Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07826


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Full Text


VW(> WXlll \. 208.
Por mezes adiantados 4s000.
Por 3 mezes vencido 4$50().
QUITA FEIIU ) DE SETEMMO DE !8o7
Por anuo adiantado 1 "isOOO.
Porte franco para o subscriptor.
I.
fc.\CAHH-;uAIHIS DA 8UBSCK1PCA DO NORTE.
Partbiba, o 8r. Juio Rodolpho Garniel ; Natal, o Sr. Joaquim
I Partir Jnior ; Araealv, o Sr. A. de Lemoi Braga ; Cea-
ri', o Sr. J. Jote de Oliveira ; Utranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrguei; Plauhv o Sr. Jos Joaquim Avelino ; Pa-
r, o Sr. Justino J. Umoi ; Amaionai, o Sr. Jernimo da
Ctia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olimli : unioi ni aias,at Oa meia hora* do da.
iKuamia', (.uidi.na o Parahiba: aai iea4M a Mitu-foirai.
5. Asteo, Beaerroe, Itumi.i, Caare*, Ahlntto o Geraal.....
i. Lourrui;,,. I'.o d'AIko, Ranraik, Uawcin, Braja, I',.,,,
lioa-Viaia, Oiiikiuv e Bxa*, na-.).. iria--l.
lea, lli., Furaoso, Una, Barn-iros, Agua-Prola, l'i-
Flo es, Viiu-IMI
1. 'I'". IpujUCd, Si
111.-111.0.1 .Ndtl : i|uinu-rc
Tedo us corren,* parlcm i
na icria-feira.
Ingaseira,
10 hora* da manli'
AUD1ENGIAS DOS THIBUN A ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legunda a quinUl.
Relac,ao : terca ferai a eabbadoi.
Fazenda : quarUi a aabbadoa as 10 horat.
Juizo do commercio : legunda ai 10 horai a quintal 10 maio da.
Juno da orpbaos .-segundas a quialaaai 10 borai.
Primeira rara do civel : eeguodaa e tenas ao meio dia.
Segunda Tara do clrel ; uanai a aabbadoa ao meio dia.
EPHBMERIDES DO MEZ DESETE.MBRO.
* La cheia ai 2 horas e 47 minutos da maosa.
10 Quarto minguante ai 8 horai e 30 minutos da tarde.
18 La nova ai 3 borai e 13 minutoi da manliaa.
20 Uuartocreaceote ai 6 horas a 40 minuto da manliaa.
. PHEAMAR DB HOJE.
Primeira ai S horai e 30 minutos da manha.
Segunda ai 8 borai e 4)4 minutoi da tarde.
KITIRIOK,
VIAEM DE SUA SANTIDADE.
Em urna caria de Bologna, nos Eilsdos Pontificios
cora data Ja IB de j un lio, lemoa algumas ptrlicula- to, e parti para Delhi, depois de malar 96 oHl-
gimentoi receberam oriem de dcpor as armas, o que
com ?Afilo filtrara.
Diz-se que a maior parle do couleudo do lliesooro
foi tetado a ellii.
Em Allahaliad lambem se sublevou o 6." regimen-
DIAS DA SEMANA.
7 Segunda. S. Regina v. m.
8 Tena. : Nalividade de N* Senhora.
9 linaria. S. Itorodieo in. ; s. Gorgonio m.
10 Quinta. S. Nirulo Tolenlino : s. Noinesiaoo na.
11 Sexta. S. Tbcodoro penitente.
12 Sbado. S. Macrobio m. ; s. Ligorio m.
13 Domingo. 15 O SS. Nome de Mara.
ridades sobre a viege
embora sejam anterio
[em de aun sanlidade, ai quaes
res ao que ja poblicamoi sobre
ciaes.
Os regimenlos
i e 6 que linliam partido com o
d.V.W."^ cq",ea"e; "'!. P1C"1 '" M""rudu'^' ""'"' I nformarao um re.alorio do novo instillo do,
_!.* ...:'-"'.,., Bue- cala. Na segunda daquellesque oflsreeera vendagein surdos-inudos.-A quem fez req.iisic.Ao.
EM ARREGADOS DA SUBSCRICAO NO BUL
Alagoat, oSr. Claudino Falcao Diai; Babia, o Sr, D. Dupra
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
EM PERNAMBLCO.
O proprleurio do DIARIO Manoel Figueiroa da Fana na su
ln rana, praca da Independencia n. 6 e 8.
as feslas em Mo lena, assim mesmo nos parecen) di- general llaruard p?ra IJelhi, e que te negaran) a
iii.k de iuleresse, e por isso as publicamos lam- 'aventar, foram complelamenle exterminados : igual-
' mele foi eteculala em Mean-Meer cora erando vi-
gor e liabilidade a dispersan do 8.- regimeulo de ca-
vall.ria ligeira, e a dos 10, -6 all.
Eis aqui o pormenores dos luccessos de l.mk-
now.
Sir lienrqiie l.aurence devij vigiar ao mesmo
lempo a cidade e o campo.
Todos os das se recebiara noticias annunciandu
que as Iropaa se dispunham insurrecto, e que os
Europeus em pequeo numero se achatara inuilo
fatigados.
bem.
, Vos taris recelo lo ja as rninlias carias de 10 e
t4 desle mez de junlto, agora devo parlieipar-vos,
que elleclivamenle o magnnimo duqua Francisco
, V, cojo reinado he nvejado por lodos os pavo, em
o dia de honlera, como vos havia prevenido, elTecli-
vamenle com luda a real corle, comitiva chegou a
esla cidade, no meio das mala esplendidas honras
militaras e civis devidas a saa excelsa dignidad, co-
uhecendo-se verdadeiretneme, que um subatano de
* lodo o cor.ir,io calholico vinha a honrar e a er hon-
. rado pela saa visita de sumrao respailo, e in^llera-
vel lideliaada ao supremo jerareba, ao soberano dos
ealholicos aposlolicos romanos.
MAo he possivel que aqu vos possa descrever as
demonilra(des verdaderamente ailraerdinarias de
aingolar alTeclo dadas por sua sanlidade ao duque de
Modena amoroso, e fiel filho da Santa S Apost-
lica.
O santo padre qoiz sorapre ler i sua mesa o da-
que e reaes princezas, e os infames de lles|ianh<.
" U. Carlos e D. Allonso, e depon do janlar se dic-
p nou sabir a paiseio ao ameno ailip de S, Miguel, in
It 'seno, as nr.ineliagoes de Bologna, na propria
earruagem nao t com Francisco V, mas al com a
sua angosta consorte a archiduqaeza Adelgunda.
Na manli.ia de hoje (I6i a real corle estnse *iis-
lio a sania mlasa do vigario de Jom Chrislo na ler-
, r_a, o quat rrinislrou cora aa sanlisaimas rnoi o pa>
Euch in-iico aos augoslos e piissirnoa principes, e aos
ni ii- praaenles qoe se aohavam'disposlos.
Depois da ini hrmacJo aos infantes de Hespauha 1). Carlos a 1).
A ti 'm.o, com inellavel consnlacao da sua eccelsa, e
taunca assaz louvada iu3e a princeza infanta t.
Msril Beatriz, receben lo os infantes ali devorlo, que cora eilraordinaiio altelo Ihes enlre-
. Ron o Sanio Padre para memoria de urna u.i solem
ne ceremonia, qoe licar para sempre grvala nos
cotaefs d.iqu-lies principes, preciosas eiperanca
da jerarcliia social, ou da leaKira dade na Jiespanha,
e que Dfos permita venham a ser um dia dona h-
roe, que suslenham edefrud.m naquellesinfelize<
reinos a autoridad calholica.
Toles os bons legilimistas, reconhecendoem Fran-
cisco V, una forte columna da legilimidade doslhro-
dos, porque constantemente vai Iridiando a estrada
m que Ine de.\ou como legado perpeloo da iucompa-
^ raval familia real d'Esle, o immortal Francisco IV,
de gloriosa memoria, coja perda anda hoje chora-
moi ; toiioi os bons legilimislas devemos consolar-
nos par lamanhas e l.i.. raras distincc.Oes feilas por
ua sanlidade aos principes eslenses ; anda qoe era
ja bem notorio o espacial alTeclo que o Sanio Padre
lem manifestado sempre para cora a eiemplarissima
. resl corte de Modena, o por isno n.ln nos faz mar-
vilha i noticia cerla, de que no dia 2 de jullio pro-
^ xini i o Santo Paire ira' pagar a vi'ila os principes
eslenses no propiio real pa;o de Modena, (ornando
a Bologna na mul de 1, visita que muito hourar
os principes estenses.
Em o dia d'amanuaa (17) a real corle eilense re-
t gresiara' a Modena.
Uevo tambera parliripar-vos qua sua sanlidade
lem desuado j 73,000 duros do seu bolsinho para
strem empregidoi ni frorilespicn, da magnifica e
grandiosa bistisca deui Pelronis, a cuiovaslolem-
J' ploj fez ler urna riquisiiraa lampa Ja'de pr.ila, e
era parle dourada. de urna grandeza eitraordinaria.
Emquanlo ao Pitmonle ou Saidenha, que boje se
acha debaixo do raais severo jolio da historia, vos
confirmo quanlo vos disse na iniuha ultima corres-
pondencia, gJV
O clemenlissintn e affdbiliSIrno Sat.lo Padre, a
cujos sanlissiraos ps lem Picado confund ios a ad-
mralos varios principes scismalicoa e pagaos, rece-
beu. pois, no da do crranle, era audiencia par-
ticular, o ministro Buoncompagni de Sardenha, o
qual, como sabis, propoz as cmaras o pr.je.-l i da
lei, no t anli-calholica, mas lamtiem immoral do
matrimonio Civil! O Sinim > Pnnlifice quando
receb-u das maos do ministro scismalico o autogra-
pho do seo soberano, tmenlo Ihe dirigi poucas
palavras para saber da sauda do seu illudido rei, e
- quando B'ioncampagni rnoslrava d-sejo de discorrer
na augusta prneur-a do vigario do Jess Chrislo na
., Ierra, este deu a audiencia por acabada.
I) que vos posto aiaegurar he que a audiencia du-
rou poucot minutos, e que Buoncompagai nao sabia
porta por onde havia entrado, lal era a sua coufu-
i8o ou antes os remoraos da aua consciencia....
y jautas Hct'iei em ponen lempo, e com iao muda
eloquencia lli
INDIA.
A oltima mala levoti i Londres pormenores sobre
' o succes Eilraclaraos os raais imputantes e a proclamara i
dos insurgentes de elhi.
O likhs e a cavallaria regular com a qual se jal
;-ava poder eootar.aeguiram o exemplo dos aeus cor-
religionarios.
Ii ius pelaies do 2.' regiment dos irregulares de
(lula, que linhara sido euviados aos dislriclos de
Elarrie e de Myinporie, esaaisinaram os seas elli-
av ciaes.
^ O t3. regiment de cavallaria irregular tinha-se
sublevado em Bruare>, reoninlo-se ao 7.- depois
de ter ni n lo o aeu commandanle. o capiao Uoi Dt 00 homens do continente de (walior enviados
contra oa insurgentes, mail do melada abandonou o
destacamento e tomoa o caminho de Delhi ; o reslo
permaneceu fiel. Era Benari tambera se sublevou
o 37, o coronel Niel, qoe (iiiha cbjaa lo a lempo com
os fuzileiros de Madratla, deu orRn ao 37 para de-
por as armas e- chamou em sao auxilio os siklis,
estea porem negarara-se e fizeram fugo sobre os aeus
- -aotticiaes. Enlao os fuzileiros alacaram os regimenlos
tazando nelles lerrivl carnificina ; fui apandado o
aasassino da capujo Guite.e at as ultimas noticias a
ordeiu reinava em Benars.
Segundo o n EjBjli kraa os thesouro eslava em po-
der da insorreirjaBT guardad pelos tiklis os quaes
leem lambem era ieu poder tnailaa familias euro-
peas.
- De Agr, diz o Eriend of lidia foram enviadas
duas companlnai do it e do 07, escoliaudoo lliesoo-
ro al Moltr.i ; cheganlo a elic.lo m.ilaram o of-
ficial e apoleraram-se dos fundos.
v Logo que chegnu a Agr esla noticia, os dous re-
nos-Ayres al 1G do correnle.
O Estado Oriental acluva-se em paz, ms havia
recejos de qoe a acrimoniosa lula pessoal (cavada
no joriialismo por motivo das prximas eleifes sa-
hisse da e.plura da imprensa. A Nova Trovas, o
oSol Orieulatn eo uNacional. orgaos dos colralos
exaltados, publicavain as biosraphiaa do general
Oribe e de seu genio o coronel M s-.i, e nao poupa-
vain os homens dislinctos qoe pertencem frsccao
moderada do seu proprio partido, e que salvaram
Montevideo era raais de urna crise.
A Naciens e a (Repblicas, represenlanles do
partidoblaaeo, respondiam aos exaltados con) igual I
violencia, miinoseaodo-os coraos epilhelos de de- rica
magogos, ambiciosos sem frcio, e revolucionarios iu -
corrigiveis.
Em Bueuos-Axrcs a altencao publica urendia-e
quasi exclusivamente 4 que.|,1o vital dos melliora-
raenlos materiaes. No da 30 do correnle
prompla. porem em menor escala. Na lerccira, da- to mesmo raiuisiro, enviando copia do decralo
quelles que devem servir de sorlimenlo aos das la- que consede urna pensSo ao conselheiro Uio^o Soa-
bellas in. 1 e 2. rej j. Silva Bivar.A' coinmissao de peuiOes e or-
" tabella n. 1. denados.
Sal, farinha de Irigo, vinhos, caf, assucar, sa- to ministerio da guerra, dando as informaees
i do remo, cera em velat de quarla al ped las sobre o recrulamenlo procedido em celias
libra, papel, louja, cerneja, velas de carnauba.
TaLella n. 2.
Plvora, chumbo, leos, linios, vidros em co-
pos, ele, dilos para quadros e vidrias, bacalho,
azeite-doce, vinaere.
.. Tabella n. 3.
Espermirete, lollia de Fliadrtf, bolachas ame-
villas da provincia de Sergipe, 00 das antes e 10
depois da ultima elec.ao. .- quem fez a requisi^ao.
Do secretario do senado, cominuincando que o
mesmo adoplou e vai dirigir a' saucedo imperial o
decretu que fila as furias Je Ierra para o anuo de
18.iS a tr>.VJ ; as resoluces que conceden! lolerias
lifferealea irruaudades, e a que manda Iroear as
| ricanas, maesas seceas, pimenla da India, cravo. ca- notas do exlinclo banco e cdulas do Ihesouro pr-
nalla, erva-doce, queijos, passa, ligos, ainemloas. lncenles ao conego Fidelis Jos de Moraes Fica
amenas, azeilonas, palos, presonlos, rap, charulus. a cmara inleirada.
deve
Na noile de 31, os Ires corposde infanlaria, e urna I inaugurar-se o caminho de ferro dooesle.
pon;).) do regimeulo7 de cavallaria lanr;arain fogo O senado apprnvra unaniniemenle a lei volada
eos hungalors e atacaram es arlilhairos. ; pela cmara dos depotados que autorisa o "overno a
Toda a noile se passoo em continuas escaramuceas: vender 100 leguas quadradas dos terrenoa' de pro-
entre os rebeldes e os corpos iiregulares, que se con-
servaran) fies ao juramento dado.
Os rebeldes depois de terera incendiado lodo o
campo, dingiram-se para os quarlets de cavallaria,
a Ihe largaraiu fogo.
Sir llenriqoe l.aurence m.irclwu conlra elles cora
duas pecas, duzenlos Europeas e alguus soldados ir-
regulares, a maior paite dos quaes passaram para o
iniraigo. Ao aproximar-se eslas forras os cipaea re-
liraram, Jeuau.li prisiouaiio uns seoeDla, dos quaes
foram execulados ilgaai.
Os Uooikhai do regimenlo d aliradores seguirn)
o exemplo geral, lo lavia nao se reuniram ao movi-
priedade publica situados no rio Salado, a razio
prejo mnimo, de duzenloi mil pesos papel dezoil
conlus de res) por legua quadrala. .Vos compra lo-
res se conceder o prazo de seis mezes para o devido
pasamento.
Os Indios lentaram invadir pelo norle o lerrilorio
do Estado, mas foram repellidos pelo coronel Emi-
lio Mitre.
Titiham ehegado a Buenos-Ayres a birlo do
.tllaliao os reslos inorlaes do illusire presideuie Ki-
ralla absoluta desses juizes lias comarcas e lermoi vi
ttinhea lera' lusar a subslilui^ao da que traan) os ar-
tigo* 18 e 19 da lei da 3 de dezembro de t8tl.
Art. 2. Os juizes de direilo e muuicipae<, quan-
do sua junsdiccAo se lomar extensiva, na foima do
artigo prereieulr, as comarcas ou ao lermoa vizi-
iiho, perceberao, alera dos st-os venciinentos, os dos
juizes a quem sululiluein, se o impedimento r
daquelies era que o impedido u3o percebe orde-
nado.
Arl. 3, Os vencinienlos dos juizes monicipaes e
, promotores pblicos atrito divididos em ordenado e
' legitima do lenle-coronel reformado JoiuAn- uralificatao, sendo esla a lena parle daquelies E
Por decrelo da 2 do pas.ado foi removido o j.iz I r-c" o rJo7.?i^'JSt^lTl Pen^o em remune- : tanto os juizes de direilo a m.nicip.es enmo ., pro-
roonicipal e de orpbaos' ie.luliano Antonio Alve-1 A-'e,..,,,,,,.^.! X"p'V..,? !,'lea"L P "" ""er",", '"^ ,ul,""uirra 1* r""i''-
Hilo de filo J,,.,. Uonleiro, pedlndo augmento
de aeus veiiciuieulos. A
" Os gneros mencionados as labc'las suppra pe- to mesmo, enviando a resoiucao do senaco que
la maior parla nao exisl-m no mercado actualmente,! aulorisa o ^o^erllo a mandar matricular no auno
e algum pouco que tu ja* he por precos excessivos. | da faculdade de direilo de .ernaiiinuco ao esludau
------------------- "os Francisco \ lamia.Vai a imprimir.
:>0 t:ra requeriraenlo de D. Auua Amalia Monteiro
A assemblea ceral legislativa foi prorogaJa al o i Cielito, pedindo que o govemo taja aulori-ado a
da 13 do prximo mez de selembro. manjar Iroear as olas do exmelo banco que pos-
,;........ ,,"J (,|"i|l'o sue, no valor de 1:3005000. A' coinmissao do fa-
1 o aulorisarta, por decreto de 31 de asesto, a in- zenda.
nrvaJofsen^^ e Aricla, e ap- l),.o de t. ftUril Joanna Cualberlo Fernandes,
proxanos sews eslalulos rain algumas alleraces. OH --"
lot
. Jli d m doa uapulado em 31 de julhotmes dos vareadores oa vol que obliveram as di-
da ISj..S. K.Candido Mendes de Almeida. versas fregoezias, turmas ou cralo.
A assemblea geral legislativa esolve: i. Formada urna lisia pela orden) da volacio
Artigo ouicu.O govemo he aulori-ado a con- desde u numero mximo at o mnimo, o mus vo-
ceder caria de naturalismo ao cidadao porluguez lado aer declarado
subsliluiiao
presidente, e os immedialoi o
as faltaa e irapedimeoloi pela ordetn
em que ealiverem leus nomes.
S 5. Ideolicamenle se proceder a reapeilo doi
sopplentes, no caso de falla ou impedimento doi ve-
readores.
(i Arl. 10. As cmaras enviarAo a cada um dos ve-
readoras eleitoi copias aulhemicas das acias das apu-
racei, extrahida pelo secretario e aisgaadas pelai
cmaras, sendo urna da verificar,3o e aparado da
Fi.ineisco Noioulia da .tleuezos, resideule no (ermo
mo de San-Joto do Principa da provincia do Cearu,
dcide 1833, e al!i casado: revogadas as dsposicOes
em contraro.
P'Cu ita cmara dos depuladns, 31 de julho de
1857.Dornincos Jo-e Nogueira J.iguaribr. o
o A uiembla geral legislativa retalia:
o Arl. t. Os juizes de nrcito e os juizes niunici-
paes nos setu impedimentos ser.lo substituidos, aquel-
las pelos juizrs de direilo, a estes pelos juizes moui- respectiva freauezia, curato ou turma, a oulra da
cipaes das comarcas e leiuiot vizinbos ; tmenle na | geral para presidente, com ollicio assignado pelo
I re-i Jeme, convidando aos inesmos eleitoi
l'ires, do lermo de'Sn.la Barbara para n de Itabira,
na provincia de Minas Geraes, por o haver pedido.
Por decreto de 20 do mesmo mez foi perdoado a
vadavia, fallecido no exilio. O govemo Ibes prepara- I JoAo Jos da Silva Fraila.","Salvador "Corra'porto"
"iu l"a'r0reS ."","' 'a'",\'"- JoAo Amonio da S Iva, I-idro Jos Vieira, l'orlirio
e conformulode com a le que declarou
mZSTKEZZil 0,-VMnao "'"rara ao mov- oe coniorraidode cora a le que declaren o gene-I Nunei Sarment Jos Manoel Pereira, pracaa lo
e m iV.1T ,"" qUenam qU,, l,,e- '* ,S rn 'le lesa-"-Sa- **"< > 'lo crime da corpo policial ds provincia do lllo de Janeiro, o ros-
e uiti nimi riitiiin'iiiiitiiii rii:K o i o Uiono.-t.-.c ,... i..___. ______ i. a a _.
Por Amedeo Aciurd.
m;i.iaii part-:.
v
'.> i,in lo Mr. de Francalin chegou a Parit, nova
phaulasia se apoderara de Valentino. Elle achou-o
era su i rasa da ra de La Vieluire experimentando
t um uniforme novo de capitn da goarda nacional. .
' Pata qoe atsa disfarce pergunloo-lhe Jorge.
, Disfarce'. exclamou Valenliuo. Nao tabes qu
a snciedade esl em perigo '.' Convem qua os homens
de bro arraem-ss para defender a urden) e a fa-
milia.
L'm criado qae baleo timidumenle porl, inler-
rouipeu o phlippica de Valentino. Trazia urna car-
ta, cujo envolloiioazul ara techado com lacre perfu-
, yialn-
Ah de Julieta exciamou o defensor da fa-
* milla.
Leu rapidamenle a carta e disse :
Pois bem, irei.
Bero vm que nao me per!enr,o mais, lornou el-
le depois que o criado relirou-te... Uaqoi a orna lio
ra revista, de ttjrde um aquarlelamenln, e ha urna
primeira repiesenlarAo no lliealro das Variedades,
_qual prumelli assstir. Tu nAo me deixars ; se qui-
tares, farei que .i ji upincado lenrule.
Como muitm Iminens preoceopadot pelas eou>as
que Ihe ao panoau, V.ileulino informava-se bem
pouco da que r.ileresssvam ao invgo. Couduiio Jor-
geaoJCtropoaElyseos, onde ettava sua companhia,
obrigou-o A tegsMe i Casa da Cmara, na qual
innnlava gualda essa noile, e levou-o a ci-ar no bo-
equim lnglez. No lira de Ires dios Mr. de Franca-
lili ficou entelado de parti para ll;auvais.
A baroneza Alicia Agoilioha de Boit Fleurv era
na verlade lal qu.l Jorge a repre-eniir, oceupava
qma boa casa em urna das rnai maisbellas da cidade
e ibi recebiacnm ar de fidalgnia ai pessoas mais
e Um novo commandanle.
Segundo o Bombay Times do I.- de julho he
muito dillicil aprasentar em ieumo lodos os prome-
norea irausmillidos, sobre o exercilo de Bengala.
A rebelliao be geral nesta parle da India ; foi
preciso desarmar os corpo<, que 3 semanas aoles li-
nliam sido estados como leaes pelo governador geral.
Ot regimenlos insurreccionados sobem a 88- alera
de algumas companhi.s ; i dellaa anda cmitervam
as armas ; os mais foram desarmados nn ilispenos.
Lm despacho dirigido pelo general Barnard ao go
vernador da India, Ihe participa a vanlagem, que
ganhou sobre os rebeldes na noile de 8 de junlm ;
depois de urna tenaz resistencia do inimigo, as tro-
pas o repel,rain para dentro das muratbas de De-
Hii; a perda dos luglezea foi pouco consideravel.
Os regimenlos insurreccionados, que conservara
as ai mas sao os segrales :
0 3.-, t.-. I).-. II.-, 12... 13.-, 15.-, 17.-, 20.-,
30.-, 3t.-, 38 *i.-, parla do 4.V, 48.-, 54.-, 5.-,
ji.-, til).-, parte do (SI.-, 71.-, 72.', 71.\ oieapado-
res e minadores, parle do corpo de l.oodianah, a in-
famara llgeira de Karriana, o 3.- rigimenlo de
Gwahor, I.-, 3.-, .-, a 7.- de cavallaria ligeira, o
I. de cavallaria do Nizan, o 13.' irregular, a ca-
vallaria do continente de Malera, o 2.-, 3.-, e i.- de
arlilbana, cora una balera de oulro corpo.
Os regimenlos di>solvidos sao :
0 2.-, lli.-, l'l.-, 21.-, 26.-, 27.-, 13.-, i i.-, Vi.-,
o.', 02.-, i.-, 07.- a milicia de Calcul i' e o 7.- de
Ififaularia de Ilude.
l'i arlan aran dos sublevados de Dllli.
I -a/, .nuil saber a lodos ot Iu lm. e Mabnmela-
nos, aos lubdiloi e servidores dos offieiaei dat Tor-
jai inglezat acantonadas em Oelbi a Me>ral. que os
Europeus se adiara lodos de accordo uoi scgmiiles
pontos :
! Tirar ao exercilo a sua religia > ;
*. Fazer ebritUtot por meio de arlos de violencia
lodos os sc-us sabdilos.
Ue um faci incoottoverso que aeitun lo as ordena
formaes do governador geral sa di,Iribuiram cariu-
chos feiioscom gnrdura de porro c do Tace a ; lam-
bem ordenou que se nAo forera mais de dez. mil ho-
mens os que reiislem s suas rdeos sejam fuzilados,
se forem cincoenla mil sejam desarmados.
Nos, poicin.lesejaiiJo conservar a uossa f nos ac-
cor.lamos cora Indos os snbdid.s e u,lo deixamos vi-
vo um sil infiel em (oda esta comarca ; e arcluna-
inm o imperador de ellii, cora a condi^ao de que,
(odas ai tropa* que degolem olliciaei europeus e Ihe
jurera obediencia, recebara sold dobrado.
1 einiM em o nosso poder centenares de pee,as de
arlilharia e om immanso Ihesouro ; porlanlo con-
vidamos a lodo* os que nAo queiram fazer--e chris-
Mot, e aos qoe *e acham mb o jugo dos loglezet, s
anirem se cordialmenla ao exercilo, a darem provas
de valor, e a nao il.ixarein em parle alguma p mais
leve g.rmen da-vida desles demonio*.
t) lodos o gaslaa, que facara os subditos, sub-
mini.tran lo ao exercilo vveres e provisOes, pedirao
os ollictars o compeleule racibo que goardarao cu-
dadosamenle, para que o imperador os reembolse,
dohrandO a quanlia.
Todo aquelle que em semelhanles ramenlos ce-
der a piisillanirai lade e ie deixar fulminar pelos se-
duclores, fiando-se ua sua palavra, sollrera' pela sua
submissao o mesmo rSsIio que o babilanles dt
l.uckiiow. (Este* (orara degoladu.)
lie, pois, necessariu que lodo us indios e Maho-
metanos moslrem uuanimidade na lula, e adoplem
medidas opporluiiiis para sua d'fea, segundo o pa-
recer de peasoaa recnmmendiveis e compeleules.
Ouem lomtr boas medidas e prestar um servicu
aisignalado, recebera' era recompeuia as mais alias
dignidades.
E nao se considere como menos impoi tanta do que
lar una boa culila la, fazer circular copias tiesta
proclamarlo em (oda a pare, e leva-la a' maior
disl.ncia possivel; ruando us nost->t ponlos. em qoe
se possatn ver mais fcilmente, pira que os Imitse
Mahometanos possatn ler con' eeiinein,. della, e pos-
tan) eslar primlos na occasiAo.
Se os iulieis se moslrara brando*, po lem ler i cer-
teza deque nao be mais do que um meio de salva-
ren) a vidas.
Todo aquello qua te deixar embair por lacs em-
bustes, em breve lera' occasiAo de se artepender.
O nosso reinado segu avanle.
trinla rupias ao soldado de cavallaria. e dez ao
de infamara serao o sold dos novos servidores de
Delhi.
t?Z l! Bl""Ua".Ayr'S """. ,l?,as." cu"lra "" I ,0 d0 l'e,nn tue "' '" para cumprirein a
rao reo e por editae. conv.dou lodos quanlo* po- i a qut foram cundemualos pelo conselho criminal do
derem ministrar alsuus dados sobre os deliclos com-
em juizo para
mellidus pelo leo, a apreseutarem-se
deporein o que souberem.
Ua Cotifederasao nada ha de importancia.
l)e Valpataizo alcantam a* Jai,,, a I i do mez eai-
sado.
Dos oilo individuos implica.ios na conspirado
contra o govemo da republca, quatro foram con-
derauados a mora e qualro absolvulos. Acreditava-
se porem que a senlenja Je peua ultima seria cam-
raulada.
As cmaras volartn turra lei de amnista, que ja
Itnha sida apreaenlada ao soverno. Pareca quo esle
nao eslava dupotlo a sancciona-la.
O rainisleri i chilenoIra modificado,entrando pa-
ra o inlenor o Sr. Urmeilela, para a juslica o Sr.
Gallillo, e para a fazenda o Sr. Ovalle.
No Per' coniinuiivara as couias no mesmo estado.
O general \ manco aiuda oc.-upava Arequipa'.
O governo mexicano deslerrou o arcehispo do
Mxico por se oppr a venda dos hens ecclesiaslicos.
. Allendeutjo, putera, a' ayancada idade do prelado,
ao e-lado dasuasaude e s suas vlrludes privadas,
fui commulado o desterro em prillo no palacio ar-
celnspal al segunda urdem.
I'or decrelo de 2( de agosto foram no-meados:
O baclt^rel Jos Manoel Uuarle Lima para o ein-
prego de segundo oflicial da secrelaria de esla lo dos
negocios da fazenda ;
O pralieaola da Ihetoararia cia ileS'ii Paulo Antonio Jos de Moraes
i|jar(o e-cripturario di meaina reparllfjlo.
Matimiaiio Augusto de Villas B as fiara o etiipre-
*o de solicitador dos fritos da fazenla nacional na
prov ncia de Sarglpa,
TARIFA DAS ALI ANDEtiA.
O Sr. ministro di fazenda. alten leu lo ss-e.linia-
eoet de alguns eommereiaule desta praca, propoz a
S. M. o Imperadora reJurcAo dotdireilot sibre di-
ver-as mercad iras que a experiencia lem ja demont-
'r i lo cslarein disprojiorcioialinenlc laxadas Naife
senil lo f.i expedido, segundo nos tou'.'a, o Cu-.npe
lente decrelo.
Ela' attim provado o qae dissemos, ngs ha alada
-nii'lo lempo, islo he, que o Sr ministro da fazenda
allenderia a toda* as reclara ires, logo que a expa:
rienda mostraste que erm fundada*. '
para
mesmo corpo.
Foram Horneados :
Teneiue-coronel cltefe do eslsdo-maor do com-
mando raperiot da guarda nacional dos municipios lo.
de Camela', Bailo, Melzaro. Pnrlil e Oeiras.da pro- (
vincia do Par', Joaquim Csrdozo de Andrade.
M ij-ir commandanle de tsejalo do balalbao da re-
serva n. 12 da uaanla nacional da provincia do Kio
de Janeiro, David d un,"- Jardn*.
Por decrelo de 27 do in'irao mez :
I-ni aposentad i era deaembugador o conselheiro
juu da direilo ngel > Moniz da Silva Frrea, com
o ordnalo correspondente aos anuos de servido qoe
lem prestado, dependendo nesta paila da a^prova-
Aoda assemblea geral legislaliv
comiiii**Ao de panadeo a
ordenados.
I."llura de pmjeclos e in lica.;-.-.
Sa jolgados vbjeclos de daliuera priinir para entrar na ordeni dos trbalo;, os segoin-
le prnjeclu* :
- A assemblea geral legislativa decreta :
Arl. I. No contrato de parceria applieado a in-
iulu-lria agrcola, feito por n.icioiiaes uu eslrugei-
ros, observar-se-lia o spuuinle :
I Esle coulrato s poje |irovar-se por eicrip-
5 2. Os menores de 2 auno* nAo polerAo on-
tralnr obrigaca i solidaria por divi las de oolrus co-
lonos, anida que per lenca a a tima ni.'ini i farailie.
IS 3. O col i. i parciario que, sendo develor ao
propnelario em virio de do controlo de parceria, a-
baiidonar a colonia, ser preso on la qur que foi
encoulrado e condenmado a sali.fazei o debito em
narios, nos casos d impedimento ou ausencia eo)
que os mesmos techan) da precber o ordenado, t-
menle perceberaSa gralifica{lo.
Art. ',. |) ; ivernj na corte e os presidentes as
provincias marcarlo no principio de cada auno i or-
dera pela qual leao lugar as subsliluicoes enlre os
jaizei das comarcas e termos vitiuhos ; revogadas ai
di'posicoes era contrario.
" Paco da cmara dos depulados, 31 de julho de
18)7.Dominaos Jos Nogueira Jaxtianbe.
O Sr. Alltay-le faz aUumas consideraces, e man-
da a mesa o seguule projeclo, que he julgado objec-
lo de deliberacao, e vai a imprimir : .
A assemblea geral legtsl.lva leer la :
Ar. I. A le do priin-iro de oulubro de 1828
sera execulada cora as alterarles segrales :
g I. A caraira municipal da corle conslara' de
21 vereadore*.
o J 2. A* das ci ladei con-larao da dezesele.
s 5 3. A* daa villas de oni.
Arl. 2 Nos mumcipiui das cidades que conli-
oonro. -Vloellecluando o pagamento dentro de 30 : verem 17 fiegaezias, e nos das villas aue coulive-
que com o produclu lalilfaca
- r.......^. ........ | -,-v vw.i w |/,uu^iu sdltslaca a I II p II la ncia da COO-
Oeclaron se qua a aposenta loiia concedida por de- damnajao e cusas, nao excedenJo a dous auno o
Enlrou honlein o paquete n Tocanlins da liuha
do sol.
As dalas do Kio da Prala foram anticipadas pelo
paquete sardo ollalii, viudo em direllura e entra-
do aiile-honleni.
Do Rio (irania temos fallas al 21 e de Porto
Alegre al 17 do correnle.
O licito do SuJ da villa d* JairuarAo, annonci)
que nn Clusqueiro fura assassinado o S'. Joao El-
cheveiy, que te diriga a' cidade de Pellas.
Era Porlo-Alcgre suicdou-e o joven porluguez
Joaquim ididrigues, dictado, havia pouco lempo
desta corle. r
09
Coiis(a-nn* que o Sr. cou-clheiro Angelo Moniz
da Silva lerraz esla' llameado presidente d,i provin-
cia do It'o draiide do Sul.
crelot da 2t de marco de 18.9, ao bacharel Joao An-
tonio de Mitn la, em um lugar da desembargador
da rclavao do Kio de Janeiro, deve se entender rom [
o ordenado de juiz de direilo correspondente ao lem-
po de trrico por elle presta lo at aquella data, de-
pendendo nesta parle da approvai.ao da assemblea
geral legislativa.
Foi apresenlado o padre Antonio Pedro de Fi-
gueiredo na igreja parociiial de Nona Senhora do
Kotario Rio Acuna, do bispado de Cuvab.
leve meic Joi Antonio de Hurgado Silva da
serventa vitalicia dos cilicios de >> labelhau a et-
crivAo das execurOes tiveis, rrinies e raais anelos
do lermo da Villa Nova Ja Riioha, da provincia da
Babia,
Foram declarados vagos os oIlHos de labelliao do
judicial a notas, esenvAo do crime, civel, orpbAos,
residuos e'ca.iellas do lermo da capital da provincia
do Amazona', vi-lo a impotsibilldade em que esl.r
de otconlinoar a servir u terventntrio vitalicio del-
les Manoel Francisco Fernandes, li'-atido obrijado
quem para elles for numeajo a pie-lar ao Jilo Fer-
nandes a ten; i parle da respectiva' lolac.Su.
Por decreto de 29 do dte mez foi reforma lo no
mesmo poslo o coronel da exilada le-{ilo da guarda
nacional do municipio do uliral, do Clara", Itutiuu
I'arlado Je Mendonca.
J.Vfjrio.)
RIO DE JANEIRO.
27 de agosto.
Consla que foi nomeado dieta de polica da pro-
vincia di Babia, o Sr. Dr. Ju-tini ino Baplisla
Madiireii.i, em sulisliluitMo do Sr. Dr. Mallos.
Vidt Ditr io n. 19.).
di'linctas do lugar. Quando o subrinho chegou, esla-
va em seu tourador.
Peja ao senhor conde, mea subrinho, diste ella,
que rae espere no camarn.
Fsse titulo de conde dado a Mr. de Francoln era
de sua invenc3o, porem ella o linha por aotheulico.
Se a'guem livesss querido provar-lhe cora o .afrmo-
aial de Frunce na man qoe Jorge nao liuha nenhuin
direilo a site lilula.ella leria declarado francamente
qoe o .Irmorial de France era um lolo e nAo enlen-
dia disso. Esgolados os seus argumentos,Jorge di iva-
va-a dize-lo.
Madama de Itois Fleurv apparecea pouco depois
Irazendo na m.'u ora leque e na allilule que leria
lomado para urna apre*entac,Ao na curte. Eslen leo
a na a a Mr. de Francalin. o qoal beijoti-a.
Aura i .e-i-llie a prompii i.-i i com que veio, meo
b-liu siiliriuiio, disse ella ; isso piova-me qoe esla
disposlo a fazer o que espero de voss.
Creioque nAo. ininlia bella lia, re-panden Jor-
ge torrinio. e al receio iiiuilu qae a rar,a dos Fran-
calin expire enmigo.
Madama de Bus Floury a.'iiou o lequs como te-
ra polillo fazer a duqueza de Chaleaureox quando
om ministro do rei hettava conceder-lhe o que
pedia.
Madamesella de Valpierre janla boje aqui,
Inrnnii ella ; voss a ver.
Madamesella de Valpierre asenlou-se com elTeilo
mesa da baroneza, a paisoo o serA > com ella ; al-
sumas pessoas qoe lembem ae achavam prsenle* se
entreliversm ale maia. noile com a msica e com o
jogo do wlutt. lira urna moc,a alia e Inora que linha
um ar mu btanjo. Jorge conversn alguns minutos
cora ella. Quando nato houve mais nimtuem nualAo.
a baroneza mn-lien ao subrinho uraa poltrona vizi-
uli i daquella que oceupava, e disse-lhe :
EnlAo, comosrlia-a '.'
Suflicicnleraenle luida, e rmiilo bim clocada.
Leonor de Valpierre lem dezenove aniiu*, c
deseen le do tuna das familias raais ronsideraveis da
Picarda ; lem alem disto ums fortuna pessoal qus
exce le a qualrorcntn* mil francos.
I-so he mu bello.
Se tal ho a soa opinllo, nao me resta mais do
que pedir a mili della em eo nome ; nao me ser
recusada. Abrare-me, charo sohrinho, c durma bem.
Mr. de Francalin ahrarou Madama de Bois Fleurv,
mas nao Irvaiiiou-te.
D is ultimas policas que recebemos de Mallo Gros-
so, e de um artigo do Notieiaor Cuialmno. cuide-
mos a eerteza de fado, de que ja linharaos noticie*.
laomeeantla a facilliiar-se as commanieacrjei da
rapilal au nnperi) con) o* porlot do Millo roso,
aliiuns especuladores, esquecenlo oa verdadeiroi in-
leresses daiioella provincia e os servieo* que cora
provailo proprio Ihe po.aria prelar o'commercio,
em lugar de expoliar para Mallo (irosso genero* de
primeira uecetsidade, cuja falla lAoseuiida he, es-
raeraram-sa era fazer remostas de velludos, sedase
rendas, objedo* de loxo. qua tmente pelos gastos
que impoe aos consumidares podem fazer pesar so-
|bre aquella provincia, sacrificios para ella exagera-
do', e dillicullaro desenvolvimonlo Ja sua riquez).
^ao precisamos ajunlar rellexoes para lomar sa-
liente a iiicouvemeuria da -eui-lli inte- facln*. o
comraerciu, alleudeudo a seut verdadeiros inleres-
ses, deve cohtbtr-se de um excesso que su Ihe po le
azer nal. '
t'ara que nAo fallero esclarecimentos qnelles que
entretem, ou polem querer ealreilar salat; com-
raerciae* com a provincia de Mallo Urosto, oOereee-
mos aos inleressados as lezoiutes tabellas dos gene
ros do que mait se necessil'a na provincia, e que
alora de prompla exlrarrao (Jarte aos iulroduclores
um lucro vantajoto.
"'' aVoMefador Cwjabano :
o Dividiremos, pois, os genero* era Ires orden* ou
claiaat. Na primeira tabella faretnos raeiifAo da-
reria ncooselbar-me orna acrAo vil ; poi* bem, a de
casar-rae com Madamasella "de Valpierre seria mili-
to feia ; essa mor he digna de ser amada e tinto que
meu rnracAo nfin la' dispostu para o easamcnlo.
Que significa essa liuguagem ? Eia, falle cla-
ramente.
Jorge lomou as majs da la, e disse :
I.embra-se de om lempo em que om e-iu I tu-
le que poda ler dezesei* atino* veio passar as feria*
em ora cailello a margen) do Osa, poucas leguas dis-
tante daqui '.'
Madama de Biis Fleurv ficou mui vermelha e
SEWIM).
SESSAO EM 31 DE JULHO DE 1857.
Presidencia do Sr. Euzebio de (/asiros Con finito
Mulos) Cmara.
A hora do coslum*, fela a chimada, e arlndo-
se retrado numero legal, tbre-ie a sessAo.
Lida a acta da antecedente, be approvada .
NAo haveudo expediente, sao lidia dos* reJacroes,
que sAu approvaJai.
ORDEM DO DIA.
Patsi era I diacutsa a propositan da cmara do*
depuiadns aulortsando o governo a estender o bene-
ficio da navegado a vapir ale ao porlo da Victoria
na provincia do Espirito Santo.
O Sr. Mrquez de Olinda manda mesa umi e-
menda ao projeclo, que lie apoiada e approvada.
Entra em t.'1 ducussAo a pro|usi(j da mrtma
caraara coucedeudo duas loteras para um collegio
de instrucrio lecadaill na villa de lib, na privin-
da dt! .Mm,is-(i,",,,...
Fallara sobre a mitera o* Sr*. Dantas, Jobm e
S raza Ramos,
O Sr- Carnero de Campo requer quo lodos oa
(irojelos eunesdendo Islenai vAu a' cmniuissao de
fazenda para darem o seu parecer, quando ni. se-
jam eslai tobre eitabelecimenlos pi.>t, ele, e peue
o a llmenlo da di'cussAo.
O Sr. Mrquez de Olinta mana o seguiulc re-
querimento, que he apotadu.
NAo se emenda comprehendido noadiamenlo
a proposirao ln" discussan. s
Depois de Lillarem o* Sr. Dantas, Mende. dos
Sanios, Carnero de Campos, viscun le .'lAlbuquer-
que, Jolnm, barAo de Piular, Dantas, Sonsa Ra-
mos, Stlveira da Molla e Miranda, ui approvada a
emenda q> Sr. Carnero de Campo, licau lo preju-
dlCldas (odas as oulras apresenladi*.
O Sr. Pimenta Bueno manda a seuuinle emenda :
One va o projeclo committs de inilmecio
publica para dar o su parecer, e para o goveruo
dar a neceisaria fiscalisarAo a re-peilo ddle. u
Fica a discnssA) adiada pela hora.
A ordetn do da he a meima.
I.evanla-se a sessAo.
utas, sera recolhido as casas de prisAo eora (rabalho, I lem 11. caja urna distas elegera' um vereador.
e na falla delas empregado na* obras publicas, al Arl. 3. Nos municipio* da* cidades que conli-
vereiu M freguezas, a daquella elegera' 3 vereadore*
e cida ama da* oulras dous. Se conliverem smenle
, a da ciJade elegera' 3 vereadore*, e cada urna das
oulras i.
u Ail. i. A mesni* propor(Ao le guardara' a res-
peilo do* municipios das villas que conliverem ouze,
cinco ou (res freauezia*.
Arl. .">. Nos municipio* que conliverem duas
fregtiezias uu smenle uraa, observar-st-ha o ee-
guiu(e :
i g I. O numero total dos volantes de uraa ou das
Jttas Ireguezia*. sendo de cidade, sera' dividido era
deze'ele lumias, lAo iguae* enlre li, quanlo ser pos-a
e o das villas era II.turma
o S 2. Esta divi-ao sera' feila pelo presi lente da
provincia.
S 3. As turma mencionadas no 5 I- serao nu-
meradas, coineraiido neis dislriclo da cidade ou villa,
segurado depois na oulra ireguezia, te o municipio
liver duis.
a S Os qttarleird't dos dislriclos tambera terAo
numerados, mata IOS numrica i comec,ara' era una
las extremidades, de surte que as turmas Piquera pe-
la inesraa or lem contiguas.
5. Quando cu uraa freauezia houvcr urna
prazo etn arabos os casos.
o 5 i. Seudo o canlralo rescindido judicialmente,
por causas provenientes da parte do colono, senlo
esle Jevedor ao proprielano em virlude do coulra-
to de parceria, aera' condetniado a salitfaier o de-
bito dentro de oito tlias, a n iu o Tazando procedti-
se-ln na forma to paragrepho aulecedente.
S a j. O proprietario nao podera' era caso alauu)
despedir ao colono aules de lin lo o contrato ; mas
sempre recorrer' ao juiz, sob a pena de mulla Je
j> a l(Xl> em beneficio do colono.
o Arl. 2. O juiz municipal .lo lermo da tiluaeo
da colonia he o compleme exclu-ivamcnle paca
condecir ejulgar as qucsles qui se Jertvaiem dt
coulralos de parceria, com appellocAo para o juiz
de direilo da comarca, exceden Iu a importancia da
cauta sua aijada, sem effeilo suspensivo quanlo i
prisAo, estando o colono preso. O jirocetso sera'
o determinado nos ari. 237 a 2 Jo decreto n
modificare :
o S 1. Na hypollieta lo arl. 2i0 de nao se ulti-
ma! aa diligencia* i.a m sina au lieucia, decorrenju
prazo manir do que dous dios al O trguinle. ttia I fraccAo de'votanles exre linio aliuarla ilc doutj
ni.r, .1. a.l....(!..... _.__ .... I "
marcada extraer linaria para continuaran.
" ? 2. O arbitramento se ellectii.ua qaan.lo for
requerido por alguma da* pules, ou ex-ollico
quando o jury o julgar necessariu.
S Arl. 3. O artigo antecedente he extensivo bol
contratos de lucac.Au de servicos, regeladas pelas
leude 13 de selembro de 18.10 e 13 de oulubro de
1837.
Arl. 4. O presidentes organisarAo regal3inen-
los paliciaei para ca la urna das colonias das respec-
tivas provincias, ouvidos os proprielaiioi e cbefei
de polica, polen Jo comminar a pena de pa-,.i al
II dias e de mulla al 50.^JO0, epplicados em bene-
ficio dos col.mus. O prucesso pela infraccao ser o
determinado nos arl. 2i)"> a 209 do codiuo do pro-
Cesto criminal, cora appellaclo para o juiz de direi-
lo. Esle* regulameulo* str3o execulados depois de
approvados pelo governo.
Arl. j. Julgando o governo con ven ion le, pelas
propotces que liverem o* contratos de parceria e
delacacAo de servicos, podara' Humear juizes espi-
dis que exerrara as altrihuires dalas por esta Id
ao juiz municipal, podendo coniraeltrr-lhes o conhe-
ciir.enlo e julgatnenlo* puliciaes do artigo anteceden-
te, marcando-lliei o lerrilorio da jurisdier;ao, que
pailcra' corapreheiider mai* de um rauuicipio ou
termo.
d
(Jue relarAo v vos enlre este caslello e o
que se paisa ne.le mntenlo f
Netsa poca, proseguio Jorge sem responder di-
rectamente a observaran da baroneza, havia no cas-
talio urna mullir que eslava em tod> o esplendor de
sua belleza; era ineno* urna niotlal do que urna deoia.
O etludanle que viva junio della linha quaai a i lade
de Cberubin; tinha to.la* as suas aailarOes. A pessne
que elle via a cala hora funda era ura's amor ladot
os amores diversos que o pagem da comedia experi-
mentava para eom|a condena,para com Susanna,para
com Fanehelle. Estremeca subilamenle quanlo en-
conlrava-lhe a mAo, e nao poda v-la e ouvi-la lem
ampalldecer on corar. Qoe Ihesouro* nAo linha-a-
mnulodo de pelados de fitas, de flores um instante
afaaadas por ella, de luvas perdida* Como abraca-
va-as quando ninxuem poda sorprenda-lo l'ma
larde, tarde laminosa e de elerna memoria encon-
(rou-a ni no jtrdim ; elli dazia um veslido branco
e os bracos nu's, acabava de perder urna ro*a que
via se flucloar ua superficie de um regalo. ()ue bl-
los mivimenlos para ilcanr.i la, e qoe Brando) ari-
tos Ella aceitn no c-io lanle, o qual de um sallo
' apanhou a flor e llt'a aprcsenlen; mas a vista da l n
! la grara animada pola carreira ficou coto deslum-
' lirado, a i-xrlai. ou cobrindo-lhe a mies e os bracos
do ai-denle* beijo* : Ah amo-a amo-a Jorga dit-
I '< ella. A esla palavra desspptreeea a febre do e-
, ldante, o qual ficou paludo e fuuto cornudo. No
da seaule nAo alrevia-ie a olhar para aquella s
i quem linha ollenlido ; todava encontrn seus olhos,
e vio nelles mais indolgetiria do que colera, alera
de qu> (romia lano Ah se por ella fotts preciso
lanraj, se dehaixo da rala de um moinho ler *=-hia
preeipHado de cabca haixa Pois bem. o que entAo
i experimenlava
CMARA DOS SRS. DEPLTADOS.
SESSAO DE 31 DE Jl'l.llO DE 1857.
1'resHencia do Sr. ii A hora docostume, feita o chamada, e aehando-
se reunido numero legal, abre-se a letlle.
Lida a acia da anlscadenle, be approvada.
O Sr. Prmeiro Socrelario. d ronia do seeuinle
EXPEDIENTE:
l.'m oflicio do ministerio do imperio, remetiendo
losub-liluio o que elle nao pudia combaler nem con-
fessar.
Esles juizes especiaos ser) considerados com a
2 rail ii a rao tle juizes luniripaes ou de direilo, con-
forme o governo determinar, e lerao o ordenado e
gralilicacAo que o soverno marrar, e sopplentes es-
peciaes n in.|.is pela mesma forma porqueotao
os dos juizes iniinicipae.
" Arl. (i. O governo em rceulamenlo marcara' os
prazo* para a inlerposicAo e diversos actos do* recur-
sos tanto no juizo inferior como superior, determi-
nando as providencias convenienles para a exerucao
tcsla lei.
Arl. 7. Ficam revogadas as disposice* era con-
Irarin.
Paco ti a ramara dos depulados em 2!) de julho
de ISJ7.Garrs.
a A a'serabli geral legislativa resolve :
Arl. |. O governo he tutoritado o solicitar da
Santa-S a inititei(3o Jo ama pralasia na ridade de
Corillba, eapilal do Paran', dando como limites da
juris llrrAn ecclesiasiica respectiva os da mesma pro-
vincia, e fazeudo as dospezas uecessaria*.
Arl. 2. Ficam revoaadas a* dispssicSes em coo-
o Paro Ja cmara 31 de julho de 1857.Rodri-
cues dos Sanios. J. Mareonde.
ti A assemblea geral legKlaliva resolve :
" Artigo nico. O governo fica aulorisado a
conceder a Joan Pereira de Barros, labelliAo do pu-
blico judicial e nota*, e escrivAo do juizo de or-
phAos do termo da Paisagern-Franca, comarca de
Pastos-Boni, da provincia do MaranhAo, um anuo
de hcenca para Halar de sua saude onde Ihe con-
vier.
Jo, mas por querer conservar o prmeiro lugar no
coracaio de Jori;e. Lina palavra aniquila'ra lodoi es-
Jorge referi enlAo a Madama de B is Fleury lo- ses projeclo'. De ceilo madama de Bos Fleurv nao
a ,n, Kl.l.iril ..m .,n,ill>. ... .li________, ...______ f> .- "
i--,...........-- **se esltidaule, experimenta anda
Minha querida lia, lornou elle, \ me. nAo que-1 agora que lem idade de horaem, mai oulro sentimen-
da a soa historia sm omillir era occultar naila'cnm
ese calor e es*e Iranspoila que tmpem a allenrA i.
Todo o seu coraran transbordara. Poocas mulheret
permanecem iiisensiveis xpressao de om amor jo-
ven a sincero, ain la mesmo qua:ido iso Ihe nio n-
lera.-a. Jorue eslava cerlo da sympalhia Jaqoella
que o mn ia ; sua emocao (em como um echo no co-
rar-jo de madama de Bois Fleury.
Enlo porque veio '.' perguilou ella.
Eslava tan triste I...
A baroneza mui perturbada lomou enlre asmaos
acbeos de Jorge, o abrarou-lhe a fronte com um
Irauaporle, no qual urna ternura in lelinivel mistara-
va-secom a expressao do amor malerno.
Pois bem, dise slla, nAo rallerao* raais da ma-
damesella de Valpierre nem de qualquer oulra Se
voss casar com madama Rosa ha do Iraz la aqui,
e ea n amarei ; se etliver Irisle chorar junto de
niim.
Madama de Boii Fleory nA) se linha jaraai* es-
quechlo do episodio a que' Mr. de l'ranclin fizera
allusao. Esse eaz, esse transporte, esse grito que alie
acahava de recordar, linham a commoridn al o fon-
do das enlranba*. Sinceramente applicada aos seos
deveres, nAo deixara nunca apparercr essa emorAo
qua corabalera e doinitia'ra ; porem seu rigor fura
abrandado, e era ene um pona laminoso de saa vi
da para o qual seu pen-amento a r-condiuia muitas
vezes. Dahi un diante ella s torna'ra a toelhor ami-
na de Jorge ; substituir Je albura modo a mai que
elle na.i linha mais ; porem de longe e secretamente
para uo ex,iir-se a nova c mmocAn. Envolver
raesmo toa viva e profun 'a alfeicAo em formas gra- a era iuiro lu/.t-lo nos caniarins em que liuha e
ves e mel'udicas, c urna especie de solemnidaJe que Irada. Netsa epoea linda nao eslava a lacada a fe.
a preservava do periao das tdlusn s. Era ella qor lem
O cnnhe'imeiitn de Jorge cuidava era toa fortuna,
reparava-a quando etleva ronipromellida, e vigiavs
para que nada atneai;.iie o repooto de urna existen-
cia que quera fazer ditosa. Viavsjhavia Ires oa qua-
fro annos e leudo de idade ol i ou dez mais do que
Jorge, madama de Bois Fleury (ivea o pcnsamenlo
de aproxima-lo de lleauvan por meio de nm casa-
menlo preparado por ella metras. Tslve involonta-
rismenle, e cui lando na felicidade de Jorco, esco-
Ibra uraa mullier que pela ua belleza oo pela su-
ouvira a confis Jtir secreta que Ihe rsnMCa'ra o cor-rAo fazendo o
verter saiiuue, porutn afoga'ra essa emocAo em urna
onda Je ternura, e a m 11 ti r da mai qtian lo abraciu a fronle de Jorse.
Mr. de Franoslid ficou algum lempo em casa da
lia esforrando-te para nao pensar mais em madama
Rosa, a peinando nella incessanlemenle ; mas esse
retiro em que procurara allivio, initou-lhe logo a
l'i i la em vez de cura-la. Beauvai* era para elle o
lira do mondo. Ao meno* em Pars poda encontrar
madama Risa, a qual na linha mais nada a pedir-
Ihe depois que elle cedara au -en desejo, e compre-
deudrra que lodo o casamento Ihe era itnpo**ivel.
Lutou alatQDS dia*, mas loruando-sc sua angustia ca-
da vez mai viva lomou o prelexlo de uraa carta de
negocios para vollar a Pars, onda aeu prmeiro
cudalo foi informar-as da Tambor, o qual deixara
confiado a Jacob. Tambor nAo eslava mais em casa,
Tugira desde o primeiro da. Debalde Jacob o pro-
curara por loda a parle Emfim Ib; viera a idea de
ii a Maisons. Tambera ahi adava a passeio, lodos
o enconlravam desde a manhaa al a noie, elle ti-
nha us coslumes errantes de um toollawe. Dorma
urna noite era casa de madama Rosa, e no da se-
Siiinl em casa de Canad. Palia tambera visitas a
'elronilla, qoe eslava era Maison Bland'. Jacob
desesperava de reconduz-io a Paris.Elle bem via,
dizia ao ama que Tambor linha nlelligeneia* no lu-
gar.Diloso Tambnr murmiimu Jorge, e deu Ol-
lera pira que o daixasss tranquillo.
Valenliuo avisado da volla de Jorge, deri-se pres-
a|l
bre revolucionaria coiiimuiiicada pelos aconlMimeu-
los da fevcreiru e que lzera
nirru que deve formar tuna lumia, perteneara' a im-
inediala di outia fregaezia, e netle cuo serle os
sen* votos tomados era separado pela mesa da fregne-
zia alpio perlencer rssi frarrA i, lavrando-se urna
acia especial Me sua ipnra(8o, Quando essa fracc-lo,
portn, fr menor que a qaaila parle, perluucera' s
ullim lumia da mesma fregurzia, nao obstante s
igual lade iiumeric.1 exigida pelo S pnmeiro do ar-
tigo 5.
S 6. No aclo da eleicao as mesa* parochiae* pro-
cederAo a rhamada dos votantes por turma-, guar-
dada a ordem da numerario das mesma; e emquan-
lo urna osiiver valindo, as oulras nao poderAu ser
cbaraadas.
" 5 7. l'..ru,iu mn a primeira chamada as cdulas
recebi.lai serao contada*, na forma da le reculamen-
(ar da. eleicts, eraassadas e lacrada* em papel com
roalo que designe o numero da turma a que per-
lencercm,
5 S. O raesmo se pralieara' na segunda e lercei-
ra chaina la, as quaes serao feilai ua forma da ala-
da lei Je eleicOes.
o ^ II. A* mesas parochiaes, It-riniu ida a lerceira
chamada dos volantes de lodas a* turnias, procede-
ral! a apuraran das cdulas de cada un.a das mei-
ma* lumias ; e ;o depois da csctipla e aisign,da a
ii'-pectiva acta, piocederfto a apurarao dos votos de
oulra, e era ulluno lugar aos da fraejao a que se re-
fere o j.
" Art. (i. O curatos independeules f3o era ludo
ignaladoi as fregurzlas, uraa vez que eslejara reco-
nhecidos por lei provincial.
Arl. 7- A cdula Je cada ura dos volantes de-
vera' conler lautos iimnes quanlos corresponderem
ao numero de vareadores que couber a respectiva
freguezta, mas denlre esles Humes um devera' ser de
pessua re-idenle em onlra qialquer da* freguezas
Jo municipio, e nella qoslltfceds volante.
Arl. 8. Na cdula em que nAo for observada a
di.poalcAo do artigo antecedente, a mesa pamchial
deixara de apurar o nome qde esliver eicriplo em
ullimo lugar, a dentro do numero de vetea lores que
cuir-.-p.nnl r freguezia.
Arl. 9. Observadas pelas mesa* parodiiaes a*
di*poiic6e* du arl. Kl.l ,la lei regolamenlar daa elei-
{Oss, as cmaras, logo que liverem recebido (odas ai
aC(aS, proco I -l a i :
i i 1. A' .'.piiricAa dos vereadore* de cada urna
das Ircgiiezias, curulot ou tur aias, iiicluiudo os volos
la frcelo Je que trata o S do arl. 5 nos Ja tur-
ma de que fizer parte. Ot uiait volados, al o no-
mero de vereadore* que deve dar a freguezia, sre
declarados Miembros da cmara municipal.
a 5 2. De cada urna detiat apurarrs parciaesse
lavrar acia eipecial .-^signada pela cmara.
o 3, Terminada a apur .c,l i de que tralam os
paragraphos antecedente*, a cantara formara urna
relacao nominal dos 21, 17 uu II vareadores, e pro-
ceder a urna apuraran geral, addicionando aos no.
a cum-
parecerem uu da 7 de Janeiro para pretlaiem jara-
mente e tnmarem posse na forma da lei.
a Arl. 11. Quando a* cmaras municiptes derem
parte ao governo ou aos presiden!'* das provincias,
em cnnlormidade do arl. 10(i da lei de eleicOes, cre-
rematan as iufoimariies que julgarem couvenieotes
relalivamenle s irregularidad** que liverem encou-
lrado na* acias e processo da eleicao.
s Arl. 12. Ai atlribuirei conceilidas ao goveruo e
presidente das pruvincia* pelo arl.I |s da le de elei-
(6as serAo exercidas pelo governo no municipio da
corle dentro de 13 dias, e pelo* presidentes deutro
de 30 das, contado* da dala era qua forera recebidas
as participarles das cmaras.
" Arl. 13. Da deci-.i i do governo conforme o ar-
tigo antecedente havera recurso para o senado, e da
que for proferida pelo presidente da provincia llave-
ra p)ra o contelho de estado em ambos o* casos sera
Suspenso da tlrri-Tin.
Arl. li. Quando for aunullada a eleico de urna
das freguezas, se man lara praceder novaraenle a
oulra, e a respeilo dtsla *e observar o seguiula :
u S t- O* vola Jos para vereadores paderao ser lo-
dos'ie-i lentes na me.ni.i freguezia.
3 2. Nao se proceder' a reipeilo desla eleicao
a apuraran para presdeme da cmara conforme o tj
i do arl. 9. *
a Arl. 15. S podem ser vereadore.!, que poda-
ren) ser elrilores e liverem e residencia exieida pa-
la lei do i.- de oulubro de 1828. O exercicio de
vareador nAo de inco upativel cim o de paro-
dio.
Ar(. |. A*cmaras.inuiiicipae* reanir-se-hio
em tetsAo urdinaria Irei vezes era cada anno, me-
diando qualro mezes de urna a oulra, devendo cada
tessao durar 12 dias consecutivos, exceptuados os do-
mingos a tlias sanios.
Arl. 17. fiao podera haver sessao em qae esto-
jan) presentes melado e mais um dos membros da
camar.. Na Talla dos vereadores tero chamados
os mime.lalos era volos pela respectiva freguezia.
Arl. IS. SerSo aisigiiados pelu prcsiJeule e te-
rea loros :
Si. Todas as represenlacoes ou felicitacdes di-
rigidas ......embica legslaiiva provincial, a' cmara
das depulados, ao sanado e ao governo imperial.
S 2. Todas a* proposta* conteni alterara? de pos-
turas, lei municipal e eslabeleclmenlo d uovos en-
cargos para os babilanles do municipio, ,e que de-
vain ser submelli Jas a approvac,ao da assemblea pro-
vincial.
a 5 3. As que no mesmo senlido forem dirigidas
ao governo na corlo e sol presidentes as provin-
cias, solictalo! i ua spprovajao para quo leuham ef-
feilo por um atino.
Arl. |9. Toda a correspondencia oflicial, porem,
conlenJo informaees, consullas. participarOee ou
cjuasseinel.anle, dirigid tsao presidente da pru- '
viuda, bastara ser sssignadas polo presi Jeme e se-
cretado. r
a Ail. 20. Ai
co*. e tornar a ver mrnsalmente a casa de llerblay,
o grande prado, *obre o qual e-lendia-se a sombra
los dioupo*, a lloresla de Saint Cermain, oa balis
dehaixo dot salgenos, e nessa campo lanas veiet
percorido a magem de urna mulher esvella e riio-
nlia que Ihe eslen I a a man. O tumulto dos acnnle-
citnentos e o grito das panes deseufreadas faziam-
Ihe meno* rumor aas ouvidos do qua u brando mur-
murio ta i:ir,a voz mysleriosa que fallava-llis nu co-
rseale. Nao ouvta era Paris lenAn a ella ; eslava s
no meio desse lumullo s dos-e choque qooti tiauu
do* homen*. A* vezes almirava-se do longo silencio,
qae madama Rosa guardava : eslava ella anda em
llerblay, e era possivel que o e-q aeres-e a 1,1 pon-
to .' Vobava precip talamante para a casa, e proca-
rava tima carta ; mas essa nunca chegava. Esiao vi-
nha peisegui lo a idea do detennhecido que dua* uu
Ires veze* fra visila-la em llerbl y Se nesie* mu-
tlenlas Jorge livesss ouvido locar a rebate sem du-
vida ler se-hia laucado rom alegra aoassallo de urna
Inurbana para morrer. Cira elleilo po :ia elle da-
vi lar de que exislisse ura mysterio na vida de mada-
ma Rosa, e que esse mysterio te referitse ao desco-
nhecido"!
Valentino que amsva sinceramente a Jorge nao
eomprehendia qoe o diverlimcnlos de lods a espe-
cie, para o quaes o eonvidavft, deixaisem de dimi-
nair-lh a triier. Lina netle cansado de deilar-
lie vinho de Champagne. Valauliuo lomou o amigo
a |iarle, e disse-lhe :
Ouve-me, releva qoe isso *e acabe. Qaebr|-
me a cabera se quizeres, mas n.lo impedir] de fal-
lar-I Je madama llosa.
Falla, responde Jorge.
Fin tila era que e-latas mait (ritle do que ura
tmulo, veiu-ine a idea de ir a Herida).
va-mci perfeiainoiiio de madama Roa pui lala
yi-lii no lemp i em que liaramos folh.i* DC chapeo.
commiiuicacoc*, ordena, avisos oa
o mu.,.-.,0,,es em o.une da cmara c dirigidas as tu-
loridades do manicipio, serio assigaidas sineule
polo presidenle.
s Arl. 21. Na corretpondenda oflicial, as cmaras,
exceptuada a da corle, terao o tralamenlo ds illusire
cmara municipal.
" Arl. 22. Os 'rielarlos das cmaras municipaes
setao por ellas Horneados denlre seo membros na
primeira rcuuiao, era escrutinio secreln e por maio-
ria abtolula de votos. Sa no I.- eacrulinio ninguem
obtiver aquella maioria, enlrarao em i.- os dout
man voladut no I." Se netle 2.- hover empale, de,
ndira a orle. O vereador qoe for eleito secretario
cnlrara logo em exercicio, independenlemenle de ao-
vo juramentu.
rl. 21. Alora das atlribaicji mencionadas no
arls. 2i e segrale, da lai do I.- ds oulubro de 1828,
compele a's cmara* municipaei:
" S la Promover a colonnacAo nos seus munici-
pios sobre as bases que julgarem mais convenienles.
mas sempre por intermedio do presidenle ds provin-
cia, do qual ficam asbasis dtpendeodo de appro-
vat;ao. rr
S '-- Promover a encorporacAa de eompanhias
agrcolas s induilriae*, dependendo os planos de ap-
provaco, na forma do paragrapho antecedenls.
Arl. 2. Para a execucio do que diiprje o St do-
art. GG du citada lei do I. de oulubro de 1828, isca
mar* municipaes podeio :
ag I.- Cmlrahir tmpreslimos :
12. Eslahelecer imposiro directas ou iadireclis
por lempo definido.
o Art 25 As immas conseguidas na forma dospa-
ragrapdoianlecedenleiserAo siclutivamenl emprs-
ga las n.i_ciiiis|ruc;A.ie ronservarAo de puntes e cura-
das adaptadas rodagem.
(Al resras -bre a direccAo,declividtde s syslema
da< estradas conslarao ds regulameulo expedido pe
presidente da provincia.
Art. 20 A cu n.i rucean c conserva c-1o dai estrad.s
de rolagem podaran ler :
1. I' i administra rao.
S 2. Por arrematarlo.
a 3.- I'ur contrato com qoaesqutr emprezarios ou
companliia*. garanlindo-ldei um miuino de iots-
resse qoe nao exceda a 10 por canto.
Arl. 27. As cmaras municipaes poder.m min-
ler correspondencia e contratar com as dos munici-
pios limilrophei, anda ds provincia diversa, ums
vet que nos seas municipios devara passar uu termi-
nar ai estradas de rodagem.
Arl. 28. A garanta de juros ou mnimas do
inleresse de que traa o S 3 do arl. 26 t terao lugar
ato una omina que nAo exee
imposlo dectelado e animalmente arrecadsvel no
municipio
Art. 29. Quandu for eslabelecido o imposlo on
contradi.lo eiiipre-limn para construrrao de urna es-
trada, a arrecada'caodaquell* ou das renda desuni-
das aos juroi e amorlisarao desle conlinoarao a ier
arreradados no territorio, al a ceisarao da garanta
uu a m o I i -a cao, o mirara por leis posleriortt parte do
expl)*ao no das de N.ia sabia bem o qu quera dizer-lhe, mas lilt i pe-
junho ; senta-.a na cidade como o rslremeciiiienlo I na de li.
du vento no mar. O di. seguinle nunca ara c-rlu ; Jorge apedou a m.lu de Valenliuo.
Indos viviain de ura da para oulro, puiem esa agi- Espera, lornou esle, has de agn 'ecer-me bro-
tara u3u o impeda de procurar os pn./ere como vamenle. Chego, poit a Herblsy, e subo a ladeira
mesmo ardor cora qu" prucuravira no lempo da ruidan lo no in-ii disrur-o. Se" ella tem corceo,
maior seguraora. Havia raesmo rerla excilarao pro- dizia a niim iin-in i, ha de padir-me que Ihe ieve
duz'Ja pelo imprevisto, que dava a c-es prazeres Jorca. L'ma Vol de mulher la-me erguer a cabe-
um sab.r ainda mait vivo e man edurlor. Jnrae a-lea. tJlho. era na tama Rusa; vinha apoiada ao
companhava o amigo, mas o enfado e a la.snlAo a*- braco de um hornera moro, alio c de bigodes preto*.
permridade inlelleclual nao Ihe infundase inuilo le- seulavam se por loda a parle a seu lado. Seu nico que fumava.
mor, nAo por qae dcsejaise vollar cm nada ao pasia-j prazer era an Jar de noile e s peloi passeios publi-i Ah '. cxcliinou Jotge.
NAo quiz ver mais nada, e vnltei. Eis o que
au linha a dizer-(e. Agora come, bebe, e nao pen-
ses mais nisso.
Enlao era om homem moco e silo?
Sun, de bigodes prelos c com um charuto.
Obrigido.
Jorge eslava paludo como um cadver. Enclieu
o copo da vinho de Champagne e bebeu-o da um
trago. Ilia muito, mas Valenliuo uio ehganou-se
cun osa a legua, S disse-lhe:
E't loueo! esias cora febre, vai deitir-te....
Obre mal lalvet em conlar-te es*a bislorii.
Nao, diise Jorga, ella fez-me bem.
Duranle duas huras Jorge ficou eilenddo sobre o
leito com os olhos abarlos o chorando como menino.
e madrugada nao pude re*islir mais, e correu a
e.lrada de ferro da toa de Saint-Lazare. Eniroa
no comblo que parta para Ruao, e parou em Mai-
son*. Cinco muimos depois liuha alravessdo a
ponle e procura,a llerblay com a vista.
No meio da ladeira um cao correu-lhe ao encou-
Iro, a por puucu nao lmcou-o no chira sallando so-
bre elle. Era Tambor, o qual ladrava cora luda ai
*ua* Puras, e dava mil salloi ao redor delle.- As-
lim chegaram pequeni caa de Merhlav. A poda
eslaya entre-aberta, Tambor mpellio-, e Jorge
seguio-o al o saiao em que madama Rosa o rece-
bera pela primeira vrz. l'm homem eslava asen-
la lo em umi poltrona junto da janella e leudo
omacazrla. A'vi*ta da Jorge, levautou-se e iau-
Jou-o. Jorge nh*ervnu qua linha bigodei prelos, e
disae comtigo : Etiiao he verdade.
Tambor que nao cabia na pelle de cntenle, ia e
i'nlia pala sala, e a cada volla eslregava o focinlio
nuilra a ma |i"ii lente He Jorge. Os dout huineut
Lembra- eootemplavam.l m leve sorrisops*iou pelos labios
do deaconhecidu.o qual .tiste com a manir |iolidez .
Pelo pantomimo desse ele, vvjo que V. S. he
seu douii, queira asenlar-se.
Quando Jorge epotava a mU sobre o euiu.tu de
una poltrona sem responder, abrio-*s novamente s
porli rio tdlao, e appsrereu madama Roa. Veo-
do-o, ella leve ura leve eslrcmecimenln, mas (ran-
quillisoo-sa logo.
Mr. Jorge de Francalin, do qual leuho-llie fal-
lado algumas vsze-, disse, vollando-te para o tra-
men) do* bigodes prelos.
E designando esle a Jorge, acretcenlou :
O Sr. eoude Olivier de Relhel. mea marido
t"oMliiMor--A(i.)










DIARIO DE PERNAMBDCO QL'ARTA FEIRA 9 DE SETEMBRO DE 1857

me-mo lerruuii fique pertenece Jo a diveiso mo- luguezes, e com etperalidade do Sr. Alexandre Iler-
""t-ulano, te me nao engao.
Sem duvida carecemos ler lulo su alli, mas lam-
Iiimii un Madrid, li mt 11- qu, rompiilsanrio 01 ar-
chivos des-e- dou* paizes, ohlcnham pelo minos co-
nicipio
maras muuicipaes em virlude da prsenle lei t po-
darlo produzir leus ellcilos legats depois de appio-
vados pelo prcsidenle da provincia, a qaem deverao pas dos ulicos documentos que nus-am servir pa-
-- ~m nlli.taa Aniui
ser lemellidat copias aulhenlicas dos mencionados
conlraloi das plaas e orc,nmtnlos respectivos.
Arl, 31. Da denegado da approvarao aos con-
tratos, conforme o trligo anlecedenlc, havera recur-
so para o governo imperial, inifrpoilo pela cmara
ni por qualquer das partes interessadsa.
Arl. 32. Aos presidentes das cmaras munici-
pal, nos respectivos muiiicipioi, (ompelem as allri-
hoirts atguinles :
" 5 (..Proceder a aulo de corpo de delicio.
g 3, Prender os culpados, ou ssjam no sea ou
am uulro qualquer juin.
{; 3. Juigar dehuilivamente ascoiilravenr,ees, as
Aturas muuicipaes e os crimes a que nao esleja rn-
osla pena maior que mulla al 10t>0. priso, de-
gredo ou desierro ale O metes coro mulla corretpon-
lenie melada deste lampo so sem ella, e 3 mezes
de caa da corrcicalo ou odicinas publica*.
u De laes senlencaa dar-se-lia appallac-Ao para o
uiz ' Pelos actos que pralicareo) no exerciclo de-las
allribuiroet venrero as cusas a salarios que compe-
tan! aoi delegados de polica.
u Par* esciaver oestes procesaos, o presidente da
cmara podar chamar qualquer dos labelliSts ou es-
crivaes da sobdelegacia ou do juizo da paz.
a Arl. 33. As cmaras muuicipaes as san postu-
ras paderju comniinar al o duplo das penas estabe-
lecidas palo arl. 72 da cilada lei do 1.' de oulubro
de 18-28.
Arl. 34. A mulla de que Taz mencBo a referida
le to arl.28 tica elevada as cidades a 85 e as vil-
las a 48.
Arl. 35. A decretadlo de imposto* para os fin in-
dicados ne-t leiser.i sulunelli.la approvaco da as-
semblea provincial, na forma do acto addiclonal.
Arl, 36 As cmara* pdenlo nomear um ollirial-
mator e at dous am.iriuenses para o expediente e e-
criplorac.lo. Estes empregados vonc-rao os ordena-
dos que lies forem arbitrados pela respectiva cmara.
Mo Impedimento do secretario o olTirial-maior, na
falla desla o amanuense, podera' passsr as cirtidnes
qne forem preci.as.
Arl. 37. Ficam revocada as disposirrs em con
Irario.
P 1857.Erancisco de Aisls Alli8yde.
O Sr, Oliveira Bello, depois de alguma* rnndera-
(fies, manda a' meta u segninls projeeto, que julg.do
objeclo de deliberarlo, vai a imprimir paia entrar na
erdem dos Irabilhos :
A asamblea geral legialaliva resol ve :
Arl. 1. O erim de furto de gado de qnalqucr
espacie sera' processado como erlme policial e puuid
com as penas de 2 a 6 uuzos de pri ,1o e multa coi-
reepondenle a' me la ie do lempo.
Arl. 2. Ficlo revogadas as dtsnosices em con
Irario.
de 1857.S. R.Oliveira Bello.
OKDEM l>0 DA.
Ornamento doa negocios eslrangaircs.
Enlra em 2.' disctese o scgointe :
Arl. 4' O ministro e secretario de estado dos ne-
gocios eslrangeiros he autorisido para despender com
os objactos dasignsdos nos seguintes paragrsphos a
qoanlia de 659:50j08(i.
o A saber :
" 2.' Legac,es e consulados, a 27
dinheiros sterlinos por I9 i 53:91 I 56O6
de, moeda do paiz...... 9:733o332
a 4.' Despezas eilraordinarias no es-
lenor.a 27 dinheiros sterlinos por 13 HO:OOOO0O
" 5.' Ditas no interior, moeda do
paiz............
6.* Exercicios nodos
ra a no-1,1 historia, a concorrer para elucidar as ilu
vidas que appurecerem sobre os limites do noso
territorio ; mas he cerlo que com Wes empread as
nada podercmo* conseguir, vislo como durante tan-
to* arinca iieuhum resultado temos oblidu, a he por
itto que lei.l.o a lerabrausa de chamar a allenijAo
(Ira, ludo islo solfreu squelle uosan concidariao
sem que esistisse em Nauta 11111 agente do enverno
brasilelro que imincdiatameule reclamasse contra
teimlhaiile allantado, e m muilo larde li que nesl.i
corle se loaba da violencia e ultraje feiloi ao referi-
do cidadiiu.
Mo pararam alii os desacalo< pralicados contra o
Tomaram parle na dlscossSo os Srs. HeDriquis,
Viriato e penetra de Aguiar.
He apoiado e entra cuiijunclameiile em dscutsao
o seciiiule requerimrnlo.
i llequeiro que, Km prejoizo da segunda di-cus-
su, volle o projeeto a CommtssAo para exprimir-se
cura precisto a respeilo dos empregados da cmara
do nobre ministro
para e-le particular, e de 10-
llra-il naquella paradera. Sulitbango, homem de ra- que leem direilo de aposentadoria e para rfdigir as
licuar de S. Exc, a inforroarao que acabo d. pe
dir-lhe.
Agora, senhores, nao potso deixar do censurar,
nao so ao gabinete paasario, mas lambem aos seu>
predecessores por caua do deleito com que se por-
taram relalivarnenle il reclainac.Oes dos subditos
braslleiros que ha longos anous se acham pendentes,
e sem que ale hoje lauliam conseguido soluto al-
goma.
Prndem reclamares nostas com a Inglaterra, com
a I raniM. cum Portugal, com a llespanlia, e com
oulras nacoei ; temos acodadamente pago lodos
quanlas nos liem sido feilas ; e entretanto me pare- j hrasileiros qualquer agente diploroalleo do imperio
ce que um cidkdao brasileiro n,1o foi al boje in- j que por ventura so aclie eslahelecido em l.ima, o
demnisado por esses panes das quanlias a que lem qoal s muilo lora de lemp poderA ter noticia do
direilo Todos os anuos o governo nos diz a meama '
cousa ; ilo lie, que as reclamarles dos nosos com-
patriotas se acham no mesmo p em que estavam nn
racter avarenlo e feroz....
() Sr. Fernando* da Conha :Selvageia
O Sr. Itraudo :.... selvagem, como mullo bem
diz o nobre depoudo, eierceu alli quanln exlorso
edepredacSo quiz contra o noaso rommercio, sem
que houvesse da nussa parle quem prumplamenle
reclamasae contra os sena abusos.
Ora, he de notar que Nauta he o porto mais im-
prtame do territorio peruano, ond* vai ter o com-
mercio brnsileiro, o qual, e uppoito leja por ora
pequeo, he muilo provavel que se desenvolv den-
tro em poucoa aunes ; conequentemenla me parece
que he ndispensivel collocar alli um agente consa-
lar, principalmente porque fcando a capilal da re-
pblica alem das grandes Cordillieiras, e lindo dillt-
nlimo o transito para ella, pouca 00 nenhniiia
prolecrAo peder prestar ao comuierrio e subdlns
emendas qu* sejam approvadas llenriques. n
Euceirada a diseussSo, e indo-ae proceder a vola-
(So, reconhece-se nao haver casa, e procedese a
chamada.
O Sr. Presidenta da' para ordem do dia :
Apreseiilti;ao e discuisao de reqoerimentos na ho-
ra competente.
Continuarlo da discuaao do orrameulo do
na parle relativa ao miuislerio da niaiinha.
Se himver lempo, as materias auleriormcnla de-
signadas : accrescendo:
Terleceira diaCQSeSO do projeeto n. 53 dle anuo,
que concede favores a ealrada de ferro de Pernam-
buco.
Segouda dila do projeeto 11. 2S desle auno, que
eleva 11 comarca do II rulo a calegoria de segunda
entrais.
I.tvanta-se a seisSd as 2 'loras.
anno anterior, e desla maneira o lempo vai pas-
que houver aecurrido em [v'aula, como ncooleceu
com a violencia feila a Tapajoz ; insisto pois pela
creadlo de urna agencia consular ueste ullimo punto,
para que ae nAo repilain enm o mesmo, au peior ca-
sando, e os mi-sos conridadaos nao enconlram abr- racler, os aroulecimenlos que iofelizmenle ja live-
hoalgum contra as injusticias dos governos eslran- rain lugar.
Seicoa. I.emro lambem o ealabelecimeuto de urna lega-
Qoem he porm o causador de Indo islo? S*m du- Cfln na l'orquia, sobre o qae ja em oulro lempo
vida alguma he o noaso governo fallo do governo i falloo aqui um nobre cnllega inuo.
em geral. e com applieacao aos minutarios passa- O Oriente esta hoje aberln aledas a* nartes do
dos), porque srndo forte e oppressor para o nano- i mondo ; em alguna pontos do vasto e frtil errilo-
nal, he por via de regra cobaide para o eslrangeiro, | no do imperio ollnmann, como porexemplo.no
de modo que o schlito do imperio nada pode epp- Evplo, dbsenvolvem-6e presentemente grandes me-
rar Oelle. qnaDdo traa de reclamar o seu direilf: Hioramanlos ; e pois convem que em lodo o caso
peranle ama poleiirii e-lraneeira. a nao ser o de- j lenhamos representantes neasas paragens, pv.-a que
laiio, a negligencia c a icnbeciliilade, como me pa- nos hahililemos a participar daa vanlagens que del-
er aconit'Ci lo ecm os reclamace* de que cat
fallando.
Para nda oegovernoa cstrangelroi leem a iniimi-
daclo e a amen-a, e para elle* nein ao menos nos
temos ti lo a nctivi ile de om governo Inlelllgenle,
e que Iralullie inc nleinenle em fazer valer os di-
reilo doa n- ss-'S coii'palriolas.
As os K-lailns-liii loa, rom soa arrogancia habitual,
ja nos pxluiqolram uin p.igamente que o nobre de-
pnlad p"l Kio o> Janeiro aqui menciomu como
um iriun.phn ila no-sa diplomacia pelas sobra* que
deivu. mas que en scinpre considerarei como um
acli ue fr-i|oeza de noasa parir....
O Sr. Sergio de Mace 10 :Nao foi *u que fi o
Iralado. I i o Sr. marque* de Oliml.
O Sr. Urandao : II : -1 me ao farlo, e nao a p's-
soa, e quando li/. meiiflo dease pauainenl' foi pi.r-
que V. Exf-. o cooaiderof] como um triumplm.
O Sr. Sergio de Macedo: E 11:1 verdade
o he.
O Sr. BianiMo :No seo entender certamente,
mas eti pens de oulra forma....
O Sr. Sergio de Macedo : -njj,it|n' no seu di-
reilo.
O Sr. BrandAo :.... e semelbanlemenle outros
governos leem comnosto procedido pelo mesmo mo-
do, sem que todavia a nosaa diplomacia baja dallo*
con-egoinoum s pagamento.
Ora, se estivease no poder o minisleri 1 paaaado,
nenhuma esperatn;* me rerlaria de que esta materia
merecerse a sua allen^f'o, porque he contienda a
inercia que o acabronhava ; masassim nao acme-
las procuram tirar a* nacees europeas ; sugsire, por
tanto, no nobre ministro, esa idea, que me parece
til, de nina legaejta em Crin agencia consular, pelo menos, em Aloxandna ; o
que asta de arenlo com os desejoa que manrleslno o
minislro da Perla em Londres, quando convidou o
nosio plenipotenciario para enirar na negocia-
ran de um Iralado de commtrcio enlra o dous
paizes.
L"m Sr. D-piiia l.i :Recehem com mais favor
os nossos productos do que multas nares civili-
sadas.
O Sr. Brandan :He mais orna raigo, o bstanla
lorie, para que una aproximemos delles.
Ponnoreo, vou terminar os pouca- obsarvucoea que
flz nicamente para poder oovir snhre aa materias
de que tenlio tratado ao nnhro ministro doa negocios
e(rangeiros ; ven terminar, rtigo, locanno Hffeira*
rnenln em orna qarstao da acloalidarle, isto he, nos
necoeios do l'-rguay, qae, 110 meu entender, devein
hoje mais que nunra prender n allenrao do governo
e prenecupar aos etad slas deste paiz.
l'ersaado-me que as circiimslancim em que se
acham as nosiaa relarfies eoaa aquella repnt lica, e o
estado ras qnesloos pendentes, ovej-rn torta a pru-
dencia e ciicnmsperroo de nn bem enlendo qur i-lo deve ter um limite. Se nlo
provocamos a guerra para a qoal moilas ocrasifles
se nos lem ofl'erendo, lambem ua.r devemos ron-en-
lir m mais insignificante quelira dos nos-s dirrilo,
da nosaa dlgaidede e honra. r.Muilus apoiado*.
Em tal caso Lpez sahern quae* afto os recurso*
do Brasil imuiles apoiadot'. e a sua ingralidao para
Matadouro
BIM! DUa ?
publico.Consta-nos
que algumas
quereu, construio frentes de casos cem snaa portas
e janrllaa.Cancedeu se a liccnc,.i requerida vislo
que a obra leda esl.i regular.
1 leiin do mesmo. informando acerca das prelen-
rers re D. Emilia Constancia de Moraes Ferreira,
e herdeiro* de Jola llriirique da Silva, que nenhu-
ma ceiiveuienria publica descobria na* couslruc^es
de suinidoiires as rua< da ndade e ao contrario as
acbava prejudicial-, nao semenie a solidez do* edi-
ficios quando sao estrellas as ras em que se fazera
os suiuidourm, se n.lo lambem a salubridade pu-
blica, quando 1110 destinados exclusivamente a*
agii;ss pluvia**, recehem asilm cola* e as que ser-
vem nns diverso* misleres da cnsiuba, como mate-
rias fecaes ; maa que h3o havendo entre ns i-anos
que deem esgelo a laes aguas e materias, como se-
ria de maior pululado, puis qoe sem elle* inulei*
se lornam todas as medula* lomada* e lorias a* obra
feilas a bem da salubridade, entenda que, atlen-
deodo a cmara ao btm commodo do* particula-
res, poda permillir que roniuiu.ssem os sumidoo-
1 o ; sendo somenle fritos as ras quando o nlo
posiam ser no* quinlaes : fallou lambem o enge-
nheiro da nece*idade de e censlruirem esies canes
de esgolo, enleudendo qne sem elles na he possrvel
o asseio, nem perfeita salubiidade tm una gran le
cidade e que os maladouros, prai;as de mercado, pas-
seio pblicos etc., s,1o obras secundarias, a' vista do
eslado immunilo em que se acham as noaaaa praias.
Deuegou-*e a licencia que requereram os rcf*ri-
dos p-li.-ion.ir o- para crnslriicro de aumidouro e
as>enloa-aa de nao concede-las mi* as rua.
Outre do mesmo, devolvendo o requcrimenlo da
mesa regedora da Irmandade de ^rssa Senbora da
\.sumpcao das Fronteiras, em qoe solicita rordea-
pe.oasempiegada.nnmatadoiiro publico, leem por i ';J): a0
habito laucar .,, urna pequea camp,,.. que Tica j I -t capaila,, informamn. qu.
PrlZZ^rTL'i -.* TF'VZTall^l MgnnUoaplantada cliade,Tei*a que Por aqueile
, 1 q r",8"1, ,"'"",n-s? ',"'0> ." luga, paisa, nao lem mala que 33 palmo da largura
.cl,rr^ P. l'-e II-
^ ',' n e" IVWrS ''? iP h2 rndu-*e-lhe 15 palmos para o corredor nrajeela-O,
I. lugar, p.ra qu. svnd.cande do fac.o, naja de lo- | Mr|i -t- ap.n, wm fa (,al(ns o ^ rjj ^.^
pouro : e acre>cenlon o muran engenheiro que se a
ce com o actual, em qoem suppnnhn haver deaajo com imperio que Ibe eslendeu a mao, quanlo ell-,
30:000^X10
t
Par;o da eamara dos depufados, em 30 de junho de
1857. Fausto Augusto de Aguiar.J. L. da Cunha
Paranagua'.A. da Costa Piulo Silva.
Esli prsenla* os Sr*. ministro dos negocios ei-
traugeiros e da fazenda.
O Sr. Braiidao :Sr. presidente, pooco direi so-
bre os assomptos que correm pela reparticAo do no-
bre minislro dos negocios eilrangeiros ; a lomei a
palavra, antes para obler de S. E\c. algumas infor-
raarfjes, e pedir-lbe o adianlamenlo e solur,1o de
cerlos negocios pendentes, do que para entrar em
largo* desenvolvimenlo*.
Serei, pois, muilo r rev, e espero que mereeerei
a allencao da cate, e lio honrado minislro, que me
0 uve.
A cmara recorda-sa do* grandes sacrificios que
este paiz lem frito em beneficio da Banda Orien-
tal ; sabe que deslrahindo de snas necessidades as
mais ingenies grande numero de tomma de sen* re-
cursos pecuniarios, elle sorenrrera a repblica do
1 ruguay as circo instancias peni veis em que se a cha-
vi, concurrando at rom a* soas arma* para que el-
la couaegniste fortalecer em reu seio a auloridade
Constitucional, e chamar ordem os cidadaea dissi-
dentee. Pois bam !
Cclebruu-se um Iralado entre o imperio e aquel-
la repblica, regulando os limites dos doos paizes ;
porm bem depressa surgiram llovidas da parle do
governo oriental, que deram logar a orna medilica-
r;ao Das c-lipulacGr- prrmilivas ; principiou a deoiar-
ca;3o ajualada, sendo dirigida pelos commiasarioa do
imperio a da repblica, e novas duvidas suigiram
ah diversa* dalas, que deram lugar a reclamarles
da parte do governo imperial ; ainda ha pouco
lempo om serio conflicto ta appareeendn, de que da'
noticia o relAlorio desle anno, por cania de ler o
commissario brasileiro continuado nos trabalhos de
aba commistao, sem eslsr prsenle o ommissario
oriental, nao obstante o previo aecordo que entre
elles houvera para isio. e ltimamente ehega a esta
corle a noticia de que, coneloida a demarcaran, o
commissario orienlal recusara-se a asstgnr a re-
pectiva acia, qoe deve servir de prova de que foram
cumplidos os ajustes celebrados, e fixado* os limi-
tas cuja coiifusan por lano lempo havia dado lu-
gar a serias eonleilacoes entre os dous povos. Ser
isto verdade '? He o que desejo que o nolire mimum
nos declare, porque cumpre que sainamos quil he o
procrdimenl > do governo oriental para comnoico,
ilim de lambem saberme. 1 egular 1 linha de conduc-
ta que devemos ler para com elle.
Outra couta deiejo igualmente sabar de S. Exc,
a vem a ser, em que eslado se acha a divida que
etsa repblica conlrahio com o Brasil.
He por todos sabido qu* em virlude do Iralado de
subsidios de 1851 fui creada em Montevideo omn
jonla da crdito publico para proceder a verifici(ao
e consolidado da divida externa daquelle paiz ; es-
la nula ja concloio o* seos Irabalhos, e isto se colli
ge de ler o empregado do governo imperial, qoe pa-
ra alli fra mandado para inlervir nease negocio, da-
do por finda a soa commistao, e regressado para
esta corle ; entretanto que me parece qae isla c-
mara ignora qual seja a calegoria qua liceo, compe-
tindu ao Brasil, como um dos maiores ere loro- da-
quelle Estado.
Ora, enlendo que devemos ser informades do que
se Ism passado a esle rtspeilo, perqu observo que
os subditos das grandes nanees da Europa, qoe rao
ia.limante credore* da Itepublrca 1 ir 1eul.1l leem oh-
lido do seu governo favores exorbitantes, como seja
por exrmplo a hvpolheca dos rendimenlos da alfan-
dega de Monlevidco, e de outros ramos da receila
publica fetta para garanta de credores inglezis, ele.
ele, ao pa*ao que urna t palavra se nao encentra no
relatorio da repartirn do nobre ministro qoe d no-
ticia da pottrao em qu* ficamos em relacan aes de-
ZDaii credore*, a das rarenlia* qoe uo* foram dadas
para seguranza do pagamento.
Julguej pon que dtvia locar nesle objeclo, por-
que recordo-me que em um dos anuos anteriores li-
te occasiao de lembrar ao governo orna onlra divi-
da de nao pequeno vulto contrahida por Urquiza, a
qual se achava em esquerimenlo, e qoe por ollimo
foi recondnela como divida nacional pelo congreaso
da Confederai;ao Argentina, sem duvida por se l*r
convenientemente reclamado o ten reconhacimenlo ;
perianto espero qoe o nobre niini-tm no* informara
do qoe lem occorrido aqueile retpeilo, tendn tem-
pre rm rnnsiderarao que a rundic.io do Brasil e dos
Bratileiros em Monlevidco nonca deverfi ser peior
do que e de qualquer oolra nacao ou da seus sub-
ditos.
I'ergunlarei anda a S. Exc. se he verdadaira orna
noticia que tsm vogado nesla corle deque um agen-
te consular nosto na Europa, llenando o lugar anu-
de se achava acreditado, e era que devia permane-
cer, fora a Paria contratar cantores para o theatro
u rico desta capital.
Ainda hoolem li no Jemal do Commarcioo a de-
clararlo de urna eanlcra no la v el, que o Kio de Ja-
neiro conhece, da qu! se conclne ler sido ella con-
vidada por esse agente cumular brasileiro...
O Sr. Jaguaribe :N3o residente em Paiis.
O Sr. Brandan :.... para assignar um conlralo,
alno de transportar te para esta corle por urna
qoanlia qua me caosou sorpreza.
Ora, se com effeili isto he exacto, se esse agente
abnndonou o logar en que devia estar cuidando do
dosempenho de siiat fiihcc.e, para ir contratar can-
toras em Parit, como dizem o* proprio* jornaea da
Europa, e aqui tem siJo por mais de orna vez rapa-
ndo, he fora de duvida que menoaprcrou o seu em-
pregn, c qua por enn-equencia nao pede mais ser
nelle conservado, porque me parece que o procurar
pelo rnuudo cantoras para o Iheairj Ijrico do Kio
da Janeiro rio lie .lliihuii.no des agentes consula-
res do Brasil.
O nobre mlni-lre, porcm, nos rl:r* a verdade,
conforma tiver rbegadn ao seu roiiheriiiienlo, na cer-
teza de que se um tal abuso se deu. ha de esperar
qoe 9. Exc. u n.lu lilerar.r'.
Pela meara* forma desejara qne o nobre ministra
nos declararse se continuara a exi'lir em Lisboa duut
ou Ires empregadns pagos pelo noaso governo para
colligirem da torre do Tombo, e de outros archi-
vos de l'erlugal, indo os documentes que pes-
ian lutereasar ao Brasil,
de governar de um modo digno de si e do paiz, e
por iiso nao dnviio em chamar a aliento do utir
mini-tro para esto aasumpto, esperanto que elle ef-
ficazmenle apelara' as reclamatOes dos nossos com-
patriotas, afim de qoe iinliom urna prompta e fivo-
ravel solorao.
Tassarel agora a oulro objeclo.
Em 1855 o governo brasileiro rele.rio urna con-
vengo com o de Portugal, na qual te etllpulou qu
etle providenriaiia pnra que emseut drmlnins nao
continuaste a falsificarao di notsa moeda melallica
a fiduciaria, e bem assim para que fossem punidos,
aquelles que ie applicassem a loo nfimo e delesla-
vel industria.
Quaodo o nnssn governo provocon laes ajustes,
foi porque o mal havia lomado lao grande* propor-
<;oe*, que amea^ava abysmar o Imperio, arruinando
a riqueza publica e a forlona particular.
A moeda falsa vinda daquelle reino, era encontra-
da as grandes e pequeas pregas, as provincias
prximos e remetas, erufim, em lodos os pontos do
Brasil, e, o que mais he, chegava at a penetrar na
alfandega do Kio do Janeiro...
O Sr. Sampalo Yianna :Foi apprehcndida.
O Sr. Braudao :Fallo nislo tnicamente para
mostrar ale qoe ponto r'hrgoa a ousarlia doa mne-
deiros fal-es de i'orliical, qoe nem ao menos Uve-
ram em conla acbar-se a alf.indeca itvsia corte sob
a villas do supremo governo do paiz, e dos grandes
fuuccionarios, para prelendeiem fazer pastar neila
groase* voluntes de moeda falta !
O Sr. Sampaio Vianna .Foi apprehendida.e nao
o fui por denuncia.
O Sr. Brandan :He islo muilo louvavel, porque
prova urna boa listali O Sr. Sainpuio Vianya :Sim, e digo islo por
honra dos empregado*. (Apoiado*.'
O Sr. Brandan :O escndalo desenvulveu-se por
lal forma, que fortunas rolossaes iinprovissrain-se do
dia para a uoite, e qoe a popolacao indignada apnn-
lava os que linham emiquecidn por mel das re me-
a* da moeda-falsa qne haviam lecehido das dua*
prinripae* cidades de Portugal.
L'ma voz :Islo he verdade.
O Sr. Brandan :Foi naslas circnmslanria que a
convenci relebrou-sr, mas qual lem sirio o resul-
tado'' Os moedeiros falso* runlinuam na sua indus-
tria, e o governo pnrlugoez, e os nao tolera aberla-
menle, 10 menos nao desenvolve centra elle* toda a
energia que de aoa lealdade era de esperar.
As machinas empregadas em falsificar a nossa
moeda abundara tanto naquelle paiz, e particular-
mente na cidade do Porto, que al as priafte* p-
blici s.1o encentrad as, e por urna singular negligen-
cia da auloridade, ordinariamente acontece que os
implicados nesse abominavel crime *empre esrapam
as priqnizas da polica, como ain-la ha pooco lempo
aconleceu rom um nrsociant que alli verificnu-se
ser exportador de moeda-falsa para elle paiz I E,
senhores, nao ser urna desgraca para mi' ronlinuar-
mo a tolerar que attim se abuse da nossa pacien-
cia ;...
O Sr. Feroandes da Cunha :Aqai perdo*.-*e
ap maior traficante potaivel, a om homem ron-
demnailo a gales perpeloas. Ilei de tratar desta
qoestao.
0 Sr. Brandao Nao dever o imsso enverno lo-
mar ao serio esta negocio empregar os meios mais
decisivo*, para que o de Portugal, em ruinprimento
do* ajosle* qoe celebrara, fara acabar rom esaa etu-
perlacn criminosa qoe constantemente se renov 00
tea territorio em detrimento da boa le a dos inleres-
se* desle imperio':....
O Sr. Sergio de Macedo di am aparte.
O Sr. Brandao : De que data '.'
O Sr. Sergio de .Macedo :Nao me lemhro da dala,
ma* foi posteriormente convenci.
O Sr. Brandao :... na verdade, me parece ssr
este um dos primeiros devere rio actual gabinete.
O governo porlugutz compromelteu-te a promover
a reforma de sua legislarlo penal, pora melhormcnle
poder comprir a convengo de que tenho fallado ;
mas resta saber se o corpo legislativo daquelle paiz
annuira a esta reforma.
O Sr. Sergio de Macedo :Creio qoe *im.
" O Sr. Brandao :-O relatorio do nobre mini-lro
nao diz i*lo ; ap.nas nelle se eneontram a eguin-
(e palavra : a O ministro da juslica de Portugal
propoz commistao de legislaran da cmara eleniva
orna reforma np cdigo penal tendente a melhor ga-
rantir o castigo .dos fala ficadores da moeda. a E na-
da ni.iis acreicenta, de maneira que nao sabemos se
as cmaras portuguesas admilliram a idea, 00 se ella
ficno apenas em projeeto.
O Sr. ergio de Macario :A minha persoasSo be
que admilliram ; mas nao posso dizer aqu seno
que o nosso minislro em Portugal he muilo zelnso.
(Apoiadus.)
O Sr. Brandan :Nao ponlio em duvida isto, nein
he essa a quesiae....
OSr.S e Alboquerqoe:O nosto digno minis-
lro em Portugal lem frito minio importantes servi-
rlos acerca desle assumplo, e o governo impelalos
tem reconhecido de um modo muito diliuclo.
O Sr. llego Barros e outros :Apoiado.
O Sr. Brandan :Nao etlou acensando ao insto
mini-tro em Lisboa....
O Sr. Sergio de Macedo :Elle lem empregado
lodos 08 e-orens. e o governo pottuguez lem mos-
trado as melhoret disposic,es.
O Sr. Brandan :.... o que procuro saber he em
que p te ach* esse negocio, e ao mesmo lem-
po chamar sobre elle a atiendan do gabinete im-
perial.
Da Potlngal, senhorrs, viramos no'scsantep;H'a-
dos ; porem cumpre nnwr que de cerlo lempo a esta
parle he daquelle paiz que us leem viudo os moe-
deiros falsos, os africanistas, e oulres industriosos
do mesmo (enero, se bem que a par deslea alguns
hornees di-linrl -s. e dignes de teda notsa considera-
cao lenham igualmente procurado a nossa hospiUli-
dade.
O Sr. Sergio de Macedo : Tambera nos vem Ira-
baihadores.
O Sr. Brandao :Conrluiudu pois as minhas ob-
ervaries inhre esl ponto, pedirei ao nobie iniuia-
Iro dos negonn, eslranur iros que lome a paito fazer
com que os justes celebrado* com o governo pollu-
guet sejam nina rlidade, alim ele que cesse a abo-
mitavel ciime ele falihc.icao de uossa moeda, da
qual lanos malas leem resuliado au ple ,., geral
i foi untas privadas em particular.
Paeaaiei a olTerecer oulr.-s consd-rares relativas
a eoiiieafiies ele cnsules para certa* localidades, a
1 obre (le assumplo lambem chamo a alinelo'de
itolado, nao enrenlrava quem o prolegesse ; as soa*
inceisantes provocase>s lerao o deviso premio.
(Anotados.}
He provavel qne Ola esleja mui longe o ca*us
helli, ) porque esse homem, sordo A juslira que nos
assisle, cada dia te vai tornando mai* inlralavd ;
por isso ronvm que o governo, procedeiirlo rom
firmeza, lenha isto minio em valas apoiadus .
principalmente porque he sabido que Lpez prepa-
ra-se, 00 ja est preparado, para nos chamar ao
cmbale. Seja porem romo for, o governo deve con-
fiar no< sr n le- recursos do nrs*o paiz (muitoa anota-
dos), e prepara-los para qualquer evenlualidade.
Se ainda he lempo de negociar, neeoce, mas lenio
sempre consciencia de sua forja, (apolados) e dos
malos de que o Brasil dl'pSl psra chamar a' ordem o
presidente Lpez. Apoiado*.
Proceda pois o guverno como deve, rolloque-se
na altura que Ihe compete, e ronle que para sus-
tentar 01 direilns, a honra e rtignidade do Brasil
achar-te-ha rodeado ra cmara dns depulados. e ler*
em aeu auxilio o leal concurso de toda a naci bra-
sileira.
Votes :Muilo bem. muilo bem !
O Sr. Viiconde de Maraucuape. [min's'rn dos ne-
gocies eslrangeiro-1:Sr. presidente, nao foi evada
a 11for111.1r.lo que deram au nobre rieputario a ret-
peilo do proco lmenlo rio commissario do Eslado
Orienlal, encarregado da demarrarao d limile. en-
tre o llraail e aquella repblica. O commissario
orienlal lev de retirar se para o Estado (nenlal
por motivo! que Ihe erara parlirulares ; maa (em
ronstaiilemenle sssignado as acias dos limites a' pro-
porrao i|u- estes teein sido demarcados. Nenhum
ronfliclo lem havido entre elle e o nnssn commitsa-
rio ; o iinicn cnnllicto qne all se deu foi entre a au-
loridades do imperio na frontera c as do Estado
Orienlal, por occasiao ds se assenlarem algn*
marro.
Os Irabalhos da demarcarlo n&O lem lido inter-
rnprao, mas n.lo foram ainda coeluides, porque
na viagem ile i.'n..ralum ha urna porfe de lerrilo-
ria que exiae mais algiint exames, feilcs os quae* te
lavrara' a acia geral da demarraeao.
A reapeilo da divida eontrahldl pelo Estado
Orienlal para rom o Brasil, nao se pode considerar
intriramente liquidada. Anida lia pendente* algu-
ma* rerlamarrs de subditos brasileiro ; o governo
imperial insta pe solujii deesas reclainaroet. e eo
mesm^ ja tenho dirigido aobr este assumplo algn,
despachos ao nossa eucarregado de negocios naquella
republira.
Quanlo aos runlratot de canlrres, que sa dizem
feilos em Paris pelo ronsol do imperio em denova,
nenhum ronliecimenlo tenho de semelhantes ibu-
sos. lie n pela minha repartirlo foi n eonaul encar-
regado de faze-lo*. H possivel porem que alguma*
recommendares recehesae do governo imperial pa-
ra proteger, como he costme, as eonveurfte parti-
culares de suhdilot do imperio com subditos eslran-
geiros.
Nido nada ha de deairoto para os nessos conso-
lare*. Apoiado*. ) Eslis empregados rnmpre sen de-
ver prolegendo;ot inleresses dos subditos da saa na-
^ao
Nao sei se o consol do (ienova se autenlou da-
quella cidade ; se o fez nao leve para isso licenca do
do governo.
O Sr. Brandao ; Ser bom averiguar isto.
O Sr. Ministro dos Negocios Eslrangeiros : fin-
ir observarlo fez onobiu depulado acerca dos em-
pregados qu temos em Portugal para
ment* que ii"S sejam nreesaarios.
que pela minha repartiere nflo te faz despera algu-
ma rom laes empregados.
O Sr. 1". Oclavianno : Faz-se pela do imperio
c com minio proveilo.
O Sr. Ministro dos Negocios Eslrangeiros : Essa
despeza he feila pela repartii-ao do imperio, e em-
pregado em temelbanle commis-ao o Sr. Gonr.ilves
Dia*.
Nao posto retpnndor a outra observacAo do nobr
il'pulidn, porque versa sobre COOIIS pasudas ha lan-
o lempo, que seria fra de proposito dar hoje esrla-
mar a necessarias providencia*.
.1 proposito ja /ue /allamoi ni Cabanga.lia-1
formam-uo que esle lujar em oer.mao de mai
vivas se lorna urna compl'la liba, resultando desse
inconveniente licarnn o< Inbitures privados de lo-
dos os recursos. Informara -nos mais, que evislinde
ha al.nrn lempo, naqoelle logar ama capella soii
invocarao de Nossa scuhora das Dores, ja foi ell<
demolida pela ninu.lar.au das mares,o antes pela fal
la de um caes, que a garants-. E par ajas poia
nao succe la oulro lauto as casos, qu alli evi-lem,
pedim s a quem roiii, elir para que se tome a juma
providencia para evitar o mil de que se reseule o*
moraaores daquelle lugar.
('"nselhu.Aceos. Iliames ao Sr. P... que faca ar-
r. .ai a seu fillio des-e hilhar aou-le nos consta estar
cavan lo a tus ruina, e cujas con* quencias serao
sem cluvil. hem lerriveia a elle, e bem sensiveis ao
Sr. Nao despreze o nosso rouselho que elle nao he
destituido de fundamento, pelo qoe no* cnntla nao
se expiraba a qu a polica inlervsnha em negocios,
que em suas unios e*i remediar.
Motete e rasa' de patio,Chamamos a allenrao
do* Srs. fiscaes en nicsino da hvgiene publica, *o-
bre cses hotei e caas de pasto'qae por ah eiiitem
afim de teslemunbarem as porcanas que se dao, em
alguna e que nao po lira deixar de ser nociva a sa-
lubiidade publica.
.tbuto, c liifraeriits dat po'turat mnnicipae<.
Consla-1101 que no becce d'A-sumpi;ao continua a
vender-se escandalosamente garepa picada commn-
mfetta infracrlo das posturas muuicipaes. Nao po-
demos deivar de chamar a allenrao do Sr. fical de
S. Jo- p ra essa parle de ios freguezia.que tamhem
deve inierenar-lbe, dando as providencia que estao
jo sen alcauc-, certo de que se desprezar o nosso
aviso, nns recorremos a lllni. cmara, que sem du-
vida nao limara' ue allender-nos.
.oco tnethothd de fazer viagem com pouco tli-
nheiro,Consta-nos que un snjeil 1 altugara na ca-
vailenc.i do Sr. Paulino, um ravallo para passeio e
largara-se para in 1 ain.i. O miu de fazer viagem
com pouco ri-nlitiro nSo he dos peiures, e ainda as-
sim o Sr. Paulino nao te deve queixar,porque muilo
peior fot a peca qne alguem pregou ao cocheiro, que
fui buscar o Sr. Silva no Poco, ou anles que foi con-
duzr a es-e que fez viagem de carro sem g.slar di-
nlieiro.
Traeos mudot.Me um clamor geral a falla de
trocos 11.ni ios que te experimenta no mercado, e
cada vez as rousas vjo tomando peior carcter, a
pontos de te ler dinliriro e nao se poder comprar por
falla de Irorns.
('afmenlos, Diverso* foram os easamenlos que
tiveram lugar oa imite do dia 5 do correnl*. Dos
o* lade bem, e sejam lao felzes quanlo Ihe* dese-
jamos.
Fe'ta de Sossa Senhora da l'enlia. Te ve lugar
lenle 1. li de crrenle, 110 llo-pirio da Peoha a fesla
da Senbora do inesino nenie. O mo he sabido, foi
ella muilo pomposa e concorrida, nflo deixanilo nada
a detejar. O templo esteve maguilicamenl ornado
e iHuininailo. A musir da fasta e-t- ve soberlia, e
bem desempenhada. O sermAo pregado pelo mui il-
lusirado Fr. Caelano da Troynna, aallifei rompl'la-
ltenle a expecta(So dos ouvinlrs em que se devisava
o mai* profundo lespiilo e arenca Finalinente
fui aquille acto um ilos mais brilbaotfl qu"e e apre-
senloo naqu-lle templo, mi obatanle ser lAo pulir
romo he. Pela priioeira vez servio a raul* que S.
M. o imperador dos Francezes ofleilara a aquelles
Missimiarios Cipuchinhos, e em verdad he aquella
pe;a um.i das mais ricas e do melhor goslo que lem
apparec do. O Sr. Fr. Caelano de Messina, dolado
des-e genio allavel e condiscendenle que o cararle-
ri*n, remulleren.lo os dejesos que havia em se ver a
Catla, para rujo lira um grande numero de p-ssoa*
esperou que lermlnatse a resta, nlo duvidou expo-la
na sarrislia -en le foi admirada.
Ao lermin.irmos a nosa narraran, nao podemos
deixar de I ravar o zelo e lauta dedicarlo de l.lo res-
peitavei* rapuchinhos, a quem Iribulamos o mais su-
bido repPito e venerai.ao.
Coa dos expostos. Teve logar lambem no di (i
do rorrcnle a visita da casa do exposlos por occasiao
da Testa da Padroeira daquelle (stabelecimenlo
Grande foi o numero de pessoesqne allluirsm para
aqueile lugar, ornas para cuntemplsrem a caridade
com que sao tratados aquelles que pelo desamor de
eu* pas para alli sao mandados, e nutro* sement
por mero passalempo. O aclo esleve bom, e ludo
com decencia, e nao era de etperar oolra cou*a do
telo da illuslritsims administradlo, que incantavel
se ba mostrado no comprmeme do eu dever.
Em lodos os paizes os pas de familia dvem ex-
ercer urna severa vigilancia sobre suas filhas.alim de
que as criada* as 11,1 o sedozam para lins irregulares;
no Brasil porem, esta vigilancia deve ser illimilada,
porque lodo escravo he um complexo de pchelo,
ja pela falla de educarAo, ja pela relaxado em que
vivem, c i 1 fin.- luiente porque lAo leudo re pul .i;a 1 a
perder, o insis que Ihes pode acontecer he mudar de
eiili.tr, no ei lanin que lodo o luiro Ibes serve ; por
tanto nao cesaremos de rrrommendar aot pas de
familia que redobrem a vigilancia, principiando na
ida e folla da escola, pnrquauto tul.,- os dias recebe-
mos denuncias de malversantes nesse Irajectoa
O annivert.irio de nosa emanciparan poltica
a colher docu- foi festejado na forma docoslume, cem msicas pelas
l'ossi efllrmar ras na vespera, ao raiar do dia,, e ao por do sol.
Salvaram as fortalezas o navios de guaira, conser-
vando-so emhandeirados ambos e lodo* o* navios
mercantes sorlos no porto, lina brigada da guarda
u.icional, e um parque de arlilharia de I.1 linha lea
as continencia- do eslyln, *eguiudo-se o cortejo ao
busto de S. M. I. .V noile hoove Ihealro, o qual
foi muito roncorrilo.
No dia (i do renle receheu o remilerio pu-
blico os resloa mortacs rio Sr. Francisco Cavalcanli
de Mello, que por 3 legislatura exarceu o cargo de
juiz de paz da freguezia de S. Fr. Pedro C-oncalves
casa terrea, arrendada por TGc, impor-
tancia da iiecinia........
dem 36. Mua da Cunha Torre, urna
ca.a terrea, arrendeda per 1683, impor-
lanrii da deruna
dem 38. llan.nni d'a Conha Texeira e
Bernardo da l.uu! a Teixera, am sobra-
do com onia leja e ,,, andar, arrendado
ludo por S;;, importancia da ocrima .
dem 10. llerdeiros de Joaquirn Kibeiro
Ponte*, uin sobrado com urna Inia e dous
andares, arrendado ludo |tor i8c, im-
puilancia da d-cima.......
dem \2.Viuva e lierdeiros de Paulo l'e-
reira Sime, um sobrado com urna leja
e deu aiilaie, arrendado ludo pin HO'i-,
impuilancia da decima ......
dem 1. lierdeiros de Antonio Joaquirn
itodrigues, um sobrado rom urna loje e
um andar, arrendado ludn por 24UQ, im-
portancia da decima........
dem 3. Francisco Cesirio Braoco, orna
casa Ierre, arreudada por i2j, impor-
lanria da decima........
dem 5. Herdeiro* de Antonio Doarte
Ferraba Velloso e Juanea Francisca da
Salles, orna casa terrea arrendada por
96J, impurlancia da dcima.....
dem 7. Irmandade do lio-ario, am so-
brado com urna loja e duus andares, ar-
rendado ludo por 4f, importancia da
decima. .........
dem 9.Joaqoim Frauci-co de Azevedo,
um sobrado com urna loja e dou anda-
res, arrendado ludo por 360;, importan-
cia da dcima.......- .
dem II. Thomaz de Aquiua Fenseca,
una ca*a terrea, arrsnoada porW/, im-
portancia da dcima .......
dem 13. Herdeiro* da Jo.i 1 Lope* de
Oliveira, um sobrado com urna loja e
deu* andar*, arrendado ludo p r :iiiH-,
importancia da derima
rnmlrurran projeetada fose para ale um edificio par- I dem 15. Mannoel Firueiroa d" Faria,
icular elle iigo diivl lari- opper-se a ella, ma
de para a casa do Dos viv-, noi s- atrev 1 a lano,
e p-rsoadla se que a remara pensarla un mesm > mu-
ri, ltenla a nece*aldada que a- mrej lem de re-
1nell1.11 le enmmodes e serventa, e qee como julga-
va qu-o corredor projecladu tend 13 palme em
vez de 15 nao deixaria iie prestar o erviro a que he
destinado, achava ronvenienle qu" li-ase a roa ao
meiies cum 3 palmos em todo o c.tmpnraento.A
cmara nlo ronce leu a llcenfa por ollender a planta
approvada.
Oulro do conlador rrquisitando livro* para a es-
criplurarao .1 seu cargo un anno muniripal prximo
futuro de 1857 a .1858.0o* procurador forne-
ce=e.
Oulro do administrador dn remilerio, pedndn
detse 0 cmara or.leni ao procurador para nao dar
guias para inhumante* em catacumbas da irmanda-
des do Senhor IVra .lesu* da* Dore* e rio- Senhnr
Bom Jess da Via Sacra, visto as nlo lerem aimj*
edificado.Que se experiisse ordem ueste sent lo ao
procurador.
Oulro do memo, pedindo elevaaM a eamara a
mil ri* diarios os jornars dos servente* do r-n lerio
e das obras Ida respectiva rasas em ronstruriao,
visto nlo Ihe ser postivel acha-los a 900 r. Ele-
voo-* a conlar de hoje, e maudou-se commumear
ao |irocurador.
Oulro do vigario inlerinnda freguezia de Murihera
dizenrln nao ter o leu anteceter deixado arrolarneii.
lo nenhum por onde pndeite talitfazero pedido du-
la ciiia,,i de 13 de junho ullimo.- luleirada.
Oulro do fiscal do Kenle, informando que se po-
da conceder a JnAo Jos Bodrigue Men les a bren-
ca i,ue requer para abrir um vllelo 00 cara boa, pa-
ra rom fie lidade aterrar o seu alabado exilente na
directo do cae* do Apollo al a rna dos Goarara-
pes.Concedeu-s: rom a eondiflo d nao intercep-
tar o vallado o transito da ra do Brum, e de enlra-
pi-lo feilo qoe seja o aterramenlo.
Oulro do mesmo, nao se oppondo a que Jos .Mar-
ques dos Santos I < ;i a barraca que pretenrle em
Fora de Porta, nu oilao da igreja do Pilar, ao lado
da mat pequen, vislo ser a obra provisoria e o3o
offender as postura*.Concedeu-se.
Oolro do meimo, propondn nao t a demissilo do
gnari|a Francitro de Araojo Cablas Lima, por conti-
nuar a portar-te mal no rumprimento da suat obn-
gacet, e ser incapaz de corrercAo, como a aoa oh*- I |d,, 4.Herdeiros de Manoel mcaves
liluicau por Franniro Human.Aproveu-se urna e 1 Chave*, um casa terrea arrendada por
ouba coua, e man ou-se communirar a contadura.! 7,. importancia da decima,
Oulro do mesmo, tratan o da* cavallarira. exis- dem"(i.Irmandad. do Senhor'dos Pab-
lantes na sua freguezia, em resposta a ordem de-la
uin tobradu com dua toja* e dou* anda-
re, arrendado ludo por Ui-\ importan-
ria da deeima.........
I Jera 17.I rbauo Clui'piano Mainede de
Almeida, un: sobrade rom unta leja e
dous arelare- arrendado ludo pur 768,
imperl-nria da decima.......
Id-m 19.P.uhua liarla Baslos, um so-
brido com orna luja e um andar arren-
dado ludo p>.r 3409, importancia da d-
cima.............
dem _M.lierdeiros de Auna l.uiza Al-
ves, um tobradu com urna loja e um an-
dar arrendado ludo por -210}, importan-
cia da dcima..........
dem 23.Manoel Jos Pereira C-oiiralvet,
urna casa terrea arrendada por 81-3, im-
par lancia da dcima........
dem 25.Mari un. 1 Oorolhea Joaquina,
urna cata terrea arrendada por I63, im-
portancia da dcima........
dem 27.Irmandade do Senhor dos pas-
to, urna casa lerrea arrendada por 1203
imporlaucia da decima.......
dem 29.Mara Dorolhea Joaquina, urna
casa lerrea arrendada por 1203, impor-
tancia da dcimo.........
dem 31.Irmaudade das Almss do lleri-
fe, una casa terrea arrendada por 1203,
impurlancia da dcima.......
dem 33.Irmaudade das almas do Kecife,
um casa lerrea arrendada por 963, im-
po. lancia da decima.......
dem 33.Viuva de.Jos Diogo di Silva,
urna casa lerrea arrendada per 120/, im-
portancia da dcima........
dem 37.Herdeiro* de Jos Vital Ferrei-
ra, om sobrado rom uro loja a am an-
dar arrendado ludo por 261-3, imporlan-
lancia da decima.........
dem 39.Viuva de Jos Diogo da Silva,
um sobrado com riaas loja* e om andar
arrendado lado por 3369, importancia da
dcima............
Travesa da Senzala Nova.
Numero 2 Jo*e 1' reir, orna casa lerrea
arrendada por 72?, imporlaucia da dci-
ma.........
Ao* 2. Manoel, pardo, nascido a 2 de marco do
ItSRlO crreme auno.
dem.(ieooveva. parda, naiciada ha I mez.
dem.Clara, parda, nateida ha 1 aimn.
139120 dem.Mana, branca, nateida a 10 de abril do cor-
rele anno.
dem.Jlo, crioulo, naicido a 16 de maio do cor-
rente anno.
25-3560 dem.afolo, crioulo, nascido a 2(i de junho do cr-
reme anno.
dem.Luiz, crioulo, nascido a 3 de novembro de
18 1 i.
9 dem.Joao, braoco, nucido a 15 de juubo do cor-
rete anuo.
Ao* i.Francisca, branca, nsseida ba 3 da.
Aos 6. I ovina, crioula, eterava, nascida a 2 de inar-
Co di- 1851.
"''* "Leopoldino, branco, nateido a 29 di junho
do crlenle anno.
0 zVSll,an*' PMd'i escriva, nsicila ha 2 me-
dem.Domingo*, braoco, nateido no primeiro do
crreme ,nno.
3780 Aos I3.-Paula, branca, nasciJa a -S de abril do cor-
rente anno.
Ao*H""J,,ao' bn,lle*i "ci.loaU Je junho de
lo .
r>640 Aos 15.Kilippa, criooli, nstrda a 30 de Junho do
crrenle anno.
I dem. Affon*o, braneo, nascido no |. de maio dn
roirenle anuo.
405500 ; dem.Amelia, branca, nascid a 27 de jan.iro do
correule anno.
Aos 16.Julia, branca, nateida uo 1.- de oulubro
do correle anno.
32J100 dem.Joaquirn, branco, placido a 16 de junho do
crreme anno.i
Jdem. Americn, pardo, nacido ha 7 mezet.
8610 ; Iddm.Maria, branca, nateida a 3 de julho do cr-
rente anno.
; dem. Maria, branca, nsseida a 7 de Janeiro do
325100 dem.Maria, parda, natcile) 13 da irlembro do
auno prximo pa*ado.
Aos 21. Gabriel, pardo, eteravo, nascido a 21 de
abril do anno prximo pawarin.
370800 dem Antonio, branco, na-cido a 29 de maiu do
corrrnte auno.
Ideaa. Peiro, pirdo, escravo, nascido ha 3 me-
zes.
215810 j dem. Mara, parda, nateida ha 5 mezej.
dem.Elisa, branca, uaicida ha 18 mezes.
dem. Sabino, pardo, escravo, nascido ha 2 me-
I "'
2I56OO Ao 2i. Donata, parda, nascida a -l de junho do
anno prximo passado.
Aos 27.Mana, parda, nascida ha 2 mere/ meio.
MeinEmilio, branco, naieido a 22 de 1H17. Sanio
IH^IKIO Oleo.
Aos :ui._llenriquria, branca, nateida ha 1 me,
dem.Antonio, branro, nascido a 28 de oulubro ,lo
anno pastado. Sanio Oleo,
dem. Thereza, branca, nascida a 9 de ago*to do
anno passado.
dem.Loiz, branco. nascido a 20 do rorrele.
dem. Vicente, branco, nascido a 27 de julho da
1818.
)5800 demPriseilla, crioula, eserava, nateida a 8 de ju-
nho do correle anuo.
dem.Pedro, rrioolo, cerero, nascido lia 6 me-
IO58OO zes.
dem.Maria, crioula, eserava, nascida a 28 de maio
do correle anno.
IO58OO dem. Pompeo, branco, uncido a I de malo da
1851. Santo Oleo.

remenlo* a esle respello. O que poiso kfllrmar he 1 desla rdapa. liom e*po*o,hnm pai.e esrellrnl ami-
que acerca da* reclamares dn Brasil, quanlo a mo-
ed.i-falsa, o nosso minislro em Portugal lem feilo
quanlo cumpre a un bom funrcionartn para desem-
peiihar o seu dever. Apoiado. Nao posso nem
convem declarar quaes as medidas que se lem adop-
tado ou se devem adoptar, porque seria esse o meio
de advertir os moedeiro* falsos e de entinar-lites o
como te poderia sublrahir as medidas que lomar-
moe. (Apoiadus.,
Relativamente a ecos.i I de do agentes consula-
res err. Nauta, devo declarar que nao he molivo que
juslifique a ri carao de lae* legales o fado de haver
sido alh maltrado um Brasileiro ; lano mal quanlo
o nosso ministro no Peni' houve se a lal respeito
de mudo que loda* as tatisfarOe* foram dada* ao go-
verno imperial. Kaola he urna loralidade rom a
qual mniitemcs pouras relacoet commernaet ; nAo
vA i l ler senao algumas canoas e o vapor da com-
panhia rio Amazonas.
Se o Brasil hoovesse de ler agentes consulares era
lodos os pontot per onde passa um ,.o oolro rasilei-
rn. teria de eslabelere-los em toda a parle.
(tenlo aos aernles consulares na Turqua, o go-
verno se occuparA di,*o npporlunamenle.
Em referencia a queslaorom o Paragnav, slando
pendente, julgn prudente nao dar explicaroet tobr
ella. Apoiado,]
l.-se, apnia se, e enlra em discu*-ao a secuinle
emenda :
Ao S I. do arl. 1- Os amanuense* da secretaria
serAo contemplados na parlilha dos emolumen-
tos.Kodrigues dos Santo*.
O Sr. Minisl'o dos Negocios E'lrangeiros : \-
cilo esta emenda, porque me parece nzoavel e
justa.
Julga-se a materia snOicienlemenle disentida, e
posto a velo*, he approva 10 em todas at verbas o or-
famenlo, bem como a emenda.
Entrando em discittao o projeeto que designa pa-
ra rabera do segundo dislrirlo eleitnrat da provincia
do MaranMo a vida de S. Benlo, he approvado sem
go, o Sr Cavalcauti deivou ein piante urna familia
de ci co filho, dos quae* quatrn lio du seno f.mi-
ninn, e saurio-o om circule de amigo* que sahiam
preciar suas boas qoalidades A Ierra Ihe teja
leve.
Hospital de caridade.No dia 5 do crtenle ex-
itliam 22 homeut, e 29 mullures tratarlos pela cari-
dade, 13 homens e 17 mulheresque paga a caa, e8
pr.ic is do corpo de polica. ToUl 91 doeutes.
Al amanlia.
CMARA MUNICIPAL DORECIFE.
SESSAOEXTRAORDINARIA DE 12DE AGOSTO
DE 18.57.
Preiidenca do Sr. llego c llbugueri/ue.
Prsenle. os Srs. Barata. .Mello, Pinto, (araeiro
e Oliveira, ahriu-se a SOSSln.
l'oi lido n secuinle expnliellle
Um oflirio rio Evm. vica-presldenle da provincia,
declarando em re*posla ao desta rainara de 22 de
julho ultimo, a quearompauhou urna repreientarao
de diversos moradores da ra Imperial, pedindo
providencias, que fzetsem crssar o inconvanienles,
_uezia, em resposta a
cmara, a que acompanhou por rupia o ollieio da
commiitAode hvgiene tohre os metmos eslabeleci-
merilo.A commissao rlc polica.
Oelro do mesmo, dizendo que na daoccorreu de
extraordinario na freguezia, na semana ultima, a que
as mollas era que eons dora taeoraoa diverso* infrac-
tores, imprtaram era 33*3.& arcltivo.
Oulro '2. do liscal deS. Jos, no mesnios termo-,
rom poura dlflerenea.O rtesmo detlino.
Oulro de mesuio, iiiformand que u ugar na ra
de Sauta Una. em que pielende Manoel Monleiro
Braga eslalulecer podara, nAo esta designado pata
ese lim.Nao se conredeu licenca.
Oolro do mesmo, informando que a ull ima rasa da
ra da Concordia, cejo uitao delta para a travesa de
Monlelr.....a qual .rolen.lo Benlo Jos' de Miranda
etUbelecer nadara, nAu tica no tusar destinado pelas
posturas paiu collucacAo de laes e-tabecleimenlus.
ludeferido.
Oulro do mesmo, iiilormandu ser verdade o que
allega Antonio Tavare* Ferreira em na petir-jto, pa-
ree-.ndo-lhe estaro peticionario no caso de obler a
licenca que peda para levantar um andar tobre a
sua casa lenta da ruada Piaia.Coucedeu-se li-
cenra.
Oulro do mesmo, informan lo que o lugar em que
pretende Claudio Duheux edificar casa para vender
plvora na ra Imperial, nAo esta' designado para
iso.Oue vullasse a pelicao ao fiscal para declaiar
a que distancia lica o lagar em que se quer constru-
ir a rasa do edificio qoe Ihe esla' mais pioximo.
Oulro de Heiuique Jorge de Bnto e Araujo, re-
nunciando o logar ,-f liscal tupplenle da freguezia
de freguezia de S. Josa', para o qoal fui nomeudo.
luleirada.
Logo qoe se fez a leilura de-te cilicio, o Sr. Mello
mandou a mesa o seguinle reqoerimeuto, resulveo-
do a cmara que a volacAo fosse por escrutinio :
a Visto nao ler aceitado o lugar de supplenle de
S. .1 i-e' o nomeadn por esta cmara, proponho o ci-
dadao Manoel de Almeida Lima.Mello.
Prucedeudo-se a votaran, saturare com tre
votos cada um, Manoel de Almeida Lima e Jos' de
Carvalho Rap so, a como se de*e empala nos votos
o Sr. prsele ule ilesemp.ilen a favor do primeiro.
A' reqiierimenlo do Sr. Barata resolteu se que se
oovitse a commissao de hvgiene a cerca da ulilida-
d da agua frrea da fone do Casanga'.
Autorisou-se ao administrador do cemileriro a
mandar reparar a frente da muralha do mesmo es-
(ahelecimuto.
Patn approvado* dou pareceres da commitsAo
de polica, n.lo se oppondo ao pagamento da deape-
za requerida pelo cidadao Manoel Fi.ueiroa de Fa-
ria, em visla da rasposta deste, nem ao de rustas jo-
diciae musanles da conla que apresenloo o solici-
ta tur Jos* Cnelho da Silva e Araujo.
Man leu -o remellrr a comro.iss.Vi de polica a pro-
pusla que fez a' cmara o franrez Osear Detliheux,
para I ie a I mpeza do matadouro, medanle rerla*
-on lrOes ; e de peti{es, o requerimento de D.
Mana do Carmo Itibeiro Mavignicr, viuva do Dr.
Simplicio Antonio Mavienier, pedindo Ihe concedes-
se a cmara terreno gratuito no remilerio pora cons-
truir om mnnumenl.1 em qae sejam enmervados os
resto* morlaes de su marido, visto suas cirrumstan-
ria* nAo Ihejoer miltirem fazer a despeza com a com-
pra do terreno.
Despacharam-te as pelices de Antonio Jote' Pe-
reia Ba-to, Amorim, Faria, Guerra AC, Benlo
Jos' de Miranda, Barttiolomeu Francisco de Souia,
Carlos Frederico de Souxa Pinto, Claudio Dulieox,
B Companhia em fornenmrnlo de carne* verdes, 1).
Emilia Constancia de Moraes Ferreira i Franre-
litie America de Albuquerque t Mello, herdcirm de
Jos' llenriques da Silva, Jos' Feliciano Porlell,
Jo.ni Thomaz Pereira, JeAo Jos' do Kegn, Dr. JoAo
Nepomuceno Da Feniaude, Juse'liuiiralves Fer-
reira Costa, Jos' Francisco do Bosano, Manuel Fi-
gueirua de Faria, Manuel Gonealvaa Pereira, Ma-
nuel Anlonio tj nralve*, Manuel (jonealvesda Silva,
1 Manuel l'air.lj do Nascimenlo, Manoel Mon-
leiro Braga, Tiburcio Valeriano Baplisla, Thninaria
Maria Rodrigeos, viuva de Francisco Jote' Rodri-
gues, e Icvanlou-se a Masito.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secrelaro e eterevi.
Frene.P. P.Vianna.Barata ue Almeida.
Melle.Pinto.Oliveira.Gameiro.
CONSULADO PKOVINCl.VA.
. priin i> l,-ni nte aqueile.
quo lenham por lint etelarecer as queslcs pendeo- S. Evr.
le sobre limites, e outrat que por ventura hajam de j O anno p-sado deu-se no lerritorio do Per uma
apparerer. deploravel oceurrencia, em que Iri-lemeitle figurara
Peraunto lato, porque me informaran, que es'es um f'dadao brasileiro de nome Tapajoz. lato moli-
empre; i ios alli eiislem de.de a poca da Indepen- I '"" am requerimento que eu fie ne-la casa pedindo
delicia, tem que lenham tatisfacloriamenle rumpri- infonnarOes sobra este ficln, de que reullaram re-
do a na mis-Ao, tanto qoe qoaurio ulliinamenle se
lralo da quesia.t do Ovapock.o noaso enviado achou- '''" l"' '>er"
N em tena* difflruldidr |u>r nAo ler conherimeiiln Cunto b saLido Tapajoz fra publicamente aroo-
de cerlos documento* que airHiam nos archivo* de lado em Nauta per ordem do rommandante militar
Lisboa, e dn -,0 >e< aquelles empregados nenliuin. peruano de neme S lisbango, o qual |i,er acor-
niilicia, haviam dauo ae (averno imperial, Sendo que nnl.ir a arrasiar pelas roas, reinellenil..-o por nlli-
para obler oolrns o memo no.,,, enviado prevale- mo ne es|a,l ,., commaiidante do ferie T.hilinga
cera -ti dos bons cilicios de alguna cavalleiros por- I que fica na fronMra do imperio.
que e-i.io soflreudn |tela e-i.ignac.ut d'sgoos pluviaes ,
e do mar na* excaaares feilu para a* obras da es-i Laiirnmentocla Irei'uczia de S. Fr. Pedro
lrad.de ferro, qu. o'engenheiro emch.f. dame,-! (ncalves para O imposto da decima,
ma estrada, rom quem e-le respeito se entender
o rnuenheiro dn govene, atsegorou que se manda-
riam fazer as obras neressatiai para e*gol.i d'aqnel-
I** aguas, sbrndo-te riuas patageu* para o mar,
um. entre o matadouro e a ponte dis Afogados.e
outra ao lado da Cinco Ponas, alem das duas j
existente*.luleirada.
L'ma pelirAovinda do governo da provincia para
er informad de Claudio Dubeaux, pedindo uma
! rxreprao a seo lavor ua exerur.lo da postura de 7
de agosto de 1855, que eslahelere a* condires com
j qu devem *er (eitas as cavalharica al que se reu-
j na a -sembla proviucial. A commissao de po-
lica
lehaip. e igualmente o que concede lavores a e*lra-! Oolro, lambem vindoda presidencia, de Jo-6
dadefeirode Pcniamhuro.
(I Sr. Silvinu Cavalcanli pede^dispensi de inlers-
licie para que o proj-ctn sobre favores a estrada de
Ierro de Peanambueo,'entre amaulia* em tereera
dtaeueslo.
A cmara ronsenle.
Enlra em segunda diirussao o proiecto que aulo-
ri-a e goveino a aposentar os emjuegados da cma-
ra ii.uiiicip.il de lim de Jane re.
Voies : Votos volm.
I.eeui-se e aputsm-se a* seiiuinle* eraen tas :
u Ao arl. I. -iipiirim .in-ie as palavias : por pro-
posla desla ; no lim do artigo, em vez deas dispo-
si^es de cap. 3" lit. 'r, ele. diga-se : a* diapusic/tes
ito pe-lo lanrador do consulado
vincial Joo Pedro de Jess da .Mal-
ta, de conl'oimidade com a portara
do Sr. aduiinisttadcr da mesa do consu-
lado provincial a 11 de agosto do cor-
rente anuo.
Coiilinuai'w.,
Itua da Seoiela Nova.
Numero 21).Bernardo de Almeida Ferrei-
la e Antonio Kilteiro l-crnaride*. uma
rasa terrea, arrendada por ISDf, impor-
tancia da dcima
rrancitee Pereira da Silva, pedindo ao governo da : dem i. Miguel Augusto de Oliveira,
amare do caverna imnerial i,.r..._.i,.. >.v" -i..... cu-, mas-so utap.-si^tr poeo.s-i- o se oiuciasse ao I
si., Pon 1e foram alten Jl-,em vigor para apose.....doria do, empregado* do de A.nerim, paia nao co.,1
Ihesnurii publico nacional.llenriques.
o Ao paragrapho nico As gralilicacae* licariln
le-le ja convertida* em ordenadus, e e-tetenlrarao
no ureamenlo da deipezadarefnJa cmara.Man-
rique, tt
i Em vez depor proprsla desta*. diga-se : i,l-
vida a referida cunara.Coila Pinto, a
provincia fue a ranura cumplir o despicho do
mismo governo, que rnandava altenrier ao peticio-
nario quanto a obra que rolen,le fazr na frente
posterior do seu sobrado da ra da Cadeia dista fre-
guezia de Sanio Antonio. A commissao de edifi-
cantes.
l'm ollieio do Dr. Jo-e Bernardo Calvan Alcofo-
railo, participando que se achava pruraplo para con-
tinuar a exerrer o ollieio de advogado dttla cmara,
por ter cessado o impedimento que u ohrigou a so-
lirilar a licene* quelite foi concedida agradecen-
do a benevolencia com que foi Iralado.(jos se res
pandes** e teoflciaste ao Dr. Jos dos Anjos Vieira
inejar no evercicio iule-
nno de advoeailo, agraderendo se os iervir,os que
pre-lou durante o lempo que servio.
Oulro do engenheiro rordeador, direndo que ve-
rificara a exaciiilan do eorrieacJIo que obleve Fran-
cisco Pereira da Silva Sanio, paia edificar na tra-
vesa da Concordia, ma* que ob-ervava que em lu-
gar de construir elle 155 palmo* de moro, como re-
uma casa lerrea, airen la le por IKOj, im-
porlaucia da dcima.......
Idee. _'.Pedro Beierra ne Saoaa Katlrla
Araujo Pereira, urna casa lerrea, arren-
dado por T2>, importancia da decima. .
dem 2(i. Manoel Joaquirn da Silva, uma
casa lerrea, ai rendada p;r 111?, impor-
tancia da deeima........
dem 28.Irmandade do Rotarle do R*r.
fe, una casa terrea, arrendada por ll?,
importancia da decima......
dem 30.lleideins de Antonio Teixrira
Lope Jnior e lierdeiros de Thomaz
Dias Sonto, uin sobrado com uma leja e
um audr e um oulro no funda da roa
lo Apollo n. 33, arrendado ludo por
lltldO impurlancia da dcima.....
dem :I2. Amonio Fernandes v.ll ,
Umeeaaa lene, anendadi por 1C88. im-
purlancia ua decima........
dem 31.Bernardo Ileni que Luna, uma
so*, orna raa larrea arrendada por 7*),
imporlanria da dcima.......
dem rt.Jo- Pereira, uma c*a Ierre ar-
rendada por litio, importancia da dcima,
dem 1(1.Jos de Araojo Pinheiro, uma
ca*a lerrea arrendada por 72?, impor-
laucia da derima........
dem 1*2.Manoel Jo- da Silva, Antonio
Jos lie in.ues de Souza uma caa ter-
rea arrendada por 8i~, impurlancia da
derima............
dem 11.Maiia Justina, uma casa ter-
rea arrendada pur 81?, importancia da
dcima............
dem fi.Viuva de Jos dds Neves Boa-
ventura, um casa lerrea arrendada ludo
por 600. importancia da dcima. .
dem IS.Pedro Uezerra de Sooza Bel-
Irao Araujo Perrii, uma cata lerrea r-
rendada por 609, importancia da dcima.
Id ni 21).lierdeiros de Joaqoim dot San-
ios Ferreira, uma essa lerrea arreudada
por 72?, Imprtemela da dcima. .
Id-m 22.Pedro Bezrrra de Sooza Oeltro
Araoj i Pereira, uma rass lerrea arrenda-
do por 7'20. imporlancis da decima. .
dem 21.O mesmo, urna casa lerrea ar-
rendada jtor 720, importancia da decima
dem 26.llotilital de caridad, uma rasa
terrea. ..........
dem 2MPedro Bezerra de Souza Deliran
Araujo Pereira, um casa lerrea arren-
dada por 720, imporlaucia da deeima, .
dem 3(1Hospital de Caridade, orna easa
terrea ........... #
dem 1Irmandade do Sanlisaimo Sacra-
mento do Kecife, una casa lerrea'arren-
dad por 720, importancia da deeima. .
Hem 3Joanna Maria da S le,lade, orna
casa lerrea arrendada por 84j>, impor-
tancia d% decima.........
dem 5llana li rolliea Joaquina, uma
casa lerrea arrendada por 84, impor-
tancia da decima.........
dem 7Joaquina M ni. un l.uedet, uma
caa lerrea arrendada por 729, importan-
cia da dcima..........
Travs** da Sanzalla-Nnva.
Numero 8Benlo Fernandes dos Passos,
uma casa lerrea arrendada por (JOS, im-
porlaucia da decima........
dem 11Joaquirn Anlonio da Svcira,
uma casa lerrea arrendada por 81?, im-
porlaucia da decima........
Becco dn Tocolomh.
Numero 2Joaquina Maria da Conceir-lo,
orna rasa terrea oerupada pela mesina,
avaiaria em (i(lo, importancia da de-
cim..............
dem 4 Vicente Ferreira Nepomuceno,
uma caa lerrea arrendada por tjOJ, im-
poilanria da decima..... .
dem (ilierdeiros de Manoel (,encalve
Chave, uma casa lerrea arrendada por
7S?, imp rlanria da decima. ....
dem 1Viuva de Anlunio Domingoes
Ferreira, ama casa lerrea arreudada
por 7-*-.. importancia da dcima. .
dem 11Manuel Francisco Pinto, orna ca-
si lerrea arrendada por 72;, imporlan-
ria da decima..........
dem 5Viuva de Joao Vaz de Oliveira,
uma raa errea arrendada por 72}, im-
portancia dadecima........
Becco das Mindinhas.
Numero Mananta Dorolhea Joaquina,
uma casa lerrea arreudada per 72?, im-
porlanria da decima.......
dem 1Manoel Marlin* de Carvalho, uma
casa lerrea arrendad por 72, importan-
cia da dcima........ .
dem (i Mariauna Dorolhea Joaquina,
uma rasa lerrea arrendada por 725, im-
porlanria da derima........
dem 8lierdeiros de Maria Francisca de
Almeida, um sobrado com orna loja e
rios atirieras, arrendado ludo 27(io, im-
portancia da decima........
dem 10Irmandale de Nossa Ssotiora do
Amparo, um sobrado com ama loja e
doos and) res, arrendado lodo por 1689,
importancia da dcima.......
dem 12Dr. Joe loaquim de Souza, uma
rasa lerrea arrendada por 72?, impor-
lanria di decima....... .
PL|J_ dem I limndade da* Alma* do llecife,
uin sobrado com uma loja e um andar,
arrendado lodo por 210-?, imporlincia da
decima............
dem 3Jos Antonio Lopes, uma cata
Ierre arrenpada por 810, importancia
da derima..........
dem 5Jo' Anlonio Lope*, uma cata
lerrea arrendada pnr 720i itnpnrlaucia da
derima.......' .
dem 7Jos Antonio Lopes, uma cata
lerrea ariendada por (i?, importancia
da derru...........
dem 0Viuva do Jos Diogo da Silva!
om caa lerrea arrendada por filis, im-
portancia da decima.....
Hem IIViuva de Jos Diogo da Silva,
um rasa lerrea arrendada pur (id?, im-
porlanria da derima........
dem 13Viuva de Jote Diogo da Silva,
uma cas* lerrea arrendada prrr (I?, im-
porlanria da decima.......
Llera 15Bernardo .vive Pinheiro Jnior,
una casa lerrea arrendada por (O?, im-
purlancia dt dcima.......
8)610
10?800
23-3760
30J21O
liOicO
6J ISO
0180
8J640
C.liSO
"5560
"5560
55101)
58*00
69480
6-0*80
65480
'
dem.Virgina, branca, nateida a 12 de setembrode
1855.
dem.Leopoldina, branca, nereida no 1.- de maio
do crreme.
dem.Domiugos, brinco, nateido a i do correle
anno.
Ao todo 46.
Preguen* deSaoto Anlonio de Kecife 31 de asa-
lo de 1857. *
O vinario,
Venancio Heoriqoe de He/ende.
I'roHOO
lli?2(K>
toiSO
l2.-u.00
5?4(lO
27;O0O
5; 20
1*moi a' vista josnaes do Rio e Baha qoe alcan-
cen) o primeras a I e os segundos a 5 do correle,
iranio pelo* vapores urdo oTorino hambor-
guez nieuioniaii, entrados honlam dos porto do
tul.
Em oolra parle encontrara) os leilores o qoe de
mais importante h( do Rio Oraode do Sol e Bue-
no- Av res.
A astemble geral foi prorogada al o dia 13 de
correule.
Foi nomeado presidente para a provincia do Pa- .
rana, o anual chele de polica da Baha Dr. Libe-
ralo de Malina, gando satwiiiuido oo lugar que oc-^
eupava pelo Dr. Juilimaiio B. Madoreira.
Igualmente foi nomeado pretidenle de S. Pedro
do Sul, o Sr. conselheiro Aogelo Mumz da Silva
Ferraz.
Corra que serien, uomea'os presidentes : da /
Alabeos o Dr. Jo.lo Pedro Dia Vieir, transferido
do Amazonas ; da Parahiba o Dr. Joaquirn Pire
Machado Porlella. .
Por decreto de 31 do pajiadp foi autoiitada a en -
corporaco do Banco Commercial Agrcola. *"
No da 29 do passado fui approvada na cmara a *
re lacean ila le do urunurnlu que deve vigorir no *
anno fuloru. ,
Foi sanecionada a lei qoa concede loteras a' nova
empreza lrica. ^
O decreto de 26do"pasado pelo ministerio da fa-
zenda, allerou os direilos do* egainle* gneros as
tirifas das alfandegas : rame ; cachimbos ; eaiii-'
nhos ; r.ilca'iu ; ceblas chapeos ; elimnalo*', co-
lomlhos ; eitanho ; (orno de mascar, 19800; gan-
gas, gndolas, fraques e palelot ele; obras papis
un,,resma eu lilliograpltados, brochado*, sm papel,
ou por eneademar, ou brochar, oa avol*o ; pera ;
ponmada ; laboado ; praochors oo cooroeiras de 5
at I pollegada, e 5 ra. porcada ,>,' potesaila eslr ;
lijlo de barro ; loalha ; trincos, ele. km outre
numero datemos o decreto referido.
_ Aa noticias de Minas chegam a 24 do pinado.
1'iiJe all ia em pleoa pai e Iraoquilidade. -
As dalas de S. Paula al 27 nada dJo daquella *'
provincia depeit da* uliimas alli lecebida*.
O presentes vapores troaierara-no*, pela primei-
ra vez, joman de Coyaba'. A provincia ficava em
completa paz tob a adroini,Iranio do vice-prasi-
denle.
A abertura da assembled provincial da Baha, le-
ve lugar no dia 1. do crranle.
A compauhia Predial Bahiana devia ser inslallada--
no rila 8. *
Nada ha mais digno de meiic.lo.
Sihrram para e-te porto :
Do do Kio, a 27, o palhabole uSobral.
Do da balito, a 3 do crranle, e barca Amelia. .
Chegaram, precdanles dote porlo, ao do Rio, a
27,a barca americana /.ogarrlla ; a 31 o brigoe
iAlmiranteo com 18 dias, e a sotDeca hesprahola
oMalhildett com 17.
.trli-vam-e a carga : *
No Kio, o patacho Velante, e o brigue nram,
Carolina. ^t
Na Baha a sumaca aAmphilrite.it
O cambio sobre Londres, licava no Rio de Janeiro -
a 27 5.8.
Cooforme dit-emot no Rlropecl publicado bou-
tem, aluno tranasajavemoi a convncelo dos senho-
ret negociantes dan [Taca.
Nos abaizn atsignado, negociantes desla. pra-
ca, para facilitar as notsts transtc(l, concordamn- *
em pagar e receber at modas de ourn cooheeidas
por sobeano no vlor de 1)000 r*. ; e o*
meios pesos heipanhes a 1,1000 r., e por esle va- \
loret aceitaremos e daremos desde a prasenle data.
Peruimbueo, 6 de egoMo de 1857.
Malheus Auitin&C.
Thomaz de Fria.
Poniera. Medeiros & C.
Joo da Cunha Wandsrlev.
Vicente Ferreira da Cosa."
Jos Vello/o Soares.
Jamit Crablree ,\ C. A
Antonio de Almeida (jomes.
Tm.m Mein.en ,\ VinasM.
Feliciano Jos (jomes.
Eduardo II. Wvall.
Manoel Alves liuerra.
Henrv For*ler & C. (somsnla se reeebe dos assgoi-
dos netla papel .
Por procuracao d Araoags & Brvan, Juan Angla-
21.?Klo da-hvo.
Scoll, VVilson ^ C.
Henrv Broun 4 C.
J. P. Adour Ss C.
159120 Pildal, Pinto 4 t.
Rtba Schamellan A C.
Bastos & C.
608O I ranci-ro de Paula Cavalcanli de Alboqoerqu.
Mainel (joncalves da Silva.
JDs Pereira Vianna.
Amorim lrm.ins.
215000 Joan Pi-lo de Lem -.
Viuva Amnrim 4 Mlhos.
Josc P. da Conha.
75560 F. S. Halo-lio ^ Filho.
Thomaz de Aquino Fomeca J Filho.
Ballhar v\ Oliveira.
65180 Manoel Joaqoim Rimos e Silva.
Luiz Antonio Vieir. .
. O. Bieber & ij. 'dmente se reerbe daquelle- qae
59480 *tignarem esle papel.1
Novac & C.
Por procurarlo de Carvalho rj IrniHos, Anlooio Bar-
OlOO lista Nogueira.
Antonio Alves Barbosa.
Oliveira & Marques.
*>?100 Basto A Lemos smente dos que a-tiguurem este
papel .
Saundea. Brolhers di C. .rnenle dos assiguantev'
>510o desla cuncoidal.
I'rancitcn \avier de Oliveira C.
IJ.C. A.tlev 4 C.
>400 J. Keller & C
6-0*80
9
6-0480
70560
79560
69ISO
55400
7.0560
.50400
5o4lH)
70020
6948"
6? 480
654K0
6j5S0
6*480
69*80
Pnmeira sertiln dn consulado provinrial, 3 de se- Manoel Ferreira da Silva 'Parrse,
lemhro de 1857.O lancador, Jo3o Pedro de Jetu Domingo* Alve Malheu
da Malla.
,C'o;ifi'iiiarfe-Aa.,
RELACA'ODOS BAITISA DOS DESTA FREGUE-
ZIA l'E SAMO AMUMO DO RECIPE DO
MtZ DE AGOSIO DE 1857.
A I.Zulmira, brinca, nucida a 16 de novembro
do anno prozimo passado.
Manoel Pereira Basto. Sdmenle dos qoe asticnarem
e-i papel.)
Por procoraca, de Luiz Anlonio Sieoeira, Franciico
Jo.io d Barrot.
(jumr.le* A; Alcoforado.
Paula .\ Sanios.
V. A. ue Suora Caivalho & C.
Carfilhas A; (ioimares.
Cirvalhos 6, Vieira.
.





DIARIO DE PERNAMBUCO QLARTA FEIRA 0 DE SETEMBRO DE 1857..
Por procurar' 10 de Manoel do Naicimeoto l'ereira,
D i vi i F.rreira Billliar.
Jm da Silva L'-yo.
M-mofi F.ancucu da Silva Carrito.
Vrenle M-n l-< Wtiiderley.
Pela viuv i Peteiii da Cunta, Antonio l'ereira da
Cunha.
Ban laira C.
Jos Mara Tlmmaz da Silva.
L. A. Vieira & C.
Iteren le C.
Cnrreia l rmelos.
I erran ,i I. me. & C.
Joaqoim Filippe d Cotia.
Vmva Mortira, Filho 6 '-
Keis C.
M qti l.t Jnior ot Cardoso.
Leal & Machado.
H-urvO'bton.
Doioiiroi Frrreiro Mala.
Jos A ni'o de Carvallio.
Carneiro & llamos.
Jlo Piulo Kenii de Sonta.
Fernandas & Mello.
Bulo, (j'ieiroi 6t C:
J ravas-u! Jum >r ,\ C.
Aalooio Jos de Caatro.
Ct.lru & C.
Beriianliiio da Silva Lope.
Manuel dos Sanios Pinlo.
Francisco Guedes de Araujo.
tiarrot & Silva.
Franrisco Ales Monleiro Jnior & C.
Bota & IrinJos.
Mainel Tavare Cordeiro.
Merlina & Pinte.
Mello IrmSo.
Leareiro & Rocha.
Jlo lavares Cordriro.
Jo< Marreliion da Roa.
Batios & Silva
' um n,v A, Valenle.
Lenim Jnior & Leal Rail.
Jos Pe xoto da F'ontera.
Joaqun) Juvrtieio da Silva.
Joaquim Jote 'le Amonio.
Por procuradlo de Ailaiutou ll.owie & C, M. Beu-
kelley.
Per proeorarlo de Koslron, Rooker & C, Jolu) Rui-
Iron.
I.....ir \ T sset fu-rea.
Man.pl Altes Ferreira.
Joao Bipi-la Freglo.
Antonio I, es Pereira de Mello.
Jos Joaquim de C. Muura.
Joao Bapnsla da C CtiritlnvAo Ferreira Campos.
Nello'& Santos.
Jos Kndrtgaes de Araujo Porto.
Ferreira & Maiheui.
Joan (lardoso Ayrei.
IWeiso Mara Carnelro.
Mmoel Amonio Floren.
Manoel Ferreira de S.
Anlonio (nncalvet de Oliveiri.
Joi (lomes Leal.
Por procuradlo de Joflo Fernn le Prenla Viaina,
Ji.ao Jos Ribeiro (iuirnnr.1 -.
Vicente Jos de tirito.
Fol lli odien.
Ani o.i Antones Lobo.
Vidal & Bastos.
Por meo pai, Manuel Luiz Goui-alves JuDor.
Jos Fortunato dos Sinloa Porto.
lo'e Anlonio da Cutira, ii Irm.l)-.
Val* Leal.
Manoej do INascmenlu de Araojo M.
Manoel (necio Guillurme da Silva (uimarts.
, M'guel Jos Barbosa GuimirJes.
Siqueira Pereira.
Jlo de Siqueira Ferrao. *.
Andr Gmlherme Urekeufeld.
Jos doi Sanios INevei.
Adri-no i\ Castro.
Ca.tii'os ^ Lima.
Jos Gon(alvea Malvein.
Utniti Jos Aniones Pereira.
Jos Ru Ingun Ferreira.
Antonio Francisco Pereira.
Dominaos Jo- Ferreira Guimarea.
Jo.iu Jo de Gouveia.
Feria t Gnimaraet.
Sebastian J. da Sdva.
Jo' Luiz Permita.
Jo-o Branda1 i da Koclia.
J. .1. Tasto Junior.
A. L dos Santos Seiui, Atevedo & C.
(Eslava reconocido a sellado.)
S8avltt)ai>e$.
1.831) navios
1.610 i
9.190 j>
1.98a
,H\ >i
Le-se no Journal des Debtese :
A ;oerre ola lie so a que faz victimas.
A lula ni.iii.tri.il, e da iusdruslria martima em
prlicular. coula lamben) at anss, a he por mudares
que os va-I >s oceanoi c .lir.im lodos os anuos o fir-
midavel dizimo da grande popularlo de marilimos.
A medida que esta cresce augmenta lamber* o
numero de aiuislros nos mares, e ha urna categora
sobre ludo que lem lomado, nos nossot das, un det-
envolvunenlo deploravel ; silo as abordegens.
A scienela nauliea, ajudada pela administrarlo da
polica martima, lem Vilo moito, temduvide para
as prevenir ; esperamos por linio qoe eonlinoarRn
a empragar a sua alinelo sobre loo imprtenle ol
jecln.
Mo temos a mii r competencia para indicar o
emedio que chama urn lu mal, a limilamo-uoi a
resumir, tumo edverl-ncin, a ettalislica, paraoan-
iio de ISiH dos tinjslros qoa lem soccedido a mar-
Dhi commercial das naces, einistros nos quaes guc-
cumbem lanas valsa de urna morle oliscara, ig-
norada ou desconhecida por moito lempo, sem a
msica de gloria, e t sob a visla da Dos, lanos
lulri-pnlos sol lados do mar.
Enarcramos agora os naufragios os quaes erica*
a Deo, nem sempre caasam i morle da imraens, etrn
a p*rda irreparavel dos navios.
Sobre as 32.0U0 a 3i,000 embircasOes que nave
gam no mar lena naafragdo.
Em iai.......
185:.......
1854.......
1855.......
1856.......
Ve-seque a proporcao lie ascendente, a que de
1852 a 1856 ella pane de 6 por IDO.
O verilas na reanlo dos naufragios meiiriuna a-
qoellet navios cojo naufragio fol completo, pereceu-
do tripularles e navios.
Fellimeula ha diminuirlo no numero clejles, poli
que perderam se assim :
Em 185.......-2i navios
1B3.......Vi
b em 1856, 115 mnenle.
Mas esle somenleho aimla moilo triste, porque
calculando, pelo termo medio, 1-2 marinheiros por
navio sao 1,380 hument de mar, cu|a morle p'um
anno.veio pagar as prosperidades dat no commerctaes e oa prugressos dos noisos gozos mata-
rias.
Tmte reverso d'uma brilhanle medalha !
Sobre o 115 navios que se aftinlaram em 1856, a
nnsa marioha conla 15, a Inglaterra 12, proporcAn
qaa se atha quasi constantemente a mesma ; mas lie
preciso ajunlar a cifra) total 63 mvioi encenda lo.
no in ir.
Porm o que lie verdaderamente medonlie, torno
a repeli-lo, he o augmento dai abordagens.
A eitensao da marinha a vapor e o desejo de ca-
n.inliar depressa. he hoje a virlode do coinmercio,
e o senllmenlo qUasi irresistlvel das suciedades, o
qoe nao he a melbor de lodos aa coasas.
Em 18(5 nao -e contaran) mait quo 5'JI aborda-
gens, causando 56 pardas; im 1855 hooveram 713
abordagens com 69 pardas; em 1856 908 aborda-
geni com 91 perdas.
Assim, em 12 annos, o numero destes sinialros,
devidos inteiramenle imprevidancia humena, e
da que o mar e-la innocente, ha quisl duplicado.
An total nao lem havido nesles 12 annos de 18S5
a 1856. menos de 7,916 abordagens de navios, ten lo
causado 763 perdas.
i.'ue lernvel tributo anda da eiislencias huma-
nas delta Miippor a perda da maior parla de-tes na-
vios.
Eis-aqui a cifra dete triste balando:
Vapores contra vapores......28 perdli.
Vapores contra navios de vela. 15
ros mait altos e m.-iU rinm, ou para sustentar a (en-
silo e a frieijflo a que os los sao expottos no lear.
2.* O algo.iao de m-ia qualulade he osado pelo
mait lidito numero da urdidura como tal d a
maior quanlidale de algodAo fiado e de fio I porta-
da) a aimla mait para o lecido transversal. He este
mais asseaado do que i cvilra qualidade de que ci-
ma tratamos, lazendo um fio mais a' andante, re-
dundo e bem liado. O aleudan de hoa qualidade
nunca he nislo emnrega lo ; e anda que comino o
em presos nao pnle ser usado rom vanlagem: he,
alfin disto, milito superior. Para o II i urdido re-
quer-se for{a e cslensao de fibra ; pura o lecido
hrandura e abundancia. No fiado de peior qualida-
de eiige se mis prelo de algoda cru, do qoe no
de mrlhor qualidade. cousliluindo esle a principal
<|u intid i le (em peso do qoe etporlamoi e consu-
mimos ; e, cumtudo, cada jarda da pannioho ou al-
golAo lecido na fabrica, leelinicam-nle chamado
panno, coinpe-si de duas ale cinco vezei mais, as-
sim de lociilo como de urdi'lo. Claramente se v
que precisarnos de maior priifimentn de algodao de
mina qualidade, qoe da qualquer nutro.
3.- O algod,1o denominado mercantil, de inferior
qualidade he esclusivamente empregndo em lecidos
eiceploando urna peqoena poreflo de que se Fa em
loreid.is de candieiros), ou applicado a mais nfima
qualidade de fio urdido, pelo' preeo de 10 sidos e
mais baim. Dinero, e-le, porm, "em carcter do da
segunda qualidade; as-im he mais lenua em libra,
itlo he, mais teeco, desfiavel a mais icmelhanle a
laa ordinaria. Naopdieser, por este subsiiluido
sam peiurar a qualidade do panno, farendo-o, prin-
cipalmente depoii da levar e corar mui delgado ; e
por lal razio deve ser misturado nesle eom cuidado,
a em mu pequea porfo. Semethaiile cor he, po-
rm, qoasl tempia boa, e a sua barateza mui recom-
mtndavel.
Ver-se-ha comlado, aae ao passo que requeramos,
para bem da noeaa manuraclura, limitada quanlida-
de da primeira e lereeira qualidades de lg > iao ern,
oecesiilamts e podemos consumir quasi illimilada
quantidade do de segunda qu.dida le. lie nesle fac-
i que se da" a maior difculdade ; porque emqiiau-
lo .iversas trras do mundo nos proveem de algo-
dao da primeira qualidade e que ? India da' gran-
de qnamidade do da lereeira qualidade, solemos
Estados Luidos at aqu produzido a segunda, e mili-
to necesaria qualidade.
1." O melli >r e mais comprido fio de algad.lo qut
ha no mundo he cha.-nsdo S-a-l*ianl ^mar d latan
dia.; Cria-seem Ierras baltiat, na Cotia da Geor-
gia. A quanti tule produzda he escaca, e oseu pre-
so mullo subido. A maior parle das vezes ga-la-se
em fazer fio de cambraia, sendo o cusi de 100 lui-
dos, e aimla mais. O proco nl> he encessivu para
os compradores, pois qoe se vende asualmenle cerca
de iiuus >liillngs por libra. Na Australia lem se da-
de urna quantidade delle como ainoslra, qae muilu
asemellia iuella, sendo quasi, semlo lio boa. Po-
rm o consumo desia qualidade do algodao he muilu
escajo. Oulra qu-lidade delle, de fio comprido,
forte delgado e amarellado, da-se no Egvplo, don-
de he importado em grande quanlidale." Da li'asii
vem importada outia qualidade inferior e asnra, mas
foite e de cor brilhanle ; e dis Indias oceidenlaes se
recebe delle inoi pequea quanti.la foiae commodo, e se as aiicommen las moito avulla-
ladas e seguidas, o provimenlo do algodao frito de
algum destes pintos poda ser muiln augmentado.
Mo he, porem, de tal modo que de-ej irnos es-e aug
menlo, nem loa possvel dar por elle o preeo, que
(aosmenle promovera o accreicimo de tal produc-
a o.
2." O no-so grande consumo, a as encommendas
que temos he para algodao macio. mui braneo, e as
seda Jo ; ou de algolo de fio comprido da America,
e quali la u-n,irii nI denominada montanlieza,
Gaorgia d ibrada e Nova Orleans. O seu prerjo vara
ouie 3 e 6 dinheiros por libra (agora he de 6 ale 8.,
Bem consumo, porque serve nait para leri tn,
caino para urdidos, nao da pnm-ira qualidade. Ca-
recemos e consumimos 9 saccas desle algodao, pur
urna dos das oiitrus qualidades.
3. O iiHulli-ioiita provimenlo, ou o mu subido
preQo doalgoilAo de qoe Iralaroos, lie que tem dado
as uossas inanuf lelnras mais subida valor, em rela-
580 au artigo da Iu lia chamado coinmuinrnenle
Sural. Se o preejo dos doos fosse igual, rara se-
ria a tacca de Sural, de que s Omiso uso. Quan la
o preqo do algodao da Am-rica levanta, por falla de
importarlo, o pre*c,o do algjd.lo da India occidental
egue-o, cem pequeo intervalo, sendo a usual pro-
P015.I0, na raza.) de 2 nu tres paites, e a impoilagao
lo ultimo mu promovida.
Na Inlia u,i-se elle em grande quantidade, e e
melhorassem ol meins de eommiinicaeao, e o pre-
paro fxse mal cuidadoso, prover selna, em des-ido
lempo, mui grande qoanlidade, e lano qnanlo nos
potemos guiar pelo pastado, seinellianle falla he in-
sauavel.
Tein-se feiloensaos tendentes a melliorar a quali-
la.le d'tte algo lo. Plantadores americanos ao Mo
disto encarregado, liivondo lanzado Ierra 'ementes
im re ii--. e disto se seguio lin-ivel melliorain n-i hanpe/a e n"i-, u algn) liueiro auumenlo da et-
lenta-i da libra ; porem, qu.-si nenhuma mudanza na
sou carcter especifico. Conserva se o ciraclens-
licodesecco, desliavl, e lanig-rn. Algumas veze'
at amostra do primeiro anuo q tasi emelliain o ar-
ligo americano, mas esta seinelliusa nunca lie per-
manente.
Al aqu [a parece-nos qae fallamos rom esaclidaV
quenejs pelo solo, clima, ou como ha quem diga,
pela adulteraba d farin'ia pruv nda de planta in-
ferior, he cerlo que nunca se conaervou a melhurada
qualidade do algodao.
N.1n diremos que he insuportavel e>le obilaeulo, r
qoe o algodao americano nao pode irr naturalizado
uat nossas posses-es da India occidental. Oque
poroin he certo he que o resultado de nossos esf.ir-
fos nao tem sido de h -m ag,ouro. Pela propria ob-
'ervajo e etperiencia, de duat partea do mundo
temos visto amo-tras l algodao temelhante rm qua-
lidade aos E-ladoi-L'uidoi, e lamiiem moilo pro-
pria para o no--1 inienlo.
Lma dealat amostras era da Costa occidenlal da
frica, donde, segunlo ouvimos, ha grande quanti-
dade de produccalo, que sem a m-nor dtivida, pnle
animar e augmeular o nosso rommercio ; a oulra he
do uppotto lado desle conlinenio, aomlc demora Por-
to Nalal, do qual lem vlnda excellenles amostras de
algodao brando o macio, porem nao limpo, ou de
muito boa cn>, mas inteiramenle americano na qna-
lidade.
lar o sol e a la entre os pl metas, a despeilo de to-
cias as lell da analoga mecnica e |di>-ca.
De seiscentos cometas oliservsedrs, pouco mais ou
menos, apenas eiitlem cinco ciijo reapparecimtulo
soja mohecido.
E ha um mez r.ao pas^avam de qualro. Esses co-
metas sao 01 de llalley, de Evarke, de Dielo, de
Faye e de Broreon. IfailM desses astros, dep. s de
hiverem visitad.) o nosso I. |anram-se as profon-
dezas do esparo e vao momerilauoamoiite arredon-
dar a sua vagabunda carreira em redor deouiros
ioe, vagueando assim por lodo o unierso.
Km quan,o ao bullanle cometa de 1811, oseu
roapparerimanlo >6 lera' lugar daqai i mullos mi-
niares de annos. Dando emita desle curioso resul-
tado dos sobiot clenlos de Mrt. Eurke c Argelan-
oer, talve/ me perguntem te eu acredito netae reap-
parecimento lao remlo. Reiponda |iola allirmali-
va, sem receio de me enmprumetter. M-s ha eipe-
cialmanle no que loca a um dos cunlos de A/oo,
cajo reapparerimenlo Mr. Plamtainnne calcalou da-
qai a cento e duus mil e cincuenta annos que eu me
cousiiiuo fiador da prophecia. Daqai al U :
Tem de morrer el-rei, ou eu, un o barro.
E porque nao, se tambem o coraela de Viso mor-
reu i
Alem do reapparecimento provavel do cometa d
t5J6. o anuo que vem e os teguinles ser.lo feriiscm
admiraveis plienomeuos celestes.
Em 15 de maiei havera um bello eclipse solar an-
ii ii I .a r do sol.
K o mesmo snccedtra' em nlho de 1860 e em ile-
zeiubro de IHlil.
li-le allimo eclipse sei' I o tal para muitos ponina
da Europa. Km novembro de 1861, o planeta Mer-
curio paliara' por dlanle do sol, como em 1858, e
nos Iprotoalara' um dos mais curiosos e mais bellos
phenomenos la astronoma telescpica.
Jornal do Commerrit de L'sboa.
MocJas de 6ji(K) velhas
a c 69100 nuva
i 450IX). .
Prala.1'atacOes brasileiros. .
Pesos cntiimnariei. .
meticaiios. .
16?0(K)
16(KK)
9,lilK)0
3UO0
2ijlKHl
1C869
1 't-' '*)<' -,
Navios de vela contra vapores. .
Navios de vela entre si. .
Abordagem pelo deieahimenlo mu loo
dos navios...... ,
.9
545
I0''...........763
Em reinino, e para not oeruparmos do que so diz
respoito nossa maiiuha mercante, o -eu elTectivo
perdeu em 1856, lano palo naufragio, abordigem e
incendio, como por oulrat cantal 85 navios dos que
navegan) no alio-mar e 358 cosleiros.
Vacio.;
lio Economista Irtnscrevrmos o segainle artigo:
l'ROVIMRNTO DE ALGODAO
Varias considersrajet sobre esle arliso.
O importante nssumpto da que vj.no- tratar, a a
respailo do qual chamamos a menean dos leilorea,
acaba de eer novamente trotado por M. J. B. Smilh,
deputado por nlockporl, n'uma memoria lida, ha
poneos diai, perante os membroa da sociedade das
arlos. Todos parerem desejosos de mostrar a ne-
eessidade do
O que a esle rpspeilo entendemos he, que o nos-
so a desidertum n?o lie sci o ler mu algum, mas
o i 11 ve lo da melhor qualilade e prerjo, com o qu-
ita agora importado dos E-lados Unidos. Se a Inda
nos podeste mandar 2 millias de tacca de algodao
de Sural por anuo, ain la nlo consegueriamns es desi leralum. fieando anda para resolver o uosso
damnoso problema Estaramos anda 1,1o depen-
dentes di America como agora.
Diario do Covrrnn.)
[Ptrioiieo dos Pobre* na Porto.
Astronoma.D'um rtico de Mr. Balunel, ex-
Ir.iliimo- os -e.- .mies irechns.
Para ma cirrum aceessevels aus espritus que olbam para o mando
como elle e, sem procuraron saber se poderla ser
iiielliur. ou mesmo so esle mundo, objecla de tantas
e t.lo Ireslouead.is criticas, podarla eii.lir d'oiilra
maoeira, eu "upporei o caso em que, por imagina-
cao, se a Inuliis.e que o lempo nao erren igual pa-
ra loloi os seres, p ir ezem po, para tudas o astros
que urna esplendida noiie estrellada us daita ver,
I.....I o fundo do eco he d'um azul bem escuro, e
que a va ladea brilha lmpida, tesleinunhaiido a
purezi da atmusphera.
Quem podara apreciar a confusSo que d'alii nas-
cena se porvenlura nao fuste o mesmo, pra todas
essas luzes celcslet ? Porvenlura se veem mais aeli-
vot adiantarem-se ao outroi para o occidente par
|.eiina do polo, e para o |' rime, entre o p.-lo e o lio
ritonle'? Poivenluraja se vrain diisulver essas es-
trellas que o genero humano, desde oseu nasmnen
lo, contempla sol o nomede constellaca-s, as quaes
as estrellas de lodos os brilhus conservan) (ielmeule
o_ mesmo- aspecto e a mesma distancia respectivas /
Como te medira euUo o lempo, ten Iu cada estrel-
la o teo, emqiianlo que ago, nao lia urna so. por
mais modesta que soja, que na i d ao oruloinccidia-
nu a hora exarla de lodo o mundo *>...
Enlre os dois outros arligosque escrev?ra para es-
le jornal, e que por oulra oceuparao au pu 'e con-
cluir, arhava se o rame das influencias que vulgar-
mente se allriluiem a loe de abril, chamada la
ruiva ( lune rooase ). Colleceonara eu minios pre-
eeitos hygienicos applicaveis a essa etticlo, que he
mail foininsa de ludas a mais mortfera, a prima-
oera ; e eiset prceeilos oblivera-ot eu das illostra-
n'i's da iciencia medica.
Aqoelleque as suas oecopa;oes prenden), lamenta
qnando apparce o hom lempo,depojs dn invern,nao
poder ir dar o seu pasjeio ale ao bosque de Boloaha,
vendo o sol espen Hilo, c os campos que enmaeam a
reverdecer; e se elle conhecera melhor o perigo des-
sa disliierrlo que tanto amhiriona, rli-l .-l.i-ln.i de
b m grada. A ultima primavera In-ou ola la nos
ailaos mdicos pela grande morlalidade que ori-
ginou, por causa da iiisala' rida le da primavera.
No vario, em que as fun -ees diges vas oipermen-
lam cerlo enfraqiiecimeiilo, a alimenta(.lo alquire
maior importancia. A h>giene do estomago loblli-
lue-sp a do peito e das o(Teccs nervosas, qoe domi-
nava na primavera. Os preceilos relativos ao ves-
tuario c a resultado das variaros da temperatura
nao devem perder se de vi-ta. A's vezos cusa bem
caro o prazer do que s chama lomar o fresco.
Anda na voz do povo que os rheumalismos nnsao
3000CACA0 iXnjJOllV.ipUtCT
DISCURSO
pronunciado no dia !l de .i;osto pro\mo
panado, pelo tnembro relator dn socie-
dade Urtliodoxa e Litteratura Amor a'
Caridade, poi occasiSo de seu primeiro
anniversaro.
Senhore*.Todat as naces lem sempre mait en-
inusiasino pola, pocas cummemorativas de orna
grande transformarle, em sentido intellectoal e mo-
ral, do que por esses das em que a riqueza publica
recebe un poleruso auiilio na adopto de cortos
mellioramenios, que ten lem a augmeular a prodc-
ela ; ti isto porque as riqu-zas malenaes, quaesquer
quo tejain al suas fonles, n.lo sao p.ira ot puvot. bem
tomo para os individnis.mais do que moios necessa-
rios a consecucio de seus lins.
Kmliora nad-m elles na opulencia, nao valem mu-
sa alguma. porque nada s3o, se por ventura o pro-
gresa iulelleclual e moral nio lem Hcoinpanhado,
e muilas vezas precedido osrnellioramenlosmaleriaes.
') Brasil, o esueriilinele a provincia de Pernam-
bu:o, t~m minias detaaa picas em que o enlhusias-
mi publico nao pola diiiar de Ir.in-liizir em actos,
em -|ii- os sentimeuliu transbordan, d'alma. pira se
palomearen- em festas, lano mais solemnes e rigo-
llja las, qnanlo perleucera a intelligencia e a cari-
dade.
Neste casi esla o da que eommemonmis boje,
i^e t olas as naques, senliores, commoinorain com
palriotira aleara o da de sua cmniciuasao, ncnlium
facto he mais digno de nrcupar a nossa alinelo o
despertar o nosso enthutiasmo, do que o de srem
despedazadas as ca leas que prendan) a inlellig'ii-
cia, no cuoseiilindo que o pensamenlo humano pn-
desse psnar alm do lusar em que nos achassemos.
Uem ve 'ei que vu rallo da dote berta da impren-
aa, que fazendo com que o nossot pensameiuos se
cominiiniqnom aos paizes mais remolos, rnrreapnude
ao vapor e aos |.|-graplio| elctricos na onlein plii-
liea, p-.-rqu- so aquella diminuinda as distancias, e,
por asaim dizer, aproximando os tugares maialon-
Rinquoi do glubu, fazem eom que o seas habitantes
o p ... un percorrer em b-eve lempo, a impren-a rz
com que os nossos peiisamenlos sejam condecidos .las
poisjas, que na i nos vendo, nao noi podem ouvir.
A deseoberla da imprensa assignala urna poca
bem oolivel na historia da hiimanidade, porque
luda elli perlence a'grande repblica das lllraa,
ni pl.rase dn grande Sie\ea,a imprensa he o sexto
tonlido dado aos povua; conseuuiiilemeiile nao po-
demos deiiar de nos sentir regoiijados, qnando com-
ineinoramos un) tal fado.
ral buje um anuo que ns briosos l\ pozrapbos per-
nainbueanos, ja' de ha mallo compenetrados desla
vert de, coiiseguiram insultar e-ta brilhanle ano-
ciacai. para elevara arte lypographica a llura que
llie lia don la ; e so o lavrador, qnando lompe a au-
rora, ami ver os frtelos que nasceram das gementes
que na vespora elle havia depositado nu seio da Ier-
ra, qnanlo sen.Vi deve alegrar e.la parte .la familia
hrasileira, pur ver que os feliies n--.illa los que lem
nascido desla nobre idea, corresponde a' toa cinec-
laliva! '
A sociedade Onli.idoxa e l.illenria Amor a' Cari-
dada honrada com o convite q le llie diriisles, e
aprocandn em exlraino os lagoi de fratennda le que
a ella us une, acaba de noinear orna commissao,
d i qual esle, que agora lem a honra rte vos dirigir a
palavra, fui enctrregado de vos mamfeslar o seu re-
gotijo pelo lacio que boje comniemoraes.
(jaiiera poder pateniear-vos o profundo reconhe-
cimentn de que ella se alia possoi la, pela honra que
lite conferistes, convidando-a par lomar parle no
voase enliiosiasino; mas sendo a Inguagem humana
bem pobre de lermos para tridazir o seatimeulos
do coracilo, e (emendo que a miah balbucanlo lit-
gala pos'.a de qualquer inaneira quebrar ou ao me-
nos afrooxar os lacot quo nos unein, eu me reculho
ao sil-uno, promeltendo-vos que a nossa gralido e
profundo reroiiliecimeulo ser.tu eternos.
Porm antes de concluir, senliores, permilli qoe
anda vos dirija bem puncas palavras.
Se he grandioso o pensamenlo de si reunietn mu-
las inlelligoncias. para cnsagradns fazerem o que
inee he iinpostivel -oparadameiile; mallo mais he o
de umrein-se as differenlet assoriaces que eiisteiu
em nossa provincia, para c inseguirem o que he bem
dlfncil a cada urna de per ti.
Assim, pois, a anito soja o nosso principal cuida-
do ; lypographos,athenueines, meinlirot do Ensaio
philoaophieo e de unirs muitai loei tades, onamo-
DOS, para desle modo mais fcilmente consegurmela
u liui que nos propomos, porque, senliores. ni
que somos membrut distas diirerenlet associarOes,
levoini-iios l-mbrar de que so mus Brasjlekot, d
que somos Pernambacanos, e de que antes de ludo
esla' o eograndecimentn da nossa patria, e mais es-
pecialmente ,ia nossa provincia.
I.eiiibriuno-nos lamben) de que pertencenins a
grande, sublime santa religiao dn Crucificado, que.
triando prophecia de su fundador, ha de dursr
usque. ad cunsiiminaliuuem seculi ; rrligil i, que
lento por virtudes Iheologaes os aaradaveit seuli-
menloida fu, da esperanc e da carl.lade, da for.a
ao fraro e humilde, eleva ao pequeo, e abale o for-
te e urgu lioso.
Procuremos combinar a nossa rail i de pliilojoplio,
cun a razio calbolira, e lendo em vistas os precitos
da nnssa sania religiao, r. exercunt.i enm lulas os
nossas forras a canda le, aiiraremo nos ruin a cruz
do nosso lledemplur e a noss victoria sera' certa.
Jlo /.'ferino Pires de I.ijra.
Navio* entrado! nn dia 6.
Liverpool dias, barca ingleza Naupltante de
375 loneta las, capiiao I. I.. (Irr. equipagem 16.
Carga fazendas e mais genetos ; a Aalley v ("..
Perlence a Liverpool, Irazendo I pass-g-iru.
I.lverpoul.11 das, b.rca ingleza Imogenes de 311
toneladas, capitao W. WiUiams, equipagem Iti,
earga fazendas o mais gneros ; a J. Pater & C,
Perlence a Liverpool.
Liverpool10 diai, brigne ingloz iConleil de55
(.meladas, capitn A. Johnslon, equipaaem 15,
carea fazendas e mais gneros ; a James Ky.ler .s!
C. Perlence a Liverpool.
Navios sabidos no mr-in-i dia.
Ro de Janeirollrigue nacional allercules, capi-
tn Carlos da Silva Araojo, carga agurdenle.
ParabibaVapur nacional ciPersinungaii, levando a
seu bordo 31 pe-so.s.
ParabibaVapor de reboque Camaragibe, levando
a seo bordo 90 pessoas.
HavreBrigue francez -Belam, cipit.lo l.roui, car-
ga assucar e mais gneros.
CorkHrtKue ingle Lord Allorpn, rapitao \V. Ro-
- nuld, carga assucar.
CanalPatacho itiglez iiJcsio, capilo P. Grnclev,
carga assocar.
Navios entrad-i. no dia 7.
Dundee17 das, barca ingiera Erla do, 312 (o-
neladaa, capado James .Mills, equipageiu 15, car-
ga cana i ; a ordem. Perlence ao mesmo porlo.
SOeJaio para o sul.
Caidiff,'1'J das, Barca Inaleza llenrv Meller u*e
433 toneladas, capildo Kob-rl Pul, equipagem 16
raga carvdo ; a Sfol Wilson i\ C. Perlence a Lon-
dres. Seguio para o tul.
As-'J dias, hiate nacional Novo Anglica de i:l
toneladas, meitre Josa' Joaquim Ales ds Silva,
equipagem carga tal ; a Joao Fernandes P-
renle \ launa. Perlence a Pernambuco.
Barcelona40 dias, sumaca hespanhola Ondioan,
de 145 (oneladas, capilo Pedro Sensal, equipa-
gem II, carga vinhu; a Araaba cS; II iau. Perlen-
ce a .Malero).
Rio Gran le do Sul 23 dias, barca nacional Tlie-
reza l'D, de 287 toneladas, capitao Manuel Loiz
dos Sanios, equipagem Ii, carga quatorze mil ar-
robas da carne ; a Bailar Ulivrira. Pe lenca a Pa-
rabiba. Pdssageico Anslides Brincio da Silva.
Havre50 das, barca Iraneeza Bogla, de 232
tonelada', capitao Marqueta, equipagem 13, car-
ga fazendas e rnas generot ; a N. O. Uieber & C.
Perlence ao 11 avre.
Navio sabido no mesmo d a.
Rio Grande do Sul-Bnmie nacn.nal oGamacuan,
capado Joaquim Monleiio de Meirelet, rarg.i ai-
socar e agoarilciite.
pan quo dentro de 60 di tS, cunta los da pu-
blicatjHO diste, apresrn'cm na Collectoria ila
dita cidade sua jusiilicacilo de dominio, a
qual ser produzda perante. o juizo munici-
pal desse termo, o lindo o pra/.o menciona-
do sei arrematado em basta publica, por-
ta do mesmo Sr. colloctor, preceden fo-se
antiuiiclo do dia .; hoia cm que liouver de
ter lugar dita arrcmetrco, publicando-se
esle eJilal pela imprensa, c on le mais con-
fiar. Collectoria provincial do municipio
de Coiatina 30 dejulho de 1857. O escriviio
da collectoria, l.niz do Albuquerquc Lius
dos GuimarSes Peixoto.
O llnJ. Sr. capit3'i do porlo manda fa-
zer publico, que fui encontrada uim canoa
de condcelo dcareia, ou lijlo, Tundeada
em frente do becco do Noronha, sem a nu-
meracSo e mares compelentes, foi pois re-
colhida deposito no arsenal de marinha,
lendo de ser entregue a quem legitimtimen-
te mostrar pe,rtencer-lhe. Capitana do por-
to de Pernambuco, em 31 de agosto de 1857.
O secretario. Alejandre Rodrigues dos
Anjos.
SP
Pernanihucana.
A dirtcco convida aos Srs. accionislaa de actes
da nova imiislo, a realisatem a sua ultima entrada
de 40 por ceulo, al o .lia l do corrente mez de
selembro, p-'deudo nessa oceasiao receber per torca
dos recibos em >ni poder as respectivas apolces :
uo esctiplurio dus Srs. viuva Amonm A; Fill-.os.
ms
VitUVM
SANTAISABEL
..' RECITA HA \SSlC\AIllt\
EMPilEZAGE5MANO.
E ULTIMA DOSBILEBTES VENDIOS.
01 ARTA-I E1RA 9 DE SETEMBRO DE 1857.
P.epresenlar-se o drama
adfearaciJi
Segu fi o dia 10 de selembro vinJouro
o palarho KrjiulacSo : para carga < passagei-
ros, trats-se com o capitao, ou no escripto-
rio de Manoel Concalvcs da Silva, na ra da
Cedeia do l'.ecifc.
Para a Paralaba sabe no dia II do
corrente com a carga que tiver, a barcada
Cabocla, tneslre Severiano da Costa e Silva :
para o resto da carga, trata-se com Joiio
Jos da Cunha Lagos, no .irmazem dos Srs.
Marttns 5; IrmSo, ra da Madre de Deosu. 2.
PROVINCIA.
Ataranta, ao e
Para.
O Sr. Ihesouietro das lotetias manda
fuzer pul)lico, que estto oxposlos a ven-
c;:, lodos os das, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2(i, das 9 horas
da manliaa as 9 da noite, bilhetes, meios
e quartos, da quarta parte da 1. loter' Ho
collc{jio dos orphuos, cujas rodas irr.Jain
Segu com brevidade, o pataclio na- no dia 12 desetembro. Thesouraria das
Clona] TAMUGA, por ter parte da carga lotera 5 de setembro de 1857. J0,o
prompta, recebe catira para ambos os ^1TUCl da Costa, escriviio interino.
porios, onde vai descarregar: trata-se
cem os consignatarios Novaes A C, na
rita do Trapiche n. ."i.
COMPA1TEIA
brasileira de pa-
quetes a vapor.
O vapor IMPERATTIZ, rotninan lanl o capito
leotnle vnla llirbara, espera-se dos pnrtoi do
norte em seguimentii ptra os do mi, al o da 12 do
currante me/. I'. Os senltoies que tiverem de re-
mcller cama e iicomnien las, deveio ir a agencia
mi dia da cliciiada piara ae emjajar o que po-ler ser
receliiilo : no dia da tbida su se admita pattageiros
e dinlieiro a dele alo > horas anlet de lechado o ex-
pedienta : agencia, ra do Trapiche n. 10.
PEOR
Olilro.Sr. inspector da tliesourc-ria de
l'a/.tiida desta provincia, manda fazer publi-
co, para conhecimeii/j de quem inleressar,
qu-- nn dia 19 lo corrente mez, ira a praca
parante a mesma Ibesouraria para ser arre-
inalado de venda, a quem mais der, a me-
lado de um sitio na entrada do Caluca da
lYeguezia dos Afogados, e foi adjudica la a
faz-nda cm execucao, que contra Caetino
Antonio Tavares moveu para pagamenio do
que este Ihe devia deireposto de loias : os
preteudentes comparecam na mesma iiiesou-
raria, as 3 horas da tarde do mencionado
dia. Secetaria da Ibesouraria de fazenda
de Pernambuco, 5 de selembro de 1857. O
oflioial-maior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
Por esta subdelegaria foi recolhico a
casa de detenco, por andar fgido, um pre-
to Africano, mneo, que diss? ser cscravo do
sanhordo engenhi Poeta : quem for seu le-
gitimo dono, ..rocure-o para lhe ser entre-
gue. Subdelegada de S. Jos do Reclfe, 5
de selembro de I8j7.M F. Accioli, subje-
legado supplcnte.
- Ten do sillo a->prehendido por esla sub-
delegada, na supposicao de ser escravo, um
f.relo que diz cbatiiar-se Lzaro, ter sido es-
cravo do sr. CatSo, e que este o libertara,
mandan io ensinar-lhe o ollicio de marcinei-
ro por um tneslre que lem tenda na pov.'a-
cSo do Monleiro, donde elle se ausentara pa-
ra o malo, aclia-se dilo prelo recolbido a
casa de detonlo, por nao mostrar lido de
alforria nem haver pessoas que o allcstem :
0 que se faz publico para sciencia dos inte
ressados, que devem em tempo promover o
seu direito. Subdelegara de Santo Anto-
nio do llocifeide selemb'o de 1857.Yilla-
<;a, subdelegado sunplenate.
Peanle a cmara municipal desta C-
dsde estarfio em praca nos dias 10, le 15
do crtente, para seren arrem?iadas por
anuo as seguinles rendas municipaes, im-
posto ,ie 500 rs. sobre calacea de gado,
16:0(1 lOuO, dilo das aferieOes 15:50030(10,
ditos de medulas de tartana dos mercados
pblicos 1:3053000, dilo sobre mascates e
boccieir,is:5iy>oo, aluguel da casa da ra
da Florentina 332*500, ditos de dita da So-
ledade l;>000 ijs preten lentes n3o pde-
nlo licitar sem quo apresenle.n (adores ido-
neos, habilitados ns forma da lei, sendo
dous para os mposlos de 1:000* para cima.
Paco da camarajinunicipal do Kecifa em sos-
sao de 2 de selembro de 1857. Manoel Joa-
quim do Itego e <41buquerque, presidente.
Manuel Ferreira Accioli, secretario.
Olllm. Sr. inspector ta tnesouraria
provincial, em cumprimenlo da resoluco da
junta da fazenda, manda fazer publico, que
as arreaialacRS das obras da primeira parte
do 1.- lauco da estrada do Pao d'Allio e 23.
lanco da estrada da Victoria, foram transfe-
ridas para o da .10 do corrente
E para constar so maudou allixar o pre-
1 sent, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 3 de selembro de 1857.O se-
cretario, A. F. da AnnunciacSo.
- Olllm. Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da resoluco
da Junta da fazenda, inania fazer publico,
411 a a arrematacao da obra dos concertos da
ponte do Anjo, Subre o rio Serinhemi foi
transferida para o dia l'i do corrente.
E para constar se, mandou allixar o pre-
sviiti- e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
PeriiHtnbuco 3 de setembro do 1857. O se-
ereUrio, a. F. da AnnuoeiatjSo.
Pelamesa do consuiad provincial se
faz publico aos deve lores do imposto da d-
cima, 4 por cento de diversos estabelecimon
tus, casas de modas, o casas que tem jopo de
bilhar, do ai.no linanceiro prximo lindo de
1856 a 57, que continua a arrecadacao al o
ultimo do correte mez, e lindo e^te, era
remet'ilo seus dbitos para juizo. Mesa do
eonsuiado provincial, -2 do seiembro de 1857.
Tbcodoro Machado Fieire Pereira da Silva.
COMPANHIA
Seguir-se-lia a comedia rm nm aclo :
A CABEI.I EIRA DE MEI" TO.
Actores : l'mtn. Cotmbra, Lima, F.-kiier, D.
Hoia Pial-, e l>. Soleante.
.Nos entcivalloi Soa arlos h ivera' sempre o loque
da sinela, que advrrle o publico qoe v^i comecar,
o"ii\i 1.111.11 11 a que presle tan valiosa nlteitcSo. A
orcheslra g locara' depois do competente signal que
indica qoe tei achain prompljs, no s os actores,
como tamhem a deeoracSo, para qae o publico nSo
i.dlra deloncat.
Principiara as 8 horas.
Gabinete ptico
ATEMO DAB0A-YISTA1I.4.
O director desle sallo, participa a seus
tllustres protectores, que lem frito para esta
semana urna agradavel exposieSo de vislas
todas novas.
Guerra do Oriente.
1.- A fragata franceza Westte, borrrliar-
deando-se coan oulras da Russia.
2-a A sanguinolenta balalha de tnkeiman.
3.a A batallta de Olhoniza
4." Derrota dos Rosaos em Guercevo.
5." Jirdinse palacio !as Tulherias.
6 -i Vista, de Len cm I-ranea.
7.1 Vista de Nantes.
8.' Viste de Londres.
9." Vista tle iiabylonia, urna das piimeiras
maravilhas lo mundo
lll-i Palacios ejariins da praca da Con-
cordia em Paris.
II.a Vista geral de Liverpool, na America
Ingleza.
12.' O interior do palacio da rainha de
llespanba, Iluminado.
13 a igreja o fot les do S.Miguel, entre a
Suissa e llalia.
!. Vi.ta de .N'eufchatel, capital de r.anlo
na Suissa.
15... Entrada em Roma.
16.a Berna, capital da Canlao na Suissa.
17." Vista geral te Alhenas na Grecia.
18 Lo acostumbrado.
O salao estar aborto das 7 at as II da
noile. Entrada 500 reis
Companhia
denavegac o
a
11
i:i
vapor
.burgo-Brasileira.
Espera-se de llaniharBo o vapor PETKOPOLIS:
alo o da 12 do corrente, e depon da demora do
costme semiiia" pata llahia e Hio .la Janeiro,
qcalquer inluimar.lo rom us agentfs .N. O. Bieber
t\ C, na roa da Cruz 11. i.
DO
Bcberibe.
rer immen tacea hygienieit opportunn paraitislruc-
Sao des qae 2-zain saode.e pretendo das molestia.,
FI'LICITAGAO"
<|ue a' associac,ao Tj/pograplnca Peraam-
bucana dirigi, porecoasiao doseu pri-
meiro aiiniveisaiio, o De. Lau-entioo
Antonio Moreira de Carvaiho.
Stnhore da aiittfacSo Tijpographica.__En ve-
ndo roinpiinifiilar-vo. em noine do Ensaio Pliilu-
mpliico P raambueauo. O peniamenla tenerom
que t osa riiiidicSo, e no sentido do api'rOir.ainenlii da
irle lypograp ica, de lo las a qu- mais lem concur-
rido para o Dereaeimenlo das it-nras, mi 1 p<5le etr-
tameiile lar m lill.-rriiio aos eirolaret da scienria.
A iuvenc.lj la imprenta fui ntnumpiiii mais assie-
uilado da aclivida le do genio sobre a inercia da ma-
teria. A ciencia al enlilu apellada e mal conii-
da nas fachas di) ni mu-i-npl i, c- ip ni--i- dcnlie el-
le, c-mo o sol d'entre aa nuveni, e reiplandecea
aesse dia enm um brilho lodo novo. > i\ h, -._
plea acharam as letlras, o interprete mais ti efe o've-
hculo mait promplo. Ai Rrottas noveiis di ieno-
rancia que peiavain amnnloada suhre a Intelhaen-
cii da huiiiinidade, furain lanitidasi para longe, por
i-ase ualerno propicio, e at ideai gmer ns icltin-
do fcil accessu em tolos m p -ros d* eorpo social,
derramaran) is seus peifumes at as ultimas rama-
das do povo. Onde a imprensa lie silenciosa, a
oplOiAo publica niln pusaa de um murmurio va-) e
confuto. Onde, poim, a Ijporapliia se eslt-n ie e
desenrola em suas coinplicadas ev ilocSai ; ahi, sim,
ah ha una opinulu publica, ahi ha tuna cont en-
ca pira a loeterJado, porque lambem ha onia tribu-
na para o puvn.
Senliorea, o escolarat, qi, se amesTam nas por- t Tf sr
fias lillerarias lula pulen) er insensiveis ao vosso \ ,ll'r urn t'Treno pro;u io para elilicacilo, silo
rliirescimetilo. Aceilal, poi, o lettemunlio nue vos, por traz do quarlel do hospicio, no haii ro da
ira-1 doe sen'.imeiitos do Eniaio Ptilletophieo. Po- Boa-Visla dosti ei la le, na nova ra em se
para o engrandec- guimento a do Pires, tend) o mesmo terreno
oulr'ora feilo parte do quarlel do Hospicio
companhia
di iinvega^Soa vpor
lMiiibiM :;<>-!( ra silo i ra .
Bipera-ie d lol al o dia 1(1 do crreme, o va-
por liamliiirouez TEL'TO.MA, e depois da demora
do easlome, teauira'pira liambonio, locando nos
pintos de Lisboa p Suulhamplon : qualquer infur-
nia.;iiu, cornos asentes >'. O. Bieber & C, na rus
da Croz n. i.
Para o racatv,
segu com brevidade o hiato Exhalagao, re
cebe earga e passageiros : a tratar com Cae-
tano Cyrtaco ila (osla Moreira, na ra da
Cadeia do ltecile ti. 2.
i'Ma Aciiraca',
vai sabir nrates dias, o hiato Correiodo Nor-
te ; recebe earga : a tratar eom Caetano Cy-
riaco da C. M., na ra da Cadeia do Keci'fe
O escrptorario da Companhia do Be-|n'a-
beribe Marcolino Jos I'tipe, ainda conti-
nua a agenciar a compra e venda Je ac-
ees da mesma companhia, podendo ser
procurado no mesmo esciiptorio, ra
Nova n. 7, primeiro andar.
--. olllm, Sr. inspector da thesouraria de
Fazenda desla provincia, manda fazer publi-
co, para conhecimcnlo do quem inleressar
possa, qne no dia 12 do andante mez, vai
a praca, perante a mesma thesouraria, pa-
ra ser arrematado de venda a quem mais
sam -as nossos votos contribuir
nieulo desla assoriucSo.
Que as benC,lis dos Pernambacanos llu-lrados! os preten lentes comparecam ni mesma lhe-
l
uta mais fcil do qut cura-las.
Elle anuo de 18)7 vai propicio para ot annae as-
Iriiniiinicos. Ja se d'scubrirain Iret planetas novo*
no (trapo de planelicolos, que entre Mari, e Juuiier
subsliliic um planeta de lamanho ordinario. Edes Accao do banc, 00 por cento de dividendo por con
iret ollimot. om dusquaea fol rie.ci.bertn pur Mr.; la do vendedor.
PaEtnn no oliscrvalnrio de Oxford, e os uotros duut
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a C0 d.
Pilis, 3'it! r. por fr.
Lisboa, 92 por de premio.
Itio de Janeiro, 2 por 0|o le descont.
r qualulade par
_ Para emelliinle fnn.e para facilitar a comprehen-
san desle objeclo ,u pataoat que nao sSo da profitao,
diremos, em termo! eraes, que o alRodilo necessa-
ro pura o eomm>rrin da Gra-llrelanha pode ter di-
vidido em Iret last's ; de boa qualidade ; de meia
qualidade ; e de ma' qualidade. .
!. O algodao de boa qualidade (on fibra rompri-
da) ere para fazer a urdidura, como lechiiica-
menle se chama : .tto he, lindas longitudinaat de
lecido. Ellas tullios quaodo ao da boa qoalidad, or.lem e aslrunomo amador, rnmpletam o numero de 1
porque todos os nmeros dizem abatir, de SO, deven, qoirenla e cinc,, planelll prqueitus. er fellai detle, ou sejatn da miit alta ou da mais dos a.is quatrn araml-s e ant quatm de me liana '
MU qu.lidade de maleri, erua. Na | qualidade randeza, nos dSu om total de cincotiila e tres. Bem !
alauma de M*W _ron.. 0Q d fio ,a tom_ |onue nus IC|Hln04 d, sele ,,,, da antieoldade, Accoes
prtdo qae pon cm II. Dira f.x.t.n, ,e Um.. i a qual par. completar este 'numero careca de con^ oSS^OSl^mLSS

de Pernambuco 2 de setembro de 1837.O
ollicial-niaior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
--- OSr
COMPANHIA
trausall' ntie i
lH
Fernm bocana.
O vapor PEUSIN'LNA, cliega boje da Parabiba
do .Norte, e sesue p ira os purtol do tul, de sua es-
cola Tamander, llirra-rande e Macti-, no dia
15! du correnl" ; jn |,m mslor pnrt, 0, Cdrga
prompta, Srs. q.jpain.| 1 quiifrem c,rr,a,r n
ano tapar, ri.mpjrei.ani no t-rrlptorio da g*renra,
boje, dat il lioras da manhSa .as
relaro dos Volumes :
11, as i lior, s di larde.
da larde, com a
1 se retebe carga ale o dia
ag,
i:
o agente Borja, em seu armrzetn, na
ra do Collegio n 1 rar leilSo de diversas
mobilias de Jacaranda e de amarello, e ou-
lras mijitis obras de marcineiria, evulsas,
dcdiirerentes qualidales, um lindo sancl a-
rio, "arios pianos proprios para aprendiza-
gein, diversas obras de ouro e prata, relo-
giospara algihe'ua, palenti inglez, suissoe
liorisontal. o urna imrr.eusidade de outros
muitos arijgos, que se acham patentes no
referido artnazein ; ludo islo ser vend lo
sem limite de prejo algum : ?o meiudia
em ponto tambem far leililo de diversos es-
crav-os de ambos os sexos, mocos e de meia
idade, os quaes serao vendidos pelo maior
prego odVrecido, vislo seroso para liquida-
(Jilo : quinta feirs 10 do corrente, as 10 ho-
ras da manlifia ter principio o leilSo.
Estando retirar-se para Europa a fa-
mi'ia do lllm. Sr. G. Bond, empregado na
admiiiislracao do cajiinho do ferro desta ci-
dade, o preposlo do agento Oliveira fara lei-
lao da mobilia da csa da sui residencia no
campo,-a qual se compoe dos seguinles ob-
jectos iodos novos: sof, cadeiras, consolos,
mesa redon ia, eadeira'a de bataneo, dita de
fi-rro jailineiras, esteia do forro, coriina-
dos, lanternas, canleeirode mesa, jarros e
enfeites de dita, mesa do jsntar, relogio de
parede, marqueza, banca para engommar,
iouca para jamar e para cha, cuberas de
metal e de rame para pratos, garrafas e
copos para vinho, porta-licor, guarda-rou-
p, cmoda, toucador, lavatorio, leito de
ferro para casal, dito de maueiri, |camas de
vento, sellim e silliSo novos, um cabriolet de
duas rodas com cavado e arreios, trem de
cozinha c outros muilos objeclos : sexta-
feira 11 do corrente as 1(1 horas da manha,
casa sila no lugar de Sanl'-mna com entra-
da di-fronie da taberna do Sr. Nicolao.
tf?- i;lt-^
n
por Mr. Goldiehmidi pintor rte historia d<- primeira
companhia de Beberibe 60?>OOO por accao
a 1 companhia Peraamhucana ao par.
o 1 L'liiidade Pablica, :1U pur cenlo de premio,
o t Indemnisadora. Cl ideci.
a di estrada de ferro 20 por 0|o di premio
Discnnto de lelt.as, de 10 a lll por cento.
Ac<;6es do Banco, 40 a 45 de premio.
. 29J5O0 MiOCO
-1 -I
O vapor '-..",aUM-X. Kr^aVeTa de\e ehe-
\ r do Itio ile Janeiro tle S a II do correle, e de-
collector das rendas provlnciaes pois da demora do mtame otio. para Genova, 10-
i.i) inuniei .io detioianna fi/saber qua em o canto em '1'enerifl, Madeira, Lisboa e Marse'lha :
dii'de boje lhe fui entregue pelo delegado Pf Pamagiiroi, IreU-ee eom 01 igealeo Lemoe Ju-
nior i>v Leal Beis, nu eiciipluno da ra do Torres
n. 11.
gue pelo deleg
deste lcr.no o escravo ciionio de nome Luiz,
nal nal da comarca do l.imociro, de idade
de 23 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhos pelos, naiizda-
lo, bocea grande, barba poitea, picada de
bexiga, preso nessa cidade a ordem uo mes-
Para o lio
multa brevidade,
primen a marcha
de Janeiro sahe com
a barca Itecife >, de
: para o restante da
Estando a conL-ccionar-se o almanak
administrativo, mercantil e industria
desta provincia, roga-se a todos os se-
nliores que coslninain semelle menciona-
dos, queirain mandar seus noines, mu-
dinrade domicilio, 011 ontra qualquer
lcml)tanra,([iie sirva para queseja o mes-
mo almanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senliores de engenho e rendei-
ros, queiram mandar as alteraces que se
tiverem dado a respeito de suas proprie-
dade"
l)pois de inda a audiencia do l)r. juiz
municipal da segn la' vara, quarta-feira, 9
do corrente, se I1S0 de arrematar 265 libras
de junco da India, gradea para marquezas e
diversas cadeiras usadas, constante do es-
coplo perleneenti) ao empalhador Miguel
Rodrigues Vieira. jj' a uluma praga.
- lendo de se proceder a eleigao dos me-
sarios que teem do regnr a ordo.u lereeira
de S. francisco, no dia 2| do corrente, lem-
bramos para mlni.-lro ao 1: utto digno nosso
trmao o lllm. Sr l)r. Vicente Pereira do Itego
Em liman.
A pessoa que annuneiou sexta-feira, 4
do crrenle entender nerfeitamenle de pa-
darta e lambem de massas linas, dando fia-
dor o sua pessoa, poje appareccr na ra do
Rosario, padaria n. 18, que achara com
quem tratar.
- Precisa-se alugar um prelo canoeiro
que nio lenha o vicio do haber espirito, i.a-
ga-ae >0000 por dia, e da-so o sustento :
quem livor, dirija-so a Boa-Vista, ra da
Lonceicio, casa da esquina ti. 47.
Joaquim L. Monteiro da franca, socio
e liquidatario di ex-socie!ado de Kranca &
I mo, visla do annuncio do Sr. Jo3o '.Ivs
liranco, negociante da praca de Mace, in-
serios nesle Diario 11 202, ve-so obligado a
leclarat todito .^r. Braneo, que Smc. esta
em erro sobre a quantia que coofessa Hever
aquella socioJade, declarada em dito iliario,
e pede ao Nr liranco de verificar melhor es-
te seu debito
Q Sr. que compra um habito do aviz,
ououl a pessoa que o qucira. dirijs-se a ra
larga do liosa, ion. 17, junto ao quaitel.
--- Vende-se um lindo e excellente piano
quasi novo : na ra da Paz antigamente Ca-
no n. 38.
MI 1.110.
Vende-se no aruiaze.n de Paula Lopes, na
escadinba da alfaudega.
-- A pessoa que precisar deumcaixeirn
para padaiia, o qul j tem estado u'uma
las principaea padagta, danlo fiador da sua
capacidfule, po le siinunciar par ser procu-
rada.
I'recisa-so do um eaixeiro que seis bem
prslicoem taberna, para companhia de ou.
tro : na ra do Queimado n, 69'
Precisa-se singar duas pretaseseravas
que engommetii, enaaboem ecozinbem pa-a
urna casa de pequea familia, as quaes sa-
nio duvi la dar boa paga : quem as tive-
em taes Circumstanciss annuncie para se
procurar, oudirijsa a rui larga ..'o Rosario
c sa 11- 3S, segundo andar, oudo se dir a
pessoa que precisa.
Precisa-so de urna ama para casa de
pouca familia, que oziuhe, lavecengom-
mc : no pateo do Paralzo 11.14.
Carta do Itio de Janeiro.
Existe nesta typographia urna carta vinla
.'^ No consulloiio homeopalhico do l)r. La- eTA
fa unova, ra das Crozes n. 28, ha pira i?
"'tt v"1,,r am ?r,nde sortimento doi mais w
$g acreditados medicamentos homtopathicos, e S
.-: ludo quinto he neceiurin pare ai penoai >t
W qoe t8uem esle s\ alema. *&
;;\ Vendem-se frascos com rolha de vidro tn
-i!. e meia "i* de ''"'ora al 6. muito em 5?
t coola. ^
^^::^;:::- e^Z%&%V
esappareceu do engenho Santo Ij;-
nacio da ireguezia do Cabo, na noite de C
do corrente setembro, o escravo Luiz.cri-
oulo, carapma, de idade oO annos pouco
mais ou menos, bastante alto e de bonita
figura, traz bigode creseido e barba no
queixo, be bastante preto-, tem um resto
de leridas proveniente de*bbas. Foi es-
cravo do Sr. coronel Francisco Jos da
Costa: quem o pejjar, pode, oonduzi-lo
ao engenho cima dito, 011 tiesta cidade
aosSrs.Octavianode Souza Franca, com
esciiptorio na ra da Cadeia, e Lemos
Juniori\ Leal Keis, com escriptorionr na
do Torres.
i'KECISAM-SE de olliciaes de sapa-
tetro, para obra de 3ra e para homem,
de ponto c taxxiado, paga-se bem : na
ra larga to Kosario n. 2i.
Precisa-se do olliciaes e costureiras :
na loja de alfaiale na ra Nova, esquina da
ponte n. 60
OITereoe-se um hom -ni brasilero, de
pouca familia, para administrar engenho.
d que tem bastante pratica, porque ja tem
sido lano administrador, como lavraJnr, e
quem de seu preslimo se quizer uiilisar, di-
rija-se ao pateo do Terco n. 141, segundo
andar ; lambem tem um puqueno para eai-
xeiro, com 13 annos de idade.
Sal do Assu'
Vende-se a bjrdo do brigue Mara Luza,
Tundeado no quadro da carga, amarrado ao
arrecife, a preeo commodo, a tratar com An-
tonio de Almeida Gomes, no seu escriptorio,
na ra do Trapiche n. 16, segundo andar.
Palti ecaruautm
Vonde-s abordo do brigue Maria Luzia : a
tratar com seu capitao.
Previne se aos senliores cautellas,
que nao paguem o meio buhte n 3619, da
ultima parte da sexta lotera,a favor do Gym-
nasio,assignado no verso por Florencio Go-
mes deOlivcira.ou someute com as iniciaes F.
G. de O., premiado com o mesmo dinbeiro,
sabbado5 do co rente; antes denunciem a
polica, por var furiada no dia 7 do corrente
urna carteira com o mesmo bilbote, dinheiro
e outros papis do abaixo assignado, assis-
lente no pateo do Carino, primeiro andar n.
8, sonde dar os mais signaes da mesma
carteira, e recompensara boma quem a des-
cobrir, ou fornecer indicios para isso, res-
ponsibilisando-se pelo segreJo.
o Canto
QUE ESTA" TORRANDO.
y& Uji do canto, na ru
da Cadeia do ecife
Ha um completo sortimento de fazendas
por procos baratsimos, ricos cortes de se-
da de bonitos padres a 2-2-jOOO e 253000 reis,
chales de loquim muito finos a 255000 rs.,di-
tos de merino bordados na pona a 139500,
c muito linos a 203 rs ditos bordados de
velludo a U rs., manas de seda de padres
bonitos l7J, 8/e!irs. cada urna, chaly
com listras de soda a 900 rs o covado, ricos
cortes de casemiras a 4s, 55 o 69 rs ; e mili-
to linos a 6800 o 79200 rs pannos avellu-
dados para cima do mesa, de padrOes muito
bonitos a 359 rs. cada um, seda de cores
com titulo de melin ires de senh a 19 rs. o
covado, seda branei & 1/400 rs. o covado,
platilha delinhoa 560 rs avara, cassas es-
tampadas de cores lisas a 460 rs. a vara, lu-
vas e seda pretas e de cores para ssnhoras
a IfOOOo par, ditas para homem a 19600 rs.,
setim preto macoa 29900 e 39 rs. o covado,
panno fino preto a 29500 39, 49, 5, e 6a rs.,
e muito fino que Taz admirar a 79200 rs. o
covado, modernsimos cortes de vestidos
para senhors, debarege4de se la com lindos
enfeites de froco a 359 rs lilas de muito
bonitos gostos, e fazenda muito boa a 19200
reis o covado, madapolOes de diversas qua-
lidades, e por precos commodos, mussulina
brauca a 300 rs. o c ivado, ditas de cores a
340, 360 e 380 rs. o covado, lencos decassa
estampados, decores flxas a 140, 160, 180,
200 e 280 rs cada um, e a duzia a 19500 2#,
2-3500 e 33 rs., mantas pretas de seda a S5UU
e 111-.00 is., chapeos de sol para senboras a
23500 e 33500 rs., ditos para bometn a 6>500
e T~ rs., ditos de mola a 53400 rs., ditos de
massa muito linos a 7/rs e muito nuis fa-
zendas ; a ellas, venham conbecer a ve-dade.
do exposto: na mesma loja d se as amos-
tras das fazendas, e tambem se leva amos-
tra para casas de familias.
Com toque de a va ra.
Na loja do canto n. 54, na ra da Csdeta
do Rectle, pecas de algodiio com peque-
notoquo do avaria a 29, 2/20', e mais lim-
po a 23300 rs, ditas de malapolao a 29,
23-200 e 23500 rs a peca, lencos do cassa com
avaria nas ponas a 100, 120 e 140 reis ca-
da um.
Aos btliiileirns
Venham ao canto, que est torrando pecas
de chita propras para forro de babu', a
4> 100. 49700, e mais finas a 5.3500 rs ca-
da urna.
--- I'recisa-so de umamassalor para pa-
daria : ni ra Direila n. 26.
I
m

A)i).rrelii8ceiitrifu- $9
gos pasa purgar o
assucar cm tres mi-
nutos. %
Na undiijo do I'undao (em S
S Campos, provincia do Hio de Ja-
gnoiro;, prepara-seestes apparellios
sob um systcma i'acil e adaptado ^
H aos trabaluos do pai/., e qoe podeS
5 ser posto em movnncnto por qual- '
A quer motor animal, hvdraulico ou
', vapor; o par insta 1:000,*), com
'-'" 'lli.' acoinpanhain instruccOel para ^
;-" sua iiillorii'.io e modo de servir-se. ^
9So mesmo estabelecimenlo prepa-
-'.',' i un-sc machinas de vapor, moen- $$
'..} das, laxas < ealdeiras: emlim, tu-(^
i./ doque ili/. respeito a lalnicacao do "}
'.': assiif;-r, preparacSo do caf, ser- ;]:
ii lacias e oulras industrias do pai/.:
| :.' a dirijir-te ao proprietario do es- $5
:.:- tabeleciment,Caelano da Hoclia
8P Paoova [emCampos- .;
: ::?::-; :t>g-3S@ {? 2^03*s i
Precisa-so alugar um sitio perto da

MUTILADO

ILEGVEL

-



DIARIO DE PERNAMBUCO OlARTA FEIRA DE SETE.MHRO DE 1857
G0ISDLT0R10 10P4THIC0
DO
!"!'__.
CWe se acham 9empre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
PUEgos FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 > ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 < ... 259000
Dita de 60 309000
Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopatbica do l)r. Jahr com o dic-
.1 cionario dos termos de medicina ;......
Medicina domestica do l>r. llenry......."
Tratamento do cholera morbus
Reiiertorio do Dr. Mello Moraes
20300*
10/000
2/(100
6*000
* *i
* PEURAS PRECIOSAS-
2 S
.-. Aderecos de brillianU, j!
iludanle! e perolai, pal-
* 5uir.ii. alfmeles, briucoi *
Z a rzalas, botoea e aunen ^
jlj de diQ'erenlta gastos e de
* diversas pedras de valor. t*
y Compram, vender ou $j
'' Irocam prala. ooro, brl- jg
. lhantes.dianianlese pero- gj
; las, e oulras qaaesqoer Si
'* joiasde valor, a dlnheiro *
3 ou por obras.
8.
lOiEtti l SUTE.
UJl 1.1 3URIVI8
Ra do Cabnga' n. 7.
Keceben* por to-
dos oh van, res da Eu- \
< nvaivtuv* iivuiuibivs uo
ropa as braselo umis 1 p"< p ". bandeja., g
^ salvas, cmtcaes, colheres
niOdemO gOSO, tail- & desopaedecli, mui-
OURO E PRATA.
g Aderemos completos dt $
- ooro, meios dilos, pulaei- fo,
$ ras, alQoeles, brincos e *j
3- rozetas, conloe?, Iraocel- 2
g lins, medalhas, correnles -
gj e enfeiles para retorno, e ^
ouiros mallos objeclos de |J
Se ouro.
J? Aparelbos completos de "
v&vw&mmmmssamBm
O- w |09 outros
to de Franca como Ilpi^
objeclos
de;
e**'**?;$$$>>;$a<
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costumam.
- I'recisa-se alugar urna preta escrava
para urna casa de pouca familia, que cozi-
nbe e faca as compras de ra : a fallar na
ra do AragSo n. 1, primeiro andar.
SEGURO CONTRA FCUO.
Companhia Alliance.
Esubalacida cm Londres, am marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esttrlinas.
Saundars Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casa,
a a queaa ruis convier qua esto plenamente au-
lonsados pela dita companhia para ffeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
tuiha e igualmentasobra os objeclos queconiiverem
os mesaos edificios quer consista am mobilia ou
ea fazandas de qualquer qualidade.
Na fundicao da Aurora precisarse
de serventes forros ou escravos, para
servido debatxo de coberta.
Oproprietarioda cocheira da ra Nova
n. 6t, vende todos os seus carros como su.s
parelhas be a postura exigida pela cmara municipal;
vende-se ambos ou separados, e tambera se
vende o sobrado se convier.
I DUTISTi FRiHCEZ. %
Paulo Gaiguoui dentista, ra Nova o. 41 : J
\{? na aiesma casa tem agua e pos dentriee. @
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LE LO/ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
l'ltlMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
Na ra do Trapiche n. 17, cscriptono
precisa-se de um preto para criado-.
MUDAR?* DO ESTABELEGI-
MENT DE PUHS DE
* J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabelecimenlo de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
Relaco,
Aluga-se um sitio na Capunga, todo
murado e bem plantado ae arvores fructfe-
ras, com portao do ferro, estribara, e casa
rom excelhntescommodos : a tratar na ra
do Trapiche n.,13.
Precisa-se alugar urna casa terrea em
boa ra, na Boa-Vista ou mesmo Santo An-
tonio : quem a tiver e quzer alugar, dirja-
se a ra Fo'mosa, casa junto ao lampeao,
que achara com quem tratar.
Alugam-se para a testa
3 casas na Torro con 2 salas, 3 qmirtos, co-
piar e cozinha fra, bora quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos: a tratar
no armazem de materiaes da ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 17.
Joao Baptista dos Santos Lobo tem
urna porcao de mel de furo para vender por
preco muito commodo ; no trapiche do lla-
mos : a tratar no armazem n. 11, da traves-
sa do arseuaj de guerra.
AMA PARA CASA
Precisa-se de urna ama para casa, que co-
zinhe nicamente o diario da mesma : na
r Nouava n. 38.
ACEIO E PROMPTID-0.
Na rua das Cinco Pntas n. 136, lavase e
cugomnia so com aceio e promptidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
DARKIS VASIOS.
Veniem-se birris de 4.-novos, chegados
ltimamente de Lisboa : no armazem de
Carra I lio # Irio, na ra do Brum.

-S3M
5&5
#
Casadesaude |
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- %
labeleceu em seu sitio da Passagem J
da Magdalena, que lica ao norte ^
da estrada entre a ponte grande J
o a pequea do Chora-Menino, ex- Jj*
cellentes acoinmodacdes para re- ^"f
ceber todas as pessoas enfermas J
que se quizerem utilisar de seus ||
servicos mdicos, os <|uaes serao
prestados com o maior esmero.
O mesmo r., para o lim supra- ^
indicado e para exercer qualquer
Outro acto de sua pofisso den-
tro ou fra desta cidade nodera' @
ser procurado a qualquer Lora do Q
dia oda noite. no referido sitio, Sg
a excepco dos dias uteis, das 9 ^
horas da manlia a's 4 da tarde, $
que sera'encontrado no primeiro A
andar do sobrado n. ), do pateo S
do Carino. ^
*
XAROPE
DO
BOSQCB
Foi transferido o deposito deste xarope
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
Nova n. 53, garrafas 53500, e moias 35<>00,
sendo falso todo aquello que nao for vendi-
do oeste deposito, pelo que se faz o presente
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtysica em todos os seus
differentes graos, quer motivada por cons-
tipaces, losse, astluna, pleuriz, escarros de
sangue, dor de costados e peitos, palpitacSo
no coracao, coqueluche bronchite, dr na
garganta, e todas as molestias dos orgaos
pulmonares.
REMEDIO IMCOMPARAYEL.
IThesouro ho-8
UNGENTO HOLLVVAY.
Milhares de individuos de todas as nacCcs
podem teslemunhar as virtudes deste reme-
dio incomp.iravcl, e provar em caso necesse-
rio, que, pelo usoqucdelle iizenim, tem seu
corpo e membros inleiramente s3os, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa po.ler-se-ha conven-
cer dessos curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lli'as rolatam todos os
uas ha mu tos anuos ; e a maior parle deis
las sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hosptaes, onde
deviamsuftieraampulacrio! Helias ha mui-
las, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec ment, para se nao subrnetlercm a essa
operacao Uolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
de seu recouliecimeuto, declararam estes re-
sultados benficos dianle do lord correce-
dor.eoulros magistrados, alim de mais au-
lenlicarem sua allirmativa.
Ninguem desesperara |do astado de sua
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar inconlestavelmente: Que ludo cura,
O ungento he ulil, ma* particularmente
nos seguintai casos.
da ma-

Os abatxo asslgnados, com Joja de ourives
na ra do Cabuga n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
est3o recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tar.to para senhora
tomo para hotnens e meninos : os precos
continuam razoaves, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, ficando
ssim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vda.-Seraidiim &. Irmao.
Cliegaram mais travs de louro, entre
ellas algumas de 45 a 47 palmos : a tratar na
restilacao do Franca, na prc.ia de S. Rita.
- O abaixo assgnado, p'rticipi) ao res-
peitavel publico, que havendo outro de igual
n Jine, paseara a assignar se de hoje em d-
anle por Antonio Arco-Verde de Mello, fle-
cire4 de setea.bfo de 1857. Antonio Alves
de Mello.
Na padaria da ra do Cotovllo n. 31,
da-se bora ordenado o com pouco trabaliio
a urna pessoa que tome conta de urna l're-
guezia dep3o bem oferto da mesma. e para
este hni .se exige bora coiBportamento.
No\o
sortimculo de borzeguins n-aneezrs para se-
nhora, ditos para lonem, ditos para meni-
nas, sapatOes, saontos de dive sasqualida-
des, tu lo dos mclliores fabricantes de Pars,
e precos mais baratos : na ra do Cabus.
leja D. 9.
... |'recisa-se de urna pessoa cora as ha-
bilitacO"s precisas para (ornar conta de urna
boa tabxnia n. cidade da Parahiba ; qoeo
sejulgar com capac lade, dirija-se a loja
de Vidal & (tastos, para tratar, na ra da*Ca-
deado Recife, loja Me fnzen las ti 5G A.
Precisa-se de una ama de meia i di e,
para coznhar para duas pessoas : na i ua da
yruz do Itec.fc n 31, armazem.
Alporcas.
Caiinbras.
Callos.
Canceres,
l-orladuras.
Dores de cabeQa.
das costas.
" dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
trupcoes escorbticas
Fstulas no abdomen.
A quem interessar.
Solicita-se pela polica qualquer preten-
do ; pelos feitos geraes e provitlciaes, des-
embarco de casas e lojas ; pelo ecclesiasti-
co, coni.iso de baplsm;>, bito e justifica-
cOes, ludo a contento mediante mdica pa- I r'-.',
ga; no Recife, botica do Sr. Antonio P.dro ldldade ou falta de
das Neves, junto ao arco da Senhora da I
ConceicSo : em Santo Antonio ra do Col-
legio, botica do Sr Cypriano Luz da Paz, e
ra do Crespo, loja de livros do barateiro o
Sr. Antonio Oomingues Ferreira : os preten-
derles acharao nos lugares indicados,pessoa
competemenle habilitada.
Domingos Alves Matlieus saca sobre
a piara do Porto.
AVISO.
A professora abaixo assgnada scienliflca
aos pas de familias residentes na cidade e
rora della, que recebe em sua aula no pri-
meiro andar do sobrado da ra estrei-
la do Rosario n, 36, meninas como pensio-
nistas, meio pensionistas e nDo pensionis-
tas, para ensinar a ler, escrever, contar, e a
grammatica da lingua nacional; assim co-
mo a toda e qualquer sorte de costura, la-
byrinlhos, marcas, bordados de lila, se la e
ouro, tapeesria, e a diversas qualidades de
llores de 13a, ludo em pouco lempo e com
perfeicSo, aliancando-lhes o bom tratamen-
lo, todo o zeio e cuidado.Mara Marlinia-
na de Campos e Olivcira.
Gabinete portu-
guez de leitura
A directora do Gabinete Portuguez de
Leitura tendo de proceder bataneo na bi-
bliotheca, pede aos lllms associados que
tiverem em seu poder volumes, alem do
prazo concedido para a leitura, de os re-
colherao estabeleciiuento at SO do pre-
sente mez. Igualmente recommenda a
observacao dos arts. l."> e 14 nos paragra-
pbos que di/.ein respeito a puntualidad
das mensalidades, para assim evitar a mo-
rosidad.; que tem ha-vido na cobranca, o
que na realidude nao deixara' de causar
algum transforno ao estabeleciment.
Pernambuco de setembro de 1857.O
Drimeiro secretario, Augusto Duarte de
Moura..
Lotera
pr vincia.
Ultima parte da sexta e pi imeira da pri-
meira do ymnasio.
O abaixo assignado vendeu as seguintes
sortes:
Nums. 2802 2:000$
1:000jj
VOO.s
200$
oo.s
i oo.<
100.S
i oo.s
V0.S
4".s
to$
0.S-
iO.S
vos
10$
10$
e paga
ra do Collegion. 21.
>>. .#.
.." *' rua ,,n',Rri:'' 45, p
un caixeiro que tenha pratica de taberna :
paga-so bam .
O abaixo assignado pede encarecida-
a pessoa que por.eniiano tirou-llie
nais cartas do correio, viudas ul-
10 Bul, polo vapor Imperador, o
calor as extremi-
dades.
Frieras.
Cengivasescaldadas.
luchacOes.
Iiiflammacodolgado
da bexiaa.
Innammagao
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
I'ulmoes.
Quei mdelas.
Sarna.
SupuracOes ptridas.
Tinlia, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das irliculaces.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.

meopatliico
ou
VADEMECI
DO
Homeopatha.


; PELO OR.
|S\BI\0 OLEGARIO L-PIMO-
Ela obra, reconliecida por lodo
SAPATOS 1)0 AltACATY,
dos mclliores que tem vindo a este merca-
do, para himens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caminha iV Filhos, rua
da Cadeia do liccife n. 60, primeiro andar
--- Vendc-soum bonito cavallo com todos
os andares: no aterro da Boa-Vista n. 11.
I Vende-se ou aluga-se para passar a fes-
' la um sitio junto a povoacan da Varzea, com
bastantes arvo>es do fructo, com casa gran-
de : a tallar na rua de Hurtas, sobrado n. 2,
segundo andar.
Vendem-se saceos com feijSo novo e de
boa qualidade, por prego commodo : no ar-
maze.n do Sr. Cuerra. defronle do trapiche
do aigo<13o, ou no Itecife, rua da Cadeia,
junto a ConcoicSo. casa n. 55.
ROVO KAPE.
rtecommemla-se aos amigos da boa pitada
o
aiios.
..;
a rnelhor de qudiiias er.tiiiam a applicacio g? o excellente rape novo princeza, checado do
Itio de Janeiro pelo ultimo vapor, e se ella
venda a 1;U00 a libra : as lojas n. 4 da
praca da Independencia, e n. 5 da rua du
Crespo ao p do arco.
Deposito de dores.
Na rua da Cruz n. 17, aclia-se rima
grande porrio de excellente vinbo de ca-
j, por barato preco, e na rua do Trapi-
che-Novo, no cure dos Alliados.
CAFRE DO SIRIDO
Aterro da Sioa- ista n 8.
He chegado a este estabelecimenlo a ver-
dadera carne do serI3o, ja muito conheci-
pelos fre-uezes que em oulros annos
ila li,,i.....,:iin.i no 11;, i ni, .-i.i.i das mules-
^v lias, coiilinud a vander-se a It^OOO.na Bo-
^ tica Central Uorneopalliica, rua de Santo
j3 Amaro (Muiulu-Novo, n. 6
% exlellen1es remedios 110-
-;;;. meopathicos.
.3 preparados com o maior cordado e esmero,
^ vendimie em carleiras por precos os roais
<&. commodos possiveii, desde 105000 al
M l^OoOOO, conformo o numero dos lobos e
. riqueza das caixas.
W 9ada 'unoavulso.....IgOIIO
^8 Cada vidro de tintura. 25000
& N- II.Constando ao abano assignado
5 qUe "li!u"s individuos percorraro o inlerior
g? nao sn desla provincia, como das AJagaaa,
3 larabrba, Kiu-Orsnde do Norte e Cai,
. vendendo remedios em seu nomr, julga
^ convenrenle declarar, que a ningaem aulu-
''3 rlsou Par 'so, e que,como nao esla


a c-rregar cor os ^..""hlXK g clmoTrtt" ^"'^ tanl0C,, V0T^0
& se re.ponsabilisa pela proficoidade dos re- '" !ln0
V medios preparados dehaiio de sua imrne-
.^ dala in-pecsao, naBolica Central llu-
Santo Amaro,
,"ii meopalbica, rua
*g de Novo; n. 6.
Dr. Sabino Olegario I.. Prnbo.
8T

",^>>-
\
t
\ ende-se este ungento no estabelecimen-
lo geral de Londres n. 244, oSlrand, e na
oja do todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada boectinha,conten
uma.inslruccao eui portuguez para explicar
o modo de fazer uso desle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pnarmacculico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
:: Aviso s sciliorcs de
..^.:::;
engeiioo.
Jos Mauricio, ora residente
rua da Cruz n. Jli, pri-
,:
V..-
Antonio
nesta cidade, na
rueiro andar, propt-se a receber comriiis-
sOes de assuc^r, e cunta com a proterc.-o de
seus amigos senliurcs de erienlios, aos
quaes prometa ..... i-m" nh n salisfacloria-
nif ule nao s a venda doi a^iucares, como ~_
toda e qualquer compra de que o encar- w

9
^ff regarem.
O
27*2
1405
102
2582
m 140
749
2202
123i
1132
I o
(81
2533
IGS
3499
3644
A garanta
1 meio.
2(|uaitos
1 meio.
1 meio.
I meio.
1 meio.
fequartot.
1 meio.
bilhete.
1 meio.
1 meio.
bilhete.
1 meio.
1 meio.
1 meio.
1 meio.
no iscriptorio
Layme.
2862 2:000-7
2742 1:0110/
316 100
749 100*
2202 loo;
2259 4.J
Grande sor ti-
loentj de fazendas de lo-
(ii.s s qualidades.
Cortes de vestido de seda de cores o mais
superior e moderno que lia no mercado. ^
Pfca de brelanha de Puli lina com 0 va-
ras .............
Corles de vestido de la matizada de uovos
padres cun l covados......
Unos de caiga de casemira prela e da cores.'
Uilus de collele de gurgurflu de seda de va-
rios padirs.........
Chapeo* de rnassa francezes formas nuvas.
Dilos de sul de seda.......
Lencos de cambraia borJadus, liuos, parir
mao.............
Dilus de dilo de linbo liscs para mlo.
I.uvas de teda de ludas as qualidades, para
homeri', senboras e nuniuas.....
Palitos de panno prclo e de cures. .
Ditos de argentina de cores escuras. .
Oilos de usLto de cores asselinadas. .
Hilos de brini pardo fiuu......
l'aiito-i de alpaca preta......,
Oitus de alpaca e gangas de cores. ...
Olios de biim de quadiinbus.....;(00
(iouduliisde alpaca prela e de cures. .
Kumeiras de rdroz cun lago de seda para
senhora............
Chales de merino bordado em 2 ponas. .
Olios de dito bordadus ro 1 pona. .
Olios de dito com lislra de seda ....
Oilus da dilo lisos......
Olios de dilo cun franjo* de laa ]
Ditos de lAa adamaicaoof, prelos e de core".
Uilus de thalv bordados......
:t>500
-'.ou
icooo
35(100
75300
7->)00
1.-280
4d0("
2050(1(1
"5OOO
63OOO
.'i-IHIO
4,-HIOO
43000
55OOU
JliOO
li'COOO
JCOOO
0.-UO
>-")(JO
J5(KHJ
35(100
I05(M)
Panno fino preto e de cures, pura lodos os preco*
Setnn pretu macao suacriur, covado .
(irosdenaples prelo e de Cures,cu\ado .
Seda prela labrada sU(.eriur.....
l'upelina de seda de cores malisadas, co-
vado.............
Clialir da cores, com quadrus de seda,'cu-
v.ido.............
Dilo de cores lisos cuvado......
I.i de quadros pequenos e grandes, co-
vudo............
Lfl.r eseda de novo* padroes, covado. .
.M lumana de seda Dtaltuaa com cinco pal-
mus de largura, covado......
lirsoliua de seda cora quadros, ramagens e
lislras malisadas, covado......
Sodas de quadriulios, cuvado.....
Ouqucza de seda con: quadres e ramagens.
Mussulioa 1,1,111, ,1 e de cores, cuvado. .
Cintas frauce/as linas de uovu padroes, cu-
vado.............
l-'rondoliua de seda da lindos costos co-
vados ........_
Cassas fraucezas finas de cores lisas', vara".
Lm fenle do becco da Congregado, passando
loja de ferragens, a segunda de fazeud.s 11. 40.
Lina pessoa sullicientemenle habili-
tada oll'erece-se para dar liccOes de dese-
nlio: quem do seu prettimosequizer uti-
lisar, dei\e sen nome e inorad
grapliia deste DIAUIO para
rado.
- Precisa-se de um caiseiro, que tenha
bastante pratica de taberna : na rua do En-
cautamenlo 11. 13.
3*000
29000
2J300
930
8.')0
640
(100
800
ltOO
I50OO
930
7.">0
320
280
000
20
D na t\ po-
se' procu-
Uompt 3
ESTABELECIMEYrO DE PIANOS
* OE
JOAO PEDRO VOGELEY
RUA NOVA N. 27, ESQUINA UA CAM-
BOA 1)0 CAU.MO.
Vendem-se pianos dos mais afamados fa-
bricantes da Kuropa, de baixo de toda ya-
ranlia qno pode ser desejada. I\a mesma
casa concerta-se e afina-se com perfcieao os
mesraos in>trumentos.
Lotera
DA
Provincia.
Ans 5:C00,;000, 2:000s000 e 1:000.3000.
O abaixo assignado vendeu os secuintes
premios :
1 meio Numero
1 quarlo
1 bilhete
1 quarlo
1 meio
1 dilo o
O mesmo tem esposto a venda os seu fcli-
zea bilheles, meios e quartos da quarta par
tedaprimeira lotera do Collegio dos tlr-
phSos, os quaes nao estilo sujeilos ao des-
cont dos oilo por cento da Ip, na praca da
Independencia u< 4. 37 e 39 ; e na rua da
Cadeia do Itecife 11. 45, esquina da Madre de
Dos.
Por Salustianode ,1 quino I'erreira
Jos Fortunato dos Santos Porto
Ofliciaes de ch -
p^leiro.
Na fabrica de chape ia de Joaquim de OH-,
veira Maia. na praca da Independencia, an-
da se precisa adm.tiir mais dous olliciaes de ven.le-se um dos melhorcs moleques cm
Chapelielro, pagando-se boas ordenados : a conducta, de id.de 18 ann, "um bonito mu-
---Compri.m-se botijas vasias a 80 rs. cada
u ma : na rua da Senzala Velha n. 110.
Compra-se ellectivamente na rua das
Flores n 37, primeiro sndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, cm grandes
e pequeas auantias. sobre Denhores.
$?
No deposito da rua do Rangel n. 48,
na um sin limcnto de queijos do reino novos
I agOOO rs assim como roanteiga fina a 640.
dita ingleza a 800 rs dita flor a 13200, as-
sim como maesas linas de araruta a 360, vi-
uho do Porto engarrafado a 800 rs dito de
caj' a I56OO a garrafa, doce de goiaba, rh
hno, macairao, aletria, e outros mais elTei-
los, ludo mais barato possivel.
Na rua da Cadeia do Itecife n. 57, ha
para vender cornos de cabra, cera de car-
nauba, gomma de superior qualidade.
Vende-se a taberna sita na rua Direita
n. 27, coutendo poucos Tundos, vnntadc
dos compradores quem pretender, dirja-
se a mesma, que se far todo o negocio, fia
mesma se vende manteiga ingleza mnito
nova a 800 rs. a libra, dita a 64o, franceza a
640, dila a 720, c outros mili tos gneros que
se ven Icro por querer acabar.
Vende-SO o sobrado n. 42 da rua da
Guia, por pn-co niLito commodo: a tratar
na rua das Cinco l'ontas n. 64.
Vendem-se saceos gran les com milho
muito novo, como bem feijiio muito novo :
na rua do Vigario n. 5.
SUPERIOR RAPE".
Vende-se cfleclivamerite rape fresco de to-
das s qualidades, c >mo s ja Lisboa, Paulo
Cordeiro, Prinzeza Jo Rlo.ltocha, Cace gros-
so, meio grosso, lino e Meuron : na pra^a
da Indeopndencia n 3.
Vende-se um bom escravo crioulo,
mor;o, sem vicios algum : a tratar no escri-
plorio de Manoel Goncalves da Silva, rua da
Cadeia do llerife.
- Vende-se urna taberna com poucos
tundos, propria para qualquer principiante :
em Fra de Portas, rua do Pilar n 131.
Vende-se urna rftulntiriha rie 12 annos,
cose soffrivelmente e he muito bonita, urna
dita de 10 annos, muito linda e esperta, c
um molcque de 15 annos, de bonita figura :
na rua larga do Itosario n 22, segundo
andar.
VENDA DE ESCRAVOS
L'ma linda mulalinha de 14 anuos, sem vi-
cios nem achaques, urna negra de 30 annos,
boa cozinheira, lavadeira e quitandeia : na
ua Nova n. 38.
Kal do Sul.
Vende-se a bordo da barca Yava, e na rua
da Cadeia doltecire n.2.
Vj ruii to Ai.tTi> u. 56,
ven ie-se gomma Tina a 35-200 a arroba, e a
libra a 120, manleiea franceza a 640 a libra,
dita ingleza a 800 e !)(i rs.
L ,J i
Cha
Em casadeP.abeSchmettaul&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
CAAS DE FERRO
Encllenles camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 69, primeiro
andar.
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto de vela em bar-
rica como em porcio o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bora : no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Sauto Antonio n. 17.
Pianos
Vendem-se excellentes pianos inglezes, de
muito acreditado fabricante Italph Allison,
em casa de Patn Nash & c, ma do Trapi-
che Novo n. 10.
Xo escriptorio do Uomingos
Mathcus, na r.ia de Apollo n. 23, i
la vender,por precos mdicos, o seguinle :
Ricos e elegantes pianos.
Enchadas porluguezas.
Cochins de linbo para montana.
Coeiros de barra.
Muito superior como de lustre.
Tintas de coi es, preparadas.
Bataneas decimaes.
Muito ricoe superior papel para forro de
Salas.
Superiores charutos da Babia.
Fumo em folha.
Pedias de lousa propnas para mesas de
cosinha.
reu.
Alves
no armBzem do Tasso
.respi
(O
10.
es de merino bordados a matiz a
75800, ricos cortes de vestidos de seda di co-
res matizados e aveludados, ditos de bloude
e de gaze brancos, proprios para noivas,
chales de touquim de todas as cores, man-
teletes pelos bordados a velludo, sabidas
de baile, assim como outrss muitas fazen
das de muito bom gosto, por preco mui'o
em conta.
Vende-se na rua Direita n. 19, cha de
familia a 800 rs. a libra, dito do Rio muito
fino a I58OO rs., dito da India a 23200 rs.,
toucinho de santos a 240 rs a libra.
rerrenos firmes veud \.
O soliciladoi'Manoel l.uiz da Valga vende
terrenos em cliilos proprios e com arvores,
tenlo un delles 1,800 palmos de fundo,
com frente para tres ras : quem os preten-
der, polo dirigir-se ao mesmo, na ,rua da
Senzala Velha n. 68, das 6 horas da manlia
rs 9
Manoel Luiz da Veiga vende todos os
uteneilios da antiga f^b'ica de conloara, e
se compomette a dar todas as iustrurces
precisas para o fabuco do cairo em rauta,
como de todas as manufacturas, tanto de-.le
genero como do linbo, desde as iinlias at as
amarras, e mesmo do fabrico de cabos de
couro.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za n. 07, dos alamados l'alir cantes Uay o.
Martin, em barricas de 15 duzias de po-
tes : em casa de James Crabtre i\ Compa-
nhia, na rua da Cruz 11. 42.
Felj
el
Ja
loja
das seis portas
Em frente
do Livrament
Pecas de algodo trancado com avari a
quitro patacas, chitas rosas com mofo a 110
o covado, e a 55UOO a per;.
---v ende se ai roz superior de vapor, che-
gado do Maranhao, pelo diminuto preco de
f ., 8 aS Vira Techar coritas : no caes
da alfandega, armazem do Mello.
Na rua d s Abitas- Verdes
n 40
Vendem-se saceos gran les com feijUo mu-
atinho muito novo por prcc.0 commodo :
na taberna grande ao lado da igreja da Sole-
dade.
Vende-se superior lagedo de Lisboa :
na rua do Vigario 11. 19, primeiro andar
O
B rriscom breu
IrmSos.
Aos pas de familia
Vendem-3e caixinlias com 30 libra* de
bacalhao novo, ebegado ltimamente, a
",s a cai\a : no caes da allandega, ar-
mazem de Tasso limaos.
Las de flores naiusda ma-
tizadas b 500 o covado
Na rua do Queimado n. 21 A, vendem-se
laazinhas de llores miudas matizadas, fazan-
da muito fina a 560 o covado, lencos peque-
nos de cassa de cores a 100 rs. cada um, fi-
nos; edo-seas amostras com penhor.
-Vendem-se cortes Je censa escosseza
a 2$360: na rua do Crespo n. 23.
CQM PEQUEO TOQUE DE
A7ARIA.
A dinheiro
Pecas de algoJao liso, largo, encorpado a
2S, 2^240, 25500 e 23800 a peca, dito de si-
cupira a 25, 2>240, 2^500, 23800 e 3o a peca,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran -
cadolargoa 100, 120, 140 e 180 rs a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquin.
que volla para a rua da Cadeia.
Vende-se espirito de vinbo : na resti-
lacao do tuoinho de vento da praia de Santa
Rita.
Chapeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de llalla,
recenteinerite chegados, a preco commodo :
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
.fende-se
Cortes de
\esti-
tratar na mi srna
PARA OS DENTES.
Elixir contra as dores de denles, o mr-lhor 1
que tem apparecido, do hbil dentista........
que se demorou alguns dias nesta praca, e
seguio para o Itio de Janeiro ; e vendo o
bom resultado que tirou. fez um deposito
na praca da Independencia u. 4. Preco I3I1O
cada vidro.
- Precisa-se ds urna ama que saiha co-
znhar, engoinmar e fazer o servico diario
de cas.t du um liomem casado sem lilhos
110 pateo do Para izo, no segundo anlar do
subrado que vjlta para a la da Iluda. Ad-
verle-se que a ama soja seco lilho.
Jos Flix Pereira de Huigos prop;-
se a rereber sssucar de
I )eo.-
agradecido. Recife de setembro
a rapazea a, que tem do; -Jos Das Itrandi.;
ir para a Paradina passar os ir s 1
repul a
QUE ESTA' QUEIAHDO.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixc Frito n. 2, lia um
completo .ormetilo de fazemlas por precos
baratsimos, entre ellas nolam-se chitas
Irancezas escuras de lindos padroes e cores
lisas 11 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padroes miudinh s a.280 o covado, ditas li-
nas de lm los padroes e excellentes pannos,
e cores lixasa 300 rs. o covado, lindos ta-
petes para salas a 3?800 cada um, pe^as de
OP-launa de rolo com 10 varas a 25000 cada '
urna, miissulina de cora 320, dila mais fina-
de lindos padroes a 360, dita muito lina a
400 rs. o covado, iia branca a mais fina que
m.negra para todo o servico, um negro &JSSS & g^ CM'*
de 2j aunos, de boa conducta.
lato de 19 annos, de una conducta exem-
plar, ptimo ciiado, um dilo de 12 anuos
Avso cm lempo
' para a Parahiba
que venham ao deposit
do
has santos,
s maesa; pois que'rSeu Z? I ',c' Jo K"*
messa
-- Precisa-se de urna ama para osa de
pouca familia -. na rua da Cruz n 50.
Ihom.-z Voxall e sua senhora reliram-
se para niropa.
O seja-se fallar ao sr. Jos Ribeiroda
Rocha Basto a negocio deseu inleresse: na
rua do Trpiche n. .7, escriptorio.
m
urna ou
fvor',d0e1n'aVpMr'r'..,.'.',V'i V", sssucar ti
rm.zem nTmfl^M S'dre-1e meU ''"^mpennar satisfactoriamente, tan-
n.JNque Ihe hcara muito [lo na venda dos assueares como as com-
dc 18j7. I pras de que o encarregarem, assim como faz
algum adiantamento aos senhores deenge-
nhos: quem quizer utilisar-se deseu pies- Cama* de ferro para soltei
tuno, dirija se ao largo da Assembla n. 12. Lavatorios o
- A parda que anriunciou no liiaii ,de' a,.......,. .i t
aiiiim,:- ue trro para navio
la.
rar atf o dii
que lem penho.-es cm po-
_na lo Ininn de os vir li-
9 do e urente, do contrario se-
rao vendidos para sen pagamento.
Flix Ferreira Lima.
Ama.
Precisa-so alugar una prela escrava que
, rarja o aervreo interno e externo de urna ca-
i -ja ue 1111.no pouca familia: no aterro da
ba V isla 11 lo
-" Ve-idc-se um escrava de meia dade,
bem possanie e sadia : a tratar na la da
ConceicSo da Boa-Vista, cssa n. 10.
Antonio Luiz de Oli-
vcira Azevedo, tetn parn
vender, no seu escriptorio,
rua da Cruz n. 1, o se-
ruinie:
AlgodSo verdudeiro da fabrica da Babia,
proprio para iaccos.de assucar e ron-
pa de esclavos,
l'io de aleodao muito superior.
ose rasados.
Ierro.
de diversas
do correlo mez querer empregar-se ern
casa de una senhora casada, sendo que
queira para empregar-se em engommado e ', Pennas te aro superiores.
trata, de sala e coser, pule dirigir-se a Boa-Fil de Irnlio liso.
SrS2S2! iar"UJC' aqual"uerh0--^ ~ c.'ixTbW",J' "c c'ra
ra, que se pagar bem os seus servicos. I a rua Direita n 66, loja.
[jrossurns.
.1.
musma : a
que
en-,
tratar
tas de cordiio
la para
dos.
Vcndem-se cortes de 13a de lindos pa-
droes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
nelOagios.
Os melhores relogios deouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaves, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia ao Itecife u. 62. primeiro andar.
Relogios
cobertos e descohertos, pequenos e grandes
deouro patente inglez, para bomcm ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Uellor & C., roa
lo Torres n. 38.
Na rua da Caleia defronle da Helaran, venda
n. 28 da I). S. Campos, vende-ie e aluga-se, inpe-
riores tiirlias liainburtuezaa, em porgar e a retalho.
Vende-se ua rua da Cadeia n. 28. superior
presunto porluzuez inleiro a 440 rs., e roais objeclos
por prero comniodo.
Aterro da Uoa-
Vista n.
Vende-se bom e barato.
He chegado este estabelecimenlo, vindo
de Franca no navio Parahiba, urna poiQo
de chocolate de todas as qualidades e amei-
sas em latinhas de 3, 5 e 10 libras, conser-
vas alimenticias de peixes, em latas grandesa
I i ngua dos a 2-500, salmonetes a 29700, sal-
monetes frito a 2>300, cavallinha a 25800,
peixe espada a 2200, Iinguicas de Lisboa
novas a 500 rs., presunto para hambre a 700
rs., dilo de I.aniego a 520, cha hysson com;
muiii a 1y00, dito lino a 2-:5i0, dito xim ,
2;800, dito perola a 3>40Q, macarrao a 320 e
480, t Iharim a 320 e 480, aletria e 400 e 560
rs., eslrellinha a 600 rs., rnassa de toa a 720a libra, marrasquino lino, licores linos
em garrafas grandes e pequeas, latinhas de
biscoiliuhos linos inglezes, holachinhas de
sola, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades e muitos outros gneros que'seria
impossivel annuncia-los, ludo por preco
commodo, para acabar.
agencia
ia fundic&o Low-.tloor.
rna Ua Senzala Jova
o. 42.
Neste. estabelecimenlo continu'a a have
um completo sortimenlo de moendas emeias
moendaspara engenbo, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
L DE LISBOA.
Vtnde-se cal de Lisboa viuda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo: na rua de Apollo, arma-
zem n. 2 B.
^os Srs, de en-
genho.
A 154000.
ptimo bacalhao de escama : nos ar-
mazem de Tasso limaos.
tSBUlISIO FU USE-
NAJIpND*CAO DE FEBRO DO ENGE-
N E1KO DAVID VV. BOWMAN, CA
?a.V BRUM> pASSANDO O HA-
rABIZ,
ui'eV ohiecof 8,nde rtlo dos se-
;...! I de mecanismos proprios
para engenhos, a saber 1 moendas e rna s
moendas da mais moderna consiruccOo i.
n.!-2e/erro,f,,.,,,'10 e taWW
qua.dade e de todos os tamanhos; rodas
dentadas para agua ou anim.es, e odas as
proporcOes; envos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhOes, bromes, na-
rafusos e cavilhOes, moinhos de mand oca
etc. ele. '
NA MESMA FUNDICAO,
se executam todas as encommendas com a
supenoridado ja conhecida com a devida
presteza e enmmodidade em preco.
Aj;ua raz em olhas de feno.
Oleo de linl.aca em ditas.
3nm de vella'e brinzoes..
Lonas e cubos da Russia.
Cabos de manilhae de couro.
Metal amarello e cobre de forro.
Velas de stearina.
Clavinotes.
Pedras de marmore pira mesas.
Pregos de cobre (jrandese periueos.
No armazem de C. J. Atley & C.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Deposito
de rap princesa da fabri-
ca de li. Gasse, no Ro
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio1 grosso, da acreditada fabric*
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na"
rua da Cruz n. *9.
Vende-se na rua da Madre de Dos
11. 12, armazem de Novae* & C. barril
de ferro, ou cubos bydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Sel lins e relegios,
SELI.INS e RELOIOS de patele
inglez : a venda no armazroi de
Koslron Itooker & Companhia, ea-
quina do largo do Corpo Sanio Da-
mero .48.
Curo
e
do
secca no < eara.
Vende-se superior carne secca do Ceara.
por commodo i.reco no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfandega.
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. 34, escriptorio de
Novaos & C, superior vinho do Porto, em
caixas de urna e duas duzias de gnalas :
a' preco commodo.
&&tm*tf*$%0$
rs. a vara, di-
a 500 rs cassas frnncezas
muilo iioas.e de linJissimos padroes a 640
a vara lencos pequeos para mfiO a 120, ili-
los a 220, ditos com bico muito finos e c >m
lindos bordados a 360, cortes de casemira
com lindosgostosa ?.-.oo, ditos linos a 6>,
meias casemirasde quadr inhos proprias para
caiga e palito a 560 o covado, laazinhas de
qusaros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, grvalas pretas de selim a
rs200 cada urna, riseadot francezes de qua-
dros de lm Jos p ;. oes a 240 TS. o covado
casineta ;reta muilo lir.a a l200 o Covado
casemira preta a 3IO0, c.'irles do castor cv.'-
corpado para calca 1 ia40, ditos a i;, ditos
SECRTABIS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriotolio
do agento Olivcira, rua da Cadeia do Itecife
n 62, iirimeiro andar.
Algodo monstro.-
Vende-se algodao monslro com 8 palmos
largura, muito proprio para toalhas e
ri de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baralissimos ptecos, chitas escuras
eoe diversos padroes e ores lixes a 160,
180 p 2 10 rs. o covado, ricos lencos le seda
de lindos p droV.s a 99000, o oulras muita,
lazendisquese .eisan de mencionar, ese
venlerSo po." baralissimos precos; seda-
rao amo-lr^s com p'iihores.
Vende-so superioi liuhas de algodao
brancas, e de cores, em noveilo, para costu-
ra, em casa de Southall .Mellor AC.a. ruado
forres n. 38. u
do n. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fiiiidieao de Ierro de D. W. Bowman
na rua do Bium, passando o cliala-
i'iz, continua a liaver um completo sor-
timent de tachas de ferro fundido e hati-
llo, do.~ a 8 palmos de liic.i, as quaes se
No dia |. do corrente fugo o escravo
de nacao, de nome Amaro, o qual foi com-
prado ao Sr. Gervazio Jos da Costa, mora-
dor em l'nnte de Ucha, e tem os sigoaes
seguintes : altura regular, pouca barba e
usa debigode, tem por baixodo peitoes-
querdo marcas de ventosas, elieofficial de
pedreiro, e tem andado por Ponte de Uchoa
e tambem suppOe-se que fosse para o enge-
nhc1 Salgado, pertencente ao Sr. Henlo Jos
da Cosu : a pessoa que o pegar ser recom-
pensada, Jevando-o a rua da Aurora n 36.
_. Fucio no dia 28dopassalo da cidade
de Olinda o prelo Marcelo, com idade oe 25
annos pouco mais ou menos, levou vestido
calca e camisa azul, tem urna costura na
testa de um taino de fouce: dito escravo
pertencia a finada D. Lourenja Goncalves da
lonte: quem o apprehender, leve-o ao eu-
genho Quileba em Serinhaem a Manoel Cou-
jalves da F'onte, ou nesta cidade a Antonio
I-eiie Fereira Bastos, na rua da Cruz n. 52,
que ser bem recompensado.
Oesappareceu do bordo do brigue Ca-
maquam, no dia 31 do mez passado, um es-
cravo de nacSo, de nome Joaquim, represen-
ta ter 50 annos, pouco mais ou menos, altu-
ra regular, cor fula, bastante fallo de dentes
na freole, e tem urna ferda no dedo grande
da mSoesquerda ; levou calca e camisa de
algodao azul e'chapeo de palha pintado de
preto : recommenda-se a sua captura, e
quem o levar a bordo do dito brigue, ou a
casadeAmorim IrmSos, na rua da Cruz n.
3, ser gratificado.
Capilts de campo, aler-
ta !!
Continu'a a estar ausentado desde o dia
2* do mez passado, o escravo Manoel, criou-
lo, com os signaes seguintes: bajo, bas-
tante cheio do corpo, tem as m3os muito
calejadas por ser padeiro, tem Taita de dous
denles na Trente do queixo inferior, urna ci-
catriz em cima de urna sobrancelha, e he
quebrado de ambas as verilbss, levou calca
de casemira azul, camisa de madapolSo e
um chapeo de palha pequeo e velho, tem
sido encontrado em Fra de Portas, aonde
he conheerdo por Manoel conduru', o foi es-
cravo do Sr. Domingos da Itos, por anto-
nomasia Domingos cartera, que tem taber-
na na esquina do becco dos Cuararapes,
tambem gosta muito de ir para Olinda. on-
de ja foi pegado : roga-se, portante, a todas
as autoridades policiaes e capitaes decam-
po a apprehensao do dito escravo, e levem-o
ao pateo da Sania Cruz n. 6. padaria, que se
recompensara generosamente.
2009000 de gratificarlo,
a quem pegar os escravos crioulos, Lauren-
lino e Manoel, -por antonomasia barbeiro :
o primeiro de rdade^s annos,alto, n3o mui-
to fornido, rosto coraprido, sem barba, bem
parecido, e muilo pachola, levou chapeo do
ctnli, e gosla de trajsr bem : o Manoel tem
a mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
renlmo, estatura baixa e bem fornido, rosto '
redondo e bem parecido, pernas grossas,
res bem feitos, traja calca e jaqueta, e levou
chai eo de palha da Italia; tem cicatrizes as
cosas como sello de suas proezas : levaram
em .sua companhia um moleque de nome
Alejandre, que com elles aprenda o cilicio
de pedreiro, cujo olliciosabem perfeitanien-
te ditos escravos : a pessoa que appprehen-
der qualquer desles escravos e os entrenar
na cadeia da cidade do Itecife, ou os condu-
zir aoengenho Boa-Esperancra, na rreguezia
dol.rmoeiro, receber a dita gratificarse e
maisdesiezas que hzer.
So da 5 de julbo do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na enmarca de P80
d'Alho, o escravo Antonia, Cacange. de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, he casado, c tai-
vez lenba algumas marcas de rclho as na-
degas por ja ter sido castigado levemente :
esse escravo foi dr s herdeiros do finado Cae-
Uno Concalves da Cunha ; consta que esle
ve cm fanto Antiio, em cesa do Sr. Jo3o
Francisco, assim como consta que em Pajeu'
exiite um escravo com os mesmos signaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na rua da Cuia n. 6*, ou
delle der noticia certa, ser recompensado
- com toda generosidade : c qut m o tiver era
eciiaraa renda por preco commodo e com seu poder, fique cerlo de sua punicSo com
v
proraptidao, emDarcam-se ou carregam-
se rm carro sera despezai ao comprador
to.lo o rigor das leis.
1'KH.N. TV". UE 11. F. DB FAKIA 1857

i
-
ILEGIVEL



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