Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07832


This item is only available as the following downloads:


Full Text
\NNO XXXIII \. 211
I 1WM1 I
Por 3 mczes adiantados #000-
Por 5 mezcs vencidos 4<500.
OIARTV FEIRA 16 DE SETE1BR0 DE 18o7
Por anuo adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAftaBGADOS DA 8UB8CMPCA DO NOBTE.
Pinhtbi, 8r. Joo Rodolpho Gomei ; Natal, o 8r. Joaquim
1 Pereira Jnior ; Aracaly, e- Sr. A. da Lemoi Braga ; Ota-
ra', o Sr. J. Jos da Olivaira ; Maraohao, o Br. Joaquim Mar-
qnee Rodrigue!; Piauhy o Sr. Jos*' Joaquim Avclino ; Pa-
r, o Br. Juiliao J. Kamol ; Amazonas, o Br. Jaron*mo da
data.
PARTIDA D0SC0RKBI08.
Otir.il : todos os dia. M 9 a nina hora* rio da.
IfaaraasVi Guanna c Paraatta: na* aanaaBU e aailaa-faiiif,
S. Antao, ttexiarrosV, llomlj. Ganan', Alimho ,- GaruaaM : na Itrca-feira.
S. Lourmpi. 1'ao il Albo, Kiurelh, Usases, Ilreio, l'csuucira. Iiuinviil,
rioraa, v da-Bella,, Roa-Vbla, Ouricurv r E,", laamn ,~f.-oa,.
Cabo, l|iojaca.Sriinhicm, Kio Formlo, Un, Barraros, Agua-Prela, Pi-
ni.ti r,., i..~ c IXalal : quimas-fviras.
, Todos os corre
quinu
M parU'rn as 10 horas da
AUDIENCIAS DOS TBJBNAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do commtrcio : sagundil a quintil.
Relacoo : tercas feirai a labbadoi.
Fazenda : quartas a sabbados as 10 horas.
Juio do commtrcio : segunda! as 10 horas a quintal ao maio dia.
Juio da orphos .-segunda! a quintas as 10 huras.
Primalra rara do civel : segundaa aaeitaaao meio dia.
Segunda rara do chai : cartas a sabbados ao maio dia.
EPHBMERIDE8 DO MEZ DESETEMBRO
4 Lu eheii as 2 horas a 47 minutos da manhiia.
10 Quarto minguantt as 8 horas e 30 minutos da tarde.
18 La nova ai 3 horas e 13 minutos da manha.
26 Quarto crescenta as 6 horas a 40 minuto da manilla.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas a (i minutos da tarda.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manha.
DAS DA SEMANA.
14 Segunda. Exaliacn de S. Cru. 8. Cornelio.
15 Terca. S. Nicomcdes m. ; S. Militino m.
16 (.i i mi. S. Eufemia v. m. ; 8s. Abundio e Abundancio mm.
17 Quinta. As Ohagas de S. Francisco i S. Podro Arbues.
18 Sena. S. Jos de Oupcrlino f. ; S. Thomaz de Villa Non are.
19 Sabbado. S. Januario ni ; S. Nilo b. m.
20 Domingo. As Dores da SS. Virgem Alai de Dos : S. Eustaquio


RIO DE JANEIRO
CtlllA DOS SUS. DEPUTADOS,
SESSAO DE 7 DE AGOSTO DE 1857.
Predencia do Sr, titcond de Baependy.
A' hora do cosime, feila i chamada, a aehando-
e remudo numero legal, abre-se > essao.
I.ida a acia da antecedente, he approvada.
<> Sr. Primeiro Secretario, dn conla do leguinte
EXPEDIENTE.
Oualro olTIcios do mioisleilo do impeli, cora-
municanlo ficar acienle S. M. I. de ler eila augus-
ta cmara ap, rotado a eleira.i de diverso! dislrlctos
perlncenles a difierenles provincias.Fici a cma-
ra inttirada.
Outm do mesmo ministerio, communieando fcar
5. M. 1. int,eiradodas poasoas que compoem a mesa
desla cmara.Fiel a cmara inteirada.
I'ra requerimenlo da cmara municipal da villa
Chrislina, provincia de Minia Geraes, pedindo a re-
vogaco da lei provincial que tmpoe 35920 sobre ce-
da bella cirregadi rom gneros de oalras provincias
que entrara nade Minas.A' comroiisao de assem-
bleas provincias*.
Dito da misma cmara municipal, reclamando
contra ama nova dviso que ae pretende dar a il-
gomas comarcas do mida provincia de Minai.A
commisao de estilstica.
Dilo da cmara municipal da Nossa Senhori da
Aprsenmelo da EscaJa, di provlncii de Pernam-
baco, pedindo 400 brica quidrada do terreno per-
lencenta aldeia dos Indio'.X commisio de fa-
lenda.
Dilo da irmn lade do Sanlissimo Sacramento de
Santos, pedindo dispensa das Iris de imortisacjlo
pira possair beos de rait.A' commissA i de fa-
zende.
So approvados sem dbale os pareceres das eom-
misies:
De pensiles e ordnalos, indefarindo as pretencoes
de Vielorino Pinto de Simpaio, de I). Virginia da
Silva Magalhaes e de D. Mara Candida de Avelez
Moreira, e man lando ouvir o governo sobre a prc
lencao dos diversos empregados da Academia, das
Helias Artes ;
De raarinh* e guerra, mandando ouvir o governo
sobre a pretendo de D. Joaquina Leocadia de
Brito ;
De obras pallucas, mandando oovir o governo so-
bre a petico dacnmpaahia reformadora.
lie julgadi objeclo de delibaraeao e vai a imprimir
para entrar na ordem dos tribuidos um parecer da
comrais3o de po-iere, mandando pa naluralisarl i a Joaquim Jos da Cosa Bastos.
Sao approvalasiem dbale as redacc,oe! do pro-
jeclo que concede um unno de licenca ao Dr. Elias
Jos Pedroia e oulros, e do prnjeclo que concede
favores n' estrada de ferro de Pernambuco.
O Sr. B'andiio (pela ordem), depois de algumis
considerar-Oes, manda i' mesa a cerlidao da acia da
elenco da parochia do Ouricury.a qual he remelti-
da commissao de poderes.
I.eiloras de projectos e indicac,u.,s.
* Sao julgados objecto de deliberarlo e v.'io a im-
primir para entrar na ordem dos Irabalhos os se-
guinles projectos :
A assembla geral legislativa resolve :
Arl. 1. Ficam dispensadas as les de amorlisa-
cSn para que o seminario episcopal da provincia de
S. Paulopossi adquirir al a quanlia de 2(H):000!000
em bens de raiz.
. A concesso do arliso antecedente lie
feila com a clau divida pnlilica, reali'ada no prizo marcado pelo
compleme provedor de capellas e reaideos, excep-
tuados os terrenos a predios para servido proprio do
respeclivn eslabelecimenlo.
Ar|. 3. |-'icain revocadas as di'poiiQes em con-
trario.S. R.
Cmara dos depulados, 7 de agoslo de 1837.A.
da Cosa Pinto Silva.
' Arl. 1. Fica o governo aulorisado a mandar
matricular o esludanle da inecina da escola da
corle Josr Marciano da Silva Pontes, sem prejuizo
das dispO'ic/ies dos eslalulos relalivamenle :\ fre-
quencia
" Arl. >. Ficam ravogadas aa di Irarin.S. R.
Sala da* seises, em 7 da agosto de 1857.Sil
veira Lobo.
A asiembla geral legislativa resolv :
Arligo nico. A irin-in 1a le de 8. Jos da II >a-
H orle do municipio de Sanio Antonio de S.i, da pro
. v'ncia do Kio de Janeiro, Ti-a dispensada das lcis
de amorlisa^ao para poder possair o terreno <|ae
actualmente conslilue o seo patrimonio e adquirir
oulros bens di rail al o valor de 0:000$.S. R.
o Pafn di camira doa depolailos, :1 de agnslo
di 1857.Jernimo J j-i- 'IVuein Jnior o
l.-se e i pedido de ssa autor he remeltido i corrf-
raiasao de agricollura o teguinle projeclo :
- A assembla geral legislativa resolv :
Arl. 1. O govsrno he aaloriad i a auxiliar a
, creacilodeum eslabelecimenlo na provincia de Ser-
gipe, dirigido por um emprezario, por ama socieda-
de em norae e.llectivo, oo por urna companhia que
se comprornelter ellicazmenle a realisar os se-
gainlea beneficios em proveilo da industria sae-
carina :
( 1. O imprego e aso comanle doi inslromsn-
los aratorios os mais aperfei;oadps para a culiura da
rinna.
o S Culluri da canna de arsuaar pelo mclhor
syslema j eiohecido no Braail, e o eniaio de ou-
Iros syslemas usados com maiorrs vantagens em oo-
Iros paizei.
o ; :l. Melhoramenlo da canna usado actualmen-
te, e ensaini da cultura das difltrentei especies de
canoas de que ae lem colido mais vanlagem em
paizea eslrangeiros.
'< i. Cons(rucc3o ou asnnlamtnto de ama ma-
china destinada a moer canm de asmear, com for-
js suflicenle para prodazir ao menos 400 arrobas de
assucar por da, oblando um augmento pelo menos
de 0 por cenlo, e um callo sobre urna cria quan-
lidade de canna, relativamente ao qOe se oblem so-
bre a raesmi qu inli.Ude de canna nos engenhoi ac-
loaes da provincias,
o 5. r Misiriirclo ou assenlamanto de machinaa
appirellios completos e os mais psrfeitos para lo-
das as operac.0ea da maoipolac.lo do assucar, com a
auMicenti eapacidade para prodazir pelo meos 400
arrobas por dia.
0. Augmento pelo meaos de 50 por cenlo no
puo do ItsUcar, obli i. sobre urna certa quanlidade
de canna, relativamente ao que se oblem nos enge-
nhos actuaes da provincia sobre a mesma quauti-
dade de canna.
7. Pelo menos 6 por cenlo da canna moi la no
eslabelecimenlo scri ixtrahido em assucar brinco de
primeira qualidade.
8. Eitrarrao de alinear mascavo superior do
melado que corre do aisuear de primeira qualidade,
obtendo-se nessa or.erac.ao 8 arrobas de essacar ao
menos por cada pipa de melado da 40 graos
oBeaom.ii
9. Eosaio da cuitara do ir Im saccarifero
ou liolcui laeharalu no intuito de apreciarlo exac-
ta das vantagens que se poderao obler delle, consi-
derado em lodos os leus misleres e comparado com o
que ae pJe obler da canna.
5 10. Assentamenlu do um alambique do me-
Ihor ,1.161111 mais adequado M paiz, com eapaci-
dade para prodoz r diariamente 4 pipas da agur-
dente de 21 graos.
o % II. Aiientamenlo de torno e moinhos para
calcmac3o de osso e preparacao do carvao animal
necessario para o fabrico do assucar que o eslabele-
cimenlo liver de prodazir.
ci S t-2. A creifio de ama colonia agrcola, da
150individuos Irebalhadnre pelo menoi, emprega-
dos na lavoara do eslabelecimenlo, contratados a sa-
larios, ou por parcena, ou por qaalqoer outro sys-
lema que facilite a ana acquisicac.
o Arl. -2. A empreza encarregar se-ha de fabricar
o assucar dos fazendiiroa vizinhos do eslibelecimen-
lo, garanlindo-llies em issucar 7 por cenlo do peso
da canna que for presentada e n bom estado, islo
he, nao fermentada, sendo metade desse assucar
de brinco superior e a outra nielado di superior
mascavo.
o Arl. :(. o eslabalerimenlo assim creado e diri-
gido por oro himem da sciencia para isso habitila-
disera considerado como escola modelo, onda o go-
verno e os azendeiros da qualqucr parla do impe-
n mandar eslodar lodo os processos em
Arl. 6. A empreza sera' aaxiliada : !., com ga- ,
ranlia para contrahir denlro ou fiira do imperio um
emprislimo que nao exceder a 400:0003, ou 2.',
com garanta de jaros, e 3.. om qusesquer outros i
favores que o goveroo olgar necessario para que o
servio se realise.
Art. 7. O aoverno estipulara' a condic,0as dos
auxilios queconferir a* empreza, e esta hypolhecara'
lodos os sens valores em bens de raiz, ou quaesquer
oulros, ou lodos conjunciainente, e alem disto pres- i
lara' todas as garantas que o governo julgar conve-
mente para obviar que o lliesouro venha a er ohri-
gado a pagar, e com ruco de soflrer algum pre-
juizo.
Arl. 8. Os auxilios do governo a' empreza du-'
raro de 10 a 15 annoe.
< Arl. 0. Itevogam-se todas as disposices em
contrario.
n I aro da cmara dos diputados, 7 di igosto de
1857.joilo Baplisla Mouleiro.
O Sr. Viiialo pela ordim,1 pede qoe seja dado
para ordem do da um projeclo offerecido pelo Sr.
Ferraz sobre corporac,es le m3o murta.
08. Pereira Pinlo pede qoe a commissao de po-
deres haja de dar com brevidade seu pirecer sobre
um prnjeclo ufferecido por elle a respeilo de refor-
mas eleiloraei.
Os Srs. Cruz Machado e Teiieira Jonior reepon-
dem que, sendo o ohjecli de gravidade, nao con-
vm dar um parecer precipitado.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DA.
Socidades em coinmandlta.
Continua a lerceira di inno passado com as duas tmendas substitutivas.
O Sr. Sergio da Macado : Sr. presidente, leud-
me sido reservada neste dbale a larefa de respon-
der ao nobre ministro dos negocios da fazenda, en-
tend que tinlia tomado sobra os meos hombros peso
superior as minha forjas. O nobre ministro, po-
rein, facililou o desempenho desa Isrefa pela ma-
neira por que se exprimi, s-ji-me permillidodize-
lo, pelas punca e Iracas rnzes qui aprtsentou para
combater a bella nposic,ao que da materia, segundo
a nossa opiniao, linha feilo o mea nobre colleg de
commissao o Sr. Torres-liomem.
O projeclo de qoe se irala he destinado a regulir
as sociedades em cemmandita. Ellas ja o estao pelo
cdigo comraercial ; mas apparecendo a qoestau de
se dividir o seu capital em arres, foi necessario re-
vesli-las de cautelas que anda nao eiistian oo mes-
mo cdigo. A proposito d-.ia materia enlrelanio
susciloo-ie, como iaeideale forjado, a questao lohre
os Bancos de emissao, a qual tem allrahido a allen-
c,ao da todos e lem sido o principal lopico dos dis-
cursos pronunciado*.
Eu (ocarei lias commsnditai.e depois Iratarei des-
sa outra questao quanlo baile para responder
ao qoe dase o nobre minislro da fazenda.
lie sabido que as sociedades em ominan lila com
o capital dividido em acr,eslein ou podem ler.quan-
do nao liem regulada, todos os inconvenientes, lo-
dos os perigos das sociedades anonvras, e por isso
se devein cercar da convenientes' precauees. S.
EU. o ;r. miul.lro da fazenda concorda em quasi
todas as que p.opuzemos, e ssim nao lie diflicil, ce-
dendo cada om parte de aua npme, vir a um ac-
cordo sobre os pimo* de disordancia que se nao
referirem ao direito de emissao.
O primeiro ponto de divergencia entre D! he a
disi'osicao estabelecida em noso projecloque as
acedes sejara nominativa ; o nobre ministro eulcndc
qoe devm ser ao portador.
OSr. B.rao de Mau : Uepoii do capital reali-
s ado.
O Sr. Sergio d Macelo : Entretanto S. Exc.
confesiouque nossa rioes itam attendivei. Aquel-
la disposicao fuula-se na moralilado publica. Na
eonvein facilitar o meios de cccullar fortuna ptWa
defraudar lierdeiros e al credores ; ja existem mui-
los modos de empregar eapitaes em accoes de cun-
p.inhias ao portador que facililam ets.i ccuIlacSo de
fortuna.
) Sr.BarHo di Mau:O dinheiro espccialmenle
O Sr. Sergio de Macedo : Mas a fortuno sendo
escondida em molda traz a pnvaco de juros ; a for-
tuna oceuli i !,i por meio de emprego em nome sup-
posu, dan lo ootroi como donos da propriedade-, tem
o inconveniente para o verdadeiro dono ds ficar
depenlendo da boa fe da pessoa que Ihe p esla o
seu nome.
Paranlo di semelhanle maneira a fortuna eila'
esposla a riscos oo olTie perdis. O emprego da for-
tuna qua se quer occullar em ace/jes ao portador nao
lem e-t..- rucos, uem estes inconvenientes, e por
isso eumpra n3o dar essa facilidade a um aclo im
moral.
Nao vejo grande mal as acces nominativas ; a
necesidade da lrau>fereucia nos livroadi cumpanhii
nao he um obstculo a' IraasaceOig licita aui con-
venha fazer.
O outro ponto, lohre que ver-iva n as observa-
c8es do nobre minislro foi i responsabilidad* doi
nscaes.
O nobre minislro concorda comunico que a res-
ponsabilidade deve ier beni definida, e nisto se afas-
ia do projeclo do nobre depolado pelo Rio Grande
do Sol, que estabsleceu urna responsabilidade sem
iracar limites claros ou deliuidos. a concorda com o
noso syslema ; nada pois temos que discutir. O
oulro poni de divergencia he a duracao do axer-
cicio desses fisraes.
A lei franceza exige que sejam temporaiios; em
nnsao projeclo n.lo se marraran) limites de lempo ;
inlendemos qoe deviamos deixir islo sos estatuios ;
e como estes leem de ser approvados pelo governo,
o governo, quanlo vir que ha Imprudeneia em
nao icr limitada a durarao do exirci.io doi fi-
caea, pode apresentar este motivo para rejei-
Ur os estatuios e exigir que le reformen) ne-sa
parte.
Entretanto podem haver caso em qoe mais con-
venha que durem os liseaes lodo o lempo em que
merecerem a confianza dos socios.
O Sr. Franco de Almel la :Peco a palavra p3ra
responder.
O Sr. Sergio de Macedo .-Tanto o nono projec-
lo, como o do nobre deputado pelo Rio Grande do
Sal, exige a approvac,ao do governo para sociedades
em commandila que se furmirem para operaron
nanearas.
No juntamos a es peilodasqui liverem por objeclo de u.\i opsr.irOes
gneros alimenticios.
O artigo do projeelo subslitiitiro do nobre depu-
tado pelo Rio Grande do Sul, diz nssim :
_Arl. > Quaodo sociedades commandilarias por
acones liyerem por objeclo operi;0es baocanas, s
pdenlo insliluir-se com previa aolorisacaodi gover-
no, emquanlo urna lei especial sobre Bancos n,1o for
promulgada.
O arligo do nosso diz :
o S ID. A autorisacao do governo he necessaria
para que se posam encorporar sociedades em com-
rnandila por ,;.'. --, que lenham por objecto opera-
coes bancarias de deposito e descont, ou operacss
commerciaes relativas a gneros alimenticios. As
decisOes do governo recuaan lo a aulorisa;ao, deve-
r3o ler molivadas, e dellas llavera' reeurso para o
cnRselho de estado denlro de 00 dial, eoolados da
data da notificacao feild as parlas iuleresssadas. Se
no prazo de Ires mezes decorridos da apreaenlacau
dos eslalulos nenhuma de i-;ln huuver sido dada, se-
rao as ditas sociedades considerados como definitiva-
mente approv.nd.is.
No. pois nao deiximos aa arbilrio do governo a
inrte deslas sociedades ; partimos do principioque
lodo o eidadao lem o dircilo que a conslitoicao loe
reconhece, de exercer una indii'tria qualquer que
nao seja nociva ou prohibida por lei. No caso da
especularles sobre gneros alimentares podem dar-
se busos dessas comranhias monopolisando com o
poder de seos capilaes os gneros de primeira ne-
eessidade para os venderem ao poder por preco ex-
agerado. Putern, pelo contrario, formar-se eom-
panhias para fazer concurrencia a monopolisadores,
on pura obler a prodorrao a meoor prejo. Compa-
nhias pois que se ppliq'uem a esle genero de com-
mtrcio ou empreza podem ser atis oa perniciosas.
A lei nao i o le de anle-mao decidir asta questao, a
neste cao entendemos que deviamos confiar o go-
verno o cuidado de aulorisa-las ou nao. Elle at
auloriaara' debaixo de regras e condi(oes definidas
nos estatuto'.
i .i Mu lo as soiiedades se ilaslarem desias regras e
con.tienes he evidente que o governo lera" o direito i
de cassar a aotorisar,ao.
Nos, porem, que partimos do principio da lber
dada da industria garantido pela coostiloirjo, nao
queremos o arbitrio, e por isso rodeamos o direito
individual de lolas as garantas que nos parecern)
ENCARREGADOS DA 8RSCRICA NO SDL
Alagoas. oSr. C.laudino Falcao Dias ; Bahia, o Sr. D. Dupra
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBICU.
O proprietirio do DIABIO Manorl Figueiroa di Paria o lu
Iivraria, praca da Independencia n. e 8.
uso n3o so na cultura da canna, como na manipula- I cnciliavei com a seguranca publica,
cao do assucar. O engrnheiro do eslaheleclmeiilo
dar todas as explicaces que llie forem pedida,
quer schre astheona., quer sobre os resollados or-
ticos, menos a esrravus.
Eslabeleccm s um prazo para o governo dar a soa
decisSo ; se nao der no liin desse lempo, fica enten-
dido que a sncieda.le e-l approvada. Exigimo
i que a recusa seja motivada, a eslabelecemos recor-
Arl. i. A empreza, a onlar do dia em que II- s. para o consclho de estada.
menlo completo das suas ma-! Re.pinde.ndo |e nobra ministro, moiUs vezes
chinas, apparelhus a alambique,' nao podara' em-
pregar bracos estraves em servio algara.
a Arl. 5. Neces'ariamenlo far,' parle da empre-
za pelo menos um fazendeiro da provincia qoe enlre
pan ella com Ierras dis roelhore par.i o cultivo da
canna, no valor pelo menos de lOOiOQOSa

eonf indirei s suas opiniOes com as do nobre depu-
tado pelo P.ii.i, porque S. Exc. declarou aqai qoe
as adoptava.
Parecen ao nobre minislro que o praro falal mar-
cado la govcrnu he incompalivel com a la digni-
dide. Senhores, queremos garantir o direito do pu-
blico contra o arbitrio, e com islo nao ofrendemos,
aos actuis ministros (apoados,) refeiimo-nos no.
governo am geral. Se ha offenaa >m marrar limi-
tes aos poderes do Estado, antao toda a constituir i
he urna offensa. A conli(air,ao comer;ou por dar
limites ao propnn soberano, aos proprios eleitores,'
as proprias cmaras legislativas. Portanto nao ha I
inconveniente nenlium. nem conlradiC(io, nem de-
sar, quimln se marcam limites ao poder, esleja
qoem for nesse poder. Entendemos que as socieda-
des em commandila deveriam ficar naqoelles casos
dependente da approvar;3o do governo ; ma< ao
mesmo lempo istabeticemos que a recnsa fose mo-
tivada, e que le oao podeise arbitrariamente dene-
gar au|orsac,ao as sociedades cuiivenienles a uteis.
He necessario marcar am prazo para qoe, por!
meio da inercia, a ma' vnnlade ou a negliceiicia nao
paralyse a formadlo de eompauliias uleis. He ne-
c irio que a recusa seja motivada para se poler
dar o ireurso ao conaelho de estado. Qaando os po-
deres pblicos dao a razan dos seo actos, das suas
decisoe, nao ic abaixam ; pelo contrario, obrara
como representantes da razao publica. Nao se po-
de privar aos cidadaos o exarcicio de um dinito sem
mostrar que ha perigo ou inconveniente. Aqai a
lei nao polo des le logo estabeler.er a prahibieje, co-
mo se se Iralasse, por exemplo, de fabricar plvo-
ra ; ha necessario que o governo diga porque con-
sidera nociva a companhia.
Mas o recurso ao consclho de estado parecen ab-
surdo...
O Sr. Franco de Almeida : He inconstitucio-
nal.
O Sr. Sergio de Macedo : O nobic deputado,
com urna seguran.;.!, na qual raostra mais a Justina
que faz ao seu proprio merecimento, du que o cui-
dado de .i-t -mar a sua modestia, declarou raaeis-
Ir.ilinenle que ese recurso he um erro em legiilacjo,
a agora repele qua he inconstitucional.
Senli.uu', se o recurso das decise dos iinin-Un-
do imperador, dos actos do poder executivo, para
o mesmo imperador aconsclliado pelo conselhode
estado, dos conellieiros lempnraes da cori, dos
-en- con-rllii-iio- polticos, para o imperador, rodea-
do dos seus couselheiros permanentes, lie urna in-
coDSlitucionalidade, esta inconstiluciunalidade esla'
em nosa legislarlo.
O nobre minislro referio-se a' legislarlo franceza.
Emquanlo a I-ranea foi governa la mouarrhicamen-
le, a agora que anda o he, sua lezislacan foi exac-
tamente conforme a' nossa. Dotados do poder exe-
cuhvo liana recurso para o re cm seu conselho. A
opiuiao do comelho de eslalo era sempre dada co-
mo i-im-ulliv.i, e concloia por am projeclo de de-
creto que o re ossiiiava. Ete decreto era a ex-
pressao da opiniao do c.-n-ellio de eslado. Ndolini-
va um exemplo de una so da opiniOes dadas em
casos dcsles pelo conelho de-estado em Franca que
fosse recusada pelo poder execofivo.
Veio a repblica e etlabeleceu novos principios,
novo governo, novo syslama de delegarlo da sobe-
rbnia nacional. M. de Cormenin. que pode sar ci-
tado como auloridado nesla malcras, mas que li-
nha opinioea especiad, fez prevalecer enl.lo o atu
principio qua u conselho de eslado devia julgar
nesses casos como poder soberano.Brillo islo fot
admitlid.) ; mas pela constituirn de 1852 vollou-se,
como nao poda deuar de ser, aa mesmo anligo
syslema, a o conselho de rilado fieou sendo con-
selho do governo. ;Apoiidos.)
Esle syslema de recurso existe enlre mis ; podem-
se presentar rxemplos bem frisantes aqui mesmo ;
ne Logo nao he nem inconstitucional, nem errneo
em legislara* eitabeleccr-ie que da deciao do po-
der executivo baja recurso para o conselho de esla-
'o uaquellas materias qua comportara esse recuno
e em qoe a le o clabelece.
Repo que com esle artigo nao ullen temos a nin-
guem, a poder nenlium limitando sua altribuice.
O Sr. Franco de Almeida : He hura mostrar
algum exemplo enlre nos de recurso para o conse-
lho de estado.
O Sr. S-rgio de Macedo : O nobre depnlado p-lo
Rio Grande do Sil anda In pouto cilon-nos aqui
o exemplo de o lerem quer ido lujeilar en) cerlo ca-
so ao pagamend) do sello que elle Dio atavia, de
ter recorr lo pa'a o consdhi de elado, a ler lido
favoravel deferimcnlo...
O Sr. Franco de Almeida : Devia recorrer para
o governo qu |mvia de delerir, e nao para o cor,-
sclho de estado.
O Sr. Sergio de Macelo : Era da dec3a do go-
verno que ella recorra.
Um Sr. Deputado : Recurrr-sc tambem para o
conselho de etalo ; tu muilos exemplos desies re-
cursos.
Croa Viz:Di minislro singularmente, e nada
miis.
O Sr. Sergio de Macedo: Hs oque acontece
nesle caso....
O Sr. Franco di Almeida : Ne'le cao nego.
O Sr. Sergio de Miedo : Senhores, negar o
recurso dos actos do poder executivo com rularan a
i ulereases privado, a direilns cclenles, recoiiheci
dos por lei, nc^ar o recurso neate ciso pira o impe-
rador em eu eonelho de eslado, he a subversu de
lodosos principios da nossa organillero e do direi-
lo adm'nislralivo universal. (Apoados.'
i.)imii tu n- cercramos o direito do cida 1.1o de
todas esla garantas, deviamos e-prrar ser .iL'^re-
didos por aquelles que querem a I mitarao de-les
direilos, mas nAo por aquelles que apregam aqui o
dircilo absoluto dos particulares para se reuuirera
em sociedade, e fazerem pur esle meio as operares
que quizeram fazer; entretanto, he por estes qoe
somos atacado, de modo qoe alada insto ha lb-
renla de posic/ies. lApoiadus do Sr. Torres-H<)-
mem.
Creo qua nada mais me he necessario dizer sobre
eslas que zemoi cercar inatituir;ao das sociedades em com-
manlila, pirque sobre os oulros pontos parece-me
que ha pcrfeiio accordo ; ao menos nao foram ala-
cados.
Pono agora a materia verdaderamente HploM-
a, a materia que tem sido o lopico de lodos os dis-
cursos o mais extensos e mais elaborados e apaixo-
nados desla discussao, iilo li, a questao relativa ao
direlio de emiasSo.
He notorio que de cerlo lempo a esta parlo lem
appirecido enthusamo. excilirSo na praca e na
imprensa peridica, raclamando extensao do direi-
10 de ennssi. M.. sihido que as ideas mais err-
neas se lem propagado tiesta materia ; que se lem
confundido capital com meio circulante ; que si lera
pensado que com o papel de crdito se augmentara
os capilaes.
O Sr. F. Oclaviano :He Mi.urdo que ninguero
disse.
O Sr. Ssrgio de Macedi :Ea disse que refera-
me ao enlhiKiasmo, excilajio que lem apparecido
na praja e na imprensa peridica ; e lie iiinegaval
que essas proposires leem apparecido ; eu ti em um
jornal qoe as arrss da estrada de ferro de I). Pedro
11 eslavam baixas porque o Banco nao facitilava de-
conlos para comprar accOei. Inmobilisar capilaes
oblidoi por meio de de dizer qoe o Banco, amilliodo papel, crea capital.
Ora, a par desle eiilhusiasmo, a par desda excita-
rlo, e rumo para ju-tili-a-la, lem apparecido urna
alluvSo de accusarOes contra o Banco do Brasil, a
nos, senhores, lomamos nesla casa a posicao que nos
pareca dever ser lomada pelo Sr. ministro da fazen-
da. 'Apoiadoi. Somos neis qoe nos apresentamos a
defender urna instituirlo creada por lei para filis im-
portantes....
O Sr. Minislro da Fazenda :A exagerar.
l.rna voz ;Qatm Haca a instituirlo 7
O Sr. Sergio a Macedo :.... insliluicao sobre a
qual a lei deu urna in-pei-rlo comante, e al meos
de alguma influencia ao governo imperial ; tomos
n, simples depoladua. que estamos aqui na estaca-
da defeudeudo esla inaliluirao contra a,:gressOei in-
ju'lai. \pniadns. Ha preciso todava confrsiar que
depois dos esforcos do nosso illoslrado collega pelo
Rio de Janeiro, a qaesiao tem prngredido e os nnssos
principios leem ganbo lerreno. Ja nao se pretende
que com o papel ie faca capilal, al ha vergonha de
e ronfeisar que algaam disse islo !...
L'ma voz : (Jual foi o ignoranla que disse islo
aqu ?
O Sr. Sergio de Macedo :O que digo lem-se di-
to, e ja foi expolio no senado..
O Sr. Minislro da Fazenda :Por quem 1
O Sr. Sergio di Macedo :Eu reliro-me, repilo,
.i evenaran, lo enll'usiasmo que lem apparecido;
lem-se avenalo propusices que dao esle resultado.
Mas emfim he esle o primeiro gsnho. o segundo,
he que jl nto se suilenla que Bancos de emissao
serven) directamente a agricultura......
O Sr. Rodrigeselo Sant-s :Sustenla-ia.
O Sr. Sergio de Macedu : Que ierren- directa-
mente ?....
OSr. Rodrigues dos Sanios: Auxiliara muilo a
agricultura.
O Sr.Sigio de Macado :A iiAanria da dimi-
nuyan do juro pode ser rantajosa a agricultura, mas
Bancos de emi-.i i nilo podem auxiliar directamente
agricultura, nao podem emprestar a agricultura.
O lerceiro ponto ganlio he qoe n.lo se qner juro ba-
rato a lodo o costo, concorda-si nos perigos desse
joro barato obli.lo por mtius arlificiies.
O Sr. Rodrigues dos Santoi :Nao onvi proposi- que o Banco linha obrado rom independencia, dah le, e ale pela sociedade qua o aceilou, porque, re- i Craio que sao principios Iflo corriqueirus qae pou-
Urando armai para mcslrar qne ao Banco deviam- I pilo, os Bancos poderiam deixar de se convertir em aas pessoas ignoran ; o meio circulante ha necesaa-
caixas liliaes ou incorporar-se ao Banco do Brasil,' rio ; mas o meio circuanle vem a ser um empale
O Sr. Sergio de Macedo :Creio qae nSoie imii- te oppor 'rivaes, deviam-se crear concurrente,
te nisio. I quando islo (razia um resultado anda peior. He
O Sr. Ministro da Fizenda :Quera insislia mies"? | evidente que ele ivslema de ar.jumenlar parece
O Sr. Sergio de Macedo :linio i (emos elado
serapra era perfeilo accordo.
O quarlo ponto gando depois da exposic3odo raeu
motrar proposilo de hoslitiar, ou ao menos mo
humor conlra esla instituirlo.
O meu araigo depnlado pelo Rio de Janeiro aa-
illuslrado collega he que ja nao se poda repetir, co- queceo-se de responder a urna mura aecusarao pa-
mo dase aqui o nobre minislro, que nossas ideas sao ( ra a qual (razia a resposta prompta. Era a" de ler
despiezadas pelo mondo inleiro... o Banco suspendido o descont de lelras acompi-
O Sr. M'mslro da Fazenda :Pode-se dizer, eitao nhadas de coalas assignadas como caucao. Nada, j em qusntias muilo altas o Bancos do Ro de Ja-
"* senhores, mais justificavel do que esla delibemcao neiro eram do 5009, c na Baha c Pernambuco de
ve-se que este lystema suppOe o corpo legislativo ] da capilaes quando elle he de rneiil ; quando sa
constantemente intervindo nesla queslan.
Quer-se argumentar com o direito que o governo
aso;- de prrmillir a emissao ao anligo Banco do Bra-
sir; ao Cimrnercul e a oulros das provincias ; mi
ale direito nao he como le lem pretendido e-lahe-
lecer agora ; esle direito foi atitorisando a emissao
de notas promis' ras ao portador a coro prazo
pode substituir ama cousa costosa por oulra qua
cusa poueo, oblem-se orna grande vanlagem, por-
que o capital que eslava empalado como malo cir-
cuanle vem a ser capilal productivo, vem a ser
empregado na industria, na agiicultura, no com-
marcio, ele, produzira' bons retallados, porque
antao he trucado por productos ; I exageraran po-
rem traz grandes perigos.
He preciso que o meio circuanle seja mixto ; da-
, .. j, *---- ------ ------~- ^----- w_w> 1.JJ..U !------------ wn- --" 'VI V IIO Ulllia C I CllinillUUVK Ui, il'ia-aiDVUUO ti ICIU <-l>\,UldllIIJ S f I <| IllIfVl/ (Jfj-
u sr. noungues dos sauloi :A respeilo do mo- do llanto. Quando um negociante degrosso Iralo de I00J a 200a; por consequencia, nao se pode dizer ve ler urna parle que por sua n.ilureza seia lvre ni-
nopolio pode-e repetir.
, ~ >...... ------^------------ --s- --------------------rf----------------., ,----------^^-. ,..-..) .sita, .-a |-s- s a. UliVl
iva iiHTceooriii* f. um neuocunle de peqaeuo Ira- ( que o ovtrno linha u-.i ). desse direilo de au(ori U Sr. sirgiu de Macedo :As nossas ideas sao ,i-; to, ou a um lavrador, dava-lhe urna conla dos ob- a emissao n'uma escalaltao larga como se pretende
ideas que prevalecem na Inglaterra, na Franca, na ieclos assira vendido a crediln, e o devedor a assig- I boje, porque boje prelende-se papel ao porla-
Ilespinh, nos E'lados-Lnidos e em Portugal. A nava ; com esa conla, como servindn de cauc.ao, ia dor visla, creio que al de qu mtias iosignifi-
respeilo da Inglaterra au lenho de dar um esclarec- ; o credor ao Banco disconlar nina letra correspoo- cantes.
ment sobre ponto que fui lionlem conleslado pelo
Sr. minislro da fazenda ao meu collega depulado pe-
: lu Rio de Janeiro, a respeilo da aulorisacao da emis-
sao do Banco de Inglaterra alem dos 11,000,000 es-
terlinas permillidos pela le era circumslancias ordi-
narias Eia-aqui a conclusei da proposla de sir Bo-
berl Peel em IMi .
Era resumo pruponho ,i cmara as leguinles dis-
cus-oes :
n !' Para o futuro o Banco nao poder emittir
-mi o tima ii,m.i de I i.tHKI.OtMl de em liilhctea.
sobre valores de carleira di igual quanlia.
2 -' Ser necessaria.i aolorisarao do governo pa-
ra toda a emisaao ad licional.
Foi esla o punto que V. Exc. r mi -! o; v porem
que nesle MU se previnio qua podeiia haver urna
emissao a Miciun.il doi li milhoes com aolorisarao
do governo. Contino na expoiirao do syalema que
prevalece em Inglaterra creado por sir Roberl Peel.
3." O Banco publicara semanalinente o eslado
de sua siluarao.
. 4.a Sera dividido em duas secres: a de emis*ao,
e a de operarea bancaes.
5.a Para o futuro nao poder mais crear-se Bin-
co de emissao. Us que existera couservarao seu pri-
vilegio, em quanlo durarcm. mas suas emissoe nao
correspo
denle a csse valor.
Acontecen porm que em tima Irioiaccao entre
particulares, o credor qoe se linha servido da con-
la assignada para obler dinheiro de um lerceiro li-
nha fallado a sua palavra. liaba cobrado o valor
da cunta, de modo qne o seu credor fic.ui sem a
rancio que elle linha dado. Levado e-ie negocio
ao tribunal compelenle, foi deei lido que neste caso
careca o desconlador assim fraudado da assignarSo
de 10 dia. Esla jarisprudencia do tribunal, esta
interpretarSo dada a' lei, ou elle areslo, fez com
que o II,neo, lomando cautelas relativamente a esle
II nolire ministro da fazenda. sustentando que era
direilo d .- governo, admillio porem que o corpo le-
giilltivo Itiiha n direito de regular por lei, e at de
chamar a si este direilo.
Ora, se nos provarmos qne o direilo deve serre-
ra sabir e entrar no paiz, de modo que se equilibra
com ai necessidades das Iraniace/ies, da producido,
e do capital existente ; si o meio circulante todo
for de papel nao Ihe fica margem para ser exporta-
do quando liouver etceiso de circularlo, e enlao o
qae resalla dahi sao ai flaclaar;Oei pur que ja pal-
iamos.
Quando aqui te aprsenla n exemplo da Fringa a
de oulros paizes, responde-se Isto he l para
I r.inr.i o ; quando aqai se aprsenla a opiniao lao
gualo, nao se deve deixar ao governo, ios mi- lucida, lio eluquenleraenle expendida de Rossi, diz-
nutros que esliverem no poder, leremoi prova-
do que o nobre ministro deve aceitar o nosso s\s-
lema.
Senhores, a vanlagem dos povos novos he servi-
rem-ie da experiencia dos povos velhos ; entretanto
cada dia estao-se vendo tiemples de se querer des-
genero de cauran, exigisse que as contal aaignadas prazar esla experiencia.
n",'"eiTi''nlUm'?ecUr,":r">. "', "r,,,"m- ''"" |i,0l Ora, omovimento g-ral das nar/ies civiliadas,
?,,?!,.^TVJ."". ? "V0"' ', M" nn aail adiantodaa aaU marteria, a opiniao
1Z ...,' "'l"""! '; ris irqu-la a dos humens mais competentes nellas. opiniao. como
acca8cao que nesle senlido se Ihe fez. ..bsarvou i.on.em o meu nubre collega, nao de pu-
Jaso disse que o syslema da pluralidad!, do. i blieislas que raciocinara sus vontade no seo gabi-
Hancos, longe de ser o ivstema universal, he pelo nele, creando inuudus e repblicas a seu geilo mal
contrario o ivslema abandonado pelas nacoes mais a opiniao dos homens competentes, com responsabi-
cultas era ennsequencia dos desastres porque lem lidade, dos homens que govemam. dos homens que
pasado. Varaos ver qual lie o syslem que preva- legislara, dos homens mais eminentes, a opiniao de
lodos esses he a nosso favor ; o axemplo dos par l-
tete no Brasil.
Seja-me permellido Irazer da mais longe as can-
sas das lloctuaroes do noso padro monelario.
O nobre depulado, para provar que o direito de
poderao raais exceder o media da dos dons ltimos' emillir moeda era um direilo precioso que o poder
legislativoemlodasasnari.es se tem apropriado,
lem reservado para si, recordou os abusos que em
lempos pasadus liniam feilo os governos absolulo,
annos everai alem disto publicar a lisia dos as-
sociados e o eslado semanal da Miliario.
6. NJo poder inaiseslabelecer-se ojuinl ilocks
banrk n sen.lo del-.ino da condires delcrininadas
pelo governo. d
S. Seneml explica os resultados dele bil pela ma-
neira seguinlc
o O Bancos que leem menos de sais socios perder
a emisiao, si admilirm um socio novo.
Se dous Banco-, se reuneiu, s podem emittir o
qoe um delle euiillia, e nao a soiiuna do que emil-
liam o dous.
Se am Banco particular de emiao cessa, o Bin-
co de Inglaterra pode obler urna ordem da rainha
am i- iii-i-iIi.i para emillir dous lergos do queemidia
o Banco particular que cessoo.
o O Banco de Ingtalerrra nao admillc ao reesconlo
os Bancos particulares que leem emis-ao.
Puoco antes do bil de 181 Iralaram com o B lu-
co para renoneiarem emissao l banqu-iros.
No lim de ISS, 21 banqueiro<, e (i Bancos por
arrOes linbain ce-sido de emillir, o que produzio
urna reducrilo de il(i,:l78 na amiaiHa aulonsada-
O esla-lo dessa emisHo autoii-aia he o seguale
Bneco de Inglaterra, t. li,Oi)0,OJO
menlos maii cultos, das naques mais cirilsadas, he
anda a nosso favor ; lodos leem caminhado do ivi-
tema anl-go da emissao e da liberdade, da emissao
illmiUda, para o .yilema da emissao resnela.
Mas nao queremos aprnveilar esta experiencia !
Aproveilemos ao menos, senhores, a experiencia de
caa, poli que ja tiremos B incos com emissao, em
emissao.
) Sr. Birn de Man :(Junemos emiisAo res-
qu nido precisavam de alguma semina, do recurso a'' concurrencia, e vejamos qual foi o resultado desla
"r "li'n.i ( |.ii',-.ui i ,i-| ..... n, que consiste em "
liniinuir-l' i- o pesu ou o quilate.
lto rom elfeito foi adoptado no Brasil nelo go- (riela, reglala por lei, nao queremos emissao illi-
vemo absoluto, quando a corte qui rliegou. A : milada.
primeira falsificarlo da moada qoe ie fez foi o cu- \ OSr. Sergio de Matado : Acabo de dizer que
nlio das muelas de ..-? em ouro, uilo desias moedas I nos li/.emos concessnes,...
fazem J-> ; cinco moedas de 6>tO0 fazem a mes-.' O Sr. )iar.1o de Mau :--Qoeran s parj o Binco
l mcor partir, n
glalerra .
Bancos por'acc ...
da Eaeotaia.
da Irlanda .
Eis nlii qual he o
In-
iS31,.517.309
. i. 4.6G5.GI!)
. a 3.409.987
. 3 037,209
. 6.35M9I
yslema era vigor nesse paiz, o
mais enleiidido neaaas materia, o o mais amestra lo
pela experiencia. E n conlracr.lo e tendencia i uni-
formidade na emis-Go do papel de rredilo.
Iloulem foi deinoustra lo qoe esse mesmo v:lema
de reslricrio era o syslema de lodas as naroes que
ma somma ; mas postas uilo moeda.de i; em urna
das conchas de urna balanca, e na oulra cinco de
<>>O0, eslas lem mus peso do qua aquellas, e i3o
de ouro igualmente lino.
Ora, oque se seguio daqui '.' O efl.-ilo de ama lei
uuiver-.il, pela qu .I a muela vi! repelle a moeda
nobre ; as pecjis de G3OO desapparereram. Na pra-
la rerorreu-se ao mesrau sysiema ; os pesos hespa-
nhes que, na razao da prata que cootm, deviam
valer 750 ou 800 rs., erara recunhados e melti ios
na circularan coro o valor de OliO 1. ; de modo que
lamhem o ouro comecon a escarie.
Recorren-se uii.daas emises extraordinarias de
bilhelesdo Banco, emissei que depoll o governo
coiiliuuuii por tua cunta ; esta circalarao de papel
expellio totalmente os metaes. Anda veio a inun-
dacao do cobre, e o noaso meio circulante reduzilo
a especies que nio podlam ser exportadas, e a urna
quanlidade maior do que pediain as neceisidadei,
se depreciuu a ponto que a lei leve de arcomniudar-
se cun eila depreciaran, e para evitar que ella ron-
linuaise por dianle, or lenon que o padr.lo do valor
do Bras
O Sr. Sergio de Macedo :Nao, senhor, se o Ban-
co do Brasil nao for sullitienle, queremos qoe ib-cs-
lab-leram oulros. Mas, continuando no que ia di-
zendo, exisliram no Riu de Janeiro dous Bancoi com
urna emissao imperfeila, ma esses eitahelecimenlos
eram regulados por homens que mireciam tanta con-
siderarlo, lauta coiiliinca, que o seu papel era moi-
lo bem aceito, e de maneira que as nulas a prazo
dos Bneos, depois de vencidas eram emillida pelo
Bancos vontade e aceitas pelo publico, lomavam o
lugar de meio circulante, de modo que o papel do
governo foi rapellido para ai provincias.
Ouando digo que os homens que e-lavam testa
dos Baucos infundan) lana confianza que it 1 acon-
leceu. pirece-mc que moslro o desejo de fazer toda
a justira a esses senhores ; nunca deixarei do apro-
veilar qualquer uccai,lo de louvar, de mostrar o
apret-o que faro do nolire deputado pelo Rio (rande
do Sul u Sr. Biraa de Mau....
O sr. Batflo de Mau :Obrigado.
a: o Russi racionava para a l-'unn a ; mai ra-
cionava para a Ir me, os seus raciocinios silo sppli-
caveis ao Brasil com maioria de razao, porque aqai
j exilie ura meio circulante fiduciario, ou ja exilla
papel moeda no valor de .4,000:000?, qua eraban-
ra, e que loma o lugar de ama emissao da papel
bancario.
O raeu nobre collega honlem raoilroQ que qaan-
do exislem na calxa de um banco 3 rail conloi de
papal, e sobre eise 3 mil conlos o Banco emitti 9
mil, he o mesmo que triplicar o papel moeda ; lo-
go, com 9 mil conlos de papel-moeda faz-se obra
corao se fossera 3 rail conlos de ouro ou prala.
(Ha aqui um colloquio enlre o orador eo Sr. Ro-
drigues dos Sanios, que nao foi apanliado pelo laclii-
grapho.)
O oobre .1 jpita li'nai pode negar qoe se o papel
da crdito deve ser pago emouroreprsenla
ouro, e equivale a um augmento deourono mer.
cado ; ia deve ser pago erapralarepresenta pra-
la ; se deve sar pago erapapel-moedareprsenla
papel-moeda, equivale a um aogmenlo de papel-
moeda no mercado.
J eil demonstrado, pelo que honlem foi dilo,
que se o augmento da circulara 1 do papel pode nao
ler perico em circumslancias ordinarias, quando as
crises veem esse pengo se faz apparecer. Ja foi de-
monstrado qual o primeiro effeilo qoe a eiagera-
c.'io do papel produz ; o segando he a falla da fii-
dez do meio circulante em reanlo s mercado-
riai.
O Sr. Minislro da Fazenda d um aparte.
O Sr. Sergio de Macedu :Y. Exc. dine qua
nm queramos autorisar muilas canas tilines do
Banco com privilegios iguaes aos do Banco mei-
mij ; V. Exc. disse qoi por esle modo nos crera-
mos irremediavelmenle ama emissao de papel M-
plicada.
Em primeiro lugar observo V. Exc. qua o prin-
cipio aulorisado na lei do Banco he a emissao do du-
plo smente, que o Hinco 10 pide emillir o triplo
com aotoriiarao especial do governo.
N estamos c instantemente 1101 roferindo sa-
bedoria do governo para evitar inconvenienlea da
especularan e da imprudencia -dos particulares ; he
preciso notar einda qua esla emi-s.io do duplo nao
se rafarajaa capital do Banco a caixas filiaes, refa-
re-ie ao fundo d sponivel.
No mostramos anda a V. Exc. qoe a emissao da
quanlia igual exactamente du fundo disponivel
nao he emissao ; por consequencia os Bneos parti-
culares que se pretenda auloriaar Inio de ler urna
emimo superior o fundo di'ponivel, oa enl3o nao
O Sr. Sergio de Mace lo :Mas o que acontecen '.' se Ihes d euiii-o ; devenir ainds observar que as
folie Otado de modo a nilava de ouro valesse i;, a concurrencia dos dous Bancos, de s dou Bneos, "xas Bliaa*, sendo parles do Banco, o ten lo go-
einrelarao a esse meio Circuanla depreciado. j produzio essa exritarao que em oulros paizes foram verno influencia nesla, lendo nelle urna acc^o posT
lega alii esta >, bao de ser publicados: se ha refuta- governo. Para
(la a dar-I-.rs, alada nao appareeeo (peiadoaj ; eu creou-se o Banco do Brasil ; dram-ie-llie privde-
por couseqnencia nada mab tenlio que responder so- gios, dcram-se-lhe regalas, mal tambora impoz-
------------------------------------- --,.----------------- >, ------------------- _. ..isa w 1 ^a 1 -. 1 1 1 a ,. ai lia 1 -----------..--- *.... 1 i -_ es it 11 l- licu 11 1 II 11 .1 tal > IfaFal
."." "se I"? esl,e P'^fao monetario devia ser [ pieci-os mullos Bancos para produzir ; cada um pro- lu que^baslanle definida para que nao si Irinafor'-
a do governo, como Y. Exc.
governo evitar eisas exige-
acabo de ipontar os argumenlos do meu pobre col-1 conservido pur meio -le quaesquer operarOes pelo curou eslender eos desconlos quanlo ple ; legio- I me o'Banco era machina do governo, como V. Exc.
fazer esle lervic 1 aa governo he que 1 se daqui 011111 crise em principios da 1853 ; com a moalra recejar, pode o g
III, ,1.1 I 1 '1 1 4>-._ >n II. __l_ll>Si li III o .. ea-1 fa.-. 1 ___*______.1*.______ 1______ rl, a Xa
lire esle lopico.
O nobie ministrn doi negocios da fizenda n,1o fez
desla questao de gabinete, nem mesmo para a sua
pessoa, mas acrusno-nos de querermos embararar o
governo. de mostrarmos desconfianria. Depois de lu-
do que se lem panudo enlre nos e o nobre minis-1
Iro da fazenda confesso que esla declaradlo rae inor-
e-llie a ohrigaeao da retirar o papel exilenla da
circulajao, camelando por emprestar au g 'verno 10
mil eolitos sem cobrar jara,
O banco tem tratado de cumprir esse dever, e
com elfeito ja lem retirado dous rail conlos da cir-
culacao.
Tudo este syiiema porem fica inulilisado, e vul-
tificou. I lasen amiga coufosao, s amigas oscillarO's, se se
Quando pela primeira vez (ive a honra de fallar nao comera a oniformi lade da rmisao, a mu I, le
nela casa, eu disse que so a siluac.ao aclual se apre- 'lo meio circuanle li luciario. Essa ouidade pois
senls como nsonha debaixo de rauiloi apectoi, nao | deve entender-se ter eila lo nos designios do poder
deixa o paiz de eslar, senao laucado ja, ao menos legislativo, e refulla nao s di inl-ll gencia que se
ameara lo de mu serial difruldidei. Para se resul-
verem he conveniente que se reunara (odas as forr.ii;
por isso nao serei eu que as divi lirei,u iconselhe a otllils!afode nina parle dellas e con-
linuei :
o Temoa boje dianle de nos, alem de alguma dif-
ficuldade inlernarinnaes, nutras internas relativas
principalmente a condirao commercial e industrial
do paiz. o
Evidentemente eu me referia a eslas quesles, e
quando recusava a inutili.icao de contingente algum
de f.irras, me referia ao nobre ministro da fazenda,
e llie promedia o met poio franco ne-ta parto. Ku
appellava para os principios da conciliarao, para os
quaes sempre appellti ; a assegurava que lodos de
eommum accordo deviamos Irabalhar para que esiai
diOIculdades nao viessem a lomar maiures propor-
es, aniei fossem veucidasam lempo.
Parece-me qua eu nunca devia ser accuiado de ler
eiploradu urna circumslancia particular para crear
embaracos a um governo a quem nao desejo por em-
barazos. Ser para mim, senhores, tim dia de lulo
e da dr aquelle em que fr preciso que eu nesta ca-
sa me lepare de um ministerio qoe lera por chefe o
nolire marquez de Olind.
Ora, foi eila a declararao por mira feila casa a
primeira vez qu fallei, e em que se devia entender
que cipunha 01 meo principio!. K-la d-cl irari.. fui
muitai vezes repetida uai cooferenciai un que o no-
bre minislro dos negocios da fazenla noshonrou com
a sna presenri. O meu collega pelo Rio de Janeiro
ainda fui mais explcito ; disse : o Eslou promplo a
essignar urna declarara- qoe (potare], approvarei,
todas as medidas que o governo propuzer a cmara ;
dare a ellas o meu assenlimenlo, o meu vol ; mas
nesla qoesiao nao posso ceder, a
Eu liz igual il.--.-l ir.ir"..i-,|-onfe-aiid-i poremque nao
poda fazer essa promesa anticipada de apoio a to-
das e quaesquer medidas da admioialricdfo, de um
modo tii ab-olu(o como o meu cullega, porque a mi-
nha 11.-irlo era diversa ; mas que com as razoavei
reervas prometlia o mesmo.
Insisli srrapre que e-ta nao era ama qaestao de
conliaiir i, nao era queildo de gabinete, mal lim urna
qucsiao de iirgaiiiacao' de inlereise maleriaea. ..
O Sr. Silveira I. ibo .He urna queslao vital pa-
ra a qua.Ira aclual.
O Sr. Sergio de Macado :Sim, senhor, a por is-
so deve ser medita ta sem espirito de partido, sem
ser enlravada com ca questao de confianca, ou de
gabinete, qae nio vem aqui a proposito...
Sr. I'ranro de Almeida : Na sna opiniao ; eu
enlendo que he urna pruva de confianza.
O Sr. Sergio da Macedo : Mas ana entendemos
que invocar nesle calo a qaelao de cofiaiic,a he o
meio de fastar a discus da de outra preoeeopaeja que nao leja a de achara
meltior soloro, he querer pur urna manobra e urna
violencia arrancar da cmara urna medida, declaran-
do : Se nao a concedis, cintura seja islo conlra vos-
sas opintts, ficareissem o governo que vi enten-
dis dever govern-ir ; lie dizer i cmara .optai enlre
q
fui desde
deve dar a lei, mas do modo porque ella
logo execulada.
Os primtiros pasaos que se deram foi fazer obser-
var pelo Banco do llranl os Bincts existentes, lano
os duua do Rio de Janeiro, como os que (hit.....
vam na Babia, Pernambuco, Para', Maranhlo, e
oalras provincias, quo se converleram em mxas li-
liaea.
O Sr. Franco de Almeida :Por deliberadlo vo-
luntaria.
O Sr. Sergio de Macedo .O meu argumento he
este : tanto se enlendcu que a mente do legislador
era crear a un lade de Bancos que o primeiro pas-
s-> que se deu para execucao da lei fii destruir a
mulliplicida te de emis-es que exista, reduzir a
baua rliflcill, extraordinaria, insusleulavel dos
desronlos, favoreceu-ie urna lebre de especolit;Oes,
cujos effeilus s-vieram logo asentir; houve urna
iraporUco extraordinaria de m-rcadona, maior do
que aquella que ai necasaidadei do mercado eom-
p irtavam ; e logo em principio de 185) sentiram-
se os effeiloi desse estado de coosas,' dessa exa-
gerarlo a qoe os dous Bancos linham sido arras-
lados.
Os Baucos tinham (ornado o dinheiro barato por
um modo tal que dahi resultou essa febre de es-
peculacfios, a exportado da parle do meio circu-
lante que se pode expoitar para as provincias do
norle.
O Sr. Bario de Man :Febre de especulacOe
nanea huuve.
O Sr. Silveira Lobo :A concurrenc a he quem
deve malar a agiolag.m.
O Sr. Sergio de Macedo :A r mmi--ln da prari
nessa nrcasiao astea que a causa da falta do meio
circuanle era l<-rein-se os notas dos Banco lomado
os nicos genlea da circularai ; urna commissao
nomeada pela conniiis.no da praca declarou positi-
vamente que os Bancos su penderam os deicontos,
que uniros particulares porem os tinham lomado,
salvando a praja dessa calamidale. O Bancoi pedi-
rara ao governo que o eu papel fosea admitlilo as
estates publica, que lera eile loccorro a circulajao
loria de soffrer cruelmenle, que esta medida era te-
uma su emissao, a um s Banco. Nao qoero dizer i cessana. Aqui esla' oque arrestara esias emissOei,
que os Bneos f isiem forrados a aceitar es'a foso ; i erabora se diga que nao san peifetlas, para njo se
o que inelliur suslenla a minha Ihese he Juslamente' perrailtir no estado presente....
parle de a lerem acei-
O Sr. Ilarao de Mau :Nes'a poca nao hoov
urna s quelira no Rio de Janeiro.
O Sr. Sergio de Macedo :Felizmente O nobre
o aclo voluntariu de
lado. .
O Sr. Franco de Almeida :Foi um mal.
O Sr: Sergio de Macedo :He opiniao individual I minieiro di fazen la pareceu honlem querer dedozir
do nobre diputado. Ora, se ja exisle no Brasil o o direilo de lulonsar a emisao do direito qui Ihi
-yslema de una circularao onica, de um Banco as-isle de utorisar a encocorarlo lis sociedades,
nico d emissao, se esto syalema lie fundado, nao i Esle argumento parece-me ler sido destruido pelos
em prescripees imperativas da lei, mas na ininei-1 apartes qoe eniao so derara ; do direilo de autorisar
ra porque ella lera sido eutendida pelo governo que i urna sociedade nao e segoe o dircilo de auloria-la
a tinha di execular, e aceita pelos particulares que i para cousa que a lei nao lenha aulorisado ; pode-se
concordara ra no plano do governo, parece-me fura auluriiar urna sociedade para fazer pperarOes licita!,
de proposito estar aqui a apregoar o syslema da mu)- raas nao e pode autoria-la pira emiilir moeda,
liplicidade doi_Bancos de emissao, parece-me que Pira fabricar plvora, para lazer conquistas, le-
he umi queslao decidida.
Eutrelanlo, depois deslcs fados eonsammados,
depois de se ler cnuronlado na uniformidade da
einissao, na necessidade de urna missan nica, na-
ces-ida le que linha por bue e vanlar exercilos e outrai cuasas prohibida! por
lei.
Porlanlo, se se provar, como parece ler sido pro-
vado, que o direilo de autorisar a emissao do papel
deve ser um direito reservado ao corpo legislativo,
que acabo de expor, lomado de mais longe. e que uo regulado pelo corpo legislativo em lei, lem-se
o meu nobre collega eipe honlrm com lana aulo- mostrado que, qualquer que seja o direilo que o go-
ridade, com lanta luc lez, depois de adoptado esle verno lenha de organi-ar eompanhias, nao envolve
principio he que apparere de muilo pouto lempo eise direilo o de autorisar a emissao.
para Ca'essa Mire de crearan de Bancoi de emisiao, i Ha um aparte do Sr. minislro da fazenda.
ene enl'.usiasm i pela emiasio, lulas essa ideas El4-se aqui laborando continuamente em um.i
exageradas que acaboi de mostrar e que foram cora- confuan ; na- se confunda a emissao aotorisada de
batidas victoriosamente I modo qoe v preencher as fonc(des de moeda, que
lodas esias quesles vieran! a proposito d v.i fazer o lerviro de m-e la, como fizeram eisas
M,
- ^-^^ V>ai>' mm |-'V V -. i i a -.a. riniioi'iii villio-
o adoplar urna medida qne aprovais, e o licar lem S3o he direilo do poder legislativo, que o poder le-
o governn qoereii conservar. gilalivo pode delegar com mais ou menos cautela.
lei das comraaudilai, por caosa do artigo em que emis'Oei que se chamara imperfeilai, que acabei de
nm enli-u 1,1111 > dever lomar precaures contra eile indicar; nao se contunda eisa emissao com os lilu-
eiilliu-ia-mo de niomenlo, e prorarller urna lei de los de divida.
Banco. Eu depois moslrarei quena lei que pro- Senhores, essas emissCes que representan) o credi-
metlcmns marchamos para no>soi adversarios lano lo de individuoi oa sociedades e qae le lirailam di
quanlo podemos maichar ; nilo licamonio principio pessoas que o conhceem, sao autorisada por lodo o
ab-oluto. fizemus muito grave concei-Oes. mondo ; se quizerem ler a paciencia de ouvir um
Ma, como fifia, cala questao fi i trazida por cau- pequeo exemplo, direi que eu, limpies particular,
sa desse artigo coi qoe, como medida de cautela sem ser condec lo como capitalista, aniei sendo ho-
ronlra o enlhuasmo que observamos, como um le- mo privilegiado, que uao podia ser chamado aos Iri-
mor natural que tullamos de que o governo fosse bunaes, emitlta papis de crdito em Londres todoi
obrando ou ia deixasse arraslar por elle, e direi o dias, quer como ministro do Brasil, quer mesmo
mais, com o des-jo de dar ao goveroo ama poiicao corao o slmplei Sergio Tcixeira de Macedo. Em
clara e facil.de livra-lo das dillicoldades em que Inglaterra ninguem lem dinheiro em casa, lodos o
se ha de irremediavelmente achar se o nosso eyste- leem no sea banqaeiro.
ma nao pasear como foi proposlo.
Nos enlendemcs que o direito de autorisar emis-
OSr. Franco de Almeida : Ninguem declarou
isto.
O Sr. Sergio de Macedo : Declaron-ie, logo qoe
se fez dislo queslao de cunfianc,a. Ora, quando as
nosiai inlenres sao sincera e lealmenle manifesta-
da!, parece-me qoe o Sr. minitro carece do direilo
de dar-lhes oulra interpretaran. A queslao, repito,
nao he de confianra. A siluarao exige que se reunara
todos os homens esclaracidu de lodos os lados pol-
ticos, sem a preorcuparau do lado a que pertenrer o
governo, que examinen) qual he o melhor yslema
de fazer o bem do paiz e evitar male que nos podem
ameacar.
Eu fallei das accuiar/ies qoe se lera feilo ao Ban-
co do Brasil. Ja foi respondida honlem pelo no-
bre depulado pelo Rio de Janeiro a que he relati-
va a ler levantado a laxa dus desconlos.
O nobre depulado moslrou que, se alguma ae-
cusarao devia ser feila ao Banco, era por n3o ler
lomado esta medida algum lempo anles ; de manei-
ra que o Banco, acensado de elreitsr us recursos
do crdito, de nao facilitar capilaes ao commerrio,
iinl>.. ai. -ai i.... ,~ u-i. i.i ... _,,,.. .. .
As presrripe,ots da constituidlo quando nao sao bem
claras e detinidas, oo qnando presentara ambigoi-
.!-!'. devem ser entendidas pelas regras do direito
publico universal ; ha t urna lei nossa, lei ainda
do lempo do abrololismo, e com mais raz.lo deve
ser applicada hoja, que manda recorrer a legislarlo
dos povos cutios miquillo em qoe ella for conforme
e recia raz3o ..
lia um aparte I
A c instituirlo nao falla de direilo deemisn, de
papis de eredile, mas falle no direito de cunhar,
de emillir moedi, a esle direilo reservou ao poder
legislativo, que corao se sabe, he coraposlo da as-
sembla geral com a saucrilo do imperador. A emis-
sao do papel de crdito nJo he emissao de moe-
da ti, o papel de crediln t nao moeda a ; nisto con-
cordamos ; mas preenche lodos os oflicios de moeda,
e eu desequilibrio sujeila a suciedade a todos o
inconvenienlea do excessn da moeda ; por conse-
quencia com a sabedoria com que se deve regular
* em ss3o da moeda deve-sc lamben) regular a emis-
sao dos signaos representativos da moeda, dos lig-
tinba-ie dallada levar a ponto lal na facilitar! dos '' nats qae fazem cilicio da mor la.
desconlos, linha perdido toda a margem que devia Isto lie o que diz a razao, ilo he o que diz o di-
cobrir a la emissao, ludia chegido ao ulhmn pon- ; reilo publico universal, islo a o que ja foi mostrado
lo, alera do qual n3u pndia pasar, eipondn-se a ser honlem, neate lentido sao os exemplos de todas aa
obrigado a suspender repentinamente o desconloi ; I na;ei cultas que tem formas de governo anloga!
assim, se alguma acensarlo devia ser frita ao Ban-
co, era o inverso daquella qne Ihe lem lido falla.
Entretanto, l"go que esle syslema de defeza foi
presentado, o nobre minislro se apressoo a dizer
o nosio.
Agora que acabei de expor qoal foi o syslema do
corpo ligialalivo ni lei da creaclo do Banco, syale-
ma entendido assim pelo governo que ixecutoa a
O Sr. Silveira Lobo :V. Exc. ja sabe, por
experiencia, a vinlagem do syslema qae adopta-
mos.
O Sr. Sergio de Macedo :Como dizia, na lo-
slalerra ninguem lem diuheiro era casa lodos
o lem cm casa de seus banqueiros, donde ti-
ntn por meio de cheques ai pequems porroes
que sao necessa'ias para gaslos miudoi, o a
quem enviara loa contal a pagar ; aconteca
ser-me precisa qualquer somma em caa, em hora
em q je os Bancos eslavam fechados, porque fecham-
se s horas, escrevia muilo fcilmente om cheque,
enlregava-o ao meu criado, e dizia-lbe : v tror-lo
na primeira loja ahcrla qu encontrar ; elle ia, e
lr.i/.i i-inc ouro, porque essa loja aberla era lignina
que fornecia gneros para a minha caa, a labia que
aquelle cheque no oulro da era pag. Mas islo. se-
nhores, nao he emissao ; he preciso nilo confundir
eslas cousas. Esle syslema desejo eu ver pralicado
enlre nos em larga escala.
Ninguem nega que a 1.a i va do jurv he favoravel
a lodas as industrias, mi- he preciso que esta baixa
ala lenha lido feila por in.-los taei que ola pona
ratr mullida ; onda ha punco capital, e ese capital
lem muilo emprego, o juro nao pode deixar de ser
elevado ; fazer-se. o qae se tez en- 185-2, baix.i-ln,
excesivamente he expr-se a' rrtses. que podem ser
'ernvei-. Lembremo-noa, aenhora, que e u Brasil
rahir n -im crise dessa por qae leem passado oa
Estados-l~n;dus e oulras nacea, -o ec ha de poder
levantar della rom a mesma fvrilidado- Ci>m qae se
levantaran! os Rstados-l'uidr apolado- ; nao se
nega a vanlag.-m Au emiss.lo, as lmeme* 4 exage-
rarlo de oms coua.i boa ; o aboso do bem he eem-
pre lerrivel.
raeftes.
0 Sr. Ministre da Fazenda :F porque nao pode
00 oulro Calo ?
OSr. Sergio de Macedo :Porque iilo lociedade!
parlirulare.
O Sr. Ministro da Fazenda d oatro aparte.
O Sr. Sergio de Mace-lo :Nao queremos a(ar as
maoi au governo ; queremos preparar-lheura lei-
(0 de rosasera lugir da grelha em qoe V. Exc. o
qoer deilar.
O Sr. Ministro da Fazenla :Agradero-lhe ; iou
ea quem devo escolher nene caso o mea leito.
O Sr. Sergio de Macedo:Mai eu lenho direilo
le dar minha opinido a re-peil .
O primeiro reiullado da falla de Cuidada no meio
circulante he tendencia a iramnbilisar 01 capilaes.
Ninguem ousa dar dinheiro a juro corapromelten-
do-o por longos prazos, ou emprega-lo em nccSes
que representara dinheiro, porque receia qne quan-
do s vencer a divida vcuha a ser paga com moeda
que valha menoi do q"ue a moeda em que fot con-
tra! la. Q-iera pedio emprestado, ha 30 anuos,
G-JiOO. hoje vem a pagar a la divida ipresenlando
a mesma moeda de lisiOO, e dizendo 10 leu credor :
(iraqu estao lt>5, volie-me 9>60O. Se sa fizer da
novo i' 11 Minar esla II 1-tuor.io do meio circuanle,
qoem tem 1:0005 hoje. daqui a um anno, se o liver
emprestado e for reclamar 1 sua divida, recebera
lalvez ama cousa que 10 valha trOsOOO uu 600 do
hoje.
Com esle receio lodos preferirn o emprego de siui
capilaes em predios, iilo he, a tendencia ur para
iramobilisar 01 capilar!
O segunda me inveniente den! falta de lm lade
do valor do meio circulante he ifugenlar os capilaes
eslrangeijoi.
Note a cmara qus as apolices internas sSo poi-
soida qua.i exclusivamente por Brasileiros, n parte
possuida por eslrangeiros -que creio anda por uns
r(,00:0O0.*>; n,1o lem lido o augmento que devii ter
em altenr i 1 s vantagens que oflerecem e ao crdito
de que goza o paiz.
A raz.lo disso he em grande parle esse receio da
llurlliarlo no valor do meio circuanle, qoe ainda
-i- n.l 1 dissipou com os puucos annos de lixidade
que leem decorrido ; he esse receio que a perspec-
tiva de novas emisies do papel deve de novo fazer
crescer.
Em Londres, conversando ea com um do agen-
tes do governo do Braiil enlao, o barao (joldimid,
dizia-me elle que inha i20 mil libia (ou 3,800:0009)
em apolicei do governo do Branl qoe nunca viram
a luz do dia, porque elle linha plena runliani.-a no
goveroo do Brasil e no sea futuro.
Uisie-llie ea : u Vos vbi conlenlaisiqni.com o
joro de i ', e 5 por cento, poii que tendal conflui-
r n- {g.ivemo do Brasil ; einpregai o vosio dinheiro
em apoliee internas, e lerei 6 por cenlo.Nao, me
replicou elle ; ie as vosais ipolices internas rezai-
sem de libras esterlinas, ea iceidrii o conselho,
porque, quando precisisse dellas, seria pigo era li-
bras esterlinas ; mal as vosisi apotieei faltam de
conlos de reta, e o conlo de rii de lu dez anuos nio
he o de hoje, e o de hoje pode nao 1er o rrfeimo qne
daqui a dez annos. u m
Eii aln a rasan do receio que leem os capilaes
eslrangeiros de se empregarem no paiz ; esta' pt
I-lia de lixi I-de do meio circulante.
O Sr. M1 m -tn, da Fazenda:lie esta lixidade que
queremos e V. Exc. n.l 1 qoer.
O Sr. Sergio de Macedo :Com 1 mollipliridado
de Bancoi te oblem a fixidade ? com a unidada da
emi--,io n3o se oblem !
O Sr. Miiii.siru da Fazenda :Desde qai os bhe-
les sao reduzidos a metal ha anidada.
O Sr. Sergio de Macedo :A emissao lemprc va-
clame he que ha de realiar fixida-ie do meio cir-
culante ''. Com lamanha diversidado ie ha de eon-
itgoir eile resallado J
O Sr. Minislro da Fazenda :Nao ha lal diversi-
dade.
O Sr. Sergio de Macedo :A cmara ipreclara'
a forja du meu raciocinio, e o svstama do nobra mi-
nistro.
O Sr. Carro da' um apaile.
O Sr. Sergio de Macedo :Ja demonslrei que u
excesso da eraisiilo do papel de crdito Irsz o mes-
mo efftito que o excesio da moeda metlica.
O Sr. Franco de Almeida :Ao menoi lenham a
franqueza de crear o Banrn do l-.-la lo ; nao queiram
um eslabelecimenlo particular corao he o Buico do
Brasil.
Ha oulro! aparte.
O Sr. Presidenle :Alienlo I
O Sr. Sergio de Macedo :Vejamos, Sr. presi-
dente, qoe policio t mani-.
Eu ja diie que ti vemos a corageni di lomar a uui
a piHica 1 que devera ler sido lomada pilo nobre
minislro da fazenda. Entretanto nao deixamos da
transigir com esas exigencia-, com o syslem do
uohre minislro.
O Sr. Torres Hornera :Apniado.
O Sr. Sergio de Maced >: Apreseniamoi om pro-
jeclo no qual (raamos de destruir esje apregoido
inconveniente de um Banco s qoe limite sircoe! por excesaiva cautela, por indolencia nu
qualquer oulro motivo ; que limite a circular!.1 e .1
emissao alm do poni em qae he prudente e venta-
josa. Eslabelecemos regris pelas qaaesj novos Baucos


.


IAKIO DK KRNAHBCCO QCARTA FBIBA ..i DB SETEMRftO DE 1857
de emtalo postara ter instituido ; procuramos sal-
var o (yitcmi quaoto fui putsivel. Vejamos em que
estado "le enlloca o governo, segundo o seu tytiema,
c ni que eslado nt o pomos.
O nobre ministro, desde a primelra vez que aqu
lallou, parecen fazer om api.ello mais para o eulliu-
liasmo do que para a raz.lo raime.
O Sr. Franco de Almeida1." Na tua op-
ni.lo.
O Sr. Sejgio de Maceilo ;Enunciou prcpoiijes
1,1o exageradas romo essai idat abandona l-s hoje
por lodo o mundo. Ueclarou que n< pretendemos
po> pai au detenvolvimenlo da industria, ao deten-
volvimenlo razoavel do crdito.
O Sr. Franco de Almttda : Dase urna ver-
dado.
O Sr. Sergio de Macedo :Devenios aer muilo
rons !
E entretanto ns ti temos nierestc em Ver pros-
perar o Hra.il qoe he noa p-in.i, queremos evitar-
llie crises arriscadas. Sao e-las aa noataa inlen-
roes ; mas dlzem que mis queremos fazer o mal do
paiz.
O Sr. UarAodc Mau.i' :Ninguera accusa pcssoas,
etlo -alvaa as inlenjoe.
O r. Sergio d* Macedo : O nobre ministro, lon-
go de refrear esse enlhosilsmo, estas exigencias ex-
ceisivas, parerc querer eniregar-se a ellas, e detpre-
zeudn argumeulajao de*apaiionada, suli-niui-l i
pela .leelsmajao. Vejamos qual sera'o resultado dos
iliu \ -i 'ni,--.
Se iiuisas idaa passam, o governn tem as snas
mu- meios de multiplicar eslabelerimentos que
augmenlem a en.iiso de papel segundo as neceui-
dadet do merca o, pirque proceder' a eises inque-
rilos de qae falla o nosso projecto, e depois convi-
dara' o Banco a satitfazer essa neressidade. Se nAo
saliilinr, convidara'01 particulares a satisfaie-la,
de maueire qoa pelo noiso systema o governn fica
nao so coin as indos livres, mas ao me-rno lempo ci-
eodado contra a pre-tAn ,1o intereise particular, por-
que lem na le o meio de repellir essa pressao, esaas
ailgskn/ias.
o Si. Franco de Almeida :Sempre esta'livre
dessa pressilo e estar'.
O Sr. Sergio de Macado :Vejamos a posijAo em
que o governo a quer enllocar coin sen > -itii i. Se
ejercer o direilo de conceder a emissSo em mais
limite do que a sua prudencia, de duas ama, u le-
ra' de conceder a emissAo a lodos os Bancos que lli'a
pediiem, c entilo nAo sabemos onde ira' a sua mulli-
plicida le ; dous qoe ja eiistem pedem a emistao,
Teio que mais sele ja se presentar pedindo li-
eenji para sua nrorporijita e para emittir ; nao
tardaro a apresentar-se ootras igoaes preteujes,
lalve una por semana, nu ama por dia. O governo
ni" aiilorisara' lodos es-sas emissOet, e a conceder
omento a dous Haocoi, por exemphi, e logo qoe elle
a recusar a uin terreiro este gritara'monopolio.!
como gi lleva o nobre miuitlro nesta casa i se auto-
rsar t-redro, vira' o quirlo, quinto e setto, e po-
dem ir al cera, e anda quando todos ellet se-
jam satisleitos, ha de haver uin crntezimo-pri-
lueiro r quein te recose e que gritemonopo-
lio !
O Sr. Carrilo :E eom o seu projecto nao sucre-
llera' o mesmo ?
O Sr. Sergio de Macedo :Com o meu projecto o
governo responde: lia urna le que marca o nico
modo de aulorisar erni-sOes nenliuma oulra i/le
ler aoluriaada sen3o as cirrum-laurias mencionada!
iieva le, a qual lambem limita o numero de aolori-
sajOes a dar. a
Mas quando nao ha lei que limite, quando o go-
verno diz : o direito de emiasOes he do governo,
i'ada un vira exigir concestAo, e se nao fr deferido
clamar contra o monopolio, clamara coolra a pre-
ferencia dada a oulros, .rilara contra o arbitrario, e
dir algoma cousa mais...
Ja lenho dito que o nosso principio era a unidade
da circuanlo ; enten lemos qae essa fui a mente do
legislador, e nao Tomos nos s que entendemos aa-
sim, mas tambem aquelles que execularnm a lei,
que tiveram de obedecer a le, e que a executarain
e ubedeceram por este modo, nuaremos regular o
direito de emissao por lei, qoeremos limitar esle di-
reilo ; li/eraos urna coocetsao que n'.u se poda Cipe
ra, de os...
Urna voz iFiteram urna concetsA > ; retrograda-
ran!.
O Sr. Sergio de Macelo :Retrgradossnaquel-
es qoe voltam para o s)sleme que as neres cultas
todas i -ni abandona lo poi;i lo- ; o protesto nesla
materia tem sido as restriegues ; us he que sumos
os progresara?.
Seja-nos permiltido lambem declarar qoe estamos
em paz com as nossas consrieucias ne-ta mate-
ria....
Vozes :Todos.
O Sr. Sergio de Macelo :Oucreraoi o proferto,
qoeremos aproveitar da experiencia de ootros paizei,
qoeremat aproveitar da 11 Ssa propria experiencia ;
iinh unos un principio, lizimosumii conces'ao, mar-
chamos para o ministerio ; as nossas concesse n,1o
so salisfazem aa nec.tsidadrs allegadas, mas d.lo for-
'.i ao governo, poem o n'nnia tiluajAo vanlajosa. O
systema da emissao sem limites lis o nos-o ent ptrigoso...
Vozes:Ninguem o quer.
O Sr. Sergio de Macedo :O principio proclama-
do nesla casa pelo nobre ministro da fazenda, a fe-
eilidade coin que elle pareca deixar entregar essa
quetiao as declamijues, hAo de ira/er difticuldades
lerriveis aogovernu. Se o nosso projecto nao pa*aar
qnalquer qn; srja a deci3o da cmara, qualquer
quo eja a deei-Ao do poder eieculivo, n temos
cumprido o no-so dever : se o rumprimos com pou-
ea hsbilidarle, ao menos cumprimo-lo com franque-
za, com lealdade ; lomamos urna posirAo que nao lie
lisonger-i, porque popolandade sempre he lison-
gaira, e os nossos principios nAo lem a popularida-
de do momento, A obrieacAu de tomar esta pniiivo
nao era tanto a dos simples depotados, como a do go-
verno.
O governo ou o nobre ministro da fazenda enlen-
de de oulro modo, encara a queslo de uin modo di-
verso do oowo ; bem, a cmara decida entre nos e o
(i)Steniado nobre miuislro ; espero que, qualquer
qae seja essa decisAo, dola nAo vriiham embararos,
anles pelu cuntraiio, que a prosperidade publica se-
ja e resultado das medidas adoptadas pela sabedoria
do corpo legislativo.
(Muilo bein, muito bem.';
O Sr. Presidente :A discussau lica adiada pela
hora.
U Sr. Pereira Piulo ptla ordem) julga loo impor-
tante a discossAo, qoe Iho partee inconveniente ada-
la para se Halar de oulras malarias, por isso pro-
poe a urgencia para que tila contine. (Muilos a-
puiados.)
Acamara approva esta urgencia ; continua por
cuujequencis a discossao rio projecto.
Le-se e apuia-se a emenda do Sr. Franco do Al-
meida oulros, publicada no Jornal de K do cr-
tente.
U Sr. Marqoez de Olioda presidente do ron-e-
Iho ;Este projecto lelo dado occasiSo a urna bu-
llanla di-cuss.iu sobre a questao de Bancos, que alias
veio por incidente em uin de seos artigos; mas a
sessAo est lio adianlsds que eu me limilarei, re-
pois de breves cousideraofies sobra o projecto a ma-
nifestar a iniulia opinin sobie c-la grande ques-
tao.
O projecto, genitores, precisa, no meo entender,
de algumas modilica(es. NAo tei se ha algumas e-
inendas sobro a mesa...
Vozes :lia, ha.
(O Sr. premenle remelle a S. Exc. as emenJas
que exislem.
O Sr, Presidente do l'.onselho :Estas emendas
reeahein sobre alguus do.- arliaos a respeilo dos quaes
eu lenho de fazer algunos ou.ervac,ee.
Pelo S do art. |- se declara que se nAo possaic
fazer Irain-fcrenrins tean coin approvai;Ao dos torios
gerentes ; depois diz-ee que, fela a liansferencia,
resta a responsabldade para com n sodio cedenle.
Aqu parece que falla alsuma cuota ; porque em
311.1111 recahira' a respontabilidade, urna vez pralice-
os estes actos '!
Lsn o-se o.paragrapho, enlende-se que ha urna
responsabilidad, roas n.lo-e diz sobre quem ella re-
cabe, porque diz-ae : o Os sucios gereole, como res-
pontateis a lerceiros illimitadameuie por l utos ot
seus bens, poleiu recusar auuuir a transferencia de
acooes. u
l'o lem recusar, bem ; mas quando ellas conten-
ten! na transferencia, e o novo ocio nAo pode en-
trar com as pretlocoes dos ltimos pagamentos,
quem responde '? ficam os gerentes com a responsa-
bilidad '.'
NAo se d g< que das palavratcomo responsaveis
a lerceiros iliituiladainentese segu rierias-riamen-
te q^e ellos se loruam enlAo responsaeeis pelo pre-
enchiinenlo das oltimas preslac,es. Esta ohrigacAo
illimila la, imposia ja pelo codi.o, nao comprebeiide
a espoosabilidade especial de que se trata ; be urna
responsabilidada da uulra Mioma, compreben.le o
uoquelles fazem da faculdade de .dininislrar ;
iu > esta muito longo da responsabilidada do valor
das acra ou da pane qoe reta para entrar.
Cinto 1t|n he astim, que esla dsposirAo se acha em
imilla', e lalvez na maiur parle, se me" nao engao,
das sociedades que lem -ido approvadss debaixo da
forma da sociedades animymas; nellas nAo po-e ha-
ver transferencia sena Com approvar,Ao dos socios ;
ilo parliculnrmenle se HA naa sociedades ou compa
ninas de seguro*; alii se loma a cautela de p.ir a
clausula : a Nao se facam Irau-l,-iencias.....i com
approvarlo da direrloria nu socios. He de millar
todava nolar qoe nesaas inesmat snriedadea em que
se (em eslabclecido esla con tifio nAo se salva o meio
de verilicr esla repon.|,ilidade ; >e os dirarlares
lorctn negligenlet em se inleirarcni dos baveres dos
imvos sociot, e ilerein io Cuntenlimenlo, nAo u m-
!> quein ba de resp n,ier. Aronlece o mrtmo da
modo por<|ue est o projeele ; he preciso pois mar-
car quein lica iespou '. uiiinua o paragrapho : n f.om a apDTOVfCla des
gerentes, pelo Tacto di tr*n-ferenrta, cesta a respon-
abilidade do cdeme, o Aqu lemos expies-amente
que o sucia uciglnario 'ica eli nerado de tuda a re-
t'.'Usal. Iidtde, mas nao diz -c miiliiiua sobre aquil-
le para qaem elle transfeno a ittjm.
Esle defnito que se uola nesle paragrrpbo da-se
lambem no paragrapho correspondente do proieclo
la coinini-dii. He o paragrapho J- do ail. I-: o Es-
ta responsabldade Cf Irrencia, comanlo que o cesionario seja apprnvado
pelos sirios gerenles. I Ha n ineono deTeilo ueste
l'jragr.p ; nAo e sane quem ha de responder pela
taita, quando baja ; te o novo so'o que entra para a
loeie l.ole, ou te os gerentes a quem se enrarreua a
vicllaaeia e li-cali,ac,i ,obre rsio objeclo. Toroa-ie
piis iiercisana urna emenda a esla medida.
Oulro arligo que enlendo deve lambem ttr erneu-
dado he u paragraphe & que no lunia a itspODM-
paragrapli
corre uin pensamento qoe nao he o meim > que a
coiiimisiao manileslou no seo projecto. Diz o pa-
racrapho : n Nenhum ltanco soba forma coran an-
dilar oo anoinm.1 pnrierA emittir lellras nu vales
pagaveii ao poilador, e a prazo menor de liOdits,
em mi .r-ac.in do eoipo legitlalivo, emquanlo por
le nao forem reguladas as cundieses a o modo com I
biltdade dos gerentas as inexarlides nos inven'arios, senlacAo dot eslalolos. ou ntnhuma decitlo ae dr,
e a disIriboicAo dos dividendos nAo iu'tiliradi. i serSo consiieradas as dilas sociedades como delint-
Agora oceupar-me-hei com o paragrapho 10- do ; livamenle appmvadas ; direi que te os nobret de-
n. I- do projecto da cominissao. Ele .i.ragra-plio potados eslabeloccttem o Contraro, eu a a mutua ;
pde ser consideindo em tres parle. Quanto a pri- inn< quererem que no caso de diividn, romo dista o
metra, nada lenho a observar ; m;,s quantn a eenn- nobre depola lo pelo Para quando falln nela male-
da e a lerceira. permita a cmara que eu declare ri, prevalec a instituirn qoa o governo nao anpro-
qoe nao podem passar sola rli.posires. vou. he i Ira a que nao posto dar o meu a.senlimen-
L'labelere o recurso das deci-es do go.erno pa- lo, porque impo- ao governo a ohrigarAo do diridir.
ra o con.elbo de eslado. O nobre depulado que ,- lenlm ou Dio raxtai para o fa/er. Ilrrlaro-me poi.
cabou_de fallar fez urna demoiislrac.o da juslira da contra l rfireelra | arte detle paracraplto.
doctrina detle paragrapho; mas eo pero licem.-s para Passure at, S II. Lendo-se esle paragrapho oc-
o.1o concordar com saos principios.
O uobre depulado corretn por dizer que o recur-
so dos aclus dos poderes do Eslado nao importa de-
sar. fia verdade nlo importa ; em muilaa leia temos
disposic,(s neste sentido, as qnaes nuncase enlendcu
que rotserr. desairosas.
O Sr. Sergio da Maeedo :Apoiado.
O Sr. Presidente do Consalho :Sem ir mais Ion-
ge, temos o proprlo regolamento do eonselho de es-
lado, em que se diz qoe ha decises do c vsriin das
quaet se pude recorrer para o eonsilko de eslado.
(Apniados.)
Por lanto, tomada a questao na sua generalidade,
nao ha nada de novo ; o uobre depulado demontlrou
moilo bem a aJmitsihilidade e pioccdencia do prin-
cipio que na pratica est recebido enlre ns. Mas
permuta o nobre depulado que eu Ihe di
confunde as quesl&es.
Os recursos sSoem materia administrativa simples-
menle, ou em materia contenciosa '! Em materias
contenciosas slo se acha recebido ; mas em materias
administrativas permuta o nobre drpulndo que eu
Ihe dga que ii.ni entre mis, nem en> parle nan-
huma, se adente setnellianle principio ; slo fora
om verdadeiro Iraoatorno de lodas as rrgras que re-
gem a materia, urna verdadtira per lurl i.u dos fon-
damentos que eonslluem o governo em aotoridade
independenle. Quando se Irata de direilos potilivos,
ou firmados em lei, ou deduzidos da nalureza, que
alguna ba 13o sagrados como se escupios (slivessem,
admitle-se o recorso....
O Sr. Sergio de Maredo um aparte.
O Sr. Presidente do Consrllio :'O nobre depula-
do citon exrmplus de decites do eonselho de eslado
em Franca not casos de mullirlos, e diste que u go-
verno sempre se lem conToimadn com as decisots do
eonselho de eslado. Estes exemplos nAo vem para o
caso ; porque essas derises versavam sohre mal ra
contenciosa, e nunra sobre materia administrativa.
Nao ha na legislara < Iranceza disposii,Ao alguma que
A ferir as allribuiroes administrativas do governos.
Os autores da le do eonselho de e-ia.lo em Franca
enlendaram que o governo como enlidade adminis-
trativa a superior a lodas, e representante dos gran-
des inleresses nacinnars, he iiidependcnlo de qual-
quer nulr.,. e tiveram muilo cuidado em distinguir
o que perlenria a esla ordem de qunsles para es
tobmetler ao eonselho de eslado como quo tornndo-
se exerulor de sus decises; respeilando porem o
qoe enliava na ordem coutendoia.
Vamos ver se a qoetlao que lemos ser contenciosa
nu administrativa. Todo o objecto do debate se re-
duz a i>lo.
O nobre denotado disse qoe a materia he conten-
ciosa, porque se traa de uin direito. Mas qual be o
direilo ? ile c direilo rcmmum que (em lodo o ci-
d.ul.i i, que lite concede n constituirn, para tratar
dos seus negocios e constilor-s em toctedade com
oulros ? Se o nobre depulado enlcnde astim, s ha
que-iao cenleticins i sn por essa razo, elido .digo
que nAo ha questAo em que se nao deva dar recurso
para o con.elho de estado. (Muilos spoiados.)
O Sr. Sergio de Macedo :A lei pode crear.
O Sr. Presidente do Cunselbo :NAo ba tnleresse
qae ala envnlva um direito ; e as loes se podem considerar contencimas.
O Sr. Sergio de Macedo :O principio existe; po-
de appl car-te a esle caso.
O Sr. Rodrigues dos Santos ;NAo lio arbitrario.
O Sr. Presidente do Conselho :O principio exil-
ie qual he pnnripio ? que a lei pode crear direi-
los '.' Senhores, n lei nAo pode Iranslnrnar a nalureza
das cousas minios apoiadot, | a le nao pode alterar
a essencia do poder. Muilos apoiados.)
O poder porsua nalureza he ind'pendenle, e na
apreciarAo dos inl>resses geraes Dio pode ser limita-
do as soas faculdades ; o contrario dalo dillruisil
ot turbulos essenciacs, O poder Inverteria as rela-
c,es naluraet enlre os iulerestes patlicolarej e os
mteretset geraes, dos quaet, as-irn pela mltiieza das
rousas, como por todas as legislacet, elle he rous-
titui 1o o joii dvico. A necessidade que os publici.-
las (em suslenli-do do juizo adreini-lralivo pnv-m
da independencia em que o poder supremo do E--
lado deve estar de nutro qualquer, ou obiaudo por
s directamente, nu indirectamente por meio de seus
delegado).
NAo entro, Sr. presidente, na anah-e do que be
joizo admiiiitlialivo ; nAo vem para o eso ; mas ob-
servo que a independencia dopo-ler as moleras
apezar de ser Ir.l rnnselho meramente eonsollivo ;
avtsla i'a le n. l de 23 do nnveinbrn de ISil. e
do regulamento n. I2i de 5 da fevereiro de IKJ,
creando o aclu.il eonselho deetlado, t dando Ihe un
regiment, lei e regulameulo qus bem expressa-
mente, nem o pnderiam faier de oulro modo, de-
derlaram que he sempre farullalivo ao governn ou-
vir ou deixar de ouvir o eonselho de eslado, ileler-
minar-se na primelra emenda nao t que o eonse-
lho de eslado seja sempre oitvido, como que lenba
ale jurildtttjla para em grao de recurso cnnlierer
dos arlos do governn, he restaurar a dhpatlcgo do
arl. lia da cousliluirAo, revogala pelo acto ad'dteio-
nal, he a titular mesmo um pasan a irmellianle dou-
trina, e porlsnlo querer o que nao podemos, o que
mullas vezes so lem querido e conseguido, enxerlar
disposic,es incuislitucjonaes em leis decretadas pela
assembla.
prevaricirAo
eaprlchoM,
M
nos
Pude alguem
esla' cultivado '.' Porlanto, meu charo, lique sa-
liendo que o Amazonas nao be nenhunEl do-
rado onde cbovam chuvas de ourn, pode cabir al-
goma nehlina/inha, mus he preciso Irabalhar e -
ber tirar partido dos preciosos dons, com que a na-
lureza doloa e-te solo. He precito qoe o governo
lance suas vistas para ns, que nos ni nde diulieiro,
e om presidente emprebendednr qoe ca' esleja para i desobediente por
i anuos ao me
para
MI
A
mo os sobrados inclusiva o palacio do governn, po-
rem bem rniislruidat a asseadas. As de palhas que
ha dentro da cidade sao al forradas e algumas ai-.
soalhadas.
i'm dos producios importantes da proviura he a
Clrente lachoo-o da vingalivo, e, contra elle, eirromslaneia que deo lugar a apresen-
lacAo do thefe da polica na coneio
Mas sahe como disculiraro isla qoeslao ot pobli-
la- ile ambos o jornaes '.'
O Sol desvirtuando a queslo.cslabelece nos teguin
les lermos :
.seringa (borracha), o que se emprrg m na uta et-
Quanlu a qneslio especial dos llancot livres e pri- IrarrAo chamam-te seringoeiros. Ha miniares d
que o gavera* facultaran poder de emisAo a'a ditas vilegiados, da unidade e ploralidade de associaciSes I pessas empregadas nesse Irafeao, para o malo vso
'"i'!'- -"" <"m.'!!" i'* ... ; ,_'?nc",.'"'.ree,vo"m para a d cutsAo de respetivo | logo os negocianlas; regalOesi que as rompram, dan-
poucos diat aprrsenladn a
Lando isle paragrapho, como dizia, o prmeiro I projecto,
pentamtiilo que me ocroneu foi que se suspende a I Nesta orrai,1o'deixarei e opinies para i
laculdadc de aulori-ar Bancos coin lellru a., porta-1 lar o. f.clo> ; del sai Cl a Iheuria do, boii.c,
dor e com prazo menor de .10 das, al que este ob- verno, que s querem machinas da melhor perpe-
jeno s-]a regolado por lei. Mat nao >e enlende que (uarem o poder, como em Franra, pare corre a villa
se quizesse prohibir a mesma emis.ao, slo he, que pela vida dos Hincos no. E-laios-lnidos, Escossia,
pe
cmara.
ap'esen-
eitt do gu-
ie quizeste prohibir a creadlo de Bancos com letlrat
ao portador, a com prazos menores de 3 dial A
emenda diz qoe fique suspensa a farulilade al qoe
se fac.a a lei ,- isto envolve o pensamento de que nAo
se quer prohibir a crearn de Bancos enm essas facnl-
dadei, mas somenle que fique suspenda essa crae;Ao
ale nova lei.
Aqui lemos pois o reconbeciracnlo de que nao se
pretende ne^ar ao goveino n Taculdade de aulorisar
Bancos coin aquellas facilidades, mas tmenle Me-
pender por algum lempo. Mas que acontece? Quan-
do a c,inniis..lo em desampenho deste paraKraphn,
aprsenla o projecto para regular a aulorisa;3o de
Bancos, nao t nega a Taculdade de os aulorisar com
btlheles ao portador e eom prazos menores de :tO
dias, mas impoe restrirres tu- que leruam impos-
sivel a ereaeja de mitro qualquer Bsnco, importando
suas disposi^es orna prohibi(ao absoluta...
O Sr. Sergio de Macedo : Absolola he o qoe n3o
quiremot.
O Sr. Presidenle do Conselho: O penramenlo
detle paragrapho nao corresponde ao pensamento do
projecto que a rommtssAo apresentuu sobre a mate-
ria ; n3o se contena em regular o objeclo, pn hibe
riprrss.menie que o governo potsa faze-lo, quando
anles dizia que ficava id suspensas...
O Sr. Sergio de Macedo : Eslabelece-se o caso
em que pode permillir.
OSr. Presidenle do Conselho : Ma com clau-
sulas laes que equivalem a urna prohibidlo. Eu es-
lava na peisuasAo de que a nobre commis.o quera
conceder 10 governn a faruldnde de aulorisar os Ban-
cos, Tirando islo regulado por lei; mas agora vejo qoe
nao ; elle prohibe eipressamenlc ; aqu ctta' o pio-
jillo ; nAo o analvso, poique nAo esla' em rliscus-
sAo ; combiuem-se seu- atllgoi eom este paragrapho
da emenda e ver-se-ba que ahi ha orna completa
prohibirlo de crear Bancrs ; os nobres depuladot
bao de ter examinado o proi-clo : liu de concordar
oeste jo'zo.
Diz o nobre depulado que nAo quer prohibir; da-
so no seu discurso qoe faz largas roiicetses. E
com ette projecli he que o nobre depulado f.u ca-
sas ronceanlea? Senhores, o rr jeclo e-la combinado
ae n,n lo que nlo he mais pnssivel crear um banco.
O projecto nao te contena c?m prohibir Hincos com
letras ao poi l -dor, e com prazos menores de :)0 das ;
elle exige condico.s laj-s que n governo nao podei
mais euliri.jr um Hinco. Focase itso por lei ; o
poder legislativo t. pude decretar. Mas nao se diga
que se su-pende, quando o que se quer he prohibir;
e lano he islo o que se quer, que o projecto nil."
tem ootro retulladu. E como o projeclo j,i nao po-
de paar esle annu, segue-se que a suspensao lera
os mesmos efl.ilos que elle capera alcanzar. Esla
suapenaio he que eu nao admiti. Nao sei que ra-
iAo se pode allrgar para suspeuder agora una fa-
culdade de que o governo lem gozlo al aqu. Oue
moilvoha para lato? Torio ahusado os governn.
passedeeT E-la o governo actual d.spislu a abusar 1
Eis aqu toda a qur-IAo....
O Sr. Sergio de MaccJo :A atieilao nao lie de
conliaura.
O Sr Presidente do Conselho .Deixo lo jaita
nos nohres depuladus julgar se netle momento lia al-
gum receto de iboeo a uossa parte....
O Sr. P.esidenle do- Conselho :Senhores, larga
em sido a disrussAo sobre Banros. O nobre depu-
lado qur boje fallou inoslnu muilo ronbecimenloi
m malaria; nlo eolraral no desenvolvimenio da
ques(?o ; liinilo-ine a manifeslar o meu mudo de
pensar.
Frange e Inglaiiraa, a apremiar aa inTalliveis ron
seqiieneas a qu* not arrastara' o tvilema calamilo-
o que, no propem. 'Apoiadot .
O Sr. CarrAo pe.le para mirar a aua emenda.
Ile-lne concidido.
O Sr. Birros Pimenlel (pela ordem :Sr. pre-
sidente, leudo a cmara ouvido na pretente discos-
sao ISo dislinctos oradores, e ichaiido-se ella bs-
tanla esclarecida para emillir seu voto sobre a ma-
teria ;muito apoiados), o nAo menos adianlada a
sessAo sem que o orgamentis tenham sido vol.idoa,
lomo a retpnnsabilidade de pedir o encerramenlo.
(Minina apoiadot, muilo bem, muilo bem.)
O Sr. Piolo de Campos :Faz muilo bem, cu
ta pedi-lo.
Consultada a cmara, decide pela aflirmativa.
Procede-se i yolar.lo, e he approvado o p'ojeclo
do em paga por pregos exorbitantes diversas merca-
doria, t.lo etf o qn far.em melhnr negocio, ta
i-putos no lempo da extracrAo da seringa deiaam os
sitios, e inlernam-so por estes malos eom (oda fa-
milia. Ha urna completa emigrarao. Nos lars se-
ringas ha Indo qitanlo ba immoraiidade e devatsi-
dAo. NAo poocas vezes all ss rompe o vestido de
eda, e vo-e crepitar em cutas o espumante cham-
pagne e o bom gotlo h ver as rnlhas voarem para ir
|iregar-e no celo de palhoca I
Enlrelanto, quando este marrecoi I mam para os
amigos lares, arhaoi at malo dentro das casas, e nao
pequeos prrjuizns.
A proaincia goza paz, salvo certas iolrigoinhas em
quas lodat as localidades. Os subdelegadp pela
maior parte (salvas ai pouca e honrosa! excepgOes ,
So orna polenna. e os inapeclores de quarteirao
persnnagens imporianles Em lempo competente
direi alguma cousa acerca des-as tigneuriet.
Aqoi chegou o novo chele de p licia, ao enlrar
(meiercicin dirigi a toda toa gente policial a se-
guinle circular, pelo que dizein que lemos homem
a Ierra : veremos e para encher mais esla, la val
Desla medida, segundo se diz, rcsultoo o ccnltec-
menlo de lodo o negocio, em contequenna do que
foram preso om dos Salgados, e seu gaarda-hvrw,
! a alguna inlividuos, fogindo o oulro dot Salgadna
ser procetsado c condemnado por de ame Manuel Jos Salgado Coalas.
pralirado contra a ordem da I Km lodo esse negocio o'Dr. Alulio obroo de cem-
branca
com imo
lime, e
grande criminoso-
' '.......'............... ?V .....' t 1. ilZl .. praiiea.io contra a ordem da Km odo esse negocio Dr. Alulio obren di
U casis de Man los sao lodo, de made.ras, mes- ale eu que nao lou vemdo ne.l. maieris, bem ve-! lalvez bem grande crtinmo,..
a davia ssr apresenlada nos lermos se-
^---1 *".- Df'iriusa'aw v i ari "... ^ i. ,, i -, i ni' nci r r. i' i sr
-ali-iiinlivi il Sr. barAo de Maua', bem como as ela segondo li na Estrella ilo Amazonas
emendas dos Srt. Franco de Almeida e oulro ; fi-
cando, porlanln, prejodieado o projeclo u. 10 do an-
uo pa-s.idn, e incluidos ou prejudicados ot paragra-
pho do projeclo sotxlilutivp dos rs. Salles Torras
Homem, Sergio de Macedo e Augusto de Oliveir,
considerados como emendas.
O projeclo atsim emendado he adoptado a remet-
lido a' cniiiii -.1,1 de redarr.lo.
Dada a oidem do da, levanla-so a sessAo.
No dia 7 r.i > houve sessAo.
PARA'.
-Hremblea teglsiattoa yirorlnrial.'
Illm. e Eim, Sr A mesa da atsemblea legisla-
va provincial, rom batanla pezar, passa a expor a
> fcxr. a drtagradavel orcurrenria que hoja se deu
na occastfio em quo ulava a astcmblea trabalhando
pedindo ao mesmo lempo a V. Exc. as necetsarias
providenciaste ponliam termo ao eslado de cousas
qot vai appaieccn lo, o qual tornar impotsivel a
con!ioor,ao do* Irabalboa da misma assemhlea.
i.orriam os trahalbn desla placidamenle, presidi-
dos, em principio, pelo Sr. vtee presideule conego
Siquelra liendra, o depiis polo primeirn terrelario,
poi s- ler aquella rtlirado duenle, e cora quanto a
ine-a livesia lido aviso de qne |.e pretenda perlur-
Dar a ordem, e visse as galenas pessoas indicia-
das para porem em pralrra essa perluibagAo, toda-
va connava que pondo em execurao aa medidas re-
coimnendadas pelo regiment da casa, conseguira o
resiahelecimenlo da ordem, quando infelizmente esla
tost alterada por qualquer manifestaro da parte
da galenas.
Orava o Se depulado Dr. Canlao, e Halando esse
Sr. depulado dos negocias de lg.i..-,r-miri repeli-
Ul
Senhores, eo reronhero que a mollipliridade de
Banros Iraz grandes inconveniente. ; mas reconhecn
I imlam n... ., *._ j__a_ *
jalada
0 Sr. Sergio do Macedo ;Smenle quando a lei
marcar.
1 Ha onlros aparlei. )
O Sr. Prisideule do Conselho :liai a lei nao po-
de marcar tem razAo loflicienle : ella nlo he art i-
Irara.
l-m e-lado os dilTeirntcs Circolo
Franca Mal o Banco, coma sua
nd-iies eommerciaa*, privadas di
roinmerriaes da
unidade ; varias
ocrorros que os
Olanlo a pralica con>lanli de o enverno respailar, '
con.iaiilfrnenle as deeises do conselho de eslailo as
materias conlancioua, como referi o nobre depula-
do que acontece em Franca, cumpre-ine declarar que
islo lem aconleci lo na material cenlenclosai ; as
admiuislralivas o governo lem rajeilade muilos pare-
ceres do conselho de eslado, a o nobre depulado ron-
fonde acada passo eslas qnesles. O direilo de que
falla o nobre depulado se funda no principio que ca-
a um pode f.r'r o que quiztr ruin lano que n.1o
ofenda a lei. Nio Ao esles us direiloa quo eonsl-
luem
I ancos dan ao c-mmercio, leem p?i!ido a creacao di
Bancos; romo se sabe n opioii(ao tenaz que o Ban
i de Fianrt lem felo a esses pedidos. Quando se
ve roagido, por assim dizer, por jn-las reelamace
ie que manda crear nina caixinha filial. Apoiado
Provincia do Amazona. Secretaria da polica
de julho de 18.17.
II iien lo neta secretaria represntame ronlra
algoma autoridades policiaes por a:-uso's em ex-
eesos por ellas praticados, e apezar de estar eo
lunge de erar que laes repreaeiilar/ies sejam funda-
das, todava enmpre me recnmmendar a Vine, inui-
la circumspeccao ero lodos o seus actos, para que
se nlo veja nanea antea o proposito de fazer mal a
desarfeiroadoa, que o detejo de perseguir o legilimo
criminoso. A euloridade ao passo que convem fa-
zer-te respeilar deve procurar lambem conquistar
pelo teu proceder a eslima e coutianja puhlica ;
teja activo e inexnravelparA com quem transgredir a
le, roas o homem pacifico encontr em Vine, um
verdadeiro prolector.
Procura por lodo os rceios acabar ao seu al-
cance com as distentes qoe por ventora rxittain
enlre os qoe moram no ritalrielo de sua jurisdirc;ao,
etse odios mesqorbos filhos de Inleresses peque-
ninos deyrm desapparerer, lano maii hoje qoe o
governo imperial lem procurado por lodos os mo-
dos acabar com essas de.harmonias, que lera sido
Uo falaes a lodos na llrasileiro-.
Uros lnar lo a Vmc.O ebef de polica, Hollino
Augusto Cavalcaiili de Alhuqaerque.Sr. delegidu
de polica de. ... a
20
Chegeu-nos a noticia da orna horda de Indios
braviosArarashavia agsredidoa oolroiMoras
ede quem levando desles 7 mulheres a menino,
com os quats te foram regalar cas margena do Lago-
Aripuanan. Os laes Araras s4-> antropophagos.
Es.es mesmos Indios (izeram na pouco diaa oolra
excursai, porem foram repellido pela polica de
lloiha, que Ihes lomou alsama coosas que riles
haviam roubado e apri-mn ti 3 mulheret e 3 me-
nino.
Adeui, para oulra yez sere extenso.
O Amasonense.
das vezes ped.o o presdeme da mesa a alleur.lo,
eliamoo a ordena, e lambroa aos espertadores o con,!
porlameulo qoa deviam ler as galenas.
Em urna ocrai,1o em que o orador appellava para
o Sr. depulado |)r. Thlago Pinto sobre as causat q,.
podiain lr roncorrido para acel-rar a morlede Ma-
na 1 Brlela, que fura cora El y Jos espancada, em
consequenria da respn.la dada por esse Sr. depulado
romperam das galeras apoiados em alia vezes, que
perlorbaram romplelsmeiilo a diteutsao a ponto de
reclamar o Sr. depulado Costa a ex.cuc.ao do regi-
D-clarando o presidenle que a dar as providen-
cias, que eslavam ao seu alcance, para inauler a o.-
detn ; pedio a palavra o drpulado Hoque Jorge,que
terna de tegundu secretario, e fez ver que ot ci-la-
aAos que se achavam as galeras se haviam poila-
do como deviam, e que s Ires individuos, cujos no-
mos nao chegon n declarar, eram oa que diariamente
iam as galenas provocar sceuas de perturbarlo da Cauipe, lugar que fica dislai
nrdem. oilo legoas.
A voz do orador fui abofada por novos grlosqoe f"Cto, que servio de base ao procetso foi o e-
prorotiiperam do lado da balauslrada qoe separa as I S"Jl,e '
galeras do rerin'
CEA HA'.
Forlalaza !l de selembrn.
NAo foi por filia de lempo, que deixei de eacrever-
Ihe pelo a gnarassii.ii mas siiu porque o a Impera-
trlz o devia ebegar ahi qnasi aa me-mo lempo, e eu
nAo quiz repetir em nina fados da ooira, oo nAo ler
oque conlar-lha em urna della. He verdade qui-
en desta vez calculava muilo iuexaclamenle, por-
quanlo depois da saluda do a lauarats a os arnnle-
rirriMiios re lem succedido com grande velocidade, c
cada um mais imprtame.
O chele de polica acaba de condemnar em pro-
Mlio de desubeiliencia o padre Joaquim Pereira de
ar. e a dous individuos moradore na barra de
desla cidade sele a
Oa, esle li
Apoiados)
nico (nlo sou cammercitnte pa-
ra o dizer do fc(o prnprio, mas appello para o que
leem IIdo), osla Banco nico a quem serve em
Cranra Aoallo rominerrio. Aot negociantes de
segonda ordem. e ao pequeo commercio, nao apro-
veilam os beneficio do Hanco, aperar de toas caixa
tillar. Sao ai immeniaicaixei Inslilaidaa, algoroas
cieadaa pelo proprlo enverno, nole-se bem, crea-
das pelo governo deniio e fura de Paria, so han-
queirus parlicnlarcs que acodem aa neoessidadea do
pequeo commercio, e do cemroercio que chamarei
-ecundaiin.
a materia contenciosa ; este rffritu tu o pio-
duzem ot direilot pos tivot, ou declarados em le, ou
dedozidos de contrato, ou da nalureza daqnelles di- O Sr. Sergio de .Macedo .A questao !,e de emis-
reilo naluraet e thsolulos qoe se deduzi m da essen- alo si menle.
ca do homem, eque independenles de le se reepel-, O Sr. P'einlenle do Cmaelli,, :\ queslao he de
lam como se ettivessem esrriptos. Muito. apoiados.' em.sa... bem ; mas ,t fados teem motlradu que o
O Sr. Sergio de Mace lo dA nm uparle. Banco ue Franra com sua grande emissao nAo salis-
t>Sr. I resllenle do l.onselho .t.ada qual pode faz as neossidades do commercio ; a dahi he que
applicar-se a mdutlna que quizar, com Ionio que. vcem as reclamares. Porlanto, o que esla di-
11.1o f-'IIeos leis da mural, nem prejud que a t.-iude 'endo vai exariamenle para ns Bancos de emissao
I ar
di
di-
publica. Se apparecer urna empriza que atienda a
laude publica, u governo, depon de ouvir as anlo-
ridades compe|enles. declara qoe esta induslria he
prejudicial ; e negando o leu consenso aos eslalolos
desta aociedade nAo oll'en >e direilo positivo da nrdom
daqiiellis que acabei da expor, qoe sao smenla ot
que c, n.illm in n materia contenciosa, e qua nAo
sendo da esphera do poder judiciano enlram na do
admluistialivo.
O Sr. Sergio de Macedo :Ms se a lei der esse
direilo ?
O Sr. Kodrigurt dos Santos .A le nao pode da-
lo ai huraamente.
O sr. Presidenle do Consalho:Ja respond ,-i Islo;
nao te pode Iranslnrnar a nalurea das musas. Fja-
le o que se qnizer, n.lo te pode destruir a ndole*do
governo. O qoe o nobre depulado quer eria o Irans-
tnrno completo di, adminislrarao no Eslado, seria
subordinar o governo a oulra aotnridada, porque
neil raso nao e verifica a necet'idade que em ou-
lro cuso esolla do respeilo que se deve s. mpre
guardar para com o direilot dos parlicularet. Not
rasos contenciosos o governo eonforma-se sempre
com o voto do conselho de eslado, por i-to que ha
direito envolvido na questao : tntlo o governo nao
loma ubre ti s a responsabldade da decirlo ; re-
melle-se ao juio do conselho da celado. Mas
to nAo se argumente rom o principia vago i'.e
reitos ; he mister cons erar a nalureza (lestes
reilot.
Neslas maleriat coslumam o escriplores decidir as
queilfiei por inleretset e direilos. Aqu ha interestr;
mas te a nobre depulado recorrer an direilo. digo
que ale ha intoresae donde nao resalle algum direilo,
a enlAo lodos lem direito para recorrer do .governo
para o conselho da estado.
O Sr. Sergio de Macedo :Qaindo a lei assim o
delerminar.
O Sr. Presidenle do Conselho .-Ja lenho respon-
dido a esla observaran do nobre depulado. Esla
distincjAo foi expressamenle i-talu- a na regula
ment do conselho de etltdo. De oolra sorle haveria
um iranslorno rompido, nao so em nosao sv.lema
administrativo, mas lambem na nalureza do" poder
supremo. Moiloa apoiadot.)
OSr. Sergio de Mtcci'o :Nlo apoiado.
O Sr. Presidente do C nlsclho :l)i( o nobie de-
pulado : o governo inunda ido o negocio ao con-ellio
de eslado, dA logar a um recurso da coroa aconselha-
da por seos ministros para a eoroa aconaelhrla pelos
conselheinis de eslado ; se ludo islo lie aclo do po-
der, quem lem a re'pnnaatili tade no segondo caso t
Os minislrot oo o conselho de Eslado ?
O Se. Sergio de Macedo :O conselho de estado
he 'mpre coutullivu.
. O Sr. l-m.i ponte do Contellio :Hat o nobre de-
pnlado eslabelece urna doulrina que vai descubrir
complelamenle a coroa, t' alando a responsabldade
do ministerio, estabelecetido doat entidades naco-
roa.
O Sr. Sergio de Macedo :Islo existe na contli-
lujao.
O Sr.^ Pretidsnle do Conselho :Ouando o minis-
leno da' urna decido, he a respnnaavel por ella, islo
be o que diz a consliluirAo ; mas se appctla' dessa
dctilo, a ratpnniaoilidade ja nao he do mini-terio,
lica a coroa d>-roherla. (Apoiadot.)
O Sr. Serf io de Macado; Na materia contenciosa
nAo podr acontecer islo?
O Sr. Presidenle do Conselho : us malcra
'"' I'....."a- Irala-ia do reconhrcer um direilo : us
niinislins tu, abnegarla de sua intelllgenrla, c sem
qaebil d suat prrogalirai.N podem adoptar r-mo
suas as decbdei do ronellio da rilado. Mas nao
acontece o mesmo naa adminitralivia. A doulrina
da cora em diversa peaiflo, aconselbnda ora por
una ora pi r oalro*, deteobre-i eomptetamenta. I'.-
la don ria lie a que combato. Da Comolla do con-
.elbode altado deve resultar um < pe-ancnln de-
baixo di rispc-n-alnli.lado dos minislioj, se, que se
estaheler-i o priste po de que a coroa obra indi-
tamente por roos-llioa de uolro qoe nAo seiain ot
verdadeirus i Ka harmona entre aa prerogalivat do ministerio e
a> do eontelllO de esladu lie qne esl > belleza da nos-
-,i legi-la';Ao a esio resuello, sem qne rec, nhera
ana iliiai ilaile, a qaal dcalruiria aquella haimonia.
Apoiados )
QoanlO i causla,N a approvajAo nao fr di-
do dcnlio de IrefDiHH decoiridos dctda a apre-
se e olha para a l'renra ollcal, el boje lem si lo
o qoe o lioh.e depulado diz ; ma pergunlo, esa ac-
lual posijAo ofilrial he a que convm a Franra ? Di-
go que nao ; o que prova que a nnit-Ao li que o
nobre deptil-do ralla em Bancos de emissao que a
emistao do Banco de Franja nAo (un salitfeito as ne-
ce-'i i, de- da Franja. Apoiados).
Varnaa a Iaglalarra, a menie, o espirito da le-
cislajAo ingina leude i unidade.... E de patsajem,
ja que liquei ni-to, direi que fui novo para mlin ru-
vir i|',e a le actual que regula o nosao Banco lem
etle pensamenlo. Na diieaisio nao me lembra que
olgiiem iiianiTislatse semelh.nle pensamenlo de uui-
aide ; alguem o lena, mat de cedo nlo o decla-
rru ; Toi quesl.lo que nunca e venliloo; Iraton-ae
umramenta da conveniencia da creado de um ban-
co, mas queficaste elle tmenle dirgindo as neces-
idades do meio circuanle, nlo,
N-'O tei, pnrtaulo, onde o nobre depulado Toi bus-
car etso pensamenlo da le. Nao posto responder
pela opin 3o particular de cada um ; mat o que pi s-
sou na cmara nao Tei iso. E nao sn nunra appa-
rereu temelhaiile pentam: nlo, ma. lambem na le
nao ha urna sa di-p sirao qoe a revele. A Tarulda-
dada encoiporajAo dot B-ncos enrenlos n-queHa
.poca n.lo provam nada em favor desea sup, osirlo ;
foi um alyediio que se deitou e nada mais. Ma-
vamo.a Inglaterra. A legislarso ingleza lende a
onidade, islo be verdade, poique nao t linde
vi< -se o presidente forrado a suspender a tessao e
delenninou aordenanrii qu-servede continuo que
ae ilirigi.se as galenas ejirendesse os tres iudividuos
por estarem perlurbandoa ordem.
A mesa nao pode informar a V. Esc. se foi cum-
pnda a ordem de prisAo, ma ce que etla n,1n che-
gou a effeeluar-se pelo etlado tumultuoso em que
se achavam at galeriaj.
Agora, cumpre dizer a V. Exc, que ja ha dias se
previa esi dcsagradavel acoulrcimenlo porem en-
tendeu i in-sa qne nao devia recorrer a autoridad*
de V. Exc, tengo quando podetse provar coin ot
r.iolni, que a ealadn de censas lem ebegado a tal pon-
i que nao Ihe he possvel manler a oidem na ga-
lenas da aaannblea provincial tem o apoio e iuler-
venjao de V.Exc, da parle de qOem rumpra qut
parLm as necetiarias provincias, a l'nn de que a aa-
semblea nAo se veja roagida e irapostihilnada de
fnnrcionar te conluuarem a apparacer, iguaet oc-
currencias.
A mesa epera podaiilo de V. Exr. qua (ornando
na devida roitaiderajAo o que vem de expor e as
cenaeqonciai resullanles do faci que hoje leve lu-
gar,dar as providencias reclamadas paia que te nao
iepm lu/am nesla sestlo os mesmo factos, que sa
deram o annu poetado com o fim de desreapeilar a
awamblea.
Deo goarde a V. Exc. Pajo da asarmhlea legisla-
tiva provincial em J de agosto de 1817.Illm. a
Exm. Sr. lenle coronel, lDnriqne de Beaurepalre
Hohan, presidenle desla provincia.Antonio (ion
jaivas Nona, primeirn secretario servindo de preai
denle.Dr. Joanuim Pedro Correia de Fraila!, ter-
viiulo de I-. tecrelario.Manat Hoque Jorge Ri-
beiro ttrvindo de -J-. tecrelario.
Diario do l.r.lo-P.ra .
CORKESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PEHNAMBLCO.
AMAZONAS.
Manu 1 de agotlo de 18-17.
Meu chato, escapamos felizmente do grande ca-
laclytma com qua nos neajou o Sr. conego de
l.iege, qua realmeule niaiidou como o Erotlra-
lo do templo de Diana, seu iiome a immor-
lal potlerilado. E cpezar de nao crer as-., na
nialbemalicas de fulhiiiba,todava nao deixei de re-
par mea suttosinlio, porque nao he l muilo amavel
cousa morrer a gente escaldada n rabj de nm c-
mela.
Vou dar principio aa minhas noliciai a assim sa-
lisr.izer aos rlesej s de Vmc. A muilo eslava eu dit-
po'lo asseulir aos seus pedidos, porem ttmpre quiz
ver islo ile acahameulu de mundo, em que dava
pois que mnrrrrinos lodos no da 13 de junho, te-
ria esruiado eacrever-lhe, purque naturalmenlc nos
haviamos de encontrar la em cima e eutao da viva
voz Ihe dara novas di-lo c. Ma para gloria nessa e
de loda liuiijiiiidade.tudn falbou e araras a Deot fi-
camus ero paz sobre esle globo de Ierra que promel
le alravessar milhares de seculoa. Tanta certeza li-
vessemoa ns de oulra cou-a-, como devemoa ter de
que o Sr. mundo ha de datar muilo O autor desla
grande obra nAo he nenbuin pedaro d'astio, bem
OOba u qu* fez.
NAo ha por aqu minia materia para se encher de
I.) em 15 diaa una folba de papel, pelo que mullas
vezes a devn remeller em luanco. Encelando ora
jo, que
guiles
Nlo se leudo dado com o arrombamentodn ru-
do da Cauipe, o crime especificado* no an. 178 ,io
coliga criminal, pde-se dar pelo metmo fado o cri-
me do asi. 128* o
0 Sol irsponde a tua peraunli a-tegiiraudo qoe o
homem Atis novijo em juritprodeocil diria, que
nAo, e au assevero qoe um e.ldante da prepralo-
no respondera que tim, vitli dot termos naturios
da metma queslo.
1 VHininemot.
Siipponhtmos que com o tjude em quesllo te li-
vesse despendido grandes omna por pail do go-
""?'iqu' p"r esle foi elle destinado para gozo a
uliiidade publica : pergunlainoi se algaem qoe pre-
lende-.e rromha-lo, o lizetM, apezar de qualquer
prohibijao, nao leria etse alauem coram.llido ao
No da 7 hoova no palacio, da presidencia om bu-
llanle e mulle concurrido corteja a etTgie de S. M.
o Imperador, pelo glunoto anniveriario de nossa'e-
laancipajao poltica. A nmle levt lugar nm espen-
dido baile, a qoe atsisltram lodas as pettoas notaveii
da capital. O artica do baile foi completo, e a ama-
Wlidade da Exma. esposa do Sr. presidente da pro-
vincia penhorou a lodot os convidado.
g.s(t ja^vai louga, e por lato lerrouo aqui.
_llaiAaSaaoor
PAGINA AVUUS
Amia o douilo na iore.i a. !_ ,.
. Cotltla-no. qu. na ..,1. .R-',feT.""' ~
-ne.mo lempo o ,-rJrne etpecilicado noi arls. 128 e larnara a iiilrodu.ir-te na igr.f. h. J.. r"'"
I -8 do cdigo criminal > S.m. .videntemenle ; por m'no doudo de qae tratamo. n nn. V
qoanloiMihypolhaie haveria doos Taelos bem disline-1 lima Pagina, a que dttia z denoiTri.h ,1
los; o Tacto do arromharaenlo. qoe consumira o cri- 'elidido lodo ot aliares, subir para a t,I III ,"
me do arl. 1i8 do cod., e o fado da desobediencia, c" '". mas am vez da mista, (ocou tig,| a. ', '
quecumlilniria o crime do art. 128 do metmo co- incommodando detla tone a polica quep.Vi.m
""n' h .. .a ""'S'"' n0 c""f">oo oolra fooa. mal. doo.
Depois daqtiilli resposla o .Sol diz.qoe o presidtn- "t"' oaio. Tai eom que desla vez foi recoma!
lo nao nnha competencia para expedir uldem de a' casa da detenjlo, nao para eorroccao, roas ,, ,,
que ,e traa, a por Um, a considera .Ilegal, por nao haver presen!.roe,,,, a. precita, .commdco
essa razao no caso de nao dever ler obedecida. I no|grande hospilai deciridate Sera' portinia m
Eu enlendo porm, e comgo moila genle de cri- lo conveniente qua a rman lada do Senhor Bom J.
leo a quem lenho ouvido que o acto era puramen- I das Doret, erecta oaquella igrea lome as .',./ *
leadminitlralivo, o por isto dentro do circulo das' ariat precaujei para qoe coin lana fariliJl-ni"
e hoja Toi um
atuaubaa pide
I de mina, Tara

prohibir no.aoi B; uro., mal a deslruir os que evit-
ara ; mal leem sido liona os resultados detla legi-
lajAo He a que-IAo. o que lem mostrado a expe-
riencia a este respeilo? A cess jAn de muilo, Ban-
cos provinc.ae rom graves prejuito. oo cinmcrcio
dei.s locahrtadei ; a rrcajao de mais seriedades
parlirnliret denlro des limite marcado na le. A-
coolece all o meimo qne rm Franra ; t os grande
ncgoi lanles a os que aprnveilam dos beneficio dos
Bancos. As-im se rerorrermes aos Tactos, ellea ,'o
ronlra a opinilo do uobre depulado.
tu nAo me estando mais. He queIAo qne o go-
veinoesluilaminniuilnciiidado.com muito tern
pulo, allende a ladaaaa conveniencia" |ra eslyer" SS 2T r"ne."" "" l"anC' E"" -ora
se sobre a mileria. | arn reaolver- t.,,,,1,, coiretpondelicia conven, diier-lba quelqoe
NAo tei he urna observajAo particular nAo sei
se be rtelo o Tacto que a notire depulado cilou, da
crie em que se cliou a praja do Rm de Janeiro,
eltiibiiinilo-a aos dous Bancos qoe enlAo rxitam.
A rnse da enlan allribuia-ae a talla de numerario na
praja, de manobra que us llnncos recorreram ao go-
verno, pedindo aoxiio, diilam qoe havia Talla de
meio circuanle; o que prova que o Baueo n.lo
linbam emissAq .ullicienle para remir is-a neces cho desli oulra ora Birra do Rio .Negro, e boje
atdatte de lllanaa. A capital da provinceta do
Amazona be h eum grande povoado de mais de
4Utl casas, eulie ellas uus seis sohrados de um andar
Sanente, nlo ha nenhum de dou, segundo afirmou
um viajante Fiaurez que lia anuo, por esla Ierra pas-
seou. O. laes Srs. viajan'ea tem sua queda para
mentira,quas sempre exageram minio.
A cidade he dividida em Ires banros por 2 pon-
te, urna das quaes naa he m
saiha de loda a Torra da questao.
O ajude era orna servidlo publica, como ja Hie,
a sua u (i i na de foi recoubreida em um bello adigodo
Ctartme ; a provincia lem gasto para mais de 40
conlos de reis eco consirucjes de ajude, e ltenla a
inconstancia de suaa eslaret, deve promover a coot-
Irujao de outrus muilos cm lodo o afn poitivel, o
que cootlilue om dos pontos, para onde a adminis-
traran couceulra is suas villas, on deva concec-
Ira-las.
Allendendo aoexpo-lo, Vmc. me dispensar de
maior deseiivolvimenlos a respeilo daqueiiao.no
lenliilo em que a jutlija deve coosidera-la.
Quer ver agora cuino detla se oceupa o Cea-
reuse v
Veja a defeza de om dos processados pelo fido de
que te Irata, deeza, que foi preconisada por aquelle
peridico da leguiule inaueira :
Vamos pub'irar a defeca que opresenlon o Sr.
Antonio Pereira de Brito e Pava a prol doSr. padre
Joaquim Pereira de Alenrar, que fui chamado pe-
ranle o pretorio da pulirla no dia -5 do r rrenle
mez, para re-ponder pelo crime de desobidieucia
qoe a afortiore Ihe quiz impular o Sr. Abilio, en
consaquenca do parecer que deu aos proprielarioa
do (.auipe, que pudiara sem criminalidade abrir a
barr do rio do mesmo nome, cuja repreza Ihes in-
nuiul iva Ierras e as tuat planlajes.
Por esla oreando n.lo podemot dtxir de prodi-
galnar noatos encomios ao autor desta bella peca,
que h digna di ser lili com loda a alleujao, o que
recommendamos aos nossos 1- llores.
rt O direilo e o lariocinio Ihe seivem de base lo-
das as hvpolbeset foram babilmenle prevenida! ; e
islo revela a longa pratica e perfeito conhecimento
de jurisprudencia, que (em aquelle qoe a ala-
borou.
Ei-la :
n Defeza qoe no proce-o de desobediencia, instau-
rado pelo Dr. chele de polica contra o padre Joa-
quim Pereira d'Alancar, proferio o seu defensor
a Sr. Itnente-Coronel Antonio Pereira de Iluto e
Pava.
A defeza de meo contliluinte o padre Joaquim
Pereira d'Aleucar he loda fundada em direilo, por
lato pmeurareiemilti-la em lermos claros e preeisot
alim deque, lendo o apreju devulo, obleuha o re-
sultado que he de esperar-te daquelle, a quem o po-
der soberano confiou a guarda do direilo do cidadle.
o Assim como nao pode haver miisequenria sen,
principio, assim lambem nAo pode haver delnqueme
sem delicio : por lano, a bem da ordem de racioci-
nar, iu agarei prirnciioda existencia do delicio, para
depoi enlAo indagar a respeilo do delnqueme.
Tratae do crime de desobediencia : vejamos
como o define o nono r.tdigo criminal, arligo 128.__
Iu, o!,,- lecer ao erapregado poblico em aclo de x-
ercicio de toat foncroes ou nAo eumprir as suas or-
den legaei'elc.
A' visla da leilura desle arligo, claro esl que o
crime ale desobediencia he cumposlo de dnus ele-
menl s, que sao ; primeirn, ordem da parte do era-
pregado ou funcionario poblico; e secundo, qoe essa
ordem soja legal. Islo posto, peigunlaiei : Deu.
o-ta ordem '.' Essa ordem foi legal ? Foi ella inti-
mada an meu colistitoinle par! poder se dar deso-
ll iencia '.' Se essa ordem asisti, nao existi cda-
mele para o meu rnnstiiuinle; porque, anda quan-
do livesse noliria della, nAo Ihe leudo tido intimada
por quem o devia fazer, nao era obrigaloria, porque
nao liuha nina rulo suDiicnle para rre-la. princi-
palmente allendendo-se que n.lo houve urna causa
Jaita para ella, e quando a houvesae, oulra devii ler
sido a autordade que a emilliase, e oulro o meio de
a fazer ronhecer e obrigar. Sim, qual he o objecto
da questao, e qual lu o motivo que dea logar a
eaa ordem .' Foi ler-e aberto a barra de C.uipe,
.iliin de deixar sabir at aguas, que achando igglo.
moredas pelo obstculo dos morros, piejudicavam
cuntidraeelmenle aos lavradoree do dilo lugar. Cir-
cunstancias independenle .ia vonlade do homem,
islo he, as chuva formavam lias Ierras do Cauipe
urna .igglomerajo de aguas, chamado lagamar de
Cauipe.
' Eslat aguas oceupavam Ierras de propriitariot
criadores, lavradores; o acretsorio por lanto que to-
breveio a essas lerraa ou essai agua, pedenci i in-
conlestavelmenle a eses proprielano, o publico
nniliuma mlervencAo linha nisso. Essas aguas, em
purlognez mais claro, couslituiam urna HrvidAo
mixta de utilulide da parle do criadores, e de pr-
juizo da parle dos lana I- res. Se se allender ao
niomas de direilo, reconl-ecer-se lia que no acto
dos lavradures, abrindo a barra, nao se deu crimi-
nalidade alguma, (e islo ja' fot reconhecido pelo Sr.
Dr. chefe de polica como conaia dos autoi) ; porque
diz um desses axiomas, que a le favorece antis a
aqucllei que trata de evilar o d-iinno, doqoe aquelle
iue Irala de caplar ou tirar vantagem. E quando ai-
nn nlo foite, a quesiao era do mea e teu, islo
lie, versava obre o direilo de propriedadr, por itso
devia ser ventilada pelo poder competenteo poder
jodiciario.E romo a questao era de otili-lade par-
ticular, devia er requerida para nella enUo fular-
vr o jut; assim nem o prndenle da provincia era
rompelenle para banar esse preceilo llibitoiio, nem
o sr. Dr. i hele ae podra, e nem mesmo o juiz mu-
nicipal. Alcm disto, diz o ailigo 1 do cdigo crimi-
nalNao bover.i' crime nem dbete (palavrai sy-
noiiimas nesla cdigo, tem una lei anterior que qua
lilique > qual foi pois a le que qualificou de cri-
minoso tal arlo ? Pelo contrario as le civis prr-
millem o desforjameuto ; ellas roaudam ou etlabe-
lecem os meios judiciariot pelos quaet deve procu-
rar remedio aquelle que se acha prejudicado em teu
direito. A vitla do exjiendfdo e do disposlo no arl,
IVI do cdigo citadol.eumanifeslo Ma' que n3o
e deu crime de desobediencia pela ordem illtgal,
por MI,i de cao*a (Olla, e roanifeslamenle contrara
a's leis, em competencia de quem as emiltio, e final-
mente o meio porque foi executada.
o NAo pude, a' vista das leis, tollrer pena, ja' nao
II. K, nAo obsiaule sso oa referidos Daniel a Vi- 'B0 smenle n meu constituale pretente. mas lam-
cente, por contellio do Uvd. Joaquim Pereira de hein aquelles que concorreram para a alierlora d
Aleucar, se rlitjgiram aquelle lugar, no iba 13 do barra, porque exerrilaram assim um direilo que al
citado mez de inaio, leudo aluciado previamenle di- 'e'8 conceden!. Se a ordem livesse sido intimada
versas pe-toaa, ellerluaram o airombameiilo das pa- au meu con-lituinle, elle poda defenderse, ter-
redea do icferidoajode; pelo que foiam preso no dia vindo-te d.V dspoaijao do S .") do arl. t do referido
17 era virlude das orden da moma presidencia de andigoeQuaade for Cello em resistencia a execu-
i e 11. 7. jao de ordem illegaet, nAo se exrrdeodo aoe meios
Considerando qoe o agude de Cauipe, formado uereataiios para imped-la: mas man consliluinle
das aguas do rio deste nome, reprezads pelas reas "esse negocio nAo Tez mis doque o que coslumavam
movedijHS ((aquellas par.'igens. Torain depositada peto fazer to.ios aquelles qoe s8o eonsulladot sohre di-
veni.i na foz do mesmo rio, era obra uuicamenle da 'oto, ou sobre qualquer tuferniidade ;siin, deu sua
nalureza : considerando, oulro sim, que loda essa opioiSo e nada mais fez ; p'ilanlo he de esperar que
masa de agua, pie-lando por mais do dez annot, o Sr. Dr. chefe de polica, despindo-te de prevenjo,
sem conlestajA i de ningutm. utilidad, geral ao po- alisfaja a alia missAo que Ihe fui confiada, absol-
vendo o meu consliluinle
em servidAo publica, e lodos raconheeiara a uiilida-
de que elle prealava a provincia em geral, e piinci-
plmenle aos povoa daquellas paragena. O governo
aliando do Tacto ordenou ao subdelegado d
Soore. em cuju dislriclo achava-te encravedo o aju-
de, que pn.hibi.se 0seu arrorobameuto '
O subdelegado inlimou a ordem do presidente n-
qnellet, que eslavam einpenhadoi nessa empreza. e
estes desisliram della immediaUmenlc. Es'es mea-
mos individuos, porm, lizerem p.rle orna represen-
tajAo ao governo da provincia pedlndo-lbe Taculdade
para abrirem o ajude, faculdade,que Ihes foi denega-
da, comn ja em oulra vez o havia sido no anuo pio-
ximo pastado.
Oa p irladmes laquella represenlarao enrontrarara-
se nesla cidade com o Rvd. Joaquim Per.ira de Alen-
car, o qual depois de Ibas ler persuadido, qut a or-
dem rio pre-idenle era ille.M. por excntrica de suas
tlributjOes, inanduu que ellea vollasaem e Toaaem
arromhar o ajude, que elle respondera por ludo o
mal, que dahi Ihe provesse.
O padre Joaquim depoi desle aclo dirigio-se ao
presdeme, e submettendo a despacho a represenla-
jao, a que me lenho teferido, nada pda alcaor.rem
favor da prelenjAn dos seu comraitlenlea, cmo i
Ihe ha ver em oulra parle.
Dado ou felo o arrombaminlo por virlude da or-
dem do intimo padre, o presidente mandn que o
diere de polica conheceite do negocio, como fotse de
direilo.
Esse magtlrado fez prender os autores do laclo
m questao, e os mtllou em procestn. A principio
esle se encamiuhou a verificar a existencia na hjpo-
llnse do crimt previno no arl. 178 do cdigo eumi-
nal, tecuudo pareca ,i primeira vista, e como apezar
le ser ajude urna servidau publica, nao o linha o go-
verno ile-tiimiji eipressamenle para gozo e ulilida-
de publica, por esle fundamculu julguu o chefe de
polica improcedente o procesto pelo ciimc de que e
trata, fazrnlo extrahirdelle at prjat necetsara para
inslauar um segundo pelo crime de desobediencia,
que reronhecau exislir no caso vdente.
A primeira tenleuja daquelle magistrado esclarece
melhor a qoeslao, e por isso vou copia la aqu lex-
tualrr.rnle.
Valo esle autos, dellas consta que o HH. Vi-
cente Ferreira da Silva, Daniel Corlho de Audrade,
e ouiru cujot nomes nao te pude verificar, era dial
lo mez le uni do correle auno, tentaram des-
obstruir a barra do Kio Cauipe, cuja repreza formava
o aju le do mesmo nome no di-Indo de Soure, do
leriuu desla ainada, e que tendo nette aclo intimado
ptlo retpcclvo tub elegadu de ordem do presidente
da provincia, como se ve a fl. 7, enderajiram ellet
enlo ao mesmo presidente umi repretentacAo pedin-
do rmi-s.il para ahrirem a barra em questao.
Oue sendo inleferido stmelhante raquerimtnln,
com o que fon.ni anda suslenlaaa ordena anleriores
dapresidencia de 2 e 7 do dilo mez, a de 31 de maio
i ile jmili.) do anuo passa lo, romo te ve de II. .">
r,iTr.. 9in(e. Consla-nos que os lae- ra-
po ta paitando. He para^ar^e .*
no um. bala para matar um paar .',,
seja algum de nova etp.cte, oo qu. ,ajn'a,'
a a um prelu qu. au metmo tem-
ej.i algoma pes-
devera' deixar de m*STZ{SS, TaZ\ .
lambem no. consta f'a .P,.olaJa "ba a, cmn a
qua^l .am tendo moda. a. dua. peo de qoe (r"at
A anliga capital de Pernambuco e a falla de
TrU0,que ixperimnta. Conila-no. qu aV
nga capital de Pern.mbaco (cidade de Olmd.) v.i
cada vez experimentando a maior f.ll, Je reciir.o
eom especialidad, d'agua. He para etlranhar e al
matmo par. lamentar quo aquella bella porcA,, d.
nosso pa.z teja hoje la* esquecida. q.iandeJouir'ora
lano servia. Em oulra poca aquella cidade tero-
pre temo, mas hoje lodos a esqoecem, e al Ihe ne-
gara a agua, consenlindo-so qoe por all se venia
urna caada della por 40 rt. Ser.', portante, mui.o
conveniente que te tome alguma providencia a e.ae
respeilo, nao etqoecendo igualmente o pgar de San-
to Amaro que experimenta a mesma falla.
O ofpcial de marinha imyrothaii. Conli- "
iiuj a andar pelos huteii, Ihealru e bilh.ret este im-
provisado oflicial de marinha, que sen. nenl.om li-
lulo traja etle uniforme. Mo ter.' roao que ata.
na? ..'' bi'"*'0\ P'qu. "gondn nacomla,
nao pama de am v.d.o, levando a maior parle do
seu lempo em um immondo buhar qua existe la' pa-
ra a roa da C... Iravetsa do....
Casa de labolagem.Couila-noi que la' oir
bandea do xiveiro do Muniz, te abrir ama ,,ov.
ca-a de labolagem, da qual he director o Sr. T He
preciso que esta cata eja contienda da uolici.' nkrJ
qua nao progrila 13o boa appllcajAo.
Infraecao de posturas. Consla-nos qae o Sr
!..., coin loja n. ra do C... ettivera com a meiini
berla e vcnJend! desde pela manl.Aa al Ui,
horas da larde do dia 13, tem que di.so se |l,e toma,
com,,, nem fo.t. mullido. A le nlo ch.g. a '
lodos, porque diz o proverbio : quem l.m pS, .
nb i nao morra p.g.io. K
.n7,./:'<"'!eC"'',f,a',' Con,l-< qoa em noilet de
espectculo ao ihe.lro de Sania Isabel, grande he o
numero de vendedore. de blhelet, que all ,e apre-
enlarn. havendo-o, comprado pelo preco da casa
para revenderem nos poraeoltado prejo. Preveni-
mos, porlanto, ao subdelegado de Santo An.ono qoa
raja cenar temelhanle abuso 13o inmoral au3ol-
ctudaloso. ^
Casa dos expotloi. Conilando-noe
?a, eslavaan somenle pro formula ; procuramo. In-
dagar do respecl.vo Ihetoareiro o Sr. coromend.dor
lose Pire herrera, te com effeilo alli ex.sli.m l-
menle e..as duas ama., e elle para ..li.f.z.r-not.
apresanlou-n... urna relaja da respeclivo reS,(e
em qual te va qoe no mez da agoslo exitliam 13
exposlos em amament.jao, tendo para este fim igUa|
numero da ama., da, qoaet tahindu qualro no dU
18 e ires no di. a, (udo do mesmo mez. fica.ara por
cousegu.nle .., qu. por nao serera bstanle. ^,
supnd.s ai crtanjas com leite de v.cca. A' vista
JPo" Pir.',n.T"|,JO, mMn,U Sr' n dador
Jos Pire e da relajan qoa i. dignoa foroecer-
zzTSzr a ,i8m d,ttir '-
- -Cailat de Nazareth, qae recebemot honlem, nos
da o re.pp.recmenlo d-. cholera om am engenhu
oo e lodoi ellei foram Tataea. Deoa oermil mn
prognd. e,.o mal ,,. laB,0, ,.rroe' ." ""'
nodo, di,'nPo0rl.n,C0Ml In,P"'ri'. viudo dos
pal!rgetr0o,DO",,,OUle 3 "U *******
&*&te9*?G&Smrw2
317- \"U'\ l0 C,rd0f0 daMaiqail,. Alaoel
Marque. Cimacho.Fr.ncireoTavare. Ferreira" Joan
Baptiaia de Soozj Carv.lho, Fr.nciico Jot o, Al-
meida Auga.lo acharlaide Carvalho, J,0im cas.
..anoBeze.ra, padre Vieante Xavier'eo FarUi, ,
criado. Fr Eurico de Santa Anna Roqaef F, j,
d. Sania .ri. Magdalena d. P,j. Jos J.aq'im de
I.eoeiredo Pernambuco, Fodonalo da SUveira Ne-
v, Jo. Francisco
-------ra Ne-
-o Alvet Monleiro tua lenhori I
filio menor e oro criado, Joaquim Francisco A |,e.
lon.eiro Joaquim Leocadio da S. Calda., Benj.min
la Silva Pereira, Jote Fr.ncl.co daSooza. Am.ncio
I re-iilrnle, concilio di/en'o que esla su-pen
'o mo pude pastar, nao t perqne vai coarelar um
direito que o governo lem exercido sempre, como
porque a'eilo a declnrar.lo do nobre depulado, ma
lem e-te i ti. i'o romo porque mislra falla de con-
lianca no governo, a receio de que rile baja de
botar. O governo me iia li bie cra quaslao c
oblara com loda a cirrumsperrao ; mas nAo pude
lomar ama medida qualquer sobre esle obj-rlo,
qUando patenme lal dispotirlo, Apoidot.e Muito
bem muilo bem :
OSr. Franco de Almeida :Depois dat palevraj
que u digno Sr. pre-irlenle do r.....ribo araba de
proferir con lana approvaejo da cmara, em sus-
I tilajao da emenda tubsliluliva do Sr. barAo da
Mana e da que live a honra de uffercrer com al-
|geni collrges; ventilad! como esta' a principal
que-ia i ii,s tociedades rommandllarlai; com n hora
lio adl-iilada e rom at vivos ligneei que lodos uia-
nirclam pata ama vota*la immediata, sera Impru-
dencia de imuba parle prulonaar o dbale, e dar a
mcreriila repolle aos doos nobres depolnJos ilgoa-
larios da piimeira emenda, que jnigaram acertado
coinbaier oa principia* qoe dcrlare fgnir no p imei-
ro ditCUIIO que profer sobre a malena.
Suslcnlo quanlo aulla anunciei naquelle ditrurso.
acrrscenlaiido apena acora que, avi-le do arl. 33
da le de agoslo de 1834, que aopprimio o caneo-
Ibo de estado de que Iratava o liluln 3". rapilulo 7"
da ron-liluijao, s perqu obriiava o f verno a ou-
vir ot tonielhairoi de eslado em lodoi os negocioi
grave e medida geraet da publica admiualrajAo,
odre-
mas de dia leniot mu frescas nuiles, e manbaai al
fr'as. Nosao eco he sempre limpo de nuven as
noile de vero, e que nut faz ler magnifico luar.
Da Amazonas fazem-se idea muilo fahuloias, nao
he lano como se diz. A riqueza que eucerra esla
lena he causa da sua maior pobreza.
Porque o Tapuio qae enconlra lio facis meios
de subsislturia alo cuida em Irabalhar.
vos daqnelles lugares, constitua urna servi 13o pu-
blica, mal que apezar detla circuin-tancia, nenhum
aclo do governo ou de oulro poder competite exista
destinando expresamente semelhanle anide para go-
lemos apeuas urna | zo ou utilidad, pnblira, assim como que o metmo
Bovernu nlo Ihe pretlara em lempo algum o men.r
beneficio ueste intuito ; por uto, e pelo mais que
do aulos conile, julgn improcedenle o prsenle
tominario instaurado coolra Daniel Coelbo de An-
drade, Vicente Ferreira da Silva, e o padie Joaquim
Pereira de Alencar, pelo crime prevttlo no arl. 178
do cdigo penal. O escrivAo paste alvara de tollura
em favor dos reos presos, pagas pela m.....cip I dale
s cosas, como for de direilo.
cr Allendendo porm que uestes autos lia vehe-
mentes indicios de que os mesmos summ-.nados
commelleiam o crime de desobediencia, o escrivAo
De sorle qu. ha moila falla de gneros do paiz, lire traslados das pejaa de fl. 3 a fl. 9, e dos de fl.
oiis c outrus oblein prejo exorbitante. S a fa- | "), c autoaiido-as beiii como urna copia desla, nulifi-
nnlia nao da' menot d. iu a 505 o alqueire pelo ; que aos reos at letl.moiihat de fl. para compare-
mi do porque aqui a venden! Ceralmenle te diz | cerem lodos no dia 21 do correnle nesla secretaria.
que quem vem pira o Amazonas enriquece, que ate
o ouro se acha na lama, he engao, meu amigo,
netle Manaus diilcilmeiiie se vive.
0 peixe nlo he caro, ma nAo ha essii abundan
cas por falla de quem o pesque.
A carne he pca-ima a 1C patacas e passam-se lem-
pos que u neuera Ihe pe os olhos.
1 in ovo rusia lili e SO rt.
I ni peni t e 78 ale., ele., ele.
A ra
que aos
Ksla provincia lem lo los os elementos para ter do o faci do arrombamenlo do ajude em que-IAo, o
iim pail rico, posaue urna diversidade incalculnvel |1ut eonalitnla a detobedicncia, nAo poda o chele de
on le aos mesmos se tai inslaurir o rninpelenle pro-
ces,o pelo crime previtlo no ai I 128 do coligo cri-
minal ; citado lambem o procurador Pereira, pan
por parle da juslija assislir aos jolgaineolot dos reos.
O escrivAo em cujo cadorio corre a presente, leuhi
por publicada.compra nu mais o seu reeimculo. For-
taleza 15 de agolo ele. etc.
A primeira parle desla -enlenca foi appl.ndida ge-
ralmeiite, mas a conclus.lo ro considerada pelos dl-
uriara muniripal he quem vendo carne, por- versos rriminalislatdas tullas da eppet-Clo, como um
i parliculare nAo faz conta. Sempre. | arlo injuridco. Diziam es.es criminalista qae eu-
a .Na 1,1 mais di6se sen3o que e inqoerissem em
lempo as duas tesleinunhas ja' offfrtcida e uolilica-
das paia islo.
Desla forma dea o'minblro a defezi por linda,
a qual depoii de lida e eslar confoime, astignou o
reo, o procurador e o Dr. piomolor publico.__Eu
Candido Jos Pamplona, etcrivao o escrevi. >
Veja Vmc. depois duque araba de ler, se nao he
para licar-se de queixo a' banda cora lana sapiencia
reunida em urna s pera. Eu pila minha pule fi-
quei pasmo, principalmente depoii do prefacio da
obra, a creio que o mesmo acontecer' a muita genla
que frequenla a Faculdade de Direilo dessa cidade.
Nao ha s a applicajao iuopporluna de muilos
principio de direilo qoa foram eslropiado; h o de-
luzidodapeja, he odesencadeado do raciocinio, be
o sallo modal que se fez da que.iao, do estado em
que e cullocaram, para oulro muilo diverso.
Ma, lindo aqu, a respcila desle tamandu', para
poder tratar da oulras couiti..
Preoceupa a allenj.lo de lodos o procei'o qae se
lem de instaurar pelas s-duli lalsi de diz e vnle
mil rus, que loram espalhnta na cirrulajAo detla
ridade, e principalmente na de llatorin-, donde aea-
Perera. 20 praja. do exerclo.
Sr-gaim para o iol: D. Adelina Mari, 1 0De,
de ?.ai. I o.a, AugUo Fr.nej.co da Coila tfl
rravo, fc-,,| Oiogenes de Oliveir., Franeiaea Jota
Carduao (au.mar.lei, Mano.l de Sampaio, Jote?AU^
ansio .1. Castre Fernando Indio, um go.rde mari-
nha Pedro Jo. Alve., Menoal Lope, da Cruz M.-
noel Lopes de Sania Roa, Simpli.10 Uu da Molla.
Joto tioiici1 ve, de Oliveira e seu ateravo, Edoardu
Iranc.tcoNoRU.tr, Angelin, 1 recrol.,,.,. a m.ri-
uha, n. volaulario para o exeieilo, 5 .old.do. 7
rre ar ,''", "ercil0' deudor, 93 cscravM a
O vapor s.rdo uViclor Emmanuel, procedente
d. Europa (rooze asen bordo o, feminie1 pa. a-
SSttjJS* A'-^'a,i.d.PCo',1-
HTlaW' "' Mrf* d a lid. correnle
.a. or,! e"8 ^ m"'M" t'aladot pd. ca-
e 10 prac,et do corpo de polica. Tolal 9i d.iiilet.
Al amaiihaa.
As noticias trazidas pelo v.pur a Vctor Emma-
nor)), ebegado honlem da Europa, t,lo de dala ante- 1
"or a qoe demos viudas pelo aPlropolei.o
Temoi a' vitla jornias do Amazonai al 22 do pat-
udo, do Para' ale I, da Mireahao al 4, do Ceara"
ato 7 e .lo 111,1 1,ran.le do Norle al 8 do correnle,
dotquiet (o porlador o vapor Imperetriz
Fallireu no Alio Rio Negro o eammand.nle supe-
rior da goard. nacional do Amazona, o coronel JuAo
Henil pies de Malo.
A a Estrella do Amazona ,,, referndo o farloi
pralirado. pelo. Indios Aran contra differenles ln-
hua de cemelhanlr, da o teguinle :
a Minos, 18 deegoslo.
Com o horror qoa inspirara atrocidades de I es
nalorezas, lenlimo ler de reeislrar nal colomnat
do nosao jornal, a que acaba de ter perpetrada 00
Alio Mideira p,| llrala ttlvagem do IndiosAra-
rasque infeilim ai margen, daquelle re.
n Segundo 8 p.rliripajAo
J
oflri.l do director dos
ba de choca, o cb. f8 de poliaarqua fjra"" "para,7l, ZfJ** ~ +*?**!** T d""- 6 do
- I paVa'i^.-.eVvTd0; XV^-^^'^T-
da ludo, grande lagoa, immensos e innumeravcis
I ros, urna variedade extraordinaria de vegelaes lii
nogenere pelmerom-aeboo o naloralisla Mailns
centenares de especies. Em ludo isso porem be
misler o braja do hornera pe.ra Iba dar a utlidade
de que he eutceplivel. He qoe no, serve ler gran-
des nos e lago, se tiles nao esto convenientemente
explorados ? etse (erieno quasi sem fim te elle n3o
polica, lendo julgado imprnred.ule o piorcsso pelo
crim c-'pecificado no arl. 178 do cdigo penal, ins-
laurar pelo me-mo fado om novo processo pelo cri-
me previtlo no arl. 128 do mesmo cdigo I
Esta jurisprudencia fui suslenlada palo peridico
Sol, e pelo Ceareiise, os qoae piouoiiriaram-tt
ronlra o metmo chefe em lingoagem virulenta, e
acrimoniosa. O Sol uessa pioce niucnlu Moa'111,1
111 do ; Munduroc, afleilunas dat pessoai emorecadas na
precente da provincia, na .eparl.jAo do crrelo. exlr.cjao da gomma elaslica al o aitio denominado
alimd. aatiilir a eiilreg. da, carlM dtr.gtda. da -Tabncal.-O hab.lanle. daqu. I, lugTe? .
runa a' c,.a de Salgado s, |r0|. destt pnja, oindo-te. pereguir.m-o, eon-eguindo anresonar-
pe.la de ter pailie.pai.le na emieslo de que se Hala. Ih.t algumas mulhere. lomando-lh. 1 I! '.,
Para a crie h-v,a salud,, ha poneos lem,.., o ubi... em qu* navas,,., tambero s.ta
administrador do corre.,, detla cidade Manoel Cae- a Com u recio de qoe" inv.dim a aldeia de Sa-
,anoNune Piulo, e como a sua .ahida f......ue- pncaia-oioca. rom h.r.m ame.J.do .e. W-
perada, eanncbu 1 Sr. Silyeir. de Sou.a iutp.il. gen,, fora, j, m.adada., a' req.,?jVo! mpacti-






.



DIARIO DK PKfiNAMBDCO QUARTA fEIRA lo DK hETEMRRO DE 185
va director, algum.ii praxis para coadjuvarem os
mora lores no caso de aguraislo.
I inM (oda a convicolto de que as providencias,
que acabara da aer dadas pelu Etm. Sr. ice-presi-
dente da provincia, Iranquiltisarao de proraptu 09
nimos doa habitadles da Km M le ra, aterrados
por i.ln desastroeas occurrencias, offerecendo ja all
all un ra das pessoae empregadas na eitracilo da
nomina elaiica (oda a garanta de defera.
Media 15 do panado lave lagar a abertura ila as-
serabla provincial do Para'. S. Ei. o Sr. presidente
leu n discurso do cnstmne.
I) actual eonsul Trancei alli resiJente fez celebrar
orn somptooio Te-Deum pelo anniversario ma-
licto de S. M. o I.npwador NapoleSo III, ao qual
j-siU.i a maioria doa subditos francezes e grande nu-
mero de |ie-soas gradas.
A abertura da asembla provincial do Maranhao
te operou no da 20 do paeaado. Segundo o a Pro-
gri'-io n, jnrn*l qoe alli ae publica, o relalnrio que
por csia orcasiao leu o Euro. Sr. presidente Dr. T-
qoes, he uma bella pec,a, cuiten 1.1 considerares
meito jodiciosas snbre a situarlo moral, industrial e
liuaoceirada provincia, aabresihindo principalmente
as viataa econmicas. Moa nmeros seguiit't o da-
ramos aos noasoa leitores.
l-'oram prorogadoa al 15 do presente mea oa Ira-
ballios da axembla do Ceara'. S. El. liaba recusa
do de< a sua s iu<-<;i1 < a tr.s projertos de lei ita mesoia.
dniH dividi do ai fregoeziaa das Lavrn e Aracaly,
sein ser ouvilo o Eim. prelado dloraaano ; e o outro
dispensan lo a Justino Fraucisco Xavier do oame
de habilitado para ser ernpregado na thesourarla
provincial. _
O ullimo vapor que do sal apnrlon ao Caara' Mil-
il.i/u para all boa quaulidade de sedulas tahas,
que, mais inletizes que as nutras antecedentt-ineule
chegadat, (orain cahtr < ma"us da palela. Alrm do
que da o notso correspondente, amia aerescentare-
mos oiaeguiolei paragraphos de uma carta particu-
lar, ao qual vem joma uin artigo editorial do 11 Pe-
dro II, i< jornal alli publicado:
a Mailo bem tem andido o Dr. Silveira : he uin
completo ravalloiro e digno de toda a eslima e con-
eideracAn. Todos os partidos o tem i.esta santa e cum
lodos esta' elle inuilo bem ; a mesma assemlile..
provincial, qae se ichiya bastante previnida ein ra-
zio da imerinl la l- do Mentes, hoja confia lodo do
Dr. Silveira. Usos queira que elle te nao dene 0-
fl leudar por llgam aduladores de pronas 1 >, Iraquen-
ladores da polica, e que fonja. de bajulac,es In-
fluiraiA as admiinalraenea Mondes e Herrolano.
Creio, p'ir-m, que u infamo n.io succedera' ao I>r.
Silveira, pois tem a seu lado os sus amigos l)rs.
Abilio e Barros, qae ja condecen] a tal sacia.
O Dr. Abilio ala' na ord-m do dia, e reconhe-
cido na assembla provincial paloananl galo,
goza de geral aympaihia, al roesmo do bello (to.
u Multas elogios tem tido pelos serviros prestados
a* esta cnp'tal pela epi lumia das heiigas, e ltima-
mente com a descoberta de urna a ni .hala de pas-
salares de sedulas falsa, que muila sensa^Ao tem
fello no commercio, sendo befe da sucia uma das
primaras lirniss do Cara'Salgado & IrmSaa !
Inclusa remello 1 noticia que a este respailo da
a falda oflieial.
Ae prisoes por sedlas falsas.Foi honlem pre-
so pelo Dr. cliele de policia u negociaole desla pra-
c,a Francisco l.oiz Silgado, (endose occoltado sau
n mao M inoel Jos Sal- sd 1 Coulu.
No inluilo de verificar e moralizar por s o grao
de concillo que podia inspirar o Ionio a re'peito da
ex-lencia de sdalas falsas em rirnibrao, e qnem
fossem os seui autoras, emprohrndea o Sr. Dr. Ald-
lio ama viagem rpida e inopinada a li-lurii, onde
ae dizia que eslavam sendo emitlidas por um eocio
da casa de Silgado, conhecido por Jos PsQiei-
m idas, e dando-lhe uma busea em casa apenas che-
gnu, fe-lo prender e Irazer para ella capital.
' Nesle interim f iram interceptadas) no cami-liu
do Batorit urnas cartas dos Srs. Salgados e Manuel
Jos de Vasconeellos, os qoaes forana chamados a'
policia para ver, abrir e lelas ; porern 11 .i se sal-
o que coiitinham.
n Honlem chegando a mala do vapor, appnreceu
immediatamente no crrelo o Sr. Abilio e inandou
aepaiar ai carias que por ventura viessrm para a c 1-
sa de Salgado & Irmlo, e entre nutras uma um pon-
en 111 ais. volumosa, drnlro da qual vinham oulras
para dierenles pessoas, sendo ama para Silgado 01
< niui.ir.l--, dirigida pelo administrador do correio
Manoel Caetano Nones Pinto, que parlio ha pouco
para o Rio, a' caja leitore, que fu feila perante o
Sr. Francisco Salgado, seguio-se a priiSo desle, nilo
se edeuluando adnSr Manoel Jos Salgado C-iuto
por se haver evadido de caminho.
tr Nao lem transpirada por ora o qoe conlivessrm
es prirneiraa cartits, hem corno a' que se ntlribuc ao
Sr. Nunei Pinto, qoe n5o veio firmada, mas que se
diz aer ana pela letra.
O Sr. Dr, Abili 1 lem pr cedido em lodo este
negocio com grande tino, disrriciio,. actividade e
energa, e conita qoe honlem depon da prisSo do Sr.
Salvado expedio ord-m e enlrou hoja preso nm ir-
rnao do Sr. Nunes Pinto que morava em Pacaluha ;
Jaelozi man ou iguilm'iite prender a Francisco
os de Sauz*, valgo Pinta Femia que ha es-
perado a qualqaer momento : e qoe finalmenle, se-
gundo consla, eiistem oulras pessoas roinpromel-
tidas.
Nada ae pede por ora assegurar de positivo ;
poique a policia he quem nicamente esta' de posee
do segredo e fazemos votos para que, qaando nAo se-
ja possivel a jasliDcacAo dos indiciados, ao menos
que nAo s calenda a outros o numero dos complica-
dos queeae deiiaram arraslrar al um crime, cuja
par.i;Ao deve estar a par da immirahdade que en-
cerra, e das srias conseqaeucias com que abala a
sociedade, a paz e futuro dai familia', n
No Rio (ron.le do Norte ja se h Mam encelado os
Irabalhus eleitoraea para depulai.s provinciaes
Anda nenhum resultado, enm certez*, era conde-
cido.
I)< Parahiba nada ha digno de men(Ao.
Chegou ao MarandAo, procedente desle porto, a
Jfldo passado o brigue Firma, com (i das.
Sahio do Para' para eslo porto a 11, a escuna
1rSullona.11
Achava-sa a' carga para este porto, no do Mara-
nho, o brigae-eseana Graciosa.
Senhores reiactore*. Tanda sido eionerado do
lagar de sobdelegaio de Gniaaninha, em coimc-
quencia da retirada do destacamento que alli com-
inan lava, eu violentara o meu dever e os impulsos
dos meas vivos lentimeutos, te nAo agradecesse pu-
blicamente a do modo mais solemne os obsequios
e all.'iitoV's qoe recebi de urna iiifnidade de pessoas
da illusire enmarca de (ioianna.
Na verdade, dorante lodo o lempo qoe l estacio-
nes Uva a r.irtuna da ser perfeilamenle acolhido por
toda* as pessoaa, por lodoi os grupos, pelos Srs. juiz
de dir-o, juiz manicipal, delegado e promotor pu-
blico, como pelo Sr.commandante superior da gusr-
da narinnal, pelo presidente da cmara municipal a
pelos lilhoa e g*nr- a destes, a to los os quaes muito
me honro de palenlear o"meu reconSecimento.
Devendo multas finezas a muitas oulras pessoas,
contraso-ma e municipal Ctelaaw K-tellila Civalcanli Pessoa, nlfe-
res commandanledo destacamento de Goiamia, Ma-
noel Jonqoim de Oliveira Carclialuz, major Joaquina
Kaphael da Mello Jnior, Dr. Jo< Tavarea da Cu-
lta Mello, capilAo l.uiz Cavalcanli de Albuqurrqup,
Isnente Antonio Fmnciico Pereira Jnior, Antonio
Pindeiro de M'ndonca, Caelano Drlfnio Monleiro
de Car>aldo, Honorio Saraiva da Costa Udeldo,
Alejandrino Jos da lloro, padre J0A0 Gomes da
Silvei'a Marre-.1, Francisco Tavarea de .Mello, J0A0
Ribeiro Pessoa, Suplmio Cavslcami de Albuquer-
i|ue. Jos Juaquim de Queiroz, etc.
Estes cidadaos respeilaveii, de todos os credos, de
todas as clasiee e prnf-sOes, davendo-me acumpa-
ndado uns de Goinnninda al Goianna, e ootros de
Goianna al o engendo Lbu. qualro leguas di-lano.
cotn esta prova de ana hondada e eorlezania extre-
mada pendoraram de lodu a minda graliJSo, que
moilo me ufano da manifestar.
Raymunio Snalo da Silca.
'Recite, 12 de setembro de 1857.
ciarlo no monumento do mesinn largo, para receber
a commiisOes e as diversas pessoas convidadas, que
qui/.eiem ahrildantar u acto que tsra' lugar a' che-
gada de SS. MM. II., annunclada com girndolas, e
sau lad 1 com vna ,r mi is augustas pessoas, familia
imperial e naci brasileira, cantando-se o livmno
nacional.
Ao passarem SS. MM. por heiio do arco, a as-
sociacao, pelo oruAo do seu presidente, dar' vivas
ao da 7 de scleinhro e a' independencia do Brasil,
cajo hymno sera' lambem cantado ; findan.lo esta
erremonia cora ama breve alloeucAo do presdanle
la assuciatio, anloga ao dia, e dirigida a S. M. o
Imperador, como defensor perpetuo do Brasil.
A asaoeiac.Ao, quarendo dar um puhlir-o teste-
mando do quinto aprecia o patriotismo e illuelracAo
do dapntado pela provineia de Pernamhoco, o Etm.
Sr. Francisco Carlos Bran.lAi, pelos esforijoa que
lem ernpregado in favor de 1 idas as elasses do paii,
resolveu convida-lo e ufferecerlde nesle acto a m-
dallia que linda de ser offertada particularmente por
uma rninmis-.iii do sea seio.
a as nuiles de 7, 8 9 de aelembro estar..' no-
minado n monumento da asiociscAo, toeamlo as tres
mua a mesma msica da aociedada Rerieio dos Ar-
tistas.
O concurso de toda a popnlaclo do paiz espera
a associac.Ao no enlhusiasmo, paa e concordia que
devem presidir a todos os aclos de un povo civili-
zado. 11
CONSOLADO PROVINCIAL.
Rendlmenlo do dia 1 a II.
dem do dia 15. .
21:3629191
I 55/569
26:217*760
W1WitJi.Cit*4r $0 $>0(f!O
Navios entrados no dia 15.
Par4 e porlos iiiterinedioi11 dias, vapor nacional
-Imperan-/-, c,'minan lauto o capitiio-lenente
Antonio Joaquina de Santa Barbara.
Macen!2 dias, brigue nacional nLaara, de 2l's
toneladas, capilAo Jos Mauoel Cerdosa, equipa-
g Azevedo. Veio recedr ordens e segu para o
Assu'. Perteure .1 ll.l.ia.
Genova e porlos inlerinedius\'apor sardo o Vctor
l'.mjiuel", commandanle Serry.
Navio aln 10 no meuno dia.
Rio dn JaneiroVapor hamburguez Petropoliso.
commandanle Paulsen.
^Mi M*.
Olllm. Sr. inspector da Ibesouraria
provincial, em ciimprimenlo da or.lem do
Eim. Sr. presidenta da provincia, manila fa-
zer publico, quo 110 dia 8 de outubro pr-
ximo vindouro, pcranle a junla da fazenda
da mesma lliesnuraria, sa ha de arrematar
PAR*. II IBA.
Mamanguape l de setembro de 1857.
Movido por este senlmeuto que oceupa a iodos ae- a quem por menos fizer a conservarlo per-
ralmente o de noliciador dirig ha lempos urna mancille da estrada do Pao d'Alho, avahada
pequea missiva, mas re 1A0 pouco feliz que nAo em 6:900^ rs, por 10 m> zes, a contar do 1 .
merecen as honras da hnpros Ao, e como eslou in-
leiramentc convencido qoe ella fu ahafada aules de
ehegar ao seu destino, por so animme a repetir,
leuda desla vez dastanle cuidado em farer chegir-
lii" esta as mi" a paz e salvamento. Vai no sesum
e hem segur".
NAo pretendo fazer apnlosia do virio e da menti-
ra, postergando Ida vilmente a Sonta, qu me con-
fare de aer sen correspondente. Na .; consignare! os I dia'competenlemento habilitada
fados como mereceui : e desde ja desalo a quem
queira conleslar as ruinas eseercSef.
A jaslica desia niinl,., leliz lerr.nlia, que por mni- setlte.e publicar pelo Diario.
de novembro do correnle annn.
A arremalacHo sera l'oita na forma da lei
provincial 11 343 de 15 do maio de 1854; 3
sol) as clausulas es eciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozorem a esla ar-
rematac3o compareijam na sala das sessOes
la junta no dia cima declarado, pelo meio
pretendentesconipaiecjimna mesma thcsou-, jeetnsde mobilia, como sejam cadeiras, lite-
raria, as 3 horas da tarde do mencionado sas, sofs, trems, consolos, lavatorios etc.
dia. Secretaria da llicsnumria de fazenda etc., e uma inlinidade de todo o genero e
do Pernambuco, 5de setembro de 1857. O serve.tia.
ollicial-maior, Emilio Xavior Sobreira de i Vender tambem na metna occasio o se-
Mello.
Pela mesa^ do consulado provincial se
faz publico pos devedores do imposto da do-
cima, por rento de diversos cstahelecimen
tus, casas de modas, e casas que lem joro de
bilhar, do atino linanceiro prximo lindo do
1856 a 57, que continua a arrpcailar;3o al o
ultimo do correte mez, e lindo este, sera
rcmettido seus dbitos para juizo. Mesa do
consulado provincial, 2 de setembro de 1857.
Thcudoro Machado Froire Pereira da Silva.
SANTA ISABEL
AS 10 MOKAS DANOH'E.
Tendo s do repentinamente assalladn de uma g a-
veenferinidade e artista Germano, e 11A0 pdenlo
ser substituido 110 espectculo annnnriado para ama-
ndAa l( do correte, fi.-a cale transferido paroquan-
do se achar mellior o dito artista, que se faru os
competentes a inmunos.
E para constar se mindou allixar o pre-
in lempa estove lias inlern! lad--, aeda-se li je res
litoide aos s ns propietarios, racsa a nossasole,
nesta part elam -s b-m Acha-e a frente da ad-
miuistracn da justica e polica, o Dr. I0A0 Caval-
canli, juiz municipal ltimamente Humeado para es-
te termo.
Olro tanto nAo acontece com a inalruccA publi-
ca e a igrtj., por se ardarem os seas propietarios
com I asento na assembla provincial. Sei hem guan-
ta euala ao uosso vigario separ.ir-se de na matriz;
nAo foi por cerlo a vangluria de ser deputado qoem
o levou a tomar asiento ; mas sim u louvavtl desejo
de representar as neeessidades da igreja, encarecer
os reparoi que precisa a sna matriz c oulrjs neeessi-
dades que devem sersalieilas
Ja' que fallei na aasembla provincial, dire de
pa'sagem que ella esta' a conrluir seus trohaldos
por este auno, o nenhum 1 ulililade deija a pro-
vincia.
Bem raz.l) lem as pobres malulos quanlo dizem
que 11 nos-a assembla prov acial su cui u em crear
tributos, aposentir ompregsdas e outias eoniinhas
que la' aabem !
Devo, poriu, confeasar que a reprcsenlsr;Ao pro
viucial he pelo geni Cranosla de moros habis e in-
lelligentei.que bem podiam promaver o hem na pro-
vinria, a razAo porque nao fazem, 11A0 sei. A verda-
de he que elles poura importancia do aos negocios
puhlicus, lano as.iin que a assembla tem (rihalha-
do com os suppleutes dos suppleules 1 Entretanto
que muito trabalharam e pciliram para serem drpu-
lados.
Consta-nos que ja'fura destinado odia para as
eleicfles ; as cartas ja' corie o, aaamizades seeslrei
lana, os parenlescos se dsscibrem, os pedidos se mul-
tiplicara e o negocia est em apuro.
NAo ha eleilor quejando tenda sido laudado,
elle, inulher, lildos, planlaces novas e vellias, safra
presente e futura ; cri.ces finalmente ludo qui.11
lo llie perlcnce. Que ja' n.li lenha tido noticies li-
sonjeir.is a respeila do preco do assucar, algodio,
etc., etc. He verdade, meu amiga, por aqoi sa Ira-
balita com molla liuura.
KAo sei como se liao de otar, a concurrencia he e\
Iranrdinaria, nao ha quoin 11A0 se julgue crelor e
merecedor. Infallivelmenli- devem daver muitos en-
forqoildados, e como me apraz consolar os trales,
pero-lhe qo se encontrar o amigo F... diga-lde qup
o e-pero sel falta rom a sua favorita lionera de ce-
ra rliarmnniosa planta para dslraliirmos em doces
serenatas os rail lualos enlurquildados.
lamhem niin sei inrn amigo porque principio en-
tendein os senhores lijcliir^is, que o elles Ao capa-
ze da represen!-irao nacional, aeda-n inlolerevel e
impralicavel pralens*So daquelle que na lem um
peramindo, embora tendam muitos coiiliecinienlus
e pralica adimui-traliva, lato elles nlo Irvam em
couta, se nAo fir barharel oulr?. vida ; decora ellei-
lo, permillain rae os s: odores doutores, mullo
egosmo.
Voltarei a esle Bstumpto.
A secca por aqu lem sji gran le, o cominercio
esta' um p uie.i ,.-111 M -. I-. ; os generas alimenticios
esliio carissimos e he de receiar um 1 fime qualifi-
cada.
As safras presentes de canna perderam um terco
do que promediara ; is de algo 'So e oul.os ramos
qoasi neuliom.
A ordem publica e saluliridada se conservara. Ras
la por hoje.
Aleo, desejo-lhe lude, que oppelerer.
glllllte :
1 rico cofre de ferro perfeitamente novo
e d is melhores, qu 1 tem sido fabricados
pelo Ptigenheiro do Tunnel do Londres.
2 i'iims mi n i'Hi.'.i feila, cousislindo em
caltjas, jaquetas, cnlletes, casacas.'O palitos
obra nacional, rivalisando com as ca i-i pri-
morosas de Paria.
1 cadeira de ptimo lavor, para carregar
senhora.
1 escravo de 40 armo*, muito rigoroso e
proprto para todo servicn de um sitio, por
ter sidojardiitetro, na sua moeldade.
300 garrafas de vinho do Porto, muito
superior, restantes do p-esente fcito a of-
(icialidade ingleza na guerra do Crimea.
1 rico ebon orna lo presepo do Menino
Ueos, obra dos romeiros dos Santos Lugares.
Guardanapos de linho do Porto para me-
sas de almoQO e jar.tar.
36 latas com diversas tintas "ara pintura.
10 mais outros objectos de variado goslo e
utilidade.
.Lciluo.
Quinta-leira 17docotrente as II horas da
mantisa, no armazem da Companhia
Pernainbucana.
Oagenle Pestaa fai leilao, quinta-feira
17 do correnle, as II horas da matibaa, no
arinazem da Companhia l'ernnmbucana, dos
Lotera
i.
PKACA 1)0 RECIFE 15 DF. SKTEMBRO AS
3 MOKAS DA TARDE.
Colares officiaes.
Cambio sobre Londres27 3|4 60 d|v.
P. Bordes, presilenle interino.
L.Dubourcq Juiior, secretarlo interino.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 \\> d. a 60 d.
Parle, 316 rs. por fr.
a l.ishoa, 92 por % de premio,
o Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
AccAo da banco 50 por canto de dividendo por con
la do vendedor.
companhia de Beberibe 6O5OOO por arrAo
companhia Per.iamhucana ao par.
Utilidade Publica, 30 pnr cento da premio.
a Indemnisadora. 61 idee.
da estrada de ferro 20 por Ojo de premio
Diseonto de lettras, de W) a 10*pnr cento.
Acr;fie do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Onraa hespanhulas. 29S500 a 3(l*0f(l
Moedas de 68100 velhas .... ItisOOu
6800 novas .... 16-oon
1 4atKK).......95000
Prata.PalacOea brasileirns......40Q0
Pesos columuariis. ..... 25OOU
meiicann....... Icmii
Scnhorct r*taclortt.O deputado popular c ver-
dadero representante do povo ja principia a colher
os (roclos r|o seu heroico patriotismo, de sua abne-
garlo e de seus esforcos pea causa nacional.
As utiras viudas da corle a o programma pu-
blicado p-Io jamos para os festejos, que alli a li-
nhara de fazer ao dia 7 de (embro, annunciam
que o povo fluminense (inha deliberado honrar
uessedis em prsenos de S. M. o Imperador com
uma rica raedalha de ouro esmalta la ao nosso pre-
zado o dislinrlo coocidadAo o Esm. Sr. De. Fran-
cisco Carlos B-andAo, depotad > pelo 13" circulo des-
la provine*. .Muilo se deve ufansr Pernamhuco
com semelh.inte noticia
", porque coube a um
fildo
lion-
Al.l'ANOEGA.
Rendimeiitn do d a 1 a II. .
dem do dia 15.....
232m565(|i97
26:7299196
secretaria da th^souraria provincial de
Pernambuco 3 le setembro de 1857.O se-
cretario, A. F. da AnnunciaQao.
Clausulas especiaos para a arremataco.
1 Execular-se-hiio os trabalhos da con-
se.vacao da estrada do Pao d'Alho de con-
lormidade com o orcameoto approvado pola
directora em Conselbo, o apresentado ao
Exin. Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de 6 900/ rs.
*2." O pagamento vnrilicar-se-ha em 10
prestacOes mensaes
3.* Para ler lugar o pagamento de cada
preslaco sera misler, que o arrematante a-
presente attuslado do engenoeiro, piovando
ler cumprido as suas obrigages.
4.a Para ludo o que nao so achar especi-
ficado as presentes clausulas, era no or-
amento, segutr-se-ha o que disuoe a res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme
o secretario, A. K. da .nnunciariio.
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da ordem dn
F.xm. Sr. presidente da provincia de 2 do cor-
renle, manda fazer publico, que no dia I. de
outubro prximo viuduuro, perante a junla
da fazenda da mesma thosourarta, se hade
arrematar, a quem por menos lizer a obra do
cmpeilratncnlo in.lispensavel do 16.", 2i. e
25 tangos da estrada da Victoria, avahados
em 5:6IOoOOO res
A arrematadlo sera feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 185*, e
sol) as clausulas especiaos ibatXO copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
malagio comparegam na sala das sessOes da
mesma junla no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente h. lulitadas
E para constar se maudou allixar o pre-
sente e publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 9 de setembro de 1857. O se-
cretario, A. F. da Aun memcSo.
Clausulas especaos para a arremataQo.
1." As obras do empedramiento nos 16.-,
1\.' e 25." laucos da estrada da Victima, na
extensao do no bragas correntes, executar-
se-lio de conloinuda 10 com o orcamento
approvado pela directora era conselho, e
apresentadoa approvaco do Exm. presiden-
te da provincia, na importancia de 5:6lOt?OoO
reis.
2.* As obras principiarn no prazo de
um mez, e liudarao no de 7 mezes, ambos
contados de cuiformidade com o srt 31 da
lei provincial u. 286.
3." O pagarj.ento da importancia da ar-
rematarlo realisar-se-ha na forma do rt. 39
da mesma lei provincial a. 286
4." O arrematante exceden Jo o prazo
para a CODCiUSSo das obras pagara una mul-
ta de IOO7 rs. por cada mez, cuibora lite se ja
concedido prorogacSo.
5." o arre 1,6 tan te durante a execuco
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." O arrematante ser obrigado a em-
pregar na execucao das obras, pelo menos,
motado .lo pessuat do gente livro.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado as presentes clausulas n-cm 110
orgsrnenlo, seguir-se-ha o que dispoo a res-
pcito a lei provincial 11. 286.i.oul'onne.
) secretario, A. F. da Annunciacao.
lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimenlo de or-
dem do Exm. Sr. presidenle da provincia de
5 do correnle, manda fazer publico que no
dia 2* do mesmo vai novamente a practt pa-
ra ser arrematado a quem por menos fuer,
o costeio da iliuminaco publica da cidade
de Goianna, servindo de base o offerecimeu-
to eiio por Tbomaz Antonio Guimarnes de
220 rs. por cada lampeo.
A arrematacSo ser feita por tf>m;,o de 3
annos, a contar do 1. da novembro prximo
vin louro.
E para constar se inandou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario, Secretaria da
thesouraria provincial de Pernambuco 10 de
setembro de 1857.O secretario,
A. F. d'AnnunciacSo.
Gabinete ptico
ATEBRO DA BOA-VISTA N. 4.
O director deste salao, participa a seus I se^-'ui,,les objectos, vtndos ltimamente do
Ilustres protectores, q semana, uma agradavel exposioilo de vistas I maUJos de ofJe'odoSr. Joaquun da Silva
todas novas. Castro e por contn de quem pertencer :
todas novas.
Vistas que ser5o patenteadas ate o dia 19 do
correnle.
Guerra do Oriente.
1.a Abatalha do F'ipaloria.
2.a A hatalli*. de Chemaia.
3 A batalha de Miglrla.
4.-' 5 vistas a peJt jo do rcspoitavel publi-
co, as quaes sao, assalto da torro MalacolT,
retirada dos Ilusos para o norte, a ctdado do
Uto de Janeiro, a i-dado do Porto, editicij
grego Iluminado
9.a liaplismo de S A. I. Napoleo Eugenio
l.uiz Joo Jos a 14 de junho de 1S56.
10 Vista do Socraiiianto da Nova Aus-
tralia.
11. O roi Turno dos mares saltando a bor-
do de nm navio a pedir os tributos.
12.a Cmbalo de uns Lidios contra os
soldados do PaJre Santo em Italia.
13." vista de Itoin em Franca.
14." Vista do Monte-Claro coberto de nev,
na Suissa
15 Vista de Turin na Italia.
16.a Vista do Veneza.
17." A sanguinolenta batalha do Alma.
18.J O aconstumbrado etc.
O salao estara liberto das 7 at as II da
ooite. Entrada 50O res.
4Pt$)
.%..
Provincia.
Aos 5:0005000, 2:000?000 e t:(M)0a000.
Corre hoje.
O baixorssignado anda lem um resto de
seus lelizes btlhetes, meios e quatlos, nfs
lojas ja annunciadas, os quaes nfio estao su-
jeitos ao descont dos 8 0|0 da lei.
Por Salustianode Aquino Ferreir,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Aluga-so uma casB terrea no Monteiro
a beirado rio, com muitos commolos para
NAGNETISMO AMMAL.
Ensina-te a maguetisar, e desmagnetisar
em tres ligeifs, por prego mdico ra da
(.alela do Itecife n. 15, iirimeirn an lar.
Perdou-se na noite de 13 do corrento 'familia a fallar no terceiro andar na Boa-
urna pulseira de ouro, desdo a ra da Roda vst '> 37.
at o principio do becco do Porto : quem a
liver fichado, querendo-a restituir, Uirija-se- ,la : no Pteo do Tergo n. 12.
a ra da Cruz, terceiro andar, casa confron-
te ao becco da Lingu-ita, quo se darao os
signaos cortos, o alora de muito se agrade-
cer, so gratificar.
2J O lilil. Sr. pruveilor da siciedade Ortliodo-
;'; \a e Lilleraria mor aciridade manda =%
jj convidar os sanliores socios -a cimpararerem #
0 amanliAa 17 palas 1 liaras da larde, na ra aj) das Alinas Verdes 11. O, nriniairo andar. He- *o$
isf cifi l(i desF(>mliro d 1857.O escrivao, Ma- >t*
9fts&&9m<*m- .",3?3ajjajs FAItEI.O lio PORTO, 1 'uga-se uma boa casa, nova, e anda
em barricas: no armazetn do assucar, no n5 l'abitaiia, em um sitio com muilo boa
caes do apollo, entre as las pintes do Plantagfto de capun na Torre, Junto jo sitio
Kecife, na esquina da travessa da Senzala Sr commendador inspector da alfandeg,
I'recisa-se de um caixeiro para taber-
..a : no paleo do Tergo n. 12.
Li.ui de mni-
bus.
Existe no escriptorio uos mnibus, um
embmllio, contend) urnas lamanq'jinltas, e
alguna pedagos de fazendas : quem for seu
dono podo ir alli recebe-lo, que dando os
signaes cerlos, ser-lhe-ha entregue, pagan-
a
por contn de quem perl
DHO.I peas de linha a rebem.
70 voiun s ile cabo de linho
15 pegas de cabo de manilha.
8 velas de lona de linho e algodo.
2 mas1 ios grandes.
ti mastareqs e paos.
4 vergas e duss pegas.
1 cesto de gavia.
1 ancora grande com cipo de pao.
2 amar'asgrossasde 90 bracas cada uma.
44 diversas pegas de forro
10 correntes linas com argolas para es-
cotas
4 caixas com cli preto.
N. U. Adrarte -sa aos senhores pretenden-
tes, que os maslros, mastareos, vergas e mais
objectos do pao eslSo amarrados junto ao
trapicho do Cunh.i, aondo podem ser vislo e
examina ios.
&aP0jgfl I>*"0 i).
^UlMt
Estando a conl'eccioiiar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os se-
tilioicsquecostumain seinellc menciona-
dos, ([ueiram mandar seus nomes, mu*
dinracle domicilio., ou otitra qualquer
lemlnanra,i|tic sirva para tpieseja o tnes-
moalmanak completo: da mesma sorte
Velha.
Alugam-so 2 oa 3 cscravos para traba-
Iharetn armazem de assncar : quem os ti-
ver e qui/.er alugar, dirija-si a casa n. 15
defronte da groja do Corpo Sanio.
ttverem dado a respeilo de suas proprie-
dades.
Antonio de Alme'ula Gomes iiiudoit
seu escriptorio, do segundo andar 11. I(j,
ila ra do Trapiche, para a da Cruz n-
Para o Hlo di- -faneiro.
A vele ira e bem conherida batea nacional
Amelia, pretende seguir com rr.uia nrevi-1 ro-ja-se aos senhores de engenho e rendei-
S&!Sna. 0^?.vcl\Tetvt7.gt.: I"*" Baodar.a -v^ 0
se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, na da Cruz n. I.
'ara a {,i; .
O hiate nacional Livragao, pretende seguir
uestes 8 das, tem proioplo melado de sen
carregaineulo, para o resto, trata-sa com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azcvo lo, rita da Gruz n. 1.
PAIU O RO DE JANEIRO.
Soguo impreierivelmente no dia 20 do cor-
renle, por ter mais de melado do carreg.i-
menlo tirompto, a bem construida barca na-
cional Vaya, para o reslo e passageiros, tra-
ta-so com o capilao Marcos Jos da Silva.ou
na ra da Cadeia do llecifo n 2.
Par a llalli i.
PretenJo seguir com muitt bievidado a
sumaca nacional Hortencia ; tem prompto
parto de seu carregamento : para o reslo,
trata-se com o seu consignatario Antonio
l.uiz de Oliveira Azeve lo, ra da Cuz 11. 1.
Para Luanda seguo com brevtda !c o
brigue portuguez Porta lor, por lar a maior
nardidn carregamento irompto: quem no
111 es mi quizer carregar, entenda-se c un os
consignatarios Thomaz de Aquini Fonseca
&. Fil o, na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar.
Para o Rio C.rande do Norto e Assu'
segun em poucos das o voleiro hiato Castro:
quem nelle quizer carrogur, dirija-se ao seu
consignatario Domingos Alvos Hatheos, na
ra de .Vpollo n. 33.
ACABACO' E CEA KA'.
Segu nestes dias o hiate Sobral, para car-
ga, o passageiros, trata-se com Caetano C.
da Costa Moreira, na ra da Cadeia 11. 2.
259:2949993
Descarresam hoja li; de letembro.
Barca iiiglezaCunlaslcarrinhoi de mao.
Barca m^lc/.a i;i.-..injr rii<-rr,i loilai.
Barca ingltzalinogenesdem.
Barra iaglasal.ancaslreferro e taclias.
Bsrca iiislezaSaphndem.
Barca fraoeatsBogotmercadorias.
Barca ingletaIrislacalh.io.
Polaca haspanliuU Ondina pipas e barril do
vinho.
Talacho lirasileiroCoinlanracal, ceblas c ba-
lat.s.
Male Snlir.ilfumo e sala".
MOVIME.NTO DA ALI ANDECA.
\olumes entrados com fazendas .... 385
" com gneros .... (101
Peroam bucana
Mriit^iia
Tidal
Volomes sabidos com faundaa
> eom Koneros
CONSULADO UERAL.
Iteiidiineiilo do dia I a II. .
dam do dia 15.......
Tidal
!IN!I
:iis
.1111
fi2S
30:llli303ts
I.LVirVIT
3l:87l;-)7.-)
seu sar o primeir que no Brasil merecen (ao
roaa eapreciavel dislincr;iin.
He na Tardada para canear orgutho a eita provin-
cia ver que na eapilal do imperio um l'ernambuca-
1111 Iimii ron ijisI.i lo I aula r-iin la nao, nula swn-
athia e respeilo como o Etm. Sr. |)r. Franciaeo
arlos llraii.la ., a os eleilores do circulo da l ii-
Vila se devem f. licitar por terem-no eseolhido pa-
ra seu represenlaole. A i 11 veja ha de naturalmen-
te morder- de ralvas, mas he l) estrondo'sa asta
prova de amor e delicacio, que o povo da eoita ia
dar ao deputado p.trila e indepefldeole que em
faca tl-lla aos invejoaoa 11J1 reala oolro reeurso se-
11.1.1 c.ilaremae. a respeilartm aquella que lao dlg-
n iinoiite lem sal, to advugar os inlereasas do pavo
e. rumprir aoa alta misal .
T 1 "l: 111 m, Srs. redactores, estas buhas do seu
constante Icilor a obrigado.
Jos brasilina da Silva.
AIhvo pnblicamne o programma dos e-lejos com
que a isocianto .Nacional doi mita pretrnde
soleinnisar o dia 7 de sclrmhro :
A's 4 horas da matihm do dia 7 de selemhroi ,
achar s han reunldue na ca-a da preaidencia, ra de '"'''' '''
S. J s 11. s, oa msmbros da as.ieia;lo. Junto ao
edificio eslara' a banda de msica da sociedade lle-
creio dos Artistas, qoe preceder' a associajio, e aos
jnvens de collegio Marinh, em dircrau ao largo do
l'a^o, onde se cha levantado o monumento em cora-
roemnratilo a' independencia do Brasil.
Ao romper du aorora, o presidente da associa-
tao dar vivas ao dia 7 de aelembro e a' indepen-
dencia do Brasil, subindo immediatsmcnle ao ar al-
gomas girndolas, eanlaiido-ae o hvmno da indrpen-
deiicu, qoe aer.' acompauhado pela dita mu Budo o qae. baver,lo salvas e a atsociacao percorre-
ra' ntguroas ras da cidade, locando a banda de mu-
lita marchas de herosmo.
ss A'i II boraada roinhaa, citara' reunida a asso-
MVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do da I a II. .
dem do dia 15.......
L'l42fSS3
2895(1
I:ll.l27
COBBEIO tiSBAL.
Pela adminUtracOo do correio se faz pu-
blico, que as malas, que deve coudti/.ir o va-
por brasileiro Imperatriz, procedente dos
porlos do norte, ecom destino aos do sul,
fecham-se boje (1C) do correnle, es II c l|2
lio as da 111 ulula, edepoisdessa fil ao meio
!ta s recebeni-so carias com o poile duplo
Os jomaos devem eslar na roparticau ato as
9 l|2 horas.
Pela delegada do .segundo disiricio do
Recife, forant ipprehendidos dous cava los
Ini lados no dia 13 do correnle : quem sa
jtllgarcsim dircilo aos ditas, compareca nes-
ta delegacia mutii los de documentos legis,
que Ihe sera entregue. Delegada do segun-
do districio do Recife, I* de setembro de
1857. O delegado Joo francisco Xavier
Paes llarreto.
- u arsenal lie marmita compra no dia
17 do corrento mez-os objectos seguintes,
para o fomecimenlo do ahnoxarifado: al-
l vapor nacional IC.UARASSl', commandanle
Maciel Jnior, sabir' no du 21 do crrenle, a's 5
horas da larde, para os parios do nurlo, da sua es-
cala, rcelie carga para os porlos da Granja, Acara-
cu' e.C.eara', nos .lias IS o 19; para os do Aracalv
e Amo' no dia 21, e para os do ilio-'',rande do (Nor-
te e l'amtiiha, 110 dia 2^ ; 01 c.inhecimonlos rteverSo
licar noesrriplorio da grencia, 110 dia 22. Os reles
da carga que vai para o norte, sera pagos na ge-
rencia Do dia 17 dar correnle em diante, principia-
se a entregar a carga que veio do norte no mesmo
vapor : nilu aahlra voluine aUum se 11 que fique
pago o sen fretc-.
'-T>..
--- O agente Borja, qnarta feira 17 do cor-
rente, as |0 horas da mauha, em seu a-ma-
zo m na ma do CoileglO n. 15, far leilaode
diversas mobilias do Jacaranda e de amarel-
lo, varios planos, muitos objoctos avulsos do
ma'cinoiiia, obras de ouro e prat,' relogios
para algibeira, patente inglez, misso e ho-
risnntal, can lelahros, lanternas de vidro,
enfeites de po'cellam para sala, loura e vi-
dros para servigo de mesa e outros muitos
artigos ote ele Nesle mesmo dia ss 12 ho-
ras em ponto, tambem fara leilSo por ordem
amarello o mesas, um excellento cofre de
ferro, dilfaienles objectos de eseriptorio, e
outros muitos diversos etc., pertencentes a
DESPACHOS DE EXPORTAC\0 PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE ISO D!A
15 DE SETE.MIIiO DE 1857.
LisboaPatacho portuguez uDiligente, Jos' Joa-
quim Pires Soares, 8 cascos mol. 550 chifre.
Philaslelphia llore, americana oUnionn, Malheos
.Vustin dr C-, 571 siccos assucar masc.ivado.
Buenos AvrcsBir-a li -; 111 ti !j oChrislinan, Bai-
lar iV Oliveira, 216 barricas assucar branco.
EXPOItTAgAO'.
*r,CJ,v. biale nacional oLorreio do Nortea, de
37 loheloda, conduzia o segoinle : 107 vulumee
diversas mercadnrias, 12 ditos diversos gneros.
Canal,^patacho hollandez nTerce Kori'elisonii, de
265 toneladas, sondaste o seguinle : 3,360 -sac-
eos com 16,801) arrouas de assucar.
Aracalv, ruste i.ac onal oDuvidoso. de 13 1|1 lo-
condur.i.i o .?,!,..i,. 145 volumes g-
neros relrangolroa, 123ditos ditos nacionaea.
ItiodaPralH, brigue pnrluiuet La i a III, de
388 tonelada', eondezlo o esmnle : .">() pipas
gaardenle, 1,498 barricas, 140 nsein dltai c 226
saceos com 13,817 arrobsi e 15 llhras da a-sucar.
Acaracu', patach) nacional Bmalaclo, de 131
1 ,11 11 '.1-, coiiduzio n spuinle : 8'JS volumes ge-
nerm estrauseiros, P8 ditos ditos nacionaes.
BECEIIfcDOIllA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBl.CO.
pequeos do ferro ou madelra com 3 chaves,
dobradltjas do ferro de 4 poDegadas, funis
de folha, flmulas dn navio, flmulas de es-
caler, fechaduias de camarotes, lencos prc-
los, pregos de cobie de 4 e 5 pnllegadas, pu-
ceros de folha, pregos de cobre para forro,
lanternas do vistas. Os pretetideules a venda
sao convidados pdo lllm. Sr. inspector
enmparecorem com ts suas pro.ostas em
cartas fecha tas, aC'impanbadas de amostra?,
no dia cima mencionado, p las ti horas da
nianha. InspeccSo do arsenal de mantilla
de Pernambuco em 10 de setembro de 1857.
.\l.'\.'.n i re P.odrigues os .\njos
Secretario.
Pela contadoria da cmara municipal
do Recife se faz publico, que linda-se no ul-
limo do corrente o prazo mrcalo para pn-
gomeulo dos imposlos de estabelccimeulos
relativos ao anuo do 1856 a 1857 que anda
nao se acliam pagos com a multa do 3 0|0 do
valor do imposto, e lo los aquelles que dei-
larem de pagar ate o ullimo do correte,
icam sujeitos a multa do duplo do imposto
segundo a le. Contadoria municipal do
Hecfe 10 de setembro de 1857.-O contador,
Joaquim Tavarus llo.lovalho.
Olllm. Sr. inspector c.a thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, para condec ment de qnem interessar,
qu'i no dia 19 do correle mez, ira a praca [afg ARMAZEM
Rendimei.to do dia I
dem do dia 15. .
li.
dita conipanh
jLeiifio.
Ilenr. Brunn 6 Cumpanliia
farSo leilo, por ir.tervcnco do preposto do
agente Oliveira, de um gran lo sortimenlo
de fazendas de seda, 15a, linho e algodo.
ltimamente despchalas : quinta-Tetra, 17
do correte, no seu armazem na ra da Cruz
n 10, as 10 horas em ponto.
Jb CMltO
Schaphe'itlin C, uo tendo podido
e\por no sen li'ilTio de Iiontem, todas as
tazeudas para saldar conlas, contiuuario
o mesmo, cotn um rico sortimenlo de fa-
zendat suissas, francezas eallem&as : sc\-
ta-l'eira 18 do corrente, a's 10 horas da
maolia, no seu armazem, rita da Cruz
n. .")8.
JLeilao.
perante a mesma thesouraria para ser arre-
matado de venda, a quem mais der, a me-
9:1919629 li*de de um sitio na entrada do Catuc da
5163777 freguezia dos Afogados, e foi adjudica la a
--------------faz-nda em execuc3o, que contra Caet-no
9-708/406 Antonio Tavares moveu para pagamento do
--------------1 que este lito devia de imposto de lojas ; os
DO AliKNTE PESTAA, RA
DA CADEIA DO RECIFE N. >,.
Sexta-feia 18 do corrente, as 10 horas
da mantilla.
O agente Pestaa, para milbor satisfazer
os desejos de seus dignos e affeico dos fre-
guezes, fai letlao em seu armazem, no dia
e hora cima designados, de diversos ob-
ti. AD0LPHE B0URGEGIS.
lilla Nova 11. i,
vende lodos seus carros com boas pare-
Ifaas, gualroente n sobrado, tudo junto
ou separado.
Scientiica-se a's pessoat rpte leram a
conesj>oiulenca do Sr. Antonio de Car-
valho Soares Brando, puhhcada 110 "Li-
beral de hontem, cjuea tanagem da le-
vada derpte trata, fra determinada por
sentencia obtida em juizo contencioso, a
c|ual deixou Je ser e\ecutada, quando os
olliciaes de justica se apresentaram 110
lugar munidos do respectivo mandado,
em consequencia da op|XicSo feita pelo
mesmo Sr. BrandSo, para islo auxiliado
dos seus fmulos e prenles.
No escr, lorio da gerencia da Companhia Par-
iiamhucana, tratase a venda de 2!)80 loros de
mangue.
ATTENCAQ'.
Oabaixo assignndo perdeu no bairro do
Recife, andando a fazer ninas compras dous
contos e lano, n'ura embrulho : quem a-
char dita quantia e quizer restituir, sera
bem recompensado.
Pedro Gomes da Frota
Precisa-sede um feitor que seja por-
tuguez, e que entenda perfeitamente de
plantacoes de janlim ; na ra da Cruz do lle-
cifo 13, primeiro andar.
Precisa-se de uma pessoa que se on-
carregued dislribuigo do Jornal do C0111-
mercio, na freguazis do .S Antonio e Satt-
losn : a trata- na ra da Praia 11 43
Jos Joaquim ie l'igueirelo Pernam-
buco, amanuetis. da secretaria da polica da
provincia da Parahiba, veio a esta provincia
visitar sua familia.
Precisa-se do um caiseir > de 14 a 16
annos, preferindo-se destes che-gados ha pou-
co do Porto: na ra das Cruzes n 20.
Precisa-se alujar uma boa ama, que
saiba cozinhar bem e engommar: na ra
das Cruzes n. 28
Precisi-scde urna ama para o servico
de uma casa de pouca familia : na ra Nova
n. 60, esquina da ponte.
Vitilio do I orto.
Vande-se superior vinho do Porto, em
barris, muito proprio para casas particula-
res, e mesmo para engarrafar : no armazem
1eM*thias& Pinto, na travessi da Midre de
Dos r.. 16.
- Ven le-so urna preta moca, de bom
proedimento e muito b.im pretilada, he o
q-e se polo desojar a tralar na rui da
Sania Cruzn. 38, de manliaa al 9 hjias.
Pecliincha para hahiiloiros.
Na ra do Crespo, leja da esquina qu; vol-
ta para a di Cadeia, vondom-se chitas claras
propriis para bahiiloicos, com pe.uenolo-
quo do av.in.-i, a 43, 4:503 e 5/.
Vende-ge mu to boa carne de loucinho
o orelhas de porco a 120, e loucinho de Sin
los a 320, mantoiga nova franceza a 610 a
libra : na rua das Cruzes n. SO
Na taberna da prar;a da Boa-Vista n.
4, vende-se una por;1o do formas de velas
de carnauba-
Vende-so um balalo proprio para ta-
berna ; para ver, as lojas do sobra lo da
rua imperial n. 79, e para ajustar; na loja de
fei ragens da rua da Cadeia do Recife n 56 A.
/Va loja aop do
arco de Siiio Antonio.
Cortes de casemira msela la de duas lar-
guras, o corte de calca 2;500, dito para pa-
lito 3?500.
Miliio.
Vende-se milho novo, em saceos : no ar-
mazetn de Jos Joaquim Oas Kcrnandes &
Filhos, rua da Cadma n 63.
Compra-se uma grammatica ingleza,
de Jac' : no becco de Jos Caetano, casa do
alfa 1 a te.
Arrenlam-se as olsrias siUs no passo
deCiqui: quemas pretender, dirija-s-i a
praca da InJepen.lencia ns. 19 o 91. que se
dir com quem ha de tratar.
preeisa-se de uma ama de lcite : na
Ponle de L'choa, sitio da Sra. viuva Atnorim.
Na mesma casi lambem se necessita de uma
criada.
Prscisa-se de uma criada para casa de
uma pequea familia : aquella que for ca-
paz ou desempenhar bem os seus devores,
datid- conhecimenlo de sua conlucta, diri-
ja-se a rua da Guia n. 7, que ahi nao se
olh.r ao prei;o.
Precsa-se de uma ama que cozinhe
para 2 ou 3 pessoas solteiras, poden-lo licar
com as lardes desembarazadas, se assim Ihe
convier a tralar na rua da Praia, armazem
de carne n. 22.
HOSPITAL PORTDGUEZ
DE
33533313 3 & ^ ^*
Tendo de solemnisar-se o segundo ani-
versario da iastallatfo do Hed Hospital Por-
tuguez do Beneficencia na dia -M do corren-
te, as I0 horas da manhSa, por ordem do
lllm Sr. provelor, do conformidide com os
artigos 106 e 107 dos estatutos, sao pelo pre-
sento convidados tojos os seuhores accio-
nistas afioi do comparecerom no mesmo es-
tabeleciment no dia e hrra supra indicado,
alim de ^biilanlarem com suas -^resencas
esle acto de pie lade o devoc/io. O hospital
aceita com Ef-conhecimealo toda e qualquer
produceo lilleraria com quo nesse da se
dignem brin la-lo as intellig-mcias compe-
tentes cotn referencia a sjlemnidad-. O es-
labelecimen'o estara franco aos visitantes
de um e mitro sexo, desde as 10 horas da
manliaa al a I da tarde, e desieas4da tar-
de as 10 da noite. Secretaria do lteai Hos-
pital Porluguez de Ilenelicencis om Pernam-
buco a is 16 de setemb.o do 1857 Joao Do-
mingues riamos, s-crelatio.
-~ O abaixoassigoado Taz scionte ao res-
peitavel publico e especialmente ao corpo de
cnmmercio, que Manoel Antonio Hezerra
deixou de exorcero lugar do caisciro em
su* taberna, sita na rua Direita n. 95, desde
14 do corrente. Ilccife 15 de sitembrode
1857Joo ll'.ptista da Rocha.
Precisa-so de uma ama para casa de
pouca familia, do 9pessoas,' para comprar na
rua e para o servico da casa ; na rua da (.lo-
rian II.
Na sexta-feira, 18 .lo corrente, na sala
das audiencias, e linda a do lllm. Sr. Itr. juiz
municipal da primeira vara, S3 ha dearre-
atar a casa terrea n. 2, sila na rua da Sen-
zala Velha, a qual tem soiflo. achaudo-sc em
armazem, avahada em 2:500o, mas vai
praca como abate da lei, que ha a quinta
paite; assim como vilo igualmente praca
oiis solos, um na travessa do porto das ca-
noas do Kecife, no qutl e^ta edilicado um
sobrnduilio de Joaquim Kraocisco do Azeve-
do, a valia do por 1009, o outro no becco i'-as
Miu linhas, o 1 que s : (Cha a casa n. 4, ava-
llado por SiimIOO. lie a jltima praca.
Roga-se a tola ou qualquer pessoa
que achou ou souber aoade existe um meni-
no pardo, com idade de 8 a 9 atinos, ten lo
no roslo urna cicatriz, e sabio com cal^a
azul e camisa branca .0 madapolo : quem
o achar love-o aoatetro da lioa-Vista, casa
n 5, que sera recompensado.
No primeiro audr r du sobrado da rua
dos Quarteis, esquina da travessa das Cru-
zes, da-se 18:000 mensaes por uma escrava
que cozinhe c engomme.
Dam-se 300: rs. e mesa a quem quizer
ser feilorde um engenno distante desta pra-
?a : a tratar no Forte do Mallos, largo da
Assembla, casi de Bonlo Jos Antunes Pe-
reira,
Precisa-se alugar um escravo para o
servir;.i) de urna casa estrangoira no sitio: a
fallar ni rua da Cruz n. 10.
Precisa-so de urna ama pira cozinhar
e engoinaiar em casa de horneen solleiro : a
tralar no aterro da loa-Vista n.42, taberna.
Aluga-se um stlio porto da praija, no
Peres, com duas casus, urna a moderna e
pintada de novo, coziulia fra o muito gran-
de, lem va las fructeiras, boa baixa para
capim, muilo bom poco com exceilente agua
de beber, c todo cercado : a tratar na rua
Nova n. 43, loja.
Precisa-se de 1 ou 2 amassadores, 1
que eulenda de cortar manas, pagase bem :
na pa :aria do pateo d 1 Sania Cruz n. 55.
pelo preco de 450j rs. : a tratar na rua es-
trella do Rosario n. 26.
- Polo juizo dos feitos da fazenda pro-
1 vincial, se hilo de arrematar por venda em
: ultima piaca, os bensseguales :
Urna casa terrea de podra e cal, no largo
Ido Remedio n. 9, com 36 palmos de frente,
e 87 ditos de fundo, 3 janellas de frente en-
vidracadas, 2 salas, 3 quartos, cozinha den-
tro, quintal em aborto, com 4 ps de coquei-
i ros, uor i:ioo-- rs., penhorada aos iilhos de
: Joaquim Jos Luiz de Souza.
Uma casa terrea na rreguezia de San-Jos,
na rua dos Ar;ougunhos n. 23, com 6 palmos
de frente, e 13 da fundo, cozinha dentro,
quintal mralo, por 800/ rs., penhorada a
Antonia Mana da Penha.
Uma casa terrea de taipa, na rua de S. Mi
tiel n 46, com 15 palmus de Trente e 55 di-
tos de fundo, cozinha dentro, quintal eqj a-
berto, cacimba propria, em mao estado, por
100-5 rs., penhorada a Lconarda do Sacra-
mento, por Mara Rosa de Jess.
Um sobrado de 2 andares, na rua do Viga-
rio n. 31. com 3 janellas do frente, e varan-
d.i sacada para lora de ferro, no primeiroe
segundo andar, sendo o sobrado do rua a
rua, com cozinha no sotao, tenio de largu-
ra 36 palmos, e 118 ditos de fundo, o ero
bom estado, por 10:0003 rs., penjiorado aos
hordeiros de Miguel Kerrcira de Mello.
Uma casa terrea de pedra ecl sita em
Fra de Portas, no becco do Teixeira h. 5,
tendo 15 palmos de frente, e 22 de fundo,
sendoentaipada pordelraz, eom moosla-
do, por ailDijf rs., penhora la a Ricardo Anto-
nio Vianna.
Os pretendentes compareQam as 10 horas
do dia 16 do corrento mez de setembro, na
sala das audiencias.

---
Thesouro ho-
ineopathico
OL
YADE-MECI
DO
Homeopatha.
i
o
f
5

Dever.
O abaixo assignadooesta dala deixa de
sercai\eiro dacasa do Sr. Joo Baptista
da Iloctta, e agradece uo mesmo Sr. o
bom tratameato e boa conanca que de
mim fez durante dous anuos quatr me-
zes e nove dias em (|ue fui seu caixcuo.
.Manoel Antonio Becerra,
llecie 1 \ de setembro de 18-V7.
Precisa-se deum feitor da Buropa,
(|ite trbame, para cuidar de uin sitio pe-
queo: nesta typograpbia se dir' quem
necessita.
Precisa-so da um bom caiseiro, que
tenha pratica do laberna, so qual se n3o du-
vi.la dar bom ordenado, sendo elle perito
as suas obrigarjOes
CAixeiRO.
Precisa-se de am efe!xeiro que tenha pra-
lica do taberna: na rua de Santa Thereza
11. 60.
Precisa-sc fallar ao Sr. Manoel Serapiao
lo Itneida forte ; rua da Cadeia, no escrp-
tor 1 da companhia do seguro Utilidade
Publica.
- Precisa-sc do ama ama para casa de
pouca familia : a fu
Collegio n. 9.
A viuva do Vicenie Al-'es de Souza
Carvallri resolveu ni.o vender as suas accOas
da companhia Utilidade Publica de Seguros
Martimos, como tinlia annunciado para o
dia 18 do corrente.
Vende se a loja decalcado do aterro
da boa-Vista n. 24 : a tratar na mesma.
0 PELO DR. ;'A
|SABI3OOLEG4IUOL.H.MIO %
. Esta obra, reconhacida por todos, como 5
& a lu-llior de qiianlas ensnam a applicarao 'Jf
M da lioinaopatlna no Iratamanta claa 111..le?- :'',
'. Has, continua a vtnler-sc a 11- 11111,11a Ba- "--j
'? tica Central llomtopaltiica, roa ile Sanio <
v-'-3 Amaro (Mundo-Novo) n. 6 -A
3 EXCELLENTES REMEDIOS UO- ff
\ MEOP.VTHICOS. S
a preparados com o maiur cuidado o esmero, f'-^
i? vendem-ie em carleras por prer;oa os mala ^-'
SP commodoa possivei, desde 10*000 al tC
^ 129000, conforme o numero doa tubos e ij
A i ;ij'i''/a daa caixas.
'J Cada lubo avulso. .' 1SO0O V
^ Cada vidro de titilara. 2j-<00 i-'
;; N. II.I. .lisiando ao abano asaigoado
':',' que aluuns individuoa parcorram o interior
^y 11.I0 s desta provincia, como daa Alsgons,
!A Paralnba, Rio-Orande do Norte e Crai,
''\. vendondo remedios em seu nome, jlga
'_; cniveiiieiite declarar, que a ningoem auto- %
y risou para isso.e que.como nilo esta promp- @
;'; lo a cariegar com os peccadoa allieios, s V}
S se responsabilisa pela proficuidaile doa re- ^
",' medios preparados debaixo de ana imma- -Vif
ti dala loenecsgl, naBotica Ceulral Ho- fin
ineopalliica, rua de Santo Amaro, Mun- _:.
de Novo) n. 6.
Dr. Sabino Olegario L. Plnho. v'j
,1111'in precisar de uma ama deleite.para
criar menino em casa particular com toda
estimac.no : dirija-se a rua Imperial, na car-
reira do sobrado do GusmSo, que achara
com quem tratar,
Precisa-se de um c.txeiro para taber-
na, com pratica ou sera ella, para estar em
companhia do outro : no pateo da Santa
i.ruz n. 2
Precisa-so de uto moco portuguez de
18 annos de idade; para trabalhar em uma
fabrica de velas de carnauba: na rua Direita
n. 57.
Precisa-se de um rapazinbo nacio-
nal ouestrangeiro, para cai:xeiro em uma
boa casa no mato, que tenha alguma pra-
tica e d liador de sua conduta : na rua
da Praia n. ).
Precisa-se de tuna ana que seja sa-
dia e tenha borne abundante leite para
acabar a criacaode um menino de quiltro
inezes, parja-se bem agradando : no caes
do llamos, sobrado de dous andares.
No dia 6, perdau-se uma pulseira de
ouro, com tima flor grande esmaltada, desde
o largo da Penha, at Santo A maro a casa
junto ao Sr. Comes do Correio : qoem a a-
c'iou, querenlo reslitji-l, pode dirigir-se
a rus da Penha n. 9, que se dar os signaes
certos, apresentando-se as mais per-as do ap-
parelho com iguaes flores, assim como a cal-
a a deve receber sem esfjrfos, nao recu-
s.in-1 i-si: a dona a Kratificar a quem tomar o
trabalito de entregar sua pulscir f
Precisa-se alugar I moleque ou 2 psra
dai
uei
jiii.i iiu.a liara nisa uc .. ----L ., r
llar na loja da rua do i5?"1?" mi,,t0 ",*ne,ro' e n?o se hesita
' alguus mezes aJiantado, o outro qualq
Jauta res.
negocio que coovenctonar-se, com tanto que
seja liel : na rua do Nogueira n. 21:
abimI existe
1111 pn\ do Independen*
cia
um resto de vidros com a verdadeira tinU
para m?rcarroupa, ditos enm agua para ti-
rar toda e qualquer quilida le de no loas, l-
nalmenle, overdateiro atinil para roupa.
que ludo se vende pelos precos ja annun-
Na ruadellortas n. 16, fornecem-se al-
mocosejanlares para Tora, comtolooas- ,
seio e promptidSo, mandando-se levar s calos
casas lura que se quizer; e iia todos os Precisa-so de uma mulher forra ou
das mesa 10otila, lu o se fornece por pre- captiva para engommar e fazer alguns pe-
co comino lo. quenos ta-.balhos de portas a dentro em casa
Precisa-se do um rapaz paracaixeiro de pequea familia : na roa das Larangci-
do urna loja de fazer-las no Paco de Cama- rus 11. 26.
ragibe: quem esliver no cas.), dtrija-se a Papagaio fgido,
rua do Qui'iaiado n 2, loja Quem aciiou um paprgaio falliJor, que-
OFFICI iE3 DE PATENTE. rendo restitu lo na rua da Caieia do Recife
Precisa-seile aflieiaes de .ilfiui.-, tanto pa- n. 4, ser recompensado.
ra obras grandes e cicas de casemira; pa-
Atteiit;ilo
Aluga-se pela festa ou [ior anno, um silio
no Monteiro, aon le morn o fallecido Caval-
canli, conteni Iguns arvoredos e uma bai-
ou na
g-s bem : ni rua Sova n 5i.
- No dia 1S do curro.ite tnoz, a I hora
'la t rde, na loja da casa n da rua da Ca-
deia do Recife, se ha de a remalar a louca
vi.Irada da dita luja, e movis do tinado Jos xa de cap tu : a tratar no dito sitio,
Xavier, a req eriment do tcstamenleiro, e rua dos Marlyrios n. 1*.
invenleriante Antonio Manuel Bastos, em Preeisa-sa de um homem para distri-
nras-a. que tora lugir, perante o lllm. Sr. buidor desle Diario, o qual deve saber ler:
Dr.juiz municipal da primeira vara. Kscri- na livraria ns. 6 e8 da praga da laJepcn-
vao Laplsta. deucia.

MUTILADO

-
-
ILLbIVLL


DIARIO DE PERNAMBUCO Ql'ARTA FE1RA 1< DE SETEMRRO DE 1857.

C0ISDLT0R10
Onde se acham sempre os mats acreditados medicamentos, tanto etn tintaras como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo o por presos bastante coramodos
PUEgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 > > ,
ita de 36
Dita de 48
Dita de 60 > .
Tubos avulsos a ....
Frascos de tinturrademcia on;a.
Manual do medicina homeopatbica do I)r. Jahr cora o dic-
.1 cionario dos termos de medicina :
Medicina domestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
10/000
153000
209000
255000
30OOO0
19000
28000
20900
10/00
2/000
600
!iPE
PEDRAS PRECIOSAS- &
_ , Aderemos de brilhanles, f-
diamantea e perolai, pal- g|
eir, allinnes, brincos *>
a rozelas, botes e annen *
de difierentea goslos e de *
diveriai pedral de valor. *
$
Compram, venden) oo g
Irucam prata, uoro, bri- gj
Ihanles.diamanlese pero- g
las, e outras qoaeaquer 'M
>:
>
m
9
ou por obras.
& M.
Wk ti MRIVM
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vap t s da Eu-
ropaas obr-tN domis
moderno gosto, tan-
to de Franca como
deliisboa,
preco
KBamiWBBBBBSBSBBBsm
| OURO E PRATA.
m Aderecoi completos de
g ouro, meios ditos, pulsei- i'
* ra. alfioeles, brincos e *
k rozelas, cord6es, Irancel- 1
g lin, medalltes, correntcs 1
* e cnfeiles para relogio, e *
a{ ontros mnilos objeclos de j
' $>: oaro. ^
^ Aparelbos completos de I
$ prata para ch;i, bandejas,
i; salvas, eastifaes, colheres J
- de sopa e de cha, e mu- le:
Sj tos ootros objeclos de
prata. |
as quaes vendem por
como costuniani.
SSfl

ABATIfflENTO DE 20 POR CENTO
O proprielario da fabrica de chapeos de sol da roa Nova. esquina da camboa do
Cerni, qoerendo l.qodar as fazendas exilenle, em casa, para eipur ao publico o novo
e esplendido orlirotnlo qae o mesmo eicolhea na sua rcenle viaaem Paris or islo
otTerece ao respeila vel publico os objeclos seRui.tei, com >0 por ceulo de abate
l'.ilili'n de panno Tino pretos comgola de veilado.
Ditos de dito com gola do racimo panno.
Ditos de casemira prela e de cores com gola de velludo.
Ditos de dilo com eola do mesmo panno.
Ditos de alpaca pretas e de cures com gola de velludo.
Ditos de dita com gola do mesmo panno.
Ditos de sarja prela, merino selim, ganga amaren, hrim branco e pardo liso e tran-
cado, ricos corts de casimira para calca, colele de selim, ditos de velludo, de seda de
gorgurSu e fuslao branco e de cor, capoles do borracha com perneiras, chapos de feltro
linos e ordinarios, ditos de palha,-ditos de pello, camisas fiancezas brancas e de coies,
perfumaras, grvalas, bengalas, chicotes, e orna infinidade de oulros objeclos avista dos
quaes os amantes do bom goito nao deixarao de comprar,
Luvas de Jouvin.
Na mesma casa recebeu-se pelo vapor ing|z MEDWAY, luvas de Joovin da melhor
qaalidade.
Tudo a preco ixo.
fefe
I)-so dinheiro a juros de um por cen-
to : na ra da Penha n. 17.
Arrenda-s* um sitio no lugar da Var-
' zea, com casa do vivenda, bastantes arvores
,dc fructo, bem como laraogeiras, jaquel-
, ros, muitos pea de cfezeiros, c alera de mais
: arvoredos, por prego commodo : as pessoas
que quizerem, devem procurar o seu pro-
prielario no lugar dos Remedios, Caetano
Itaptista do Mello.
U^asadesaude 2
y] O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- |j*
jj| tabcleceuem sen sitio da Passagcm 9
jf da Magdalena, que ica ao norte g|
jjE da estrada entre a ponte grande *j|
ff i a pequea do Chora-Menino, ex- w
1g cellentes acommodacfies para re- |j|
X ceber todas as pessoas enfermas
S* <|ue se quizeiem utilisar de setts $
rY prestados com o maior esmero. W
& O mesmo Ur., para o lira supra-
y& indicado c para exercer qualquer m
O otitro acto de sua prolisso den-
@ 1ro ou fra desta cidade podera' @i
-:,; ser procurado a qualquer tora do Q
j? dia e da noite. no referido sitio, $
a exceprao dos dias uteis, das '.) ^
@ lioras da manhaa as \ da tarde, @
:' que 8era'encontrado no primeiro %$
g andar do sobrado n. 9, do pateo Q
$ do Carino. :'%
GGG:]:GGQ-&qooQ LIOESDE PIANO E CANTO.
>i<:ihoso especial de en-
sillo.
O abaixo assigoado participa ao Ilustrado
publico desta ci lade, c principalmente aos
amantes da msica, que cnstnu a arle de to-
car piano e cantar, conforme o methodo e
gosto mnis moderno. O mesmo pode ser
procurado na ra Nova n 27, estabelerimen-
to de piano Frederico Lemeckc, professor
de msica.
Tirem-so passaportes para dentro e fora
do imperio, c despacbam-se escravos, pra
cujo lim procure-s o annunciante na ra do
Uueimado n. 25, loja dos Srs, Couvoa & A-
raujo, e ta ra da fadeia do Kecife n. 49,
loja do Sr Firmo Candido da Silvcira J-
nior.
Precisa-se frrcndsr uiu pequeo sitio
sendo perto da praca, mesmo com pequea
casa, pois he para poura familia : quem o ti-
ver dirjase a ra dos Martvrios n 30.
'::Ggggoqo&q
o
om
O tira denles
seni dor
miJ^msi msmmfm
ffll
ATTEI^CAO.
Joseltieardo Coelho9
com loja de eabelleireiro na ra Nova n. 39, primeiro andar,
avisa aos setts l'reguezes, que receben pelo navio Trance/. PA-
RAHUSA, ltimamentecliegado, asseguintes fazendas, a saber:
Ricos chapeos para senbora.
Ditos para homem de castor branct>s, pretos e de seda {a Tambeilik .
Ditos de montana para senhora.
Toucados riquissimos de dures e firis.
Hiiiim de flores para o peilo e enftiles para vestidos de noivas.
Homeiras, golinlias e mancuito'.
fticos cortes de vestidos de seda, ebarnnlole e selim marao.
Fitas de veludo, bicos de blond prelos e brancos, suspensorio! de seda, e om com-
pleto soilimento de bonecas, grvalas e cintos para senhoraa e meninos.
Ricas camisas francesas para ho.nem do melhor de Paris, proprias para bailes ca-
samento! e formaluras dos Srs. acadmicos, com periquilos e sem tiles.
Kicoi leque para tenhora e porla-bcuqaets.
Kicos penles de tartaruga para senbora, de alisar e atar cabello, do ultimo gosto de
Paris, o mais moderno possivel e nimia n3o fisto no mercado.
E um completo sortimenlo de ontros objeclos de godo que seria enfadonho men-
cionar.
- .*
:"\

O
-;;-
-.,.' -^'r- BtrWai lento aprendido com o den- fijj
,,';, ''sla hespanliol, uilimameiile aqui chega- "
',.! do, a tirar denles pela ;.llr;ir_.l do ralo, ;
^j faz sciente an rep _
cha sorlidii de ferrainenlas proprias para \:\
W lal fin, e promplo n exorcer sua proflulo, '."
ur P'"" 1oe Pd' ser procurado a toda hora .''
.js do dia, na ra da Cruz do Recife, loja de ;
'** tiarlinrn lio tn'im.im l<**rmi.', I.^,,!-- .. BO V.
Precisi-se rio u-na ama para o servigo de
portas r. dentro : na ra .\o\a n. 38
- \luga-se o sitio chamato deCbacon,
na Casa Forte, c qu". pertenca a massn falli-
da de N U. de Seixas : a tratar no cscripto-
rio da adminislraco na ra de Apollo n. 6
W va ii. 45, pira a ra das Flores o. II,
o i.....l.l
da < 1 in- r. 11 .
por
<^5 cmquAiito, essim como ca o mcimo depo-
; silo na la
h. Puasi.
SEGURO CONTRA WHH>.
Compaohia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marjo de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten i honra de in-
fornar aos Srs. negociantes, proprieiarios de casas,
a quem mais convier que eslao plenamente au-
torisados pela dita companhia para efTeciuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tlht e igualinenttsohre os objeclos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade
Na iundicao da Aurora precisarse
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
I DENTISTA FRANCEZ. 1
Paulo Ualgnoui denlisla, ra Nova n. 41 : ',;
na mesma casa Icm agua e pos dentrilict.
^ggogo y;'?
w
JOHN GATIS,
corretor geral
E AUENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMBtKO ANDAR,
pra?a do Corpo Santo
RECIFE.
^a ra do Trapiclie n. 17, escriptono
precisa-se de um prelo para criado.
ffiUDANCA DO ESTBELEC-
MENTO DE PIAHtS DE
J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabelocitrento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia deSsnto Antonio u. 23, junto da
Relapso.
Aliifam-se \r,\va ,i fegta
3 casas na Torre con 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozlnha fra, bom quintal, agua Je I urna casa de pequena famil^asTquaes^se-
beber, estribara para 2 cavallos : at'atsr'nao duvida dar boa paga : quem as tiver
no armszem de materiaes da r.ia da Cadeia "
de Sanio Antonio n. 17.
AGEIO E PROMPTIDiO.
Na ra das Cinco Ponas n 136, lavase o |
Gabinete portu-
guez de leitura
A directora do Gabinete Portugucz de
Leitura tendo de proceder bataneo na bi-
bhothcca, pede aos Illms associados que
tiveiem era sen poder volumes, alem do
prazo concedido para a leitura, de os tc-
collierao estabelecimentu ate 30 do rire-
sente mez. Igualmente recommenda a
observacaodosarts. loe Unos paragra-
plios que dt/e'm respeito a pontualidad
das inensalidades, para assim evitar a mo-
rosidade que tem havido na cobranca, o
que na realidade nao deixara' de causar
algum transtorno ao estabelecimento.
Pernainbuco ."> de setembro de I8."i".__O
Diimeiro secretario, Augusto Duarte de
Moura.
AttoncS},
Aluga-se ou vende-se um sitio em S. Anna
do Xavier, com grande casa do morada, es-
tribara para ou reais cav los, cocheira
granae, quartos para prelos, e capim para >
cavallos todo o anuo: quem o pretender
ao urna ou outra manetra, queira dirigir-se
a ra da Cadeia do Recife n. 20, a tratar com
Luiz do Moraes Comes Ferreira.
Roga-se ao Sr. testa menteiro e en-
carregadosdos negocios do casal do finado
Jos Cordeiro.de Carvalho Leite, se enten-
da naruadoQueimado n. 55, cora Do-
mingos Jos Ferreira Juimaraes, a nego-
cio do dito casal.
Precisa-se alugar duas pretas escravas
que engommem, ensaboem ecozinhetn para
HU, i' ,. i nn^....------- >.'
engomrna-se com aceio e promplidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
Os abaixo assignados, com loja de oorives
na ra do Cabug n. 11, confronte ao pateo
em taes circunstancias annuncie
procurar ou dirij-se a ra larga do Rosario
esa n. 38, segundo andar, oudo se dir a
pessoa que precisa.
Domingos Rodrigues Atilradc & C. fuzcni
sciente ao respeitavel publico e principal-
mente a seus freguezes, que mudaram o es-
tabelecimento da ra da Cruz para o Forte
do Matos, confronte a casa da assemblea e
porta da inspccgSo. armazcm n 9. Igual-
mente sctenlilicam que contiuuam a vender
o supciior sola, pelles de cabra, cera do car-
-ite ao pateo naubaovelas, bem como fio do algodao da
da matriz e ra Nova, Tazem publico, qtie Banla ludo P0-" commolo preco
estao recebendo continuadamente as maisl Af.in,-,..
novas obras de ouro, tanto para senhora' lCIiy0(
como para bomens e meninos : os precosl.. ? mesa regedora da irmandadede
continuam razoaveis, e passam-se cotilas i V b d "osario, erecta na reja matriz do
com responsabilidade, especilicando a qua-: ,rpo ni0'.'reBuezia do S Fr. Pedro Gou-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando ?Blvc3 Jo Kecife, leudo de celebrar a sua fes-
assim sujoitosos mesmos por qualquer du- _.":i;r,me.'ru Jon"6o do mez do oulubrj
vida.-SeraDhim ( Irm;1o.
Prccisa-se de um eaixeiro que tcnlia
bastante pratica do taberna : na ra do En-
cantamento B. 13.
s curadores liscaes da massa rallida l*s "!lsar do Imado Rapbael Flix Jos C*rcia, sendo d | lesouretro,
autorisados a hzer o dividendo da mesnu Jojeliernandes Ferreira.
miSSS, convida aos credores, que anda n Jo "" r,1clsa-s <'e um Portuguez, com pre-
apresentaramseiis lilulos, para que o ficam "(la Datoral ,!,ls 'Ibas, que etitcnda de
ate o dia 15 de setembro corr nte na ra do Plallli,c.oeb> l,i,ra trabalhar em um silio no
Vicario i). 19, primeiro andar, certos de que lu8"'' t",VL'ssa '*> Kemedio : quem esli-
depois desse dia nBo podero ser ujaisad- iver nestRS clr^umslancias, dando pessoa li-
millidas. I dedi^na, que abone a sua boa con lucia, di-
sta
prara do Porto. """S"; '" >> empregaao.uas 8 lioras
- .rer,<-... .i------------...........:u. da "Ma as 4 da tarde.
co, dando-se 1000
silio do Muniz no
ROA DOJOJJEIMADO
FAZENDAS
mSEDA.Li SEM
LIMi0i.4LGAD,1

prximo futuro, cnvi i. para q-.inla felfa,
17docirrente, as ti horas da man., n
seu consistorio, a todos os irinSos, para se
reunireui em mesa, alim do elegorem os no-
------------- (------ ---------- ....... ''.'iiuii'i, n
Domingos Alves Mthes saca obrer??"';"8 Com CaeUno Pol le Veras, nesl
a praca do Porto. allandega, aonJo r.e empregado.das 8 hora
--- Pr.cis.-aede u*..*. que saib. co- d" A*g." u'nl'el
zinharo fazer lodo o n ais servico de esa : diario e o .uatenl" P, o
na ra do Caldeire.ro, taberna n. 68. uterro dos ZESSXL
Grande sorti-
ment de fazendas de to-
diisas qualidades.
Corles de vestido d( sf da de cores o mais
superior e moderno que ha no mercado. 3
Prrus de brctonli.i de inho fina com ( va-
r,s ........... :te'i00
Cortes de vestido le Ifia maliisdade novos
padroes com 15 co,iiln...... i>">iKI
Ditos de calr;a de casemira preta e de cores. V-000
Ditos de cutele de aor^urflo de leda de va-
rios padioes.......... 3,^)0
Chapeos de maisa Ira icez.es formas novas. 7;j00
Ditos de sol de seda........ TSjOO
Cencoi de cambrsia bordados, linos, para
mao............. 1A28Q
Dilo de dilu de linlio lios para mo. ao
l.ovas de teda de todas as qoali.lades, para
liomen-, s..'nliorts e mininas..... |
Paliliis de panno prelo e de core. 20?oo
Ditos de ergiMilina de coret escuras. 7OtKI
Ditos de fusl.lo de cores asselinada?. 69OUO
Ditos de brim pardo uno...... otXI
I'alils de alpaca prela....... 4:S)O0
Diloa de alpaca o gangas de cores. '. i>">00
Ditos de lirnn de quadiinhiu..... 3S000
(.mi lulas de alpaca prela e d? cures. 5jOU0
Romciras de relrol cum laco de seda para
tenhora. ........... ,,.mi
ChaUfl de merin bordadu m 2 pontas. l^^oilO
Ditos de dilo bordados em 1 pona. Ujuoo
Ditos de dito com lislra de seda .... ct)
Ditos de diluli-os......... 5-\OU
Dilos de dilo corn franj is de laa .... ."ijoOO
Dilos de 1:1a ailMiiasrjdos, prelos e decores. 3OU0
Dilos de chaly brdalos...... tliNHitl
Panno lino prelo c de cures, para lodos es prego*.
Selim pretu mac.io supmor, covado 3.000
tjrosdenaplts prelo e de curis,covado 29OOU
Seda preta lawada toi.erior..... S9300
l'upelina de seda de cares mateadas, co-
. Vi"1............. '.'0
Chalr de cores, com quadios de seda, co-
**............. 8J0
Dito de cores titos covado...... (jiU
La de quadros peqaeooi e grandes, cc-
. ,vad0 ,'........... (00
Lila e seda de novos padres, covado. 800
Mauritana de seda matiza a comciuco pal-
mus de larcura, covado...... ISfiOO
Uriali.a de seda com quadros, ramagens
lislras matisadas, covado...... 1SXM)
Sodas de quadnnhos, covado..... Jijo
Duqueza de seda rom quadrese ramaaetili 7j0
Muflulina branca e de cores, covado. :i^0
Chitas Trncelas linas ile novos padres, co-
.. nia\ .......... 280
Iroudoliaa de sed de. lindos gestos, co-
_ vad0?............ !)00
Causa rancezs linas de cores fita*, vara. i0
Em freme do beccj da ConiregBc.ao, passando
loja de ferngeoi, a segunda de fa/endas 11. SO.
CIDADE D VICTORIA
.No pateo da Matriz, na loja de cera da
(rente azul, cstao esposos venda bilheles
de tolas as loteras da provincia, e pagam-
se todas as sorles que sahirem nos bilbeles
iue lorein vendidos na referida casa.
- ltoga-se a Sia. I). Diunizia francisca
desonza, natural da villa da (larra, no Itio
de S. t-ra, cisco e provincia de Pernambuco,
ou a seus herdeiros, que vcnliam ou niandcm
receber a prle que Ihe locou do espolio seu marido Jos Seabrz, Lemos fallecido ties-
ta corte. Itio ue Janeiro 6 de agosto do 1857.
aterro dos Afosados.
.-.r
:0*&pli&
Couiprrm-se botijas vasiasa 80 rs. cada
urna : na ru:. da Senzala Velha n. l|(.
Compra-se eflectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, a plices da di-
vida publica e provincial, arcesdas compa-
nhias, o d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas atiantias. sobre Denhores.
Compra-sc um diccionatio ingle/., cm
meio uso: na ra Nova n. 41.
Compram-sc caixas vasias, isto lie,
quefossem de vinho Bordeaus ou Cognac:
na rita do Trapichen. ~.
Compra-se eTectivsmcnte pingos de
velas de carnauba : na ra do Vigario n. 27,
deposito de assucar,
Continui-se a vender sal da lina a
3?520 o alqueire, a retalho a 160 a cuia : na
taberaa da estrella do paleo do Paraizo
n .U.
m-s
Vende-se gomma de aratuta verdadei-
ra, pelo diminuto preco de 800 rs. a libra,
afiancando-se a qualidade: na ra Nova,
taberna ti. 71.
Na ra disAguas-Verdes
11. 46
vende-se urna parelha de 2 bonitos escravos
proprios para armazem de assucar ou mes-
mo engenho, tem excellento conducta, de
idade 18 a 25 annos, 2 ptimas mucambas
com todas as habilidades, de 16 a 20 annos,
1 moleque e 1 mulatiuho de idale de 12 a 15
anuos, 1 bonito mulato de idade 18 anuos e
1 negra para todo o servico
7 Vcnle-se um pretode meia i lade, pro-
prio para o servico de casa, de sitio, ou ga-
nbar na ra : na ra da Cadeia do Recife,
loja n. 50, esquina.
Vendem-se camas de ferro para sollei-
ro, muito fcil de se armar e desarmar ;
tambem alugam-se mobilias completas n in-
completas, com competentes fiadores : na
loja de trastes de L. Pugi, na ra das flores
n. 11.
(grande sorti-
inento de corles de coliete
a l500.
Vendem-se na ra do Queimado n. 21 A,
corles de coilete de cssemira de lodas as
cores, e lindos goslos.
Casensiras de
C|ii idro.se lisas, de < ores,
h 1^200 t,cova!o.
Veniem-se na ra do Queima lo 11. 2l A,
casemiras lisas e de quadros, fazenda pro-
pria para roupa de menino, o de muitu
gosto
i Hencao.
Vende-se milho cni saceos, vindo ltima-
mente de Fernn lo, por preso mui commo-
do : na ra Diielli n. 76.
VEADEM-SE BARATO,
na run do OJfimado, loja da esquina do
neceo da Congrcgac5j n. 41 : chales de me-
rino bordados a S-000, ditos de dito brda-
los a velludo a I5>, ditos de dito liso 3^50,
dilos bordados em 2 peritas H/, cortes de
coilete de velludo 6?, chapeos de feltro mili-
to linos ti?, dilos de massa, boa t'.izpn.la, 79
ditos de merino com mola StfOO, crtesele
chita com pinta de molo 29, lenr-os de leda
muito linos ifeoo, chita trancez. muito lina,
o evado 2t0, lencos com bico a 210, muse-
lina branca lina, o covado 340, luvas de pel-
lica para senhora 500 rs.. chapeos deso
de seda a 7;, riscado frincez, o envado 200
rs dito inglez, o covado 160, cortes de cam-
Draia de seda 5/000, ditos de brim de linbo
de cores a 18500, ditos de casemira a 3/500,
litosde cambraia, fazenda fita a 23400, e
oulras multas fazendas, que pela quantida-
de nao se pode mencionar. Dao-se as amos-
tras com penhores.
Venda-so um cabriole! em bom
esfado e com os seu competentes ar-
reios : no aterro da Boa-Viila 11. 35,
rasa ile I' irier. '
No Forte do Mallo, armazem de llemeterio &
Irma, vende-se fejio de boa qualidade e gomma.
--- .No Itecife, ra da Cruz n. 18, segundo
andar, vendem-se 3 escravos pesas.
Gomma do Aracah
Era porsoes e a retalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Paronte Vi-
3 una.
O dono da taberna grande ao lado da gro-
ja da Soledade, avisa aos seus freguezes que
de novo recebcu urna oorsao de saceos gran-
des com rnilhoe fe 1 jilo mulatinho, c arroz
de casca, (u lo o melhor possivel, e vende
por menos que qualquT oulro.
Mil
!:o.
Na ra da (;uia, taberna n. 9, ha milho cm
sacc s grandes, por preso commodo
Vende-se urna boa esa lerrea na ra
da Conceisilo da Boa-Vista : a tratar no
aterro da Boa-Vista n. 43, segundo andar,
das 6 as 9 horas da manh&a c des 2 as 4 da
lar le.
Vende-so urna prcta de naso Itebolo,
de meia i lade, cozinha, lava de barella, tra-
halba no campo e he boa quitandeira : na
ra Imperial, becco do Lima, casa n. 14.
Vende-se ou aluga-se por atino um si-
tio na estrada do Monteiro, o qual acaba de
ser oceupado pelo sr. cnsul hespanhol ;
lem jardimao lado, copiar, cocheira, estri-
bara, cacimba, quarto para criados, e com
sabida para o rio, e lodo murado : os pre-
tendentes poderao dirigir-sc a botica doSr.
Bartholomeo Francisco dcSouza, ra larga
do Itosano n. 36.
Vende-se urna escelientc mulata mo-
Sa, muito prendada, e propna para casa de
familia por ser muito humille c honesta,
cozinha. engomtna e cose, tudu com perfei-
cao: quema pretender dinja-se a ra dos
Martvrius 11. l, que la s3 dir.
Milho e feijio.
Vendem se saceos com milho muito novo
e fejSo, por prego commodo : na ra do
Queimado, loja de ferrag<*ns n. 14.
Vende-se urna mulata na ra da Ale-
gra n. 4, que cose, labytinlha e marca per-
fe la mente, lava e engo-nma, pronria para
vesly umaseniiora, e trata com aceio e per-
icisao de todo o arranjo de urna casa.
Garande pechin-
cha
Brilhantina branca, Iranceza, muilo fina,
pelo haratissnno prego de 3-20 o Covtdo, cor-
tes de laa para vellido com 15 covadosior
4300, alpaca de seda de cores a 320 o cova-
do, casemira lisa propna para forrar carros,
muito lina a 2/ e 2^200 o covado, lencinhos
de cassa para meninos a 80 rs. cada um ; na
ra do Queimado n. 19, Inja de Saulos
Coelho.
Vende se um mulatinho de 6 annos,
muito lindo na ra da Ponha 11. 9, quem o
pietender, pode ir velo a qualquer hora.
PARA OS DESTES.
Elixir contra as dores de denles, o melhor
que tem apparecido, do hbil dentista........
que se demorou .-Iguns dias nesta prasa, e
seguio para o Rio le Janeiro ; o vendo o
bom resultado que tirou. fez um deposito
na prsca da Independencia u. *. Preso IOoO
cada vidro.
BARRIS VASIOS.
Ven!em-sc barns de 4.-novos, ehr-gados
ltimamente de Lisboa : no armazem de
Carvalho cV Ir ao, na ra do Brum.
Ven lem-so brinquedos da puericia :
Manual de 25 paginas, contendo dialogo em
prosa e verso entre as lettrss do alphabeto,
liegras Doutrina cbristSa, modo de ajudar a missa,
laboada de pytbagoras, Hogras de civili Jado
ou manual do bom tom adoptado para uso
das escolas de ambos os spxos 10000, Revista
da instrucsao publica para Portugal e Brasil
160 rs., Compendio da historia romana pelo
Sr. Dr. Dourmmoni500rs., (legras om verso
para arilhmelica e para grammalica, coma
dupla utihdado de fcilmente se decoraren)
e lerem simultneamente por ser o seu pre-
so diminuto, 40 rs : na ra ISova, botica do
Sr. Santos.
Vende-se urna escraval de naso, de
boa figura, de 25 annos, com habilidade : na
ra de llor tas n. 60.
Charutos.
Vcndcm-so n* ra de Collegio, loja n 13,
a 7^200 por milheiro, em massos do 50.
Valojadef zen-
cas ao |> do arco de S.
Antonio se est torran-
do por poueo dinheiro.
Cambraias de cor muito finas a 440 rs. a
vara, ditas a 480, mussulinas de cor, padroes
muito delicados a 320. 340 e 400 rs. o cova-
do, chitas frnnc zas a 360, 280 e 240 o cova-
do, ricas fazendas com listras de seda para
vestidos, por barato nreso, chales de chaly
com listras de seda, ditos com palma, ditos
com 2 palmas, grande sortimento de goli-
nnaa e manguitos de todos os presos, cnfei-
les para cabega de senhora, ditos para pes-
coco, pulseirasde froco de todas as cores,
pentes de tartaruga para senhora, ditos de
volta para menina, lensos do cambraia de
linho bordados para senhora, ditos lisos pa-
ra homem, chapeos para baptisado de me-
nina, seda de quadros de tolas as qualida-
des, grodenaple de todas as cores, tudo por
barato preso para adquirir freguezta.
Toalhas.
A' ra do Crespo n. 16 B, chegou um sor-
timento completo de toalhas do linho e al-
godo para mesa, de diversos lmannos, as
quaes >e ven lem por moiieos presos Na
mesma loja existem ainda algumas toalhas
do puro linho, lisas e adamascadas, para ros-
to, e una porsao de guardanapos.
--- Vende-se a melhor loja do fazenlasdo
Passeio Publico 11. 9, com poucos fundos, a
dinheiro ou a prazo.
m Cunto
QUE ESTA" TORRANDO.
.Ya It/t do canto, na rtit
da L'adeia Na um completo sortimento de fazendas
por presos baratissimos, ricos cortps de se-
da de bonitos padroes a 22?000 e 255000 reis,
chales do loqiiim muito linos a 25-000 rs.,>Ii-
los de merino bordados na ponta a 133500,
e muito linos 3 209 rs ditos bordados de
velludo ,1 1 la rs mantas de seda de padrOes
bonitos a -$, 8/e9rg. cada urna, chaly
com listras de soda a 900 rs. o covado, ricos
co-ies do casemiras a 49, 5? e 6s rs c muil
tolmos a 6?800 e 73200 rs., pannos avellu-
dados para runa de mesa, de padrOes muito
bonitos a :5> rs. cada um, seda de cores
com titulo de mclin'resdo senh a 1.3 rs. o
covado, seda branca a 1/400 rs. o covado,
pliittllu de linho a 560 rs. a vara, cassas es-
tampadas de cores lisas a 460 rs. a vara, lu-
vas de seda pretas e de eres para senhoraa
a l?600o par, ditas para homem a 1;6"0 rs.,
setmi pido mscao a 2*900 e 33 rs. o covado,
panno Gnu prelo a a?500 33, 49, 59, e 63 rs.,
e n.tiiio lino que faz admirar a 73200 rs. o
covado, modernsimos cortes de vestidos
para senhora, de barege, de seda com lindos
enleiles de Troco a 35s rs l.lig de muito
bonitos gnslos, e fazenda muito boa a 19200
res o cova lo, madij-oloes de diversas qua-
1 ladea, e por presos como.odos, mussulina
branca a 300 rs. o covado, ditas de cores a
310, 3C0i'38O ts. o covado, lensos de cassa
estampados, decores flxas a 140, 160, 180,
200 e 280 rs cada um, e a duzia a 13500 2/,
2-3500 e 33 rs., mantas pretas de seda a 9/500
e 109500rs., chapeos de sol para senborasa
23500 e 89500 rs., ditos para bomein a 63500
e 7-3 rs., ditos do mola a 53100 rs., ditos de
massa muito finos a 7/rs., e muito m.is fa-
zendas ; a ellas, venham conhecer a ve'dadc
do exposto: na mesma loja da-se as amos-
tras das fazendas, e tambem se leva amos-
tra para casas de familias.
Lavatorios de ferro.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife 11.
36, armazem,
- Vende-so cera em grume, de superior
qualidade : na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar.
Vendem-se na Ponte Velha, atraz da
serrana, caibros de 30 a 40 palmos, csteios
para casss de Lupa, ou estacadas, para o que
sao proprios pela qualidade da ruadeira : os
caibros sao das melhores qualidades, tudo
por diminuto preso.
Sal do Assu'
Vende-se a bordo do brigue Mara Luzia,
fun leado no quadro da carga, amarrado ao
arrecife, a preso commodo. a tratar com An-
tonio de Almcida Comes, no seu escriptorio,
na ra do Trapiche 11. 16, segundo andar.
SAPA TOS DO AlUCAlY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para bomens e meninos, de palla e de
orcinas : em casa de Caminha .V Filhos, ra
da Cadeia do Hecie n. 60, primeiro andar.
Vende-se ou aluga-se para passar a tes-
ta um silio junto a povoacao da Varzea, com
bstanles arvores de fructo, com casa gran-
de : a fallar na ra de Norias, sobrado n. 2,
segundo andar.
ROVU RAPE.
Recommenda-sc aos amigos da boa pitada
o expeliente rap novo princeza, ebegado do
Itiu de Janeiro pelo ultimo vapor, c se achu
a venda a I5OO a libra : as lojas n. 4 da
prasa da Independencia, e n. 5 da ra do
Crespo ao p do arco.
Vende-se na ra Direita n. 19, cha de
familia a 800 rs. a libra, dito do Rio muito
fino a I38OU rs dito da India a 23200 rs ,
toucinno de "autos a 240 rs. a libra.
/ios Srs de en-
genho.
A l.i.sOOO.
ptimo bacalhao Je escama : nos ar-
mazens de Tasso I muios.
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, c de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor &C.a, ruado
Torres n. 38.
o Pregui^a.
QUE ESTA QUEMANDO.
Na loja do Preguic., na ra do Queimado,
esqui-ia do becco do l'cixe frito n. 2, ha um
completo fonimento de fazendas que se
vendem por presos baratissimos, notando-
so entte ellas mussultnts braness linas a
320 rs. o covado, ditas finas a 400 ts., ditas
de cora 360, ditas muito linas a 400 rs., ris-
cados monslros de lindos padioes a 220 rs.
o covado ditas francezas escuras de lin-
dos pa roes e cores lisas a 260, ditas ditas
de pairos claros c miulinhos a 280, ditas
muito linas a 300 rs., peles para sala a
3380o, pesasde brr.tanha de rolo com 10 va-
ras a -JsOOO cada urna, cambraias francezas
de lindos padrOes e cores lixas a 480 rs. a
vara, cassas organlys de cordo oda linios
padroes a 500 rs. a vara, cassas francezas
Vende-se um sitio na Torre a beira do
rio : na ra dos Pires, junto a cama d'agua.
Vende-cea verdadeira jjraxa ngle-
za n. 97, dos afamados fabricantes Day &
Maitin, em barricas de 15 duzias Je tx>-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nhia, 11a ra da Crncn. 42.
VENDE-SE
na ra do Trapiche a. 34, escriptorio de
Novaes& C-, superior vinho do Porto, em
caixas de tima e duas duzias de (/arralas :
a' preco commodo.
Pl

Em casadeRabeScbmeltau't&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudom-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hambnrso.
F CAAS de ferro
Ksceilenles camas do ferro para soltoiros :
vendem-se no escriptorio do sgenteOlivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
311 a 8 r.
. H CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barrica
como em porsao o a retalho, pur com-
modo preso para acabar, e muito bom no
armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
No escriptorio de Domingos Alves
iMalhens, na ra de Apollo n. 23, lia pa-
1 a vender,por precos mdicos, o seguinte:
Ricos e elegantes pianos.
Enchadas porttiguezas.
Cochins de linho para motilara.
Coeiros de barra.
Muito superior couto de lustre.
Tintas de cotes, preparadas.
Balanceas decimaes.
Muito ricoe superior papel para fono de
salas.
Superiores charutos da Babia.
Fumo em l'olha.
Pedias de lousa proprias para mesas de
cosinha.
Bren.
no armazem de Tasso
Barriscom breu :
Irmaos.
Aos pas tic familia.
Vendem-se caixinhai com 50 libras de
bacalhao novo, chegado ultimomente, a
7,s00<) acai\a: nocaes da allandega, ar-
mazem de Tasso limaos-
Vendem-se cortes
2s5b0 : na ra e
le cessa escosseza
111 uno unas a 60u rs. a vara, lensos para
mao a 120, ditos com bico muito finos a 360,
corles de casemira de lindos gostos a 5-3500,
dilos linos a6, laazinbas de quadros pro-
prias pjra calcas e palitos ;; 560 o covado
riscados francezes ue quadros a 240 o cova-
c ed Zfv!8'?-'8'5601'' cintas do largura, muito proprio para toalhas e
o covado rha,?K Padro.'s.,6. ** 200 i lenses, pelo baratissimo preso de 600 rs. a
do, cortes de brim de puro linho cutidos
padroes a 2f00 e 2;600 eada um. cortes de
castor cncorpado para calca a 13440, ditos;
de brim oscuros paia calca a '
esc
rs.
q
Simos presos casineta preta muito lina a
132)0 o covado. ricos corles de Selim bor-
dado para collelesa 43 cada um, cobertores
para escravos a 700 rs lensos de seda de
lindos p dioes a 23000 cala um, e outras
tnutta, razendaa que todas se vendem por
baraltssimos presos, e se darao as amostras
com penhores.
Vende-se urna preta de meia idade : na
(oa-Visia, ra do Rosario n. 58, derronte da
ra do Aragao.
lo Cicspo n. 23.
TOQUE DE
1VARIA.
A dinheiro
Pesas dealgodaoliso, largo, encorpadoa
23, 2/240, 25500 e 21800 a peca, dito de si-
cupira a 2?, 23240, 2/500, 25800 e 35 a pesa,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran -
Sado largo a 100, 120, 140el80rs a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a ra da Cadeia.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lasSo do moinho de vento da praia de Santa
Hita.
Cli\peo9 Vendem-se superiores chapeos do Italia,
recentementechegados, a prego commodo :
na ra do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
tfende-se
Cortes de. lan para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 15a de lindos pa-
droes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preso de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
11 elogios.
Os melhores relogios de ouro, patento in
glez, vendem-sc por presos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do itecife n. 62. primeiro andar.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C., roa
lo Torres n. 38.
N ra da Cadeia defronle da RelacSo, venda
n. 28 de S. Campos, vende-ie e aluga-se, mpe-
riores bichas liamliuruezas, em porreo e a reUllin.
Vende-se na ra da Cadeia n. 28. superior
presunto portugue/. inteiro a 40 M., e mais objeclos
por prero commodo.
\trro da Boa-
Vista n.
Vende-se bom c barato.
(le chegado este estabelecimento, vindo
de Fransa no navio l'arahiba, urna porsSo
de chocolate de todas as qualidades e amei-
xas em laltnhasdc 3, 5 e 10 libras, conser-
vas alimenticias de peises, em latas grandesa
linguados a 23500, salmonetes a 25700, sal-
monetes frito a 23300, cavallinha a 23800,
peixe espada a 2200, Itnguisas de Lisboa
novas a 500 rs., presunto para fiambre a 700
rs., dito de Lamego a 520, cha hysson com-
mum a 29*00, dito fino a 23560, dito Jtim ,
23800, dito pcrola a 3/400, macarrSo a 320 e
480, tlharim a 320 c480, alelria e 400 e 560
rs., eslrellinba a 600 rs,, massa de tomates
a 720 a libra, marrasquino lino, licores (nos
em garrafas grandes e pequeas, latinhas de
biscoitinhos linos inglczes, bolachinhas de
soda, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades e muitos oulros gneros que "seria
impossivel annuncia-los, tudo por preso
commodo, para acabar.
Agencia
da fuiu.i<;fio Low-AIoor,
ra da Vnzala Nova
11. 48.
Mcste estabelecimento continn'a a have
um completo sortimento de moendas emeias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanbos para dito.
CU DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
preso commodo : na ra de Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECRETARIAS.
As Qielhores que at boje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptolio
do agente Oveira, ra da Cadeia do Itecife
n. 62, primeiro andar.
Algodao uioiistro,
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste xaropo
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
Nova n. 53, garra Tas 55500, e meias 3c0O0,
sendo falso todo aquella que nSo for vendi-
do neste deposito, pelo que se faz o presente
^nARR PASA 0 PIBLICO.
EdS',ln'' Pleuriz, escarros de
Knnaaeset0daS*am0,est" Prgaos
Na ra do Trapichen. 11, vende-se
por prero commodo o seguinte :
Cliampanha em caixai de duzia, da bem
acreditada marca de Comtede Maicutl a
o,S a caixa
Champanlia caixas de duzia da bem a-
creditada marca estrella a 30s, Tin|10
Bordeaux em caixas de duzia, cognac,
garrafas vasias em caixas de duz.ia e ver-
dete em barris, tudo por preco muito
commodo.
LICORES SUPERFINOS
da mais afamada fabrica da Eupora, em
caixas sortidas de varias qualidades:
vendem-se no escriptorio de Brender a
Brandis&C: na ra do Trapiche n. 16.
Vende-se urna escrava de idade 26
annos, pouco mais ou menos, que sabe
engorcmai, coznhar, lavar e tambem co-
zealguma cousa, de muito boa conduta :
na ra do Livramento loja.n. 53, se acha-
ra' com quem tratar.
Com toque de avarii.
Na loja do canto n. 54, oa ra da Cadeia
do Recife, pesas de algodao com peque-
S^nn S22L* d,l8S de niadapolSo a 29,
23200 e 2a500 rs. a pesa, lensos de cassa com
avara naspontasa 100, 120 o 140 reisca-
u3 um.
Aos b&liiileiros
Venbam ao canto, que est torrando pesas
le chita proprias para forro de babu", a
43S00. 49700, e mais linas a 59500 rs ca-
da urna- '
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonele e de vidro
vendem-e a preco razoavel,' em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
rleta do Recife, armazem n. 36.
oeposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a preso commodo rap fino,
iri?lll'AgrW?0' da editada rabrica
SR ten0 T VaprS- W"dw I -
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Noves & C, barris
de ierro, ou cubos hidrulicos ; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
Sellins'e releaos.
SELLINS e RELOGIOS deplente
jagle : a venda no armazem da
toalron Kooker & Companhia, ei-
qoma do largo do Corpo Santo no-
mero 48.
Carne secca do ear.
Vende-se superior carne secca do teara.
por commodo preso : no armazem de Luiz
Annes, defronte da allandega.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicSo de Ierro de W. Bowman
na ra do Bium, passando o chala-
ri/, continua a liavur um completo sor-
timento de tachas de le 1 o fundido e bali-
do, de a 8 palmos de bica, as quaes se
echara a venda por preco commodo e com
promplidao, einbarcam-se 011 tarrepam-
se etn carro sem despezas ao comprador
h,""^ ''udo orrente mez desetem-
s^'tn l ?"eenh0. Qne.madas freguezi. de
*.?.! *"lf fu8' o escravo Bernardo, cri-
oulo. /dade de 18 a 20 annos, bem apes-
soado, cara redonda e lustrosa, res seceos
eem um delles f.lta-lhe a uha do dedo
grande, o he canhoto, e mais que tudo um
s.gnal mu.to evidpnte, que heterumaci-
f,rl.n'/C0,U8dS a,iod"-eU. sahiocom
trouxa de roupa fina e algodao, chapeo de
couro, e alparcalas de que sempre usa
suppoe-se ter tomado. direc?aode Caruaru'
por ter muita tnclu.acao ao serviCo de va-
msss nesla "aonde te So
mu tos tempes, ou mesmo qualquer outra
parte, pelo que o abaixo ass.gnado rog. a"
autoridades policiaes e cvpiUiea de campo
apprthensao, e conJuceSo ao supradito en
genho, aonde sera recompensado com Iflfa
res.Padre Antonio Vieira de Mello.
Altencao.
No da 23 de agosto prximo passado, fu-
gio do engenho S. J0S0, f eguezia do Porto
f ,\c esavo ioulo de nome Damiao,
dado 25 annos pouco mais ou menos, bem
ladino, barbado, com suissas, baixo e gros-
so, levando comsigo 4009 rs. em dinheiro,
e umpolro rodado de segundi muda; tem
mat, e urna mana, moradores nesta praca
em Fora de Portas, e suppe-se que pororT
le anda inutula-se por forro : quem o pegar
leve-o nesta praca a Joaquim JosRamos.n
ra Augusta, casa defronte da de n 17 ou
no supradito engenbo de seu senbor Jacin-
iho Alfonso de Mello, que sera generosamen-
te recompensado.
rugi no fim (de junho do corrente
anno, do engenho Penanduba, urna oreti
cnoula, de nome Sabina, tom os sianaes
seguinles : coi fula, altura regular, cheia do
corpo, com urna cicatriz na testa, e com
15 a 16 annos, cuja escrava tinha vindo ha
pouco do sertao do Pombil: quem a appre-
hen.ier, leve-a ao dito engenho, ou a praca
da Boa-Vista n. 32, primeiro andar, que ser
recompensado.
2009000 de gratificasSo,
a quem pegar os escravos crioulos, Lauren-
ttno e Manoel, por antonomasia barbeiro
o primeiro de idade 25 annos, alto, nSo mui-
to remido, rosto comprido, sem barba bem
parecido, e muilo pachola, levou chapeo do
Chili, e gosla de trajar bem : o Manoel tem
a mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
reniino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernaa grossas.
pos bem fetlos, traja calsa e jaqueta, e levo
chapeo de palha da Italia ; tem cicatrizes as
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia um moleque de nome
Alexandre. que com elles aprenda o olicio
de pedreiro, cujo oll'iciosabem perfeitamen-
to ditos escravos : a pessoa que apppreben-
der qualquer destes escravos e os entregar
na cadeia da cidade do Itecife, ou os condu-
cir ao engenbo Boa-Esperansa, na freguezia
dol.imoeiro, recebera a dita gralificacSo e
mais desrezas que bzer.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na comarca de pflo
d Albo, o escravo Antonio, Casange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pem.s finas, he casado, e tai-
vez tcnba algumas marcas de relho as na-
degas por-ja ter sido castigado levemente :
esse escravo foi de s herdelros do hnado t'ae-
tano Consalves da Cunha ; consta que este
ve cm .s.nlo AnlSo, em casa do Sr. J0S0
francisco, asim como consta que em Pajea'
existe um escravo com os mesmos signaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nbo, ou uo Itecie, na ra da Cuia n. 64, ou
delledcr noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; e quem o Uver em .
seu poder, lique certo de sua punisHo com
todo o rigor das leis.
l'EKN. IYP. DE M. F. r>K PABLA 157


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9TC3XOSP_WOY43L INGEST_TIME 2013-04-26T21:09:52Z PACKAGE AA00011611_07832
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES