Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07835


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Full Text

AMO XXXIII N. 214.
_ 0
Por 5 mczes adiantados 4|000.
Por 3 mezcs vencido 4S500.
SVBBVDO iII DE SETE.IIJRO DE mi
Por anuo adianlado lj^OOO.-
Porte franco para o subscriptor:

KNCAU.B.KGAU09 DA. Bl'BSCRIPCAO DO NORTE.
inhib, 8r. Joao Kodolpho Gomei ; Ni tal, o 8r. Joiquim
IPerura Jnior : Aracil;, o Sr. A. da Lcmof Braga; Cai-
ra', o 8r. J. Jos da Olivein ; Mirinhao, o Sr. Joaquim Mar-
qnaa Bodnguei; Plauhv o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Juitino J. tamos ; Amaxonii, o Sr. Jaronvmoda
Coila.
PARTIDA. DOS CORREI09.
Olindn : Iodo os Jias. a* 9 e mi'i a hora* do dia.
IguarJAsu'. GoUmm e PanhUMi na* -.'/unda r lexiat-fcinfl*
S. Aailo.BesmM, Homo, Caruaru', Allnh c GttUlMM na.lt-
S. Lounnt;.., I'do d'Allio, Naiareth, Ljim.eir, Brojo, PaMMin, I
Flore.., Villa-Bella, Boa-Viata, Ouricurv e fciu', na* i.uarus-leiraj.
Cab... luojuca.betinhem. Rio Formuio, Una, liarrciros, Agua-Prett, Pi-
Bf-nteira* Natal: quinias-reiras.
(Tedos os correios pariem as 10 horas da manliia.
irta-feir
ADDIEN6IAS DOS TRIBUNABS DA CAPITAL.
Tribunal do commarcio : legundu quiatai.
Relaco : te rea i feirai a aabbadoi.
Fazenda : quarlai a labbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : legunda ai 10 horai quintal ao tritio di
Juno da orphaoi .-segundas a quintal ai 10 horai.
Primaira rara do eirel aagundaa eiaiuiao maio dia.
Segunda Tara do elvel uanai labbadoi ao maio dil.
EPHBMERIDE8 DO MEZ DESETEMBB.O.
i La cheia ai 2 horai a 47 minutoi da manbaa.
10 Quarlo mioguante ai 8 hora j e 30 minutos da tarde.
18 La nova ai 3 horai a 13 minutoi da maoba.
26 Quarto creieenta ai 6 horas a 40 minuto da manbaa.
PRF.AMAR DE HOJE.
Primaira ai 4 horai a 30 minutos da tarde.
Segunda ai 4 huras a 54 mioutoi da manbaa.
DAS DA SEMANA.
14 Segunda. EialtacSo de S. Cruz. S. Cornelio.
15 Terca. S. Nicomedes m. ; S. Mililino m.
16 Quarta. S. Eufemia v. ni. : S-. Abundio e Abundancio mm.
17 Quinta. As Chagas de S. Francisco iS. Podro Arbues.
18 Sella. S. Jos* de Cuperlino f. ; S. Thomaz de Villa Nova are.
19 Sabbado. S. Januario ni ; S. -\ilo b. m.
20 Domingo. As Dores da SS. Virgem Mi de Dos ; S. Eustaquio
ENCARREGADOS DA SUBSCRICAO NO BUL
Alagoai, oSr. Claudino Falca o Diai: Babia, o Sr. D. Dupra
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlini.
EM PEK.NAMBUCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa di Faria ni ib
vraria, praca da Independencia n.leS.
PAUTI OFFICiAL
COMMA.MIO DAS ARMAS.
ejaart.'l leaeral de aoaauala d.a arnaaa de
Pornambaco na. cidade de Recite, esa IV Se
setembro de 1K57.
ORDEM DO DIA N. 24.
O brigadelro commandanle dai armas interino,
eio vi. lude da ordem de quarlel general do eximio,
communicada em cilicio da 29 de agosto ultimo, de-
clara para os fin. convenientes, que nesla data, de
conformidade com a resoluto da 27 de novembro
da 18>2, conlrahio novo eugajamento por mais ais
anuos, com o deslino da ir servir no quinto balalhlo
de mf nit-irn. o msico do nono b,iUUi3o da mesma
arma, Jollo Gualberto de Meisias, o qual percebe'a
jlin dos vencimanloi qoa por lei Ihe" compelirem,'
o premio de 4009 n., pago segundo o disposlo no ar-
tigo 3.- do decreto numero 1,401, de 10 dejunho
i 185*.
Declara oulro sim o mesma brigadeiro, qne a
presidencia foi servida resolver, por offlcio datado
de 1.) do correnle, que a diaria dos clcelas manda-
das da casa ie delencao para o servido dos corpos e
fortalezas, deve ser paga pela Ihesouraria de fazen-
da gerel) em vista das f .lli.s apresentadas pelos
corpos fortalezas, em que os mesmos calcetas se
acharem servuido.
(Aeiiinedo).Jo3o Jos da Costa Pimanlel.
Conforme.Demetrio de (jusmao Coalho. Alfe-
ras ajadanie de ordem euearcegadu do delalhe.
SXTSiQH.
TRIBUNAL DO JURY DO SENA.
Prtiiiencia de Mr. I'anin.
SESSAO DO DIA 6 DE AGOSTO DE 1857.
Conspirar/So contra a vida do imperador.
(Exlrahido do Direito.)
II i dous anuos que, quasi na mesma poca, om
refugiado italiano de uome (iiovaui Pianon, vinha
peranle o mesmo jory responder por um altenlado
commetlido conlra a pes-oi do imperador. A Da-
lia paraca ler o triste privilegio de fornecer sica-
rios ao faoalismo dos partidos, porque hoje urna
accusa^Ao da mesma nalareza leva aos bancos
do jury tres homens perleoceiites aquella ncelo :
Piolo Tibaldi, Gaioieppe Barlololli e Piolo Grilli,
por antonomasia Saro.
A afuuencia de espectadores no jury he menos
consideravel do qui se devia esperar, e torna qoasi
inuleis as prer ourcs, que se tomaram com o lira
de asiegurar a m.nutenrlo da ordem.
Ai uove horas e meias as portas do 'banal sao
abeilas ao publico ; a sala se enche lentamente.
Observamos que o numero das scnhorai est.i vez he
menor. Os advogaJoi vestidos de loga guarnecen)
paila aos bancos que lite perlencem, e parle o dos
aecusados.
As ilri horas ero ponto, o jury romee hi a func-
cionar : A' requisito do procurad r geral Vaisp,
o tribunal decidi que, visto a prolongado presu-
mida dos debales, devia ler (usar a uncr.lo do d-
cimo lereeiro jurado sopplementar.
O tribunal se relira oulra vez para a sala do con-
lelho, afim de proceder ao sorleio do jury na pre-
mie i dos aecusados.
Puucos lisiantes depois, o porleiro de audiencia
annoucia a volla do tribunal. O Sr. presidente lem
por assistente os Srs. conselheiros Cascuave e lla-
mar.
A cadeira do minislerio publico lie oceupada pelo
Sr. procurador geral Vaise, leu lo por mislenle o
Sr. advogado II rbier.
O Dr. Desmarest, advogado de Tibaldi he assislido
pelo Dr. Floquel ; o Dr. Lacan, advogado de Gril-
li ; o Dr. I.ecauu, advogado de ll.riuloiii, eslSo no
banco da defeza.
Os aecusados s.1o inlrodozidoa a lomam asseolo na
ordem sesuinle : Tibaldi, Grilli, Uartolotli ; el les
esUo modestamente vestidos, e nenhuma destas tres
figuras revela a energa e a e\allar;iu, que se espera
euconlrar nos homens, que couceberam, medilaram
e leolaram eiecolar o crime. que lisas he imputa-
do. Grilli lem o roslo pailiJo e deicarnado, seus
cabellos e big<>des slu louro-pallidos ; seu porle he
mais elegante que o de seus dous coicos, e esta'
vestido de prelo.
Grilli e Barlololli lem physiononiiasinsirnifican-
tes ; parecem-sa um com o oulro, mas Grilli, so-
uretudo, esta' mais conslrangido no banco du jury.
Ss no curso dos debales Uadololti re algama firmeza as pergunlas, que llie eram (eitas, o
mesmo no se dea com Grilli, cujas palavras -,Vi
apenas inlrlligiveis, elle parece de orna timidez
virginal. C les homens poderam ser e o crime projectado. Porvenlura o terror, que os
cerca, o lem transformado '! Nao sabemos.
Sibre a mesados inslromenlos de convierto ob-
sarvam-se qoatoize pillas de doos eanos, urna de
dous canos lobnposlos, um revolver e sele panlues.
O Sr. presidenta.Esta' aberta a sesso. Ku Ti-
baldi. levantai-vos ; voiio nome e sobrenome 7
Reo.Paolo Tibaldi.
D.Vossa idade 7
R. tunta anoos.
D.Vossq estado ?
R.Fabricante de oculos.
I).Vosto domicilio 7
R.Ra Menilmonlanl n. 122.
D.On te nascesles I
R.Em Faenza.
O Sr. PresidenteSr. nterprele, lende a honda-
da de aproximar- os. Juraes Iraduzir fielmente noi-
sas pergunlas e as respustas des reos 7
O inlerprele. Juro.
O inlerprele vai eolloear-se junio dos reos e Irans
mille alteruidamcnle as pergunlas e resposlas se-
gnules :
O Sr. Presidente. Kcu Grilli, vosio nome so-
brenome 1
D.Paolo Grilli.
1).Vossa idade 7
R.Vinle e odo annos.
D.Vossa prossao '.'
11.Chapeleiro.
D.Vosso domicilio ?
II.Arrabal le Aainl Marlin n. 63.
D.Onde nascesles ?
R.Em Cesrea.
O.Nao sois lambem conliecido pelo nome de
Saro T
R.Nao.
D.Tendea advngido ".'
R.Sim, aenlior.
O Sr. Presidente.Reo Barlololli, vosso Dome e
sobrenome '.'
II.Guiuscppe Barlololli.
D.Vena idade i
K.Tciuta e quatro annos.
D.Vosa |t. li-r.i i '.'
R.Sip.iteiro.
I).Vossn doinieilio ?
R.Arrabald Saint Marlin n. 82.
I).Onde na ll.-m Bolonha.
U.Tendes advogado '.'
R.Sim, senhor.
O Sr. Presidente.Srs. jurados, lende a bondan-
de de levanlar-vos ; o tribunal vai receber vosso
juramento.
Ospois de ler rccehiJo o juramento dos jnrados,
O presidente lemhr.i aos advogadns da def./a ss dis-
p i-ires do arl. :ll 1,alverle aos reos que se vai ler
o procedo e a pronancia que os leva a barra do
jury.
O escrivao Conimerson lea o prncess, cajo con-
leii lo he o leguiule :
Declara o procurador geral que das pecas do
processo resallan) os fados segoiMes :
ir O parlido revolucionario n,Vi lem abandonado
eus projectos e suas esperanzas. Vencido as lulas
pela forr i armada, repudiado pela Kimr i ni pro-
vario solemne de inultos eserolmios aberlos ao suf-
fragio anivers.il, elle se teria ro iu/i I > a' impo-
tencia, se soubesse inciinar-se dianle do direilo e
da vonlade do paiz..
a Londres he a residencia esroli-.ida por ilguns
dos demagogos rompromellidos. All forraon-se ro-
mo se sabe, urna especie de congresso insorreicio-
nal, onde homrns perlenrenles as nacionalidades as
mais diversas vieram fazer commuiis seos odios e
suas pailAes.
O impeiii inr Napoleo III lie o objecto princi-
pal desses odios e dessas panOes, porque he o re-
presentante mais glorioso e o mais firma do priin i-
pio da auloridade.
a Na legica revolucionaria o assassinalo do impe-
rador he o nico meio de chegar a rcvoluc,ao de
Franga e da Europa, e mnilos dos refugiados em
Londres nao lem rocuado dianle de semelhaute ex-
pediente, lie as por urna na(flo genero-a, loriion-se o loco de Igild-
jftes e conspirajOes
Os accosados Mazzini e Ledmltollin s.1o reco-
nhecidos pelo processo, como leudo coinmellido esse
criminoso abuso da haspilalidade recebila na In-
glalirra. Maii de urna vez os seus nomes si leu
achado envolvidos em projectos de assassinalo), co-
jos autores lem sido sorprendidos ou desanimados
pela vigilancia da auloridade.
A prxima reunan do corpo legislativo era es-
perada por elles desde o fim do anno de 1836, como
urna poca favoravel. Urna caria dirigida da Paris'
a Maz'/.ini em 2 de novembro de I*Vi, e que esta'
junta ao processo, o entrelinlia em essas mesmas
criminosas esperanzas. Nes o seguinle :
a .... lina occasiao I !... Vos he que o deveis
aber. E ja que fallamos aqu em orcssi3o, deve-
mos dizer que as eleiges ao corpo legislativo Iranio
ni una a^'iar,io. Nesse momento, urna occasiao po-
dara produzir uiuilas cousas. He o suflracio uni-
versal que se emprega para as elrii;0es. Reflerli la
O autor desli carta,|o Sr. ienieres, Lfoi ouvido no
processo ; nao pode negar que fosse escripia da seu
proprio punho ; tambem nao negou que fosse diri-
gida pur elle Mazziui, e seus e>furcos para justifi-
car oo explicar os seas termos, nao poderam pieva-
lecer sobre a significaran muilo clara, que resulla
naturalmente de suas propnas palavras.
Na aproximaba11 das eleic,5es geraes, o gnverno
deveu ixercer orna vigilancia activa sobre as inachi-
nafe vindas da fura, as quaes esperavam echar ou
fazer nascer urna occasiao no meio da ag'larao elei-
loral.
Naquelle momento Mazzini liulia deixado Londres
para se dirigir a Genova, onde sua presenri nao
lardoo a vir a ser o signal de lenialivas de insurrei-
c;6es em muilos ponlos da Italia. Mazzini conlinui-
va a corresponder-se com seus amigos ou confiden-
tes de Londres acerca do que elle mesmo chainou o
ce negocio de Paris, islo he, acerca de am alten-
lado que, feriado a pessoa do imperador, soppri-
niisse o principal protector da paz da Europa contra
paixOes revolucionarias.
" Enlre os afiliados de Mazzini figora em primei-
rn lugar o aecusa lo Massarenli, que parece exereer
em Londres a industria de cliaruleirn. Massarenti
be um homcn activo e tamivel. Mazzarini em uina
de sosa cartas o chama o segredo encima lo.
He elle, como logo se ver, qoem se encarregou de
recrular assassinosnas lascas de Londres.
Campauella, lambem accusarlo e que se diz lio-
mern de ledras, lie amigo e ao mesmo lempo agente
>ie Mazzini. Na auseucia desle liulia elle pur iuiss,1o
fazer execular soas ordens em Londre se concertar
com Massarenti.
Oulros dous nomes devem ser citados ainda :
o dj Sr. James Slrafisld, fabricante de rerveja em
Londres, que se fez banqneiro de Mazzini e o do
Sr. Slalford, personagem mais insignificrtnte que as
precedentes, e que por este motivo sem duvida ti-
rilla sirio escribido para prestar seu nome corres-
pondencia entre Genova e Londres.
n A' 13 de junho da I8>7 foi apprehendida no
crrelo de Paris, em virlude de um mandado regu-
lar, orna carta Irazendo o sello de Genova em 10 de
jonho e dirigida ao Sr. Stralfor I em Londres.
Ela caria cunlinha (res escriplos da mao de
Mazzini, nos quaes se vai aci.ar a prova do crime
boje em poder da jtnliea. ; prova ueste punto evi-
dente de que o processo, que a seguio, nao fez se-
nlo desenvolve-la.
a Dous aasassiuos recrolados por Massarenti li-
nham sido enviados a Paris lia mais de doos mezas
por Ma/zini e l.edru-Rollin, depois de ler recebido
desles ltimos as instroegoes neeessariaa para alien-
lar comra a vida do imperador. Os assasinos l -
libara sido dirigidos a om cmplice residente em
Paris ha mullos annos, c occullaudn-se sob nomes
falsos, esperavam uraa occisiSo favoravel para com-
melter seu crime.
a Mailos mezcs anles da chegada desles dous as-
sassinos. ja tinha sido expedido i Paris o material
destinado a execogao do ciime. Consisliaem am
grande numero de punbaes e pistolas, urna das quaes,
cumpondo-se de dous canos sobrepostos, lembrava
pela sua forma a que foi emprega pur Pianon.
Emlim, dous novoi assassinos acabavam de ser
propo.tus por M.issarenli. De Genova, onde se cha-
fe Mazzini, encarregav a Campauella de julgar
em seu lugar, se deviam ser a Imilli ios a cuncorrer
para o seu deleslavel crime ; e no caso em que
Campauella os livesse aceiladu, elle e Missarenli
lomassi-m dinheiro ao fabricsnle de cerveja Slar-
field, enviassem os dous novus assassinos aos cmpli-
ces de Paris e Ibes lizessem dar armas eseolhidas oo
material ja posto sua disposicao.
a Todos esles facloi resallam com evidencia das
Ires carlai appreliendidas, cojo texto convem agora
conhecer.
A pnmeira he dirigida a Mauarenti, como in-
dica o endereco e eslas palavras, p.las quaes come-
ta : u Charo Massarenli, receb a vossa caris de .
A caria lem a dala de 10 de janlio e nella se l
o que se segu :
A respeilo dos dous amigos de Bol.... e !#....
.provavelmrnle Bolonha e Faenza,) cuja proposta
me enviasle, a cousa lornoo-se mais importante que
nunca, quasi loda a q.ieslao esll oisso, mas nao
poete julga-loi. Vi o pudeis ; nao os cunheceis
bem '. nao os adiis eapazes e verdadeiramenle de-
cididos? Eniao ide a caa de Camp____Campauella),
fallai-lhe ; cu o lenho enrarregado e informado.
Lembrai-voa do que vos leuho dito sobre o melhodo
a seguir, ludependenles, dous a dousbe e>se o
nico meio.
Se o amigo liver parlido, o qae sabereis pelos
jornaes, enlao he intil nao sn para elles, mas lam-
bem para os dous que vi comvosco. Se vollar do
campo a deinorar-se, enlao os dous velhus amigos
lem lambem necessidade de algum dinheiro, e se
fordes casa do amigo da fabrica, de cerveja, elle
ve-lodara', parque mando ordem para isso.
Curapre qae os dous novns sjam econmicos.
Eu desejsria dar milhoes, mas nao posso. As despe-
zai na Italia sao incriveis.
Vosso Jos.
(i Fcilmente se reconherco nesla lineuagem lao
pouco disfamada o pnrjeclo de assassinalo conlra o
imperador, o obstculo momentneo qoe a viagem
de S. M. Fontainebleau, iroaxe a sua exeuci;a>,
finalinriile um objeclo de preoccupai;ao referiudu-se
Italia, e qoe lorna mais impnrlanle que nonca
a cousa i que deve ser feila em Pars.
Os negocios da Italia lem um lugar mais am-
pio na segunda caria dirigida a Csmpar.ella. >
Mazzini ahi falla em primeiro lugar de um inci-
dente, quo acaba decomprumeller o soccesso de seus
planos ; mas as queixas amargas, que esle fado Ihe
inspira, conduzem logo seo penssmenlo para a o ne-
gocio de Paris : esta segunda caria lem smente
por endereco esla palavra Camp,que designa
sullicienlemenle o arcosado ; he datada de II de
junho como a precedente, e concebida nesles ter-
mos :
a C. F. provavelmenle.; Charo Fralello. Um edi-
ficio iuteiro, construido com urna difliculdade infi-
nila, successo inesperado al hoje, observa qoe
hoje era o dia decisivo,foi abatido por um furaclo,
por causa de um navio qae, levado pela tempestarle]
leve de alirar ao mar esle material e oulroi ob-
jeclo".
Ora, sem eslas ousas, a oolra operaco qoe de-
via ler lugai boje, e que era infalljvel, rio se pdle
fazer.lie para fazer um homem e-masar a caba-
5a.Eu nao o faco, mas digo : Compre comer ir
outra vez !.... ola que ainda leuho urna probabi-
lidade, para que o eiificio se erga de um a laclo :
domingo hei de saber alguma cu-a a csse res-
pelto.
Agora, escuta. Qoeres ouvir um colloqaio se-
creto a Massarenti sobre o negocio de Paris ? Sabes
que se toroou mais que nunca desejido e argente.
Ha dous que se propem, mas a queslao principal
he lber, te elle os ronbere bem, se os julga eapa-
zes. Na) caso aflirmalivo, se esigem meios de viver
um mez no lugar, se seo pedido Inmoderado e ie
a conviccao da Mass.... Massarenli; he favoravel,
elle ou ellrs procurara paisaporlcs.
Daqui nao posso orenpar-me detall coasas,
elles qoe partan) !.,.. A caita inclusa he para o ami-
go conliecido de Massarenli, que mora na rua Me-
nilmonlanl, n. 122 ; alli ellos acharo o material.
lia dous outros, mai minlia intencao he que elles
r.brem indepen lentemenle, dousa'doui. Eu fajo a
mesma cousa daqui ; no caso em qoe lado vi bem,
per;a dinheiro a Jamos, a quem dou parle e remello;
Massarenli, devo fazer-lhe esla juslica por ama
longa experiencia, he o segredo encarnado, e lu
nao deves Iralar aenlo com elle ; a cousa he vital
para o paiz, e por conseguinte cont comligo.
a Adeos, com o espirito agitado, mas sempre
leu.
rr G0. O
a A lerceira carta, len lo a forma de ura simples
bilbele, eslava inclusa na de Campauella, e he di-
rigida evidentemente ao cmplice residente em Pa-
rs, encarregadu de receber ahi e dirigir os assai-
sinos.
O enderezo desta caria nao he designado senao
pelas iniriaes I*. P. T. dehaixu das quaes deve-se
ler : A Paolo Tibaldi. Emlim ella he concebida
uestes lermos :
Os rorta lores sao iuleirimcnle iuuacsaos ilous
qoe lemles. Tralai-os do mesmo modo e sem reier-
va ; mas fazei com que Irabalhe independonte. He
nielbor para todos.
a 10 de junho. Vosso Guiseppe.
o As tris peras qae se acabara, de ler, ujo diziam
somenle o segredo doi conspiradores. A carta dirigi-
da a Cimpinella conlinha urna indicaran preciosa,
por rujo auxilio muiloi podan) ser presos a entre-
gues a' juslica, porque nella se lia que o n amigo
conhecido de Massarenti, isto he o cmplice de Pa-
rs, morava n< roa Menilmonlanl, n. 122. Alem dis-
to ja por pesquizas precedentes, linha-se desenber-
lo seu mime Paulo Tibaldi; mas o que as nvesli-
gatoes precedentes nao tinham feilo couhecer he,
qua nena casa de roa Monilmontant, n. 122, devia
acbar-se o material do crime.
0 acensado Ttbildi foi preso em seu domicilio a 13
de junho; no mesmo dia procedia-sa a prisao dos
aecusados Barlololli e Grilli, em om aposento, que
ucrupava ua rua do faubourg Sainl-Denis, n. 82 ;
o primeiro sob o falso nome de Lazzari, o segundo
sob o de Saro. Ao mesmo lempo apprehentlia-se na
carleira de Tibaldi a indicarlo da casa do falinean-
te de cerveja Slrafield ; e nos papis de Barlololli
urna caria qoe Iha fora diricida por Massarenli com
dala de 2!i de maio de 18i7, e eujo lexto lera' lido
mais larde.
Unta apprehensao mais importante leve ainda lu-
gar no dia li de juul.o na casa dos esposos Galli-
bourg, que oceupavam um aposento na me-ma ca-
sa em que as-istia Tibaldi, rua le Mcnilmontant,
n. 122. No raez de feverriro de 18Y7, a lenhora Gi-
ro! que habita com Tibal li, oblivera dos estos Galliboarg a permis*ao de dpor no seu aposento
urna mala fechada que diz ella pertencer a liballi.
A ju-lira depois de ler feilo abrir esla mala, achuu
occullos debaixo de alguma roupa velha e sob um
envollurio de estopa cinco punhaes inglezes, I i pis-
tolas de algibeira d* dous canos sobreposlus, um
revolver de cinco Uros, duas baleiras e doas eai-
xas de e

regadas com bala e escorvadas. Dous peritos arca-
buzeiros chamados pela ju-ur 1 dsclararam que a
pistola de cavaltaria e principalmente o e revolver
erem armas de urna grande exaclidao.
1 Jumi 1 aos punhaes eslavam todos dinlro de suas
bambas p untados de ama materia amarellada e sus-
peila. L'm perito clnm co, enrarregado deanalysar
esla malaria deciareu que ella nao liulia relara i al-
guma com o sebo qae se cu-luma emprear para
se preservar as afinas di huiuidade ; porque ella li-
nba precisamente determinado umaoxydarao de ajo
sobre mailos punhaes apprehendidoi ; que ella pa-
reca provir d urna cebla vegetal, como Orna ce-
bola d'albo ; que emlim, ainda que nao livesse pro-
prielades venenosa.*, semelliante mat na podia em
certas casos produzir chagas de ma' natureza.
Tibaldi he um obreiro ptimo, uascido na Italia,
porem que mora em Pari, desde o anno da 1850.
Confessnu que em 18.V2 fez urna viagem a Lon-
dres, onde ni 11 n pelo espado de mn annu ; que pa-
ra ah vollou em jineiru de 1857 a desta vez s-
menle demorou-se Ires semanas. Desde s.u pri-
meiro inlerrugalorio, esle aecusado defendeu-se
com denegacOes e persistiu al u fim nene svsiema
de defeza. Enlrelauln simples denegarles au po-
diirn bastar conlra cerlos facloi estabelecidos ale
a evidencia pelas primeiros'aclos da devassa. Quan-
do, por exemplo, elle prelendia nao conhecer
.Missarenli, apreseulava-se-llie duas cartas appre-
hendidas nu crrelo que Ihe eram dirigidas por .Mas-
sarenti, ama dtada de 8 de junho, a oulra de 12
do mesmo mez, as quaes eoineeevaia por eslas pala-
vrastci t.haru Tibaldi.Do mesmo modo obrigadoe
confessarque maiuivera rrlac;oes com Barlololli, elle
dizia le-lo conh-ciJo em Tarn em 18j0. eo ler an-
conlride p ir acaso em Paris pouco lempo anles de
sua prisao ; mas quasi mime talamente averigua-
ra-se pela declaracao de Barlololli, que suas lela-
5es nao remonlavam seno a poca muilo mais re-
cente em que Grlli e o mesmo Barlololi foram en-
viados a Paris para commeller um allenlado conlra
a vida do imperador. T baldi negara ao principio
de urna maueira absoluli o deposilo feilo a ti
pedido, pela senhora Girot em casa dos esposos Gai-
libourg, damala contenilo as armas apprehetidi las.
Depuis apre-entdii I0--0 1!i,- a mala e as armas, elle
vio-se obrUado a confes suiteular que ,a mala Ihe fora confiada, om anno
anles, por om individuo chamado Menighi ; que
ignorava o que dtnlro della se conlinha, poli nao
receb-raa chava, e Menighi Ihe dissera qoe a ma-
la so conliiili 1 Itvros e papelea
Resalla das declaraces formaes da senhora Gi-
re!, que a m ra em qtie-t.lo fora Irazida por Tib-ldi,
para o seu domicilio commum, ha cinco 011 seis me-
zes quando muilu cerlamente depois da viagem
qae o aecusado fez a Londres no mez de Janeiro de
1837.
n Por oulro lado Tibaldi sendo convidado a ves-
tir o palilot e a c.Isa occullos oa mala, verilicoa se
qoe essa roupa fora feila para o seu corpn. Emfim
a roniiiiiia,;ao da devassa reservava um desmenlidu
mais solemne as illegar-s de Tibaldi, porque a
chave da mala ui encontrada no dia l de julho
em seu proprio aposento, onde fora vista a 13 de
junho, sem que nesla ullim epoca a importancia
rlesla peca de convicc.au fusse susprilada.
Na prim-ii ,1 1 baso do processo, o acensado Grilli
negara ludo. Menos perlado du que Tibaldi, pelos
resultados ja oblidos na devassa, elle pudera eseu-
dar-ee com denegarles absolutas, n Barlololi, di-
zia elle, era o nico dos aecusadus que conliecia, o
liaba encontrado pela primeira vez. no navio que os
Irouxera da Inglaterra, e esla crcumslancia loda
fortuita os levara a tomar nm aposento cnmraum
em Paris.
Barlololli moslrou-ie desde os primeiros momen-
tos mais disposlo a confesssr ao menos urna parle
da verdide.
No seu inlerrozalario de 13 re junho, eonfessou
eHeque viera de Londres a Pans no uro de abril de
l8.")7 com um passaporla com o nome de Lazzari em
compauhia de Grilli, qae se occnllava lambem ob
o nome de Saro. Tibaldi Ihe procurara um aposen-
ta na rua Fauboug-S un Oenis. Depois de ter pa>-
sado algum lempo em Paris, vollara s para e In-
glaterra, e nao regressira senao nos primeiros das
do mez de junln. Em Londres, vira Massarenli,
mas nao eoohecil Mazzini e nao recebera a Ulieslo
d vir iHIHinir o imperador. Enlrslanlo ama pe-
Qa imporlanle, apprehendida na casa da Barlololli,
no inmn nin de sua prisa., bastara pan advenir a
ju-lisa que soas ull m is palavras nao eram sinceras,
tilo recebera em Y iik, no fim do raez de maio de
183] a carta seguinle que Ihe Ion dirigida por Mas-
sarenli :
Londres,ti de maio de 18.V7.
Mea charo Barlhololi.Presenleroenle chamo-
nni em um mui bello embarar;o. Nesla mornenlo re-
cebo urna caria do velho, na qual fllame de vos
ambos, jolgando-vos no vossn poilo. Alm disso
ere que insists em ficar e que he provavel que sej
iiilonnado de que o negocio esla arranjado.pois que,
'eguudo iiiforuiacfies que se Ihe tem dado, de um
momento para oulro, rsse rairasco ira' para o lugar
que te Ihe destina... Como, pois, espnider-lhe'.'...
Nessa caria que acabo de receber, ella diz-me que
espera na vossa hondada, que vos nao aborreceris
nesle lugar, que se elle foi tora, por seguranza vol-
lara... Creio que me emendes suflicienlemente m
que le explique lodo. Agora, quer ella urna res-
posla. O que devo respouder-lhe '.'
e Sa lu liV.este o que fez Paulo, islo he, se ficasle
em leu poslo, hnje nao haveria embarazo algam.
Nao lens mais dinheiro ; o oulro lalvez ainda o le-
nha. Assim, n-o ha mais que urna resposla a dar-
Ibe. Ao menos se elle fora ga|j sobre o terreno
destinado, nada haveria, porque para isso foi elle
destinado, mas nao para passeios. Quando nao o
houvesse mais, nao seria mo o escrever-me, por-
que teria feilo o possivel para que o ohlivesseis, quer
fosse para relirar-vos, quer para ahi permanecer.
Segundo as ordens que receber, eu obrarei.
Bem vejo gue eslais um pouco amoroso ; mas
quan lo perlenre-se a inlcresses de semelheule or-
dem, deve-se ludo esquerer.
a No entretanto, adeos.
G. Massarenli.
Os termos desla caria nao necessilam de commen-
lario. Ve-se claramente qoe um projeclo de assas-
siuilo diiigido conlra a pessoa do imperador Irou-
xera urna fruncir vez a Paris, Barlololli e seu com-
panheiro, designado pelo preme de Paulo (que he
com effeilo o preme de G'illi) ; que este projeclo
lirnu suspenso pela volla de llarlololli para a Inela-
lerra ; que emfim as censuras de Massarenli deci-
dirn) este ultimo a vollar a Franca para a realisa-
r.lu de sus nefanda missao.
He desla volla que fallava Tibaldi, em ama carta
de 4 de junho de 1837, que a senhora Girol afllr-
moa ler sscriplo, sob o seu dictado, e qoe elle diri-
ga a Mazzini, chaman lo-o seu lio, segundo om vo-
cabulario convencionado. E-la caria apprehendida
no correio. em virlude de um mandado regular, era
assim conceb
a Pars, de julho de 181".
Meu charo lio.Eis a lerceira carta qoe vos es
crevo iem receber resposla... colloqueium dos vos-
os amigos em unta das casas mais fortes pelosia
eslado. O oulro linhi parlido, elle voltuu segando
o vossa vanlade. Dir-vos-hei que o nosso daenle
nao se irha melhor. Venho aqu de longa em Ion-
ge, e creio que deste moda ser difiicil cura-lo, mas
nao desprezaremoscoasa algama para ebegarmos ao
uoiso liin.
oP. F.o
Massarenli, a quem Tibaldi Jvera enviar sua
caria, para que elle a fizesse chegar a Mazzini,aecu-
ou a sua recepeao pela carta segointe igualmente
apprehendida no correio,em virlude de am manda-
do regular :
Londres, 8 de jolho de 1857.
a Charo Tibaldi.Recebi a eslimavel caria que
me diz seja remellida a vosso lio. Como vosso lio
fosse para a Iran la em virlode di negocio, eu Ih'a
remelli, e creio que elle vos respondir.'i inmedia-
ta e directamente.
rrMassaro.11
Em prespnca de docamenlos lao cerlos, Barlolol-
li devia comprehender a necessidade de dar .um
passo no caminhu da verdade ; elle o deu, mas pro-
curando reler anda a ultima palavra qoe cumplela-
ria suas deelaraees. No seu inlerragalorin de l de
junho e nos de 9 e 17 de julho fez conhecer os fados
segainles :
No mez de abril de I8~>7, soldado da legiao italia-
na tecentemenle licenciado.elle achava-se em Yoik,
reduziil.i a man completa miseria. Massarenli foi
procura-lo ahi, e propoz-lhe om negucio que 'he
deixana dinheiro dizia elle.) Elle o levou para
Londres e o cun luztn pala primeira vez a casa da
Mazzini. Ahi acluva-se com Mazzini um Francez
gordu e allu e que usava de bigodes, cujn nome foi
pronunciado dianle delle. Esle nome, Karlolotli o
reprodu/. assim com u tea acento italiano. Rodrou-
Rulline. Mazzini Iratou do negocio dianle do Fran-
cez. Elle dtsse ao aecusado:
Seris dous ; iris para perlo do palacio do im-
perador, vc'u conservareis um da om fado, outro de
oulro ; nao deixareis o vosso. poitu e far-me-heis
saber se o imperador sabe da da e volla nole.a
lima segunda conferencia leve logar em casa de
Mazzini, alguns das depois, Massarenli e Grilli ahi
seachavam. L-dru-Rollin eslava ausente. Annon-
ciou-se aos dous acensados que elles iam partir para
Pars, e deu-se-lhes a indicado da morada de Ti-
baldi, rua Menilmonlanl. 122. Mazzini Ihes disse :
Diris que vindes de Lundres. islo bastar. Ajun-
lareis: a Conduzi-nos ao palacio do imperadur, e
seris couduzido.
Na manbaa do dia em que leve lugar a segunda
conferencia em casa Je Mazzini, Barlololli lenio
pedido dinheiro a Massarenli, fillando-llie de sua
miseria, Massaienli responileo-lhe :
Mazzini t'o dar, mas elle nao lem um sold nes-
te mornenlo. Elle nao podera' dar-le dinheiro sem
que o Francez Ih'o de' por sua vez. Eu mesmn nao
lenho dinheiro e 11.100 lerei emquanlo uRudrou-
Rolline nao rr.'o der. ;Eslou cerlou, acrescenla aqui
Harlololti, que este nome foi pronunciado por Mas-
sarenli nessa occasiao ) Massarenli deu depois ,)0
petas de 5 francos a Barlololli. Esle ultimo ignora
qae sjmma Grilla receben. Ilousou Ires dias depois,
elles embarcaram-se para a Franja. Tibaldi os re-
ceben em Paris e os conluzia au palacio du impera-
dur, e Ihes procuruu um apnsenlo que pir elles Ihe
fui sublucado para um rarleiro do correio.
Todas estas particularidades do interrogatorio de
Bartululti esiao em um completo accordo com os
oulrus elementos da invesliga?,ao. Todava, Barlo-
lolli julgou poder escapar ai consequeucias que da-
I11 contra elle resultan), acre..rentan.lu que nao rece-
bera a missao de fenr o imperador, mas somenle de
vigiar seus passos e disso dar conlas a aquelles que o
enviaram.
Se houvesse necessidade de provar que Barlololli
comprehendia de oolra surte o fim, as'im como os
perigus de sua missao, baslaria lalvez cilar urna caria
que fui apprehendida, e na qual, escrevendo a III de
junho a um.i mull t que conhecera em York, elle
annuncia que vallar para ao pe della sesohreviver.
Mas o mesmo piucesso lem fornecido conlra as reli-
cencias re llarlolulli urna prova ao mesmo lempo
mas completa e msis sensivel.
O aecusa !u Grilli (como se disse mais cima) ludo
negara ao principio. No dia 13 de julho, confron-
tado com Barlololli, ouvio em todas as suas particu-
laridades as declararles deste ultimo. Depon, per-
gunlanJo-llie o magistrado qual dos dous era o men-
tiroso : n Sou eu respondeu Grilli ; vuu dizer-
vus a verdade toda inleira, e se esquecer a menor
cousa, corlem-me a rabera Enlao, enm o arenlo
da Mncerilarle mais completa, Grilli faz por sua
vez urna narracao que necessila ser resumida com
exacliilao.
Al enlao esle aecusado conservara sen falso nome
de Saro. Elle renuncia d'abi cm dianle a dissimular
sua iudividualidade, e convem que se chamava Paolo
Grilli, uascido em Creoe, nos E-tados Romanos,
lleisou seu paiz em I8.1, para escapar a urna prisao
da que achava-se ameacado. Desde essa epoca viveu
em G-nina, Mareellu, e depuis em Londres.
Um dia, disse Grilli, achando-se em Londres sem
rocursos, enconlrou Massarenli em urna laberna.
Este ultimo Iba disse : o Mazzini te da 50 napo-
Ices de ouro para assassinares o imperador. Grilli
pedio doos oo ires diaspara relleclic, depois aceiiou.
e foi entao que Massarenli foi procurar llarlololli
em York. Grilli nao assi-lio senau 4 segunda confe-
rencia em casa de Mazzini. Nao haviam oulras pes-
soai prsenles senao M i-s irenti e Barlololli. Ahi
combinou-ie o negocio c deram se :n inslrucro.s.
Mazzini Ibes disse claramente :
11 Esludareis os bnbitM do imperador, daris o
vosso eolpe quando achardes occasiao favoravel.
si Cada um delles rereb-n de Massarenli cincuenta
napolees de ouro, e parliram.
N'aosei, acrescenla Grilli, sa Tibaldi eslava no
segredo anles de uusea chegada, mas elle o souhe
logo, porque us Ihe referimos ludo, e dias depois
elle deu-me dous puuhaes, para m 111 e para Bar-
lololli. i.
Entretanto, depois destas palavras esmagidoras,
Barlololli procura manler sua verstlo. Nao convem
dizermetade da verla le, replica enlao Grilli. Eu
comecei por negar lulo ; quan o vi que lindis dito
ama parte da verdade, julguei que eia melhor dizer
ludo ; lo deveras faze lo, porque comerasle.
Convidado a expliear-se por sua vez, Tibaldi limi-
lou-se a responder que a narraran de Grilli nSo era
enio um lecide de mettliras. porem um dos fados
referidos por Grilli offerecu a occasiao iinmdiala
le verilicar-se sua smcerida le. Elle disera qae 01
dous punhaes recebi los por elle das maos de Tibaldi
deviam se encontrar em um lu;ar on le os oceult ira,
sol urna commoda, junio da janella, conlra a pare-
de, uo aposento que elle oceupava na casa dos es-
posos Aogranl rua do faubourg Sainl-Denis n.
91, anles de lomar posse do gabtnele sublocado por
Augranl a Tibaldi, na casa o. 82 da mesma rua.
No mesmo dia, um commiisario de polica, delegado
pelo commissario in-lroclor, dirigia-se casa dos es-
posos Augraud, e achsva os dous punbaes, encerra-
dos mis suas bainhas; eslavam como os da mala, ap-
prehendidoi a lidejiinhu, nula los cm nina ma-
teria olenla, qae o perito L.ssaigne declama ser da
mesma Mioma que a precclenlemenle experimen-
tada por elle.
A entrega feila por Tibaldi a Grilli dos doas pu-
nhaes de que acaba-se ce fallar, explica am fado
deplalo no camero da instru.-cao pelas Sras. Girot e
Galliboag. Resullava da declaracao deslas duas les-
leraunhai, que om mez anles da prisa.i de T baldi a
Sra. Girol fora bu-rar em casa da Sra. Galliboug a
mala da que esla consentir,, em ser depositara, de-
pois a iroaxera de novo em o dia seguinle. Sabe-se
hoje o motivo dessamudaiija momentnea. Na poca
em qoe ella livera lugar, isto he, no enmeco de maio
de 1837, Grilli e Barlololli acabavam de chegar a
Paris, e fui lambem nessa mesma occasiao que Ti-
baldi os armara de punbaes. evidentemente escolhi-
dos enlre aquelles que encerrava a mala.
Eslas declaran"!* do aecusado Grilli, lao complo-
lamenle de accordo com lodos os oulros documentos
da instruccao do processo, acabam de demonstrar
al evidencia o crime suhmetldo ao jurv e a parte
qae tomaram nesle crime Mazzini, Massarenti, Ti-
baldi, Baitololli e 11 priprio Grilli. U011 aecusados
somenle, I.edru-R illin e Campauella, nao se achara
Cumpromellidus pelas declaraces de Grilli ; mas
a prov de sua culpabilidade nem por isso he
menos cerls.
Ledro-Kollin assislio primeira conferencia em
casa de Mazzini ; se au lomou urna parle activa na
conversaban, cerlamenli elle romprchendeu e ap-
provou seu fim e suas conseqoencias. Barlololli n3o
pode ser acoimado de mentiroso nesta parte de suas
declararles.
Elle aparlou-ie somenle da verdade para negar o
verdadeiro objeclo do mandaloque aceitara, ea mes-
ma forma com qu se manifrsla a sua ailirmacao re-
lativamente a l.edru-Rollin, parece provar bsslanle
sua complela exacliriao. A mesma garanta de lin-
ceriladase d em soas palavras a respeilo do di-
nheiro que pedir e recebera de Massarenli. Barlo-
lolli n5o pode aflirmar qua esle dinheiro tenha sido
fornecidn por L'dru-Rollin, mas declara qoe Mas-
sarenli, respondendo ao seu primeir pedido, Ihe
dissera qae le devia esperar que Ledro-Rollin Ih'o
livesse dado ; qoanlo a Campanella, a caria que Ihe
ira destinada por Mazzini Turma conlra elle a prova
a mais cmplela c a mais irresistivel ; musir ella
primeiramenle que elle eslava iniciado em Indos os
planoi de Mazzini, mesmo noi que eram dirigido!
conlra a Italia, 1 revela claramente que lomara par-
le em ludo quinto se fez al 10 de junho para o bom
xito da conspiradlo dirigida conlra a vida do im-
perador ; finalmente provocava Campanella a con-
tinuar esle criminoso auxilio, coafiando-lhe o cuida-
1 do de enviar dous novos assassinos conlra o impe-
\ rador.
Conseguinlemente, Paolo Tibaldi, Jos Barlololi,
I Paulo Grilli. por alcunha Sarn, Giusepp Mazzini,
I Alexandre Augusto, Le tru-lxollin, Gaetano Massa-
1 renli e Fredirico Campanella, os qualro ltimos
; ausente1, sao aecusados de, por orna re*oluc,ao de
obrar concertarla e deliberada enlre si, ter formado
em 1857 urna conspiraran como fim de attenlar con-
tra 1 vida do imperador, leudo sido dita conspirbalo
seguida de om acto coinmellidu ou coraecado para
preparar a sua execur.o, crime previsto pelo arl. 8'J
do cdigo penal.
Feilo na secretaria do tribunal imperial de Paris,
a 28 de julho de 1857. O procarador geral impe-
rial, l'aisse.
{Continuar- se-ha.)
0
RIO DE JANEIRO.
SESSAO DE II DE AGOSTO DE 1857.
'residencia do Sr. liuzebio de Quetro: Coulinho
.l/n/lo.so Cmara.
A's II horas da manbaa, u Sr. presidente abre a
sessao. BChando-se pre*eutcs 29 Srs. senadores.
I.ida a acia da anlecsdeute, he approvada.
Nao cavando expe lenle segue-se a'
ORDEM DO DIA.
Continua a primeira diseossa.i da proposirio da
cmara dos depuladus aalurisanlo o guvernoa em-
prestar companhia Pona d'Ara a quanlia ae
3'J0:0ui)sfJ0 ;que ficou adiada a requeriineulu do Sr.
Waoderley al que comparecesse o Sr. ministro da
fazenda.)
Jutgada a materia discutida, e posla a votos de-
puis da iirarem 01 Srs. Silveira da Molla e Souza
Franco, he a proposicao approxada em primeira dis-
cussao, eenlra logo em segunda.
Depuis de orarem os Srs. Suuza Ramos, Souza
Franco, visconda de Albuquerque, e pusla a volos
a materia, be approvada para passar lerceira dts-
eamio.
lia apoiado e entra em discuistlo o eguinle ar-
tigo :
u Igual favor fic.i n governo aulorisadu a fazer a
ludas ai companbias que se eslabelecerem nos porlos
do nnpr'rm para empreheuderem eslaleiroi e fabri-
ca! do refundirloe fabrico de machinas de vapor.
Visconda ,1- Albuquerque.
Verilicando-se nao liaver casa, fica a discuseao
adiada.
A ordem do dia lie, alem das materias ja desig-
nadas :
lerceira disctissi 1 da proposito da cmara dos de-
pulados approvendo o controlo com o Dr. Bluine-
nau para un larao de urna colonia cm llajahy, em
Sania Calhariua.
Primeira discos.ao da proposijao da mesma cma-
ra coucedendo qualru lulenas a Assuciac;ao de Cari-
dade desla curie.
I erceira dtscussao da propositan da mesma ra-
mara auloriiaudu o governo a c*leuder o beneficio
da navegaclo a vapor ao porto da cidade da Vic-
toria e a algons do rio Parnahibe, 110 l'iauliv,
com as emendas approvadas na segn la discus-
iflo : '
Tereeira discussao da proposijao da mesma cma-
ra autnrisaiidu o governo para proporcionar com-
panhia de estra ia de ferru da Pedro II us meius
de levantar por um empreslimo, deutro no fura du
imperio, um lerao do capilal lixado para sua em-
preza.
Levanta-se a sessao a' I hora da larde.
Nidia II au funccion.ia
pidos.
a cmara i'os depa-
CMARA DOS SRS. DEPUADOS,
SESSAO DE 12 DE AGOSTO DE 1857.
/'residencia Uo Sr. risconde de Uaependij.
A' hora do costme, feila a chamada, e achaudo-
se reunido numero legal, abre-se a sessao.
Lidas as acias das anlecedenles, iao appro-
vadas.
0 Sr. Primeiro Secrelario d conla do seguinle
EXPEDIENTE.
L'm cilicio do ministerio do imperio, remet-
iendo a acia da continuar;.'! 1 di eleic,3o de um de-
potado pelo 12.* dislnclu da Babia.A archi-
var-se.
Dilo do mini-Itrio da juslija, remetiendo nm re-
quenmenlo de Pe Ira tle Olivetra Coelho, amanuen-
se da secrelana do supremu Iribun il dejuslira, pe-
dinln augmento de or leado.A' commissao de
pensoei e ordenados.
Dilo do mini-toi o da fazenda, remetiendo a infor-
mat.lo dada pela presidencia de Prrnambiicu sobre a
pretendan de Joau Xavier Carneiro da Cunha.A
comrois-ilo ile pensues e ordenados.
Dilo do mesmo ministeiio, rcmellendo o relalorio
da junta administraliva da caixa de auiorliz ojio A
primeira cutninissao de urcainenlu.
Dilo do ministerio do guerra, danlo as informa-
cOej pedidas por esla cmara sobre a pretendo do
eapiao Fraucisr 1 Nuiles da Cunha.A quem fez a
requisito.
Dilo do secrelario do leado, communicandu que
o mrsmo adoplou e vai dirigir sanr^ao imperial a
resolurio que approva a pen-au concednli a I). An-
ua Eufrazia de S Wemeck; e que S. M. I. con-
senlc no decreto que lixa a- fon;- trra para o
annu (inanceiro de 1858 a 1850.Fica a cmara 111-
leirada.
Dtlo da presidencia alo Rio 1,raudo do Norte, re-
metiendo duas collecroes de lais provinciae appro-
vadas o anno passado, e dous exemplar'S da falla
da abertura da assemblca provincial.A arclii-
var-se.
Dilo da presideucia da Parahiba, remeltendo utn
requermenlo to capiao gradaado da segunda cas-
se rio eslado-maior do exercilo, Francisco do Re-
g Barros Plele, em que pele ser dispensado de
restituir a quaulia de 7718000 que recibir co-
mo recrulador. A' commissao de marinha e
guerra.
1 111 requerimenlo da cmara municipal da villa
de Jaguar, provincia de Miuas-Geraes, pedindo
que se reslabeler,am as disisas da pruvincia de S.
Paulo com a de MinasA' commi--oo de eslalis-
tica.
Dilo da cmara municipil da Pironga, pidinlo a
creajao de mais um coilegio eleiloral no dtslriclo
de Lba.A' commissau de poderes.
Dilo da ir......11 le do SaDtisiimo Sacramento da
villa da Ahli 1 lia, provincia da Haba, pedindo dis-
pensa dai lets de amortizarlo para poder possuir em
bens de rail al a quanlia de 1(5:000;.A' commis-
sao de fazenda.
He remedida a' commissau de poderes a seguinle
llldir.ir.lo ;
l*ecj liceur.1 a' cmara para relirar-me anles do
encerramento da sessao, como necesstlo por motivos
re familia.Mendes da Cusa, n
Sao apprnvados lem il-liate os pareceres :
Da commissao de pensiles e ordenados, indeferindo
a prelenrlo de Jos llippolilo de Araujo.
Da cninmissao da poderes, apprnvando a eleir.ii da
freguezia da C'mceir.iu da rtibeira, pertenceule ao
12' dislricln da provincia do Rio de Jaueiro.
Sao Jolgatfoi objecliis de deliberaban, e "rao a im-
primir para enlrar na ur lem dos Irabalbus. os pare-
ceres :
Di commissao de penses e ordenados, ippro-
vainlo a pensao ronce h.la a D. .1 1,111 11 Igiucia La-
cas, viuva du alferes Francisco Lucas de Oli-
veira.
Da commissao de poderes, concedendo caria de
naluralisacilo a Ignacio da Silva de Siqueira e ou-
lros.
lie approvada sem debate a redaccao do projeclo
sobre sociedades em cummandila.
ORDEM DO DIA.
Primeira paite.
Continua a discussao do parecer da commissao de
poderes com o voto em separado sobre a eleir.Vi do
3- dislnclu de S. Pauln.
_ lie approvada e enlre conjuorlamenle em discus-
sao a seguinle emenda additiva a's eoucliisfies do
parecer, quer seja esle approvado, quer seja rejei-
lado :
Que se remella a' auloridade complenle, por
intermedie do g iverno, as copias das acias da elei-
Costa, sen lo .rejeilado o parecer da aommissao e e
metida do Sr. Barbosa da Cunha.
Segunda parte.
Entra em secunda discussao o arl. 0 e seus para-
graphos do on;amento relativo a' riceila geral do
imperio qua abaixo publicamos.
a A aisembla geral legislativa decreta :
CAPITULO II.
Receita geral.
Arl. 8. A receiii geral do imperio he oreada na
quinlia da........39,000.0005000
Arl. II. Esla receila sera' eQtctuada com o
producto di renda geral arrecadada dentro do exer-
eicio da presente le, sob os ttulos abaixo desig-
nados :
1. Direilo; de imporlasao para
conmino......2,000:000/000
2. Dilos re h il lanlo e reex-
Parlasao....... 20:0005000
o- 3. Ditos dem para a Coila
d'Africa....... 8(105000
" i. Expedieuli dos gneros ei-
Irangelre navegados por
cabolagem, livres de direilo
riecousumo...... 275:0005000
ss 6. Daos dos ditos livres. 13:0005000
7. Armazenagem..... 180:0009000
8 Premius de a--i.,;i I--. 185:0009000
ti. Ancuragem...... 1(50:0009000.
10. Direilos de 1.5 por cenlodas
e iiiln rea ri-s e-ira uretras q'
passam a nacionaes. 24:0005000
II. Ditos de cinco por cenia na
compra e renda das embar-
eacoes........ 41:0005000
12. Ditos de ele pur cenlo de
export.ro. .... 6,112^008000
13. Dilo de J por cento idem. 2:0005000
11. Dilu de I pur cento dem
de ouro em barra. IOO9OOO
15. Ditos de H por cenlo dos
diamantes....... 20:0009000
10. Expediente das copalazias. 101:0009000
17. Renda do correio geral. 2i0:OO0WHO
18. Dita da casa da moeda. 60:0005000
19. Dita da senhoriagem da
_ Pra'e........ 60:0009000
(i 20. Dila da Ivpographi* nacio-
nal.......
n 21 Dita da casa de correc^ao. .
22 Dila da fbrica da plvora.
(' 23, Hila da fabrica de ferro de
Ypanema.......
21. Dita dos arsenaes. .
25. Dita de propios nacime1.
26. Dila de terrenos diamanli-
lino*. .......
27. Furos de terrenos e de ma-
rinhas, excepto as do muni-
cipio da corle.....
28. Ladennos, au compre-
hendendu os provenientes
das rendas de leirenos de
marinha da corle. .
a 29. Sisa dos bens de raiz. .
110. Dcima urbana de nina le-
gua alm sla denurcarao. .
31. Dila arldtciunal das corp -
rac/ies de m.Vi mora. .
32. I>nelns uuvos e velhus e da
chancellarla......
a 33. I'no- das palcnles dos ofli-
ciaea da guarda nacional.
31. Dizima de chancellarla. .
35. Jotas das ordem lunorificas.
.1 36. Matriculas das facilidades
de direilo e de medicina. .
37. Mullas por tnfran;"io de re-
guliimenlos......
38. Sello do papel lixo e pro-
purciunal.......
39. Premius de depsitos p-
blicos........
10. Impostas de despachantes e
currelores.......
rr 41. Emjlumeulos......
u 42. Impostes sobre lojas, casas
de descont, etc.....
43. Dito sobre casas re movis,
roupa, ele, fabricados em
paiz eslrangeiro.....
ii. Dtlu subre barcos do iute-
lor.........
13, Hit j de 8:, das loleiias. .
46. Dito de 8. dos premios dai
mesmas.......
17. Dtlu sobre inineracilo. ,
48. Dilo lobre dalas liiineraes.
19. Taxa dos escravos. .
50. Ven ta de p.io-brasil. .
51. Cubrnuca da divida activa.
Peculiares du municipio.
0 52. Dizimoi........
53. Declina urbana.....
51. Terjas parles de ollicios. .
55. Emolumentos de polica. .
56. Imposto sobre casal de lei
lao e modas......
1 57. Dito sle patente no consuma
de agujrdenle.....
58. Di'o do ga lu de consumo. .
59. Meia siza dos escravos. .
60. Sellu de heraiiras e legados.
'i 61. Reudimcuto de evento. .
Extraordinaria.
62. C niirilniic"! 1 para monte-
po.........
6'*' Iudemnisares.....
61. Juros de capilaes nacionaes.
65. Venia de genero e de pro-
prios na imiaes.....
Ct. Receila eventual.
Depoeilef,
I. Bens de defuutos e auseutes.
2. Premios de lulenas. .
3. Salaiio da africanos livres.
" 1. Deposito de dtversis ori-
gen!.........
150:00051X10
6OO9IXXJ
10:0009000
8:IHX)?00f)
13:0009000
150:0005000
35:0005000
5.(HK)5000
6:0005900
1,6.5O:(KI0j0IIO
5:0008000
65:0005000
200:0005000
120:0005000
45:000901X1
10:00a;000
78:000;000
73:507-9000
1,27O;0O050O0
6:0005000
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3j:(XK000
650:000-51)00
9:0005000
16.0005000
120:0009000
200:0009000
55:0009000
20030 o
150:00090(X)
100:0005tXX)
170:0003(100
16:0005000
750:00091X10
l:200M)O0
1:80O-O0.i
13:6009000
230:000-90(X)
130:0005000
157:IMXl9 15(1.4009000
1.0009000
2:0005000
230:(XX)9000
1:9005000
40:0005000
100:00 J9000
370:0005000
13:0O0S0( X)
6.1X105000
4iO:000;000
A discussao fica adiada pela hora.
O Sr. Presidmli da' para ordem do dii :
C .iiiinuarao da segunda discussao do orsamculo ;
e se houver lempo as materias anteriormente desig-
nadas.
Levanla-ie a sessao depois das 3 loras.
No dia 12 nao Irabalhou o senado.
PJEftlAaUOCa
829:0009000
Opirares de credilo.
Empreslimo du cofre dos or-
| lio -..........
1,200:0009000
Art. 10. O governo fica iiulorisado para emitltr
bilheles do Ihesnuro ale a sorama de 8,000:0009000
cuino aiilerinuc.i.i da receila no exercicio desta lei.
CAPULLO III.
Dispusisdes geraes.
Art. 11. Ficam em vi&ur tolai ai diiposises da
le do nrcameuto antecedeiilc, que n.fo versaran)
particularmente cobre a Osarlo da receila e despeza,
e nao Itverem si lu expressamenla revogidai.
Arl. 12. Ficam revogadas as leis e duposjces
em contrario.
Arligos iddilivoi.
Arl. 1. O escrivaese labellies qae no prnzo mar-
cado nos regulameutos dcixarem de remellar ao Ibe-
souro ou as thesuurarias as provincias bs cerlides
de siza dos contraas de compra e venta dus bens de
raiz, cujas escripturas liverem sido lavradas em sem
callnos, incurreram, por cada eerlidao nao remelli-
da, na mulla re .'1O5OOO a IOO9OOO que Ihes sera
imposta adminislralivamenle pelu presidente do tri-
bunal do thesuuro na curie e proviucia do Rio de Ja-
neiro, e pelos inspectores das theiourarias de lazen-
da lias diversas provincial.
a Arl. 2. F'ica o governo aulorisadu 1 organisar
um novo regulam-nlu para a arrecadar.lo do impos-
to da liza, -iiti.tiiuiiido a mulla do alvar de 3 de
junho de 18' pela de 10 a 30', rio valor da cousa
vendida repailtdainenle entre o comprador e o ven-
dedor, e imposta pelos chefes dai eila;0es de arreca-
dafJJo.
Arl. 3. Quando as declaraces feitas pelos
contrllente! lias referidas estaedes se der suspeila de
simularlo du verdadeiro valor'da propriedade ven--
dila, lera lugar o pracesso arbitral nos lermos rio
ti. 18 do regolamiQle annexu o decrelu de II de
abril de 1812 ; e se a deciso for conlra n parle, pa-
gara esla a mulla de 20\ du imposlo que tirocurou
suhlrahir.
Arl. 1. Ficam redatidoi a melade do valor as
mullas de revalidarlo do sello proporcional e fixu
cornil,muas no decrelo de 10 de jolho ae 1850,
PAGINA VULSfc
Fetla das chagas de .San Francisco.Tere lo-
gar honlem 17 do crrenle, na ordem lerceira fran-
ciscana, a fesla das chagas de Sin Francisco, que
fura feila com aquella pompa que cosluma. O tem-
plo eslava ncamenle ornado, e bem exprima loda a
grandeza de sua pompa. A msica da orchestra foi
magnficamente desempenhada, sendo dirigida pelo
Sr. pa ir Primo, e na qual primaran) nu gloria 11
principies vozes que huje rxislem na provincia, em
cujo numero a du Sr. Scapini. O sermao da fesla,
pregado pelo eluquenle Sr. Fr. Joaquim do Espirito
Saoto, fez conhecer as virtudes do patriarcha San
Francisco de Assis, qoe deixou a lodos os ouvtntes
dicte- de ailm rai_.tr, pelas viva cores de qae se ser-
vio para descrcve-las. emfim fui aquella fesla "a
mais completa e pomposa que se pode imagiuar.
Numeroso foi o concurso de pnvu que allluio pin
a 'greja, e lodos como qoe admirados pareciam du vi-
ciar da grandeza que acabavam de obseivar. He
preciso nao esquecer o hospital que fui iru .luiente
visitada por am sem numeru de pessaas, esleve
igualmente bem decuiado sem que nada mais hon-
vessa a desejar. Nao se pude duvidar que de ludll
as contrarias he por cerlo a da ordem tereeira fran-
ciscaua a mais importante, e que mais garantas of-
.tereco aos seus irmiloi; he finalmente a que dispon-
du de nao pequeos recursos, os emprega em acloi
de piedade. E quaulo he bello lao suaves princi-
pios Muilo I olivamos o zelo dessa reipeilavel cor-
poranlo, e muilu desejaraoi qae issim Continu, reo-
dendu ludo a culto de enetan"to ao seu palriarcha
Sao Francisco de Assji.
zVuas palatras ao Argos: Nada por ora po-
demos responder ao aulor da poblicasSo asiignada
pelo Argos emquanlo nao obttvermoi as provas
do fado ,1 qoe se refere em seu commuulcado.
^ Queiara. Algoem se queixa, que de um lir-
cero andar de ama Casa na rua do Cullegiu, se lan-
1; un cooiinuadaroenle aguas sujas.e mutlasvezes p-
tridas, que van incommodar aos moradores do se-
gundo andar da casa contigua. Adverle-se, paranlo,
aus moradores desse lereeiro andar, qae se absle-
nham de ser incommodos aej leus vlzinhos, que lu-
do lem sopporlido, afim de ver se por esse modo
ceisa Lio mo cosime.
Adcerleiuia.Nao podemos dar poblicidade a
carta que nos enviaram, tratando do morador da es-
Irada de Jo3o de Barros, sem que o'aulor della ve-
tilla assiguadu romo responsavil.
Itnridait.As missas que devem as irmanda-
des desta cidade du Recife pelm irmaoi fallecidos,
dizem que 180 lanas, que lodos os sacerdotes do bu-
pado, vivendo mais 50 anuos do que tem, e appli-
cando-01 pelas almas dus meamos iunaos, n;lo porSo
em da us suffragios Ora, sendo o primeiro dever
das irman tades e confrariai Iralar do cullu. e ole-
gundo do bem dus irmaos, segae-se que o Illm. Sr.
Dr. juiz de capellas nao deve approvar as canias de
oulras despezas, sem que eslejam regalarisadas a-
qaillM.
S. Exc. o Sr. vicepresidente lomando na de-
vida cousiderarao a noticia que demos acerca do
reapparecimenlu do cholera em Nazareth, offlciou
ao delegado d'alli, afim de infurma-lo a' respeilo.
Ilunlem chegou a rearosla do referido delegado, par-
ticipando que n.ii fura 0 reapparccimenlo do chole-
ra que all se den, mas sim quatro casos morlaei e
mais oulrus tantos benignos. Nenhum mais leve la-
nar, nem mesmo o mal passuu a oulros enneolu.
Nao se verificon o assassinalo do empregado
da assembla provincial Pedro Paulo ; poiquauto
aciba elle dechrgar a esla cidade a salvamento.
Acaba de chegar de Seriubaem |o Sr. capitao
francisco Antonio da Carvalho, que alli exerceu o
lugar de delegado de polica, do qual pedio c oble-
ve demissau : o Sr. capilo Carvalho deiempenhou
salisfacloriamenle aquelle lugar, c foi o temor dos
criminlos.
Temos noticias de Machio e Sergipe, que al-
cntara as primeirai a 16 do corrente e asirgundas
a 29 do passado. Nada de nnvo se linha passado
neslas duas provincias depois do ultimo vipor. O Sr.
Dr. Urulero, na presidencia de Sergipe, continua a a
ser e-luna lu pur ambas ai cures pulilicas. Ja' se
achava feila a aparara 1 .las tleir-s pira um lena-
rlor, e sahiram com maioria ai votos : liarn de Ma-
roim 27. ; commandanle superior Diniz Siqueiri
253 ; Barao de Colinguibs 227.
O vapor nacional Perstnunga, vindo de Ma-
coni e porlos intermedios, Irouxe a siu barrio os ie-
guinles passageiros:
C. F. da Cosa Sampaio, Joan Camello da Cosa,
Salvador Bsson, Jo3u Barachn, Jos Pause, Joi Li-
monge, Joaquim Pedruzo, Augusto C. da Conha,
Manuel Jos Cirneiro, Antonio Jos / irliarios, F. I.
4. Montes, sua lenhora e om criado, Jacinlhu Ma-
ra da Silva, Jos F'ranrisco Taboca, Jos R. da Sil-
va Oliveira, E. I. de Almrida, Manoel Antonio Pe-
reira Jnior, Al mire Ferreira (iuimariles, l.olz
I Nuvaei, Francisco Pires Carneiro, o cadete Lulz
Jok de Souza, o Dr. Bernardo Anlnnio de Miraoda
I. i-lcllu Branco, Joao Baplisla Accioli e um criado
menor, Paulino Accioli Canavarro, Manoel doi Pai-
soi Lilis, Jos Al-.milii- da Silva, Jo8quira Accioli
Litis, Antonio da Rocha Acciuli e um criado, o le-
nenle-corunel Jos Luiz Bellro Mavignier, o padre
Jos Parriro (jomes, Saverinu Gomei, o Dr. Filippe
Lopes Nello. Laiz Ferreira de Carvalho, Laurenlino
de Barros I.ini, Eslevio Alves da Silva.
I/ispiial de caridade. Existan) no dia 17 do
correnle 21 homens e 25 mulheres tratados pela ca-'
ridaJe ; 19 horneas e 16 mulheres que pasan) a caa
e 11 praras du curpu de polica. Tolal 95 doenles.
Al amanhaa.
COMARCA DO BONITO.
Cidade de Caraani 11 de selembro.
XXVI.
Nao sei o porque,sempre que o juiz municipal erra
souscientilicado. Ignorante cumo sou em materia que
nao pertence a minba profluae, duvidu ie ha ou nao
erro, ou mais alguma cousa uo fado srgaiute : O
conselho de qualificasao da freguezia do Allinlio nriul-
ida a um de seos membros na quanlia de 505000,0
que po iia fazer, ex iiuclhunlate legis. Se^andu a
le velha era remellida a copia da acta ao joiz mu-
nicipal para ordenar a entrega da importancia na es-
taca 1 compleme, sob pena de sequestro ; porem a
lei nova de 1851, deu nova forma ao modo de efl'ec-
luar-ie o recolhimenlo dis importancias das mollas.
Mas o nosso juiz municipal, que, s sabe o que ua
apremien e iguura o que deve saber e devia ler apren-
dido, guiandu-se pela lei velha, no receber a copia da
respectiva arla mandou pa-sar mandado, sob pena
de sequelro. para dentro de vinle qualro horas o
iflicial multarlo recolher a collecloria geni 5OJO00,
ludo a ex-oflicio de sua auloridade, e para lomar
cerla lagamjsiiobi do genro do ollicial mullado,
que proinplainente prucurou realisar a entrega da
quaAita referida, e apresentando a lei ao cullector,
p-r nuil.ni a esle : o senhor quer recolher a quanlia
que resa esle mandado? Nao senhor, respondeu o
culleclor. Depuis appareceu o offi-ial de juilisi en-
carregadu da olimislo do mandado, cobrando o qae
Ihe perlencia, e o oflicial mutilado maiHou-ocom
vista ao juiz municipal, para esle pagara! cusas.
Nao v, be tolo ?
O II lape,
Dar a comer
Sem parlilbar
A lelo '.'
He labidao !...
lu ainda informado de ronfliclo dejoriidicsao
dada ltimamente enlre dilo juu municipal e o de-
leca lo de tiaranhun ; porque esle ha exigido cerlo
individuo que sendo morador em lerrcno de iui ju-
risdicsao, esl aqu pieso. Nao sei qual o motivo da
prisao ; mas sei que, sesundum artem auditionis.u
na.) se elL-clnara a ramese Se eneaiola.lo, sem que
luzenlosque (altan), se juntera a r'uzenlus que fal-
l.rim e boje rlivididos existem enlre o amante en
apanniiad 1 crea lo da lemn tense largalirha, e aquel-
.., de .
Sflo de tsuaratinguela' e a joitiftcacSo em que depo- | conformidade com o diipmlo nos arts. 1.1 e l da lei le sm-eilo do cenlur.io do soldado de polica, h que-
rem ver o dialio? Nao eslamns us com destacamen-
zeran: debaixo do juramento os dous secrtanos da de 20 de oolutiro de 1843.
mesa psrochial, afim de que, confrontandn-se as! Arl. 5. leo governo auloriiido a desapropriar
copias com as acias orieinies laura las no livro com- i edtllico da alfandeua do M embao, qae em trlti-
plenle, se proceda criminalmente conlra o autor de de senleuru do poder judiciariu fui mandadu res-
ou .nitores da falsificacao das masraas copias, verifi-
eando-se a exiiiencia do crime.Barbosa da Cu-
nli 1.
Orou o Sr. Pacheco.
0 Sr. 1 erniii le, d.t Cunln propo/. o encerra-
meuto da discussao.
A cmara approva o itncerramenlo.
He approvado o voto em separado do Sr. Pacheco,
e recunhecido depulado pelo 3- dislriclo de S. Paulo
o Munsenhor Ignacio Marcondes de Oliveira Cabral,
e suppleole o Dr. ilaaoe Marcondes de Moura
lilair a junta de llaaidaclo das exmelas companhias
do Grao-Para' e Maranhau em Lisbua.
Arl. li. A receila prurenieute du empreslimo do
cofre de orphaos sera' esrnplurada sob o titulo de
Depsitosficandosem elletlo a segunda parle do
arl. 13 da lei n. 779 de re selembro de 1851.
Sal das coi IBisioH, 8 de atzoslo de 1857.F.
de Saltes Torres-Homem, L. A. de Sampaio Vianna
Aueuslo F. re Oliveira.
'Acha-ie prsenle e Sr. ministro di fazenda.
Orou o Sr. Alhayde.
lo de pulicia t Se fosse coinigo cu tinha meui re-
morros...
\ ier.nn soldados de (jaranhuns para escollaren) o
preso, a vollaram nao pouco contend, vista da
maueira porque fon recebido o que levara, a Panil-
las, o oflicio rio respeclivo delegado. Nao perde o
co-lume ? Tama flga !...
Sera permit 1 lo a um juiz, peranle qaem se pro-
ceda a inventario dos bens de Paulo, mandar vir a
sua pre-oer;, um escravo, ao qoal linha parle Paulo,
para 1er Tallado, e saber-se quanto locara a Paulo,
eser semlhanle quanlia escripia nu inventario sla
dilo Paulo, antes de proceder-se o inventario nos
bens que lem de ler parlilhadoi enlre Paolo e oulros.'



ILEGIVEL






D5JUU0 nRPEHNAMBCOS\T!Ur.n 10 DI BITEMBUO DI"! iVl
le um conlo equalro rentos'.' Auiid. se d.u le fie
lo, eo sei, mas pediram-me treinta para que o gr-
valinlia nao desconfi ler lido prlicado tiinelhanlo
fado na Ierra dot or.
Sunt dii".
le Iroi.
I.'s hommet
yo. dflo,
Nesla Ierra,
Boa licao,
Ao vpnlia
o Palarflo.
PraoMdii mercado.Farmha J-JO rs., milito SM.
fei)flo Ij.bU, i emente ile earrapalo a 800 i. ; lodos
osles genero vondem-e a euia
Carne ..cea a 280 e 320 rs. a libra, verda a IGO e
1) libra, aasuear ordiuario 7*1*0 arrobi.
Areite de arrpalo, urna bulija 3| da unta gar-
rafa, 480 a 360.
[Carla particular.]
Ser permitirlo ao jun iuIrQme'ler-se na liando do Antoin) lavare dos Saulo', parda, viun, 'i anuo,
anuy-idores,

  • um cotilo de ron he punco, J .se Borne Alvea, braneo viuvo, 89 anuos.
    Bris, Afi icano, escravo de Antouio-Bvcardo go, :I0 auno.
    Hila Mana 11 C irire fAo, parda, solleira, 25 anncu.
    Animo, pardo, escravo de JoAo Francisco Barro, IS
    nvzes.
    Fortnalo, Africano, escravo de Domingos Rtbeiro
    ta Cunha Ohvrira, b\> anuo.
    Rita, branca, lilha de Caetan Jote Mandes, I i
    infles.
    M-noel, pardo, (Uto de Merenciano Carnuro da
    Silva, 6.....a -.
    Brnedila, Africana, eacrava de Joan Francisco Re-
    eis t.i'iini-Ma, lo annos.
    Anionii Joa Pereira de Mendoiic,, braneo, viuvo,
    i-I anuos.
    Calliarina 1 erreir de Sena, parda, viuva, lili anuos.
    l'P.ibr..)
    Sara, pard-, escrava de Jos Jarimho PivSo, :l anuos
    Capilulina Farreira da Cotia, blanca, casada, 23
    annos.
    Mara, branca, filha de Custodio Ferreira Moulinlto,
    3 nipTes.
    .Mainel, pardo, escravo de Emilia Rosa de Sil, 10
    mezes.
    Padre Leonardo Jn3o lircga,
    l'tiosle.
    da pelo guarda nacional etn qnestao nAo ft>s*e auti-, urna fela sol mne, ein honra do >r. qne vo-lo ou-
    datitiln, como julg.ui o Sr. romman Jame Jo haialhan, I torg..ihabebtti honc diem.... ele
    Jl'RVDO BONITO.
    Terceiro julgamenlo.
    Comparecen o lenle cuionel Antonio Corrija
    Pessoa de Mello, com 58 annos de idade, viuvo.
    Iir tu o, altura e corpo regulares, feices agrariaveis.
    seto barbas, cabellos brnneos, agricultor proprielario.
    !<" e escreve accosado pelos dimes previstos nos nrls.
    ^01 e 205 do cdigo criminal, a oritcem sendo riesses
    erimu pancadas dadas pelo aecustdo eni doosescra-
    vns de Antonio da Cosa Mello I.ana, que a* quei-
    xaia, loado sido lanzado da acci-arflo, por nAo ler
    presentado o respectivo libello no prazo da lei.
    O acruaado defendeu-e dizendo, que a escrava
    era .! aua propriedade, qne o subdelegado prores-
    anle era seu inimigo e bem asm ojuiz municipal
    ftupplenle que 'utetitara a pronuncia, e que contra
    este dera orna qoeia per.me a retaceo do destricto.
    Dep.is do que passou-ae a
    Accusacflo.
    l)po-se prova para os fados, encontrado no venir
    dos antee) para as aggravntet dos ^ t, ti e 17 do
    do art. 16, E em sostenalo a accus.eo foram des-
    truidos as allccacnes de inimisad do subdeleglo
    pruressanle e joiz confirmador da pronuncia, coro n
    fado de Ic-rem funecionado nos aulos oiilros juizas,
    que sitslenlaram o procedimenlo dos primeiros, sen-
    rio que centra os segundos nada de mal se disse.
    Defeza.
    Npgou-se tivesse Lima dominio nos ecravo, que
    eram perlencenles ao casal do aecutado, nSo ohsun-
    Abusos de poder e irregularidades na
    guarda nacional de Goianna.
    I
    Un abysmo chama outro abysmo. O* ocios de
    tonaira nunca "So isolados. Fados e documentos
    olliciaes demonstrar msis cabalmente esla verdade
    do qua lodos os raciocinios.
    O Sr. commandante superior da guarda nacional
    de i li.uiu.t expedir o seguinle oflicio :
    . Illm. Sr.Tendo o lenle Malinas Comes de
    Souza, prenditlo minba orriem Auslriebano/.fe-
    rino da Mulla, sargento da l. companhia do hata-
    lliao do uterino commando de V. S., por o ter desa-
    catado era sua plenle, nflo lendn al esta dala o
    referido sargento cumprido aquella ordetn ; com o
    que tambem me ha de-obedecido, determino .t V. S-,
    qoe expeca sua urdens, para que imtnedialamenle
    seja aquelle eargenlo reculbido ao calnbooco at m-
    nha segunda nrdem.
    a Dos guarde a V. S. Qualtel do commando sn-
    le Ihe leiem sido partilhados ; pois a scnlenga que j perior da guarda nacional na cilade de (loianna, 13
    julgara a parlillia, havia sido embargada. Sus- de julho de 1857. Joo Joaqoim da Cunha Bego
    lenlou-se nao ler o aecusado perdido o direilo de Barro, carnmandanlp soperiur da guarda nacional
    propriedade aos esrravos; e que linha rijreilo de cas- dasla com>r.Illm. Sr. capullo Benlo ArcheUo Vaz
    ligar moderadamente a seus tscravos, como pormille Curado, commaudanle interino do batalhjto n. 12 da
    lei, a finalmente que o corpo de delicio n3o fura
    leilo com a devidas circampec<;ao e imparcialida-
    de que eram para desejar o que provava com a sua
    maleiia e turma, manifeilandu-e a loda lo/, que era
    resultado do odio e do despeilo, pois, que doas les-
    temunhas viram aos olTendidos no lim de ilo das,
    oceupado em serviros ordinario a sua qoalida-
    des. ,
    Invocoa-sc o precedenles do aecusado.
    Replica.
    Unir os argntenlos apresenlados pela defeza,
    tomn grande vollo os precedenles, que nn opiniao
    do advogado, eram o raelliore o verdadeiru predi-
    cado que poda muilo pesar no amm<> dos jurados ;
    ao que respondeu-seomnis homo honus' doee pro-
    lelur in.ilus. Disse se que nao interenava vanlilar-
    e a qneslAo se o esrravos eram ou njo propriedade
    do aecusado; pois os ferimentos enistiram, e comb
    autor de lae ferjmento devia ter punido o accosa-
    do, quer fosse ou nao senhor dos offendi lo, e que
    em liad poda aprovetlar ao aecusado o disposlo no
    Su do art. H docod. crim.
    Saslenlou-se qoe o corpo de delicio devia mere-
    cer f ; poi o contrario se nao provava, nao obstan-
    te os teslemunhns referidos na defeza, porque para
    que o ferimento itjam considerados graves, nlo he
    necessario que o mal causado dure por mais de trin-
    ti diatlia-l.ilulo apaa que luja grave incommo-
    do de saodeo qoe nao fira contrariado por aclo
    de sanidade, devendo o aecusado carrtgir com o que
    l sua negligencia der.i eauaa.
    1 replica.
    nXemo repente malusn, disse a defeza, em favor
    do aecusado, para nuera, procurou conservar odirei-
    to de propriedade no esrravos offendido, motivo
    que o dispensara de proceder a acquisicao de prova
    legal para destruir o corpo de delicio. Foram reno-
    vados argumentos em faver do acensado, sendo que
    oceupava o banco da defeza o Sr. I.aorenlinn, com
    quem syropalhiiei aisa, O aecusado foi absolvido.
    Foram disculidas as segoiale quesles inci-
    dentes
    1." Se um enleado para com o padratlo eal na
    niesmas cirram-lannas de um lillto para com seu
    pai?
    2.1 Se approveitava ao aecusado, sendo o queio-
    s seu enleado, o disposlo no g I* do art. 75 do
    cdigo do procetso '.'
    .')." Se lendo o escrivao, o ubdalesado e os peri-
    tos do corpo de diliclo, cunhados enlre si, era nul-
    lo o processo, e isenlava o ceu ruanto '.'
    A defeza ecforQou-se por fazer aceitar a ua opi-
    nio, no qoe moslrou vartedade de conhecimenlos ;
    a promoloria oppoz-se a prelenrao da defeza e o l)r.
    juiz de diieilo dtspondo dos cohecimenlo preciaos
    da respectiva logislacAo do principio geraes de
    guarda nacin.i| de Goianna.
    O Se Benlo Vaacurado Iranamille ao Sr. lenle
    Ar.nh'a, com a copia desla pce,a impurtaule, a ordem
    do Sr. commandanle superior Cunha Rsgo.
    O Sr. Aranha, como j disse um jurnsl desla ci-
    dade, ao receber este oflicin lira pasmado ; porqnan-
    to sabe que o Sr. Auslricliann, nomeado inspector
    de quarleiran, ba milito que est nula do posto de-
    sargento, que anliL'amenle oc.rnpava. Todava, para
    tirar lodas as du\nlas dos seos superiores, elle inter-
    roga o 2.n sargento da rompaiilna a que eslivera o
    Sr. Auslricliaiin ligado na qualidade de 1.* sargento ;
    e ohlem seguinle rpsposta dease inferior, que sendo
    mullo atTeiroado do a ;i.m,.:i.-lacle superior, p.ieci-
    de lodo insuepeilo :
    a Illm. Sr. lenle. Participo-lh que eslou aar-
    geniiandn a 1." compauhia, ded* selembro de 1856,
    qoe para om anuo falla dous me', etc. De V. S.
    venerador e criado. Francisco liuedes do Espirilo
    Sanio, 2. sargento da l. companhia.
    II digno Sr. lenle Aranha, responde pois deste
    modo :
    a Illm. Sr. Recebi o oflicio de V. S. de l!) do
    correle, nconipauhadu de alrodoIUlo.Sr.com-
    matidanla superior, no qnal. por ordem desle, deter-
    mina a prisoo de Auslrirlianu /efettno lia Mulla.
    Iiorque, lendo desacatado ein sua patente <> tpnenle
    Malinas Gomes de Souza, desohedeceu voz de pri-
    ao, que este I lie dera em uome do cominaiidanle su-
    perior. Em resposla cumpre-me pariiripar a V. S.
    que nao me jolguei competente para pfT'Cluar a dila
    priSo ; vi.lo que jo meocionado Austncliano, no-
    meado inspector de quarteirao. ha mulla qoe est
    ienlo rio servico da goarda nacional, romo se prova
    pelo oflicio junto por copia, do 2." sargento da com-
    pauhia a qup elle amigamente eslivera ligado na
    qualidaoe de I. aargento.
    o Dos goarde a V. S ele. Ouarlcl do commando
    interino da t.a compauhia do balalhlo n. 12 la goar-
    da nacional da cJdada de Gaianna, o de jullm de
    1857.Illm.Sr. liento Areltelao Va Curado, I), ra-
    pilAo e commaudanle interino do momo balalbao.
    Joaquim Mannel Aranha da Fonseca. lenle.
    O Sr. cnmmandanle supem.r de Goianna, dado,
    ma n9o concedido que as.im proeedosse por erro de
    intelligencia e uno de vonladp, em todo caso enm-
    melleu um abuso de poder, mo Mi porqoe a pes.oa
    por elle mandada premier ais eslava sub sua juris-
    diccao, como ficoit demonstrado e era pt lite, em
    Goianna, ma lambrru porque, sendo riiiTereti(p< o<
    hatalliAe do Sr. Malinas a aquelle a qu- pprlenrera
    o Sr. Aostricliann, Mes nSo se haviam encontrado
    em cvico e a ahorraran que liveram fura na matriz
    de (i .launa na reunan da mesa da irmandarie do S.
    Sacramento, o que lambem foi pohlpto. E a guarda
    nacional nao he cerlanieule Iropa de linha, para que
    fura do crviro os seus mambrot, sobretodo perlen-
    direilo, decidi, como o il fault, as queslt inci- cpnle a bilalhOes diverso, detiem de ser igttaes en-
    dent cima esposlas. "e si, e eslejam obrigados a onvir Insolencias, prorii-
    Sinlo que nAo me fosie possivel lomar o devido galiadns por pe aponlamtntns, pois me inleressei muilo na aigu- \ m* ubmisao d) soldado de linha para rom o >eu
    inenlac,<1o havida enlra o lidadores, advogado a odicial. Mas em Goianna nada admira da parle de
    promotor, a principalmente na raze de negarlo
    do juiz presidente.
    (Continuar-ha.)
    REPBTICAO DA POLICA
    Occurrencia do dia 18 de selembro.
    Foram preso: pela subdelegada da fregue/.ia
    do Reeife, o prelo escravo Caimito, sem declaracao
    do motivo.
    Pela sttbdelegaeia da freguezia de Santo Antonio,
    Eduardo l'anphilo Ferreira de Parias, para averi-
    guac6es, o prelo Gaudenrio Cslislo do Rosario, pa-
    ra averiguar/es policiae por crime de furlo, e Ani-
    ceto Francisco de Paula, por suspeilo he ser de-
    sertor".
    E pela subdelegacia da freguezia de S. Jos,
    o pardo Joaquim dos Sanio barros.
    t.'Secfo.Secretaria da policia de Pernamhuco
    4 de selembro de 1837.
    Illm. Sr.Tendo o Esm. Sr. vire-presidente da
    provncia resolvido por porlaria desla dala annuir
    ao pedido de V. S. ronredendo-lhe a eionerejao do
    cargo de delegado desse lermo, assim Ih'o commu-
    nico para seu cohecimenlo e a lim de qua pse a
    delegada com o seu atehivo ao respectivo tup-
    plenle.
    eo guarde a V. S.Illm. Sr. capilAo Francisco
    Antonio de Carvalho. l)r. Polvcarpo Lopes de
    l.eao.
    nAo fos-e un vergonhosn expediente para promover
    a persegoicAo rio Sr. Aranha, e viugar a sua honrosa
    repdgnaucia ern pre*lar-se a ottlra perseguir^ao des-
    nonroaa.
    Se a licein;i foi concedida anlcrinrmentp, o gnar-
    da que a obleve era obriga lo a apresen la-la ao com-
    mau 'ale do corpo para ser menelanada na ordem ilo
    da. De nutra forma, romo pedera rotislar seroe-
    llijnte Itcenri, e romo pnleriam allende-la oseorn-
    inaiihanl-s do batalliAo c da compauhia '.' O simples
    bom poso a as nec-s-idaies mais Inviaes ila disci-
    plina exigiam a apre-enla^Ao dessa tiesura, e assim
    exgp a pralica seguida conslanleinenle repelada
    indiipemavil na guarda nacional do Recite, como
    livctnos o cuidado de indagar da alguna comman-
    danles de corpo. A licenra rieelarava que ilexia
    ser aprespntada ao cotnmand.iiilc do halallio ; e foi
    uto o que nao se deu, como ja vimos nflo do of-
    fieio do Sr. Aranha como o Sr. Vaz Curado, pessoa
    initir.impute insupeild, pois perlence ao grupo que
    prelendia perseguir o Sr. Aranha. Nao lendn sido
    apressnlada a licenca, esl claro q'ie o dito pnarda
    nacional a rp-ervou para gozar depois que a apresen-
    lasse, e nette caso devia compartcer a lodo e qual-
    quer servido do liatalhAo e -er ponido pelas falta
    que c.iinm.Ilesse (art. 85 97 )j i da lei de 11* de
    lelembro de 1850 )
    Porlanto, nAo ohdanle esm licenra regalar ou vpr-
    gou!i inenie aolidatada, os Srs. Aranha e lenlo
    Vaz Curado linham tigoroso oiirigacPo de prender
    esse guarda desobediente, e o Sr. Vai Curado, sen-
    do amigo dos consorio do Sr. Mathias, lie inletra-
    ineme insuspeilo de loda idea de perseguido.
    Qual dAo deve porem er o nosso pasmo, vendo o
    Sr. commandante superior aproveilar-se desle pre-
    texo, da prisao do guarda lireneiadn, pora perseguir
    o Sr. Ar nlm Neste intuito elle nAo se importou
    de de'feilear e dtsmoratisar igualmeule o Sr. Benlo
    Vaz Curado, expedin 1o ordem para que ambo fos-
    sem recolludos a fortaleza de llamandar por have-
    reip inundado prender n guarda "t licenciado pelo
    eoTnmandanle superior da forma que j vimo
    Tendo os Srs. Vascurado e Aranha dado parle de
    doenle, a Jilo que, em melhorando se lecolheriam
    a prisAo, o Sr. commandante superior, firme em vin-
    gar a cf/or/.s do Sr. Arantia e de um modo intrira-
    mente abusivo, illegal e vergonlioso, commelle an-
    da tima irregulandade [i vista da disciplina indis-
    pensavel e geralmente seguida': em vpzdeenrarre-
    ga-r a pristo do Sr. Aranha ao commaudanle do ba-
    lalbao, a incumbe directamente ao sr. lenle Esy-
    dio, parlidatio com que se conlava para cumplir
    certas inslriirrese a quem enva o seguinle oflicio :
    Illm. Sr.Cumpre qoe V. S. apena esle re-
    ceber, faca prender ;i minba ordem o lente Joa-
    quim Mannel Aranha da Fonsca, e o arompanne a
    ser entregue com o nllirio iurluso ao commaudanle
    da fotlaleza de llamararn, drvendn V. S. commiini-
    car-me nao su o da e hora de sua sabida para ah.
    romo o momento da entrega do dito lenle no lu-
    gar da piisAo deslinaria, e hei por minio rerommen-
    dadn a V. S. o pnnlual comprimenlo da prsenle or-
    dem, pela qoal sera V. S. o responsavel.
    n Dos guarde a V. S. inuilns annos. Quartel do
    commando inperinr interino da guarda nacional rio
    municipio de Goianna em Boa-Vista, 18 de agoslo
    de 1857.Illm. Sr. lenle Egydio Francisco de
    Paula, da lerceira compauhia do bal ,|l>!to n. 12 da
    guarda nacional J,m: de sa do Alnuquerque Mel-
    lo Gadelba, leiienle-cornnel e commandante supe-
    rior interino no municipio de Goianna. >
    I'.-ie oflicio be seguido de nutro ao delegado de
    polica, como se f do documento que traslada-
    mos :
    i J aqnim Jos da Cosa I,eile, labelliao publico do
    judicial entilas, e do registro geral das hypoihe-
    os, fcrivio do grral no crime e ctvel, e da dele-
    gara nesi.i cidade e enmarca de Nossa Senbora do
    Rns-rio de timanna, da provincia de Pernamho-
    co, por S. M. Imperial e Constitucional, qoe Dos
    guarde, ole.
    Cerltlico que revendo o cilicio de que faz menean
    a pclic,3o ralro do mesmo, he o seu Iheor o se-
    guinle :
    Illm. Sr. leudo ordenado ao lenle Egydlq
    Francisco de Paula, que de minba nrdem recolhessp
    a fortaleza de llamararn an leiienle Joaquim Ma-
    nnel Aranha da Folsoeca, por Ineobordinaelo que ha
    pralirado ein ra/Ao do servio, esto lem acuravado
    mais a sita in-uliurdin t;ao ein nAo ler querido cutn-
    prir a referida ordem, pretextando fala doenc,a, que
    nao eitsle, nAo s por es|ar no comiuaiido da rom-
    i.iiiln i, como por que anda pelas utas desla cidade
    publicamente mallralando-me e injurian to-me, pelo
    qoe a liem da servido publico requisito a V. S nAo
    s a pris.io do mencionado lenle, como que o fca
    acompanliar de urna escolta at o lug^r da prisAo
    Pin que dpve ser rerollndo por aqoelle lenle, *-
    cumpanhado do ullirm que existe em poder do
    memo.
    Dos goarle a V. S. Quarlel do commando so-
    periur interina da guarda nacional do municipio de
    Goianna em Boa-Vista, 28 de agesto de 1857.Illm.
    Sr. Dr. Caelano F.-1-llil.i Cavaleanli Pessoa, dignis-
    simo jui/ municipal e delegado da comarca,Jos
    ile S.i Albuquerqup Mello Galclb, lenenle-coronpl
    e comiiiHiihaiite superior inleiiiin da guarda nacio-
    nal do municipio ite Goianna.
    Nada mais se ronlinha em dilo oflicio, ao qual me
    reporlo : a prsenle pas-ei em olnervanciit ao des-
    pacho retro, e vai na verdade sem rousa que riuvido.
    fa$a, conferido e conserlrio, e por mim escriplo e
    assignado, nesla cidade de Goianna, aos 20 de agodo
    de 1857.Eu Joaquim Jos da Costa l.etle, rscri-
    vAo o escre>i e assignei.
    IV
    Armado de urna forca de tropa de linha, o Sr. l-
    enle Egydio aprearnta-se a' porta do Sr. Aranha,
    d-lhe voz. de preso, c, egundn eslou informado,
    nAn queria nem qne elle se fardas*. Como o Sr.
    Aranha BJllue em fardar-se, honve alguma de-
    mora que deu lugar a reunir-se minio povo, sempre
    vido de navidades e alm disto infenso an seto de
    cerlos potentado'
    Vimos neste triste negocio o procedimenlo do Sis.
    commandante superior JoAo Joaquim da Cimba Reg
    Barro e lente Joaquim Manoel Aranha di Fon-
    sec. Vejamos agora as con-pqurn ia- de ambo.
    r^ -* i niim uv iiiiininot" toiitii iitiiu iitirjtiau pn anu iif
    II -. lente Aranha, pelo prorsdimpntn brioso vordadpira prppntenria que se praticava. Rcceian-
    qtie acabamos^ de pxpor. havia inrorridn no odio dos | dn o furor popular e qnerenilo desfeilear cotnplela-
    tiotanna ; e no lardou a oeeasiAo mente o Sr. Aranha, os pxeliisivila haviam man-
    KEI.ACAO' DAS PESSOAS FALLECIDAS NA
    FRE DE AGOSTO DE 1857.
    Francisca Mariada Asstlmpeao, branca, viuva, (j
    annos.
    Joanna Ev.itigeli(a Monra Bastos, branca, casada,
    15 anuos.
    Antonia, Africana, aierava de Chmdino Henieio Ma-
    chado, 30 annos.
    Antonio Jos Mara Cortos, braneo, olleiro,75annns
    Maria, branca, lilha de Berlina Thereza de Jess, 10
    mezes.
    Anua, branca, lilha de Antonio Joaquim dos Santo.
    Andrade, t mezes.
    JoAo, crioulo, escravo da Maria Rila de Mello, 12
    annos.
    Isabel Senhorinha de Oliveri, branca, solleira, II
    .llllllis.
    Anua Golharmna da Cosa Monleiro, brauca, casa-
    da, 35 annos.
    Marcolin, parda, lilha de Bernardina de tal, 5 me-
    zes. (Pobre.i
    Paulo, pardo, filho de Antonia de tal, 2 annos.
    lunacia, parda, li|ha de Agoslinha, I anno.
    Cypriano Gonealvea Pereira, bronco, solteiro, 25
    annos
    Quitea Maria da <>tici.ic,Ao, ctioitla, vova, 00 an-
    uos. Pobre.;
    Ignacio, crioulu, esrravode Maria Isabel Alve Far-
    reira, anuos. '
    llanriqueta, branc, lilha de Mannel Jos Carneiro,
    f annos
    Benta Maria dos Prazere, pac ia. solleira, 70 annos.
    Domingos Barbara Bodriguas, braneo, ea-a lo, 50
    anuos.
    Maria, parda, escrava de Ignacio l.uiz de Itriti la-
    horda, I hora.
    Doiiolhila Pessoa Montenegro, branca, casada, 20
    anuos.
    Calbarina, Africana, escrava de Antonio de Me !ei-
    ios, (il) annos.
    Joio, braneo, lilhode Malbihles Candida do Amoral,
    3 mezes.
    Joan, braneo, filho d Miguel Gomes da Silva, ti
    mezes.
    Fabiano, crinlo, escravo de Anua David Martin
    Novaps, 1^ anno*.
    Militan, pardo, escravo de Gonralo Joto Alfonso, !1
    .-tunos.
    i'eiiinalK i i da ConceirAo, branca, casada, 30 annn
    Luiz. pardo, lilbo de Jas Justino F^vangelisla, 5
    lias,
    .Inantia Leile do Qtieiroi, branca, sol'pira, 22 anno.
    Francisco Manuel Bsrauger, hrancu, rasado, <>
    anno.
    Itilru, crioulo, pr-avn de Antonio da Coila e Si,
    S annos.
    I aiMIanai, Africana, e-ci iva de Mana Isabel Alves
    lerreira. 30 aun..
    Francisco Ignacio l'erp-, pardo, solteiro, 21 anuos.
    Pobre).)
    exclusivistas de
    em que emprlieujriserh iMhUztt o sen olio. Essa
    oeeasiAo foi fabricada pelo mesmo Sr. Malinas, e be
    a que vem narrada no seguinle ofirio :
    Illa. Sr.Sendo Manoel Camello Va da Silva
    goarda nacional da 1.a companhia do balalhAo de in-
    fantana desla cidade, desde o principio da organisa-
    {flo do mesmo l.aMhAo nunca se presin ao sr-
    vito.a (accede, que sendo dilo guarda notificado para
    a revi>la de lionlem 2 do correnle mez, i pila nAo
    comparecen, em conspquencia do que dei ordem
    para ser preso por e-la falla, e in lo o argento
    Francisco Goedes do Espirilo, prende-lo na taberna
    do lenle Malhas Gomes de Souza, de quem he di-
    to guarda caiteiro, fra o mesmo sargento rnallralario
    das8bri Ismenle por dilo lenle Malinas Gomes, e
    boje pelas 1' horas do da apparereu-m. dilo guarde
    eulregando-me a licenr; que por copia pa-o as
    mam da V. S., que Ihe dra o rommaiidanle
    soperinr interino Icnente-coronel Jos de S Al-
    huquerqu. E porque emqoauto a mcit ver a dita li-
    cenra pare:e Irazer urna cnmpleta desarmonia no
    servico publico, porque he bem presumivrl que ella
    fosso oblida por pedidos injusto, fallando sea ver-
    dade ao Sr. cnmmandanle superior interina, e desle
    forma em detrimento d.i ordem do servico, levo ao
    ciinbecimenlo de S. V. o que tenbo expendido, para
    dado deslrihnincarloxame pelos Ida lo-, enlrelanto
    que iienhiima resistencia se dava O povo na ver-
    dade (az muilo meiio a quem sabe que nAo o lem do
    seu lado; p elles, srienles disto, e vendo reunir se
    urna inultidAo em um minuto, ppnsaram que era
    para ollar o Sr. Aranha, como se do lado a que es-
    le perlenee, algoetn ja tivesse pralicado dessas gen-
    tilezas !
    O Si. Aranha leve a honra de ser aeompanliado
    no meio desle apparalo bellico al a fortaleza de lla-
    marar.i !
    E o maia engranado de lodo he que, havpndo pri-
    Pon'in. spnbores, pin que lerrivel potj8 me c.1-
    lnquei ? qua mal fa/.ia eu a surte para me nbrtcar
    regar de IAn ardua etnpreza...... eu, um pequeo e
    vil i ocelo, que nado leoho da tnerilo, de forras, de
    talento, se nAo o ser brasiliiro.... mas extmir-ine,
    seria fallar a palna com um servido, que por lulo.
    o senlidos Ihe he dcvnlo. Penetrado pois dos vosos
    mesmo senliinenlns, venho rec. rdar-vos o dia aiini-
    vprarin da voa iudppendeiieia : e he esla a forra
    molris dos proseles cultos.
    trande Dos I a la imnie^nsidade abrange, mo-
    narebias, repblicas, pulenlado e imperios., a vosos
    olho he indilTerente o syslema de reinar, om tanlo
    que os homens rumpram os preceids da moral, eob-
    servem a vossa lei: o imperio brasilairo he obra o-
    sa, em todas as suas leis fundamentad foi empre ga-
    rantido e sustentado o vo-so nome, a vosa religiAo :
    e eia o que me anima levantar a minba dbil voz so-
    bre o presente asumplo, a frente de to Ilustre e
    religioio auditorio : aoxiltai por lano a nimba Ira
    quera, para que com dignidade eu preencha o tneu
    mintsleri,.
    Seubnres, a gralidao e o rec nliecimenln, vos obri-
    gam Itoje a rendergraras an Allissimo poninas priu-
    cipio, |. pelos li.nr lino. qae hoja commemoramos
    o seu annn' r-ario : -J.- pelos innumeravei serviros
    feitosa raua publica e a humanidade em geni, nes-
    te lermo de SeriiiliAem pelo mni digno, probo e hon-
    rado cidadSo o Illm. Sr. capilAo Francisco Antonio
    Caivalho na qualidade de seu delegado de polica,
    que aos de couseiencia san e tranquilla taudosa m-
    moria deixa !!!
    Sun, meo- senliores, vos foste* (eslemunhas, que
    esle digno ciJariAo cabalmente desempenhoo as fonc-
    COe do seo cargo ; elle nunra abusoa da soa aulo-
    ridatle julgando-s om oulro pacha da Turqua ;
    sempre benigno, allavel c altencioso, foi para com
    lodos- abracado ao escodo da lei, sabiamente equili-
    brou a bal.inra da jtislica, nao abusando della para
    exercer mesquinha* vinganeas, mas siiu reconhecen-
    do que a lei Ihe marcava tima balisa alem da qnal
    nAo Ihe era permiltirio Iranspr : e por esle digno
    procedimenlo, que o carelerisa, o governo nelle de-
    posilando Inda confianza u tem oceupado ero diver-
    sas cummisps, as quaes elle os tem com toda hon-
    radez de-eu,|.pi.hado : mas desoneradnagora do urna
    deltas, nAo julgueis que he por qoe tenha decabido
    dessa coiifuiir.i {que ictnpre a merecer procedentlo
    como vistes) mas strn pela mesraa autoridade ler im-
    petrado a sua demisAo.
    Vos, poi, Serinhaenses, seriis dignos da ola de
    ingratos, se ao Todo Poderoso nAo riingtsseis os vo-
    sos volos em favor daquelle que lautos bens, vos deu
    a fruir.
    Senliores, eu principio.
    Unan! he grato, senliores, o ser livre quanlo he
    bello e apprasivrl o revolver na mente os feilo su-
    blimes em | ral da liberd.ide !
    I'olheai a historia dos reino, dos imperios, dasna-
    res e do universo, nella cnnilanlemenle descubri-
    ris qoe a gralidao he a liase fundamental da sua har-
    mona, he um principio solido sobre o qoal se equi-
    libra o bem rilar dos povoa, he finalmente quasi,
    permitli queassmt me expresp, um carcter inde-
    level gravado pela mo Omnipotente no coracAo do
    liomem.
    I.de a historia jodaira, e qoanlaa forem suas pa-
    ginas, ah inrnnlr.ireis oulrns lanos monumentos de
    grslirisjn para rom o Supremo Eule, dador dos reinos
    o do* impelios.
    Os cheles da nac,Ao hebraica, ou fosse a lindar a
    lial.ilha no campo da honra, quando prelendiam
    augmentar os limites rio imperio, on fosse no Egipto
    ao quebrar os grilhocs do capliveiro de Pilaran ; la
    me-mo no desert, quando um celestial man lhes
    matava a fume : em loda a parle ja mais esperavam
    que sobre a luz do dia mprimissem as Irevas da noi-
    le o sen espesso maulo, sem primeiro palenfearem
    ao Allissimo todos os signaes de seu reconhecimento.
    Quasi sempre o mesmo momento que va desrer do
    co o beneficio, via subir a elle a gralidao, o reco-
    nhecimento : enronlravam se reprodtuidas lias pra-
    cas publicas por aquella arle adiniravel, que sempre
    competidora da Dlloreu parece dar vida ao bronze
    e senlimenlo ao marmore, allos monumentos de gra-
    lidao para rom o autor de suas felicidades ; meimo
    nos va-los campos de Jerusalein se liam estes deci-
    sivos siguae da proiec^Ao para rom elle, esculpidos
    em pedra ou gravados em bronze para serem algam
    dia condecidos das futuras geraroe. e ensiuar a pos-
    leridade, que he um dever de lodo homem ser grato
    ao seo hemfeilor, eoslcnlarao universo um leslemu-
    nlio de amor a reronlierimento.
    Oh e"venlin, pu hije fallar-vos em leslemunlio
    de gralitlAo, quando por vm lodos, aluous coraees
    vprdadeiratneiile patriticos, fazeni retumbar as pa-
    redes deste santuario com hymnus de prazer e ale-
    gra pelos beneficios di Todo Poderoso recehidos.
    i.i.i.n.lo um espirilo verdadeiramente constitucional
    deve boje predominar em lodosos honrados Brasilet-
    ro. Exemplos do historia autiga,deapparecei a met*
    olbos, os modernos nAo vos imitarn, em ludo vos
    Iraucendem, e eu interprete de lanos nimos agra-
    decidos, nAo ceaaarel de repelir-lhes as palavras do
    meo Ihema Elle dia ser sempre memoiavel para
    vn, relebraio-o em Indas as geracescom tesla so-
    lemne e um coito perpetuo em honrado Sr. Ha
    bebili honc diem ele.
    Porem senliores, he boje, maia do que nunca, or-
    dinario onvir-se fallar de amor da patria, de liber-
    dade e roii-liliiic,Ao ; pada um se apreseola, e se in-
    culca como bi.m patriota, e a rennos as suas pa-
    Itvrai ningupm ama a sua patria mais do que elle ;
    ninguem Irabalha, e se esforra pura o seu engrande-
    cimeuln mais rio que elle. Mas para amara patria,
    e ser bom cidaiAo, nAo baslam sii palavriados : sao
    mais qua lodo nece-sarias obras.
    Para e provar a verdade do amor da patria, deve
    cada um comprar por ser bom cidadSo, de que ella
    senAo envergonhe, e pelo Irunlrario ella possa hon-
    rar-p. E pode-se acaso dizer, que ama e honra a
    sua patria aquelle que zumba e despreza a religiAo,
    e os iii-lume- hiinestos. por cerlo que Rio, pois pa-
    trioli-mo, e irrebgiAo sAo duas qualidadea incompa-
    tiveis, sAo enlre si diamelralmenle opposlas.
    Aquelle que o,tentando superiomiade escarnece
    do que pralicam os devre, que presereve a rell-
    giao, que presiimindo de sabio, lacha de i mr-nle
    aos uniros ; que profana os aliare, e insulta seus
    dignos mintslros, a deucetiria, a prohidade, e as vir-
    tudes ctirislAa, perturbando a pai das familias, e
    eutrelanlo blasona de amar a patria, e ser bom ci-
    dado, ah I ninguem o crea porque um lal ho-
    mem nAo paa de ser um Impostur, e desprezivel
    hypucrita de patriotismo, um mo, e nocivo cida-
    iIAb. S o lioinem virluoio he que poda ser bom pa-
    Iriota, e amar como deve o lugar do seu nascimenlo;
    su aquelle qne comprebende qne ama lctea os seus
    devere, e que se esmera em o cumprir lodos, he
    fe da casa, e bem assim a cnminouicacAo da aulori- ,dhir rlandrslioadunenle de minha cata t O Sr. pa-
    re leutoii corromper-me, c a minha senliora com
    dinheiro pira nielo consentirinoi, nAo foi ssiTlt, Sr.
    (ladre '?
    Os le lores porm verlo o resultado dessa lartiuii
    dad da provincia do Cara. que molivou as dili-
    gencias, porlanto pede a V S. e digne mandar pa-
    ar por |rerlidAo o pedido.E R. Mr.Bsrroia ,\
    Catiro
    Do-n-lhe. Secretaria da policia de Pernnm- leudo a carta qoe aluno vai transcripta e a reapoa-
    boco 16 de setembru de 1S57.Dr. Polvcarpo Lo- ti do Sr. Antonio Baiinutido de Mello, varAo res-
    pes de Lelo. peitavel e asis conhecldo neata comarca. Agora.
    Certifico, que o termos, inlerrogatorio, e peci of-i PX'lamo eu : tirenlp Dos, soccorrei-me sempre,
    ficial que o loppllcanla pede por cerlidAo, alo do
    lln'nr seguinle :
    Auto de busca em caa de Antonio Val>uliin da Sil-
    va Barroca, sita na Passagem da Magdalena.
    Aos qutnz titas do mez de selembro do anno de
    mil oitocenlo< e cincuenta e sele na cilade dn Reei-
    fe da provincia de Pert.am' neo, ein a casa de resi-
    dencia na Passagem da Magdalena, freguezia dos
    Afogados, o Dr. Palicarpo Lope de l.eSo, juiz de di-
    reilo rhefe de policia da provincia, comino secreta-
    rio da repartirlo da policia abaito declarado, na pre-
    senta do dito Antonio Valenlitn da Silva Barroca, de
    sua mulher D. Maria Aleiaudrina do Reg Barro-
    ca,e das |e.| inniih-s JoAo Chryso'lomo Pacheco Soa-
    re, Jo-,- |-'raiici-co to lego Barros, e Antonio Alve*
    da Fonseca Juti'or, procedeu a urna rigorosa busca
    err, toda a caa, abrindo lodos os movis ; baha,
    caita armarios, commodas,guarda roupas,examinan-
    do lodos o miarlos dependencias da dit casa,
    para o lim de apprehcnrier moeda falsa, oo descu-
    brir qualquer vestigio por onde se podese descen-
    der de que o dito Antonio Valenlim da Silva B e se de-sea esle commercio illicilo, a l-nrio proee-
    dtdo a esla busca, nada anconlrou que liveise rehiran
    com semelhanle objeclo
    E nada mais lendo a examinar, o Dr. che fe de po-
    licia mandn lavrar esle auto em que assignou com
    as pessoas cima mencionadas. Eu Kufino Augnslo
    deAlmeida, secretario da polica o esrrevi.Dr. Po-
    licarpo Lopes de Lean.Antonio Valenlim da Silva
    Barroca.Maria Aleandrina do Reg Barroca.
    JoAo Clirvio-tomo Pacheco Soares.Jos Frncico do
    Kegn Barros Jnior,Antonio Aires da Fonseca J-
    nior.
    Aolo de busca dada por ordem sopeiior no esrriplo-
    rio dos negociante Antonio Valenlim da Silva
    Barroca & Castre).
    Anno do nasriinenlo de Nosso Senhor Jesos Chris-
    lo de r..:l oilocentns e i incenla e sele, aos qu-nze
    dias do n.ez de seterobrn nela freguezia de San I-re
    Pedro Gouealves do llerile em a ra da cadeta e c-
    pela vossa divina misericordia, romo enlAo vo lem-
    braale desla formigiiinha porque, se por minha
    miseria tivesse accedido aos desejos do Sr. padre
    rerebetido esie injurioso dinheiro, como estara ho-
    ja caberlo de lama, acabrunliado de vergoiiha e
    llagellado por esse juiz severo, o ramorsos da cons-
    Poi bem.Diga-me o Sr, padre qual foi a an-
    nn .la eu escrivAo da seu cargo abaixn anignado, fui
    viudo,abi comparreeram o coronelTibuitinoPinlo de
    Almeida, e o delegado desla pidade e seu lermo, o
    lenenti Joaquim Fabricio de Mato, ao qoal o dito
    luiz defera o juramento dos Santos Evangelho, em
    um Itvro'delle em que pz a sua mAo direilo e pro-
    mi tieu di/er a verdade n0 qoe ioubese sobre o a-
    uropto da pelicAo do coronel lihurlino Pinto do
    Altneida, que lite fui lida declarada, e presentada a
    revena do Dr. promotor publico, Francisco Antonio
    1 ssoa de Barros, em presenca do juiz foi pelo len-
    la delegado declarado o seguinle :
    Oue na maulla do dia 30 do mez de roco desla
    anuo,, leudo viudo elle declarante de orna diligencia
    que ora fszer no lugar denominado Meiingaha,
    Ihe procurara em sua casa om individuo bailo e ma-
    gro de olhar espantado, asquerosamente Irajado com
    digo crimina.. r~-..... ^ p.dtndoiiiiep;;,;^;;^";> ^:r'aaefZ
    At'ida o Sr. padre na folha ojornal do Commer- garantido, e me afllrmaod, !,,?, rhef.de
    en n. 1-.-.. rto 1- desle mez Iraz a historia da co- polica mullas uu.ras p,s,a,, S s havt,
    branca deque me eucarregou, do Sr. Antonio Goo- garantir, eu venho pois baseadi as boas ii.furm.cnP
    ^IVo.daa.,V" ',";,l "*" '" fim- Pr1ue "i0 VIS,r V" S <* Pe" d.u"n?.
    sr. paure ne^c. nao q,m .ptMr a, despezes par. o nAo ler falto a mais lempo, como pedir-llie oue se
    preparo uo autos ; e como que qtierendo intulcsr' compadeca de miro, se por ventura esse Sid'rnnio ,.
    dolo de minha parle diz que consultando ao Sr. Ale- qndra de.feilear.
    landre cierra, se os 2 por cenie da dizima eram
    pagos ante ou depois da saMenee, que elle Ihe res-
    ponder, que depois : o que nao he aciedttavel ;
    vi-lo como o Sr. Beztrr nao ignora que o valor da
    divida nAo he daquelles que a lei manda averbar a
    dizima para ser paga dpois da semine condem-
    naioria.
    All lambem Irat o Sr. padre llego a biliaria de
    cent mil res, que diz entpresloa-me, como se o fac-
    a rio cniiinhir-se um empresliuio por 30 ou 40 diai
    seja injurioso, quando o seu negocio ara dar ditihei-
    ros a premio, e se este nAo receben de mim, foi
    porque nAo qaiz. E se ueste emprestimo o Sr. pa-
    dre Bego fez-me favor, lambem algn, anda qoe
    insignificante-, de mun recebeu em qualidade de
    advocado, que comquanlo seja loupeira jurdica, to-
    dava nAo "
    -sejos de assassinar-m .
    I.eitores, allendei o documento abaiio (ranscriplo
    minvamente .ido dada da mesma forma ordem de ?"e "*< cm j'"'" <'"'l o honrado nome de
    prisao ao Sr. Benlo Vascurado, e tendo pslp igual-
    mente dado parle de doenle, o Sr. Aranha foi zi-
    nbo escollado para llamarse, e poucos diaa antes
    Ic-le fado o Sr. Vascurado declarava qoe o Sr.
    Jo- de Sa ou algutm por ule Ihe dissera que elle
    |a eslava perduailo e que s o Sr. Aranha seria e-
    ainasfo.
    Muilo sentimos ver envolvido neste vergonhoso
    negocio o nome do Sr. Jos de S. a quem al aqu
    nAo temos hoftiliaado, e muilo lastimamos que elle s
    houvesse innocentemente prestado a lAo illegal e ig-
    nobil viugaiica !
    I'nriavia, lendo sido rieviriamente fpila a ptalo do
    bom eidadAo Bem persuadido deslas verdades, e
    bem firme nos seus peiisatnenlos de ordem, elle se
    moslra tanto qnantu pode, pacifico moderador das
    opiniSea exageradas, e t'loso rnn-ellipnn da indul-
    gencia, e da paz ; elle in deixa de ter mamo cor-
    deiro no dia em qoe a patria pn-ta em perigo recla-
    ma o seu Iliaco para defende-la; nesse momento elle
    se lorna cm um intrpido leflo : corre ao campo da
    li i i lu. e eh liinmpha ou morre,plegando a poste-
    ridade um uome honroso.
    Senliores, se eu bem podes desempenhar n meu
    dever, fallara o lempo, fatigara a vesaa generosi-
    tlade, e anda assim restaran! termos pira dccanlar
    esle dia da vns*a independencia....
    Salve oh Dia 7 de selembro Dia magesloso
    que v s lomando na devnla cmisiderarAo este tte- guarda nacional caueirn do Sr. Mathias, como ja de
    gorio, dcasioas nrd.n, ahm de que senAo abra o monslramos, a prisao do Sr. Aranha ordenada por ,
    camintio das irregularidades, como de presente prin- este motivo fot evidentemente nina arbitrariedad. I memorando! jamis oh I Brasileirus devereis^a
    clpl im apparecer lim frjmnoo abno da poder, immoral na sua or- ,a'' s!,"rM s1opc, : voa feliridade esla na cons-
    l)os guarde JV.g, Quarlel do commando da 1 gem, illegal .la parle da autoridade que o exigi i """ci, '< m"s o > 'a a nao executae, nella esti
    comp.inbia de (.oanna l de agoslo de 1857. Illm. imqoo na sin escandalosa applicarAo, trregolar na T",,!' "'''bcdade. liem senielhai.le a le Evange-
    Sr. capilAo ll-nio Arch.lao Vaz Curado D. comman-t cirriimslancias que o arnmpanhar'am, perigoso nos
    liante interino do balalhia n. 12 de infanlaria da ri- pus elfetto., a desmoralisador para a pandilha poll-
    """ "' l"8III>aJoaquim Manoel Aranha, lente tica que o promoseu com ignominia.
    e coniman tanle imprim da priir.eira companhia.n
    < Jsode Sa de Albuqorrqoe Melle Gadelba, con-
    decorado com o oflleialsdo da imperial ordem da
    Rosa, lenle coronel do balalhAo n. ti de Tijuco-
    papo, e cimmandanle superior da guarda nacio-
    nal do municipio da cidade de Goianna, por S. M.
    I. e C, qu Dos guarde ele.
    a Concedo |.conc,a ao guarda nacional da primrira
    companhia do balalhAo n. 12 da cidade de Goianna,
    Manuel Camello Vaz la Silva.por lempo de trpa me-
    zes para tratar de eu negocio, eoj licenra apresen-
    tar ao seu respeclivo Commandante para sua nilel-
    ligencia.
    .< t.hiirlel ,lo commando ope>inr interino na ci-
    dade de Goianna 26 de julho de 1857.Jos d. S.
    de Alboquerque Mello Gadelba.
    A esse ollicio acompanh.do desta copia da licenra,
    o Sr. commaudanle mlerino do b ilall.Ao respond'pu
    do seguinle modu :
    IilR). Sr.Acco.o a rpcepcao do oflirio de V. S.
    latido de i do rorrenle me/, em que me coromu-
    nica, que lendo mandado prender an ggarda de sua
    companhia Manoel Cimillo Vaz da Silva, por falta
    de sernco, principalmente por nAo ter c niipareri-
    do a revisla, romo era de seu dever, que o sargento
    encarrilada da execuciio dea ordm boa instada lo
    pelo patrie do me-mo guar 'a o lenle Malinas Go-
    mes de Soara, dando log.r a qne o dito guar
    obedece.s me-ma ordem. que Bnalmenle para
    Cohonestar a eu procedimenlo apreseuiara urna b-
    cenc. com lima dala anterior, que Ihe fura concedida
    pelo Illm. Sr. commandante superior interino,
    o l.m resposla lenho a ordenar a V. S., que fara
    effecliva aquella ordem de prisAo, visto que. sendo
    a hei lira embora anlidalaa, apresenlada poalerior-
    mtiite o ordem de prisSo, nao pude ell i dispensar n
    seus edeitos ; tanlo mais quando se observa da mee-
    mi licenra, que o guarda nAo poda usulriiir a di<-
    pena que Ihe f.l cuncedida, senAo drpois de apre-
    antada ao sen commaudanle, como se v da redac-
    rAo da mesma.
    o Elleriuada a pritla do guarda, me seja logo do
    pmmplo coinmunirailo para dar as ordens preci-as.
    i Levare, ao ro.ibecimenlo do commando superior
    o proceil ment d > dilo le.lenle Malinas Lomes de
    s.ni/a, p.ia .om n sargaata execolor da ordem de
    que o p
    I'"., se nAo estamos engallados, ha funecionarins
    pblicos aos qoaes cumpre lomar rontipr.imenlo de
    fados dela ordem, pin vez de pasarein sobre piles
    a esponja do um fatal indtfferpnti-mo ; ha um
    corlo livniho chamado cdigo penal, que nos arti-
    go 139, 112, 144, 115 e 158, diz alguma coua que
    parece ler applicarAo a caaos emelhanlea, e ha um
    ministerio eoDieiaBdoao que se honra de ter expedi-
    do a circular de 10 de junho desle anno.
    Felizmente ein G iaima todos os magistrados pa-
    rerpm pre/ar as -na- peoa, os seus cargos e s
    sitas responsabilidadp perante as lea, peranie o go-
    verno e peraule a opimio pobhr. Ells que des-
    cariegueiu a rapada da joslira obre lodos os prepo-
    tentes, linios os asse-siiios e todos os infractores das
    lea, qualquer qoe seja u gropo a que e-les perlen-
    ram. Da neaaa parle nAo seremos mis que por causa
    di-to o apedrejaremus. .Vori e.'l hoc i/uod le lapi-
    tamus.
    I m guard a nacional.
    Goiatina, 7 de selembro.
    SERINHAEM.
    Oraqorecitada peloRvd. Sr. Fr. Ignacio
    de Stna Umbelina .Medcito, no Tlie-
    Deum Laudamos, <|iil' leve lugar na
    nutriz da mesma villa por occatiSo co
    Festejo Hti dia 7 de getembro, anniver-
    18rio da independencia.
    o llabebilis biincdiem montimenlum, celebrabilia
    com snlemnem Domino, in generationibus ve(re
    culto sempiterno.
    Serr el da sempre mrmnrnvel para vos, rele-
    bral-o em toda as gera(6ea com urna f-si i solemne,
    e um culto perpetuo em honra do enhor.
    lindo (). 12 \. |',
    Asitn queria a mais sublime legislador perpetuar
    na gcraeps futuras a liber tada do povo itraelilleo ;
    as-im qmro en In.je reror.lar-v. s om dia de lauta'
    gloria para a liarid brasileira.
    t)-iia aaeroaanla u vos adoro.
    \<-iin quera Moiss perpetuar ele
    lica, que uhservada guia a gloria, e desprezada eon-
    duz ao abismo, assim ella pode lomar o Brasil reliz,
    se em volla della se reunirein em um rd peus-inenlo
    Indos os Brasileros : e se o Brasil com eda nSu lem
    locado a mela da soa felicidada, he porque os ho-
    mens juraram fazer sempre npposirao aos homens,
    e do mvolta com os homens vAo a lei.
    Por tnlo seja ella a vossa guia, por ella fosles li-
    vres, e com ella seris dilosos: honraba, nAo s pelo
    qoe ella he em s mesma. mas lambem para imorla-
    lisar a memoria daquelles que della nos lizeram pr
    sent. Maja s um timbre que vos estimule, e seja
    esleHimno, altar, e lei, e su assim vo lomareis
    digflo de lodos os respeitos, enlre todas as naces do
    momio. E para que isto ranfigamos, 6 digno
    pastor, a.grado anlislela, o aliar do sacrificio esta
    prompto, sobre ella qoeimal por n lodos o s-gtado
    Ibvmiama, e invoraudo o clanm angeliro leanla na
    Ierra o liviano, que la nn reo enlnam os anjos. S
    a li Dos louvamos, su It como Sr. Soprimo con-
    fessamos irTe-Deom |laudamus, le Dominum cun-
    litemur.
    Disse.
    gnoro que o pagamento da dizima da
    sa de sobrado de qualro andares, numero qualro, on- quella sua divida dpve ser antes de ser a aceto jul-
    de foi viudo o subdelegado da mesma freguezia o goda por enlenc,a. Entend ? Porlanto dea mAo a
    major Francisco de Miranda Leal Seve roinigo
    esenvao do seu cargo aballo declarado, abi, no prt-
    miiro andar, onde lie escriplorio dos negociantes
    malricalados Barroca A. Catiro, e peranie as tesle-
    munlus Mareellino Jos Gonralves da Fonte e Jos
    Pedro das Ntves, procedeu o masmo sub.lplegado em
    cumprimenlo do aftlela desla dala do Sr. Dr. rhefe
    de polica da provincia a orna minuciosa basca em
    lodas as caix.is, gavetas, carleira< e na burra de fer-
    ro, asiim como em ltvros deesiriplorarSo, copiador
    de cartas, armazem de fazendas; a no segundo an-
    dar do meimo sobrado ern que reside o mesmo Bar-
    roca, quando vem com a familia a esla prar;a passar
    ligue* das, que ludo l'oi ahcrlo e flanqueado por
    Jou Leflo de Castro, socio da tirina cominercial de
    Barroca A; Castro, e nada foi adiado nem vitlo, qne
    nduzisae a crer na existencia de notas falsas, porque
    o dinheiro e papis de credilo qu. foram arhadn na
    burra, foram reeonbeciilo verd deirofl, illa lie, lauto
    a notas do Banco como as do Governo.
    E por nada ser adiado, mandno o mesmo subdele-
    gado fazer ele auto em que assignou com o ocio j
    dito, e com aslestemunbas mencionadas e oolrasque
    foram presentes de que don f.
    Eu Manoel Alexaodre Gomes de Mello, escrivflo o
    escrevi.Francisco de Miranda Leal Seve.Barro-
    ca & Castro.Manoel Joi Gonralves da Fonte.
    Jos Pedro das Nev.
    ALTO DE PERt.UNTAS FEITAS AO NEGO-
    CAME ANTONIO VAI.EMIM l).\ SILVA
    BARROCA.
    Aos qouize dias do mez de selembro rio anno de
    mil oilocenloi e cincuenta e sele, na cidade do Re-
    eife da provincia de Pernambiun. em casa sia na
    ra da Cadea do bairro tte San Frei Pidro Goueal-
    ves, numero qualro, em o primeiro andar, onde lem
    escriptorio o negociante Amonio Valeulim da Silva
    Barroca, ah foi viudo n Dr. Polvcarpo Lopes di
    Leflo, juiz de direilo e cliefe de noiicis, comigo se
    cirial ni da polica, e na presenta das tislemunha
    abaito assignarias, fez n Dr. chele de polica ao refe-
    rido negecente Antonio Valenlim da Silva Barroca
    a-, -cu ni.-, pergunlas '.
    Perauntou-llie qnal o seu nome, idade, istmio,
    naluralidade, lili.rflo, meio de vida, e residencia V
    Respondeu chamar-e Antonio Valenlim da Silva
    Barroca, idade Irinla e qualro annos, catado natu-
    ral desla provincia, hlh > de Jos Rodrigues da Mlva
    Barroca, ja fallecido, negociante de grnso Iralo
    residente na Passagem da Magdalena : alias idade
    de nula e se-s anno.
    I'erguatou-I'iese fui este annn a cidade da Forta-
    leza capital do Cear, quando, que lempo lase de-
    morou, em casa de qoetn esteve, e a que foi ?
    Bespondeu, que foi ao dilo lugar no vapor Im-
    peralriz partido .leste purlo no dia 20 de agoslo do
    correnle anno, echegando de volla no dia onza rio
    cornnte, leudo l se demorado dez dias: que esteva
    em ca-a do negociante Manoel Jos Salgado Coala,
    com quem fui ajustar as conta oa tecoinIrurcAa du
    brigue Restaurador, no qual a mi casa comniereial
    lem a Ierra parle do seo valor, e ver se venda na-
    quella culade au dilo Salgado, ou a oulro a referida
    parle.
    Perguntoo-lhe se elle interrogado, on a aua casa
    como ercial lem (ido Iratisacrriei'commerciaai com o
    mencionado Salgado, alem "da que diz reapitlu ao
    referido navio ?
    Responden qoe sim ; comprando o dito Salgado
    para elle couros no Ceara, e o inlerrogado veudeu-
    du-lhe fazendas.
    E nada mais leudo que pergttnlar-lhe, den o Dr.
    diere de policia o interrogatorio por lindo mandan-
    do lavrar esle auto em que assignou depois de lulo
    ao interrogado, que o declarou conforme com as sua
    esposlas. com as lestemunhas abaixo assignadss.
    Eu Uuliiiu Ac-IOSlo de Alenla, secretario da po-
    lica, o esrrevi.Ur. Polvcarpo Lopes de LeAu.
    Antonio Valenlim da silva Barroca.Joso Pedro
    da Nev,Mannel Gonralves da Pool.
    Copia.BeservadoPalacio du governo do Cea-
    re, em nove de setemluo de mil cunenlos e cin-
    coenta e sel-. II in. e Exm. Sr.Em addilamento aos
    meus oflirio reservados desla dala dirigidos a V.
    Exc. relativos as cdula-falsas,einitlidas na circularan
    desla provincia,por Salgado & IrmSo e oulros riego-
    ciantes desla prsr-a.rcsla-me chamar a illetirAode V.
    Exc, e da policia dessa provincia para o negociante
    dessa Antonio Valenlim da Silva Barroca, que aqu
    cltegou em vinte e Ir de agosto uo vapor Impera-
    Iriz, esleve em iela;ao com os hilos Salgado., dos
    quaes ronsla ser socio em um du divero navios
    que Ihe perlencem,e daqui parti para abi no Igoa-
    rassu em tres du crranle. dAo ha urna razAo couht-
    cida e plauaivel, que lrouxese aqui pela primeira
    vez esse negocame de Pernamhuro, s para o fim
    segundo lenho ouvido dizer, de ver aquelleviavioem
    que diz ser socio.
    Dos guarde a V. ExcIllm. e Exm. S. Dr. Joa-
    quim Pire Machado Porlclla, vice-presdenle de
    Pernamhuco.JoAo Silveira de Souza.Conforme.
    OoOlelal archivisIj.JcAo Valenlim Villela.Sobs
    crevi. Rufino Augusto d'Almeida, secretario da p-
    lida.
    Illm. Sr, Dr. ehefe de polica.Antonio Valen-
    lim da Silva Barroca, a bem de sen direilo, precisa
    qoe V. 9. Ihe Jte-le a requerimenlo de quem so
    procedeu eos varejos na casa da residencia do sup-
    licante e no escriptorio da firma social Barroca fit
    Castro asaim como ao exame da sua eerreapendeo-
    cia. Asim pede a V. S. se digne allelar-lhi'.E
    R. M.Antonio Valenlim da Silva Barroca
    fc-las palavras do dilo padie, foram proferidas com
    assenlo de hiniliarao tal que parecalo iro-
    posoivel proferidas p.lo liomem que linha insultado
    a lana e lAo rispuiavei piraois.
    Heipondi-lhe a aua aupplica, que poda contar qup
    elle havia de ser garantido, e a alguma peoa Ihe fi-
    zesse qualquer oflenia, que eu procedera na confur-
    midade da lei, ou procesitido ex-fficio, ou aecei-
    laudo qualquer denuncia qoe me a Iroiesse.
    O padre Jo3o llerculano, reauimou-se com as mi-
    ama palavras ou prometa, a dista, que pr.ip.se ron-
    cen,! que da mim fazia, a por isso qua ja roe havia
    eioguuo, a que linha urna oulra correspondencia a
    22 '"Meno ao que Ihe respond qoe me en.er-
    f.?. leii "".J"" elle log'ado. e por ollimo ello
    m. pedio que Ihe ouvisse a. loas queii.a.
    h.5 Pa,""d0 fai ,i:q?e r" em as,e"10 em Imocr.ves, que en-
    radonho he fazer dillas mnsao.
    Sendo as detso.a ni.0|Ull ,, dil0 parfre_ .
    que me admirav que um sacerdote pen-
    ra.se daquella maneira conlra o preeeilos da religiAo
    mluda TI?',"1" "."d. fu,aram. "lemoriam a moral publica. fiqoe. anda roa., adm rad qu n-
    Z .Slt:, 'T"' J,q",m hab,,c"' ,le dU 'e,"", f""" ln8 dls- B" havia retUMh.
    SA ,1 ?'16 l,,m0' V"A0 9n,p'B nonri"10 e Tn nWr1' 1ae b"P ""> nha ...pendido de or-
    digno de loda fe
    Orepi|tel pol.Pco lem observado a maneira
    desabrida, poique o Sr. padre Reg me lem provo-
    cado e a meo lilhos. Eu, porm, lodo remetlido a
    minba costumada prudencia, mas sempre com f e
    esperat.ca ; e sem remorsos que me alllijam, alem
    dos cuidados que acompanham ao pai de familias,
    lenho llenado lodo ao lempo, descobridor das ver-
    taha- e viugador das injurias, confiado de que o pu-
    blico sensato me fara a merecida Justina.
    Finalmente o Sr. padre Reg nAo lem pnupado
    nos seus lucidos tiitervallo ao Exm. Sr. hispo, ese
    Virtuoso anciAo E para que mais juitilirar-me pe-
    ranie o publico para quem somenle esrrevo es-
    las luscas linha-, se lodos ja estamos justificados i
    >r. redaclore, parece-me que me lenho expres-
    sado com a precisa honesliJade ; a por isso vos rogo
    que vos dignis de aceitar ela minha expusicAo com
    os domnenlo- que acompanham, par. er' ni pu-
    blicados no vusso assas concettoado jornal ; no que
    rnuito ubrigareis o vusso comanle letlor.
    Fiburlino Pinto de Almeida,
    \ iclora 1(1 de selembro de 1857,
    Diz o coronel Tiborltiiu Pinto d'Almeida, qne se
    Ihe faa precito que o escrivAo Santos Bolean, reven
    do os aulos de assianasAo de dez da entre partes, o
    padre JoAo llerculano do Bego e Antonio Gonc/I-
    ves da Silva, certifique quem loi o advogado eocar-
    ragadu desta causa, e al que poni a deixou, ludo
    em foima que faja f.
    Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz municipal upplenle
    que Ihe delira.E B. M.
    Certifique. Cidade da Victoria il de telembro de
    I8.V.Coelho Bilaucourl.
    Brlarmiiio dos Santos BulcAo, labelliAo publico
    do judicial, escrivAo do crime, rivel e rrgislro ceral
    de hvpolhecas, tiesta cidade da Victoria, comarca de
    Sanio Aila e provincia da Pernambuco, por Sua
    Magrslaite Imperial e Constitucional, o Senhor Doro
    Pe.l.o II, que lieos tu.i.le etc.
    Cerlitico que revendo os autos, como pede a peli
    eAo, nelles con.la que foi advogado da caoa j pi-
    are Jalo llerculano do llego, o coronel Tibiirlino
    Piulo le Almeida, e acha-se pirada no lugar do ae
    lo por nao ler-se paga us dous por cenlo, Corres-
    pondente a quat.ila de I50*MC0. He o qoe possu
    cerlilrar ein lace dos aulu. em queIAo, o referido
    he verdade do que clou l. Victoria II de selembro
    de IS.Y7.
    Em f de verdade:O escrivAo, Belarminn do
    Sanio Hulea i.
    Illm. Sr. Antonio Raimundo de Mello.Victoria
    ti de agoslo d 1857.Dizendo o Sr. padre Joflo
    llerculano do llego no ujoriial do Commeicio de {
    do mez correle, que depois qu* eu e oulrus nos
    de-enganamos, que nada lucra.,imo, foi que se pro-
    cedeu a velloria emsui escrava Anglica, e chama
    para islo o Ictemunbo de V. S.. por islo Ihe rogo
    que em abono da verdade, que V. S. sempre pro-
    fessou, me respuida ao p desla, o qoesaba a res-
    pedo desle trecho do Sr. padre, e quanlo de mim
    souher acerca deste negocio, valo cuino V. S. esla'
    a par de ludo por ler lide'o procurador e inrania-
    vel patronu do Sr. padre, prrmillindo que eu fara o
    u-o qup me convier de sua respesla.
    ua com a maior estima.D. V. S. amigo, abri-
    gada, venerador e cria lo.Tiborlioo Piulo de Al
    Bielda.
    Illm. Sr. coronel Tiburlino Piulo de Almeida.
    Nesla dala ha que recebo a caria supra por inter-
    medio do compadre Carneiro d'Aranduznlm ; passo
    a reip, miel.
    Eu nAo disse ao Sr. padre JoAo que o aclo de vel-
    loria se proeedeu muilo itepeia do castigo por elle
    dado em ua escrava ; porque nioguem islo ma dis-
    se, e eu nao lenho a presciencia de adevinhai, vista
    que eu s live Cohecimenlo verdico de-e fado no
    dia Itl de junho 1:1 a l di. depois do ca. ligo), as
    no di 7 do ine-iii'i me/, foi que eu vi o aclo de
    vesloria que me moalrou o escrivAo e eslava com
    dala de 11 de junho : prrguiilei o esrrivflo porque
    eslava aquella dala ada ulada.no e vesloria foi fela
    em dilo diaII; risponrieu-mi: islo fit a heriV-
    fieio du padre por ler-lhe amizade. Passados mui-
    lo das, eu conversando com o mesmo escrivAo,
    disse-mererta auloiidade qoe funecionava no pro-
    cesso, vendo aquella dala deIIo reprehender
    severamente, e mandara elle (escrivAo) etnenjar pa-
    ra o dia5isto lie. dia isle do casligo e da ves-
    loria ( segundo dizein. } lito me disse o escri-
    vAo.
    Nada mais sei 8 respeito desse decantado aclo de
    ve.lorta : diga o Sr. padre o que qoizer com refe-
    rencia a mim sobre esn vealoria.
    Vgura permilla-me V. S. e sua lluslrissma se
    Atiesto que lua requerimenlo do anpplieante e n,,u"' ,|ue l" aqul "'"! m'''J"' verdader.
    lambem por ordem superior. Secretaria da Pl cil J aoSr. padre Joto Ba dto laatf*r-oo^
    de Pernambuco Ib de selembro de l8o7.-Dr.Polv- ,adv """"'" Pf-^
    carpo Lopes de Leflo. No da 18 de junho do auno prximo passado, veto
    Oi*Cfi>?4)nJedni5.
    Srt. redactortf.Depois de havernins passado pe-
    la humillaran e rieignslo de ouvir. na manhaa de Li
    do correnle, circular o boato de que eramos suspei-
    lu de iiitroduccAii rie sedlas falsas, acre-cenlando-
    se at qne linha viudo urna precaloria do Ceara pi-
    ra ser immcdiaUmenle preso m sso chefe ; s por-
    que leudo ido aquella provincia, se hospedara ern ca-
    sa de Manoel Jo Salgado Coulo, indignado como
    .olio tactor de lae- ledulal ; cotnquamo podssemns
    (anmenle destruir essas infundadas suspeilas, im-
    portadas tte utna provincia onde pouco unios cunhe
    cirios, e tiavessemos a salisfarAo de ver que nflo os
    i.ossos amisos, como .. publico em gem,nos faz a llo-
    vida ju'lira, como se revela etn um artigo de eu
    D'irio de hoe ; lo (avia julgamos de noso dever
    ptovar aos uoso commillenles, amigos e palncios
    rom os documentos, que em seguida publicamos, a
    veracidad, do coaleudo em o lobredilo artigo, e bem
    a-siin as dillgenrlll que reqnerpmos e foram empre-
    adas pela autoridade, e o sati-factorio resultado que
    sirve de lenitivo a AOtaa magu.
    Resla-nos o agradecer ao Exm. Sr. Vice-presi-
    -nip.
    a provinria, ao Hlm. Sr. Dr. chefe de poli
    imciao. rude, in-|eia,ae seu digno secretario. asim como o Sr. sb-
    itos Ir.la- i me/, de selembro
    Carlos, inoulo, e-rravo de Jo
    Sarniento, H me/e
    l.ili-linn de Moiaes
    S., para proredpi romo for de lei.
    Advirlo a V S que deve ser pmmpto na cap- : g,..lo. e de cervis org.ilbosa ; eo fallo a ..... povo I,- I deligado "do KeeTra?M*atMx^Ma7Ma
    '- ......""" ''"i;"11" "" "'* rompa, I,,,, Me, leeonl.aei,. ehri.lAo r,,,,,,,.,,. Mitt% ,,, ..nlim.iHo q. roa'nHesI., a.n
    que se toroarem reb-ldes e iiisohord- lia-lhe um pnrvir de friieidadee em uta pail riel.c- lord
    "I
    Sr. redaclorp'.Oue o Monle Chrislo de Alexan-
    dre Humas prorurasse lomar vinganra de Danglars,
    Fernanda e Vellefuil, que o levarrm innoreule ao
    castrll de lf, e ahi o encervaram por quator/.e an-
    uos, haveria razAo : mas que o Sr. padre JoAo ller-
    culano do Reg queira reverter sobre mim a ori-
    gen) dos seos mal.--, e ale lomar vinganra llevada
    ao ponto de nulrir desejos de attOMinar-me, he una
    malvadrza inqualiliravel, e que nAo ha molivo para
    lan'o, en paeso a demonstrar.
    Pois bem.Seria 1 hora da tarde do di. ."> on O
    de junho de 1856, se bem recordo-me, quando vie-
    r.m a minha casa os Srs. Mosquita c Laureulino, e
    dpiiuuciaram que o Sr. padre Reg eslava castigan-
    do rigorosamenle urna sua escrava desde a manhaa
    al aquella llora. E qual fot o meu procedimenlo,
    Sr. padre "! Foi e-cr pendesse o castigo : nAo foi assim 7 Nao negara.
    Coiisliiu-me depois que ees deu senliores nAo
    ri iilenies rom pa minha providenria, encamii.b.-
    ram-se ao Sr. subdelegado Mi-noel Jos Pereira Bor-
    ge, o qual d.riaindo-se ao lugar do Mpplieio com
    oldado de polica, j nAo acharam all o S'. pa tre
    Bego, mas somenle poderam pilhir a escrava An-
    glica, a qual foi conduzida para a casa duSr. lin-
    nizio, doinl. depr i de alguna dias a do Sr. lenle Miguel dais Anjos Alvares, e dahi
    para a minha per mil pedido e empetihos do Sr.
    padre por Intermedie jo Sr. Antonio Raimundo de
    Mello, onde fui recebida rom repugnancia minha.
    romos eslivesse i reven lo a recompensa que pu e
    minha senliora lemos lido do Sr. padre llego, a
    qual o pohlieo tem lc-lem..iihado em seo immun-
    dos escriptos.
    Nole-se porem que todas essas modanra da -
    crava Anglica foram sempre operadas dsbjixo da
    inl eccan do Sr. subdelegado Borges, e qo ella fui
    finalmente empraz da etn minha casa pela promo-
    loria i uhle.i, ale que se procedeu eo exama de sa-
    n ia le uo da 8 de jolho de 1 v,ti. quando eu iitlAn
    j me ochava com miuba senliora no Hecife tratando
    de iiiinha s.ude, e doude vollei noi ullun dias do
    0 Sr. padie Joao a esta nossa casa, pedio-me e pe-
    dio-rne com inslaneia que eo me diiigisse a esa ci-
    dade para lazer retirar sua escrava Anglica a seo
    poder e que pu no dia spgiiiule passasa. em Pira-
    pama, para levar dinheiro, e dinheiro dar a quem
    Ihe cedesse a entrega da referida escrava afez-me
    pr.ii.ie--.-,- vanlajosaso bu respond : nAo quero
    seu dinheiro, e nem preciso levar dinheiro, para po-
    derse me fur possivelretirar sua escrava ; por-
    que ni Victoria ne -i paite sempra seni grato ao digno Viclu-
    riences.)
    No dia 11) marctiei para essa cidade, e em particu-
    lar fadei a V. S., offerecettdo-lhe dinheiro ein no-
    me do padre) para consentir na sabida da escrava.
    V, S. me respondeunAo me offereca dinheiro ; a
    escrava e6l i muil i mal, va v-laenlrei rio quarto
    onde ella eslava ; e depor do v-la, rilirando-me
    li.ra a salla de j nitar, all fallei em particular a I-
    lu-lrjsiina sua senliora, olTereeendo-lhe "ltssOtK) ou
    1 iKismiJ, para consentir ua retirada da escrava : res-
    pondeu-menAo Sr. F .. eu acceilei a escrava do
    pa Irp, por elle me pedir por carias ; e por que elle
    foi discpulo do Sr. Tiburlino ; sempre Ovemos ami-
    zade com o compadre Ilumino, e a comadre D. Ma
    na ; e por islo, todo fare para inelhora da escrava,
    e a favur do padreislo poeto, anda lornei V. S.
    ped-lhe e Ihe die, que linha nrdem franca para
    dar dinheiro ; V. S. me respondeu qoe com amiza-
    de que linha ao padre, ludo faria a seu beneficio,
    urna vez que Ihe n.lo ficasse mal, e que dinheiro eu
    den, quando elle ja a mallo lempei nao era a-
    rerdole, nem linha coros, e que os padres eram lAo
    tiomens como outros quieiqoer qoe lioham paixoes
    e ouios, e que por Uso elle era apaiionario pela soa
    escrava, e odeava a todas s pessoas que cooperaram
    para a desemeamiohar do seu poder.
    Mullas ootras cousas dase o dito padre conlra ou-
    tras pessoas, que nflo vem ao caso menrionar-se uo
    que lu to nada respond, vislo qoe o referido padre
    disse qae nao havia moral nem religflo.
    .. v""" lla <,rdodi.-2 a mnhacasa, nas.e di.
    eslava elle f0ra do seo eslado normal.e bem moslra-
    va qoe ja liana jan lado bem.
    Repeli os isultos, provocacei, e trufi-me urna
    carta, ahm de que ihe reipondesse a cerlo quiilos :
    o que mundo Ihe a enlregori respondida, e depois
    pedi-lhe licenrs para r.lirar-me para passar revisla
    o meu destacamento, e dissi-lhe que seria rom!..
    conveniente elle desduer-se o que ella prutiielleu e
    relirou-se.
    Relevo declarar qoe nao proced contra ene pa-
    dre, au so porque elle me disse que vinha vizilar-
    me, cuno porque o julgav. e julgo .loado, e mullo
    principalmente, porqoe qualquer procedimenlo meu
    qu. tivesse, sen. traduiido pela maneira que bem
    approvaase ao dilo podre, qoe lendo-me mandado no
    da i do m< de junho, orna caria tnsulluusa e audaz,
    remetiendo versu que depois desla aulorlade, dasla
    cidade, me diss. que elle padre havia de se retratir
    a reapeilo de quem ior.m o ditos veno dirigidos,
    i o depois com espanto meu que li ua lama do Jor-
    nll do Commertio. qae o mesmos veno foram di-
    rigido a seuhora do tenhor coronel Tiburlino, quan-
    do ellos diz.-am gloza a la senhora donas, fazeudo
    lepoi publicar o mesmo padre, que en fui a sua ca-
    sa com sida-ios, quando eu provoco a qualquer pe-
    soa desla cidade que me v.e andar de erdenanca, a
    ao mesmo padre e a qualquer pesioa que aprsenlo
    a mais peqoena arbilrariadada por mim eommetlida
    como elle ja lem publicado.
    E por nada raai rer de declarar, sobra o asump-
    lo da ja refsrida pi lic,o, |i,e sendo lido o seo d-
    puimeuio, o aebou conforme e assignou rom o juiz e
    o peticionario.
    Eu Antonio l.udgero da Silva Costa, eacrvflo o es-
    cr.vi.Coelho Bitanconrl.Joaquim Fabricio de
    Matos.Tibutlino Piulo deAlmeida.
    PtibUcacdcS q \>emo7
    I.NPOKMACAO' SOBRE O METHOO CAS-
    HLHO.
    O meo conceilo pesa bem pooeo para ter tido em
    coma do jolgadore competentes, eulrelaolo como
    coda um nao pode dr maia do qoe lem, oflereco
    meu pobre e acanhsdo contingenle.
    Ivi.-ararna in.irucrao primaria pilo melhodo n-
    ttgo e pelo melhodo porlugoeido Exm. c.uselh.ir..
    (...sli i lio primeiro na parle insl.uctiva ; segundo
    na parle moral e terceiro na uiiiui.de phisica.
    He um replica prefrivel o melhodo porluguez ao
    inltgo, em quanlo a economa do lempo ; porque
    oflo si dando por prompto um menino em menos da
    tre amias pilo milhodo amigo : acontece qae pilo
    novo melhodo no lim de om at.no, o menino sabe
    ler, contar, escrever, e a par di.lo rudimentos da
    grammalica nacional, iilo am quanto a psrte ios-
    Ir activa.
    A moraiidade as escolas do novo melhodo he
    menos arriscada, mal (causada e constitoe urna
    da principies bases do ensillo ; ja pela inilrurru
    religiosa, que all alecciona ; ja porque o menino
    nunca <:-ia a V. roa na presenta do mestre ; e
    porque desde que enlra al qui abe da escola esta
    n'um laboro activo e continuad i ; nao esluda,
    aprende ; os decurioes nflo lem importancia, nao
    [u> lem impar e porlanto nao podem eligir, nem
    proteger. O brio do menino nao he abalado com
    os castigos dolorosos ; jovialid.de da Jtnfanei.i uo
    he sacrificada pela hypocrisia.aprendida nos bancos
    da escola velba, onde o menino arfada esludar em
    o fazer, com receio da palmatoria ; d'ahi o notavel
    conuasle de orna e oulra escola. Ao entrar na ve-
    lba escala i face desas enancas symbolisa a hvpo-
    cresia, a melancola a dor e o coostrangimenlo ao
    contrario da escola moderna onde a alegra a satis-
    fcelo e os movimenlos denuncian) o bem elar da-
    quella alminhas.
    A ii i i i lado phisica lie inealculavel e resolta du
    continuo movimenlo di escola moderna, de muilo
    poucu er.em os bneos, marchas e coiilr.mardias,
    mu-lea, compasso, academia e canto, animam e de-
    senvolvem as facoldaJee do corpo e do espirito
    betn ao contrario das escola velhas, on le entrando
    o menino d fondsfpor bstanle horas, so' lahoa dura ; onde le habita.u a urna apalhia pre-
    judicial ao prsenle e ao foloro, quando por isso Ma
    a 1 -iuirp.il muilasmoleslias.
    Alem desta coosideraee tenbo a acreseet.lir o
    fado que na eacula central do melhodo porlugoez
    rondada e dirigida pelo eximio e philanlropo Sr.
    Gamboa, tenlio d,.u. netos meo com effecl vi ta.le
    d. pouco mais de 9 me.es, que lendo aido admitli-
    des nella sem nocAo alguma deleitura esla linda
    muilo bem e cool.ado admiratlmeule loda a es-
    pecie de rracer.es e cm loda as suas opera...... ; vi-
    vem muilo cont.....- eulhusiasmados com o pro-
    ve.lo Je seos Irahalhoi.
    Para compirlar o conceilo que formo drtle novo
    melhodo na-ia urna pequea refleiflo, que nunca vi
    menino Igum togir de sus caa para a eeola, nem
    aborrecer as ferias pelo embarari de correr para
    all a a respailo da escola do Sr. Gamboa jt me
    aconteceni ver, com islo o lei.ho concluido o que'
    julgo suflioieiile, ma nflo oque poderia inla di-
    zer da stiperiornlaile do melhodo porluguez.
    Filippe Mena Callado da Fonseca.
    Pernimbuco 15 de aelemhr...
    a:eleic.\odo LIVRAMENTO.
    Domingo -JO do correnle, deve (er logar a eleirAe
    de novo juiz qoe lem de regir a irmandade de N-
    sa Senhora do Livramanlo msle prisenle atino, a
    terminar em 188, por tanto cumpre aos iinnl -
    comparecerem ao coneislorio dsquella irmandade
    alim de preslarem o seo vol consclenciaiso naquelte
    irinflo que possa hem desempenhar os interesis di
    rmindade, devenda ter nesla oeeasiAo residido ni
    lembranca de lodos dismoraliac,Ao qoe pesa sobra
    ihe ..Ao olTerece-se; e que eo .li-se tuse a Den, sua e-rr.iv .i nflo mu re.se. que ludo se l,em ,"l"',^'", ,,e'1' ao 'gante ja em diiarmonia
    tornara em nada.
    Islo que acabo de dizer, nAo s disse ao padre co-
    mo a oulras muilas pessoas lenho dilo;; e pir esta
    minba resposla so padre, ni da 20 de innlio elle
    rerlamoil a falla, de eu nAo ler levado o dinli
    do irinao, ja em ritas com a irinsn-ladei erectas
    a ponto de ipparicer reprodueAo di urna irena, qoe
    ja se deu com a irmandade do Bom-Parlo ; -1 err. de
    ra lo esle romance mai sa nota > falla de earidada
    para com os iulereisese regalas d.>s limaos. qU(
    do V. S
    fiad..- BU
    lllraro
    Nflo me rpspon-ahilisn por dicl't ios d'algoem, e :* de quem para isaa lem roncorrido
    S irmenlo, H mezes, incarne. poique. .. lie preri.o acallar rom e.as re- oh i recordtr-vo aquello dia ....moran lo e glortoao
    Francisco lelies d Mna, piulo, aolleiro, 1" annos. i servas, que alguem ,. i. leuda, qUe devetii mililar pin na qsial lanzando de tira vez por ierra o dan.liimo'
    Ponte.) spu favor, pata sp no"preslai ao servir,., he precisa e cm elle jugo eslranupi..., vos eonsllloUles naci
    eiiico, p i /.-ndo mp asdevidasrorriii.il- i,... que ller vir.irn. spm o praier de o guiar : pu ve- n
    porqoe, .. he preciao acabar rom ps.as re- oh i re. ordir-vos aquello .lia memorando e gloralo
    'ni
    li.ini-, Maria da Vs, branca, viuva, Hit anuos. fairr convenc r. que he igual para looa.a inte pendente : emfim, Moi'se" quera "piai p'erer
    Koni.ni, Africana, e-t.ava de Jas Antonio Noguei- \ Dioi guard. a V. S. l.luarlel do commando in- urna ceremonia, ou venho deeanlar um arlo de gra-
    '" '" *....." "'......ti balalhAo de infanlari.. n. | a c.iladp le lidii..... ib f rmai agora o parallelo de mim com
    Mari'. a rricana, ucrav de Ilahoel Jos ,le Castro lioianm II de agoila de 1857.Benlo A rebela.. Vaz o pastor do Jethro, p vpips com quanto mais rallo
    Golrnariea, TO in...... Curado, rapillo a cnmmn lame tnlrriaia.|||m. Sr. .... devo rppetir as palavras que me servirn de the-
    Joaq.iim, Af.irann. escravo d Maria Frentica da lenle Joaqmm Maaeel Aranha da Fonseea, com- ma lornai este di para semprp m.morivel enln
    rere Doran, .'iU aun.' I mandante da primeira rouipanhia do meimo bi- vos, foi nelle qoe a ler ra da Santa Croa fondn e en
    .Vnlono Ihouiaz de Sonta Magalble, braneo, caa- I lalhio
    i i. .it. anno.
    Imperio, e vr3 nadquirisles .. dtreitos de ri bulan
    yu.unios dar de barato qae 8 licein.d aprsenle- | brasileiro, rrlebtai-o de geracAo em gerarAo com
    ca e querem
    l ._ .-----._ .. .. ._. ..........._ UD.....,(u ,....., t. j..^ n j,iin rouvem ao rarr
    Horrora, j comtnerr a. do. sapplica,: pela promo'li'ri. ^xo"da n,^ a" ^r.^ ^ p.eponderai.e
    le, o ,u.err.g..,r,o falle ao .ocio Barroca, como che-, Halagada Borges, como me er. po.iive. *..,, ,a- I UercciJ u Dr. JoAo Francisco' C^KS^S.' ^s.o I, meimo ^"yTL^lZTioV,






    .


    DIARIO DK fRNAMBlICO ATiADO M DB SETEMimO DB 1857.
    rlateee, eieolhei Sm irmllo que eeja eapaz He bem rle-
    empenhar o lugar qoa I lia he coiillado, in lepenilen-
    U <\t um machina qui da aliara bam idi,< que-
    he, oa um meolnr ainpr, \n lo aristcrata por he
    riDta.|
    O lamba cacoU.
    I3f^t
    CAMBIOS.
    feobre Lonrjrt, 27 1|3 d. a 60 d.
    Paria, 346 ri. por fr.
    a Lisboa, 92 por % de premio.
    Rio de Janeiro, '2 por Oo d* deacoalo.
    Aerao do banco 5(1 por cenio de dividendo por ron
    la do vendedor.
    companhia de Beberibe 609000 por ae.;So
    rompanhia Pernambucana ao par.
    < Utilidade Poblica, 30 purceio de premio.
    a Indetnnisadora. 61 ideo,
    a da e Diseonto de lellrai, de 10 a 10 por eenln.
    Acedes do Banco, 40 a 45 de premio.
    Ouro.Oncaa heapanholaa.
    Moeda de 60100 vtlhaa
    a a 69400 nova .
    a e 49000. .
    ' Prala.Palac&ee braaileiros. .
    Pesoa columnariaa. ,
    neiicanoa. ,
    ALFANDKGA.
    "eudimenlo do da 1 a 17. .' .
    dem do dia 18. .... .
    2UJ500 a 30|000
    169000
    IHbOOO
    99000
    29000
    29000
    19860
    338:100OC;
    30:9459721
    309:0159787
    Descarregam hoja 19 de aelembro.
    Birca inglezarCnnle!mere id or ai.
    Barca inglezaiYimpnnliieni.
    Barra inglezaImngeneaidam.
    Barca inglezaEleonorIrilhtn de ferro.
    Barca ingieraSapholachaa.
    Barca inglezal.ancaaireearvo.
    Barca inglazaEiiiiliabacalhan.
    Barra inglezakhae (jrqavevinho.
    Hngue Ingle?S. Pedroplvora.
    Barca francrza Boglao resle.
    Brigoe porluguazMello I rarvgo.
    MOVIMEM l)A AI.FaNDECA.
    Volumen entrados cum Ui.-nUt. ....
    grin 13, rarcn 3513 barrida rom bacalha'o a Ara-
    naga ,\ Unan, peilenraa Barcelona.
    Terra Nev30 dfaa, brigoe inglrz Margaren a Ki-
    dley, de 184 i n -1 la, eaplUe Jamei llrown,
    equipase. 10. carga )S0 barrica* com hacliallio,
    a J. Paler & C, perlence a Liverpool Seguio pa
    ra oa porloa do aul.
    Terra Nova31 das brigue inglez de 139 tonelada, capitn tjohn Tavlar. equipa-
    geni..!:!, carga 8,500 barricas com baoalhao, a Ja-
    mea Crablree C. Parlence a Orenork. Segoio
    para o Sul.
    Rio de Janeiro16 diai brigoe porluguaz Altivo ,
    de 2i0 tonelada, rapilUo Guilherme Wadding-
    lon, equipagem 17, carga lastro, a Amorim { Ir-
    ro.log. Pai lenca a Lisboa.
    Londres60 dia. palarho inglez nSle. Pilero, de
    131 tunela las, capil.n J. P. \ alle, eqopagem 8,
    carga l'az-n :aa e maia geoerot; a F. P. P. Sa-
    boie Perlenca a Jenev.
    l'urio31 da, brigoe nacional Despique de Bei-
    riz, da 217 loneloitas, eapilAo Faustino Jos de
    Carvalho, equipagrm 13, carga ceblas a mais g-
    neros, a Ferreira 4 Loareiie. Perlence a Per-
    nambuco, Irouse a seu bordo 29 paisageiros por-
    luguezea.
    Rio oe Janeiro14 dias, bricue hespanhol |Annis-
    lia, d 176 toneladas, capilao li. Jos Fonle,
    eqopagem 11, cm laslro de areia ; a viuva Amo-
    rim & Filhos- Perlence a Idrcalona,
    Terra Nova 28 diaa, barca ingleza iiSnowlona, de
    217 lonelalas, capilflo Jo3o Rnbissnn, equipagem
    15 carga 3.130 barricas com bacalha'o, a James
    Crablree & C. Perlence a Liverpool.
    Macein e porto mlermedios1 dia e,16 horas, vapor
    nacional Persinunga, cominan laiite segundo l-
    ente Joaquim Alvea Moreira, carga couros e mi-
    gneroi.
    Tarja Nova33 diaa brigue inglez Rzale, de 133
    toneladas, eapilo llrnry Poller, equipagem 17,
    carga 2,300 barucas com bacalha'o, a Sauniler*
    Brolhers A. C. Perlence a S. J. de Terra Nova.
    ft.voi satiidos no mesmo da.
    Lisboa por MareadlaPatacho portuguez uDiligeo-
    leu capilao Domingo, carga parle da que Irou-
    le e inel.
    " ?$
    cora gneros
    Velomas sabidos
    o
    com fazendas
    com gneros
    Tolal
    Total
    318
    1,082
    1,400
    280
    332
    612
    de Liverpool,
    Fox Brolhers.
    IMPORTACA'O.
    Brigue ioglez Bou Jaano viudo
    manifestou o seguiote :
    11 caita tendoa de algod.i.i
    85 cuitase 9 fardos lecidos lie -IgoriAo, 2 calas
    lacillo de 11 u lio e algodSo, 1 dita ditos de liuho, 3
    dila dito de la, 2 ditas ditos .le la e algodao, t
    dita lec.jiiosde laia, 1 dila mnufaciora de pallu, 21 da junta no dia acinia declarado, pelo meio
    ditaa velbulmas, 1 diu laucos, goardanapo e da- masco, I dita i.r,ivala de seda, I dita cassas e en
    O lllm. Sr. Inspector da tiiesouraria
    provincial, em cumprimenlo da ordem do
    Exm. dr. presidente da provincia, manda fa-
    zer publico, que no dia 8 de oulubro pr-
    ximo vindouro, perante a junta da fazenda
    la mesma thesouraria, se ha de arrematar
    a quem por menos fuer a conservado per-
    manente da estrada do Pao d"Alho, avahada
    em 6:900a r., por 10 mezes, a contar do I.1
    de novembro do corrente anuo.
    A arrematadlo ser feta na forma da lei
    provincial n. 343 de 15 do maio de 1854,
    srb as clausulas es, eciaes abaixo copiadas.
    As pessoas que se propozerem a e*ta ar-
    remala;3o comparo^am na sala dassessOes
    feiles, 5 ditas fio da algodao, 2 fardos cobertores ,
    a Anguslo Cesar de Abren.
    20 caita Indias ; a J. Hallidly.
    Ni cainas e 7 fardo (cidos de algodao, 2 ditos di-
    tos de laia, 12 ditos diios de la, 5 eaitaa lecidos de
    . seda a algodao, 3 ditas ditas de algodao, la, a aeda,
    3 fardos diios de algodao e la, 4 ditos baelas, 10
    caixas linhas, 7 dita lencos, 5 ditas chales, 1 dila
    ohjectos de ecriptorin, 50 gigos a 1 volme louc,a,
    50 barr- manleiga ; a Soulhall, Melle r- & C.
    10 fardos lecidos de algodao : a M. J. Ssve \
    Filhot.
    16 cnijas linhas de algodao, 4 dita lacillos de al-
    godao, I dita diios de liuho e algodao, 1 dita grava-
    . las de seda ; a Barroca & Caslro.
    150 barricas cerveja ; a Adamson Howit & C.
    19 eaisas lecidos de algodao, 2dilas ditos de linho;
    l J. Keller & C.
    i barricas lijlos ; a Paln Nlsh & C.
    I laiie leclloa de algodao, 2 ditas miodezas; a
    francisco Alvea de Pinho.
    "o buris manleiga ; a Tusso & Irmaos.
    27 vlvulas de ferro, 974 tobos de dito, 973 abra-
    gadores de dito, 6 saceos cratos, 13 caitas corren-
    ,~ les e lavadores 1 dila (ripie e ferrnlhoi, 6 ditas
    tubos e rurva- da ferro, 1 banica roda a centros,
    790 folhas de ferro, 12 chapas para fundir, 22 ditas
    de base, 2 torcedores, 18 tonelada a 13 quintaea de
    lijlos, 16 pec,a retortas de barro, III folhas dos
    lados, 1 coroa de chapa, 251 folhas de rima, J>6
    barras de ferro anguladas, 28 fenes de folhas, 24
    fundos, I tampadora, 12 carnudos a langas, 21 nai-
    , ras de ferro, 10 barricas, 3 faites e 3 volme cra-
    vos ele ; a ordem.
    2arcse I volume com embrulhos de 'amostras;
    a diversos.
    Vapor nacional elmperalrizo procedeule dos por-
    to do mirle, maniresloi! o srguiole :
    1 canli njnora ; a Aranaga ,\ llrvan.
    1 dilo e I pacota dito ; a Paria & Lopes.
    I canda ititn ; a E. D. Moraes Bastos.
    I dilo dilo ; a B. S. Silva iioimaraes.
    1 dito dilto ; a Sch.fleillin & C.
    2 saceos dilo ; a Mariiniano da Silva Pereia.
    10 titos ditos ; a Adriano & Caslro.
    I dito dilo : a J. M. dos Sanios Cardlo.
    I caiiole dito ; a Seralim T. Bastos.
    I dito dito ; a Domingos F. Hala.
    I dito dito ; a Joan dos Sanios Lessa.
    1 dilo dilo ; a Joo P. de Mendonrja.
    I encapado dito ; a EslevSo Lopes C. Brancn.
    I dilo 11 lo ; a Antonio F. Albano.
    I canudo dilo ; a Antonio de Almeida Gomes.
    I roda de ferro ; a Fabrirjo (i. Pedise.
    Vapor hamburgaez (rPetropoliss procedente da
    Europa, consignado a N. U. Ilieber, manifestou o
    seguinte :
    41 canas fazendas de algodio, de seda, e mislas,
    cobertores de mesa, mantas para cavallos, ti pacolea
    amostra ; a Soulhal, Mellors Si C.
    1 eaixioha folhas da prala'; a B. F, de Suuza.
    50 barra polasss, 50 presamos, 5 calas couros, 2
    dilas obras de ouro, 2 ditas e 4 fardos fazendas de
    _ algodao e de seda ; a Timm M. & Vinasa.
    I caita calca.lo a lavas ; a J. R. Coelho,
    1 dila relogio, II dilas e 2 lardos fazendas de al-
    godao, de seda, de IS, a millas, 2 pecles amostras ;
    a Schaffeitlin & C.
    40 presunto a 2 barrieas com dito,*1caiia salame;
    a Praeger \ C.
    5 canas brinquedos do menino, 1 dila pe Ira- de
    escrever ; a (i. A. Beurgeois.
    2 eaiaa bichas, 1 fardo faiendas, 2 pacotes amos-
    tras ; a I'. Alves Malhe.is.
    1 eaia fazendas de la, 1 dila filas, I dila arreios
    para .avallo, 2 pacoles amostras ; a II. Brunn C.
    1 pacole n.o.ira ; a II. Gibaon.
    1 dito dilas ; a Adamaon Howie & C.
    2 ditos e 1 caiSo ditas ; a N. O. Biabar ,\ C.
    4 caias couros de lustre, 1 dila miudezas ; a Fei-
    del Pinlo & C.
    1 caixa enfeites, 1 dita relogins, I dila joiaa de
    ouro, I pacole amostras ; a Raba Schammeltau & 0.
    1 caixa fazendas, I dita roupas, 1 dita joias ; a
    oriem.
    2 pacoles amostras ; a Fox, Brolher A C
    I dito dilas ; a Burle ,\ Souza.
    1 dilo ditas ; a J. Ryder & C.
    1 eaia luvas ; a F. Sonvagr.
    5 ditas fazend.as de algodao, 2 paroles amo-Iras ;
    a Roslron Rooker & C.
    1 fardo chapeos >ie palha, 1 pacole amostras ; a
    Viova Amorim A; I-libo-.
    1 eaia obras de ouro ; a II. A. Roltgen.
    2 dilas objeclns de gesao ; a II. Mniln.
    1 caixa relogioa e pe Unces par dlloa a Y'..
    Waller.
    2 ditas courus de loslre, I pacote amostras ; a J.
    Halliday.
    1 raix'a fitas da velado, 1 dila franjas de seda, I
    pacole amostras ; a Antonio Lopes Rodrigue.
    1 caixinha obras da ouro, 3 pacotes amostras ; a
    C. J. Aslley.
    3 calas e i volumes fazendas de I*. dilas millas,
    franjas de ouro, joias, I paaole amustias ; a J. kel-
    ler & C.
    5 caixa conro de lastre, i ditas obras de couro ; a
    Isaac, Curio & C.
    i macaros de ferro, 2 caias e 6 feiies pertenec
    para a estrada de ferro, 2 ranas amoslias ; a G.
    lomes.
    CONSULADO (ERAL.
    Rendimenlo do dia 1 a 17. 33:6898319
    dem do dia 18....... 2:5569105
    peten
    E para constar se mandou atusar o pre-
    sente, e publicar pelo Diario.
    Secretaria da th^souraria provincial de
    Pernambuco 3 desmembro de 1857.O se-
    cretario, A. F. da Annunciac9o.
    Clausulas especiaes para a arremataQo.
    1- Execular-se-|io os trabalhos da con-
    seivatjo da estrada do Pao d'a I lio de coii-
    form lae co"i o ornamento approvado pola
    directora em conselho, e apreseutadu ao
    F.xui. Sr. prest Jenle da provincia, na impor-
    tancia de 6 900/ rs.
    2.M O pagamento verificar-se-ha etn 10
    prestacOes luenaaes
    3," Para ter lugar o pagamento de cada
    prestado sera niisler, que u arrematante a-
    presente attestado do engenheiro, provando
    ter cuinprido as >uas obrigarjOes.
    *. Para ludo o que nao se achar especi-
    ficado as presentes clausulas, nem no or-
    namento, seguir-se-ha o que dis^oe a res-
    peito a lei provincial n. 286.Conforme.
    o secretario, A. I', da a.nnunciaQlo.
    - 0 lllm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, em cumpnmnnto da ordem do
    Kxm. Sr. presidente da provincia de 2 do cor-
    rente, manda fazer pubHco, que no dia 1. de
    oulubro prximo vindouro, perante a junta
    da fazenda da mesma ihesourari, se hade
    arremater, a quem por menos lizer a obra do
    empedramento indispensavel no 16.", 24." e
    25." landos da estrada da Victoria, avahados
    em 5:6109000 res
    A arrematacSo ser feita na forma da lei
    provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
    sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
    As pessoas que se propozerem a esta arre-
    matadlo co'npareijam na sala das sesses da
    mesma junta no da cima declarado pelo
    meio dia competentemente habilitadas
    E para constar so mandou allixar o pre-
    sente e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco 9 de setembro de 1857. O se-
    cretario, A. F. da Annunciacao.
    Clausulas especiaes para a arrematarlo.
    I." As obras do empedramento nos 16.*,
    24." e 25.* landos da estrada da Viclotia, na
    extenso de 600 liradas correntes, executar-
    se-bao de conformiiiade com o oreamento
    approvado pela directora em conselno, e
    aprsenla lo a approva^io do Kxm. presiden-
    te da provincia, na importancia de 5:6IO#000
    reis.
    2." as obras principiaro no prazo de
    um mez, e lindarSo no de 7 ovezes, ambos
    contados de cunformidade com o art. 31 da
    lei provincial n. 286.
    3." o pagamento da importancia da ar-
    rematadlo re da mesma lei provincial a 286.
    4. arrematante exceJendo o prazo
    para a conclus3o das obras pagara urna mul-
    ta de lOOj rs. por cada mez, etnbora Ihe seja
    concedida prorogac^o.
    5.a O arrematante durante a execucSo
    das obras proporcionar trsnsito ao publico
    e aos carros.
    6." O arrematante sera ohrigado a em-
    pregar na execucSo das obras, pelo menos,
    melada do pessoal de gente livre.
    7." Para ludo o mais que nao se achar
    determinado ras presentes clausula nem no
    orr;aienlo, seguir-se-ha o que dispoe a res-
    peito a lei provincial n. 286 Conforme
    O secretario, A. F. da *Dnuuciar;iio.
    Perante acamara municipal da cida-
    dc de Olinda, estario e.n pregfio nos dias 3,
    17 e e 21 do mez de oulubro prximo vin-
    douro, para ser arrematados, por quem mais
    der, por lempo de umanno, os seguintes
    imposlos, perteneentes ao seu patrimonio :
    a fer*JjQ por 162S5U0 rs., os 500 res sobre
    cabera de gado vaceum 6G29-200 rs, os 200
    reis sobre o gado suino 16?7g0 rs dos ion
    reis sobre o gado ovclhum 9?720 rs., de 80
    Pela conladorla da cmara municipal
    do Recife se faz publico, que linda-se no ul-
    timo do correle o prazo marcado para pa-
    gamento dos impostos de esiabelecimentos
    relativos ao anno de 1856 a 1857 que anda
    nSo s acharo pagos com a multa de 3 OjO do
    valor do imposto, o todos aquellos que dei-
    xarcm de pagar ate o ultimo do corrente,
    Picara sujeitos a multa do duplo do imposto
    segundo a lei. Contadoria municipal do
    Recife 10 de setembro de 1857.-0 contador,
    Joaquim Tavarcs Kodovalbo.
    O lllm. Sr. 'nspecior oa thesouraria de
    fazenda desta provincia, manda fazer publi-
    co, para conhecimento de quem interessar,
    que no dia 19 do corrente mez, ira a praija
    perante a mesma thesouraria para ser arre-
    matado do venda, a quem mais der, a me-
    tade de um sitio na entrada do Catitea da
    Preguezia dos A logados, e foi adjudcala a
    fazenda em execuco, que contra Caet no
    Antonio Tavares moveu para pagamento do
    que este Ihe devia de imposto de lojas : os
    pretendemos compare^am na mesma theuou-
    raria, as 3 horas da tarde do mencionado
    dia. Secretaria da thesouraria de fazenda
    de Pernambuco, 5 de setembro de 1857. O
    ollicial-maior, Emilio Xavier Sobreira de
    Mello.
    Pela mesa" do consulado provincial se
    fai publico aos devedores do imposto da de-
    cima,* por cento de diversos esiabelecimen
    tos, casas de modas, e casas que leai jogo de
    bilhar, do anno linanceiro prximo (indo de
    1856 a 57, que continua a arrecadac/lo ate o
    ultimo do crrente mez, e lindo este, sera
    roinctli lo seua dbitos para juizo. Mesa do
    consulado provincial, 2 de setembro de 1857.
    -iheodoro alachado Freir Perena da Si.va.
    CONSELHO ADMINISTRATIVO.
    O conselho administrativo tem de comprar
    o seguintn :
    Para o .' batalhio de infanUria.
    Hollanda para forro, covados 50.
    4.- batalhio de arlilhana.
    Casemira carmezim, covados 7 ; hullanda,
    covados 25 ; bonetes 250; dito para m-
    sicas 21 ; palatinas, pares 271 ; sapatos, pa-
    res 584; esleirs 200
    8.- batalhio de infantera.
    Calderas de ferro para 100 pracas 4 ; di-
    tas para 50 ditas 3 ; jogo de balances, com
    os pesos at 1 arroba 1 ; conloes para canu-
    dos de inferiores 101.
    9.' batallio.
    Gravatas 35 ; hollanda para forro, cova-
    dos 50 ; bonetes de panno verde 354; sapa-
    tos, pares 354 ; esleirs 354.
    10 balalhSo.
    Psnno mesclado cor de cafe, covados 81 ;
    dilo dito azul, covados 54 ; casemira encar-
    nada, covados 16 ; hollanda para forro, co-
    vados 126, bonetes de panno verde 168;
    gavatas2; sapatos, pares 208 ; manta de
    la i ; estotras 207.
    Comoanhia de art!lices.
    Hollanda para foro, covados 16; bonetes
    118; ditas para invlidos 4 ; palatinas de
    panno, pares 118; esleirs 122; sapatos,
    pares 20.
    Companhia de cavallaria,
    Freios singelos 23 ; bonetes de panno a-
    zul 60 ; grvalas 28 ; luvas de algodao, pa-
    res 60 ; mantas de ISa 28, sapatos, pares 60 ;
    cothurno-, pares 60 ; esleirs 60
    Meio batalhio do Ceari
    'avalas 50 ; bonetes de panno azul 50
    Obras do hospital regimental.
    Cal, alqueires 100 ; areia, canoas 10 ; U-
    boas de louro de assoalho. iluzias 2
    Armazens do almoxarifado do arsenal.
    Seccante, arroba 1 ; carvHo de pudra, to-
    nelaJas 18 ; a-ame de laUJo n. 8, arrobas 2 ;
    cha,a grande de ferro para o fo^.lo do iiuar-
    tel dos menores 1 ; trave de conslrucQo de
    40 palmos I ; di'.a de dita de 32 palmos 1 ;
    enchames de qualidade 12 ; taboas de louro
    de assoalho de 14 a 16 pollega.las, duzias'20 ;
    hollanda para forro, covados 4196 ; boloes
    prelos de osso, duzias 3214 ; ditos brancos
    grandes, ditas 1226 ; ditos* ditos pequeos,
    ditas 3007 ; ditos grandes de metal bronzea-
    do. com o n. 10 2422 ; ditos pequeos dito,
    com o mesmo numero 1730 ; ditos grandes
    dito, com o n. 9 4956 ; ditos pequeos com
    o mesmo numero 3510; ditos grandes de
    metal amarello, com o n 4, 3798 ; ditos pe-
    queos dito com o mesmo numero 2250 ; di-
    tos grandes dilo com o n 3,1652 ; diios pe-
    queos dilo com o mesmo numaio 826 ; di-
    tos grandes dito com a lettra II-840; ditos
    pequeos dilo com a mesma lettra 180; di-
    tos grandes com a lettra t., 700 ; ditos pe-
    queos dito com a mesma lettra 450 ; cl-
    cheles palos, pares 153o ; pelles de. lustre
    para bonetes 35 ; taboas de amarello de as-
    soalho, duzias 6 ; oleado, covados 60 ; pan-
    no verde, covados 2707 ; dito azul, cova los
    2502; biim branco, varas 5933 ; aigodo-
    ziuho,
    4 Chegada das tropas francezas do Ori-
    ento a Pars.
    5 a Napoleo 1, ferido na batalha do llatis-
    bonne.
    6.a A sanguinolenta batalha de Austerlit
    por Napoleo I.
    7.' 4 visita a pe ti lo do respeitavel publi-
    co, as quaes silo, n cidado da Italna, Lisboa,
    vista gcral do Paris, o palacio de ciystal em
    Pars.
    11." DestruiQo doSodoma.
    12 Vista do Mxico.
    13. Ponte e palacio do Louvre cm Paris
    14. Monte Valerio em Paris.
    15 > Passeios e castalio de agua em Pars.
    16." Cscala de Saint-oul.
    17.' A caca dos Crocodilos.
    18.a Napoleo I, botando oculo cm fren-
    te da Cathedral de Milo, em Italia.
    O sabio estar aborto das 7 at as 11 da
    noite. Entrada 500 reis
    >. ?* -**.:*
    * PEDRAS PRECIOSAS
    ?.
    | Adoremos de brillianle,
    4 diamante e peroles, pul-
    ?i seira, allineles, brincos
    f- e rojetas, holes e anneis
    ,> de dillerentes goslos e de
    . diversas pedra de valor.
    ti, _
    B Compram, venden on
    * trocam prala. ouro, bri-
    * Ihanles.iliamantese pero.
    ti las, a nutras quac-quer
    ?i joias de valor, a dinhairo
    a^J&Od > -
    45^
    Para o Kio de .fam i:o.
    A veleira e bem condecida barca nacional
    Amelia, pretendo seguir com muita tirevi-
    dade, te ;i promplo metade de seu carregi-
    menlo, para o reslo escravos a frete, trata-
    se com o seu consignatario Antonio Luz de
    Olivoita Azevedo, ra da Cruz n. I.
    l'ara a Baha.
    O hiato nacional UvracSo, pretende seguir
    uestes 8 dias, tem prompto metade de seu
    carregatnouto, para o resto, Irata-sa com o
    seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
    Azevedo, ra da Cruz n.1.
    PARA O RiO DE JANEIRO, r
    Segu imprelerivelmente no dia 20 do cor-
    rente, por ter mais de melad.) do car.-ega-
    menln 'rompi, a bem construiJa barca na-
    cional Vaya, para o resto e passageiros, ira-
    ta-se com a capillo Marcos Jos a Silva,ou
    na ra da Ca.teia do Kecife n. 2.
    Para o Kio Grande do Norte e Assu'
    seguo em poucos dias o veleiro mate Castro:
    quem nellequizer carregar, dinji-se ao seu
    consignatario ltomingos Alves Matheos, Da
    ra de Apollo n. 33.
    ACARACU' E CEAR.V.
    Segu nestusdias o hlate sobral, para car-
    ga, e passageiros, traia-so com Caetano C.
    da Costa Moreira, na ra da Cadeia n. 2.
    nu por obra.
    i -, -<<
    ir : m
    LVJa 01 i! !lim
    Ra do Gabuga' n. 7.
    Heeeboiri por to-
    iloso*. vap r sIh ICm-
    i opa as oh r sdoniMs
    modernot-osio, tan-
    to de Franca como
    ?- ^ ? ea? > -.. as^ *;
    '<
    o iioi; pn.\r.\.
    Adereros completos da
    - ouro, ineios dilo, pulsei-
    * ras, alfinetes, brincos a
    33 roretas, cordoes, Irancel-
    lin, medalhas, correntes
    1: e nreiles para relogio,
    ,. oiiirns mullos nhjerlos de
    - ouro.
    Aparelho completo de *
    -. prala para rhi, bandejas,
    . salvas, laslifiet, colheres J
    .* de sopa e dech, e roui- *
    3 los muios obierlos de S
    ... tirata.
    ?
    de Lisboa, as quaes venclem por
    prevo commodo eoino eostuiuam

    v-<::>
    #&& K
    i'-r^i- '/.'' '"' -' ^H^&^9,
    "V.,'.-
    !>^:>^: >.
    k "..*.?.>,'..*'

    si

    A6ATIMENT0 DE 20 POR CENTO
    O prnprietarlo da fabrica de chappos de sol da roa Nova, esquina da cambo i do
    Carmo, quereudo liquidar as fazendas exisleule em casa, para eipur ao pobliro o novo
    e esplendido sortiruanto que o mesmo escolheo na sua recente viaeem l'ari, por isto
    offerere ao repila vel publico os nhjectos sepuinles, com 0 por cenlo de abale :
    Palito de panno fino prelos corniola de velludo.
    Dito de dito com Rola du memo panno.
    hito di caemira prela e de core com gola de velludo.
    Ditos de dilo com Kola do mesmo panno.
    Dilo de alpaca prelas e n> cares com cola de velludo.
    Ditos de dila r-nn pola do memo panno.
    DU i de sarja prela. iDCrist Mtisa. canea amareis, brim branro e pardo lio a tran-
    cado, ricos corlas de casemira para calca, clele ,1o selim, ditos de velludo, de seda, de
    Ktrsuiaii e fnslao branco e de cor, capoles do borrarha cmn perneira, chapeos de fellro
    linos e orilinari.w, dito de palha, tlilo de pllo, eamlsaa france/i branca e da coie,
    P'r fumarias, eravl.i, henenlas, chicote, e urna infundada de oulms objecto, avista dos
    iuae o amante do bom costo nao deHaro de romprar,
    Pernambucaaa.
    O vapor nacional IGL'ARASSL', commandanle
    Mariel Jnior, sabir' no dia 21 do crenle, a's .">
    horas da larde, para os portas do norte, da soa es-
    cala, n-cebe carga para os porto da Granja, Acara-
    cu' e.Ceara', no dia 18 e I!* ; para ns rio AracaH
    e Asad1 no dia 1, e para o do Kio-'lran.le ilo INor-
    Ic e Parahiba. no dia -2i ; os conhecunentos deverao
    ficar no escriploiio da gerencia, un da !>, Os frele
    da carca que vai para o noria, serflo pacos na ce-
    reneia. Do dia 17 do crrenle em diante, principia-
    se a entregar carca que vein do norte no mesmo
    vapor : nao sahira' volume algum sem que llqne
    pago o sen frete.
    se -H
    Luvas de Jouviu.
    sa recebeu-se pelo vapor inglez MEUWAV, luvas de Ji
    Tudo a preco fixo.
    Na mesma caa recebeu-se pelo vapor ing|ei MEWAV, luvas de Joovin da melhor
    qoali l.ide.

    !- -11 ~^^. -i -. .'j -i.naiiB'e iiu-i c '.iAm*
    ATTGIM^O.
    Jos liteardo Coeliio
    com loja de rahelleirciro na rqa Nova n. 39, primeito indar,
    avisa aos setis freguezes, que receben pelo navio francez PA-
    REAL
    (Ol) pt lili H
    inglezea
    de piquetes
    a vapor.
    o vapor
    Na dia 22 desie me epera-se i
    MKOWAY, conim in lanle Itoberto Sawyer, o qnal,
    depoia na demora do costume, ecuirii paraSu-
    Ihamplon, locan lo nos porloa de -an-Vicenle, le-
    nerlff, Madelra e Lisboa : para patsagans, ele, tra-
    ta se com na acenle' Adamson llowie \ C.., ra do
    Trapiche-NoTo n. 12,
    N. B lis embrulhos -n se recebein ate diia lio-
    ras antea do se fecharen) a mala, e dppos mais
    B hora pagando eolio um palacio alm do frete.
    RAHIBA, nllimamentecliegado, as seguintes fazendas, a saber:
    Rico chapeos para senlmra.
    Ditos para homem de castor brancos, prelos e de seda (a Tamberlik .
    Diios de montana para enhora.
    Toncados riquieatmoi de fl>rese fitas.
    Bamos de llore para o peilo e enfeites para vestidos de noiva.
    Komeira, golinhas e manguito.
    Kieo enres de vestidos: de seda, cliamalole e selim alacie.
    Filas de veludo, bien de blond prelos e branco, suspensorios de seda, e nm com-
    pleto eorlimento de bnnoca, cravala e einloa para enhora e menino.
    Ricas camisas Iranrera para homem do melhor de l'ari, propnas para bailes, ca-
    samento! e formaluras dos Srs. acadmicos, com periquitos e sem elle.
    Ricos leque para sentan e porla-houqnel.
    Ricos penles de tari -me i para senlmra, de alisar e alar cabello, do ultimo goslo de
    l'ari, o mais moderno possivel e anda nflo vi'lo no marcado.
    E um completo sortimento de oulros nbjectos de sosto que seria enfadonho men-
    cionar.
    ",lM' pl r
    Grande sorti-
    men de fa/endis re to-
    das > (joalidudes.
    Corles de vestido da seda de cores o mais
    superior e moderno qne lia no mercado. a
    Peca de bretanha de linho lina rom ti va-
    , ras.............SgSOO
    Corles de vestido de 19a matizada de novos
    padrees com 13 covados, '..- mi
    Ditos ilecalende casemira prela e de cores. ijOOU
    Ditos de collcte de gorgurSo de seda de va-
    ros padres..........ItjOOO
    Chapeos de maasa francezes formas novas. 7s50U
    Ditos desold seda........"/iOO
    Lencos de rambraia bordados, lino, para
    , "<*<>.............I5-80
    Dilo de dito de linho lisos para raSo. iftO
    Lovas de seda de todas as qoalidadee, para
    homem, senhoras e menina..... 9
    "alibis de panno preto a de core.....20sOUO
    Ditos de argentina de cores escuras. "jOOO
    Ditos de fustn de cores aseelinadae. tiiOOD
    Diios de brim pardo fino...... SfOOO
    Pablos de alpaca prela.......iHJO
    Ditos de slpaca e gangas de cores. 45500
    Ditos de brim de quadrinhus.....39000
    Gndolas de alpaca prela e de cures. 5s000
    Homeiras de retroz eom lar;o de seda para
    enbora............HjtjOO
    Chalas de merino bordado em > pontas. 1S|000
    Ditos de dito bordados em 1 pona. 9^000
    Ditos de dito com luir de seda 5500
    Ditos de dito lisos.........5B00
    Diios de dilo com franjas da 15a ... 55000
    Diios de lia adamscanos, prelos e de cores. SV90O
    Ditos de chaly bordados......IO5OOO
    Panno lino prelo e de cores, para todos os prec.os.
    Setim prelu macao superior, covado .
    Grosdenaples preto e de coies.eovado
    Sed prela lavrada soperior
    Popelina de seda de cores n
    vado.
    Cbalr de cores, com qoadros de seda, ce-
    vado.............
    Dilo de cores lisos covado. .
    Laa de quadros pequeos e grandes, co-
    vado ..........#
    l.a.i e seda de novos padres, covado. .
    Mauritana de seda matizada com cinco pal-
    mus de largura, covado......
    Lrsuliua de seda com qoadros, ramagens e
    lislraa matisadas, covadn......
    Sedas de quadriohos, covado.....
    Duqueza de seda com qoadre e ramagens.
    Mussulina branca e de cores, covado. .
    Chitas francezas linas de novos padrnes, co-
    vado.............
    Froodolina de seda de lindos gestos, co-
    vados ............
    Ca_sas franrezas linas de cores fu, vara.
    Km frente do becco da Congregarlo, passando
    loia de ferragens, a segunda de fazendr-s n. 40.
    cores matisadas, eo-
    ;>5O00
    25000
    5:10o
    950
    850
    ftW
    600
    800
    IJfiOO
    IJfOOO
    950
    750
    :il>o
    280
    900
    420
    j"j ,|j rp~~|j';r!_r
    -...,i n .-r-- -.I e-_J nal
    Para tfaboatSo
    varas 3178; panno pelo, covados {>,,., ... ifia.ii
    29o; casemira encarnada, cova.los 97; dita !'"* I" 1 -Mlt-il.
    carmeziin, covados 69 ; dila amarella, co- O briue naciorjal Laura pretendo seguir
    vados 9 ; dita-verJe, covadjs 10 ; cordao 11"rA Iti'ide Janeiro com muita brevi lado;
    pelo de laa, varas 2108; aniagem, ara|*ora prompto parte de sen carregamento :
    515 ; azeite de cirrapalo, caadas 980 ; dito ; fara fWto e esclavos a frete,. para os quaes
    de coco, ditas 47; lio de algodao, arrobas tem escellenles ronma los, trata-so como
    2 ; pavios, duzias 9
    O mnibus Jahoatao segu para. Santo A-
    inaro no domingo, 20 do corrente, as 5 1|2
    lloras da maniiaa, e volta' no mesmo dia
    as 5 horas da tardo. Os bilhotes acham-se
    venda na ra de Santa Isabel, casa da esqui-
    na. O propietario faz setenio aos passagei-
    ros, que be prohibido fumar-se dentro do
    mnibus, eque na segonia-feira partir as
    * 1|2 boras da tarde para Jaboatao, e dahi
    por diante como cosluma.
    - O secretario da irman lade de N. S. do
    I.iviameuto, na forma do artigo 17 docapi- aviso'
    tulo 5 do rompromisso, |declara a toJos os
    irmaos que se tem de proceder domingo, 201
    do corrente, pelas 3 horas da tarde, a elei-
    <,."o do jui que tem de dirigir os trabalhos
    da irmanduile no prese ite auno a lin lar no
    de 1858: para cujo lim convida a lodosos
    rmiloa a comparecerem no consistorio da
    trman.1a.le, no rolen lo da e hora.
    Agustinho de Souza Pinto.
    Foi transferido o deposito deste xarope
    para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
    Nova n. 53, garrafas 53500, e meias 38000,
    sendo falso todo aquello que niio for vendi-
    do neste deposito, pelo que se faz o presente
    , sola, meios 200 ; velas
    de caroauha, libras 320.
    Qu>-m quizer vender, aprsente as suas
    propostas em carta fechada na secretaria do
    conselho, as 10 horas do dia 23 do correnle
    mez.
    Sala das sesses do conselho administrati-
    vo para fornecimento do arsenal de guerra,
    16 de selemliro de 1H57.-Jos Antonio Pin-
    lo, presidente interino Bernardo Pereira
    do Carmo, vogal 6 secretario.
    O lilm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, em cumprimeoto da reaoIucSo
    >la junta da fazenda, manda fazer publico,
    que a arremtatelo da ohia do 9- Unc.o da
    estrada do norte, vai novam-nte praga no
    dia 8 de oulubro prximo vindouro, avaha-
    da em 9:236/426 rs.
    K para constar se man lou alisar o pre-
    sente o publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial le
    Pernamt'uco 17 de setembro do
    cretario, A. F. d'Annunciacao.
    i'ireetoria las obras
    seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
    Azevedo, ra da Cruz n. 1.
    Para a Balita.
    A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
    nal Hortencia pretende seguir para a llahia
    com muita brevidaJs, tem a borlo motade
    deseo carrcgameulo : para o resto e escra-
    vos a frote, tratasecom o seu consignatario
    \ntonio Luiz de Uliveiri Azevedo, ra da
    Cruz n. 1.
    e re-
    tf)
    . v^ :
    o almanak
    ndusti'ial
    torta le
    36:2i:42
    DIVERSAS PROVINCIAS.
    Hendimenlo do da 1 a 17. .
    Mem do dia 19.......
    .-7H95938
    l:789J938
    DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA vESA
    DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
    18 DE SKIEMU-.O DE 1857.
    LiverpoolBrigue ingleza quim Ramoae Silva, 556 coar.is salgados ; Johns-
    (011 Paler \ C, 700 saceos assocar mascatado :
    Anlonio Munit Machado, 500 arrobas de oso<.
    Bre-k-WalerBrigue americano ciBranclv-Winei>,
    Roslron Rooker & C, 2,000 couros salgados.
    EXPORTACAO'
    Pas'O de Camaraulbe, hiale nacional Sania L-
    ala, da 21 toneladas, coiiduzio osegoiiite : > vo-
    lom.s gneros eslrangeiros, 113 ditos ditos nacio-
    RECEB1.DORU DE RENDAS INTERNAS CE-
    RAES DE PERNAMBUCO.
    Rendimenlo do dia I a 17. 12-0701491
    dem do dia 18....... 38953fl
    reis sobre carjja de farinha At^lOO rs sobre
    o capim de planta 71?I00 rs mascates e
    boceteiras S69IOO rs., repesos de acougue
    13j80 rs 00 aluguel da cazintias da lii-
    beira 115/300 reis : os pretendentes podem
    comparecer na casa das HOasOei da mesma
    cmara, nos refer los dias, munidos de he-
    dores habilitados na forma da lei, para po-
    derem lauc/r. sem o que nao poderSo ser
    adrnilii los a faze-lo.
    Par;o da cmara municipal da cidado de O-
    linda, 27 de agosto de 1857 Joaquim Ca-
    valcanti de Albuquerque, presidente. 11 se-
    cretario, Eduardo Daniel Cavalcanti Vellez
    de Guevara.
    mi-
    litares
    Prccisa-se concertar o psiol de plvora da
    eza do Hru.ni : quem deste reparo se
    quizer encarregar por empreitada, compare-
    i;a nosta direetorie, onde se Tara o juste.
    - As pessoas que botaram na cana da
    dministraca i do correio as carias oara Dal-
    glesh sempson i\ C, Dr. Ilenriqu: Autran
    da Malta o Albuquerque, EpifaniO Jos da
    Bocha Bttancourt, na Baha, e a caita pa'a
    os directores da Compunuia de Seguros Ma-
    rtimos,llegeneracaono Rio de Janeiro,
    queiram vir satisazer seos respectivos por-
    tes para po.1aapm seguir seus d stinos.
    kt.

    ni
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendimenlo do dia 1 a 17. .
    Idam du da 18......
    ;&0*r&*m* f$t> potito
    Navio entrado no dia 18.
    Terra Nova40 dia brigue hespanhol e. Angela 1
    de 210 toneladas, capilio James Rodos, equipa-
    ' OSr. collector das rendas provlnciaes
    do municipio de Coianna f/ saber qun em o
    dia de boje Ihe foi entregue pelo delegado
    des'.o termo o escravo crinulo de noene Luiz,
    nt tral da comarca do Litnoeiro, de idade
    de 95 annos, estatura alta, rosto redondo,
    cali dios carapinhos, olhos prelos, nariz cha-
    to, bocea grande, barba pouca, picada de
    tet-ga, preso nessa ridade ordem ao mes-
    me lelegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
    renta anno, sendo avahado na quanlia de
    ISOKIi pelo que cha>na-se a tolas as pes-
    soas <;uo tiverem direito ao referido escravo,
    par que dentro de 60 dias, contados da pu-
    bNcsujao doste, apresentem na collectoria da
    dita cidade sua justificac^o de dominio, a
    qua! ser* produzida perante o juizo muuici-
    pa' desse termo, e findo o praz.0 menciona-
    do ei arrematado em hasta publica, i por-
    ta do mesmo Sr. collector, preceden lo-se
    aiinuiicio do dia e hora em que houver de
    ler lugar dila arremetacao, publicando-se
    este edital pela imprensa, e onde mais con-
    vier. Collectoria provincial do municipio
    de Coianna 30 dejulho de 1857.Oescrivao
    '^'r??- da co'lectoria, Luiz de Albuquerque Lins
    bo.)#3i ,i05 GuimarSea Peixolo.
    Por esta subilclegacia se acha recolhi-
    do a casa de delencao, por andar fgido o
    preto Pedro, que diz ser escravo de Loorena-
    <;o Ferreira chaves, morador na Parahiba :
    quem for seu verdadeiro senhnr, pror.ure-o,
    para Ihe ser entregue. Subdelegada des.,
    los do Recife 12 de setembro de 1857.Ac-
    cioti, subdelegado supplente.
    m
    SANTA ISABEL
    EMPREZAGERMANO
    RECH \ EXTRAORDINARIA
    (LIVKK DA ASSIGNATUKA.}
    Cujo producto he em beneficio da
    obras da malrit de Nossa S-nhora da Lapa da
    cidade de Lisboa.
    SEGUSDA-FEIHA, l DE SETEMBRO.
    Representar se-ha o drama em 3 aclos, do Sr. Men-
    des Leal Jnior:
    I IiRli DAIEM.STR0.
    lerminar o espectculo com a comedia em I
    arlo :
    Estando a Confeccionar-ie
    administrativo, meroantil e
    desta provincia, roja-se a todos os se-
    nnor6S([ue costumam ser nelle tnenciona-
    1857.Ose-j dos, (jin-iram mandar MU notnes, mu-
    dinra de domicilio, ou otitra (|uali|iipr|ou
    lemlii-aiu-,i,(|iie sirva para queseja o mes-
    mo nlin.inak completo: la mesma sorte
    t'oga-se aos senhores de engedbo e rendei-
    pos, qnei am mandar as nlterai-oes que se
    tiverem darlo a respeito de suas ptoprie-
    dades.
    Arron la-se o engenho Conceic.lo, co-
    to enge.iMo ou sitio, tem cercado para 20
    vaccas de leite e mais animaos, boa casa de
    vvenla, estribara, rio junto a casa, hanhei-
    ro, bom jardn) e borla, varias frucleiras,
    muito boa vista, junio a povoaguo de Bebo-
    ribe e arrenda-se por pre<;o commodo :
    quem o preti'ti ler, itirija-se a praca da Itoa-
    Vista, casa n. 28, 11 tratar co n Manoel Elias
    do Moura.
    Aluga-se a casa terrea n. 73 ra na
    do aterro da Boa-Vista, com commodos
    para familia ou para negocio, e tlous gran-
    des qointaes murados, um los quaes sees-
    tende alea roa da Ponte-Velha, para on-
    de tem saluda: a tratar na ra Real, so-
    brado n. (J, ou na praqa la Boa-Vista,
    botica do Si. Ignacio Jos de Couto, n. (i.
    Para eiiaaitnentQ
    puchos.
    Chegarima ra Nova n. 6, exrellenles ca-
    nos dn chumbo de varias larguras, muito
    proprios para encanamop.tns il'agua e para
    remuchos em jardins, e ven iem-se por preeo
    commodo.
    Precisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, que saiba bem engomaiar e fazer ser-I
    vico de urna esa estranneira do pouca fami-'
    lia : quem sejulgar habilita lo, dinja-seal
    rita do Trapicne o. 8, que achara com quem
    tratar.
    Aluga-se para passar a fasta 2 casas
    terreas, siles no lusar de Sanl'ADM de den-
    tro, com bons comm id is, e > lugar he o
    mais saudavel para a saule : a tratar no pa-
    teo de S. Pe 1ro n 6, segundo indar.
    O abaixo asslgnado :ouJou seu arma-
    zeti de assucar da ra da Cruz para a do
    Hrum. Reeifo 18 de setembro de 1857.
    Francisco Tiburcio de Souza Vasconccllos.
    Precisa-se de trabaihadares nacionaea
    ou estrangeir >s, para a fazenda denomina la
    anga, em Iguarassu', preferem seoscasi-
    dos com familia, e da-se mora 1a aos mes-
    oos : para tratar, em casa de Roslron Ro-
    ker i\ ('.., pra;a do Corno Santo II. 4S
    A pessoa que perdeu urna pulceira do
    ouro na igreja da ordem tnrecira de S. Fnn-
    cisco, dinja-se a Livraria ns. 6 e 8, que apre-
    senlanlo a oulra, ou provan lo ihe perten-
    cer, Ihe ser entregue sem despezas,
    Se houver quem tenha cotila com a
    ordem tereeira de S. l-'rancisco, aprsente a
    conta ao sindico N. J. da Costa Pereira para
    ser paga, no prazo de \H horas.
    Antonio Joaquim e Mello e Silva, es-
    tlido em lelijzio com seu til lio Tbemoteo'
    francisco de Mello acerca dos bens de seu
    casil, faz disto sciente ao publico para que!
    ninguom fac negocio algum com o dilo seu '
    lil'io, sol pna de perder o direilo que jul-
    gar adquirir com o negocio feiti com o
    mesmo seu lilho. Villa de Serinhaen 12 de '
    setembro de 1857.
    - Perdeit-sc nm bracelete de ouro no
    dia 17 do correte, do pateo do Tergo a ra
    do Orieinia.lo : quem o achou, querendo res-
    tituir, dirija-.se ao pateo do lerco,
    l-2:1(iOa027
    DE
    30:77l3:l8
    UMALGARISMO.
    aclia-s; venila no erip-
    l'i iif ij-i.ir.i ;i- K horas.
    O relo rio* ii-liiries
    lorio do (healro.
    Gabinete ptico
    ATERRO DABO.HIST.43.4.
    O director deste salilo, participa a scus
    Ilustres protectores, que tendo-se de retirar
    desta cidado, Ihes offereco urna agratlavel
    exposiQSo do vistas todas novas, e muito bo-
    nitas, por ser a ultima semana.
    i." Vista de. Sebastopol, representando
    suas fortalezas.
    2." Tomada de Bomarsund.
    3 Ogene'al Saint-ArnauJ.commandanJo
    * suas tropas na batalha do Alma.
    CarvaTu i\ Iriinlu o^ra ivcui mi iinluanle a
    (oda a petaoas que e diijiiaram aislir bou-
    lem A musa, que por alma de seu prezado
    irmao e amiuo pranrisco (joines de Carvalho,
    fallecido em Porlavgal, manlaram celebrar na
    iareja do convento de San-Fr;incico, e pedem
    iiuilmenle deecolpi de nao o f.izerem pessoal-
    menl-.
    ,\l a II >"l .1.1 i']'I IIII I i un-* .l-i i I. ce ,1 ludOS M
    Sr. que lli fieram o especial favor e cari-
    da'le, aesisllndo a mi-sa e mmenlo que man-
    rlon ceNlirar por alma de seu tinado primo,
    Francisco liomea de i.arvallio.
    iES..jvn"-,t<^fcfLrJ y a aapisonessssM
    APORTANTE PARA OPIBLICO.
    Para cura de phlysica em todos os seus
    dinerentes graos, quer motivada por cons-
    tipares, losse, asthma, pleuriz, escarros le
    saogue, dr de costados e peilos, palpitar;So
    no coradlo, coqueluche brnnchite, dorna
    garganta, e todas as molestias dos orgaos
    pulmonares.
    Ven>lem-se ro las para carro de passeio
    em muito bom estado no armaz^m de ma-
    deiras do Miguel, confronte o porto dos ca-
    noeirns da ra Nova.
    Precisa-se do um pequeo para criado ;
    no pateo do Carmo, sobrado n. 3, por cima
    da botica.
    Km urna das melheres localiJado-, da
    roa] lo Hospicio, ha urna casa n. 18 B, feita
    i oem todo o gosto o esmero, e em cuja cons-
    trucQo entraran as melhnres ma leiras do
    [aiz e as melhores ferragens ; a m3o d'nhra
    foi executada pelos melhores olliciaes nacio-
    naos e allemSes, sendo urna das casa* mais
    confortaveis, porque seu dono a eJilicra
    para nella residir, p com eff'.ito ainda ah
    residi por algum lempo, mas como se ro-
    solvesse a mu lar-so e nSo Ihe convenha te-
    la aluga.la, tencin vende la. Tem boa co-
    cheira o estribara, um bonito jar lim com
    canleiros de pedra e ral, vares de ferro pa-
    ra ulantas trepadeiras, entrada de frente e
    posterior, isio he, pela ra do Hospicio e
    pela do Dsifno, as frentes das calcadas de
    pedra de Lisboa, as entradas le marmore, e
    os lelos de estuque, esea las do volt, entre
    o jar tim e a casa ha um calcado do pedra de
    Fernando, o jardim lie separado do pateo
    por urna elegante grado de ferro, tem urna
    gi-aule c 'Cimba com bomba de repucho com
    encanamento e um deposito na parte supe-
    rior da cozinha, aon le se conserva agua pa-
    ra consumo da casa, a qual he levada pelo
    mesmo encanamijnto 'a diversos lugares do
    edificio, lera um quarlo com banheiro' de
    marmore e azulejo, com vlvulas para les-
    pejo das aguas etn um cano de '250 palmos
    de comprido que conduz niio s essas como
    tolas as mais do servico e da chuva a niar,
    os banlios pode vi sor quentes ou frios, para
    o que ha no banheiro duas torueiras de que
    urna cotnmuiiica com um deposito, d'agua
    quente assente sobre a Chapa do fog3o da
    Cozinha. Tem nutras muitas commoJ tales
    que podem ser examinsdas pelos pretenden-
    tes, oirigin lo-se para esse lim ao Sr. Jos
    Rodrigues Peixolo, na casa terrea junto, que
    Ihes facultara a entrada. PJe convir a to-
    dos e especialmente a um senhor de enge-
    nho que nesti cidade queira fazer a sua re-
    si leocia : quem a pretenjer comprar, diri-
    26, ao seu
    tiroprietario, que he Vicente Ferreira da
    Costa.
    Tliesouro ho-
    meopathico
    o
    m
    ou
    VADE-MECIM
    O
    Q
    O
    Horneopatha.
    PELO DR.
    |SABI\0 OLEGARIO L.PIXH0.|
    ![J E-la obra, reconhecida por iodos, como ^
    > a inelhor de quanlas ensinam a applicacan /}
    g da homeopalhia no Iratamento da moles- A&
    ja '"as, conliuoa a vender-se a HfjOOO.na Bo- F
    W ,iPa Central llomeopalliica, roa de Santo
    ~, i:xci:llentes remedios ho-
    meopathicos.
    preparados com o maior coidado e e'mero,
    vendein-ie em carien as por precos os mala
    commodo possivei, desde 103000 al
    120S000, conforme o numero dos tobos e S$
    riqueza das cai\as.
    Cada tubo avulso.....IjOOO
    Cada vidro de liolura. o.ikki
    N. R.Constando ao abaiio assignado
    que ilsuns individuos percorrtm o interior
    V? niio ti ilesla provincia, como das Alagos, la?
    :ti Parahiba, Rio-Grande do Noria e Ceai, p
    ,,. vendendo 'remedios em sen nome, jolga (i
    '.* conveniente declarar, que a ninguem aotu- '<
    _' runu para io,e que,como nao este promp- e}
    yA lo a carregar com os peceadot allieios, s gb
    JJv se reponsabilisa pela proricoidade los re- K
    ?3 medios preparados itebaiio de sua imme- w
    :Ja lala iupcc$ao, naBotica Central lio- 6
    meooalliica, ru de Sanio Amaro, (Man- .*:
    ile Novo'' n. 6.
    v.:
    v.3
    m
    i
    -

    dirija-st ao pateo do lerco, no pri- ,,, V Madre da Deos'r'
    meiro andar, da casa n. 12, ou annunct-, '
    quesera recompensado generosamenta.
    -- Lsta para se alugar a frente da casa da
    travessa do Dique, onde tem loja d funilei-
    ro, a qual faz fr'nte para todas as ras, com
    4 portas : a tratar defronte, na taberna que
    foi de Victorino.
    MH0.
    Precisarse de ummeslrede primei- NA FU.NDIQAO DE FERRO DO ENGE-
    NMEIRO DAVID W. ROVVMAN.
    ras lettra, graminatca portagueza e lati-
    na, para um engenho distante 7 levitas
    HOTEL HRASILEIRO. REA DA PENHA
    \. A,
    Fornece-se almoeo, jantar eceia para
    ama pessoa a 25$ por mez, aquem tiver
    portador: ha \ era lodos os dias mesa re-
    donda as 2 horas da tardea (i 1(1 rs. cada
    pessoa ; aos doininfjo tera sempre mao
    de vacia a 320 rs. o mesmo hotel se en-
    totuma com perleirao ecommodo pre;o,
    Fornece-se velas le carnauba em arrobas
    por mdico preeo ; tnfe-se toda a quali-
    dade de fazendas a vontade dos preten-
    dentes.
    deta cidade, c s lot
    pellao lo mesmo engenho
    Roa-Vista o
    sacerdote seta ra-
    no aterro da
    IG, priineiro andar.
    Precisa-se Je um caixeiro pie te-
    nha pratica de casa de cafe : na ra do
    Trapiche n.l no cale dos Alliados; se
    ara* boas condicoes.
    Prccisa-se de urna p"ssoa de maior
    rfA
    REA DO BRUM, PASSANDO O PIA-
    FA RIZ.
    ha sempre um grande sortimento dos se-
    guintes objectos de mecanismos proprins
    para enaenhos, a saber : moendas e meias
    mocadas la mais moderna conslrucijao ; la-
    chas de ferro fundido e bali lo, de superior
    qualidade o le todos os tomatillos ; rodas
    dentadas para agua ou animacs, de todas as
    proporr,0es ; crivos e bocea de furnalha e
    idade, que saiba ler e escrever, para incum- registros de boeiro, agiiilhcs, bromes, pa-
    bir-se de um trapiche, lora da praca ; assim rafusos e cavilhoes, moinhos de mandioca,
    como tamben se precisa de um menino de s^- etc.
    1-2 ou lennos para coadjuvar a mesma: NA MESMA FUND1CAO,
    quem esliver nesle caso, pode dirigir-se a se execulam todas as encommendas com
    ra da Cadeia do Recife n. 3, loja, que a-, superioridado ja conhecida com a devida
    chara com quem tratar.
    A pessoa que empenhou por um mez,
    a Francisco de Salles, morador na ribeira d
    Roa-Vista, tres brincos com o eso de 6 oi-
    tvasl pela quanlia de 30/000, baja do vir I
    Pr cisa-se de um homem de meia ida- resgalar dentro de 8 dias o sen penhor, vis-
    de, para estar em um sitio muito porto des- lo haver decorrido 10 nieies, di contrario
    la cidade-. a Iratar no pateo do Carmo, so- 8 venderSo ditos brincos para pagamento
    hrado n. 3, por cima da botica. daqaella quanlia. <
    prest /.a e commodidade em pre^o.
    CIDADE DA VICTORIA
    No pate da Matriz, na loja de erada
    $ Dr. Sabino Olegario I,. Pinho.
    ROB LAFKECTEUR-
    O uni autoritado por eci>3n do conselho real,
    decreto imperial.
    Os me,|icosdos hospilaes recommendam o
    arrobe de Laffecteur, como sendo o nico
    autorisa'lo pelo governo e pela real socieda-
    dedemoJicina. Este medicamento de um
    goslo agradavel e fcil a tomar em secreto,
    esta em uso na marinha real desde mais de
    60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
    po com pouea despeza, som mercurio, as af.
    fecces da pelle, impingens, as consequen-
    cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
    partos, da idade critica e da acrimonia he-
    reditaria dos humores; convm aos catar-
    rhos, a hexiga, as contraeces e a fraqueza
    dos org3os, procedida do abuso das injec-
    ces ou de sondas. Como anti-syphililicos
    o arrobe cura em pouco lempo os fluxos re-
    centes ou rebeldes, que volvem incessantas
    cm cousequencia do emprego da copahibe,
    da cubeba ou das injecc,es-que representen!
    o virus sem neutralisa-lo. O arrobe, Laffec-
    mercurio e ao iodoreto de potassio.--Lisboa.
    Vende-se na botica de Barral e de Antonio
    Feliciano Alves de Azevedo, pra^a de D. Pe-
    dro n. 83, onde acaba de chegar urna gran-
    de porc;io de garrafas grandes e pequeas
    vindas dilectamente de taris, de casado dito
    Boyveau-I.atrecteur 12,ra hichelieu Paris.
    Os formularios dilo-se gratis em casado a-
    irenle Silva, na praca de D. Pedro n. 82 --
    'orto, Joaquim Araujo ; Babia, l.ima & Ir-
    maos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
    Rocha & Filhos; e Momea, loja de drogas ;
    Villa Nova, Joan Pereira de Magates Lpite ,
    Rio Crande, Francisco le Pauta Couto &
    VENDE-SE
    Agua raz em (olhas de le ro.
    Oleo de lindara em ditas.
    Brim de vella ebrinziies..
    I.'mas e cabos da Russin.
    Cabos de mantilla e de COlll'O.
    Metal amarello e cobre de fono.
    Velas de slearina.
    Clavinotes.
    Pedias de marmore pira mesas.
    Pregos de cobre grandes c pepienos.
    Xo armazem le C. J. Astli'x iC.
    Descoberts nica. Privilegio de 15 annos.
    PESTES DE C\0l TCIIOLC W
    RECIDO, DE FAL'VEI.LE-DELEBAKRi:,
    DE PARS.
    Quatro annos de experiencia tem assegu-
    railo aos pentes de caoutehouc a voga que.
    nojo t.-in, n8o s em l-'ran;a como no mun-
    do iuleiro ; so -em" contradicho os mais
    agradaveis de todos os pentes, mais brandos
    que os de tartaruga, sito os nicos que uo
    fazom cahr o cabello, por causa da eleclri
    cidade que
    nl'T,nccrescendo a estas van
    lagaa a de nao screm mais caros do que os
    de bfalo A este admiravel mvencSo deve
    II. Fauvelle medalha Je primeira classo na
    esposi;Bo universal de 1855.
    " 'niupr:.-se
    frente aiul, esto expostos venia bi I beles efleclv*mente 'bilheles le lolerias ji extra-
    de to "as as loterias da provincia, e pagam- hidas, e que estejam r-colhidos a ihesoura-
    so todas as sorles quo salnrem nos bilhetes ra, airn de evitar a demora do recehimen-
    que forera vendidos na icfurida casa. lio : na ra Nova n. 11.



    ILEGIVEL
    ,

    .;


    DIARIO DE PERNAMBUCO SAMADO 10 DE SETEMBRO DE 1857.
    CISlRl Hu
    Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto era tinturas como
    em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por procos bastante commodos
    FREgoS FIXOS.
    Botica de tubos grandes. .
    Dita de 24 >
    Dita de 36 .
    Dita de 48 i >
    Dita de 60 .
    Tubos avulsos a......
    Frascos de linlurrademeia onga.
    Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr'com o'dc-
    2 cionario dos termos de medicina : .
    Medicina doestica do Dr. Henry ,
    10/000
    153000
    209000
    258000
    30900
    19000
    29000
    Tratamiento do cholera morbus
    Repertorio do D Mello Moraes
    SEGURO CONTRA FOtBO.
    Coropaohia Alliance.
    Eslabalacda cm Londres, am marco da 1824.
    Capital cinco milboes de libras esterlinas.
    Saunders Brothers & C, tea a honra da in-
    fonaar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
    > que mais convier qua estao plenamente au-
    torisados pela dita companhia para affectuar segu-
    ros sobre edificios de tiiolo e padra, cobertos da
    tl ha e igual menta sobre os objectos quecomiverem
    os mesaaos edificios quer consista am mobilia ou
    tai fazandas de qualquar qualidade.
    Na fundicao da Aurora precisa-se
    re serventes forros ou escravos, para
    servico debaixo decobeita.
    g IHTBT nUIGB. I
    Paulo Gaignom denliel, ra Nova n. 41 : J*
    VI? oa mesma casa (em agua e pos dentrifice. tgl
    8&#&S8$ & &&&&@&
    JOHN CATIS,
    corretor geral
    E AGENTE DE LEIL'ES COMMERUAES,
    n. 20, ra do Torres,
    PKIMEIRO ANDAR,
    ,praga do Corpo Santo
    KECIFE.
    Na ra do Trapiche n. 17, escriptono
    precisa-se do um preto para criado.
    HUDlfiCi DO ESTABELEGI-
    MENTO DE Pilles DE
    J. YIGMES.
    J. Vignes mudou seu estahelecimento de
    pianos da ra larga do Rosario para a ra
    da Oieia de Santo Antonio n. 23, junto da
    Helagao.
    Aiuuam-se para testa,
    3 casas na Torre con 2 salas,.3 quartos, co-
    piar e cozinha fura, bom quintal, agua de
    beber, estribara para 2 cavallos: a tratar
    lio armszem de materiaes da ra da Cadeia
    de Santo Antonio n. 17.
    ACEIO E PROMPriDiO.
    Na ra das Cinco Pomas n. 136, lava-se e
    engomma-se com aceio e promptidSo, e to-
    iYia.cn .. I ..,.,,., P__.______; *
    20900
    10/000
    2/000
    6f000
    Casadesaude.
    ~1 O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- $
    ., tabeleceu em sen sitio da Passagem
    .. da Magdalena, que iica ao norte
    da estrada entre a ponte grande
    5x ea pequea do Chora-Menino, ex-
    W /..ll.ji.l.,.. -.,..___.1..-* _.

    m
    cellentes acommodac/Jes para re-
    ceber todas as pessoa s enfermas
    que se quizerem titilisar de seus A
    serviros mdicos, os <|uaes serao @
    prestados com o maior esmero. &
    O mesmo Di., para o fin supra- $
    indicado e para exercer qualquer |
    outro acto de sua profissao den- @
    tro ou fra desta cidade podera' $j
    ser [irocurado a qualquer hora do ^
    dia e da noite. no referido sitio,
    a excepcao dos das uteis, das 9 ^
    horas da manhaa a's i da tarde, g$
    que sera' encontrado no primeiro $?
    andar do sobrado n. 9, do pateo @
    do Carino. xa
    vX
    ' \iS ^
    aihL existe
    na praca da independen-
    ca
    um resto de vidros cora a verdadeira tinta
    para marcar roupa, ditos com agua para If-
    tt toda e qualquer qualidade de nodoas, fi-
    nalmente, overdarleiro annil para roupa
    que ludo se vende pelos pregos ja annun-
    ciados,
    {?j O .11 > 1IXO
    '*mm-%tt%%%m
    ra ao publicu i
    qae mudou a aua luj j de traste da ra No- S*
    Q emqu.nto, assim como fita o meimo depo- ,
    ST lio na ra da Concordia. ?
    9 r Pob. &
    Domingos Alves Matlieus saca sobre
    a praca do Porto.
    -precisa-se de urna ama que saiba co-
    zinbare fazer todo o b,ais servico de casa :
    na ra do Caldeireiro, taberna n. 68.
    O tira dentes I
    o
    i.:
    sem dor.
    Mr. Barbier len-lo aprendido com o den- e
    tula iieapinhol, ullimamenle aqui checa-
    do, a tirar denlti pela allraccSo do r.io, $
    ra scienle ao reipeilavel publico, que se
    ha lortido de ferr.inenla, proprias pira *
    lal lnn, prompio a ewrcer sua profisaao, Q
    para o qae pode ser procurado a lod. hura .'',
    lo di, na ra d Gru do Recift, |j, de 'A
    barbeiro de Joaqoim Ferreira Fonles n. 58 &
    fll '* d' ce,a 'I* le livrei. &
    ' : ::i-i@ss
    ."r. Al"6a:se Sltl chamado de Chacoi
    S? orte' e que Pel"lence a massa falli-
    da de N, M. Je Seixas : a tratar no escripto-
    no da adininistracao na ra de Apollo n 6
    o"
    Preciaa-se de
    dara da Cipunga.
    um amassador: na pa-
    Precisa-se deum feitor da Europa,
    que trabalhe, para cuidar de um sitio pe-
    queo : nesta tvpographia se dir" quem
    necessita.
    OFFICIAES DE 1ATF.NTE.
    Precisa-se de afliciaes de alfaiale, tanto pa-
    ra obras grandes e calcas de casemira ; pa-
    ga-se bem : na ra Nova n 52.
    Precisa-se de urna ama para casa de
    pouca familia, do 2 pessoas, para comprar na
    ra e para o servico do casa : na ra da Glo-
    rien. 11.
    Precisa-se do um moco portuguez de
    18 annos de idade, para trabalhar em urna
    fabrica de velas de carnauba : na ra Direita
    n. 57.
    Precisa-se alugar 1 moleque ou 2 para
    servico multo maneiro, e nSo se hesita dar
    alguus mezes adianlado, ou outro qualquer
    negocio queconvencionar-se, com tanto que
    seja fiel ; na ra do Nogueira n. 21:
    Precisa-se de um homem para distri-
    buidor deste Diario, o qual deve saber Isr:
    na livraria ns. 6 e8 da praca da Indepen-
    dencia.
    Precisa-so de urna amal de leite : na
    Ponte de L'choa, sitio da Sra viuva Amorim.
    Na mesma casa tambem se necessita de urna
    criada.
    Na nova padaria d ra Imperial n.
    173, precisa-se de dous amassadores e um
    forneiro. que sejam bons : paga-sc bom or-
    denado.
    Envernisam-se mobilias muito em
    conta : no pateo do Carmo n. 24.
    Offerece-se um cozinheiro perito, que
    apreuenta um jantar ou banquete, com to-
    das as iguarias precises, sendo fura ou .ten-
    tro des'a praca na ra do Amorim n. 36.
    Quem precisar do um boleeiro, pro-
    cure na ra do Que'mado n 3o.
    U. AD0LPHE BOURGEOIS.
    HuaJNova.il. 61,
    vende todos seus carros com boas pare-
    lhas, igualmente o sobrado, tudo junto
    ou separado.
    Precisa-se de um feitor que seja por-
    tuguez, e que emenda perfeitamente de
    plantacoes de jardim ; na ra da Cruz do lie-
    cifo n. 13, primeiro andar.
    -- Precisa-sede urna ama para o servico
    de urna casa de pouca familia : na ra Nova
    n 60, esquina da ponte.
    Oabaixo assignado laz ver ao respei-
    tavel publico, e priocipalri>ente a quem pos-
    sa interessar, que ninguem faga negocio ou
    traiisacc3oalguma com o sitio AlleroSo, na
    treguczia dos Afogados, pertencenle a Anto-
    nio Alves Ferreira e sua mulher D. Mara
    Francisca dos Arijos Curado, por seachar
    nypottiecado ao abaixo assiguaJo desde 2 de
    abril de 1856 ; assim como as matas deno-
    minadas Cacimbas, Zumbi e descanso per-
    tenecntes ao mesmo Alves Ferreira, por
    urna nova escripiura publica em 26 do agos-
    to prximo passa o, e para que ninguem
    para o futuro se crame a ignorancia, se faz
    a presente declararlo. Recife iSdesetem-
    pro de 1857. -Antonio Pcreira de Oliveira
    Maia.
    quem
    PROVINCIA.
    O Sr. thesouieno das loterias manda
    fazer publico, que estao expostos a ven-
    da, lodos os dias, no pavimento terreo da
    casa da ra da Aurora n. 26, das 9 horas
    da manhaa as 9 da noite, bilhetes, meios
    e quartos, da ultima parte da quarta e i-
    da,")- lotera do Hospital Pedro II, cujas
    rodas andana no dia 20 do corrente.
    Tbesouraria da loterias 16 de setembro
    de 1837.Joao .Miguel da Costa, escrivao
    interino.
    - Precisa-se de urna ama que cozinhe o
    diario de urna casi de
    agr lar paga-se bem
    armazem n. 41.
    Lotera
    DA
    Provincia.
    Aos 5:0009 2:0005 e 1:0009-
    Os bilhetes rubricados pelos abaixo assig-
    nados, da lotera do Collegio dos orphSos,
    obtiveram os seguintes premios :
    3280 1:0009000-1 meio
    3249 4009000-1 dito.
    490 2009000 1 quarto.
    Os possuidoies podem vir receber a ga-
    ranta dos 8 olo logo quesahiralista.no
    aterro da Boa-Vista n. 56 A, e na mesma loja
    acham-se a venda bilhetes, meios e quartus
    da lotera do hospital Pedro II, que corre no
    da 26 do corrente mez, sendo de 1009 para
    cima a diuheiro a vista, pelos seguales pre-
    ?os, bilhetes garantidos :
    Bilhele 5j500 recebe 5:0003
    Meios 2j750 2:5009
    Quartos U375 1:250a
    JosJoaquim da Silva Guimaraes & C
    Vende-se urna linda escrava crioula,
    de 18 annos de idade, boa engommadeira,
    costureira, coziaheira e lavadeira : quem
    pretender, drija-se a roa do Uueimadu n.
    6. primeiro andar, que achara com
    tratar.
    Precisa-se de tima ama forra ou capti-
    va, para casa de homem casado, sem filho ;
    paga-se bem ; no largo dallibeira de San-
    ioso, casa n. 3, junto a laDerna que volta
    para a ruado Fsgundes.
    Vende-sc um malatinho de 13 annos,
    figura muito linda, a esperto, proprio para
    pageni: na ra larga do Rosario n. 22, se-
    gundo andar.
    AENCIA DE I'ASSAPORTE.
    Claudino do Reg Lima, despactianle pela
    repartido da polica, tira passaporte para
    dentro e fora do imperio, por commodo pre-
    Qo, e presteza: na ra da Praia, primeiro
    andar n. 43.
    Aluga-se um grande sitio cum muitos
    arvorcdiis, excellcnle casa, cocheira, e casa
    para pretos, na estrada do Mouteiro : a tra-
    tar no mesmo sitio, ou no Caldeireiro, casa
    deCustavo Augusto de Hgueiredo.
    Deseja-se arranjar nesta praca, cm
    qualquer estahelecimento, um moQo natural
    de provincia do norte, e d fiador a sua con-
    ducta : na ra da Cadeia do Recife ao pedo
    arco casa n. 55, poder dar informacOes
    Precisa-se de urna ama para casa de
    pouca familia, para engommar c fazer o
    mais arranjo de casa, menos coziniiar: na
    ruada Cruz do Recife n. 31, se dir quem
    precisa.
    Precisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, para todo o servico de urna casa do pe-
    quea familia : a tratar na ra da Senzala
    velha n. 142, primeiro andar.
    Deseja-se fallar ao Sr. Manoel da Silva
    Villariniio, na ra da Madre de Dos n. 28,
    a pedido de pessoa de sua amizade, residen-
    te no Maranhao.
    Precisa-se de una ama forra ou cap-
    tiva, para casa de pouca familia, que com-
    pre, coziolie, engomme e faca todo o servi-
    co de uina casa : quem estiver nestas rir-
    cumstancias, dirija-se a ra de Hurtas n. 10,
    para tratar do ajuste.
    Precisa-se de 2 amassadores :
    larga do Rosario n. 48.
    Atten^o
    Precisa-se do urna mulher de boa conduc-
    ta, que saiba cozinhar c engommar, para
    urna casa de pouca familia no Monteiro ; pa-
    ra informacOes pde-so tratar com os Srs.
    Henry Forslcr i C, ra do Trapiche n. 8,
    primeiro andar.
    Pracisa-se alugar urna ama que cozi-
    nhe bem, para casa .le familia : no aterro da
    Boa-Vista, loja de bilhetes n. 56.
    Aos religioso i.
    Q abaixo assignado, morador na ra Ve-
    Iha para a ra de Apollo n. 29, connu'a na
    mesma profissao de fazer capas, botinas, sa-
    marras e capas victorias, a uso da Babia.
    Alcxandrino Cesar da Mello,
    Existem 2 bestas novas no engenho A-
    breos, silo na rreguezia de Tracunheem,
    sendo urna ruca cardSa c outra castanha, e
    com differenlcs marcas : quem for seus do-
    nos, que as mande buscar.
    Precisa-se de um forneiro quo seja
    perito em sua arte : na padaria do Mondego
    n. 95, doSr. Saraiva
    Alugam-se as lojas do sobrado da Sen-
    zala Nova n. 14, com o quintal e portao la-
    ra a ra ue Apollo : a traiar com Cuilherme
    Sette, na ra do Queimado, luja n. 27.
    na ra
    pouca familia, se
    na ra do Amorim,
    Lotera
    DA
    Provincia.
    Aos 5:000a000, 2:000a000 e 1:000.j000.
    O abaixo assignado vendeu os seguinte3
    premios:
    Numero
    quarto
    dito
    meio
    dito
    dito
    quarto
    3717
    2731
    1361
    1189
    2402
    723
    2:0009
    1009
    40
    40<
    40
    O mesmo tem exposto venda os seu feli-
    zes bilhetes, meios e quartos da ultima par-
    te da quarta e primeira parte da quinta lo-
    tera do hospital Pedro II, os quaes n3o es-
    tao sujeitos ao descont dos oilo por cento
    da le, na pra?a da Independencia ns. 4, 37
    e 39 ; e na ra da Cadeia do Recife n 45,
    esquina da Madre de Dos.
    Por Salustiano de Aquino Ferreira,
    Jos Fortunato dos Santos Porto.
    Precisa-se.de um pequeo Portuguez,
    que leona pratica de taberna : a traiar na
    ra do Collegio n. 5.
    Lotera
    DA
    provincia.
    do
    Quarta parte da primeira lotera
    Collegio dos OrphSos.
    Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
    assignado foram vendidas as serniintes
    sortes:
    \ums. 3717 2:000,s 1 quarto.
    3280 1:000a 1 meio.
    3219 400* 1 meio.
    590 200.S 2 quartos.
    I W 100.S 1 meio.
    1028 lO.v I meio.
    2336 lOO.s bilhete.
    2731 1004 2 quartos.
    uy iO.s 1 meio.
    -7'1 '.s' 2 quartos.
    723 M\a 2 quartos.
    22 7 40.S 1 meio.
    2402 40.V 1 meio.
    3*07 -Os 1 meio.
    3440 40* 1 meio.
    A garanta dos 8 por cento do imposto
    geral he paga no escriptono da ra do
    Collegio n. 21.
    Alugn-se por mez ou por semana urna
    prota que seja boa quitandeira : na ra Im-
    perial n. 0, junto a matriz nova.
    Jos^fnaceto,
    dentista e s*librador,
    com 26 annos de pratira nesta provincia, e
    nos estabelecimenlos de caridade, ten do de
    sabir a passeio pr todo este mez a Macei,
    Sergipe, Haba e Rio de Janeiro, continu'a
    ainia por estes das a sangrar e tirar bem
    denles com a mesma rapidez que o dentista
    hespanhol, por ter corsultaio e observado
    com alinelo as suas operacOes, na vespera
    da sua partida, chumba os dentes fuados, e
    separa bem os da frente : pule ser procura-
    do a qualquer hora do dia, na ra da Gam-
    boa do Carmo, casa n. 20.
    i Atteiico
    i
    Jos Ricardo Cocino, na ra Nova
    avisa aos livguezes,


    Precisa-se
    laiba bolear e
    cavallos:
    que recebea pelo vapor PETKOI'OI.IS, ':
    um ;r.indi! sorliiriMilii .le luvas de Juviii, A
    paia humen", enliora e meninos, a calado (i
    de .MHI."s pan homem, enhoras, meninos
    e me ninas, proprios para luile e passeio. %y
    ' i2?OQ-:;:-C-.:;:::::;;;;; :::--S5:;(S^
    L. J. Astlev & C., leudo remettido pa-
    ra a Parahilia pelo vapor Imperatriz, urna
    carta induradoduas letras no valor de rs.
    13:507*330, sacadas ]>elos annuncian-
    tes, para serem aceitas por Joao Jos Me-
    deirosCorris & C, daquetla cidade, eco-
    mo se tenha extraviado a carta, lazem a
    presente decUracSo para evitar duvidas,
    visto que os aceitantes ja' estao preve-
    nidos.
    alugar un escravo que
    tratar perfeitamente de
    quem o tiver e poder afince-
    lo, dirija-se a liii)dii;ao em Santo Amaro,
    que se dir' quem quer.
    Lotera da pro-
    vincia.
    O abaixo assi;nado vende bilhetes ga-
    rantidos pelos precos abaixo notados, em
    quautia.x de I OO.sOOO para cima, a di-
    nheiroa vista, era seu escriptono, na ra
    do Collegio n. 21, primeiro andar,
    recebe 5:000(1000
    2:500.s()00
    1:250.s-000
    J. Jj'jynie.
    AMA.
    Na ra das L'.rangeiras n. 14, primeiro an-
    dar, precisa-se Jo urna ama que engomme
    e cozinhe para una pessoa.
    Pelo prximo paquete inulez Melwav
    Saca-se qualquer quanlia sobre Portugal em
    lettras pagav^is vista ou 30 e (0 dias vista:
    na ra do Trapiche n. 40, escriptorio de
    I hoina/ de Faiia.
    A pessoa que esta' encarregada de
    recebei os loros e laudemios das casas na
    ra do Pilar, tendo principio do JJecco-
    Largo ate o becco da Moleta, declare$ua
    morada para ser prociiia,do, ou va' rece-
    ber os mencionados foros e laudemios, na
    travesa da Madre de Dos n. 18, segun-
    do andar.
    Antonio de Almeida Gomes mudou
    seu escriptono, do segundo andar n. I (i,
    da ra do Trapiche, para a da Cruz n1
    Bilhetes
    Meios
    Quartos
    5,s")00
    2.S730
    I 250
    I*.
    de um anuo, previne em tambem alugam-se inoblias completas e in-| 36 armazim
    ordo segundo andar, que completas, com competentes lia lores: nal L. Vendo-!
    oulubro vindouro corro o loja de trastes de L. Pugi, na ra das Flores familia a 800 r
    dar por 300000 mensaes, e n. 11. (no ,i,.
    Carolina Porcina dos Anjos, lendo ar-
    rendado todo o predio n. 7 do pateo do Car-
    mo, pelo prazo de
    lempo ao murad
    do 1 do mez de
    dito segundo andar por 300000 mensaes, e
    dando o dito morador um fiador a contento.
    Perdeu-se do aterro da Boa-Vista cm
    segumento a ra atraz da matriz do mesmo
    nome, urna pulceira de ouro de concha, es-
    maltada de verde e encarnado : a pessoa que
    lverachado, querendo entregar, dirija-se
    ao aterro da Boa-Vista, esa n. 73, loja de
    alfaiate, que ser generosamente recompen-
    sado.
    O escriptorio do escrivfio At ayde adia-
    se trensferido para a ra das Cruzes n. 9,
    andar terreo.
    Avisa-se aospais, tutores ou corres-
    pondentes dos alumnos do Gymnaso, que
    do dia 22 do corrente em diante, principia-
    se o recebimento de suas respectivas men-
    salidades. Secretaria do Gymnaso Provin-
    cial 18 de setembro de 1857. O secretario,
    A. A.Cabral,
    Roga-se a Sra. I). Diunizia Francisca
    deSouza, natural da villa da barra, no.Rio
    de S. Francesco o provincia de l'croambuco,
    ou a seus herdeiros, que venham ou mandem
    receber a parte que lhe tocou do espolio de
    seu marido Jos Seabra Lemos fallecido nes-
    ta corte, liio ue Janeiro 6 de agoslo de 1857.
    Vendem-se camas de ferro para soltei-i
    ro. muito fcil de se armar e desarmar:
    Lavatorios de ferro.
    Vendem-se na ra da Cadeia do Recife n.
    Grande sor-
    inento de cortes de collete
    a loOO.
    Vendem-se na ra do Queimado n. 21 A,
    cortes de collete de casemira de to'das as
    cores, e lindos gostos.
    Casemiras de
    quadrose lisas, de cores,
    a 1#200 ocovabo.
    Vendem-se na ra do Queimado n. 21 A,
    casemiras lisas e de quadros, fazenda pro-
    pria para roupa de menino, e do muito
    gosto.
    VENDEM-SE BARATO,
    na ra do Queimado, loja da esquina do
    becco da Congregarlo n. 41 : chales de me-
    rino bordados a SrOOO, ditos de dito borda-
    dos a velludo a loo, ditos de dito liso 3/500,
    ditos bordados em 2 pnntas 11/, cortes de
    collete de velludo 6o, chapeos de ellro mui-
    to Finos to, ditos de massa, boa fazenda, 7o,
    ditos de merino cum mola 5950O, cortes de
    chita com pinta de molo 2S, lenros de sed.:
    muito linos IfCOO, cbia franceza muilo fina,
    o cjvado 240, lencos com bco a 240, mussu-
    luia branca lina, o covado 340. luvas de pel-
    lica para senhora a 500 rs., chapeos deso
    de seda a 7o, riscado francez, o covado 200
    r* dito inglez, o covado 160, sirtes de cam-
    bra la de seda 5o00, ditos de brim de liuho
    de cores a 13500, ditos de casemira a 3/500.
    dilo-, de rambraia, fazenda lina a 20400,
    Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di- ulrs mullas tazi-ndas, que pela quautida-
    vida publica e provincial, accoesdas compa- "e "a so PJe mencionar. Do-se as amos-
    tras coto penhores.
    Venda-M um eabriMet fm bom
    slailo e ci m es seus competentes ar-
    reos : uo ilerro 0a Boa-Viitl n. 35,
    Gomma do Ai-acatv.
    Lm porces e a retalho : vende-se na ra
    da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente V-
    an na.
    lino a lc800 rs.


    rj
    Reloirios:
    na ra da Caileia do Recife n. 18.
    ^GQQ^O
    OO:-^v.:0:s
    <-s :

    Cumprum-so botijis vasiasa 80 rs. cada
    urna : na rus da Senzala Velha n UO.
    Cotnpra-se efectivamente na ra das
    nhias.e da-se dinheiro a juros, em grandes
    e pequeas auantias. sobre Dejihores.
    Compram-se caixas vasias, isto he,
    quefossem de vinho Bordeau\ ou Cognac:
    na ra do Trapichen. 7.
    - Compra-se effeclivamente pingos de
    velas de carnauba : na ra do Vigario n. 27,
    deposito de assucar,
    Atfencaoi
    Compra-se urna taberna que tenha poucos
    fundos, ou toma-se qualquer outra de so-
    ciedade por balanco, dan io-se fiador : a tra-
    tar no largo da Ribeira n 1, taberna.
    - Compram-se travs de louro do 30
    palmos : na obra da ra Direita n. 82. N
    mesma obra precisa-se deserventes, prefe-
    nndo-se os e.-cravos.
    .
    t&SS.
    Barrllha.
    P. Johnston c;- C ra
    42, vendem-se 50 barris
    nielhor que costuma vir a
    Km casa de S.
    Senzala Nova n.
    com barrilha da
    este mercado.
    Vende-se um piano de armario, em
    bom uso, proprio rara se aprender : na ra
    Bella n. 45.
    Vende-se urna taberna com "poneos
    fuios, propria para qualquer principiante,
    om Fora do Portas, roa do Pilar n. 131 : a
    tratir na mesna.
    Vende-se urna prela crioula, de idade
    de 22 annos, bonita figura, cozinha e engom-
    ma perleiUmenlc : na ra da Cuia n. 9.
    /lo Gouva
    Loja encarnada, ra do
    Queimado n. '27, esqui-
    na do r<>ii. ojo.
    ilho
    (Fazendas| finas para a praca'
    Ricos cortes de seda de todas as cores pa-
    ra vestido de 25o a 505000, romeiras de li-
    nho, camisinhas bordadas com la;o, man-
    guitos golinhas bordadas, ricos chiles de
    louquim, de merino, dsela, borladose li-
    sos, p^ra todos os precos, vellulos para col-
    ele lisos e bordados, casemiras Onlssimas,
    longos de linho lisos para homem, e burda-
    dos com bico, grosdeuaples, setins sarjas
    de todas asqualidades, velbutiiias muito li-
    nas de tolas as cores, chapeos pretos frao-
    cei.es do ultimo gosto, ditos do Chilli muito
    finos, ditos de foltro de todas as qualidadcs,
    cambraias, cassas, mussulinas, chitas fins-
    simas, e ludo qoanto so i>ossa desejar a res-
    peito de quali Jades, gosto e preco.
    POTASSA DA RUSSIA E CAL
    YIRGEM.
    No deposito da ra da Cadeia do Recire,
    armazem n 12, ha muito superior potassa
    da Russa, dita da fabrica do Rio de Jane-o,
    e cal de Lisboa e-n pedra, tu lo chegado ha
    poucos dias. e a vcnler-se por menos prcQ.i
    do qup em outra qnalquer parte,
    --- Na ra Imperial, taberna junto a fabri-
    ca desabao, ha para vender fumo de Cara-
    nhnns de oriii^ira quali lade, chegado no
    dia 14 do corrente, a 800 rs a libra, e em
    arrobas a 18/000, ha mais 2,000 garrafas que
    foram de cerveja a 8J0O0 o cento, e a 80 rs.
    cada uina.
    Ao Gouva.
    Ij ja encarnada, ro do
    Que! a lo ii. 17, es-
    quina do Collegio.
    Talagargas j desenliadas, para b irdar, e
    obriohas do 15a para crianzas.
    Vende-se urna casa na ra Imperial n
    89 : a pessoa que pretender, di ja-sc a ra
    doCotovello n. 83, para tratar o negocio da
    compra.
    -~ Vende-se um mulalinho de 6 annos,
    muilo lindo na ra da Penha n. 9 : quem o
    pretender pude ir ve-lo a qualquer hora.
    MANliUTOS ROKIUDOS PARA MENINAS.
    Na ra do Quein ado, segunda loja n, 18,
    vindo do Rosario, a 1#50 o par.
    Vende-sena ra lreila n 6t, segun-
    do and-r, u.:i preto moco e bom carreiro, e
    um mulalinho de 9 annos.
    AlACA'AS,
    chegadas de Lisboa no vapor hamburguez,
    e vendem-se tanto em caisas de 200 co.no a
    retalho: na ra da Cadeia do Recife n. 25,
    defronte do b eco Largo.
    Vendem-se 2 pequeos armarios, 1 se-
    cretaria, 1 cama franceza, 1 oratorio muito
    bonito, tudo por seu dono se retirar para
    fra.
    PRELO DO PORTO,
    era barricas : no armazem do assucar, no
    caes de Apollo, entre as duas puntes do
    Itecife, na esquina da travessa da Senzala
    Velha.
    Vende-sc aloja decalcado do aterro
    da Roa-Visla n. 24 : a tratar na mesma.
    Continua-se a vender sal da llha a
    39520 O alqueire, a retalho a 100 a cuia : na
    taberna da estrella do pateo do Paraizo
    Q 14.
    Vinho do Porto.
    Vande-sc superior vinho do Porto, em
    ban is, muito proprio para casas particula-
    res, e mesmo para engarrafar : no armazem
    le Matlnas & Piulo, na travessa da 31 adre de
    Oeos C. 16.
    Pechincha para bahuleiros.
    Na ra do Crespo, loja da esquina que vol-
    ta para a da Cadeia, vendem-se chitas claras
    proprias para banuleiros, com pequeo to-
    que de avaria, a 4o, 4o500 e bg.
    Na taberna da praQa da Roa-Vista n.
    4, vende-se urna porcao de formas de volas
    de carnauba.
    /Va loja ao p do
    arco de Santo Antonio.
    Cortes de casemira mesclada de duas lar-
    ^r*o'rnurle deca'Sa *=500, dito para pa-
    Vende-se gomma de aramia verdadei-
    ra, pelo diminuto prego de 800 rs. a libra,
    ahancando-se a qualidade: na ra Nova,
    taberna u. 71.
    -- Vende-se um preto de raeia idade, pro-
    prio para o servico de casa, de sitio, ou ga-
    uhar na ra: na ra da Cadeia du Recife,
    loja n. 50, esquina.
    O dono da taberna grande ao lado da re-
    ja da Soledade, avisa aos seus freguezesque
    de novo recebea urna porc5o de saecus gran-
    des com milho c fejo imilatinhu, e arroz
    de casca, tudo o n.elhor possive!, e vende
    por menos que |ual u v outro.
    til ilho.
    Na ra da Cuia, taberna n. 9, ha milhoem
    saecus grandes, por prego commodo.
    Vende-se una boa esa terrea na ra
    91 da Conceic.lo da Roa-Vista : a tratar no
    aterro da Boa-Vista n. 43, segundo andar,
    das i; as 9 horas da raanh3a e das 2 as 4 da
    larde.
    Vende-se ou aluga-se poranno um si-
    tio ni estrada do Monteiro, o qual acaba de
    ser oceupado pelo sr. cnsul hespanhol;
    tem jardim ao lado, copiar, cocheira, estri-
    bara, cacimba, quarto para criados, e com
    sabida cara o rio, o todo murado: os pre-
    lendentes poderao dirigir-sc a botica doSr.
    IiartholoiTi'0 Francisco de Souza, ra larga
    do Rosario n. 36:
    .Milho e fejSo.
    Vendein se saceos com milho muito novo
    e feijao, por preco commodo : na ra do
    Queimado, loja de ferragens n. 14.
    Vende-se urna mulata na ra da Ale-
    gra n. 4, que cose, labyrintha e marca per-
    feiamente, lava e engomma, procria para
    vestir una senhora, e trata com aceio e per-
    fecSo de todo o arranjo de urna casa.
    BARKIS VASIOS.
    Vendem-se barris de 4.- novos, chegados
    ltimamente de Lisboa : no armazem de
    Carvalho S Ir 5o, na ra do Rrum.
    Vcniem-se brinquedos da puericia:
    Manual de 251 paginas, contendo dialogo em
    prosa c verso entre as lettras do alphabeto,
    Regras de moral, Crammatica portugueza.
    Doulrina OhristSa, modo de ajudar a missa
    Taboada de pylhagoras, Regras de civili lado
    ou manual do bom lom adoptado para uso
    das escolas de ambos os sexos 1#000, Revista
    da inslrucc5o publica para Portugal e Brasil
    160 rs., Compendio da historia romana pelo
    Sr. Dr. I)ourmmoru500rs.. Regras em verso
    para arithmetica o para grammatica, coma
    dupla utilidade de fcilmente se decorarem
    e lerem simultanea J.enle por ser o seu pre-
    go diminuto, 40 rs : na ra Nova, botica do
    Sr. Santos.
    se na ra Direita n. 19, cha de
    rs. a libra, dito do Rio muito
    rs., dito da India a 25200 rs.,
    toucmho de santos a 240 rs. a libra.
    - Vende-se superior linhas de ateodSo
    brancas, e de cores en. novello, para costu-
    ra, em casa de 5>outball Mellor ^ C... ra do
    Torres n. 38. '
    Ao Pregui$a
    QUE ESTA' QUEIHANDO.
    Na loja do Preguiga, na ra do Queimado,
    esquina do becco do Pexe Frito n. 2, ha um
    completo sortimento de fazendas que se
    vendem por procos baratissimos, notndo-
    se entre ellas mussulinas brancas finas a
    320 rs. o covado, ditas linas a 400 rs., ditas
    de cora 360, ditas muito tinas a 400 rs., ris-
    cados monslros de lindos padrOes a 220 rs.
    o covado, chitas francezas escuras de lin-
    dos pa IrOes e cores fizas a 260, ditas dita?
    de padroes claros e miudinhos a 280, ditas
    muito finas a 300 rs., tapetes para sala
    3o800, pecasde bc-tanha de rolo com 10 va-
    ras a 20000 cada urna, cambraias francezas
    de lindos padrOes e cores fizas a 480 rs. a
    vara, cassas organdys de cordo o de lindos
    padrOes a 500 rs. a vara, cassas francezas
    muito finas a 600 rs. a vara, lencos para
    mao a 120, ditos com bico muilo finos a 360,
    cortes de casemira de lindos gostos a 5ooo!
    ditos linos a 6o, laazinhas de ouadros pro-
    prias para caigas e palitos a 560 o covado,
    riscados Irancezes Ue quadros a 240 o cova-
    do, cortes de brim de puro linho e lindos
    padroes a 25400 e 2600 cada um. cortes de
    castor encorpado para caiga a 15440, ditos
    de brim oscuros para caiga a I56OO, chitas
    escuras e de diversos padrOes 160, 180 e 200
    rs. o covado, chales de merino de todas as
    quandadesrlisos e bordados por baratis-
    simos pregos, casineta preta muito fina a
    15200 o covado, ricos cortes de selim bor-
    dado para colleles a 4? cada um, cobertores
    para ccravos a 700 rs., lengos de seda de
    lindos p.drOrs a 25000 cada um, e outras
    multas lazendas que todas se vendem por
    baratissimos pregos, e se darSo as amostras
    com p?nhores.
    Vende-se um sitio na Torre a beira do
    no : na ra dos Pires, junto a caixa d'agua.
    \ende-sea verdadeira graxa ingle-
    za n. 97, dos afamados fabricantes Da y &
    Martin, em barricas de 15 duzias de poe-
    tes: em casa de James Crabtre & Compa-
    nhia, 11a ra da Crnzn. 42.
    VENDE-SE
    na ra do Trapiche n. 34, escriptorio de
    Xovaese. C, superior vinho do Porto, em
    caixas de urna e duas duzias de garrafas:
    "' preco commodo.
    Toalh.s.
    t:- 1
    til
    A' ra do Crespo n 16 B, chegou um sor-
    tmenlo completo de toalhas de linho e al-
    go I0o para mesa, de diveisos tamaitos, as
    quaes se vendem por mo lieos p'cgos Na
    mesma loja existem ainda algumas toalhas
    de puro linho, lisas e ada rascadas, para ros-
    to, e urna porgSo d.! guardanapos.
    Vende-se a nielhor loja de fazen las do
    Passeio Publico n. 9, com poucos fundos, a
    dinheiro ou a prazo.
    ao Cunto
    QUE ESTA- TORRANDO.
    .Ya Ioja do canto, na ra
    i Ha um completo sortimento de fazendas
    por pregos baratissimos, ricos cortes de se-
    da de bonitos padroes a 22o000 e 255000 reis,
    ch.'lesde tjquim muilo finos a 25:000 rs.,di-
    tos de merino bordados na pona a 133500,
    c muito finos a 20o rs., ditos bordados de
    velludo a 14- rs mantas de seda de padrOes
    bonitos a 7, 8/e fo 1 s. cada urna, clialy
    com listras de soda a 900 rs. o covado, ricos
    cortes de casemiras ? 4o, 5o e 65 rs e mui-
    to finos a 608OO e 7*200 rs., pannos avellu-
    dados para cima de mesa, de padrOes muilo
    bonitos a 35o rs. cada um, seda de cores
    com ttulo de rr elin ires do senta a 15 rs. o
    covado, seda branca a 1/400 rs. o cuvado,
    platuda de lindo a 560 rs a vara, cassas es-
    tampadas de cores lisas a 460 rs. a vara, lu-
    v.is de seda pretas e de eres para senhuras
    a I06OO0 par, ditas para homem a 15600 rs.,
    setim preto macaoa ooo ;0 e 3o rs. o cuvado,
    panno fino preto a 2:500 35, 4, 5o, e 63 rs.,
    e muito fino que faz admirar a 7-200 rs. o
    covado, modernlssimos cortes de vestidos
    para senhoia, de barege.de seda com lindos
    eufeiles de froco a 35o rs Mas de muito
    bonitos gostos, p fazenda muito boa a IsSOO
    reis o covado, madapulOes de diversas qua-
    lidades, e por pregos commodos, mussulina
    bronca a 300 rs. o otado, ditas de cores a
    340,360e360 is. o covado, lengos decassa
    estampados, decores lisas a 140, 160, 180,
    Mt) e 80 rs cada um, e a du/.ia a 1550o ig,
    2S500 e 3; rs., maulas pretas de seda a 95o
    e 105500 rs., chapeos de sol para senhoras a
    25500 e 3:500 rs., ditos para homem a 65500
    e7o rs., diio.s domla a 5C00 rs., ditos Ue
    massa muilo finos a 7/rs., e muito mais fa-
    zendas ; a el as, venliamconhecer a verdade
    do exposto: na mesma luja dase as amos-
    tras das fazendas, e tambem se leva amos-
    tra para casas de familias.
    8aI do Assu'
    Vende-se a bordo do brigue Mara Luzia,
    fuudeaoo no quadro da carga, amarrado ao
    arrecife, a prego commodo. a tratar com An-
    tonio de Almeida Comes, no seu escriptorio,
    na ra do Trapiche n. 16, segundo andar.
    SAPA TUS UUARACAIY,
    dos melhores que tem viudo a este merca-
    do, para liomens e meninos, de palla e de
    orclhas : em casa de Caroinha i\ Filhos, ra
    da Cadeia do Kecife n. 60, primeiro andar
    Vcnde-se ou aluga-se para passar a fes-
    la um sitio junto a povoagao da Varzea, com
    bstanles arvores de fructo, com casa gran-
    de : a fallar na ra do Hurlas, sobrado 11. 2,
    segundo andar.
    NOVO RAP .
    Recommenda-se aos amigos da boa pitada
    o excedente rap novo princeza, chegado do
    Rio de Janeiro pelo ulluno vapor, e se echa
    a venda a ijOOO a libra : as lojas n. 4 da
    praga da Independencia, o n. S da ra du
    t.respo ao pe do arco.
    Em casadeRabeSchmettau'&Companhias
    ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
    piano* do afamado fabricante Traumann de
    oamburgo.
    C&IAS DE FERRO
    Excellenlcs camas de ferro para solteiros
    ven Jem-se no escriptorio do agente Olivei-
    ra, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
    audar.
    Breu.
    >reu : no arma
    uelogios.
    Barris com breu :
    Irniaos.
    no armszem de Tasso
    Os melhores relogios de ouro, patente in
    glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
    escriptono do agente Oliveira, ra da Ca-
    deia doliecifeu. 62. primeiro andar.
    Na ra da Cadeia defrnhte da Relajo, venda
    n. 28 de t. S. Campos, vende-ie e aluga-te, aupe-
    riores bichas hamburgueas, em porco e a retalho.
    Veude-se Da ra da Cadeia n. 28, superior
    presanlo pvrluguez inleiro a 410 ra., e maic objectos
    por |>ie<;u ciuiiiiiodn.
    Agencia
    a fundido Low-Moor,
    na da Senzala iNova
    n. 42.
    Neste estahelecimento continu'a a ha ver
    um completo sortimento de moendas e meias
    moendaspara engenho, machinas de vapor
    e taixas de ferro batido e coado de todos os
    taannos para dito.
    . CU DE LISBOA.
    \ende-se cal de Lisboa vinda no ullimo
    navio, em barris bem acondicionados, por
    prego commodo : na ra de Apollo, arma-
    zem n. 2 B.
    , SECRETARIAS.
    As melhores que at noje tem apparecido
    a este mercado : vendem-se no escriplotio
    do agente Oliveira, roa da Cadeia do Recife
    n 62, primeiro andar.
    Algodo nionstro.
    Veude-e algodSo monstro com 8 1 almos
    de largura, muito proprio para toalhas e
    lengoes, pelo baratissimo prego de 600 rs. a
    vara : na loja da boa fe, na ra doOueima-
    do 11. 22. *
    TACHAS PARA ENGENHO
    Da fuudicao de ferro de D. W. Bowinan
    na roa do Bium, passando o cliaia-
    riz, continua a liaver um completo sor-
    timento de taclias de Ierro fundido e bati-
    do, de a 8 palmos de bica, as quaes se
    ecliama venda por preco commodo e com
    promptiduo, embarcam-se ou carregam-
    se em cario sem despezas ao comprador
    Na ra do Trapiche n. 11, vende-se
    por preco commodo o seguinte :
    Champadla em caixas de duzia, da bem
    acreditada marca de Comiede Marcuil a
    ),S a caixa.
    Champanha caixas de duzia da bem a-
    credilada marca estrella a 30S, vinho
    Bordeau\ em caixas de duzia, cognac,
    garrafas vasias em caixas de duzia e ver-
    dete em barris, tudo por preco muito
    commodo.
    Vende-se na ra da Madre de Dos
    n. 12, armazem de Novaes & C. barris
    de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
    psitos de fezes, a proco commodo.
    , Sellins e rele^ios.
    *;:$ SELI.l.NSe RELOCIOS deplenle
    'ff. inclez : a venda no arma/.ni de
    Itoslron Rooker & Companhia, es-
    quina do largo do Corpo Santo ca-
    mero 48.
    LICORES SUPERFINOS
    da mais afamada fabrica da Eupora, em
    caixas sortidas de varias qualidades:
    vendem-se 110 escriptono de Brender a
    Brandis&C.: na ra do Trapiche n. 1(.
    relogios de
    - Vende-se espirito de vinho : na resti-
    lagao do moinho de vento da praia de Santa
    Relogios
    cobertos e descobertos
    pequeos e grandes,".
    de ouro patente inglez. para bomem e
    nhora deum dos melhores fabricantes d
    Liverpool, vindos pelo ullimo paquete in-
    glez: em casa de Soutball Mellor &c." rna
    do Torres n. 38. '
    /^ende-se
    Cortes de la para vesti-
    v ., minuto prego de
    antes que se acaben:
    n. 22, na loja da boa f
    cada corte, pelo d-
    nze patacas ; a elles,
    do Queimado'
    4

    CGM PEQUEO TOQUE DE
    AYARIA.
    A dinheiro
    Pegas dealgodSo liso, largo, encornado.
    2, 2/2*0, 29500 e 29800 a pega. ditoPde i-
    cup.ra a 2, 2C240, 2/500, 29800 e 3a s pega,
    dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tren -
    gado largos 100, 120, 140 e 180 rs a jarda-
    vende-se na ra do Crespo, loja da esquina,
    que volta para a ra da Cadeia.
    Vendem-se cortes Je c?tsa escosseza
    a 2,?G0 : na ra do Crespo n. 23.
    , CEMENTO.
    Vende-se cemento, tanto em barricas
    como em porgfio o a retalho, por com-
    modo prego par. acabar, e muito bom : no
    armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
    Santo Antonio n. 17.
    No escriptorio de Domingos Alves
    Matheus, na roa de Apollo n. 23, ha pa- ,
    ra venderpor precos mdicos, o seguinte:
    Kicos e elegantes pianos.
    Encliadas portuguezas.
    Cochina de linho para montara.
    Coeiros de barra.
    Muito superior couro de lustre.
    Tiritas de cores, preparadas.
    Balanzas decimaes.
    Muito ricoe superior papel para forro de
    salas.
    Superiores charutos da Babia.
    Fumo em folha.
    Pedias de lousa proprias para mesas de* *
    cosinha. '
    '&?tt
    . -
    >
    ten le
    pa-
    inglczes de ouro, de sabonete e de vidro :
    vendem-se a preco razoavel, em casa de
    Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
    deia do Recife, armazem n. ."6.
    Deposito
    le r 1 princeza da fabri-
    ca de E.Gasse, no Ri*
    de .Janeiro.
    Vende-se
    a prego commodo rap fino,
    grossoo meio grosso, da acreditada fabrica
    cima, chegado pelo vapor S. Salvadorea
    ra da Cruz 11. 49.
    Attenco
    Continu'a a estar fgido desefe 3 de setem-
    oro do corrente anno o moleque crioulo, de
    nome And re. de idade que representa ter 20
    annos, bonita figura, posto que de marca
    baixa, grosso do corpo, pernas tinas, ps pe-
    queos e roaos calosas, com todos os dentes,
    sem barba alguma, apenas com um bugo de
    nigode, e este raoado na occasiSo da fgida
    levou camisa de chita cor de rosa e caiga
    azul de listras, ambas essas pecas novas.
    chapeo pequeo de pal ha Kste eseravo foi
    visto no mesmo dia que fugio, nos Apipucos,
    onde se julga estar aeouiado ou trabalhando
    com nome trocado, o qual pe-tenceu a Jo5o
    de Medeiros Amida, e vindo aqui no Recife
    por seu genro Jos Ignacio de Meira. ambos
    moradores do engenho Coqueiro, frequezia '
    de Santo AntSo. O mesmo moleque lera pai,
    mfli e irmSos no engenho Arariba da Pedra
    presmese elle schar-se la, visto o cons-
    trangimento com que foi vendido. Paga-se
    generosamente a quem leva-Io a seu senhor
    na ra dos Martyrios n 1; assim como
    protesta se contra quem o tiver acuutado.
    No dia 11 do corrente mez de setem-
    bro, do engenho Qaeimadas. freguezia de
    Santo Antao, fugio o escravo Bernardo, cri-
    oulo, idade de 18 a 20 annos, bem apes-
    soado, cara redonda e lustrosa, res seceos,
    eepi um delles falta-lhe a unha do dedo
    grande, e he canhoto, e mais que tudo um
    stgnal muito evidente, que be ter urna ci-
    catriz as costas da mflo direita, sahio com
    trouxa de roupa fina e algodSo, chapeo de
    couro, e alparcalas de que sampre usa :
    suppe-se ter tomado a direcgaode Caruaru'
    por ter muU inclinacSo ao servigo deva-
    queinre, nesta praga aonde tem estado
    muitos lempos, ou mesmo qualquer outra
    parte, pelo que o abaixo assignado roga as
    autoridades policiaes e cupilaes de campo a
    pprebensao, e conduegao ao supradito en-
    genho, aoude ser recompensado com 1003
    resPadre Antonio Vieira de Mello.
    Attenco.
    No dia 23 de agosto prximo passado, ru-
    gi do engenho S. JoSo, f eguezia do Porto
    calvo, o escravo crioulo de nome Damifio,
    idade 25 annos pouco mais ou menos, bem
    ladino, barbado, com suissas, baixo e gros-
    so, levando corosigo 4009 rs. em dinheiro,
    eum potro rodado de segunda muda; tem
    mai, e urna mana, moradores nesta praga
    em Fora de PorUs, e suppOe-se que por on-
    de anda inUtula-se por forro : quem o pecar
    leve-o nesta praca a Joaquim Jos Ramos,na'
    ra Aagusta, casa defronte da de n. 17, ou
    no supradito engenho de seu senhor Jacin-
    tho Afionso de Mello, que ser generosamen-
    te recompensado.
    2009000 de gratificagSo,
    a quem pegar os escravos crioulos, Lauren-
    uno e Manoel, por antonomasia barbeiro :
    o primeiro de idade 25 annos, alto, nao mui-
    to fornido, rosto comprido, sem barba, bem
    parecido, o muito pachola, levou chapeo do
    Chili, e gosla de trajar bem : o Manoel ten
    a mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
    rentino, estatura baixa e bem fornido, rosto
    redondo e bem parecido, pernas giossas.
    Ms bem eitos, traja caiga e jaqueta, e levou
    chapeo de palha da Italia ; tem cicatrizes as
    costas como sello de suas proezas : levara 111
    em sua companhia um moleque de nome
    Alexandre, que com elles aprenda o officio
    de pedreiro, cujo officio sabem perfeitamen-
    te ditos escravos : a pessoa que appprehen-
    der qualquer destes escravos e oa entregar
    na cadeia da cidade do Itecife, ou os condu-
    zh- ao engenho Boa-Esperanga, na freguezia
    do Limoeiro, receber a dita gratificagSo e
    mais depezas que lizer.
    No da 5 de julbo do corrente anno fu-
    gio do engenho Cursahi na comarca de Pao
    d Albo, o escravo Antonie, Cagange de ida-
    de de 36 annos, pouco mus ou menos, de
    altura e grossura regulares, cangueiro no
    andar, tem todos os dentes da bocea, con-
    versa pouco pernas finas, be casado, e tai-
    vez tenba algumas marcas de relho as na-
    degas por ja ter sido castigado levemente
    esse escravo foi d< s herdeiros do finado ('s-
    tano Congalves da Cunha ; consta que este
    ve cm Santo Antao, em casa do Sr. Joao
    francisco, assim como consta que em Pajeu'
    existe um escravo com os mesmos signses
    a pessoa que o conduzir ao referido enee-
    nho, ou ao Itecife, na ra da Culs n. 64, uu
    delleder noticia certa, ser recompensado
    %?2& ^enerosidade; e quem o tiver em
    seu poder, fique certo de sua punigao com
    todo o rigor das leis.
    No dia 15 do corrente, nelas 11 horas
    da manhaa, desappareceu um negro por
    nome Clemente com os signses seguintes :
    levou caiga de algodSo azul e camisa preta
    continua a embriagar-se, quando se lhe
    tZSXSF* a 5Usa' r"P0e mpre de
    vista tincada no chSo, tem muila marca de
    oexiga pelas pernas ainda muito de fresco e
    algumas pelo rosto, est principiando a bar-
    ita r : portanto roga-se as autoridades poli-
    ciaes e capit&es de campo que o prndame
    evem a seu senhor, no botequim da ra
    larga do llosario n. 27, que sera recompen-
    sado generosamente.
    -- Em 7 do corrente mez desappareceu o
    escravo Candido, crioulo, oflicial de pedrei-
    ro, idade 25 annos, alto, cor preta, cara um
    tanto larga, odos carnudos, tem urna cica-
    triz em uma das maos, proveniente de um
    panaricio: quem o pegar, pode o conduzir
    ao aterro da Boa-Vista, segundo audar do
    sobrado n. 53, ou a casa do Sr llufino Jos
    Correia de Almeida, que ser recompensado.

    1
    4
    a
    i
    :

    l'ERN. TVP. DE M. F. DB FAHIA 1857


    .
    ILEGIVEL


    -


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