Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07828


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Full Text
MHI XXXIII & 207.
Por 3 mczes adiantados 4/J000.
Por 5 mezes vencido 4<500.
SEXTA FEIRA 11 DE SETEMBRO DE mi
Por anno adiantado 1 gOOO.
Porte flanco para o subscriptor.'
K.NCA BREGADOS DA BCB8CRIPCA DO NORTR.
Panhiba. 8r. Joio Rodolpho Gome* ; Natal, o Sr. Joaquim
l-Ptraira Jnior ; Aracatj, o 8r. A. de Lemol Braga ; Cca-
ra'i o Sr. J. Jo* da Oliveira ; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
qnas Rodrigue* ; Ptaubj o 8r. Jos* Joaquim Avelino ; Pi-
ra. 8r. iualino J. Ramoi ; Amazonas, o Be. Jaronjmo da
CotM.
PARTIDA. DOS COBREIOS.
Oloi.tr : Indos na ilias, s !1 e me in horas ilo da.
guara**!!, Gobmaee l'araliiiia: naa ..uniH e SMtaa-fflira*.
S. Ani.o. it.-F.Trn-, iioniij. Caruam'. Altnhfk e Garanhau : na teroa-aVira.
S. Lnur<-tlt Florei., Villa-ll.-lla, Boa-Vlata, Otifirnrv I'.vu'. us .|u.trt i.-feirai.
Cal.o, l|iojii.a,Nrnlia.'m, Rio tormoao, lin, llair.ir.i-. Agua-Prela, Pi-
m.'tit.Tra- e .Natal : <|uiiila-l.ira>.
I aatoa o* cnrreioa parlero as 10 hora* da m.in',Vi.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio : leguoda a quintal.
Relac-io : terca feras labiado.
Faieoda : quartaa icbbadoa i 10 horaa.
Juno doeommercio : icgunda aa 10 horaa quintal ao maio da.
Juno da orphaoa taegundaa a quintal ai 10 horaa.
Primeira tara do elvel aegundaa eaeitaaio meo dia.
Segunda vara do{lel : nanas a aabbadoa a* meio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DESF.TEMBRO.
4 La chela ai 2 horai e 47 minutos da manhaa.
10 Quarto minguanteaaS borai e30minutoida tarde.
18 La nova aa 3 horas e 13 minutos da manhaa.
20 yuario crescenta aa6 horas a 40 minuto da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 10 horaa a R minutos da manhaa.
Segunda aa 1 boraa e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda. S. Regina v. m.
8 Terca. : Natitidade de N. Senhora.
9 (uan. S. Doroiheo m. ; Gorgonio m.
10 Quinta. S. Nicolao Tolentino ; i. Nomesiano m.
11 Seita. S. Theodoro penitente.
12 Sbado. S. Macrobio m. ; s. Ligorio m.
13 Domingo. 16 O SS. Nomc de Maria.
ENCARREGADOS DA 8B9CRICA NO SIL
Alagoas. o Sr. Claudino Falcio Diaa ; Babia, o Sr. 17. Dupta
Ro de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprletario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria na au
lvraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
PAHTI 0FF1C1AL
TRIBUNAL DO EOMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 10 DE SETEMBRO
DE 1857.
Presidencia do f.rm. Sr. deiembargador
Souza.
Aa lll horaa da manhaa, achendo-e prsenlo, o*
Sr. deputados Rogo, Raalo, l.emos e supplenle Ra-
mos e Silva, o Sr. presidente ahrio a sessao ; e sendo
lida a acia da allima, foi approvada.
Leo-se o seguinle
EXPEDIENTE.
Uma portara do minialerio da ju-tica, de 27 de
agudo oo correnle, inclaindn urna representaran qoe
.i<> trinonal do rommercio da capital do imperio di-
rigiram os corretoraa dsquella praca, pertindo ao
rorpo legislativo algama* reforma do cdigo do rom-
mercio e do respectivo regntarneiito, afim de que
eotualle sobre a mesma representarlo.Mandou-se
eomprir, registrar e tirar copia para o Sr. desem-
bargador fiscal dar o een parecer.
Fot presente a rotaran ofticial dos preces crran-
les da praca, relativos a semana linda.Mandnu-
se archivar.
DELIBERA.. \n.
Mandoa-se convidar ao Sr. desembargatlor fi'cal
para comparecer a primeira sessAo do tribunal, afim
le di*eulir-ie as decix.es do tribunal da capital do
imperio, sobre a inlelligrncia de varios artigo* do
eodigo do eommercio, lea e regulamentos commer-
eiaes.
DESPACHOS.
I in requerimenio de Joaquim Pereira Arantes,
portugaaz, de 29 anuos da idade, eslabelecido rom
loja de ealrjado na prac,a da Independencia, pedalo
ni tlrieular-se. llaja viste ao Sr. desembarga h>r
fiscal.
Oolro de I aria-, Carneico & Jovino, Mondonga &
Companhia, informado pe Sr. d*aemb*rgador is-
eal, pedindn registrar o sen eootralo social.Regis-
tre-se.
Oolro de Marcelliuo Jos Gotrr-alves da Ponte,
Purlugiiei, de :|:l ennos de idade, domiciliado e es-
labelecido com negocio de seceos e roolhados, em
grosso e a relalho, na ra da Cadeia rio Recife, pe-
nindo matricular-!.llaja vista ao Sr. desemhar-
gador fiscal. .
Huiro de Jos li-ini;ilvns Villaverde, Portogoez de
38 dimos re idade, domiciliado fiesta cidado, onde
tem negocio de fatendas em groiso e a relalho, na
ra do Quemado, pedindo malricolar-se.llaja vis-
la ao S'. tlesemhargador fiscal.
Nada maia bavenilo a tratar, o Sr. presidente le-
vanloo a scriAo.
SESSAO JUDICURU EM 10 DE SETEMBRO DE 1857
Presidencia do Kxm. Sr. detmbargador
Souza.
Ki\cr,im presentes lodos os membros do tri-
bunal.
/uljainenfo.
Appellanle, Manuel Jos S*rpa ;
Appallada, l. Josepha Francisca Pinto Regneira
Hamos, como curadora de aeii marido.
Foi confirmada a senlenca appellada.
Appellanlea, 1). Francisca Joaquina de Albuqaer-
qua e seas lilhos ;
-\npelld lo, o coronel Joaquim Civaletali de Al-
boquerqoe.
Foi confirmada a senlenga appelladi.
Paagem.
Appellantes, Hall) & Bidonlac ;
Appellados, I.asierre ( Tisset-fi-res.
Oo Sr. desembargatlor Villares ao Sr. desenibar-
gailor tiitirana.
E mais nada limen lo a Iralar, o Sr. presitlenle
encerrou a seisAo.
O secretario,
Dr. Aprigio (uimariiet.
Entrn eml. discusso a propoiicao da cmara
snlirr-n la, concedendo i loteras a Beneficente As-
sociac.!to naeional dos Artistas da corte.
OSr. Oanlaa requeren verbalmenle o adiamenlo
da disenssjo por -2i horas ; foi apiado e approva-
rio esle reqaanmenlo.
Se2uio-ie a SE." diicussao do arl. t. da proposito
do senado, declarando admissiveis no crime os ins-
trumentos oh cartas teslemunliave.
Terminad* a disrossAo, pasin o arl. 1.
Entrou em discussAo o arl. 2', e fui apoiada a se-
gninle
Emenda,
r Sopprimam-se os arls. "J", e segointcs.Pimen-
la Boeno. .
Discutida a materia, foi supprimido o arl. >., bem
como lodos os mais arligos da pr iposicAo, a qual
pasnoii atiin emendada para n lerceira discuAo.
Knlraram em 1.a discossAo, e passaram sm dba-
le a' .a e defila para a 3.a as prnpnsir/ns da cmara
dos rieputado-*, anloii-anlo o governu, uma a con-
ceder carta de naluralisar;Ao de cidadAo brasileiro a
Henriqti. Coin''' Moreira, e oulra a pagar ao len-
le refmmatlo do eiercito, Joaquim Jos de Souia,
os sidos alrazados que se Ihe deverem.
Passoo-se a' l. discussAo da proposicAo da cma-
ra, autorisando a irmandadei da ordem lerceira de
S. Francisco da cidade do Recife e ao hospital da ca-
ridade da villa de S. tiabriel, na provincia de S.
Pedro, .a possiiirem bens de raz.
IV 'Viialo e approvado o segoinle
Reqaerimenlo.
itequeirn qoe o iirojeeto seja remettidn as com-
miisoes iie fazenda e justifa para darem o seu pare-
cer. Paco do seuado, 3 de agoilo de 18j7.Dan-
tas.
Secuio-se a primeira discossAo da propo*i?Ao da
cmara dos riepotsdo*, concedendo loteras a' em-
peca Ivrica, e a' da opera nacional.
Veio a' mesa o segoinle
Kequarimenln.
o Reqoeiro que o projecto va' a' commissftn de
faznda para dar seo parecer. S U en a da Molla.
Foi apoiado e ficou adiado por nA > bsver casa.
O Sr. presidente deu para ordem do dia o res-
tante das materias dadas, arresrendo:
l.N discussAo de varias propusieres, concedendo
carias de natnralisacAo.
I.a discussAo da proposito do senado, approvan-
do a pensAo conced la ao coronel Jos Joaquim de
Andr.nk' INeves.
.* discussAo da proposirilo do senado, conceden-
do loteras em beneficio das isre|as malrizes das
freguezias de Santa Rila do Rio Abaixo, e S. Thiago,
da provincia de Minas (eraes..
1.a discussAo da proposicAo da cmara dos depu-
tadoa, concedendo tres loteras a beneficio das ma-
lrizes ras villaa da F'ormigas de Montes Claros, S.
K jmAn, Janoaria. UrSo-MoRttl da Barra do Rio
das Velhas e do Curvello, na provincia de Minas
(ieraas.
RIO DE JANEIRO
SENADO.
SESSAO EM 1 DE ACO.vro DE 1857.
Pretidencia do Sr. liuzebio de yneiro; .'on/inriii
Matofo Cmara.
A' hora do costume, feita a chamada, e achando-
se reunido numero legal, abrese a sessAo.
Lida a acta da antecedente, be approvada .
EXPEDItNTE.
O Sr. 1. secretario leu um aviio do ministerio da
guerra, dando as informac/ies que Ihe fornm pedidas
em i7 do mez passado, sobre o ervicn da forc;a de
linMi as provincias do imperio. A' qoem fez a
requ'eicAo.
t) Sr. Souza Ramoi participen que a depotac,Ae,
enearregada. de apresenlnr a sancc,ae imperial os d-
rreio- li\ando aa forra< de mar e Ierra para o anno
linanceiro de 1858 a 1859. havia rie aua missAo, e que S. M. o Imperadur, luid i recibi-
do os autograph'isfdos ditos decretos, responder que
os laminaria.
A reiposta de S. M. o Imperador foi recebida
com inuilo especial agrado.
ORDEM DO DIA.
Continuoo 3." discunAo adiada na sessAo ante-
cedente, da propos^Ao da cmara dos deputadoa,
concedendo loteras irmandade do Sanlinimo Sa-
rrameuio de Nossa Senhora da i.lona desta corle, a
diversas malrizes e a" Associ.icAo Typographica Flu
mnense, com a emenda dos Srs. Ferraz e b?r,lo i
Muriliba, apoiada na sobredila ses>Ao. .a
He apoiada a seguinle H
Emenda.
A pas.arem a* loteras que e oi.riilern* que le
roncedam, pelo me-nio modo c rom aa mesrftasenns
dijOei, qualri- a' provinria da .Mato^lMnCi sten.u
nma para a izreja de .Nossa S'nlmia da Dea Mirle,
na cidade de Cuyaba' duas reparlilainasste para as
malrizes da villa Diamantina e fregueziide Miran-
da e AI buque mi ue. a
Foi approvada a proposicAo, e rejeitada as emen-
das.
Entrou em I." dscusso, e he nella rejeilada a
propo.it;* i da mesma cmara, concedendo .5 lote-
ras a' Sociedade Brasileira de Beneficencia desta
corle.
CMARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSAO DE 3 DE AGOSTO DE Itt57.
PrtfUenria do Sr. riwonde de llarpendy.
A' hora do costme, feita a chamada, e adiando
se reunido numero legal, abre-se a sessAo.
I.itla a acta la antecedente, he approYntn.
O Sr. Primeiro Secretario, di ronta do seauinle
EXPEDIENTE:
Um ofliclo tlt Sr. D.nta-, parlieipantlo que por
inenmm niii deia de cumpatacer. Inle-raila
dem, ta | secrplario do senado enviando as
emendas felas por aquella cmara s propnm.oe-
aolonsando o enverno a exonerar a companhia de
navezacAo e coinme/cio do Amazonas das obriga-
t.O's relativas a' colonisa{Ao ; e a conceder um li-
no de lireuca com Indos ns seos vencuneuloa ao Di.
llai Jos Pedresa.A imprimir.
I,m reqatrimeato do djetembargador H*nrlqn
Velloso de Oliveira, pedindo que e Ihe la<;a exten-
siva a dspodcJIo aooptada para com os .Irsembar-
gadores Bernardo 11 ib- lio da Silva e Severo Amo-
riin do Valle, relativamente a serem os cus \eoci-
meiilos de 3 conloi de res.A' rommissao de pen-
siles e ordenado.
Iran dos empregados ta secretaria da polica,
po.lio l.i aogmenlii de tirtleuado. A' menna com-
missAo.
ORDEM DO DIA.
Eleicao da mesa.
Procede-se a escrutinio secreto, e sahem eleilos
os >rs. : presidente, visennde de llsependv ; vice-
presidente, Das Vieira ; ( secit-lario, Paes Brre-
lo ; > iccrelario, J. Marcondes ; 3" e 4- secreta-
rio!, Pereira Pinto e S'lalhiel ; aupplenles AragAo
e Mello e Silvino C.avalranli.
O Sr. Asuiar, tendo blido da cmara orgencia,
fundamenta o seguinle projecto, qoe he julgado ob-
jeeto de deliberadlo e vai a imprimir no tt Jornal
da casa.
A nsseml'la geral legislativa resulve :
Arl. nico.lie o governu autorizado a conce-
der um anuo de li.enra com lodos o seus vent i-
| ment ao Ur. Joaquim Villela de Castro lavares,
' lente ratliedratico da farultlade de direilo do Recife,
para Iralar de soa saude, dentro ou fura do imperio.
Aguiar. Sa' e Albuquerque. Sergio de Ma-
cedo.
Orejgmentn da maiinha.
C ihlinua ;>,4^sc-.Ao desle orcameulo comas
emendas ipannM ma a< seguinle :
Inelu- na verbPlmii-s l.5:0tKl^:i? pa-
'a nWqoe'ftede urgencia ronslruir-se na tiarra das
Canarias alo Rio Paraliilia da provincia do Piaulij,
oa u'ouiro lujar, onle mus cunvenienle fnr.Sil-
VI Miranda. Paranagu.
A' verba destinada a pliames arrescente-
le 0:00 Pra aerara 'empregadns na roii'trorcao
da um pliarol na entrada da tiarra de l'.n anaguo,
provincia do Paran.J. Marronde*.
itcresceiile-sa iS-t1 : Ficandc o uuverno
antora I a rever i e'tle ja a tahslla dos vencunen-
tos dos empreados dos diversos arsen^es. Iiarmau-
ando-os e de modo que os veiicimenlos dos einpre-
gadoi do arsenal de Pirnainbuco sejam equiparados,
qtlanlo for po'sivel, ans que percebetn os do arsenal
aa I. ilii i. inclusive o ins^ieclor e capilAo do porto de
l'eri-.iniliui-o que lerSo veneimenlus iguaei aos do
intendente e capitn do porto da Baha. Bem as-im
fiea deste ja autorisadn a crear nos arsenaes da Ba-
bia e Pernambuco uma ou mais campanillas de
i^id^l^^ n@mm'
Por Amedeo Achabd.
SII.IMII PARTE.
VI
A presenja de Mr. Olivier de Reltiel, esse m?rido
que aniqtiilava todas aa esperanzas de Mr. de Fran-
calin, fez-lhe tolavia eipe>imeular um senli.iieiilodp
alegra. Madama Rosa nAo perda nada da aoreola
de qu elle a rodeara, e ficava tal qoal a amara.
Jorga nlo caidou om minuto em voltar para Pars.
Por mais dolores i que Ihe fosie a visla de um homeni
eatranho qu linha todos os direilo. de aenhor nessa
casa ein que por tanto lempo elle eslivera mi, que era
iiao em comparadlo do que receiara '.' Tuda ceda
diante desse pensamento refrineranle de aue p.idie
amar madama Rosa sem envetgonliar-se. Em car-
ias almas delicadamente doladas, ou elevadas a oro
nivel uperior por araodes paisoes o eonhecimenlo
tle urna deagrara irreparavrl cansa menos dor do qne
a perda de uma dessas renlas, cojas raizes e*ia nn
riir.nvn. Jorge, a quem Mr. tlliviar da Itethe!
releve para almo;*r,yulloa senAo cmileule, ao menos
menos tranquillo. L'ma barreara in-uperavel txis-
tia eotre madama R.ia e elle, pnrem a imagem ado-
rada tinha a mesma pureza o mesmo brdho.
Jorge nSo hesilou em vollar .i casa de madama
Ho-a duran!" o da. F.lla firnu-llie rrconbecida por
esse empenbn qu tlava IttSOae rela^as o caraclei
da ama inlimidade honesta e franc. Mr. de Re-
ltiel qu" linhs inuilo que escrever tleixna-os siis, po-
rom. nAo o f"z si.-nAo depois de ler conversa lo al-
guna inilanles com Mr. de Franca la. Tinha em to-
das as cousas urna rara elegancia, e as maneirasim-
ples da melhor sm-iedade, com carta arrebalamenlt
que iiAndeixeva- de ler nrigual.Qiiando madama lio-
sa achou-se s com Jarse p i-< -lar.iin an redor da ca-
sa e descaram para ver Tlieobalda e I >anniu!ia, io-
sobre a qoal ella viejava sempre. A menina eslava
eom o rosto vermelho como ama macla ; lanr;ou-se
nos bracos de madama Rosa com essa familiaridade
que succede (Ao rpidamente as crianzas do campo
a orna timidez bravia, ludo ia bem nessa easa, cu-
ja viaia fez Mr. de Francalin lemhrar-se da* primei-
ras palavras trocadas eom madama Rosa junio de um
berro. Theobalda agradecen a Jorco os soccorros
* Vid Diario n. 305.
artfices com a organisar;,1o dada em nm regnlamen-
lo que pare esse fim seta' expedido.Augusto de
Oliveira.
O Sr. Jagoaribe necupa-se com algons mrlhora-
menlos de porlos da sus provincia e com a necis-
sidade de phariies para all.
O Sr. Augusto de Oliveira :Polo qoe, Sr. pre-
sidente, as aesses ta ultima lesislalora eu me la-
nha por vezes oceupado largamente do preienle or-
namento, entrando na aprecia^Ao dos importante* e
variados servicn* a cargo do ministerio da marinha,
todava hoje pedndn h palavra, nAo Me inlearjlo mi-
nlia abusar por inulo lempo da paciencia da cmara
nAo apoiados', procurando dar laigo deseuvolvimen-
lo a materia em discussAo.
O alrazo em que se acham os nossos trabalhns le-
gislativos as proximidades do encerramenlo da as-
sr mblea g-ral nos recommenda a necassidade de en-
viar quinto antes o ornamento para o senada, e por
conseguale nos impOe o dever da economisar o pou-
co lempo que nos resta, applicando-n nicamente
aos negocios mais urgentes.
Por esta razAo eu ssntiria disposiees para antes
me conservar silencioso, se por ventara um objeelo,
que por interosar muilo de perlo a minlia provincia
ouli'ora me Irouxe sempre a esta tribuna, hoje me
nAo dispeusasse to comprimento do mesmo dever,
uma vez qua elle se refere especial e particularmen-
te ao circulo eleiloral de que lenbo a honra de aer
representante.
Preenchido este fim principal que me levou a pe-
dir a palavra, aproveitar-mr-hei da opporlunidade
para arriscar breves e succimas considerantes sobre
0 orcamrnlti em ordem a justificar as emendas que
(iva a honra de sahmelter a consi1erac,Ao da c-
mara.
Anda boje, Sr. presidente, como noi annos pasca-
dos, o principal objecto que me Iraz a Iribona he o
malfad.ido melhorameiito do porlo de Pernambuco.
Diloso para mim o dia em que eu leoba o prazer de
lelicilar o coverno do meo paiz por liaver melhor
compreheu do os verdadairos inleresie* do Estada,
tendo realisado esse impoitanlissimo beneficio, oqual
interesan. nAo nicamente ao rommercio daquella
provincia, mas anda ao rommercio do mundo intei-
ro com este imperio
Julgo me, Sr. presidente, dispensado de nova-
mente fazer a cmara a expsito da Iranscedenca
descmelhante melhoramrnto ; porque o reconbec-
menio tlessa fardada ja be urna senlenca pausada em
julgado, uma vez qu* e.l.i aiigusla cmara em soa
alia sabe loria ja adoplou uma medida, hoje le do
Esl.ida, pela qoal abri ao governo um crdito Ili-
mitado para [ar.er lodas as despezas necessarias para
as obras de semelhante cnnlroc(Ao.
Na realidade, Sr. presidente, ora simples lancar
He olhos sobre a caria geographia do mundo lorna e-
videnle para lodos a magnitude de semelhanle cons-
truc^Ao.
t) Sr. Sargia da Macado .-Apeado.
O Sr. Augusto de Oliveira :O parlo de Pernam-
bueo, Sr. presidente, em ennsequencia de sua van-
lajosa posicAo g'Ograpbira, he um dos ponlos com-
merciae* mais importantes do globo ; n.o s para o
eommercio do imperio em ennsequencia de adiar se
enllocado na parte a mais oriental do Brasil, be elle
mu ponto central para a navegacSe entre o sul e nor-
If, como ainda mais para Inda essa tmmensa arrasa-
cAo de longo curso que se dirige da Europa do nor-
te da America para diversas parles da frica da A-
sia e do Mar Pacifico, he elle um ponto natoral de
escala onde de preferencia e por nece totlas as emharcaoiie* qoan lo bali las pelas tempesta-
des e pela frequencia a virulencia dos ventos do 0-
nente, procurain um lugar para sbriso, ou una es-
1 'C.in para ehVcluar os reparos tb que lenham pra-
nsAo. O porto de Pernambuco, em consequencia de
sua sahencia na co-la, oll" fcil rumo para depnis se dir.girem aos lugares a
que ie deslinem.
Reolvendo-se, Sr. presidenteo governo a adop-
tar finalmente estahelerimeiilo da rommnnica(3o
por meio de tclegraphos elerlricos desde a provincia
do Rio i i rao te do Sul al a de Pernambuco, secundo
| urna prnposla muilo vantajosa que foi suhmcitida a
su* considerarAu, e solire a qual espero que o mes-
mo iioverno lume uma dalibaraeJIo mais breve pos
livel, v-se bem qoe o parlo da l'ernainboco tem da
prestar importantissimos servicos a todas as rela-
res commerciae* do munJo inleiro com o nosso
paiz.
Entretanto, lenhores, para que se pois.i fazer idea
da punca ilifiiu le que tem havido da parle din po-
deres do Estatlo em salisfazer uma lAu elevada ne-
ressi.lade como esta, em tirar partido era hanecio
do desenvolvimenln do misan eommercio de orna po-
liea geograplnca lAo vantajosa, basta ler-se o Iraclio
to refalarlo do nobte ei-minislro da maiinha, em
que S. Exc, historia todos os eslndos que tem sido
feios sobre esla materia. Nesles termos principia S.
Exc. esse trecho importante de sea relatorio : A
necestidade do mellioramenlo rtn porto de Peinam-
buco, he reconhecida desde 181!) .'! ..
L'ma voz :Antes disto mesmo.
O Sr. Aogiislo de Oliveira :Ora, desde 181'. era
I considerado esle mellioramenlo como uma necesai-
j dade argente, e todava ainda em 1S'>7, i.io h, ain
i da depms de decorridoi perlo de id annos elle e-i.i
' em cometo / O que se tem feilo sAo estudos, sAo e-
i same., p rm poucas obraf.
I'm Sr. Depulado :NAo, alsuma eoua jase tem
feim.
O Sr. Augusto de Oliveira :No meu entender
I muilo pouco, atienden.1.1..(> ao lempo desde qu* a o-
bra se lem emprahendidu, i-lo lie, lia '.i annos, pde-
se dizer que qualquer emprera particular teria feilo
em dou mezes obras em valor e casto iguaes as fej-
la< em U anuos a prnva ah est na i'-ir i-l.i tle fer-
ro ; lem a> despendido rom o porto de Pernambuco
ti'IO ou K'MI conlos, e eu creio que nAo ha compa-
nhia que no mesmo periodo de lempo de 2 a 4. me-
ces Dio despenda igual qoaulia. Sei que por ser a
obra tle nllore/1 hxdraulica nAo pode ser feita com
a mesma promplido que uma obra feita em (erra
firme ; mas dando o rievirio descomo, a dilferenca
nunca lie lal que justifique A insicnificancia dos Ira-
belhot ezeculadns im um periodo de annos.
I'm Sr. Depulado :\inda o nobre depulado lem
a felicidad* de diaerque se tem galo com o mellio-
ramenlo do porlo da sua provincia cM):(Mrj()t*t> ;
oolros nAo (em lido tanta fortuna '.
O Sr. Augn-to de Oliveira : Para qoe se ennhe-
(a todo o fuitlamenlo da minha queixd vou recor-
que enviara a JoMniiinha aperar de soa ausencia.
Era amda u-m alieur.i i tle madama Rosa que as.oria-
va-o soa vida.Jorgeiinera poisum homeni e para ella. NAo quiz desengaar Tlisolulda para fi-
carobrigado a madama Roaa. Qaando sahirain ella
lotu'io o braco de Jorge como riante*.
He posuvel que eu asleja lAo tranquillo junto da
senhora tlepois do que vi ".' disse Mr. de francalin
emquaulo cosleavam o rio.
Perqu nAo e-lana j NAi loo hoje para V. S."
a mesma que era honlem '.' respondeu madama Rosa.
0 qoe foi que mu Inu-se entre nos ".'
Jorze aperloo-lhe brandamente o braco, e lomnu :
Mas porque deixou-ine partir sem d/cr-me a
verdade t
Por ventura podia eu faze-lo em di/.er-lbe o
nome de meo marido'.' responden madama Rosa, lla-
via nessa eoiifissAn inevilavelmenl^uma censura que
eu presenta in-linciivaiiienle e qoe nA i julca.a-me
com o direilo de influir qaelle de quem tenho o no-
me... Tal vez niome explique bem... Faca por com-
priii,*n ler-ine.
Mas, toruna Jorge, que motivo fez Mr. de Re-
tbel vollar para sua companhia '.' Ouaii b e como
cliegou elle ? Pretende viver no retiro ou couduzi-
la para Pars '*... Per.loe-me lodas estas p^rganlas, e
nAo veja nellas ootra coosa senAo senlimenlo pro-
foodo que me inspira uma pesma, na qual nAo verei
jsmais senAo madama Ro'a, seja qual for o nome que
lenha. Permille-me isso '.'
Ah fir;.i anda mai*. pe^o Iba !... Parece-me
que irei mriini que temer junto de V. S. agora que
sabe a Tardada.
Pois heni, falle-me de Mr. de Rethel.
O senlmr sabe que papel elle repreieotoii du-
rante a ultima revolucA*, e que lugar oceupa no
partido que ainda se ajila O repoo.o he imuppor-
lavel a um temperamento lao ternvel. As agilares
em que fe-ioe viver em sua casa foram a non tle
' nossa aeparacAo ; elle ha tle recahir fatalmente nis-
so ; seu p-ssa lo responde pelo seo fnloro. E-lava
am Par* neslM ltimos lempos, escrevia-me mullas
vezes e ccilainenle V. S. nao se e em que me piinham e*s .s carias, cuja origeni Ihe
ara deseonliecila. I'iulta eo afaM.irine, qnando lo-
dos os das elle eslava em periuo de morle ?,.. Soo
>na inolher, e nflo me compele jutga lo. Todava o
senhnr aba como eu esqii'Cia-me le Indo... As ve-
1 zea embalava-me com a lusao do que pnderia llorar
essa vida cojo habito havia contraliido em llerblav.
Kepenlinamente rtiegnu-me eulra caria no momento
em que linha adiado sobre minha janella um rama-
lliele d.ixid i por V. S., depois le ler passado om
dia sem velho. Mr. da Relbel chamava-mo a Paris
para avisar-m de que lalvez fusse ibrigado a pedir-
me a*ylo no primeiro momento, o Se e-liveramea-
i;aln. vetilla dissa-lhe eu. Comprehciili en I i i que
devia deiinr de ver a V. S., e ful por isio qoe instei
rer a um faci qoe vem narrado no proprio realo- .
rio do nobre ex-ministro da marinha. Em 1854
m unIon ir um dos senhore* ex-mmi-lros da marinha '
um hbil engeiiheirn iiislez, examinar o plano para
casa obra, fela anlerinrmente por uma commisaAo jl
esse engenheiro disse em seo relatorm que a medida I
mais urgente a lomar era mandar inmediatamente
construir uma barca de excavado para remover om I
; banco de aia qne existe na barra : isio, como disse,
| occorreu em 1851 ; foram precisos ao Sr. ex-minis. I
I tro da marinha, peno de 3 annos de meditacAo para !
, expedir ordem para a ronstrorcAo desa barra, isio !
. he para a conslrucr.l i do principal insliumento da '
| obra I V pois a cmara que a minha qoeixa he a
, mais fundada possivel...
O Sr. Seicio de Macedo :Havia uma barca, im-
perfeln sim, mas havia.
0 Sr. Aueoslo de Oliveira :O meu especial ami-
go, me parece que nAo se deu ao Irahallio de ler o
projecto de melhorame'ilo a que me retiro apresen-
lado palo Sr. Neale. Este senlior disse que e-a bar-
ca a que o nobre tleputado allude nAo podia prestar
mais eervico alsiim ; rerommendava ao soverno ur-
! genlemeute a coiislruc(ao de uma nova barca de ex-
cava^Ao para removir o banco tle ara que existe no
j porlo. Ora, qu.in.lo o gnvernu leva 3 anno* paia I
meditar, afim menlo tle expedir uma ordem a es- |
; te respailo, nao he de eslranhar queco, depulado!
: por Pernambuco, nAo me conserve em silencio, e '
pawe 11 c -11. i a cmara para ao menos exprimir o
loen qtieitume...
1 m Sr. Depulado:Faz muito bem ; compren
seu dever.
O Sr. Augusto de Oliveira :Sr. presidente, a
simples leilura rio tpico do relatorio do nobre ex- |
miuistro da marinha, qoe acabo tle fazer, mostra j
com evidencia que lem gasto mais lempo em e-I
ludar e examinar do que em construir. E a piopo-
sito, pec,o licanra ao actual Sr. min slro da mari-|
nha para rilar-llia um exemplo histrico de om -ios
| inaiores liomens que lem nppareci.lo no mundo. Na-
poleAo, qoandn couiul, querendo ler orna passanem |
franca peles Alpes, afim de Iranrportai seus eierct-
tus para a llalla, entregou a nm de seus ajodanlesl
d'ortlem e chefe do eslado-maior de engenheiros a I
plaa de um* estrada, afim de ser pnsla em eieco-
(So i pouco lempo dspois pergunlando se a estrada!
ja sia,a principiada, foi-lhe respondido que aquella |
planta linha sido aubmrlida do eiame de uma com-
missAo de Ires engenheiros, que essa commissAo de
tres angenheirns nAo chegando a om accordo, apre-
sentara cada um de seus membros o seo plano, de
modo qoe as qnalro plaas foram soieitas ao exame
tle orna nova cominiasao. Nap.deAo exclamou logo :
Desla forma v.,o ter sele plantas quando preciso
de ama ni, vou ler plantas de estirada! e oAo a es-
trada ; parli immediatamenle com o pessoal necea- 1
ario, e mbre o lugar facam os engenheiros as modi-
BcacSea que na execujio da obra ellea forem verifi-
cando conveniente.
He esle o exemplo, Sr. presidente, que pero ao
nobre mmislro da marinha ue seguir ; peco-lhe que '
se deixe de eslndos ; lembre-se que ein consequen- i
ca dessa decisiva deliberarAj de NapolcAo, dentro i
tle pouco lempo leve elle bu.ts estradas pelas quaes
passeram seus exercitos pata n llalla, leudo immedi- I
almente depois por essas memas estradas panada
afim de ser collocados un Paiilb'on de Paris lodos,
esses Iroplio..- oblitlos as planires de Marcn.-.i e ou-
Iros lugares, non.le o exerrito fanrez se cobrio tle
gloria. I m escriptnr. moralisanda este fado diz que, .
se nAo fos-e essa delibera^Au do grande homem, o
lempo que foi nece-san..para excular e-s-s ciuistrur i
ce* giganlescaa das eslradaa como a dos Alpes, felas
alravs de mchas e tarrea*, escabrosos, al eniAo
jalgados inveiiclveis, lalvez n.o chegasse para pi de
acord ledas as caberas scienlificas que f.ssem con-
sultadas Acerca do melhnr plano a adii,dar-se.
K he, Sr. presidente, o que lem acontecido entre
nos ; os nossus exsmes, os nossos esto los fa/.em com
que *e lenha um pretexto para nao continuar com
coragem nos aiilerioi mente adoptado. He eia tles-
culpa que sempre lenlio nuvido dar ; todos os Srs.
ministro! dizem : estamos pensando, estamos re-
llecliiidti, o e entretanto nada te faz! Tem-se sem-
pre mareado uma con-ignarAo de 50 no tiOiOOll para
esia obra, que, por ser tle natarea hydraohca, lleve
ser continuada mm bul i o vigor, porque o que se po-
llera fazer em II) annos com 1,000:0009 cn-lar* o
dobro ou mais em -JO anuos : esla pois no inleresse
do governo tirar lodo o proveilo tlcse dinheiro que
ja se tem despendido, conlinuantlo com Inda a finca
a obra, abandonando por emquanto novos exames,
novos estudos.
Confio, Sr. presidente, na inlelligencia do nobre ,
j minislro da marinha, peen nicamente qoe S. Exc.
tendo ludo qoanlo se lem e-cri| lo, chamando a sua
presenca dnu. habis engenheiros ingieres que se
acham ao servido do governo, que ja es'uriaram esla
materia em Peruamhuco (o Sr. Neale. e o Sr. I.ane),
tome uma deliberadlo qualquer ; depoi* mande om
oulro engenheiro, que aoaiuado pelo dislincto na-
peclor to arsenal d>quella provincia ( a quem alias
se deve o pouco all luit i podera tratar de dar lodo
o impulso obra ; por outra forma nunca cliegare-
mns a uma couclu-Ao.
Estnu persuadido que o nobre ministro ja deve ler
uma idea exacla das principad obras necessarias para
esse|melhoramen(o. Ca>o lenha lido nrelalmio do seu
antccesior, dev* ler visto que o principal obstculo
existente he um banco de ara na entrada da'bar-
ra ; parree-me poif que a resulucAo mais acertada a
tomar he mandar concluir qiiinlo antes as excava-
cues necessarias para vencer esse obstculo, eontino- i
ando ao mesmo lempo as oulras obras jolgadas iitei* ,
por lodos os perito* envido* cobre a tnaieria, taes eo- '
mo a muralha sobre o recife, a canaliat;Ao tas aguas '
por meio de caes, e o paradla da tilia do Nogaiira. |
tma voz:Ntu lm|. s obras necessarias.
O Sr. Augusto de Oliveira :S* se qni/.cr adoptar ;
esle arbitrio, de mandar concluir quinto ames eslas
obras, eslou peraoadide que dentro de mudn pnurus |
annua, ein menos de don* anuos lalvez, o pnrtu de
Pernambuco -eja eceassivel a navios de toda* as lo- i
laces, Depoisde felas e-las olira-, enlAo cu un re lo-
mar em considerai;Ao lodo* csses aperfeir;oamenl.'S '
que se propem ao governo, o que pn lem por ora ser
adiados, romo tluca*, liacias Iludo.me-, e n.o sei o
que mais.
Sr. presidente, as oliru mais urgentes >Ao aquella
que lem de dar entrada no ancnraduuro do pono aos
navios tle grandes lolactips, e que Mo leguramenle as
excavadles, por qoauto a idea de novas docas, sabe
para qu- se relirasse. NAo aecosava-me de nad*.
mas tema seu deseapern. L'nia noite, ha oilo ti*..
Mr. de Kelhel baleo-ine poda. Nao deiiou-me
mais depois desse momento. Dua* ou Irrs pessoas
lem vindo fallar-lhe. Elle reaebe militas caria*,
e parece estar muilo preocupado. Prepara sealgu-
"" cousa que nAo ei. J.t av-uo-me de que havia
de deixar-me um riestes dias de repente... O que
elle projecla faz-me mulo. Olivier agila-se em um
inferno Ha horas em que lauHiiio-o amarga-
mente.
Madama Rosa vollou a eabei-a para enchugar os
olho*. Sua emnjAo era visivel, e Jorge a compre-
hendia. O nome de Mr. Olivier de lielhel bastara
para explicar-lite a sitnacAo de madama llosa. O
conde era um dos cheles reronliecidos de unta das
t.ii'ces militantes da ttemocracia. Nascido de uma
familia de nobrea anliga, Olivier romper enm o
seu passado, e quebrara tle om em um Indos os lacoi
da ttadifSo, do habito e da educacAo. Sendo Patricio
combata com a plebe, leudo lilho de um par de
Franca era um doi inabaiceotea mais activos das so-
cieilades secretaa. Tinha qualidades ioconlealaveis
que faziam realzar sua pessoe, ceda eloquencia,
liravura, e audacia ; alem disto o prestigio de san
nome dava-lhe um eaplendor e uma autoridade. qoe
com Igual merecimenlo seos amigos nAo tinhain.
I'orm o tribuno permanecer fidalgo, e se opertava
a mAo dos gazeleiros maii fogoso caljava bolas en
veiuisadas pira ao club.
t.ornprehcode agnra, continoou madama Roa,
porque en eslava anciosa de o ver tonge de mim ?
qual podia srr o resollado de sua presenca em ller-
blav } Anda que nAo merecasse a confianc* que
meu marido em mim deposilava, a liberdads ein que
elle deixava-me ter-me-liia imposto o dever de jus-
tifica-la.
O1" *"' (atar agora '.' dise Jorge.
Ah nao -ei ; om acontecimenlo desennherido
be qoe ha de decidir disso. Se devo crer em cerlos
indicie*, esse aconlecimeiilo nAo lardar. Talvez i
para Beaovais.
Para Beauvai repeli Jorga rom ar mai sor-
preso.
Nao sabe que uma sua prenla veio visitar ni*
ha quasi um me/. '.' Iiiteirou-me em qualro palavras
de luolivn da sua visita. Anda a convncela nAo
ludase acabado, e ja a senhora haroueza de II tis
Fleurv e eu nos entendamos maravilhnsamenle. lil-
la li 'mi aqoi (res tilas, e .'ibrar;oa-ine a despedida.
U ----me que lembrasie-me de que linha uma amiga
em Beauvais, e bel de lembrar-me. Paaeeeu ni*
qu* ella amava-mc muilo por seu respeilo e um pon-
en porque soube qoe eu era condessa.
Jorge nrrio a e-(s palnvra*, as qmes lizeram-lhe
ver que Mina, llosa peneira'ra Mma. tle Bois Fleu-
rv eom um olbar.
Eo devia lalvez dizcr-lhe qoe. se retiraste, lor-
nouella vollando para a rasa, e todava rieseio qoe
lique.
Pois bem, ficarei al que a senhora va para
Beauvais.
A estas palavra* Mma. Rosa que eslava jonlo da
porta releve a Jorge pela inA>, e di-ie-lhe :
NAo se engae com o sentido de minhas pala-
vras ; para arrancar Mr. de Relbel des tentar ludo o que he prrmitlido a ama mulher ho-
nesta. Elle esta' junto de ratm, esla' amear;ailo, te-
nho seo nome ; lie mais du que ie f.z misler para
indicar-me um dever, ao qual lenbo a vonlade de
nAo fallar. Por isso nAo fique sorpreso se receber
algum da a noticia deque parto para a America e
para sempre.
A senhora o faro' sem aviar-me '.'
. Oh V. S. nAo er lal cousa disse ella com
viveza.
O accenlo dessa voz qaerida fez Jorge estremecer ;
bem vio que o coracAo nAo e'tava do lado da vonla-
de, posto que e-la permanecsse senhora ; nAo pro-
longan a ronversaclii. a relimu se ao mesmo lempo
triste e deleitado, (toando Mr. de Francalin eizuia o
rio procurando um batel que podesse ron km lo a
Maison Blanche encontmu Canad,.i qoat acabava de
collocar a porta de uma cabana, cojos maleriaei apa-
nhra no Sena um por um. Canad 1.1111.11 no chAo
o marlello, e acolbeu Jorge com nm vigoroso apnrin
de 111A0 ; depois velln a vi.la para o lado de ller-
blav, e dirigio-a emfim para Mr. de Francalin.
Ja vejo que V. S. sabe o que ha de novo all.
Fiquei mui sorpreso no da em que aquelle oolro vol-
lou... Desde que o vi,disse a mim mesmo que V. S.
nAo lardarla em apparecer. Agora que ja fez sua vi-
sita, crein que vai relirar-se.
NAo, fro, responden Jorge.
Cnmn est captiva B*m se v que V. S. lem
rendas. Se fosse abrigado como eu a procurar na
a;na o alimento diario, teria erogado logo o amor !
Canatla acabou de enllocar a porta aobre os gon-
zos ; e tornon :
Canheci na pnrta ; ella provem de nm barco
que ia a R11A0, e que den contra uma arcada ra pon-
te perlo daqui. Aptnliei-a n'aguj.
Fez om areno a Jarte procaranda an meimo lem-
po pregos em uma c-.i xa, e aoreacenloa :
Aproxme-se para fallarmos. Polo que en >c-
ja marinheiro de agua doce, como dizem, todava ve-
jo bem. Brevemente havemos de ler lempeslade.
Aquelle Sr. tle Pars que esla em casa de Mma. Ro-
sa n sabe. Andam por aqu muiln humen*. Eu que
ou pelos que eslao dehaiso contra ns qoe ealAo tle
cima depois do negocio dos coelhns, como V. S. sa-
be, Ihea presto pequeos servan quando poaso. Se
convem dar algom avisa, eu he que o fdt;o pasur.
Veja !
Canatla assoviou, e Tambor enlrau na choupana.
O pescador liroo do bolso um papel, alou-o a co-
a cmara que o pollo de Pernambuco por sua natu-
reta he uma doca. He formado, como se sabe, p*lo
hrac,o da dou* rios qua se reunem cm nm ponln,
formando uma hacia, a qoal se acha conveniente-
mente re-guardada por uma rocha que se ergue to
mar chamada recife : essa rocha, como ja em ootra
occasiAo disse, offerece ao* olhoi do espectador um
bello e mamullen eapeclaculn ; tle um ladn v-se o
mar bravio, as ondas enrapelladss arrojando sobre
ella, desperdigando ahi totlo o seu furor ; c do outrn
as aguas da baca do ancoradouro cu rendo placidas
e lAo serenas romo n'iim lago. Ouamln o governo li-
ver construido aquellas obras priucipaes que lenham
por fim profundar a entrada da barra, o ancoradouro,
dar ingresso a navios de lodas lotacOes, comprelien-
do que mino se tome em cnnsideracAii lodos esses
npcrfeiroamenlos, por isso qoe ja dase, o porto de
Pernambuco he por Ma natureza 00 a doca que lem
capaciriarie pina admillir perlo tle 800 navio".
Eo nAn posso. Sr. pre-idrnle, rieixar e ser sum-
mamenle exigente, de impnilunar o governo com to-
llas as minhas instancias a respeiloda rnnsIrurcAo tle
stmethanle obra, porque vejn que a poca he feliz
a presenca nesla caa dn Sr. ministro da fazenda me
faz recordar do que S. Exc. di-se no senado. Temos
dinheiro, muito dinheiro, e para tirar partido delle
blete o nobre minislro ta cmara QteiiMfJjc para
deposita-lo nos Bancos; ainda lia ponco concederam-
se ue*la rasa favores especiaea de riinheiros publico*
a enipreza parlicolare, favores que rio meu humil-
de entender sAo um venladeiro allentado contra a
Ibeoria ta liherttade tle eommercio, e livre concur-
rencia que o nobre ministro professa com tanto ea-
lliu-iasmo.
Ora, vendo a tlirecran que por ele lati se quer
dar ans dinheiro* pblicos. nAo poaso deiiar, na qua-
lidade, de depulado por Pernambuco, de represen-
tante to circulo eleiloral a que directamente inte-
resa este melhnramenln, de ser ummamente im-
portuno ao nobre ministro da marinha Peco-lbe
por isso mil de-culpas ; mas nAo podia ctnsenlir que
osdinheiros publicas e appliqnein a despezas parti-
culares, e nAo de preferencia a um mellioramenlo
que, como disse o nobre ex-miniairo da marini a,
he reronhecido urgente desde 18t!l, e para o qual ja
o corpo legislativo conceden ao governo um crdito
illimila.lt. para fazer todas as despera*. Neslas cir-
cum-lancas ja v a cmara que nao po-so com a au-
ton*ac,Ao do mea silencio consentir que se prefira
otra algoma a esta, a qual em importancia por nen-
hiiiii.i he excedida.
Vejo bem as tlidicultlailes da minha poicao ne(a
parle ; talvez seja eu arraslndo para um norte dilTe-
renle de muitos dos meus amigos ; devo pnrem de-
clarar cmara qoe a esle respeiln eslou no firme
proposito de nAo transigir, de 11,10 recuar om su paa-
so, porque, como disse, a poca em que vivemos he
feliz, nenhuma rompliracAnno exterior, pai interna.
Calma dos espirito* ; coidemos poi* ta adminisln.c,Ao
do pai/, e em materia de ailn.inislracaa nao ptnso
prescindir de mntloalgom deum melliorainento que
Ifte ditert.linele inleressa a minlia prnvincia, que
vem dar tAo grande ilesenvnlvimento ao sea eom-
mercio, e que igualmente ha de trazer como cense
qtintia necessaria grande incremento a receita do
imperio.
Bem que, Sr. presidente, depcsile Inda a confi.in-
Ca 110 nubre minislro da marinha, que seja o primei-
ro a render eolio sua inlelligencia, todava -011
ceplico acerca desle negocio ; lenbo lido tantas de-
cepres que hoje s queio fados, e fados reaes ; m.i*
espero que o nohre ministro nesta parle exceda tal-
vez ans ineus deeejoa, que ha de olbar para e-le me-
llioramenlo rom tndo o cuidado ; ;.--itii me poupara
elle o dissabur de vir repetir aqu minha* queixa-,
sendo lalvez pera e-se fim abrigado a servir-me de
expressoes rigorosas e contrarias aoi senlimenlos de
meu coiacAo.
Feilas eslas ob'ervace, enlrarci no exame de cu-
Ira- materias to orcamentn,
O Brasil eom sua vanlajoaj pos'cllo, com o immen
so litoral que puflsne, banliddn pelo mar, e por gran-
des rios cojas agua- em grandeza e impnrlancia ri-
valieam com as agua* dn ocano, cata de.tinado a
ser uma grande nacAn martima. Mas, senhore*, a
posi^Ao de gtande naci manluna nAo be a conquis-
ta de um ilta nem de nina geraoAo ; he necessaria que
ama geracJjo lance ns prim*ros germens da prtwpe-
ridade e gran loza, para que as ttolras que se segui-
rem cnlham o* frnclos.
A nossa marinha logo nn principio ta Iota da in-
dependencia apenas conslava de navios, e estes
mal armados ; depois fui ella leudo um incremento
sucreaivo, de modo que ein I88, quando terminara
a guerra com a Repblica Argentina centava mais de
ill va-ns, entre os quaes > naos, 'J fratalas, e 8 cr-
velas, brigne*, errunas oulios navios pequeos,
Iripolados por 6,000 pracas ; de 18-J8 a 1831 prinri-
pioo a marinha a declinar, e de 1831 por dianle le-
ve uma dimiiuiicAo lAo seusivel que na verda'e pa-
reca que doinmava n peus.ment tle aniquila-la ; a
guerra ultima, pnrem, com o Itio da Prala a fe/, re-
surgir, daiida-lhe alguma anisnaeflo, e por essa oc-
casiAo foi ella enriqtiecitla com algn vapore-. Na
CiiuiparacAn dns mappas aimextis ao lelatotio COffl os
do anuo anterior huuve demlnotcAo, lauto no pes-
soal como no material da marinha.
O material diminuio nAo sti nn namero, como
aimla ein valor, por que a cmara sabe que o mal
com que lula a nossa marinha he a tlt'lerinracAo que
faz progresso- iinineuios em seus vasos, sem que o
governo lenha a rnuvenieiite arma para re-islir es-
-o elemento de ruina,
NAo pena* a cmara qtir cu eja deases espirito*
pessimista que veem lulo com cores negras em um
paiz novo como o nossn ; nAo, anda anenlo a pro-
posicAo que enjill o anuo pacta lo ; entendo que a
nossa marinha em todos ns servico* n sea cargo,
comparada com qualquer outra repadictn do catado,
em relatla a p.'zea e-lraugeiros, nAo ntfsrere urna
pb\-ioiioniia men-'S lisongeira. ^An narro comiste
rii/er que quem -t prnpuzer levar eom rigor 11 escal-
pelloda analvse a qualquer ramo dn wi-vlco da ma-
rinha 11.10 encnnire ah defeilns rxialeules, e nielhn-
ranienioa a inltoduzir ; 11A0, eslou riersoatlido que ti
mesmo acontecera em qualauer oulro ramo da ad-
niinislrar" publica.
Em qualquer dos servico da marinha ha melhora-
menios a adoptar-ae ; pnrem esle mal he Inherente
a todas as nutras reparlicea se qoizermo* comparar
qaalqoer outra reparlicJJe do ealade com o qu* se
faz em paiz estraneeiro, por exemplo, a reparlicJJo
da ju-lit;a, que he oiule, legando optniAo geral, re-
Ibeira to cAo, e sollou-o. Tembor parti com uma
sella.
Nao he coosa dilBcil, conlinuou elle, dentro de
um quarlo de hora ha de saher-sp em ra*a de Mma.
Rosa que alguinas pessnas oapailaa andam por aqu
des te a manilla. O que faca he tanto por ella como
por elle pondo de parte o lucio que liro, eu nAo
quereria qne ella fosse inquietada He muilo fcil
agarrar nm homem pela gula durante a noile.
Receta seriamente alguma coo>a '.' disse Jome,
ao qual as confidencias tle Canad a-suslavam um
pouco.
O pescador lanroo a visla o redor de si, trahs-
Ibando coiu o maiIcll ., e acenoa allirmalivamente
eom a cabera.
Ora disse elle, lodo he possivel ; se apraz aos
liomens fa/er que Ibes seja quebrada a cbet;a, he o
qoe pouco nos importa ; mas convem que Mma. Roa
lian sniira por isso.
-7.se acontecer alguma degrada Vitir, me avisar''
pcrgunlnu Mr. de Francalin.
Immedialamenle, e sem cuidar nos incommo-
dos que dah posam esiillar-me.
Jorge vollou para a casa com o espirito cheio do
que Canad Ihe dletera. O que poder.1 ver do estado
de Paris emquanln ahi se achara, nAo deixava-lhe
nenhuma dtivida sobre a possihilidade de nm movt-
meuln. Previa que Mr. Olivier -cria nm doc princi-
paes insligattores, e lemia que Mina. Rosa senlisse a
repercussAo dessas novas tlesordeus.
De tarde impelltdo por um senlimenlo mais forte
tinque a rvflexao voltot a Herhtay. Mma. Rosa es-
tiva aienlada no tn-m salAo em qoe tantas veres a
adiara anlrelida em bordar junto d.i janella. Mr.
de Relbel lia uma br.iehura. Tambor saodou um e
nutro a seu modo, hin he, pa-sndo-lhes o forinlio
por baxo da mAos, e dosapparereu por uma poda.
Faca como Tambor, disse r conde levantndo-
le, e na minha casa eslea como na sua.
Jorge lomou uma cadeira, e aproximou-se da ja-
nella. O lempo eslava ctarn e serena, o vento agi-
lava brandamente as l'olbas das arvnres ; mil gritos
de passarinbns aahiam do campa, rojos ultimo* pia-
ras ja se arhavam eobcrloa pelas sombra- do crepu-
ciilo. Olivier ileuoii a brochura que linha na mAo, e
0II1011 para n lado dorio, onde ouvia-se o canlo de
algons marinheiro. Madama Rosa que linha-se le-
vantado po'z-lhe um dedo sobre o hombro e die-
Ihc:
Engano-mc par ventora cuidando que aquillo
val uma diacnasfle poltica '
O conde re-pnndeu sorrintlo
S,i cuuas differenles ; aqu he o repoosn, la a
acil .co, mai he lambem a vida...
Pas bem caminheinn*, tornan ella (umando-
Ihe o braco cum um gesto lagoeiro.
Desceram lodos Ires a' margem do Sena. Tambar
U e vioha 10 redor dellc- provoraudu a conleada 01
side a maior snmma de capacidades e illustrariies. o -
modo por que he administrada a Justina entre n*,
com os tribunaes, sopponhamos, da Franca, ver-e-
ha que o contralle sara' talvez maior du que entre
um navio de guerra nosso armado flurloanJo ao la-'
do de um navio de giiTra francez.
A minha opiniAo, pois, he anda a mesma; porem
hoje principio a reconhecer que a nossa marinlia es-'
la' debaixo da pressAo de nma crise. No seu p*soal '
influe urt mal que ente Indo o paiz, iilo he, a falla
de bracos, e o seu material eila' hitando com o pro-
gres'so da delerioracao, em qoe u goveino leoba om .
meio para debellar semelhante flagelln.
Oque convira' pois fazei em beneficio da marinha,
as cirrumalanciaa prosperas de financaa que nos a-I
chamo '.' NAo sera' occasiAo de procurar o nobre mi- '
niilro o mal mide elle exisle ? de plantar as novas
ementes de grandeza e prnsperidade a que a nosa
marinha lem direilo de aspirar '.' Creio sem duvida
que a nccasiAo he oppnrtuna.
F.u nlc me proponho a fazer aqu a deicrpc,ao de
lodo* os inelhormeiitns de que precisa a nossa ma-
rmita ; devn me-nin declarar a cmara que q meu
espirito e-le annn nan eta' entregue, como ouIrVra,
a esls quesles ; obrigado a e-todar oulras materias
alleclas a's nniimi.-tie- da casa de que faca parle, a
fazer estudos serios sobre a* qoesioes econmica*,
quesles grave da arlualidade, tenho sido forrado
esle anno a ser um penco infiel e inconstante quan-
lo a' altent;Ao toda particular que eu oulr'ora prei-
tava a's quesles da ma rinha.
A***m, para avenlurar as breves considerarles qoe
vou ligeiram*nlc fazer, *ou levado a recorrer a's mi-
nhas recordable*, setidn seguramente muilo incom-
pleta n siiccinta expo-icAo que vou submetier ii'con-
sidera^Ao do nobre miniatru, das necessnlatlas que
me paierem na arlualidade mai urgentes, e que es-
lAo no caso de serem aalisfeitaa, alten leudo se as cir-
cum-tancias favoraveis ds nnssas linancjas.
Priucipiarei, Sr. presidenta, pelo pesosl, para de-
pois tratar to material da nossa armed*.
A primeira necessdade a que na minha opiniAo
cumpre altender he a organi>ar;Ao do conselho na-
val. KAo he possivel em meu entender qoe marinha
alguma posea progredir sem esla in-niuican que len-
de a conservar bulas as suas tradicOes, dar unidade
de aerAo nos delibera(i>e* de lodoso* negocios sujei-
los A repartirlo da marinha.
He prenso por essa importante repartirlo do Es-
tado ao abrigo das eventualidades polticas que mui
la vezes privein a marinha, na sua direccAo su-
prema, do ministro, na occasiAo em qne elle esta
mais habilitada para prestar bons serviros ao
paiz.
A marinha reclama com urgencia esla in*llac,Ao,
caja crea^An a (ni auton-ada por uma le ; mas os '
nobre* ex-niiiiislrns, e mesmo o nobre ministr ac-
tual parecem ler encontrado algama dilfholdade em'
tlai cumpriinenlo a e-sa le. -- -
Fin verlade, passou um artigo liailes, qne foi em
qie o ministerio enconlrou seria dilliroldade ; as
vantagens off-recidas ans mmhros do conselho naval
nAo compensam o Irabalho ; os olliciae-geiieraes
da marinha que deveui romper este conselho, em
qualquer entra comraisAo percebem vantagens maio-
res que as que Ihe ntTerere o conselho naval ; he
preciso, pin*, qnanlo ame. remover e-le nial, e ha-
bilitar o iiuieJ*Bjairoalun lar esla inalilaifle, a
utl1*Ta Jiia<'HMHl^^aade que .1
ubi, sem .1 qjBl m^r*H^pj2uiii,i do mundo tem
prosperada. ^^
He ele o peiitamenln tlrnma emenda que olfereci
an especlivii paragrapno do orcamentn. o paragra-
plio relativo ao quartrl-general, e pelo qnal fica o
nnbre minislro aulori-ado a allerar os veiirimi-ulos
marcados na Ici que passou para o membros do con-
selho naval.
O peioal da nossa marinha, Sr. presidente, pelo
que loca a sua olliciali.'a.le. lano na rlas-e dua ofll-
nte-generaos, cumn na dos nlliciaes inferitircs, he
no 11.vn linmilde rnle'oder a parte mais brillianie da
noasa armada apoiadoa ; noto, porem, qit algum
espirito tle iii-uliorilinai_a-i lem ltimamente appa-
recdo ; tem-se dado fados depluraveis a bordo de
navios ; convem pos que n imbre miiiHtro, e-lu
dando a camal que deram origen a eises recio*,
impeca a sua reprodcelo, afim deque maiinha
faliaiido-lhe R disciplina IDililar nao -e torne orna
machina tle -ubver.ao para o futuro, em vez de ser,
como lem sido al h"e, um verdadeiro sustentculo
ta liberdades publica*, \poeeibi'.
as clasaes inferiles do corpa* da marinha exisle
o mal que lia ponen disse ; elle* leem diminuido ;
quer o balalliAo naval, quer o corpo de imperiae*
marinheiro*, leem lido diminuirlo no numero de
suas praga, n qu se runhece comparndose os
mappas oeste anno com os do annn passado. Exjs-
tem lambem mulla* praca* que ja teem completado
n sea lempo, e is quaes se nAo d baixa, mal qoe no
meu frat-o entender lem de continuar ainda por al-
gum lempo.
Cumpre, pois, que o coverno procure desde ja, ao
meun quaiiln ao futura, obstar ans rlTeilns desse
mal, moltiplicaudo a rnmpanhia* denprendizes ma-
liobeiro*, onde pottem ser reunidas asenencas, afim
de educa-la cuuveuienlenienle a urna prolissAo lAo
ardua como he a do mar,
Deve lambem o governo nlhar ila mesma sorle
para a navegaban mei 1 anle ; he preciso qne veja
um meio pelo qual pn-sa facilitar a narionaliar;Ao
los navio. De esle 0111 ponto principal, parquea
nem marinha mercante, cum as prolecces que lem
lido,n.o ha a presentado aquelle ile-envulvimentoque
era de esperar ; be preciso, pni, alguma causa mal*;
he preci-o vermes se enm mais algumas cotices-Oes
ella pode progretir ; se podemos facilitar a nacio-
ualisarAn de navio e-lraugeiro, para que a nosso
eommercio decaboiagem seja melhor servido.
Qualquer conCeeaSu que u governo fuer nesle sen-
tido devela beneficiar a nos-a maiinha de guerra,
ndo olvidando dar lutio o incremento pos-ivel as
capitanas dos porlos, que alo as in-liluices mais
ult'ta e necessaria para eeae fim.
Nan me demorarei. tendere*, insistndn cabra nma
idea ja aprecenlada na cmara pelo nnbre depulado
que encelen esle dbale, isto h", acerca da Iti-le e
infeliz pu-icAo do* muso* invalido, condemnadm,
Como se acbam, no ultimo quatlel da vida, a vive-
rern com galea, sendo elles mulla* vezes, como tem
acontecido, cundemnados pena de deserc,.io quando
qtialipier des-es presos foge,
A cmara sabe que du saldo dns pravas da mari-
nli.' aa tem feilo om descont para a couslrucc,Ao de
animaes que v lt.it un para a aldt. e InmaniH) parte
nos diveilimento dos meninos. Algumas martella-
rias qne se nuviram no mei'i do silencio n* hlrahiram
' para o lado da cabana de Canad. O pescador subs-
I lit'.ii t a* latinas velhas por oulras nova*.
Iam pela agua abano, ttisse elle tirando o bar-
rete, eu nao qui/. que lirassem perdidas.
Caedo, met amigo, lenha cuidado ; vo^ssal-
: va inulta coala*, dicte Mma Roaa.
Ah tenho bous pos e bons olhos respondeu
elle.
F.-lava *nbre uma cicada fincando prego com (oda
a forra ; mas ao mesmo lempo olhava furtivamente
para Jorge e Mr. de Relbel. A mulher cunear
lava urnas redes velhas a dbil ctaridade do sol que
se 1 ni.'i i.
EnlAo, amigo, disse Mr. de Rethel, se alguem
Ihe ofierere-s* leva lo pala a cidade priimt'ttendo-lhe
uma ba rondicAo em que nada lie fultasse, voss
ira '.'
Que enndico '.' perguntoa Canad. Conviria
sahe-lu pnm iraii.en'e.
Teria uma moetla de prala do manliAa, spa
ao meio alia, e nAn seria obrigado a passar nuiles no
rio.
Ah ea poderla aceitar... Mas depois o rio me
fallara, e esaa pesana 11110 deverta elranhar se eu
vnllasse al2um dia para aqu. A rhuva nAo faz mal
a quem esta' aroslumado a soffre-la.
t) conde volloo-se para a mulher, e disse-lhe em
meia voz :
Ouve ? o habito ja'ela' c.inlrahdo.
Nee momento uma voz fraca chamou Canad, e
appareceu no caminlio um menino que vinha ar-
raslando nm pedaco de madeira preso por uma
corda.
Ah lie o pequeo Jarqnes '. disse o pisca lor.
Correu par,-, elle e ajuduu-o a arra-lar a madeira
at a cabana. A fronte du uieniun eslava bandada
de stior ; elle trazia um embtulho a' cabeca, e pas-a.
ra a corda aa redor do corpo para ramnhar mais
enmmodamente. Enxugnn o roatn rom as c-.-ias tas
mica, e aseen! m-se nm instante aobre a madeira.
He um ronlnln que liiemoi, disse Cenada ;
todas a- vezes que elle ai lia algam pedacat de madei-
ra trazido pr-ta correnle,arrasta-o para aqu, e a meu
lurno cnnceiln-lbe aa linhhs e as rede-. Ha de ser um
hnn.em !
Jarque* afaston ns cabellas que cabiam-lhe sobre
a fronte, elevnu-se para eontinoar seu raniniho.
Mas meu pequeo e-ac embrulbo he meior to
que to .' tiise Mina. Rosa.
Ol 1 hei ,|erarrega-ln as-im mesmo... Deram-
me pata leva-le a minha mi, e ella alo lomba, en
mo a senhora sabe ... ja demorei-me por causa
dessi pedaco de mariciia que eslava a' heira do rio.
Jacqaes luida umar forte e resoluto que agradavu
um hospital de invlidos, mas at hoje o governo
ainda nAo pode emprchender semelhanle obra. Enea
riinheiros, que sAo propriedade da* pravas da ma-
rinha, e-Lio no lliesouro publico, e me parece qoe o
nobre ministro tem lodo o direilo de tirar partido
dessas soinmas, podendo pedir aulorisacao para pai-
las a render em qaalqoer dns Bancos ale que pulsa-
se emprehender a conslrurc,Ao de edificio para aaylo
do* invlidos.
Pelo que diz respeito aos estados da marinha.
abstendo-me de fallar longamenle ne*la'materia ;
ja se lem lano dicuiirio acerca da refnrm da aca-
demia, qoe eslou que o nobre minitro lera o seu
juizo formada ; apenas sulenlo a mesma opiniAo ja
aulerioi-mente emiltida, a rrflexAu 11A0 m< lem feilo
desistir delle ; enlendo que u principio a seguir de,
romo diz e general Du llourg, a ser primeiro homem
de mar, e depois inslroido ; 11 procorar que os nos-
sos nlliciaes de marinha sejam antes de ludo humen*
do mar, depois se inslraam, porque o homem mais
inslroido, nAo sendo homem rio mar, nAo pode pres-
tar bons servidos a bordo de um navio.
Ja v a cmara que, sendo esla a minha opiniSo,
cu jolgo necessaria a adop^Ao tle orna idea emiltida
por um dos antecessores de S. Exc, isto he, o
crearAo de eollegtos navaes, onde ce laca a elasse
dos officiaes o que faz para as praca. inferiores
tlns corpos, onde se edoquem ai VOCaeJJoa nona
marinha.
Qaanto ao material ta marit.ha, Sr. presidente,
em visla do qoe ja expentli, observo que o maior
mal com qoe a marinha lula he a deteriorarlo qoe
vai ganhanrio seos navio*, jolgo que o primeiro pas-
so a dar he a consIrocrAo de um dique, mide o* va-
sos da armada posaam ser em lempo conveniente-
mente reparados. Temo* doos diques em conilrurr.in,
mas neuhuin delle* concluido ; he esle o pesilmo
s\ alema do noiso paiz ; quer-se emprehender Tinco
oulseis obra*, e nAo se eonclne uma Qoal dos diques
conveem fazer nesla occaiAn ?
O nobre cx-minilro da marinha jolga muito ne-
ce*aria a conelosAo rio pique da liba das Cobras,
sem prescindir do diqoe do MaranhAo ; en racioci-
nara do modo segoinle : qual he o dique qoe pode
er mais promplamente e com menos despera -coo-
cloido ? he seguramente o do Mamulla.1 ; por con-
sequencia convergira toda* as minhas ferr;ai para
esta obra ; mandara mesmo boscar a Europa os
operaras necessarios, faiia com qoe 01 aricnaes das
mais provincias do imperio dessem om peqoeno
contingente de operan-, de modo que lodas essaa
fort;a* reun ta .nn, MMranliAii fizesiem com qoe den
Iro de 0111 anoo livessemuii nm dique.
Concluido elle, a no*sa armada estarii salva, por-
que 11.I0 he ptssivrl que o estado tenha dinheiro
siiflicioHle pag^ub-tituir por navios novos os que
se iniWluam em rvfcequencia de nao ler soffririu em
Tjmpo devido os convenientes reparos. Conseguida
a conelosAo do dique do MaranhAo, c mesmo con-
tinuando o da llha das Cobras, caso-ai forcei do Ihe-
souro o permiltissem, licava a marinha salva desle
flagelln que a persegae, a deteriorarlo dos seus
navio.
A segunda necessdade relativamente ao material
da marinha de o corle de madeira*. A este respeito,
-Sr. presidente, possu dizer qoe* he un dos servico*
mai* delidenles ria marinha ; sa o syitema anlign
era pessimo, o actoal he summamenle velatorio,
contrallo as constriirrOes civil, de modo qoe as
provincia* mais abundantes de malas sAo as cons-
trurci.s civis maii diffireis. He pieciso portanto
quanio antes um regolamenfo acerca desla materia,
que trale desse elemento importante de grandeza fu-
tura para a nossa marinha, em visla da abundancia
de malas que possnimn.
Quanto aos arsenaes. Sr. presidente, referindo-me
uniraiiienle an da minha provincia, dirigido como
elle he por am dislindo e inlelligente ofticial de
marinha, ese e-labdecimento faz honra ao nosso
paiz. No .trienal de Pernambuco o servict) se acha
feilo do melhor modo possivel ; pode o governo con-
lar naquelle arsenal com uma grande reserva de me-
deiras para sua* futuras ciinslrocci*>cs navae*, o esla-
heb'cimenbi tem lomado grandes prulurce da
pro-piTi 1.1 ie e grandeza.
Da-se pnrem una falalidade a respeito do arsenal
de Pernambaco, e he qne sendo de lodo* os estabe-
Iscimeotcs militares desta ordem aquelle qne mai
tem progre litlii. que tle insignificante que era era
oulro lempo he boje om dos principaes do imperio,
todava os seos ervenluarini nao teem as vanlageni
de que gozara os erapregados em oolro* ..r-enaes ;
a proeminencia est no arsenal da corle e da Itihi*
quinto s vatilagens. e quanto a' importancia o de
Pernambuco, em nada cedendn ao da Baha, eila' em
ludo e por lodo, cuanto vantagens para os seus em-
pregados, inferior a esle.
Assim, nio posto deitar de chamar a aliento do
uobre minislro para esle ponto ; pern-lb que ap-
prove a emenda que cITereci ao ornamento, porque
Irala tle harmonisar os vencimeuloa des empregados
tos anenaes, de modo que os rio pobre ai seal de
Pernambuco nAo sejam inferiores em vantagem aos
ria Babia, pique, unle-ie isio, o inspector do arse-
nal de Pernambuco lem 8008 de gratificado, em-
quanl 1 o da Babia, porque se chama intendente,
mas que lem menor importancia do que o do arse-
nal de Pernambuco, lem :1(KI5, sendo alia* o ser-
vico idntico. Se se desse nn arsenal a Baha o que
e da' no ria corle, isio be, rte existir dou| lugares, n
tle intendenta e da inpector, pnder-se-dia allegar
alguma coosa ; mai msle eain nada e pode dizer,
poique lodo o aervico proprio de arsenal, linio pelo
que diz respeito a' aoa intendencia, como ao que diz
1 ..-pe".1 no mesmo arsenal, be dirigido pelo mesmo
nfliiial ; a separarlo foi id aqoi na corle.
Oulro servici) que corre pela repar(ic,Ao S* mari-
nha, em qu* ha a mesma deficiencia, de o icivifu de
nos-os [ lame-. Parece incrivel que um paiz com
uma immensa ensla como esle, de extensAo lalvez
de mais de 000 leeuas, tenha apenas, creio, qoe 12
1 barn.', quando a pequeoa costa da Inolateira lem
centenal He possivel que por esla pirte a r'epar-
ticAo da marinha preste an eommercio o servirlo qoe
deve '.' Vo> s existem muito* pliares por construir,
coma algons dos existentes eslao em per feilo estado
tle ruina ; o pliarol. da minha provincia esla nesle
caso, alem de ser collocado em psisimo liiLar ; o
nohre ministro sabe perleilamenle que os navio*
quando ri.>mandam o porlo de Pernambuco, segando
as e-tacOes, prururam sempre, oo o cabo de Santo
Agostinho, 00 a ponta da Oliuda, portanto ne-se*
lugares he qoe deviam ler rollocadus pnarer, con-
a Mr. de Relbel. Elle tirou rio bolso orna |moeda
para riar-llie, porem Mma. Roaa tlise-lde :
He melhor que Ojtcompanhe a' raa de Theo-
balda. Podera' allivia-lo dorante o caminho, e a
mAi vendo-o em sua cnmpauhia 11A0 o reprehen-
der'.
Mr. de Relbel trmoa o menino pela mAo e parti
tlizendn-lhe : ao p da ladeira tu me dara'a o em-
brulho.
Jorge e Mma. Rosa os seguiram de longe.
Comeeo desde ja' a Irabalhar, disse ella quando
e-leve fora do alcance de ser envida por Canaria.
E-forgo-me para habituar Mr. de Relhl a esta sol-
1IA0, na qual leme o repon< ... Ad .' s eu po-
dease crear em lomo delle lacos de aliei.-Ao e de h-
bitos !.
A senhora esta' rooi perto de Pars, disse Jor-
ge um tanto sorpreso pela simplicidadn e franque-
za com que Mina. Rosa conlesiava-lhe teui Bru-
jelos.
Tenho pensado nsso, tornan ella, lenho mes-
mo lidoalguns delejos de aproveit.tr om dia deaha-
limenlo afim de propor-lhe ir a ene [ar trett iol-
tario, em qoe a vida agrcola tem maneiras gner-
reiras, e n Irabalho um lado arriicado que sedoztria
lalvez a Mr. de Relbel ; porem esses da de des-
alenln nao duram nelle mais tle uma hora.
Rellectio algn- minutse conlinuou :
Todava qoe deverei f.izer para hra-lo dess*
meio no qual cerecera' se ahi fiear ?
E rnufianca absoluta com qoe Mm*. Rosa falla-
va-lhe como a um irmAo enternecen a Jurga. File
qoiz elevar-te a altura dessa alma lao altiva, lAo
cala, e tan passiva, e riisse :
He uma coosa ilillicil ; porem se ea poder ju-
tlA-la, ennte enmigo.
SolTria mutn fallando aim, mas e*e ofTrmcnto
Ihe er 1 c.irn quando comparava-o ao abandono e a
inquietacao em que vivera em l'aria.
Qaando rhegaram a rn-a de Theobalda acharam
Mr. de Relbel em grande amizado com o peqoeno
Jacque-, para o qual roncerlava um carriodo de ma-
deira c m um caivete.
.Nao arimira-me mais de que este menino cileja
em lal harmona rom Canad, ds-e elle. I.auhuu
ete carrn.to combatendo a nturrut com oolro duas
vc/es nial itloso qne elle .
Tommi Jacqaes loare os joelhos, a abrirn-u di-
zcndo-lbe :
Has ile ir ver-me lodas a* manliAas.
E vallando-e para Mma. Rosa acreicentou :
Deixo-lhe a pequea e lomo esle menino.
Comente. Theobalda '.'
Esta que concertava a roupa de casa, levanlou a
caheca erepnndeu :
Sim, comanlo qae cu conserve a todos doos.
Contmuar-te-ha.)

MUTILADO
ILEGIVEl





DIARIO DI PSRNAMBUHO SEXTA FEItA li DISlTEMMtO LT ,857
forme a opiniSo de lodosos peritos e reqoisic,.1o leili ruada fesla da (loria nni> .Uva cor m ,i .,i .,., .............ni ..
Pilo insp.ctor do H..l d. pi.M-b.7o" rna. a que ] dosas rwrSjSu. TaT^Ici tetona i hM-,w a,,,lam "*" e' i:l- '
o govemo nto allende.
Eu prescindo, Sr. preiidenle, de fliar ein oalrut
pliaies ; poio a idea do nobie depolado pelo l'a-
ra', que ja nesla ses-ao fez sentir a necessidado de
pharei no Amazonas ; nao s li* iiercssario al I i um
pharol, como no Kio Grande, rm Sanios, em Sania
Calharina, em Cubo-Fric, em lodos e9ics dilTerenles
porlos que silo demandados Oequeulemenle por iin-
vioi que neceisitam de urna lu que faga coro que
ellts possam, qaanto balidos pela lempeslade, pro-
curar algum porto de abrigo.
l'ara esta lira aubmetto considerado da cmara
a emenda elevando a 2O0:O0W a quanlln volada
para obras, com ipplicicao especial aos phares. En-
leude que essa quanlia ha diminuta, digo mesmo
que, se o nobrt roiiiielro padeese conseguir de seus
ollegas que elle ippliciiie 500 oo G00 conloa a cite
urviro, puzessa pharri em toda a cosa ende ellas
oloriiam necenarios, farla umiervico imporlaolis-
o ao commerclo.
i-me eiqueeeo-.o, 8r. presidente, de justificar
emenda que nundei a mesa aulorisando ao no-
brt ministro a crear companhias de arlilicei nos ar-
senal de Pernambuco da Balda, dando-Ibes orga-
oisac,3o por um regulamenlo que igunlmenie se r-
tenme ai companhiaa enitenlea nacerte, que julgo
que anda nao leem regulamenlo. A cmara coni-
prehende que nos grandes astabelecimenlos de guer-
ra, como estes, o servido deve ser feilo segundo lo-
dos us preceltoa da disciplina ; por c nstquencia,
tsse regulamenlo e a creacao de taes companhias silo
nlilisaimo*.
fliao sai qaal ser a opiniao do nofere ministro
acerca da idea emilti J no relalorio do stu aDleets-
'or sobre a necessidade de separar a capitana dos
Minas do ultimo anuo que aqn
no- I cerno quera seja esse caiie.ro, mas he de crer que! queique, orna aaaa terrea, arrendada p
o pnssaile, que anda issim cuino nos c-.,iilou esta seu prooediineiito, que I1IK7 rs.. importancia da dcima .
("mnnrtn.?.!...%. ,B,,, Ihe ambem.pormnoqoeaq!- dem 4S.-V Fernandas da Silva, urna
U mundo elegante dala cap-tal depiara e deplo- zcr e Ihe Intereuar, procure indagar oo observar
ara por raulos das a falla do baile do barAo de Consequeuriat de corrida-a rural lo.Con-la-
Murilv, a que lodos se acliavain acoiluroadus, e que nos que em um desea .lias f.'.ra femlo era um ol.o
e por motivos de e em um braco um menino de ti anuos, por urna cu-
na prac,a da Boa-Villa um
... .1e c.vallara que vinha a cor-
vaos, pelo cimero, delicaclesa e goilo cora que a', rer em seu cavallo, au ebaUnle xir aquello n en.no
lao brollantes fiinccSes, qui i.lo outras lanas oc- acempanlia.lo por seu pai, que i,.,., o puje livrnr,
... H.,v ...,...,. uc iiii,,-,d |ior motivos oe e em um liraro um men
molestia daquelle digno e humado capitalista, que conln ada i|ue Ibe dera i
ttm conquisladoa ifleislo e gialidao das iics.n jo- soldado da coinpaiihia di
..... .....................%"*" mu* *<' uuuai tama* oc- at-uiiifaiiiidiio por seu pai, qoe nao o puje llvrnr,
cas Oes de Iriumphoi c lueceisos amorosos. Nenhu- sendo elle depois desse fracnsso condolido para nina
ma dissas graciosa! nvmphas pronuncie o nome da- bol ico, aoude receben algn* sntcorroi que o caso
.jume opulento Ulular iem ate senlimento profun- orgia, pelo que o alicto pai se roolrou leconherida.
lmeme arraigado nu coracSo de toda mofabal- : nao su ao dono dessa bolles, como a iodos quanlos
larinio respeilo pelo amphilnao de um grande so inteiessaram por seu fillio. Fados desla ordem
iuim i^"6 concorrem os n,"i8 completos eu dos quasi sempre csiao ipparcrendo, o que he porem
uossus sajes. Para otar lu, que o soldados de vallarla llnhom
-vais ne urna duna dellas conheco eu, que pira sempre lana urgencia, para ai.darcm sempre as
evnaiii unalepha deste anuo, sena rnraz de rezar'carre ras, como se ola e acaba de. ser prvido,
rosario, p..r ires noilrs a lio, dejuellios e bracos Chamamos perianto a aliento da autoridade com-
aberloi a pro lalute haronis. a Tu qi.e por man plenle para prevenir esses abusos.
de nina vez ja gozaste de lacs bailes, quorum pas faile em Oliuda.Consta-nos que na noite do dia
magna fuiste, e psa jncnodis'ima tidhle pudr- 6 do crreme huuvera um baile na ci.io.ie que e<-
levc moilo ronrn ido e cim etlrema ordem. Foi
dado pela cfliciali.lade do lialalhao da guarda nacio-
nal daquella cidade, pelo snniversano da nossa in-
depend*nria.
Nao se entente com eiSrs. Kodriao Ignacio de
Soo7.a Menezes, Vicente Candido Tourinlio e Anto-
nio Felll de Sooxa Estrella, o BMW itlsoa certos
estudautes da ra da dlor.a.
Al amanhSa.
emenda da
ne-le ralo
vejo que o
tnarinha ; posto que reronheta que o servico de ca
pilo do porto e inspector do arsenal be sommimen
e pesado pura uini individuo, tcHlsvia emendo que
sep-i -i;,iu deises lugares, alm de aasmento de
despeza^ tras comiigo graves inconvenientes.
\im meie lie de conciliar ; be crear antes rais um
logar de ajudante ; dando-se no inspector do urse-
nal e capilao do porto mais nm odien! luballer.iiu
para auiilia-lo, o servico pode alliviar-ie ; ble nlu
irar a deivanlagem que seguramente le dar s por
ventora este servico for feilo por dous ofllciaes A\-
versos, que sempre eitarflo em lula, n/n c nfliclo de
jurisdieao. Nao ei se o nobre ministro julga-se au
torissdo para crear ajudanles nos arsenats ; se S.
El. concordar comigo qoe he mais convcnienlo da/
o inspector do arsenal e eap.tao do porto de ler-
nambuco e Bahia mais om ajudante do que separar
iiei dous lugares, o se nao se julga auiorisado, eu
oderscerei urna emenda neste sentido...
O Sr. Ministro da Marraba : A
commissao satisfaz.
O Sr. Angosto de Oliveira : liem ;
nade nu. dirtl a ste respuio.
Sr. presidente, a hora est adiaotada ;
nobre minitro esl ancioso por querer salisfazer a
cmara em todas ai informar/iss que Ihe.foram pe-
didas ; eslun mesmo persuadido que com o talento
qoe se Ihe rrcouhece, eloquenle como he, ha de sa-
lisfazer as vistas de todos ; por eoiuequencia nao
quero roubar por mais lempo a aliento du cmara.
(Nlo apoiados.)
Em resomo dai idai qoe emitli acerca da repar-
ticAo da marintia e das necessidaOes que julgo raals
urgentes a saflsfazer, direi que a organisacao do
ronselho naval, a conslrorc.ao do asylo de invlidos,
a raolliplicac,Ao de companhias de aprendizei meno
res, a ci carao da ora collegio naval, sao 09 objeclos
mais neeeiiarios relativamente ao pes instancia a conclosao quanlo antes de nm diqoe, um
regulamenlo pira o corle das medeirai, e i cons-
lruc;ao de phares, nao fal'ando no melhoramenlo
(lo porlode l'eriiamhucn, euja ntilidade he paia nnin
transcendeolo e de primeirn ordem.
O nobre ministro darn s roinhas mal alinhavadas
relleioes (nlo apoiadosj o apreso que Ihe merecem ;
foi ames om tributo de amizade qoo ihe quiz pres-
tar, pedindo a palavra hoje ; mo quiz deisar, como
amigo que son do nobre ministro, de despertar a la
aolicilude acerca das necesidades mais orgenles re-
clamadas nos diversos ramos deeaVv".'J goblico a
cargo da sua repirlic,ao, afim rrtTqoe o nobre minis-
tro, dindo-lhei eoiiveDienle saltsfac.ao, lenha urna
vid gloriosa no leo ministerio o cree o nome que
estoo persuadido que elle teri. Tenlio concluido.
(Muilo bero, mullo bem J
O Sr. Barros Pimenlel faz algumas consideracSes
tendentes a mostrara necessidade que hade cuidar
o goyerno em moldurar alguna das qualro barras de
Sergipe, que, do modo que se acham, didicullam e
empedein a navegado e comraercio.daquella provin-
cia, que tantas fontei encerr de riquezas.
OSr. Driisque faz mallo breves redeves sobre a
emenda qoe apresentou com oolros collegas pora
melhoremenlo da barra do Bio-Grinde e declara
que tendo apparecido oulra emenda sobro o mesmo
objecto.assignada por algunsoulros collegas da mes-
roa provincia, elle e os co-signalaiioi da sua emen-
da nao rejeihirao a dos oulros leus collegas, ames
peni que tolos os voloi devem convergir para urna
deltas, porque cima de quaesquer outras coiHdo-
r n.-es deve estar o bem do'paiz.
O Sr. Saralva (ministro da marrulla' declara que o
minitirio da mafinha nao po le satisfazer a todas
as neceiiidades que os Srs. depulados reclamam cada
m para sua provincia ; porque, para allender a
todas essss necessidadei, serie preciso lancar-se mo
de recursos eilraordinarios. Semelhame maneira de
reclamar da aiseml.lca geral melhorsmenlos envolve
a oecessidade de urna modanc.a no systema actual
di adminislrac,o publica. Este syileraa he o de fi-
xnr-ee as rendas do Estado como Itiermomelro d
bem avahar se me engao no que digo.
Se, porm, failou-nos esse enlretiineiilo, por cuja
causa centenas de coraces licaram |>esarosos e en-
lutados, um assumpto grave lem oceupado a r,l-
(enra.i publica e dado motivos as conversarles dos
homens, que discorrem sobre os negocies publico.
Quero me referir urna emenda addilivi que lecas
nos Jornaes asiignada por 5:1 depulados, mandando
que o luhsidic respectivo Ihes leja pago segando o
valor da prala em 18:10, o que quer dizer o duplo i
do que al boje percebtro.
Noajoiasa sorprer* desaaradav I (uea leilura
portns do servido dos anenaei. En divirjo inteira-I dessa emenda causn no publico. Felizmente por
mente nesla parle da opiniao do Sr. ei-minislro da tua provincia a grande maicna de sin depulai;a.i
nHo a a'signon, e um d.s merabrus desla, o Sr. Au-
gusto de Ol.veira a rnmhaleu rom sua palavra. Mas
tal era a f-scin -c,1o de.....n3o sei o que, que suas
rell-iOes nao forain aendidas. E ll loi o animo
alegre com que a rimara conaiderae e'-e" negorio,
que pe-luid,, o msiuo .-r. O'lveira que a vataclle
fosse nominal, o sen renueiinnnlo foi rejeiledo e
aeempanhado de f|s, gracejos e faeeeias, sendo e
emenda epprove v,.
Nilo dseoiil>-co i|ue o subsidio qoe 8rtu>I
mente perr-bem os depolada e senadores he di-
minuto, c na,i s.ln!../ a* necessidadts a qoe a dig-
uidade de su i i -ir os i l.riga. Sera aoho lambein
qor n ni, uno ,i hr i|ue a emenda quer seja demais.
I'nscindii .1.. acrrr>rimu .le despeza de mais de ire-
zenlow eenloi crin qoe se vai sobrecarrecar o tlie
louro publico na cp ea em que nos aehariUM amea-
jedos d- ama guerra rileina que hade impvr gran-
de-, -awil:., s de dinheiros ao paiz. qundo muilo
se talla em econvaaie, a ponto de nao se qoi ro
lugmenlar os ine guardas das ilfiuideges : neo quero encarar a ques-
130 por e-se lado, emno mu i los o leem lulo. Digo
rnenle, que sjuaedo me.ino era lace di conaliiui-
cao, a eain-ra pudesse lomar orna tal medida, a de-
cencia, a honeetidede, ai conveniencias exl a nao voleisem. Se iodo o hornera peh lei e pela
moral se Jeve ahsler de volar ser juiz ein rausa
propria, rom multo maior ror<;a corre esse dever a
cunara dos depulados, cujos actos tem i ramio in-
lluencia sobre os coslumei pblicos. E d>) cerlo nao
be cun exemplos taes que se ha de moralisir o
paiz.
l'm dos caracteres mais dlltiMlM e pnroi da nos-
la magistratura, que infelizmente nao faz parle hoje
do corpo legislativo, onde leve acento alo o anuo
pastado, dizia ha dia* em urna roda de amigos, rom
aquella nrr,a de convierto e rigidez de piohidade
que Ihe s.lo proprias: o Essa emenda s.aibulisa o
espirito de ganancia da poca
A expressSo he fuite, mas verdadeira.
OSr. Barros Pimenlel, que foi o promotor da
idea, luslenlando-a disse que o addilivo era apaa
uma_imei-|ireiii;5o da lei anterior, e que visto que
le nao Iralnv da fia^a.i de novo subsidio, nao era
inconstitucional Quanlo a deshnneslidade da me-
dida, nao a envergara, eqneo que era indecoroso
era haver depulados, socios de certas emprezss,
que fotsem para a cmara procurar favores e con-
ces I)e modo que, quando o publico se iiidignava so-
mente pelo ficto de haver lima cmara que enler-
prela leis em leu favor e em desfavor do lliesou.ro,
anparece ora depolado revelando ainda mainr escn-
dalo, dizendo a face do p>iz que o recinto da re-
preseoli(;ao lem servido de prac^a de corredores, bu
cambistas !
" I I. nain geutiura sumos 1 inqoa civilale vivi-
mns ? r velan,arias Iu, se ainda boje l-vesscs por
Cicero n mesina admirajao de oulr'ora.
Mas, emfim, respeilemos as olencAfi daquelles
que i |.re-enl i; ni essa medida, a qu'al alias ha .le
passar a ser em breve lei dopaifjijftAcMemo-la, pois
-ejl-'J
tiraDdes festejos EqeJ^^^^ara'pari o dia 7 -le
setembro, anuivi-rsario^H independencia do ira-
perio. *
A lociedule Vpiranga, in solomnisar esse grande dia cora noomiclo .;e es-
cravos, lera posto mosquilos por curdas e moicea por
aranics, e prepara nflo >ei qoanlas alforrias para o
referido dia. sen presdeme, pelo menea faz ce-
rner os lypoi com pnhlieaces quasi diarias, ora ci.m
represeulacoes que dirige a cmara des diputados, I
ora com discursos que d rige ao Irnperalor, ora com
a narracao do que tem feilo e pretende fazer. ora
finalmente como prugramraa de nina fesla a sol ge-
neris e dos vivas que elle deve .lar ao Imperador
e Imperatriz.
Realmente, men duro, esse homem e do da miuiia pensa, nao cuida, nao falla se nao nisso, e quer que
CONSULADO PKOYINCiiVA.
Lanramentot!;i lrcjiiezia de S. Fr. Pedro
(loncalvcs para o imposto da decima,
feito pelo lancador do consulado pro-
vincial J#oo Pedro de Jess da Mal-
ta, de conlo) midade com a portara
do Sr. administrador da mesa do consu-
lado provincial a 11 de agosto do cor-
rente anuo.
Conlinuariio. )
Kua da tiuia.
.Numero j.Jo.lo Jos Rodrigues Lopfler,
nina rasa terrea anendada por l>, im-
portancia da i'eniiia.......
dem 4 Joan Simos de Almeida e jote
Joaqulm .la Conha, urna casa terrea r-
rendada por I3, importancia di decima
dem CViuva de Jo8o Antonio da .Silva,
orna casa-lerrea arrendada por l:ro, im-
portancia da dcima ........
dem .S.Viuva e berdeiros de Antonio
Joaqun l'crreira de Sampaio, urna casa
lenca arrendada por lili1-, importancia
da dcima...........
dem. 10.-Bofa .Alaria Magdalena l'e-
reira, orna casa lenea arrendada por los
importancia da dcima......
dem \2.~Viuva de Jos l)iopo da Silva,
urna casa terrea arrendada por 132, im-
portancia da decima.......
dem ii.Domingos Jos Machado, nina
casa terrea arrendada por UUj, impor-
tancia da derima........
dem 16.I'rancisco de l'inbo llorges, urra
casa terrea arrendada por lii?, impor-
tancia d- ilecun..........
dem 18.Joo Jrs de Carvalhn Muraes,
orna casa leirea arrendaJa por 19-29, im-
porlancia da decima.......
dem 20Delliiiodoi Anja Teixeira, omi
ca^a lerrea arrendada per 150$, iin.cr-
lancla da decima........
dem 92.Dellino dos Ai.jos Telsein, 1.1113
casa Ierren arrendada por lOg, impor-
tancia da decuria........
dem 24.Marcelino da Costa, urna casi
lerrea arrendada por lu'O?, imporldiiris
da dcima...........
Idea 26.Viuva a lenle-ros de Antonio
Joaquun Ferreira de Sampaio, um sobra-
do com urna loja e um andar, arrendado
por :!(IU5, importancia da dcima ,
dem .Jos I.uiz de Sonta, urna casa
lerrea arrendada por 1(a, imporiancia
da decima..........
dem 30.Feliciano- Joaquim dos Sanies,'
urna casa lerrea arrenlada por 144a, im-
portancia da dcima.....,
dem Si.Feliciano Joaquim dos Sanios'
urna casa lerrea airendaJa por 1909 im-
portancia da dcima......
dem di.Manuel Pereira Caldas, limie-
b'Odo corn urna loja e dous andares por
1009. _imporlancia da decima ....
dem 36.Mariana Dorothea Joaquim, um
sobrado com nina loja e dous andares ar-
rendada por480S, importancia da decima
dem :in e 10.Mauoel Pereira Caldas, um
sobran., rom urna loja, um indar e tolao,
e mais nina rail lerrea na rua do Apollo
" A. arrendado ludo poi 7008, impor-
tancia da dcima ...
l'iemJ.-lleideiros de Silvestre Antonio
I-J9960
II188O
119880
HJOO
1,9120
ll^SSO
1K-MXI
lrOti
I7S280
I3500
I3a30O
lOSftOtl
:>7; I.Vrl-HI
12/960
1O.-VS0O
3ij>000
139200
639000
l.aages, um sobrado cen qualrn lijas e
dous andares, airen.lado por 798$, im-
poilancia da dccinii.......
Uem 14.Antonio Jote' Kndriguesde Sou-
za, um sobrado com urna loja e um an-
dar, arrendado por 2889, importancia da
derim;........
dem 'i.-Juse' Amonio de Aze'ved'o San-
tos, um letrado com una loja e um a.i-
dar, e mais um sobradinho por delra, ar-
rendado ludo por 1569, imporljncii di
os das Dina publicacao sobre a tal suciedade Vpi- dcima........
ranga, 011 antes -brtjo seu presdeme. Creio que ''^m 18.Herdiirot de I.eandra di Cotia
esse philanlropo de afta pressao s> persuace que as- Lime, um sobrado corr urna loja e um
sini faz juz. a aigiima gfaCR, porque enlenCe, segun-
do elle o diz em seus discursos, que esta' promo-
vosle um grande beneficio para o pai/11 einanci-
pac.3o lenta e gradual, e per modo tal que os ne-
gros por lodo o resto de sua vida ficera.i sempre
obrigados aos seos ei-senhores. Ch' Invencioiu 11
Sinlo rtao poder te diter anida quem seja o pre-
sidente de la Ierra, ilizem que o ministerio lem
se adiado embiieado na nemear.lo, poique nao
quer mandar neuhuin homem novo para provincia
1.1o importante. Detejando pelo contrario confiar
a >u,-i .1 immi.traeao a io mem de repnlacjlo firma-
da, lera se visto em um circulo muilo limitado para
Tazar mu esculla: eccrescendo a S'O algnns -
bre os quaes tem cabido as vislai do gabinete se lem
desrolpado e aprrsenlado escusas. Pare.-e, que
alera dos inconvenientes commons a todas as pre-
sidencial, cutre os quaes lie um doi rais mal res o
pequeo ordenado, ha acerca de Peinamhnco ra-
zoes especiaos que faiem ctm que os homens Ir-
nham ir.edo de la' ir. Dizem que a imprensn ah
he muilo intolerante e dcronimedida, o quo real-
mente na convida a nenhum hornera booestu e pa-
cato a eipor-JC aos seus golpes.
Acerca d.is oolnis provincias, que lambem preci-
sara de presdeme, (m-se fallado em diverioi ne-
mes, t) do Sr. Poitella he in.ligilado para Alagoai
ou Paraluba. Daat crelo que l um 011 nutro
aceitara a larefa : a poca nao he dos desejos de pre-
11.1 encas. Apen..s um 00 oulro bacharel, depolado
novo, queja lem o qiiatrienio de juiz moniripal nu
promotor, e que nao quer ser deipdchado para Ama
zonss ou tiovaz, e que deseja ir esperar oina ro-
maica miil pirlo rm qualqoer presiden?ir. Mas a
e-ses parece que u govemo ngo lem con.ullado. O
venios e epeiiiiiemados..,1o o que lera sido procu-
rados, e que segundo dizem, se lem e-cusado.
fciilrelauto na que le cirrever de hoja a um mer,
creio queja le poderei dizer quaes sao os rovos pre-
sideutes, d-siin r, rao I rabera alguus novos cliefes
de polica. Por af-ora to pos-o ass.gorar-lc que ain-
da iou o leu
Lucio Lu 111.
lisalo tte cerlas neemidades ; e o syslem que, ; publico faja oulro lano Lo no .. Corrio Mer-
para acudir a lodoi os melhorsmenlos que se recia-: cantil c veres enlreos fados diversos, quasi Indos
miro, sciia preciso leguir-se, e pelo qual algumas "
oplnifxs se manifestara, he aquello pelo qual o Es-
tado tome oolros recursos sobre o fuluro ; he este o
sv stema em que j se entrn eom as garanta! dadas
* estrada de ferro, systema porem que julga alcerto
ponto arriscado, e que pode compromeller as rendas
en foloro do pas, te nao se mermar nesse trilito
com calma e moderr^.lo.
Diz mais que as necesidades a cargo do min'cle-
rio da marinha, posto sejam importantes, comtocl.
nao sa de ordem tan vital como as que currem pel
reparlicaoo imperio e outras; he do desenvolvi-
rmnlode moilos ponlos relativos a esses ministerios
qoe lito de provir meios e hibdilncoei piM acudir
aos melhoramentos que dependem da repartidlo di
marinhi.
Por igora, se le volasiam lodo os melhoramenloi
eligidos, o ministerio da marinha se vera forjado
a adia-los, a deiva los de lado, pela impossibilidade
de sitisfaze-ldl.
l'or isso nao pode iceilar ai emendas apresenla-
das, salvo m que ic referem aoi melhoramenloi dos
porlos do Rio-tirande do Sul, de Pernambnco e do
M-ranhao, ,1 conslrurcao de alguos phares, por
lrem esias obras de maior importancia e urgencia ;
e pin isso achaila melbor que fosse aberlo um cr-
dito. Quinto s ootras obras reclamadas, penia que
devem por ora ser allcndi-ias, como coslumam, pe-
los meios ordinarios.
Passi depois a responder alguns tpicos dos dis-
cursos pronunciados .na discussAo deste ornamento.
Sobre a reforma da legislaran penal relativa 11 ma-
rinha, o govemo lem tomado em roniitleraejSo esse
objeclo, eje tem dado alguus passos paro que e-sa
reforma se effectue.
.'oant ao recruiainento, reeonhece a necessidade
de algorna medida qoe sali'fara as conveniencias do
paiz, lano pelo qoe loca 1 repartirlo da goerrn,
como i da marinha, e declara que o govemo se rc-
eupu com ena quesiao e Ira de entrar com a melbor
vonlide na iolo?.1o della. Mas acha prejudicial s
uedida lembradr pelo Sr. Araglo e Mello, de obri-
gir a nrvir primeiramenle 11.1 marinha de guerra os
e-tringeirps que quizessein empregar-se na'mariohi
mercante; Julga entretanto aproveilavel a idea do
mesmo Sr. depulado, de fazer com que os juiz.es de
orphos reiin itaui menores para os corpoi de apren--
duei marnheirof.
(loanlo a's companhias de pesca, mo tem sida este
meio esquecido ; lem-se favorecido o eslabelecimen-
lo de laes companhias ; mas ce que o governo nao
pude crea-ls. E a respeilo doi curraes re pesciria,
declara que o governo lem o dircitu de prolnbi-loi
ab-nlulamenle.
Quinto ao corte de madeiras, faz ver que o go-
verno nao lem impedido os particulares de corlar
madeiras em suas propriedadrs, salvo certas m i.l.-i-
r-s 1.1 1 e--neiacs a', cimslrucees n.vais, quesera
nm grande erro dehar ao livre arbitrio o derrba-
las. Ja' ha om projeclo tendente a rrgularisar e-la
materia ; e ja' sa (em dado ordem a's-presidencias
de proviucla para informarera sobre as malas que
compre fechar completamente oo* pirlittlartf.
Kaclifirr. o que ba a repeilo dns ordenados .los
empreg dns do arsenal de Peruamliuro, declarando
-oiiiii.1 1 que no se oppbe ao augintulo desses or-
denadee, se a ramera qnizer votar por elles, alten-
ilendo a's circumstinciai da arloalidade.
Ileclara que, acerca do asylo de invlidos, ja' se
acha informado, e esls" dispos'lo a fazer efTecliva es-
a instituirlo.
A respeilo da questan de promoc/ies, adiando se
ha muilo pooeo lempo no minislerin, anda lite a
|oi lo bem oslador, e por isso ule lem pedido 11 dis-
cussao de um projeclo que esisle sobre essa materia ;
mas orcupa-ic seriamente rom este objecl-.
I ermin.1 fazendo rinda algumas curios ItflelOM.
II ? apoiada mais a seuinte emenda ;
Acrescenle-se ao ^ l : Picando o governo
aotoiilldo despender as quanlias qu- f.irem preci
sas para o melliorinienlo das barras do J| irenhflo e
do Hio (ir.iride do Sol.A. C. da Crol Machlllo.__
Arauje Bruiqoe.Borlo de Porte-Alegre,Jacin-
ta* :c Mcnonnc.a. o
Nao havendo mais quem pcs a pnllvra, lien a .li-
r.issao enceirada,por na haver numero pira se volar
Levanta-ti 1 sessao a's 3 horas e 10 minlos.
A ordem do dia lu : i parle, volafflo dn orr;a-
inenlo da marinha ; conlinoaclo da .1' dlMUfiao lo
projeclo n. 1(1 do auno plisado sobre snci.Made* em
commandila ; -2< parle, diieuMlo do parecer di rom-
minan de po leres sohre
S.Paulo; |i di.eu.sa. do projccjo ronceleii In h-
ceac por um auno com lodos 01 seos venrimenios
ao l)r. Joaquim Villela de Ci.lro lavares, lente da
raculdaile de llireilo do itenfe
leiioimenle designadas.
ado por 2409, importancia
.um 1
impor-
FlfilAftBStO;
CORRF9PONDENCIA I) IMAHKi |>F
PERNAliBL'CO.
liarlas Itio, 17 de agosto de Ih'.T.
Meu chito II..... leve lugar ante h-.i-lem
PaCGINA AVLS5
, aasi> ami i
as iiandas de msica e o punidos do moleques.
lormais de una ve, (eraos tratado acerca de-a
dixe.io,,., que evisle enlre os mulequesjpnr cusa de
moiici militar, e b"in mal agounraos por ver a ex-
allacao que de da em da se vai dcsenvolven I \.
imites dos das e 7 do correle foram bem diipo-
1a.U1 pelos partidistas, qoe, pos'uid s do maior m-
Ihusiasmo ludo aqueeeraa para em grup- s, com ar-
Chotra e fugo do ar, acompinharern alo alta imite <
musirs que percorreram 1 culade.
.Madeira lapinirii. Iivemos occaiiao de ver
Clin do relogio quo existo ua sichri-lu do hospicio
da Penlii feilo le madeira lapienrii, que a Sr. Fr.
Caetino de Me-'ina Iroiuera como raridad! de l'-
pic 1 a, e que se nao excede ein valor ao Jacaranda'.
nflo Ihe lira inferior era qualidlde, f, rnioina,
ainda mais em dorar,!. Nao se pode conlectir que
as malas dos no-so seil- cncerriin madeiras as
mais prerio-asjiossjveis.equenaoobslanle aue Ihes
do' o devido aprei.o pele f-lla de quem ai rsamlne.
II lapieuru por exemplo, que valor loria se o Sr. Fr.
Caelane de Menina nao a houvesse. com cusi cuii-
liizido p,-,ra ella r lade 1 Certamente 10 itrviris,
em- ainda hoje serve, de esleio de curraes. Bnlre-
l,mi 1 ella boje esla' conlieri id, e n3o lardar..' muilo
que nao se|a aproveitada par a raarcineria, assim se
facililern os meios para sua conducho. Alm d mais
servitoa prestado! pelo locionvel Sr. Fr. Cela ae
de Mnsiina, leniis mais qoe dever-lbe a descoberld
des a precios madeira!.
i< ii,r.,< dn rva dn Pires .mas etlriras.Cor -
la-i.os que 11,1 rua lo Pues moram e riomi (01, que
na-mili.--, r, m eiprrialidadi aide luir, eslendem |
as -uas 1 leiras m ralead, pan se reertarero, or-
van o assun o Iriniilu publico, e o que mais lie,
largando pUheriii a quem por elles pis-a e nao Riel
tira o seu clT.peo. Se com eOeito isso lie enclo,
cuno ni cornil, nao pode haver maior tem r to,
a eleielo da 3- districlo de j doque lepcllir una inciviliJade qoindo oulra se ba
pralicaro. Aronselha porluilo a prudencia, que o
meio de prevenir ese mal be acabar rom rase re-
creio, o nos o esperimoa para que nao lenhimoi
linda de (retar arerr do mwae auompto.
< 11 Bll de lamilia.Ainda oulra vez somus n-
1 formados iue na loa -lo IJueimado rusto um rai-
\-iro, rujo appclli lo nflo Ihe llamo*, para que fique
ain a aeoberlado, que traz atropellada 1 um:......0-
cente menina que anda ni escola, e he passa lodci
" di petl piula da l"ja, oque ve-in a ronli.in.ir
a vigilancia que em una de uus uien lames, que os pail de familia devrui ler para
andar, irreu
da dirima
dem 50.Drpbao Innocenci'o Kodiigoei
I im -, um,. casa lerrea areudada porlillj
iinporlaiicia da dcima'......
Ideii 52.Manocl Cusiolio Priile Soirri
una casa lerrea arrendada por 120. ira-
perlancia da dcima.......
dem "ii.E'levao Ctvalcinti de AMiu-
querque, um sbralo com urna loja e um
aula., arrendado por 2409, Importancia
da dcima ....
dem .".(i.Jnsc' Antonio j.opes, um so-
brado com unu loja e om andar, arren-
dado por 2409, importancia da decima.
dem 58..Manuel Marlins de Carvalho,
urna casa lenea arrendada por 1809, im-
poilancia da dcima.......
dem 60,Joaquim Copes de Almeid
ca (enea arrendada por l:l-,
Idiicia da decima ....'.
dem (i-2.Ja,i l.eile Pili Orlign'eir, nm
casa lerrea anendada por 111.-, imper-
lanc n da dcima......
dem 64.Joaquim Gonclvea de Albo-
querque e Silva, um subnd.. cem una
loja e dous andares, arrendado ludo por
KSt9't-i importancia da dcima .
dem 66.Mauoel Joaquim llamos o Silva
urna rasa le rea, arrendada por 5509 r.,
impoilanna da decinu.....
ll.m I Joan Kremei, una rasa leirre',
arrendada por Ihd- ril, importancia da
decima.....
dem 3.Viuva de Antonio Teixeira i.o-
pes,oraaciia Ierre, arrendada por |jn-
rs., imporliocii da decima .....
dem 5.Jos Lourenco da Silva, um so-
brado Cora urna loja e |re.
ir ndado ludo por 3011-
da decnia......
dem 7.I)r. Jos da Sanio Nones'de O-
livcire, um sobrado cora orna loii e om
andar, arreudado ludo por 3809 ri m-
poilancia da dcima.....
dem VJlo Jos Rodrigues I.- pfler, um
sobrado rom Ires lojii c um andar, ar-
rend.dotudo por jl9 rs., iinporlaucia
da .lee m.l .
759820
253920
11:010
2l.-fil.Hi
109800
10-800
28600
21-liCO
I692OO
11:7880
I2--%11
I7---20
229500
1692OO
andares, ar-
's., impurlaiicii
99720
a^iio
9720
159360
ll-IIU
319560
89(110
2295OO
22-itin
23.?760
22-1 lll
199140
199440
89640
49320
II295OO
IISKHJ
'."i-IHHI
819000
72-000
2529OOO
9O9OOO
9090OO
I2(is000
I80.-II00
IGi^OOO
2349000
Idei
11 .Antonio Joaquim de Se
beiru, una casa
|.or 3009 r.,
0.11a
im-
uma
im-
e as materias an-
ifa-
uza lii-
. terrea, arrendarla por
I -ii- rs., imporiinria da derlmi .
dem 13.Meurique Gibeon, ama can ier-
rea, arrendada por 1449n., importancia
da dcima......
dem 15. Candida Francisca da'Capa'
unu casa lerrea, arrendada por 120- rs.,
importancia da decima ....",
dem 15 A.Mauoel Pereira Caldas, ini
Can lerrea, arrendada por 120- r-., irn-
liorlar na da declina.....
dem 1..Amonio Joaquim re Sonia Ri-
beuo, um obrado con, ama luja e dous
andares, -rremlidi. ludu
importancia da derima
dem 19.-Ordem Teroeiri doCa'rmo,
ras,, lerrea, arrendada por 120- 1-
pnilaneii da dcima ....
dem 21..Manuel Diario Rodrigos
cesa lerrea, arrendada por 'Jii- rs.'
porlancia aa derirna ,
dem 23.Jo- Mara Qoireltt Vilr
oimariei, oma rasa terna, arrendada
por 1683 rs, Imporlinrii da dcima .
.dera 2o.Patrimonio dos or baos, urna
e.ifl Lriea......
dem 27.Patrimonio dos orplioi. oma
casa 1 nr;.....
dem 29.Josd da Itoeba Par.mbo's, ',,',
obrado com nina |oja e dons andares,
arren lado ludo p- r OK3 rs., importancia
da dccuua .......
dem 31.Joto Ai lunes Golmirae's, 'um
s. lira lo com unja loja e uous andares,
arrendaba lodo por 4089 ., importan-
cia .la d.. lina.......
dem 33Ordem Tereeira de S.' Fran'cis-
ci-co, urna casi lerrea, arrendada por
129 is., imporlanrii da decima. .
llem :!>.Anua Mara da Trindade, ama
casa rre.i, arrendada par 6O9 n., ini-
p nrlincil da dcima .....
dem 37.Viuva de Domingas da < '
l.ima. oma casa lerna, arrendada
120- r... imporlai.ria da dcima. .
dem 39Anin o Celbo do lloiarlo,
nina osa terrea, arrendada por II i- rs.,
Importancia da dcima .
dem II.Esl vfio Cavilcanli de Albu-
i|u 96i rs., iiuporloucu da decima .
139300
5*000
3e200
KilfeO
10-800
12--IIII
I0S8OO
in-sim
279000
10-800
89610
159120
.-la
por
369720
369720
11-su
59100
10-siHi
129960
S-iiiO
case lerrea, arrendada por I2tl? rs., im
pnrlancia da dcima.......
dem 7. Maria Bernarda da Guia, urna
casa lerrea, arrendada por IO89, mpoi-
lanca da dcima........
dem '.iIrmamlale das Almas d> Reci-
fe, urna casa lerrea, arrendada por 969,
imponencia di decirm......
dem 51.Je.lo l.eile Pita Urtigueira, umi
casa terrea, airendada por IO89, impor-
tancia da dcima.........
dem 53.Jofle Alhenaiio Das, um sobra-
do com urna loja e tres andares, arrenda-
do ludo por 5049, importancia da dcima
dem .Vi. Drpli.lo Innocencio Rodrigues
Cima, um sobrado rom doas lojss e dous
andares, arrendado ludo por 5609, impor-
tancia da decima.........
dem 57. Filhos de Mauoel Anlero de
Souza Res, um sobrado cora uina loja c
dous andares, arrendado ludo por 35(19,
impoilancia da decima.......
Travessa da (ni.
Numero 1. Jns Joaquim I: 'ilbo, una
rasa lerna, arrendada por 969, impor-
tancia da dcima.........
Ilecco do Porlo.
.Numero 2.Mauoel Joaquim Ramos e Sil-
va e berdeiros de Joflo Antonio (oncal-
ves Maduro, nm sobra lo com urna loja e
um andar, tudo por 2509, importancia
da decima...........
dem i.llerdeiros de Miguel Rodrigues
e Francisco Anlonio| Freir Jnior, um
sobrado cora oma loja e um andar, ar-
rendado por 2)0.-, importancia di de-
cima. ,..........
dem li.lrman lade das Almas do itecife,
um sobrado c .111 uina loja e dous andares,
arrendado ludo por 2645, importancia da
decima............
dem 8. Ordem tereeira do (".armo, ora
sobrado cura una loja e dous andares, ar-
rendado ludo 1 or 2169, importancia da
dcima............
Idim I. Beni., Femandes do Paiso, flm
sobrado com ij lojas o mu andar, ar-
rendado tudo por 216?, importancia da
il 'im.............
Mein 3. lenlo Feruamles do Paseo, um
sobrado cora doas -lojas c 0111 andar, ar-
rendado ludo por 216-, importancia da
decima............
dem 5.Pelos canoeros rio Rosario, una
rasa terrea, arrendada por 967, impor-
tancia da decim;.........
dem .' A. Preloi canoeiros do Rolarlo,
uina ca-a lerrea, arrendada por i8-, im-
portancia da decima.......
Rui do Apollo.
Numero 2 A.Visconde de l.oures, um so-
brado rom urna loja, um andar c um ar-
mazn no fundo, arrendado tudo por
1:2509, importancia da decima. .
dem 2 t.V,-conde do l.oures, 11ra sobra-
do cora urna loja e ora andar, arrendado
tuto por 1:0004, importancia d.fHrciina.
Idf 111 2. Irmaiid.de da Almas do Recif",
urna casa lerna cora oulra no fundo, ar-
rendado luJo por 5OO9, importancia di
decima...........
dem i,liosa Maria Magdalena Pereira,
um sobrado com unu loja e um andar,
arrendarlo ludo por !MK)-, importancia
da derima........
Idera 4 A.Jos de Cirvalho Cosa, urna
casa terrea, arrendada por 800.-, impor-
tancia da decima........
dem 6.Visconde de LoOres, um sobrado
com doai lojas e d >us andares, arrenda-
do ludo por 2:8007, importancia da de-
cima..........
dem 8. Visconde de Loores, urna cas
lenca, arrendada por 1:0009 tancia da dcima........
dem 10.Jos Pereira Vianna, urna casa
lerrea e um armazem no fundo, arrenda-
do ludo por 1:0009000, importancia da
derima............
dem 12. Mara Francisca Maiques de
Aroorim, orna casa terrea com sotan e ura
sobrado no fundo, arrendado tudo por
1:4009, impoi Unca ada deeima. .
dem 14Viuva e berdeiros de Jos AITon-
so Moreira, um sobrado com urna loja e
2 andares, e um aimazein no fundo, oc-
cupado ludo pela mesma, avahado por
2:0009, importancia da dcima. .
dem 16Sebastian Mauricio Wanderley,
um sobrido com urna |.-ja e 2 andares e
nm armazem no fundo, arrendado ludo
phr 1:8009, importancia da decm .
dem 18Sociedade Ibealral, um sobrado
com urna loja e um andar, arrendado lu-
do por 2:6009, importancia da decima.
lem ISAViuva e herdeire de Paulo
Pereira Simba, um sobrado com urna
loja e 2 andares e oulro andar uo fundo,
arrendado ludo por 1:400-, impoilaucia
da dcima...........126.-000
dem 20Viuva e herdeiros de Loll Go-
mes PerrMra, un sobrado com urna lo-
ja e 2 and.i,-, ura lotflo e um armazem
110 fundo, arrendado ludo por 3.-0009,
iiiil nrlaneia da dcima. .
dem 22M noel Jos Chalaba, um sobra-
do com uina loja e 2 andares, e um ar-
mazem no fundo, arrendado ludo por
8009, importancia da dcima.....
dem 21Antonio llolelho Piulo de Mes-
quila, um sobrado cora una loja e 2 an-
dares, e um armazem no fundo, arrenda-
do ludo por 9003, importancia da d-
cima...........
dem 26Antonio Rolelho Pinto de .Mes-
quita, ama casa terrea e um armazem
no fundo, arrendado ludo por 8OO3, im-
porlancia da decima........
dem 28 e 30Antonio Alves Barbosa, ca-
as lerroas c um armazem no fondo, oc-
cupado pelo mesmo, avaliado ludo por
1:2003, importancia da decima
Llera 32 Jos Uonealtil Torres, uina ca-
sa terrea arrenda a conjunclamente com
oulra no fundo per 1:2009, importancia
da dcima...........
dem :iiFrancisco Ribeiro Pontes, una
casa terrea arrendada por 300.-, impor-
tancia da declina.........
dem I ADellino dos Aojos Teixeira,
um -obrado com uina toja, um andar e
Solio, arrendado ludo por 1HXI9, impor-
tancia da dcima.........
dem 1 IIDilfinudos AnjusTeixeira, oma
casa lerrea arrendada por 4003, impor-
tancia da dcima.........
dem I CJoao Jos Rodrigues Lopfler.um
sobrado cun urna luja o um andar, ar-
renda.lo todo por 3009, importancia oa
derima..........
Llera 1Viuva de Joao Antonio da Silva,
um subrado cora urna loja e dous anda-
res, arren talo ludo por ii-, importan-
cia da dcima..........
dem 3Viuva de Jos Diego da Silva, un
obrado com uina loja e 2 andares, ar-
ren lado tudo por 100-, importancia da
declina.....
Llera 3 C Dimin^o. Jos da Cost
cita terrea anendada por 1209,
laiiria da deema. .
Llem 3 A-Delfino d-.s Anj'os ''.'.'ixeira',
urna casa turen arrendada por 150a, ra-
tnele da rlecima......
liem 3 IIDelfino dos Anjos Telitirdi
urna casa lerrea arrendada arrendada por
1509, importancia da dcima.....
dem 5Mareellino da Cosa, urna casa
lerrea or.ida a de n. 24 da rua da Guia.
dem 7Fraucrsco Jos Rgelo Braga, urna
can teirea arrendada por li--, impor-
tancia da decima.....
dem 7 AManuel Pereira Caldas, oma'ca-
la lerrea unida a de n. 3 1 e in da rua
da tiuia.........
dem 9O. piulo Innocencio Rodrigos Li-
ma, um sobrado com lima lo|a e 2 anda-
res, arrendado tudo por 17, importan-
cia da dcimo.......
IdemlfOrphflo Innocencia Rodrlg'aei
l.ima, ura -obrado corn urna loja e um
andar e sntao, arrendado tudo por 312-
imperlnncia da dcima.......
dem 13Joso Antonio de Azevedo Sm-
loa, urna casa Ierren a.rendada por 2009,
importineil da dcima.......
dem 13 AJulo Jos Rodrigaa l.oper,
r.ina esa lerrea arrendada por 3009, im-
portancia da dcima.......
dem 15Man el Ferreira da Silva Tar-
ros, nm sobrado rom urna loja e t an-
dares, arrendado tudo por 7009, impor-
tancia da rlecima........
dem 17Manoel Anlonio dos Sintos Fon!
les. um obrado rom urna loja e 3 anda-
res, arrendado ludo por ilis-, impor-
laneia da decima.........
Id"ra 19Manoel JotChilaea, nm sobra-
do cora um 1 loja e 3 andares, airen lado
ludo pi r 5769, importaoeie da decima. .
dem 21 Joaquim Anl. nio da Silveira,
um obrado com una loja e dous anda-
res, arrendado lulo por 1569, importan-
cia di derima.........
Idera-23Manoel Joaquim Ramos e Silva.,
um -obrado com urna loja e lous indares
Otilo e um .-.rmazem n 1 fundo, arnnda-
do ludo por 6409, importancia da dci-
ma.......
Llem 25 Ma,j,, Uo,, da Assiimprao'.
nina casa terrea arrendada por 120-, im-
portancia da dirime .......
lie n 27Joflo Aniones Gulruarles. ura so.
! r.i m rom una loja e dous andar, arren-
dado ludo por 644a, iraporliiicii da dc-
ci.i.a........
dem 29Anlonio Alees Harhosa, om'so-
bra,!,, com urna loja e dous andares, ar-
rendadn lude pnriftl-, importancia da
dcima........
I 1 im 31Jos P-reira, um librado
una loja e um andar, arrendado
por 2Kc, importancia da dcima. 199410
, dem 33llenliiros de Anlonio Teixeira
Copes e berdeiros de I huma/ Dias Sou-
9972O lo, nina r.iia ierrea unida a den. 30 da
rua da Sanzala-Novs....... 9
Primeira seceflo do consulado provincial, i de le-
1 lembro de 1857.O lancador, Joao Pedro de Jess
2709000
729000
8ISOO0
72-5000
1089O00
llIS-'Hlll
279000
819000
36-000
27.3000
39-960
36.7000
la, unta
iiupor-
da Malta.
FRI-..I K/|A de JABOATA*/.
MA ESTATISTICA.
Sene de quadros concernente* a' mesma
freguezia.
RELACO DEMONSTRATIVA DOS IIV RITAN-
TES DA POVOACAO DE JABOATAO.
i:lis 111/10 Caanle.
( Continiiaeau. )
156 Jos, I anno, pardo.
157 Antonio Flix, 54 annos, pardo, rasado.
158 Rosa Maria, 5 annos, pardo, casado.
159 Maria, 25 anuos, parda, solleira.
160 Tranceln, 21 annos, parda, solteira.
161 Antonia, 23 annos, parda, solteira.
162 Mano I, 8 anuos, pardo.
163 Joanna Maria. 80 annns, pardo, viuvo.
161 FlixJoasj da Assumpcno, 40 anuos,
pardo, cisado
165 Senhorinha Mara, 38 nnos. parda, ca-
sad-a.
ICG Varia, 24 annos, parda, solteira.
167 Francisca, 21 annos, parda, solteira.
168 Atina, 20 annos, parda, solteira.
69 Cerniana, 20 annos, parda, solteira.
170 Manoel, 7 anuos, pardo.
171 Joo de Dos do Carvalho, 0 annos,
pardo, casado.
172 Vic'.orianna Francisca, 45 annos, parda,
casada.
173 Benedicto, 10 minos, pardo, solteiro.
17-Ulos Izidro Comes, i."i annos, pardo,
rotado.
17.'. M.,iia da Paz, 35 anuos, parda, rasada.
1.6 Manoel, 17 annos, pardo, solteiro.
177 Pedro, 11 atino-, pardo, solteiro.
178 Cosme, anuos, pardo
79 Jos Rufino, 30 anuos pardo, casado.
I'Hippa Maria, 20 annos, parda, cauda.
isi Marcolina, I anno, parda.
182 Miguel dos Anjos, 35 annos, pardo,
Casado.
'83 Francisca Joaquina, 25 annos, parda,
casada. *
I8 Anna, 10 annos, parda, solleira.
I8.i Manoel, 8 annos, pardo.
186 JoSoFerreira, 3;. anuos, pardo, casado
s< Antonia Mana, 30 anuos, parda, casada.
188 Manoel,.i annos, pardo.
189 Maria, 3 annos, parda,
loo Thereza, 2atmos, parda.
191 Miguel dos Anjos Pereira, 50 annos,
pardo, casado
102 Maria Francisca 48 annos, parda, ca-
sada.
103 Anonio, o annos, pardo, solteiro.
104 Antonia Maria, 50 annos, parda, sol-
leira.
195 Maria de Jess, 26 annos, parda, viuva.
196 Paula, b annos, parda.
1!7 Francisco, 3 anuos, pardo.
198 Maria, 10 annos, parda, solteira
19S Joaquim Tliomotco, 20 annos, nardo,
casado. '
200 Paula Maria. 17 annos, parda, casada.
201 .lose, I anno, pardo.
202 Jos Joaquim di Cima, 30 aun >s, pa ido
casado.
203 Josepha dos Prazercs, 3t anuos, par da.
casada.
20i Joenna, 12 annos, parda, solteira
20) (Jara, 10 annos, parda, solleira.
206 Mana, II annos, parda, soltejra.
207 Antonio, 8 annos, pardo.
208 Man el. 5 annos, pardo.
200 Anlonio, I anuo, pardo.
210 Manoel Themoteo, 50 anuos, pardo, ca-
sado.
211 Maria do Carmo, 20 annos, parda, ca-
sada. '
212 Manoel Francisco de Araujo, 50 annos.
pardo, casado.
213 Joaquina Maria, O anuos, parda, ca-
sada. r '
21 j Jos, 16 annos, pardo, solteiro.
3 5 Francisco, i i annos, pardo, solteiro
216 Joanna, 13 annos, parda, solteira.
217 Rosa,-i annos, pirda.
298 Maria Isabel da Paz, 25 annos, branca,
casada.
209 Joao. 2 annos. branco.
300 Francisco Antonio de l.yra, 35 annos,
pardo, casado.
301 Sevenna Maria <]a ConCcicao, 20 annos,
parda, casada.
302 Jos, 3 anuos, pardo.
10.1 Joaquim Fernandas de l.yra, .Vannos,
pardo, casado
30i Clara Maria, 49 annos, parda, oa&ada.
305 Fmncisco da Chagn, 25 annos, pardo,
Casado,
306 Rita Maria, 20 annos, parda, casada.
307 Joanna, 6 annos, parda.
3M Jos, *annos, pardo.
309 Joaquim, 5 annos, pardo.
310 Antonio Francisco de linios Reg, 68
annos, pardo, solteiro.
:>H Jacintlia Maris, 50 annos, parda, ca-
sada.
318 Antonio Fernandes do l.yra, 26 annos,
pardo, casado.
313 hialina Maiia, 18 anuos, parda, casada.
314 Jos, 2 anuos, pardo.
315 Andr Dias Moreira, 10 annos, crioulo,
casado.
316 Joanna Maria, 30 anuos, crioula, ca-
sada.
317 .losjpha, 2 runos, crlools,
318 Joaquina Francisca, io anuos, parda,
viuva.
319 Manoel, 16 anuos, pardo, solteiro
320 Jernimo, I i annos, pardo, solteiro.
321 Jos Vieira, 70 anuos, branco, viuvo.
322 osa, 16 annos, branca, solteira.
323 Joaquina, 18 annos, branca, solleira.
Itrancos................. 56
Pardo*.................. 246
Crioulos................. 21
jo, 36 inuos, pardo, ca-
57 vndredolU'j
sido.
58 Maria Francisca do llego, 3 annos, par-
da, c -.-ola.
59 Manoel do Reg, 0 anuos, pardo.
60 Josepha Francisca, 7 annos, parda.
61 Anua Francisca,." annos, parda.
62 Vgostinlio do llego, 3 annos, pardo.
63 Rufino Jos, 32 anuos, crioulo, casado,
f. Luisa Maria Joso, 28 annos, crioula, ca
sada.
63 Anna Jos, 6 annos, parda.
66 Maria Rufina, 4 annos, crioula.
7 Deodala Maria, 2 annos, crioula.
68 Sevorino Ferreira Coimbra, 30 annos,
branco casado.
69 Joanna Maria Coimbra,36 annos, brav-
ea, casad.
70 Pedro Ferreira Coimbra, 53 auuos.bran
fo. casado.
Coimbra, 32 anuos
annos,
anuos,
nieges,
pardo.
218 .losaba, 3 anuos, parda.
219 Cecilia, 2 annos, parda.
220 Juliao Catflcllo Ro.Irig
crioulo, viuvo.
ues, 70 annos,
Total
323

IO7S00
138500
I3S500
127960
395900
289080
189OOO
273000
01-000
129120
5l!*ii0
1190*0
600
I0C8OO
",7-96(1
casado.
220 lionifacia Maria, 27 annos, crioula, ca-
sada. '
227 Maximiano, 2 annos, crioulo.
228 Josu Ignacio Rodrigues, 40 annos, par-
do, casado.
229 Francisca Maria Rodrigues, 30 annos,
branca, casada.
230 Manoel da Luz, 80 anuos, crioulo, ca-
sado.
-.]' *!all0e|i '<> annos, crioulo, solleiro.
*** tieotlora, 20 annos, crioula, solleira.
2.13 Severtano, 18 annos, crioulo, solteiro.
o.;' f,ral?elina, 16 annos, crioula, solleira
2o laulina, 12 annos, crioula, solteira.
236 Francisca, 8 aorros, crioula.
27 *'a.r'a> '' nos, crioula, solleira.
238 Ji.quim Carrea llirros, 61 annos,
pardo, casado.
239 Francisca Maria, 32 annos, parda, ca-
sada.
240 Joanna, 13 annos, parda, solteira.
-11 Fiancisco. 35 anuos, pardo, solteiro.
242 Mainel Flix de Albuquerque, 10 an-
nos, pardo, casado.
243 Arcbanja Maria, 50 annos, parda, ca-
sada.
2 Rosalina, 22 annos, parda, solteira.
24j Rosa, 20 anuos, parda, solteira.
246 Joo, M annos, pardo, solleiro.
247 Demetrio Comes dos Santos, 25 annos,
b anco, casado.
248 I rancelina Maria, 16 annos. branca, ca-
sada.
219 Francisca, 6 annos, branca.
250 Amarinba. 2 annos, branca.
251 licencia Maria Ferreira, 35 annos, par-
da, viuva.
252 Antonio. 34 annos, pardo, solteiro.
2a.l umaro, lanius, pardo, solteiro.
2o 1 I.uiz de Franca,'11 annos, nardo, sol-
teiro.
25.1 gueda Maria, 50 annos, crioula, viuva.
256 lgr.es, 30 annos, parda, viuva.
207 Jos Tliemotco Pereira da Silva, 5'J an-
nos, pardo, casado.
258 Justa Maria, 38 anuos, parda, casada.
*iJ Hulirio, 29 annos, pardo, solteiro.
260 Mauo,-| ;j annos, pardo
261 Isabel, 12 anuos, parda, solleira.
-62 Mana, annos, parda.
263 Manoel Antonio Dias, 55 anuos, branco,
casado.
264 Filippa Maria de Jess, 35 anuos, bran-
ca, c-.seda.
264 Manoel, 10 anuos, branco, solteiro.
26a Joao. 6 anuos, branco
266 Joanna, 2 anuos, branca.
267 Manocl Jos llorges. 73 anuos, branco,
casado.
Mlitsciiho f'antansarl.
1 Miguel Augusto de Oliveira, id annos,
branco, casado.
2 I). Anu Lucia Furlado de Mcndonca,
25 annos, branca, casada.
J I Maria Certru les de Oliveira, 10 an-
uos, branca, solteira.
D. Anna Lucia Josephina de Oliveira,
6 a unos, branca.
o I). Candida Genoveva de Oliveira. an-
uos, brinca.
6 CyprUno Mariano Ferreira, oO annos,
Pardo, casado. .
7 Josepha Maria da ConceiciJo, > os,
Prda, casada.
8 Miguel, 5 annos, pardo.
9 Jos, 6 anuos, pardo.
10 Antonio, 1 auno, pardo.
11 Amaro, 3 annos, pardo.
12 Mansalina, 1 annos, parda, solleira.
13 Felismina, 9 annos, parda.
1 i Jos Pires do Rosario, 50 annos, pardo,
casado.
15 losnn da Conceiqo. 35 anuos, parda,
casada.
16 Ca-emiro Pires do Rosario, 26 annos,
pardo, solteiro.
17 Rufino Pires do Rosario, 24 annos, par-
do, solteiro.
18 Ceraldo Pires do Rosario, 25 annos, par-
do, i'as-.i|n
19 Ignezdas Dores, 20 annos, parda, ca-
sada
30 Ignacia Maria do Espirito Santo, 40 ni-
os, parda, viuva
21 Anlonio Manoel Ferreira, 23 annos par-
do, solteiro,
22 Jos Antonio Ferreira, 2 annos, pardo,
casado.
23 Filippa Igtiacia de Souza, 26 annos, per-
da, casada.
2 i Joilo. 4 anuos, pardo
25 F.rncsto, 2 -tinos, pardo.
26 Anlonio Jos, 60 annos, pardo, casado.
27 Romana Mara, 4 intus, c iouU.
28 llemetcrio, 20annos, pardo, solleiro.
29 Concalod'Amarante, 50 annos, pardo,
casado
30 Maria Francisca da ConceieSo, 10 anuos,
31 Joao, 10 anuos, pardo, solteiro.
32 Jos, 9 anius, pardo.
33 Maria, 20 annos, parda, solteira.
3i llenedicto. 16 annos, tiarJo. solteiro.
35 baraab Men Jes da Silva, 35 aunos, par-
do, casado.
Maria Kzequiel, 25 annos, parda, ca-
sa la
I! giiia, 3 annos, parda.
liu/.iJa Maria, 39 annos, crioula, viuva.
Amaro Resea l.eao, 22 annos, crioulo,
solleiro.
Guilnerme It:zerra Lefia, 20 annos,
crioulo, solteiro.
Rraucos. ..-...,,........ 5
l'ardos.................. 31
Crioulos.......... 4
71 Isabel Francisca
branca, casada.
72 Emilia Francisca Coimbra, II anuos,
branca, solleira.
73 Pedro Ferreira Coimbra Junior,7 anuos'
branco.
74 Francisca Ferreira Coimbra, a annos,
branca.
75 Tbereza Francisca Coimbra, 4
branca.
76 l.uiza Ferreira Coimbra, 2
branca,
77 Isabel Ferreira Coimbra, 2
broca. .
78 Jcsc Vieira do Carmo, 60 annos,
casado.
79 itita Maria do Carmo, i0 anuos, perJa,
casada..
SO Candida Vieira da Silva, 14 anuos, par-
ua, solteira.
81 Manoel Vieira do Carino, 12 annos, par-
'o, solleiro.
82 Anna Vieira do Carino, 10 anuos, parda,
solteira.
83 Maria Vieira do Carmo, 8 anuos, parda,
solteira
84 Joao Ferreira, 32 aunos, crioulo, sol-
teiro
85 Podro Alves, 28 annos, crioulo, sol-
leiro.
86 Maria Viira, 55 annos, parda, viuva.
87, Manuel Vieira, 9 anuos, parda.
88 .lo.lo Vieira. 8 annos, pardo.
89 Maria, 6 annos, parda,
90 Anglica Vieira, 5 annos, parda.
91 Cutza Maria, 40 annos, parda, solteira.
92 .lose Maria, 6 annos, pardo.
93 Francisco Ferreira da Palma, 35 annos,
pardo, solleiro.
(Continua;.
36
38
39
O
Total.
O
116560
rom
ludo
271 Filippo e Souza
liianco, casado.
. solleira.
Santiago, 73 annos,
275 Maria do Nascimcnlo, C> annos, criou-
la, casada
27C Jos Jeonimo de Sous, 26 annos
pardo, casado.
277 Anna Maria, 25 annos, parda, casarla.
2/8 Jos, 8 aunos, pardo.
279 Francisco, 7 annos, pardo.
280 Maria. 2 anuos, parda.
281 IMev.io Jos de Ssnti Auna, 50 anuos,
1 ardo, casado
282 Maria Joaquina, 4(1 anuos, parda, ca-
sada.
283 Manocl, 10 annos, pardo, solteiro.
284 Joaquim 9 anuos, pardo.
JS5 1:.i-aciano, 8 anuos, par.lo.
286 .Manocl, 7 annos, pardo.
287 Jos, o annos, pardo.
288 Joflo, 2 anuos, pardo.
28*i An.slacio, 3 annos, pardo.
290 .Mari 1, 7 anuos, parda.
291 Maria, 6 annos, parda.
292 Antonio, 5 annos. p.irdo.
293 Mu noel Comes Ferreira, 60 annos, bran-
co. viuvo.
29i Francisco, 31 annos, branco, solleiro.
295 Andi, 30 anuos, branco, solicito.
296 Joao, 12 annos, branco.
297 Joflo Jos Nepomuceno.
co, casado.
O anuos, bian-
pardo, ca-
Kilgcn Ao Coria fie Uai.co.
1 Jos Francisco de Souza L'o, 42 anuos,
branco, casado
2 Rila Candida Je Soma Leo, 37 an-
nos, lii'anc ., CSada.
3 I) llr-r. relinda Candida de Souza Leo,
16 annos, branca, solteira.
Francisco Anlonio de Sonza LeSo, 10
annos, branco.
5 D 1 Jalma Candida de Souza l.eao, 8
annos, branca.
6 Jos Francisco de S uza l.eSo Jnior, 6
unios, branco.
7 I Thereza de Souza > MfjB. annos,
branca.
8 I). Maria di ConcricfrJj^Jj^jJ^io, 16
mezes, branca.
9 Jos Francisco da Tiindirle, 47 asmos
pardo, casado.
10 Joaquina Maria da Conceicao. VS anuos,
parda, casada.
11 Manoel. 18 anuos, pardo,.
12 Maria, 15 annos, parda.
13 Antonia. Ii aun N parda,
I i l.'i '.-.'.vina, 13 ...nnof parda.
15 Francisca. 7 aunos, pi.i.la.
16 Maximiano, 6 annos, parlo.
17 Apolinarin,2 annos, parlo.
1 S Joao Evang. lista, 50 annos,
sado. /
19 Rosa Maria, 48 anuos, par la, casada.
20 Mvria, 20 annos, parda, solteira.
21 Manoel, 13 annos, pardo.
22 Pe tro. 4 anuos, pardo.
23 Francisco Ferreira, 32 anuos, pardo, ca-
sado
2 Antonia Maria. 20 anuos, parda, casada.
23 Manoel, 1 annos, pardo.
26 Maria, 2 anuos, parda
27 Francisco Cenes, 36 annos, pardo, ca-
sado
28 Maria Joaquina, 30 annos, parda, ca-
sada.
29 Anl inia, 2 annos, parda.
30 Joaquim de Sanl'Anna, 32 annos, pardo,
csado.
31 Josepha Maria de Sanl'Anna. 26 anuos,
crioula, c 32 C ndida Maria, 10 annos, crioula, sol
teira.
33 Manoel de Sanl'Anna, 7 anuos, crioulo.
35 l.aurcnlino de Sanl'Anna, 3 anuos,
crioulo.
35 Brizida Maria, 8 annos, crioula.
36 Joo de Sanl'Anna, 2 annos, crioulo.
37 Anua Maria, annos, crioula.
38 Manoel ltomflo, 50 annos, pardo, ca-
sado.
39 Romana Maria, 48 annos, parda, ca-
sada.
40 Anacido ltomflo, 12 annos, par.lo, sol-
teiro.
41 Joanna Maria, 18 annos, parda, sol-
teira.
2 Jos RoJrigncs, 32 annos, pardo, ca-
sado
O DIA 7 DE SETEMBItU EM GOIANNA.
1. 1 aiiii-i 8 de senii.lim.
Meu caro amigo.
llnileni Ihe e-nevi bsm ron-lernado,por ler vil
passar a noite de 6 ri< escuras, e sun que o 00*10
povo manifeslassa .,-,.| ,|gum ae pruer e enlliuii-
asnio 111 vespen do gran le dia ; hoje porm maii ia
usleilo e contente, venho oarrar-lhe vi r lemnidades qoe Ovemos. ,
No dia 6 ac.a ds ornan ealeve Iluminarla, e o re-
trato do Imperador foi collocado dehaixode um decen-
te docel ; a msica do bilalha.0 13 Ai horasde recollur
lili foi, tncou o hymno .laioiiHl. e relirou-ie para
a porta do cominandanle, .mu lo, tedas is honris do
cosame, deuou-o em pai, sem que miis mda hou-
vesse !
II nive grandes .tesoslos, por nao ler comparecido
; msica particular denominada urde ira, e que he
sempre tcompsiihada por grande concuo de povo,
porque ningtiem sabia da rujo que a islo a linln
..tingado. Os desaff.icoados d lia propalavam que
linhii sido me lu de toe r a par da oulra inuiica, ou-
lros voci/M-avam que o delegado de polica nao liada
tado tcenla,mas ludo iilo era ful: 1 masicn Ordei-
ra inca (emea a msica, Conrido, e hoje mem -,
qui esla eicellente ; o delegado do polica nao pr.i-
ticana esse acto Impoltico e grosseiio, porqoe nem
elle lis capai de pr.iticar groiierias, nem n ciieums-
la-iciai em que elle se achs eolloca.lo Ihe permitliatB
pralicar 13o odiosa eicluiAo, e mesmo islo era Impei-
uvel. porque e-i 1 moiica nunca rabie a rui por oc-
canAo de festejos pul icos que denasse de tributar o
seu respaile 10 Sr. delicado, rann lo Ihe as honra
em sua casa, e S. 5." sempre e otisrqiuou, tritindo-a
com muita dMfatCS.e. A cousa Uia ootra : qualro
dos principies masicoi idoecerain, e ni. foi poui-
e! orgimnr as cousas da miaeira que ella podesie
sabir convs-nienlementr.
Ilontem, porem, < liaras do coilame, defronti da
cmara mumcipal eslavam posi.ilas as duas msicas
dianle de iininensri concann de povo ; ten lu ,1
fr.nle o delegado de policia, lar iran alterusdameii-
t* o hymno e varias oolrai pera, e ecloaram-se eu-
llinsia.ticos viai i independencia, ao Impiridor,
elr. ele, que foram 1 idos pelo delegado de polica.
Depois de-tilaram em muita ordem ; 1 rDunc Con-
rado occopoo a frente da casi do Dr. joii di direilo,
e a Ordeira.a frente da casad lir.juii municipal e
delegado, e locaram alternadla ; 10 retirar-se iquilla,
a Ordeiri occupou-lheo poslo e Iroeou-se 1 acea
por Igml modo, leguindo sempre es msicas o
immenso concurso de povo qoe cala urna dellas
acomponliva, e que nunca Toi posiivil confundir, 11
nao na tnrmonia do felejo-romrnum e 110 tributo da
respeilo que todas prestaram al sutorida le. Aiim
acontece sempre quando illas eomprihendf n) bem o
eu dever, o se collocim no lugar que as lii Ibis
ileilinam.
Depoii dislo desfilirim imbii is minien, foram
as casai das de m.is autoridades, culi urna por sol
"'i e depo's culi rima a can de iiui amigos e ilTei-
roidoi, 01 miii inlluenles do logir, us qum reonin-
10-se a ellas percorreram ai ron da cididi lempre
visitando e honrando em amigo ; mis oslo nlo pode
hiver cimmunismo. A ntusici Ordira sahlndo di
casa do Dr. jan de diriito, levando i frenti u dele-
giilo de polica, que a aeauo, foi can do noto ve-
neravel inciilo o commeorfilor Antonia Frincisco
l'ereiri, dodignissimo e respeilavel v garlo Domingos
Alvare \iir, dojuii de pai e outroi maitos clda-
doi noliveis que te fonm rianindo 1 ella.
Em segu la foram casi do listinrlo rnrminndiii-
te do de.tacamento desla cidade, o ilfereiCoialnr,
shi nuda por maii urna vez enconlnram-si ndoai
musirs, eom seus influentes e ipaiionacToi, e loca-
ram rlternadas, sollaram um b.lo que sabio bella-
mente, houre grande enlhosilsmo, e o Dr. delegado
qoe sempre procura um meio di harmoniir 01 ni-
aproviitando.il di occisUo, bndou I Viva a
\iacao e harmona dn musicis, viv 1 ordem e
jli lade do povo de Uoianni, viv o 7 de ic-
fe> que foi enthuilisl.cirui-nti correspondido
lados : ah como em outras moiln pir-
[rescoi e leguinm seos destinos. A
'oltou i casa do eormnendador An-
'ereira, acompanhando o. veneran-
e arbav.i rodeiido de quasi todm 01
la ridade de (>..|inna, incluiive o Dr.
delegado, seo velho amigo e ei-correligionario us
negocios di O01111111. Ah hnuve muilo praier,
inulto viv, e quan lo ja o dia 8 desponlava, e a ma-
nca se la dispersar, o Sr. commindidor Pereira, por
om ra.go da delicidezi e corletii, que tanto eoobrl-
cem o sea caracier, convldoaa mu'iea e o leus ami-
gos pira iccmpinh.inm o Sr. delegado i sua ras, e
com eOcilo aii fomos lodos, e anda por oma legun-
davefomoi obsequidos pele Sr. delegado, qui se
eimerava em dar lodo brtlho e reilee a Iflo delicado
proceder ; e assim aeabaram nonos feslfjoi, sendo ja
8 de telembro. '
Nao sei dar noticias do que se passoo em outu
casas, porque eslava no grupo ordeiro liberal ;
mas consta que ludo se passou em muita pai e
praier.
Esqoeci-me de dizer-lhe qoe a msica Conrado,
qoe he a do balalhlo 13, levivi a sua frente um car-
ro cniduniido uina ligura que Cllilivi o hymno.
o a a e,Au "'"^erario,
I. s.Na qaeir. diga que Indo isto assim se pas-
sou, porque aqu nao eslai certos personagrn qna
em proveilo seu tudo anarcliisam como meio de do-
minar exclusivamente, equi egora c-l.l., ntssa c.da-
ile procorando cada vei mais enridir e liirolhar e-Ui
infeliz comarca. A minlia modencao nao me per-
mute apmruodar esse juito. Todava direl qoe ludo
isto lie unu pun verdede, n ie lis certoqueha,
como dizem, um requerlmentn esiigmdo por virios
llgaroei, pedindo ao hispo licenc para fazir oalri
lesti ames di do Origo, ni igreja do Carmo, onde
nem ao menos eiiste imagem de .v. S. do Rosario.
yae deploravrl documento nlo seria elle par esses
conciliadores de nov nvenclo !
O K\m. Sr. Di. AugustoFiedcricode Oli-
veira e a provincia de Pernnmliuco.
Fra de llionjl e .le parciilidade, que todi he de-
menle e iiic.iiisnlerada, o Em. Sr. Dr. Augu-lo
Froleriro de ()lnira ht um arando penhor e valio-
so garante da pro'prridade de Prnambuco !
Tomando b o seu afrrro na cmara aos nlerri-
ses. .1 preponderancia e VIDlIgeAi desla provlkeia
/li -Ih 1. 1 """' l"'i'""'ICI" e iniiagens desti provinct;,
a.t O.ieza Marta I.o Irtgues, '25 annos,par- Oe que he lilho, e qoe tao illu.lreniMiie represe.ua,
ua. casada. mu. neto iini-Ir. mu, n,, **. .m..i 1..1..___._
da, casada.
H Heiiriqieta Mara, 2 annos, parda.
4d l.uiza Mana, 1 anno, parda.
46 Jitliao Correa, 45 annos, crioulo, sol-
l.-iro.
17 Pilippe
que, pelo modo com que rompe ditlirul lades e aca-
ba com as impogiiacr-es de uina mal enlentirta r-
vah.lade nu malaca, dominando fundos e mlri-
nliaveis despeilos, esempie ganhainlo leri-ivoi Iri-
ompbos, dir-ie-hii, iem Miar a vr-racidade e im-
porlaiina .los f.clos. qe ello he que noi Inn sbrrlo
s- Uas Candelas, 35 antlOS, ascancellas de om fuluro grandiuio, n qual nos ha
branco, casado
18 Antonia Maria das Candeias. M annos,
o anca,casada
9 Manoel das Candeias, 8 annos, branco.
50 Antonio Jos, 6 :innos, branco,
31 Maria Antonia, 2 ennos, branca.
52 I lonano da Silva, 38 annos, pardo,
sado.
$3 Senhorinha Maria Oa Silva, 3'J annos,
p'r la, cas.nla.
51 Claudios da Silva, 11 annos, parda, sol-
leira.
55 Paulo da Silva, 7 annos, pardo,
o Anna Maria, 6 annos, parda.
vendo sillo preparado peti mo .la ProMdenni, ca-
reeiamos de quem a elle dirigase os nossns passo
pelai mis a.ceodenlis e proiperai de 13o ircilrrado
prrgrcso.
(tuan-io mai" ou(ra ron.a n.lo livesitmos para fun-
dimenlir essa nossi useverac.lo, que, muilo tmbi-
ra, po le parecer aos espiritas prevenido! cgos
- por ..nlipall.ia pessoal, ej.gira.la e einpbitici, l.'.ri
Imlanie litar as nos-as consideriiees acerca do nro-
unilo .lisi-urs qoe o mesmo Sr. depolado proferio
em a sessao de :| da rnrrenle, e que liivrmos de pu-
blicar amanhSa, no qual o bensmeriln representante
do iios-o prlmeiro circulo vilnr.i.meiile delenden o
niiiliorainenio dn pi.rto de l'erninbneo, negocio
que, eme elle mesmo o disie, ja o mover occo-
par a Irihuoa ua legislatura pretrita, e para cuja
MUTILADO
ILEGIVEL





DIARIO DK PKBNAMBUCO SFa'TA FB1RA I i DE SETEMHRO DK 187.
realisac,o conseguir do governo a consignar,;.! de
mil cre.lilo illimitado para oceorrer as respectivas
1--II.-/. i* qa* para io a neceuidada' reclama.
l-'oi,, poilanto. o Eiim. Sr. r. Aoguslo Fndirico
de Oliveira, o diputado que precedeu a lodoi, em a
occiio de se tratar do inellinramenlo do porto de
l'rii uiliuco, i, iuconlestivelraenle, Km sido o que
nuis i'.r.inM? ha bita para que elle em breve poste
er effecluado.
Ora, essa masniliea obta concluida, divassa oulro
alto mais ampio e formoio horisonle a provincia
de l'eriumbuco: sobe de ponto sua riqueza, a colo-
no ; lo se dilTun le, e ja se atpraia m >is exlania a sua
popiiljrA.i;eiulim, dilalaiuln-ie ai rellenes Mer-
cantil .iu exteiior, aps o ieu deiinvolvunenlo, li"
escusa lo di-zer, se ir colliendo iiinuinenis proveilus
a utilidades imtnenas, nA> su p'ira n vida mate-
rial e corprea, como para a vi la moral ou dos coi-
luinei ?
I-, pala, se.i lo como assim he, n,1o aisisle a n.is a
i" .11 pira mesmo, por espirito de patriotismo, de
Bistur com o sentimento da gralidao,ipresenlar-
iiios liomenageni e laavareSi a quem por esse mo lo
procede, no desempenho da diflicil e gravosa mis-a >
qa llie po/cram em seus hombros?
OEvm.Sr. Ur. Auguslo Frederieo de Oliveira,
los loas esludo* e preo:cupac.esde homem poltico,
e do ministerio qae eieree no p.irlamjulo, leve,
com ell'oilo, a mais elevarla e proficua cuncepslo ad-
ministrativa !
Compreheu lida Iraiia de ha muito esta verdade :
que o coinmercio he urna das fr.nlas inais fecunda,
de engraudecimento d s poyos ; e coran lo melho-
ramento do Masa porto depende mais que muito o
nusso roinmrrcio de inportatflo, que ora oheio de
vigor acuviJa le, poderuso e vasto, lodavia nao
lein comparaban co-n aquillo que lera anda de ser,
empichen te levar a cunara um projoclo neite sen-
I' I >. e ei-lo semp-e loa debates a cs>e reipealo, como
at idenlilicando o inleretse di sua provincia ao
es proprio, pelo molo csloroso, iidenla e enlliusi-
o defende.
IIl que a dllllacla inlelligenrii do Etna. Sr. Ur.
Auauslo Fre lenco de Oliveira Ule h* dessai que se
cuiirenlrain em o recinto do ai-inele ;jviles he
expansiva, generala, banenca, feruuda, corapene-
lranjii-se do bem da palria e apressurando-se por
consecui-lo.
Sabemos que eslai nonas considera-oes, alus Ss
m >s |uta, NAO de ser om vomitorio bem forte,
q 10 i u i.n m-ii vilusperioso dic'iolos aos inimi-
goa.polMirose poMMt, a antlpalhias mrorpida*
e graluitai do diputado de que fazemos a merecida
apologa.
Mas o qne podem julios apaixnnajoi contra o
Iluminado da vertadle contra o seguro da con-
vicio
(/em he que lera por espsntalho urna opinio
des-iirazuada, svslfinalica e ilespeitosa ?
E o qie importa a nos que certas genios raesqni-
pnai groasciroi atirem-nus com injuriosas qualili-
CacOff |ior esta soberano Icslcii'inho de ipreco que
Inhutanioi ao merilo'!...
Iliin acertado raminlia o Exm. S'. Dr. Augusto,
votando desprezo a quem Iho recos joslfa.
A opinia"o he sem duvida urna grande potencia
social, ein ra/.io da dependencia mutua mu que
ella nos sirria, ou pela censara ou pelo louvur ; mas
he a v rila leira opiniSo a que nao irausige coiu as
paitoas e nem iletrimenla a muralnla le.
Mai asaes jnizos atoa que por ahi se sollam, e que
foi ir lesalina lo ranror quo fabricou-ni, si), si>o
li i ii 'ni limido oo iucouscio, msdiocre e deinasiddo
frootu, consHera.
E o nuis he, 'que a nao assim, he andar a
> genlc ao arbitrio eslnpidam-nte discricionario do
primeiro l lo, que intenta lidirularisar-nos, ou de
primeiro calumni.nl ir, que nos quer ennegrecer,
O leilor sensalo e imparcial apreciar devisa-
mente o bello discurso a que nos referimos, o qual
ha de sabir amanhar.
Acei,e, enlrelauto, o Exm. Sr. Dr. Aogoslo esla
liona houieiiagem, como sabida dos sealimenlos pa-
triticos do oosso cornejo, e prosiga na senda que
lao felizmente se abri e lem Irilhado ; euiquanlo a
nos. reculhemo-noi ao silencio, preparando ).: o des-
den), o riso, o mais romp.'-?lo desprezo ai injurias
que n.'s hotiverem de tHtcar, pirque eilas, dina
um muralista profundo, nao alcancam seuS) aquel-
los que se r:Vi elevara cima dellss.
t.i jeiram, Srs. -dadores, lainhem por espirito
pali iotico, por honra ao iisisne deputa Jo do pri-
meiro circulo da provincia, dar publicidade a eilas
linhas.
( M l'ernambucano.
($0rre3p0tt0etttt.
Senhores reiaclore*.Ouvi-m, sem mais prcam.
bolo.
nhi cusa no foro do Kio Formoso ; e fustes, acreilita aos scus autores e iio as suas vie-
vus, Sr, r. Candido, que rlesics asjuiuplu pm isse | timas.
A 21 de jtalla i ds corren'.e anuo, vlndo eu do en-
genlio ('.' quMiu paraneusenho Juulii de Cima.oon-
de moro (serlam !) para 10 hora* ra nnile;, fui ata-
cado emcaminho por tres ou untro assasnnoi que
c,I nuil embscalos, desechando um ilellei una
pillearla, que, segn lo creio, me fra dirigi la a ea-
beca, mas que, por se ter espantado o cavallo em
que eu vinha, apenas hilciiine em um hombro, ao
que devo nao ler sido victima da perversidad! de
um inimigo infame e cobarde-.
Este inimigo nico, inerre d* Daos, que cinto em
minha vida he o Dr. Cindido tinuc,alvei d. II leha
E queris saber, .enhores redactores, porque c.le
homem he meu iolntlgo? He porque mioppoi, por
r.iios licito!, a que elle, com o inaior escndalo se
apo sob o i-ur.r.(iiTi protesto de que este he inaior que o
sen.
."Sao voi cansarei com a narrarlo do que so lem
panado a tal respeito, porque lodos esses fados se
aili un no dominio do publico, pormeio da urna cor-
rcqion lencia que fu publicar no Liberal numero
USO de J de gelsmbru do anuo protimu pioado.
Se leslei aquella enrrespoudencia, lereis illa e
admirado como esse homem, sem direilo algum
rnem ao meiios forsanllo as palavras de seus Ululo*,
por. que os nao lem), >e apossou de urna boa parle
de minlias Ierras, das quaei lenho tilulos ligilimos,
e eslava na posse, mans e pacilicamenle, como
sempre esliverarn os meus anlece-sores. A'aim tam-
bein ler ais vislo da referida correspondencia como
esse mismo homem, por manejos torpes e infames,
couseguio um despacho que isiiceionou iquelle acto
arbitrario e revollante.
Agora, porcm, consiando-llie que eu me prepa-
rava para propr-lhe una ac;Ao rli reivni iic.c.11 ;
e learlo toda a serta que di maneira alguma ser
possivel susleular-se na posse em que esta i;io de m
f. assentou de piir-ma fra do combate por
meio du assassinalo eol.lo pz, em pralica o que
venho.de referir.
Dlzem qae por esle fado sa ada iratirrado oro
processo ex-nlli-io, pois que pira elle nSo dti e nom
pretendo dar o manor paito, porque, i fullar a ver-
dade, -pouco confo nesse desaggravo). he provavel
que .mi innocente o Sr. Dr. Candido : conlu inesmo
com i-so.
I'ori'in se a jnslija publica uao descohrir provas
du delicio, desl'art si pnssa esse homem juslifcar
pirante as autoridades do Kio Formoso, oulro lano
nao Me sera pos'ivel para o publico menos para
eomign, que lenho tola a certeza que de'le pardo
ese crimc como raa vanle ; c esti minha in-
lima couviccao basea-se :
l'rimeiramenle em ser elle o nico lairaigu que
eouto nesta freguezia, e quic em l la a comarca
(I); e tanto assim he, que apenas se vuluarisou o
faci, em unisona voz disseram tqdos f o Dr.
Candida.
Em segando lugar, em que iao bem conhecidos o
sontimenlos brolnes ric*te liomem.
Em lerceiro lugar, em qde, lendo elle innocente,
Jimiis pegara da penua para dingir-me una caria
concebida em lerinos iao huinrldei e baiKos que cau-
sa vergonha.
Finalmenle, a nao ser elle culpado, nSo e recu-
sara, como fazv a escrever-rce ouirj cirla que cii-
gi delle nos segurnies termos:
Seulior F.Kalifco qoanlo disse em minha
caria de i do crrenle, e te V. poder colher proVaa,
ou por qualquer maneira chegar ao pleno conheci-
niento de que fui eu o aotor do ltenla.lo commetli-
do contra sua pesa a, ou que para elle lvesse con-
cnilodirecla oa indiriclaio'eiilr, poleri proclamar
alio e liom som. qu bou um infama e cobarde ;
e se guisar, vingar-ie-lu de mim da maneira que ll.e
COIIVer. 1)
I' ir ludo Uta, e por muitas outras circumslancias,
que deiso de referir por minuciosn e deinecessaras
est provada c neiiiiaini duvida me resla que fni o
Ur. Candido quem m nidou ou assassinar-ine para
se livrar de um pleito judicial e fcar se com miulia*
trras, ou iao sinente insullsr-me para conseituir o
misino lim, por meio do leiror quo pretendera ins-
pirar-ine.
Conloja cinroenla anuos de ilade, senhores re-
dactores, o durante toda i minha vida, desvanejo-
me m ilize-lo. nao presumo ler dado motivo para
ser insudado por iiiugiiem : desafo a quem quer
que lija para prever o onlrario, masum imsoravel,
um louco asienlou faze-lo '
Qualqoer homem de bro, no men caso, se pos-
siiiria de um senlimtolo intimo a vinzanca \
F.sla foi, pois, a minha i a, idea que por mala que
qoeira nflo possu renunciar, e vou p-la mi pralica ;
nao eitrcen o urna vintanc.i como palia Tare lo, e
he, fazendo esse homem sollrer pena de Talio
nu .-'"i-1 peor anda, mas siui urna flaganea pro-
pria de meu csrader ; quero lespojar esse IralCoil-
ro ininigii dn capa com que pretende ene itrir a
horrenda rhaga qaa abri em si queremiu ferir-me,
p lipd-lo assim ao piihlico para que leja rrpellido
por lo la a parle como merece : en a minha vin-
fanca.
Psra esse lim que considero juslo e honesto, rogo-
voi, senhores redactores, vos dignis inserir em vos-
eo roncelua lo jornal, i caria que dirijo o aquede
njenlo drama, em que representases u piiucipal
panel.
O publico, pois, desde a puMi.-acHo d'aquella cor-
correspondencia, piincipiou a ci/nhecer-vos, e a fa-
zer rio vosso carcter o concedo que merecen.
Mas aquillo foi apenas urna uaijina de vean bie-
graphia, e nis nao eslaveis contente com Mo pouro.
No da a\3 de julho du correnle auno, desles mi-
leria para nutra pajina da historia re vusa mise-
ravel vida, e se qulzesaemoi revolver o waiaa paa-
sa lo, lalvez enconlrassemos bellos episodios com
que enriquecer o padro de gloria que vos prepa-
ris.
Mas deitemoi o vosso passado, e vamos ao
dia 23 de julho.
Foi nesle da, Sr. Dr. Candido, qne mindasles
pur vossos sicarios ejecutar um dos lerribrosus pla-
nos Je vossa wncapflo, e o in lividuo qae vos duiae
esla, ia sendo v iclima do vosso canibalismo.
I'ereunlo-vos agora : que mal vos fiz ; que mal
lenho felu a aUuein, ha 11 anuos que eslou na fre-
guezia de 1 na .'
Julgasles-vos acaso pilendirlo porque oppuz-me a
vossa robic.i, defendendo a minha propriedade, por
inaios licitoi, dai preleucoes absurdas que tendel so-
bro ella ?
A vossa ambigao e amalioo orgulhu allucinaram-
vos Vos vien em mim o symbolo da paz e mansi-
d.lo; sainis quauto sou inoneoiivo; alem di>to viet-
ini ja encanecido, a tUoramlu-se-voe aer eu o ve-
di i lean da fbula, adras|es-ine da longo om cou-
ee Mais sois lao miseravel, que n.lo ou-' isles fsze-
o a descoberlo ; servlslei-vos da IraicgO E quaulo
sois pusillanime, Sr. Dr. Candi lo Apenas commel-
lesles o crime, [remedes parque vos lemb.asles,
1''" ii 111 homem as minnas circumslancias, pode
reagir contra quem o oeadar, eiiblo revelasles
quanto vossa alma lem de vil e liou. e fri no esta-
da do mais indigno alutnnento, quema dirigiilei a
caria que aballa \.n transcripta, para vossa confu-
s3o e eterno opprublo.
E nao vos corileuliisles ainla com lito: au lasles
incominodainlo a un- p oolros, a quem vos apreWB-
laslei rom lagrimas nos odios, proleslan lo vossa in-
nocencia, e pe lindo em v< s-o lime, e em neme re
vossa respeilavel cous.ile, que s.-guramenle au
compartidla de vOssjm senliinenlos, para virein inler-
ceder per Mis |ieraule mim.
Dual era o votiu terror".'
L'm proceso ? Islo he nal i, Sr. Dr. Candido.
O homem quo se prea, que lem cousciencia d*
suas ac(Ols, e quo se ocha iunucenle, nunca abs-
Iralie, nunca aliena de s; seos foros, com medo, nem
da propria morle, quaalo maii de um processo. l'o-
rernvrijoigis dos mais. consultando lmenle vos-
sos inscnclos : livesles medo de morrr, porque
apreciis demasiadamente a vida, e a queris con-
servar a lo lo u transe, eiiib.ua cubera de ver.ouh.
Entretanto vos enganaveil lomigo : nao quero ou-
Ira vinganca, que nao eslja em harmonia com mi-
nha educaoao, com os mius principios, que s3o os du
homem elvhiiado, bem dironles Jos vossos, que
sao os do selv.rgem ; e he p ir iss,, qUa ,, coiilenle
em volar-vos o mais solemne desprezo, Imprimindn-
vos na fronte o ferrete da infamia, para qoe sajis
repellido por todos.
Itera sel quo ein meu lugar, vingsr-vos-liieis de
onira maneira ; mas eu, se lenho o qoe filia ein vos,
honra e lirio, lenho lambem veneradlo aos precedos
rio Eviniiillio, leulio respeilo au publico e as leis do
meu paiz.
Agora qiia ja sabis o genero de minha vinganci.
deveis altarsalisfedo. lia verdade que oulro que
nrlo fureis vos, cuja pre-en-i un mundo he um i aber-
raego da Natareza, piefereria antes morrar do qoe
passar por 1.1o pungentes decepees ; mas vu', repi-
to, apreciis dcsinasudaincnte a vida, para prefenr-
des a muile a urna Ignominia,
Vive, puis, Si. Dr. Casi lisio, e minha vinganrj
ser completa, n;lo com os vossos remreos que s
nao tendea, mas com o aseo que a tojos licais cau-
sando.
Antes, pureiii. de deiaar-vos, permilti que vos re-
cord o que vem em um (recho da correspondencia,
a que me relen nu pnnei|.....lesU carta. Fallando
sobre a aeseudenria que lamo anhelis e imaginan
oonqiii.lar pela furrja, eu dissepode ser qu> o S'.
Dr. C1nli.li! consiga o scu dciideralum ; mas riesen
itane-se S. S. que jamis conseollref qoe a-senle
em mim a base re seu pulir.Eslai palavras, Sr.
Dr. C ndido, esiao em p ; mas vos enlenlesles que
podieis bascar n vosso idifleio, uu sobre o me !o que
me inspirasseis com vussas roncas, ou sobra o meu
cadver se ci-iisegui'seis malar m. Eiiiianasles-vos,
porque o bro r'pello o me lo, o nesle caso eslaveis
por aaaa lado sem bata para tomi obra ;e te conse-
liuisseisfaz.-r-mn cadver, a sobre esse c^ Isvcr con -
Iruisse a vossi fab.-ica, enlilo vos asseguro : quan lo
procurasseis leuUr-voi sobre loa cpula, lulo o eiH-
lirin cairla aobn vos, e fleariiis aimagado debaito
de suas ruinas !.., Enlendeis-me Sr. Dr. Candido
(inncalves Hucha '.'
Anda duas palavras, Sr. Dr. ; Jizci-me. em que
vos liaveis ? Em vosso valor ntriuceeu "' Es| o nao
leudes, sois um cubarle. Nos vossos prenles'.' rVlo
creio, porque se dedes raala slgum conceiln, devieis
limbfar-vos qae nao qaereriam participar >le veHa
mancha. Siis, por lauto, alem de i.nfaue, un lou-
co; e foi seguremeule n'um ninineiilo de verlizm.
foi ii'uin accesso r|e I oicura, que concebesles o v uso
plano. Suppurieis acaso que tivesse eu cabillo das
nuvms na cuinarca do Itio !'. rnioso '.' Anda vos en-
ganastei. Me ou man lu a provincia da Parablba, e
mesino a diversos punios desls qu- vos comporta, e
saliereis que lenho familia numerosa e disliucla, nlo
lano pe* nobreza de seus avorn^u!, como pela hon-
ra de qoe tai timbre.
.I'ioha mais que diier-vos mas nlo vsl a peni
aislar iniii lempo com vrrsc BDtrelanlo bel .le
conseguir o meu li.n, que lie fa.er inuai infamia
condecida de lujo o mondo, e adrar vos na rara,
oom todo o deipreto qiir'merecci', a nodoa que pre-
len leles l-incar-uie.
Agora malar-me quando qui/enles. ^1o me guar-
do de vea, porque nao vos lemo ; mas......licai sa-
hendau lenho onlro inimigo : islo vos diz.
Juudi.i de Cuna l'J de acollo d 1857,
Paulino .iiiju.sfo ,ia Silca freir.
I'lm. Sr. Paulino Augusto da Silva Freir.Si-
beulo agora pel amigo Sr. Cioiabiitl, que V. S.
arredila ler sido eu o aulur da olTsnsa que rjesgraga
damenle rerebera ; vou por esla jorar-lhi peranle o
eco e a Ierra, que sou inleiamenle innocenie. e en
car en .lamen lo nedir-lhe por seus liihos nao me quei-
ra desgraear, nem a minha trille fnnilia. assegurau-
do-lhe qne elemn sera u meu rcconhecimenlo.
Enlraianlo aqui fleo a ma diipotito, coma quem
he de V. S. alenlo ven >ra Sua ca-a 2de agosto de Irla".
Candido Gonraltez da /locha.
Sirva
hasta.
isto rli' incentivo a moraliJadc :
O C .


CAMBIOS,
Sobre Londres, 28 d. a GO d.
e Paria, 3lii r. por fr.
Lisboa, Sil por % de premio.
llio de Janeiro, 2 por 0|n de descont.
Aeijao do banco M por cinlo de divideudo por con
la do vendedor.
corapanliia de fleheribe 009000 por aceao
companliia Peramhurana ao par.
L'lilidaile Publica, .'tu por cento de premio.
a c I inle,ini-a i'ia. 61 irlee,.
da eslrarla la ferro 20 por Oirjda premio
Disconlu de ledras, de 1.0 a tO por cinto.
Accijes do Itanco, tO a t da premio.
Ouro.On^as heapanholas. Moedas de fiOO velhai 6I00 novas a 49000. Prala.PalacOes brasileiros. Pesos coiiiiiinarivi. mexicanos. . 29*500 a 3OS00O Ii.,7"i IO5OOO 9aOO0 2-?000 2-7000 Ia360
AI.FANDEtjA. 'endinienlo do da 1 a "J dem do dii 10...... I01^3I373 2:338783
144:2709356
Descarregam hoj II de selembro.
Ilarca ingleaMphuinerrailorias.
llarca gleuiLaneaslredem.
tingue americanoBrand) VVincfarinhi e bo-
lacha.
Palacho porluguez Diligente diversos geueros
P daca hespanhola Ou.liua pipas o barril de
vinha.
Patacho inglezPerseveranca lubos para a illu-
minac.an.
Birca bra-ileiraAmeliafumo e ch .rulos.
UOVIMENTO DA AI.KaNDEiA.
Volumes entrados c un faaen ias INI
" com gneros .... 27
que esta esteja pelo Iraves do navio deve-se
orear inmediatamente por trra della e
procurar ocatial(|ue toma para junto'do
arrecife, navegando ao S e SISE ; ao passo
que para lerri lio secco.
Esta baisa arrebunta semore, e si'i nas
grandes mares, eem teropo de calma e bo-
nancag, he que ella liea coberta sem dar
sifjiial alguin ; neste caso para vir salo bas-
ta passar urnas cinco ou seis bragas pelo
norte, da boia, e orgar depois como lica'lito.
Os rumos a pon tartos s3o magnticos, sen-
do a variac;3o da agulha 10." .NO.
Secretaria da capitana lo porto do Per-
nambuco 10 de selembro de 1857__ secre-
tario rUesand-e Itodriguea dos Anjo.
Pela eooladorla da cmara municipal
do rtecife se faz publico, que linda-se no ul-
timo do correte o pra/.o marcado para pa-
gamento dos impostos de esibelecinienlos
relativos ao anno de 1856 a 1857 que nimia
nSo se acliam pagos com a multa de 3 0|0 do
valor do imposto, e todos aquelles que dei-
xarem do pagar ate o ultimo do correte,
(icam sujcilos a multa do duplo do imposto
segundo a loi. Conladoria municipal do
Itecife 10 .lia selembro de 1857.--O contador,
Joaquim lavares Itolovalbo.
- Pela subdelegacia dn freguezia dos
Afngados se I'az publico, que se acba reco-
m o a casi do detengan dOSta cidade, por
an lar fgido, o prelo de nome Agostinho,
que diz ser escravo do Paula Mana de S. Pe-
dro, mai de Marcolino Soares Ferreira, sol-
da lo de aitilicos, moradora na ra da Gloria
na Boa-Vista: quem se julga- com dieito
ao dito escravo, comprela nosta subdelega-
da, que provan I, Ibc sera culicguo. Sub-
delegada dos .togados 10 de selembro de
1857. .Silva Mouleiro, sub telegado supplen-
ic em exeicicio.
Olllu-i. Sr. Inspector na thesooraria de
Ia7cnila dosta provincia
Giralda
ou
ANOYAPSYCH.
Tolal
731
Volumes sabidos
com (azendas
com gneros
:iili
298
h. masica he coinpo-ic.an do Sr. Francisco Liba-
uio Coli, aciu.il resenle da onheslra.
ACTORES:Germano, Colmhra, Itaymiuido,
Lima, Rosendo, Sania Rosa, D.
Manuela, e I), ('.smela.
Coros de ramponezes e de lidalgoi ele.
'I .'miniara' o espectculo corr a comedia em um
I G1RELLEIR.V DE XEl TO.
Os bilheles acham-se a venda no cscriptorio do
Ihaalre.
Principiara as S horas.
Gabinete ptico
ATERRO D\ BOA-VISTA N. 4.
O director deste salao, paiticipa a seus
Ilustres protectores, que lem f.ito para esta
semana una agradavel eXDOSlcflO de vistas
todas novas.
Guerra do oriente.
1.a A fragata franeexa tstale, bombar-
deando-se com outras da Russia.
2.' A sanguinolenta baulia de InUerman.
3.a A balulha de (liboniza
4.1 Derrota dos Russos ein .uergevo.
5.a Jardinso palacio as Tullierias.
6.a Vista de Len em l'ranga.
7.1 Vista de Nantes.
8.' Vista do Londres.
9."
CONSULADO GERAI
lien iiuifi 11 rio dia I a 9 .
dem do dil lo.......
cu, paraeonbccimeuto de quem inleressar,
que no da 19 do corrento mez, ira a prag.i
peranle a mesma tbesouraria para ser arre-
matado de venda, a quem n:ai der, a me-
tade de um silio na entrada do 1,1.1 uca da
rreguezia dos Afogados
faz 'liria
tiverem dado a respeito d
dades.
A Sra. 0. Jcronyma Candida
e Mello queira dirigir-aeou mandar
Vista de itabjl.xua, urna das ptimciras HioCrande do Sul
maraviltias do inuuuo
10. Palacios e jarlins da praga da Con-
manda fazer publi- cordia em Pars.
mesa redonda, cadeiraade balanco, dita do
ferro, jardineiras, esleir de forro, cortina-1
dos, lanlernas, canie irode mesa, jarros e
eufeiles de dita, mesa de jantar, relogio de
parede, marqueza, banca para engommar,
louca para jantar e para cb, cuberas de
metal e de rame para pratos, garrafas e
copos para vinho, porta-licor, guarda-rou-
pa, cmoda, loucador, lavatorio, leito de
ferro para casal, dito de madeira, fcamas do
vento, sellim e silban novos, um cabriole1, de
duas rodas com cavallo e arreios, trem de
cozinba o oulros muitoa objectos : se:cta-
feira II do correle as 10 horas da mantia,
casa sita mi lugar de Sant' urna com entra-
da de fronte da taberna do Sr. Nicolao.
:, i- <-... : .-!
PROVINCIA.
0 Sr. thesoureiro das loteras manda
tazer publico,queestSoexpottoa a viu-
da, lodos os dius, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 20, das 9horas
da rnanhaa as !l da noite, bilbetoa, mcios
c lajirtos, da cniarta parte da 1. lotei ia do
i collerrio de orpliaos e orpliaas, cujas rorl a_
andam no dia 16 do corrente. The*
raria da loteras 10 de selembro de 1857.
ntetno.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
i vapor Persinunga chega hoje da Parahi-
ba do Norte, e segu para os portos do sul,
de sua escala (Tamandar, llarra-Crando e
Macei; no dia 1 do corrente ; j tem a
listando a coofeccinar-se o almanak
administrativo, mcicantil e industrial I rjg*M'g"1 Corta, eserrvao
desla provincia, roga-se a todos os se-
nlioresrpie costumam sernelle menciona-
dos, queiram mandar seus nomes, inu-
dinea de domicilio, ou oulra qualt uer
lembranca,que sirva para que seia o mes- m:||or parte da carga proTipta, e os senho-
l*| | ,1 i.- man n.'n.slo wnlastMiiautiaaia aauaiaiai anal* l.l .
mo almanak comiilelo : du
sorterCS 1ueanda quizerem carregar no dito
. i vapor, comparecen no escriplorio da geren-
rogare aos senhores de engento e rendei- Cia .hoje. das 9 horas da manhaaM as da
ros, (jiieiiaia mandaras alteracoes cpie se tarde, com a relac.no dos volumes ; s rece-
e suas propne-
da Silva
DIVERSAS PROVIfJICIAS.
Kendimenlo do da I a 9 .
I lem rio dia 10.......
(ISK^.ili
7S230
695i1742
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
l't CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
10 DI'. SKTEMIiit) DE 1S.Y7.
Ciualpalacho lioliaiide/. Teice KornelissaD, 8a-
u.i lois llrolliers cavada.
Iluviius A>res- -Barca hespanhola Clnisliiia, Hal-
l-ir k\ Oliveira, 390 barricas aurar braucu c nias-
cavailo.
HECEIIr.lMlltiA HE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PEKNAMUCCO.
e foi adju licada a
em execugo, quo contra Caet no
Total (ii A,ltonio lavares movea |nra pagamenlo do
que esto Iho devia. dein.postu de Iotas : os
23:6919311 P'eteudentes enmparceam na mesma ihcsou-
1.6895.5381 raria, as 3 horas da tarde do mencionado
-------------- ,i,a. Secretaria da thesouraria le fazenda
i de Peraambuco, S de selembro de is7. o
ollicial-maior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
lien liraeiilo do da
I 1 ni do dia 10.
1 a 9
6:0338826
308>79
6-343J62I
CONSULADO PROVINCIAL.
Kemli nenio do dia I a 9 .
dem do dra lo. .
17:0)18821
I :'.Si>(i:i2
I9:3.'I08J3
i> '.' -
Navios enlrados no dia 9.
Camaraaibe3 din, hlale nacional aSanla Lnzia,
di 2i tunela las, misae EslcvAo Ribeiro, eqalpa-
"" 'i (a'-i issii.-ir e madnira a .Mano.-I Jos;-
l.'iio. Perlen.'c a l'eriiamli ico. I'amageiros, .\n-
ijirio Manuel da ConhaUchoa, Manuel R.ibeilo
da Paivio, Rosallna Jo<.
Babia 10 das, briiue fMCion.il o-'.-lnr du Ra, de
205 loniladai.eapilSo Gaspar Siares Vionna, eqai-
|rasin 12, em lasiro ; a Isaac, Coria & C. Vcio
receber pralica e saue para o A'ii'i. l'erlancc ao
Kio de Maciro.
Navio fallida no nie dia.
Para'com escala pelo Uaranho Samaea hespa-
nhola Dolores, capilao Malheo Bertrn), em
laslro.
tl.a VisU geral de Liverpool, na America
Inglcza.
12.' o interior do palacio da rainha de
Hespanha, Iluminado.
13 a Igreja e fortes de S. Miguel, entre a
Suissa e Italia.
14.a Vista do Neufcbatel, capital do Canlao
na Suissa.
l. Entrada em liorna.
16.a erne, capital de Canlao na Suissa.
17.- Vista geral de Alhenas na Grecia.
18.* I.o acostumbrado.
Osalao eslora aberto das 7 at as II
noite. Entrada 500 re s.
ria
" .'.... ..'-. "
\.' isecao.Secretaria do overno de Pe nambu-
co. em III de selembro de ISJ7.
Da erdem do Eim. Sr. vice-preiideata da pro-
vincia se r.i/ poblicv, para eonlivcimenlo rl.1s ptssoas
a i|oin possa inleressar,qoe Ionio vagado nesls du-
la um liraar de amanuense da -ecrea.ia da govenio,
lica mateado o pra/o de qiiinsa das, a conlar da
dali dalle, para ler lanar o enu/urso rn lrma do
VI. i.- 5 I.- da reolocSo di 20 'le janiro de 1853,
abalao (ran-cripio, a'lm de ser preenchidu o referi-
do limar, deven lo os roncnrrenles apicsenlar es suas
,iCiijAei rlciilro do referido prazn.
Arl. i. SI. () impreco do aminuu-o sera' dado
por meio ue concurso, em que os candidato! inn>-
Irem que labem a ^rammalic. nacional e escreve la
correciamen e. principios me de ariihmeliea,
suas qaalro pruneiras operar;ocs. e a Iheoria de que-
brados e fraci;r'ies deciinaes, bem romo principios gr-
raes de gir a-aphia e historia, a traducir eorraeta-
inenle a Imana franca, devenda alem ili-lo ler boa
ledra, li.nn cumpnrlameulo, c a idade de 18 aun I
cmplelos. Em igualdade de ircumstaticias (crSo
preferencia os que sonberem oulra lingaas.
Anlonio l.eite de Pinho.
0 arsenal de marinha compra no dia
17 do cirrente mez os objectos seguintes,
para o fornecimento do afmoxarifado: al-
ai gre, agua-iaz, bonetes, breo, brochas sor-
tijas, conchas de lolha para balanca, cofres
penuenos de fvroou madeira con 3 chaves,
dobradltjas de ferro de 4 poHegadas, funis
de follia, flmulas de navio, llamulas de ps-
caler, fecha luras de camarotes, lencos pre-
tos, prCgos de cobre de 1 c 5 pollegadas, pu-
cirosde f dhi. pregos de cobre para forro,
lanternas de vistas Os pretndanles venda
s3o cmvidados pMo lllm Sr. inspector a
cu nparecerem com as suas pro.ostas cm
carias fecha las, acompaadas le amostras,
no lia cima mencionado, p las II horas da
maottSa. lnsp=c;ao do arsenal re Pcrnambico em 10 de selembro de 1857.
Alexndre Rodrigues los Aojos
Secretario.
f.ORUEIO GERAL.
fel adminislracSo do correio sefazpu-
blieo,que as malas que t -tn de conluzir o
galacho nacional \nua para os portos do
(.era e la'a.iho, fucham-se hoje lt lo cr-
rente as 3 horas da tarde em ponto.
- O lllm Sr. inspector da thesouraria da
razenda provincial, em cumprimenlo de or-
COI\NN V 30 DE AGOSTO DE 1857.
La peiseverance dans 11
defense do la verii est
plus honorable et plus
utile, que l'orgueii dn
silence uisoL
Senhores redactores. Len lo nos o Dia-
rio 'le Pernamhuco de hontein, nelle depa-
ramos urna corres jon iencia escripia, ido
sibemos por quem, anda que o suspetemos
com bous indicios ; fisto nao se ler lir nado
o besuntiio. que a urdi, sendo datada desta
cidadeeonle, no lim, se diz que o Dr. Es-
telhtr anda em abatimento por urna hislo
ria do cusas de nuis pela corretero !
Do que se conclue, que esse escrptor, essi
ave agoureira, leu c un is'.o co ia ma dn si,
provando ser um amlacio, do inlnisi. NSo
tendo o Sr. Dr. juiz de ilireito aindi lindo a
sua correicii); o por sso anda niio dado a
piiblicago de seus provimentos, nSo he to
fcil e nem muito possivel allirma-lo com
sciencia basnada o ao cerlo. Salvo, so esse
abclhn lo de genio indagador o turbulento,
materia disposta para ludo, quanto he mi,
iutrodiiznlo-sr> na casa daquelle juiz, o ob-
servara as furtndellas. com o lim demaldr-,*.
zer antes de lempo do qineui lempo, se e- MU 2t do mesmo vi novamente a pracipa-
xis ir, lera a sua razo de ser, a su i devida ra ser arrema'a lo a quem por menos fizer
explica^o. I o costeio da ibuniinac.no publica da cidad
Pela mesa, do consulado provincial se
tai publico nos dovelores do imposto da de-
cima, por cenlo de diversos estabelecimCD
tos, casas re modas, c casas que lum jogo do
bilnar, do auno financeiro prximo lindo de
'185Ga57, que continua a arr^cada^fio ateo
ultimo do corrente mez, e lindo ete, sera
re uellilo seus debilos para juizo. Mesa do
consulado provincial, 2 du selembro de 1857.
- I heodoro Macnado Freir Pereira da Si va.
Porestt subdelegaca foi recolhido a
casa de detengo, por andar fgido, um prc-
to uncaoo, moejj, quR disse ser escravo do
sanhor d> engenho Poeta : quem tor seu 1c-
giluno dono, procure-o para Ihe ser entre-
gue. Subdelegaca de S. Jos do Recite, 5
de selembro de I857.-M. 1'. Accioli, subde-
legado su pp lente.
. O lllm, Sr. inspcl'.r da lliesouraria de
lazenda Jcsla provincia, manda fa/cr publi-
co, para conhecimenlo de quem inleressar
possa, qae no da l do andante moz, val
a praca, peranle a mesma thesouraria, pa-
ra ser arrematado de venda a quem mais
der u.ii terreno proprio para edificaco, sito
portrazdo quartel do hospicio, no baiiro da
Boa-Vista desla ci ale, na nova ra m >e-
guimento a do Pires, tendo o mesri.o le reno
outrora feto parte do quartel do Hospicio :
os pretendentes comparecam ni mesma tbo-
s'iii'aru as i horas da tarde do mencionado
oa. Secretaria da thesouraria de fazenda
ue Peraambuco 2 de selembro de 1857.-O
ollicial-maior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
eoiniiaiihia
ernambucana.
A rbreceso convida aos Srs. accionistas de acQPS
da nova ennsso, a realiaarem a sua ultima entrada
oe 40 por cenlo, al o da 13 do trrenle mes de
selembro, poden lo neisn oecastso rcrcliPi por lorca
tos recibos em san poder as respeclivas apolices :
no esciiiilor.....os Srs. flava Amorim v\ Fillios.
CONSELUO ADMIMSIIIAIIVO.
O consclhu a Imiiiistralivo, em cumpri-
menlo doart 22 do legulameuto de Hile
dezembro de 1852, faz publico, que fotam
aceitas as propostas de Pedro G inca Ivs Pa-
reira, Jos francisco I avia, o Jos Baptisla
Braga, ara fornecerem ;
O 1. 480 covados de panno prclo para po-
lainas a 2.3 rs.
O 2.- 10120 varas de brim branco liso, sen-
do 2130 varas a 420 rs., c 799.: a 4110 rs 5600
varas de algodSozinho a 20(1 rs.
O 3.' 2 caixas com vidros le 18 a 20 pol-
legadas, 2 rlit s de Ifi a 18 ditas, 2 ditas de
II > I ditasa \-2j rs. cada caixa, 20 lonccs
le lalao com o peso de 11 a 12 libras cala
um a l> rs. a libra.
Eavisa aos supraditos vendedores, que de-
vero reeolheros respectivos objectos ao ar-
sonal de guerra no dia II do corrente mez.
Sala ds sossoes rio con sel ho administra-
tivo para fornecimento no arsenal de guerra
9 esetembro de 1857.Bernardo l'ereira do
(.armo Junior, vogal n secretario.
- 0 lllm. Sr. Inspector da lliesouraria
provincial, em cumprini9nlo da ordem do
l.sm Sr presidente da provincia de 2 do cor-
rente, manda fazer publico, que no di-* i. de
outubro prximo vindouro, peranle junta
da razenda da mesma Ihesourari., se lia de
arj-emaltr, a quem por menos lizur a obra do
ein edramOMlo jn 1:s,ujvi-! ;.o Ir;.', i\. c
TRy landos ileaflSTra'iia da Victoria, avahados
em 5 6K.v)00 -r'is
A a remata|o ser feita na forma da le
provincial n. 343 de 15 rio maio de 1854, e
sob as.cl.iusulas e3pcciaes sbaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
maiaco compareeam na sala das sessoes da
mesma junta no din cima declarado |_elo
meio dia coi pclenUmerite habilitadas
I', para constar se mandou allixar o pre-
sante e publicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de
Pcriiaiiibuco 9 d selembro de 1857. O se-
ri i, A. F. da Auiijiieacao.
Clan
l&V
-i-
Companbia
deuaveg e o
w^3v63 : y-r:.:y.-j-':-ooo:::
O
'--
;
O
Mr. Barbier tendo aprendido com o den- Cfi
ita hespanhnl, ullimamenle aqui chesa- *J
a tirar denles pela aiiracr.io do ru, '.;'}
cenle ao resneilavel nuldico. nos ti
acba srdido
tira dente
sem
: \ I.i scienle ao respeilavel publico, que M
de ferramenlas pioprias
para ^vt
lal lim, [rompi a exercer sua prolissilo, ?^
ara o que pode ser procurado a lodo hura ,"'1
'i du dia, na ra da Gru do Recifi, loja de '.'"
jg barbeiro le Joaquim Ferreira l'unles n. 58, '
tu enlre a loja da corda loja do livre-, S
be carga al o di 11, das 11 as 4 horas da
tarde.
Manoel Jos de Olveira pela brevidade
a reoar- (le "sua viao'em Europa, no p le despedir-
w'iiiri se de todos os seus amigos, o quo faz por
' meio .leste,oedindo-lhes desculpa.
Os Srs. Antonio llenriqnes de Miranda
e Paulino da Silva Mmlello, sao rogados a ir
a roa do Quoimado, loja n. 27, a fallar com
Guilherme Sette.
Offerece-se urna pessoa do 45 a 50 an-
nos para admiiiistraci de engeulio, tendo
bastante pralica de tal servir;o, pois j o tem
sirio omitas vezes : quem o quiz-r procure
na Boa-Vista, na ra do llosario n. 30, das 6
al as 7 horas do dia, ou as 6 da tarde ; ou
para oulra qualquer administrarlo.
Iia-se dinheiro a juros de um por cen-
lo : na ra da Penha n. 17.
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n. 9.
Hoje 11 do corrente, na sala das aodi>
encias, e linda a do lllm. Sr. Ur. juiz muni-
cipal da primeira vara, se ha de arrematar
Cojipra-se nina casa tenca no bair- urna casa terrea, sita na ra daSenzaa Velba
io de Santo Antonio, que tenlia quintal "' 2' avaliala por2:500#, e 2 salas, asquaes
'."cimba, quintaleportSo, nao se olha a lllt?*'! *rt e^ec,uc3. rMHw,. r nerdeiros de Antonio Mirtins Ribei
|l1'0 uncie ou dirija-se a esla ty- jos Rodrigues do Passo e sua mu
pograph.a.
--- Muga-se o sitio chama lo de Chacn,
na (".asa Forte, e quo perteuce a massa fall
a
da de \. M. rio Salsas i a tratar no escripto-
o da administracBo na na de Apollo n. 6
movem os
ro contra
gues do Passo e sua mulber, cora
o abale da lei que he a quinta parte.
No dia 11 do corrente so devo arrema-
lar cm -raca publica do Dr. juiz municipal
da primeira vara, urna casa terrea, sila na
na Imperial n 42. avahada por 1:0008, por
Vs, por
Ha;i.urcro-Br.'si leira.
Espera-se de llamborga o vapor t'EIRI'OI.IS:
aleo dia I-' do canaula, c depois da demora do
coslume leijuira' para alii.i e Rio de Janeiro ,
qualquer iii(oriii,ii..iii com m ajenies N. O. liieber
sN C, na ra da Crui D. 1.
Para <> Itio le Janeiro sabe com
nuita brevidade, a barca < llccil'e ", de
primeita marcha: paca o restante da
carga e passageiros, tiala-se com Manoel
Franciscod.i Silva Carrico, ra do Viga-
rio n. I", primeiro andar, ou com oca-
pililo Manoel. Jos Ribeiro, a l>ordo.
- Irfcis?-se ii um caixeiro que tenrra .exocagao de Manoel Pereira alagalhiies cn-
baslan'e pralica de Uberna : na ra do En-'lr o* berdeiros de Manoel Vicente Ferreira.
caiilamento n. 13. O abaiso assignado, mostr carpin-
VcuJe-se potassa chegada Mllimam'sn- teiro, matriculado nesta capitana do porto,
te, por pr.-co om no lo : no armazem de fi|z scienteao respeitivel publico e aos seus
Serodio&G., no caes re Apollo I Iregiaezes em particular, que se acba com
- Vendo-so um sitio na Torre a beira do !scu estaleiro ni ra da i.oncordi, confron-
rio : na ra dos Pires, junto a caixa ii'agua i lando ao armnzom damateriaes do Sr. Pe-
Vende-se 1 grande balcSo e 3 arma- dro Antonio Teixcira Cuimaraes, onde rece-
nos de arnurjao de loja, envidragados tn o '" toda e qual^ii;;r obra cincernento a sua
de amarello. 2 taboas do rli'o, 2 caixes de arle Jo carpinteiria para construir recons-
pinbo grandes, e urna porgSo de limas* truir, asseguran lo a aquelles que'sediRna-
grossns de novello, o por ler do relirar-se rem horira-lo o bom desempenbo e presteza
vende barato : na ra do Sol n -23 em suas ooraslos Gsrvalno da Fonseca.
I.uiz da Costa Lele. A nossa curiosidade va mostrar a
Vende-se um sobrado de um aula na grande satisfacSo que nos causou o muito
ra do AragHo : quem 0 pretender, dirija-ge
a ra da Molla n. 91.
Vende-se um bonito boi torino bom
digno Sr. capitiio comman lauto da compn -
nhia do artfices de Pernainbuco Trajano
Vlipio de Csrvalbo Meodonga, por tor-nos
COMPANHIA
ntic^i
Hjbsh-
Mas antes que islo, melbor seria, que es^c
fallador, que s vive do bajular a uns e dj-
trallir de outroa para vive-, arrolliasso a bo-
cag, tno mal dizente, com algum gigo de
lougai ebeio de vi Iros partidos antes, que
dcconstiiuigao epalbas; e assim deixasse
re tecer aleives c cavilagdes
Por agora fique em duvida essa sua histo-
ria, ltenlas as razOes expendidas ; e qu:,
ser certa, somente poderla constar ja li >je
pela txceisiva brndale e demasiada delica-
deza do Sr. Dr. juiz de direito em conserlir,
que esse cpnsummado detractor timba po ii-
'lo pe?quizar os seus actos, levand > sua a i-
lacia e grosseria a quero* al Insinua-los !
Mas neo tanto: quando se distribuem Ou
se langam, Sr Dr. juiz de direito, asininas
as moscieias, muilos in ligos as levan-
lam, e o merecimenlo se retira.
Entretanto, se existir alguma cousa nosl-
senti lo, quando linda a Correig9o, os provi-
mentos birem pulilicailos, ser ludo exposto
ao nio lo goianista E para entilo guarie-
se es^n celebrrimo escriplbr, que nos gu r-
daremos la nbem pa-a esse lempo; e enlao
dem do Exm. Sr. presi lente .la provincia de e"
ido corrente. manda fazer publico que no '":'
uausulas especiaea para a arre natagao.
1." .sobras do empedramento nos 16 ,
21 e 25 langos ra estrada da Victotla, na
leGoianna, servia lo'de biso o oOerecimen-
lo fi-ito por Iho.naz intonio GuioiarOesde
220 rs por ca I i lampeao.
A arrematacSo se. feila por torneo de 3
anuos, a contar do 1. d< novembro prximo
vin ouro.
K pana constar se mandou afiliar o pre-
sente o publicar pelo Diario, Secretaria da
thesouraria p o'ineial de Pernamhuco 10 de
setoinbro de 1S57.- O secretario,
A. F. d'AnnunciagSo
O lllm. Sr. capit5o do porto manda fa-
zer publico, para conhecimenlo dos nave-
fiantes, e de quem mais pnssa inleressar,
que acha-se bslisada a barra de Mamangua-
po. litoral norte d provincia da IMra'iba,
estando assim satlsfeita una das digpnsigOes
do aviso imperial de 5 de novembr.i de I8,
sendo a posicSo da boi, segundo a descrip-
caodo Sr. 1. tmenle da arma la Manoel An-
tonio Vital do Oliveira, commandanie do
lliate le gu rra nacional Parahibano, cucar-
rgea lo do balisamenlo, a seguintc :
Acha-se enllocada na barra de Mamangua-
pe litoral norte da provincia da Parahiba
extensao de 6 se-liao Je conformi la le com o orgamento
approvado pela directora eru conselno, e
aprsenla |n a approvagSo do Exm presi len-
ie da provincia, na importancia de 5:6l0ll00
rois.
2." as obras principiarSo no prazo de
ummez, c hndarao nodo 7 mezes, ambos
contados de conformidad, com u art. 31 da
lei provincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da ar-
remata gao reulisar-se-ha na forma do art. 39
da mesma lei provincial a. 288.
* O arrematante escdenlo o prazo
para a concluslo das obras pagara urna mul-
ta .Je lOOj rs. por cada mez, embora Ihe seja
concedida proregacSo.
j. o arre i-alante durante a execucSo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros,
6. Oarrcmalanlo ser obrigado a em-
pregar na exocugSo das o6raa, pelo menos,
motada do pessoal de gente livie.
J. I'i a luJo o mais qae niio se achar
det raimado n.is presentes clausulas nem no
O vapor \dCIOIt"ESI?I\^E. dava cheair
de ii.'ii.isa al lt du correnle, e depuis da demura
du Nisluine seguir para a Kio de Janeiro, loeando
na Baha ; para pa'iagttrot, Irala-se nun us senles
l.emni Jnior \ l.eal Res, nu esciiploriu da ra
do turres n. H.
Para o Kio de Jij i o.
A veleira o bem condecida hatea nacional
Amelia, pretende seguir com muita hrevi-
dade, Um prompto metade de seu carrega-
iiienlo, para o resto e eseravos a f ele, trata-
sei oom o seu consignatario Antonio Luizde
Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. I.
Par ; lirthiii.
O biate nacional l.ivragao, pretende seguir
nesles 8dir.s, tem prompto metade de seu
carregamenlo, para o rcslo, trata-sa com o
seu consignatario Anlonio Luz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
P .11*0 RO DE JANEIRO.
Segu imprelerivelm nte no da 90 do cor-
rente, por ter mais do melado do caivega-
incnto prompto, a bem constru Ja barca na-
cional Vaya, para o resto e passageiros, Ira-
la-se com o capitn Mareos Jos da SVS.OU
na ra Ja Cadeia do Itecife n 2.
I'AIIV O AI.ACATY,
OJliale Novo Anglica, no dia quarla-feira,
para touru : muito Iiom de couce e de car- presentado no dia 7 do corrente o grande
roc, para o quo se da a experimentar : aceo em o parque do artilharia que com-
quem o preten idr, dirija-se a coeneira do mandava. K como s3o justos nossos louvores,
Sr. Joo Francisco Carneiro Uonteiro fazemos chega? ao couliociiitento deste Sr.
--- Precisa-se de um toroelro: na pala- capitn os elogios que Iho sao proprios de
ra da ra da Senzala .Nova n 30. sua categora,que exalta sua briosa elasse.
iilllitlS l'-TI .1 !li.i;i l'rccisa-se de urna escrava para o.ser-
M i..- l a VIQ0 "Uerno dl""a casa estrangoira: ua
Seguir domingo, 13 do corrente, as 5 ra do Trapiche Novo n 12
horas ,a mauliSa o om bus Jahoatao pan A viuva de Vicente Alves de Souza
Santo Amaro de Jaboatao; o ponto de part- Carvalao vende 5 negos da companbia de
da he na roa da Cadeia, c os bilhetes ach-.m-, seguida Uariti nos Uuiidolo Publica, por iu-
se a venda na ra de Santa Isabel, casa da termedio do cor.-etor Francisca (Jones do
esquina. Oliveira, no di 12 do corrente ao nielo dia,
i Tata I11:U(1U COllI 2 0 0 tli porU da Associagio Cojimerclal.
\ Precsa-so de um sobrado que tenha
preililO bastantes commodos, nas ras Nova, Auro-
Na ra da Cadeia do Itecife n. 5i, loja do ra al'rro ia "-Vista,
canto, compra-S prata miada com 2 0(0 de i,baixo assignado retira-se para fra
premio, sendo nova de 500 e l^uOO, o velba i C5P.lU|. de mu lnr de ares e tratar de
de 32 rs 6i0 e 19280. sua SHU'le- Aproveita a occasao para decla-
Perderam-se da ponte de Motocolom-1rar 4U0 tlrl11 sal,J suas conlas <"om as casas
bu at a ponte da Boa-Vista, uns autos de icominB'Ciaes do llio do Janeiro, Baha e
execugSo, que correm pelojuzo municipal :",UI' exceptuando nicamente Daw Boman.
do Cabo, escrivSo Santa Anua Araujo, enlre! 1ut',devo uina leltra a prazo de 8 mezes,
partes : Fernando Francisco de Aguiar Moa- i quo,se ve"c,-'l"a ei> 3' de dezembro do cor-
larroyos, sua wnlber, e oulros, e EstofSo ^"!L^^iuf5?5,J,**J,ri?ul
Jos PaeaBarreto: a pessoa que os achou,
queira leva-Ios a casa da Exilia. S a mar-
queza do Reeife, ou a casa do Sr. Anlonio da
Costa llego Monteiro, ou a casa do Sr D.'.'i
Antonio Vicente do Nascimento Fsitoz', que
ser generosamente recompe tos estavam embrulliados cm um papel par-
:1o, e dnpois em um lengo e juntamente com
elle so achavam duas c?rtas : urna a cita
pan o Sr. EslevBo Jos Paes Brrelo, c ou-
lra fechada, dirigila ao Sr. Dr Antonio Vi-
cente do .Nascimento I'eitoza.
olera
D.V
passageiros, trata-se no cscripto-io de Joo
Femantes Prente Viauna, ra da Cadeia
armui&o e

ara.
Segu com brevidade, o patnclio na-
cional TAMLGA, por ter paite da caiga
prouipta, recebe carga para ambos os
porlos, onde va desear regar i trata-se
eem os consignatarios Novaes & C, na
ra do Trapiche n. .~i4.
COMPAWHIA
brasileira de pa-
procuradores os Srs. Anlonio Francisco Pe-
reira, Mauricio Francisco de Lima, Luiz
Francisco do Sampaio Silva.-- JoaquimGon-
galves Albuquerque Silva.
S. >lll.ilKI. iV C., banqiieiroscne-
gociantes, estabelecidos lia inuitos annos
em Londres, teem a satisl'aceao de par-
ticpar a seus correspondentes e ao publi-
co, ipie acabam de fundar casas liaes
nos principaei portos e distritos manu-
facturemos re Franca, Alemaoha, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alm disso
suas proprias casasanteriornicnte estabe-
lecida nas cidades mais importantes, o
porlos mais commeiciaesdaGra-Bietania,
e estao em posicSo de oflerecer grandes
vautajens as pessoas que po.ssain necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de acligos, bem como
para os negocios de transacc_ao de crdito
e banco de qualquer genero.
As pessoas que nao ioiemcoiiliecidasdo
anniiuciaii tes deve fio acompe nhar suas or-
dena com os fundos necessarios para sua
exeuceao ; licando entendidas que os an-
nunciantes nfio teem dilliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de la venda.
Os preces cor rentes e mais informaces
coinmerciaes, que orem (icdidas, seVao
Precisa-se alugar um sitio, que tenha enviadas gratuitamente, salvo o porte do
sa sullicienle paia morada di urna familia correio, podeudo diiigii-sc aos annunri-
de 18 a SO pessoas, nos arrabaldesseguintes: antes
estrada de Joao de Barros, dita'la Soledade
para o Manguinho, Bosarnho, Alllictos, Pon- Doscobcrta nica. Privilegio de 15 anuos,.
te de l.cha, at Sanl'AOU e Passagem da nrv'TPH ur M. ni-m/nimi/a n%ii
?oi?ur,ta,,,,l~**Mto,,', PE^tS DE CiOirCIIOlC E\Dl-
- No dia 18 do corrente se In do arrema- INCIDO, DE PAUVKLLB-OELEBAKRE,
lar em taca publica do Dr. juiz mur.icipal J)E PARS.
da i rimcira vara, o sojiiado n. 6, silo na ra Quabo annos de exper nca tem assegu-
romncia,
AOS 5:0005 2:000; C 1:00 Os abaixo assgnados te n c\poslo a venda
" '','.,C.(^ri;n^.'.M'ei"' Vla''' :_ para carga e na su. loja do aterro da Boa-Vista n. 5U A,
os seus muito afortunados bilheles, meiose
quarloa da quarta parte da primeira lotera
do Colregio dos orphflos, a qual corre no da
16 do correte ; na mesma loja vendem-se a
dinheiro a vista, da quanUa de loo?' rs. para
cima, pelos seguiutes pregos, cojos bilheles
sSo garantidos :
Bilbele 5^500 recebe 5:000
Meios 2;750 2:5(1!-:
Quarlos 19375 > 1:950
Jos Joartuim da Sil va Cuimaraes & C
cae
lana
nurle ein lecuincnlu para oa da sul, ale odia \2 do
eorrmla mea \1. rja aanhorrs qua livercm da re-
melier oarua e fiii-ommeii las. rleveio ira usencia
no rtia da chanada liara nengajaro qoe poder ser
reclalo: DO dia da lallldi su ss admille pasiaseiroi
o iliiilieiro a I || al 2 lluras n|,s de i.-, lia Jo o cx-
pidianla: aar>i ria, roa da Trapicha n. 10.
Ii.iiiein, e em icgaida a .pe me dirigi elle em dala cagfio, que i cm pela matorialila le do laclo
conhecerSa todos, que, a ser orthodoxa essa una boia re ferro cybndrica firma do bar- \ orsjainahlo, seguir-se-ba o que dispfle a res-
ril', pintada de encarnado, com 7 P. de com- Pl''lo a lei provincial n. 286 i onforme.
espontanea insinuagili, ella tem urna exol-
ilo 2 iln rorrenlr, ruui oque muilo ubngaieis ao vos-
sa canttaDla leilor,
Paulino Augusto da Silba Freir.
landl de Cirna, til de acost de 1K.J7.
Sr. Dr. Candida Uoncslve da Rocn.S'm dnvi-
o nem pela sua moralidado po lera por ao
Dr. BHellita en abatimento.
Todos sabem, que as vezes he-se victima
da estaris ivmbrado. que no l.-beni de S2de|tros, sem svn lica-los Mas nno a trannuil-
splemhr i rio aun i nassa.ln. (ir n.ilitirir m.^. ........ i: ,_ ,_ *___i___;_ i..
sotembra rio auno passado. fiz. publicar uma corres-
p 'ir ira -in. em que eipunbi aos olhoi do pnblici a
farji miseravel que luestei ripresinl.r a mi-
(I) Digo em toda a comarca, porque n.lo mppo-
nho que os Srs. Dr. (iaspir. Campos e MCrlvio
Cmnlira, ein quem tallei em minha correipunden-
cia ilo anno pa-sado, se] un capnei di nina infamia
deslas. I'de ser que algum dellea on mesmo I" l"s
applau'lisum a nla; mufaea-lhea huiie, na* f I
rm lulore: essa honra a cabe ao Sr. Dr. CauJ- [
do Guncalve da lloclla ; cu o eouliec,o.
ltale da eonscienria -lo que somen'e pode
ser incrpalo de platicar essa virtade a
da eonfl nga ou seguir oaegninte princi
po :nomo pre-iimitur bonos doee pro-
belur iojusl so pea salvo de todo equal-
quer abatimento licando a censura ampre
ligarla ao causador da immorali iade, a quem
gmente ella acompanha por tola a pane,
fazendo-o viver como Pirnnelbeo, entregue
a sua sorte,. em um marlyrio de sordos e
pungentes remoisos. A rmoraliJade des-
pnniciito o com 5 P 8 II. do maior damen-
tro licando cima do nivel do mar 4 P. 5 II
(medila ingleza i.
Ficou ella situada no batete interior da
bal, que existe ao sul da barra na distan-
ca de 3 bragas da mema ao romo K\C-OsO
e em 12 pes il'agua : demoran lo a pona S
da Babia da TraljSo ao N, o puntal S, do ro
Mamanguape por 90aSE, e o pontal de Co-
queirinhofmargem septentrional do mesmo
rio), por SO.
Demandando-so a barra de Mamanguare
.levc-se ter allengo em marcar do lora a
hua ao OSO : deslinguir-se-ba claramente
a arrebentacao da baixa : navegue-se entilo
em direccRo a ella, e vir-se-ha passar pelo
norle e prximo da baxa e da boa ; logo
Dsecretario, v l". da innuuciagSo.
JCH
I) :
SANTA ISABEL
r,. ftF.crr.v M assigwuri
DA
EMPREZA.GEftMANO.
SAPIIAIK 12 DE SKI EMBKO DE 1857.
A priinieira repieiea(a{io do di ama ein Jacios,
ornado d msica :
Bti
--- Vende-se urna vacca boa letera, cfizem caluro caballo, por caus."da'ectri"
P'.iida da pouco : quem pretender, dirljt-|cidade que conlc-n.accrescendo a estas van-
tage is a de nlo serem mais caros do que os
so a Sanio Amaro, sitio junio .o quailel de
ca vallara.
Procisa-se de uma ama de leite, escra-
va : na ra do Hospicio n. .
:ira ;t IJalH
Pretende seguir com miiit* brevidade a1
sumaca nacional llorUncia ; tem prompto [|^>
parte de seu carregamenlo: para o resto, u
trala-se com o seu consignatario Antonio -W
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. l.|?5^
Para Inania segu com brevidade o'.o!
briguc porluguez Porta lur, por teramaor OH
Darle do carregamenlo prompto quem no ;
mesmo quizer carregar, cntenda-sc c.un os
consigna arios Tbomaz de .\quino Fonseca
& Filno, na ra do vigario n. 19, primeiro
andar.
Alt'.CMY.
O biate uvidosa sshe no da 14 do corren-
te ; i.iuda recebe carga : trata-se com Mar
tins ,\ Irmao, rn> da aladre de Dos n. 2.
debtalo. A esta a lmiravel invng3o dove
M. Fauvelle a medalha le primeira elasse na
expoa|gSo universal de 1855.
V'.:-:
' -t |<
Estando retirarse para Europa a la-
mida do lllm. Sr. O. Bond, empregado na
administraco do caninhode ferio desla c-
dade, o preposlodo agente oliveira fara lei-
13o da mobilia da casa d<; sua residencia no
campo, a qual se compoc dos seguidles ob-
jectos lodos novos; sof, cadeiras, consolos,
Gi'aiiid rmieiti le
'ouiia I eita.
li .OVAR- ...,.
nulo

Coi i ce ; a
Militares.
iNesle arinn/eiu riirnnlrara o publico um gran !e sorlirr. nlo do roOpa feila, do mai!
moderno goiio, romo sejam : caiaeai, aobracaaafaa, pallli, aondelai e fraques de panno
lino prelo a de corea, aobracSilCSS e palls de manilo, bommalM e ilpaca, ditos ,1c brim
br.in.-o e de enres. calcas de casemira prela e de cores, dilas de merina, dn ii da ineia ca-
9-mua e de muras nanl.ii qoatfdade!, rollele de rcllnio, dilol le Cliemira bordado e
lis iiiins de goTgnrie, diloideiebm, .inoa da marin, dllua de fmlo, nsam, cravalaa
e lusas de todas as quilidldei, chanai de cnlor branca cun pello e npldoi ; recebe lo-
ria e iiunlriu.r eiic-niineinla ira ,1 prornpla em l' bnras. para o que lem CSeolUdol
pamivi linos acatemirai lodaa a*corea: lipes o qne emprarem nesle csiabeleci-
iiienlojicarrlosalisfoili.simns. lanlu na qualidaJe da razenda e bem acabado das obras, co-
mo na coinmodida-Je dis presos.
MUTILADO
ILEGIVEL





DIARIO DE PERXAMBUCO SEXTA FEIRA 11 DE SETEMBRO DE 1857
GISLT0R10 HiIlOPATHICO
i^ mrm v wat* wiii Onde seacham semprc os mais acreditados medicamentos, tanlo em tinturas como
em glbulos, e proparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos :
PRECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 i > ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de *8 a ... 259000
Dita de 60 309000
Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos de tinturrademcia onca. .29000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
J cionario dos termos de medicina ;........ 20990*
Medicina domestica do l>r. flerrry.......% o/ooo
Tratamento do cholera morbus ... .....t 2/000
Repertorio doDr. Mello Monea....."..!'. 6*000
* a
I PEDRAS PRFXIOSAS-
W
*] Aderegoa de brilhantes,
y diamantea e perolaa, pul- *
i Miras, alindei, briuroi *>
B rozlas, botdes e annea
de diflerenl* goatoa e de ~&
* diversas pedras de valor. n
s Compram, vendara on SJ
* Iroeam prala. ooro, bri-
jE Ihaiiles.diamantese pero- j
m las, e oatraa qoaesqoer M
* joiaade valor, a dii.lieiro ^5
^ ou por obras.
BsmtSBB&Bmcm
Ra do Cabuga' n. 7.
Recbelo por to-
dos os vap r> s da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
& I
g ORO E PRATA.
J Aderecpi completo* da %
& oaro, meios dilos, pulsei- &
2 rea, alfineles, brinroa e '''
Jj roielas, rordoes, Iraneel-
;* lins, medalhas, corrcnles >
i*j e i'nfeiic- para relogio, e *
'Jj oulroi muilis objectos de '..
a-, ouro.
' Aparelhos ro,mpleloa de B
f prala para (ha, bandejas, '
$ salvas, easlicae*, colheres J
i de sopa e de cha, mu- '#
*j loa oulroa objectos de
S prala.

v
de Lisboa, as quaes vendera por
preco commodo como costuniam.
ATTENGO.
JoseRicardoCoelIio, 1 "Sl"S2
j|- Aviso aos senbores de
q engenho.
5 Antonio Jos Mauricio, ora residente
_yf npsia riilade, na ra da Cruz n. 4l, pri-
V? meiro andar, prnp>a-e a rerrlier rommis-
L ses de assurar, e muta rom a prolerc' de
." spiis amibos senhores de engenho-, aoa
^ quaes promrHe ilesempenli ir salisfaclona-
_.-, mame nao so a venda dos assuraren, como
g loda e qualquer compra de que o encar-
5 regarem.
EST\BELECIM\TO DE HAMOS
DE
JOAD PEDRO VOGSLEY
RA NOVA N. 27, ESQUINA DA CAM-
BOA DO CAKMO.
Vendem-se pianos dos mais afamados fa-
bricantes da Kuropa, de baixo de toda ga-
ranta que pode ser dcsejada. Na mcsma
casa coocerta-se c afina-se com perfeigiio os
mesmos instrumentos.
Jos Flix Hereira de Burgos propoc-
se a receber assucar de commissSn, o pro-
melle desempeuhar satisfactoriamente, tan-
to na venda dos assucarcs como as com-
pras de que o encarregarem, assiin como faz
algum adiantaupnto aos senhores de cngc-
nlios : quem quizer utilisar-se desnu pres-
timo, dirija-seao largo da Assembla n. 12.
Aluga-se o sitio doArraial, com com-
modos sullicientes para familia: a tratar no
laigo da Assembla n. 12
Ufferece-se um homem brasileiro, de
pouca familia, para administrar engenho,
do que lem bstanle pratica, porque ja tem
sido tanto administra lor, como lavrador, c
quem de seu preslimo se quizer ulilisar, di-
nja-sc ao palco do Terco n. H1, segundo
andar ; lainhuin tem um puqueno para cai-
xeiro, com 1".i anuos de idade.
-- l'recisa-se alugai duas pretas escravas
que engoiiiinem, cusaboem ecozinhcm para
urna casa de pequea familia, as quaes se-
Dao duvida dar boa paga : quem as tiver
em Ins circumslancias anriuncie para se
piocurar, ou dirij-.-se a ra larga c:sa n.38, segundo amlar, onde se dir a
pessoa que precisa.
, A pessoa que na noite de 7 de setem-
' bro, ou na manliSa de 8, liver adiado una
pulci-ira de ouro com esmalie, desdo o prin-
: cipio do aterro at o meio da ponte da Roa-
Vista, e a quizer restituir a seu dono, dirja-
se ao segundo andar do sobrado n. 2 no
mesmo aterro, que alm do agradecimento
se Ihe recompensar.
j Precisa-se de um homem de eapacida-
. de e de boa conducta, qun saiba cscroTer
correctamente, com boa leltra, para ser oc-
cupado em um engenho distante dassa praca
15 legoas : quem estivcr nestas circumslan-
cias, appareca na ra da Cadeia do Hecife n
! 53, no lerceiro andar, que achara com quem
tratar a respeito.
I'recisa-se de um sitio que tenha casa
com bastantes commodos, com tanto que
seja na Soledade, Chora-menino ou Capun-
ga, nao se duvida pegar adianta lo um tri-
mestre ou mesmo semestre: quem tiver an-
nuncie por este iornal.
mr>t*S.
Comprac-se 5 milheiros de alvenaria
grossa, oda maior marca possivel : na pra-
ca da Independencic, loja de chapeos ns.
9e2t.
Comoram-se algumas acefes do Ran-
eo do Brasil, o da companhia do lleberibn :
na ra do Trapiche n. 10, cscriptorio de Tlio-
maz de l'aria.
Compr.m-se botijas vasias a 80 rs. cada
urna : na ra da Senzala Velha n. 110.
Compra-se eflctivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nia.s, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre Denhores.
Compra-se urna casa terrea em boa
ra, em perfeilo estado. cbSo proprio, tenh a
quintal e cacimbe : na ra da Cruz n 35.
Compra-se urna caneira pequea para
urna pessoa na ra do Rangel. loja n II.
com loja de cahelreireiro na ra Nova n. 09, primeiro andar,
avisa aos seus lrejuezes, que receben pelo navio fraacez PA-
RAHIBA, ultiinmentecliegado, assegnintes liizcndas, a saber:
Ricos cbapcos para sr-nliora.
Ditos para homem de caslor trancos, prelos e de seda (a Tamlierlik .
Ditos de monlaria para tenhnra.
'l'oucados riquissimvs de flort e litas.
Ramos de llores para n peilo e enl'eiles para veilidns de noivas.
Romeiras, golinlias e manguito*.
Hitos corles de mudos de'seda, chanialole e selim nara.
Fitaa de veido, bicos de lilund prelos e brancos, supnnrna de seda, c um com-
pleto snrliineiilo ile boneeat, Bravatas e cintos para senlioras e meninos.
Ricas camisas france/.n para homem do molhor de Paria, pmprias pira bailes, ca-
samenloi e fonnaluras dos Sr. acadmicos, com periquitos e sem elles.
Ricos lequps para senhura e porta-rtouqnet*.
Ricos pentts de larleragl para senliora, de alisar e alar cabello, do ultimo gosto de
Paris, o mais moderno possivel e ainda nao visto no mercado.
E um completo^orlimnil.i de outros objectos defio.lo que seria enfadonlio men-
cionar.
om loja de chapeos na ra do Crespo ao p
doarcu de Santo Antonio, avisam aquellas
pessoas que llie encommendaram chapeos
para jpnhora, de pallia escura, enfeitados,
queja chegou a sua loja os mencionados e
ido desejalos chapeos, assim como para
menina, da raesma qualidade.
ABATIMENTO DE 20 POR CENTO
O proprietario da falirica de chapos de sol da ral Nova, e-quina da camboa do
Carino, querendo liquidar as fa/ndas existentes ira casa, para epor 10 pabliro o novo
e esplendido sortimanlo qu? o mesmo escolhau na sua rcenle viaLtcm a Paria, por islo
olTerece ao respeita vel publico os objectos secointe*, com 0 por rento de abate :
Palitos de panno tino proles comela de velludo.
Ditos de dito rom eola do mesmo panno.
Ditos de casemira prela e de cores com gola de velludo.
Ditos de dito com Kola do mesmo panno.
Ditos de alpaca prelas c de cores com gola de velludo.
Ditos de dita com coU do mesmo panno.
Ditos de sarja prela, merino selim, aanca amarella, brim hranrn e pardo liso e tran-
cado, ricos corles de casemira para cairas, coleles de selim, dilos di> velludo, dr seda, de
eoreur.lu e fustn branco e de cor, capoles do borracha com parnairaa, chapos de fellro
tinos e ordinarios, dilos de palha, ditos de pello, camisa fiancezas brancas e de cores,
P-rinni irns, uravatas, beoRalat, chiertes, e una iulinidale de oulros objectos, avista, dos
quaea os amantes do bom costo udo deixaro de comprar,
Luvas de Jouvin.
ti mesma casa recebeu-se pelo vapor n2|ei MEDW.YY, luvas de Jouvin da melhor
qualidade.
Tudo a pre^o ixo.
SEGUKO COWl'hA FO*0.
Companhia Alliance.
Esubalecida cm Londres, em marro da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a que mais convier que esta o plenamente u-
toriudos pela dita companhia para elfecinar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tl ha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesnos edificios quer consista em mobilii ou
fuandis de qualquer qualidade.
Na fundiqao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servirlo dehaixo decoberta.
1 mmm tumi.

Paulo Gaiguoui denlisla, ra Nova u. i I :
na mesma casa tem agua e pos denlrihce.
JC1IN CAT1S,
corretor geral
K AC.KNTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
Na ra do Trapiche n. 17, escriptono
precisa-se de um preto para criado.
MDANQi DO ESTABELECI-
MENT DE Plises DE
J. VIGES.
J. Vignes mudou seu estabeleciment de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Caleia de Santo Antonio n. 23, junto da
llelaco.
AUi!im-se para a festa
3 casas na Torre com 2 salas, 3 quarlos, co-
piar e cozlnha lora, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos : a tratar
no armazem de msteriacs da ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 17.
ACEIO E PROMPDlO.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceto e promptido, e to-
ma-se algumas freguezias.
Os abaixo asslgnados, com loja .le ourives
r< iua do Cabuga n. ti, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
\stuo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhors
romo para homens e meninos : os precos
continan! razoaveis, e passaoi-se contas
com rasponsabitidade, especificando a qua-
lidade do ouro de li ou 18 quilates, ficando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida. Seranhim &. Irmilo.
Chegaram mais travs de louro, entre
ellas afumas de4.5 a 47 palmos: a tratar na
resiilnco do Franca, na preia do S. Bita.
Novo
sortimento doborzeguins liancezes para se-
nil ru, ditos para hornera, ditos para meni-
nas, sapalOes, sapatos de divo'sus qualida-
d, tu lo dos melhor es fabricantes tte Pars
e precos mais b.iratos : na ra ,u, Cahoe
loja n. 9. b '
PKECISAM-SEde officaes de sap ,-
Ierro, para orna de Sra e para homem,
de poni taxxiado, paga-se bem: na
ra larga do Itosario n. >;.
Deseja-se fallar ao Sr. Jos Ribeiro da
Rocha Haslo a negocio de seu interesse : na
ra do Trpiche n. 17. escriptorio.
l.asadesaude
'.j. O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- ";f
jS tabeleceuem seu sitio da Passagem ^*
y. da Magdalena, que fica ao norte
^ da estrada entre a ponte grande |*
c a pequea do Cliora-Menino, t\- ''
cellentes acotnmodacocs para re- $3
ceber todas as pessoas enfermas '!
que se quizerem utilisar de seus W
serviros mdicos, os quaes serao *'
J9 ,;' prestados com o maior esmero. @
;- '..: O mesmo Dr., para o lim supra- ($$
I O indicadoe paraexercerqualquer |';
|P outro acto de sua proisso den- -J}
^ troou fra desta cidade podera' '.';
@ ser procurado a qualquer hora do Q
@ dia evla noite. no referido sitio, $
a excepcao dos dias uteis, das 9 A
@ lioras da manliaa a's i da tarde,
quesera'entonlradono primeiro @
andar do sobrado n. !), do pateo
$3 do Carino. cij
A quem inleressar.
Solicita-se pela polica qualquer preten-
:3o ; pelos feitos geraes e provinciaes, dos-
| embanco de casas e lojas ; pelo eccl.siasti-
co, certidao de baptisnv-, bito e justifica-
cOes, tudo i contento mediante mdica pa-
ga ; no Recife, botica do Sr. Antonio Pedro
das Neves, junto ao arco da Senhora da
Conreico :^ em legro, botica do Sr. Cipriano I.uiz da Paz, e
ra do Crespo, loja de livros do barateiro o
Sr. Antonio Domingues I'erreira : os pretn-
denos acharSo nos lugares indicados.pessoa
competemente habilitada.
Gabinete portu-
guez de leitura
A directora do Gabinete Portuguez de
; Leituratendode proceder balanco na b-
btrotbeca, pede aos lllms associados que
| tiverem em seu poder volumes, alem do
prazo concedido para a leitura, de os re-
colherao estabelecimento at 30 do pre-
sente mez. Igualmente recoramenda a
observacSo dos arls. 13 e IV nos paragra-
pbos que di/.em respeito a pontualidad
das mcnsalidades, para assim evitar a mo-
; rosidade que tem liavido na cobranca, o
que na realidade nao deixara' de causar
algum transtorno ao estabelecimento.
Pernambuco Rde setembro de 18.")".O
Drmeiro secretario, Augusto Duarte de
Moura.
Precisa-se de umamassalor para pa-
daria : na ra Direita n. 26.
Domingos .Vives Matheus saca sobre
a praca do Porto.
Precisa-se do odioiaes e costureiras :
na loja do albiate na ra Nova, esquina da
ponte n. o
Precisa-se de um caixeiro que seja bem
pratcocm taberna, para companhia de ou.
tro : na na do U'ieioiado n, C9-
Precisa-se de urna ama para rasa de
pouca familia, que cozinhe, lave e engom-
me : no pateo do Paraizo n 14.
i'recisa-se de um caixeiro para urna
I padaria : a tratar na ra Direita n. 69.
Domingos Rodrigues aii nade ; C. fazem
scienle ao resjjeilavel publico e principal-
mente a seus Ireguezes, que mudaram o es-
tabelecimento da ra da Cruz para o Forte
do Matos, confronte a casa da assembla e
porta da inspecQao, armazem n 9. Igual-
mente scienlilicam que coiuiuuarn a vender
superior sola, ,elles de cabra, cera de car-
nauba e velas, bem como lio de aigodao ta
Habla, ludo por cummo lo preco.
AUeicfio,
A acttiel mesa regadora da irmandade de
S.S ilo Rosario, erecta na i^reja malriz do
Corpo sanio, lreguezia de S Ir. Pedro Gou-
Qalves do Recife, ten lo de celebrar a sua tes-
ta no primeiro domingo do mez de outubio
prximo futuro, convt a para quinta feita,
l7docir:ente, as 11 lioras da manliaa, no
seu consistorio, a to ios os irmSos, para se
reuiiireui em mesa, alim do clegerem os no-
'os mesarlos que tem de servir para o auno
Je I8a7a 185S.u thesoureiro,
Jos Eernandes Ferreira.
Da fazenda da Avenca desapparecaram
dous anirrai>s, orna bosta pedrez la I bada
com o farro F na anca direita, tendo na ppr-
na do ilcshio lado nutro ferro, e urna poltra
CardSa smenle cdui o ferro F na anca direi-
ta ; provavelinrnteesses animaes irao parar
com outros em algum engenho : por isso
rugase aquello, em cujo engenho esliverera,
que, querendo reslitui-los ao seu dono, an-
nuicie por esta olha, alim .c seren procu-
rados.
- Ooixeiro que se olferece para paia-
ria, que diz saber fazer niassas doces, diri-
ja-soa ra da Senzala iNova n. 3.
Precisa-so de um Portuguez, com pre-
ferencia natural das lilias, que enlenda de
planlages, para tr&lialhar em um sitio no
lugar da travessa do Kcincdio : quem esti-
verne.stas circiiuistaiicias, dando pessoa fi-
dedigna, que abone a sua boa conducta, en-
tenda-se com Caelano Pinto de Veras, nesta
allandega, aun :e he empregado.das 8 horas
da naiiiiaa as 4 da tarde.
Hoga-se ao Sr. testamenteiro e en-
carregatlosdos negocios do casal do linado
Jos Cordeiro de Carvallio Leite, se entcn-
da naruadoQueimado n. 33, com Do-
mingos Jos Ferreira Guimaraes, a nego-
cio do dito casal.
I'rn- si.'--c de urna ama que saiba cozinhar, en-
^'oinmar e lurto mal qoe for preciau m urna casa
de pooea familia, assim como ite una lavadeira amella, porm que d Oidor : na vtsa da ra das
t-roies n. 20.
O abaito assianaite rleixou t ser raiieiro dos
senhores Pahneira & H-Ilrao. Hecife J de elemhru
ile IH.,,.Miguel Soarej Morrira de Aiaujo.
Moore Culi loa relira-.e para Imdalerra.
Aluga-se nina casa na Boa Viagem eom gran-
des cominoilos para f.milia, a qual casa he derroule
na igreja : quem a prelemler [Killo .IIIII.-/CM li. |(,
ts curado.*> lisCaea ua iua.-sa Ulli.ia
do Imatlo Rapliael Flix Jos Carcia, sen lo
autonsados a fazer o dividendo da mesma
massa, convida aoscredores, que anida nio
apresentaramseus litulos, para que o facam
at o da 15 de setembro correte, na ra do
\igario n. 19, primeiro andar, certos de que
depotsdesso dia nao podero ser mais ad-
mitlidas
Participa-so ao publico, que pessoa al-
guma trate negocio do qualquer foro:a que
or, com as tenas denominadas Tamandar
sitas na comarca do Rio-Formoso, porque s
sta tratando de sua reivindicacao a favor
dos legtimos herdeiros ; e para que se niio
chamem ao engao, faz osobredito annun-
co em 9 de setembro de 1857. Christov3o
do liego Barros.
Itoga-se a senhora que consta possuir
um especihco para a cura radical da gota
coral, o iavor de annunciar a sua morada.
- I'recisa-se de urna ama para casa de
pouca familia de duas pessoas, para com-
prar na ra e para o servico interno do uina
casa : na ra da Clona n. II.
Precisa-sede um caixeiro com pratica
detaherna: no aterro da Boa-Vista n. 34,
se informar quem precisa.
Precisa-se de una ama que saiba co-
zinliar para csa de familia, no sendo pre-
ciso comprar na ra : quem pretender, diri-
ja-se a ra estrella do Rosario n. 7, loia de
ourives. '
Fin los os das da Iti, tem de ser arre-
matada a casa torrea da ruada Palma n. >
perlcncentea herancade D. Damiana Ferrei-
ra, a qual consta do escriplo em poder do
porteiro do juizo de ausentes.
Precisa-se de una ama que saiba co-
zinhar, engommar e fazer o ser'i ;o diario
de casa de u-n homem casada, sem (Idos
no pateo do Paraizo, segon io andar do so-
brado que volla para a ra da Roda ; adver-
| le-se, que a ama nao tenha Glhos.
Attcii(;.>
Aluga-se ou vende-se i'm sitio em S Anna
Ido Xavier, com grande casa de morada, es-
tribaria rara 4 ou mais cav los, cochcra
grami", quarU.s para prelos, e cipim para -i
cavalios todo o auno: quem o pretender,
Ido tima ou outra mnioira, queira dirigir-se
a ra da C. lea do Krcilen. -20, a tratar com
I.uiz de Mo aes Cornos Ferreira.
Perdeu-se do aterro da Boa-Vista a
; ra da Gloria, duas pulaviraa de ouro quem
'asncliou, querendo restitui-laa na ra do
Collegio n. 5, que se gratilicar.
-- Da-se9:200/a pre io sol firma a con-
I tent, ou hypothecs cm predios nesta cida-
I de : a fallar nesta lypographia.
Vendem-se 2 mulatas, sendo i de 14
anuos, bu.la (gura,' com habilidades, 1 mo-
leque peca de \-2 anuos. Na mesma casatam-
bem se compra para dentro e fra da pro-
vincia, e se recebo para vender de cominis-
So : na ra do I.ivramento n. 4.
Ao Gouvea
Ltya ene u tiad, ra to
QueimuJo n. i7, esqui-
na (J(> ( lili o().
Charutos da Baha muito bons e saboro-
sos, de 29500 a 4; a ca xa : a el I es, que se
acabara.
Lavatorios de ferro.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife n
30, armazem,
- Ven le.n-sc B cadeiras, 1 mesa do meio
:" sala, ludo di; aintrcllo ecm bom uso : na
ra de Hurtas n. 60.
Vende-se urna escrava crinla, de ->\
annos.com liibilidadi! : na ra de liO'Ua
n. 60
Vende-se urna escrava de meia idad,
ptima gautiaileira, que paga por di'640 :
na ra estrella do Bosario n 25, niimciro
andar.
(ABA OS DEM ES.
Elixir contra as dores de denles, o melhor
que lem apparecido, do hbil dentista......
que se demorou alguna dias nesta praQa, e
seguio para o Rio de Janeiro ; e vendo o
bom resultado que lirou. fez um deposito
na praca da Independencia n. 4 Preco ISOMi
cada vidro.
RA!IOS VASIO?.
Ven'em-se harns de 4. novos, chegados
ltimamente de Lisboa : no aimazem de
Carv.'lbo $ Ir i 3o, na ra da Brum.
Vendem-se brinquedos da puericia :
Manual de 254 paginas, contendo dialogo em
prosa e verso entre as lotiras do alphabeto,
Itegras de moral, Crammalica portuguez,
Doulrina chnslaa, modo de ajudar a missa,
laboada de pyihagoras, Uegras de civilidade
ou manual do bom tom adptalo pr.ra uso
tas escolas de ambos os sexos looo, Revista
da instruccSo publica para Portugal e Brasil
IhOrs., Compendio da historia romana pelo
Sr. Dr. Dourmmont50urs., liegras em verso
para arilhmctica e para grammatica, coma
dupla utilidade de fcilmente se decorarem
e lerem simullaneamcnte por ser o seu pre-
co diminuto, 40 rs : na ra .Nova, botica do
Sr. Santos.
- Vende-se om piano inglez, de Jacaran-
da, de muito boas vozes, e com douco uso :
para ver e tratar, na ra da Cadeia de S. An-
tonio n. 19
Vetlde-se parto do engenho Taipe, dis-
tante da villa de Iguarassu' meia legua, co-
mo um terreno no aterro dos Afogados. com
ahcerci-s, foreiros ao Bxm. Baro de Cama-
ragrbe, o qual terreno tem 99 palmos de
lente, e passa a estrada de ierro pelo fundo
do dito terreno : quem o pretender, dirja-
se a loja de cera na ra do Cabuga n. 5,
A 3S2CO
.No armazem do Sr. Antonio Anncs, na es-
cadinha da alfandega, vendem-se barricas
com 25 libras de bolachinhi ingleza muito
nova a 35200 a barrica.
.No aterro da Boa-Vistan 80, vendem-
se superiores chouricas ltimamente chega-
das de Lisboa a 500 rs a libra, bom vinlio de
Lisboa a 650 e .la Figueira a 600 rs., cstrelli-
nha a pevide para sopa a 320 a libra, dita da
llalla a 180, cna prelo, magos de 3 em libra
a IjtSOQ a libra, e macinhos a 500 rs., macar-
ra i e talliarm de Lisboa a 200 rs. a libra e
sag'a 360.
Vende-se um lindo e cxcellente piano
auasi novo : na ra da Paz amigamente Ca-
no n. 38.
Ao Canto
QUE ESTA' TORRANDO.
.Va l d\ Cadeia do jUecifr
lia um completo sortimenlo de fazendas
por precos baratsimos, ricos cortes de s*-
da de honitos padrOes a 2->000 e 25>000 res
chales do toquim muito linos a 255000 rs.,di-
tos de merino bordados na pona a 13->500
o muito tinos a 20? rs ditos bordados d
velludo a 1*8 rs mantas de seda de padres
bonitos a 7f, 8/e 9? rs. cada urna, clialv
com listras de soda a 900 rs. o covado, ricos
coi tes de casemiras a 4?, 55 o 6? rs e mili-
to linos a 65800 e 71200 rs., pannos avellu-
dados para cuna do mesa, de padrries muito
bonitos a 355 rs. cada um, seda decores
com titulo de n clin tres de senha a 15 rs o
covado, seda branca a 1#40D rs. o covado
platillia de linho a 500 rs. a vara, cassas es-
tampadas de cores lixas a 460 rs. a v?ra lu-
vas ee seda pretas e decores para senlioras
a 15600 0 piT, dilas para homem a 15600 rs
selim preto niacaoa 259.0 e 3- rs. o covado'
panno lino preto a 25500 35, 4-, 5>, e 6.- rs '
e minio fino que faz admirar a 7.5200 rs.
covado, modernlssimos corles de* vestidos
para senhora, de barege, de se la com linios
enleites de Troco a 355 rs laas de muito
bonilos gostos, e fazenda muito boa a I5200
rois o covado. madtpoloes de diversas qua-
lidades, e por precos commodos, mu-sullna
branca a 300 rs. o covado, ditas ae eorrs a
340,360 0 380 rs. o covado, lencos decassa
estampados, decores lisas a 140, 160, 180,
200 e 280 rs. cada um, e a du/.ia a 15500 2
25300 e 35 rs., mantas prelas de seda a 95~)
i! 105500 rs., chapeos de sol para senlioras a
255'KI e 35500 rs., ditos para homem a 6-500
e 79 rs., Irlos do mola a 55400 rs., ditos de
massa muito latos a 7/rs., e muito mus fa-
1. indas ; a ellas, venhamconhecer a ve-dade
do exposlo : na mesma loja dase as amos-
tras das fazen las, e tambem se leva amos-
tra para casas de familias.
Cotii toque e a varia.
Na loja do canto n. 54, na ra da Cadeia
do Reetle, pegas de aigodao com peque-
noloquu de avaria a 8, 2#00, c mais I1111-
po a 295OO rs, ditas du madapolo a 2-,
2-5200 e 2.5500 rs a pega, longos de cassa com
avaria nas pontas a 100, 120 e 140 reis ca-
da um.
Aos bftlnfleiros
Venham ao canto, que est torran lo pegas
de chita proprias para Torro de bahu', a
45 400. 4V700, e mais linas a 5--,500 rs., ca-
da urna'
Vende-se cera em grume, de superior
qualidade : na ra do Vigario n. 19, primei-
ro a n lar.
Vende-se urna preta de idade 40 annos,
pouco mais ou menos, ho quitandeira, para
o que lem muita hahilidadc. cozinha o dia-
rio, lava de sabao, faz barrell>, e he muito
sadia : quem a pretender, dirija-se ao Iwrgo
da Trempe, sobrado n. 1, que tem taberna
por baixo.
vendem-se na Ponto Velha, atraz da
serrera, caibros de 3o a 40 palmos, esteios
para casas de taipa, ou estacadas, para o que
sao proprios pela qualidade da madeira : os
caibros sao das melhores qualidades, tudo
por diminuto prego. .
Vendem-se2cavallos desella bous an-
dadores, gordos e de boa cor ; na ra do
Cot.ovello n. 5s
Sal do Assu'
Vende-se a bordo do br'Kue alaria I.uzia,
Tundeado no quadro da carga, amarrado ao
arrecife, a prego commodo, a tratar com An-
tonio de Almei l Gomes, no sen cscriptorio,
na ru do Trapiche n. 16, segundo andar.
alin e carnauba.
Vonde-s abordo do brgue Mara Luza : a
tratar com seu rapitao.
Antonio ay.'l de OI-
veira Azevedo, teto paro
vender, no seu escriptorio,
ra da Cruz a. 1, o se-
i'uinte:
Aigodao verdadeuv da fabrica da Babia,
proprio para saceos de assiiear < ron-
pa de escravos.
lio de aigodao muilo superior.
Camas de ferro jiara solteirosc casatlos.
Lavatorios de Ierro.
Amarras de (erro para navio de diversas
grossuras.
Pennas de aro superiores.
Filo de ludio liso.
VENDE-SE
na ra do Trapiche n. Tii, cscriptorio de
Novaesdt C, superior vinho do Porto, em
caixas de nina e duas duz.ias de garrafas:
a' preco commodo.
anos.
a
das seis portas
En frente do Livra ment
Pegas de algodSo trancado com avaria a
quatro patacas, cuitas roxas com mofo a 140
0 covado, e a 55OOO a peca.
SA PATOS lid ARACVIY,
dos melhores que lem vindo a esle rrierca-
do, t;ara liumens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caminba A- Filhos, rila
da Cadeia do Hecife n. 60, priir-eiro andar
- Vende-se ou aluga-se para passir a fes-
ta um sil i o jiiiiti a povoacao da Varzea, com
bastantes aivores de tructo, com cusa gran-
de : a fallar na ra de Hurlas, sobra lo n. 2,
segundo andar.
NOVO RAPE.
P.eccTimenda-se aos amigos da boa pitada
o exfolente rap novo prineeza, chegado do
ln de Janeiro pelo ultimo vapor, c se acha
' venda a I9OOO a libra : nas lojas n. 4 da
praga da Independencia, c n. 5 da ra d.i
Crespo ao p do 8rco.
Na rua da Cadeia do P.ccife n. 57, ha
para vender conros de cabra, cera do car-
nauba, gomma de superior qualidade,
-- Vende-se s taberna sita na rua Direita
n. 27, contendo poneos fun los, a vontade
dos compradores quem pretender, dirja-
se a mesma, quq,se fau'i lodo o negocio.' Na
mcsma se vende manleiga ingleza mnito
nova a S00 rs a libra, dita t- 640, franceza a
640, dita a 720, e outros mu i tos ger>eros que
se vndenlo por querer acabar.
Vende-se n sobrado 11. 42 da rua da
Guia, por prego mutln commodo: a tratar
na rua das Cinco Ponas n 64.
Vendem-se saceos grandes com milho
muito novo, cuino bem feijao muito novo :
na -ua do Vigario n. 5.
Vende-se urna taberna com pouens
fundos, propria paia qualquer principiante :
emitir deportas, rua to Pilar n 131.
.Vi ru io Artigan n. ."6,
venle-se gomma fina a 35200 a arroba, e a
libra a 120, manleiga franceza a 640 a libra,
dita ingleza a 800 e U60 rs.
Vende-se na rua Direita 11. 19, cha de
familia a 800 rs. a libra, dito do Rio muito
fino a 1:800 rs., dito da India a 25200 rs.,
loucinho de -aritos a 240 rs a libra.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
sa n. 97, dos amulados (alineantes Day &
Alai lin, emban-icas de 15 duzias de |>o-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nhia, na rua lia Cruz. 11. i-2.
i
Em cssadeRabeScbmettaul&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudern-se elegante
pianos do afamado fabricante Traumann d
lia m bu rao.
CAAS de ferro
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agenteOlivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
CEMENTO.
Vcnde-se cemento, tanto em barrica
como em porgao o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
No escriptorio de Domingos Alves
Matheus, na rua de Apollo n. 2o, lia pa-
ra vender,por procos mdicos, o seguinte:
Ricos e elegantes pianos.
Encliadas portuguesas.
Gochins de linho para montara.
Coeiros de barra.
Muilo superior como de lustre.
Tintas de cores, preparadas.
Balanzas decimaes.
Muilo ricoe superior papel para forro de
salas.
Superiores charutos da Babia.
Fumo em folln.
Pedras de lousa proprias para mesas de
cosi 11 ha.
Bren.
5
F
NAFUNDICAO DE FF.RKO DO ENf.E-
NHEIKO DAVID W. UOWMAN, ;iA
KUA DO BRUM, PASSAXDO O oflA-
FAKIZ,
ha sempri! um grande -sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslrucgio ; la-
rhas de ferro fundido c balido.de superior
qualidade e de todos os tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as
proporcOes; erivos e bocea de fornalha e
registros ee boeiro, agoilliOes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhoes, moinhos de mandioca,
ate. e'c.
NA MESMA FINDICAO,
seexecutam todas as encommendas coma
superioridado ja conhecida com a devida
presteza e cammodidado em prego.
^08 Srs de en-
genho.
A I5$000.
ptimo bacalhao de escama : nos ar-
mazem de Tasto limaos.
lo Preguica
OUE ESTA' OE^MIiNDO.
Na loja do l'ieguiga, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixc Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por pregos
baratissimos, entre ellas notam-ae chitas
franceza escuras de lindos padroes e cores
lisas a 250 rs. o covado, ditas ditas claras de
padrOes miudinhoa a 280 o covado, ditas li-
nas de lindos padroes e excellentes pannos,
e cores lixas a 800 rs. o covado, lindos ta-
petes para salas a 3-800 cada um, pegas de
br.ianba !< rolo com 10 varas a 25000 cada
una, miissulina de era 320, dita mais fina
de lindos padroes a 360, dila muito lina a
400 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. 0 covado, cambra.a
franceza de cores lixas a 480 rs. a vara, di-
las de cerdeo a 500 rs cassas francezas
muilo unas e de lindissicins padroes a 640
a v'a. loncos pequeos para mao a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muilo finos e com
lindos bordados a 360, cortes de casemira
com lindos gostos a 53.-.OO, ditos linos a 6>,
metas cascmtrasde quadrinhos proprias para
caiga e palito a 560 o covado, laazinlias de
qui'dros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, grvalas pretas de setim a
l?200 cada urna, riscados franceses de qua-
dros de lindos paroes a 240 rs. o covado,
casineta nreta muilo lin- a 19200 o coado.
casemira preta a 25OO, cortes de castor en-
cornado para caiga a 1-440, ,Ji(0S a i5> m|0s
de brim de linho a 15440, dilos de brim de
algodSo branco a I5 cada um, chales de me-
rino de lorias as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratissimos precos, chitas escuras
e ou diversos padroes e. cores lixas a 160,
180 f -joo rs. o covado, ricos lengos de seda
de lindos pdrrs a 25OOO, e outras muita>
fazendas que s.e deixam de mencionar, esc
venderlo por baratissimos pregos ; se da-
rn amo-trascom p- nhores.
Vende-se superior Itnbas de alpodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor i C.a, rua do
Torres n. 38.
Rarriscom breu : no armazem de Tasso
I mulos.
Aos pas Vendem-se caixinlias com .">0 libras de
liacalhao novo, chegado ltimamente, a
7.S000 a canea : no caes' da allandega, ar-
mazem de Tasso limaos.
Laas de flores mitisda ma-
tiza das i>60 o trovado
>'a rua do Oueiniado n- 21 A, vendem-se
ISaziohas de llores miudas matizadas, fazan-
da muito fina a 560 o covado, lengos peque-
nos de cassa de cores a 100 rs. cada um, fi-
nos ; e dao-seas amostras com penhor.
Vendem-se cortes a 2$.'>(J0 : na rua do Crespo n. 2o.
CH PEQUEHO TOQUE DE
AVARIA.
A dnlieiro
Pegas de algodilo liso, largo, cncorpado a
2?, 2y240, 25500 e 25800 a pega, dito de si-
I upira a -5, 25240, 2^500, 258OO e 3-5 a pega,
dito de sarco a 120 e 150 a jarda, dito tran -
gadolargoa 100, 120, no e180rs janla:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volla para a rua da Cadeia.
Vende-se espirito de vinho : na resli-
lagao do moinho de vento da prata de Santa
Rila.
Chapeos tic I tilia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentcmentc chegados, a prego commodo :
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
.feide-se
Cortes de Iu para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de lila de lindos pa-
drOes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que so acabem : na rua do Qucimado
n. 22, na loja da boa f.
elogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
cscriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Hecife n. 62. primeiro andar.
Relogios
cobcrlose descobertos, pequeosegrandes
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soethall Mellor & C", rua
do Torres n. 38.
Na rua da Cadeia delrnnte da (telaran, venda
n. 28 de I). S. Campo, vende-ie e aluga-se, sope-
riorea tiirlias hamliurguezaa, em porgo e a retalho.
Vende-se na roa da Cadeia n. 28, superior
presumo porlumier. inleiro a i 10 rs., e maia nhjeelos
por prego commodo.
Aterro da ..Boa-
Vista n.
-Vende-se bom e barato.
lie chegado este estabelecimento, vindo
de Franga no navio Parahiba, urna porgao
de chocolate de todas as qualidades e amei-
xas em latinhas de 3, 5 e 10 libras, conser-
vas alimenticias de peiseg, em latas grandesa
linguados a 25300, salmonetes a 257OO, sal-
monetes frito a 25300, cavallinha a 25800,
pcixe espada a 2200, linguigas de Lisboa
novas a 300 rs., presunto para fiambre a 700
rs., dito de La mego a 320, cha hysson com-
muin a 29800, dito lino a 25560, dito xim ,
99800, dito perola a 3400, macarlo a 320 e
480, t. I lian 111 a 320 e 480, alema e 400 e 560
rs., estrellinlia a 600 rs., massa de tomates
II 720a libra, marrasquino lino, licores linos
em garrafas grandes c pequeas, latinhas de
biscoitinhos finos ingleses, bolachinlias de
soda, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades e muitos oulros gneros que'seria
impossivel annuncia-los, tudo por prego
commodo, para acabar.
Agencia
ia fundico Low-Alo: r,
rua da Senzala Fova
n. 4'2.
.Neste estabelecimento contino'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado "de lodosos
tamaitos para dito.
CAL DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, cm barris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua do Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECRETARIAS.
As melhores que ate boje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriplolio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Hecife
n 62, primeiro andar.
Aigodao inonstro.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalbss e
lengoes, pelo baratissimo preco de 600 rs. a
vara : na loja da boa f, na rua doQueima-
do n. 22.
TACHAS PAHA ENGENHO
Da funclieao de ierro deD. W. Bowman
na rua do. liium, pascando o cbaia-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de taclias de ferro fundillo e bati-
do, de5 a 8 palmos de liica, as nnaes se
ecliam a venda por preco commodo e com
promptrdao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desnez.as ao comprador
Deposito de doces.
Na rua da Cruz n. 17, acl.a-se urna
grande poi cao de excediente vinho de ca-
j, por barato preco, e na rua doTrani-
clie-Novo, no cale dos Alliados.
Arpia raz em folhas de fer ro.
Oleo de linliaca em ditas.
Brim de vella ebrinzoes..
Lonas e cabos da Russia.
Cabos de manilbae de couro.
Metal amarello e cobre de forro.
Velas destearina.
Clavinotes.
Pedras de marmoiv pna mesas.
Pregos de cobre {pndese pequeos.
No armazem de C. j. Astlev & C.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de sabonete e de vidro
vendem-se a precio raz.oavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Deposito
do rap prineeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
TOwn-m*-1 Pre C0mm>d0 P<- no,
tt. rSei.gr0M0' da editada fabrica
...d.rn?d P0' VaporS- s'*''''r : na
ria da Cruz n. 49
Vende-se na rua da Madre de Dos
... 12, armazem de Novaes A C. barra
de ferro ou cubos hydraulicoi ; para de-
positas de fezes, a p,eco commodo.
* Sellins e releirioa
SELLINS e RELOGIOS d* palote
Inglez : a venda no armaztni de
Koalron Itooker Ooinp.ntii, es-
quina .lo largo do Corpo Santo no-
mero 48.
Carne seeca do Cear.
Vende-se superior carne secca do Ceara
por commodo prego : no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfandega.
No dia i.- do correte fugio o escravo
le nagao, de nome Amam, 0 qual foi com-
prado ao Sr. Gervazio Jos da Costa, mora-
dor em ponte de licha, e tem os sigoaes
segu.ntes : altura regular, pouca barba e
debigode, tem por baixo'do pettoes-
querdo marcas de ventosas, eheoflicial de
pedretro, e tem andado por Ponte de Uchoa
tambem suppe-se que fosse para o enge-
ho Sa gado, pertenct-nte ao Sr. feento Jos
r"..i T, \ "f* quo Pe8ar sera 'ecbm-
pensada, levando-o rua da Aurora n 36.
Desiippareceu do engerido Santo Ir-
nacio da lreguezia do Cabo, na noite de
o corrente setembro, o escravo Luiz.cii-
Ulo, carapina, de idade o0 annos ponto
mais ou menos, bastante alio e de bonita
ligura, tnz bigode crescido e baibano
queixo, lie bastante preto, tem um resto
de leridas proveniente de bubas. Foi es-
cravo do Sr. coronel Francisco Jos da
Costa : ,|cm o pegar, pode cor-du/.i-lo
ao engendo cima dito, ou ncsla cidade
aos Sis. Octaviano de Souza Franca, com
escriptorio na rua da Cadeia, e' Lemos
Jnior & Leal Beis, com escriptorio nr rua
do Torres.
- Fugio do engenho S. ytntonio, perleu-
cenle a comarca de llarreiros, dous escravos
de nome Celistloo e Fragoso, ambos natural
io l ara, chegados aqui ha um mez pouco
^ais-ou menos, e representa.n ter, aquello
30 annos, cor um pouco fula, bem barbado
estatura reg dar e gross > do corpo : e este'
repre-enta ter 20 a 20 tantos annos, secco
do corpo, com a mcsma cor, pouco mais ou
menos, sendo rendido de um verilba, nSo
se podendo mencionara roupa que levaram
por nao terem deixado aquella com que es-
tavam : pede-se aos Srs. capitiles de campo,
a spprehensao dos ditosscravos, que serSo
generosamente recompensado, levando-os
i,?.r e"Kenho ao Sr Francisco Alejandre
Uulra, ou ao seu correspondente no Hecife
r' i "' n:31' escriPlor" de Antonio
Congalves Ferreira CascSo.
hTU8?. ""no d8 ,825 um moleque
de nome Florencio, t.nha naquelle lempo
10 para 12 .rmos de id le, pouco mais oo
menos, com os signaes seguintes : a cabecs
mn tanto pontuda para traz. ollios grandes,
pestaas compnd-s. falla descansada, com
urna costura de ferida na perna direita logo
cima do tornozello da parte de fora, sig-
naes estes, que nao podem mud-r aind
mesmo cora a distancia do lempo; constav.
estar no lito-Formoso em um engenho : ro-
ga-se as pessoas empregadasna polica, pes-
soas particulares, ecapii3es de camoo. a vi-
gilancia no dito escravo, visto estar'em seus
senhores privados dos seus aarvicos por tan-
tos annos, os quaes d,1o 100; rs degralifi-
cagiJo a quem o trouxer ao pateo do Carmo.
esquina da rua de llortas n. 2, segundo an-
Gapitftes de campo, aler-
ta !;
Continua a estar ausentado desde o dia
2* do mez passado, o escravo Manuel, criou-
lo.com os signaes seguintes: baixo, bas-
tante cheio do corpo, tem as m3os muito
calejadas por ser padeiro, tem falta de dous
dentcs na frente do queixo inferior, urna ci-
catriz em cima de urna sobrancelha, e he
quebrado de ambas as verilhas, levou calca
de casemira azul, camisa de madapolSo e
um chapeo de palha pequano e velho, tem
sido encontrado em Fra de Portas, aonde
he conhecido por Manoel conduru", o foi es-
cravo do Sr. Domingos da Rosa, por anto-
nomasia Domingos cartera, que tem tabec-
na na esquina do becco dos Cuararspes,
tambem gosts muilo de ir para Olinda, aon-
de j ro pegado : roga-se, portante, a todas
as autoridades policiaes e ca pitaes decam-
po a apprehensSo do dito escravo, e levem-o
ao pateo da Santa Cruz n. 6. padaria, que se
recompensar generosamente.
2009000 de gfatifcag!o,
a quem pegar os escravo crioulos, Laureri-
Uno e Manoel, por antonomasia barbeiro
o primeiro de idade 25 annos, alto, n3o mui-
lo fornido, rosto comprido, sem barba, bem
parecido, e muito pachola, levou chapeo do
Cnill, e gosta de trajar bem : o Manoel ten
a mesma idade, e be mais escuro que o Jjiu-
rentino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas giossas,
pea bem feitos, traja caiga e jaquets, e levou
chapeo de palha da Italia ; tem cicatrizes nas
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia um moleque de nome
Alrxandre, que com elles aprenda o ollicio
de pedreiro, cujo officiosabem rerfeitemen-
te ditos escravos : a pessoa que apppreben-
der qualquer destes escravos e os entregar
na cade>a i>a cidade do Itecifc, ou oscondu-
zirao engenho Boa-Ksperanga, na freguezia
do I imoeiro, receber a dita gratificagSo o
p.ais despezas que lizer.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursalu na ci marca dePSo
d'Alho, o escravo Antonii-, Cagange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem lodosos denles da bocea, con-
versa pouey, pernas finas, he casado, c tai-
vez lenha algumas marcas de relho nas na-
degas por ja ter sido castigado levemente
esse escravo oi dt s herdeiros do linado Cae-
Uno Congalvos da Cunha ; consta que este "
ve cm .sanio AntSo, em casa do Sr. JoSo
Francisco, assim como consta que om Pajeu'
exifte um escravo com os mesmos signaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Hecife, na rua da Guia n. 64, ou
dclleder noticia certa, ser recompensado
com toda gencrosidade ; c quem o tiver em
seu poder, fique certo de sua punigSo com
todo o rigor das leis.
PERN. TYP. E M. F. DE FAKIA 1857

MUTILADO



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