prisao.
Arl. ;li. Os conductores do galo ao mercado, ape-
nas Ibes inorrer qualquer re, a I .ira 1 enterrar a custa
de seu dono, seb pena de s,-; de mulla e qualro dias
de prisao.
Ail. 35. Nao e poder matar rez alguma cansada
00 corrida, euilo depoi de dous das de repouso,
nll pona de 13 mulla e d.m .lias ,.e prisa,,.
^:- i que a ios si-ja l.fiu sangi.1 ;a e
lia aqu.llat peswaa que i.wieui a seu cargo as se- arne esteja na sombra, n,lo sen. talhada para o p ivo,
pollina- e catacumbas. Os cadveres porem daquel- 10b pena de J? de mulla e don dias de pris.lo.
las pessoas, que liverem lUCCOmbido de alguma Ail. :I7. Sera' sempre prohibido talhar carne da
epidemia ou afferrao contagiosa licarao sepulta-j noile ; os aQouguel spr,-|0 fechado a's teis horas da
dos mais de seis mezes alem do lempo cima pres- 1 larde, sob psna de O'* de mulla
cnplo.
Arl.
coberlos pelo n.eun com seis palmus de areia ou
lrra, deven lo-se por em cada cova om s cadver,
em esparo utlicieule ; e a pessoas que a seu cargo
llierem as sepultaras, infiingindo as dUpeaicoet
deste artigo, licarao lujittl a mulla di lU e prisao
de deu dias.
Ail. i. A cunara municipal designar em cada
um povo-r.l 1 numero loftl ienle de lugares pan.
nelles sorein enlerredis os ainm ios mnrla-- de qual- n'"" '
quer especie, e as carnes conopla*. Seus donus por ] /'" O5 repesadorc dos acougues pblicos se-
etla falta serao multado* em 1?, a na pagando, I 'J0 obrigado* a repetir a carne comprada logo que
soilicrao tres dia de prisao, sendo os cadveres en- | "'es for requerido por qualquer pessoa, adiando
leados a cusa delle* ; mas ignorando-se qnem | fillla llfS0- parliciparao logo ao Bscal, estando
elles tejam. a coila da niuuicipaldade. \ P'esenle, e qiiandii nao, lomarlo tres Irslemunlias
Arl. .">. Muendo qualquer pessoa repenlinamen- e ""lado infractor para apresenlar ao liscal. com de-
le, n donu da casa onde ella livor expirado, ou quein \ claraen dos numet dat leslemunlias, abrigando im-
uat v.zes li/.er. Immedialamenle participara a au- mediatamente ao carniceiro a preeneber a falla da
T11TI.0 IX,
Dos alravessadmes ou monopolislas.
Arl. 61. Todo aquelle qae ulravessar os vveres
que vieiem ao mercado paia com elles fazer mono-
polio e reveude-lus na mesma feira por maior pre-
o qae o do cosame, seni multado em KOS rt. e
soflrer. alm da multa, nilo das de ortigo.
Arl. 6. Ninguem podara' vender nem comprar
por atacado fariaha ou qualquer legume, de que
houver necessi iade 110 mercal pira o revender 1.0
mesmo mercad 0.1 leva lo para fura, simio depoi
qoe o povo for abastecido ale a's tres horas da lar-
de, sob pena de ser multado em llt} r,, e na me-ma
pena incorrer.lo aquelles que sinislramente demorar
a venda a Ululo de maior prero al aquellas limas,
para eniao entregar pur atacado a quem ja tenl.a
contratado. Se porm viro liscal que ha abundan-
cia no mercado, e que o povo e pode ab i-i-eor al
aquellas horas sem que haja falla, poder' ante dis-
so franquear a venda en. gros.o e atacado, stm r|ue
todava fique o mercado desprovido.
TITULO N.
Dt estradas e Iransilo publico.
Arl. 63. O propritiarioa de lenas, rendeiros ou
forenos. senlo obrigados a rofjar cada um as testadas
de suas comprehenaoea, por onde bajan, de pastar
algnmai estradas, comanlo que se conservera lim-
pas. son. emharcnde matos, ramos, paos .Ir a ves.
.i-uu nutro qualquer enlulliu que piive o Iransilo
publiru ; os infractores sero multados em 65 rt. .
110 duplo pela reincidencia.
Arl. iii. Todo aquelle que derrubar arvore ou
maloi sol,re es estradas, sem que inmediatamente
as desembarace, sera' iiiulludo em 5-3 rs. Os pro-
i ErZC? i" "-" de Ju",,u >*" >> <1ll. (era lugar o proce..o aibial no, termos do
liana da Cunba I .gue.redo jnior, fllelal naier arl. 18 do regul.m.nto aun.xo a. d.cr." de de
servmdc- de ec.elar.o. br d. m se a decjsao J, d
lUgirtrada a fl. 99 ver.o do livro |. de lei. pro- gara esl. a molla de 20 por cenlo do impotlo Soa .
vinci.es. Secretaria do governo da provincia d. procorou su-blrahir. H q
Pernamboco, 38 da Jarabe da 187.-1 cancisco de' Arl. i. t'icam reduzidot mtlad. do valor at
mullas de revalklacao du sello proporcional ,, i,,o
commlnadat no decreto de 10 dejulho de|l8.0, de
conformidad* com o disposlo nos arli. 13 e li da
lei de 20 de oulubro de 181.1.
KIO DE .1 i.M-.lltn.
CUI4R.4 DOS SitS. liFl'l IDIIn,
SESSAO DE 13 DE AtiOSTO DE 1857.
/'rcsidertci do Sr. vizconde de Baependy.
A' hura do coslun.e, feila 11 chamada, e echndo-
se reunido numero legal, abre-se a seitao.
I.ida a acia da antecedente, he approvada.
O Sr. primeiro i.crelarin d conla do leguiule
EXPEDIENTE.
a Arl. 5. He o governo aalorii.da t deiapropri-
ar o edificio da alfand.ga do Maranhn, que em
virlude de senlenra do poder judiciario foi manda-
do estitoir a junta de liquidadlo dat exlinclss com-
p.inhus do tira-Para" o Maranlilo em Lisboa.
Art. 6. A receila provenient* do emprestim
do corre de orphos sera' eciiptnrada tubo titulo de
epotiloilicando em elTeilo a 2. parta du art.
IJ da le n. 77!) de 6 d. alambro de 1854.
a Sala
da commis.Oei, 8 de agosto de 1837
torre, Homero.L, A. de'Sampaio 1
Uta onieio do mi.ntlerio do imperio, communi- 9*'e' ,. "i""mAm--L- A-*
ando que fra di.pensado da comroissao de presidir ; 7: gUsl0 .dB V!,vlr-.
1 provincia de S. Paulo, para o que se l.nha pedido HT*ta'SS f *J,,"iV0,
loompelenle liceiiCa a esta cmara, o con.elhe.ro V h?^ i.n -"'J d",S;',n,0,
-I
palo Vian-
fferecidos,
. ., r Z------ ...iJiifl. .is-ciiiuiiidiT, sera muiiuao em .i? rs. Us pro-
\r(. .8. As entrad.n dos arouguei pblicos, em I prielarim, rendeiros ou foreiros, leiao respoii'a-
3. 0 cadveres sepultados as covas serao vet _* porlaa, terilo grades de ferro ou de madura
' us infractores senlo molledos em :10?.
Arl. :t!l Em cada um acoague publico llavera"
doos al qualro Islhos promplos com balanzas e pe-
sos aterido para os criadores de gado, carneiros,
porcot e cabras, lalhareiu as carnes, sem que por
i'so paguem cousa alguma, sendo prvidos dos ob-
jeclos necessarios pelos iidministradnre os acon-
gues ou arrematantes dos pesos, sob pena de i; de
loridade policial mala prxima do lugar para dar
logo us providencias e proceder conforme for de di-
reilo. Os infractores ser.lu mellado* era 10$, na
terna ala Uves*, promptamenle acudido com os ,rts ,|iai de priao, caso na poisata p.ar a
IUPII14 ll* Mil* ii.inu ,jn fnf i ,.l.. *.n... 11.. .1.. ......... & ... t.
meios de que lai.eou mao por intermedie do digno e
zeloso provedor da Sania aa da Misericordia.
Kefiro-me a moleitlaa eeeoibullees, que com ran-
d iulensi lade alacaram urna parle dos Irabalhado-
res da estrada de Ierro de |i. Pedro II. e principal-
mente o colonos italiano* contratado* pelo enge
nliiiro Boitini.
Em falta de um hospital aproprind foram o do-
ente recolhidos a principio lias enlorniaii-s da San-
ia C'sa da Misericordia. Como purem o seu oumero
muilo crc-ces.e em punco lempo, e manifeslassem
essas molestias lendencia i propagar se ni doenles
de oulras enfermid.de* que abunda va m as ditas en-
fermaras, innudoii o governo, logo que o provedor
d.i Suila Caa da Misericordia II.e re resentoe este
10 poiin, por a su i disposii;3o o grande edificio na-
c miial silo no Aadarahy, a lim de terem nelle reco-
llndo aquelles doenles, e os que de novo apparecea-
seni com o mesmo mal.
E-la provideneia que foi lev-da a elTeilo em pou-
ceder a esa reforma, l.avia procurado ensinar o no-1 co das, e o ralo d.is pe-soas incumbidas do Irela-
vo syslrma na aldeias creadas as margeus dot rio ment dos internan*, obstaram ao programo do mal
Jetan) elibagy.
i'o-ia-me agora acrecenlar que, com quanlo nao
baja ainda lempo uliicienle para te apreciar bem o
grao de permanencia a de tegarniica que devem
inspirar at relerida aldea, julguei lodavia couve-
uieule reduzr. de.de ja, a artigo! alguma medidas
qne os primeiru resultado praticos pareciam abonar
e formular instiuoos, lendo por fin rcgularlsar
mellior os referidos eilahelecimentos, e fazendo as
poulualmenle execular, colher dadut seguro, para
sobre elles assenlar o novo regolamenlo delinilivo.
Cunstum ellas inslruc^es de um doi annexos det-
te relalorio.
O mais que pod.ria infirmar-vos, no locante a es-
le ramudo servido publico, encontrareia.no relata-
rlo da reparlio.io geral das ierras publicas, ao qual
me retiro.
Ahi veris qoe, apezar de lodoi os obstculos com
qoe desde inultas anuos lula a caler hese o governo
por su i parle ha feilo o que lem cabido na pequea
espitara dos meios a' sua disposicao para inelhurar a
desgranada forte dos ludios.
Saude publica.
S I.
Infolizmcnle os dous grandes flagellos, que l-nlos
estragos lem causado nos ltimos anuos, anda 11,1o
deixaram iuliiraraanle o no,to pa z.
A febre amaralla reap|iareceu uesla coi le, quando
menos te dcvia esperar.
Comecando qor atacar, desde o mez de oulubro,
as iiipol.icnes dos navio, turtos no porto, e daln
ilesenvolveiiilu-se gradiiidmenle, assumio por fim o
carcter epidmico.
Em seguida apparereram na cidade rasos desla
anlenniiade, que ponen a pouco foram-se tornando
frequenles pela mor parle em eslrangejros, e enm
especialidade no recem-cl-egados.
au levi lodavia a me-ma inliusidade da qne nos
aocommelteu em 1850.
A promplas e enrgica providenci's, qoe para
lugu loram turnadas relativamente aus navios, acli-
vandu-se o mais poisivel u servico sanitario do por-
to, e prettaulo-se aot enfermo, no hospital marti-
mo de Sania Isabel, immediatot e rflicazet socegr-
rus, uao t obstaram ao maior deienvolvimento da
epidemia, mat lizeram-ua recuar dentro em pouco
lempo no mar, e diminuirn! sua forca malfica em
Ierra.
felizmente he na aclualulade ja moi pequeo o
numero de casos falacs que ainda appac.cem dia-
riamente, e com u auxilio da Divina Providencia
devcinos esperar que cm breve totalmente se extin-
gua 1.1o lerrivel mal.
Sendo inconveniente qui alllui-sem para as en-
femarias da Santa Casa da Misericordia ludas os
doenles que erara remedidos de diversos poulus da
idade, pois que assim se crearan) grandes fuco de
tal enfermidade no centro da pupuhico, loinou o
governo a medida de eilaheleccr provisoriamente
um llov! hospital na illia do li un Jess, para onde
foi Iransporla.ii, coma convenientes ciulelas, gran-
de numero desses domles.
O hospital inaiitimu de Santa Isabel continua a
rurresponder por ino lo salisfacloiio ao lim de o i
Hitl.tuirao.
Acha-se boje complelamenle mentada, e rema em
ludo o edificio o niuor a-s-io. Os enfei mos que alli
"e reculhcm encontrara lodos o tocfJOfroi de qua ne-
revtilam, senlo Isslillde* |ior mdicos in|p|ligeiiles
zeloso. que s lem tornada ereore* ds elogios,
nierecendo rtliltncla lugnf o ten Ilustrado e in-
l'atigavel direrlor o Dr. Francisco do Paula Can-
dido.
em sen principio, evilamto-se assim que se forniasse
um foco de inferna na Sania Casa da Misericordia,
e que a enfeimidade se irradiasse, c.....o era de la-
mer, por oulros punios da cidade.
Heferindo-me em ludo o mais que podeiia di/er-
vos no Incaute a saude piihlic. ao minucioso relato-
rindo presidente da junta central ile b)glene pu-
blica, pass a ti atar da oulru ponto.
4 2."
Asitlo da cidade.
Iea____l i I -ipp.irecid i o cholera morbos, aeeenlOU
o governo que era lempo de costar a providencia qoe
em circiunsianonis extraordinarias, provitoriameute'
tomara, de pora cargo ita reparCSo da polica o ser-
vico da ttteie de um dos don dislriclos, em que f-
ra para o dito lim dividid* esla capital.
Em consequeuria ordenou qu. eoalinaaite a ser
feilo lodo o servii;, coran anUnormenle, tnli a di-
rerc.lo e a expensas di illuslrissima cmara muni-
cipal.
A exiguidade porm da renda municipsl em reli-
ca i aos muilos encaigos que tobra ella pe-am, na
pode prrmittlr qu, apezar de lodo nseu zelo e bons
ilesejo, temelhaule servido se txecute pur maneira
satisfactoria.
I'clismcnle po,o natieiar-vos qu fi rain emliin
concluidos os ajustes que, na occaiao em que apre-
seulei u meu relalorio do auno patsado. eslava.n pen-
dente, entre o governo e Joa Prederico llotsell e
Joaquim Pereira Vianmi de Lima Juninr, einpieza-
nos do syslcma de limpeza das caa parliraiares, e
esgolo das aguas pluviaes da cidade di Pi de Ja-
neiro.
Foi j assignado o respectivo contrato, que vos se-
r presente coin os anntxos deste relatori n.lo iv
pira vosiii conheci.nenln, como lambem por canter
algumas ditposi(Att que dependem de vossa tppro-
vaeao.
Est, pois. conlralada a rea'i-aoao de um dos pri-
meirus e mal Importante* melhuramriilns de que.
em miiiha opima i. calece a ca, lal do imperio, por-
que a-saz deve corconer para o seu a-sci e salubri-
dade.
O lyslema, como i live occasiao de dizer em nu-
tro relalorio, he em sua base a essencia o ineino que
lem sido c vai sendo adoptado em algumas ci lades
dalnglaterra.com a dillerenca, cm meu modo de
pensar muilo importante, de ser obrigaleri* para o
empresarios, e ao nifsm lempo a expensas suas, a
immed.ala destnfecr_gu das materias eondnzida* pelos
Callos -ulilerr.ini'-.
Os esludo alnradiisque foram leilos pa o levan-
tan.enlo do plano das obra. iiec.ari?s, mi tame* a
que maudei proceder em Londres, os pareceres es-
clarecaos de tret dos ma anmenle, engenheiros d
mundo Mr. Stephentoa, S'r Williun Cubbm, e
Mr. Kendell a opiaiio manifeital i pelo ministro
do Brasil naquella capital em coi.sequencia do que
ouvio posteriormente nos referido* eiigenlusiroa, o
cuidado, cmfim, e as cautelas enm qoe foi orgaiiisado
o controlo, eque constan, de uns dispotir i, unidas
a emiliai.ei q.e inspira a boa f do un rzanos :
tudu i-s i me laz crer qae. dentro en pouens am.o,
mulla
Arl. C. Nei.hum cadver sera sepultado ante, de
vinte e qualru horas, conl.ulas il momelo em que
a pessoa cxpinu, e nem mais de Irinta e teis horas
depois, excepto em algOBI casos que sera delermi-
na 'os por pe tos na materia. As peason encarrega-
da do enterre, Inlrin.vndo o prsenle artigo, incor-
rertbi lias penas do antecdeme.
Art. 7. Os enlerros do* cadveres senlo feilo* da.
sele hor.t da manilla at as seis da larda, en. ce-
niilerios, logo que os houver : aquellas pestuas que
dirigirem o enterro, infriogindo etle arligo, tetio
multadas em j?.
Arl. 8. As parlas ejaneilat interna* da. igreja e
atjaiiellis exl.rua. te conservaran abe. las al ao
inflo da, excepto nos dias em que, segundo os ri-
lo c ettylos religiosos, devera os lemplo conservar-
te fechado* : aquellas pessoas qu- a seu cargo live
rem as igrejas, infriuginj este artigo, terao multa-
das em .V-.
Arl. y. Depois de meio dia o templos s se abri-
r : I-, se forem malris.es ou apella, curadas para
a administrarlo dos Sacramentos ; 2-, para as mistas
de in ulr ii.-ada e as de Natal de meia uoile em dian-
le ; :l-, duianlc os actos da semana sania ; i-, para
as solemnidad!! rrllgios*., tei?s e novenas, ou se
esliverem em cuncerlus. Aquellas pessoas qae n
reu cargo o liverem, ii.fringii.do estas disposices,
ser.lu mullados cm .'?;, e no duplo se rei"nc-
d.rcin.
Ar. 10. As horas em qu. as igrejis esliverem
abenas, os saciislaes, como guardas della, ou pes-
io .t de sua conlanca eslaro de viga para evitar
algum do-acato ou ir evcrencii ao saniuario, o que
liavemio, immedialamei te parliciparao a anlnridade
policial mais prxima para punir o delnqueme,
como fur de direo : as pessoas enearregadas da
guarda das igrejas, infriiigindu e'las di rao multadas em 'o, n.i falta cm dous dia de
pri.lo.
Arl. II. pica prohibido o enterramento de cada-
ver- nu corredor de matriz do lado contiguo a ca-
pella d Sanlissimo Sacramento, divendo ser arra-
sadas ai calaru.r.hai ou qualquer deposito de cada-
vere qoe all aiiatle, apenas se fizer o Sacraro na
cipella, qoe se esl edificando. Os infraclures sollre-
ro a multa de 30?.
TITILO II.
Da medicina, cirurgia e pliannacia.
Art. 12. Nenlium medie ciruigiilo, pbaimarcu-
lico, ou parteir. poder, evercer sua arle, sem que
aprsente a caroaTa municipal sua cria de furmatu-
ra ou exime, conforme as leis existentes, para ser
registrada ni mesma cmara, aub pena de mulla
de III?.
Arl. 13. Ninguem poder abrir botica ou cas de
drogas c nem manipular tem I.cenca da cmara mu-
e tem que
nicipel, e em que lenl.a
resida no clahelecimenln para te responrabili.tr
lelas preparac/ios medicinaos : os infractora! paga-
rn a mulla de 3D, e na reincidencia, alem do du-
plo da niult, si llier.'iii eis dias de prisa.
Arl. II. Aquelle pl.annacentico que admini-lrar
mais que uina bolira, ou cas. de drogas, inruireni
..as penas do artigo .inlecedeele.
Arl. 15. So pedern vender remedios a peo e
met laa us pharmaceulico* estabelecidoi : os iufrac-
lorcs largo mulladoi cm 25a, e mis reincidencias
alem do duplo, em Ir das de pri>a-.
Arl. 16. Ot droguitUs s vendern reme h s em
partidas aos pharmactblico etabelecidos ou a seus
agentet ou ao raeullativet que retidirem foro da
cidade, em logir onde nSo exiilam pliarmaceuli-
co e-tabelecidoi : o iiifrartoret serilo mullados
em :ltl--.
Carne, O repesador que assim nao pralicar, pagara
a multa de 68 c u duplo na reincidencia, e o carni-
ceiro lr.iuilulo.il i soflrera' olo dias de prisao, e na
reincidencia deztseis das.
Arl. 41. A cmara municipal fomecera'curraes
ao criadores e marchantes, nos quaes senlo r.rolhi-
das as res desuadas a' indiano i, percebe.ido 40
rs. por rabera*
Arl. 42, As pessoas qar veuderem gneros ali-
menticio, solidos ou lquidos, estando falsificados
ou corrompido*, depois que se verificar por ex.me
sanitario, senlo mullados em (i> por cada genero fal-
sificado ou corrompida, alem do que sera' enterrado
o meimo genero a' sua cula.
Art. 13, Ot li-caes, lodos os sabbado, e nos dias
que lien. Ihe perecer, vis.lai as botica, arrullan,
taberna*, .cougoet, holiquios e qualquer eslaheleci-
meuln depon tente de pesos e medida, nao s par
multar os infraforai das presentes po-tunis, como se
acha prescriplo em seu arligus, mas Umbera para
examinar te lees eslabeleeimenlus se icham com ti
preciso acein na ca
no os multara' em 2-.
TULLO V.
Dos corlomes e salgadeiras.
Arl. 4(. Ninguem poder' ler cutame junto n'
cidade ou ptoximo a ella, mal m em logares rein-
lo, enm licenca da cmara, assim cumo salgadeira
de couros, cujos eslabelecimenlot, alem de deverem
ser distantes do povoado, nunca sero a' margem de
ros ou fonle., .lim de que os charcos e salmneiras
mo corra.n a infectar as agoa : os miradores era
multado em 20?; e os etlabelecimenlos existentes
sera transferido no espado de seis mezes depois ds
publicaea dai presentes posturas, e bem asitm as
padaiia, tendal de latoeiroi a ferreiros, denlro do
mesmo pravo, e sob a mesma pena ; porque f.cim
p.ohiliidus taes eslabeleeimenlus dentro da cidade,
com a mulla de 20> e o duplo na reincidencia. A
cmara daetgnara' as ras em que lae eslabeleci-
menlu tenia lugar.
TITULO VI.
Sobre animaes tlamuinhos e ceimi.
Arl. 15. Ninguem poder' criar porcos em qin-
tacs dentro da cidade, menos conserva-Ios por mais
de oilo dias, e nem tilo poucD deiia-lo< vagar pelas
mas, sob pena de serem lomados c vendidos em lei
Me, enlngoe a seut dnnos o seu producto depois de
deducidas at dctpez.s ; ficando abolido ocoitume de
se eapanetr e malar os porcos a ccete ou com qual-
quer inslnune.ito qae molestetuascari.es; devendo
ao contrario ter pegados a l-eo ou a mao, embora
corram para seus dimos, senil este ohhgadot a en-
liega-lo ou a pagar a mulla de 23 por caheca.
Aquelle porcos, porem, quecorrrrem pan o malos,
eiao......lo por qualquer .inlrume.no e entregues
aos dono, arirn como ll.e sero entregues depois
de inorlo os que mo forem arrematados, sendo to-
dava elles obrigados a pag r as detpesas. Em todo
o casi, nao appareceudo seus dono*, sera' o producto
applirado para os preso pobre, e na havendo ar-
rematante aos paieot, seni > divididos eulre s pe-
caria" de pharmaeia, e "i" da Arl. t6. Ooalqaer pessoa que .
eidade, povoac.es ou qualquer parle do municipio,
encontrar algum poico em soa lavoura, poder' li-
vremeole mata lu, elogidara' parle a seu djno
para apruveila-lo ; porem casu esle o lio quejra,
ou se ignore quem soja, antes que pulrifiqnc, o en
lerrara ni areirodi I iMi.ira. ob pena du arl, i.
Arl, i". Ningeem poder' ler gado vaceum e c-
vallar aoltu em Ierras agiiculas que ullenda as livou
ras allieas, sena debaivo de terca, ou sob a inspte-
elo de pasloies e em suas letras, sob pena de lerun
mullados em 1? pot caheca ; e caso enlre em algu-
ma lavoura, o don. de-la immidialamenle dar' par-
le a fiscal para lavror o competente termo, c qoan-
do esle njtoetlejl prsenle ou nlrj ebegue a leinpu, e
nem se pois* Irazer o gado a' sua pieseuca, chamara'
dua ou tres teitemonha* para preaeneiar, contar a
yeit pelo infractor, si nao lizerem por o Iransilu
livre.
Arl. 63. Ninguem poder'lapar a seivenlia de
alguma estrada, por onde ot habitan!** do lugat
ira...tem para alguma funte, ou oulro lugar por on-
de seja enligo cosime transitar ; o infractor sera'
multado em |o rt, P doos das .:e prisao.
Ail. 66 Toilo aquelle qu. abrir alguma ciIrada
na ptoprie taile alheia, sem consenlimenlo de seo
dono, para Ihe oar mais perlu o raminbo por onde
nunca foi cuslume s. andar, seta' mulla.lo em 8?
rs. a. mesma mulla lera' aquelle que acinloameu-
le lizer Iransilo por delraz oo pela frente da ca-a
alheia, alm do que soflrera' qualro dias de pri-
sao.
Arl. 67. Ninguem poder' cavar Ierra o lirar areia
as estradas ou as ras, sob pitia d. 25 rs. de mul-
la, e deu Oa- de prisao.
TITULO XI.
Doi fugot.
Arl. 68. Todo aquelle que deixar de acudir a
qualqoer incendio na cidade, ou nao mandar pessoa
de sua casa que posta ajudar .. apagar o fugo com
agua que liver om casa, sera' multado em 99 rt e
na mesma pena Incorrera'qualquer pessoa qoe em
Jos Maria da Silva Par.uhos. commisian de
poderes.
Dito do mesmo ministerio, remetiendo a informa-
c,ao pedida por esta cmara inbre a pretenc,ao dos
prof-itores da academia das bellas-arles. a quem
fez a requisit_au.
Dilo do me-ma ministerio, dando as informarais
pandas sobre n prelenc.lo de om emprttlimo a Oul-
therm. Scliucb de Capanema. A quem fez a re-
quislo.
Dilo do meimo ministerio, remitiendo jnforma-
toes e documentos sobre a caresta do gene.os ali-
roe.nic.os.
Dilo do in i ii i-i. i in do negocios eslrangeiro, soli-
citando In-eiiea ileta cmara para o conselheiro Jo-
s Matia da Silva Patanbo ir em mis.a.i especial
Repi.b .a du I' r un v.A'Cuinrni-sao tepnle'e-.
A diicnssao fie. adiada pela hora.
O Sr. I'r, .i.Ionio d para ordem do dli
As materia anteriormente designadas.
Levanla-se a sessao as 2 horas e meia.
O senado nao funecionoo a 13 e 14.
raAituuoa.
KEGIFE 20 DE STEMBItO DE 187.
A5 6HORASUATARDE.
BETMSKCTI SHAIUL-
No principiu da semana recbenlo uina caria da
cidade de Nazarelh, em que se noi commanicava a
in.iinlesiaoau d0 cholera naquella lugar. Todos
aquelles a .-lijo c.nh.rlmeulo chegou esla li i-le no-
ticia, licaram um pouco preoecpa los, e com razlu,
suir'in ben de raz. A' commiisao de [atena
Dito dos empregados do arsenal de gaerr. da c le.
pedindo^augmento de ordeuadot. A' cummissu
de peaada* e ordenados.
lie approvado sem debate o parecer d. commis-.io
de poderes concedtndo a iic*o(a pedida pelo Sr. de-
potado Mendet da Cosa.
Entrando em discssao o parecer da commii3o de
miriuba e guerra ind.feriudoo reqiieriratnlodo co-
ronel reformado Bruta Jo-e I amen.a l.int he isla
adiad, por pedir a palavra o br. Villei. Tav.ret.
O Sr. Beuevides reclama contra a inexaclidao de
algo us apartes teus publicadas no jornal da cata.
Aclihan tue n. ante sallo Sr. Ignacio Marrouds
de Obveira Cabral, depulado pelo 3." dislriclo de S.
Paulo, be inlroluti lo com as lorinilidadis do cstvlo,
presta _.urameuto e toma asiento.
ORDEM DO DIA.
Pruueira parle.
Contina a 2.a discustao do arl. 9 da receila ge-
ral do imperio.
I-<- in-'e e apoiam-te ai seguinles emendas :
Ao S 27 ajunle-s. no fim e produrlo da ven
da em hasla publica da posse ou dominio o til din
Ierren de ...amiba a que por lei nilo esiiver desig-
nada n pessoa a quem deve ser concedida. Sergio
di Macado.
Ao S 12. Direilos de por eenlo de exportadlo,
"Un dias de prisao, se nao liver com que pague a
multa ou o damno que causar a terceiro.
Arl. 70. Todo aquelle que ariiilosamei.le tocar
logo nos campos, quer sejam seut un alheios, sera'
multado em IOS rs., e qoatro din de prisa, e no
dupl pela reincidencia, alm do ilamno cansado,
que lera' exigid pelos meius judiciies por quem n-
ver diieilo.
Ail. 71. Depois do toque de reroll.er n.lo se po-
der sollar buscape, sub pena de 25 rs. ou briaga
por viole e qualro loras.
TITULO XII.
Conservajao dat iguas.
Arl. 72. Niogutin poder' corlar arveredos de
Hurlo., ou arvores frondosas a murcem di riot, e
que terrero para conservacao e freicura das aguas ;
os infractores serao multado em 6; rs. por cada
urna arvute que uorlarem a dous das de prit, e uo
doplo pela reincidencia.
Arl. 73. Nenhuma pessoa poder botar tingu
nos rtoi t ineno lolrfar os poc.os a litlo de pescarla,
sob pena de qualro mil reu de multa, e dous d as
de prisao.
TITULO 13.
^us <"ue vtnderem cannas.
Arl. 7. Nenhuma pesioa pudera' vender cannas,
do 51
o Venda das Ierras publica 50:000. Sergio de
Macado.
n Para ser enllocado depois do 5 >2 :
Coucessao de pennas de agoa dOiOOO-. Sergio
ili Macado, a
Ailia se presente o Sr. ministro da fnendi.)
Oatam us Srs. Sarnpaio Vianna, Jacinlhi de
Alen tunea, Rodrigues dus Sanios e o raiuUtio da fa-
zenda.
A dlieusaaa lica adiada pela hora.
(I Sr. Presidente da' para ordein do di
l.eiiora de projecloi e indicacr.ei na hora compe-
tente.
A meima anteriormente designada.
Levanla-se a sesillo a. :| hora.
SESSAO DE 14 DE A(.OSTO DE 1837.
/'renitencia do Sr. vUconde de aependij.
A' dota do cosime, re'ita i. chmala, e echndo-
se reunido numero legal, abre-se a testao.
I.ida a acia da ant"cedeule. he approvada.
0 Sr. Primtiro Secretario d conla du segointe
EXPEDIENTE.
1 ra olliciu do ministerio do imperio, remllenlo
aa informarles pe lidat sobre a pretinc.ii dos im-
prega ios do archivo nacional.A' quem fez a re-
qoi-ic_ao.
Dilo do mesmo ministerin, remelttinl i a iufor-
tem que tenl.a cam.aviaet seu, ou apresen!-; ordem maca pedida p do dono do cannavial oo partido, sob pena de mil > ora eropreslimu caraira municipal da corle.A'
res oe mulla, a perd d.s cinnas ; e na reinciden-1 quem let a riqusimo.
ca pagara o duplo da malla, e um dia de pmao. Dilo do secretario do senado, communicando que
., lllLLOli. i o momo adoptoo e vai dirigir tan-cilo imperial a
ut trcniieciurt, edih.-acao e alinhamrnlo dai ras.! resolucau qae concede 12 lotera pur auno a cm-
Arl i). A camiri municipil devera' ler um cor- j prezi Ivrica, e que S. M. I. consulte ail esoliice
ntidor que ieji erilo meslr* de pedreiro e que en- ; que conceden loteras diversas matrize*. e a que
leuda d. archileclura, o quil percebei por qualqoer manda trocir ar ola do exllnclo Banco perlencenle
deacao, que fizer, don mil res, pago pur quem a lo conego Fidelll los de Morae, o decreta qu.
i de indicar e marcar o alinhaineiilo : liva a forca naval para o ano financeiro de 1858 a
do. predios qae hoaverem de edificara- no arrua-
menlu da cidade e omras ra que se hooverem de
crear bem como regular a frente delle*, conforme o
plano adoptado pela ornara. Os infractora do pa goezia d. Sanio Antonio de Padua o dominio doler-
n, sendo o corde.dor a molla de del mil reno, doado por Jalo Fradete Pinheiro e Juao l.uiz
ret, o fiscal e o dono da obra a mesmi mulla cvda
mu, a 2 da de ptisao ; alem de ser o dono da ohta
oiingadu a domoli-l*, o que ten frito a co-ta deste,
quanlo o mo fur vuluulariamente, tollrend o met-
tn di pedreitu a mull de seit mil re e dous das
priego,
Art. 76. Ninguem pudera' edificar, reedificar e
ios ^suburh'os da | demolir qoalqur obra de prdra e cal. ou de l-ipa
sem lieenea da cmara, que sera' gratuita. Esla
licenoa conced ia som.'nle depois que o fiscal infor-
mar a retpeilo, para qe se proceda a conleacao,
reedilicarilo ou demolido confu me o plano, devendo
o rrqueninenlo, anle de tui epresenlaca a cma-
ra, ter logo informado no versu pelo liscal. Qoand*
a reed.licacio for na lente do edificio, devera' a
mesma frente recuar, ou sabir em ptucura do ali-
nl.amento da ra : licindo u pruprielari ubrigado a
laier .o menos a freule de lijlo, se a ca-a tr de I pella di Santo Antonio do poilo das Caixas a nece-
i?',.,.'.e.''!*d* *m ,l.um" *'** ro Pf'ncipaei dela'ra diipevsa as leis de ainorliaca para p der
Arl. 17. N'enliom pitar.mceulico podira vender l cibecas e lomar o igual, ferro e o num do dono,
depois do qe ira' rom ellas a' casa do fiscal para te
ellecluar a mulla, (canil o olTendido com o direilo
salvo de haver do inflador a pirdtl c damnos pilos
meios ordinarl. s : no caso de reincidencia llavera' o
duplo da pona acuna.
rem-din. sem receila do facultativo competentemen-
te laloriudo para exereer a atle de curar, excepto
se o remedius furem de naluieza simples uu de
com| o-ioO'i's ja foilas, segundo o costme c arle, co-
mo os iiuuiieiilos pralicoi ; os inlraclore tenlo mul-
l em 304), sendo nielade para o denuueianle,
e Bof/terflo alem da mulla tres dias de prisao.
Arl. IS. O pbarmaceulicos e droguistas terao em
Respeitand.1 fielmente o ptnMmento das |.s mi- I nii-au
mero7ll de 28 de tc.einbro d 1853, e ... 88 do I | Arl. 19. Os plitrmaeeuliect s poderlo vender as
pecuiiiatiossublaiicia venenosas con. receilas de facultativos
ou a pissoas de rec nliecida probid.de, lalilfa-
de ouluhtii da auno pastad, o onus
pelo servio, do mete di* esas lem ile recahir nos .
resperlivo. pro|irelarios, qu licita Ujeiloa ao ac-
co-cin.o da dcima qoe o governo devota Impol 10-
TITL'LO Vil.
Da eferiego, polirli do mercado e caa de negocio.
Arl. 8. lodos os pessoas que vender... generes
oil fazeiidat, de qualquer nalureza que sejam, eque
devam ser medidos ou pesados, senlo obligada a
ler lodas as medidas e pesos alen.los denlro do anuo,
devendo essas iferic.es ler principia do I" de oulu-
bro a dezembro, e terem revistas uo mezes de abril
a jonho. Os pesos dos acuugoes, purem, senlo revis-
to! de duus em duos mezes, e quem lulo os afenr pa-
gara' a mulla de ^ po- qualquer nina medida ou
piso qae n.lo esiiver revslo
cidade designadas pela cmara, sub pena de diz mil
res de mulla, alem da demolieao a sua cusa.
Arl. 77. As cesas leneas que se edificaren, na
lento de frente menos de dezo.lo palmos ; leudo de
sobiadu, oulrot de dezo.lo ao pr.me.ru andar, vinte
au segunde e vinte ao lerceiro. As casa sera loda
de cornija; leudo asparla dot* palmo! dealtuia
e teis d. largura ; e a. j.nellas das que forem ter-
reas lerao Jiinenses neces-ahas : ot miradme, pa-
gara, a mulla de cinco mil re, e a demnln-ao da
obra a sua custa, e o meitr. da obra 10>'00 de
mulla.
Arl. 78. Ninguem poder' ler nrupembas e em-
panada uas portas a |.mella- de sua catas na rrTa
desla cidade, toh pena de 23 de mulla, e de Serem
arrancadas e queimada.
Arl. 7'.). O pto| neiai. -. das casas uesla e.dade
n3o poderao fazer b lc3o na frente de sos casis para
evitar a excavara Ca. aguas, ms tem ladrilh-r ; e
a calcadas que fizeicra de lijlo, nao lera mino
de teii palmo, sob pena da mulla de 40?. Os bal-
; cois acalca las ja ciuslruiln nr.lo demol los e de
sa deicreve dentro
Eslabt lid metilo* dwti natnreze too de indlipeo-|bre o* prellos em que eileclivamente o svsteraase
lr re disando.
A' vi-la do* calculo que mindei fizer por om dos
c..ni i.lorcs d Ibesmru nacional, esse aci-rescinio liga
aera pesado, po. lem de firar minio abaixo do que
ca ta casa actualmente depeu te cora se mullante se-r-
ii.-n, coniquanlo seja pes.imameiile deseinpenhadu,
muilo ttanalli.iso e seguido de graves inconveni-
ente!
Nilo lea, alem dille, da pesar di mesma maneira
sobre ludas ii> catet.
Segn lo o calcte* l que acal.i de referir-roa,
devena pagar pin aun gradualmente conforme i
impon incia d seu aluguel desde um inhumo de 128
ate um mximo de 100-000, que se na pudera laxar
xurbilailtt, e tala mesmo l ter para as ca
savel Mceuldade em purlut lo Irequentados como o
ile-la capital, c mu leeteiiuiuho da r:.ilisai.ao dos
p n/s que us mtnlni.
E et'ia ll. ti lo considerado na Europa o nono
hotpilel martimo, cajos relevnntet tarvicoi preili-
dos maiii.In eatrangeira desde que foi iuiliioido
tem sido por vezet, e aluda por eccaiile da ultima
epidemia da febre amarella, recouhecidos e coufe.-
ailos, em Ipruios mu eipretiiva*, per dillerenlc
jmnacs li publicados.
lim ule o auno lindo foram nelle (rala los 2 }.V2
doente*. FeJtreeram 157, curaiaiu-se 2,10.1, e pas-
taram pata o corrtnle auno 82.
A nova inv.i-a que acabamos de soffrer da Febre
amtrelli, v.ln dementtrar a ergenoit que lemas de
melborar einde maii o servido saoil.rio do noato que renderem para mais de 2:4009, ou cujo rendi-
l""'.,,, dunonto li assim aviliado.
Nao ten, pelo qoe Icnho colbido Je diveno* *t- O onu* portanto qee tera de reeabir tabre o pre-
erlplot modernos, e pelo quc tenho envide de pe- dios habtalo.por pessoas pobres ter a. 0.9 con.prfenl.t, ipologitla do sytt.m* absoluto e lu. sobietud. lento cm coinpeiiaia a Yantasen
exclusive d i quarenttnat. real d asse:..
4 ii'l!-, ii'ini l i'.'t.'tendo baiiida dos paize* Ot empretari s podem organisar a companbia
miis iilianhidos, por vexalorias >u commercio c fra do p*i, e obrigar iii-ip, ion peni de malta e de
plenle, serle multadus em 30?, e na mesma pena
...i eneran os qua venderem medicamento la ve-
lii s, que nlo pruduzain o reiullado que coin elles
se lemar obler.
Arl 21. Os pharmaceulicos que suli'iluirem um
remedio por oul.o, augmentaren) oo diminuireiu a
il-e debiivo de qualquer pielexto, sem conscnli-
menlo du f.iCullal.vo que liver patudo recula,
alem das pena em que liverem incorrldo pelo mal
phytico que ddlii resultar, sanio multados em :10?, e!
olTrerlu dous dias de prisao, que sen. dobrado no
raso de qae o cnlenno lint* maior gravidade.
Vtl. 22. O pliarmaceulicoiera obrigado a apromp-
ei
afencao que se passar, d pesos qae lev ion. laes
loldu, iob pena da mulla de 1?.
Arl. 51. ii- i :i das balaneas ou petos que o
falihcareni com accreirirao, quer sejam movis ou
lixis, uni mullido* em Id? ; ficando prohibida aa
balanjas ile melal, sujeitas a i azinhavre : o infrac-
lorc soffrero a mulla de i5 e o duplo na reinci-
dencia.
Art. .*i. Toda e qualqoer pessoa que vender mel,
leile ou azeile falsificados sera multado em l?O00
ri.
Arl. 53. O pi leirn to obrigados a ler no maior
acein e lmpm a maiiiilactura do n3o, assim como
a labrica-lo cun familia boa e-,la ; os infractores,
alera de perdereni a faiinha arruinada, a*, ili ei.i a
mulla de 8? r.
Art. 54. As casas publicas e tabernas itrio fe-
chadas as nove horas da imite ; ot liifrarturcs senlo
molledo* un ? rt., euepluandu se purera a boti-
cas e casas de droga.
Ail. 33. I'lca prohibid* a vcuJa de agurdenle
aceOes
dous
apre'eular em publico, fazendo Ireje.lo
indigna e escandalosas, sera mullido em i
das de prisilo.
Arl. 82. Ficam prohibid i a farrai publicas era
que se apresenlu.i individuos ornados com insignias
ecclesiaslicas, arremedando as funrcei do sagrado
ministerio : os inlraclore ict.1o mattaoos em 2?, e
em qualro dia de prisao ; e sendo captivo soffreta'
qualto duzias de palmaloadas.
Arl. 83. As lujas de fazendas seecas e dos artis-
tas te conservaran ecliad.s nos domingos e diis un-
ios de guarda, a excepto de livermii e bolica, lob
peni de ti.? de mull.
Ail. 84. Depois do loque de rccolher n.l i havera'
reunido* de petsoat, ou tozeria que iulerrompam o
silencio que deve reinar, e nem loque de sinos,
excepto se for para o Santsimo Viatico, oo algama
feslividade, n.lo po lendo haver dobrri de sinos mili
do que Ires veze por da, a excepto dos ofllcjos
solemne enterres ; sob peua de i? rt. de mull.
ua doui din de prisao.
portador para
Nazarelh, ., segundo om ofOclo que o governo re-
cebeu de urna auloridade do agt. V u que houve
uina causa que pro Juzio ilgam.s morles em eriin-
as, roas Iniha cenado complelamenle Ni ha ain-
da certeza qoe fosse o cholera, e alguem le inclina
a crtr qa. fosie uto reiullado de comida! de ma'
qoilidade. 9. Etc. oftkioa immedialamenle i com- .
miteao de hyei'ne, afim de que die at providen- '
cas que ella julgatse convenienle e acertadas. Na
queJIa cidade le acha urna prac de cavallaria, en-
viada d.qui pelo govern, para Irazer noticia de
qualqoer oceurrencia qoe de novo tivease logar. Alo
o momento em quetrac-moi esta linhis no ha no-
villa le algama, nem .(aquella comarca, nem de oulra
qualquer que ineree ser reproduzids.
He iucunlettavel que a empreza que si encirre-
gou do encanamento das aguas do Prala para esta
cidade, he unta dit mais uteii, das maii nec*sar!i!,
e ao meimo lempo dai mais lucrativa qu. coma-
mos ; porm, compre qo. a compsnhla que t. eu-
curregou desli grande empreza, e qae ie acha ni
puse du reipeclivo privilegio, de' maior desenvol-
vi.enio a suas operacro, aiigm-n.arilu u nume-
ro dos rhafaiizet, veu lendo annels d'agua aos par-
ticulares que a qoizerem comprar, e contlruiodo ca-
sa de binliot. Dtil'arle, ulo ha duvida que ot'.
teui lacroi hto di ser mais avallado, e os divlden-
pot ctintcqoeucia miii contidernvei!.
O biirTo de Santo Amaro, a qne algum. chamara
cidade nov, ella' boje batante povoado ; a esta
nao pequea povoacao ajumarme ai ruu do Hospi-
cio, da saudade!, Formosa, da L'nlo, do Seve e o
iramenso prolongiroenlo, ao norle, da bella roa da
Aurora, teremoi com efj-iln um mu extenso bairro,
balanle povoado, e onde le enenntram npiimoi edi-
ficio!, retiJencti moi confortare! pelas variadas van- '
lag.ns que efferece. No enlaato, toda esl. parle da
ciitad.v-ie ohngada ou a beber agua de roa's ver- '
(entes e de cannas, ou a oble-la do encinomenlo, no
el.afar.z d. ponte da Doa Vsln, a' cuta de grandes
'Hl.ould.ides. lor varias vezei lemol ouvido queixa
dos moradores daquella localidade, poi causa da fal-
la dagaa, e esla! qucixai le lem ltimamente repeli-
do de lal mrle, que nSo podrmosdemr de leva-las
ao Im.linio poblieo. Astim, he de urgente mcessii
dade qoe a direccSo da Companhia d. Beheribe (ra-
le de mandar collocar um chafariz em S. Amaro, e "
oatro na ra do Seve, ou amide Ihe parecer mai
couvenienle. I'rocedendo deila man.ira. os teus
lucros bao de augmentar iieceisiriaroenle, o alvo
qoe a companhia leve em villi, ao lomar sobre seo.
hombro a empr.za do eneanamenlo das agua, 9r'
mai alitfacloriamenle allingido.
Urna da grandes oeceisid.de! polticas e lociies
que expenmenlamoi em pailieoler e loda o paii em
geral, he ncontiiavelmenle|a rallad, um. e.lalu-
lica, qu. habilite os poderes do estado a fazer urna-*
IM* mai! aproximada potiivel di p.polac,o do im-
perio, segundo a con lira, nalureza e estado dot dif-
ferentts nidiviluos que habilimo solo da lerri da
Santa Cruz. Bem tibemoi que ttrnelhinle Iribilho
al. h obr. d. um di., e qae exige muil. eondi-
eoH que inda sa desrnnhecidit enlre mj*. Todavil,
ja se podia fazer alguma cnota a reaperto, e te a
lie. que leve o delegado do segando dislriclo, o
sr l'aes llirr.lo, fosie idopladi o pr.lieada por lo-
do a delegados dol difjerenlri lermoi em que se'
cha dividida esla prov ncia, deudo em poaco tero- *
po, com rooili ficilidaile pu leamos latier o nu-
mero de alma, que conlem i nou provincia. O Sr.
i"aai Idrrela se enenrregoo eapontoneimenl. del.
util larefa, e actualmente ube-se quintos individuos
conl.m o seo dutrirlo, a condlcao, o eitido e pro-
fissao de cad. um. Em diversos nomeroi deste jor-
nal temos publicado os Ir.balhoi esl>llil iolelilg.nl* e preslimoso delegado de polica. No
onlaiilo, i. apparecerem uolrot que te qoizerem dar
a ette Util e neceisario Irabalho, etlamos pronlplos'
a trinquear-lhes as columna do not.o jornal.
1. n I re a. lili eren le nol.c.a que da Europa noi
chegaram pelo ultimo paquete, encontrarnos i-
guinte, qae repulamos de bastante inleresse : o pr-
ximo fslabelrcimenlo d.i linlia di p.qoele Iransa-
llan(icoem Franca, fita inleiramenle ueile momen-
lo sobre o Bratil olhoi qoe daqui sao lanlai vate
v liado, para elle, lie com vivo inlerette qoe se v
esle grande piiz, com qoe a Franca lem om eom-
merrio sempre creicente,.pplicar-se com Inda adivi^
d.de a execacSo- dai vas de commiinicaao ima-
nte, das -u i. linlias de ferro ; as de I). Pedro.ll'
que na direrrao do Rio de J nei... para oulra. pru-
vinciai, ja lem cerla extenu ; a de I'ernambuco a
llahe que se desenvolvem com celeridade, aon.es-
roo lempo qoe ama compendia eXabelece vias de
coiniiiaiiicacao pratieaveii enlre a provincias do llio
de Janeiro e outra, sob a directo de engenheiros
rranceze. ; ao meimo lempo qae a companhia de co-
lon|.aSao do Mneory ic oceupa de tornar aceeisiveis
as margen, desle rio ; ao meimo lempo enilm, que
urna nova companhia de n,vegaCa se acaba de lor-
mar no Rio de Jan-.ro para o sirviro da co.la e dos
ros de Maranhln, do Ceara'e dn Poliv ; por ou-
lro lado, a visla da* empreza. uomerosat que len-
dera a por .m revoloclo o Velho continente e o Bra-
sil, v-ie lem duv.da que este novo imperio ha de,
tinado tnrn.r-se um du. ceiros m.i. importante*
doc mmerc.o do inundo,* no de.envolvimenlo curo*:
roercial qu prepara para elle, a Franca cr.ih.ee
cabalmente que ella ha chamada a lomir nulo urna
darle cons.dernvel.
A importancia que o niis-i.'negocio hlo to-
nudo nessis rege, nule tillims lempos, diz bu-
tanli o que icoutecer.' no dia em que o aerviro do*
paqoete. Irarttallanttee* for etlahelecido, e ei qe
ero cambio dos productos, dai ma
cezat, foiinos procurar nesu
les pan a uussa indo.lria
sumo
Teve lug.r no dia 17 do correle a feli de S.
Francisco da Cliagas na igreja da ord.m '.tercena.'
Foi urna esplendida .olemuidade, e urna dai pri-
meara, ceremonias religiosas, pila -ua pompa e m.g-
uili-ei.ci.i, que so celebra ne-la cidade.
A eonfraria da ordem Teiceira janla ao tenli-
raenlo de piedid* e de religin, qu. amina, vivi-
fica a idea de caridade e amor do prximo, qu*
sempre issign.Ion os actos do seo Fundidor. Tem
um magnifico rendimeoto, he verdad*, m*. este
rendiinenlo he consagrado a um fim inicuamente
_ humanitario. Maulen, mn hospital, onde e reco-
.!-."...'?" dcs Sa",OT froP0e o encerramen- ihe,.. .eoi frmio. valelud-.-iarim u enrermoi. us
quaesenoontram nene atvlo de candad* e lelgia*
I lodos os recurtm que a Tortuna ra nolio-a Ihe Mu;
. he approvado com lodvs alem .litio disltibue esmnlas com (.rante Homero de
" seus paragrapho e bem assim ai leguinles emen- nmJos pobre que retidem cm seus domiciliot pir-
. liculare.
a ao s -2, ajunle-se no fim :v produelo da ven
da em hala publica da p 1859.Inleirede.
L'm requermenlo d vigario Joaquim da Korba
Clirislaliua, pedlndo que se conceda matriz da fre-
Marinho, par etigir-se una repella a S. Flix.
A' comiii.ss.l'i de lazenJa.
I.-ilura de piojectot e indicarnos
Julga-ie objeclo de deliberarlo e va a imprimir
paia eulnirem na ordein dot trabalhos os seguinle
priijictos :
A anembla geral legislativa resolve :
" Art. nico, F.cain concedidas daas lotera, a
heucfioiu das malrize. das fregoezias de OM e do
Presidio, em Minas-Gcrae, qoe crranlo na corte
sal o plaoo adoptado para as demais j concedidas,
e seu producto sera dividido com igualdsde pelas
dila malrizes.S. K.
Sala das stsse, I i de agosto de 1857.Silvii-
ra l.obo.u
a A assemblca perol legislativa resolve :
Arl. nico. I-ica concedida ,i rmandide daca

pertuir bins di raz at o valor de 20.00WOO
rs.-S. R.
o Paro da camait dos depulados, I i de agoslo de
18Y7.Paulino de Souz.u
O Sr. Barbosa da lamn depois de algumas o n-i
der.icdes oflercce a segunle iodicar;ao, que he re-
mellla a commissaa da mesa :
Indico que, qund a discustS de qualquer
projtlo de le ou de paracer -^c conimia fr ler-
minad i em virlude de requeiiinento de encerramen-
lo, a volacilo do retpeelivo projeclo ou parecer 1180
lenha lugar no mesmo dia, e lim na sessa do
dia segn te ao du euccrramenln, a nesse sm-
li lo se reforme o regiment. Barbota da Cu-
nba.
ORDEM DO DIA.
Prlmeia pact*.
Continua a 2.a diieutiH do arl. a da receila geral
lo imperio.
_l.eem-.ee poiam-se as trguinles emendas :
,4 12. O producto dos 2 por eenlo i. Id.cionaas
era exclusivamente applicado ao melhoramcnlo das
e.lra las gr>c do imperio.
ir S 17. Fica ab.lil. a difl-renca de porte mu
tim e teirestre, lican lu gmeralitadu o terres-
tre.
Fica abolido o porte que actualmente pagam II
publicaeCfs peridicas nacionaes.Rodrigues dui
Sanio.u
o S (ii. Elave-te a cilta 200:00t!?.Rodtigue
do sania*..!
Acha-se presente o Se. minilro da fazenda.;
Ilraram os Sr. Silveira Lobo e Sergio de Mi- j rendiinenlo he eoinagrido

lu esianeierino. e em qae
i, das manjfacli.ru Irn-
nesi rico4JHk, novoi agen-
t, notnt irte eaouo rea-
la discusao.
A cantara approva.
Posto a voto* o arl.
He nronttslavel que o patrimonio he devida-
doi menl. administrado, eque'os innmero! predi... qae*
O. diver-
lerrenos de inaru.ha a que por le ule esiiver de- o consiitoera te acham "bem con.ervadoi
Unadat pesiot a quem deve ser conc*dida.Ser- sos ex-m.nislros qua se ronlam lem c.prichado em
gio de Macedo,
cumprir os seu deven, com salisfacAo di confiaija
omi/.u,,' a\Y < lOOiOHO.-?, dtga-se Alorada, obras que no ull.moai.no se eiuprcheude-
, l'.,V,7.i'*'" ,a", Mac("1"- rain e conduiram nos predios que ronsliluem o p*.
" tar._,rapi.o addilivo para ser collocado depon truno...o,man,lou-se reparar e dourar oiectu do vasls
00 JV taMo que serve de comisiono, e o altar ahi .llora-
re v enda das trra! publica!. 0:000o.Sergio d do. Lin fita, ueste anno, fez-te uir.a festa, cujo et-
.Me.ce.lo.i) plendor nao sera' deslumhrado por aquellas que te
o I ara ser collocadn depois de 5 "i2. lurrederem no ful.no
o Concet.ilo de pennat degul, 30UKI09.Sergio No dia 20 celebroo o ba.eil.1 porlugoez o segun-
de .ll-e-do.ii do anniveisatio da soa fundai_ao. l'm grande con-
(tt. tleve-te a cifra a 200:000-.Hndriguei curso de povo se reuni nese lemplo humanitario.
e em cujo numero achavam-te S. Exc. Hvma., u#
, Exms. Srt. vict-prciideele di provincli, comr'tn-
do Santos.
Todts ai oolras fonm regeitadat,


ILEGIVEL




. ;


DIARIO DB PBRNAMBUCO 9ECCNDA FEIRA 21 DI SETEMBRO DB 1857.
da celetirar-se a ratita do cosime, pronunchram se
diris n di-cur.os anlogos a' solemnidad. U sallo
onde leve logar a ceremonia es'ava decalilarntule
decorado. O estalielerimenlo oi visitado por loda a
gante, e observo-se-llie grande aceiu e ordero, im
lo u. as suas parle*. O hospital eonservun-se aberlo
lodo o da e al certa hora da noile, eposto con-
tcin:.i.,,-.-(,, publica, illuminado eiterna e interna-
mente. A' noiteiiiUuio nimia gtnla a thilar o tili-
bckcimeiito.
Fallecern] duranla a semana 2' pessoas
livrea, 2 homens, 5 mulherea, II prvulos
vos, I hoinme, 5 muiheres e _' prvulos.
-011 I",
escra-
Kstav.uuus mullo longe de aeiualhanle cintura,, coininenrljilor Dominaos Allomo Nerj 'Ferreira, em
porque ella nilo era caliivel na* circunstancial ac- leudo ralace com elle, nao deixar de bem rogara
ln;n". Sena urna loocura que exigissemos de una Dos por elle, pola manalra com que Irata a lodos
auloridadi inlerina medidas de cumproineltiunentonu em procurar saber qual a posiclo do individuo.por-
de grande iciponsaliililade, esperando lodos os dias i laudu-sa como hnineiii venladeiramente justiceiro,
qumi viene socceder-lhe. A provincia uao nacas- que aitcndu a loda e qnalquer pe* PAGINA AVULSi.
IIJ3J)"' 1I4\ S
Tentativa da roubo.Em umn daa nuiles pal-
iadas uin pnlo inlrodoaiv-ie em urna casa na ra
dos Marlyrios, coro o inloilo de a roubir, e leria le-
vado a elleilo a sua aotativa ie por acaso nao li-
vesie lido presentido pela rooradora d.i dila casa,
que saliiiido-lhe tu aucaleo, lutou corajosamente
rom elle emqu.ioto urna aua eompaoheira de casa
gnlava pe lu lo loccorro, resultando que antes que
llio prsilaasem, o galano se evadase diiando a
dona da casa ferida de urna deolada. E que lal a
brincadeira 1 Conven, pulanlo que muia caute-
la lenlia cada um em sua casa, poique di* o pro-
veibio : Quem v as barbas de seu viilulio arJer,
ueila as mas de mdllio.
Furto.Itoiitem por acaso eiKOntrnnioa um
individuo que procurou saber aade morava o sub-
delegado de S. Jos para se queiiar de um furto,
que i Use litera em sua casa em pleno di*. Ad-
mirados do Taclo, procuramos indagar dalle como
havia succedido, e elle nos .nrrou pela roaneira se-
guidle : Que acbaiulo-se sua mulber occiipada no
servido Inierior de sua casa, una quilandeira clio-
gara a porla e pedir a uin menino de ti anno-, qoe
ibe abrisse para ven 1er, o que nao duvi.lou o me-
iinio satisfacer, luppon lo qun com efTeilo ella fosse
vender alguma cous, e quando quu dlricir-so pa-
ra a sala de delra/. para dar o aviso a sua mili de que
lili le achara a quilandeira, esla o deleva, procu-
rando por meio d engaos faier com que nao fos-
ea all escobarla, ao que nao anuuindo o dilo
menino imlou gnlar, purm nao o pd.la aflavloar
por haver ella Ihe aperlado as guellas, seudo que
uesia occasiao fura a gaveta de urna mata e tirara
urna camnhj em Que contuiba algumas obras de
ouro, e foi-ia demudo o menino, que apenas se vio
solt, correa todo assuila lo pira nulo se lahava
sua mili a coular-llie o occorrido, e esla como que
anda duvidau lo do que ouvia, fui a referida gave-
la, e reconhecet que com efleilo eslava roubi-.la, o
!u cmniiinicn lo a seu mirido logo que chegou.
ez com que alie procuraste ao lubd'logado para
queiiar-ie, levando consigo ama Mlac,aodos -lij. <-
lu que liav aiu sid'i ruubi lo-. Esta revelaco que
nos pareceu revestida do cuuho da venia lo. nao
ob'tanl* noi ler sido feila por um deiconbecido, e
d.i qual ha de presumir ja Unlia o dilo lobd-lega-
do (ciencia, ifio leve deixr da ser e-merilha'.a afirn
de que seja descoberla essa ladra que a tanto ousou
para que seja rigorosamente ponida.
I'atenido.Jogaram ls-'iilcn ;I7| do correle
aos sopapos no paleo da nbeira doui valenlOes, um
piisnuo, e oulro guarda naciunal, pelo que foram
eunduiidui a presenta do respectivo sublelejftdo,
que, depoii de os haver envido, mandua que um
fosse recolhido preso ao seu qoarlel por si char
fardado, e o oulro a cadeia, ao qoe oppoz form.il-
meute este, nao s em presen; do memo guill-
is t-i lo. como mismo na ra, aoode foi tal modm
que fez.que para ser con lucido a cadeia foi misler
ser agarrado, e carragado por 8 Soldados da poli-
ca e pnmeira linha, par ni i querer caminliar com
seus p'. lie pens qoo etse valenl.lu ni etperimen-
lassa as suas forcas naquell.i ocradil, e mais pena
he que a emproga Moiot Vicente*.Uso cerlo especoludur, que-
nado de algum modo lirar um meio de vida seto
Irabalho, proc irau i um me Jico para que Ihe uassa
um alleslado por msluc, pata com elle gringear
obscripfOei, a> que ie ne llm que'uao o julgava maluco, porque se o fosse nao
quena qae o cbamasse, quiinto iiiiis declarar q le
o era, com oque despaclnndo-o, leplirou o pre-
teu.l do aquella doeumenlo. que Ibe conc des robrinho, cuja graga obleve sem olijorr.li alguma.
Duas coasas ha para notar, urna a pacliorra desse
medico, e a oulro a sem ceremonia com que se pro-
cura um alleslado para maluco ; de ludo ha nesle
Dundo, e, se assim n.lolfora, incompleta seria a obra
do Creador.
Prisili.Foi preso no da 17 do correle a
ordam do subdelegado da llia-Visla. um bolieiro por
andar correndo com uin carro na Cipunga, pagan-
do alum ilus i os IOJ da mulla. Se e>U e\-uo.io
de posturas coulinosr, nao leremos de lamentar to-
dos os dias dessslres occasionados por e<-o< boliei-
roi, e enlao mais seguros po leremos transitar pelas
mas sem receio de sermos pisados. sala' que ou-
lro lano siieeodasse aos corredores a cavdlo,
.-//mus do oulro mundo.Constando ao sub-
delegado da Boa-Vista, qus em Ilelem aiilaram os
inora lores espantados com a apparilode duas|plian-
lasmas, ou limas do oulro mundo, paiaallise di-
rigi alim de espers-las, em efiVilo em pouco
lempo leve de observa-las ; na menos limidn do
que aqoella gente, foi-se a ellas que nao Ibe poJe-
raui escapar, vin 'o parar no cadeis para fa/.erem
penitencias pelo* seu* peccados.
Jinputaco.No dia 18 do correnle a' convite
du ar. I)r. firmo, e com coinenlimeiiloi da admi-
in-ir-r.io ilu ("Uli-leiineiiius de caridade, pra-
licou o Sr. I)r. Seve a amputado de urna inilo
a um homeni que se acba recolhido no grande
hospitsl, em consequench de um cancro originado
por urna dentada de um cart/pato. A operario fui
rpida, e, segundo nos informam hbilmente de-om-
penhada, ecliando-se o paciente al a hora em que
escrevemus livie de pengo, e he de pre assim conunue, N3o podemos deiiar de louvar nao
so a pericia do Sr. Ur. Seve, como tambem o de-
sinleresse cora que se prestou a servir ao seu miso.
sita de urna ou oulra medida, mas de um complexo
de medidas, de ama alterarlo profouda em sua ad-
minisIrao.Vi : noro-.ita da um plano meditado, cuja
esecuc.au nao pide er obra do mmenlo, l'ara lo-
car nesse cortical UJ licita casi de maribondos, he
misler urna m.lo f irle e urna ba luva de uro.
O que podena faser um vice-i>re novo, poslo que cercado de honrosos precedenlr le-
la sua conduela illibada, u pelas tuas inaueinis bran-
das e sffavelt ".' He verdade que nao linhi inimigos
entre os par dos, a por consequeuria podia obrar
com mais liberdade ; pnrem islo nao bula para em-
prehender uina obra de tanto alcance como chamar
a oidem tanta gente importante, cujas posicijei eu-
cises sao mu superiores as do individuo, que eserce
a eulorioade.
Tudo quanlo de boameule se poda esperar do ac-
tual vice-prcsidenle, lem-o ella (eito de urna ma-
neira satisfactoria. Se nao alcanc.ou urna cura ci-
viea, tambem nao recaa a palma do inarlyrin, nem
durante nem depois ds sua eph-mera ndminislra;a Todava js hoiiieus honestos da provincia nao dei\a-
r.lo de asradecer-lhe a probidade, com que se lem
purlado alo ln je.
Anida assim, desejariamos que, silvo algumas me-
didas de sagar.anfi publica ou de inleresse geral, o
aoveruo nao se comproinellcse non as lulas da*
parcialidades. U Eim. Sr. I)r l'orlella dove ter
niuilo em lembran;a o fado da demissilo lo-; alguns oilleiaes d i guarda nacional de (joianua, pai a
casa, sem se mostrar eufadado pela potijao qOe oc-
cupa na sociedade.
l'aro aqui, -minus redactores, porqoe fallam-ine
os couhecimenlos uecessarios para escrever a um pu-
blico Lio Ilustrado como he o publico de l'euiam-
buco.
Aceite poi* o Sr. corouel e commendador Domin-
gos AITonso Nery Kerreira, o meu eterno reconheci-
mento, e permiilam os cos, que Feruambuco lenli.i
sempre a sua frente homeus como o Sr. coronel Do-
mingos Allomo fiery Ferreira.
IIij im, senliore. redactores, de dar publicidnde a
estas puncas hullas, que obrigado lisas ficara o seu
constante leitor.
Hece, 21 de setembro de 1857.
Joaquim Jos l'ereira.
l&tibllcQefto a pertDo.
TltlBUTU AU MRITO.
Parti para essa cidaje do Hecife a reco-
Iher-se seu corpu o niui digno e distiuclo
alteres es-sublelegailo e < i'nmnmi.ini do
dest.icamento de Goianoinha, Itaymundo
iNniulo da Silva, em razfio de tor sido retira-
do o destacamento que commandara por or-
dem superior, c por consequencia dcsotie-
rado do cargo que exercil cot tanta lhai:e-
recuar diant* de qualqucr oulro compromellim'enlo za> perspicacia C intelligencia.
dessa especie. Mo era esse um acto de que deva I Agora que aquella povoar-,1 > ia com pa.1-
arrepender-se. ou que Ihe possa liacer algum dear, sos agigantados, trilnaudo o caminho do
porque obrou resulannenle ; mas leve lirar de si I adiantanviito e progresso, tudo devi lo aos
qualquer motivo vainda injusto; de urna supposlain-esforcos, polica severa n justiccira que
lei'lereucia uo*as lulas pessuaes. : ,.,:. ,. .... : .- c- .i/. .___
Enlret.nto un, orn desla capi.sl. e que se d.i! **"*?" i "8ora. q'
orgio do parii io liberal, araba de faccr-lbo um, ac- ,s cnminosos espavoridos cornam para ou-
cusacio uravissima pela sopposla protoceAo urna lfos larosr *C issados pelas diligencias rope-
das parcialidades de Golanua, e com o lim" de fazer- tiJas, quando nao crio presos, que ja havia
si elegir depulado pro> nci^l pelo circulo daquclla ( soiTrivel felfa, que seus babilanlcs an lava
aomarca. a qualquor liora da noile desassombrados,
lina o fal
cuiilcm o Rrligo a que us referimos. O Sr. Dr. I'or-
llai illiou- Tivemos i
cal lulo, do
rarregaineiitus de ha- .quem Cor seu vordadeiro senhor, procure-n,
bu quaes cinco seguiram para lite ser entregue. Subdclegacia des.,
,rln, do ral e quairo com I )osi, do |(ccjfl. 12 (]l! Seieniliro do 1857.AC-
i;
. -
-
109.
p.ira os p
unidas ao existente a semana^pat- CIOh' 8V?e,e8?dJ Suplente.
sada proa-ozlo um deposito de j ~" la cwrfaidorla da cmara municipal
II, ,(K), que licnram boje em ser. ". l-eiile SC faz pulillfo, que llllda-se no Ul-
As vendas em atacado regularan), timo do crrenle o piazo marcado para pa- dade, tein prmnplo mi'lade de seu carregi-
de du 138 a II; ".ou a retalho de gamenlo dos impostos de cslabelecimentiis ment, para o resto e escravos a frete, trata-
175 a 18j, purm eile proco n.lo | relativos ao anno de IS56 a 1867 que ainda.se
Para o Kio de Jai.ti.o.
A veleira e bem conliecida baica nacional
Amelia, pretende seguir com muila brevi-
Fazcnilas r.incczas, suissas e allomc*.,
de seda, la, ludio e nlgodo, fjostos
inodcinos c das inelliorcs padroes <|ue lia
no mercado ; miudozas, iiijoulcrjys,
perfutturiate enfeitet, o mclhor que se
pode desojar cm tacs artigos ; ferra-
Carue secra
mana proiima.
I ,ir i n ha de trigo- Ketslharain-se 1,4<)0 barricas, e
licaram em ser 3,7U0 ; riguluu de
21-) a -J! por barrica, e de 2'c a
M-> a de Trieste.
Manleiga-------- Vendeu-se a SKOis. por librada
libra da ingleza, e de ido a 190
rs. a Ir 111 ... i.
Parts a liaiii.
O hiato aacional Livra(3o, pretende seguir
oestes 8 das, lem prompio metade de seu
Itccife 10 de setembro de 1857.O contador, carregamenlo, para o resto, truta-sa com o
Joaquim Tavares llodovalho. seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Pela mesa do consulado provincial se Azevedo. ra da Cruz n. 1.
faz publico os devedores do imposto da de- Para O Rio Grande do Norte e Assu'
cima, 4 por canto de diversos esiabelecimen segu em poucos das o voleiro hiate Castro:
tos, casas de modas, e casas que tein jogo de i quem noile quizer carregar, dirijs-se ao seu
ibilhar, do anno (inanceiro prosimo lindo del consignataiio Domingos Alves Matheos, na
ei.to, paran resto escravos arete iraia-gl.llS e todo genero de cutillariaria. de
com o seu consignatario Antonio Luiz de (,.,. ._ ", i i
iveia Azevedo, ata da Cruz n. I. L TO C ,0<'a SOlle de IDetal '
sj.,... i> i 6 rnuitosoutios aiiigos, que a enume-
a 11 II. r 4.1. i r 1 ( 1 II O
Descomo---------Continuaram de ti a 9 l|9 por 0|o l85.6 a 57> aue continua a arrecadacao ate o ra de Apollo n. JJ.
ao anno. ultimo do corrento mez, e findo e.-ie, sera
Tocaiam no porln : 5 carregamenlo* de bacalho, remellirlo seus dbitos para juizo. Mesa do
consulado provincial, 2 de selembro de 1857.
1 com a'cile di peise, nutro de carvao e 3 vapores.
Kntrararn : 4 cairegameutos de bacalhno, 5 com
faien las e gneros europeos, 1 com carvao 2 de ca-
bolagem e 3 un laslro.
Siiluraui : 3 com gneros do paiz para porlos es-
(rangeiro*, 9 de cabolageiu e I em lastro.
* i *> tft&tf i-S P' ''
. '
Icil i nao so u.1 o se proiioi a eloir;ao para diputado
provincial pelo circulo de Goianna, como un., a se
leinbruu de semelliaule cousa. Eis-alu nu qu6 con-
sislem todas es.as arguicon, lo.las eisas q'ueisas das
parcialidades, em que sempre se allnbue i autori-
dad,) a sua influencia mal.lica.
IJnaii11 perda de substancia, de vigor e de ener-
ga nes laudada, qaanla arrefecimenlo de enlhusiasmo
patriolico, quando lodas as comarcas neccssilain de
grande smnma da esforcis e do sacnlicios para a-
compauharein n movimenlo asceodenle da capital !
Causa dor, senAo asco e lelio, a-persislencia oesses
odius pequeninos, dessas vinganoas baslarda, que i juslifiquem.
emil \ I mi ,i, a u. lo .1 t...l.~ r.d .. Bal. 11 ,. .*.. ___. t? ..11 ..! ..
de, eis que foi retirado um empregado to
necessaiio, bomein tiio pacitico, e militar
Lio iii io-,i e cumpridor de seus devcies !
C-aein coji a rapidez do raio correu do dis-
taiiri". de quairo legoas a ajudar no Sr. Dr.
Cslelita, delegado do termo, na diligencia
de Pona de 1'eJras, por occasiSo do appare-
cimealo do presumido palbabole negreiro?
.Nao queremos com isso censurar, nem tan
pouco negar a libetdade de quem quer que
emanou a ordem ou medi la : taes l'ossein
as consi ieraces que ignoramos, que ludo
couitiiuem a vi la de lodas essas pardal! lades : noin
ao menos cuidain de ju^lifcar-se peratile o resiu da
provincia por algum acto de devuUc,ao, oa por al-
guuia medi ta de inleresse publico.
Vamos agora trao.ir um pcqueuo quadro das ne-
cusHades palpitantes de aUumas comarcas, princi-
palmente das duas mais nolaveis, islo be, Rio l'oi-
inoso e I', naiiiia.
A' primeira vila a comjica do Rio Parnaso lie
muito mais importante e mais rica que a de oianna,
nao s pela inaior exleus,n do -eu territorio, como
pela frtil e amena rrbeira do Una, e pela fregue7.ia
d'Agua l'rela, cojo s lo be de urna uberdade espan-
losa ; mas a eslra la de
gueiia, acaba rom a importauc a q
llio l'orm no, e a rouba d cerlo modo a' aquella co-
marca, aiu la que Ibe perlcnra pela jursdiccai'o. A
Feliz viagem desejatnos ro Sr. alteres, o
pe nu la-nos que cscrevamos estas toscas
linhas, sem olVeusa de modestia, como sin-
cera dejpodida.
Penborados como licaram nos^os cora-
?ocs, n5o podemos deixar dedesejar a tffu
ilenoiido lilho de Marte, um prospero e fe-
liz futuro ; l)oos o proteja em sua espinhosa
carreira ; e, so algum dia tiver de pausar)
ou passar por este lorro, adiara nos sos
bracos abertos, para, em ampleso fraternal,
K.^Zr.tX ? recbennos, couio Coiannistas hospitalej-
iportanca que ella dava ao ros' e ^condecidos que somos amigis do
ment.
Queiram, Srs. redactores, publicar o pre-
.N.uios entrados no da 19
New Bedford 72 das, galera americana ollell-
miinn, de :W3 toneladas, capitao I. C. I.mle,
rquipagem 32, caiga pelrerhos. Vea refrescar,
anegue para a pesca I'erlence a New-ltedford.
Havre18 dia, brigaa Ir une/. (Ciar, de 230 to-
uehdas, capililo Krancillun, cquipa^em 12, carga
la/en los e mais gneros ; a N. i), llieber Ov C,
l'ertence lu Havre.
Movios sabidos no me Csin.ragibelale nacional .Santa l.uzia, meslre
Kitevila llibeiro, ctrja bacalba i e mais ^eneros.
L'aisaceiros, Manuel R. da Paisiln, Antonio Jos'
da Silva, R isalino Jos' Sereno, Antonio Jonquim
dos Sanies Anloiiio Jos' Carneiro, llieolonio
Jos de Carvalho.
RabiaBrigue ingloi oRosalieo, com a inesiua carga
que Irmne. Suspenilou do lani-irilu.
I bcodoro M-icliado Freir Pereira da Snva.
jCONSELBO ADMINISTRATIVO.
Uco'-selbo administrativo tein de comprar
o seguiute :
l'ara o 2." balalhao de infintaria.
Molan la para fono, covados 50.
*. batalliSo de artilharia.
Casemira Carmezim, covados 7 ; bollanda,
covados 25 ; bonetes 25\9 ; ditos para mu-
sicas 21 ; palatinas, pares 271 ; sapatos, pa-
res 58* ; esleirs 200
8.- batalhia de infantera.
Caldeiras de ferro para 100 pravas 4; di-
tas para 50 ditas 3 ; jogo de balanzas, com
os pes isat 1 arroba 1 ; cordOes para canu-
dos de inferiores 10V.
9.- baUlhto.
Crav, las 33 ; bollanda para forro, cova-
dos 5o ; bonetes de patino verde 354; saia-
los, pares 3j1 ; esleirs 351.
10.- batalb-So.
Panno mesclado cor de cale, covados ni
ACARACU1 E CEAHA'.
Seguc nestes dias o biale sobral, para cir-
ga. e passageirus, lia^a-se com Caelsno C.
da Co.tla Muretra, na ra da Cadeia n. 2.
mmtos outios aiiigos, que a enur
la-Ios parecermos prolixos.
Fernam bacana.
O vapor nacional IGUAKASSU'i commaudaula
Maciel Jnior, sabii-' no dia 21 do correnle, a's 5
horas da larde, para os pollos do norte, da soa es-
cala, recebe carga para os porlos da Granja, Acara-
cu' e.Ceara', nos das 18 e l!l ; para o do Aracaly
e Asmi' no da 21, o para os do Rio-Grande do ^or-
lo e Parabiba, no dia 2il ; os conhecimenlna deverao
M.M'I'A demoiutratico a'agua que tece o han-" da
burra dote porto nu semana ltimamente
finia.
_
.

E .
-
13 23
14 l\
15 25
16 2b'
17 Ti
18 28
l'.l tu
.Nuniinarao
dos dias.
Domingo
2." feira.
3.' feira.
1.a feira.
5. feira.
(.' feira.
Sabluiln
l'roamar.
I ps inulces
11
13
15
It ii
17
17 >-
l'iisa-mar.
1 l|2p l ingl.
1
10 11-'
OI|2
10
'.l 112
i ii
ineimii estrada lambem sublrae una grande parle sent, com O que muilt) agradec lo IhCS li-
ria nbeira do loa, e o Rio Kornu-o licara' redu7.ido
a' orna eslreila xor.a circunieripla entre o litloral
e omf farba paralella a' estrada de ferro.
cara.-Um afTei;oado.
He verdade que a Campanilla l'erniiiibucan.i
de vapules costeiros lem lomado grande inleresse
pelo deseuvulvimenlo do Rio Formosn, ja aliniulo
canaes ou canalisando rio., ji eslabelecendo Irapi-
clis e oulros commodos para o commereio 'la cola,
ou ja promoveud > a abertura de estradas vicinaes,
ou de amac da graude estrada do sul ; e porem he
cerlo que o que mais Ihe convem he f 'mentar o in-
cremento, de Tanundarn, e chamar p-ra all todos
as retcales commor-aes, quer de gneros de fora
quer ,1o paiz. Oro, no mmenlo em que Tamanda-
r c'iegue a tomar um desenvolvimento lal que possa
fazer valer tolas as vsniagens do su porto, he evi-
dente que absorver loda a importancia do Rio I-'or-
moso, cando desta sorle redunda a um pouto se-
COlldario.
G 'auna, porem, com menos axtamgo, e mesmo
menos f.'rlili lade nao tere rival, e ser sempre a so-
berana do noile da provincia pela sua vanl.'ju-a pi
o io, e pelos ieimeiisos recursos t que pide dispor,
logo que se ponhi einrmniunica{*o por iioas esira-
das c mi a comarca de Nazaralb, e com tolo o seilAo
da Parabiba por l'e Iras de l-"ogo. Duas eatrada,
duas pequeas estradas, urna de eis e oulra do oito
a (le l'g ias qnanJo moilo, eis ah oque noce-sila
Dor ora G ijaiiiia para o seu deseiivolviinentn no in-
terior. Cnlieiamo le na la llio serveiiam essai estra-
das, nem a accumulacn do lodos es,es producid do
pala, sem a r.nli i., ie .lu leva-lusao entreposto do
Recife, e de proverse pe s mais baisos preeos
frotes das mercaduras necessarias para a troca desses
iiio-nios productos.
l.l.i.'il poi; n meio ,le ubler lodas ps'as vanligens,
e de por-se em rela^Ao mime lala com o enlreposfu
do Recifa '.' he a aberlora do rio J.pumim, ou a c*-
nalisac/io desse rio, lornaiidn-u naveuavel des le sua
faz ale Goianna, onde se deveria f-zer urna pequeua
baca lluctuanle, qoe bisla.se para conler quabn va-
pores 00 embarcac-s de cerlo Inte a carga ; Mo he,
urna hacia com 30 bracas de c,imprmenlo e 20 de
lareura lao somente.
Quando a iiavegar;So paro Goianna se lornasse f-
cil e segara ; quando os vapores P'ides'cui pen-liar
por enlre a cila.le, pnrqui he pruvavel que ella

'
'
CAMBIOS.
.^obre Londres, 27 l]2 ,1. a tifl d.
e Pars, 3(i rs. por fr.
Lisboa, 'J2 por % de prerr.io.
i Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de desconlo.
Aco.lo do banco 50 por cenlo du dividendo por con
ta do vendedor.
companhia de Beberibe 60JO0O por iicr;ao
a i companhia Perutmbacaaa ao par.
Vlilidadc Publico, :i0 por cenlo da primio.
i a l'ideinuisadora.Gl ide ..
o dr ealrada le ferro 20 por 0|<) da prainio
Disconto de laltraa, de 10 a 10 por cenlo.
Acc,ocs du Baen, 10 a 45 de premio.
Duro.lineas liespaiihulas.
Uoedas de bjioo vtlbns .
c b>100 nuva- .
o 4^000. .
Prala.PataeoaM brasileiros. .
Posos eolumnarios. .
mesicauos. .
ALFANDEGA.
Reudimeulu do da 1 a 18. .
dem do dia l'.l......
29j.iH0 a ilOOd
. ItiSOOO
. ibcooo
. 9j . 28000
. 2500(1
. 118II1
3WI:0',55787
i:OiJ5870
Obscrvai^ilo.
Nos dilTerentes ancoradouros do porto osrillou a
baila-mar de l( a 20 a lu I|2e22 l|2 ps nalezes,
o a preninar de 22 e 2'J a 2 1|2 e 32. Em 10 de se-
lembro de 1857. Jos Faustino Porto, ajudanli
do pralicu-miir.

titotft
;o azul, covados 54; casemira cucar- licor no e da carga que vai para o norte, lOtSo panos na ge-
rencia. II1 dia 17 do crrenle em diante, principia-
se a eulrejar i. caraa que veio do aorta nu iie-uin
vapor : nao sahlra' voluine akuin sem que fique
pago o seu frete.
REAL
fOiii|>; iihiii
uglozeN i.
de paquetes
v. por-
U3:091663
Descarregam boje 21 de selembro.
Barca inglezalinngeneiluaca e laicnlas.
lima iugleziCan testmereadorias.
liirra ingleza.Nauphnntidem.
Barca ioglozaEmiliabacalhao.
II irca inglezaBmowdlOem.
Brigue hespanholngeldem.
Biigue iniiiezI). Joannhjnclos para o gaz.
Barca ingleza Eleonor louea c Irilbos.
Barca inglzal.ancaslreferro e -:arvao.
Birca inale/aSsphocarv.lo c taclias.
Patache brasHeiro >Conitanctlivertoi ge
Brigoe porluguozMello I cn'rvao.
Edite presentemente nesla cidade nm h nnsm eslendessa ao longo do canal; quando boas estradas Bri^ue bra-ilnroDespbjue de Bein:cebla, ba-
que vive constantemente ebrio, provocando a qnai-
los eneontra, entrando por venias e caas de pado,
beben lo a comendo sem pagar, e ameafaudo a Indos
com om punhnl, de que sempre anda armado. Tem
fiito innuineraveis ferimenlos, espantando a pobres
muiheres, ollenlenlo desl'arle eom a loa conducs
torpe a malefiu a clissi a que pertince. As autori-
dades por mullas a repelidas qneisas, tlverain-no
preso algum lempo, alinal foi man lado para a
liba Je Fernando, onde esteve cerca de trisanuos.
Agora, ii,l) sabemos porque, houve quem se julgas-
se aiitorisado a devolve-lo oulrs vez a a farer-nos
presente de semelhanle fera. Chcgado lia pouro, j
tem feito tanto que ha om clamor geral contra elle.
Pedimos encarecidamente a quem compete qoe fofa
encerrar esse liejre em una gaiola de ferro, 00 inan-
da-ln oulra vez plantar batatas na ilba Rala, por-
que do contrario he provavel que elle mate al-
gqim oa que o malero. Evite-se, pois, om crime de
mais.
Joan Marn, Ferreira da Cosa, e Fiahriscos
Pedro di Oliveira, moradores na villa de Sanl'An-
na do Mallo do Assu'. aqu cheearam, ha poucos
dias, no vapor Iguarawu', (rayendo um eacravo com
o nume de Manuel. Hoja pela ir.anhaa procuraran)
a Joaquim Jos de Agulsr, para vender-lbe o dito
ascravo, pelo qual pediam su 1- rs,, daclirando, qu?
o dariam por menos, o eicravo olT-recdo, pela
i la,le, cr, e estado phisico Valeria 1:91109. A in-
significancia du prec.o, e estado de sobresalto dus
vendedores, lixeram desconfiar o comprador, que
os foi denunciar ao Ur. chefe de polica, que os
mandou filar, ttecobrio-se, que o cabrinlia de 21
anuos de idade, chamado Manuel Joaquim, que era
ofletecido a vend, he bvre ; que fura alugado no
Assu', para os acoinpauliar, e que chegando a esla
cidade, o aconselharam para dizer, que era escravo,
pois so ssiin escapara de ser recrotado. O Jilo
Blsrlins forgicoo urna procurarjo em nome de Joa-
quina Kerrnra da Cusa (de quem dona ser o cabri-
nha eseravo sutorisando a vende-lo. E*(ao debai-
xo do auno do uaecimento em comas, com a poli-
ca, que desla ve comeguio pegar os espnenles
com bocea ni botija. Silo modos de procurar a
vida. .
O nos.o as- guante Sr..Rodrigo Antonio Bra-
s'ileiro Maceu, residente em Micei, quei\a-ie qui
nunca recebe os seus Diario- pelos vapore* da
Companhia Pernambocana, no enlritanlo que nao
i pira elle, como para lodos os insis senliore- subs-
criptores os leva os referidos vapores.
Hospital de caridad*. Esisliam no da 18 do
correnle 22 homens e 25 muiheres tratados pela ca-
ridade ; 19 humeas e It mulhiret que pagam a caa
e 11 pravas do corpo de polica. Tolal 96 doeutes.
At amanh.ua.
ommuntc.3b0.
ANDA ALGUMAS REFLEXO'ES SOBRE O
NOiSO ESTADO INTERNO.
III
Nos nossos anterioros ertigos fallamos algumss ve-
zes 11a influeocia male'ica da autoridad!, e pode al-
guem pensar que. em geral, consideramos loda e
qual quer autoridade como um mal, ou pelo menos
que nc.nhura berh della so pode esperar. Nilo foi
esse o nosso pensamenlo, nem poda le-lo ; nni-
guem acata e re iie lo que mo, o Dos nos livre de urna dootrina
conlnria.
Dizia Thomaz Paine no seu opsculo do senso
cun-.'im que todo o governo era uro mal, mas
nm mal necessano ; e nos dzimos pelo contrario
qoe be um bem, porque satisfat i urna grande ue-
eo-si la le, e sem o qual nao seria possivel uenliuma
sociedade humana ; mas enlen la-s iuualmenle qui,
se temos o soverno como om hem. quando cumpri
a sua missan, e satisfaz o seu mndalo, torna-te um
mil iusuportavel, quando abusa 'a autoridade que
e bous depsitos de fazenlas, qoe
muilo mais baratas qoe Parabiba,
lodas os habitantes de Nazarelb e
serillo ; Goianna pedera glmiar-se de ser I rival de
todas as rapilaes das pruvincios, que Ihe licam ao
norte al a Cear.
Pan compribender tudo quanto acabamos de di-
zir, basta o simples senso commum ; porque nin-
guem duviilai que ludo islo 11A0 seja mo realisa-
vel, assim cmo quo bastara quere-lo para que ludo
llvesse cometo em hem pouc^ lempi. A canalisaco
do Jap uii-.in he obra decrclada, v pars a qual ja' se
concedeu um crdito ; as.im romo a estrada do mir-
le, cujo limite nalurd he IV Ir i- de Fogo; e nilo ve-
mos inr.iiiveiii-nle emque sa suspenda por ura a que
se esta fazeudoalem de Fraaozo, para rnidsr prnci-
palmenle na varzea do eugenbo novo, qoe be de ur-
genle necessidade.
A estrada de Naiarelh he urna obra municipal,
nao vemos nenhuma dilliculdade, em que ella se
emprehenda por nina cuinpanbia com cerlis conces-
soes ou Karanhas por paila do governn ou da a*som-
bla provincial.
Ser ludo islo nm lonbo? Dio, grai.is a Dos, nilo
estarnos sonhando, porque alo ah chlgl I DOSS1
pobre inlelligencia ; ludo i gsr qoe esta' an alcance de medianil capacidad**.
Na> se diga que as nossas enmarcas lio 1,1o faltes de
inteligencia como de potriotinno ; nilo ; o que Ibes
falta h> o adjulorio de bons cons-Hios ; filta-llies
quem l!ie falle urna linguauem franca e desinteres-
sida ; quem, lonae da fnmenlar essas misereis in-
trigas, as combala e as sligmalize ; falto-lhts sobre
ludo urna direcoao mais nenradn ; e come na nossa
Ierra temos feito dogiverno uin talismn, lern-lbe
rallada a varinln de eondla do governe ; porque
para dominar e impor basta nina vara de Trro.
Porque pois nao se formar.,' urna companhia em
Goianna, que conlrarle com o governo que em-
prebenda e administre Indas essas obras, que seja,
por assim dizer, a procuradora nata dos inleresses
maleriaes da comarca ; solicitando, requereudo e pe-
dnido nos poderes do estado todos os meins uecessa-
rios para levar a etlelo os seus projelos, e toda a
prolecr;lo e garanta para as obras que I companhia
emprehenda por si, quer no seu proprio inleresse,
quer no da comarca e provincia "! Ora. supponha-
mos quo Goianna alranrava ludas os favores neres-
sarios para suas emprezas, que dentro de duus anuos
se neh.vam cuiiclnidas aaiatradaa de l'edras de Fogo
e de Natarelh, e em andanienlu o canal de Japomim;
qual seria a iiuporlanria daquella cidade, loruando-
se or is.o o nico entreposto do noile ? *
Temos diso exemplo na provincia, v>to qoe a
eompanbia ana vapores coslelros y se encarregon
por parte da mesma provincia de olrzumiis oras no
sul, cujo promplo andsmriilo convinha a sens inle-
resse ; porque pois oulra compmhin nao se encar-
regaria das obras do norte '.' porque mesmo a eslra-
da g*ral do Recite a Goianna nao seria arrematada
ou empreilada pela companhia '.' Ella lena ns seus
eugenheirns, faria levantar as ave* planl-s e er^ar
as obras que emprehrndesse, ou que pielcnde-se
contrariar enm o enverno ; cm cujo caso o presiden-
te da provincia arbaria na-i s grande apoio un com-
paobia, como bnu garanlia de tegaraoea e de
eslabilidade pareas obras de que ella sa encarreaasse,
porque i,|i, mesmo eslava em seus inleresses. llave-
ra' anda algum scepllco em Goianna, que Bros lenha
por visionarios? lalvez, mas esse deve ser, alem d^
sceptico, menlecaplo.
ArUtiiet.
Continuarse ha.
talas e albos
all i-b r 1.1:1, i ,.
eonvid.isein a | Br'KUB \?"cx?!}*\ri'"?ha .Jtoeljoa.
do'noria al o
MOV1MENTO DA Al.l NDKGA.
Volumes mirados om fazendas ....
" com geniros ....
Volumes sabidos
com fazendas
com gneros
Tolal
Tula!
510
141
631
351
i y.
806
IUPORTACU.
Brigue 1 iiirle/. Elisa Gieove.n vinda de Ter-
ra Nova, consignado a J. PalerA: ('.., mani-
feston o sc-juinte :
2156 barricas bacalbo ; a oniem,
Barca ingleza Fmily,,, vinda de Terra
Nova, consignado a Saun lers & C manifes-
lou o seguiute :
2199 barritas baculbo
CONSULADO
Heinlimenlo do dia 1 a 18.
dem do dia 19. .
; aos mesmos.
GERAL.
. 3f.::i.cl2
. ;is:.vi
36:583*87
DIVERSAS l'ROVINCIAS.
Hendimento do da 1 a Is. .
dem do dia 19...... .
l.-789938
nujwi
1 :V36f239
DESPACHOS-DE BXPORTACAO PELA ESA
DO CONSI LADO DESTA CIDADE NO DIA
19 DE SKTBMBttO DE 1857.
Lo,nd._Brigue porlogeei sForladora, Thomaz de
Aqu p louseca ^ Filho, 7 iiipas agurdenle ca-
clio.j .
EXPORTACAO'.
Biieiios-Avres por Montevideo, barca hespanhola
i'Chrislinaii, de 319 toneladas, conduziu o seguiute :
--1,450 barrlca c 350 Meco* com 12.311 arrobas c
28 libras de as gaardrnte.
llio de Janeiro, barra nacional Rerifen, de 332
tonel nas, roudorio 9 seguinle : 2,901 saceos c
J 1:1 1 -ricos enm I0.19U arrobas e 29 libras de assu-
car, 23 pipas cachaba, 3,911 mcioi de sola, 35 cai-
sas volas de carnaiib.i, P25 mullios de palha de car-
nauba.
Hem, barca nrc onal Ya.vaa, de 267 toneladas,
condono o segointe : 2,569 saceos c 500 barricas
com 16,563 arrobas de assucar, 12 pipas cachaba.
1lH sacras algudu, 1,031 meios de sola, 301 diizias
de coros de lirar agiia, t 010 cocos com cas'a, 12(
mollina de palha de carnauba, 8 libras de pennas
de ema.
Philade'phia pels Parabiba, brigue americano
Branlj-wi-en, de 235 toneladas, conduzio o se-
onte : 7.50 sarcos assucar, 2,000 couros seceos
"algados.
/labia, lancha nacional iLWreeSo, de 10 tonel,,-
das, Conduzio o segunde : 152 saceos cera de car-
nauba, 1 carro de condozir gneros.
RECEBiiDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEKNAMBl'CU.
Olllm. Sr. inspector ua tbesouraria
provincial, cm cumprimento da ordem do
l.\m. Sr. prcsiiieiite da provincia, manda fa-
zer ublieo, que no dia 8 le outubro pr-
ximo vindouro, pernote, a junta da fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar
a quem por monos lizer a conservaoo per-
niati uto da estrada do Pao d'Albo, avallada
em 6:900-: rs por 10 mezes, a contar do I,"
de novenibro do correnle anno.
A frramataco sc-r fcita na forma da lei
provincial ii. 343 de 15 de maio de 1854, a
sob as clausulas esjieciaes abaixo copiadas.
As pessoas-quo se propozerem a esta ar-
remataeflo compaiccaTi na sala das sessOes
da junta no dia cima declarado, pelo meio
dia competentemente habilitada.
E para constar se mandou allixsr o pre-
sente, e publicar pelo Diaiio.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 3 de setembro de 1857. se-
cretaria, A. F. da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1. Executf,r-se-hao os trabalbos da con-
srvatelo da estrada do Pao d'.llho de coil-
formidalc eom o ornamento approvado pula
directora em conselbo, o apiesentado ao
Esm. Sr [iresi lente da provincia, na iinpor-
tancia de 6 900^- rs.
2.* O pagamento verilicar-se.-ha em 10
prestaqoes iricnsaes.
3.* Para ter lugar o pagamento de cada
prestacSu ser* misler, que o arrematante a-
presente attestadodo engenheiro, provaudo
ler cumplido as suas obrigacoes.
*. Para tudo o que nao se adiar especi-
ficado nos presentes clausulas, nem no or-
cimenlo, seguir-se-ha o que dispCe a res-
peilo a lei provincial n. 2S6.Conforme.
o secretario, A. F. da hiinunciar;o.
O lllni. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em camprimanto da ordem do
Kim. Sr. presidente da provincia de 2 do cor-
renle, manda fazer publico, que no dia 1. de
outubro prximo yindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria, se hade
arremalur, a quem por menos lizer a obra do
em^edraineulo indiscensavel no 16.", 2i.'' e
25. ltigos da estrada da Victoria, avallados
em 5:6I;000 res
A arrematado ser* feita na forma da lei
provincial n. 3i3 de 15 de maio de 1854,!e
so!) as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matacn eomparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio da competentemente, habilitadas
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de setembro de 1857. O se-
cretario, A. F. da Aiiiiunciaco.
Clausulas especiaes para a arretnatacao.
1." As obras do empedramiento nos 16.*,
2l.'e25." laucos da estrada da Victoua, na
oxietiso de 600 bracas correles, executar-
se-ho de conformidad^ com o orcanienlo
approvado pela directora em conselho, e
apresentadoa approvacfio do Exm. presiden-
te da provincia, ua importancia de SiBiOOoO
res.
2." as obras priucipiaro no prazo de
um me/, c lindaro no da 7 mezes, ambos
contados de conformidade com O Brt. 31 da
lei pioviucial n. 286.
3.a (i ,-azaoieuto da importancia da ar-
renitaco realisar-sc-ha na forma do rt. 39
da mesma lei provincial a. 286.
*. O arrematante cxcedcnlo o prazo
para a conclusSo das obras pagara urna mul-
ta de loo-i is. por cada mez, enibora Ibe seja
concedida prorogaco.
5. O arrematante durante a execueflo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." u arrematante ser* obrigado a em-
pregar ua execucao das obras, pelo menos,
melada ilo pessoal do gcute livre.
7.a l'ara ludo o mais que no se achar
determinado as presentes clausulas nem no
orcariienlo, seguir-se-ha o que dispoo a res-
peito a lei provincial n. 280 Conforme.
o secretario. A- F da Miiiunciag.ao.
nada, revados ll ; bollanda para lorio, co-
vados 1^(i, bonetes do panno verle IOS;
gi a va tas 2; aa palos, pares 208; manta de
13a 1 ; esleirs 207.
Companhia de artfices.
Ilollanda pora (otro, covadoa 16; bonetes
118; ditas paia invlidos4; palatinas de
panno, liares 118 ;. esleirs 122; sapatos,
pares 210.
Companhia de cavallaria,
Freios singlos 23 ; bonetes de panno a-
zul 60 ; gravitas 2S ; luvas de algo lao, pa-
res 60 ; mantas de La 28, sapatos, pares 60 ;
cotburuos, pares 60 ; esleirs 60.
Meio balalho do Cear
Grvalas 50; bonetes de panno azul 50.
Obras do hospital regimental.
Cal, alqueires Ib; areia, canoas 10 ; ta-
boas de louro de assoalho, duzilsS.
Armazens do almoxarifado do arsenal.
Scccanie, arroba 1 ; carvao de pedra, to-
neladas 18 ; rame de lato n. 8, arrobas 2 ;
chapa grande de ferro para o fogao do quar-
I tllC'\0re ; .'"'OOJWllWScaoda Nodj, B desle m espera-., do sul o vapor
?O palmo,, i; Jila do dita de 32 palmos I ; MEDWAV, comin.indanle Roberto Sawver, o qual,
cuchantes de qualidade 12 ; tahoas de louro depois da demora do costme, seguir para Su-
de assoalho de I i a 16 pollega as, dtizias 30 ; Ihampton, locando nos porlos de r-'an-Vicenle, Te-
hollanda para forro, covados 4196; botdes ""'s Madelra a Lisboa : para piuagens, etc., tra-
prelos de osso, du/.ias 3214 ; ditos brancos''" ,*.(,?,n* 3ei"^ A(lam," Howei&C., ruado
grandes, ditas 4226; ditos ditos pequonos,
dilas 3007 ; ditos grandes de metal bronzea-
do com o n. 10 2422 ; ditos pequeuos dito,
com o mesn.o numero 1730 ; ditos grandes
dito, coai o n. 9 4956 ; ditos pequeos com
o mesmo numero 8540; ditos grandes de
metal amarello, com on 4, 3798 ; ditos pe-
queos dito com o mesmo numero 2250 ; di-
tos grandes dilo com o 11. 3, 1652 ; ditos pe-
queos dito com o mesmo numero 826 ; ai-
los grandes dito com a leltra It 810 ; ditos
pequeos dito com a mesma leltra i80 ; di-
tos grandes com a leltra 1 700 ; ditos pe-
queos dito com a mesma lettra 550 ; cl-
cheles pralos, pares 1530 ; pelles de lu-lre
para bonetes 35 ; taboas do amarello de as-
soalho, duzias 6 ; oleado, covados 60 ; pn-
no verde, covados 2767 ; dito azul, cova los
2502; brim hranco, varas 5933 ; algodSo-
zinho, varas 3178 ; panno preto, covados
295; casennra encarnad, covados 97 ; dita
carmezim, covados 69 ; dita amarella, co-
vados '.); dita verde, covados 10 ; cordiio
preto de ISa, varas 2108; aiiiagcm, varas
515; azeile de cirrapato, caadas 980 ; dito
de coco, ditas i; lio de algodao arrobas
2 ; pavios, duzias 9 ; sob, mcios 200 ; velas
de carnauba, libras 320 ; rclogio para enfer-
mara 1.
Quem quizer vender, aprsenle as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conseliio, as 10 horas do dia 23 do correnle
mez.
Sala dassessoes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de. guerra,
16 de selembro de 1857.Jos Antonio Pin-
to, presidente interino. Bernardo, Peraira
do (.'armo, vogal e secretario.
O lilm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resoluco
da jontn da fazenda, manda fazer publico,
que a arrematarlo da obrado 9." lauco da
estrada do norte, vai novanienle praca no
dia 8 de oulubro prximo vindouro, avaha-
da em 9:236/426 rs.
E para constar se mandou nHix.:u o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambufeo 17 de selembro de 1857.o se-
cretario, A. F. d'Annunciaco.
Directora das obras mi-
litares
Precisa-so concertar o paiol de plvora da
fortaleza do Brum
Impicho-Noso n. <2.
N. 11 Os cinlnullios su se receben! ale duas ho-
ras antes de s feehareiu as malas, e depoii maii
una bora pagando entilo um palacio alm do frite.
I*ara o *iio dt -/aueiro
O brigue nacional Laura pretende seguir
para o Rio le Janeiro com muita brevidade;
tem promplo parte de sen carregamento :
para o resto e escravos a frete, para os quaes
tem cxcellent.es co.11 modos, tr?'ta-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ru d Cruz 11. I.
Para a Bahia.
A veleira e bem conliecida sumaca nacio-
nal llorten-ia pretende seguir para a llahia
com mulla brevidade, tem a borlo metade
de seu carregamenlo : para o resto c escra-
vos a frete, irala-secom o seu consignatario
\ntonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruz n. 1.
-*
O vapoj nacional PERSIM'CGA, commairdinte
o lenle Moreira, -alnr.,' para osjiorlos do sul coro
escala per Tsmaadare, Barra-Crande, Porto de Pe-
dia, Camaragilie e Macelo, no dio 25 do correnle
mas, a's 6 lieras da lorie, reetbe-se car(a it o da
21 as i horas lambem da tarde, e ele esla bora de-
verilo eilar no ascri|.dorioda gerencia lodos os conhe-
ciineiiti -.
- I rs*
Leilo.
>
(Sorre5p0tt.3ettria.
.Srs. redactores.Moila salisfa(;ili tenho pela pri-
meira vez qdi recorra is columnas do seu euncei-
I11alnj011.il para mostrar ao publico en) eeral que
lambem >ei apreciar as boas aoatl lades de nm cida-
it.io honrado, de um chefe, que sabe allrahir de (0-
P-ir tinto, qainlo falUmos no mal que a autori-- dos os cldadkof, qoe o procuram, a verdadrita ijrm-
dado poda fsier, referimo-nos n' essa poca lamen- pathia, sem om s dallar de apreciar as suas escel-
tavel, em que a provincia estere dividida em don*'lentes qtididadef.
lh (6 confiada em beneficio eommum.
campos inimiaos, onde a lei fura substituida pelo ca-
pricho, e o presln? o da aulorida le pela ferja brula.
Por muilo ijeral que fosse o mal na nossa provincia,
liveinos lem emlnrgo honrlas eicep(6es.
Tambem nos dnse um amigo, que a discripc.o
que filemos du ela.1o calamitoso de ilgumas das
noisas comarcas, en como una qutixa amargs con-
tra o governo da provincia, pois que, cabendo tm
sua aleada alguns reme lios opnorlunos, desava que
as cousas corressem de urna maneira lamentavel al
Oiiero fallar, senhires redactores, do I lm.*Sr.
commendador Domingos Affonso .Nct) Ferreira, des-
se homeo, qoe nHo bavera nnguem, que n conheca
que deue de diier bem dolle, js como empregado
pul lico, ja como coronel e rominandanle do primei-
ro balalhao de furileiros, e lambem como eominsn-
danle.superior interino da guarda nacional.
He por tanto, senhores redactores, este ciJado
um homem. qoe faz honra a lodos os brasdeiro, e a
lodosos lugares que oceup 1 na proviucia de Per-
qu ebegassem a esse disticho, que pareca presen- nambuco.
I'"110'. Quem oo liver um inlero conhecimtnto do Sr.
Rendmer.to do dia I a 18.
dem do dia ]9.
I2:0t;;.ls7
. 7f>5-?25i
I3'l9lf641
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimciilo do dia 1 a 18. 30:770328
dem do dia 19....... 114/651
31:1885979
%rM;$ -
--- OSr. colhctor das rendas provlnciacs
do municipio de Goianna faz saber que em o
dia do boje Ihe fui entregue pelo delegado
dff'.e termo o escravo crioulj de nome J.uiz,
nt irnl da comarca do l.iin ieir), de idade
de 35 annos, estatura alta, rosto redondo,
cab dios caiapinhos, oihos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pintea, picada de
bex ga, preso nessa cidade a ordem uo mes-
inri lelegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
renta anuo, sendo avallado na quantia de
1:804}; pelo quo cha-i a-se a tolas as pes-
soas r,ue liverem di 1 eito ao refeiido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
tlicico desle, apresentem na collectoria da
Barroca > Catiro fetzem leilao, por in-
tfrvL'iicu do a {jen le Pestaa, tle nm com-
pleto sortimeiilo de fazendas ingle/.as e
quem desle'reparo se t'iancez.as, lodas proprial do mercado c
recentemente despachadas : terea-feira
i do correte, em seu armazem, na da
Cadeia do lecile n. \.
O agento Ilorja lar lel3o em seu ar-
ma/.em, na ra do Collegio n. 15, de diver-
sas mnbilias de Jacaranda e amarello, e
mais Obras avulsas de maicineiria. dediire-
renles qualidades, ohjcclos de ouroe prata,
relogios para algibeira, enfuites de porcella-
na e cryalal para sala, candelabros e lanter-
nas de vidro, auparelhos de lotiza para mesa,
2 caixas com calungas de madeira e de lou-
ea, 1 ca xa com chapos de palhinha, e ou-
lros mullos artigos, qua se acham patentes
no referido armazcm, e que genio vendidos
sem 'limite algum : qu i 11 la-fe ira 2* do cor-
rete, a> 10 horas da mantisa
--- U prcposlo do agente Oliveira far Iei-
1:1o. por ordem c coma do uina familia que
se rera para Europa, da seguinte mobilia
e maisobjeclos de seu uso, sof, cadeiras,
consolos, mesa redonda, cadeiras de batan-
eo, lilas de bracos, banquinhas de jogo, di-
tas para luz, camlieiro de mesa, relogio de
parede, mesas para janlar e para engomroa-
do, louga para al moco e juntar, garrafas e
copos lapidados, porlt-Iicor, guarda-roupa,
rabiles, rommola, lavatorios, cama para
casal, dita de ferro para solleiro toucado-
res, um carro de 2 rolas cora cavailo e ar-
reos, e outros multo* artigos : quarti-fei-
ra, 23 do correle, as 10 oras da manb ia,
na ra do Tiapiche n. 12, por cima do cscri-
plorio do Sr. Ilidoulac.
Leilao hoje.
O ajjenle Pestaua fara' leilao liojc, se-
qutzer encarregar por enipreitada, cumpare-
Ca nesla directora, onde se fara o cjusta.
DE
SANTA ISABEL
EMPREZGEaMANO
ni; 11 \ I-xirau!diara
(LIVKK DA A.SSIGNATUKA.
Cojo |iro liicto he em benelicio das
obras da tualrit de .Nossa Sr-nliora da Lapa da
rilada de Lisboa.
SEGUiNDA-FEIKA, 21 DE SETBUBRO.
Eteprescnl.ir e-lia o drama em :t actos, do >r. Men-
i). M\KI\ D LVCASTRO.
I mu iian o espectculo com a comedia eaa I
PDI CAUSA
l'KACA DO BECIFB, 10 DE SETEMBRO DE 'qual ser produzida perante o juizo muui'ci-
1857, AS 3 HOKAS DA TARDE.
Itevlsta semanal.
Cambioa---------H irulnn de 27 lii a 27 Ii2 d. por
19 a (0 d. v
Algodao---------- foi mu procurado, e obttve o fi-
no de 89709 a KoSOO, e o regula-
tea de NVifo) a 85601) por arroba.
Vieram ai inrrcado 701) caceas.
Assucar Enlraram 6131, a maior parle do
bruto. N;ij consta se fizesse venda
do branco. Do masravado bruto
venderam-se algumas partidas a
:iBluO; porem nos ltimos dias
n io idituilia este prego.
Couros Venderam-se de 307 a 31U rs. por
libra doi seccoi salgados.
6. A sanguinolenta batalha de Austeilit
dita cidade sua joslific8c3o de dominio, a Dor ^aDoleci 1.
7.' 4 vistes a pcdtJo do respetlavel publi-
co, as quaes sao, a cidade da llahia, Lisboa,
vista geral de Parla, o palacio de crystal em
Pars.
UMALGARISMO.
O re.lo dos billictes aclia-sc a venda no e-enp-
lirio do lliealro.
Principiar as 8 horas.
Gabinete ptico
ATERRADA RO AVISTA XL
O director deslo salao, participa a seus
Ilustres protectores, que teodo-se de retirar
desta cidade, Ibes onerece urna aRriiilavel
esposicSo do vistas todas novas, e muito bo- gundafeira 21 do coi rente, as 10 horas
'la nianliaa, na porta do Brnwzeoi doSr.
Aunes, ilelionte daal'ande^ja, dos segniu-
tesgneros, a golpe de martello, para te-
diar coutas.
Barricsil com sjrdmlias d'
Presuntos de Lamego.
Caixas com ma*sas.
Latas de mannelara.
Queijos snissos-
nilas, por ser a ultima semana.
1." Vista de Sebastopol, representando
uas fortalezas.
2 Tomada de Bomarsund.
3." O general Aainl-Arnaud.commandando
suas tropas na batalha do Alma.
4/ 1.Invada aas tropas francezas do Ori-
ente i'aris.
5.a Napoleao 1, ferido na batalha de llatU-
bonne.
pa! desse termo, e dudo o 1 nu menciona- I
do ser arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden !o-se
aimuncio do dia e hora em que bouver de
ter lugar dita arremetrcao, publicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Oollrctoria provincial do municipio
de Uoianna 30 dejulho de 1837.OescrivSo
da collectoria, Luiz de Albuqucrque Lina
dos GuimaiSea I'ei&oto.
Por esla sublelegacia s> acha recollii-
do casa de dcteng3o, por andar fogido o
preto Pedro, que diz ser escravo de Louren-
?o Ferreira Chaves, morador na Parabiba :
11. DestruiQ5o de Sodoma.
12.a Vista do Mxico.
13." Ponte e palacio do Louvrc cm P.iris.
14.' Monte Valerio em Paiis.
15. Passeios e castalio de agua cm Paris
lli." Cscala de Saint-t.loud.
7.' A caca dor. Crocodilos.
18. NapoleSo I, botando oculo em fren-
te da Calhcdial de Milao, om Italia.
O salSo estar aberto das 7 ate as 11 da
noite. Entrada 500 res.
ovar.
Tildo mullo conveniente para ipial'pier
pnssar bem, por pouco dinheiio.
Leilao
o inais iiiteiessanle t
.1
variaclotpie se lia (ci-
to atelioje, pelo agente J. M. PESTAA.
Hem v Bruno \ ('.., farSO leilao, por
nteiviiicio do agente Pestaa, quarta-
leii-a i~> pelas 10 horas da
rminliaa, em sen aima/cm, rtiadaCiuz
n. 10, to seguinle e vanado sorliincnto :
Estando a cont'eccionar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
nliores<|ue costumarn ser nelle menciona-
dos, i|ueirain mandar seus nomes, mu-
danea de domicilio, ou outra <|ualijuei
lemliranea.ipje sirva para <|ue seja o mes-
mo almanak completo: da mesma lOrte
roga-se aos senhores de engenho e rendei-
iv, queii am mandar as alteracOel que se
tiverem dado a icspeito de suas proprie-
dades.
echincha sem haver
igual,
Na ra do Queimadon. Jl, loja de Santos
Coelho, vendem-se as seguintes* fazen-
das, para fechar con tas..
Corles de phanlasia de seda com 1* cova-
dos, muilo linda fazenda a 69000, chales de
merino com uina rica palma matizada e
muito grande, pelo barato preco de 8/000
;antes que se acab-Jn), cortes de lfia com 15
covados a JojJU cada um, chapeos francezes
de pello muito finos de forma elegante, len-
cinbos de cassa a 80 rs. cada um, chales de
merino estampado a 5 o 6;)0u, lencos de
cmbrala de linbo a 43000a duzla, mussu(i-
na branca e de cor a 320 o covado, brilhan-
tiua muito lina o nielhor que ha a 500 rs. o
covado.
I'recisa-so de 2 amassadores : na pa-
daria do Forte do Maltos.
'i$ Atliuiieu Peruam-
^ buctaiio. J
,--j Declaro aos Srs. socios qoe esla' designada ,
^ a sessSo de quinta-feira 25 do correnle, pa- "^
^ ra prestacao de conlas, e que sa apressem ft^
1\ euj pagar suas mensalidadss, 10b peu da 2
V.* |i|dicarilo do que determina o art. W dos u*
estrlutos. ^
/ Secretaria do Alheen Pernamliucauo, i*.
^ 20 de selembro de 1857.O primeiro* secre- S
%$ lario, Fcoelou Cesar Burlamaque. j'-J
Ama setca e de lei te.
Precisa-se de duas amas, urna secca
outra de leite, que o tenba bom e em
abundancia : na roa da Praia n. '.).
Atfencao.
Noestabelecimento da casa dos
@ expostos precisa-se de amas de 9
2? leite: a fallai no mesmo, com o @
9 regente. $1
Iriuaiitladt de ^a .ta (Je-
cilla.
O procurador geral da irroan lade de San-
ta Cecilia, leudo de prestar suas coalas a
mesma irmandade, do correte anno, roga
a lodos os irmaos, e directores de funccOcs,
que se acbam a dever A mesma irmandade,
h;a!i! de entrar com os seus respectivos d-
bitos at o lim do correnle mez. Pernam-
buco 21 de setembro de 1857. O procura-
dor geral, Francisco Jos Corrata de yuei-
roz.
l)esoji-se fallar com o Sr. Gamillo
Brasiliense de Hollanda Cavalcanti, que ha
pouco veio do Cear, a negocio de seu inle-
resse, e como se ignore sua morada, pede-
se-lhepara apoarecer na ra da Cruz do Ite-
cife n 28, segundo andar.
Vendem-se tres escravos de boas ligu-
ras.com babili lades, e um muleque com ida-
de de 5 anuos : na ra do Uueimado n. 9,
segundo andar.
Preparam-se muitas pessoas, para ireui
desfructar a brilbante e mui fallada feuta do
Orago, na cidade .de Goianna, no vapftr Ca-
maragibe, no dia 5 de outubro, e para que
dita viagem se torne mais commoda c diver-
tida, roga se aos dignos l'ernambucaiios,quc
quizereo ir aproctar diU fesla, que diri-
ja m-se a ra do Queimado n. 6, para que
com lempo se possa tratar a mesma viagem
com o dono do me -donado vapor.
Precisa-se alugar duas pretas escravas
para oservico externo der na ra : quem as tiver, dirija-se a ra
do Bom Jess das Crioulas n. 29.
Vcnde-se urna mulatinba de 18 annos
de idade, engomma bem, faz iabyrinttio,
sabe marcar, cose chao, cozinha e faz doce
na ra do AragSo, o numero da casa be d-
cima 29.
iYliliio da noy colhei.a.
No armazem de Jo3o Tavares C.ordearo, u
travessa da Madre de Dos, ha para vender
.Mi I lio da nova colheit, muito amarello, e
cm saceos de boa marca.
:\n ra estrena do Hosario n. 25, pri-
meiro andar, vende-se urna crioula de 30
unos, boa (gura, qde engomma, cose bem
chao, coziuba e lava.
ROB LAFFECTELR-
O nico autoritadu por decixao do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de LafTecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e fcil a tomar em socreto,
esl em uso na marinha real desde mis de
60 anuos ; cura radicalmente em pouro lem-
po com pouca despeza, som mercurio, as af.
fecces da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras c os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convem aos catar
rhos, a bexiga, as conlracc,es e a fraque/.a
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Gomo anli-sypbiliticos
o arrobo cura em pouco tempo os ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
om consequencia do empreo da copahibe,
da cubeba ou das injecces que repteseutem
o virus sem neulralisa-lo. O arrobe Laffec-
mercurio e ao io relo de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barra! e do Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, pra;a de I). Pe-
dio n. 83, onde acaba de chegar uina gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dilo
Boyveau-LaUecleur 12,ra hichelieu Paris.
Os formularios dio-se gratis em casa do a-
gente Silva, na praqa de D. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima & li-
maos ; Pernambuco, Soum ; llio de Janeiro,
Rocha & Fillios; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joan Pereira de Magalcs Leite ,
Rio Crande, Francisco de Paula Couto &
VENDE-SE
Agua taz em folbas de fe 10.
Oleo de linb.iea cm ditas.
Brim de vella ebrinzdet..
Lonas e cabos da Kussia.
Cabos de manilbae de couro.
.Metal amarello e cobre de forro.
Velas deatearioa.
Clavinoles.
Pedias de marmore pira mesas.
Pregos de cobre grandes c pequeos.
No jirraa/.ein de C. J. AslU'\ & C.
CIDADE Di VICTORIA
No pateo da Matriz, na loja de cera da
fronte asul, eslSo expostos | venia bilbetes
do tolas as loteras da provincia, e pagam-
se todas as sorles que sahtrem nos bilheles
que l nem vendidos na referida casa.
Itoga-se a Sra. l>. Dionlzia Francisca
deSou/.a, natural da villa da Barra, no Kio
de S. Francisco e provincia de l'ernambuco,
ou a seus hctdciros, que vciiham ou mandem
receber a parto que Ihe tocou.do espolio de
seu marido Jos Seabra l.enios fallecido nes-
la corte. Rio ue Janeiro 6 de agosto de 1857.
.

ILEGIVEL

' '






DIARIO DE PERXAMRl'CO SEfil >\\ fEIRA 21 DE SETEMRRO DE 1857.
CUISLfORlO HiiEtiM.HICO
DO
Onde seaehsm semprc os mais acreditados medicamentos, tanto era tintaras como
ara glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por procos bastante coramodos :
1'KKgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 153000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 30>000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de linturrademcia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
J cionario dos termos de medicina
Medicina doaeslica do Dr. llenry
Tratameuto do cholera morbus
Repertorio jo D Mello Moraes
SEGURO CONTRA F080.
Companhia Alliance.
t&ubalacida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quena inais convier qua estao plenamente au-
onsados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos dt
llha e igualuenu sobre os objeelos que contiverem
os masaos edificios quer consista era mobilia ou
p l.endas de qualquer qualidade.
Na 1 undicao' da Aurora precisa-se-
de afervente! torrea ou escravos, para
aervit'O debai.vo de cobeita.
I DGITISTA nUlGEI. |
*f* Paulo Ijaignom dentista, rua Nova n.il : *
S' ua mesma casa tem agua e pos deulrilicr. t!
MNtM&-:<; :- &;&$&
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEI UVES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIllO ANDAR.
pra?a do Corpo Santo
KECIFE.
Na ra do Trapiche n. 17,- escriptorio
precisa-se de um preto para criado.
MD1R5I DO ESTABELECI-
MENT M PLilS DE
J. VGMES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
Kelac,iio.
AiU.-.ani-s. par* a festa
3 casas na Torre co"1 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozlnha Tora, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos: a tratar
no arniazera demsteriees da ra da Cadeia
u* Santo Antonio n. 17.
ACEIO E
Pa ra das Cinco Ponas u. 136, lava-se e
cngominase com aceto e promptidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
-. ... t> --. .-., i i rn.,m: jm ai i aa
r^.^^\.r..^:.y-\.^.--'.-\.:--:-:-
SCasadesaud
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- ;?*
labeleceuem seusitio da Paaiageo '':[
da Magdalena, que tica ao norte ';:f
da ciliada entre a ponte grande :.;
ea pequea do Chora-Menino, e\-
cellentes aecurimodacoes para re- ,
ceber todas as pessoas enfermas '..';
que se quizerera utilsar de seus -,':
serviros mdicos, os quaes serao I
prestados com o maior esmero.
$ O mesmo Dr., para o lim supra- f
" indicado e para, exeroer qualquer ".[':
$ outro acto de sua prolissao den- ],'.
# tro ou fra desta cidade poden' .";
$ ser procurado a qualquer hora do !-J
''.';'.' da e da noite, no referido sitio, %'
20800
1 O 1100
2/000
60O0
o
o
'..' a excepcao dos dias uleis, das 9 @
$ horas da manhaa a's 4 da tarde, l
*3 que sera'encontrado no primeiro fl
$*3 andar do sobrado n. 9, do pateo i-j)
d Carmo. flt
. -..;-- -. .. ,'.. .;..'.
>.- -.^ -... .. ', -..- "...-"... \P \Jx.? -,....-.. ..- ...-
inda existe
apeaba da ldependeir-
cia
um rosto de vidros enm a verdadeira tinta
para matear roupa, ditos com agua para ti-
rar toda e qualquer qualida le de nodoas, fi-
nalmente, overdaleiro annil para roupa,
que ludo'se vende pelos piecos j anntin-
ciados.
.--. O abano a--i;na lo declara 80 publico .-
''.i, que mudou a sua loja de trastes da ra No- ',.'.
Vr va n. 15, par a roa das Flores u. II, por '-."
fi emquanlo, tnim romo fica o rucsino depo- <>a
'' lito na ra da Concordia. ";:'
-:,.- i., pagjt. v.;
Domingos Alves Matheus saca sobre
a praca do Porto.
Aluga-su o sitio chamado de Chacn,
na Casa Forte, c que pertcnce.a massi falli-
da de N. M, de Seixas : a tratar no cscripto-
rio da administrar^ao na ra de Apollo n. 6.
o.
a
o
c
C 3
Precisa-se deuin feitor da Europa,
que traballie, para cuidar de um sitio pe-
queo: nesta tvpographia se dir" quem
necesita.
OFFICIAF.S DE PATENTE.
Precisa-se de adiciaes de alfaato, tanto pa-
ra obras grandes e calcas de casemira ; pa-
ga-sa bera : na ra Nova n 52.
Precisa-so de urna ama para casa de
pouca familia, de 2pe?soas, para comprar na
ra e para o servico casa ; na ra da Glo-
rian II.
Precisa-so de um moco portuguez de
ISsnnos de idade, para trabalhar em urna
fabrica de velas do carnauba : na ra Drreita
n. 57.
Precisa-se de urna iamai de leile : na
Ponte de L'choa, sitio da Sra viuva Amoro).
Na mesma casa tambera so necessita de urna
criada
U ADOLPHE BOURGEOIS.
Kua Novan. 61;
vende todos seus cairos com boas pare-
Ihas, igualmente n sobrado, tudo junto
ou separado.
Precisa-se de um feitor que seja por-
tuguez, e que entenia perfeitameute de
planlaqOes dejardini; na ruada Cruz do !"o-
cife n. 13, primeiro andar.
-- Precisa-sede urna ama para o servico
de urna casa de pouca familia : na ra Nova
n. 60, esquina da ponte.
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 20, das ) lunas
da manlwa as !) da noite, bilhetes, meios
equaitos, da ultima parte da quarta e 1-
da lotera do Hospital Pedro II; cujas
rodas r.ndam no dia 2 do corrente.
Thesotiraria da loteras 10 de setemhro
de 1837.Joao Jliguel da Cosa, escrivao
interino.
- Precisa-se de urna ama que rozinhe o
diario de urna casi de poura l'an.ilia, se
agr lar paga-se bein : na ra do Amorini,
arrauzem n.'*l.
P
DA
i
Aos 5:000a000, 2:0008000 o 1:000000.
O abaixo assignado vendeu os seguintes
premios :
Numero
1 quarto
1 dito
1 mio
1 dito
1 dito
1 quarto
3717
2731
1361
1189
2i02
723
2:0003
100-3
40'3
*0<
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C o>
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*4 i*
2.: O
go
a
e
Precisa-sc de
dariada Cupunga.
um araassidor: napa-
I Consultorio S
isCEMTRaLHlrElPA-
tica.
BA DE SANTO AMARO,
Mundo Novo n.
O mesmo tem exposto venda os seu fe i-
zes bilhetes, meios e quartos da ultima par-
le da quarta e primeira parte da quinta Ij-
teria do hospital Pedro II, os quaes n3o es-
tao sujeitos ao descont uos oito por cento
da lei, na praga da Independencia ns. *, 37
e 39 ; e na ra da Cadeia do Recita n. 45,
esquina da Madre de Dos.
Por Salustianode Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- A pessoa que empenhou por um mez,
a Francisco de Salles, morador na ribeira d-
Hoa-Vista, tres brincos com o 'eso de 6 oi-
t;v;sl pela quaulia do 30^000, haja de vir
resgatar dentro do 8 dias o seu penlior, vis-
to liaver decorrido 10 mezes, d > contrario
se venilerSo ditos brincos para pagamento
(aquella quantia.
Precisa-se de um pequeo para criado :
no pateo do Carmo, sobrado n. 3, por cima
da botica.
Piccisa-se de una pessoa de maior
idade, que satba 1er e escrever, para ncutn-
bir-se ue um trapiche, lora da praca ; assim
como taiubem se precisa de um menino de
12 ou 11 anuos para coadjuvar a mesma:
quem esttver ueste caso, poda dirigir-se a
ra da Cadeia do Recita n. i, loja, que a-
Cbfrsi.com quem tratar.
Precisa-se de um mestre de primei-
raslettra, grammatiea portagueza chai-
na, para um engeulio distante 7 leguas
desta cidade, e seior sacerdote sera ca-
pellaoi do mesmo eugenho : no aterro da
boa-Vista n. 10, primeiro andar.
Precisa-se de um caixero tpie te-
nha pratica de casa de cat na ra do
Trapiche d.14, no cafe dos Alliados; se
(ara boas coadicoes.
Pcrdeu-se ra bracelete do ouro no
i da 17 do corrente, do paleo do Torco a ra
do (Jueimado: quem o achou, quereudo res-
tituir, dirija-se ao pateo do ler^o, no pri-
meiro andar, da casa n. 12, ou annuncie,
qi.eser recompensado generosamenl;.
tst para ss alugar a frente da casa da
iravessa do Dique, ouue tem loja d fuuilei-
ro, a qual faz frente para todas as ras, com
4 portas : a tralar defronte, na tatema que
toi de Victorino.
Precisa-so de trubalhadsres nacionaes
ou eslrangeiros, para a fazenda denominada
i-iUnga, em Iguaiassu-, pretarem-seos cas--
los com ramilla, e da-se morada aos mes-
los : para tratar, em casa ds Roslron Roj-
ker \ i;., pra^a do Corpo auto n. 48
- Se houverquem tenha co. la con a
oniem tercena de s. Fsaocisco, aprsente t
conta ao sindico N. J. da tlosta Pereira para
ser paga, no prazo de 48 horas.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
liva, que saiba bem engomioar e fazer ser-
vico de urna casa estrangeira de pouca fami-
lia : quem se julg^.r habilitado, dinja-se a
ra do trapiche n. a, que achara com quem
tratar. M
Aluga-se para passar a festa 2 casas
terreas, sitas n |U(ar de Sanl'Anoj de den-
tro, cora bons comm ,d ,s, o o lugar he o
mais saudavel para a saulo : a tratar no pa-
teo de S. Pedro n segundo inJar.
O abuso assignado nudou seu arma-
Wm de asspCar du ra da Cruz para a do
Urura. Recita 18 de setembro de 1857 -
Iraneisco 'hburcio de Sonza Vasconcellos
Precisa-se de um hornera de meia ida-
de, para eslar em um sitio tnuito perto des-
ta cidade : a tratar no pateo do Carino, so-
brado n. 3, por cima da botica.
Para encanameiito o re-
de
Vende-so urna linda cscrava crinla,
!8annosde dale, boa engommadeira,
costureira, coziaheira c lavadeira : quem
pretender, dirija-se a ra do Uueinrado n.
fi. primeiro andar, que achara cora queu
tratar.
Precisa-so de urna ama forra ou capti-
va, para casa ds homem casado, sem lilho ;
paga-se bem ; uolaigo daltiheira de San-
Jos, casa n. 3, junto a taberna que volta
para a ra do Fagundes.
Vende-se um miilatinho de!3annos,
figura muito linda, a esperto, proprio para
psgem : na ra larga do Rosario n. 22, se-
gnndo andar.
ACENCrA DE PASSAI'OHTE.
Claudino do Reg l.ima, despachante pela
reparticSo da polica, tira passaporto para
dentro e tara do imperio, por cornmodo pre-
co, c presteza: na ra da Praia, primeiro
andar n. 43.
Aluga-se ura grande sitio com muitos
morados, excellento cas^, cocheira, e casa
para pretos, na estrada do Montciro : a tra-
tar no mesmo sitio, ou no Caldeireiro, casa
de Gustavo Augusto de Figueireto.
Deseja-se arranjar nesta pra-a, em
qualquerestabelecimenlo, um moco natural
de provincia do norte, e d fiador a sua con-
ducta : na ra da Cadeia do Recito ao r do
arco casa n. 55, poderi dar informacOes
Precisa-se do una ama pars casa de
pouca fi,: i|:n, para eugominar e fazer o
inais a ira njo do casa, raonos coziniiar S na
ruada Cruz do Recita n. 31, se dir quem
precisa.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para todo o servico de urna casa de pe-
quea familia : a tratar na ra da Senzala
elba n, 142, primeiro andar.
Deseja-se fallar ao Sr. Manuel da Silva
Villarinbo, na ra da Madre de Dos n. 2S,
a pedido de pessoa de su i amizade, residen-
te no Maranhuo
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, iara casa do pouca familia, que com-
pre, cozihe, eogomme e faga todo o servi-
Qode urna casa : quem esliver nestas cir-
cunstancias, dirija-se a ra de Dorias n. 10.
para tratar do ajuste.
Precisa-sc d 2 amassadores : na ra
larga do Rosario o. 48.
Atteiic&o
p
Precisa-se de una inullier re boa conduc-:
!a, que saiba cozmh
REMEDIO IMCOMPAKAYEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOcs
podemlestcmunliar as virtudes dcste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necesse-
no, que, pelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpo e mcinliros inleiamente saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
lainenlos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosaa pela leilura
dos peridicos que Ih'as relatara todos os
dias ha muitos anuos ; c a maior parte deis
tas s3o tao sorprendentes quo admitamos
mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
cobraram cora este soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviamsoffrer aampulacSoI Dolas ba mui-
las, que havendo deixado esses asylos de pa-
deciinenlo, para se nao submelterem a essa
operacao dolorosa, foiain curadas completa-
menta, mediante o uso desse precioso re-
niecito. Algumas das taes pessoas, na clusio
de sen recoiiheciiiientu, declararan! estes re-
sultados benficos diante do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren) sua allirmativa.
Niogeem desesperara do estado de sua
saude se tivesse bastante confianza para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algun lempo o tratameuto que necessi-
tasse a uatureza do mal, cujo resultado seria
provar iocontestavelincnte: Que ludo cura,
(' unyueiilu he ulil, mas particularmente
o? seyuiutes cait
A! porcas.
Caiiiilnas.
Callos.
Cancel as.
Cortaduras.
Dores do cabera.
das costas.
dos membros.
Enferraidades da
lis era geral.
Jos^fnaclcto,
dentista e suiitp. dor,
coro 26 annos de pratica nesta provincia, e
noaestabelecimontos de caridade, len lo de
sabir a passeio p >r lodo este mez Macelo,
Sergipe, Babia e Rio de Janeiro, continu'a
ainia por r-stes dias a.sangrar e tirar bem
denles com a mesma rapidez que o dentista
hespanbol, por ter consulta lo e observado
com aliene.;':.) as suas o^eracGes, na vespera
da sua partida, chumba os denles fuados, e
sopara bem os da rVeule : pote ser procura-
do a qualqiicr llora do dia, na rila da Cam-
boa do Carino, cisa u. 20.
Alteuet

',-
.'-
i
Jos Ricardo Coelbo, na ra Nova ;*f
n. ")'. avisa aos tregue/.es, ";''
qua recel.eo pela v.ipor l'ETROPl.IS, -
mu grandefortimtiilo de limada Joutin, St
paia lionifn', nnhorai e mrninot, e calcado ,;,'
de Milliea para haman, Mnhorfrf, meninos JS
e miMiiiia, proprioa para baila e pa
-..;w.';v.:';.,-...>;:.,...,..-:.: .. O:.-
Lotera d pro-
vincia.
O abaixe assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos preqos abaixo notados, em
quantiat, de lOttyOOO para cima, a di-
iiheiroa vista, em seu escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro un lar.
Bilhetes 5$500 recebe 5:000^000
Meios 2s750 2:500000
Quartos I.s2")> 1:250jl000
i*. #1^ Layiiie.
Pelo prximo paqurte iniclez Medwsv
saca-se qualquer quaulia s>bre Portugal em
lettras pagaveis f vista ou 30 t> 60 dias vista:
na ra do Trapiche n. 40, escriptorio de
lliomaz de Faiia.
A pessoa (ru esl i" encarrogada de
recebi os loros e laudetnios das casas na
ra do Pilar, leudo principio do Jiccco-
Largp ate' o becco da .Molda, declare sua
morada para ser procurado, ou va' rece-
bar os mencionados loros e ladennos, na
Iravessa da Madre de Dos n. 18, segun-
do andar.
Carolina Porcina ios Anjos. tendoar
renlado todo o predio u. 7 do pateo do Car-
mo, jelo prazo do um anuo, previne em
lempa ao morador do segundo an.l-.r, que
do 1 do mez de outubro vindouro cono o
dito segundo an lar por 3030U0 mensaes, e
dan o o dito mora lor 001 liidor a contento
PerJeu-so do aterro ua Boa-Vista ei
seguiu.entoa ra atraz da matriz do mesmo
nome, urna pulceira de ouro de concha, es-
maltada do verde e encarnado : a pessoa que
livor actudo, quereudo entregar, dirija-se
so aterro da Boa-Vista, Cisi n, 73, loja d
alfaiate, que sera generosamente recompon
Alugaj-se a casa terrea u. 7 da rn
,1,, t> j ,, ... ........" que ponera sei 1
do aterro da Boa-Vista, com commodos les, dirigindo-s
para familia ou pura negocio, cdous gran
des quintaes murados, um dos quaes sees-
tende atea ra da Ponte-Vellia, para on-
de tem saluda : a tratar na ra Real, so-
brado n. ou na praet da Cea-Vista,
botica do Sr. Ignacio Jos de Couto, 11. b.
HOTEL BRASILEIRO, RA DA PENIA
N. 2 A,
Eornece-se almor, jautar ecela para
urna pessoa r, .s por mez, aqutmtiver
I portador : havera todos os dias mesa re-
donda as 2 horas da lardea 640 rs. cada
I pessoa
1
nos
Fstulas no abdomen.
I rialdade ou falla de
calor as exiiemi- parte que soja.
^ dados. Tremor de ervos.
[Ulceras na bocea.
cu-
que saiba rozinh.'ir c ciigommar, para|r ,fS C'Di'''.T \
urna casa de pouca familia 1.0 Monteiro ; pa- i -niermidades doanus
ra inforniacoes pde-se trater com os Sis roPCescorbticas
lienry Forster Ai. C, ra do Trapiche 11. 8,
primeiro andar.
Pracisa-se alugar urna ama que cozi-
nhe bem, para casa .le familia : no aterro da
Boa-Vista, loja de bilhetes n 56.
A r* religioso .
O abaixo assignado, morador na ra Ve-
Iha para a ra de Apollo 11. 29, coiiMnu'a na
mesma prolissao j&a fazer capas, bslaas,sa-
marras e capas vialonf.s, a uso 'la Babia.
rtlexandrino Cesar de Mello,
Exislem 2 bostas novas no engenlvo A-
breos, sito na freguezia de Traciinh^em,
sendo ama ruca cardSa e outra estanca, e
corodiflerenles marcas: quera for seus do- u
nos, qu ss mande buscar.
Precisa-se >ie um l'orneiro :|iic seja
perito em sua arte : na padaria do Mondego
n. 95, do Sr. Saraiva.
infJaramacSo da ma-
triz.
Lepra.
Males das ponas.
dos pcitos.
1I0 ollius.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmcs.
Queimadelas.
Sarna.
Supura0es ptridas
Tinha,
Relogios:
-... na roa .11 Cadeia Jo Recita n. 18.
Barrilha.
Fm rasa de S. I'. Johuston .- C ra da
Senzala Nova n. 4-2, ven teni-se 50 barra
cora barrilha da mclhor que costuma vir a
este mercado.
Vende-se um piano de armario, em
bom uso, proprio para se aprender : na ra
Bella 11. 45.
Vende-se una taberna cora poneos
fundos, piopria para qual juer principiante,
era Fra de Portas, ra do Pilar n. 131 : a
tratar na mesma.
Vende-se urna preta crioula, de idade
de 22 annos, bonita figura, cozinha e engoni-
raa perfei-taraente : na ra da Cuia n. 9.
Ao Gouva
Loja encflrnadij, ra vo
Queimndo n. '27, esqui-
na do CVrifrpio.
(Fazendas' linas para a prar^a .
Ilicos cortes de se la de todas as cores pa-
ra vestido de 2a-> a OjOO, romeiras de li-
Bho,camisinbas iordaias com laeo, man-
guitos golinlias bordadas, ricos chales de
touquim, de merino, de se la, bor lados e li-
sos, pira tu los os preces, vcllu los para col-
lele lisos e iiordndos, oasemiras lioissimas,
1 >n(os de 1 iiilio lisos para homem, e borda-
dos com bico, grnsdeaaples, selins sarjas
de todas as qualidades, velbutinas muito li-
nas de loJas ss cores, chapeos pretos fran-
cezes do ultimo gostu, ditos do Chilli muito
linos, ditos ,,. retiro de to las as quali lid, s,
cambraias, cassas. mussulinas, chitas (inis-
simas, o ludn quanto se possa desojar a res-
ueno de qualidades, gosto c preco.
Ao Gouva.
l- j i encarnada, ra do
Quewario n. 27, es-
quina do Collesfln.
%'rnda-se um ribriolel fm hom
f-lmlii e com es seu competentes ar-
rcios : no alerru da Boa-Vista n. 35,
Gomma do Aiacatv.
1 m porcoes e a retalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Parele Vi-
..niia.
Sal do Assu'
J
-Vendem-se 4 roias para carro de passeio
em muilo bom estado : no armazem de roa-
deiras do Miguel, confronte o porto dos ca-
noeiros da ra Nova.
Milho.
O dono da taberna grande ao lado da igre-
ja da Soledade, avisa aos seus freguezes que
de novo recebeu urna porcHo de saceos gran-
des com milho efeijSo mulatinho, e arroz
vende
Cengivasescaldadas.
InchacOes.
Iiillaiiinuicodoligado
da bexKa,
do ligado.
das articulac^es.
Veas torcidas ou no
dadas lias peritas.
to
Vende-se este ungento no estabeleci meo-
geral de Londres n. 2H, Strand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
"xas pessoas encarregadas de sua venda em
oda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a80trs. cada bocelinha,contm
ma.injtruccflo cm porlugnez para explica
u modo de fazer usodesle ungento.
O deposit geral he em casa doSr. Souni.
pharmaceulico, na ra da Cruz a. 22, em
Pernambuco.
- loga-se una cus con; muitos com-
ino los para familia, para se passar a festa :
na ra do Montero, d-fronte da capella de
*. i antaleao : a hilar ni rui l.rga do Ko-
sario n. 29
Precisa-se oe um caixero dest^s lti-
mamente ch gado do l'orto : na ra .Nova n,
22, dir quem quer.
Manuel do Amparo Caj' avisa aquellas Ve
tibores proprietarios, que em seu poder I creiaria,
isla contas de bancas ten lentes a casa de bonito, I
senil
ex
luguel, que desta dnl
las sem sua responsab
setembro de 1857.
Foi transferido o deposito deste xaropc
para a botica de Jos da Cruz Sanios, na ra
Nova n. 53, garrafas 5-500, e rrcias 3*000,
sendo falso tojo aquelle que nao for vendi-
do i este deposito, pelu quo se faz o presente
aviso.
APRTAME PAR4 0 PUBLICO.
Para cura de pbtysica em todos os seus
difl'erentes graos, quer r.iotivda por eons-
lipaijOes, toase, aslhma, pleuriz, escarros de
sangue, dor e costados e peilos, palpiUco
no coraeo, coqueluche brouchite, dorna
garganta, c tojas as molestias dos orgaos
pulmonares.
l.m u a das melhores iocali lades di
ruaJJo Hospicio, ha urna casa n. 18 It, feita
ocm todo o gusto c esmero, e orh cuja cous-
iruccSo ent a'am s melhores madeiras do
paiz e as melhores ferragens ; a niao d'obra
foi oxecutada pelos melhores otliciaes nacio-
naes e-allemaes, sendo urna das casas mais
confoi lavis, porque seu dono a edificara
para nella residir, e com elf-ito anda ah
residi poraigum lempo, mas como ser-
soivesse a mudar-se e nflu Ihe conven ia te-
11 alugada, tcnciona vende-la. Tora boa co-
cheira o estribara, um bonito jardim com
can lei ros de ped>a e cal, varOes d>; ferro pa-
ra idantas lie la.leiras, entrada de frente c
po-terior, sio he, pela ra do Hospicio e
pela Jo Deslino, as frentes das calcadas de
pedra de Lisboa, as entrlas de marmore, e
os toctos de estuque, oseadas de volta, entre
o jar ui e a casa ha um cale ido d pedra de
Fernando, o jardim Je separado do pateo
por urna elegante grade rio ferro, tem una
' grande cacimba com bomba do repucho com
eneanamento mu deposito na parte supe-
rior da cozinha, aou ie se conserva agua pa-
ra consumo da casa, a qual he levada pelo
mesmo eneanamento a diversos lugares du
edificio, tem um quarto com banheiro de
marmore e azulejo, cun vlvulas para des-
pejo das aguas em um cano de 250 palmos
de comprido que con luz nao s essas como
to las as mais do servico e da chuva a m ,
os banhos pode.n ser quelites ou frios, para
o que hi no banheiro duas lorneiras de que
Talagarcas j desenliadas, para b.irdar, e
obrinhns Vi ii le-se urna casa na na Imperial n.
em qualquer189: a pesaos qne pretender, di ij-sc a rus
doCotovello n. 8H, para tratar o negocio da
compra.
P0TASS4 DI. RSSI ECAL
VIRGEffi.
.No deposito da ra da Cadeia do Recire,
armazem n t-2, ha muito superior polassa
da Russia, dita dt fabrica do l'.io de. Janei -o,
e cal de L'sboa em pedra, tu lo chegado ha
poucos dias, e a ven ler-se por menos prec, >
Jo que cm Ootra qualquer parte,
- Na ra Imnerial, taberna junto a fabri-
ca desabi ha para vender fumo de Gara-
Otinns ie -ri'ii ira quali lado, chfigaio nn
dia U do crrenle, a Sfitl rs a libra, c 'era
arrobas a 184000, ha mais 2,000 garrafas que
loram ,:c cerveja a 8}0< 0 o cento, e a 80 rs
cada nina.
MANGUITOS HOIUDOS PARA MENINAS.
Xa ra do Queimado, segunda loja n, 18,
viudo do llosa: o, a 1#500 o par.
MACA'AS,
chegadas 4c Lisboa no vapor hamburgue/,
e vendem-se tanto em caixas de 200 co o a
ri-lalho: un ruada Cadeia do Reciten. 25,
defi me do b eco I argo.
Vendem-se 2 pequeos armarios, 1 se-
1 cama franceza, 1 oratorio muito
. tudo (.or seu dono se retirar para
fra.
FARELO DO POftTO,
em barricas : no armazem do assucar, no
caes de Apollo, entre as i'uas pontea do
Itccife, na esquina da travessa da Senzala
Velha.
Vende-so aloja declcalo do aterro
da Boa-Vista n. 21 : a tratar na mesma.
Pecbincha para bahuleiros.
Na ra do i.rrs o, loja da esquina que vol-
ta para a d Cadeia, vendem-se ehilas clares
propnas para bahuleiros, com pequeo to-
que de avaria, a ?, 4}50 e 5#.
\ende-se a bordo do bngte Maria I.uzia, E
fondeado no quadro da carge, amarrado ao de casca, tudo o melhor possivel, e
arrecife, a preco cnmraodo, a tratar com An- por menos que qualquer outro
tomo de Almcida Gomes, no ieu escriptorio,
na ra do Trapiche n. 16, segundo andar.
SA PATOS 1)0 AIIMUTY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para h meiis e meninos, de palla e de
oielhas : em casa de Caminha & Filhos, ra
da Cadeia do Uecife n. 60, primeiro andar
vende-se ou aluga-se pf ra passar a fes-
ta um sitio junto a povoacao da Varzea, cora
bastantes arvores de fructo, com casa gran-
de : a tallar na ra de Hurtas, sobrado n. 2,
segundo andar.
r l"rVeni2rM na rua "ircila n. 19, cha de
familia .800 rs. a libra, dito do Rio muito
hno a 15800 rs., dito da |Ddia a 2200 rs.,
toucinho de -autos a 2i0 rs. a libra
Vunde-se superior linhas de algodSo
Drancas, e de cores, em novcllo, para costu-
ra, om casa de Soulhall Mellar C.t, ra do
forres n. 38.
* i

om diente licam es-
lidaJc. Rcctfo 19 de
Ao -rcgui$a
OOE ESTA' QEIMA9D0.
Na loja do PieguiQa, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Fi ito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas que se
vendeni por pracos baralissimos, notndo-
se entre ellas mussulmrs brancas finas a
320 rs. ocovado, ditas finas a 4UO rs., ditas
de cora 360, ditas muito linas a 400 rs., ris-
cados monstros de lindos padroes a 220 rs.
o covado,chitas francezas escuras de lin-
dos pa IrOes e cores lixas a 260, ditas ditas
de padroes claros e miu.iinhos a ^80, ditas
muito linas a 300 rs., tapetes para sala a
30800, pecas de hn tanha de rolo com 10 va-
tas a 2>000 cada urna, cambraias francezas
de lindos padroes e cores Ibas a 480 rs. t
yara. cassas organdys decoruao e de lindos
padroes a 500 rs. a vara, cassas francezas
muito finas a 600 rs. a vara, lencos para
mfio a 120, ditos com bico uuito finos a 360,
corles de casemiri, do lindos gustos a 5-500,
filos linos a 69, liiazinbas de quadros pro-
prias pa calcas e palitos a 560 o covado,
riscados Iranc zes de quadres a 240 o cova-
do, coi es de lirim de puro iinho c lindos
padioes a 2^100 e 2?600 cada ura, cortes de
castor encorpado para calija a 1:440, ditos
de brira oscuros para calca a 1^600, chitus
escaras e de diversos padroes 160, 180 e 20o
rs. o covado, chales de merino de lodas as
qualidades, lisos e bordados por baratis-
simos recos, ci.sineta preta muito lina a
1-.di o covado, ricos cortes de selim bor-
l.-do para cohetes a 4s cada ura, cobertores
jara scravos a 700 rs., lencos de seda de
lindos p drrs a 2c000 cada um, e oi*lras
multas fazendas que todas se vendem por
baratsimos procos, e se daiao as amostras
com p nhores.
Vende-se a verdadeira-grasa ingle
za n. 97, dos afamados fabricantes Day &
Alai lin, cm barricas de 15 duzias de po-
tes: cm casa de James Crahtie & Compa-
nlia, na ra da Crn/.n. \i.
VENDE-SE
na ra do Trapiche n. 3*, escriptorio de
Novaos : C, superior vinbo do Porto, em
caixasde urna e duas duzias de irarrafas
a preco com modo.
urna comii.nica cora ura deposito d'agua
quemo assente sobre a chapa do fogio da
cozinha. Tem outrasmuitascommodida-les
quepoilem ser examinadas pelos pretend m-
. para esse lira ao Sr. Jos
Rodrigues Peixoto, ua casa terrea junto, que
Ibes facultar a entrada pote convira to-
los e e-pie, Imenle a um senhor dn euge-
nho que nest cidade queira fazer a sua re-
sidencia : quera a pretende! comprar, diti
ja-je a ra da Madre do Deosn. 26, ao seu
proprietario, quo lie Viceate len eir da
Costa.
ja aope do
reo de Santo Ant mo.
Corles de casemira msela la de duas lar-
gui-a--, o corte de caica 25U0, 9 dito para pa-
lito 3?500.
Vende-se gommi de araiuU verdadei-
ra, pelo diminuto preco de 800 rs a libra,
afiancando-ae a qualidade: na ra Nova,
taberna n. 71.
Vende-se ou alug"a-se por anno um si-
tio na estrada do Monteiro, o qual acaba il*
ser necupado pelo ,sr. cnsul hespanbol ;
lem jardim ao lado, copiar, cocheira, estri-
bsria. cacimba, quarto para criados, e com
sbila tara o rio, e todo murado : os pre-
tndanles poderse dirigir-so a botica doSr.
Itartholoui'o Francisco de Souza, ra larga
Jo Rosario n. 36.
Milho e feijilo,
Vendem se saceos com milho muito novo
e feijSo, por preco cooimodo : ua ra do
Queimndo, loja de feragens 11.14.
Ven.le-se urna mulata na.ra da Alc-
(Zria n. 4, que cose, labyrintba e marca per-
feitamente, lava e eigomma, pro, ria para
vestir urna tonhors, e trats com aceio e per-
fecllo de lodo o arranjo de urna ca.~a.
Vendem-se brinquedos da puericia
Manual de 254 paginas, conten Jo dialogo em
prosa e verso entre ?s lcttrbs do alphabeto,
Regras de moral, (rammatica portugueza
Doutrina chnstSa, modo de ajudar a missa.
Taboada de pythagoras, Regras de civili la le
ou manual do bom tom adoptada para uso
das es -olas de ambos os sexos 1#00u. IWisla
da inslrucco publica para Portugal e llrasil
160rs., Compendio da historia romana pelo
Sr. Dr. IkHiriiimont 5tii> rs Rogras em verso
para arithmetica e para grammatiea, cora a
dupl 1 utilidade de fcilmente se decor rcro
e lerern simultanea .ente por ser o seu pre-
go diminuto, 40 rs : na ra .Nova, botica do
Sr. Santos.
Vende-se a mclhor loja de fazen las do
P ss 10 Publico 11. 9, com poucos fun Jos, a
dinbeiro ou a prazo.
1
C

DOS.
fm casadeRabeSchmeltau:&i:ompanhas
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburso.
FERRO
Excellentes camas de ferro para solteiros :
veiilein-sc no escriptotio do agente olivoi-
ra, ra la Cadeia do I'.ecifen. 2, D/iraero
andar.
lreu.
B rrs com breu : no armazem de Tasso
Irm.ios.
nelogios.
Os melhores (elogios de ouro, patente in
glez, veudem-se por precos razoaveis, n
escriptorio do agento Oliv.-ira, ra da Ca-
leia do I'.ecifen. 62. primeiro andar.
Na. roa da Cadeia defrt-nle da Rel-riin, venda
n. S ile I). S. Ctmpoi, Tcnde-ie e aloga-M, up*-
nurei liiih.s uiii|iurLueia3, fin port;5o e a rettlhn.
VfOda-M na roa da Cadeia n. 28. superior
presumo porlucue?. inteiioa 4i0r., e maisolijectuf
por preru cinmoijo.
Vende-se una boa esa terrea na ra
da Conceicflo da Boa-Vista : a tralar no
aterro da Roa-Vista n. 43, segundo andar,
das 6 as 9 horas da manhaa e das 2 as 4 da
tarde.
VENDEM-SE BARATO,
na ra do Queimado, loja da esquina do
becco da Congregado n. 41 : chales de me-
rm bordados a 8S000. ditos de dito borda-
dos a velludo a 15s, ditos de dito liso 3*500,
ditos bordados em 2 ponas 11/ cortes de
collete de velludo 6b, chapeos deVeltro mui-
to finos 6S, ditos de massa, boa fazenda, 75,
ditos de merino com mola 5o50o, cortes de
chita com pinta de mofo 29, lencos de seda
muito linos 1*600, chila franceza muito fina,
0 covado 240, lencos com bico a 240, mussu-
lina branca fina, o covado 340. luvas de pel-
lica para senhora a 500 rs., chapeos de sol
de seda a 7, riscado Trancez, o covado 200
rs dito inglez, o covado 160, corles de cam-
nraia de seda 5*000, ditos de brim de Iinho
je cores a ij500, ditos de casemira a 3/5O0
uos de cambraia, fazenJa fina a 2C400, e
den3nTUll8?r',Zendas'>ue PeU luantida-
tras f-nme f""e n,e"cionar. D3o-se as amos-
tras com penhores.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeose grandes
de ouro patente inglez. para bomem ese-
nhora de ura dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor &C, ra
do Torres n. 38. *
/^ende-se
Cortes de Ifti para vest-
dos.
Ve/idcm-se cortes de la de lindos pa-
drees, coro 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elies,
antes que se acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
CQM PEQEEO TOQUE DE
AVARIA.
A tlinlitirp
Pegas de algodao liso, largo, encorpado a
2, 2/240,29500 e 2S800 a peca, dito de si-
cupira a 2, 2240, 2/500. 25800 e 39 1 peca,
dito desseco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, I40ei80rs a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquino
que volta para a ra da Cadeia.
Vendem-se cortes Se cetsa escosseza
a 2$560: na ra do Ciespo n. 23.
_ CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porcao o a retalho, por corn-
modo prego para acabar, e muilo boa : no
armazem de matenaes, na ra da Cadeia de
Santo Ai,ionio n. 17.
No escriptorio de Domingos Alves
Matheus, na ra de Apollo n. 23, lia pa-
1 a vender.por preqos mdicos, o seguinte:
Ricos e elegantes pianos;
ruchadas portuguezas.
Cochini de linliopaia montara.
Coeros de barra.
Muito superior como de lustre.
Tintas de coi es, preparadas.
Ralancas decimaes.
.Muito rcoe superior papel para forro de
salas.
Superiores charutos da Baha.
Fumo em olha.
Pedias de lousa proprias para mesas de
cosmlia.
-

t

agencia
fu muya o
[&vwpm$
selte. na
cora Cuilhcime
ra do Queimado, loja 11. 27.
- Comprara se travs de louro de 30
palmos: na obra da ra Direita n. 82 x ,
mesma obra precisa-se deserventes, prefe-
iinJo-se os escravos.
domingo lera
lo vacca a 520 i-s. o mesmo lite
gomma com poreuao ecommodo
tornece-se volas de carnauba em
,.or mdico preco; tnge-se toda ajuali- velas dew'r'nuba ""ni
dado de lazeudas a vontade dos preten- deposito de assucar
deates.
Arreo'a-seo engenho Conceicao, co-
mo engen'uo nu sitio, lem cercado pora 20
vaccas de leite b mais animaes, boa c-.sa .'e
vivenda, estribara, rio junto a casa, banhei-
ro, hora jardim e hurla, varias fructeiras,
iiiuilo boa vista, junto a povoacao d^ liebc-
ribe, e arrenda-se ror precio cornmodo:
quem o preten ler, dirija-se a praca da lioa-
VisU, casa n. 28, a tratar co .Manoel Elis.-
de Moni?.
.. ^S- : :-:.:: -y...... :
..v No rjimiiiioiio houMpaibieo do Dr. Ca- !!
._. s^nova, ra du CroiM 11. 28, lia Sftn -'-
A pra um gr-uie .runenlo doa mala aere-
'/ ciliados medicaineiilus homeopalbicoi, e lu-
f;i do quanto lie nece-'ino para a pessoas que
-. irgoem esie fyilemi.
---Compr-m-se bolijtsvasiasa 80rs. cada,
urna : na rui da Senzala .tilia 11 lio. to linos 3 6-800 c 7r200 rs., pannos avcllu-
Compra-se effectivamenle na ra las | dados para cima de mesa, de padroes muilo
nores n. 37, primeiro andar, apolicesda di-1 oon'lof Low-51oor,
1 ua da instala Hova
11. 4*2.
Neste ostsbelecimenlo continu'a a baver
um completo ;oitimeiilo de mocudas e meias
?nondaspara eugenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tama 11!;os para dito.
Ci L DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa viuda rio ultimo
navio, era barris bcra acondicionados, por
proco cornmodo : na ra de Apollo, arma-
zem 11. 2 b.
SECH^TAEIAS.
As melhorea que at boje tem apparecido
a este mercado : vendera-se no escriptotio
do agente Oliveira, ra da Csdcia do itecife
u 62, primeira andar.
Algodao 1 to astro.
Veude-se algodao monstro com 8 almos
de largura, muilo proprio para toalbas e
lancees, pelo baratissimo prego de 6"0 rs. b
vara : na loja da boa le, na ra doueima-
lo n. 22.
TACHAS PAIIA ENGENHO
Ua fundiendo de leo del). W. Bowman
^la rua do llium, passando o chala-
ii/., continua a haver um completo sor-
t i ment de tachas de lorio fundido e bati-
do, dea8 palmos de bica, as quaes se
ecliama venda por preco cornmodo e com
chales de toquioi muilo lino; a 359O00 :s.,di-1 promptidao, cinharcain-se 011 carregam-
^.uRo'n'w, !";!,'"J "a,po"Kla ^3:;5^ ^^',ie,n despemaocoaipridoi
o mu 110 unos a 0; rs., ditus bordados de
yelluioa l-rs mantas de seda de padroes
bonitos a7#, 8/o9rs. cada urna, cha I y
cora listras ,;c seda ioo rs. o covado, ricos
cortes de oasemiras i -. 5* o sg rs e mili-
QUE ESTA-
V<& Ivjt do cauto, nn Ua
'' Uadeia (\o ecit
lia um com loto sortimento de fazendas
por procos baraUssimos, ricos cortes de se-
da de Pollitos padio-s 2-'~00o c Jj.-OOO leis.
.. 1111.... .1.. 4 .._____:___ .. .. ._ ..'
Vende-se na i ua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes i C. Larris
de ferro; oucuhos hidrulicos ; para de-
positas de iezes, a preco commodo.
*ullins e rele^ios.
- f SELLINS e RELOtilOS de paltnie
uiilpz : a venda no armaztm de
-' Itoelron ItooKcr Coinpanliia, es-
qin'n.i 'lo largo do Corpo 5ian|o tiu-
inertl
% %ntti M^)i
..-
Q
18.
Wiilni,-.'tntot rom rollia de vidro
-.;; de meia oii{4 al (l. muilo em coula.
"-
:::
o

p^-
vas de seda piulas e dd c res para senhoras
a t:(>00o !!!, ditas pata homeiii a lc600is.,
se ti ni prete macao a 2?9.U e 3- rs. o covado,
panno lino pelo a 28500 39, 4-, 5, e 6.- rs.,
e minio lino que faz admirar a 7?200 rs. o
covado, modernlssimos cortes de vestidos
para senhora, de barege de se la com lindos
enfeites de Troco a 353 rs las de muito tg"icw
bonitos gestos, e fazenda muilo boa a 1*300 vendem-se
Venie-seuma lu a mulalinba de 12 f?'8 ? C0Ta nadapoles de diversas qua- } Augusto Cesar de'Ahrcu na ruada Ca.
"ISSIT!**?9 se P.zer un> Presente no ?*? ff'J^?? comu.odos, mussul.na ] dei'a' d liecife> ai.ma/(,m'n. 36.
relogips de
tente
inglezei de orno, desalionetc c de vidro :
a preco razoavel, em cas* de
aterro d It n-Vista n 24.
--- Vende-te superior cal de Lisboa, chc-
gada ltimamente, por prega commodo : na
i ua I o i cita ii. 72.
(ia
ao p lo
iitonio,
f
ha para ven ier cslamenha para
irraos tereciros de S. Francisso.
, mussiilina
bianca B300rs. ocovado, ditas ue cores a
340, 300 e 3.i0 rs. o covado, leiiQos decassa
estampados, decores lisas a 140, ICO, 180,
2U0 e 280 rs. cada un, e a duza a 15500 2,
2*500 e dt rs., maulas pelas de seda a 9^500
1 e 10cN>00 rs., chapeos de sol para senhoras a
2^500 e 3"5( 0 rs., ditos para homem a 6;00
e 7a rs., diios de mola a 5:t0 rs., ditos de
massa muilo linos a ~g rs., e muito mais fa-
zendas ; a ellas, ventiamconiiecer a ve da.le
doexposto: na mesma loja da-sn as amos-
habito dos i tras das fazendas, e tambera se leva amos-
lira para cusas do familias.
zen-
arc de
i
oeposito
1f ,; prineeza da fabri-
de E.Gasse, no Rio
de >t uero.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
acuna, chegado pelo vapor 5. Salvador ; na
rua da Cruz n. *9.
No dia 11 do corrente mez de setem-
bro, do eugenho Queimadas. fregpezia de
banto Antao, fugio o escravo Bernardo, cii-
oulo, idade de 18 a 20 annos, bem apes-
soado, cara redonda e lustrosa, es seceos
ecm um delles falta-lhe a unba do dedo
grande, e he canhoto, e n-ais que ludo um
signal muito evidente, que beteruma.ci-
calrtz as costas da milo direita, sabio com
trouxa de roupa lina e algodao, chapeo de
como, e alparcalBs de que sempre usa :
suppOc-se ter tomado a direcgSode Caruaru'
por ler auila inclinadlo ao servido deva-
queirire, nesta praca aonde tem estado
muitos lempos, ou mesmo qualquer outra
parle, pelo que o abajso assignado roga as
sutomlades policiaes o cpiies de campo a
apprehensSo, e condcelo ao supradito eu-
genho, aonde sea recompensado com 100
reis.Padre Antonio Vieira de Mello.
Atteii9o.
No dia 23 de agosto prximo passado, ru-
gi do enpenho S. Jono, f eguezia do Porto
Calvo, o escravo crioulo de nome DamiSo,
idade 25 annos pouco mais ou menos, bem
ladino, barbado, com suissas, baixo e gros-
so, levando consigo 400 rs. cm dinheiro,
o um potro rodado desegund muda tem
mu, e urna mana, moradores nesta praca
em lora de Portas, e suppOe-se que por on-
de anda inlula-se por forro : queln o pegar,
leve-o nesta prsca a Joaquirn Jos llamos,na
rua Aiagusta, casa defronle da de n. 17, ou
no supradito engenho de seu senhor Jacin-
tho Alfonso de Mello, que ser generosamen-
te tecompenssdo.
2005000 de gratificacSo,
a quera pegar os escravos crioulos, Laurcn-
linoe Manoel, por antonomasia barbeiro :
o primeiro de idade 25 annos, alto, nflo omi-
to Tornido, rosto comprido, sem barba, bem
parecido, e muito pachola, levou chapeo do
Cbili, e gosla de trajar bem : o Manoel ten
a mesma id:.de, c he mais escuro que o Lau-
renliiio, estatura baixa e bem Tornido, rosto
redondo e bem parecido, peinas grossas
ps beoi Teilos, iraja calca e jaqueta, e Ievo
chapeo de palha da Italia ; tem cicalrizes as
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia um moleque de nome
Alexandre, que com clles aprenda o odlcio
de pereiro, cujo officiosabem perfeilamen-
te ditos escravos : a pessoa que appprehen-
der qualquer destes escravos e os entregar
na cadeia da cidade do Itecife, ou os condu-
zir ao engenho Boa-Esperaoca, na freguezia
dol.imoeiro, leccber a dita gratificacSo e
mais despezas que bzer.
No da 5 de julho do corrente anno Tu-
gio do engenho Cursahi na c< marca de l'ao
d'Alho, o escravo Antonia, Ca^ange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura c grosura regulares, cangueiro no
andar, tero todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas linas, be casado, e tai-
vez U-nia algumas marcas de rclho as na-
degas por ja ter sido castigado levemente ;
esse escravo Toi di s hcrdelros do finado Cae-
tano Concalves da 'Cunta ; consta que este
ve em i-anto Antao, em casa do Sr. JuSo
Francisco, assim como consta que em.Pajcu'
existe ura escravo com os mesnios signaes-.
aiessoaque o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Itecife, na rua da Cuia n. 64, ou
dclle der noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; e quim o liver em
seu podar, fique certo de sua punicSo com
lodo o rigor das leis.
Em 7 do corrente mez desappareceu o
escravo Candido, crioulo, o dicta I de pedrei-
ro, idade 25 anuos, alto, cor prela, cara um
tanto larga, olhos carnudos, tem urna cica-
triz entuma das maos, proveniente de um
panaiicio: quem o pegar, pode o conduzir
ao aterro da Boa-Vista, segundo andar do
sobrado n. 53, ou a casa do Sr Itulino Jos
Correia de Almeida, que ser recompensado.
'
1
PEKN. l-(j. de M. F. DE FAE1A 1857

ILEGIVEL


'


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