Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07827


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Full Text

rVNNO XXXIII \. 200.
Por 5 mczes adiantados 4,<000.
Por 5 imv.es vencidos 4,^500.
(JIINTUEIIU 10 DE SETEMBRO DE 1837
Por anno adiantado 1<000.
Porte franco para o subscriptor.
KNCABREGADOS Di 8UB8CRIPCA DO NOETE.
Panhiba, o Sr. Joto Bodoipho Gomei ; Nilal. o 8r. Joaquim
1 l'ereira Jnior ; Aracalj, o Sr. A. de Lernos Braga ; Cu-
ra', o Sr. J. Josa de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
qnoa Rodrigue ; Piauhj o Sr. Jos Joaquim Avelmo ; Pi-
ra* o Sr. Justino J. llamos ; Amazonas, o Sr. Jaron}mo da
Casia.
PABTIUA DOS CORKBIOS.
Olinlr : todos os das. i59c mcia horas do rli.i.
Iguaiaasu', Uotanna e l'arahiba : as at-gumlaa p aeilas-feiras.
S. Auiu.IteserrM, Bonito, Carmam', Aitiniio .- Gonohua: na tereo-feira.
S. Louri-neo, ''o d'Alho, >aiarelb, Limi.eiro. Iln-jo, PofdgQlra, Ingaxeira,
Florea, Villa-Bolla, Roa-Vista, Ouricnrv e Ksu\ na9.|ujrt i* l.nai.
Cabo, Ir-ojuca, Sriinhftem, Rio Formoao, tul, Barrcirus. A(jua-I*rcla, Pi-
mcnti'iraa o >alal : quinlas-IVira'.
;Tedoa oa corroioa parlein as 10 hora da manlila.
AUDIENGlaYfl DOS TKIBLN A ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : sagundil quintal.
Relacao i tercas feiraa t sabbados.
Faienda : quarlai ubbadoa la 10 horai.
Juijo do commercio : segundas ai 10 horai quintil lo miio dil
Juno do orphos raeguodae a quintaai 10 bora.
Primeira tarado civel : aeguodaa eteitaaao maio dia.
Segunda Tara do elvel : uartas tabbadoi lo maio dia.
EPHBMER1DES DO MEZ DE SETEMBRO.
< Lu cbeil II2 horas e 47 minutoi da manhaa.
10 Quarto minguanteaiH horas e 30 minutos di Urde.
18 La nova n 3 horas o 13 minutos da manhaa.
20 Quartocreicentt n6 horas e 40 minuto di manhaa.
PHKAMAR DB HOJE.
PrlmeinaiO borato 18 minutos da manhaa.
Segunda ai 0 bort a 42 minuten di larde.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda. S. Regina v. m.
8 Tena. : Natmdade de X. Senhora.
9 Uuarla. S. Dorotheo m. ; s. Gorgunio m.
10 'juifila. S. Nicolao Tolenlino : s. Xomesiano m.
11 Sexta. S. Theodoro penitente.
12 Sbado. S. Macrobio m. ; s. Ligorio m.
13 Domingo. 15 O SS. Xumc de Mara.
ENCARREGADOS DA SBSCRICA NO BUL
Alagoai. oSr. Claudino Falcao Dias ; Baha, o Sr. D. Dupn
io d Janeiro, o Sr. Joao Perein Mar tina.
EM PERNAMBUCO.
O propriatirio do DIARIO Manoel Pigueiroa di Faria ni tu
vraria, prici di Independencia n. 6 e 8.
PAHT1 OFFICiAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto n. '\i de 26 de ago/to de 1857:
Aulorisa o governo pira proporcionar companhil
di estrada de ferro de I). Pedro II o meioi de
levantar por mu emprealimo, eoolnhido dentro
"ii fra do imperio, om terco do capital litado
para aua empreza.
Ilei por bem lanccionsr e mandar que le execn-
le a resoluto seguale da assemlilea geral legisla
lira.
Atl. 1* O governo Pica autoriado para proporcio-
nar a companhia da estrada de ferro de D. Pedro II
os -noios de levantar por um emprealimo, conlrahido
dentro ou fra do impario. om terco do capital fila-
do para sai emprezi, e que gota de garantid de ju-
ros, debaixo as clausulas segrales:
S 1" O governo podei prestar simplemente a la
garanta .tos jaros, amortizarlo do empnslimo que
a companhia contrahir, ou lomara ai lodas as ope-
rarnos, negociando o emprealimo, emillindo apoli-
cei, e obrigiudo-ie direclamenle io pagamento do
juro e amortizarlo.
2' Km qualquer dos casos capitular com coro-
paulua ai condires com que ele favor llie he ron-
cedido, comanlo que nao aogmenle os encargos do
Ihesouro geral e provincial.
3 3' O juro e amortizarlo annoaes no podero
exceder a 7 lo capital emprestado.
Ai l. 2- Pica lambem o governo autorisado para
couceJer os favores da prsenle lei s co i panhias
naclonaet ou estrangeiras, que emprehenderem ou
vieram a emprehender a conslrocclo explorara..
das estradas de ferro de Pernambuco, llalna e S.
Paulo, comanlo que eslejaiu e-n condicOesseincIhan-
les ars da estrada de leiro de Pedro II, isto lie, qae
se (enham eonslilttido e tcnliam levantado, e em-
pregado effaclivamenle as obras da estrada, pelo
menos 20 % do capital a que he dada a garanlia de
juros.
Art. 3' Fica o governo igualmente autorisado na-
ii tubirrevrr at om leijo das aecSes das eompa-
nhias de estradas de Ierro a que se tem concedido
garantas de juros, mediante claras e justas condi-
i;6-s convencionadas com as respectivas directoras,
e -inda que laei companbias se nao sebem as con-
denes eligidas pelo artigo antecedente.
Reste caso o governo far.i quae-quer operacoes de
crdito dentro ou fra do paiz para realisar as entra-
das das aceces que houver sobscripto.
Arl. i' l-'icain nvogadas lodas as disposicOis em
contrario.
O marquez di Olinda, eoosclheiro de estado,' pre-
sidente do conselho da ministros, ministro e secreta-
rio de estado dos negocios do imperio, assim o le-
iiDa entendido e (ara eiecular.
Palacio do Rio de Janeiro em 26 de agosto de
1857, .'16 da independencia e do imperio. Com a
rubrida de S. M. o Imperador.Mrquez de
Olinda.
novembro do anno passido orna casa de leilao, que | Ditas de mais de 8 at 12, urna. .
foi obrigado a fechar era abril ultimo, por nao ser (O mais como na tarifa.)
cidadao brasileiro ; declara que o Sr. inspector de- Toa Ibas lavradas, ou adamascadas at 5
ve decidir a qoesiao que llie foi sujeila do modo que palmos de comprmanlo, urna. .
I lie parecer mais aceitado, lendo em vista que n im- Ditas de mais de 6]al 8, orna .
posto, de qoe Irata o arl. 10 do rcEulamcnlo de 15 de Ditas de mais de 8 al 12, urna,
juuho de 1 Si, he peculiar do municipio da corle,
como ja foi dito a Ihesooraria do Para em 2 de maio
do correte anno.
Decreto n. 1,967 de 26 de agosto de 1857.
Altera os direilos lasa-ios sobre diversos arligos da
tarifa das alfandegas.
Usando da autorisacSo concedida pelo arl. 29 da
lei n. 369 de 18 de setembro de 1815 e arl. 46 da
lei n. 514 de 28 de outubro de 1818 : Hei por bem
que na lirifi das alfandegas, mandada eiecular pe-
lo decreto n. 1,91 i de 28 de marco do correte an-
SfiOO
I60
832"
5800
O mais romo na tarifa.;
N. 1621. Trincos, tranque!,;, aldrabas,
e quaesquer oulras obres semellian-
<*. >.........5120
.ola 1.a As taras das mercadorias cima mencio-
nadas ao as mesmas que se acham filadas na tarifa
em vigor. As qae astao eslabelecidas para s caixas e
Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de agoslo de
1857, .'16 da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Diogo
l'ereira de Vascoucello.
de
Dscreto n. 1,96! de 22 de agosto de 1857.
Marca os venciroeulos dos carcereiros das cadi
Villa-Nova e Santo-Amaro, na provincia
de Sergipe.
Ilei por bem decretar o seguinte :
Arl. onico. O carcereiro da cadea de Villa-Nova
lera' o ordenado annual de 603, e o da cada da
villa de Santo-Amaro o ordenado annual de 180-3,
caixole, serao applicadas por assemelliacSo aos en- ambos da provincia de Sergipe.
\L!rL.f .l'"a...P.e.'",.?ma?ue.vie'?m as m"<: senliram-te por cansa do projeclo concebido pelo go-
verno de Ihes tirar os eitabalecimenlos da niirinha
real para os transportes a Spezzia.
Existan] pois em Genova causas de desconlen-
tameuto que podiam auxiliar os planos dos conju-
rados.
llevemos dizer que a polica he alli insufficienle;
o conselho municipal recusou constantemente con-
ceder os fundos necessarios a organisacao de urna boa
polica, e o governo central at aqu anda se nao
arrognu o direilo de supprir essa falla. E de erar
que iito nao continu ; orna vez que o governo est
2.a Dos Sis. liara i do Porlo-Alegrc, Araujo Bros-
a Fica o goveroo autorisado a rever o regulamen-;
lo de 1815 sobre directora de indios e lava (atedie- que, barao de Mana', que diz :
e.Araujo Jorge. Costa Moreira. Calheiros. ,c Na medida relativa aos veneimentos dos refor-
Sa e Albuquerque.Dias Vieira. ; mados comprehendem-se os ofTiciacs de segunda II-
a Inclua-se nos arligos que a commissao propSe | uha do eiercito, qoc, lendo 20 nnos de servido de
que sejam contemplados uo urc,ameiilo o art. 36. ip- campanha preslados no Rio Grande do Snl, ou Esta-
provado em segunda discusto.liarao de S. lien- do Oriental, nao percehem sold adu lmenle ; ci-
lo.
29
O projeclo sobre sociedades era commandlta con-
riasa que se da tara; Meando entendido que as tara
dos envoltorios exteriores esiao comprehendidas as
das caixns, caixinhas ou uniros quaesqoer envollo-
no, se observam as allerac,is que com este baixam,, ros ou enlute- que vierem beneficiando ou acoudi-
sssignadas por Bernardo de Sooza Franco, do meo Clonando internamente as in-rra loria.
ola 2.' Na reducto da medida do laboado de-
ver-se ha observar a formla aeguinte :
Sendo um numero (n) de taboas do mesmo com-
primenlo fe), cada orna da meso a largnn (I), em
ps e pollegadas da Inglaterra ; a formula para me-
dir o tdboado em palmos quadrados he a segainle :
n X c X I / 16 : lOO
EXEMPI.O
Por decrelo do 26 do corrente me< foi o governo
autorisado para mandar passar cartas de naturalisa-
<;3o de ejdadSo brasileiros a Jos llenito Nunes, Jos
de Almeida Campos, Franc seo Guiarte llorla, llen-
rique Correa Moreira. Bernardo Urbano de Bidegnr-
ry, Dr. Hermann Melctier, Joo Pedro Moreira,
Fraociseo Antonio de Campos Mantua, Manoel Fran-
cisco Esleves, Joan Diogo Maleira, Manotl Antonio
Braga, Joaquim Kibeiro da Silva, Jos Pedro de
CarvalHo, Manoel Fraociseo de Miranda, Gu Iherme
Jorge da Mota, Faaslino Fiumc i da Silviira, Vicente
Jos Hamos. Jo;lo Gon;alves Pereira I,i ma, Jorge
Patchetl e Carlos Eduardo Molilerl.
Por decretos da meama dala foram concedidas 2
loteras a irmamlade de S. Pedro da cidade de Ma-
rianoa, da provincia de Minas ; 2 i irmandade di
santa casa da Misericordia da cidade do Sabara, na
dita provincia ; 5 imperial sociedude Auxiliadora
das Artes Mecnicas, Liberaes e Beneficenle desla
corle ; 3 para as malrizes de Villa Nova, Pacatoba
e Porto da I-'olha, em Sergipe ; 4 para as do Bonito,
Allinlio e ('. ir ii ir ii, em Pernamboco ; e 1 paras
santa casa da Misericordia da cidade da Victoria,
ni provincia do Espirito Santo.Joao Bonifa-
cio Nascentes de Azambuja, oflicisl-maior inle-
riuo.
MINISTERIO DA FA/.ENA. .
Expediente do dia 5 de agoslo.
Ao ministerio do imperio.Illm. e Exm, Sr.
Dispondo o decrelo o. 1,914, da 28 de marco do
corrente anoo, no no irt. 5, que as mercadorias e
quaes qoer objeclos ptrlencenceotei ao estado paga-,
rao os respectivos direilos de consumo, quando uao
l'orem directamente Importados por conla e ordem
do mesmo oslado ; e que os pertencenlcs as admiuis-
Iraces provinciaes, ainda que importado! por sua
conla, sarao sujeilus ao pagamento dos respectivo! di-
reilos, salvo havsndo conceasao do poder legislativo
ou do governo imperial : rogo a V. Exc. se digne
He, por orna circular, declarar as repartirles sojei-
las esss ministerio que ni i facam contracto alnum
estipulando a isencila dos referidos direilos sem que
proceda iutorisa;ao do poder competente, nos ter-
mos do final do citado arligo,
Ideulicos aos outros ministerios.
Dia 7.
A' altan Icaa, communicaudo que Oca elevada i
13280 a diaria dos abridores da misma alfandega.
A' Ihesooraria de S. Pedro.Bernardo de Sou-
za Franco, presidente do Iribonal do Ihmooro na-
cional, em respo(a ao officio do Sr. inapeclor da
Ihesooraria da fizenda da provincis do Rio Grande
do Sul, de 23 de agoslo do anno Iludo, sobre a re-
clamado de Manoel Ferreira Porto Fillio, a respei-
to da exenir.lo que se promove contra os bens da
Iteran; do finado Ihesonreiro Pedro de Azevado
Souza, declara ao mesmo Sr. inspector que foi con-
trario a ordem legal regular das eterurSes da fa-
zeiidi i providencia que se tomou da entrega dos di-
tos bens aos fiadores para a la venia extra-judi-
cial, nao podendn o (liesouro approva-l.i, e devendo
prtanlo promover se em jai aclo, tanto mais quando sascitam-se qucstOes sobre a
applicac > do producto desses bens as deferentes res-
p iTit.ibili 11 lo* que o ex lliesoureirn cmlrahio para
com a fazenda em diversoa empregos, os qoaes o
tnhunaes ju ticiaes dacidirao como enlenderem de
Justina, e bemaisiro reqnerem-se os termos precisos
para o andamento da execar^o, revogada n ordem
de 8 de novembrn do anno passado.
E por esla occasiao recommen la ao dito Sr. ins-
pector, qae dando preferencia a qaal quer Irabalho
ii-'-lj natureza, IV i ultimar quanto antes a liquidi-
i.ln discantes do referido Siuza, como llieiooreiro
dos ordenados, remetiendo a conla iminedialamente
para o juizo, caso se verifique alcance, para pio-
ceder-ee ulteriomenle na forma das dispoiicdes vi-
gentes.
A' mesma.Bernardo de Sooza Franco, presi-
dente do tribunal do Ihesouro nacional, communica
ao Sr. inspector da theiouraria da provincia de S.
Pedro do Sul, para sna inteligencia e execucao, que
o tribunal do thesioro nacional, por deliberara i de
23 de jolho ultimo,tomando conhecimeoto do recur-
so do tabelliau do poblico judicial e olas da cidade
de Porlo-Alegre, Pedro .Vitasen Pereira da Cunhi,
interposto da decisao da mesma lli-souraria sobre as
mullas que llie foram impostas por falla de obser-
vancia do regulamenlo de 10 de julho de 1850, re-
lolveu conlinnar a deci tiva a impoaicao de inullffl : 1-., pela falta do sello
proporciona! dai escripturas de ven la da embarca-
ijes, porque a inscrip{.1o do arl. 23 S 2 do citado re-
gulamenlo he espacial as escripturas qne pagan) siza :
2'., pela f ili i de sello fixo das eertiddes negativas
que se acliarem transcriptas em escripturas nao su*
conselho, senador do imperio, ministro e secretario
de estado dos negocios da fazenda, e presidente do
tribunal do Ihesouro nacional, que assim o lenlia
entendido e f ira execotar.
Palacio do Rio de Janeiro em 26 de agosto de
1857, 36* da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Bernardo de Sooza
Franco.
Arligos da tarifa das alfandegas qae em virtade do
decreto desla data lican alterados do modo se-
gainle *-
Mercadorias. Direi- /lazao
tos.
N. 92. rame de metal braneo, libra.
Dito de dito dtnarello, libra. .
Dilo coberto de papal, leda ou algo-
d.io, ou de oulra qualqoer materia,
libra...........
O mais como est na tarifa.;
rame de Ierro de qualquer qualdldl
ou grossora, libra.......
Dilo de dilo coberto de papel, seda ou
alindan, ou de outra qualquer ma-
teria, libra.........
,0 mais como esl na tarifa.)
N. 301. Cachimbos da India, denomi-
nados ornas, e semelhantes, om. .209000
Dilos de barro uu gesso, ordinarios, li-
bra............
Ditos ditos, finos, libra......
Dilos de osso ou chifre, libra.
Dilos de marlira, madreperola ou lar-
laroga......
N. 311. Cadinhos de barro di qual-
quer qualidade, libra......
Ditos di ferro, libra.......
Ditos de porccllana, libra.....
Ditos de plombagina, libra. .
N. 321. Ciliado de sola fina, e de
qualqoer fazenda ou couro, para
mulher, par.........
Dito de dita, para menina, par.
Dilo de dita, para crianza, par. .
ii mais como esl na tarifa.)
X. 421. Ceblas ou cebolludos, solas,
em i e-lea- ou manijase mollios, ar-
roba ..........
Ditas de dilos, em conserva ele. (como
esl.na tarifa.)
H. 448. Chapeos de pello de algodo,
para hoinem, ordinarios, om .
Dilos de qualquer oulra qualidade,
um...........
Dilos de pollo de lebre oa cocino, pi-
ra horaem, ordinarius, um ....
Dilos de qualquerouDa qoalidade, um l?-200
Diloa de pello de castor, para homem,
ordinario, um.......I3OHO
Diloa de qualquer oulra qoalidade,um 2oi<0
Ditos de pallia de Italia lisa, i Mu-
llanles, para mulher ou menina com
enrolle-, om.......
Diloa dilos ditos, sem enfeites, um.
Ditos di pa 1 lia de arroz, de ava e se-
inelhanles, lisos ou lavrados, com
enfeites, un.........
Dilos ditos ditos, sem enfeite.....
(O mais como se actia da tarifa.)
N. 469. elimnalo, de chumbo, ama-
relio de chromo.ou jalde de elimino
libra...........
(O mais como e-tj na laiifa )
.V 57i. Coiinilhos de algodao, libra .
Dilos de laa, ou de laa e algodao oo
sida, libra.........
Diios de linho, oa de linho e ilgodlo
ou l.i 1. libra........
Dilos de seda pura ou com msela d
qoalquer oulra materia, libra .
X. 708 Estanto em colheres e garfos
de metal brilannico ou prala ingleza
para sopa, cha, assucir e de qual-
quer oulra qualidade, libra. .
1O mais como esta' na lanfa.)
N. 797. Fumo para roncar e seme-
lhantes, airoba........
O mais como esta' oa tarifa.'
N. 823. Gangai da India, ou a sna
imitacao, vara .5).......
Ditas de qualquer oulra especie ou de-
iioininnr.io, vara.......
N. 858. Gndolas, pililos, fraques 1
oulras obras semelhantes, de qual-
quer qualidade, para enanca, orna. Ilr,-
n lorem. 10
fU mais como se ada na tarifa.
iN. 885. Guardanapos de algodao, li-
sos, duzra.........
Dilos lavrados ou adamascados, duzia
Dilos de linho ou de linho e algodao,
lisos, dazia
8200 30
3100
-mi >
OJO
3200
3200
3600
13200
33600
025 15
3010
3100 u
3025 i)
3360 30
3300 >i
3240 >i
;3lK)
3360
13200 o
--40II o
33000
13500
13200
-2 30
9090 u
3120 B
SI60 i>
32O0
3600
3960 25
13800 30
/2I0 ..
3150
310!) 30
3600
3600
Ditos lavrados nu adamascados, duzia. I321X)
[O mais como esta na tarifa.)
N. 1,022 l.ouro, libra.
N. 1,038. Machinas, prnprias para la-
vrar a (erra, e preparar os produc-
tos da agricultura, e para o servido
quaesquer fabricas, para os navios
do vapor,e para as estiadas de Ierro
Quaeiqutr oulras.......
M20
jaitas ao imposlo da siza, stenla a -lisposicio cita-
da, da ordem de 28 de julho de 1815 e 1G*de jauei-
ij de 1855, com s declararlo e qu( 0 referido ta-
belliau nao ha nbrigado a pasar a revalidarlo, e ex-
hibir o conhecimenlo respedivo, vislo que cssi o-
lin-ai;.i,i rerahe sobre a parte inleressada em fazer
valer o aclo do ululo nos termos das ordens de 11
azosln de 1851, 8 de julho de 1853 e 15 de julho de
1851, e oulrn sim de que e dcvrm impor as maltas
competente! aos labelliaes interinos Marques Sim-
po" e Teiseira Jnnior.pelas iofrM(0>! por elles eom-
mallidas nos arlos que praliraram.de que he releva-
do o recerrenle, cno-lanles dos provimentos junios 1,0
recurso, ficando porlanlo o memo recorren! alli-
viado das demais mullas imposta, cuj'a importancia
e llii dsve restituir.
Dia S.
A' directora geral das rendas para que declare ao
eolleetor do municipio da liuarassu, m soluc,ao a
duvida proposta em leu officio de II de julho prxi-
mo passado, que nao se adiando o Ihesoareiro do
cofre dos orpInVn romprehendld > lio numero dos
empreados e pessaas a que se refere a lei de 28 de
oulobro de 184*8, arl 13, n.lo est elle sojeilo ao ju-
ro de 9 ol) di que trata a mesmn lei.
Dia 10.
A' lliesouraria de Minas.Bernardo de Souza
Franco, presdanle do trdiunal do ihesouro nacional,
re'pondenilo ao cilicio do Sr. inspector da llusoura-
ria'de Minas n. 53 de 17 rio mez finio, em que con-
aulla se dove restituir a Francisco Bernardes Lopes
3050 10 30VJ 30
3300 a
360,) a
3050 0
3600
3030 3030 ni i)
3005 3005 a
3010 -010 1
.53000
3300
de Agotar a quantii que pagoo por ter aborto em Dtin di mais de 6 al 8, urna
3080 30
-150
3350
3120
3220
3601)
.77 -a-
Toalhas di linho ou de linho e algodn
lisas, al 6 palmos de compiimento
urna...........
3120
3200
Taboas.
200
Comp.
I i pcs.
I.ivres.
4d ca-
loren. 5
IO man como esla oa lanfa/
N. 1,073. Marmore em brolo, etc.,
(como esla' na lanfa.)
Dilo em obra nao elagtificad*. ... o 30 ",
N. 1,167. Obras e papis iruprissos a
lilhoiraphados, libra......jojo 1^ %
Exemplares para coiihecimentoa, letras
lC(es h.Hiele de visila e de qoal-
quer oulra qualidade, minios, dsti-
cos e quaesquer oulras ubras seme-
lhantes, gommadas ou nao, libra. I.-IKK) 30
Qoseiquer outros limpressos e folhai
avolsas, nao classificadas, libra. .
.N. 1,261. Poras frescas, libra. .
'O mais como esta* na tarifa.)
N. 1,317. Pomada medicinal de qual-
quer formula, libra. ...*..
Dila fin 1, em potes 011 frascos de louca
ou vi-lro, para cabello, libra. .
Dila ordinaria, em paos 00 cmbrulha-
lh 1 l,i em papis, inclusive citas, li-
bra...........
Dila de qualquer oulra qualidade.libra
N. 1530. Taboado, pranclies cu cou-
cnciras de carvalho, e leca al 1 pol-
legada da grossura. palmo i .
Por cada main poHegada mais, palmo
Da |>iili.), al 1 pollegada de grossura
palito..........
Por cada meis pollegada mais, palmo
Dilo da oulra qualquer qualidade or-
dinaria al 1 pollegada de grossura,
palmo...........
Porcada mea pollegada mais, palmo
Dito dito ile mngno, bano, ele. como
Sli' ai larjf,,.
N. 1,575. lijlos di barre de alvena-
ra, milheiro......
Ditos de la.lrilho. lisos, inilheiio. .153UIH)
Dilos dilos de fornalhas ou reTractrios,
nilheiro..........203000
Dilos de qualquer outra qualidade,
arroba...........
;0 mais como esla' na tarifa.)
N. 1585. Toalhas de llgoaie lisas, al
6 palmos de comprimento, urna.
Ditas de mais de 0 ate 8, uma. .
Ditas de mais de 8 al 12, uma. ,
O mais como na lana.
Toalhas lavradas ou adamascadas at
6 palmos de comprimento, orna. .
Dilas de mais de 6 al 8. uma. .
Ditas da mais de f at 12, uma. .
O mais com na tarifa.i
Toalhas bordadas......
Largura.
9 pol.~4,032 palmos (4).
200
2800
9
2520O
16
1512
252
1032 00
Kio de Janeiro, 26 de agoslo de 1857.
Bernardo de .Souza tranco.
Decreto 11. 933 de 26 de agoslo de 1&57.
Aulorisa o goveroo para emprestar a' companhia
Pona da Ara a quaulia de 300:0003
Ilei por bem saucciouar e mandar que se execute
a seguinte resoluto da a-semhlea geral legislativa.
Ai!. 1.* O enverno he autorisado para emprestar
a compauhia Ponta da Ara a quanlia de 300:000,
mediante hjpotheca no eslabelecimenlo e em lo-
dos os valores da companhil, e mais as garantas que
julsar convenientes.
S I." O juro dete empreelimo sera' de 6 por 0|0
ao auno, pago semestralmenfe.
2.* A ain 'ili-.ir.lo cornec.ar no lini do quinto
anno na razan de ,50:000 em cada semestre, al o
efleclivo reembolso de lodo o capital e juros.
Bernardo de Souza Franco, do meu conselho, se-
nador do imperio, ministro e secretario de Estado
dus negocios da l.uen la e presidente do tribonalado
Ihesouro nacional, tssim o tenha entendido e faga
execular.
Palacio do Rio di Janeiro, 26 de atesto de 1857,
36 da independencia e do imperio Com a rubrica
de Sua iMageslade.Bernardo de Souza franco.
MINISTERIO DA JUSTIQA.
Senhor.Mandou V. M. I. remellar aserro de
juslice do conselho de estado, afim de que o julgue
em segunda iotlaoeia, o processo orgauisado pelo
tribunal do commeacio desla capilal contra o cor-
relor de mercadorias Agostinho Jos Gonralves.Pe-
reire, cundcmnado pela -eutenoi do teor se-
guale :
a Vistos e examinados esles aolos pelo Iribonal do
commercio da capilal do imperio, nos quaes, por de-
nuncia da junta dos correlore a II...., e por oflicio
do deseinbargador fiscal do meiir.o I iliun.il a II....,
lie aecusado o correlor Agostinho Jos Goncalvas
Pereira de haver : I-, assianado contratos por actos
e Iransaccs de seu officio que nao foram por sua
intervengo eflecluados, e sim por pessoa que nao
trndo o carcter publico di corrector, nao eslava
competentemente habilitado para os pralicsr ; 2 ,
porque nao lanzara diariamente em seu protocolo os
a-senlos de seu caderno manual, segundo foi verifi-
cado, nao s pelos exames a que se proredeo, porem
o proprio acensado o confessou, apreciados o funda-
mentos comprobatorios ; assim, por parle da aecu-
sarao, corno da defeza, moslra-se que bem que nao
se ache conveniente prvida 1 Irai112res.no de lei
argida na primeira parta da aecusaran, oolro ranto
nao acontece pelo qoe respeila a segunda, vislo co-
mo recouhecendo o aecusado por sua confissao a ve-
racidada do fado de nao haver escriplurado 01 seus
hvroscom as regularidades e formalidades do arl.
50 do cdigo commercial, u;to relevara para o sen-
tar de euinprimenlo da le as raines que da' para se
justificar, e porlanlo o Iribonal coudemna o mismo
aecusado ao mnimo da pena respectiva, isto he, na
mulla correspondente a qoarla parle di sui Haoe
e suspeusao do ollcio por lempo de Ires mezes, e
cusas.
Tribonal do commercicio da capilal do imnerio,
m se.isao de 25 de Janeiro de 1857. Vaz Vieirs,
presidente. Piulo. Nelo. Souza. Mavriurk,
vencido quanto a conderanac.ao.Santos Jumiir.ven-
nd.i quanto a con lemuara-i. Fui presente, Coulo.
Foi vol vencedor o d Sr. depulado \axier Pe-
reira. o
Ouvido o dito correlor nesta superior instancia,
reproduzio a defeza que havia apreaenlado peranle o
tribunal do commercio, insi-lindo na inlelligencia
que jolga dever-se dar aoadverbiorjtariamenleda
qua se serve o arl.O do cdigo eommercial.O que he
certa he que a palavrallanamente quer dizer cada
dia, e nao om ou dous das depois. As descolpas
que da' o ro podem ser mu verdadeina e plaosi-
veis, mas nao aulorisao os Iribuuaes a dispensar
exeeui'o lateral e dar da lei.
O documento que aprsenla o dilo reo a fl 56 a-
penas serve, como diz o desembargadur fiscal em seu
ollicio, para mostrar que algons corredores nao te...
si.lo ex.iclos uo cumplimento doi seus diveres,e que
nao lem executado a disposir.io do cdigo. Desse
fado se pode concluir que deviam ier lambem puni-
dos, mas nao qae dava ser absnlvido o reo.
E se a dispn.ic.io do cdigo de qoe se trata he de
13o dillicil ou quasi impossivel execui;ao como
preleode, ao poder competente toca o caso de reme-
dio, e nao aos iribuuaes, aos qoaes somenle cumpre
etecotar a lei.
Pelo documento a II. 60 declaram negociantes res-
peilaveis que lem condecido 110 roo o melhor cora-
porlainento c boa fe, e que merece sua coulianra.
E truir o fado recouhecido pelo leo do nao cumpri-
menlo do arl. 50 cilado.
A lecrao porlanlo ronfirma a enten.;a do trhn-
nal do commercio desla corle, que coudemnoa o reo
na mulla correspondente a quarta parle da ua fianja
e luspenaao do ollicio por lempo de Ires mezes, e
cusas.
Vnssa Magcslade Imperial porem mandara' o qae
for roaii insto.
Sal da- conferencias em 16 d-s main de 1857.
Vrscoodi d t'ruguaj.Euzebio de Oueiroz Cooti-
nlii Matoso Cmara.Como parare
Paco, 22 de agosto de 1857.Com a robrica de
S. M. Imperador.Francisco Doo Pereira de Vas-
concellos.Conforme,No impedimeotn do oflicial
m.iior, Antonio Alvcs de Miranda Varej.lo.
Decrelo n. 1,901 de 22 de agosto de 1857.
Separa o termo de Capivary do do Rio Bonito, na
provincia do Rio de Janeiro, 1 crea nelle o lugar
de juiz municipal, qoe accomulara' as funccnei de
juiz de orphan.
Ilei por bem decretar o seguinte :
Artigo nico. Fica separado o termo do Capivarv
dudo Rio Bunio, na provincia do Rio de Janeiro,
e creado nelle o lugar de juiz municipal, que aecu-
raulara' as fuicces de juiz de orphaos ; revogada
as disposices em contrario. *
Francisco Diogn Pereira de Vasconcellos, do meu
ciiiiselho, ministro e secretario de Es!ido dos nego-
cios da juslira, assim o tenha enlen tidal e faca eie-
cular.
Palacio do Riu de Janeiro, em 22 ds agoslo de 1857,
36 da independencia e do imperio.Com a rubrica
le S. M. o Imperado.l'runciscisco Diogo l'ereira
de I atconcellos.
Decrelo n. 1,983 de 22 de agosl de 1857.
Separa o termo de Ayuruoca do de Baependy, na
provincia de Minas Geraes, e ere? nc le o logar de
juiz municipal, que accumulara' a; fui r.V- de
'i / dos orphaos.
Ilei por bem decretar o seguinte :
Arl. leo. Fica separado o lermo do Ayuruoca
do de Baependy, na provincia de Minas Gerais, e
creado nelle o logar da juiz municipal, que aceum-
mulara' as funcces de juiz de orphaos ; revogadas
as disposires em contrario.
Francisco Dinco Pereira de Vasconcellos, do men
consellio, ministro e secretario de E-lodo dos nego-
cios da Justina, assim o tenha entendido rac,a exe-
cular.

conselho, ministro c secretario de Estado dos negocios
da jostica, assim o tenha entendido e f,n..i executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de agoslo de
1857, 36* da independencia e do impario.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo Pe-
reira di Vasconcellos.
poderosa.
In-iauriiu.se om processo judiciario qoe ja lem
proluzido uleis resultados ; esta' provado que entre
os conjurados de Genova mullos perlenciam a uma
sociedad! secreta mu espalha la em Franca, e co-
nhecidb pelo nome de o Marianna *. Adquirio-sc,
alm disso, a prova de que os chefes dos conjurados
tiveram a sua disposic,ao quantias de dinheiro ver-
daderamente consileraves, e cuja origem lie ainda
(ummysterio. Allribuio se em geral a M.M.i//. ni
a directo suprema da conjurarn : di/.-se que elle
emiltira a opiniao do adtamenlo, e que o movimen-
lo te fizara contra sua vontade.
Diz-se, alm disso, que Mazzini se dirigir a Ge-
nova nos principios de abril, depois de ter percor-
a Inglater-
provincias
(allanas do imperio daAusIria, illudindocora uma
rara presenta de. espirito, 1 vigilancia da polica
austraca, alias lao hbil em descubrir aquellos que
ella qner capturar.
Annuncia-se que.M. Cavourso propOe dirigir pr-
ximamente aos repre-enianles do re de Sardenha
junto das corles estrangeiras uma circular em que
expora' a linha de conduela seguida pelo governo
do rei neslas tristes circunisl.inci.i-. M. de Cavnur
- A das Alagoas, concedendo licenja a Joao Be- insistir' lobre ?s consideraces que tantas vezes fo-
larrotno dos Sanios, resileule na mesma provincia, ram feilas aos governos europeos acerca dos desli-
gara Tazer eilrah.r das malas particulares, prece- nos da dalia ; fara' sobresabir por meio de uma sim-
deudo permissaodo* respectivos propsielaiios, daos pies comparar-So as inconlesiaveis vanlatiens do re-
mil paos de conslruccao naval, e as madeiras pro- gimen constitucional, lal qual o Piemonle o poue,
pna e necessanas para cem barcadas, canoas ou sobre os regimens admillidos e pralicados nos oulros
anchas, com anlo que laes paos e madeiras sejam paizes da Italia, e concluir' duendo qoe se intro
tiradoi dasgalli.das desprezada, a arvores destru- \ dazissem em lodos esses pai/es
firmemente resolvido nao ficar desarmado em pre- fazenda, que oruu a favor, e do Sr. visconde de lla-
seuoa das facones cuja organisa^So n moslrou tao boraby que (omou 1 palavra para responder, preeu-
caplo aquellesque liverem oblido pen-'ies tm remu-
nerarSo desles sertiros. o
E 1 parte do substitutivo ao artigo addilivo D.48
tinua a oecupar a aii.-ncao do seuado em 1." discus- acarea das obras do dique e ca'es da Sagrarao no Mi-
sao. Os discursos do Sr. Souza Fraoco, ministro da "
MIN'STERIO DA MARINHA.
Expediente do da 21 de julho de 1857.
A' presidencia da provincia de S. Paulo, acensan-
do a rcr.epi-.an do oflicio n. 11 da 16 do mez prximo
pretrito, acompanhado de copia do em que o capi-
tao do porto de Santos pede providencias a respeito
da pessoa que 110 conselho de qoe traa o .lcrelo n. -
*" e .'''(le ma' do I8S6. ha de substituir a) juiz rido em lodos os sentido! a Allemanha,
de direilo, que nelle servo de auditor de inannha, ra, a Franja, a Suissa, e al mesmo a
visto acbar-se este fora do municipio, e ser preciso
que o mesmo conselbo se rena, para lomar conheci-
menlo das conlas que capitana lem de prestar,
segundo o art. 113 do referido decrelo ; e dizendo
que, em face do dispnsto no art. 4 do decrelo u. 358
de 14 de agoslo ile 1815, poda uomear para o dilo
fim qualquer oulro.ou o juiz municipal que fuer as
vezes daquelle, na fnnn 1 do regulamtnlo de 31 Je
Janeiro de 1812.
das pelos fogos, ou que se acharein lanzados em
Ierro ; devendo os referidos paos ser offerecidos de
preferencia ao Esla ln. que 01 comprara', se delles
precisar, pelos presos da complanle tabella, com o
abalimentp do coslumc.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel general do co minando dai armas de
Pernambuco na cidade do Recite, en 6 de
setembro de 1857.
ORDEM DO DIA N. 19.
O brigadeiro commandante das armas inlerino 6a-
tisfazendo a requisito que Ihe foi feila pelo Sr. co-
ronel commante superior inlerino da guarda nacio-
nal desle municipio, em oflicio datado de 3 do cor-
rente, determina que seja dispensado do aquarlela-
menlo o Sr. lenlo Francisco Civalcanti de Alba-
querque, do contingente do 6. balalhao da mesma
guarda, por ler sido promovido a sapillo, ficando
em sen logar o Sr. Jesoiuo da Coste de Albuquerque
Mello, que foi promovido a lenle.
O mesmo briuadeiro recommen la aos senhores of-
ficiaes incumbidos das rondas de visila, a fiel obser-
vancia do disposlo na ordem do dia n. 4 de 17 de ja-
llio ollimo, e lano a' esles como ao de dia a' prara,
que nis rondas que fuerera, guarden! as formalida-
des prescriplas 110 regulamenlo, por ser esle o melhor
meio de conlieecrem, se as guardas se conservara vi-
gilantes nos seos poslos, e se o servido se faz cora a
precisa exaclidao.
Os Srs. ajudaules de ordens rondanlo tambera al-
ternadamente, e vigiarao se as deterinmares (obre
o servido da guarnicao lem odevido comprimeiilo.
Assianado'i.JnS 1 Jos da Costa Pimentel.
Conforme.Demetrio de GusmAo rjoilbe. Alfe-
res ajudanle de onlens encarregado do delalhe.
insliluires anlo-
gas as do Piemoule, e fundadas como estas na ul-
lianca sincero da liberdateedo espirito conservador,
corlar-se-ham pelas raizes as fulurai rebelliOes, e
isegurar-se-hia a Italia o repouso e a prosperidade
a que ella aspira.
A circular de M. de Cavnur sera' communica la a
lodos os gabinetes da Europa.
Esperaremo, para completar as nossas aprecia-
ros, os resollados do inqneriio R que se procede em
Genova 10b a auloridade do tribunal de appellar.io.
[Jornal do Commercio de Lisboa.'
V
RIO DE JANEIRO
27 de agoslo de 1857.
_ Continen lionlem no senado a primeira discus-
so do projeclo sobre as sociedades em commandila.
Fnllaram conlra os Sis. Sooza Ramos visconde
de llahorahy, e a favor o Sr. Souza Franco, ministro
da fazenda.
A discussao licou novamante adiada por nao ha-
ver casa.
I.evautou-se a sessao as 3 horas.
ranho.
Todas as oulras emendas offerecidas e aqoi n ju
nieucouadas foram rejeiladas urnas, e oulras jalea-
das prejadicadas.
O Sr. Sergio de Maeedo reliroo a sua emeuda.
A proposti do governo, he adoptada com ai Mata-
da! ipprovadas em segonda c lercera diteussao, e
remetlida a commissao de redan-jo.
- 30 -
Continuou honlem na cmara dos depntadoi, a
pedido do Sr. Castello-Branco. a discusiao, interiora
mente adiada, do requerimenlo do Sr. Benavides
sobre negocios das Alagoas ; oroa o mesmo Sr. Cas-
lello Braneo, e ficou a discussSo adiada.
Approvoa a redac^ao da lei do orc,ameuto, 01
ental, nao percehem sold actualmente; exceptuados' qual a receila foi oreada em 39.428:1005000, mon-
aquelles que liveiern oblido pcn,ao em rcmunarc.ao lando a despeza volada a 10,097:068i>ji9, o que po-
rl.eram lodo a espado da sesso de honlem.
A discus.-.o ainda ficou adiada, por nao haver
casa.
Conlinuuu liontem na cmara dos depotados a 3.'
discnisao da proposla 00 governo que lxa a despeza
e orcsi a receila geral do imperio no exercicio de
1S58 a 1859, e foram npoiadas as seguintes emendas:
Na medida relativa aos vencimentos dos refor-
mados comprehende-se os ofTiciaes de 2." linha do
exercilo que, lendo 20 annos de servidos de campa-
nha preslados no Ro Grande do Sul ou Estado Ori-
Publiramos boje, em srgaida, a segunda parle
do arligo ettrahido do Jornal dos Dbales, acer-
ca dos -ucee-sos de Italia, que honlem, por falta de
espajo, nao demos por extenso :
Mas, quanto a mis, enganar-se-hia aquelle qae,
das rcenles desorden de Genova, de l.iorne, de
Sapri, e da sua rpida e fcil compres-jo tirarse a
consequencia de qoe a Italii esla' salisfeita, que a
agilac.au de que iucessantemeole se falla he pouco
importante, que os Italianos se comprazem no com-
pleto abandono da vida poltica e civil, e que os
governos podenam sera perigo manter indefiniliva-
mente os rigores contra 05 quaei se'levanlaram lan-
as e Io poderosas reclsmai;ai. Seria desconhecer
a verdadeira licao que noi ensna a conjurarlo de
Genova, e provocar os partidos a novas macliina-
n.es cora melhores probabilidades de sacessa. O
Conlinuou honlem na cmara dos diputados .
di. cus -jo 1I0 parecer sobre a denuncia dada contra o
ex-mioislro da juslic,*, e orou o Sr. Rodrignes dos
Santos.
Conlinuou em seguida a lerceira discussao da pro-
poslado governo litan lo a despeza ejercaadii a recita
geral do imperio para o exercicio de 1858 a 1859 ;
oraram os Srs. Jaciulho de Mendnnri, Salathiel, e
'i.im.i 1 Peitolo, leudo sido apoiadas as seguinles
eineiulas, c lio.indo o dbale adiado :
a Ao arligo addilivo qae aulorisa o governo par
rever as tabellas dos vencimenlos dos empregados das
secretarias de pulida do imperio, acrescenle-se
dssde ja.Alaxandre de Siqueira.
I O direilo de 12^800, de que traa o art. 9 da
lei ds 23 de outubro de 1832 nao he devido pelo re-
gistro das carias de naluralisaro concedidas gratui-
tamente a eslraneeiros, em conformidad! do arl. 17
da lei n. 601 de 18 do setembro de 1850, e decreto
11. 712 di 16 de setembro de 1853, e 808 A de 16 de
junho de 1855 Carrfo.Sergio de Maeedo.Sara-
paio Vianua.Pereira finio.Pedreira.
o Emenda da segunda commissao do ornamento.
No arl. II acre-cenli-se depois das palavras.
Fica o governo aulori-adodesde ja.Costa Pinto.
Faoslo de Aguiar.Paransgua. D
o Supprima-se o artigo addilivo n. 43 que manda
lejara os emolumenlos da secretaria de estado dos
negocios eslrangeiros parlilhados lambem pelos a-
manuenses da mesma secretaria.Cunta Malo.
A ordem do da de linje be :
Primeira parte.Continuaban da discussao do pa-
excesio da eonanca seria peior a nosso ver, de que |'ecer llc' commissau especial sobre a denuncia con-
0 excesso do desanimo. : Ira o ex-iuini.-lro di juslira o Sr. Jos Thumaz Na-
Quando a Europa reunida no congresso de Paris ',ucu de Araujo, e se houver lempo as oulras mte-
se oceupou da siluarjo da Italia, reconheceo que a r'as designadas as ordens do da anteriores, que
Italia -ollna de um malverdadeiio e profundo 1 que
era argente applicar om remedio ; o congresso
pensou que os governos des Estados I tllanos nao
podiam por mais lempo dispensar-se de inlroduzir
grandes reformas na su.i constituirlo, e pedio refor-
mas. Depois do en -en.un -rita do congresso, a F'ran-
o.i e a Inglaterra iuststirai para alcanrar do papa e
do rei das Duas Sicilias as reformas desejadas pela
Ruropa, e he permillidn crer que a prolongada re-
sistencia das corles de Roma e de aples nao in-
fluio pouco as resoluees dos conspiradores. As
suas leulalivas fatharam, porra nao se deve unica-
menle altnbuir este resultado a terem os autores da
couspiracao, prociamaudo-ss republicanos, declarado
a guerra a lodosos gove-rnos da Italia, e afaslado
de si os italianos amig s de uma liberdade bem en-
tendida e moderada; devi-sa isso lambem, e so-
breludo allribmr a que os gnvenius da Franca e da
Inglaterra, que querein reformas na Italia, mas
que nao querein ahi revnlnres republicanas,
nformaram opporluuameiile os governos mais di-
rectamente inleressados, e os levaran) cora iustancia
a adoplarem as neceisarias medidas para impedir
a e\ [ibisj) do conluio, e a reprim-lo sen Jo preciso.
Em visla das declaracOes de M. Rallazzi, minislro
do interior do Piemonle, sbese lioje que a dcs-
cobarls da conspirar;ao de Genova se deve em gran-
de parte a vigilancia da polica frnnccza ; qui des-
de 01 principios do mez de juuho o governo frincez
envin precisas iuformafoes as ceiles de Roma, de
aples, de Tafia, e de Lime. Acnnleceram en-
Io duas cousis : as cortas italianas a loplaram me-
d tas do defeza, e os conjurados viram-se descober-
tos e amearados.
Diz-se que a perturbarlo e a hesitarlo*se intro-
duziram entre ello- .- que a maioria quiz o adia-
menlo da execueau.que aminoria insisti n'uma im-
medita demon-ir r,j armada, e que a explosSotie
a obra dessa minora obstinada.
Esta emprezs criminosa e insensata causou gran-
des desgrasas, e fez militas victimas ; os conjurados
perdern) muitos dos seus. e, como quasi sempre
acontece em casos semelhantes, os chefei consegui-
rn) pir-se a salvo,
numerosas perdas.
anida nao foram deciaidae.
Segunda parle.Conliuuarjo da lerceira discussao
da proposla do orcamenlo.
28
Honlem nao lioove sessao no senado por filia de
numero legal. A ordem do dia he t mesma.
Conlinuoo honlem na cmara dos deputados a dis-
cussao do parecer da commissao especial sobre a de-
nuncia dada conlra o ex-rainislro da Justina, e foi
.P ni ia a seguinte emenda :
Conclua-se o parecer do modo seguinte : A
cmara julgando que o decrelo au he autorisado
pe 1 ronsiiinirao e pelas leis, comludo, a villa das
razos expendidas pelo ex-miuistro da juslira que
o 1 rieren,ion, e certa da siuceriedade de sua coime-
ra 1 de qua bem servid o pdiz, nao julga convanim-
le decretar a sua aecusasao.Rodrigues dos Sen-
Ios.
Depois de orar o Sr. Nabuco, procedeu-se a vo-
lagio, e foi approvado o parecer concloiodo que nao
leja allendida pela cmara ,1o- depulados a denun-
cia apresoulada pelo Sr. Gomes de Sooza.
As emendas foram lodas rejeiladas.
Onlinuou em seguida a lerceira discussao da pro-
posla do governo que lxa a despeza e orr, a receila
geral do imperio ; orou o Sr. Bramido, e licou o
db.ite adalo,leudo sido apoiadas as seguinle emen-
das :
" Sabsliluliva. Os olficiaes do exercilo e armada
reformados, es de segunda linha com sold e os ho-
norarios que perreberem os sidos das tabella de 28
de marro de 1825 e anteriores, psssarao a ser pagos
desdeja pela tabella do 1' de deztmbro de I SI I, e
lodos os olliciaes reformados do eiercito e armada e
de segonda linha lambem reformados com sold que
contaren) 30 annos oo mntf de servs efleclivo per-
ceberam mais o augmento da parle do rida tabella de 18l, excepto os que ja gozaren) des-
Nelbo.Rodri-
gues dos Santos.
te beneficio. Pederneiras.Diogo
Da primeui commissao de oreamento. a O art.
4- addilivo, seja substituido pelo seguinte : As
As tropas lambem soflrerin mullas de revalidarao do sello liso proporcional
impostas nos arts. 11 e 11 da lei de 23 de outubro
Acabamos de dizer que a conspirarlo, (ramada
n'uma larga escala, bata sido halmeula combina-
da ; julgou-se reoonbecer ahi a mao dos mais saga-
zes conspiradores, nao su da Italia, mas da Franca
e da Allemauha ; e he o que explica o ter se es-
collado Genova para centro da acy,ao logo que se de-
cidi que 1 insurreirao sena dirigida conlra o go-
verno da Sardenha, c c ntra os goveruos das Duas
Sicilia*, da Tosrana e de Roma.'
A cidsde de Genova he um asylo aberlo aos re-
refugudos polticos de Indas as nares. Encontram-
se alli preciosa! garanlia de seguranra ; os refugia-
dos podem communicar facilmeula cora os saui ami-
gos da, Italia, da Suissa da Allemanha, da Franca 1
da Inglaterra. Genova lio paranla uma cidade pari-
da 1813 ficam reduzidas de 10 al 20 por cenlo do
valor dos titulo.
n Artigo addilivo n. 56. Continua por maia um
anuo 1 Hiilcrbui..ii concedida ao goveruo no 3' do
arl. i I da lei do oicaraauto 11. 881 do 1- de outu-
bro da 1856.
a Arl. addilivo n. 57. Fica o goveroo aolorsdo
para reduzir, como for conveniente, ai laxas de im-
porl.ic.ao cobradas na mesa de rendas de Albuquer-
que, provincia de Malo-Giosso, para o que poder
fazer uma larifd especial.Sampaio Vianua.Tor-
res Homero.Augu-tn de Oliveira. o
- O governo be aolorisado a premiar os colonos
nacionacs uo eslrangeiros que curapiirera ponlual-
mriils seus coutralos com os proprielarios laVrado-
vilegiada para os proscriptos poltico, e be por isso res, com lima don.-ao de Ierras publicas na respec-
que alli residen! em grande numero; assevera-ae (iva provincia al 25 mil brajas qoadradas, declaran-
qoe nos fins de maio aquella cidade contava sale a do ero regulamenlo as provas coudices necessa-
ilo mil proscriptos viudos do todos os pontos da rias para conferir.eslc premio, sendo porem graloila
a expediento dos competentes ttulos.Rodrigues dos
Santo, n
Ao S 27 do irt. 2- da proposla : Em logar de
2,2(H):0O>iHK) diga-e 1,500:0009000, nicluindo-se
lodos
Europa.
A cidade de Genova goza de uma grande libarda-
de de que se mostr mni riosa, e que be uma ras
suas antigs Ira tiro. ; em Genova ha a intima
lestes servicos. Barao de Porto-Alegre. Araujo
liiu.que.liarao de Mauft. i>
Ao arl. 46, dspois das palavras a pretir
acrescenle-se desde ja O maia como se acha re-
digido.Delfino de Almeida.Peixoto de Azevedo.
ir Nos arligos qoe commissao pretende que fa-
jara parle do or;ameiilo. inclua-Se o 50, qoe ja pas-
sou em 2.a discussao.Machado de Souza. b
Entre os arligos que a commiiao pretende que
lar un parle do oreamento, inclua-se o art. 40, que
passoo na 2.-1 discussao, e que iguala 01 ordenados
dos profesores do liturgia dos seminarios do impe-
rio aos oulros professores dos mesmos seminario.
Pinlo I.ima.Manoel Dantas. 11
ir Que nao se separe do oreamento a quanlia nola-
da no 27 do arl. 2 para a estrada de rodagem en-
tre a cidade de S. Joao de El-Rei em Minas e a ca-
pilil|de Goyaz.S. B.Salathiel.
n Que iin se destaque o arl. 32 sobre I applicaeo
da le da 11 de oalahro de 1837 aos contratos da par-
ceria. Rodrigues dos Sanios.
a Se passar o arl. 36, eslenda-se a 10a dispoirao
dolaran de S. M. o Imperador, e a dos merahros da
imperial familia, bem como aos sidos dos reformados
pela tabella de 28 de marto de 1825.-F. C. Brandao.
o Ai revali tardas do sello lito a proporcional, e ss
mullas impostas no art. 13 e 11 da lei de 21 de ou-
lobro de 1813, ficam rednzidas de 10 al 20 do va-
l-r dos ttulos oo do competente sello fixo.Silva de
Miranda.
o Nao se separe da lei rio ornamento o arl. 51 re-
lalivo a' isenc.Ao de direiloi da iniporlacdlo para a-
mirhinas apropriadas aos servidos da lavoura.
Almeida Pereira Jnior. Teixeira Jnior. Cruz
Machado.Virialo.
A quanlia designada no arligo addilivo n. 46 se-
ja redozi la a 10:000;.Conha Matos.
o Ecxeploe-se da emenda da commissao de fazen-
da, qoe separa do orcamenlo os artigas iddilivos
que nao forem por ella ofterecidos a emenda que
aulorisa o gov-rno a auxiliara navegacao a vapor no
Rio de S. Francisco.Femandes da Cunha.
Si paar a emenda da commi'sao para que se-
jam separadas do S 27 da art. 2 do oreamento diffe-
renles verbas detinadas a obra* publicas, que seja
sem prejui/.o da verba de 100:0009 approvada em
2.a disco-sao para as obras da e-Irada da provincia
de S. I'.inlo.I! rbo-a 1I.1 Cunha. n
Depois de orarem os Srs. prndenlo do conselho,
a Bello, procede-se 11 volarao, c sao apnrovidas as
srguinles em>ndas:
o Ao : 27 do arl. 2 di proposla : Em logar de
2,2IHI:(_MHl5. diga-se 1,500:000?;, incluiudo-se a quan-
lia de7(r0.tK)o> para (agamenlo dos juros de 5 ", gs-
ranlidos s companbias das estradas de ferro de D.
Pedro II e de Pernamboco.
o Ao arl. 3. S 10 : Em logar de 30:000.3 para es-
labelecim-nlo du seminario episcopal de Goyaz, di-
ga-se 12:0005 pira compra ou run-l ureio de um
predio, e correspondente mohilia, afim de nelle esta-
belecer-se o seminario episcopal de (io\az. a
11 Arl. 3 ; 10. Em lugar das palavras : a 3:0009
pira auxilio s obras do seminario episcopal da pro-
vincia do Amazonas, inerlas na parte final do 5 10 do
arl. 3, diga-te : e 3:0009 para auxilio do seminario
episcopal da cidade do Manos, capilal da provincia
do Amazonas, o
O arl. 4 (addilivo) seja substituido pelo seguinte:
As mullas de revaidac-ao do sello fixo e propor-
cional, mpolas nos arligos 13 e li da lei de 23 de
outubro da 1813, ficam reduzidas de 10 alo 20 do
valor dos (lulos.
Arligo addilivo n. 50. Continua por mais om
anno a autorisac.a'u concedida ao governo no 5 d do
arl. II da lei do oreamento n.88i do I:- de oolubro
de 1856.
Arligo addilivo n. 57 .' Fica o governo aolori-
sado para reduzir como fr conveniente as laxas de
importaran cobradas na rnesi de rendas de Albu-
querque, provincia de Malo-Grosio, para o que po-
der fazer uma tarifa especial.
o Supprima-se o artigo addilivo n. 43 que manda
sejam os emolumentos da secretaria de estado dos
negocios eslrangeiroi parlilhados tamben) pelos ama-
nuenses da mesma secretaria.
ir No arl. 11 addilivo acrescenle-se depois dasjpa-
lavrai lira o governo aulorisario, desde j).
n Arl. 41 Substitutivo : n-nili-iaes doexeicitoe
armada reformados, 01 da 2." linha com sold e os
honorarios que perceberera os sidos das tabellas de
28 de marco da 1825 e anteriores pa-sain a ser pa-
gos pala tabella do I.- de dezembro da 1811, e lodos
os offciies reformado do exercilo e armada e de 2.a
linha lambem reformados eom sold que contaren)
30 annos ou mais de ser\ ico elfeclivo, peiceberao
mais o augmento da 5.-1 parle do odo da referida
tabella de 1811, excepto os que ja gozarem desle be-
neficio, o
Arl. 55 lobstilulivo: Fica o governo autorisado a
despender no exercicio de 1857 a 1858, por conla
dai verbas dos ^ 6, II), 19 e 20 do arl. 6 da lei n.
881 do 1 deoulubrn de 1856, ai mesmn sommas
consignadas nos ^ 6, 9, 17 e 18 da presente lei.
Ao art. 38 addilivo, autor na 11 lo o governo a re-
ver as tabellas dos vancimenlos dos erapregados das
secretarias da polica do imperio, acresccnle-se
desde j.
Ao arl. 35 addilivo, qua Irata dos ordenadoi dui
meilres da familia imperial, depois da palavraper-
ceber jo acerescenle se as palavrasdesde j. 11
Ao arl. 35 addilivo, qua traa dos ord-nadoi dos
Diestras da 1,1 ihi imperial, depois da palavraper-
cbelo irescenle-se as palavras desde j. d
11 o arl. 21 addilivo, depois da palavragaranlia
acrescenle-se desde ja. 11
Subslilulivo ao ; 6 do arl. 18, addilivo : Crear
igoalmenle no arsenal da corte uma escola de ni
trurr.io Ihiorica e pralira pata 01 artfices do mesmo
arsenal e navios de guerra, aproveitando para cite
fim o ensino de primeira lellrai, desenlio geome-
tra applicada s arles, ja exilenles naquelle e-labe-
leciraento.
Arligo addilivo : O proprio nacional qoc actu-
almente serve de prisao civil na capital da provincia
da Parahiba do Vurte, fica perlencendo aos proprios
da mesma provincia.
Artigo addilivo : Fica o governo autorisado a re-
1815 sobre direcloria de Indioi
de fazer aoppor qua (lavara' um dficit consideravel.
Nao succeder porem assim, porque a receila do
anno respectivo deve subir muito alera das previ-
sOes do ornamento. A regra adoptada lem sido or-
ear a receila futura pelo termo medio dos Ires lti-
mos exircicios condecidos, a fui por islo qoe 1 re-
ceila para 1858 a 1859 foi orc,ada em 39.428:1009000
Mas como a recula de 1856" a 1857 chegoo a cerca
da 15,000:0002000 sem depoiilos, a a pedo da
47,000:0009000 com depsitos, he di soppor que o
exercicio da nova lei nao de-r 1 desla somma, a ues-
te caso, ara lugar de dficit, haveri sabios, oo pelo
menos lera o lhoooro os meios necessarios para que
neiilium dos serviros soffra.
A cmara approvoa anda a emenda l'cila e ap-
provada pelo sealo a propositan da cmara doi
depulados aolorisando o governo a conceder om au-
no de liceoca ao Dr. Joaquim Villela de Cutre la-
vares e ,1 Jo3o Xavier Carneiro da Cunha, para qoe
se torue extensivo o mismo favor ao contador da
coniadoria geral da guerra, Manoel Joi de Alba-
qoerqoe.
Approvoa era oraa nica discussao os seguintes
projactos.
Autonsandoo governo a mandar matricular no 3-
anno da escola de medicina desta corte o eitodanta
Luiz Fraociseo de Murinelly, com os eximes feitos
na faculdada de S Paulo, assim como uma emenda
para qae saja admillido a' matricula e exnme do 3'
anno da faculdada de direilo do Recife o islodinta
Filippe Molla de Azevedo Correa.
Coraprehenderida as dispo-ires do aviso do 2 de
margo de 1829 o capillo Antonio Joiqoim Rodrigoes
Borba, e os olliciaes em idnticas circorastancias,
conlando-se-lhe porm o sold correspondente a
patente com qoe se reliram da campanha, a segun-
do a tabella que vigorava uo lempo em que eflecli-
varaente servirn), a-mi como uma emenda para
qoe, depois da dali de 1829, se acresrenle, que
mandou conservar aos olliciaes do corpo de volun-
tarios da provincia de S. Paulo os sidos qoe perce-
hem.
Approvando o decrelo de 20 de junho do correla
anuo, pelo qual foi concedida a I). Joanna Ignacia
Locas, viova do altores do 4- regiment da civalla-
ria do exercilo, Francisco l.uca da Oliveira, modo
em combate na provincia de S. Pedro do Rio Gran-
de do Sol, orna pamao annual equivalente io sold
qae percebia seu marido.
Approvando o decteto de 19 de agosto correle,
pelo qual foi concedida ao lenle reformado dis
- Muirlo- milicn-, Francisco Thomaz da Silva a
pensao annual de 6OO9. com superveniencia da me-
lada a sua mulher D. Margarida Roa de Jesos-
Approvando a peusjo.annual de 1:2009 concedida
por decrelo di 21 de Janeiro do corrente anno ao
ccnselheiro Diogo Soares da Silva eVWV "" alien
<;ao ios bons servi$os prestidos as coramissoes para
que lem sido nomeado.
Approvou tambera a cmara em uma sui discus-
3o as emendas approvadas pelo senado proposi-
e.lo di cimera dos depoladoi sobre a navegacao por
vapor 10 porlo da Victoria.
Entrn emfim em primeira discussao o projeclo
aolorisando o governo a igualar o sold a mais van-
lagem do major municipal permanente a importan-
cia do que actualmente percebem os ofliciaes do ex-
ercilo de igoal patente.
Tendo-se requerido o idiamento da dicoss3o do
projeclo por tres din, nao se voloo por nao haver
casa.
1 de selembro.
Honlem o Sr. Slveira da Molla occnpoolodoo
espaso da sessao do senado, fallando conlra o projec-
lo rrlalivo as sociedades em commindila, que oa-
quella cmara nuda esla' em primeira discanto. O
orador, ao terminar, mandou a mesa nm piojecto,
qui offereceu consideraran do senado, em lubsti-
tuirjo do qoe actualmente te discute.
Ftcoo a discussao d< novo adiada, por ter dado a
hora.
convicsao de que o commercio nao pode prosperar ] a quanlia de 700,000>000 pira pagamento dos jaros
um s liberdade. de cinco por cenlo garantida! as companbias das es- j
Os Genovezes lo lo ranino lempo independrnles, Iradas de (erro de D. Pedro II, a de Pernambuco. I
e moslre.-n-se resentidos da supremaca de Turin, i E lepare-sa pira formar o proicclo espacial o reto I
capal do reino. Elles vingam-e suscilaudo ao go-,do paragrapho.Conhi Pdranagua.Fausto de A-
verne toda a sorli de ambaraeaa, e prevalecem-e t guiar, a
para esle fim das facilidades que encoolram no oso ,, I icam fazendo parle da presente lei os arligos
das iuss imraanidades monicipaei. [ ndditivos seguinle : do t- 29, 31 a 35 37 e Ih, \j,
O espirilo municipal qae he ainda uma velha 44 a 19, 51, 52, e 55, approvados em segunda] dis-
Iradir.l j de Genova, prodazio alli o espirilo do op-: eosao, e bem assim 01 arts. 55 c 57, e o arligo rala-
posisao. livo as certas de ualuraliasi concedidas graloila-
ila pouco empenhou a cidade de Genova urna lu- meule a e>lrngaros. Todos os mais aerSo redigi-
la com o governa por causa da repailisao de cerloi I doi em projactos separados.Cuuha Paranigo.
imposlos; om pomo mais tarde os Genovezis re- I Fausto de Aguiar. o
ver o regulameulu d
e la catechese. a
o Arligo addilivo : O governo fica autorisado a re-
formar o correio geral, organisando uma serrn es-
pecial para o servir.i postal para fora do imperio,
comanlo qae o augmento do despeza qae se dar teja
compensado com a vanlagem pata o estado, pelo ac-
crescimo de receila. a
o Arligo addilivo : O direilo de 129800, de que
trata o arl. 9 da lei de 23 de oolubro de 1832, nao
he devido pelo registro das cartas de niluralitasao
concedidas gratuitamente a eslrangeiros em confor-
ini 1.1 le do arl. 17 da le n. 601 de 18 de setembro
de 1850, e decretos ns. 712 de 16 da selembro di
I8VI, e 808 A de 15 de juuho de 1855. n
o A qoantia designada 110 artigo addilivo 11. '16
>cja rednzida a |o;o 111-.
a Ao arl. 46 addilivo: Depois das palavras a
pre-laracrescenle-sedesde ja. U man como le
acha redigido. a
11 Arligo addilivo : O governo organisar qnaulo
antes um plano de ensinn agrcola e industrial, sub-
raetlendo-o ao conhecimenlo dn rorpn legislativo na
sua primeira reunida, para decretar os fundos preci-
sos au estabelerimeiitos de institutos e escolas de a-
gricullora as diversas provincias do imperio, o
r Arl. 48 substitutivo : l-Jca o governo autorisado
a despender as quantias precisas para o inelhoramen-
| lodo purlo do Maranho e da barra do Rio GraurJi
do Sul a service de sua praiicagem. a
NJo foram submeltidas .1 volarao por importaren)
augmento de dc-peza as seguinles emendas :
1.a Do Sr. Brandao : que diz se passar o art. 36
estt-n la se a sua dispo-i,,jo a dolarlo de S. M. o Im-
perador, e a's doi uiembro da imperial familia; bim
como aos sidos dos reformado! pela tabella de 28
morro di 1825.
A cmara dos depulados spprovoo honlem um pa-
recer das commisies decemslituiran e de jusl(a cri-
minal reunidas, concluindo que nao deve continuar
0 processo crirae, em qae be reo o Dr. Hay mundo
Ferreira de Araujo l.una, depotado pela provincia
do Ceara1 na passada legislatura, pronunciado pelo
juiz muuicipal do termo da Iraperatriz, da diti pro-
vincia, pela morte de Manoel Gomes do Naicimento,
perpetrada pelo soldado Manoel Gonralves, dorante
a lula que hoove na referida villa por occisiau dai
eleires paroebiaes.
OSr. Sampaio Vianua sislentnu e apressnloa o
seguale requerimenlo, cuj discussao ficou Hitada
por ter pedido a palavra o Sr. Brandao :
a Reqaeiro se peciui ao governo, pela npirlicao
do Ihesouro, as seguintes iuformicdei:
1.' 1 un relami circumslanciada das redama-
r/.es pagas pela alfandega da corle, por falta oo ex-
travos ds mercadorias, desde o exercicio de 1848
1849 a 18521853, por eada exercicio, eom decla-
rarlo da data em que cuinerarain os respectivos
processos, e da ira qoe foram pagas ai quauas re-
clamadas.
a 2.' O mesmo com referencia aos axerciclc de
18531854 a 18561857.
o Paso da cmara dos deputados, 31 de agoslo da
1857.Sampsio Vianna.
O Sr. Brosqoe luslenlou e apresenloo o seguinte
requerimenlo, coja diicoasao tamben) licou adiada
por ter pedido a palavra o Sr. Bello.
Pteqoeiro qae se pesa io governo, pelo ministe-
rio da ju-tis, urna reUrj> dos olliciaei da guarda
nacional quo foram deruiiliJoi e dispimados sem o
pedir do serviro dos corpos 1 que perlsuciam ni pro-
vincia do Rio Grande do Sul, deide a iui orgauisa-
rjo de 1817 e 1818, cujas damisses e dispenses fo-
ram dadas no periodo que decorro do 1' de agoito
de 18)2 al26 de setembro de 1855.Araujo Bres-
que.
Indo-sa volar o requerimenlo de adiameulo da
discussao do projeclo que aulorisa o goviroo para
igualar os vencimenlos do msjor do corpo de per-
manentes aos dos ofliciaes du exercilo de igual pa-
tdiite, verifica-si nao haver casa e levanla-11 a
sessao.
A ordem do din de hoje lie :
As materias anteriormente designadas, preceden-
do a volasao do requerimenlo de adiamenlo do pro-
jeclo 11. 132 desle auno, a accrescendo :
Primeira discussao do projeclo u. 136 desle anno,
que aulorisa o governo para emprestar a Guilherme
Schach de Cspanema a quanlia de 100:0009, em be-
neficio da sua fabrica de papel. S-gundi discutido
do projeclo do senado n. 122 desle anno, qoa con-
cede loteras s malrizes de Santa Rita do Rio Abal-
lo e San Thiago. na provincia de Minas Giraes.
RIO GRANDE DO SUL.
5 de ag..-to..
Honlem chegou o Caiias de Porlo-Alegre. A
vice-pjesideucia por aviso de 25 de julho pesiado,
marcoo o dia 6 da dezembro futuro para se proceder
a eleirao dos membros da aisembla provincial para
a oitava legislalora, e por oulre aviso da mesma da-
la, convocando a muma assembla para o dia 1- di
fevereiro de 1S58.
Em S. Gabriel, o negociante Joao Jos Ramos de
1 arias, suicidou-se. Julga se que lal re.oluOo fon
originada por desarraujo inlellertoal ; porque as
suas circumsl.incias de fortuna erara satisfactorias,
nem lao pouco havia soffrido deigoilos de cunsiden-
r jo que o levasse au despero do suicidio.
Dos mais poulos da provincia lodo vive em plena
tianquillidade.
O oCamacoana, qae ha pouco sabio do hospital,
como j Ihe annunciei em uma das minhas ultimas,
anle-honlem enlrou de novo para enfermara, por-
que as ral lena- e-i jo vasaudo muito Forte desgrn-
ca infeliz commercio !
- 13 -
Chegoo boje o erConliuenlislan de Porto-Alegro,
o a proposla e ora orgaoisacilo do balalhao da
ILEGIVEL

.


DIARIO DB PERNAMBCO QUINTA fERA 10 DR SETEMMO DK 1857
guardas n'icicnaei daqui vienm j como eram es-
peradas.
l'ara oolroi punios da provincia tambera lem ha-
vido moitas noroe.ja, c por ellas fe conhcce qoe
\ ice-presidencia se arlianai agonasda ptrdi
do poder.
ral crala ums seclo da Roarda nacional da re-
serva daqui, e nomeado para commantia-la no pesio
de major, o presdeme da cmara municipal Jos
Lat de Metqoils, que j era capiiau-promolor
do extinclo consellio de disciplina. Esta Hornea-
rlo, na rcalidade, recaliio em um cidadao pretli-
inoo, e que goza de rnuilas evmpalhi.s de que lie
credor.
Auna Alaria Saelier, qu liavia sido vclima dos
zclo. de Malhias Schweugler, como j llie refer,
acha-se felizmente fon de perigo, ej eo> convalei-
cenja. Exlr.liiu-se-lhe do corpo 4 bala, e apezar
do grunde estrado que fizeram, muilo se deve i
estorjos dos dignos mdicos que esliveram a sua ca-
bfceira. Sobre Uo liorrivel calaslrophe do infeliz
ll.ia, ni h lem n lamentar a soa infeliz marte e
sampsro de desdilcsa mili, que, si) abandonada
erfnerra estranha, chora sobra a campa do fllio sui-
cida as soas esperanzas mallograda, as saodusas
lembranra. do paisado !
15
Ili-nlcm pelas 3 S horas da larde enlroa o oTo-
canlinsn ; nao se prucurava saber novidades da cor-
le ; porm noticias do Uoauabarer, se estara ar-
ribado cm Santa Calharina. A certeza de que |
no esteva, impressionou a todos nesla cidade, pe-
las serias desconfianjas de- que se leria perdido.
Agora parece que nao resta duvida acerca de sua
perda, visto que as esperanzas que se linha de es-
tar arribado em Sania Calharina e-iao da lodo per-
didas.
Hoja um faci ie den nesla cidade, pelas 10 horas
da inanhaa, que lem enchido de indignajao aquel-
las que, apreciando des idamente a mmio de euipre-
gado publico, no cumprimeiilo de seos deveres, nao
podem denar de lamentar cjni polantados, qoe, levados pela rorluna que pos-
uem, querem que para elles a le seja um
miiniVellaque gyre segn Jo as suas convenien-
cias.
O promotor publico desta comarca, oDr. Alessn-
dreJaciolho de Mindonjn. foi espancado pelo le-
nenle-coronel llsnbal Anlunes Maciel, pelo facto de
ter acuelle promotor no exm icio de tua* funcj.'.es
pedido a pronuncia do mesmo lenle coronel e seus
amlos, conforme o arl. 1'J do cdigo, no procesa,,
que se esl instaurando contra elles na tentativa d-
rnorle na pessoa do roajor Jesuino da Silva Fer-
reira.
Logo depos do fado o respectivo delegado de po-
lica procedeu a corpo de delicio, e nao resta duvi-
da que breve leremo. ile ver o lenenie-coronel lls-
nibal asienlado do banco dos criminoso.
O leu Jornal de 6 do correle Iraz um a pedido
de Santos, assignado A., com dala de 31 dejullio
passado, em contsla-.lo ,i, reflexoes de minlia cor-
respondencia, publicada no'aSopplemenlo do leu
Jornaiu de 14 do mesmo mez de jollio, a respeilo
da desigualdade por mim aponlada dos vencimeutos
dos enpregados desla alfandega, comparados com
os daquella cidade, em que eu demonslrava que,
sendo aquella alfandega de menos trabalho pela im-
portancia de sua arrecsdnjSo, os seus empregados
tinliam melhores vencimeutos que os daqoi ; neese
a pedido, querendo demonstrar a inexaelidao dellas,
despreza avaar a importancia do trabalho pela
somina da arrejadtjan, mas sim pelos valorea impor-
tados, cojos dados forim lirado pelo proprio Sr. A.
das tabellas do ejercicio de 18361857, annews ao
relalorio ullimamente a presentado ao corpo legisla-
tivo pelo Exm. ministro da fszenda, qu. da o se-
guiut. resultado :
As tres elTandegas do Rio Grande. Santos.
Importajao directa. 3.6'J:.'>li1- 482:628^917
Cabotagem 3,157:886j000 6,U36:J8cOtK)
6,800:3963(17 7,419:2120917
_ Aprsenla por conseguinle o Sr. A. a eomma de
j68:8I65-)00. valor a favor da de Sanios, ao total
importado neita provincia, e com elle faz o seu
caslello inetpugnavel, que nao se pode penetrar,
como escudado na verdadeirascienciados alga-
ritmos ; mas privado como fica que as sommas ci-
ma que aprsenla a alfandega de Santos, o valor de
importajao despachado em grande escala provm
dos gneros navegados por cabotagem, qua devem
ter ja pago direilos de consumo em nlguma outra
illaudcg-, e quando remedidos para all, j chegam
sohrecarregadoi, pelo menos, com 10 por cenlo, va-
lor eutao este qoe a mesma alfandega lira par fazer
os seus raappas, dave existir um accrescimo nesse va-
lor, produzido nao s pelos direilos de 30 por cenlo,
termo medio, j pagos no primeiro porto, com mais
10 por cenlo, atoda qus pequeo, d lucro que deve
aem davida tirar o seu importador ; o que nao acon-
tece as alfandegis desta provincia, que recebendo
em grande escala mercaduras directamente impor-
tadas, cuja somma o mesmo Sr. A. reconhece de im-
portancia, o seu valor real nao apparece nesies da-
dos, porque nelle nao estaocomprelieodido os respec-
tivos direilos.
Tendo, poi, o Sr. A. querido demonstrar que o
trabalho das alfandegas se reconhece pelo valor da
importajao e nao pela sua arrecadajSo, e paree.n-
do-me ler justificado de que o saldo que existe lie
lodo a favor das alfandegas dista provincia, julgo
nao haver mais duvida da parte do Sr. A. em que
estos alfandegas s3o superiores em trabalho, eomn
fica provado, a de Santos, e que aqnelles emprega-
dos esiao mesquinhamenle pagos; porm cumpre-
rne agora fazer ver o Sr. A., de Sanios, que pela
lairainicial pode significar Alfandega, qoe na
comparadlo guafiz, nunca live em visla fazer crer
que os empregados de Santos estejam bem aqui-
nhoadoa, quando en reconhejo que quasi lodos os
empregados de fazenda se adiara mesquinhamen-
le pagos, Irazenio nicamente por comprtelo
aquella, cojos rendimenlos estao minio qoem das
desla cidade Villa do Norte, e s mu o fim de
restar algum servijo, aioda que pequeo, aquel-
es que servem ao Estado na provincia aonde nasci,
e aonde resido, sem que me rrsle a esperance de
poder ooosegoir que a minha voz, o seu echo possa
cliegar i eminencia do poder para ser cuvida, pe-
la conseiencia qua teuho de sua excessiva debili-
dade.
Finaliin respondendo ao Sr. A. com as anas pro-
prias palavras, que S. S. podei eslar habilitado pa-
ra avallar e exagerar mesmo o sea servijo, mas he
seguramente incompslente
Para tachar com miio repace e escassi
Us Irabalhos alheios que oao paso.
18
A coiopanhia brasilera de Paqoeles lem de ru-
car do catalogo de sua propriedade o vapor euena-
h.ira.>
O brigoe inglez oElisabellm, procedente da Bue-
nos-A j res, e entrado ante-honlem, diz que naquelle
porto con,lava ter-se perdido na entradn do rio um
vapor brasltiro e urna barca americana.
19
fcotrou de Bremen o brigue bremense ojohmna,
Irazendo a seu bordo 159 colonos que leem de seguir
sabbado para a capital.
Restes 3 das lem estado a barra em um vivo mo-
vimenlo.
Ten sabido 32 navios, restando ainds 26 que tam-
qem estao a espera de poder sabir.
O Camacuao leudo feito .alguns concerlos na
caldeira, ja seguio para o seo porlo, e o Conli-
nenlisla tambera se echa na barra rebocando po-
rm deve por estes dous das deixar aquelle servijo
por Icr de seguir para Porto-Alegre a conduzir os
colonos.
Iloje chegoo da capital o "Cariase, e o qoe ha
de ruis importante dalla beainda a eontnuajao de
olliciaes para a guarda nacional que a vice-presiden-
cia esta fazsndo. Em breve lempo (eremos lanos
olliciaes qoe se formarlo com elles balalhO's e cor-
pos, e que devem ser commandados pur aquelle- que
tormarem a excepto, visto que pooco serao os
imples guardas.
Na capital, um moco porluaoez de nome Joaquim
I erreira Lisboa, no dia 9 do cerrenle, deu se por
roubado no desr.er a caca da assemblca provincial
para a ra do Alvofedo, seriara 9 horas da noite,
O cliefe de polica logo procuroo averiguar o fado,
e Lisboa sustentara nao Icr podido conhecer os ag-
gressores e apenas dizia que um dalles era brauco,' e
que vita-se ao roeimo lempo amesjade por um pu-
nlial e urna pistola engalilhada.
Na pesquiza qu- a .polica fazia afim de eneonlrar
os ladres, recebe ella um aviso de que o supposlo
roubado nao era mais do que um jugador pouco fe-
liz ou venturoso, e que acabava se de perder um
valer oa tanto contideravrl. No dia 101 larde vi-
ram-o descer a mesma ladera qne Ihe havia sido
lao fiitieala. llahi a paucos paisus cumhaleou e fui
' Ierra. Ergo.nto-se, clainou por auxilio, e alguns
cadetes que moran all proximo,leudo-o no principio
julgado ebrio, logo corrern em seo soccorro e o
echaran quasi moribundo. Fui condolido para a
a sua residencia, comparecendo loso o rerpeclivo de-
legado c nm mlico. Iiifalizmenle ja era larde ti
desventurado liuha-se envenenado com urna onja de
sohmao; eera a peconha fa(a| q,,e lavravi-lhe o solo
iDminilo-o no alvor da vida n'uma sepultura Em
poucos inilanles mo era mais do que om cada-
ver, levando eomsii>o para a cova o segredo da oys-
tenosa aventura que tilo lugubremcole teimi-
nou.
Pelo ex ame a qu se procedeu em seui papis
veio-se no conliecimenio de que era um prfugo
dessa corle, andando aqu disfamado com nome
supposlo. O sen verdadeiio nome era Joaquim Ito-
drigoes.
Amanhaa he esperado o uToranlinss, e se sabir
amanhaa mesnni ]* sabe que Jo poderel dar os
pormenores da oerdi do Guanab.ira.o
20
Sao 5 horas da tarde, e ja apparece o iTocaolinaa
de volla de Montevideo ; sem duvida nao rodera'
eolrar por ser larde.
loje cheeuu o correio de Ierra de Montevideo, e
na carias qe dao como certa a perda do Guana-
J,.:" em Ml-'onado, salvando-se lelizmente os
gSHS?* >rt|UeJ)to. Emquanlo a causa de se-
5?veis! it't'3^' rto as mais reservadas pos-
,1,,,!:!.t.1,PIrCp<"f in1ri<:ao de teslemui.has
l)r' Al. ,,l, 'i {.Carta particular.)
Jornal du (.ommercio do Rpo.^
MAT-t.KOSSO.
Coyabi, 2 de junho.
I ara corroborar e dar forra as opiaiOea qoc ,ei.hn
manifestado em minhas carias anlaciores sobre a i.e
cesstdade de raililarisari frouleir, vou revelar dala."
Ihadamenle em nma carta ad hoe tnlemia escrip-
ia, visto que me sobra lempo, alji.ns fados que de-
monstrara quanlo lem sido descuidado nesla loncilu-
de o elemento militar,
A occopac,an do pao de \ssucar ou I-echo dos Mor-
ros no Baixo Paraguay, a maneira irregular e incon-
veniente porque foi falta, e seus tristes resollados,
provam nao su que lodosos quepeliinns providencias
enrgicas a respeilo lernos cariadas cli? razan, como
lambem demonstran qaafrl as ditposicAes qoe anima
o govcruo da repblica acerca das uesles de II-
miles.
Oecupar-nie-bei poia do preferencia cora elle e
denonciar-i lano qunnlo|me seja possivel ascircoins-
lancias que o acompanharam, visto qoe gereltnenle
sao apenas cnnhecldos os Irisles resultados.
Arouselhado pelo Sr. senador Pimenli lloenoquan-
do iiosso enrarregado de negocios no Paraguay, a coir.
a arquitseencia ou por in.licac.a pblica, que nos reconhecla enlao o direilo que te-
mos a divisa do Apa, o governo imperial ordenen ao
seu delegado nesla provincia que lizesseoecupar con-
ventenlemente o Pao de Aisucar pnr nma forc.
O delegado do governo, porm, nao sei porque
motivo, desaproveiton a aCCMilo qoe se nmslrava a
mais opporlona possivel, e ala deu ciunprimenlo
orden imperial.
Avsim decorreram moitos anuos desde a comrauni-
| eaeio da ordem al sua desazada execu;o ; e ra-sse
inlerval o soecederam-se cinco presidentes, sem que
nenhum delles se lembrasse de por em pralica a de-
terminarlo rerebida.
Sendo por fin presi-linte c rommandanle das ar-
mas desla provincia o coronel Jo.lo Jos da Cosa Pi-
menlel, e commamlanlc da fiouteira o capillo Jos
Joaquim de Carvalho, leve lugar em meiadodo anno
de 1850, a ocupacao ordenada, pelo modo porque
passo a referir, sera reserva dos mol'vos reprovadoe
que ariu iran, segundo he voz publica, para a con-
summa?ao do fado.
Na margen dirnta da rio Paraguas, rnlre o forle
OlxmpoV o Pao d'AsLiar existe aldeada a grande
najio indgena diiKininada [alna, a ha sbido qoa
esle* ludios f^ziam begocie cnni os lialnlaines da
frunle ra, p-ru ul.indn c.ivallo- pjr dilTerenlcs objec-
tes. permuta qu- pro luza :r-ndes lucros.
O comroa'n ante do di-tn lo, que. segundo he fa-
ma, linha inlfre-ses eooirOMClira na fronleira, pelo
que soffreu amagrav - cias, apezar de tere ni ai.io justificados lodos os seus
pomos, procun a a a llou fcilmente o meio de co-
hiirael da que Ihe c.inpria ulili-nr para lomar
f: I c sen. |n r ^n- i eoDimnoiCiejIo com esieslndios,
aliin de (njlier all p.ra seo ntguiio,o mesmn lucro
que liava de igu.es permutas cen os Cadoioi, man
grado a eiisieucia de ama protnbi;ao scinelliante
qu y i|< o Ci'inmercio cora os loinas.
Era c.'nseqnn is, ese iiHicial, pouco escrapuloso,
sol Ion du prttidenle a anlorisatao para darrfura-
primenl-i ordem imperial qoe tnan.lava oceupar
iinl'laiiM n e o Pao do Assucar, aulurisandooseo pe-
dido com ratoea m;t:s ou menos especiosas, qoe, nao
ohsianle, merecern a app>uva(.lo de S. Ei., a des
peilo da nao insistencia do governo durante raoilos
annos para qus a o-dem fosse comprida.
Sem con-nlerar lias dilliculdades da empieza, sem
allentar as conplicac,Oesa que poda dar lugar se-
im li'.inie passo nol.ido, sem preparar mesrno a pro-
vincia para urna evenlualidade que se devia prever,
o Sr. Gosla Pimenlel arqoitsceu ao pedido, e aolo-
rison o cumplimento da ordem caduca que dorma
nos archivos da secretaria da presidencia.
Para pr por obra o seu louco intento, qoe, como
veles, nao era a sostenalo ou reivindicado de um
direilo, o commaodanle da frontiira enlendeo qoe
lodos os meios eram licilos, sem excluir mesmo a fal-
la de lealdade que lodo uilitar brioso ou qualquer
homem honesto deve repgnar.
NSo obstante nao ler sido nunca oceupado mililar-
menle o Pao a'Assocar propriamenle dito, o capitao
CarvaMio Ui prevenir o commandante do forte Olvm-
po qne elle sejuia para o Pao d'Assucar. : fim de're-
forjar a gnarnicao imperial que all se achav, edes-
ceu o rio com urna forja de (JO homens prximamen-
te, sem que do forte Ihe oppuzessem o menor em-
barazo.
Assim, desleal c rregularmcnte guarnecido o pon-
i a que temos direilo positivo, e qoe fura oolr'ora
reconhecido pelo proprio presidente Lpez, que sol-
ciloo sua orcui ac>>, o eommnndanle do dislriclo re-
lirou-se, e s vollou a elle algum lempo depos em
companhia do presidente da provincia.
Nessa occasao receben o Sr. Pimenlel do Sr. II<1-
legarde, enl.lo imsso encarregado de negocios na As-
sompjao, um oflico, no qual Ihe pedia q-ie, para pre-
venir ou evitar um conflicio provuvel, desoecupasse
o poni, lomando elle encarregado de negocios a res-
ponsabilidade do fado peanle o governo impe-
rial.
n3ra "e reJi8'r a resposla que se devia dar ao Sr.
Ilelltgarde, reuni o Sr. Pimenlel um consellin, en-
Ire cujos membrns figurava o Sr. Anguslo Lverger,
aclual presidente de Mallo-Giosso, e sillo comman-
danle da esquadnlha flaval qac estaciona em suas
aguas.
Oeveu ser nm espectculo corioso por sua novida-
de o que leve lugar enlao no meio do mais sepulcral
silencio I
Sem que nenhom dos membros desee cnn-ellm de
redaccao improvissdo pelo Sr. Pimenlel houve eibi-
do urna opini.lo ou urna idea sobre a materia que Ihe
fora sojeila, o prndente cuja re da, bem como as vislas do capilla Carvalho, levan-
loa,'*8:. e te retirando disse com ar catedrtico :
Kedijam, qoe depos polirerTs
Oconseldo dissolvcu-se aem nada fazer; mas como
cumpria dar orna rerposla urgente cummunieac.ai
do agente dipromitico, que noliciava a partida de
ama forja de 600 liomens que Lpez mandava para
bater a nossa, o Sr. I.everger, a instancias do secre-
tario da presidencia, redigio aresposla no sentido da
na desoccopajao, a despeilo fie ser contra o seu
vol.
Sojsito a approvajao do presidente, o oflicio foi al-
terado, limado e pulido, enierlando-se nelle, era
obsliloijaos Iinh3s em qoe se demonslrava ajus
lija da occopajao e a boa f com qoe era feila, o se-
guate trecho pouco mais ou menos :
* V-Exc. nao calcla o alcance que lera ama me-
dida lai, alinde ao promellido ataque pelas forras
paraguays) tomada p h governo da repblica, sen-
do EU o presidente dla provincia, com as for-
jas que lenho ai. meo dmpor.
Parece, visla das di*posijes eminenlemenlehel-
Iseaa qne animava eare presidente, que lodos os seus
esforjos deveriam convergir para a forlifieajao do
ponto que elle sabia devia ser atacado por una forra
superior.
Parece qoeesse chele intrpido, que com lamanho
descuido e por arbitrio proprio provocava o poder da
quichoiesca repobliqoela, nao deveria arrelar p do
lugar ameajado, afim delegitimar com sua coragei-i
e su-lenlar com sua espada o velleidoso alcance que
dera a suas palavras.
Parece que o capilao Carvalho, commandante da
Trooleira, que dera as memas demonslrajoes bellicas
de S. Exc, solieilando a occopajao e opinando pela
naodesoccupajo, deveria crear raizes no lugar al
o momenlo de fazer vingar sua idea ostensiva, ou
perecer por sua suslenlajao.
Nada dMo, porm, acooteceo,
O presidente da provincia e o coromandanle da
rronteira.logo qoe parlio o porlador do ollcio,levanta-
ran) acampamenlo, embarcaram oas respectivas ca-
rites, e, de velas enfunadas primeramente e de es-
pora fila mais larde, afaslaram-se do logar araesjalo,
danando alraz o Sr. I.everger com ordem de seguir
logo para Albuquerque, ato obstante as instancias
deste digno oflicial para que o ponto que ia ser ataca-
do fosse guarnecido convenientemente.
Repugna-me eonfessa-lo, mas em honra da arda-
de devo duer, que nao s o ponto nao foi refoicado,
como se v, mas ao contrario foi debilitado, r'edu-
zmdo-se sua guarnijaoa 20 ou 25 homens nao para
aplacar as iras do presidente Lcpez, como podera
acreditar algum ingenuo, roas sim porque urna parle
dos soldados foi reforjar a. Iripolajao da igarile de
s- r" e. "u*m,nl" comitiva, outra embarco
com lim idenlico na embarcajao do commandante da
rronteira, e oulra ertlim foi mandado a Albuquer-
que pelo commandante do poni, afim de escollar
i lencOes exageradas era menoscabo dos legilimos di-
reilos do imperio.
Kmqiianlo elle nosjular fiaros e desprevenidos,
ha de proeedar do minio porque o faz actualmente
no qne respaila .i navegaran.
A esculla dos delgalos do governo e a iioinea-
, rao das otras aolorldades soballerons, sao, romo o
demonstra anda u farlo do l'.io de Assucar, medi-
das de ama Importancia mnnienlosa que ivollain
j em proporjflo da distancia e em visla das difllcalda-
des das communicares.
Eulrelsnlo, como se deprehende do que leve di-
ta, este melindroso a--i,rapin nein sempre lem me-
recido do governo o esludo e o cuidado que de-
manda.
Para prova-lo basta lembra-vos quanlo teem sido
esteris a maior parle das admini.lrarSrs de minha
provincia, e lambem que o olllcial qu lilo galharda-
meiile defendeu o pona que Ihe fui cuuliado, em
vez de receher um premio pela sua etemplar con-
duela, sofi'i eu como um castigo sevaro as peniveis
consequeucias de um rmi-.- Im de guerra que o re-
leve preso por mais de II mezar, ao passo que o
presidente e roiriniaudante das armas e o cotnman-
danl da fronleira, que o sacrificaram sem ao menos
preveni-lo, foram premiados enm posto de acceso,
quaiiil.) ludas as considerajOes exigiam que fossem
severamente responsabilitados.
lie assirn que desde luuga dala, por urna anoma-
la inexplicavel, marchara as cousas militares em
minha provinria.
i serviros dislinctos, a dedicaran nunca desmen-
tida e a honestida Je prova.la, ncm sempre bao < aqui ttulos para merecer a benevolencia e favor do
governo imperial.
i l)iie-me profundamente ser coagido pelas imposi-
' joes do dever, a conf Cabe aqu fazer urna menjao honrosa da adminis-
Irajao do dislindo official-general qoe actualmente
preside esla provincia, como beneplcito c satisfa-
jao geral.
I)e fado, soa condula moderada, sua illuslrajao
fura do commom, sua exemplar dedicajao e seus es-
forjos nunca uilerromp dos para bem servir a pro-
vincia a despeilo dos sacrificios que Ihe impOa sua
permanencia no cargo, destacan) nolavelroenle sua
administrajlode quanlasa precederam.
F. nao obstante os justos lilulos que no lapso de
ele anuos lem adquirido como presidente consi-
deraran e b-nevolencia do g .verno. o Sr. Augusto
i I.everger lera sollndo, como tantos oulros, as con-
sequenclas de urna dessllenjao quo nada juslifica.
Agora mesmo, por occasao de ser elogiado pMo
governo em cousequencia dos valiosos servijos por
elle preslados na fronleira em relaja s nossas
quesiaes cum o Paraguay, acaba de solTrer uraa im-
perleneucia, esta he a palavra, nullilicando-se os
I louvores que se |h faziam com a classlicajao de re-
servado que se deu a oflicio.
Eu ii.lo sei nem indago donde ou de quem parlio
essa iao pouco perlineulo qualificjao, que colillero
por Conduelo eslranlio a S. Lsc., mas emendo que
compre ao governo aileiiuar Ihe os efleilns, visto que
esse oflicial bem merece do pait, eque na aclualida-
de, mas do qoe nunca, sao'necessarius seus servi-
ros no cargo que oceupa.
O carcter particular du individuo e o dislindo
merecimento do fonccion.irio exigen do paladino da
provincia urna manifeslajao qoalqner,
Vollemos ao assumplo.
Em minha opiniae, e talvez na de lodos os Brasi-
leiro, as nossas relarSes com a repohlica do Para-
guay coroplicam-se de dia em dia, e as questes de
navegajao e limiles de momento a momento tornam-
se mais graves e didiceis.
islnguem icnora, pois, Lpez nao faz disso um
mvsierio, que as localidades mais favoraveis elle
accurnula os mais poderosos elementos de guerra, e
n.lo perde a occasiao de liberalisar-nos urna imper-
tenencia e de irrogar-nos urna ofiensa.
lie desle modo que elle se prepara para urna ne-
gociajao pacifica, que deve dar ern resultado o aca-
bamenlo amigavel das quesloes pendentes!
Sua conducta, porlaulo, alm de mil oulras consi-
derajOes, hoje a i alcance de lodos, indica-nos e nos
aromelha a adopja.. prumpla de aecumulares se-
melbanlfs e prevenroes idenlicas us pontos'da nos-
sa rronteira, qoe podem vir a ser atacados no caso
de am rompimento, qoe convm evilar, mas qoe de-
vemos esperar.
Minha v..caj3o ou predtlecjao pela carreira das ar-
mas, nao me rr&sla nem cga a ponto de desconhe-
cer as grandes vanlagens qoe resultaro de ntnir-
ranjo amigavel on pacifico.
Eu qoero a paz, mas urna paz honrosa, cordial e
drme, a paz sem quebra da dignidade nacional, a
paz s?m o sacrificio de om so de nn {"rri'rV 8'lleDaau de um t pol'eg'da de nosso
Tamanhos resultados nao se consiguen) por cerlo
raciimer.le, Blo s alcui.cam sem esforjos, nao se
obl-em sem sacrificios.
NJo poupemos, pois, empenhos, esforcos e sacrifi-
cios para atliiigirmos a esse alvo.
l'arewell..
Correio Mercantil do Rio I,
soa familia, que ella razia transportar aquello lugar
por ignorar, parece incrivel, que o ponto linha d
ser atacado.
Euireanlo, cornos recursos de que se poda lan-
jar mao no momenlo, a oceupacao poda ler sido
conveniente e vanidosamente suslinluda por urna
forra de 200 homens.
Assim pois, contra toda a expectativa, e a despeilo
das p.escr.pje. da arle ds guerra, a guarda do Pao
d Assucar ficou reduzida a vmle e piucos homens,
comoi disse, que resistir., pf{, ri ros ,,j _
cess.dade, a urna forja superior a 300, melade do
a ao mandou Para nollificar a nossa oceo-
Mao grado o reduzido numero de soldados une a
hge.reza e desidia do delegado do governo deuou
nn pao de Assucar, e a despeilo do cresci lo nume-
ro dus inimigos, es bravos que defenderam aquelle
ponto, com urna galhardia digna de meihor -orle
fizeram ludo quanlo era humanamente possivel, se-
nao para vencer, ao menos para venderera rara a
victoria ao. adveisari s. Sui eondnla, seus esforcos
e seu raro valor, li/eram honra memoria dos ui-
liepidos vencedores de Ilunama a San-Carlos.
Se ha Iradiejes hisloricas netsa repblica-mode-
lo, lio bem provavel que desla ultima victoria da
nossas armas e da desairosa c\pedij3o Jo general I)
l.asaro, os Paraguavos, que 13o estulta e ridicula-
mente der.Mitam o Iriumpho do Pao de As-ucar, con-
serven urna bem (risle e amarga recordacao.
Pobre de recursos militares, privada des princi-
pies elementos de goerra a provincia de M.ito-
rosso pode, ao simples impulso do amor da palria
cor.ler em seus juslos limiles as ambijoes desreera-
das do piesidenle Lpez, se no momenlo critico o
| governo imperial a abandonar a si mesma.
Com esse nico relimlo, a palria encontrar em
cada um de seus fidns um soldado dedicado que
verleriseu sangos sem vao.hr nem qiieiar-se pa-
ra nao consentir quo seja usurpada ama narie int-
grame do sol. natal.
Todava, eu en leudo que o a verno nao deve
querer abusar das patriticas disposijoas dos filhu*
de Halo-Grano, c que Ihe compre nao tu em htm
desla provincia, mas lambem de lodo o imperio, pre-
parar estas localidades de modo a evilar n reproduc-
jSo de relos sim. II, mies aqoelle cora que acabo ds
oceupar vossa altrnraf-,
E larefa he fcil lanloquanloos esforcos qus de-
manda a reahsajao desse erapenho sao de pequeo
COSla para o estado.
Dentro de ponen arlur-nos-hemos a bracos rom
as diflicullale que inevilavelmeiile ha de Irazer
nos a ,| ii -i.,,, de limites, e o Tarlo do p.ln de Assu-
car revela-nos desde ja a maneira porque lalvez o
luccessor de Francia hade qutrer u*ieutarsuai pre-
Relaforioapretentado p>Io lllm. eExm.
Sr. vice-presidente tenentocoronel Al-
oauo de Sotr/.a Ozono, na abertura da
assemblca legislativa provincial de Ma-
to Grosso em .") demaio de 1857.
Srs. membros da assembla legislativa provincial.
Obedecendii so preceilo do acto addirion.il i cons-
Utuijao do imperio, lenho hoje o prazer de npreien-
lar-me enlre vm para inslruir-vos do estado dos ne-
gocios pblicos e das providencias de que mais pre-
cisa a provincia para seu uiellioramenlo.
SiiKo nao poder prec.ichcr esla tarera, ja por er
novel em negocios de adniiuistrajao, ejapelope-
queno espsro de lempo que meda enlre a minha
posse e o dia de hoje (33 das,' e he lao corta a dis-
tancia que vai da nossa ultima reuniao presente,
que muilu pouco lenho a acrescenlar ao relelurio
que eutao vos apresenlou o illuslrado e zeloso presi-
dente da provincia, que por motivo de molestia pas-
ou-me a alminislrarao.
Tranquillidade e seguranca publica.
Recebi a provincia perreilamenle tranquilla, a as-
sim se conserva, sem que haja indicios de que te al-
tere a tranquillidade de que goza.
A respeilo da seguranja individual, posto qoe nao
possamos lisongearde ser moilo satisfactorio o nosso
estado, nao temos todava de lamenlar rsses crime
horrorosos qoe se d3o em oulros lugares, e que a ca-
da passo lemos.
He isto devido anles boa ndole do povo em ce-
ral il.i que aos raeos de repressao, de que diane a
jiltlri. '
Conlinoam pnrem em suas barbaras correras os
'"'""' q?o rram p-las eslredas de Gayas e a nova
de S. Paolo, matando, roubando e incendiando as
liabilacoes e as atrocilades de que fustes instrui-
do no ultimo relalorio accrescem hoje oulras
muilas. *
Nenhum proveilo se liroo da ultima lianJera, an-
tes parece que ella mais insligou os Indios a suas
crueldades.
Ainda assm conlinoam os fazendeiros e lavrado-
res nslar por expedijao de banderas, e quei-
xam-se de que, pagando um pesado imposto pelos
seus 2enero-, eslo entretanto sujeilos "a luda hora a
seren viclimas, ou a abandonaren seus estabcleci-
mcnlos.
Alem da palelo que a (sil assembla dirigi o ci-
dadao Antonio Jos de Coolo. por si e por oulros
lavradores, pedindo medidas para refrear a audacia
dos Indios e desassomhrar seus e receln ulllmamrnle urna oulra no mesmo senlido de
alguns proprielarios e fazendeirir, quesecompro-
mellem a r.ier toda a despeu de bocea com a loica
que se destinar para afugenlar os Indios.
Ouvi a opini.io do l)r. diere de polica, que inclina a pedir. de una bandeira para o mencio-
nado fim, e urgido pelos clamores dos viandantes e
razendeiros, nao vejo nutro meto de fazer cessar as
morle., incendios e ronhos pelos ditos Indios prali-
cado., e que v.1o pralicando, senao lanrar mao da
rorc. e repelltr as suas aggressfes. Bston por sso
resolvido i expedir a lao solicitada bandeira. Re-
coinmend. re toda a humani lado, e usando de urna
eolorisaefo do Sr. ministro da juslira, pro.nellerei
nm premio por cada um Indio adulto que me for
apresenlado sao e salvo. As Ierras que occopam es-
tes indios sao, como sabis, prximas a esla cida-
oa, e re urna rerlilidade exlraordinaria, que nao
lem podido ser cultivadas e aproveitadas por causa
desses barbaros que nos hoslilisam ha m.iis de cem
annos.
Renda provincial.
Ser-vos-liSo prsenles os documentos que rosta-
mam ser preparados pela conladorla provincial para
serem levados ao vosso conhecimeoto. Por elles ve-
ris o estado de nossas rendas.
E bvm. presidente, para dar o regulamenlo para a ar-
reradarao du imposto sobre o gado vaceum que for
expoliado da provincia.
. I'orja publica.
A orj.1 de goarnijao nesla provincia eOnsla. co-
mo sabis, do bat.lhao de cajadore-, corpo de arli-
Ihana, corpo de cavallaiia, 2- balalbao de arlilharia
a pe, compsnl.ia de pedestres e companhia de mpc-
riaes mariuheiros. '
Tendo cessado a necessidade de reforjar-.e di-
versos pontos da fronleira, recommendei ao lenle-
coronel commandante das armas que quanlo anles
provid.nciasse, para que os guardas naciunaesfussem
dispensados do servico de deslacamenlo, que dura
ha mala de dous anuos. H
Adminislrarao dajuslirn.
nos logares de judicatura s sao ..opados por
hachareis formados o de chele de p.licia, e o de juiz
, de dlrailo da 2" comarca.
Do Ileharel Daniel l.uiz Ro.a, nomeado juiz de
direilo para a I" comarca, por decreto de 22 de mar-
co do anuo passado, al agora neiibuma noticia ha.
0 juiz municipal de Cuyab esla sospeso por esta
a-semhlea pelo lempo de tres annos e teios, em vir-
io de do S do arl. II do acto addicional. t)
Diamantino nunca leve juiz municipal formado,
e o de Peeaiw fallecen a 12 do mez de marro ul-
timo.
Inslrucj.lo publica'
; Pelo relalorio do Inspector geral da inslrocc.lo pu-
blica veris o estado desle ramo da servijo.
l-requenlam as escolas poblicas de nslracclo pri-
maria 688 discpulos de ambos os sexos, e as parli-
; rolares 212 lambem de ambos os sexos, ao que se
pode acrescenlar 50 menores do arsenal de uerra
! azendo lodos a souima de y"iti discpulos.
Segundo os mappas apresenladng pelo reveren-
do profes'or da aula da lalim, que lainhem o ha da
] de rranzez, frtquenlam aquella :I0 discpulos, e
1 cita II.
A aula de philosophia he frequenlada por 12 es-
liidanles. ltimamente fizeram exames i estaantes
desta aula, e foran approvados.
Ca alar.
As eadeiaa ISlIo no oslado em que foran decriptas
nos passados relalorio.
Das diveisas plantos que exi.lem na secretaria da
presidencia para urna radeia nesla capital, lenciono
adoptar a que foi delineada pelo Exm. presdeme,
e o local mais azado para illa he sera davida o lar-
ga que tica delronle do arsenal de guerra, onde,
alera da guarda respeilavel que sempre lem, aquar-
lela-se a companhia de artfice, que promplamenle
pode acudir a qualquer nece.sdade que haia de
forja. '
Cullo religioso.
Representando u Rev. vigario da freguezia das
tirlas sobre o inirainente Miada de ruina da respec-
tiva igre] i raalriz, mandou o Exm. presidente enlre-
ssr-lhe a quanlia de 1(105 para os mais indispen veis conesrlos. Ao dar-se cornejo aos concerlos, o
lelo meajou desahar. Pretendo dar mais alguma
cousa para os reparos desla igreji. da quanlia con-
signada no arl. t- }7-n. 1 da lei do orc.ui.cnto pro-
vincial que vigora.
O prestante culada espillo Caelano da Silva a
Albuquerque, subdelegado .1 Miranda, larlecipou
a presidencia em oflicio de 28 d. j metro nllim., que
liulia promovido una subscripto para n cornejo da
matriz da freguezia, que nao tem oulra :;reja senao
.ZSJnA e,at"e *" l'romplo alcanjara a quanlia
de ,IK-S1IHI en 14 asignaturas, tendo esperanjas de
que fosse a dila quanlia elevada a mais.
Na mesma occasao pedio pernilssao, que Ihe foi
concedida, para tirar das molas nacionaes o madei-
ramenlo precian para a conslrucrao da greja.
Com esle auxilio e com a quanlia de 2:00031)00
que dcstes para a referida conslrucrao, lalvez se pos-
sa conseguir era Mirauda uraa mal'riz, que al hoje
esta sem ella. '
Era quasi todas as igrejas senle-sc tnaisou menos
a talla de alfaias e parameulos.
i A1,Ieveren'''*5"U0 *'8ar'o do Livramenlo mande
dar 200;?li!io que resiava da consignaeao para com-
pra de paramemos e alfaias para a respecliva ma-
triz.
lazareto e santa casa da misericordia.
Remelter-vos-hei o rslalerio e orjamtnlo dessses
e-labelecimenlos.
A provedoria icclamou nao ser Bollicenle, pela
escaisez em que lem eslado os vveres, a diaria de
IM res pare sustento de cada um preso pobre, e a
preiidencia, allrndendn a esla reclamajao, ciexou a
dita diana a 200 leis, al segunda ordem, e mandn
pagar o axcessa de duspeza com os presus pobres do
meses de Janeiro, fevereiro e m.irjo, da quanlia de
duzeulos e Irinla e lautos mil res
A santa casa, pelarrespecliva le donrjamenlo, lem
obrigajao de niinislrar o suslenlo aos presos pobres
por coma da estajao provincial, c muguen julgo eu
estarla mais no caso de fazer esla obra de misericor-
dia, .un i., mesmo com algum sacrificio, do que s
sama casa, se nao estivesse lu falta de meios.
Municipios.
Twrismittir-vos-hii, como manda a lei, os relat-
nos das cmaras nranicipaas da provincia, e delles
varis as neetssidades dos respectivos municipios.
Lalechese e eivilisajao dos indgenas.
Conlinoam, como ja vos diese, as correras dos In-
dioscuroados, quasi as barbas da cidad. e por
ora nao almo com o meio de, como dizeni, amansa-
Nao lemos missionarios, e lemos muilo pouco di-
nbeiro. A respeilo de aldeias s.i eiislein propria-
menle us provincia as de Albuquerque. Era Miran-
da ha una grande porja,. de Indios, que viven,
posto qoe mansos, sem lei c sobre si. Cada un. dos
moradores mais autor.ados do logar lem delles urna
DIBlOCSo
Se livessemos um bom misscnario que mandasse-
mos para all. Oraran),* grande vanlagens desses In-
dios, que podiarn servir muilo para augmento das
colonias militares.
Populacao.
Junio acharis o qoadro da popolajao da provin-
cia, que vos ro promellido na sesao paada, e que
foi organuado pelo Dr. chere de polica.
Igualmenle enconlrares o mappa dos baplsado,
chamemos e obilos que liveram lugar uo anuo pr-
ximo passado.
Saluhridade.
Nao lemos de lamenlar essas epidemias qoe as so-
laram o litoral do imperio, grajas a Daos.
lisiando poim franca a nevegajao, be de recejar
uuo nos sejam importados as bexigas, e he tanto mais
de temer isto que nao lemes o preservativo do nos
vaccinieo. p
Viu de coinmunicajao.
No prembulo do relalorio de dezembro do anno
prximo findo, folgou o Exm. presdeme de tians-
millir vos a lisongetra noticia, qoe chegara ofllcial-
inente ao seo conliecimenio, de que estavam remo-
vidos os obslaculos polticos que nos vedavarao tran-
sito dos nos Paragony e Paran, em loda a sua ex-
ten-ao ; e a mim cabe boje o summo prazer de asse-
gurar-vos que o fados confirmaran!, muilo mais ce-
do do qoe esperava-se, a veracidade de tal nolicia.
A esla capital chegaram, no decurso do mez ds feve-
reiro ultimo, os vapores Corea e Maracan e a es-
cuna Uljisses, procedentes da corte do Ro de Ja-
neiro, e da cidade de Rueos Avres, e o no.so porlo,
apiiih.do de povo, o, receben com aquelle jubilo e
admirajao que i novidade demandava.
Us dous pnmeiros vasos (dos quaes o segundo he
00 guerra), vieram a provincia a explorar a capac-
dademIos seus rio,: o primeiro por conla do pr.slan-
le cidadan Jse Antonio Soares; e o segundo de or-
dem do governo imperial ; e ambos chegaram ale
esie porto, bem como a escuna al'rysses, com mer-
endonas de Buenos-Avre., ve.icendo as dilTiculda-
des que a ralla de aguas no rio Cojab, proveniente
as pooras chuvas, oppunha-lhes ao transito. Em
Albuquerque ou Curumba, eslao varias oulras em-
barcajies mercante, descargando ; e por lodos es
les Tactos congralulo-me comvosco, certo do ulerea-
se vilal que dellrs resulta a provincia.
A estrada que d'aqui vai para villa Maria, ponto
imprtame da povineia, reclama a vossa solicilude
nos dous ribeiroes do sangrador grande e das Flexa;
ado de necessidade condruir-se ponas para que a
sua passagem nao seja 13o incommoda, Irabalho-a e
as vezes fatal aos viaianles.
Obras publicas.
Ameajando roina, e demandando promplo reparo
a grande obra da ponte.do Coxipumirim, ordeuei
a conladona provincial, qoe conlralasse com seu
conslroclor Juliu Baplisla da Cosa, o completo con-
cerlo da mesma. Ellectooo-se o contrato pela qoan-
na de um como e seisceDlos mil res em dous paga-
mentos iguaes, om no cornejo e oulro no lim da o-
nra, que o contraante proraetle dar prompla em luis
dejuuho.
Era .1 de fevereiro ullmn, incombo o Exm. pre-
sidente da provincia, ao mineiro capitao Joaqoim da
t.osla e lana, as ejplorajes necessanas para reco-
nhecer a pnssihilidade de Iraier a esta cidade o en-
canamenlo, das aguas da Motora, a meihor direccao
que re possa dar o mesmo encanamenlo, e o orea-
mento aproximado dos serviros e despezae que para
liso se farao precisos. Era ollcio de 1H du met pr-
ximo passado, deu conla o mencionado capilao de
sua explorajao, dizendo quepelo reg anlig de-
auo vem as aguas as cabeceirss do conego da Prai-
nlia, e que pelo reg de cima podem ellas vir a ra
do Campo, sendo para isso preciso om aterro de iO
palmos de altura e sessenta bracas de comprimenlo
na vargem do Jass.N3o apresenlno o orjamenlo
da despeza que se lera' de lazer com t.l obra, mas
sim a conla em que imporlarara es seus Irabalhos
da quai.tia de cenlo e quarenla mil res, que mande
paaar.
A cunara municipal desla cidade, reqoisilou-me,
e mande dar-lhe a quanlia de dous conlos de res,
que coimgnastes na le do orjamenlo vigente coma
supprimeiilo para Coljamenlo de ra.
Ralanroorramento.
iJpporlunamenle sar-vos-hao remedidos os balan-
eos dofinilivo do eiercicio de 1835, e provisorio de
1856. A elles a-mu ai.harao o qoadro da divida ac-
nva, e o relalorio da estajao provincial, deixaudo-
vos eu com este relalorio a propoila e o orramento
das despeza proviociaes para o snno de I88.
lenho, senhores, como me foi possivel, tumprido
" preceilo da lei. Conlo que me prestareis vossa con-
curso a bem da prosporidede e engrandecimento da
nossa provincia, e su vos afianjo que e-tarei sempre
promplo a rainistrar-vos as informa. 6ei de que ca-
recerdes para o dito lim.
Coyaba'..'! de maio de 1857,
Albano de Sooza zorio.
cidade de l'ouso-Alegre, oulro do vigario da matriz
da mesma cidade, e nutro de Jos (jarcia Machado,
pe lio lo a apprivajao a proposicao da cmara dos
depulados que concede duas loteras era beneficio
das obras da dila matriz.
I ,'- ii un -nl.ro a mesa para sercm lomados em con-
sideraran quanlo se discutir a proposirao respec-
tiva.
I icaram sobre a mesa as folhas do subsidio dos Sr.
senadores, perlencenlo ao lerceiro mez da presente
sessIOs
ORDEM DO DIA.
Conlinuoa a diseaste adiada na reao antecederr-
le do rcquerimenlo do Sr. Pintela liueno, apniado
ii mesma sesrfo, propondo que seja reinen da
commissilo de inslruccao publica a proposicllo da c-
mara dos depulados concedeudo duss loteras so col-
i legio de insirorjlu secundarla da villa .1- L'b na
provincia de Minas tjerae.
I Jolgado diseolido o reqoerimenlo e posto a votos,
foi i cj.-,(a,!n.
Proseguindo a primeiro discussao da sobre,lita pro-
posieao, e sendo ella encerrada, fui a proposirao re-
jeilada.
Eutroii em |irimeira disciissao a proposijao da
mesma camsra, sppnivandu o contrato celebrado
com o Dr. Hermano U'omeneau, afim de que poisa
levar a elleilo a fundajao de orna colonia no llaja-
hy, provincia de Sania Calharina.
Dlarolida a materia paon a proposirao segonda
disrussao, na qual entioo logo a passoo* sem dubals
para a terceira.
Segoio-se a terceira dscos<8o da proposijao da
mesma cmara conredendo ioleriai i.n.andade do
! SS. Sacramento de Nossa Senhora ds Uloria desla
I corte, diversas raalrizes as Astucia., .io Typogra-
! piuca Fluminense.
Foi apoiada a seguinls
Emenda.
o A passarem as loteras em discossao, concedm-
seses do mesmo plano e debaixo das mesmas run-
ees, a cada um dos hospitaesde ca i.la.le da Cidade
da i'arhneira e da villa da Barra do Rio Graude da
provincia di Itahi-i.Ferraz.Miiriliba. i
A' ii ca bota depos do meio dia, o Sr. vic-pre-
Sid uleciinvidou a depulajao encarreradade apresan-
laiasaiici.au imperiales decretos ds fixajies de
forja de mar e leira para o anuo linaneeirn de l-">8
a 1809, a desempeuhar sua mlseflo.
Sahindo a depolajao, s nao haveudo casa ficou
adiada a discossa-.
O Sr. Vice-Presidenle dn |i*ra ordem do dia a
disciissao adiada, e mais materias dadas; accresc. n.lo.
Primeira disciissao da propoaicu da cmara, dos
depulados conredendo lolcrias a empreza l.viica, e
a da Opera l.yrica.
1. discu-sao (la proposijao da mesma cmara ao-
(orisando o adiamntenlo das entradas dos emprega-
dos poblicos para o Monle-Pio dos Setvidorsi do
Eslado..
:. discaisao da prosijao da mesma cmara ap-
provando a pensao concedida a' viova do consclhei-
ro Weneck.
Primeira discossao da proposito da mesrra cma-
ra autorisando um emprestimo de trezentos conlos
de reis a companhia Pona d'Area.
Levantoo-se a sestilo aos 30 minlos depois do
meio dia.
jMaua'.Araujo llrusque. llardo da Porlo Ale- ficios de sangue e
E',,' R .,............ _. '"a'fcns do IV
SENADO.
SESSO EM 1 DE AGOSTO DE 1857.
rrcs.Uenca do Sr. Eusebia de Vae\roz Corintio
Moljf'i (amara.
A hora do coslume, feila a chamada, e arhando-
se reunido numero legal, abre-se a sessao.
Lids a acia da antecedente, he approvada .
O Sr. |e secretario da cuta do segoinle:
EXPEDIENTE.
Usa oflicio do I. sccrrlario da camaja dos depula-
dos remetiendo a seguin.a
Proposijao.
0 A assembla geral resolve :
- Arl. I.- t) gveruo he aulorisad i a mandar ina-
Irirnlar no lerceiro anuo da esrola de medicina da
corle aos estuiaules Alfredo Candido Guimaraes e
Adclpl.o Cabral Reposo da Cara.,ra, contadas como
rrequeiicn as prelecjosa a que hsjam assislido, nao
po leudo lod>via ser adiniltidos a fazer acto, sem que
exhiban) auleriormenle cerlidao de exame de bislo-
ria e geograplna ; mi primeiro da mesma esrola au
estodante Joaquim Marianuo Msccdo Soares, e no
primeiro da escola da Rabia ao e-ludanie nieslo
Horelra de Alraeida, spresealando esle cerlidao dos
etanies prr paralnos exigidos por lei.
", S"; '- 1:}S" igualmenle aulorisado a mandar
malncular na laculdadc de Direilo de P-rnainbuco
ao esludanle Aureha.io de Azevedo Monleiro, sendo
esle bngadoa apresenlar cerlidao dos exames pre-
paratorios exici.los or lei.
,'cur,a:i,.S" ^ "" d"r08ada5 dS''^0"
. ",'.'S "!.<"" ;Io. depulados, em :ll de julho
de ia,i.\isconde de Raepei.dv, presidente.An-
tonio 1 ereira Pinto, lerceiro secrel.no, servindo de
priBOeiro.-Salathiel de Andrade Rraga, quarlo se-
crelano, servindo de segundo, n
Foi a imprimir, nao estando is impressa.
1 m requeninenlo da primeiro lenle da armada
Augusto Mximo Rola,, de Almeida TorrezJo, pe-
diiilo a densa,, da proposirao da ramara do, depu-
lados que Ihe diz respeilo.a- commissilo de mari-
nha e guerra, a quem esla afledo esle negocio.
I res rsquerlmenlus, um da cunara municipal da
de rios de dinheiro derramados
Kn 5 II acrescente se ?.*.' '"SH""'" ,ra,a "' q"e l'""^y, fi,n, en.
. U-Ldo. os pm'eV,o. do almoxarife esci- t^ttZ&tttt?j:
n deVen ,n' '"""b?0.!,ts *}*< hf hocc,,d,ndo.|.,e a qualificacao dV..loBal,m.So
P^y^^^^r^TirilisiST^,,i,e"05 "quo ,ie,"e""j -"-
r^Emenda' t7*T" "-" Velho- Km, njenosprezo da. reLje.....ernacionae, q0
a Conslroindo-ss desde ,,- am nh,rol .., "'"* 'J3' R'"1" ,,s,a "' qoe o povo, culiu.
do Chedelo ouCebo Uranio, d, ,," ,' ",,', ..' "| L, f; ,! r" "' '"""f-lul"- O qo.dm
rahiba do Nnrl. I'l.v s e,,.,l .' d" '. ',no'ecs! duas faces a humilladlo cu a guerra
SSSSS^SSS. ffiK^srSKiS^ .mto.r.r.K'vr' ^,on,,; chc"d',
to.-S.lva Freire.-D.ogu Vtlho.-Cirrao._r0,CI1 i rfI 'uj T' ,l V ?" KI* "'V ""ti, a09
Barrelo.-Domiimue. Silva, o """ P ns" "1 i 1' r""'1' "3" v'"" "A'""s-
Emenda ao arosmaMo da mirinha : eur, ";;'""'d,m"*- P"rem | ^"'ficos que urna
Podando desdeja' rem aderados o .encimen- nor.cYaH, L *."""en,'' prme.p.lmenle Mo
,o, decretado, par. o contelho na,.,.-A. de O |5^SA/SSS Sffi \ ETJ
veira. .
Ao S 22.
A iiiinente-se esla verba cora 2tK):000/, O. quae.
poderao .leste ja' ser applirados a' conslrucrao de
novo pharues.S. R.A de Oheir.
Emenda an j I ti :
" Cooslraiado-sa ile.de ja' nm phsrol na barra de
Coliimuiha.Eleve-se a consignajao a mais 20:0009
S. II.Barros Pimenlel.
l-.iieinla ao % 21
ri.,.i i c,e lu'.'.iiuir a n-se prin-
,,.,J. n,0"" ro,"' "a '"' Preparada de malenal
vsoVanro ",' anuV'al nao m"*<- P*t fa'la de
que"o cove/n aveeaja,, de ,i. s. lie verdad.
n..a di" nc o ,111 it A" .d.10 que cou'">"ao de um
oniincio ctllcial de marinha, o 8.. M.rooea t Uh.
na Europa, encarregado de assisl,, .con"Becao d
eanhone.rasqu. tem sido encommendada, he desu-
ada a preencher .... grande Leona que e noto na
marinha braai eir. Tu .. ._. Hu" no'" "
.. .....tu, 0 s : utda a preeucher essa aranda i,..-------'
AuRmem..,ea verbs com mais 200:0005, com a I marinha br.sileira. Ta.s v0, leem !?.S. 5
applicajao especial p.ra a conslrucjio de um vapor | servir tanto em lempo de oerri! .I i ,gm d.8
de reboque e melboram.nlu.d. ha,,, do Rio Grande navegajao para Malo-Grosso fc?loda H.L V'"\ A
do Sol, e.de.obsl.ucjn,, do. balitas qne embar.ram a i vs ; qoadra. ha em que o r, ,,, lT' ?T
nsvegajao do Rio Gi.nde par, e.pU.1 da prov'.ncis : sollieiento par, a passag-m StSmSm
dn mesmo nome.-S.-R.-Bo,g.s Fortes.-Olive ra res. A, nhon.iri. a %apor, p.to^.VlrV dYK.
Bell. -Jacmlho de M...d....ca eonslrncjao, pelo u pequeo calido sao rom
Cora a constroejau de urna barca de eieavajao I sabes, os nicos vaso, que podem con"'ota mMi
que se.a destinada, na provincia do Rio Grande, pa-! navegajao. P aaut"'1
ra a al.e.lnra .1 .....\,i r:,,,. I fina ,.,.,,,.. j_ ., ai___
ra a aheilnra do novo canal, que, partindo da ali-
sa do Diamante, cima da villa de S. Jos do Piorle
lem de segoir a eiironlrar-se margem de leste n
poni denominado Aras-Gordas e llalli .o eslreilo
A I'lllll -> 4 K.l ^ *- _______ __________I___.. I
Como, porem, n3o poderao ellas aqui estar aule,
de j oo 6 mezes, ja v, que quando Iridiamos a
guerra, nao ser com minia brevida.le ; al porque
nada ,e podara fater anles le se conhecer o resuda-
fin rl i mtc -V. l-r-oU. __. -
CMARA DOS SKS. DEMiTADOSs
SESSAO DE I DE AGOSTO DE 1857.
Presidencia do Sr. lsconde de Uaependy.
A hora do costme, leda a chamada, e achando-
se reunido numero leg d, abre-se a essao.
I.ida a acia da anleceder.le, he approvada.
0 Sr. Primeiro Secrelario, da conla do seguinle
EXPEDIENTE:
1 m oflicio do secretario do senado, eommnnican-
do que S. M. o imperador cnsente na re-ului.'io que
declara que na aposenladoria do desembaigador Pe-
dro Madeira de Abren Brandan se deve comprehen-
der o vencimeiito que linha como juiz conservador
dos privilegiados do coramercio.Inteirada.
Ira requerimenle da ramara municipal da villa
de Ilajuba, provincia de Minas, pedindo qoe a mes-
ma villa seja annexada i provincia de S, Paulo,
quanlo ao temporal, visto ja pertencer-lbe quanlo ao
espiritualA' rommlsao de eslalislica.
Dito da ordem terceira de S. Francisco de Panla,
da cidade de Ouro Preto, pedindo a conces.ao de duas
oleras para com seo producto concluir sua eap-l-
la e lundar o hospital exigido nos estatutos da mes-
ma crdem.A' cnmmi.vao de lazenda.
He approvado sem debate um parecer da commis-
eao de fazenda, mandando ouvir o i-ovemo obre a
prelencao do Dr. Guilherme Schuch de Campa-
nema.
lie julgado objeclo de deliberajao e vai a impri-
mir para enlrar na ordem dos Irabalhos om parecer
oa coinmis.au de fazenda, mandando Irccar as olas
do exmelo Banco quepossuem M .noel Francisco Da-
masceno e D. Emerencianna Roza do Brum.
L-se e vai a imprimir no jornal da casa o pare-
cer da commissao de pdeles sobre a eleicao do ler-
ceiro circulo da provincia de S. Paulo, o "qual julga
nolla a mesma liselo, eo vol em separado do Sr.
Pacheco, que reconhece depulado pelo mesmo circu-
lo ao monsenhor Ignacio Marcondes de Oliveira Ca-
bral e supplenle o Dr. Manoel Marcondes de Moura
C"sra.
O Sr. Fiusa ( pela ordem 1 reclama contra a in-
exaclidao com qua foram publicados no Jornal do
Loramercio o os seus aparle. ao discurso do Sr. Pin-
to Lima.
c Pr"'n"C3 e discossao de requerimenlos.
O Si. \ ltela lavares lundameula c manda a rarsa
o seguinle requerimenlo :
Requeiro que se peja ao governo as seguintes
informajes* :
l. Qual he a forra de linha exisleme na provin-
cia de P.rnaml.uco.
2. Qual o numero dos guardas nacionaes des-
tacados na cidade do liento.
.'!." Ouantos sao os delagadese subdelegados mi-
niares que se acham espalhados pela provincia de
Pernambaco, leudo A sua dlsposirao deslacamenlos
volante,.
a Pajn da cmara do, depoladoi, 1. de agosto de
18o7.-V.llela Tavar.s.
He apoiado e entra em discossao, a qual fies adia-
da por pedir palavra o Sr. Sergio Teixeira de Ma-
cado,
ORDEM DO DIA.
Procede-.e a volajao da segunda discossao do pro-
jeclo- qoe autorisa o guverno a aposentar os empre-
pados da cmara municipal. '
He approvado o projedo bem assim a segunda
parte da primeira emenda do Sr. Henhqocs, assim
concebid. :
0 No lim do artigo, em vez deas disposijes do
cap. 4.diga seas disposijtie. em vigor para a apo-
senladoria dos empregado. do ih.souru publico na-
cional, ii
Sao rejriladss as oulras emendas ofTerecidas.
He igualmente approvado o requerimenlo do Sr.
Henriques, enviando o proiedo i commiisao para o
redigir de novo com i emenda approvada.
ORCAMENTO DA MARINHA.
Enlra em 8." discossao a seguinle proposla, con-
vertida em i'.rojeriu com as emendas da commissao,
que sao apoiadas:
i A assembla geral legislativa decreta :
1 Arl. o mmislro e secrelario de estado dos ne-
gocios da marinha he aulorisad a depender com os
objerlos designados nos seguinldi paragraphos a auan-
tiade i,8VJ:->052OJ.
A saber :
(i 1. Secretaria de estado .
u 2. Quarlel general da marinha.
" .'I. Conselho supremo ....
, i. Auditoria e executoria .
5. Corpo da armada e classes
annexas.......
6, Ralatln.o naval.....
7. Corpo da imperiaes mari-
nheiros......
is 8. C' inpanhias de invalido .
....------...... .,-..-. c ., es.reiio, nada se podara" Tazer anles !C e conhecer o resnu
-vr'a "."P"".""^"" I'"- ""prebende, | do da mis-a Paranhcs, que a r.alisar ,, P pi enli*
servijo desia ca,,.l,cao, ja explorada por ordem do rnenlo geral, aborta,..- como lda, a passada e rm
-overno, ass.ni como cora a desobstruyo da barra ras, einquanlo n nre.i,lente I n, ,,., .k
de S. Go..calo-ltK):OOOS.-S. R.-Barao de Po.lo-! Iho're. idea. orJTiara chara ^"" m-
Al.gre.-Araojo Bru.qoe.-llaiao de Maua. I lemos, de.coufia'd.'inco. m.V. 6""".
- Angraenl-se a verba do 22 com a quanlia de quanlo obesa ere u? ,' h... ditna^eZ? ,p|v""'--
008 para o melnor.menla da barra do Rio de S. torna o ,. rt. *.' ",.1't''.7.5"
STtrnS* f^-^*S*Wi C"?' !"'Cen,fs d 1 I", inomem: s'e't
CORRFSPONDE.NCIA 1)0 DIARIO DE
PERNAMBCO.
Carlas na Curte.
IV
Ro, Ii de agosto de 18'".
.Meo charo R .. Anda madame Laborde, de quem
nao levara- a mal qoe te falle. Ful oovi-la do Bar-
oeiroa na imite de II. A enchenle era real, no so-
mente por ella, como lamb.m pelo tenor Severini
Salviani. quo leudo chegado no Thamaru, linha d
apreseular-se pela primeira vez peranle o pohlic
nu papelrtoroi.de de Almavava, o que era tola
is e ron-
toll. n.aDco.-.>a' e Alb,,qoVrqo,.lTa.,.raord ^rsZiTlSt"*2r
Mel.o.-C,,s,a Moreira.-Sa' Benevtde..-Bezerra mis.ioPnado, da t*ZZnHmfim*m)fm*L
(.avalcanli. I'o-cano Brrelo, a o seu tollo, da m.n.r. .. I ?'""" ,eem P"d.do
A verbaObrasdo i 22 do arl. j. cre-cenle-
se ruana quanlia de 23:001)0, sendo 13:0005 para a
coiiliin.ijao das obras do dique do Maranhao, e rs.
Ui.tUjOj) para a das obras do caes da sagrajao e ex-
eavajao do porlo da mesma cidade d Maranhao, Pa-
jo da ramara do, depulados 1. de agosto de 1cfj7.__
Das \ leira. n
Aogmente-se na verba complenle a quanlia de
13:000o, para o nielboramenlo da barra de llapemi-
rira, na provincia do Espirito Sanio, que he de pe-
rigoso acc.sso, em raiao Se om penhasco oo ootro
seraelbanle impedimento, o qual pode ser fcilmente
removido. Pajo da cmara 1. de agosto de 1837.
A. Pereira Pinto.
o !j lji. Eleve-se. robiicaPhar.ie de io^/oOO, comprel.endeiido-se a de 20:000o r.
para a conslrucjao e collocajao de orna barca e pha-
rol no ponto mais conveniente na entrada do porlo
da capital da provincia do Para'.F A. de A.uiar.
J. A. Correa. >
Arham-se presentes os Srs. ministros da marinha
e da fazenda).
O Sr. pr. Milenle convida a depolajao (um qoarlo
anles de orna hora', que tem de apresen!, i a S. M.
I. o decreto da a.sembla geral legislativa que aoto-
ri.a o governo a depo.ilar no Banco do Brasil e suas
raixas iiliaes as quanlias dispnnive.s qoe hoaverrm
uo tliesoi.ro nacional e Ihesourarias proviuciaes, a
cumprir a sua missao.
Meia bora depoi volla a commissao.
O Sr. Sampaio Vianna pela ordem, diz que a de-
polajao ni,meada por esla cmara para ap.eseutar a
S. M. I o decreto que m.l, risa o governo a depositar
no Banco do Brasil e suas caixas filiaes as quaolias
exislenlesuo lhesooroelhe.soor.iria. provineiaescum-
prio a soa missao dirisindo-se ao pajo da cidade, on-
da foi inlrodozida com as formalidades doeshlo pe-
ranle o mesmo augusto seuhor, e leve a honra de
apr.s-niar-lhe o refeiido proj.do ; ao qoe S. M. I.
,e dienou responder :
(Jue examinara.
A resposl.i be recibida com raudo especial
agrado.
Oraramiobre o orjamenlo os Srs. Aragao e .Mello
e Oliveira Bello,
Fica a disciissao adiada pela hora.
()Sr. I'iesi tente da' paia ordem do dia !
Eleijao da mes).
A mesma anleriormeule designada tanto na pri-
meira como na segonda parte.
Leanl.i-se a sessao as 2 '2 horas.
. ,. -.uiriiiii i,,, e ceem m
o seu lat.in da maneira a m, desengrajada.
E pois qoe a diplomacia nao lera conseguido fa-
noe'll! i";'.'', fi"e Can,": r "Cocinios da-
qoelia si.bsl,lua-s. o argumento da melralha. L.na
Z2&SZS'ardeo,e, '"por""nolas -s
mfLD10 "l0<1 .'nal infr.m"a. he por isso qe o
major de engenlieiroa Primo de AVtor, .rlpa-
nh.,dodo lente de estado-maior Morac. Ancora,
acaba de ser mandado para a Europa incumbido de
comprar armamento e corrame para o esercito O
actual ministro da goeria, militar iniell,gente e l'ra-
bailn.dor, posto qoe doente conslanlemenle oerse-
goido por uma nfermidade lalvez incoravel presto
n maior cuidado a nossa administrajao militar e Ira-
la seriamente de prover o exercilo de todo qoanlo
pode ser necessario na emergencia que antev, e to-
ma acerca de Malo Grosso (odas as medidas qoe a
prodenc.a e a precsao aconselham. Para comple-
mento deslss pretende o governo mandar para pre-
sidente daquella provincia um militar de confianja,
visto que o Sr. I.everger, official de marinha e ho-
mem d. roereci.nento, solicito desde moito ,u. exo-
neracaopor motivos de molestia que ja o obriga-
ram a dar parte de doente e passar a admini.lracao
?,'rfe'Pre!"le,",\.Fa"0U-,e no Sr- onselheiro Be"
legarde, e agora fall.-se no Sr. Polydoro, que me
bTdadeT-" ""n'"^ ^ de'""m "
.. .71*"?,oe f"! yolos par" ane ,al oomeacao
se realise, as,im como p.r. que n3o dsixe, ds ciet
na sincera afeljao do lea, ele;, ele.
. _______^^^^ Lucio Luna.
PIRIAKUCO.
PAGINA AYULSS
UBJ':/' UbX i
feria do Bom fone/Ao.-Te.ja-feira 8 do cor-
S. rlSI no convenio de Sanlu Antonio a
les la da Senhora do Bom Conselho, pela sua irosa*
dad. de acadmicos. A s.mplicidade e hora go.io
rZ, tnU2'CaS dec?ra" rt0 'e>np'o rerenlemenle
renovado em seo interior e na fachada pelos estorros
da zeloza coroni.inid.de. A orcheslra foi inconles-
vem,,e a mais completo qoe as circomslancias
anoaes se pude obler netta captol. Doas batidas de
Basles marcial porfiavam em crelos armados no
pateo do lemplo, cajo interior s bulle deslumbrou de
luzes os innmeros espedsdores de lod s os sexos e
con iljdes. Tres,acerdot.s di.cipulos da Facoldade
de Dueilo loram os oradores das vesperas, dia eTe-
lieom. De todas as associsjes qoe os eslodautes desa
l-acoldade lem aqu InsUluido, oenhoma merece
tanto louvor como a contraria do Bom Conselho.
ivada por cerlo pode dar mais esperauras sobre o fu-
turo dos joveiis esiuda-ite do que esse'consorcio su-
blime da sciencia com a religiao.
/'cndalo.Consla-nos qoe certos mojo, qoe mo-
rara na ra da Glora, lomaram por habito, econo-
ma, ou mesmo mal.... andarem mis em soa casa, e
com tanto escndalo que os viziohos qoe Ihe. ficam
Ironle.ros, nao cnsenle,,, qoe soas familias chegoem
is janellos, para nao observaren! lana indecencia
.... i.rt, ,i ue Aimavava, o que en, lo (a a --""=. omeoiem que suas (ara,lia. chegoem
parle do mundo em qoe ha lliealro lyrico, seria orna ', Janellos, par. nao ob.ervarem lana indecencia
estrea. Mas o, .mnuucios e caitaze, disteram-no. '-"osla-nos mais que esses mesmns mocos depois das"
anlecipadamenle que nao; qoe eslra daquelle 9 nori" oa noil 'njam de dentro de casa para a
arllsla .i lena lugar n. .Lucia de Lamermoor. Nao '!u, uml Pecie de Irouxa, qoe em certa provincia
cuides que lie gracej. : o homem ji fi oavdo ; lo- -e-lhe o nome de palo.cos. Se he exacta esla nu-
dos Que assislram :in es,,,- l.rl., 14 Caan. M-i. ... I'cia uue se nos (ten na .... a------. j __.
----------,..--------, i,,,, qu -.------------------, .,., |...,;vinos ntnar ,ie censu-
meuos, um jiiizo ..cerca do seo mrito ; mas he pre- "" la 8'osseiro qu3o reprovav-l procedimeuto des-
leguiute- '**'""S0' V" da.en.10 "rem mai, Polido'. "P'-
stnlara o fna s rld rn n nm.l ,. .,.... d__v_
.-----#------------------ -. ......iw mas |,e
ciso suppor-se que anda nao eslreoo, e consegu
menle nao ler orna opiniau a seu respeilo.
mente nao ler orna opiniau a seu respeilo. srniam o tois ridiculo papel na sociedade. Epera-
Acredilo qoe por isso he que uma grande tulla '.no? 1U' nos"> svso sirva de correctivo, mas qoaii-
desla corle dizia no da immedialo, fallando da ra- o l9, "a bal. o se reincida, nesse cato cham i-
preseiitsjSodo ,|lail,en : m atlenjao da polica.
prrsentajaodo Barbeir....
o Nao podamos desde ja emillr u.n joizo acerca
Sr. Salviani devemos attender as emojes de '
:|:i:niin-.(0
5:3U08823
3:60(19000
:i::i70cooii
363:8379600
27:7!-0c'J.-,(l
8i:7.">l5000
ti:.Mi.SMMI
56:0005000
IO7:O9K9000
NO-'. .7R;(ilK)
93:9199656
943:83II50
28:",:
:)i:^S^IKIi)
2VS74.V,U()
2l:22rt(KIO
l::0(IOt
1:3214818
Jb^iOO-lO.
1.615^55000
83.-72B000
22i:0O0llO0
diga-se rs.
11. i i t :, na da marinha
10 Intendencias e accesorio*.
II Arsenses.......
o 12 Capitanas de porlus .
o 13 Fuira naval e naviui de
transporte.....
o Ii Navios desarmadn, .
o 15 Hospital.......
rr lli Pliartiei.......
a 17 Academia de marinha. ,
o 18. Escolas........
i' lOTlibliilhrca da marinha .
o -11 K.r,.miados......
o 21 Material.......
i 22 Obras........
o 23 Despeza evenluaes e ex-
tra r nara.....
o 2i Efereieiei lindo. ....
o Em lugar de 4,8'!):2i)>2H
1:915,8949913, en consequeucia das segundes alle-
lares :
( S_1. Na verballuarlel generalauemenle-se
|II.';M7.> por causa das maiores vanlagens que cabtm
ao ajud.nle de orden, enrarrezado do quarlel-se-
neral, por ler subido de polo na ultima promorto.
o 3 2. Na verbaconselho sjpremoscrescenle-
se 1:20o?, corres, nndeute a, accre.cimo de um vosal
por parle da marinha.
SH. Ajunle-se a quanlia de 51:7129000 ver-
baArseuaes,por accrescimo de despeza provenan-
le da arquisica.) de operarios ltimamente engajados
para as olli linas mecanices.
( S l'ata Ausmenle-se verbaCspileniasda for
losa quanlia de 1:2693831, pelo augmento de al-
Eiis vencimeutos, inclusive es do capia.. do porlo
do Rio de Jansiro, que passam a sir de coniniando
pela aniiea tabella.
5 13 A' verba llospilarsajonlc-se a somma
de l:560| para os vencimeutos dos empregados da
enfermaiia que se mandou crear oa provincia do
Par.
- -,-- *- fc........ ..i...,, vwui |iiijetn,a C ,e-
llcxao L digam l que o. critico- thealrars no cs-
crevem secundo os didamesde sua consciencia Pois
lira saliendo que nocca houve em letra redonda pa
lavra. mais espontaneas: ninguein a, eocommen-
dou....
Mas ja me ia esqoecendo de madama Laborde,
por causa da eslra iiincuitnil; du cantor incgnito,
de qoe mais abaixo le poderei fallar.-
evo diier-le qoe na .eferida ncile aquella r,n-
(oraencanlou os esperladores, qoe applaodiram-na
slrondo-amenle. A alegie e barmonioss musir de
llossini ainda nao achou lao fiel interprete em nosso
Iheatro. Comludo madame Laborde SS|. longe de
ser oque se chama rantora de carlello, e nem o
poda ser, poique u seu genero he o canto ligeiro.n
lalleinut aaora do cima mencionado lenor. Qoe-
res saber quem elle he '.' lie um discpulo de lly-
pocrales incgnito. O que o conhecem de l'aiis
dizem que be o Dr. Segoud, eseriplor de mrito.
Itefere-s. que um dus eollegai de sua nova profis-
sao e seu compalnola, quinto o vio apresenlar se
no esrrplorio do Provisorio, nao pndrudo cinler
uma exclamajao de sorpreza, di>sei,1-lhe : Dou-
lor, vos por aqu?! Sejaes bem vindo. A Idea de
termos um medico ao nosso lado nos anima e con-
sola. as nossas molestias, acrescenlou dirisjindo-M
aos oulros, seremos tratados^ior um urna .
t)u ensanai-vos, uu nao he a mim qoe vos di-
rigs ; nao vos cumpreheudo. Queris dar-me una
qaalifleectto que me alo perienc.".' Sou simples
cantor.
O colles.1, reconhecendu a grave indiscrirao que
conim.llera, calou-se e rc-peilou o incoando.
Mas que motivo, podem ler influido no animo do
doulor para abandonar sua palria e sua nobre pro-
QesSo, vir alin do ocano procura, aventuras e
emujSea entre os bastidores"; Anda aqui anda o
deteonheeido, u inrogiiil... O ll.ealro l.vrico nesla
coile lem sido o lliealro de grandes mvslerii.s, de
intlamorphoses incompreliensiveis. N3o" ha modo
que um do cantores mais eslimados qoe pisaran o
-eu palco era um rr.de, evadido de um convento de
Roma por occasao da revoluj.lo de ISIS. A juslija
manda que se diga que mesmo em rcena, e princi-
palmenle na sua vida particular, o Sr. Genlili con-
servav os modos e olhar de um modesto e humilde
ministro do Senl or. lia quem pretenda que seu es-
pililo eni.i se ochava enlregue ao dominio da re.r-
jao da exaltoe/aa da s- Id. do ((termelhoo do exercilo
repuhhcanu qua rez fugir o papa, disfarjado em la-
Caio, na iraze.ra da carruajera do mmislro auslriaeo.
F.m lodo o cuso, o exacto he que mudares e ha-
chareis lamben" ja' leem feito parle de companhias
de cinto lyrico enlre nos. lie escosado dizer que
lodos elles leem obedecidoo a vocajio.
O meo svmpalhiro escnplor seman.rio, de qoe le
lenho fallado, e que einpre rostnma .nitor bem in-
uii. le. a*sim se exprime acerca de.se lenor :
o A jurisprudencia, o sacerdocio c a classe militar
j liseram e leem representantes no Iheatro l.vrico
do Kio de Janeiro.
Chegoo a vez da medicina. O lenor Salviani he
.; ~ i--------. ^o ne- r*ai ,d csia OU-
ici. que se nos dea, na,, podemos d.isar de censo-
Frir l.lit nfiwinrn mi1#> --._____
pregado que nao trepida om .o momento em pro-
mover o bem estar dos habitantes da freguezia. Fe-
hcilamos por tanto ao Sr. Rufino, e muilo foliare-
mos qoe continu a pre.lsr os seos valiosos serviros
ja tao experimentados em diversas pocas.
Dea/rucie.Pede ,e a cerlo mojo que quando for
a.lsumdiverlimento, como o que houve em uraa
des... noiles na ra do Cotovello, que nao d o d..-
rrule de cantar sem .aber, ,.rvindp assim de objeclo
de mangaj.lo da todos os circunstantes.
Im a victima causada por um carro.Consta nos
qoe no da 7 do crrente, oo paleo do Collegio, tora
om preto esmagado por om cairo de alusuel he
mais orna victima qoe tomos de lamenlar, e lieos
queira que sirva de exemplu aos .temis boii-
eir..s, para qoe sejam mais prudentes no exercico
de seu oltieio, Consta qoe o bolieiro causador de.se
desasir acha-se recolhido a cada.
embriaguezCoosla-nos que honlem 8 do cr-
reme om negro embriscado espancara s atoumas
prelasnaprajaida Boa-Visla. pelo qu. fora preso,
mis na occasao em qae se eiicaminhara para-a casa
do Sr. subdelegado acompanhado do sold.du ou pa-
Irulha qoe o condozia, encontrara com e Sr. padie
branles, e pesando-lhe m ,ba da casaca nao mais
arcara e gritando dizia, que se elle ia preso o padre
tambera devia ir. Em qoe embarajos nao se vio o
Sr. padre branles, sem se poder desveucilhar de
emelliante rascada. E-qoem della ,e podei livrar '
Y, i "c,",da|oso. he poi, preciso que o Sr.
subdelegado nao esqoeja de obsequiar a esse negro,
para que nao torne a pralicar os seusdesacatos.
Camello de lijlo,Con.ta-nos asa. na ra da
Conceajao existe um cartera de lijlos, que bem ne-
cessario se ra seja quanlo antes desmoronado, por-
que presentemenle nao lemus preeisao de torlili-
Cajues.
O vapor hamburgez Teulonia, vmdu do Kio
de Janeiro trooxe a ssu bordo os segiuU. passa-
seiros :
eputado Andrc Bastos de Oliveira e 1 criado,
Mi.net dos Anjea e I criado, c. T.' I.aporse, Slelan.
Scopm.
S'goem pira a Europa desta provincia I)u-
""*'J.Hsmelho. su., ram.lia, E Rout. Sen,.
Bvlh e I lilho menor, Jos Fetreira da Silva Cami-
O vapor sardo Terina, sabido para a Europa.
eiroV""" provincia os segoinles paa-
-S'? iBr^0' An,unio da CaiU R. Mello, Ma-
nuel Josc de 01 ve ri e 2 Ii boa, Lucio de Souza Ma-
chado Miguel Jo.., da Cosa. Joaquim Carnelro, uA-
lomo Ignacio de Medeirot.
Mi amanhaa.
REPABTICAO DA POLICA
Occurrencia. do dia I" de selembro.
loram presos : ordem do lllm. Sr. Dr. chele de
polica, o preto Bufioe, escravo de Ignez.da Co-
nha, porcrimede torio.
Pela s.ihdelesaria da rreguezin do Uenl-, o ma-
l Sala dascommissSes 22 de julho de 1857.Die-
Velho.V. Pederneira.L. A. da Ciinha Mat-
Leem-ee e apoiam-se mais as segoinles emendas :
(i Os amanuenses das secretarlas de eslado dos ne-
gocios da maiinia e da uoerra serao contemplados
desdeja' na dislriboijlo dos em. lmenlos cobrados
por soa rep..rlijes, de modo idntico ao eslal.ele-
cido na. secrelarias de eslado do imperio e da jusli-
ja.S. B.Cimba Mallos.
.i Emenda ao arl. 5.
ii Eleve-se a verba ronitnada sol n. 211 a
1,745:845/. rom a especificaj.lo de ser esle au-.'mentn
applicadu acqoliifao de mal om vapor de rebo-
que, conslrucjao de ralraias, e oulro melboramen-
los necessarios no material servir da pralicagem
da barra do Bio Grande do Sul.-S. R.Bario de I
lelo que s. Ciz. um medir dislindo, autor de um ,! ,1 \"u", ,rrrKUe"n '' Recife
Iralado de anatoma apreciad.., c que ja leve honra "*'"* """'* Plerson, sem parto,
de perleneer ao corno ealhedralles da escola de p.. el* ,uM'|e",-| J fresuezia de S. Jos, a par-
rs. Urna vocaclo invencivel o fez srlisla.s Ouanto ,u',c'rva K'l",'" P"I 0f"',aem imbrissues.
aose nome, memos la discretos como a re pe ''?* 9"bd.e,e"c,a d" """'> a* Boa VWa,
do principe allemao. re.pe.ln j0ao Ferrcira da Silva, por insudar a palrolbs do
Ac.edi.M ness... vucaje. irresislivd. que arran- ""***
alrva lo ao palco scenico, exposlo CiLJK '. '''". W0' ;.PI' d(l''" I primeira di.lric-
Publico exigente, que applaud. ou palea on, o o ?*? '"T',Joe .-"I"'-" de S.nlAnn... sc.n
bn.r era que se cba, e que e.qeceo^ favores PJ,|. P," Joi"""n. por lenlar incendiar a ca-
recebidos por om que falla 1W minh"narle con P iJ ST'61 Sfl,"l'no **** **"'">
fes-o-n.e seepco a esse respeilo 1^ r orern nansa- a "."?!? """" ,0 n*"*U' rt",e '"">
ras corno quizeres. Pe"0 '"' l""*", P""a- f o. pardos Jos Rufino de Sooza Jos Aleandr
lieixem.., ,C(irin, |heitr.es, par fallar co BmSsSSI! 'V,'"'",a-a"l"-
senedade dos pobliro. Parece n... ,s no-sa. rola- p. ec-cia da frecoezia do Recile, n
cues cora o Paralax ihTm^SmVVum^ ^OtZ'iV^ KST ?" "T' "re,
escravo I elu, a requisijao de soa icnhors.
do, que lalvez veiihamcs a ler una cuerra com o
presi lento Lpez. Dijo com o presidente Lpez,
porque cuno sabes e povo paraguaya, a najao. ole
enlra nisso, i,a vola, olo d cun-elbo, lalvez por-
que Ble seja muleria pensante
yuein diiia que o Paragoay, que tantos arrilirios
Tnram presos pela subdelegara da freznezla
do Recito, o pirdo Jos GoncelvM da Paixao". para
avenuuarne. r
Pela subdeleeacia da rregoezi. de S. Jo,
r. pardo l.oorenjo Francisco do >arimen,o, por
v". u.... que o r.,i:.i, i|uu i.nios soc,iik,o. 'pardo l.onrenjo Francisco do N.srim.,n or
nos lera rollado. co,a ......pendencia foi Brasil o r.rir cora uraa pVlr.de a ura soto.do dTco no de
s wstt^a&X" ta tas SmKTml
MUTILADO





DIARIO DE FEilNAHBUCO OHVTA PERA ni DE SETF.MfiRO DE 1857.
Pela subdelegada da fregnezia de S. Antonio,
o prelo I.i/.ir.i, por luspeiio de -.-r escravo, e An
lano lote (oiic/lves, al secunda ordem.
E pila subdelegarla prclo Justino Jeronyrao da Coala, por disturbios e
fermeotos.
I-.ir.un preso; : pela subdelegada da fregoeza
de S. Antonio, os prelos Anacalo Francisco de
Paula, francisco AdAo estratos, esle por fgido c
aquelles para correcto.
Pela subdelegada da freguesa da Boa-Visla, os
prelos libertos Jacinllio e Theie/9, ambis por bri-
ga, e Anlonio, escravo para correera.
E peld subdelegada di frecu>/.ia da M illa, S-vrino Marquo da Silva, que dil cha-
mar-se Siverino Maiques de Olivttni, por crite de
furto e tentativa de ruorle.
(ffltttttnmictt&oij.
O FISCO EM NOSSA TERKA.
O clamor contra o liico lie geral, e pode-ae*ssi-
gurir que com raiAo.
Quer-se cora a eilorsSo Mercar o vacuo que deixa
l dusipaj.lo.
Passa comigo ara Tacto notavtI, e o denoncio
ao publico e ao Sr. ministro da f ir.cu 11.
No da 2 um otlicial de Justina da fazemla npresen-
l ii-ms ama precatorla, que a requeriinento da pro-
curadoria tataal da Isienda para as juitic,.. do
Rio de Janeiro, alim de sor eu cita lo para pegar
I 2j80O di iscriptorin como adv-gado, de julho de
1818 a juiiIim do 1819
Pnmeiro, n>ite-se o desmancbo do juio dos feiloe ;
u citado em Ulinda por urna precaloiia prra as us
lcits do llio de Janeiro.
Segundo, nole-sc a au lacia da admini-ir.ir.Vi da
I .i '"II 11 geral nenia provincia ; eu codiciado ein
1818 e 1819 romo advogado, quando il aeliava pre-
eo, j tm conseqoeneia do infame procetio de aup-
poslu rnuie de abuso da Imprenta, e ja em conse-
queuria do monslruoso processo instaurado pelo
laclo da gloriosa rivolurilo de novenibro de I88.
Terceiro, nole-se a a Iminialrarilo emprestndo-
me un escriplorio na ra Jo Nogueira, onda nunca
tive escriplorio.
Ki riplorio de alvogado na ra do Nogor-ira !
E as cus is disse processo ji sobera de OS.
A' ni' l'i i n ine que pagua e reclame. Ora,
adeos poique lauto reipeilo a esse systema de pi-
Ihaiffui a.lopudo ultimameule, ao oepoii que foi
ministro da faeada o marquez de Paran *
.//'(finio Horge$ da t'onuca.
Oliuda, 5 de setembro de 1857.
Alqucire
alqucire
. alq. -1
ccnlo
Familia de aramia. .
a o niillio .
n o mandioca
Fcijao.........
Fumo em rolo lio:n
ii onlinari......
s era iiiili i limii. .
a n o reslollio .
(Jengibre........
liiiinma........
Ipecacuanlia......
Leona de adas grandes
a pequeas..... .
ii l n loros....... n
PranrliOes de amarello de 2 costados um
n o louro......... .
Costado de amarello de I. a 40 p. de
o. c 2 _'j a 3 de I..... n
s de dilo'usuaes....... o
Cosladinlm de dilo........
Soalbo de dilo...........
Forro de dito........... o
Costado de louro.........
Cosladinho de dilo........ i
Soalbo de dilo........... n
Forro de dilo...........
ii u cedro.......... i)
Toros de [atajaba .
A aras de pereira .
H u agnihadas .
quirts
OS SINOS,
lioutem 8 d<> crreme e aute-hontem, os sinos da
igreja da Cotcenlo dos Militares tstiveram insup-
porfaveis ao ultimo pon : repicou-se por vezrs lio-
ras inturas, einlimjparecia que os sineirn ou o diabo
quera por forra de locar a relientar aquellas sinos
oa a cabera dos pobres maradoies da vizinhaiic,*.
Nao sabemos de que serve urna postara da cmara
municipal, limitando o nomero e a Juraran dos re-
piqurs e dobr,s, porque repina-se e dobra se von-
lade, sera qua parrea que ha urna lei que prohibe
que se Vique sino por tnaia de cinco roinolus. Os sa-
cn-lues nao se imporlam com leo, p entregara as
torres a urna du quanto n.Vi li. .un lodos succasstfamente com os bra-
gai esmorecidos, Dilo i menlo.
E 5r.t'por ventara smenlis um incommodo o lo-
que atorado dos sinos ? Nao, enhores, be um mal e
mollas vees um m-l gravissimo,'e que pode acarre-
lar resultad is funestos: ama pessoa que pa ece de
alaques nervosos pode soffrer delles em consequen-
cia dos loques de sinos ; orna crumri pode ler cou-
vul-oes por causa delles: qoem est doenle principal-
mente de molestias que eulendem com o cerebro, po-
da suflrer czacerba^Oes, as quaes pdem acabar mal.
ele, etc. E como se contenta em semelbanle abuso'.'
Coros he que aioda nem om sineiro foi ao menos
pa-saruns das na cssa de correec,o para sabir de la
cun a cabeja raspada '! Como ht que se nao recrula
eslos va lius que lano gosla'o de repicar ? Digam os
senliores a quero compele vigiar sobre isso.
He om mal e um mal que pode ler mudo funes-
tas ennsequencias : por conseguinle em bem da sau-
de publica pedimos urgentes providencias.
Ha quairo dias que me acho doenle, e nSo sei co-
mo nao murri de dores de cal era por tanto repi-
que dos sinos da Concedan.
Us senliores das irmandades entendem qae devem
faier feslas todos os das, cora meia duzia de msi-
cos, com um 11 iuIiiii desaliado, urna rlarineta fjra
de lempo e um Irombone fon, fon, fon, e para a
fe-la parecer inuilo grande, duas duzias de vadios
na turre, e locar sino, al o J'. > dizer qucbasla...
O'a i-ln n.b> lem termo. Dos nns acuda com algu-
ma piovidencia, e a raelhur provi lencia que Dos
padia-ii'.s dar era arrelienlar de uma sci vez quan-
tos siuos ha por estas torres, ao menos Je-cau-avuin
os nossos ouvidos.
Senbores redactores, he muilo favor Vmcs. publi-
caren) eslas linhas, a verseem oulra festa o sacri-lo
da ConceitAn lem mais zeln dos sinos, que Deo
permuta que se quebrem lodos de um estupor.
O tlzinho iifommodado.
sido Piis seguidores da causa realisla. Pela primeira
vez nao annuirain s voulades do rei de Franca.
Finalmente, em ISti, o crucifizo arba-se em po-
der da Sra. Manen!, viuva do ultimo descendente
ilessa familia. Esla senhora calura em desgrana ;
tlnha ella um ami-o, o Sr. Ilourgoin, que Ihe que-
ra o eme lito, com o pretexto de mandar tirar co-
pias delle. A Sra. Mauenl na melluir boa f Ib
coniiuu.
Ora, eis-aqui para que Ilourgoin quz o crucifixo.
Ilourguin goslava da boa mesa, go>lo innoceule ;
mas na goslava de pagar os seos jaalaref. Todos o-
das ia jantar n'uma casa de paslo, e quasi lodos oa
dias se esquena de pagar, de -orle que o dono da
casa veio a zangar-se, e o cruclizo, ultimo grao de
inforlunio, foi cahir oas mos do pasleleiro, a qoem
Bourguin o dora como peuhur da sua vida. O pas-
leleiro propunhase a vender em leilUo judicial o
cruclizo, mas enlao a senhora de Mancnl foi infor-
mada da perfidia do desleal llaurcoin, e oppoz-se ao
Itilao.
EnUlo o cruclizo passa do pasleleiro para casa de
um commissario de plida.
Pouco lempo ah esleve. O pasleleiro reclamou o
peuhur, e o crucilxo vollou para a rasa de paslo.
donde sabio pouco depois para ser depositado em
casa de um olticial de jusliga.
He ernao que a senhora de Manent entrn em a-
josles para a venda do sea tbesnuro.
tm cerlo Sr. Stevens, ferr.i-velho que necocia
em qoailros, propoz a Sra. de Manent comprar-lhe
o crucifijo. Oflerece lhe uma renda annual de (li-.
e dar-lhe no acto da venda a quaulia de 38M?, no- Em obras rodas de sicupira para c.
porlancia em que o cruclizo eslava bvpolhecado. ir o eizos a i>
A Sra. de Manen! aceilou a prnposla. Mcl...........
Talvez julgueis que aqu findanm as lnbal.ic.0es Milho.........
do crucilxo, mas anda nao era chegado o (crino das Pedia morliGcac.es desle primor d'ane. n lillrar ....
Passara do oratorio dos principes para Orna casa n relmlns .
de paslo, de om palacio para uma taberna. Que serie l'iassava em iiiolhos.
de Humillas !
Fiiialmeni fica possuidor di rrucifizo o ferro-
Talho, e ao menos na luja deste gozara das honras
da ezposicao na vulraca ; ah poder o publico ad-
mira lo, ale que alguin curioso abastado o compre e | Sola ou vaqueta .
o colloque decentmosle e c im honra, enlre oulras Xapioel
obras primas. Mas ah as avenluras do iiMiz cru- "
cilizo anda nao acabaran!, porque agora ah esla'
elle perante os Inhunaes.
A escriplura de venda fcila pela Sra. de Manent
ao Sr. Slevens lem a dala de derembro de 1856, e
essa seuii .ra falleca em ->> de dezembro. Ora, po
codiso civil ha um artigo que annulla o contrato de
renda vitalicia quando a pessoa a qoem foi consti-
tuida morre nos Tinta dias posteriores a' dala da es-
criplura, ai porvenlura qoando a a>signou ja' eslava
acharada da rnlerinidade de que veio a morrer.
Os herdeiros da Sra. Maoeot, fondados ne*li dis-
posie.Ao do cdigo, pretendem anuollar a escriplura,
allegando mais que o Sr. Slevens empregara meios
subrepticios para levar a vendedora a annoir ao
coutralo.
O tribunal anda nao decidi esle pleito, de ma-
neira que a sorle do maravilhoso e deeejado cruc-
lizo esla' anda pendente.
quintal
duzia
Ponas de bol
.salan ....
Salsa parrilba
Sebo em rama
L'nbas de boi
Vinagre .
par
a
caada
alqueire
uma
. um
ccnlo
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89000
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269000
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39800
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69000
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19000
."300
30>000
;- ": .',.:,'-!
) k .
5
.
: .
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
a Pars, 3ib rs. por fr.
e Lisboa, 92 por % de premio.
llio de Janeiro, 2 por o.o de descont.
Acc.lo do banco 50 por cenlo de dividendo por con
la do vendedor.
a a campanbia de Beberibe 609000 por acrAo
a a companhia Peraambucana ao par.
11 a LUilidade Publica, 30 purcento da premio.
a a ludemiiisadora. 61 iden.
a d estrada ia ferro 20 por 0|f) de premio
Oiseonlo de lettras, de 10 a 10 por cenlo.
Ac.;6e- do Banco, 0 a 15 de premio.
Ouro.Oncas liespauhulas. 299500 a 3OOC0
Moeda de 6S00 vellns . . 169tXK)
< a i..--.i-i novas . . 16MXKI
ir 'rala.Palacoes hrasileiros. . . 25000
Pesos eliminan -. . . 29IMI0
mezicanos..... lfSbO
ALFA MIELA.
Rendimeulo do dia 1 a 5 . 9:2:3189500
dem do dia 9....... 9:7139023
101:931.3'i7:!
l)escarrc:am baja 10 de setembro.
Barca inglesaSaplmmarcador! 1'.
Barra IbgleaLancasiredem.
Palacbo inglezPerseverance lubos para a illu-
muiaf.a 1.
Brigue mericanoBrind] Winef-irinba e bola-
cbinba.
Patacho pnrlucucz Uiliaenle divinos gneros
MOYI.UF.MO DA ALFa.NOEGA.
Volumes entrados c un faien las ... 226
com gneros .... 227
Natos entrados no da 8
lio de Janeiro Babia7 '4 dias do ultimo porlo I
horas, vapor hamburguet Teulonia, comraandan-
te L. 11 .- -.
llio de Janeiro e Baha 7J dias, do nllmo porlo
I biras, vapor sarjo Torino, coramaodanle Traa-
sirede.
Hamburgo50 das, palacbo dinamarquez Mara, de
108 tonelada', capilao t_. Ilron.ll, equipagem S,
carga fazendas e mais gneros, a C. Aslle>. Per-
lence ao pnrlo de lllankcnese.
Hiu Ijran.le du Su)2 das, brigue nacional Adol-
pbo, de 212 toneladas, cap la 1 Joao Carlos de
Oliveira, cquipagem 12, carga OSO arrobas de
carne, a Antonio Pedro das Nevea. l'ertence a
Pcniambuco. Passageiros Jo3o Antunes dos litis
e sua familia.
Navio; entrados no dia 9.
Ubi de Fernando 3 dias, biale nacional taslro, le
53 tonelada', ini-lre l->'.ncisco de Castro, carua
milbn e teiJSa a Domingos Alves Malheus, perten-
ce a Pernainbuco. Passageiros Joao Francisco de
Souza, Joao (i. Pereira, padre L'iurenro de \lbu-
querque Layla, lenle Jote Cyriaco Ferreua,
Francisco Aulouio de Mello, Jos Joaquina de S.
Anna.
Babia5 das, barca nacional Amelia, de 222 Icne-
ladea, capitn Aurcliauo Hubusa de Carvallio,
equipa^em 10, Carga fama a mais genero', a A -
Ionio Lu z de Oliveira Azevcdo.
Plrila telpliia52 dias, brigu* americano liran.l\ vi-
ne, de 207 toneladas, capillo David Carmack,
cqu pagem 9, carga 800 barricas com farinba de
trigo, a Rostron lioocker k^ C. Pertence a Phila
delplua.
Liv-lpool38 dias, barca ingleza Eleonor, de -10 to-
neladas, capilao W. Armelrnny, equipazein 15,
carga fazendas, a Saunders llrolbers iV C. Petten-
ee a Liverpool.
Parahiba19horas, vapor nacional de reboque Ci-
inaragibe, Iraiendo a seu bordo os mes nos passa-
geiros que levou, quando daqui sabio, e mais
dous, Bernardtno Joaquim da Cusa, e Anlo-
nio I de Alcntara.
Parahiba 19 huras, vapor nacional Persinunga,
cominandante n2.* lenle Joaquim Alves Morei-
ra, Irazeads a seo bordo os mesmos passageiros que
IVou quando -taqni sabio.
Navios sabidos no mesmo dia.
EuropaA'apor sardo Torino, coramaiidanle Trassi-
ieiie.
EuropaA'apor hambumnez Teulonia, commandan-
le L. linde.
la nova cmi'-i, a re.ili-an 111 a sua ultima enlra.la
Je 10 por eenlo, al o dia 15 do correle mez de
selembro, pudendo ues-a occasilo recober por lurca
Jos recibos Pin sau poder as ip-pp.|i\as apnl ees :
no escriplnrin dos Sr--. viuva Ai......11 v\ Filhos.
CONSEI.HO ADMINISTHATIVO.
O consolho administrativo, om rumpri-
niciito 1I0 arl 22 do regulamonto do liile
Jezemliri) de 1852, faz publico, i|uo furam
aceitas as propostas de Pedro Conga I ves Pe-
reira, lose Francisco l.avr.i, u Jos Baptista
Braga, para forneccrem :
0 1. 48t covados de panno prcto para po-
lainas a 2; rs.
O 2.- 10120 varas de brim branco liso, spii-
do 2130 varas a 420 rs., e 7990 a 400 rs 5600
varas de algodSozinho a 200 rs.
O 3.- 2 caixas com vidros le 18 a 20 pol-
legadas, 2 ditas de 16 a 18 ditas, 2 ditas de
11 a 12 ditasa 125 rs. cada caixa, 20 lences
de latao com o peso de 11 a 12 libras cada
um a 15 rs. a libra.
E avisa aos supraditos vendedores, que de-
vero recolber os respectivos objectos ao ar-
senal do guerra no dia II do correte mez.
Sala das sesses do conseibo admimstra-
livo para fornecimenio do arsenal de guerra
9 de setembro de 1857.Bernardo Pereira do
Carmo Junior, vogal e secretario.
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, ein cwnprimanto da or.iem do
Exm Sr. presidente da provincia de 2 do cor-
rete, manda fazer publico, que no dia 1, de
outubro prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma lliesouraria, se bida
arrematar, a quem por menos fizor a obra do
emoedramento indispensavel no 16.", 2i." e
25." leos da estrada da Victoria, avahados
em 5:6105000 res
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio do I85V, e
sol as clausulas cspeciaes abaixo copiadas.
As pessoas queso propozeictn a esta arre-
matadlo coiiparccam na sala das sessoos da
mesma junta no dia cima declarado pelo
mcio dia coi petentemerite habilitadas
E para constar so mandou allixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuo 9 de setembro de 1857. O se-
cretariu, A. F. da Annnnciaco.
Clausulas cspeciaes para a arrejialacao.
1." as obras do empedramento nos 16.',
2.-c25." ltigos da estrada da Victoiia, na
extensSo de 600 bragas correntos, esecutar-
se-liSo de cunformiila le com o orgamento
approva a presentado a approva^nndo Exm. presiden-
te da provincia, na Importancia de 5:6toiOuo
reis.
2." As obras principiarSo no prazo de
ummez, e lindanlo no de 7 mezes, ambos
contados de Ciinfunnidade com o art. 31 da
lei provincial 11. 286.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematagfo realisar-se-ha na Corma do art. 39
da mesma lei provincial a. 286
4. O arrematante excedendo o prazo
para a coticluso das obras psgar uma mul-
la de 1OO3 rs. por cada mez, emboca Ihe seja
concedida prorogagao.
5. O arrebatante durante a execuefio
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." O arrematante ser obrigado acra-
pregar na exccugo das obras, pelo menos,
metadj iio pessoal de gente livro.
7. Para ludo o mais que nao se achar
determinado as presentes clausulas nem no
orgamento, seguir-se-lu o que dispoe a res-
pcito a lei provincial n. 286. Conforme.
O secretario, A- F. da Annunriagao.
primea a marcha: para o restante ''-'llt,-, gft|
carpa e passageiros,trala-se romMaiioel vjf9 I (8Iv
Francisco da Silva Carriro, rna do Vitra- _
._ Os calis s,10 om mal 11
I/, piiinciio andar, 011 com o cu- grande parte dos hom.-ns calcados, o com
t dEtf.w: IWfccl RofMao Sr-.testamenteiroe
3 IHIfl ja'CSl carrejados dos negocios do casal do ui
al une incommoda um J1os'' &rde\ro (lilao Manoel Jos iibeiro, a bordo.
COMPANHIA
trnsate tica
O vapor \ICIOIt E.MMA.M EL lleve rliesar
de denova al Itl rio correle, e depois da demora
do eostoma seijiiir para o llio de Janeiro, locando
na l'iliia : para passagiiros, trala-se rom os ai;eules
Lemoj Junior Leal liis, no escriplorio da roa
do Jlorrcs n. 1 i.
'ara o iiio <1- Jai, i o.
A veleira o bem conheeida barca nacional
Ameli8, pretende seguir com muila hrevi-
da le, tesi promplo inetade de seu carrcgi-
inenlo, para o resto e esclavos a I'etc, trata-
se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevcdo, ra da Cruz n. I.
Para a lia I lia.
C hiato nacional LivracSo, pretende seguir
nestes 8 das, lem p'ompto meta-.le de seu
cairegainento, para o resto, trata-sa com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, roa da Cruz n.1.
P iRA O RiO DE JANEIRO.
Seguo imprcterivclmunte no dia 20 do coc-
rctite, por ter mais do metalo do carrega-
mento rrom u>, a bem construida barca na-
cional Yin a, para o resto e passageiros, tra-
ta-se com o capitSo Marcos Jos da Silva,ou
na ra da Cadeia do ftecifo n 2.
PARA O AHACATY,
ojiiate Novo Anglica, no da quarta-feira,
17 do correte, segu viagem : para carga ei
passageiros, trata-se no escriplorio de Joao
Fernandos Prenle Vianna, ra da Cadeia
n. 57.
Volomes sabidos tom faxandaa
com ^eneros
Total
Iota I
153
:;l
2 "i i
598
Mi
"i i liad c
ara.
o patacho a-
parte da carga
para ambos os
teWgaft
&rs. redactores Lendo no Jornal do Commer-
Clo de.la cidade, de 25 do mei proiimo psiaido, um
coinmunicado, em que iralaiiln di alfandega, dit:
niereio desta cilade contra o espediente da alfaodi-
l 1. com esoecialidada ao que cooeerne capalaxia
interna, nlo posw dsr de protestar c.nilra seme-
llianle luiinusc.a'o de qdm quer qae se julja des-
I 111 I" por 11.1 1 ler interinen or negocios de.la,
deilaraiiilo que eslou promplo a juslilirar os meui
aclos, logo qu ai accosa^Oes que se me fazi-m, sejnm
eiphcilas, e ii.ij couusleiile< em meras com-) sa apresentam, pas qoe por asura neiibuma
oulra justilicafo me compre dar, tenso reinitter a
meu oelraclor a bnlhante e concludenle resposla
que acaba de dar o meu digno inspector da misma
alfaudega, que se vii no mismo Jornal do Commer-
eio de bontem, cain a q.ial, por certo, que drve licar
esse detractor com a cara a banda, se vergouha nel-
la lem.
Si, nao obstante a mesma resposla, oosar appare-
eer e rapilolar fados que me de-honrem, na quali-
dade de arrematante da r. piia/ia, adiar sempre
na estacada ao seo conslanle leilor e assiguaule,
Jote Thomaz de Campos (Juaresma.
Kecife 8 de selembro de 1857.
^ttt) cacat apeDiot).
A o lllm. Sr. Manoel Carueiro de Sima Laccrda,
dignissimo adminisirador da recibadorla.
SONETO.
Da rebellona chefe Imnrado,
Que de merilns mil le rivestindo.
Vas com lula a Juslic,a adqoirlndo
Kepiilaego de ptimo empreado.
Pois enrgico, assidoo e desvelado,
Os alazores leus sempre cumpriodo ;
Tua 1 epariir.i 1 \.ii dirigindo
Por um regulamentn assignalado,
la- fuuecOes assim desampinliamlo ;
Provas que es l.'i 1 affeito a inlegrdade,
- Que em demonstra-la, vives caprichando.
Eis como lu c.'in toda a dignidade
-obresalies, Lacinia, requintando,
Em suminii aparo loa probidade.
./. F. da C. S. >/
IMPORTA!.. A'O.
Patacho nacional Tamega, viudo do Kio de Ja-
neiro, consignado a Novaes & C., nianileslno o se-
guale ;
20 saceos pimenla da India j a J, F. da Cosa.
500 caisaa tamo ; a Fernir i\ Araojo.
1 dila rapo ; a J. J. II. de Caalro.
I .aivi 1 cbapos j a IS'ovaes & C.
i caicos aieile de palma ; a M. 1". da Cosa e; <
100 barril mantena, H(s caxss sabao, 1 ilila far-
damento da uu.lr.ta nacional, 2 raues rbapens, M
ditos e 29 volumes da, 1159 ssccus e .Vlbarriquinlias
e.-f ; a ordem.
71 barril plvora, diversos volumei pelrecbos de
gaerra ; por cnta do goverao.
CONSULADO CEKAL.
Iteii'limenlo do dia 1 a 5 2l:7:li3897
dem do dia 9 ... I.959;l7
23:09*9311
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeulo do da I a 5 .
dem do dia 9.......
572*818
ll.ijtii
li>S?5l
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
-DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
9 DE StTE.Mll <> DE 1857.
CanalPatacho hollandei aTerce Kornelissou, Sa-
unders Rrolbers t C, l.t sacros assocar mas-
cavado.
Unen 1. ', ,rei -Barca bespanhola uChrislinan, Hal-
lar A iiveira, 1U pipas aguarden!.
Riodal'ralalliigaa portuguez l.aia III, I-'-.-.
Curii t;., -JIM) barricas assucar branco e mas-
RECEBhDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERRAII BUCO.
Renilimenlo do dia 1 a 5 5"U1|567
dem do dia 9....... 89232-59
O lllm. Sr. inspector na thesouraria de
fazenda desta provincia, manda Cazer publi-
co, para conhccimen'.o de quem interessar,
qui- no dia 19 lo correte mez, ira a prafla
perante a mesma thesouraria para ser arre-
matado de venda, a quem mais der, a me-
lado de um sitio na entrada do .atusa da
(reguezia dos Afogados, c Coi adjudica ia a
Cazi-nda em execur;5o, que contra Caot'.no
Antonio lavares moveu para pagamento do
que este Ihe devia de imposto de lojas : os
pretndanles comparecam na mesma thesou-
raria, as 3 horas da tarde do mencionado
lia. Secretaria da thesouraria de fazenda
de Pernambueo, 5 de selembro de 1857.-0
ollicial-maior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
Por csU subdelegada Coi rccolhido a
casa de delenco, por andar fgido, um pre-
lo Africano, mogo, que disseser escravo do
sanhor do engenho Poeta quem Cor seu le-
gitimo dono, procure-o para Ihe ser entre-
gue. Subdelegacia de S. Jos do Recife, 5
de selembro de 1857.M F. Accioli, subJe-
legado supplcnte.
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico aos dovedores do imposto da de-
cima, 4 por cenlo de diversos estabelecimen
tos, casas de modas, e casas que lem jogo de
tul Lar, do auno linanceiro prximo lindo de
I85ia 57, que continua a arreradac3o al o
ultimo do crrenle mez, e lindo este, sera
re.i.ettido scus dbitos para juizo. Mesa do
consulado provincial, 2 de setembro de 1857.
I heodoro Machado Freir Pereira da Silva.
SANTA ISABEL
3." RECITA DI ASSluAATlRi
n.i
EMPSEZA-GERMiNO,
SABUADO 12 HE SETEMBRO DE 1837.
A primeira repicsen(ac/:o do diama em :: actos,
ornado de msica :
Giralda
A NOVA PSYCH.
Segu com brevidade,
cional TAHGA, por tei
prompta, recebe carga
poilos, onde va i descarregar: trata-se
cem os consignatarios Novaes & C., na
rna lo Trapichen, ."i,
COMBOSLA
brasileira de pa-
quetes a vapor.
O vapor IMPERAtTI/, commandan'.e o espitaO
leutnle na Barbara, espera-so doa porto* do
norle em seauinenlo para os do sul, ale o dia 12 do
trrenteme! I\ Ossenboies que liverem do re-
meller carga e enrommen.tas. devero ir a asencia
1111 da a chesada para so encajar o que poder ser
recelado : .....lia da sabida so su admita passaaeiros
e dinlieiro a fiet-- at 2 boraa antes de ferbaJo o ex-
pediente : agencia, roa do Trapiche n. in.
A moaira be compo-ir.lo do Sr. Francisco Liba-
no tlol-, urinal rezente da orcbrslr.-i.
ACTORES : Uermano, Coimbra, r, um.m I..
lama, llosendo, Santa Rosa, U.
Manuela, e D. Carmela.
Giros de r.imponp/.es e de iidalitos etc.
I eriniii 1,1' o especlaculo com a comedia em um
"A VBELLEIR\ IIE HEL1 TO.
Os bilbetes acham-se a venda no escriplorio do
Ihealro.
Principiar as 8 lloras.
O agente l'.oiji, em seu armrzem, na
ra do Collegio n. 15, Cira leillo de diversas
mobilias dojacaraod e de amarello, ou-
lras muitas obras de marcineiria, avulsas,
de diiTerenles quali la les, um Im lo sanct a-
rio, "arios pianos proprios para apr-endiza-
gem, diversas obras de 01110 o prata, relo-
gios para algibi'ia, p;:ti;nt: inglez, suisso e
horisontal, e urna imnicnsidade do oulros
muitos arligos, que se acham patentes no
referido armazem ; ludo islo ser vend lo
sem limite de prejo algum : to meio dia
em ponto Umhem Cara leilo de diversos es-
0:03:ijS2(i
fJ5n;-ic5flij)e.
CONSULADO
Rinillmeuto do da I a .'
Idirr, do da !) .
PROVINCIAL.
AS TRIBL'LACO'ES DOCIIKISTO.
Rem caprirboso lie o dialino das obras da arle,
refere o Courrier de Pars ; urnas paisam da olli-
cma do artista para om mus-u 00 Dan uma urfja,
e ah ivem cercada daquellrs desvelos que inspira
a admiraclo rrspeilosa, oulras vixin uma vida ven-
turosa, iiiri'in muitos prniiiis o ainlam eiposlas s
injurias do lempo e dos homens.
Nunca, porem, bouve primor d'arte qne pnr mais
IrihiiMces passasse que um magniriro cruciliso de
niartim, que agora esla sendo objeclo de um proces-
as pirante a in-inja de Pars.
Esle crocfito atlribui-se a .lna 1 l,. njnn, o ftran-
de arliila do renascimnihi. lie sabido qoe ato cele-
bre eseolplor era huuuenole, e, 'eaundo esta Iradi-
r;.lo popular, fui victima na carnificina do dia de S.
Bartbnlomeu .< Saint barlhelimj).
Conta-se que uma bala Iba' paral)sara a mHo
qoanlii, ni fachada do Loavre, esculpa as delicadas
e graciosas lisuras que ah se admram Mi,
Ella Iraditlii, pnrim, como muilas ootras, parece
ser mais orna lenda, do que um Tacto histrico. Seja
cumu fnr, o crucil'no he de grande valor arliilico.
Apenas e conhecem dous de Jo,lo Gnujon.
Este crucd'uo perlenceu a eulro protestante, o rei
da Navarra. Escapou as tolas religioiaa qoe das
1;r..).1 i arrancaram todos os qoadros e tu las as esta-
tua.,, e que assim anniquiliiram a maior parla das
obras primas dos arlislas da poca do renacmento.
l'-r moilo lempo viveu nos palaoios reaes, no Ingir
da mais lionra, por cima das eabecas soberana'.
Luir. \IV deu-o de preienl* a prlucera Mara Anna
\ 11 luna de llaviera Delpliina Aqu comegou a
der 1 l-nria do crucilxo ; rn-ss loo prugredio, por-
que a prince/a cum elle brin.too o seu eonfessor Joflo
de Manenl. A obra prima de J0A0 Goojon passou
aos birdeiros do c.infessor, e ficoo na familia, qn
conservou com singular devo^.la o crueifuo ; era
romo orna limbranca gloriosa ; pareca que a uonra
r a prnsperi la le da familia an-lavam ligadas sua
consertacfto.
Os auccessores de .Manenl, na poca da rivolori,
perilcram Inda a sua f.irluna, onicamenle salvaram
do naufragio o seu querido r.rorifuo.
Muilas e moi vantajosas f iram as prnpnatas que se
liforam aos pobres possiiidiires daqoelle Ihesouro.
Resisliram porein s lenla^fies. Assim he que em.
1811, na occasi.10 em qoe os rub a da Hu-1,1 inva-
ilin-ln a l;rane i, -ulijnuavam mullos cnrarOes e ven-
cais moilss cousciencias, nSn poderam domar a
pertinacia do Sr. Pedro de Manent, qo recosoo o
en crucifito an c;rao-duque Couslanliiio, qoe por
ell? Me ollerecara -2:1 mil cruiadoa.
Aa libras e as bank-mits nao foram mais afor-
lunadas que 01 rublos, a> piaslras lambem nunca
valeram nesta eroprin. o proprio rei de tranca foi
repellido. Lora Xvlll havla manifeslado o desejo
le posioir o crucifuo : a familia Mauenl eonsiderava
aempre os desejoa do rei como ordens, o he aasim
que no lempos da revoluto e do imperio linham
PAITA
dos prern* currente* do anncar,
gneros r proiucroei. nacionaes
rhum na mesa do consulado
13:6699-238
1 982/583
17:5C8Jl
s
algodan, mai
que se dopii
de l'criiambucn
na semana de !> a 12 deselemb'o de 1837.
Assucar branco. .
a mascavado.
11 refinado .
Ali'Oilan em pluma
ile
sorle
I.-
2. 11
11 w 11 3.i o
a em caroeo.........
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'asuardente. .
de radiara.......
n do caima.......
o di-lila la e do reino. .
iseoo
jVjIOO
9-30
88:150
7a930
7.-Vi0
2S087
COMPANHIA
DO
Beberibe.
O escrpturario da Companhia do Be-
beribe Marcelino Jos Pupe, anda conti-
nua a. agentan a compra e venda Je ac-
eites da mesilla companhia, podi-ndo nci-
procurado no raesmo escuptorio, ra
Nova 11. 7, primeiro andar.
~. O lllm. Sr. inspector da lliesouraria de
fazenda desla provincia, manda Cazer publi-
co, nara conhecimenlo de 0,11001 inlercssar
pos.ia, tjne no dia 12 do andante mez, vai
placa, perante a mesma Ihesouraria, pa-
ra ser anemaUdo de vtnda a quem mais
deruui terreno proprio para editcacSo, sitr
caada
Cencbra
11
Licor .
!
Arroi piladu............
11 ein rasca.........
Azeilc de mamona ......
11 n mendobiiii e de coco.
(i >i de peixe......
Aves araras .......
i) papagaios.....-. .
Periquitos.............
Bolachas............
Riscoitos............
Cacau ..............
Cachimbos......., .
Caf linm............
i ein (.rao reslolho .
11 com casca.........
muido...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba em pao. .
11 em velas.........
Charulos bous.......t .
ordinario!......
11 regala e primor .
Cocos seceos...........
Couros de boi sainados.....
11 seceos ou espiaadoa, .
11 verdes..........
11 de ODCa........
o a cabra rodillos .
11 n carneiro.......
Doce de cabla.........
11 a guiaba........
secco ..........
11 jalea ,......
Espanadorcs grandes......
11 pequanoa.....
Esleirs de preperi.......
Eslpa nacional....... .
i> eslrangeira, mo d'obru
I #000
8650
aeoo
900
gsoo
9210
-Mili
9240
29*00
alqucire 28000
ciliada
botija
caada
garrafa
arrolla
caada
lllll.l
um
Gabinete ptico
ATERRO DA 1,0A-VISTA FU
O director dcste salan, participa a seus
Ilustres protectores, que tem f- ilo para esta
semana urna agradavel expOSleSo de vistas
todas novas
(tierra do Oriente.
I.a A fragata france/a Westale, honihar-
dcando-se com oulras da Rassia.
2.a A sanguinolenta balalha do Inkerman.
3. A balalha de i II hmiiza
4." Derrota dosllussos em Cuergcvo.
5.a Judise palacio das Tulherias.
6. Vista de Len om 11 aura.
7.a Vista de .\antes.
8.' Vista de Londres.
9.a Vista de Hshylonia, uma das primeiras
maravilhas do mundo
10.a Palacios e jariina a prar;a da Con-
cordia em Pars.
II. Vista geral de Liverpool, na America
Ingleza.
12.' o interior do palacio da rainha de
Hespanha, i Iluminado.
13 Igreja e fortes do S. Miguel, enlre a
Suissa u Italia.
14. Vista de Meucbatel, capital de CantSo
na Suissa.
15... Entrada em liorna.
16.a Beroe, capital di; Cantan na Saissa.
17. Vista geral de Alhenas na Grecia,
18 a Lo acostumbra o.
O salan estar aberlo das 7 at as 11 da
noile. Entrada 500 res.
cravos de ambos os sozos, morbos e de meia expos.i-1
idade, os quaes sern vendidos pelo maior
prerjo oilerecido, vislo serein para liquida-
cao : quinta feira 10 do correnle, as 10 hu-
ras Ja maiiliaa lera principio o leilSo.
Estando a retirar-se para Europa a fa-
milia do lllm, Sr. G. Bond, mnpregado na
admiaislracao do camiabo de ferio dcsta ci-
dade, o preposlo do agente Oliveira dir lei-
lao da mobilia da esa de sua residencia no
campo, a qual se compoe dos soguintcs ob-
jectos lodos novos: sof, cadeiras, consolos,
mesa redon l.i, c&deitas de balanco, dita de
ferro, jardineiras, esteira de Cirro, cortina-
dos, lautcrnas, candeeiro de mesa, jarros e
eiifeites de dita, mesa do jantar, relogio de
parede, niarqnc/.a, banca para engorntnar,
lour;a para jantar g para cha, coberlas de
metal e du rame rara prato<, garraCas e
maior extensSo us cli-.nas queives, de todos
os reme los que al boje se tem deseoberto
anda nenhuin mer.'ceu a preferencia a lo-
dos os uniros, porque lo os ten a virtud
de curar, mas como ueuhiiin se p le .impli-
car sem algu i Irabalho e t jtros com algu-
mas dores,e por falta de constancia o paci-
encia da parle daqnelles que se cjram, o
que quasi semere tica o curativo incompo-
to, razSo porque nao se lem lido f em ne-
nhum, e o resultado lem sido sempre, por
ulti o remedio, langar mao de uro caivete
ou de urna navalha de barba para corta-Ios,
operar-ao esla que nao se faz sem p rigo por
terem acontecido muitos accidentes perigo-
sos com o dito systema dj corla-los.
Um novo reme-
dio se offerece iioje ao
respcitavel publico, que
he o sig'iiiut'.
0 autor desle remello p le descubrir o
segrodo da invenr;fio do uma lima chimica
com o unicn fim de destruir os calos pira
seu proprio uso, o como a proprie lade desta
excedesse muilo alem do iue elle penswa,
julgou de seu dever dar luz ao respeitavol
publico. Este remedio, O qual ofT.;rece tolas
as vantagens Cavoravcis, he remedio corto.
Tira-se um calo em menos de um quarto de
luir sem a menor dor o so n p*rgo de ag-
gravar, e gua applicacSo pode ser feiti por
qualquer pessoa, pieCorindo-se sempre a
propria que tem os calos Alem de ser um
remedio uo simples e fcil no seu* uso, um
par destas limas serve para lirar os calos
presentes, e lodos quantos poderem se ro-
produzir durante a vida de uma pessoa ;
-mfim a sua ellicacia Coi provada no llio de
Janeiro pelas experiencias Ceitas pelos m-
dicos da junta central de hygiene publica,
e por cuja invencao o autor deste reme lio
obtfivp um privilegio imperial, o qual foi
publcalo no Jornal do Cuminercio de 14 de
junho de 1857, para ello su poder fabricar e
vende,' no imperio do Brasil as limas de sua
invencao, que serSo distribuidas em depsi-
tos e:n lo las as cidades, capitaes de provin-
c a, para sorem distribuidas polas villas e
cidades das roesmas, aonde o respeitavel pu-
blico asechara expostas a venda pelo seu
diminuto preco d i rs. C30O0 o par, as quaes
c ta par he acompanha lo de um prospecto
que expltea a maneira de fazer uso dellas, e
nSo so publica junto a este annuncione-
nlium altestado por nao sor cecessano, o
verdadeiro atiesta lo sera junto a cada uma
deslas limas, que o comprador poera antes
dea pagar exporimeula-la, limando um de
seus calos at a inteira distruicJIo, o que ser
feitoem menos de um quarto de hora, sem
a menor dor e sem prejuizo de aggravar. Rio
de Janeiro 25 de julho de 1857.--0 aulor,
Pedro Muurth.
nico deposito cm Pernambueo, ra Nova
n. 36, na Calinca de obapeos di sol del'ronte
da igreja da Conceicao dos Militares.
Ven I m-se brinquedos da puericia :
Manual de 25i pagina-;, conteni dialogo en
prosa e verso enlre as lettras do alphabeto,
Regras de moral, Grammaliea porlugunza
Doulnna chnslSa, modo de. ajudar a missa
Taboada do pythagoras, lloaras de civilidade
OU manual do bom tom adoptado para uso
das escolas deamhos os sexos 1000, Revista
da instruccSo publica para Portugal e Brasil
100 rs Compendio da historia romana pelo
Sr. i)r. Dourmmont 500 rs, Regras em verso
para arilhnielica e para grammaliea, coma
dupla utili-lade de fcilmente se decor^rem
e lerein siinulianeaxcnlo por ser o son pre-
rjo diminuto, 40 rs : na ra Nova, bulica do
Sr. .Santos.
Iiescoberta nica. Privilegio de 15 annos)
PESTES E CVOmilOtC EMR-
KKCIO, D FAUVhLLE-DELEBAKRE,
. n: PARS.
Quatro annos do experi meia lem assegu-
rado ao.s pentes de caoutehouc a voga que
boje t.-m, nSo 80 em Franca como no inun-
de inteiro ; silo sem contradiccao os mais
agr lavis de to Ifts os putes, mais bran los
que os de tartaruga, sSo os nicos que nao
uzean cihiro cabello, por caus da cl-ctri-
Cidade que conlai.acerescendo a estas van-
1 'gens a de nao serem uiuis caros do ijuo os
debtalo A esta a Imiravel invenQo deve
M. Fauvelle a medalha Je primeira classe na
o en-
tnado
nten-
da na ra do Queimado n. 35, cotn Do-
niingosJo&e Ferreira GuimarSes, a nego-
i'i'i ilu ililu casal.
i'recisc-sfl ,ie ,lm, ,,, qaesai|ia cozinhar, en-
Eommar e to lo mala qoe for preciso ein uma caaa
de paura familia, assim como de uma lav.ideira do
Inrrella. porrn i|oa di^ fiador : na venda da ra dai
Crozei n. 80.
Ouem praelaar dc uro cotibeiro dirija-se a
ra da San/alia Nova n. 33.
O abaito isalaoads dei\ou de ser caiieiro doa
senliores Palmira & Ballrilo. Recife 9 de aeleinbro
de IS',7.Miuel Soarca Moreira de Araujo.
Motee Collina rclira-se para Inglaterra.
AJgga-sa uma caa na Bua Viaijem com Bran-
des cominillos para f-niilia, a qual casa lie defronte
da igreja : qoem a prelender dirija-se a roa do ^*,
pollo armazeia D. 2 II. ,.
Os amicos do Talleciilo Sr. Francisco i nal
cauli da Mello, sao c mvi lados para axiilir
a uma mi-sa pela -m alma, no sabbado li> do
correnle, na capvlla do cemileiio publico, pa-
las 7 boras da manlia.
o uuiversil le 1855.
copos para vinho, poita-licor, guanla-rou-
pa, cmoda, toucador, lavatorio, leito de
ferro para casal, dito de maeira, Jcamas de
vento, selli'm e silliao novos, um cabriolet de
las rodas com cavi.llo e arreios, trein de
coziuia o outros muitos objectos : sexta-
Ceira 11 do corrento as 1(1 horas da manhaa,
casa sita n lugar de Sant .una com entra
da del'ronte da taberna do Sr. Nicolao.
/.
- -
s
a
milliciro
, arroba
rento
i>

ccnlo
. a
. ii
i)
tm
19600
19920
l.-CIhl
109000
3-5000
13000
1180
89000
59500
19000
59500
1--SKH)
19500
9a600
$ 0
-
(l<
Companhia
naveir^c
o a
vapor
i si le rti
por traz do quartel do bospicio, no bairro da
Boa-Visla desta cidade, na nova roa em se-
guimento a do Pires, leudo o mesn.u tei reno
outi'ora foilo patio do quartel do Hospicio :
os pretendenli-s comparer;am na mesma Ihe-
souiaria as 3 horas da tarde do mencionado
dia. Secretaria da thesouraria de fazenda
de Pernambueo 2 de selembro de 1857.O
ollicial-maior, Lmiho Xavier Sobreira de
Mello.
OSr. collector das rendas .rovlnciaes
do municipio dctioianna faz saber qn* em o
dia|de boje Ihe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crioulo de nome Luiz,
natural da comarca do Limoeiro, de idade
de 25 annos, estatura alia, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhos prelos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada t'e
bexiga, preso nessa cidade ordem do mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cr-
renle auno, sendo avallado na quantia do
1:2005; pelo que chama-se a tolas as pes-
soas quo tiverem direto ao referido escravo,
parj que dentro de 60 dias, contalos da pu-
blcacalo deste, aiTcsentem na collectoria da
-,-,iiu dita cidade sua ju-jtilicacio de dominio, a
Iii-smki qual ser produzida perante o juizo muuici-
129000 pal desse termo, e finio o prazo mcnciona-
IjjiO do ser arrematado em basta publica, por-
ojfin ** llu mesmo Sr. collector, preceden !o-se
"i(!i)!ann.J"c'0 ''" ^'a e nora em iue houvcr ^e
este edital pela imprensa, e onde mais con- i ros, trat?-se com o capilao, ou no 'escripto-
vicr. Collectoria provincial do municipio rio de V.anuel (ioncalves da Silva, na ra da
do Gnianna 30 de julho de 185*.--0 escrivilo '
da colleeloria, Luiz de Albuqucrque Lina
dos Guimaiiics l'eixoto.
urna
a'20
J20()
1J5IKH1
100
leo
iiii
M20
WH
5 2^HK)
icooo
9200
19600
15000
lliu.iiurro-iSr
Bapera-M de llarnliurai o vapor METRPOLIS:
alo o da 12 do correnle. e depois ra demora do
coslunic lesuira' para Balda e Kio .' Janeiro ,
qaalqacr infurninraii rom us SgMiUs N. O. liieber
i\ C, na rea da Crui 11. 5.
ra A<- raca',
segne com brevidade o hiato Eshalar;ao, re-
cebo carga e passageiros : a tratar com Cae-
tano Cyriaco >la (osla Moreira, na ra da
Cadeia do Recife n. 2.
uta sa ^a >*va 5-a \ia z 5
Estando i confccconar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a lodos os se-
nlioiosiiiii: ctistiunam si'rnello menciona-
dos, queiram mandar seus nouies, inu-
d ii'r.t ile domicilio, on oulra qualquer
leml)ianci,(|iic sirva {tara que seja o mes-
moalmanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senliores de engenho e rendei-
ros, queiram mandar as altera^es que se
tiverem dado
dudes.
ile suas piop le-
PROVINCIA.
Por
ment
meira lotei i d<> collemo dos 01
eipiivoco se annunciou o anda-
das rodas da linaria parte da
pri-
mo coiiegio ilns orpliaos, pa-
ra o ilia 12 do correte, devendo ser pa-
ra o dia 16, o que se scientifica ao pulili-
co.Oesciivao inleiino, Joao Miguel da I reairem ei mes^fim de ele
Acurscv
Segu at o dia 10 do setembro vindouro
. *".i 1... arei,,(:lec10' pubhcando-se o patacho EmulacSo : para carga e passagei- I
eomp*'
Pernamburana.
A iinc.i.i convida aoi Sra. accioniatas de accoes
Cadeia do liecife.
ra o Aracatv,
vai sabir nsstes diss, o hiate Correio do Nor-
te ; recebe carga : a tratar com ('.aciano Cy-
riaco da C. M., na ra da Cadeia do Recite
n. 2.
Para o Rio da? Janeiro sahe com
muita brevidade, a barca Recife, de
Cosa.
A pessoa que annunrinu querer com-
prar um habito de S. Rento de Aviz, a .pare-
ca na ra N iva n. 47, quo so dir quem tem.
Prccisa-se de um sitio que tenha casa
coai bastamos commodos, com tanto que
seja na Silo tadi, Chora-menino ou i.apun-
ga, nao se du rula pegar a liantado um tri
meslre ou mesmo Bimestre: quem liveran-
nuncie por este jornal.
Precisa-so do um sobrado que tenha
bastantes commodos, as ras Nova, Auro-
ra c aterro ia Boa-Vista.
O abaixo assignado retirase para fura
da capital, alian de mu l.r de ares e tratar de
sua saudc. Apruvoita a OceasiSo pura decla-
rar que tem saldo suas contas com as casas
coramerciaes do Rio de Janeiro, Haba e
aqu, excepluand < nicamente Daw Romn,
a quem deve urna letlra a priizo de 8 mezes,
que so vencer en 31 do dezembro do cr-
rente atino. Na sua ausencia licam por seu i
procuradores os Srs. Antonio francisco Pe-
reira, Mauricio Francisco de Lima, Luiz
francisco de Sampaio Silva. Joaquim Cou-
calves Albuqucrque Silva.
I'elojtiizodeorphiios de Olinda vai i
praca ama casa terrea de pedraecal, com
gran le quintal, si a no pateo de S Pedro
Apostlo, em boa estado, avaliaia em 5009,
cuja arrematarlo tem lugar no da 12 do
correnle oorta do mesmo juiz.
Precsa-se de um liomem de capacida-
de e de boa conducta, qu* saib escrerer
correctarrent1!, com boa leltra, para ser oc-
cupaito em um engenho distanto dassa praca
15 legoas : quem estivcr ncslas circumslan-
c.ias, appareea na ra da Cadeia do Recife n
">3, no terceiro andar, que achara com quem
tratar a resuelto.
lVrgunta-se ao Sr. irmSo juiz da irman la-
de de N. S. do l.iviamento, se do ningo, 13
do corrente, bouve ou nSo a (sta da jiadro-
eira. visto que o l'igeita aula dizenlo que
a festa lina mudada ein ronsnquencia dos si-
nos quebrados da torre, O juiz oa lei.
11-se 2:2001 a praoio sob firma a con-
tento, o- hypotlicca cm predios pesia cida-
de: u fallar nesti lypographia
- A pessoa que na noile de 7 de setem-
bro, ou na mantisa de 8, tive.- achadouma
pulceira de ouro com esmalte, desdo o prin-
cipio i!o aterro al o meio da ponle da Boa-
Vista, e a qui/.e- restituir a seu dono, dirja-
se ao segundo andar do sobrado o 2 no
mesmo alerro, que alm do agradecitnenlo
se Ihe recompensara.
"rraao
com luja de chapeos na roa do Crespo ao pi-
do arco de Santo Anlonio, avisam aquellas
pessoas que Ihe citcommcndararn chapeos
para seuhora, de palba escura, enfeitados,
queja efegou a sua loja os mencionados e
:i3o desejaios chapeos, ssiui como para
menina, da mosmi quali Jade. '
HDANC.
Domingos Rodrigues a n irade & C. fazem
sciente o respeitavel publico e principal-
mente a seus heguezes, qua rnudaram o es-
Ubeleclmento da ra da Cruz para o Furle
do Matos, confronte a casa da assembla e
porta da inspeccao, armazem n 9. Igual-
tiente scieiiLificain que continan a vender
superior sola, pelles de cabra, cera de car-
nauba c velas, bom com lio de algodao da
Rabia, ludo por comino lo preco.
ttenco,
A acto--1 mesa rege ora da irmandade de
N. S do Rosario, erecta na igreja matri/. do
Corpo Santo, ireguezia de S fr. Pedro Gon-
rjalves do Recife, ten lo du celebrar a sua f( s-
la rio primeiro domingo do moz de outubro
pi simo futuro, convi a para q.inU fono,
17 do cnente, as ll horas da manh3 no
j seu consistorio, a lo os os irmBos, para se
gerem os no-
>is curadores liscaes oa massa fallida
do liudo Raphacl Flix Jos Garca, sendo
autorisados a fazer o dividendo da mesma
massa, convida aoscrelores, que anda nao
apresentaram seus ttulos, para que o facam
at o dia 15 de setembro correnle, na ra do
Vigario n. 19, primeiro anJar, cerlosde que
depois desse dia nao podero ser maisad-
mil!i'l--.s.
RectilicacSo.
No aviso que vem no Diario de hontem (9),
pagina \Wceira, columna ultima, s'obre a
carteira furia la com o meio bilhete n. 3619
da lotera a favor do Cymnasio, premiado
com o mesmo dinheiro, em lugar de pateo
do Carmo, lea-se convento do Carmq
-~ Kugio no anno de 1825 um moleque
de nomo Florencio, tinlia naquelle tempo
10 para 12 annos de idaie, pouco mais ou
menos, com os signaos seguintes : a cabeca
um tanto pontula para traz, olhos grandes,
pestaas compridas, falla descansada, com
urna costura le ftida na perna direita logo
cima do tornozello da parto do fora, sig-
naos estos, que n3o podem muir anda
mesmo com a distancia do tem so ; constava
estar no Rio-Fotraoso em um engenho : ro-
ga-scas pessoas empregadas na policia, pes-
soas particulares, e capitales de campo, a.vi-
gilancia no dito escravo, vislo estarein s'eus
sen ores privados dos seus servicos por lan-
os annos, os quaes do 109; rs. de gratil-
ctcSo a quem o trouxer ao pateo do Carmo,
esquina da ra de Hortas n. 2, segundo an-
dar.
Participa-so ao publico, que pessoa al-
guina trate negocio de qualquer forma que
for, con as trras denominadas Tamandar,
si.las na comarca do Rio-Formoso, porque se
esta tratando de sua reivindcacalo a favor
dos legtimos herdeiros ; e para que se n5o
cuamem ao engao, faz osobredto annun-
cio em 9 de setembro de 1857. -ChristovSo
do llego Barros.
i'.oga-se a senhora que consta possuir
um especifico para a cura radical da gota
coral, o favor de annunciar a sua morada.
Precisa-so de um caixeiro para uma
nadara : a tratar na ra Direita n 69.
P/ecisa-se de uma ama para casa de
pouca familia de duas pessoas, para com-
prar na ra e para o servido interno do urna
casa : na ra da Gloria n. 11.
Precisa-se de um caixeiro com pralici
de taberna : no aterro da Boa-Vista n. 81,
se informara quem precisa.
- Compra .--se 5 milheiros de alvenaria
grossa, o da maior marca possivel: na pra-
?a da ludenendencic, loja do chapeos ns.
I9e2t.
Precisa-so de urna ama qua saba co-
zinhar vara casa do familia, no sendo pre-
ciso comprar na ra : quem pretender, diri-
ja-se a ra estreila do Kosario n. 7, loja de
ourives.
Finios os dias da lei, tem do ser arre-
matada a casa terrea da ruada Palma n.2,
pertencentea heranca de I), Damiana Ferrei-
ra, a qual consta do escripto em poder do
porleiro do juizo de ausentes.
precisa-se de uma ama que saba co-
zinhar, engommar e fazer o serijo diario
de casa de un hornera casado, sem tilhos :
no paleo do Paraizo, segnndo andar do so-
brado que voita para a ra da Roda ; adver-
le-se, que a ama n3o tenha llbos.
At te Hija*.
Aluga-se ou vendo-se um sitio em S Anna
do Xavier, co'ji gran le casa de morada, es-
tribara para 4 ou mais cav-llos, coebeira
grande, quartus para prelos, e capim para 2
cavallos tolo o anno: quem o pretender,
de uma ou outra mmeira, queira dirigir-se
a ra da Cideia do Recito n. 20, a tratar com
Luiz de Mo~aes Gomes Ferreira.
Fugio do engenho S. .-Intonio, perten-
cente a comarca de Rarreros, dous escravos
de nome Celistno e Fragoso, ambos natural
do Para, chegados aqu ha um mez pouco
mais ou menos, e representara ter, aquello
30 anuos, cor um pouco fula, bem barbado,
estatura reg ilar e grossj do corpo ; eesto
representa ler 20 a 20 tantos annos, secco
do carpo, coma mesma cor, pouco mais ou
menos, sendo rend lo de uma verilha, n3o
se podondo mencionara roupa que levaram,
por n3o terem deixa lo aquella com que es-
tavam : pede-se aos Srs. capitiles de campo,
a aparehensao dos ditos escravos, que serSo
generosamente recompensado, levando-os
ao dilo engenho ao Sr Francisco Alesandre
Dutra, ou ao seu correspondente no Recife,
ra da Praa n:3l, escriplorio de Antonio
Goncalves Ferreira Casc3o.
- Compram-sc algumas aeros do Ban-
co do Brasil, o da companhia doReberino:
na ra do Trapiche n. 40, escriptorio de Tho-
maz de Faria.
'J.'-..
-J No consultorio liomeopalhico rio Dr. Ca- *J&
.-.'} lanova, ra da; Crozea n. 28, ha para '.-.
':J vendar om grande sorlimenlo doa mais W?
".? acreditarlos medicamenlns liomiopalliicos, e fe
a ludo quanlo lie nicesaarin para as ptssoai dtaj
-.? 3 Vendam-se frascos com rollia de vidro ^
':- \i> conta. ..;
-- Peideu-se do aterro d Boa-Visla a
ra di Gloria, dus puls as actiou, querenio rostlui-las na ra do
vos mesarlos que lem de servir para o anno
do 1807 a 185S. (J thesoureiro,
Jos Bernandea Ferreira.
Da fazen la da Av nca desappareceram
dous animaos, uma besla pedrez talhada
com o forro F ir. anca direita, lendo na per-
nado cesmo lado outro Cerro, e uma poltra
cardSa somonte coa: o Cerro Y na anca direi-
ta; provavelaneoleesses aniases irSo parar
com outros em algum engenho: por isso
roga-so quelle, em cuja engenho estivere i
que, queren lo r< stitui-los ao seu don, an-
nuncie por esta folha, alim c serem procu-
rados
Ocilxeiro que S' oTcrccc para ,ia !a-
ria, qne diz saber Cazer m ssas doces, diri-
ja-s:a ra da Senzala Nova n. 3
Precisa-se deum Portuguez, com prc- a dula inspcjao
fen ma natural das ilhas, que entenda de c"i meonatliica, ra
plsnlacdes, ;ara tr balitar em um sitio no "*; le Novo n. (i.
GoRegio n. 25, que se gratificar.
riiesouro ho-
'
3

O
Q
ni eo
o
ou
YIDE-MECI
Iloiiieopalha.
9 PELO l)R. ;.
;-SAKI^0 0LE(\ai0L.nMI0g
^t. Esla obra, reronhecida por todos, como W
'. a nielhor de ipiaiitas en-inain a applicaro @
^3 i'1* tiomiopalliia no trataiiienlo das moles- $&
' lias, continua a ven ler-ae a lljOOO.na Bo- X
;" tica Central llonieopatiiica, ra de Santo 'S
'.,} Amaro Mundo-Novo, n. li 'i
; lAtLLLENTES KEMEDIOS 110- ^
.,; MtOPATHlCOS,
:'' preparado como anaioc mi la.lo e esmero,
**' venilam-ie cm carlciras por pri!{M o mai
..." '--.iiinin los pns.-iviy,;, desle IUcOOU al
._ j \<-'-i ".I, i -:,r,.rni.' o uunicro dos lulios e
'\ riqaeza J..s rai\..s.
Cala lulioaiulso.....I;*"""
?5
O
v.5

o
2,-MtOO
i atsaigoado ?*
i o interior ';'
das Alagona, Vi?
C "la vidro de (intura.
N. li. Cansiando ao ibaia
.. que alguna individuo* percorrim
~'.f n.i'i -o desla provincia, como
-'5 l'aralilli.i. Iliu-Craiiile do Norte o Ceai, j'.J
ven leudo remedios em reu nome, jul^a -^
' emivenieale declarar, qaMa nlegaem autu- "'*
.- risuii|iaia i--u, e que,como no esla promp- ^^
.-'. loa Carregai rom ns pecradus allieios, si gt
;;r ia r?S|ion-.,tiilisii pela prolicoidade dos re- ^;
.y medios preparado! debaito de sua imma- v.9
naliolira Cenlral lio- -g
i meo-.-atiiii-a. ra de Sanio Amaro, Muu- .'.
V de Novo n. f.
9
lugar da tr'avessa do Remedio : quem esli- V.? Dr. sabino Olegario L-Pinho. ijj
ver tiestas circumstancias, dando pessoa li- '; :\'y.',y..':i'l-'.'.'::.'.r.;';-./;'.'::.'r'.',i
dedigna, que alione a sua boa conducta, en- Ven 'n-souin piano inglez, Jcjacaran-
lenda-se com Caetano Pinto de Veras, tiesta da, do milito ''oas vozes, e com oouco uso :
alfandega, aondo he empregado.das 8 horas ; para ver e tratar, na ra da Cadeia de S. An-
da uiauhaa as 4 da tarde. i Ionio n. 19.

ILEGVEL


.,


DIARIO DE PERNAMBUCO QLINTA FEIRA 10 DE SETEMHKO DE 1857
COISLTOaiO HMfiOPiTBICO
DO
Onde seacham seinpre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos, e proparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante commodos .*
PREQOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2 b ... 159000 .
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manuales medicina homeopathica da Dr. Jatar com o dic-
J cionirio dos termos de medicina ;.......% 209000
Medicina domestica do Dr. Henry......... O/OOO
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio * PEORAS PRECIOSAS- *j
* Aderemos de bullanles, S
: daiuanlei e perolaa, pul- -
j*J aeiras, alfmetea, briucos *
I- rozelas, botCes aunis B
i* de dilTerenlts soalos e de m
* diversas pedral de valor. *
*
* Comprara, vendein oa 3!
* trocan) prala, ouro, bri- !g
J Ihantea.diamanlese pero-
' las, e oulras qoaesquar m
9j joiaa de valor, a dlnlieiro
* uu por obra.
I0IEIRA I MlTE.
wj di m\m
Ra do Cabuga' n. 7.
Hecebem por to-
dos os vap* res da Eu-
ropa asolmisdo irais
moderno gosto, tan-
to de Franja corno
OURO E PRATX.
S? w
^ Aderecoa compleloa de J
M ooro, muios Jilos, pulsei- -:
$ ra, amueles, brincoa e *-
9 rzalas, cordea, Irancel- j-
} lina, medalhas, correnles
? e entalles para relogio, e Jj.
Bj oulroa mullos objeclos de '
jai ouro.
U| Aparelbos completos de f
fti prala para cha, bandejas,
;> salvas, ea.licacs collieres ...
m de sopa e de clia, e inci- !*i
j* toe oulroa objeclos de *
5 prala.
^aBaeseaeasss.***: >?>**
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o. commodo como costumam.

DO
;i
Foi transferido o deposito desto xaropc
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
.Nova n. 53, garrafas 59500, e mcias 3?0O0,
sendo falso todo aquello que n3o for vendi-
do neste deposito, pelo que se faz o presente
aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
I'.ira cura de phtysica em todos os seus
diflerenles graos, quer motivada por cons-
tipagGes, Iossp, astlima, pleuriz, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpitado
no corceo, coqueluche bronchite, dr na
garganta, e todas as molestias dos orgSos
pulmonares.
; Aviso aos senhores de
O
9
9
&
engenho.
Precisa-se alugar urna preta escrava
para urna casa de pouca familia, que cozi-
ulie e faga as compras de ra : a fallar na
ra do Aragao n. 1, primeiro andar.
SEGURO CONTRA FOtO.
Compartida Alliance.
Esiabelecida era Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a honra da in-
famar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a -que mais convier que esto plenamente u-
torisados pela dita companhia para Sectuar segu-
ros sobre edificios de ti jlo e pedra, cobertos de
tal ha e igualmente sobre os objeclos que contiverem
os masaos edificios quer consista era mobiha ou
ua (alaridas de qualquer qualidade.
Na fundieao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servieo debaixo decoberta.
Oproprietarioda cocheira da ra Nova
n. 61, vende todos os seus carros como suas
parelhas de cavllos ; o motivo desta venda
he a postura exigida pela cmara municipal;
vende-se ambos ou separados, e lambem se
vende o sobrado se couvier.
deitist. FRNGEZ. i
~J Paulo Gaignoux dentista, ra Nova n. 41 : "*
';.' na inesma rasa tem agua e pa denlrilice.
JOHN CAT1S,'
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMEBUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIPE.
Na ra do Trapiche n. 17, escriptono
precisa-se de um prelo para criado.
MD1NG4 DO ESTABELECI-
MENTO DE PIA1&S DE
J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabeleci ment de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
Kelagao.
Aiiiiam-se para a esta
3 casas na Torre com 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozinha Tora, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavllos: a tratar
no armazem de materiaes da ra da Cadeia
de Sanio Antonio n. 17.
- Jo3o Biptista dos Santos Lobo tem
uim porgo de mel de furo para vender por
prego muito commodo ; no trapiche do Ra-
mos : a tratar no armazem n. 11, da traves-
sa do arsenal de guerra.
AGEIO E PROMPIDi.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomroa-se com aoeio epromptidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
BARiUS vasios.
Venlemse barris de 4.-novos, chegados
ltimamente de Lisboa : no armazem de
Carvalho IraSo, na ra do Brum.
.(.s abaixo asslgnados, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. II, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estSo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhors
como para hornens e meninos : os precos
continuam razoaveis, o passam-se conlas
com responsabifidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Picando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.Seraohim & IrmSo.
Chegaram mais travs de louro, entre
ellas algumas de 45 a 47 palmos : a tratar na
resillando do Franca, na praia do S Rita.
i\ovo
sortimento daborzeguins francezes para se-
nhura, ditos para homein, ditos para meni-
nas, sapaloes, sapatos de dive sasqualida-
des, ludo dos molhores fabricantes de Paris,
e presos mais baratos : na ra do Cabuga,
loja n. 9.
Precisa-se de una ama de meia iJaie,
para cozinhar para duas pessoas : na ruada
jruz do Uecife n 31, armazem.
D-seja-se fallar ao Sr. Jos lilieiroda
Rocha liaslo a negocio de seu inteiesse na
ra do Tr.uelio n. 17, escriplorio.
z

o o
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9
IGasadesaude S
^ O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- *g
S tabeleceu em seu sitio da l'assagem
S da Magdalena, que lica ao norte jg
^ da estrada entre a ponte grande ^?;
2 ea pequea do Chora-Menino, ex- ^
'$ cellentes acommodaroes para re- ';;"
^ ceber todas as pessoas enfermas $|r
?P <|ue se quizerem utilisar de seus ^
-; serviros mdicos, os quaes serao |
W prestados com o maior esmero, w
5^ O mesmo Dr., para o lim supra- B
^ indicado e para exercer qualquer $
^ outro acto de sua profisso den- ^
3$ tro ou fra desta cidade podera' @
^ ser procurado a qualquer hora do $?
4 dia e da noite. no referido sitio, '0
'.,': a excepeao dos das uteis, das 9 @
horas da manhaa a's i da tarde, Q
O quesera'encontrado no primeiro '.]';
% andar do sobrado n. 9, do pateo
do Carmo. Ez
A quem inleressar.
Solicita-se pela polica qualquer preten-
<;3o ; pelos feitos geraes e provinciaes, des-
embarazo de casas e lojas ; pelo ecclesiasti-
co, certidao do baplismu, bito o justilica-
ci'ies, tudo a contento mediante mdica pa-
ga; no Recife, botica do Sr. Antonio Podro
das Neves, junto ao arco da Senhora da
Conceieao : em Santo Antonio ra do Col-
legio, botica do Sr. Cypriano Luiz da Paz, e
ru do Crespo, loja de livros do barateiro o
Sr. Antonio Ilomingues Fcrreira : os preten-
dentes acharSo nos lugares indicadus.pessoa
competemenle habilitada.
Gabinete portu-
guez de letura
A directora do Gabinete Portuguez de
Leiluratendode proceder balanco na bi-
bliotheca, pede aos lllms associados que
tiverein em seu poder volumes, alem do
prazo concedido para a letura, de os re-
colherao estalielecimento ate 30 do pre-
sente mez. Igualmente recommenda a
observacao dos arts. 13 e 14 nos paragra-
plios que di/.em respeito a pontualidad
das mensalidades, para assim evitar a mo-
rosidade que tem liavido na cobranea, o
que na realida.de nao deixara' de causar
algum transtorno ao estabelecimento.
Pernambuco de selembro de 1837.O
nrimeiro secretario, Augusto Duarte de
Moura.
SYSTEMA MEDICO DE HOLL WAV
;j Antonio Jos Mauricio, ora residcole ?;<
W nesla cidade, ua ra da Cruz n. il, pri- f?
O meiro andar,,prope-se a receber commis- HSf
..L ses de asquear, e conla com a protec^io de ,.'.
*-. m'ii- SfDigoi senliorea de eogenho!*, aos w
g^ quaes promatle desempenliar salisfaclona- ^
jft menle nu s a venda doa aaucarei, como ;-,
f- toda e qualquer compra de que o encar- ;"
<3 regarem.. v.:
ESTABELECIMENTO DE PIANOS
DE
JOAO PEDRO YOGELET
RA NOVA N. 27, ESQUINA DA CAM-
BOA DO CARMO.
Vendcm-se pianos dos mais afamados fa-
bricantes da Luropa, de baixo de toda ga-
ranta que pode ser desejada. Na mesma
casa concerta-se e afina-se com perfcic.3o os
mesmos instrumentos.
Lotera
DA
Provincia.
Ans 5:000j000, 2:0005000 e 1:000s000.
O abaixo assignado vendeu os seguintes
premios :
1 meio Numero 2862 2:000
1 quarlo 2742 l:00of
1 bilhete 316 loo";
1 quarlo 749 100*
1 meo 2202
1 diio ii 2259
O mesmo tem esposto venda os seu leli-
zes bilhetes, meios c quartosda quarta par-
le da primeira lotera do Cnllcgio dos t'r-
phos, os quaes nao estro sujeitos ao des-
cont dos oito por cenlo da le, na praga da
Independencia ns. 4, 37 e 39 ; e na ra da
Cadeia do Recife n. 45, esquina da Madre de
Dos.
Por Salusliano de Aquino terrena,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Consultorio I
m
.;: \^ '... w ,.... d.3 tfi"k ['; Apparelhoscentriiti- O
os para purgar o
assucar em tres mi-
nutos.
Na fundieao do FundaO em
}[ Campos, provincia do Rio de Ja-
g^neiro), prepara-seestes apparellios^i
svstcma fcil e adaptado 53?

m

sob
aos ti abalhos do paiz, e que pode

Wgerpostoem movimenlo por qual- .
W quer motor animal, hvdraidico ou
9 vapor; o par rusta 1:000,s, com ^
9 elle acompanhain insli ticres para 9
"C* sua collocarao e modo de servir-se. 9
''J No mesmo estabelecimento prepa- "';-
',J ram-se machinas de vapor, inoen- A
' das, ta\as e caldeiras: emlim, tu-^5
9 do que diz respeito a fabrcacao do 9
@ assucsr, preparado do cale, ser--"!
9 rarias e outras industrias do paiz : 9
9 a dirigir-se ao propretaro aoes-jjt
9 tabelecmento,Caelano da Rocha i'}
--- Vcnde-se um lindo e excelente piano
quasi novo : na ra da l'az antigamento Ca-
no n. 38.
MILI10.
Vende-se no armazem de Paula Lopes, na
cscadinha da allandega.
Na ra das Ag-uas-Verdes
ii 46
vende-so um dos melhores moleques em
conducta, de idade 18 annos, um bonito mu-
lato de 19 anuos, de urna conducta exem-
plar, oplimo criado, um dito de 12 annos
urna negra para todo o servico, um negro
de 25 annos, de boa conducta.
Vende-se urna escrava de meia idade,
bem possante e sadia : a tratar na ra da
Conceic.3o da Uoa-Vista, casa n. 10.
Antonio Luiz veira Azevedo, tem para
vender, no sen escrptorio,
ra da Cruz n. I, o se*-
O
l
quinte:
das
loja
-- Precisa-se alugar duas pretas escravas
que engommem, ensaboem e cozinhcm paia
urna casa de pequea familia, as quaes se-
nflo duvida dar boa paga : quem as tiver
em taes circunstancias annuncie para se
procurar, ou dirij^-se a ra larga do Rosario I quiltro patacas, chitas rosas com mofo a 140
casa n- 38, segundo andar, onde se dir a 1 covado, c a 59OOO a peca.-
seis portas
Km frente do i.ivr; ment
Pe^as de algodao trancado com avaria a
pessoa que precisa.
%o*tpm%
100;
9i
9
m
CENTRAL HQMEOPA-
F-1 LULAS IIOI.LOWAV.
Esle inestimavel especilico, composlo in-
teirameniede hervas medicinaes, nao con-
ten mercurio, ncmalguma outra substancia
delecterea. Benigno a mais tenra iniancia.
e a complei?ao mais delicada, he igualmen-
te promplo e seguro para desarreigar o mal
na complmcao mais robusta; he inleira-
nenle innocente em suas operaces eeffei-
tos ; pois busca e remove as docncas de
qualquer especie c grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Entre milbares de pessoas curadas com
iste remedio, multas que ja eslavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso ; con-
K?,LT5ral: sa""cerorcas, depois
de hater tentado intilmente todos os ou-
los remedios.
As mais allliclas nflo devera entregar-sea
,k,sWi'in,ai'Va,:am,u,n cmpetenle ensaio
do, ell.cazes ctenos desta assombrosa medi-
sde recuperarao o beneficio da
dio nrS pef,Ca lemp0 em tomar esle reme-
do para qualquer das seguintes enfermida-
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Anipolas.
Arelas ,mal do).
Aslhma.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou exte-
nuado.
Dcbilidadeou falta de
forjas para qua
quer cousa.
Desinteria.
Honle garganta.
de barriga.
nos ras.
Dureza no ventre.
t.uloiiiiidades no ven-
tre.
Febrcs intermiltenles
Febreto da especie.
Cotia.
llemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammaces.
Irregularidades da
menslruac/io.
Lombrigas de toda es-
pecio.
Mal de pedra.
Manchas nculis.
ObslruecSo do ven Ir.
Phtisica ou consump-
cSo pulmonar.
lietencao do ouiina.
Kliouiiiatismo.
,. H1H.-U.II.IUMI10.
tnlermldades no liga- Symptomas secunda-
rios
I>Ijs venreas,
t-nsaqueca.
JJeryaipBla.
'abres biliosas.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal.)
Domingos Alves Matheus saca sobre
a piici do Porto.

y, -------..... <-iii;ii;o nuil.)
lo c, rT\'"? esl,as plll"as eslabelccimon-
loia d 1" ''on"'es "u- Strand. e ...
Oja deludo os boticarios, droguistas e on-
toJ.!m!*:?!frr!g".da8 Ue sua venda era
Vdnn, ;' d Su''11,"'"' ellcspanha.
venuem-se as nocetiobas asoors Cada
l-oJ","38 Con^DI uma j,l:'lr''cc 10 em por-
tuguoe para explicar o modo de se usar des-
s pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pnarmaceuUco, ua ra da Cruz n. >>, em
Pernambuco.
CIDADE D ICT0RIA
No pateo da Matriz, na loja de cera da
frente azul, estao expostos venda bilhetes
de to las as loteras da provincia, e pagana-
sh todas as sortes que Bahirem nos bilbeles
que forem vendidos na referida casa.
--- Precisa-so de um ainasssJor para pa-
daria : na ra Dircita u. 26.
THICO. m
9 IU'A DE SAMO A.M.VKO, 9
9 (Mundo Novo 11. 0) 9
;'A O Dr. Sabino Olegario I.misero l'aiho f
'."* da consultas lodoaos illas oti'js, de-do nsS ^
*-' horas ila manilla na 3 da lardr. Os cunvi- \
y,\ tes para vilitai devenlo aer dirigida por ..
Jg; escriplo. Os pobres >lo medicadoi gralui- 2
W lamente. -..;
^yS--. r'r.rr\S-\.r:^xiy 4jS t <' -
Uma pessoa sullieienlemente habili-
tada oiferece-se para dar lieeoes de dese-
nlio : quein do seu prestmosequizer uti-
lisar, deixe seu nome e morada na typo-
graphia desle IA1UO para ser procu-
rado.
PARA OS DENTES.
Elixir contra as dores de denles, o nielhor
que tem apparecido, do hbil dentista........
que se demorou lguns das nesla pra^a, e
seguio para o Rio e Janeiro ; e vendo o
hora resultado que tirou, fez um deposito
na pri^a da Independencia 11. 4. J'reijo 1*000
cada vidro.
Jos Flix l'ereira de burgos prope-
se a receber assucar de coimissao, e pro-
meti desempenliar satisfactoriamente, tan-
to na venda dos assucares como as com-
pras de que o encarregarem, assim como faz
algum adiantamenlo aos senhores de enge-
nhos : quem quizer uliiisar-se deseu pres-
limo, dinja-se ao largo da Assemblca n. 12.
Aluga-se o sitio do Arraial, com com-
modo sullicienles para familia: a tratar no
largo da Auemblea n. i
Precisa-se do olliciaes o coslureras :
na loja de alfaiale na la Nova, esquina ua
ponte 11. 60.
ufferece-so um honiem brasileiro, de
pouca familia, para admiuislrar engenio,
do que lem bstanle piatica, porque ja tem
sido lano administrador, como lavradur, e
quem de seu prestmo so quizer utilisar, di-
rija-se ao paleo o Terijo n. 141, segundo
audar ; laubem tem um pequeno para cai-
xeiro, com 13 anuos de idade.
l'KLCISAM-SLde olliciaes de sapu-
leuo, para obra de Sra. c para liomeui,
de ponto e tawiado, paga-se bem na
ra larga d Kcearion. -\.
I endo de se uroceder a eleiQo dos me-
sarios que icem de iegr a ordom terceira
de >. 1 raucisco, no dia i do corrente, leni-
zamos para ministro ao mu lo digno uosso
irmao o lllof. Sr. Ur. Vicente l'ereira do llego
n L'm 11 mao.
,.""' fecisa-so alugar um prelo canoeiro
quo nao teiiba o vico de beber espirito, pa-
ga-se icooo per da, e da-se o sustento :
quem livor, inja-se a Boa-Visla, ra da
conceieao, casa Ua esquina 11. 47.
A pessoa ,que precisar deumeaixeiro
para padaiia, o qual j*" lem eslado u'uma
Jas pruicipaes pananas, dando liadorda sua
wdaC'daae' Pae a""unciar P* ser ITOCu-
-- Precisa-se de um caizelro que seja bem
pralicoem taberna, para companhia de ou.
iro : na ra do yucimado 11, 69-
ROB I.AI II-CTELR-
O umeo autnrisado por eeitSo xierreto imperial.
os mdicos dos hospiiaes recommendam o
arrobe de LaOeeteur, como sendo o nico
aulorisado pido governo e pela real socieda-
de de medicina, liste medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desdentis de
60 anuos ; cura radicalmente em poueo lem-
po com pouca despeza, sem moren rio, as af.
recodes da pello, impingeos, asconsequeu-
cias das sai as, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos Immores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as contraccors e a flaqueza
dos orgSos, procedida do abuso das njec-
coes ou ue sondas. Como anl-.svphililicos
o Jarraba enra em poueo lempo os Husos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanlas
em conscqueiicia do emprego da copahibe,
Ida cubeba ou das injecces.que representen]
[o Tirussem neutralisa-lo. arrobe Laffec-
I mercurio eao iodoreto de potassio.Lisboa.
! Vende-se na botica de Brrale de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de ebegar uma gran-
de poicao de garraas grandes e pequeas
vmdas dilectamente de Paris, de casa do dito
Boyveau-LaUecteur I2,rua uchelieu Paris.
Os formularios dilo-se gratis em casado a-
gente Silva, na praca de l. Pedro n. 8-2
Porto, Joaquina Araujo 5 Baliia, Lima & Ir-
m3os ; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
Itoeha o Filhos; e Jloreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joo l'ereira de Magales Leite j
itio Grande, Francisco de Paula Cuuto
Precisa-se de urna ama para casa do
(nuca familia, que cozinhe, lave e engom- '
me : no pateo do l'araizo 11.14.
Uompra-se
elTectivamente 'bilhetes de loteras j estra-
hidas, oque estejam rocolhidos a thosoura-
ria, alim de evilar a demora do recebimen-
to : na ra Nova n. 11.
Coinpra-se efl'ectivamente bronze, la-
tio e cobre velho : no oposito da tundigSo
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28, o na mesma fundieao, em Santo
Amaro.
--Compro m-se botijas vasas a 80 rs. cada
uma : na ra da Senzala Velh n. 110.
Compra-se efl'ectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nbias,e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre uenhores.
tftto.-S.
Vendem-se 2 mulatas, sciido I de 14
anuos, lu la ligura, com habilidades, I mo-
loquepecade12aunos. Na mesma casa tam-
bembe compra para dentro o fora di pro-
vincia, e se recebe para vender de codiniis-
sao : na ra do Livrameiilo n. 4.
Vende-se cera em grume, de superior
qualidade : na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar.
Vende-sc parlo do engenho Tai pe, dis-
tante da villa de Iguarassu' meia legua, co-
mo um terreno no aterro dos AOgados, com
alicerces, foreiros ao Exm. Baro de Cama-
ragibe, o qual terreno tem '.10 palmos de
frente, e passa a estrada de ferro pelo fundo
do dito terreno : quem o pretender, dirja-
se a loja de cera na ra do Cabuga n. 3,
A 3J20O.
No armazem do Sr. Autonio Anncs, na cs-
cadinha da alfandega, vendcm-se barricas
com 23 libras de bolachinha iiigleza muito
nova a 3;200 a barrica.
No'aterroda Boa-Vista n 80, vendem-
se superiores chouricas ltimamente cliega-
das de Lisboa a 500 rs a libra, bom vintio de
Lisboa a 640 e da Figueira a 600 rs., estrelli-
nlia o pevide para sopa a 320 a libra, dila da
Italia a 80, cha preto, macos de 3 em libra
a 19500 libra, e macinhos a 500 rs., inacar-
raoe talhari m de Lisboa a 200 rs. a libra, e
sag'a 360.
Vende-se umi preta do idade 40 annos,
poueo mais ou menos, lie quitandeira, para
o que tem muila habilidale, cozinha o dia-
rio, lava de sabao, faz barrella, e lio muito
sadia : queu a pretender, dirija-se ao lcrgo
da Trempe, sobrado n. 1, que tem taberna
por baixo.
vendem-se na Ponte Vela, atraz da
serrana, caibros de 3o a 40 palmos, esteios
para casas de laipa, ou estacadas, para o que
sao proprios pela qualidade da madeira : os
caibros sao das melhores qualidades, tudo
p ir di minuto pre?o.
Vendem-se2cavllos desella bous an-
dadores, gordosje de boa cor. na ra do
Cotovello n. 5r.
Algodao verdadeiro da fabrica da Babia,
proprio para saceos de assucar e roa
pa de escravos.
Fo de algodao milito superior.
Camas de Ierro para solteirosc casados.
Lavatorios de Ierro.
Amarras de Ierro para navio de diversas
grossuras.
Pennas de ac superiores.
Fil de lindo liso.
Sal do Assu
Vende-se a bardo do bngue Mara Luza,
tundeado no quadro da carga, amarrado ao
arrecife, a preco commo Jo, a tratar com An-
tonio de Almeida Comes, no seu escrptorio,
na ra do Trapiche n. 16, seguudo andar.
f'alha e carnauba
Vende-s abordo do brigue Mara Luzia : a
tratar com seu capilao.
Ao Cauto
QUE ESTA' TORRANDO.
iVa Io/;i doca ;o, na ra
d Cadeia do ;ecife
Ha um completo sortimento de faz"ndis
por presos baralissimos, ricos cortes ue se-
da de bonitos padrOes a 228000 c 25s000 reis,
chales de toquiin muilo linos a 2?o rs.,di-
tos de merino bordados na pona a 13.-500
e muito linos a 20; rs ditos bordados d
velludo a l- rs mantas de seda de padroes
bonitos a 7, S/e!Ors. cada uma, chalv
com lislras de soda a 900 rs. o covado, ricos
coi les de easemiras a 4$, 5o e 65 rs e mui-
to linos a 6OS00 e 7920U rs., pannos avellu-
dados para cuna do mesa, de padres muito
bonitos a 353 rs. cada um, seda de cores
com titulo de rr elin Iras do senh a !;> rs o
covado, seda branca a 1/iOu rs. o covado
platiiha dolmhoa 560 rs. avara, cassas es-
tampadas de cores lixas a 460 rs. a vara, lu-
vas e soda pretas c de c .res para senhoras
Vende se atroz superior de vapor, che-
gado do MaranhSo, pelo diminuto preco de
2#500 a arroba para fechar contas : no caes
da alfandega, armazem do Mello.
SAPATOS IX) AltACATY,
dos melhores que tem vindo a esto merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orcinas : em casa de Caminha & Filhos, ra
da Cadeia do Kecifo 11. 60, primeiro andar
Vende-se um bomio cavallo com todos
os andares : no atorro da Boa-Visla n. 11.
Vende-se ou aluga-se para passar a tes-
ta um silHunto a povoacao da Varzea, rom
bastantes arvores de fructo, com casa gran-
de : a fallar na ra de Hurtas, sobrado 11. 2,
segundo andar.
NOVO RAPE.
Recommenda-so aos amigos da boa pitada
o exeellente rape novo princeza.chegado do
Rio do Janeiro pelo ultimo vapor, e se acba
a venda a !>00 a libra : as lojas n. 4 da
praca da Independencia, e n. 5 da ra do
Crespo ao p do arco.
Deposito de doces.
Na ra da Cruz n. 17, aclia-se uma
grande porcSo de cxcellente vinho de ca-
j, por barato preco, e na ra do Trapi-
clie-Novo, no caf dos Adiados.
Na ra da Cadeia do llecife n. 57. ha
para vender couros de cabra, cera de car-
nauba, gomma de superior qualidade.
Vende-se a taberna sita na rus Pircla
n. 27, ceutendo pouces fondos, vonlade
dos compradores quem pretender, dirija-
so a mesma, quo se far todo o negocio. Na
mesma se vende manteiga ingleza mnito
nova a 800 rs. a libra, dita a 640, franceza a
640, dila a 720, c outros muitos gneros que
se venderao por querer cabar.
Vende-se o sobrado n. 42 da ra da
Cnia, por prego muito commodo: a tratar
na ra das Cinco l'ontas n. 64.
--- Vendem-se saceos gran les com milho
muito novo, como bem feijao muito novo :
na ra do Vigario n. 5.
SUPERIOR RAPF.-.
Vende-se effectivamente rap fresco de to-
das as qualidades, cuno Sji Lisboa, Paulo
Cordciro, Prinzeza Jo Rio,Rocha, Cace gros-
so, meio grosso, lino e Meuron : na praca
da Indeapndencia n. 3.
Vende-so urna taberna com pouens
fundos, propna para qualquer principiante :
em Fra de Portas, ra do Pilar n. 131.
Ka rus o Araga6,
vcnde-se gomma fina a 3-200 a arroba, e
libra a 120, manteiga franceza a 640 a 1
dita ingleza a 800 e 60 rs.
Lja da ra do Crespo
11. 10.
Chales de merino bordados a matiz a
7s800, ricos cortes de vestidos de seda d? co-
res matizados e aveludados, ditos de blondo
e de gazo brancos, -proprios para noivas,
chales de touquim de todas as cores, man-
teletes prelos bordados a velludo, sahidas
de bailo, assim como outras muitas fazen-
das de muito bom gosto, por preco muito
em conta.
Vendc-se na ra Direita n. 19, cha de
ramilia a 800 rs. a libra, dito do Rio muito
lino a I58OO rs., dito da India a2?200rs.,
toucinho de Santos a 240 rs a libra.
Terrenos firmes venda.
O solicitador Manoel Luiz da Velga vende
terrenos em chSos proprios e com arvores,
Ionio um delles 1.800 palmos de fundo,
com frente para tres ras : quem os preten-
der, pode dirigir-se ao mesmo, na ra da
Vnzala V'cllia n. 68, das 6 horas da manhfia
as 9
--- Manoel Luiz da Veiga vende todos os
utencilios da antiga falnica de cordoaria, o
se comprometi a dar todas as inslruccoes
precisas para o fabrico do cairo em rama,
como de todas as manufacturas, tanto do-ile
genero como do linho, desde as iinhas al as
amarras, e mesmo do fabrico de cabos de
couro.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za n. T, dos afamados fabl cantes Day &
Martin, em barricas de 15 duzias de po-
tes : em casa de James Crahtrc & Compa-
nhia, na ra da Cnizn. i.
Vendom-sc saceos grandes com feijfSo mu-
latinho muito novo por proco commodo :
na taberna grande ao lado da igreja da Sole-
dade.
Vende-se superior lagedo de Lisboa :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Yo Pregyica
QUE ESTi QUE M4NB0.
VENDE-SE
na ra do Trapiche 11. 34, escriptono de
Novaes\ C-, superior vinho do Poito, era
caixas de uma e duas duzias de {arralas:
a' preco commodo.
Pi&iios,
Em casadeRabeSchmettaul&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburso.
CAAS DE FERRO
Escolenles camas de ferro para sollciros :
vendem-se no escriptono do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recie n. 62. primeiro
andar.
v t CEMENTO.
vende-se cemento, tanlo de vela em bar-
rica como em porco o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bora : no
armazem de materiaes. na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
No escriptorio de Domingos Alves
Matheus, na ra de Apollo n. 23, lia pa-
ra vender.por precos mdicos, o segrate:
Ricos e elegantes pianos.
Encbadas porluguezas.
Coeliins de linho para montara.
Coeiros de barra.
Muito superior couro de lustre.
Fintas de coi es, preparadas.
Bataneas decimaes.
Muito ricoe superior papel para lorio de
salas.
Superiores charutos da Baha.
Fumo emfolha.
Pedias de lousa proprias para mesas de
eos i 111 a.
los Srs. de en-
genho.
A J.'ijOOO.
Oplimo bacalhao de escama : nos ar-
mazens de Tasso limaos.
^ecaiisio ?m nsi

1
Breu.
NAFUNDigAO DEFEKRO DO ENGE-
M1EIRO DAVID W. BOWHAN, iVA
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
para engennos a saber: moendas e meias
moendas da mais moderna conslruccao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qua idade e do todos os tamanhos i rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcOes; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
at" le C aV moinhosde mandioca,
NA MESMA FUND1CAO
executam todas as encommendai com a
penoridado ja conhecida com a devida
presteza e commodidade em prego.
* gua raz em follias de fe 10.
leo de linli.ira em ditas,
im de vella e brinzoes .
Lonas e cabos da Russia.
Cabos de manildae de couro.
Metal amarello e cobre de forro.
Velas de stearina.
Claviootes.
Pedras de marmore prra mesas.
regos de cobre grandes e pequeos.
o armazem de C. J. Astley C.
- 1
a
ibra,
a icooo o por, ditas para homem a 19630 -s
setim prelo macao a 299j0 e j- rs. o covado'
panno lino preto a 2c500 3, 4-, 59, e fora '
,einii!lo lino que faz admirar a 7r200 rs.
covado, modernsimos cortes de vesti los
para senhora, do barego. de seJa com lindos
cnfeiles de troco a 35s rs laas de muito
bonitos gustos, e fazenda muilo boa a 19200
i res o covado, mad.poloes de diversas qa-
! Iidades, e por precos comn.0 ios, mu^sulina
I branca a 300 rs. o c .vado, ditas ue cores a
i 3*0, 360 e 380 is. o covado, lencos docassa
.estampados, decores lisas a lio, 160, lsh
200 e 280 rs. cada um, e a duza a l?50o 2#
|2r300 e 3o rs., mantas pelas do soda a Ufado
e 10-500 rs., chapeos de sol 14ara senhoras a
295OO e 3?ilt) rs., ditos para liomcui a 6.-500
c 7- rs., .ios domla a 59400 rs., ditos de
massa muo linos a 7/rs-, o muito mais fa-
,/endas ; a ellas, venham conbecer a vedade
i do exposto : na mesma luja da-se as amos-
. tras uas fazendas, e lambem so leva amos-
ira para casas do familias.
Coim tuque a;: avaria.
-Na loja do canto n. 51. na ra da Cadeia
Recife, pecas de algodao com poque-
Na loja do Pregui^a, a rui do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por procos
baralissimos, entre ellas nolam-se chitas
francezes oscuras de lindos padres e cores
lisas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padrees miudinhns a 280 o covado, ditas ti- I
as de lindos padres o escolenles pannos, i
e cores lisas a 3G0 rs. o C0V8 lo, lindos la- :
petes para salas a 39800 cada um, pecas de
hr. lanha do rolo com 10 varas a 25000 cada i
uma, Aussulina decora 330, dita mais fina!
de lindos padres a 360, dita muito lina a
4110 rs. o covado, dita branca a mais lina que ,
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia I
rrancoza de cores fixas a 480 rs. a vara, di- i
tas do cordao a 500 rs cassas francezas
muito unas e de lindissimos padres a 640 I
a vara, lencos pequeos para mao a ISO, di-
tos a 220, ditos com bco muito linos o com i
lindos bordados a 360, cortos de caseinira
com lindos gosios a 55500, dilos linos a 6?,
meias easemiras de quadrinhos proprias para
calca o palito a 560 o covado, laazinhas do
qujdros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, gravatas pretas de solim a
l200 cada ume, riscados francezes de qua-
dros de lindos paltes a 210 rs. o covado,
casineta preta muito fin a 19200 o covado!
casemira preta a 29400, cortes de castor en-!
corpado para calca a 1--440, ditos a ls, ditos!
de brim de linho a 1*440, ditos de brim de!
algodao branco a I? cada um, chales de me-
rino de todas as qualidades, lisos o borda-
Bsrris com breu : no armazem de Tasso
Irmaos.
Aos pas de familia.
Vendem-se caixinbu com 50 libras de
bacalhao novo, chegado ltimamente, a
T.S'OO a caixa : nocaes da allandega, ar-
mazem de Tasso limaos.
Laas de llores masela ma-
tizadas a 560 o covado.
Na ra do Queimado n. 21 A, vendem-se
liazinhas de llores miudas matizadas, fazan-
da muito fina a 560 o covado. lencos peque-
nos de cassa de cores a 100 rs. cada um, fi-
nos ; edilo-seas amostras com penhor.
\ endem-se cortes le ce isa escosseza
a 2$560: na ra do Crespo n. 23.
CQM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA,
A dinheiro
Pecas de algodao liso, largo, encorpado a
25, 2/240, 25500 e 2;800 a peca, dito de si-
euptra a ;, 29240, 2^500, 2j800 e 3 a pe^a,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran -
gado largo a 100, 120, U0 e 180 rs a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a ra da Cadeia.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lacao do nioinho de vento da praia de Santa
Rita.
Ch.peos de I tilia.
Vendem-so superiores chapeos de Italia,
recciitemente chegados, a preco commodo :
na ra do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptono de Antonio de Almeida Go-
ios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ,-ua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Deposito
de rap prnceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de .Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap fino.
acTma0ph^^IO,6r!;S0' da creditadafabrh?.*
rnl.'c'lSr? T V,POrS- S'lTid0r I "'
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C. barris
de ferro ou cubos hidrulicos ; para de-
positas de fezes, a_preco commodo.
Sellins e releg-ios
SELLINS eRELOGIOS de palele
inglez : a venda do armazem de
Koslron Kooker & Companhia, es-
quina da largo do Corpo Sauto nu-
mero 48.
Carne seeca do Cea#.
Vende-se superior carne secca do CearS.
por commodo prego : no armazem de Luis
Annes, defronte da alfandega.
mes.
fende-se
Corte* de lfi;i para vest
dos.
Vendcm-se cortes de 13a de lindos pa-
dres, comi covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabom : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
r elogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
escrptorio do agente lveira, ra da Ca-
deia doltecifeu. 62. primeiro audar.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para homem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C, ra
lo Torres n. 38.
Na ra da Caleia detronlc ra Ilelar5n, vend
n. 28 (1* 0. S. Campos, veude-ae e aluga-se, supe
riores birins hambur^ueaa, em porco e a rclallm
Vende-se ua roa da Cadeia n. 28. superior
presunto purtuRuez inleiro a lio rs., e mais nbjeelos
por prero commodo.
Aterro da jBoa-
Vista 11.
Vende-se bom e barato.
lie chegado este estabolecimcplo, vindo
de Franga no navio i'arahilia, urna porga"
de chocolate de todas as qunhda'ds e amei-
xas em latinhas de 3, 5 e 10 libras, conser-
vas alimenticias do peixes, em latas grandesa
linguados a 29500, salmonetes a 2J700, sal-
monetes frito a 2?300, cavallnha a 2;800,
pcixe espada a 2#200, Uoguigas de Lisboa
novas a 500 rs., presunto para fiambre a 700
rs dito .le Lamego a 520, cha hysson com-
murn a 2-jOO, dito lino a 2c560, dito xim ,
ac800, dito perola a 3/400, macarrao a 320 e
480, tslharim a 320 o 480, alelria e 400 e 560
rs.. estrelliuha a 600 rs., massa de tomates
a 720a libra, marrasquino fino, licores linos
em garrafas grandes e pequen, latinhas de
biscoitinhos finos inglezes, bolachinbss de
soda, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades e muitos outros gneros que "seria
impossivel annuncia-los, ludo por prego
commodo, para acabar.
Agencia
ta fiuidiyau Low-.Io< r.
i*J
ova
noioque ue avaria a 2-r, 2.^200, c mais lim- dos, por baralissimos pregos, chitas escuras
p* rS.crSl ltas (J mJapoiao a 25, e "e diversos padroes e cores lixas a 160,
5200 c 29500 rs a pega, |tngos de eassa com 8n <0 rs. o covado, ricos longos do seda
avaria nas pont.-.s a 10O, 120 o 140 reiaca-Ne lindos ptdrfies a 200O, o outras muitas
razendasi|uese deixam de mencionar, o se
venderSo por haratissimos pregos; se da-
rfio amostras com pennores.
Vende-so superior Iinhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, ora casa de Southall Mellor A C.a, ra do
Torres n. 38.
Aos btbuleiros
Venham ao canto, quoet torrando pegas
de chita proprias para forro do bahu', a
4o400. 4700, e mais linas a 0,-500 rs., ca-
da uma.
na da Sensata
11. 4S.
Neste estabolccimento continu'a a have
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas do vapor
e laixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
CAL DE LISBOA.
Vende-so cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na ra de Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECUTARAS.
As melhores que ato hoje tem apparecido
a este morcado : vendom-sc no Pscriplolio
do agente lveira, ra da Cadeia do llecife
a 62, primeiro audar.
Algodao uioiiHtro.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
do largura, muito proprio para toalnas e
lengoes, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa fe, na ra do Queima-
do n. 22.
TACHAS PAHA ENGENHO
Da fuidirao de ierro deD. W. liowman
na ra do Brum, passando o cliala-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de taclias de Ierro fundido e hati-
llo, dco a 8 palmos de Inca, as quaes se
ecliam ;. venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
01.
li
\
relog
MttMM K&U-&I

INo da i.' do corrente fugio o escravo
le nagao, de nome Amaro, o qual foi com-
prado ao Sr. Cervazo Jos da t:osta, mora-
dor coi Ponte de Ccha, e tem os sigoaes
seguintes : altura regular, pouca barba e
usa debigode, tem por baixo do peitoes-
querdo marcas de ventosas, ehoolhcial de
pedreiro, e tem andado por Ponte de llchoa
e tambe ai suppe-se que fosse para o enge-
nho Salgado, pertencente ao Sr. Bento Jos
da Costa : a pessoa que o pegar ser recom-
pensada, levando-o a ra da Aurora n 36.
Desappareceu.do engenho Santo Ig-
nacio da freguezia 'do Cabo, na noite de t
do corrente setembro, o escravo Luiz.cri-
oulo, carapma, de idade .10 annos poueo
mais ou menos, bastante alto e de bonita
ligura, traz bigode crescido e barba no
queixo, be bastante preto, tem um resto
de leridas proveniente de bobas. Foi es-
cravo do Sr. coronel Francisco Jos da
Costa : quem o pegar, pode conduzi-lo
ao engenho cima dito, ou nesla cidade
aos Srs. Octaviano de Souza Franca, com
escriptorio na ra da Cadeia, e Lemos
Jumor&Leal Heis, com escriptorionr ra
do Torres.
Ilesappareceu de bordo do brigue Ca-
maquam, no dia 31 do mez passado, um es-
cravo de nagao, de nome Joaquim, represen-
ta ter 50 annos, ponco mais ou menos, altu-
ra regular, cor fula, bastante fallo de dentes
na frente, e tem uma ferida no dedo grande
da mao esquerda ; levou caiga e camisa de
algodao azul e chapeo de palha pintado de
preto : recommenda-se a sua captura, e
quem o levara bordo do dito brigue, 011 a
casa de Amorim Irmaos, na ra da Cruz 11
3, ser gratificado.
Gapita>8 de campo, aler-
ta !!
CoDtihu'a a estar ausentado desde o dia
24 do mez passado, o escravo Manoel, criou-
lo.com os signaos seguintes: baixo, bas-
tante choio do corpo, lem as mSos muito
calojadas por ser padeiro, tem ralla de dous
denles na frente do queixo inferior, uma ci-
catriz em cima de uma Sobrancelha, e he
quebrado de ambas as verilbas, levou caiga
de casemira azul, camisa de madapolSo e
um chapeo de palha pequeo e velho, tem
sido encontrado em Fra de Portas, aonde
he conheeido por .Manoel conduru", o foi es-
cravo do Sr. Domingos da Rosa, por anto-
nomasia Domingos carteia, que tem taber-
na na esquina do becco dos Cuararapes,
lambem gosta muito de ir para Olinda, son-
do ja foi pegado : roga-se, porfanle. a todas
as autoridades policiaes e capiUes decam-
po a appiehens3o do dito escravo, e levem-o
ao pateo da Sania Cruz n. 6. padaria, que se
recompensar generosamente.
200CO00 de er-atilicagao,
a quem pegar os escravos crioulos, Lauren-
tino e Manoel, por antonomasia barbeiro
0 primeiro de idade 25 annos, alto, nao mui-
to fornido, rosto comprido, sem barba, bem
parecido, e muito pachola, levou chapeo do
Chili, e gosta de trajar bem o Manoel terr
a mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
rentino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, peroas grossas,
pts bem feitos, traja caiga ejaqueta, e levou
ciiaioo de palha da Italia ; lem cicatrizes nas
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia um moleque de nome
Alexandre, que com elles aprenda o ofh'cio
de pedreiro, cujo olliciosabem perfeitamen-
te ditos escravos : a pessoa que apppreben-
der qualquer destes escravos e os entrenar
na cadeia da cidade do Itecrfe, ou os condu-
zir ao engenho Hoa-Espeanga, na freguezia
dolimoeiro, recebera a dila gratificacao e
mais desperas que llztr.
_ ,\o da 5 de julho do corrente anuo ru-
gi do cugenho Cursahi na ci marca de Pao
1 t.V^f raV Anlonit' ^""f^ ^ "I-
do de 36 anuos, poueo mais ou menos, de
altura e groaran regula.es, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa poueo, pernas linas, he casado, c tai-
vez tenba algumas marcas de reino nas na-
degas por Ja ter sido castigado levemente
esse escravo foi di s l.erdeiros do finado Cae-
tono Concalves da Cunha ; consla que este
ve em .santo Anlao, em casa do Sr. J0S0
lrancisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos signaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na ra da Cuia n. 64, ou
delleder noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; c quem o livor em
seu poder, lique certo de sua punigao com
lodo o rigor das leis.
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PEKJS. tym. DE M. P. DB FAMA 1857
ILEGIVEL




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