Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07834


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Full Text
-
t
i
I.
AUNO XXXIII N. 213.
Por o mezes adiantados 4*>000.
Por 3 mezes vencidos 4$300.

SEXTA FEIRA 18 DE SETEMBRO DE i8o7
Por anuo adiantado l.sOO.
Porte franco para o subscriptor.
K.NCAnRKGAlMJS DA 8UB8CK1PCA DO NORTE.
Pinlubi, o 8r. Joao Hodolpbo Gome* ; Niul. o 8r. Joquim
(Pereira Jnior ; Ancaty, o 8r. A. de Umoi Braga ,- Cea-
ra'.oSr. J. Jos de Olivera ; Maranhoo, o 8r. Joaquim Mar-
qnat Rodrigues; Piuhy o 8r. Jota Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o 8r. Juitino J. tUmoi ; Amazonai, o 8r. Jtruin mo da
Cna.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olirain : lotMat as, 9 r meia lio-.,, do dh.
Iguar.,..', (iiaiaae iHralulia: na, ,.-.Miiida e seius-feiral.
S..l.i".nmM.IVlU, CaruariT. Alii.,1,,, e G.c.nliuiu: n. lcrca-feir,i
S.I."u'li50iP*o *4He >.,,.,!!,. I.........,ro, rln-jo. Pe>i|nrr>, Ingatcira
I !..-.-.. Vi.u-fclU, Boa-Vala. Ouruur. i:,.\ nal ^uarlaa-frira/.
I ., I: >ja,avrlilaai, I'.... I urm...... |_IM, a,,,,,,,. Aizua-Prola, Pi-
m.-nl.-i a- .' .Natal: qitmtaa-f. n ...
l.-J". "Oireim parlen aa l horaj da manida.

AUDIENCIAS DOS TBJBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commarcio : lagunda a quintal.
Rel.iC.iu : terca) fcirai a labbados.
Fazenda iquarlai a aabbadoi aa 10 borai.
Juio do commercio : segundas ai 10 horai a quintal ao maio dia.
Juno da orphaoi .-segundas a quintal ai 10 horai.
Primaira rara do civel aagundaa aiaitaiao meio dia.
Seg inda tara do clval ; Dirlai a aabbadoi ao maio dia.
EPHKMERIDES DO MEZ DESETEMBRO.
4 La cheia ai 2 horai a 47 minutos da mauhoa.
10 Quarto minguantca 8 horai e 3(1 minutos da tarde.
18 La nova ai 3 horai a 13 minutos da manbaa.
20 Uuariocreiceole ai6 horas a 40 minuto da manilla.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiraai3 borai a 42 minuto! da urde.
Segunda ai 4 borai o ti minutol da manbaa.
PA1T1 ?PIC AL
TRIBUNAL DO OMMERCIO.
SessAo administrativa EM 17 DE SETEMBRO
DE 1857.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
Ai 10 horaa da maohla, achando-se prsenle o
Sri. depulados Reg, Basto, l.emoi e suppletile lla-
mos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e seudo
lida a acia da ullima, foi approvada.
1.1 II--e o seguinle
EXPEDIENTE.
Foi prsenle um ullicio do tribunal do commercio
da capital do imperio, de 22 de agosto Huno, -
cempauhando algona exeioplares do asanlo lomado
por aquella tribuual, dos osos eommerciaes daquella
prac,s, mandados observar como verdadeiros, nos
termos rio regulamenlo. Accuse-se a recepcSo e
archive-se.
DECISAO'.
Compareeendo o Sr. desembargador fical, o Sr.
presidente poz em discussao a colleccao dai daeises
do Iribonal do commercio da capital do imperio, e
suscitando o deputado Kego a razSo previa se ver-
sando estas decises sobre inlerpretiic,es do cdigo
c ieui reculamentos, compela o- Iribunaes do rom
mercio Caza-las depois de algara debate, o tribunal
decidi te consultas.e. a respeilo ao governo, por in-
termedio do ministerio da jnslica, ficando por ora
adiada a discussao da* meninas decises. .
DESPACHOS.
Um requerimenlo de lleiiry (jibson, procurador
de Joao Fernn le Prenle Vianua, prdiudo regis-
trar a procuraclo respectiva.ti uno reqner.
Oulro de Antonio Jo-e de Souza fiuimaraes e Joa-
2 Uim Anilo I er reir Vale ule. ex-tociu da sor.ie-
ade.commercial extincla, sob a firma Ooimarile* &
Vleme, pedindo registrar o seo destrato social que
ajunlou. Regislre-se.
O Jiro, informado'pelo Sr. desembargadnr fiscal,
de Jos i >:i;h ves Villa-Verde, pedimlo matricular-
se.Mo-lre qut goza de crdito publico.
Oolro de Joaqun) Pereira Arantes, lambem in-
formado, podin-lo malricular-se.Como requer.
Oalro de Marcellino Jos (joucalves ponte, igual-
manle informado, pedindo malricular-se. Como
raquer.
Foi presente a colarlo ofllcinl dos precos corren-
les da prar-a, relativos a semana linda.Mandoo-
se archivar.
E inais inda havendo a Iralar, o Sr. presidente
eucerrou a sessao.
SESSO JCDIGIARIA EM 17 DE SETEMBRO DE 1857
Presidencia do Exm. Sr. deiembargador
Souza.
Falln sem causa participada o Sr. desembarga-
dor Villares.
Nada haveiulo a Iralar, o Sr. presidente le-
vanlou a tenao.
O secrelario,
Dr. Aprigio (luimaraes.
DIAB DA SEMANA.
14 Segunda. Exaltaba de S. Crin. 8 Cornclio.
1K Terca. S. Nicomedes m. ; S. Mititino m.
16 Quarla. S. Eufemia v. m. ; 8s. Abundio c Abundancio mm.
17 Qoinla. As Chagas de S. FrancisrorS. Podro A rimes.
18 Sena. S. Jos de Cuperbno f. ; S. Thomaz de Villa Nova are.
19 Sabbado. S. Januario m ; S. Nilo h. m.
20 Domingo. As Dores da SS. Virgen) Mi de Dos ; S. Eustaquio
ENCABREGADOS DA SUihCIUCAn NO 8UL
Alagoai, o Sr. (.laudino Falc.io Dial; Babia, o Sr. D. Dupra
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martim.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do DIABIO Manoel Figueiroa de Paria nt iu
Imrana, praca da Independencia n. 6 e 8.
o mappa das operarles occorrida na seccao da assig-
uatura e substituirn do papel moeda o lim de jollio
pastado. A' comm<;3o de oreatnenlo.
Um reqoerimento dos msanos da irm.ind.nle de
governo nao s., sobre) etta pretenrao, como lambem
sobre as raines que lev* para pmhibir aquella ven-
da, e mandar fechar n casa que < ni ella -o oceu-
pavam. Beipoiuho elle qos fui prohibida essa ven-
da por cansa dai incootenienles rcultanles dos S. I.uiz Gonzaja, da provincia do Par, pepiadoei:-
abosos que commft(iai es vendedores de lu leles e missao para poder adquirir bens de raiz al a quin-
de canUlai, contri a* quae. havia represenlacjes da lia de 10.000?. A" commissilo de fazenda,
polica e do tlieioarairo das loteras, por onda veio Sao approvados os pareceres :
no n nlienn.....to de qut rom as loleriai aulorisadas Da commissilo de pen-oes e ordenados propondo
por lei se inlroiloiiam no pub|ico bilheles de oulras que na le do on;ameiito se habilite o governo com
loteras parlicolaNf benelicio do urna sociedade i os meios necessarios para allender i pretenrSo dos
que se orianisara^de e-lareui alianc.-a.los ifo the-' guardas da alfamlega.
louro nacional pira lemellime venda smenle :):l Ha mesma commissSo, maulando onvir o coverno
individuos ao pasto que existan) na cidade IOS ca- sobre as pielencoei de Andrelino de Azevedo Mar-
as de canlelistas.-^oe, nao sendo bstanles para ques e dos empregadui do Ihesouro, e indeferindo a
reprimir esses e onlroi abusos as providencias do prelenci do porleiro. conliuuos e mais empregados
regulameiilo aiiuexo ao decreto ir Itj" de 27 ile abril' da faculda le de medicina da curte.
RIO DE JAMEIRU
SE\I)0.
SESSAO EM 10 UE AGUsTO DE 1857.
Presidencia do Sr. Huzcbio de (Jaeiroz Coulinfio
Matoso Cmara.
A*i 11 horas da raanlidr, o Sr. presidente abre a
sessao, achando-se presentes 30 Srs. senadores.
Lula a acta da anterior, he approvada.
O Sr. 1 secretario d cunta do seguinle:
EXPEDIENTE.
Um libio do ministerio do impeli, remetiendo
es aulographos das resoluc,es da assemblca geral le-
giilaliva, concedeudo urna filena inalriz de Notsa
Senhura da Cinceie.ii d i capital do Oara, riuas
em benelicio das oblas da fr> ucia da Lagua de liu-
ilrigo Frailai e da capella de Nutaa Senhur da
Cooeia>i da mesma frcgeezia. luleirado e com-
inonique-ie.
Oulro do ministerio da marinha, remetiendo um
dos aaligraplios que fila a forra naval para o anuo
linanceiro da 18">8 a 189.luleirado.
Oulro do mimilerio da fazenda, remetiendo a
mappa n. 385 das operaeei occorridas na seccao do
assignatura e substiluicAo do papel-moela at o dia
31 de juuho proiimo passado,A' commissao de fa-
zenda.
Oulro do mesmo ministerio, remetiendo o aoto-
grapbo que aulorisa o governo a trocar as uolaa do
eilinclo Banco ilo Brasil e as cdulas do Ihesouro
pertenceutes ao conego lidel- Jos de Moraes.
luleirado.
Oulro da cmara dos depoladoi, remetiendo a pro
posiro da mesma cmara, aulorisando o governo a
conceder um anuo de licenca com lodos os sem ven-
cimenlos ao Dr. Joaqom Villela de Lflm Tavares
e ao inspector do consulado geral de Pernimbuco,
para Iralarem de sua saude fra oti deolro do im-
perio.
(filio da mesma cmara, remetiendo a propo-
sito que concede certas sencei em beneficio do
aslabelecimenlo da estrada de ferio provineial entre
as cidades do Recife e Olinda.luleirado.
lie hdo e vai a imprimir o seuuinle parecer :
Foi prsenle commi-sao de aode publica o
reqnerinieulo do Dr. Jos l.uiz da Cosa e de Can-
dido Jos da Victoria, no qual propOero lies cons-
truir no bairro de S. Chnslova um hospital para
Iralamenlu dos duentes pobres, com rapacidad* pa-
ra 150 al 200 doenle, dentro de 5 annos, com a
nhiiMi.io de ueste espado de lompn sustentar 50
doeutes, e depo s de consliuido o edificio o numero
cima dilo ds 150 a 200 pelo lempo ile 20 Mnof,
com a cndilo de se Ibes dar pennii-ao para ven-
dar bilheles das loterias que currerem com o lucro
de <0 por cenlo, e o direito exclusivo de desman-
char os ditos bilheles em vigsimos. Sendo eoiisldii-
le que o governo jolgou conveniente prohibir ven-
da de vigsimos, que he o flue faz a base dos recur-
sos para a edilicacao praposla, enlendeu a commissao
qui nao d'via dar o seu parecer sem ouviro mesmo
de IH i, eipedio o governo o decrelo n. 1727 de 20
de Tevereiro ile 1856. pelo qual ficou revogadaa au-
loriear.lo di arl. 35do citado re^ulainenlo, que per-
inilf.i o fraccionaroeiito de bilheles ale a vicsima
parle do sen valor, e a 'venda em casas pelicu-
lares mediante fiaos* Idoaea.
n A' usa desla iufotmaeao do governu he claro
que, lendo sido por elle prohibida a base dos recur-
sos solicitada pelos pellcionacioi porque riava logar
a numerosos abusos,leria rtrar o senado menor
zelo e interesse pelos boa principios de respetto i
le i moral publica o aoturisar semelh.nlo venda
com qoalquer lim e a quem quer que seja. .Mein
dislo. nao pareca ,i commis.ai conveiiieule fazer-se
orna concess.lo de meiof mil determinados, que nao
se sabe em que proporrio esUrSo ao capital exigido
para o servico e conslmcci proposta. Quem pode
determinar quinto actualmente e qusnlo para o fu-
turo perrebero o en., rezarioi com aquella venda,
e quinto gaslarau com os doeulta e o hospital, que
dizein el les, sei cedido io guveruo no lim de 20
.tniiiM, no valor de lXhiJIHIgOUO, lodo enmprehendi-
do '! Se o peticinanos veiiderem Minrnl; melade
dos bilheles das qualro lolerita qne corren) mensal-
meole lero um lucro de 2.00 por mez, que no
lim de um auno darSo 288400i> I Para ostentar
50 doenles e depois 150 a 200, dtixar ao governo
no lim de 20 anuos un, editioio que ludo compre-
hendido valere* 1(10:000.^X10, lem palninonio al-
gum para sustenlarse, parece exceaaivu o lucro,
inoilo desproporcionado com o.provalo pu-
blico.
I nalmeule, a commissao nao julga fio urgente
e uecessario o hospilal propoMo eomo.alleg. ni os pe-
liciouaiius. vislo que a Sania Casa da Muericcrdla
lem eilabelecido no bairro do Mude un qm pude
receber e erfeclivameete recebe os doenteepobres de
S. C'ni-iin.,o, que leem hoja fcil Iraitiporle para
aquell: hospital.
Por enes motivos be a mesma coto mista o de
parecer que seja deferido o riqoerimenloMos sup-
pilcantes.Jos Martina da Cru Jobim.Candido
Borgti.Vtscoode de Jeqoetinhonhev .. u
OIIDEMDOD1A. ..
Passa sem dbale em primeira e segofda trlscni-
s3o a proposito da cmara dos depuladoi couce-
deudo lolerias a Ires inalnzes do proviucia de Ser-
BIP-
Pessa igualmenle siii dbale em primeira e si^
cunda diicus<,1o a proposic...o da cmara dos dep-- -Re igualmente approvada na pa
lados conceden lo cinco lolerias a' Imperial Sccieda- formados conforme i tabella de
de Auxiliadora das Arles Mecnicas I.iber.es e Be-
nefirenlr da Orle.
O Sr. Carnet de Souza reclama contra a inexacli-
d.lo com que foi publicado o seu discurso no jornal
da casa.
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
Procede-se i volado do artigo do orcamenlo na
parle relativa ao ministerio da guerra, cuja discussao
licou encerrada.
He approvado com ai siguiles emendas da com-
missao :
(i Noarl. 6, em lucir de 1U,1'i5:380;55G, diga-se
10,829:62-28556. *
NoS, 3. emlugar de 7:2:)iS. diga-se -11:176?.
A diiioiem.i de 5:7.58jO00 para menos prevea
de diminuirn Ja gratificaco a classe de um conse-
llieiro de guaira e um vogal, dos quaes esle he pago
pela reparlicao de marinha e aquelle, lem de nao
perceber a gralificacao de 1:9008, le acha contem-
plado para a classe na verba 8.a. Aldanle ge-
Luer.M.
o No 8 (i.-, em lagar di 1,528:050/701), diga-ie
2,0-58:0)0 J70>). S
" O augmenlo de 530:000} lie delerminado pelo
maior prego dos alanos necessidades de mais a-
vullalo numero de operarioj nos arsenaes; precissm
de mais materia prim i, compra de armamento e pl-
vora, como |ire>en,;.-io para qmlqder emergencia, n
. I'. 'S 9' em laH" <1 5,i(i2:l~987'>0 diga-se.....
5,542:6793730.
O accrescimo de 80:0o0j he juslificado pela con-
veniencia de l.rmoi a cavallaria do exercilo, le nao
em pe de uerr, cum as precisas reservas para po-
derm n pieveutivameule approximar a forca doi cor-
pos dessa arnn ao algarismo e 11*01 quadros em circemslancias extraordinarias.
" No S 18, em vez de 2-20.-80S5000, diga se........
.IIHI:S(1N?.
Oa 8O:0ixr; que de mais se pedem para esla verba
deslitiam-se f.zer face a maior despeza com o
Irausporle de Iropas, qnando por ventura baja de
verihcar-seqolquer movimeuto de forjas, aconie-
Iha lo pelas circumslancias. u
Os augmenlos pruposlos pela commissao nos di-
versos paragraplios devem veiilicar-se des le ja
tila S 1~ auk'm!ule-sc a quanlia de 200:01)09, seo-
do 1.)0:l0(>3 desliuados h' cunslructao de ho-pilaes e
qtiarliis mais urgentes, na provincia de S. Pedro do
Kie-liraiide, e 50:0009 para reparos das fortn
e quarleis da provincia do Amazona?.
lie rejeilada em primeira discussao a proposii,-a>
rio senado aulorisando u governo a conceder dez lo-
lerias para com o sea produelo s erigir no campo
do \ pira na i um monumento a' meinoiia do funda-
dor do Imperio.
Enlra em terceira discussao a propositan do sena-
do declarando que sao admissiveis do crime os ins-
Irumenlos e cartas leslemonhaveis.
O Sr. Miranda roquer o adiaiuenln da discussao,
que, sendo apoiado, he approvado.
Passa sem dbale em primeira discussao r- de-li
para a segonda a proposito da cmara dos deputa-
dos eoocedendo loteras a's molri.es do llunilo, Al-
linho e Ciliar', em Pernanibuco.
Juii','' a '""lena ns. ulula, depoi de fallarem ei
bucea la'ain J> If ..> t i .
rica^Oes
aos al
Por Amedeo Acuard.
-.-.preza
lrica ii,iliaiia e a da opera nacional.
O Sr. Silveira da Molla man la a' rae gomle emenda,que he a.oiada e entra em diae&Mo:
Se passar o arl. 1, ucrecenle-se : O gnverne
impera obrigagao aos eroprezarios dos Ihealros sub-
vencionados de preferir em igualdade de circuns-
tancias os arii-las narionaes para as-orcheslra ; e
no caso de eonlesUtao sobre o mrito dos artistas
sera provida qualquer vaga doconcuno per..nle o
conservatorio. Silveira da Molla, a
Jo'gada a materia discutida, depois de orarem os
Srs. Silveira da Mulla, viseun le de Jequilinha e mar-
quez de Olinda, he a emenda rejeilada, e a proposi-
Sao approvada para subir sanrra.) imperial.
Enlra em 3. discuss.lo a proposi^aoda cmara doi
depulados conceden lo urna lotera i casa de Miseri-
cordia da cidade da Victoria.
Fica a riiicusso adi-da por nao haver can.
O Sr. presidente d para ordem do dia a dicuao
adiada e mais mal'ras da las ; acresceudo a t.a dis-
cussao da propnsicao da cmara dos deptiladji, eon-
cedendo lolerias casi de misericordia de Igrjap e
hospital de candade de Jacarahv e malrizes de Uba-
luba e S. l.uiz, da provincia de S. Paulo ; discussao
da proposit^o da mesma cmara coucedendo duas
loteras i irmaudade de S Pedro da cidade de Ma-
rianni, e nutrat tantas ,i casa rie misericordia da ci-
dade de Sabara, provincia de M>na<-Orae<.
I.evanla-se a sessao I hora e 20 minulos da
larde.
CAMA DOS SUsT DEPLTADOSa
SESSAO I)K III DE AtiOSTO DE 1857.
/'rc K hora fu- i.turne, fela a chamada, e aebaodo-
ie reunido numero legal, brese a sessao.
I.ida a acta da antecedente, he anprovada.
0 Sr. l'rimoiro Secrelario, di cotila do seguidle
EXPEDIENTE.
1 rr. olno rio minislerio da fazenla, remllenlo
re relativa aos re-
1825, e rejeilada
quanlo aos oulros, a eguinle emenda :
" A 8.10.:
i' Heforma'dos. Llcve-se verba a lano quan-
lo sja msler, para dar-se a raco de elape aos
Hiins reformados conforme a tabella de 1825, e
mei.i r.ic.ln aoi,referii]idys pelos posteriores.
A rara., iera"(-qilecoin|)el.. aclualmenle
fer.s.|{,.drihM dotiSmloi. o
I r,nn rejeiladi jalas ai ootras emendas olf-re-
Cl las.
O Sr. Virialo pede ,e oblem urgencia para entrar
em ij.cnssao o.proleelo que muda a cabera do 2.-
diilnclo eleitural da prpvincij do Mraabao para a
villa de S Denle.'
Saolidas e apoiadse as secuinles emendas
o UITerecn como
recido em data de f
lente ao 2.-districl, eleiloral da provincia de S.
"~i?" ""t'''r5,>'* V C^nha. i)
Ficcrea(Ioomcol|egi1),|ei(oral na villa do ni,
lo dislr,co ele,toral (Jet.r.nja, a cuja cmara mu-
nicipal pertencera fawr apurac.io de quaesqu.r
e eicoes.-Jaguaribe^-M, Fernando, Vieir. -Ma-
chado.Pinto de MMWtdica,Araujo Lima. An-
dre Baslos.(.nncalvta da Silva.
Oraram os Srs. Viiialo, Paes Brrelo, Saraiva,
I-raneo de Alenla t. Jaguar i be.
Le se e approv.i-sa o seguinle requerimenlo :
a Iroponho o adunante de discussao ale que o
coverno imperal seja eevid>e'cerca do proieclo e
ernenla-. S. II. O Jpl,j, Franco de Almeida.
1Jipan da u projeolo por miin|o(Ie-
10 de juihu precedente relaliva-
amen-
eineDda
Orcamenlo defaienda.
Enlra em segunda li.cuss.io o artigo do ore
lo relativo ao ministerio da fazen la com a e't
da commissao.
o A assemhlea geral leglslallva decreta ;
Arl 7 O ministro e secreUrio de estado dos
negocio, da faienda he aolorlgado para despender
pela maneira desicnadd uoajf'igniines. qoantia
........'. iV. 12,339:7899000
A saber :
I. Coa jnros e amorllsaj
diella eilerna fn
calculados ao cambio
,,i",,e'r'"..... >*7:I209000
de
M(.i.\iit iMitTi-:.
VI
ronf fu un. "/.. I
Esie primeiro da lerminoo-se por orna chavnna
de cha que Mr. de Relhel olnigou Jorge a lomar em
sua raa. Pareca querer esluda-lo. Acendera-ie
orna alampada-c a chaleira canlava sobre o fogarei-
ro. Madama Rosa leu em voz alia algumas paginas
de um livro novo. Anibuina palavra d poltica eo-
Irou na conversara'). Joige qne oihava para Mr. de
Relhel, nao poda crer que fosse esse homem, cuja
reputarlo era liln eslrondosa. I'm aldeiao de Her-
blay checou porla, e pello a midama Rosa, a qual
preslava pequeos servico n lodos, que respoodesse
por elle a om caria que Irazia ni mao. Madama
Rosa collocou a pena e o papel sobre a mesa dianle
de Mr. de Relhel, o obrigou-o br.nidmenle a es-
crever.
Mis Ma enlenlo disso, respondcu-llie o conle,
mordendo a pona da penna.
I.eia primeirameule, e dep.is escreva ; se li-
car embancado, cu dirlarei.
Jorge ralirou-ie pelas onze horas. Heconduzin-
do-o al a porla exterior do jardim madama Rosa
aperton-lbe a man, e disse-lhe ;
Talvez elle >e habitu a isso !
He possivel que sejam necess.irios lao eran les
esfor(os para obrigir um lumem a ser feliz dizia i con,r 1ual I"' debalde!
Jorge. Occullou a cabera enlre as niuos
NSo pn le dormir, mas pissou a noile Irai.quil i- I ,ai"'"
mente. Recebara alguma parle da, sereriuade de na- O senhor nlo sabe, tornno ella, quanla cora-
dama llosa. Ainda era a mesma mulher, porcm tile -em '"-' neeessaria para nao cui lar mais uisso !
.lo a va mus :..;,.,..,, ,|0 mesmo aspeclo ; um sen- l Apenas alguem loca-lhe a frula, verle sangoe.
Iiinenlo man profundo de respeilo misturava-ae com Mr. de lletbei eslava ao p da arvore, e re'cebia
a seu amor, ."sement o allligia o peniamenlo de que Jacquei nos bracos.
poda desapparecer algu.n dia; era qo.isi
2. Juros dadivida interna fun
fundada......
3. Ditos da dila inscripta antes
da emissau das respectivas
apolices, e pagamento em
diuheiro das qoanljai da
mesma divi la menores de
1009. na forma do arl. 95
da le de 2 de oulubru de
1832........
i. Cana de ainorlisacao, filial
da Babia, e empregados :io
ri.cjie e substiluico do pa-
pel-moed. .....
5. Pensionistas do estado. .
6. Aposentados.....
Btaooo
n 7. Empregados da reparlirOei
exliuctas.....
8* Thesouro nacional. .
a 9* Thesourarias.....
10. Juizos dos feilos da fazenda
II. Alfandegas......
12. Consulados......
a 13. Rece hedor i as.....
a 11. Mesas de rendas e collec-
loflas.......
o 15. Casa de moeda ....
16. Oflicina e armaiem do pa-
pel sellado......
a 17. Typographia nacional .
18. Ufiicina de apolices. .
a 19. Adminitrjrjgo de proprios
nacionaes......
o -20. lila de lerreuos diaman-
linos........
o 21. Ajii.la de cusi e emprega-
dos de fazenda. .
o 22. Curadora de Africanos
livre.......
a 23. Medie.,.) de l. rinos da
marinha......
o 24. Premios de letras, descon-
los ele assignarins das al-
fandegas, coinmissoes, cor-
relagens e seguros. .
a 25. Jurus dos empresliioos do
cofre dos orphaos .
26. Ilepuac,es e reslilui^Oes
de dinheiros e oulros .
o 27. Corle e conducho do po-
brasil.......
o 28. Obra........
29. (ralilicacoes.....
u 30. Evenluaes......
o 31. Extrcicios Uiidos. .
i 32. Pagamento de bem de de-
funtos e au-ente. .
33. 'Jilo de deposiloi de qual-
l ;er origem.....
xava de allender nos motivos eipostos e a absolver o
39:76i9000 eiminislro.
11->.>s i-.iu.i Encerrada a discussao, depois de quilro dias de
586:3225000 debales, e em seguida a oolrn discurso do Sr. Nabu-
68:1859000 co, nao menoi nolavel do que o primeiro, a cmara
1,365:380.-00') I appmvou tmenle, como disse, a conclusao do pa-
218:8749003 rerer que dizia que a accusa;.lo nao liihi lugar, e
171:9229000 "
333:9875000
131:2009030
!9:0809fKM)
120:0009000
3:3609000
12:0009000
1:9009000
3:000J00
rejeitoa lodas as emendas, anda mesrno as que rc-
couheciam o acto conslituciunal e smenle (Ilegal,
para na dar sua votivo neuhun i iignilicacao
contraria ao acensado.
()s amigos do Sr. Nabuco da Araujo o felicilaram
vivamente, e. apenas votada a materia, grande nu-
mero de depu idos, sem distinecae de parli los, cor-
reu a sala immediala onde S. Ex. aguardava a sen-
)) eac fino ,e"a' a aDra,-|" c dar-lhe rarabeiis. O recinto do
l>t>9O0 saiao quasi quB licou descro, e remara em lomo
f -!>v. r'1" 1',and'! 5u,iU"0, que foi precian ao presidenta es-
Io..j90J0 perar que elle acalm.isse pin conceder a p.ilavra
ao Sr. liran.l.iu sobre o orcamenlo geral da receiti c
despeza.
Nao obslinle emendi que augmentiva o suicidio, e explicar a ra-
lo que tiuha de volar contra ella e a favor de urna
oalra qoe lambem assignara com o Sr. Siqueira para
supprimir aquella ; a cmara se conservou detllen-
la, e ningoem llie preslou alien.;.1 i.
Lm dos pontos mais impnrlanles do primeiro dis-
cmsi do Sr. Nabi.ee de Araujo foi o em que elle
expor. romo entenda a independencia do poder jo-
uici.iriii, a qual nlo consiste perpetuidade do ina-
cisirado. A niriepen teucii que
180:000.^)110
130:0009000
50:0009000
40-0009000
30O:OO0rOiKl
IO:00(MWO
20:000-9000
9
9
_______3
I2,339:78fts000
'.'_P,,f0 d* c,lmar dos depulados 2 dejullin de
18.)i.L. A. de .Sampaio Vianna.F. de Salles
Torras-IJomem.Augusio F. de Olivera. o
1(K)-000--S "" V" de 180:0("^O0' diS"-
o Sala dai commisses 21 de julho de 1857.I..
A. de Sampaio Vjaiina.Auguslo F. de Olivera.__
r. de Salles rorres-licnicm. o
Le-se, apuia-se e enlra cunjouclamenle em dii-
cussao a eguinle emeodd :
a Aos 8 27 :
''r!11 ',,",r d6 co'l e conducho de po-brasil
il):0.1O9, diga-se :
o Cuile, conlurrao, planlacao i 'o-braiil oo
ouiro meio de augmentar a sua prodo ,20OI)0->.
Sergio de Macedu. a
(Acha-se prsenle o^jr. ministro > /enda.l
OSr. Virialo exigi do minislr fazenda qoe
declarasse, se segua osv-lem oler e restric-
tivo ou seo de liberdades e fra..,._ ai eommerciaes
para Tazer reformas que anida inuito necessilaa nau-
ta das alfaiideg.n.
Pedio a suppressao dos dircilos de imporlarito so-
bre hvros e papel e que se cnmlnnasse os lirelos
de dillerenles arligos de importarlo com a sorle dos
consumidores das provincias, as quaes na., ha meios
racis .le transportes e de comiuuuicacao com o cen-
tro das industrias nacionaes.
Oraram em seguida os Srs. Franco de Almeida e
ministro da fazenda.
O artigo do orcamenlo lie approvado com (o- i
constituido esla
.,...(i.i u cutnea o ar.ei-minulro,refere-te
as decisiSes daquellt poder, que n.lo podem ser avo-
cados por nenhum oulro ; mas de molo
PAGINA *VUf.Sa.
mwm aSii, s
Alraressadres. Os alravessadores da fre-
goezia da Boa Vista alio rnuilo Mllalos por
haver o subdelegad.) prohibido que te Ihes venda
a familia, inilho e o foijio antes do meio da, para
qoe al esla h ira o pov posta comprar no mer-
cado aos almocrcves. Muilo proveilosa deve ser
por certo esta medida, que sem duvida alliviara'o
povo da imposirao deses esperlaibOes, que cuuiludo
especulan), isff quem soflrer, comanlo que lirem
lucro.
A proposito, ja' qoe fallamos em alravessadores,
iiiiorin iin-iiu- que exilie na mesma freguezia, e nao
muito longe do mercado um celebre laberneiro, que
nao pudendo por si, para nao ser descoberlo, ir ao
mercado apilivrar-se cam o almocreve para II.e
vender o sen -enero, ainda mesmo por mais dinhei-
ro, que manda um emissario para se encarregar dei-
se negocio, e quando encoulra opposicao do vende-
dor vai comprando em pequeas porcr.es al que
complete a quiuliriade que precisa. A especulacjo
3o he m, e para que n3o conlinue, prevenimos ao
Sr. subdelegado, para que inJagando do fado d as
suas providencias.
Vrincipio de inrendio. Na noile do dia 13
do crrente a urna hora da noile, pouco mais ou
menos, deu-se um principio de incendio em orna
Liberna das C neo Ponas, produzido em um bar-
il do l,reu, que felizmente n3o se desenvolver,
......Iguin qner i e' co|i dizer que os magislrados liquein a coberto de qual. I la '>"* pastara na occa'ilo, e por inaisalguem que ao
qoer pena, de qual quer curreccao conlra os abusos ? ^'"bcarein da existencia delle, bileram na porla
da lita venda,e depois de aberla, po leram
10:
:8:0!09rjfltf
5i4:051s0B
378:8039 dos os
cidas.
Vai
Ihos a proposla do orcamenlo na parle relativa
receila geral do imperio e as disposic,es geniei, con-
venida em projeclo de lei pela I commissao de or-
eamente.
Secunda parte. '
Continua a discussao do parecer da commissao de
poderes rom o voto em separado sobre a eltirao do
.)' dislriclo de S. Paulo.
Orou o Sr. Barbosa da Conha.
A di.cu.-,io fica adiada pela hura.
O Sr. Presidente da para ordem do dia :
C.nlinuacao da diseusao do parecer da commissao
de poden, sobre a eleicao do 3" diilrlcte da pro-
vincia de S. Paulo, e se buuver lempo as oulras UM.
tinas auteriormrnle designadas.
I.evanla-se a sessao depois das 3 horas.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PEHNAMBLCO.
Carlas da corle.
Vil.
Rio, 30 de agosto de 1857.
Meu charo K.... I'nncipiarei boje enlrelendo ain-
da a la benigna attencao com o que ha occorrido
pela c.mara dos depulados. Cabio por Ierra, como
era de esperar, a famosa accos.icao conlra o ex-mi-
nisiro dajuslioa, o Sr. Nabuco de Araujo. A vola-
rao descamara foi expressiva, e correspendeu inlei-
ramenle aos riesejos- do acensado. Fai approvada a
eondento de parecer pura e simplemente
S. Ex. quando fallou pela primeira vez, etn um
brilhanlissimu discurso, tuslentaudo que o seu acto
io era inconstitucional e sim ill-gal, expoz as razes
que leve para pralica-lu, e disse que em vala dellas
esperava que a cmara proferiste a loa Malenca, ou
mandando proseguir a acrusacao, ou dando-lbe um
bil de indemnidade. O orador, constanlemeule iu-
lerrompido por alguus que nao parlilhavam sua opi.
mao. especialmenle pelos Srs. Fernn les da Cnnha
genro de um desembirgador da II.Ma e Silveira
Lobo, foi vivamente apoiado por urna Brande malo.
lia. A discussao neisc dia foi mais que calorosa, foi
tempesto -isa ; mas coobeceu se loga qud o espirilo
qoe riominava a casa.
Mudas emendas furam, no correr da discussao,
resudadas mo-a. Nenhuma dellas conclua pelo
proseguimenln da aceunc.au ; urnas declaravain qoe
tvacloera inc.....Iilucioual, oulras diziam que era
allenlatoriu da independencia do poder jodiciario,
oulraio;ue ero someule illegal ; mal nenhuma dei-
(ii prevaricaces quo commelterem. Nos Eslados-
Unidos, por exemplo, onde us magistrado* nao sao
perpetuos, o poder juliciario nem por isio deixa de
ser inlepeiideule. Pelo qoe, nao ee pode dizer que
essa independencia lis atacada qu-ndo um magis-
trado qualquer que posterga a jotiiee, recebe como
eailigo a pruhibirao de julgar, sem que lodavia deixe
de ficar em inleiro vigor o seu aclo, apezar de mao.
Alguns apartes iuterromperam o orador, duendo
que em lal caso o que convelo he legislar a es-e res-
pailo, crear pena', para que o governo pissa obrar
em virlude da lei. A isso rrspondeu o Sr. Nabuco
que a sua opmo era que as cou-ai roulinunssem
como te acham. Urna lei sobre a respinsslnlidade e
crime da imgistralura seria irrisoria: o governu
nunca oblara prove conlra o. que delinqoiasem, e
a impuni.lade lomara proporce- a que actualmente
nao pude chegar, caliendo ao'governo o arbitrio de
punrojuiz e vir perante o corpo legislativo dar
corita do leo aclo. O arbitrio, pois, com o correctivo
das cmaras, he somante o que convem.
I'ooco mais ou menos foi esle o sentido em que
S. Ex. se exprimi .- us seus discursos ainda n,lo fo-
ram impressas no Jornal do Commercio, por isso
nao possn remeller-le a tiles desde s. Aguarda,
porem, a sua publicar,,,.), e os le, que nao per leras
leu lempo.
Na lerceira discussao do orQiinenlo mandaram a
mesa urna emenda suppressiva do artigo addilivu re-
lativo ao subsidio, o Sr. Alexandre Siqueira, cumu
diise, acompanliado pelo Sr. Braiid.o, que havendo
a'signado a ou.ra, rellerlio no caso, inudnu de pare-
cer, e deu cmara as razoes disso. Sipienlii esl
ululare cunciliuni.
V esse trecho do discorso do ex- hefe de polica
da ciirle, quaulo lainbeui combata a emenda dos
51 collecas :
o .... Declaro ranura que be iiiinln convierto
pul.(laiii entre si o corac.lo da madama Ko vilenlo, esperanca amarga, que dilaceravain-na
quail igualmenle. Um pouco de pallidez era o ni-
co indicio que se descobria desses cmbales. A's v-
ate oovia-se a voz do conde que elevava-se em
discussOes lempesluosas. Um dia qoe Mr. de Fran-
calin eslava junio de madama Bosa, ouviram casual-
mente estas palavras : Eilejain lodos promplos
como eu .... Nao pei;o mais nada.
Madama Rosa que reconheeera a voz do marido
olhou para Jorge, e disse :
Aproxima-se a criie ; mas bei de lular al o
lim.
A expressao que elle ralle vil no semillante de
madama Kosa Ib'a lorimva mais chara e maii sagra-
da : era a expresan do sacrificio em loria a sua ple-
nilu le e sua f Jorge tenlia-ie melhor, maior
juolo della. tem longe da visitar menos vezes
aquellet qtie eslavam acoslnmados a ama-la. mada- __ Anors."'1!.1!
ma Rosa aprcsenlava-'e frequenlemenle as casas t,,1,Vr-a..a. i
pobres da aldeia, c attrabia a soa habilacao lodos
quelles que I he deviam soccorrot ou eonaoli(oef.
Tiuha mil ardil graciosos para lomar a Mr. de Re-
lhel o mais lempo que poda indoz-lo a participar
iltssas oceupatoes familiares, la com elle a' casa
de Theobalda, onde sabia que Me agradivam a la-
garellice e a audacia do pequeo Jacques, e ah o
rclinba muilo lempo. Urna larde qoe Jacques ba-
lanrava-se us ltimos ramos de um rlimipo, no
qual prucurava tirar algumas pegas do iiinho, Oli-
vier innstrou-o com o d.lo a mulher dizendo-lhi :
Elle leria aquella iJade !
Duas lagrimas vieran) aoi olhos de madama Ro-
sa. O conde afa Ah diste madama Rosa respnudtndo ao olhar
de Jorge, ho essa a mais amarga lembram;a de ni-
nha vida. Eu lambem live um lillio... morreo
queno... en ja eslava duenlt... essa morle
prestes a lanr.ir-me no tmulo. Fo
Iros lomaram sobre Mr. de Relbol
pe-
etleve
eniao que ou-
essa imperio,
e poz-sc a so-
ras leudo na bibliolbeca, e contemplando pela ja-
nella a claridarie dos relmpagos quando ouvio ba-
ler ra.iidameiite a porla, e detperluu da meiiilacae
Oh. la decima, abra! abra! gnlava a voz
bem condecida de Canad. Jorge desceu logo, e o
pescador appareceu acompanhado por um homem
esiranho cujos vesluaiioi eslavam golejando.
Perdoe me, Sr. Jorge, diste Canad, mat esle
enlior assim o quiz, e na verdade fez a mesmo que
eu la aconselhar-llie. Ah que lempo Mo be
chuva, he o rio que cabe !
O homem que viulia com o pescador deicobrio-se.
e disse : '
Venho. senhor, pedir-lhe hospedagem por um
ou dous dias. Coucede-me ".'
Jorge taudou o conde de Relhel, e rogou-lhe
que enlrasse dizendo-lhe :
A cisa esla" as suas ordena,
rmiuoo-se o pas.eio, reliro-me,
Se soubessem qoe andu pelos cam-
pos em semelhanle lempo, aqnelle que acham-st a'
sua procura estarian) breveineules em miuha caa.
Lm quarln de hora depois Jorge de Francoln e
oiivier de Belhel eslavam juntos na hibliollieca. O
conde linli te astenladu junio do logo na meima
poltrona, que madama Rosa occopara. Olhtva para
as chamuiase marcava o compasso sobre a mesa com
ar dislrabido. Etse silencio permillio a Jorge ob-
servado. Mr. de Helliel qoe pareca ler (rima e
cinco annoi, e que liuha estatura alta e tecca, olhoi
mu bellos e prelos como lima,mas fatigados, eslava
eniao com o roslo contrahido e como illuminado por
iimsoiriso amargo. Sua fronte que coraecava a per-
der o cabellos do lado das foulet, e sua face alra-
vessida por profondas rugas expriman) mil senli-
mtnlos diversos, lodos dominados pela colera e pelo
desden). E>lava extremamente paludo, mas essa
P'llidez era animada e viva, e indicava menos a
doenc.a do que a inquietara ., e os accessos de urna
paixAo sbitamente despertada. 0 coude linha um
ar nobre e maneira. elegantes porm m .strava em
algans momentos cerla grossaria qne Irahiam fi-
daloo decahido. Ja n.1o era mais o homem que Mr.
de Franealin encontrara em casa de malama Kosa,
era um chefa de partido entregue a lodas as agua-
rees.
teus paragraphos e as emendas oflere- 1ue "a" *" compplcnles para Iralar desla qus-
l.io ; mas se ella em sua sabedora resolver o eon-
mprimir para entrar na ordem dos (raba- lr'"'111 e approvar o ad.liiivo, se co.ii a approva^ao do
senado vier a fuer parla da legisiarao do p.iz, ii.in
soffrerei a doce Violencia de receber'o excesso....
O Sr. Barros Pimeniel: Muilo b^m.
a O Sr. Alexandre Siqoeira .... e desde ja de-
claro que redere o excesso da quaulia que fui decre-
ta la para nosso aobiidio pela legislatura pistada,
em benelirio rie um dos eslahelecimenlos de Candada
do dislriciD que tenho a honra de repreaenlar. Esta
declararlo peco que se registre na lembranca pu-
blica.
O Sr. Baplisla Monlero deu um aparte applau-
dnido muito a idea rio Sr. Siqueira, mas por cautela
fii um dos mais inleressados na passacein do lal ar-
ligo.
He verdade que a rigidez c leveridade do caraeler
do Sr. Siqueira sao um laul) anaobroniras na pr-
senle poca.
Paitar, porem, a medida no senado? pergunlar-
me-has lu. Ni i o duvides. Em primeiro lugar o se-
nado lem obrigarao de ser discreto e reservado em
material em que possa ficar olfendi lo o meliuure ria
cmara dos depulados, al pirque a idea nao deixa
de sr agradavel a aquella corpora^o. Que ni'l vem
aos illuslres conscriptos u q ie eni vez de 3:600.1
pereeba cada um 7:200-9 Depois. o orcamenlo nao
pode ir para o senado lenAO boje ou b'onlem : islo
Irar a necessi lade de vola-I i por acclamarao, sern
miiorexame, por falla de lempo. Como, pois, dis-
cnlir".' Como rejeilar o erligo pira fazer o orramen
to volfir de novo i cunara, quando naturalmente
esla, aperar da prorocacao. n.lo se po ler.i mais reu-
nir pur falla de numero, rom a retirada de grande
numero de seus membros, que nao licarao ah a es-
pera ".'
Eis urna grande dii-ul la le em que se. ha de
adiar o senado, caso queira rejeilar o artigo. Por-
tento, o meio da dar lei do orr.nnenlo ao governo he
dallar pesar ludo.
Na.) lermiuarci esla sem dizor-le que iillimameule
aqu ebegaram, relo que por encommendi do nosso
enverno, dous cavallos porlucuezes e um picador.
Este nenhuma admiradlo lem causa lo, ma. a aquel-
es lem ido moila gente ver, posto qoe nilo facam
diflerenja dos que c lemos. Entretanto es-.i rurio-
idade se explica ; creio que sao os nriiieiros de
qualro ps que de la' nos vem.
Adeos : o leu
.u aquellt, cojo apote V. Etc. acaba
Saiba quf ae ol xpenuienlo, pelo
^lai,*enbor, evclamou Jorge, fallar de senli-
i que nao devo coiifisar-lhe he olleuder
ba de pronunciar,
menos meu res-
retpeilo os igaa-la.
Oue repxIeoo.Mr. de Helliel com ar altivo.
Far-mt-lia o senhor graluilamenle, o insulto de
suppcr que eu e-laria nena casa se lives.e a lolire
a vileza rie desronfiar nm iii.l.nle de madama d
Relhel -. Al, v. S. n.lo panaava lal coma !... Ks-
limo-o, porque ma lama de Itellitl o ama.
Estas ultimas palavras deixBfam a Mr. del rauca-
I ii sem resposta.
Sim, senhor, conlinuou Olivier, Ssqdeo'-ms da
>o caraeler urna opiuiao que V. S. merece eerla-
i ......conseguir
aiiata-lo com pouco irabslh... O perigo nlo deixava
(le ser grande; mis querem os nossoj Icitores saber
de Um oulro maior, e que nos cau.a al horror em
declara-lo, he que nessa taberna consta que se veude
plvora; e te eleeluasse-se ojnceudio^nao feriamos
de lamentar oulras lanas desgranas, no mesmo litio,
onde raalo, pela compunjo (vemos de observar j
orna vez'.' At que ponto eliega o srdido nleresse
de 13o ambiciixa gente He de suppor que a essa
hora ja' a polieia lenli.i lomada conhecunenlu desse
laclo, que a ler exacto confiamos que fara' pesar io-
bre esse quem quer que teja, dono da taberna, lodo
o rigor da lei, nao s para" sua ponirjto, como para
exemplo de oulros quo Iralicam com seinelhaiile ge-
nero.
Embriaguez. Hontem foi preso em orna
fabrica de carros na ra do Pues, um Allemo, que
ha dias se acbava tai embriagado, que nieguen)
o poda tupporlar, e ja se lornava al 13o temido que
muguen) ou-aVa-se aproximar delle, porque pira
lodos iuveslia para dar pancadas, lano que iuiervin-
.lo a polica para o ;......n no Mr. lulou com ella aos
soceos, e com cusi po le ser couduzJu a casa de de-
1011580.
A companhia de ribelrinhoi. Da que erve
essa compaolna de rih-irinlius que he cuuimanlad.
por guardia li-caes? Nao sera'ella desunida para
limpezas das mas t M is qial a ulituade que se tcm
lirado della, te as ras se conservan) sempre porcas?
lalvcz alguem nos responda que isso he invento, e
pira que assim naijalguem, apuntaremos algumit
ruis : a da Penda, Bairro Baixo, pateo do Cirmo,
pleo da Peuha, ra da Praia e oulras mollas, que a
referirmoi nao acabaramos, e fariainos com que
derrotada aeempaobia toda ella deserla-se, deixan-
do em campo os seus valiosos guardas.
Picador.Consta-nos qoe em urna de-sas tar-
des um picador exercera na ra rio Aracio essa pro-
lissao que bem incouiuiodou ios m ra tures daquella
roa, em consequencia da poeira que o seu guele
letaulava. O logar he bem proprio para t.ie, ex-r-
cicios, mas os niora.lures do lugar uao goslora,m dal-
les, e desejam que all nao valle o lal ineslre ffe pi-
cara. -
- Ilospitil de caridade.No d;a 16 do correnle
exi.iia u 21 domea e 16 moltierea (raalos p'la ca-
ndade, lOhomtm e 16 mulberes que pagam a casa,
e I i prar-as do rorpo da polica. Total 95 doenlei.
/'. amanha.
aEP&BTI^AO DA FOUCIA
Occurrenci.it do dia 16 de selembro.
Foram preso. : a ordem rio I Um. Sr. Dr. chefe de
polica, Jos Mauririu de Siuza, indiciado em cri-
me de infanlicidi e estupro.
Pela sobdelegiria da fregaeziaido Rcrile, o prelo
ascravo l'ascboal, a reqnisleila de sen senhor.
Pela aobdelegacia da fregnezia da Bia Vista, o
allema 1 lileis, por riesordem e embriaguez, e 01
pardos Cisme Jos dos Keia de Alcntara e Jos F-
lix Mximo de Lim(, ambos para avcni-uace..
E pela lubdeleg.icia da frecuezia dus Afogados,
o prelo liberto Joiqum, por de-oidem.
-17-
I'oram pre'os : pela sub lelec-iria da freguezia do
Recife, I! nlo Caelano Harlioi Vieira. e o preio Jo-
s Bernardino do Kspiruo S nilo, ambos para cur-
reccao, a parda Mara Jos da Cruz, eo pardo ts-
cravo Antonio, esle a requerimenlo de leu senhor, e
aquella para rurrecc.l).
E pel subdelegara da freguezia da Roa-Vista,
o menor Francisco Xavier Camello Pesua, a reqo-
aicao da eu pai, o pardo Joaquim Fenindei da
Rosa, por intuitos, e o prelo rsrravu Joaquim, para
correcrao.
Juicio /.una.
ella pula
nnico lulo doloroso de ten curar.10. Durante os dous
ou Ires das que secuiram esse encontr, elle vio
apenas Mr. de Itelliel. O Irihuno nao deixava quasi
nunca o gabinete vizinbo da sala em que eslava
madama Rosa, e ah arhava-se aceunado em escrover
editeulr cu.n as poucs pessoas qu. vinliam Vrt'la-
lo. Madama ito-a receba Jorce com o me.rna a"ra-
do, a talvez pedia elle reparar que o acolbia com
ni us ail.iijiii.fi le. como se qo./ ... abrandar-lbe
atiim a dor qoe soflria. O temor e a esperanca di--
Vida Diario o. 208.
Tenho de pedir-lhe descnlpa, disse elle le-
vantando de repenle a caliera, pela sem ceremonia
St livesse vivido quem sabe I marmurou ma-1 Cu,u 1ue '"l'oduzi-me em sua casa. Nao poda lie
dama Rosa, Jorge deixou-a prufuii lamenle com- I i'l'lr i foi dada urna ordem de pjrisae contra mim,
movido. Nessa noile passeoo muilo lempo pelo amanhaa virao executa-la, porm sera' larde. Em-
prado deserto procurando em seu espirito compre- quanto vician) a eslra 1a e a estacan do raminho de
hendar como o marido de semelhanle mulher pode- i ferro eir, Maisons, eslou aaui, e cerlamenle nincuem
ra jngar sua felicidade riometlica pelo prazer de ga- I v'ra' procurar em casa de Mr. de Franealin o ma-
rido de madama Ros.
Jorge fez um movimrnlo.
libar alguma fama. Elevnuse Uin vento quelite, e
e. estrellas desappareceram debajxo de um negro
man) de densis nuven. ; pouco depois eahio a
chova em abundancia acompanharia de Irotfiei. Ou-
via-se de noile o eslafir din arvore. sacudidas pela
lempeilade. Jorge correu para Mai.on Blanche, a
ah fechou-ie. Elle eslava cm casa desda duis lio-
Isso cauta-lhe aJmirto ? lornou Olivier ;
mas foi justamente por saber como todos qoe V, S.
ama madama Rusa, que refugiei-me em Maison
Blhanche. Someule aqu nao tenho que temer
nada.
seo
mente. Se podrsse apreciar como eu quan
madama de Relhel, V. S. me comprehenderia.
Urna venlania abaloo as janellas e a chuva'ecoa-
I011 com abundancia as vidracas. Mr. de llolhel
poz-se a rir, e disse :
Lamento os miseraveis qoe estao a miuha es-
pera na estrada. Os lulos cuidaram que o ataque
era para amanhaa. Nao sabem seu ullicio. Quando
virem qoe nada se move, licarao Iranqoillos, e en-
iao rtbeulara a revojurao. Rogue a Dos smenle
que nao venramos '.
Jorge tocaren a Mr. de Relhel com espanto e
diise :
He V. Exe. qfie falla !
Sim, sou eu, e fallo assim,porqueconhero me-
lhor do que V. S. a genio com que ando. Ah qoe
raja Os mesmus iiubeceis sao roaos, julgue doi
oulro. !
Ma. visto que os condece lambem, purque fica
ende elles '.'
Porque '! Ah '. eis-ah a principal queslao, ex-
clamou o conde balendu com o p. <>uem cahe em
um rio legue a correnle. O pasto que deu na ves-
pera he a causa daquelle que na no da seguinle, e
assim al o lim. Se eu paraise agora, diriam que
live inedo, ou que me vend. Por isio cami-
nho.
Se me alrevesie, enlnr onde, cu faria a V.
Exr. urna pergunla, disse Jorge cura certa hesi-
lacao.
Urna pergunta '.' Leio-a era seos olhos. O se-
nhor admirase de que leudo ao da raja nobre, pre- sa pelio-me
vilegiado do nascimenlo, como dizem, arislocral '
einfim, (enha podido dcscer a * Ihe dissesse que miseravel motivo induzio-me a isso
o senhor nao poderia crer-me. Eo tambera quiz
fazer-me famoso. Lembra-se de Mr. Mirabtao,
mtreador de fazenda que foi eleilo deputado .' Eu
segu-lhe as pegad.. Um auditorio de algumas
cenlenas de lolos applaodio-me, e isso embriagou-
me. Tiuha adormecido membro da oppoico. acor-
dei demcrata, revoluciona!io. O declivio he (,1o
rpido, e a vaidade 13o prompla para escorrt-
gar '
Ah lornou elle, lie melhor nao cuidar mais
nisso.
Nao responden Jorge cun forra, melhor feria
cuidar para acabar logo... Nao o'mprehen lo por-
que leudo 1 euergia que Ihe suppoudo, V. Exr.
Ulo romperia brutalmente com essa genle que o ro-
dela.
E por ventora pos'o exclamoo o conde. Ve-
ja, lm!. i-ni! refugiado em llerl.iav cheio de avers3o
* essa vi la .. Coma extraodinaria obslinava me
a nao entrar na execurio d ) projeclos que ma eram
apresemados... Fqi entao que ta leraararam da mlm
pira p-rseguir^ina. Agora ttlbih 'celacao foi com
Canad, e nao m ajm-pmo. "feiioo.iradt '.ojiira
y/T* oxaio nio eitio que Uve pela mioha tolice.
h'Ka arden io em colera quunlo vejo o qoe sou.
Ah V. S. ri.lo sabe o que he o prestigio de um pi-
.nel que lem-sa de repre-enlar.
Benhor ronde, lurnou Jorge responden to-me
ha pouico, V. Eir. vio lmenle um lado da queslao
ta outr. ron,delicado, fallare ousadamcnle : o se-
nlmr lem b.ma mulher...
eI|^||'^,**iftOITer lolJou-se repeniinamenle,
Suas obtertay-oei, aeus conselhos, seus rogos,
nao me lem laflido. S.l\t ,i0 com mais cerleza e
mus longe que ea ; ma-. eolio e.lava ceg. Regei-
lei a principio teus eon.eliho. ei m altivez. |'0, ven-
lora nao inlgava-me grande homem? Ella persis-
ti, e resp.nrii-lhecom violencia. .. ^au deilava de
ama-la multo, mas pareria-m, enirenha conlrarii-
cao, que ca-ando cora ella liulia-lha Jaio grande
honra. Era lilha de um fabriciuta e Oo.lioba no-
bleza de rera. Explique quem poderes lgica de
um amigo da igualdade, de um tribuno do'uovo '
Minha casa ficou logo cheia de nina genla ex,(eava-
gante em que n3o fallavarn \ .11 Mdes (Tendida, .
ambiroei impicienles. Para agradar a essis liemens,
de qoe era chefe, conlrabi alguus hbitos seoi. Ro-
sa percebeu isso, e m'o fez conhecer... Eu qaeria
que as-im fosse, mas nao que n liguem o visse. Ir-
ritado contra mim liqoei tambera conlra ella. E.
ronliei urna inulhar que preaava a independencia^
a pralicava... Era moja e seductora... Eu pas.avt
com ella o lempo que me deslava a revulucao, a
.] i,.l eslava entu em tuda a sua febre. Um dia Ro-
permiaso de relirar-se ; jul COXSL'.ADO PKOVIXCIAL.
Liinrameiito(l:i frefjuezia de S. Fr. Pedro
(ioncalves para o imposto da decima,
feilo pulo laneadot- do consulado pro-
vincial Joflo Pedro de Jesus da Mal-
ta, de eonfoimidade com a portara
do Sr. administrador da mesa do consu-
lado provincial a I I de agosto do cr-
lente anuo.
[Conflmiafdo.j
Ra do Ateial.
Nonitro Ilerdeirns da Joao Pereira
Mr. de Relhel encarou a Mr. da Franealin mu
palltdo, e disse :
Nao meohrigue a lemhrar-me de qne em
guma< horas oiiei-o lano qoaulo a eslimava.
Se Ihe aprai lembrar-so disso, fara-o, respon-
den Jorge framente.
O conde deu uin passo, mas depois bitendo com
o p evclamou : ,
Ah sou louco linha dado o meu nome a
madama de Relhel, ella nao poda obrar mal !
Olrvler.eilendeu a ma> a Jorge com um movimen-
lo clieio de nobreza, e conlinoou :
oecBea^dotiue aciho de dizer-lhe ; oque
lt ver que com V. S. ella leria sido fe-
i. (ela fronte, e diste repenlina-
Soares, urna caa terrea uccopada pelo
senhorio, avaliada em 1145, imporlancla
da decima...........
dem 1.Maximiano (jomes da Cosa, orna
caa terrea ccopada pelo senhorio, ava-
hada por 120J, imporlancla da decima .
dem G.lnnocencio Xavier Vianna, orna
casa terrea arrendada por iM, impor-
tancia da decima.......,'
dem 8.Joao Antonio dos Keis, urna cata
frrea arrendada por tdS, importancia
da decima...........
dem 10. Joaquim Joan de Sam'Anna,
una casa frrea arrendada por 1-20?, im-
portancia da dcima.......
dem 12, Francisco Marlim dos Anjos
Paula, uma casa terrea arrendada por
lOS-^. importancia da derima ....
dem I i.Ir man l.i le dn Rosario de Sanio
Antonio, urna casa lerrea arrendada por
1005, importancia da decima ....
dem 16.Jos Narberlo Citado Lima,nma
rasa lerrea arrendada por IU5, impor-
tancia da decima........
dem 18 Norberlo Muniz Teixeira Gui-
mar3es, uma rasa lerrea arrendada por
11'o, importancia da decima ....
dem zO.Dr. Anlunio Jos' Coelbe, uma
casa tarrea arrentada poi 90?, un pur lati-
ra da dcima.........
dem -22.Manoel Jos de Barros Teixeira,
uma casa terrea arrendada por 96$, im-
portancia da decima.......
dem 24. Jos da Rocha Parando!, uma
casa lerrea arrendada por 1149, impor-
tancia da declina........
dem 2(i. Norberlo Marciano e Pedro
Marciano, uma casa terrea arrendada por
1-0?, importancia da decima ....
dem -J8. Viuv.i de Agoilinho da Silva
Nvei, uma casa* terrea arrendada por
108?, importancia da decima ....
Idcrn 30,Joaquim da Silva Lopes, um so-
brado com cinco lujas e aro andar, arren-
dado ludo por 330?, importancia da de-
cima............
dem 1.Joao Leile Pila Orligoeira, uma
casa lerrea arrendada por 1445, impor-
tancia da dcima........
dem 3. O me.mo, uma casa lerrea ar-
rendada por 132?. importancia da dcima
dem 5. O memo, uma casa terrea ar-
rendada por 132?, importancia da decima
dem 7. Pudre Joao Baplisla de Albo-
querque, urna casa lerrea com solSo e
duas eaiinhai no fuudo, arrendado ludo
por 408?, importancia da decima. .
Beceo do Paschoal.
Numero 2.Franciico Xavier Lope, nma
rasa lerrea arrendada por 38?, importan-
cia da decima.........
dem i.O mesmo, uma casa (errea arreu-
slada por 38?, importancia da decimi. .
dem I.Viuva de Antonio Teixeira Lopes
uma casa lerrea ariendada por *8?, im-
portancia da decima.......
dem 3. Francisco Casado da Fonceca,
urna casa terrea arreudada por 60?, im-
porlancla da decima .......
dem 5.Viuva ce Anlonio Joloi Res,
uma casa lerrea arrendada por 72?, im-
portancia da decima.......
Becco do Teixeira.
Numero 2.Joaquim Lope de Almeida,
uma casa lerrea arrendada poi OUJ, im-
portancia da dcima ........
dem .Anlonio Pereira de Olivera, uma
casa lerrea arrendada por 72?, importan-
cia ria decima.........
dem 6. Miguel Vieira Jorge, nina casa
lerrea arrendada por 60?, imporlanrii da
dcima............
dem 8.joaquim Jos de Seixa-, uma ca-
sa lerrea arrendada por 60?, importan-
cia da decima.........
dem 10.O mesmo, uma casa lerxea.ar-
rendada por 72?, importancia da decima
dem 12. Ai.I.uno Francisco dos Sanios, *\
uma casa lerrea arrendada por 60?, im-
portancia da decima .......
dem 14.Anlonio Francisco dos Sanios,
uma casa lerrea arrendada por 60?, im-
portancia da derima .......
dem 1.Helena Maria dos Keii e Silva,
uma casa terrea arrendada por 48?, im-
ponencia da decima.......
dem 3. A mesma, ama casa lerrea ar-
rendada por 18?, importancia da dcima
dem 5.Joao Francisco Belem, uma casa
lrra arrendada por 48?, importancia da
decima.........0. .
Hua doi (iuararapes.
Numero 2.Jo8o Jos Rodrigues LoMler,
urna cata lerrea arrendada por 81?, im-
|i "iiavicia da decima.......
dem 2 A.O mesnio, uma casa lerrea ar-
rendada por 150?, importancia da decima
Id ni 2 It.O mesmo, uma casa lerrea ar-
rendada por f 50?. importancia da derima
Id'm 2 C.O mesmo, uma casa Ierren ar-
rendada por 1509, importancia da dcima
dem 2 D.Thomaz Jote das Neves, uma
casa lerrea oceupada pelo mesmo, ava-
liada em 81?, importancia da dcima,
dem 2 E.Bernardo Jote Rodrigues Pi-
nbeiro, ama cata lerrea de madeira com
uin snlao e Ires qaarlot, arrendado lodo
por 312?, importancia da .acuna .
dem 2 F.Viuva de Thomaz lia. Soulo,
uma casa lerrea de madeira dividida em
duas meias aguas, arrendado ludo por
168?, importancia da decima ....
dem 2 (iViuva de Jo jo Jos de Carva-
Iho Albuquerque Maranhao, uma casa em
obrai ............
dem 2.A meima, nm sobrado com ama
loja e -um andar, arrendado tudo por
300?, importancia da dcima ....
dem 2 S.Flix da Cauha Teixeira, uma
casa em cajiSo.........
dem 4. Joan Donnell, um caix.1o coni
12S960
108800
10)800
10?800
10?800
9?720
95000
103900
I2?960
83640
83640
12)960
103800
98720
308240
12?960
ll-Vs'l
113-S80
36?7-20
39(20
33120
43)20
5?i00
6?180
.")?400
63480
300
4?32
73J60
133500
133500
133500
73561.1
283080
158120

273000
3
resposla de Mr. de Franealin
L'm amargo desdem encrespava 01 labios da Mr.
de Relhel.
em suai palavras uma censura luhre o louco empre-
o que eu dera sua riqueza... Depois conbeci per-
-. per
leitamenle que illa n.io linha cuidado nisso. O
..lojlli di!.. 1 minha rosposla,
rr.la-
UX
Pi.sou a
mente :
Cr no de'lino
E sem esperar
lornou :
Pela minha parle creio. Oulr'ora en leria lido
"Condoltieren 00 capitao aventureiro. Ha no meu
espirito uma inquietar,;) 1 que .....la pule aplacar ..
Assim deve ser, visto que mariama de Relh.-l n,lo
pn le extinguir esse louro ardor,e se ella n3o pu-
de faze-lo, nada ha que o possa
O relogio deu Ire horas. Mr. de Relhel pasieava
pela hibliollieca otilando pela janclla, onde via se a
cIaridade do dia que via r.ascendo. Fallido e aguado,
de olhos mllimiii ido-, gesto violento, elle npresenla-
va uma n.i-iura incrivel de arislucracia e dt tv nismo,
na qual o fi migo e o conspirador moslravam-se sem
desfarce. Era alto dia quando dirigio-se para a c-
mara qne Jorge Ihe mandara preparar. Doimio pro-
fundamente al meio dia. Almo{uu com appelite, e
percorreu com a villa as gazelas.
Ah ah disse elle, corre o boalo de aue eiloo
preso '
De Urde 1 ambor vollou de um passeio trazendo
" m papel occullo na col eir. Mr. de Relhel era ad-
vertido de que esluess- pr,implo pir*a parlir 110 da
Minie. A casa de llerl.iav f.ra vareja la ne-1 ,.
man haa.edaln.se que elle tiritara para Pars. Ai
mane iras a pbytionoiui.i d 1 cunde 11 tiuham mudado.
Nao r eidva-llie mu. ma da \i ileueia que m...ira-
va na vespra. O iem o viss- |?-l i-hia lomado por
um hoiem da melhor sociedade de visita em cata
le aa v izikh.i de rarapo. Nunca seu olliar fra mais
Ir.inqaill o,iem sen vestuario mais asseiado. Elle
11 ion- sa
que merece lod) o corar3o, toda a vida de um ho-
raom : pare I
Ol olhos de Mr. de Relhel, parecern bumede-
cer-se.
leo
elle.
senhor que me aconselha isso f lornou
Uerblay... Foi miulnperda ; mas se ella bouveasa
podido guiar-se pela miuha con lucia e mitar-me
_mesae e e ella parti para do araboo a.olhuu para Jurue, e di.se-lhc :
Eu 1 laeejava pedir-lhe que convi lasse madama
de Relhe,' 0iTt jal,|,r.
Qaac ? cJtaae Jorge ; Ha estar aqu am um
instante.
NSo, jt'.reflecli ; teria impiadenria, alcm de
qne receio ente>ueeer-me : pode acontecer que au
ni 1 torne a ve-lua !
Jorge poz a mo sobre o brar do conde e disie-
menus permute qoe alguem asura pan- i Ida :
Ainda be lempa ,-. V. Esc, tem uma mulher
e.j |e-la-hi.i mor i.
Te-la-hia morlo depois do que V. Etc. fez '.
exclrmou Jorge.
Sim, sem basilar.., Isio pnrece-lhe monstruo-
so Posao confessa lo a mim rreimo, mas u3o que-
ro qne uiugutm diga.
Ao
te.....
Sim, e do fundo de Inhiba alma... por ella, por
Olivier aperloa-lhe a mo dizendo :
Por mim, talvez ; por ella I...
Mencoua cabera e accrescenlou sorrindo :
Ja be larde, nao fallemos mas a eisa res-
peilo.
1 oiiioo um papel cebra a mesa, escreveu mais al-
gumn paiavma e diliou-i.
Tala lie o'meu leiUmenle, cantina on, te eu
morrer, V. 3. tvsirttwtw..* a.iadimi de RelliV. jH
ao senhor que encarrego das minhas ultimas Vnla-
des ; eu nlo o condeca a oilo dia, ama palavra u
fez meu amigo.
I'asseuu alguna insfnfea em silencio. Cerla Irn-
leza abrandava o caraeler inquieto e alllvo de sua
phvsionomia.
Se eu livesse de fallar-lha oulra vez, onde po-
derla ve-lo em Parii t lornou Olivier com certa ha-
11(1(30.
Jorge eatregou-llie o seu bili.ele de visita di-
zendo :
Roa de Clicby ; bei de es(ar em casa sabbado
duranle lodo o dia.
Pode es(ar l.i sexla-feira 1 Seria um favor.
De boa voulade.
Esle ullimo pedido fez Jorge comprehender que a
revolucao a que Olivier lanas vezes alludira, devia
rebeutar nos ltimos dias di semana. Era teguuda-
feira.
Jorge pergontou-o francamente ao ronde, o qual
reapoo leu-lhe com gesto aflirmalivo accresceu-
lanriu :
Nao falle a esse respeilo em lleil.|..\.
I irou dillerenles papelada um;f carleira occulla
no baleo de un capote que Caad? Ihe emprestara
pessou-ns pela vi-ta, e laurou-os ao fugo :
lie lempo perdido, mnrinurou elle ; mas quer
sabe '.'
Au amanherer do dia seguinle ouvio-se a.soviar
debano da janella de Maisoii-lllancbe era Canaria
que passava dando o igual da parlida. Mr. de Ra-
thel preparuii-se em um inslanle.
Ao drixar essa cata em que linha dormido Iran-
quillanieule como um viajante entre duas poosadas
Igoalraenta desagradaveis elle aperlou cora emocSo a
111.10 rie Jorge, e disse-lhe :
Itecommendu-lhe madama Rosa.
Nanea seu roslo parecen 13o alterado : elle parou
tobre o miniar da Casa, e lancou a visla para Htr-
blay ; depois fez um getlo e lancou-se 110 cami-
11 lio.
(Confimia.i

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
.
MUTILADO



-.



DIARIO DB PERNAMBUCO SEXTA fEIRA IR DR SBTEMHRO DE i 8tVI

i
y
dous qii.iriiiiluis arrendado lu lu pnr 120-,
importancia da d.dma......In-M'd
I Je ni i II. Antonio Al'es Bailiosa, uina
casa lerrea arrendada pon ItiSS, iropor-
lancia da decima........1 "'*M'_'U
Ide-m I.O metmo, om sobrado rom urna
luja e un andar e foiao, orcup.do pilo
mesmo, avahado por lim-, importancia
da dcima........... {t. m m i
dem tj.O mesmo, um sbralo com urna
Inja e um andar e solao, arrendado por
4509, importancia da derima .... 409500
dem ti A.Jo3o Anlunes Guim.rAet, urna
casa terrea cora solio, arrendado ludo por"
:1003, imporl.nci da decima .... 27c000
dem ti B.David Wm. Humillan, um so.
brado com urna loja e um andar e solio,
avallado lado por liOO), itnporlaucia da
dcima............MlOOO
dem 8.Leandro Jos Kibeiro, urna casa
lerrea arrendada por 3009, importancia
da dcima...........279000
dem 10Joi l.oizd.Soota, omaeasa ter-
rea arrendada por I56f i importanla da
ds decima........... 145140
dem 12 Joaquim Antonio Hodiigue,
uina casa lerrea arrendada por -'i 'o, im-
pmlancia da decima........2l0'JG0
I liii, 14Jos da Silva Mendonca Vianna,
urna casa lerrea arrendada por I i i-, im-
portancia da decima.......rij'JGO
IJem HiManuel llunrle Rodrigues, urna
tasa terrea arrendadada por 2009, im-
portancia da decima.......IrlsOUO
Ideen 18 Joi da Silva Mendonr.i Vunna,
urna cari lerrea oceupada pelo metmo,
avalta por 100;, importancia di de-
clina............. 99000
l;Sni 20Omeemo, nma casa lerrea arren-
.^^.'' dala por 2009, importancia da decima. J8JO00
dem 22Luiz Antonio Vieira, um sobra-
do com uina loja e um andar oceupado
l'i' 'siuMiio, avallado por 3605, Impor-
tancia da dcima.........32>i00
dem 210 un...... ama casa terrea ar-
rendada por 120?, importancia da d-
cimo............. IO98OO
Idcm 2tiJo3o Uaplisla Fragoso, ama ea-
ia lerrea arrendada por 2209, importan-
cia da dcima..........19J800
dem 28Joao Bapiisla Fragoso, urna casa
lerrea arrendada por 201)5, importancia
da decima...........18?iK>0
dem 30Joo Biplisla Fragoso, urna casa
lerrea arrendada por 2209, importancia
da decima...........199500
dem 30 ADelfiuo dos Anjos Teijeia,
urna cata lerrea arrendada por 2409, im-
portancia do decima........2IJ4OI)
dem 30 BO mesmo, urna casa lerrea ar-
rendada per 2409, importancia da de-
cima.............2191100
dem 30 CAntonio Jos Coelho do Rosa-
rio, urna rasa lerrea arrendada por 2509,
impoilancia da decima.......22950o
dem 32- Eugenia Teixe ra deMoura, urna
caa lerrea arrendada par 21G9,impor(an-
cia da decima..........199440
dem 34Joao Francisco Teixeira, urna ca-
ta terrea arrendada por 2109, importan-
cia da decima..........21?MHK>
dem 36Maria da Cosa Teixeira, uina ca-
ta lerrea arrendada por 2509, importan-
cia da decima..........229500
Idcrn 38 Felij da Canda Teiaeira e Ber-
nardo da Conha Teixeira, urna casa ler-
rea arrendada por 2409, importancia da
dcima............219600
dem I Innocencia Xavier Vianna, nma
raa lerrea e um quarlo uo fundo, arren-
dado ludo por 969, importancia da de-
cima........... 59640
dem 3Viva de Antonio da Silva l'r-
nandes, urna casa lerrea arrendada por
849. importancia da decima.....79560
dem 5Francisco Marlins dos Aojos Pau-
la, urna casa terrea arrendada por .- ,
importancia da decima....... 69180
dem 7Viuva de Jos Fernandes da Sil-
va Mana Jnior, ama caa lerrea ar-
rendada por 609, importancia da deci-
ma .............59400
dem 7 AJos Jaeomo Ta'so Jnior, urna
casa lerrea arrendada por 1449, impor-
tancia da decim..........12j'.Mi0
IJ"til 9 Viuva da Agostinbo da Silva Pie-
ves, urna casa lerrea arrendada por 969,
importancia da decima.......89610
dem 11A menina, urna casa lerrea ar-
rendada por 96?, imperlancia da decima.fJJ 8J610
dem 13Antonio Joaquim de Sjuz. Ri-
beiro, una casa lerrea arrendada por
I2O9, importancia da dcima.....IO5SOO
dem ljO me-uni, urna casa lerrea ar-
rendada por 1209, importancia da de-
cima............. 10;800
dem 17O mesmo, urna caa lerrea ar
rendada por 120;, importancia da de-
cima............ 10J800
I iem 19Bernardo llenriqoe, um casa
lerrea arrendada por 729, importancia
da decima...........0>180
i I' ni 21Yiuva de Agoilinho da Silva Ne-
ves, una casa terrea arrendada por 609,
impnrldiicia da decima.......59100
dem 23Flix da Cunha Teixeira, urna
casa lerrea arrendada por 969, impor-
tancia da decima.........85610
IJem 25Vtova de Agoslinlio da Silva Ne-
v, urna caa leire. viencJao por iS?,
mpoflncia da dcima.......19320
dem OManoel F'iancisco da Silva Arau-
1 ', iinn casa lerrea arrendnda por 519,
y importancia da decima....... i.mi
/ dem 29Antonio llenriques Mafra, urna
f casa terrea arrendada por 609, impor-
tancia da dcima.........55-100
- dem 31.Ouie-mu, urna casa lerrea anida
a de 11. 14 da roa do Pilar..... 5
dem 33.I), niiuui llenriques Mal 1 ,
rima .casa lerrea arrendada por VO9, im-
portancia da dcima........-'^ItiO
1 Iem 35.Vinva de Joaquim Antonio Ma-
ria, uina casa terrea, arrendada por '1K5,
orna d-a lerrea, ar-
imporlancia da de-
I
importancia Jaa. decima......19320
1 Iem 37. J0A0 Francisco l'ar.Hllias ,
uina cata unida a da ra do Pilar o. 20. 9
dem 39.Ilerrieiros de Adelioo Jorge Coe-
lho da Silva, urna casa lerrea, arrendada
por 729, importancia da dcima 698O
dem II.Jo.io llapti-ia Fragoso, urna ca-
sa lerrea, arrendada por 605000, impor-
tancia da decima........59100
IJem 43.Antonio Moreira Reis.uma casa
lerrea, arreudada por 729,imporlanria da
decima...........680
dem 45.Antonio Alvcs Barboza, uina
casa lerrea, arrendada por 1419. impor-
tancia da decima _.......129960
dem 47.O mesmo. urna casa terrea, ar-
rendada por H5OOU, importancia da de-
cirm............129960
dem 49.O merno. urna casa lerrea, ar-
rendada por I9OOO, importancia da de-
cima ............ 125960
Idcrn 51.Jos Fernandes da Silva, urna
raa lerrea, arrenda
tancia da dcima........IO58OO
dem 53.Joao Alvanario Das, ume casa
terrea, arrendada por 969, importancia
da decima. .........89610
dem 55.Francisco Ferreira de Mellv ,
uina rasa arruinada....... 9
dem 57.LeanJro Jos Ribeiro, urna casa
lerrea, arrendada por 969, importancia da
dcima............f-50
dem 59.Joao Jos de Carvallio Mnraes,
um sobrado com una loja o ui andar,
arrendado ludo por 209, imporlaucia da
decima............18)360
dem 61.Joaqaim Jos da Silva, um so-
brado ruin duas loja e dous andares, e
Irct metas agua, arrqpdado ludo por
3819. importancia da decima. 3(9560
dem 65.Jeronynio Joec Ferreira, urna
casa lerrea, arreudada por 849 impor-
laucia da dteima.........79560
dem 67.Jos da Cotia, uina casa (enea,
ariendada por 601)000,importancia da d-
cima ............ 55OO
dem 69. llerdeiros de Joio F
lerrea, arrendada por 120,?, importancia
da dcima. ,........
dem 3.O mesmo, ma casa terrea, ar-
rendada por 1209 importancia da d-
cima ............
dem 5.0 mesmo, um 1 casa lerrea ar-
rendada por 1209 importancia da de-
cima ............
dem 7.O mesmo, urna casa terrea ar-
rendada pnr 120o importancia da d-
cima ............
dem 9.O mesmo ama casa lerrea, ar-
rendada por 1209 importancia da de-
cima............
dem II.(1 mesmo ,
rendada por 1209,
cima ......
Ra do Pliarol.
Numero 2.Jos Goncalvet Turre*, urna
caa tenea, arrendada por 11(9, impor-
tancia da decima........
dem 4.O mesmo, urna casa lerrea, ar-
renda ia por 1209, importancia da de-
eima............
dem 6.O mcimo orna caa Ierren, ar-
rendada por 189, nnp.'ilaucia da de-
cima ............
dem 8.Irmaudade de Santiago, um so-
brado com urna loja e um andar, erren-
dado ludn por 1329, itnporlaucia da de-
cima ............
dem 10.MaBoel Filippe Vicente, urna
caa terrea, arrendada por 969, impor-
tancia da decima........
dem 12.Joao Jos do Reg, um sobrado
com ama loja e doua andares, arrendado
ludo por 4329, importancia da decima .
Ideii. 14.llerdeirot de Pedro Francisco
F'erreira, urna casa lerrea, oceupada pelo
rnesmo, avahada por 609, importancia
da derima..........
dem 16.Joaquim Francisco de Azeve-
do, urna caa lerrea, arrenda la por 729
importancia da dcima......
dem 18.Irmandade dtt Almas do Reci-
te, urna casa terrea, arrendada por 96,
importancia da decima......
dem 20.A mesma, urna casa lerrea, ar-
rendada por 729, importancia da de-
cima............
dem 22. Josquim Francisco Simes,
uina casa terrea, oceupada pelo mesmo,
avllala por 60J, importancia da de-
cima ............
dem 24.Anlonio Rodrigues de Oliveira,
urna rasa lerrea, oceupada pelo mesmo,
avallada por l'ic, imporlaocia da d-
cima ............
dem 26.Jos Fernandes da Silva, urna
casa Ierre, arrendada por 845, impor-
tancia da decima........
dem 28.O mesmo, urna casa lerrea, ar-
rendada por 819, importancia da d-
cima ,.........
dem 30. Joaquim Baplisla dot Sanios,
uina casa leirea, arreudada por96j, Im-
portrtele da decima.......
dem 32. llerdeiro de Anlonio Joaquim
llolelho, urna casa lerrea, arreudada por
969, importancia da dteima ....
dem 34.l)r. Anlonio Jo. Coelho, urna
Casa terrea, .ricndada por 729, impor-
tancia da decima........
dem 3G.Flix Manoel do Natcimenlo
Valois, orna casa lerrea, arrendada por
96-5, importancia da decima.....
dem 38.Josquim Pereira Arantes, ron
casa lerrea, arreudada por 1209, impor-
lauria da decima ....,,,,
dem 10.J-iflo Josquim de Sanla-Ann,
urna casa terrea, arrendada por 1209, im-
portancia da decima.......
dem 42.Alexandre Jos dos Sanios, uina
csa lerrea, arreudada por 965,'iinpor-
tanria da dcima........
dem 41.Joaquim da Boa-Yisla, ama ca-
ta lerrea, dividida em duat meias aguas,
arrendado ludo por 96) rs., importancia
da decima...........
dem 46.Viova de Domingos da Silva,
urna casa Ierre, arrendada por 1209 's.,
imporlaucia da dcima......
dem 18.Maria Joi dos Passos Leal,
urna casa lerrea, arrendada por 1449 n.,
importancia da decima .
dem 50.Viova e lierdeirot do Amaro
francisco de Paula, orna casa Ierre*), ar-
rendada pnr 1209 rs., importancia da
dcima...........
dem 52.Bernardo de Souza, nma casa
lerrea dividida em duas meias aguas,
unida a de numero 53 da rua Jo Pillar .
dem 54.Joilo Marques Correia, 11 m so-
brado com urna luja e um andar, arren-
dado ludo por 121)9 rs., importancia da
decima,...........
dem 56. Joaquim Lopes de Alenla,
uina rasa terrea, unida a de numero 63
da ra do Pilar.........
dem 58.O mesmo, urna casa lerrea, ar-
rendada pi,r 81-S n., importancia da d-
cima ............
dem 60O me>mo, orna casa terrea divi-
dida em Ir meia-aguas, unida a de nu-
mero 63 da ra 1 o Pilar......
IdemTj2Lauriano Jos da Cosa, urna
casa lerrea, arrendada por 1209 rs., im-
portancia da decima.......
dem 61.Joaquim Lopes de Almeida.uma
casa terrea, arrendada por 1205 n., im-
portancia da decima.......
dem 66Ilerdetros de Jos du Cosa, urna
c.*a terrea, arrendada por ISOeJ rs., im-
portancia da dcima.....
dem 68.Anua Rosa do Sacramento,
casa lerrea. arrendada por -i--- r*.,
portancia da decima.......
dem 70.Patrimonio Jos orphos, una
cosa terrea ......
dem 72.Ilerdeiros de Finninu Marlins
do Carmo, urna cos Ierres, arrendada.
por 8(5 rs.. impon,ca da dcima .
dem 71 Irmandade de No do llnin Parle, uina caa lerrea, arren-
rendana por SI5, Importancia da dcima
dem 76. Viuva de Ageelinbe da Silva
Nev*, urna casa lerrea. arruinada .
dem 76 A.Francisco Xavier l'ar.l.lhai,
uina cas lerrea, arruinada .....
dem 78. Jos Marlins l'inbeiro, urna
casa lerrea, arrendada por 8I9 rs., im-
portancia da decima.......
Travesa do PharOI.
.Numero 2;Patrimonio dos embao-, ama
casa terrea ..........
Ra do (.es.
Numero 1.Francisco Augusto da Cosa
I mimar oes, ama casa lerret, unida a de
n. 120 da ra do Bruto,......
dem 3.Anlonio Ignacio do Reg ftje-
deirot, um casa lerrea, omda a de 11. 14
da na do Uruin.....
dem 3 B.Anlonio Jos Coeho'doRo.a-
rio, una cas lerrea, unida de 11. 11 \,
da ra do Itrum........*
dem 3 CDr. Joao Pedro Maduro" da'
lonseca, una casa Icnea, unid a de n.
16 da rua do II' mu, .
Idcm 3 l).O mesmo, uina casa terrea,
unida a de 11. 18 da rua do Brum .
tem ,'1 li._o mesmo, orna casa lerrea,
unida a de numero 20 da rua do Brum .
dem j.BarlIiol meo l'iancisco de Souza,
um sobrado com orna loja e dou au 1 ..-
10-9800
1098110
103800
I1I5SOO
109800
10(800
129960
10/800
95720
II588O
85610
385-880
55100
6J180
896(0
69180
59(00
1299G0
79560
79560
85610
89610
69(80
NjIliO
109800
IO98OO
Bf6M
8(610
109800
129960
108600
H15S00
79560
109600
105*00
dem 13 A.Jos Mamede Alves Fereira,
om sobrado com urna loja e um andar,
em obra, a loja arrendada por 1:3009
r., impoilanria da decima.....1179000
dem I A.Vicente Jo> de lirilo, ama
casa em alicerces........ 9
dem II B.Manoel l.mz timicalvi, una
casa em alicerces inai tres .... 9
dem 13 II.Manoel tjoucalves da Silva,
urna casa em alicerces...... 9
dem 13 D. Joao Antonio Pereira da
Rocha, urna cata em alirtreet .... 9
Id-m 13 CJos ti .calve- Torre, ama
cesa em calxclo......... 9
dem 45.Edwtrd Ilenry Fox, Din sobra-
do com ama loja e um andar, occopado
pelo meimo, tvaliado por 4009 ra., im-
portancia da decima.......361000
dem (5 A.Viuva Lasserre, um sobrado
com ama loja e om andar, arrendado la-
do por 1:0005, importancia da decima WfQOO
dem 47.--Antonio Pedio da Nev, um
sobrado com urna loja e uro au lar, ar-
rendado lodo por 3O9 rs., Impoilancla
da dcima..........275000
Primeir serco do consulado provincial, II de
selembru de 1857.
O lanr-ador,
Joao Pedro de Jetos da Malla.
|.ai 110.
123 Jos 1'ereira dos Santos, I uno, pard
I2 Francisco Das do' Santos, 50 inn<
urna
im-
59(00
I93M
79560
75160
r5560
res, arrenda o ludo por 9009 rs., impor-
tancia da decima........
dem 7.Jos Pereira Vianna, lima rasa
lerrea, unida a de n. 2i da 10a do Brum
dem 9.O mesmo, una cas lerrea, uni-
d a de namrro 26 da rua do Bium .
dem II.Anlonio Uulellio Pinto de Mes-
quila, urna rasa lerrea, unida a de nu-
mero 28 da rua do Brum......
dem 13.Viscondc de Louie, urna casa
lerrea, unida a de numero 2 A da rua do
Apollo........
dem 1.5.Jos de Car'valio'Cosa", i
casa lerrea, unida a de numero A
rua do Apallo .
dem 13 A.Omitiere
de na
8I9OOO
9
FREl'EZIA DE JABOATAO'.
MA EST ATISTICA.
Serie de [iiadros concernen tes a' mesma
fregoezia.
HELACAO DEMONSTRATIVA DOS HABITAN-
TES DA POVOACA DE JABOATAO.
J.iii alia Gurjmv de lttii.ro.
( ContinuRcio. )
94 Braz Lime, 60 annos, crioulo, viuvo.
95 Jos Comes, 28 annos, pardo, casno.
96 Thereza Maria Gomes, 23 annos, crioli-
ta, casada.
97 Maria Copirs, 5 annos, crioula.
98 F.rancisca Comes, 3 annos, crioula.
99 Manoel Gomes, I auno, crioulo.
10U Paulino Antonio, 0 anms, brauco,
solteiro.
101 los Antonio, 20annns, pardo,solteiro
102 l.ourenQo Antonio, 10 annos, pardo,
sollciro.
103 Joaquim Antonio, 12 annos, pardo, sol-
lciro.
104 Maria Francisca, 36 annos, crioula, ca-
sada.
105 Mara da ConceiQo, 3 annos, parda,
casada.
106 Honorio da Conceicao, 10 annos, pardo,
solteiro
107 Antonio Ferreira, 32 anaos, pardo, ci-
sado.
108 Maria do Carmo Forrcira, 20 trinos,
parda, casada.
109 Maria de Jess, '16 annos, parda; viuva.
110 Candido da Jess, 28 annos, pardo,
solteiro.
111 Manoel FrciUs, O ann.s, par Jo,
casado.
112 Joaquim Maria de Freitas, 36 annos,
parda, casada.
113 Florinda de Freitas, 10 annos, parda,
solteir.
111 llermelinda de Freitas, 9 annos, parda.
115 Jezuina de Freitas. 8 annos. parda.
116 Maria do Freitas, 7 annos, parda.
117 Anua de Freitas, 6 annos, parda
118 Joaquim 1'ereira dos Santos, 33 anuos,
pardo, casado
119 Anglica Maria dos Santos, 28 annos,
parda, casada.
12) Generoza Pereira dos Santos, 7 annos,
parda.
121 Bonifacio Pereira dos Santos, 5 annos,
pardo.
122 Euzebio Pereira dos Santos, 3 anuos,
pardo.
do,
nos
crioulo, viuvo.
125 Manoel Geral lo da f.unha, 10 annos,
branco, casado.
126 Atina Maria da Cunha, 35 annos, bran-
ca, casada.
127 Miguel da Cunta, 15 annos, branco,
solteiro.
128 Manoel da Cunha, 13 annos, branco,
sollciro.
129 Jos da Cunha, ti annos, branco.
130 Maria Cernida da Cunha, II an
branca, soltuira.
131 Ignacia da i.uuha, 12 annos, branca,
solteir.
112 Manoel l.uiz Soares, 30 annos, pardo,
casado
133 Isabel Mana Soares, 26 anuos, parda,
casada.
134 Maria Soares, 3 annos, parda.
135 Jos Soares, I anuo, pardo
136 Ignacio Jas da Silva, 43 annos, branco,
casado.
137 Rila da Silva, 41 annos, branca, casada
138 Jos da Silva, I anuos, branco, sol-
teiro.
139 Antonio da Silva, 10 anuos, branco.
solteiro.
10 Manoel da S'lva, 9 annos, branco.
ll Francisco da Silva, 8 anuos, branco.
149 Pedro da Silva, 6 annos, branco.
143 Joflo da Silva, 3 annos, bra co
I i Domingos da Silva, 2 annos, branco.
1*5 Isabel da Silva, 5 anuos, branca,
le Jua 1 Ferreira, 28 annos, pardo, casado.
U7 Isabel Ferreira, 19 annos, parda, ca-
sada.
148 Manoel, 3 /.unos, pardo.
149 Joaquim Carneiro. de Sant'Anna, 26
anuos, pardo, casado.
159 llermelinda de Sant'Anna, 22 annos,
parda, casada.
151 Maria de Sant'Anna, 3 annos, parda.
152 Joflo Ribeiro. 24 annos, pardo, casado.
153 Thereza de Jess Ribeiro, 20 annos,
parda, casada.
154 Joao Ribeiro Jnior, 3 anuos, pjrdo.
1.55 Manoel Ittlieiro, 2 annos, par Jo
156 Idaliuo Jos dos Sanios, 34 annos, par-
do, casado.
157 Auna Mana dos Santos, 39 annos, par-
da, casada.
158 Francisco dos Sa:ilo,s, 6 anuos, pardo.
159 Antonio dos Santos, 4 annos, pardo.
160 Jos dos Santos, I anno, pardo.
161 Francisca dos Santos, 12 annos, parda,
solteir.
162 Joscpha dos Santos, 8 anuos, parda.
163 Jos Francisco, 16 annos, pardo, sol-
teiro.
164 Manoel Carlos, 46 annos, pardo, casado.
165 Maria Francisca Carlos, 28 annos, par-
da, casa.la
166 Jos Carlos, 12 as.nos, pardo, solteiro.
167 Rosa Francisca, 10 annos, parda, sol-
teir.
168 Ant.a Francisca, 1 anuo, parda.
169 Antonio Carlos, 26 anuos, pardo, ca-
sado.
170 alaria Masara Carlos, 18 annos, parda,
casada.
171 Jiiflo Jos,29 annos, parlo, casado.
172 Dizina Mari, 2 unos, parda, casada.
., 7 anuos, parda.
^JtfU.AimsaaW.liaido..
.n*iJu!,.Jmmi(3Si* ***>!. < .1
178 Mante Josp,'t;*irK)B>ip*rf>, seri'jfro.1
177 I rnu m\i MVr; iTl va
,200 los Nery de Lentos, 2 atino-, branco
201 Manoel Concalves, 45 annos, branco,
casado.
202 Idalina Felicia GonQalves, 30 annos,
branca, rasada
203 Rozalina Gancalvcs, 10 annos, branca,
solteir.
201 Antonia Felicia, 3 annos, branca.
205 Atina Felicia, 2 annos, branca
206 Joscpha Felicia, 1 anno, branca.
207 Manuel Nuues, 43 annos, branco, ca-
sado.
208 Joaquina Maria, 41 annos, branco, ca-
sado.
209 Severina Maria, 22 annos, branca, sol-
teir.
210 Cetaria Mari, 17 annos, branca, sol-
teir.
211 Demetrio Nunos, 12 annos, branco, solr
leiro.
212 JosdNnncs,7annos, branco.
213 Maria Joaquina, 4anuos, branca.
214 Jos Domingos Lopes, 38 annos, pardo,
solteiro.
215 Manoel Lopes. 8 annos, pardo.
216 llemvinda, 5 annos, parda.
217 Domingos Lopes, 3 annos, pardo.
218 Antonio Gomes, 70 annos, parao, ca-
sado
219 Anna Rosa, 50 annos, parda, casada.
220 Antonio Jos da Silva, 40 anuos, bran-
co, casado.
221 Narcisa Soares de llarros, 39 annos,
branca, casada.
222 Jos da Silva, 4 annos, branco.
223 Josepha Soares, 7 annos, branca.
' Antonia Soares, 6 annos, branca.
22
225 Maria Soares, ,' annos, branca.
226 Anna Soares, 2 annos, branca.
997 Filippa Soares, I anno, branca."
228 Joo Baptista Soares, 36 annos, pardo,
solteiro-
229 Manoel Malhias, 28 anuos, crioulo, viu-
vo.
230 Erazilino, annos, branco, solteiro.
231 Flix Antonio Lima de Freir, 30 annos,
branco. casado.
Brancos.
Pardos. .
Crioulos
Total. .
76
129
26
231
nos,
l8Sabi.
19 Delplt
20 A nlon 1
r.igculto Jardim.
1 Antonio Pe 1ro de Sa Earroto, 56 annos,
brgneo, casado.
2 D. Cesara Firmina Ribeiro Brrelo, 40
annos, branca, casada.
3 I). Emme encuna Argn ira Ribeiro, 24
annos, branca, solteir.
D. Mara do Carmo Ribeiro Brrelo, 23
annos |iri:cn. soDcir 1.
5 Francisco Ue Sa Brrelo, 22 anuos,bran-
co, solteiro.
6 I). Celestina Eugenia Bibeiro Brrelo, 18
annos, branca, solleira.
7 .liaquim Filicio de Sa Barreto,l7 anuos,
branco, solteiro.
8 Antonio Fedrode Sa Barreto Juuvi', 12
anuos, branco, solteiro. f
9 1). Anna Margal ida Ribeiro Brrelo, 9
annos, branca,
10 I). Daria Thcodora Ribeiro Barreto, 8
annos, branca.
II Laura I leburqus Ribeiro Barreto, 4
annos, branca.
12 D. Maria Olympia de S Barreto, 27 an-
nos, branca", solteir.
13 Maria Francisca, 40 annos, parda, ca-
sada.
14 Joao, 4 annos, preto.
15 Victoriano, 3 annos, preto.
16 Sabina ., atino, preta.
Fr ;n, 70 annos, prcla, viuva
>7 anno<, i-reta, solleira.
54 annos, pleta, solteir.
farreto, 58 annos, pardo,
VIU'0.
22 Jos Joaquim de Sa Brrelo, 40 anuos,
branco, casado.
22 D Leopoldina de Sa Barreto. 29 anuos,
brinca, casada.
23 I). Maria Leopoldina de Sa Barreto, 14
annos, branca, solleira.
2 I). Anna lyeopoldina Sa Brrelo, 11 an-
uos, branca.
25 l). loanna F.uponiua Sa Barreto,9 annos,
branca.
26 AtlgUStO Cirios Sa Birreto, 6 anuos,
branco.
27 I). Leopoldina Maria Sa Barreto, 3 annos,
branca.
28 l.uiz de Sa Birrclo, 2 annos, branco.
29 Maria da AssampcSo Fonseca Barreto,
60 annos, brai.ca, solleira.
30 I). Francisca Geralda da 1 onseci Bar-
reto, 55 annos, branca, solleira.
I)' .loanna do Espirilo Santo Fonseca
Brrelo, 40 annos, branca, solleira.
1) Thereza do Jess Fonseca Brrelo,
50 annos, branca, solleira.
Maria. IS anuos, pard*, solleira.
D. Anna da Purificajto Fonseca Barreto,
59 annos, branca, viuva.
35 Joilo Alexandre Alves Pereira, 50 anuos,
pardo, casado.
36 Maria do Rosario de Jess, 40 anuos,
parda, casada.
37 Alejandrino Alves Pereira, 21 annos,
pardo, solteiro.
38 Pedro Alves Pereira, 17 annos, pardo,
solteiro.
39 Jos Alves Pereira 12 anuos, pardo, sol-
lciro.
40 Auna .Alves Pereira. 15 annos, (>arda,
solleira.
i I Manoel Alves Peieira, 10 annos, pardo
solleiro.
85 Anna de Jess, 6 annos, parda.
86 Jos de .lesos, i annos, parda.
87 Bra/. Alves Pereira, 30 anuos, pardo.ca-
sa lo.
8S Maria da Conceico Alvcs Pereira, 26
anuos, parda, casada.
89 Antonia Alves Pereira, 8 annos, parda.
90 Manoel Uves Pereira. 4 annos, pardo.
91 Francisco Alves Pereira, 2 annos, pardo.
92 Maria Alves Pereira, 1 anuo, parda.
93 Anna Alves Pereir, 3 anuos, parda.
O Slvino de Castro, 45 amios, pardo, ca-
sado.
95 Fdeltru.ies de Castro. 23 annos, parda,
casada.
96 Maria de Castro. 20 annos, parda, sol-
leira.
97 Firmiano Jos, 3 annos, pardo, casado.
98 .loann*, 40 rnnos, parda, casada.
99 Thereza, 60 annos, parda, viuva.
100 J0S0 da Cruz, 30 anuos, pardo, solteiro.
101 Antonio da Cruz, 25 anuos, pardo, sol-
leiro.
102 Joanna, 36 annos, parda, solleira.
103 Floencio, 30 annos, pardo, casado.
ID) Luiza,26 annos, parda, casada.
105 Joaquim Pessoa, 29 anuos, pardo, ca-
sado.
106 Escolstica Pessoa, 24 annos, pardv ca-
sada.
107 Alexandrioa, 10 annos, parda*
108 Silvestre, 12 annos, pardo, solteiro.
109 Joto Miguel. 20 anuos, pardo, solteiro.
110 Maria, 18 annos, parda, solteir.
111 Anna, 65 annos, parda, solleira.
112 Maria, 4 annos, pard*.
113 Antonia. 22 annos, pard, solleira.
11 Alexandre, 40 anuos, pardo, casado.
115 Joanna, 35 anuos, p,rda, casada.
116 Joaquina, 60 auno, parda, viuva.
117 Firmina, 5 annos, parda.
118 Joilo Baptista Alves Pereira, 25 anuos,
pardo, casado.
119 Joanna Francisca Alves Pereira, 22 an-
nos, parda, casada.
120 Joo Alexandre, I antto, pardo.
121 Manoel Pessoa, 30 aunos, parJo, ca-
sado.
122 Joanna Pessoa, 25 annos, parda, casada.
I2S Joao. 7 annos, pardo.
124 Maria, 4 annus, parda.
125 Antonia. 2 auno, parda.
126 Joanna, 1 anno, parda.
127 Antonio Flix, 27 annos, branco, ca-
sado.
128 Rosada Fonseca, 24 anuos, branca, ca-
sada.
129 Jovina, 2 annos, branca.
130 Jezuiuo, 3 anuos, branco.
131 Mari. 1 anno, branca.
132 Jos Gomes. 2S annos. pardo, casado.
133 Joaquina de Castro Gom-s, 26 annos,
luida, casada.
134 Anlonio, 4 annos, pardo.
135 Manoel, 2 annos, pardo
136 Margarida, 58 annos, parda, viuva.
I7 Manoel Gama, 15 annos, parda, sol-
leira.
138 Leonarda, S annos. parda.
Brancos................. 45
Fardos.................. 86
Crioulos................. 7
I iira a ri,|locac^'*JM>1*t w.i uin lui-ar 'IcTftittjMrU' m ori.rao, quamlo a in-
vi[-,i ,1-n.i 1 ijii,n JtIJuerlaJrber.lade a a collu-
ear iion.le rn 1. .-.nlteU Hie parera.
F.i, sci,luir icy.. .-, a laato que leulio paia des-
prezar tua o iurne. ",e ||ils4i>.r. o
11 A liypoilicie ah'. rtaerfio, ou su attlor no
principo do sojubc- tata, moslra cldrainen-
I a contradice,.!..*-*:,.,;, ai(n, ,|e ignorancia,
cnriiii j.i dii-fino", 4* lilla i ir 5 iiu.iitriia.
o macona na ultima quadra da vid, ,)ue enla' n-
mr-artilo em sua eiiilencia por etle inaudito niiullo.
Muilu oulros proressot se Iem felo, reaeco
appa'rcceu leceea ditpartdo contra um subdelegado, t um ins-
pector de qo.irtfir.io. Qual era' pois o paradeim
deiia lula tenebrosa, em que 09 liomeni mais nia-
vei se acbam cumpromellido por odio e flnaen-
S pesto.ie '.' l)eo not quena favorecer com a -u
iiilinila misericordia.
A comarca do Bonito sis' uat inetma, .-cnai
peiort cucumslancia. All t3o as auloiidades 0,
que etlDu em complela discordia ; (oda a comarca
reprsenla o campo de Agramante. O processo o a.
peneuu.es parlem daa autoridades ubre 1, ,lo. a-
quellei que se cuuttm tnlrt os amigos 00 painaua-
dut de ca a urna deltas. Todos sodiem man ou me-
noi, porque a ju.lica anda de llerodet para Plalo-
A imprenta Iem por moiUt vuei revellado p.rie
dese escan loloso etlado de discordia cnlre us allnt
runccionar.o. dt comarca, ao pss.. que o soffrimenl.
he g.r.l com semellianle agilat3o. Ue accaso lujo
ilo em fu.e.l,., nu materia qetdlji um inquerilo'
11 iiiou liumille I ->ao por ceno, .abe o iodo o mundo, mas ninzuem
mente collucado *e importa com islo.
Enr. Stulo Antaa a cunas nao vo mellior : 11 j a
aailacao be de langa dala ; agora a rede do procetsos vti envolveudo man genle uns
plicaliva di opi- por lai e oulrot pur nefas. Nao lie de cerlo o espirilo
tecolo; porem [ de parlido, qu* influe para lemelh.ule etlado de
rtconhecem 00 agiiaclu ; all a poltica morreu para revivtr debano
anclada e irre- I de urna nova forma conso a eryaalida ; agora Irala-
idic"* Mi.i, porque tnvolve
rimriro inciso, e ore-
a, porque entura a
inetino espinlo do
v. I.imeiii'i 11 liuma-
ein 1 s. en n.io leudo
enle, conforme
inulo, d'aquelle
por ser elle o te-
tlgrapliir e
menle a eras
go ;
^^k de pensar,11 rt-
A bjpolliese
a ii''i.m 1 do que
vela i> Igiiomncia
misma pelo que
teculo ; esla o ayi
oilario que terrl a
iiulira aenliora reda'
' N.io me enlendetjp
culpa dilto.
Na iulroiluci;ao
pedio a occaiiao, qu
qoe 1I1 i,..ni a ett
col do enminho d
de 01111,1. 1 ,1,1,1. inv
eulender, uole-te be
m urna posiclo solir
qoe Ihe s.1o anterior
n Nao concordamr
liro-me, n.lo pbra'
mao que l.iru da 11
-irr. i opimao dot 1
lempo em que vivemot^H Tiu.^
sislitcl icndeucia I'arjJ^PaiH^Ko. se ila influencia, que ie lornou urna e8"i,' r,
-so, o ino'lir^"K[^tSrme exprim na cholera ou corno a beiiga. Dizem-nos qoe o prnprio
- H, .0 ha-^rv.in em rham ./
orcrjo adversativa
ie o ser-uto em que > 1 vttett eleriai etc., he lodo
hypollielico, e nincuein dlrjk'a/UM ,1s-ccuro que
o sculo he material. Mea <
Se, poi, durante na ^tVVU9'toiMIos que nu- fo-
r.uu rniifedidoi 1,1 ra otceevjbtflttjtt. il 11,.;.111 do Kn-
saio l'lnliisopliieo. en ilofetiiVtWi "ijrn
vasos ., malerialidade do etln,
<< Inucei o auallienu ao Icepcrraleiroi
do* boii.
(lomo he que eu 1 rarlillio CJMt) o p
que o chri-liaiii-mo he a intldifled 1
ulurilicacao do espirilo ? Ceta be |
,i .'liiii.'e rpiTivo o corpo, % raniirjrr
material como a conde
A comarca de Uoiaona vai pelo mermo camintio ;
he a peste da in/iuencta,que tambem persrgueaqoel-
le-ahengoado lorrau. All qua-i lo la a genle grada
est dividida em doasgrupoa, lioatiliiando-ie de ooia
liTK,08 """11" e m8liel'a 1e Q>ui, Pouco houra a noisa civiliiarao.
rOTno ne qoe eu ||e espauloao que homins da ordero dos Srt. cormiis
Mulo material Ir, jo.1o joaquim da Cunha Reg Barros, Ai.lonio Fran-
cisco Pereira, Antonio Alvet Vianua, Rvd. vinario
Domingo* Alv*ret Vieira, e oolrm muitot t,lo rico*
e dittinclos como inlelligentet e probo*, dit^am mui-
i arena dos comicios, qaaodo nao por si
a ideias d*
materia, e a
e eu ex.illn
progresso
,
nialerialrnmoacou.lenindaj|MHieru|lumano?a metmos, n menos porteo amigo, e adliere e-
Comoh, Una inenle que M .Intoj errtdaraen-1 p,r. ,e chafurdarem ne... ^SWSSwSw
1. qu. o secuto Cual he a |t.ii da material.- eo.n o F de ..us ap.lo. Pooc. comarcas Iem la, -
i l*Dt|i*.i'J-9
em nexo,
dad.
Cerlamente nunca eu
sem correlacao I
Ku peusav qoe i,meri*l..a|Sni.ia insiera ha-
viam exerciciot non- n^.!lT8|ora sei que l.im-
b*m ot ha na prosa porlagnMatirA' vista pois, du
que lic.i exposlo, rinem., lltabllo mais urbano qua
me lie possivel, ,1 fonte .teiidk etDiui, o ., \*wt .1
noo intelligere qu. m.1
O critico ,1o Lnsafi
toffre de munomani.
nante, urna palavr.
chrislianimo o tal
o que um lonco iiiui
rodeiam ...
ledo.
pliico parece que
a ideia piedomi-
l'lianitmo Sanio
lilarchn [\i d'ell.
dot objeclos que o
assim. se o ir critico
Total.
138
Continua .
(Sommunkabov.
Porem, porque ie',
he versado i> na lilla^^^^Koderna, como os Ven-
turas, os l.acoidairfl^^Hselheiros llaslos, ele,
tic. ; I '.
Couf'isn mni int?rtnHn' -
lora do aeeul. ..c, jM*/ (H. ne la 1 1-1,1 : Ma ikuo-
ro-a por vonlad
nedio eslupend
da improvisa li
fallar do II uill
dat Encyclope
di escriploret
nele l'orlugutl
|f porque conllevo um re-
roso que d. noile para o
mo he o critico : n quero
ccionarios da conversarlo,
rilo desse caUlogo de nomes
modernos que ha no Csbi-
nra.
3
32
33
.'i
Doat palavras ao publico por occasiao da crilica
lilliraria, que vem inserta no Jornal do commer-
cio o de Pernambuco de II de srlembro.
Ilavia eu assenlado enmigo n3o dir.er urna pala-
vra ao a critico do Ensaio l'liilosopliii-o, i> mu
princip.lnienle elle n.lo lirasse i mase,ira, que o
redur. a Irisle condigno dos espirilo pequeu.-.ios.
Oulra idea me anima presentemente. ,n
.Nao ein aliene,"! 1 a ese censor intruso, mal
ca.lo, e cojo escripto deixa ver mui el
quein elle he, porem em atlenrao o puhl
Irado, eu sinlo urna necessidade
ilier algiiiua cmi-ii acerca da critica
C'immercio desla cidade.
O homein, naluralraenle eorioetjaaj pjBJt 110-
vidades. Se eu laucaste no mais^H 'nliil.i,
como moilos anic-s me t m actHI ^Rcrtltea..
que ae fez a' redan;,1o dc^tfl ^Kilosopluro
l'ernambucano, lalvez qoJJB ^fito niiiis le-
ibre tal que
egas da r*-
ara re.po.a-
Vltno pensasse que
neui eu, uein qualq
'taclo dispunlia dos i
de-la.
Anda ha ponco, no ir^a"
,em cuja comanle cnllahoi
lugar) eu revelei ao eublici
acerca da critica em gtr*l,
as's.
Preto tanto JL,cjil>.
<-lino [iiezo*] oeiistlbu do
' 1 1 11. mio V i.Bo
l'-C'ew .lote
busleiro quW**."* eti
A critica eu k> com
Itoquelle : a ella, segu
boin, notar o mao, pori
ctiar def.itet errot
jar da censura, no
usa, diz pnr -11,1 vez
lura palria, e o ese
ver que por aeos me
melhurainenlo rea
gratuita, injusta, .
du 1 a quein a faz.J
do. 11
Ora, o ti critico
varia por ventar
grande poeta e p
prinieiraa hypoltt
ceilos'.'
Cerlamenl. q
Eulielanlo o
huniildemeiile
Paula, uina casa terrea,'arrendada por
'Hi-, ImpertMCla da dcima.....8061U
dem 75.Antonio Joto Setub.l, una ca-
si terrea, arrendada pur 'J6>, ini| orlanria
ladenm...........876
Idean 77.Joaquim da Silva Lopes, una
casa terrea, arrenda la pnr lili?, impor-
tancia da dcima '.......836(0
dem 7'J.Viuva e herdeiros de llerculano
Alves da Silva, ama esa lerrea, arren-
1.1a por :16;UU0. importancia da dcima. 39210
dem 81.Mari. Theodora da Aisump$Ao,
urna cata terrea arrindada por 7:2J), im-
perlancia da dcima.......
Mein 83.lrmaula i'orlaa, urna c 1 ,1 lerrea, arrendad por
111-)(H). importancia d< deciin. 5oi!)0
A ineiifia, urna casa terrea, arrendada
por 6O3. impurlancia da dcima .V>i00
(ravc-.i do Vieira.
N. 2.l.uu Anlonio Vieira. urna casa lar-
rea, arrendada por 1-JOjOOO, imparlancia
da dcima...........lUIMOtl
dem 5.Josc Pereira, una ca-1 lerrea,
arrendada por Ijil-s, nnpurl.iici.i da d-
cima ............ 10)800
Id.im6. iiiesinn. 11111,1 casa ttrre, ar-
rendada por 1_'H--, importanri d deti-
'!"*.............llljjSlKI
dem. I.Jo'e Jronte lasto Jnior, una
11*. le.rea, arren lad. por 168? mipor-
l.nela da dcima........I.V-ljti
Ide.n 3.-ii mp.iMft,iiiiia casa lerie.i, aireu-
.1 ul.i por IH'I;, inipeiiaiuria da dcciina |6a)U
Idean i.O metmo, nana casa lerna, r-
len.l.ila por |iu-> inperUoei. da d-
cima ............Ifrs-jfju
Irave, a dea liuir.r.pee.
>. I.Anluiii.i Alves liarhosd, Uma rata
s
'Viscmide de Loores, urna cas.
Ierre, unida a de numero > B da rua do
Apollo.........
dem I.Jos da L'arvalho Cos, uina ra-
sa terrea, ero obra. .......
dem >{.O int-ino, uina cas* lerrea uni-
da a .le nnni.ro 8 da rua do Apollo .
dem23.JJoa Pereii. Vianna, roa casa
Ierre, unid a de numero 10 da rua do
A polis.........
dem >'>. Maria l'rancisca Morque' d
Ani no urna casa Ierre-, em obras. .
dem 7.Viuva de Jos Allomo Moreira,
uina cm& ierren, .nula a de numero 11
da rua do Apollo........
dem -29.S>b.i,iiao Mauricio W.nderry,
urna casa Ierre, unida a de numero 16
da rua do Apollo........
i lena :l|. V|uv. ,. herdeiros de Paulo
Pereira Siinis, um sobrado rom urna lo-
ja e um and-.r, unida a d. numcio 18 A
da r 11,1 di. Ap.lio...... "J
IJem 31.Viuva e herdeiros de Lu,,
int l;ericrra, uina casa lerrea,
de numero -10 da rua do Apoll
dem 35.Manuel Jos Cii.laca,
lerrea, unida a de numero d.
Apollo. .
I 11, 37.Anlonio llolelho Piulo de Mcri
quila, nina va a leirea, anide a d
mero i da rua do Apolhi
Mein 39.Anlonio Alves Barbosa,
ra-'a lerrea, unid 1 a ue numero .dflPtti
da roa dtt Apollo .
dem (I.Jos (ioi.<: Iwr, I orre, mm ca
a lirri'i, un: la ,1 il-i numeiu Jj da r .-'
11 Apoll 1........
I Iem i !.Ji.f Anlonjii d Ai.aa>e,ie .ro-
blado com Ulna 1,'ji r uin tniD, ern
Jira-, a |o|S i ccitpada p. IlI,W***'*>t*!ll a-
I rfJa pur l;l*'i~, iiuiiurlaijtJr^*)!tjfcitin.
solleira.
46 Miguel Alvcs Pereira, annos, parda.
47 Trancisco Alves Pereira, 7 annos, pardo.
8 l'rancelino Alves Pereira, 20 anuos, par-
fio, solteiio.
! l'rancisco Alves 1'ereira, I auno, parilo
50 Manoel Jos da Fonseca, 60 arinosy
branco, casado.
51 Maria da l'onseca, 50 annos, branca, ca*
sada.
52 Anua llermelinda da Fonseca, 28 a
branca, solleira.
53 Uarii da Fonseca, 2i anuos, bra.
teira.
5 Generosa da l'onseca. 20 a
solleira.
5<; Cosaria da I'oi-'ii, J.& 1Hp0|
solteir. j___
tios.bran-
m>m; icano
upo o ullimo
mili opimao
lli eu nao ilis-e
a como liarrelt e
le, deve ioovr o
'azrr timbre em a-
alla para se reeosi-
be bem fondada e
, ganhara' a litlera-
Ic.do deve Tolaar de
ilos contribuir a un
ua, te pnrem ella he
ragu.nlo, 90 deacre-
em favor do crilica-
aio Puilosophico obser-
quisilos lembrados pelo
pe lexicogr.pho na* daas
radas em seas sabios con-
Alinal. e ] al qa. ene li' re-pj|o, eu julio ha-
vtr panleuiealM u'pulilico a injuslici, o peJanlis-
iii" i' le a oModMtMle'il men jIuiimi
Ll:e me o^aVJfajJa|tfecue as minhas .. prunrias mi-
seria- I HeriHt.u. (T^n porem o entrego ao juizo pu-
- -'he qoe o puhlico deve oceupar-se rom
cousisiie-ie l*ei-
Depiiis iftfHini^iuiraitaa redeecJJte, o o critico o
-li ii-e cjaBrMfcd;aiij*#_^fenare!e envelerada. ao
chroni-l (Mfitiat 1 PhaJoWipao. E o que he que
elle crfttVMqrW ttlmelf lur ? A elnenr;ao. o O.
s.bio 11 teWt^N"1 rjenu, rellecte obre o terreno
ein 1: t.pin. Logo, segn I 1 o crilic.i. o sabio esr.-.a-
- 1 ciintjslpthlBf .terfeiw sobre que rellecte, porque o
''. iBltr l'4l., pdr cttf**. esqii.eeu no chefe dos nrilei.
A forma (ilnni luerevesle o pensamento dnchro-
ni*lell*.l*)'t>lei:-r.te. e -aiha o 11 rrilicn o do Ensaio
WrlIStephlrii que a censura mal entendida, que *op-
ptfaitlC" ao elimnala, recabio sobre una nolabtll-
l.a.du p.'i/, recaln 1 sohre o nosso disiinctn. lalen-
incslre o lllm. Sr. Dr. Josc Anlonio de l-'igaei-
, o quul, coriigindo o escripia do cliroiml, ru-
cou a phrate que existia 110 aulhographo, e aubs'--
lui-a or esta que o senlior e.rlelarehn crilicou no
seu elevado jaizo. Eu pnderin ir mais adianle, se
me nao faltatse saude, poit he com immeuio tacrili-
co que dicto crias linh.it.
Por rfellarencia aos meus amigos Itrandao e Frei-
tas lome smn-iile robre mim a rcspons.bilid.de,
com que me quiz 011, ,r o nrritieo. do ensaio Philo-
sopluc. ; nao querendo que elle* s lliessem em soa
11 pul n;'i 1 literaria por n-rrns que s sao meus.
Ilecife I i de elemliro de 1857.
Joi Cortolano de Souza Lima.
CONTINUAD.' AS REPLEXOESSOBltE O NOSSO
ESTADO I.NTEK.MJ.
II.
Useuius no nosso anterior artigo, qua tiuliam .ido
tot homeni dlalinclot como Coianna ; umita riqueza
e probldade, muita inlelligencia e bilarria ; (joiauua
figura em noaiot fastos eom a m.ii bella pag na da
historia da provincia ; para que rr.ancba-la agora
com o qoe ha de mal* vil .bjeeto eolre gente de
mediana educ.cJIo, i-to he, a intriga ?
Se os qoe se dizem ehefet detse* grupos pesaisem
por um pouco o quanto deve afeiar teus nobres ca-
racteret n ridlcolo papel, qoe aroboi repretenlam
nefe jogo de metqainhol inl.r.ste* iridividuaet ; es-
lamo* eertoa que elle* reeaari.m espavoridos de en-s
proprias sombras. N3o lemo* a honra de conh-cer
pet-o.lm.ole a uenhorn dos di-linclo- ehefet dos par-
tidos em Guianna ; mas conheeemos seo preceden-
tes, su 1 vida publica, seas importantes servicot como
cidadao e como autoridad, e para nos qualquer del-
les merece toda a considerado, qoe te Ihe tributa,
111 la mesmo enlre 01 do grapa coutrario. Mu*, qual
a origem desta deiavenca, desaa Iota, den* discordia
inte lin 1 que alTecla udi 11 iinpurl.nl. coinarc. d.
1 loiduna '! t.lh a maldita ioflaencia ; nao a ben-
fica, porque niogum a dispolari a nemhuro delles,
mas a influencia maligna da auloridade !
E para qu. neceaotam da autorid.de es humen-.
man ricos e mal grado* da eomarc. 1 Qoe m.is In-
lluencia oo prestigio pode dar ao Sr. Joao Joaquiui o
cummaudo auperior, ou' ao St Anlonio Francirco .
delegacia T Irabalbo, encommodo, responsabilid.de,
porque ninguem nos faria crer, qoe algum dellet
aboaaue do seu cargo para lomar orna importancia
de qoe nao carec, individualmente. Entretanto eu
alii o pomo da discordia ; e qoando ambot quizeraiu
prem jogo tuat influencias oflici.et, saerilicaram a
legitima, e aconleceo-lhes jallamente a fbula da
ostra adiada no montoro ; alguem licon com a pe-
rola, e elle reparliram enlr. *i cascas.
Sangra-se-noi o corac.lo lodat ai veze que vemos
Jilarerada a notsa bella provincia por etses odios
mesqoiuhos, por estat inlrigas miseraveit, cuja maior
P*'lo [' Menee a oulrot que nao aos que uell s figu-
rm. Como lie possivel qu* lameos 13o ilislinclos,
como o. que acabamos de nomear, te esquer.im, nao
por momenlot, mat por meza* e aonerdoqoe devem
a si mesmoi, a seo* nomes, a tuas reputarles nohre
e cusleum.ble adquiridas, para t. lan;arem nessa
lola asquerosa de irpproperiot, iem se lembrarem de
qu. nell. ludo Iem ellet a perder, rada, absoluta-
mente nada a ganh.r Oetejariamu que a noca po-
i<;ao not permillist* a honra de encarar por um mo-
mento aot dout diatinelos antagoni*!.*, e perganlar-
llie : p:^a onde idei, qoal o termo a que pretendis
eheuar Uastari. esla pergaula fMra 01 fazer corar,
porque cada um delles leria v.rg.nha de referir a
hi-luria det.a Int. com lodos ot teai/pisodio. ; tal
he o joizo que fazeinu. da inlellig.ncia, do lino, e da
honettidade desses doo* illuilret cavalleiro.
E porem, como nos narfieja (alvez perintllida eisa
ventura, tr.Urernut eipecialuenle em oulro artigo
tobre 01 negocio* de Geiann. ; e eniao diremos a
verdad em a menor allenjao. neuhum dos lado.
Sem embargo respeilaremos todo os intereitet l.gi-
limo e as proprias convic^Oe, qunndo e fundem
as regr. mais comesinhas de moraiid.de. Nao
pretendemos impor as noua* opioiOes, e por eonse-
quencia nao filiaremos tmeme para Goianna, ma
tambem ptra cata capital e para o reto da provincia.
Seremos muilo felizet, te ao m-noi 01 nono, conte-
lliot Torera ouvidos eom aquella calma, que requer
urna causa 1,1o sagrada como a qo. vamos pleitear ;
de
I a
|de
.->
;
V
iiii'nto d.-sta Ihese, lembraremu* um exeinplo 'par. ,
prov*r, que influencia legitima nao depende dos m*f*yel intriga que a envergonh. ; emprehenda
Cargu* pblicos, nein du poder de mal f.iz.r, e mui- por meio do seu eredilo, e o de seus .roigo, algoma.
to menos da importancia,, que
olltriae*.
resulla das potic,e<
sophico mui ingenua e
en, publico pe lu lo a pro-
evnlencia des conlempora-
amadnre do progresso.
s positivas.
11 do Ensaio Pliilosophico a
por termos la -, e que elle
de Relz. que d.io a entender
conc.'it 1 vanlajosu que faz do es-
aio lMulosophico. Nad. h. la
al de Relz, nos negocios impor-
mar uina le-nlucln prompia : porque
Je conaideracOe. que allluetn au espi-
ide se ii rn s as oulras. fazem suppur qne
sido flullicienlenieiile petada, j)
JJfl^Viiiila nina cousa de du. t : ou reconhecl-
^PB intelleclualiilaile dos escri[i|ores do Eu-
Wnll" pillos iphico, ou reconherlmenlo da crasja ig-
nora eci a t! 1 pi.qii i o rriln ador ; u que ai nd a mais se
Lia homem houve ne la provincia, que em lola
sua loug vida nunca exerceu oulro cargo publico
enao o passivo de cAnsellieiro do gnvemo, antis da
reforma da constituirlo. Este homein fui Joao Ne-
poinuctuo C.rneiru da t'.unha, senlior do eiigenlto
Caraba na raiuaica d. Guianna. Dolado de all. in-
teligencia, de carcter bondadoso e benvolo, pos-
suuido um senso pralico al previsao. franco e ge-
nerlo alta prodigalidade ; elle liomem, disemu,
aozou duraule a sua vida, que foi longa, de urna in-
lloencia e .te ama popularid.de geral ni loda a
provincia. Era, por atsim diz.r, o orculo da malla e
al dos notto* *erles ; de loda a parle o procur-
v.iiu romo o conselheiro nato ern loda as disien(e,
em lodoi os pleitos, e em lodos os negocio ; ara
consultado l obre vida intima, tobre o inlere-
ses e quesle de familia. O s.u coot'lho, a toa d-
ehSoer. sempre considerada como urna senienca de-
liuiliva, de qoe ninguem se atreva a appellar. En-
lielanlo Iota esa influencia palri.tchal 10 for. ad-
quirida por mel doi livores, da* lianza*, do* em-
pie-iiinns, da pr< lerc.io decidid, ao frico, no ampa-
ro .1 viiii.1 desvalida e aos orphos desamparados.
I ina carla de Joao Nepomuceno para qualquer
autoridad, era um prova inenneussa da pi-ltc 1 da
causa que elle advogsva, porque er. incapaz de pro-
teger a urn malvado, um face ora, ou de occnllar
um crime, o de ferir inleiene de um lerceiro.
ludo nelle repirava franqueza e lealdade ; ludo
nelle era grande e n.bre como sua alma, elevado
c m 1 o seu pensamento. Mulla gente deve existir
nda que conliecesse o homem. cujo carcter .c-
pequenas obra, de qu. necess la comarca ; e ntta
Ihe juramos que, dentro de dez annus, (odas as toas
proprie lades, luer ruraes quer urbanas lerao dupli-
eado de valor,atsim como ata popo lacio; e Goianna
teria, nao ( a segunda cidade da provincia, como de
lodo o norte do imptrio. Para presentir ludas etses
cous. nao se necessil. de muilo talento, nem de
minio saber : basta ama mediana lultlligencia e al-
guma pralica do mondo.
Aritliiei.
{Cwt\nuo.T-e-ht.)
P. s.Lina raipoila deda agora a ola, que fize-
ram os aenheres redactores ao nosso primelro arligo,
viria ilelinpar u nosso plano, e Irantlornar a ordem
da noatt idea ; permiltam poi qoe rettrvemo*
pr o lini a respoil. qoe prelendemot dar-lhet. Po-
demot desd ja assrgurar-lhes, que o dosio lun he
c.bar rom eile etlado .normal, em que estilo at
no-.as comarca do inlerior, e por lano qoe nao d-
vog.mos a caua dednenhnm. daa pnclalid.des, em
qo. te acbam dividida. ; lenh.m pois um pouco de
paciencia, e por lim coneord.rao pe.feilarninle com
naneo.
Vale.
quainto diz logo depoisque eil.is C"n-i- ] barrios de eshocar ; mo he poit ama licrilo no-sa,
56 Alexandrin
Ca, solleira.
57 Ilrmelimla
ca, solt,
58 Franci
aun
A
178 Mnoel Ormano, 16 annos.
teiro.
179 Frjtuiisco Germano, 10
solteiro.
Jos Faustino, 36 ann
luiza Mara, 26 aiij*
1 .ii i'is.-n ila- (.liaa*1i?'^Iit
ciinu o, casado^D
Thcodora y\.\\^Sm
f.tsadaj-jj ^^^Hr
Pedro uasT&M0M Sanios.
1! :ui.ll*,#.a|tei*
gas, 10 r.mis, crioula,
180
181
182
183
I8
185
2 annos, bran-
1 Alves de Pina,
usado.
Mna, j8 annos, branca,
'1 anuos,crtou-
18 annus,
mm
to, 30 anuos, pardo, solteiro.
ico Gomes de Souza, 28 annos,
o, casado.
a Maria de Souza, '23 annos. bran-
M, casada.
1CT'liii ni Nicolao, 36 annos, biauco, ca-
Ksado.
jjat) llo-a Matia Mculao, 32 anuos, branca,
W casada.
'9I losd Nicolao, 10 annos, branco, sol-
triro.
192 Maria llosa, 8 annus, br.lica.
193 Antonia Maria, 6 anuos, branca.
194 Anlonio .Vicolao. 5 annus, branco.
195 Joo Antonio da Silva Lemo, 35 anuos,
hrauto, casado.
196 I^nacia francisca de I.cutos, 33 unos,
branca, rasada.
197 J. o Antonio de Lentos. 12 annos, brin-
co, solteiro.
198 Manoel da Silva Lemos, 10 annos, blan-
co, solteiro.
SKWKK 199 Firmina Ldinos, 3 anuos, branca.
HarSea Alves de l'tna.l annos,
sollciro.
Alves de. Fina, 9 anuos, branco
a Alves de I'tna, 8 annos, branco.
l'edio Alves de Pina, '2 annos, branco.
B Ccs-rio Alves do Pina, 3 anuos, branco
65 Josc Flix Ferreira dos Sun'.os,6 aunos,
pardo, casado
66 Maria das Dores dos Santos, 38 annos,
parda, casada.
67 Candida Ferreira dos Santos, "20 annos,
anuos, parda, solreira.
68 Francisco Ferreira dos Santos, 17 annos,
pardo, solteiro.
69 Maria Ferreira dos Sanios, 15 annos,
parda, solleira.
70 Jos Kerreira dos Santos, 11 anuos, par-
do, sulteiro
71 Auna Ferreira dos Sanios, 10 annos,
parda.
72 Amelia Ferreira dos Santos, 8 annosi
parda.
73 Joanna Ferreira dos Santos, 6 annos,
parda,
7 Juio Ferreira dos Santos. 5 aunos,
parda. 1
75 Antonio Ferreira dos SlHtOS, 20 annos,
parlo, solteiro.
76 Filippe Nery, 30 annos, prelo, casado-
77 Antonia Nery, 16 anuos, parda, casida.
78 Maria. 50 annos, parda, viuva.
79 Daniel de Santa Thereza de Jess, 40
anuos, purdo, casado
80 Sanliorinba Francisca do Jesns, 26 an-
uos, parda,casada.
81 Florinda de Jess, 39 annos, parda,
viuva.
8-2 Paula de Jess. 20 anuos, parde, sol-
leira.
81 Jos de Jess, 21 anuos, pardo, solleiro.
si Maria de Jess, 10 annos parda.
c s pesaram aobre seu eip'r lo, o que prova
a demora do sea a bello parlo critico. Ma-
qu o aristarcho o no Eiispi Philosophico es-
revendo he precisamente o mesmo qne um papa-
gaio fallando : ha alli apenas o inslinclo animal.
Cilando ama enfiada de escriploret ;no qoe mos-
lra u muito conhecimenlo 11 da iilteraluro modero.)
I inc.i-ie I uin esfumado a' introducto, de cuja Un-
tura conclo. a muilo bem u que *u a lea de ixuu-
rar 01 pr.ceilos d gramin.lic, e.lou mullo atr.iza-
do na Literatura do aerlo XIX o, porqoe :
Loro no principia diste elle : Nao f .Mam cs-
criplores cunlemporaneos que recondenara no lem-
po em qu. vivemos mait pronunciada e irresisli-
vel leiideucia, ele, ele.
lira, segundo o critico tu moslro que ignoro
os pr.ceilos da lyntaxe com a collocae^ao das pala-
vr. o recoiihecam no lempo ; por qanto llovera
ler dito : a nesie seculo em qoe vivemos nao fallan),
ele, porque diz elle : ( lie do critico a relcelo ,
que o ci mplcmenlo circumslanlial nflerlando a o
loda a prepoiii;So na qual se achn, nao he indiHe-
rente, nimias veze, collocando-*e nelle ou naquelle
lunar.
O critico o nao pcrlenceiidn prov.velmenle ao
greaiio d cocicdade, cujo peridico lenlou criticar,
e veulo oa eus zelosos collaboradores uin pouco e-
levadot relativamente a elle, pela lonvavel misso,
d qne e tobrecarrrgaram, quiz en-lo com a seta
enveiieiida do despeilo, mas esla, que as sujeil
le dos corpos, qoando arremcssadu
offendo-los, vollnu e cravou-se-llie
cara.
Empandando a uferulau com que cosluina acon-
tar crianzas;, quiz mostrar um grave erro 11. ininlni
eloeucfio. porem foi malsuccedido.
A lingua porluguezo, til ha le.itima da latina,
11 E na lingu. na qual quan-lo imagina,
o Com pooca corruprao er que he lailima, e ae
presl, do metmo modo que ca, a diirereutea con<-
lruc(Ae eramin.tica.s, e a de que mi serv nao csi.i
.riada. Eu porem ern.11,1, nu, pelo ineim, commel-
leria um pleonasmo sem necessidade, te escrevetse
como o mestre de escola me quiz entinar : note
seculo em que vivemoe, ele.
&0mp0n&enria3.
mas urna reahdade, que deve honrar a lodo o. seus
compatriota, e roja historia devia tirar gravada em
uoaflas caberos, como a sua memoria em nossot co-
rar.) s.
Todavia, podem-nos dizer : vl mesmo jA confes-
aasles, que a e.n.lirio dot cirgos'pulilicos fura uina
necetsiJade itisa poca de agilar.lo, lo funesta
para o Brasil. Sun, concedemos que fura ate cerlo
poni urna necessidade suprema de Raianliai ; mas,
em qoe poca, em que etrcomslancias '.' Accaso es-
tamos anda lutando com os inlereases .tas facres,
qoe nos dilaceravam ? accaso fura lo feliz essa e-
poc. ni.il I la, que a devamos conservar debaiio de
loda as suas formas hediondas e lerriveis ? Nao ; a
inlluencia maligna da auloridade deve cess.r enlre
nos para que leuh. Iu_ ir 011 renas;a a influencia
benelica dos grandes preprielarios, do bumens ricos
e abastados 0,1 provincia, dos honiens iiilelli&eules e
probos; emfm de lodos aquelles que, por si un pe-
los seus, pon.ni prestar verdadeiros o aleta servido
us -uas le-peclivas localidades.
T.rnhrm pereunlareinoi por mista vez : poje ron
vir aos inte.cssss da provincia esse estado de vio
lenl aguaba
ilgiimu
pelu.iiu e
Senliort reiactoret. Sempre que na lev. ao
conhecimenlo do publico um. noticia, on ella lenh.
o cuiibo da verdad, oa nao, he lida e lid* como ver-
dadeira, em quanlo le nao moslra o contrario. C.rlu
disso, e nao desrjando que teja lida como v.rdadei-
ra noticia qu em su. rarl. de -i) de maio ultimo
ImpreH no Diario de 4 de julho lindo, d' o Bo-
vitlano sobre ot pretrndeiites ao commando tupenor
da guarda nacional desla comarca em o trecho que
cuniee,a : O lugar vagS do commando superior,
meu amigo, lera sido lio ambicionado, que muita
Rente se Iem reme.do, o Carvalho e Domici.no, ja
mandaran! positivos ao Kecife etc. etc., e mais ..li-
ante di/. :Tambem 9o pr. tendentes u Alvaro, Ma-
nuel Nuues, lr. Miguel, Lotlosi, Itoqoc do Exii, e
11. ii- al- 1 rn que furliv.mente s. Iem eeonhado__
lancei mSo da penna para scienliflcar a todos os que
leram dita noticia, que ell nao Iem um domo de
verdade na parte que te refere a mim e ao meo com-
padre l.nslos. O Boavlitano, baldo n> lodo .o nai-
pe, quiz enl.-eler 01 leilores com frioleiras lodat des-
tituidas da verdade, he, pul, necr>>rio que elle sai-
b. que, se eu por aquellas mi-m s enalta, qoe dese-
Je, me au cmpunlio, ii.Ij me remein e nao per;,
por que .si. he o mea g.nin, como .bular-me-hia a
eiupenhnr me e pedir aqoillo para que 0II10 coma
m.ior inilillerens t Nao Iem si lo a fur;a de empe-
nhos meus que lenho ido nomeado juiz municipal
em dous quatrieeni.* ; live 1
.minos que por mim se
1- 111le1es.ar.11n sem que os importunaste.
- Ja v poi o Bod>lano que, nao lendo esse en-
era que o encoulrini os anime* em pregos lucrativo', e oolro* a qoe lenho msumilo, da
i.s uosss comarcas, est.s odies que se per-, que r*ulle-me muita honra, obrigado-me pedr p-
Iransmiltein.comourna beranea de familia; ra alcanzar om que 111 acrrela incenimodos, n,in he
'" lola da imprenta, em que a honra, a vida in- que havia de remeter-nie, escreter e pedir .0 Dr.
lira, o pundonor e o lirio tld asialt.dos diariamente Brandan ou a oolro que melhor lellra Imha par. o
e.ino em iiinaeslradii publica ;esses processo acin- goeruu !'.' Nao pdenlo o Boavisl.no provar tu.
lusos, em que nao se sabe o que baja de mais lorp*, i tierc.ao, fique o t.u dito como n5o lio.
par. o ar, sem te a audacia dos juizes ou a infantil das leslemunhat; 1 Itto que lie. dilo he quanlo a mim, qoanlo porm
n.i a rotunda esa d.imor.liMCo espantosa, qoe prova ale' a evi- I .0 compadro l.u-lo?a he ell. lo avesso empreRos
dencis o regresso para urna epor de que deveriamos' de qualquer nalurea, qoe podendo r um do ho-
eslar Imige ; esse estado de proanda agonia em qoe ; man* de consider.cao d. comarca quanlo a poltica,
esl' intruulbada a Rente mais grada, esperando allegando .oa poiicuo, (peit oh* quanlo ao parlicu-
*aa vez de ser alada au pelourinho ; e.sa vida de I lar,) dcapreza ludo ino a poni de n3o querer ter
incerlezas em que vivemo, que he por assim dizer nem ao menos *leilor. E e elle asim nao pens..r,
um continuado marl>rio ? Ale' quando pois espera- se deiejatte usurar de homem politiro, *e ambicio-
remoi pela Divina Providencia, tem qoe da notta na.ie empreeo etc. etc., qoal o daqui que Ihe cobri-
liarle racimo* ao menn* um acln de conlrij.la 1 n. o lanro 7 Nao pode o Bo.viitane ignorar que o
guando linalmenle (..ver um termo para tolos l.u.lr. he dolado de lodat at qualid.de. nec.--a-
o-ses .ollriniauloi, para loda essa miieria, par. lodo rias p.ra agr lar, que goza de urna eiliraa Rrral d.
esse fh.Rello |j s 0( habitante* da com.rca, ou ej.m Guellu 00
Nao he de agora que o proce>sot no llio-Formoao liebelirio; que nunca te prepOe a urna coua, quer
for.m cuiisiderado como meios de inlinndaeoo 00 aqu, quer fora daqui, que nao a alcance, ja pela
Ora, o adjectvo pronominal iresle.o precedendo ao de ving.ne. ; j o reverendo vigario coulros moilos toas boas maneirat, ja pela sua ine.i.save rlivid-
.'l
substantivo seculo, i por sua qualldade de demon--
Ijativo, deisa ver a inlelliRencia anda mai me-
diocre, que o tecolo, a que elle esl adjunlu, 11.I0
pude ser eolro seno o actual, ienao o em que vi-
vemos : logo o dlaar-ie nesle cenlo em que vive-
mos, o he ama reluodancia que nem sempr dirc
quein .sliid. porluRue/.. r--e=liia Ibera : k no s-
llnli.in silo viclimat dessa poltica fatal, que acaba de e energa, js fin-menle pela facilidad,- com qoe
de envolver em sua rede a um do homens mais di- d Uncinada parlilo domiuanle. Com ITeil, o Sr. le- guerra e faz a paz.
miite coronel Jos Anlonio l.ope netbe de toffrer E'Ura' por veulura persuadido que elle fui este
um pr, cesen, e com elle lotos o- i.eommodo* qoe lim ao lleeife'.'enzanou-ie redondamenle. Negocio*
.: siumam acompaniMir a leinclliaiile flagcllo. A ma- parltculares e alo poltico* dinzem seus pa sos, e al- "
nia dos procesaos be buje una peste n.qn.ll.i co- guns n.1o mulo particulares que levou era mente l-
culo em qoe vivemos, uo lempo em que vivemos ele. marca ; ale' que (o que Dees nao permita) veuliam do c nsesoio, como cosluma ; fique por lauto S S
porem mal : nesle seculo em que vivemos, ueste : as vas de fado suh-lituir a do dircilo ; desastrada cerlo de que o Luslosa uunca fez era faz empeho -
lempo era que vivemos, n porque a phr.se cumple- compensadlo, qoe ja' lev inlelizinenle eomeco em por laes coas mentar u.m que vivrmo<,o torna o sentido reduu- oulra comarca, e ale' mesmo 1.aquella, como nos rn.ncienou em sua noticia, pois qoe os considtio ca-
dente, e pode dizer-** qne algoma. veze errado : I arabam de informar. valleirot.
A constrorcao das palavr.s pode ser directa ou in-1 A comarca do Cmoeiro 11,10 esla' menos asilada O cammunicanle deve cengir-se a's nolicli que o
ven he directa, .. dir uin orlhographo, quando as I pela furia dus proee-sos, e |clas vinaanetl e odios publico inreretsa sab-r, e nao faze-lo lr urna carta
pessoaes ; o rominan.lantesupe.i.ir, velho respeila- recheada d. noticias destiluida de iroporlaucia *
vel por urna vida illibaila e e"m mancha, por urna verdade ; devendo servirlhe esla pequen. ..iverlen-
posicSo social, que o deveri, por a cuberl > de seme- cia de emenda para que ae nao detmor.lis.Veja qu.
Hianle perc?ui.;-o, tambem -ollrera um proc>so o Nolici.dur csrreve ha mais ler po do que S. S. a
palavra de que se corape uin oraejlo se achara dis
postas eguudu a ordem das ielaer.es que ellas teem
tnlre si, he inver. quanlo se interronipe ou ollera
a nrlein das suas rrlacOe. A ordem inversa, n.lo
obstante ler as toas redriccoese-tabelccidas pelo uto iclntoW. em que tua honra fura manchada por urna anida nao (ni conlradilado em ma.' noticia*), ao p*ito
de cada llngaa, nao terowcomo a directa, preceilos; lurpe calumnia o laclo foi Uo escandaloso, e lano que com ol sao daas repostas, j qae S. S tem lido.
m
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO




-.
O ARIO DS PERNAMBUCO SEXTA FURA 1 DE SETEMBRO DB 185?.
VIII d Cabrob 10 da agotto di 1857. M^uil
Goncalve Lima.
Sri. rtiactorts. ()Mi Pagina Avulta do Diario
de rgundi-ftira 14 do crtente mei, vem a nolicla
de un r,iclii qao n,io he extelo, aea merece a qua-
Iihcae,au que se (|e0-
Son a epigraplie lahtrneirot e ohjeclos loria-
do! diz a pagiua o stguinte : que mu individoo
que lem taberna mis Coelho*, tora preio por haver
cumprario a om prelo do Brande boapilal de. alguns objtctot do mttmo ho*pil.d, nao nb'tunte
a reclainacet do rfspeclivo regente, dai quaes
abosan io cunlinoavasem rebato.
He inexacto : nem o individuo dono da lahrrna,
a quem alinde a Pagina Avnlsj, comproo objectos
Tunado*, ntm o regente Un- lee algoraa vex obser-
vjcAo no Matilde qoe iliz onoliciador.
I ni prelo do Hospital foi a taberna cum algumat
ramisitde preto de algoriao, e orna* cainitas do es-
tdlieleeimeiito.embrolhadas.e di*se ao dono da taber-
na, juarde-roe islo aqoi, que logo venho butrar.
O dono da labern, tuppondo ser roupa tuja,
raandou qoe a deilasse para alii. Nada roals houve.
Ao dtpji*a commisfli proeorou saber, rom au-
xilio da polica, deila occorrenria, reiivndlcou a
roopa, tero .i mnima opput'c.30 do labernero.
Assim poii, ve-te que nao houve immoralidade
alcuma da parle do t.il>rneiro, e que o faci nr-
ralo ni Pagina e ma applicacio pode ter as rellexOes da Pagina, com
ase taberneiro, que alia* lodo o mundo o conhece e
abe que tempre leve probidade e booscoelume*.
Urna testemuuha ocntar.
tyuMcatota a prttoo.
UMALVGRIMA
Sobre a lousa, ila III mu. Sra. IJ.
Joiimiti Tlini /.u Siiuoi :sto A mu.
ral, ciu tributo le respeito e vc-
ueracau, otfrrecidn a en fllho o
lllni. Si*. Jos (l'Alcmiiicr Slme*
to Amara!, tutu prezailo amigo.
Quando por.le a trra mals om justo,
(janha o ceo rnais um Iriampho.

Delta! qua aaia peloaolliot tristea
L'iu terno coraegu le-feiio em pranto.

Caro amigo. Sooo a hora Iritis, a solemne qoe
eslava marcada pela providencia para o patiamento
de vosta prezada mili, mas nao choris que a morle,
para o juno he om bsm, pois vai receber o gal.ir.i.i >
de toas virtudes, pois qnando a vida he um obta-
culo que te anlolho ao (ni moral da bomanidade ;
quando ot embaracos orescero para os pililos prc-
vilesiados ; quando a crearlo da materia contra o
tuolime do ideal te expande, a vida nao be ma-
do que o acolito da virlude, e a mora he om bem,
Miii, he um bem a morle, para xs almat nnbret e
nimiamente virluosaa como a da lllma. Sra. D.
Joaniia Thereza Simes do Amaral, que linlia por
linil,re a religiao e a moral, e por escudo envenene I
contra aa piocellas desle mundo de engao*, a subli-
me virlude do ceo a Caridade.
Dorante sua enletmidade, nunca seo eipirilo se
abateu, porque em seu teio se abrigavam aeiiliraen-
tos verda leiramenle evanglicos, nunca de seos la-
bius -alno urna phrase de imprecado, soiTreu rtaig-
na la como ver la leira christaa, porque em isa peito
halia um roracao puro, extreme do vicio e da mal-
dtde,
Nao choris, pois, charo amigo, vos qua vistes a
tranqoillidada ,je consciencia e l' imperturbavel,
Coiu que edzipoz a apparecer peranta o Juiz Su-
premo, e qoe por assim dizer, viales ma alma voar
a regiao dos aujos, deven consolar-vos com a suave
idea de que he crime ousado disputar a heraiica dos
SSas.
Veneremos o templo, donde Dos arrchalou a
lampada bullanle, qoe agora derrama endientes de
lutes na corle dos justos, e ao uleucio de n .--i pun-
gente saudade, respeilemos os decretos de Dos.
J. F.B.
Hecife, 17 do selembro de 1857.
ELEK.AO' DOS JUI7.ES E~MA1S DEVOTOS QUE
HAO' DE I ESTAJAR A SR. DOCAKMO DO
KKONTlsPlO NO ANNO DE 1838.
. .lili/.es.
O llin. e Exm. Sr. Dr. Joaquim Pires Machado
I' ir i ella, ice-pretdrnle da profiucia.
O lilm. Sr. cuiiimend.idur Anlonio de Paula Sooza
Leu, propnelario do engenlio Malas.
.lui'/.i--- protectores.
O Rvd. padre mestre provincial Krei Jorge de San-
ia Anua l.ocjo.
O I Uro. Sr. Jote Joaquim Ha Silva.
Jui/.as.
As Illmas. Senhoras :
I). I.aouor Joaquina da silva Castro, mulher do
lliui. Sr. Narciso Jos da Coala.
D. Auna Maiia Jos Vieira de Mello, mulher do
lllm. Sr. desemliargadnr Joaquim Vieira de
Melle.
luizas protectoras.
Aa Illmas. Sanhoras :
D. Imbelim Julia Uandeira do Mallo, rnalliT do
lllm. Sr. Dr. Jado Cipislran de Mello.
I. Amelia Dulce de B.rro., li ra do lllm. Sr. eom-
mendalor liento Jos Fernaudet lluros.
Kscrivacs.
As lilmat. Senli.ir.i- :
D. lWmina de Oliveira Ferreira da Cunha, mulher
do lllm. Sr. Jo<,Mara Ferreira da Cunha.
I>. Geliclna da Jess TeJtaira Crrala, mulher do
lllm. Sr. Carlos Joao de Souz Correia.
Eicrivaos.
Os lllms. Senhores :
All-res Eugenio Marquei'de Amorim.
Auifuslo Ferreira Jnior.
Protectoras.
As lllma*. Senhorat:
Exm. Sr.1 Baroneza de Ipnjoca.
D. Thareza Teixeira Baatoa o Silva, mulher da lllm.
Sr. Dr. Miguel Felicio da Silva.
D. Franci.ci de Paula SatjM Lela, mulher do lllm.
Sr. cepita i Umbelino de Paula Souza l.eft.i.
D. Felicia Laailla Alves a Silva, mulher do lllm.
Sr. capiao Domingos Alves Malheas.
I). Firmina Cavoleanli da Albuquerque Paes Br-
relo, mulher do lllm. Sr. inajor Antonio Francis-
co Pae do Mello-Brrelo.
D. Theodora Caslodia de Oliveira Rejo Barros, mu-
lher do lllm. Sr. Manoel do Reg a AlUuquer-
qoe.
I). Mara d'Af lllm. Sr. Dr. Joao Lint Cavalcanli da Albuquer-
que.
D. labej Alexandrina I-ranea l.ima, mulher do
IH'ii. Sr. Dr. I.eon nlo Augusto Ferreira l.ima.
D. Mara Anna Cavalcanli Brrelo de Sooza l.*o,
mulher do lllm. Sr. capitAo Francisco Cavalcanli
Souza l.e.ln.
D. Jos'plnna.Burle Dubeux, mulher do lllm. Sr.
i.l'iho Dobeax.
D. Carolina Filippa de Oliveira, mulher do lllm.
Sr. Dionizio Hilario l.opea.
D. Candida Miquilina da Birros Silverio, molber
do lllm. Sr. I.uiz tiomet Silverio.
- V. Frankliiia Ira do Mendoza Ferreira, mulher
do lllm. Sr. ajudante do gaarda-IDC I.uiz Gomes
Ferreira.
Protectores.
() lllm*. Senhortt :
Administrador do corroio Domingos dos Passos Mi-
randa.
I enrule-coronel Sehasliito Lopes (iuimaraes.
Teneule-coronel Joaquim Jos Rodrigues Coelho
Kally.
Manuel Peres Cimpello Jacomo da (jama.
Major AIlii.1i .. Augolo de Friat Villar.
Major Claudino Banicio Machado,
'nao Antonio de Magalhaes Batlot.
-\lfercs Jezuino Feneira da Silva.
r*rocuraores.
Os lllma. Senhores:
Simplici > Rodrigues Camrello.
Alferas Manoel Jos de Oliveira.
Alferes Manuel Gomes de Si.
Alferea Uermaiiegildo Nelto de Azerado Coulinho.
II -i im o i, lo Jusc do Alcntara.
Joaquim Izidoro da Silva.
Eiicarrcfrailox la festa.
O* lllin. Senhores :
Firmina Jos de Oliveira.
Antonio Cordeiro da Cunhi.
Mordi ai os.
Todos ot devetos e devotas da M9i Sautissima e
Senhora do (.armo do Frontispicio. Aasicnado,
re Anlooio do Monta Ctrmello.
< i companhia Pernombucana ao par.
Ulilidade Publica, 30 por ecuto da premio.
e < Indeinuisadora. 61 dem.
a a da estrada da ferro 20 por Om da pramo
Diteonlo de leltra*. de 10 a 10 por cenlo.
Acedes do llauco, lo a 45 da premio.
Ouro.Oncas hespanhulat. 29J00 a ;I0S0C0
. 1liSKH)
. ljOOO
Moedat do Colijo valhas
biO0 novaa
" aOOO. .
Prata.Palaceet brasileiros. .
Petot columnarios. .
mexicanos. .
ALFANDECA.
Bendimenlo do da 1 a lti. .
dem do dia 17......
Jaooo
?0(K)
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IjrMtiii
3ll:J85sl25
Jft8M{"il
338:10080611
Descarregam hoja 18 de selembro.
Barca Tranceza liogolsmercader!ts.
Barca inglezaElfouor idem.
Barca inglezaImogene*idem.
Barca inglezaSaphocarv3o.
Barca inglezal.ancastreidem.
Marca francezaEmma Malhildeqoeijos e carvaia
Barca inglazaEmiliabacalhao.
Barca inglezaElisa (jreevidem.
Brigue pui(uguezMello I carv3o.
Patacho hr.Hciro Conslanra cal e teiiao.
MOVIMENTO DA AI.FANDEf.A.J
Volumes entrados com fazendat .... 3S'J
" com gneros .... 1*3
la de 100a rs. por rada mai, embora Ihe spj- i conselho, as 10 horas do dia -23 do frrente
concodida prorogar;"io. mez.
5. O arre'.atanlo durante a execucSo ] Sala das scsses do conselho administrali-
dus obras pioporcionara transito ao publico vo para fornecimenlo do arsenal de guerra,
e aos carros. 16 do selembro de 1887. Jos Antonio Pin-
6.a O arrematante ser obngado a em- to, presidente interino Bernardo l'ereira
pr.'gar na esecucao das obras, pelo menos, do Carmo, vog.il o secretario.
motado do pessosl de geuto livre. _.. ,eia inspeecSo da alfandegt se faz pu-
,. i aro lu.to o mus que nao se achar blico, que no dia l'J do crreme se hilo de
deinrmiiiauo as presentes clausulas nem no arremalar, depois do mel dia, na porta da
orcao-ento, scguir-se-ha o que dispoe a res- \ mosma reparticSo 96 libras de macella, o 25
ta-lcira 1S do corrente, a's 10 horas da
nianlia.....j sen anna/.em, ra da Cruz'
n. 38.
eilao.
peito a lei provincial n. 286.< onl'orme
O secretario, A. F. da Annunciago.
$&i
rtica
ditas de flor de sabugueiro, tu.le no valor de j
12>IOO rs., abandonadas aos direitos oor Do-
mingos Alves .Matheus, sendo a arrematadlo !
livre de direitos ao arrematante.
Alfandega de l'ernainbuoo 17 desetembro
de 1857.O inspector, Bento Jos Fernn-
Volumes sahidos
Total 583
com Calendas .... 203
" coiu gneros .... 136
Total 639
IMPORTA.:VO'.
Vapor tardo VielOf Emmanuelo vindo de (leno-
va, manifasloa o acguinle :
1 caixa sedas e e>ral, 1 dila bordados, I dila bis-
coitoa e rendas; a Dsp'la Felice.
2 caii.s chapeos ; a Jos S.iporiti.
75 gigot balotas, 3 caixaa salames, 2 d lasqueijos ,
a Amonio de Almeida Gome*.
15 barricas alpisl.i ; Hurle ,\ Souza.
5 caxas chapeos ; a ll-nry Brunn ^ C.
3 ditas facas ; a T mu Ji lOtrn t\ Vlnataa.
20 balas papel; a l.mo Jnior Leal Res.
1 caixa chapeos ; a Harry Coaa.
31 dilas vi.iho ; a Juao Falque.
3 dilas lecidot, 2 ditas chapes; aj.kellcr A. C.
3 dilaa vidros ; a Mauoel lo>o de l-'aria.
Brigue porluguoz Mello lo, vindo Me Canlifl.
consignado a Bailar & Oliveira ; mauifc-lou o se-
guinle :
239 toneladas carvao di podra ; a ordem.
CONSULADO GERAI-.
Reinlmeiilo do dia I a 16. 3:1:V-ss
deiu do dia 17....... 134S16I
33:689*319
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kcudimeuto do da I a 16. .
Idem do dia 17. ......
I.C83677
1419261
l:789938
DESPACHOS DE BXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESl'A t'.IDADE NO DIA
16 DE SETEMU .0 DE 1857.
Boak-W'iilerBrigue americano altrainly-Wine,
Roslrou llouker & C, 750 saceos asquear masca-
vado.
Riada ParalaBarca liapauhola Chrislina, Jo.lo
BapUata .Moreira, 50 ,ceos assucar branca.
LiverpoolMarra ingleza aSiphos, Julinalan Paler
A: C, 600 sacco aatoear mataavada*
KXPOIITACAO'.
ParaMba do Norle, lancha naron-l aConceiclo
Flor daa VfrlodetB, iI 26 loneadas, conduzio o se-
goinle : 103 voliiuies generot ealtaiagairoa, I cai-
x3o charutos, 6 fardus lumo, 3 saceos de lio da Ha-
bla. 20 dilus cafo, !l harriqiiiulia com 3t arrobas e
5 libra* de aatoear retinado, 56 dHai arroz.
RECEUr.DOUlA DE RENDAS INTERNAS I.E-
KAIS DE PERNAMBUCO.
Reo lmenlo do dia I a III. 1l:H70;2r,S
Idem do dia 17....... 4'M223
OSr. collector das rendas provlnciacs
do iiunicipio de Coianna faz saber qua em o des Barros,
da de boje Ihe foi entregue pelo delegado! O lilm. Sr. inspector da thesouraria
drsVa termo o escravo crioulo de nome Luiz.i provincial, em cumprimento da resolucSo
nstiral da comarca do Limoeiro, de idade !ua Junla da 'azenda, manda fazer publico,
de 5 anuos, estatura alta, rosto redondo, quea arremataciio da obra do 9- lauco da
cab-illot) carapinhos, olhos pelos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bet'ga, preso nessa cidade ordem ao mes-
mi lelegado, no da 3 de Janeiro do cor-
rente nnno, sen lo avaliado na quantia de
1:20io; pelo quo chama-so a tolas as pes-
soas que tiverem direito ao leferido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
l.liccao deste, apresenlem na collectoria da
dita cidade sua justificado de dominio, a
qualser produzida peranle o juizo muuici-
poi desse termo, e lindo o prazo menciona-
do sera arrematado em hnsla publica, por-
ta do mesino Sr. collector, preceden !o-se
ai,ii.:,em do dia e hora em que houver de
ter lugar dila arremetaeo, publicando-se
este edital pela imprensa, c onde rnais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Colanna 30 dejulho de 1857.O esenvao
da collectoria, Luiz do Albuquerque Lina
don Guimaraes l'eixolo.
l'or esta subdelegacia se acha recolhi-
do casa de detcnciio, por andar rugido o
preto 1'eJro, que diz ser escravo de l.ouren-
co Ferreira chaves, norador na l'arahiba :
quem l'or seu verdadoiro senhor, procure-o,
para lhe sor entregue. Subdelegacia de S.,
los do Recite 12 de selembro de 1857.Ac-
cioii, subdelegado sup: lente.
Nesla subdelegacia ncham-sc urnas mea-
das de retroz que foram arlia los por um
soldado de polica : quero for seu legitimo
dono cumpareca na mesma, quo dundo os.
signaes certos.lhe serao entregues. Subdele-i co* as
g.ciada freguezia de Santo Antonio do He- rolira
estrada do norte, vai novam nte praca no
dia 8 de oulubro prximo vindouro, avalia-
da em 9:236/426 rs.
E para constar se msndou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernimbuco 17 de selembro de 1857.-0 se-
cretario, A. F. d'.Xtitiunriacao-
irectoriu das obras mi-
litares
l'rccisa-se concortar o paiol do plvora da
fortaleza do Brum : quem deata reparo se
quizer cncarregar por empreilada, compre-
la nesta directora, onde se fara o ajuste.
(aimiete ptico
ATERRO DA BOA-VISTAN, i
O director deste salao, participa a scus
illustres protectores, que tem f- ito para esta
semana, urna agradavel exposic.lo do vistas
todas novas.
Vistas que ser3o patenteadas at o dia 19 do
corrente.
Guerra do Oriente.
A batalha de F'ipaloria.
A batalha de Chernaia.
A batallia de s.^lislria.
5
l.t
2 i
3."
4.-

12'07U|i9l
CONSULADO PROVINCIAL.
Rcndimenlo do dia I a 1(1.
idem do dia 17
27:7:vl7
696/616
28:168793
r

: $&$
Navio entrado no da 17.
Terra Nova31 diaa, barca ingleza Emita, de
261 tonelada*, eapilta W. Slablo. tqaipageiii 13,
carga 3,109 han icaa com b icalhao ; a Sauudeis
Brolhart <5| C. Parlanea a Terra Nuva.
Kavioi tahidot no meama din
Parahib*I|lala nacin.il aConeeicJo Flor das Vir-
lule., mc-lre Alelan IrilM lo Cusa e Silva, car-
ea frinha de trino e mai enero. Paatageiraa,
Amnelo Theopompio da Silva, Antonio Firmina
Bratao*.
Aracalj^-Palacho nacional Emularaon, capilla
Antonio lioiiHs Perera, cor-a faxaoda e rnais
Reaero. Pauageiroi, Jo*o' Saboia, 2 niiiot, I ao-
bnnha o 2 e-cr.vo. 1). Mara do l.ivramento II.
de Mello, Podro (lomea da Frols, Francisco A.
Ljnharet, Francitto R. da Silva, Antonio Jos
.Memoria. JuAo Mml da Rocha, Joaquim l.ou-
renco de Franca e Silva, Bernarda M. dadista,
KetevAo Ferrei.-a Nonali, liguel l.oiirenc-i dos
Sanio., Francisco de Oiiveira Labral, Jo'iouin
de S. I.inia, Rilar r no DtodatO da Luna, Anto-
nio Ruliiio Monleiro, Vieenla Ferreira de Vos-
concollo., Joie' Fierres CarneirO, Flix Rilmiro
da Silva, Jerouymo de Oliveira Memoria.
cife 14 de setembro de 1857. Villaca, sub-
delegado so,'penle.
O arsenal ue marinlia compra no dia
17 do correlo mez os objectos seguinles,
para o fornecimenlo do almoxarifado: ai-
m*gre, agoa-raz, bonetes, breu, brochas sor-
lldos, conchas de folha para balanza, cofre3
penenos de Ierro ou madeira coai 3 chaves,
dobradicas do ferro ue 4 pollegadas, funis
de folha, flmulas de navio, flmulas de es-
caler, fechaduras de camarutes, lencos pre-
; tos, pregos de cobre de 4 e 5 pollegadas, pu-
' csros de folha, pregos de cobre para forro,
I lantemas de vistas. Os preteudentes venda
I sao couvidados pelo lllm Sr. Inspectora
co n pare cero m com as suas .m. oslas em
cartas fechadas, acompanhadas de amostras,
no oa cima mencionado, p las 11 horas da
manhaa. InspeecSo do arsenal de marinha
de Pernambuco em 10 de selembro de 1857.
Alexandro Rodrigues ios Anjos.
Secretario,
- Pela contadorla da cmara municipal
do Recite so faz. pulilico, quo lio la-se no ul-
timo do correule o prazo m.trca lo para pa-
gamento dos impostos de aslabelecimeolos
relativos ao anno de 1856 a 1857 que anda
nao se acham pagos com a multa de 3 iO do
valor do imposto, e todos aquellas que dei-
sarem de pagar ate o ultimo do corrente,
licam sujeitos a multa do duplo do imposto
segundo a lei. Contadorla municipal do
Itecife 10 de. selembro de 1857.- O contador,
Joaquim Tavares llodovalho.
O lllm. Sr. Inspector .,a thesouraria de
lazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, para conhecimento de quem interessar,
que no dia 19 do correle mez, ira a praca
peranle a mesma inesouraria para ser arre-
matado dejrenda, quem rnais der, a me-
lado de utFsitio na entrada do Caluca da
rreguezia dos Afogados, e foi adjudica a a
faz-oda em cxecuco, quo contra Cael no
Antonio lavares moveu para pagamento do
qua este lhe devia de imposto de lojas : os
MUt$.
O lllm. Sr. iosnector da thesouraria
i valas a | ol Jo do respeitavel publi-
qu es sSo, as-alto da torro Malaco",
la dos Ruso para o norte, a cidado do
Rio ue Janeiro, a c dade do Furto, edificio
grego Iluminado
9.' Baptismo de S. A. I. Napoleao F.ugenio
Luiz Joao Jos a 14 de junho de 1856.
i a Visla do S.cramanto da Nova Aus-
tralia.
tl. OrciTurnb dos mares salanlo a bor-
do de nm navio a pedir os tributos.
12.' Combale ae uns Mides contra os
soldados do Padre Santo em Italia.
13 Vista de Roin em Franca.
14." Vista de Monto-Claro coberto de nevo,
na Suissa
5. Vista deTurin na Italia.
16.a Vista de Veneza.
17.o A sanguinolenta batalha do Alma.
18." O acostumbrado ele.
O salao estara aoerlo das 7 at as II da
noite. F.nirada 500 res.
I'ara
u Rio A veleira e bem conheciJa barca nacional
Amelia, pretende seguir con muita hrevi-
da le, te j prompto metade de seu carrega-
mento, para o resto e escravos a l ele, trata-
se coai O seo consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. I.
Par a Baliin.
O hiato nacional Livra;So, pielcnle seguir
nestes 8 dias, tem projipto metade do seu
carregamenlo, para oralo, trata-sacomo
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azeve lo, roa da Cruz n. 1.
PAR \ O RiO DE JANEIRO fi
Segu imprelerivelmonte no dia 20 do cor-
rete, por ter mals de metade do carrega-
menlo prompto, a bom construida barca na-
cional Vaya, para o resto e passageiros, tra-
ta-se com o capitSo Marcos Jos da Silva.ou
na ra da Cadeia do Recite n 2.
NO AI'.MA/IM DO Al.fcMF. PESTAA, III A
DA CADEIA im RECIPE .V 35.
Iloje 18 do correte, as 10 horas da manhaa.
0 agento Pestaa, pina ni 'Huir satisfazer
os desejos de seus dignos e affeicoados fre-
guezes, far leilo em seu arniazem, no di-
e hora cima ilesignados. de diversos oba
jeetnsde mobilia, como sejam cadeiras, me-
sas, Sofas, Iremos, consolos, lavatorios etc.
etc., e urna inlinidade de movis e serven-
ta.
Vendar lambem na mesma occasiSo o se-
guinte :
1 rico cofre de ferro perfeitamenlo novo
e dos melhores, qu'> lem sido fabricados
pelo i-n.'iTiiii'ii-o do Tunnel do Londres.
2 caixascom roupa feita, consistindo em
caigas, jaquetas, colletes, casacas, e palils
obra nacional, rivalisando com as rnais pri-
morosas d'5 Paris.
1 cadeira de ptimo lavor, para carregar
senhora.
1 escravo de 40 annos, muito rigoroso e
proprio para todo servico do 1103 sitio, por
ler sido jaidineiro, na sua mocidade.
300 garrafas de vinho do Porto, muito
superior, restantes do piesente feitoao-
ficialidade ingleza na guena do Crimea.
1 rico e bem rnalo presepc do Menino
Dos, obra dos romeiros dos Santos Lugares
Cuardanapos de lmho du Purto para me-
sas de almoQO ejantar.
36 latas com diversas tintas ..ara pintura
E rnais ottros objectos do variado gosto o
ntilidade. *
Sdiapheitlin&G., transferirn! o seu
leilao para o' dia em ritiese annunciar.
.vip-. .: .
OQ.} '
- Para o Rio Grande do NorteeAssu'
preteudentes comparecam na mesma tbes'ou- seB" ei!1 'oucos dias o veleiio niate t;astro:
rana, as 3 horas da tarde do mencionado ''ue'" n,'ll! ll"lzer earregai, diri|a-se ao seu
dia SecietaJ-u.da llieaouraria de fazenda|C0I,s,Kn:ll!,r'0 l"in,-i"gos Alves Ualbeos, na
de Pernambuco, 5 de selembro de 1857.O ,ua de Apollo n. 33.
ollicial-maior, Emilio Xavier Sobicira de ACARACO1 E CEARA
Helio. -k, Segu nestes dias o hiato sobral, para car-
saT!'
provincial, em cumprimento da ordem do i seguinte
- fel mesyao consulado provincial se
raz pub.ico eos d.Bvcdores i!o imposto da d-
cima, 4 por cenlo de diversos estabclecimcn
tos, casas de modas, e casas que lem jogo do
bilhar, do anno linauciiro prximo lindo de
1856 a 57. que continua a arrecadcSo al- o
ultimo ilo correule mez, e lindo este, sera
re.iielli.io seus dbitos para juizo. Mesa do
consulado provincial, 2 du selembro tie 1857.
lheodoro Machado Freir Pereira da Si.va.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
ga.e passageiros, traia-se com Caetano C.
da Cosa Moreira, na ra da Cadeia n. 2
ar
-.

CAMBIOS.
i-bre Londree, 27 l|2 d. a 60 d.
a Paris, 316 r*. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|0 Je descont.
Acc,So >lo banca 50 por ceulo de diaideudo por con
la do vendedor.
companhia de Beberibe COSOOO por acra
o pre-
.') (.romos que a Si", '/"ea/emuii/id ociilnr, lomou
albos por botalliot. que nlo vio a verdad tal como
to paitou ; e nao leva ealr.iuh.ir que aiaim aeonla-
ce.-e, poi* nao bata ter olhos |.nra ver, he mi-ler
que es*et olhos s*jam cnp.izes de ter, segundo dia a
Earriptma Sania de caja auloridad nenhum ca-
Iholico. como he o lahemeiro a qoe aUudimos
Lxm. Sr. presidente da provincia, manda fa-
zer publico, quo uo dia Sdeoutubro pr-
ximo vindouro. perante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos izer a conserraoSo per-
manente da estrada do Pao d'Alho, avahada
em 6:900 rs por 10 mrze, a contar do I.
de novembro do corrente auno.
Aarramataciloser leita na orma da lei
provincial ti. 343 de 15 de maio de 1854, a
sob as clausulas es cciaes aliaixo' copiadas.
As pessoas quo se propozerom a esla ar-
rematacSo comparecam na sala das sessdes
da junta no dia cima declarado, pelo meio
dia competentemente habilitada.
E para constar so maudou allixar
sent, e publicar pelo Diaiio.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 3 de selembro de 1857.O se-
cretario, A. F. da Annunriacao.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1 Exccular-se-4i3oos trabalhos-,1a con-
sivacao da estrada do Pao d'Alho de con-
lormidade com o orcamento epprovalo ptla
directora em conselho, o apresentado ao
Exm. Sr. presi 'ente da provincia, na impor-
tancia de 6 1)00/ rs.
2.a O pagamento verilicar-se-ha em '.0
prestacoes mensaes
3. Para ter lugar o pagamento de cada
preslacio ser mister, que o arrematante a-
presento allestado do engenbeiro, provando
ler cumprido as ,-uas obriga^Oes.
4. Para tu io o que uo se achar especi-
ficado as prsenles clausulas, nem no or-
camento, seguir-se-ba o que dis.-oe a res
peito a lei provincial n 286.Conforme
o secretario, A. F. da nnuncac.ao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da onenido
Exm. Sr. presidente da provincia de 2 do cor-
rele, manda fazer publico, que no di i. de
outubro prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria, se hade
arrematar, a quem por menos lizer a obra do
emjedramenlo indispensavel no 16.>, 24. e
25." laucos da estrada da Victoria, avahados
em j.iiii..-tiO'.i res
A arrematado ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sol as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
mala^aocomparegam na sala das sessoes d
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas
1. para constar so mandou alixar o pro-
sele e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 ,|e setembro de 1857.- O se-
para o 2.' batalbSo de inl'anlaria.
Dolanla para forro, covados 50.
4.- batalhSo de arlilharia.
Ca-emira corm izim, covados 7 ; liollanda
covados 25; bonetes 250; diloa para m-
sicas 2t ; palatinas, pares 271 ; SSpatOS, pa-
ros 581; esleirs 200
8.-batalhao de infanlaria.
Celdairas do ferro para 100 pracas 4 ; di-
tas para 50 .litas 3 ; jogo do balancas, com
os plsale I arroba 1 ; cordes para canu-
dos de inferiores 101.
9 lislalhSo
,ravatas35j bollan la para forro, cova-
aam ^V "^k. ^.'?*k
"Jt S .. .1 \Sai 3a ^3 .
Estando a coiileciMonar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
nhores<|ue costumam ser nelie menciona-
dos, (lueiriiii mandar seas noincs, inn-
'1 mea de domicilio, ou outra qiulquer
lembranca,(|ue sirva para (jiieseja o mes-
moalmanak completo:-da mesma sortc
roga-se aos enhores de eneenlio rendei-
ros, queirain mandaras a Iterar oes que se
tiverem dado a respeito de suas proprie-
dades.
Antonio de Almeida Gomes miidou
sen escriptotlO, do segundo andar n. 10,
da ra do Trapiche, para a da Cruz ir
Reoslos: 1
na roa di CadeU -lo Rectffl n. 18. l
>--^-.- ,-....,, .,; .^ ..;..:..:.,r;3-.v.:
A pessoa que esta" encarregada de
rccebei os loros e laudomios das casas na
ra do Pilar. Icndo principio do lleno-
Largo ate o beceo da .Molela, declare sua
morada para ser procurado, ou va" rece-
ber os mencionados (oros e ladennos, na
travessa da Madre de Dos n. 18, segun-
do andar.
Vende-se urna linda e^crava crioula,
de 18 annos de' la 1e, boa engommadeira,
costureira, cozialieira c lavadeira : que^i
pretender, di ija-se a ra do yueimalo n.
6. pnmeiro andar, que achara com quo.i
tratar.
Precisa-so do urna ama forra ou capti-
va, para casa la horneo) c-isado, sem lilho ;
paga-so bem ; no largo da Itibcira de San-
Jos, casa n. 3, junto a laneros que volta
para a roa do l-agundes.
Arkiorighl luclncss & c mudaram-
se para a ra da Cruz n. 18.
Compra se urna carttra grande, para
escnplorio : na ra da Cruz a. 18,
Vetul -S' um mulatinho de 13 annos,
hg'ir.i muito linda, & esperto, proprio para
pogem : na roa larga do llosario n. 22, se-
gnndo anda .
Venle-se um mul-tinho do 8 annos .le
idade, c una n-.-gra da meia idade : iiarui
do Sebo n. 23
Adverle se ao snciro da matriz de
santo Antonio, qu-a nao soja 13o damn-.ilo
qutndo tem de badalar, alten la as posturas,
e a visinhanca, que n9o polo supporta-lo
4%^
-rtft_?
.;
o
Coniinandanle
va|ior nacional 101 AHASSI .
Maciel jnior, satura' no dia 24do crranle, a'a&
hora* da lude, para os porlos do litarla*, <|a ana c-
ela, rceli carga para aa portes da liranja, Aoara-
eo a.Ceara'", nol dia* ISe l'.l ; para <>s do Araeal]
a A*u' no dia 21, e paia os do Ro-Grande do Plor-
te a Parahilia, no da IX ; os eoaheclmentot devoran
Mear noaseriptorio da garanela, na dia !. Ot ir.-ies
da carea que val para o norte, sera > pagoi na )e-
r-iiii-. II i da 17 do rorrele em dianle, principia-
se a eoltegar a raros que taio da noria no metan
vapor : nio tahlra' volume alRDOI sem que fique
P'KO o sen frele.
.------------------ .......... t .!,*.! |''-VU3C!l
nos ou ; bonetes do panno verde i'i\ sa> D* I.
tos, pares 351; e.le'ras 35i: B!ll>. ICilCilO pUf P*tlK> balalliio. Quem pretender carregar, dirija-se ao es-
'criptoriodeTravassos Jonior o C na ra do
. Amorim n. 37.
Panno mescle.lo cor de cafe, covados 81 ;
Uto dito azul, covados 51; casemira encar-
nada, covados 16; hollanda para forro, co-
vados 126, bonetes de panno verde 168;
grvalas 2; sapatos, pares 208 ; manta de
Lia 1 ; esleirs 207.
Comnanhiadeartiliccs.
Hollanda para fo ro, covados 16; bonetes
tis; ditas para Invlidos 41 palatinas de
panno, pares U8;esteiras 122; sapatos
pares 210. K
Companhia de cavallaria,
Frciossingelos 23; bonetes de panno a-
/ul 60; gravitas 28; luvas de. algo 15o, pa-
res 60 ; mantas de lila 28, sapatos, pires 60;
cotiiurnos, pares 60 ; esleirs 60
lleio batalnSo do Ceara
l'avatas 30; bonetes de panno azul 50
Obras Jo hospital ragimental.
Cal, alqucircs luO; areia, canoas io; l-
boas de louro lo assoalho. duziasS
Armaicena do almoxarrado da arsenal.
Seccante, arroba 1 ; carvSo de podra, to-
nola las |y ; a-ame de latao n. 8, arrobas 2 ;
cha a grande de Trro par o fo-3o do quar-
lel dos menores I ; Lave de construccilo de
40 palmos 1 ; dita de dila de 32 palmos 1 ;
enebamsde qualidalo 12; tainas de louro
de assoalho de 14 a 16 pollega las, duzias 20 ;
hollanda para forro, covados 4196; boles
pretos de osso, duzias 32ii; ditos brancos
grandes, ditas 5226; ditos ditos pequeos,
ditas 3007 ; ditos grandes de metal bionzea-
do. com o n. 10 422 ; ditos pequeos dito,
com o mesmo numero 1730 ;
dito, com o n. 9 4956 ; unos pequeos com
o mesmo nomero 35>; ditos grandes de
metal amarello, com o n 4, 3798 ; dilos pe-
queos dito com o mesmo numero9230 ; di-
tos grandes dito com o n. 3, 1652 ; ditos pe-
queos dilo com o mesmo numo o 826 ; di-
tos grandes dito con a leltra It 810 ; ditos
/VL
co (judos
iiigiezes a vo por,
mwiUv*..--- de,"e n,et "pefa-te d-, tal o vapor
MBUYVAi, roinmiiidanle Ucberio Sawye', o noel,
depoH da demora do eoalume, euuirii pira Son-
lliampl ,n. locando mu porto* de Ban-Viaanle, Te-
iienff, Ma.leira e Lial.oa : para pastasen*, ele, Ira-
la *e c "iii na ajenie. Adamsto llowie A C, ra do
Trtpiche-Novo n. 42.
N. It Ua enihrullios M so receben) al duas ho-
ras aolet des* rerharem smala*, a depois maja
una hora pasando otilo um palacio alm do frele.
O agpnle Borla, sexta Caira 18 do cor-
ltos raiulps I rc"10' as 10 h(,r,,s da manlia, em seu arma-
1 zem na roa do Collegio n. 15, fara leilSode
diversas mobilias de Jacaranda e de amarel-
lo, varios pianos, muilOS objectos avolsos de
maiciuoiria, obras de ouio e prata, relogios
para algibeira, patente inglez, suisso e ho-
risontai, candelabros, lautcnias de vidro,
enretes de porcellana para sala, louga e vl-
A luga-se um sran le sitio com amitos
arvoredos, exeellente casa, cocheira, e casa
para pretos, na est a la do Montciro : a tra-
tar no mesmo sitio, ou no Cildeireiro, casa
de Gustavo Augusto de Figuelre io.
Oespja-se arranjar nesla praca, em
qualquer esiaiielecimenlo, um moco nitural
de provincia do norte, e d fia ior a sua con-
duela : na ru da Cadeia do Recite ao r do
arco casa n. 55, podara lar iuformacoos
Precisa-ae le urna ama pan casa de
pouca familia, para engommar c fazer o
rnais arranjo Ue casa, menos coziotiar : na
ra da Cruz do Kecil'o n. 31, se dir quem
precisa.
No ilia 18 d > co'rento so ha de arre-
matar em praca publica do Dr. juiz munici-
pal la primeira vafa, um sbralo n 6, sit >
na ra do Co loi niz, por esecucao de Manoel
Pereira Magalhes, como cesionario de An-
tonio Ferreira Martina Kibeiroeoutros. con-
tra Jos Koliigues do Passo. avaliado em
3:000(l()0.
POTSSA U RSSA CAL
VlfiGEI.
Aodeposiln da ra da Cadeia do nocir
armazen n. I-i, ha muilo superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Itio de Janei o,
e cal de Lisboa em podra, tu io chegado lia
poucos das, e a ven ler-se por menos prec i
ioqinem ojtra qnalquer parte,
Vende-se urna taberna com poneos
run ios, po.iru oara quai iuer principiante,
em tora ds Portas, ra do Pilar o. 131 : a
tratar na mesma.
Precisa-se do umi ama fo'ra ou cap-
tiva, para to lo o servico do urna casa de pe-
quea familia : a tratar na ra da Senzala
Velha n. 142, primeiro andar.
licsrja-se fallar aoSr. Manoel da Silva
Villarinhp, na ra da Mi 1-e de lieos n. 28,
a peJidode pessoa de sua amizade, resiJun-
te no Maran'iao
- Predsa-S.e ilo una ama forra ou cap-
tiva, para casi do pouca familia, quo com-
pre, cozinhe, engommo o faca todo o servi-
Ico da urna casa : quem estfver nestas cir-
lc.frslane.is,'(li-ij'.-so a ra de llortas n. 10
pura tratar do ajuste.
Precisa-se de 2amassadores : na ra
larga do Rosario n. 4s.
A.teii<;a<
Prcci.sa--i- de urna mulher de boa conduc-
ta, que saiba cozinhar c engommar, para
urna casa de pouca familia no Montciro ; pa-
ra ntormacoes poie-so tratar com os Srs.
Ileiiry Forsler C, ra do Trapicho n. 8,
primeiro andar.
Procisa-so alugar urna ama que cozi-
nhe bom, para casa le ramilla : no aterro da
Boa-Vista, loj.i de buhles n 56.
Ao Gouva
Luja encartitida, ra do
Queimado n. '17, esqu-
na do Oili oo.
(Fazondas finas para a praca .
Ricos cortes de seta de todas as cores pa-
ra vestido de 2.,- a 503000, romeiras de li-
nho, eamisini-.as bor.ladas com la-o, man-
guitos e golinhas bordadas, ricos chales de
touquirn, de inclin, de sela, bor lados e li-
sos, para todos os procos, velludos para col-
lele lisos o bordados, cas-miras liuissimus,
leiiQosale 1 i ti lio lisos para homem, e borda-
dos com hico, grosdenaples, stins. sarjas
de todas as qualidades, velbutinas muito li-
nas de todas as cores, chapeos pretos frau-
cozes do ultimo gosto, ditos do Chilli muilo
linos, ditos de fellro de todas as quali lados,
cambraias, cassas, mussulinas, chitas finis-
simas, e tudo quanlo se possa desejar a res-
peito do quadades, gosto e preco.
- .Na na Imperial, taberna juato a fabri-
ca de sabio, ha para vender fumo de Gara-
iilnins de prioiftira qualidade, chegado no
da 14 do corrente, a 800 rs a libra, o em
arrobas a 1S/000, ha mais 2,000 garrafas que
foram de cerveja a 8UC0 o cento, e a 80 rs.
cada una.
Ao Gouva.
L | encamada, mi do
Queviato, ii. 27, es-
quina do Cijllegio
Talagarcas j desenliadas, para bordar, e
obrinhas de lita para crianzas.
- Vende-so urna casa na ra Imperial n
89 : a pessoa que pretender, di ija-sc a ra
doCotovellon. 8!), para tratar o negocio da
compra.
Jos a^aacleto,
deutist,, e s-uiif rador,
com 26 annos de pratica nesta provincia, c
nos estabelecimentos de caridade, ten lo de
sabir a passeio por todo esto mez Macelo,
Sergipe, Baha e Itio de Janeiro, continu'a
ainja por estes dias a sangrar e tirar bem
dentes com a mesma rapidez que o dentista
hespanhol. por ter consulta lo e observado
com aitenca > as suas opera^Oes, na vespera
da sua parlida, chumba os denles fuaados, e
.sepaia bem os da l'.-e.ile : pleser procura-
do a qualquer hora do dia, na roa da Cam-
bua do Carino, casa n. 20.
Uabaixa as-ignado muito agradece as
pessoas que so dignaram ae .npanhar os ro-
los morlaes do sua pieza la ma I). Joanna
TherezaS. do Amaral ao caoiiterio publico,
no dia 16 lo corrente. e em particular ao
meu muito prozado amigo o Itvm. Sr. padre
Ignacio Antonio ilo llego.
Jos de itlbuquerque S. do Amaral.
Precisa-sede um amassador: na pa-
daria da Capunga.
3S^-:;s:::.;)-3:;>a:^-D
Altencao I
'. Josr Ricardo Coelho, na ra .Nova ;'
ii. 39j avisa aos treguezes, ;.-"
W que recel.eo pelo vapor l'lilllOl'OLIS, '-J
:,; 'n i;ranrJe sorliiinulo ne lovas le Jouvio, (A
g* paia lioineii*. enhoiaa e menino*, a calcado *
J ile Milliet para homam, tenhorat, meninos 'P
s3 e meninas, proprios para hade e pas.eio. $$
w^O;... -.: ;:..:-..,..;^^
Scientilici-se a's pessoas <|uc leram a
correspondencia do Sr. Antonio de Car-
vallio Soares Brandao, publicada no '.Li-
beral di: liontem, que a tapagmu da le-
vada de (fue trata, lora determinada por
sentenca oblida em juizo contencioso, a
qual dci.soii de ser evecutada, quando os
oihciaes de justica se apresentaram no
lugar ntunidos do respectivo mandado,
em conseqjuencia da opposicao feita pelo
mesmo Sr. BrandSo, para i'sto auxiliado
(los seus fmulos e prenles.
C. J. AslleyeVC,leudoremetiidopa-
ra a Parabiba pelo vapor Imperatriz, urna
caria incluidodus letras no valor de rs.
15:507^550, sacadas lulos aanuncian-
tes, para seren aeeil is por Joao Jos Mc-
deirot Con eie >.\ C, daquelia cidade, eco-
mo se tonda extraviado a caria, lazem a
presente declara qao para evitar duvidas,
visto que os aceitantes ja' estSo preve-
nidos.
l'reeisa-se alagar um escravo que
saiba bolear e tratar perfeitamente de
cavallos: rpiem o tver c poder-aanca-
lo, dirija-se a lundicSo em Sanio Amaro,
que se dir' quem quc*.
Lotera d > pro-
vincia.
O abaixo assignado vende billietes ga>
rantidot polos piceos abaixrj notados, em
quautiat de 100/jOOO para cima, a di-
nlieiroa visla, eraseu cscriplorio, ha ra
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Billietes .s-500 recebe 5:000000
.Meios ;7."i() 2:500.v000
Quarlos ls250 .< 1:250/1000
PROVINCIA.
O Sr. thetouretro das loteras manda
fazer publico, que estilo c\postos a Ten-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2t, das 9horas
da manhaa as 9 da noite, billictcs, meios
e quai tos, da ultima parle du quarla c I
da lotera do Hospital Pedro II, cujas
rodas ainlam no da 2(i do corrente.
Thesouraria da loteras lude setembro
de I8.)7.Joiio Miguel da Costa, escrivao
interino.
- Precisa-se de urna ama que cozinbe o
diario de urna cast de pouca familia, se
agradar paga-se bom : na ra do Amorim,
armazem n. 41.
AGENCIA DE I'ASSAI'URIE.
Claudino do llego Lima, despachante pela
repartir/So da polica, tira passaporte para
dentro e Tora do imperio, por commodo pre-
?o, e presteza: na ra da Praia, primeiro
andar n.43.
Lotera
DA
Provincia.
2:0003
1003
0
40/
Aos 5:000000, 2:0009000 e 1:000000.
O abaixo assignado vendeu os seguinles
premios :
1 quarlo Numero 3747
1 dito 2731
1 meio 1361
1 dito 1189
1 dito a 2402
1 quarto 723
O mesmo tem esposlo venda os seu feli-
zes bilhetes, meios e quartosda ultima par-
te da quarla e primeira parle da quinta lo-
tera do hospital Pedro II, os quaes nao es-
to sujeitos ao descont dos oito por cenlo
da lei, na praca da Independencia ns. 4, 37
e 39 ; e na ra da Cadeia do Recife n. 45,
esquina da Madre de Heos.
Por alusliano de \quino Verreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
IKHANDADE l>li N. S. 1)0 BOM CONSELHO.
O juiz convida aos senhores ir rniios a com-
parecerem no dia 18, as 4 horas da tarde,
psra tralar-se de negocios urgentes, relati-
vos a irmandade.
Lotera
DA
provincia.
Quarta parte da primeira lotera do
Collegio dos Orpliaos.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado loram vendidas as seguintes
sortes:
Nums. 577 2:000.'} 1 quarto.
5280 1:000* I meio.
52.9 VOOj 1 meio.
1I0 200.S i>. filiarlos.
142 lOOs i meio.
i 028 I OO.v I meio.
2538 100,v blhete.
2751 iOO.s- 2 quarto*.
119 40.S 1 meio.
274 4'i.s- 2quartos.
725 40$ 2 quartos.
2247 40$ I meio.
2402 40.S' 1 meio.
3107 40.-J 1 meio.
8440 ,0.S 1 meio.
A garanta dos 8 por cento do imposto
geral he paga no i scriptorio da ra do
Culle.i'iii n )!
S*. J. L.yme.
:
f- iiyiue.
loa ..* doaa emuaie i^'m meanio fre- I f i""fs' ""^ !" appiovacao do Exm presi len-
kd qua co,lumava comprar-llic aa ra(;6e* .lt> ramo Prov"^'a, "a importancia de :6l0?t)li0
pao. fcmliora rslri gneros sa aclirin hoje por uin r
As obras principiara') no prazo de
um mez, e lindaran no de 7 me/es, ambos
alto piKo, lie muilo provnvel quo finsem" vemliilo*
mulcuimnodaniciilr, aii como as duas camisa*;
na* o que adairalhe nbama repunnancla ,l Sr.; contados de conrormidado com o a'rt 3
lionr.do a escrpulos Ubfrneiroem compra, roopa lei provincial n '8fi 1"1'
que lem tido rominum para cubrir os corpos iledotu-1 i ii ...,.,'"., a
letdemoUslias.liirerei.ics:|ieqaeelleperlence*ei- O .-'meiito da importancia da ar-
la dos homem ilet^o-ado*. Entretanio o que di*se-1 ram'la?i' realisar-so-ha na forma do art. 39
mos a I dette, anda dutraoi a 18. o al quando for uiesma lei provincial a S86
incestarlo.
O rasad*! daPlatas Avuiia.
4. O arrematante exceden io o prazo
para a conclusao das obras pagar urna inul-
250-J ; brim branco. varas 5913 ; algodao- "utros muitos diversos etc., pertencentes a
zinho, varas 3178; panno pelo, covados aita oriipanhia.
95; casemira encarnada, covados 97 ; dila WT j **>
carmezim, covados 69 ; dila amarelln, co S i ^ ^ M dM\
vados 9 ; dila verle, covados 10 cordao JOLA \j 9/ Wj% C Cjr
prelo de Ua, varas 2108; aniagem, varas
515; azeite de carra pato, caadas 980; dito Schaphein 4 C, nao tendo podido
de cuco, ditas ii ; lo de aUroda.i arrobas .<.-_.. i -i- i ',
8! pavi'os. duzias 9 ;soh, meios -00; veas r P '' i', ^ h0ntem' UrI'S 'S
de carnauba, libras 3o. a/.enaas para saldar contas, continuaruo
Quem quizer vender, aprsenle as suas| mesmo, com um rico sortimento de l'a-
propostas em carta lechada na secretaria do I zendas suissas, franceza c allemaM : sex-
A religiosos.
Q abaixo as.-ignado, morador na ra Ve-
lha para a ra .le Apollo n. 29, connu'a na
I me-inia profissSo de fazer capas, b-tinas, Sa
marras e capas viatorias, a uso da Baha.
Alexandrino Cesar de Mallo,
Existen -2 bestas novas no engenho A-
breos, sito na rreguezia de Tracunh^em,
I sendo urna ruga rardSa o outra casUtiaa, e
com dilierentes marcas : quem for :;eus do-
; nos, qi as mande buscar.
Precisa-se do um fornoiro me aaia
perito em su i aite : na pulira do Mondco
n. 95, do Sr. Saraiva.
Aloga-se por mez ou por semana urna
prela ijueseja boa quilandeira ui ra Im-
perial n. 5, junio a matriz nova.
Alugam-seas lojas do sobrado da Sen-
zala Nova u li, com o quintil e po t3o pa-
ra a roa ue Apollo : a tratar com Uu i Inerme
Selle, na ra do Queimado, luja n. 27.
Ven ic-se urna prela crioula, de i la le
i de 22 annos, bonita ligura, cozinha e engom-
[ ma perleitimente : na ra da Guia n. 9.
M.iiio-I Joaquim (iomat convida a seu< ami-
i'is a ao* do ac finado primo Praarjaco Go-l
mes d' Carvalho, para atsi.lirem a una raistal
paral.....la metmo Oaadc, no dia 18, pclatj
h .mi da riianliA'. na graja de San Fran-
cisco, pelo que he sera' eltriiameme grato.
AllV.
Na ra dns Ltrangeiras n. 14, primeiro an-
iar, precisa-se de urna ama que engomme
e cozinhe para urna pessoa.
I'elo prximo paquete nulez Medwav
saca-se qualquer quantia s >bre Portugal em
letlraa paga veis k vista ou 30 e 60 dias vista:
na ra ilo Trapicho n. 40, escriptorio de
I homaz de Faria
--- (i annuncio publica 'o neste Diario Je
14 li lo crrenle, com as leltras iniciaos
I T. de a., mo se enleude com o Sr. Jos
ihomaz de Aguiar.
Att Continu'a a estar fgido desda 3 de, setem-
bro do corrente auno o moleque crioulo, de
nome Andr, de i tade que represeuta ter 20
annos, bonita ligura, posio que do marca
baila, gro so do corpo, punas linas, pes po-
quenos e i.iiios calosas, com todos os dentes,
nem barba alguma, apenas com um.buco de
bigode, e esle rapado ni occasiSo da fgida,
levoj camisa de chita cor de rosa e caira
azul de listras, ambas essas p>T;as novas,
roa.eo pequeo de pallia Kste escravo foi
viito no mesmo dia que fugio, nos Apipucos,
ou le se jula estar aeouia-lo ou irabalhando
com nome trocado, o quid pe.tenceu a Jo5o
de Medeiros Arroda, e viudo aqu no liecife
po.- seu g inro Jos Ignacio de Mlra, ambos
moradores do engenho oquoiro, frequezia
de Santo \iitao. o mesmo molequa tem pal
mSI e irmilos no engenho Vratiba da l'edra'
presume-so elle achar-se la, visto o cons-
trangimento com que foi ve idido. l'aga-se
geiierosamente a quem leva-lo a seu senhor
na rua dos lltrtyrios n. 14; assim.como
protestase contra quem < tiver ac lutado.
0 baixo assignado laz ver ao respei-
tavel publico, o principal 'ente a quem y s-
sa interessar, que ninguem faga negocio ou
transaccSoalguma com o sitio Allemito, na
rreguezia dos Vfoga los, oertenccnle a Amo
nio Alves Ferreira e sua mullior l. Mara
Francisca dos Anjos Curado, por se adiar
hypnthecada ao abaixo sssigna "o des lo 2 de
abril de 1856; assim cerno as malas deno-
minadas Cacimbas, Zumb c descanso per-
tenecaos ao mesmo Alves icieira, por
una nov escriptura publica em ->t de agos-
to prximo passa lo, o para que ninguem
para o futuro se chame a ignorancia, se faz
a presente declaracao. Itecife 15 de setem-
bro de 1857. -Antonio l'ereira de Oliveira
Mala,
Lotera
DA
Provincia,
Aos 5:0003 2:0005 e 1.000?
Os bilhetes rubricados pelos abaixo assg
nados, Ja lotera do Collegio dos orphSos,
obiiveram os seguintes premios :
3-280 1.00(19000-I meio
3219 4007000 1 dito.
490 2003000 1 quarto.
Os possujdorcs podem vir roceber a ga
rantia dos 8 o!0 lo^o que sahir a lista, uo
aterro da Boa-Visla n. 5C A, e na mesma lojs
acliam-se a venda bilhetes, meios e quarlos
da lotera do hospital Pedro II, que corre no
da 26 do correule mez, sendo, Tle I00& para
cima a dinhoiro a vista, pelos seguales pre-
cos, bilhetes garantidos :
Bilhete 55500 recebo 5:000:)
Meios 2j750 ii 2:5005
Quarlos 1-3375 1:15U&
Jos Joaquim da Silva (iuimaraes & C.
Na nova padaria d rua Imperial n.
173, precisa-so de dous amassadorrs e um
fornoiro. que sejam bons ; paga-so bom or-
deiiido.
linvernisam-se mobilias muito em
conta : io paleo do Marino n 24.
Orlerece-se um cozinheifo perito, que
aprensla um jantar ou banquete, com to-
das as iguarias precisas, sendo Tora oa den-
tro desta prac na rua do Amorim n. 36.
Precisa-se alugar duas pelas escrava.s
para sn lar na rua, nao olha-se a preco : na
rua da Senzala Velha n.ll2,primciro andar.
Quem precisar do um bolecro, pro-
cure na rua do Quennd lo n 30.
U. AD0LPHE B0URGE0IS.
Una Nova ii. 61,
vende todos cus ca ros com boas pare-
Ibas, igualmente rSobrado, tudo junio
ou separado.
Precisa-se de um lector que sea por
tugiiez, e que entenda perfeitamente de
piantacoes de jardim ; na rua da Cruz do lie
cite n. 13, primeiro audar.
Precisa-se de urna pessoa que se en
carregue da distrihuirlo do Jornal do Com
mercio, ua freguezias de S Antonio e San-
Joao : a trata' ua rua da Praia n. 43.
Precisa-se ue um caixetro de 14 a lh
annos, prelerindo-se destes chegados ha pon
co do Porto : ua rua das Cruzes n. 20.
Precisa-so alugar urna boa ama, aue
saiba cozinhar bcro e eugommar: na fus
las (.ruzes n. 28.
-- Precisa-sede urna am* para o servico
de urna ca>a de pouca familia : na rua iNova
n. 60, esquina (Vi ponto.
ellaus
patente inglez.
S.lo clie^adaa e acliam-se a vanda os verdtdeirot
e li ni cu i i t lea sellins insle/.e* palrnl* : ua rua
do Trapicha-Novo n. 12, ariiia/em de fazendat de
Adamioo k\; C. Ilowia.
Compra-ae efTcctivamrntc bronze, Ja-
lao e cobre velho : no deposito da lundicao
da Aurora, na rua do llrum, logo na entra-
da n. 28, e- na mesma lundicao, em Santo
Amaro
'oiDpra-s<3
effectivamente "bilhetes de loteras ja extra-
hidas, c que eslojam recolldos a thesoura-
ria, aim de ovilar a demora do recebimen-
to : na rua .Novan. 11.
ILEGIVEL

MUTILADO





DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 18 DE SETEMBRO DE 1857.
C0ISOLT0B10 HIiOPiTHICO
DO
<)nde se acham seinpre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, preparados como maior escrpulo e por prcgos bastante commodos :
PRESOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* ... 153000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 255000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos de tinturrademea on^a. 29000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com odic-
J cionario dos termos de medicina ......
Medicitu, domestica do Dr. Mcnry ."..'" "
Tratamento do cholera morbus ....
Repertorio Jo:. Mello Moraes ....*'
20900*
10/000
2/000
6*000
SEGURO CONTRA F080.
Companhia Alliace.
tsubtlecida cm Londres, tm marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a fconra da in-
foraur aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quena mais convier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tlha e igualmente sobre os objectos que contiveretn
os masaos edificios quer consista am mobilia ou
a fazandas de qualquer qualidada.
Na fhndicao da Aurora precisa-se
le serventes forros ou escravos, para
servico dcbaixo de cobei ta.
8 WHIST.. nuiGBZ. $
. raulo Gaignoui deolsU, rua Nova n.4l :
f na mesma casa tero agua e pi danlrifice.
&^Zi:y>:3t&i& iY;:j #&&
JOIIM GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES OMIMERLIAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIK A.NDAR,
praca do Corpo Santo
- Arrendam-sc as olarias sitas no passo
deCiqui: quemas pretender, dirija-se a
praca da Independencia ns. 19 o 2i. que se
dir com quero ha de tratar.
Precisa-se de urna ama de leite : na
Ponte de Uchoa, sitio da Sra. viuva Amorim.
.Na mesma casa tambem se necessita de urna
criada.
Precisa-se- de urna ama que cozinhe
para 2 ou 3 pessoas solteiras, podendo licar
com as tardes desembarazadas, se assim lhe
convier: a tratar na ra da Praia, armazem
de carne n. 22.
KECIFE. !"h'T a-"m ue comParecerem no mesmo es-
Ka ra do-Trapiche n. 17, escriptono t'bel?lci,ncrit0 n*> dia e hora supraindicado,
ecisa-se de um preto para criado. a,lm de brilnantarem com suas presemos
rvTn f T/i n ,_...___ este acto ile ni,',i.ni,. ., ,i.,,....,-. ,,,___...i
--------- ,,. ,,.,,, ou(
este acto de piedade e devocSo. 6 hospita,
aceita com reeonhecimento toda e qualquer
produccao Iliteraria com que nesse dia sel
dignem brinda-io as intelligencias compe-f
lentes com referencia a solemndade. O es-
tabelecimento estar franco a-os visitantes
de um e outro sexo, desde as 10 horas da
manhaa ale a 1 da tarde, e desde as da tar-
de as 10 da noite. Secretaria do Real Hos-
pital Portuguez de Beneiicencia em Pernam-
buco aos 16 de setembro da 1857 --Joao uo-
mlngues Ramos, secretario.
No primeiro andar do sobrado da ra
dosQuarteis, esquina da travessa das Cru-
zas, da-se 18;u00 mensaes por urna escrava
que cozinhe e engomme.
Dam-se 300o rs. e mesa a quem quizer
ser feitor de um engenho distante desta pra-
ca : a tratar no Forle do Mallos, largo da
Assemblea, casa de Benlo Jos Auluucs Pe-
rcira,
De ver
precisa-se de um preto pa._
MDANfi DO ESTBELECi
MENT M PIaI ;S DE
lv J. VGMES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
lielaco. *
Alugam-se para a fasta
3 casas na Torre con 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozinha fura, bom quinta), agua de
beber, estribara para 2 cavallos : a tratar
no armazem de materiaes da ra da Cadeia
de Sanio Antonio n. 17.
ACEIO E PROMPTIDAO.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com eceio e promptidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
t*t.asadesaucle
tib J)l' 'finacio Firmo Xavier es- *
labeleceu em sen sitio da Passagem
.;:, da Magdalena, que fica ao norte &f
da estrada entre a ponte grande g
ea pequea do CIiora-.Menino, e\- ';
cellentes acommodaces para re- V
ceber todas as pessoas enfermas &
que se quizeran utilisar de seus Q
servicos mdicos, os quaes arate @
prestados com o maior esmero. >
V .mes|no Dr., para o fim supra- v
0 indicado e para exercer qualqucr
3 outro acto de sua proiss&o den- 0
$,$ tro ou fura desta cidade podera fi
..." ser procurado a qualquer horado H
dia e da noite. no referido sitio,
a excepciio dos dias uteis, das 9 @
?y? boras da manhaa a's 4 da tarde,
$} que sera'encontrado no primeiro ff$
andar do sobrado n. 9, do pateo f}
do Carino. &
Ainda existe
na praga ta Jiidejjencien-
cia
um resto de vdros com a verdadeira tinta
para marcar roupa, ditos com agua para ti-
rar toda e qualquer qualidade de nodoas, ii-
nalmenle, overdadeiro annil para roupa
que ludo se vende pelos presos ja annun-
ciados.
PASCA
Domingos Rodrigues Andrade & C. fazcm
sciente ao respeitavel publico e principal- ""J'"i,u"1"o ue joaquiui Francisco de Aleve-
mente a seus freguezes, que mudaram oes- do. "vahado por I05l e outro no beceo das
labelecimento da ra da Cruz para o Forte )IluJ|nhas, em que se cha a casa n. *, ava-
llado or O^OOO. He a ultima ^raca.
Precisa-se de u:n mogo portuguez do

o
.5
HOSPITAL PORTUGUEZ
DE
Tendo de solemnlsar-se. o segundo anni-
versunoda installasaodo Reil Hospital Por-
tuguez de Beneiicencia no dia 20 docorren-
te, as 10 horas da manhaa, por ordem do
lllm Sr. provedor, de conLrmidxde com os
artigos 106 e 107 dos estatutos, silo pelo pre-
sente convidados todos os senbores accio-
nistas afim de comparecerem no mesmo es-
t o rinl -mu ..-._- i __--* ...
^>v .\"+o, rG
ROA DOCUEIMADO
^\

39300
(9500
19000
39(100
7*300
79500
lC-280
430
209000
79000
69OOO
j-rooo
19500
O abaixo assignadonesta data deixa de
sercaixeirodacasa do Sr. Joo Baptista
da Rocha, c agradece ao mesmo Sr. o
bom tratamento e boa conlianca que de
mim fez durante Jous annos quafro me-
ses c nove dias em (|ue fui sen caixeiro.
Alanoel Antonio Bezerra.
Recife 1 de setembro de 1857.
Precisa-se dem feitor da Europa,
que trabalhe, para cuidar de um sitio pe-
queo: nesta tvpographia se dir' quem
necessita.
OFFICIAES )E PATENTE.
Precisa-sede aluciaos de alaiato, tanto pa
ra obras grandes c calcas de casemira ; pa-
ga-ssbcm : m ra Nova n 52.
Perdeu-se[na noite de 13 do correnle
urna pulseira de ouro, desde a ra da P.oda
alo o principio do bfleco do Porto : quem a
tiverrehado, querendo-a'restituir, dirja-s
a ra da Cruz, terceiro andar, casa confron-
te ao becco da Llegela, que se darflo os
signaes certos. e alem de muilo se agrade-
cer, se gratificara.
Alugam/o 2 ou 3 escravos para traba-
Ihar em armazem do assucar quem os ti-
ver e quier alugar, dirija-se a casa n. 15
defronte da igreja do Corpo Santo.
Precisa-se do urna ama para casa de
pouca familia, do 2 pessoas, para comprar na
ra e para o servico d casa ; na ra da Glo-
rian. 11.
Na sexta-feira, 18 do corrente, na sala
das audiencias, e (inda a do lllm. Sr. ur. juiz
municipal da pr-iraeira vara, sa ha de arre-
matara casa terrea 11. 2, sita na ra da Sea-
cala Velha.a qual lein sotflo, achando-se em
annazeni, avahada em 2:500a, mas vai a
praca com o abate da lei, que he a quinta
parte; assim como vao igualmente a praca
dous solos, um na travessa do porto das ca>
ooas do Kecifo, no quil est edificado um
sobradinho deJoaqutiu Francisco de Azeve-
Grande sorti-
mento de fa/endas de to-
das as qualidades.
Corles de vestido de seda de corra o maii
superior e moderno qoe lia no mercado. -
l'era- de brelanlia de liuho fina com 6 va-
ras .............
Corlen de veslido de l.i.i maliaddde novos
padroes com I." covadn.. .....
Ditos de calta de casemira prela e de cores.
Dilus de collele le gorgurao de seda de va-
rios padioes..........
Chapeos de ma,sa francezes formas novas.
Hilos de sol de seda. .......
Lencos de cambraia bordados, linos, para
iao.............
Dilos de dilo de lindo liios para mAo. .
Linas de seda de (odas as qualidades, para
homens senhoras e mt ninas.....
Palito* de panno prelo e de core*. .
Ditos de argentina de cores escaras. .
Diloi do fuslflo de cores asselinadas. .
Hilos de hrim pardo fino......
Paulos de alpaca prela.......
Dilos de alpaca e gaugas de cores. .
Ditos de brim de qtiadniilio......:tO0O
Gndolas de alpaca prela e de cores. 5;(KJ0
Ronieiras de rclrsx com lago de seda para
enliora............9J600
Chales de merino bordado em 2 ponas. Uihiii
Ditos de dito bordados cm 1 pona. JOOO
Dilos de dilo com hslra de seda 695011
Dilos de dilo li.-os..........Willd
Dilos de dito com franjas de laa .... .Viloo
Ditos de Ma adamascados, prelos e decores. 3;000
Dilos de chaly bordada!......10?(HHI
Panno liiio prelo c de cores, para lodos os presos.
Selim preto macao superior, covado :t;(l!IO
(irosdenaples prelo e de coies.covado 2.3O00
Seda preta lavr.ida superior.....VS'M)
Pupelina de seda de cores malisadas, co-
vado............
Chai de cores, com quadros ile seda, co-
vado.............
Dito de cores lisos covado......
Laa de quadros pequeos e grandes, cc-
vado............
Uta eseda de no\os padres, covado. '. '.
Mauritana de seda malisada rom cinco pal-
mos de largura, covado......
Ursulina de seda com quadros, ramajeas e
listras malisadas, covado. .....
Sodas de quadriohos, covado. '.
Duqucza de seda com qua Irn e ramagens.
MoHolrna branca e de cores, eovado. .
Cintas fraile.'/,,, finas de novos padroes, co-
vado.....
Frooiiolina de seda de indos' eotloV, co-
vados ........
Cassas franeczas finas de cores fijas", vara".
Era frenie do becco da CougregicO, passando
loja de rirrageoo, a segunda de fazend;.s n. 40.
SVSTEMA MEDICO DE HOLLOWAV
!I5()
s:,o
(ilU
600
800
19600
IjOOO
950
750
3^U
280
900
X)
-------- -.ui. para
do Matos, confronte a casa ,1a assemblea e
porta da inspecQo. armazem n 9. igual-
mente aciealilieam que contiuuam a vender
superior sola, relies, de cabra, cera de car-
LKOES DE PIANO E CAUTO.
Metnodo especial de en-
sillo.
nh.!laa.aSS?.na,d0 Parlic'Pa aoillastrado
m.n?. V C'",de* e Pr'ncipalmente aos
amantes da msica, que ens.na a arlo de to-
car piano e cantar, conforme o metnodo e
gosto mais moderno. O mesmo pode ser
u,raeT.tna R ? Va ", -' fbelecimen-
de msica enC Lenieck' frfessor
W'SSAPl
Tiram-so passaportes para dentro e fre
niT"0' desPacl,i,m-s' cravos! m
cujo Um procurc-se o aununcianle na ra do
Queimadoii.S5.lojadoa Srs. (ouva & a"
mujo, e na ra da Cadeia do Hecie n 49
uor m CanJid" da S'lveiraJu-
S1 ',,t'xo as.ignado declara ,o publico ; -
W va a. I.,, p,r, a roa da, F|orej D f *
| WZb'SVSZJ!?' Qie,n,""-
-Domingos Alves Matheus saca sobre
.i praca do Porto.
yli^rPrlS-T deumauia que saiba'co-
,a rua Sa ^ d '' aS Servico de csa :
i>'aldeire"-o, taberna n. 68.
'w^SSfcjgriZEr pe casa i. >i< h P ? resino com p.-quena


Consultorio
PILLAS HOLLOWAV.
Este inestimavel especifico, comnosloin-
eiramentedehervaamcdicinaes, no con-
;,':.,'^tK',,C',^'.? "oma,S""'a tra subsunria
delectorea. Benigno a mais lenra imane,a,
e a cotnpleicao mais delicada, heigualmen-
le prompto e seguro para desarreigar o mal
na COmpleiQSo mais robusta ; he inleia-
mente innoceulc em suas operacOes cefTei-
tos | pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Luir milhares de pessoas curadas com
este remedio, niuitas que ja eslavam as por-
tas da morle, preservando em seu uso : con-
segumam recobrar a sat.de e forras, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais aillictas i:ao devem cntregar-se a
descsneraeao; lacam um competente ensaio
dosefhcazes elleilos desta assomhrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
saude.
.Nao so perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes eni'ermida-
Accideutes epilpticos
O
':-
Ma tientes
sem dor
'^.nrdBMHpria atlraccao
18 annos de idade para trbahar em urna
Tabrica de velas da car.iauba : na rua Direita
n. 57.
Precisa-se alugar 1 moleque ou 2 para
servico muito maneiro, e nio se hesita dar
alguus mezes adiamado, ou outro qualqucr
negocio que convencionar-se, com tanto que
seja fiel : na rua do Nogueira n. 21:
- Precisa-so de um homem para dislri-
Duidordeste Diario, o qual deve saber lar:
Sene""1" "S" 6 8 da pra('a da lllJepe"-
-- Na rua estrei a do ttosario n. 1G, ha um
rapaz que se prope a sr?r caixeiro da taber-
i;a, ou mesmo para tomar couta por balanco,
dando p ra isso Gador a sua conJuct..
J
-
CENTRAL HQiEOPA-
THICO.
UUA DE SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. 6)
'.': Dr. Sabino Olegario I.adger Pinho efe
-t da cousullai lodo os dias olis, desde as S ,>
** horas da manhaa as 3 da u,d. Os convi- 'i
ts pa.a viiilas deverflo ser dirig.doi por '.-l
T escnplo. Os pobres sao Medicadoi gratui- *'
<& lamente. &
Descoberta nica. (Privilegio de 15 annos,
POTES e aoiMioic mi-
ItEClUO, Dli FAUVtLLK-bELEBAKHl'
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos penles de caoutehouc a voga que
hoja tem, nao si! em Franca como no mun-
de inleiro ; aSo sem contradicho os mais
agradaveis de todos os peutes, mais bran Jos
que tos de tartaruga, sio os nicos que nSo
I izeni cahiro cabello, por causa da clcclii
cidade que contm.accrescendo a estas va li-
li gnus a i!e nao serem mais caros do que os
de bfalo. A esta admiravel invengao deve
\1. lauvelle a mcdalha de primeira ciasse na
.;xpos3o universal de 1855.
lioga-se a Sra. D. Dionlzia Francisca
leSouza, natural da villa da larra, no Itio
doS. Francisco o provincia de Pernambco,
ou a seua herdeiros, que venham ou mandem
e
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de;.
Aslhina.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou exte-
nuagao.
Debilidade ou Taita de
Torgas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dorde garganta.
-- de barriga.
nos rins.
Uureza no ventre.
Lnl'ermidades no ven-
tre.
Enormidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Lnxaqueca.
"erysipela.
Pebres biliosas.
Pebres mlcrmitlenles
Febreto da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia,
ndij; esloes.
innainmuccs.
Irregula ridades da
mensliuagao.
Lombiigasdeloda es-
pecie.
Ol de pcilra.
Manchas n culis.
Obslrucgao do vcnlrc.
I'btisica ou consunip-
c."io pulmonar.
Ileicncao de odrina.
Kheuiiiatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.)
,. ---------* n,'i cu 111,11 .
veiiuein-se estas pillas no eslabelecimeu-
io gcrai de Londres n. 2U. Strand. o na
oja de todos os boticarios, droguistas e on-
v! encarriladas de sua venda em
loJaa America do Sol.Havana ellespanba.
Undem-se as bocelmhas a 800 rs. Cada
ma dellas coiileui una inslrticcao em por-
luguez para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
tSZSP na rua da <:ruz n-22-e'"
Precisa-se do urna ama para o servico de
portas a dentro : na rua Nova n. 38 !
--- Aluga-ae o sitio chamado de chacn
na (asa Forte, e que. pertence a massa falli-
da de N. M. de Seizaa a tratar no escnplo-
que cnlenda de coi lar niassas pn-a-se h'm n2,i g 2 -
na padari. do pateo da ZEMSZtir ''.rl." de'^io^atZ tTSSXEl
diudos ineilicameiilos homeoialhicas, e tu- 'i?
;_;-. do quanlo he necessario para as ptssoas qoe fXi
.-.ta esuem este sjslenid. *j
.':; Vendem-fe fra-cos com rolha de vidro ''
.,. de meia onri al (i, muilo em conla.
"^ooooi.i oou-O'vOw; ':
Precisa-se do um pequeo Portuguez,
'.,1 v r. H.^a_____ tal > .
3
O
O
Thesouro ho-
meopathico
ou
VADE-NECni
DO
:-
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v>
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O
&
o
o
o
o
O
o
::
Homeopatha. 1
l l'KI.0 DR. f
SABINO OLEGARIO L.PW04?
Esta obra, reconliecida por todos, como ''
ai iiulhor de quinlas ensinam a applkarao
da homeop.lhia n Ira amputo das moles-
lias, tonlinoa a vender-se a lloOOO.na 11,- '
lica Central llomeopalliica, rua de Santo .'
Amaro [Mundo-Novo1 n. (i ('.'.
EXCELLENTES REMEDIOS IIO- '"'.
MEOI'ATIUCOS,
praparadoi com o maior coidj.lo e e-mero, '!
vendem-te em carleiras por precos os mais ''
commodos i-ossiveis, .lesde O;l)(>0 alo ';
l-'OOOO, confoime o numero dos lobos e '".
riqoeza dai caivas. ;.;
Cada tubnavulso.....tedou
Cada vidro de tintura. 2.KIII "
N. B.Constando ao abaixo anigaado ''"
quenL'unsindmduoipercormno interior ''."
nao o desla provincia, como fla, AUgoai, S-'J
Paraliiba, Rio-Grande do .Noria e Ccaii, f.
vendondo remedios em seu nome, juica ."i
conveniente declarar, que a ningoem olo- \.
nsou p-ra iaso.e que,como mo esto promp- ;';-
loa carregar com os peccados alheios, so R
se re*pooabilM pela prolicoidade dos re- ^p
medios preparados debaixo de sua iinnie- ?g
dala impecs.lo, naliolica Cenlral lio- &
meopalliia, rua de S.inlo Amaro, Mun- X
de Nov,, (i.
Dr. Sabino Olegario L. I'inho. 1^
^0:]y.iv:-:0 .':~::y..-:::/-:.:s::vO
Compram-se botijas vasias a 80 rs. cada
urna : na rua daSenzala Vclha n. 110.
Compra-se effectivanieiile na rua das
Flores n. 37, primeiro sndar, apoliecs da di-
vida publica e provincial, aceoesdas compa-
nhias,e d-sc dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auanttas. sobre nenhores.
Compram-se caixas vasias, sio he,
quefostem de vinho Boi-deau\ ou Cognac:
na i na do Trapichen. 7.
Compra-su effeclivamenle pingos le
velas de carnauba : na rua do Vigario n. 27,
deposito de assucar,
Compra-se urna casa terrea em Olin-
da : a tratar na rua do Itangcl n. 36, segun-
do andar, eem Olinda com o Sr. Francisco
.\unes Vianna.
Atte.nc&o,
Compra-se urna taberna que tenha poucos
fundos, ou toma-se qualqoer nutra de so-
ciedade por balanco, dando-se fiador : a tra-
tar no largo da liibpira n 1, taberna.
&etoHe
--- Vende-so um mulalinho de 6 annos,
muilo lindo na rua da Penha n. 9 : quem o
pretender podo ir vc-lo a qu?lquer hora.
MANGUITOS OIHHDOS PAIt.v MENINAS.
Na rua do Oueiaado, segunda loja n. 18,
vindo do Rosario, a 1#500 o par.
Vende-sena rua Direita n. 61, segun-
do and r, um [reto mogo e bom earreiro, e
um inulatinho de 9 annos.
MACA'AS,
chegadas de Lisboa no vapor hamburguez,
ewendem-se lanto em caixas de 200 coma
retalho: na rua da Cadeia do Recife n. -2l>,
de fronte do b eco largo. *
Vcndem-se 2 pequeos armarios, 1 se-
ere aria, 1 cama franceza, 1 oraloiio muitO
bonito, tudo por seu dono se retirar tara
fra.
FARELO DO PORIO,
em barricas : no arma/cni do assucar, no
raes do Apollo, entro as duS ponas do
Recife, na esquina da travessa da Senzala
Vclha.
Vende-se a loja decalgado do aterro
da Roa-Vista n. 21 : a tratar na mesma.
Continua-se a vender sal da llha a
3*520 o alqueire, a retalho a 160 a cuia : na
taberna da estrella do pateo do Parauo
n 14.
Vinho do orto.
Vande-se superior vinho do Porto, em
barris, muilo proprio para casas pailicula-
res, e mesuo para engarrafar : no armazem
Je Natillas & Pinto, na travessa da Madre de
Dos n. 16.
- Vende-se urna preta moca, de bom
proeedimenlo e muilo bem prendada, he o
que se pode desojar a tratar na ru-, da
Santa Cruz n. 38, de manhaa at 9 horas.
Pcchincna para bahuleiros.
Na rua do Ces; o, loja da esquina que vOl-
la para a da Cadeia, vcndem-se chitas claras
proprias para bahuleiros, com pequeo lo-
que de avaria, a 4j, 4;500 c Sf.
Vende-se muilo boa carne de toucinho
e orelhas de porcoa 120, e toucinho de San-
tos a 320, uianleiga nova franceza a 610 a
'ibra : na rua das Cruzes n. 20
Na taberna da praca lia Roa-Vista n.
4, vende-se una poreSo de formas de volas
de carnauba-
Vende-so um balcSo proprio r.ara ta-
berna ; para ver, as lojas do sobrado da
rua imperial n. 79, e para njuslar, na loja de
lerragens da rua da Cadeia do Recite a. 56 A.
a li>jaaop do
arco de Santo Antonio.
Corles de casemira mesclada do duas lar-
guras, o corte de caica 29500, dilo oata oa-
lito 3c50. -
liO.
Vende-se milho novo, em saceos : no ar-
mazei de Jos ioaquim Dias Fernandes&
rilbos, ru i da Cadeia n 63.
Vende-se gomma de araiula verdadei-
ra, pelo (inntiuto p.-cco de 8U0 rs a libra,
aUancando*se a qualidade : na rua Nova,
taberna n. 71.
Ven e-sa um preto de mcia idade, pro-
prio para o servicode casa, de sitio, ou ga-
nhai narua: na rua da Cadeia do Recite,
loja n. 50, esquina
Vendem-aecamas de ferro para soltei-
ro. muilo fcil do se armar e desarmar ;
tambem alugam-se moblias completas e in-
completas, com competentes lia lores : na
loja de trastes de L. Pugi, na rua das Flores
Grande sorti-
mento de cortes de coiiete
a 1^500.
Vendetn-se na rua do Qucioiado u 21 A,
cortes de collele de casemira de todas as
cores, e lindos goslos.
Caseiiiiras de
quadiose lisas, tie cores,
a lf>T00 ucovabo.
Vendem-ae na rua do Queima lo n. 21 a,
casemiras lisas e de quadros, fazenda pro-
piia para roupa de menino, e do muitu
gosto.
VENDEM-SE BARATO,
na rua do Q,joimado, loja da esquina do
becco da Congregarlo n. 41 : diales de me-
rm bordados a 5000, ditos de dito borda-
dos a velludo a 15?, ditos de dilo liso 3/500,
dilos bordados em 2 poutas 11/, cortes de
coJIete de velludo 69. chapeos do fellro mui-
lo linos o~, dilos de massa, boa i'azenda, 7#,
ditos de merm com mola 5050o, cortes de
chitatom pinta de molo 23, lencos de seda
muito finos If600, cima franceza muilo fina,
o covado 240, lencos com bico a 210, mussu-
lina branca lina, o covado 340, luvas de pel-
lica para senhora a 500rs., chapeos deso
do seda a 7?, rispado francs, o covado 200
rs dito inglez, o covado 160, cortes de cam-
braia de seda 5fCO0, ditos de brim de liuho
de cores a 1;50, ditos de casemira a 3500,
uilos de cambraia, fazcitla lina a 29400, e
outras multas fezendas, que pela quanlida-
de nao se pode meucioiiar. DSo-so as amos-
tras com penhores.
Venda-se um cahriolel em bom
estado e cura os sem competentes ar-
reos : no aterro da Boa-Visla n. ;|,
Gomma do Arucatv.
Lm porces e a retalho : vende-te na rua
da Cadeia n. 57, escriiilorio de Prente Vi-
anna.
Milho.
O dono da laburna grande ao lado da igre-
ja da Soledade, avisa aos seus freguezes que
de novo recebeu urna porQao de saceos gran-
des com milhoe fej&d mulalinho, e arroz
de casca, tudo o melhor possivel, e vende
por menos que qualqu r outro.
tllluO.
Na rua da Cuia, taberna n. 9, ha milho em
sbccjS grandes, por preco commodo
Vende-se urna boa c^sa terrea na rua
da Conceicao da Boa-Vista : a tratar no
aterro da Boa-Vista n. 4:, segundo andar,
das 6 as 9 horas da manhaa e das 2 as 4 da
larde.
Vende-so ou aluga-se por auno um si-
tio ha estrada do Monteiro, o qual acaba de
ser oceupado pelo sr. cnsul hespanhol :
tem jardim ao lado, copiar, cocheira, estri-
bara1. cacimba, quarlo para ciados, e com
subida para o rio, o todo murado : os prc-
leudentes poJerao uirig.r-se a bolica doSr.
Bartholomeo Francisco de Souza, rua larea
do Rosario n. 36.
-Milho e feijao.
Vcndcm so saceos com milho muito novo
e reijSo, por pre^o commodo : na rua do
yucimado, loja de ferragena n. 14.
Vende-se urna mulata na rua da Ale-
)?ria n. 4, que cose, labvrinlha e marca per-
leitamente, lava e engumma, propria para
vestir urna senhora, e lala com aceio e per-
feiqao de lodo o arranjo de urna casa.
Cl IUIOS.
Vendem-se na rua do Collegio, loja n 13,
a 7/200 por milheiro, em msssos da 50.
BARRIS VASTOS.
Vendem-se barris de 4.- novos, chegados
ltimamente de Lisboa : no armazem de
Carvalho Ir r.fio, na rua do Brum.
Ven lem-se brinquedos da puericia :
Manual de 251 paginas, contendo dialogo em
prosa evprso entre as lellras do alphabeto,
Regras de moral, Crammalica portugueza
Doutrina chnstSa, modo de ajudara missa,
Taboada de pytbagoras, Regras de civilidade
OU manual lio bom tom adoptado para uso
das escolas de ambos os sexos 1#000, Revista
da instruccSo publica para Portugal e Brasil
160 rs., Compendio da historia romana pelo
Sr. Dr. Dourmmont500rs., Regras em verso
para arilhmelica e para grammatica, coma
dupla utilidade de fcilmente se decorarem
e lerem simultneamente por ser o seu pre-
co diminuto, 40 rs : na rua Nova, botica do
Sr. Santos.
Toallias.
A' rua do Crespo n. 16 B, chegou um sor-
timento completo de toalhas de linho e al-
godao para mesa, de diversos tamaitos, as
quaes se vendem por mdicos p:egos Na
mesma loja existem ainda algumas toalhas
do puro linho, lisas e ada ..aseadas, para ros-
to, e urna porcao de guardauapos.
Vende-se a melliur loja de fazon Jas do
Passeio Publico n. 9, com poucos fundos, a
dinheiro ou a prazo.
o Cauto
QOE ESTA' TORRANDO.
iVa Ivja do canto, narua
>i'j Cadeia o eeiie
lia um completo sortimento de fazendas
por procos baralissimos, ricos corles .le se-
da de bonitos padres a 229000 e 255000 reis,
chales de toquiin muilo linos a 5:000 1 s.,di-
tos de merino bordados ni pona a 13;50,
c muilo linos a 20? rs., ditos bordados de
velludo a 11? rs mantas de seda de padioes
bonitos a 7, 8/e 99 rs. cada urna, chalv
coni listras de soda a 900 rs. o covado, ricos
corles de casemiras 4?, 5.3 e 6d rs e mui-
lo linos a 65800 e 75200 rs., pannos avellu-
dados para cima de mesa, de padioes muilo
bonitos a 359 rs. cada um, se Ja decores
com titulo de n clin res de senha a s rs. o
covado, seda branca a 1/40U rs. o covado,
platilha de linho a 560 rs a vara, cassas es-
tampadas de cores lisas a 460 rs. a vara, lu-
vas de seda prelas e decores para seohoras
a 19600o par, ditas para hornera a l&600.rs.,
selim prelo macao a 299C0 e 33 rs. o covado,
panno lino preto a 29500 35, 4?, 5?, e 6; rs.,
e muilo lino que faz admirar a 7;200 rs. o
covado, modernlssiuios coi les de vestidos
para senhora, de barege". de seda com lindos
enlejes de froco a 355 rs I3as de muilo
bonitos gostos, o fazenda muilo boa a 19-200
rois o covado, madapoles de diversas qua-
lidades, e por precos coma odos, massullns
branca a 300 rs. o c ivaao, ditas ae cores a
340, 360 e 380 is. o covado, lencos decassa
estampados, decores lisas a 140, 160, 180,
200 e 280 rs. cada um, e a duza a I9S00 2,
2;00 e 35 rs., mantas prelas de seda a 9/500
e lUJ.iOOrs., chapeos de sol para senhoras a
25500 e 35500 rs., ditos para homem a 65500
e 7.3 rs., Jilos de mola a 55400 rs., ditos de
massa mullo linos a 7/rs e mullo mais fa-
zenJas ; a ellas, venham couhecer a veidade
do exposto: na mesma loja da-se as amos-
tras das fazendas, e tambem se leva amos-
tra pera casas de familias.-
Lavatorios de ferro.
Vendem-se na ma da Cadeia do Recife 11
36, armazem.
Sal do Assu'
Vende-se a bordo do brigue Mara Luzia,
fundeado no quadro da carga, amarrado ao
arrecife, a preco commodo. a iralar com An-
tonio de Almcida Comes, no seq escnplorio,
na rua do Traniche n. 16, segundo andar.
SAPATOS DO AltACAIV,
dos melhoies que tom vin lo a est merca-
do, para homens e meninos, d-^palla e de
orelhas: em casa ile Caihinha .V Filhos, roa
da Cadeia do Recile n. 60, primeiro andar
Vcnde-seou aluga-se oara passar a fes-
la ura sitio junto a povoacSo da Varzea, com
bastantes arvores de frueto, com casa gran-
de : a fallar na rua de Dorias, sobrado n. 2,
segundo andar.
NOVO RAP .
Recommenda-se nos amigos da boa pitada
o expeliente rap novo pr> ;za, chegado do
Rio de Janeiro pelo ultimo .apor, ese acha
a venda a I5OOO a libra : as lojas n. 4 da
praca da Independencia, e rt. 5 da rua do
< respoao ,. do orco.
Vende-se na rua Direita n. 19, cha de
ramilla a 800 rs. a libra, dito do Rio muito
lino a I58OO rs., dilo da India a 25200 rs ,
toucinho de 'autos a 240 rs a libra
- Vende-so superior liabas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor C., rua do
Torres n. 38.
A o Preguifa
v CEMENTO.
Vcnde-sn cemento, tanto
qualidade e do todos os tamanhos : rodas
dentadas para agua ou animacs, de todas as
em barrica proporces; crivos e boceado fornalh.
SiKlV reUlh0 P?r Cm' ^^trosdeboeiro.aguilhes, hJSfK
irmvK1! 8?lMr.e muito bom: no rafusos e cavilhes, moinhos de mandioca
armazem de matenaes, na rua da Cadeia de "- -- moca,
Sanio Antonio n. 17.
--No criptorio de Domingo. A.ve, se executem todas as ncSdas com.
"ad,'A"nl1"" "" superioridado ja conhectda com a devidl
presteza e commodidade em preco.
XAROPI
DO
BOSQUE
Matheus, na rua de Apollo n. 2o, ha pa- s
ra vender.por precos mdicos, o leguinte: '
Kicos e elegantes pianos.
anchadas portuguesas.
Cochins de linho para montana.
Coeiros de barra.
Muio superior couro de lustre.
Tintas de cotes, preparadas.
Balancas decimaes.
Muito ricoc superior papel para forro de
salas.
Superiores charutos da Bahia.
Fumo em folha.
Pedias de lousa propria! para mesas de
cosmlia.
Vendem-se cortes .Je cassa escosse/.a
a 2soC0 : na rua do Crespo n. 23.
Cffl PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
A (inlieiro
Pecas de algodao liso, largo, encorpado a
2, 2^240, 23500 e 23800 a peca, dito de si-
cupira a 23, 23240, 2/500, 23800 e 3-3 a peca,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran -
?ado largo a 100, 120, 140 e 180 rs a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a rua da Cadeia.
Chapeos re Italia.
Vendem-se superiores chapeos de llalla,
recentemente chegados, a preco commodo :
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptono de Antonio de Almeida Co-
mes.
^ende-se
Cortes dos.
Vendem-se cortes de lia de lindos pa-
droes. com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja aa boa fe.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
Ja ouro patente inglez. para bomem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mello: A C", ma
lo Torres n. 38.
elogios
ate. ele.
NA MESMA FUNDIDO,
Fo
para a
Os melhores relogios de ouro, patente in
giez, vendem-se por precos razoavois, no
escriptono do agente Oliveira, rua da Ca-
deia doH.ccilen. 62. primeiro andar.
TuNi* 'as.d".Cadeiil<1*fr>'nle da Rel.rao, venda
n. 28 de I). S. Ltaipos, ven.le-ie e aluga-se, ope-
riuresl)irli,sluinliureueias, em pnrrSo e a retalho.
\enile--eiia rua rta Ca.lea n. 28. npeiior
presunto purl.^uez inteiro a ii0r.,e mais obicctM
por precocommurlo.
Agencia
ia fundicao Low-Moor,
rua ca Senzala /'ova
ii. 42.
Neste estabelecimento continu'a a havef
um completo sortimento de moendasemeias
moondaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todos os
tamanhes para dito.
. CL DE LISBOA.
Vcnde-se cal de Lisboa viuda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
preco commodo : na rua de Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECRETARIAS. f
As melhores que al hojo tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriplotio
do agente Oliveira, rua di Cadeia do Hccife
n 62, primeiro andar.
hJS. Ad? dePosito deste xarope
botica de Jos da Cruz Sanios, na rua
"...iW ,53',e"r8fl,s 58500, e meias 35,000,
sendo falso todo aquelle que dJJo for vend-
do oeste deposito, pele que se faz o presente
IMPORTANTE PARA OPIBLICO.
Para cura de phtysca em todos os seu^
dillereotes graos, quer motivada por cons-
tipacOes, toase, asthma, pleuriz, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpiticao
no coraco, coqueluche bronchite, dr na
garganta, e todas as molestias dos orcSos
pulmonares.
ROB LAFJ-ECTEIR-
O umeo autorisaia por decisaedo conselho real
decreto imperioA.
armb?6,^0. SrrS.h0Splaes recmmendam o
Sutor?,fftIj'frecleur' COmo send0 unifO
I'^0 Pel governo e pela real socieda-
o^Ted?na; Este nedicamenlo de ura
IsSem8usoanaelme faCJ' a to" em secreto,
, ,"' marmha real desde mais d
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio/asf.
fecsoes da pelle, impingeos, as consquen-
cias das sarnas, ulceras e os.ccidetos dos
parios, da idade critica e d. acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a bes.ga, as contracQ0es e a fraqueza
dos orgnos, procedida do abuso das iniec-
coes ou de sondas. Como anli-svphilit.cos
o arrobe cura em pouco lempo os*lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
cm consequcncia do emprego da copahibe.
da cubeba ou das mjecOesique representem
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe Laffec-
mercurio e ao iodorelo de potassio.Lisboa
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porejio de garrafas grandes e pequeas
viudas directamente de Pars, de casa do dito
Boj veau-Lauecteur I2,rua hichelieu Paris
Os formularios dao-se gratis em casa do a*
gente Silva, na pra?a de t>. Pedro n. 82
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia. Lima & Ir-
maos; Pernambco, Soum ; llio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas
Villa Nova, Joao Pereira de Maga tes Leite '
Rio Grande, Francisco de Paula Couto &
VENDE-SE
Agua raz em folhas de fe ro.
Oleo de linhara em ditas.
Hrim de vella brinzoes..
Lonas e cabos da Russia.
Cabos de manilhae de couro.
Metal arnarello e cobre de forro.
Velas de stearina.
Clavinotes.
Pedias de marmore pira mesas.
Pregos de cobre grandes e pequeos.
No armazem de C. J. Astlev & C.
PARA OS DENTES.
Elixir contra as dores de denles, o melhor
que lem apparecido, do hbil dentista........
que se demorou tlguns dias desta praca, e
seguio para o Rio de Janeiro; e vendo o
bom resultado que lirou, fez um deposito
na preca da .Independencia n. 4. Preco 13000
cada vidro.
Na loja do Preguica, ne. rua do Queimado,
esquina do becco do Peixt Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas que se
ven lem por precos baralissimos, notndo-
se entre ellas mussulmas branets linas a
320 rs. O covado, ditas linas a 4(10 rs., ditas
de cora 360, ditas muito linas a 400 rs., ris-
cados inonstros de lindos padioes a 220 is.
o covado, chitas franceza* escuras de lin-
dos pa iroes e cores lixas a 260, ditas ditas
de padroes claros e miudinhos a 28., ditas
muito linas a 300 rs., tapetes para sala a
3;80o, pecasde br. tanha de rolo com 10 va-
ras a 23OOO ca la urna, cambraias l'rancczas
de lindos padroes e cores lixas a 480 rs. a
vara, cassas oigan jys de cordao o de lindos
padrOes a 500 rs. a vaia, cassas francezas
muilo inas a 600 rs. a vara, lencos para
mo a 120, ditos com bico muilo linos a 360,
cortes de casemira do lindos gustos a 53500,
ditos linos a 63, lazinbas de auadros pro-
prias para calcas e palitos a 560 o covado,
riscados francezes uu quadros a 240 o cova-
do, corlas de brim de puro linho e lindos
padio.'s t 29(00 o 2-600 cada uto, cortes de
castor encorpado para calca a 13440, dilos
de brim escuros paia calca a 13600, chitas
escuras e de diversos padroes 160, 180 e 200
rs. o covado, chales de merino de todas as
qualidades, lisos e bordados por baralis-
simos precos, casineta preta muito lina a
13200 o covado, ricos cortes do setim bor-
dillo para collelesa 43 cada um, cobertores
para escravos a "OOrs lencos de seda de
lindos p dris a 2:000 cada um, e outras
multas lazendas que todas se vendem por
baralissimos precos, e se dariio as amostres
com penhores.
- Vende-se um sitio na Torre a beira do
rio : na rua dos Pire.-, junto a caixa d'agua.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za n. 97, dos afamados fabricantes Oay &
Martin, embarrices de 15 duzias de 'po-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nhia, na rua da Cruzn. ':-.
VENDE-SE
na rua do Trapiche 11. 54, escriplotio de
NovaesiS. C, superior- vinho do Porto, em
caixas de urna e duas duzias de garrafas :
a preco commodo.
Vcnde-se espirito do vinho : na resli-
laco do tnoinho de vento da praia de Santa
hila.


Em casadeitabeSchmettau;&':ompanhias
rua da Cadeia n. 37, veud3m-se elegante,1
pianos do afamado fabricante Traumann de '
Hamburjzo.
UIU DE FEM
Escolenles camas de ferro para solteiros
vendem-se no escriptono do agento Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. (2, primeiro
andar.
Barris com breu :
Irmaos.
mi.
no armazem do Tasso
Algodo isionstro.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toaPjas e
lenc.oes, pelo baratissimo preco de 600 rs. a
vara : na loja da boa le, na rua doOueimi-
do n. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ierro deD. W. Iiowman
na rua do Bium, passando o chala-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de hica, as quaes se
echama venda por preco commodo e com
promptidao, emharcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Narua do Trapiche 11. II, vende-se
por preco commodo o seguinte :
Cmynpanha em caixas de duzia, da bem
acreditada marca deComtede Marcuil a
i.v a calxa.
Champanha caivas de duzia da bem a-
credituda marca estrella a oO.s, vinho
Bordeaux em caixas de duzia, cognac,
garrafas vasias em caixas de duzia e ver-
dete em barris, tudo por pieco muito
commodo.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes A C. barris
de ferro, ou cubos hydrauhcos ; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
"-t'lns e relegio8.
SELLINS e RELOUIOS de palele
V,\ti : a venda no armaztm dr
loslron Rooker & Companhia, es-
qoina mero 48.
Oarjie seeca do C'ear.
Vende-se superior carne secca do Cear,
por commodo reco : no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfandega.
LICOBES SUPERFINOS
aa mais afamada fabrica da Eupora, em
Caixas sort.das de varias qualidades:
vendem-se no escriptoiio de Brender a
BrandiscvC.: na rua do Trapiche n. It.
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Ahrcu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. .~(j.
Deposito
r. priiicrza da fabo-
cadeE-Gasse, no Ri'
de t/aneiro.
Vende-se a preco commodo rap fino,
giossoemeiogrosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
roa da Cruz n. 49.
Ifl I ti .nv. v; TOTsra,
d
*0U*!*i&b&$$
NAFUNDI^AO DE FEltliO DO ENGE-
MIEIKO DAVID W. BOWMAX, ,\A
BA DO BBL'M, PASSANDO O cllA-
FAKIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engeobos, a saher : moendas e meias
moendas .la mais moderna constrocefio ; la-
chas de ferro fundido c balido, de superior
No da II do corrente mez de setem-
bro, do engenho Queimadas, freguezia de
Santo AntSo, fugio o escravo Bernardo, cn-
oulo, idade de 18 a 20 ai.nos, bem apeS-
oado, cara redonda e lustrosa, es seceos,
eem um delles falta-lhe a unha do dedo
grande, e he canhoto, e mais que tudo um
signal muito evidente, que he ter urna ci-
catriz as cosas da mlio direita, sahio com
irouxa de roupa fina e algodo," chapeo de
como, e alparcatas de que sempre usa ;
suppOe-se ter tomado a direccaode Cmara'
por lermuiU inclinacao ao servico de va-
queinre, nesta praca aonde tem estado
mullos lempos, ou mesmo qualquer outra
parte, pelo que o abaiso assignado roga as
autoridades policiaes e capilaes de campo a
"prrehensao, e conduccSo ao sopradito en-
genho, aonde ser recompensado com 100
res.Padre Antonio Vieira de Mello.
Atten^ao.
No dia 23 de agosto prximo paseado, fu-
gio do engenho S. JoSo.feguezia do Porto
Calvo, o escravo crioulo de nome lismio,
idade 25 annos pouco mais ou menos, bem
ladino, barbado, com suissas, baixo e gros-
so, levando comsigo 00 rs. em dinheiro,
eum potro rodado de segundi muda; tem
roai, e urna mana, moradores nesta praca
em lora de Portas, e suppOe-se que por on-
de anda intilula-se por forro : quem o pegar
leve-o nesta praca a Joaquim Jos Ramos.na
rua Augusta, casa defronte da de n 17, ou
no supradito engenho deseu senhor Jacin-
tho Alronso de Mello, que ser generosamen-
te recompensado.
2005000 de gralificacSo,
a quem pegar os escravos crioulos, I auren-
lino e Manoel, por antonomasia barbeiro :
o primeiro de idade 25 annos, alto, nSo mui-
to fornido, rosto comprido, sem barba, bem
parecido, e muito pachola, levou chapeo do
Chili, e gosla do trajar bem : o .Manoel tem
a mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
renlino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, peroaa giossas,
ps bem felos, traja calca e jaqueta, e levou
chapeo de palha da Italia ; tem cicatrizes as
cosas como sello de suas proezas : ievaram
em sua companhia um moleque de nome
Aiexandre, que com elles aprenda o cilicio
de pedreiro, cujo olhcio saben) perfeitamen-
le dilos escravos : a pessoa que appprehen-
der qualquer desles escravos e os entregar
na cadaia da cidade do llecife, ou os condu-
zir ao engenho Boa-Esperanca, na freguezia
domoeiro, receber a dita gratificacao e
OiSis despezas que lizer.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na comarca de Pao
d Albo, o escravo Antonit., Caqange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, peritas inas, be casado, e lel-
vez lenba algumas marcas de relbo as na-
degas por ja ter sido castigado levemente :
esse escravo foi d( s herdelros do finado Cae-
tano GoDcsIves da Cunha; consta que este
ve em Santo Antao, em casa do Sr. Jo3o
Francisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os oiesmos signaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na rua da Cuia n. 64, ou
deile der noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; e qurn o tiver em
seu poder, fique certo de sua punicSo com
todo origordasles.
No dia 15 do corrente, pelas 11 horas
da candila, desappareceu um negro por
nome Clemente, com os signaes seguintes :
levou calca de algodao azul e camisa preta,
continua a embriagar-se, quando se lhe
pergunta alguna cousa, responde sempre de
vista lineada no chao, tem muita marca de
bexiga pelas pernas ainda muito de fresco e
algumas pelo rosto, esta principiando a bar-
bar : porlanlo toga-s as auloruades poli-
ciaes e capites de campo que o prndame
levem a seu senhor, no botequim da rua
larga do llosario n. 27, que ser recompen-
sado generosamente.
Km 7 do corrente mez desappareceu o
escravo Candido, crioulo, odicial de pedrei-
ro. idade 25 annos, alto, cor prela, cara um
tanto larga, olhos carnudos, tem urna cica-
triz em urna das mos, proveniente de um
panancio : quem o pegar, pode o conduzir
ao alerro da Boa-Vista, segunJo andar do
sobrado n. 53, ou a casa do Sr Rufino Jos
Correia de Almeida, quesera recompensado.
PEKN. 1 y.'. l> M. F. DE FAK1A 1857
ILEGIVEL
MUTILADO
.-..


Full Text
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