Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07821


This item is only available as the following downloads:


Full Text
A\.\0\\\lll N. 200.
Por o mezes adiantados 4#000
Por 5 mczcs vencidos 4,S'500
QliARTA FEIHA 2 DE SETEIBR0 DE mi
Por anuo udianlado lJOOO.
Porte franco para o subscriptor.
KNCABREGADOS DA 8UB8CRIFCAO DO NORTE.
Ptrthbi, s Br. Joao Rodolpho Gomo ; Nuil, o Sr. Joaquina
l-Pereira Jnior ; Araeily, o Sr. A. de Lemol Braga,- Cai-
ra', o Sr. J. Joi de Olivein ; Mannhio, o Sr. Joaquim Mir-
qnaa Rodriguei; Piaub; o Sr. JoieJ Joaquim Avelina ; Pa-
ra, o Sr. Juitino J. Umoi ; Amaionai, o Sr. Jeronymo da
Coila.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinril : todo os ,1,.,j. a, e m,.a [,, dtl dia,
'""'i'" """ l'at.hil,: na, .&,, e ,c.i..-r,-irj..
B. Ani.i.i. Metros, llonila, (.amara', Aliinlio c Ooranhuris:
nato, l;o d'Alho, N..relh, L,mro, rejo, I>
S.Lu
na lerea-f.
Mira, iii
nana, VUU-MIa, Boa-TJata, Oarlcni E', aaariaaJciraiT
Cal,,i,l|mjuc..Vrinheii,, H Porao, Una, Barreiros, Aaud-
im-iui-n,,, Aatal : iiuint.i. -: ,,,,-.
: qui
Mffaiaa pan
Prela, Pi-
ADIE.NCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : sagundil a quintal.
Relaco : tercas fairaa a labbados.
Faiendi : quartai a ubbadoi n 10 horai.
Juizo do commercio : aegundaj ai 10 borai quintal 10 raeio dia.
Juizo da orpliaoi .-segundas a quintalaa 10 horas.
Priraein vara do civel : Mgunda eieiutao meio dia.
Segunda rara do elvel : uartai a ubbadoi io maio dia.
El'IIEMBRIDES DO MEZ DESETEMBRO.
4 Lu cheia ai 2 borai a 47 minutoi da manhaa.
l Quarto minguanta ai 8 borai e 30 minutos da tarde.
1? ^u> nova ** :l horai a 13 minutoi da manhaa.
-' Quino crcente ai 6 horas 40 minuto da manhaa.
PREAMAS DB HOJE.
Prlmeiri ai 2 horai a 54 minutoi di tarde.
Segunda ai 3 borai e 18 minuto! da manhaa.
PA1TI OfPICIAL
BUVERNO OA PROVINCIA.
Cxpedlaata da da lo de coito.
Cilicio.A Iheaouririn de fazenda, communican-
do que o bacharel Theodoro Machado Frer* Pereira
da Silva Jnior aisumira o eiereicio da vara de di-
reito do Rio i'urmoiu. em eonsequeocia da remoran
para Santo Anido do respe divo proprielario bacha-
rel Jos Filippe de Souaa Lejo.Communicou-si a
reanlo.
DitoA mesma, inleirando-a de que o bacharel
Fraocisco Bernarda de Carvalho, entrara no da II
dejulho ultimo, ii i eiereicio de juiz de direilo de
Tacaral.Cominunicou-se a relafao.
DitoAo juiz de direilo de Tacaral.Iuleirado
do que Vine, me commonica em seu olTicio de It de
julho ultimo, tenho a declarar-lhe :
1.' que remed por copia ao governo imperial,
para aua inlelligencia a parle do citado ollicio em
que Vmc, peloa motivos uella declarado!, pede pro-
rogacao do prazo que llie (ui marcado para apresen-
lar o seu litlo de juiz de direilo.
2.' que nao he poasivel por ora fazer legnir para
isa comarca om destacamento de 20 pravas ; cum -
prindo entretanto que Vmc. em casos urgentes, v
requintando do deilacamento de villa Bella, ai que
forero precisas, cerlo de que acabo de ofliciar nesle
lentido ao delegado daquelle termo.
3.* que a neceuidade da creaco de urna agencia
do correio nessa villa, ja lm levada ao conheeimenlo
do governo imperial, para ter a couveuieole wlu-
sao.
4." qoe a vista di nforraacao junta por copia sob
numero 1, do inspector da llusauraria provincial,
cjovaru que Vmc. etT-clue o aluguer de urna caaa
nena villa, com as necessanas proporc.oes para servir
de caleia. sobraelUndo o respectivo coutralo a de-
uiliva deliberado deste governo.
5.* liu,dente, qoe leguodo indica o inspector da
Iheiouraria de fazenda em sua informarlo comanle
da copia numero 2, deve Vmr. propor as pesso
que Ihe parecerem idneas para os cargo de collec-
lor e esrrivo dasse muoicipio.OHiciuu-ie ao coin-
maodante do destacamento de villa Bella, para pres-
tar M pradal que aquello Juiz houver de requisi-
lar.
DiloAo juiz de direilo do Bonilo, inleiraodo-o
de 1er concedido a Joao ti une- de Sauza, mais um
mez para apreseolacao de sua caria de segundo ta-
belliaa de notas e escrivao do crime e civel daquella
termo.Tambem cammunicou-se a relajo, a eo
juiz iiionicipal respectivo.
DitoAo arsenal de marinha, para foruecer ao
brigue de guerra Capibiribe.i) os cbjeclos que re-
qoisiloii o comraandanle da eslacao iiival no offlcio
junto por copia.
DiloAo director das obras poblicas, para que e-
launliando o quinto lauco da estrada dosul, informe
o estado dos respectivos Irabalhos e quando poderflo
er coocluido,.
DitoAo mesmo, respoudendoao oflicioque Vmc.
rae dirigi em 29 de julho ullimo, e ao qoal acora-
panhou copia da carta em que o engenhelro da estn-
Irada de ferro, nSo so pede permissAo para augmen-
tar s bomba da estrada do governo junio villa do
Cabo, mas tambem solicita a mudanea da directo
projeclada do seno lanco da mesma estrada, oflere-
cendo se por parle da Campanilla para encane- ir-
se da sua execoc> pela quanlia em que fot oreada,
aliui de correr por cunta delle o augmento de cualu
que possa resultar ; tenho a dizer-lhe que, era vista
das pondiracOes apresentadas por Vmc. em leu cita-
do ollicio, pode consentir as raodfieacSea pedidas e
indicadas na plaa que davolvo ; mas nao Convindo
agora que essa parle da estrada ero questao seja ar-
rematada, e por tanto uo pudendo aceitar-la o olfe-
recimentu que faz o eugenhero de encarregar-t* de
sua execucao, cumpre que Vmc. proceda aoa estudus
nicesiarioe. e os organite o ornamento da estrada no ,,
sentido da direcca j pedida, alim de, comparando es-
que satisfaga as exigencias do procurador fiscal da
Ihrsooraria provincial, relalivamenle a' desapro-
pnacao da parte do sitio da Joao Manoel Rodri-
gues Valen;a.Communicou-se ao mesmo procu-
rador fiscal.
DitoAo mesmo, inleirando de ter laucado no
requerimenlo do arrematante dos repares de :100
bracas de embarreamento na estrada do tul, entre
os marcos de 7 e 8 mil brabas, Vicenta Ferreira da
Coila Miranda, o aeguinle despacho :A' visla das
informaces, o aopplicanle deve ler inderooisado so-
rnenlt da quantia de 120 rs., e por isso nao lera
logar o qne pede, nSos relalivamenle ao pagamen-
to da metade do valor da obra, mas tambera a ser
relevado da molla que Ihe foi imposta.Commuoi-
cou-se igualmente a' lliesonraria provincial.
DiloA' lliesonraria provincial, para que mande
pAr em hasta publica a obra do empedrament do
23-lauto da estrada da Victoria.Coramuncou-se
a' reparlicao das obras publicai.
A' mesma, duendo qoe, vislo nao haver iu-
bra
DAS da semana.
31 Segunda S. R-u mundo Nonnato card.
1 Terca S. Egidiu ab. ; Ss. luiu e Gcdeao.
2 Duina S. Eupliemia v. m.
? P"'"1!8: Aris'llc" b- "' : 8. Aigulfo soldado ni.
4 Sexta S. Roza de vilerbo v. f.
5 Sbado. S. Herculano m.
6 Dorniogo 14. N. Seuhora da Peni.
Secretaria do governo de I'ernambuco 31 de agoi-
lo de 1837.
ENCARREGADOS DA SUBSCRigAO NO SUL
Alagoai, o Sr. Claudino Falco Dial; Babia, o Sr. D. Dupia
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Mirtini.
EM TERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa di Faril ni iu
bvririi, pric* di Independencii n. 8 e 8.
IITE&IOR
Dilo
conveniente ua executao por arrcmalacao da ob
do lauco da estrada do norle, mande Smc. por em
haita publica a referida obn.Commuuicou-se a'
reparlicao las ninas publicas.
DiloA' mesma, enviando copia do plano appro-
vado para exlracco das loteras desla provincia.
Kfmelleu-se outra copia ao thesoureiro das lote-
ras.
DiloAo juiz municipal do Ouricurv, dizeudo
em resposla ao ollicio em que Smc. mos'tra a con-
veniencia de se aproveilar, para servir de cadeia
naquella villa, um propno nacional all existente,
que ja se olliciou ao juiz de direilo respectivo para
encarregar-se da adrainistracao dos reparos de que
precisa aquelle edificio.
DiloAo vigarie da Victoria, dizeodo, qui pode
ceder-se para o alicerces da malnz daquella cida-
de, a porcao de pedra qoe existe junto a' ponte do
Tapacura', maa que essas pedral sao de mi' qoali-
dsde, conforme declara o director das obras pu-
blica.
PortaraConcedendo a Pedro I.eile da Albu-
querque mais Ii inezes de prnrogac.au do prazo mar-
cado para a conclosao da qhra do a^ude de Bui-
que. Fizerain-se as convenienles commuuica-
(es.
DilaAo asente dos vapores brasileiros, para dar
passagem pan a corle, por ronla do guveruo, aos
-innl K-marinlias, Eduardo Wandenknlk, o Jos
I.uiz Ferreira, ao desertor da armada Antonio Ma-
noel, e a mais qualro pravas inclusive o soldado
I.ourenco Antonio Severo.Commuuicou-se a esta-
cao naval.
DitaAo mesmo, para dar passagem para a cor-
te, porconla do governo, ao alfere Jote Melquades
Bezerra da Silva Coila.
Igual ao c.ipitao de fragata I.ourenco da Silva
Anujo Amazonas.
1. Seceso.Palacio do governo de I'ernambuco,
em .11 de agosto de 1837.
Convindo que o rccrutamenlo seja feo do modo
o mais suave pussivel, sem veame a populac.au, era
deUimenlo as arles, corainereio e .gricullura, e que
cada comarca da provincia concorra com recrulas
para o exerciloe armada, smenle ni propoicao de
sua popul,,,.,,,,, reconimeudo mu lerminanleinenle
as aatoridades recrotadoras, nao s a executao da
ponina junta, como tambem que nao procedam ao
recrulamenlo com oslenla^ao de forja, daudo buscas
e varejos, amedronl.mdo o povo, principalmenle em
oeciisiAo de feiras, de testas e diverlimeutos hu-
neslos.
Reo.Timendo igualmente que empreguem n mais
escrupuloso cuidado para uo enviarem recrulas que
lenliam alcuma das i crtes .le 10 de julho de 1822, ou que, quando uAo
a lenham. sejain reconliccidamente laboriosos eap-
plicadoa a' alaurq genero de industria, priur.ipal-
i da lavoura, o que lenha Vmc. por enlen-
ae novo orcaineulo com o primitivo, verificar qual o
eieesso de despeza, que d'ahi resulla, e que a com-
panbia deve pagar no easn de u,i,i ter insignifi-
cante,
DitoA Iheiouraria provincial, ordenando que
mande p.r em hasta poblica os concert) da ponte do
Anjo, obre o rio Serinhaero.Cummunicou-ie ao
director das obrai publicas.
Portara.rConcedendo a Luz Freir de Au Irada,
licanca para enviar io presidio de Fernindo os ob-
jeclos mencionado! em urna retcalo assignada pelo
secretario da provincia.
14
(inicioAe Exm. commandinle das armas, para
que emilta o seu juizo, acirc da conveniencia de
ser Torrado o xadrez do quarlel da compendia de
artfices.
Dito-Vi chela de polica, dixendo qoe se mao-
dou pagar as despezas com o lap.imenlo do irrom-
bo que se lesrobrio na cadeia do Rio Formte.
OlioAo director das obris militare-, recommen-
dindo que faea apromplar e enllocar nos lugares
competente., com urgencia, os cabides de que ne-
cesitara i reservas do quarlel dai Ciuco-Pon-
tas.
DiloAo meirao, para entiesar ao commandanle
da esta(;,lo nasal os recrulas apura i.is pan a mari-
nha, afim de assentarem praca em lugar de oulros
que foram poslos em liberdade, por lerem apre-
senlado nciir'u legal.Commuuicou-s i eilaciio
naval.
DiloAo inspector de marinha, para mandar
comprar um- bileeira para o servic.0 do hiale di
guem v Paraliibano i>.Communicuu-ie eslacaa
naval.
DitoAo arsenal de guerra, para que, da farinha
ltimamente comprada para o presidio de Fernando,
entregue, mediante as cautelas do esljlo, IDO saceos
a Ju3o Francisco de Sooza e Joao Ijougalves Pereira,
que se ulfereceram a transporta-las gratuitamente
au mesmo presidio no hiate Canto.Communi.
euu-se ao conseUin adminislralivo.
DiloAo mesma, para eutregar a Nieicia Mara
Alexindrins. metade do jornal que vence o soldado
de arlilices Hermenegildo Severiioo Goncalves, li-
llio da mesma, ficaulo era cala o restante do refe-
rido jornal para a ni lemni-ic.io do que le despen-
den com o tratamenlo, curativo e vestuario daquella
pcac i, quaudo pertencente i'compauhia de apreu-
dizes daquell arsenal.
DitoAo director das obras publicas, ordenindo
PoMel S?1" 3 Xme-~loxi Plw Machado
1.' secadoPalacio do governo de Pernamliuco,
em .11 de agisto de 1857.
O vice-presidenle da provincia, lendo em visla o
dispo-lo no regulamenln einslrucces que baiiaram
com os decretos n. 1,089 de 1 i- de dezembro de 1832
e n. 1,591 de I i de abril de 1835. acerca do recru-
lamenlo para o servieo do exercilo e armada, e lo-
mando provisoriamente por base o numero de 460
rerrolae, em que por aviso do ministerio da guerra
de 27 de marco de 185o, e circular da reparlicao da
mamila, ,c junlii do mesmo anuo, foram fixadosoa
dous conlingenles exigidos desla provincia para o
anuo linanceiro prximo passado, sendo 3u0 pan o
exercilo e 100 para a armada, resolve que se obser-
Vt "" eiereicio correnle a distribuirlo constante da
tabella junta, e ordena que os juizes de direilo d s
comarcas facam com brevidade a ulterior cistribu-
go pelas freguezias de sua jursdiccao conforme foi
determinado por portara de 7 de Janeiro de 1833,
incumbindo-sedisso os respectivos subdelegados.
Joaquim Pires Machado Porlella.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO EM 28 DE JULHO DE 1857.
Presidencia do Sr. luzebio de Caciro; ColiMkO
Maloso Cmara.
A" hora do coslume, fcila a chamada, e sellndo-
se reunido numero legal, abre-se a sessAo.
Lida a acia da antecedente, he approvadas.
0 Sr. 1 secretario d conla do seguiute
EXPEDItNTE.
1 m ollicio do ministerio do imperio, remetiendo
as informacoesqne foram pedidas acerca da coni-
trucc.ao de om hospital no barro de S. Christovao.
A quem fez a requisicAo.
OREM DO DIA. *
I'assam em 1.a e 2." discussao, sem dbale, as se-
goinles resolu(es :
l., concedeudo loteras irmandade de S. Pedro,
na provincia de Minas-Genes, e ti casa de Miseri-
dia de Sabara.
2.", aolonsando o governo para mandar passar
caria di naluralisacao a diversos eslnngeiros. '
3.a, approvan lo penau concedida a viuva do
conselheiro Jos Pedro Vernek Ribeiro de Aguilar.
4.a coucadeudo loteras a casa de Misericodia da
Victoria.
Entra em discuisSo o requerimenlo do Sr. Cnrnei-
ro de Campos, lido em sesso de 21 do correnle, a
respeilo da suspeusao do bil Abenleen.
O Sr. Ferraz pede o admenlo al que compare;,-!
o Ilustre aotor do requerimenlo, e assim se vence.
lera lugar a discussAo do requerimenlo do Sr.
rerraz pedindo varias informar/ies, e a pedido do
nobre senador lie adiado por nao estar presente o Sr.
Wandeiley.
Sorleia-se a depulajao que lem de apresenlar a
Sua Magestade Imperial as leis de lixacao de torcas
de trra e de mar.
Esgolada i malaria da ordein do dia, o Sr. presi-
dente declara que a de amanhAa ser a 1.a discusiao
das segrales proposicGes da cmara dos deputados :
1.", auluiisando o governo para conceder compa-
nhia da estrada de ferro de D. Pedro II os incios de
conlrahir um emprestimo.
2.", sobre auxilio compauhia de navegarao a va-
por e estrada da ferro de Petropolii.
3.a, relativa i oavegacao a vapor para o porlo da
v ictoria.
4.a. conceden,lo lolerias a um collegio de inslruc-
C3o secundaria em Minas-Genes. '
5.", approvaudo o contrato com o br. Blumenau
sobre colonisai;Ao.
6.", concedeudo lolerias a diversas malrizes, ele.
7.", concedeudo lolerias a algurajs associacoei de
benelicencia.
Levanto ,e a esio meia hora depois do melo-
da.
IA BELLA da distribuida do* conlingenles de re-
crulas para o serviro do exercilo e arma-
da,'no exercico de 1837 a 58, organi-
sada de eonformidade com a portara do
Exm. Sr. vice-prrsidentc da proviucia
desla dala.
Comarcal onde devem ser
apurados ot recniai.
Recite ....
Goianna .
Cabo ....
Rio Forinoso.
Nazarelh .
P4o d'Alho. .
I.iraieiro .
Sanio Auiaa .
Jonito ....
tiaranhans. .
Paje de Flores.
Tacaral .
Brejo.....
Itoa Visla. .
Sornms.
: o i ti
ga.'S - -s.
BB i 3 Z H
* 2.* s O
as * a E H
7i 20 9i
25 i 32
19 5 21
2li i 33
17 5 22
Ii i 1!
28 i 35
17 .) 22
27 i 3
96 10 M
12 1 16
3 -> 9
IS 5 23
4U 11 51
360 loo l-0
------- -
AAafij.ft m&,
Por Amedeo Achard.
. n'a>-<
PKniiiitti'iii
IV
( Conlinii,-,, i ,.
Algara lempo depois Jorge iorehu um bilhele
d- Valentn", do | u1u tivera noticias desde sua
partid, de Maison u,nc|ie. por ,,. hilhele ornado
de alguns gracepis *oft 0 seu mor da ,0|jJo Va_
lenlino avuava ao ami de qoe pre|en,,ia fe,.||,t
nina visita no da segua^ com a|aal ptM01t de
__ .... ..,.,. m ni,a a IIV.___,___ ___
amiaide, e que alM.,Mrli,rli em Jni caf(1> ^m
poal scriplom mais longo ., que0 bj||iete Icrescen-
lava queMathilde entrara, numero dessaa pesso..
Ella desejava cnnheeer a lo, de franealin, e Vi-
lenlino acceda rom empenh,., S9e v,. prouver,
. Ueos que houvessem dHkiMUl les sobre 1 Ierra!
serias diloso dina elle'irruinnilo
Petronila P"W*lA'Z,&Sm'
tor,.ou-.e he r.pen.i,meul^n,;" ^" \mS>
de que luda e. genteen.rarii V'Z\l nue Mma
Roz._alravesi.ara- pareen Ihe qa^'.V".! ''"'j
Unifi, qu. uada poda desiulP^' V"l''''
luraor.lodosesse risoi. (odas es-as caS. -
vestidos de seda equvocos, essairendas S^iJ^m
queacaslilade deiiara sen pefm, ""
Ihe o piis amento. Elle rhaiuou Jade griloo-ffi'
que corrase ao l'etil-llai '. "'"asse a mainr
lila. Pelronilla foi convi i e conduiir lodo o produ--" ''" sua !i^'onci pira a
cozinhida hospedarii. ''P^'s acreicenloa elle,
teche a porta e se alg'"" '"'rroga-la, diga qa>;
vollarii otiles quio* dias' ri,r1"e s cnamin' u-
niezam.
Pelronilla man""""1' Jac"u "'""lecen sem r-
ponler, segoiido'""lC"'."llne'1eJur-'' '' corijoia-
mente colloc.r se "'. 1pr!nclDal ,Vfnida de Maisons
para eipernr ^".V!?0* quae9 levon direcla-
menle para a '
Que
V!!!nAM!'orii.lia esia ero co,Cil|p
_ yem I tu nos moilrarai bii,|0|heca
_ Os pedveiroi dcs(roiram^_
7 Vid Diario n. lit.
EnISo pas.oiremos nojardim.
Esl lodo excavado.
Valentino olhou sorraleiramenle para Jorge e
loruou :
ii sei o que he, a solidao mora em Maison
Hilacha.
Ouvo me, respondeu Jorge apenando o braco
'le Valentino, e com um arenlo, no qual o riso mis-
(urava-se com colera, lem aqu vinho de Brdeos
e de Champanhe, aves exquisitas e pasleis deliciosos
come e bebe, porem te me lomares a fallar della,
liei de matar-le, tAo ccrlamenlc como ,'s meu amigo.
Eo le compreben lo, disse Valentino, odiando
para Matbilde. Es como en, amas.'
CMARA DOS SUS. DEPUTADOS,
SESSAO DE 28 DE JL'LHO DE 1857.
'renitencia do Sr. visronde de baependtj.
A hora do cosime, 1,-iia chamada, e aehando-
se reunido mimaro legal, abre-se a sesso.
I.nla a acta da antecedente, he approvada.
0 Sr. Primeiro Sccrelario, d conla de seguiute
. EXPEDIENTE :
1 m ollicio ao mimalerin do imperio, communicau-
10 ficaro governo inleiradu da ter esla cmara p-
provado eleicA,, primaria da tregoezia de Sani'An-
na do Cilu, que faz parle do i.- dulrclo da Baha.
Mea a cinara Inleiradl.
"ilo do mesmo ministerio, cummunicamlo que S.
H. Imperial ha pur bem recebar, amiahil 29 do
correnle. i 1 hora da tarde, no paco da cidade, a
deputac.lo desta cam.ra que o lem de felicitar pelo
anniversano uatalicio de S. M. Imperial. Fici a
cmara inteirada.
Um requerimenlo dos empreados da couladorla
geni da guerra, pedindo augmente doordenados.
A commiisao de penses e ordenados.
Dilo do Dr. Guilherme Scliuck de Capanema, pe-
dindo um empreilim) pan poder dar a sua fabrica
le papel o deisovolvimeiilo de que precisa. A'i
commissOes de fazenda e industria.
Dito dos religiosos carmelitas do convento do Re-
cite, pidmdo a isencAo do pagamento do imposlo de
o u das loleiiasquc llic foram concedidas pela issem-
blea provincial, segundo dispe a le n. 586 de 6 de
selembio ds 1830, pnlicandoie o mismo qoe se
praticon tm favor do convenio de Sanio Antonio da
capital do Maranhao. A' cummissAo de fazenda.
Dilo dos empregiidos da theioorarii de S. Paulo,
pe lindo augmento de seus ordenados.A' commissao
oe pensiles e ordenados.
Kilo da cmara municipal desla corte, pedindo qoe
e Ihe conceda nsufruir os foroi dos terrenos casuaei
ou artifician que accrescem i 15 braca de marinha
que Ihe foram eoncedida pelo arl. 37 8 2 III. 3 da
le de 3 de oulubro de 1831. .V co'mmiisao de
fazenda.
Dilo dm (ahelliaes do publico, judicial e olas da
cidade da Baha, reclamando ronlra a di-posn.i.i do
li. 59 do decrelo n. 1597 do I.- de maio de 1835,
boje alterado pelo decrelo n. 1639 de 22 de lelem-
bio do mesmo anuo, e qoe muito os prejudicoo em
leus vencmeiilot.A'commissao de juslica civil.
Dito do vigario da freguezia da cidade de Ilapel-
ning.i, provincia da S. Paulo, pedindo um auxilio
para os reparos de sua matriz. A' comraissAo de
fazenda.
O Sr. Jaguaribe, oblendo u'geucia, fmidamcnla e
manda mesa o segoinle requerimenlo :
Itequciro se pecara inlorraarei ao governo, pe-
lo ministerio da justija, icerca das pros ideucias que
Irin adoptado alim de fazer cessar a anomala da ad-
minislracao da juslica em que se acham as comarcas
da Imperatnz e do Aracaly, na provincia do Ceara',
pela falla ou ausencia dos respectivos joizes deidirei-
lo, juizes niuuicipaes formados.
u Requeiro igualmanle que por intermedio do
mesmo minislerio si comulle ao Exm. biipo de Per-
nambuco se chegon ao seu conheeimenlo u persegu-
Cao de qne esla' seudo victima na cidade do Grito da
a provincia do Ceara' o cdadao Jos Ferreira
o vigario ge-
sem processo
nem formalidade alguma de juizo ; solicilando-se de > se
S. Exc.Revm. providencias para tazer cessar aquella valor ollk
persegoijao.Jagoaribe. O culliv
30 libras no i
genero pruduzio 5.755 arrobas e
icial de 323:7019693 rs.
,.,,iv,i da caima para o fabrico do assucar he
. lf.d, rao, .f; l ni,nai0 m. ''o. he esla de data mullo rcenle. A sua exportado no perio-
idir a paliar o Sr. Pmlo de Men- do acuna mencionado legulou como veris do quidro
ORDEMODIA. |,B** '
Primeira parle.
da
doea.
Conlina a 3.* discussao adiada do projeclo o. 10
de 1836, sobre sociedades em eommaudila, com ai
emendas apoiadas.
(Acham-se prsenles o Srs. presidenta do conse-
lliu, ministro da lazenda e da i.i.h mlu.
Orou o Sr. miuislro da Mariuha.
A discussao fica adiadada pela hura.
Secunda parle.
Continua a 2.a discussao adiida do urramenlo, na
parle relativa au minislerio da juslica.
Leem-'e e npoiam-ie as segoinles emendis :
3:000-; para auxilio do seminario episcopal da ci-
dade de Mana'os, capital da provincia dn Amazonas,
eievando-se a verba S 10 arl. 3. Serra Carneiro.
Din Vietra.Parauagua'. F. de Aguiar. Cosa
Piulo.
o A passar a emenda do Sr. Piulo Lima, que igua-
la o ordenado do professor de liturgia de seminario
arclnepiscopal da Baha aos dos oulros profasaores
do mesmo cstabelecimeulo, fac,a-sc extensiva a mes-
ma ilispusic.'ui aoi dj| oulros seminarios que eslive-
rem nal mesmas circumslancias.Aragao e Mello.
Silviuo.Sern Carueiro.Vilella Tavarcs.Araujo
Jorge.Sa' e Albuquerqiie.Pinto Lima.A. Cor-
rea.Araujo Lima.
Emenda ao 1 do arl. 3 do projeclo da lei do
ornamento.
a Eleve-se esla verba e acrescenli-ie :
Os juizes de direilo vencerAo 3:200-5, indo......
2:4001 de ordenado c 8003 de gralilicac,ao.
n Os promotores da corle 2:1003, sendo 1:6009 de
ordenado e 8O0J de gratiticacAo ; e os das provincias
1:201);, leudo 8003 de ordeuado e Wj de gralifi-
cacao.
O juizes monicipaes 1:2003, lendo 8003 de or-
denado e 1003 de gralileac.ao-----J. J. Pacheco.
Oraram os Sn. Francisco Campos e Parauagua'.
A itiicussao tica adiada pela hora.
O Sr. Presidente da' paia nrdein do da :
A mesma, lano na primeira como ua seguuda
parte.
Levanta-se a sesso a's 3 horas.
A uns.
I&546
ISli',7
1817S
IMS19
181950
185051
1851-52
1852-
1853
Arrobas,
A cultura do caf lula com o mesmoi embaracoi imporlac.io receben o aoemenlo de 69017VI17
_2.l)iL3(i,2. formando todas e.sas verbas o accreici-
ID0 de ,ii.i:089353 rs. no ullimo qaalrierinio.
A renda proveniente dn. despachos marilimos lof-
Valor ofilcial.
126
185 J|2
51
1,009
1.582
4,548
I 12.276 1|2
51 23.206 1|2
185455 35.914 Ii2
1855-56- 32,7'.I7 19
1:2253000
:i84*000
1399000
1:9103000
1:4639000
9:287s0()
18:6389000
:Mi:3633000
52:6903000
59:7503880
ramo apenas se conhece aqui o meltiorameulo pro-
veninli dai machinas de despulpar, que o governo
lem procurado generalisar, prevalcceudo-se para
essi Gm do credilo que Ihe abrisles no anuo prximo
pas.ado para o melliorameulo da agricultura.
Toda a serra da Ibiapaba lie idnea para issa es-
pecie de collura ; igualmente o hl grande parle da
Lruburelama ; mas oude ella acha-se mais desen-
volvida he na municipio da capital, as aerras de
Maringuape i'Aratauha, e no muuicidio de Bdlu-
nlc.
Segundo a- iiiformaroi-s, que lenho, a colheila
correnle do cife nesle ullimo lugar ier Igual, se-
Noi 11 mezei decorridos de julho do anuo lindo
freu a diminuicAo de 5:l>s:l;3.,1 rs.
Na opioiao do digno e ztioso inspector da alfande-
ga mm diminnicao procede da execur-Ao do decrelo
u. J2X de .. de marco de 1852, que reduzio o impoa-
lo de ancoragem das erabarcacoei eslrangeiras a :t00
rs. por toneladas, e aboli o das erabarcacois nacio-
naes do 1- dejulho de 1852 em dianle.
O ii.o commercio acha-se anda em condires
mutlo desva,tajos.is.
O pequeo numero de casai importadoras e expor-
nao, raaior a qoe se fizer as s.rras da Aratanha e I tadoras o priva dos beneficios resultante, d
Maranguapc, onde eisa industria comecon com mul-
la antecedencia.
A safra, que se eila' colhendo, he copiosissima ;
.,lt....~ j. V------- *------ -------- ------ --------- ^ aw ^ ,a ^^iiioiiuo, lie i-upiosl-suiid ;
f.rmt, ,-.-Hma'0 ,dl,C01r1,elll!1""1' esse genero mas talvez nao seja loda aproveilada por falla de
produzo (,!,,20 arrobase 11 libras, representando bracos.
CEARA'.
RELATOSJO
que u awembla legislativa provincial do
Ceara' aprefentou, no dia da abertura
da sesso ordinaria de 18">7, o h\rn.
Sr. Joaijuim Mendes d.i Cruz (iuitna-
racs.ierceiro vice-jiresidente da mesma
provincia.
(Couclus&o.)
Agricultura.
Nao me he poisivel dar-vos urna exacla noticia
doi recorsos da provincia nesle ramo importante da
industria nacional.
A eslatislica entre nos esla anda por formar. O
cidadn '. que fui encarregado de nos forurcer alguns
dados sobre essa materia, anda na i den cotila do seu
trabalho pelas raiOrs que vos apresenlei em oulra
liarte; nAo posso, porlanlo, tra/tr ao vosso conhe-
ciinenio, sendo no,_ s rnuilo incompletas sobre o
objeclo da iuscripcAo supra.
A agricultura da provincia acha-se anda no ber-
. NAo su .-Ao aqu desconhecidas a rapacidade e
pudes dos terrenos dos diverso! municipios, senao
como quasi lodos os intus da facililar a proluccAo.
Nao lenios educai;ao prosfessional, nem iDlIilDiciJei
de credilo, que desenvolvain as fuulei de uossa ri-
queza.
Entretanto, apezar desies obstculos, a industria
agrcola prospera de um mido muilo laliifac-
lorio.
A mar.o, do gado, ramo pr ncipal dessa indus-
tria, vai em iisougeiro progresso, como veris dos
seguiules dados :
_4iztmo dos gados grossos nos nonos de 1S7 i
1857 aprsenla o teguinte movimenlo :
o valor ullicial de 144:7149138 rs.
A cultura do cal tem (i Jo quaii o mesmo t-
menlo.
A -i. i exportarlo no mesmo lempo rrgulou o se-
guiute :
Arrobas.
1,446 I|2
668
tillo
7,7:tS
1,587
Annos. Surnm is.
Em 1817. . . . . 4:9973001)
1818. . . . a . 19:603:001.'
1819. . . . 31:2739000
1850. . * 8 a . 42:1929000
1851. . . a . 38:1099500
). 18 Vi. . . 41:6319000
1853. * . 5l:OiHi37.l8
o 185. . . , . .I8:75'.).j272
i) 1855. , a . 49:8803295
1856. . a . 61:1303000
i) 1857. . 78:10)3000
O de miuucas no mesmo lempo olerece o qaadro
seguinle :
Em 1817. . . , . 32:f.i0330
k 1818. . . . 6:474-3388
1819. . 46:69037>8
18.50. . 56:02:13972
18.51. . . . . .52:711-36(4
1852. . , , . 67:882>111
1853. . 73:270-3289
18>1. a . 81:2599997
1855. . , . 98:0319687
1856. , , . 116:3859307
1857. . . 123:8389000
A rolln da> al <> l.l >, 1 oe constilue o segn-
do ramn de uossa riqueza, tambera lem ido em pro-
gresso.
A expur(ac,Ao de.se genero pelo porlo da alfande-
ga regulou oestes 11 annos o seguiole :
,r.,.,., inuvnicia uo i.eara o cidadAo Jo
de Jfene/.ei, mandido excommungar pelo
ral forneo daquella mesma provincia, s<
Jorge deu-lhi as cosas. Nunca nenhum dia parc-
:eii-|be tao longo. Toda sua inlelligencia ipplicou-
Rndu/.ir os convidados pin longe de Maisson
hoMM laria.
' l' p"* lua ca" T' vamos ? diise
Blanche. Oque mais tema era que o acaso Ihe li
zesie encontrar .Madama Rosa. Todas as vezas que
avislava om vestido de mulher a volli de orna ave-
nida, elle estremeca. Fallar della ou deixa-la ser
villa por lal compauhia, pirecia-lhe um sacrilegio.
Esse amor nascido no retiro, e ignorado de lodos 1-
nha-lhe felo recobrar (oda a delicadeza e todas as
sus-eplibili lades das primeiras emor,5es. Nao uuvia
inda do que dizia-se ao redor delle, era como seus
convidados se exprimissem em lingua eslrangeira.
Os dilos mais eilravaganles, as risadas miis vivas
uo allrahiam Ihe a altenc.lo.
Eis ah o que clmnam jovialidade, dizla com
ligo sem roniprelicuder qoe livesse jamis podido ser
jovial di mesma maneira. Depois do almoro veio o
janlir, e loi preciso saquear loda a aldeia para apre-
senlar nina mesa lolTrivel. A' sobremesa os convida-
dos, lueram grande rumor. Todos esses gritos, Indas
essas zombams qui linham-ie por espriloosai lan-
cararnMr.de Franralin em singular melancola;
uin c.os coiivilln,S.l,,tr,li','vamen!e com espanto cadi
- Como sao e'gracadosprdiVeMi'r'Srsc'as'sl?
lerminado o Molar i|uizeram passear era batel
As margen- do Sena resoaram de cantos. Isso acra-
duu pooco a Jorge, o qual achava o rio mais bello
quando a lartaruga abi passnva s com .Madama
Hoza !
(.liando a rnmpinhia cuidoo em relirar-ie, |_
nha pedido o ultimo comboio do raminho de ferro.Foi
I misler requisilar (odas as carruageni do lugar par
i achar meios de transpone. Algumas vollas de roda
[lavaran a ultima ranca.i e o ultimo adeos. J0r
corren para o lado d- llcrbl
paciencia, e para refresrar-se linha nere'.sidade de
respirar um pouro o n.eaino arque Madama Ro.a
reepbrivi. O lempo era magnifico. A lua eslava 4-
eima da doresla de Siiul Cermain. O priineiros
-_ perfumes da nova folliagem enchiam a almoiphera.
I Jorge eolheu as sebes alguns ramoi lloridos e delles
fezum au,-ilbete que collocoo sobre o peitoril de
urna janella, junio da qual madama Roa Irabalhava
mullas vezes.
Ella ha de ve-lo amanhAa, dizia eom ligo,
em duvida seu primeiro peusamenlo ae dirigir a
raim !
Quando voltoo pora Maison lilanche Jacob enlre-
goo-lhe urna caria com o sello de Ueauvais.
Oh de rainha lia .' disse Jorge.
A baroneza Alicia Agoslinha de Jiois Fleurv ro-
gasa era poucas linhas ao subrinho qoe fotse ve-la
em llaovais, onde tlescobrira urna moja de familia
nobre, com a qual desejava qne elle casasse ; acres-
cenlava que nunca se oereceria mellior occasiAo, i
dava a entender que niel.ule de seus bcos recompen-
saran! a submissan do lobrinho.
Boa noilc disse Jorge lancando a carli sobre
urna mesa.
Apagou a vela, e iormeceu pensando em Mada-
ma Rosa.
No dia sesuinte a 10 horas, quando Mr. de Fran-
eilin apreienlou se em casa de Madama Rosa, ella
|a mo eslava ah. Grrlrudes annunciou-lhe sua ama
que tora a Pars mu cedo, e nao sabia a qoe horai
voltaria, acrescenUndo que a caria que a li /era par-
tir Ihe linha causado grande Irillea.
Ali he urna caria disse Jorge.
E-sa palavrabaolou para desperlar-lhe em par-
le a descunlianr-a que Valentino excitara. Jorge
lembrou-se do deicouherido, e passeou dianle da
casa sem fallar ale maio dia. Temia interrogar a cria-
da, e ,bria a bocea a cada insUnte para o fazer. Em-
li iu relirou-se para nao sucumbir a tenlar-o. Tambor
o -guia, mas habituado as inedilac,oes do lenhor,
Anno'. Arrobas.
18151816 8,195 l|2
18161817 3.7.58
18171818 16.996
1818-1819 34,218
18491850 25,072
18501851 18.442
18511852 42,921
18521853 67,523
18531854 50.859 1|2
1851185.5 48,367
1855-1856 65.651 25 S
liiipoi lanc i.
33:9818000
12:631-O K l
75.1313000
131:16031100
110:2149000
270:5113000
201:7249000
340:2791000
287:8949000
237:5333000
3.56:7119000
Noi II mezes deconidos de julho do anno prxi-
mo pastado a miio do correnle anno, a cultura les-
Annos. Arrobas. Valor ullicial.
gj 546 1,446 1|2 5:180SHMl
S I"~ ,i,i8 2:1193000
IiTS~ ,i" 1:935300o
1848 40 7,7:tS 17:3319000
!!?""59~ l*387 3:0479000
1c.jO-jI 11,158 44:8109000
185132 11,908 4i:6503 185253 30:216 10:9323000
185331 24,963 98:6789000
18513.5 6.883 33:3959000
185556 27,561 @ 7 115:7279665
oi II mezes decorridos dejulho de 1856 a maio
ullimo. a prodcelo desse genero foi de 5,235 ar-
bas 14 libras, representan Jo o valor ofilcial de rs.
21:5859187.
INao sao esles smenle cola da provincia. A gorama elstica, deque no an-
no fiuauceiro de 185155 exportaran! -se 15,955
arrobas e 29 libras, a qual posteriormente su deixou
de apiesenlar o misino resollido pelo deicredilo,
que Ihe acarrelou a falsificarlo, em que foi odia-
da, laclo que occasiuuou a alllueucia dos capilaei
nella empregados para o deseuvolvimenlo de outras
iii:l,i,iras ; a cera de carnauba, que a he exportada
para diveisos mercados uo valor ollicial de parto,
ou mais de 200 cuntos de res ; o fumo, o taboado,
s hervas inediciuaes, o arroz, o millu e nutras mul-
las especies de cultura, que nao menciono aqui por
menos importantes, couslituein a inluslria agricola
entre nos o primeiro, sendo o nico ramo de nossa
riqueza.
A criajao do gado nao lem lido oulro incremenlo
senao o que Ihe he eommunicado pelas forjas da na-
lureza.
Nem o governo, nem os particulares lem procura-
do mellior,ir a especie do gado aqui exisleule, j
miroJu/.tndo uovas rafas, j promovendocom maior
cuidado o seu amauho e tratamenlo. l'ara mais r-
pido augmento de sua riqueza-seria da vautagem
que os ricos fazendeiros da provincia Iralassem des-
se objeclo, j que os recorsos dos cofres pblicos nao
permitiera que o governo tome a iuiciativa de le-
melhant* nwlhorameiilo.
O gado lem sollrido varios males, que muilo lem
concurrido fiara sua morrinha ; entre esses males
c i.ium-.o n citarilin, o carrapalo, e o mal-Inste.
Seria urgente esludar a causa desses males, alim de
rernove-los.
C i le si 11 -se em 100 IK)3 crias annuaes o termo me-
dio da criacAo do gado nos tres ltimos anuos.
Os lugares da provincia mais favoraveis a criacAo
sio as ribeiras de Qoixcran bim, Acaracii e S. JoAo
do i riucpe. Em tjjos os uutius lugares cria-se mais
ou menos.
Teuho fallado smenle da criacAo do gado vac-
cuui, que ha ;i mais abundante.
A rafa dos cavallus acha-se degenerada. Os que
produi a provincia sAo pequeos, pouco vigorosos
e pouco elegantes. Tambem lena de grande ulili
dade que os propietarios das grandes fazendas pro-
curassem melliorar a ri{l desses auim.ies, iulrcdu-
ztudo pellas o melbores cavallos da Europa e da
Alia.
A raja inuar commum na provincia he a porlu-
gueza, que nao lie a mellior dis conheridii. Os a-
zendeirus luenriam moito mais com a criacau de
jumenlos andaluzes, que Ihe sao superiores sol! lodoi
os aspectos. O gado langero e sedoso nao he muito
abuudaule ; alienta porem \ Halaren de nosso solo,
nao se pode allnbuir esse fado senao ao abandono
dos criadores, os quaes talvez linda i.au fixassem as
vistas |,ara os lucros anillados, qu* poderiam aDfo-
rr da eriaclo dos animaes dessas especiei.
Ja disse que a provincia nao poJe tomara inicia-
tiva desses melhoramenlos, para os quaes por essa
razao limilo-me a chamar as villas dos cidadaos iu-
lerenados.
A cultura do algodao, desenvolvida com grande
ardor desde o principio deste seculo al 1836, ar-
refeceff depois, como consta do qoadro que vos a-
presentei em outro lugar ; mas apezar da lolar com
diversos embaracos, loma a prosperar, como he f-
cil dn ver pelo seu ren.lmenlo nos dous ltimos an-
nos.
\ industria assucareira he de lodas a mais Hum-
enle, e alten!.i a sua marcha, nao hesito em allir-
mar-vos que ella promelle aventajarle a tudas as
outras nduslrias.
O rendimeulu do assucar na safra expirante foi
lupeiior a' metade e mais dous lanos do de cada ora
dos lies ltimos aOBOI.
Esse rendimenlo seria mnilo maior le m lerco
da caima, pelo meuos, nao se eslragasse no proces-
so da moagem.
A afra prxima vindoura promelle ser maior do
que a anterior.
Os municipios, em que eise ramo da indnslria a-
gricola acha-se mais a lianlado, sao os da capital
Ualurilc. No Acarape, lugar perlencenle a esle ul-
timo municipio, ha terrenos proprios para seren
moulidos os mais vastos estabelecimcnlos aiiucarei-
roi.
l'relendia dar-vos a eslalslica dos engenhos da
provincia com lodos os seos recursos; mas nao me
foi possivel realisar esse desejo, tal he o ndilTeren-
lismu, com que se transmitiera io governo is mais
simples infurmaces.
Sobre este ponto ha arn clamor geral. Os bracos
cscasseam lodos os dias, e o salario engraenla-se
proporcional!] ente.
O Irabalho de cada jornaleiro regola, termo mi-
nio, 610 rs. Segundo o prejo couslaule do Iraba-
lho era nono mercado, ha urna alia consideravel, e
que reclama um remedio expedito e eflicaz.
CuUwiisao.io
No tpico precedente iudiquei-voi de passagem
neeessidade de br.r-.os, de que te resenta a lavon-
ra : nesle lugar venlio enearecer-vos essa uecessida-
de, afim de que Icaleis de prove-la com a urgeucia,
quei demandara as circunstancias da provincia.
A cultura da caima, que tem ido em crescenle
prospendade, Iriplieoa do 1856 para o anno corren-
le, como vos fz ver era outra paite deste escripto ;
espera-se qoe a safra, que comer-a, aprsenle um
multado mais anima lor. K cultura do caf quaii
que se acha em condijes idnticas.
lodo esse progresso porem hedevido quasi rnen-
le i fecundidade prodigiosa do solo, por quanlo ara-
bai essas coltnras, e ladas as deque usa a provin-
cia lutain com falla de bracos, a qual de dia em
dn loroa-se maior pela constante emigrarao dos es-
clavos para o Rio de Janeiro.
He preciso, por lauto, seuhores, que procuris
remover esse mal, que pode vir a ler falaliissimo
prospendade de nos.a iuduslria.
O meio mais eflicaz de realisar-se esse dezidera-
lora he a colonisacao.
O governo do Imperador, conscio de qoe desse
objeclo depende lodo o futuro do paiz, nao se lia
descuidado delle.
Folgo de poder commumear-vos que a 26 de mar-
co ullimo celebrou o mesmo governo cun a Asao-
ciac/io ceulral de colonisar-o um contrato, pelo qual
essa associara i obriga-se a importar 50,000 colonos,
que deverao ser levados a lodas ni provincias qoe
os demandaren).
Messe c.mralo foi summamenle favorecida a clas-
se dos lavradures, e fazenleiros, cuno lie fcil de
ver no arl. 7 do mesmo contrato.
I.umpre entretanto nAo descansar-lommle nene
ueuehcio, o qual nao no. podara' aproveilar do mo-
do que coiivein aos nossos iuleresses.
Feto vos pois que nAo deixeis de consignar na lei
do or-amento urna verba sulllcienle para a impor-
lajAo de colonos eur. peal moralisado., validos e la
bonosos, o- quaes serai distribuidos pelos diversos
eslabeleciraentus agrcolas da provincia, debaixo de
coiidir-oe* favoraveis ao.- lavradores, e aos mesmo
colonos.
A quantia. que volardes para isso, sera' reversi-
vel aos cofres provinciaes dentro de cerlo prazo em
preslaces diversas, segn lo entenderdes mais con-
veuienle. Quanlo a' nr.portacAo dos colimas, resol-
vereis sesera melhor|eocarrega-la a algumas das as-
ociacues exisleulet no imperio para esse lira, ou se
sera prefenvel (azer av.nicos aos fazendeiroi a la-
vradores. de concello, que se quizeriin iucombir do
iran-porie dos qoe forem precisos as respectivas
rabrieai ou fazendas. Escosado he dizer-vos aue
qaalquer desses expedientes, ou oulro que julgsr-
des mais acertado adoptar, tera' de ser felo cora as
cautelas, que exigem o lliejooro, e o boro lo da
empreza.
Entreunte devo dizer-vos que a primara de'sas
iiidicacoeshe aque Hu sido adoptada em diversas
provincias.
Lembrar-vos-hii anda como om dos meios de
altenuar o mal, de que se trata, a elevarlo do im-
poslo de oiporliicao dos escravoi a lal ponto, qoe
nAo couvide os capilaes a embarcarem-se no com-
mercio, a que os meimos escravos dao lugar.
He verdaJe que o rete- ido imposto tem concurr
'iirJ'"" r,cei,a Cln ama verba de perlo de
111:0003003 r. : ma< so se censiderar qoe a sabida
dos escravoi influe sobre a prodcelo, re luzrado-i,
concordareis contigo, independenlemenle de oulrai
consideracoes, que be urgente diflicultar a expor-
lacao dos raesii.oi, jj que lata se pode decretar urna
prohibido absoluta, ou d recia.
------- _a concur-
rencia. O productor, que he ao mesmo lempo consu-
midor, aindi nao pode libetlar-se do monopolio em
qoe o Irazem o commerciantes.
A falla de capilaes, qoe existe no mercado, nao
permita qoe os agricultores empaten) os seos pro-
doctos para os apresenlar em occasiao oppor-
tuna. ,r
A industria dos transportes, qoe crea tantos valo-
res, nao se acha anda desenvolvida. Os eilabeleci-
menlos de crdito, as associsrOea, os seguros e por
isso as vanlagens que essas iosliloices nos otlereeem
lao por nos tnleiramenle deiconhecidas.
.Viveg.c io de longo curso e coileira.
A navegacAo de longo curso he feila em 1.5 na-
vios eslnngeiroi. A cosleira he feila em 28 em-
barcaces naciouaes, 11 das quaes perlencini pro-
vincia.
Em virlode da auloriac,5o, que desles i preiiden-
cia para contralor com a companhia Fernambucana
acerca da i.avegacao cosleira a vapor, foi celebrado
o cotitralo de 26 de leterabro do auno prximo pes-
saao, sob as bases da lei n. 749 de 5 de agoilo do
mesmo anno.
Esse contrato ich-se por copii entre os ap-
A principio nAo deu a compauhia o numero da
viageos, que devia dar regulirmenle ; mas essa filia
aevi Ja.alem da perda do sea primeiro vapor, aos era-
uracos de loda e ordim, eom que em seu comeco
lulam ,-is grandes emprezas, foi pieveui la uo referi-
do conlralo. Actualmente d a compauhia umi vi,
aem em eada mez ; mas talvez nao esleja longe a
poca em qoe ds> mais. Para esse fim ja fez ella a
encommenda de um novo vapor para a carrelra do
A companhia pretende explorar a barra di The-
moma ao norle da Granja, iudo assim alem das toas
obrigacoe-.
Ja vAo sendo sensiveis os beneficios, que olferece
MM empreza. A despeza do transporte das merci-
dorias he mailo mais barato, isso redunda em be-
o do corasnmidur da produccAo da pro-
vincia.
da
As eommunicite do governo com o municipios
i Acaracu e Granja, e algumas med tai mais ur-
ntes, que se hao expedido para o Ipii, Um sido
eilas com ma-or rapidez, e por isso com raaior van-
(agim ds servieo publico.
I'eica.
NAo ha na provincia pesca em grande escala : a
quo existe he loda feila em jangada..
Dorante o anno prelerilo empreranm-se nella
oj unas, dindo a induslra o produelo de 12:0005.
O lern,o medio dos seos rendimenlos nos Ire uni-
mos anuos he de 13:5009. e esle faci muitra qoe
ella nAo vai em progresso^
Essa industria anda se acha era leu estado pri-
railivo ; nao cres mesmo que ella possa prosperar
tisractnria-nenle senao por encorporaco de Igu-
m i companhia ; mas essa idea, no estado actual
das_ nossai cousas, nao pode passar de urna aspi-
Correio.
Este ramo do servieo nao he feilo cora a conve-
viente regularidade, nem lem,.recebido oulro me-
llioramenlo senao o que pur mar Ihe foi Ccmmoni-
cado pelos paquetes a vapor. I'or lem as malas s3o
ir.iusporladas por cammheiros, que nao podera .er
qualificadus bous, alenlas as constantes reclamacis
que apparecem. *
Ha 17 agencias na provincia, e deslai apenai es-
tao vagas Ires. A maior parle dellas porem no lem
ajudanies, seudo causa desse relo nao haver quera
queira exercer empregos de grande expediente e
responsabilidade sem perceber vencimeulo algum.
t>o logar complante acharis o mappa dos linhas,
que leguem os correios di proviocii, as quaes lalvez
precisen) derlgumi lleraco.
No anno civil prximo prelerilo o movimeulo do
crrelo f,,i o segrate : recebeu do eilrangeiro 474
cartaie Jjornaese oulros impressos, que pagsram
gava capaz de ludas as fallas, cujo peosainenlo anda lambem recebi urna caria de nina lia que lenho
na vespera seu espenlo expellira com hurror.
Essa existencia retirada nao era cortamente mais
do qoe urna expiaco, ou lalvea mesmo um lempo
de descanso pan depois continuar a mesma vida.
I'or urna desias vollas repentinas, cojo imprrio as
almas apaixonadas conhecem, as mesmas cousas que
lionlem faziam-no crer na innocencia dessa vida
castamente abrigada debaixo da nm ledo modeilo,
pareclanvIhe oolras lanas provas da perfidia e d
corrupto de madama Rosa. A Imiravaie smenle
do lugar que ella polla ocrupar em seu corajAo.
Fon engaado por urna cusquilha ; como podeiia re-
sislir evidencia NAo valia a pena ter trinta anuos
para ter apanhado em tacos era qua os esludanlis
nao cahiam mus .'
Paria ha de curar-roe! disse elle levanlando-sc
repentinamente. Ao mesmo lempo avislou madama
Rosa que vinba subindo a ladeira, e correu-lhes ao
eaconlro.
Ab disse elle, quanlo eslava aucioso por tor-
nar a ve-la.
Beauvais ; ellaquer casar-ma com urna n
forraosa.
Ah (ornou madama Rosa.
Sun, uniilia tia, a baroneza Alicia Agoslinha de
Bol Fleurv diz qae u,i i posso licar suileiro por mais
lempu sem compromelter a dignidade c o esplendor
de meu mane, llevo declarar-lhe que essa barooe-
za loii.ou seu Ululo em serio e afirma que meu no-
mi de F'rancalin vem de a franc-iteu, o que de-
sinenle i ministrara qoe meus anlepassados erain companhei
ros de armas de Merovio e de Co I o o Cabelludo.
Tao nobre descendencia nAo pode perder-;e sem des-
honra. Eis-ahi porque mioha (la poz-se procura
di urna pessoa cura que eu possa casar. j?arecs-rae
que achou-a, e posto qoe nimba noivi nAo lenha
urna origem I3u gloriosa, he cundessa e de boa fami-
lia. Minba tia poz om trajo por baixo deslas ultimas
palavrasemum posl icriptum, no" qual para dar
mais Iu ilb i i essa uni3o doi Fraucalm c dot Vilpi-
erre acrescenta-lhe meio milho.
Tudo isso foi dilo com extrema volobilidade, a em
Commercio.
O commercio da provincia, eomquanlo prospere e
acompanhe o movimenlo de progressAo sempre as
ecudente da industria, esla bem longe de le poder
considerar de grande importancia.
O mappa dos gneros e mereadorias exportadas
para fora_ e dentro do imperio, o qual junio ela>
mi irmars. mo.liar-vos ua que temos commercio
externo e directo, e bem asim qual o genero de
mereadorias e quequaulidade exportamos.
A tiraa-Bretaiiha ha pur ora a nica najao expor
ladera da nossos producios, os quaes sao ludos en-
cirreirados pata Liverpool.
O de mais commercio he felo com diversas pro-
vincias do imperio.
Junio tambim um mappa da demonstracas com-
parativa do valor da importar-ao e exportacao uos
onsa raezei decorridos de julho a maio de 1856 a
1857 com o lerino medio de igual lempo nos ltimos
annos fiuanceiros de 1853 a 1856.
Desai mappa veris que uo periodo nelle declara-
do a impnrlacio dos partos eslnngeiros diminuio
16:4139628 rs., lendo augmentado a importaran
dus porlos do imperio no valor de 35:2749566 n.'
A nossa eiporlacSo para o estrangetro leve 6 aug-
mento de 83:3763136, e para os poitos do imperio o
de 24:320f251 rs.
heuno finalmente om mappa demonslralivo do
reiidirnerito da alfaudega noi dous qualriinoios de
julho de 1818 a julho de 1836. Compara'ndo o rendi-
menlo de um e oulro qualriennio, acharis que n
Recejos, deiconfiancai. colerai ludo linha desap- um loro de'zombariiVcom''qai Mr""de Fra'ncaSin
parecido como por encanlaraenlo "'"' ai4-- ..iu..m. ata,---------.
nao deiiava de correr um pouco para lodos oslados,
ysal era essa carta mysleriosa que rhmava IAo
precipiladanienle Madama Rosa a Pars Que l.u.o
a prenda ainda a um passado mvsterioso, cuja in-
""""'" "- a-:* Y iv.-ius, ..uuua lallnva a lal
respeilo T Porque eviliva mesmo cum redo cuidado
ludo quanto poda Iraze-lo a memoria ? f\So linha
confianca no amigo que encontrara, e lemia abrir-
se a um .corac,io que perlencia-lhe inteiramenle ?
Ese receto nao aulorisava-o a crer que bavia algum
fon lamento de verla le na. suspeibs de Valentino ?
Jorge lulava em vo contra lodas esas rellexes;
ellas perseguan) no incessanlemente, e com a rihs-
tinaeao dos inseclos que alacam um viajante no verAo.
ge ; para livrar-se dessa perseguicAo resolveu fallar fran-
e .menle a Madama Rosa, e vollou logu a Heridav.
Ainda ella na linha chegado, Jome assen(oo-se
em um huiro a puucos passos da casa, e lanrnu a
vista dianle de si. Foa bstanle um minuto* para
converler em peilurbacAn a Iranqoillidade profundi
era que elle vivia. Talvez Madama Ilota se livesse
auseoiado para nao vuliar maii. Agora tile ajul-
w nao cuidava mais
senao no prazer do ver madama Itosa e de fallar
Ihe. Ella Ipinou-lhe o brac,o e aperluu-o silencio-a-
mento eonlra o eo. Eslava com um ar grave que
nao Ihe era natural. Ceinlemplau o campo no qual
os primeiros calores ra primavera ha vi un semiado
os perfumes da viuicla, e disse :
Si nAo esla fatigado, vamos passear um pouco:
preriso de ar.
(ianharam urna vereda que de-fia para o rio. Ma-
dama Rusa pareca absorta por um peusamenlo se-
creto.
Na pode dizsr-rae o que a preorrupa I per-
gunlou Jorge tmidamente. Se he um pezar, nAo
posso lomar melado ''
Madama Rosa ineneou a cabera, e disse :
Nao, foi urna caria que causou me esta liis-
lezi, e esla aglacae em que me vi, e si eu nao a
liveise rirebido e-iara lalvez anda mais triste e a"i-
tada.
I m senlmenlo de came cnlrou no corar-Ao de
Jorge, o qoal disse com amargura :
Eniau aquelle que e grande iufluencia em sui vida ".'
Deixeinoi isso, responden madama Rosa.
VoKoo a cabcci para o lado da briza, e aspirou-a
com delicias.
Ah (ornon ella, que bello loear, e quanlo V.
S. he felii por poder morar sempre aqui.
Ene impenetravel mvsierio com qae madama Roas
se envolva, essa ventada que moslrava de nAo per-
m)llir que nioguem Ihe levanlasse um i lado, irri-
laram a Mr. di Fnncalin.
Ob emprc, ojo lie cerlo, .lisie Jorge. Ea
esperan disimular sua colen.
E quo respoudeu V. S. ".' percuolou madama
Rosa.
RegeiUi.
Porque 1
Esla pilavra dilo simplesmenle desarmou a colera
de Mr. de Francaliu assim como o mais leve choque
faz raliir um caslello de caria--
Mas, disse ella com embanco, regeilei por-
que....
Nao pode acabar e paroo.
Porque me ama conliuuou mada Roa.
Jorge estremeceo.
He isso mesmo, e desmeulir-me ha V. S. '.' lur-
nou ella eom eim.rao.
Nao, rcspundiu Jorge, o qoal nAo zombdva
mai.
Madama Rosa apoiou-ic-lhe liudamente no bra-
{o e lornou :
()u;a-mi, e com risco de penalia-lo, permil-
la-me que Ihe diga ludo. NAo convera regeilar es-e
rasamenlo. Para que sacrificar-mi seu futuro eof-
ferecer-me uiua dedicaco qoa nao posso recompen-
sar '.
Jorge conheceu pelo ar de madama llosa que a
conversacAo era seria. NAo havia nella colera nem
peilo desse cisamenlo ser preciso que o senhor dei-
xe Maison Blands... Estremece, meu amigo? Se
V. S. nAo se re.irasse, eu me rcliraria, o senhor es-
lin.a-me baslamemenle para que eu Ihe falle com
tranque/a. l'M.i ulidau em que vivemos he perigosa
para ambos mis. Peusa que eu nao tenha eomprehen-
dido ludo desde muilo lempu 1 .No dia em que foi
convidada para ilraocar, sabia tanto que o senhor
me araava que fui sozuiha a Maison Blanche sem
querer que i.ertru.les me acompaohasse. Que podio
temer em sua companhia '.'
I-Mas palavras que collocavam madama Rosa em
alturas, a que o desejo uao poda allingir, enternece-
rn! a Mr. de F.'aneilin. Elle tomou a mu de sua
cempanheira e a levon aos labios com om movimenlo
am que a ternura mislurava-se com o respeilo.
Eu devia talvez terina retirado, o ler-lhe pe-
dido que uAo me visilasse mais, acrescentou mada-
ma Rosa ; porem falluu-me o animo a essa falta
agora lorna a provac,ao raais diflicil.
Mas emfim uAo posso licar junto da seuhora '!
disse Jorge. Ilai de ve-la lao poucas veaes quaolas
quizar.
Nao, lornou madama Rosa com orna forra per-
misivi. Sejulguei-obem, posso coufesiar-llie tem
corar que nao lenho um carcter capaz de affronlar
um perigo de lodoi os dias, principalmente solada
como e-loa. As coudifoes de minha vida oio podem
mudar ellas sao taes que nAo devo mais ve-lo. O
acaso nos fez encoulrar-nos junio de urna aldea
urna mesma raocidade, e ura mesmo iiolamculo nos'
aproiimavam ; luulio occupulo em sua vida um lu-
gar maior do que devora. Separemo-nos para que
olgom dia, se Dos o perinillir, possainos encontrar-
nos oulra vez sem perlurbaca >. Consenle. e amaine
baslaiilemeole para fazer-rae eile sacrificio .'
Eniau cuida que a esquecerci *
Nao sei se o desejo,maa espero. Haverla.Me-le.,1-
dade de minha parte era aceitar nina vida inteira em
(roca de poucas horas que p isso dar-lhe, quamlu
amaiihaa suara lalvez a ultima des.as hoias. I'etlre-
e, va a Beauvais, veja e uada,lalvez ache nella qualidadee que n,1i Ibe iup-
pe. e um mome'nlo di prudencia o decida a faze-
la companheira de -ua vida.
He a seuhora que o aouselha '.'
Fajo anda raais, rogo-lhe. Nao qoero que al-
giradia o senhoi ps.e,-n>e conla de sol mocidade
perdida. Bem sabe se eslen.li-lhe a mAo no dia em
Kt-'ec','a da' Provincial 11,218 oflicios, inclusive
o, >8 dilos do nlerior desta ; recebeu mais 85 cartas
"guras, 42,129 selladas e francas,, e 17,104 jor-
naes e oulros tmpresso sellados e francos, que pa-
garan) porle. < i v
Para os paizes eslnngeiros remelleu 25 carlai e 7
joman; para o interior desla e para outras provin-
cial do imperio remelleu 7:888 ofcos, 168 carias
eguras, o/,049 ditas selladas e francas, e 10,278
jornae. e oulros impresios sellados e francoi.
Addiciouadas todas es.as parcellas lemos que pas-
aarain pelo correo no anuo findo 116:799 papis.
Nao vos garanto a exaeldao deise dados, ao con-
trario pelo relalono, que tenho prsenle, sei que a
escripiuracao di reparti no dito anno foi confusa
a irregolar.
Por essa mesma, razflo nao faco a comparacAo do
movimenlo do correio nos lm ltimos annos, o que
vos podera offerecer algumas iu l.cacues proveilosai.
Lnlrelanto he-me grato dizer-vos que a correipon-
oencia da provincia nao he das qoe menos avulla do
(Jiiadro das do imperio.
," ,'n,,.me",o do correio no anno financeiro da
. T~ -i?6 oi rte '5239720 rs. Noi mezes deeorri-
,"-,'.\"k. mio do eiereicio de 18561857 fui
1:5499330 n.
fumando esses dados para comparacAo vemos que
a nossa correspondencia vai em augmento.
s.hTsft pe8081 d* "Pa"'^" despende-ie a quantia
de 1:1609 ; do qae resulla nessa objeclo um saldo
para a fazenda.
Os empregadoi ds correio s.i. mal reliiboidus, e
nivea que esla circumstaucia nao influa pouco pira
a falla de regularidade, qua reina neise ramo do
ervijo.
despeilo, ainda menos casquilhara. Elle licou mu
commovido. fallecidu. Se au tate livre, dir-llM-h : Comer-
Mi. diise-lhe. qoe Ihe importa qne en me ve-a ; he a mau da urna mulher honesta. Porm
case '.'... Para que I icar-me a isso ".'... Nao Ihe pec,o nao o sou, relira se.
nada, e esloo salisfeilo.....m mesmo. O accenlo des3 vot 80 mesmo lempo (Irma e Ire-
Pensa que nao me aluige o pe/ar que Ihe cau- ] mulo penelrou o enraya ue Mr. de Fraucalin, o
so '.' Mas lodo for;a-ma a isso, conlinnou ella. Digo qual crueu para Madama Rrsa olhos clieioi de la-
aiudj mais, sejain quaes forem suas resoluoea a res-1 grimas e disse ihe :
8eja feila a sua voolade !
UM bota depois Jorge segua lenlamenle a beira
ao rio como quem nAo sabe para onde Vai. Eucon-
Irou no caminho a Cauada qae Irizla um par de
remos.
Trei os de om balel qoe ia lera' dono e que a-
marre, di.se o pescador parando. Creio que vi esse
batel houlera io lado de Conflini; eslava amarrado a
urna arvore com um pedazo de corda ja velha.
Eis-ili urna corda que cerlamenle ha de que-
brar-aa amanhaa, ., disse eu comigo, e ella quebroo-
se. Ilecou lu/ire o balel ao seu dono, e isso me
rendera urna peca de cinco francos.
O olhar da Canad parala dizer : Conluro a
mao que ajudou a corda a quebrarse ; lenhoa ua
pona do meu braco. la rir-se, mas parou a' vis-
la do lambanle decomposlo de Mr. de Francaliu.
Que lem V. S. ? disse elle.
Vou relrar-me daqoi, respondeu Jorge, ia
desped me de Madama Ron. '
EUa he o que quer Y exclamon o pescador, o
qual comprehendeu ludo.
Mr. de Francaliu inclinou a cabeca.
Ora se ella o quer, convm obidecer-lhe ;
mas he duro. Eu linha a esperanca de velos iilsun
da casados..... e
Jorge voltou a cabeca para n lado de Herblay e
disse :
(lucra sabe se lornarei jamis a v-la !
NAo convm desesperar, disse Canad batendo
com o pe no chao..... Eu mesmo ja vi-me Ireavezei
no fundo dorio, sobretulo cerla noile em que o
lempo eslav capaz de faicr medo aos proprios pei-
xes. E entretanto aqui eslou com vida aaaude. O
lempo he un medico farau-o.
Qjando Jorge a(aslava-se Icnlameole depois de
ler-lhe aperlado a mAo, Canad o releve pelo braco
a mellen,tu a mo no bolso, disse : '
Eis-aqui, senhur Joigo, um pedaco de fila que
Madama Rula Iraila ad iiescoco com urna especie
de medalhi.... Ella denou-a calur honlern, apa-
nhei-a uaa ei poique. Prelendia ir leva lo ama-
nh.aa..... l-.lla rae dara viole mil francos. lm|o
preza 1 \. 8. n qoer
Se quero exclamou Jorge tirando um luj> do
bolso.
Pens que Madama Rasa nSo ae agallara' comi-
go, se souher que he V. S. que
- sera' como'"uma^7mlraiaV\emelun 'cheiro pelo
quil Madama Rosa seria reconhecida de nole.
Jorge -.sitou sobre a fila, e abnenu Casada".
Como elle ama-a, meu Dos (lisie o pesca-
dor ven lo-o relinr-ie.
Ni mesma noile Mr. de Francalio dtiiava Maiion
Hlaochee pirita para Pari.
(Continuar-se-ha.)
'
ILEGIVEL

.




DIARIO DE PERNAMBUCO 01 ARTA fEIRA -2 DE SETEMllRO DE 1857
Obras pablicat.
Chimo a vos! llenlo sudre esle Importante ra-
mo do servieu publico, que conlinua a c.-l-.r sob a
direcr, 3o di um s engenheiro.
A necessidade que o mesmo -eivico senta de um
regolamenln, que delerminuse ai obrigar,6es de tu-
pios de que eu li/.er menino, afim de que condee,aes
os especlivos recorto*.
Municipio da capital.
A enmara reputa de utilidade as aguadas pudlicas,
pira as quaes lem applicado ni suas vislas, e preten-
de concluir ai carimbaa das pracois da Carolina e
dos es iiidii.loo", que nelle se empreg.'vam e Tu- j MuuiripalidaJr. Encarece a ncces.idade de se con- !
ealiasgs o despendi dos dinheiros pblicos com a ] linuar no calcamenlo encelado, para o qual dever '
comrra dos materiaes para as ililTerrnlet obras, foi
opporlunamenle prvida pelas intlruccioes de 20 de
novembro do anuo pronmn pastado, feilas pelo
Lim. ex-presidente o Dr. Francisco Xavier l'aes
brrelo.
Puso a descmrer-vos o estado de cada orna das
principaes obras da provincia, alim de que sobre n
materia possais deliberar como eonvem soa impor.
lincia. Antes disso, porem, simplesiuenle pan vosso
coneVcimenlo, quero dar-vos una breve uolicia das
obras geraes.
Obrai geraef.
Palacio do governo.
Esta obra eslft quasi concloida, fallando apenas a
(lirada ero toda do edificio e algumas obrai no in-
terior.
Quarlol do meio batalllo.
Esta obra nao e-l completa, e icha-se pirada.
A aua concluido, segundo os clculos do engenheiro,
le poder realisar em G mezts, mediante a qonnlit
<)e 5:0009. I.ogo que o governo autoriiar o despendi
dessa qoanlia, ser ella continuada.
Ponte do desembarque.
Esta ponte est cora o guindaste assenlalo. O
respectivo arrematante ja me requereu o sea rece-
biminlo ; mas eu adiei i soloco desse negocio, alim
de que Toase decidido pelo novo administrador,
que lem de vil dirigir as coasat publica! da pro-
vincia.
Obra procinciae.
Cadeia da capital.
Esle edificio pouco adiantamenlo lem tido.
Fizeram-se nos saines do primeiro andar algumas
esla assembls volar lodos os anuos urna qoola con-
veniente: Pelo que diz respeilo ao Tomento da agei-
eullur.i, lenilira o espediente de se mandarein vir
de fora d,i provincia macliinas de despulpar caf e
oulras adaptadas as divert! culturas do municipio,
is quaes serlo distribuidas pelos livradorts que as
queiram comprar a praxos, mediante certas garau-
lias para a fazeuda.
Em lodo o municipio, que se eslende desde a prai
do I guape ate a de Mundalni. para o interior al
a serra do Acarape e rio Curi, cultivam se a cali-
na, o caf, a mandioca, o algodao, o inillio e o er-
ror. Os maiores eslabelecimrntos agricolai ettao
nelle situados.
>as serr.is ahonda-a arvor da gemina elailica.
>etla cidade a Industria principal he a dncoin-
mercio, mas existem algumas fabricas mauufaclurei-
ras communs e de pequea importancia.
Os habitantes da praia tambero se empregam na
pesca : es que moram na parle do serijo mam ga-
do, mis esse genero de industria lis acanhido no mu-
nicipio.
Municipio do Aquira?.
E-l i cmara eulende que a necessidade ruis m-
la progreseao constante que a mesma receila hade, ment do Recife, um sobrado com na
ler com o augmento iiotoiio da pr.i.iucriio, e como luja e Ires ailares, arrendado por Ktlll;
saldo que do correnle exercicio lem de pastir paral r.. paga de dcima .......
o futuro na importancia de .5iJ:(IO(jK)0 rit pele dem ('..Joic Antonio Lopes, um sobrado
menos. ., com urna loja e qiutro andares, irreudn-
A dividaplsntl fundada em virtude da rc'olurau
n. 357 de 15 de selembro de 1855 he da quanlia*de
18:i79i<)3l lll inclusive a de 3:09l5t>90 res, que
pelo J III da le n. TiI de 20 de setembao do auno
pretrito foi mandada pagar em apnlices de segunda
clas-eao cidadao .Marliuho de Itorges.
Imam legalisadas na forma da lei n. 593 de 37
de nuiul.ro de 1852 diversas dividas na quantia de
21l337rs.
D'eveis porlanlo volar a qoanlia necessaria par.1 u
seu pagamento.
Pra resgale on amortizarlo da divida fundada
deveis volar, como leudes felo sempre, a quola que
compor larem as forr-as do Ihesouro, alteadendo-ie is
despezas que lemos a fater.
Convm que reconsideris sobre a lei que regula
a amorlizacAo, porquanto o fyslema adoptado he de-
Iriineutoso a fazenda, como acha-se claramente de-
monstrado no relalorio circunstanciado do digno e
illoslrade Inspector da mesma fazenda.
Ja vos expuz em nulre par a necessidade de
elevar se a lata sobre a exportado dos escravos.
Itep.roduzo aqui a estatislica, mas, oo a adoptis,
on iifln. pec,o-vo< em loto caso qne providenciis so-
bre a fiscalizaran desse imposto.
As ideas do referido
1:5009, importancia da
modificarles, sobsliloindo-ae ai portas das sals por em pequea escala, pela razilo de seren geralmeule
grades de ferro, e guarnecendo-se asjanellas com I pobres os respectivos lialeitanlis
grade* do mismo metal. Por esle modo aquellea sa- ,
loes, que neiihuma ulilidade linliain, ficararo Irans-'
formado em pntOet bastantes seguras modo sa-
lubres. Esta parte do edificio esi boje desti-
uadi pira priioes dos criminosos nao senten-
ciados.
Cadeia do Ico.
Esta obra acba-se bailante adiantada, e he feila
ob a direccSu de urna cornmisau eonposla de ci-
dadAos importantes di locilidide. Ja eslAo encom-
mendadas as grades de ferro, de qoe ella carece, e
ou ja oficiei a commissAo, que eipedisie ordens
para a eidade do Aracaly, alim de que fotsem ellas
remedidas para seu deslino, logo que all chegas-
II ID.
Cadeia do Ipa'.
Esta obra esla' em execueflo debaiio da inipec-
c,a"o de orna comiuis>lo especial.
Cideiis da Granja, e Uaturil.
Breve lerao comeen estas obras, para ai qaaes hs
roaleriaes reunidos. Amba sci esli a eipen que
o engenheiro va' tracar-lhet as dmensdet, e diri-
gir o seos primeiros fundamentos.
Hospital de Caridade.
Esle edificio esta' concluido. Para que seja ip-
plieado ao fim de loa fndanlo espera-ie somiote
qoe volis na lei do ornamento glgoma quota para
o respectivo cosleio.
Cisa de educandos.
O estado moral desse collegio ja foi indicado em
nutro tpico.
Para a conclosao do edificio falla a constroccAo
delelheiros internos para as olliciras, e a da ala di-
roila do mesmo em symelrii com a ala esquerda a
qual servir para dormitorios, llandei fazer todas
essis obras, e a cacimba de qoe elle tambera pre-
cisa.
Casa da aiserabla.
Esto enncloidos os alicerces de-sa obra, promp-
tas quasi todas as percas ile madeira, qoe devem ser-
vir para o sea andar terreo.
A dita obra acha-se parada ; mas logo qoe hou-
ver quanlia consignada para seu andamento, pro-
egoir-se-ha nelU com lodo vigor.
Maladouro poblico.
A obra de pedreiro do maladouro lem tido pooco
adiantamenlo : as de carapina porm es!3o muito
adiantadas.
Os cofres da municipalidad.', com a qoal enten-
deu-se a presidencia sobie a soa cnn-lrucrao, con-
correm pira esse edificio com a quanlia de 4:O05.
I. iloamento da capital.
Acha-se calcad,-, a Iravessa da Thesouraria.
t> calramenlo da roa da Palma fui eropreilado
com o citado Msnoel Franklin do Amaral, devendo
inspector debaixo desla ul-
tima rolaoa i esli, uo meu parecer, no caso de ser
periosa do seu municipio he a couslrurc,,lo de ponles aceitas,
e sierros no rio Pacoli, junio i villa, no lugar onde No rrlalorio a que me Irado referido, encontrariis
oolt'ora existirn), e onde ha materiaes que podein nforroares completas sobre tud.n os pontos de nos-
sas financie.
Nao couctuirei e-te tpico sem dizer-voi que o
eitadn prospero de nosas rendas he devido em
grande parle ao zelo infatigavel do actual inspector,
cojos servidos aiu'u, assiin como os do contador sao
muito mal retiiliuidos. Seria justo porlauto elevar o
ordenado desses funecionario'.
Secretaria do governo.
Os trbalhos desta reparlicao, apezar de se terem
augmentado considcravetmnle, na"o obstante a
er aproveilados. Em segundo luear entende que he
de ulilidade publica a eonslrucr,Ao de um acudo em
Monte-Mr. Nao remelliu orcamenlo de nenhuma
destas obras.
-Neste muuiciuio cullivam-se com poucas excep-
tes os genero* de industria do pmner, mas ludo
Municipio do C.scivel.
A cmara pede o reparo da matriz, que eil cm
nio citado, especialmente as paredes da saciislia, correspondencia extraordinaria motivada peloi uc-
que eslAo a dttsabnr ; julga de teman utilidade fa- cessos da ultima eieiro, eslao em boa ordtin, e lo-
zer-se nm acude nn lugar Boa-Vista, junto a villa, | dos em da.
e urna aguada or rrego do Moreira, na estrada da i Todos os seos empregados cumprem satisfacloria-
iii -..... villa para o Aiacaly, e leiiibr a convenien- mente os seos deveres.
na de er Corepritfi urna casa que foi adjudicada Qual foi o movimenlo da secretaria no anuo fin-
fliende pabtlea por divida de Pedro de Oueiro/ Li-
ma, a qual devera servir para o lugar de suas seOfOM.
Concilio lemlirando a u.ccssidade da conclusilo da
obra do cemileno.
O lerrenn desse municipio he de nalureza igual
ao de A quii. A' bein mir e nos Uboleiroi, os
seos hahiianies empregam-ae na callera da caima,
mandioca e varios legumei. Na parle do serbio en-
tregam-se s criaran ,,e ga los.
.Municipio do Aracaly.
Entend a cmara qoe a uecessidade mais urgen-
te do seu municipio lie a constrocrao do cemileno,
para a qual lia em dispooibilidade a quanlia de um
cont de res, e o producto de urna subscripcAo que
est em poder do eommamlant* superior da guarda
nacional do districto, o cidadao Manoel Jos Pereira
Pacheco, iveconhecendo a eiiguidade desses recur-
sos, pede para a mesma obra um auxilia dos cofres
provinciaes. Concia encarcelo! > a necessidade da
fixacao dos iimitei que separam o seu territorio do
de .S. I lem ardo.
Os povos do Aracaly sin os mais industriosos da
provincia. Afora as culturas da raima, mandioca e
legamos,
do, veris no relalorio do respectivo chefe, o qual
junto is presentes infomiacOes.
Objtclo icertOS.
Carla chorographica da provincia.
Submelio a vo.soeame urna carta' da provin-1 Hem .11..-pbao" Antonio" Rodrigues Li-
cia, Troci de 10 anuos de aturado e improbo Ira- na, urn lobrido cun urna loja e tres au-
lladlo do \)r. Pedro Tbebirge, residente na cidade .lares, arrendado por 1:0209 rs., impor-
do por 1:2009, importancia da derlmn
dem 8.llerdeirus de Manoel /.eferinc
dos Santos, um sobrado rom orna loja e
tres andares, arrendado por 1:000$ is.,
importancia da decima......
dem 10.JoSo de Pinho Rorges, um so-
brarlo com orna Inja e tres andare, ar-
rendado por 1:2008 rs., importancia da
dcima...........
dem 12.Patiimonio dos oiphSos, um so-
brado............
dem II.O uieimo, om sobrado .
dem 10.Anua Eduarda Alves Ferrelra,
e Isabel1 Alves Ferreira, um sobrado com
orna loja, doas andares e saino, arren-
dado por 7605 rs., importancia da deci-
ma .............
dem 18.Joao Anlunes CuimarAfs, um
sobrado com orna lojs e Ires andares, ar-
rendado por 8009 rs., importancia da d-
cima ............
dem 20.Esleva.) Cavalcanii de Albu-
querque, um sobrado com urna loja e tres
andares, arrendado por I:i(K)5 rs., im-
portancia d decima.......
dem 22.Viuva e herdtiros de Antonio
Joaquim Ferreira de Saropaio, um so-
brado com ama luja e Ires andarte, ar-
rendado por 1:2009 rs., Importancia da
dcima............
dem 21.Antonio Pedro das Nave*, om
sobrado com orna loja e Ires dudares, ar-
rendado por KIK15 rs., importancia da d-
cima ............
dem 26.Manoil Jos Huirle, um'sobra-
do com mu luja e dous andare, oceupa-
do pelo senhono, avahado por GI03 rs.,
paga de derima........
dem 28.Margarita Francisca da Silva,
om sobrado com urna loja e Ires anda-,
res, arrendado por (i509 rs., importancia
da dcima...........
dem :)().liara Tbcodora da A-sampc3o,
um sobrado rom urna loja e Ires andares,
avahado. pr 7S0.J rs., importancia da
decim............ .
dem :12.Jos Res de Araujo Porto, um
sobrado rom duas lujas e dous andares,
arrendado por 1:0009 rs., importancia da
decima.
JtljsjOO
1089000


679500
729000
1269000
1089000
705001)
579600
589500
"leudo reccbldo bnntem a dita carta, nao me foi
possivcl examinada, alim de conhecer o s*u mereci-
ineulo. Entre vos porm lid Ilustrara j sobeja para
esse fim.
O seu autor sopplica-vos na pelillo que vos sera
presente, que o indemniseis de todo o trabadlo e
despezas que fez com a mesma, 110 caso de que a jul-
gueis digna de apreco.
Vos comprehendeis fcilmente que m Irabalho
dessa crdem, quando exacto e completo, nflo po.lt
deixar de ser reputado de grande otilidade. PJo-
vos porlanto que o lomis na devida considerarlo,
e qo mo Ihe recusis o vosio apoto, no caso de o
merecer.
Leis provinciaes.
Nao existe no archivo da secretaria mais do qoe
de
einpregam-se nn industria da pesca, de
qoe ha abundancia as praias e rios, especialmente' orna colleccgo das leis provinciaes dos annos
no Jaguan,.'. Varios ramos da industria manofac- 18:15 a Ihis, e de 1850 a 18-52.
loreira s com maior proveilo do qoe na capital. Fabricara e
exportam calcado, chapeos, esleirs de palha, velas
de carnauba e obras de" azulha. Nesla espeete sao
dignos de honrosa menelo os crivos e labyriiilhos,
que sao vendidos para algumas provincias, e em
maior quantidade para o Rio de Janeiro.
O Aracaly be a segunda prara eommercial da pro-
vincia. No seu porlo, que he freqoentado por diver-
sos diales e barrar i, toea actualmente o vapor I-
goarais i> da compauhia Pernambueana de navega-
c.'m costeira a vapor. Logo qoe se Tranqoeie a barra
do mismo porto e qae os vapores daquella eompa-
nliia protuzam os elTeilos que silo esperados, a cida-
de daquelle nome subirn a om grao maravilhoso de
prosperidade.
Municinio de S. fleruardo.
Diz a cmara desle municipio que tenio realisado
Algomas repartirles publicas lem necessidade de
varias dessas leis, perqu por diversas vezei as lem
reclamado.
.Minia- das provincias do imperio lem Teilo a esli
governo igual pedido por intermedia dos respectivos
presidente'.
Se se perder por qoalqoer eventtialidade urna da-
quellas collec(0rs. perder-se.ha tambera um do-
cumeulo priciosissimo pira a historia da provin-
cia.
Peco-toa porlanlo que nao deixeis de insrrever no
orcamenlo urna qoanlia sulliciente para a reimpres-
s.l j das refeildui leis.
urna subtcrip;Ao de 500-9 para a obra da cada e blicas, supprirao as innmeras lacunat, que sem du-
casa de suas sessoes, e nao sendo a dita quanlia suf- j vida alguma deveis encontrar na prsenle etposicao.
1 alramcjnlo na raz3o de 95 por cada brae,a quadrada
de empedramenlo assenlado.
O contrato celebrado para aquelle fim eom o re-
ferido cidaoao foi porm i lidido, tendo-se feilo ja
250 tiraras quadradas, qae custaram ans cofres pro-
vinciaes 2:7405, lendo 1:8909 a importancia da pe-
dra, e 80O9 importancia da m vem a enn.tiloir 135010 por cada brac,a quadrada
de empedrammto promplo.
Fiz parir esia obra, porque havendo-se esgolado
a verba decretada -para obris publicas, resolvi-me
a .i-muir a respinssbilidade tmenle da conlinoa-
rJo dai obras, que considere! mais urgentes.
Sem embargo disso porm man ri auxiliar o cal-
ramenlo da Iravessa da Carolina, cujo material in-
rumbio-se de fornecer a casa Sioglasll Corlell & C.
desla capital.
Julguei que nao devla desprezar a ofltrla, qae
fez e-sa casa a provincia, n3o s porqoe e--.1 idea
poda despertar para o mesmo lim o patriotismo de
oulroscidadaos, semlo porque por ese modo con-
coma o governo rom muito pouco dispendio para
amparo do edificio, que serve pira 1 assembla
provincial, o qo I ca'situado naquella Iravessa, e
a-se arruinan lo pela rnrrenle das aguas, que por
all passavam na oecasiao de qoalqoer ebuveiro.
Ccmileriu publico.
Esla obra paroo em abril. Para a sua cent losan
devem ser construidas as duas casas da entrada, eu-
jos alicercei ji eslao Teitoi.
Aterro e ponte de Marangoip*.
Esla obra lem estado parada pela impropriedade
di estarlo invernosa para o sea tcabamento. Para
a sua iuleira conclosao t Talla o ralcamento do
aterro.
Aterro e ponle de Soure.
Esla obra lem progredido lentamente pelas gran-
des diilirul.lacles, com que se lora latido, lano na
acquisiclo das madeiras, como na de ootros mate-
riaes, e bracos para o Irabalho.
Estrada de Marangncpe.
F'izeram-ie alguna reparos nessa estrada, e cons-
Iroiram-se 6 bombas de alvenaria.
A mesma estrada precisa anda de algumas bom-
bas, e uniros reparos.
Estrada de Macejana.
I i'fr-im-se algn reparos nessa estrada no logar
do Cor. m
A ponle do Tapoia' carec de ser coDslrida de
novo, segoiodo-se o syslema adoptado para a de
lflunpe.
Estrada de Uaturil.
Esta estrada, a que ligo a maior importancia,
arda alie la n'uma exti'ii-ao maior de legua e
neia. l'lt>mamcnle p reni mniu.fi suspender es
seus Irabalhos at qoe la' ebegasse o engtnbeiro, afim
de marcar a direcrao qoe ella devia seguir.
Essa obra, e oulras da provincia nao lem corrido
com a rapidez desejavel por Talla de trabalha-
dorei.
Para remover essa inconvenienle deveis anlori-
ficienle para o fim a qae se destina, pede um auxi-
elle fornecer toda a pedra necesiaria para o mesmo lio :i assembla para lavar a efieilo a obra referida.
Representa contra a le provincial de 1855 que
impoz a quantia de 19 sobre a arroba da cera de car.
nauba que te exporta para fra da provincia. Allega
que o impo'lo be por domis oneroso, c pele que
elle seja igualado ao que pags.n os oulros gneros
de exportaban, medida esta que ser\ reputada como
grande fomento a' industria nascenle da cera.
A industria principal desse municipio he n da
criarlo ; segue-se a da ex(racc.3o da cera da car-
nauba, de cuja arvore ha extraordinaria copia nas
varzeas do Jagoaribe, cm coja vasanle igualmente se
plantara varios legantes e mandioca.
Municipio de Uaturil.
A cmara exige urgencia nicamente para a obra
da cada ; mas a sua estrada, como em nutra psrte
vos declarei, he a obra mais ul dessi localidade.
Esse monicipio he om dos mais frescos e produc-
tivos di provincia. Coltivam-se nelle a canua, o
caf, o algodo. a mandioca e varios leaumes. Os
seus habitantes tambera se empregam na criarlo do
gado.
Os ramos principaes da industria silo o caf, a can-
11 a e o algodao, de que ja'ha expoliadlo p-ra esla
capital e para o serlAc
Municipio de Canind.
A cmara entend que ai necessidades mais ur-
gentes do sea monicipio s.lo a construcc^ao de um
edificio qae sirva ao mesmo lempo para cada e para
o lugar de sois sessOes, a aberlura de urna estrada
da villa para Maranguape e a de nutra para a ierra
do Macdado, que bea em distancia de 10 leguas,
acresceiilaiido que esta serra se aeda em grande re-
lacao eom a villa pelo estado ftoresceiite de sua la-
voura. Pede filialmente a on-lrun;3o de om acode
perle da villa, o qual conserve agua de um para en-
tro auno, atienta a penuria desse objeeto que. all ha
pela secca.
A industria predominante nessa municipio hi a da
:nar"io di gado..
Municipio de Sania Croz.
A cmara desse municipio pede a construcr.lo de
um acode na povoac,3o de S. Francisco ; allega a
falla de urna casa para as suas sesses e a de urna ca-
da, c encarece a conveniencia de abmse orna es-
trada de S. Francisco ao Riacho do Povo, a qual de-
vera' tero.in.r na estrada geral desla capital.
O rimo priucip I da industriado municipio lie a
cultura do algodao; mas os seus habitantes timbera
se enlregam chaceo do gado.
Municipio do Araran;'.
A cmara pede a conclasSo da obra da matriz,
lancia da decima
dem 36.Joaquim AITonso dos Reis, um
sobrado com urna loja e Ires andare, ar-
reodado por 9iOS ri., importancia da
decima............
dem 38.Maria Francisca Marques de
Amoriin, nm sobrado cora urna loja e
Ires andares, arrei.-Jado por 1:2005 rs.,
paga de dcima........
dem 40.Manoil .Gentil da Costa Alves,
um sobrado com urna Inja e quslro anda-
res, arrendado por i:69n importan-
cia da decima.........
I lem 42Viuva e herdeiros de I.uiz Go-
mes Ferreira, um sobrado com una loja
e quatro andares, arrendado por 1:6009
rs., importancia da decima.....
dem iIrmandade de S. Benedicto, um
sobrado com urna loja e dous andares,
arrendado por 1509 rs., importancia da
decim.i.........
dem 46Mosleiro do S. Be'iilo", oro so-
brado com urna loja e dous andares, ar-
rendado por 1:0009 rs importancia da
decima........
dem 48Joaima .Maria de Lteei, um so-
brado com urna loja e dooi andares, ar-
rendado por 8OO9 rs., imporlancia da
decima.........
dem 50.Orphao Innoceucio Rodrigues
Lima, um sobrado com urna luja e dous
andares, arrendado por 8009 rs., impor-
lancia da dcima........
Idm 52.Ordeni Terceira de S. Francis-
co, om sobrado com urna loja e dous in-
dares, arrendado por 7009 rs., imporlan-
cia da decima.........
dem 5*.Jos Velloso Soares, um sobra-
do com urna loja e doas andares, arren-
dado por 790- rs., imporlancia da deci-
ma.............
dem 56.Capella dos Prazern di Guara-
rapes, um sobrado con orna loja e Ires
andares, arrendada por 1:2009 rs im-
portancia da decima.......
dem 58.Padre Ignacio Francisco dos
Sanlis, um sobrado com orna loja e doui
andares, arrendado por 400o rs., impor-
tancia da decima........
dem (10.Mara Tbeodor.v da Assumpc,,lo
e Fortunato Ctrdoto de Gouveia, um so-
brado com urna loja e dous andares, ar-
rendado por 5009 rs., Importancia da dc-
M*$tre*-Ulu'i Nao s3o t.lo somente cortos ar- .. ',''.........
listas, que em suas lendas castieam brbaramente os 1MTI "-;^'anoel Geolil da Cosa Alves,
Conclosao.
Senliores mimbres da assembla provincial.O
vosso patriotismo, a vossi reconhecida Ilustrarlo e
o pcrfoito cnnhecimeiilo que tendea das cousas po-
Eulretanlo, creio poder alianc,ar-vos que esta pre-
sidencia lera sempre a maior satisfacao em aiixi-
har-vos em ludo que esliver dependente de suas
forjas para o iutetro cumprimento de vossa impor-
lanle mltsao.
Coart | de jaldo de 1857.
Joaquim Menes Ja Cruz CuimarSet.
PAGINA AVULS&
discpulos cora pancadas 1 p-los pisados, nao : it'S-
Iris ha de primeiras ledras, que dizem-nos exercer
em suas aulas os tratos da finada inquisirlo, pondo
os meninos em ciado de irem para suas casas com
manchas rosas pelo corpo, e as mos pisadas de pal-
maloadas : se si.nbessemos com certeza que professo-
res eram csses, ni > trepidaramos um momento em
chamar sobrehile a alinelo da polica ; 110 enlre-
lanlr le conveniente, que deixem esse (ralamente
brbaro que da 1 aos seus alumnos e sigam outro svs-
teina, que lalve* seja mais proveitoso. Quando o me-
nino n3o lem nmi memoria de aojo, au he'com ca-
xac/>es qoe se Ih'a pude Tornerer ; pelo contrario o
pobrezinbo peide-a al a ollima pardela. Os meios
brandos, a ptrsuasao nas explicarnos, o tino em sa-
ber levar um menino|iproveilavel, mais qoe (nves-
so, e a paciencia para aturaros menos iilelligenles,
sao ai ba-ei em que se devem firmar essts eeohores
profrisorei. que querem iao discpulos que rendam,
embora lenham ou n.lo aprovettaraento. Em parte o
cielccxo de cerlat alas prlmariiii nascem dos delega-
dos luteranos, que devendo inspecciooar a's que es-
lao em seos districlos deixam-nai entregues aos ca-
prichos de meslres que dinas informases qoe Ihe
pirecem.
flenatceu a inquir fioAdmira m-se nesla capi-
tal, quando se ouve dizer, que lal e qual aotori lude
policial no mallo, asa do tronco como de piia legal ;
nao devem admirar-se por que nem sempre a aulo-
ridade mora junio as villas onde ha prisfies publi-
cas, e o onieo recurso qoe em abono da verdadetem
he utronciro o criminoso que Ihechegs as maos, afim
de que n3o se evad. O que porem deve resollar, e ao
iillimo p..nto exacerbar de a maneira alroz, inquisi-
torial, p. la qual certas autoridades [e al aquellas
qoo estao perlo desla capital interrogan! os ciimi
edificarlo de nm cemiterio e a abertura de orna es- i nososou suppo Irada em direilura da villa a' capella de Nossa Se- i osara dos engullios de fonles. o quo sin cordas de
nhora da Conceijao de Corcaho'. grvala' panadas em roda da cabe^i e aperladas por
O lerrfnode.se municipio, na parte do litoral, \ uiss arrotos, de lorie que raziara estilar o crneo,
ear o governo para criar urna, ou mais companbi
du Irnbalhadores.
E Eisa eslrada ainda nao isla'concloida, mais poo-
co Ihe falla para issu, segundo informa o cididao
delta eocarregado.
Devo aqui communicar-vos o segoinle :
O Dr. Pedro Thebcrge, residente na cidade do
Ico, ainda nao p le incorporar a companha, que
lem de estabelecer a linda da carros de transpones
de gneros e mercadorias do Aracalx para aquella
cidade, empreza pira coja reallsariao nhteve elle
desla assembla privilegio por 20 annos. Para o
conseguir pede que se caranla a' empreza o juro de
7 por cenlo sobre o capital, que na inesma fr em
presido, o qual he avadado em 00:0009-
S por este meio 01 cipities receioscaj poderlo
apparecer, e operar nm grande melhoramento no
transpone dos diversos productos e mercadorias en-
tre aquellas duas eidadei.
Este pedido he razoavel.e no mea entender lies
-.10 os lacros, que da empreza se podem auferir,
que a garanda, de que vos fallo, nao pissara' de
nominal.
Poden entrar na demonstrarlo do qoe acabo di
enunciar-vos ; mas prefiro ueste ponto nfirir-nie
antes ai ideas consignadas no relalorio, com qoe me
fui mlregoe hjadministrarai.', o qual ler-vos-ha pre
einte.
Sobre ai de mais obrai da provincia, e mesmo so-
bre aquellas, de que vos ralle., e oolrai que eonvem
encelar, encontrareis inluunares circum-ljncia 1--
110 lelatorio do engenlieiro, encane; 1.0 das mes-
uras obras.
NSo encerrarei esle tpico, senliores, sem com-
munirar-vos. que mediante as formalidades le^ae*.
eomprei p"la quantia de 5:2009
rata, qoe possuia o ridadflo Antonio Rodrigues Fer-
reira no largo da Municipalidide.
O fim principal dessi compra foi a conslruce,ao de
mil Idealro publico, que em nenlium outro lugar da
ridade tirana meldor situado.
I'reienlemenle ordenel que all se rerinisiem to-
das as olllrinas das odres publicas, as quaes de um
" lance de vista poder.lo er assim Hsealiada
Mm dissn nlo peder dovidu qoe terao as obras alti
mala rpido au.lamento.
Acredito que eomena medida retlisei nmi gran-
de economa para os cofres pblicos ; pelo que espe-
ro que ella merecen' a vosa approvacAe.
Municipalidades.
A noiini mOnicipalidades, ja pelo defoilo de soa
organiac,.1o, ja por falta de recleos nada fa/ein,
011 a muito pouco e limita o respectivo trabadlo. A
8 de abril ultimo, rilrigi-me as dilTercntes cmaras
da provincia, pedindo-lbes cxaclas inTormacOe so-
presta-so cultura da caum, da mandioca e de va-
nos legumes.
lia grande pesca na barra do Acaricu, e lao abun-
dante que se exporta grando parle de seus productos
para uniros municipios s para as provincias viziuhas.
Na parle do interior, qae he serbio, eria-segado
era grande qoantidade.
Municipio de Sobral.
A cmara pede conclusao da casa de snas sesses
e a de soa cada, e informa qoe ha necessidade de
alimpar se a eslrada que signe para a Granja.
Esse municipio, que se compile da terreno plano,
sertao propriarnenle dito, e dai ierras da Merooca c
Rosario, produz a mandioca, letames o alguma can-
oa, e he essencialmenle criador.
Ha grande commercio na cidade daqolle nome.
A excoriaran principal do municipio consiste em gu-
doi para Pcrjiambueo, cauros ealgados e sola.
Municipio da Granja.
A cmara desse municipio entre as suas mais ur-
gentes necesiidades colloca 1 obra do cimilerio, 01
reparos da matriz, e a lapagem da urna lagoa qoe
existe perlo da cidade, com o que se Tara alh
um acaie, que pode servir para a bebida dos ga-
dos.
Esta obra he oreada em 5009.
Em concluao diz a mesma cmara que be con-
veniente melhorar n porlo da ridade para TaeiMar a
navegieao e limpar a eslrada para a cidnd* de So-
bral, nlim de rh.mar \ ara o seo porlo, que he p-
timo, os vodoclos daquella cidade que s3o exporta-
dos pelo co Aearacu'.
Na parle litoral do municipio bn pequeas plan-
tarles de mandioca, e legamet.
Na parle do interior ha grande prouiicc,3o de
gados.
Municipio de S. Jlo do Principe.
A cmara pede a (Oiisignac^o de una quanlia
sulliciente pura a jnobilia e utensis necessarius para
a rasa de suas ses>0ee. A esle dados arrstenlo,
ob inlor merlo (lo juiz de directo do comarca, a ne-
cessidade de nhrir-se urna estrada de carro da villa
urna Trentes di | daquelle nome para a de Maria Pereira.
O genero de industria principal do municipio de
a criarlo de gado \ rriiin e 'avallar, sendo ueste ra-
mo um dos mais importantes da provincia.
Municipio da Cachoeira.
A enmara desse municipio considera de utilidade
publica 1 edificabas de tim cemiterio, e pede a crea-
ran de urna esrola de primeiras ledras para me-
nina1.
A Industria principal fitur municipio lie a crea-
i;lo de ga ios ; mas lia no mesmn plantar/oes de cali-
na e de mandioca.
Das oulras cmaras nlo recebi InferiMcOes.
I .....01.. 1.,1 provincial.
Uo bataneo que me ,ipiec nlou o inspeclor da
IheseurarU, ccnsla que a renda perleiicenle ao rano I
lin.m. irn prximo passado, arrecadada ale 31 de
roiiodo correnle ai.nu foi de :2U:52o93:l rs., in-
clusive l:!ili~ti:itl is. de divida activa, e que a de>-
peza llselui.da no mismo lempo fui de 2.5:4745,121
se a victima nao bradasse : perdi, confesnndo
crimes, qae nao commetleu, somente para ser liber-
tada de iau alroz martyrio N3o estamos rompen I .
aqui romances, e Ueos nos ouve, e sabe se o qae le-
mos dilo he 00 nao verdade O qui porem nao nos,
podem obrigar he que aponamos onde se dSo essas
atrocidades, por qoe n.lo sabemos determinadamen-
te onde, mas qu-; ellas dao se, e em grande escala he
verdade, e oxila' qne nao fosse. Oulro m.irlyrlo
brbaro he i volla o. Este mailvro he o requinte
da perversidade... autoridades ba,qii levam a bellos
o a chicote oscamponezes para descobrirem onde se
acha om seo prente criminoso, que ellet por eele-
brisarem-se e nlo por amor a le querem capturar.
Temos ouvido dizer que se manda prendar p'r
n.lo se tirar de longe.o chapeo a um delegado, p r
n.lo se saber do Caminho do engenten da autorldade,
por se clever ao prente da nutorilade, finalmente
por mero capr cho e desabafos. Se a autoridade re-
cebe um pedido de um comprador, de um amigo e
mesmo de orna comadre, para prender e persegor
um pobre mileravel, que nao quiz, por exempio,
vender por dez ris de mel cuado a sua roya, esse
miseravelbti immedialamenle preso, e.ie hesolteiro,
remedido para baixo, einhrulh.ido ptimamente cm
ama Tolha de papel, de lorie que por mais pedidos
que leuda, por n ais provas que se d a auloridade
suprema da polica com roz3o, nlo tolla poique na
parle que receben, o menino est desrriplo como o
raalor yadio e vagabundo do lugar I Paieccra i-lo
iiiipn.-ncl ao leilor'.' Ciemos que n3o, porqoe esses
faclos do vindalhmo repetera-se lanas e 13o repe-
lidas veres, sera que a aoloridade suprema saiba,
qoe he boje lemeridade dizer-sea l'agina nao diz
a verdade a esle :e prebenden! ptimamente qoe toda regra feral soflre
xcepao. lia mudo que uulnamos o desejo de fal-
larmns sobre este assumpto ; olereccu se agora oe-
casiao e iremos adiante sempre qoe se nos ullerece
ensejo, livrando as personalidades e procurando
despertar a alinelo das aotoridadei primarias,
afim de que n5o se deixem levar, nem polos mila-
gros dei.es senliores e nem por informaces apaixo-
nada.
Os assignanles desle Diario na cidade da Ara,
provincia da Parabiba, queixam-se que so os rece-
b m de mez em me/, e lulo tres vezes como deviam,
islo he a 9, 19 e 29, dias em que chegam "alli os
correios terrestres que parlem da cidade da Pandi-
lla pira a sndrelila d'Ari-a ; no entretanto a remet-
sa iiin sido Teda regularmente as segundas e texlas
lairii.
Ilr amanha.
um sobra o eom ama loja e Ires andares,
arrendado por 9009 rs., imporlancia da
dcima......
dem 04.Herdeiros de Antonio Ferreira
Doarle Velloso, om sobrado com orna
loja e dous andares, arrendado por C009
rs., imporlancia da derima.....
dem Ol Irmandadi das Almas do Reci-
fe, um sobrado com orna loja e dous an-
dares, arrendado por 6509 rs., importan-
cia da decima.........
dem Ii8Guilderme Soares Boleldo, urn
sobrado com ama loja o om andar, ar-
. rendado por 4809, importancia da de-
cima.............
dem IAugusto Fredirico de Oliveira,
um lobrado com urna loja e 3 andares,
arrendado por 1:2001, importancia da
decima............
|,tem 3Manoel Joao de Amorim, om 10-
brado com urna loja e 3 andares, arren-
dado por 1:0005, importancia da de-
cima .......,.....
dem 5Antonio Pedro das Nevet,
-ohmio com orna lojs e 2 andares,
rendado por 6500, importancia da
cima ......
dem 7Joaquim Machado Porlella, um
sobrado com urna loja e 3 andares, ar-
rendado por 1:0009, importancia da de-
cima............
dem 9Florencio Jos Carneiro Motitei-
ro, um sobrado com orna loja e 3 anda-
res, arrendado por 7009, importancia da
dcima............
dem IIPatrimonio diw orphaos, om so-
brado com urna loja e 2 andares. .
dem 13Antonio C-rneiro l.isbea, um
sobrado com urna loja e 4 andares, por
9005, imporlancia da dcima.....
dem 15 Hospital de Caridade. .
dem 17Seiihurinha de Oliveira Jacomu
Peixolo e herdeiros de Manoel Jos de
Oliveira, um sobrado com orna loj e 3
andares por LOOOo, imporlancia da de-
errendado poi
decima.......'..... 1359000
739000 Idtni .57Rosa Maria Unirle, um sobrado
com Orna toja e 2 andares, arrendado
por 115(1?. importancia da derima. 589500
108-000 dem 59 Fortunato CirdotO da Gnuveia
e oulros, um sobrado com urna loj e 2
andares, arrendado por 350;, importan-
cia da decima..........3I9&OO
dem 61Herdeiros de Joc Caetano, um
sobrado com urna leja e 2 andares, ar-
rendado por 4005, importancia da de-
can.............MioOOO
dem 63Feidel Piulo & C, um stbrado
com urna leja e 3 andares, arrendadu per
700, importancia da deeiini.....039000
dem 1. Mosleiro de San liento, sobrado
rom urna loja e um andar, arrendado
por 3009. importanrla da dcima. 279000
dem 3.O mesmo, sobrado com una loja
e um andar, arrendado por 2405. im-
portancia da decima.......19600
dem 5.Joaquim Jos Ferreira de Almei-
da e Silva, sobrado com urna loja e Ires
andares, arrendado por 384-9, imporlan-
cia da decima..........319-560
Rua do Trapiche.
Numero 2.l)r. Pedro Bezern Uellr.lo de
Araujo Pereira, sobrado com lima Inja e
e tres andares, arrendado por 1:150*, im-
portune da decima.......1033500
dem 4.Antonio de A re ved Perein, so-
brado, oom um 1 loja e tres andares, ar-
rendada por H1JO3, imporlancia da dcima 729000
dem 6.Amaro Gono.ilves dos Saoloi, so-
brado com ama loja e ires andares, ar-
rendado ior 6OO9OOO, imporlancia da d-
cima ............ 549000
dem 8.Annonciada Camilla AlvesdaSil-
va, sobrado com ama loja e Ires andares,
arrendado por 1:0509, importancia da
decima...........919500
dem 10.A mesma, sobrado com orna lo-
ja e tris andares, arreu lado por 1:3509,
iruporiaocli da decima ...... 1319500
Idea 12.Herculano Alve da Silva, so-
brado com nina toja c tres andares, ar-
rendado por 1:1509, importancia da d-
cima ............ 1035500
dem II.Ani uro Jos Vieire, 'obrado
609200 rom urna loja e Ires andares, arrendado
port:l009, importancia da decima 999000
dem 16. Mara Carolina x v- s da Silva,
sobrado com urna luja e Ires andares, ar-
UOJOOO rendado por 1 :IOOj imporlancia di de-
cima ............ 9&3OO0
dem IS. Annunciadi Camilla Alves da
Silva, sobrado cora uraa loja e q -tro an-
91-9803 tres, arrendado por 1:1009, imporlan-
cia da dcima..........999000
dem 20.Manoel Gentil da Coila Alves,
sobrado coto urna loja e dous andares,
8I5CO0 arrendado por OOcv, importancia dada-
cima ............ 369000
dem 22.Josc Pereira da Cunha, sobrado
com uraa loja e Ires andares, arrenda lo
1085OU0 por 8OU9, importancia da derima 729O00
dem 21.Mosleiro de San Rento, sobrado,
casa terrea, arreududa por 3009, impor-
tancia da dcima......... 27.5000
I4796OO dem 26.O mesmo, sobrado com ama lo-
ja e Ire audares, arrendado por 7009,
importancia da dcima......639000
dem 28.Maria Rosa da A--111 iprio, so-
lilgOOO brado com urna loja e Ires andares, ar-
rendado por 4509, importancia da decima 409500
dem 30. Patrimonio dos orphaos, sobrado 0
Idun 32. Francisco de Paula Vieira Ca-
40->5(X) valcanli, sobrado com urna loja e tres
andares, arrendado por 1:4009, impor-
tancia da decima.........126/?000
dem 34 Dr. Sebasliao Gon;alves da 611-
909000 va- l.oiz Autonio Pereira, e Joao Jos de
Carvalbo Moraes, sobrado com urna loja
e qualro andares, arrenlado por 1:1009,
importancia da dcima......99JO00
729000 dem 36.Viuva e herdeiros de Paula Pe-
reira .- me.s, sobrado com ama loja e
trea andares, arrendado por 901)3, impor-
tancia da decima.........8I9OOO
72SHJ0 ",m ''* Herdeiros de Joaquim Jos de
Miranda, serrado com orna loja e Ires
andares arrendado por 1:1009, importan-
cia di dcima.........999000
tntoOOO 'uVm *0. llerdeirus de J,>s Francis-o
Mamede de Almeida, sobrado eom urna
leja de tres andares, arrendado por 1.r0009
impoilancil da dcima.......9O9OOO
719100 ld"em 42. \ ronde de Loores, sobrado
com urna loja e qualro andares, arrenda-
do por 1:2009, importancia da decima 108J0OO
dem 44.Herdeiros de Jos Gomes Vil
1(9O90 lar' sibrado com orna lojre tres andares,
arrendado por 1.1009, imporlancia da
dcima...........999000
dem 16.Herdeiros de Antonio Fraocis-
3O9OOO c" Rrancn, sobrado rom uraa loja e tres
andares, arrenlado por 8-509, imporlao-
cia da dcima.........85/500
dem 48.Antonio I.uiz Gon;alves Fer-
reira, sobrado com urna loja e Ires an-
S590O0 dar,s' arrendado por 1:2009, importan-
cia da derima.........IU89OOO
Ideinl.Dr. Joao Antonio de Sonza Bsl-
Ir.lo, urna casa terrea quej serve de trapi-
che, arrendada por 2:0009. imporlancia
' da dcima..........1809030
dem 3.JoSo Pinto de Lemos, visconde
de l*ures e lidias llapbtta da Silva, so-
beado com um andar e Ires trapiches,
desde a casa n. 3 at a de n. 19, arren-
dado por l6:c5O09, imporlancia da decinal5l2-5O0
dem 5.Os mesmos, ora sobrado com urna
laja unida a de n. 3 e om andar, arren-
dado por 7IMI.?, imporlancia da Uecima. 639000
dem 7. Os mesmos, sobrado cm urna
loja unida a de n. 3, e um ailar, arren-
dado por 6509, importancia da decima. 58/500
dem 9.Os mesmos, sobrada com urna lo-
ja unida a de n. I, e om andar arrenda-
do por 6809, importancia de decima 6I92OO
dem II. Os mesmos, sobrado com urna
loja unida a de n. 3 e om andar, arren-
dado por 650-9. imponencia da decima. 585500
dem 13.Joao Pinto de Lemos, visconde
de Loares e Elias Biptisla da Silva, om
909000 sbralo eom urna loja unida a n. 3, e um
andar, arrendado por 6509, importancia
da decima..........58-9500
dem 15.Os mesmos, sobrado com urna
589500 luja unida a de n. 3 e um andar, arren-
dado_por 6509, importancia di decima. 58J500
dem 17.Os mesmos, sobrado com urna
loja unida a de n. 3 e um andar, arren-
909000 dad0 Pr 0009. importancia da decima. 545000
dem 19.Os mesmos, sobrado com urna
loja anida a n. 3 e um andar, arrendado
Cor 9005, imporlancia da decima. 8I9OOO
'rimeira secyao do consulado provincial 20 de
agosto de 1857. Joao Pedro de Jisosda Malla.
Lincidor.
DECl.ARACAO'.
Declaro que a casa 11. II da roa da Cadeia do Ite-
SlgOOO cite, pertencenle a Jos Rodrigues de Araujo Porto,
esta' collectada en. 1 40O9OOO, e nao em 700/, como
por engao foi publicado, importancia da dcima
126-9. Pnmeira scelo elo consulado proviuciat, 31
de agual de 1857. O lancsdor, Julo Pedro de Je-
ss da Malta.
capaz de nos demonstrar o contrario. Como delega- Facoldadei di Direito : e cor
do de polica, o Sr. Dr. E-lelila lera fiilo liona ser- | sumir que houvesse tido parlo em um inbilho't.
vicos 1 comarca de Goianoa ; e se aL.uma cousa pro-' peifeito, como ha o relalorin de que fellimo.- .
prianiente policial se ilee pode censurar, de apenas o menos assim nos leva a pensar o estxlo coi,, ,.
cuidado excessivo rom qu. evita investigar ludo qoan-, elle ,i eicriplo. qo
lo 1 o le damnar. inda que de leve, as pessoas da fa- Finalmente, reeceiando apresenlar urna aDreciari
mida do Sr. BsUptfacto. | mpiif.ila, rerommendamos a l.itura de-ia peca ti
irado em sua c.-sa e nlo gozando da conlianra lacia!, a qual pruvavelmcnle ler..' de sir transen
de nenlium dos grupus polticos de (ioianna e>ede
legado vive nicamente em relaeoes com ns prest-
rnosos aiiii-' s parliciilares que as suas qualidadis llie
lem gringeado ; e s procura desempenliar, coro jus-
tica igual para todos, os deveres do seo novo e twp|.
ndoso cargo. Ora, tmenle eircti/nstancias muito
esp-claes podiam em Goiauna tornar um li.uoein tao
1u1p.1rri.il, e tao preprio pan agradar a arados os la-
dos, se arabos elles, repellindo a goytrnae;lo dos seus
adversarios, se eont sseiu com o domiuio de una
austera impareialdade.
I'.iiirri.nito o qae acontece? Se um dos grupos,
embora maldiga em silencio o Sr. Dr. Eslellili eo-
lias columnas desle ce Diario.
THEATttO DE SAMA ISABEL.
Ha vendo nos escrito algumas palivrai relilivas ao
tbealro durinli a emp-eza di soeiedadc dramtica,
eremos que nos sera' permiltido fallarmos aluda
"Mili ; o qae vamos fuer pela ultima vez.
larece-ieos que 1 sociedad.- dramtica acabara
como principian ; islo he, sempre digna do auxilio
00 govern,,. na | rulec5o, e assi-lencia do publico :
o quai nas <\ai. ultimas rentes moslrou de um mo-
do ctaro e po.ilivo que para iTIluir ao tbealro, 11.I0
precava do ipregoado concurto. CerUmente
eulro nao pude tolerar emelhanle siliiar,ao, de con-
tinuo grita contra ella, e faz o Sr. delegado viclima
de constantes insultos e crois desalinus.
Ss fotsem sinceros os de-ejo re conciliacao que
empreza como preventiva, sulTicienlemenle subven-
cionada, cheia de roereciinenlosarliilicot, e rodeada
de admiradores ; o por Islo aogoramos bem delta
te bem que: Quero faz bem, pan si o T.z : e au'm
llf lll.ll 1 1 1. ... .. .. .; .. f r
O amanle da sceni
Pbltcac3ci5 tt pct>it>o.
aneciara os exclusivistas de Golaooa, viles 'deviam '. faz mal. larabem para si o faz.
querer a partidla igual .las pus celes publicas da co-
marca. Se o chefe dos exclasivi-las oceupn o lugar
v Molino de commandaute superior ; seria pra o '
edefe adverso ama inevitavel, e todava diminua
compensaban o cargo 13o dependente de drlegaclo de
polica. O Sr. comraendador A ntonio Francisco Pe- Tinho lulo 1111 varios nmeros desse Dirrio diver-
relra esleve neste caso; he partidario, porem de uma i "" annuncios, linio da lenhora D. Maria Jone da
moler.-.11 eicessiva como lodos alte-tara, de ama Annunciac,ao Bapliili, como do Sr. Jos Baptista
honradez que os sus proprios adversarios boje re- R'beiro de Fanas, e ment me admiren ver qu- esle
coiihecem. e todava os humen que agora rallara 'ei>hor se diti enrior do tinado Antonio llaplisla Ri-
em coftdHftfJla queham o Sr. corone1 Joao Joaquim i "*"". f un 1 coininanitaute superior, mas nunca lolirarain, ,e"' sendo : site conloe e tanto balacea) da caexa,
antes hostihtnram .le morte a delegada do Sr. coro- 1 *"}aH d contoi de ris de exbavio de dinheiro.
nel AnloiiioFeaucisco! '. O Sr. Dr, Estilita boje Noenlanio depare no Diaiio de 29 do correule
nlo de partidario, nem romo lal procede. Nao obs- c?m 0,,,ro annuiicio do Sr. Jos Kaplisla no qual di-
tante, he detestado e cruameiile guerreado, n.lo por ?.la' 1u* a O.oaiili,i, de que elle he credor, cousla do>
causa dos seus actos, mis por causa dot seos caraos. llvfoi de sua cas, os quaes tWaru e-cripturados pelo
lio ambicionad os e 13o necessarios para completar P'^PO" "O finado Antonio Baptista como seja
o prediiiilrindosiiossos exclu-ivislas de Goianna I! eu Pjepoilo a1 que allu le o Sr. Jo,c Baptista, e
quem fez a eicnplurac,ao a que elle se reten, e nao
E fatlam em conciliario
Podemos apresenlar actos importantes pelos quae
o Sr. Dr. Esleda como delegado, devia natural-
mente magoar os seus amigos fen;oailo, e obler at
evendo pastar desapetcebida lemeldanle filsidede,
npresso-me em declarar, que dos livros que o Sr.
Baplisla menciona, e qne por 11 un fo.ara esrriptu-
sxmpathias doi teas dotarrazoados e eternos desaT- ados nan consta que o filiado Aolcmo Baplisla R-
549000
589.500
4392OO
1085000
feclos. Cuatenlamo-nos, porem, em fazer nm pedido:
DIZet-BO*,Sr. Estupefacto, Sr. linp.rri.il,
depnis das olllinas eleices, depois que se abri para
Goeaona umt uova poca poltica, depols qae oSr.
Dr. Esleda lie delegado, que mal vos lem elle feilo
quer como delegado, quer como juiz municipal'!
Parque o hollilisaes em loda a parle lio desabri-
damente ?
Porqoe o insoltaes pela imprensa '.'
He porque elle, segundo a vossa teimosa sem relo,
nao se deu desuspeilo na crusa do Sr. Pinlieiro?
NSo sabis que a este mesmo, ainda ha pouco, elle
Tez um favor imprtanle, por lembranc,.! de om a-
migo cmnmom, a que recoireu o Sr. Pinheiro '!
Julgacs que, nessa causa, sopplente alguin que se
prese pode dar .enicnni diversa da qoe liver de dar
o Dr. Esleda ?
He bonito insultar pela imprensa um jai/ qaando
elle deita de dar um despacho ao sabor dos nossos
deejos".'
E, antes dessa questao, Sr. lislupifacto-lmpar-
rial, porque Cumecasles uo jury de Goianua a
insudar publicamente, tomo advogado, o Sr. Dr.
Esleda, a poni do juiz de direilo ver->e obrigado a
immedialamente Tazer-vos calar ".'
Tao enrgicas maniTeslafes de odio indicam" a
vossa incapacldade paraesqueeer o pasudo, cujo es-
qaecimenlo o governo actual lano ref aromen 1.1. ou
antes a ambicio com que pretendis dominar ex-
clusivamente tem moderac-aa e sem concordia > '!
Ouereis om juiz municipal, um delegado, qae te-
; un tao vi-i', como o vosso comminlante supe-
rior '.' ou, para preparar lu feliz aconlccimento,
queris transitoriamente algum delegato de fora de
Goianna, com instrucees para obedecer as vossat
ordena, ea quem pos^aes captar com os vossos jad-
iares eempretlimosde .1 nbeiru ?
Depois haveis de querer tambera om um juz de
direilo idntico, e todo o mais em proporjao 1
Nao he ilo o que queris V
He sim ; porm todo o vosso capricho, todas as
vossas prelenceles exclusivistas,, intolerantes e des-
marcadas nao hlo de conseguir nem melad-3 ; por-
que o governo sem sempre erra, e, te leudes em
(ioianna um grupo de prenles, TODA A COMAR-
CA, ni-lusive.es vossos prenles, ( percebeii bem t'
detesta e nao sopportnna semethaule predominio.
Fazei, Sr. Imparrial. vossa gente mudar di rumo,
e livrai-a primeiro de toda idea de capricho, orgulbo,
.'\ lu-ivismo pre 1..mi .. Depois, procura! sincera-
mente c nriliar-vos, qoe s assim, se f rdes acredi-
tado, p 1 le- ser feliz em Gnianm.
Eulrelanln, nos vossos arligos, Sr. Impartial, lan-
e;ai-nos lautos e tao grosseiros insultis 11, como os
qoe sr lin uestes e nos segunde* eommunicados du
ContttMro prudente.
110 d< agosto.
nm
iir-
cie-
lire as necessi tades mais Dtgentei de seus mun ri- I rs., resultando al enllo une saldo ele 5^978{S62 is.,
pos. Mudas eledas deixarain de remeiur-ni" as I que lera de pallar para O exercicio correnle nos a-
mformaroes exigidas, c as que cumpriram essa me"- lores que representa o mesmo bataneo,
ma ordem, nao esperilicaraiu as ftuligena, que, Toman lo o termo medio da receila etfecluada no
se podero tirar das obrns, que indicaram. loda- Iri.niiiojlinito pode oiiar-se a do exercicio futuro
liria julguei conveniente Irazer ao vosso couberimeii- em 245:973s000 rs., e a despera correspundenle em
10 os dados, que recebi, afim de fazerdes o que [01 e.- SH:5829340, do que resolta um saldo para a fa-
ndispensavel, e compativel com ns forcas do the- zenda no valor de l::l)09ti(iti rs.
oeiro. C.omquanlo a recen, 0,wda parti| ., prineira
D,ir-vo<-bei igualmente nma noticia do genero de vista inferior i arrecadado, todava e-*i, diflrrenca
iiuliislrla por que te dislingue cada um los inunici- I na de dcsapparecer como nos annos aulcriorcs pe-
CONSULADO PROVINCIAL.
Laiiraiiicntoda frcijiK'zia de S. Fr. Pedio
Cioticalvfs pata o imposto da dcima,
leilo pelo lancador do consulado pro-
vincial Joao Pedio de Jess da. -Mal-
ta, de confoimidade com a portara
do Sr. administrador da mesa do consu-
lado provincial a I I de agosto do cor-
rento anuo.
ConchisaQ.,
Ilua da Cruz.
Numero J.Viova e leer.irires de .lu.
I! nrique da Silva, um sobrado com orna
deja e tres andares, arrendado por 1:000?
re., iraiee.rianria da dcima.....
dem I.Irmandade do Sandsimo Sicra-
Iclein 10Jeo da Silva Moreira, um lo-
brado eom urna deja e 3 indares, arren-
dado por 1:0005, importancia da d-
cima.............
dem 21Herdeiros de Jos Hamos de
Oliveira, um sobrado de 4 andares com
urna loja, arrendado por 8OO3, imporlan-
cia da decima..........
Idern 23Os me-mo., um sobrado eom
urna loja e 3 andares, arrendado por
750}, importancia da dcima. .
dem 25Joaima Maria de Dios, am so-
brado eom orna luja e 3 andares, aeren-
dado por 7005, imporlancia da de-
cima..............
dem 27Joanna Francisca de Jetut, om
sobrado com nma loja c 3 andares, ar-
rendado por 701);, imporlancia da d-
cima.............
I lem 21Patrimonio de orphaos, sobrado,
dem til Jos da Silva l.oio, um -obelo
roen urna deja e 3 andares, arrendada
por 404, importancia da rieciine. .
I lera 33Herdeiros de Joaqoim Kibelro
Ponles, nm sobrado eom orna loja e 3
andares, arrendado por 000?, importancia
do de. 1111............
dem 35Viova c herdeiros de I.uiz Eloy
Duro, um sobrado com urna hoja e 2
andares avadado por 08>, imporlancia
da dcima...........
Ideen 37Viuva e herdeiros de Jos da
Costa Teixeira, um sobra lo com urna
Inja e 2 anclare', arrendado por 5219,
importancia da dcima......
dem 39Viuva e herdeiros de Manoel
Antonio Cardoso, um sobrado ceeui urna
loja e 2 andares, arrendado por 300},
Importancia da decima.......
dem ilOipella dos Prazeres dos tiifara-
rapes, um sobrado com una loja e 2 ali-
jares, arrendadado por 324$, impurlan-
cia da derima..........
dem 13Manoel <',oncalves da Silva, um
sobrado com 2 dejas e 3 andares, arren-
da lo por 1:1110-, importancia da d-
cima.............
Idin.ilViuva e berteirosde Jos da
Costa Teixeira, um sobrado com urna lu-
fa e 3 andares, arrendado por 1:1100;,
importancia da dcima.......
dem48 Herdeiros de Joaquim Joto de
Htranoa, uen sobrado roen urna loja c 3
andaras, arrendado por 700?, eie'mrtaii-"
cia da licrima..........
dem 49Mauoel Maximimio Guedes, um
s ibrado cora nina loja e 3 andares, arren-
dado por 800J, importancia da decima. .
Idem.5lViuv. de JoSo Vaz de Oliveira,
ora sobrado com nma lija e 3 acedare,
arrendado por SOli;, importancia da di-
rima..... ......,
dem 53Viuva de Jos < ,..nr l\e* Caactaa
um sol:ado rom deja e 4 andares, arren-
dado por 951)1?. importancia da dcima.
'.Ml-OOlll dem 55Ji.ilo Ignacio de Medeiros Hean,
am sobrado com ama loja a 3 andaras,
908000
(^omittimicaDov.
;vo>OiX>
721000
67|900
f.tlNHK)
839000
3
3i;;ooo
818000
IIJ200
7-I60
27JOO0
29?l.rt>
999000
90(000
35000
74000
72JOOO
859500
O DR. ESTELITA E OS EXCLUSI-
VISTAS DE GOIANNA.
O Sr. Dr. Jeronxmo Vilella, nao lindo nenuuma
razAo especial para oslar 1 par dot ne20ci.es de (ioi-
anna, nao te ni -r ni ua cmara dot depulides per- i te re
fcilamente informado acerca deltes. O Sr. impar-
rial applande as palavras do Sr. V Dlla, e prometlc-
nos ama serie de arligos para dem .n-trar-nos qae cr o
Sr. coronel JoSo Joaquim sempre esleve disp ..(o a
terminar em Goianna essa lula inconveniente, cau-
sada por motivos iiisignilicainles.
Tunos poaca v nilade de acompanhar e*se commu-
nlcanle em orna discass.lo actualmente intil e que,
alera do perigo de (ornar-se desagradavel, julgamua
prejudicial. Dizemos Inotil na .1 lu do! ole,
VICTORIA.
lima formario de culpa muciiinte leve lugar em
o da 23 do corren!* na sala vre detli cidade.
Dau r niioi; a calumniosa culpa do Dr. Elidi
dan-.-n de Catiro Alhuquerque.
As S horas .1 a sala se ard iva apiada la para asiis-
tir o acto e admirar o dilo Dr.
I'ez-ie a Icilura ele loto o processo, apenas se co-
nieeoiu, o*espectadores admiradoi de tamanlia en-
jusiera, olliavam como que seolidos pira u Dr. Eli-
di, que rom a maior pulidez, pedindou palavra de-
pois da letlura do processo, pararequerer qea o de-
legado se averie.--o de su-peilo, fez urna orilleante
expisico, quef.i oovidacom o maior applaaso e
Ceem o mais v vo (oslo.
Accusou, e com fados, o t)r. juiz da direito,o de-
legad.!, e o promotor, que presente te adiando, e
eovergonhado, ou tem animo de reipoo se da sala lvre.
A principio vimos bem mal parado o negocio,
porquanto o Dr Elidi, manido de lacios tbidos,
eseaugalliou. como se diz na nossa ierra, as autori-
dades de que f.llei, as quaes si nao poderam de-
fender.
llreve ronlarcmos com minuciotidade lodo esse
negocio ; por ora basta, e ao depuis o reto.
U obsertaior.
O HELATOMO DO EXM. VICE-PRESIDE.NTE
DO CEA KA'.
Timos a vista um exemplar do relalorio eom qui
o vice-presidenle do Ceuta, coronel Joaqoim Uendes
da Cruz Guimsraes, abriu a tessau ordinaria da as-
sembla provincial daquella provincia no correnle
anno.
I.emos essa pe;a oflicitl e devemot confetsar que,
de todos ot relalorio. que lomos li tu daquella pro-
vincia, he etle sem reentra lee.ui o mais completo e
mais acabado ; o rr.aii prrl'eilo Irabald que he pot-
sivel fazer-se na expsita do movimenlo adminis-
trativo.
Ainda qoe breve e conciso, nem por isto delxa
elle de apresenlar de um modo claro e preciso
vida iuleira ela provincia sob a relar.lc do poder go-
vernau'itlal : commercio e navegajao, agricultura e
colonesac.leo, inttrcirrolo p ruliu, admrnitlrae;ao di jos-
tica, obras publicas, e-lalisia, eslabelecimenloi de
beneliceucia, emlin lodis as necessidades da provin-
cia Inram mu bem aalodadea e 10 iat mais ou menos
aitenid.es na razAee elos recursos ele que poda dispor
o goveruo provincial.
Porem o que mais seria altane,!* Ihe mereca, -e-
(nndo ell 111'-1110 ronf --.1, e I ri'ci-nlo .-.; deixl
ver pela expeesirAo mais mmuciosi que fez, he a par
tlv .1 1:1 minali lado da provincia.
Com clleilo para esse ramo do servir., publico he
que devem converger de preferencia a allencAo e os
esforcis da auliredade superior ; a proterr^lo e a ga-
ranta dos direilo* devem ser a primeiro, seuAo a
onica metsAo do governo ; lem ellas 11A0 te pode
en.nter a b.irmonii das relacdet sociaes, e no estado
de perlorbacAo que iiecessariamenle eleve entilo rei-
nar, nao he possitcl comnrehender-se a emliiaeAo,
nem teas inmenso! beuelicios.
Eslas duas cien lic,oes esseneiars da exsleiiria so
. porque
as pessoas lano de (ioianna como de fura, qoe lo- leial, recoiibecilas cecino um dogma por lodos os co-
mam interesse pela poltica dissa comarca, eslo tuf-
digot, eram lili di Igum modo depreciadas, de sor
le que davam logar a que pr.unidamente se desen-
volvessem os elementos da chrmn.bda le.
u Os agentes do lorio, am la nao transpozeram o circulo da clsase
baixa e ignorante. Oolro sim nAo deveis eutr* mis
lictenlemenle Informadas ; e acliando-e na cadelra
presidcocial e na dlreccAo da polica dous funeciona-
1 io- que conliecein os negocios de Goianna, 11,10 na-
trinios a esperane;s infundada de esclarecer o gover-
no, nem de tirar proveilo dot nossos argot. Nelles,
para explicar ruiicenienlemenle aseoutu de (ioianna,
seriamos odrigadusa entrar em pormenores odiosos
que, posto prejadiqoem unstot adversario*,muebe 1104
repugnen. neldos precnnceilos, e fabas ideias sobre a honra e
Aceitamos a mIu.ii.o de (ioianna le I qual a acha- pudonnr pe'ioal, os quaes 11A0 poderam ser ainda ra
ios. Ainda nao chegou o lempo em que os nossos diralmeule destruidos da nossa popularlo pelo tn
beiro de Fariat teja devedor de quanlia a"lgurna"ao
sr. Jos Bapti-ta, assim como qne o balando da caita
que o Sr. Jote Baptista diz ser de stn cotilo, e lin-
io, he muito menos.
_ Sei que etta minha declararlo vai exacerbar as
iras do .r. Jus Baptista, e ettou convencido que me
responder com algum insulto, eu porem me apresto
em sunilicac-lheqoe nao Ihe responder!, poii que
Itfo (eiibo lempo pira me oecupur desias quesICcs ;
cerlo de que muilo. obrigado ihe ficarei se me der oc-
casiAo de provar o que digo em juno 1 01.eme ele,
onde provavelmente te ventilara a questao que pre-
sentemente o Sr. Jos Haplida {pleitea com a Sr.'
noli do finado Anlouio Baptista Ribeiro da Ferias.
Recife 30 de agosto de 1857.
C. C. Campello
F'allariamosi ao justo reeouheeimeolo, se nao ti-
zessemos cliegsr ao conhecimenlo do publico, a ma-
neira urbana e civatlera rom qae porloa-te o lllui.
Sr. lente Jos Cunegundes da Silva, nesla cidadi
da Victoria, nos poucos dias qoe entre nos residi ;
(iveiiMii a sati-rirao de termos a V. S. nesla cidute
onido ao corpo do destacamento, e qua corara ni-
el.va as pracaiqae diziim leipeitu ao sea curpo : o
jubilo e reeouheeimeolo issallou-noi q-jando live-
mos essa feliz nova, e corno de faelo realisou le, e
us na posse de V. S. jolgamo-no. felizes; nln he
qnandu nov) deliberac,ao do poder competeule re-
solveo a relinda de V. S. para acapitil, e ueste
estado conilrilava-not, quando vamos nao ioder
gozarmos por mais teinpu n preienc,! do V. S.,
resliudo-nos nicamente as recurdai;oei de tuas bel-
las qualidadei e maneint delicada!, cujo aaracler
o desiingue como honrado oflicial do corpo a qoe
perlence.
Queiri o Illm. Sr. lenle Cuneguodei, aceitar as
nossas ncordices e lembranc.as, de que jamis nos
esquecer, e o felicitamos, deiejanJo-lhe augmentas
de i enturas e felicidades.
Sao tupponha V. S. ter etta a lingaagem da li-
sonja, valo os poucos dias qae entre nos residi ; e
a prova tubeja para confirmarmos o nusso reeouhe-
cimenlu, he que V. S. j lem hihilado entre neis,
aleen desla occusilo, ni qualidade de oftHil do des-
tacamento, firmando cida vez mais as bellas qualida-
desdeV. S.
Somos de V. S. reconhecidoi veneradora!.
Cidade da Victoria 15 de agotlo de 1857.
Cupia.Segunda via em 6|de agoslo de 1857 Es-
tavam impretsai as armn porlugoezai. Consulado
de Portugal em Pcrnambuco. Habililacao n. 197.
Fi^o saber qae Antonio Alves Barbos'a, til leu de
Cirio Alve Barbosa e de Margarida Alve Barbosa,
natural da eidade do Porlo, viudo para o Britil pela
primeira vez em 1812, e pela atgunda vea em 1824
no o Ventura Feliz, he tubdilo de S. M. Fideliiii-
ma, como comprovou pelo documento que existe 110
archivo desle consolado. Pcrnambuco 3 de dezem-
bro de 1832. Signan : idade 28 anuo*, citado ca-
sado, estatura ordinaria, rabillot castanhos, oihot
zoes, testa regular, nariz, bocea, queixo, barba cer-
rada, roslo, cor, siguaes pirliculares. Juao llenri-
qaea I ernira, cnsul. Por ordim, Pedro Baplisla
Moreira. Eslava o sello do consulado dai |irmai
porluguezas.Asignatura.Conforma com o origi-
nal que me foi presente pira re lu/.ir a publica for-
ma que o recunheco verdadeiro de que don f. ao
eiaal me reporto. Recife 29 de agostu de 1857.
Subscrevo e assigno.Em (esiemunho de virdade, o
labeliao publico l.oiz da Costa Porto Carreiro.
CopiaJuiz de ouvedona. Justificar -Ao.Ju-li-
ficaiin Antonio Alve Barbosa.O escrivAo Hego.
Anno do nassimeulo da Nooao Senhor Jess Chriito
de 1832, aos 3 de dezembro do dito auno, nesla cidi-
de do Recife, pelo justificante Antonio Alvet Birbo-
sa me foi entregue ama soa petic.Ao para justificar o
conteudo nelbi deipachada pelo tenlior deiembar-
gador oavidor geni do eivel Tibuicio Valeriano da
Selva lavare, e a inim de.lribuidor Antonio Correa
Cabra!, por isto aceilei e preparei e he a que aa le-
gue.Joi Francisco do Hego Rangel, escriv-io inte-
rino o escrevi.
Diz Antonio Alve Barbosa, que elle qutr justifi-
car neste joizn o segrale :
Qae o justificante he oitoral da cidade do Porto,
eveio pira esla ent.de em 1818, e relirou-si ouln
vez desla provipcia para Porlu-jal em 1821.
Queja no lira de 1824 loinoo para esla cidade,
aoode te lem conservado al o preseule, e por isso lae
slrangeiro.
Pede a V. S., Sr. Dr. ouvidor geral do civel ad-
mita o justificante a justificar o deduzido, e jalgado
por sentenca se Ihe d a propri 1. fi-ando o Iratladu
no rarlorio. Distribuida e-la.E R. Me.
Distribuida, jasiifique. Recife 29 de novembro
de 1832.Silva lavare*.
A H nigil as folhas em 29 da novembro de 1K32.
Cabrel.
Aiaenlida.
Aos 3 de dezembro de 1832, nesta cidade do Re-
cife, em meueicriplorio pelo luquiridor do juizo An-
tonio Correia Cabnl, furam inquiridas a perguula-
das is lesiemunli.es que se seguem, e fiz este termo.
Jote Francisco do Be^o Rangel, escrivAo interino o
escrevi.
Francisco Marlint Barbo, braneota, solteiro, mora-
dor nesla cida.ie, que vive de negocio. o darte 27
annos, leslemuuha jurada aot Sanlut Evangellrus em
que poz a roao, c promelteu dizer a verdade, e do
costme disse nada. E perguntado pelo cantead
na peticAo do juslificanie Antonio Alves flerbo'a,
disse que tibe por ver qua o juslifi da eidade do Porlo, e que veio para esla ridade era
I8I8, e que se relirou para Portugal em 182I. e qoe
era 11S24 toruou para esia cidade, londoe lem con-
servado al o presente, e man nao diese e iisiignua
com u inqairidur, Jus Francisco do It-go Hiii.-.|,
eicrivAo iiiteiinu o escievi.-Cabral.Francisco Mar-
lint Barbosa.
Jofl 1 Antonio da S raa, branro, solleiro, morador
nesla cielaile, que vive de neeocio, d idade 25 re-
nos, leslemunlia jurada aot Santoa Evanbel'ios em
qoe poz a mAu e prometleu dizer verdadi e do cus-
lurae dase r.yda E perguntado pelo roaleOdo na
pelirAo do juslificaule. desse que aabe per ver e ter
publico que o jusl fie inte he natiire. 01 ridade d.
Porlo, e veio pira esla eilade crr'*'". e que em
1821 loruoo para a diada do Por", aonde esleve, e
-
.
-
i
i
rur.urar a causa do crime senAee no exceito perigoto 1 que no lim 1824 lornoa para o-' cidade, aonda
le bebidas espcriloeesas, nos liad.tus fumstns de tra-
tar a faca illiarga e o b.camarle ao hombro, noi
lem conservada al o present e ""'s nada disse e
assignau com o ioquiridor.,,e Francisco do llego
Rangel, c.crivao inlcrino o "crevi.Cabral. Jueo
Antonio de Seeuza.
Seraphim Pereira da F-'sefa Baslos, branro, ca-
sado, morador nesla eide-e. que vive de negocios,
de idade 24 anuos, |esi Evaogeldot, o prometi "MC verdade e do coslumn
adversarios, sutlocandu os seus Morichal, 1101 permu-
ta 111 raudilica-la. Para apressar essa poca, he rae-
Ihor mesmo Dio discutir os motivos de nossas desin-
lelligencias. .N.lo davidamos eipo-lus em uccasiao
mais npporluna. Entretanto partirnos do prsenle,
e preferimos ocenpar-nos das occorrenrias actuaes
disa imporlanle romirea.
lie presentemente delegado juiz municipal de I (aisle* abWlV{OM recusaiii soeieda !e o vadoto cm- \ Pierio, e no fim de
(joieiina o Sr. Dr. BtleKia, Bala raagislrado, pelos curso da exrmplaricdade sobre o animo da popula- aonde se lera conserv o < prseme, e m
acoulecimentos das allimst iletcoes, vio-se enllocado I Calo, c a fall 1 da Pirca publica sutlicimte, a qual com disse e assignou cena inquirnlor. Jos Franrisen
em urna siluacio balada, e por ronsegmute natural- a tua presenca nas diversas localidades loma notoria do Reg Kiigel, creAo interino o e*rrevi.__Cabnl
mente imparcial, no meio dos grupos que e dedalem \ e palpavel a ae{Xo da patela ; reu-.ii telas essas cau- Seraphim p-*^la I-oii.ee. Mistos,
eml'.oiiiina. Elle,vendo-se re lutido a s"pmr-sc dos' sas, senliores, e lereis era loda a laz o estado da Antonio s-io*"* ferreira. pardo, solleiro mo-
lalo b 1 i 01 e regenerador da civili*aiAo.
11 Ajunlai a essas causas o deleito de algamat an-
in! ed s polieiart, o corso ain la nAn perfeilo e re-
gular da jusliji enlre mi', a iuterinidade qua*i per- j disse nada. E pergoi''0 Plo comeado na petirAo
inanenle, em que por circumtancias excepciunaes! elo jutficaiile, Deiiaas| lein jazido a a lininislrar;Ao da Justina, a beiievulen-1 cante he natural de cid?e do P.-rt., e qUe veio para
do trib-inaesjudiriarios, os qua.s por suis coas- esta eidade em 1818, q_"e em IS2I volloii para o
.
''"' I. "' *"""" Pan o
ie .LI lornciii para esta eidade "
erv-oaie o pT,,et,t t mals ,,,,
1
me p erli tarn, era p
nha a nenhuma das duas parritlidades de Guianni ;
masera tamb-ne o horaem de quem por esascir-
eucnslanci.es o governo devia laucar inAo para nm car-
go qne elle 11A0 quera confiar a nenhoin parti-
dario.
C-emo poltico, n.li dovi lamnt que o Sr. E lelila
pona ler mentis deteitot. Como juiz municipal, se
alguma recusa existe era seu desabono, nos ale boje
.u lo prolumlii na analjse de milliaret de cir'nras- con o inqniri ler Jos Franrisro^'.'' e '"noli
lancias, que concorre para a exi-tencia dos farlot as;rivJo interino o escrevi.Ctb-al\. .B0 V&*'
En- uraa tarefs scmelliante lie preciso se 11A0 urna calve Ferreira. fjniomo (jon-
h>nga pralica adinini-traleva, ao menees nm lalmlo Certifico que pelo juslificanie foi j,
superiur, una bat.ilidade rara e urna eomprelien.ao mais leslemulhas. Recife 3 de rfezeraln?
faclima. Km '* de crdale. Jrji.Fi-aneisc
>Ao ceeiiliecemos o vire-presidente do CearH, o
Sr. Joaqeeirn Mendei da Crur (iumarAes p.ra aven-
."o nlo dava
"Nle 1832
"^ Kego
Rangel,
Certifico que deve pigar de ello estes ,-rv.,
11A0 condecemos um sii aclee d elle que nao seja reg- turar Um juizo aceres de sua uluslracSo ; apeoaiia- rs. Itecife 3 de ileienDo de 1812.-Em fT
lar, 00 snmmamoiite honroso ; e, apezar do odio pro- hemos que 0 secretario daquella provincia, o Dr. dale.Jos Franrveo du Hego Itangel., ^r-
vivelmenle injoslodc om oo outro partidario, mullo Francisco de Aiaojo Barros, be um dos mofis mais Eslava o sello das ames imperiaeiccm a verbas,
davidamos que o Sr. K'tupffkcU ou Imparrial scjl' nlellisentes e illoslrados.qae leem sabido das nnssaj guinli : .Numtfo 12'.Pagoa 110 r?. cje sallo. Rvl

ILEGIVEL


.- -.
.




eife 3 de duembro da 183. Ferraba Guirna-
nat.
Conctalo.
Aos 3 de deiembro de 1832 nenia cidaJe ilo Re-
cua lar-o t(es auto condn ao Sinlior deaemhar-
gaaor OTidor geral do eitel Tiboreio Valeriano da
Suva lavare, e fit eale termo.Jos Francisco do
Reiro Rangel, eacrivlto interino o escrevi.
Hei por justificado o deduzido na peticlo a vialn
doi depoimenloi das leiteinnnha,. Pague' o iustifi-
canle as cuitas ex-caui, e d-aa-llie inslrumenlo,
- alia, e d<-se-lhea propria na forma requerida, para
della asar conforme Ihe convicr, ficando o frailado
lio cartrio.Recita 3 de riezembro de 1832,__Ti-
burcio Valeriano da Silva lavares.
I'ablicacjio.
Ao 3 de deiembro de 18.12, neita cidade do Re-
eife, em publica audiencia que razia oaenhor deem-
bargador. ouvidor geral do civel Tibureio Valeriano
da Silva Tavares, pelo dito ministro ful puhlica.i. a
.^Tn'fi0' efiZ -e"e ttrmo- ~io' F'-ci.codo
?\ R e,cr,vao "lerino o escrevi
I\ada mais se cootinha em dita entrica de jmtffi-
PSjfi copuda, qoe eu Manoel Antonio Cwlho
a hveira, escrivao do crime e civel, alabelliAo po-
blioo do judicial e notas desta eida I ernatnbuco por S. M I. a C, qua Dos guarde etc.,
Dein e delinete fi copiar do proprio original que
me ro apresenlado, quo palo reconhecer verdadeiro
* C i '"nP0',enl vicio algum, esem cousa que do-
vida fac,a, do que don fe, conferida e concertada na
forma do eslylo, e a preiente vi por mim subscripta
a aisignada em, publico e rtxo de que oto neila ci-
dade do,Recire de Peroambuco, aos 5 dial do mei
de dezembro de 1832 annos Fu escrever e assignei.
Em testemonho de verdade, o labelliao publica
Mahoel Antonio Coellio de Oliveira. E comiso, Jo3o
Francisco Begis.
Esta' conforme.Consulado de Portugal em Ftr-
narobuco, aos 6 de agnMo de 18.57O empregado
do consulado porluguez, Pedro Baptista Moreira.
Eslava o sello do consolido da armas poriuguaass.
Eitavam as t Tolhas de papel em que se acha es-
cripia o presente documento, rubricad com a ru-
bricaMoreira.
Eila' conrorme com o original que me foi prsenle
para reduzr a publica forma, que reconhero ver-
dadeiro, ao qual me reporlo.r-Recife de Peroam-
buco de agosto de 1857.Subscievo e asigno.
fcm lestemu.iho de verdade, o labelliao publico, Loiz
da Lala Porto Carrelro.
Copia. N abaiio aaaigaados allealamo, e
endo uecesaario jvraremo ao Santos Evangelhos
era como Autnnio Alve Barbosa lie porluguez, nas-
cl.lo na cidade do Porto chegado a esta cidade pela
aecuuda vez oos fin do anno de 1821, viodo na ga-
lera \ entura Feliz ; h. o qua podemos aluciar.
Kecire 3 de dezembro de 1832. Caelaoo Pereira
Oonijalvo da Cunh>.Manoel onjalves da Silva.
Josr Ramos de Oliveira. Anlooio Marque da
Cosa soares.Jos Ignacio* d Cmara.Joaquim
Jos* de Amoriro.Joo Maria Seve.
Reconheco verdaderos os sele ,ignaes retro, do
que don fe.Rcife i de deiembru de 1832.Esla-
va o aignal publico.Em lesleinunlio de verdade, o
labelliao publico Manoel Antonio Coelho de Oliveira.
E mis se nao continlia em dito n abaiip ai-
si^nados. e reconlieciroenlo, que eu Manoel Antonio
Coellio de Oliveira, tahelliao publico do judicial e
uolas, ejerivao do geral na crime e civel nesta elda-
de do Recife da provincia de Pemambueo e seu ter-
mo, pela regencia em nome d Senhor D. Pedro II
Imperador constitucional etc., bem e fielmente lii
copiar do proprio original, que me ro apreenlado,
aoqual me repodo, e don fo por reconhecer verda-
deiro e em vicio algum, e a preiente vai sem cousa
que doyida raja, eonrerida e concertada oa rorma
do eslylo. por mim subscripta e aarignada em pu-
blico e razo Jos meas seguinles signaee deque uso
uesta cidade do Recire de Pernambuco, aos 5 da de-
zembro do anno do n.iscimenlo de Nosso S i-h >r Je-
ss (.tirulo de 1832, II- da independencia e do im-
perio do Brasil. Fiz escrever e a maabt deverdede. o labelliao publico ManoelAnlo-
uo Coellio de Oliveira. E comigo, Jo3o Francisco
Regia.
Eit conforme.Consolado de Portugal em Per-
nambuco, aos (j de agosto de Ic57. O empregado
do mesmo consulado, Pedro Baplisla Moreira.
Certifico que ao etilas as copias fiis dos docu-
mentos eiistentes no archivo deste consulado, de que
raz meicao e a que se rerere a petic. retro de Can-
dido rhomaz Pereira Dulra.Consulado de Portu-
gal em Pernambuco, de aguato de 1857. Jos
Henriqoes Ferreira, eonsul.
Eslava o sello do eomulado das armas porlogne-
za. Eslava a foloa do p:ipel em qoe se ada es-
cnpio o presente documento, rubricada coin a ru-
brica Moreira.
Conrorme com o original qoe me ro presente
para reduzr a publica forma que o reconhero vr-
Udeiro de que dou f, aoqual me reporto.Recire
iJ de agosto do 1857.Subsorevo e assigno.Em
leafernnnho de verdade, o labelliao oublico, I.uiz da
Costa Porto-Carreiro.
DIARIO DI PERNAMBUCO QUARTA FKIRA 2 DE SETEMBRO DE 1857
SKnri
OS SARAOS.
lie justo qne a. provincia, p*ra a qual sin redisi-
dos lo los os oCorreios de Pars, bons oa mos, co-
nlleva urna vez por todas, um ponco a physiononiia
dos salOes de Paria durante o invern, e nao os ad-
mire man, como lem feito al aqoi, alravez dos ne-
voeiro dauradoi da illu'A >.
Convmqueem seus sonhos, ella deixe de cons-
truir caslello de opala e de crv.lal, onde ao tom de
tim;i msica divina, njmphts semi-nuas, dansam ao
doce ctarSo de mil alampadas de alabastro, ao pssso
que mancebos, bellos.como Anlinous, as emba,m
em seus bracos rnbuslos e gracioios. A provincia vai
conhecer as iiymphas, os Anlioous, os palacios de
eryslal. '
Cada maravilha ler' a sua vez ; aegoiremos urna
ordem, talvez nao eeja a nico nem a melhor ; po-
ram he nossa e ha quanlo nos basta.
i saraos do hotel de ville.
bnlra-se as 10 lionas na carruagem, qoe vai collo-
car-se em linha na barreira dos Bons-hoin-n (mes
mo deparlamenlol a duas legoas do hotel de vdle. A
orna hora da msnhfla ja se lem vollado, trazeudo-te
sempie os ps gelados, algamas vete o naiiz, quas'
lempre unra e outra coosa. Mas a compensacao lie
soberba.
Na escada enconlram-se flores, o eolio arrebatador
de urna baronera allemaa, o pesclo de cvsne de
urna ingleza e dianle de dez saloes. O nrimeiro
encrnalo, o segundo encarnado, o lercero encar-
nada.
Em(im, ainda qoando fossem zoes, seria absolu-
lameute a mesma cousa ; vos nao entrareis em nen-
hum delle. He urna matsa impanetravel.
O forles consegutm chegar al o meio do primei-
ro salao. llalli elles veem apparecer e desapparecer,
subir e descer em cadencia um parde dragn., urna
eabeja calva, um nariz exquisito, um tocado de mao
gosto. He o baile. De qoem he est mosica delicio-
R Ua Slrauss. Obrigado, SrlE as cinco horas da
manhaa volla- para a casa cheo de admiraeflo e
coberlo de cera.
Os sara'os dos altos funecionario.
Seus palacios nao sAostao palacios como lie o Ho-
tel de Villa ; mai as camelias sao em igual quan-
tidade de cada lado da esradaria. Ua o mesmo es-
plendor musal ; as mosmas espadn allaroaes, o
mesrao eolio de cysne que assomam dianle de vos.
O'ianlaaomeslre-sila, ei-lo senladoem Irenle da
cliamm com ana larga Illa vermelha. Apena sois
anuonciaio' elle d.i Ires pastos para vos saudar, or-
ri por um prociso tradiicional, que vem de Necker
e vai recatando lomar oulra vez o seu lunar na cba-
min. esle modo ellese coze a fo2i lento al de
manhaa. Em su mina, o mesmos i.pos, que se ve-
em no Hotel do Ville, se transportara para os bailes
dos olios fiiiirc"iiaro.
Elles sao iniariaveis : esses Ivpoi gyram pooco
mus oa menos sobre o mesmo nmero de ejempla-
res. Mu aqu e r .in alli ; lica-se admralo d.s
coulrasles que urna i e mesma causa poda produ-
zir. K
As-iiii ve-ao lado om do oilro :
A rara belleza da mnlheres rica ;
A rara baldada das mnlhere ricas ;
Os bracos graciosos de joven que lem
500,UO francos de dol.
O p gigaoleo da que nao fariam disculpar
cinco milliors de dol.
A mais bellas espadoas do mondo.
O hombros mais mirra los do oniverso.
Cinturas idaes.
Deformidades fabulosas.
. Alem disto, tada um pergnnta a si mesmo, se ha
alguma cousa de mal iovejavel, de mai bello de
que ease hornero poltico coberlo de con lecoracoes,
de pen0ese.dM neja., e que com ura justo orgu-
Iho pasaea de osla em rala.
. Se ha alBuma coma de mai triste, de mais peno-
so do que esa humeen cheio da peiuis.dislinccoes e
con tecorac, qu- buceja em em divn, esperando
cuiu impaciencia pelo inumeuto, em que ba de vol-
lar para a tasa rom a sua golla, seu aboirecimenlo,
o sus indigettoos.
Em nmmi, no baile dos alio funceionaiios, os
aparadores 9,1o abundantes, variado, eiquisilos, e
a ordiestra he de ama nolavel aupariorldade. Oueni
a dirige f Mr. Slrans<.
Os saraos da embaiada lurca.
>era-se neiies :
Muilos Polnezes ;
Moilos Ru-sos ;
Bastantes Franceses ;
Inlinito Allcm.'ies ;
Tmaquanlidade de Italianos ;
lirandisiimo numere de Ingleze,
Nem am Torco!
D proprio erabaisador he rrdinariamenlfl Ijteso 00
Slavo.
Os saraos dramtico*.
Cstas especies .le eari-a bastardos, que nflo de-
vem confundir-se com os do hotel Caslellane e de
aUuinas ooiras grandes casa, onde se perpetuara as
iraaic,oe de noua bella lilleratora, comceam a do-
minar um ronco mais. O encarregado rialle, he
irdinanamenle um protector meio e.clareddo da
arie leudo vmuo ao moudo com gotos de actor.
Sua felioi lade consiste em fazer representar come-
dias. Sacrilir |r mezes do ootono em preparar
um proverbio microscpico para ser representad
no invern entro dous bslcoes.
Nesle proverbio,,* eomn.ommenle um chele
de divisao, qoe veste u mal a forda, qoe faz r,r
a morrer seo creado em p na porta do aalo ; um
aldidodeembauadaqoeera como ama cereia ao
entregar urna carta a urna rica hardalrae rica her-
de-ra que ncm Ir.inula caDtar em publico la mo-
dioha.
E ouve-se morrar na salaicSaspessoasdaalla so-
ciedade he que sebem representar a comia!Deo no:
livre desemellianlcs actores! He destn gaiolinlias
dramticas que de lempos a lempos fogem es.es lin-
dos periquilos, que vemoi eslrear em dossos grandes
IheMrot.
Uur,.nle algans mezes este pequeos phenoma-
nos sao sustentados por seus aonostos Mecenas de la-
va amaiellas ; depois urna linda manhaa morrem
da pevide por lerjtm comido grande porcAo de con-
feilos.
Na ha msica nesUs especias de sanios ; inlo e
danaa lio pouco : mas de sempre Slrauas entretanto
<|ueni dirige a orcheslra.
Os saro'os da iiiliiiii.l.ii;"n.
L'ma veze se diz : he a ppinilo >, oulras vezes:
a he o inleretse que governa o inundo. I Nao he in-
leiramenle nsaim. He o inedo que aoverna o mun-
do. Um exemplo sobre mil, o vai provar.
l.'ni jornalla, por mediocre que ja, l|m a >ua
disposIcAo o humens das lellrai e das arles. Uenesla
mullida,i trmula, que elle nao s fisga o peiioal de
seos coovidados, roa tambera lodos os artista desti-
nados a divertir, e alegrar leu povo durante cinco
ou seis horas. Oaer elle por ventura um actor do
Palais-Royal, das Varele, do Vaodevllle, da Ope-
ra ou mesmo do Franjis > Hasta quere-lo ; o Sr. he I
servido loso a servido gralis.
Em eoa aeraos se represenlsra' gratuitamente um
vaudeville, orna comedia, urna opera cmica. Nao
ha colisa qua teja demasiadamente boa para sua al-
}'" 0UB artista ousaria recusar 1 Recusar e o fo-
llielim e o re follielim '. e o deos-folheUm J o
carrasco folhelim ? Vi om desles saraos de iiiliml-
da^ao reunir niaior numero de celebridad*, nao su
de artistas como de espectadores, do que jamis njo
lem podido reuoir um director das Bellas Arles. Era
para ver esses infelizes corrgrem apezar da chuva
Ira e da nev que cahta ; velo andar de luar em
lugar, para moslrarem seu rusto azulado ao dono da
casa, afim de que esle nao pozesse em duvida a sua
preienca.
Co dia, om deste lyranneles da imprenta, pprle
o sceplro tmplumado. Algutis da depois, o mpru-
denle da'ym sara'o. (Jao prova(ilo I Nnguem veio
a elle ; foi urna disercaj geral. Straoss diriga a or-
cheslra.
Os sara'os do arrabalde Saint Germain.
Aquellos qoe USO lera visto a grandes e aristo-
crticas reuni- das ras de Silo Domingos, da U-
niversidade, da lirenelle e todas as ras de alto nnt-
cimenlu que Ibes ficam viainh, n.1o conhecem a
ranea elegante, olemne rica. All ludo he gran-
de e serio como o passido. O aloes, a lingoagem, as
naneiras lembram sera orgulho o esplendor de Lora
.\m. sao o ullimos raosdo sj| de Vers.-.ilhes. A
historio da Franta revive nos deseen lente, daquelles
que uiuslraram as sua. pagina mais bdlai.
U marquez de Siiul Simn, m ,| .,, ,ie Sevign
se vollassem ao mundo, ,e julgariam ainda no meio
de seus bravos e espritu-sos Contemporneos. To-
rillo ouvido alfiuina. v.zes queisarem-se de diiTicul-
dade de ser urna pessoa admillida ne.les sara'os,
quando ella no lem am velho nomo nem auihen-
iieo, nem ama illuslraco impunente para cumiar ao
ouvido exigente do criado que aiinonea.
Desde o dia em que Mr. Bulby foi a'corle, nio
houvemais corte : Lula XIV tnr.nou se Mr. Capel
desde o dia em que os descendente de Me. Bailly
fossem, por ejemplo, em cesa de Mr. Moulmoren-N,
Mr. rte Morenry uAo se chamara mais, senao Boii-
chard-le-li.nbu, e seus sira'os n.lo seriara mais se-
ra s, mais im clubs. Es.a gente nobre do arrabal-
de de Saint-erman se diverle sem vos; lende ilia-
nidade, diverli-vos sem ella. E he lempre Mr.
Slrauss que dirige na mesma note e a mesma hora
todas as orcheslras do arrabal le de Sainl-erman.
0-- sara'os seceos.
Os sara os seceos sao nssim chamados por que nao
se serve nellea de nenhumj especie de refrescos.
slrauss, ele.
O rcrreicoseSo vantajoaamenle labsliloi 'o nele
jara os por desenhos e gravur.s rallas com agua for-
te, os quaes passam de mao em mao, al meia noite.
hin algn os conviva divertem-s em tirar prov.s
photogr.plucas da la, o que obriga a leras ianella
aberla., pur quatro ou cinco gra'o abaiso de zero.
Os sara'os do algoz.
O convite he reilo para a pessoa apresentar sa a's
8 horas da noite ; ah dveile se sob o s\eilln do
jurara.nlo, d bailla-se a em piesenra das' leslemn-
nhas, e a s dez hora, o chele dos convidados se
descobre e diz : Em rainha alma e consciencia. pe-
ranle Dos e peraute os homens, isim, esle sara'o he
criminoso.
F. a multidSo consternada relra-e a's dez horas e
meia repetindo : i sara'o do tlgoc s.lo condem-
nadns a morle.
Ha o De. Slrauss, qiem diiige a oicheslra.
Os sara'os verde:.
devem esle nome a er pruduzida pelo fri
respeilo para a jerarchia Procurar vinle vaude-
villislas elidiendo os copos a vinle vaudevilli.las ;
proeurai vinle romanc.tas dizeudo a oulros violes
romaoclslas : a Os senhore qurem ser\ir-se de
una empatia de Usado (ordo, ou de empada de pre-
sunto '.' a
llopois deste banquete, onde I.ucullo (cria experi-
mentado mais de urna sorpreza ; Aoacreoote nao
Uvera lamentado seu caldo magro ; o proprio Bril-
lal-Savariii (eria aaudado sem Inveja o pruaresso de
urna orle, cojos preceilos elle lrsr;oii com tanto es-
pirilo ; oii,la linalmenle leria eiclaraado : v Animo !
nioilo bem, meas fillio
Depois do janlar comecoa o baile.
Asfitliam a ete baile qustro mil pessoas, o que se
acreditara tacilmenle sabendn-se que oitocenlas car-
ruagem estacionavim m porta. Oitocenlas carrua-
gens !
Conlain-se milagrea do bom goslo e da dislinrcao
das damas convidadas para o baile dos cozinheiiot.
De ha muito lempo sabe-se qaa olho eseicido nflo
se deve ler para dl.lingir em Paris urna mulher
Muda de cndilo secundaria, que traja bem, de urna
linda mulher da alta sociedade.
No Jardim do Invern o dlscernimento o mais
sublil neslis sortes de observando, leria completa-
mente falhado nessa noite. Erara grupos de mnlhe-
res encantadoras percorrendo de brac.ocm es seus
cavalleiro, essa poelicas alteas do Jardim do In-
vern, que lazem sonhar o co das Aniillias e as flo-
resta da Australia.
Os aspiro harmouiosos de redovre iam fazar
estremecer o ramos roboslos do piuheiro de Nor-
folk ; ao passo qua os volantes das rpidas bailari-
nas ac/jutavam de passagera as laminas horieonlaes
da p .lu" ia, desse avental colossal, chamado na
propria India o aveulal dos elephanle.
L'ma fesla somenl poder igualar a do Jardim do
Invern, he a que darao logo a seus cantaradas os
cnzinheiros convidados outro dia.
He Mr. Slrauss que diriga a orcheslra do baile dos
cozinheiros.
i Pretu.)
:$-.- Ms
PRACA DO RECIFEI.DE SETEMBRO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colarocs ofliciae.
hrete para o Canal para t.rdens30i e j d) por lo-
neladas.
Cambio sobre Londres28 GO d|v.
'"' """*8' presidenle inleriuu.
L.Dubourcq Jnior, secretarlo inleriiju.
premio.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d, a'IK) d.
c Paris, 36 rs. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|(j da descoolo.
Ae(3o do banco 50 por ceuto de dividendo por con
ta do vendedor.
tr a compauhia de Beberibe 60S000 por aci;ao
couipaiiliia Per^ainbucaua ao par.
t Ulilidade Publica, 30 por cento de
t Indeiunisadora. 61 ideca.
a d- estrada da ferro 20 por 0|0 IJiscmilo de lellras, de W a 10 por cento.
Acensa do Banco, 40 a 15 de premio.
Ouro.Or-;as hespanholas. 29J5O0
Moeda de 6000 velhas ....
o 6ci00 novas ....
4C0O0.......
Prata.PalacOes brasileiros......
Peso columnarics.....,
mexicanos......
osorn
163000
16cOII0
JCOO
2C0O
2>IHK)
1i-860
Caixa.Filial io Banco do
Brasil
EM "il DE AGOSTO DE 1857
Directores da seniaua os sentiores : -Joao
Pinto de Lutnos o Aulouio Marques do Amo-
rim.
A caixa dcsrotila !ettrs a ti por cento ao
anuo, a loma dinheiro a premio de conlor-
mtdade com os seus estatutos.
Elle
sobre o ros1 dos convidados. Receian lo-se quo elles
siniam excessivo caior, nao se cuida em acender fu-
go, e as chamines hota-se rdre em lugar de le-
nha. Ptinguein dama sobre um volrao.
O" bous sara'os.
Se o arrabalde de de Saint Cermain lem o privi-
legio do sara'o solemues, o bairro de Sao Lzaro e
a L,liau'ee d'Atiln lem o dos bous sara'o. O. es-
codos inlelligealea saben, receber ; e como o p.azcr
nflo precisa de um documento de nobreza para ser
praier, perdoa-se a esses pobres lanqueiro sua
ra.lencia em foyer dos bello s.UJes, onde elle
vo recehem, e das encanlador.is disirarroes que
vosoaerecem diiiante urna nuite inleira. Samuel
Bernardo nflo leria lalvel, como oulrura, simplici-
dade de emprestar milhes a' monarchia para qoe
fosse saudado por seu soberano Dosjardioa de M irlx;
mas elle compra agora quadros ans pinloies, livr'os
aos escriptores, e'ollenles moveja aua anislas, e de-
pois Ibes diz ; Vinde lomar cha no meio de voslU
obras primas, vinle dansar dianle de vossos pro-
ductos.
O sara'os dos grandes banqiieiro 3o realmente
as expoelfSea mais fecundas e m-is vanadas das ma-
ravillas da nossa industria e das noss ai le. Agora
derramai sobre o lapele desles saldes rouHieres alva
e bellas pela calma e longos ocios, c nao lereis mais a
fazer senao ajanlar a ludo isto a msica de Slruss psra
ler urna idea pou;o mais ou menos completa do
bons sara os de Paria.
Os sara'os de eompresflo.
Assim se chamara os sara'os em que se convidam
seiscenlaa pesaoa para ae reunirem, em um saijo
folio para coirier vinle e cinco quando mallo. Qoe
acontece J qoe desde o vigsimo sesto convidado al
completa seiscentus, lodos os qu vo chcgand.i ti-;
cam na antesala e ser vem do conha ao que esla' na
rrentee ao que fiea alraz. Nada se *, nada se ou-
ve, nada se bebe, mas em compensarlo cada om suf-
foca su vizinho que lambem ocfogapor sua vez.
He urna coinpressflo mutua. No fina de .loa. horas
de aemelhanle aperln, um hoinem forle, dilatan.lo-
ae, pode fozer mover o pista, de nina locomotiva.
Dalu o nome de ar.i'o.dc eom|)rea-a dado a es-
sas reuniOe que proceden, csseucialnienle da mec-
nica.
lie sempre Slrauss qumi dirige a orcheslra.
O sara'o d.s cozinheiros.
Paris soffren um dia da semana urna crise gastro-
nmica das mais sensiveis e das mais originaes, e que
por mais .le um titulo merece o mais bello lugar en.
nosto Crrelo di Paris.
A grandesca>as de pasto di Pilis Boyal e dos
arrabal le s respondiam per nieias palavriis an es.
lomag s\fie prncuravam um bom janlar. Aqui pe-
dia-se urna perdiz reeheada, e Iraiia-ia urna airaia
lula em msiilPi-a ordinaria ; alli (i|icilava-e om
lingaado normanjo, Ir^/.ia-se com vergonlia batatas.
Donde vinha esla profoiida perlurhar;ilii na lista'' qoe
signilicava esta revolutflo na coznha ".'
Eis-aqai :
He no Jardim do Invern, como se sabe, que as
eorporaces paricienses (em por cosame reunir se
par foslej.r sen padroeim, ou celebrar algum gran-
de anniversaiio.
Ora. esses ltimos dia, os ro/inheiroi da maiore
caas. hospedavim sen. collegas no J irdim do Inver-
n. Davam ora magnlfleo aarn'o, janlar c baile, ana
beneficio dos orphltoa de sua eorp .raeflo.
Oamp'.llrxe-seran Mr. Migueau, que nom-
pre leslinado !chefo dos f.riios .Lis loiiheri-s.
Mr. Perrcch >u, elide das cozinhas do holel-Mea-
rice.
M. Emilio Bernard, subi pratito e e.criplor no
lavel em sua arle, autor e'limadode nm tratado gaa-
Irotion.iro, que lera o tan nome. Diz naajd, como ie diz Carme a Vallar : Mr. Bernari,
senao estamos em erro, lie igualmente condecido pe-
la inmortal sopa de cebla a> de Ires saborea sijoa
que merecis a pilma- em um concuo culinario,
celebre nos foslos da grande cuzinha.
O presidente deste memorando banquete, dad.-.e
no Jardim do Invern a 21 do co-rctile, era Mr.
Vergardin.
Em o numero dos principies convivas, devomos
citar era priraeiro logar o cliefo dos Provenaos :
Mr. Sanglois, chefo de cozuha de Mr. Defflem,o
nome nflo menos celebre de |t>. Daebene e lo-
dos o dieres de eozinh i< das embaiada..
Era um congresso gaslrmiomic que tinba glorias
iguaes a do Tallyran.l, Metlrroich e dos Neslro-
les. E porque nao '.'
Cumpre renunciar o intento de exprimir com sim- I
pie palavras a artq exquisita, com qu esse jinlar
eslava preparado, segundo airmaiii. Na borda de
cada ura pralo, acrescenia urna lesiemunha verdica,
Screvese embaito de cada pagina de Racne : Bel-
. pathelicn, hai monio.ao, sublime !
E cora effeilo que meslres recebiam oulros mes-
tres !
Nm, que lem ti um respeilo redecirlo por esfos
grandes e verdadeirosarlilas. niio licamo sorpren-
d? ,tb" '" cornhero de Mr. de Roths-
ohild gaoha ojaMro mil francos por mez, oo quiiren-
A e mo rail francos por anno em casa de sen illus-
Ire amo !
] O coinhern de Mr. de Relhaehild ara do nnmero
dos convivas, a.sim cerno Mr. Mellra, ess'o.itro b-llo
genio da e'pecialidade.
Cmmluo em fanal foi applaudido om enlhu-
siasmo ; no. rren.e foi pedido por tres vezes, e sem-
p-e dignnu-se rrapparceer.
A tmiravam-se dous tropheos na paredes do es-I
plendi lo aallo, onda o jantar era servido.
Oprlmairo Irnplieo or nina resplanderente pa- !
noplia de faca e Instrumento de aozinha, firmada '
pela aogenhoaa habllidada de Mr.Sabaiier.
O sesundo Iropheo era composlo deses moldes de
cobre, nos quaes se dio as mas e golea eaaaa mil I
forma piltorescas, que vflo despertar a admirai-Ho '
do olho, antes de lisnngear a bocea. O autor desse |
quadro plstico era Mr. Trotter.
Qaarenla cozinheiros, de grande gala, com veste
brancas, avental branco, espadira ao lado, linhain a
felicidade de servir seus illa.ires collegas. Quejbello
AI.IA.NDEGA.
Rendimeiilo ,1o dia 1..... &356f*aS
Uescarregam boje 2 de setembro.
I alacho nglezl'erseverancmercadorias.
Barca inglezaSsphoidem.
Bngue loglezTalbotbaealbao.
Bntiie nglezLord Alihorplachas cierro.
Escuna nollaudeaTerce Korndiason me.callo-
nas.
Dale nacionallnvencivelaeneos do paiz.
MOVIMENTO DA ALFANDEUA.
Voluiiies entrados o.tn fozendas .... 197
" com geniros .... 4^3
Total
Volumes saludos com fozendas
com gneros
682
297
6T7
:
3:7399351
207-5112
Total y
IMPORTACA'O.
Patacho inglez.iKaloolab viudo At llalfax, con-
signado a Saundera Brolher t C, manif.slou o se-
guale :
1,645 barricas c I j caixas bacalb.io ; aos consig- 1
nal nos. I
Hiite nacional aCorreio do Norleo viudo do Assu,
consignado a C. C. da Costa Moreira, maiiiloluu o
seguale :
150 alqacires al ; a ordem.
CONSULADO ERAL.
Rcudimenli. do dia 1 ... .
DIVERSAS PROVINCIAS.
I.cndimento do da I.....
'uwIv'-im E -aPORTACAO PELA ESA
I u^Sf^S0 "F''IA CIDADE NO DIA
1. DE SETBMBrtO DE 18.7.
HavreBngue francez Parahiba, N. O. Biiber
tX 1^.. l,(i(H) courns salgados.
Ca,l'i,l7:!,,r'sue '"*'" le"'tl. Saunders Drolhera A
.., i,uu aceus sssucar mascavado.
U.,.""r^al8cllu ''"3'ez .Onlxsore., Palou Nash &
la., titlt) saceos atsucar inascavado.
Rioda I'ralall.gue portagaer.al.aia III., Isaac.
Lum (,., 100 barricas a.-sucar mascavado.
Uontavido- -Barca hespanhola ChristiuaB, Kallar
i\ Uliveira, 2U pi.as agurdenle.
EXPOIlTAgAO'.
Muntevid,., escuna ingleza lindel, de 291 tone-
lada., cunduziuo eegaiatt : 1,650 barricas e 160
molaedilaa com 11,077 arrobas e SI libras de assu-
car, ao pipas eaebaee.
Falmoolh pela Paraliiba, brigoe foancez Para-
hibao, de 3.10 toneladas, condoli o seguate :
i,MI coaros salgados.
RECEBtDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeolo do dia 1 ... 7-3O>7
CONSULADO PROVINCIAL. "
Rendiinento do dial..... 1:89!S700
deste lermo o escravo crioulo de nome I.uiz,
natural da comarca do Liinoeiro, tle dado
do 25 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos rarapiiihos, olltos pretos, nariz cha-
to, bocea glande, barba pouca, picada t?e
bfxiga, preso nessa cidade ordem ilo mes-
mo delegado, n.) dia 3 do Janeiro dn cor-
rcnle auno, nendo avallado na quanlia do
1:200; pelo que chama-so a todas as pes-
soas que tiverem direito 110 referido escravo,
para que dentro de 60 das, contados da pu-
b|icai;ao tiesto, apresentem ua collectoria da
dila cidade sua justicar;3o de dominio a
qual ser* produzida porante o juizo muuici-
pal desso lermo, e lindo o praxo menciona-
do sor arrematado em basta publica, a por-
ta do mesmo Sr. collector, precedendo-se
annuncio do dia o hora em que houver do
ter lugar dita arremetat;3o, publicando-se
este edttal pela imprensa, e onde mais con-
vter. -Collectoria provincial do municipio
de '..otanna 30 de julho de 1857.O egcrivOo
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lins
dos (.uiuiarli.'s I'eixoto.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O coi.selho administrativo lem de comprar
o seguinte :
Para o 2.- balallio de nfanlaria.
Hollanda para forro, covados 50.
4 batalhlo de arlilharia.
Casemira carmezim, covados 7 ; hullanda
pera forro, covados 25.
8.- batalhiJode infantaria.
Caldoiras .'e ferro para 100 pracas*; di-
las para 56 ditas 3 ; jogo debalancas, com
os pesus at ama arroba 1.
9."batalh3o.
Grvalas 35; hollanda para forro, cova-
dos 50.
lO.'batalbo.
Panno mescladocr de cal, covados 81 ;
dito dito azul, covados 54 ; casemira encar-
nada, covatlus 16; hollanda para rorro co-
vados 126.
Companhia de artfices.
Hollanda para forro, covados 16.
Companhia de cavalUria.
Arreiossingclos 23
Obras do hospital regim-siital.
Cal, alqueires 100 ; areia. canoas 10 ; la-
boas de louro ae ssoalho, duzias 2
Aimazem do almoxanfa lo do arsenal.
Seccante, arroba 1 carvilo depedr8, (ro-
neladaa is ; lenijea de latBo com o peso do
11 a 12 libras cada um 0 ; ramo de lato
n. S, arrobas 2 ; Caisas et.m 16 a 18 pollegn-
das 2 ; ditas de ditos e I a 20 ditas 2; ditas
ditas de II n 12 ditas 2; chapa grande de
ierro para ofog.lodo quertel dos menores 1 ;
trave de conslrucc.3o da iti palmos 1 ; dita
de dita de 32 palmosl ; encharocs d.' quali-
dadel2; tahuas de louro do assoalbo de 1*
a 16 pullegadas de largura, duzios 20.
Qu. m quizer vender, aprsente as suas
pronosias em carta fecada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 9 de setembro
prximo futuro.
Sala da.ssessOes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal do guerra,
31 do agosto de 1857 Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Caruio, vogal o secretario.
o Um. Sr. capitao do porto manda fa-
zer publico, que foi encontrada urna canoa
deconduccilo de arcia, ou lijlo, tundeada
em (rente do becco do Noronha, sem a nu-
mcracao o ma'c s competentes, foi pois re-
colluda a deposito no arsenal de marinha,
lendo de ser entregue a quera legitiraamen-
to mostrar perlencer-lhe. Capitana do por-
to de Pernambuco, em 31 do agosto de 1857.
-O secretario, A'exandro P.oirigues dos
Anjos.
- Pola administ-aefo do consulado pro-
vincial se declara que a aircmatagao dos 3
cavallos an-nunciados pelo edital de 14 do
corronto.ter lugar no da 2 de setembro pr-
ximo vtndouio, na portada mesma repart-
cao, as 10 horas do referido dia. Mesa do
consulado provincial 31 de agosto do 1857,
Iheodoro Machado Freir Pereira da Silva.
seguir para a Baha com muila brevidade,
por ler parte ilo seu enrregamento promp. ;
psra o resto, trata-se com o seu consgnala-
rio Antonio I.uiz deCliveira Azevedo, ra
ta Cruz n. 1.
Hio de
Para
o K.10 d aneiro
, segu com toda a brevidade a muito veleira
e bem construida barca nacional Yaya ; para
carga e passageiros, trala-se com o capilSo
ua prueba, ou na ra da Cadeia do Hccife n. 2
&bl''m\& 0 pone.
Navios entrado no da 31.
Araealy 9daa, biate nacional oliivencivel. de
.lo toneladas, mesire Joaqun) Jos da Silveira
eqotpaem i. carga variogenero ; a Martn &
Irralus. Paaaageiro, Austrequiliano Uranciaco
bampaio, Mauoel Jos Harlloa, Loiz Gontaca de
Menrzea Dia, Luii Tlicinoleo Birra.
Liverpool46 das, barca inelexa til.anca.lria,.. de
2.1b toneladas, capilao I. Flood, equipagem 16,
cama razenda ; a F, Brothers. Perlonce a I 1-
verponl.
Navio sabidos no me-mo dia.
hV ",HrV 2!Di,"r'I "C-re,n capi-
1..0 L. E. Alel, de 280loncladaa com 8 pessoa,
cirga asaticar. '
Va'P,r^*,nrB"" '">'" Roberl J.nes.o capitn
llavid lliomar, carga assucar.
g8
--- Aclr-se nasublelegacia da reguezia
tle S. Antonio do ReciTe, um cavallo velbo e
muito magro, que foi achado vagando pelas
ras dcsta freguezia, o por isso est em de-
P'sito: quem fo-scu "erlaleiiodono, ius-
tilican.lo, llio ser entregue.-Villaca, sub-
delegado supplenle
Pela sul) Jelogacia da freguezia de S.
Antonio do Recire foi recolliido a casa dr
.JetencSo.um preto que dizcliamar-so Vctor,
crioulo, eser escravo do Dr. Manoel Cav,l-
canti, que eslava fugido ha 2 para 3 mezes,
da casa de seu senhor: quera forsen dono,
justificando ueste juizo Ihe s-r entregue
O lll-n. Sr. inspector da thesouraria
provincial man ta fazer publico, que do dia
2 dn correte em diaiite pagam-se os orde-
nados o mais despetas pronnciaes, vencidas
ateo ultimo de agosto prximo (indo. Se-
cretaria da Iht'sourarfa provincial de Per-
nambuco t. do setembro de 18570 secre-
tario, Antonio Ferreira 1 a Aununciacao.
rectora cls obras mi-
litares
Prccisa-se retelhar c oaiar o quartel da
f)rllczado lirnm, bem como as respectivas
ptisOes: quen: deste trabalh.) so quizer cn-
carregar por empreitada, pode comparecer
ne O Illm. Sr. inspector da ttiesouraria
provincial, em cumprimento da resoluciio ta
junta ta fizenda manda fazer publiro, que
a irrematacHo da illuminaQo publica da ci-
tlade de Goianna, foi transfer la para o dia
10 de setembro prximo vindouro.
E para constar se manlou aflixaro presen-
te o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 27 tic agosto de 1857.O secre-
tario, A. K. da AnnunciaQilo.
''.Sr. collnctor das rendas provlnciaes
to municipio de Goianna faz saber que em o
dia de boje Ihe foi entregue pelo delegado
Pcrnambiwana
A diraetfa convida ao Sr. aceJonialaa de aceoes
da nova einissao, a realisa.em a sua ultima entrada
de 40 por rento, alio dia 15 do corrcnle rae; de
elembro, p dendo uesa occasio rrceber pur torca
dos r.cibos em -ou poder as respectiva, anol cas
no escriplor.o do Sr. viuva Ainonra J Filboa.
. TIIIUTRODKS. ISABEL.
O artista dramtico Germano Francisco de
Wivcira, lem a honra de annunciar aores-
pe.tavel publico, que acaba de contratar
com o governo da provincia a emproza do
thealro de Santa Isabel, devendo dar come-
?o as representacOes dramticas no dia 7 do
prximo mez de setembro.
Os senhores que prctenderem camarotes
ducadctraspodetn dirigir-se so escriptorin
ao Iheatro, que desde ja,se achara abeitas
as assignaturas, sob as con li?0es seguintes :
As assignaturas serSo feitas por 12 ou 21
por cento sobre o total da sua importancia
qIC.'ra pas" a(iiil!1,'l!:l i s segunda* te-
r.it) 10 por cento de descont com a oicsma
con In.ao
Os senhores assignantes tero sempre a
prcierencia a seus camarotes ou cadeirasem
todos ib espectculos que se eren no thea-
trn de.Santa Isabel, seja do que genero for,
cora tanto quesejam del.aixo da direccao do
actual emprezario
Os espectculos gerfio sempre variados de
dramas, comedias, vaudovilles e forcas, obri-
gando-seo emyrezario a apresentar durante
os tres primetros mezoa, a saber setembro,
oiilul.ro e novembro nove pecas novas anda
nnt. representatlas ueste thealro.
o emprezario, qu lanos favores deve ao
I Ilustrado itablico peniatnbuca.io, favores
que elle reconhece scr.im devidos. n3o ao
seu merccimeiito ou talento artstico, mas
sim asumnta bondade, eanimo pro eclor
que altamento caracterisi o mesno publico,
espera mais ohter toda a sua co djuvacao e
apoio sera o que baldados scro tojos os seus
bons desejos e esfbrcos.
(abnete ptico
AWDAMHimiU
Odincter deste salao, participa a seus
tllustres ,-rotectore.s, que ten. f iV, para esla
semana uma agradavcl exposicSo de vistas
das niel Dores e mais importantes, que lem
feito ate hoje, todas novas.
(.ucrra d.J Oriente.
i .a O Ihoatro ta guerra da Russia.
2.a Oa alliadis bombardean lo Bonibar-
suud.
" A sanguinolenta batalba do Kupatoria,
.. Parlamentario entre os llus.os e allta-
dcs em I'.; roes.
5 A nao Iranceza balcndo-so com uma
ingleza', aunde seacham derrotadas.
6. Vista geral de Jerusalem. grande ran-
da !e.
7.a O Monte Calvario.
8. Os Marlyrts da F, que morreram por
Jcsus Gbrislo.
9.' Vi-ta ue Argel.
I0. castillo de Milu-, em Voneza etc. etc.
11." NapoleSo II!, ea rainha Victoria de
carroagem, a pass arcm grande gala em
l'ari.
12.. O grande c maravilhoso palacio de
beilas-artea em Londres
13 Vista geral da barra, representando
seis rortalezas aon.lo os Americanos querem-
seassenhorar dell-i.
I*. l.uzerno capital do GantHo tle Suissa.
15. A praca de Gibraltar uma das mais
lories tio mundo.
10. A rilado de Shkolms na Suissa.
17." A cidade de Franklord na Allemanha.
18." Napoleflo I, botando o oculo em
Dente da Gathedral de Mil3o.
O salao estara aberto das 7 at as 11 da
noile. F.ntrada 500 reis.
REAL
AVISO.
A professora abaixo assignada scientiflca
aos pas de familias residentes na cidade e
tora della, que recebe em sua aula no pri-
i metro andar do sobrado n. 26, ua ra estrel-
la to Rosario n. \(, meninas como pensio-
ustas, meio pensionistas e nSo pensionis-
as, para ensinar a ler, escrever, contar, o a
jrammatica da lingua nncional ; assim co-
mo a toda e qualquer serte de costura, Ia-
yrtnthos, mi.rcas, bordados de 13a. se la e
comptaiihia de paquetea
inglezes a vapor.
Ale o da 2 de aelembro espera-se da Europa um
do vapore desta companhia, o qual. depoi da de-
mora do costurar;, seguir para o Rio de Janeiro,
locando na II......, : para pausasen, etc., lrala-se
com o aconte Adamsou Iloxvie & C., ra do Tra-
pche-^ovo u. 52.
^icaracu
Segu al o dia 10 de setembro vindouro
o patacho Kmulaq5o: para carga e passagei-
ros, trati-se com o capitao, ou no escrlpto-
notle Manoel Goncalvcs da Silva, na ra da
Gsdeta do Uecie.
Para o Gear e
Maranhao
O patacho Anua s recebe carga at ter<;a-
fetra, e salte impreterivelmente na quinta :
os senhores carregadores quo ainda nSo
mandaran) para o trapiche a carga que fal-
pirain, quetram faze lo em lempo Tambera
S" Pssageros: a tratar com Tassc
ques Mafra"1"" 'p,Ul0 nn,iSO "enri-
Para o Aracaty,
segu com brevidade o hiate BxbalacSo, re-
cebe carga o passageiros : a tratar com Cae-
Uno Gyrtaco da i.o>la Moreira, na ra da
Cadeta do llecife n. 2.
I**ra Ae;>raca\
vai sabir nistes das, o hiate Correio do Nor-
recebe carga: a tratar com Caetano Cy-
" da Gadeia do Recife
te.
1 i.i.'.i da G. a!., na ra
II. 2.
s
,j
I.KII.AO' UK VIMIOS.
Quarta-fpira, 2 do corrento, pelas II horas
da manhaa, o agente Pestaa far leilflo de
22 barris de quarto cora vinho do Porto,!
pipae5qiurlolas de dito, marca AMO, por
ordem do Sr. Juilo Pitit. Regs de Souza, e
por conta de quera pertencer, no armazem
to Sr. Manoel da Silva Saalos, ra do Atno-
iitn. a
Leilm de fazen-
(\8 tDgleZ'ris o frmce3s.
arroca & Castro farSo leilito, por inler-
vencSo do agento Pestaa, do um completo
sortimento de fazendas inglezas e france-
zas, li.upas e avariadas, todas apropriadas
lo mercado, e recentemonte despachadas t
quinla-feira, 3 do crrente/ as II horas da
manh5a, em seu armazem na ra da Cadeia.
- O agente Rorja, de ordem do Kxra. Sr.
Dr. juiz especial do cornmercio, a reqtieri-
mento dos depositarios e procuradores lis
caes da massa fallida do I) Candida Maria
da Silva Lima, viuva de Dellino Gonr^alves
Pereira Lima, far leilSO em seu armazem,
na ra do Collegio n. 15, de 40t) caicas com
sabiTo, perlenctute a dita massa : sexta-fei-
ra, i do crrente, as II horas da raaifhaa.

0 S
Electrcidade.
da munliia a's o da "tarde .
Cadeia do Recite n. 15, nrimeiro
3
::-
ra d
andar.
OO
-t*
3

PROVINCIA.
O Sr. tliesoiaeno das loteras manda
fazer publico, que esto expostos a ven-
oro, tape'caria, o'a diversas tuaU.'ladesdel ^a* lotos os dias, no pavimento terreo da
llores de 15a, ludo em pouco tempo e com ca$a ^a riia ^a Aurora n. 2(i, das 9|>oru.s
perfeigHo, afiangando-lhes o bom tratamen- da manl.ua as 9 da noit.:, bilhetes mpifts
to,todoozclo ecuidado.-Maria Martmia- eqaarto., da ultima parte dTS %.
mr.:.....1..___:____:____1. n_____
a de Campos e Oliveira
Troca.
Troca-se um priraeiro andar na ra das
Laraogeiras, por outro que convenha, no
bairro do Santo Antonia.: quem pretender,
anuncie.
An;t.
Na ra das Larangeiras n. 1*, priraeiro
andar, precisa-se de uma ama que engom-
me e cozinhc, para uma pessoa ; paga-se
bem.
Vende-se um berco moderno : na ra
do lirum, segunda casa passando o chafariz
n 12C.
--- Vende-se um carro ae 4 rodas e um
boi do mesmo carro : na ra da Praia, ta-
berna n. 27, na travessa do Carioca.
lOGaOOO de gralificatjSo
a quem pegar o escravo crioulo de nome
l.ourcncu, i lade 25 annos, cujo escravo foi
comprado a Diogo Soares Carneiro de Albu-
querque, morador no engenho Ramos, co-
marca de Pao d'Alho, o escravo tem os sig-
naesseguintes: cor prea, rosto comprido,
secco do corpo, om urna cicatriz na testa,
proveniente de uma cacetada, que levou no
Pao d'Alho, tem um? das peroas mais Gna
do que a outra, e na mesma perna tem urna
cicatriz proienieute de uraa go.nma : o a- ten coranrlTTv^TJ?. I"1'0* ,nn?"
baixo assienado roca as autoridades noli. ??""!?".*0' {,venJc-se tanto em porcSo
baixo assignado roga as autoridades poli-
ciacs.ou capilics de campo,ou qualquer pes-
soa do povo que o pegar, dirtja-se a rui l)i-
reita n. 3, cujo escravo est fugido desdo o
dia 30 de abril do coirente atino.
Jos da l'onseca Silva.
A pessoa que xnnunciou precisar de
600# sob hypotbeca de um escravo, dirija-se
a esta typngraphi, que so dir quem quer.
Jos Ferreira da Silva, caixeiro do Sr.
Antonio Ferreira Lima, de boje em diante
assigna-se por Jos Ferreira da Silva lava-
res, por ha ver nesta prac.a pessoas do pri-
meiri.'iiomi cima
Deseja-se alugar uma casa terrea, pe-
quea, com quintal e cacimba, em una boa
ra, e que nao esceda de 12a rs. mon quem quizer appareca na ruaUellan. 11, da-
se algumas luvas.
offerece-se um hornera pra adminis-
trador de qualquer um engenho nesta co-
marca, ou lora della, que tem bastante pra-
ttca, e da nanga a sua conducta : quem pre-
cisar, dirija-se a ra das Flores n. 8.
--- Quem precisar de um caixeiro para
cobranca, dando lia lor a sua conducta, di-
rija-se a ra te Santa Cecilia n. 10.
Na nadara da ra tos Pescadores pre-
cisa se de dous trabalhaiores de masseira :
paga-se bem, agradando os seus tribalhos.
Compra-s" um habito deChristo de bri-
Ihantes. com coroa do imoerio : quem o ti-
ver, dirija-s ao convento do Carmo, a tratar
como livi. provineial do mesmo.
Em resposta a declaracSo fetta no Dia-
rio e Liberal de hoje pelo Sr. C. G Gampet-
lo, que vindo, talvez de encommenda, tomar
parte em urna qooatlo, para que nao foi
cliamatlo, bem n)ost.ra o inleresse, que nella
lem, e ns ligacs que enlretinha com o -
nado Antonio Baptista Kibeiro de Farias.vem
signilicar-lhe o abaixo assignado, que em
juizo corapctcnle provar o enorme debito,
porque he credor do seu finado sobrinho
Ant,.nio Baplista, e que nSo ser a declara-
Cao doSr. Campello em juizo ou Pora delle,
que fara por em duvi.ia o direito do abaixo
lo. pois que ninguern ignora que
ella helaosspeita, coraoseri ado p opr a m )> Tar.Ho ZZTL T* '
devedorj assim coma o abaixo assignado* Sa Bo^-VisU n ?0P g "^
leml.raaoSr. Campe.lo queosWOors. por
elle r cbidos do Sr. Francisco Xavier de 0-
Applicam-sec!io(|ues c banhos electri
tos, e recebein-se encotiiinendas de clia
pas eleclro-muclicais, propria para a cu- --vy,..
ra radical das nflatninacOes no libado, no co ''"0
estomago, no tero e a'sthma (011 pttxa-
ncntO', liCCOeS nraticas di marrnpfiamn
anima ml.^-.i i 1n,B(ine1"8mo mam ancas uh porco : quem o achar, leve-o
animal, mineral e vegetal das 11 horas ao dito engenho, ou na ra do Itangln. 6t.
UH lilil) lilil a S .1 1 :i l-.i-. ,. .. -I-
liveira, e500s rs. recobidos dos Srs. Oliveira
a Marques, que pcrtcncen ao mesmo abaixo
assignado, ainda nao chegaram as m3os
deste, nem foram crediUdos em parte al-
guma tle sui escripturac/10, pelo queem oc-
casio competente o abaixo assignado se en-
tender com o Sr. Campello, e para issu he
de esperar, que ent3o Ihe sobre algum lem-
po. Hccife 1 de s tembro de 1857.-Jos
Baptista P.ibeiro de Farias.
1N0 dia 20 para i de agosto, desap-
pareceu do engenho Gaipio, um quartao
rucopeJrez, muito talludo, capatlo, pesco-
qo lino, cabega bastinte comprida, e mais
escuro do quo o corpo, ancas muito curtas e
derreadas, quaJris espadaudos ao que cha-
mam ancas de porco : quem o achar, leve-o
que o Sr. Domingos Josr Pe-
mIvcs deixon desde boje de ser
nterestado em sua loia de fazendas
^l0^
4i.
."l
a a i^ilia.
0 bem conhecido hiate Livragao pretende
s^ocied ule
E Pur urilein do Sr. prcidenle aviao a^
Sr. ocios que liaveri se.u urtliiiaria, no
tla I d 1 rirr.'iilt, ao |alarais da ra da
'Pi p,a'a- primeiro secielari, Antunio
Das de Pinna Juimr.
() .abaixo assignado faz Sciente ao
corpo do Cornmercio, e a rpiem nteres-
sar possa
reir (io.
do em sua loja tle fazendas, sita
na ra to Queimado n. 7, icando por is-
so extiiicta a lirina* de Goncjalves & Perci-
aa, e era vigor a do proprietario abaixo
assignado. O mesmo abaixo assignado
aproveita a occasia, para agradecer ao
Sr. Pereira os bous servi.oj quelite pres-
tara emquanto eeve era sua casa.Jos
lioticiilvcs Villa-Verde.
O abaixo assignado faz publico, rpte
denle o dia .11 de agosto deixon de ser in-
terecsado na loja de fitzendas d Sr. Jos
i'.oncalves Villa-Verde, sita na 1 ua do
Queimado 11. 7, c aproveita a occasia
para Ihe agradecer o bom [ral 1 ment que
receben durante o tempo que esteve em
sua loja.
Domingos Jos Pereira Goncalvcs.
Recife ~1 de agosto de 1837.
Ku abaixo assignado deixei di ser cai-
xeiro da casa le Southall Mellois & G. desde
o da I. do setembro de 1857, por intriga de
11.11 companheiro, e tambera o seu palrSo
ter maltratado no publico, perante alguraas
pessoas : esle foi o motivo.
Claudio Firmtno tle Jess Malta
Aluga-se pelo totopo da festa um sitio
na Torre, a beira do rio, com os commodos
sullieientes para familia, carro, cavallo, pre-
los, etc. : na ra dos Piros, junto a caixa
d'agua.
- Compra-seas instrucgOesde cavallari-i
em uso no ex ic.o brasileiro : na livraria
ns. 6 e 8 da praqa da Independencia.
Cid 1 i ti ict ni.
No pateo da Matriz, ni loja do cera da
frente azul, foi vendida a sorle de 2.000;000
n'um bilhete n. 922 da quarta parte da se-
gunda lotera a beneficio do hospital Pedro
II, extrahi Ja a 22 de agosto do presente : a j _
pessoa quecomprou o dito bilhete podera que o Sr. Jos Baptista me nao pode ptivar
vtr receber na mesma casa. po- sua propria aulori lade lo arree dar c
CIDADE FlI flP.TfiHA n,luidar F pertencer a met lilho. de
Uiuai/Jj ir VlblUIilA quera oU a nica heidetra, cahendo-iho
NO Pateo da MMtnz, na loja de cera da somenlo o direito de propor as aceoes?
rrente azul estao expostos a venda bilhetes Ihe compelirir., rara que se verifique se"
de trias as loteras da provincia, e pagan com ell.-iio he credor, e da que quat a. Vu
se todas as sortes que sahirem nos bilhetes lilho tinha milita probi lade el, lasas sua"
que forera vendidos na lefen la casa. transaccOes devem constar de seus litros, e
Uma pessi.a sul.cientemenlc habilita-! nao estou rjsolvi la a reconhecer o Sr. Jos
da lerece-se para dar licoes de desenlio llaptisti como ere lor, sem que exhibas
auem do seu prestnno se quizer utilizar dei-1 competentes proras : desejo ver esle neg-
Upographia co veni.ih Ja, e posto que desval la e pobre
Lotera
DA
Provincia.
AOS 5:000* 2:000S e 1:0003.
Os abaixo assignados te n exposto a venda
na sua loja dp aterro da Boa-Vista n. 56 A,
os seus muito afoitunados bilhetes da ulti-
ma parle da sexta lotera do Gymnasio, a
qual cerr no da 5 de setembro, cujos bi-
lhetes ilo garantidos pelos mesmos abaixo
asigtu.do :
Bilhetes 6-3000 recebe 5:Ono
Meios 3-)000 a 2:500t
Quartos 13500 1:250
Na mesma loja cima, vendem-se a dinhei-
a vista, da quanlia de loo/ rs. para cima
pelos presos :
Bilhete 53500 recebe 5:0004
M'-IOS 23750 2:5U03
Quartos Ip375 1:250,3
Jos Joaquim da Silva Guimaries & C
--- Jos Goncalvcs dos Reis o Jos de Sou-
za Vieirs, fazera sciente a esta praca, o a-
onde mais convicr, que elles tem contralado
entre si uma sociedade de comprar e vender
generes, que lem de principiar do I o da se-
tembro viudouio, debiixo da firma Reis &
Vioira. Parahiba do norte 18 de agoslo de
1837.
Oa'oaixo assignado., sendo credor do
hna lo Antonio Baptista Ribeiro de Fari, por
uma quanlia talvez. superior 18:000.3 rs.,
faz sciente a lolos es devedores do mesmo
hnado, que nfui pagnem quanlia alguma a
sua mf.i e herdeira I). Alaria Jos da Annun-
cia^ao Baptista, ou a seu bastante procura-
dor: porquanto ludo o que por ventura po-
do perlencer a heranea daquello fallecido,
talvez nao chegue para o pagamento do a-
baixoassigoado ; aquelles que de outra sor-
te procederera, fjcam i-xposlos a repelireai
0 pagamento. Recife 2* do agosto de 1857
Jos Baptista Ribeiro de Farla.
Gro. resposta ao annuncio do Sr. Jos
Baptista Ribeiro de Paria, e para que o meu
silencio niio seja tomado, como consent-
mente ao que contera no referido annuncio,
declaro, que ignoro se meu filho o finado
Antoni j Baptista Ribeiro de Faria era deve-
lor ao Sr. Jos Baptista d 1 quanlia de .
18:000/rs., ou de outra qualquer, que os
livrost papis de dito meu filho licaram em
poder doSr. Jos Baptista, e aiiua me nao
vieram as mos, apezar de haver judicial-
mente requer lo a sua entrega, assim como
metra da primeira do Gvmnasio Pernam-
bucano, cujas rodas nndam no dia de
setembro. Thesouraria das loteras 29
de agosto de 1857.Jos Januario Alves
daMaia, escrivo.
Aos pas de familia.
Vendem-se caixinhas com 50 libras de
baealbao novo, chegado ltimamente, a
7s000acai\a: no caes da alandega, ar-
mazem de Tasso IrmSos.
I>-se dinheiro a premio com peuho-
res: no pateo da Asscmbla n. 12, segundo
andar
..""" Precisa-so de uma ama que n3o tenha
lilho, e que satba cozinhar, engommar e fa-
zer o servteo diario de casa de um hornera
casado sera hlhos : no pateo do Paraizo, na
seguirlo andar do sobrado que volla para a
ra da Roda. v
. FelicieSaumer retira-se para a Franca
CARHE DO SIRIW
Aterro da !5o,- ista n, 8.
lie chegado a este estabelecimento a ver-
dadetra carne do sertao, ja muito conheci-
i pelos fregaezes que em outro* annos
Como a relaliio.
Prccisa-se do um caixeiro de 14 a 16
annos, o que seja de boa conducta : na ra
das Cruzes n. 20.
A pessoa que lera penhores em poder
do abaixo assignado, baja de os vir resgalar
ateo dia 3 do corrente, do contrario serSo
vendidos para seu pagamente
- Aluga-se um sitio muito grande, perto
da praca, com muitas arvores de fructo,
urna grande baixa para capim.casa de viven-
cia assobradada, Muito grande, e cora mui-
los coa.modos, casas para escravos e feilor,
estribara, 2 cocheras: quem o quizer alu-
gar. dirtja-se a esta typograhia, que se dir
quem o aluga.
Antonio JoSo Alves retira-se para Por-
tugal, a tratar de sua saude.
-Traspassam-so as chives do armaz2m da
ra da Cruz n. 15 : a tratar no mesmo ar-
mazem.
--- Va ra da Cadeia de Santo Antonio n.
7, aluga-se um moleque perfeito cozinhei-
ro, para casa estrangeira com preferencia.
Quem annunciou querer comprar
uma taberna nos arrrbaldes da cidade, din-
ja-se aos Afogados ra dos Pocos n. 20
O Sr. do engonno Coelhas, de Seri-
niiaem, a quem fugio o escravo Jos, queira
mandara sta typographia, a negocio que
Ihe diz respeito.
--- Jos Ferreira dos Santos CamiohaYai
a Europa.
Quem precisar de uma ama para cozi-
nliar ou engommar, dirja-se a ra da Praia
de Santa Rita n. 22, segunlo andar.
Offerece-se uma mulher muito capaz
para dirigir e fazer mais algum servico de
uu,a casa de pouca Tamilia : quem precisar,
dirij-se a B. Vista, ra da Concedo n. 2.
t Precisa-se de um caixeiro que tenha
boa conducta, pira tomar conta de uma ta-
berna por balanco, e que tenha pralica da
mesma: piratratar.no patecdo Terco u.
12, das 6 as 9 horas da manliSa, e das i as 6
da tarde.
Precisa-se de uma preta captiva que
faca todo servido de uma casa de pouca ra-
no aterro
deste jornal para ser roeurado.
Offerece-se para serv r em casa de se-
nlinra casa.la, por mdica iecom.ensa, urna i
parda de 20 annos de i lade quem a preljiu-'
der, annuncio por este l)iar> r-1" r*j
curado.
- i---------- -, ... [..."i..,
procurarei defender a boina, e, boa reputa-
Q3o, deque sempre gozou dito tucu lilho,
Jtecife 27 de rosto de 1857
ja**n TOS di Annuuciacao Bantjsta
Precisa-se de ura bom forneiro A'
ra da Seoiala Velha n. 9* lrneiro na
Precisa-se de uma ama forra ou os-
crava : narui inreita n. 26.
~- Wa padana da ra do Gotovello n. 31,
aa-se bom ordenado e com pouco trabalho a
uma pessoa que tome conla de uma fregne-
zta de pSo bem perto da mesma, e para esle
Iim se exige bom eomoorlamento.
A pessoa que declarou no Diario de 31
de agosto deste anno, que precisa da quan-
lia de 20O3OOO a juros, e que rivpolhecava
oara isso um escravo ; haja de ap'parecer na
ra Diretta n.86, para tratar o que cima he
referido.
Lotera
DA
provincia.
Aos 5:0*009 2:0003 e 1:00o.
O abaixo assignado tem exposto a venda
os seus felizes bilhetes, meios e quartos da
ultima parte da sexta, e primeira da primei-
ra lotera do Gymnasio Peroambucano, na
ra da Cadeia do Recife n. *5, o na praca da
Independencia ns, 4. 37 e 39 :
Bilhetes 6a000 recebe 5.000a
Meios 39000 a 2:500
Quartos 13500 1:2503
Por Salustiano do Aquino Ferreira,
Jos Fertunato dos Sanios Porto.
--- Os herdetros de D. Constancia Leal de
Anirade, vendam ou fazem qualquer nego-
cio com as partes que Ihes tocou, por falle-
c monto da mesma, na propriedade Gurare-
raa, as Ierras do sartSo denominado Uri, e
as trras lambem do sertSo denominado
Sapos,serlescobertos e refugio no tempo d.
secca de gado vaceum e cavallar: quem pro-
ten ler, dirija se a ra Augusta n. 8, que a-
cliara com quem tratar.
I'rovencSo.
Previne-so aos senhores vendelhfies, que
nuo sedetxem illudir com a nova estrato-
gta.que anda forjando o nosso querido a-
migo, o arromalante do imposto da agur-
denlo o Sr. Luiz Jos Marques, a pedir-lhes
queres.ionda a urnas cartas, que elle lhes
aprsenla impresss, para dessa ma'neira
melhor poler prejudicar, porque qualquer
resposta que Ihe d, semp e sor em desfa-
vor do respndante ; aviso de um
Prejudicado.
Jo3o Baptista dos Santos Lobo tem
um porcSo do mel de furo para vender por
prego muito commoJo ; no trapiche do Ra-
mos : a talar no armazem n. 11, da traves-
sa do arsenal de guerra.
Ama de leile.
A uga-sfi uma preta escrava com abun-
dante leile.por ter marido ha pouco.sabendo
perfeitamente tratar de criancas : na ra do
Raugel n. 48.
Caf dos Adrados
Cum ee lital acaba de se abrir na roa do Tra-
r.ir.e.Vi.,.11. li, u.n.tal.eleciiii.in.....nleroen-
te rnob.liadt, oml. u ci.l.ore m^nr achara,.,
aii. mna liyra dcpjis de meia 11 ,i|t, eictllente cafe,
r-rresco, dores e diver.a frucl. e igonra, lodo
"frvido com o inaior -sei, prfo moderado.
.Aclii.m.e lambem lamoso rliaruloa daa mai acre-
ditad marcai-que acabara d se receber da Baha
epressaniente recommeudados para esta caaii.
Depsitos de doces.
Acha-sa 110 depaiito de doce da ma da Croi u
1. um uraiide sorm-nto de doces secco, de e-'ru
cellrnlrs aoaaaei hacscbse mais (Malas o
pria p^ra pre.ei.lr,. |,ro,,r,a, para .; ,eol.ores pa.
sagairoi qu, e r.l.ram para d.;,lru e ftir, do ,'",-
rio, todo por precoi con^rnodo.
Citf ;> comiiiercio, ra
do Trapiche Novo
11 12.
Blandin Aio acaba de receber pelo navio
trancez Olinda, um variado sortimento de
conservas as mais linas c mais acreditailas
a Frantfa, como sejam, truffes da Perigord"
pal le Kogras, pato de Poularde, pat de'
I'erdnx, pate de liecasse, pat de Lievre, pa.
le de Gbevreuil, pat de Caille, andouiliet-
les, per.reaux, champignoni, sacisses truf-
fees, ce.-vclats, cervelles, flion Lhuile
boudtn noir, asperges, petits pois.
.
ILEGIVEL


-




V
IAH1U DE PEUNAMBIXO QUARTA FEIRA DE SETEMIIKO DE 1837
G0ISLT0R10 PIlOPiTMG
DO
fe
Onde seacham seinpre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
111 glbulos, e preparados cora o maior escrpulo o por procos bastante commodos :
piusgos fixos.
Botica do tubos grandes. 10/000
Dita de 2+ o .. 155000
Dita de 36 ... 200000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... 300000
Tubos avulsos a....... 18000
Frascos de tinturradcmeia onga. 29000
Manual da medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
j cionario dos termos de medicina ;'........ 2090o*
Medicina domestica do Dr. Ilenry .......... to/ooe
Tratamento do cholera morbus ..... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes.......'. 6*000
SYSTEMA
MEDICO DE
IIOLI.OWW
s PEORAS PRECIOSAS-
s
, Adeiecos de brillianles, \
& diamantea e perolas, pal- *i
* Miras, allineles, briuros *
Jj a rzalas, bolees e aunis ^
de diflereotfs gustos e da
., diversas pedra de valor. *

Comprara, vendem ou *
J Irocam prala. ouro, bri- j
I lliantea.diamauleae pero- ^
'> las, e unirs quaesquer >
'*i joias de valor, a dihheiro j|
Jj ou por otras.
&
lJi DI 9UR1VBJ
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos osvap rtisda Eu-
ropa asobrasdo mais ^S^ i
.*
ffi OUflO E PRATA. .
B H
Aderemos complelos da *
M ouro, meios ditos, pulsei-
jjj ral, allinete-. brincoi *
p ru/.elas, cordoes, Iraucel- $
P lins medalhas, correntes .<
* e eneiles para reloRio, e !J
jjj oatroi muitos objeclos de jg
ti ouro
Aparelbos completos de
moderno gosto,
tan-
de sopa e de cha, e mul-
los i uiios objectos de \
prata. '?
to de Franca coiao ^wm*m**m*&m
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como costuniam.
ABATIMEHTO DE 20 POR CENTO-
'T O proprietario da fabrica de chapeos de sol da ra Nova, esquina da caiDboa do Carino.:
(O^querendo liquidar at fazendas exilenles em casa, para etpor ao publico o novo e esplendido?^
*_Korlinieiito que o mesmo eicolhco na sua recente viagem .i l'aris, por Ido ofleiece ao respeila-^Y*
$9irel publico os objeclos seguihtei, coro 20 por cento da abate. fr/f Palitos de panno Tino pretos e de cores com gola de velludo. J^y*
ft*K Hilos de dito com gola do mesmo panno. Vr-'^.
j Uitos de casemira preta e de cores com gola de velludo. Xjx
Ditos de dito com gola do mesmo panno. ;X
Ditos de alpaca pretas e de cores com gola de velludo. -XX
Ditos de dita com gola*Jo mesmo panno. 52
Ditos de sarja preta, merino selim, ganga amarella, bi un branco e pardo linos e ordinarios,<)
calcas de casimira preta de cores, ditas de brim branco e pardo, liio e trancado, ricos cortf.*y*
>te casemira de cor para calcas, rlleles de selim, ditos de villudo, do seda, de gorguiao e fus-?2>
;i3o branco e de cor, capoles de borracha com perneiras, chapos da feltro finos e ordinarios, #v4
ditos de palha, ditos de pello, rwtmisas francezas brancas e de coies, perfumarlas, grvalas, ben- Vx
galas, chicotes, urna inlundade de oulros objaclos, avista dos quaes os amantes do bom gostoO^
nao deixaro de comprar, ,
Tudo a preco fixo.
O proprietario da meimu fabrica faz scienle ss pessoas que leem em seu poder chapos dej)^
sol para concertar, queiram vir reclama-los o mais bifve possivel, islo he, ate o dia :in de s.'-;X,U"
tembro crreme, e depois desse prazo osobjectos deiado? serao veintids para pagar os respec-S*3
livos colicortos e conta de quera pertencer. San cuten lulos naquella categora os exislenlesA*/
sem casa boje I" de selembro de 1857. No mesmo eslabelecimenlo compra-se dinheiro deco-;*:
bre e sedulas de 2gtHX) com 2 por cento de premio, moedas de 500 e l?000 com i por ceuto. "W5
MI.LLAS 110I.L0WAV
Este incsttmavel especifico, composto tn-
teiramenle de hervas raedicinaes, nao con-
tm mercurio, nemalgumaoutrasubstancia
deleclerta. Benigno mais tenra infancia,
e a complcico mais delicada, lie igualmen-
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na complo!c.fu) mais robusta ; he inleira-
oiente iunoccule em suas operacOcs eelTei-
tos ; pois busca e remove as doen^as de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tena/es que sejam.
Entro militares de pessoas curadas com
este remedio, muilas que ja estavam as por-
tas da morle, preservando em scu uso; con-
seguiram recobrar a sattdc e forjas, depois
de liaver tentado intilmente todos os ou-
lros remedios.
As mais alllictas t:o devem entregar-se a
desesperafao; lacam um competente ensaio
dos tllicazes eleilosdesla assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
aaude.
Nao se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguinteseuiermida-
des :
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias mal de).
Aslfitna.
Clicas.
Convulscs.
Debilidade ou exte-
nuarlo.
cbilidadeou faltado
forjas para qual-
quer cousa.
Dusinleria.
Oorile garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Eiil'eniiiJades uo ven-
tre.
Enferuiidades nofiga-
do.
Ditas venreas.
Ensaqueca.
Hei ysipela.
Febres biliosas.
Fcbrcs intermitientes
Fcbre.to da especie.
Gotla.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigcstoes.
I nfla ni magues.
Irregularidades da
nicnstruac.flo.
Lombiigasde toda es-
pecio.
Mal de pedra.
Manchas tu culis.
Obslruccao de venlre.
Pblisica ou consump-
jSo pulmonar.
lietencao do ourina.
Kheumalismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.)
NOVO RAPE. ,
llccommenda-sc aos amigos da boa pitarla |
o excellente rap novo princeza, chegado do \
Rio de Janeiro pelo ultimo vapur, e se iclla t
venda a t:000 a libra : as lojas a. 4 da
praca da Independencia, c n. 5 da ra du
Crespo ao p do arco.
YENDA DEESCRAVOS
l na linda mulalinha do 14 anuos, sem vi-
cios nem achaques, urna negra de 30 anuos,
boa cozinheira, lavadeira e quitandeira : na
rita Nova n. 38.
Yende-sea verdadeira grasa ingle-
sa n. 97, dos afumados fabricantes fa\ &
Mailin, em barricas de I5duziasde po-
tes : em casa de James Crabtre A Compa-
nln.i, na rita da Crnzn. 'i2.
Vende-so um moleque de 18 tonos,
perito ollicial de sapateiro. duas mulatas de
bonitas figuras com habilidades, um mole-
que de 11 anuos, e urna negrinba da mesma
idadn : na ra do Livramento n. 4.
Vende-sc a taberna, sita na ra Direila
n. 27, contendo pequeos fundos, vontade
dos compradores : quem a pretender diri-
ja-se a mes ra, que se faz todo negocio.
Vende-se manteiga de porco a 900 rs. a
libra : na ra das 1 lores n. 37.
Vendem-se arcos de pipa a 5;500 a ar-
roba : na resti!ac.o por traz da igreja de
Sania Hita.
Vende-se urna crioula de ptima fi-
gura, engornmadeira c cozinheira : na ra
das Cruzes n. 24.
-- Vende-se um escravo nardo, de 22 an-
nes, pouco mais ou menos, bonita figura,
vindo de fura : na ra da Cruz, armazem
n. 15.
- Vendem-se capachos de esparto, do
Porto a 360, a dinheiro : no armazem da
ra da Cruz n. 15.
Toa Ih s.
A' ra do Crespo n. 1G B, chegou um sor-
limento completo de toallias de linhoeal-
godSopara mesa, de diversos tamaitos, as
quaes se vendem por mdicos p re eos : na
mesma loja existem mu la alguma.*, toalhas
de puro liiiliu, lisas c adamascadas, para
rosto, o urna porcao de guardanapos.
Manuel Aiii:
!
J5
publico,
O abaixo assignado laz scienle ao respei-
lavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes eslabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns
10 el4,ondeencontrr3o um variado e lin-
do sortimenlo de fazendas de todas as qua-
lidadcs, as quaes vende por pre^o muito
comino lo ; sendo gerente do eslabeleci-
menlo ti. 10 o Sr. Marcelino Jernimo de
Azevedo. I. G. Malveira.
- Precisa-se alugar urna preta cscrava
para urna casa de pouca familia, que cozi-
\endein-se estas pillas no estabeiecimen-
togeral de Londres n. 244. Slrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e on-
lias pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul.llavana e llespanha.
\endem-se as bocetiulias a 800 rs. Cada
nma dellas conlm urna inslrucco em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las pikilas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pliarmaccutico, na ra da tlruz n. 22, en
Peruambuco.
lloga-se a Sra. D.'Dionizia Francisca
de Souza, natural da villa da liarra, no Hio
de S. rrancisco e provincia de l'ernambuco,
Lotera
DA
viucia.
nhe e faca as compras de ra : a fallar
ra do Aragao n. 1, primeiro andar.
SEGURO CONTRA FOSO.
Compji hia MI anee.
EsUbslecida cm Londres, m marco da 1324.
Capital cinco milhdes da libras estarlinas.
Sauuders Brothers & C, tem a konra da in-
foruar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a qucu mais convier qua esto plenamente au-
lonsados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre aditicios de lijlo a pedra, cobertos dt
talha e igualmente sobre os objecloj que comiverem
os mesdos edificios quer consista am mobilia ou
ea (azandas da qualquer qualidada.
Na iuiidicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
serviro debaixo de coberla.
- Precisa-se alugar nos arrabaldes ties-
ta cidade al o Poco urna casa assobradada
ou sobrado, lendo os commodos seguintes :
alein de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
cocheira, estribara, arranjos para criados e
escravos, e quo o litio seja abundante de ar-
vores de fructo, c baixa de capim, que possa
contentar annualmente cav lu. na ra
da Guia, sobrado n. 26.
O proprietario da cocheira da ra Nova
n. 61, vende todos oS seus carros como suas
parelhas do cavallos ; o motivo desta venda
lie a postuia exigida pela cmara municipal;
vende-se ambos ou separados, e tambem se
vende o sobrado se convier.
tf83S?0& : ::;.:-3SO
DEITISTsi. FRilGEZ.
Pauto tiaignoux deulista, ra Nova n. 41
na mesma can tem agua e pas deulrifice.
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE I.El lo ES CUMMEHC1AES,
n. 20, na do Torres,
PKIMEIKO A.NDAK,
praca do Corpo Santo
KECI1E.
Tasso
AO 5:000$, 2:000$ E I :000,S.
Noescriptorio do abaiso asfpado,ven-
de-se billietcs.meios e i|liarlos em quantia
de 100.S para cima a dinheiro a vista pelos
seguintes precos
P
"H Billietes 5)j500 recebe 5:000.s'000
Meios 2.S-750 2:.">00s000
Quartos lj)S75 1:250.s000
P. Layme.
N. 34
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARI.
A dinheiro
Pecas de algodo liso, largo, encorpado a
2;, 2/240, 2S500 e 23800 a peca, dito de si-
cupira a 2, 2;240, 2/500, 25800 e 33 a peca,
dito de sacco h 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 140 e 180 rs janla:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
quevolta para a ra da Cadoia.
Vende-se utna escrava crioula, de ida-
de de 30 anuos, pouco mais 011 menos: a
tratar no pateo do Paraizo n. 18, a qualquer
hora.
Fe i j ao
Vendem-sc saceos grandes com feijao mu-
| latmho muito novo, por preco commodo:
ou a seus herdeiros, quo venhatn ou mandem "" taberna grande ao lado da igreja da Solc-
receber a parte que Ihc tocou do espolio de dade-
. Vende-se superior lage.do de Lisboa :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar
--- Vende-se uiia preta crioula, de idade
d 25 a 30 annos, pouco mais ou menos,
perfeita cozinheira, eogommaaeira, e tam-
bem cose costura chao, Uva de sabao quem
pretenlcr, dirija-se a travessa da Madre de
Heos n. 18, que achara com quem tratar.
Tambem se vendo na mesma urna preta de
nacao, com idade de 40 a 45 annos, proprio
para o servico externo de urna casa de fa-
milia.
S1 (lo Sul.
Vende-se a bordo da barca Yaya, e na ra
da Cadcia do llecife n. 2.
A l3i)00 rs. o corto,
Vendem-sc cortes do chitas largas, pelo
barato preco de 19000 o corte : na loja de 4
portas, na ra di Queimado d. 10.
Vende-se superor oleado para cima de
mesa : na praca da l.nio ns. 36 c 38, loja
do Domingos Francisco Uamalho.
COLLA.
Na loja e fabrica de chapeos da ra Nova
11. li, tem para vender superior colla da Ba-
ha e de llamburgo e gomma-lacre e oulros
muitos pertences a mesma odicina, chega-
dos ltimamente.
Ole de .insista.
Vende-se a libra a 280 c em quantidade
superior de 5 galOcs a 2/ rs. o galao: na
ra do Vigaiio, armazem de cabos junto ao
trapiche da companhia.
Altenco!
Na loja ile miudezas, ra
do QuimatSo 11, 25,
vendem-se as seguintes miudezas, mais ba-
ratas do que em outra qualquer parle, lavas
de pellica, dilas de seda, pentcs de todas as
qualidades, trancas da soda, franjas de todas
as cores e larguras, lilas de velludo de todas
as cores e larguras, escovas linas para ca-
bello, dilas para chapeos, ditas muito linas
para fato, caixiuias com enfeiles proprios
para meninos, charuteiras linas, carleiras de
marroquim muito linas, caixas com tentos
para voltarete, do muito boas qualidades,
bicos de seda, ditos de linho e algoJSo, linha
de carrinho de 200 jardas n. 12 a 200 rs.,
botoes para punbos do melhor gosto que. lia
no mercado, leques de difXorcnles qualida-
ies, botoes para colleles o vestidos, de nim-
io bous gostos, agulbaa fsancezas muito li-
nas, lilas lavradaa para cinteiro, do muito
bom gosto, estampas de santos, ditas de
vistas, c oulros muilos objeclos que se tor-
na desnecessano mencionar.
lo Cii&ito
Chapeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de llalla,
recentementechegndos, a preco commodo :
na ra do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorto de Antonio de Almeida Go-
mes.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a pre?o commodo rap lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49
AO BARATO PARA ACABAR
Na rui do Cespo n. 15.
Cassas francesas de cores lisas a 280 a va-
ra, alpaca de nlgodao e seda de quadros a
320 o covado, dito de 13a com vara de lar-
gura a 320 o covado, palitos pretos de alpa-
ca a 5/000 cada um, luvas de Jouvin a 23000
o par.
Sellins e relegios.
SELLINSeRELOGIOS de patente
indi-/ : a venda no armaztm de
Koslron Kooker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo SaDlo nu-
mero 48.

:
Iriti
os.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
lannhas de trigo Itichmoud ebegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazens, pelos
seguintes precos :
Galega 263000 por barrica.
Ilasall 253)00 idem.
O Dance 24coo idem.
Colombia 233900' idem.
Alem destas tem farinhas novas de Tries-
te d.s marcas SSSI-". Foutana e primeira
qualidado ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de Philadelphla, No-
va Orleanse Ualtimore.
Na ra larga do Hosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do bscco do]
l'cise Frito, n. 9, d-so almo^o, jamare]
ceta, por preco mais commodo do que em i
OUUa qualquer parle.
-- Na ra do Trapiche n. 17, escriptono'
precisa-se de um preto para cnado.
MUDAN?A DO ESIABEUfll
MENT M mm DE
J. VIGMES.
J. \ignes mudou seu estabelecimento de
pianos da rua larjja do Rosario para a ra
da Rela^So.
- l.'ja do Collegio o Sr. Cypriaoo Luil
da Paz, aterro da Boa-Vista, na padaria do
'i. Ileiriz, dirao quem da de* 500? al 2:0003
ou ru:!s.cotBhypotheca cm casis terreas,
ou tilmas s conteni
-- Aluga-se n :; sitio na Capunga, todo
nuir-doe bem planUdd '_'' nrvores fiuclife-
rs, com porUo de (erro, estribara, ecasa
com excellentes commodos : a traa.- na rua
do 'trapiche n. 13.
--- Desappareceu de Sanio Amaro, em 25
do correnie, da casa pertenccnle ao Sr. Ma-
nuel Custodio, onde mora oSr. Koslron um
papagalo muito lullador o manso que'm o
tiver ou souber quera oleaba, sera gralifi-lfi
eado com Saooo, entregando na rasa cima,
ou ni praga do Corpo Santo, em casa dr
Itostron Rooker i\ t;.
Prccisa-ac de urna ama pata casa do
punca familia, que eoziohe a laca as com-
pras : no neceo do Peixe-Frito, sobrado u.
1, terceiro andar.
RO HOYA
Madama Rosa llardy recebeu de Franca
um sortimenlo de fazendas de moda do ulti-
mo gosto, a saber, lindos enfeiles de cabera
para senhora, chapeos de sola, ditos de pa-
lha desabados, enfullados, de cores, ditos de
feltro e de palha para montara, manguitos o
camisinhas bordadas, espartilhos de todos
os lmannos, cortes de seda branca lavra-
dos para noiva, leques, lila de seda e vellu-
do preto, baleia para vestido, os mais mo-
dernos e ricos pentes de tartaroga, lindos
chapeosinhos de seda para baptisado, toucas,
meias de seda, vestidinhos fitos, benecas,
ricas capellas de (lores para no.va e mantas,
e muilas outras fazendas que se vendem cm
cotila.
Precisa-se comprar utra barcaca de
40 toneladas para cima : quem tiver, diri-
ja-sea rua da Cadoia do Recifo n. 16, primei-
ro andar, e tambem compra-se um negro ve-
Itio para tratar de cavallos.
Jardini publico em Per-
ambuco, rua da So-
leilade u. 70.
Oss enhores amadores, que pela fosta qui-
zerem ter em seus jardins llores novas, man-
dem logo por ellas antes que chegue a festa,
alecrim do norte, daphne, cylindros, etc.,
etc j tambem ha bonitos ps de uva musca*
tel e outras qualidades novas, que d3o mui-
to fructo, ligueiras de dilTerentes qualida-
des, etc apromptam-se encommendas de
plantas de fructo e llores para o centro da
provincia, e as mais do nurte e sul.
ESTABELECIMEMO DE PIWOS
OE
JOAO PEDRO YOGELET
RUA NOVA N. 27, ESQUINA 1)A CAM-
BOA 1)0 CAU.MO.
Vendem-e pianos dos mais afamados fa-
bric otes da l oropa, de baixo de toda ga-
ranta que pode ser desejada. Na mesma
casa concerta-se e aina-se com perfccao os
mesmos instrumentos.
seu marido Jos Seabra Letnos fallecido nes-
ia corle. Rio ue Janeiro 6 de agosto de 1857,
Aos religiosos.
Fazcm-se capas, batinas, samarras, capas
va tonas o habiios para terceiros : na Boa-
Wsta, rua V'elha n. 81.
--- Precisa-se arromar um silio nos arra-
oaldes desta cidade, que tenha boa Laisa de
capm, pasloecasa de vivenda, prometlen-
do-se o mctlior tratamento, zelo e cooserva-
Cao : quem pretender arien lar, dirija -se ao
armazem de maJeiras confronte o porto dos
cenoeiros na rua Nova, a fallar com o Soares
-- Precisa-se-de um caiseiro de boa con-
duela, que eutenda de taberna, para tomar
conta Ue urna por balunco : paga-so um bom
ordenaJo : na rua Direila n. o.
Precisa-se de um forneiro : na pada-
ria do Forlc do Mallos.
Precisa-se alugar urna casa terrea em
boa rua, na Roa-Vista ou mesmo Santo An-
tonio : quem a liver e quizer alujar, dirija-
se a rua hermosa, casa junio ao iampeiio,
quo achara com quem tratar.
LOTERA
DA
Aiugam-se
para a festa
3 casas na Torro co n 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozinha fra, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos : a tratar
uo armazem do materiacs da rua da Cadeia
de sanio Antonio u. 17.
Precisa-se de unta ama forra ou escra-
va, sendo muito boa cozinheira e liel, paga-
se bem : na rua da Aurora n 58, segundo e
lerceiro andares.
.""" Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinhar o fizer todo o mais servico do casa:
na rua do Caldeireiro, taberna n. 68.
Urna pessoa que se acha competente-
mente habilitada, se offerece para ensinar
prtmciras lellras, francez, inglez c geome-
tra em qualquer cngeuho distante desta :
quem precisar deixo crta fechada nesta tv-
pographia, com as iniciaos M S. J. P.
Precisa-se de urna ama loria ou cap-
tiva, que saiba coziohar c fazer mais servico
de cisa de pouca familia : na rua das Ci uzes
;
- t ompra-se urna escrava de tneia ida-
de, que saiba ao menos coziuhar e cusaboar:
na rua das Cruzes n. 20.
""- Compra-se urna casa que renda de rs.
550 a 600? rs. por anno : a tratar na fund-
cao de ferro de O. W. isowmsn, na ruado
Rrum.
-Compram-se botijas vasiasa 80 rs. cada
urna: na rua da Senzala Velha n 110.
-----Compra-se effectivaniente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolces da di-
vida publica e provincial, accOesdas compa-
nhias,e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre, nenhores.
6 CafeS.
provincia
O abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta sendo da quantii de 100; reis para cita,
os seus muito felizes bilhetes, meios e quar-
tos, pelos precos* abaixo mencionados, na
rua da Cadeia do l'.ecife n. 45, esquina da
Madre de lieos
Bilhetes 5?500 recebe 5:0003
ileios 23750 1:5005
Quartos 1*375 1:2503
Por Salustiano de Aquino Ferreia,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
ACEIO E PHOMPriD 0.
N* rua das Cinco Ponas n. 136 lava-se c
engomma-sc com aceto e proinplidao, c to-
ma-se algumas [regueziae.
---Precisase alugar aunualmentc 4 es-
cravos para trabalhar em um armazem de
ssucer; paga-sebtm: a Iralar na ruado
Mgario n. 11,
- Precisa-so de eoslureiras : no aterro
da Roa-Vista n. H, primeiro andar
boas, paga-se bem.
h senlores de '
Vendem-se luvas de |>ollica de
Jouvin, de lodas as cotes : na rua do
Queimado loja n. 40.
Vendem-se saceos com feijlo novo e de
boa quahda lo, por preco commodo : no ar-
mazendoSr. Guerra, deronte do trapiche
io algo'iao, ou no llecife, rua da Cadeia,
junto a ConceicSo, casa n. 55.
--- Vende-se utna mulalinha de 12 pnnos,
com principios de costura, e urna dita de 10
anuos, ambas muito lindas e espertas, pro-
prias para urna senhora pu-las a seu gosto :
na rua larga do Rosario n 22, segundo an-
dar.
Ao Gouvea
IJV-V
-..' -, ... .
>? A\ i.su it
m
O
&
sendolnadas
vera.
Luja encunada, r,a :o
Ouehiiado ii. '17, esqui-
na do Collegio.
Ricos cortes de se la para vestido a 5O000,
sedas de l- la, as q alidades e ltimos gos-
tos, esguiSo de linho puro liiiisjimos, tpe-
les para sot os mais lindos e modernos,
faunos linos do todas as quali ladea e cores,
vello los para rolletes, ricas casemirase me-
rinos preto e de todas as cores, liuissimos
chapeos de feltro e do Chllli, damascos de
seda e de laa, cambraias, chales, bombazi-
na, alpaca, tolas es mais I izemlis linas e
de gosto para a praca, lulo por precos iru-
possiveis, e recebem-se sedulas velbas e ras-
quera for do bom lora appareca e
Vende-se urna vacca e um vitello mui-
to gordo : na Solelade, sitio do llerculano,
onde mora o Sr. Tavares.
Vendc-se um mulatinbo muilo lindo c
sadio, de idade.de \>a 13 annos, i'roprio pa-
ra um cigame pagem,de ptimo genio, etc :
quem tiver gosto e quizer possui-lo, di'ija-
se a rua Direila, botica n. 31, que se dir
quem vende. .,
\cnde-se a bordo do brigue Mara Luzia,
on a tratar no cscriptorio de Antonio de Al-
meida Gotees na rua do Trapichen. 16, se-
gundo andar.
Acha-se venda na livraria do paire
Ignario Francisco dos Sanios e Gymnasio, a
\rte da Lingua Grega, composta "pelo padre
Ignacio de Souza Rolin, por preco com-
modo.
Venc-so um lindo cassl de escravos'
sendo urna negrinba de 3 annos e 1 moleque
de 5 para 6 : na rua Velha n. 6, se dir
quem os vendo.
Vende-se sfl da ilha de ltamarac a
33520 o alqoeire do medida velha : no pateo
do Paraizo, taberna da estrella n. 14.
Vende-se urna escrava mulata, de 13
annos, bonita figura e muito prendada, um
bonito ntolecao de 18 annos com principio
do marcineiro, de ptima conduela, que se
shanca na rua das Trincbeiras n. 29.
Vende-se urna taberna com 'poucos
fundos, propria para aualquer principiante,
sila em Fra de Portas, rua do Pilar n 131 :
a tralarna mesma.
Barcaca.
6
Vende-sc una barcaca de carga de 36 cai-
xss : a tratar na rua da Cadeia do Kecife n.
23, loja.
Ao canto
/*ua da Cadeia do necie
n, 84.
Chapeos de mola da ultima moda a 53t00j
manas pretas de seda a 93500*a 103500 reis,
ditas brancas do blnnd a ios, modernissi-
mos cortes de vestidos para senhoras, de
barege de se la com lindos eneiles de tro-
que a 35^, chaly de diversas cores a 950 reis
o covado. c muilas mais fazendas chegadas
ltimamente, que seria fastidioso a enu e-
racSo, e que s o comprado! poJer com-
modamentL', e a vista examinar.
^os Srs de en-
gento.
A 155000.
Opthno bacalhao dr escama : us ;u-
mazeni de Tasso limaos.
Las de florea oiiudss ma-
tizadas S(iO o covado
Na rua do Oueimado n. 21 a, vendem-se
laa- inhas de llores miudas matizadas, fazan-
da muito lina a 560 o covado, lencos peque-
os de cassa de cores a 100 rs. cali um, li-
nos; edao-scas amostras com penhor.
Vendem-se cortes a 2.s"i()l): na rua do Ciespo n. 2").
MANTEIGA DE PORCO.
Vende-se manteiga de porco a 960 a libra :
na rua Augusta, taberna n. 94, ao p do cha-
fa r i z.
Vende-se um molecio peca, de 20 an-
uos, de oplim conducta, muito liel, he bom
canoeiroe bom jardineiro, tem mais algu-
hilil.des, um nolequc pe^a, do 12
dnas negras mocas por pceo um con-
QUE ESTA" TORRANDO.
Ya loja do cantir, na roa
da Cadeia do ecife
ii. 54,
I ha um completiy sortimento de fazendas por
precos baralissinios, chitas rxas com loque
de mofo, de coros lisas a 5^500 a peca, e o
covado a 160, citcs de seda de cores boni-
tas a I49e 28ft., ditos muito finos a 25, cor-
tes de col!et:s de velludo, padiOes muito
; bonitos a 8| e 9, c mais linos a 113, mada-
poles, a peca 23600, 23800, 3^100, 3/400,
39600, 3;80tl, 4JO0O, 4^500, e muito fino a
5-3300, corles decasemiras de bonitos gostos
a 43, 43200 e ;8U0, e mais finos com b\rra
ao lado a 67500 e "3 o corto, laas para vesti-
dos, de bonitas cores a 13500 o covado, len-
cos de cambraia, estsmpados. de cores lisas
a 1-500, 19800, 2-, 2-;40 e 23800 a duzia,
cambraia de cores de bonitos padroes a 460
a vaia, mussulinas brancas a 300 rs. o cova-
do. ditas de cores a 320 e 360, chitas fran-
eczasa 210 o covado, ditas icuito linas a 280,
chales de merino de bonitos gostos a IO3
o 13#, e muilo linos a 203, dilos bordados da
velludo a 143, ditos de touquim a 259, cha-
les de ganga bordados com franja de iuha a
3--200 cada um, dilos estampados com ranje
a 2/200, ditos sem franja a 23, panno fino
prelo a 2?500, 3/500, 4?, 5-; e 63, e muito li-
no a 7/200 o covado, grosdenaple prelo la-
vrado a 2/ e 23400 o covado, dito liso a
2200, grvalas de cassa a 1500 a duzia,
ditas de seda a 1 cada urna, ditas de cassa
a 700 rs., bretanba de linho a 560 a vara,
sargelim a 180 e 200 rs. o covado, dito mo-
fado a 120 o covado, romeiras de fil de li-
nlip a 3/200 e 3*500 cada urna, riscado fran-
cez largo a 300 rs. o covadO, alpaca preta a
480, 600, 700, 800 o 900 rs., e lina alio co-
Vido, meias para senhora a 2;200, 3ie3600
a duzia, ditas para hornera a 1/500 e 23500 a
duzia, chapeos francezes muito finos a 7/000,
camisas de meia a 900 rs. cada urna, sedas
para vestidos com titulo de melindres Je si-
nha a 13 o covado, corles de brim de linho
a 29200 e 23400, casexiras pretas a 23200,
2sloo e 24600 o covado, seda branca lavrado
a 13100 o covado, laas para vestidos a 560 a
covado, e multas mais fazendas que se men-
cionar ao conjurador.
mas h
anuos,
la
engentio.
Antonio Jos M'inr cu, ora residente
ne-U cidade. Da fin da Cruz, u (ti, pt-
".;> loi'iro andar, piopoe-se a teceber coimnis-
uL >.s de BNuer, e conia com n protecc'io de
'' ieai amigot senhore de engentio, ao^
l^cj quae* prixneile descrnofidiar salislaclcria-
^ inriiip iMii a a venda dos a^ncait, como
2J lula e (|ii lijiiu cuuii/ca uc iju^ -. cricar_
...' regarem.
:::-

1
DAKHIS VASIOS.
Ven einse barnsde 4.- novos, ebegados
ltimamente de Lisboa: no armazem de
Garvalbo j Ir iii, u\ rua do Rrum.
Vende-se utna taberna muito afregue-1
zada, na ribeira da Roa-Vjsta : quem fre-,
tender, dlrija-se a padaria do Manguind,
das 6 hor.s da manhaa as 10, e das 2 as 6 da
tarde, que ah aciiara com quem tratar.
AMA PARA CASA
*.E?c'M*sa Jt' nma ama para casa, quo co-
ra .Nova rV'l<* "diario da mesma : na

na rua Direila n. 66
CHAPEOS;
Na rua Nova loja c fabrica de chapeos 11. 44,
tem par* vender'superiores chapeos de cas- ..
tor copa alta, pretos com pello e sem pello, rs dito de L
1 lem hrancos com pello e,-cm pello, idem mum'Z300,
de liilos pretos, copa baixi, idem de massa 83800, do pe
liatlCeZCS SllUClfinos. liten, ,1o l.,Hr., i,i... 'I| ,tll...,.;.^
rvovo
sortimenlo de borzesuins francezes para se-
nhora, ditos para homem. Hitos para meni-
nas, sapatocs, sapatos, pan tufos, tudo dos
melhores fabricantes de l'aris, e precos mais
baratos : na rua do Cabuga, loja n- 9.
CEMENTO.
vende-se cemento, tanto de vela cm-bar-
rica como etu porcao o a relaho, por com-
modo preco par* acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na la da Cadeia de
santo AUtonio n. 17.
anos
Vendem-se excellentes pianos ingiezes, de
muilo acreditado fabricante Ralph Allison,
em casa de Paln Nash i\ C, rua do Trapi-
cho Novo n. 10.
Vende-se urna bonita escrava com 18
annos de idade cor prela, multo sadia, com
algumas habilidades, g*ranlx-se ella nao fu-
gir, nem lem ?icioalgum : quem a preten-
der, pode dirigir-se a rua da Cadeia ao Rc-
cifcn.49, lojade miudezas, que achara com
quem tratar.
i H l'_ _
Vcndem-semuinhos de pedra de 2 a 5 pal-
mos de dimetro proprios para moer milho,
6 para senlores de engeoho, e quem tem
grandes fabricas da escravos ou colonos',
por ser a lamilla de milho melhor elemento
de que a farinha de mandioca : os quaes se
acham defroote da porta di alfandeg, ou
quem os pretender, dirija-se a rua do Quei-
mado. loja de ferragens n. 1 i.
Na loja
das seis porlas
Em frente d< Livramento
13600
Cortes de casemira a cinco patacas, cassas
trancezas a 80 rs. o covado, meias cruas pa-
ra homem a IMOO a duzia, e par a 12U : es-
tas fazendas lem algum defeito. e vendem-
se por estes precos para acabar.
Ceblas novas de Lisboa.
Conlinuam-se a vender no armazem de
Rarros lio fazenda.
Vendem-se na rua do Livramento n.
3.>, bonetes para meninos, de marroquim
domado, com velludo de varias cores
e lita de galao, pelo baratissimo preco de
S.sOOO.
Vendem-se sapatos dos melhores, fa-
bricados no Aracaly, carne e queijos do So-
bral, tudo chegado ltimamente, por procos
commodos para acabar : na rua da Cadeia
do Recite n.60, primeiro andar.
Carne seeca do ("ear.
Vende-se superior carne secca do Ceara,
por commodo preco : no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfaudega.
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. .")4, cscriptorio de
NovaesSi C., superior vinbo do Porto, em
caixas de tima e duas duzias de jrralas:
a' pretjo commodo.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patento inglez, para homem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall'MeMnr (',.", rua
do Torres n. 38.
aos senhores de
engenho.
No bneco do Goncalves, armazem n. 10,
de Jos. Duarte das Nevps, vende-se a mais
superior farinha de trigo, em meias bar-
ricas.
reiogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro:
vendem-se a pieco lazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rita da Ca-
deia do Kecil'e, ai ma/.i'in n. 16.
Na rua da Cadeia defronte da Kclaro, venda
n. 28 de I). S. Cimpos, vende-ie e alURa-se, upe-
riores biclms liaiiiliurueas, em porcao e a retallio.
Vende-se na rua da Cadeia n. 28. superior
presunto porluguez inteiro a lo ra., e maisobjeelo
por j.ren commodo.
o iPregui^a
QUE ESTA OUEIM&NDO.
Na loja do Preguica, na rua do (Jueiiuado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimenlo de fazendas por precos
baralissiroos, entre ellas nolam-se chitas
Trancezas escuras de lindos padroes e cores
li xas a 260 rs. o covado, dilas ditas claras de
padroes miudinhos a 280 o covado, ditas li-
nas de lindos padroes e excellentes pannos,
e cores lixasa 300 rs. o covado, lindos ta-
petes para salas a 39800 cada um, pecas de
bretanba de rolo com 10 varas a 29000 cada
urna, mussulina de cor a 320, dita mais fina
de lindos padroes a 360, dita muito tina a
400 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
franceza de cores ixas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordao a 500 rs cassas Trancezas
muito linas e de lindissimos padrOes a 640
a vara, lencos pequeos jiara mito a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muito finos e com
lindos bordadas a 360, cortes de casemira
com lindos gostos a 63500, ditos linos a 69,
meias casemiras de quadrinhos proprias para
calca e palito a 560 o covado, laazinbas de
quadros propiias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, grvalas pretas de selim a
1 j2U0 cada urna, nscados francezes de qua-
dros de lindos padrOes a 240 rs. o covado,
casineta preta muito lina a 19200 o'covado,
casemira preta a 23100, cortes de castor en-
corpado para calca a 1;*40, dilos a 13, ditos
de brim de linbo a ljl440, ditos de brim de
algodao branco a i- ea la um, chales de me-
rino de lodas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratisstmos precos, chitas escuras
e de diversos padroes e cores lixas a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
de lindos p.dirs a 23000, e outras muilas
fazendas que ge deixam de mencionar, e se
vndenlo por haralissimos procos ; se da-
rao ani3str..s com penhores.
Vende-se superior linhes de algodao
brancas, e ds cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Soulhall Mellor o. d, rua do
Torres n. 38.
CHITA PARA POBREZA.
Na loja da rua da Cadeia do Recife n. 54.
Vende-se chita roxa de cores escuras a
150 e 160 res o covado, e a peca 5/500 reis.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C., Larris
de ferro, ou cubos hidrulicos; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
Pianos.
Em casadeRabeSchmettaul&Companhias
rua da Cadoia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburiio.
CAL BE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barns bem acondicionados, oor
preco commodo : na rua do Apollo, arma-
zem n. 2 B.
SECRETARIAS.
As melhores que at boje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
Algodao nioiistro.
Vende-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lencoes, pelo baratissimo preco de 600 rs. a
vara : na loja da boa t, na rua do Queima-
do n. 22.
Bren.
no armazem de Tasso
Barriscom breu
IrmSos.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ierro de O. \V. Bowman
na rua do Brum, passando o cliala-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as riuaes se
echama venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
itelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptono do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
&3t3t>* U&&&
Aterro
a
oa-
8
isla, n.
Vi iide-; c bom e barato.
He chegado este eslabelecimenlo, vindo
de I ranea no navio l'arr.hiba, urna porcao
de chocolate de todas as qualidades e anui-
xas em latinhas de 3, 5 e 10 libra, cooser-
vasalimenticias de peixes, em latas grandesa
linguadosa 39500, salmonetes a 3*700, sal-
monetes friio a 2J300, cavallinba a 2:800,
peixe espada a 2*200, linguicaS de Lisboa
tovas a &00 rs., presunto para hambre a 70U
La mego a 520, cha hysson con-
dito lino a 2-5j60, dito Mili ,
_ perola a 3100, macarrao a 320 e
lance/es supranos, dem de feltro super-:480, Ulharitna 320 c 480, alelria e 400 e 560
unos ue todas as cores, dem de mola (nos,' rs.. estrellinlia a 600 rs., massa de tomates
cameos de leiiro e palha enfeitados para a 7J0a libra, marrasquino lino, licores linos
meninos, unos do Cluli linos c grossos, di-lem garrafas grandes e pequens, latinhas de
los de couro Ua Russia, ditos de seda o me-j biscoitinhos linos inglezes, bolachinlips de
mor possivel para senhoras, bonetes de seda [ so la, viril.os engarrafados de lodas as qua-
e como e ile panno para houiens e meninos, | lidades e muitos oulros gneros quo "seria
nrreles de palha enfeitados para meninos impossivel annuncia-los, ludo por preco
O melhor gusto possivel, e outros muilos I commodo, para acabar.
objectos chegados ltimamente, os quaes! Vende-se espirito de vinho : na resli-
veudem-sc mais baratos que em outra qual- lc3<> do inoinho do vento da iu ata de Santa
quer parte. ||[ita.
/^ende-se
Cortes de Ia para \tsii-
d os.
Vendem-se cortes de 13a do lindos pa-
droes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a clles,
antes que se acafeem : na rua do (jueimado
n. 22, na loja da boa fe.
Viulios do
Porto.
Na rua da Madre de eos n. 31, loja, ven-
dem-so especiaes viuhos do Porto, das me-
lhores qualidades, e marcas mais acredita-
das, inclusive a do Chamico, em barnsde
quintos, oitavos e decimos ; bem cmodos
engarrafados das eras do 1815 e 1834 em cai-
tas de urna e duas duzias.
agencia
da fundic&o Low-Moor,
rua da Senzala f3ova
ii. 4 Neste ostabolccimcntn conlinn'a a haver
um completo sortimenlo de nioendase meias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e taixas le ferro batido e coado de lodosos
tamanhns para dito.
CAAS DE. FERRO
Excellentes camas de ferro para solleiros :
vendem-sc no cscriptorio Uo agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Do engenho Rola, freguezia da fcsca-
da, em a uoite de 27 de agosto prximo pas-
sado. fugiram dous escravos com os signaes
seguintes : Jos, mulato, com idade de 40
annos, altura regular, cara redondi, olhos
aperlados e vermelhos, cabellos corridos,
reforcado do corpo, costuma mascar fumo :
Ignez, mulber do dito escravo, cabra aca-
boclada, de 35 annos de idade, cabellos
corridos, altura regular, grossa do corpo,
bracos finos ; esta escrava veio o anno pas-
sado do sertao de Sendo, e o escravo he li-
Iho do Ceara, levaram porcSo do roupa den-
tro de um bahuzinho de couro : quera os ap-
prehender ou der noticias ao seu senhor o
capttao Pedro Barboza da Silva no engenho
Rola, ou nesta praca ao seu correspondente
na rua do Rangel n. 48, sera generosamente
recompensado.
No dia 27 deste mez fugio do engenbo
Guararapes um escravo, crioulo, de nome
Miguel, de idade, pouco mais ou menos, 29
a 24'annas, cor bem preta, beicos um pouco
grandes, barbado, altura regular, o qual foi
comprado ao coronel JoOo Pereira Freir,
morador em sua fazenda, Pedra Fina, na
comarca do Limoeiro, ha todos os indicios
de ter seguido aquella direccao: roga-se,
porlanto, a todas as autoridades policiaco e
capitaes de cairpo a captura do mencionado
escravo, e manda-lo a seu senhor, no enge-
nho Guararapes, ou cesta prca a travessa
do Oueimado n. 3, que se recompensar
generosamente.
Desappareceu desta cidade no dia 1 de
agosto, um escravo cabra fulo, de nome Ge-
nuino, de idade 30 annos, baixo, secco,
mu'ito esperto e ladino, pouca barba, com
urna cicatriz a baixo do rosto, falto de den-
tes na frente e ps pequeos, costuma andar
muito limpo e engommado, que parece for-
ro, c he provavel que se intitule por tale
mude o nomo; dizem estar nesta prac abo-
letado em casas de alguna prenles forros
que aqui tem : quem o pegar, leve ao Sr.
ignacio de Loyolo Souza Jnior, morador
nesta cidade, em Santo Antonio, na Iravessa
dosExpostos, casa n. 8, ou cnrGoiann ao
seu senhor padre Manoel Ignacio de Lovola,
que ser generosamente recompensado."
2005000 de gfalilicaeao,
a quem pegar os escravos crioulos, tauren-
lino e Manoel, por antonomasia barbeiro :
o primeiro de idade 25 annos, alto, nSo mui-
to fornido, rosto comprido, sem barba, bem
parecido, e muilo pachola, levou chapeo do
Chili, e gosta de trajar bem : o Manoel ten?
a mesma idade, o he mais escuro que o Lau-
rentino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas grossas,
ps bem feilos, traja calca e jaqueta, e levou
chapeo de palha da Italia ; tem cicatrizes as
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia um moleque de nome
Alexandre que com eiles aprenda o ofJicio
de pedreiro, cujo ofllciosabem perfeitameu-
le ditos eseravos : a pessoa que apppreben-
der qualquer destes escravos e os entregar
na cadeia da cidade do Recife, ou os cqadu-
zir ao engenho Boa-Esperanca, na freguezia
do Limoeiro, receber a dita gratilicagao e
mais desFezas que hzer.
Acha-se ausente desde o dia 1 do cor-
rente, a escrava Thereza, Congo, de 64 an-
nos, baixa, um pouco reforcada, cabellos
brancos, tem os dedos das maos encaraugue-
jados e calombos pelas costas, proveniente
de acoutes de senhores anteriores, anda es-
pigada, levou vestido cor de rosa com llores
amarellas: quem apegar, leve-a a casa de
seu senhor o mnjor Antonio da Silva Guima-
rf.es, na rua Imperial n. 64, que ser gene-
rosamente recompensado.
No da 5 de julho do correte anno fu-
gio do engenho Cursabi na comarca de Pao
d'Alho, o escravo Antonio, Cacange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura regulares, cangueiro no
andar, tem todos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, he casado, e tai-
vez lenba algumas marcas de relho as na-
degas por j ter sido castigado levemente :
esse escravo foi de s herdeiros do finado Cae-
tano Goncalves da Cunta ; consta que este-
ve em Santo Anliio, em casa do Sr. Jo5o
Francisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos sigoaes :
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na rua da Guia n. 64, ou
delle der noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; e quem o liver em
seu poder, fique certo de sua punicao com
todo o rigor das leis.
Fugiram do engenho Tabocas, da fre-
guezia da Luz, no dia 22 do currente, 2 es-
cravos, um de nome Manoel, de idade 40 an-
nos pouco mais eumenos, preto, crioulo,
alto, grossura regular, ja tem alguns cand-
ios braucos, cabeca redonda, olhos fuica-
dos, lem falta de denles, bigode e algunia
barba debaixo do quelxo, pernas grossas e
arqueadas, ps grandes e seceos, ecom sig-
iiaes de bichos, e tem alem disso marca de
um grande lalho no quadnl, cosluma
quando loge negar o nome tanto delle como
do senhor a quem perlence, costuma em-
briagar-se, e mascar fumo, a falla he baixa :
qoandofoge cosluma sempre seguir para o
Rccile ou l'edras de Fogo, lev camisa de al-
godao da Rabia, calcada algodao trancado
baeta encarnada, e chapeo de couro ja usa-
do ; foi comprado no Recife, leudo viudo do
Aracaly : o outro de nome Jos.idade 30 an-
uos pouco mais ou meos, crioulo, cor fula
altura regular, pouca barba, olbos brancos'
pes apalhctados, tem tima fonda na cierna*
esqi
a na perna
squeria, a falla be baixa e lina, levou ca-
Jisa de baeta, ceroula de algodao da Rabia ;
este ultimo escravo foi comprado em Limoei-
ro a CypnanoCorreia de Lima : quera sppre
hender qualquer dcsles cscravos.dinja se ao
referido engenho Tabocas, ou nesta cidade.
ao Sr. Munoei Antonio Goncalves na rua do
cabuga, que sera bem recompensado.
PBRN. TVP. UK M. F. DE FAMA 1857






Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E3NOTP7JT_LZ4IWX INGEST_TIME 2013-04-26T21:50:38Z PACKAGE AA00011611_07821
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES