Diario de Pernambuco

ACEIO E PROMP IDiO.
Na rua daa Cinco Ponas n 136, lava-se e
engomn.a ss com aceio e promplidflo, e to-
ma-se algumas freguezias.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabeleceuem seu sitio da l'assagein
da Magdalena, que lica ao norte
da estiada entre a ponte grande
e a pequea do Chora-Menino, ex-
cellentes acommodacoes para re-
ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de seus
servicos mdicos, os quaes serao
prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o lim supra-
^ indicado e para exercer qualcpier
*& outro acto de sua prolisso Ain-
<3$ tro ou fra desta cidade poder-a'
^ ser procurado a <|ual(|uer liora do
dia e da noile, no referido sitio,
a excepqBo dos dias uteis, das 9
5 Iioras da manliaa a's -V da tarde,
tt rpie sera' encontrado no primeiro
f andar do sobrado n. 9, do pateo ,';
do Carino. ^
O^:.-:;?::>vOO-:v:K>:.^;;>0
AVISO.
Josepli Slielmerdine lem a honra de
informar ao retpeitavel publico, que ten-
do-se estabelecido na rua da Aurora, San-
to Arturo, entre as duas pontes, |>eroda-
fundico, acha-se prompto a se encarre-
gat de todas asolaras de sua prolisso, quer
seja tral>allios em ehumlto, vidraceiro, ar-
mador deencanamentosde gaz e agua pa-
ra dentro de edificios em todas as suas va-
riedades,mcluindobanlieiros, bombas, la-
trinas d'agua, etc., o mesma tendo lulo
bastante experiencia na Europa, espera
que, com attencio aos seus fregueses,
moderacao em seus procos, merecer do
respeitavel pulilico desta cidade toda a
prolecrao, para o que pode ser procurado
no lugar cima indicado.
Ca'cj s, coiDJereo, rua
ti Trapiche Novo
* ii 12.
Blandin Ai^ acaba de receber pelo navio
francez Olinda, um variado sortimento de
conservas as mais linas e mais acreditadas
da Franca, como sejain, tniQes da Perigord,
pal le Foigras, pal Ue Poulardc, pat de
l'crdiix, pal de Bfcasse, pat de Lievre, pa-
t de Chevreuil, pal de Caille, andouillel-
C*; oerlreaux, chamnignous sacisseslruf
fees," cti"VelatS, cervellcs, mnn L'huile,
boudin noir, asperges, pelits pois.
. sst nlioras que uiont m
a cavallo.
Na rua Nova n. 18, loja (Je M. A. Caj &. C.
ha neos casavequec de cores, e prelos, par
montara ; assitn como um grande sorti-
mento das mais bem ac raale, tanto superior, como mais inferior,
chapaos, ditos da sol, lencos de seda, ditos
de dita para grvala, ditos de cores, luvas,
suspensorios, meias para houietn, seuhoras e
meninas, camisas, ditas de meias, fazendas
Chapeos de massa trance/es formas novas
Ditos de sol de seda........
Lencos de cambraia bordados, linos, para
mao.............
Dilos de dito de linlio lisos para mao. '.
Luvas de teda de todas as qoalidades, para
nomeiii, seohoras e mrniuas.....
Pablos de panno preto e de cores. \
Ditos de argentina de cores escuras. .
Dilos de futtao de cores asselinadas. .
Ditos de brim pardo fino......
Palitos de alpaca preta......|
Dilos de alpaca e gangas de cores. .' '.
Dilos de brim de qiudiinliu-.....
Gndolas de alpaca prela e de cores. .
Komairas de relroz com laco de seda para
senliora........
Chales de merino bordado em 2 ponas. .
Ditos de dito bardados em I pona. .
Hilos de dil.i com lislra de seda ....
Ditos da dito lisos........
Ditos de dilo com franjas de 15a '.!!'.
Dilos de lila adamascados, prelos e decores.
Olios de clialv bordadas .
euos hrnies vend i.
O solicitador Manoel l.uiz da Velga vende
terrenos em ctios proprios e com arvores,
tendo um delles 1,800 palmos de fundo,
com frente para tres ras : quem os preten-
der, pode dirigir-se ao mesmo, na rua da
Senzala Velha n. 68, das G horas da manhiia
as 9
Manoel Luiz da Veiga vende todos os
utencilios da anliga fabrica de cordoaria, e
se comprometi a dar todas as iuslrurcoes
precisas para o fabrico do couro em rama,
como de todas as manufacturas, tanto deste
genero como do linlio, desde as liabas at as
amarras, e mesmo do fabrico de cabos de
couro.
Vende-se um portao de ferro com 6
palmos de largura : na rua dos Pires junto
a caisa d'agua.
Va rua do Aragao fi. 50,
vende-se gomroa fina a :l?200 a arroba, e a
libra a 120, manteea franceza a 610 a libra,
dita ingleza a 800 e 960 rs.
Vende-se um habito da im:eriaIor-
dem do Cruzeiro : na praca da Independen-
cia, loja de bilhetes n.40.
Luiz Jos de S Araujo, na rua do
Brum n. 22, armazem, tem para vender mais
barato que em qualquer outra parte, cera
di: carnauba superior, para liquidacao de
con tas.
Vende-se um cscravo de meia idade,
proprio para qualquor servico : na rua da
Cadeia o Recife, loja n. 50.
Lja da rua do Crespo
ll. 10.
Chales de merino bordados a matiz a
7.38OO, ricos cortes de vestidos de seda de co-
res matizados e aveludados, dilos de Monde
e de gaze brancos, proprios para noivas,
chales de touquim de todas as cores, man-
teletes prelos bordados a velludo, sahidas
de baile, assim como oulras rauitas fazen-
das de muito bom gosto, por preco mui'o
em conta.
--- Vendem-se cadinhos para fundicao,
de o. 4 a -j.\ : na rua da Cadeia do Recife,
loja de ferragens n. 56.
Vende-se um bonito preto de 20 annos,
ptimo para armazem de assucar, um mole-
que de 13 annos, e um mulalinho delatan-
nos, ptimo para um criado : na rua Direita
n. 66.
chegados
de
Barra com breu
Irmaos.
IIAItltlS VASTOS.
Ven lem-se lutria de 4.- novos,
ltimamente de Lisboa : no armazem
Csrvf Iho S lrn O, 1 a rua do Brum
Aon pais de familia.
Vendem-se caixinhai com 50 libras de
bacalbao novo, ebegado ltimamente, a
7,1000 a caixa: no caes da allandega, ar-
mazem de Tasso Irmaos.
Vcndeoi-sc capachos do esparto, do
armazem da
Porto a ;560, a dinheiro
rua da Cruz 11. 15.
Jos Srs de en-
A I5$000
ptimo bacalbao le escama : nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
Ao canto
ffaa da Cadeia do Recife
n. 54.
Chapeos de mola da ultima moda a 5-400,
mantas pretas de seda a 9?50 a 102500 reis,
a 103, raodernissi-
para senhoras, de
Panno lino preto e de
1*980
idO
aoaooo
7^0110
63000
-noo
4? CJOO
:i-30o
SjOUO
98600
125000
93000
69500
5*300
COOO
33000
IOjOOO
cores, para todos os precos.gj
seda, co-
Selim preto macao superior, covailo
Urosdei.aplfs preto e de cotes.cnvado
!34a prela lavrada superior .
Pupelina de seda de eres malisadas,
vado. ........
Chalf da cores, com quadros de '
vado........
Dito de cores liioa aovado.
Ua do quadros pequeos e grade't, co-
vado........
Liln eseda ile novos padres, covado. '. '.
Mauritana le seda malia a com cinco pal-
mus de largura, covado......
Lrsulina de seda com quadros, ramages e
iisita maliudaa, covado. .
.-.oda- .le qaadrlnhoa, evado. .' '
Duquesa d.aeda com ooadrot e ramagen!
Alussuluia l Cliil-s francejaa linas de novos padtOee.'co-
vadi.........
I'rondolina de seda de indos' "estos, co-
vailos........" '
Cassas franecids linas de cores las', v.'.ra".
bm rreni. do becco da Coi.!?refiacAo,
loja de frr.igen?, a segunda de fa/end..s
3900
23000
23300
950
SSO
litO
600
800
tjj600
Ibooo
950
750
3d0
280
CAERE
Aterro oa
DO SIRIDO
io;i- i*.ta 11
O
'.MI
;m
passandu
n. 40.
non i.ai lEcrn it-
A parda que no Diario -le bontem se
otlerece para aeivir em casa 0e senhora ca-
sada, po le dirigir-se a rua do Hrum 110 lle-
eilen. 82, toreeiro andar, para se tratar do
ajuste, pois he tio saienle para la"ar pan-
nos de meninos e engommar alguma cousa.
-----Constantino Jos Ka poso faz publico
queentregou a seu filtra Candido Jos liapo-
soa sua serrana, sita na rua da Praia n. 33
O mesmo joiga nada dever nesta praga, us
se alguom sujulgar seu credor, aprsente
snas cuntas no prazo de 3 dias ^*ra seren
pagas. Itecife 2 de setemb o de 1857.
Precisa-se de u n caixeiro diligente,
com pratica de taberna : no largo da Ribei-
radeS. Jos i. 1, taberna de Jos Uernarci-
110 Alves. Na mesma cssa compra-se urna
neg-s ue meia Jade, que saba Cuzinba e
eusabo' r roupa.
Na rua da Guia ao p d,i casa do Sr.
Ilenrique, marcineiro, envernisa-se mnbila
em casas particulares, a preco commodo, e
muito bem envernisada.
- O abanto assignado tendo de ir a Por-
tugal a tratar ue sua saude, faz ver, que na-
da deve, e quem se julgar seu credor, apre-
senle no prazo le 3 dias os seus documen- !
tos. Itecife 2 da setembro de 1857.Anto-
nio Jos pereira,
Precisa-se de urna ama
pouca familia de duas
Gloria n. 11.
frecisa-sc de tima ama de leile, pa-
ga-se bom : na rua da Praia n- i.
Domingos Alves Matheus saca sobre
a piara do Porto.
lie chegado a este estahelccimento a ver-
dadeira carne do sertSo, ja muito conheci-
da pelos freguezes que em outros annos
tem comprado, e vetue-se tanto em portao
como a relalno.
Vende-se ou aluga-se para passar a fe-
ta um sitio junto a povoac/10 da Varzea, rom
bstanles arvores de fructo, com casa gran-
de : a fallar na rua de Murtas, sobrado 11. 2,
segundo andar.
Vendem-se saceos com feijSo novo e de
boa qualidade, por prego commodo : no ar-
mazem do Sr. Guerra, defronte do trapiche
do algodao, ou no Itecife, rua da Cadeia,
junio a Couccicao. casa n. 55.
OVO RAPE.
Recommenda-se aos amigos da boa pitada
o encllente rap novo princeza, chegado do
Rio de Janeiro pelo ultimo vapor, e se tctia
a venda a 13000 a libra : as lojas n. 4 da
praga la Independencia, e n. 5 da rua do-
Crespo ao p do arco.
YENDA DE ESCRAVOS
Urna linda mulaimha de 11 anuos, sem vi-
cios nem achaques, urna negra e 30 anuos,
boa cozinheira, lavadeira e quilandeia : na
rua Nova n. 38.
Vetide-sea verdadeira graxa ingle-
za n. 97, dos afamados fabricantes Dav i\
.Martin, emba ricas de 15 du/.ias de po-
tes : em casa de James Crabtre i\ Compa-
nhia, na rita da Crnzn. 2.
--- Vende-se um moleque de 18 nnosT
perito ollicial de sapateiro, duas mulatas de
bonitas figuras com habilidades, um mole-
que do II annos, e urna negrinlia da mesma
idade : na rua do Livrameiuo n. 4.
Vende-se um escravo nardo, de 23 an-
nos, pouco mais o menos, bonita figura,
vindo de fra : na rua da Cruz, armazem
11. 15.
Toa I has.
A* rua do Crespo n. 16 R, chegou um sor-
tinienlo completo de toallias de linlio e al-
godao para mesa, de diversos tamanhos, as
quaes so vendem por mdicos precos : na
mesma loja existen) ainda algumas tualhas
de puro linlio, lisas e adamascadas, para
roslo, o una porco de guardanapos.
dflas brancas de Mond
mos cortes de vestidos
barege de se la com lindos enfeiles de tro-
que a 35#, chaly de diversas cores a 950 res
o covado, e multas mais fazendas chegadas
ltimamente, quesera fastidioso a enua>e-
Foi transferido o deposito deste xarope
para a botica de Jos da Cruz Sanios, na rua
Nova n. 53, garatas 53500, e meias 3s000,
sendo falso todo aquelle que nao for vendi-
do nesto deposito, .pelo que se faz o presente
aviso.
IMPORTANTE PARA OPIRLICO.
Para cura de phtysica em todos os seos
dilTerentes graos, quer motivada por cons-
tipaeoes, tosse, asthma, plcuriz, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpac.lo
no coracSo, coqueluche bronchite, dor na
garganla, e tocias as molestias dos orgSos
pulmonares.
Chispeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentementec'iegados, a prego commodo :
na rua do Trap che Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Go-
mes.
Sel litis e relegioB.
Si:I l.i:V- e lllil.ni,IOS de patete
ing|i>z : a venda no armazam da
Rosiron Kooker & (Companhia, es-
quina do largo do Corpn Sanio nu-
mero 18.
Ceblas novas de Lisboa.
Continuam-s3 a vender no armazem de
Rarros & Silva, por precos muito baratos.
VenJem-se sapatos dos melhores, fa-
bricados no Aracaty, carne e queijos do So-
bral, tudo chegado ltimamente, porpregos
commodos para acabar: na rua da Cadeia
do Recife n.60. primeiro andar.
Carne seeca do < ear.
Vende-se superior carne secca do Cear,
por commodo prego : no armazem de Luiz
Annes, defronle da alfandega.
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. 3i, escriptorio de
\ovaes& C, superior vinho do Porto, em
caixas de tima e duas du/.ias de garrafas :
a' preco commodo.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/. : em casa de Southall Mellor & C", roa
lo Torres n. 38.
aos en-liores de
engenho.
No becco do Gongalves, armazem 11. 10,
de Jos Ruarte das Nev'S, vende-se a mais
superior farinha do trigo, em meias bar-
ricas.
relogis de pa-
tente
inglezes de ouro, de salKmete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, era casa de
Augusto Cesar de A breu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 10.
Na rua da Caleta defrunle da Kelacao, venda
n. 28 de I). S. Campos, vende-se e aluga-se, supe-
riores hichus haniburgueas, em porreo e a retalho.
Vende-se na rua da Cadeia 11. 28, superior
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima,ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
Vende-se na rua da Madre de Dos
" 12, armazem de Novaes & C. barris
de ierro, ou cubos hydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Pianos,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburfto.
. CU DE LISBOA.
\endc-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua de Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparec ido
a este mercado : vendem-se no escriplotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Kecife
n "A primeiro andar.
Algodo monstro.
Veude-se algodao monstro com 8 palmos
J2*ntmKUt0. prPrio Para Ralbase
lengoes, pelo baratissimo prego de 600 is. a
na loja da boa f, na rua doQuema-
vara
do n. 22.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundirlo de ierro del. W. Bowman
na rua do Bium, passando o chafa-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as quaes se
ccliam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
nelogioSa,
Os melhores relogis de ouro, pateDle in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
&$-mp$fn-&e$.
por pre;o commodo.
ragfio, e que s o comprado- poder com- presunto porluguez inteiro a 410 rs., e mais objeclos
modamente, e a vi-ta examinar.
Vende-se sal Ja ilha do ltamarac a
35520 o alquere de medida velba : no paleo
do Paraizo, taberna da estrella n. 1*.
Attenco!

Na jqja le mitidezas, rua
do ptima (i o n, i.
vendem-se as seguimes miuiezas, mais ba-
ratas ilo que era outra qualquer parte, luvas
de pellica, ditas de seda, penfes de todas as
qualidades, trangas de seda, franjas de todas
as cores e larguras, litas de velludo de todas
as cores e larguras, escovas linas para ca-
bello, ditas para chapeos, ditas muito linas
pira fato, caixinhas com enfeites proprios
para meninos, cnarnleiras linas, carteiras de
marroquim muilo finas, caixas com lentos
para voltarete, de muilo boas qualidades,
bieos de seda, ditos de linlio o algolSo, linha
de clrrinlio de 200 jardas n. 12 a 200 rs.,
boles para punhos do melhor gosto que ha
no rneicado, leques do dill'Tentes qualiila-
Ics, botoes para colletes e vestidos, de mul-
lo bous goslos, aguilias fsancezas muito li-
nas, filas lavradas para cinteiro, de muilo
bom gosto, estampas de santos, ditas de
vistas, e outros muitos objeclos que se tor-
na desnecessario mencionar.
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto de vela em bar-
rica roma em purgo o a rolallio, por com-
modo prego pan acabar, c muito bom : no
arma/era de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
ianos
Vendem-se excellentes pianos inglezes, de
muito acreditado fabricante Ralph Allison,
em casa de Patn Nash & C, rua do Trapi-
che Novo n. 10.
Vnde-se urna bonita escrava cora 18
annos de idade cor preta, muilo sadia, com
algumas habilidades, garante-scella naofu-
gir, nem tem vicio^algum : quem preten-
der, pode dirigir-se a rua da Cadeia o Ke-
cife n. 49, loja de miudezas, que achara com
quem tralar.
SUMOS DE PEIIM.
Vendem-semuinhos de pe.lra de 2 a 5 pal-
mos de dimetro proprios para moer milho,
e para scnhoics de engeobo, e quem tem
grandes fabricas de escravos ou colonos,
por ser a farinha de milho melhor elemento
de que a farinha de mandioca : os quaes se
acham defronle da porta da alfandega, ou
quem os pretender, dirija-se a rua do Quei-
mado. loja de ferragens 11. II.
eijao
trro
sta
8
Vende-ne bom e barato.
lie chegado a este eslabelermento, viudo
de Frauga no navio Parahiba, una porg.lo
de chocolate de todas as qualidades e aniei-
Vcndem-se saceos grandes cora-feijio mu- xas em lalinhas de 3, je 10 libras, conscr-
iitinlio muito ovo, por prego commodo: vas alimenticias de peixea.em latas grandesa
.na taberna grande ao lado da i'greja da Sol- linguados a 2:500, salmonetes a 2J7U0, sal-
'dade. monetes frito a 3tio, cavallinha a 25800,
Vende-se superior lagedo' de Lisboa : peixe espada a 2*200, hnguigaa de Lisboa
na rua do Vigario 11. 19, primeiro andar. novas a 500 rs-, presunto para hambre a 700
m i
Vende-se a bordo
para casa de
pessoas : na rua da
- ..
do brigue Mara Luzia,
on a tratar no escriptorio de Antonio de Al-
meida C01.es na rua do Trapichen. IC, se-
gundo andar.
Laas de llores uiiudas ma-
tizadas StiO o covado
Na rua do Ou'dmado ti. 21 A, vendem-se
lazinhas de llores miadas matizadas, fazan-
da muilo lina a 560 o covado, lengua peque-
Ao Preguiqa
QUE ESTA QUEMANDO.
Ma loja do E'reguiga, ua rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por pregos
baralissimos, entre ellas notam-se chitas
francezas escuras de lindos padres e cores
(izas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padrdes miud nhos a 280 o covado, ditas li-
nas de lindos padrees e excellentes pannos,
e cores fixasa 300 rs. o covado, lindos la-
petes para salas a 33800 cada um, pegas de
br. tanlia de rolo com 10 varas a 2^000 cada
urna, mussulma de cora 320, dita mais lina
de lindos padiOes a 360, dita muito lina a
400 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
franceza d cores ixas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordao a 500 rs cassas francezas
muito finas e de lindissimos padrdes a 640
a vara, lengos pequeos para mao a 120, di-
los a 220, ditos com bico muito finos e com
lindos bordados a 360, corles de easemira
com lindos goslos a 59500, ditos finos a 6,
meias casemiras de quadrinhos proprias para
caiga e palito a 560 o covado, lazinhas de
quadros propiias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, grvalas pretas de setim a
1;20U cada uvtit, riscados franeczes de qua-
dros de lindos palrOes a 240 rs. o covado,
casineta preta muito fina a 19200 o covado,
easemira prela a 29400, corles de castor en-
corpado para caiga a 19440, ditos a 1, ditos
de brim lie linlio a icl-io, ditos de brim de
algodao branco a 19 cada um, chales de me-
rino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por b&ratissimos pregos, chitas escuras
e de diversos padrOes e cores fizas a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lencOs de seda
de lindos ptdroes a 2;000, e outras umita
fazendas que se deixam de mencionar, ese
vendero por baratissimos pregos ; se da-
ro amostras com penhores.
Veude-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Wellor &C., ruado
Torres n. 38.
rs., dilo de Lamego a 520, cha hyssott eom-
mum a 2**00, dito lino a 2;569, dito xmi I
2-2S00, dito perola a 3409, macarro a 320 i-
480, talharim a 320 o480, alelria e 400 e 560
rs., estrellinlia a 600 rs., massa de tomates
a 720a libra, marrasquino lino, licores linos
em garrafas grandes c pequeas, latinhas de
hiscoitiuhos linos Inglezes, holachiulias de
soda, vi nhos engarrafados de todas as qua-
lidades e muitos outros gneros qu-ii "seria
impossivel annuucia-los, tudo por prego
comino lo, para acabar.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
iios de cassa de cores a 100 rs. cada um, fi- lago do moinho de vento da praia de Santa
nos; edo-seas amostras com penhor. 'Hila.
--- So dia !. do corrate fugio o escravo
de nagao, de nome Amaro, o qual foi cora-
prado ao Sr. Gervazio Jos da Costa, mora-
dor em Ponte de Uchoa, e tem os sicnaes
segrales : altura regular, pouca barba e
usa de bigote, tem por baixo do peilo es-
querdo marcas de ventosas, eheoOlcial de
pedreiro, e tem andado por Ponte de Uchoa
e tambero suppe-se que fosse para o enge-
nho Salgado, pertenceote ao Sr. Bento Jos'
da Costa : a pessoa que o pegar ser recom-
pensada, levando-o a rua da Aurora n 36.
Fugio no dia 3 do crrante um moleqne ion-
io de nome Andr, que repretenla tr 20 annos,
rtesconfia-ie estar qoi denlro da praga por no ta-
er caminho algum, foi cortprado a JoSo de Medei-
roa Arruda, morador no engenho Coqueiro, de Sao-
to Anulo, levbu camisa de chita cor do rosa, calca
azul de lislras e chapeo de palha ia' usado : ropa-ne
aos espMM de campo ou quem der noticias df lie o
lerarem na rua dos Hanyrioa o. 14, que ser brtn
recompensado Do engenho Dous Irmaos, em Apipu-
cos, fugio no dia 30 de agosto ultimo o es-
cravo Benedicto, baixo e magro, com os
poucos cabellos da barba eos da cabegaja
bem pintados, he Mogamblque.e tem na tes-
la e as fonles as marcas de sua nagao, le-
vou chapeo de couro novo, ceroula e camisa
tambem novas de algodSuzinho trangado,
sendo a camisa toda aborta na frente, que
se fecha por boloes : a pessoa que o appre-
hender, leve-o ao referido engenho, ou 110
Recife a casa de Jo3o Ferreira da Costa na
rua de Santa Therezao. 16 que ser gratifi-
cada.
Desappareceu do bordo do brigue Ca-
maquam, no dia 31 do mez passado, um es-
cravo de nag3o, de nome Joaquim, represen-
ta ter 50 annos, pouco mais ou menos, altu-
ra regular, cor fula, bastante falto de detitcs
na frente, e tem urna ferida no dedo grande
da mSoesquerda ; levou calca e camisa de
algodSo azul e cbapo de palha pintado de
preto : recommenda-se a sua captura, e
quem o levara bordo do dito brigue, ou a
casa de Amorim Irmaos, na rua da Cruz 11.
3, ser gratificado.
Capiia< s de campo, aler-
ta !
Continu'a a estar ausentado desde o dia
24 do mez passado, o escravo Manoel, criou-
lo, com os signaes seguimos: bajo,- bas-
tante cheio Jo.corpo. tem as m3os muito
calejadas por ser padeiro, tem falta de dous
denles na frente do queixo inferior, urna ci-
catriz em cima de urna sobrancelha, e be
quebrado de ambas as verilhas, levou caiga
de easemira azul, camisa de madapolSo e
um chapeo de palha pequano e velho, tem
sido encontrado em F.-a de Portas, aonde
he conhecido por Manoel conduru', e foi es-
cravo do Sr. Domingos da Rosa, por anto-
nomasia Domingos crter a, que tem taber-
na na esquina do becco dos Guararapes,
tambem gosta muito de ir para Olinda, aon-
de ja foi pegado : roga-se, portante, a todas
as autoridades policiaes e capilSea de cam-
po a appiehensSo do dito escravo, e levem-o
ao pateo da Santa Cruz n. 6, padaria, que se
recompensara generosamente.
1009000 do graliGcagSo
a quem pegar o escravo crioulo de nome
l.ourengo, idade 25 airaos, cujo escravo foi
comprado a Diogo Soares Carneiro de Albu-
querque, morador no engenho Ramos, co-
marca de Pao d'Alho, o escravo tem os sig-
naes seguinles: cor preta, rosto comprido,
secco do corpo, com urna cicatriz na testa,
proveniente de urna cacetada, que levou no
Pao d'Alho, tem urna das pernas mais fina
do que a outia, e na mesma perna lem urna
cicatriz proveniente de urna gonima : o a-
baixo assignado roga as autoridades poli-
ciaes,ou capilSes de campo,ou qualquer pes-
soa do povo que o pegar, drija-se a rua Di-
reita n. 3, cujo escravo est fgido desdo o
dia 30 de abril do correte anno.
Jos da Fonseca Silva.
2009000 de gratificagao,
a quem pegar os escravos crioulos, Laureo -
tino e Manoel, por antonomasia barbeiro :
o primeiro de idade 25 annos, alto, nSo mui-
lo fornido, rosto comprido, sem barba, bem
parecido, e muito pachola, levou chapeo do
Chili, e gosta de trajar bem : o Manoel ten?
a mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
rentino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas giossas,
pes bem fetos, traja caiga e jaqueta, e levou
chaieo de palha da Italia ; lem cicatrizes as
costas como sello de suas proezas : levarem
em sua companhia um moleque de nome
Alexandre, que com elles aprenda o ollicio
de pedreiro, cujo olliciosahem perfectamen-
te ditos escravos : a pessoa que appprehen-
der qualquer destes escravos e os enlroiar
na cadeia da cidade do Itecife, ou os condu-
zir ao engenho Boa-Esperanga, na freguezia
do Liraoeiro, recebera a dila gratificagao e
mais despena que bzrr.
No da 5 de julho do corrente anno fu-
gio do engenho Cursahi na comarca de Pao
d'Alho, o escravo Antonio, Cagange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, he casado, e tal-
vez tenba algumas marras de relho as na-
degas por Ja ter sido castigado levemente ;
esse escravo foi di s herdeiros do finado Cae-
lano Congalves da Cunha ; consta que este-
ve em -anlo AntSo, em casa do Sr. J0S0
Francisco, assim como consta que em Pajeu'
Feide-se
Cortes de laa para vesli-
do8.
Vcndem-se corles de 13a do lindos pa-
dres, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
Vinhos do
Porto.
Na roa da Madre de Dos n. 34, loja, ven-
dem-se especiaos vinhos do Corlo, das me-
Ihoi es qualidades, e marcas mais acredita-
das, inclusive a do Chamigo, em bar is de
quintos, oitavos e decimos ; bem como dos
engarrafados das eras de 1813 e 1834 em cai-
xas de urna e duas duzias.
agencia
da fundic&o Low-Moor,
rua da Senzala Nova
11. 4*2.
este estabeleciraento continu'a a haver
um completo sortimento de moendasemeias
moendaspara engenho. machinas de Tpor:ex'le uro e*cy,,fi0"is.me/Jnos^0,^j
e laixas le Ierro batido e coado de todos os "
t'.inanhos para drto.
CAAS DE FERRO
Excellentes camas de ferro para solteros :
vendem-se no esciiptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Itecife, na rua da Guia n. 64, ou
delle der noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade ; e quem o tiver em
seu poder, fique certo de sua punigSo com
lodo o rigor das leis.
CEKN. TYP. DE M. F. DB FARIA 1857


MUTILADO
.


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07824


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Full Text

\NNO XXXIII R. 203.
Por 3 mezes adiantados $000-
Por 3 mczes vencidos 4$500.
SUMADO S DE SETEMBRO DE 18^7
Por auno adiantado^l.sOOO.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAaHKGADOS DA 8UB9CBJPCAO DO NORTE.
Parshiba, O 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joaquim
I Pereira Jnior ; Araeatj, o Sr. A. de Lemos Braga; Ora-
ra', o Sr. J. Joa da Oliriira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
qnaa Rodrigue!; Plauhy o Sr. Joa Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o Sr. Juilioo J. Bamu ; Amaiooaa, o Sr. Jaronjmo da
Cuta.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olintla : 1-..1..J o, di'-, i K-ujrj-su Gumml* I'rfraliih*: nu legtaJafl aeiU-oirsU.
S. AoUo, llutrrriM, llonilo, Cruaru', ,\.ii.ih.> c i-ranhun: na Ima-Mn.
S. Luurftn;,, l'ao il'Allio. Kuartlh, l.imueiro, Brt-jo, IVj.qut-it.i, Ingaicira,
Flores, YiUa-IU'Ua, nna-Vi.ii, Ouricur* < Cu', qMrtM-MllaM.
tobo, Ipojuca.Nrrinhiem, nio FonMMO, tiia, Hairciru, Agua-1'rcta, Pi-
menteira c Natal: 'iiiinu i\ir^~.
Teiius <> correioa parlcm 10 hora? da manha. ,
ADIENGIAS DOS TEIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas a quintal.
Heladio : tarca fairaa a labbadoe.
Fazenda : quartaa a aabbadoa aa 10 horai.
Juio do commarcio : legundaa ai 10 horai a quintal ao maio dia.
Juilo da orphooi : segundas a quintuai 10 huras.
Primaira tara do civel : icgunda e imano maio dia.
Seganda Tira do clvel : oartaa a aabbadoa ao maio dia.
EPHBMERIDES DO HEZ DESF.TEMBRO.
4 La cheia ai 2 horas a 47 minuto* da manhaa.
10 Quarto minguantaai8 horai e3Uminutoida tarde.
18 Las ora ai 3 borai a 13 minutas da manhaa.
26 O.uarlo crcente aa 6 horas a 40 minuto da manhaa.
PREAMAR DB HOJE.
Primaira ai 5 horas a 18 minutos da manhaa.
Saguoda ai 5 horai a 42 minutoa da tarda.
BLAS DA SEMANA.
31 Sfgunda S. Roymundo Nonnato card.
1 Terca S. Kgidio ab. ; Ss. Jusue Gedeo.
3 'luira S. Euphemia v. ni.
S Quinta S. Arisiheo b. tu. ; S. Aigulfo soldado ra.
4 Sexta S. Roza de viterbo v. f.
5 Sbado. S. Herculano in.
6 Domingo 14. N. Senhora da Pena.
ENl .ARREGADOS DA SUBSCRICAO NO BUL
Alagoai, o Sr. Claudino Falco Dial; Babia, o Sr. D. Dupta
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
E.M PERNAMBUCO.
O propriaUrio do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria na io
Inraria, praca da Independencia n. 6 a 8.
PAUTB OFFICIAL
MINISTERIO DA JUSTICA-
Decreto 1955 da 8 de agotto de 1857
Separa o termo de Gurupa do de Porto de Moi, di
provincia da Par e crea nellao lagar de jaix mu-
nicipal, que accumolar.i ai fonccrtei de juiz de
orphAos. m
Mei por bem decretar o seguinle :
Artigo nico, loca separado o termo de Gurupa
do da Porto de Moi, na provincia do Para, e creado
nella o lu ir de juiz miinicip.il, que accumulara ai
foncroes ne juiz dos orphtos ; revogadas aa disposi-
c,e* em coutrario.
Francisco Diogo Periira de Vaicoocelloi, do meu
conselh i, munido a secretario de astado doi nego-
cio! da Justina, auim o techa entendido e faja exe-
cular.
Palacio do Rio de Jnneiro em 8 de agoito de 1857,
li' da independencia e du imperio.Coro a rubrica
de S. M. o Imperador.Francisco Diogo Peraira de
Vasconeellos.
lacao am numero da doza peisoas ; am urna viagem
da 40 a 50 dias, ninguem dir' ser excessiva.
Por eonsequeocia essa aguarla que pareca um
indicio ou signal mui forte para a suipeila, e dasapparece desda qoe se oonliece qual a soa ori-
acni, o lim que hoja lem e corooseacha ella distri-
buida.
Mandamos, porlanto, a todas as autoridades a quem .
o conhecimento e esecucio da referida le pertencar, I
que a cumpram e fajara curaprir, e guardar 13o in-
teiramente como nella sa conlcm.
O secretario de estado dos negocios da puerra a I
fara imprimir, publicar e correr.
Dada no palacio do Rio de Janeiro, aos 5 dias do
Pelo que toca a lenha, he ella um signal que n mez de agosto de 1857, 36. da independencia e do
' imperio.imperador, coro a rubrica e guarda.
Jernimo Francisco Coelho.
Carta da lei pela qaal V. M. Imperial mana exe-
cblar o decreto da assembla geral, que houve por
bem sanecionar. Cuando as forjas de trra para o au-
no financeiro de 18.58 a 1859.
Para V. M. I. ver.Cirios Antonio Pelra de Bar-
ros, a fez. Francisco Oiogo Pereira de Vasconeel-
los.
Sellada na chancellara do imperio, em 10 de agos
regolamei'ilu de II de oulubro de 1850, no arl. 32,
nao reconliece de forma alguroa ; e quando mesmo
traga reparo, va-se que ella fui legalmenle despa-
chada.
Palo que loca finalmenle ao pequeo bailco
segundo as declaracoes dos peritos, he mu peque-
a eoosa o existente a re, eslaudo todo o mais dei-
manchado, servinlo os barrotes deixados para en-
alar as pipas, como se v dos depoimenlos por cer-
tiditoa II., alem das declaracoes citadas.
Se pelo que lem-se deduzido dos autos, o em- lude 1857.Josiuo do Naseimento Silva.Regis-
Deereto n. 905 de 8 de agotto de 1857.
Approva o decreto de 27 de novambro de 1854, de-
clarando que na aposentadoriaconcedida ao desem-
bargado* da eitinela can da supplicacau Pedro
Madaira de Abreu Brandan se deve eoroprehander
o veocimenlo que linha como juiz conservador
doi privilegiados do eommercio, a contar da data
da misma aposentadoria.
Mei por bem sanecionar a mandar que se ejecu-
te a resoluto aaguule da assembla geral legis-
lativa :
Art. 1' Fica appro.vado o decreto de 27 de novem
bro de I85i, declarando qae na aposentadoria con-
cedida ao deiembargador da eilincla easa de suppli-
carAo, Pedro Madera de Abreu BrandSo, ae deve
oomprehender o vancimento que tioha eomo juiz
conservador dos privilegiados do commarcio, a con-
tar da dala da muroa aposentadoria.
Arl. 2' Revogam-se as dispusieses em con-
trario.
Francisco Diogo Pereira da Vasconeellos, do mea
conselho, ministro aocretarlo de estado dus nego-
gios da Justina, assim o leulia enlendido e farja eie-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro em S de agosto de 1857,
36 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Francisco
Diogo Paraira de Vasconeellos.
Decreto n. 1956 12 de agoito de 1857.
Manda applicar praja do eommercio da provincia
do Para ns decretos ns. 952 de 2 de abril de 1852,
1001 e 1002 de 26 de junho do dito anuo, a es-
pello de corretores.agentei de leiles, e interpre-
tas.
Ilai por bem, sobre cousulla do tribunal do com-
marcio da provincia do Maranha, decretar que se-
jam applicsdos praea da eommercio da provincia do
Par os decretos ns. 952 de 2 de abril de 1852,
1001, e 1O02 da 26 de junho do dito anuo, a re.pei-
lo da correctores, agentes de leiloes e interpretas.
francisco Diogo Pereira de Vasconeellos do meu
conselho, ministro esecretario de estado dos negocios
da jusfica, assim o lenha cuten lulo a (a;a execu-
lar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 12 da agosto de
1857, trigesimo-sexio da independencia edoimpe-
r.o.Com a rubrica de S. M. o Imperador. Fian-
cisco Diogo Pereira de Vasconeellos.
r
Senlinr.A iecc,ao do justija do conselho de es-
lado, lando examinado o processo de apresnmenlo
do patacho a Desengao, por sospeilo de te desti-
nar ao tranco de Africanos, allendendo a circuns-
tancia de ler o patacho conduzido colonos para o
Rio da Jeneiro, enlende que deve ser confirmad!
-eiilnii,,! de primeira instancia, que o julguu un
presa, por seu* fundamentos, visto que esta circums-
taocia ou explica latiifacloriamenle a improceden-
cia de alguns indicios, ou os deixa incipazei de au -
lorisar por si a a condemna(,1o.
A sectao, pdrm, enlende dever chamar a alien-
i;3o sobre a pratica do consolado de nao exigir Man-
a para n vazilhame avallado dos navios estrangei-
ros, que atiesta o dapoimento da segn la leslemti-
nha a II. 107 uas palavras : a Dssa mais qua os m-
vios eslrangeiros nSo eslSu obrigados a prestar Ti in-
ca no consolado sobre o destino do vazilhame, e isso
su se da' com oa navios nacionaea.o
Esla etrepcan, qae alias talvez tenha muilo va-
liosa ju-iilieaclo, pode entretanto dar lugar a inul-
tos abusos.
Feita porctn eila observarlo para o futuro, nSo
pode a teefio admillir esla raio como procedenle
para explicar a continuaran a bordo do vazilhame
que servir para os colonos, e tanto mais quanlo a
axceprao do umnero de 25, loda as mais pipas ser-
virn) para lastro, e foram cheiaide agoa salgada.
Assim, pois, he parecer da seccao a coiiliiinac,ln da
ieiiinca do leor seguinle :
Examinado esle proeeaso, ve-se a fl, 2 qoe o
ehefe de policia da curie, em virtude da denuncia
qua Ihe fui.da la, mandn o delegado do I* di.Indo
a bordo du patacho porluguez denominado Desen-
gao proceder com periljs a um mtoacioso exa-
me ; visto haver fundadas suspeilas de qn esie na-
vio se deslioava ao Irafico da Africanos. EQectuado
asse exame, ollicioume ello em 25 do mez pret-
rito, declarando me haver vehementes indicios so-
bre esse patacho de ler aquella deslino, e por isio
me reinen ni no s o dito aulo de exame, eoruo
tambem me anviava o consignatario do referido pa-
tacho Antonio Pereira da Costa Caldas, com os in-
terrogatorios qoe Ihe foram feto, e com os docu-
mentos perteucentes a elle, afim de qae eu tomasst
ronhecimenio deile negocio, vislo ser de minha
competencia.
que os peritos declaran) que o patacho leva como
carga 61) pipas de agua, lendo 25 de agoa doce,
8,000 achas d lenha, que jolgam excessiva para a
tripotaco de 12 pessoas ; qua leva lambis algu-
ma pedra como laslro, que lem a burdo um peque-
o bailen armado a re, informando o eapilAo que
servia para acommmiaran de colonos, a que lam
barrotes corridos da popa a proa, resto da bailen e
algumas tahuas solas, servindo os barrotes para en-
latar as pipas, e havendo um vacuo sufucienle para
maie carga oa psssagelros entre as pipas e o conva,
saodo estes os nicos indicios que enronlram dos
qoe assignam o destino do navio para o tranco de
Africanos. A respeilo porm dos mais signaes, de-
claran qoe o fou.lo he peqoeno para a inpolar.lo
que lem, e qua nao ha caldairai, algemas, machos,
ele.; e nein msiilimentos em grande quantidade.
ti Examinando igualmente o aulo de exame feilo
pelo mtu juiza. e constante a fl. 90, observa-ie que
ah os peritos declarara que alin dos sigoaes men-
cionados no exame procedido pelo delegado, ne-
nMuin oulro notaran dos que menciona o art. 32
do regulamento, sendo que as escolilhss sflo abar-
las a com grades, a que nern lugar proprio lem
para receber xadrez ; e finalmente que examinan-
do o lugar do leme nao acharara envidada algoma,
antes palo contrario era masillo e chapeada de fer-
ro, a bem assim que a cmara, beliches e despensa
eram forradas, nu apresanlando indicio algom de
serem volanlet as laboaa do forro, ou de exlstirem
falsas, estando antes bem pregadas ; pelo que con-
cluirn que nenhum lugar ahi havia que piidesse
lervir de escondrijo de qaaesqaer papis ou oulros
objeclos eoielhaiites.
Da exprsicao feila do oftirio do chefe de poli-
cia da corle e dos doos exames feilns a bordo do
patacho, so a aguada, i lenha e a existencia de um
pequeo bailen he qae neu logar a qu* se sospoi-
tasse que case navio se deuinava ao trafica de Afri-
canos,
Em verdade, aprsenla os enes signaes sem re-
ferencia ao emprego e deslito anlorior do navio,
-eu lim actualmente e sem a coinhim;fln e inter-
prelac.i i genuiiM lo arl. IJ e .e-umles do regula-
mento, oulra nao pude ser a so-te desie a de outros
navios que vierem ans nosws pirtos com colonos.
Mas, analysados altentamenM esses signara que
serviram de base para este proceau, ve-as qoe el les
nao podem fazoavelrr.enle indu7ir suspeilas esse navio nao tenha um lim licito-, pnrquanlo, p'lo
que loca as i'iO pipas de agaa.|ssndo25 de aguadoce,
he om aignal que no ca-o verlenh nao pode ser
sustentado, por isso que, sendo enaltecido pelo pro-
cesso em vista dos despachos. Indos nn ordem e le-
gaes, de que o navio vrin da llha lo Fayal com co-
lonos que aqu desembarcoo ; e qot segua agora
am laslro para Norfolk, nos Esladest,'n1o, como
allestsm os BtMtmoa despachos, as inlrocc.oss a fl.
dadas ao subreearga com a Carla de orlens a fl., c o
domnenlo a fl. fnrneci.lo por mi.a issa de eom-
mercio desla Draga, corroborando e*a mesma car-
la de ordena, com a fim da eomprar im carrega-
menln de milho pita Lisboa com e sem duvida que es-es caneas que servirn para for-
necer de agua a duzenla e tanlts pessrai deviam
de anda exiti. porcm hoje na> coma mes i a ap-
plica;ao anterior, pois que su 25 pipa, i,e qul lem
agoa doce, e as mais agoa salgada, srvindo da las-
lro ao navio conjuntamente com a peda, sendo pois
essas25 pipas de aguadoce paraos g7osda liipo-
prego desse navio era trazer colono! a bordo, como
se a.cha demonslrado pelos qoe desemliarcou, mui
naturalmente deve'le apreaanlar essea signaes, por-
que ellis se lornam absolutamente aeeessarios para
essa empreza. e
Sendo assim, nao se provando qoe cites fos-
sem adrede p.eparados com a intenso clara e ma-
uifesla de dar um deslino criminoso ao navio, he
clarissimo qua esse indicio he nleirameute appa-
renla, e que a denuncia que moveu um tao ippara-
loso processo he lilha unicamanle do eipirilo de fa-
zer mal, a qoal, se por qualqoar forma, e por qoal-
quer indicio ou signal insignificante for admitlida,
fara' cessar complelameule a inimducc.in de colonos
no imperio ; por isso que he sabido qoe nao ha um
s navio que lenha esse emprego qoe nao necessile
de baleos e aguada.
Que o lim dasse navio nao era deslinar-se ao
Itlico de Africanos fcilmente se deprdenle dos
exame* feitos, pqrqu'! Melle os peritos s nolaram
os signaes que se lem apoulado, declarando a au-
sencia absoluta de todus os outros mencionadoa nos
arls. 32 e 33 do dilo regulamento. Cerlamarite
lendo a lei eslabalecido um concurso de signaes in-
dtspenaaveis, para que se recouhec,a que tal oo lal
navio deslina-se ao Irafico da Africanos e que s
com a existencia dellts possa ser condemna lo ; oo
caso prsenle ve-se que essa concurso nao axisl, e
Man mesmo da'-se a existencia das sigoaes os mais
essenciaes, e por consequencia he inqoeslionavel
qua o referido patacho veio do Fatal com colonos,
o que agora nao linha oulro desuno senao seguir
para Norfolk ou Bsltimore, como cerliliam os des-
pacios para esle porto, caria de ordem, e certifica-
do de negociante- desla pra;a.
v S pela parte dos exames a qae se procedan, os
signaes encontrados sao destituidos da fundamento,
atiento o carregameolo com qoe entrou o navio, me-
nos sao ainda os depoimenlos das quatro lesleinunhis
inqueridas, pois que nem sabem dasses signaes, e
nem qual o destino qua preleudia ter o navio ; e a-
penas a terceira (eslemunha, Josc Dias da Crui li-
ma, que doclarou ter suspeilas mui vagamente, po-
rem semsciencia alguma e nem conhecimenlo pro-
pno.
Porlanto, n3o resultando das diligencias e ave-
riguafas feilas de que esle patacho se deatinaesa ao
trafico illicilo de Africanos ; porque n3o ha urna so
circumslancia que fara induzir a presump;ao legal
desse lim criminoso, julgo m pre o sobradilo pa-
tacho ; mando que elle seja declralo livre e desem-
barazado para seguir a sua viagain, e que liquem no
pleno e livre gozo dos inesmosseus donos ou inlerc*-
sadot, ou quem de dircilo for, e dssla decis.lo para o
conselho de esiado.
O esenvao, em cumprimenln do arl. 21 do refe-
rido regulaineulo, faca reme.-1 deste prjeesso den-
lio do prazo marcado a secretaria de esla lo dos ne-
gocios da juslica, deitando Ira I i 11 no cartorio.
Sendo-me imposto pela lei o dever de me justi-
ficar por ler espadado o prazo de 8 di, que me he
marcado pelo arl. 9 do dilo regulamento, para con-
cluir este processo, nao precisava de oulra materia
mais para aquelle lim du que ollerecer em defeza os
paapnos Iramiles do mesAio ; poicm am respeilo a
inesma lei, e para mais claramente paleiUear o meu
justo procedimenlo, declaro, em primeiro lugar, que
laudo de ordinario aetes processos traslados, qusudo
tambem ha o processo crirae acerca das pessoas da
tripularlo, uo he suflicieule aquelle esparo de lem
po, oem mesmo para um processo, quauto mais para
dous ; em segundo lugar, que o esenvan, que comi-
go icrve, he emprega lo no Iribanal do commarcio, e
lem a seu cargo protestos de letras, qoe nao requi-
rein demora, e assim Irabalha em o meu juizo quan -
do poda furlar algumas horas daquelle seu expedien-
te ; e se nao fosse ser elle iotelligente e activo, ain-
da mais demoradas seriam as diligencias; em tercei-
ro lugar, que a falla de pessoa que se pudessa pres-
tar, para ser depositario do dxvio, e a demora em
preparar-se o inveDt to sem a presenta desse deposilario, he um dos in-
convenientes ; e em quarto logar finalmente, que a
demora das resposlas dos cilicios qoe dirijo a varias
repartieres publicas para coadjuvaram me n>s dili-
gencias que lenho de fazer, ha tambem um dos in-
conveniente. Sao pois essas as causas que me em-
baracam a nao dar promplo andamento a esle pro-
cesso e com as quaes parece-me ter justificado essa
demora. Rio, 16 de maio de 1857.Jos B ipii-la
Lisboa.
Sila das conferencias da secjao de juatsa do
cons-lli j de estado, em o 1- de agosto de 1857.Eu-
lebio de Queiroz Coulinho M*ltoso Cunara.Vis-
conde do Uruguay.Visconde de Jequilindonha.
Como parece.Paco, 19 de agosto de 1857 Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Diogo
Pereira da Vasconeellos.
C informe no impedimento do oflicial-maior,
Antonio Alves de Miranda VarrjSo.
Irada.
Publicada na secretaria de estado dos negocios da
guerra, em 12 de agosto de 1857.O oflicial-maior
interino, Bernardo Joaquim de Matoi.
Regislrada nesta secretaria de estado, em 13
de agosto de 1857. Jos Venancio Caolalice.
MINISTERIO DA GUERRA.
Circular. Rio de Jaoero.Mioi-leriu dos'nego-
cios da guerra, em II de agosto da 1857.
Illm. e Exm. Sr.Dispondo o decreto o. 191 i de
28 de marco oltimo, que as roercadorias e quaesqaer
ubjeclos periencenles ao estado paguem os respecti-
vos direitos ile consumo, qnando njn furem directa-
mente importados por eonta e ordem do mesmo es-
lado, e que os perlencentes as administrarles pro-
vinciaes, anda que importados por sua conl.i, sejam
sujetos ao pagamento de laes direitos, salvo haven-
do couces-ao do poder legislativo, oo do guvaraa im-
perial ; e solicitan lo o Sr. minislru da f.izenda, em
aviso J 5 do coirente, a expedirn das necessarias
ordem, para que as repartir" es sojeitas a esla minis-
terio na faram contrato algum e-tipulando iiencao
de direilos sem precedencia de aut iri-arl i do poder
compelenle, assim o communico a V. Etc. para sus
intelligancia e eiceucan na parte que IMe loca.
Deo guarde a V. ExcJeion mu Francisco Co-
Iho.Sr. presidente da provincia de....
Fixa
Ij n. 903 de 5 de agosto de 1857.
as fortes de Ierra pata o anuo financeiro de
1858 a 1859.
D. Pedro II, por grasa da Dos a unnime accla-
macAo dos povos, imperador conslitocional e defen-
sor perpetuo do Brasil, fazemos saber a todos os nos-
sos subditos qoe a assembla geral decretou, e nos
queremos a Iti seguiute :
Arl. 1. As for fas de Ierra para o anno financeiro
da 1858 a 1859conslarao :
S 1. Dos ofli.-iaes dos corpos movis e de gnar-
nicAo da impartirn eclesistica, e dos corpos desau-
de, de estado maior de 1.a a 2.a dasse, de engenhei-
ro, e da eslalo-maior general.
S 2. De 16.000 praras de pret de linha em cir-
comstancias ordinarias, a de 26,IKJO em circomstan-
cias extraordinarias.
^ 3. De 1,0)0 i raras da pret em companhias de
peifeslrer.
i. O quadro dos corpos arregimenlados he inal-
leravel em qoalquer das eircumslancins a alleracjn
que as forras Pitadas M >uverem de -nllrer em relai'.Vi
essas circumsfancias lera' lugar por augmento cu
diminuirao das piaras de pret das companhias dos
mesmos corpos.
Art. 2. As forjas fizadas no artigo antecedente
ser3o completadas por engajamenlo voluntario ; e
na insufliciencia deste meio, pelo recrutamento, nos
termos das dip isires vigentes.
Os Individuos que a*sen(arem praoa voluntaria-
mente servirn por 6 ancos, e os que forein recruta-
dos por 9 a unos.
Os volonlaiios, li'-mdi gralili.-ar.1o diaria igual
ao suido inleiro, ou su meio sold de primeira praga,
emquanlo furem praras de pret, conforme liverem
ou n.lo serv lo no exercito o lempo marcado na lei,
perceberao, cerno premio de engajamenlo, urna gra-
lificarao que nao exre.1a>a imi-. e quando conflui-
r m seu lempo de servido, e forem eieosos, terao
nina dala de Ierra de ,500 bracas quadradas.
A qoanlia que o recruladlo du -ervijo exune con-
tinua a ser de 600f,
O contingente me-.ario para completar as ditas
forcas, sera distribuido em circumslancias ordinarias
pelo municipio da corle e pelas provincias.
Arl 3. O governo Oca aulorisado para deilacar al
.OOO prtsda guarda nacional em circumslancias
eilr.iordili.iri-.
Arl. 1. Ficam revogadas quaesquer disposires am
contrario.
BISPAOO DE PERNAMBUCO.
D. Joo da l'uniiraran Marques Perdiga, conego
regranle de Santo Agoslinho, por grafa de Oeos
e da Santa S apostlica hispo de Pernambuco,
do conselho da S. M. i. e C, ele.
A todos os nossos diocesanos saude, paz, e bem-
rao.
0 naseimento de Maria Sanlissima, existente na
'nenio do Allissimo desde o principio, e anles dos
seculos, o qual lencionamos celebrar no dia 8 do
correte, he o mais exeellenle incentivo para nos
recordarmos da prodigiosa benignidads com que o
Supremo Creador se diguoo felicitar o genero hu-
mano, delido as Irevas da ignorancia, a suave-
mente con.t.ani;i.io a recorrer no porvir a um patro-
cinio tal, que IMe assegurasse aquella Divina propi-
ciarlo, que faz descer a mais reconhecida clemen-
cia sobre os homens sentenciados a sopporlar os ef-
feiloa da celestial indignado, merecida pala queda
de nossos primeiros pais.
O nascimenio de Mara, que dvia esmagar a ca-
bera da infeoi.il serp "lile, pruduzindo de leu pu-
rissuno ventre o filho de Dos feilo homem, foi sem
duvida o preservativo mais saudavel, que o omn-
modo poder, e a increada sabeboria eoviaram ao
inundo contra a prevaricaran da culpa original, e
su a. ja 1.1 es couseq nencias.
O' naseimento incomparavel, jocundo a Santissi-
ma Irin lade, a.lmiravel a lo i acorte celestial, e
urgeulissuno aos llucluantes no procelloso mar das
allliccoss e IrabalMos, propriosa toda a con.lir.iu hu-
mana O' inaudiln iiasciinaulo, cojo brilhanlismo
nao se pode explicar, e cuja lucido/, he incompre-
heusivel 11' momento aprazivel, no qoal Maria
Mai de Dos a dos homens nasceu como a insis pu-
ra aurora, que indica o n isciinento do sol, assim
prefigurada, pois que havia de dar i luz de lodo uni-
verso o sul do juslija, Jess CMrislo nosso Redemp-
lor, eu la saudo, eu le venero coro o mais profundo
e airecluo-o acatarnento.
Esle he aquelle momento em que o l'ai cierno
leve toda a complacencia em crear urna lilha, cujas
virtudes fossem exerci laseui grao du sublime p?rfei-
(3o, superior ,uellas, que juntamente ieplande-
ceram em lodos os santos mais favorecidos pela
Graga.
l'rihulemos pia allenr.'i > a nossa lerna Mai, depo-
sitando nossa eterna sorte em suas sanlissimas nios.
Acreditemos prestados par seu intermedio os bene-
ficios receidos, reconlieceujo-a distribuidora dos
inexbauriveis Ihesourcs dai grabas, que implora-
mi.
l.oinprehen lano, quanlo nos seja possivel, qaaes
ao os mritos da Mai de Deo, que jamis deixou
de merecer em todos os instantes de sua prolongada
existencia., isenla de todos os obstculos, que podiara
eulnipecer o seu espirito, aempre predisposlo a pra-
ticar o bem, exclusa qualquer inauclia, qua podesse
olluscar a mais pura iiilenrn.
Dediquemos a' II uuli i da Gloria o dia rioso uasciraenlo por meio de venerarles e obse-
quios qua Ihe.sejaui gratos. Sulicilcmos seu patroci-
nio para blennos completo IriumpMo, e prospera
victoria contra seus, e nossos icimigos principal-
mente na hora da morte.
Nao ominamos pratica das virtudes, sem as
quaes nao IMe podem ser gratos os nossos servirlos.
Recordmonos do jubilo a prazer com qua a santa
Igreja solemnisa o naseimento da sua protectora,
a ouamos nossas s suas vozes, e expreisis, pira
que sintamos os salutferos effeitos daquella protec-
rao com qoe ella agracia os seus protegidos.
Virgem Sanlissima, dignai-vos aeeilar os cultos
que vos tributamos, celebrando vossa admiravel
naiiyida le. Acolhendo-nos deb?iio da vossa benefi-
cencia a a' sombra do vusso po ter, confiamos alean -
car o bom xito de nossas pretenees, respectivas
salvacao das almas, a favor das quaes fuslcs desig-
nada insigne cooperedora dos allissimos designios
la Providencia para com os lilhos dos homens, de
quem devieis ler corre templora, mai e advogada.
Furmusa como a celeslial Jerosalem, e sopenor
a lodos os coros dos aiijus, b'iif liciai os degredados
lilhos de Eva, consolai os BlfliclO, e sanlilicai as al-
mas, que implorare vosso eflicaz palrocinio, e as
conslilu diguas de gozarem elemnenle vossa pre-
senta.
Palacio da Sol la le 2 de selembro de 1857.
Joao, bispo de Pernambuco.
COMMAINOO DAS ARMAS.
(Jnartcl gaaeral do eomnaando du araaa de
Pernambuco na eldade do Recle, a 3 46
aetembrodat8&7.
ORDEM DO DIA N. 16.
O brigadeiro cuinmaiidante das armas interi-
no faz publico, para cunhecimenlo da guarni-
rlo, qUe ll0 da 19 de agislo prximo findo furam
inspeccionados pela juula mil lar de sau-le, a consi-
derades iocapaxee de lodo o serviro, a praras dos
corpos do exercilo estacionados nesta provincia, cons
lanles da relarao n. 1, incapazes do servico emquan-
lo nio furem operadas as da re ic.lo n. 2, e no caso
de serem recolhidas au hospila para eutrarem em
li aumento, as ds relarao n. 3. Foi julgado capaz de
1 'do o serviro o soldado do 1 l> iialM.i > de arlilliaria
a p Alaxandre Pereira do Amor Divino, que soffreu
de escrfulas.
Itelario II. 1.
1 MiUlh.lo de arlilharia a p.
I largenlo Jos Amonio de S iuza.7" companhia.
Cilio de equadra Joaquim Jos da Rocha Pedregu-
Iho.1 > dita.
A u.per,,i, jll9 Thomaz Adelo.6" dila.
Soldado Anlouio Joaquim de Moraes.|a dila.
te Francisco Xavier Victoriano.3 dila.
8- balalhao de infanlaria.
Soldado Antonio Ferreira de Bolo.2." dita.
a Manoel de Brilo.2 dila.
a Joaquim Francisco da Silva. 7a dita.
9- balalhao de infanlaria.
Aligerada Miguel Joaquim dos Anjos.5 dila.
Soldado Benediclo Jos da Silva.i' dita.
Manoel Thomaz da Silva.1" dita.
Jos Manoel da Conreicao.6'' dita,
o Sabino Bispo.7 dila.
10. balalhao de infanlaria.
Msico Romao Pulcher.-o dos Sanios.- I" dila.
2- sargento Francisco Machado Moreira.i dila.
Soldado Exeqoiel de Aquino.I* dita.
a Crescendo Antonio dos Santos.1 dila.
Manoel Faustino Rdieiro.> dila.
Jo.1o Ignacio de Lima.2" Jila.
Mo\ -.- ArJo.8n dila.
Gcraldu Antonio Ferreira. dila.
Jos dos l'ra/.rres do Espirito Santo.5"
dila.
i. 'inpii.liia de arlifices.
Soldado Ap Imano Jos Braga.
a Francisco Alves Monleiro de Sa.
Mancebo Juveucio de Brilo.
a llippolylo JosMoriira.
Tambor Ambrotio do Rosario.
Hetarao n. 2.
4' balalhao de arlilharia a p.
Cnrooheiro Malheus Gregorio da Assumpr;ao.ll\-
drocele.4 companhia.
10. balalhao de infanlaria.
Soldfido Antonio .1. ao da Silva.Catarata no olho
esquerdo.6 dila.
Companhia de arlifiee.
Soldado Jo.1o Alberto doi Passos.llydroctle. .
Estavo Jos Ferreira.Dila.
Itelarao n. 3.
4' balalhao de arlilharia a pe.
Soldado Joao Jos de Malos.l'reomorihagiJ. |a
companhia.
8' balalhao de infanlaria.
Soldado Francisco Ferreira do Prado.Sarnas.1'
companhia.
o Aniouin Jos Theodoro.Rheumatiimo ar-
licalar.8' companhia.
Companhia de artfice.
Cabo de esquadra Francisco Bargas das Chacas.
EngnrgilaraeDlo dos ganglios limphalicos da viri-
tha do lado direilo.
lleve continuar em tralamento no hospital:
8- balalhao de infanlaria.
Soldado Wenceilo l.ins Paula. Lomhago.5>
companhia.
Os comprehendidos na relar.in n. I sejam conside-
rados invlidos al qae o governo resolva sobra os
seus destinos. As da rehira > n. 2 ficam dispensados
do serviro, al que sejam operadas, e as da relarao
n. 3 recolhidas ao hospila para entraren! em conve-
niente tralamento.
A-.ijoa.il..Joao Josi- daCatta Pimentel.
Conforme.Demetrio de Gutmdo Coelho, alfere
ajudanle de ordens encarregado do delalhe.
Quartcl do commando interino do "> ba-
talliao de infantatia da guarda nacio-
nal do municipio do Recite 2 de setem-
bro de 1857.
ORDEM DO DIA X.
Havendo o balalhao do man interino commando,
segundo as ordens superiores, aquarlelado do 1-ao
ultimo do prximo passado agoslo, para fazer a guar-
niran da prara. em eujo penoso servico se portou
con a maior resignaran e disciplina de um corpo de
tropa bem morigerado, como por sem duvida he sta
balalhao, eorre-me o grato dever de manifestar mi-
nha ufania pela di-lineta honra, que me coutie em
en ii.in in 1,ir lao conspicuos ridadaos, agradecendo
rordialmei.li' a lodos os Srs. oflinaes e ofliciaes infe-
riores dasle e do (> balalhao, eujo contingente tam-
bem parlilhou das mesmas fadigas, o qoanlo me
coadjovaram no deseropenho de lao ardua larefa,
caben lo a todus os Srs. eapitaes e commanlanles de
companhias a maior parle do louvor de que ha digno
(al balalhao, pelo zalu e esmero que coslumam em-
pregar no desempenho de seus deveres, bem co-
mo os Srs. lente-ajudanle e secretario interino
do balalhao que lo bem desempenharam seus car-
gos. Finalmente, a todas as pravas em geral patn-
telo os mees agralecimentos, esperando qae sempre
e em todas as occasies iguaes a supra mencionada,
esle balalhao a qua lano me honro em perlencer,
sempre assim se porle. afim de nao descer daquelle
grao de importancia em que ae ha enllocado.Ma-
noel Claudino de OHveira e Cruz, major comman-
dante interino.
iXTiRiaa.
I.e-ss no Times u de 21 de jolln :
De qua servio esse eslenl -aerifico da vidas hu-
manas na Italia '.' Para que se offereceram uuvos ho-
locaustos sobre o aliar de-.a liberdade que conspira,
dessa liberdade que desdenha de recorrer aos meios
ordinarios com que se oblem, se conserva ou se per-
de o poder '.' O ataque de urna furi;i- icio exterior
de Genova a o ab.......ave a.-.is-inalo de Um pobre
sargento adormecido no seu poslo, sao fados que
hoje parteucein a' historia, e a urna historia bem la-
mentavel. Jusliga lera' faila, sem duvida alguma,
no meio de applauos universaes, de lodos aquelles
que tomar un parle nelas atrocidades, islo he, da
todosaquelles qut caMiram as maos da policia, por
que os vsrdrleirns autoras da conspirarlo lomaram,
segundo o eu cosluine, prudentes prerau;e< para
a sua seguranra. As nolicias que reerbemus no fim
da semana uu deram a saber a sorle desses impru-
denlas que, depois de lerem partido de Geuova a
burdo do vapor a Caglian n se apoderaran) em se-
guida do navio, e se dirigirn) costa da Calabria.
Parece que esla parlo da Cosa occidental da Italia
exerce um t exlranda allracrao e que inllo.e sobre
imtgnac,ao dus conspiradores desesperados, do
mesmo moda que as bnrbulelas s senlem altrahida
para a luz que ai vai qucimir. Os conspiradores
de Genova h>r lar,un ao golpho de Polica-lro. Im
pouco mai para o su', unta curva na costa furma a
biln.i de Euphemia ; acola se ach a aldeia de Piz-
co, onde Joaquim Mural de-einharcou din alguns
companheiros pouco lempo depon da que la de a-
P dedo, e onde perdeu a vida. Parrce que os ho-
mens que saliiram de Genova com o C'gliari des-
emliarcaram n'um sitio chamado Sspri, de luuesla
memoria. Acola vive um paire que, sagun lo se
diz, maln um deputadu em 1818, a que, depois
de Ihe haver corlado a caber;, truux a aples e<-
te sanguinolento (roplio. lie acula, dizemus mis,
que os avenlureiros desembarcaran) n'um dumiugo
pela inanli.'ia, sen lo mui mal recebidos.
" O seu numero moulava a ims illl a 500, e estes
rebeldes lizeram com que se Ih'sreunisstm uns 400
dos presos desterrados e dos suldndos que eslo de
-tormelo na iiha de Punza, em frente de Terraci-
in. D'alii av anr iram para o interior ou pelo menos
a alguma distancia da costa, e viram-se obrigados a
eombaler no caminho desda o domingo al a quaria-
feira. Weste ultimo da parece que deram urna" ver-
dadera balalha, em que houve malta sangu i derra-
ma lo. O resullado foi que os re-lns dos avenlurei-
ros que haviain desembarcado em Sapri foram dis-
persos pelss inuiilaiihas ; e se hem comiirelieudemos
os fados qoe nos referem, aigous poderam refugiar-
se a bordo do vapor. De reslo, he de poora impor-
lancia, porque o a Cagliari foi apresado em fren-
te de Sapri pelos cruzadores napolitanos, leudo si-
do feisaprisioueiros tudos os que se acliavam a "ur-
do, l)iz-se que o numero ilesles era de 61, doi
quaes 39 homens perteucentes a' tripolacao, e 31
conspiradores.
As-im findou este movimenlo porque nao se Ihe
pode dar o uome de insurreirlo pelo manos no
que diz respeilo ao publico ; porque urna concluao
larrivtl espera os daegraradoi que cahiram em po-
der do rei de aples, o qual desla vez pelo menos
poJera' justificar as medidas de rigor que houve de
lomar. As ultimas medidas referem que em Salerno
se acham presus 150 dos insurgentes que desembar-
caran) em Sapri sob o commando do infeliz Pisaca-
ne. o qual obrava contra vonta le. Vio ser todos
julgados pelo grande tribunal criminal laquclla el-
dade, a desde ja podem-se considerar como con-
dem nados,
Canlam-se Te Deiim em aples pela victo-
ria de Padula, e o gralu uiouarclia agradece aos Ca-
labrezes a dedicaran que |mosliain pelj seu thro-
iio e pessoa.
laes ..'o, o, resultados naliiraes desles allenladaS
Os mazzinislas jogaram com as cartas do rei fnnl
urna siugular furluna ; sol.Iaram as algemas ,|0,
seus desgranados compslriolas que gemein as mas-
inorras. Dfsembarcaram n un, paz em que a .N f
presenta na i era nein esperada nem desejada. Nao
exislia correspondencia alguma com as pessoas in-
fluentes do paiz ; nao havia plano algum nem com-
bmirao. Os avenlureiros imag navam que a explo-
sao nao esperava senao urna faisca. Esqueceraro
que ama pupohrio vivendo sob um rgimen como
u qoe exist.- em aples acolite as noticias de urna
inlurreica com incredulidad,' e sorpreza, qoe du-
rante nlgiim tempu as nolicias sao c msideradas co-
mo oro laro armado pela policia, que a insumirlo
o3u linha nome algum quo pndesse inspirar cnufian-
c;s ou respeilo, e qae em lodos os casos deviam cor-
rer algumas horas de duvida a Mesilac.ao que basta-
riam para fazer frustar a expe licav.
Os Napolitanos nao devem ser censurados. Es-
perara elles a sua emancipacao por oulros meios e
d'oulras iii.i- ; e como genle ra/navel limilam-se a
esperar a vecasiao. Fm todo o reino das Onas Si-
cilial ninguem deseja a liberdade da maueira que
Mazzini a enlende. Os Napolitanos sabem perfaila-
mente que alguns das de selvegros snlurnaes, or-
nadas com o iioms de liberdade, seriam caramente
expiadas sob o calcanhar de um dictador militar ou
pela restauradlo de oro mouolono despotismo a que
elles tem estado sujeilos lia demasiado lempo. Urna
justa apphcarau das leis o ama influencia modera-
da nos negocios pblicos nao sao exigencias extra-
ordinarias para um poto civilisado no meiado do
scalo dezeuove, e eslas exigencias os Napolitanos
poderao um da apresenta-las com etilo ; mas o
plianalismn dos refugiados 00 o plirenesi dos aven-
lureiros em nada lito de rrnlribuir para se conse-
guir o fim dcsejad'j. Csrece-sc de paciencia. Me
misler esperar para nao dever a emanciparan sean
a si mesm". Nu diremos que esta cmanciparao se
oblenha amanhaa, mas se esle povo se conservar
fiel a si mesmo, ella seguranienla ha de vir. Al
la, invoque o povn em seo atiliu a resignarlo, nao
a que reulia da apalhia oo do despreza, porm a
do humero forte que espera, a
Acerca dos successos da India escreve o a Jornal
dos Deshales o o seguinle artigo :
O permenores que successivamenle recebemos
relalivamenie a silur;ao da India nos permillem ap-
preciar a gravidade da crise e os grandes e-Ion os
qae serao necessarios afim de iba fazer face.
o Sabe-se que o imperio hrilaunico da India se
compoe de tres grandes divisiies formadas pelas pre-
sidencias de Calcula, de Madrasta de Bombaim. Das
ullimat nolicias resullam dous fados importantes : o
primeiro, he que a provincia da Brngala, que faz
parle da presidencia de Calcla, insurgio-se tola ; o
segunda, he que n cidsde de Delhi, situada na ines-
ma presiJencia, continua ainda em poder dos revol-
tosos.
a Verdade ha qua o mal podia ler silo maior;
porqoe liohj-se auuonciado quo ai tropas iuglezai
iam assaltar Delhi, euja tentativa Ihas podia talvez
ralbar.
u Cunsolam-sa e felicilam-se em Londres dizendo
com lord Edenborough que o assallo nao poda ra-
lbar, vislo que irin se eflecluara. Os Inglezes frlici-
lam-se igualmente por saberero que as doas presiden-
cias de Madrasta e de Bimbairo, nao lomaram por
emquanlo parle alguma no movimeiito.
ii ij lauto ao carcter, a origein e ao alcance da
msurreirao, seria diflicil responder an quesito esta-
belecido por M. Disraeli no seo ultimo discurso, isto
ha, saberse esta iosurreic,ao he nacional, ou se he,
puramente militar.
ii A alrncidade dos excessos rommeltidos pelos ci-
payos revoltosos ja nio percude duvidar-se que o|
odio da dominaran ingleza, que he um senlimenlo :
nacional, nao desempenhe um grande papel, sent
0 principal papel, nesla m-uireir'io militar.
n A's -cena- horriveis de que ja temos conheci-
mento, podemos acrescentar as que nos s3o de*crip-
las n'uma caria dirigida por um padre calholico da
ludia ao o Morning-Cliiooicle .
n Os icsurgenles, diz oaulordesla caria, incendi-
aram um grande numero de casas, marchando em se-
guida sobre Deldi, on le commslteram as mais revol-
laules alrncidades. Todos os Eoropeus que Mies ca-
hun as rotos foram sam demora massacrados, e
cortaran) al mesmo em pedidos todas as mulheres a
oriancas. MaUram urna dama e seu marido, o cap-
loo M.iedonald.
I.ugo que partirn) os soldados, um caroiceiro
que llies fornecia c.ruo leve a leroz cor.igem de la-
cerar o corpo desta doma, pe.larn a pedaro. Mas em I
quanlo que elle eslava levando a cabu a sua linrreu- ..
da larefa, os criados da dama o agarraran) atandn-o
de ps e maos ; em seguida, acendeddo urna fuguai-
ra em redor delle, asaram-no vivo.
A runsieruarn he geral. Fina dama fez jurar
a seu maridn que se rompesse urna insurreicao em
Calcula, ella Ihe queimaria os milos e a seui li-
lhos. o
a Por lano he eite um segundo massacredas Ves-
peras Sicilianas.
Agora pergunlar-se-h3o quaes sai as medidas
que o governo inglez vai adoptar, quaes os recursos
que vai desenvolver para fazer face a urna tao cri-
tica situarao.
A esle respeilo, vemn-nos reduzidos a colher
informaroes doi jornaei tnglezis. Segundo o < l> i-
ly-Nevvi, o o numero das irupas europeasque actual-
mente se acham no India sobe a uns 50,000 homens,
lio lie, ao numero das forjas que lord John Rossell
julgoo necessarias para sullocar a insurreicao. Esle
eflelivo de 50,000 humees eompAe-sc, pouco mais ou
imo i-, por parles iguae, das tropas perieucenles a
companhia dai Indias e oai tropas raaes empreadas
no seo servir i e por ella pagas. Alem disso, o minis-
tro da guerra inanduu augmentar e-las forras ele-
vando-as ao algarismo da 70,0tKI homen.
(i E .mi! t assim, segundo o mesmo jornal diz, nao
se sabe se esles refo'rrs serao sullicienle. Assevera
oulro jornal que n.tn seria lmente urna parle, romii
ao principio ss dissera, roas a tolslidade das tropas
mandadas i China que deve>iam ser desviadas do seu
destino e dirigida para a India.
<< Em geral poucos ha que conllevan) os obstcu-
los m llenar- que as tropas iuglezas deverto encon-
trar sohre o IMealro da nsurreirto que ellas lem de
eo encalar.
o Para delles se fazer um i idea, he mister lem-
brar-se que ets iropasse acharo em (rente de ...
210,121 Indigenas armados, nn meio de ums pupu-
lac.an que o ullimo recenceamenlo avalia em 161
milhes 184,395 habilanlss. He misler laiabem
nao perder de vista que estas tropas se acharo dise-
minadas n'um territorio de 73,8bS millias geographi-
cas quadradas ; que as iluas etlremilades desse in-
menso imperio eslu separadas por urna distancia
de ,i70 leguas de coiuprimenlo c de 800 leguas de
largura ; que as tres eapitaes desse imperio, Calcul,
; Madrasta e II .mbaiin, se echan) igualmente cnllurada.
; a enormes di-lancias una da oulra ; finalmente que,
ale mesmo em circumslancias ordinaria, e qoanlo
. as commuuica^es esian livres, os regimenlos euro-
peos ua gaslam menos de tres a cinco mezes para le
ti i.ir..ni <\c una gil iin.'Mo para oulra.
a Tal he, curo') nos a appreciaroos, a siluacao_que
a liugu.'g'iii dosjnrnses e dui oradores minisleriaes
n3o r i i-rg ii.i dissimular de lodo.
A prcorcupara i mu naiur.,1 que as ultimas no-
licias etciiarain em l.on Iras, palentea-se pelos es-
forr;os que fazem esses jornaes afim de explicarem a
origein da ciise, lanzando a repousabilidade ora so-
bre as intrigas da Russia, ora subre a impren-a
indgena, nutras vezes sobre a Irairao do ra da
Oude.
o Pouco nos engallaramos talvez nippondo que
eslas dillereules allegares nao sao mais fondadas
Ulnas du que nutras.
o Palo que dia respeilo ao rei de Oode, bsta-
nos dizer que o representante desse pobre principe
em I. ni li .... araba de dirigir ao a Moruing-Posl o
urna carta na qual elle protesta formalmente contra
as accusaciaes de que o seu sobeano foi objeclo, e
que m.itnai ni a sua deten...i n'uma fortaleza.
1 em se fallado das medidas ligorosas que as au-
toridades inglezasjulgaram dever lomar coulra a im-
preusaindgena.
a A o Gazella de Calcla a nos participa que eslas
medidas, que se applicam nao s aos jornaes, mas
tambem aos livros e as broedura, prohiben) a publi-
cara de lulas as noticias, e de todos ns arligos qoe
por sna nalureza podessem excitar o odio e o despre-
zo cunlra o goverim inglez, e contra os principes in-
dianos adiados da Inglaterra. 1 ni exemplar de qual-
quer publicaran fela em Calcla deve ser remedido
ao commissario da polica.
Julgamos digno da adencto dos nossos Uilores o
seguinle arligo publicado pelo a Jornal dos Deba-
les : .
Celebroii-sp no dia 27 em Bruxellas o casamento
da priucea Carlota, lili, du rei Leopoldo l.da Bl-
gica, Com o arctu luiiuii r erilan io Matimilislio d
Austria. O joven esposo, naschlo etn 6 de jullio de
183^, cotila vinte o cinco anuos; a princeza, na-clda
em 7 de junho da 1810, lem dezesele anuos, lem-
se feilo os niaiores elogios da prinoza Carlota, a
qual rene aos encantoi da sua pessoa urna exeel-
lenle educado ; disliugoe-se alem d'isso pela ame-
nid.ide do seu espirito e carcter, e as suas amaveis
virtudes recordare as da sua digna mai a princeza
I.ui/.a da Orleans, a mais vclha dss lidias do re l.uiz
Filippe e da raicha Amelia. A rainha l.uiza foi rou-
bada ha sele anuos ao amor dos Belgas, que lem
conservado pala soa memoria o mais vnu e respei-
luso aflfeclo.
O archi.loque F'ernando Maximiliano he o segun-
do irinao do imperador Francisco Jo de Austria
que faz d'elln o maior caso, a poni de IMe confiar,
apezar da sua nvd.lade, foncres da mais alia im-
portancia. Ha um anno, o archiduque Fernando
Maximiliano, eanlra-almiranle, era investido com
o commando superior da marinha imperial ,* no
principio d'esle anno o imperador nomeou-o fice-
re! do seu remo lomhardo-veiieziano, onde ele esla
incumbido de fazer esquecer a anliga patria italiana,
de fazer amar o dominio da Austria, e de operar
urna fu-tu completa entre dnus pov-.s oulr'ora ini-
migi.s e ainda Imje tao opposlo< pelos seus cu-lume-
e hbitos, pela sua liugua e pela recordarao da tua
bi.loria.
O archiduque Fernando Maximiliano lera em .Mi-
lla um i verdadeira corle. Epera-se muilo da in-
fluencia que a futura archiduqueza saber adquirir
sobre a sociedade milaneza e da sedaccAo que ella
ha de exercer pelas suas boas m,menas e allabili-
dade.
NAo he a primeira vez qua a familia real da Bl-
gica se ada por um .a.menlo a familia imperial,le
uslna. Em 1853, o lilho primognito do rei l.eo-
poldo, principe real, duqne de Brabante, herdeiru
da coroa da Blgica desposno orna archiduqueza de
Austria, chamada Maria, lilha do fallecido archido-
1 que Jos, palatino da Hungra, lio do imperador re
. nanlr. Mudos ha que julgam ver no duplo casamen-
! lo do duque de Brabante e da princeza Orlla um
I meio de estabelecer urna nova allianca poltica entre
a Inglaterra e a Aushia, allianc,a que a Europa nao
pmleria ver com indilleienra.
J livemos occasiao da dizer o que pensamos
acerca das allanras enlre as familias soberanas, e da
sua influencia sohre a poltica das nares. Em ge-
ral, pouco valor damos a esla influencia, que nos
i parece dominada sempie pelos inleresses, e sohre
ludo pelas pai\oes dos governos e dos povos. Com
ludo, allianra- emo eslas nao deixam de ler |ga-
I porlancia, porque mauifeslam mudas vezes nos que
1 as contrallen) iulenres a que por prudencia se de-
. vera prestar luda a alleiirto, poslo que ellas nem
' sempre sa realiem.
Anida ha pouco diziamos ni", a Inglalerra co-
I uheceu que se achata demasiadamente Miada da
' Europa continental e particularmente da Allema-
nba. N3o IMe basta, au que parece, urna allianra
r ni a Franra, embora seja mui imlima c bem ce-
mentada. A p lidca ingleza, que desempenda um
papel lao impnrlaijle no mundo Intriro, Me urna po-
, linca pessnal a egosta ; he pessoal porque he essan-
1 cialmenle pralica e nada generosa. Nao ha um su
| Inglez que uto saba e que so nao gabe disso. L'ma
; tal polilica, applicada aos negodts da Europa, ex-
i me a demaiiado a eoolrariar o icleresies dos Es-'
lados europeus para que cao sinta a nucessidade de
contar um pouco com todos. A Inglalerra trata pois
de se precaver cunlra as incertezas do futuro, crean-
do novas alnaiira-, sem sacrificar as antigs.
O casamento da lilha mais velha da rainha Victo-
ria, com o principe Fre lenco Gui herme herdeiru
da coroa da Prussia, ha de provavelmenle estable-
cer a influencia ingleza em Berln, em prejuizo da
Russia, e fara' penetrar essa influencia al o seio da
Confederarlo Germnica.
Islo ja he mudo p ra a Inglalerra, mas nao he
bastante; a allianra da Austria tambem Ihe couvem,
poique a allianra siinullanea da Prussia e da Aus-
tria aasegora a' Inglaieira o concurso da Condef-ra-
c,1 Germnica, is.o he de loda a Europa cendal. A
allianra da Inglaterra com a Austria foi por longo
lempo o motor principal da poltica da Europa ; es-
tas duas potencias Iralaram-se muilo mal durante os
cinco ou seis ancos que sa seguiram ss guerras sus-
tentadas pela Austria em 1818 e 18111 as suas pro-
vincias da Hungra e da Italia. A sua afliuidade e o
seu resemimenlo contra i Russia fe-las aproximar.;
No mesmo diaem que chega'ra Tibaldi, apresen-
lando-se-lhe em casa Barlololtt e Giilli, foramrece-
bidos por agentes qoe ahi lnviam sido mandadoi vi-
giar, e foram preioe.
" Parece qoe am resultado das peiqoizas se descu-
bri urna valumosa correspondencio, a qual confir-
mara os indicios qoe se cocliuham oas cailaa apa-
nbados no dia 10 de juuhu. N'uma destas carias, om
dos accusadoi reprehende a negligencia oe om doa
seus cmplices, dizendo-lhe que o velho se quelxa o
e moslra descontente.
N'um dos interrogatorios Bartololli fez ennfis-
ses ; decl.tr. ti qae linba lido em Londres duas en-
trevistas com Maizini e com um Francez qoe disse
ser l.edru-Rollin. Disse qua em segnida a eslas en-
trevlas elle havia sido enviado a Pars com o seu
compatriota Grilli. Tinha a tnissto, disse elle, nao de
adenlar contra a vida do imperador, mas de estar
constantemente de senlinella em redor dasTullierias
para saber quando sabia S. M.
i Consta-nos que depois da enrgicas negalivaa
Grilli dissera qae urca vez que Barlololtt t nba fal-
seen eslaren] lao indinamente adiadas como em 1813, i lado, considerava-se desligado do seo jur.menlo, e
1811 e 1815, a Austria e a Inglaterra ja esta<> a pon-' que ludo dira. Passou a cnufessar qual era o fim
to de se combinaren), desde que se levantaran) des-
sideocias sobre a execuro do tratado de Pars. He
esle principio de allianra que o duplo casamento de
um archiduque e de tuna archiduqueza de Austria
com o filho e a lilha do rei Leopoldo cria, segando
se diz, destinado a estrellar e consolidar.
O rei Leopoldo da Blgica he um|principe da rasa
de Saxe-Cnboorg-Golha, que em menos de Irinla
aunes se lem loroado grande e poderosa. Elle he lio
do principe Alberto, marido di rainha de Inglaler-
ra ; os numerosos tillius da rainha de Inglalerra s3o
Cubourgos. Alem dos lardos de parentesco que uero
e-treit .ni, it,. a* ,|uiis familias renes da luglelerra e
da Belgics, a rainha de Inglalerra ha moi lerna-
mente .illeic.i.i.|,eo re Leopoldo leu lio, que ella
considera com razan como um dos soberanos mais sa-
bios e ditinc(os da Europa.
Os principes da casa de Cobourgo estto destinados
a reinaren) urn dia na Graa-Bretanha e na Blgica ;
havera' porem entre elles essa diflerenca qoe os Co-
boorgos da Inglaterra onservaram a f protestante
dos seus anlscepassados, ao passo que os Cohourgns
da Blgica serao calhulicos como a princeza, sua mt;
esla circumslancia faxorece singularmente o en-
graoderimeuto da casa de Cohoorgo, a qual pode
aspirar a todas as alhancas ; d'esle modo os princi-
pes do ramo belga casam-se na Austria calhuliea, ao
passo que a mai velha das i rincezas du ramo inglez
se casa na Prussia protestante ; e pode-te prever
que n'uma poca di.i,me havera' Culiourgns por lu-
da a Europa, prenles e amigos do rei ou da rainha
de Inglalena.
VO-se pois que o rei Leopoldo, tto intimamente
ligado a rainha de Inglaterra e ao imperador da
Austria, ser*' um medianeiro mui
reunir; a pode-so
de soa viagem, e que a ordem que tiuhs recebido
era de allenlar coolra a vida do imperador. Afim
de prorar a verdade da sua revelaco, dea a conhe-
cer o sitio onde elle esconder dous punhaes qae
Tibaldi ll.e havia dado para si o para Barloludi. Es-
tas armas foram effeclivamenle encontradas no la-
gar indicado por Grilli.
A todas as accosacoei que sobre elle pisavam,
Tibaldi oto cessoo de oppor as mais abiololas nega-
tivas. Tibaldi he um operario mecnico qoe desde
alguns anuos habilava em Pars.
Carla em que Ledro-Rolin, celebre emigrado
francez, dirigi ao Dalj -New, em respnsla as acca-
-.ic/>i's do nMonileur e do uTiuies :
Sr.Rogo vos o favor de insinr no vosso jornal a
seguinle carta em resposla ao oMooilor francez e ao
Tunes. Sua etc..
Londres, -'"> de julho.
Ledru-Rolio.
Sr.Decididamente a recenta asiignalada victoria
alcancida pelo partido democrtico era Parii pertor-
bou o espirilo do Sr. Bonaparte o deve denlro cm
pouco leva-lo a eoinmeder enormidades.
Apoderam-se delle o receio e o terror ao mesmo
lempo. Hontem o phantasma que o persegu-, linha
o nome de Beiaoger, cajos gloriosos restos morlaei,
elle quizara ler mandado acompanhar ao lugar do
eterno descanso por um exercito de 30,000 ho-
mens, levando cada soldadoses-enla cariuchos,e man-
dmentos para urna cainpanha de tres dias, recaben-
do por senha'esla ordem feroz : amarle aos barba-
ros, sejam elles esmagados como no da 2 de dezem-
proprio para as | bro. E quem eram esses barbaros ? Os 250,000 a-
esle respeilo confiar na sua con- leilores republicanos de Pars.
summada experiencia no seu profundo cenhecimen- Iluje, e por meio de urna tenebrosa conspiradlo
lo dos homens e da cou.s da Europa. | que elle lenta aterrar a opinito publica, e, com a
l)isemos que a Europa nto potera ver com in- lua bem conhecida obslinacao laura novamenle roto
dill- mira a allianra de dia para dia mais estrella | lo plano que ja ha quilro mezee imaginara, quando
que (ende a furmar-sa enlre a Austria e a Inglater- enviou junto a mim na agecle provocador, o qaal
ra ; acrescentaicmos que a uniiu da Austria e da
Inglaterra nao obelara al esles nlliinos lempos nem
ao eugraiideciinenlo da Proaaia, nemao engrandeci-
uient. da Aussia : pelo contrario, a Prussia, prote-
gida por esta uniao. tomou lugar, enlre as granles
potencias ; desenvolveo se em todos os sentidos no
uorie da Europa ; estabeleceu por toda a psrle as
hajisai das suas fuluras conquistas ; ignal ja, no
seio da C Moderarn Germnica, a influencia da
prupria Austria. A Russia, do seu lado, fizera im-
niensas conojQilaa que Ihe haxiam dalo urna influ-
encia dominadora no mar Bltico, e no mar Negro,
| c urna acfSe l i poderoaa sobre o estados U-: ",
i que se cheguu a suppur a Europa ; inearada.
Foi precisamenle para obter nina justa compen-
sarlo a favor da Franca qoe o imperador >o le"
se mosirava i.lo etigeule em 1814 as conferencias
eu live de indigilar a publira vergonha e cnlu-au.
Por esle modo, como se anda nos arhassemos K>b
o dominio dos Ix ramios da anliga Grecia e Rima, o
meu nome esl.i inscripto em urna lista de proscrp-
ro, sem eu nunca ler^conhecido ou vislo nauhum
dos assim chamados conspiradures que cahirain em
poder do Sr. Bonaparle, sem eo nunca ter, directa
ou indirectamente, commonicado com nenhum del-
les. He esle nm fado, um fado innegtfvel; que eo
suslenlo e aflirmo.
Mas d'onde procede islo i A parle activa que to-
mei uas recentes eleiee, foi mais do que tufliciente
para in-pirar ao Sr. Bonaparte o ardenle desejo de
satisfazer o aeu despeno e vingan^a cuntra mim.
I', i ii. le om Irbunal livre e regular, eu solemne-
mente o juro, o sea accus.idor pabhco, sem ler ama
nica prova, sem appresenlar a mais joquena som-
de CMaiillon, como se v n'uma carta escripia por i bra de probabilidade, n.'to ousaria encarar-me face
elle a Mr. de CanUinrourt, em 10 de fevarairo de
I814, carta ignorada al aqu, e cuja existencia aca-
ba de nes ser revelada.
ii .... Sinin mudo, dizia o imperador, que nao Ir-
idiis declarado n'uinn nota que a F'ranra, para -er
lao forle como em 1788, deve lar limite- naturaes
em compensarlo da I'.donia, da destruirn da rep-
blica de Veneza, da secnlansacao do clero da Alie-
manha e das grandes acquisires feilas pelos Ingle-
zes ca Asia...
_ Causa em mim ama tal commorao o infame
projeclo que me enviaei, que me julgo deshonrado
por vo-lo lerem proposto... Fallis aempre dos
Bourbons: eu piefeiiria ver os Itourbuns em Franca,
sob ron hees razoaveis, as infames propostas qoe
me envines, o Eslas proposlas, que o imperador
.Napolen ,iual lie,n a t.iu energieamenle.e qoe repel-
lia corn orna l.io grandei ndigiiaro, eiam principal-
menie a obra dos plenipolenciarioa da Inglalerra a
da Austria.
As allanras de familia da casa real da Blgica, e
da casa imperial da Ausna, serao eiTecttwaaenla uro
preludio para a reuovaciln da anliga allimra enlre a
Inglalerra e a Austria'.' Pela nossa parle duvidn-
inos. Adiiiidireinns todava que ellas podem ler m-
fluencia sobre a poltica da Europa, e rouiprehen-
demos qua a Furopa nto as veja com dillerenra.
l.i-se ca Gasella dos T'jibucaea sde Pars :
a Aiinuiicmnos qne em resultado das investign-
ces a que proceder .M. Camoal-liosserolles, urna
ordenan,;, des.e magistrado Mavia mandado peranle n
tribunal de pronuncias sele individuos aecusados de
lerem lomado psrle n'uma rou-puaro, tendo por
lim um ademado coolra a vida do imperador. A c-
mara de pronuncias deu honlem a sua dicissto : en-
va peranle o tribunal do Seca :
Pelo Tibaldi,
Guiseppo Bartololli.
a Paolo Grilh, (por aleuulia Faro)
Guiseppe .M i/'ini.
Alexandre Augu-le Ledra Kolliu.
a Caelano Massareuli.
ci l'redencu Campanilla.
Esles qualro ullimus accusadoi eslto aasentes.
Sao lodos elles rasndadus parante o tribunal criminal
do Sena como acensados de lerem tramado orna coos-
l'iiar.lj leudo por fim om altenlado cunlra a vida do
imperador, tegoflido-ae a dita conspirado um acto
commeltido ou cnuicra lo afim de prepararem a ese-
ruru delta, criine previsto e ponido pelo arligo 89
do cdigo penal.
" Este pmre-- pelo qu loca aos tres aecusados
presentes, sera levado peranle o jury na primeia
quinzens de agoslo, sol a presidencia de M. Vacin.
Julga-se que ao dia 6 de agosto comecarn os deba-
tes. Os aecusados menles na.) polertti ser jolgados
senao depois de se preenclierein as formalidades pres-
criptas pela let em materia de contumacia.
a O procarador geral lera a palavra nesle pro-
cesso.
a Devemos esperar o dia dos debates para darmos
a conhecer o conjunclo das circumslancias que se li-
gam a esla grave uhjeclo ; devemo-nts limitar por
emquanlo a indicar alguns fados geraes que formam
a base da accusai.au.
a Nos principios de junho, a polica descobrira em
Pars a pre-enra de minios Indianos recenlemrnle
chegados de Londres, oude elles haviaro lido fre-
quentes enlrexislas com Mazzim e com ootros mem-
brosdo club cnclral europeu. No dia 10 de junbo,
furam interceptadas tres cartas viudas de Geuova ;
linliam sido escripias por Mazzini. L'ma deslas car-
las era dirigida a Campanella, collaborador de Maz-
zini na redncc.ao do Italia del Poplo ; a oulra a
Masiarenli. A terceira missiva, qua apenas conliuhe
algomas Indias, era deslinadi a Tibaldi.
o a caila dirigida a Campanella, M-zzini, depois
das in-liorro que parecem dizer respeilo au golpe
de man qoe foi tentado na Italia, arrescenlava qoe
era misler sohretudo tratar do negocio de Pars, que
era esse negocio mais urgente decisivo, e que delle
ludo dependa. Aiiuunciava que Massarenti o iulor-
maria de se lerem apresenlado dous homens ; que,
se eram bous e segurus, era misler dar-Ibes dinheiro
paia poderem viver duranle um rnez em Paria, e pa-
ra esle fim deviam dirigir-se i.ohanqueiro. Mazzini
acrescenlava que oeste ic m-nio se acliavam em Pa-
rs dous agentes, mas qua era uecessario qoe cada
um desles grupoi obras'em em separado e sem como
mullicar om cun o oulro. I-nalmenie a caria n-
dala enviando aleumai palavras da rerommendacao
para a ioa Neave-Menilmoulanl, onde devena arriar-
se o material.
a Aquella a quem era destinada e-la rec.mmena
darao era Tibaldi. o qual illrclivam-iite moraxa na
rua .Meuilinoiilant. Foi preso, e um busca em cas-
den em resudado o acharein-sccincu puuhacs e vin-
te pistolas carregadas.
A caria de .Mazzini a Massareuli conlinha ins-
a face.
1 o. tribunal regular .Nao he isso por certoo qua
o Sr. Bonaparte procura ; ao passo que, peranle uro
upposto tribunal de juslica, oude o accosado au-
sente he julgado sem ter o menor conhecimento do
processo. doi depoimenlos das leslemonhas, do pro-
prioobjeclo deque ha aecusado, onde nn havendo
nein jury nem defezaainda qnaedo pesasse sobre
elle a aecusaran de ter poslo na algibaira os campa-
narios do Norte Dima ou de Weelmicster-Abbey,
seria lofallivalmecle coodemoado pelo uniro, moti-
vo de le adiar aasenle tecdo declarado contumaz.
laes sto, por um resto de barbaria, as dispoii(ei
do cdigo imperial, que, nesle ponto, difiere esteu,
cialmenle das Itis inginas.
He aisim qne o S'. Ilonaparla alcanzara o seu fim
o seu plano ja ha condecido. Tendo vos sido con-
demnado a degredo perpetuo, pensa elle, em vto
lenlarieis, comparecendo, evitar urna segunda con-
demnarao. L'ma vez aro meu poder, a vossa sen-
tencia esl lavrada, e nada poder livrar-voi de apo-
drecerdes n'uma masmorra.
L'ma aemelliaol combinacao seria, a fallar a ver-
dade, a mais conveniente.
Bailara para ea>e fim encontrar em Franca tres
d'aquelles juizei, que, depois de lerem accosado o
Sr. Bonaparle pelo crime'd'alta traic.in, se degradas-
sem a ponto de so tornaren) seus Seides ; e, no ei-
lrangeiro,um governo jissaz cobarde que annoisse ai
-uas exigencias, recu-ando aos emigradoi poltico* o
deiradeiru sxlo que sobre aterra Ihes resta. A pr-
lir desse momeulo, deveriamoi sinceramente lamen-
lar a civiiisirn, por iso qne sob o dominio dos an-
dgos Ixramios gregos e romanos, os domados patri-
las sempre linliam onde ref.igi.n->e, algn, asylos
seguros tanto cm lugares fortifica los como enlre as
elta.
Ao passo que a exlradrjo em materia de criroes
oidinarios esl em conformdade com a lei cummom
e merece ser laudada como urna davida da paz,a ex-
tradicr.lo applicada a criroes politices seria una
deshonra para a civilisar,1j e om flagello para a bu-
manidade. A naro qoe fosse capaz de annoir a
ella, por quaesquer eunsideiac6es oo momentneas
conveniencias, ira infallivelmante decalnndo al oc-
cuparo infinilo grao da igcorancia.
(i Porem, consla-me quo nao sa trata aqu da po-
lilica, mas sim de assassinalo. a
De assassignalo '! Pois que 1 Onde se coinmel-
lau o a-sa-.ui.ito ? Onde he que se perpetrou ?
A propria arcu-ar.'iu nao ousa proferir a palavra
de um nrniiicro Ue L'xeciiroi.. Falla apenas de am
(rama, do una conspiracau .complol; a que be moi
differenle, vislo que a le a mai Dracociaoa estabe-
leceu o priccipio de que, em quanlo sa nao realia
urna tentativa qualquer, podem os conspiradores
mudir de lesoliiro, Alem disso, quando se falla da
urna conspiraran (complot., laz-se necessariamenle
referencia a um criroe poltico, pois que a expressto
complol), tegundo a lai franceza, se emprega nica
e exclusivamente em poltica. Desafio o mail pers-
picaz dos legislas impenaesque me cite um caso,om
nico caso, em qoa essa palavra lenha sido emprea-
da n'om sentido diverso.
Assassinalo, dizeis vos Verdade he qoe ja ou-
vimos fallar nisso, nao porem na actaal contingen-
cia. Eu, por mim, sei d urna tentativa d'assusi-
nalo rommeltide em Strasburgo, no anno de 1836,
pelo Sr. Bonaparte. Responda elle a esta pergunla :
acaso Ihe negoo a Sui-sa um asylo, acaso o enlra-
goo ella aos seus inirigns quandu foi acola refugiar-
se T N3u preferio a nobre a dbil Sui-sa, pelo con-
inno, pegar em armas antas do qae abaudona-lo '
Possoo exactas inlurmamea acerca d'oolra tentati-
va da assassinalo comroeilida pelo mesmo Sr. Bona-
paile ero Bolonda no auno de 18*0.
Pois dem, acaso o fugitivo da Hem, o hospede da
Inglalerra, foi entregue ao governo francez '! Nio ;
loi elle ao menos expulso do slo brilannico, como
reiteradas vezes pedia Lu/ Fillippe, no lempo ero
que o una a esle fiaiz a mais estrella e cordeal al-
l'ara Eslas furam tentativas de asassinalo de una
iiiconleslavel realidade : pelo menos a ultima deslas
fui plena o devidamente lujeila decisto da um lii-
bni. I, que julgaea nto na auseccii, mas ua prean^a
do priiprm arcusado ; assassioatos estes, que ao Sr.
Bonaparle deviam servir de preludio para a viola,..m
de urna cun-lilulro jurada, para a horrorosa carnifi-
cina e ma-sarie dus Boolevarda no da 1 de dezem-
bro, para a proscrii dio de cm mil familias, crimes
ele, qu Ida merecern) por parle do Timeio o
epilbelos de perjoro, algoz a a-iassino ; ao passo que
na aclual circumslancia, nole-ie hem, o proprio ac-
cusador nem mesmo se arete a elludir a um come-
ro de execucao.
.Nenliuiii governo que concede hospitalidade a
emigrados deve por prec,o algum permjdiir-lhei que
conspiren] no seo territorio para avilar um coolliclo
com urna polencia amiga.
I-so de indubitavel. V, para isla fim bailamas Icii
Irueces anlogas a's da caria escripia a Campa- desle paiz, que conferem ao governo os poderte ne-
nella. : cessarios para perseguir os culpados peranle os Iribu-
o nanlo ao bilhele escriplo por Mazzioi a Tibal- naei de juslica icglezes.
di, racoinmedava-se nelle os dous humees que o a-, deciirdaremos de passagem um memoravel exem-
presenlassem, a dizia que te podia ter confian;.! ; po qoe a esle respeilo se dea na pdca do primeiro
nelles. {Bonaparle.
ii Esses dous dmeos eram Barlolotli e Grilli, os I Ainda mais, na sessao da cmara dos pares, em 4
quaes liavam da pouco chegado de Londres onde ha- de m-iro de 1853, os mais envnenles estadistas e le-
viam tido frequsnle relaQ.ea com Mazziui anles da I giiladore, lords l.tcdharsl, Brougham, Abberdren,
partida deile para Gccovt. t o lord Clianceller, cloquenietneuie espozeram



ILEGVEL
.

.




r.AHIO DIPRP.N

m ^imgmto db m?..
corroboraran) ot principios con.tilucionais, em vista
dos quaes nlo ia necessidade alguma de te recorrer
a extridlcjin ou mesmo a um bil dos ot.aneiros
(aben billl deveodo-se meramente applicar ..os er-
trangeiroa a le romo da Ingtalerra.
Em cnncln-ao, tendo-semiVerado qae a pretendi-
da conspirarlo lora lr.m-da em Londres, se em vala
dii'O eu houve.sse de ser compreliendido n'oraa per-
segoieso qnalqiier. he a lei commum da Ingla-
terra que invoco, lie para e 11.i que eo appello.
\ lien lendn i hospilalidade que dorante e-tea oilo
aunse Grla-Brelanha me conceden, linio que he do
mea dever comparecer francamente perenle a jusli-
5a, e escla.eee-la pelo qae dli respeilo a mjoha con-
ducta.
Porianlo, eo mesmo peco para ter julgado pecan-
te niii Iribunt I ou jwv ingler. All, pelo meco,
exigir-se-hi par provas alguma couia mala do qoe
om odio inveterado ; all, en o espero, terel loda a
garantas de um> julsamento conciencossy e inde-
pendente ; cumpre a' Inglaterra, no seu proprlo in-
Itrease, jolgar-roe rom a lerrnidadee jtiilia inhe-
rentes aos lioment liveei
Porque ae a Inglaterra se tujeitasse a ejecutar
em verificaran ( a que nAo dare o nome de jolga-
menlo i nm decreto inspirado pela ingatira e pelo
detpeilo, a Inglaterra,npilo, cobrir le-ha de oppro-
briu perante a historia.
Portanlo, nada de equvocos. O governo franeej,
aervindo-se da palana complot, moslrou que lunda-
\a a ana iccusaoSo sobre um furto poltico, exclusi-
vamente poltico, pnis que a palavra complot nao
tem, seguudo a linguagem jurdica franreza, outro
sentido.
A qutsllo, portioto, vina sobre ama extridicc,lo
poltica, ciijo alcance uAn deve fcar dentro dos' ei-
(reitos limilea Ua interese* individuaes, i.u mesmn
uaciooaei, por mu importantes que estes possam
air ; he una qoestao que envolve os roaii elevado
principios da l.berdade, joslici, moral e coincidira
humana.
Londres 25 de j albo,
Leriru Roll.'n.
(Jornal do Commercio de Lsbon.
corhfspondencia do diario de
pernambuco.
pars
21 de agosto de 1857.
As nosas eleicOes francezai se terminaram, e o
nioviniento de asilara., que ellas linharo provocado
se aplaeoo completamente, porque governo l-n-
50a urna advertencia a urna f.dl.a repoblir-n que
tmlia qoerido conllnuar u debite, e an.eaoou com
suspenslo nm jornal legilimisla que se atrever a
contestar o triumpho da opinil) imperial, sob pre-
texto de quo os partidarios das mona:. In.11 decahidas
nao linham votado. Estas medidas preventivas iAo
tal ver. neccuariai em 0111 paiz com o nosso, queWia
fcil de perlurbar-se, mas ha orna melhor retpusla
a dar aos inimigos do governo, he a que resulta do-
algarismos, e o Monileiir, nono jornal oflicial, o
publieou. Hava nat eleices qoe se acabam de fa-
zer, 9,493,953 eleilores inscriptos. Nesle numero,
6,136,664 individuo tomaram parle na volaclo ; os
candidato, do governo ohliveram 5.47,888 suflragin,
I oppoic,an de toda, as cores nao ; Irancaram mai
qae 571,859 votos, e 92,917 soffragios foram per-
didos.
Oulras tabellas que a folha oflicial ajonla a este
prova a constancia dos votos populares em favor do
imperador. Em 188, qoando elle se apresentuu co-
mo candidato presidencia da repblica, obleve
5,534,520 aoflragios entre 7,449.471 volante, Em
1851, dtpois do naipe de estado, elle obleve 7,439,210'
tuflragos sobre 8,116,773. Erafim, em 1852, para a
pro-lamarai) do imperio, foi nnmeado imperador por
7,821,189 votos 9 bre 8,140.660 volantes.
O jornal do governo lira deslas diversas tabellas a
concliisao qae o algarismo dos partidarios do rgimen
actual lem constantemente augmentado, e he Uto
romell'eito a verdade. Embora o imperio offenda
rumias antigs sympalhias, embora dente niuil.i cau-
sa a desejar aos amigos da lber 'ale, elle tero dado
a este paiz duai coosas de que he minio avidn, a
gloria militar e a orden) interior. He por Uso, e tam-
bera por cansa das recordarles do primeiro imperio,
que a popolaridade de NipoleSo III he inalacavel.
Releva dizer lambem que o imperador he mui
lialnl, e que ninguem se enlend como elle para
adevinhar e satisfacer us inclnelos do povo. Arba-
mos de ter nina nova prova dcsla habilidade. Ti-
nhamos eni Franca um homem que fazia niteos,
mas que foi um grande poeta, e que, com o titulo de
cancioneiro, he conhecido ate nat mais humilde ca-
banaa da Franja. Este homem, P. J. de lleranger,
morreua 16 deste raer. Durante .1 longa enfermi-
dade que o levou ao tmulo, o imperador e a impe-
ralriz mandaran) todos os dias saber noticias delle,
quando a soa ultima boro foi clegad, urna nota
foi publicada no jornal oflicial para anuunciar que
a lisia civil do imperador se encarregava de fazer as
despezas das exequias. Tolos estes actos eram cheios
'de boro goslo : como represeJhlanle eleito da naci,
o imperador se encarregava de pagar a divida do re-
coohrcimento publico para com o cancioneiro po-
tular ; mas eis-aqui em que estes actos eram ha-
bis : Beranger cantn milito o primen o imperio,
roas lambem cantn um pouco repuhlica,' e al o
socialismo. Em 1SiS, soh o rgimen republicano,
elle fora numeado represenlante de Pars s asem-
bla nacional, e posto que elle recusase o mandato
que se II.e dava, sabia-se que elle svmpathisava eom
as doutrinas qoelrlumphavara naqaella poca. Assim
os republicanos, 01 socialistas, lodos os anarchistas,
que mo anda mui numerosos em Paris, se prepara -
vam pira ir em mullida.1 acompanhar o funeral do
poeta, conduzir os seus restos moraos ultima mo-
rada, eiallar os seus louvores supremos em discur-
sos provocadores, e talvez originar .ilgam raoliin
formidavel em lomo doseu tmulo. Eis-ahi por que
a aolnridade, prevenida destes fictos, se encarregou
dos cuidados das eiequias do finado poela popular :
ella prohibi qualquer discurso; firmando-se mui
felizmente sobre a mutade eipre limiloo o numero dos asustantes, e 10I1 pretexto de
reuder inaiores honras a Deraoger, manduu cercar
o seu prestito mortuorio eom maior numen de re-
gimentos do que cosluraa acompanhar o sahimenlo
de um marecli.it de Franja, de sorle que qualquer
peiisamenlo de asiladlo lu comprimido, e a ordem
mais perfeila rrinou nesla ceremonia.
Se o revolucionarios se rrcoiihecem impotente- a
derribar o governo que o suffrngio universal eslabe-
leceu em Franja, ellos n3o estao desanimados sobie
uniros pontos, e acabamos de aiiistir a dues tenta-
tivas que felizmente abortaran), mas que linliam um
carcter mui grave.
Ja Ihe disse algumas palavras acerca das subleva-
rles dos bandos mazzinieuses na Ilalia". A ordem
boje se acha perfeilamenle restablecida, mas resolta
das informajues qua cumejam a ehesar, que o plano
de Mazzini era atarar eo mesmo lempr, lodos os go-
vernoi da Haba, inclusive o Piemonle, qoe todavia
he regido pelo syslema constitucional. O ataque eo-
ineriiu quasi ao mesmo lempo sobre tres poulo: em
Ijoiiov. l.iome e nos estados de aples. Ilouve
um primeiro momento de sorpreza, pois que, em-
bora os govarnos italianos livessem ido advertidos
pela polica franreza, nao estavam Reparados, mas
a resistencia foi em breve organisada : em Genova,
M conjurados que haviam tomado um forte por sor-
Prea, foraii) dispersados sem combate : em l.iorne
a lula foi om pouco mais viva; de um e de outro
lado pareceram uns tinte individuo", mas dentro em
pouco a autoridad.' Irlumpliou. Nos Estados napo-
litanos houvera n mais peripecias. Os insurgidos, qae
firmara partido de tjenova no vapor sardo (' 1 liar 1...
so ap&ssaram desle navio, desembarcaran) na illta de
Ponza, onde pozeram em liherdade os detemos mi-
litares para aagioenlar as soas tropas, depois pro-
curaran) a cosa e desembarcaran) no golpho de Sa-
lerno, onde as forras reaes, depois de varios recon-
tros, os dispersaran!. Quasi todos aquelles que nao
forara morios, cahiram as miloa das auloridades lo-
caes, e entre elles se acha o coronel Pesacone, qoe
eommandava a etpedijAo. Em Genova, Lime e
aples, a juslija ordinaria ou as commisses mili-
tares tratara de processar este negocio.
O que caraclerisa es-a tentativa de imuneicaa lis
a bandeira verraelba, este aignal commum d de-
magogia eoropa, que he o indicio da guerra do po-
bre contra o rico, da malanga daquellss qoe prs-
suein e da expoliara.) dos propietarios ; esle alvo
impossivel do commonismo. Mazzirii era a alma
desla iru/ail.i impla. Na vespera do movimenlo elle
eslava em Genova : issim que a Iota se Iravoo, des-
appareceu, com1) faz semprc, e ninguem sabe o que
ha sido feito delle. Dizem comtudo qae, sob a pres-
sao de>le novo revez, elle se resigna emlim a abdicar
a direrjao do partido revolucionario. Se for assim,
n que duvi to por caosa do seu infernal orgulho, esle
homem fatal nao lera bastantes lagrimas, no sen re-
tiro, para chorar lodo o sangue-qoe elle ha feito
correr. /-
Ja Ihe fallci em duas lentaliva, a segunda, me-
nos grave, leve logar na Hejpanha. Ah, assim co-
mo na Italia, foi a baudeira vermelha que a rovo-
lujan arvoroo, como para indicar qoe ella linlia a
iii'-ui.i origen) e o mesmo flm.
Uro cerlo commandandanle chamado Manoel
.liarla Carv. Iho sabio nma noile de Sevilha, com
uns com bomens, espslhan lo-se no campo, aunmen
lando a sua tropa com lodos os maee ludividnin do
paiz, ronli i 11 lo as canal do governo, colisando os
parlicolares, e proclamando a repblica em a< al-
deas e povoajes que alravessat*. A Uopas reaes
foram logo ion seguimenln delle, e as ultimas noti-
cias nos aununciam que esla tropa de eallea lores foi
ant p.dada, c que o seu cliefe varios dos sens cm-
plices forarn fuzilados. O vigor do marechal Nar-
vae/ pre-l u ne-la occasij.j mu 1 rvijo assignalado
a Qespanba.
Ve p-.ii que a Europa anda depois que a paz ge-
ral foi assignada, nao esl> livre do espirito turbulen-
to, e que a ellerveccncia revolucionaria nAo esta sp-
placade. Mas estes perigos nao atsutam a Ingla-
terra qoe estara bastante disposla para accender re-
vu.uju-s que uao se propauaiu denlro dos ,ru, ],,,.
te-. Ecom tudose ha lllli momento urna p ten-
eia cujo honrante seja luaubre e que tenha seria-
mente a temer pelo seu (turo, he Inglaterra.
Ja Ib disse algumas palavra.. ..as m.nh.s r.rlas
precedentes, acerca do q, paou nl ,ndu vg.
.ioireg,,nt-nloJco.nposl.Srte.n,i,ltenas se revolla-
""V,"',rf,"Uldo*'iu-Mo*- MW, chin
nir. as roaos d.ises relmenles. t,d..s n, |.j|ezes
que habil.m esla cidade foram itMasinadw, e o her-
de.ro dos antigo, .Mo.,:,ls. foi p.olamado i,|,-
Am.ardava-ie com impaciencia em Londres 1 che.
>Xdado paquete da loslia ; esperava pal da rainba livessem lomad.. Delhi e que om ca-
ligo severo punisse a remita, En Ir. laoie e-tas t-
peraujas au sa realnara.ii.
progreiios ; nao si'i Delhi nAo est lomad), mil re-
cei-se, mui seriamenlo pela mais opuleula cidade da
Inlia aquella em que a rompanhia (em o seu cen-
tro de governo, por Calcuta: Das Ires grandes pre-
sidencias que formsm o complexo da* posseW.es a-
sialicas, ha duas, a de Madras e a de lombai.n que
n*u se tem movido, porem a mais importante, a de
Rngala, est na iitu*.;ao mais crtica. Nao ha, nes-
la presidencia, um s regiment de cipayes com que
se posss contar e as tropas europeas sao em muilo
pequeo numero.
Oul fo. a cansa qoe prodozio esta immensa per-
lurbocao n um paiz que al o prsenle Un.. sullrid..
cora nma resignajAo ejemplar, e jugo om pnoc.
posa.lo e oppres'or da compsulia das Indias'.' Os
Inalezes se.npre dlspostos a feclior o 0II101 lol.re as
uas propnai fallas, parecen, crer que 1 Hu-1.1 lem,
por seus agentes, fomentado aquella insorreijao.
He moita honra que ss faz a polilica rusia e um
mu. grande poder que se Ihe da-. Pela mnha pai-
to, 11A0 eren, que liu na que se pasa. as Indias inalrzas. A causa da in-
surrcir,-..! i,, pgrle 1er irapnlada aoi propnos Ingle-
zes ; apezar da grande repolajAo de coloiiissdores de
que elles jjuzam, considero os iuglezes como o povo
mais inrp.z de ni nter debai.. do seu poder urna
vasla populajAo eslrangeira, por que Ihe falla abso-
lutamente a faculdade de ie assiiu.elhar aquellos
que lem vencidj. Na America do Norle, a Ingla-
terra lundou colonias, povoando-as com Iuglezes e
suplir,muido ou repellindo a populajAo indgena :
em Australia, he exactamente o mesmo procesao que
ella emprrga, e o elemento indincno nlo entra ab-
solutamente nos seus cal. dios. Era tolo a parle,
quando foi preciso conlar com apopulajao, o gover-
no imposlo pela Inglat'jra fleo* solad Assim.
as illus Jomas, o povo he gre^o t os funecionarios
SAo iuglezes.
O mesmo acontece na ilha MaoTiela, e os nacio-
naes li.aram lranciv.es, apezar de 15 annos de do-
minio inglezes.
Na ludia, 01 ajenie da Inglaterra levaren! e.se
espirito mil >\iir, p altivo que be o fundo do crac-
ler nacional, e como a India era para elles, nao um
pullo militar, mas urna mina a eiplorar, elles ah
lem eraecaulido esa eipereu do gento proprio aoS
raercadores, qu? lem da o a sua adminiatrarjao 111:1
neiras i.ppre-svas o expolialorias. Acre>rele-ie a
Islo a aoj.V. das s n- lides bblicas, q..e faz em to-
das as) p.u,igeni a pi pigandl sem s inquietar rom
ai preeonceitut i.acio..iieJ,-a ter-se ha a perfeila in-
lellifxenria das r. 11-: que produiirem a insurreijan
da l,i lia. \ I '-y Ierra poder', a Torra de dinhei-
r.. e leliumeiia, .besar aaabo da revolta nctoal,
m so Tuluro e.la' .11.....antementc ameajailo e ce-
do 011 larne a In na Ihe esrapara'.
Quasi qne se nao Cuni|irelieinle como he que
lord Palnl.rslon, no piejo destea acnutecimenloa. se
pode m.slrar, c. 1.1.1 tile o fz, abllamelo hostil ao
irojeelu de raagnmenfo do 1-lhmo de Suez, e.n res-
posta a urna InterpellicAo que Ihe foi feila Hacama-
ri dos rominuspor Hr.fierkeley.Se o isll.mo de Suez
eilivesse rasgad-., a defeza da India seria muilo mais
fcil,e er/i un. me/, os soccorros da Europa chegariam
a Bombajiu, mas parece que em lord Pasmerslon ha
um lenlin.enl mais forte do que o desejo de conser-
var a Indi, he o r-ceio de ver ai possessOes asiti-
cas da Inglaterra aberlai pelo mar vermell.o aos a-
laques das frotas Irancezas. Aisim, elle se-lia mui-
lo pouco na allianca que exisle enlre os dous pai-
zes.
Ja Ihe falle na lei sobre a emancipajAo dos Ja-
deos, que volada pela cmara dos ommuns, 6
ajuar lava o voto da cmara dos lords ; esta se
moslrou tAo obstinada como nanea, e apezar dos es-
forcoi do governo, rejeiloo o bil por 173 voloi con-
tra 138. A opiuiAo publica nao secon-idera batida :
lem-se reunido ineelings para Iralar dus meios de
acabar com a oppu-.rdo dos lords. M. Rolscluld,
depolado .la cidade, deu ala dominio, e (rala de
se fizer reeleger, para que a lula recomece siob
seu nome e sob oulra forma. Suppe-se que a c-
mara doscommuns modilicar e'o (afmenlo por rneo
de rerulamcnlo, para evilar o vol da cmara dos
lords.
S. PALLO.
18 de agosto de 1857.
Arabo de ler a lei do oro miento provincial, pu-
blicada em dous peridicos desla cidade. lie um
verdadeiro monslro l.oraciano. Os Padres Cons-
criptos da provincial deram esle auno um jubileo
oniversal. ConcOMle de largas indemiiisajues a
empreiteiros que diriam nao haver lacrado com 11
empreiladas ; adianlamenlos a oulro antea dos pra-
zos.dos controlas ; aposentadoras ou jobilaj.>cs rom
ordenado por inleiro a empregados que nao linham
nem meln.le do lempo deseivijo exigido pela lei ;
cre.ijSo de novo rn.pregos pare prrlendenles que
com elles conlavam de ai,teman ; aiigmenlos de or-
denados e gratiliraroes ; conces e vencimenlos pelos cofre* provinciaea a empreeados
geraes, nomeajAo do coadjutor de u.na freguena pa-
ra o cargo de professi.r de primeira lelras, com a
obrigarao de residir fra da sede da fre,:ue/ia, mas
accumultndo ambas as foncjdci e veuciinenlos .-
doajAo de predios proviqciaes, ou aulorsajAo para
vend-Ios em particular ; deslas e de u.uiu- oulras
indolgencioa, que omita por brevidsde, coma o
grande jubileo linanceiro da provincia '.'
V-so, pois, que pouco proveitosos foram no len-
lido da eeouomia e da juslija os loques retoques
que nhi leve d sollrer as varias discusses po'que
passou fora do (recinto da assembla e depois de
approvada por isla a sua redaejao.
lana geoeroiidade da parte dos illuslres legisla-
dores deve merecer, senilo louvor, eo menos dea-
culpa. Conheciam que pela maior parte nlo vol-
lariarp quelle bancos, e queran) despedirse de
seus amigos deixando-llies um lianal de lembranja.
Deve ser doce beneficiar os amigos lera trabalho, e
sem desfalque da propria bolsi.
Com quanlo ngo conheja as altas razea admiuis-
tralivas que inspiraram as diaponjOri desla lei, pa-
rece me poder flirmar que nAo houve perfeila
igualdade na distribujAo dos seus favores pilos va-
rios municipio..
A algoas deu-se dinbeiro para as mas malrizea e
cadC'.s, para as sosa estradas prvinciaes, momei-
paes e caminlms vicinaes ; e al pira obra mera-
mente mumeipaes, como conslrucjao de chafarizes,
ele, ; em quanlo oulros ficaram completamenle es-
queciJos. Nem be isto de eslranhar-se, pois ao
mesmo lempo que certas localidades, linham 2 e3
rrpresiulanles na assembla, ealgunsde insai.iavel
avidez, oulras ole li.ilum se quer um. NesLs rir-
cumslan'i.u de Irisleabandono eilavam o imporlaii-
le circulo de Aias, o de Sanios, e o de Campias,
que por cerlo nada absolutamente leriam ohmio is
algum amigo can 1,1.0 nao se hoovesse compadecido
de sua orpl.andade.
Nao se pense, porem, que a m distribuijao le-
gislativa dos recorsosos di provincia traa' serios
o.nli .raros para a adn.inislrarao.
N.'.s temos um direlo administrativo para o nosso
uso particular, que, embora lalvez 1.A0 muilo con-
forme ao aclo addicional, he comiedo o que e'la"
em vigor nesta provincia ; o principio rardeal deste
direilo admini.lraliyo paulislauo he o segulnte : O
presidente da provincia executa a lei do orjameiilo
na parte em que Ihe faz coula, ou sm que julg.
conveniente. Pede se d.iiheiro para urna obra ; se o
presidente nlo quer dalo, declara exhausta a quota
ou nAo haver dinheiro em caixa, ou a adia para oc-
Claiao opportuua, e por vezes l-m succedido que no
da legoinie unnda dar maior qmnlia pela me-ma
quota, mas para obra dlleienle. Se pelo contrario
a julga conveniente, ou pelo merecimenlo intrnseco
da obra, ou pelo dos seus advogados, manda cdos-
troi-la, embira nao tenha a.itoriiarAo na Iti do
orjamenlo, e abre om crdito extraordinario que
lie seinpre posteriormente appr.ivado pela assembla
e para aformoseor a cousa clir.smaire-a c m um 11-
gleziimo, e a deiiominajiio bil de indemnidade
lliriiirial.
Apezar de ludo, porem, o calor e a huraidade lem
urna a:j3o feoondante sobre a riqueza publica de
lauta energa, que esla, e na mesma proporjo as
rendas provinciaes, lem crescido de modo satisfac-
torio.
Nao lenlio a' mnha daposijao um bal a neo da
renda eflecliva da provincia depois da creajAo das
asiemblas provinciaes. Consultando porem a le-
g.slajao nble.il.o os s guinles resultados:
1833.Rend provincial o.jada, i.
clu-i\e a das li.rn'ir -. .
1815.dem, idem......
1855.Iden), idem.....
1837.dem, idem......
liste crescimenlo da renda provincial naopiove.n
de augmento de i.npoilos, roas sim do desenvolv-
menlo naloral da riqueza publica. Por quanlo
embora no arlual orjamenlo se enronlrem verbas
de rereita nao contempladas no de 1833, tambera
nesle se achim algumas que poslerormenle foram
ab dulas ; rumpri. do n tar-e que as verbal de no-
vo creadas dAo menor retida do que davam as que
foram eliminadas.
llevo anda observar qoe 1 despeza com e-Ira,lis
que lem ren la propria he orjada na le decretada
esle anuo na quaniia de 269,1 iojj ; porem na des-
pera commum schasa-aa mudas verbas lambem des-
tinadas a esla as a oulras obras pirliliras.as qaaes
iniporlaii. em mais de titi-ntKI?, lem de varas au-
lo.i-aras que 11.I0 voiii eonlemplaJai as soinmas
ilo orjailiento.
t)a iiomos Licurgos provinciaes nAo pidem, poli,
sor iicrnsa.l .a de indilterenlisrao pilas obras pu-
blicas; mal da lerri parle da rende he applica.la a
esle se.vij... Alguna lexam al a soa Musitada a
poni de si -nrarrrgarrm elles mesmos das obraa
que decrel,rain romo legisladores ; be o que, em
Imanase .. vulgar, ai' denominaFazer e bap'i-
sar. Otins, cin louvavel pudor, nAo -o incum-
ben, dlias,us dain-n'as ana seusalilhados pola mo-
tivo moilu plauivl do deiejarein que ellas seism
admiiiislradas por pe--oas de sua Cealiioej.
Dev^-se porem saber que oslas obr-ssao deerrta-
da. pela assembla a eamt-, em ser n villa de pla-
nos e de oij.menins, e mullas \etn se lem tirio um
deputadn duplicar por mein de ementa a q.ianna
propusla para .....a obra, alim de provar por esle
modo a sua folicitsde pela potencia eleiloral a quein
ella inlersssa.
Deve-se lambem libar quo a IbSseararla provin-
cial apenas Bsealua anltimelicaraente n nao moral-
mente as comas dos encarregados de obras ; alo |;e
simiente examina se as addirOes e ..Su o ealAoro.npelenlemenle documentadas.
Nm ;relalnri 1. de vario ex-presidenles encon-
lram-so amargas qnejxas acerca da desersanisacaV
que ha na i.ilii.ni-lra.;io dll obres proviuciara," e
23,700().5()0
illS.ititl-tHK)
8I7.808J100
983,9(K)^J(KI
i.^u'jn^[t^^M^^gSi^
esla qucixs nao lem tido allendidas pelu legisla-
lores p.ovinciaos.
Alem das veri, isestradas e obrai publicasas
que maia aviillam n orrine lo sAo : a forra poli-
cial rom 17I:7ii:i-lili, a ir.sirucjdo publica com
Il5:899a*)355. a a imin.olrajao e a arrecadncla das
renda c m 94:7019200, a imporlacAo de colonos
com 31:00(1.
As principaes verbas da receila sao : imposlos de
exporlajao, S por eenlo nos gneros 1.A0 benelicia-
dos e 4 nos inanoiaclorldos, 3U0:O0U ; dcima de
lierauj n o legados, 100:000/ ; 5 por ceulo na ven-
da dns escravi. 85:00(b ; irnp 110 sobre o corle das
rezos, 28:0003 : sobre agurdenles, 18:0019. ele.
Deve aqu declarar que a populajAo delta provin-
cia, alm do 983:000-3 de Impelios provincae', pa-
ga inas una siai 1 mu- je imposlos geraes (o balanjo
do exercicn. de 1851 a 1855 da 775:873j68, n5iu-
cla.nil 81:9313335 do emprasli.no do cofre dos or-
phAos,, c assim lambem 121:7619787 em que he or-
jada a receila municipal do crreme exereicio. Po-
de se pois calcular nprnximadamenle em 1,900:000-3
8 somma dos impo'loageraes, provincae e ir.unici-
paes qoe sAo a.rcadado nesta provincia.
Direl lamben, que os municipios que teem maior
renda sAo a capital, Ihaluba e llinaual. nAo pai-
sa...lo ella de 14:3008, e os de menor renda sao
Aniohy II.536.O. S. Vleeote 130*924, e llsi.haem
1913310. A renda media de cada om dos 30 mu-
nicipios exislenles o anno panado nAo excede a
2:i35294.
E1I00 0111 poaco arrependido de me haver mrlldo
ness>i negocioa de algarismos, porque aqu se enleu-
de qoe elles sao verdaleiros myslerim efeusino-,
que s podem ser decifrados pelos soohores da Ihe-
sonraria, ..,, da directora do Bauno, e que be ama
verdadeira prufinacAo o serem trotados por aquel.
los que, como eo, nao sao profissiouors as i opera-
jes da arilhinelica ; pero, pois, a devida venia aos
prnhssiouaes.
Nesle dous ullimoa aunoa a producjAo desla pro-
vincia directamente exporlada para fora do imperio
ollreu umarrresrimo leniivel de imposlos. Po. una
le provincial de ISO eslava lia inUiramcnle isen-
la dos direitosde saluda perlencenles a provincia e
su pagava os 5 por cenlo relativos a r-nda geral.
FJ-sj iti de I8i0 senil., revogada em 1855, e leud-
se reslabelecido o anno passado os 2 por cenlo que
se uaviam diminuido na renda geral, ho.e a pro-
ducjAo directamente exportada para o eslrangc.ro
paga II no 15 por cenlo de imposto geraes e pro-
vinciaes, segundo 01 geoeros 1.I0 ou Doo manufac-
tu.ados.
Deve-se porem acreditar qoe e-le arcrescimo de
onus foi imperceplive! para a noia livoors, valo o
proceder que se leve para com os poucos deputados
que a elle se oppozeram na assembla provincial ;
rebro-me especialinenle 1 proverbial giali.lAo dos
lavradores de Jundioliy.
A renda geral, a'recadada pela alfandega de
Slnlos no primeiro semestre do cnrrenle anuo Ja-
neiro a junho r-i de 303:04.3)374.
A re.. ia provincial, no mesmo periodo, foi de
69:386I53.
A renda da l.arreira do Culi 1IA0, no exereicio fin-
dfl de 1856 a 18.57, foi de 74:1295300, comprndo
adverlr-ae qoe nos seii metes de outubro do anuo
pascado a marjo dn crrante nrrecedou ie na .lila
barreira 43:1213900.
Como uas anteriores lenlio narrado os vario
enlsoiios das qaeslOes suscitadas enlre o juiz de di-
reilo da capital, o delegado de pnl.cia e o vice-pre-
sidenle, joigo-ine na obrigBjAo oe expor a peripecia,
posto que esle asmplo na,, tenha muilo intima con-
llevan rem a receila e despeza publica.
No processo promovido ex-oflicio, no jiiiio de di-
re.lo, contra o delegado o Sr. Dr. loriado e o sen
sserivfo, por caosa de cosa reeebidas indtvida-
menle ou aules de lempo, foi o prira-iro abolvido,
e o segundo condemnad. lie o segunde processo de
respon.ahil.dade inlrnlado contra o Sr. Dr. Furla-
do por causa da delegara ; alo sei como se su-
jeta elle a servir por lano lempo um cargo que Ihe
deve ler dado tantos incommodos e dissabores, e
que por cerlo esla abaixu da eua pos.rAo. Sao
20*|0S.
Quanlo ao Sr. Dr. Mondes de Almeida, leve de
largar o ca.go de juz de diredo por haver dado
parle, de silo o primeiro substituto desa vara, o
Sr. |)r. Segurado, que ha 6 mezes nao sabia de casa
por enfermo Don a esle lenhor sinceros parabens
pelo sfiireslabelecimenlo de 13o grave e prolongada
molestia.
lindo porm o Sr. Dr. Segurado reentrado em
exerncio no principio do mez, e estando marcado ..
da I. do eeirents para a ai-rrlura da sessAo do ja-
ry, foi de novo abrigado a passar a vara, por nAo Ihe
c-..uenl.r anda o seu eslado de sau Irabalbosrfa presilenrja dese tribunal. INn da apra-
/.a lo e no seg.iinle reiimram-se os jurados, mas Me
houve sessAo por nao existir juz de direilo em exer-
eicio a final o Sr. Dr. Ramalho, upplenle dojnlz
inuniripal, qoe nao linlia querido exercer a vaia
desde que v.illoudessa cidade onde fura pleiteara
111 eandidalura na ramara lemporaria, resolveo-se
a '--i!,,., I., f, lioiiiem abrir a sessAo como sup-
nenle do juz de direilo .'
A vara municipal lem viajado mais do que o yo-
den ferrante : nos sel.- mtzei ultimamenle dernrri-
dos lem ella perpasaado pelas niAua de sele pe-soas
diversa, sido exercida por dilTerriites vereadores, e
ale ullirnamoiiie pelo Sr. barSo de T.el, supplei.te
ile vere.idor !... A cadeiracurulrbegou a ser oe-
copada por dous leaos, nesta cidade de luchareis;
parece que esta capital Irausformou-se em nao sei
que semi-barbaro municipio dos eeiles de Matlo-
iiro.-u oo do Amazona !
Imaginera qoe mornsidade, que anerchia, que
inousl.uosid.des jurdicas nAo irle por esle desgra-
jado foro. Como porm nada dislo impede o inarhi-
uismo govemativo de vnlver-se Iranquillo c rtescui-
doso do futuro, pelos ferreos carrs da rotina olli-
cial, e s n povo qnem tollri, parece qae be Islo de
pouca monla.
Comquanlo na ollima rliirao municipal ven-
cts-e intriramente a chapa que se denomioavli-
beral, h.iju a maior,a da ramara be co.nposla de
nenie dill'erenle. Por moleslia ou por ausencia
acham-se impedidos 5 vereadores, de modo qoe le
ve de lomar assenlo o Sr. barao de lele, e mais
qualro vereadores da sua grei. Dir-se-hia que o em-
peuho pela vicloria era tiln, da vaidade e n3o do
desejo di servir o municipio ; alias ler-e-hia rom-
posto a chapa de pessoascm cojo impedimento nAo
se coniasse de anlemAo cora cerle/a. Sera' bom que
os vereadores aproveilrm a sua capacidade admiuis-
tfativa em f.izer remover o lixo que vai lomando
esta cidade lemelhanle ao Rio de Janeiro, quando
nao em riqueza e civiUracao, ao menos na progres-
iva 1 lia de asseio.
No da 6 do corrcnle, leve lagar em Pirapura a
resta doSenhor llom Jess, a' qual concorren, cu-
ino de cosii.,,,e, um g.aode numero de romei-
ro.
Eiles pios visitantes deixam annoalmenle avulla-
das earaolas, que imporlam em 5 a 6:000.^1110, e se
applicnro a'coialiucjAodo reapeclivo templo ; pa-
rece, poim, que levara' elle tanto lempo 1 edili-
car-ie c uno a Notre-Dame de Paris.
A II pardo para Goynx Exm. fh D. I'r.11,-
cisco Januar.o Cerqueira da Cama, presidente desta
provincia; leve na despedida as honras devidas ao
cu elevado cargo.
Comquanlo teja falla de rerusos a provincia que
vil administrar, he de e=perar-se que S. Exc.su-
pra por nieio de seo talentos essa falta, lano
quanlo he possivel, e Ihe imprima o movimenlo e a
vida.
Ielizmenle acaman lemporaria nos livroo do
I ag-llo da ele.rAo em Tiablte, pelo que damos os
deudos parabens, bera como ni dev.dni peame
ai |.euoai que c.im ss> locraram, ou- perdern),
comquanto osees lucro., ou perdis, sejam mais ima-
ginarios do que reaes.
NAo eilamos, porm, livres do mal em oulras lo-
can dailea.
Alm de ler-se de proceder a aulas eleirf.es mu-
meipaes em consequencia da crearilo de'algumas
nova, villas com qne a ultima assembla ...ni.no-
seou a cerios ciiolo o,deve.se de novo eleger eleilo
res em lalul.y. por nao torera presta lo os que Ihe-
ram a eleirao de dezeml.ro.
1 -''u" 'i*' ''m ''"'" a V|ce-presidenca marrado o
da 1.1 do correnti ; mas o oflicio e.n qoe islo foi
ueternnn.ido. sendo datado de 9 de jonho, s cheg u
i> lalul.y a 20 dojolho '. o que ubrigou o governo
a lranferi-la pala M de setembrn.
Den.ais, a esla hora deve-se etar apurando a elei-
r.lo de eleito.es de Mogy da Crazes, pois timbera
nao preslaram os de novembro; o seo resultado
nao.me parece duvidnso, visto ler Irabalhado em lar-
ga escala, e a de-coberlo, a grande machina eleilo-
ral da guarda nacional.
Ni imprensa periedle conlinuom a dar-se no-
va reVOlocSn ou Iransaccoes.
O Dr. juz do nrph.ioi lirn ao Sr. Cahrsl a Ivpo-
graph.a perlencenle a uns orphaos. que ha anuos Ihe
eslava arrendada ; em con.equcnria do que leve de
rr-ssar a pul.Iicajao da Revista Pa.ili.lana, dando
I luzoSr. Cabral um avulso, em que se queixa do
occorrido. ,. allega os sent longo servios rte 28 ari-
llos no .,maneji. da poder .a melralha* de Gutlem-
bc.f", a parle que leve na mpressao do Phirol
liiulislano,,, folha opposicionisla do primeiro reina-
do, tic. v
Conla qoe algoris individuos coneorrersm com
at cada om para com o seo producto iirendar-se
esta typvg.aphia, iBa de publ.'car ..ella um novo
per1111l.ro ullra-rnnservador, que lambem devia ser
destinado 1 influir na elelclo de laol.al.
A doslo qoe a cmara acaba de dar a es'e ne-
gocio impossibilitou um do fins da empieza ; n3o
sei se souraiia no lodo.
Araba de pobl.rar-e um novo peridico, redigido
por acadmicos, inlhulade o ..Iris,. ; conten alguna
arilgos de n.leresse, entre os qua-. sobresana o pro-
gramma p.ia o eu polo gr. Dr. tryspiano S..are, lenle Ulular drssa
eideira.
~ s'- ,)r- Iiaslo pedio por enfermo a sua d-
mis-ao d. logar ri. chelo de polica nterin.. ; aabil-
nienle. porem, 1 r reden a vice-presidenca nao ll.'a
cinreilend ., po.s S. S. m.lhorou dos -e.n inc.n.no-
dos ,ie senda, pode eentlnar no uereieiu .lene
raras eom InconHelivel vantagem do servijo publi-
co ; a.s.im se lemhrasse n governo imperial de con-
ceder-lne o pro?imenln cITect.vo delle.
NAo he s.imenle no campo do velhos conser-
vadores que reina a de.oniao e a anarchia. Para |ko
var eala prnposirAo oao he neressario adduzir fados
da ultima eleijao, ou qoe na sejam de publica nn-
tnriedade ; indicarei smente a desavenja que acaba
ile ler lugar enlre os Srs. Dr. Ramalho e Getutio,
cx-redaclores do i.Ypirangan, a rsipeile da qm.l esle
ultimo publica urna acre correspondencias peleejor-
naes.
{Carta particular.
{Jornal do Commercio do Rio )
mmAtm
PSGIN& AVtLSfc
UavlBU! 10/2 U S
fi a'ia'sinaloOnvimns dier qne ni Torre se
dera no domingo um assinalo, e foi o so, con-
ne .ios contaran) : nm genrn, que tendo vindo
de onde
mnrava, habilai com o leu ogro, homem
poique I Quitire Iralar da proiima sioicaa de depolidos
pobre, e honrado, malou-o com orna hacamarlada
por mnlivos que ignoramos ; nAo conlamos minucio-
samente o occorrido, porque, queremos prime.ro sa-
bor como elle f. : qile |,e cerlo lie qe 6e df
esse assassnalu, porque a pessua que advoca a cama
do assassinado, ,. pe,le a pmurAo do assassino foi
quem vcrbalmente nos infoim... desse iltoslade.
Consta-nos mais que o criminoso nlo he o primeiro
astassmato que cdmmelle. e que he um homem de
dote demasiado perversa. Temos l que a polica
dos Afogadoi mi., descansara na perscuuirAo do cri-
minoso.
out taporrs para a Para/tib.Nao se pode
imaginar a iniluencia que se apostan .los nosos pl-
tririos para irem a Parabibi hoje asistir a magnfi-
ca fesla da Senhura das Neve no da 8. O vapor Ca-
maragibe nao foi 5,.luciente ; o Persinunga lam-
bem paite com paisageiro, que se calcula para cima
le.too Felht vagem os levem a essas plago hoa-
pila eirai, e que quando vollarera na escureram a
sumptuusidade da fesla do Orago daqoeUa capital :
essa fesla he un das ponen precon.sada no im-
perio, como por rvere.pl.1 .-,, de N. S. da Sao te em
lernamboco, llorafim ua Rabia, e l'enha no Rio ele.
bquem nos liBrma que nao leremos boj. ponlinlios
rescos na Faculdade de Direilo J NAo have.a razao
p ira jslo, a nao erem molestias.
Caridad.Conila-noi que a digna directora do
Cllegio de Santa Tliereza da praja da Roa-Vista
recebeu ullunaiiiouie urna o.plilade pai e mai para
ensinar e educa-la gratuitamente. Nunca deixareinos
era esqiierimenlo semrlliaiiles acto, de beneficencia,
parlan) elles doi.drin parlirrm, tanto raa.s quanlo o
que lioj se observ he que ( salvas as excepji.es )
quero quer ter em soa ru.iipai.hia orna orpl.Aa he
para dtsonsar ns bracos de su s eicravas. Quem
qoizer lomar a Carapuca que lome....
Bailes.No iresenle mez presumimos haver al-
guns boles nesta capital, e um em (huida. Parece
.que renasceu o gnslu para bailes.
Tenham il da miseria.Cousla-nos que em urna
das ras do bairro de Sanio AnUnio oraa pobre ve-
Iha que morava cora Ires netas em o andar terreo
de om sobrado he constantemente insultada, e des-
Teiliada por urna familia que mora em um dos anda-
res dessa casa, a poni da nao podere.n chegar '.
gelozas sem que se vejam forjaoas a rtlirar-se para
nao seren iiinuiidadas r.im aguas ptridas e mais li-
, qui.los pouco usado, t onlinuarAo anda ?
I < 111 Ihesouro encant-uio.Mandaram-nos em car-
. la lechada a seguale historia, que a paamos aos
: nosso. le.lures intacla, e cada qual rt-lhe o peso
1 conveniente : ludo he possivel a lal respailo :
Levo ao conbecimento de Vmcs., e se Mies
I apruuver ao do publico, qoe morreo no dia 10 do
> mez passado, em su. cabana, enlre a pona de Sar-
rambl e Maracalnpe, o pobre pescador Antonio da
Bocha Fuichal, com dade de 55 annos.
1 Esle homem anle de fallecer 6 dias, narrou
pa.le de sua vida, e.lando prsenle aigum de seus
M7.nl.os, e enlre estes se acliivam tarentei do Sr.
Chalaja.
isse que linha sido soldado do l.alalhao 19 de
primeira linha e qoe perlenceo a segunda compa-
iih.a e qoe nos diat 13, 14, e 13 de selembro de
1830 se aeboo constant- mente no saque dela cidade,
e que so no dia 16 pelas 7 horai da manhaa fora
preso, junto, ou rhegando ao arco de Sanio Antonio.
e conhtcea que foi por cau.a doseu proprio capillo,
dalll levado para bordo do brigue llrandura, e de-
pois com lodos os seos camaradas que escaparan! da
Si* 'ev,,dos n'ir* d Fernar.do, roa qoe no
da II as 4 para as 5 horas passou en. orna canoa
junio con) um seu patricio, filho da Parabiba, por
nnme Luiz Jos de Lucena, com dous sarcoi de di-
nbeiro era onro, para a Boa-Visla, os qoaes o d.lo
seu i-am,irada tinha arranjado no da 13, en orna
das loiti na ra da Cada ao enlrar para a roa da
.Madre de Deo, e guarduu no becco dos Torios, em
casa de urnas niullieres de soa araizade, al a hora
em que o convido paia irem de sociedade guarda-
Ios em lugar seguro.
o Diste mais o pescador :
" Pesamos 01 doas saceos anles de 01 levar
para a canoa, na balanja de urna venda, a qual es-
lava a essa hora abandonada, e qoe nunca rae esque-
0 que linliam de peao 2 ar.obas e 10 libras !
Ai orlamos junto a fuudn;Ao dos Coqueiros, e
pegamos cala um de uosso sacro, deixando a canoa
ir pela agua abano ; egui.noa por entre os ine-mos
coque,ros, ^isquaes inda me lembro que um delles
tmlia um va.ao de ferro que a segurar a chamin.'
da dita fundirAo) e omos descansar no lugar do
Casimiro, na casa lerrea quasi junto ao Lecco .1 1
terrenos, qoe sabia no Aterro, nesse lempo era a
umea que ah havia, e eslava dentro urna parda ja
de idede, a qual era co^hecida do meu cantarada.
Abnmi.s os saceos (os quaes eram de urna fazenda de
linlio r.ixo, que parecan, ser faiioi de capas eu. que
vem us pannos finos., o primeiro conlinba nica-
mente moeda de 20 palavas em 011ro, e lodas do rei
vellio, e o segundo, moedas de qualro mil ris, com
a difTerenra que nesle, logo na boers, linha irasenls
e um palacots, os quaes elle reparlio logo comigo ;
fecbamo as boceas dos saceos muilo bem, com o
mesmo barbante que j [raziamos, e eo no mismo
ilutante Ihe disse :
" Seiia bom qoe mis aqui mesmn enlenasse-
mus esle dinheiro ; ao qoe elle me respondeu :
0 NAo. Vamos guardar em oulro lugar melhor;
segue-me.
" E, com ffeilo, marchamos pelo becco dos
Ierreiros, tahimus fura, no aterro, e, ptqoeua dis-
lanrja, sempre em frente, paramos por um instante
na entrada de urna casa de sobrado junto oulra de
Ires andares ; enlrei cum elle, e logo que enlramos
cerruu a porta ; marchamos 7 paisos contados da en-
trada da mesma porta para a escada, e onde finalisoo
o stimo pasto parou, e me disse :
He nesle poni e lugar, queja sem demora
vamos enterrar eslcs doussaccoi.
Fiu Ihe repliquei :
" E :,io 3er,a melhor qal nos os enlerrjuHeraos
aqui na luja '.'
Ao que me responden :
< NAo eo le digo: hoje is 6 horas da manliAa
ajudel a ura nosso rama.ada, que logo ledirei o no-
me, a enterrar i.esla mesma loja, junio ao p do arco
do lado di.eilo, urna tablela cheia de joia de caro,
e Ires saceos de palacOes, e muilo linio, porque elle
inorreu de um liro na ra do Caboga, dado por um
dus nonos, que eslava muilo bebado.
Depois cavamos o buraco no lugar do primeiro
paisa, o qual linha de fun o 111.11 de qualro palmos ;
dotamos os saceos dentro, socamos multo bem com a
mesma Ierra, e unimos os lijlo lal qual eslavam, e
om reslo de Ierra que sobrou elle me disse que lan-
Jaise pa.a a ra, que assim linham feito na loja para
nao se ronhecer.
1 Erara 7 horas quando ito acabamos. Sahimos e
an lames sempre jonlos alo ao outro dia 15 pelas 1
hora da larde, ero que o vi calnr qnasi junio a mim
de um Mo de hela, que Ihe utiraram pelas costal na
ra do Arsglo os da tropa de Francisco Jacinlho ; e
eu duas horas anles de ser preso no da 16, visilei os
dous lugares, e fiquei convencido de que lodo esla-
va muilo bem guardado, e qoe cu s.i era o dono, por
que ninguem mais sabia.
a Em principio de 1833 fi a Fernando um biigue
de guerra por ordem do governo, buscar preso Indos
os iiosos camaradas, e lambem eo enlrei nesse nu-
mero, e fomossnliaremlaiiiandar, e de la marcha
.nos para o acampamento de Panellas, e no fim de
10 mei.e, eslando na LapAl dos Calos, um nosso 1.
saigenln nos fez urna falla com grandes promellimen-
toa, para qne nos uu.ssimos todos a elles, qoe nos
commaudaria como chin), e que marcharamos para
alacar o Recife unido, com grande forj......que esla-
va a nnasa espera, para acabar cora Iodo. mar.uhe.r.n,
que estavam suprindo o calanos de plvora e b.la e
todo o quando liles era necessario para malar a forra
do governo.
o Seguimos cora o nosso cunmandante, o pnr fim
rhegamos a Sanio Anlo, aquarli-lamos. e no lim de
doas diai o c... 1.... fez-no u.na falla, e findou
em dizer nos, que nos marchavamos d'alli sem
armas, porque em S. l.-.uron ,.. linhamns de rereber
armamento novo. E.i descoufiei dislo, porque ja nlo
era senhor da minl.a aims. Fugi, e aqu vim parar
ate h'je.
1 Mas, urna das pessoas qoe eslavara presentes,
quando elle acabou de fallar, Ihe fez eila observa-
dlo :
Mas, a respeilo desve dinheiro o desas joias
ha lanos anno, haveria qnem por acaso o desenler-
rasse'. ou linda quando lato nlo acontecase, a ca qo \ me. diz, ardeu, e j.i nao existen) renlo as pa-
redes.
lie verdade lo que por oltimo Vmr. araba
le dizer, repticou o pera.lor. porm ha taDlos anuos
que aq.11 eslou, su fui a Recile de proposito para
islo .1 vezes, e na Ultima, firme ecapariladn que exis-
tia aquillo de qne s.'. eu era sabedor, eqoe a orcaaiSo
e-a a melhor e lalvez a ultima, propoz me a reve-
lar n segredo a oulro ; para isto dirigi-me ao que es-
lava m, randa na loj 1 do sobrado, o qoal liaba den-
tro velas de cera e un enfeiles de armador,e pergun-
lando-lhe quem era o dono .laqueII,, loja, o mesmo me
responden o que quena eu, pois eslava fallando com
elle mesmo ; chamei-n em particular, e Ihe diseque
se q.n/esse (er feliz, ..aquella ocriKlo iu depenlia
delle urna eoosa, que era dar-me um p-lavra deslm,
Hegarsudo-lhe pnem qi:e em nada o prejudicava ;
an que elle me responda, qne se lodo o tixlolho
era e'ie. que eu eslava s'rvido ; enlAo cu Ihi decla-
ro, que ..aquella loja achara da muitussnnos en-
terrada pnr mim um, lal.ulel:. alaradinha de jnia. do
ouro, e Ires sacco chelos de moeda de prala, todo
em palarnes, e lodo em um a.i buraco.
Elle bcou espantado qoando eo islo Ihe diase, e
qoe valo che me prometler que eslava se.vilo.qni-
ru logo que lrataserh..s em desenterrar e fazer a
parllln* eo mein ; mas nunca Ihe declarci 11 ootra
porclo dm dous saceos que clavam no corredor da
lirada ; ao que elle mu. cimiente, quasi pulan lo de
ilcgria, me abrajon, diiendo-me que j* naquella ho-
ra e mm mesmo a noile puJia se., por molivoi
da gente que linha em caa, mas que no outro dia
sen. falla a qualquer hora,daramos principio, ambos,
sozinhos, de purla fechada, e p-ra prova do qoe me
asseverav 1, que. ia lugo que eo ficase em sua caaa
o A' vista desia snicer.lade eu Ihe respond, que
na,, era nere-s,rio, c mesmo porque linha de relirar-
se por nece.si.lade a barc-ja em que liona vindo, e
qae voltaria demanhla Lem cedo.
Ao despedirmo-nos, ,ue me dlsaa qu en devia
estar bem cerlo do lugar, para nao levonnos muilo
lempo.
Eo Ihe raspondi qoe nAo devitmo levar, porqoe
o logir era o meimo (baleodo co.n o meu p junto do
lito arco.)
Depon ainda me fez oulra pergunla :
" Veja como ha muilos annos, que nAo -e ru-
gan, is.r com o numero da casa, porque a numericao
della hoje ha n. 3!)! *
Ao que eo respond :
o Nao lenhor, a respeilo de nmeros, eo nao
reparei, e nem me importo com islo, porque a can e
o logar sin juntamente oles.. .
Ma, qoe itiMicidade para mira e peior para elle,
avita .lo triste espectculo que o roeus olbos pre-
senciaran) 110 oulro dia !.....
A ser exacta Isia narrajao, ais 1% poder dizer,
que o incendio dessa casa fri premeditado para apa-
gar os vestigio! da etcavAo ?...
O Sr. .Maiiui 1 Alexandre de Araujo Guerra, B'-
Igniole dn iioiso Diario na villa di Palos, provincia
da Paialuha, informa-nos que so de mez Ihe chegam
os nmeros do Diario que Ihe remelem s duas vezes
por semana, e minias vezes vio algons da ollima da-
ta, licdLd 1 os ant. nnres alem disto diz-no que nos
ineies de fevereir^ e marco 1.A0 oreceben.
Fe-la da Peuha,A de da Ssnhora da Pcnha, ni igreja dos reveren los
padres capuchinhos Italianos : o templo acha-se ri-
camente ornado, e se. abrilbanUda rom mais de
ires mil luzes a msica he nova e fcila de enconi-
menda ua (Italia para esla feslividade; conforme o
cosame daqoella caaa religio-a corneja a fesla de-
pois de 9 lloras,da manhAa, e terminar., a urna da
larde ; noile Cavara le-Deom, que deve acabar a
8 hora.. .U noile.
I.la da Seulmrado Paraizo. l.mhrin lea lu-
gar amanilla a lista da Snihora dn lVra.zo na sua
ig'eja, o a noile is'aiii abla a rasa -ios expoal.it es-
laheleci la no mesmo edificio, para ser visitada por
quem qoizer.
O vapor nacional lmpe.al.ir, san'O para os
porto do norle, levou a seu bo.do os seguinJes pis-
tage 10a :
Laoriudo Jo Alves de Olivaba, Joaquim Igario
Perora Jnior e I criado, Joaqun) Jos a Cosa Pi-
nbeiro, J.^quim Loii da Silva, meslre pedieiro Ja-
nuario N. Ihumaz e seu oflicial Seraph.rn C. da Si!
va. Jos Joaqun) de Sania Anna. Jos da Foostci
o Silva, Jos da Silva C.elho, Manoel Gabriel de
Carvilbo, Wenceslao Simplicio de Azevedo.
Ate anianli'ia.
399960
3.3a 120
5
CONSULADO rnoYINCINA.
Lanramentocla reguezia de S. Fr. Pedro
Goncalves para o imposto da decima,
feito pe-!o lancador do consulado pro-
vincial Joo Pedro de Jesus da Mal-
ta, de con fot midade com a portara
do Sr. administrador da mesa do consu-
lado provincial a 11 de agosto do cor-
rente anuo.
Conlinuarao.)
Koa do Cosa.
Numero 8.Patrimonio dos orphaos, um
sobrado........... g
Idem 10'Jos Anlonio Lopes, om sobra-
do com urna loja e dous andares, arnu-
dadn ludo por lisa rs., roporlancia da
decima............
ldim 1-2.Antonio Fernandes Velloso,
um sobrado rom urna loja e um andar,
arrendado Indo por 3688 "., importan-
cia da decima.........
dem I i.Patrimon o dos orphaos, um so-
brado ......
Idem 16.Patrimonio doi orphloi, um so-
brado ............
Kua da Madre de Deo.
Numero 2.Patrimonio dos orphaos, ama
casa lerrea ..........
dem I.Pairnno lio dos orphaos, urna
caa Ierre ..........
dem 6.Patrimonio dos orphaos, urna ca-
sa Ierre ...........
dem 8 Patrimonio dos orphaos, oras ca-
sa lerrea ...........
Idem 10.Patrimonio dos orphant, urna
rasa lerrea ..........
Idim id.Patrimonio dos orphaos, umi
casa lerrea* ..........
dem I ). I'ai.iiuoni.i dos orphaos, urna
casa lerrea ..........
dem 16.Pairimon.o dos orphaos, urna
casa lerrea ..,,..,,,
Idem 18.Patrimonio dos orphaos, urna
casa lerrea ..........
dem O.Patrimonio, dos orphaos. urna
casa lerrea ..........
Idem -22.Patrimonio dos orphaos, urna
casa terrea ......
Idem i.Patrimonio dos orphaos, urna
casa lerrea ..........
dem -26.Patrimonio dos orphaos, om
sobrado......v
dem 28.Jos dos Sanios Nuiles de lt-
veira, um sobrado com urna loja e doos
andares, arrendad ludo por 4583 rs.,
importancia da decima......
dem 30.Herdeiroi de Jos Francisco La-
vra, 0111 sobrado com orna luja e dout
andares, arrendado ludo por 6OU3 rs.,
Importancia da decima......
Idem 32.Jos dm Santoi Nunes de Oli-
v eir, ui.i sobrado com orna loja e dout
andares, arrendado ludo por 5Oj} rs.,
importancia da decima......
dem J.Irmandade do Kosario do Reci-
te, ora sobrado cora urna luja e dous an-
dares, arrendado lodo por 3715 "> im-
portancia da decima.......
laem 36Francisco da Conha Machado
Pedroza, ora sobrado cora Ires lojai o Ires
indares, arrendado ludo por 1:1209 rs.,
imporlaucia da decima......
Ideu. 38.Manoel Goujalvis da Silva, om
sobrado cora urna loja e dous indares,
arrendado ludo por 392-5 rs., importan-
cia da decima.........
dem 1.Palrimonio doi orpltlos, ora 10-
brdo............
dem 3.Dr. Lodgero Gonjalves da Silva
e Di. Sibaslio Uonjalve da S'lva, um
sobrado com nma loja e Ir.a ai..lares, ar-
rendado ludo por 1:1100:5 rs., importancia
da dcima.........
dem 5.Viuva de Adelo Antonio de
Moraei e Jos Dat da Silva, um sobra-
do com urna loja e um andar, arrendado
ludo por 500c rs., importancia da dcima 45--OO0
dem ".Jos dot Santo Nunes de Olivei-
ra, om eobrado c. m urna loja e um an-
dar, arrendado todo por 418"} is., im-
porlaucia da decima.......
Idem 9.Patrimonio dos orphaos, unisn-
brado............
Largo da Assembla.
Numero 2.llnenos de Jos Francisco
Itelm e Dr. Alexandre Bemardino dot
Keit e Sdva, am sobrado com urna loja
um andar, arrendado ludo por 182/
re., importancia da riecim......
Idem i Marianna Dorotba Jnaqoiua',
um sobrado com orna loja e dous andares
arrendado ludo por 430a rs., importancia
da dcima..........
dem 6.Viova e herdelrcs de Antonio
F.ancisco de Miranda, um sobrado com
urna loja e Irea andares, arrendado ludo
por 7245 r., importancia da decima .
dem 8.llerdeiros de Prxedes da Forni-
ca Coolinho e Joaquim Francisco de
Alm, om lohrado com una loja e Ires
andares, arrendado ludo pnr ."ni- rs.,
Importancia da decima......
dem 10.llerdeiros de Mara Josepha de
Mallo e Dr. Lodgero Gonjalves da Silva
nm sobrado com urna loja e tres andares,
arrendado lodo por 450-5 rs., importan-
cia da dcima.........
Iilim 12.Maria Dorolba Joaquina, nm
sobrado :om urna loj e qualro andares,
arrendado lodo por 900J rs., importancia
da derma...........
Idem 14.Therria Gonjalvis de Jess A-
sevodo, urna raa terrea, arrendada por
IO5 r., importancia da dcima .
Lien 16.Fazenda nacional, ama casa
lerrea ..........
dem 18.Viuva e herdeiros de Loiz Go-
mes Ferreira, um sobrado com ama luja
cus andar, ai rendado ludo por 4.305
rs importancia da decima.....
dem 20,Manoel Julo de Amorim, ama
rasa lerrea, arrendada por 1:0005 '"
impoitancia da decima......
Ileml. Marianna Dornlha Joaquina,
urna casa lerrea, arrendada por 1:0009
r*., importancia da dirima ,
dem 3.Fazenda nacional, ama casa com
um andar e loja.........
I lem 5.Fazen ia nacional, urr.a casa ter-
rea .............
Idem 7.llerdeiros de Antonio da Silva
Companhia. umi cas terrea arrendada
por 4l)0>000 r'., importancia da di-
cima.............
Idem 9.Vicente Ferreira da Cofia, om
sobrado com orna loja e om odr, oceu-
pato pelo senhorio, avallado lulo por
76004000 rs., importancia da|dcima. .
Idem !l \.Jos Antonio de Araujo, una
ras em son..........
dem II.Fazen la nacional, orna casa
terrea ............
Ilecco do Noronli.
Numero I.Joaquim Antonio Itiheiro, om
sub.ado com duna loja e doas andares, ar-
rendado ludo por 26JO00 rs., importan-
cia da dcima..........
Rui do Torres.
Numero 2.llerdeiros de Francisco Alfon-
so Ferreira, um sobrado rom urna loj ..
dea amlnies, irrendado ludo por 300J,
importancia da decima, ...... 272,000
9
9
9


a
i
(19290
349000
99500
5i a660
1005800
359280
9
ilOcOOO
37g620
105380
49300
65-5160
i"5360
.05500
81500(1
349O00
i 05-500
909000
'JOOOO
I
36XHXI
C3-5000
239760
Idem i.Irmandade da almas rio Iterife,
um lob'ido cum urna jnja e u.n andar,
arrendad., ludo por 2883000 rs., impor-
tancia .1 ,|.nr,_
Idem 6.M-sleiru de S. II-1.I0', um sobra-
do cora urna l0Ja e um ailar, arrenda-
ndo por 2O03DIKJ Is., |o,p0,Une|t i, ue.
cima.......
Iiem 8.-J01 Gonjaliei Torres, m'so-
brado com uina loja e dona andares, ar-
rendado ludo por 50U3IKMI rs., impoila-
en da decima.........
dem 10.Ordem lereeira de 8. Francisco',
um sobrado eom ama toja e .lo.is andar',
arrendido isa-l., por .")(09O03 is., impur-
lancia da dcima........
Idem 12.Mana Carolina i\|v"ei da Silva,
nm sobrado com urna l-ija dous andares,
rrendido lado por .VOTax is., impor-
lancn da dieim .".......
,'l'n> .Jlo Pmio de Lemoi.om'so-
brado com nma loja e 1 andar, occopa-
00 pelo mesmo avahado, todo por 1:2'1115
r'.. importancia da decima. .
Idem 16.Capilla de Xossa Senhora dos
Irazeres de Guara.ape, um sobrado
coma loja |rc9 ,,daris, arrendado lodo
por IO5OOO rs., imporlaocii da d-
cima .....'
l.lem 18 -Ordem ler'ceira de S. Fra'nciico',
um sobrado com orna loja e doot andares,
arrendado ludo por 3709000 r., impor-
laucia da dcima. '......
Idem 20.Joaquim Lopesda Al.n.ii, 'nm
sobrado com urna luja e Ir andares, a>-
rendado ludo por 729000 rs., impo.tan-
da da dcima..........
Kua da Lingsela.
Numero 2. Mosielro de S. lenlo, om 10-
bradocom urna loja e um amiar, ar>eli-
dido ludo por 3609(109 rs., imporlancia
da derima...........
dem 4.Moslciro de S. Bento, um sobra,
do com uir,a luja e dous andares, todo
arrendado por 4709OUOH., importancia
Os dcima...........
Idem 6Antonio Carlos Francisco da Silva
e oulros, um sobrad com um loja 0
I andares, arrendado lodo por 47*9, im-
poijancia da decima.......
dem 8Ordem Terceira de San-Fran-
ci-ro, um sobrado com urna loja e 3 an-
dar, arrendado ludo por 6701, impor-
tancia da deeima..... ,
Idem 10Manoel Joiqoim da Silva, om
obrado com urna loja e um eudar, ar-
rendado ludo por 2505, importancia da
dcima..........
Idem 12Jos Franoseo da Silva, ura so-
brado asm ama loja e am anpar, arren-
dado tato por 2309, importancia da de-
cima.......
dem 14Patria, d'orp'hai urna' sobrado!
Idrra IIrmandade do Divino E-pirilo-
!>anio, um obrado com ama loja e 2 in-
dares, arrendado lado por 2509, impor-
tancia da dcima.........
IJem 3 Orphao Jo3o Itodii^aes Lima,
um sobrado com urna loja e 2 andares,
a.rendado ludo 4625, imporlancia da di-
ciraa.............
IJem 3Antonio Joaqoim Lucio, um so-
brado com urna luja e Ires andares, ar-
rendado ludo por 4269, imporlancia da
decima............
Travessa das Crioo'aa.
Noinero 1Minorl Joaquim da Silvi. om
subrado com umi loja e qualro andares,
arrendado ludo por 4329, importancia
da decima...........
dem 3Domingos Jos da Costa, om so-
brado com urna loja e I andar, arrenda-
do ludo por 1689, importancia da de-
cima...........
dem 3Jos Gonjalves Tonos, nasa cao
terrea arrendad por 069, impoilancia
di decima...........
Mem 7O mesmo, urna casa lerrea arren-
dada por 969, impo. lancia da dreima. .
Becco dn Abren.
Numero 2Misericordia da I Muida, om so-
brado com urna loja e 4 andares. .
I leas iV1s.co.1de de Loaras, um subrade
com urna loja e 3 andares, arrendado
ludo por 5089, impo-lancia da decima. .
dem 6Rosa Maria Duarte, um sobrado
com urna loja e 2 andares e solo, arren-
dado ludo por 4205, importancia da di-
cima.............
Idem iJacinlha Sdveslie Vicente, um
sobrado com urna loj:v e um andar, ar-
rendado ludo por 300a, imporlancia da
dcima............
Becco do Goncalvet.
Nomero 2Manoel Luz G.iij.a ves, urna
casi Ierre arrendada por 3009, impor-
lancia da decima........
Idem iManoel l.niz Goncalves, oraa ca-
sa lerrea arrendada por 3005, impoi l-
ela da decima.........
I lem 6Ma: oel l.uiz Gonjalvet, urna ca-
. taires arrendada por 3009, imporlan-
cia da dcima..........
Mem 8Manoel l.uiz Goncalves, urna ca-
sa lerrea arrendada por 2005, importan-
cia da dcima..........
dem 10Manoel Luiz Gonjalvet, urna
caa lerrea arrendada por 4009, impor-
tancia da dcima. ... -.....
lina da Simala-Velha.
Idem 2 llrrdeiroa do Jos Fraucitco Be-
ln), urna casa lerrea arrendada poi 3009,
importancia da dcima.......
dem Joao Snnes de Almeida, orna
casa terrea arrendad por 1329, impor-
tancia da dcima.........
Ileml.Francisco Jos Uelra, urna cali
lerrea arrendada por 505, importancia
da decima...........
dem 8Padn Joaquim Antonio Marque,
uina casa terrea arrendada por 1209,
importancia da dcima.......
dem 10Ordem Terceira do Carmo, om
sotnado cora oraa luja e am andar, ar-
rendado tudu por 20O9, importancia da
dcima............
dem 12Franeitca Benedicta dos Praze-
res, urna casa terrea arrendada por 230},
imporlancia da decima.......
dem 14Anna Jouplia Delfina doi San-
tos, urna casa terrea arrendada por 2309,
imporlancia da decima.......
Idem ItiPatrimonio d'orphlo, urna casa
lerrea............
IJem 18Palrimouio dos orphaos, nma
casa lerrea...........
dem 20Irmindade das Almas do Ke-
r:IV, ama casa terrea arrendad por
1689, imporlaucia da decima.....
dem 22Joao Antonei Guimiraei, am
sobrado eom urna loja e 2 andarea, ar-
rendado ludo por 4449, importancli da
decima. ............
I lem 2iOrdim Terceira de San-Fran-
ci'co, urna cata terrea arrendada por
969, imporlaucia da decuna.....
Idem 26Jos Moreiri Piulo, urna casa
lerrea orco paila pelo mc-rnn. avahada por
12O3, importancia da decima.....
dem 28Ji.ao Leite Pila Orligaeira, am
sobrado com urna loja e um andir, er-
rendado ludo por l'.ti-, importancia da
decima............
dem 30.Antonio Jo< C-ielho do Kosi-
rio, ama casa terrea, arrendada por 1449,
importancia da dcima.......
Idem 32. Imiez Mara da fiiillflillii. umi
caaa lerrea arrendada por 1209,lmportan-
cia da derima.........
dem 34.N'oiberlo Muniz Tslilira Gui-
maraes. um sobrado com orna loja e um
andar t sollo, arrendado ludo p r 3849,
importancia da decima......
tem 36.llerdeiros de Maria ua Trinda-
de, um sobrado com duas lojas e dous an-
dares, arrendado lodo por 436-3, impor-
lancia da decima.........
dem 38.Irmandade das Almas do Heci-
le, uro sobrado com urna luja e dous an-
dar, at rendado ludo por 3769, impor-
tancia da decima........
dem 0. Ma mol Figueiroa de Faria,
urna cata lerrja, arrendada por 1449, im-
portancia da dcima.......
dem 42. Orpblo Anlouio Kodrigues Li-
ma, um sobrado co.n anta loja e dout an-
dares, arrendado ludo por 4149, impor-
lancia da dcima.........
I lem i. V:..va de Ana. lelo Antonio de
Morae, ama casa lerrea, arrendada por
1569, importancia da decima.....
Idem 6.Manoel Joaquim da Cosa, una
casa terrea, arrendada p .r 151.3, impor-
lanria da dcima........
Idem 10.Irmandade do Sanliisimo Sacra-
mento lo Itecife, um sobrado com urna
loja e dea andares, arrendado por 9509,
importancia da decima......
Idem 30. Bento Frrnandrs dos Pasot,
u v sobrad.) com qualro lujas ,-. ou, andar
e soiao, arren lado Ijjdo por 5289, impor-
tancia da decima.........
Idem 52.Joao Jo. dos Anjot Perein, um
sob.ado com nina luja s um andar, ar-
rendado ludo por 209. imporianris do
.'trun........
Id.'..i .".',.Marianna Ferreira Duarte Keit]
u.n sobrado rom urna loja e dou anda-
r, arrendado ludo por 5509, impjrlin-
c.a da dcima ,
Id-m 56.Irmandade ilo Rosario do Iteci-
fe urna casa tirria, arrendada por2o:9,
mportancia da decima......
dem 38Manuel Joaquim da Coila, ame
casa lerrea, arrendada i'or'ltl--, impor-
laucia da derima........
Idem 60Francisca e loas filhae, Cosina a
Sebasllanna, ama eaa terrea, arrendada
por 1443. imporlancia da deciros .
dem Ii2.Irin.inda.tc do Rosario dn Reci-
le, ama essa terrea c.m solo, arrenda-
do ludo por I0O5. importancia da decima
dem 6i. Orph.lo Joao R.drigaet l.inn,
urna caa torrea, arrendada por lili1,
is.porlancia da dcima ......
dem fifi Antonio Culos r'rancsco da Sil-
va, urna casa lerrea, arrendada por 1449,
253U20
I83OOO
5<>5000
50oi00
3O9IOO
10891100
ll400
335:100
658OO
329100
429300
429480
6I5300
229-500
225500
9
229500
419380
389340
389880
155120
89640
8J640
9
47a720
375800
279000
27.3OOO
2T5OOO
273000
189000
iibaoTjo
279000
119880
229300
109800
189000
229500
229500
9
9
139120
atV9BM
89640
109800
179280
I29O6O
10;800
349560
415040
319810
129960
395960
INI',1,
149040
85500
475.320
2I36OO
93300
189000
125960
129960
95OOO
I2a960
Imporlancia di dieim ....
dem 68. Viova de Jernimo' l,ii* ds*
C01I1 e oulros, om sobrado com urna lo-
ja e dout andares, arrendado ludo por
.l'.ll.j, imporlancia da decima .
Idem 70.J.,1o Jos do Reeo e l.er.leirn,
de Francisco Jo- de Mallos, nm sobra-
do com urna loja e Iris anoares, arren-
dad., lodo por 58/, importancia da de-
cima.............
Idem 72. Irmandad de San Pedro, m
casa torrea, arrendada por 969, impor-
tancia da decima.......
dem 74.Julo Antones GoliBirtea. umi
casi lerrea, arrendada por 65, impor-
lancia da derima.......
dem 76.Viuva s herdeiros dejlo Va
de Olive,ra, um sobrado com ama loja e
dout i.ndaiei, irrendado lodo por 408-,
imporlancia d derima .
ZvuZ?Jn* ''""o *e Jeito Vai
1 "' <" brido eom orna loj. .
dout indiret arrendado tu Jo por 384--
Importancia da decima P "
JZTiHoT" & r,0,"' P^vinci'..;'^,
Primeira serjlo do consolado provincial M 1.
Igoslo de 1837.JoSo Podro de Jesus da Mit.flan-
189960
339640
.505221)
S56IO
83640
36.9720
345560
<0mmnnkabp&.
.3.:J229413 rs. renda a alfandega dista cidade
o prximo passido mez de aswlo | Ei-aqui como
t.c, np"1 l S r,,,n<,rov.i o que di.se deils rep.r-
CfuoF.xm. Sr. Serg.osjiVn .eu relalorio asim-
" ,".e marc deste aaao.
era" ias"u I "*"'< "Pcrior ao qus
.-.."renTffi. T* ei""Mr """> ">"""
juMiaca!m Prosegui, seohoris emprenadoi da alfindesa. o
tm. digno tmpeclor cer.o de que tanta de'hcarao .*
publico aprecia devidamenle. '
Naobesdarim.
UEFEZA A0M1RAVEL.
r. J'rdlfeiro' '.'dumta, de Coianna.
d. hiiini Prudente no seo commun.cad.
de hoje nao reconhece no illuslre deputauo V.ll.ls
^"""/""l"'. 'nio homem polilico
le inlelligeucia superior, deve ter dos negocioi do
o.ann e por esla railo penta qae nao lera impor
l.nciaalgom. as pa|aas, que Iranicrevemos no
nosso primeiro artigo.
Era seguida manifetla pouca vonlade deacomni-
nhar-noi na discni-lo en. qae promanemos enlrar,
por considera-la anualmente intil, e porque, alm
do pengo de lornar-se desasradavel, elle julga
D.ejudicial. Exph.an.lo em que conisle a inolilida-
ae di dicussao, suppoe loflieienlemenle informe-
oas as pessoas que lomara inlere.se pela publica de
oianna. Os prejqdicadoi ct diicuso sao 01 seut
.dversanoi, ooe cora .ITeilo devem recelar mnilo
que o o conselheiro prudente benlre nesse pro-
menores odiosos, que muito Ihe repugnara, e de
tal modo qoe o fa/.am vomitar milhare de calumnia.
e de n.su,los .oh mullos pseudonymoi.
O a consell.eiro prudente o esta Unto naa idea
de conoliaclo qoe quer abtololaroenle eqoecer o
Uiaes.' "T" oceupir-,a dM ccurrenciii ac-
Permitti-nos o mostrado commonicanle que con-
linuemoi a applaodir as palavrai do Sr. Villela la-
vares ; porque ellas conlm oraa verdado qoe o
conselhuro prudente na, he cipas de refular e
que nos demonitraremo na serie de arliso, cnia
puhlicasao promettemos novimenle. O Se Villela
livarei. fallando com imparoalioade e eom o co-
nhecimenlo profundo qua lera dos negocios da pro-
vine a, nao poda deixar de deiagradir ao hornera,
qoe, como ja distemos, comidera si minga, de
Luianna os nico, me.os de sainar a policio que
ambiciona ; e que at alimenta, lindo porem o cui-
dado de escrevir muilos communicidoi e correspon-
dencia, nos quaes assivera, inventando fados do
peneguicjlo ho.rorosi, de capricho e de exclusivis-
mo, que lie o Sr. coronel Joo Joaqoim o causador
dessa lula, que desgiacamente existe em Goauna ;
mas qoe, c,.m cerlen, nao he a qae tem de.criplo
o comellieiro pradenle a quem convm exage-
ra-la, emprestando a teos adversario! esse rincor
incrivel, essa malevolencia extraordinaria, qoe .0
arde era iru mimo.
A di honrado commonicanle ; porque ai pesiuai q.:im
inieressam os negocios de otsona, etilo sofueienle-
menle iuformadis.
Mas quem tem dado laei informarles t O homem
qoe se oceupa de insultar e ealumuiar iquellis que
nao quuerim apoiar sua candidatura ; o homem qoe
lem o maior interesie era descooeetoar o Sr. coru-
nel Joao Joaqoim, metiendo a mao em sua vid. pri-
vada, e nella intilmente, procorando eoxerlar as
no loa. de sai propiia vida.
O hornero, fiualmenle. qae te nlo pejoo de man-
dar convidar om disltncto acadmico para escrevir
coma o seo prenle, a quem deveJ"avorefe aoxi-
na.le, raienqo-lhe iniinaaco.i, propria de .eu ca-
rcter ja bem conhecido, para crear ni propria fa-
,\'Lt0 fr\ cornel.J'>3'' Joaqoim ama inimizide
contra este honrado cidadln.
Declaramoi em nome daquelle honrado academi-
co," =r.-......qae he inolil o tea etforco.
Informacei laei, Sr. o conselheiro prudente ...
devem .er .prendas, e nSo podem absoluta men-
te icrvir de fundamenloao juno do publico, a quera
nos diremot a verdade que vei occullait.
b quanlo ao prejaio que retolla aoi votsos a)-
viraar.ot da ducuttlo, em qu olo quereii enlrar,
porque vos repugnara opromenore. odiosos le
que t-itai ; o. vot pedimos pilo amor de eo
?i!des C0"" 'b cund'Si,, unM e "* men-
A defea do Sr. Eilellite he moito importmle, Sr.
le, conversaremos sobre islo.
Entretanto, d.xet-noi se elle ia deixou de ser o
homem que vos descreveilei em urna cata da ra do
Caboga, ou se linda he aqoelle mesmo jeiz, de cuj
derrota vos encarregaslei, bailando, disteis vs,-
pars redu/i-lu a nadaa publicacao de certas cailu
que estao em votto poder '.'
Limbrai-voi bem do que disseit... 1 quem asura
voi faz esla pergonla 1 H 6
OSc EstelKli ja he bom homem... e porqoe olo.
te novembr.. est prximo *
Keapoodemoi a lodas ai pergonlas que uos dirigi
o o eonselheiro pradenle. a quera rogemoi o obse-
quio de enumerar 01 favores que o Sr. Estellila lem
relio parrialidarle do Sr. coronel J-io Joaqoim.
(.loando o Ozer, nos coolaremoi urna historia muilo
iuleresante.
O conselheiro prudente ... smtjndo profunda-
meiile qoe o 5r. coronel Antonio Francl.co nlo coo-
linue a ter delegado de polica, parece altriboir ta-
Tiataf "lf'l":'uade Poas a que chama excluii-
O cargo lio dependile de delegado devii ser
pira o Sr. coronel Antonio Francisco, urna ioe-
e v,a aim">ul compentacao, dis
Ora. qaem sen' eiclaiiviili ? o homem que, como
delegado, 11S0 consinti que prenle algum do Sr.
coronel Joao Joaqoim fosse lolori lade policial, que
ldio e obleve a demtssao de lodos ou o homem
qoe, sendo nomeado Commtndanl superior, dio a
segunda enmpanhia do ba.illiao n. 1j 10 Sr. coro-
nel Anlouio Franeiico, fazendo cip.ll della um
seu gn.ro, e lente e ilferes Les amigos'do Sr.
coronel Antonio l'.anciico ?
Aiexl cornpanhn do meimo balalhao ho goal-
menle toda do mesmo Sr., qua.i lodas lem olliriacs
deiua parciahdade. O cente da cumpauhia do es-
quadrao, -de que he eapilau ura filho do comman-
danle ioperi..r, he um lili,, oalurai do Sr. coronel
Antonio I ranc.sco. Quem procede atiim nlo he ex-
clu-ivi.la, Sr. conielheiro prudeute s. poden di-
rer o mesmo a respeilo do vosso amigo ?
Sexta-feira diremos quaes .ao as autoridades qoe
coiivera a parr.alidade do Sr. coronel Joo Joaquim
e (aremos os elogios que mcrecera oroit, s ai aecu-
sicOes qoe merecen) oulras.
Ale sexta feira, pois.Sr. conselheiro pradenle.
se Oeos nos der vida e saodeAcc.t-i iembrauc.!
doEslop.faclo, que certammle nlo he o
i. t Impardal.
2 de selembro.
&ottt$ppubm Sn. redactores. Consli-ni por c mmunirarl
de um raiu amigo dessa cid^le, nue o S'. Dr. Jol"
Alfredo Crrela de Audra i>, acreditando rom boa
f no que Ihe ditieri ma .essoa no tea coaciito fi-
dedigna, e qoe eu nao sji qoem possa ser, 1 or ahi
propala, di acord com urna tua correspondencii
publicada no Diario de .4 de agosto p. lindo, ser eo
o atgaem que, couform se l em dita coirep'on len-
cia, lem epalba.io poresta cumarca haver elle feito
Ir- n-.'r.l.' de votos en tonio AlvetdeSooza Carvalhu para depolados p.o-
vinc.ie.s, e islo com r fim de guerrear a ., candida-
tora.
A' vista dislo, eimpre-me fazer ver ao Sr. Dr.
J..|s Alfredo por ncio da imprensa, qoe seria im-
proprio de mim eipalhar como cerla semelhai.te
irantaeclo, qoe rao rxi-lia, e anda mais recoirer a
orna la.rl.pa lau pooco honrosa para guerrear sua
raii.li.lalor, lenm ess pessoa, qualquer que rila se
ja, embora S. S considere ia fidedigna, mentido
despejidamenleiio qae Ihe asseverou coro o fim na-
lorslmenli, quinto oulro propo-ilo nao livec em
vista, de que s me conslderasse capaz de um proee-
dimenlo lio inluoo qoe nflo po.o dtixar de renel-
lir com loda aenergia. v
Em ipoio co que faco ver ao Sr. Dr. Jlo Alfre-
do, Invoco o e-lruiiinlu. dos Sn. eleitore de Naia-
reih, ede to.os iqueliei qae comigo lecm relicoes
ne-ll enmaro.
Devo acrecentar, para qoe ningarm posta tirar
outro qu.dqojr corolario da preseule declartao, qae
F^sla ccrespondencia veis para o no.so poder
no di. 2 do cjretilr, e por filia de npaco nlo lem
tido publicad).
O* Reittctore.
-
ILEGIVEL
- ; ;; v



DIARIO DBPEBNAMBCO S ANUDO 5 DE SETEMIHIO DR iUt
f
eotn ella otn-nle lenho em Yiala fancr arre lar, espirilo diqael'et que me nao conhecem, e qoe por
ventura taoham ouMo o Sr. Dr. Joan Alfredo
a issi rcp?l|i>, qualqaer jaixo menos favoravel qae
do mea carcter pimim ter formado.
Affirm tambam (como o Sr. Dr. Joa" Alfredo)
qua n,Vi gnerreiu candiditara algama provincial,
a!everndo-llie entretanto qae s alguem euer-
reassi, ent,1o o faria leal e decididamente, como ja
tenlio Mo a alguut onlroa, cftnlra os quaes me
hei pronunciada em eircumstancias idntica*, tem
jmala recorrer a meios como tss qae ie me altri-
bue.
Nazareth, 2 deiotembro de 183".Joaquim Frin-
ciscu de Mello Cavalcsnti Jnior.
Srs. Redaclorei.Julg.ivain >a que eom a pona
correspondencia insera no Diario de 29 do cr-
renle acerca do que disie o Sr. redactor da Pagina
Avulaa tabre o desastre occorrido na ponle de San-
io Amar-, te conveuceise elle de que nA > leve railo
quan lo ctoiurou o encarregadn da obra qoe n* dita
ponto se MU fazando ; mas aislm mo acontecendo
como se Jeprehende da toa replica, nio temos r-
mutio sena treplicar. N.lohi no>so intento esla-
Mecar uva quistan coto o Sr. re U.Mr da Pag na
Avulsa, maitiM soroenla convence-lo da sua sem
raz,ln ; e paren) forem bal lados nonoi estorbos,
piriencia ; nao vallaremos rnais quesWo, o publi-
co que avalle.
.nulo ao printeiro periodo da sol replica, em
nosso fraco eolealer, /oigamos que S. S. nao ptn-
sou cout aeerlo em dicer que e fallecimenlo q>je
leva lugar, fui oocaaiomdo pelo dcleriuramenlu da
Sonta' pira itso s*na necesaario que ella adan 1o se
eteriorada [como se actiava) nao eativttse solTren-
do mu concert, e que o indlvilue que morreu, ig-
norando o ruco qui corra, por ella pastaste ; em
lal caso o deterioramenlo da po.nte lerie si lo com
efli'iio a Aun principal e directa do desasir ; mas
ac!inrlo-e em concert a pona e palas cautelas to-
in i la.-, u.in ignorando qualquer qoe por all te nao
po iit pas"ar sem naco, aquello que a itso te aven-
turn a morreo, nao pode ser altribuida a sua mor-
te ao eterioramsiito da ponte, m .- sim a urna im-
prudencia a loda a prova ; podara o Sr. redactor
dizer : esse motivo na > livesso nacessidada de concert, nao
liria havido oecata> de lal imprudencia ; mas cu-
nlitcemos por (radico au Sr. redaelor, o temos por
ni n; i da ii i i piqun* imlruccao e por lano nao
roncedeinus que pense da eernelhante mullir ; e
para o qu< re ii ponte provisoria, um irrdividvo matteo-ae n alra-
vetaa-lit por cima da urna linhi. faltoallie o eqai-
libnoe lando da obedecer a acrio da gravidade ca-
bio e morrea ; seria tambem o deterioramenlo da
ponle provisnria a caosa de semelhanle morle 1 sop-
poiihn que nao, por-jue ella atlava enlSo ettabel>-
eendo-se ; poda ser alia a causa diracla d'aqoalle
desastre urna vez que te queira ler o pensonrnto
qae cima aprsenlo? por ceilo qo* nao : um ho-
mem qualquer alira-ta ao mar t->ben loqae a pro-
fundidade he lal que elle pi.le morrar, e com ef-
felo, morre : aera a profundidade do mar a etns
directa da mora desse humera '.' no eertemtnle, eu-
(endamoa nos.
Quinto ao ligando julgoa mal o Sr. redaelor:
com nanlo un deveaae ser ; itto ha, nao te de-
vendo dar comegn a qualquer obra -em ter at mi-
leriat promptas, ele, ntm sempre iisa pode ler lu-
gar e n*m os miioi de que dispOe a repartidlo das
obras publicas -,1o (cilimis, como diz S. S. ; ao
contrario para o particular qoe Um de (azer qual-
quer obra os meios sao mais facis ; porque o par-
ticular ruaudo faz urna obra lem o dinhetro necas-
tario, oh he de toppor que o lenlia, e entao os ma-
teriaes sao pagos immediatamente, pelo que os f ir-
necedores praferem anlet venderrm ao psrlicolar o
tea material do que ao governo, s pelo irabalho
que lem para o recebii.ieulo da imporlaucia, a vista
dos cinaea que lam de pastar : lenho visiu form-ce-
doret dizerem : antes quero vender cW meus mate-
rlaes mait baratos ao particular do qae por dobrado
prec/i to governe.
Quanto ao larceiro nSo porleo Sr redaelor afian-
zar que a senlinella seria concedida, pois npp i-
oho que ignora se a polica lera forrja sutuYienle
pira prestar para all a referida teulinalla, o qoe
cre qoe nao ; pois que em lal caso iadependetile
de requisicJlo ja o goveruo loria ordenado e*le patso.
Quaulo ao quarto fiialmenle agraderjo ao Sr. re-
dactor a i orna do seo reconhec ment.
Termino aqui publicando o oili :io do Sr. diree-
lor latiran da repartida o das obrat publicas dirigido
a S. Ew. o 8r. vict-presidenle da provincia, em
reapoaia ao em que o inetuio Eim. Sr. rearmmenda
tola a clividtde, etc., na obra da pinte de Sania
Amaro, afirn de qae o publico te conv-nri. bem
como S. Esc. o Sr. vice-presideule ja esta coutcii-
eldo de que a repartirlo das obras publicas em na-
da concurren para o desastre necorrido na nnite do
da 22 ; e que lem ella empregado loloa o- m-i n a
teu alcance para conclu-o da raferida obra, bem
issim as ciulclas que urna til obra requer.
J. M. de Carvalho Jnior.
Illm. e Es.ru. Sr.Em virtud* do offlcio de V.
Exc. de 27 do crtenle, lenho a' honra de diz*r a'
V. Esc, que sempre lenho empregido o cuidado e
actividade que roe he poaaivel no reparo da ponte
de Santo Amaro, na > pudendo ser maor o seu des-
nvolvimenlo pala falla quasi absoluta de cir-
pinteiros, pois apenas posso diipor de tres, que
s,lo os qua muda trabalham neata rapartiro..
nimio ,:' inlarrupc.no do Iransito, etsegoro a' V.
Exc, que foram por e-la repartiera toma tas todas
as iirec i unir no romacn da obra, lim de evjlar
acnntecinifiito) falaes ans viajantes, pois collo:aram-
se como he de euslums tnveasas de mndeirat nasen-
Iradas da ponle, e no sentido transversal da mesina :
rseio este intil, todava, para aquellas qu-, nao
obstsnle conhacerem o perigo em pasear pilas linhat
da ponte, o quizerem fnzer, porqoe nao te impor-
lam com as advertencias dos operarios que all tra-
balham, sendo uro de-ies imprudentes, u mora lor
em Santo Amaro, por nome Miguel Arclianjo Fer-
in ndes Vianna, e no leudo eo a' minha dispjad{to
uuiro meio de obelar o'transito, nao pntso evitar
que te deein acoutecimenlut d.i crdem do que
lave lugar, na noile do dia 22 do correte, o
qte desde ja levo ao conhecimeuto de V. Ec.
Dos liarle a' V. Eic. Directora das ob-ae pj-
biieas, 28 de agosto de 1837.Illm. e Esm. Sr. Dr.
Joaquim Pires Machado Portella, vice-preaidenle da
provincia.O director interino, Pedro de Alcnta-
ra dos (lUimaresPeiiolo.
I dita relogiot, I volume amostras ; a Soulhall,
Mellon ,\ ('..
i cana relogo, 2 volumes amstr*t; H. (ibson.
1 cima amostras ; a Adamson llowie& C.
I dila'roupo ; a I. T. Wood.
I dila amostras ; a Kosiron Honker & C.
I dila ditas; a Sanndars Bro.en.
I earsa joias ; a Moreira j Uarle.
1 embrulho riiohoiro ; a Joan da Costa Wanderl}
1 caiza perfumaras, 3 volumi-s amostras ; a 1.. A.
de Siqueira.
ditut dias ; a James Ryder & C.
1 dilo ditas ; a C. J. Asiley & C.
2 ditnt ditas ; a S. O. Biener & C.
1 dito ditas ; a Patn Nash.
2 ditos niUl; a Ko\ Brothers.
1 dito ditas ; a John Gales.
1 dilo dd s ; a Siqueira 6 C.
:l ditos ditas ; t II. Braon & C.
1 ditodilet ; a D. I.eclere&C.
2 ito ditas ; a J. C. Auet.
3ditaadilas ; a F. Pinto 4 C
1 dilo ditas ; a F. Matheu-,
1 dito ditas ; a A. I.. de O. Azevedo.
1 dilo ditat ; a Burle ,\ Soma.
1 dilo ditas; a Srhafeillin A> C,
3 ditot ditas ; a I.etellier & C.
1 dilo ditas ; a I., Curio & O.
1 cala amostrts, 1 fardo peridicos : a W May.
I cusa roepa ; a I. Pailcer.
1 dita ralr ido ; a Johnstou Pater & C.
1 fardo peridicos ; a Soaies.
I tina bizas ; a Mr. Falque.
1 veto me papis ; Bastos 4 f.emos.
Barca naciunal Kecile viuda do ido de Janeiro,
manifettoa o eeguinte :
30 caitas licores, 12 ditas champacne, 12dilat v-
nho :lo caitdes cognac, I dilo pos amibiliosos,
3 caitas pomada, 3 ditas papel, 1 rana i Inora, I
dito vi trrsi, 16 fardos alfazema, 10 sarcos pimenta,
673 ditos a I barrica caf, 37 'lilas polaina, 198 bar-
riqunhas bol-rhinhas, 151 pipa vaziat, luo volu-
rou barricas abatidas, 13 cui'ies chapeos, 300 gar-
rafes vazios, 1 camisas, 1 dito cha, 5( rollos e 10 la-
tas rumo, e um burro ; a ordem.
7 volumes cha' ; a l.nna Jnior & C.
i fardo mercaduras ; a J. B. Fragoso.
CONSULADO IjERAL.
Kendimeiito do dia 1 a 3 13:8109021
dem do da i....... ,;(i0lj803
COMPANHIA
DO
lll:iil->Sl
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itendimenlo do da 1 3 .
dem do dia 4......
4799186
4399126
DESPACHOS DE EXPORTACAO pX~ESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
4 DE SzvTBMBis.0 DE 1837.
Canal Ilrigaa inglaz Lord Allhorp, alindera Bro-
thers (S C., 2,080 saceos esaocar maecavarf.
Canalpatacho ingl-z .Jssie, Sauuders Brothers
V C, 140 saceos assucar macavado.
Iliu da PrataBrlgue pnrlugnez Liia III., laaac,
Luri? tSr t^., 310 harneas a*sucar branco.
HavreUrigue francez Beleraii, Lmerre i\ Tis-
telfreres, 80 saceos assucar mitcavido, 1,956
coaros salgados.
Buenos-A\res -Barca liespanhola uChrlsliiia, Bal-
ar & v. lveira, 350 barucas assucar branco e mas-
cavado.
EXPORTACAO'.
Rio de Janeiro, sumaca nacional Conceicito,
condazio o segjiinte : 870 taceos com i 295 ar-
robas de asaoear, 45 pipas agurdenle. 1(1 ditas es-
pirito, 970 meios de sola, 234 molhos pelles de ca-
bra. 150 caitas velas de carnauba.
Baha, patacho naciunal Amazonas, delil to-
neladas, con lazio n seguinte :i pipas e 13 bar-
ris viiiho linio. (i|| v .luniiy fazendas e oulras mer-
cadorias, 1,190 voliiiD-s diversos seeros,
Aracaly, hiale aaciaoal .C-piliaribe, rondozio o
teguinl* : 252 voluiuei generas estranaeiros, 2S
dito* ditos naciunaes.
Rio de Janeiro, biigue nacional vllercale, de
191 tunela las, cundu/.lu a seguiute : lins sacens
e 2 birriquinlias com 3,044 arrabal de atacar, 52
laceas com 270 arrobas e 1 libra de alwdao, 330
pipas agurdenle, 1 caia redes do Para, 5 dtia
objeclo* osados
Kio Grande do Sul, brigne nacional Cama-
cuann, de 185 loneladas, con lurio o seguale :GO
pipas cachaca, 930 barricas cam 6,402 arrobas e 17
libras de as-ucar.
prlmagem,
RECEBED01UA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBI7CO.
R"ii limpiii i do da I a 3 2*5921839
dem do dia 4 ....".. :l78:i7(i
3:7719415
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendinentn do dia I a :>
I lem do dia 4 .
9:9479869
4:127/959
14:0739828

& -'.:'
%

PKACA DO RECIPE 4 DE SRTEMBRO AS
* 3 IIOKAS DA TARDE.
Coiares offlcaes.
Frele para Liverpoolassucar a 15| e 5 00 por lo-
nelada.
Dito para ditoalgodio a 7|16 e 5I6 por libra.
P. Burgas, presidente interino.
L.Dabonrcq Jnior, secretarlo inlerino.
CAMBIOS.
hobre Londres, 28 d. a (id d.
c Pars, 310 rs. por fr.
a Lisboa, 92 por % de premio.
< Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Aeran do banco 50 por cenlo de dividendo por con
la do vendedor.
companhia da Beberibe 609000 por acrao
eompauliia Pernambacana ao par.
L'tilidade Publica, 30 por cenlo da premio.
Indemnisadora. 61 ideci.
da estrada da ferro 20 por 0|0 de premio
Dtsconlo de ledras, dedO a 10 por canto.
Aeches do Banco, 40 a 45 de premio.
Ooro,Oncas hespanholas. 299500 309000
Moeda de 60400 velhas .... IbjlKXl
e e 6400 novas .... 16-}000
**XW.......9sj000
Pratt.PalacSe brasileros......2000
Pesoa columnarios......2cJ0U
mexicano....... l^StiO
a

t
f
< a
ALFANDEUA.
Reudimento do da 1 a 3 .
dem do .ha l......
50:1535980
22:0839794
72:2373771
Descarresam hoja 5 de setembro.
Patacho iaglezPerseverance mercadoiias.
Barca nglezaStphomorcadoriai.
Barca Hi>lzaLaucaslreidero.
Pancho porloaoez Diligente cebolat, batatas,
lrucl.it e pip> vasias.
Birca brasileiraRecifepipas vastas.
MOVIMENTO DA ALFaNDE/A.
Volumes lutradoi com fazen tai ... 381
com gentros '. 40
Velumet sabidos com fazendas
i) com gneros
/
Tolii S2I
. 133
. .- 144
Toiii "in
IMPOBTACA'O.
Ilate nacional Inveneivel vindo do Aracalv,
consignado aalartin<& lrmaos, manifestou o se-
guinla :
230|conros salgados, /i6 meios de tolla, 434 mo-
lhos com 2,820 eourmhos de cabra, 30 molhos com
00 esleirs, 2i(i saecot cam 182 e mito alqueiret de
gouiina, 12 ditos com 7 e meios ditos de feijie, 22
ditos com 18 dilos de milho, 14 ddoi com 54 arro-
lus e 12 libras de cera de carnauba, 2 embrulhos
com 38 libras de pennas de eme, 6 barricas com 22
arrobas de sebo ; a ordem.
Brigne nacionaUMiria Luiza violo do Acarani,
manifestou o seguinle :
1,67o alqoeires de sal, 115 molhos de palha de
carnauba ; a ordem.
Vapor ingle/. Medwayn procedente de Soolluro-
plou, mmfe volume dinheiro ; a Phillip Frilho Nadbin.
1 caia objerlos pralaados, G voluoiei amostras a
l imm Momen & Vnassa.
1 ciiza relogln, ; a Edoardn C. de Oliveira.
| dlli diloa, 2 dilaa jolas,;1 embraltio amostras a
II.i lie Sr ha ni el l.u & C.
I caia perlancet para ral.gios ; a Ch. E. Borel.
5 dilas joiat ; a F. Saovagr <\ (j
1 dita dilai, 13 volumes amoiirai ; a J. kellcr tV
Companhia.
I dila joias, 1 volume amostras ; a J. P. Aduur A;
Companhia.
I dita joiis; a Ch. Ilardy.
Navios entrados no dia 4.
Rio de Janeiro 18 das, patacho nacional nTame-
21,0 de | ib loneladas, capilla Manuel dos Santos
Pereira e Silva, equipsgcm 9 rrrga vario* geno
ros e 7iM) harria com plvora ; a Novaet i\- V. Per-
Isiice a Pcniambiico.
Rio di Jaoeiro 1f rliaa, brigue pnrloguenr Porta-
dor, de 116 tonelada, capiiao Joflo Manoe! Gen-
Salves Jnior, equinagem 12, em lastro ; a Tho-
inaz dt Aquino Fonseca r\- Filho. P-rtence a
Lisboa.
I lem D dias e meio, fragua incleza olnfdealiga-
ble.i) commsndanle almirante Ilope Juhnstouc.
Segu para Plymouth.
Navios sahidos no mesmo dia.
AracalyHiale nacional vCapibanbe, meslre Tra-
jano Aiitunes da Cusa, carga fazendas e mais g-
neros. P.ssageros, Jo' de Sour.a Martins Pe-
reira, Nieacm Barhoia de Lira, Luiz Pinheiro de
Silva, J ise Tavtrai Mnniz.
Para' e porlos Intermedio* Vapor nacional ulmpe-
radnr.i. roinnianJante o primeiro lenle J. L. da
N. TorrezSo.
Temi sido apprehendi lo por esta sub-
ilelegacia, na supjiosiQlo de ser escravo, un
preto que diz chamar-se Lzaro, ter si io es-
cravo do Sr. Clao, e que esle o libertara,
mandan 1o ensinar-Ihe o ofllcio ie marcinei-
ro por um mestre que tem ten la na pov a-
c3o do Mor.teiro, donde olle se usentra pa-
ra o mato, acba se dito prelo reculhiJo
casa de detenQSo', por n5o mostrar tiuilo le
liorna nem baver pessaas que o attestem :
o que se faz publico para sciencia dos inte-
rossados, que devem em lempo promover o
seu utretto Sublelegaoia de Santo Auto,
oo do RuciTe 4 de selemb-o do 1857.Villa-
Ca, subdelegado supplenie.
A administrarlo geral dos estabsleci-
meotos do cari Ja Ja manda fazer publio,
que no dia 6 do corrente ter lug-tr na res-
pectiva igrea a fesli de N. S do Parauo. e
a casa dos exposlos estar aberta nesso dia
le as 8 lloras da noite. AdininistracSo ge- ,
ral dos estabelectmonlns de ciridade 3 de
setembro de 18570 escrivo da aJminis- :
traejao. Antonio Jos Gomes do Cumio.
Perante a cmara municipal desta cj-
dadeesUriTo em piaca nos dias 10, 12 e 15!
do corrente, para^erem arrematadas por i
anno as seguinles rendas niunicipaes, im-|
posto de 50.) rs sobro cabeca de gado,
16:0019000, dito das aTencoes l5:500300o',
ditos de medidas de fariulia dos mercados
pblicos 1:305:100, dilo sob e masca tes e
boceteiras 25*9"00, aluguel -la casa* da ra
da Florentina 3339509, ditos do uta da So-
ledade I44g000 Os pretenlentes niio pode-
ro licitar sem que apresentem fiadores ido-
neos, habilitados na forma da lei, sendo
dous para os impos'os do 1:000, cara cima.
Paco da camara|oiunicpal do Recife em ses
sSo de 2 de setembro de 1857. -- Manoel Joa-
quim do llego e Ihuqucrque, presidente.
Manoel Ferreira Accioli, secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimcnlo da resol licito da
junta da fazenda, man.la fazer publico, que
as ni iv :,iai f>.'- ilas obras da priineira parte
do 1.- lauco da estra la do Pao l'Allio e 23
lanrjo da eglrada da Victoria, foram transfe-
ridas para o dia 10 do corrente.
E para constar se mandn afiliar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ih^souraria provincial de
Pernambuco 3 de setembro de 1857.O se-
cretario, A. F. da AnnunciaQflo.
0 Illm Sr. inspector da tbeaouraria
provincial, em ctimpnm mo da resoluciio
da Junta da fazen la, inania fazor publico,
que a arrematae.no di obra dos cuncertos da
ponle do Anjo, sobre o rio Serinhem, foi
transferid* para o dia 17 do corrente.
E para constar se mandou allkar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 3 de setembro do 1857. O se-
cretario, A. F. da Annnnci$3.o.
- Pela mesa do consu'ado provincial se i
faz pubco aos llovedores do imposto da de- i
cima,* por cento de diversos esUbelecimcn 1
tos, casas de modas, e casas que tem jogo de
bilhar, do anno financeiro prximo (indo de
1856 a 57. que continua a arrecadacSo aleo
ultimo do correnUs roez, e lindo este, nera
remettido seus dbitos para juizo. Mesa do I
consulado provincial, 2 do setembro de 1857.
Tbeodoio Machado l'roire Pereira da Silva.
ueberibe.
O escripturario da Companhia do Be-
beribe Marcelino Jos Pape, aincla conti-
nua a agenciar a compra e venda Je at>
nies da mesma companhia, podendo ser
procurado no mesmo csciiptorio, ra
Nova n. 7, primeiro andar.
--. O Illm. Sr. inspector da thesouraria de
razenda desla provincia, manda fazer publi-
co, para conhecimento de quera interessar
possa, qne no dia 12 do andante mez, vai
a praca, perante a mesma thesouraria pa-
ra ser arrematado de venda a quem mais
der um terreno proprio para edificai;o, sito
por traz do quartel do hospicio, no bairro da
lioa-Visla desta el lade, na nova ra em se-
gutmento a do Pires, leudo o mesmo terreno
oulr'ora feilo parte do quarlel do Hospicio
os prelendenlfs eomps/recam ns mesma tho-
souraria as :i horas da tarde do mencionado
da. Secretaria da thesouraria le fazenda
de Pernambuco 2 de setembro de 1857 O
ollicial-maipr, Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
OSr collector das rentas provinciaes
do municipio de Coianna Cay saber qu em o
dtalde bojelhe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crioulo de noire Luiz
natural da comarca do Limoeiro, de idad
de 25 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos ca?apios, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexiga, preso nessa cidade ordem no mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente amo, son lo avallado na quantta de
1:2009 ; pelo que chama-se a todas as pes-
soas que ttverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 di'S, contalos da pu-
blicacao deste, apresentem na tjollectoria da
diut cidade sua justificado d*e dominio, a
qua I ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e finio o prazo menciona-
do ser arrematlo em iiasta publica, a por-
ta do mesmo Sr. collector, preceilen lo-so
annuucio do dia e hora em que houvcr de
ter lugar dita arrempl(j,1o, publicando-se
esle edilal pela imprensa, e ondo mais con-
vtor. Colleclorta provincial do municipio
de Coianna 30 dejulho ile 1857.Ocscrivao
da collectoria, Luiz de Albuqucrque Litis
dos GuimarSea l'eixoto.
CONSELBO ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo tem de comprar
o seguinle :
Para o 2.- balalhfio de infantaria.
Molan ia para forro, covados 50.
*. batalhio de artilbaria.
Casera ira carniezim, covados 7 ; hollanda
para forro, covados 25.
8." balaltiaode infantaria.
Caldeiras de forro para 100 pragas4; di-
tas para 56 ditas 3 ; jogo de balanzas, com
os pesoa at ama arroba 1.
4V,batalhflo.
Cravatas 35; hollanda para forro, cova-
dos 50.
10. batalhao.
Pumo mesclado edr i e caf, eovadoa 81 ;
dito dilo azul, covados 5
nada, ooyLia Ifi
vadi s 1^*" -
(iompanhia de
Hollanda para forro, c
Co.npanliia de
Arreios si gelos 23.
Obras iio liospita .
Cal, alqucires 100 ; area. canoas 10; ta-
boas de louro Ua assoalho, duzias 2
Armazem do almoxarifado do arsenal.
Seccante, arroba 1 carv;"6 do pedra, to-
neladas 18 ; leni;es de lalao com o peso de
II a 12 lihras cada um 20; rame de lalo
n. 8, arrobas 2 ; c*ixas com 16 a 18 poliega-
das 2 ; ditas de ditos de 18 a 2o dilas 2 ; ditas
ditas ile 11 a 18 ditas 2; chapa grande d
ierro para o fogaodo quartel dos menores 1 ;
trave de consiruccSo do i .i palmos I ; lila
de dita de 32 palipos 1 ; enchamiis do quali-
dadel2; tahuas de louro de assoalho de 14
a 16 pollegadas de largura, duzias 20 : pan-
no preto covados 480; hollanla para fotto,
covados 2J0; brim branco, varas 10120 ; I-
godSoz'inho, varas 5600; holoes pretos de
osso, g osas 135; dilos gran li-s bianco de
osso, grosas 225 : dilos pequeos blancos de
osso, grosas 150.
Qui'm quizer vender, aprsenle as sues
propostas em carta lechada na secretaria do
eonaelho, as 10 horas do dia 9 de setembro
prximo futuro.
Sala das essoes do conselho administrati-
vo para fornecimtnto do arsenal de guerra,
31 de agosto de 1857. Jos Antonio Pinto,
presiilcule inlerino. Bernardo Pereira do
Carino, vogal e secretario.
O Un. Sr. capita > dopotto manda fa-
/.er publico, que fui encontrada urna caima
d conducQ.lo deareia, ou lijlo, tundeada
em fenle do becco doXoronha, sema nu-
meracito e mac s competentes, foi pois ie-
COlhida deposito no arsenal de marinha,
tendo de ser entregue a quem Ir-gitimamen-
lo mostrar pertenci'i-lhe. Capitana do por-
to le Pernambuco, em 31 de agosto le 1857
- J secretario, Alcxandre HoJrigues dos
HIJOS. a
1 ; casemira cncar-
^> para forro co-
arlincos.
ovados 16.
vallar.
regimental.
companliia
Pernambu;ana.
A diraeio convida aos Srt. accionistas de arfes
da nova emissio, a realisaicm a sua ullima entrada
le 10 por canlo, al odia 15 do crranle roez de
miembro, pudendo nes dos recibos em sen poilcr as re no esenptuno dos Srs. viuva Amonm kV Filho*.
ft\
\*
o-
Dl
SANTA ISABEL
I.' RECITA D\ ASSIGXATLRl
DA
EMPREZ A.GERMANO.
8EGUUNDA-FEIRA 7 DE SBTB1IBRO.
^h-ute tufadla*
EM SOLEMNIDAOF. AO FELIZ ANN1VERSAB10 DA I.N-
DEPENDESCIA DO IMPtltlO
liarrr o seguinle e'perlaculo :
Loso qoe o livn. Sr. vic-presulenle d provincia
se dinar comparecer ni tribuna, a oreheaira exe-
cut ni urna lirrve inlrodurcAo, finia i qnnl mm-
panilla dram ilica, perante a eOi-ie de S. M. o
Imperador, cantar o
HYMNO NACIONAL
Repreenlar-se-lia depois o drama em acto, orisl
nal do Sr. Mendos Leal Jui.ior, intitulado,
PEOR
II esta a prineira ve/, qoe vai eupr-se ao JbM
publico cale reliz prlo da f-con la iruasinarao do
eraude dr.iinnlureo puitusocr.
Ao illmtrado publico Pernatbneana cnube ser o
primeiro que, avahando as bellezas do iao lOblinie
pro.iiKcao, renda ao -eu nnbre litar, que llie lie a-
aai ronlieri In, m lis um lasteniunlin do arfmirtclo
ao nenio, que lauto lem engrandecido a lillrralra
dramtica.
Tnniam paite no drama ns Srs. (ermnno, I). Ha-
noella, D. Carmella, I). Sotedaito, 11, it,,- pinto,
Senil i. Pinto, R.\mundo, Coinbre, Rozendn, Santa
llosa, Lima, (iudiierine, Skner e Jol.
Os mlervallos dos artos s-rao preeiirliidrs por I-
irradivaii peras de musir, pela ore he.ira, que m as
eicrnlara' depnis do loqoe da neta que 'frvira pa-
ra cnvid-r o |iublico altenrao, e do complete
lana ,
Os hilheles de camarotes de (erceira edem que
renam, os de cadelra e platea geral, ser.lo vendidos
para duas recita.
Os aenhores aasisnantesde esleirs, sao rogados a
maiidarem hoscar as suas enlmihe, ou toma-las ao
billieleiro ua noite do espectculo.
TIIEVrn.0 DES. ISABEL.
O artista dramtico Germano Francisco d
Oliveira, lem a honra de annunciar aores-
peitavel publico, que acaba de contratar
com o goveruo da provincia a empreza do
Iheatro de Santa Isabel, devendo dar come-
COMPANHIA
transatlntica
.,$0 asrepresenlacOPS dramticas uo dia 7 do
prximo mez de setembro.
Os senhor-.'s que pretenderen) caanarotea
ou cadeiras podem dirigir-se ao escriptorio
do Iheatro, que desde ja seacham abortas
as assignatnras, sob as con I i (Oes seguinles:
Asassignaturas sero feitas porl2ou2
recitas.
As primeiras tcro o desconlo do seis
por cento sobre o total da sua importancia,
qu sera taga adiantada ; o as segundas te-
rao 10 por cenlo de descont com a mesma
condieSo,
Os aenhores assignantes lerlo sempre a
preferencia a seus camarotes ou cadeiras em
todos os espectculos que se derem no th*a-
tro de Sania Isabel, seja de que genero Mr
com tanlo que si-jam debaixo da direccao d
actual emprezario.
Os espectculos sorSo sempre variados do
dramas, comedias, vaudovilles e faifas, ohri-
gando-se o emprezario a apresentar durante
os tres pi imeiros mezes, a saber etembro, I
oiitubro e novemhro nove pecas novas ainda '"Kio de Janeiro de
nao representadas noste Iheatro. | P's da demora do rllame sega? para Genova to-
O emprezario, que tantos favores deve ao I c'""10 em Teiicriff, Uadeira, Lisboa e Manaha:
Ilustrado publico peniamhucno, favores' p,,ra P,vl''""'". ir^la-se com os agentes Lemns Ju-
que elle reconhece serem devidos. nao ao "u no escriptorio da ra do Torres
seu merecimenlo ou talento artstico, mas l'
stm a summa honda e, e animo proeclor ;,l' O tlO (le 'alieirO
que alianiento caracterisa o mesmo publico, segu com toda a brevi lade a milito veleira
espera m.-us obtor toda a sua co,djuvacao e e bem constrni la barca nacionalTa^a na a
brdele": ^^
na praca, ou na :ua da Cadeia do Recife n. 2
^earacl
ATERRO DA BO.HSTA i\T \ sTi'% "dia ,0 dc "<*w vindouro
O director deste salao, parteina^a seos Ji'f? fjD","0! Pra rga e passagei-
illustres protectores, que lem Wto para esta ?l '.,1.. 1"SR ?"m c.^"ti|o ou no cscripto-
O vapor
deve che-
(alnete ptico
semana una agradavel exposicSo do vistas
todas novas.
Guerra do Oriente.
I. A fragata franceza Westle, bombar-
dendole com outrus da ftussia.
2 a a sanguinolenta batalhi de Inkcrman
3.a A Im!.al lia de Oihoniza.
4 a Derrota dos Itussos eon Guergevo.
5.a Jardinse palacio das Tulherias.
G.a Vista de Len em Franca.
7.i Vista de .Nantes.
8.a Vista de Londres.
9. Viau de Babylonia, urna das primeiras
maravilhas "o mundo
10 Palacios e jar Jia da praca da Con-
cordia em Paris.
II." Vista geral dc Liverpool, na America
Ingleza.
12.a o interior do palacio da rainha de
llespanha, illuminado.
13 Igreja e fortes de S. Miguel, entre a
Suissa e llalia.
1* Vi la de .Veufchatel. capital do Canto
na Suissa.
15 Entrada em Uonia.
16.a Rente, capal do Gant3o na Suissa.
17. Vista geral de Alhenas na Grecia.
18." Lo acostumbrado.
O salao estara aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada 500 reis.
Baile popular
mascaras \: rn\msi\
MO
PALACETE DA RA DA PtUIA.
Terca-feira 8 de setembro.
Os directores deste divertimcnto d ese ja-
ra m festejar o dia 7, e nfio Ine sendo possi-
vel laze lo uor haver iheatro nessedta, delt-
beraram d*r um espen lido baile, no dia 8,
eontam ter grande concu-rcncia.c por isso
Dio iiouparatn despezaa, pra que seja mais
brilbanle que os outros que se tem dado :
os caos do ingresso estarflo a ven la no
din do divoilimeuto, que leve terminar as
2 horas.
$>jg
.0-0,
O palhuhotc nacional Liodo Paque-
te, cipitoo Jos Pinto Nunea, vai seguir
brevemente aos porios indicados : (|tietn
quizei' carregar ou ir de putsagem liii-
ja-se a tratar com sen consignatario An-
tonio de Almeida Gomes, na na do Tra-
piche ii. 16, Segundo andar.
Companhia
de naveglo a
v^por
Hati:btiro-o-Br sileira.
Espera-sp de Hmbargo o vapor PETROPOLIS:
atoo da \-> do correnle, e depois da demora do
coslume seuiiird' para Italtia e Rio le Janeiro ,
qualquer informafao rom m agenlris N. O. Bieber
i\ C.| na ra da Cnil n. 1.
companhia
i
lie ii tvega^Sloa vap >v
mburuo
.r
i
n s 11 e i r a,
Ktpera-se do sol ale p dia 10 do crrenle, o va-
por liamliurmei TEl'lOMA, a depois da demora
do cosame, seguir' para Ilanihur^o, locando nos
pnrloi da Lisboa e .Sonlliamplon : qual pier infur-
maelo, com os senles N. O. lliiber & C, ua ra
COMPANHIA PERNAMBUCO NA.
Grande fpsta i %. s. dus Nevea
|na Pinaliilia.
A pedido de mmUs pessoas partir para a
Parahiba no dia 5 do cor'ente, as 8 horas da
noite, o vapor Pereinunga, devendo voltar
da Paratiib.i para o Recife no dia 8 a noile.
Todas as pessoas que quizeiem ir de paasa-
gem pagaran por viagem redon la SOcouo,
tendo a escriba nos camarotes os que pri-
meiro tiverem seus billn les na gerencia,
conforme os nmeros respecu'vos. Advotte-
se que o vapor tem excellente camarim para
aenhora,
ya o Aracatv,
av
segu com hrovidade o hiate Exhalagao, re-
cebe carga e passageiros: a tratar com Cae-
tano Lynaco da t.o-la Moreira, na ra da
l.adeia do Itecife n. 2.
'-ru ATru',
vai sahir n tales dita, o hiate Correio do Nor-
te ; recebe carga : a tratar com Caotano Cy-
riaco da C. M., na ra da Cadeia do Recite
n.2.
rio de Manoel Goncalves da Silva, na ruada
Cadeia do ecife.
rara <> Rio de Janeiro salie com
minia hrevidade, a barca Kecile de
primen a maiclia : para o restante da
carga e passageiros, trate-se com Manoel
Francisco da Silva Carrito, ra do Viga-
non. 17, primeiro andar, ou com o ca-
|)tuo Manoel Jos Ribeiro, a bordo.
Pernam bacana.
0 vapor PBRSIN'DNGA, ngoi boje, ai 8 hora,
na noile impreterivelnienle para a Parahiba. Terao
camarotes ns pas e bilhale na cereucia, os mais se accommodarSo
da ni, iin.r forma que (or po-livel.
Mar ii h oe
Para.
Segu com brevidade, o palacbo na-
cional TAMEGA, por ter parte da caiga
ptotnpl:i, recebe carga para ambos os
portos, onde vai desearregar: trata-se
cen os consignatarios Novaes & C, na
ra do Trapiche n. .">'(..
ando a confeccionar-se o almanak
administrativo, mercantil e industrial
desta provincia, roga-fle a todos os se-
nhoresque costumam ser nellc menciona-
dos, rraeiram mandar seus nomes, mu-
d>nca de domicilio, ou outra qualquer
lembranca.que sirva para que seja o mes-
moalmanak completol da mesma sorte
roga-sc aos senhores de engenbo e rendei-
O
Appfelno8 centrfu-
gos p ni purgar o
assucar em tres mi-
nutos.
O
o
ros. queiram mandaras alteracies que se
t.verem dado a respeito de suas pronrie-
*Cl0KlaCt%O (UpOClVitllhicA : l','ar ''" sala eCoser- Pie dirigir-se a Boa-
i1....-...i** ** >,st. na dos Cnelhos, sobrado de uman
SJCAllTllinttcatia. larcom7 janellas de frente, anles de che-
gg Na fundiro do Fundao (em X
q Campos, provincia do Kio de Ja- p?.
^neirol, prepara-se estes a|>pareiiios S
> sob um systema acil e adaptado ^
.- aos traballios do paiz, e <|tie pode '&
r ser posto em movimento por (pial- i
W pter motor animal, hydraulico ou $$
'' vapor; o par cusa 1:000$, coin4&
^ elle acompanliam instruccoes pura
'.': sua collocarao-u modo de servir se.
Vi? \o mesmo eitabelecimento prepa- @
'i ram-se machinas de vapor, moen- ^
-'.' las, ta\as e caldeiras: emlim, tu- @
lo (pie diz respeito a fabricaco do <&
assucsr, preprac5o do caf, ser-
-X? rarias e outrai industrias do paiz: A
:) a dirigir-se ao proprietario do es- :';
'.'.' tabelecirnento,Caetano da Rocha
i Paoova (cmCampos.) ^
Venderse um ptimo
escravo crioulo, bom co-
sifijiei r perteuceute a
urna pesspt que se retiri
para a Europa: a tratar
ni roa do t respo, loia
i. JO. v J
-3 HisV. (JoNossi -eiiio-
fra ilo Bom Coiisellio. |
ij\ No dia 8 do corrente celebrar-se- ^
'j e-h<1 com a pompa possivel, aos f
''v pequeos recursos da irmandade a
:-. llio, a estadesua Excelsa Padroei- S
.'. ra. O festejo compor-se-ha de ves- ..'.
".eras, (esta cTe-Deum. A' tarde,
' antes das vesperas, duas batidas de ffa
'^> msica militar executarao variadas ^
';'' P';is, postadas no pateo do con- ?a
.-vento, (pie a noite sera' decente- j
g mente illuminado. O orador das^
ffl vesperas sera' o Rvm. Sr. Dr. pa- |
^.3 dre Candido de Sott/.a Requo, e O
:..'i oda l'esla o Rvm. Sr. i,r. padre
Joaquim Graciano de Araujo, eo
O do Te-Deum, o Rvm. Sr. Dr. viga- ^
rio. As vesperascomccaroa's 6 lio- 9
,3 ras em ponto, a (esta a's 11 da Cg
.._ mauliaa, e o Te-Deum a's 6 e meia
:J-} da noite. Antes e depois de todos 3
3 estes actos, a musicaexecutara' es- SjJ
colindas ouverturas. ?&
Precisa-so alugar um sitio perto da
.iraca, com algumas arvores de fructo, e boa
casa terrea : na ra da r.srleia do Hecite n 1
- A parda q,ie annunciou no Diari de 2
lo correle mez querer eoifiregar-se cm
casa de tims senhora casada, sendo que
queira para etnprogar-se em engmnmado e
IW,;8 o c K 8,9hr mm
n ,'', eo"'lho' "brarl, di ru, Di.ei
' n. liO, primeiro andar.-O I. taereilrio,
. A Ferreira l.'nm.
SOCIEOADE E.SAIO FBAFCEZ.
a.,e doni'in r, Sf' ';"'side""' "eclaro ao, socio,
r".r"v ''^"^"'l-'eommiii.Oesderadac-
primeiro secrel irio, Horacio Candido Sal";.
ECfSOMIAS 110 BEH-WI.
Casa quanto menos varrida melhor, niio
so porque as vassouras sao caras, como mes-
mo Mr. poupar o assoalho, e mesmo o e s-
CO rolo ser aorove.taJo como eslerco para
as goiabeirinhas. '
Je ?.!'!'': fT libra de car-
Uvl t6 ,fcnDl,V '.,a'Ja ,ie temperos pa-
-ee5le5.heCOm,da "' "*"'"
I) scoiMda! dessa daoconla os tapurus.e
serve ,Uil.i bem de alimento sgallinhas.
"s.a 'pa:, q"a",to mHl' houvi'r msiase
rXLCV"\ "HaS Ca,as de la economa di,
engommado trea cjmissa c um vestirlo pas-
sa-so enroiip ido todo o anno ; tu lo quanto
Sunr MHh' m."""ir POr causa 'l0 "lor o
suor tambem estraga.
se cTreCbetnJU:',',Ue' !'Unhad'J ^"bellos
lim i careca.
ro muta umrio
l.Onslaililo-litH havnr.m ..,"
.,,i .. 7 "'""in aluuiiidS as
i'!- ,''.'"''"''no.dequ. pn.9>dispr. ;
^- l'-ina Vi m?ir, fiahl Hara N0ne*.
lemisro >ie I8j".
^?
0 Hecife, 2 dc
I reeiaa-se .ls urna ama que saiba co-
nliar, engommar o fazer o servico diario
Sltti?2 "^"omem casado sem filhos:
garao hospital da cari lade, a qualquer ho-
ra, qae se rugar bem o seus servic^s.
Tliomaz Yoxall e sus senhora retiram-
se para Kuropa.
Fujo no dia 28 do passado da cida 1
de Olinda o preto Marcelo, comidadede25
annos piuco mais ou menos, levou vestido
caiga e camisa azul, tem urna costura na
testa de um talho de fouco: dito escravo
perlencia a linaii D. Lourenca Gonrjalves da
lote: quem o apprchender, leve-oaoen-
genho Ouileba em Serinhilem a Manoel Gon-
calvcsiiii ronte, ou nesta ci lade a Antonio
L'Mte I-ereira Bastos, na ra da Cruz n. 52,
que ser bem recompensado.
--- Ptecisa-se de urna pessoa co n as ha-
bilitacO'8 precisis para tomar conta de urna
boa tab-rna n, cidade da Pataliiba ; quem
se jalear com capacidade, dirija-se a loja
de Vida! & Bastos, para tratar, na ra di Ca-
deia do tecife loja le fizendisn 56 \.
O sbaixo assignado, pirticipi ao res-
peitavel publico, que haveudo outro de igual
nome, passara a assignar se .te hoje em di-
anle por Antonio Arco-Verde de Mello. He-
cifel le setembro do 1857 Antonio Alves
de Mello
-- Prjcisa-sc de um caiseiro, que tenha
bstanle pratica de taberna : na ra do En-
cantamento n. 13
.No deposito da ra do Rangel n 48,
ha um s irtimento de queijns do reino novo*
a -2-H00 r< assim como manteiga lina a 610
dila tngie/a a 800 rs dita llor a 15203, as-
sim como nasnsaa fi as de araruta a 360, vi-
nho do l>orto etigairafado a 800 rs dito de
caj' a 1?60(> a garrafa, doce de goiaba, cha
fino, macarrao, alelri, e outros mais effoi-
tos, ludo mais barato possivel.
Na ra Imperial n. 15, precisa-se de
umeaixeiroque tenha pratica dc taberna :
paga-se bam .
Pele-se por favor ao Sr. Antonio Jos
Pereira, que ten annunciaio relirar-se para
Portugal a tratar de sua saude, qua declare'
a sua mu ida para ser procurado.
Com quanto me julgue em posicao
mui;o balsa para responder ao meu ex-cai-
xeiro o llim Sr. uleto da Costa Camp.llo,
que pelo desprezo que cons'antemente arro-
11, su.iponho ja ser algum.rico provrietario
ou importante capitalista, direi lodavia a
esteaeobor, para o que sui-plico mo conc-
*r.i..'.;i ."l1'0' nose?undo anlar do : <** a 'icvidi venia, que as ca.tas dos Srs
vori V|U,,V p3"'' ru> d ""Ja- Ad- <.ne-5qiea ama SPja sen Dlbo. j Oliveira n3o destroem o que eu dlsse em
At.i.j I meu annuucio do 1.-do corrente mez ; ellas
Precisa-se ilun-V, ...." PH" co.riano provam que o Illm. Sr. Cielo
* pela escrava que receben Jos Srs. Oliveira Ofliei^es dc cha-
peleirp.
Na fabrica de chapeas de Joaquim de Oli-
veira Mam. na praca da In dependencia, an-
da se precisa admitlir mais dous olliciaes de
chaDelleiro, pagando-se bons ordenados : a
tratar na misma
PAPA OS DEN TES.
Elixir contra as dores de denles, o melhor
que tem appareci lo, do hbil dentista........
que se demorn Mguns dias nesta praca, e
seguio para o Rio de Janeiro.; e vendo o
bom resultado qne lirou, fez' um deposito
na praca da Independencia n. 4. Preco'l>nou
cada vidro.
o
MacaaSc
Aviso en tempo a rapazeala, que tem de
ir para a Parahiba passaros tris dias santos,
que venham ao deposito do Soases sortir se
das boas maciias, pois que recebeu nova re-
messa.
ATTENgAO.
Quom livor um habito do S. liento de Avis
que, o queira vender, annuncie por este Dia-
rio para sor procurado.
Precisa-se de um amassador, que se
sugeite a entregar pao aos freguezes; paga-
se bem : a tratar em Sanio Amaro, ao p da
fandicSo.
- A mesa rgelos da irmandade do,Di-
vino Espirito Sanio, ten lo de celebrar no dia
6 do corrente, pelas 4 horas da tarde, aben-
co .ios sinos para sia igreja, roga aos che-
fes das orlcis regulares, orlens torceiras,
confrarias c irmandades desta ci lade.se dig-
nem mandar dar um repique nos sinosde suas
respectivas igrejis, na oc-asi3o em que prin-
cipiar a solemnidade, que ser aonunciada
por urna gyran lola.e um repique. J. A. dos
Santos Coelho, escrivo.
Ao amantes dos banbos
de 'aboat&o.
Domingo, 6 do corrente, as 6 112 horas da
maaMa, estar* as disposices dos viandan-
tes o mnibus JaboatSo, o qual seguir para
Santo Amaro de JaboatSo as horas indica-
das, e voltar ou no mesmo dia a noite, ou
no outro pela manh3a. Os bilhetes de pas-
sagem acham-se venda na ra de Santa
Isabel, casa da esquina, e o ponto de partida*
be na ra da Cadeia do Santo Antonio.
A.tiencl;>
Jo3o Alves Branco, negociante da prar;a de
Macci, declara, para conhecimenJ,o dis pes-
soas que com elle ti veram ou teem transac-
Qijes commerciaes, que al a presente data
esta quite com seus credores, a excepcSo
dos Srs Franca & Irmfio, negociantes da pra-
?a de Pernambuco, a quem ainda deve a
quantia de 156I00 ; se, porcm, alguem.
tanto da cidade de Macei, como Je outra
qualquer provin-ia, se julgar seu credor, a-
presente suas contas cm lermos, no prazo de
30 dias os desta cidade, a de 90 os de outra
qualquer, a contar da publicacao deste, para
serem imiemnisados. Declara mais, que faz
a presente publicacSo para prevenir enga-
os, pois que algumas lettras pagas deixa-
ram de ser-lbe entregues, bem como urna
da quaotia de 500^000 a favor do Sr. Manoel
Carlos Teixeira, o ltimamente transferida
ao Sr. tenente-coronel Dionizio Rodrigues
de Mello Castro, de S Miguel Macei 22 de
agosto de 1857.
Lotera
DA
Provincia.
CORRE 1HOJK.
O abaixo assignado ainda tem um resto'de
seus elizes bilhetes, meios e quartos, as
lejas j annunciadas, os quaes n;1o estSo su-
jeitos ao descont dos oito por cento da lei.
Por Saluslianode -.quino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Aluga-se em Olio la um sobrado de um
anlar, com cotnmoios para urna familia
que quizer passar a fegta, ou mesmo para
residir annualmente, sendo que o local l|e
um dos melhores por ter urna bella vista, e
ser o mesmo tempo muito fresco: quem
pretender, dirija-se a ra Nova n. 8, loja, a
tratar com Jos Joaquim Moreira.
]\ovo
quanto ho preciso para urna escrava para fa-
milia :ntraido Brum, passando ochafa-
ru, defronto da fabrica de velase sabSo.
Ven l-se urna barcaca de 26 caixas :
na treu.pe do caes do llanos, a tratar com o
mestre da mesma, a bordo, ou no aterro da
Boa-Vista n. 47, segundo an iar.
Na ra da Cadeia do Recife n. 57, ha
para ven ier con os dc cabra, cera de car-
nauba, gomma de superior qualilade.
ERRATA.
IN explicacilo dada p.,r J. R. Si.lrcira nn Diirio
le h niem V(t rtp reclamaco leia-e
re.iarcs,., e em ves de apreciar leia te 3|.re-
Dcposito Na na da Cruz n. 17, acba-se urna
grande portjo de excellente vinlio de ca-
jo, por barato precio, e na ra do Trapi-
che-Novo, no caf ios Alliados.
-- As pessoas que tem penhores em po-
der do abaixo asaigna io lnu,m de os vir ti-
rar ale o di, 9 do corrente, do contrario sc-
r3o vendi los para sen pagamento
Flix Ferreira Lima.
O .baixo assignado pede encarecida-
monto i pssoa que por engao lirou-lhe
um ou mais cartas do correio,*vin.las ul-
tin.ametile do sul, pelo vapor Imperador, o
favor de In'as entregar defronte da Madre de
Dos, armazem n. 28, que llie ficar muito
agradecido. Recife 4 da setembro de 1857
Jos Das BrnnJSo.
PrDcisa-se de art-ia para a nbra da ca-
pel! de N. S. das (Iracas na Capunga : quen
quizer rnrcfce-la, iiiiija-se ao aterro da llija-
Vista, c
sortimento deborzegains francezes para se-
nhora, ditos para nomem, ditos para meni-
nas, sapaioes, saoatos de dive sasqualida-
des, ludo dos melhores fabricantes de Paris,
e precos mais baratos : na ra do Cabug,
luja n. 9. 8 '
O final do annuucio do Sr. Jos Baptis-
ti Hirclro de Faria, em qne faz insinuarles
pouco airosas ou a mim ou a meu infeliz fi-
mo, me obriga a pedir-lhe que n3o tenna re-
serva alguma, que publique quinto sabe,
preliro antes defender a mim ou a meu ta-
lo filho, cuja honradez nunca foi contesta-
la, quo consentir que fagam insinuarles
quepo lem ser mal interpretadas, o deque
lalvez tenha o Sr. Baptista necossiJale para
autorisar a sua estranua pretenc o. N3o du-
sejo polmicas desagradaveis, mas nSo dei-
xaret ie pugnar, quanto em mim couber,
pela probidade e honra de meu fiiho; seja
pois franco o Sr. Baptista, e complete a obra
de bom prente que tem enctado.
Mara Jos d'AnnunciacSo Baptista.
D. Clara Mara da Assumpc3oSamp8io,
viuva do hachare! Anonio Joaquim Fernan-
des Sampaio, ten lo principiado o inventario
los bens de seu casal e le seu fallecido fi-
lho Cuiz Frederico de Sampaio, pelo juizo da
segunda vara municipal, escnv3o Santos,
previne aos respectivos ere lores, paraius-
lihcarem os seus crditos em tempo, afirn
ae serem attenJidas competentemente as
paruihas, a que se ha de proceJer.
A pessoa que annunciou querer servir
em urna casa de familia, ple dirigir-se a
ra estrena do Rosario n 10, primeiro
andar. K
Na pzdaria da ra do Cotovllo n. 31,
da-se bom or leado e com pouco trabaluo
a urna pessoa que tome conta de urna fre-
guezia de pilo bem perto da wesma. e para
este lim sil exige bom com porta ment.
Dase dinheiro a premio co n penho-
res, hypotneca ou firmas a .contento: no
pauo da Assembla n 12, segundo andar.
Na ra da Penha n. 2 A, fornece-se al-
mocos, jantares e ceias, sendo o almoco ch*
ou cafceojantar de carne por 25/000 men-
saes, e tambem da-se almoc, >, jantar e ceia
por 3030OO por mez, sendo o almoco de so-
lido e o janur de carne, o a ceia de cha ; nos
domingos have mao de vacca, cal com
leite, chocolate, etc. ele, ludo isto com
aceioe promptidSo.
Aluga-se urna casa na ra da Paz : a
tratar com Joao Duarte Girneiro Monteiro,
no armazem de Russel, ua ra do Trapiche
Novo
Quem precisar do um caixeiro com
bstanle pratica de padaria, corta massade
p3cs e bolacha, sabe fazer biacoitos, araruta,
alliado e mais algumas qualidades" de mas-
sas doces ; da fiador a sua conducta : quem
quizer annuncie.
--- John IKniting, engeaheiro civil, reti-
ra-se para l.iglalerra.
Roga-se a tolas as pessoas que tive-
rem conlas com o fallecido W. s. Creen,
ullimameuto do caminho de ferro, virem sa-
ber se, ou n3o as suas conlas lulo sido apo-
sentadas, quando nao, para as apreseutar
no consulado hrilanuico at quai ta-feira ao
meio dia 9 do corrente mez de setembro,
alias nao terSo rcclamac.3o alguma a fazer.
Oma pessoa sutiicicntetnente habili-
tada oilerece-sc para dar licroe de dese-
nlio : quem do seu prestimo se quizer uti-
lisar, deixe seu nome e morada na tvpo-
{jrapliia deste IAKIO para ser procu-
rado.
Precisa-se de urna ama de leite pie
o tenha coa abundancia, para acabar de.
criar urna enanca de ") mezes, pafa-se
bem : na rua da Cadeia de Sanio
ii io n. 20, terceiro and.i'.
iinto-
A'."..i-.Mii interessar.
Solcita so pela polica qualquer preten-
(o ; pelos fetos geraes e provinciaes, dea-
. na rmda
t.ruz do tecife n SI, armazem.
SUPERIOR RAPE*.
Vende se effectivam'nte rap fresco do 'o-
Sd*!i?uttprie fo'Z Z!;'Slrl;'' ,,,,Ul0 -* rua Velha e.'ava-se e engomma-
so ,. mirse J i, "' '8Ce gr0S" secum PC-f-'icao rouna do senhora e de ho-
f.' EH22%. !.D0. 6 Meuron : na Pra?s mem, e lamben, se di fiador se caso for exi-
rua do Crespo, loja de litros do harateiro o
Sr. Antonio lioniingues Ferreira roa preten-
denles achar3o nos lugares indicados,pessoa
competemenle habilitada.
da Independencia n. 3.
gido.
MUTILADO


LLblVEL


OOISDLTORH


DIARIO DE PERNAMRUCO SABBADO 5 DE SETEMBRO DE 1857

Onde se acham sempre os mais acreditados medicaroentosTTanlo era tinturas como
ara glbulos, e preparados cora o raaior escrpulo e por procos bastante coramodos :
PRESOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 ... 15C000
Dita de 36 ... 309000
Dita de 48 > ... 959000
Dita de 60 .. 809O09
Tubos avulsos a....... f uooo
Frascos de tinturrademeia onga. 29000
4 Manual da medicina homeopathica do br. Jahr com o dic-
2 cionirio dos termos de medicina : 20900*
Medicina domestica do Dr. llenry.......% 10/000
Trata ment do cholera mor bus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6*000
* ,? ? *-. K ?.? *S**5S
* l'Um.VS PRECIOSAS, *j
* Alteremos de brilhanle, J>
$ diamantes e perolas, pal- !i
$ seir.is, allineles, briueos *j
+- a rozelaa, botoes e aunen j$
<; de diflerenus gostos e de m
'? divertas pedras de talor. &
S
00
taXsasestBBamamseg
OURO E PBATA.
lOEEiti k mam
un ii iiiinu
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben) por to-
dos os vap res da Eu-
ropa asobrsdo mais
moderno gosto, tan-
sm*w*m&* to de Frauya como f^^
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o couimodo como costumam.
Compram, vendem oa 35
B Irocam prala, uoro, bri- |*g
% Ihaiiles.diamaolese pero-. j
* U, e oulras qoaesqoer
'* joia de valor, i dliiheiro Jj
f: uu por obras..
Jj Adereros completos de ^
*i ouro, meios dilos, pulse- s.
|*S r*i, alRiietes, btincot *
8: rzalas, cordots, Irancel-
Sg lina, medalhas, correnlw >-
* enfelles para reoslo, e
$ omroi mallos objeclos de
oaro.
jj Aparelhos completos de '
:* prala para ch.i, bandejas, g
& salvas, eastigaes, colheres <..
(*-' de sopa e de cha, e mui- afi
S* tos outros objeclos de ffi
ABATIMENTO DE 29 POR CENTO
O proprielsro da fabrica de chapeos de sol da roa Nova, esquina da ramboa do Cannn,:'
-querendo liquidar as fazendaa existentes era casa, para expor ao poblico o novo e esplendido.';*'^
*;suriimsiiio que o mesmo escolhiu ds sua rcenle viagtm Paria, por alo olTerece ao respeila-.j*7;
I publico oa objeclos segundes, com 20 por cento de abate. :y..*
Palitos de panno Tino prelos e de cores com gola de velludo.
Hilos de dito com gola do mesmo panno.
Diloa de cascmira prela e de cores com gola de vallado.
Hilos de dito com gola do mesmo panno.
t: Ditos de alpaca prelas e de coras oam gola de velludo.
.; Ditos de dita coto gola do mesmo panno.
> Ditos de sarja preta, merino setim, gaoga amarella, brim branco e pardo finos e ordinarios,K?2
'cuijas de easemira preta e de corea, ditas de brim branco e pardo, liso e trancado, ricos cortes-*^
^le easemira de cor para caigas, rolletes de setim, ditos de velludo, de seda, de gorgutau e fus-:''. \
RlSo branco e de cor, capoles de borracha com perneiras, chapeos de fellro finos e ordinarios, W
rT ditos de palha, ditos de pello, camisas Ifauce/.a- brancas e de cores, perfumaras, grvalas, ben-
4!galas, chicles, e orna infinidade de ootros objeclos, visla dos qoaes os amantes do bom gosio
singo deixaro de comprar,
Tudo a pre
para qualquer obra que seja enconinienda
da ; a pessoa que vicr a esla loja achara uin
facto completo, e sera um su prego para to-
dos, a dinheiro
Aluga-se um sitio muito gratule, porto
da [Taca, com multas arvores de fructo,
urna gratule bu i va para capim.cass. de viven-
da assobradada, inuito grande, o com roui-
tos commodos, casas para escravos o feitor,
estribara, 2 cocheras : quera o quizer alu-
gar, dirija-se a esla typograhia, que se dir
quera o aluga.
-Traspassara-se as chaves do armaz2m da
ra da Cruz n. 15 : a tratar no mesmo ar-
mazem.
I'recisa-se de urna ama forra ou es-
crava : na ra Direita n. 26.
- Na padaria da ra dos Pescadores pre-
cisa-se de dous trabalhadores de masseira :
psga-se bem, agradando os seus trabalbos.
- Km resposta a declararlo feta no Dia-
rio o Liberal de hoje pelo Sr. C. C. Campel-
lo, que vindo, talvez de encommenda, tomar
parte em urna questHo, par que n5o foi
chamado, bem mostra o inleresse, que nella
lem, e as ligages que enlretinha com o fi-
nado Antonio Baptista Ribeiro de Farias.vem
significar-lhe o abaixo assignado, que em
juizo competente provar o enorme debito,
porque he credor do seu finado sobrinho
Antunio Iiaplista, e que n3o ser a declara-
gao doSr. Campello em juizo ou fora delle,
que fara por em duvida o direito do abaixo
assignado, pois que ninguem ignora que
ella be tflo s^speita, como seria a do proprio
devedor; assim como o abaixo assignado
lembra ao Sr. Campello que os 400-3 rs. por
elle rtcebidos do Sr. Francisco Xavier de O-
liveira, e5003 rs. recebidos dos Srs. Oliveira
e Marques, que perlencem ao mesmo abaixo
assignado, anda no chegaram as maos
deste, nem forara credilados em parte al-
guma de sua escripturao, pelo queem oc-
casio competente o abaixo assignado so en-
tender com o Sr. Campello, e para isso he
de esperar, que entao lhe sobre algura lem-
po. Itecife 1 de s tembro de l857.-Jos6
Baptista Ribeiro da Farias.
AVISO.
A professora abaixo assiguada scienlillca
aos pas de familias resi lentes na cidade e
fra della, que recebe em sua aula no pri-
meiro andar do sobrado da roa estrei-
la do Rosario n. 36. nwninas como pensio-
nistas, meio pensionistas e nao pensionis-
tas, para ensinar a 1er escrever, contar, e a
grammatica da lingua nacional ; asfim co-
Antonio
ropa.
Borges da Fonseca vai a Eu-

1 Vendem-se corles Je Csa cscossiv.u
|a 2fG0: na ra do Crespo n. 20.
Ao Gouva

Loja encarnada, ra do
Queimado n. *n, esqui-
na do Collerio.
Iticos cortes de seda para vestido a 50/000,
Flores a. 37, primeiro andar, apolices da di- > sedas de tndas as qualidades e ltimos gos-
Compra-so urna casa que renda do rs.
550 a 600? rs. por anno : a tratar na fundi-
co de ferro do I). \v. Bowman, na ruado
Brum.
Compram-se botijas vasiasa 80 rs. cada
urna : na ra da Senzala Velha n. 110.
- Compra-se effectivamente na ra das
vida publica e provincial, accGcsdas compa-
nhias, e d-so dinheiro a juros, em grandes
e pequeas attantias. sobre penhores.
$mM8.
de
do
S5
^J O proprielario da mesma fabrica fazscienle s pessoas que leem em seu poder chapeos de i-.-t;
p^tjsol par concertar, queiram vir reclama-loa o mais breve possivel, islo he, at o da lo de se-.>.-.
'v'yMerabio correnle, e depoia desse prazo os objeclos deixados ser ^livos concertos e conla de quem perleocer. SSo enlendidos naqoella categora os existentes .>*
|-i)em casa hoje de setembro de 1837. No mesmo eslabelecimenlo compra-se dinheiro de co-
\*bre aedulaa de 2SO00 coro 2 por cenlo de premio, moedas de 500e 1-mkhi com i por ceolo.
Vetidem-se luvas de pellica
Jottvin, de todas as core : na rita
Queimado loja n. 4G.
Vende-se um bom cscravo crioulo,
mor;o, sem vicios algum : a tratar no escri-
ptorio de Manoel G on;alves da Silva, ra da
Cadeia do Itorife.
Vende-se urna taberna com poucos
fundos, propria paraqualquor principiante :
em Fora de Portas, ra do Pilar n. 131.
Vende-se urna mulatinha de 19 annos,
cose soffrivelmente e he muito bonita, urna
dita de 10 annos, muito linda e esperta, c
um moleque de 15 annos, de bonita figura :
na ra larga do Rosario n 22, segundo
andar.
Vende-se a taberna sita na ra Direita
n. 27, coutendo poucos fundos, i vontade
dos compradores quem pretender, dirija-
se a mesma, que se far todo o negocio. iNa
mesma se venle mantega ingleza mnito
nova a 800 rs a libra, dita a 610, franceza a
640, dita a 720, e outros muitos gneros que
se venlerSo por querer acabar.
Vende-se o sobrado n 42 da ra da
Guia, por prego mi,ito commodo :
ni rita las Cinco Puntas n. 64.
Vendeni-se saceos grandes cora milho
muito novo, como bem feijSo muito novo :
na ra do Vigario n. 5.
Vendc-se um ptimo escravo padeiro,
crioulo, do idade de 21 a 22 annos, bonita
ligura, bem possanlc e sadio no todo : quem
pretender dirija-se e ra bireita n. 31, que
se dir.
- Vendem-se 10 paos de sicupira, de 10
palmos, e um tear : na ra da Florentina
D 30.
- Vendc-S9 na ra Direita D. 19, cha de
familia a 800 rs. a libra, dito do Itio muito
moa loiia o qualquor sorte de costura, la-lino a 1>80 rs., dito da India a 2;200 rs-,
bynnthos, marcas, bordados de laa, se la e toucinho de Santos a 240 rs a libra,
ouro, tapcesria, e a diversas qualidades de j JVrrpiKm frin
al do Sal.
Vende-se a bordo da barca Yaya, e na ra
da Cadeia do Recate n. 2.
A ItOOO rs. o corte,
Vendem-se cortes do chitas largas, pelo
barato prego de icUu o corto na loja de 4
portas, na ra do Queimado d. m
XAROPE
DO
tos, esguio de linlio puro (inissimos, tape-
tes para s la os mais lindos e modernos,
pannos finos de todas as qualidades e cores,
velludos para colletes, ricas casemirase me-
rinos preto e de todas as cores, finissimos
chapeos de feltro e do Chllli, damascos de
seda e de lila, cambraias, chales, bombazi-
na, alpaca, o todas as mais fazendas finas e
de gosto para a prac,a, ludo por precos im-
possiveis, e recebem-se sedlas velhas e ras-
gadas : quem for do bom tom appareca e
ver.
COI PEQUEO TOQUE DE
AYARI.
A dinheiro
Pegas de algodo liso, largo, cncorpado a
2s, 2/210, 25500 e 2:800 a peca, dito de si-
cupira a 2c, 23240, 2/500, 2:800 39 a peQa,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 140 e 180 rs a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a ra da Cadeia.
No escriptorio de Domingos Alves
Matlieus, na ra de Apollo n. 23, ha pa-
i a vender,por precos mdicos, o seguinte :
Ricos c elegantes pianos.
, Enchadat portuguesas.
Cochina de linlio para montara.
a tratar Coeiros do barra.
.Muito superior como de lustre.
Tintas de cotes, preparadas.
Ralanras decimaes.
.Muito ricoe superior papel para torro de
salas.
Superiores charutos da Baha.
Fumo em follia.
Pedras de
.OSQUB
llores de lila, tudo em pouco lempo e coui
perfeicao, aliaucando-lhes o bom tratamen-
to, todo o zelo e cuidado.Mara Marttnia-
n.i de Campos e Oliveira.
Preclsa-se comprar urna barcada,de
40 toneladas para cima : quem tiver, diri-
ja-se a ra da Cadeia do Itecife n. 16, primei-
ro andar, e tambem compra-se um negro ve-
lbo para tratar de cavallos.
ESTiBELECIMENTO DE PUMS
DE
JOAO PEDRO YOGELET
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta sendo da quantia de 1003 reis para cima,
i os seus muito felizes biHieles, meios e quar-
i tos,' pelos precos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Recifc n. 45, esquina da
Madre de Dos :
Bilhetes 59500 recebe 5:0003
Meios 23750 1:5003
Quartos 13375 1:2503
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Casa desuude 8
&i
- Precisa-se alugar urna preta escrava
para urna casa de pouca famili, que cozi-
nhe e faca is compras de ra : a fallar na
ra do Aragao n. 1, primeiro andar.
SEGURO COKTRA FOSO.
Compauhia Alliance.
Esubalecida cm Londres, am marro da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., lem a honra da in-
fernar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,! ra NOVA .~27"*sQLX\A~DA CAM-
aa quem mais convier qua esto plenamente au- RO V DO C-VRMO
loriados pela dita companhia para effectuar segu-1 Vendem-se pianos dos nia'is afamados ra-
ros sobra edificios de jqlo a padra, cobertos < | bric.ntes da Kuropa, de baixo de toda ga-
tlha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem j rantia que pode ser desejada. Na mesma
os mesuos edificiosquer consista am mobilu ou \ casa concerta-se e afina-se com perfeicao os
eu fazandas da qualquer qualidade. i mesmos instrumentos.
Na fundico da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos,- para
serviro debaixo decoberta.
Oproprietarioda cocheira da ra Nova
n. 61, vende todos os seus carros como suas
parelhas de cavallos ; o motivo desta venda
he a postula exigida pela cmara municipal;
vende-se ambos ou separados, e tambera se
vende o sobrado se convier.
DEHTISTlfRlHCEZ.
Paulo Gaignoui dentista, ra Nova n. 41
%9 na mesma casa tem agua e pos deutrilce. aJP
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
Na ra larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do becco do
Peixe Frito, n. 9, d-se almoco, jantar e
ceia, por preco mais commodo do que em
outra qualquer parte.
Na ra do Trapiche n. 17, escriptorjo
precisa-se de um preto para criado.
MUD1NQ4 DO ESMELECI-
MENTO DE PUflIS DE
J. TIMES.
J. Vignes mudou seu estabeleciment de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
HolacHo.
Aluga-se um sitio na Capunga, todo
murado e bom plantado ae arvores fructfe-
ras, com portao de ferro, estribara, e casa
com excellentes commodos : a tratar na ra
do Trapiche n. 13.
Precisa-se alugar urna casa leriea eoi
boa na, na Boa-Vista ou mesmo Santo An-
tonio : quem a tiver e quizer alunar, dirja-
se a rua Formosa. casa junto ao larapeao,
que achara com quem tratar.
Afugam-st: para h testa
3 casas na Torre con 2 salas, 3 quarlos, co-
piar e cozinha futa, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos: a t-atar
no armazem de maieriacs da rua da Cadeia
de Sanio Antonio u. 17.
- Precisa-se de urna ama que saiba co-
/.uihar e fizer lodo o mais servico de nasa :
na rua do CalJeirciro, taberna n. 68.
Caf dos Uiados
Com csse Ululo acaba .le se abrir ni rua do Tra-
>i.lie.\ovon. 14. od eslalielecinifiilo .l-cnte.nen-
lo mokiiiado, onde us acnharaa amadora aehario,
ai. orna hura depois de nina nolle, eicallente caf,
reiresciis, .loeps e diver.ae frucl.is e 2uria, ludo
servido com o mnior .,, ,,ri)s mAJeradoa.
Acham-se lambem famosos rl.arulos da. mais acre-
ditadas m-r^a. que acibam d. >e rerehe. da Ulna,
epreaniiite recoinraeuda 1<>s para csl ata*.
- Jola BapUsta dos santos Lobo tem
una porcSo do mel de furo para vender por
preco muito Oommodo ; no trapiche do lla-
mos : a tratar no arrnazcm n. II, da traves-
sa ilo aiSKiial de guerra.
AMA P*RA CASA
Precisa-se le urna ao.a para casa, que co-
ziuhe unicam> nte o diario da mesma : na
r .Ao,;.:ya n. 38.
f Consultorio
I CENTRAL HOMEOPA-
THICO.
RL'A DE SANTO AMARO,
Mundo Novo n. (i
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho
, d consultas lodos us das olis, desde is8
\J boras da manliaa as ;! da larde. Os con\i-
S l" P"', V'i'a dever.lo ser dirigidos por
W escripto. Os pobres sao medicados gralui-
x? tamenlc.
*

O
@

lousa propri.is para mesas de
cosinha.
II.
no armazem de Tasso
'..
^mm





-:.:
Grande sorti-
iiient i de fa/endas de to-
dj-.s asiiualildes.
Cortes de vestido de seda de coras o mais
superior e moderno que ha no mercado
Pecas de brelanlia de Multo lina cora 6 va-
ras .............
Corles de vestido de laa matizada de novos
padres com 15 covados. ......
Ditos decalca de easemira prela e de cores.
Ditos de collele-de gorgurao de seda de va-
rios padiOes..........3-*t)00
7,r>00
79300
3
3)500
19500
sooo
tS
Aviso aoss(jf:.i/;!'i'.s de 2
.-
'.'
']':
eiienlio.
Antonio Jos Mauricio, ora residente
Beata culada, na rua da Cru/ n. (, pri-
meiro indar, prepoa-te a recel.fr ro.nmis-
soesdeassucar, f cilla com a prolerriode .!,
eu< amigos aenhorea d BBKeniio<, aoa "
qu-ie, prii-nelld deseiii|i> nlnr :,l,t,,C| ria- "''
uiMile nao s a venda dos Laucares, romo ^"
I" la e qualquer compra de qje o anear- '
regarcin. fib
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