Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07829


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Full Text
MO XXXIII N. 208.
Por inezes adiantados -ijOOO.
Por 3 mez.es vencidos 4<300.
NARRADO \i DE SETENRRO DE !8o7
Por auno adiantado Ia'OO.
'orle franco para o subscriptor.
ENCAHBKGjDOS DA 8UBSC&1FCA DO NOBTB.
Panhib, o Sr. Joao Rodolpho Gome* ; Natal, o Sr. Joiquira
l-P.relra Jnior ; Araealj, o Sr. A. de Lemot Braga; Cea-
re\ o 8r. J. Jos da Olivaira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
qnet Bodriguct; Piiuhy o Sr. Jote Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Jurlioo J. Hamoi ; Amaionai, o Sr. Jtronvmoda
Coi>*.
partida dos corvamos.
Oliuttt, : tuil.>s o* ttias. M 'i Hala doras du dill.
IfEurdsu'. Goiaaatfl Parakilia: nu segnjulu e eautas-felraa.
S. Aniu,. n, /. r -. B.....13, Caruur.', Altinho e Gecaabaiw: na lerca-fe
S. Lour.-nro, Pao d'Alfco, Nazaretb, l.iin.-:ro, llrejo. PtttsfMtra, l.*a*
Florea, ViUas-nella, Boo-Vaiia, Oarkry a Ei." aaaortaii-eirai.
CaAo,lpoJaoa,Svrahleai, Rio Potbmmo, Uu, Barrein, Agoa-Prola,
eleiraae ->al..l; quituas-ri-irai..
Teioa OO OOrraioa partein as lo huras Ja m.-.ni,-..
AUDIENCIAS DOS TttIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do cominercio : segundas a quintal.
Relacao : terca eirai a labiado.
Fazenda : quartai o aabbadot al 10 horai.
Juizo do commercio : segandaa a> 10 horai a quintas ao meio dia
Juno da orphaoi : segundas a quintal ai 10 horas.
Prirn.ira ara do eivel : aaguudaa eieiuaao meio dia.
Segunda ara do elvel ; aartaa a aabbadoi ao meio dia.
EPb.KMEb.IDES DO MEZ DESF.TEMDRO.
4 La cbeia ai 2 horas e 47 minutoi da nianha.
10 Quartu minguanteaiS horai e 30 miuuloida tarde.
18 La nova ai 3 horai a 13 minutos da manbaa.
26 (Ruarlo crcente ai 6 horas e 40 minuto da manhoa.
PREAMAR DB HOJE.
Primeira ai 10 horai e 54 minutoi da manbaa.
Segunda aa 11 horaa e 18 minutoi da urde.
DAS da SEMANA.
7 Segunda. S. Regina v. m.
8 Terra. : Natividade de i\. Senliora.
9 (.lijarla. S. Doro'heo m. ; s. (Jorgouio m.
10 Quinta. S. NitoloTolentino ; s. .Nomesiano m.
11 Seita. 8. Theodoro pcnilriile.
12 Sbado. S. Macrobio m. ; s. Lignrio m.
13 Domingo. 16 OSS. Noinc de Mara.
PAST1 OFFlCiAL
E.M.AKKEGA'IS DA 8CBSCHICAO NO BUL
Alagoai, oSr. Claudino Falcao Dial; Baha, o Sr, D. Dupii
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martn!.
EM PEKNAMBl'CO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de tana na iu
livraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
imr para entrar na ordem doi Irab.ilhos, om pare- planlar para o nuuo paiz tolas eisas reslricces
c.r da lerceira commis.ao de orc.me..l.. ./",,do ""'a,"m" ""'*-.. m. B ., mida4.com a legitlacao" de lodos os paizes n3o he 11 .dales da prora.
Icusivoao capilSo Antonio Joaquim Rodrigues Br- Eu live em minha mao, Sr. prest lenle, um pro- de.coii.avel no Banco I Ja ve a catnara aue estas casa
ba e ao, maisque ,e acharen, em Idntica, circums- |jecto que expr.m.a o pensamenlo du governo nessa Nao pu.so poi Sr? presiden.*, acompanhar o, ni- qocm VSXifZSZm ^X*m
furmidade com a legislarlo do nnsso paiz, de canfor- realisam estes desconlos, supprindo assim as neces-. e enlrado nos do the'otiro. sem lerem preeuchido as
fanrc/iet de meio circuanle.
Admira-me, Sr. presidente, que seinelliante pro-
pottc,ao podesse str enunciada Percunlare cu. te-
O maimo brigadeiro (endo em vista que nao sen-
do a(orisado por le o casino da chbala ap.licailu
aoi toldados ; mas tim o prancha, manda prohibir aquelle castigo por Ilegal,
tubsislindo etla nos casos eipressamenle delermiua-
dut nos arllgos de guerra, a nas leis mililares.
Prohibe, oulro un. qua os Srs. commandanles de
II. Ajunte-se a quanlia de 51:71:29 a'verba I Estai ideas, Sr. presidenle, flo da minha parle manir parle dos gneros importarlos sem lilulo al-
arsenaet, por accrescimodcdespeza provenicn-' urna verdadetra concessao, poi, no ineu entender, gura! E, senhores, em honra do noso luit emlion-
le da acqoMcSo de operarios ollimamenle engajados para que fuuccionasse cora vantagem am nomo au ra do commercio do pail, declaro que nlo ehegoo I t bancaria.. oiu ai realisam conlenlam-'e eeta
para m ullicinas mecnica. o principio da dlvirto do capital dat toeiedadet em unis ao mee ronhecimento o.n '
5 !- Augmenle-te a' verbacapilanias de | cominau lila por acedes, n.lo era preciso, cornija
porlosa quanlia de I::(i.)c8)i pelo augmento de disse, tamanba tomina de relricrfs ; poderia tal-
elguite vencunenlot, inclu*ive os do capilao do por- vez isto vir a ser conveniente quan io o exercicio
lo do Rio de Janano, que pastain a ser de coimnaii- | desle principio nos apreseulasse abusos Ues qut. fos-
curpus far;am remessa dos presos de comern, e de do pea anima tabella. i se inJispeusavel evilalos por meio de correctivos
ooirot crimes pare as fortalezas do Brum e Buraco, $ 15. A' verbaliospidesjunle-se a somma i-dequados : entretanto aprecian lo as ideas que pre-
seroi previa auloriucjlo do quarlel general. I de i:o6*)S para os veiiciineutc* dos empreados n : dominara em circuios importantes, e jolgando que
Declara auetnle por ler excedido, desde 31 do mez I enfermara que se muuduu crear na provincia do
pa vinria do Marauhno, o Sr. alteres do 10 de infanta- Sala das romtn"es, >> de jtilho de I87.
ra Antonio Nocueira Pinto, que na forma da le va.
ser chamado poTedtal.
(Aasignado).Jojo Jote da Costa Pimentel.
Conforme.Demetrio de Uuswao Coelho. Alfe-
res ajo.lome de vnlent encarrrgailu do detalhe.
Joao Jote da Costa Pimeulrl, guarda roupa de S. M.
o imperador, commendador das ordena de S. Ben-
lo de Aviz da Itosa, cavlleiro da ordem Impe-
rial do Cruzeiro, condacorado com a medalha de
ouro ta campanha do e-u lo oriental do Urngoav,
brigadeiro do exercilo, iuapeclor geral d'armaa e
arlilharia.e das forllficacet e deposito de arligot
bellicos, commsndaiite dn armas iulenno da pro-
vincia de I', rn mi.bur, etc.
Fago saber ao Sr. alferet do 10 balalbao de infan-
tina > Antonia Nogoeira Piulo, e a lodos aqnellet
qu puderem e quizer.m fazer chgir ao sen couhe-
cim.nlo. que nSa lenrto ella comparecido no da I.
docorrenle por se 1er finalizado no inlecedenle a li-
lenja de Ires mezrt com que eepflio |>ara a provincia
do Maranhao, foi ne>la dula declarado aosenle em
ordem do da sub o n. 20, e lie ehamide pelo pre-
sente edilal para que se auresenle dentro do prazo
de dont mete; a conlar de hoje, sob .pena de proce-
der-se a retpcilo de toa falla de comparccirnenlo nos
terinne da le de 2 de maio de 1833.
E para que o referido Ihe cnnsle, fiz lavrar esle
edilal que assigne, t fiz sellar com o tele dai r-
tnat imperiaet, e que sera' publicado uas gazelas
da-la cidade.
Quarlel gaera] da cidade do Retira em lo de se-
lembro de 1857.
Joao Jos da Cosa Pimeulel.
11
OBuEM DO DIA. N. 21.
brigadeiro cominan lanle dai aunas interino faz
cario, para ot fins convenientes, que em virlude de
deliberadlo da presidencia commuuicada etn ollcio
de 9 de correule. foi linutem dispensado do aquar-
lellmenlo por serem os eus serviros necessnnos na
thesnur-ri. de /nula em cuja repartirlo lie empre-
gado, o Sr. segundo lenle do I. .balalhao de ar-
tilharia da guarda nacional Elcodoro r'ernandes da
Croz.
(Assignado. Jo3o Jos da Cosa Pimentel.
Conforme.Demetrio de (,miii3o Coelho, alteres
ajudanle d'ordens encarregado do delalhe.
Dioeo Velho.V. Pederneira*.L. A. da Cunha
Mallos.
" No S II acrescml-se :
Igualados os vencimenlus da almoxarife e es
proporeao, p
melhor garanta que cfferecem as Iranrarees que lie por so que applau.li o pensamenlo do nobre
all eltecloam, e que sao de natore tal que as ra- ; minislro da hienda, qoando re corpo legislalivo o aulorisacao que Ihe foi concedida,
faci de que inonle, com una tlilfeiert;a no premio na ro/Ao de | de depoitar no llanro ,|o Brasil esset valores para
para que pase a le que se discule seritm neeessi-
rias essas reslricces, nao tluvulei subscreve-las.
Os dous projecloa me parece que eucerrom suffi- I que minia gente sem exaine pietan.le irrogar Iho ? nal, pelo pequeo risco que se corre e
cenles garanliaa, garantas que idiegain, que so- Como o simples f*clo qm acabo do apontar, de se a la i solida como a do Itio de Janeiro.
Iiram mesmo, para que se po coiiveiiieules que envergara os horaens das reslric- anuos tem ura documento qaalquer que mosiras-e ; fundamento para que da tribuna do senado se lan-
jea, a divio do capital das sociedades em com-1 que a divid exista, com esle simples tacto sustento i ca-e urna p ha a esses estahelecinienlos, porque
precisas para o inellioramenlo das barras do Mara-
nhao e Ra Grande do S I Cruz Hachado.Arau-
jo Brusque.BarAo de Porto-Alegr..Jacinlho de
Menion^a. o
Todaa as oulras foram regeila'"a.
Veem a' mesa as seguintes declarajes de vol :
haj
mais boa f, que esteja em mellures condiret
de inoralidade do que a Jo Rio de Janeiro. Apoia
dos.)
A questao dos ttulos ao porlalnr den anda logar
a uin oulro acto da directora d> Banco - que a divida exista, con esle simples tacto ansenlo i ra.e urna p ha a esses
crisflu do, arsenal de Pernamhuco aos coalorice foi delerminado pelo S II do arl. 5 d.i: consignadas nos projecloa terao convenid is em le.
le n. 770 de selemhro de 1854, ficaudo assim alte- A divergencia entre o meu projeclo e o :!os illus-
rada a tabella que balmo com o decreto n. I,769lIreamembroi que fotmim a rnaiorio das duna cora-
de ldejulhode 1857.Aiagao c Mello.Diogo mis-Oes apenas Us esaencial em dou< paraphapho<,
>clho. olSeoll. Xo5 10 doprojeclo da maiuria das il-
Acrescenle-se ao i I do arl. jlicando o go- | lustres commissoes ap, arece a idea de urna resine-
vento auto-isa lo a despender as quanlos que forem cao do exercicio du crdito commaiidil.irio, quou.lo
se trata de sociedades desla ordem, que I -nhaui por
objeclos o emprego de captlaes era genero de ah-
iDenlacgo.
Eu, Sr, presidente, aceilei nio esla reslricrao es-
lab.lerida pelos honrados ineiuliros pela mesla ra-
zio que induzio o liourados membroa a couai.ua-la
iroca de quaequer valore, realisaveis para solver
seus dbitos ; maiealandu no tliesouro retida urna
parle desse meio circuanle, he claro que as Iran-
s1c5f.it do piiz hao de reseulir-e dessa falla, e que
nao poder ser demorada no thesooro urna forte
las com o Banco do Brasil ; sjmma de meio circuanle sem grande inconveniente
nao foi juIo, pois, o nobre ex-presideule do Banco
em at111 Imir a molivos menos uolires, urna diver-
gencia consciendota sobre o svslema aJminisIralivo
do Banco do Brasil.
Vqui, senhores, lera lusar alzuma* sueciutas re
que, a nao ser a circum-taucia de s? lerem Instilo!- 1 HexOes sobre a qucslae lautas wie* debatida, se le-
,t.. ,# uta. a.. 1__.... .1... -.s *-:..-._. j___ .._..... _. ..... ...
do, contra a opiDlSo d >s homens da* retlricfOea, dous
oulros ntabelecimenlua b mearlos que embora peatlos
em sua an-ao, nao aeompauharlo o Banco nu seo
ystenia de rcsIntrOes, causara gravlismoi incon-
veniente-.
Os Bancos existentes antes da oiganisaean do
Declaro que volei pela epprova(Au da emenda "o eu prujoctu. O. honra los inemhros enleudem
que declara que se eleve a robricapharoesa' que he pengo-i-siino o moaupolto em generas de ali-
omma de 45:8745-300, comprelieudendo-se a de menlacao, a por isso ni querera que as associacoes
0:000 para a ron-ti ucean e collocac,ao de urna bar-. coinmaiidilarlas te necupam de seinelhanle objeclo ;
ca-pharol no ponto mais conveniente na entrada do | eu por julgar perigiso o monopolio quando se Irata
porto da capital dt provincia do Para'. Sala das de gneros tle alunenlaeao l.e que concebo a neces-
ses'ors, i de agosto de I8J7.O depulado, Franco si ' a llweconcurrencia dalles, para que se pean' fazer
coucurreucia alTacliVa eeflici a qualquer monopo-
lio que se haja eslahclecido por uin nutro princi-
pio de aaaociacfJO sobre gneros de alimenlacao pu-
blica.
de Aluieida
i< Declaro que volei eonlra a cien la ao di do
arl. 5 do oi(oinenlo.do mni-leiio da marin*, que
alite un rredilti iilimiladr. pata inelliorainenlo dos
barras do Maranhao e Rio-Grande do Sul. Paco da
cmara dos diputados, i de aguato do I8Y7.l.uiz
t.lilis.
Sociedales era coinmandila.
Podo I votos o re |u nin-iitu tle adiaraentoda
di-cu-sHo do prrjeclu sin re sociedad, s emcdnman- t'vilar ejle munopaliu op
dita, aprtsentatlo pelo Sr. Comes tle Souza na lesaio
deS9 do mez pateado, he regeiado.
Conlinua a lerceira discusAu du meimo pro-
jeclo.
_ O Sr. Barao de Maua':Sr. preslden'e, a <,m.
Oo que val iiovainenle oceupar a alinelo ta casa
tem tal importancia que eu nao me animarla a lo-
mar sobre ella a palastro, se nao esuvesse convenc-
do que semelhaiie materia carece, para ser devida- Icnuimandilaria uu auonviin, poder' einillir letlrai
mente elncid.de, nao st> d refleiOea medtalas e "" vales, paaaveis ao prlaJor era prazo mniorde
profundas to liomein da sciencia, porm lanibein 30 dias, sem aulonsarao do carpo Ugislaliv
s apreciares modeslas do limnein pralieo. A quanlo por Iri na 1 fu
moi 00 nao capilaes no paiz. Muilos enleudem, Sr.
presi denle, que temos ido mullo alm dae noten
tartas no uso do crdito. Eu aslenlo que cssa as-
leieio nao resiste a menor analyte.
Lra dos principaei argomanloa que lenho ouvido
em stislenlacao tlesa idea he que os ttulos que re-
ll.tuco do Brasil adiaiilarara rouslanlemenle capilaes pretenlara o capital dai eraprezas exilenles e
or I lulos cotilleados pelo nome de contal ataigna- j achara era sua mxima parle depositadas nos Ban-
das : etas emitas aulgDida nao ta> ao purla lor, co.
nao sao a ordem, ou antes sao a ottlera to proprio I -Mas, Sr. presidente, quando se qur apreciar urna
credor, purqa. lodo o tributo esta sempre ordem questao nao ba(a altender somenle ;i urna tle suas
do credor que o posue leiilunainenle. I faces, he preciso olhar para ambas; ou am phra.e
O Banco do Bra-il, nao olistante torera ftincciona- jcommeicial, tleve-se lomar era consideracao o de-
do os oulros e-tabelectinentos nanearlo* por largos bito a o crdito,
anuos diantando capilae* sobre esses titule*, sem | Nao len les capilaes, porque n< ttulos de vos-
que uin so prejuizo se desse resollante tle lae< em- 1 sas emprezas estflo depositado* nos Bancos em sua
oreslimos, rosolveu era das de dezeiubro do auno mxima parle, exclama Iriumphanle a opinilo
alrazado que ttflo fusem mai conliadoj capilaes do | '|ue comLalo. Mas, Sr. presdeme, com quecapi-
Bincutu.ia gaianlia tle. seiiifllianl"s titules, e note laes e a Hanlam fundos s ihro sses ttulos cninmer-
le pois o meu pcntamenlo igual o dos honrados a cmara que esses ttulos reprsenla! hvje a inaxi- i eioea ou 111 lustrlaes ? Sera' merainenle coin u ere-
libro; lulos eslamus conformes na conveniencia ma parle das Iransaceoes du commercio de imporla- dito i Mu seguramente ; porque o nico eslahele-
deevilar o monopolio sobre geueiot de aliinenl.sao c.1o, e resolveu inaia que a rema p-la quil et,bel-- ciin-ulo que lm 0(0 do emtalo he o Banco do
iHTinisa
RIO DE JANEIRO
SEWDO.
SESS\0 EM 4 DE ACOM'O DE 1857.
1'resitleitcta do Sr. liuztbo de Qieiros Counha
Malos) Cmara.
A'i II horas da inanltai, o Sr. prndenle abre a
aessao, achando-se presentes 20 Srs. aenalorrt.
I.nla a acta di enlecedente, he approvadi.
Nao b iv "id 1 expedienle tezue-se a
ORUKM DO DIA.
Entra em discuoiu o requcriinenlo du Sr. Silvei-
ra da Mulla, apelado na sesao passada.
Julgadt a materia discut da, depois de orarem os
Sn. Silveira da Molla a marquezde (ihnJa, he o re-
querimento posto a votos a rejeitado.
C.oniuiu 1 a tegunda diteustao dn arl. I da propo-
sir.o ta cmara dos depuISdos conce leudo loteras
a empreza lyrica e A opara nacional.
Foi apoiada a teguinle emenda :
o Se pastar o art. Iacrescenle-se :
u O goverho em coulralo com a empreza estipu-
lar que para a orehet|ra do lliealro italiano se-
rfle preferidos ot arlistot narionaes, nao podando
a orchestra coinpor-se de eslrangeirnt aenl* ale
uin qoailo de aeu numero total. Silveira da
MolU. d
Degois de orarem o Srs. Silveira da Molla e vis-
cos Je de Jequil 1 nli mlia, he approvado o arl. I, sen-
do regeitada a emenda.
Patt.i sem dbale o arl. 2 da proposicSo, que he
approvada pare pastar a lerceira discussao.
Continua a primeira 11 cu -.1. da propasic.ao da
cmara dos depuladus conce iendo loteriaa Assu-
eiacao de Beuelicencia dos Arilstat.
Verificando-se nao haver casa lca a discussai
adiada.
O Sr. Presidente 1! jclirj que a ordem do dia he
a metma.
Levauli-se a lettlo I hora e (res quarlos da
larde.
iess.10 do stnaJo publicada h mteni, foi de 3
11.I cnniu sabio.
C.MilU DOS SRS. DEPUTAOSa
SESSAO DE 4 DE AGOSTO DE 1857.
'residencia do Sr. visconde de Baependy.
A' hora lo r.istmo |:o 1 1 chamada, e achando-
se reunido numero legal, abre-se a sessao.
I.i 11 a acia da antecdeme, he approvada.
O Sr. Priinsiro Secretario, do conta do sesuinle
EXI'EDIEM'E :
I ni nllicio do ministerio do imperio, enviando a
acia da eleico para om depulado pelo districlo de
Sania Cilhanna, pela vaga do c nselli-iro Jerouvmo
Prancisco Coelh-..A archivar-**'.
Hilo do mesmo ministerio, remetiendo orna ret-
presenlacao dos mora lores das difieren!** parochial
do 19." districlo da provincia de Minas-tieraes, p-
dm lo que aa tlivida o mn di-lucio m dous col-
legios A' commissao do poderes.
Dito do inesino ministerio, enviando informa-
B|a do presi.lenle do i'ara robre o auxilio pedido
pola cmara municipal da capital.A' c unmi. ,"u de
obras pallucas.
Hilo do mesmo ministerio, dando as informnces
pedi'las sobre aa propostas apresenladat para a uave-
- o;Ao por vapor entre o Maranhao e oulras provin-
cias do imperio.A quem fez a rrquisicAo.
Dilo do meuno mimsteiio, comintinicando que so-
licita com loda a urf.aeia onia copia nulhentica da
orla da eleico do tupplenle do depulado pelo quin
to disiriclo da provincia do
quera fez a reqocS*,
Dito do inimslerio da cnerra, remellando ai in-
I uuiar.'ie. dadas pela presidencia de Pernambuco
publico, divergimos purera nos ra mus ; quer para
_ rineipio da livre cunrur-
roncia, enleii I 1" ttue he o 111-10 mais tflicaz de se
rcalisar o mej p^namen|o, tle o realisar o pen-
sain-nlu da ma;"ria das doas commis-ties. Tenho
aesitn dado e iolrvo porque divirjo em relami a
Cal- ponto.
Mas o S 11
da culie iniin
eslahelecsu orna divergencia profun-
e os nolires depultdo. Nesle pan*
graphu prelende-se que neiilium banco, sob a forra
queslo tle rgimen commaiidilaiiu. das cindlcoc
com qoo deve fonccionar o crdito cmmaudlaho
p en lem-se quesloes que devrni derramar muila
luz, lanzar mesmo ura forle clai3o sobre a siluacao
aconumica do paiz. Ja vi a cmara que nao soii o
mal* proprio para avallar 1S0 alta, iao importante
questao. .Nao apoiados.
Para po ier, Sr. presidente, apreciar ou conhecer a
necessiladede nina legislarn qualquer he preciso
primen o que lodo examinar a legislarlo actual, pir-
que este eiame he, por assim tlizer, o "ponto d- par-
tida da discossao, o conhecimenlo dos defcitos do
que exisle, determina a necessidade da nova legisla-
cao qua 1; procuro eslabelecer.
em
regulada a maleria. Eu
poderla dispensar-ine, Sr. presi denle, da discnrrer
sobra ele ponto, porque elle ja ful hbilmente dis-
cutido por oradores provectos, por inemhros mei
dislincloi desla casa, e mudo especialmente pelo
nobre minislro da faieuda ; direi lodavia alloma
cousa, porque a materia he de -omina importancia.
.Na sa lala de na la ineima, senhores, do que res
ringir uin direito dos It'a-ileuos, quando associa
iringir um dire.lo dos llraleiros, quando associa siyel para esla imporlanto reslricc.lo adoplaua'pe'la
dos, dtretlo de que mesmo nessos pas eslavam da directora do Banco do Brasil. "
po A letra ao p.rlador he um Ululo eommercial de que
Iralara lodo* os escriploret de direito eommercial da
lingua pirluueza ; neuliuin dalle* desconhece esle
lilulo, iienliiiin dclles deixa de aprrcia-lo. Cmo
A cousli0iicao du imperio, senhores, e-tabeleceo pois iremos mis confisenr ao commeicio e ndulrl*
como regr* cm nosso paiz a lberJade da 1111 usina, I do uoss> paiz o exercicio de um direito perfetlo de
f,i?.!i"!.U.a" ditilos do cilla Jao, nada he man po- que lera estado no gozo desde lempoi iinmeuioriaes,
detde o lempo mesmo do governo absoluto ? Seria
possivel que era maleria tle industria os Brasileo*
com a constiluicao do imperio goUfsem de menos
dueitos do que gozavam qnandu sujeilus ao rgimen
to governo absoluto? Realmente nao posso acompt-
nhar oshonradoi meinbros nt excep^ao que querera
fazer.
Mss, Sr. presidente, qual o fon 'aintnlo coin que
os hmalos inenibros prelendem sustentar urna ex-
ceptlo desla ordem '.' Segundo slfcama* conv-rsas
passads entre ntis llorante a diacnssftodelta at'ump-
lo, comprthendrque se apoiava esta idea nospeii-
got que enxergam os honrados inemhros na concur-
rencia de papis tle crdito com o cstacter de emis-
ao, ao que a maioria das commi mas aluda nesla liypolhese parece que o honrados
memhrot nao deveriam eslabelecer a excepeao na
jen-rali lade em que a elabelerem
Dando de barato (rnenle a bem da argumenlacSo
que esla excepto era necesaria para realisar-se o
peii'amenln que linl.am em visla os nobre* depu-
ladoa, jalen que nao deveriam elles impedir as Irn-
sacroes cotnmerciaet bascadas nos ttulos
(ador.
ilivodo que o que ella dispue a respeilo, quando diz
era uin dus seus arligisque ninautm he ohrigado a
razer ou deixar de fjzer cousa slguma sruo em vir-
lude da le.
Ora. eslabelecen lo a consliloi;> esla liberdade
comoregea, segoe-se necestariainenla que indas as
leslriccoes, lodos as exccpcea darem ler por funda-
mento um interese publico denrdem elevada, con-
veniencias publica bem demonstradas ; da contrario
laei excepcsi sergo sempre ulTentiva dos princi-
pios cou-li. tic ontes, ollensivas dos direilos indi vi-
dut.es. Apoiados.)
Senhores, desde que urna questao allda dirci-
toa inilivitluies sobe de pmlo a sua importan-
cia ; a firmeza do direito do in.liviiuos nao he o
meio, he o lira que procura alcanrar, que procura
realnar o lytlemj complicado que'uin bom governo
supi uc.
Os arl*. M\ a 3U du cdigo comraer ial regula-
r.ini os diieilos d> cminercio c Industria du'paz
relativamente a materia aojeila; em nenhom dei-
tcs arligns existe a pruhibicao da divido do capital
tas ocieiaJn era coinmandila por acc,ei : o arl.
291 do cdigo tlip6e anda que em materias com-
merciaet. na falla 'e lea evpressis, prevalecam os
usos cominen-ias. Daqui se segu, a meu ver, que
a nao poder demouslrar-se que a dlvitlo do capital
das sociedades em coinmandila pur ac;es he con-
au por-
Comprchendo, senhores, que os horaens dis re-
Inccoes antenderam que ti embullo de letras, valles,
ou btllieles ao portador nSo deve ser facultada cu-
ino ti emissllo ; t mai como impedir a Irire conven-
Brasil.
Os eslahelecimenlns bancarios desla prac* lem,
leguudo se acb* calculado, de 211 a 22 mil eonlo*
que lili se acham tlepositados vencendo juro ir,o
dico ; este* elabelecunenlus lulo lem a llanta In so-
bre os titulo* cm qoestao era se quer qiiautis equi
vlenla. Lugo para luiiii he claro que n capital de
Sancho esta'empresta lo a Paulo, que esses Miaba
euiieiiloi que a-liaatam dinbeiro sobre titulo de
emprezas, rnipregam capital seu nu alheio, oque su
estes Individuos que preferem tleposil.tr a jiro m-
dico nos Huecos seu capital disponivel, prefermem
emprega-lo em semellianle ttulos, estes se r.tha-
nara peifeilainente tolloeados e n.li existira um s
em deposito, I.ogo o mais que se pote dizrr he
que individuos lem usado e abusado mesmo du seu
ere tilo, porm o paiz seguramente que nao.
S;lo rapilaat que exislem 110 paiz, qoe os posstie
para a lanla-los tobre esset liluliis induslriaet. 0
eslabeleeimeulos bancarios desla corle nao utam do
dreilo de emisian, nao usam propriamenle do cr-
dito, einpregam os seus proprios capilaes ou os
allieioa lumatlus a ptemio.
Mas, senhores, esta raslriccan h consequencia ne- Para iiim pois, Sr. presidente, lie liquido que
cessana do svsietna que se quer implantar em nosso fSSe "K01"""1'' Je que mullas vezei se faz uso, nao
dopla a opi- I 'e.'n. ,r3 *" "e evidente qua os capilaes cra-
sa 1 to
eiceese
111 stas
ca urna eveeptau que tfleclava nada menos de ',0 ou
lalvez 50 mil conloa de Iransaceoes commerciaes,
que esla excepeao, digo, comcrasse" a vigorar no I
de Janeiro do anuo seguinle !
Ora, nSo Iraria um aelo snnellianle, partido do
mais importante cslahelecinirulo baoeario do paiz,
as mais grava* consequencias se nao exi'li'sem la
lizmenlc dous eslabelecimenlus que conliuuaram a
aculher esses lilulus mesmo rom preferencia ; que
nao se .medrentaram com o fado de nao eslarem
exarad is ordem '.' Comparados les felos com
uulros lilulus commereiaet, nos represeufavam elles
os cenerus iraporlados e as araulias qoc podesse
oll'erecer o comprador ? Alera ditao, senhores, laes
empreatimos realitavam-ae sempre medanle letrat
aceitas pelos depositante* detset liiiulo>, contra os
quacs tinha o Ilinc a assigtiar.o de 10 das, .lem
do diieilo de vender em leiliu mercantil esset dep-
sitos, ou de accionar os propriut devedores, segundo
enlendesse mais conveniente.
Nao posso em venlade descobrir um molivo plau-
paiz ; du systema de reslr.ccees que adopl
niio que eu cmbalo, lyslem* que embarafa o
pro'.'resso, o deseuvolvineulo material, a marcha
regular, e al mearno a producidlo do paiz. Apoia-
dos.)
Oa nobres depuladus suslenlaram anda a idea da
prohibir 1 das letras oo portador, porque sementan-
tes lilulus eram svnonv mus de m ieda ; na opiniao
dos nobres depulaJos a erais':! 1 de bilhete*, vales 00 1
lilulus ao p ultiltir imporla tima invado dos tlireitos t"9,"u,e,n P" '"das as emprezas que convem or-
mageslalicos. Ja liveocca.i.odadizerqiiesemelhn-;':'",1'Sd,r- 1 au,uru0 '"Ppo-lu. M.s oque
te principia be nausfenlavel. oue a letra ao noria. 1',"le"1" he> flue para as emprau* que se acham
pregados era riussas emprezas industriaos
paiz. (Apoiados.;. Nao lemos comm-llido
algum, estamos perfeitemenle tlcnlro de
foi cas,
Nao lemos capilaes para ludo, he verdale, nem
teria possivel que um paiz novo, que apenas come-
es o seu vi'n industrial, qoe apenat adianto os pri-
inciroa panol nese lerrenn, ja leuha em si Capilaes
icos. Ja liveoccasiao d> dizer que semelhan-1 ',,"''!' ,h"'H "'" illm'do siippo-lo. Has o qu
.....pi be insostenlavel, que a letra ao porta- 1'" .' "' nu* para as croarfzai que se adan.
dor nao be moeda.uincuem be ohriga lo a recebe-la, ""lU"s "" "usf Pal> ,ilu sullicienlea os capilaes
he om simples cuntalo tle inuluo, asun ni 1 pode h"B,u."i"'.* ," ?" "J1"". *"'", Pr"veMadoi, isto
ler o alcance que Ihe dio os honra loa m-mhros.
O receio que se manifesla pela concurrencia dos
Bancos, em relaeao no Btnca do Brasil, nao be de
modo al-.uin fundado, (tnaiido se eslab-leceu o so-
ciclade hincara de que sou rliefo ; 03 adversarios
desla instituirn de oulras tcnitlhaules tualent-rain
que ellas iam tirar os r-curaos das (ransacres du
B meo do Bias I, que haviam causar grantle diminti -
rjo nas Irantaceoe* deste importante eslabeltcimeqto
nacional ; eu pela impreusa sustentei c contrario,
fiz ver que esle e-labeleciincnln e oulros scmelban-
les seriara oulros tantos auxiliares, seriara 01 mclho-
res freguezes no llioco Nacional.
Ora, o quo se lera dado ? justamente aquillo
que eu dizia ; luje o pslaiietectmaulo a que al-
ludo he lalvez o melhor freguez do Banco do
Brasil.
he, desde que baja um svslema de crdito que uti-
Itae verdaderamente os capilaes que posfuimos.
Nao lemos capilaes, Sr. presidente, e eu vejo
Wi0,IMI0:U00S em prega los em apolices da divida pa-
ilica, que se>achara por tal forma enllocados, que
nao obstante manter-M o juro de praca enUc 0 a 12
por cenlo, eases lilulus nao appareceiii a' venda no
mercado, sao conservados BOHO titulo de renda nas
mo* de seus propietarios. A somrna das apolires
ponoiadas por esl-beiecimenlns pblicos nao he lio
importante que alTecle a forra desle argumento.
Nao temo*capilaes, Sr. preidenle, e eu v.ji que
su na ,11,11 do unperi, p municipio nenlro eslstem
o;lo menos de I til) 000:000) empiegadot em predios
em minio boas Ierras. Euchamoisto capilaes.
NSo lemoi capilaes, Sr. presidenle, e lanzando um
j rpido golpe de villa sobre a provincia do Rio de
Janei
. i Janeiro tmente, examinando nllentdmeule os nos-
,i ugaT r'hexnocrpaM.',la, d'aloda U.'bunado "" """ '" P""1""" "fBienle. arrieras.
1 .fli*-**1 *"*? fnurOa'i pwhio'lljlo'da'tni"d"l-1 ffi j Pjrles'nesle poni." quando' se" Irala'th? Irn- senailo que nu julga bem eabidV Tr*l*^o^ie|^0lj0^00iJ.Ma '"l'" "* V"MI 'D'r"" a
se demonstrasse
visa*) pur aceout nao sedeprehende de forma algu- ""v0" Je utra ordem/ eu poa-ua ura capital
mo do nosso cdigo ; tena preciso para aso que d.nponivel, dinjo-me a um e>l:ibelecimento bauca-
- que esla divi-flo du capital dae)|,,0e !' d*>p*rlr etlecapil.il, c era Iroca delle
rereber um lilulo ao portador, slo lio urna Iranssc-
j8o eommercial 13o legitima como qualquer oulra
sobre qualquer especie de capital. Se nao me con-
veni recebar pelo deposito do meu capilal un lilulo
mina* ordem, mas um lilulo ao parlador ; que
razo_ da Conveniencia publica ou particular pode
arunselhar que u Banco nao leuha a liberdade de
transigir par seinclhanle forma, nao p issa fazer urna
Iransarcao (Jo lesa! como qualquer oulra, sobre
qualquer objeclo de industria em que inlrrvenha o
ctpilal '.' Como insistir em que urna lrar,acra> desla
ordem fique excluida de ter realisada ttgundo u
principio do e allamenle 0I1I da liberdade das
conveiiees, principio geralment? admitlulo, e espe-
cialmente consagrado na lei eommercial do nosso
paiz !
Dtr-nos-ho os honra-Ios memhrot que essa con-
ce honrados memhrus nete receio, uem metmo nai
appreliensOes que manifelain contra a emiss.lo dot
Bancos. S.m de opiniao que laes abusos currioem-se
por i 1110-11, 1. mormenle quan,I 1 a organisarlo bn-
he bem garantida, cuino eu deatjo. No meo
commandila- por accOet era contraria i doulrina
de laes sociedades ; he lato porcm n que se nao po-
de fazer.
Parcce-me pois vidente que a legislaba,), quero
dtzer, o codigu cuuimercial de nosso paiz, nao pro-
hibe a divido de capilal das sociedades em coin-
mandila por acrocs.
Mas um decreto do poder execolivo prohibi esla
divisAo ; fez mais anda, mandou rasgar o regislro
das sociedades assim' conatltuidat. Eu di-se entao
com lo la a fot{a da eonvieelo que etse aclo do po-
der execulivo ara allenlaloriu dos direito* indivi-
dua** ; sustento anda esla miuha opiniao ; anda
digo qua e ses consecutivas do corpo legislativo as dispusieres
desle decreln n3o bu .un porm lorteraenle Impug-
nada* ; eu devena julgar-me em eno em presenea
desse farlo, mas tal he a fort;a ii tninha couvic^aoJ
sobra esle ponto que me julgo vencido, mas nao
convencido, O decreto nao contera urna interpre-
la^ao doutrinal, porque, como js tlisse, a divisan do
capital das sociedades em coinmandila por aceas
nao contraria a doolrina de lee* sociedades he an-
tes a pial'ra seguida ; nao cnnlem urna interpreta-
ran aothenlira, porque o silencio da lei sobre o pon-
to em questdo nao se presta a semelhanle interpre-
tara.! ; o decreto contera pois lei tuppleinenlar, ou
le nova, e ja vs cmara que uao leudo o poder
Rio de Janeiro.A i execulivo o dreilo de lesj.lar, a prohibirn que o
decreto eucerra esta' luanifeslamciila fura da aleada
do poder execulivo.
Sjja porm como for, Sr. nresidenle, da siluarao
-,....1, .^,^ ,. *. r. .
den lugar a refleioes partidas dn alio dr
senado que nu julge bem Cabida. 1. .
alli da le que aulnrisara o governo a depositar no
1-^. ai 1------- viini lu 1 ijii Ift xi'l'ICntl'i um ?llli"i tlU
. acerca da prelencao de Chrillovl. Marr e Lomp.- ; crea ia pelo decreto de dezembro natceu a t.ecessi-
A quem fez a r. 1 --. 1 -.
Dilu do ministerio da Jottica, cnmmonicandn qoe
exigi inforina^iiet da presidencia da Pernambuco
sobre a prelencao de David Willi.un Bovvrman, e
logo qoe as oblenha remeltera esla ramera.A
quem fez a lequisiro.
1I0 do secretario do leado, enviando a pro-
dade da legislarao de que not occopamus.
Eu enleu lii, Sr. presidenle, que o que se achava
etlaluido no coliuo eommercial h.istava para que
funcoianassa regularmente no paiz n principio com
mandilarlo alo que um eretrid 1 numero de f.clns
nos de-te um eonheeimeno exacto du neces.i lade
posicao desla cmara, nas) approvala palo tena- '"Piaes, reaolamcnl-res. que semelhanle maler...
do, que concede duas luleria d.i ct llegio re ins- j podesse reclamar ; como potetn n decrelo d. dezem- consignada em om dos relalorios do ministerio da
alludindoevidentemente a fre resposabilidale
deset individuot nu firmas no Baen do Brasil.
Eu emento, Sr. presidente, que tiestas asserces
pronunciadas do allu da tribuna do senado se con-
ten orna insinuaco tlessirosa ao credilo de impor-
taules eslabrleciinenlis desla prara, que nao deve
passar sem respu-la.
Se no Banca do Brasil exislem com elTeilo qoa-
Iro, cinco ou seis firra-t que alli realisam as Iran-
saceoes mais forles, seaue-s. rxcetsariamenle que
e-sas firmas tao 01 melhures lipjuezes daqoelleim-
pnrlante eslabsleciuienlo, e entao nio sei porque ra-
zao te ha de procurar, por assim dizer, diminuir o
coneeilo de aoe gozatn esas firmas, irrogando-se-
Ihes urna censura pur esa causa.
Mas, Sr. presidenle, nao hasta dizer-sc que qoa-
fraco,eiiiendet, a eun-sn, metmn cura esse carac- tro.cinco ou seis firmas lem Ulna grande rcsponsalti-
ler de Ulula ^n parla lor, nao he mai que o imples. lidade no banco to Brasil : se se loca em semelhan-
conlralo de mutuo; oa Bancos entregam sea papel
de credilu a vi-la ou 1 prazos curte*, em Iroco de
papis do c.-cdil) a prazo man longot ; he urna
Iraii'arr 1 pnrnmcnle eommercial. que devemot dei-
xar livre convengao das parle, lie ca, senhores,
a base do nosso svslema eommercial em face do
cedigo.
A opiniao que agora se quer (raduzir em lei, tle
que devem ser prohibidas as lranoct.ties por lilulo-
ao porla lor, nSo encnntr apoio na legi mercial de paiz alznm do mundo de que eu teuha
rnnliecimeiito ; na Franca 111-1110. com o seo rgi-
men de monopolio, apenas sao prohibidos os bilhe-
|es to II un 1 i visla e ao portador. Di idea de nao
serem permiltidas sociedades transici-Se* por le-
tra ao portador em nosso paiz. d infelizmente
fazenda, ja nasceu om aclo que na o sei como quali-
ficir da parle do primeira elab*lecimento de crdi-
to to paiz ; a direcloriadi Btnco do B'asil ret>lveo
nao deseonlar letras ao portador, embora lives-
sem a- limas exigidas pelos teus estatutos, era-
hora offerecessem esas firmas at necesarias earan-
! bre a que me lenho rr ferido Irottxe a necesida le de
urna medida mmadiata, fiz quanlo pu le o anuo
pat'ado para que apparecesse o projeclo qu-j se acha
boje eili 3. disetldo.
Entend p.in-in, Sr. presidente, que nao cnnvinha
eslabelecer-se uin svslema fiscal tao restrictivo, que
eralinracisse a arcao do priripio, era quanlo olla nao, tiat. V*-.* o perigo que nasce da a presentadlo de
se desenvolva em mais larga escala no paiz ; mat,' aemellisnle idea, ainda mesmo como llovida, quando
He igualmente approTado ootro parecer dai com- durante a rUsenseao desla maleria. appareceu a la- i,| duvi la nem he permillida em face do notso co-
iatOet reunidas de marinha e guerra e pensAe, I gislato irancera, de recente dala, que impoz forles I digo. Uin eslahelerimenlo da ordem do Raneo do
roanland > unvir governo sobre .1 prelencao do I resIrircSes aa Soeiedade* eommandllariat, porque as j Brasil juUa-se com auloridade de revogar o cdigo
major Antonio de Ornellas Cmara. Icirromslancias espenaes da Iranca lalvez o exigit- 1 eommercial, ou pelo menos de revona-lo em mas
He julga lo objeclo de delibera*)*, e vai a impri- I tem, e desde logo te euteudeu que deviamos Iran-1 Irantaccei; declara que um lilulo reJigido de coo-
lrucc,ai secundara da villa de Uba'.A arclnvar-se.
Sao hdos e ai-provadot sem debate cin;o parece-
rs d.i couimt.-n da marinha e guerra, indeferindo
ai prelemes 'u leen,e J rj Cantoso da Cotia, do
ex-cirorgiao-moi Salvador Hachado de Oliveira,
do cauililn Jase M ria de M-neres Correa tje Cas-
tro, de I). Anni Joaquim d* Marit I.oren* edo ci-
rurgiao-mir Jo' Ferrpira Lisboa.
le ossumplo, enlre-se no exama desea respnutabili-
dade, digs-se a verdade loda inleira, e ento, Sr.
presidenle, eu rreio que dosapparecera' complela-
raenle o man fleilo que te quiz produzir, e que fe-
lizmenl* nao pule era po lee inseguir quem, a' es-
la do primeiro eslahelerimenlo de crdito do paiz,
,so encarregou de denuneiar ao sena lo, tle dentiu-
ciar ao paiz, que no mande estabelacliBento de cr-
dito, tle que era o primeiro fiscal, exisliam algu-
mat firmas com reapensabllidade excesiva ou in-
dpvida.
Mas, Sr. prpsideulp. Serlo na verdade ess.is fir-
mas que te lizuram t.to colossalmenle respousaveit
para com o Bur to Brasil, tt devedoras a a ese
lianco na escala avultaila que se incu'ca ? Eu creio
qoe nao, senhores, e he o quo passo "a demonstrar.
Elat firra is, Sr. presidente, sao apenas garantes
dos devedores do Btnco do Brasil, ellas preeiichem
apenas a formalidade eligida pelos estatutos desse
Banco que rarlamam duat firmal notoriamente abo-
nadas para o emprego to capital do pslabeltcimen-
lo : estas cat.it tunearas adianlam capita*t a' pra-
$a, receheuilu letras aceitas por aquelle que pre-
cisam de cpilaet. ou teja pelo simples credilu de
(aet firmas, ou sobre valoras deposilalns era cau-
can ou garanta -icarn e pndostarn essst letra-, apo-
sentando assim o papel de credorrt p n3o da deve-
dores, e com elles se dirig-m ao Banco do Brasil
que ditpOa n3a so to sen capilal, porm do grande
recurso do credilo por meio de tua emisdo, e alli
podemos cmprelien ler cousa alguma ": que llevemos
pur hora esperar que o Irabalho e a economa nos
fotn*c un meio para prdermos marchar com passo
firme na estrada du prnme-so ?
Senhores, o nosso paiz quer avancar, l-m grandes
elemenlvs ero si inesino para desenvulver-se, compre
auxiliar o niuviineutu.
lia um aparle.
Nao acbo fundada a nbservaea 1 do nobre depulado;
lemus apenas andado qo-ilro paasoa, e j 1 se julga que
lemos anda lo de roi. Apoiados.] Querein-nns alar
as pernal com receio de que, eaminban lo, tenhamos
de c-hlr.
O S>. Mnitlro da l'azenda :Podemos anda an-
dar sem cansar.
O Sr. Baria de Mau : Direi, Sr. presidente,
tambera algumas palsvras sobre o meio circulante
dn paiz.
Diz se que o meio circuanle he sullirienle, e qoe
evrede mesmo aa noceesldada* dts Dos*** Iraniac-
Eu, Sr. presidenle, c romign muilas outras petsoas
peiisainot tltversamenlc, c culeudeinus que visto le-
rem as Irausacroes ao^meniaihi em traude escala
loma-te indispensavtl maor somma de meio enru-
lante, e que da falta delle resulla o juro elevado
qu* se manten) pelo -o alugnel ou empreslimo.
Nao sei, Sr. presidenle, como concille a idea da
abundancia de um artigo quando o eu preco te
conserva elevada.
Separa utilero meio circuanle, que lie o instru-
mento tas Irans.iccr-s, eu lenho tle pagar um preco
ou juro mais elevado, seguc-se que ha e que da abundancia resultara diminoletlo 11 valor nu
preco do arligo Nao ei c uno ni horaens da scienria,
os homens dai inedilaces profundas explicarao e-le
fado : eo, pela iniulia parle, como nao aspiro sean
modesta condicao de homem pratico, nao o expli-
co do oulra forma. Enlendo em summa que ha de-
ficiencia de maio circulante, por queesl caro.
Dise-se alad* no senado, Sr. prndenle, que os
bilhetes do Btnco rerollu tos ,10 Ihesourn, e por lan-
In reinados da circulara) n3o represenlavam capi-
laes, por que haviam enlrado dlrectamenle para o
Ihesouro, e por consegeiule n3n poliam fazer falla
na circulado. Exempl ficou-sa *sa aserr;ao com o
fado das quanlias que n Ihetooro sacou tobre as Ihe-
-.oraras do norte do imperio, dizendo-e que nesle
caso laes bilhetes haviam sabido dos cofres do Bauco
para at irausacrOes do paiz.
Esse 1 nen veniente foi reconhecido e demonstrado
pelo nobre senador a qoem me refiro, quando disse
que o meio circuanle derramado na circularlo re-
pretenla d*z vezes o seu valor nas transac^tes.
Sr. prcsitlente, enlendo que esle principio, embo-
ca verdadeiro na Inglaterra, nao he na Franca, na
Allemsnln, nem pin oulru qualquer paiz do mundo;
por que nenbum lera um niecanhrno de cielito t.io
completo p bem regulado como aquella, que he a
primeira naeo eommercial do globo. Mas leudo di-
to o nobre senador a quem ma retiro que urna quan
lia dada de meio circuanle reprsenla o seu deco-
plo nas Iransarrops, iegae-1* qoe, estando no Ihesou-
ro rerolhidos 6.00tWKXJ8 00 S (Itm.llil'.l-- em notas, as
Iransaceoes tiesta praca ficam conlrahidas, segn lo
o principio que suslpnla o nobre senador, na razio
des** decuplo. Mrcio que o argumento he prucedenle.
Ja qup lenho a palavia. Sr. presidenle, permuta a
cunara que pu pur m.us alguna injmenl.it abuse ain-
da di sua aliene lo ido apoiado), locando na gran le
questao do alto piejo dos gneros alimenticios. Julio
que a maleria nao be inleiramente desconoexa com
aquella de que se Irata.
Sr. presidente, esla qoeslae he 11 na daquellas so-
bre as qu tes a con'n cliiiiuu a nns-a allencau na a-
berlura tle actual sesslo to corpa legislativa ; he por
tanto sem duvida um dos assumplu domiuautes da
iluajao.
No meo traen entender, Sr. presidente, tres sao a
causal que itiullem para esle estado calamitoso: a I.
contile na falla tle bracos ou careslia do Irabalho
a -2.' he a difculdatle dos Iransporlet ; a 3." he
raa organnurao to credilo. Oultas causas concorrem
para esse mal ; mat aquella-s dominam ludat as
oulras,
A falla de bracos he qaeslau muilo melin Irosa,
por que he lalvez u elemento principal do alio preco
dos gneros da alimenticia publica. (Apoiados ) In-
felizmente o remed.) nao depende mullo de medula
prnmplas que esleja em notis maos adoptar ; be
qoestao cuja suturan dependa do lempo : sobre ella
n11 se poda lomar medida* efllcazei com promp-
lo efTeito. Uas ai nutras duas dependem mimo de
ros, ,,lo quesles da artuahdade, que devemos deci-
dir com pi esteza, e qoe Dh poden, ser a liadas sem
prejadic.triiios grandes luleretset, sem tallarmot
mesmo ao nosso dever para com o piz, qoe sollrer
se nio Ihe dennos a s lucao convenicul* e sem perrla
de lempo.
Ets t.unbem um rnnlivo, Sr. presidente, pelo qual
eo approvo a idea, qoe se acha em discossao, da tli-
Vi-Io do capilal i- sociedades em commandiU por
actes, como elemento f.rle para o desenvulvimenlo
do credilo. Enlendo eo qoe desde que o Ibrono re-
commentlou lao iinporlaules quesles, devemos oceu-
par-nos dellas seriamente, com loia a eflicicia, c
nao <"> por que nos foram tprominendadas do alio do
Ibron,., como tambero por qoe sao realmente de n-
leresse vital.
Eii tainhem a r?zao por qoe, Sr. presidenle, eo,
logo nos primeirua dias da sessao, julguei que devia,
por assim dizer, carregar a miuha p'edrinha e con-
rorrer com o meu dbil cnulingenle para qoe se des-
se urganis^rao is InalituicO** banrana. No dia 8 de
malo Uve a houra de olferecer n considera;ao da c-
mara uin projeclo tle le que dava tuna tal nu qual
organisac/lo a ee e labelecimenlos e apresentava
um sv-tema bancari .
Nao duvi lo das sua- impsrfeices : fui o primeiro
a instar por am exame meditado tle lo grave male-
ria, ltenla a sua importancia e transcendencia ; de-
ejava porem que livesemos orna base para a tlis-
cu- 1. aliin de que resolvesse a cmara o quejulgat-
se meilior cm sua sabedorui.
Infelizmente porem, Sr. presidente, esse projeclo
nao merecen o apoio da maioria tos illu-lres mem-
hrot tas commi-sies reunida* de commercio e fazen-
da, a cujo exame foi subraetlido. Nao lem viudo pa-
ra a discussao, nem ao menos a con lemnacao ,1o
mesmo projeclo ; por que, se o* houra los membros
cuten lem que naoconleni um svslema vanlaj.au ao
nosso paiz, deveriam demonstrado em luminoso pa-
recer, dar, ern fim, a razan por qoe nao julg.-un a-
doplavel esse vttema, e subsiilui-lo por oulro, que
iimiIiv,i--rin Mas a inaueiro por qu- se lem proce-
dido nao m parece razoavel; o projeclo fui posto
fura de combale, e considerado como n.lo enmpre-
hendeitdn idea diguas da diisusdo da cmara.
O Sr- Torres Hornera :Nao apoiado.
O Sr. B ir3o de Mao :Bu, Sr. preiidente, hei de
appellar desta decisao. Infelizmente a actual sessao
esla muilo adiantad i, alii eu o faria nette mesmo
anuo ; porque enlendo que a cmara he o juit da
ideas quo Ihe s:lo submellidas ; t ella pode proferir
lenlenca definitiva, s ella pode modifica-lat, rej-i-
(a-lits 011 aceita-las. Pulanlo as commitses que at
lecm de examinar, deian lo de aprsenla* o tea pa-
recer a respeilo, fallara ao seu llover, e al cello
ponto a uiis- 1 que Ibes esta imposta.
Ja disse, Sr. presidente, que he quatl cerlo con-
tero projeclo as inaiores.imperfeicet ; maseram es
sai as ido*! que me pareriatn poder servir de h.i-p
a diseusd*, desejava ve-la di-cot la. assim como
ouvii at razei que 5* podessm oflerecer contra el-
las, para dar o meu franco, leal e decidido apoio a
uiitrat ideas que tos-era apn litadas e me p.reces-
sem melhores e indis convenientes ao paiz. Mas en
leudeu-sn preferivel malar n projeclo sem discu'sao
* tletxar fic-r o paiz sern urn rgimen legal para a
iii-litu'ro de Baocot por mais um anuo, o que eu
considero um granJe rn-l.
Sr. presidenle, aqoe-lo do crelilo be muilo im-
porlanle, como tolos reconhecem. Na capital do
imperio e nas provincia o juro excessivo com que
lulam u commeicio e ai industrias nio p ule ser tup-
purtadu por man lempo sem grande ruina 'apoialo*);
as Indosinas ainda menos que u cuininerr u u pe lem
ujiporlar, porque, como ja fiz ver era outra ocra-
tiao, o commercio he apenas o intermediario do pa-
gamento desse juro elevado.
Mas disse-se anda que as cireomtancias do pri-
meiro eatahelpciinenlo tle credilo exigem um allu
luro, e se nos ,-tmearn em documenlo ofiicial nole
bem a cmara, com oolro man eleva lo anda.
Sr. presidenle, lia pouecs tlias livemns nma reu-
niao da assemblea geral do Banco do Bra-il ; na-
minando o batanee que Ihe foi aprsenla 'o encon-
tr nelle 01 seguintat algaritmm, em 30 dejunb* :
Caixa central.
Fundo ditponivel. Carteara. Emi-an
I3.l2):ti70;i)>7 3>,8Hi:Niiil'tlo 40,t95V6689'2tg
Cai.ra filme*.
lti,HUO:-,Mll-)lKI
8,33iM898i8
2I.4_*:I27s'.)0j
19,697:4009000
IO.929-.574V404I
.)l,123:242-287
baqui dedozo eu que o I! tuco d 1 Brasil ,. oas |-
hse anda pudem emillir cerca d. 1,0U0:OKt-> flem
do que ja emilliram. Sendi 13o vanlaju.n a tiliia-
c.lo do Banco, que razaodeulilid.de publica pode,
-conselh ,r a conservacSo do joro aclual P.us quan- ] de Srt. depulado) que d. lodo os ladot a elle se diri-
.. m I., H,..s .-.. --...1..,^-:____._ *..-,._. ..I .
gem.
h lenie a directora do Huiro do Brasil afim de alli-
viar o peso que esmagj o commercio, a iudustrii, a
p'o lucro do paiz t
Veja-te a d'llerenr, que ha ende a marcha do
nnsso mait imporlaulp eslabeleciraenlo de credilu e a
marcha do Banco de Inglaterra ; no dia 18 de juuho
paasado o commercio da luc i ten a foi sorprendido
pelo aunando do Bauco conlendo un allivio oa di-
ininiur.lo na laxa dos desconlos, que uinguem epe-
rava ; foi urna torpreza agradavel ; o fado he letle-
muuha Iu pelas fallas inglezas. Qoal a raz.lo delle?
foi o ler o Biueo de Inglaterra a noticia de que vi-
11 ha furle remeta de ouro da Australia e da Cali-
fornia ; nao foi precno mais, haatou a nulocia para
induzir a direc^ao daquella grande in-liluirao de
crdito a rednzir a (axa dm detconlot.
Termnala a guerra da Crimea, o Banco de In-
glolerra baisou 5 vezet em 7 semanas a laxados des-
cont!, nao porque augmentare o teu fundo dispo-
mvel, nao 101 nesle curio pcriuio que o etlabeleci-
menlo se achou collocado em melhor psito, mas
porque alli te .nlende que a alia to juro be urna ca-
lamulade nacional [apoiadof), que aliada al as rai-
zes da pruduceaa, e enlSo o Banco, cuma primeiro
estabeleciineuto da credilu, acha-te sempre na dian-
(eira para a baixa dos desconlos ; esla por asim di-
zer a lomar o puli para ver at qoe poni pode al-
liviar as Iransaceoes desse onus, al que poni po-
de levar a baixa da laxa dos desconlos, sem preju-
dicar a seguranza do estabelecimenlo.'
Ora, entre nos he precisamente o contrario qaa
se observa ; etluda-te ate que ponto pode o pala
11pp11rl.tr una elevada laxa tle desconlos...
O Sr. Torres Homem : Nao apoiado.
O Sr. Barao de Man : Nao sei como o nobra
depulado p o -le. dar-mu o seu nao apoiado Dai cir-
cainslancias acluaei do Ba co do Brasil, e em pre-
sent-a du balando que se acha publicado.
Se e dito que u Banca aprsenle nlgarisruoi que o nao
spjnu.o nobre depulado nao pode CoULitar-me.
O Sr. Minislro da Fazenda : Tem ainda
1,800:0JO'.OO'J para compra de ouro em Inglaterra.
O Sr. Barao de Meu : Sr. presidenle, urna e-
levade laxa doa rtescontot, om joro alio, be om mal
ISo grave que em alguns paizei. romo,por exemplo,
a Franca, o primeiro etlabelecimenlo de credilo lem
al urna prohibido de eleva-la cima de cerlo m-
ximo, o que obnga o Banco a fazer tacrifcios p-
salos, a laucar m3o de recurtoi eilraordinarios para
tazar frenle a tua s lu.ic ), porque nao se llie cou-
senle elevar o descont acuna do mximo ; diminoe
0 prazo de seus detconlot, procura oulrus ineos ;
mas a elevacfto da laxa dos desconlos be considerada
um mal Uo grave qoe nao se permute aqualle es-
1 ibel- ciineuto hincar iu 1 desse recurto.
Toearel agora, Sr. presidenle, em um oolro pon-
to, p,rao qual chamo a nlteucao do nobre mimtlro
Ja fazenda. Crein que a lei de 11 da setembro de
1810 nao esl revogada ; por esta le, orna das mais
abias que lem sido volada! pelo corpo legislativo
bratilenu (apoiados), deu se ao ouro um valor fixo,
auioritando-se o goveruo a fazer 10 las e quaesquer
operaeOes de crdito que julgase necessartas para
tutnier o valor dn uuru nen. limite. Aules da erea-
(lo do Btnco do Brasil o onro circula va na praca do
Rio de Janeiro e uo reto do imperio como moe-
la ; erageontiderado metmo moeila incommoda, a
panto tal que a direcc.au do exlinclo Banco do Bra-
sil, ta qual eu fazla parte, foi levada, para aati.fazer
ai instancias do commercio, a crear vales de depo-
ito em ouro para astim alliviar o commercio do in-
ommodo que Ihe causava a forte orculec.au metal-
tica que mio existia.
Ha algum lempo a esla parle, purea), a directo-
ra do Btnco do Brasil, ein orna uece*idad. inde-
clinavel que o exigitie, sup.ndeu repenl mente o
Iroco das nolai em ouro. Deste f-clo resulta que o
miro de 22 quilates ja nao vale 4? por oiiava, como
liza lei. saleo premio qoe ae pode obler tobre el-
le ; fot arrancado a circularlo, nao h. mais muela
circulante, lie genero que foi racolhido aos cofres de
cada um pra o vender pelo manir pieco qoe poder
obler.
A direcloria do Banco nao rcfleclio not males gra-
vissimoi que podiam reiullar de reliiar de cufie da
cM-colacio urna somma de meio circulante que boje
lalvez nao teja inferior a 40,000:0000 ; com um rai-
go de sus deliberado, dectelou quo ouro nao ha
mais meio circulante do paiz.q 1 he mercadoria qua
cada um recolhe e pfis a bom tecado, pan vender
com a maor vantagem que poder !
Creio, Sr. presidente, que nislo ha inconveniente
muilo senoa, qu. 0 Manco n3o poda lomar urna
medida de tima ubi grvida le tem consultar o go-
verno. O pensamenlo da lei de II deselembro de
I8iti foi dar ura valor fixo de 4 por oslsva aa ouro
de 2 quilalos, dar etlabilidule ao meio circulante
10 paiz ; o Braco do Brasil fui incumbido de retirar
radualmenle da cu cu ..rao at notas do governo, o
Hinco foi o mecanismo deque o governo lant-ou nio
para levar pradcamenle a effeito aqu-lle grande
peusaineuto ; como he poii que o etlabelecimenlo a
quem esla' incumbido e-le importante msler ( do
paiz e njo do Banco } julga-19 atilintado d. seu
motu proprio a suspender o pagamento dai loas no-
ta era ouro, a calcar ans ps o pensameutu da lei ds
11 de teteu,bro de 18IB ?
Eo enlendo, Sr. presidenle, qoe o Banco nao po-
de recusar o pagamento de suat olas em ouro, em-
quanto delle liver.m teus cofret ama mu la, em-
bora p i...t-o lambem fazer em olas do governo. Ha
fal-ear um doi fins de sua creado, o que s urna
naceasidada indecllnavel pod justificar.
Anda mais, Se presidente, aprctenlarei um ou-
lro alcance detla medida, qu. deterja chamar
muilo etpecialinenle a allencao da direcloria do
Hinco, e he qu o precedo ouro cima do p.iJniu
montltrio do paiz impoila o descont das nolat do
proprio1 Banco ; o ouro a premio, oa at notas do
Banco a descont, he orna e a mesma coosa.
NAj cumpreheu lo como a direcloria do primeiro
estabelecimenlo de crdito do paiz, com seus cofre*
abiui l.uite- da m-lol, deixe d. roalitar o pagamen-
to de suas nolai volita,!e do portador, para me-
ilior su mo tobre esle objeclo a allencao do nobre ministru
da fazenda ; be urna quesia i gravistima, como da-
se, porque imporla retirar 300,000:000; que fuucciu-
uain cuino meio circuanle, o que, na phra>e da
uin nobre >enalor qoe foi presidente do Banco, im-
P-irta diminuir de chofre as n-ans ero conlrahi-
tas na importancia de 30,000:0009 Imagine qual-
quer os males de que estamos amainados, a gravi-
dade da siluae-ao, se he exacto o princip o que sui-
lenta ftqaelle emineul. .ladista.
A tugaiiis.ira 1 do crdito foi am dos objeclos com
que Uve a outadia d. occupir-me deide us prtmei-
ros dias em que me atienlei nesls cesa. A que.lio
lu tiraros, a questao do Irabalho exige medidas
complexas, dependentes da aerjao do lempo, para
que tpnlia umn snlurao salutacin t. A eontlruccao
de estradas lu lambem om do objpclns qo. chamou
muito especialmente a miuha allencao como um dos
meios mais eDicazes para r.ui-eguinnas il-miiuiiro
no prerjo doa gneros da alunenlaeao publica ; re-
duiir o prego dos transportes era diminuir o preco
desles genero na rzalo detta re lu.-r Onem sabe
que a 00 leguas da distancia da Capitel du imperio
01 producios agrcolas nao Valem melado do preci
porque te ven lem ueste mercado avalla a impor-
tanria desla nscetidade.
Alguns e-t.ili.iis enlendem que nao devemoi
acudir lolat at nostas necesidades ; impugnamos
esforco do paiz para conseguir a realisaro de boas
e-Irada. Eu nao p.isso acnmpanha los nesle pen-
samenlo ; enlendo que he etla urna da nossat pri-
meiras ueceisidadet .(apoiados), qu. he relmente
am emprego de capilal a grande joro. Todo quan-
lo se despender c un a reali-aro de importante- es-
tradas que p 1- un concorrer eflicazmrnle para Ira-
zer aos metcadosj)ossos producios, ser urna contri-
baiglo equivalente para o augmento da riqueza pu-
blica. Dizem, porm. esses senhores que nao po-
demos com estes sacrificios, que sao elles superiores
a nossat for*as._
Senhores, se nao podermo, com laes sacrificio! ua
acualidade, menos pnderemoi no futuro ; se nio
cuidannns moilo se ament em realisar baat estra-
das, te.-n ellas nao pederemos progredir ; tilo ellta
que hao da desenvolver riqueza poblira Irazendo
ao mrcalo esa prodoct-ao que superabunda 110 tva
(prior do paiz e que all nao lem valor algum. Vo-
larei', pois, sempre por lodos quanlot sacrificios fo-
rera ind pensaveis para a realisacao de boas vas
tle riuilllilli.l -arao.
Eu. Sr. presidente, ainda linha algumas eousidera-
eet a apresanlar ; aclm-ine porem em extremo fa-
"- s"Im. e recelo lano aboar por mat lempo da al-
lencJo da cmara n.lo apotadesj que porei termo
aqu ai meu discurso. He provavel que anda lenba
ocessiao de lomar a palavra nesla 1I1-1 u-,io ; e tl j
eipenderei maii algumas reflxos que me occorre-
rem sobre as quesles importantes que te preolcra
ao auuimpte que discutimos.
Vozes: Muilo Inm, muilo bem !
O orad ir h. compnmenla'-o por crtnd. iiuinero
do a lei den esi. e-lahelecimenlo a faculda'da de
emiltir em 13o larga escala, nao lev. .m visla dimi- A diirussao fica adiada pela hora.
nuir a tata do jur, lornandi-a 180 mdica quanlo Segunda parle.
o permili.se a seguranra do e-taliele-imeulo ? I'ma | Entra em discu>ao o parecer da commiiio depo-
margerade i i a 15,000:0003 parecer ainda ins0f- deres qoeannulla a eleitflo do :V districlo de 5. Pau-



-,,'"


o vol 0111 leparado do Sr. Parluco que te- tegislecae, poi* lis irrisoiia a manrira porqueesta he, benza-oi Dios, mostraram, ine seus pares da auei-
dcpulado pelo mesura circulo o niuiiMiilioj enerada. ra* .,* .i^v.n, .h i.,.i,..- r.....,...... ^
lo, coru
e, uheee depulado pelo inesmo circulo a
Marceada*.
Orou o Sr. Machado de Souza.
A discossflo lica adiada pela luir.
O Sr. Presidente d para ordem do il ;
A> material anteriormente designadas, lauto na
primen. como na segunda parle, accresccndo nesla:
Discusiaoda emenda do senado n. 97 desle anno i
propouc,Ao deila cmara que aulona o governo a
conceder licenoa i diverso* empreados publico!.
Ttrceira disroislo do projecto i. 5ti deile enno
que muda a rabera do 3.' disiriclo elriloral da pro-
vincia doMiranhao para a villa de s. Benlo.
Primeira discossao do projecto n. 86 diste anuo,
que concede lolirias a iocidade dnmalico do Ihca-
Iro de S. FrancUro desla edil*.
I.evanla-i* a -essa. depois das .1 horas.
CORRESPONDENCIA 1)0 DIARIO DE
PtltNAMBL'CO.
PARA II IBA.
Pombal 25 de agosto.
So sen respeitavel Diario de 20 Je junlio preteri-
,n. I i4, se acha inserida a missiva que indeiei-
ei a Vmc. em dala il 7 do niesmo ; a como quir
qoe ina ache convencido que asa oulra precedente
a esla, firmada em 6 de abril (se engao al o lia) nao
lera niais as honras da inserto.
Antea que me entregue a explicarlo das oceurren-
cias I..vidas ltimamente ueste lorrao, ptrmilti-me
Vme. iiin,i observaran, relativamente a dous equi-
voco" notados as poesas, que inorara parle da ini*-
aiva de que me cecupei ao trabar a presente, air-
inainlo a Vmc. que ella he i'etta a pedido dOs autores
das ni'smas poesas.
Kis os equvocos :
Na I. poesa, na 1.a quadra, 2. veisodansava
per i,m.-ou.
Na i. poesa, na G.-quadra, -2. versopeno
por corpo.
Da- ha, em qoe me preparo a occopar alguns mo-
mentos na factura desla ; mas, tempre alaref.ido, e
victima de conliouos achaques, somonte boje lie que
me ha sido poisivel laucar aos dedos a pluma, e Irans-
inissOo zior taolo haver para Vmc. do talado de mi-
nlia humilde pessoa e do occorrido nesla locali-
dad-.
encalada.
Acaba de ler noticias de Sania, em distancia de 10
leguas.
Pessnas, residentes naquelle lugar, e de muito cri-
terio, aHirmain-me que frii/nienie nettuem na ape-
aba actual, um delegado com honras de eapillo-mr, | ahi o Cainaragibe >. vinguu-se, porque allanein
aulla*, lucha', ele. ele., e que Halara de applirar e garboso paisou o a Persiuunga .. ao entrar na lo.
os meios neresiaric. a' consecoclo de urna permuta I do mande rio, que enrosca-se durante tres leguas,
ros nao eslavam aob influencia ferruginosa.
I' ---.....- uina noite deliciosa, e a lua como que
era a n.>ssa estrella dos a paz, e a salvamento ao pono da Parahusa.
No da ti sa ti da mandila entramos no Cabu ilello :
com o desle Ionio, os que consagrara aversfto
lempo das Irevas.
Se assim l.e, se una (al permuta promovein os que
rndenle* em Souza, nio conienlem que mal) impe-
re entre elles o eslado do despotismo, os que colis-
eos dos seus dircitos, Iralsm de fazer com que estes
pelas Reelingae, Jacars, Sloarli, e mais poilnhos
deesa dnas voliiinuias alai de manguea e-pessos ato o
Varadouio.
Ao pesiar por junio do Persinonga, os pssea-
geros do ii l'eisinuiiga sauduiain com urna Irovoa-
da de \ivas os seus miiipanheirn- de viagem. pajil-
sejam rispeilado* e garantidos, nada mais lenho a ueiros do a Perslanaga, n e a essa enlliusiaslica de-
dizer do quevade retro,pois que este lorrao con- : .iioi.sl.aco de linter inda le, mullos logeles rorupe-
veiice-se o> qul por Bgora -lo j^ye aulielnr um es- rain os ares.
lado mais lisongeiro do que o exislenie, lano m.isl O uPersinunga fez herrar as *ua pecas emigra-
que, o IP.oulo actual be o das luzes, que dominando decimeolo, e o puvo de Cabrdello n.lo se de.in.i fl-
complel.iueiile o das Irevas, nao da lunar, a que c.r em apatliia e:u vista dos cuiiipriinentus dos dos
1f'i_e.,,,r.* ""' appareram hachas; por tanto, le- vasos em (rente da sua vasta, e encantadora pral ;
nham paciencia, nieos seuliores de Sonta, e bu o poder compeleute em seu suecurro, meos iralan-
do da perinola de que se occopam, poii nao he pos-
sivel que este lorrao Iruque o l)r. I.aodegario Hucha
Paria, seu subdelegado, pelo trenle Belarraino Cor-
rea da Silva, delegado de S. S.
Nos fios do mea prelerilo Irabslhou o jury un
Planeo, indo da cadea desl.i villa 17 iinioceolts, ac-
cuiados pelos meui e seus fritos, enlende 1
O Dr. Iludid Feria, deixundo por alguns das a da-
legacia, deu urna chinada ao Plane naquelle lem-
po, alira de dar cumprimenlo a um comprumisso
coiilralndo entre elle e alguns preos pobres da ca-
dea desla villa que trabara de ser julgadoi por
aquelle jury.
Na verdade lia mu,'lo para notar, croe o Dr. Ro-
cha Paria, Mollina de achaquen como nao ignora
\ me, nao re poupa a prestar os soccorros de sua no-
bre prolissao (advacacia), toda vez que a humanidad*
desvalida o busca.
D zem-me, que o Dr. Bocha Paria, ilido ao Pla-
en, e fazendo nao poucas defezas peranle o jm\, n.lo
rereber um su real, visto que mnenle locara a elle
os reos desvalidos.
Ja que Iraimnitto a Vmc. e-te fado philanlropi-
eo, praticado pelo Dr. Bocha Parla no PianriV, um
uesooipe a ralla, ae he que ella houve, convencen- oulro tambem passo a registrar, praticado pelo mes-
do se de que esta e oulra qualquir, que por ventura
poasa dar-ie, u.io mu lllhas das michas iiilences.
Bem duvidava o Lucas (porteiro da monicipalida-
0*1 que o Dr. Aurelio da Coila Villar, juiz de direi-
tu interino da comarca, presidisse aos Iraballioa do
jury neila villa, convocado para o da de 2:1 de juuho
pasaado, segundo o eipendidoa Vmc. ua missiva ci-
lada ao *omec,ar desla.
Na verdade, nilo era de crer, embora a lenacidade
do Lucas pela negativa, qoe o jury nenia villa, con-
vocado para o da 2:1 de juuho, p.ssasse anda por
urna liasferencia, as proximidades de sua reonio,
nlo H len'o esla dado urna s vez no crrenle au-
no, c j scffrido nao menos de doas.
Anda que nao allegasse o Dr. Aurelio da Cosa
Villar molivo algom plaasivel, em que fus9e balea-
da a transferencia, foi esla pur elle ordenada do lu-
gar do sua residencia (termo de Palo*) ao juiz muni-
cipal dssle lermu, aprazando o da 10 de lelemhro
vin viro. (Jar tal a transferencia Como com i ir
assim o preicriptopeloan. 3IGdocod. do proc. crim.
na uii m,i parle ; se anda durante correte anuo
nio leve lugar urna s raumao do jury em qualquer
um din lies termal de que se coropde osla co-
marca.
Nao revolla tanto a falla de cumprimenlo ao que
he recomendado por lei a respailo ; o que inleira-
mente fi revoltar, he o conlinoo sollre' de urna In-
grata masmorra da parle daquelles lufelizes, cojos
julgameolos peudem do jury 1 '.
Atienda Vine, ao que pano a expender, a veja se
o Locas tem oo nao razao, quando diz que reina ne-
gasao da parte do Dr. Aurelio da Costa Viliar, sob o
carcter de juiz de direilo interino da comarca, pa-
ra com a presidencia do tribunal do jurv.
Convocado o jury na villa de Paioi para o da 1.">
do me/, prelerilo, ebegado esle dia, transportado o
promoior publico desla para aquella villa (pois que
uesla he ,i sua residencia.) havendo numero ioIIci-
eule de juliee de fado, para que fos so, presentes nao poucas v*zes reos presos e remel-
lidos da cadeia desla villa, fui transferida a reuniao
do jury pelo respectivo presidenta n Dr. Aurelio da
Costa Villar, para Ionios do mez vindouro, dando
como movel da transferencia a falla de prucessos pre-
parados.
O que me diz Vme. a respeilo, lem ou nao raiiio
o Loca* ?
Dizem-rne que eieassiva foi a iu lignac.io, que se
apoderou do promotor pulilico, dos juizes de fado, e
dos infeliz.s reos, ao aer proferida a Iransferencia
pelo presidente do jury, a ponto de bradarein uni-
souos auaihema nt sobre aquelle. que erlranbo a le-
gislarao do paz, hostil a humanidade, ada se boj* a
exercer a presidencia desle tribunal !
Resigoem-se o habitantes de Palo*, leudo em con-
Bidera^ao o rifao seguale : Males de muos con-
sol he.
Um dia vlr.i, em que o nosso gorerno de nt se
lembre.
A illuslrisss ma municipalidad* jii se disooii no-
mear um fiscal, pelo que devo suppor que Cosme
Malulo ojo lera lunar a dizer mais o que orna vez
j me diise, e en transmito a Vmc.
Convengo-me qoe a escolba foi acertada, visto que
racabio ella sobre Francisco da Costa Barbosa J-
nior, moro de ptimas qualidades, e que por lano
satisfactoriamente pode desempenhar e cumprir os
devares inherentes a sen cargo, deizaodo de parle as
alleiicor*, moirnenle para com qoem oiz o Firmino
(negociante neila villa) ser seo viziuho, pois que,
leudo este casa de negocio, a sua consciencia em da-
tivo de proveito he em gran le escala, isto he, a ina-
neira de borracha.
Esla localidade, assim como as demais do centro
desta provincia, 1*1 visitada pelo Illm. Vinario da
rreguezia do Brejo de Arca, Francisco de ilollanda
Chacn, revestidu do carcter de visitador da pro-
vincia.
Aliorlo o chrisina na matriz dasla villa, e forjado
o meu fardo a ir ler l, em virllude de alguns ahula-
dos, (ve de ci mmunicir ao Illm. visitador, e sera
que possa haver ronleslac,ao, digo a Vmc, que elle
he um sacerdote veneran o, inlellig'nle e bonda-
doso.
Observo a Vmc, que o Illm. visitador, em di-iau
cia de duas leguas desla villa, foi encontrado por um
crascido numero de pessoas gradas, e pelas mesmas
acuinpanhadu al a casado Rvm. vigario, ond* se
abolelou.
Do cenlro desla provincia parliram para a capital
ao congresso provincial, aberto oo I. do correle,os
Drs. Jos Paulino de F'gueiredu, Joaquim da Coala
Rubeiro, Olyntho Jusc Moreira e o lenle coronel
Joao Danl-sde Oliveire.
Dos queira que elles, conicios das neceisidades
palpitantes desle cenlro, Iralem de promover o ne-
ceisariu ao desapparecimenlo dai mesmas, oll.tereu-
do projiclos cercpaliveis com as fon-as da provincia,
que teudam a levar o eslado acloal do cenlro de aba-
tido a lisongeiro, quando nao seja em todo, ao menos
em parte.
Traa a confrariado Sautiissimo Sacramento, eree-
la ua matriz dula villa, de lormar o seu respectivo
comprorr.isio, visto que se acha delle privada, e diri
gi-lo ao poder compelenle, afim de que, approvado
por esle, possa prestar os llovidos e
e-har com o carcter de urna verda
mo Dr. em Souza em um dos prnneiros inezes deste
anno.
Funcionando o jury em Souza, achando-s* pre-
sante o snpradito Dr. esle se encarrena'ra d* defender
um crescido numero de icos, ptrleuCeules lodos a
clasie dos desvalidos.
Por cerlo, conhecendo como ronlirfo boje ao Dr.
Rocha Faria, posso asieverar a Vmc. que elle lioura
a classe a que perleuce, a Ierra que o vio nascrr, e
aos troncos que o germinaran!.
West* mo'nenlo acaba de cliegur ao conhecimento,
qae o Dr. Manoel Tertuliano Thomaz Uenriqucs,
|Uiz de direilu desla comarca e actualmente chele de
polica interino da provincia, achandu-se no logar
Lasa Nova, poucas leguas em distancia da capital,
em diligencia, fura victima da calaslrophe seguinle :
Aboteladft o Dr. Thomaz llenriques em um sobra-
dito sem verandas, atla nono sollrendo neresiidade
de ir a parte citerior do mean,*, fallando-llie a lis
I o-k; io precisa ao descer da aseada, fui ler a urna das
porta* esternas, e vio attendendo por lem dolida
para a falla de varanda, que a mesrua | tila sulfria,
bal.leiu-se, brando has aulemeule mallrslado. Pro-
fuii d : ilion I siulo os incommidis do Dr. Thomaz
lloi.i que-, e votos faro para que consiga qoanlo an-
tes reslabelecer-se.
Conl nua na adminislra^ao da provincia o Dr. Ma-
noel Cleinenlino Carneirn da Cunha.
Parece-me poder asseverar a Vmc. que a proiin-
ei acha-te salisfeila com a illu'lrada e recia admi-
nislrar.io du Dr. Carueiro da Cunha, e praza aos
cos, que continu ella a froi-la por mullo lempo.
Tendo opporluuidade faco chegar ao Dr J. B. C.
O. A., residente nessa cidade, os ineorolnndos en-
limenlos pelo psssamcnto do sen pro.ciulor, sobre
cuja caus> desojara I moar urna folha de c> preste.
O gado por squi lem sido victima do nial triste.
Os gneros do primeira necessi ate rio sem uovi-
dade, pois o respectivo prec,o vai em um termo me-
dio.
S iluli ni plurimam alque valere.
O Poinhalense.
saudarmn a cln-sada dos seus hospedes Com una nao
ptquenn porfo de f gol do ar.
Os dous vapores emraram no rio da Parahiba, e
poucas horas depuis eslavam fondeados; rento e lan-
os passageiros sallaran!, e foram recebid"s por um
concorso immenso de pessuas, que no purlo, e noi
trapiches esperaram de breis aberlos seus amigos e
Irsaioa de Pernanihuc.
Pareca ao principio, que nflo lioovesse lano aga-
alho para lanta gente : horas depois do disen.bar-
que Indos eslavam sendo deliciosamente hospedados
pelos honiadcs Porahibanos, que foresto he ronfes-
lar. muilo pagos ficaram eoni essa prova por demais
signilicaliva do amor que Ihe volamos.
A noile do dia G era o que por coslurr.e immemo-
rial eslava reicrvaja aos militares para festeijarem a
Sanhora das Neves, padroeira da cidade.
I unios nessa noli* a novena na icreja matriz : es-
lava ella ricamente decorada, e illuminada interior,
eileriormenle.
No prtico do lemplo eslava armado, para a illo-
miiiaco, um easlelho sobre o qual eilavam as ar-
mas, escudu nacional.
Houve fogo arlifcial, grande coDCorrericia, e linda
3 novena houveram salvas, fogo roanle pela guarda
de honra, que eslava pesiada no paleo da malriz.
A noile de 7 perlenceu sos esludantcs, que li/e-
ram o possivel para que fos'o brilhmle, e na rea-
lidade a doi militares nao eicudeu ca cousa el-
gom*.
O diaS fui oda fesla da padroeia. houve misia
nova cantada pelo padre Meirelles ( lili.,, do sympa-
u auligo correspondenle eicelltnle mu-
a veris chorar um dia inteiro : suas lagrimas, dizem
os rnlflodrdoret, queiiuam como plitaut de fogo.
W.lo esperis que urna parahihana dig.i que vos
ama, quando vos aborrece; perdein por iiuceas e in-
genuas.
Aqu paro, porque secfon-se a linla nos picoa da
peona. Voou o ginio, que preiide ai innsiva* jor-
ualislicai.
Falle da mulherei....
Conclu.
Adeoi.
O vapor o Iguarass, viudo do (iranja e por-
tos tutes medios, ir iu ve a seu bordo os seguinles pas-
sageiros :
Joilo E. da Costa e Silva, ua eiii>ora, 'i libas- e.'i
esrravo, Anloiiio Valeniio da Silva II i roca e 1 es-
cravo, Joan Seraphim da Silva, ma icnhora e I as-
cavo, Casemiio de Pontea Ferrar, lua lenhora e 1
lilhos, Manoel Ferreira Lima, sua seniiora. (i (ilbuse
2 cradoi. I). Isabel Francisca .Monteirn Barros e i
i'ha, Antonio Das I manes, Francisco Alberto de
.Miranda, Jo,(' (unjalves Acra, Jo.lo da Rucha e Sil-
va, Jalo Tlioin da Silva e 1 escraVa, Francisco F.
le Souza Neve
da dos porlos do norte, alcanram as do Ceara do eorrespondeL las, qoal era e porque modo ; prelen-
Riol.r.nde do Vori* a do circule. do vingar-me de nina maneiia que fiqoe imi.ressa
Ioda as provincias dtsse lado do imperio goaavaia | eoostantemanla na memoria daquelle s*nhur virio
de paz. e iranqn.lt. tade. ,,, ,, cunti nos seos remorsos ; mas s. anleode
Nada digno de men^o occorreu, depois do ultimo I por vinganca a que eerceu coima mu,, declaro que
vapor, no l.eara c no Bu. Gran A carca do nono correspondente da Parahiba di mila-lo.
ludo quanlo por all ha de novo.
4>mmuttcttO.
PARAHIBA.
II* verdade qoe por duas fus, nomeaoo sobde-
legado de L........mes quiz aceitar, uem prestar iu-
rainenlo, nein meimo de primeiro lupplcnle ; o meu
genio e o meu carcter na. permilliaiB que eu eer-
cesse emprego publico contra a. m.nt.as conviccOea,
ou que os aceilassc para abusar dallaa. Nomeado
No Diario de 21 do prelerilo, dando ciencia de nv.mele subdelegado, urna aoloridads imporlan-
uma ripreii.latao leva 'a ao .eio do corpo legisla- | le empenhou-se comigo para que eu aceilasse a no-
livo provincial da Parahiba pelos h,hilantes da meacilo e presiasse juramento, embira pa**a**e i.n-
5' r't
Unco do i
sica, madamai .i.qiiainitate, rasilla ordem. e orarlo
pelo Rvm. Dr. padre Leonardo Anluiies Meira. Em
oulra lhe conlare o fesleijo da uuile das inucas. A
proposito.
O orador da noile dos e-ludanles foi o Bvm. Dr.
padre Lindolpho J s Correa das Neves ez-depu-
lado geral por esta pruviucia, a quem ella lano
deve !
Meu amigo, qoero-lhe di/or, que a nossii ierra nao
d aos bous oradores a importancia devida: aqui apre-
c.a-se .nro.ileslavelmenle muilo inaia lu bom ser-
rato, e nunca a m.ser.ssinia gratificarlo de vinle
mil rail > foi efl'c.ecida ao orador qualquer por. mais
ii... Horre, que fos-e '. Ce... mil reis he o preoo laxa-
do ua Parahiba para um serm.lo de fe'la ; nao lhe
pare(a fbula. He que aqol pode viver um padre
com laes ou qiiaeshab.l.taces ; he que aqui um pa-
dre he rempre um padre e ulol salvas ai honrosas
exc-p5f.es da vs*a Ierra > um humille nieiitiicai.it
decenas confiaras a irnn.ndades. S>ja oilo isto de
passagem, e fallemos da capital da Parahiba. una
das melhures dai provincias de Hganda ordrm do
In.peri.
A Parahiba i.rl.a-se boje em um p qo* em ver-
dade sorpreiideu-i.os : os rnelhoramentoi malenae*
lem progrcdiih. de uina maueira sspaolosa, o seu
r. minen ... arha-se asss augmentado, a sua indus-
tria pore.n he iienliuma, divido isto a falla de
promptas via. de commuiiica<;ao,e de lapou qosl in-
dol-noia, q.ip mo sri explicar.
Alguns edificioi uiase.-losos, e de apnrado gos|0 se
aclum ci.iislruin.il-, como s.jain a cadeia,que l.e um
pa irlo do gloria monumental para e-la capital, e
um dos Do!oes, que gnarnecem a coroa que ciiig'e a
frunle do hbil engriiheiro Sr. Retumba.
O hospital, eemilerio e o morcado tambem mere-
cem acciirada ailencao pela elegancia, e solidez de
sua con II lirrllr.
Os templos ua.isao mos, se bem que alguns tallo
oo mal acabados ou por acabaren. Merccom especial
mencao o convenio de S. Francisco pelo sen monu-
mental, e magnifico cruzeiro, o primeiro do Imperio
<|ue nao escapara asaiiha popular se estivesse nesse
llecifc quando oin ill. lempore o povo foi invadido
Pta-7*y-irnpheijia cruzeiros. Com mais larguez
PAGINA AVULSu
DB3DMI la i[4\ g
Ejemplo de consrienria.Aballo Iranscicve-
mos urna carta que confidencialmente- nos fui dada. ,
com a qual claramente se vi que a conscien.a nao I ", '," ,,* .""j1*" "J"1*''0 { S- Blllo, silua lo
ha de lodo desapparecido. Ei-la:
e Illm. Sr. Jo= Pires Ferreira. Itoni'tlo a V.
S. a quanlia de 2tKl.>U0J, importancia de 8 caber.
de gado perleoceules .-. fazendaCarneba, fre-
anla de Flores, a qual ptrlence aos Ellabelcei-
menlos de Candada, e que lem ciado debati de
minha adminislrarao depois da morle de meu pre-
lado pai Agoslinho (iomes de Mello, e como "me
consta qoe ha virinhos qu* qnerem apossar-se da
parle da referida Cateada, rogo a V. S. que mnde-
me urna procurarlo para que eu posia comparecer
em juizo, afim de que as Ierras da referida fa/euda
naosejam usurpadas aos Estabeleciminlos de Cari-
dad*.
Incluso remello lamhem a V. S., a reluci do
gado va-um e cavallar qoe hoja existe em dita fa-
zenda.
o Sou, etc.Manoel Joaqujm de Aquino Mello.
Pao d'Alho, 31 de agoilo d 1857.
Antes de enlrarmus na apreciara., deatl caria, de-
vemos dizer que a adminislracao dos Kilabcledmen<
los de Caridad* ignorara a posse de-* fazenda. ou
antes desse donativo que o referido Agoslinho Co-
mes de Mello lucra aos Eslabelecimenlos de Cari-
dade, por isso que nenhum titulo linlia dassadoaa-
livo, e so boje depois dessa Tronca revriscdto do Sr*
Manoel Joaquim de Aquino Helia, he que se
ada informada que com efleilo esa fatonda par-
tencia aos Eslali-1rrimenlos de Caridade, cujo titulo
de posse se achava em poder do Sr. Joaquim Jos
Mendes, ja fallecido, e que, com os demais papis
que elle linha em sua casa, foram consumidos pelas
eharr.mas, por se haver incendiado o nitrado em
que morava, no largo do Corpo-Sanlo. Avista do
exposlo, btm se v que administrarlo de Caridade
nao poda ter ronhecirnenlo desics hens, dos qnaes
liada hoje n.lo Iruiria, se porvenlnra o dito Si.
Aquino permaneresse silencioso, mas *sse bomein
consciencioio e bem digno de lodo o louvor, anlen-
du que nao devja estar de posse de um bem que
llie nao perlencia, e nem me.-mo flassa quanlia que
mencionamos, pelo que nio duvidoo entrega-la a-
Sr. commendador Jo. Prea, c rrmeller a relarao
do gado que exisle naqurlla fazenda. Pellellamul
i Adininistr.i3o de Caridade pela pmse de mais es-
se bem, iao neeessarto aos Estabelecimeiitos, e tnbo-
tsmos ao Sr. Aquino os nonos encomios por >ua
generondade, servindo se das parbolas ,le JPUS
(Jimio, que manda dir a Dos e que he de Dos
e a Cesar o qoe he de Cesar. '
Corrida de ces e seus enlerramenloi.Sera
prrmillido que os ces que sao morios a mandad .
dos fiscaes, sejam enterrados em ras publicas, como
adeira couf.ana, de ?a'" d"Cano' e., '"" -T-eluirlo se alguem a *,o
que uao ha fruido. 0PI'oe au lera mellior que esses caes
A segurante individoal, a lranquillidi.de esalubii- iU""" 1n,",1' "1""' '"'errados em pra.as e lugares
dailes publicas nao sollrcm allerarao algomi mu. lesenos tiernos que sim e esperamos provi-
As funegoe. polici.es vilo sendo nereidas da ma- I ""*., "'" n,a,-.
nena porqoe por mais de orna vez lenho Iransmilli- iooc*.t.onsla-noi que em n-n dones dias
enlouqnecera repentinamente orno c.onla iioe ser-
via de ama em urna ras*, e qns sendo renieliida pe-
lo Sr. sub lelcgad,. da It a Vista pura a Hospital
de Candad*, all mo f('.ra recebida rea falla de
propereos. Quem n.lo soober dos en.barac.x rom
que lulo a admiiii.lrac.ao dos Eslabelecimenlos de
Caridade para satisfazor os desojo, de io:l, i nuanlos
piocnram remedio a seu, males, errlamenle laucara
sobre ella u udios... mas quem le.lcniunbar o io-
mero de doenlesque elisia no hospital e a falla de
pruporcoei qoe lem o edificio para os compoilar
nio dcivar.i de fazer jeMiea, e entao conhereri ou*
1,1.1 SO I ,1.1 l.lliitllir ...... J-..J-- J_ _... .
do a Vmc. ; pois, na verdad*, he suflicienle relerir
48 nome.uo inu,'idoo que as ejerce, para qoe con-
viccSo haja da parle de qualquer qoe o Inuiver
coio.nlinicado, qoa be lisongeiro o estado desle
termo.
Sim,_ meu caro amigo, a polica do nosso paiz mui-
lo .;anbari.i, lendo por arui agcntei a iodiridoos da
esphera do seo patricia o Dr. Joso Leodegario Rocha
Faria. acloal agente sen uesla recoocavo do mon-
do!!!
A'sim procedeodo para com o Dr. Rocha Faria,
apenai f4{o o que re nnmenda a escriplura
dar a Dos o que he de Dos, e a Cesar o que be de
Cesar.
Parece ler ronseguJp o desojado efleilo a raba
observado oa misma pretrita, relativamente a im-
propriedado havida em ser a escola da inslrur. ,in
primaria Ucciuiiada no consislorio da igrrja matriz,
pois acba-io o respectivo professor transferido com n
sua bagasem para urna casa, qu* duem-mc **r a da
Illm.-' muuidpalidade, pur nao haver uina oolra na
villa desoecopada, e eom ai proporrOes preciaas.
A.iles o profeisor leccionar meninos no paco da
niunicipalidade, do qu* nu consislorio da matul.
Ignoro d quem partir a transferencia da escola,
le do revrrendissimo vigario, ou ie do respectivo pie-
(essor, convencendo-me antes que fra ella levada a
elleilo por aquelle, poii qoe, zeloio como lie no seo
magisterio, por cerlo consenso nao dover.a prestar a
exi-tencla do um aclo Oo improprio na sua matriz.
Por decreto imperial -foi removido o I .nenie Jos
Anselmo Rodrigues, romuiandaiile do destacemenlo
estacionado nesla villa, do meio batalhao lixo desla
provincia, a qu* se achava perlencendo, para a com
panh.a lixa da do Bio I,raudo do No. le.
(.loando anda lenliam-se per aqui os effeilos da
noinearao do lenle Jos Anselmo Hodrig.ies para
delegado do lermo de Calle, e esperamos no-
Iriam-io d* que elle n.lo reallsaria o -eu transpon?,
eis que aggravadoa sao es senlimenlos pela infausta
noticia de aea rernoc.lo desla provincia paia a do Rio
(irande Jo^Norle.
Acha aa o commandanle do destacamrulo, aqoi
estacionado, eulreguc ao cajiiiao .Vnloni Cibral de
Mello Leoncio, em sul.Sliloicao ao leiienle Jos An-
aelaan Rodrigues, deixando esle gratas recor 'ajOes.
Dizem-me que o lennile Jos Anselmo Kodri-
goes, enlregsudo o commundo do destacamento ai.
lapilio Antonio Cabial de Mrlb. Lronrio, deira
nao se pode admillir mais doudoa do
em om dos extremos da ra Nova. Esse inusleiro,
que ha nao minios anuos passa.lus nao pmxava deum
paneiio, immuiido, e prximo a dar coila, be boje
minha elegante clausura De.iaudu [de fallar nos
trieniiios de alguns abbades, que o governarain. un.
bens, oul.us mal diremos qu* o aclu-l D. iilih.de
Fr. Jos da Eiallac.au lem sido um incausavel pro-
tector, e salador desse inusleiro. Quem hoja c. nsi-
deiar a imineira pela qual eslava entregue ao aban-
dono o niosle.r .1, S. Be....., quem v boje como .e
acha elle com leus v.slos a bellos saines, seus dor-
mitorios reedificados, sua saciislia rampIBOSa., sen.
nros paramentos sacerdotaes ; quem soober que as
faztudaa e os eug.-i.hu> se cliam diligenlemenle
nvaaeiadot, c aogmentadaa, dando para os cofres
avallada* seminas do producto do seu vasto engenho
Mara. desempi-nhado, e ecuiomisado ror cerlo, que
l.em dir a adin.iiislrasio abbacial, que ftlizmenle
se acha a sua Iren'e.
lieleva dizer-lhe meu amigo, e por amor da ver-
dade, qua bous amigos lem Udo o D. abbade. amigos
que desiiileressaiiameule o lem ajudado a levar ao
pinu do cap lo iubeniditino seu iiom*, sempre co-
berlo das benjaos dos seus irmos de habito e *mi-
gos seculares.
A frente da adminislracao da abras do mosleiro
se acha um cidadao honrado e amigo sincero da or-
dem, e seu filhu contralle o Sr. Joaquim Jos da
Silva Castro, que a elle se deve a boa economa qoe,
lem bavido neila, proinptidao, e regulan.la le sem
que se lenba duvidaio um s da; .lo *ua probidade.
O bem conhetido Miguel. Verdadeirohe o encane
gado das cobraurai exlernai as que* dizem geral-
meii.....------
Alog.ia do Monleiro, fizeinos ..tgomas con*ideraru
actrea da sua materia, em ordem a f*er valer' as
razos produzdas, cuja procedencia he, a iios-o v,
rrefragavel.
Quera, por certo, sera apprehensao nem predis-
posi(.1o, rrllexivamenle apreciar os principios cuns-
tilul vos d'aquella represenlac.10 ; quem considerar
pas,j,,i,,e im
mo lialam.nlo u exerr.c.o ao supplenle. E.n allen-
(lo essa aa tari dad* e ao pedido do vanos amigos
uceilei a nnmeacau e preilei juianunio ; mas cum-
comn.hos. 1 ra.xa panno de la, 6 -arcos fio de algo-
dao, I barril aieile de palma, -M> sarcos cafe', I.VI
tardos panno de alguda trancado, ail d.l.s fumo, X
llecos colla, 1 barrica 9 lalhai de loara, 24 quar-
liuhas a granel. yOOmolhu piassava, 2 saecus pellia
de ro ilion o. | barrica ceia da lene, 26 eaiioei II
paroles e ill caliles cbarnlos bous ; a ordem. '
Br-gue nacional Adulphoo indo do Uiu (rande
do Sol, consignado a BaUhl A. Oljvcira, maufedou
o seguinle :
'.,ils7 arrobas charque, 30 rouroi vaccuus avada-
do* ; a or.lero.
Iliale nacional aNnvo Augelicau vi.ido doAsi.i
consignado a Joao Femando Paienle Viaiina, ma-
nifeslou o seguinle :
909 alqueire* sal ; a ordem.
Barca n.gleza >L*neaitrea> viuda de Liverpool,
miDifestou o seguinle :
ua 90IUS Nevos r 2 nia los, J la Antonio Corroa, mis dlfllcuidadei que de aecsel dade ha de Iro/.er o re Pere.ra da Silva.Nao preslei juramento de pri-
Josc Antonio Correia, nliao CsrlovWanderlev, Ma-j simples f.iclo material da exlensao da freguezia rie meiro supplenle que era, mas de subdelegado para
una luso de Souza miniara*, Crysoslomo Olivei- I S. Jo3o de Carins-Velhos, nao pode dcixar de con- cujo locar acabavn de ser nomeado. Nao exerci o
ra,> Miguel dermano de Sicopira, Ju-c Joaquim Reis vir na racionabilidadc da prelei.rao da dividi-la do encargo, nem o exirceria contra nin"uem une me
M I n*.r1 < -j \ s t t. m j.j__i_._ _a_ v __ _. a a*_.___i____I .u_a,_ 1__ j*; a_ *v __
arene, a ....meara,, e preste, ju.amonio ; mas cum- SO r.isas e 8 fardo, tecido, de algodo, 12 ditos
|.ri o que hav.a dito, passaada a vara a quem c,... ditos nc II, 2 ditos d.U. d* d.la e alodio I ca, a
PT.. ... -.. -............. ........._........ "S**J l-.'b* Scbammellau C.
" e.t.ie.ras de ferro, 1 caixa machinismo : a D.
" Id--man.
Esta he poil a pura verdad*,* oflereco em seu abo-
no o leslemunhi. do Sr. Dr. Theodor* Machado |-"re
el e>crava, Antonio Requivo do Amaral, Franrisca molo indicado.
Alve de Carvalho, Francisco R. dos Santos Frei-, Nao rcprodoziremrs aqo
a.gumentos, que j:.
las, Antonio Lopes .1* Alcntara 1 escravn, Domin-1 consignamos em suslenlarfto dessa idea, coja reali-
gos Joi d* San ia e Silva, Franci-co de Paula Sil-i saraa he inslantemenle reclamada p>la nocessida-
va Primo, Jos Baptisla de Carvalho, Antonio Fran-
ciico C. Monleiro Piro, Pedro Antonio le Alhuquer-
que l.uiz Fi|ippeCavalcanli de Albuquerque, Mano-
el Antonio Figuciredo da Caoba, Joaquim Jos de
-astro Pnnenle!, Silvestre Pereira, Joaquim Fran-
f,aj l.e insianlemenle reclamada p
des espir.tuaes de parle d'nquelle povo, que lica
dislanle das circuinvizii.hancas da matriz; rn-s assim
ellecloada a divisan, es-im creada a nuva freguena
nao pequeos bens devom provtr, e sen*, sanada es-
, sa ausencia de pasto espiritual que se da pata com
cisco, Jos Bibeiro Campos, Jo3o Vicente Hibeiro, os signatarios da r*preaenla{Io.
Antonio Jote da Carvalho Jnior c I criado, Jos \ Cunada des-es cileilos salulares, qu* dall
Alvos de Maraes, B-llliaiir Jos Moreira da Silva,
Joaquim Marques Demaso, Jos Ferreira da Coi-
la, Joao Pereira Rabrlle Braga e I criado, Jos Ma-
ra l'eslaniie 1 lilho, Francisco \nlonio fle Oliveira,
Ai.Ion o Francisco da S Iva, .lo llosas e soa senho-
ra, Iilippe Jote Pinboiro, Jos Joaquim .I* Souza,
Amaro Baptisla P. de Albuquerque seu lilho, Mi-
gue! Pessoa deAraujo lavares. Vicente Jos Borges
da Castro, Jos Jarinlbo S. Nato, Justino Alves
Quintal, Jos Correia Lima e sua senbnra, Joao Ser-
gio Cesar de Araujo, Jos Leonardo Radicbe, Jos
la deven,
emanar, a Ilustrada e digna aigerai-l, segundo
nos consla, hav'oii.io (umadu rm con- i ten-rao a re-
presentara, ja a respectiva commisnao deu o seu
parecer julgsndu-a objeclo de deliberar-ao e r*que-
rendoa audiencia do F^xm. bispo diocesano, a quem
ja fi.ram i,ITectos os papis.
Aliento o escla.ee.do criterio que indisiduulmen-
le rararlerisa aos membros d'aquella assembla, al-
enlos is precedenl.s ho..rusos le que he ella ferl.l
no desempenlio de sua mis ,1o, oulro proceder nan
era licito esperar em tal emeigencia, em que enlra-
Anlonio Pereira Vinagre, Ignacio l.ourei.co Das, vam em jogo ...leresses encoi.Irados.mas melindrosos
Ignacio Comes Cabial. Jr.de Souza, Joilo Marlins, : era que por bem de um smenle mllriam m.lhar*s.
Francisco Pedro, Angelo Bereira, Paulino Jos Jaco-
ma, Manoel J.oaqutu., Jos Con^alves dos Reis, Dc-
meciauo Nuues Soares, S escra\os a enlirgar.
. /(' amanliila.
COMARCA DO BONITO.
Cidade de Caiuani 7 de setembro.
XXV
Aniel de prinripior a parle noliciosa permilla-
me qoe, como Braslleiro, roinmemore o dia da ns-
sa emnncip-cao poltica, que pas.a deiapercebida
por esla localidade, alo qu* em os nossos pellos pa-
triticos de catincueiros, nilo pi Ipilem cora jijes bra-
ileiras, qoe eheiai de jubilo, bem digam os gene-
rosos esforcoi de u0-so pais. qu* s* *mpenharam
na grandiusa ni ra, rajo plano lora 1,1o hbilmente
fado eexecutadp. por esses illuslres vultos, que
hnj* descansam na p.z dos lumolr.. coberlos das
henraos drsle | ovo heroico. Ahi felejos publico!
aiii.unciam ao povtf que boje completamos o trigsi-
mo quinto anuo que somos una nacao e aqui ape-
lla* em noseas mentes a lembranca do dia do noo
baplismo poltico Taz pular em segredn nossai rcra-
res, cliaio* do sagrado amor pela nasa* cara patria.
A segurauca pessoel nao tem soffrido nesle lermo
violencia algoma que me consle: enlrelauln que o
loilo de auimaei lem crescido espantosamente, sof-
'rendo ass.m a nos como sabe, h* o furlo d animis, om dos maiores
males que iCm pisado sobre nos, e que cumpre a
lodo o euslo ser extirpado.
Fazemns votos para que a assembla aeral nos
proporcione o bem de que lauto precsame*.
Consloo-me que os presos aqoi existentes preten-
den! um arrombamenlo, para oque se tem prepa-
rado ; mas as autoridades a quem cumpre a guarda
dos mesmos eslo vigilan!**.
Corre por aqui que o capillo Joao. Themoleo de
Amarad*, subdelegado de Panfilas, ha loltrido gia-
ves ii.commodis de sau.le, inriinimodos que o lem
posto, por mais de um mbinenln.a borda do Inmulo,
feliz.nenle. poiem, lenho recehido nolielas um p. u-
eo animadoras be verdade, mai que me auimam es-
perar o seu completo resiabeleciroento.
lazemos votes ao Alliaslmo pelo eomplelo resla-
lielrrimeiito do Sr. Joao Themoleo que bous e
reaes serviros lia prestado a esle lermo, livr.mdo-o
de possuir em seu seio a' muilis aisassiDos e la-
dmes.
OSr. Clan lino Jos de Oliveira, vai sali>f,izeiidii
a expectativa poblna, no aiereieio da sobdelega-
cia desla cidade ; he activo a intelligenle.
Con(aram-mr, *m seg.edo he verdad*, qoe o ni-
sa juiz mun cipal Xavier Lopes, n.lo goslou fo-le pu-
l-lirado um ollicio de dito Cl.....lino, ondn e>le cum
toda franqueza expoz o procedimento do mesmo Xa-
vier Lopai, bavido em 1855, quando o Sr. Clan.iino
oecupava a delegacia.
loram empregada amesras (cliamo-n a reapana)-
hilidad*) e promesiaa, porqu* a lodo cusi se qner
deimorasar ao promcloi ; mas contra a probidad*,
ronsc.-nca do dever e propria dignidad*, ameaea* e
nrotnessai de grsvallnhis, *a.> cousa nonhuma, a-
penas pdenlo inlloir no animo de algum gal,
Irai.slormado em espoleta.
O juiz municipal exisle actualmente em Panellas
oe Miranda com todo o foro.
No ii. !<18 desle jornal foram in.preseas algnma*
linhiis em desal.....o do leiienle-curonel Manoel Uo-
"'"l* Cunha Pedrosa, delegado de polica da villa
do lloinio. A censura numeren la qoe he feila ao
(enenle-coronel Pedrosa, prrmille se cunheca alrn-
vazdoBoi.itei.se ou algum individuo desp'eilado e
acoslumado a nao pagar os raposina, a qoe he obri-
gado, querendo em torra eslraol.a locuplelar-se,
'ou I, indo dai leis e aoloridades, oo algom enforqui-
Ihadu que se aprpgoava nomeado, quando apparece
a esculla lon a quem era ludo quer ii.lroinetler-s* decidir.
Desculpe-me o Sr. 'Pedroza se eicrevi estas lianas
em seu abono, aroni*lho-o qo* despreze aos trafi-
cantes que eslavam acostumados a zombar de ludo e
deTlodos.
tom5S?22?L2!*u! r a |,'l' ra|rul" 1"e fa0' '" ne -sirvo, o,
lo, o da S. T.aao^ Volt", o nT *T F'' A"" i frro ^v-nriaei tem sido desfalcado! da epidemia
piird e, sera mais lacil moirer a fume do que ll- ca devmai* do lu-iyin^iuui a. .____,. i_ ....;. ....
qu* os que ii
exislem rm numero de 2, julgara nao s o per.go
qu. corr*m nchando-ic reunidos como esiao, mas
tambera o prejoizo que caosam cum os eslragoi ne
fazem. p '
Cao monstro.Cnnsla-nrs que na rui da (lo-
na exisl* nra cao d* tan disforme lamaiiho, que lar
recoar ao man intrpido caminhantr, quando ello
a acha tendido na porta- de se,, dono, e como
possa sucreder que em urna oceasia,. de mjo humor
elle se arroje sobre alguem; prevenimos ai. dono
delle qna o faca recolher para o seu quintal, afim
de ev.lar algoma eomequenCa desagradavel.
Falla de respeilo de religiao.Consta-nos que
alguem ha, que rom a maior falla de respeilo e re-
ligiilo, penetra pelo corredor das grojas rom >eu
charuto na bocra, e assim se conserva emquanlo pil-
le s* acha. .
Hospital de Caridad*.No dia II do correle
ext'liam 90 homeni 98 mulhere Iraiado* pela ca-
ridde ; 20 homens e l,S miilhere* que pagam aa-
s i c praras do corpo de polica.Total 90 do-
enles.
PARAHIBA.
8 r/o setembro de IK57.
Es-me, bom .Tmigo, usa hospiiak- m> plagas da
I i.rah.ba, vossa muilo amada irm.1l, e una das mais
mimosas filha! deste vasto solo da Santa Cruz.
No dia 5 do rorrelo ai-havam-se us dous vapo-
ras Pfrainanga e Cama, gibe em frente do pin-
rel os 7 horas da noile ; ambos de vis-a-vis, e como
que mirando-so cuinceiloi peusaineotvs occullu-,
que ni elles 1.. sablea).
As 7 e meia l.vai.iou o .. Camarag.bc t a falecha,
* 1119 0 0 Persinonga .. o imilou : ambo, sulcaram
ai a las vagas do .ceai.o. O Camarag.be .. mague-
do sem duv.da pela inlluenci.. sulcsla segn, o
.. que II
r.ir illegalmenle um senil do que perleuce a lodos es
seas irintes.
He adminiitrador do engenho Marau' nm secular,
liamem no campa, propriamente d.lo, e qu* lem a-
I. do cumprir os seus diveres.
Finalmente, meu charo, he difcil, ou qua-i m-
pnssvel reumr-se, di.mle de lana lorluna, e for-
l UBI que puda ser vulalilnada om possoal mais
probo.
A ordem benediclina arha-se acluslmenle
em qua-i lodos os puntos do Imperio enlregoes a
mocos .eligimos,que lo compreliendendo a neces a-
dada vilal de aug.ne.ilarein, e zelarem o seu patri-
monio, baja vista como se achava o mosleiro de O
linda, e boje I,* sob a i.dmiuislracau do digno D.
Abbade Fr.Fillpp*, que l.li bem he ajtUcdu pelo
Reverendo padre Fre Jos de Santa Julia.
Parece, que o* sv>leii.as da regeneracau, e conci-
liario taml., m se achara inoculado nos craies ceno-
bitas. A-sim devia sor.
A goarda nacional di capital,se bem quenaocom-
plea, ach le nilUamentt fardada e bem discipli-
nada, o seu digno commandanle lem sido rapruhu-
so na sua organisaco ; a oflirialidade l.e briosa.
Asna banda militar, se bem que mo teja um
terco das .lo--, capital, todava vai indo bem solln-
vetmente, e lia Nperaneas de melhorar, porque be
dirigida por um hbil m*.|r*.
Vmc. nao acha, quehe pessimo svslema esse de
inlerinidade *
O secretario da polica he Um mojo que lera pres-
tado -eu* bous lervicoi ao paiz, o. maaisliado no
Kio (.rande do Norte, lie intelligejitc e hoi.e.lo, e no
enlrelanlo anida est na interinidade da Secretaria
policial. La diz o adagio, aue mais sabe o llo nu
.eu. que o avisado no all.eio.
Falla-te muilo por (i na vinda do Sr. Porlella
para presdeme desla provincia, Vmc sabequantu
ganha ella rom semalhaiit* acqoisicld, se bem que o
Sr. Clemenliuo lem sabido llvrar 'com lino o bauel
governamental dos rachopos polilicos, em milhlo de
vezes u,i* pengosos que o mpliCditles abr.lbos.
A liscalisaco provincial c geral, vai marchando
de maneira, que faz pasmar, e sorle que nao lem
precisado de supprmeuto d-ssa pruvinria.para a ge-
ral ; l*m principiado o auno liuincriro com recur-
sos proprioi.
A allan.leg he una reparalo boje, que deve me-
recer eonsideracao ao gnvernn : nolla i.lo ha an.bi-
ros, e nem ronita qoe leul.am bavido ireva.ica-
roes, so as ha sao (flearluchadsa: o s-u mspcclor be
digno de lodo* os elogiis por sua illustraco, e zelo
com que vai dnigindo esa importante eilafio.
E-la n.i-siva mo lie un. relatorio-, e ... m cousa
qu* cum i-to se parce*, porque parece-me que pan.
se eicrever r.-latori, -, faz se misler pelo minos orna
farda bordada, mas como lenho pvifui.doriamente
loc.do na que lia de inolhnr Billa capital, permita
que lhe falle du servteoda gr>j.i paranibanaal
A mair.z he um lemplo anligo, nas qu* eatV bem
conservad.., he parodio desta fregaetla o Rvm. pa-
dre Joaquim Antonio Marques u.n dos mais zelusos
VlgS'io* desla diocese.
A san* publica vai por ora sem a menor allera-
: ca Irabalhos da provedoria .'.lo dirigidoi polo
ca demais de lb:IHXISOOO do imposto de meia ciza
sobre-escravos. O Calclo nao he exagerado.
O jury do Bomlo deixou de fnnrrionar antes de
lerminarem-se os das da lei, leudo migado a leii
reos.
O resumo dos Irabalhos que a eln acompanha f.i-
ra conhecidos os motivoi da ampulhelagrm. La e
cu na. fadas ha.
Consta-nos que ojuiz monidpal dessa villa Bo-
nito esta', segundo inssa giria r9golado ; pois
exislein no juizo d* direilo denuncias por crimes de
responsabilidade, que, segundo as milicia* recebidnS
aqu em inda n abonain. Sendo ver.ladeira a noti-
cia, como a don, esla comai-a esta' mal servida com
os actuar* juires municipaes.
Nu dia I i .lo correle temos a abertura da correi-
eflo na villa do Bonito. Se conseguir urna copia do
ed.Ial que, segundo o* entendido, f.'.ra feilo leain-
tium arlem, cu a remeilere para ser publicada, sen-
do pos-ivrl.
Nos estamos com a secca na porta de nnssas casas
* a,;ora nos resta pedir Seubor, leude compai-
3o de ne*.__
Os gneros continuam em sal ascendente caresta,
e as feiras leem sido muilu escassas de ludo e para
lodos.
Carla particular.)
O primeiro passo pois e-l.'i dado para a cousecu-
c3o de um fin rraitienleinenlo ]uslo, e que ha mui-
lo era reclamado e reronhccido por lodos qu* eslu-
davam, anda que perluuetoriamenle, a iiloar;iii d-
quellas paragens, onde por impossibilidade phjsca
do respeclito par. rbo, derivada da evl..-i-,"i. do'ler-
riloriu, uos morrem sem o conforto nemas conso-
lares da religilOa a oul.os Vi*em na ignorancia dos
e.s preceitus e sem I. ver recebnlu u sacrainenlo do
b-;ihsmo por anuo*! !
O remedio ao mal agora deenrre das m.loi do
Lvm. Sr. hispo diocesano, em boa hora es!., elle
as--s informa,!., da silu-co da Alagoa du Monlcin-
em toda* os seus pormenores, poi* que jonlo a ii
tim o Bvm. secretario da mieslo por ..qu- los lu-
gares havida em 1852 ; o qual ocnlarmenle c.mp*
nelrou-sc da aeceaiidsoe da medida ora redamada,
a ponto de n'aqulla poca insina la aquelle* ha-
hilantes. Be de Crer qae S. Rvm% havendo pre-
seiic.acto a penuria espiiilu-l dos pnvos da Alagoa
do Monleiro c seus contnos, b.ve.ido verificado
por si ai proporroes qoe lem .quipe lugar para a
elevarn requerida, propinnos que furam anda
ampliadas pelo cemiterio ,o primeira da provincia
na .lata da crearan fundado p-lo Bvm. prefe.lo da
P'iiha Fr. Caeano da Mes-ina, ora nao dfeixe de.
com a xposicao franca da verdade, concurrir para
um farlo qoe dr ha muilo iiconselbara.
Com laes nformaces e oulras maisqo* por ven-
lura poeta S. Exc. haver, estamos, que opinar in-
fallivelmei.le pela creaban da freguezia, s*m que
possa prevalecer, ante sua apreciarao a* necessula-
des de urna paile da seu rrbai.ho.'a* mjsliBeac/Se,
is rgeciai e os rogaa do un.co inlereisado na suh-
ial enca da sfalu guo. S. Exc. Kvm,a esla' moilo
alio cullocado para que essas ron-inlias clieguein
ale elle, e as suas reconhocidas viifudos nio dao ac-
cesin a favores do cuja ConsecocSo resulle damno i
juslica, efleasa a equidade e queira a'seus senli-
ineiilos religiosos.
Conclaindo olas poucas linlias, damos os nossos
en.bonis aos habita.nos da Alagoa do Monten o e
suas ciicumvisinh.iiie.iis fetos feliaea auspicios sub
que se ada a sua jsaaalm* preleucao ; a qual alo
pode de.xar de ler xito nu surtir o desejalo efleilo
desla ve/, em qoe lodos os elemenlos sa dao as
mloa para amparu-la c reconbecer-lhe a joilica.
I-iramns aqu, aguardando ulterior oceurrencia
para vollanuos.
..Y:..
Recfe II de selembro de 1857.
I- g'gos ganafa. va.as ; a A. M. Machado.
ii...u'U\''*'"'"' "ci0<" dealgo.iao. 2 -lila,
los de linho. | la livros, I dita lelescopios, .,
bsrrisprego. ;ac.J.Aillej -xC.
Silva "Clll0S "B "l8udao Bra*a c"
<&oizt&p0nbcnda&.
Sis. redactores.Victima de uro allentado contra
a minha vida ou pessoa, vira para esla cidade com o
lim de lomar urna viugauca digna de misa contra
meu aggressor, isto he. n3o s desmacarando-o pela
imprensa.como imprimiiido-ll.e n- fuco o Mtigai
a-sassino. Logo que rbegu*i liv9 oecasia.i d* vr o
fosie dealfeclo. por que son incapaz de ama infamia.
O que pretende pois o Sr. Dr. Candido, que *e con-
clua das uas palavra* '! Entrara eu no exerccio da
i'ili lelegana para processa-lo pelo crime d* que eu
linha sido victima '.' pois chega a conceber lemelhaii-
le loocura a que e.npregasse a aoloridade publi-
ca, qoe me kira cai.ha.1a em virtud' da lei paia
viula-la iinponimeute Parece qoe al o principrai
mais coineimhus de ifioralidade tem togido da cabe-
ea do Sr. Dr. Candido.
No morasnto era que me viene a lembranc, ara-
da mesmo no aclo de ora allantado lo brutal, a Ir.s-
le idea de uma vinganc,. lao lorp* como a do Sr.
Dr. Candido, conlra mico declaro francamente, que
nes-e mesmo instante eu lhe perdoaria a cllensa, e
abandonaria a comarca.
Pode li-ar cerlo o meu nimigo figadal, qo* nao
lhe locare! em um cabello ,1c seu corpo, mas bei i*
ferir-lhe osarios d'alma, Ireide moriificar-llie o es-
pir.lo por lodos os meios a meu alcance, lie seibo
para c..rr*gr-se ou para arrepender-se, mas assim
mesmo em falla de remreos, hade sentir dures pun
gentes, quando se lembrar de que uma sombra o a-
cnmpauha dia e noile ; he o desprezo implaeavel da
gente mais grada e sensata da comarca do Kio Far-
inoso, e de toda a parle onde chegar o coabecimeulo
de sua infamia.
Recfe, lo de srlembro de 165T.
Paulino Augusto da Silva Freir.
f>. redactores. Nunca fui ngralo aos mens
l.emfeilorcs, e nem refer a i.lgnen. os beneficios que
lit, empre segoi a mxima de Clao: Falla mui-
" (as vezes no henel.-io qu* livores recebido. mai
nao falle* no qu* livores feilo a alguem o Dolado
dos mais nol.ros-. o i.montos de patriotismo, jamis
prrlen.li subir aa cumulo da grandeza, a pon-
to de ler abandonado a minha propicia estrella em
diverso penados da vida....
Nunca quiz ser magistrado, e n*m solicild em-
prego algom. lodo o meu e.....usiasmo fui dedicado
a l-ll-T.ilura o ..' pue-i .. o | ude obler a honra de
>er lacio correspondente dn Intuala Ili.lirico de
Franca, Bnmenio E'ladiense, na Ac lemia dos Ar-
cado de Boma, e na allana palr.i s co correspon-
dente da Sucicdade Auxiliadora da ln,lu-lria Na-
cional.
Para molhor exercer a profissao de Iliterato, com-
prei. por dou. eoBtua de reis. ao Illm. Sr. Jos Ja-
cnine de Araujo. a lypographia que pur divida lhe
loi adjudicada; poiem apenas paguei a asa honra-
do p.lneiu e bom amigo 'itlslloO.
Sem poder aal sfazer n.lnhai dividas eom promp-
l.da.., e.s que a cholera-morbos veio peiorar iniul.a
-ilii...-,.; augiiienl -rain-se minhas dividas.
Julguei que cscrevend um Uiarii poderia obler
vonlagriis e eulao sal'sfazer essas dividas; succedeu
o-contrario: os commerciaute* e pessoas gradas
promplvinrnle p.iaaiam o trimestre, mas oulras pes-
-oas licaram-me dives.do mais de um conlu de ris,
apena escrevi dous me'es c dous dias; resla-ras
a consola.rio, que prefer parausar o meu Diario e
sollrer resignado as suas eonsequencias, para nao
pr.-sliliiir a nnbre minio de e-ciplor conciencio.o,
independen)* recle, sem nunca vituperar o cida
dl hnralo e perseeuii o desvalido.
I m erro com.iiolli, dan lo principios publicas;lo
du Diario, sem ler p| menos trala rramsa do pa-
pel, e assim fui obrigade a paraljsar a sua publi-
car! .
Foi inevitavel esle resollad'.; meus enormes Ira-
halho* no rigor do invern me mpossibiliUram de
agenciar a cobran.; i de lodas as aisignaloras, vi que
anexar da cepedus annuucios, manife-t.ii.lo que
faiia; a enorme disprxa de duienlos mi) ris por
semana, nao fui possivel conseguir 'azer continuar a
publica.j.i do ingenuo defensor da librrdadeO i Parafozos, 7 dilai eiliinho,' ditas nreco'^alilsrra
Despertador Commrrcial ilo Sorte. & Castro. "*
Val, i e
6 caixaa qoeijo*. 1 dita biicooloi, 1 dilamosll
11 d.la golea, I dita molhoi, 1 dita vela*, 2 ditas cha,
2 di as carne, jO barril maoleiga. .1 di ios lingos.
d.lo, cerveja I d.lo sal, :t g,t04 pr,.unl0Si 2"ca-
t.astras louciuho ; a Johnslon Pal.r A c
2S i nieladas caro de pedra sera enxoire a (ie-
ore Furnr.i.
3 barricas loura vidros, ,'i caixas 2 embrulhos
niiudcz.il; a Jolra Galii.
1 i fardos 91 caixas leci.l.s da algodan, 2 ditas
dilos de seda e algodo, 1 dita meiai de J.goda *
Fox Broihera.
9 caixas lecidos de aleadlo a la, 2 dilai dilos de
linho, 1 dila dilode algodlo, i dila chapeos de pa-
tl.a ; a J. Keller & C.
11 ranas e 10 lardo leciJos de algodSo, 2 ditos
dilos d* liaba, 2 dilos badal, 3(1 caixas fio da algo-
dao, 7 dila. chapeos d* sol de pauinho, 3 ditas miu-
deza. ; a H. I iili-un.
*\ barril tal ; a James Ryder & C.
22 fardos e 21 calas lecidoide algodo, t dila cu-
tillena ; a Ko.tron Rooker & C.
10 fardoalecidos de algodSo; a M. J. Seve 6 S n>.
barril salitre. 1 j dilos progos, I caita raiudezas
a J. Halliday & 2 caii.s miudezas ; a Feidel Piolo r\ C.
S lardos e 3 caixas tecidos da algodlo, 1 dila do
dilo e la ; a A. C. Abren.
1 caita chamiu ; a Th. Heywood.
3(J ditas (cidos da algodo, I dila de linho, I lar-
do de la c algodSo, 23 barril cerveja ; a T.mm II. .V
icaitai II fardos lecidoi d* algollo, 3 dila. de
d.loi e la, I d.lo de la ; a A.kwrRl, lurknea V C.
10 cana, folhas de Uandraa, 1 dila e 2 harris er-
ragam, I Jilo eslanli.. ; a IWeader Brandii.
.>!> cauai quoijus ; a F. G. d* Oliveira.
38 ditas l.ci los de algo.lo, 7 ditas dil-s de liu!...,
2 ditas ditos de la, 2 dilos dilos de algudo a la, 10
ditas dilos de algodao e l.nbo, 13 ditos lio d algo-
dao, 1 da falo e m.tien.io, 3 lilas chapeos di- pa-
Iha,., dilas ditos de fellro, 1 dita lencos de cm-
braia de l.nha e grades d* aeda ; a U. Brunu A C
J eeitai biscooioi ; a 1". de P. F. Sabaia.
.**....."** --"< fe'tei de ferro, il toneladas de
dito em bruto ; a C. Starr ti C.
30 caixas q.iei|os ; a Amonra & Irma.
120 caitas Uetdoa de algodo, 8 dila. 5 fardos
dilos de ta, (. dilos e 2 caixa* ditos de linho, 3 diloi
lonas, 3 caixa* lecidoi de algo lao la. 15 fardo* (lo
d* sspale.ro, 10 gigos garrafas da vidro, 2 caitas vi-
nagre. I barril e 2 dila* conserva.. 3 dita, biscouloi,
Hilas cha, I Illa ervill.as, 1 dila az-ile doca, I d.ta
sardinhas, I dila moslarda, 1 dila gelea, 2 dila*
qaeiias, 3 barricas agua de sola, 20 dilas arenques,
. '"i1 I4"1 ro,h"' d" Preaantoi, 2 dilas
lingual, 20 dilas manleiga, 3 dilas carne aals-ada ; a
Adamson Hoveie A; C. *
caixas rolbaa e fundos de cobre ; a Rodrigues
10 barril farragens, 1 dilo colleri., Hi |rens de
eoalnha, 2diloi vidros, 12 dim* e 3 gigos louca, Hj
feues pas de ierro ; a E. H. Wjall.
il gigos louc* ; a ordem.
2S calvase 17 fardo.Jazeod*. de algodao, .( ditoi
de la | dito mantas para cavallo, I o.aixai fazenda.
de l.l.l.o. S d.la* dila* de algodao e U .{ dilai ig-
nora-se. 9 dilas vestidos de cas.a, 1 dila coolas de
vmro, IjO renes de ferro ; a Paln N.sh & C.
.0 toneladas carvao de pedra ; a Soool W'ilson A
I/mi,.anilla. a
(8 caixas follias e fundoi de cobre, G ditas metal
amarillo. 100 dilas folhai de landres, I dila. panno
de alg..dao,_600 fogareiros, 2 barricas grades. I dilo
Os negociante*, a quem sou (.lo obrigado. canea-
dos de lanas conlril.uir.es liruefieenle'. nao pole-
ram s-r mais generosos comign, qu* no meu lidar
iiiliuriuoso, lutai.do eom tantos obslaealai, caresta
du papel, atoVbilantei salarios de uipressore im-
j peni i. i- i ma div. la de perto de d u conloa de ris,
levia enlio antever o crueais dissabares aue hoie
soffir.
Dover, em poder pegar prnmplamenle, he bem
loloros-o O que n.e re-lava f.u.ei '
(nvrrriioi .le novo a prolorr.lo de corares bem-
fatajo. e ublive algumas quanlias.
Proji-ciava ir mis meus amigoi e parenl-s, mora-
lores un interior deli provincia, da Parahiba e
iliii-Urande do Norte; e que foram peuliorados os
meua Ir. s preloa o avahados pur 901)90001...
Til. grande cavilarlo dos avaliadores, faz desei-
laan- ["'," l"'n"'m hone.io. pois aa. he ger.lmenle sa-
ido que o prime.o prclo vale i.I-icfi.I -* mil reii, e
lalvez mais. alenla a d ll-ronr,i dos prrosde hoje.
O que fazer ".'
Vou pedir visla rom susnen-ao dessa eoormissi-
ma lesa.., para juslificr anles de serem arrema-
lldol, peranle o honra lo joil municipal, que, '
face das lei. au pode ler indillereiite a' (anta per-
ver-idide!
Mas nilo cessa ai.id* a minha dili.enca, vou e-
crever ao meu amigo o coronel tjaipar de Menezes
\ aaeoacellei de Drummun I, e pedir lhe que e dig
lie .1* valer-me, fa/.*ndo algoma truno o rm meo
BEPAHTICAO DA FOI.ICIA
Durante o primeiro semestre do crrenle anno
despacharam-se pela secretaria da polica de-la
provincia 2<3 escravo*, sendo para as siguiles pro-
vincial :
Rio de Janeiro. .
Alagoas........
Babia.........
Cear.i........
Rio Grande do Norlc. .
Parahiba........
P..ra.........
Serg.p*.........
Kio Grande do Bal. .
I'.aubv. .
S. Paulo. ......
Maraohao.......
l'.ra difireme- termos deila
provincia.......
192
fj
(i
20
(>
(i
I
I
Diario de Pernamhuro de 31 do ag.-to. e nelle de-
pare, com uma correspondencia du-a-r. Dr. Candido
t.onralves da Rucha, sobre til* mesmo objrrlo. em
que -e defende da increpara.) que toda a comarca do
Rio Imiii..... lhe faz como aulor ou como mandante
de semelbai.te alteuiado.
Ja o ..Diario, publicou o que eo linb. a dizer a es-
le espeilo, mas cumpre-me linda responder a essa
13o inslita correspondencia, quauto que to leve el-
la por lim prevenir o juizo publico, contra o que eu
houvesse de manifestar, lita que sabia o Sr. Dr.
Candido, que cu nao pretenda
Cunera tirar oulra desforra. O ataque que receb.
foi duro e aelvegem ; mas permita n meo adversario
que eu Ma me queira me lr pela sua craveira. Dei-
xo-lhe a honra de um erune, de om allentado infa-
me e cobarde, comentan i. -ni- com a opiiinio pabli-
ca.-que o cudenme a eterna ignominia.
Comera o Sr. Dr. Candido, por dizer que eu fra
espancado a 23 do mez de julho, e que se a ofiensa
em si nada lem de grave, ella iuinou a eonside-
racao cabivel em laes casos em relarau a pessoa do
ollendido. Nao anteada bem o que i-io quiz dizer
o Sr. Dr. Candido ; isto l.e, que a nllrnsa em si na- ,
da tomo de grave. Se quiz dizer que u meu sollri- ,'ei.",|ln0- all"> salufazor as minhas dividas,
nienlu phiiicu i.ao fui grave, sillo que pinas l*vei ....'."^J"''" si,,!sraier e5sa.' >>'<>} U **ida-
uma pancada om um hombro, que poucu oo nada
mol-sion-iiie, giajas a Deas e a meu eavallo, que fui
o instrumento de que se servio a Divina Providencia
para salvar-me, anda ass.m nao deixa de ier grave a
ollunsa pela injuria; mas se a na i repulo grave,
porque nao se constunou o assassinalo, neste caio
louvou-lhe a gentileza e osangite fro com que mi-
de iota a Mtansae d* seu piopriu acto.
Com que na ser grave uma olleiisa feila enlre9 c
10 horas da noile, em lugar erran, por tres ou qualru
mal tiluirs emboscados, e uj a e vecina.. au leve
compiti elleilo por acto iudependenle de suas vra-
la de-.'
Nao ser grave um atlmlado conlra a vida ou me- PRAGA DO RliCI FE 11 DF. SETEMBRO AS
rao contra a pissoa de om hornera iuulTeiiiivo, e que 3 HORAS DA TARDE.
apenas cenia era luda aquella enmarca um nico i..i- Colari.es olciao*.
migo, i.lu be, o mesmissimo Sr. Dr. Candido V! Ah- | Cambio sobre Londres27 l|2 (O d|v.
da quando mo hoove-se a tentativa de um ass-ssina- Dilo sobre lla.uliurgutifio r. por marco a (O r!|v.
lo, nio seria gr.ive a .flema de um espadcamenlo Cooroi seceos salgados307 rs por libra
minie etigida*,#*stou resolvido a farer leilo de
1200 livros de miaba preciosissi.na livraria, que
pr'u-a I .uta por serem os nicos bens qoe me
aleiilam o aspirila martviisado por tao dolorosa*
appreli'iisoes, seu.pre innocente e tao mal com-
prehendi.lo !...
Dignemse, Sr*. redaclores, por sua bond-.de de
publicar esla exposira.. de leu muilo obrig-do e
alleoeioso venerador.O hachare!, Joao de llarroi
h'alcui de .llbw/iterr/ue Maranhiio.
-si- '
P. Borges, prrsileule inlerino.
l..lubourcq Jnior, secretarlo inlerino.
conlra uma pessoa, que goza na soriedad. de corla
posiriio, e anida mal. de um Cerlo concello favora-
vel :- Para que as.nn pense o Sr. Dr. Candido he
raislr i|in- e-toj muilo avezado a actos semelhanlas, l CAMBIOS.
queja lhe nao f.z.iu tci.sa no anima nem a com- i Sobre Londres, 27 l|2 .i. a fcd.
<""eia- c Puris, 3l(i r. por fr.
Diz lamhem o Sr. Dr. Candido, que a noticia des- I Lisboa, 92 por % de premio,
le nfauslo acui.lecimeulu correa a comarca, e que a < Rio de Jiineiro, 2 por 0|0 -I* desconlot
par deila Uvera scieucia de que eu lhe allribuia se- i Aerao do bao 50 por ceiilo de dividendo por con
Irdos *in compaiihia de seus ienli.ur ..
can de 20 que pagaram o Imposto provincial.
Entraram durante o mismo semestre em
desla cidade viudo, de lora do imperio, e
suasapresini-rc 183 e,lra>.geiros, send>
a eirrp-
porto
ln. rain
ii.elbaule olfeusa.
He uma verdade, qoe aquella noticia correo como
urna falsea elctrica, assim como que nilo fui eu que
a level aos estremus da comarca ; eom a noticia do
allentado curreu a de seu aulor com a moma velo-
cidade.
Todos a nma voz diziamfoi (ulanoHorneando
ao Sr. Dr. Candido; o sen nomo (ai timbrado por
lodo* que nos conheciam, sen. neressidade de que
eu o iiiilira-ie,i- nao era ramio que elle me occoiros-
ie a nuil, que era o paciente, quanlo loda a comar-
ca, sem etcepca.. de peoa iuvocava o nome do :-r.
Dr. Candido cuino mandante de lemelhaue alien-
Tado.
O Sr. Dr. Candido ainda te defende invocando os
cui precedentes ; mas pen.iilta-me que lhe diga,
que foram esses mismo, procedentes, que inlluiram
no animo de lodos para lhe atlnbu.rem a paternida-
de ilaquelle escndalo. Mo serei eu que va revolver
a vida passada do Sr. Dr. CanJido ; mas appello
para a sua cumeieucia e para a de todas quautos u
. un o.-, m de perlo.
Tambem mo o justifica o dizer que entre mim e
elle nao ha via appaiectdo uma desavenra tal que pu-
de.so oiiginar vii.gani.-a
cas, tanto no o| literal.
I'orlugueze*. .
l-'rancrze*.
Ilespanhees.
Ingles**. .
Bassianos.
Suiss"*. ,
Hanov*rianos.
^apolilanos. .
I r>
3
13
3
10
1K;l
Vou concluir.
O bello sexo '. ... S nio Deo. i A* mulherrs geor-
gianas, rsle lypo de candara, e-sa llex.hil.dade de
iinlura, e-s*s contorno*, es.a aliura ilabaslrina .1*
loz, csse ll-jido mi.gnelicn dos. seus nlho*, essa
iiim.ri -:ri.i natural de sens corarf.es, nilo exerdem
au Ivpo, a' cintura llexivel, aos cuito, no., a
alvura do llubeilro, au magnrlismo do. albos
de urna moca parahihana, poiamenle parabi-
,",s', baa !
A n.iilher aaieida neste lorrlo abencoado rara he
.. o. passag.iros bem tratados pelo sel. encarre'gado" LlSVil ''V"i* ^ *C,fir!? lii"'" Purei" I'"' '
as...,, ,. digo por ser veneran,.: ..Xm, "clin q '-rara oplimamenie. **** **> l'nmi.iva, quero dizer, que .,
ror-nosear a casa do mercado, propriedade toa. A respailo porem du Pcriinunga .. pnsso-llia af-1 A m-c-i parahihana nao lie fingida demasiad,, in
.,*..-Z U'"a ?* faSa 'le "",.C,"0 ,,u cn,n- """' t '" "'" """c"i ?. '". MMildi, I gcooa, ella c.i- cu.,, facilidad*, \al a vTrei. ,, i
^Sa^a^SSM^SSZZ\ l 'abalbodr. O s... comn,ada,,,e o Jampri penss.iva e me.anconca oiu-rd s '
X.OI.1H) ..a uiustris.ma ni.n.icipalidaile, que bave- Sr. Muieir.i Iraluu-n s magnficamente ; a ua mesa
r.. toda a actividad* precisa ao lu e relia.uso cum- lava sempre Irania aos passageiros, t- nolla v.....a-
l-iiiiieiiludo que he iccoiDiueiidadu pela respectiva raiu ;e j -plesu a lujoslivo alsuiu mocea que,
hbil e miiilissimn pr.il.cn De. Ja.. Jos Innocencia si,:. -j ------
Poggi.um dos bome.isdemais me.eciinenlonrslaca- -""'"m no .decurso no metmn seme-lr* diste
pilal. e que por seus serviros Iu muilo deveria ser para lora do imperio 09 eslrangeir..', sendo:
gral.lirado pelos cofres dai" eraras I oilognezes. ..... 33
- Pita* Antonio Cabial de Mella Leoncio, deixra ,, ,j C-bo. e ,.. dep.ns d ler ^l', ,XV u nba
de .egu.r para seo deMinu, porque o lado cr.uc. rol d a Persiniinga, .. qu. M-guia rum. ,h, ,le Ai
Z doc-mec *" l'c,n.....'" |,,l,|ue ,,e,a''""; ?)^;1,ln'co"""'......u -'" >=" i -!
N'Ao poocos iao 05 candidatos ao lugar de romman | Curaprt-me signilirar-lbe, hom amit-o, que Icn-
danl* superior da guarda nacional desle municipio : do eu embarcado no a Persiniinga .. para vir a osla
pelo fallescimenlo do coronel Jase Comes de S, que' cidaUe nada *ei loformir-lha a losie oroll du Ca-
eulln oceupara scmclhai.le lugar. 111 n.gibe, a su sim da uvir dizer, que f. ram lodos
* |. .Iriarrba desla vi!!,. B-r..a..|
do
dar sou cortejo, sabercii qu* pensa malla vez en
puerilidades.
Arcenllni-
Ameiicaiio.
I'rancezes.
Inglozes. .
I>.cano. .
Sirssos.
Ilamburgue 1
Allrmla*.
Hillandoz.
Belga. .
Secretaria da p,,|,cH j, pernambiico II de se-
le...hio de IK57.O secrel
Almoid*.
la do vende lor,
o cumpanh.a de Bcberibe (OJOOO por acelo
a a eompanhia Per'..umhucana ao par.
a Ulilula.lc Public.i, 30 por cenlod* premio.
a o [odemoisadora. ni idees.
o da esirada -i* ferro20 por Ora, de premio
Discanto de lellra-, de to a lo por ceulo.
Acv'.es "I" Banco, 40 a i.", do premio.
Ouro.Om-as hespanhulas. 29S..0) 30JOC0
Mueda d. (is'.lg) velhai .... IllstWU
6vv(M) navas .... I65OOO
* 4;sC00. .,.....'.I7OOU
Prata.l'alacOei brasiltiros......2c"00
Pesos coli.mnari s......jOOU
meiirai.ns...... I;;--1'1,
A1.1 AMl|K(.A.
Beiidimeulodo da I a IU. IU:270l3.Vo
dem do dia II....... 3(i:OU9>J3
Descarrcgam boje 12 le selembro.
. Barca ingltzaSil lion.erradeiias.
As minhaa corresponden- LBares ingleaaLaneaslredcm.
annu prximo passadn 1 Patacho inglezPerseverai ce -, idem.
como actoalmml. no ..Diario de Periiainbuc.),.. re- Paladn porluguet Diligenle ..v-rsos gneros
velara a causa molona, se n.lo de uma ving.inca, ao I Patacho hras.le.roTaiu-gii -o reslo.
IK0:3(J9JS92
TOO saceos arroz, 50 birris manl.iga, 5U meias
canas cha' ; a Saiinden Brothers.
I caixas Imitas. 24 fasareiros, 1 bomba, 50 can-
nos. grade, 2 pede*la*s, 2 quadros 3 rylindros
ta, 1 jogo de ferros de fogo, 6 ciixas e 2 barricas
lerragens, ludo obj.clos pertencaulaa a engenho e
moiiihu* ; a S. P Jjhmlon A; C.
i saceos amuilras ; a diverso*.
rigueamericana uBranilvw.n* vindo Pl.iladel-
phia, consignado a llostron Rooker A; C, manlfes-
lou o-scgunilc :
vmrV. Ca""' P,nn0 de a,t!0di,o "lo1' 30 "' bren,
00 barricas farmhl de Irigo, 149 barriquinh.s bu-
lachinbas, l(. caitas cha' ; os consignalarios.
Mate uaciaoal -Cailro., vindo d. Fernando, cuu-
tegunne"- ""'80$ Alv, 'M.'lheua, man.feslou o
100 accos, 25 barricas e 2 caito*, mill.o ; a Joao
(onralves Ferreira.
27 s.ixo, milho ; a Angoslo Celar I. S,' Pereir..
100 alqueires de muho a granel e 211 saceos con,
d-lu a Joto Francisco de Sooza."
I v *rfil "lilh'16 """ '">*" '' lMt' da Sllv'
lrigue 11aciou.1l |). AlTonso vindo do Rio Gran-
de do su!, consignado a fcallhar & oliveira, mam-
rislou o seguinle :
11,211 arrobas de charque, 72 dilas de sebo rm
rama, e jO couroi vaceum serros ,le refogo; a ord*ra
Ilirca nacional T|,rr* I vinda do Rio (rande
lo Sol, consignada a Ballh.r & Oliveira, maoife,-
luu o segrala :
11,000 arrobas
secr
e 15
de charque, (5 coaros varan.-.
.ro avadad.*, 2 barrieai mermelada, qoarlola.
2 barril cora 4,748 (ataba*,3 ravalloa ; i orden..
1 alacho nacional Bom Jeioi vindo do Rio r.n-
de do Sol, consignado a Baiiholoroeo l.oorenc., ma-
n.fr-lou o egi.inio '
0,003 arrobas de charqoe, 101 dilas de icbo em
rama, .10 couro* vaceam aecco* ; a ordrm.
Barca ingiero Eleonor, viuda de Liverpool, con-
signada a Saunden Brollien & C, mimfeslou o se-
guinle : a
1 i fardoi fazenda de algodao, 200 liceos arroz,
100 gigos e I ce*lo loura ; aos Consignatarios.,
1.0 toneladas e 12 quiulaes de earvilo : a (Teorga
Parnc*.
50 taxai de ferro ; a S. P. Jolinslen A C.
1. !T "1".'' I0 '0,"ola,e e,,1 lo" Johnilon
I AlT ot Ci*
9 fardoi fazenda de algodao ; e Braga Carvalho e
Silva.
410 fogarairos, I barrica grades; a E. II. Wyall.
I rollos chumbo, 5 linas fundos de cobre ; a Bar-
roca A 1. .-Im.
ii laxas de ferro, 50 canos dilo ; a I). W. Bovv-
man.
9 caixal e.40 fardoi fazenda de algodlo : sN. O
B-ieber. '
2 fardoi dila de dilo, 2 caixas rbapeo da sol ,le
seda ; a J. keller ft C.
4 caixai fundos e folhai de cobre ; a Brandara
Braudir.'
11 ptcaa, 74 caitas, i barricas, volorots. 3 fei-
.e" e, ** P"re, 0,'Jto. par, a e,trada de ferro ao
Rio de s. Francisco.
Polaca he-panhola Ondina, viuda de Barcelona
con-i-nada a Aranaga A B'yau manifesloo o se-
grale :
119 pipa*, 2 mias e 250 harria vinho ; ao capilao
do mesmo, Pedro Sema!. '
CONSULADO CERAL.
Remlimenlo do .lia 1 a 10. .
dem do dia II. ,
DIVERSAS PROVItICIAS.
'irndimeuln do da I a 10. .
I.ie.n do dia II. ,
2.Y.:)8:)652
I.5i0j81l
26:y0l5i(i3
6959742
10C505
aoaun
menos de uma presencio, i-|o lie, ou inlimidar-me,
fniendu-mo daaillir da celo qu- enleulava, ou en-
do-ae livre de um adve.sario aquein mais cedo ou
mais larde liiihnm as auloiidadi de fazer-lhe ius-
ti.a. '
Volomes mirados ruin fazeinlas
com gei
nos
Volumes fiihi.lnj rom fazert
Ir.s
rom gneros
IMPOHT
Barca nacional Amelia
158
351
509
Tolal
sCA'O.
vinda da Babia, eonsia-
O nosso pleito nao esla decidido definitivamente :
peli um mandado de manutenan das minhas Ierras
contra ura esbulho do Sr. Dr. Can do, c f..ra me
negado, como ludo eipliqu-i na miaba rilada coi-
respoi.dcnda do L heral ;. mas s| aclo mo inva-
lida os meus lllulos, nem uma posea secular por
meus anlicosssurcs. Em que ful perianto vencedor
o Sr. Dr. Candido ? Tanto nao esta' decidido o piel* na
lo, que eu ia iniciar :i ac. ao compele..I*, quando t"U .. -i-guiiile :
Tul anallado pelos mnlfeilores 00 eieculore de uma 1 21 bariis alealrlo ->i dib
seotenea mais delrailiva... qu* era dar me cabo da \ 1 i pera. d lona, >caix.les
sarra s^ ssris ;t;:: o,mr,oh atei,e ^;i
peilo de nona, exlreinas Nao he o Sr. Dr. Candi- 2 caixoles cbarulo* a
do hornera para esquecer a scena a que elle dera lo- Irma...
1 d.lo dilos ; a J.,,io di Hiqoo.ra F.
2 ...I s d.los ; j. Kelle \ C. .
DESPACHOS DE EXP(lRTACAt) PELA tek
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
. 11 DE SF.TEMISnO DE 1857.
MOV IMF..VIO DA ALFANDEUA. CanalPalacho hoHaadei Terce K.rnelis,,,.,,, Sa-
(;i on.leri Btulhers A- C, 000 taceos tisacar mas-
:i4."i cavado.
____Rio da PralaBriaa* porlanoez nl.aia II|.. |,aae.
Tolal G06 ^"^ & C, 307 harneas av*ucar bran'co, Kl'l
saceos as.ucar branro.
EXTORTACAO*.
Acaracu', Mal* nacional Eabalafln, le 37 lo-
neladas, conduiio o segainle : 104 volumes fa-
zenda. e oniras mercadoria., 20 barra* de Ierro, I
verg.lhao, 20 panoli.,, de Ierro. 9 ga.rafes vasio,,
2 ehap.i para foSao, 9 harr.qu.nha. com 51, urrobis
a .Vnloiiiol.uiz de Oliveira Azevcdo, raanifes- 'libros de assuc.r. 2 pi, ai e 2 barri. agurdenle.
20 barricas e 3 barr-s geaibra.
s peiic, 1S dilos procos, Araraly, biela nacional olnvenciveli., conduzin o
pairan da Cosa, 3 amar- ,e?ul"' : 153 volumes ganar, s eilrinaeir..*, 3
ditos ditos 11 Hinn-i,...
Taaabem se qoer defender o Sr. Dr. Candido com
urna impulaclo que elle rae im, e que aingaem ira
luda t eomerra do Rio Formn, acredilaria, tiorque
se funda em um.-i base inte.ran.anlr falsa. Diz que
cenle Ferreira da Cosa. 1 RECEIIr.DORIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Ren miei.tii do dia I a 10. ... r, ic-iik-x
dem do dia II.......
Jn-.i Antonio da Cosa A
arrio.
l) secretario, Rufino Anguslo de '"re de bocea em bocea na fresneda del.ua, nue! Comtianhia
eu pretend, tirar vn g.i.ras rnulra elle, por attr- i -> uern. eta dore a I
-----------------------------------b.ir-lh* a oll.r,,. q, ,,. rl... qe par, re.li.ar Balr.s '
Kttti^atnt^ 211^J!?!!!^!&*mM,,?**,*Vi\ 6eaisaaehiU.,l dila m
no loear .1. primeiro iurplenl, o qo-l nunca uceit.i! ,ne. Rvder-&C.
nem exerc. QuaiK, a vi.igai.ca que pretendo lira
I dilo rendas ; a Jola l bardo*.
1 dito dilas ; a Timm M r-'n A Vinas*!,
1 caixa eapelinhcl para rubera ; a SchalTeitlin A
panoli Anlanio da Silva
uirulina de ccres ; a J.-

Ao menor coa.ral.o.po, a mal. diminu, decpelo Os jar.....ira.idoipd. vapor < Ig.a.a.iu a .,, J do Sr. CJK'j! aTBPSSS g-'S m'^^Ul'^^M^
1039397
CONSI lado PB0Vl3AL.e7laiM8
Rend.menlo de dia t a 10. |J;3J3i63
dem do da II....... 1:17(.4307
20:9l2rU.O
' > .
W*$9
.. ^a^'u enlrado no dia 11.
'.ranja e porioi do norla-15 has e 12 licrai, vapor

MUTILADO

ILEGIVEL

.


nacional aU'ara.su', coromandanle Antonio di
Sifteira Maciei Juaior, carga v.iti.i. gneros.
Navio taido no ina.nio da.
i.jn-lPaiachu iiiglcz Ooljion, capillo I. I'.
W ilion, cargo anucar.
:&$$U&m.
i.' tecrjao.Secretaria ilo govcriio de I'eriiaiubu-
co, pin 10 Da orden) iIj Em. Sr. vice-prnsidcnte da pro-
vincia ir- f.i puhbco, para conliucimenlo das piiioan
a quero pussa inlere*sar,qua leii'lo vacado tirata du-
la iiin lii^ar de amanuense da ecrelana do guvriiio,
lica raareada o |inw da quinte di is, a contar da
dala dile, para ler lugar o concuo na lrma da
arl. i.- I.- la renoloij.lu de Jl de Janeiro*de 185:1,
bailo tfan-criiilo, alitndeaer preencliido o riferi-
d > I litar, denctido o concurrentes presentar as auas
1 elt ;ia denlro do referido pra/o.
. Arl. i. jl. O empreo de im inofU'e sera' dado
p.ir un > ie cum-iiri em que os can lidaloi mus-
irn! que *abe/n a graininatica nacional a escrevc la
cm reclamen e, prmcipioi geraca de arillimelica,
suji qualro prlmairai operarle, e a iXeoria de que-
hnrini e fraccas decimae*, hem como priueipis ge-
fe* d g-og,apltia a lualoria, a Iraduiir eorrecla-
meulo a linicua franca, ilevetulo alem dalo ler boa
Mii .i, buril coinporlainenlo, e a idade de 18 aun s
enniplelaa. Em igualdade de rircumslancias lefia
prelVrencia os que soubeiem oulra, lingua*.
Anloni" l.i'il da Finlio.
THIBUCAI. DO GOMMERCIO.
Do oril'm ijo tribunal do coininercio desla provin-
cia, ss f.iz publica a culleccilu dos ai-enlu do tribu-
nal do coiumerciu da capital do ira jimio, abaiio
IfameripU.
Secretan,, do Iribaiial do commercio da provincia
de l'crii.nnl un, 20 de agosto de 1757.
Oflicial-innor.Dr. Aprieto ownarrts.
Primeira colleceo chronologicu dos as-
tete! do tribunal do commercio da ca-
pital do imperio.
mercio, qne s dava e>a alt.ibun.no aoajUei do ,e cincoenta e icle, entSMSfo do Iriboneldo eoenraer-
coinmeicio nos lagaiet em que ni "lia tribunac ; o Co da capital do Imperto, o qual se acliava cnm|ilelo
que lodo se c.inclue do reg. do i* da mam de 185.1, com os depotadoa aballa n[s gdadoa, presente o de-
quando no arl. 12 5 concede ea liribuicao am Mmbirgador-liical, e lob .i preaidrncla do coiiselliei-
con.erxadorcs da cimiiu-rcio, mnente ereMdaa pelo, ro daaenibargadur Joa Ignacio Val \ leira. foi una-
artiga It ana provincias em que nao lia Iribunae, do I uimeiile mentido, de aceordo com o Inbunies do
cnmmirelo. I)j meamo parecer fui o desembireadar l commercio daa provincial da II ihia, Hernaiuiiuoo e
fiic<|, M iianliiio, que os Inbuuaes do comnierrin, depon
E de orno asim se accordou se livrou esle anen- i do eooverlldoa em do un la in-lanci.i, nao poocm
lo, que por lodos lia assignado, para que o cato re-< mail ser nomeadoa arbitro, e tu akum de -oin
ferido Dio venlia. mas em ilim.la.Y. Vieira, pre- marobroa, palo maamo nmlivo por que nos termos
tidenla.Antonio Alaes da Silva Piulo, secretario.Ido ai i. i.
Joi Cirios Ma\riuk.Joaqulm J doa Santos
Militan Mnimo oe
ertira. Fui presente,
k Esles assenlos, sendo loma lo-
com aacordo unnime dos referido*
Inbuuaes, nbngaraiu a lodos os seus
nembros, emquanlo o contrario nao
lor leteriniuado pelo podsr legisla-
tivo.
(Keg. n. 738, arl. 13.)
ASSEMO I.
Cdigo do commercio, artigot 4, 5 e 8.
''uiii.1i ama Urina social lia matriculada, s a socie-
ade conectivamente, a nao os socios dilla inlivi-
ualmenle, goia daa prerogativas dea c immercian-
tes matricuU'ios ; mas se lodos os sorios sao uu
tiiculailx, zoa a firma social dessas prero^iliva-
ainda que ella especialmente o n,1o seja.
Ais 7 das dn me/, dejuiilm do anuo de ISt, em
aes,ai> d> tribu tal do commercio da capital do impe-
n i, o qual se acliava completo com os diputados a-
baito alumnados, priseul o desembargador-fiscal
delle, o sjb a presidencia do conselbeiro da'ombar-
ga lar Jos Ignacio Vaa Vieira, foi unaniniementi:
assontado, de acairda com os Iribuuaes do couimer-
ato das piovincias da Babia e Peruambuco, axlsteo-
te- a i le.i:p i e:i. que a i>solui;.l i primordial fu lo-
ma la, q le, malriculida uin i tirina social, socie la-
de colleclivameule, e nao os ocias iiidtvidualmsnla,
lica goiaudo de todas as prarogilivas cotice li l s pe-
lo cu iigo lo commercio roa co-ninereiantaa malrica-
l.idjs, porque, >egun1o os principio! fuadaraentaei
das socieila lea com firma, daqoal sr padein fazer
parte nomes de socios que sejain eorauerrianles, a
firma social representa a aociedade, e se f i ella a
matricula altribiie privilegio), esles s sao lilieralisi-
dos aos actos sociaes, e n-to nos actos particulares de
cala uin dos socios, so por onlro litlo na > fu- un
singularmente ivfalricaUdos; que as socie lades col-
lectivas, senil i a linni su i il romposla de nomes de
commerciaules todos matriculados, goza esta das
rnesmas prerogalivas qua as llrmas sociaes malncu
ladis^aiu r que a sociodade colleclivamenle se nflo
niilnculasse, porque urna firma assim composla fica
len lo ptrfeilamcnte igual as que depois de fonua sao especialmente matriculadas.
Uesle psrecer fai tamb'm o ilesembargador-fi-cal,
que ueste acto ofiiciou ezpoudo verbalmenle os prin-
cipios de diretlo commercial que lirin.in esla inlelli-
eucia.
E le como astlm se accordou se favroo esle asean-
la* que por lo los lie assignado, para que os easos re-
feridos nao v 'iili mi mai- em duvida.Vaz Vieira,
prest denle.Anin o Alves da Silva pililo, depola-
do ecretario.J js Carlos Mayriuk.Josquin Jo-
s dos Sanios Janiur.Militflo Maiimo de Souza.
r rancisco Xavier Pereira.Amonio (jomes Nato,
Fui prsenle, Coulo.
ASSENTO II.
Coiigo do commercio arl. 3i5 358 e i2.
No veuciinenlo das letras sa-adaa ou aceitas de-
pon do 1. de Janeiro de 1851 (o pelo cdigo do
commercio abolilo o aso de dius I: graca ou cor-
tezias.
Aoi sele dias do mei de unlio do anno de 1856
em sesigo do Iriliunsl do commercio da capital do
imperio, o qual se acliava completo com os diputa-
dos abano assisiguodos, prsenle o desembarga tur-
fiscal, e sab a predlencia do coniellifiro desembar-
(ador Jos Ignacio Vaz Vieira, fot unnimemente
asieutido, de accerdn cun us inbunacs do commei-
cio das provincial da Bdiia e Perita nnuco, enslen-
les ao lempo em qoe a re- iIik;1 i primordial foi lo-
mada, que o cdigo do eommercio aliolto o uso de I
dias de graca ou corlezi.i nos veui*imeiii.o das letras,
i I | i-r u m aeja a Tirina em que possain ser Con-
cebidas, mciius quanto as sica las ou aceilis antes
ilu |- de Janeiro da 1851, em que elle comecou a
ler e\ivui; i, pois ain la que lal uso Toiso fun la lo
no que dispunham o< alvaras de gaalo de
1I7-J e 15 de julho de I7H, he elle condeinna lo
pela legislaba i subiidiana, toiile da BoYltaima legia-
lat;l i coiiiuirci.d do imperio, a qud nenliuma lis
pusicdo conlem qoe o man le ub-ervsr, uem he elle
obseieado na praea< 1 > me un i p.irerer Til o der-
einoirgador-llscal, que varbalraeulc ofliciou sobre
asta iuleliigebcia da lei.
E de como aesim se accordou se lavroo este assen-
lo, que por lodos he assignado, para oae o caso re-
fer lo nao venba mais em duvida. Vaz Vieira,
presidente.Antonio Altee di Silva Pinto, deputa-
do secretario.Jos Carlos Majrink.Joaquina Jo-
s dos Smlos Jnior.Antonio Gomes Netlo.
Miliiao Mximo de Souza.Francisco Xavier Pe-
reira. Fui presente, C >olo.
ASSENTO III.
Cdigo do commercio arl. 356.
Os dias para o protesto das letlras de cambio, saca-
das a dias precisos, devetn-se contar do do acei-
te, e nao do do saque.
Aos sele di s do mei de jatitio de 1836, em ses-
s.Vi do Inbausl da commercio da'capital do imperio,
o quil se acliava completo com os depulados aballo
assignalos, presante o desembargalor-liscal, a sob
a presidencia do conselbeiro deaembargador Jos
Ignacio Vaz Vieira, foi unmimemmite asseulado,
de aceordo cum os Inhumes do commercio das pro-
vincias da Baha e PernainlKico, existentes ai lem-
po em que .i r.....luriii foi lomada,que o prazo das
I tiras sacadas a das precisos deve contar se nao da
dala do saque, mas do dia do .ceile, pois qua s a
respeilo das que sao positivamente sacadas a dias da
data se deve contar o prazo do vencimenlo do dia
ubsequente ao do respectivo saque, com i e\presa-
inenle determina a segunda psrte do arl. 336 do cu-
digo do commercio. Do mesmu parecer fui o des-
embargador fi.-eal. ,
E de como assim se accordou sa lavrou esle ia-
senl que po< todos he as-ignado, para quo n caso
referido nao venha mais em duvida.Vaz Vieira,
presidente.Antonio Alves da Silva Pinto, deputa-
do secretario.Jos Cirios Mayriuk.Militan Ma-
iimo le Souza.Francisco Xavier Pereira.An-
tonio (iomesNelto.ioaquimJo c dosSanlos Jnior.
Fui prsenle, Cilo.
ASSEMO IV.
Codig do commercio, arl. 10 e seguales.
As disposices do eap. 2. til. I. parle I .a do ca ligo
di commercio obrigain a lodos oseomm.reanles
Hu" matriculadas qoer nao.
Aos seis das do tn de julbo de 1857. em s*ssao
do Iribunsl do commercio da capital do imperio, o
qual se acliava completo com os depotadoa abal-
lo assignados, preseule o desemnar2ador-(iscal, e
toba piesi leticia do conselbeiro desembargsdor Jote)
Ignacio Vaz Viaira, foi unnimemente asjentalo.
de aceordo com os Iribunaes do commercio das pro-
tincias da Babia Peruambuco e MaranliSo, que as
disfnsiedes do cap. '2. til. 1' parle primeira do c-
digo da commercio obriga todos os commerciaules
quer matriculados quer nA i, pois as ubrigaces nel-
le impostas saocommunsa todos os cummercianles,
como se ve da sua epi.raphe, send i que perianto
rom pree n le lo 1 os que fazem dafmercanc a pro-
fissdo habitual, anda que ae hajam inscriptos como
laes peanle os Iribunaes doco umercio, e embora
su os .matriculados guzein a protervo que o cdigo
libaralisa em favor'do commercio, nos lerinos do
arl. t delle, o qual nao pode admitir inlelligencia
eilensiva a todas as di-p uico, do mesmo cdigo
impostas aos commerriaiitea era geral, ohrigalo
rias para todos Mes. Do inesrao parecer foi o des-
cmbsrgalor fiscal.
E de como ssim se accordou se lavrou este assen-
lo. que por lodos he assigna lo, para que o caso re-
ferido ndo tenlia maisem duvida.Vaz Vieira, pre-
si lente.Antonio Alves da Silva Piulo, secretario.
JoSo Carlos Mayriuk.Joaquim Jm dos Santos
Juntar.Antonio Comes Nello.MihtVi Mximo
de Suiza.Francisco \atier Pereira.Fui presen-
te, Couto.
ASSENTO V.
t'odijo do commercio, arl, 347.
Os Iribunaes ilo commercio, apstar da novissima re-
forma judiciaria, conliauarao a ser exclusivamen-
te competentes nos lugares de sua residencia, pa-
ra dialituir os liquidantes das sociedales mercan-
til dissolvdas.
Ao* seis das do mez de jullio de 1857, em s(so
do tribunal d i commercio da capital da imperio, o
qual so acliava completo com os depulados aballo
aisigualos, presente o desembarga l-r fiscal, e -b a
piesidcncia d i conselbeiro diisembargador Jos Ig-
nacio \'^i Vieira, foi unaninaineole as-enladu, de
accnrdu rom os Iribunaes di nomtnerciu das provin-
cias da lliin i, Paraambnco e Maranhai, qu- somea-
te os iribunaes do commercio nos lugares de sua re-
,i lenria ta c implentes para da-lituir admniulra-
(ivamenle os liquidanlcs das sociedades mercantil
, |! a 11 > I v i tas, q uit essas sociedades bajam sido matri-
ciilidas, qurnai, p.rque o artigo 18 10 do reg.
n. 728 de 5 de novembro de 1850 oio fai lal dia
linccAo, a nao obstante o arl. :t7 do cdigo do com-
nior,Antonio i, un Nell
Souza.Francisco Xivier V
Coulo.
ASSENTO VI.
Cdigo do commercio, arl. 858.
A .ii.lribiiic,a do desliluir os administra lores ds ca-
sas fallida-, quer malrirulas, quer alo, peilence
tos iuizes do commercio.
Aos s-is dias do mez de julhu de 1857, era sesijo
do tribunal di eommercio da cap lal do imperio, o
qual se achav co.iiplalo com os depulados abaixo
assigna los, piesenle o ileseinlnrgadnr liscal, c sb a
presidencia to conselbeiro deseinbirgador Jo-e Ig-
nacio Vaz Vieira, foi iinanimeiite asseuta lo de ac-
eordo com os iribunaes do coinmercio das provin-
cias da Itahia, Paraaa>baea e Marauhao, qoe a al-
tribuijdu de destituir os a liniuistradores das caas
t lli u's, aiyla ^ malriculadas cid., arl. 853, reg.
n. 733, arl. 18 $ 10). o que quanto aos ligo malncu-
lados j partencia aos jun-s d > ejinnieicio feod. arls.
DOS e 909, rogalarneota n. 738 arl. 187 alo parlan-
cu uiai* aos iribunaes du cournercm, o sun aos ditos
juiz-s, ja' p ,< (j aquelles foraui convertidos em de
segunda iustanc-a, e para edes ha racursos neetei
casos, j porque para esles f il davoltl la lo 11 a ju-
risdif;?,o as causas de filien-la mesmo los m tncu-
lados, das qnae- a dita destituir;tu be um incirieiite
nAo eoinprebcii li 11 naa eacepoAas do irt, 2-1 da re-
gulameuto do I" de maio de 1855. Da mesmu pare-
cer tai o deseiiib ir.M.lur-fiscal.
E de como assim o accir.tnu se lavrnu esto assen- I
to, que por lulos lia assigna lo, para que o caso re- '
ferido no venha mais em duvida.Yaz Vieira, pre- ]
sid-nt .Antonio Alvos d S Iva l'.nt i, lecretario.
Joa Carlos Mayrinck. JoagaiiD J s dos Sanios
Jiliuor. Antonio lililes Nellu. Mihlo M.ximo
de Souza. Francisco \ ivier Pereira. Fui pre-
sente, Coulo.
ASSENTO Vil.
Cdigo do commercio, arligo* 75, 711 e OUlroi.
Os preposlos das c iaai da cominercm, uin la que nao
leiiham nonieac,ffo escripia e ioseripla nos Iribn-
uaes, po.lem deinan lar os seos salarios ao julio
commercial.
Aos s-is das do mez de julbo de 1857, em se's.lo
do tribunal do commercio qual se achava completo com os deput.i los abaixo
a-sigindis, presente o desembarga lur-li-ral, e sb a
presidencia du cunaellieiro desembador Jos Ignacio
Vaz Vieira, fui unnimemente asseulado, de aceor-
do cii.ii os Inbuuaes d i c-mmerri das pravineias
da Babia, Peruambuco Miraoliln, qua oguarta-
livrus, como propu-to da casa de coimnercio, pii le
guia as relacilas, o so alguui juiz da segunda instan-
cia. Du meante parecer toi o deseinbargatlur-fis-
demandar os s-us -al irios
E de como assim se accordou se I ivrou esle atien-
to, qoe por Indos he assignado. para que o tes] re-
ferido tulo venha mais em latida.Val Vieira, pre
sitente.Antonio Altai da S. Piulo,sei-ietirioJos
Carlos Maynn.-k.Joaquim Jes dos Sanios Jnior.
Antonio Comes NelluMililao Mximo de Souza.
Francisco Xavier i'ereira.Fui prsenle, Coala.
ASSENTO XIII.
Coligo do coinmercio arls. 803 e 85.5.
A rehabilitado do fallido nao lie prerogaliva do
coinmejciaiile matriclalo.
Aos uove dias do mez de julbo de mil oilo cenlo'
e cincoenta e sele, euisesiSo do tribunal do commer-
cio, o qual se acliava completo com us depulados '-
bailo .is-ignados, presente o desembargador-fiscal, e
*o*i a presidencia da conselbeiro deaembargador las
I ..naci Vaz Pereira, foi uiianimenle asienlado, de
acorde com us inbuuaes dj eommercio das provin-
cias da 11 ilna, l'tu, tiilnii- i e Miranlian, que a re-
habilitadlo do laili i i nlu be prerogaliva de cummer-
ciante ni itnciilido, betu que s pona ser Concedida
pelas Inbuna-s da cominercin (reg n. 7.18, arl.'.I'.),
leci, l i do I' de maio de 1855. arl. 2 ; comp le a
II lo u qae s adiar as circumslaneias dos mis. 803
is'i da codito ilu commercio, e un regulumenlo
dasquehia arl. 182. D> niesiu i parecer fui o de-
sembargador-fiscal
E de como .is.nn se accordou se livrou este as-
iento, que por (o lo ha as-ignado, pira que n caso
relendo Din telina mais em duvida.Va/. Vieira,
presidente.Antonio Altea da Silva Pitit-, secre-
tario. fos Cirlus MavnnkJoaquim Jos do-Sul-
las Jnior.Antonio Comes Nello.Militan M-
xima da Souza. Francisco Xavier l'eieira. Fui
presente, Coulo.
ASSENTO XIV.
Codli/o di commercio, tirl. 3lii.
Os endossos, anda Cjuaudo s lentiam o efTeiln de
cess;io civil, nao dotaforam da joizo eomnaer-
clel,
Aos nove dins i!i mez de jullio de mil utilcenlos
e cincoenta o sele, om s-ssflo do Iribanal du com-
mercio da capital do imperio, o qu-1 se uchava com-
pleto com os depulados abaixo assigliadoa, prsenle
o deseuibarga lor-liscal, e-ub a presidencia docpn-
selueiru lesembarzador Jase Ignacq Vaz Vieira,
(iijiiiiaiiiineiiienl" a-seula lo, de uccor lo com us Iri-
bunaes do comme'-io das proviucias da Babia, Per-
niiibucoe Jlar.n.li.i). que os endossos .las letras
P "
arrecil'i', navegando ao S o S4SE;
quo para Ierre lie secco.
lista baixa ariliiuta st'nrro, e BO as
gran Jes mal es, e i ni lempo da calm?. e bo-
iiantjiis, he i|tie ella lica robera sem ilar
signl algum ; aeste oasa para vir salo bai-
la passar ni .i-- cinco ou seis bracas pelo
norle da boia, e orear; depois como lica oilo.
Os rumos apontauos sSo magnticos, sen-
do a variaQSo da agulha 10 NO.
Secretoria Ja capitana :1o porto de l'er-
nanibuco 10 le setembro de 1857O secre-
tario Alexand e Itodrigues des aojo*.
COMPANHIA
ao pas.-o 9." Baptismo d S A. I. Napoleo Eugenio
1 Luiz Joflo Jas a 1 i de junlio de 1856
|0 Vista do Sscramanto da .Nava Aus-
tralia.
11.a O roi Turno dos mares sallando a bor-
do ile ttni navio a pedir OS i ibutOS.
li.' Combate do uns la.1 oes contra os
soldados du Padre Santo em Italia.
13.* vista de lioiii em Franca.
1*.- Vista do.Monte-t.litro coberlo de nevo,
na Suissa
i5.< Vista tic I si rl ii ni llalia.
16.a Visla de Vi u 'za.
17." A sanguinolenta batalba do Alma.
18." O aconslumbrado ele.
O salo estara tiberio das 7 at ns 11 da
noite. Entrada no reis
I).
ni juii cniniii.Tcial ;reg. jveiieidasou pr?ju liradas, e d.tnueilas qu
. .i.. .....i. i.......-.- ..i ..<" l'in ., fio r, les el
ii. 737 arl. 1 i > ~.\, aind.l que nSo lenha nomeaf3 i
srnpt'i ein-cnpti ao tribunal do coinmercio res-1
peclivo, pois uem tal nuineacao escripia h t >empi
preci-a para ohrigar ao preponenle (Cod. arl. 7"> !
uem pela falla de InserlpfSo, que id a priva los li-
vores oulorgsdos pelos artigas 7'J, KH, SI, K7l t|3e
ouiros do nii'-in i eadigo, lies deaafarado dojuizo
cumuiercial, que udu lia proleccso no senlidn do arl. J
15 do dito reg. n. 7:17; a jmi-J c.d.i ueste caso as-
ce do aclo e da pessua du prepoato reg. n. 7-17 arl.
III). porque a coat diriva do nrign^j'S sujeitus au
codisj arl. 7 e seguales', e elle Iw agente auxi-
liar di omni-rcio, e como lal cnninerciante em re-
llcSa s o|ierat0s que na su i qualtdade Itie respei-
loni. (Gfld. arligos I e 3', 1'> mestno parecer foi o
des'mbargailur- liscal.
E de cuino assim sa accuTilou se lavrou esle aneo
li, que por to lus b ass gn ido, para qua o caso refe-
rido nao venha mus em Iuvi la Vas Vieira, pre-
sidente. Antonio Altea du Silva Pinto, secr.l iri >.
Jos Cari is M i> r nk. Joaquim Jos dos Sint a
Jnior. Antonio tiom lio. .Mil 1.11 M mino
deSaata.Francisco \ivier Pereira.Fui presen-
te, Couto.
ASSENTO VIH.
Cdigo du cummer lio, arl. S^S.
Para que lejain annalladoa os sotos alienalitos de
fall lu, em i|i> inlerveiu fraude, deve-se provar
essa fraule de parla a paile.
Aos seis das du mez de julho de 18"i7, em se -a i
do tribunal du commerco da capital do Imperio, o
qual se acliava Campillo com ns depuladus abaixo
as.ignados, prsenle n dasembargador'fl;eal eadh a
presulenia d i consellioiro desembarga lur Jos Ig-
nacio Val Vieira. fui ii'i.inin-rneiila a-- ni di.de
accor.lo cum os'lnbunaes do commercio di provincia
da Babia, Pernambuco e ftfiraulliu, r-iepari srem
aunuilados 6aactos do filil", alienatltoi de liens
de ra/, muecis ou semovente!, e lodosos mus aeloi
e obngarei por liluln uuero-n, ain-la m"sino que
sejam de aparafies eiinrnerciaes, qualquer que soja
a poca em qu f usem control los, euiquanlo iiiln
preaereve>eas, deva-aa provar ir >u te, nao s da par-
le qua tran-fere como la da que adqolra ; pois be ni
quo o coligo portugus no artigo 1136, fuile prxi-
mo do.nosso, dispunha o contrario, o tribunal [irefe-
recom ir.ais ri/. iave!. ecoiiform* ao- principies le
direito, esta iuklligencia fundada n i- disposini *s do
cdigo belga e (nitros de nac-s cultas, e cuino tal
adoplavel, pnr ser otnisso o no so cdigo no arl. rS2S.
i Oo mesmo paranef fo> o deaemb irga tur liscai.
F. de como assun se accardou se lavrou este ais-it-
lo. que por lodos he evafaaaita, pira qu*oeasore-
ferid i nao venba mais em duvida.Val Vieira, pre
sidente. Antonio Alves da S Iva P.uio, srcrctari,.
Jb* Carlas Mayriuk. Joaquim Jos do* Sanloi
Jiiuinr. Amonio Comes Nato. MI la Maiimo
de Sonsa.Francisco Xavier Pereira.Fui presen-
te, Couto.
ASSENTO IX.
Cod'go do commeicio. arl'. SUS c 870.
Aos credores e nao ao jais i, compele declarar liqui-
dla a ini.-i fallida.
Aos seis dias do mei de julbo de IHj", em StMlo
di tribunal do commerri:, ,i,i capital do Imperio, o
qual se achava cnuipl lo mn us depatadas aballo as
siglalos, presente a deaembargadorAeesl, e soba
presidencia da cunselb>iro dcscmbarnadnr Joso Ig-
nacio Vaz Vieira, foi unnimemente asseulado, de
aceordo com os liibinaes uo rommercio das provin-
cias da Babia, I'eriianibuco e Uaranhlo, que -lmen-
te aos credores e n.ln ao jalso, mas s,',!, a nrasidencia
lesl. e sem prejin/.o do dispuslu no arl. 161) do reg.
las quebr, compele eonhecet seseacha liquidada
a massa fallida, p-iique dando-lbas os arls. StiS e
uin s-rem pagaveia a ordera teem o*simples effail-i
de cessio civil, ns forma d arl. :!ii do cdigo do
eommercio, na Hesaforam do juizo cummercial,
poi-que como cesso ordinaria ne crdito leem a
aeco de reeonbaeimento nos termos do art. 260
combinado com o arl, 20 6* do re. n. 737. Oo
mesmo parecer fii o desembargalur-fi-c.il.
li .le cuino assim se aecurduu se lavrnu esle asseu-
ta, que por todos be Mtignad p-ra que o caso re-
ferido udu veulis irais em duvida.Va/ Viera, pre-
silente. Amonio Alvez da Sdva Piulo, secretario.
Jos Carlos Mayrink.Joaquina Jos dos Santos
Jnior.Xiil.i.n i' i; mies Nello.Si lilla Mximo da
Siu/.a.Francisco Xavier Pereira.Fui prsenle]
Cotilo.
seberibe.
O escripturario da Companliia do Be-
beribe Marcolino Justi Pupe, aincln conti-
nua i agenciar a compra c venda de 8C-
tuies da inesm i companliia, podendo ser
procurado no mesmo esenptorio, mal
Nova ii. 7, primeira andar.
O Sr collector'das rendas provinciaes
do municipio deCoianna fa/ saber que em o
di.ido luje lito foi entregue pelo delegado
di'ste termo o escravo crioulo tle nome l.uiz,
notnr.il da comarca do I.itn.ieiro, de idade
de 35 anuos, estatura dita, rosto redondo,
cabellos carapinbos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea fjraniic, barba pnuca, picada de:
beslga, preso nessa cidade ordem no mes-
mo delegado, no da 3 tle Janeiro do cr-
renle a.nio, sendo avallado na qtiantia de
i:-20oo ; pelo <|iio cbama-se a todas as pes-
soas que liveretn direito so referido esclavo, I
pan que dentro de 60 das, emita los da pu
blicacHi deste, apresenlera na collectnria da
dita cidade sua jusliftoacSo de di.mimo, .a
qual ser* produzda parante o juizo muutci-
pal dease termo, e lindo u prazo menciona-
do se'a airematado em hasta publica, a k:or-
ta do mesmo -Sr. collcclor, preceden lo-se
annuneio do dia e hora eni que houver do
ter lugar dita arremetarjSo, publtcando-se
i'ste edita! pela imprensa, e otido mais con-
vier. Collectnria provincial do municipio
de tiaianua 3 di culi t-ioria, Luiz de Albuquorque Lins
dos Guimarfl a Peisoto.
O liiiii. Sr. inspector da thesouraria
provincia', etn cuaiprimanto da ordem do
Kim. Sr. presidente da provincia de > do cur-
enle, manda fazer publico, que no di t. de
'llflillfl
SANTA ISABEL
. RECITA DlASSIGYVItiil
DA
EMPREZAGERMANO,
SABBADO 12 lF; SETBUBRO 1>E is.,7.
A primeira reprcseiilar;,lo do diaula em '.\ actos,
ornado de musir :
Giralda
Oti
A NOVA PSYCH.
ARA.CTY.
O liiale buvidosa Slha no dia 14 do corren-
le ; pin la recebo cargaj trata-se cun Mar
luis v\ IrmSO, rna ta Madre COMPANHIA PERNAMBUCO NA.
(i vapor Perstounga chega boje da Parabi-
ba do Norte, e segu para os portos do sul,
de sua escala (Tamandar, llarra-Cando e
Macoi no da 12 dt| corren'.e; j toma
maior parte da carga Jiroo'pta, e os senbo-
res que aindi quizerem ca regar no dito
vapor, compsreijsm nojescriptorio da geren-
cia ,bnje, das lloras da inanlifiaat as da
tarde, com a relaco dos voluntes ; s rece-
be carga al o dia II, das 11 as 4 boras da
larde.
0>j )ety05
v ni
11x1,11 i
Tiram-se pass3portes para dentro c lora
do imperio, c despacliam-si escravos, para
cujo lint procure-se o annuncianie na ra do
ijueiiiia iu n. -Jj, |n|.i dos Srs. Couvea&A-
raujo, e na ra da Cadeia do iteeife n. 4a,
lojM do Sr. Firmo Candido da Silveira J-
nior.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 18
annos a tratar na ra Direita n. 19.
Perlenc? ho estabelecimento dos es-
poslos melado do hilhelc inteiro de n. a'J90
di lotera a benelicio do collegio dosor-
phSos.
Alug.i-;e urna anta que cozinhe para
duaspessoas e etigointnc para urna : no pa-
teo do Tere > u 141, segundo andar.
Estando a conl'ecconai-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
(lista provincia, roga-se a todos os se-
tilioies(|tii! costitraatn ser nelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, mu-
da oca de domicilio, ou oulra qual

'
o
t
vjl do, a tirar denlts pela atlraccAo do ralo.
O tira (lentes
sem dor.
Mr. Ilarliier tend aprendido com o den- Cjit
lista liespanliol, iillimamenle aqu chega-

t|UCl" i -'j fai sciente ao respeilavel publico, que ss
embranca.que Sirva pata quCSeja O mes- \ ada sonido de terramenlas proprias para p.
i i -., lal lim, e [iroinpn a exercer soa prolisiao, s.v
iioalinanak completo: da mesma sorte -j piira aave pud;5er Fwar.ido a iod. hora $
en^cnlto c rendei-, jC do dia, na ra da Cruz do Recite, luja de at,
ros, qtietl ai ; s alteracoes fine se I barbeire de Joaquim Ferreira lonles n. 58,
tiverem
dadt-s.
mo
rojja-sc aos senhores de
li am mandar ;s alterasjoel que se barbeiro de Joaquim I-er reir lonles n. o, ~
. : V) entre a loia da coma e Iota de ltvre. -.r,
dado a respetto de sua* propne- SJ^yg-
Lotera
A mostea ho compo-irilo do Sr. TraDcisco Liba-
nio Coa'. anual rageiile da orchtatra.
ACTOKES ." Cer.taii", Coimhra, Kaymiindn,
Luna, lljseiido, Sania llosa, I.
Manela, e I. Carmela.
t'nr.'s de campovecea G le lidaliios ele.
Tenuinara' o espectculo com a comedia em nm
A C\i,ELLEIR\ \)l M TO.
o. billicles echam-ae a venda no cscuplori^ do
Ihealra.
Principiar as K horas.
nv.:

.l;
Acaravu t
O palbabote naciona
ear
Lindo Paiptotc,
oulubro prximo vindouro, perante ajuntajcapitao Jote Pinto Nunes, partir'nestes
la la/Mida i'a mesma th "sourati j, se bada I qua tro dias, por ler fr.mde parle do sen
carregamento piompto e a bordo para o
ASSEMO XV.
Cdigo Uo comtMrciO art. i'.i.
A preterip)o de direitos e obriaacoes anteri irrs ao
cadiga rlucainmcreia cansa-se do 1.* de Janeiro
de 1831.
A is nove dias do mez 'le julho de mil oilacculos e
Cincoenta a Ma, era ses-a i do tribunal du coin-
iii ri-i.i di capital do imperio, o qual s- acliava rom
pela c',ln os depol.|i|s abaixo assigna los, iiresi-nlp
.. I --.'iiihar'^a.l ir-li-c il, pi-lii presidencia ilu cmi-
ettieiru daaeinliaraador Jos lnn.ici.i Vai \"iira, fai
unnimemente assanlado, 'le acear lo rom os inl.u-
naps dn eommercio das previnciaa da Babia, Per-
aanihuco e BfaraiihSa, que e lampe pira a pros-
oripriia da ebr sari'i's mercantil coi.lialii.las, o di-
reilas ad codin'i da coiiiuierriu, eoala-M do I'de Janeiro de
1851, em i|iia ello c imeeoj a ler esecncSo por bi-in
,1o arl. 912, com a qa- leve aecorJar-aa a diapn-
sic.lo do art- lili d.i ni .sino cadigo, e iroin o arl. 7't-
do r.'ii. n. 7^17, cama ja declama o aviso de ."> de ou -
lubro de I85. II i mesmo parecer f"i o desembar-
Kad ir-fiscal.
E de coma assim e accordou se lavrou este ss-
s-iiiii, 'jue por Indos lie assignado, para q-? o aaae
referido, no venha mail em duvi 11.vas Vieira,
presipenle.Antonia Alves la Silva Pinlo, leeris*
rio.liissc t;-rl is M \ imk. Joaquim Jote do,
Santos JoinoiAisl--.ui.* Comes Nello.Militan M-
ximo de Souza.francisco Xavier Pereira.Fui
presente, Cotilo.
ASSENTO XVI.
Cod'go do cjmmcrcii; arl. 191,
A compra ptra alocar o uso s he mercantil se a
locarlo tamb'm o for.
Ana nove lias da mei d* jolhi de mil oilnrenlos
e (-incenla sele, em sesto .lo tribunal do 'c.iin-
mercio da capital do imperio,o qoal se achava ruin-
ld?lo com os il.'pul nas ah .ixo a^sii;:iiiiliis, presante o
deseinbara.nl.ir-fiscal. ft sob a presidencia do eonsa*
Iheiro daaembaraador Jua lunario Vas Vieira, foi
unnimemente aentado,de ecordaeamaa tribonaea
do commercio das provinciaa da Balda, Pernamboeu
e Maranhai., que a compra pura singar o uso da
causa comprarla he mercantil (cdigo, art. 191, reg.
n.7:17, arl. I!) 5 I'] ; mas "leve lambem o .iluuel
inriii_.il --i meraanlil ims termos >ln trl. flese
guiles do dito rodisa, n.io comprehentlcndo porlan-
to a de pradioa, que n.ao he tujette ao foro conimer-
eiaP ('.oiii.ro, ni. iinicu, srl. I93', reg, n. 737,
arl. j i :t- lia mesmo parecer foi o desctnbaiaadur
fiscal,
K de Cont assim se accordou selavruu esle assenlo
que par in.lns he aasignarlo, para que o caso referida
mi.) venha mail em duvida .Vaz Vieira, presiden-
te.Antonia Alves da Silva l'inlo, secretario.Jos
C-rlns Mayrinck.Joaquim Jos dos Santos Jnior.
Antonio Clines Nello.Mililao Maiimo de Soo-
za.Fjaacisco \avi*r Pereira.Fui presente,Cuulo.
arrematar, a quem por menos lizor a obra do
enipedramento indis ensavel no 16.", 2i." e
i:>." laucos da estrada da Victoria, avahados
em 5.6IO9OOO res
A atremalaeSo ser feita na forma da lei
provincial u. 343 de 15 tic maio de 1851, e
I SOb as clausulas espeetaes abaixo copiadas.
As pessoa que se propozeretn a esta arre-
malar^lo eumparc^ain na sala das sessoes da
inesiia junta no dia acuna declarado pelo
meio dia compclentemeiie, habilitadas
upara constar se mandou allisar o pre-
sente e publicar pelo Itiaiio.
Secretaria da lliesnur.*ria provincial de
Pcinairili-co i d.> setembro de 1857. O se-
i i, A. I", da Annunciag.ii).
Clausulas espeelaes para a arrcriatago.
I." la obras do enipedramento noslG.',
21.- e -2i leos da estrada da Victotia, na
exletis,lo de G'iu bracas crtenles, esceular-
su-bilo de ciinformida.lo cotn o orcamenlo
approvado pela directora em conseibo, c
aprsenla lo a appn.vacao doEsm presi Jen-
primciro dos portos indicados, rfleenendo
tambem carga para o Ceara' seniio com-
pletar com a do Acaracu': a tratar com
o cotisijjtiatafio Anlonio de Alincida Go-
mes, na rna do Trapiche n. lli, segundo
andar, ou tomo capitSo, no trapiche do
algod&o.
ajctriistmliticstna.
Domingo l'l do mrenle liavera' sessSo exlraordi-
naria dn conselho s h ras e no lugar do cocame.
A. A. Perreira Lima, pruueno secretario.
S0C1EDADE- EHSA10
FRAKCEZ
Por onlemd] Sr. presidente dtdaro aos secios qoe
amanhai II ha ses-.lo as tu bcras da man.a, na
roa des Aguas Verdes n. 64.
O 1." secretario,
Horacio Candido da Salle'.
Pugio no dia 11 do crrenle, a escrava
Justina, ile nacSo Rebollo, com itlade de 20
a al anuos, e com os signaessesjuintes : es-
tatura regular, nos e iloaibinhos na testa,
distinctivo danaca., levou uin vestido cn-
carnatlo, com uin panno da costa azul e urna
Irouxa com un vestido de cambraia pinta-
rla, utn do chila de qtitdros, o um escuro :
quem a pegara podara levar a ra da Cadeia
uo llecife n. 12, ou a ra do Amonta n 39,
que sera recompensa'o
Pedimos encarecidamente ao Sr. Ger-
mano, que sn digne evar a scena a comedia
I Fantasma Branoo, fazjn lo o papel de ca,i-
I lito Tiberio o r. RayuuoeJo.
Os dileltantes.
'.[ De orlem do lilil. Sr. prove lor da ,o- '"-
:>. eiedada tinliodoxa .t LiUerariaAmnr i '
g Luilade, convido ios Srs. socios a com- *Jj
:, parecerem boje, pelas f huras da tarde, na V?
M ra .las Aguas-Verdes n. (it, pnineiro an- ,'Jj
...^ dar.O eserivSo, ,M inoel Joaquim Sil- .<
a veira.
DA
iOmpanhia
navegue':o ;*
t) arsenal lie marinlia compra no dia
para o lornecimenlo do almoxarifalo : al-
magre, Hgua-raz, bonetes, breu, brochas sur-
tidas, conchas de fojha para balanca, cofres
pegenos de farro ou madelra com 3 chaves,
dobradlcas de ferro de i pollegadas, funis
dn fulha, fl imillas de navio, flmulas de es-
caler, fecha turas de camarotes, lencos pre-
tos, pregos do cobre de i c 3 pollegadas, pu-
caroa.de l'-dlu, pregos de cobre para forro,
lanternas de vistas os pretendentes a venda
s."io convidados p lo lllm Sr. inspectora
Romparccercm com as suas pro oslas em
Carlas fecha las, cumpan'riadas lo amostras,
870 do Cdigo da commercio, combinado com osar-
ui is 17(1 e IHI do dilo rec. das quabras, o rlireilo .le ,_ ,~ "'"^'
appro.ar as cillas das ^administradores, a da dar l'.k,.c /.r_e_n.lB mez ? ol,JPCl"s .^KUtntes,
]uilacSa ao fallido, viflii.bnenlo di-lhes o da ajui-
zaretn da allimaejlo da li,Jda(lo, coitdir.i essen-
cial do exercici > do dilo direiti. Do mesmo parecer
foi o iesemhargadiir-lisral.
E de como assim se acrnr.lou re lavrou esl ass*n-
to, daa por todas he assignade, para qoe o caso re-
ferida nao venha mais em duvida.\ az Vieira, pre-
si lente.Antonio Alves la Silva Piulo, secretario.
Jos Cirios M lyrink. Ja.iqoun inse .lus Santos J-
nior.Antonio Genes Netlo. Mil'lao Mximo Souza.Francisco Xavier Pereira. Fui prsenlo.
Coala.
ASSENTO X.
Cdigo do commercio art. SSS.
A il-r|a-ir.l i leste artigo di>ve euleii.ler.se, salvos
os direilos dos credores privilegiados e hvpolhc-
carios.
Aos 11 .lias do mez tle julho da IS'iT, em lealo do
Iritinnil do rommercio da capital do impido, o qual
e achava completo com os deputa tos'alinuo aasig-
nado-, prsenle o denemnargador-fiseal, e nb a pre-
sidencia do ilosamharsa lor Joa luinclo Vaz Vlaira,
foi enanineinenta asseulado, de aceordo com os lu-
liuin-s do eommercio daa provincial 1a Babia Per-
uambuco e Miranhao, que o arl. K8S do cdigo do
coinmercio se onl-iile .-nineiile cien relai..Vi a' mas-a
divi.leiidi oa cbirog*apharia, sem prejaia dosdi-
reilos dos credores privilegiados e Itvpolliecarios,
cuja prelaca-i (Ar conlaalada pelas adminitradare da
massa fall la, :iem inhibe que lii|oc .m caixa quan-
lia siiflinente para leu pajainenlo, ale que se decida
o seu direitr ile preferencia, pois que lal proce.li-
mcnlo dimana da natureza da hypotheea, he con-
(nrine ao mesmo codito, arls. 860, 861, 866, 873 e
oiilr'.is. Uo meim parecer foi o desambargador-
li-ral.
E le co.no aaiiin se arcordoo se lavMu ele ssaen-
lo, que por lodos he aaflfgnado, para que o f^so refe-
rid nao venha mais em duvida. Vaz Vieira, pre-
sidente. Antonio Alves .la Silva Pinto, secretario.
Joj Carlos Mavrink. loaqiiim Jos dos Santas
Jnior. Antonio Comes.Vilo. MililAo Mximo
de S ma-
le, Coutn.
ASSENTO XI.
Cpd'iqo do cammtTcio, ari. MM reg. n. 787, arl.
:\2-, 3"
Nao lem lunar embargo contra o aceilunle de urna
letra de ierra, oanla endosia la, ou contra o de-
ve. ror allantado, se se Dio provar ou justificar
tainhem ceir o endossaulo ou fiador os requisi-
tos da lei.
Aos novo das do mez de jubo de mil oilo ceios
e cincoenta e sele, ora ses-So do tribunal do c im-
mercio da capital do ir.peri, o qual se acliava
camplelo com os depnla los anaisa ass una les, pr-
senle o deseuibarsadorliscal. e sib e pre-ul-nria do
conselhairo descinhargador Juse lun'Cio Vaz Vieira,
(o nnaaiaiante a-s-Mila lo, d-s arcardo eom os Iribu-
naes dn eommercio das provineias da Baha. Per-
s da provincia, na importancia do jieiOfObO
res.
2. '* As obras principiaro no prazo de
um mez, e lindarao no de 7 tnezes, ambos
contados de onlbrmidade com o art. 31 da
lei provincial a. 286.
3. "' o pagamento da importancia da ar-
reinelacii re ,lisar-s:-ha na forma do arl. 3'J
da mesma lei provincial a. 2S6.
V 0 arrematante excedendo o prazo
para a concltisio das obtas pagara urna mul-
la de 1003 rs. por cada mez, embota Ihe seja
convelida proroo;arfio.
5.a O arre atante durante a execucilo
das obras proporcionara transito ao publico
e aos carros.
6. 0 arrematante ser4 ohrigado acm-
pregar na cxecuco das obras, pelo menos,
aaeada rio pessoal uo gente livre.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado as presentes clausulas nem no
orcamenlo, seguir-se-bi o que dispOo a res-
peilo n lei provincial n. 2SG. Conforme.
O secretario, A. 1" da ..nniinciacao.
Pela contadura da cmara municipal
do Rectfe se a/ publico, que linda-se no ul-
timo do correte o prazo mrcalo para pa-
gamento ios impostos de eslabelecimentos
relativos ao anuo de 1S56 a 1857 que anda
nao se achara pagos cora a multa d- 3 0|0 do
valor do imposto, o lodos aquelles que dei-
xarem de pagar ale o ultimo do torrente,
licam uj ilos a mulla do duplo do imposto
.segundo a lei. Contadura municipal do
llecife 10 d setembro de 1857.-Ocontador,
Joaquim Tavares llolovalho.
- O lllm. Sr. iuspecior ua thesouraria de
fazenda desla provincia, manda fjzer publi-
co, pata coiiliecimen'.o de. quem inlercssur,
que no dia 1! 'o eirreyle mez, ira a (iraca
parante a mesara thesouraria para ser arre-
matado de venda, a quem mais der, a me-
lade de um sitio na entrada, do catitea da
freguezia dus Afogados, o foi adjudicada
faz tula em execucfle, que contra Caetano
Antonio Tavares movu para pagainemo do
que este Ihe devia de imposto lie tojas : os
pretndanles comparecen! na mesma ihcaou-
raria, as 3 horas da tarde do mencionado
dia. Secretaria da thesouraria ilo fezonda
de Peruambuco, 5 tle setembro de 1857. O
ollicial-tuaior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
Pela mesa' do ronsu'ado provincial se
e-
Hauburiro-Brasileira.
Espcra-se r|a llamhurgo o vapor PETROPOUS:
al o da |-J do cnrrenle. e depois da demora do
cosime secnira' para Balea e Kio de Janeiro .
M ilqaOf informacSo com us agentes N. O. Bieber
& C, na ra da Cruz n. i.
Para o Kio di' Janeiro sabe com
muita brevidade, a barca Recfe de
primeha marcha : puta o restante da
carga e paasageiros, trata-te cqm Mnnocl
Francisco da Silva Carneo, ra lo Viga-
rio n. 17, primeira andar, ou com o ca-
[lilao Manoel Jos Riheiro, a bordo.
COMPANHIA
trausatbntic
ou um
para um
:'::
i
tjeh
Ihe
no d cima mrtieion i.o, p las horas ,1a \< ^^ ^d,^ d ^T
AlexauJro Rodrigues ios .Mitos hii... i.. ....... c..,. .;. ...':_.. L,
gues ios aiij
Secretario
--- O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fszertda provincial, em cumprimeato de or-'
ilein do lixai. Sr. presi lento da provincia de
5 do coriente, manda fazer publico que no
lia 21 do mesmo vai novamento a pr.-.ca (a-
ra ser arrematado a quem por menos lizer,
o costeio da liuminaco publica da cidade
le Coianna, servn lo de base o offerecime-
lo feito por Thomaz utonio Gui-nar&9S de
id n. por cala lampeao.
A arremataco sea f'ila po- tent..odc3
annos, a contar do I. d* novembro prximo
vio 'curo.
E para constar se mandou aliixaro pr-
senlo e publicar pelo Diario, .Secretaria di
lliesouraria provincial de Peruambuco 10 de
setembro de 1857.- O secretario,
A !'. d'Annunciacu'o.
men
. de
lulli.-.r, du armo (UlnCeiro prximo lindo de
1856 a 57, que continua a arrecadaeflo al o
ultimo do correle mez, e lindo e^le, snra
te .i cl 'o seus dehilos para juizo. .Mesa do
consulado provincial, -2 de seiembro de 1857.
- Iheodoro Uactiado Freir Pereira da silva.
. o lllm, sr. inspector da Ibesouraria de
fazenda desla provincia, ruauda fazer pulili-
'B3 1? *.B''i .
O vapor VCTOR EMMAftUEL deve ebesar
de 'iiia.i ale lli do correle, e depois da demora I
do costme seaur.t para n Kio de Janeiro, locando
na Haba : pura passaueiros, Iralc-se com ns auenli-
l.eiiins Jnior c\. i.eal Reis, no esciiploriu da ra
do ,'l'uires ii. li.
i'ara o l?.io t\v .tniu i;o.
A veleira e bem conherida liaica nacional
Amelia, pretende seguir com muita brevi-
dade, teui protnpto uietade de seu earrega-
mentO, para o resto e escravos a f ele, traa-
se cora o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira AzeveJo, ra da Cruzo. I.
irn a Baha.
O hiate nacional Livraeao, pretende seguir
uestes 8 das, tcm prompto metade de seu
carregamento, para o resto, Irala-sa com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
AzeveJo, rna da Cruz n. I.
PaP.AQ HiO DE JANEIRO.
Segu mprelerivelmenle no dia 90 do cor-
rentu, por ti.r mais de melado do carrega-
mento prompto, a bem construida barra, na-
cional Vaya, para o resto e passageiros, tra-
ta-ae eom o capilSo Marcos Jos da Silva,ou
na ra da Ca eia do Recife n 2.
P.Mlx O ARACATY.
o hialc Novo Anglica, no da quarta-feira,
Kernandes
n. 57,
O lllm. Sr. capitSo do porto manda fa-
l'rancico Xavier Pereira. Pol presen- I zt publico, para conlecimeuto dos nave-
toantes, e. de quem mais possa inleressar,
[ne icha-se b^lisailaa barra de Mamangua-
pe, litoral norle da provincia da Para tuba,
estando assim satlsfeita unanlas ds/poscO s
do aviso imperial do 5 do novembro de I8i5,
sendo a posigo da boi*( segundo a descrlp-
Qilo J'i Sr. i. tr-nenleda a mu la Manoel n-
tonio Vital de Oliveira, commandanie do
hiate le gu rr.-. nacional Parabibano, e'icar-
rgeado do balisamento, a segtiintc :
Acha-se enllocada na barra de Mumangua-
pc liloral tMirlo da provincia da Parahiba
un i boia tic ferro cyltndrica [forma de bar-
ril pintada de encarnado, com 7 P. de com-
priraettto eeomP 8ll.de maiordiamea-
namiiaeo e alaranhio, rjue em vista do ari. 325 S -P j t o Bcando cima do nivel do mar i P. 5 II
do rea. n, 7:17, a do qoe dispOe o arl. :liii> do colijo (-m-Jija ingle/ .
dn ro'om-rcio, nao l i losar embara i contra o acei-, _,. _
tanlada amaelr. le ierra us esi.vrr e..d..s,a la. F"-uu ella sitala no hlente interior da
su r.ouira um deveior que, para garanta da divida, baixi, que existe ao sul da harra na distan-
liver dado Henea meaaantll, salvo provando-se e jus- ca de 3 bracas da mesma ao rumo ESC-OSO
lificando-se tamb?in cintra o iMnlo-sanl on htidorIc etn 12 pns il'agua : demorando a punta S.
os requisitos lei. ) meano parecer foi o desem- (|a p.ahia 'la Traiiiio ao 8, o ponlal S, do rio
liarsa.lor-iio I. Matnanguapj or 20" SE, e o puntal de Co-
L. de coiiw a-sirn isj aceordou se lavrou este as=en- (,uu,m|,n mrem septentrional do mesmo
to, que por l "los lie asalgnadA, para que o caso re- | ,; j.( F
co, para conhecimento de quem inleressar 117 do crreme, segu viagem : para carga e
possa, que no dia 12 do andante mez, vai passageiros, Ira la-so no esenptorio de Juao
a praca, perante a mesma lliesouraria, pa-
rj ser ai i.'inalado de venda a quem litis
doi un terreno ptopriopara edifleacao, sito
por liaz do quartel do hospicio, no bairro da
Boa-Vis a desta ei lade, na nova ra em se
guimento a do Pires, leudo o mesmo le reno
utr'ora feilo parle do quartel do Hospicio :
os prelendenles compatceam ni mesma the-
souraria as 3 horas da tarde do mencionado
dia. Secretaria da thesouraria delazcuda
de Petnainbuco 2 de setembro tle 1857. O
u#icial-maior, Emilio
Mello.
eouipaniia
A (lirerit convida ao< Sf. BCcionisisi de actf>s
de O por tpnu, a dia 15 di> currrnie me* de
Miembro, p< dendo nesa occasido rerolier por lorca
dos r*cil!)Os em au potler as re-pclivin apot ce :
no e Prenle Viauna. ra da Cadeia
arani o e
Para.
Sepile com brevidade, o patacho na-
cional TAMEGA, |>or ter parte da carga
Xavier Sobreira delprompta, recebe carga para ambos os
portos, onde vai descarregar: trata-te
cern os consignatarios Novaes & C, na
ra do Trapiche n. 34.
CC1?A1TSZA
frasiltira de pa-
veira.
^"5 Rt-cife, 12 de lelembro de 1857.
.Ilijjuel Francisco Mannlio, com ca-
sa ele .iruiacao na rita Direita, entre o
becco do Serigado e a igreja de Nossa Se-
nlior.i do 'Ierro, excctttn qualquer arma-
rao estiva ou (unebre, e encarrega-se
de lorneoer carros fnebres para defun-
tos e alijos, do melnor yoslo, e todos os
mais ulensis necessarios a qualquer en-
terro, com promptidao, asseio e precos
commodos.
Jos l'inlo de .Magaliics, com esta-
belecimento de cairos l'ttnebres no pateo
do Paraso, encarrega-se de qualquer en-
terro vontade do pretendeiite, l'orne-
cendo bous carros fnebres de quaesquer
ordem, tanto para deluotos como para
iinjose don/.ellu, hbitos, carroi de pas-
seio, msica, cera, arnaacSo, etc., com
proiaptidao,asseio e precos commodos;
assim enmo encarrega-se de agenciar li-
cenca paro'liial, fisto e guia, sem in-
demnisaejo de traballio.
Procura-ce una cata terrea
sitio petjtieno lora do Iteeife,
moco solteiro: quem tiver para alngur
dihja-se a rita do Cruz n. II, arma/.etn.
- ..... .- '- .--.: \J-ji
O alniKo a m. qae niinliiii a sua luja da trastes da rna Nn-
\.r va n. i"), para a ra ilas l'lorii u. II, pur
;T'u finquoilo, ..---un ruino fira o rr.e-mo drpo-
':, silo na mi da Conrordii.
X I.. I'.l2-i.
O::::::::;:::^v0-:;;:)!.
t) abaixo assinnado roga ao Sr. .
que tem cm seu coder a quanlia que
iera a juros a Daada I). Silvana Severa '".a-
hral l.ory, o favor de vir enten ler-se com
elle, que. como inventariante .os bens da
role: ida finada, e tutor dos respectivos or-
yhos, esl autorisado a arreca lar o que
pertenea a ditos orpbSos a mais berde>ros.
Se nSo houver eumnnme ito da pirte ilo
Sr........lera o abaixo assignado do pu-
blicar seu nome por extenso em os jornaes
A fallar no collegih d'Atirora na ra do caes
do llamos, das i da tamo em diante, com
Silvano Thomaz do Souza Mag Ih3es.
Pcecisa-se de tima ama para o servico do
portas a dentro: na ra .Nova n. 38
- i. nivea Si. Araujo comprara n por con-
ta doSr. Bento tose da Malta, do Ceara, 2
bilhetes inteirosa benoficio do collegio ilos
or liaos n. 1098 e 882, os quaes licam cm
nosso poder.
Aluga-se ou vende-so urna casa de 2
andares ti. 17, sila na ra do Arujaro na ci-
dade de Oliada : a tratar no aterro da Boa-
Vtsla n. 47, segundo andar.
AI.KIU'x.
() cupim lem falto patrimonio na igreja
do Livrament, ba 12 anuos, pouco mais ou
menos, tem alii f ilo sua morada, destruio-
do toda quali lade do ma lenas, al. mesmo
aquejas da nova reforma : portanlo, hasta,
senhorcuptm. Lembramos a futura mesi,
que laucan lo ss suas vistas sob/c a conser-
vailo do templo, que a lanos custou, l'a<;a
por extinguir no todo semelhante raga mal-
dita. Islo peleV lei do juiz.
O secretario do l-.nsalo Philosophico
avisa aos socios quo hoje 12! b.a sessilo or-
dinaria -Luiz C Valdilaro.
Depois de (inda a audiencia do juizo
da segunda vara municipal, sabbado, 12 do
correte, so ha o de arrematar 265 Horas do
junco da In lia, grades para marquezas, e
diversas ca eiras usadas, ludo constante do
esetipto pertencente a Miguel Rodrigues Vi-
eira, He a ullima praca.
trinan tatle dr "S S, do
Com .utJ.
A mesa regadora da irnun lade de N S
do Bom Parto convida a todos os MUS.ir-
milos para comparecerem no consistorio da
mes sa irmanda.ie, domingo, 13 do corren-
te, as 9 horas da manli.M, para se proceder a
elei;"o da nova mesa. francisco Alvos lli-
beiro, esorlvflo interino.
Provincia.
AOS 5:0003 2:000a 0 1:000a.
Us abaixo assignados tem exposto a venda
na sua loja do aterro da Boa-Vista n. 56 A,
os seus inuito afortunados bilhetes, meiose
quartos da quarla parto da primeira lotera
do Collegio dos orpbaos, a qual corre no da
16 do correte ; na mesma loja vendem-se a
dinbeiroa vista, da quanlia de lOOj*' rs. para
cima, pelos seguintes presos, cujos bilhetes
sao garantidos :
Bilhete 55500 recebe 5:000-
Meios 2s750 2:500a
Ouartos 1;375 1:250? /
Jos Joanuim da Silva Guitnar3es t C.
Os calos dos ps
Os calos sao um mal que inenmmoda urna
grande parte dos boraens calqsdos, e com
maior extensilo nos climas quemes, de todos
os remedios que at hoje se lem deseoberlo
anula nenhuui merecen a preferencia a to-
dos os uniros, porque lodos tem a virtude
de curar, mas como nenhum se pode appli-
car sem algua trabalbo e outros com algu-
mas dores, e por falla de constancia e paci-
encia da parte daquelles que se c jratn, o
que quasi sempre lica o curativo incomple-
to, razao porque nao se tem lido f em ne-
nhum, e o resultado tem sido sempre, por
ultimo remedio, lancar mao de um caivete
ou de urna navalha de barba para corla-los,
operario esla que nao so faz sem p trigo por
lerem acontecido muitos accidentes perigo-
sos com o dito systema de corta-Ios.
Um novo reme-
dio se ott'erece iioje ao
respoitavel publico, que
he o seguate.
O autor deste remedio pJe descubrir o
segredo da inveoc3o de urna lima cbimica
com o nico fim de destruir os calos para
seu proprio uso, e como a propriedade dsta
excelesse muito alem do que elle pensiva.
julgou de seu dever dar a luz ao respe|tavel
purilico. Este remedio, o qual olTerece toaas
as vant.-igens favoraveis, he remedio cerlo.
Tira-se um calo em meos de um quarto de
hora sem a menor dor e sena pe.rigo de ag-
gravar, e sua app4icaq3o pode ser feita por
qualquer pessoa, preferindo-se sempre a
propria que tem os calos. Alem de ser um
remedio 13o simples e fcil no seu uso, um
dar deslas limas serve para tirar os calos
presentes, e lodos quantos poderem se re-
produzir durante a vida de urna pessoa ;
emdra a .-ua ellieacia foi provada no Rio de
Janeiro pelas experiencias feilas pelos m-
dicos da junta ceulral de hygieno publica,
e por cuja tu venci o autor dste remodio
obleve um privilegio imperial, o qual foi
publicado no Jornal do Commercio de M de
limito de 1857, para elle s poder fabricar e
vender no imperio Uo Brasil as limas de sua
invenco, que serlo distribuidas em deposi-
los em todas as cidades, capilaes de provin-
cia, para serem distribuidas pelas villas e
cidades das musmas, aonde o respeilavel pu-
blico as achara exposlas a venda pelo seu
diminuto prego do rs. 63000 o par, as quaes'
ca !a par he aeompatihado de um prospecto
que explica a maneira de fazer uso dellas, e
nao se publica junto a esle annuneio ne-
nhum atlestado por nao ser necessarto, o
verdadeiro atistalo ser junto a cada urna
tesus limas, que o comprador poder antes
dea pagar experimenta-la, limando um de
seus calos al a inceira dislruig3o, o quo sera
feilo etn meos de um quarlo de hora, sem
a menor dor e sem prejuizo do aggravar. Rio
de Janeiro 25 de julho de 18570 autor,
Pedro Muurln.
tnico deposito em Pernambuco, ra Nova
n. 36, na fabrica de cha .eos de sol defronti
da igreja da Concoicao dos Militares.

ferido niaaenha nali am llovida Vai Vieira, pra-
ildaala.Antonio Alfas da Silva Piala, sei-relario.
Joa Oriol Mayrinrk.Jaaqalm Jai4 das Santal
Juieor.Antonio (1 .me- Neto.Miliia.i Manimirle
8ni".francisco Xavier Pereira.Fai presente,
Coala.
ASSENTO XII
lleg. n. 7:17, or. 170.
Nao po lem ser nomeailas arhilros o (rihutiaei do
cominercin, e *>' al.,uin dos seas mr'mlira*.
A ns nove dias do mir. de jullio de mil oilo cintos
Demandando-se a barra da Mamanguape
deve-se ter allencSo em marcar de fra a
hjia ao OSO: deslinguir-sc-ha claramente
a arrobentao/Jo da baixa : navegue-se enlSo
em diresgao a ella, e vir-se-ha passar uelo
norle e prximo da baixa e da boia; logo
quo esta esteja pelo travs do navio deve-se
orgar immeiiiatamente por trra della, e
procurar o canal que toma para junio do
Gabinete ptico
ATERRO D\BOA-VISTAN.4.
O director deste salSo, pa'i'cipa a seus.
Ilustres protectores, que tem f tto para esla
semana, utna agradavel exposiglo de vistas
totlas novas.
que tes a vapor,
O vaper IMPERATTIZ, commamlanla o capitilo
(eniile l-aniri U-irliara, epera-se dos pnrlos do
norle em 9ei:uimeiilu pira o ilo sul, ate o da 1 -J do
crranle iip/, 1^:. Os senliotps que liverem de re-
mciier car^a e cnronunen la?, deveio ira anencia
no dia da clieu'la para se encujar o que po<1er ?er
recebiJo : ni dia da taliida s te admil'.e paHa2ero
e dinlieiro a fule al 1 lura anle* de fechado o ex-
prdiente : agencia, ra do Trapicho n. 0.
I*iira
iia
Pretend seguir com muits btevidade a
Vistas que sero patentnadas at o dia 1!> do sumaca nacional llortencia ; tem prompto
corrate. [arle de seu canegainento : para o resto,
(iuerra do Oriente. j trata-se c-im o seu consignatario Antonio
t.i \hatalha de Eupaloria. Luiz detnivei'a Azevedo, rna da l/uzn, 1
2< A batalba de t'heinaia. I'ara l.oanda segu com brevidade o
3 A hatalha de selistria. brigue portuguez Porta lor, por ter a maior
4.' 5 vistas a pedilo do respeilavel publi- Darte do carregamento prompto : quem no
en, as quaes s3o, assallo da torre Malacou", mesmo quizer carregar, entenda-se c.im os
retirada os lluros para o norte, a cidade do consigna arios Tbomaz do Aquino l'onseca
Kio de Janeiro, a cidade do Porto, edificio grego lliimiiiado. I andar.
DA
PROVINCIA..
O Sr. tliesouteiio das loteras manda
fazer publico, que ettSo expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2(i, das 9 horas
da naanhUa as 9 da noite, bilhetes, rueios
i: quartos, da (ruarla parte da I. loteria do
collegio de orplios e orplia: cujas rodas
ntidain uo dia 1G do corrente. Thesou-
raria da loterias 10 de setembro de 1857.
Joo Miguel da Costa, escrivo inleino.
Os Srs. Antonio llnriqnes de Miranda
e Paulino da Silva .Miu lello, sao rogados a ir
a rna do Queimaido, loja n. 27, a fallar com
(uilhermo Selte!
Offereca-se urna pessoa de 45 a 50 an-
nos para admiiiislracil > de engenho, tendo
bstanlo t-ralica de tal servido, pois j o tem
sido mulas vezes : quem o quizer procure
na oa-Vista, na ra do llosario n. 30, das 6
ate as 7 horas do dia, ou as 6 da tarde ; ou
para oulra qualquer administracSo.
I)-se dinheiro a juros de um por cen-
lo : na ra da Penha.ii. 17.
I'recisa-se de um criado na ra do
Hospicio n. 9.
Precisa-se de urna escrava para o ser-
vico interno de urna casa estrangeira : na
ra do Trapiche .Novo n. 12. "
A viuva de Vicente Alves de Souza
O.rvalnn vende 5 arces ta c impanhiu de
Seguros Martimos l'tili la le Publica, por in-
termedio do cortetor Francisco toncs do
Oliveira, no da 18 do corrente no mein dia,
na porta As Assoctarjlo Commercial.
- O abaixo assigoado retirase para fra
da capital, afitn de mu lnr de ares e tratar de
- Precisa-se a'ugar um moleque de boa I sua saudc. Aproveita a OCCasiSo pira decla-
conducta, par o servico om cas:i de estran- rar que tem sal lo suas conlas com as casas
geiro : no estabelecimento dn pianos, ra Icommerciaes do llio de Janeiro^ l'iahia e
.Nova n 2~i, esquina da Gamboa do ('.armo. I aqui, exceptuando nicamente Daw Koman,
Precisa-se de um rapaz portuguez para j a quem tlevo urna lettra a prazo de 8 mezes,
um deposito, de 1 i a 16 anuos : ua ra .No- que so vencer em 31 de de/.embro do cor-
va n 57. i rente anno. Na sua ausencia licam por seus
Precisa-se srrcnilar uro pequeio filio \ procuradores os Srs. Antonio Francisco Pe-
sendo perto da prac, mesmo com pequea I reir, Mauricio Francisco de Lima, Luiz
casa, pois he para pouca familia : qur-m o ti-I Francisco de Satnpaio Silva. Joaquim Gon-
ver dirjase a ra dos Marlyrios n. 30. calves Albuquerquo Silva.
LIGUES DE PIANO CANTO.
Mtthoo espacial tl en
sino.
O abaixo assignado participa ao Ilustrado
publico desla ciliule, e principalmente ao<
amantes da msica, que emana a atlod ; to-
car piano e cantar, conforme o mflhodrre
goslo mais moderno. O mesmo p le ser
procurado na ra Nova n 27, eslabelecimen-
to do piano. -- Frederico Lemeke, professor
de msica.

MUTILADO

ILEGIVEL
" -


a,
C0IS0LT0R10 BjIKOPlTHICO
1)0
i
Onde seachaTsempre os mais acreditados medicament^7t"lo em tinturas como
om glbulos,preparadoscora o inaior escrpulo e por precos bastante commodos
fltEQOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. ,
bita de 24
Dita de 36
Dita de 48
Dita do 60
Tubos avulsos
Frascos do linturrademcia onga.
c
V
10/000
155000
200000
250000
309000
19000
29000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
> cionario dos termos de medicina : .
Medicina domestica do Dr. Henry.....
Tratamento do cholera morbus......
Repertorio co Di. Mello Moraes .
20900*
toloos
2/000
6*000
10IEIIA ium.
itik bi mnn
Ra do Cabnga' n. 7.
WtiiiTTiiTriMiwnniiifiiiri' it np
* PF.DflAS PRECIOSAS-
* n
* Adarefoi da brilhantas, Ji
* diamante e perola, pul- I:
* reirs, altineles, brincos jjj
I e rozela, botOes e anueis *
U de diilerenlH gostos e de
ffi ilivera pedraa de talor. B
* _
* *
i Compran), vendem on '$
J' Iroeam prala. uuro, bti- *
lhantes,diamantea e pcru- >g
las, e outras qaaesqner
lJu0ua;,odre:bi.::,,,,,heiro moderno gosto, tan-
BMBBB&msxmm de If ranea como
W OURO E PRATA.
Recbela por to-
dos os vap; resdaEu-
J! Adereros completo de j
ji ouru, meioa dilus, polsei-
ra, Hete-, brincoi a
js rozela, conloes, Irancel-
m lin, medalhaa, correnles *
Jj e enfailea para relogio, e *
Jj outroa modos objectos de i
i* ouro.
$ Aparelhos completo de i
lona asobr silo niais 1 P'B,aP"a". bandeja, 9
i, salvas, ca.lic.ae, collieres EE
!*" de sopa e de cha, e mui- Si
2 lo oulroa objectos de i*
5 prala.
de Lisboa, as quaes vendem por
pre*;o commodo como costuraam*
ESTABELECniFJTO DE PIANOS
JOAO PEDRO VOGELEY
RA NOVA N. 27, ESOI l.\A |)A CAM-
BO! DO CAKMO.
Vendcm-se pianos dos mais afamados a-
bnc-nles da Kuropa, de ba-ixo de toda ga-
ranta (|uc pode ser desejada. Na mesma
casa couct rta-se e alina-se com perfeicao os
mesmos instrumentos.
Jos Flix l'ereira de Burgos prope-
e a rebeber assucar de commissai-, e pro-
uietle desempenhar satisfactoriamente, tan-
to na venda dos assucares como as com-
pras de que o encarregareo, assim como faz
guin adiantamentoaos senliores de onge-
inos quijos quizer utilisar-se deseu pres-
umo, dirija-se ao largo da Assemhla n. 12.
Aluga-se o sitio do Arraial, com com-
modos sullicientes para familia: a tratar no
largo da Assembla n. 12
Precisa-sealugar duas pretas escravas
que engommem, ensaboem ecozinhem para
urna casa de pequea familh, as quaes so-
nao duvida dar boa paga : quem as tiver
cm taes circurastancias annuncic para se
procurar, ou diiij,-se a ra larga ,o Rosario
crsa n. 38, segundo andar, ondo se dir a
pessoa que precisa.
loga-se a Sia. I). Diunlzia Francisca
desonza, natural da villa da Barra, no ilio
deS. Francisco e provincia de l'emambuco,
ou a sous hcrilcirns
A 39200.
No armazem do Sr. Antonio Aunes, na es-
cadinha da alian lega, vendcm-se barricas
cotn 2j libras de bolacbiiiba ingleza milito
nova a 3^200 a bal rica.
Jo Gouva
aa Irinao
com toja do chapeos na ra do Crespo ao pe
Uo are, de Santo Antonio, avisam aquellas
pessoas que Ihe encommendaram chapeos
para Manon, de palha escura, enhilad
queja chegou a sua toja os mencionados e
Mo desejados chapeos, assim como para
menina, da mesma qualidade.
. que veulin-n ou mandom
recebar h p*-rto (|ue itio tocou .lo espolio de
seu marido Jos Seahn Lentos fallec lo nes-
a corte. Ilio de Janeiro 6 de agosto de 1857.
Precisa-se alugar tim sitio, que leulia
caa sulhcicnte pata morada do urna familia
de !8a 90pess as, nos arrabaldosscguinlcs : |,i>i;i (-Mil- i il-
estrada de Jo3o do liarros, dila la .soledade, '' ,
paraoManguinlio, Itosarinho, Alllictos, Pon-1 OlIClllliUO
le de llclla, al SantMina e Passagem da f~.
Mag.lalena : a tratar na ra do Apollo n. 9. lia, OO t Oll(' segundo andar.
Aluga-se o sitio chamado de Chacn,
na Casa Forte, e que pertenes a mass hui-
da de N. M. de Seixas : a tratar no csciipto-
rio da administrar;3o na ra de Apollo n 6.
Precisa-se de um caiseiro que lenha
bastante pretica de taberna : na ra do En-
cantamento n. 13.
--- Precisa-se de um forneiro
na da ra da Senzala i\ova n. 30.
na pa-la-
:ompm&
armaieni de
roupa feita.
M\ SOVA l 49,
junto a Conceico dos Militares.
. Ne! armazem eucoulrara o publico um grande sortimenlo de roupa feila, do DMll
moderno Rosto, como aejam > carneas, sobrecasacas, pabl, sondlas e rraqne de panno
fino preto e de core, sobrecacas e pabls da merino, bomliaziiia e alpaca, dilus de iirim
in.inco b de core. calc,a de caemira prela e de cores, dita de marine, dila de meia ca-
semira e de oolras mullas qunlidades, colleles de velludo, ditos de eastmira borlados e
lisos, ditos de RorguiSo, dito de setim, dilos de merm, ditos de fu^lo, camisa*,.grvalas
e luyas de (odas as qualidades, chapeos de castor branco com pello e tapados ; recebe to-
. d-a e qualqutr encommenda para dar prompta em 21 hora, para o que lem Meolhldca
panno finos e rasemiras da todas as cotes : as pe-soas que comprarem neile esiabeleri-
menlo ficarao talisfeilssimos, tinto na qualidade da fazenda e hem acubado das,obras, co-
mo na commodidade dos piejos.
Compraw-se 5 milheiros de alvenaria
grossa, e da maior marca possivel : na pra-
Q df 1"doiJCn(,encic. toja de chapeos ns.
--- Compram-se algutnss acqOes do nan-
eo do brasil, e da companhia do Beben be :
na ra do Trapiche n. 40, escriptorio do I bo-
maz deFaria.
---Compra m-se botijas vastos a 80 rs. cada
urna : na ra da Senzala Velha n. 110.
Compra-se elleclivamenlo na ruadas
Kioto ZUm^'.tt M'PSro1(lw. policesda di-
vida pilhlica e provincial, accoesdas compa-
nhias, p d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre cenhores.
Compra-se una casa terrea em boa
ra, em perfeito estado, chao proprio, lenha
quintal c ocin.be : na ra da Cruz n 35.
( ompra-se urna csrreira pequea para
una pessoa : na rila do l'.angei. loja n. 41.
rra .uiu com 'i OO dt-
pr.-'ii r>
Na ra da <:ailei do lecife n. 54, loja do
canto, compra-se prala mioda com 2 0\0 de
o no* de 500 u i/ooo, e velha
SEGURO CONTRA FOO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, m marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., ten a honra de in-
forrsar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que esto plenamente au-
tor sados pela dila companhia para eSaciuar segu-
ros sobra edificios de ti jlo e pedra, co herios da
lAlha e igualmenU sobre os objectos quecontiverem
os mas.'ios edificios quer consista am mobilia ou
a fazeudas de qualquer qualidade
Xa fundirao da Aurora precisa-sc
de serventes forros ou escravos, para
trrico debaixo de col>erta.
-- l)eseja-sc fallar ao Sr. Jos llibeiro dn
Rocha Basto a negocio deseu intoresse : na
ruado Trpiche n. 17, escriptorio.
moox-Q-m^oo^-}
'

o
.asa desande
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- ^
labeleceu em sen sitio da Passagem
da M&gdalena, que iica ao norte ^
.:V '
...-.
S BSHTSL FRHCEZ.
%' Paulo Caignoux dentisla, ra Nova n. 41 : ^
4?; Da mesma casa tem agua e pos denlnfice. ^
W#;v^ &i' 0&QG&&
JOIIN CATI8,
corretor geral
E AUE1STE DE LEILO'E COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PK1ME1HO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
Na ra do Trapiche n. 17. escriptorio
precisa-se de um preto para criedo.
MDACi DO ESTBELECl-
MENTO DE PUftS DE
J. VGNES.
6 ?
o
o
'i
i *^
da estiada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, ex-
cellentes acommodncOei para re-
ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de leus
serviros mdicos, os quaes scrao
prestados com o maior esmero.
O mestno Dr., para o (iin supra-
indicado c para exercer qualquer
o ti tro acto de sua prolissao den-
tro ou fra desta cidade podera"
ser procurado a ((ualcpicr, hora do
da eda noite. no referido sitio,
a excepcSo dos dias uteis, das 9
horas da manliaa a's 4 da tarde,
quesera' encontrado no primeiro
andar do sobrado n. 9, tio
do Carino.
O
9


o
-
pateo &
&
<<
.-.
A quem interessar.
I Solicita-se pela polica qu Iquer prelen-
, gao ; pelos feitos geraes e provinciaos, des-
t en>baraco de casas e lotos : nelo ecclcsia-;i
ignesmudou seu estabelecimenlo de ico. certidao de baplisnio, bito e justifica.
a ra ces, tudo a contento mediante mdica pa-
ga ; no Recife, botica do Sr. Antonio P- dro
i Neves, junto ao arco da Senhora da
em Santo Antonio ra do Col-
pianos da ra torga do Rosario para
da Ca.ieia de Santo Antonjo n. 23, junto da
Relago.
Alii>am-se rara a fiesta
3 casas na Torre con 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozinha fra, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos : a tratar
no armazem de maleriacs da ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 17.
ACEIO E PROMPfID0.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio e promptidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
ConceicSo :
legio, botica do Sr. C.yprtono Luiz da Paz, c
ra do Crespo, loja de livros do barateiro o
Sr. Antonio Homingues Ferreira : os preien-
. denles acharSo nos lugares indicados,pesso%
competemenle habilitada.
Gabinete portu-
g'uez de leitura
A directoria do Gabiiete Portuguez de
Leitura tendo de proceder bataneo na bi-
bhotheca, pede aos lllms associados que
tiverem em seu poder volumes, alem do
Os abalxo asslgnados, com loja de ourives P'0 concedido para a leitura, de os re-
narua do Cabug n. II, confronte ao paleo I00"161'30 estabeleci ment ate 50 do nre-
a matriz e ra .Nova, fazem publico, que I sent mez. Igualmente wommpnd, >
.beodo contmuadamente s islobsem^odwarTl3e U^pargra"
plios que dizetn respeito a puntualidad
das mensalidades, para assim evitar a mo-
rosidade que tem havido na eobranca, o
que na realidade nao deixara' de causar
algum transtorno ao estabelecimenlo.
lernambuco 5de setembro de.l8")7.___O
nrimciro secretario, Augusto Duarte de
Moura.
--- Precisa-se de umamassador para pa-
dsna : ni ra Direita n. 26.
Domingos Al ves Matheus saca sobre
aj>raca do l'orlo.
Domingos Rodrigues Audrade C. lazem
scienle ao respeitavel publico e principal-
menta a seus freguezes, que mudaran, o es-
toMecimenlo da ra da croi para o Forte
do latos, comronte a casa da asscmblea e
pollada inspcccao. armazem n 9. Igual-
,nH Src't,,:l",ca"1 q"e contiuuaio a vende.
supe.,or sola, pelles de cabra, cera de car-
nauba e velas, hem como lio de algodao da
Babia, ludo por cominojo preco.
Attt;iicilot
rt actual mesa regedora da irmamladn de
.>. 8. do Rosario, orecta na igreja matriz do
Corpo Sanio, froguezia de S I-r. Pedro Gon-
Calves do liecile, teuJo de celebrar a sua tos-
la no primeno domingo do mez de oulubro
pioxuno futuro, convi a para q inta i'eira,
17doc.rrente, as 11 horas da maullas no
seu consistorio, a todos os irinaos, para se
rcunire.n em mesa, alim de elegerem os no-
ves mesarlos que tem de servir para o auno
de 18o7a 1853.-u ibesoureiro,
Jos Eernandes Ferreira.
a fazenda da Avenca clesappareceram
dous aalmaes, urna besla pedrez talhada
com o forro K na anca direita, tendo na per-
na do xesmo lado outro farro, e urna poltra
cardaa scuenle coui o Ierro F na anca direi-
ta ; provavelmenleesses animaes irSo parar
cun oulros em algum cngenbo : por isso
roga-seaquello, em cajo engenho estiverem,
que, querendo rtslilui-los ao seu dono, an-
I nuncio por esta folita, alim :eserem procu-
rados
O caiseiro que se ofleicccpara pada-
na, que diz saber fazer massas doces, diri-
ja-saa ra da Senzala fsova n. 3.
Precisa-se de um Portuguez, com prc-
rerenm natural das iihas, que enleuda de
planiacoes, para trahalhar em um sitio no
lugar da travessa do Remedio : quem esli-
vernestas clrcumstancias, dando pessoa li-
dedigna, que abone a sua boa conducta, en-
tenda-.se com Caetano Pinto de Veras, tiesta
airandega aon te he emprega lo.das 8 horas
da manhSa as* da larde.
Roga-se ao Sr. lestainenteiro e en-
carregadosdo negocios du casal do (nado
Jos Cordeiro de Carvalho Leite, se enten-
Ja na ra do Queimado n. 35, com Do-
mingos Jos Ferreira Guimarues, a nego-
cio do dio casal.
IVfcise-ae de urna ama que saiba cozinhar, cn-
ijommar e lu lo ma.s que for preciso em urna eM
ie pouca ramilla, assim roi.-o de urna lavadeira de
uarrella, pi.rrm que d liadjr : na venda da ra da
Lruzes n. 0.
O ahaiio assisuada deixou de ser eaiieiro dos
sniores l'olmeira & Itlirflo. Itccie J de elembro
de 1S..,.M'guel Soares Morajra do A-aojo.
.Moora Collius relira-e para [uglalerra.
Aluga-se uuu casa na Bu Viagein com gran-
el commodos para f.milia, a qual casa he lUlroMe
'a igreja : quem a pretender dinja-se a ra do V-
pollo una ".ciii n. 2 B.
premio, sen I
de 320 rs 640 e l.-^SO.
Compra-se tima casa terrea no bair-
tode Santo Antonio, que tenha quintal,
cacimba, quintal e porlao, nao se ollia a
privo: aiinmicie ou dirija-sea esta ty-
pographia.
Compram-se pataedes ese lulas miu-
das a 2 0|0 :. na praca da Inddjiendencia n.s.
13 e 15, loja do Arantes'
roa tlQ
i. *n, esqai-
O 4 olhiio.
Charutos da B.ihia muito bons c sahoro-
sos, de 2^500 a <5 a caisa : a elles, que se
acabam.
Lavatorios de ferro.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife n.
36, armazem,
Vendeai-o 6 cadeiras, 1 mesa de meio
de sala, tudo de amarello e em bom uso : na
ra de Hortas n. no
Vcnde-se urna escrava crioula, de 2t
annos, coin babilidade : na ra de Hortas
U. 60
- Vende-se cera em grume, de superior
qualidade : na ra do Vigariu n. 19, primei-
ro andar.
-- Vende-se utna pida do idade 40 annos,
pouco mais ou menos, he qutandera, pra
o que tem muita babilidade, cozinha o dia-
rio, lava de aabSo, faz barrella, a he minio
sadia : quem a pretender, dirija-se ao Icrco
da Trompe, sobi ido n. 1, que tem taberna
por baixo.
Vendem-se na Ponte Velha, traz da
errara, caibros de 30 a 40 palmos, esteios
para casas de laipa, ou estacadas, para o que
sao propros pela qualidade da madeira : os
caibrossao das ineiores qualidades, tudo
por diminuto proco.
Vendem se2 cavallos desella bous an-
dadores, gordos e de boa cor na ra do
Colovello n. 58
8al do Assu'
Vende-se a hnrdo do |jrigiie Mara i.uzia,
lun leado no quadro da caiga, amarrado ao
arrecife, a proco commodo. a tratar com An- ,
tomo de Almeida Comes, no seu escriptorio :lrmaos-
na ra dolreiuehe n. 16, segundo andar. AOf
-Antonio Luz de Oli-
ve ha Azeveo, tem
VENDE-SE
na-rua lo Trapiche n. ."i, escriptorio de
superior vinho
Xovaescj C, superior viudo d
caixas de urna e duas duzias de
a' preco commodo.
o Porto, ero
gnalas :
P
F.m casadeRabeScbmeltau'.&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante
pianos do afamado fabricante Traumann d
llamburflo.
CAAS DE FEBEO
Encllenles camas de ferro para solleiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. C2, primeiro
andar.
, CEMENTO.
vende-se cemento, tanto em barrica
como em p0rCao o a retalho. por com-
modo preco para acabar, e muito bom : no
5r.ni'ze.m. .mleM. na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
No escriptorio de Domingos Alves
Matheus, na ra de Apollo n. 2.1, ha pa-
ra vender.por precos mdicos, o segt.inte:
KiCOS e elegantes pianos.
ncdadas porluguezas.
Cocbins-de lindo pata montaa.
Coeiros de barra.
Muito superior couvo de lustre.
Tintas de coi es, preparadas.
Bataneas decimaes.
Muilo ricoe superior papel para forro de
salas.
Superiores charutos da Radia.
Fumo em l'olda.
Pedias de loiisa proprias para mesas de
cosinlia.
-~ Vende-se um sobrado de um andar na
ra do AragSo : quem o pretender, dirija-se
a ra da Cloiia n. 91. J
Com tuque de avari*.
Ka loja do canto n. 54. na ra da Cadeia
do Recie, pecas de algodao com ,<,*
notoque de avaria a 2s. 2/200, e mais lim-
po a 500 rs, ditas de madapolo a 25
2;2 e 23500 rs a peca, lencos de cassa con
avaria as ponas a 100, 120 e 140 reis ca-
ua um.
Aos balnileiros
Venharn ao canto, que est torrando ecas
de chito proprias para --
4.-100. 45700,
da urna
forro de babu' a
e mais linas a 5C500 rs., ca-
l>epsito de doces.
*a na da Cruz
mveu.
Rarriscom breu : no armazem de Tasso
.,_.. 1 lovoi/awai.xa; nocae
Veilfler, lio Seu e.SCnptoriO,Imazem de Tasso Irma
Aos pas (i.i familia.
\ endem-se caixinlias com 50 libras de
hegado ltimamente, a
no caes da allandega, ar-
>acaldao novo,
l)a,'a|-.soo
o se-
Vendem-se 2 mulatas, sendo 1 de 14
annos, lu la gura, com habilidades, 1 mo-
Ipque poca de 12 anuos. Na mesma casa lam-
oem se compra para dentro c lora da pro-
vincia, e se recebe para vender da coi.tnis-
sao : na ra do Livrament n. 4.
--- WnJe-se urna vacca la leileira,'c
parida de pouco : quem pretender, diriiv-
so a Santo Amaro, sitio junio eo quartel do
cavallaria.
Vende-se poiassa chegada ltimamen-
te, por preco commodo : no armazn, uo
SeroJiocv i;., no caes de Apollo.
Vende-se um sitio na lorie a boira do
no : na ra dos Pires, junto a caixa d'agua
Vend-3-se a melhor toja de fazon las do
Passeio Publico 11. 9, com poneos fut Jos, a
dinheiro ou a prazo.
Vende-se ,um sil'10 na estrada de Per-
US .-uiiuloif, liscaes ,ia luassa
lo linado Raphael Flix Jos Circia
autorisados a fazer o dividendo da
lt.lI1.1a
sen lo
mesma
novas obras .de ouro,
como para hornens e
continuam razoaveis,
tanto para senhora
meninos : os precos
passam-se coutas
com responsabilidade, especilicindo a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida. -SeraDhm & IrmSo.
Chegaram mais travs de louro, entre
cllus algumas de 45 a 47 palmos : a tratar na
restilaoao do Franca, na preto do S. Hita.
PKECISAM-SEde olhciaes de tapa-
teuo, para obra de Sra. e para domcm,
dejponto e ta.wiado, paga-se bem : na
ra larga do Kosurio 11. 2i.
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Etta obra, reconbecida por todo, como ''
a melhor de quanlas er.sinam a applicacau t
;VJ da homropalliia 110 Iralamenlo das moles- .;
j. lia, roulinua a venderse aTl5U00.ua lio- y?
lid (Jenlral llomeopaltiica, iua de Sanio
. Amaro .Mundo-.Novo, n. (i
$ EXCELLEM'ES HEMEIOS IIO-
v.i MEOPATHICOS.
^ preparados com o maior cuidado e esmero,
-o. ve!idein->e cm carleiras por pretos os mais '->'
W comniodos possivel, des le lUjOOO al t ':
.;_;, I L.O9UOO, conforme o numero dos lobos e A
a iiqwwa daa caixas. ?
v Cada tuboavulso.....(5 3 Cada vidro de tintura. 2jO00
.-.1 >'. II.Constando ao abaiio aanado ^''.
.:. que algan individuos perctrrrm o interior Si
V nle su dcsla provincia, mido das Alagaos,
'.J '"arabiba, Itio-Crande do Noria a Ctaii,
vendando remedios em eu nome, julga *.*
Conveniente declarar, <|ue a niiipucm :,uln- '..';
nsou para isso, e que.como nao esta |>roinp- f '-
toa c.rrecar com ------- -'-=-
..
m
".'
:..:
nnmeinm, com'casa, sendo .2 salas, 4 quar-
tos, cozinha fra o com bastantes ps de
rrurteiraa : qum netender dirija-se ao Pas-
seio Publico n. 7.
Vende-se na ra Direita n. H, urna
poreo de saceos de milho novo chegado de
prximo d liba de Fernando.
- Vende-se um cabriulet para 1 ou 2 ca-
vallos, piolado e lbirado de novo, com co-
berta de couro invernisado, he de 4 rodadas:
a ver no sitio do Coqueiro na Passagem.
Vende-se urna escrava de meia idade.
ptima gauhadeira, que paga por lis 640 :
na na estrena do Rosario 11 25, primeiro
andar. r
PARA OS DENTES.
Elixir contra as dores de denles, o melhor
que tem apparecido, do hbil dentista........
q>.e sedemorou alguna dias nesta praca. e
seguio para o Rio de Janeiro ; e vendo o
bom resultado que lirou. fez um deposito
na prsca da Independencia n. 4. Preco 1-2000
cada vidro.
BARRIS VASIOS.
Ventomse barns de *. novos, chegados
ltimamente de Lisboa : no armazem de
Carvalho l Ir ao, i-a ra do Brum.
Ven lem-se brinqoedos da puericia:
Manual de 254 paginas, contendo dialogo em
prosa c verso entre as lettras do alphabeto
Ri-gras de moral, Crammalica portusuoza'
(la li. ilna,
de assucar c rou-
rua da X-'i uz
iuinte:
Algodao vrdadeiro da fabrica
proprio para saceos
pa de escravos.
Fio de algodao muilo superior.
Camas de ferro para solteirose casados.
Lavatorios do Ierro.
Amarras de ferio para navio de diversas
grossuras.
Femias de aro superiores.
Fil de lindo liso.
sapatos do aracatv,
Jos melhores qui tem vin lo a este merca-
do, para hornens e meninos, de palla e de
orelhas : cm cas;, de Cammha A Filbos, ra
da Cadeia do Recito n. 60, primeiro andar
Vende-se ou aluga-se para passar a res-
ta um sin junto a po.VoacSo da Vaizea, com
bastantesarvores de l'ructo, com casa gran-
de : a lullar na ra de Murtas, sobrado 11.
segundo andar.
-',
IOS.
La;as de flores miusda ma-
tizadas O ocpvado
Na ra do Omimado n. 21 A, vendem-se
laazinnas de ores miudas matizadas, fazan-
da muilo fina a 560 o covado, lencos peque-
nos de cassa de cores a lOOrs. cada um, fi-
nos; e dao-seas amostras com penhor.
-Vendem-se cortes !c c?.sa escosseza
a S.s-O: na ra do Ciespo 11. 23.
CQM PEQUERO TOQUE DE
n. I", aclia-se tima
glande porcao de excellente vindo de ca-
j, por barato preco, e na ra doTrani-
clic-Novo, no cafe dos Alijados.
VENDE-SE
Agua ras emolhas de feuo.
Oleo de lindaca em ditas.
Dnm de vella e brinzoes .
Lonas e cabos da Kussia.
Cabos de manilbae de couro.
Metal amarello e cobre de forro.
Velas de stearina.
Clavillo tes.
Pedras de marmore pi 1 a mesas.
Pregos de cobre grandese pequeos.
No armazem de C. 3. Astley & C.
relogios de pa-
tente
inglezes de onro, de sabonele e de vidro
vendem-se a preco rami *'")
Augusto Cesade'AW; a Tu, dfcf'
de.a do Recife, armazem |0
Deposito
de rap prieeza da fabri-
ca de 15. Gasse, no R'
de .Janeiro.
Vende-se a preCo commodo rap fino
a8cTrnn0^aIOHgrOS,S0' da credit.daPf.bn
ruamda'cbrugza05e9'0 ?KrS 'dor ; n"
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes e. C. barris
de ierro ou cubos I.ydraulicos ; para de-
positas de fezes, a_ preco commodo.
Sellins e rttle^ios
flF^!8 RELOGIOS de P.t,e
Kooker & Com pa ubi a, es-
largo do Corpo Sanio no-
Uoulrina clinstaB
portuguoza,
. modo de ajudar a missa,
iaboada*ne pythagoras, Regras de civilidade
I do bom tom adoptado para uso
::-
Precisa-se do um caixeiro que seja bem
pralicoem tabi'rna. para companhia de ou.
tro : na ra lo Queimado n, 69'
--- Precisa-se de um caixeiro para urna
padaria : a tratar na rus lmcita n. 69.
I arlicipa-se ao publico, que pessoa al-
guma trate negocio de qualquer forr.a que
lor, com as Ierras'denominadas Tamandar
sitas na comarca do Rio-Formoso, poique s
esia tratando de sua reivindicaco a favor
dos legtimos herdeiros ; e para que se nao
chaoiem ao engao, faz osobredito annun-
ciuem 9deselemhro de 1857. -Christovao
do Reg Barros.
Roga-se a senhora que consla possuir
um especihco para a cura radical da gota
coral, o favor de annunciar a sua morada
--- Piecisa-se de urna ama p^ra casa de
pouca lamida de duas pessoaS, para com-
prar na ra e para o servico interno de urna
casa : na ra da Clona n. II.
Precisa-sede um caiseiro com pratica
ne taberna: no aterro da Roa-Visla n. 8*
se informar quem precisa.
-~ Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinhar para cisa de familia, nao sendo pre-
ciso comprar na ra : quem pretender, dir-
ja-se a ra estrella do Rosario n. 7, loja de
ourives. '
... Precisa-se de una ama que saiba co-
zinhar, engommar e fazer o ser-'i;o diario
de casa de um homem casado, sem filhos
no pateo do Paraizo, segnnlo andar do so-
brado quo volta para a ra da Roda : adver-
te-se, quoa ama nao tenha lillios.
At tenca 1
Aluga-se ou vende-se um sitio em S Anna
do Xavier, com grande casa de mora !a, es-
tribara para 4 ou mais cav los, cocheira
grande, quartos para prelus, e capim para 2
cavallos todo o auno :. quem o pretender
de urna ou oulia mtnnra, queira dirigir-se
a ra da Cadeia do Recife n. 20, a tratar com
l.uiz deMo-acs Gomes Penetra.
-- l'erdcu-se do at.'iro da Roa-Vista a
ra d 1 Gloria, dunapulseiras de ouro : quem
S acliou, querendo resti(ui-las na ra do
Collegio n. 25, que se giatilicar.
A pessoa que na noite de 7 de setem-
bro, 011 na manliaa d.> 8, liver adiado una
pulceira de ouro com esmalte, desde o prI
cipio do alerro sl o meio >la ponle da lina-
Vista, o a quizci restituir a seu dono, diriii-
so ao segundo andar do sobrado n. 2 no
mesmo aterro, que a le ni do agr lecimentu
se Ihe recompensar.
--- No da 18 do crrenle se u < de arreau-
lar em trata publica do Dr. juiz municipal
di irinicira vara, o sobrado n t, .lo na ra
do Codorniz, entalpado do lado trasoir, por
execucao de Manuel l'ereira MagalhSes, co-
mo cessionario do Dr. Antonio Fe; reir Mar-
tina llibeiro, e oulros contra Jos Rodrigues
doPasso, avallado em 3*0009 rs.
- Precisa-se de urna ama .le leite. escra-
va : na ra do Hospicio 11. 15.
O a baixo assignado, mostr carpin-
teiro, matriculado nesta capitana do poito.
dupl-i utilidado de lacilmente se decyrsrem
e lerem simultneamente por ser o seu pre-
Qo diminuto, 40 rs : na ra Nova, botica do
Sr. ianlos.
Vende-se um piano inglez, dejacaran-
ua, de muilo boas vozes, e com uouco uso *
para ver e tratar, na ra da Cadeia do S. An-
tonio n. 19.
-r Vende-so parto do engenho Taipe, dis-
tado da villa de Igiiarass-u1 meia legua, co-
mo um terreno no aterro dos Alagados, com
alicerces, foreiros ao Exm. Baru de Cama-
ragipe, o qual terreno tem 90 palmos de
lente, o passa a estrada de ferio peto fundo
uodiio Ierren > : quem o pretender, dirija-
sea loja do cera na ra do Calinga 11. 5,
.No aterro da Boa-Vista 11 80, vendem-
se superiores chou-icas ullimaniente etica-
das de Lisboa a 500 rs a libra, bom vinho de
Lisboa a 640 e da Figuoira a 600 rs., estrelli-
niia e pevido para sopa a 320 a libra, dita da
Italia a ,81. cha pelo, magos de 3 em libra
a loaOO libra, e macinbos a 500 rs., macar-
ra,) e talhariai de Lisboa a 200 rs. a libra, e
sag' a 360. '
ROVO RAPE.
Recommenda-se aos amigos da boa pilada
o excellente rap novo princeza, chegado do
Rio de Janeiro pelo ultimo vapor, ese aclia
venda a 1-jOO a libra : as tojas.n. 4 da
praca da Independencia, e 11. 5 da ra do
Crespo so p do -reo.
Na ra da Cadeia do Recite n. 57, ha
para vender cornos de cabra, cera de car-
nauba, gomma de superior quali lade.
Vende-so a taberna sita na ra Direita
n. 27, contendo pouecs fundos, a vontade
dos compradores quem pretender, dirja-
se mesilla, que sa la 1 todo o negocio, .va
mesma se ven e manteiga ingfeza mnilo
nova a 800 rs. a libra, dita a 6iu, franceza a
0.0, dila a 7i0, c outros muitos gneros que
se ven erao por qu rer acabar.
Vcnde-se tima taberna com poucus
rund,os, propria para qualquer principiante :
em I ora de Portas, ra do Pilar n 131.
-Vende-se na ra Direita n. 19, cha de
anulia a 800 rs. a libra, dito do Rio muito
lino a icSOO rs., dito da India a 2?20 rs ,
toucintio de -amos a 240 rs a libra.
Vende-se a verdadeira graxa inglu-
za n. 97, dos afamados fabricantes Dav .
Mailin, emba ricas de 15 duzias de "po-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nhia, na ra da Cruzn. '\i.
. .-'.*.
!t
-'
HO.
i -. '
lo Canto
QUE ESTA' IORMHD0.
;Va 1 j t do catite, na pa
di Cadeia do Recife
Ha um com-delo sortimenlo do lazendas
por prec-os baratissimos, lieos corles de se-
ta de bonitos padrOcs a 22*>000 e 25^000 reis,
-lales de loquim muilo linos a 25-000 rs di-
ia pona a 13500,
Js bordados de
:. uoil. a., m*.*.*
bonitos
NAFUNDICAO DE FEBItO DO ENGF-
N1IEIRO DAVID W. BOVVMAN, x-,A
RA 1)0 BHUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha se ni pro um grande sortimenlo dos sc-
gtiintes objectos de mecanismos proprtos
pMa cngcnbos, a saber : moendas e meias
mocadas da mais moderna conslruccao: ta-
chas do ferro fundido e batido, do superior
qualilado e do lodes os tamaiihos ; rodas
dentadas para ajrua ou animaos, de todas as
proporces; crivos e bocea de fornalha o
registros :ie boeiro, aguilhocs, bronzes, pa-
rarusos e cavilhOes, moinhos de mandioca,
ate. ele.
NA MESMA FL'MjICA'O.
seexecutam tolas as encommendas coma
superioridado ja conhccida com a devida
prest za e c immodidade em preco.
Jos Srs ce en-
genho,
A l.sOOO.
baca I bao de escama
Tasso lrmaos.
"i*. -
ptimo
mazeni de
nos ar-
rregui^a
|iecc.los alhfius, su .-. ..
rtupooiabiliu pela prtQcsIdade doa re- '*? cente ao re-ipcit-vcl
medios preparado debaiso de sua imnu- ^g!,'regnezes em particular
tos de merino borda.los
e muilo linos 3 20; rs ditos
velludo a li>,s mantas de seda de pad.oes
a ,, 8/e *5 rs. cada urna, chlv
com listras de seda a 900 rs. o covado, lieos
cortes de casemiras a 4-, 5? e 65 rs e mui-
to Inris 6*5800 e752U0rs., pannos avellu-Ihe possivel a 400 rs. o covat
dados para cima de mesa, de pa driles muito franceza de cores |k.-s
bonitos a 35o rs. cada um, se la de cores
com titulo de n clin res de senh 1 1*5 rs o
covado, seda branca a 1^*00 rs. o covado,
platillu delmhoa 560 rs avara, cassas es-
lampadas de cores tixas a 460 rs. a vara, to-
vas e seda pelas e de c res para senhoras
a leeooo par, ditas para homem a 19600
sen ni pielomacaoa 259 .0 e 3- rs. o covado
panno Uno preto a 2:500 35, 4-, 5-, e 63 rs ,
e muilo lino que faz admirar a 7?200 rs. o
covado, modernsimos cortes de vesli los
para senhora, de barege de se la com lindos
enleiles de troco a 35*5 rs laas de muilo
bonitos gastos, e fazenda muito boa a l-200
rais o covado. madapolfies de diversas qua-
1 Lides, e por precos com-nodos, mussulina
branca a 300 rs.
CUS ESTA' QEifflNDO.
Na loja. do Pregona, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo fOrtimento de fazendas por precos
baratissimos, entre ellas nolam-se chitas
francezas escuras de lindos padres e cores
lixas a 260 rs. u novado, ditas ditas claras de
padiOes miudinhos a 280 o covado, ditas fi-
nas de lindos pa IrOcs e excellenles pannos,
e cores lisas a 3l.O rs. o cova lo, lindos ta-
petes para salas 1 3-SOo cada um, pe^as de
br. tanha dn uilo com (i varas a 2--000 cada
una, mussulina de cora 320, dita mais tina
de lindos padrfles a 360, dita muito lina a
10 rs. o covado. dita branca a mais lina que
cambraia
a 4N0 rs. a vara, di-
|Us de curdao 11 500 rs cassas francezas
1 muilo unas e do lindisslinoa padrOes t 640
la vara, lencos pequeos pura mao a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muilo tinos e com
linios bordados a 360, cortes de casemira
com lindos goales a 55500, ditos tinos a 6;,
s., "leas casemiras Je quadi i.dios proprias para
A diiilieiro
Pecas de algodao liso, largo, encorpado a
25. 2/240, 25500 e 25800 a peca, dito de si-
CtUpifJ a 5, 25240, 2/500, 25800 e 35 peca,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dilo tran -
cadolargoa 100, 120, 140 e!80rs a jarda:
vende-se mi ra do Crespo, toja da esquinn
que volta para a ra da Cadeia.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
laciio do moinlio de vento da praia de Santa
Rila.
Chapeos de I tilia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentemente chegados, a preco commodo :
raa ra do Traiiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almoida Co-
mes.
/^ende-se
Cortes de ifut para vesti-
dos.
Vendcm-se cortes do 13a de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na ra do Queimado
o. 22, na loja da boa f.
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, nti
escriptorio do agente Olveira, ra da Ca-
deia do Recite n. 62. primeiro andar.
Relogios
cobcrlose descohertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para hornera e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soutball Mellor & C. roa
do Torres n. 38.
Na ru da Cadeia defrrnte da Relaco, venda
n. 28 de D. S. Campos, vende-ie e alu|a-*e, tope-
riures bielas liamburguezas, era porcao e a relalho.
Vende-e na ra da Ca lea n. 28. superior
presonlo portuguez inteiro a 0 r.., e mais objeclu.
por praco commodo.
Aterro da jBoa-
Vista n.
Vende-e bom e har-uto*
He chegado este estabelecimenlo, vindo
de Franca no navio l'araliiba, urna porreo
de chocolate de todas as qualidades e amei-
xas cm lalinhasde 3, 5 e 10 libras, conser-
vas alimenticias de peixes, cm latas grandesa
linguados a 25500, salmonetes a 25700, sal-
mooetes frito a 25300, cavallinba a 25800,
peixe espada a 2200, linguicas de Lisboa
novas a 500 rs., presunto para hambre a 70JJ
ftoalron
qoina do
mero 48.
Cunie sseeca do O
ende-se superior carne se
commodo prego : no arma
Annes, defronte da alfandega.
eara.
Vende-se superior carne secca do Cear
oor commodo prego : no armazem de Luiz"
'.;>
Sftt>03 i>a
do crrante fugio o escravo
cen
calca e palito a .60 o covado, laazinlias de
guadros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, grvalas pintas de setim a
11200 cada urna, nscados franeczes de qua-
dros de lu Jos pi Irfles a 240 rs. o covado,
casineta preta moito Bna a I*j200 o covado,
casemira preta a 2(00, cortes de castor en-
corpado para calca a i*j440, ditos a 15, dilos
de bnin de IiiiIig ;. 15440, dilos de liiim de
aLmdo branco a 15 cada um, chales de rno-
% diata oapeetSo, n.i llulira Central lio- -'
ja meopalliira, ra de S.mlo Aman., Mun- S?
^* de Nova n. li. r,t';
9 ,lr- Sabino ileijario I.. Ploho. .-".
lia-se 2:200^ a pro., io sub firma a con-
teni, in hypoUieca em piedlos nesla cida-
de: a fallar ucsla typugraphia.

seu estaleiro m ra da Concordia, confron-f* W0rs., chapeos do sol
lando ao armazem de materiaes do -^r. Pe- 2&500 e 39500 rs., ditos para nomcni a 6-iOO
dro Antonio Teixein CuimarSes, onde rece-> 75 rs., ditos domla a 5>100 rs., ditos de
be tola e qualquir obra concernente a sua i massa muilo tinos a 7/rs., o muilo niiis fa-
arte de ca-piuteiria para construir rec.i.s- z-n Lis ; a ellas, venharn conhecer a ve da le
iruir, assrgurando a aquellos que se digna-1 do exposto na mesma loja d-seas amos-
reu: bonra-lo o bom desempenho e presteza tras das razendas, tambem se leva aiims-
iemsuas obras.Jos Carvalho da Fonseca. Hra para casas de familias.
o c ivado, ditas de cores a
dio. 360-3380 rs. o covaJo, lencos dacassa 'lin de todas as qualidades, lisos e borda-
os, decores Usas a 140, 60, Uto, dos, por bsraliss.mos precos, chitas escuras
111, e a duza a Isjo 2^, e mantas prelas de seda a 9/500 180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
para senhoras a, de lindos p drOes a 25OO0, e outras muita
publico e aos seus I 'w e -8;l r,> cada 11
que se acha com "500 e 3a rs
lazendas que se deixam de mencionar, ese
venlerao por bviralis.simoa prarcos ; seda-
rao amo-tr^s con. p tihores.
Veode-se superior liabas de algodSo
brancas, e de coi es, em novello, para coslu-
ra, em casa de Soutball Mellor o. C.a, ra do
forres n. 38.
Po dia !.
le naS3o, de nome Amaro, o qufl Toi com"
prado aoSr. Gervasio Jos '*lSE?E
dor em t'onte de Ucha, e tem os signaes
seguinles : aUra regl8r> rouc, btf"
usa deb.gode, tero por baixo do peitoes-
querdo marcas de ventosas, e he otlicial de
pedreiro. e tem andado por Ponto de Uchoa
''Ibem suppoe-se que fosse para o enge-
nho Sa gado, pertencente ao Sr. hento Jos
rL r. \ a pes.so' que pe6ar ser8 fecom-'
ensada. levando-o a ra da Aurora n 36
- Fugio do fngenho S. Antonio, perlen-
I n^C ous escravos
de nome Lelsimo e Fragoso, ambos natural
do Para, chegados aqui ha um mez pouco
ma,sou menos, e representad] ter, aquello
30 annos, cor um pouco fula, bem barbado,
estatura regular e grossj do corpo ; e este
representa ter 20 a 20 tantos anuos, secco
do corpo, com a mesma cOr, pouco mais ou
menos, sendo rendido de urna verilha. nao
f,nrPn^D. n"?*Jc!ona'- roupa que levaram,
por nao terem de.xado aquella com que es-
tavam : pede-se aos Srs. capiUira decampo
a apprehenso dos ditos escravos, que serijo
generosamente recompensado, lev.ndo-os
Uuiri n,ngeDh0 a Sr F*A AleaandS
"; g "correspondente no Recife.
ra daPraia n:3l, escriptorio de Antonio
Concalves Ferreira CascSo.
de~nnm8r, "0 "?no do ,825 um moleque
n Te J,orenc,0i """a naquelle lempo
10 para 12 annos de ida le, pouco mais ou
menos com os siguaes seguinles : a cabera
um tanto puntuda para traz, olhos grandes,
peslanascompridas. falla descansada, com
urna costura de fenda na perna direita logo
cima do tornozello da parte de fora, sil-
naes estes, que nao podem mudar aindi
mesmo com a distancia do tempo : consUva
estar no liio-Formoso em um engenho ro-
ga-se as pessoas empregadas na polica, pes-
soas particulares, ecapitSes de campo, a vi-
gilancia no dilo escravo, visto estarem seus
senhores privados dos seus servicos por tan-
tos annos, os quaes d5o 1005 rs degratift-
cac3o a,quem o tcouxer ao paleo do Carmo
esquina da ra do Hortas n. 2, segundo an-
u3r.
CI>ii(S de eampo, aler-
ta !!
Cootinu'a a estar ausentado desde o dia
24 do mez passado, o escravo Manoel, criou-
lo.com os signaes seguinles: baixo, bis-
unto cheio do corpo, lem as m3os muito
calejadas por ser padeiro, tem falta de dous
denles na frente do queixo inferior, urna ci-
catriz em cima de urna sobrancelha n he
quebrado de ambas as verilhas, levou calca
w de casem.ra azul, camisa de madapolSo e
rs dito de Lamego a 520, cha hysson com- um chapeo de palha peqnano e velbo tem
'sido encontrado em Fon de Porlas, onde
he contiendo por Manoel conduru', e foi es-
cravo do Sr. Domingos da Rosa, por anto-
nomasia Domingos crter a, que tem taber-
na na esquina do becco dos Gdararai.es.
tambem gosta muito de ir para Olinda. on-
de ja (01 pegado : roga-se. porlanie, a todas
as autoridades policiaes ecapitSes decam-
po a apprehensao do dito escravo, e levem-o
ao pateo da Santa Cruz n. 6. padaria, que se
recompensara generosamente.
2003000 de eratificagSo,
a quem pegar os escravos crioulos, Lauren-
tino e Manoel, por antonomasia barbeiro
o primeiro de idade 25 annos, alto, n3o mui-
to fornido, rosto comprido, sem barba, bem
parecido, e muilo pachola, levou chapeo do
Cbili, e gosla de trajar bem ; o Manoel ten
a mesma idade, e he mais escuio que o Lau-
rentino, esttura baixa e bem fornido, rosto
redondo c bem parecido., pernas grossas,
pes bem felos, traja caiga e jaquela, e levou
chai eo de palha da Italia ; tem cicatrizs as
costas como sello de suAs proezas : levaram
em sua companhia um moleque de nome
Alexandre, que com elles aprenda o cilicio
de pedreiro, cujo,ollciosbem perfeitamen-
te ditos escravos : a pessoa que appprchcn-
der qualquer de.sles escravos e es entregar
na cadena da cidade do Itccife, ou os condu-
cir ao engenho Boa-Esperanga, na freguezia
do Innocuo, recebera a dita gratificagSo e
n.ais desbezas que User.
No dis 5 de julho do correntc auno fu-
gio do engenho Cursalii na ci marca de Pao
d'Albo, o escravo Antonio, Cagange. de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, he casBdo, e tai-
vez tenba algumas marcas dt relho as na-
degas por ja ter sido castigado levemente
esse escravo foi d( s herdeiros do linado Cae-
tano Congalves da Cunta ; consta que este
ve coi 5-anto Anlo, em casa do Sr. Jo3o
Francisco, assim como consta que em Pajeo'
existe um escravo com os mesmos signaes *
a pessoa que o conduzir ao referido ence-
nho, ou ao Itccife, na ra da Cuia n. 64 ou
dolleder noticia certa, ser lecompensado
com loda generosidade; e qunn o liver em
s"u poder, fique ceno de sua punigflo com
lodo o ngordas leis.
muin a 25200, dito lino a 25560, dito xim .
25800, dito perolaa 3409, macarrSo a 320
480, Ulbarim a 320 c480, alelria e 400 e 560
rs., cslrelliuha a 60o rs., massa de trrales
a 720 a libra, marrasquino tino, licores linos
em garrafas grandes e pcquens, latinhas de
biscoititihos linos inglezes, holachinhas de
soda, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades e nimios oulros gneros jjue seria
impossivel annuncia-los, tudo por picgo
commodo, para acabar.
Agencia
la fundic&o Low-Jlocr,
ra da Senzala Nova
n. 4<.
Neste estabelecimeuto conlinu'a a have
um completo sortimenlo de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e laixasde ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
CL DE LISBOA.
Vcnde-se cal de Lisboa viuda no ultimo
navio, cm barris bem acondicionados, por
prego commodo : ua ra de Apollo, arma-
zem n. 2 B.
sEeaiiiEis. .
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriplotio
do agonfo Oliveira, ra da Cadeia do Itecife
n 62, primeiro audar.
Algodao monstro.
Vende-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, muilo proprio para toalhas e
lengoes, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa l, na ra do Ouciina-
lo n. 22.
TACHAS PAMA ENGENHO
Da fundirao de ierro de W. Ilowman
na rua do Bium, passando o chala-
riz, conlinua a liavci* um completo sor-
tment de tachas de ferro fundido e bati-
do, den a 8 palmos de brea, as quaes se
ecliam a venda por prcro commodo c com
prornjitidan, embarcam-se 011 carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
PEKN. TV. DE M. V. jiK FAIA 1857


-

MUTILADO
m


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