Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07825


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Full Text

mu XXXIII N. 204.
Por 3 mezes acliautados -'#000.
Por 3 mezes ve-'dos 4s00.

SE<.IN\ FEI1U 7 DE SETEJIBRO DE 181)7
Por inno aduuiludo l^OOO.
Porte franco para o subscriptor.
)
EciCA.xKliGa.DOS DA 8UB8CK1FC DO NORTE.
Pinhiba, o ir. Joao lodolpho &omei Niul. o Sr. Joaquina
l'Partin Juaior ; Araeatv, o Sr. A. de Lemus Braga; Cea-
rt', 9r. J. Jote de Olivair ; Miranbao, o Sr. Joaquim Mar
qnet Rodrigue*; Plauhv o Sr. Josa Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Juitiuo J. Aicaoi ; Amazonis, o Sr. Jtronyme da
Cala.
PARTIDA. DOS CORREIOS.
Olinita : toOos o* tlias, as 91> meia liora. do da.
IguarasalT, Ornaran u l'arahilia: as asumas eaeuaa-Blimt*
S. Anll, Helenos, Bomu, Caruaru', Allinlio e Garaahiu: na lerra-frira.
S. Lourpncii, l'o il Albo, .Niiarelh, UaMn, llr.-jo. IVii-ira, ln'gaaeira,
tan, Viiu-Bclia, Boa-Tiiu, Ouricurj .- EiV, oaaounaa-ltirai.
Caito. Ipujuca, N-iindai-m. Rio Kurmoao, tila, ll.iir.-iro-, Agua-Creta, Pi-
mrnleirase Xalal: quintaa-rviraa.
i Tt'itua ua correiua parlen aa 10 ho
AUDIENCIAS DOS TBIBLNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : leguoda quintal.
Relacao : tercat feiraa tabeados.
Fazenda : quarlai tabbadot ai 10 horas.
Juizo do commereio : tegunda ai 10 horai quintal ao meio dia
Juizo de orphaos iieguoda a quintal ai 10 borai.
Priraeira rara do civel .- tegundaa eieiuiao meio dia.
Segunda rara do civel ; uartai Hbbadoa ao meio dia.
EPHEMERIDKS DO HEZ DESETEMBRO.
4 La chela ai 2 horai e 47 mioutoa da manhaa.
10 Quarto mioguante ai 8 horas e 30 minuloi da tarde.
18 La nova ai 3 boros e 13 m huios da manhaa.
26 Quartocreiceota as6 horas e 40 minuto da mciiili.ia.
PKEAMAK db hoje.
Primeira as 5 horai e 54 minuto! da manhaa.
Segunda ai 7 horas e 18 minutos da larda.
das da semana.
7 Segunda. S. Regina v. m.
8 Ter<;a. : Nalmdade de N. Senbora.
9 n i,iria. S. Doroiheo m. ; s. Gorgouio m.
10 i.lnii.ij. S. Nicolao Tolenlino ;. Numesiano ni.
11 Srita. S. Theodoro penitente.
12 Silbado. S. Macrobio ni.; s. Ligorio m.
13 Domingo. 15 O SS. Nornc de Maria.
E.NCABREGADOS DA SUBSCB1CAU NO BUL
Alagoas, o Sr. rjaudino Falcao Dial; Babia? o Sr. D. Dupra
Ajo de Janeiro! o Sr. Joio Pereira Martini.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manuel Figueiroa de Farit ni tu
Wvraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
oo de umi posiri i elevada, intimida ou sem educa-
{3o, oceupou mais triste posirjo peraute um tribunal
parlamentar.
Comqnanto o.lo (enhamos sympathia pelo indivi-
duo nem pela sai opima i, lamentamos com tu.11
ver hu honiem que oceupa um lugar distincto na
liierarchia da igreja elitista responder perante o;n
triliunil de juslie a de um.i maneira diversa da que
elle n devia fazer.
Um h mitin serio e desagacidade, muito embora
assuas opinioet sejam jesuticas, um homem, digo,
que livease alguma experiencia do que he um tribu-
nal inglez, deveria saber que a aimplicidade, a since-
dislincres fussem as nicas masas que houvesse a
eslranhar n.ia resposljs de Mr. Mac-Hale.
ta urna lula continua para conteguir alaci lar a ques-
13o, para evitar as resposlas convenientes ; e um de-
tejo de abandonar o ponto em discussao, empreean-
do iim grande numero de palavras peanle a nm-
missao. O reverendo testemonha repeli muilas
vezes : A lei excadeu-se, como se a nao corapreheu-
desse.
Semelhintes espedientes nao faram honra a um
.'liicaneiro de prulisslo. mas sao muito menos honro-
sos da parle de um padre chrislau. Um arcebispi
calholico deve lar certas reservas, repellindo as dia
linccSes de cac/iada ensilladas por l.i.n ri e Dens,
liem como-pelos jesutas Sanches e Saurez.
Dasle iaterrogatorio extrahe o a Mornng-Post
numerosas passagens, lias qoaes notamos as se-
guinles :
Pergunta.Tenles vos o direilo de suspender um
ecclesiaslico que denuncia um candidato do pulpito,
depois do servido divino ?
Resposn. Que denuncia ".'
P.Sim.
K.Que entendis pela palavra denunciar.'
P. O que enleiido'.' en digo. Cima qualiTicarieie
vin o I'act i di! um ecle. a-lii'i no altar, revestido
das toas vales tacerdolaes, dizer : A maldcelo d-
Deos caa sobre aquello que volar contra o seu pas
PART 0FFIC1AL
COMMAMX) DAS ARMAS.
Veuirtel te>i*r*l d coanaando da> araBaa de
Ptroantbocf sa eldada) do Hecife, em 4 de
eteoibro de 1857.
OROEM DO DIA N. 17.
O brigadeiro commaudaule dat armas interino
(ai pablico, para que tenha a devida observancia,
que o governo de S. M. o Imperador hoove por bem
nomear por aviso do ministerio da guerra de 20 de
goaln ultimo o S-. lenle coronel de engenheiros
Jos Joaquim Rodrigues Lopet, que se acha empre-
ado ola provincia, para servir de chefe da com-
mii i, qde lem de inspeccionar as rorlilicajOes da
eidade de I lindos na provincia do Para', deveudo lo-
go que Uvtr concluido os (rabalhos da referida cuni-
misso, regressar para aqu, alim de continuar no
eiercicio do emprego de director das-obras mililares,
que actualmeiiln oceupa ; p que conslou de cilicio
exped )o pela repartictlo doajudante general do ex-
ercilo na dala de 2 do dito mez. Que por offlcio-
a. rncsina repartido datado de 2a, se delerminou ridade e a rarjdjira sao mais aprecia tas n'um lesle-
tobre proposla do sr.-.coronel clrnrgiao-mor do e<-| rounho, do que as renadas sablilezas, as delicadas
rallo, que o Sr. teuente do corpo de saude, Domin- I dislincciies, e as reticencias que prejudicam a ver-
gos Jos Muir C.ordeiro Gilahy, siga quanlo anles dale. Mis prazi aos cos, que as subtilezas e as
para a provincia do Rio Gru le do Norte, parasobs- '
liluir no emprego que all oeropa o Sr. 1. cirurgiao
do mesmo corpo, J -s > Joiquim Machado, qoe deve
recolher-se n corle. Que por oolro oflicio da refe-
rida dala, eom referencia ao aviso do ministerio da
guerra de 21, temlmn de agosto, si mandn que se
recollia coi le, afim de seguir para a provincia do
M ilo-tlru-so, onde vai ser convenientemente empre-
galo, o Sr. lente do 10 balalhao de inranlaria,
Francisco de A-tis Brrelo.
O inesuio brigsdeiro commaudaule das armas pu-
blicando o oflicio abaiio Irauscripto, da salocAu as
dsvidaa osciladas pelos Srs. cOminandanles de cur-
tios a respailo do mo lo de serc-m inscriptas nos li-
vrus lue'tre as pracas ddidis. Determina que ot
Srs. eapelllss da repartic.lo ecclesiaslica farjam se-
manas no hospital regimental, de eonformidade
com o que ae acliava determina anteriormente, vis-
to qoe adisposi^ao cooti-la n > artigo 110 ao rego-
lamento do corpo de taudt na d>z respeito aos hos-
pitaes, assim denominados. Dalerinina finalmente,
que do varso das bailas das pracas que en Ira ruin pa-
ra o dito bospilal s averbem os vencimenlo) cora
que cada urna deltas deve coutribor para o cofre
respectivo, afim de te pider f*ztr com precis3o a
escriploracSo do livro mencionado no g 6. do arl. 18
do regulamanlo de 17 de fevereiro de 1832, deven-
do essas mesmas declararles serem averbadas as
bailas das pravas que para o hospital entraran!, a
contar do dia 7 do mez pastado, para o que o en-
carregado do eslabelecimeolo aprescuta-los-ha aos
corpos perlancereiu.
Oflicio.
I. Seccao.Illm. Eira. Sr.S. Eic. o Sr. lenle
general Inrjj de Saruhv ju tanto general do eier-
eito, era resposla ao oflicio de V. Et., n 9tt de 31
do mez passado, manda significar a V. Etc., que
com as praess addidas aos corpn.s, deve pralicar-se
0 mesmo, que se acha establecido no arl. 10 das
inslroc;es de 10 de de/.embru de 1831 a rtspeilo das
aggregadas, tenlo por lauto aquellas asiento nos li-
vro mesires como eslat e as effectivas, sendo se-
ment designadas pelo titulo de iddidoimme-
diatamenlo a aasenlo do poslo on praca do indivi-
duo. O mesmo determina o arligo II das instru--
cftes public i-lis ni or l.'in do dia do exercilo n. 12,
que se eiecoie pira com os olli'iaes aggregados, ou
addidot. O que communieo a V. Etc. para teu co-
nheeimenlo e governo.
Dos guarde a V. Eie.Uuart'l senera-l do exer-
nlo na corte, li de agnslo de 1857.Illm. Exm.
Sr, M ireclul de cimpa Francisco Sergio de Olivei-
ra, couiinaii lanle das armas de Pernambuco..\u
Ionio Nunes de Aguiar, depulado interino do aju-
dante general.Joao Jos da Cosa Pimeiilel.
5
nltDKM DO DIA N. 18.
Oevendo olemnisar-sa o trigsimo sexto e aniver-
sario da nossa emancipacao poltica, na forma das
ordene em vigor, e segunda es que a presidencia des*
ta provincia expeli ae brigadeiro comroandante das
armas interino, a goirda nacional deile municipio e
a compnhia de artfices formaran em grande parada
na manhaa do dia 7 deste mes, pela ordem se-
gointe : >
O esqu IrJo de eavalliria, o I' bstalliaa de arli-
lliaria, o 1*. 2', 3' de infanlaria e a compnhia de
artfices guarnecendo um parque compusto de 4
tiaecas de fugo, furmerao ums brigada ao mando do
Illm. Sr. coronel commandanle soperior interino
da meima guara Domingos AtTunso Nery Fer-
reira. -
A's II horas a brigada se devera' achir postada
em lisils da ra de S. Gonzalo com dirercao a dos
Pire.
Depois da revista do cosame eflectaara' a >ua,
marcha para o largo do palacio di presidencia, e all
exeeutara' o qae lie de pralice em actos laes.
O Sr. commahdanle da brigada etcoihera' os seus
empregados d'entre os ofllciaet sob toa juris-
dic<;ao.
O brigadeiro commandante -das armas interino
convida os Srs. ofciars do eiercilo, os di< guarda
uacional, que nao errumarem, a cumparecerem no
referido palacio, afim de assi-lirem a parada ao
coriejo que se tein de fazer a efllgie de S. M. o Im-
perador.
Determina que as mosicat dos corpos do exercilo
e a da guarda nacional luquem reunidas u sobre-
dilo largo a' alveraJa e o recollier do iudicado dia 6
bem como no acto do coriejo.
A gnaroicao da praca sera' feila no dia (i e 7 pela
1 ra.; i-, da mencionada guarda nacional, que nao es-
liverem as circomslancias de fazer parle do arru-
niamenlo.
A-signad .i.J o,7o Joi daCotta Pimenlel.
Conforme.Demetrio de Guimao Coellto, alfcret
ajodaute de ordens encarregado do detalhe.
Mac-llale, que te intitula nrcabispo de Tuam, e que As reformas emprehendidss contra estes abusos,
em lodo o caso he um arcebispo calholico, foi oler- pouco oa nada avau^aram em conseqaencia de ;uma
rogado pela commissao. economa mal entendida, e foi mister que os" re-
Ainda qae o Dr. .Use-Halo tenha sido, duran-, cenes terriveis successos lizesscm sentir ao publico a
te quasi 40 anuos, um demagogo poltico religioso ; | iniensidade do mal e a urgente necesiidad de sp-
ainda que elle seja um pregador popular e um jar- plicar um remedio.
nalisla de antiga dala ; ainda que estabelec,a a con- ; Um despacho lelegraphico vindo de Londres con-
troversia assim na imprensa como no pulpito ; ainda firme o que hontem se dizia em ll-ilin acerca da in- .
que seja um ecclesiaslico, um arcebispo e um admi- ; lenr^o qoe os governos comprehendidosno /olverein
nislrador de grande nomeada entre os seus correligio- lem de reclamaren) a favor dos seas nacionaes est-
anos, nunca nenhuma teslemunha da el use inferior belecidos em Caniao orna inleinnisica i pelos pre-
jiiizus que Ihes causn o bambardiamenlo d'aquella
eidade.
O lelegrapho annuncia que esla reclamaca col-
lefliva fui ofti.-ialmente levada para Londres. Em
vista das declararles de lord Palmerston por ocra-
siao do liuiiili ir.l-.imeNli'l-ie Greytoun pode se desde
ja prever o resultado. Todava nao deixaradeier
inttressanle seguir o destino riesla reclamacjo, qoe
m.cita urna inleressante qustao de direito interna-
cional.
As noticias d'America reeebi las em Londres do
a conhecer a lamentosa conlinuaco dos disturbios
de que Nova-York loi o theatro dorante o leslejo do
dia 11 de jullio. Em 1 i de julho, dia em que sabio
o paquete que traz estas noticias, ot ainolinadores!
preparavam-se pata Iratar urna seria lula contra a
polica metropolitana Suppuuha-so que os amjii-'
Dadores e-lavam bem prvidos d'armas e de imiui-
6es, e tres regimentos de infanlaria estavam prestes
para correrem em auiilin Por nformacoes do cnsul inglez, o governador
de Cutie, o general Concha, manduu prender diver-
sos negociantes, suspeilos de lerem lomado parte no
desembarque de carregamenlos de escravos. Do seu
lado, o Tamaisaiecebeu com prazer a noticia do pro-
jeclo de imporlaco de negros tiberios lias colonias
Iraucezas.
Osjornaesda colonia sao onanimes em applaudir
este projecto e instar com o gnverno inglez para que
nflo recu-e a Jamaica a autunsaco que a Marliuica
leria alcancado do guverno francez. A resposta da
raiuha a mensagem volada a este respeito pelas duas
cmaras do parlamento, da' lugar a duvidar-se do
xito dll novas allnelas que a Jamaica faz junio
da sua rnelropolc.
O jornal invalido Ruara publica a respeito dot
recursos da demagogia de Londres pormenores as-
tat picanles e que julgimas til Iranscrever*
Eis como se exprime aquclle jornal :
N3o se podedeixar de admirar a simplicidade com
qoe os iurnaes ioglezei confessain ignorar a mina
donde Mazzini e os seus consocios eilrahero sommas
consideravpis.
Ora. nos podemos iodirar urna dessas minas e es-
clarecer deste modo cssa ignorancia 1,1o ingenua. He
e contra a causa do seo au, e por ciniequeiicia voz o que sa chaina nos amigos da Italiav. as roas en-
tar a favo* do coronel Iliggins'.' S,i isio urna de-
nuncia oa nao '!
H. Queris que vos diga a rninlia opinia j este
respeilo ?
P. Pergunlo sa chamaes a isla ama denoncia ".'
R. Traais das expressoes que acabaes de referir '.*
P. Sim : vou l-las anda oalra vez: o ecclesias-
lico, depois da mis.a, cinservando-se no altar, re-
vestido das suas insignias, diste a coogregacio : nA
mal l.cao de Dos caa sobre aqoelle que volar cou-
tra o seu paiz, e por. Cunstqueocia volar a favor do
coronel lliggins.
R. Eu direi a ininha opiniAo quando o fado me
for submetlido.
P. lie tiesta oceaiilo qae elle se vus suhmelle.
R. Nao, por ora ha urna pre.suinpcao de verdade.
que falla ser pruvads.
Se ei .in narii.i.-. conlinua o MorniHf Posl, a
conducta dos ecclasiaslicos. reconhece-se dos depoi-
mentos de Sir II. O'llinnell, que o padre kirmena,
chamado Ran, Irabalhou eom i agente de Mr. Moo
re,qae ennd,i/.i.i os licuores pira os fazer velar, que
aoenss obedeciam a eslas ind cacas, llie eslendia -
roao dizendo : o Daos vos abencoe ; que n'oulra oc-
easilo, n'um domingo, 1 lia dMribuia agurdeme, e
que inuil.is eleitores forain n .\-wporl a seu pedido.
i Quaulii as donuncias e citacoes do alio do altar,
parece que islo he minio freqiienle em Swiuford e
Bahola, e un t-steiiiiinli-i chamad i Gannon dase
que nao foi missa com receio de qoe contra elle
se fallasse na igreja, G innon acrascentuu que o Rvd.
Mr. Calnll dissera que In havia de dar um bom
exemplo, senao volatsa por Moore e Palmer, e se ai
olleras fossem rejeiladas. Oulro ecclesiaslico, o re-
verendo Michrl Curley, foi vista por tir O'Dunnell
frente de 200 pessnas, com um breviario Da mao :
animando o seo rebanho a eommetter violencias de
lods aqualidade contra os eleitores do coronel llig-
gins.
o Ainda oulro ecclesiaslico, o Rvd. Ivers, foi vis-
to por Mr. Curran, fustigando violentamente um
ceno numero de peasoas com ama bengala.
o Sele oo oito casos de inliini laca a furam impo-
lados pelas ieslemunhas ao levereudo padre C niwai.
Foi depois de ter deliberado sobre esla serie de ac-
cusacOes, que a commissao declarou que houve in-
crozllia "as, e em ludas as pragas publicas de Lon-
dres vecin-se liomens cohertos de papelAo, especiaes
d cartazas amhulanes. que annuncia aos habitantes
dos Ires Reinos-Unidos que n'um certo dia e a urna
hora delermioada, lera lugar n'um lal ou lal club
um meeling,ou orna reumas a favor da llunaria ou
da Italia, e que n'nesse mecling pronuucnvam dis-
cursos k issolli, Mazzini, Salli, etc., paga-se dous
shilings da enlradi. S', por cuno-idade de louria-
le, rnlrnrdes na sala deste meeling, acaha-la-heis
cheia ; tres ou quairo mil ouvmtes ou espectadores
acham-se ah reunidos pan verem os que se chamam
amigos da Ilalis. Us slnllings, que por este meio
se arrecadarji, sao peposilados na caixa e I .imam
quautiat consideraveis que servein para entibar us
rolas da michia cevslaeionarii. Ora, he provavel
que eslas canas sejain observados com mais vigilan-
cia de que os administradores dos caininlios de ferro
na Inglaterra.
i Jornal do Cornmcrcin de Lisboa
RIU DE JAMURO.
SUM.
SESS.VO EM 30 l JLI.IIt) DE I8.Y7.
'residencia do Sr. Ensebio de Q$eiroz Coul'infio
Matos-i Cmara.
A' hora do coslum*, feta a chamada, e achando-
se reunido numero legal, abre-ie a sessao.
Lula a acia di antecedente, be approvada .
O Sr. i" secretarlo aa cunt da eguiute
EXPEDIENTE.
Um oflicio do minislerio do imperio, pirlici-
paudo que S. M. o Imperador digna-te reciber no
sabliado 1" de agosto no paca da .-ida la a depula-
CSo da -.-n i li que lem de apreseular ao mesmo au-
gusto seulior as lea da livor i das Turcas de mar e
Ierra para o auno de 1858 a 1859.Iiileirado.
Um ollicio do ministerio da juslica. lemeltendo
o autugrapho da re-o;ui;ao da assemhla geral le-
gislativa approvaudo o decreto de 27 de novembro
de 18.54, declarando que na aposeiiladona concedida
ao de-eiuh.i'gadiir da exliurla casa da sopplicacilo.
timidarao espiritual influencia illeg.il, e que era Pedro Madeirade Atreu Brandao, se deve cuin-
uecessario apresenlar a'cmara um relalorio sobre prehender o vencimenlo qoe liulis como juiz cou-
esles fac,. Esperamos que a cmara, depois de ler servador dos piiviUgiados do commereio, etc.__In-
lomado conheciinenlodo n-gocio, apphcar o teme- leinMo.
dionecessario.ii Um requerimenlo de Thamaz Coclirane, pedin lo
---------------- a approvac-ao do decreto n. 1743 de 2!) de margo
A ultima sei-.to da cmara dos cnmmu, diz 01 .'S??,.,"IB ^e 1ue P'sa gozar dos favores do
ujoni.il dos Dehale-i. foi detlinada as inlerpelleres
IZTUU01I.
Do Miirnliig-I'ost o exlrahimos os seguintes de-
lalhei solire as illegalidades cramela las par occatio
dat eleieaes na Irlanda :
. As miuuiii diisdepaimautos das lesteinanhat no
negocio dt l-ici-s -l:i mno firairi iinpressa por or-
den da cunara dos coroinuns. D piit de teriper-
c iir. 11 rap damenle ai 511 pag nis .ti que se coni-
p.n.n, lirainot a c inclusa > de q- Mr. .Moore, foi,
por intermedia das seas ageatei, calpido ds iuflueu -
ca Ilegal ; dA que a intimidarlo espiriaal da parte
do clero eiili <1:c i fui exercida a lal ponto, que nao
ple duvi lar-se em Inglaterra ; qut os accletiitli-
casCinway e Kyan all livr.nn aicm poiir,3o activa
a punco honrosa. Ain la qua a can lucia deslet dous
padres lenha si lo especialmente designada cmara
pela commissa, nao sa a ell- os aicos que intervie-
rnu as eleifes, porque, nlm dellaa, ha um gran-
de namero que le lornou uotavel por esaa occa-
siao.
u Qjem leu os jornaes, s-.bt qu? o turbulento Dr.
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUC'3-
aallaiin
ti DE SETEMBRO DE 1857.
O DA 7 DE sETEMURO DE 1822.
Atsim eomo o homem, algumas na roe rcodernas
lem das de regotijo em que coslom-in glorificar as
paginas immoilaes da sua historia,
A aarora Oo da 7 de s-leinliru siipre ser sau-
dada pelos Brasileros eom ieffaveis emoc6s de n-
lliosia-.no ; e se a phanlasia, esss nm modernos, com as azas mabsadas de lliret, prodiga-
alta o incens da poesa nos das anuiversarim de al-
: "in- dolos bullanos, pela nossa parle, apenas nos
he dado boje formular oro vol d- contentamenlo
pela prosperidade crescente da nossa patria c.iin-
inom.
Odia de boje ser sempre glurifi:ado enlre as
xmphoniat do co e di Ierra, em iiostos aiinaes,
pelas geracOes que nos succedercm. como o berro
glorioso da no-aa emaoripaca publica ; a as salvas
de arlharia, e os repiques dos sinm, e a doces liar-
moniat qae o leadttn h,,o de repercutir ale as infi-
nitas regiSes do futuro.
Dao-se em aualquer lociedade dous movimenlos
qoe se pirecem combiter reciprocamente. Um he
no sentido da igoatdade; tende ab ilcito .1 dis-
linri-aes faclicia entre os ciiadaus, ao melhoramen-
lo da cundic.lo geral, a' diffu>a i das vaulagens e dos
direiloi sociact ; he o progceis.
O oolro he o movimeulo qae resolla da desigual-
dad dos talentos e dat posicOes, que enlloca as suas
subre os negocio da ludia, que M. Disraci havia
aniiuiiciado Nao rrcebemos por emquanlo seu3u
um resumo da primeira parle d'essa tessao. Ala-
cando a pdilica geral seguida ni ludia desde ha dez
anuos, M. Disraeli lamenlou que se moletlasser, os
Indgenas tanto na sua propriedade como na sua re-
ligiao;que -e seguate sobr-ludo des le 18i um pla-
no regular de expoliarlo e de encorporacao. [Sao
sabemos anda o que respondera lord Palmcrslmi as
censuras de M. .raeli. Esta censura', anda
m'iin.i qne fssem fandadis.'pooco intere-se lem em
vista da sitoacao em que a ludia hoje se arba. Sen-
la-*, com razao, mais a necessidade de reprimir es-
tas graves deiordeiis di que a de eitudar bislorica-
menle os livos qae as originaram.
Anles de reformar a urganisacao da India, he mis-
ler reconqais(a-la. Pi'esie mnnienlo os Ingieres lem
meii.isempeiilio.lt saber o que devera ler-se feilo
oa India do que saber o que ehi se passa.
Tadavit a Correspondencia Irocada enlre os direc-
toras da compnhia das ludias c o coverno, e en-
tre esta mesma direrrao e o governador geral da lu-
dia, confirma os graves erros que j.. lizemus eouhe-
cer, exigentes na arc'nitao do exercto indiano.
He sabido qu a c niipiiihi.i aloptara o psssimo
expediente de satisfazer as crrscenles exigencias de
seu servico civil, tirando do exercto indiano lodos
os olliciaes de merilo que n'elle commandavam. He
as.im que se vram alguns rrgimenlos perder de ama
vez tele de seus olliciaes, destcalos para os empre-
gos civis. Cnnhecia-se os iiiconvenieules deste sis-
tema que ni.lilis appreliencoes can-,iva, sem haver
a coragem de se renunciar a elle. Anda uns, a
pouca simpalliia que existia entre os nlliciaes ind-
genas e us ofllciads europeus confundido nos mes-
mns regimentos, excilava com razao a solicitud da
compnhia.
devidas categoras as superioridades, e que, em todos
os empregos da aclividade humana, eleva os mclho-
res. e subordina aqnelles qoe Ihes nao sao iguaes.
Um e oulro destes dous movimenlos he muilas
vezes contrariado pelas instituieoei ; mas ambos pa-
rece qoe eslao em a nalureza das cousas.
i,i i indi a igoaldade he a lei de um paiz, o pri-
meiro destaa movimenlos he rpido e geral.
Quando a' igualdad* se ajunti a liberdade polti-
ca, parece que nada deve contrariar o segundo ; o
campo se abre ai superioridades ; nada se pode op-
por ao seu desenvolvimenio.
Sealgumi cousa he eonciliavel rom os direitos dos
homns disiinclos, he sem duvida urna ordem de
colisas fondada obre a concurrencia.
Verdade he qoe no momento em que reclamamos
a nossa independencia, as duas lenlenciasja sp con-
Irariavam ha mullo lempo, e urna mais fue do que
a oalra devia ler o triompho.
O a'nor [iroprio, o came, a pre'nmpcao.-a im-
previdencia, turnam-s d-f-iios da natureza huma-
na sob ludas as eonsUiaitjOet do miiDdo.
N.lo ha le, n>m pmgresso que possa impedir que
os lameos se eslimcm mais rtu que elles valem e
que esquejan) algumas vezes quanlo as coosas s.1o
ditticieis e o meritu precioso. Quand) elles lio re-
vestidos de cerlo poter, oo ao menos da certa influ-
encia, julgam que usam desle poder ou influencia
ei-rn lodo o direilo, com loda a justir i.
Ja muloanie-de 1822. muilus lirasileirns ilati-
vos, liuliam intima coiisciencia il i poder e influencia
de que eram dalarJoi, e que excrciam na ierra da
patria ; mas a inrlripolc, em vez de rrconhecer esla
superioridade em grande numero de colonos, con-
ceder-lhes a emaneipacao que Ihes compela, e o di-
reilo de te governarcm a si e a aquellet, de coja ne-
cessida les legilimas eram os ver ladeiros interpretes,
lornou-te sorda aos clamores supremos da razan, e
Iraluu de prolongar o seu dominio.
He iie o erra do todas as melropoles antigs e
modernas. Cora elleito, sem embargo das licoes elo-
O Sr. Kami declara ao senado qu S. M. dig-
nou-te responder a' depularo que leve a honra
de ir cumprimenlar ao inesm i augudo teulior no
dia 2'J de julho o seguinle :
Agradei;o multo ao imada esti novo leslemu-
nlio de sens seniimentos de amor e lideli lade a mi
oh i DtMsaa e familia.
A resposta de S. M. he recebida com especial
agrado.
ORDEM DO DIA.
Entra em primeira discussieo a proposicao da c-
mara dos depulados. aotunsando o govr'no a pro-
porcionar as coinpanliias de estrada de ferro do Rio
da Janeiro, Italua, Pernambuco e S. Paulo, osmelut
de conlralur denlra ou fura do imperld om empres-
limo equival-nleao lercu do. cap lal litado para
e-sas emprezas.
PaMl sem dbale a segunda discus-So. oa qual as-
ir logo o arl. 1'.
O Sr. Manuel Felizardo, observando que os com-
promissos que o governo polcra' lomir, aulurisado
por este projecto, oreara em quanlia muito sjpe-J
rior a' nossa divida fuudada iiilerua ou externa,
desej que urna medida de lana unuorlauria ua
stja volada ein maduro exanie.
Se (ulrot paizes, onde ha maior somma de capi-
laes ditp miveii e o espirito de associacao esla' mui-
to mus desenvolvido do que enlre nos, nao leem
podido dispensar para estas obras o auxilio do esta-
do, acredita que o llrasil nao podera' sr a este res-
peito mais feliz. Ja se v que nao he para rejeitar
lulalmrute o projecto que vai entrar ni discusso ;
mas c..m o lim de suscitar um dbale que propor-
cione o couhecimenlo dos novos favores que pro-
veilosameule devem ser coucadidos a estas em-
prezas.
Esta' garantido a estas empiezas um mnimo de
juro de 7 por cento ao auno, inclusive urna quola
de amortizaran que rrproduzira' em 33 annos o ca-
pital empregado. Qoer islo dizer que duranleaele
lempo gozara' a compnhia de om juro de t por
cenlo, juro anormal na aclualidade, porque as nos-
sas apolices da divida publica de t por cenlo ao
anuo siao muito cima do par. Assim, nentiaro
risco correiu os accionistas dat companhias de eslia-
da de ferro, porque leem dorante 33 annos urna ga-
rant de juro amortizaran que rnova o seu ca-
pital ; leem alcm disso o privilegio xclasiYo por 90
annos, e no lim destes anda lie.ira com a pioprie-
dad perpetua das estradas.
Ora, com lo I s estas vanlagens, o qoe se v'.'
Que denlro do paiz nao he p. sivel levantar mais
dinheiio para a cuiiiiiiuac.au da estrada de ferro de
D. Pedro II.
A' vista disto, a aolorisarno que da' o projeclo
para coutrahir-se um empreslimu dentro do paiz ne
inexequivel. Resta o expediente de contratar esse
e r 11 ] .relimo m paiz eslrangeiro.
Em primeiro lugar, occorre urna ohservacao, e lie
que este emprestirao lera' de ser realizado com al-
guma antecedencia ; e ah estar' sera emprego im-
me iiaiu urna grande massa de capital, de qu o es-
lado carregara' com o premio.
D'puis, nao sabe se no estado actual do merca-
do geral sera' iiussivel conlralur um erapraslimo
desta importancia cum as tantageos autori-adas pelo
projeclo. C', pui'. lambem por esle lado neiihu-
ma vantagam trara' o projeclo.
Ja dise que eslava convencido que estas empre-
zas nao podem realizar- mas o que euleode he que esse auxilio.deve ter prei-
lato sob laes condicei, que o estado parlicipe das
vanlagens que as companliias liverem. Nesles ter-
mos, uao'atuvidaria concorrer cum o seu vol para
que o governo sub-crevesse pelo Ierro das arces
das quatro compauhias, do Rio de Janeiro, S. Pau-
lo, Babia e Pernamimco, entrando ja com o capital
correspondente aquelle cum qoe leem concorrido
os accionistas, urna vez que o tsladocothesse as van-
lagens correspon lentes a esle sacrificio, oa reco-
Ihendo ao Ihesnuro os lucros que dahi resollasaem,
ou deixando-o de recebrr pira ser diminuido o fre-
te das eargas que se ulisassein da entrada de fer-
ro, ele.
Se, apezar desle aoxilio, a compnhia nao po le
realizar a ubra a que se ohrigou, eutao o governo
qoe a lomea si, e podera' conseguir leva la a elle i -
lo sem ni li.irr- onus do que os aulorsados n- .la
I .|. -ic'i i. en! i-i ihi i que auferiria ludas as vai 11-
geos ilahi resultantes.
Sendo e-la quesilo de muila gravidade, e estan-
do iti-p iio a auxiliar as ruinpanhias sem todava
dar-llies mal do que o preciso e conveniente, dese-
j-ria ouvir a esto respeito aopiniaa dos nubres se-
nadores que Ao cuiupetf ules neste assamplo.
O Sr. Valasques reqaer que esle projeclo va' a
commissao d emprezas piivilegiadas afim de dar
sobre elle parecer.
Esle requerimenlo he apoiado e poslo em d s-
cus-ao.
O Sr. Frrraz oppe-se ao adiamenlo, porque nao
acha possivel na aclualHade consentir na menor de-
mora a respeilo da solucao desta quealAo. Deailro
de poucus ilus lera' o seuado de oceupar-se quasi
que exclusiiamenle com o nrcameutn da receila e
despsza do imperio, se nao para evitar urna proro-
gac.lo, queja pirece infallivel, ao in:nos com o fi:n
de lurua-la o menos extensa pussiv-l ; e ODlIa Dio
se podera' tratar desta materia como convem. A
commissao de que o orador faz pule nada podera'
acrescenUr aos esclarecirncut. s q-e sem duvida ha i
de collier se da ditenssjlo ; entretanto que o ;, I. .-
melo poderi,'enibar icir a decisao de-la queslao,
de iialn, o. a urgeuie.
O orador couclue offerecendq algumas conside-
raees solni> necessidade em qu se acha o Bra-
sil de tornar ellertiv i a lodo cusi a conslruccAo
deslas estradas.
Posto o rcquerimeiilo de adJitainenlo a voto-, be
rejeilado.
Continua a discussao da arl. I< do projeclo.
O Sr. Viscoude de llatiorahy uhieivoii qae o ^ 3'
do arl. |-exige que o fliru e amortiz-icSo anniiae-
que o governo garantir n.lo po-sam exceder a 7 por
cenlo do capital emprestado.
Ora. como se enteu ie esla garanta de 7 por con-
t: He em relacao ao capiial nominal un anci-
pital real 1 Se o empresluno fo-se contrahido ao
par, pouco imporlava islo ; mas sendo cerlo qoe o
emprestimo nao podera' realizar se lenlo abaixo do
par, se a garanta de 7 por cauto foi dada ao capi-
tal real, podera' islo lomar inexequivel a lei. fin-
teada que deve-so preci-ar bem a n.lelligeiicia des-
las eipressofs.sub pena de fazei-se orna le qu nao
podara'*r posta em pratica, c porlanio intil.
O Sr. Sauza 1-raneo iniuislro da fazenda) declara
que o goveruo lem eomo limite da garanlia que pode
dar os 7 por cenlo para que o aulorsa esla propo-
icao ; e que em neuliara caso exceder' esta auio-
isacao.
O Sr. Manoel Felizardo pergnuta em aparte se
essa garanta he sobre o capital real ou nominal '.'
O Sr. S mza Franco respond que em sua opl-
niao n.lo pide deixar de entend.-r-sc que he sobre
o capital real.
O Sr. Ferraz pondera que pdo prujecli pule o
governo prestar simplesinenle a sua garanta aos
jurse ainorlsacao do empresluno que a compnhia
conlralur, ou lomara sitlas asuperaees negocian-
do o erapretlimn, emillindo apolices, e obngamlo-
se direclatueole ao pagamento da juro e amurtisu-
{3.
Na primeira hypoth-se, dever a garanlia dos 7
por cenlo recahir s nenie sobre o capital real que
entrar nos cufies da c mpaiihi i : mas se s der a se-
gunda hypolhese, lalvez Icuha di eilen.ler-se a ga-
ranta ao c[ ilal nominal, se o conlino se nao s-
lipolar no contrato oni a Compnhia.
O Sr. Vise .o te de Ilaborahy, depois da decla-
racao do oobre mioi-lro, de que a garanta das 7
por cenlo he sobre o capital real, neuhoiua duvido
llie resla a respeito desta inielligeucia.
O que pensa he, qu posla a quealilo uestes ter-
mos, n.lo po leudo o governo exceder o limite de 7
por cenlo, sendo 5 1| por cenlo de juro I l|J
por cenlo de amoilisarilo annual, enai-culi pos-
sivel realisar o cmpresimo senao i biixo do par,
a consequeucia sera qua a lei nao lera' execu-
rilj.
O orador qoliera antes que s* dtre ao governo
uraa ampia aulorisaca.i, d> que a.linillirte reslrc-
res que patera nullilicar a medida que se quer lo-
mar.
CL Sr. Carneiro da Campos insiste na importancia
da duvida ollerecila peto Sr. visconde de llaburahx,
e que acha procedente.
O Sr. Souza Franco diz que o pensamenlo que
predominou na cunara dos depulados, e que est
eouncadu no 5 > do arl. que se discute, foi qoe
era uenlnira c.o se augmenlassem os eucargos do
Ihesooro geral e provincial.
O governo, poif, nao se afiliar desta reslricrao ;
mas o orador pensa que o emprestimo se podera
contrahir de maneira que tanto o juro, como n
amortisar.lo fiucrn dentro dos 7 por cenlo, que r.ao
pudem ser excedidos, poli que as apolices da divida
i.ulilira eslao por lal prero, que nao tendera mais
de i 1|3 por cenlo.
qoenles do passado, estamos vendo a Inglaterra pro-
ceder em Boato das da mesma sorlc para cum as
suas colonias da ludia, para com as das ilhas loniraa,
e da ilha Mauricia : a Inglaterra, que em I77B,
recebera urna lirio severa, que llie deram os Esta-
dos-Unidos do Norte!
A nossa antiga m-lropole negou-nos lambem o
nasso direilo, e pareceu desconhecer que a lula dos
ii..ii. nuil nimia- dara um Iriumpho em favor da
sua maior colonia dos lempos modernos. Dahl a
nos-a nlependenria em 7 desclembrodo 1822, obra
que na opimao de oulms ja eslava feila em 1808,
ffsde o mutlenlo em que el-rei de Portugal chegou
o Brasil ruin a sua corle.
Anda nao podemos dizer, como disseram os Es-
laduUnidos pelo orgSo de Irank in Perce, que
-amos a nuca i in r- feliz, que exilie na chrislanda-
do : rcrl imenle he orna phrase um piuco ambiciosa,
mu so aproxima da verdade; e desejaramoi lambem
poder usar delta, tem qu* nos expozessemos a um
justo ridiculo.
Entrelanlo ja gozamos urna posicao flirescenle e
orna supremaca incunlntavel na America do Sol ;
e por urna importancia legitima, exercemns urna in-
fluencia benfica na maior parlo das repblicas hei-
I auliulas do novo mun lo.
Desde o rooinenlo em que eslas repblicas pmcla-
iii -i.im a sua in lf|ien inicia, tilas lu un para se or-
gan-arem.
Se ero lodos os paizes se encontram os meamos
problemas de cnili-acao in .ral e material, as mes-
mas qoesICtt de commereio, de industria, de Irabl-
Iho ; se n'um a palavra o conlinenl sul-americano
nSo he mais que um lliealro onda se manifeslam
plienomenos idnticos, estas lulas, estas qoesles,
estes phenomeiios se apresenlara cora ludo sob mui-
lus aspectos disiinclos.
As circunstancias locaet do um carcter particu-
lar a'existencia de cada urna daqaellat rcpiMira-.
Nat iinioeotat regiOe do novo raundo, as rep-
blicas do l'.io da Prala sao lalvez os Estados mais fa-
Conlratado o empreslimu sol esta base, podei
real'-1r-s; nos (erraos da lei que se discute.
Mas, so assim nao acontecer, o resultado ser que
0 governo se n.lo utilisar da autorisacao.
O Sr. Wanderli-x u.i i jul-ia que os meio adopta-
dos na proposicao sejain os nata convenientes ; na
sua i pim.io o que cumpria fazer era garantir as
obiigsrdes que a compnhia croillisse, e deixar que
ella realisasse o emprestimo em seu beuelicto da
maneira que melhor llie parecesse.
Islo pelo que respaila a -Irada de Ierro do Rio de
Janeiro.
Quanlo d Pernambneo, a disposir^ao do pro-
jeclo he um laxo de concessao.
A cnmpanbia que a sti conslruinda foi organisa-
da com capilaes estraugeiros, tem as obras em pleno
i andamento, e nao euconlra embararos no levaula-
i memo dos fundos para isso precisos, ludo islo com a
i simples garanta de ura mnimo de 7 por cenlo ao
1 auno.
Nada llie spruveilara, pois a a til. r ir.io para um
emprestimo.
As .liili uldades que sa oppoem a que a estrada da
Baha se ache as mesmas circunstancias da de
Pernambuco. cifram-se do astado dos mercados mo-
netarios da Europa.
Logo qae esse estado raelhore, a compnhia se
org misar.i, bastando para isso a garanta de um mi-,
nimo de juro de 7 por cento.
Km Inglaterra uau tallara capilaes e desde que
se poder levantar a 7 pur cento o fundos precisos
para fazer-se a quinta parle di estrada, no mismo
instante apparecer.lo capilaes para toda a li-
Dha.
A duvida consiste em que o estado monetaria per-
mita adiar diuheiro i 7 por cenlo ; a e-te ilistaco-
. lo nao se remive com esta propusieran.
Sobre e estrada de S. Paulo, anida he qucsl.lo se
! ella he realisavel snbia.lo a serra,
A tr pis-ivel, achar-se-hi ella as mesmas cir-
i cum-l .lirias da da Baha.
Ja se vi- que nao pode concordar em que o gover-
I no seja aulonsado a contrahir este* empresli-
mos.
Mas, anda observar que a redacto do S 3 da lu-
gar a um reparo importante ; ah se dil que o juio
i a amji lisacOes anouaes nao pdenlo exceder de 7
' por cenlo.
Ora, o governo geral s esla' aalorisado para ga-
rantir 5 por cenlo ; e quanio .i garanlia da 5 por
| cento, dada pelas provincias, occorre que oo con-
j trato celebra lo com a compnhia de estrada le ler-
i ro de Pedro II, se declara cipressamenle que o go-
verno geral na i responde pelas 2 por ceuto gsranli-
( dos peta provincia.
No contraa relativo estrada de ferro da Baha,
nem de longe se aliu le a' garanda dos 2 por ceutu
provinciaes.
Alas a passar o projeeta que se discute, o governo
geral se tornara' respunsavel por loda a garanlia de
7 por cenio ; e cr que isla merece reflexilo.
Sr. l'iinenl i Bueno poniera ao uabre senador.
que em ueiiliura dos contratos do gaverno declarou
que se nila responsabilisava pelos 2 por cenlo vola-
dos pelas provincias ; e que a lei q-ic se discute lem
lambem pot lim currigir esse erro que cutio se
commelleu.
NMo siin-is urna fe lerar.lo d-i edalos ; temos um
nico exclusivo cenlro de relceles exteriores ; sendo
assun, se se der falta de cuinpriinento de algum dos
compromissos conlrabidos pelas provincias nesta ma-
teria para t-oin capilaes estraugeiros, cora quera te ha
de o governo eslrangeiro iuleressaJo nesta questao
vir oliln le---.- '.' cora os presidentes ds piovincias?
De cerlo que na >.
Nada mais lgico, pois, do que de-darar em lei
que a niel,, garante es 7 por cenlo, e licar ao go-
verno geral o enten ler-se com us das provincia*
a respeito do ciimpriineuto de seu coinpronii.-
sos.
i Quanlo a' olijerc.ao da Sr. visconde de llaborahx,
1 na* julga q.ue as dsp:zas acces'uriis pira realifacao
|do empre-hmo sejam laes qu* ftrsm exceder os
encargos a 7 por cenlo ; mas -e assim r, euleode
que oeiihom governo recuaia aule a repoDlbill-
dade que llie possa provir de exacotar uu)a lei de
que depende lio iiiliuiaineiite o eograndecimeolo do
paiz.
Vota, poil, peto projecto lal qual esla', embaa
en en.l-i qoe redacro do S 3 pula ser m.i- pre-
i i-a e saiisfacluria.
O Si. Candi lo Baplista faz breves obsrvaces que
nao po lemos ouvir beiu, no sentido de mostrar q-ie
n.lo procela a duvida do Sr. visconle de Ilabo-
rahy.
Encerrada a discussao, approva-se o arl. 1, e em
segaida. sem dbale, os mais artigo do projeclo, que
passa a' 3. ducut.ao.
Entra em 1 a discussao, c a requeiimenlo do Sr.
viaconde de Ilabor-hy vai a' commis-ilo. o piojeclo
solire auxilio a'compnhia de nivegajao estrada
de ferro de Pstr*p|l.
Passa em 1- discussao, e entra logo em 2a o pro-
jecto que .intonsa n governo a e-iender a nave arau
I vapor aleo porto da Victoria, na provincia do Es-
pirito Santo A requerimenlo do Sr. marquet de
Oiindt lca adiado por 2i horas.
Entra era l.a discussao o projeclo que concede
duas loteras a um colligiu de inlruccao secundaria
na villa de l.ha, em Minas Geraes. Nao se vola
por nao h.ver casa.
O Sr. Presidente declara que a ordem do dia de
aiiiauliaa he, a cu do re- lo 11- materias dadas, o te-
guiule:
3 a discussao da propo-icao do sena lo, dec'arando
que sao a im --i ven no criuu osmslrumeulos on Car-
las teslemunhaves.
3.ii dits, mtnriaando o governn a passar carta de
oalurahsac,ao ao subdito poiluguez lleuriques Cur-
re i Moreira.
3". dil i. mandando pagar ao lente reformado
Joaquim Jus de Soma a quanlia de 1:375-3 qae se
llie deve de seus toldos.
3". dila, aulurisau lo as irmaudades e ordens ler-
ceiras da eidade do Racife e das casas de Misericor-
dia das ci la les da Fortaleza e Coiiliba, bem como
o hospicio de caridade S. Gabriil, a possuirem beus
de raz
Levanla-se a sessao.
CAIAI4 DOS SsT~DEPlT.DOSa
SESSAO DE 30 DE JULHO DE 1857.
PrtiUeiMia do Sr. viieond de Haependy.
A hura i., r i-ioin feila a chamada, e odindo-
se reunido numero legal, abre-se a sessao.
leda a acia da antecedente, he approvada.
O Sr. Primeiro Seerelailo, da conla do seguinle
EXPEDIENTE:
Um tflieio do ministerio da |uliea, remetiendo
uiforinarri*s pedidas por esla cmara i'obr as oceur-
rencias havida na ultima eleicao para senador a
que se pmcedeu lia provincia de Sergipe.A' quera
fez a requisica.i.
Ura requerimenlo de Joao Fernanles Lopes, pe-
dindo urna penso em compen>a;a dos tervicos fei-
los a favor da imperio.A' comiuisiAu de peuses e
ordenad s.
Dil.i de Adulpliii Arlliur de S Mooteiro, pedin-
do ter ii iiuralisa lo cida i.lo brasileiro..V commis-
sao de con-liluirAo c poderes.
Dilo da contraria de S. Vicente de Piulo, rec-
ia na capital da Babia, pedindo duptusa das leis
de amorlizacao para possuir em bens d raz al a
quanlia de SW.-OtXiSOOO.A' commissao de la-
leola.
l)i|o do Dr. Eroeslo Fcrreira Franca Filho, fur-
mado em direilo pela univeriidade de Leipzic, pe-
dio.lo licenra para oppor-se a qualquer cadena em
algam das facultades de direilo do imperio.A'
cummissao de iusirurcao publica.
Sao Mos e approvadbs sem dbale 09
Paieceres
Da commissao de mar e guerra, indeferindo a pre-
tendo de Antonia Folix Lobo, secretario do coui-
raando das armas do Rio lii.ii le do Sul ;
Da commissao de inslrucc.ao publica, pedlmlo in-
forraaces ao director da faculdade de medicina
desta corle, por intermedio do goveruo, sobre a
preleucio de Luiz Francisco de Muriuell ; e inde-
ferindo a prelenrao de Firmino Jos de Souza
Lima.
Julga-se silijeclo de deliberarlo, vai a imprimir,
o parecer da commissao de peuses e ordenados mar-
cando os ordenados dos mestres de instruccao ele-
meiil.ir, de mu-ica c de dansa da familia imperial,
s-gundo a tabella que se segu :
Materias que leccionam. Ordenados. Gralificace?.
Mestre de iustruccao
elemenlar..... 1:2003000 MQgOOO
Dilo de msica. StXI-jOlll) KO'.I-^OO
Dito de dansa. 8005000 8OO3UOO
vorecidos pela nzlureza, e melhor collocados para
prosperar e crescer ; mas at boje ella nao lem li-
rado grande pruveilo do privilegio da tua posicu.
A Coufideracan Argentina, dividida por ai.lago-
nismos desle meiuseculu, ainda Daotem podido cuns-
liluir-te, e formar orna aggrcgar^au completa e indis-
suluvel.
O Paraguay parece que faz esforros para lomar as
suas relaces difliceis, e desde 1K55 encelou urna
contena com nosco, que infelizmente unida nao pu-
de ser regulada pelos eonsellioi da diplomacia.
Pela uossa parle purera lemos a vaulagem de pos-
soir um governo melhur eslabelecido, e urna polilica
raais e-clarecida, mais persistente o mais fu.
Dunos de urna cosa immeusa e de urna vaslidAu*
de territorio com una fecundidad espantosa, reu-
nimos ludas as condicoes para desenvolver as nos-
tas forcaspioducliva', tender o uosso commereio
e augmentar.o nosso poder.
Era poneos anuos lemos ,rli-a I 1 progressos ad-
miraveis. Abolimos o trafico dos escravos, e lema
procurado altrahir para o uosso paiz o exodus das
popularles da F^uropa.
Temos inaugurado muilas associac.es in lu-tri.ies,
e creado urg.los de crelilo publico us grandes cen-
tres de p ipul 'c-lo, pira desenvolver a industria e
augraeolar a riqueza publica e particular.
E ja que locamos nesta materia, que se lem tor-
nado hoje a quesiao do dia, e que he u:na da- c 11-
dices essenciaes da nos-a fulura gran leza, eremos
que ninguem levara' 1 mal que a Carleira dial 110
dia aniiiversario da nossa independencia, algumas
palavraa a esle respeito, pois que da solurao desle
problema depende em grande parle a reali'sacao das
esperanzas concebidas era 1822.
A discussao que acabilde ter lugar na cmara tem-
poraria acerca das saciedades em enraman.lila, mos-
trara aos maii incrdulos um ncleo de homem
qoe, nimiamente preoecupadus dos inconvenientes
da agiotagem e dos dasatlres que pode occasionar o
exagerado desenvolvimiento do crdito, prelindem
Somma. 2:86OJO00 2:4003000
He approvada sem debate a redaccao do projeclo
qoe manda adnntlir malririila not annos em que
requereram o e-iu-danie Alfredo Candido Guinaraei,
Adolplio Cabtal Ripuso da Cmara, Joaquim Ma-
nanto Macedo Soares, Ernesto .Moreia de Almeid
0 Aurelia no de Azevedu Monleiro.
. O Sr. l'eixolo de Azevedo pede urgencia pa-
ra se ler tira requerimenlo que se arha tubr a
mesa.
A cmara runenle.
O Sr. Primeiro Screlaria le o seguinle requeri-
menlo :
.< Reqaeirn qae se pecam ao govtroo as seguales
infurmares :
i." Copia do ronlralo celebrado ii'sla cotle
com o eogeolieiro Feliciano Nepomuceno Prales pa-
ra a condurrao de arligos bellicos para a provincia
de Mato-Gro.-u por va da do Paraoa.
a Oulro sim, que o mesm > goveoo informe te
tem noticia da chegada des-es objectos a Malo-Gros-
so. e em que ,-l.fi...
o 2.a Copia da consulla que manJou contar ao
major do estalo-m.iior de primeira classe, Vicente
Ferreira di Cosa Pirag'b;, mais t mezes de auli-
guidade nesse posto.
3." Que o governo informe era que servico es-
leve empregado na provincia de .Malo Groiso o te-
netUc-coroii'l Jos Jo.iquiui de Csrvalho, depois
da proiiiulg-cao da lei 11. t'i8 de 18 de aguslo de
1832.
4.- Que o governo informe era que repnrlicilo
publica da provincia de Malu-Gros-o enlrcgou o lt-
iieiile-ror.uiel Jo* J laquim de Carvalho os objec-
tos que u mesma cunduzo para aquella provincia,
quaudo fui Horneado o.muan lauto da frouteira do
ilaixo-l'aiaguay, e bem assim que remella a es-
ta cmara a rupia do avisa do ministerio Ua guer-
ra, mandando dar quilacao ao referido (cuente-co-
ronel.
Paro da ranura dos depulados, 27 de julho de
1857.Antonio Pelxoto de AzeveJo.
Eulr.iii in em discoasao, he a iala por pedir a pa-
lana o Sr. Cunli 1 .\lai( s.
t) Sr. Braulio pela ordem'ped que a mesa de-
cale se ja vieram as inlurimcis pedidas ao gover-
no tobre a c.ui-a da caresta dos g-neros alimenti-
cios.
O Sr. Primeiro Secretario diz que ofliciou-se ao
governo pe,lu la essas inforuiacei, poim que ellas
anda nao vieram.
ORDEM DO DIA.
Primeira parte.
Continua a segundadiscu-silo adiada do on-imeu-
lo, na parla relativa ao ministerio da ju-l o 1, com aa
emendas apoiadae.
I.eem-se e apoiam-seas scguinles emindas :
0 Com u cieacila do seniinariu episcopal do bispa-
do de Goyal, 30:01)0-;.Santa Cruz.Cuulia Mal-
los.Cruz .Machado.
AoS 10 do arl. 3 acrescenle-secom o semi-
nario episcopal da provincia da S. Pedro da R10-
Orande do Sul, a satier : ordenado aos necea-
sarios lDtes, ll):l)WJjlHK>. Bar3o de Porlo-Ale-
gre.
Ao S 0 de arl. 3 acrescenle-seficam elevados
os ordenados dos desembargidores ecclesiaslicos 1
l:0IKI?, aiLnui-iii .11 1----- para isso a respectiva ver-
ba.11. I) mas P nlo ue Campa.
a Ao 5 do arl. 3 aciescente secom a conclu-
sao da obra do palacio iclnepisco, al, .5:0C0ij00O.
Finio de Campos.
Ao .5 !) acresceule-saficanlo o gnvcino aulo-
risado a igualar as congruas dos p .nichos colla-
dos de ludo o imperio a tO-jiKK) desde i. Sala
dassessoos, 30 de julho de 1858.Alcaulara .Ma-
chado, a
1 Acha-se presente o Sr. nvnislro da marinha.)
Oraram os Srs. Vascoucillos (ministro da juiliraie
Oliveira Bello.
O Sr. Luiz Carlas pede o encerrsmenlo da dia
enttlo.
O enceiramento he approvado por ii volos con-
tra 3t.
Procede-se volacao do orcaraenlo, e be appro-
vado era Indos os seus arligos c paragraphos cora ai
emeodas :
Da tegunda commissao de orcamenlo, ao arl. 3.
elevando a veiba do 5 1 ('secretaria de e-la.la a
76:8098.
UoSr. Villela lavares e oolros, ucrescenlando ao
3 3 a quantii necesaaria para preenchimento e pa-
gamento dos ordenados dos dastinbargadoiet Ber-
nardo-Rabello da Silva Pereira e Severo Amorim
do Valle, na razan de 3:000-5 para cada ara ;
Do Sr. Jaguanbf, dando o ordenado de (.mi- aos
promotores que o uverera menor ;
Do Sr Piulo de Campot, dando 5:0003 para con-
clasSo da obra do palaeio archiepiscopal ;
Do Sr. Alcaulara Machado, igualando deade ja as
congruas dos aruchos collados de lodo o imperio a
600.
Do Sr. birao de Purlo-Alegre, dando 10:000; pa-
ra o seminario da provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sul, ele.
Dos Srs. Hollino de Almeida e l'eixolo de Azeve-
do, dando 10:0U0."> para u s.-ininaiio da provincia de
Mato-Grosso ;
Do Sr. o ueira Bello e oatro', dsndo 10:000-3 pa-
ra o semiuario da provincia de S. Pedio do Rio
Grande do Sul4
Do Sr. Sania Cruz e ootros, dando 30:0003000
para a creacilo de um seminario no bispado de
Goyaz.
Do Sr. Sorra Carneiro e oolros, dando 3:000;O00
para aoiilio do semiuario da eidade de Manaos ;
Da segunda cummiisao de or;amenlo, elevando a
verba do i 17 corpo municipal permanente)
316:16855110 J
Da raesma commissao, elevando a verba do 5 18
(casa de cor recelo a 120:0009.
Todas aa oulras emendas olfirecidas e j publica-
das Pira in rejeiladas.
O Sr. Presidente dt para ordem do dia :
foliara de projeclos e iodicacGei na bora com-
petente.
C niiiiuacAo da segonda discussao do orcamenlo
na parte relativa as despezts do rainitltrio dot ne-
gocios eslrangeiros.
Se huuvcr lempo, ai materias antericmeule de-
signada.
Levanla-sc a sesaao os 3 horas.
KEGIFE 5 DE SETEMBKO DE 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETBOSPECTO SEMAWL
As noticias Irazidas pelo paquete de Southamploo
ja sao condecidas pelos nossos leilures, a por isso ha-
viain de ver qu urna conjurarlo descobert e>n Pa-
rs, que dizem os correspoudeules daqoella eidade
ler por lira assatsinar o imperador dos Fraiicezes,
era a preoccoparao doroioaule da franca, e o -uc-
ee--.1 mais uotavel que nos veio daquell paiz.
A alinelo publica oa Ioglalerra lambem nao era
normal, pois as utlimat cominunice^oet das ludias
inglesas chegidat a aquelle paiz eram batanla tril-
les. ltimamente lambem te levanlaram cnica a
autondade da melropole as ilhas Ionicat, para que-
brar n jugo culu ou I ; e nlo foi das humildes cama-
das do povo que parti o grito de revolla, foi urna
manifetlacao solemne, sabida do proprio eo da re-
presentarlo nacional, pelo orgao do seu proprio
presidale,
A luz- prestigiosa da ci lisacao, dilTundida pela
ele.-lricidade e pelo vapor, illamiua todos 01 cantos
do inundo, e a conquista dot direilos dot povos e doi
li .usa ser um fado inevdavel.
Hoje silo as lu lias orienta, as colonia inglezi
nu archipelago grego, qoe se levanlam para sacudir
o jugo slrangeiro e recobrarem a sua liberdade pri-
mitiva ; honiem eram tras populacnei italianas, que
pura o mesma lim arvoravam o estandarte da revol-
la. E i 11,111.1 a -.1,1ra a hora da tua r'-mn-icio, infe-
liz Polonia ?E a loa, nobre e valenle Hungra '.'
A lurte dos Esladosesla noxegredos da Providencia,
que sempre he justa.
A excepcao do sanguinolento conflicto que leve
logar as ras de Nava York, lodos os mais paizes
Iran-nllaiiiicos iicaram em paz.
Volvimos agora osolho para a nossa Ierra.
As noticias recebida de alguns pontos do interior
ao sil..factoras ; a cliuvas do principio do mez
actual foram bem viudas para as lavouras, mat a
colhciln da pequea cultura nem por isso be dai
melhores, e dahl o alio prec 1 a que lem chegado o
milho e o feijao, qoe te vendem por precos enur-
mes.
E a proposito, digamos algumas palavras acere
da plantacao do algodao.
A cultura desta lavoura, urna das priocpaes fuu-
les da nossa riqueza, se acha hoje mu 10 decadente,
ja pela degenerarlo da quafid ule, ja pela fatal mo-
lestia, o mofo, que persegue o algodao ha alguns tu-
nos a esla paite.
Houve poca em qae o nosso algodao occopava
om dislinclo lugar nos .rimeirot mercados eoropiot,
mas pouca importancia goza aclaalmeole, e lera tido
substituido palo algodao da Lusiaua, que era vir-
lude das vanlagens .que cfTerece acerca do prec,o,
embora igual s nussai qualidadei em geral, lem-se
tornado preferivel ao nosso.
A d stancia em que he explorada esla cultura, e
a falla de viat de coiumunieaces, sao as cao-as
priccipaes de semelhanle depreciaban, e lambem lem
concorndo para o abandono em que se acha esla (.al-
tura lio proveilosa.
Com etreilo, os largos frelesque se de-peodem cora
a couducrAo di algodao para o Recife. o nico cen-
lro de Iroca de que dispOem os plantadores, nao
perrattem qoe He seja vendido por uuipiero tal
.jue p i-s.i facilitar a-concurrencia not mercado da
Europa, com os oulres algodes de produccao etlran-
geira.
Entretanlo, parece-nos que ha um meio capaz de
reparar os inconvenientes resoltantes da falla de
vas de coroinuaricaces, e proporcionar aot planta-
dores de algodao desle paiz ura lacro mus vanla-
jo.
Esle meio consiste, em nossa opiniSo,- na intro-
durciu de orna especie mais fina, mais productiva,
Cuja superioridade e abundancia postan) garantir a
nossa produccao deste artigo, us mercados euro-
peos, urna supremaca inconteitavel sobre o algoda
dos Estados Uuidos e de oulrot paizet.
O aluodAo da Georgia, de febra com rida. deno-
minado 00 mercado de Liverpool : sea tland ahi-
le fura bem viudo para operar esla irarilfurmaejao
na cultura do alg.id.1o desla provincia ; e o nosso
ministro nos Estados Unidos e s eomolei, nos po-
deriain fornecer a sement precisa.
Esla especie de algodao vale, o triplo do pre
r qne
verpool.
por que he vendido, o nosso, ns mercados d
preco
Li-
cerca-la de dilliculdades, e de boa vonlade Innila-
riam a' notas do Banco do Brasil lodo o papel fidu-
ciario do paiz.
Respailamos os conhecimentos de alguns desses
Ihosoens, c na 1 din 1 lu,,,s ora e inslaute do pa-
Iriotismo e boas ioteuroes de que lodos lies se
achara animados-, mas parece-us que trithara ura
caininho errado, e qoe a adopr-an das suas Ulaoriai
sera falal ao paiz, cojo desenvulvimenlo, ja l.i 1 de-
morado, lendem a prucrastinar.
Em conuinia pulilica, assim como as cutras
sciencias rliilna la- socaes, nao ha principios abso-
lutos alm de pequeo nomeru de axiomas funda
i. .'..i 11- : o mais depende das circumslancias da
ollicina social.
Aquilln que buje convem podera' ja nao convir
-miiiii.il ; o.....1- materias, o que he applieavel e
a i.- ue-c--.il 1 1 |. na Pars, Londres 00 Vicua, tem
moila probabilidad de nao sr conveniente para
Madrid, aples ou Alhenas, e cora maiur razao en-
tro mis.
II ilutamos om paiz mnenlo, chelo de rique-
zas uaiuraes, que sii esperara a mSo do horsem para
so converlerem em riquezas eproveilaveis, e pro-
mellem o mais ciplendiJo futuro ao vasto imperio
da Saota 1.1 ./.
Temoi parean para islo que execnlar Irabalhot de
todo o genero, em relajeaos quaes nada sao os re-
cursos do orcamenlo.
Temos qu lomar os notaos rios navegaveis e po-
voa-los de barcos a vapor, tolcar o no-so terrilorio
de e-maet, estradas e vas frreas, melliorar nossos
porlos, fundar villas e cilades, e. por meio de urna
r I uu-aca em grande escala, dolar a nossa agricul-
lura com us braros que llie fallam, e povoar as 10-
lides das ooisas malas e serlOet.
He eila a nossa obngacao como povoa.quem a
Piovidencia Divina Confioii l.lo avullada parle da
heranca commum du genero humana ; e devenios
cumpn-la quanlo anles, sub pena de suicidio, pois
ao passo que not embalamos no doce farncntc iao '
agradavel aos povos mehdionaet, a goarda avioca-
da dos Anne.i adores do Sorle, ot llibu-leiros ame-
ricanos, ja se acha no Itllirao do Panam, e' lalvez
que anlrs de fin lar-se o secuto lenhamosde pelejar
as margeos do Amazonas era pr da nossa uacio-
ualidadee independencia.
Ile.misler inelter raaos 'obra, nossa seuha deve ser
acaule. Cada da devem brotar novas emprezas.
Entretanto, deveremos por ventura esperar que o
governo te eucarregoe da trela mais que htrculea
de desenvolver lodoi os recursos de um muudo, do
qual au coiiheco lalvez a milsima parle '.'
Poderemos descansar lalo 1101 multados da sua
boa vonlade e esfurcos t Ninguem o dir', pois nem
cabe Da orbila dos p .ssiveis.
A aclividade individual, o estimulo do inlercsse
particular identificado, nesle caso, com o intere-se
publico, he a nica alavanca que pole realisar en-
tre nos estes milagres que os Estados-Unidos aprc-
sentaram ao mundo, assim que quebraran! os gri-
Ihoei coloni.ies, os monopulios e leslriccet de loda
a especie.
Esla aclividade agora lie qoe parece ir deapontan-
do em alguns raros ponti.s do imperio, cuja mor
parle ainda se acha enliegue apathia tradi-
cional.
Convem prtenlo anima-la por lolos os meio, e
antes que lulo, proporcionar-ib o capital, elemen-
to indi-pensavel para encelar, contra as forras anida
Virgen da natureza, a grande campaiiha.'cujo re-
sallado faro da nossa patria urna uacao de primeira
ordem, e nos pouptra mais t.rde .1 lula armada con-
tra os conquista.lores la/i/.rcs.
Poder.! preeu -her cabalin*nie 1.1o jiiipurlanle fim,
desde Tabalinga al .S". l.abriel, desde Pernambu-
co at Cuijabn, sse banco privilegalo que, pur si
por soas liliaes, mal serve aos capitalistas do Ires
ou quatro pontos do imperio '.'
Foro demencia eapera-lo. e al nem tena compa-
tivel com as funcret desso org.lo serai-goveruamen-
i-ii, cojas olas rtcebidat nai estatu publicas la-
tn do aias desla aemioa ti venios occjisio de ver
algomas amoslrat desle algo >ao em casa do nosto
amigo, o Sr. Uupral, que o ir,une ltimamente de
Inglaterra; he de urna febra mu comprida, e de
um bulbo que parec seda.
Elle nos ditse que etse algodao fora vendido, no
mez de fevereiro, pur Irinla pennes a' libra, ao pal-
io que o nosso fora vendido de 7 a 8 pennes a' libra.
O Sr. Duprat ja lem dado algoina sement, que foi
remtltda para (ijranhons e Alagoas, e anda lera 1-
-.iiiia, posto qae em pequea quaulidade, para ti-
pa I bar.
A falla de raoeda miuda para trucos he ura era-
barajo qae ha raudo te experimenta para ai trant-
arces de qualquer genero ; esle embaiaro tem crea-
ci.io agora mais do que nunca. Al nolaa pequents
retira las do mercado, em consequeucia do estado
de dilacerarlo era que se achavara, nao foram subs-
tituida, e por Isso a circamttancia em qoe nos a-
characs he inevitatel. Se o governo pretende re-
tirar o papel raoeda da circularan, o que nao ere-
mos, uesle caso augmenta o meio circuanle com
especies metlicas, cunhaudo pequeos valore de
prala ou cobre, para os troco ordinarios. Como
qoer que seja, cumpre que se tome ama medida qoe
livre a p pulirlo de semelhanle difliculdade. Sea
moeda nao he iiuis que ora instrumento de trocas,
na aclaalidade e para at pequeas ordinarias
transarles da vida, a verdade desle principio ainda
se torna mait evidente.
Para obviar lambem 01.inconvenientes da falta de
raoeda miada para trucos, os negociantes desta praea
por meio de ura abaixo attignado, concordaran! era
pagar e rereber as moedat d ooro, conhecidat por
Soberauos o valor de nove mil res, e 01 meio
pesos liospaiiline- .i 1 mil reiso. Esta medida deve mi-
norar a falta dos peqnenoi valoret para at Iraosac-
coes commcrcjae. Era oulra occasao publicaierao
u arlo solemne pelo qual os negocianlet desta praca
se ubrigam uesle sentido, atsm como os nomet de
lodos os astigoalarius do cunveoio.
O vapor do sol nao Irooxe noticia iraporlanle.
As nossas relucOes cora o Paraguas, ainda se acharo
zem al cerlo ponto o oflicio de moela, cojai ope-
races devem ipso faci ler o cunho da prudencia,
e cuja capital, por mais vultado que o qaeiram
considerar, nada he a visla do crdito de qae preci-
samos.
Semelbanle laref.i su pode ter levaoa a effeilo pe-
lo r 11,11.1 nacional. Sao os capilaes inllvduaet i-ru-
pados nos diversos pontos do imperio, t3o ai not-
sas riquezas de lodo o genero, moblisada pela
dcseuvulvimenlo do crdito, que devem fornecer ali-
mento) a esla gloriosa campanha.
Cada centro de aclividade, cada campo de bala-
Iha industrial, deve ler o sea orgao de crdito onde
se descuide nao sai prsenle, como ale cerlo ponto,
as probabilidades futuras.
Podera acontecer qoe algomas emprezas Dio po-
san viugar, e occasionem a quebra de algara esta-
belecimento de credilo ; mas mosmo na esphera
acubada cm que giramos nus-ns capitalistas, nu
ha especulacau sera risco, nem lodos os 1.fileles sao
pagos no dia do vencimenlo, e por oulros lenr.os,11,10
se gauham bitalhss tem algama perda.
O direilo que lem o individuo de u-ar do seu cr-
dito he fia sagrado eomo o de usar da saa iutelli-
gsucia, da sua propriedade, das suas forcat, mar-
que o guverno as condiee', slabelera as garantas
oscessarlai para evitar 01 abusot e urna penahdade
rigorosa contra os que abusaren), e deixe o maii 11
prudencia individual.
A Bosta rara nao he menos inlelligi-nle qoe a dos
Stxonios, e tambera saber! conquistar o seu logar
110 grande banquete da civilisaco, se llie mostra-
ran o caininhu elhe franquea, cm os meiot de aejao
era vez de pea-la.
Eis o himno, odithvrambo patritico, a bornena-
gera de amor e reconhecimenlo patria, que no dia
de hoje tributamos ao noaso querido paiz, alma e
encanto de lodos os nossos sonhos e preoecupa-
r6es.
(Abdalahel-Kralif.i


.
DIARIO DI PERNAMBDCQ SEGUNDA PEIRA T DE SETEMBRO DE 1857

no momo p, a na eapilal do imperio dzia-.e que
urna expedido aria enviada aquella repblica para
eiigir o reconhecitneiiln do nosso dirailn. Nao sa-
bemos al que poni chega s veracidade deile boato,
m lamoa para nos que o governo $6 dar tala pas-
to em ollimo caso.
Celebro te no dia fi a testa de Nona Sondara da
Penhe, com a magnificencia qae eomporlam a a so
lemoldadrj religioas. templo ealava decoradocom
ama iiimploosidade admlravel. A concurrencia dos
fiis de lodaa ai g.rarchia da aoeiedade foi como
etnpre eilraordinaria. A musir da miau, compo-
aicao de om arli.ta italiano de mrito notavel, he de
aro gofio original, e a orchetlracao, que he rict de
liarmonias e de bellos concert, he ao mesmo tem-
pe magestosa, severa e digna como o sagrado obj.c-
10 qoe alia cania e ador.. Tres mil velas aceesa.
n..ila encd.r.m o templo de orna nica e immen.a
onda de lu, era um eapeelaculo maravalho.o a ten-
laatico, de um elTeito in.lescnpl ve I : distareis o he-
rosmo da lu.
* Em a nnile do dia 5 tambera leve logar no tallo
do Apollo urna teda de outro genero, um baile dado
por varios iodividoos, cnmo ama homenagero de re-
josijo ao dia 7 de settmbro. Al horas consegradas
ao praier foram charas de .aiiafecSo, franqueza a
abandono, e os dignos amphitriOts regalaram os hos-
pedes cora grande profusao de conforto, interesan-
tes. Preteudem repetir o obaeqoio urna vei por mez.
Nette cato tamos paro nos que sarao reputados be-
nemrito, do bom goslo e dni pr.aeres, e terio em
eeu favor o recoobeeimenlo svmpilhiro do seio edo-
lavel.
lallace ram dorante a temar.a 40 pessoa. ; sendo,
vres : 8 homens, 13 molheres, e 11 prvulos ; e
escravos: 3 homens, 2 moldares a 3 prvulos.
PAGINA AVULSA
Urna victima da ferocidad f canina.Acha-se
recolliida do hotpilal da caridade urna mulhar muda,
que em urna dessa. noiles fora victima da f.rocidarte
d. um cao no logar do Chora-menino, reduiindo a
M mait deploraarel estado. Qoa martyrio n*o .ulTre-
"'f*3. 'nteliz molher, vendo-te dilacerada a sem
poder chamar alguem em sea secoorro 1 Uto po-
dai era verdade loltrar que se tenha um ca bravio
ao lo, pr.jalicando deata forma a quam transita :
sobre esse mesmo objeclo a'gurnas veles temos fal
jado, al aponamos dous caes que etislcm na rus
Nova, om perteneente a orna loja francea, e oulro
a uma cocheira ; mas qual ha a providencia que se
na lomado ? rsanhoma por cario, entes palo contra-
rio parece qoe caprichosamente te conservam em
despert as nnssas reclamara)..
A montanha e o ralo.m dess*. dias paisamos
pelo caes do C.ipibaribe, e vimos multas pesaoas rao-
ufda, e movidas pelo aapinto de eoriosidade, para
all nos dirigimos a sebero qoe se pastara, e indagan-
do, soobemos qoe erarn gemidos de urna pessoa.qoe
ptrtiam do cano que serve de eigolo as aguas do
chafarla. Impressionados com semeldnnte notie.a,
procuramos prestar toda a nossa allnelo para este
cano, ahm de apreciarmos a veraeldade do qoe te
dile, a enm eflaito dittinetamenle ouvlmot dotoro-
os gemidos, qoe nao obelante parecerem de crea-
lura haraana, todava duvidamoa deltas, sem que
eemiudo podets.mos altribuir a eausa que os pro-
duzie. Teodo a polica sciencia do qoe se pastara
uaqn.lle lugar, mandn dous soldados para proceJer
a um came, e antes qoe se resolvctsem acerca do
que deviam fezer, um Sr. alfares de prlmeira linha,
que mora na Ponte-Velha, tomou o expediente de
pesioalmenle inlroduzir-te pelo cano com om lam-
peo, e depois de haver penetrado orna nlo pequea
dittaneia, reeonheeeu ser um cao qoe all se acliava,
e que com o oivar prodoza om echo qoe parecia
gemido. Eis eomo o fado se passou, dando em re-
sultado depois de tanto rebolicio o parlo de um ca-
chorro ; se nao te hnuvcsse pois tomado essa me-
dida, canamente alguem asseveraria que oaquelle
ano te iotrodozira e morrera urna petsoa ; assim
he qoe muilas euusas se diz.
Briga de gallo*.tito ha goslo fnais brotal do
qoe ver-se dous galloa se balarem horas e horaes, e
moitas vezes se dilaceraren!, isso acontece muilas
vezas, e nao ha mullos diat qoe um dttsejs diverti-
roentos livera lugar na ra do Aragao, com grande
ajimlamenlo de apasionados desse recreio. A poli-
ca, erernos, qoe prohibe lio selvagem divertimeolo,
e como he que ae consente a continuarlo delles e
publicamente ?
Carrora com calQual he a razio porque es-
sa! canoras que conduzem cal hao de andar desco-
cerlas, suffoeando aos caminbantts que Ihes fleam a
barlovento ? Nao sera' melhor q le essas carroca,
quando empregadas natse aervlco.fjam cuberas 7 a
boa razio assim odela, e nos esperamos esta me-
dida.
Carnee verde.Bem mal tervidos temos sido
le.so genero, e nao obstante ser vendido por alio
preto, he pessima, e segundo nos consta, em iga-
nlas oceatioes em mo estado.
FitcaliacUo.O Sr. flical de Santo Antonio,
alteudendo aos notaos reclamos, lera feito extermi-
nar o animaet que aluda mansos, ternpre causam
reeeio.
'Que Ihe responda o fiscal. m carioso nos
pergunla te o escriptorio que se diz existir na roa
Atraz da Matriz d Boa-Vista ha commercial oa fo-
rense : nao sabemos, pergonte ao bical, que miga-
mos compleme para responder.
. Thealro.Acha-se elegantemente pintado inte-,
nrmente o Santa Isabel para a eatra da emproza
do Sr. Germano, no dia 7 do crranle.
Contrato* do thealro Foram contratados os
Srs. Coimbra e Rozendo, da exmela sociedtde ra
matice.
''oa rectificado e un* opon/amentos curiosos.
romo ter a casa onde se aclia retogiada a mulhrr
de Jos Mauricio de Soma, que acaba de tentar (he
a rei-lilCdc.io qoe devemos) contra os dia< de seu so-
gro Jos Amonio Rodrigues, e fol aullo que toubt-
mos (ademe de doas leslemanhasj qoe este homem
teulou contra os dias de seo sogro, por este fazer-
Ihealgumss advertencias sobre a passima conducta
que liaba para com a sua filha. Esse homem (se-
gundo diz sua mulhar) matn a um seu lilho de cin-
co das, por ler-llie dado com oa ps ; esse mesmo
liomem lenloo contra os dias d soa muthtr, com-
prando urna faca, e picando-a com ella por malie-
mdada varias vezes e repelindo qoe aquelle serle
o intlroraeiilo com o qusl a havia de malar-; que
esse mesmo homem tenuu contra a honra de soa cu-
uliada e irmla, jS(0 he publico. As letlemuuhaa
que presenciaran) o nosso interrogatorio a' muUier
de-se criminoso, io : Jos Fr.oei-co I enorio, Ma-
uoel Joaquim da ConceicSo, aquelle artista rau.ico,
morador na roa Verba o. ti, e sle praca da banda
militar do corpo da polica, lie o que ha a reapeilo
M tentativa de asassinalo na Torre, cojo aotor a-
oha-ie foragido ha das, segundo nos dizem. A au-
toridades dos Argados andam ao seu encalco. .
Conflicto.Ao amanheeer do da 4. consta-nos
qoe se dera na ra da lionas om conflicto entre um
tc-ldado de tropa de linha e um msico do corpo po-
licial, resollando icar este com duas Tacadas, e .-
quel.e com um golpe no rotto; contla-nos mais
que o soldado lora preso, porque o ferido retirando
todas as toas forras, jogara urna pedra no criminlo,
que ja ia fugindo, resultando ter cabido com a pe-
drada e entlo ser preso. O do.nle acha-se sob o
tratameoto do Dr. Dornellas.
Amanda, ter lugar a fetla da Senhorn do
Boa Cooselho, na igreja de S. Francisco desta cida-
! '.' .l,"nl"" a" Escada na igreja da Coneei-
;lodo Militares. '
Hoipitat de caridade.Xo dia 4 do crranle
ex sliam 2 hornera e 28 molheres tratados pela ca-
ndada ; 1J homens e 17 molheres qoe pagara a casa
a b pracas do corpo da polica.Total 86 doentes.
At amanhUa.
REPART-SAO DA POX.ICIA
Oesparhoa do dia 3.
A FrancezaSamierFelicie legilimou-se para obter
patsaporte para a Europa. '
Joae) Ferrara do. Santo. Caminha.Bratlefro, legi-
lirnou-se para obter pastaporte pira a Europa.
O l'ortuguez Antonio Jo|o Alves, legilimoa-se pa-
ra obter patsaporte para l.itboa.
Wenceslao Simplicio de Azevedo, llrasllelrd.oble-
ta patsaporte para a provincia do Para'
FREUEZIA DE JABOATAO*.
MA ESTATISTICA.
Sene de filiadlos concernen tes a' mesma
rietjuezia.
1U'*$&w!F3SKk'n** S HABITAN-
TES DA POVOAUO UE JABOATAO.
Engenfio Jungara.
( Continuaba ,. )
91 Alexar.drna Mara da Soled&Je. 1 an-
nos. parda, solteira.
92FhilippaMariadaS3le!ade, 12 annos,
parda, solteira.
n3 Bella, 4 annoa, parda.
!* Jost! Fraucico de Souza, 10 anuos,
pardo, solleiro.
95 Manoo Jo"a'ui'n Je Sant'Atina. 30 annos,
pardo, cas""-
96 Mara DonBta d Conce<;iio, 22 annos,
Prda, casad-
97 Antonio Jos Baptiata. 52 annos, pardo,
casado.
98 Gertrudds Mana do Espirito Santo, 0
anuos, parda, rasada.
99 Francisco Rotnao Baptiata, 18 annos,
P'rdo, solteiro.
IOd Manoel Jos Itaplisl, 12 anuos, pardo,
solteiro.
101 Tlioowz, ;i annos, panlo.
102 Antonia Mara do Espirito Santo, 21
anuo-, parda, solteira.
103 Mara Martina do Kspinto Santo, 16
annos, parda, solteira
10 Th.olora Marj.i do lispiriio Santo, 10
annos, parda, solteira.
105 Marlinlia Mara do Kspirito Santo, 17
anuos, parda, solteira.
I0G Mana, 8 annos, parda.
107 Penlu, 7 annos, parda.
108 izidia, S anuos, parda.
109 Ronifacia, 6 annos, parda.
110 Marianna Cavalcanti da Lncainacflo, 60
annos. brenca, rinva.
111 Flix Jos Veira, 20 annos, branco,
solteiro.
112 Joo Antonio de Olveira, 36 annos,
pardo, casado.
113 Florencia Mara do Espirito Santo, 30
annos, parda, casada.
11 Pedro Antonio de Oliveira, 10 annos,
pardo, solteiro.
Hj Vicente, 6 anuos, pardo.
l|6 Manuel, 2 annoa, pardo.
117 Manoel Francisco do Nascimenlo, 38
ta *nnos' Pardo, casado.
'' Rosa Mara do Espirito Santo, 25 annos,
na P"rd> casada.
on A"ton'- 6 nnos, pardo.
20 Mara, 2 annoa, parda.
Manoel Ferreira, 20 annos. branco, ca-
sado.
122 Mara Cavalcanti da ConceigSo, 20 an-
nos> branca, casada.
Joaquim Jos de Santa Anna Jnior,
10' u ,.nnos Pardo, casado,
i^ Maria Rosa da ConceicSo. 19 anuos,
parda, casada.
125 aVos Ignacio de Barros, 70 annos, per-
do, viuvo.
", Ti..,.., Lasnio
2G Jos Antonio de Barros, 2G annos.'par- 73 Mria Lucinda, 20 annos, parda, ca
dn Gnlloion vele
63
ti
5 Joanna Maria, 50 annos. parda, casada.
53 Antonia, 18 anuos, parda, solteira.
56 Mara, 12 annos, parda, solteira.
57 Joao, 10 annos, pardo, solteiro.
58 Francisco, 9 annos, pardo, solteiro.
50 Miguel, 7 annos, pardo.
60 Jos, 5 annos, pardo.
61 Jos fliemoteo, 40 annos, pardo, ca-
sado
Anglica Maria, 30 anuos, prJa, ca-
sada.
Joepha, .,5 annos, parda, solteira.
6 Maria, 12 annos, parda, solteira
65 .los, 10 annos, pardo, solteiro.
66 Thereza, 9 annos, parda-
67 AJehno, 8 annos, p.rdo.
68 Laurino, 7 nnos, pardo.
69 Vicente, 5 annos, parda.
70 Mirandg, 4 annos, pardo
71 l.uca de Souza Sant-lago, 27 annos, par-
do, casado.
"2 Vicencia Maria de Jess, 25 annos.parda,
casada.
73 Vidente, 3 annos, par lo.
7 Antonio Prudencio, 30 annos, pardo,
casado
da Silva, 20 annos,
da Silva, \i annos,
nnos,
annos,
braoc.
parda,
152 Gregorio Ferreira
pardo, solteiro.
153 Antonio Ferreira
pardo, solteiro.
154 Afexandre Ferreira de Barros, 10 annos,
pardo, solteiro.
155 Manoel, 7 annos, pardo.
156 Pedro, 4 anuos, pardo.
157 JoHo, 2 annos, pardo.
158 Maria Esculacia da Conceico, 21
parda, solteira.
159 Josepha, 8 annos, parda,
160 Jos Antonio Grillo Jnior, 19
branco, osado.
161 I). Eufrozina Grillo, 19 annos
casada.
162 Samuel, 2 annos, branco.
163 Maria da ConceicSo, 30 annos
.solteira.
164 Pedro Jos, 18 annos, pardo solteiro.
16c Joaquim de Santa Anna, 15 annos, par-
do, solteiro.
166 JoSo Evangelista de Mello lUrrelo, 45
annos, branco, casado.
167 D U-sula de Mello Grillo, 23 annos,
branca, casada.
168 Miguel Antonio Viera de Mello, O an-
nos, branco, viuvo'.
169 Manoel, 10 annos, branco, solteiro.
170 Jos, 8 annos, branco.
171 JoSo Paulo. 40 annos, pardo, casado.
172 Maria Jos. 35 annos, pardo. ca 173 Pedro de Mello Harrelo, 30 anaos, bran-
co, casado.
174 Mara da ConceigiSo Rarreto, 20 annos,
branca, casada.
475 Anna Esculacia da ConceicSo, 17 annos,
parda, solteira.
Rrancos......... ce
a, faraaie UW
Pardos.................. 99
Grioulos............. io
do, solteiro.
127 Rernardo Jos Viera, 70 annos, pardo,
viuvo.
128 Antonio Jos Veira, 20 annos, pardo,
solteiro.
129 Alexandre Manoel Pereira, 56 annos,
preto. casado.
130 Maria Magdalena, 50 annos, preta, ca-1
sada.
131 JoSo Alox'ndrc Pereira, 1 anuos, prc-
lo, solteiro.
132 Francolina Hara Magdileni, 18 annos, I
peta, solteira.
133 Antonia Maria Magdalena, 22 annos, '
preta, viuVi.
131 Manoel, 2 annos, preto.
135 Joflo Manoel do Nascimenlo, 25 annos,'
preto, casado
136 Maria Magd-ilena da ConceigSo, 18 an-
nos, preta, casa la.
137 Jnaquim .lose dos Santos, 75
branco, casado.
138 rsula Mana das Virgens, 77
branca, casada.
139 Jos Pliilippe da ConceigSo, 35
preto, solterro
HO Rita Mana .naca, 40 annos,
vi uva.
1*1 Joaqtilm de Rarros, II annos, branco,
solteiro.
142 JoSo, 4 annos, branco.
143 Maria Isabel da ViftitagSo, 38 annos,
branco, vi ovo.
1*4 Jos, 7 annos, branco.
1*5 Vicencia Maria da Paz, 7 annos, parda,
viuva.
1*6 Manoel Joaquim de Lvra, 16 annos,
pardo, solteiro.
147 Joaquim Cavalcanti de Mello, 13 anuos,
pardo, solteiro.
1*8 Francisca Caetana de Mello, 22 annos,
parda, solteira.
1*9 Isabel Mara da ConcoigSo, 2 i annos,
pardo, solteiro.
150 Domingos Ferreira da Silva, *8 annos,
pardo, casado.
151 Maria Esculacia daConceiSo, 32 annos.
parda, casada.
annos,
annos,
annos,
brinca,
Total,
175
''II f cu rio (aten,fe.
1 Francisco Antonio Pereira da Silva, 65
annos, branco, viuvo.
2 JoSoFilgueiradeLyra, 56 annos, bran-
co, viuvo. 10 escravos sendo 6 machos
e ^ romeas
3 Josepha, 22 annos, branc, sulleira,
* Mara, 20 annos, branca, solteira.
o ihomaz Jos, 30 annos, pardo, solteiro.
6 Jos Francisco de Lyra, 34 annos,
branco, casado 6 escravos sendo *
machos e 2 femsas.
7 Isabel Cavalcanti de Araujo. 18 annos,
branca, casada.
8 JoSo, 2 annos, branco.
9 F.ancisco, i anno, branco.
10 JoSo Cavalcanti do Araujo, 28 annos,
branco, casado,2 escravos sendo I do
sexo Teminino.
11 TheoJora da AssumpcSo, 25 annos.bran-
co, casado.
12 M. Cavalcanti de Araojo, 32 annos,
branco, casado.5 escravos sendo 2 do
sexo feminino.
13 llosa Cavalcanti de Araujo, 30 annos,
branca, casada.
14 Antonio, 3 annos, branco.
15 JoSo, 8 annos, branco
16 Filippe, 7annos, branco.
17 Francisco, anoos, branco.
18 JoSo, 3 anuos, branco.
19 Maria, 2 annos, branca.
20 Leonor, 4 annos, branca.
21 Francisca Mara dos P.azeres; 60 anoos,
branca, viuva.U escravjs sendo 7 do
sexo feminino
22 Francisco Antonio Cavalcanti, 2S an-
nos, branco, solteiro.
23togo RorgesdaSilva,52 annos, pardo,
Cisado. r
2* Filippi Mara do Carino, 40 annos, par-
da, casada.
5 J*9 Virginio, 70 anuos, pardo.casado
2* Mana Joaquina, 35 annos, parda, ca-
sada.
27 Filippe, 18annos, parlo, solteiro.
28 Manoella, 16 annos, pardo, solteiro.
29 Joanna, II annos, parda, solteira.
30 Conslanlina, 4'anno<, parda.
31 Maria, 3 annos, parda.
32 Josepha, 2 annos, parda.
33 Manoel. 1 anno, pardo.
34 JoSo flaptista, 22 anuos, pardo, casado.
35 loanna Marta. 24 auuos, parda, casada.
36 Manoel, 2annoe, pardo.
37 Malinas Itezerra, 45 annos, pardo, ca-
sado.
38 Felicia Vicencia, 40 .annos, parda, ca-
sada.
39 Armudo Rezerra, 18 annos, pari, sol-
teiro.
*0 Uoni/io, Sanos, pardo.
*l Rosa, l> anuos, parda.
12 Manoel do Carmo, 31 annos, pardo, ca-
sado.
sada.
76 Maria, 3 annos, parda.
77 Agoslinho Jos, 48 anuos, pardo, ca-
sado.
78 Leopoldina Hara, 30 annos, parda, ca-
sada.
"9 Martina, 8 anuos, pardo.
80 Joanna, 6 annos, parda.
81 Anna, annos, par la.
82 Maximiana Rodrigues, 50 annos, parla,
casada.
I 83 Joaquina Maria, 30 annos, parda, ca-
sada.
| 84 Guilhermina, 6 annos, parda.
I So Josepha, 12 annos. parda, solteira.
8S Francisco Gomes Ferreira, 37 annos,
casado
87 Christina Maria da ConceigSo, 10 annos,
parda, casada.
88 Antonio, 8 annos, pardo.
89 Joanna, 18 annos, parda, solteira.
90 Mara, 6 annos, parda.
91 Antonio, 4 annos, pardo.
92 Maria, I anno, parda.
93 Thereza de Jess Ma-ia, 65 anuos, par-
da, viuva 7 escravos,sendo 3 do gene-
ro feminino.
9 Theodora Pessoa de Lyra, 40 annos,
branca, viuva
9.' Eduardo, 16 annos, branco, solteiro.
96 Laurcnlino, li annos, branco, solteiro.
97 Jos, 10 anuos, branco, solteiro.
98 Anna, 12 annos, branca, solteira.
99 Jos Luiz Paes Vaiella, 50 annos, bran-
co, casado.--! 1 escravos, sendo 8 do ge-
nero feminino
100 Joanna Maria de Albuquernue, 15 annos,
branca, casada.
0! Joanna, 35 annos, parda, solteira.
102 Manoel Comes dos San'os, 30 annos.
pardo, casado.
103 llermila Francisca, 7 annos, parda.
101 Josepha, 26 annos, parda, casada.
10.> Florinda, annos, parda.
106 Ignez, I anno, parda.
JJ {<>* Filippe, 34 anuos, pari, casado.
IOS Anna Poriria, 20 annos, parda, ca 109 Manoel, 3 annos, pardo.
110 Jos, 3 annos. pardo,
111 Manoel, 1 anuo, pardo.
112 Manoel Gomes, 83 tonos, parda, ca-
sado.
113 Tnereza Mari 1,68 annos, parda, casada.
14 Josepha Maria, 21 annos, parda, viuva.
Ha Luiz, 5 annos, pardo.
116 Francisco das Chagas, 50 annos, pardo,
casado.
117 Antonio Maria, 28 annoa, pardo, ca-
sado.
118 Joaquim Francisco de Jess, 5 annos,
pardo, casado.
119 Mara dos l'razcrcs, 46 anuos, pardi,
casada.
120 Scveriana, 25 annos, parda, csala.
1-1 Joaquim Francisco de Jess, 35 annos,
pardo, viuvo.
l-ii Antouia Francisca, 50 annos, parda,
viuva.
123 Antonio Je Carvalho Helio, 60 annos
pardo, casado.
'"'.' ..osepha Miria, 45 annos, parda, casada,
I Ihereza, 35 annos,. parda, solteira.
20 Lino Corleio, 50anuos, pardo, viuvo.
-7 Jos Cordeiro, 26 anuos, pardo, casado,
128 Antonio das-Dotes, 25 annos, parJo,
casado.
1^9 Mano I Francisco, 45 annos, pardo, ca-
sado.
130 Romana Francisca, 33 annos, parda, ca-
sada.
131 Jos, 3 annos, pardo:
132 Vita', 2nnos, pardo.
133 Pedro da Luz, 26 annos, pardo, casado.
134 Anglica Maria, 2 anuos, parda, ca-
sada.
135 Manoel, 1 anno, pardo.
136 Manuela Maria, 60 annos, parla, viuva.
137 Victoriana, 40 anoos, parda, casada.
138 Maria, 18 annos, parda, solteira.
139 Joaquim, 8 anuos, pardo.
140 Antonio, 6 annos, pardo.
141 Adelo Alexandre, 28 annos, pardo,
casado.
142 Maria Mudaglcna, 45 anuos, parda, ca-
sada.
143 Mana, 12 annos, paria, solteira.
144 Josepna, 2 anuos, parda.
145 Manoel, 4 nnos, pardo.
146 Jos Flix de Carvalho, 57 annos.pardo,
casado.
146 catliarina Francisca, 40 annos, parda,
1-i8 Manoel Fehx de Gunciro, 3 annos,
[lardo, casado,
lita Francisca, 25 annos, pirda, sol-
teira.
50 alaria, 12 annos, parda, solteira.
IjI Josepha, 10 annos, parda, solteira.
152 Paulo Gomes, 35 annos, pardo, casado.
153 Engenia Mara, 33 annos, parda, casada
toi Maria Francisca, 10 anuos, parda, sol-
teira.
155 Antonio, 2 annos, pardo.
(Continua1.
Rimoa c o ridiculo ; que te quieste, poda leimar e
eiperimenlar ; rajas depon nAo se q leitaite do ef-
fcilo dos seus aclos i.nprn.lenles, quaiilo fusse *npr
Remenla repellido. o Mas mide ah o inulto, o
convicio, o apodo, a dialnhc '.' o que he itto sena,
um* adverlenca taadavel a condicional, viio que
M refere ao ca, que i.l ha de etperar, em que o
r. commandanle suderior qntira proceder talen-
tona ".
Copo, porcm. M rrranjada a replica
arcutl .' do Sr. Im-
pradente ; vale mais do qa: um favor, como ja
fui dito. Pois tomae-o : t'erdei essa genio estes h-
bitos qoa. nilo vos ficam bem. Tornac-vosmait rnzoa-
vel e 111 ii- brando Sntfrei com pniencia as censuras
accusajes polticas deque for alvo vosso sosro e vos-
so partido,porque lado isio muito regular. Vede que
nao leodes neccssi.lds de augmentar ainda a Cli-nsa
lista daquelles a que tendea maltratado. Este mundo,
sobretodo n mundo poltico.da muila> Tollas, depois
poden precisar dnquellea memot que j.' insullaslet,
l"o..
enm HliMi -, instaura lo ete
lodaa at lavewUga'ioM priaiidas aan8S!?,,B' *
por
yelhaainimiiades e crear novas; e se serve Ha
intrigas loeaas como ot nicos meiot de galgar a p
aiso que ambiciona ; e que augura qma revolocJo
quo su aisle em sua imaginacSo de depalado en-
lorqolha.lo. b Deiaamos ao publico aioiz.r de qual
dos dous lados esleve a eneren decente e modrala,
e, de qual delles, esteve a ausencia dessessent menlos.
ia nilo ditemos de simples polider, mas de aquida-
da e tcoderacAo, alfecta.lo ao menos pelo goslo mo-
derno.
No nosso tegundo artigo diseemoi de picante ni-
camente qoe 9 o pretexto empregido para se vin-
girem do Sr. Aranh era ridicoU ineaot e i ilegal;
que se o//icio do cr-mmandanle superior mandando pren-
uerosr. Au,lncltana ,pela ana red.icc,ao) era ridi.
coio. >> h provocado pela montona caiililena de
> candidato despegado e depolado enfurqoil .ado ,
r'oVn a"ih !T0< Sf- lmParc'al o candidalo en- nos, tanto peior para veis- que vos mostrareis incorre-
iuit.10 n.. '. rr"' e"e rereri'' era om I"' i Rivtl' e Unl raelhor para nos que n.lo prelandemos
S'";"* mlerestante derrota na aoa!dperdiSir o noito lempo, respondendo a palavras
idiiaidaiura a presidencia do Athenio Pernambuca- qoe pedem orclhas moacas.
proprios pareles qoe nao loiem
tao brigadorea eomo vt tois, e que n.lo liverem co-
mo vds comprado a alio pre;o lanas inlmisadet, ce-
do vos passam a perna. B qoanlo anles, amiuuinho,
d'smanchae a vnsta rele re : muralha de bromea
anles que a mesma n'um bello dia se darrata ao sua-
ve calor doa inttresses oo dos odios recprocos, pois
he tbido que todo bronze he funlivel. Andai, fa-
zei i-lo, e depois cobri a cabe;a de cinza, f.izai pe-
nitencia, rnacerae-vos com cilicios, lazei peregri-
naoao a Itoma e viral bom mo;o, qua lalve ainda
leja lempo de sardes aproveilado, e da nossa parle,
talvaz nao (enhaes da lodo perdido as boas gra^ai do
ComMeiro prudente.
3 de seiembro.
V. s.
Cette lecou vanl bien ao fromage
Se nao a nproveitardet, e conlinuardes a insollar-
). quo anles disto solTrera duas forquilhas na
ele.cao provincial, ,,3. sahindo depulad e sendo
anniillados pela assembla
A Pagina Acuita do Diario de do correni
lembrou,
cone ; que prelen lera o logar de administrador do
crrelo razeiid, pira oble-lo, oflerecuneolos vergo-
i.hosos ao govern ., e qoe aflnal nao M uomeado,
ican lo em resollado triste e miseravelmenle concei-
toado p-lo ministro a quem pedio o emprego quo
ollreu finalmente, depoir de grandes despezase de
monas genulle.,es ante orna sacerdotisa nazarena,
lo ir! S .'' SUa C,,di',a,or 'l*Cao geralpel
estado nydrophobico.
ir-hlT."* -cons,cien'ios reproduccao de lodos os
linda i/rn eS.' ** P"S0" d'Cfe,s 1' "!<""">
h neal 1 J'"" ""6 relire"'" Commedid, e
cite 8la,ae brutal e i,,le"
III
Mas anida a-sim, meu caro imparctal, lenho de
Zr.'u""''',- ''a" vo< e'n -lh:,e vindes!
e com bugal'.os. Fallo-vos de lulas as vezes que
"'"ve.co,r., m,m, qul. ...ando aq, pr;:.P.,0"n ,
seu' par'ecer!*' PrCe"'' ,0 P""aotor Pr >"
O promotor, moco novato ,. C0B, m ,0.
jeito ao aznrrague do Sr. Manoel Joaquim, tanto por
que precisa de proleeriio para si, como por outra ra-
zao qoe ag,ra om.lle e da qoe m. ser'virei qu,d
for necesario, o Sr. JoSo Francisco No.oeira e,ia
por ludo que Ihe ditaram; pois qua cui.u.eeram cue
sendo en e.crivao, a rendo ttdo Indiciado nesse son-
posto rriine de falsldade devla o procetso ser da res-
ponsabilidade, nao eominom ; e como nao coavl-
nha perder aquelle Iralulho, devl o promotor re-
querer a roinha pronuncia como lendo farlado n et-
crato, pedir por eerlidao o ofllcio do Sr. Manoel
Joaquim qoe faiia a basa do proresso para dar iw-
>a i|.ieiia.por crlme de f.il-..li le do patiaporle I
iNinguem acreditara i.lo fra daqoi, mas, abaiio
prova !
o o ajade. au
Cmara Ta-
ver "i.. ,
Assim praiicou o Sr. promotor I Deo
la lo o r. juii municipal do Passo. .
rosnado, em asarciclo, e tim o Sr. capilao Jo de
Barro, P.menlel, Sr. Manoel Joaquim pedio o
processo a fu, m,8m0 a easa do Sr. Joe de Batlu,
seu sino Crasto, e ah f com que o Sr. capilao me
ePnmM,'^a"" ",' "" "' P'o promotor. e
Zlr/""1"1"^'11 mesmo Sr. Manoel
Joaquim, sendo que | Sr. r qu,m d|
a pronuncia e o 8>. capita e.crev.u a o que foi ra-
en, porque o Sr. MpilR. ao entende dessaa cl.ica-
'uVo' Z u" "i V- M*BMl iri'' "" Por-
que o Sr. Manoel Joaquim pedio presea, porque li-
nha de levar para a corle a copia daqoelh, pronun
eia. que parece antes uma sentencia de julganiento
das deei.nes do jury, do que om despacho de pro-
nuncia, ludo sto o sabido e hei de provar no
|ury.
leudes vertido a candida loa,, para solicitar aatTra-
sios, e ao mesmo lempo solTrer derrota-. C >nfes-
Z'L'iTl'"'1''"'"'1 *""* de"lilas eleilorais que
.m e'Ce'n qUe ap*"" P'" "m mu!-
i/sit.rrT"'1""'E v"!- -
meraaTn r,,Ump,""1<'1" P8'1 '"' nao enu-
mera.s as nossa, derrotas eletorae., pois nesta pane
su acharis expienlido, ..p.,,^ inda que
c. ri.lTn^7ot,.^n,ta?nh", T e'e-?* PrMld-. i M*. como talcomp
nos psio extraordinario triumpho em uma elei- bitlvat.
($0mmnuka'oo.
Reacca o tlesejada pelos exclusivistas
de GoiannaResposta ao
Imparcial.
Estamos informados qut um dos grupos de (ioian-
ua traballia fortemente para conaeguir a demrssao to
digno delegado de Goianna Dr. Estelliis, nao s a
retirada do inlegcrriroo e prodeote subdelegado da
t.oianninha, o alferes Hawnundo Nonato da Silva,
corno a do destacamento qae este comroanda. Sai e-
mos com certera quo as acru,ac,oes sohre o recruta-
meulo, duicidas contra o dito delegado, foram por
elle victoriosamente respondidas.
Qoanlo ao brioso alferaa Nonato, eumpre advertir
qoe por elle nao lemos a menor predileccao partida-
ria. As las relaces mais intimas sSo c.im os nossos
adversarios que lem couslantemente procurado aecu-
mula-lo de toda a casta da obsequios, l'orm, nao
obstante estas relaroes, o Sr. alteres Nonato t*m
procedido rom uma independencia e impareialiriade
que Mito corresponden) a esperancas dos eiclusivit-
as de ttoianiia, e uioito desagra.Um aquellas que
tanto enultaram pala demitsao do Sr. leante Aze-
vedo. tor islo, elletji ha lempos procoraram inotil
mente a retirada do Sr. Nonato, e boje insistem nella
com redobrado empenho.
Retirar o destacamenlo de Goianninha, como de-
sejam o, exclusitltlas, seria o mesmo que permillir
a volla de lodos os aasassiuos que dalu se achain fo-
ragdos, afliigeotar os cidadaot pacificos, acsb.rcom
a nasceole-f'ira desse lugar, lmalo um feudo de
certus valtnloes e potentados, e, reslabelecendo o
I dominio do terror e di aiiarclua, reduztf novamente
o governo a necessidade de fazer cessar deploraveit
ocoorrencias com a volta de um destacamento.
As "omea;oes,quen,a(clasivstisdeiejain.dosSrs.
Dr. Jos Ignacio da Cunta (tabello e Jos Joaquim
de Queiroi. para d-legadu de Goianna esubdelegado
de Goianninha, seriara altamente imprudentes. Por
itso liquen) elles cerlo que n,1o acharao acolhimento
da parlo dn geverno, no qual a cale respailo inleira-
raeute conliarnos.
Oeos e o governo prolejama comarcada Goianna !
.... ...,.Uu,.r-vos a cord,< sensivel : eurcitar,
i vossa cu.la. a arle da stira, da ficcao, da parodia,
li airuz zombana, da violencia, da hyperbole ; e fin-
;ir um d esses odios vigorosos a'essas ardsntes
3 Thereza Aniralica annos irania r E-te he o nosso quarlo arligo sobra os abusos de
sada ""S0"1"' M n00!) r,dr'la- Po- poder, caprichos e irregularidades que se vao inani-
i Uar'ilM, o .,., ..j restando na comorca de Goianua, e coja espotirflo
I* JUeai-ai O, 8 anuos, pardo. encelamos no Diario do Pernambuco de 20 pas-
o Guillierme, 6 annos, pardo. "lo. Llodaviaessa di.cussaoj al do tal forroi
40 Manoel, I anno, pardo.
7 Vicencia, 9 annos, parda.
i* Dallna, 2 annos, parda.
O Silveria, i anuos, parda.
50 Antonia, 2 anuos, parda.
ado. E todava essa _
quepreciaamosohservar-lhe os desvos.
(_> nosso p. inicuo utico era moderado, e nao con-
tinua o menur msollo. lie ver-ale que en nevamos
o seguinle trecho : pnr mulivo l,io ridiculo e lao
estrauho aos negocios da guarda nacional, o Sr.
commandiinle soperior, abusando de soa aulorida-
r.l M.i.,i(.i l^,.in,i~ i .... tomiiianui.nie soperior, abutaudo de soa autorida-
.t Manuel Ignacio do Lyra, a.i anuos, par- ; de, commttieu d dataiinu de dirigir o segoinle oO-
Ot casa lo -2 escravos ,c.o. Mas ahi hsver urna asmara, urna aecuta-
;yl Iliereza de Jess, 7o auuos, parda, ca- Sao ul,e 1,i,(l destituida de energa, poim nunca
sada. um iu,uir>. He verdade que es-revemos lambam
53 Manoel Ignacio Jnior. 55 auno nardo. I,U" ea,nuiandaulatupenor devia convencer-
casado. P" -e urna vez por toda, que, precadendo i valentona,
nao far* s oao altr.bir sobre ti o descre!..... a ver-
caogeral, que 19o obiivemoi ltanlo contra o bairritmo e contra a col-
isacao de dois candidatos allmenle protegidos ;
tnuinpho que, pnr nao ser completo, nao dona de
ser inoinplio, e Ido util c^rno glorioso.
Em coinpensac,ao, porem, qoiscles cKar as "vezes
que o governo ha desatleniido a, noss,, soppo.las
t222 "*' ""dlora.. Neste empenho
cou.m.tle.let iiiesaclidOss de lodo o lamanho. de to-
no o quilate. Querendo enchovalhar-n ,s, nao mos-
trastes cofihecirnenlo. nem invencao. Echo plagia-
rio, repelales sem inenloarrain.o qut 0ut,0s inten-
am.Os vossosoriginaesexpiaram cruimenle os r,uc-
losiiesoa malevoleoca.Os seus paludo, copitiat nio
merecem ta.r severo castigo. Mais feliz do que el-
les, recebereis impune o nosso perdi.
Se quizessemo, citar tambera as vossas pretenres
que ,. governo lera mallogrado. recordaramos as'es-
perancas, que lendesalimenlado e tendea referido a
varias pessoas, de conseguir os lagares de promotor
deGoisnnae do Recite, jora- municipal de vossa
conurce. Mas nao queremos devas-a os mysle-
riM de vossa sublimes pirales, que infelizmente
vao paasando pela provanca de Irisles desaponta-
mentos. r
Oeste modo, qer tratis de eleicOes quer de ero-
Pr-gos, nao deve.s ser e.i-insivisla alaos insnlios
U...I.Z V P""-"11""- A menos reclama!
tambera .la parla alguma eonejliacjio. A-s
na. digis candidato despertado e irritalu llizei
an es cullega despertado e IrriladoB Nao digsisocan-
di lato enrorqolhido Uiici antes coliega enterc/ji-
Ihado >ao aclia, que i-lo he nal. ms.o, mal. mo-
Je'aloa mais conelli.lor.0? Ora, tela u.n pooco
mais amavel com a geule !
Accu.aes.nos de hydropMkia B pela derrota da
uma candldatora. Enlrelanlo vl mesmo, com mais
lualifja do que queris parecer provavelmente por
etteitode modestia} sois o prmeiro a contar a to-
dos o modo calino, risoubo e iualteravel porque re-
cebemos a bala nosse meraoravtl combale.
fc. M queris prova. de que nao ticamos, aera es-
iim.snydrophobo, eiamiaai lodos o, nossos actos
externos, pois suppomo, que nao vos queris mag-
ninssr para lucidamente conhecer os internos : per-
corrn todos os escriptos que sabis ao cerlo >> se-
r nossos ; ped a pessoas sensatas que os compa-
rara aos vossm arligos, com que leudas de voar rae
cessanamente iramorlalidade, e que declarem oade
esta a hydrophobia ; e depois, sa a resposta assim
'lian, ide rec.ilar-v.>s cora lodo o cuidado.
tlquereisoutra prova danoxa calma o da nossain-
auigencia I'rovocasles-nos com todo ardor.E entaof
petnae. que, sa nos quizessemo. desterrar, nao pode-
riamos dscobrir-vos a corda sensivel ; eurcitar,
a ve sa cusa, a an da talin a., r...*.. a, ___
li
malevolencias que nao conhecem riera piedade, nem
me.il la, nem ju-liri < pensaes que n3) poderiamos
moldar a nossa penna no fsl onde o actnssemos, no
vosso por en.mplo, para derrama-lo no vossa almo-
co, no vosso jantar, no vosso cha, oo vosso leiln, e
aiedar-ves a vida ? julgaes que, com algom esludo
aigum eiTorco, nao seriamos capazes de adiar pala-
vras pungentes e terinas para dilacerar-vos os seiot
' alma, antales para abrazar vos o cerebro, e en-
venenad,, pare corroer-v.,s de dia e de norte, *
rvindo-nos da ezpressao de ora liballi tazer-vos tremer anda no lumulo ? Mas lie.ii des-
cansados, nos nao o taremos, e balde a iss, nos
queris obrigar. Os vossos insollo, nos s3 preciosos :
ao para nos era Goianua um baplismo de populsn-
dade. Cala uma uma de vossa, alTronlas nos grao-
g. a uma ivmpalliia, nos da um amigo. e vossa par-
le a i,etica mar. terrrvel, mais campromeltedora sera
a dos vos.os elogios, que o diga u Ur. Ilraudao que
evpenmeiiloo tadoo seu pe-o malelico. Esla outra tac-
Mea he que, pelo amor de n.os vos pedimos, oao ra-
preg.ieis conlra nos.
Mas para que andaes engendrando para o vo.io
. imnor '8 '?U,eS l>Hra I"* ****>* lamaul.a
a importancia da vossa candidatura provincial, qoe
tiippondet que lodos os iavej .so,, ou intrigante.
'nao be assim que nos ehamae. so s- oceupam da a-
pagar ama gloria tao radiante ? Pois, lende-o p,r
cerlo, ninguem (que aos cont al boje ain la iul-
goi necesario dar-se ao irabalho de hoslilisar a vos-
sa candldatora, contentan lo-uos apenas em racoin-
mendar mu.lo genricamente a aUuns amigos da ca-
marca de Gaianna, que aue cirprometlam Ida,
briTdos ,narcl'"""" de acordo nao seriaos ladi-
f i? '^V""' 1ueSuerra ja vos lemot teilo, mis
que qiiiiila-feira passada escrevem.s as lr. prim.i-
as caria, dizend i que eramos candidalo f A histo-
rieta que vos oiitaram em casado |)r. Re. nao pas-
ta d.sso que o povo chama vm levante.
Slas v, mesmo nos pe lis encarecidamente, e que-
ris por fon;, que ves dem is uma derrota I Nioa-
ur|!;m,P0I.q"TS r'",[V r-uri">"^ de .muralha.
de bronze | lodavia allirmo-vos que nao sabernos
aiuda ae devamot azer-vos a vonlad-, ou d.iiar-rioi
eoagir por vot. Em coutat desla ordem. nao vemos
capnrhos, vemot priucipio e inlerettet : e esles sao
mullo variaveis.
E p ra que assim pretndala corar o vosse despei-
lo para com a nossa humilde p-ssoa I Bem sabemos
que obedecis aos lavis que sempra vos d rigiram
pira conosco. Anda alo liuhamos ouendido pessoa
aiguma de l.onnna, nem dado perinada pela irapren-
ss sobre os neeocios desaa briosa comarca, anda era-
mos por la candidalo muito loceilo, ja a nossa costa
prelendies lomar odiosos os vosms antagonista. J es-
cravrus proclamaes incendiarias invocando contra
n.n e contra elles lo la a torla do bairris.no, e elia-
mando-nos a parahlbano lilho da, orvas.
Este bocidinbo de ouro he digno de passar pos-
teridad.. Oepois, por mas que qneirats eonlrafazer
a nalurez, e por mais que nos lenhamos mostrado
uperior a essas miserias, voata meia alr vindes com
o mingante infernal, candidalo enterqoilhado e
nutras delicadezas do misino e peior jiet. Maso
harrismo, a no,sa clava de Hercules, nao lera podi-
do conosco, e muito menos hao de poder os vossos
epithelos rom que nos miinoseaes de intrgame,
enforquilhado, caloinniador, infame, de,presiv.llc.
tjuer queirais qu.r nlo, por emqaauto haveis
le sollrer-nos em Goiafma. I'u lo o mala he sanear
ile bal .'e. Eslamut legalmenle autoritarios para d.,-
pular o concert a a altaica, dos seus babilanlea. E
bem sabis ;
Sao iguaes ants/amor os rnorlae. tolos, u
Vea mesmo Inveit de reconhectr aHnal a vos-
sa sern-razSo, e como o qua nao tora remadio
rema liado ela*, acabareis resignandn-vos a encarar
o a prestnca do vulto do tyianno. i E-tamos cerlos
que para nao ve-lo nao haveis de suicidar-vos co-
mo i; .i.io. E quando anegar a poca da juatica. tai-
vez aej,.s ni -i. benvolo para com o vosso vil n-
li ijanio, -. infame candidato, o
E s.beis que mais .' Queros um ronselho 1 Olhae
que um conselho sobretudo dado por con.ellieiro
j.'i v. passando alaos depo-ilos de pi.
b ilaclia etc., e so nao sa poter cobro a elle, lererno.
em breve de ver os [alemenos e padeiros absorver o
comniercio miudo pela vantajosa ezcepcao da le mu
nicipal, que Ibes permita conservar abarlos os esta-
belecimeulos, quando os demaia e-lio fechados.
I.onge de < o coarelar a hberdaJe dacomm-rcio.
nao ; venda o laherneiro a eniada, a fila, o borze-
guim, o charuto etc., mas iugeile-se as cjndir;Oes
precalc is dos estabelecimentos esptciaet destes gene-
ros, teche-se aos domingos e dias tantos como elles,
i i- ii.iiario disto be Iludir grosseiramenle a lei ma-
me.pal, e brevemente as tojas de terrajen., fazen las.
miudezas, calcados, charutos, etc., armar-ae-nflo
de uma barrica de bacalli.io, un caao de iilacha,
um barril de vinho, e se couservarao abarla, noa dia.
antilicados cora o mesmo direito com que o fazemos
laberneiros.
Entcalemos, porem, desnecessarias novas medidas
da parle da monicipalidade para obstar a lae. abu-
sos ; o espirito e letlra da lei que manda techaran,
domingos e dias tantos todos os estabelecimentos, ei-
ceplo tabernas, padanas, sao muito explcito, para
poderem ser sophismados.
A labema ou deposito qa. aprsenla fiteiros oo
prateleiras com miudetfs; tazendas.sapatos, chapeo,,
droga,, charolo ele, lodos, ou parle desles gneros.
que deuou de ser taberna, be uma tpecie de casa de Bel-
reheulida as postaras prohi-
Fronanciado assim, trale de inlerpor o recorso da
ll i e o fiz, pola p.tieAo com que fundamenlei o
dito recurso, e qoe vai ahaiio (I) ludjg. Note-M que
queri para ser interrogado a qaalilirado na forma
da le para ir assi*tir as oulras diligencia* a b.m do
moa direilo de def-za, fui allendido pelo Sr. capi-
ta., Jos de lluros ; mas loco que o Sr. Tamarindo
entrn no ttercicio nao quiz mandar cumprir .te
despacli., en descansei na sopps jao de que o Sr.
lamarunto acabaria cora tal processo, porque leve a
franqueza d declarar qua tal pronuncia nio liaba
lugar, porque n.lo ,e havia Iratado de forto de es-
cravo, e aim de falsificado de um patsaporte, da
que nao havia provas. Mas, conlra toda eipeclaliva
o sr. I muralo snstenlou a celebre pronuncia dic-
tada pelo Sr. Manoel Joaquim (cortado, he um mo-
to iraca), e o recurso foi parar as rnaos do Sr.
Manoel l/lippe, qu em vez do darla; ar-.e suspeilo
lana scieoci.i teerr. alguna laberoeiros da trans-
eressao quecommeltem, qoe conhecemos e lemos vis-
to nos da, prohibidos lanzar sobre as fazen las um
panno para Iludir assim a vigilancia do fi.cal ou
guarda que possa apparecer.
Na aleada, pois, dos senhora. fiseaea est acabar
com essas abusos, molanlo e lazando techar as ta-
bernas e depsitos de que trstamos. Encontra-se o
maiiir numero desses tran.gretsorea nal ras : almo
da Boa-Viata, Soledade. alraz da praja da Inl.pen-
cia, l.inguela, largo doT.rc,Q, Direila, nesta sao qua-
si todas as tabernas e depusitos.
Oulro aboso anda esiste, e he : varios Insistas qoe
nao residen) as lujas,abrem-as aos domingos.ea pre-
texto de as arrumar, conservam a porta iera-aberta,
ou cora rollas, e na > perlera freguezes, prejutican-
do assim osseut collegas com raenosprezo da lei : uas
roas Nova, Queimado e Livrameulo he oude te en-
conlra o maior numero.
Oa actividade e -nergia dos senhores fiscae, espe-
ramos portante a cestarao de taes abuso, ; a molla he
o melhor meio de fazer respeilar a lei municipal e
religiosa, e depois da multa,maior vigilancia na rein-
cidencia.
Se ter necesario ainda voltaremos.
Srs. re laclore-.P'co-vos a publieida le da c, -
respondencia de Aleandr. da Cruz Cambrainha, p..-
ra que o publico fique inleirado do como l.m pro-
eedido, como ju.z municpsl de Porto Calvo, o ba-
cbarel Manoel Filippe da Foneet.
AO PUBLICOE AOS JL'IZSS ILLUSTHADOS E
IMI'ARCIAES.
Porto Calvo, I" de agosto.
i>aando o hornera he victima de prepotencia e pre-
varicado de seus juize,, e que a despeilo do justo
e honesto v cada da ostentar-se o -imaodismoo, de-
ve, alm do recurso, da queita a juizes superiores,
etpor pela impraejsa o procedimento dos potentados
e prevaricadores, afim de que oslvgma publico e a
der entes corrompidos, que na cegoeira em que vao nao
reeonhecem o papel trale e miseravel qoe represen-
tan).
Em 1831 o S'. luchare! Manoel Joaquim de Mtn-
donja Ca.tello Branco, Jala de direitj d^sta comar-
ca e depolado g.ral, por graca da troca e eamhio
felo pelo Sr. presidente Antonio Coelho de So o Al-
buquerque, (II prelendeu lomar uma viganca contra
mira, indu-i,indo-me. como eacnvao de paz e do
subdelegado do (Juitundo, em om proeesso de res-
ponsabilidBde, pela venda de um processo crim, es-
lando alirs o dito processo oo respectivo carlorio ;
pude com a verdad* documentada destejer essa vn-
ganga, manejada em vindicta por ter sido eu taale-
inuiiha m nro processo deenm. de farlo de scra-
vos pr,tirado por ..a pai, luje fallecido.
lloje me condi.e, quando tenho de por ao pu-
blico os motivos de minha perseguir ,, por ter da
fallar em um homem morlo : mas sou a Isto forcado
por seus lilho,, qoe se respeitassem a memoria de
se i pai, nflo dariam motivos a que vjessa ao publico
ainda boje, consas deshonro-as e internantes.
Vendo-mo, porm, indiciado em om proesso in-
justo e calumnioso, defendi-me, e tuda publiquei
p.r este peridico ; e pretenda dirigir ama quena
ao Eira, ministro da juslic,a, par-- mostrar a perse-
guicao que eslava preparada, e que ss juiz de di-
reilo no meio de sua familia eslava eierceodo vin-
ganfia.
O r. Antonio Coelho da S e Albuq>irqu., em-
penbou-s com o meu amig, o Eim. vica r---i I ir
cnramenlador Jos Paulino da Albuquerque Sar-
ment, boje fllenlo e de minha tau osa rerorda-
et, para que eu nao fizesse lal queixa e nada po-
blicasse. que elle acabaria com ludo ; e me consta
cora certeza que tellou ae Sr. Manoel Joaquim para
acabar com lal proceso.
Com efteito, mqoant.i esslio o rommendalor Jo-
so Paulino e o Sr. Si e Albuquarque, foi aqu pre
sidenle, o Sr. Maooel Joaquim nao d.u andamento
a lal processo, e guardn-o em si.
I.ogo, porcro, que aquello falleceue esle retirou
te da provincia, o Sr. Maooel Joaquim, homem vin
galivo erancornso, den mos a tibia, pronun aou-
mo no arl. 1:10 do coligo criminal, e .em que ea
ro*M nlimado dessa prononeia, foi cercado, preso .
luir lo en um Ironco na villa do Passo, a dalli vira
para a iramunda enchovia da eadei i desla villa : re-
quer fiaiini e iniiiiiario da prononeia, tei-ma n*gi-
da a lianra a prelealo de estar indiciado em oulro,
crunes ; repliquei mostrando a mju-lira do despacho,
fui n leteri lo ; e em tal csso appelle) para a rela-
tan do lislriclo que mauduu lomar a lianza.
Este acto juste e veneran lo da rea-; v" poi o Sr.
Manuel Joaquim era aperlos ; e enlao pr.rte.teu vin-
gar-se com mais veras ; de pablieo dizia que nao
me havia de aprovear o accordao da relajan, e
quando cu livesse gasto dmheiro e lempo com a lian
ca.nao seria posto tm liberdade ; e para declinar de
si a responsabililade Jurn suspeicao no proce-.i,__
para o qusl desde niurto devia recusar te, leca li-
tando us sous instrumentos.d
E cura efieito, sa fui perseguido pete propro Sr.
M.rioal Joaqorn, loao que o processo passou a-
mo-do sr. Manoel llippe, juiz municipal detle
infeliz lerma, as perseg.iK-'.es foram ma.s audazes
porque o homem qoe serve de vil e haizo inslru-
m.no, nao se peja de praticar todas as indignidades,
com tanto que sirra bem a quem quer vingar.
O processo em mo dessa novo urodamaiilo tq-
mou proporces gigantescas, e foi como a Tabula (r?
sapo que subjugava o bol; appareceo com uma pre-
varicarlo nunca vislafui julgado rav.lia, lan-
do aqu preto.lendu ronlarriado o liberto, e sem fur-
nia de joizo, sem citarlo para apresentar m-
nhas testeiniitilias, ole, etc., emfira, sera forma de
joizo !
Vendo isto, e o mais qoe me maudam dizer. re-
nuncie! a Haiicii para appellar e os antes irera sem
demora para a relaoju do dislriclo.
O Sr.Manoel Joaquim, que vio o erro da sea irius-
truuieiil e que a relor.io havia de conliee.r d.taa
julgarnento etlupendio, d.o-.e pres.a em niandar-ma
processar pelo Ur.juit municipal do Passo, sobre om
faci que etponho.
O Sr. tenante coronel Sieupira cummunicou em
conversa particular ao Sr. Manoel Joaquim, que ha-
via-llia fgido um escrevo, e que fra pegado na
Imperatriz com um pasa.porte falso, passado ou fal-
-ilira lo no distiiere da Flexeiras : o Sr. Manoel Joa-
quim, que audava cala de om faci sob qualquv
pral.zto para organisar contra mira oovos pnce-sos,
maulo ioslaorar om processo por essa telsidada__
i i I r mi r.-me em (al crime.
- ----- r- ,...,.,, utmiiu,
man qoe tuflicieutes para que tesse pronunciado co-
nw leudo furlado o e.cravo I
A petijao abaUo mostrar q-iaee sao essas pecas e
por ella verio coma es-c Sr. Maooel Filippe perdeu
tolo o pudor para ostentar a sua prevancacao a
Ignorancia, sea.lo m te e prevarcelo ae |an-,r
uma enjuta sem fundamenta-la V.jam lodos de
que natureza s3o os proc.ssns que me forjan), e se
lenho r.azes oo n3o para bradar contra tanta infa-
mia e perseguitao.
Eu sel que quando o meu recurso foi para o Sr.
tamarindo, o Sr. Sogueira l foi dizer-lhe que eu
era um hornera a atrevido e malcriado. Sim, Sr.
Nogueua, sou atrevido malcriaJo, porque n.lo le-
nho o espirite baiso, vil a mesquinho d carvar-me
a.s que me perseguem, como Smc. curva-se ao.
que Ihe maudam como senhores e Ihe obri^ra a ser
advocado pro e coolra os inieresses do urna parle :
sou malcr.ido e atrevido, porque cooheceodo dos
meu. direilos, n3o consinlo que a prevaricaran
me devore, sem bradar ; e aei que Vmc. nao poda
prender a nnigoern, he psrle ; e sou malcriado e
atrevido, porque se i que Vmc. nilo podia tomar um
ca vallo, como tomou no Pa.so, s porque o .eu mo-
leque diste que eraocavallo que havam lu I res
annot Tortado do tnhor teu pai, e qua tomando-o
eomo lomoopraticou oraa violencia, abusou do
seu empr.gopialicnu um crime.
St. (Sogoeira, Vm-. est criminuto ; eu reapeilo
aos homeiH que .a > digno, de respeite ; palhstos,
bichinhos, espoleliuhas nao o, levo em coala, tra-
to-oscomo elles merecem ; tenha, porem, paciencia,
algum da jaslaremos as nnssas conla. ; e entao eu
Iba hei de mostrar quem he man malcralo e atre-
vidoen qj. sffro inju.lamente, e que no auge da
per.egoica., poiso apartsr-me da linha da pruden-
cia, ou o promotor publico que..... uat l.adeiras .'
Enlenda ?
Ea sei tambera que o Sr. Manoel Filippe esla re-
pondendo a queita que dei conlra elle a relar.:0, a
que lem mandado tirar documento, deste processo
para mo.irar me cerno um ir.minoso ; e alera diste
lem dilo de mim o que s pode caber o mente ei-
caudescida daj algum a paucada. ,, A resposta que
tenho a dar, breve o fare publicamente ; entrelan-
io, em lampo nos aul s moslrarei que, quando mes-
mo eu .j, esse criminoso, esse malcriado e alrevido,
Itto n;U deteude a prevaricarlo quejo Sr. Manoel
rnippa praticou em julgar-me clandestinamente,
ludo lem seu lu;.,, eueonlinuo a ser perseguido,
...iiarradn, aigtma, tc., m s00 ,elllnii hei de
Jeten "-111. e ser reparado, c a repararlo trar pa-
ra o Sr. Manoel Filippe o ferrete ignominioso de
ju.z prevaricador. Portante, detenda-se bem, Sr.
Manoel I-ihppe, mas he mAo advogado aquelle que
para defendera acema ; e se esta aecusarjo be ca-
lranios>a, enMo o advogado .leve .er entercado oo,
restos espirrtaotos de algum t^-janlar, para que
elle chore e ae lamenle. ou ter ac.out.do por algu-
raa nlingoasita, semelhanle a orna que u couheco
a que o tova como Smc. merece. Ileot le ajude lio-
gua.ita,,, para castigo desses e.poletas perniciosos e
onze ledras, o
Se Manoel Filippealtes sai os joizo. de Deo.,
nao ha bem que sempre dure, a nem mal que >e
nao acabe. Esta vrtela nao he inhiba, ma he uma
amiga verdade. Par.igam-me, prevariquen), facam
da mira o que qmzerem, lu lo lem seu lermo, e'saa
reparado,etlou re.igu.do, e Ueo. qoeira que o
sr. Maooel llippe s lenlia de sentir os r.raorso.
de sua conwienna, pon qoe om preso desla cadeia
em om, vez que Srae. passou por aqu, em o co-
nhecer, oltiou para oaenhnr a dissei aquella ho-
ioea acaba .loa to ; oeutretaote ja Smc. pasta por
paucada..
Se eu tiveisa convencido da ter pralcado os cri-
mes que me aecusa, eu estara suecumbido cora a
consciencia do raeu erro; e ae.quando mesmo eu tesse
criminoso, visse que as aulondad.t procedan) eomo
verdadeiros juizes sem paitSes, sem odioso, sem pre
cooceitos, e su ten lo ara vistat a lu e o dever.eu seria
Demuda espectador da imparcialidada a descans.va
a sombra da Justina espiando as con.equencia. do
meu erro ; mas, como eu sou victimada ama lorpa
vingansa, sou calumniado, e os meas perverso, ini-
mttoa, senhores dt jusliga detla infeliz comarca,
ludo fazem e podem, e .obre islo vejo as prevarca-
teles da juizes e piomotoret espoletas da. peixes da
.lerceiro. hei de tradar, hei de fallar, porque au s
| respeite a aulorilaie lineen, imparcial e juila, a.
auloridadet currompidat a que imprudente.fazem
alarle de seus vicios e Crimea eu nao a. reapeilo e
nem homem algum preza oa tea. direilos.
rendo abosado de mais da paciencia do publico e
dos illuttrados juizes, voa terminar pedrndo a tod).
quaulo l.rem esla pablicacao que deseulpem m.
qualquer aipressao meoo. p -u.lente e cabivel de qua
servi-inealtendendo paraia miuhs poti;aode per.a-
gi lo, islo he, para a posicjte de um pobre pai de
numerosa laanilia, sera recursos, lendo seis lilho.
menores, sendo dous e.gos, a vive amargurado pela
intelieidade de soa familia, torturado pelas padec-
mentes que Ihe fazem solTr.'r. para vmgarem pai-
0e de tercero, e nesle empenho des-arad unriil.
fallara com a jnstita e com as g.rantias que as leis
permittem. Mer.ro ser desnlpado de qualquer ei-
presea, menus cibivel e meaos moderado. Peto,
porem, qua ieiam com allencSo a pelitao que vai
abiixv.
Eiunvia da cadeia de Porte Calvo di dejulho
de 1857.') proscripto, Aleandre da C. I.odavice
C. do Imperio.
(O Tempo )
tfubikacota a \>ct> D ti) O Sr. r. Anlonio Coelho d Sa e Alhnqner-
que he incapaz de cambiar cora inlaraue. pblicos.'
se ella aqui eslivara dara so neao a e.ta aecu-
"vo. O Redactores.
RIO FORMOSO.
Illm. Sr. r. juiz rte direilo da comarca.O le-
neirto coronel Jos Antonio l.npe, r.qoer a V. S.
que se digne ordenar qoe o eacnvao Pinbeiro, Ihe
d por eerlidau a amienta por V. S. proferida no
processo que, em vi.la da quena dada pelo tuppli-
cante foi instaura lo conlra, o lente Manoel Jo.
de Menezes, pelo que:E II. M.
Sim. Rio Fonr.oso, 93 do agoste de 1857.Ma-
chado da Silva.
Anlonio Puibeiro da Palma, lab.lliao de nota.,
escrivAo do judicial vitalicio, a interino do jory de.-
la cidade do Riu Formo.o da provincia de Pernam-
buca, per S. M. o Imperador, qu. lieos guarde .le.
Visla. .sesautos, couclii.-sa dalla, nao etlar pro-
vado qoe o querelado (enenta Manoel Jo. de Me-
n.zes, como delegado suppleiile dt.le lermo, sobor-
uasse com a quana de jOa a Feli. de tal para depor
conlra Jos amoldo Lopes, na processo qoe Ihe foi
instaurado pelo aitassinato de Manoel Gome. por-
quanlo a lerceira a oilava letlemunha., qae sao o.
nico, a Ihe altriburrem .eaielhanle imput,tao de-
pdein ambo, de .ciencia nlheia, entretente' qua
aquella, alm da pou:a firmeza da aoa seguinle rei-
poslaqoenao podia aftlrmar se era variad, o oae
he disseram-est,' em contradictao cora a sexta le.
l.munba que leudo .lia. roe.rna r.zao de.ciea-
cia qu.ella.com ludo nao tez i-ual impulaca.. ao
querelado; lo que resolta que apena, permanece o
depounenlo la oitava leslemoolia. ms d.p.um.uto
de uavida alheia, no qual conseguinlemeule be mais
que nppliratel o principio i teslis aaoa, te,lis nul-
lus o. lodavia, laodo provado, quaulo basla para
a pronuncia, que o querelado lenle Manuel Jos
dt Menczet, coran formador da culpa naquelle pio-
cesso, etcedeu os limites ds funrtSe. proprias de
seu eargo. o qoe ve-se do dcpoimeulo da. (csterau-
nhas da telhas a folhas ; julgo prucedente o tumma-
rio ;pronuncio-o como induto no art. :19 do c-
digo penal, ua.il i a livramento ordin;iu, e con-
derano-o na. rotlat. O eirrivAa lance o teu mue
no rol do. culpad i. ; d vilo ao r. promotor pu-
blico para formar o libtllu, que podera' sel addtdo
pela parle aecusalora.
Rio Formoso. IS da agiste da 1857.Tbeodoro
Machado I-rene l'ererra da Silva Jnior.
fiada mai. contradi era dita stntenr.i pedida por
cerliduo, qua ea ..envo lnimei.i. P|,i ri0 pro-
prio original qu. te acha oo referido proeeaso, aa
qual ma reporto ; esta vai aera cou.a qoa duvido
teta, por mim escripia, conferida a assigntda na for-
ma do tlvlo, netla cidade do Rio Formoso da pro-
->cia de Pernambuco, aos :|| da. do mez da agoalo
''s1',"l",,c'm,n" d0 t""so Se"''or Jeta Chns-
"" .SJi, Ingeaimo sexto da independencia do im-
perio do lira-, Eserivi e ast.gnei. Em te da v.r-
dadi.-Oescr.va,. Aolono Pinheiro da Palma.
PW.SIA
Ao faustoso da 7 i .-umhro de 1857.
Ile-perla, gigante ousail.
Ergue a fronte tobranceiro,
V como t% ergue dourado
O liodo .ol do croi.iro !
Ile,p.;i, qoe o dia he lea,
Esae dia aori fulgente,
ia grande a mage.lo.o,
yue marca om felto a.ombroo,
ia ero qa. forte a brlo.o
lu ta arguella udepeodenu.
Tres eclo. vive.te eacrave,
SolTrandc. terru. do e.lranhot,
Ap.zar da terte a bravo
Calaste malea tamanho. ;
Ma. um dia, em t.u leihargo
Qoe era. Ilvre entao toiilia.i. !
Protegea-te a Oranipoleneia,
Mueblaste a vil dependencia,
Sonb.ile co'a iniependencia,
!ndependente acordaste.
JVoile livra desda eolSo,
l.ivre es, nunca servil,
(Joem diz Bra.il diz n.(So,
iz valor quem diz Brasil.
Tea. por divisa o prngresso
Contra o brado d'anarehla ;
Calcando o jugo lyranno
I o firmaste soberano,
Sobre o tolo marica..o,
l.iberdada a monarebia.
Salve! d'America attrella,
Gigante do novo mondo.
Ja Ierra poreSo mais bell i,
Oh I v.ato Brasil jocunlo.
ja va! oh! ela da .elerabrn,
Salve, Vpiranga gentil,
To naa margen, deeanladas
Nossa. glorias lens marcadas,
Salve oh! berco do. Andr.dat,
Salve imperio do Brasil.
Hesperia, que o dia le tau,
los trpico., i,li .' gigante,
V como brilda no co
O patrio sol fulgurante !
S miha>ie qae vivar livre
Era leu bro a daver ',
Enllo logo o Omnipotente
Ta diste com voz ptenla :
(Jorres er independen';.,
Indepcudeole ha. de ter !
/. if. Alce* Caialeanli.
'
-
O ESQADMAO E CA VALLARA.
Chama-se llenrio do mui digoo Sr. coronel a
commandanle soperior interino do municipio do Hecite, para com os saqi proprios
olhos tesl.monh.r na parada de boje, o estado a qua
tem ehegado o esquadrao de cavallaria da mesma
guarda nacional depoi. que o Sr. capilao F. X. C.
Li,). a-sumi.i o eomm.indo interino do memo.
Na parala do dia 25 da mirto prelerilo, toda a
terta do esqoadrao consloa de 27 oa 28 homens
.ando eompojta do Sr. capitao Lin. commandaula 3
en t offleiae. interiore, 22 guarda, e 1 clarlro.
Na pirada de luje observaremos a fota qoa o
moito activo S'. commandanle Interino aprsenla.
Era qoanlo o Sr. lente coronel Gu.mao. comm.n-
dou o ..qoadrao ( r.liro-me a nova organUacKo d.
goarda nacional ) nunca o .tquradao ui.rclioo na.
grande, paradas com menos de 50 goarda., alem do.
Srs. ulileae, a vfficiae. interiore. ; hoje a pre,en la-
se em ama parada com 22 guardas e nenhum ofll-
clal a eiceptko do Sr. commandanle interino I-to
prova a inaptijio do Sr. capilao l.ins para conlinaar
a comraandar o esqoadrao.
l'm gueperlenee ao esquadrao.

"
t&MUt'Stil*.
PRAtjA 00 RKCIFE 5 DE SETEMBRO A.S
3 HORAS DA TARDE. T
Cotace. olciae..
rreta de awuear para o Canal para orden.30|e a 5
U,0 por tonelada,
Deieooto de letlra.9 1|2 0| ao anno.
Cambio .obre Londres28 d. 60 div.
P" ^'B, pre.idoota interino.
L.Daboorcq Jnior, ..cret.rln intariae.
. CAMBIOS.
Sobre Londraa, 28 d. a'60d.
c Par, 316 r. por fr.
Lisboa, 92 por % di premio.
Rio de Janeiro, 2 por Ojo da descont.
Accdlo do banco 50 por celo de divideoda per eoo
ta do vendedor.
a compaohia da Beberibe 60*000 por acra,
companlua Pernambucaoa ao par.
L'lili darte Publica, 30 por canto de premie.
Indemnisadora. 61 idea,
d. estrada de ferro 20 por 0)0 da premio
Diseonto de letlra., de 10 a 10 por eento.
Aetoea do Banco, 40 a 45 da premio.
Ouro.Oocas heapanholat. 291500
Moeda. da 69KX) valha. ....
6J4O0 nova- ....
49000.......
Prala.Patacoe. bra.ilairos.....\
Pero, eelutnnarie*......
maiicanoi. ,

e a
a
a a
3OJJ00O
169000
16*000
9J000
2000
21000
1660
-.
ALFANUEGA.
Kaudiroeuto do dia 1 a 4 .
dem do dia 5 .
72:237*774
l*980J776
mu 89.550
> D*e"eam boje 8 de .alambro.
Palacho inglezPersa verane.-tobo, de ferro
Barca inglezaSapho mercadorias.
Barca inglezaLanca.lreid.m.
Patacho portogoez Diligente cebla, s batatas.
Barca brasileiraRecitemercadera..
Patacho braailelroTarogaplvora.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volomes entrado, com fazen las .... 252
com geti.rt .... 151
Tolal
Volme, sabidos com faz.ndas .
a com gneros .
406
160
Tolal 310
IMPORTACA'O.
falacbo porlugoei Diligaul.u viudo da Lisboa,
consignado a Jos Bsptitta da Fonteca Jdnior, ma-
nifeatoo o segoiole ;
9 pipa, 3 meia. .Idas a 105 barr, vinagre, 75 di-
lo. vinho, 6 dito, loocioho, 6 ditos choartea., 14
caiia. ma;S e frul.t, 1 dita tpalos de traneolu,
I dila dilos de bezerro, 200 aocoraia. azeilonas ; a
ao con.ignil.rio.
120 cana, batatas ; a Jos Aolvnio d. Costa V Ir-
mAo.
I ,dj'? cl,,Po Pll> ; S JoSo lavares Cordeiro.
d.WHj moldo, cebla, ; a Rosa 4 Irmo.
10o harris loucindo ; a JoSo da Silva Regadas.
1 cala borzeguin.; a Maooel Francisco Moretea
Maia.
8 pipas a 1 meia dila vinagra ; a JoSo dos Saotes
l'ereira Jardirn.
SO^ai.a. cebla. ; a Joio Cario. Coelho a S'lva.
80 Jila, dita., 12 cana.Ira. btala., 2 cartucho.
dinheiro tm ouro ; a ordem. -
500 moldo, ceblas, 4 cao..Ira. macla. ; ao ca-
pilao. ".
31 caitola. velas da eer, 15 dilo. masas ; a Ma-
ooel Joaquim Rimo, a Silva.
50 caita, vela, de era ; a Domingo. Rodrigues de
Audrade.
M barr, cera em grumo j Tliomac de Aquino
Ponsica & Filhm. '
2 jmenlo, hespanlm.a, 2caiiotai aapato. de tran-
cinda ; a Rtenle A Irmao.
10 barrica, cavada ; a Loiz Joro da Costa Aroorim
I ca.iote objlo. de lessea vidrad. ; a Goim.rae.
.V Alcoforado.
1 barrica baealbio a Antonio da A Uncida Gome.
13 barrica alpisia, 15 pipa, yasia. : a Mrgael Ar-
caajo da Fir;aeirado.
1 catela calcado ; a Polvearpo J. Layme.
1 pacota gorgurlo, 1 dito' greta ; a Altonio Alvas
li.rboza.
I catelas mercarlo ; a Feliciano Jos domes.
- cala. Utao em obra ; a Elias Jos' doa Saoloi
Andrade.
1 barrica qoeijo. ; a Jos' Miguel do. Santo*.
CONSULADO GER.VL.
Rendimenlo do dia 1 a 4 l'.i-i 1-s.si
dem do dia 5....... 2;293 i
1
\

2I:731897
DIVERSAS PROVINCIAS.
Readtmento do da I a I .
dem do dia 5 .
1799126
939722
5728848
DESPACHOS E EXPORTADO PELaVesa
1)0 CONSULADO DESTA CIADE NO Ia
1 E SETEMIUO DE 1857. IA
Rio da PralaBrigua porluguez ul.aia HI, Isaac
Cori i C, 200 barrica assucar branco.
CanalPatacho inglez Onlywna, Paln Nad A
C, 310 saceos attuear raatc.vado,
EXPOKTAgAO'.
IlivreBrigoa fraucez B.itm, Lasterra V Ti-
.el-frerea, 1,520 muros e ItJlJ couiinhot.
Havre, brigue fraucaz .Belcm, de 319 lon.la-
i'LJ0. ,',U^", ? "R04-" :-1.056 cooro. verdea,
t,m ditos verdes, 100 dito, de cabra, 80 mcco. coa)
400 ""D" ua assocar, 288 saceas com 1,194 erra-
bas e 19 libra, de algoiao, 2 acco. cafe'.
Cork, brigue inglez Lord Alldorp, conduio o
segoinie : 4,480 taceos com 22,371 arroba, a 28
libras de a.socar.
Canal, patacho inglaz .Jejll, de 230 toirtlaaaf,





DIARIO DK PERNAMBUCO SEGUNDA FKIRA 7 DE SETEMBRO DE 1857..
eondotio o .eguinle : 3,010 saccoi coro 13,000
arrobas de usaaear.
HECKBKUORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Km lmenlo do dia 1 a 1 3:771*415
dem do dia 5....... 1:3700152
5I4I|567
CONSULADO PROVINCIAL.
Rsndimento do di 1 a i 14:u75a8-28
Id.m do da 5....... 1:593/110
15:669238
l'H.lf. 4 DO RECIFE, 5 DE .SETEMBRO DE
1857, A.S 3 HORAS DA TARDE.
fevitta semanal.
Cambioi Ontioaou do 28 4. por 18 lobre
Loiilrn.
Algodo----------Knlraram 6i saecis ai vanda*
regul.iram de x~2'M) | 83350 por
arroba.
Assucar----------Continuando ser deafavoravel a
noticiaa Iraiida pelo paqoete in-
gle/, proetdinta da Europa, 01
prrooi s'ilV arain quebia, venden-
do-ae o maseavedo Cnl de 98OO
a 3, America 39, o lote espa-
ciaeade 39200 a 3*301) per airoba,
"lo lendo tundo venda do branco.
Couroi Sualenlaram-ie de'305 a 310 r>.
por libra dai aeccoa migados
Aguardoeute Continaoo a vendar-seda 1189
120S por P'P-
Agu ra---------Venden-ae da -360 a 280 ra. por
libra.
As da Millo Nao ha.
B'u----------- K'Eolun de 69 a 6500 por barril.
Baralbao- O consumo fui arando, un conae-
quenri.t da falla da carne ecrn,
relalhando-se de 179500 a 199 por
barrita. Ficarara em aer 4,000
qoinlies.
Batatas- Vendertm se da 19200 a lJ00por
arroba.
Cama ateca- O mercado eslava iultiramenle
eiaoslo, a pouca qoe enistia 11
rmateui retalhou-ae a 9ft por ar-
roba; purcm hoje 'eheganm do
Piio Grande o palaoho lluii Je-
ss t brigua D. AITnuio.ii com
cerca de 18,000 arrob.n, que leem
de abrir venda na semana que co-
mee*.
Farioha dt (rige* Bem que oa oreos nSo foem al-
terados, o mercado ealeve mai<
frm- em eonseqoencia, de nlo
haver entrada. Vndense de 189
a 289 por barrica, e liraram em
ser 2100 barricas de Pliiladrlpbia
e 2800 de Trieste.
Dita demaudioca-Tem silo mais procorada, e oble-
ve de 59 a 69500 por saeca.
tulla de i-'laadrti-Vendea-se de ilO a 249 por eaisa.
Ferro ----- O de Suaeia veodeo-aa de 129)00
a 139 por quintal e o inglez de
59500 a 7.
Mnileiga--------Temu em aer 1,600 barril, sendo
400 da ingleza e 1,200 da france-
ta, leudo-se vandido a primelra
. de 750 a 760 ri., e a segunda de
490 a 500 rs. por libra.
laboads O americano negucioo-se a 60 rs.
o pe.
Velaa de compos.-Veu leram-se de 600 a 640 rs.
por libra.
Descont---------Conilnuaram a 9 per Onj ao anuo.
Frates --------Consta se etTecloaram a 15 para
Liverpool, e 30para o Canal.
Tocsriro do aouu porto : 2 vaporea e orna fraga-
ta ingleza.
Entraran) : 8 embarcac,e de cabolagem, 2 com
carne aecea, 3 com gneros e faiendaa europeas e 1
mi lastro.
Saliiram : 7 de eabotagem, 3 em lastro e 7 com
gan-rua do paiz para portos eilrangtiroi.
Ficaram no porlo 39 embarcares, a taber : 1 a-
ruericana, 22braslleirai, I franceaa, 4 hespanholas,
I hotlanrieza, 6 inglesa), 3 porlogoetai, e sueca.
midad-i do regulamenlo acompanhando o Repreenlar-se-ha depois o drama em 5 artos, origi-
decreto n. 1324 de de decmbro de 1854, os| nal dl Sr- Memles Leal Jur.ior, intitulado,
exames precisos as machinas, caldeiras, 1
casco, apparelho, mastreacSo, vclam, a-
marras, e ancoras do vapor a reboquo Cama-
ragibe, pertencente a cumpanhla Vigilante,:
e achou a commissio tudo isto em bora es- | Ha esta a primeira vez qoe vai eipr-ie ao jaizo
lado, por cuja causa fui unnimemente do | publico este feliz parto da.facooda iaiagiBagls do
PEDRO.
parecer, que po lia essa embarcacao conti-
nuar em seu servico,
InspeccSo do arsenal de marinha de Per-
nambuco, em 5 de setembro de 1857. O ins-
pector, Eliziario Antonio dos Santos.
A companhia fixa de cavallana, preci-
sa contratar para o presente semestre do
corrente auno, o foraccimento de capim,
mcl, milbo e farello para a cavalhada da
mesma : qtietn pretender, dirija suas pro-
postas em carta fechada, as II huras do dia
9 do corrente, na secretaria da mesma, em
Santo Amaro.
Tendo sido aprehendido ponesta sub-
delegada, na supposicSo de ser escravo, um
prelo que diz chamar-se Lzaro, tersido es-
cravo do Sr. Clao, e que este o libertara,
mandando ensinar-lhe o ullicio de marcioei-
ro por um mestre que tem tenda na povoa-
q3o do Montciro, donde elle se ausentara pa-
ra o mato, acha-se dito prelo recolhido a
casa do detencao, por nSo mostrar titulo de
Iforria nem haver pessoas que o attestem :
o que so faz publico para sciencia Jos inte-
ressados, que devem em lempo promover o
seu direito. Subdelegada de Santo Anto-
nio do Recife4de setembro de 1857.Villa-
na, subdelegado supplen'e.
i- Permite a cmara municipal desla cj-
dade estarn em praca nos dias 10, 12 e 15
do corrente, para serem arrematadas por
anno as seguintes rendas niuuicipaes, im-
posto de 500 rs. sobre cabeca de gado,
16:0019000, dito das aferieOes 15:500-5000,
ditos de medidas de familia dos mercados
pblicos 1
buceleiras
grande dramaturgo porlogaei.
Ao illurtrado publico Pernambucano coube aer o
primeiro que, avaliando as bellezas de 13o sublime
prodcelo, renda ao seu nobre autor, que Ihe he as-
lai conhecido, mais um Uilemunlio de admirado
ao genio, que tanto tem engrandecido a lilltralura
dramtica.
I'..mam parte no drama os Sn. Hermano. 1). Ma-
noella, D. Carmella, I). Soledade, O. Rosa Pinto,
Senna, Pinto, K \ mundo, Coimhra, Rozendo, Santa
Rosa, Lima, Cuilherme, Skner e Joic.
- Os inlervallos dos actos sargo premcliiJos por a-
gradaveis pecas de musir, pela orclieslra, que t as
eaecular.-.' depois rio loqae da tinela que servir pa-
ra convidar o publico a allencAo, e do competente
ignV.
Os biltielea de camarotes de terceira ordam qoe
resiam, os de cadelra e platea geral, iero vendidos
nara duas recitas.
Os seuhorea signantes de cadeiras, s3o rogadoi a
mandarero buscar as suas entradas, ou toma-laa ao
billieleiro na noile do espectculo.
A segunda rteila da assignalura e dos liilhetts
ven liaos, lera' lugar quarta-feira, 9 do corrente. O
espectculo sera' nesse meimo dia annunciado.
Gabinete ptico
ATERRO D.4B0A-YIST4, i
O director deste salao, participa a seus
Ilustres protectores, que tem feito para esta
semana urna agradavel exposieflo de vistas
todas novas.
Guerra do Oriente.
v...a uo ic.sss.u- uu= ...cis.ouua| 1." A fragata franceza "estle, bombar-
:305c000, dito sob'e mascates o Ldeando-se com oulras da Russia.
254?000, aluguel da casa da ra 2 A sanguinolenta balalha d
N# A0 W?'
Navios entrados no dia 5.
Parahiha II das, hiate nacional Flor das Virtudes
de 26 toneladas, mestre Alejandrino da Costa e
3 Iva, equipsgem 4, carga toros de manco, a Pau-
lo J oso llaptiita. Pertence a Pernambuco.
Rio rande do Sal18 disi, trigos nacional D. Af-
ioi- de 212 toneladas, capitao Manoel ,utooio
Marques, eq'iipsgsm 12, carga 11,311 arrobas de
carne, a Bailar & O iveira. Pertence a l',riia-ji-
boce.
Rio Grande do Sul23 diai, patacho nacional Bom
Jess, do 120 toneladas, capitao JoSo Gonr^alve
Reis, equipagem II, carga came, a Bartholumeu
Looren;o. Perlencea Pernambuco.
Navioa sshilos no meimo dia.
ItihiaPatacho nacional Amazonas, capitSo Mano-
el Uon;alvea de Aravjo, carga vario* gmero*. Pas-
sageiroi Lino II. de Almeida jnior, Lino II. de
Almeida, Jiiaqotm H. de Almeida, Emilio Jos da
Coala Lima, Jos da Silva Oliveim, JoAo de Araa-
jo Belr.
Rio de Janeiro Sumaca nacional Coneeicao, capi-
lo Loarenco Nunes da Silva, carga vanos gene-
ro. Passageiro Antonio Gomes Pitnrntel.
New-Voik Brigae inglez Talbot, eapitao Daniel
Pul, em lastro de aiCa.
M UTA dcmonslralic a'agua qiie lece o banco do
barra deste porto na amana ltimamente
finda.
da Florentina 33295'jO, ditos de dita da So
ledade 144,9000 Os preten Jentes nilo pode-
ro licitar sem que apresentem liadores ido-
neos, habilitados na forma da lei, sendo
dous para os imposios de 1:000, cara cima.
Paco da camara|municipal do Recife em ses-
s8o de 2 de setembro de 1857. Mtiiioel Joa-
quina do Reg e ilbuquerque, presidente. --
Manoel Ferreira Accioli, secreltrio.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da rosolti^o da
junta da fazenda, manda fazer publico, que
as a r reina la (Oes das obras da pritneira part%
do I.- lauco da estrada do Pao d'Alho o 23.
lant;oda estrada da Victoria, foram transfe-
ridas para o dia 10 do crrente
E para constar se mandou anisar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 3 do setembro de 1857.Ose
cretario, A. F. da AnnunciacSo.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolurjo
da junta da fazenda, mana fazer publico,
que a arreroatacSo da obra dos concertos da
ponte do Anjo, subre o rio Serinliem, foi
transferida para o dia 17 do corrente.
E para constar se mandou aHisar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 3 de setembro de 1857. O se-
cretario, A. F. da Annunciagflo.
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico aos devedores do imposto da de-
clina, 4 por cento de diversos estabelecimen
toa, casas de modas, e casas que tem jogo de
bilhar, do aono financeiro prximo lindo de
I856a57, que continua a arn'cadarjSo aleo
ultimo do corrente mez, e lindo este, sera
remettido seus dbitos para juizo. Mesa do
consulado provincial, 2 do seiembro de 1857.
Theodoro Machado Freir Percira da Silva.
COMPANHIA
Para o Rio do Janeiro salie com r
milita brevida.de, a barca llecife '>, de
primean marcha : para o restante da
carga e paugeiros, trata-te com Manoei
Francisco da Silva Carneo, ra do Vi;u-
rio n. 17, primeiro andar, ou com o ca-
pillo Manoel Jos Ilibeiro, a bordo.
Alaranh oe
Para.
Lotera
DA.
Provincia.
Ans 5:0005000, 2:000:000 0 l:000c000.
dt seguinte-
O abalxo assignmlo vendeu
premios :
I roco Numero
1 quarlo
1 bi Hiele
1 quarlo o
I meio
1 dito n
2862 2:000*
2742 1:000/
346 lOOfi
749 100#
2202 100-
2259 4us
Segu com brevidade, o patacho na-
cional TAMEGA, por ler parte da carga
prompta, recebe carga para ambos os
portos, onde vai desearregr : trata-se
cem os consignatarios Novaes & C, na O mesmo tem exposto venda os seu feli-
zes bilhetes, meios o quartos da quarta par
tedaprimeira luleria do Collogio dos Or-
phSos, os quaes n3u esto sujeilos ao des-
cont dos oito por cento da lei, na prar;a da
Independencia ns 4, 37 e 39 ; e na ra da
Cadeia do Kecife n. 45, esquina da Madro de
Dos.
Por Saluslianode Aquino Ferreira,
Jos Fortunato do? Santos Porto
rita do Trapiche n. 34.
PARA A
BAHA.
A sumaca nacional HORTENCIA pretende se-
guir para a Babia com motla brevidade, tem metade
de seu carregamento prrmpto : para o reato e pas-
sageiro., para que tem liona rommodos : (rala-se
com o seu consiznatario Antonio LoJz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
a.
8
DO
Bcberibe.
do Inkerman
3. A balalha de Olhoniza
4 Derrota dos Russos em tiuergevo.
5.* Jardiose palacio das Tulherias.
6 Vista de Len em Franca.
7.a Vista de .Nantes.
8.' Vista de Londres.
9." Vista de Babylonia, urna das primeiras
maravilhas Jo mundo
10 Palacios o jarlins da praca da Con-
cordia em Paris.
11." Vista geral de Liverpool, na America
Ingleza.
12.' O interior do palacio da rainha de
llespanha, Iluminado.
13 Igreja e fortes de S. Miguel, entre a
Suissa e Italia.
14." VmIs de Ncufchatol, capital de CaotSo
na .Suissa.
5. Entrada em Roma.
16.a Berne, capital de Canlao na Suissa.
17. Vista geral de Athenas na Creca.
18." Lo acostumbrado.
O salo estara aberto das 7 at as II da
noite. Entrada 500 reis.
Baile popular
MASCAMS E Pl!\m$l\
MO
PALACETE DA RA DA PBAIA.
Terca-feira 8 de setembro
Os directores deste divertimento deseja-
vam festjar o dia 7, e nao lhe sendo possi-
vel faze-lo por haver tlieatro nesse da, deli-
|^>eraram dar um esplendido baile, no dia 8,
contam ler grande concurrencia, c por sso
nao pouparatn despezas, para que seja mais
brilianlu que os oulros que se tem dado :
oa carle.s de ingresso esttrSo a venia no
dia do divet tmenlo, que devo terminar as
2 horas.
O agente llorja, em seu armrzem, na
ra do Collegio u 15, far leililo de diversas
mobilias de Jacaranda e de amarello, e ou-
tras militas obras de marcineiria, avulsas,
de differenles qualida les, um lindo sanct a-
rio, "arios pianos proprios para aprendiza-
gom, diversas obras de ouro e prata, relo-
giospara algibeira, patento inglez, suissoe
horisonlal, o urna immensidade de oulros
muitos artigos, que se acham patentes no
reerido arinazem ; tudo isto ser vendido
sem limite de pre^o algum : o meiotdia
etn ponto tuibem ar leilao de diversos cs-
cravos de ambos os sexos, mocos e de mea
idade, os quaes ser-So vendidos pelo raaior
prerjo oirereciiio, visto sorem para liqu.la-
fao: quinta feir* 10 do correnle, as 10 hu-
ras Ja maribaa lera principio o bilo.
*^*.0 )it>it0t0.
S
I
a ^,
2
.
-' o
o
II
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I
U
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V
--
3
4
Noinitiacjo
dos das.
Domingo .
2.< feira.
3.< feira.
t.a feira.
5." feira.
t." feira.
Sabb.do
Prearaar.
14 ps iuglezes
14
15
16
16l|2 o
17
.1171|2 u
Baia-mar.
11 1|2 ps i ns.
Ill|2
11
ni 11J
10
91|2
9 lj>
Observado.
NosdilTerentes ancoradonros do porlo oicillou a
baia-mar de 14 e 20 a 16 e 22 pes inglozes, e a
preamar de 22 a 29 a 25 e 32. Em 5 de setembro
de 1857. -- Jos Faustino Purlella, ajudanle do
ratico-mr. .
&t?um*&;&
t

i
Olllm. Sr. Inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, para conheci ment de quom interessar,
que no dia 19 do correnle mez, ir a prar;a
parante mesma thesouraria para ser arre-
matado de venda, a quem mais der, a mo-
tado de um sitio na entrada do Catuc da
freguezia dos Afogados, e foi adjudcala a
faz-nda em execuc3o, que contra Ca.-l.no
Antonio Tafares moveu para pagamento do
que este lhe devia de imposto de lojaa : os
preten.lentes comparecam na mesma thesou-
raria, as 3 boras da tarde do mencionado
dia. Secretaria da thesouraria de fazenda
tle Pernambuco, 5 de setembro de 1857.O
onicial-maior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
MAPPA DAS FALTAS DOS ESTuOANTE? QUE
FREQUENTARAM AS AULAS DO VMNA-
SIO, NO ME/. DE AGOSTO PRXIMO PAS-
SADO.
NOMES.
FALTAS
Joaqulin C'iioido oo [asciinriito .
Antonio Luiz Ferreira Doomont .
Antonio Mam el de Sooza Jnior .
Lola de Paula Lopes.........
Virielo Sergio de Mcura Mallos .
Aflnnso Se>gio de Moura Mallo*. .
Alfonso Albuqoerque Martina Pereira
Cirios de Pmho Borget. .......
SebasliSo Cordeiro Coelho Cintra .
Andr Coroeiro Coelho Cintra. .
Atlonso Baiboia da Cosa Moreira. .
Carlos Augu.to Piolo de Oliveira .
Merg.lino ii n.es da Fonseca ....
Adolphu Pereira Arantes.......
Joaqoijn Jos de Oliveira.......
Jos Joaquim da Silva........
Jos Baptista do Nascimentn.....
Manoel Pedro Martina da Ainorim. .
Joaquim Pereira Arantes.....
Domingos Soma L*3o Reg Barros .
Antonio de Oliveira Mello......
Francisco Cordeiro Coelho Cmlra .
Miaael Amancio da Silva Guimarles.
Alfredo Sergio Ferreira.......
Francisco Domingos Ribeiro Vianoa.
Jos Jacinllio da Silveira .Vello .
Thnmai Lina de Barros........
Csmerino Filippe .Nei\ Collado .
Fabio Siiino llsslus da Silva.....
Jos' Flix de Oliveira........
Andr II. Math.oi Roompk. .
Pedro Emilio Roberto........
t
si
i
O escriptuiario da Companhia do Be-
beribe Marcelino Jos Pupe, ainda conti-
nua a agenciar a compra e venda Je ac-
eoes da mesma companhia, podendo ser
procurado no mesmo esciiptorio, ra
Nova n. 7, primeiro andar.
. O llin. Sr. inspector da thesouraria ile
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, para conhecimento de quem interessar
possa, qae no dia 12 do andante mez, vai
a praca, perante a mesma thi sotiraria, pa-
ra ser arrematado de venda a quem mais
derum terreno proprio para edilicacSo, sito
por traz do quartel do hospicio, no bairro da
Boa-Vista desta cidade, na nova ra i>m se
guimento a do Pires, tendo o mesmo terreno
outr'ora-feito parto do quartel do Hospicio.:
os preteBdentescomparecam na mesma the-
souraria as 3 horas da tarde do mencionado
dia. Secretaria da thesouraria de fazenda
de Pernambuco 2 de setembro de 1857.O
ollicial-maior, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
OSr. collector das rendas provlnciaes
do municipio deCoianna faz saber que em o
dia|de hoje lhe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo ctiuulu de nome Luiz,
natural da comarca do Limoeiro, do idade
de 25 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, ohos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexlgt, preso nessa cidade ordem no mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cr-
rente anuo, sendo avaliado na quantia de
1:2009; pelo que chama-so a todas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu
blicacSo deste, apresenlem na collectoria fla
dita cidade sua justica<;ao de dominio, a
qualsera produzda perante o juizo muuiri-
pal desse termo, e |(iir.lo o pra/.o menciona-
do sor arrenr.-lado em hasta publica, a por-
ta do mesmo Sr. ^collector, preceden io-se
annuncio do dia e hora em que bouver de
ter lugar dita arremetae^o, publicando-se
este edtal pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Cianna 30 dejulho de 1857.Oescrivao
da collectoria, Luiz do Albuquerque Lius
dos Giiimaracs Peixoto.
O Jim. Sr. cajilla', do porlo manda fa-
zer publico, que foi encontrada urna canoa
de conduce,jo de aieia, ou lijlo, tundeada
em frente do becco do Noronha, sem a nu-
meragSo o raarc s competentes, foi pois re-
colhida u deposito no arsenal de marinha,
tendo de ser entregue.a quem legtimamen-
te motr>r pertencer-lhe. Capitana do por-
to de Pernambuco, em 31 de agosto de 1857
- %} secretario, Alexandre Rodrigues dos
Anjos.
companliia
Pernambucaiia.
A dirteco convida aos Sr. accionistas de accSes
da nova emisao, a realisarPin a sua ultima entrada
de 40 por cento, at o dia 15 do crrenlo mea de
setembro, p .deudo nessa occasiAo recnber por torca
dos recibos em <*u poder as respectivas apobce :
no escriplurip dos Srs. viuva Amorim ,\ Filhoe.
PROVINCIA.
O Sr. Ihesoureao das loteras manda
l\ovo
sorlimento deborzeguins francezes para sc-
nhora, ditos para bomem, ditos para meni-
nas, sapa.Oes, saoatos de dive sasqutlida-
des, tuJo dos melbores fabricantes de Pars,
e precos mais baratos : na ra do Cabug,
luja n. 9.
- O final do annuncio do Sr. Jos Baptis-
ta Ititelro de Faria, em qne faz insinuaces
fazer publico, me est&o e\postos a ven-i P0I1C0 aiross mim ou a meu infeliz f-
ela, lodos os dias, no pavimento terreo da lho' ,ne.ob^l8,, Pedir-|1h,e <.ue n8 ,enl,a "
, i ai. sorva alguma, que publique quinto sabe,
casa da ra da Aurora n. 26, das 9 horas preflro antes defender a mira ou a meu fina-
do filho, cuja lionradez nunca foi contesta
Companhia
de navegae"o a
vapor
Hamburjo-Br sileira.
E at o dia 12 d correnle, e depois da demora do
coslume secuia' para Babia e Rio de Janeiro ,
qualqucr informacilo com ns agentes N. O. Bieber
i\ C, na r'i i da Crut n. 1.
Estando a coofeccionar-se o alinanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-se a todos os e-
nboretque costuraam ser nelle menciona-
dos, queiram mandar seus noines, mti-
daoca de domicilio, ou outra ((iialquer
lembranca,|ue sirva para que seja o mes-
mo almanak completo: da mesma sorte
roga-se aos senliores ele enjjenho e rendei-
ros, queiram mandaras alteraeoes que se
tiverem dado a respeito de suas propie-
dades.
SC1EDDE ENSA10
FRANCEZ
Por ordemdo Sr. presidente declaro aos ecios qoe
lerca-feira 8) ha aessao as 10 horas da manhaa, na
roa das Aguas Verdea n. 61.
O 1." secretario,
Horacio Candido de Salles.
Depois de finda a audiencia do l)r. juiz
municipal da segn la vara, quarta-reira, 9
do corrente, se hSo de arrematar 265 libras
de junco da India, grades para marquezas e
diversas cadeiras usadas, constante do es-
ciipto periencenlo ao empalhado- Miguel
Rodrigues Vieira. He a ultima pra<;a.
Tendo de se oroceder a eleQao dos m-
sanos que teem de regwr a ordem terceira
de S.^raiicisco, no dia 21 do corrente, lem-
bramos para ministro ao muito digno nosso
irmSo o Illa1. Sr. Dr Vicente Pereira do llego
Um irm3o.
A possoa qne annunoiou sexta-feira, i
do corrente entender nerfeitamente de pa-
llara e laiiibem de massas linas, dando fia-
dor o sua possoa, ple apparecer na ruado
Rosario, padaria n. 18, que achara com
quem tratar.,.
EAPATOS IlO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a esto merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
oielhas : em casa do Carainha A Filhos, ra
da Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar
3
r-.
a
Ea>
O



Precisa-se ds urna ama que saiba co-
zinhar, eugommar c fazer o servico diario
de casa do um homom casado sem filhos :
no paleo do Pariiizo, no segundo anlar do
sobrado qua volta para a ra da Roda. Ad-
verte-se que a ama seja setn filho.
Precisa-so alugar urna preta escrava que
faca o servico interno o externo de urna ca-
sa de milito pouca familia : no aterro da
boa-Vista n. 10.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra da Cruz n 50.
As pessoas que tem penhores em po-
der dnabaixo assignado hajem de os vir ti-
rar at o dia 9 Jo cirreule, do contrario se-
r3o vendidos para seu pag^irieno.
Flix Ferreira Lima.
% r MUTA ATTEMiM).
Constando-me liavcrem afumas pessoas %v
\ propalado, que lenlio mandado pedir ao Sr. ^
a (jermano Francisco de Oliveira, para con- v*
** Iralar-rne 110 Ibealro .!' -ni.-i Isabel, de- 9
'. claro qoe nunca fallei a pessoa alguma pi- i.';
.oj ra que tal ptdido fizeise, e nem eslou no X
*; caso de o fajer ; p.riioe, alm de ler ron- '
.;J tratos para o llio de Janeiro, Babia e Para, f%
... lenlio alguns recorsos de que posso dspor. S
' i-g descea da miuha diqnidade de arliila se #
as-nn o fuesae. ,i.
S Isabel'Maria Nnnes. *-f
? Recife, 2 do seiembro .le 1857. T,<

ii> ninasio Pernambucano, 5 de setembro d. 1857.
O secretario, Antonio d'Assurnpc,1o Cabral.
Por esta subdelegacia foi recolhido a
casa de detengo por andar fgido, um pre-
lo Africano, moro, que dissaser escravo do
sanhor do engenhn Poeta quem for seu le-
gitimo dono, procure-o para lhe ser entre-
ue. Subdelegara de S. Jos do Recife, 5
e setembro de 1857. m F# Accioli, subde-
legado supplente.
Pela nspeccSo do arsenal de marinha
se faz publico, que foram fetos, na confor-
DE
SANTA ISABEL
1.a RECITA D\ ASSIG\4TUR4
DA
EMPREZAGERMANO.
SEGLNA-FEIRA 7 DE SETEMBRO.
Srtutfc EM SOLEMNIDAPE AO FELIZ ASMVERSABIO DX IN-
DEPENDENCIA DO IMPblllO
llavera o reguinte eiptclaculo:
Lobo qoe o Eiro. Sr. vice-presidenle da provincia
se dignar comparecer na tribuna, a orcheslra eje-
cutir* urna breve inlrodurrilo, Onla aqual a com-
panhia dramalica, peranfe a efligie de S. M. o
Imperador, c miar o
HYMNO NACIONAL
de uivegayoa vapt>r
tIambut- F.spera-se do sol al o dia 10 do corrente, o va-
por bamburcuez TEUTN I A, e depois da demora
do rostume. seguir' para llamhumo, tocando nos
porlos de l.i>boa e Soulbamplon : qualquer infor-
macao, com os agentes N. O. Biabar & C, na ra
>la Cruz u. 4.
Parre o racatv,
mi '
rara Acfiracu,
vai sabir n tea dias, o hiate Correio do or- 8-*e 5000 por dia, e
le ;"-rcccbe carga: a traUrcomCaetano Cv- ?.ue..u,veri """"ja-se a
riaco da C. M., na ra da Cadeia do Recili
n. 2.
IRMNDADE 00 DIVINO ES
PIRITO SANIO.
A mesa regedora da irmandade do Divino
Espirito Santo participa a seus ruaos, e ao
publico, que a missaque tem de celebrar-se
no dia 8 do correnle, ao meio dia, lica trans-
ferida para as 10 lionas do mesmo dia, em
consequencia da festa do anuiversario da
restaurac.au da igreja, quo dever entrar as
II horas. Jos A. dos Santos Coelho, cs-
crivao.
Vendc-se um bonito cavallo com lodos
os andares : no atorro da Boa-Vista n.11.
Ven le se urna pa de filtrar agua ; na
ra da Praia, armazem n. 29.
l\a loja
das seis portas
Em frente do Livrametito
Pegas de algod.lo trangado com avaria a
qutro patacas, chitas rosas com mofo a 140
0 covado, o a 53000 a peca.
segu com l.rcv.dade o hiato KlhalacBo, re-! ^^l^f0Ilp. vapor, che-
? v cano ao MsrBntiaO. ocio (iioiiniito nrpeo do
UnwC^o^f^^rM l,aUrCOin CT /500 a a, roba para fechar conts: no caes
V"^">a M0^C,r8 "a rU' dB oairandega, armazem do Mello
Cadeia do Recite n. 2. ... p^.^ ,ugtr llm |re[0 canooiro
que u8o tenha o vicio de beber espirito, pa-
da-sc o sustento :
Roe-Vista, ra da
ConceicSo casa da esquina n. 47.
Fusta de N. S. da ConceicSo da Escada,
na ifjreja dos mililares.
0 dia 8 do corrente, depois do feliz anni-
versario de nossa emancipac;5n poltica,
he o dia m que os devotos da Senhora da
ConceicSo da Escada, devem render cultos
a divina padroeira do imperio, llavera Costa
c Te-Reum, sendo oradores, ao Uvangelho o
Rvm padre mestre prec;ador da capella im-
oerial Fr. Joaquim du Espirito Santo, e ao
Te-Reum o reverendo pregad,ir da capella
imp-rial padro Lino do Monte Carmelo. A
msica lie do Sr. Jos Marcelino, o templo
est decorado com esplendor, e urna banda
de musir marcial tocara antes o depois da
festa, e a noite.
- Joaquim L. Monteiro da Franca, socio
e liquidatfiro da cx-socieJado de Fiauca &
1 man, vista do annuncio do Sr. Jo3o Alves
branco, negociante da praca de .Macenj, in-
sertos ueste Diario n. 202, v-se obrigado a
leclarareo dito Sr. Branco, que Smc. esta
em erro sobre a quanlia que confessa dever
aquella socie iade, declarada em dito Diario,
e pedo ao Sr. Branco de verificar melhor es-
to seu debito
Q Sr. que compra un habito do avz,
ououl'8 pessoa que o queira. dirija-se a ra
larg? do Rosario n. 17, junto ao quai tel.
AOS AMANTES DOS BANHOS
DE JABOATA'O.
1 ci ; i-i,.ira 8 do correnle, as j \ horas parte o
omnili.is Jalioalilo para Sanio Amaro de Jaboalo, e
volta no msmo dia larde. Os bilheles acliam-sr
venda na ra de santa Isabel casa da esquina, e o
ponto da partida na ra da Cadeia de Santo-Anto-
nio.
Na riii (l *8 Aguas-Verdes
n 40
vende-so um dos melhores moleques em
conducta, de idade 18 annos, um bonito mu-
lato de 19 annos, de urna conducta exem-
plar, ptimo criado, um dito de 12 annos,
urna negra para todo o servico, um negro
de 25 annos, de boa conduela.
Vende-se urna escrava de mea idade,
bem possante esalia: a tratar na ra da
Conceigao da Roa-Vista, ctsa n. 10,
COMPANHIA
transatl ntica
&^^
Ovapor "! l D:C"SJW*s: deve che-
gar do Kio de Janeiro de 8 a II do corrente, e de-
pois da t ii].,i,i do coetuine seuoe para Genova, to-
cando em Tenerill, Madeira, I.i'boa e llanalha :
para passageiro, Irali-se rom ns aeenles l.emos J-
nior & l.eal Reis, no esciiptorio da ra do Torres
n. 14.
Par* o Rfo de huieiro
segu com toda a brevidade a muito velera
e bfim constmi.la barca nacional Yaya ; para
carga o passageiros, trala-se com o capitao
na ).r .;;], ou oa ra da Cedeia do Recife n. 2
ajcaraci*
Segu at o da 10 de setembro vndouro
o patacho F.mulaqo : para carga e passagei-
ros, trala-se com o capitao, ou no escriplo-
rio de Manoel Congalves da Silva, na ra da
Cadeia do Recife.
- Para a Parahiba sane no dia 11 do
correnle com a carga que tver, a barcaga
Cabocla, mestre Severiano da Costa o Silva :
para o resto da carga, trata-se com loilo
Jos da Cunha Lages, no armazem dos Srs.
Martins & lrmao, ra da Madre de Reos u. 2,
Offici-es de cha-
pelei ro.
Na fabrica de cha^e-s de Joaquim de Oli-
veira Hala, na.praca da Independencia, ain-
da se precisa aimittir mais dos olllciaes de
chapelleiro, pagando-se bons ordenados : a
tratar M m- sma
PAR OS RENTES.
Elixir contra as dores de denles, o melhor
que tem apparecilo, do hbil dentista........
quo se demorou alguns dias nesta praca, e
seguio para o Rio Janeiro ; e vendo o
bOT resultado que ou. fez um deposito
na praca da Independencia n. 4. Prega ISO
cadir vidro.
^&&@s>&&&- ::-.::;.
X Anpareliss eeiitrifu- 9
la inanlia as 0 da noite, bilhetes, meios
e quartos, da quarta parte da 1. loteria do
collejjio dos orplios, cujas rodas andam
no dia 12 de setembro. Thesouraria das
loteras 3 de setembro de 1857. Joo
-Miguel da Costa, eSCrivSO interino.
Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, tem para
vender, no seu eseriptorio,
ra da Cruz n. 1, o se-
i'uinte:
Alfjodo verdiideirn da fabrica da Baha,
proprio para saceos de assucar e rou-
pa de escravos.
Fio de algodo inuilo superior.
Canias de Ierro para solteirose casados.
Lavatorios de Ierro. '
Amarras de ferro para navio de diversas
grossuras.
I'ennas de aro superiores.
Fil de ludio liso.
Gabinete portu-
guez de lei tura
A directora do Gabinete l'ortugucz de
Leil tira tendo de proceder balanco na bi-
bliotheca, pede aos lllins associados que
tiverem em seu poder volumes, alem do
praxo concedido para a leitura, de os re-
collierao estalielecimento at 30 do pre-
sente mez. Igualmente recommenda a
observarao dos arts. l~t e 14 nos paragra-
plios que di/.em respeito a pontualidade
das mentalidades, para assim evitar a mo-
rosidade que tem liavido na cobranea, o
que na realidade uo deixara' de causar
algum transtonto ao estabelecirnento.
Pernambuco de setembro de 187.O
Diimeiro secretario, Augusto Duarte de
Moura.
Lotera
p,t
prviiicia.
L'ltitna parto da sexta e pritneira da pri-
meara do Gymnasio.
O abaixo assignado vendeu as seguintes
sortes:
2:000*
1:0004
VOOs
200j
i OO.S
I oo.,-
I oo.s-
10041
V0s-
4('.s-
40$
40.s-
40.<
VOS
40.s-
40S
A garanta be paga no i scriptorio da
ra do Collegio n. 21.
/*. J Lnime.
9 Festa deNossa .iealio-
^ ra do Bom Conselho.
^ No dia S do corrente celebrarse- |
^ se-lia com a pompa possivel, aos &
s* pequeos recursos da irmandade
fifOS
pifa purear o
(em
w assucar cintres mi-
H utos.
Na fundioio do l-'undao
gj Campos, provincia do Kio de Ja-5?
.--. neiro), prepara-seestes apparellioi _-\
sob um systema acil e adaptado 5>
^ aos tiaballms do paiz, e que pode ^
ser posto em movimentopor qual-T
9 quer motor animal, hydi-aulico ou ";;
g vapor; o par eustu 1:000$, CO.n
* elle acompanliam instruccOes para G
".* suacollocacSo e modo d<> rvir.. ?^
". No mesin
se. '..
Nums. 28G2
27 VI
1105
102
2')82
140
7*9
2202
1254
1152
IV.
081
2553
l.8
5499
364*
1 meio.
2 quartos.
1 meio.
1 meio.
1 meio.
1 meio. 2 quartos. 1 meio. bilbete.
1 meio.
1 meio. billiete.
1 meio.
1 meio.
1 meio.
1 meio.
@
de Nossa Senhora do Bom-Conse-
e serv
r ->o mesmo estabelecirnento prepa-O
ram-se machinas de vapor, moen-
O das, ta\as e cild iras: emlim, tu- @
W do que diz respeito a fabricaeo do t%t
: v5 carias e outras industrias do paiz :
a dirigir-se ao proprietario do es- @
3 tabeleciraento,Caelano da Rocha '.'
;3 Pacova (em Campos
Piecisa-se alugar um sitio perlo da
prac;a, com algumas arvorrs de fructo, e boa
rasa terrea : na ru:i da Cadeia do Kecife i\. 1
A parda que annunciou no Disri de 2
do correnle mez querer mpregar-se em
casa ile urna senliora casada, sendo que
queira para eoipregar-se em engommado e
tratar de sala e coser, pode dirigir-sc a Bna-
Vista, ra dos Uielltos, sobrado de um sn-
darcom" janellas.le frente, antes de ebe-
garao hospital da c.ridade, a qualqucr ho-
ra, que se ag.ir bem os seus servidos.
Tbomaz Yoxal! e sua senhora retiram-
sc para Boropa.
- Jos Flix Pereira de Burgos propne-
se a rc-eber assucar de commissil, e pro-
melle dr-sempenhar salisracloriamente, tan-
to na venda dos assucares como as com-
pras de que o encarregarem, asslm como faz
algum adianfamento aos senliores de enge-
nbos : quem quizer utiltsar-se deseu pres-
timo, dirija se ao largo da '.ssembla n. 12.
Aiuga-.se o sitio do Arraial, com com-
modos suilicientes para familia: a tratar no
largo da Assembla n 12
~ l)eseja-sa fallar ao Sr. Jos liibeiroda
Bocha kaslo a negocio deseu interesse : na
ra do Trecho n. 17, escriptorio.
f). Clara Maria da Assumpgao Sampaio,
viuva do bacbarel Anonio Joaquim Fernn-
des Sampaio, lenlo principiado o inventario
dfis bens de seu casal c de seu fallecido fi-
lho Cuiz Frederico de Sampaio, pelo iuizo da messa.
segunda vara municipal, esenvo Santos,
previne aos respectivos credores, parajus-
tilicarcm os seus crditos em lempo, alim
de serem attendidas eonipetenteinenle as
partillms, a que se ha de proceder.
Antonio Horges da Fonseca vai a Eu-
ropa.
';'', lho, a lestadesua Excelsa Padroei- ^
5 ra. O festejo compor-se-ha de ves- >a
;.., peras, esta e Te-Deum. A' tarde,]
%, antes das vesperas, duas bandas de ^
'<|? msica militar executarao variadas ^
Q peras, postadas no pateo do con-
"i."? vento, (pie a noite sera' decente- '/.'.
s mente Iluminado. O orador das "^
: 6 dre Candido de Souza Requiao, e
?ocla festa o Rvm. Sr. ir. padre ^
...- Joaquim (raciano de Araujo, eo
? do Te-Deum, o Rvm. Sr. Dr. viga-
V.? rio. As vespernscoirieearaoa's (j ho- ^|
:.i ras em ponto, a festa a's 1 I da ^
> maiihaa, c o Te-Deum a's (i e meia ^
O da noite. Antes e depois de todos @
0 estes actos, a msica executara' es- $
@ colindas ouverturas.
----->a ra Imperial n. 45, precisa-se de
umeaixeiro que tenha pratica de taberna :
paga-se bem .
Pele-so por favor ao Sr. Antonio Jos
Pereira, que tem annunciaio retirar-se para
Portugal a tratar de sua saude, qua declare
a sua morada para ser procurado.
- Com quanto me julgue em posicao
muito baisa para responder ao meu ex-cai-
xeiro o lllm. Sr. Jeto da Costa Campello,
que pelo dosprezo que consiantemonte arro-
ta, siippouho ja ser algum rico proprietario
ou iaiporianle capitalista, dirui todava a
este senhor, para o que supplico me conce-
da a devida venia, qae as cartas dos Srs
Oliveira & Marques, e Francisco Xavier de
t'liveira nao destroctn o que eu disse em
meu annuncio do 1.- do correnle mez ; ellas
polo contrario provam que o lllm. Sr. Cleto
recebeu dos Srs. Oliveira Maiques o Fran-
cisco Xavier de Oliveira as quaniias de que
tratei, i s quaes nao liveram entrada nos li-
vros da cusa, como, segundo me
sempre fallan lo coa) o devido respe
daobrlgaco de sua seuhoria illustiissima.
Kecife 4 de agosto de 1857.
Jos ilaptista liibeiro do Farias.
O abaixo assignado pede encarecida-
da, quo consentir quo fa^am insinuaeftes
que podem ser mal interpretadas, e de que
lalvez tenba o Sr. Baptista necessidade para
autorisar a sua eslranua prelencJo. Nao de-
sejo polmicas desagrada veis, mas nSo doi-
xarei de pugnar, quanto em mim couber,
pela probidade e honra de meu lidio ; seja
pois franco o Sr. Baptista, e complete a obra
de bom prente que tem encetado.
Mara Jos d'.vniuneiacio Baptista.
AencLo.
Jo3o Alves Branco, negociante da praca de
Macci, declara, para conhecimento das pes-
soas que com elle tiveram ou teem transac-
ces commerciaes, que at a presente dala
est quile com seus credores, a excepQao
dos Srs Franca & IrmSo, negociantes da pra-
ca de Pernambuco, a quem ainda deve a
quantia de 156JI0O; se, porm, algoem,
tanto da cidale de Macei, como de outra
qualquer provincia, se julgar seu credor, a-
presente suas contas em termos, no prazo de
30 dias os desta cidade, e de 90 os de outra
qualquer, a contar da publicacao deste, para
scretu indemnisados. Declara mais, que faz
a presente publicado para prevenir enga-
os, pois que algumas letlras pagas deixa-
ram de ser-lhe entregues, bem como urna
da quantia do OOgOOO a favor do Sr. Manoel
Carlos Teixeira, e ltimamente transferida
ao Sr. tenente-corbnel Dionizio Rodrigues
de Mello Castro, de S. Miguel Macei 22 de
agosto de 1857.
Aluga-se em Olinda um sobrado de um
anJar, com commodos para urna familia
que quizer passar a festa, ou mesmo para
residir annualmenle, sendo que o local he
um dos melhores por ter urna bella vista, e
ser o mesmo lempo muito fresco: quem
pretender, dirija-se a ra Nova n. 8, loja, a
tratar com Jos Joaquim Moreira.
- Precisa-se de urna pessoa com as ha-
biliiaces precisas para tomar conta de urna
boa taberna n< cidade da Parahiba ; quem
se julgar rom capacidade, dirija-se a loja
de Vidal & Bastos, para tratar, na roa da Ca-
deia do Itecife. loja de fdzendas n 56 A.
O abaixo assignado, participa ao res-
pcitavtsl publico, que havendo outro de igual
uome, passara a assignar-se de hoje em di-
ante por Antonio Arco-Verde de Mello. Re-
cite 4 de setembro de (857 Antonio Alves
de Mello.
Aluga-se um sitio muito grande, perto
da praca, com muitas arvores de fructo,
urna grande baixa para capim,casa de viven-
da assobradada, muito grande, e com ami-
tos commodos, cisas para escravos e feitor,
estribara, i cocheras : quem o. quizer alu-
gar, dirija-se a esta typograbia, que se dir
quem o aluga.
-Traspassam-se as chaves do armaz2m da
ra da Cruz n. 15 : a tratar no mesmo ar-
mazem.
Precisa-se de urna ama forra ou es-
crava : aa ru Direita n. 26.
A pessoa que annunciou querer servir
em urna casa de familia, pJe dirigir-se a
ra estreita do Rosario n 10, primeiro
andar.
- -Xa padaria da ra do Cotovello n. 31,
d-se bom or leado e com pouco a urna pessoa que lome conta de urna fre-
guezia de pao bem perto da mesma, e para
este Bm se exige bom comportamento.
D-se dinheiro a gremio com penho-
res, hypotbeca ou firmas a contento t no
pateo da ASsembla n. 12, segundo andar.
Na ra da Penba n. 2 A, fornece-se al-
mocos, jantares e ceias, sendo o almoco ch*
uu cafeojinlar de csrne por 25/000ir.en-
saes, e tambem da-se ulinoc. i, jantar e ceia
por 30a00 por mez, sendo o almoco de so-
lido e o jantar de carne, e a ceia de cha ; nos
domingos haver mao de vacca, caf com
loite, chocolate, etc. etc., tudo isto com
aceio e promptidSo.
Aluga-se urna casa n ra da Paz : a
tratar com Jofio Duarte Carneiro Monteiro,
no armazem de Russel, na rus do Trapiche
Novo.
Quem precisar de um caixeiro com
bastante pratica de padaria, corta massade
paes e bolacha, sabe fazer biscoitos, aramia,
alliado e mais algumas qualidades de mas-
sas doces ; da fiador a sua conducta : quem
quizer annuncie.
John lKniting, engeoheiro civil, reti-
ra-se para Inglaterra
Urna pessoa sullicientemente habili-
tada oirerece-se para dar licroes de dese-
nlio : quem do seu prestimo se quizer uti-
lisar, dei\e seu nome e morada na tvpo-
graphia deste DIARIO para ser procu-
rado.
Os abalxo asslgnados, com loja de ourives
na ra do Cabug n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estilo recebendo continuadamente B mais
novas obras de curo, tanto para senhora
como para homens e meninos : os precos
coutinuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidailc do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
as.im sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-Seraphim ct IrmSo.
Desapparecimento.
Da ra larga do Rosario n 48, segundo an-
dar, desappareceu o preto livre Francisco
MoirSo, alto, secco, que parece estar aliena-
do, tendo chegado ha poucos dias bom de
Cariri Velho, en companhia do padre Jos
Ambrosio da Costa Ramos : roga-se as au-
toridades, ou qualquer pessoa que o encon-
trar, quo o conduzam a mesma para ser en-
tregue a sua familia.
Chegaram mais travs de louro, entre
tilas algumas de 45 a 47 palmos : a tratar na
restiUcaodo Franca, na praia de S. Bits.
AVISO.
A professora abaixo assignada scientiflca
aos pais de familias resileutes na cidade e
fra della, que recebe em sua aula no pri-
meiro andar do sobrado da ra eslrei-
la do Rosario n. 36, meninas como pensio-
nistas, meio pensionistas e n3o pensionis-
pareco, e il '* para ensmr ler, escrever, contar, e a
peito, era SrBmmtica da lingua- nacional ; assim co-
mo a toda c qualquer sorte de costura, la-
byrinthos, marcas, bordados de lila, seta e
ouro, tapeciria, e a diversas qualidades de
flores de laa, tudo em pouco lempo e com
lo, to lo o zelo e cuidado.Mara Martinia-
na de-Campse Oliveira.
; Aviso i,(.s se.-llores de
;'.

eii>enlio.
monte a pessoa que por engao tirou-lhc PerfeiC^ aliaiicando-lhes o bom tratamen-
uma ou mais cartas do correio, vindas l-
timamente do sul, pelo vapor imperador, o
favor de Ih'as entregar defronte da Madre de
Dos, armazem n. 28, que lhe ficar muito
agradecido. Recife 4 de setembro de 1857
Jos Dias Brandao.
Vndese urna porcao de laboas, que
foram de urna armacao de loj* de Terrageos, I ^
assim como camllmsda mesma: a tratar 3
na ra Direita n 66, loja. ,!k
Precisa-se de urna ama de meia idade,
para cozmhar para duas possoas -. na ra da
Cruz do liecifc n 31, armazem.
Macaas
Aviso em lempo a rapnzeala, que^cm de
ir para a Parahiba psssaros Ir.s das santos,
que venliain ao deposito do Soares sorlir-se i x hJ
dnlM. macaas, pois que recebeu nova re-j JQ|Q pj)RfJ YOGELEY
- Precisa-se de u# smassdor, que se RL'A NOVA N. -27. BSOVINA DA CAM-
Aiilonio Jos Maaricin, ora residente S
nesta cidale, iiugu da Crol n. 6, pri- iK
niciro an l.ir, praPrir-se n recelisr oommis- \'
s0e deas seus aini^ns senliores de eiif.enlms, aos tr?
'I-i i"- i i...uelle desemprnlinr salisfartoria- fik
i mela nio s a venda >los a>sucares, como S
[' lula e qualquer compra de que o cncar- '*?
i/ resarcin. -.'
E.STABELECIIEMO E PIWOS
stigeile a entregar p3o aos freguoies ; paga-
se bem : a tratar em Santo Amaro, ao p da
fundir;'io
ROA 1)0 CAIOIO.
Vendcm-se pianos dos mais afamados fa-
bricantesMla Kuropa, de baixo de toda ga-
Precisa-se de um caixeiro, que tenha rantia que pode ser dosejada. Na mesma
stante pratica de taberna : na ra do En-1 casa concerta-so e afina-se com perfeic,ao os
mesmos instrumentos.
cantamento n. 13.
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 7 DE SETE.MBRO DE 1857
C01SDLI0R
i* -^ m iwwvff IVI1VII91
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanlo em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos -
PREgOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 >
Dita de 36
Dita de 48 <
Dita de 60
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeopathica da Dr. Jahr com o'dc-
.! cionario dos termos de medicina : .
' Medicina domestica do Dr. Henry ,".*'*
Tratamento do cholera morbus...... '
Repertorio do Di. Mello Moraes .
10/000
159000
208000
25*000
309000
19000
29000
209004
10/000
2/000
6fC00
S* BBSMBSHaWfBHBBga
B PEDRAS PRECIOSAS- 'i
Aderecoi de brillianltt, i<
: diamaatei e perolai, pul- -
g ipir.is, alliciles, briucoi <
5 t rzalas, bolOes e aunen *
> de dilerentn so-Ios e de ;
'; diversas pedral de valor. 8
(? ~
S Compram, vender ou s
j Iroram prala, ooro, bri-
, Ilia ules, diaman les e pero- .
las, e iiuir.Ti qaaesqoer [
joiasde valor, a diiiheiro '
' ou por obras. i
ItttBIi IDilTB.
WJ4 B| dURUII
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebera por to-
dos os vapores da Eu-
ropa asobrisdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franja como
prHTirilllllWIIIIII||||H|||||||||||||
83 OURO E PRATA.
, Aderemos complelos da
fouro, meios dos, pnlrei-
ras, alliueles. Iirincot e
be rozelai, conloes, trancel-
n lina, medalhas, correnles
|* a enhiles para reoslo, e
ij oulros mullos objeclos de
:*: ooro.
* Aparelhos compleloi de
$ prala para cha, bandejas,
m salvas, eaitic,aes, colheres
de sopa e de cha, mei-
los oolroi objeclos de
fti Pr'a-
rtllllll'll'dUIIIIIIIHIIIIIHIIIillllllllilllll

de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costumam.
p ABATMENTO DE 20 POR CENTO
&& P'endido sortimento que o mesmo escolheo ne sua rece. viasem Parij or islu
sRS offertce ao respeila val publico os objeclos segaii.ter, com 20 por canto de abale
.*v. P.ililo de panno fino pretos comgola de velludo.
jV^ Ditos de dilo com gola do mesmo panno.
:*vK t',<" da faicmira prela e de cores com gola de vallado.
V^ Hilos de dilo com gola do mesmo panno.
*> -<-' Ditos de alpaca prelas e de coras com gola de velludo.
y^ Hilos de dila mu gola do mesmo panno.
E*2 Ditos de sarja prela, uterino selim, ganga araarella, brim braoco e pardo liso a Irau-
Za> gorguiau e fusiao branco e de cor, capoles de borracha com perneira, chapoa de fe'llro
*vK linos e ordinarios, dilos de palha, dilos de pello, camisas Trncelas brancas e de coies,
Sj %7t 1uae* o* amantes do bom gosto nao deixaro de comprar,
H Luvas de Jouvin.
Ha 5* m*sma ca,a recebeu-se pelo vapor ing|i MEDWAY, luvas de Jouvin da meihor
Sy^t qualidade.
Tudo a preco fixo.

ATTENCO.
Jos Ricardo Coellio,
com loja de cabelleireiro na ra Nova n. 39, primeiro andar,
avisa aos seus ireguezet, que recebeu pelo navio francs PA-
RAHIBA, ltimamentechegado, asseguintes azendas, a saber:
Ricos chapeos para senbora.
Ditos para horoem de castor brancos, prelos e de seda (a Tamberlik .
Dilos de montara para senhora.
Toucados riquissimua de llores e Titas.
Ramos de llores para o peilo e aofeiles para veslidoa de noivas.
Komciras, golinhas e manguiloi. *
Reos corles de vestidos de seda, chamalote e selim Harta.
I'U.s de velado, bicos de blund prelos e brancos, suspensorios de seda, e um com-
pleto sortirtlenlo de nonecas, grvalas e cintos para senhoras e meninos.
nicas camisas trncelas para liomem do meihor de Pars, proprias para bailes, ca-
samento! e forraaturas dos Srs. acadmicos, com periquitos e em elle.
Ricos leques para senhora e porla-bouquets.
Ricos penles de tartaruga para senhora, de alisar e alar cabello, do ultimo goslo de
raris, o mais moderno possivel e anda no vislo no mercado.
t um completo sorlimenlo de oulros objeclos de costo que seria enfadonlio men-
cionar. -
Precisa-se alugar urna prela escrav"
para urna casa de pouca famlis, que cozi"
nheefacaas compras de ra: a fallar na
ra do Aragao n. 1, primeiro andar.
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esttbelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., ten a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a a que mais convier.que esto plenamente au-
tonsados pela dila companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de ti jlo a ptdra, cobertoi de
tlha e igualmente sobra os objectos quecontivarem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
aa fazendas de qualquar qualidade
Na fmidico da Aurora precisa-se
de serventes forros ou esclavos, para
ervico debaixo decoberta.
Oproprietarioda coclieira da ra Nova
ii. 61, yenda todos os seus carros como suas
parelhas -le cavallos ; o motivo desta venda
he a postura exig Ja pela cmara municipal;
vende-se ambos ou separados, e tambera se
vende o sobrado se convier.
s-
-Compram-se botijas vasias a 80 rs. cada
urna : na ra da Senzala Vellia n. 110.
Compra-se effectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nbias.e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre cenhores.
&.
:;.v
SSG
i.
~^~ 1*r n*p "a" \W lll1 WF JEWISTi RiBCEZ.
Na ra da Cadeia do Kecife n. 57, ha
para vender couros de cabra, cera de car-
nauba, gomma de superior qualiJade.
Deposito de doces.
Na na da Cruz n. 17, aclia-se urna
grande porrao de excellente vinlio de ca-
j, por barato preco, e na ra do Trapi-
cbe-Novo, no culi; dos Alliados.
Vende-se urna escrava de 26 annos
bonita figura, cora todas as haHIidades
quanto be preciso para urna escrava para fa-
milia : na ra do Brum, passando o chafa-
rtz, defronte da fabrica de velas o snbSo.
Vende-se urna barcada de 26 caixas :
Halreuipe do caes do Ramos, a tratar com o
no aterro da
mLL. X^ niestre da mesma, a bordo, u
I aulo Oaignoux dentisi., ra Nova n. 41.- fe Boa-Vista n. 47. secundo andar
JOHN CATIS,
corretor geral
t AfcME DE LEILO'ES COMMERMAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
KECIFE.
n7-* Na r1a d0 Tr8Piehe 17, escrptono
piecisa-se de um prelo para criado
MDlH DO ESTABELECi-
IENT0 DE PIA1ICS DE
- i. VIGES.
J- vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
!eU*o* ,leS8nt0 Anf>n'0 n. 23, junto da
Aluga-se um sitio na Capnnsa. tolo
Precisa-se alugar urna casa terrea em i
boa ra, na Roa-Vista ou mesmo Sa.to A.'
tomo : quem t.ver e qui,.0r alugar, dirHa-
se. ra Forraos., casa-junto aS UraaeOo
quo achara com quem tratar. 4 '
Afugam-se p.,i ; a festa
3 casas na Torre co D 2 salas, 3 quartos, co-
piar e co/inha lora, bom quintal, 8gUa de
beber, estribara para 2 cavallos: Itatrr
oo.rmaze>ii de materUea d roa .la Cadeia
ne Santo Antonio n. 17.
Jo-Ao Bullista dos^ntos Lobo lem
UOM porcao de niel de Turo para vender por
P'eco muito comraoJo ; no trat iche do lia- ,.i'^'"'*"";D at,:u grandes cora milli
-"o arsszr *''da sr- -r?sr **
p AMA p.fiA CASA
K^meoroXfo'rx'arr
r Nouara n. 38. 1J da mes""1 : na
a 25OOO rs assim como manteiga fina a 6W
dita uigleza a 800 rs dita flor a I520O, as-
sim como massas finas do araruta a 360, vi-
nno do Porto engarrafado a 800 rs dito de
caj a 1?600 a garrafa, doce de goiaba, cha
lino, raacarrao, aletria, e oulros mais efioi-
tos, ludo mais barato possivel
. SUPERIOR RAPE".
Vende-so effectivamente rape fresco do to-
das as quahdadei, como s-ja Lisboa, Paulo
uvdeiro, Pnnzcza -!o Rlo.liocha, Cace gros-
so, meiogrosso, lino e Meuron : naprac-
da Indeapndencia o 3.
Vende-se um bom escravo crioulo,
moco, sera vicios algum : a tratar no escr-
ptono de Manoel Concalves da silva, ra da
Cadeia do llecife.
Vende-se urna taberna com poucus
fundos, propna para quslquor principiante :
em FOra de Portas, ra do Pilar n 131.
Vende-se urna mulntinha de 19 annos,
cose soHrivelmente e he inuilo bonita, urna
dita Ue 10 anuos, multo lida e esperta e
um moleque de 15 annos, de bonita ligura :
na ra larga do Rosario 11 22, secundo
andar.
Vende-se a taberna sita na ra Direta
O. 27, couteiido pouecs fundos, a vontade
ios compradores : quem pretender, dirija-
s.: a mesma, que se far todo o negocio. Aa
mesma se vcode manteiga ngleza mnito
ora a 800 rs a libra, dita a 610, franceza a
t>40, dita a 720, o outros muitos gneros que
se veuderSo por querer cea bar.
Vende-so o sobrado 11 42 da ruada
uia, por preco mulo commodo: a tratar
m 1 ua das Cinco Ponas n. 6*.
Vendem-se saceos grandes cora milito
Viga 1
--Vende-se um ptimo escravo padeiro,
crioulo, de idade de 21 a 22 annos, bonita
ligura, bem possante d sadio no todo : quem
pretender dirija-se a ra Direita n. 31, que
sedira? n
ACEIOEPROMPrlO 0
&a ra da Cinco Ponas ii. ne, iav-so!
engomma-se com aceto o promptidBo e lo
DM-se algunas freguezias I
_ IIARlilS VASIO?.
Ven cm-se Larris de 4.-novos,allegados
ultiraamente de Lisboa no armazera de
Caryalho Ira 3o, ea ra do Brum.
YENDA DEESCRAVOS
Ima linda mulalinh de 14 annos, sem vi-
cios nem achaques, Sha negra de 30 anuos
boa cozinhera, lavadeira e quitandciiu : na
ra Nova n. 38.
Nnl doSul.
Vende-se a burdo da barca Vava, n na ra
da Cadeia do Kecife n. 2.
Vendem-se 10 paos de sicupira, de 10
palmos, e um tear : na ra da Florentina
n. 30.
Vende-so na ra Direita n. 19, cha de
familia a 8J0 rs. a libra, dito do Rio inuto
lino a 13800-rs., dito da India a 9*300 rs.,
touciulio de Santos a 240 rs. a libra.
Terrenos firmes venda.
O solicitador Manoel Luiz da Velga vende
terrenos cm chaos proprios e com arvores,
leudo ura^elles 1,800 palmos de fundo,
com fente para tres ras : quem os preten-
der, pode dirigr-se ao mesmo, na ra da
Senzala Velba n. 68, das 6 horas da manha
as 9.
Manoel Luiz da Veiga vende todos os
utenclios da anliga fabrica de cordoaria, e
se comprometa a dar todas as iustruccoes
precisas para o fabrico do cairo em rama,
como de todas as manufacturas, tanlo desle
genero como do linbo, desde as linhas at as
amarras, e mesmo do fabrico de cabos de
couro.
/Va ra do Aragao u. 56,
vende-se gomma fina a 3;200 a arroba, e a
libra a 120, manteiga Iranccza a 640 a libra,
dita iugleza a 800 o 960 rs.
Loja da ra do Crespo
ii. 10.
Chales de merm bordados a matiz a
7;8U0. ricos cortes de vestidos de seda de co-
ies matizados e aveludados, ditos de blonde
e Uu gaze brancos, proprios para noivas,
chales de touqum de todas as cores, man-
teletes pelos bordados a velludo, sabidas
de baile, assim como outras mutas fazen-
das de muilo bom gosto, por preco muito
em conta.
Vende-se um bonito prelo de 20 annos,
ptimo para armazem de assucar, um mole-
que de 13 annos, e uinmulatinho de 14 an-
nos, ptimo para um criado : na ra Direita
n. 66.
CARIE DO SIUDO
Aterro ca Boa- Uta n 8.
He cliegado a este estabelecimento a ver-
dadeira carne do serlSo, ja muito condeci-
da pelos freguezes que cm oulros annos
tem comprado, o veiuc-se tanto cm porc3o
como a letulno.
Vende-se ou aluga-se para passar a tes-
ta um sitio junto a povoac.au da Varzea, rom
bastantes arvores de fi uclo, com casa gran-
de : a fallar na ra do Hurtas, sobrado n. 2.
segundo andar.
Vndem-se saceos com fejDo novo e de
boa qualidade, pur preco commodo : no ar-
mazera do Sr. (iuerra, deronte do trapiche
do algodao, ou no Kecife, ra da Cadeia,
junto a Conceicao. casa n. 55. .
"ROVO RAPE.
Recommenda-se aos amigos da boa pitada
o excellente rap novo princeza, cliegado do
Ro de Janeiro pelo ultimo vapor, e se acha
venda a 15000 a libra : as lojas n. 4 da
praca da Independencia, e n. 5 da ra do
Crespo ao p do arco.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za u. 97, dos afamados l'ah cantes Oay &
Martin, em barricas de 13 duzias de po-
tes : em casa de James Crabtre & Compa-
nhia, na rua da Crnzn. 42.
Vende-se um escravo Dardo, de 22 an-
nos, pouco mais ou menos, bonita figura,
vmdo de fra : na rua da Cruz, armazem
n. 15.
Feijiio
Vendem-se saceos gran es com feijSo mu-
latinho muito novo, por prego commodo :
na taberna grande ao lado da igreja da Sole-
dade.
Ventje-se superior lagedo de Lisboa :
na rua do Vigario n. 19, primeiro andtr.
Laas de llores mitidas ma-
tizadas a 5i0 o covado
Na rua do Oueimado n. 21 A, vendem-se
laazinhas de flores miudas matizadas, fazan-
da muilo fina a 560 o covado, lencos peque-
uos de cassa de cores a 100 rs. cade, um, fi-
nos ; edao-seas amostras com penhor.
vendem-se cortes de c?ssa escosseza
a atfoO: na rua do Giespo n. 23.
CQM PEQUEO TOQUE DE
A dinlieir
Pegas de algodSo liso, largo, encornado a
23, 2/240, 25500 e 2800 a peca, dito de si-
cupira a 25240, 2#500, 258O e 3> t peca,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 140 e 180 rs a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a rua da Cadoia.
No escriptorio de Domingos Alves
Matlieus, na rua de Apollo n. 2."), ha pa-
ra vender,por precos mdicos, o seguinte :
Ricos e elegantes pianos,
linchadas portuguezas.
Cocliins de linho r ^^ontaria.
Coeiros de barre*?;'
Muito superior como de lustre-
Tintas de cotes, preparadas.
Balancas decimaes.
-Muito ricoe superior papel para forro de
salas.
Superiores charutos da Baliia.
Fumo em olhu.
Pedr de loma proprias para mesas de
cosinlia.
Breo.
Barrscom Iireu : no armazem de Tasso
Irmaos.
Aos pas de familia.
Vendem-se caixinhas com 50 libras de
bacalbao novo, cliegado ltimamente, a
7.V00 a Caca : 110 caes da alfaudega, ar-
mazem de Taaso limaos. ,
Vendem-se cvpachos de esparto, do
Porto a 360, a dinheiro : no armazem da
rua da Cruz n, 15.
/ios Srs de on-
genbo.
A 15jf000.
ptimo bacalkao de escama : nos ar-
mazens de Tasso limaos.
Ao canto
filia d;i
adea dr
11. 54.
RecifV
Chapeos de mola da ultima moda a 5M00.
manas pretas de seda a 9*500 a 105500 re8,
dilas brancas do blond a 105, modernissi-
noi cortes de vestidos ara senhoras.de
barege de se la com lindos enlejes de ho-
que a 35/, chaly de diversas cores a 950 rei
o covado, e mu tas mais fazeudas chegadas
uiuraamenle, que seria fastidioso a eouoe-
racao, e que so o corapradoi po Jera com-
modamenlc, c a vi,ta examinar.
v CEMENTO.
Vnnde-se cctnenlo, lanl 1 de vela em bar-
rica como em purcSn e a retalh >, por com-
modo preco par,, acabar, e muito bom : no
arinszem de niateriaes, na rua d-3 Cadeia do
Santo Antonio n. 17.
Pianos
ni
e
ebe Novo n. 10.
Vendem-se csceHentes panos inglezos, de
muito acre Ulado fabricante Halpti Allison.
jin casa de Patn .Nash & C, rua do Trapi-
CIDADE DA IIGTORIA
No pateo da Matriz, na luja de cera da
Irenlc azul, esto exposlos venda billu-tes
de tolas as lolerias da provincia, e paga ru-
so lodasas sorles que sahirem nos buhles
que loretn vendidos na referida casa.
Aterro da Boa-
Vista n.
Veiide-kie bom o barato.
He chegado este eslabelecimcnlo, viudo
de Kranga no navio i'arahiba, urna porgo
de chocolate de todas as qualidades e amei-
xas em lalinbas de 3, 5 e 10 libras, conser-
vas alimenticias de peixes, era latas grandesa
lmguados a 23500, salmonetes a 2&70, sal-
monetes frito a 23300, cavallinha a 23800,
pexe espada a 2f200, linguigas de Lisboa;
novas a 500 rs., presunto para fiambre a 700.
rs., dito de Lamego a 520, cha hysson com-"
muma^siOO, dito fino a 2o560, dito xim ,
aMO, dito perola a 3/400, macarrao a 320 e
480, talharim a 320 c480, aletria e 400 e 560
rs., estrellinha a 600 rs., massa de tomates
a 720a libra, marrasquino lino, licores linos
em garrafas grandes e pequeas, latinhas de
biscoitinhos linos inglezes, holachinbas de
soda, vinhos engarrafados do todas as qua-
lidades e muitos outros gneros que "seria
impossivel anuuncia-los, tudo por preco
commodo, para acabar.
Vende-se espirito de vno : na resti-
lacao do moinho de vento da praia de Santa
hita.
Chapeo? de Italia.
Vendem-se superiores chapeos do Italia,
recentementechegados, a preco commodo ;
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de AlmoidaCo-
Sellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de patente
iniilez : a venda ao armazeru de
Rostrun Rooker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo .-julo Da-
mero 48.
Carne seeca do Cear.
Vende-se superior carne secca do teara,
por commodo liceo no armazem do Luiz
Aunes, dcfronle da alfandega.
VENDE-SE
na rua do Trapiche 11. 34, escriptorio de
Novaesev C, superior vinlio do Porto, em
cai\as de urna e duas duzias de garrafas :
a' pceo commodo.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de (abnete e de vidro :
vendem-se a preco i-azoavel, em casa de
Augusto Cesar de Ahreu, na rua da Ca-
deia do Becife, armazem n. 1G.
Deposito
de rap princeza da fu bri-
ce de li. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Vende-se na rua da Madre de Dees
n. 12, armazem de Novaefrdt C. barril
de ferro, 011 cubos hidrulicos ; para de-
positos de fezes, a preco commodo.
Relogios
cobcrlos e descobertos,"pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para boniem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellar C, rua
do Torres n. 38.
Na roa da Ca lea defronte da Relajo, venda
11. 28 de D. S. Campos, vende-ie e aluga-ge, aope-
riores biclus hamburguezas, ero por;o e a reta]lio.
Vende-se na rua d Cadeia n. 28, auperior
presunto portugue/. inteiro a 440 r>., e man objeclos
por preco commodo.
1
vo
guiea
QDE ESTA QUEMANDO.
Na loj* do Preguia, ua rua do Queimado,
esquina do becco do Pcise Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por precos
baratissimos, entre ellas nolam-se chitas
Iraucezas escuras de lindos padrOes e cores
fizas a 260 rs. o covado, ditas dilas claras de
padrOes miudinhos a 280 o covado, ditas fi-
nas de lindos padroes o escolenles pannos,
e cores fisasa 300 rs. o covado, lindos la-
peles para salas a 3j800 cada um, pecas de
bretanha de rolo com 10 varas a 2;000 cada
urna, mussulina de cora 320, dita mais fina
de lindos padresa 360, dita muilo lina a
400 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
franceza de cores fixas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordSo a 500 rs cassas francezas
muito finas e de lindissimos padrOes a 640
a vara, lencos pequeos para miio a 120, di-
los a 220, ditos com bco muilo finos e com
lindos bordados a 360, cortes de casemira
com lindos gostos a 5->500, ditos finos a 6,
meiascasemirasde quadrinhos proprias para
caiga e palito a 560 o covado, laazinhas de
quadros proprias para roupa de meninos a
40o rs. o covado, grvalas pretas de selim a
1?200 cada um, riscados franeczes de qua-
dros de lindos paJiOes a 240 rs. o covado,
casineta preta muito fina a 13200 o covado,
casemira preta a 23*00, cortes de castor eu-
corpado para calca a 1440, ditos a 13, ditos
de brim de linho a 1440, ditos de brim de
algodao branco a 13 cada um, chales de me-
rino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratissimos precos, chitas escuras
e de diversos padrees e cores lisas a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
de lindos p-'drOcs a 23000, e oulras mutas
fazendas que se deixain de mencionar, ese
venderSo por baratissimos precos ; se da-
ro amostras com penhores.
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, om casa de Southall Mellor i Ca, rua do
Torres n. 38.
aFende-se
Cortes de Ia para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
drOes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabum : na rua do Queimado
n. 22, ua loja da boa f.
nelogios.
Os melhores relogios de ooro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, 1111
escriptorio do agento Oliveira, rua da Ca-
deia do Recite 11. 62. primeiro andar.
s
i&nos.
EmcasadeltabeScbmettaul&Conipanhias
rua da Cadeia n 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
CAAS DE FERRO
Excellenles camas de ferro para solteiros
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low-Jfo r,
na da Senzala Nova
11. 42.
Neste estabelecimento continn'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
v CiL DE LISBOA.
\cnde-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua de Apollo arma-
zem n. 2 1!.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
Algodao itionstro.
Veude-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lencoes, pelo baratissmo preco de 600 rs. a
vara : na loja da boa f, na rua do Queima-
do n. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ferro de \V. Bowman
na rua do Bium, passando o chafa-
nz, continua a liaver um completo sor-
! ti ment de tachas de Ierro fundido e bati-
Ido, de 3 a 8 palmos de bica, as ciuaes se
echam a venda por preco commodo e com
I ptomptido, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
$ttl>0&\Vi&&0$
-- No da !. do corrente fugio o escravo
de nacSo, de nome Amaro, o qual foi com-
prado ao Sr. Gervazio Jos da Costa, mura-
dor em l'nnte de Ucha, e tem os sgnaes
scguintes : altura regular, pouca barba e
usa debigode, tem por baixodo peito es-
querdo marcas de ventosas, eheofficial de
pedreiro, e tem andado por 1-onte de Lchoa
e tambera suppe-se quo fosse para o enge-
nho Salgado, pertencente ao Sr. benlo Jos'
da Costa : a pessoa que o pegar ser recom-
pensada, levando-oaruada Aurora n 36.
T.- Vi0 nQ dia 28 do Passado da cdade
de Olinda o prelo Marcelo, com idade de 25
annos pouco mais ou menos, levou vestido
calca e camisa azul, lera urna costura na
testa de um lalho de fouce: dito escravo
pertencia a finad. D. Lourenca Connives da
lonte: quem o apprehender, leve-o ao en-
genho Quileba em Serinhaem a Manoel Con-
calves da ronle, ou nesta cidade a Antonio
Leite rereira Bastos, na rua da Cruz n. 52
que ser bem recompensado.
I-'ugiono dia 3 do correnle om moleqne ciioo-
Anlre. que lepre-enla Ifr 20 anno,

Dos premios da ultima parte da sextae pr
rano,
IdeicoDfia-ie estar eqoi dentro da prae cor nao a-
ber cam.nl.o algum, foi comprado a Jo'o d. Medei
roaArruda, morador do engeoho CuMueir,,d, s/nl
llAiSf! i'^ de (Bi''ord.;oa. la
aIDl de .aira, e chapeo de palha ia' aaado : roaa-i
ao.capiiae.decampo ou quem der ooliei,. d-u!
levaren, ... rua dos Mariyrios a. 14, que ra h-m
recoropeosado do aea Iraball.o. em
esappareceu de bordo do brieue r
maquam, no da 31 do mez passado, um es-
cravo de nacao, de nom. Joaquim, represen..
la ter 50 annos pouco mais ou menos^ aft".
ra regular, cor fula, bastante f.|to de denles
na frente, e lem urna ferida no dedo grande
da mo esquerda; levou calca e eamis.de
preto ^imCb,Hp0 de paIba PinUd> e
(reto : recommenda-se a sua captura n
quemolevarardo do dito brgue. ou
tfsasa?^ **?*;
Gapitats de campo, aler-
lo.com os signae's s^Zs Zt'^T'
Unte chelo do corpo, SS mb,,,' b?,s'
calejadas por ser padeiro tem SmVS"*
denes n.?rento do qAInttnm um.,S
catrrzemcira. de um. sobranCetoT. h
Quebrado de ambas as verlbas, Tevou ale?
Je casemira.azul, camisa de madapolnT
um chapeo de palha pequano o velho, tem
sido encontrado om Kr. de Portas, .onde
he connecido por Manoel conduru', foi es-
cravo do Sr. Domingos da Rosa, 'por anto-
nomasia Domingos cartei.a, que tem taber-
na na esquina do becco dos Guararanns
tambem gost. muito drtr para .ind.,Tnl
as n. i^Td0 V'V*"-". porunte. a todas '
as autoridades policiaes e capitaes de esm-
::za: tS rlde ievr
recompensafrg'ene^^e^*11-'8' qU6 Se
2009000 de graiificacao,
a quem pegar os escravos crioulos Lauren
0 primeiro de idade 25 annos, alto, nSo mui-
to fornido, rosto compr.do, sem b.rb. Tem
ChU,C"0^ m"totPhols. levou chapeo do '
cnili, e gosta de trajar bem o Manoel lem
a mesma idade, o he mais escuro que o Uu-
rentino, estatura baixa o bem fornido rita
ne,d0r,nd0re.be,n Parecid. Pe na grCas
P6s bem felos, traja calca e jsqueta. eetou
chapeo de palha da llalla, tem cicit i as
costas como sello de suas proezas "lew""
Alexandre. que com elles aprenda o cilicio
te d1fdsre,r' CUJ Officio S8bem PerfeUmo
1 0S,eSCr,r : Pesso u apppreben-
der qualquer destes escravo? e os entregar
rfr^T d\idDde1o Hecife, ou osTonT
5o 1 l6Dgenb0 Boa-EsP"nca, na freguezi.
do Lin.oe.ro, receber a dila gralficlcao a
mais despezas que tizer.
rfiT^f d, 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Gursahi na com.rcadeP3o
de e 6.ennC!V0 ADt0ne' Caan6e- de d-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
anda8 ISZSI, "9*" ngueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, cn-
vezlenb.C'.PernaS Gnas ^ casado,'eul-
vez tenba algumas marcas de relho as na-
degas por ja ter sido castigado levemente
o escravo foi d s herde.ros do fin.7oC.e-
"n^S! da,C"nha ; consta que este-
ve em Santo AnlSo; em casa do Sr. J0S0
rrancisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos sgnaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Hecife, na rua da Guia n. 64, ou
delleder noticia.certa, ser. recompens.do
.?J' enerosidade ; e quem o tiver em
seu poder, taque corto de sua puniefio com
lodo o rigor das leis
'
(
imeira da primera lotera a beneficio do Gymnaso Pernarnbu-
exh'aliidaa i> de Seembrode ti>7.
S. PltE.MSI
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5
.
-1
4

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PERN. TYP. DE M. F DE PARIA. 17.

MUTILADO



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