Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07820


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Full Text



ANNOXXXIII N. 199.
Por 5 mezes adiantados 4{000.
Por 3 mezes vencidos MioOO.
TERfV FEIRA DE SETEHBRO DE 1837
Por anuo dinnlado 1o.$000.
Porte franco para o Subscriptor.
K.NCAHREGAD09 DA BBSCRIPCA DO NORTE.
Pinhihi, o 8r. Joao Rodolpbo Gome; NaUl, o Sr. Joiquim
I-I'eiwira Jnior : Aracaty, o Sr. A. da Lemoi Braga ; Gra-
ta', o Sr. J. Jo* de Oliveira ; Marauhao, o Sr. Joaquira Mar-
qnea Rodrigue*; Plauhy o Sr. Jos Joaquim A vlico ; Pa-
r, o Sr. Juatino J. Ramoi ; Amazonaa, o Sr. Jaron roo da
Cau.
PARTIDA DOS CORRKIOS.
Olinile : lodos os das, as D e meia horas do da.
arusa-. Colana o ParakUai aaa senadas e antas-ranas.
. aiHjo, Beaarro, llomtD, IjruariT, Miinhn a Ccranhiuu: na lerca-IVira.
},. beerenee, I'.o .1 Alho, Saiarcili, UaMMtra, Braja, Posaaelra, laaascira,
Floras, \illa-u,.|la, Boe-Vieta, Ouricurv c Esa', Basq*arns4eirai.
tabo, l|K)juca,Si'riiili,,m, Rio ForaioSO, Una, Sentaras, Agaa-Prcla, Pi-
menicirase fiaial: qaintas.feiras.
[Todos oscorrt'ius parlen, as 10 horas da manilla.
ACDIF.NGIA9 DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segunda quintal.
Ralacao : tercas feiras a labbados.
Faieuda : quartas a aabbadoa as 10 horai.
Juizo do commercio : aegunda ai 10 borai e quintas ao msio da.
Juno da orphaoi .-segundas a quintal ai 10 hora.
Primeira Tara do civel .- segunda eaeitaaao meio dil.
Segunda rara do clvel : nartaa aabbadoa ao meio da.
EPHBMERTDE8 DO HEZ DESF.TEMBRO.
i La ebeia ai 2 horai e 47 minutoi da manha.
10 Quarto minguante ai 8 horas e 30 minutos da tarde.
18 La nova ai 3 hora e 13 mininos da manhaa.
20 Quarto creicent* as 6 horas e 40 minuto da rnanha.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 2 horai e fi minutoi da tarda.
Segunda ai 2 horas e 30 minutos da manha.
OAS DA SEMANA.
31 Segunda S. Raimundo Nonn.ito card.
1 Terca S. F-gidiu ab. ; Ss. Jtisuce Gcdeo.
2 (Juana S. Euphemia v. m.
3 Quinta S. Arslhco b. m. ; S. Aigulfo soldado m.
i Seita S. Roza de viterbo v. f.
8 Sbado. S. Herculano m.
6 Domingo 14. N. Senhora da Pena.
ENCARREGADOS DA 8EBSCRICAO NO SUL
Alagoai, oSr. Claudico Falrao Dial: Baha, o Sr. D. Dupla
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martin.
EM rERNAMIlUCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria na tul
livraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
PAKTl OFFICiAL
(JOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 7 de rosto
' inicioAo E lanto o eiposto pelo marechal commandante das ar-
mas, no olll-io con-lanle da copia junta, lis de pre-
sumir qne hnuvesse engao no aviso expedido pela
rfparticAo da guerra em 14 de jtinho de fejG, ncer-
ca do furriel invalido Victoriano Jos' Cantoso, de
que lala o ollicio de V. Etc. de 10 de julho ulti-
mo, visto aue nilo existe rompanhia de invlidos
nenia provincia. Reverlo, pois, a V. Ene. para ler
. o conveniente deiliuoo documento que acompanhou
0 seu citado nfllcio.
DitoAo commandante das armas, enviando nm
ofti.-io da th'souraria da fazrnda acompanhado de
outro que o anteo.sor de S. Exc.anderecou a pre-
sidencia em o I. de julho ultimo, acerca da re-
monta de que neceisita a cavalhada da coropanhia
xadecavallarii, afim do que S. Ene. slrsa-se d-
zer o que lh occorrer sobre a materia dos citados
ollicios.
DitoAo mesmn, dizendo que pode mandar de-
itrqoarlelar o alferea do :t.- balalhao da guarda
da nacional Francisco Rjidrigues do Passo, vista ler
sido julgado incapaz do servido pela junU que o
inspeccionou.
CircularA lodos os.commandaates superiores.
Para que ea possa rompnr o que me lis determi-
nado em aviso da Jutir;a de 22 de julho ultimo,
eonvm que V. S. me informe qual a aima que
adoptiram e o uniforme que escolheram os corpas
da toarla nacional desse municipio.
OllicioAo director geral interino da instruecto
publiea, inteirando-o de ter deferido o requerimen-
to em que Francisco l.ima de Oliveira Santos, pede
dispensa dn prora de capacidad* profesional pura
continuar no magisterio particular d*o primeira- le-
Iras.
OiloAo juiz de direito da Boa-Visli.Nilo pu-
dendo a repartirlo das obras publicas mandar um
dos sen engenheirus i ni comarca, afim de admi-
nistrar a obra 3a cadeia do Ouricuiy, reeommen lo
a Vme. que se encarregoe da administracao da mis-
ma obra, cuju orcamenlo Hie ser reinellido pelo di-
rector riiqoella repirlicao.
Este governo espera que Vine, desempenhara
com zelo a commssto de que lis incumbido.Ofli-
cioo-ae ao director das obras publicas para enviar o
orcamenlo.
OiloV thesouraria provincial, para por em bil-
la pablica a obra do mpedramenlo da l. parte do
I.' lanco da estrada de Pin a'Alho, erviudo de ba-
se o orcamMiln e chusulas jimia por copia.
DluA' mesmi, para por nov,imenle em prari a
factura do Ij.- laneo da estrada di sul. sevindu de
base o ollerecim-nto feito por Joao Ifippnlylo de
Meira l.ima, de enearregar-se della com o ab.ile >le
1 por cenlo no respectivo ornamento e o prnzo de 18
mezes.Communicou-se as obras publicas.
DitoAo arsenal de guerra, para mandar alistar
na companhia de aprendizes menores daquelle arse-
nal a Napoleto Xavier do Sorcorro e Egoarino das
Chagas do Soccorro.Olliciou-se ao juizo de or-
phaos para lavrar o term > da lei.
OiloAo arsenal de marinha, para mandar subs-
tituir por outra, a Africana rmprrgada no s-imco
do cullegio das orphaa, visto e-lar ella em estado
de gravidez.Communicou-ie ao patrimonio dos
orphios.
PortaraOmcedendo, emsi.li da inlorma^ao do
commandante de polica, dous mezes de lieeuca com
vencimentos ao cornela-mr daquelle corpo Jo I licimiiio da Silva.
OilaConeedendo, em vista de informadlo do
commandante superior do Kecife, i mezes re li-
cencia ao alteres do S. balalhSo Jos AnlOiiio Mo-
reirA,Oias. para tratar de u i sau le.
OlaEncampandn, de cnnforinidade com o arl.
33da le n. 28de 17 de msio de 1831, a obra do
I4." lanco da estrada do sol a multando o respec-
livo arrematante Jernimo Pereira Martins e seus
dadores na 10. parle do valor da mesma obra, visto
Dio ler elle dado o menor undainento a obras do
seu contrato.Envino-se copias desla a' thesouraria
provincial o ao director das obras publicas.
expediente do secretarlo ra proviic'ta.
OllicioA' thesouraria de fazeoda, Iraiismiltindo
a ordem do lliesooro nacional lob n. 120.
8
OflicioAo E\m. presdeme de SmtaCatliarina,
Iransmliiido copia de um oflicio em que a directo-
ri di Gabinete I'orlogaez de Leilari deita provin-
cia, pede que esle governo manifest o agradecimeu-
lo da mesma directora, pela ITerta que S. Ec.
fez dfi nm eiemplar da Memorias Histricas iles-
si provincia, pelo major Jaiqom de Almeida Coe-
Iho.
OiloAi commandante das armas, rerommendan-
do a eapedirao de suas ordena, para qoe regressem
aos respectivos corpjs, i; das pracas de1.lnlia
editantes em (oliinninha, e 9 do destacamento de
Iguarasso'.
DitoV i mesini, inleirandi-o de que o director
dai obras militares ofllcioo, dizendo estarem con-
clodss as pinturas do I-orle do Boraco e no quariel
da rompanhia de anifices.
OiloAo l)r. chefe de polici, dizendo que se
man Ion pagar as despezas com o sulenlo dos pre-
sos pobres di cadeia de P> d'Alhi, c foniecimenlo
de luz para o quariel do destacamento daquelle
t'rmj nos mezes de fevereiro a julho desle
auno.
OiloAo commandante superior de Olinda, di-
zendo em respola ao nfflcio em o,ue S. S. solicita
a soltura do guarda di 9.- halalhlo Albino llamos,
que mandando proceder as indazaefles sobre o des-
tino qoe livera e-se guarda, deu o chefe de polica
a infnrmacao constante da copia qoe se remelle.
OiloA o director Eeral interino da ioilrocr,lo
punlica. devolvendo a inclusa representado docu-
mentada que acompanliou o oflicio de 18 de jo lio
oltimo, em qoe V. S. se refere ao que nalla expen-
de o conselho do diatrlela Iliterario do Altinho,
contra o profeisor de inatrucco primaria daqoclla
fregiezia, Manoel Joaquim le Oliveira Maciel, que
lem mostrado Mil de exaecli ni cumpriiiiento de
icos deveres, comnre-ma declarar, qoe se a suspen-
sa proposta do referido profesa ir he em virlude da
disposicao do arl. 110, nao davs ser por um lempo
determinado de 2 mezas, mas ifaa, emquanto se pro-
ceder, as diligencias e formalidades recommenla-
das pelos arls. 10.1 eaegulntei da le n. 369 de 12
de maia de 1853, depois do qoe, o ronaelho director
resolver obre a qualidade da pena em virlude
da Citad* le.
DitoA' thesouraria de fazendi, para mandar pi-
par sob responsabilidad* da presidencia as despezas
que se orem fazeu lo com o presi lio de Fernando,
vi'lo nfl. ler sido con.ignado crdito para el-
las.
OiloAo director do" ar-enal de guerra, dizendo
ler aulorisado o pagamento a Jos BaptisU Braga,
da quanlia de que trata Sor. no seo oflicio n.
13<.
OitoA o capitao do porto, inteirando-o do det-
rimento de om reqoerimenlo em que o recrota Vic-
torino Jos de Va-ciiirellos, pdia ser posto em li-
hsrlade.
OiloAo conselho administrativo, derlarando
que para podar a prei lenea res lv-r aobre a ma-
teria do seu ollbio^de 2S do pasado, deve Smc.
eiiviar-lhe urna relacao dos olijeelo* comprados com
destino corpa de polica do Ko lirada do Norte,
e coja mportan:i,i foi pag pela Ihesooraria de la-
zenda desta provincia ; ilei-l irn l> na mesma re-
lacao o no e do vendedor e os preros dos olijec-
los.
OiloAo director dos ludios de Barreiros, re-
eoiiimendando que permuta ao< Intios daquella al-
deis. o Irabahalliarem na estrada de ferro sol a di-
reccao do chele Joao Marcell..Commonicou-su ao
director geral dos Indios.
Oilo A' cmara municipal de Gelanna, declaran-
do em rep isla ao ollc o cm que aquella cmara pe-
de se faca elTecliva a lisposicawlo art. 18 do ou-a-
mento vigeolo na parle relativa a illuminacio ria-
quella cida le, qoe fa havia-n ido approva'das as
condicss para o contrato da mesma HlMlnirJio.
PorlariaC uice lendo ao arrematante do em'pe-
dramento do 3.- laneo da estrada la Bscatlie, Fian-
eisco de Pinho Borgea. em v^la di informacao do
director das obras publicas, mais 3 n ez-s de prote-
gadlo para a ronclusao daquella obra.Fierain-se
as convenientes parlici .ac.,.
Oila CtMedeado a Francellin Jos doi Santos
Costn Mmteiro.l cenct para ir a Fernind >, levan-
do eomsign oseeneros indicados na relacao Mtigoa-
da pelo ercrelano da provincia.
HilaAo agente dos vapores br.isileirne para dar
cerlo, para os fins convenientes, que a presidencia
attendeodo a que os preros dos gneros constituti-
vos de racilo de Torragem subiram de precn no mar-
cado, fui servida resolver por ofBcio de 29 do expi-
rante mez, que a dita racao destinada a' companhia
na de cavallaria desta guarnicao fosse elevada a
liJOOO rs. diarios a contar do 1. de setembro.
O mesirao brigadeiro faz igualmente cerlo que o
Sr. 1. cadete 2. sargento do 10. bal.ilh.lo de infanta
ria, Alfreda de Barros Cavalcanli de Lcenla, fez
no da do expirante mez eiame pratico da respec-
tiva arma, sendo plenamente approvadn na primei-
ra parle, e limplesmenle na aegunda das materias
cl.isalficadas no arl. 2S do regulamenlo da 31 de
mirra de 1831.
Determina que na manhai do da 1 de selembro
se pasie revista de roo-ira em seos quarteis aos cor-
pos do e\emto aqu estacionados, ao lerceiro da
goarda nacional acuartelado e s cnmuauhiai lizas
pela ordem eguinle : s G horai companhia de
artfices, s 6 l|2 ao balalhao 8. de Infantera, s
7 ao 3. halalhlo da guarda nacional, s 7 3|t ao 10
e a- s 11 a 9, iodos da mesma arma, s 8 1|2 a
companhia fita de cavallaria, e as 9 l;J ao i. de
arlliaria a p na cidade de Olinda.
Determina oulro sim qoe o referido 3." balalhao
le considere desaqonrielado depois da revista de
mostra, visto como pelo commando superior da guar-
da nacional deste municipio foi desligado para o
substituir o I." balalhao de arlilharia da gsarda na-
cional, ao qual se reunir um Continzrnte do 5.
balalhao de infanlaria composlo de 100 pracas, e
mais as do 6. ora aquarleladas, que continuaiGo a
ervir lao somente al o dia 15 de selembro.'
Assignado.Joao Jote daCatla Pimentel.
Can(arme.-t-Demelrio de Gusmiln Coellto, alfere
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
IITIRIOR
Presidencia do r. Hazebio de Queiro: Coulinho
Metite ('amara.
A hora do cusime, feila a chamada, e echndo-
se reunido numero legal, abre-se 8 sessao.
I.:da l acia da anlecedente, lie approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. 1- Secretario l dous ollicios enviando leis'e
relatorios de varias provincias.A coiumi-slu de as-
semideas [iroi inciae-.
ORDEM no DIA.
Continua a discussao do requerimento do Sr. Ver- i
aiieiro. pedindo infarm n.e ohre as colonial de i
ai palavrasconloa de rett,acrescen(e-severifi- i I.olo que entre! na gerencia da administracao co-
cada pelo quantum do pre|uizo produzido pelo in- nheci a actividade.com que era dirigido esseramo do
cendio, comparado com o ultimo balanc.o apresen- I serico,e nao deizei de imprimir lite todo o impulso,
uecessidade do emprestimo. que esteve ao meo alcance. A' visla das providen-
i cas, que lenho tomado, capero que as diversas ao-
Virialo-.
O projecto he adoptado com a emenda do Sr. Ro-
drigues dos Santoi e remedido eommissao de re-
daccao, sendo regeilada a emenda do Sr. Yiridto.
Segunda pirle.
Continua a icgomla discossao adiada do orcamen-
lo do ministerio da jostira.
I.eem-e e apoiam- Ao arl. 3eleve-se a verba do 18 ("rasa de
parceriaem S. Paolo, como additamento do Sr. correccao ;. 120:00a>.l-'aoslo de Agu.ar.Para-
Silveira da Molla. naeoa.Costa Pinto, n
lomain amia parle na discussao os Srs. Verguei- <. Ao arl. 3"eleve-se a verha do S 17 (corpd
ro, jobim. viscode de Alboqoerque, Manoel Kili- ; monicipal permanente a 346:6*81300.FaiMlO de
tardo, e II. Manoel, e sao apoiadas duas noval e- Aguiar.Paranaeu.Costa Pinto, o
Ao arl. ,lelvese a verba do S Io 'secrela-
mendas ad lilivas dos Srs. Versueiro e jobim.
Kncerrada a discnssac, he approvadn o requeri-
mento com todos os addilamealos a elle olTerecdos.
Sem debate sao approvada em trceira discussSo
as secoinles resolues :
I." Aulorisamlo a concessao de licenca com ven-
cimentoi ao Dr. Elias Jos Pedrosa e oulrus.
2." lamer leudo loteras a matriz dn freguezia da
l.asoa de Rodrigo de Freilas.
3. dem a matriz da freguezia de Nossa Sinhora
da Canceicao da capital do Cear.
4. dem a duas inalrizei de freguezias da comar-
ca do Rio das Mortes.
Entra em lerceira discuso a proposito aulori-
ria de estado) a 76:8009.Faotlo de Aguiar.I'a-
ranagua.Costa Pinto.
A' verba juslica da primeira instanciamg-
mente-sequinto for necessario para que seja de
titMV- -
toridadas policiaes, melhormente compenetradas de
seos deveres, n3o se descuidaran do empenlio em que
se aclin esle governo de fazer cesssr inleiramente a
pralica de semelhanle crime.
Entre os homicidios, quo foram aponlados nao
ha um si'i, que aprsente case colorido sombro
e atroz, quc revela urna siluacao criminal desani-
madora.
0> mais notaveis foram os pralicados na freguezia
de Maranguape na pe Cralo na pessoa l teulaliva do mesmn crime commetlida pelo facci-
nora Antonio Pereira l.ima contra o snbdelegado do
.lar lu, o cidadao Manoel ti mcalves Dantas.
O primeiro desses linmicidins foi consumado no
para melhorar a legislara* nesse ponto, fazendo-a Poseo aseaurar-vos que nene ramo de servico lem
mais efilcaz, tena lornar popular a aceao coutr. o : liavido e continuar a haver a maior solicilude.
Meio balalhao de catadores,
t) meio balalhao acha-eo completo como se vera
Vs sabis perfeilaminli porm que etsa medida
depende inteiramerte dos- poderes geraes.
Nao encerrarei esle lopico, genitores, sem dizer-
vos que na repressao do delicio lem este governo
si lo ellicazmenle auiili.-.do pelos subdelegados da
Pacaluba, e Marananape, os cidadaos K-levlo Jo
de Almeida, e Joaquina Jos de Souza Sombra, os
qoaes no desempeo uos seus deveres lem exhibido
constante provas de aclividade, inteligencia, e de
urna roracem cvica digna de elogio.
d---------- -w ,,,r,. ... ,,..,,., 0D Ule
o mappa competente. As sua pracas empregam-n
na guarnic^Su desta capital, e acham-se distrboidat
; em diversos destacamentos, como veris do mappa
indicido. YV
Corpo de polica.
No lendo o governo imperial approvado a no-
meacn do eaj ilo Manoel Moreira da Rocha para
reger o commando desse corpo, nomeei para substi-
tuido o major de,cavallaria da guarda nacional de
1'- --------- ---------*- -. .. _-....= li II M. |l,,
guaes provas tem apresenlado os diver-ns ofliciaes Marancuape, Jos l'ernandes de Aranjo Viann
lano de polica como de linha, os quaes acham-se
por nereasidadei indeclinaveis do servico publico
empregados em alguna carg .s policiaes simultnea-
mente com os emulando de destacamentos.
Entre esses olli-iaes, alm dos que em outra parle
foram ref-'ri tos, devn mencionar aqu os nnmes do
6009 o ordenado dos promotores que o tiverem me- fossem os assassinos ; al boje porem ainda nao di
nor. Jacoar.be. cobro o caminho, que alies seguiram. Maslalh
, T s '" .a.escenle-secom o seminario epis- cforco com que procura sabe-lo, que eu nao po
seio da noile em urna das ras mais desertas de Ha- i capitao Mainel Moreira da Koclia, do lente Rav-
ranguape. A polica pelas indagariies, a que proce- mondo lleiiiicio de Mello, e do alferes Manoel oe
I i: .- I.emos.
Adiiiinilracao da juslica.
No periodo decorrido do primero lie julho do an-
copal da provincia de Matlo-lirosso, a saber : orde-
nado aos lentes necessarios, que o governo fiea ,iu-
tojisado a nomear desde j, 10:000t. Delphuio de
Almeida.Peixolo de Azevedo.
"..Acrescenle-se ao S Io do art. :l- o seguinle :
l'icando igualado o ordenado do profesaor de l-
sando o governo para novar o contrato com a com- torgia do seminario da Baha, ao dos oulros profes-
panhia de Navegacao e Commercio do Amazona*. sores do mesmo seminario, augmentando se para is-
() Sr. \ isconde de Alboquerque enlende qoe a di- so a respectiva verba.S. R.Pinto l.ima.M.
rercao desta companhia lem administrado mal a em-. Danta.Sampaio Vianna.Fernandas da Cunlia.
preza, e que s a i legocios ; mas que te julear que a nacao di-1 Orararrf os Srs. Pinto l.ima e Cerqutira l.eile.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO EM 23 DE JULHO DE 1837.
Presidencia do Sr. Ensebio de Qaeiroz Coutinho
Matoso Cmara.
A' hora do coslum, feita a chamada, e achando-
se reunido numero legal, abre-se a sessao.
I.idas as acias das antecedentes, s.to approvadis.
O Sr. 1 secretario da cunta do eguinle
EXPEDIENTE.
Im oflicio da cmara dos deputados, remetiendo
a reoluc.ioda mesma cmara, que manda pagar a
Manoel Antonia Bastos RalcMI o orjenado de car-
cereiro da cadeia da villa do Pilar.Inteirado.
O Sr. Manoel I'elizardo manda a' mesa o se-
guinle projecto :
A assembla geral legislativa resolve :
Arl. 1. O governo fica aulorisado por cinco an-
nos contados da puhlicacao desta lei a conceder
gratuitamente o numero que julear conveniente de
lotes de Ierras desollas de 230.000 bracas, que of-.
fereca garant! de capilaes, sendo o concesionarios
suputo* a seguintes rnndice; :
1." Importar directamente para o imperio tan- |
ta, familias de oriuein europea e eslabe|ece-la co- !
mo propietarias mdependenles ou sujeitas a foro
perpetuo, quantos forem o lotes concedidos gra-
tuitamente.
c 2." Ifao distribuir a cada urna familia rea me-
nor de 41,666 braca quadradas ou sexta parle de
um lote, nem exigir das loo familias importada,
pela venda, mais de 3 ruis por braca quadrada, e
pelo foro annual mais de '., real.
o 3." Dentro de dous anuos, depois da concesso
dos lotes do Ierra*, dar principio a imporlacilo das
familias, devendo nesse prazo ler Mlabelecido na
forma da condijao primeira, pelo menos, a sexta
parle das familias correspondentes aos loles gratui-
tamente concedidos.
4." Ficarem os concessionarios senhores e pos-
suidores somente dos lotes concedidos, qoe corres-
pouderem ao numero de familias impoiladas a es-
tabelecdas segundo a ron,l,cao primeira ; e le no
lira do 10 anuos, ao mais, nao hooverem ihtrodoz-
do e eslabeleciSo as familias correspondente aos
loles concedidos, reverterem ai que eveederem ao
numero das familias effeclivamenle importadas e
estahelecidas ao patrimonio nacional.
5. Ser o permetro das {erras, concedidas gra-
toiUmenle, medido e demarcado peloi concessio-
nario, mas o governo fara' verificar a medicao, e
corrgir os erros ; rnrrendo por conla dos ditos
coneessionaros as despezas que se fizerem com a
rectificara > do mesmo permetro.
o Art. 2. Fica igualmente o govenio aulorisado
a conceder gratuitameiils Ierras devolula aos em-
prezariosque : 1-, se obngarem a impuitar Iraba-
Ihadores de origem europea para o e-iah -le unen tu
da emprezas agrcolas, sendo regulado o numero de
loles Mrim doadns pela melada do numero das la-
millas quedeveao ser inlroduzidas dentro dos pra-
zo* do art. I" condir.-s lerceira e quarta ; 2-, pre-
tenderen) formar emprezas agrcolas s Com nacio-
naee, ou junlamcnle com esles e eslrangeiros, sen-
do tainbcm a quantidale de loles conced los gra-
tuitamente regulada pela melada do numero de fa-
milias tiabalhadoias de qoe se compuzer a em-
prea.
ci Os emprezarios doi ns. 1 t 2 ficar.lo senhores e
possui lores das Ierras doadis, se no lira de cinco
annos contados da poca da doaco tiverem empre-
ado c|l .divamente o roniervarcii) o numero de
familias corrospnnlentes aos lotes de Ierras conce-
dido ; no caso contrario reverter' ao dominio pu-
blico a qiianlidade que eiceder a das familias, le-
gando n razao dos ns. le 2.
Art. 3. O overno impora' multas pela infrac-
to das con licoes que estipular nos contratos que
lizercum os concessionarios de Ierras para o eslabe-
lecimenlo de colonias e emprezas agrcolas na con-
forniidule desla lei.
Afl. S. Fleam revogadas as leis em contrario.
Paco do senado, 2:1 de julho de 1837.M. 1-". S.
e Millo.Jobim.Fcrnaudes Torres.Vallaqties
afra,a imprimir.
He apoiado e approvado o seguinle
Requermenlo:
o Requeiro que so peca ao governo as seguintes
infnrmaces :
o I." Qual o forea policial de cada provincia fi-
nta pira o cnrrenle anno ; qual a funda em o an-
no prximo pastado ; qual a filada para o auno
prximo futuro ; qual o elleclivo da torca em o an-
no passado, e no correle.
o 2. Se a forra lixada lem estado em proporrau
com as necesidades do servico as respectivas pro-
vincias. Em caso neg>tiu, qoal o motivo qne lem
impedido n fiacao proporcional. No caso, de o ef-*
fectivo nao corresponder a forca fixada, qual a ra-
zao de deficiencia.
o 3.a Qual a deepeza comparada dos Ire annos, a
que se referrm eslss informacOes.
a 4." Quaes os meios emprecadoi para realizar a
forra decretada ; quaes os regulainenlos porque le
dirlgem os reeperlivns corpos.
3.a Qoal o oe.tina ordinario, que as dilas pro-
vincias se costuma dar a forca de linlia.
6.B Se depois da publicaeao do reaulamenlo do
ajudante-zeneral, lem sido aleara ofliciaes de linha
diatraliidos de sau peruliar servico, e empregados
em occupacAes alheias de soa protlssao ; qoaes os-
eas oceupaea ; se para ellas preceden aulorisuc.1o
do governo supremo.
7." A opiniao circotmlaneiada dos presidentes
de provincia sobra os seguintes quesilos :
I. Qual a forra policial indispensavel para sa-
l'fazer os servico meramente policiaes ;
'2. Que obstculos podem aduar, para qne ella
nao se realln e quaes os nicos indi remove-|ns, de modo que a forra de linha n3o pos-
sa ou deva ter ootro destino, que n3o seja o de
soa instituirn, e existencia.
Paco d senado, 23 de julho de 1837.J. A.
de Miranda.
i la a viuva do
ORDF.M DO DIA.
Passa em lerceira dlicoMlo e sem debate a lita-
cao das fincas de Ierra para o atino linanceiro de
1838 a 1839.
Continua l diiCnsaSe do requerimento do Sr. Ver-
gueiro.
He apoiado e entra em discussao com o reque-
rimento o Mguinle aildilamenlo :
Que se aJdite ao requerimento do Sr. Verguei-
ro o seguinle :
Quaes a causas da remoeaodos colonos de Uba-
Inha para o Espirito Santo, que despeza fez o go-
verno com o transporte dos colonos e sua nstalla-
caocmniilia provincia. E se o consulado soisso
orna psagem de estado para a corte a llermenegil- concorrau para cssas despeza.Silveira da Molla .a
do Coelho da Silva.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaiart.'l gaaaral do commando daa rae* de
Peroambaco na cidade da Raelfe, em 11 tv
agosto da 1857
ORDEM DO DIA N. 1i.
O brigadeiro commandante das armai interino faz
Tomam parte na diKOMJo o Sr*. Silvoira da Mo-
ta, Carueiro da Campos, Manoel Felizardo, D. Ma-
noel e berilo de Pmdarc.
Fica a disriia-ao adiada pela hora.
A ordem do da he n mesma.
Levantase a MMo a 1 bota e !( da larde.
Nos das 23 e 2 nao houve sessao no senado.
ve cariegar com os erros da companhia, e ir em seu
auxilio com mellioramentos de contrato de cada vez
qne ella se adiar ein embaracos e diflicoldades, nao
se pode esperar que ascousas melhorem. Vola, pois,
contra a autoritario que e quer dar ao governo pa-
ra novar o contrato : a primeira aoloniacao foi fu-
nesta, e, em sua opiniio, a navegacao, commercio e
eoloniacao do Amazonas he assumplo gravistimo, e
que nao pode mm grandes inconvenientes estar a
cargo de orna, empriza particular.
O orador nao quer que pare a navegacao do Ama-
zonas ; do que esl persuadido he que o eoverno de-
ve ser aulorisado para regular como melhor convier,
mas nunca novando o contrato existente, que he
-umm .mente prejudicial. Volar por qualquer e-
menda nesle sentido e contra a proposrao.
Encerrada a discussao, be adoptado a projecto
snbsiitulivo, que fura approvado em segunda dis-
cussao.
Passa em lerceira diicossao, tem debate, as propo-
sires seguintes :
1." Sobre pretencao do esludanle Jos Iraaioi.co
Vianna.
2." Aiilorisando o governo para mandar trocar
as notas do banco perlencantc ,ia conego Fi lelis Jos
de Moraec.
Eigolada a ordem do dia, o Sr. presid ule declara
que a de amantla sei ;
I." discuisao das proposicoes da cmara dos de-
putados :
I." Concedenda loteras a irm.an la le .le S. Pedro
da Mina Geraes, etc. ;
2. M Sobre varias naluralisaces ;
3." Approvando a pensao conced
cniHClheiro Vernerk :
i." Conce leudo loteras a Casada Misericordia
la cidade da Victoria ;
Discussao dos requeiimenlos adiados.
I.evanta-se a sesao a urna hora c meia da larde.
ClIAIU DOS SRS. DEPl'TADOSa
SESSAO DE 2T OE JULHO DB 1837.
I''residencia do Sr. ehennie de llarpendy.
A' hora da cosame, feila a chamada, e aelian Jo-
s reunido numero legal, abre-se a sessao.
O Sr. Primeiro Secretario, da conla do seguidle
EXPEDIENTE :
t m oflicio do ministerio do imperio, rommuni-
can lo parlicipar-se a presidencia de Minas que fura
approvada a elecao primaria a que se proceder na
parochia do Tabolciro-Grende.Fica a cmara in-
leirada.
Dito do mesmo minitterio, remetiendo copia da
lei da assembla provincial da Parahiba do Norle n.
i de 23 de selembro do auno pas ado, que aulnrisa
a cmara municipal da villa do Pilar para aposen-
tar o leu serrelaiio e o parecer da secrao dos nego-
cios do imperio do conselho de ciado a respeilo.__
A commissao de assemblcas provinriaes.
Ditoi do mesmn ministeio, remetiendo as nfor-
mar'-es pedidas por esla cmara sobre a pretenres
le l'irmuio Jos de Souza l.ima, alumno da facul-
dade de medicina desla corle e da Santa Casa de
Misericordia da cidade da Cachoeira.A quem fez
as requescoei.
Dilodo mesmo ministerio, communicando n3o
existirem neetaserrelaria mais informacOes n respei-
lo das eleiciles primarias de Tauhale e Pindamo-
nliaiuaba, alem das ja reni-lltdas.A' qaem fez a
reqiiisicao.
Dilo do mesmo ministerio, remllenlo um reque-
nmenlo do director da academia dai bellas arles,
em nome da mesma, pe lindo augmento de venci-
menlo dos respectivos professores.\' commissao de
penases e ordenados.
Dilo do mesmo ministerio, remoliendo urna copia
da consulla das secees do negocios do imperio e
jii-lica do c inselho di eslado sobre a resolura i toma-
da pelo presidente do P.ra, adiando a s provincial, quando esla proceda a respnlo da quei-
ta dada contra o juiz municipal da capital da pro-
vincia..\' eiiminis-o de poderes.
Ditos da presidencia do Paran, remitiendo o re-
laloiio e documentos apresenladus a assembla pro-
vincial c as actas da mesma assembla; e da de
Sania Cilliariiia, remetiendo omi rolleccao de actos
lemslativos promuliados na sessao desle auno.A'
ari-hivar-se os primeiroa, e a commissao da assem-
lilcas provinriaes o seauudo.
Um requerimenlo do cabido da ealheJral de Ma-
rianna, pedindo augmento de congrua.A' com-
missao de peosoes e ordenados.
Dilo dos capeltaes e empregados da mesma calhe-
ral pedindo augmento de seu ordenados.A' com-
mi-sao de p-n-r, -s eordenados.
Dilo da direcloria da eompanhia reformadora, pe-
dindo diversos favores, afim de que a companhia
pos.a continuar no desempenho dos encargos para
que oi instituida.A' commissao de obras pu-
blicas. r
Dito de Aniceto de Souza Pinto e Bairos, pedindo
er naluralisado ciladao brasileiro. K' commissao
de poderes.
Dilude Domingo* Manuil de Oliveira Quinlana,
pedindo ,i couces-ao de oilo loteras para com o eu
producto poder se construir urna nova greja matriz
de San-Silvador da (uar.itilia. visto achar-sa a ac-
tual em total ruina.A' commissao de fazenda.
.Sai approvado sem debales os pareceres;
Di commissao de marinha e guerr, mandando
oovir o governo a respeilo da pretencao do pri-
meiro lenle da arma la Minoel Mara Rical.le.
Di commissao de cunsliluican e poderes, que re-
conhece inppletUe pelo primeiro districlo da provin-
cia das Alalinas, ao Sr. Lucio Soa res de Albuquei-
qu- Eustaquio.
O Sr. Barboaj da Cunba nblendo urgencia, fun-
damenta e manda a mesa o seguinle reauri-
menln: H
a lUqueiro que se peca ao governo orna rrlaro
proceso que as autoridades policiaes da cida'de
A discossao fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente d para ordem do dia.
A mesma, tanto na primeira como na segando
parte.
I.evanta-se a seu?o as 2 ,',' horas.
No dia 23 nao houve Meato na cmara.
CEA KA'.
RELATORIO
que a' assembla legislativa provincial do
Cea i-a' apresentoii no da da abertura
da sessao ordinaria de 1857, o L\m.
Sr. Joa.juitn .Mendes da Cruz Guima-
raes, terceiro vico-presidente da mesma
provincia.' "
Sn. membros da assembla legislaliva da provin-
cia.Ao ver-me nesle recinlopara inormar-vos so-
leu, chegou bem depressa ao ronhecimentode quem
'es-
e o
posto
deixar de ronsiderar moito prxima a poca de soa
pon rao e ,1a vind da da lei.
O aasasfjno do infeliz Daarte Pinlteiro, preso pou-
cos das depois do seu enme pelo e-forcos do ener-
aieo a honrado delgalo do Cralo, o rpida Joao
llipti.la de Mello, foi immediatamenle mettido em
processo, e pooeo depois condemnado a 12 anuos de
pristo com trabalho. Entre o crime e aua panicJe
decorreram menos de dous mezei.
O sicario que tenlou audaciosamcnle contra a vi la
no prximo passado al o ultimo de mato do correri-
te foram levados a' barra do jury pira reipondrr
por 1117 crimes commetli tos no me-mo lapso de tem-
po,e annos anteriores 133 reos, como veris enUe os
appenios.
No julgamentn de lodos essea erimes appireceram
70 condemnacOes, inclusive 1S mullas: u numero
das absolviles foi 85, e delas apenas furnm tnler-
poslas II) appellaees pelos juies derdireito e !) pa-
las parles. Ilcuve um protesto por nov> juramento,
e os recursos na que usaram as partea, nu
do subdelegado Dantas foi processado com a mesma se pode descriminar quaes os que foram interpostos
rapidez, e do mesmo modo condemnado a 20 annos
de prisao com Irabalho.
Por esles fados vedes claramente que a polica ai
desempenhando bem a soa mi'Sto, lomando a peito
a perseguirlo dos criminoins.
Nesla apreriacto ha ainda entras circunstancias,
que nto devem ficar em s-tenelo.
Os agenles desses riiMPeiiles erimes ainda nao
Iranspozeram o circulo da classe baila e ignorante.
Outro sim au deveis entre ris procurar a causa do
crime lenSo no excesso perlgoso de bebidas espiri-
tuoaas, nos hbitos funestos de trazer a faca a ilhar-
pcln ministerio publico.
Sem embargo disso porem posso ass*gnrar-vos,
em vista das communiacoes existentes no archivo
da secretaria, que laris-imas vezes procurou o mes-
mo ministerio impedir a execorto das decisei irre-
gulares dos tribuna.
O numero exceisivo das absolvieses faz crcr que
lodos os julgamentos nao foram inspirados pela cou-
vicjao da innocencia dos reos, moito9 dos quaes ti-
ntura contra si a opiniao publica correnle nos dil-
Indos da culpa.
O numero insignificante das appsllar;ies por par
(os e falsas ideas sobre a honra e pundonor pes*oal,
os quaes nao poderam ser ainda radicalmente des-
truido! da nosi populat-ao pelo influxo benfico e
refienerador d.i civihsaca.
Ajunlai a cssas causa's o delexo de algomas auto-
ridades policiaes, ocurso aluda Dio perfeito ere-
guiar da juilira entre n*, a inlernid.ide quasi per-
manente, em que por circumslancas excepcionae
lem jazilo a adminilracto da juslica, a benevolen-
a indilTerenca com que, salvas as
foi tratada por elles a causa da
nre o estado dos negocios pulilic.s, e inlicir-vos al- I ca dos (ribunaes jodiciarios. os quaes por snas cons
jumas medida, que me parerem dever ser adopta-
das para areelerar a properidade da provincia, enfi-
lome antes de tu lo possuido do mais vivo |ubilo
em ter a honra de aimunciar-vot quo o Imperador t
a Imperalriz, e as Ss. Princezas acham-se no gozo
da mais porfeila saude.
O imperiu lodo nutre a convircao firme e naliala-
vel, deque as nossas instituirnos, asseules sobre a
liase solida da liberdade, se forlale-em e se de*en-
volvem cada dia mais com a conservadlo e floresci-
mento dataei augustos penhoies da prpeluacao de
noisa dwiasija.
l'ranquillidade publica.
Lamento que o meu dever ao icscrever-vo este
lopico nao saja, como nos ltimos anuos, um cumpri
ment de mera etiqueta e formdi la le.
As eleices, quecorreram na provincia no anno
prximo plisado, apresanlaram um quadro sangui-
nolenlo, que tifo pode deixar de ter maguado pro-
fundamente o coraj.lo de lodos os Ceareuses, coja
ndole boa e pacifica nio he, nem podia ja hoje ser
ilesconhecida cm lodo o imperto.
No Cralo, na lanperalriz, em Sobral e S. Anna
appareceram algumas desor lena, das quaes resulta-
ran! 8 mortes, a diversos feimentos.
N3o me cabe entrar aqu no desenvolvimtnln das
causas inoraes, quj deram lugar a esses exce*soi.
bllas estn no dominio do publico, e om dia a histo-
ria ha de regi'lra-lai em uas paginas com a devida
impareialidade.
A esse respeilo compre-me tmente informar-vos,
que os indiTidii -, que lomar un parle em -umelii ,,i-
tesaconlecimenlns, foram todafhrocessadjs e aljius
de lies ponidos com todo o vigor das leis.
O faarlore das deiordens do Grato na sua maicr
parle ja re'ponleram aojury, que all se reuni no
mez de abril olllmo. Todos elles foram absolvidos
sem dislinccao de cores polticas.
Os aulores das mortes de Sobra, anda nao res-
ponderam pelos seus erimes, porque lambem ainda
n,1o foram capturados. Entretanto compre-me de-
clarar-vos com a milor franqueza e l-aldadc, quo o
governo da provincia nao lem cenado de espetir a
mais |terminantes ordens para o conseguir. As au-
toridades I caes, e as das provinciae* limilrophes
acliam-ie prevenidas contra os re flidos criminoso,
e tal he contra elles o empenho da autoridade, que
eu nao posso duvidar um s inomen|o de que a socie-
dade olTendida com a Tlolacto do iuas leis ha deem
breve ser dealTronlada.
Quatro dos reos prucessalos em S. Auna acaham
de responder ao jurj reunido a 20 de mio prximo '
pretrito no termo do Acarac, e lie-ine grato tra-
zer ao vosio conhecimenlo, que o jury do referido
termo os julgou com a severidad recommendad.i
pelo governo e allameote reclamada pela moralidade
publira.
Alguns desi's individuos eslto condemnados, e os
que consesuiram ser abselviijo, acham-se appella-
dos pelo muitu cdigno e probi.loso juiz de direitu
interino da comarca, o Dr. Augaalo Cesar de Me-
deiros.
A lessilo do dito jurv.quanlo a e.ses successos, que
tiveram no pai/ umeche lo estrondoso, f porlinto
bem sati*facloria, e. alenla a mardil natural das
romas, oto he licito duvidar-s de que e~se remita-
do influa poderoamenle sobre a fulura seisto do
jury de S ihral.
Todes esse fados, porem, que alzons dias enche-
ram da lulo e cooslernaco as referidas localidades,
nao produziram nellas um desassorego e alteradlo
permanentei. |Bem deprelsa us hbitos do Iraba-
lho sobitituiram ao espirito de revolla e da allucinn-
cii que infelizmente Irnoxe dous partidos, que de-
viam pleitear os seos direitnx, no circulo da lega-
lidade, um combale pelo recurso funesto das
armas
lie desperar que de hoje em di.inleos Cetrenies a-
meslrados pelas lices da experiencia,nao vollem mais
a esiai lulas fralecida, e continuem, como sempte, a
dar o mais alto teslemunlio de eu amor or-
dem. de sua adhesao ao thruno, e de tua dedica-
cao As inslilairfi liberaes que elizmenle nos re-
gem.
fia e o liaramarle ao hombre, nos velhos preconcei- 'e ds jaizes de direito revela sem duvida o pouco
nileres.e, rento
devida excepen
joslica.
Aprc nao me refiro nesla parle ao noaaol jui/.es letrados,
cujo zelo ededicacao, a cauta da lei nao podem lar
contestado. Altrihuo eise resultado, romo em uulra
parte vos declarei, u louga interinidade em afumas
enmarcas lem estado, nflo s daquelle jnizes, como
dos muniripaes, e promotores publtcei lormado.
Todos cqnhecem ,i grande influencia que sobre a
repressao exerre o curso perfeito da juslics, o qual
nao se poda realisar, oude ella he distribuida por ho-
mens laigos e ignorantes, sem carreira diente den,
e na maior parte das localidade adslndas i- affeiciies
de familia, e ao espirito de partido, qoe infelizmen-
te por muilo lempo ha de ser um mal de ncs.i so-
ciedade.
Ea triste siluacto lem sido comprehendida pelo
soverdo.
No que ella poda ser melhnrada por esa preii-
dencia, apraz-me innunciar-vns queja hoje acham-
se despachados promotores letrados para quasi loda
as comarc-s.
S a do Cralo, que he alias urna das mais impor-
tantes sob le las as considerares, el al esla dala
privada ,le*e beneficio. O governo, porem, nao
descubri ainda um bacliarel idneo para aquella lo-
ealidade. Os que s_e encontrara nesla circulatoria,
nao tem solicitado nomeaco em consequnria da
exiguidade dos vencimentos" que o estado Ihet olle-
rece.
lie
le Mogy das Crozei, na provincia de San Paulo,
liverem ex-ellieio instaurado contra cidadaos da-
quella paroehia, desde 2! de ah I al 13 do corren-
le mez de juMio, eompreliendeiido->e na retarlo os
nomes dos reo, a natureza e data dos erimes a elles
imputad c o eslado em que se acham o respecti-
vo procesa i.
Paco da cmara. 2f de julho de 1837.Barbota-
da Cunta, o
Sendo apoiado e entrando em discussao, he esta
adiada por pedir .t palavra o Sr. Rodrigues dos
Santos.
Achando-se aobra a mesa o parecer da primeira
Coromiado de orcamenlo labra a proposta dn gover- .
no que lixa as despean publicas, vai a imprimir com
urna emenda da me RDEM DO DIA.
Primeira parle.
Entra cm lerceira discussao o projecto que con-
cede um emprestimo de 300:(MH>5 companhia Pon-
la 4'Ares.
O Sr. Rodrigues dos Sanios depois de algumas
observadles manda a mesa a seguinle emenda, que
sendo apoiada, entra ronjunctairetite em disetu-
sto :
n Em vez de r-mprestar, dlgs-Kbe antorisadn
a emprestar :acrecente-ai medanle garantas
convenientes.Rodrigues dos Santo, a
Tomaram parle na dis'ussto os Srs. Ferr'irn de
limar, Silvinn Cavalcuili e Virato, que olTerere a
seeoinle emenda
Seguranra individual.
O eslado de segurauca individual da provincia se
nao he Jao lisongeiro, quanlo fura para desejar, lam-
bem nao se motra carregado dn Intuosa cores de
otaras pocas, ainda nao muilo remota. Todos os
dn consigua-se nm m-li namenlo notavel nesie
ramo da administracao, nao sn quanlo ao numero
dos erimes, tenao tambem quanlo rapidez, com que
sao proceisadi.s e un do-.
No lempo decorrido do I de julho do anno pr-
ximo passado al o ultimo de maio do crreme anno
commelleram-se os segoinle erimes :
1 irada nu foga de presos........ 5
Resistencia............ 2
Mneda falsa............ t
Offemas mural ... ..... l
Ajunlamenlos illicilos. ........ 2
Armas defezas........... (
Homicidios............23
Teulaliva do mesmo crime........ i
Kerimanlvs o nutra, oflensas phjsicas. (9
Ameaca............. 1
Estupro............. i
Calomnia e injuria.......... :)
Kaplo.............. 5
Furto.............. (
Damno............. )
Roobos .......... o
tantos ab-ol vires recnsim a socidade o valioso con
curso da exeraplariedade sdire o animo da popula-
cao e a falta de fon;a publica sufliciente. a qual
com ua pro-enea ns diversas localidades torna no-
toria e plpatela ncc3o da polica : reun lodas cs-
sas camas, senhores,"e lereis em toda a sua luz o es-
lado da criminalidade da provincia.
Descerni agora desas consideraeftes geraes a ter-
mos mais particulares, perrr.illi que vos esboce o ef-
ladu de cada urna das comarcas debaixo desse poni
de visla.
De todas ellas li que oflerecem maior conlingenle
para a statilica alo ai da capital, Sohral, dranja,
Ipu, Imperalriz e Crato ; mis a cifra mais elevada
do crime nao exprime sempre a siluacao criminal
mais deseiperadora. O maior numero de delicio
na i revela muitas vozes.eenao a constante perseve-
r.inra e o zelo ncinsivel das autoridades, e he islo
justamente o que acontece ni comarca da capital,
que fornercu o contingente de ; erimes, mais de
melada do numero oll'-recido por qualquer da oo-
Iras comarcas. Nao he porlau'o sob o aspecto do nu-
mero, que llevaran ser consideradas as reflexes, que
passo a oxpi'ir.
Entre lod.s as comarcas aquellas, em qoe lem si-
do mais activa e reaular a accao da juslica na re-
pressao e ponirto des diverso deliflns sao a capital,
(Juieramohim, Sobral, S. Joao do Principe, Biluri-
l e Aracaty.
Na Granja, no Ipii, e no Cralo nao se ola a mes-
ma aclividade, oque Ato Sai sealtribiii particular-
mente ao e-pirito de partido, que parece predominar
mais nessas localidadrs. se a lougllude em que ellas
e-lti do centro juvernaiivo, as velhas e anachro-
nicas incas do patronalo, que infelizmente ainda
lem curso por all, ou se a' fadlidade, com que os
respectivos criminosos homlsiim-se nos serloes das
provincias lirr-irophes.
Crein que sem receio de eslr muilo longe da ver-
dade podemos attriboir o estado da dilas comarcas
a tolas es 0 governo entretanto em pre*enca desses males
nao tem cruzado os bracos. No inluilo de acabar com
elles crcou o termo de Jardim, para onde foi no-
meado um juiz municipal lellradn, o qual com um
forte destacamento soas ordens pode fazer rele-
viules servico a' oidem publica. Fez destacar no
Cralo umt grande forra, que ji lem prelado all
serviros bm caes; c procirana fazer eslacionar
no Ipu' e (Iranji outra grande forca-, so aquella, de
que tem po tillo dispr, naie-lives*e espallltda por
outras localidades nto menos Imprtanles.
1 ara leraarse urna rralidade a perseguieao dos
criminosos desla, que vio p ncurar om asilo as
provincias viinlns, esl*Eoveriio se lem entend lo
com o presidentes das mesmas, pedindu-lhes firul-
dsdea para que as suas autoridades possam entrar
nos territorios das respetiva provincia. Mas cita
nu.- lula cuj prol.-u jde he de primeira evidencia,
nao poder.,' sor t r todos os seus effelos, em quanlo
o governo da provincia n3o tiver a' sua disposicao
a torra necesaria
Nu qoe este negocio dependo do governo do Im-
perador cabe-me declarar-vos que ja expuz ao mes-
mo governo a urgente e in Whnavel neceisidade,
que ha de completarse o corpa lito aqu estacio-
nado. '
No que porem depende d> concorsi de vossas lu-
zes e de voiso palrintismo, indicar-vos-liei em luaar
mais compleme as medidas, que devem ser adop-
tadas. r
Entretanto, senhores, de lodas as comarcas indi-
cadas, nenhuoia em meu roueeito, o Igualmente no
do Ilustrado e digno chefe de polica da provincia
acha-ie em siluacao mais ileploravel do que a do
Icii, porqoanlo as suas autoridades em geral haviam
levado o espirito de pairnu.ru ao crime a tal ponto
que nao minosos, se naocomo pirmittiain que alguna preso
dea que cumprian. senienr-. ua radea do termo,
n ir ---m em suas casa, e tratassem de sius nego-
cios domeiliros.
Felizmente, graras li del: lado, e a' energia cm
que n lenle Antonio (ornes Ferreira, comman-
dante di destacamento que all estacionava, cum-
prio a ordens que Ihe dirigi o Etm. Sr. Dr. Fran-
cisco Xavier Paes Brrelo, e que faram reiteradas
em mi ola administracao, lenho a "atisfacto decoin-
munirar-vos o de*appirecmenlo diqulles abusos.
Algumas medidas enrgicas foram tomadas contra
as autoridades, qoe ]....... iiinn i.i i grave escnda-
los ; e eu nutro a esperanca de qne ao chegar all
o ternilla Francisco Antonio Pereira, o qual para
nina uecessidade ceralmenle sentida a de se
angmenlnr o ordenado dessa classe de empregado*.
Etao nomeidos ns jnir.es muincipaes do Jardn),
Imperalriz, Aracaty e I.-. Nenhum dellei porem,
acha-se no exercicio dos respectivo* cargos, apezat
das vivas instancias, com que se lem promovido esle
negocio.
aquella lugar parti na qualidade de delegado, em
substituirn so cidadao Casimiro Pinto .Nogueira,
que pedio demissto do referido cargo, tae< fados
nao se reproduzirao jamis, li -an lo reslabelelido no
Ii-ii o pleno dominio da lei.
Quanlo a'comarca da Imperalriz, se ella nao se
arha em estado lisongeiro, depois dos lamenlaveis
aeceisea de 2 de novembro do anuo prximo pai-
sade, os quaes estao no dominio publico, ao menor
neslesltimos lempos a eslilislica criminal nao leve
que registrar nenhum fado importante, que all fos-
se pralicado.
Esle reiillado foi devido sobre ludo a' acedada
medida de e ler confiado a delegada do termo a
a um militar intelli a honesto, inlerameute
eslranho aos odio, e lolrigaa da loralidide.
Os juize de direito do Cralo, Imperalriz e Saho-
eiro, anda nao chegaram a a provincia.
O do Icc es' na Europa com I cenca de dona an-
nos oblida do poder competente. O de Quxeramo-
b'in, que para all foi removido da Granja pelo de-
creto de I i marro oltimo, alma uto eulrou no eter-
cicio do mesmo cargo em sua nova comarca por falla
de lempo para o respectivo transpoile.
O do Sobral esl com asiento na cmara dos de-
putados.
Eituu bem longe do vos ler assignalado toda as
causas, que j(luem sobre a administracao da juslija,
nem eu me proponlio a fa*er-vos urna diisertacoso-
bre esle ponto. Nto vos lenho indicado senao o* ma-
les qoe sao mais patentes, e que podem ser removi-
dos mais promplameule.
A administracao da juslic.1 na parle relativa ao
lientos de pronriedade nao oflerece ao obsersador
um quadro mus animador. O estado desse ramo da
ju|ica social, se nao envergonha o salado actual-
mente de nossa civilisaco, convence que temo gran-
de uecessidade de eonlieeer as leis do proceaso civil,
alim de serem mais convenienlementa decididos u.
direilos da partes.
Disialo civil, indiciarla e ecclesiasiea.
A divisan civil, (administrativa e policial,) he a que
consla do quadro competente, por onde veris que
exUtem ni provincia 28 municipios, Igual numero
de lermos'e 70 diitrirto.
O municipio de Santa yuileria creado pela lai n,
/77 de 27 de agoslo do anuo prximo passado ainda
nio foi inaugurado. A causa desse fado lem ido a
demora na decistt da elecao dos respectivos verea-
dores, que all correu no dia 2 de novembro ultimo
com a elecao de el-itnrrs.
Divisan judiciaria.
A provincia, compe-se, como sabis, de 12 co-
marcas, por quanlo a nova enmarca do Saboeiro, que
creaste! pela lei u. 732 de .3 de agoslo do anno Pin-
d, ja foi prvida com a nomeaco do respectivo joiz
de direito.
Existem 28 lermos muniripaes, I i dos quaei pos-
suem jnizes letrado, cuias jnrisdiccoe em diversos
lugares comprehendem mais de um lermo.
Estao creados 7.1 juizos de paz, cooslando ludo ia-
so do mappa indicado.
Todos sabem quanlo urna lia divisto judiciaria
inllue sobra a administracao da julca ; mas com
quinto eu nao considere como a mais peifeila a que
existe actualmente, com ludo nao me atrevo a radi-
car aqu qual a que cumpriria adoptar,
ivisao ecclesiaslica.
Ela provincia elevada ealhegnria da biipado pe-
la cari i de le de 10 de agosto de 1833 e confirmada
pela bullaPro animarum salutt do SS. Padre Pi
IX de 3 de jonho de ISii, continua como dantes a
fazer parle do bispado de Peroambuco.
Eli e arha dividida em :lt freguezias como cons-
ta du quadro aniiexo, pelo qual podereis ver qoae
sao os nomes dos paroclios respectivo*, e ai pocaa
dos seo provimenlos.
Por bem daa necessidades espirloacs do bhpadoi
seria para desejar qoe elle fosse, quanlo antes pr-
vido de seu pastor.
Forea publica.
A forja poblica da provincia compe-se da goar-
da nacional, do meio nalalhao de caladores, e do
corpo de polica. ;
- Ouarda nacional.
A guarda nacional ainda nto pule ler definitiva-
mente organisada. As inudanras constante uo pes-
soal da administracao da provincia, a necessid.i te de
esclher e.ilre o* vares mais conspicuos das difJc-
renles localidades aquellos que se lornam mais re-
coinmendados pelo seu patriotismo, e por eu amor
e adhesao aos principios, que aquella importante mi-
licia he chamada a defender, u ab indouo que em al-
gumas freaue/.i.i lem bavidu as qualificace com-
plenles, sao a causa dcsa demora qua nfo deixa de
| ser reparavel, ltenla a dala da lei n. 602 de 19 de
creio que posso lisongear-me por esla esrolha, bies
sao a probidade, aplidei e energia, que un,,, s
pessoa do nomeado.
O eslado complecto do corpo de polica ha de do-
/eiila pracas, como consla do mappa junto. O seu
estadu elleclivo he de t'J3. Fallan portaolo 3 pracat
para complelal-o.
O eu armamento, correiame, e eqnipamenlo
acham-se. alm de incompleto, em pesimo citado.
Vi comprehendes perfeilamenle, que a Iropa nao
pode prestar os servidos qoe della sin reclamado!,
sem que se ache devidamenle armada. Sao o unifor-
me e as armas que distiiigoem o soldado dos domis
cidadaos. Espero, poil, que volis a qoola necessaria
para montar o corpo, como elle precisa. Sobra esse
ponto chamo a vossa alinete para o relalorio do res-
pectivo commandante, onde *ae trate do mesmo as-
somplo delalhadamenle.
O enrpo de pulira, lenheres, nao lie sofliciente
para occorrer os diversas necessidades do servico pu-
blico. r
A provincia lem grande extensto, c diversos n-
cleos importantes de populaco e riqueza social.
Constantemente recebo pedidos de forra, e e al-
gn nto to juliliravei, outrososto evidentemente.
Na comarca da Granja, por exemplo, nos lermos
de Lavras, Milagrea e Jaroim, tode intuicto a ne-
cessidade de um destacamento consideravel, que im-
ponha respeilo aos cidadtos desobediente, e faca
com que os criminosos retroeedam no caminho da
seus erimes. Nao toridade em forra, nem o que sej expedir ordena
que nao se possam fazer elfeclivas pela conecto.
Se os recursos dn thesourn provincial o permltlii-
sem, eu Toa prnpnria por tanto o augmento de forja.
Em loddo caso porem nao posso llenar de pe nr-iu.
a creacto de 12 soldadoa montados, e om inferior
que os rninman te. os quaes se devoran prestara to-
das as diligcocias momentneas e imperiosas da po-
lica.
Calculo que com urna verba pooco maior de,..,.
.: almente se s considerar que os eavallos qua hoje es-
tao n disposrao da polcia, e qoe nao preslam o er-
vico que deviam prestar, por falla de orgmisacao de
orna seccao de companhia que disso ic encarregoe,
van ier melhor aproveiladoi.
O governo expedir um regulamenlo ou ai medi-
da, que segundo as circmnslancias, forem mais id-
neas para que o sustento dos cavallns, que para a-
qoelle fim forem necessarios, seja feito com a maior
economa e com a maior vanlHeem poisivel.
Nto sao estas, porem, somente a necessidades do
referido corpo ; ha anida outras que reputo do maior
momento, e que lenho a honra de submeller a vosas
eonsidsracao. '
He de totolalo a ucees.idade de montar a polica
com um pejioal, que pela ana mnraldade e apldoei,
possa preencher o fim de sua inslituicao.
Nto he possivel porem atrancar es desidertum,
sem que e torne menos repugnante a condicao do
servico. Para o cooaeguir lembio-me, antes de todo,
ils elevar o aoldo das pracas de prel. Os gneros da
ahmenlnrao acham-ie caro, e tendem a encarecer
mascim o angmento da popula;tn.
Nio he posiivel qoe com a elape de 400 rii poasa
hoje subsistir um soldado.
Por s. razto poneos slo o voluntarios que con-
correm so serviro da polica. Elevar pois a etapa
pelo menos a 500 res, he urna condidlo esencial pa-
ra completar o corpo, e para o molhorameiilo do seu
pesaoal.
Eneareco eisa neceisdade, e eslou persuadido, que
qualquer de vos ecmpreliendei fcilmente que
quando ha procura instante de braco! para o Iraba-
lho da lavoura e servicos communs, qne quando o
operaiio achaem toda a parle o alario da .303 a 1-3,
nenhum cida-ao ira' voluntariamente sojsitar-sa ao
servico pasado das armas, principalmente quando
nao ha em sua cirreira a prespecliva de um segnro
porvr.
Sera' convenlente'augmenlar igualihente o anido e
-raiili.-aces .1 olli.-i it-. ss por ventora o corapor-
Urem os recuno! do cofre, pira o qie deveis alien-
der maduramente.
Ootro sim, lemhro-vos a conveniencia de relsn-
rardes a lei que esleudia an offleiaes de polica o be-
neficio da entrada pira o Monte-Po, eegundo os ter-
mo da lei n. 70G de 23 de agosto de 1835.
Creio que os officiaea de polica podem cm grande
ilijtwtica er considerado empregados publico pro-
vinciae. Se atsim o considerarte, em vez de lim-
pies engajados, c,,m comideram alguns, sem do-
vida nenhuma coovireis comigo ua reitauracio da lei
cilada.
Bastara' porem itlo para melhorar a sorte de in-
dividuos qoe sao chamado a prestar a' provincia o
maiores areteos, a'a vezes com o sacrificio das pro-
prias vidas V .Nao seria i.....i entente lambem conce-
der-Ules o beneficio di aposenladnra, como o lem
fiilo si a semblen* legislativas de algumas provincias.'
r.-lndai esta questan, senliore, e reiotvei-a, como
..
enten lerdei maii acedado em vosa illustracao e sa-
bedoria.
A comarca do Stboeiro ainda nto cala'com 0 5e'eml)ro dc ls",''^u, dea ll sus respectivos jnizes, e por si nao Iratare della "
especialmente. Alm de que all nao e lem dado
ltimamente fado nlgum Carador de especial menean.
l:)i Esle he 0 hizo que formo da siluacao crimina! da
Comqnanlo considere asees dados mais exactos do Prnv,?ia. Enten.ti qu devia faze-lo rom (oda a
No lugar em que as leem no S 1" do projecto I lidade.
que o olTerecdos nos annos anteriores, enmlulu nao lea'lade, pois lenho a convicca.i de que em nossa
forma de governo Indos os males pblicos devem
ler patenleado, afim do Ibes aerem applicados es
remedio! convenientes.
O hnmeiis graves e circumspectos uto se mos-
Irana allliclos pela franqueza desla linauagem.
Seguranca de propriedaje.
O quadro dos crime, que tica em outra parte, de-
monstra que pouco temos a lamentar aobre este ponj-
lo,-
lie verdade que om doa Ilustres mmbms desl
asembla propoz na rssao do anno preteritoj-*'
das enrgica! contra n furto de en!*^**^"* 'e*
porm que ee crime he por dejpr*^eprimit-os.
provincia e qu ns meio^*;., se fjeve*""" "'"Pl"
gislxjajo ~n rigor.>Srtxiui
me atrevo a garanlir-vos urna etartdio malhema
tica a respeilo dos mesmo ; antes lenho razfies mui-
lo pliosivels para acreditar que muilos erimes e
commeltem, sem que se trate de sua ponirao. O cri-
me de armas de fetos, por exemplo, do qual nasccm
tantas desgrscas, at bem pouco lempo era nlluido
com cerla complacencia por algumai autoridades. A
eilatislica criminal de que eslava de posse o governo
o convencen de que nio havia na provincia, co-
mo era tjs esperar, s puntcao e reprao dese i!1?-
Ilcto.
Para acabar com *sa anomala o llolrado raval-
leiro que enlregou-me n adinniiirar.lo das eousa
publicas procurou despertar e fazer concentrar a
attencto da autoridade sobre esle ponto de crimina-
Acham-se cralos em virlude da referida lei?
comm indo, superiore, 2 corpos de cavallsrias. 1 -*_
quadi.io avulso.:!:! balalhoea de tnfantaria d, servi-
co activo, :i secees de balalhio, 2 balaihOei n 'fc~
ee! de balalh i. S coiii|ianhia es secriV* ce com-
l.ma i couia vos digo, e vem a ser, que e um
bom syatema de prevenidlo dos delirios faz desappa-
recera neceisidad de poni-los, he nma boa e dili-
gente polica, quando auxiliada pir agente inteira-
menle idneo, que h especialmenle encarregada de
reilisar essa prevancao.
Com a adope..) das med las que proponho, sobre
ludo no que he relativo a creat-ao dos soldados mon-
tados, e rom a iiiobilisarai conveniente da turra, o
qoe de.alguma maneira supprir a dellciencia do seu
numero, eston persuadido, de qua o governo da
provincia, podera maii fcilmente plantar o reinado
excluaivo da lei em lodas a localidades.
Em lodo cao aa conquitla da mema lei contra o
crime serio idispotavelmeole mais vantajoaas, e mais
reaes.
Cadeaa.
Nao ha licito desconhecer-se a influencia, que as
cadeias publica exercem sobre a teguranca indivi-
dual e a administracao da juslica.
As cadeia dispeusam alm disso grande parle da
forra publica e reali-am eronomias que podem com
sanlagem ser applcadas 4 aua construcrao e re-
paros.
A falta de prites seguras e commodas as dille-
rentes localidades, faz nasear.'a necosidsdc da con-
dcelo dos criminoso dos districloa da colpa, para
os lermot onde exi-lem prisOei cun aquellas condi-
jOes.
Desse fado resolta o movimenlo constante da for-
ca de urna para outra parle, o que nio s loma evi-
dente a uecessidade de maior forra, santo como
gravemente prejudica a disciplina* e economa da
mesma, alem do perico imminenle da fuga dos pre-
so.
Occorre ainda que essa circumstancia faz moilas
vezes retardar o jiilgamento dos reo, o qoe lodos
seulem que he em detrimento da socidade eoffen-
stvo doi dtreitus dos mesmoi ress.
Peca-voi, portanto, que procuris consignar *
le doorramenlo urna verba sufficienle para r^00-
clusto das cadeias qoe estao em ndame-0 e d,',
quaes cm outra parle Iralarci delailiai*-"81"*-
E'talisliea.
Julgoesrusado, senliore- d>- '"* onl, "oliria ifr-
cumslanciada de Iodos os >'cl<"s que eslali-tica
he chamada ape.quy--- ""'''''! perfeitamente
que a riqueza de /''I'"' P"' sol os pontos de
vi.la da indusl" 1 commercio, e da navegacao
que a-refqr.-' <"M abusos rommeltido no seio de
orna sor; e' 1"e melliornmenlo de suas insri-
lui-r 1ue a P'dra de loquo por on le se pode afe-
s honda le das mesma,que a indcaclo dos meios
que cuinpre adoptar para imprimir o progresso em
lodas as espitaras ein que e move a ad*vnlade hu-
mana, depender eseiirialmcnle de um rnnheei-
menlo exacto de /.idos o fados sociacs. He dessa
larefa que est ncuinhida a elatislic.
I\,tt- ""ves noees le naa r ..n...

, UO, SI, .12 e 33, e ggS l*?"?*? f
--vico. n.. i. *Js5ES!t: rAVv'e
Bpanhii de m. 1 8.
to ao governo
restrva n. 2. a
8e9
'boeirn
Ali.l,
alilca
imperial os Iraba-
C^o da "uarda nacional do municipio
^nVuV^I", p ,U P**Mela as
' .-a.amad,f,ree0e,od .Vr^a8 A- "*

os de riqueza A'.vr l"u,,u^"va, quaes os
limue pnvait"q"a rt0' diverso, lugares. p,ra o
"'i' in'icacOes ao ,'" ,(,uaes ".10 de
referii
MUTILADO


ILEGIVEL



DIARIO I>B PKKNAMfcJC Ti l(A PKittA i B RETCMiUlO i> tS&'
pt ile Setal Bnili pe" qual este senhor ao abri-
go., a apretenlar urna resenta e-tatistica da provin-
cia, soh as eouriices u debati Jo elencho que acha-
roi A eecuiha 1 > pessoa n.-in poriia ter mais acertada,
pon te o estilstico alo pude prescindir em -.. in-
veslgacOet de ler noces precisa e claras lubre a
ocouoniia da socie.lade, suhre as causa e resultado*
dos fados sociaes que elle dte exprimir, estas qui-
lid.ides lem duvida se reunem i'.i pessoa do empre-
zario.
'A quanlia arbitrada para elte lim f.ii de 3:001)9
res. .Na oi ella avullada, c mal pode (empentar o
enfado, a aridez e a eonciao que demando aiuda
memo iim esbozo, qualquer eusiio nena mate-
ria.
O empreiario linda nao deu conla de eua laiel ;
mas i.3o he ceusuravet etsa demora, especialmente se
Vlenriirdes i escassez dos recursos de que elle pode
aosiliar-ie detconliaoca doi particulares em forne-
cerein-lhe os toados pedidos, e em eral ao punco
empeuho da* aatoridadei em cumprirem ai diver-
sas sigeocias que lile sao feiias.
He de esperar porm, que vencendo Mas esos
ditli-oldades, q te superando lodos esees obstculo*
por meio de um traballio continuo e aturado, afina!
aprsenle o mesmo empreiario urna obra qu* eslo-
ii s intilmente a par de suis luzei e de nossa civi-
lisacao.
Imlruccao publica.
O Estado diVe derramar a in-lrurr.io sobre a ca-
bera do pevo ; elle llie deve esse bapiismo de luz,
ja como coropensae,3o dos deveres que Ihe im-
pOe, ja como garanta dos dlreiloi que Ihe ron-
cede.
Felizmente, senhores. ene pentimento, que Kib
formas diversas enconlrireii reproduzido em quasi
todos os livros que Iratain .testa materia, ha sido
brocado como um dogma por lodos os goveruos II-
luslrados. Entre ns portento elle nao podia riei-
xar de ser compreliendido e deviduneote conside-
rado.
Todo o paiz debtixo desse ponto de vista vai em
ceminho de protpendade: e he-me suminamenle
aprazivel poder alianrar-vo- que esta provincia
sob o aspecto da instrucrjo primaria pode susteptar
ama compararlo vantjosa cun as mais cuitas do
imperio.
A iniruccao entre ni icha-se dividida em pri-
maria a recondena.
Tralarei de cada urna separadamente.
Instrurc3o primaria.
O regularcenlo de 2 de Janeiro de 1853 vai pro-
duzindo os melhoree f tinto-, e logo qoe poasain ser
removidas todas as difiiculdades qoe ha enconlrailo
em sui ipplicac,3o, inslrucc3o marchar mais ex-
pedita dcsassomhrada no caminhode soa proeptri-
dade.
Uuas s3o porm essas difTieulriades ?
Ouaet os meot de remove-las'?
Eu vos indicarei, no todas as que me occor-
rem, m.is aquellas que podem ser vencidas mais f-
cilmente.
A inspec(3o he boje umversalmente reeonlie-
cida como um dos principios cardeaes sobre o en-
tino.
Entretanto sinlo dizer-vos que de inspeccao nSo
leo- sen3o aquella que pode ser exercida pelo di-
rector geral e pela presidencia. Ha pois neerssidade
de crear quanlo antes orna ii.specc.3o firme, activa e
rigorosa, a qnal posea a cada instante ser sentida
pelo prole.sor, cliainando-o constantemente prali-
ca de seos impoilantes deveres.
I.eibnilz assogurava que mudara a face do mondo
se livesee a seu cargo a nslrurrao publica por es-
poro ,te um serulo ; Aristteles dizia quasi no mesmo
enluto que nao conhecia meio mais eflicaz de 600-
serva o< Estados do que educar os cidadaos, segun-
do o espirito dos governos.
Assim, se a inslrucc,ao eierce 13o grande inlluen-
cia eubre os destinos da sociedade, compre n3o lici-
tar a sua propaganda entregue smenla ao ztlo e a
vocac,3o do professor, zelo e vncacSo que podem ser
roiittorie.los por um numero indefinido da obst-
culos.
He verdade que para fa/.cr eflccliva a iiupecrjao lia
inspectores nomeados as (liflerenlct localidadee ;
mas cases, com rarissimas etcepcues, limilam-se a
postar altestados de frequencia aos professores. Nao
ha quem se preste de boa vonlade a servir cargos
gratuitos, cujo fiel dosempniho minias vezes he cau-
sa de serios comprometimiento
O seut'inenlo publico que lem urna fnrea immen-
i nos paizes ciillus, e he urna lole de sublimes de-
iln-aeo."., infelizmente anda nao lem entre iii urna
.icol i bastante poderosa.
Se se quer insperejio, compre porlanto psga-la,
0 tal he 4 importancia que Ibe atlribuo, que n.ia he-
*ito um m momento em propor-vos essa me-
dida.
O art 11 do regolamenlo citado aulorita o presi-
dente a mandar, quaudo o entender conveniente, o
director geral ou outra qualquer pesiaa, visitar as
aulas do interior.
No intuito de tornar pralicavel etsa d a
rcsolurilu ii. 759 de 8 de agosto do anno prximo
pas "lo aoton-ou ogoverno a despender com a prs-
-oiqaefosse em roinmi3o inspeccionar aquellas
aulas, a gralificacao annu.il de !)U09 rs., alm de
Iniragens para tres ravalgadurae.
A idea de psgar inspec^ao nSo he porlanto nova
na provincia. Ella parti, como vedes, da iniciativa
da assemhlcs em seu patritico empenho pela causa
sacrosanta das letras.
Aproveilni melhor essa idea, senhores, tornai-a
mais vantjosa, dando-lhe simultanramente maior
exlensaoe maior vitalidade.
1 Emquenlo n3o poderdes generalisar a medida,
rrrai 1ous lugares de inspectores assalariados, para
cijo provimcnlo pastem os preten.tentes por certas
provas de capacidade e moralidade; marcai-lhes dia-
Irictos oa circuios Iliterarios, que elle- sejam obri-
gadns a perrnrrrr cnnstaiilemenle maniendo urna
correspondencia directa incessante com o director
geral, e no meu entender lereis feite um relevante
servico a provincia.
O augmento de despeza com esse servirjo he insig-
nificante.
Alm de que, lodo qoanlo st dcspenile com a ins-
lrncc3o pode ser reputado como um verdadeiro
avanco ao futuro econmico da inrsma provin-
cia.
A classe dos sob-mestres ou professores adjuntos,
da qual dvem sabir os substitutos dus escolas, e por
ventura os eut futuros directores, anda nAo pode
-ei orgauisada. Al hoje s dous alunmos se habi-
lilaram.
Emendo que esse fado he devido em grande par-
os oluWcoJot de toda a or lem, que a isso se opp.e.
NAo he este facto perem de admirar, por quanlo ; s
provincias mais adianladas u3o se acliam sobreest
ponto em comticAo mais favoravel.
Em toda a parte lem-se entendido qoe he prefe-
rivel o eo-iiio, que se da' nos eslabelrcimentos de
inslruri;3o fundidos em as condic,es legaes a n3o
le-to de genero alguin.
He de esperar que com a rreac.lo dos inspectores
as-alarlados esse estado de cou'a's melhor consde-
ralmenle.
As escolas particulares ilesla capital, e especial-
mente a de meninas, acham se em estado mullo
prospero, grarai aos cuidados, e inlelligencia dos
seus directores.
Antes de concluir este tpico, senhores, permilli
que vo peca a restaurlo do arl. 39 do regolamen-
to de 2 de janeird, pelo qual n provimentn em qool-
quer cadeira s he considerado vitalicio, depuis que
em cinco anuos de servico o prufrssor tem mostrado
capacidade, idoneidade, e aplides para o ensiuo.
A bondade de urna escola depende sobre t lo do
meslre. Neste sentido ja disse uro publicista de
grande nomeada qoe era o instituidor qoero havia
de ser de luje em diante o arbitro dos destines do
mundo. Se pois ludo depende dx> me-lre, como re-
cusar administrado o direito de experimentar de
um modo seguro, e expedito conduela e o zelo
dos novos professores ?
A vilslieiedade oulorgada ao professoralo he tem
dovida orna grande vantagem ; mas por isso mesmo
alia nao deve ser concedida senAn a'quelles, que
della se mostraren) dignos. Alm disso he neresa-
rio.qne os individuos dedicados ao sacerdocio do
tando-se a di/.er que a quanlia volmla para a me-
ma no anno prximo patudo nao foi sufiicienle.
MMu/ do Ico.
Esta matriz lem necotaldade de paramentos :
quanlin volada para esse fim ua lei do orcainento
aiuda est em srr.
.Matriz da llarhallia.
A olira desea matriz acha-se bastante adlanlada.
EstSo f'ilas ai obras do forro da capella-mr, do i sem (irarcm tslrompados, o que redunda em pre-ildemll ('..Vinva e herdairm de Jo3o
throno e da divisSo enlre este e o allar-mr. Con- juizo do prnprielano, e prngres' dessa industria, i Kodrigues I'ercira de Alcntara, ca em addilamenlo lambein pedirme, que a illu-lrissima dem II. -Antonio Alves da Vonsece, ea
cmara deve marcar o numero de pe*soas que de- sa terrea arrendada por I2IK?, paga de
vern viajar nos cerros, porquanto temos visto 'prin- ) decima...........
cipalmenle nos domingos que oiln e mais pessoas J dem It A.O mesmo, casa terrea arren-
ciili considerando que dous cavatina e de aluguel n3o po-1 dem It It.Jos Itibeiro de Vasconcel-
derAocorrer aApipucos, Monleiro, Catanga', etc. I los, una rasa terrea arrendada pirHi?,
puxando nove pessoas, boleeiro e carro, e vullarein 1 paga de dcima.
L'.r!".'t,5* *"f "|iv'",e ", ff*"- l'orlanto faze- quem tez a etcripuraiao a qu, e[\t 8e ,,, e ao
Illt|*t \ nl|l\ ht'IS Wl t .a \mfli ji sisa ',ia Lvaiia ,.. .l-.-l j. a **
tinuam a ser activadas a urna para o mesmo altar-
miir o as grades que lulo de dividir a igreja. A sa-
crista desa matriz acha-se feila ; mas todas essss
obras sAo devulas aos dinheiro* do padroeiro e a's
u!i-rriones dos fiis.
A qannlia de UOtlJ qoe consignasles un orjamenl"
da 1853 para a referida matriz, lem de ser applica-
da a's obras do corredor e l.rre, segundo informa o
parocho da moma.
. Matriz da MissAo-Velba.
O parocho desa freguezia lim ta--e a informar qn
a obra da respectiva matriz esta' muito adlanlada, e
pede o seu acahamento.
Matriz do Jardiro.
O estado dessa matriz he inleirainente lamenlavcl;
es Ihesouras que sn paredes eslAu inleiraroenfe arruinadas. A qoanli
de 6009 q votasles par os seus mais urgrnWs re-
peros anda nao teve appliC"C.3o.
Na e-I .rio que mirn he que se deve cuidar nes-
ses reparos.
Matriz de Milagrea.
Esa matriz nAo esta' concluida, e tem carencia de
p llmenlo. O respectivo parocho nada mail aeres-
alias 1,1o necfcsana e benfica entre mis : um carro
da quairo asenlos s deveria comportar quatro pes-
soas e quinto milito mais urna na bolea : a illuslris-
sima cmara lom< em considerac.Ao at uossas refle-
tOes, que s3u nascdasdo drs-jo de fa/er bem, e <'e-
*ejar o. melhnramentns da noasa ierra.
flospaliddde. ti na de San Gonzalo, urna
mulber, vendo passar om Inglez, empregado da es-
Irada de ferro, ehamou-n, e tal fui a maneira benig-
na pela qual fui feilo o convite, que o lilho da vellia
Allmiii fasrinon-se, apeou se c enlrou ; seguramen-
te furam tratar das gentilezas de lord /{tinglan, du-
rante a guerra da Crimea, porque o Ingl.z Ulo en-
tusiasmado filete, que nAo deu om orna branca
jno que Ihe sacava do peiln da c ac a cute r.i, e
e}A largos passos distantes da casa foi qoe elle dea por
magisterio n,i i sinlain morrer logo no dia do seu i cenia a re*peilo das necesidades da mesms.
provimentn lodo o estimulo do pro^resso, lodo o
dt'ejo de melhoramentn.
iNo espaco de aunes adquirem-se dbitos de or-
den), que diflicilmenle sero perd 'os.
luslrnccao e-condaiia.
Essa parle da instroccao he dada no l.\ en desla
Matriz de Arneiroz.
Essa matriz lem necessidade de paramentos.
Matriz de Saboeiro.
Entre as necesiidades da freguezia desse nome o
respectivo parocho enlloca em pruneiro logar a con-
veniencia de ser explicada por esse a-sembla a re
capital, e naioilo cade!>ai de lalim, que existem em solu;3o n. 6j de 22 de dezembro de I8.VI que mar-
cou os limilrs da mema fregnejia com as de S. M-
llieus e A-sar, os quaei pelo e-lado de ronfusao em
qoe se acham, leem dadu lugar a conll ctos de juris-
(tiii;,iii que cumpre evitar.
A matriz nSo tem paramentos sufficienles.
Os. fiis da parorliia, aeliando-a pequea, j lan-
5ram os fundamenlos de um templo mamr, e o re-
ferido parodio encarece o auxilio dos cofres provin-
ciaes, sem o que o templo coinecado nAo poder ser
concluido.
Matriz de Mara Pereira.
O parocho dessa matriz apenas informa qoe ella
se aclia em mao estado, nAo obstante a quanlia que
foi volada para ns reparos de que precisavf. O dito
parodio pede mais orna quola para a conclusSo di
obra, sobre a qual, como elle tem asseulo entre vos,
podis ler informaciles mais del'lhadas.
M.ilriz de Quixcramobim.
Essa matriz t^Ao he sullicienle para acommodar a
populacilo que concurre aos artos e ullicios divinos.
O respectivo parodio propoe. como primeia necesti-
dade da mcsina, rasgar os seus corredores, fazendo-
se arcadas pra o corpo da igrej', a qual por esta
forma O coro e o soalho d referida matriz precisan) de
reparos. Alero disso carece ella de paramentos e de
(res caucas.
Segundo calcula n dito parodio, podem-se fa/er
essa-s obras coro dous cont- de ris, podendu um ser
volado no crrente auno e o outro no anno se-
guidle.
Matriz de Santa Cruz.
O estado dessa matriz he bastante deploravel. Ella
lem necesiidade de sino, de throno, de altares, de
ornamentos e de aaerMia,
Mandei ilar 30 par os seos mais urgentes re-
paros, mas calrolam se .n SOI1; as principies ne-
eeisldadet ds mesma.
Matriz de (^anind.
^cgoudo diz o parocho, essa matriz nAo lera por
ora ucccssidadcs urgentes a alisfszer.
Mairiz de Saiii'Anoa.
Essa matiiz lem falla de sacrista e de corredores
qoe amparen) as suas paredes contra os rigores do
invern.
Matriz de Santa Qiliteri.
A obra dessa matriz esta' em menos de metade : o
respectivo parodio pede quola para a sua conlinua-
cAo.
Matriz de Sobral.
A obra dessa matriz, que he feila com o producto
da I olera que para e-se lim foi exlrahida no Kio de
Janeiro, vai em hom andamento. A obra de enlalha
do liar-mr acha-s- hallante achantada. Calcula-se
que no esparo de dous anuos cutara'concluida toda
a matriz, inclu-ive o servido do douratnenlo.
O parodio da mesma nutriz pede a quanlia de
300S para a compra dos paramentos de que ella ne-
cesila.
Matriz do Ipil',
O jarocho do |pu' nAo me Iraniniittif) ainda as n-
jnnaeoes que Pie ped sobre as necesidades mis
imperiosas de sua fregoezia, e se as remetleu nao
chegaram srrreiaria. Entretanto, referindo-me s
informacjOei do jote de direito interino da comarca,
lenli) a dizer-vos qoe a matriz daquella freguezia lio
urna ea-.-i de laipa, sem o menor ainioe sem os com
modos lullicionles para a popqlacAo. Ha pulanlo
necessidade de re construir all um templo que sir-
va de matriz.
Matriz de Villa-Virosa.
A obra desea matriz est por concluir ; as suas
paredes eslAn em meio altura.
algumas ciclados e vi'lat.
A populadlo da aulas do l.xcea no crlente se-
mestre he do 173 alumnos distribuidos, segundo
menciona u na; a correspondente entre u appen-
sos.
Al notas de lalim 'do freqnent.id.is por 103 alum-
npa, corno canela di nutro mappa que junto na par-
le compelile.
A ra leiia d.' ih"lorlra continua vaga de profes-
.ir alTeclivo, A e*sa circnmstaucia allribijo o n3o
ter ella sido fieijiieiilada, como tora para drsejar.
I' ru-vos por lano, qoe habiliten o gnverno a
previ e'S. cadeira da maneira, porque adiar mais
acertado,
t) l.xreo [ire-isa do una cadeira de lingua e lille-
raiora une.....al Se ha vergonhoso ao liomem, no
estado ;:rtua| da civclisarao, ignorar as linguis, que
se fallam no rniio da da Europa, he mui'o mais
ergonhoso, que elle de'C,nhe<;a a lingoa e a litle-
ralura de seu paiz.
A nos-a moridede em sua mxima parte apenas
lem algumas noroes de gramroalica geral, e lela cer-
lamenie nfln hasla para urna educarAo regular.
O goal" pela lili -raiura palna, c pela lingua ver-
ncula he o um- vivo estmalo para u esludo da lil-
leralora, e lingua estrtngeira.
Knc irero-oa por tanlo, creadlo dessa cudira, e
pero-tes qoe auloriseis a presidencia a prnve-la de
um professor idneo, sero o que a sua crear.lo nAo
prodoziria os fruclos, que sAo de esperar.
Para que essa cadeira eeja frequentada, romo con-
vern ao lim de sua crearan, letnbro o expediente de
tornar o seu curo sime condicAo indispensavel da
entrada ee qualquer alumno para as oulraa aulas do
1-VTtn.
Se passar esse medida, os acluae:alumnos daquel-
reeslalielecimenlu deverao ser ebrigadus a cortar a
referida aula.
O l.yceo carece de urna bibliolheca acommodada
ao e-luclo das materias, que nelle se ensinam.
No estajo, em que sobre eese ponto aclia se o es-
tabelerimenl., os esperlivos professarea pela eti-
guida e de seus ordenados, e os alumnos pobres por
falla de abundantes recursos da seus pas nAo podetn
consultar os melliores expositores d i moleras, que
esludam. Se queremos iustrurc,.! devemoi tam-
bero procurar us uieios de acoiiipauhar as novas
ideas.
Do rrlelorio do director interno veris qnaes as
oulras medidas, de que carece o mesmo eslabeleci-
mrlllo.
l'ol)lica;3o do expediente da iiislrucr3o.
Seria de grande alcance a piihcarao do um jor-
nal da in..h ii. i.! i publica, se as nosaat circomstan-
cias Hiianceirai o permillissem ; mas em quanlo na
ee pode reali-ar essa idea, nAo me paiece fura de
propo^ilo que se procore fazer a publica<;o di ex-
pediente da dirarloria por um dos peridicos desla
cida-ie, que queira cucarreg irse de seroelhanle Ira-
balho, mediante urna gralificacao razoavol. Con es-
sa medida o publico leria scienria do no lo, porque j
he dirig tu eme ramo imporlautissiino do servido, e
os diversos profesores CoDneaeriam rom -raiiile pro-
veito todo o raovimeoto e direrc.io do eneioo. o
mesmo jornal potera incombir-se de arligos diila-
licus, que Ihe fossem enviados pela directora ani-
mada de um santo fervor o verdadcjiri de licarAo pe-
lo futuro da mncnlade. Os pr.ceilos salutire, e
por principios correles sebre esta materia,os quaes
esl3 > consignados ero forma no regulamento
de 2 de Janeiro poderiam ser convenientemente ex-
planados.
Se para esso fin vntardes algoma qbanlia, conce-
dei ao governu a liberdade precisa, para que na pra-
tca pn,sa cnllier da Idea a ulilidade desejavel.
Saude publica, e estahelecimenios de candada.
O estado da saude publica continua a ser prospe-
ro, eu trnlio o praxer de rnrnmuiiicar-vos que a
populara i de toda a provincia ada se inteiraniC'ite
desasiomhrada do pavor, que Ihe inipirava o eppa-
recimeutu do diolera-niurbus em alzuns pontos das
provincias limitroplie'.
A febre amarella e-la' extncla em todi n parte,
grara- a arrio da autiiridida 13o felizmente nuxia
da pela Providencia.
A febre gstrica,que na opini.lo do Ur.Jo3o Fran-
cisco de l.ima reinava em Sobral, ha punco lempo,
desappareceu de tod-, sem diipendio do thesouro
publico.
Ilospilal de caridada.
No hospital de candade desta capital enrara-sc
provisoriamente doui desvalidos. Para necorrer as
despez.,8 que so fazem com os mesmos, ordenci por
ollirio ,le 23 de maio ultimo que da lliesouraria geral
passassem para os cnfre provinciaes tres letras no
valor de l:3(Mv>260. Essas letras eram das qoe cons-
rea arrendada por 1209, paga de dcima.
dem 13 Jos Joaquim Simes do Ama-*
ral, casa terrea arrendada pur 9G9, paga
de dcima...........
dem 13 A.Ignacio de Suuza, casa ter-
rea arrendada por 969, paga de decima.
dem Ii. Vicente de Paula Oliveira V-
laaboa, urna rasa terrea arrendada par
%v paga de derima.......
dem 17.Antonio Caldas da Silva, rasa
terrea arrendada por 72-5, pega de de-
cima............
dem 17 A.t) mesmo, casa terrea ar-
rendada por 729, paga de decima. .
dem 19.O me-ino, casa lerrea arren la-
da por 729, PS de dcima
|llXtHI
11)9800
7-jV.O
09800
896)0
8I640
81640
mus vniot,pola sua vnlla o mais breve pussvel.
Agora sobre nutro asaumplr.
S unos, senhores rVdaetores, amantes fenaticns
'la
devendo passar desaperceljida eemelhante faisidadr,
apresso-me em declarar, que dos litros q, gr#
Baptiela menciona, e que por imn) foiam etrriptu-
peliUea da concillara,, ; porqoa delta esperamos gran- I redos n.1o consta que o tinado Antonio Baplista Bi-
ds bena e entre aolroe esperamos, por virlude della, 1 beird de Haras saja devedor de quanlia tlgnma a.,
ver nullilica tus e-ses cogoroe||, que miSlt pendo Sr. ^os l'.apli (a, assim como qne o balance da caixa
por ,i qorem valer lodo p-l-s eobra-nomea, e polo | que o Sr. Jos llaplisla diz ser de sel. conloe e lan-
pesu de inca duza de prenles, e eom ei,e merll0 t, ,, ..
julgain-se aulon-ados para insultar, al,rar e a ludo i
Sei que esta minlia declarc3o vai exacerbar as
to almeja
O Calmante.
? 0mp0H$cnm&.
falta della, e vollando indagou d i sua c.impanheira j dem 21.Caeiano Pinto de Veras, rasa
de palestra pela carleira : ella inllaminou-se ; sea lerrea avallada por 1Us, paga de de-
pudor olendeu-se ; e o Inglez, a nAo sr o scepti-' cima.......
cismo do Inspector da ra. que sabia perfaitamenle Idero 23. Jacintlin Elsbao, rasa lerrea
que a tal mulherzuha nS.i era la essae Lucrecias, e arrendada por 1209, paga de decima. .
?U-*."a J5P-"!. fm """a 'nKcnu'dde, estara sem dem 23 A.Antonia Mario da Conceic.Au
casa lerrea arrendada por K?. paga de
decima...........
liba de Bemlica.
Numero 2. Joaqoim Pinheirn Jacnme,
casa lerrea avahada por 4009, p8ga de
dcima............
dem 2 A.Jos llaplisla Braga, casa terr-
ea avahada por 964,paga de decima .
dem 1.I.uiz M.mine I ltodrigues Vel-
lenrt, urna casa lerrea, arre lacla por
96.-\ pags de decima.......
dem O mesmo, casa terrea, por ItKI-,
P'ga de dcima
3t;.;ooo
89640
8ifi\0
9$'UIMI
49300
a sua carleira; consta-nos qoe se acha presa
Coincidencia. Ha dous das om carro particu-
lar dea em Ierra, no aterro da Boa Vista, com um
moleque, o qual nao deitou de licar om pouco mal-
traalo ; DI mesma hora, no mesmo da, na mesma
ra e no meiino lugar om cahriulet den ero Ierra
rom um pobre prelo vlico, escapando anda de ler
esmagado O negocio agora pasten para as m3os
dos particulares.
I m pao que tai ser molieo de longo pleito.
Consta-nos que no engenho Brejo da (reguezia de
Santo Amaro de Jalmaiao Imuve quem tiraste um
pao em suas Ierras. O propr otario redama contra
semelhai.le violencia, empresario com forta arma- dem 8.-0 mesmo, rasa terrea, arren !
da, e por um particular, e o resultado he querer-se por .V0.5, pa-a de decima
II'LTaI'T'" T'; moliv-se m ple'lo.so- dem lll.-Joaqnlm 1-ranc.s'co Alcmi ca<
5 ESSLT, V e'." ""."""." ">}"*"< lerrea. arrendada por 200, paga de deri-
das mingas ts violencias e das violencias lalxe/. as na
vas de fado he aisla) que se perturba mu.ta vez o Mrm 1(1 .I.iz 'M.ino'el Uo.'lrigue's V,-,-
succego de orna familia e a paz de urna local, leda. |enCa. cas, larrea, arrendada por 1309,
Febre amarella. Nao nos con.la que lenha fal- pH-a do decima
lecido mais algum artista doSr. Remigia Kneip ; us UereTlO B.Manoal iueles d Matlnei!
qne se acharo doenles esta,, sendo cuidadosa mente e,.a irrrea, arrendada por 130, paga de
tratados pelo l)r. Prxedes Pilonga. decima .
Theatro de .Ipotlo. llouve no sabbado espec- dem 10 OFlix Francisco d'e Sonta lal
(aculo de mgica e magnetismo no Apollo. Esleve, galhae., casa lerrea, arrendada por 1809
como sempre, helio e inlere-sanle.
Dentista. Se ez iiidividuos elevam s navens
o mxslerioso denliila hespanhol, que a cavallo tira
denles, nulros riez pruclamam no como um charlato, | Ide'm Ti. mes'mo.ca
arrancador de queix.n, feliceiro e oulras injoelicas pjr 1(M,.,i pca l)e (|,cjmg
deslejaez. Oque he cerlo he, que nJ desejamos Prmeira secC3o do consulado provincial 2". de
experimentar, uem a sua pericia, ero o eeu charla- agosto de 1857.- Francisco Carnciro Machado Kios
",:;".",- ;Junior.-L,nSador.
( ufi na ra. Pedimos aos senhores fiscaes que __________
empreguem elguns rneos au seu alcance, para que
obstem esses exercicios caninos, essa immoralidade ;
que boje faz parle dos muilus diverlimentus de igual
importancia, que lecrciam a canalha!
69 80 Senlwies redactare: Urn brbaro de nomeFi-
minii, crioulo marcineiro, [inorailor na ru Direila,
6?I8D domingo, 30 de agoslo, dae daas s quairo horas da
tarde, eepanrou por filrroa tal a riuas ciiauc c de 9
(ijriO a Ii) annos i|e ulacle, que infelizmeule s3o seus disc-
pulos, que rieixou-aa horrivelmenle mutiladas. I)u-
rou o marljrio dosriout meninos, um crioulo e oolro
129960 pardo, quaii duas horas sem interrupQu, ora com
palmatoria, ora rom paos, que lodos ee quebraran)
109800 "os corpos dos iiifelizes.
A nada atienda o furioso, nem aos rogos da fa-
milia, nem aos dos vizinhos, que espantados ouviam
49320 \ os lamentos das vielimas.
Afina-I o Sr. inspector Machado, acodinrio ao re-
clamo da vizinhonca, den lim a' tragedia, prandendo
em llagranle o carrasco, e conduziudo-o apraaeoca
do Si. sublelegado que o mandoa recolher cose
de iteleni..iii.
Os meninos furam encontrados com as inaos ern
lastimoso eslado, os braijos, costos e rosto cmitun li-
rios, lucios macerarios: -.1 iaT( tiao>. croio que de pai
e mi, vielimos da cholera.
Ao Sr. suhrielegado compre agora applicer a lei,
pnuinrio o criminoso, e c -mininicando ao Sr. joiz
de urph3os o occorrido, atim de dar as providencias
em forma que esses pobres meninos nao mais passem
por semi-lli;,ntes loriaras.
I 111 do poto.
casiao de provar o que digo em juizo conveuienle,
onde provavrlmnnlp se ventilara a queslAo que pre-
eentem.nl 0 r. j,j |tapl.|a |p|j|fS Com a Sr.1
mai do tinado Antonio Baptxla Ribeiro de Faria.
Kecile .10 da agoslo de 1857.
________^^^_ C. C. Compeli
SR cjNsa^fnt' 9tr 't
a por
paga de decima.......
dem 12.Jotra lavare- Cordeiro, um
lirado de om and r e 'nja, arruinado
189000
1:i--,imi
13-s'iOO
169208
'.l-IIOII
CAMBIOS.
Sobre l.ondre, 28 d. a'60 d.
Parii, 316 ri. por fr.
t Lisboa, 92 por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por Ojo da descont.
Arr.lo rio banco .'id por cenlo de dividenrio por eon-
la rio vendedor.
a rmpantela de Beberibe 6O9OOO por acr;ao
e a eompanhia Peraamburana ao par.
e a Ulilidade Publica, 30 pur ceuto da premio.
< < Indemoisadora. 61 trien,
c o da estrada da ferro 20 por "10 de prenvo
Usconlo de lettra. de 10 a 10 por cenlo.
AccOea do Banco, 40 a 15 da premio.
Duro.t)ni;as heapandolae. 29;.iO0 3l>90C(l
Moadae de 69100 velhas |.,-c-i
t 1 6>,00 nuvas 16-J00
1 49000.......9*000
Prata.Palacoc brasileiros......291V1O
Pesot columuarios. ..... ajOOO
mexicanos. ..... lletfiO
(^ommtmica^o*
189000
728000
13)500
729000
729000
Silva, um
arrendado
s-lasse, da qual alias a com toda a razAo se exigen)
lanas provas. Mas como o regulamenlilhe de dala
muito recente n3o me altrevo a indicar-voe nenhu-
ma reforma sobre este ponto. Ueixemos que o lem-
po nos habilite a conhecer melhor efleitos e tacanas
que por ora nAo polein ser aponlarios com inleiio
criterio e indiviilu8(3o.
Nao posio dexar de lembrar-vos aqoi a crea^ao
de urna clasee de professoras adjuntas, legando o
s> -lema que rege mesma clnsse com relac,3o ao se-
xo masculino.
O regulamento do ensino primario e secundario
da rerle, approvado pelo decreto de 17 de fevereiro
le 18.">'t, cnnlm idntica disposic,3o, e ea nAo posso
descubrir a raz3o porqlie o regulamento de 2 de Ja-
neiro qu? he etlrahiria ilaqoelle, u3 consagrna to
mesmo principio.
A necessidade que jostifica a creacAo .de urna des-
':' elii-se-, deve justificar a da outra pelas mesmas
rozrles.
N3o temos ate este pnn'.o casas proprias para as
escolas; mas he urgente a necessidade de consum-
ios. Emquanto os profeisores lercionarem na cu
em que moram, n ensino ha de suflrer muilae vetes
constantes diverset por causa ria familia, e asi--
rolas hao de estar inenus sujeitas nspergo rio pu-
blico.
NAo conhern tutor algum que se oceupe desla ma-
lcra qui n.Va dse irra largamente eobre 1 conve-
niente eiluacdo, commodtdade, e hom arranjo das
aselas.
Pero-voe porlanto qoe faraie inscrever no or;a-
nii'iiio ama quola sulficieute para a edificaran de
algumas deseas casee, as quaes deverao ser felas sob
um plano geral.
Calculo-so em 6009 rs. caria urna dellas ; mas
aiuda quand fosie precisa urna quanlia superior,
Mina 1 denana de propor-vos urna medida que re-
uni de notoria utilida le. Se o recorss dos cofres
vos nAu 'parmiltirem fazer todo de urna ti vez, ao
menos volai quinto for preciso para a edificaran das
referidas casas as chindes da provincia.
Cumpre igualmente qae volis urna quanlia suffi
cente para a distribuirla de livros, papel o outros
utensis de que necessilarem os meninos qm forem
recniihecirios podres na forma da lei.
Exislem rrearias 74 escolas publicas frequenladas
por 2,896 alumnos : ajnn)amlu-se a esse numero 22
alumnos da teaae de educandos menores, e 76 das
escolas particulares que alcanzaran) liceeca paro o
ensino, lemne que rorehem enlre nos o heiiifirin da
iu-lrucr,o 2.961 alumnos.
Nesse numero alo eslAn comprehendrios os alom-
1 exislem
te us poucas vanlagens que se olTereccm a urna liiuiam o patrimonio do mesmo hospital, o qoal deve
- ser applicado uquetle lim.
Para montar .I unitivamente aquello eslabeleci-
mento, em 17 do rrferHo mez ped a concessso de 8
loteras, e solicitei a coadjuvar;ao do Exm. Sr. mi-
nistro rio imperio paro alconcnr ene beneficio da
a-semblea geral.
Ca*a de educan los.
L Ocollegjo ros educandos menores, creado pela lei
n. 734 de j de agoslo do anno prximo paciario, foi
inaugurado no rio 10 de mar(o do crrenle anno
pelo Exm. Sr. I)r. Francisca Xavier Paet Hrrelo.
Levrando grave eslabelecimento e o seu vice-direclor, cncumsl nina
que n.lo poda deixar de prejndier o adiaolamenlo
rioe educan Jas, demltli o ullimo desees funecionarios
por portara de 23 de Junbo (indo, e nnmeei para
suhslilui-lo oridailAii Manorl Itulino de (Uiveira Ja-
maear, o qnal pnssuc todas as aplidoes para bem
exercer aquello cargo.
O collegio, cujo rgimen interno e econmico a-
cha-se ssliiamenle combinado no regolemonlo de 22
de novembro ullimo, obra do seu filustre fandarior,
prospera admiravelmenle.
O sen pe-soal se r. cupe de 22 educandos, que
aprendem priineirai lellras, msica, e os olTicioe de
alfaiale e sapaloiro.
O honrado e zeloso varao que dirige o eslabeleci-
men'o rom verilarieiro amor paternal, dii em seu
reltenlo que o adiautam'nlo dos meninos he quasi
prodigioso, tanlo 110 eetudo da msica como nos of-
licios indicados.
A (iflicioa de sapatcs j den ao collegio 279160 rs
de lucros.
O fardamcnlo e o calcado da eorpo de polica h3o
de ser feitos all de hoje em dianle.
Anda nAof-uam montadas as oolrasofltcinas, por-
que a obra do collegio nao eslA de lodo concluida,
como veris na parle em que linho de tratar das
obras publicas.
S"nhores, sinlo om vivo jubilo riondo-vos noticia
t3o li-ougeira cobre o adiautament, dos educanrios,
e eslon lonveneido que me acompanharcis uo mes-
mo senilmente.
Fo^o rele para qae em breve postaos completar
O'ss instituirlo, creando um collegio paro Is or-
phaas, as quaes merueem igual proleccAu dos pode-
res pblicos.
Culto pobliro.
O senlimento religioso, base da moral publica, da
qnal em grande parle dependo a prosperidade dos
Eslorios, dove ser desenvolvido por om elero illus-
Irado evirluosn. Enunciando esta verdade, senhores.
n.lo pretendo pedir as medidel qoe leuhain por fim
preparar o npi/ilo e formar o eorar;3o de nonos cle-
rigeo. Todos sahem qae a educarlo deslcs esta com-
raolUda aos poderes geraes.
Chamo a vossa attenrAj pira o eslado lamenlavel
em que jaz o maior fiarle de nnssns templos.
;te|iarhr os que furam edificados pela fe a pieriaile
rie nossus anlepassados. ilota-Ios dos paramentos ne-
raaiari para a relehracao doe olllcios divinos, eis
as neeoait ludes do cutio que vot incumbe prover, e
os das escolas parlirolaris, que sem li.-eni;a
'"''liadas pela provincia.
U n.,rllir Ber))1 M|Pllla rm ..(XHinima,
laroi des,.. ,,..,,.. s, ,.,,,,
'""""'"""-iapresentado no r
prximo passado,'
mu em progresso bef.?'; ^.ue ""
t) director inlcrino prff", ,,
1 a popn-
' -....."' eicola. Se comparantes esse quadro
rom o que v,. flprMelllau0 nn rP|a,no ,, .,
prximo passado, .....rucrao vaj ^^
letra em Mucoripe, 011
um le.ses prufessores que n arl.
reacio de orna ca-
a nomearAo de
Como vedes, senhores. lodor 01 pirochos nAo me
Irausmilliram as informacOes, que com muita anle-
ceriencio Ibes furam pedida--. As que acabo de Ira-
zer ao vmso conhecimenlo, eslSo luin longo de ser
completas, com poncas excepciles. Com oe dados,
que ellas vos ulterecem nao podis redmenle fazer
ludo com a piecisAo necessaria. Por esta rezao son
de parecer que volis euglohadamenle orna quanlia
avullada para a elifiradlo e reparos de malrizee. A
administradlo da provincia, que faja o mais, e qoe
vos de depois exarlas conlas do modo, porque bou-
ver distribuido esa ouanlie, informando-) is igual-
mente sobre o proveito, qno della se houvtr co-
ll.iilo.
Habilitado por essa maneira o governu procurar
despertar a piedade dos liis, auxiliando na edifica-
ra! e reparos dos templos mais promplamenle aquel-
les, que por meio rie donativos se mostraren) deseio-
sis de leliiater as 11 -ce-si tadesmaliriaes do eolio da
localiriade, rie que -.i p.rochianos.
Alm disto he mi desse modo, qoe po.lerAo ser al-
len inias oc redamos dos parodio-, que n.lo lem a
honra de ter a-scnlo entro vos.
C inclii este tpico, mform ui.lo vos qoe o virtuo-
so prelado, que anda rege esta provincia, houve por
bem negar o seu assenlimenlo ao prujecn, que ele-
tova a rathegoni de parochia a povoacao de S. Hay-
mundo, perlencenle a fregoezia de l.avras.
Esle faci consta do ollico do meaino prelado que
vos ser prsenle.
Omtenos.
Lego que appireceu no imperio a epidemia do
cholera-morbos, procurou esta presi leticia promo-
ver e auxiliar a fandacau n\ remiterios em divirsas
localidades.
Alguns delles ja e-tao servindn pira os actos reli-
giosos, prnpnns de sua iiiilituicSu. Oulros porcm
e-llo bem longe diste.
I)a quadro que encontrareis entre os nppensos, ve-
res os lugares, ero que os mesmos remtenos f.ram
fundidos, e bem assim quaes as pes-oas, que foram
iliromhirias de sua fan.iarAo.
I.anride no piuvincia a idea de reptllir a pralica
dos i-icen lamentos nos igrejos.a p ipola,;an a rerelieu,
senAo coro applausn, ao inenus com a maior facili-
dade.
Seria porlanto conveniente que o governo adoptas-
te urna medido geral a esse re-peito.
Entretanto romo nAo me foram Iransmillidas to-
das as informarles, a que em lempo nppnrluno man-
dei proceder sobre semelhoule assumpto, e por nutro
lado como es que recehi s3o mprcslaveis por muito
vagas, nao ;no tinto habilitado para expor-vos o
estado rie cada um desees cemilerios, nem lo pouco
e pedir-vot quola parn a sua conclusAo.
Informo-vut todava que estn concluidos 01 rio Ar-
ronclies, Aqniraz, e Sinlo Anlonio rio Pitigoarj'.
No de Suliral fallam at obrat do aterro, e a edili-
rao.io de suo capella.
O parodio do Ico orea om 1:0(H>)000 a conclusao
do da mesma localiriade.
O de Sania Cruz apenas esl em comern. lendo-
se goslo enm elle tmenle a quanlia de 9069000.
O de villa Vinosa n.lo lem mais do qae alicer-
ces.
As infoinnr-, que lonho presente me habli-
tam a declorar-vos, que esiao por concluir oe cemi-
lerios das oulras localidades indicadas no quadro, de
que ves fellei.
HlaroinaQao.
Per;o-vos, eeuhores, que. n.lo dcxes de inscrever
no ornamento urna quanlia sullicienle pera a illumi-
nac3o desta capital.
Ella neeeeidade lie lio argente, e lie geralmente
recooheciria, que para ser prvida tilo me atrevo a
maic do qae inlica-la ao vosso criterio.
Sobre > lyclema de nluiiiinacao, que compre
adoptar, decretareis o que vot parecer mais acer-
tado.
i(7onfrHrir-re-A 72>O0O
.-,s~-ii
67V10
:>.skhi
229500
por
autorist a dar sooro proposta da' d./l0 '' "le fl encarCo.
Igeilraante a creaCiu de urna cadolia d"1 i P'0!"" hl" '"" poca em que a religiSo paree eneon-
,"scolo
Aracaiv, outra em Sobral, e mais urna quaV!
nesla capital, assim curou urna alterarao as
do ensinn.
^Ao encrelo, nas rerumnienelo-vos que pecs
hem loil.ia es-as molidas o oulras jiie eMeulrarefi
110 relalorio daquelle faneclonirin,a resolvis -obre
1 lias cono vos parecer conveniente.
A no lula aulori-ala pilo ert. 2- *
alo esla dala nao leve applirae
trar na polilira um inimigo irrec. nciliovel. repulo
rie -uiicina imporluria que do corpo legislativo parla
um exeniplo de riedir c,3o, que ao mesmo lempo
irva de proleolo contra a iridillerenra que lavra por
'". a parle.
i| 11 procidaei coro acert nesla materia, pas-
wvor-roi a oslado ds rada nina rio- ni-ln-
Ueu. me.-n>o
de multar aquello
Pai.
SO a .!>
re, -eiiunr., as Informacdel reccbdas do reaueelt-
vos perocho-, '
provincia algoma so Ir.tou ain la d" '"'."" "J ."
!;.,. lento M.llirienrla, fcO. -ec-ailo t* iaBCJI 0
inslruc Vi, que he u alimento do eipitlio.
.._ _..... .. .le.
il'.'-l.l
A .palhjl, e ii..l.(erauc.a del pata nao y leJo ,
..-, sa, I .)o..,menle e eombaUdat sen.,, pe o- iioms
li...,.s.q0 ., g.r.r-ies Mar fo.cm odquinn,,.
.., indo povo olliar desdenliosmenle par. aro
.,., ilph.belo.qu.ndo a inslrucvao f..r recnl.ecida ge-
ralmonle como o pruneiro d Ii ''"''-"'" ,lu u"r
memm wciedader, enUo-or por lJ"* procurada
,,.,00 .mu tordodeira fon.a, ou como urna rapte te- ;
Malri/. de Maranguape.
loe.,"."1 "* ,'i,rei'' (l' u,na l"a lia''' a ccremonii
1 ii it 1" '*"' ''" Pu'pi|u de coofessonarios.
I,,!, ur.liei o'l'"/^ I-'IM de parau-nios. ,., foi
..,.,i,.nd<. une aptn.l'r "I"" de 3 de ju.ihu olli-
1 .Matrit^ue luise.ii indispensaveis,
la 11.10 esta coiiiluiu" "l>a resoluvao.
lo I do do poenle. VfS-
PAGINA AVLS&
Ai.
mal. 1/. 1
H3D& USLii. J
l'edido O publico por mais de ama vez ha de
ler observado que ha no commercio uns carro es-
guio-, quasi todos etles fabricados de ferro, e que lio
pinados por prelo, 01 quaes passaudo pelos peilos
riimoialinenlo urnas largas crrelas, os levam por es-
sas ra-, role.riac e puntes, al o si u rieslino: pnis
bm, o-ses carros romporlam quasi sempre 13 o II
harnea- de liaialhlo cada borrico, duern por ale.
I que pcaa um quintal! logo cada (arre comporta 30 e
tantos arrobas; ejoalro prelos ciiiumunimenlo *3o ns
i]ni' puxaiu e--i conos, e sendo ,-issun, corno lulos
os dios lio pui I 1I0- observado, cal.e a cade um dos
pretns perlo de 13 arrobas para putar com ns peilos,
e por meio de Una compreesAo leirivrl, quer duran-
te o andar do sol rio ni 1 dia, quor durante atura-
dos aguacciros, qur siiados, quer cansados', etc.
Kulcui.liamos que compela a illo-lris-ima cmara
municipal marcar o peso que devem comportar oe
carrol, pira q'ae esse> prelos, que a nono querem
Ircgoezia desse nomo uso ir- ".''';- .eu. icnliores 1j de gando e ficar com .Igum
u.as ut respectiva mal' """-' P*M ernias; crern. ouo oaiivi|
in. lo pelo estrago de uin'o corredor deau
o re-pi" ton paroeno pode G003 paorsirio aclia-
Mat.ii deS. Berna, lo.
O parocho d
ji-lica at 1
apro"""*

Mi aman/uta.
CONSULADO I'UOVINCIAL.
Langamento da treguezia los Afola-
dos para o imposto da decima, Jei-
to pelo lanrador do consulado provin-
cial FanciseoCatiieii'o Machado Hios Ju-
nior, de oonibtmidade com |a portara
do Sr. administrador da mesa do consu-
lado provincial a I I de agosto do cor-
tente anno.
Ci'l.l.nuarr.o.
RL'A DE BEMIICA.
Numero 80.Aureliano Cordeiro Xivier
de Brito, casa lerrea trrend.da por OOj,
paga de decima.........
dem 1.Viuva de Pealo Pereira Simes,
rasa terreo arrendada por 8003, paga de
dcimo............
dem 3.A mesma, casa terrea rrendaia
por 130o. pagt rie dcima.....
dem 5.Viuva e herdelros rio mesmo,
um sobrado rte um andar e una loja ar-
rendada por 800), paga de dcima. .
dem".Joic Joaqun) Dias remandes,
urn sobrado de -2 ..miares e urna luja 00
cupado polo mesmo .avaliado por 800?,
paa de dcima.........
dem 9.U mesmo, om sobrado do um
n lar e orna loja arreudado por 800?,
paga de decima.........
dem !) A.Jos da l'onieca o
cobrado de um andar e loja
poi 650>, paga de decima.....
Idi 111 II.O mesmo, uro sobrado rie urn
ailar c loja arrendailo por 7503, paga ri-.cima............
dem 13.Jo3o Pinto de Cemos, um so-
brado de uro andar e urna luja oceupado
pelo mesmo avaliado por 6OU3, paga de
decima............
dem 15.Jos Velloso Soares, urna casa
te.rea uceupada pelo mesmo avahada
por 50?, paga de dcimo. '. .
I.lc.n 15 A.Jos Velloso Soares, casa ter-
rea ero ol.rae.........
dem IT.] ao, Ferreira dos Santoe, ura
sobrado rie o.u andar o loja erreuriariu
por (00?, ,iago rie dcima ....
dem 17 A.O mesmo, um sebrario do um
anclar e loja oceupado pelo mesmo ave-
liado por 500?. paga de decima. .
Mem 19.Jos 1 lomes lavares, casa ter-
rea occupa.la peleeane>mo ivaliada
2005, pags de dcima. ....
dem 21.Manuel Joaqun) Hamos e Sil-
ve,case lerrea oceuparia pelo meemo eva-
hada por 500?, paga Je dcima. .
dem 3.Viuva de Delfino Goncolves Pe-
reira Lima, uro sobrado de um andar a
loja occopado pela mesma avaliado por
'.'ni-, [>,_'.1 oe derima.......
tem 25Orphaos J..ao Kodrigues Lima,
casa lerrea arrendada por 120?, paga de
dcima............
dem 27.O mesmo, casa lerrea hrrenda-
cla por 1209, pago do .tecina. .
dem 29..Manuel Ignacio de Avilli, om
sobrado de om andar e loja arrendado
por 3 dem 31.O mesmo, om sobrado de om
andar e loja arrendailo por 120?, paga de
derima............
dem33.Domingos Jos .Martin-, casa
lerrea occopada pelo mesmo avatiada
por 1U0?, piga de dcimo.....
dem :I3 A.llerdeiros de Domingos Jo-
Hamos, casa lerrea arrendada por 1509,
pagt da decima..........
dem 35.Jo3o Kibeioo Pessoa |rie Lacr-
ela, casa terrea em obrai......
dem 37.Joaquina da Silva, casi lerrea
arrendada por 2509, paga de .licima. .
Uem 39.Marcolino Pirmino da Costa,
raso terrea arrendada* por ^INt?, paga rio
dcima............
dem II. Diogo Joc da Costa, om cobra-
da de um andar o loja oceupado pelo
mesmo avaharlo por OO?, pega de de-
c ma.............
Travcsa do Locas.
Numero 2.llerdeiros de..\lana Kila do
rsiscimento, casa lerrea em obras. .
I le... '1.Calherina dos Santos [Sobre, ca-
sa lerrea armiada. ......
dem t.Viuva de Jos Francisco Mo-
rciro, casa lerrea arrumada. ....
dem 8.l'ausuoa Mara do Espirito San-
io, rasa lerrea arrendada por 280?, pagl
de dcima. .......
dem 10.Anlonio de Sooza Itangel, casa
leriea arrcudiida por 72n, paga de d-
cima............
dem 13.Antonio Nubre de Alinela, co-
sa lerrea arrendada por 90?, paga de
decima............
dem 11.Loiz Gonzaga, casa terrea ero
obra-............
dem tli.Jo3o Evangelista, casa lerrea
obras............
Mem 18.llerdeiros de Manorl Izilrorie
Miranda, casa lerrea arruinada. .
dem 20.Simplicio Rodrigo Compeli,
co-8 Ierren occopada pelo mesmo ava-
hada por 72?. paga rie decima. .
Mem 1.Anlonio Soares ria Cunta, rasa
terrea arruina.ta.........
dem 3. los llxgino de Miranda, caes
lerrea arre la la por 330?, paga de d-
cima. ... .......
dem 5.(I mesmo la demolida. .
Travesa do Kemedio.
Numero 2.Cosme de Sa Pereira, casa
lenca arrendada por 00?, pega de de-
cima.....*......
Id"m I, II.t le ni de Francisco da Cosa
Barcollar, casa terrea octupada pelos
meemos avahada por 2011?, paga do de-
cima............
Idero ti.Uernardo Demila Franco, casa
terrea arrendada por 21;, pega da d-
cimo.............
dem 8O memo, cato terrea arrenda-
da por 209, paga de dcima. .- .
dem II).--lien.arrio Dami3o F'ranco, casa
terrea arrendada por 3li.->, paga de d-
cima............
dem I. A1.toi.10 Cerdoso de (Jaoiroz
Ponwea, Francisco de Paulo de i.iuei.oz
Fonseco o Jos Cardo-o de Qoeiroz Pen-
sara, urna casa lerrea arrendada por
3Viss, paga rie dcima.......
dem 3. Francisco Joaquiro do Naeci-
meiilo, casa terrea arrendado por 100?,
paga de decima.........
Irlein 5. Mainel lanado Je Avilla, casa
larrea arrendada por 300?, paga de de-.
cima............
dem 7.Manuel Antonio rie Jreas, caca
lerrea arrendada por 1009, paga de da-
cima............
dem 9.O metmo, casa lerrea arrinda-
""*- --i da rterim,
5(3000
459000
183000
5)000
439000
10*800
105800
27?000
10?800
9/000
109300
-3
28300
I8?000
ataooo
COMARCA DE f.OIAWA.
27 de agosto.
COMO ESTA' GOIANNA ?
A vida por aqui ci bem ca.a, mnrmente para a
gente de prmeira entrela, que n3o come uu dia
ero que u3o sua em casa, ou 110 campo. Os generes
alimenticios mais urgentes estSo por alto prero : a
carne fresco conserva-se as allurat de 14 e 16. e as
vezes com tal eemsahoria, que so com muil.i fume se
aprecia bem ; porque a fome he o melhor idubo da
comida.
O peitc dillcilmenle te deixa opanhar, e o que
vero ao mercado he de custoso accesso, e tambero al-
gumas vezes vai fura anles rio ser comido.
Os senhores legumes de ran'.co mi fallam a lodos,
porque a porr3o que escapou eel aguardando a si-
tuarlo mais critica, par? entao vir ao mercado.
Ai chuyas depois de om interregno de quati mez e
meio, vcsilaram-noi ha punco, qoamlo a relva j es-
lavo crestada ; as varzeas j se fenriiam om moitas
paragena, e quanlo as serranas, qu se arercam a
ciriarie, me forro im o nusso bello liorisnnle visual, ja
se iam descaplivando do liello verde, que Ibes deu
primavera.
So a rima e a caima mnilo lucraran),e morroenle a
raima plaii-lado. que rom esse cuutiiigente olrou a
calier;i fra rtn Ierra Para os legumes rie carorjo, foi
em pura perda. Emfirt, j,i se po i dizer qhe o aun
correnle foi mo para o agricultura.
Os engenhos ee preparam para a inoagem, lomen lo
peiur tenip...
Nela mis-iva, felizmente, n3o temos que registrar
mais alguma faca..ha rios cambaes domesticados, rie
noria ou .le ferimento grave : 10 menos que nos
conste. Done iraseivaie, que pratrarnm ferunenlos
leves, oa contuses, pogaram bocea rio cofre ; por
que foram presos, proce.sarius e sahiram ria jaula pur
fianca.
A policio da comarco esl aeliva e ferio, quanlo
perinillem as rousa-, e as clrrumstonciat huriiernas.
O Sr. Dr. Eslellila lem-se afadigado muito na ar-
dua, e penivel larefa rie reprimir a audacia dos c.i-
minosi.s, e leen colindo ptimos resultados. Honra
Ihe spjo feila I
Pelas providencie reservadas qne lomno, extingui
urna priga de pasquine manu-criplu-, que cerlosriei-
alu.ados laooavaio por haixo das porta- das lojas
Nessai proelcicre- do inferno a vida privada era etpi-
caroria horrivelmenle.
Por oalras providencias, ronseguio qoe os entlio-
riattai des duas musicat Cunradoe Rabello, n3o rhe-
gissem t vias de facto, para o que jai eslavam dis-
po-tot inuilos elrmentos : batlaram algumas prses
em il-ee homeopalhicas.
airo, senhores entusiastas, balam palmas, rieem
bravos, sollem fogurles, etcilem o enthnsiasmo rios
msicos pora te aperfeiroarem ; mas fiqoem nislo,
quamlo no, repelir-s-h3ii as prisoes em dotes allo-
palhicas. Para qoe guerrearem-se com lano rencor?
Se a Ierro n3o pule com|iorlar duas msicos, urna
dolas lei ria desapptrecer necessariamente, e sem
I.ivjila cera a que tiver a.listas menos habis, o por
isso menos crdito, e pouco procura. >ns dearjumot
a viria rie ambas, para se estimularen), e paro ter-
mos onde e-colher, e n3o haver monopolio.
Corre no fro destl edaie nina occ3o criminal en-
lre partee o tenttor vigario do fieguezia da mesma ci-
riarie, como autor, e o Sr. roajor Antonio Pinheirn de
Menrionca como reo, por abuso de liberdade rie Im-
prenta ; o que lem alvurotodo o animo dos amigos e
alleicoa.los rie amlea o- rnnlendores. Etie mesmo
jornal, e o Liberal, lera dado conla rio al2uma con-
Srs. redactare*.Pcrmitlam-me Vmcs. que res-
lahelee 1 a ver,.a,le rie um foclo qae a oPatiint Aval-
lan ,* ele .hilado os) ria alguma informa -o por algu-m 'desafecto meo, pi-
ra chamar sobre miro a atlen(lo ria polica.
NSo he 1 xa. lo que o marcineiro da ra do Rosario
Estrello a quem se allude castigue dasC horas da
mandil at as b d.i larde um pobre miteravel disci-
pulo.
Ne-sa leuda ha i discpulos que s s3o castigados
quamlo merecen), e nunca com rigor; esses meamos
firam vielot pelo Sr. Dr. sabtelegario qoe n3n ot
achou mallr.ilados ; alm de qoe se elles fossem et-
pancados riuraiile lodo o dia, ntsr cerlo qoe se nao
coii'ervariam nessa tend, havendo tantas nesta ci
ria de.
E so are nleee qae es-es discpulos griten) no acto
de serem castigados, nSo he poique seja o castigo ri-
goroso, mas para que rieisem de eer castigarlos, em-
pregando esta gritona.
Julgn, Sn. re tactores, com estas poacaa tinlias
ter dado umo sahsfacSo, qne he s o meu lim para
desviar de mim qualquer juizo desfavoravel.
E com a insereno delta moilo agradecido Ibes fi-
car.io.
Marcineiro a quem se allurie.
A PRIS.lO DOSAIlt.EMOAUSTRICI.IANO/.E-
1ERINO DA MOTA. OU A ORIliEM DA
CIERRA CIVTI..CMA \l'LICAC.lO CON-
VENIENTE.
Srs. Redactores :O ir eunselheiro prudente,
que rlevie appellidar-se o llola-fogu, continuando
a discos.sSo rio nro ficto, qoe em sua opiniau, deve
proriuzir a conflagradlo do imperio, comer o seu
rominunicario de hoje com urna inetecli.ta >, que
mis nlo podernos deitar de rectificar.
Jo temos, diz elle, noticia) compiela do ridi-
culo e falso pretexto oprnve.tado pira vingarein-se
rios ofliciaes da goarda nacional de ('niaiina, cap 1,1o
lenlo Archelao Val Curado e Inicie Joaquim Ma-
nuel Acanita da Ponseea.
O roinmamlanle superior n,1o linha motivos para
exercer vingio^t contra o primnro official, lem
duvirio malla distlnoto e honrado, que Ito ceu nti-
mo amigo ; contra n segundo, que he seu Inimigo
retallo, e que com o maior facilidad! sro'tambero
acnauhao dn seu amigo acluol, o commandanle su-
perioi n3o lenlar.a etereer vinganr;a, cslando habi-
tuado o perdoar as olTemas e uesprezar os insoltoi,
que por elle sao dirigidea dosrie o da 9 da seiombro
rie ISifi, em que ler..111100 a fervorusa dedicaca .,
que aquelle Sr. lenle man.festava 1.0 Sr. coronel
JoSu Joaqaim.
O conselheiro prudenlo fallando do minutan-
do superior i.no qoiz distinguir se he o efTeclivo, ou
o inlerino; porque a duvi la sobre esle oi^o he con-
ven.enle aos seus fin. Entretanto declaramos qne
a prtlo iloquelles dous nlli iaes fui decrelada pelo
riatne lenlo curoncl Jos de Sa', que ora etreo
interinamente o cororoindo superior.
A'nda n.io lemas noticia completa do ntolivo que
letrrminoa n lenle coronel Jos de So' a assim
proceder ; quaudo a livcrmos, emitliremos noisa
upiniao imparrial a rrspeilo desee aclo, que nos p.i-
rece aio s-r filhn do odios, capricho ou desojo de
vmganca da parle do commandanle superior Hile
tino, q.ie bem pode ler obrado menot conveniente
par entrao, mas ri3n com certeza, pelos motivos de
qoe filia o conselhcirojprudente. u
Postemos a orgem da guerra civil qoe esla emi-
oente, segando diz o "oota-fugo,
Fallan lo da prisSo do s. r-;eni.> Aoslrieliono, diz o
conselheiro prorienteu que o cilrrfporcial.i n3o te
atreve a jo-t.licar lo irodiosi e illegal persegutfao,
o_que s 1.-11 _-1. chama anula .(estulta e n3o sabemos o
que mais...
Narraremos fielment: esse fado, para n) indig-
no de ser riisenlirin.
O Tenenle M.tinas Gomes de Souza, shegaodo o
Sr. coronel Joao Joaquim ciriarie do Goianna, rii-
rigio-lhe om otlico, em que Ihe commuuicava que
temi -.lo riesrespeila lo e inallratario pelo largenlo
Auslricl.ano, dero-lne voz do prisSo 3 o.dern do
coininau lanle superior ; mas qae o sargento zomboa
de tal ordem e nao se quiz reculhcr 1 prisSo.
O con.mandante superior dirigi en.3o o officio,
qoe o irconselhe.ro prudente ja publicoo, baceando
nelle suas graves accuoa(des e o vaticinio di proxi
ma rexnliic.io ; 10 capitSo commandanle inlerino do
I.alel.3o 11. 12 do infantina.
ALFANDECA.
Rendimeulo do dia 1 a -_"i. .
dem do dia 31......
720:!H)7S8I
13.0329579
7.l..:9iO?ll3
Descarresam hoj I. de selembro.
ilrgue inglezTalbotbacalhoo.
Escuna hullandezaTerca Iturnelistoii mercado-
rias e ferro.
Patacho inglezl'er-e ve ra nr mercad urn -.
Birco inglezaSsphoidem.
Briaue ingleLord Althorpferro e carvao.
RENDIMENTO DA | ALFA>DEC.A K l'ER-
NAMBl'CO DO MEZ DE AxioSTO.
Imporlaf&o.
Direilos do rousumo..........72;I:8S0-393
Ditos de I pur cento de reexportaran
para os porlos estrangeiros...... 529680
Ditos de I por cenlo de reexportaran
_ para os partos do impern...... 533201
Espediente de 5 por rento dos gneros
estrangeiros navegados por caboto-
gem.................
Dito de l|2 |>or c. dos gneros do paiz.
Armazviiagem das mcrrailorias.....
Dita da pulvora.............
Premio de 1|2 4I|q dos generot da paiz.
Mullas calculadas nos despachos. .
Ditas diversas..............
Interior.
Sello firo do papal...........
Patentes dos despachantes.......
lillas dos ajudantee dos ditos. .....
ledo de ttulos dos despachantes, dus
caiteiros despachantes, etc......
Emolumentos de ccrlides.......
rVl seguintrs especies.
Dinheiro .... 332:47l?973
A-imiailos 403:1503)70
73(97
1:1183.99
t:BI*>W)6
83.U)
7:3109787
2233390
0JJ9OOO
78.3880
509K0I)
sia^OQD
sattjoo
109280
735:92oa4.;
Vepsitos.
Em balantjo uo ultimo de
luido .........
Entrados 110 nrrento mez
Sabidos..........
3:7513102
4:1809010
9:9319112
5119855
9:3S93.7
existentes...........
AEni sctfainles especies.
Dinht'i.o..... 207J880
Letras......9:t8l?377
Contribuiro de caridade.
lien liuieuii. neste mez......... 3869971
Alfaudega de Periiamburo,'31 de agoslo de 1857.
O escrivo,
Faustino ./use Jos Sanios.
CONSULADO GERAL.
Beinliinanlo do dia 1 a 29. 106:7379223
dem do dia 31. ..... 2:9779390
Dito do assucar e outros ge-
ftgff*> ** f '"'* -""o1"-1 Di'Xo Agut". .'. :
109:71(8613
DIVERSAS PROVISC1AS.
Reodimeulo dodia 1 a 29. .
dem do dia 31. ..... .
:08J07-2
7:tt0r$W7J
RENDIMENIO DA aMESA DO CONSULADO DE
PERNAMBUCO EM TODO O MEZ DE ACOST
DE 1857.
Consulado de 7 por cenlo. 101:9393098
Anroragem........2:3109750
Direilos de 5 por cenlo na
compra e venda das em-
barcarles ......: 889330
Expediente das rapatazias. 1:0789155
Sello liso e proporcional. 1:2013300
1 -cilio dos ttulos dot rai-
xoiros de-pacl.anles. .Vi;n )
Emolumentos de cerlid&es. 163360
Receilii extraordinarias :in-iiiii
Diversas producios.
Dizima do ilgodao e outros
gneros do Rio Grande do
Norle....... 1I930H
Dito dito dito dito da Pa-
rahiba.......I.09(i37g5
-109:71 lot.l i
foi designado pelo comrnandiuie inleroo pin ese-I
j 195178
5:74V7930;t
so o tal reepeilo, o por isso nos Icrramos 00 Irobolho cutar o pr.iao o lenle Aranha ; maseste tenhor,
25*200
63 80
896(0
de expender qualquer juizo, mxime porque sumos
muito d-tillados ao cenl.or major Pinheiro, em quem
reconhecemot em alio grao as qualidartes de exrel-
lenle pai de familia, e de amigo jiresdmoto ; e por
isso lalvez o nosso accord3o fuste 1 coima lo rie par-
eiol.
Mas, sempre diremos, qa na poscao do Sr. viga-
rio, forjamos, quaudo ronito, urna ele/1 pelo mesmo
jornal em que fomot accusa.los. sem recorrermot ao
juizo. aproveilaado aquellas sabias lirSet do Hitino
Heslre : n Disc.le a me quia humilis sum, et mitis
corrie a Regnum meum non est in hoc mundo
quts volt post roe venire lulal suam crucem, el
sequatar me.
Ii se muilus hom-ns polticos, como magistrados,
rioputados, e mini-tros tem riesprezado o perdalo
mesmo aos seus ma s virulentrs aecn-a 'ore-, ma or
obrigac^o co.re de sesim pralicar quellet, coja mi-
9o neiie inundo he dar ejemplos de loflrimsnto, .le
brandara, o do abnegacSo dot prejmzo-, e preeoncei-
tol rio mundo, afino de com esses etemplos acredita-
ren) suas pal a \ ras no confi-i mar in. ou na pro oa das
verdides evanglicas. Exemplom eoim d vohis...
disso o mesmo Divino Meslre.
Chriilda o philoeophicamenlo rallando om inimigo,
alguroat vezes nos faz maitbem, que om amigo, por
quo produz a dupla vantagem de aponlar mistas fal-
las, icmpre indulgencia las pelos amigos, ohrigando-
nos correrc,5o, e caosando-not om tonhrrrento, 00
marlyrio, que lendo lomado em descont de nosooe
peccarias, nos abre no reo ama conta crrente de de-
ve a haver.
Porm como o Sr. vgaro, e o Sr. Pinheiro n.io
observaran) os sabios preceitos ria religi.lo e ria philo-
soplu ., aguarilcm as rieri-oes rios Inhnnae-, que mui-
tas vezes m servem para augmentar allliec.Vi ao allic-r
lo, por emaoarem ilgumas vezes dn espirito de par-
tido, ou rio patronage, que lodo tero ..va-salado em
nos-o paiz, vendo esse llagello aballo : devorte que
quondo vemos um magistrado riesemperjado do espi-
rite departido, ou da palronagem riizemot : a jan
..ante- in gurgile vasto Alguns conhecemns
pfra honra e gluria rie nossa magistratura.
Sliba Vine, qoe oslamos om termos de no haver
nesta ci.to-Je o Testa do Drago ; po>que o senhor juiz
da fesla, e o Sr. vicario, querem que loque a m-
sica Rabello, e a juiz o procurador da fesla que-
rem que seja a musir Conrado. J esla pendencia
foi ao eoni.ee...."..i 1 .lo senhor hispo, que decidlo
eremos qoe optimamenle) que ao procurador da fes-
la incumba ijutlar msica, armario o o mail, sem
ii.lervencSu ao Rv. vigario. Mas este, rtizein qu as-
tevora. que mais fcil sera n3o haver feslt, ou aban-
donar a matriz, o que nos he reposnaule acreditar,
o uem se deve esperar de sua illuslraro, e hom ten-
so ; e por isso eremos que s3o devaucios dos parli-
ilarios.
Pelo qae ce vai passando, parece qoa os devotos do
IK^etHt Orago sao mais devotos das msicas ,1o que da scnlio-
ra Lo Rosario, e que o festejo he rtae msicas, ten lo
os leme, ria fuorcao Conrado r, Ral.ella. Que reli-
2?IWC i,.-,,, pharisaico, o barbaresca lNaloralmeine easet
I dous idolot le.ao de appareeer nn painel do fof/o do
13800 visl4i sul.slituindo ao do Noste Senhora, que -o eon-
' corre ua fesla como motivo !
1! '(()' ''' 'l0"ve quem prnpozosso, que te reuniste n mu-
' *" sirot e lorassem na fesla em grande rche-lra.e aller-
j lindamente no pancadaria. Mas qual Diz um mes-
1 Ir, 011 ludo, ou nade ; diz oulro, antee nao hoja fes- [
la, a leche ea a matriz Emlim, s o Esm. Sr. bis
3I9J00 I11 pode por termo a tantos riisporoles, em prcjiizo
do culto, e da relig'So. E a'sim o esperamos.
A co-reirao vai progredindo, e produtinrio lien
.tii-mm incalculaveis. Aguardamoc o lim para Ihe nnliciar-
mos seus buns resultados, que ser3o infalHveil, vielo
que he presidida pelo espirito dejusliga Smenle.
JT-ssai Os amigos rio Sr. coininaudanle superior Ju3o Joa-
' qoini da Cuuha Rogo Barros ale ea rreeiilimiu mui-
to 273000 nacional de que he digno chafe, reclama tua pre-en-
' (a na comarco ; porque v3o te dando alguna catoi de
6/180
?
31-300
9
183HN)
en.lo inimigo rio tenenle Gotnet de Souza, enten-
deu que n3o .lena rumprir orrient saperioret para
lomar urna desforra do tea collega, e invenloa o
prrleito de ser 11 sargento inspector de quartoirSo,
qnanrio lie sabirioque ha mais de um inno deitou
de o ser, e comee, iu a prettar-se novamento ao tervi-
co da -1 .r.la nacional.
Sarniento, ni. riuvidamos qae o Sr. Aattriclia-
no pos-a provar que he inspector rie quarteirSo;
porque a pulicia nunca rieixou de cobrir com o seu
maulo crrespeavclo e lalvez inviulavel e sagrad.
o uorriat nar.niioes insubordnalos. Filiamos
oa polica de Goianna.
Km virlude, porm, riaquelli allegacSo deisou de
ser etecutoda a piime.ra onlem rie prislo, dado po-
lo Sr. coronel Jo3o Joaquim, desde qoe he comman-
danle superior da guarda racional de Goianna.
I' o faci que nev proriuzir a coiillagrac3u do
imperio, eis a crigem da guerra civil, a odiosa, il-
legal, estulta, nuirula e horrorosa pcrscguiiio,
frita pelo benemrito curoncl Jo3o Joaqu 111 da Cu-
uha Kego Horros.
Pennillo-nosoaconsellieiro prudente.) usar desun
palavrat:Continuaremos, porque temos maitoque
dizer o rie feilo
Continuaren!, s.
Anlee rie remitir aHirmamos ao Ilustre e honrado
Sr. ffconselliciro prudente.o o quem mu.lo respeila-
mns, que o candidato enforqoithadu, a que nos re-
ferimos, nao he a pessoa, cujae dolorosns riecepc,oet
S. S. teve a pachorra de enumerar ; mas sm um
un'.;. que tem gando molla celebrdade, porque ao
eeu quinto anno fu. emprezano do theatro, o nesta
qnalii.ade sollreu certa decepcSo, que obno a porla
o oulras moiles que te a nossa memoria ...i nos
engaa, foram todas as qne se segaem :
Pretender o lugar de secretario do governo
drila provincia o nao conseguir, aperar rie ler iriu
pessoelmenle procurar sua nomeacao no Rio de Ja-
neiro.
Obter aqoi a eleijo de secretario do banco o
nao ser ella confirmada ou approvaria na curie.
Pretender o lagar de administrador do correio
fazendo, para oble-lo, dieren...culos vargonhoios
ao governo, e nao ser cfinal norneado, Picando em.
re-u.iado triste e iniseraveloienle couce.lua.lu pelo
ininislro. a quem pedio o rmprego.
SolTrer linalmeiile, d.'poie de grandes despezes,
e de ruu.tas genufletcs inte urna sacerdotisa naza-
rena urna derrota ni coa caodidaluri eleir3o geni
pelo riislrclo de Guianna.
I m. 13o longo eerio de daloroAsstmas decepcOe
.leve com .lie.le proriuzir a hydropbob.a, de que el-
la atara la a victima dellas, e que se manifest no
continuo morder rie reputac,es illibadat e nesse 110-
jonlo iiioiii3o rio raliiu.ii.a-. que se lem erguido, pa-
ra leva-la a' exi ere ..i., publica, no Jornal do Com-
mercio.
O Imparcal.
31 de agosto.
7:0089072
116:722968
Depsitos.
Em balanro no oltimo de
jaldo. ..... 5:0.5127(
Entrados no crrente mez. 3:138096
Depotilos sa'nidos
Ditos etistenles .
8:1899370
1:0759003
7:11(3367
Mesi do consulado de Pernambuco, 31 ds agosto
de 1857.Pelo escrivo, Joao Francisco Itegis
QtnteMa.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA UDADE NO DIA
31 DE AGOSTO DE 1857.
LiverpoolBrigoe inglez (Forlonaa, Siandert Bro-
Ihen a C, 1,200 saceos assucar mascavido.
Rio da PrajoPatacho inglez lindes, Ime, Curio
ti C, 170 i.'mcas asiocar brinco.
Rioria PralaBrigoi portugael erl.ala III*, ltaac,
Curio i\- C., 50 pipas sachara.
CinolPatacho inglez .Jeieu'n, Ssundori Brollieri
o/ C, 600 saccoi assucar mascovodo.
EXPORTACAO'.
Penedo, hiele nacional aBebribea, do 31 lonila-
dis, conduzio o eeguiute : 295 volomeo generm
estrangeiros.
l'enedo o Cotingoiba, hato narioiiel oSergipano",
de 54 toneladas, conduzco o seguh.te : 116 vulu-
mes fazendas o oulras merca .unas, 12 cadeiras o I
marqueza do amorello.
Baeuos-i.yree com escala por Montevideo, briguo
dinemirquez Cores, de 280 lonelidic, condoli o
seguale : 60 pipas agurdenle, 1,600 barricas
com 11,973 arrobas e 23 libras de assucar.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBI CO.
Iten lmenlo do dil 1
dem do dia 31.
1 29.
26:130*612
1:I98?30
.,. 00 c no-lia tri .190001 iuiabordinicao, e indisciplina, que lalve alo acou- gina Avulsi.o
Tenho lirio im varios nomeros decae Dirrio diver-
sos annuncios. Ionio da senhora I. .Mana Jo- da
Annunciac.3o Baplislak como do Sr. Jet lla|il.sit
Ribeirn rie lana, e muito roe edeiroe ver qu e-le
tenhor dizia crodnr do talo Antonio Baplista Ri-
beiro de Parias, rie quanlia sopenor a riezoito conloe
rio ris, sendo : sele eolitos e tanto balanco ria cala,
e mais dez conlos de nos ds esltavit de dinheiro.
Noenlanto ueptre no Diario de 29 do correnle
com oulro aiinuucio do Sr. Ju- llaplisla 110 qoal .ti-
na, que a quouti i, rio que elle he crerior, coma dos
livrot de sua casa, os quaet foram e-criiduradot pelo
[reposto rio tinado Antonio Bapli-U ; o como seja !
eu o priquisiii a que altillo o Sr. Jos Raptla, e
( As informar; .es do escessivo Cbeligu a que se re- [
fere u Sr. Marciue ro, furam-noc luruecidat por
urna pessoa dat proxnuida-its.D rodaclur da Pa-
RENDIMENTO DA RECEBEDOHIV
DAS INTERNAS GERAES DE
BUCO DO ME/. DE AGOSTO DE 1857.
BER :
Renda dot proprios aaeiomes. .
Puros de terrenos de inanul.a. .
I.ande..nos.........
Siza dos bens de raiz.....
Direilos novot e velhos e de chan-
cellara. .........
Popalooles doi ofliciaes da guarda
nacional.........
Dizima de chancellan.....
Mollee por infracroet do regula-
monto..........
Sello do papel lxo e proporci-
onal ..........
Premio dos depotilos pblicos. .
Emolumentos........
Imposto sobre lujas, c rasas de dcs-
mi.li.s..........
Dito sobre casas de movis, roupas,
etc. fabricados ero paiz estrau-
geiro ..........
Dito sobre barcos do interior .
lasa de escrotos.......
t.olii'anc 1 da divida activa. .
Iudemoitaciies........
27:62?(72
DE REN-
PER.NAM-
A SA-
IOI.3701)
10H?0!I:>
2295OO
5:6(l?t7
2:6009393
3IR30WI
919993
tt?831
10:8(89555
?99213
l-2?7-20
6:0619130
"axiti
76?M>I)
37tV|)ijO
7709703
rVJSlalJ
27:6J'.i-17
Recebcilrii de Pernambuco, 31 de agoslo de
1857.O e-CICtao,
Manotl Antonio Simes do Amaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Renriimenlo do dio 1 a 29. ,;1 i'M-il.I
u0 Hi '!...... 2:1419817
WtraSOOR
Idero
mutTlado

ILEGIVEL




LAiliO i)B iPKHNAMfttiCu ii i. a f j-.iHA i K s-riMli' M 1861
DA
1)0
MESA DO
MEZ DE

cen do assncar
KENBIMENTO
PROVINCIAL
1857.
Direitos de 3 por
espertado........
Pilo de 3 por cont do algodao ex-
portado .........
Dito de 5 \ de diversos ceneros .
('.ipai.i/i.i de lii'i rs. por lacea de
aluodlo.........
Decima dos predios urbanos .
M'" i sia dos eseraros ......
Sello de herancae e legados. .
Novo* e velhos direitos.....
Emolumento de pnlieia.....
Km das aulas da instrucgAo su-
perior ..........
Imposto de 4 por cenlosobre di-
versos estabeleeimentos ....
dem de 3 por cenlo......
dem de 30 por cento do consumo
d'aqOardente. ,
dem de 129800 ...... |
Cusas........
Maltas....... ."
Joro......< '. '.
COSSI LADO,
AGOSTO UE
31:410)1633
1:5089482
I0:84773l
634JS60
6:6449363
:t::niifl80
4:9i1U62
2t>#Hij
20,00
1 I -Jo.i
2329800
789900
145000
l-io.ysoo
3939599
II79021
169423
65:6335008
ilesa do consulado provincial, 31 de agosto de
186.O etcriploririo,
f.aiz de Azevedo Soma.
ft&.
^rti>3*< $.:-# $0 <*$':
Navio nlrado no da 30.
As. IJ dias, hiate nacional Correio do Norte,
de 37 toneladas;, mcslre Joo Atilintes di Silveira,
pi|uipn|!m ti, carga sal; .i Caelano Cvriaeo da
Catl Moreira. l'oitrnre a Pernambueo.'
Navios saliidos no mn.nn dia.
Colinsuiba yor Penrdu Hisit nacional oSeraipa-
no, Tin'.ir- Uenriques Jo- Vieira da Silva, carga
varios gneros. Pisiaseiros, Albino Francisco dos
Santos.
Paradina Hiala nsclonal Flor do Brasil. mcslre
Joan Francisco Martin', earna (ti'nf'. Vi'sagei
r.s, Bbas Francisco Alindado, Msnt%l Anuncio
do Sanli Cruz, Atjostinho Frnucisco domes, An-
tonio Btrboza da Coala,
Navio nlrado no di* 31.
Asir 10 dias, lrico- nsrional M*ria Luia,i> de
303 lonela-tas. capitao Joiloda Silva Mortes, iqai-
pigem 11, carga ul; a Antonio de Alm'ida Go-
mas. Pcrteuce a Peroambuco. Passageiro. Kay-
IBiindo, a -iiireiir ao enle coronel Mauool
Florencio Alve de Morar*.
Navios libidos no mesino dia.
Rio da Prula Urigne sueco Diadema,* capillo A.
E. II ni."-: carga assncar.
Penedo lliale nacional .Behcrilie, meilre Uido-
ro Brrelo di Mallo, carga bicallio e man g-
neros.
------------------------------:__;__________
&
*&
conselho, as lo horas do da u de setembro. laram, queiram faze loem lempa Tambem
prximo futuro. receben passageiros: a tratar rom Tasso
Sala das sessoes do conselho administran- irmSns, ou com o en pililo Domingo? llenri-
vo para fornerimento dp arsenal do guerra, ques Mafra.
31 do agosto de 1857.- Jos Antonio Pinto,
presidente interino Bernardo Pereira do
Carmo, vogal e secretario.
O lllm. Sr. capitSo do porto manda fa I segu com hrevid'ade o hiate ExhalaeSo, re-
zer publico, que fui encontrada urna canda cebe carga e passageiros : a tratar com Cae-
<'+
^'f':'vr-
Para o Aracatv,
de conduego de areia, ou lijlo, fondeada
cttl frente do becco do Noronha, sem a nu-
meragilo o mates competentes, foi pois re-
colbida deposito no arsenal de marinha,
lendo de ser entregue a quem legtimamen-
te mostrar pertencor-lho Capitana do por-
to de Pernambueo, em 3t de agosto de 1857.
O secretario, Alcxandre Rodrigues dos
* rijos.
Pela administ'agio do consulado pro-
vincial se declara que a arrematadlo dos 3
cavallos annunciados pelo edital de 14 do
correte, ter lugar no dia 2 de outubro pr-
ximo vindouo, na pona da mesma repart-
cl, as 10 horas do referido 'lia. Mesa do
consulado provincial 31 de agosto de 1857,
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
tato Cyriaco da costa Moreira, na ra da
Cadeia do Recife n. 2.
Para Ac rveii,
vai gahlr n st"s dias, o hiato Correio do Nor-
te ; recebe carga : a tratar com Caetano Cy-
riaco da C. M na ra da Cadeia do Recife
n. 2.
*l>#f
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial oMetn da Rosa e juiz de
direito especial do commercio, nesla ci-
dade do Recife e pro fncia de Pernambueo,
por S. M. o imperador, que Daos guarde
etc.
Fago saber, que tendo sido designado o
dia 1. do setembro vindouro para a reuniSo
los crelores da massa fallida de Machado &
Pinheiro, estabelecdos nesta cilade com
casa do commercio, aQm de ler execugiio o
art. 842 do coi. do commecio, na forma de-
terminada no regu I amonto n. 738 de 25 de
novembro de 1850; pelo present edital
convoco todos os credores dos mesmos falli-
dos, que residem f-,ra tieste imperio, os den-
tro delle, mas e n domicilio no sabido,
p-.ra que co las 10 horas da man han, na casa de minlia
residencia no largo da Santa Cruz no bairro
da Roa-Vista, afim de que ahi reunidos em
minha presenca com lodos os deroais credo-
res da indicada casa sejam verificad os os
seus crditos, se forme o contrato de unirlo
e se procoda a noraragao dos administrado-
res da referida massa ; advertindo que cre-
dor algum ser admitti lo por procurador,
sem que este exhiba procurado especial,que
nao poder ser confer la a devedor algum
do fallecido, n3o podendo, outro sim, um
0 individuo representar por dous diversos
credores, liaren lo-so os que nilo compare-
cerem por si ou por seus procuradores como
adherenlcs concordata, para cuja conces-
so serio contados os votos-dos ausentes no-
tificados.
E para que chegue noticia a todos, mandei
passareJitaos que serio aflixados nos luga
res. pblicos do costumo e publicados poli
iraprensa.
Da io c passado n<-sla cidade do Recife o
*1.- de maio de 1857
Fu Francisco Ignacio de Torros Bandoira,
escrivao do juizo especial do commercio o
liz cscrever.
Anselmo Francisco Peretti.
Companliia
Pernamhucana.
A dirscejan convida aos Srs. arcionisias da accocs
da nova Mnissio, a realisarnn a sua uliim.i entrada
de 10 por cento, ale n dia 15 do crranle mea de
setembro, pudendo nessa occasiao receber por lorca
los recibos em san poder as respectivas apol ees :
no esciiptorio dos Srs. viova Amonm \ Ftllio*.
THEATBO DES. ISABEL.
O artista dramtico Germano Francisco di1
Oliveira, le-n a honra de annunciar aores-
peitavel publico, que acaba de coniratar
com o governo da pro incia a empre/a do
theatro de Santa Isabel, deven lo dar come-
to s represontagoes dramticas no da 7 do
prximo mez desetemhro.
Os senhores que pretenderen! camarotes
du cadeiras podem dirigir-se 10 escriptorin
ao theatro, que desde ja se acham ahortas
as assigmturas, sob as conligOes eguintes :
As assiguaturas sero feilas por 12 ou 21
por cento sobre o total da sua importancia,
que sera paga adianlada ; e as segundas te-
rolO por cenlo de descont com a oiesma
ppndicSo
Os senhores assignanles toHo sempre a
preferencia a seus camarotes ou cadeiras cin
lodos os espectculos que se derexi no thea-
tro de Santa Isabel, snja de que genero fr,
com tanto que sejam debaixo da direccSo .lo
actual empresario.
Os cspoclaculos serSo sempro variados de
dramas, comedias, vaudovilles e forras, otiri-
gando-soo empre/ario a apresenlar durante
os tres primeiros mozas, a saber setembro.
outubro e novembro nove pegas novas ainda
nao representadas ueste theatro.
Oemprezario, que tantos favores deve ao
Ilustrado publico pernambucauo, favores
que elle reconlieco seren devidos, no ao
seu merecimcnio ou talento arlistico, mas
sim a suraina honda le, c animo pro'eclr
que altamente caracterisa o raesuo publico,
espera mais obter toda a sua co-djuvacilo c
apoio sem o que baldados serio tu loa usseu
bous desejos o esforcos.
ABATIMENTOiDE 20 POR CENTO
tow&m v&<-
O lllm. Sr. inspector da inesouraria
provincial, em cumprimento da resoluco da
junta da fazenda manda fizer publiru, que
a arrematacSo da ilIuminacSo publica da ci-
dade de Goiana, foi transferida para o dia
10 de setembro proxioio vindouro.
E para constar se manJou allixaro presen-
te e publicar pelo Diario
Secretaria da Inesouraria provincial de
Pernambueo 27 de agosto de 1857. O secre-
tario, A. F. da Annuiiciaco.
OSr. collector das rendas provinciaes
do municipio de Guiannafa? saber que etn o
dia de boje Ihe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crioulo de nome l.uiz,
natural da comarca do Limoeiro, de idade
de 25 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhos prctos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexiga, preso nessa cidade ordem ao oies-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor
rente anno, sendo avahado na quantia de
1:2009 ; pelo que rliarr.a-se a to las as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
pan que dentro de 60 dias, conta los da pu-
blicac-io deste, apresentem na collectoria da
dita cidade sua justificacSo de dominio, a
qual ser pro Inzua peranle o juizo muuici-
pal desse termo, e lindo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, i por-
ta domesmo Sr. collector, precedenJ-se
annuncio do dia e. hora em que houver de
ter lugar dita arremetaco, publicando-se
esto edital pela imprensa, e onde mais con-
vior. Collccloria provincial do municipio
de Goianna 30 dejulho de 1857.--0 escrivao
d collectoria, Luiz de Albuqucrque Litis
dos GuimarSes Peixolo.
Diectoria das obras ini-
I i tares.
Precisa-se fa/er o reparo da parte do edi
Itcto do collegio dos jesutas, onde funecio-
na.a inesouraria provincial- quem deste
reparo se quizer encarregar por empreitada,
pode comparecer na dita directora, onde se
acha o orcatnento, e se pode effectuar o
ajante,
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo tem de comprar
TilMlt > HE II'LL)
Por motivos justos foi transferido para o
dia 5 de setembro, o baile annunciado p>ta
o suas propostas para familias, na ra de A-
po lo n. 22
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA !U.
O director deste sabio, (la'ticipa a seus
Ilustres protectores, qije tem f oto para esta
semana urna agrailavel exposicSo de vistas
das melhores e mais importsiues, que tem
feilo at hoje, todas novas.
Guerra do Oriente.
1.a O Iheatro da guerra da Russia.
2.* Os'alliados bombardeando fiombar-
sund.
3 A sanguinolenta batalha de F.upatoria,
4." Parlamentario entre os Russos e aina-
dos em Remes.
5. A nao franceza batendo-sa com urna
ingleza, aonde K acham derrotadas,
Gratulo leillj ile fizondas
iiio-ezas,
Piton Nash & C, arao leilio, por n-
ii'i'H'nro do preposto do agente Olivei-
ra, do um completo sortimcnlo de f'azcn-
das inglezas, todas proprias do mercado,
c juntamente de aljjuns lotes de dita
com avara : hoje 1 de setembro, a's 10
horas da manha, no seu nrmazem, ra
LBILAO' DK BACAEUAO.
O agente Postana far leilao de 145 caixas
com bacalho de excedente qualidade, seu lo
cada caixa de 50 libras, e em lotes vontade
dos compradores : boje I do setembro, as
10 horas da manuia, na escadinha da alf-n-
dega.
I.EI1.AO" DE GNEROS.
Hoje pelas II horas da manha, na porta
do armazem do ^r. Ames defronte da alfan-
dega, o agente Pestaa fara leilo de 40 sac-
aos com arroz, 4 aixas da queijiis dicoalha
do serti e 2 caixas com latas de marmelt-
da, tudo de oplima qialidade, chegado pr-
ximamente.
I.KII.AO' DB VINHOS.
Quarla-feira, 2 do corrente, pelas II horas
da manha, o agiote Pestaa far l"ilo de
92 barris de quarto com vinho do Porto, I
pipa c 5 quarlolas de di*".o, marca AMO, por
ordem do Sr. JooPinti Regs de Soua, .
por cunta de quem pertencer, no armazn
do Sr. Manoel da Silva Santos, ra do Amo-
nm.
Leilo
O agente Borja levara" a elFeito, no
dia I de setembro (terqa-feira o leilo
dos movis e mais objectos, pertencentes
ao Sr. Antonio Joarpiim los Santos An-
drade, que ha jiouco retirou-se para a
Europa, os quaes consistem em obras di-
vo sus de euro e pinta, candelabros e lan-
liTiias de vidro, enfeites de porcellana
para ala, nina encllente mobitia de ja-
caranda' com pedra, ptimos guarda
vestidos e guarda roupas, varias commo-
das, urna cania de jacarando' a franceza
com cortinados, diversas marquexas, ban-
cas, lavatorios, mohilia de sala de jantar,
grande mesa elstica, aparadores, guar-
da-louca, aparelho dei>orcellana para al
moro e jantar, ditos caminan! para o
diario, sen icos completos de vidro para
mesa, trens e outrOS muitos ai ranjos in-
dispensaveis de casa; etc.: na ra Nova
n. 21, segundo andar, a's 10 horas da
manliaa, do sitpradilo dia.
^; O prnprirlario ila fabrica de chapeos deso da ra Nova, esquina ila ramhoa do f.armn.;" "
j^qucremlii liquidar as fden'l?s exisl-nles rm rasa, pira espur ao pulilico o novo e esplcndido^^1
^j-uilimanlu qur omesnio escolliru na sua rcenla viacem t'aris, por lito olTerece ao re'peila'
"t;ll l'iiiilico us nlijeclos sPBiiinles, CIiioq por (.enlo de abate. -y. .
f; Palilm de panno lino prelus e de cores rom gola de Mlludo. ^S
^k Ditos de dito com aola du mesino panno. l*
*g Dilos de casemira prcla e decores com gola de velludo. |*
si; Ditos ile dito com sola do mesmo panno. !i^S
S^ Ditos re alpaca prelas e de core um gola de velludo. <9>
^ Dilos de dila riin gola do mesmn panno. :J2
> Ditas ile sarja prela, merin setim, mnea amarella, brim tranco e pardo linos c m dinarios, y^,
ralbas da rasmiira prela i de cores, ditas ds) brim branca e pardo, li 'e ca'p"llr'1 lle c"rPara calcas, colleles de selim, ditos de vslludo, de seda, de goriiuiao e fos-^^
g 13o branco e de cor, capotes de borracha rom perneiras, chpeos de fellru linos e ordinarios,y^vj;
"jdilos de palha, ditos d pello, camisis fiancezas brancas e ilo coi es, perrumarias, grvalas, ben-SV
asas, chicnles, e ama inlinidade de oulros objaclos, vist dos quaes os amantes do bom gostn^*
JnSo dei\arao de comrrar, sai
Tudo a pre$o fixo.
t71 a-w
Vandem-se saceos gran les com f^ijo mu-
latlnho muito novo, por preco commodn :
na taherna grande ao lado da igreja da Solo- i
da de.
--- Antonio Joo Alves relira-so para Por- '
tuga), a tratar le sua saude.
Cffl PEQEO TOQUE DE
AURIA.
A diiheiro

'' ,:
PROVINCIA.
O Sr. thesonreiro ''as loteras manda
fazer publico, que estro e\postos a ven-
da, lodos os uias, no pavimento terreo da
casa da rita da Aurora n. 2(i, das ((horas
da 111:1111 mu as ') da noite, bilnetes, meios
e quartos, da ultima parte da sexta e pri-
ineira da pr'uneira do (y nnasio Pernam-
II
Pecas dealgodiTr) |sn, largo
2s, 2/-0, j}5tl(l e 5800 a peca,
cu pira a J9, 292*0, -2^500, 28300 e 33 n pega,
dito .le sarco a 120 e 130 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, iif, 140 e 180 rs janla:
vende-se na ra do Crespo, loja da es que volta para a ra da Cajeta.
- Vende-se urna escrava crioula, da i Ja-
de de 30 anuos, punco mais ou menos; a
tratar no paleo do ParaiZo n. 18, a qualquer
llora.
Ven Ic-se urna
gura, engommadeira c cozinbeira
das t-ruzea n. '2%.
Vende-se um escravo Darlo, de 22 an-
uos, punco mais ou menos, bonita figura,
vin lo do fura : na ra da Cruz, armazem
n. 15.
Vcndem-se capachos di esparto, do
Porto a 360, a dinhciro : no arma/cm da
ra da Cruz n. 15.
To|h9.
A' ra do Crespo n. 16 R, obegou um sor-
timcnlo completo de toalaas de linhooal-
gndSo para mesa, de diversos tamaitos, as
quaes se venleai por mdicos procos : na
mesma loja esistem ain la algumas toaltns
le puro liuho, lisas e adamscalas, par*
rosto, o 'lina purgSo de guardanapos.
Vende-se um moleque do 18 nnos,
per i lo olllcia! do sapateiro, duas mulatas de
bonitas ligaras com habili lad s, um mole-
que de II annos, e urna negrinha da mesma
idade : na ra do l.ivramenio n. 4.
- Vende-se a taberna, sita na rua Direita
n. ->~, conten lo pequeos fun los, a vontade
dos compra lores : quem a prcten 1er diri-
ja-sn o iius a, qiu se faz to lo negocio
Ve 1 (e-se manteiga de porco a 900 rs. a
libra : na rus Jas ['"lores n. 37.
Venuem-sea.cos d i pipa a 5500 a ar-
rolu: na rcsiilaco por traz ia igreja de
Santa Hila.
Traspassam-so as ch yres do a -niaz2m da
rua da Cruz n. 15: a Iratar no mesmo ar-
mazn.
Na rua da Cadeia de Santo Antonio n.
7, aluga-se um moleque perfeito cozinhei-
ro, para casa estrangeira tom preferencia
ijocm snnuneiaa querer comprar
Lotera
I>A '
provincia.
Aos 5:000? 2:0009 e 1:0009.
O abaixo assignado tem esposto a venda
los seus felixes bilbetes, nieios e quartos da
ultima parle da sexia, e primeira da primei-
I ra lotera do Cyninasio Pernambucauo, na
rua da Cadeia do Itecife n. 45, o na praca da
encorpado a |niiepcn(,encia ns. 4 37 e 39 \
Bilbetes 65000 recebe 5.000?
UeiOS 37000 b 2:5003
Quai los 1,1500 1:2503
Por Satus'.iano de equino Kerreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto
_ Da casa do desembargadnr Custodio
GuimarSes, na roa da Concordia, saltou por
juma das anellas do sotilo um rondiz ou
jcorrupiio, muito manso, bonito, bstanle
;,. An ,:,: n grande e que tem as azas cortadas, menos as
crioula de opt na fi- iluas prirelras penas : quem o achar e liver
' 1 a bondade de entrega-lo, ser grsificado.
Do engenho Rola, freguezia da Esca-
da, em a t>oilo de 27 de agosto prximo pas-
sado, fugiram dous escravos com os sigiiaes
seguinles : Jos, mulato, com dado de 40
anuos, altura regular, cara redonda, olhos
aperlados e ver ceibos, cabellas corridos,
ref arcado do corpo, cosluma mascar fumo;
Ignez, mulher do dito escravo, cabra ac-.
boclaJa, de 35 anuos da i lade, cabellos'
corridos, altura regular, grossa do corpo.
bracos finos ; esta c;crava veio o auno pas-
sado do serto de Sendo, eo escravo he li-
llio do Cear, levaram porgo de rouoa den-
tro de um babuziuho decouro : quem os ap-
prehen ler ou rler noticias ao seu senhor o
capito Pedro Uarboza da Silva no engenho
Kola, ou nesta praca ao seu corr^sponjeole
na rua do Itangcl n 48, sera generosamente
recompestdo.
-. Os her Jeiros de I). Constancia Leal de
An Irada, vendem ou fazem qu Iquer nego-
cio com as [Mirles que Ibes locou, por falle-
cimanto la mesma, n propriedade Cnraie-
ma, pas tierras dosirtllo denominado Uria, e
as trras tambem do sertSo denomina lo
Sapos,serlo9S,cobertos e refugia na lempo d,
secca de gado vaceum e cavallar : quem pro-
ten ler, dirija se a rua Augusta n. 48, que a-
Chara co a quem tratar.
PrevengSo.
Previne-so aos senhores vendelhOes, qun
njo se deixem I Iludir com a nova estrato
gia,qitc aula forjando o nosso querido a-
migo, o arromatanto do imposto da agur-
dente o Sr. I,uiz Jos Marques, a pedir-Ibes
que responda a urnas cartas, que elle Ibes
aprsenla impresa*, para dess* maneira
dade.
7. O Morte Calvario.
8. Os Martyns da F, que morreram por
Jess Christo.
9." Vista de Argel.
10.a castello de Milu > em Vene/a etc etc.
11. Napoleao III, ea rainha Victoria do
carroagem, a pass^arem grande gala em
Paria.
12. > O gratule e maravilboso palacio de
bellas-artes em Londres
13* Vista geral da barra represenlar. lo
seis fortalezas aon.le os Americanos querem-
se asseuliorar delta.
14. Luzerne capital de Canto de Suissa.
5." A praga de Gihraltar urna das mais
fortes do mundo.
16.a a eida le de Sbkolms na euissa.
17." A cidade do FranUfor 1 na Allemanha.
18.a Napoleao 1, botando o oculo em
frente da Catbedral de Milito
O salyo estara aberlo das 7 al as 11 da
noile. Entrada 500 reis.
ingleses
r
o seguinte
Para o 2 batalbSo de infantara.
Ilollanda para forro, covados 50.
4 batalhJo deartilharia.
Casemira carmezim, covados 7 ,- bollan la
para forro, covados 25.
8.* batalhao de infantara.
Caldeiras de ferro para 100 pragas4; di-
tas para 5C ditas 3 ; jogo de balangas, com
os pesos at ama arroba 1.
9.- batalhao.
Grvalas 35; hollanda para forro, cova-
dos 50.
10.-batalhao.
P;ijno mesclado cor de caf, covados 81 ;
dito diioazul, covados 54 ; casemira encar-
nada, covados 16 ; hollanda para forro co-
vados 12C
Companhia de artfices.
Hollanda pira forro, covados 16.
Compannia de cavallaria,
Arreiossingelos 23.
Obr-is do hospital regimental.
Cal, alqueires 100 ; arcia. canoas 10 ;
boas de louro ue assoalho, doziaaS
Armazem do aimoxarifa lo do arsenal.
Seccante, arroba 1 rarv5o de pedra,
neladas 18 ; lengoes de latao com o peso de I Y'i.'L"u!'v'l','
lia 12 libras cada um 20 ; rame de lalHo '
11. 8, arrobas 2 ; caixas com 16 a 18 pollega-
das 2 ; inas de ditos de <8 a 20 ditas i; ditas
ditas de II a 12 ditas 2; cb pa grande de
ferro para o fogSo do quartel dos menores 1 ;
trave de conslruegSo de ,0 palmos 1 ; dita
de dita de 32 palmos 1 ; enchams de quali-
dade 12 ; tahuas de louro de assoalho de 14
a 16 pollegadas de largura, duzias 20.
Quem quizer vender, aprsente as suas
proposias em carta fechada na secretaria do
6." Vista geral de Jerusaleni, grande ra i- bucauo, cujas rodas nndnm no dia") de
setembro. Thesouraria das loteras 29
de agosto de I S">7.Jos Jauuario Alves
da Maiai escrivao.
O Sr. Jos llochigltes Lima he avisa-
do pela presente para vir reagatar os pe-
nhoresque tem em poder do abaivo as
signado, isto no pSk/.O de () dios, do
centrino seao vendidos <^ nbonailo em
seu debito o producto.J- L. M. da.F.
Recife ")!) de agosto de 1857.
A<>s |);is (1 -i familia.
VendeoMe caixinlias com 50 libras de
bacalho novo, chegado ltimamente, a
7x001) a eai\a : nocaes da alian lega, ar-
mazem le Tasso IrmaOS.
- Precisa-sede 6"0 a joros, danlo-se
para garantia um escravo.
. ... Da-so dinbeiru a premio com penbo-
res: no paleo da Assembta n. 18, segundo
ailar
Precisn-se de urna ama que no tenha
lilho, a que saiba cozinhar, engemmar o fa-
zer o sei vico diario de casa do um bomem
cajeado sem filhos no pateo do Rara izo, id
segn lo andar do sobrado que Volts, para a
rua da Itoda.
Felcie Saumer retira-se para a Franca
cese do siaiiy
Aterro ta fin-ti ta n 8.
lie ehegado a este estabelecimenlo a ver-
dadeira carne do sertSo, ja muito conheci-
da pelos freguez;s que "i oulros annos
tem comprado, o vea e-se tanto en porco
como a retalio.
Ven le-se um mulatinho muito !n lo e
sadio, de idade 12 a 13 anuos, proprio i'i-
ra um elegan'e pagem.de ptimo genio, etc :
quem tirar gosto e quizer possui-lo, di ija-
se a rua Direita, botica n 31, que se dir
quem vende
1
tovtQ
-'
Par.* a i^tthia.
O bem cinheci'le hiate LivraeSo pretende
seguir para a Babia com malla hrevidade,
por ter parle do seu earregameoto prompto ;
para o resto, trata-se com o seu consignata-
rio Antonio Luiz de Oliveira A/.evedo, rua
da Grua. 1.
Para o 'io de mihi-,
segu com toda a brevilade a muito veleira.
e bem constrni la barca nacional Yaya ; pira
carga epassageros, traia-se comocapit-io
na praga, ou na rua da Cadeia do Recife n. 2
com p
REAL
nhia
Je paquetea
a vapor.
la-
to-
Ali' n dia 2 de aelpmbro o*ptra-fe da Europa um
dos vapores desta rompanhia, o qual, dcpnis da de-
mora do rcatuine, ircnir |>ara o Itio de Janeiro,
locando na Habia : para passaaena, ele, trala-se
com os ajenie* Adimson llawie & C., roa do Tra-
piclie-.Novo ii. 42.
nina taberna noaaTibaldeada cidade. din- n,ol,,' Pok'r, PrfiJ"diC8r, porque qualquer
resposta que Ined, semp o sera em desfa-
vor do respndante ; aviso de um
Prejudicado.
- JoSo Bautista dos Santos Lobo tom
una poigao do mol de furo para vender por
prego muilo commolo ; no traoiebe do lia-
mos : a t'-atar no armazem n. II, da traves-
sa do arsenal de guerra.
Ama de leite.
Alugi-se urna preta escrava com abun-
dante leile.por ter tari4o ha pouco,saben lo
pe.-feitamente tratar de criangas : na rua do
Ratigol n. 48.
Co dpram se pataces a 2J040 e se lu-
las miudas a 2 por cento : quem liver va na
praga da Independencia n 13 e 15.
(]afdosAlliado.s
Cim e:se Ululo acaba de se abrir ni rua do Tra-
nicha Novon. II, um etlabelermiMilo iNc>olemn-
le mobiliario, oiidi os leobore emadoresatbario,
ain una hora depoii de meia nule, \c llonle caf,
ifres,:o, llores e ivi., frucl.is e inunrias, tu lol
servido rom o maior asiaio, i precia inoieradi'9.
Acbam-ia Inmliem (un nos charulotda mais acrc-
diladas mareil que nc.ihain da te recelier da Babia,
sproMamenle lecoinmendalos |>ara esti casa.
) ;{)OStiH Aeha-ae no depotito de doces da roa da Cruz n.
I" um grande toriimial* de riocea leeros, de cabla
e\c4lliits aaaniM ibaeachiie man fruclas pro-
prias para present, proprias para os s-'nliures paa-
agelrokqua relir.nn para dentro e fura ilo impe-
rio, todo pjr prtr.i- coturno lo-.
^Casa desaude 8
; O Dr. Ignacio Firme Xavier es- ;-.;
;.* labeleie i em sen sitio da Passagcm '
da Magdalena, que lica ao norte 8
da estrada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, e\- "
cellentes acommodaefies para ve- 7.--'
ceber todas as pesjoas enfermas W
<|ue su qtiizerem utilisar de seus ^jj
serviros mdicos, os quaes sero ^
prestados com o maior esmero.
O mesmo.Dr., para o lim supra-
,,', indicado e gara exercer qualquer
) outro acto de sua protsao den-
I tro oti fura desta eidade nodera"
ja-se aos Mugados rua dos Poeos n 20
O ir. do engenbo Coelhas, de Scri-
obaem, a quem fugto o escravo Jos, queira
oan lar a rsta typographia, a negocio que
Ihe Uiz respailo.
Jos I'erreira dos Santos Caminhvai
a Euro .-a.
Quem precisar de urna ama para cozi-
nhar ou engommar, dirija-s? a rua da Praia
ile Santa Ititi n. 22, ssguulo andar.
Precsa-se de um bom forneiro : na
rua da Senzali Vclha n. 94.
Olferece-se urna mulhar muito capaz
para dirigir e fazer mais algum servigo de
urna casa de pouca familia : quem precisar,
diiij-.-sea II. Visln, rua da Conceigao n. 2
--- Precisi-se de um caixeiro que tenha
hna conducta, p;ra turnar cun'a de urna ta-
berna por balango, o que tituba pratica da
mesma: p'-ra tratar, no pat^.o do Tergo n
12, das 6 as 9 oras da m i.li a, o das 4 as C
da tarde.
-So dia 27deste mez fugin do engenho
Cuararapes un escravo, crioulo, do nome
Miguel, de id.'ide, puuco mais ou menos, 2 i
a 24 annos, cor bem preta, beicos un pouco
grandes, barhai'o, altura regular, o qual foi
comprado ao coronel Joo Pereira Freir,
mora lor em sua fazenda. Pe Ira Fina, na
co-tarca do Limoeiro, listlos os indicios
datar seguido aquulla direcoSo: roga-se
perianto, a 'odas as autori la les r^oliciaese
capit.3es de campo a captura do mencionado
escravo, e manda-I o a seu senhor, no enge-
nho Cu arara pes, qu aesta prafa a travessa
lo yueimalo n. 3, que se recompensara
generosamente.
Prccisa-se de una preta captiva que
faga lodo servigo de uma rasa de pouca fa-
milia, aura lano paga-se bem : no .tetro
da Boa-Vista n. 10.
Oesapparecou desta cidade no dia de
agosto, um escravo cabra fulo, de nome Ge-
nuino, de dado 30 anuos, balso, seceo,
muito esoerto e ladino, pouca barba, com
uma cicatriz a haixo do roslo, falto de den-
tes na f'eatec ps pequeos, e istuma andar
muito limuo e eiigommado, que parece for-
ro e he'provavel oue se intitule por lal e
mude o nomo ; dizem estar nesta praga abo-
rtado em casas de alguns paresias (unos
que aqui tem : quem o pr>gar, leve ao Sr.
Ignacio de Luylo ouza J mior, morador
tiesta cidade, cm Santo Antonio, na trav;ssi
lus Expostos, casa n 8, ou nm Goianna ao
A carac'
Segu al o -lia 10 ile setembro vindouro
O patacho l-.mulacfio : para carga P passanei-
ros, trate-se rom o capilfo, ou no escriuto-
rio de Manoel (iongalves da Silva, na rua da
Para o Cear e
Marnh3o
O patacho /luna s recebe carga ::l terga-
fcira, e sali imprelerivelmente na quinta
os senhores carregadores quo ainda n3o
uiandaram para o trapiche a carga que faj-, quem o aluga.
SU i);
\ende-se a bordo do brigun Maria Luzia,
on a tratar no escriptorio de Amonio il 41-
meidaGou-es na rua do Trapichen. 16, se-
gundo andar,
Vende-te U'na pre^a crioula, de idade
de 25 a 30 annos, pouco mais ou menos,
perfeita cozinbeia, u.:gommaS> ira, e tam-
bem cose costura chao, I iva (le Siliai que n
precn ler, dirija-se a travcss.i da Madre tie
Dos n. 18, que achara com quem tratar.
Tambem se vendo na mesma urna preta ra
nago, coin idade de 40 a 45 annos, proprio
para o servigo eslerno de uma casa de fa-
milia.
Vende-se uma vacc'a e um vilello mui-
to gordo : na Sol lade, silio do llerculano,
onde mora o Sr. Tavares.
- t-ompra-so
de, que saiba ao menos cozinhar e ensaboar:
na rua das Cruzes n 20.
Precisa-se t!o um caixeiro de 14 a 16
annos, e que-seja de boa conduela : na rua
das Cruzes n. 20.
A p-ssoa que tem penbores em poder
do abaixo 'ssignaJo, baja de os vir reagatar
ateo dia 3 do crrente, do contrario sera o
vendidos para seu pagamente.
Aluga se um silio muito gran le. perto
ta praga, com muitas arvorea de fr.icto,

-
Lotera
DA
Provincia.
AOS 5:000a 2:000je 1 0005.
Os abaixo assignados te% exposto a venda
na sua loja do aterro da Boa-Vista n. 56 A,
os seus muito afortunados bilbetes da ulti-
ma parte da sexta loteria do Gymnasio, a
qual corre no dia 5 de setembro, cujos hi-
ihetes silo garantidos pelos mesmos abaixo
assignado :
Bilbetes 6;000 recebe 5:0003
Meios 38000 2:500
Quartos 15500 1:250
Na mesma loja cima, vcndqm-se a dinbei-
a vista, da quantia de 100*f rs. para cima.
pelos pregos :
Bilhete 5?500 recebe 5:000a
Meios 20750 2:500a
Quartos 1375 1:250
J-os Joaquim da Silva Guimaraes & C
Existe no aterro da ISoa-Visla, loja n.
38, um ptimo estabelecimento de todas as
tintas para tolos os gneros de pintura, ain-
da as mais finas, encarregando-se o dono
desse estahelecimento de qualquer pintura,
quo Ihe lor dada, mesmo de carros ou de
outros quaesquer objectos, promettenloo
annunciante desempenhar tudo com o maior
aceio e perfeigSe que lie possivel.
Jos C.ongalves dos Reis e Jos de Sou-
za Vieira, fazem sciente a esta praga, o a-
onde mais convier, que elles tem contraiado
entre si uma sociolado de comprar e vender
gneros, quo tem de principiar do 1 de se-
tembro vindouro, debaixo da firma Iteis &
Vieira. Parabiba Jo norte 18 de agosto de
1857.
Precisa-so de um caixeiro de boa con-
ducta, que entenda de laberna, para lomar
conta de uma por bnlango : paga-so um bom
ordena lo : na rua Direita n. .
! t) aizenle te leloes Jos Maria Pestaa,
faz sciente a e-ta praga, que do dia I de se-
tembro etn diante, suas transaegoes mercan
tes s3 tratat' s no escriptorio dos Srs. Bra-
ga A; Antunes, rua da Madre de Deosii. 3,
pnmeiro aniaj.
- Precisa-se de um forneiro : na pada-
ria do Forte do Mallos.
Prerisa-so alugar uma casa terroa em
boa rua, na Boa-Vista ou mesmo Santo An-
tonio : quem a liver e quizer alugar, dirja-
se a rua Poimoaa. casa junto ao lampe-ao,
que adiara com quem tratar.
AoS It'ligJOSO.
Fazem-se capas, batinas, samarras, capas
viatorias e Habito-, para torceiros : na Boa-
Vista, rua Velha n. 84.
Antonio Lardoso do Oliveira dei'Xa de
vender agurdenle Ue producgSo bra.sileira
as suas tabernas n. 2e ll.siia na ribeira da
Boa-Vista, desde o ultimo de agosto do 1857
e:n.diante, por nao combinar com o ai rema-
tante.
PERDA.
Pordeu-sa na noite do dia 27 do corrente,
da rua Direila aleo Recite, um Iranculim de
onro bastante largo e chato, com passador,
pesando 18 oilavas, pouco mais ou menos :
roga-se, portanlo, a pessoa que o achou, de
leva-lo a rua Direita n. 16, loja, que sera ge-
nerosamente recompensado ; e pede-se a
lo ios os senhores ourives e donos do esla-
belecimemos, o favor do o apprebender, ca-
so lites seja ortereci lo, queslm dse Ibes li-
car obrig^do, so recompensar. *
I'recisa-se arrendar nm sitio nos arra-
baldes desta cidade, qne tenha boa baixi de
capim, pasto e casa de vivenda, prooietCen-
do-se o nielbor traiamcnto, zelo e conserva-
gao : quem prelemier arrendar, dirija-se ao
armazem de madeiras confronte o porto dos
cenoeirus na rua Mova, a fallr com o Soares
Precsa-se de uma ama para casa de
pouca familia, que cozinhe e faga as cm-
elas : no beceo do Peixe Frito, sobrado n.
1, terceiro andar.
Ai-jrua da Penba, hotel hrasileiro, pri-
meiro andar n. A A, dilo-se alinogos o janta-
res tnensalmente, pelo prego de 25/000, e se
faz nos domingos mSj de vacca muito bem
feita, almogos i-ara uma pessoa por uma pa-
taca, se for caf liquido a 210, e se for com
lite a 320, chocolate, lulo pelo mais barato
prego.
Desapparcceu de Santo Amaro, cm 25
do corrento, da casa perteucento ao Sr. Ma-
noel Custodio, onde mora oSr. Rostron, um
pepagaio muito fallador o manso : quem o
liver ou souber quem o tenha, sor* gratifi-
cado c )oi 59000, entregando na casa aeima,
ou na praga do Corpo Santo, om casa de
Rostron Rooker & C.
I'recisa-se do um caixeiro portuguez
que tenha pratica de taberna ; na rua da
Santa Cruz n. 3.
-- O abaixo assignado, com grande pas-
mo, deparou com um comraunicado publi-
cado ueste Diario n. 192 da 24 do corrente,
assignado pelo Sr. Clemente de Coes No-
gueira, em que bastante delrahe da honra e
ptobidade do Sr Manoel Freir da Silveira,
e como seja eu particular amigo deste se-
nhor, estn lo bem ao facto de seus"honro-
sos precedentes, os quaes sao todos sem
mancha, e que ja mais seria capaz de descer
- uma tal degradagSo, venho porlanto, pe-
ranle o respeitavel publico, cump>ir o de-
ver do amizade, protestando contra taesc-.-
lumnias, que nflo passam sen5o de um rte-
sabafo, e s (ilbas do despeito e pego ao
mesmo publico, i,ue baja de suspender qual-
quer juizo desfavoravel, que por venlura
pussa ter causado semelbanto comraunicado
em desabouo do meu respeitavel amigo, o
honra lissimo Sr. Manoel Freir da Silveira,
at aue chegue ao seu conhecimento o mos-
mo communicado, afim do mesmo senhor se
defonder, e destruir tSo injuriosas assergos
6 que estou bem certo, e tenho convicgSo o
fara satisfactoriamente. Recife 27 de agos-
to de 1857.
Jos Esteves Vianna.
Precisa-se aiugar um boro coziuheiro,
ou cozinbeira, para o servigo de uma casa
estrangeira do pouca familia : a tratar na
rua do Trapiche n. 4.
Grande sorti-
ment.ide fazemias de to-
dasasqualidades.
Corlea de vestido di iida de corea o mais
superior e moderno qoe hi no mercado.
Pe;aa de brelanha de buho Hna com 6 va-
ras .............
Corle de veatido de laa matizada de novos
patirOea com I colados......
Dito de caira de casemira preta e da cores.
Ditos de cullele-de gorgurAo de seda de va-
rios padrots..........
Chapos de massa franrezes formas novas.
Ditos de sol de seda........
Lencos de cambraia bordados, linos, para
mo............ ,
Dilos ae dito de linlto lisos pira mati*. *. .
I.uvas de sedi de lo.las as qoalidades, para
homeiM, senhoras e mininis. .
Pililos de panno preto e de core. .
Dito de argentina de corea escaria.
Dilo de finan de cores asseliDadi.
Dilo de brim pardo fino.....
I'-ih "- de alpaca preta.....\ '
Dilos de alpaca e gangas de cores. ,
Dilos de brim dequadtinhut.....
Candlas de alpaca prela e de cores .
Konieiras de relroz com lago do seda para
enliora............
Chales de merino bordado em 2 pontas. .
Dilos de dilo bordados em 1 pona. .
Ditos de dito com listra de aedi .
Ditos de dito lim.........
Dilos de dilo com franjas da laa .
Dilos da 1,1a adamascados, pretos e decores.
Ditos de chalv bordados.....
9
33500
50O
45000
39000
7s500
7*300
19280
400
f^Sosaoo
: &
osOOO
4*000
iaoo
3500(1
5c000
99C0O
125000
9)000
6*500
55500
15.500
35000
10*000
3*000
25000
25300
50,
850
040
600
WX)
1*600
laoon
!*50
750
320
280
seo senhor pa ,ro Manuel Ignaci i
'le sera generosamente recoo
3009tf00 de gratificacao,
a quem pegar os escravos crinlos, Lauren-
tino e Manoel, por antonomasia barbeiro :
o primeiro de i lade 25 annos, alio, nao mui-
to fornido rosto comprido, sem barba, bem
parecid i, e muito pichla, levou chapeo do
Chih. c gosla de trajar bem : o Manoel terp
a mesma idade, e he mais escuro qu-i o l.au-
rentino, estatura baixa c bem forni.11, rosto
redondo e bem parecido, psrts grossasi
res bftrp feitos, traja calca e jaqueta, e levou.
e!i i peo le palha da Italia ; tom cicatrizes as
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia um moleque d? nome
tlexao 're, que com elles apren lia o ollieo
16 pedreiro, cujo OlTlciosabetn pec/eitamcu-
te ditos escravos : a pessoa que appprehim-
derqualquer destes escravos eos entregar
na cadeia Ja cidade do Recife, ou os condu-
cir ao eng inbo Ba-Esperanc, na freguezia
do Limoeiro, recebara a dita gralicagao c
mais tlespezas que liz r.
Na padana da rua do Cotovello n 31,
^ .i.h.._______i_____! ua-sti bom ordena lo e com pouco trabalbo a
u na pessoa que tome cunta de uma fregu-
lia de po bem porto da prega, e para este
lim se exige bom com loria ment,
Precisa-se de uma ama firraou cap-
tiva, quo saiba e.i/.i har e fazer mais servigo
ile casa do punca familia na rua das Ci uzes
n 2J.
A pessoa que declsroi no Diario tic 31
le agosto deste auno, quo precisa da quan-
tia de 200*000 a juros, e que liypolhecava
. Dar isso um esTavo ; hija de apparecer na
urna grande baixa para capim,casa de viven- roa Direita n 80. para tratar o que cima lie
da assubradaila, muito grande, e ruin mui-1 referido.
tos conmodos, oasaa para escravos e feilor. I Vede-se superior lagedo de Lisboa :
estribara,2 cochera: quem o quizer alu- na rua do Vigaiio n. 19, primeiro indar,
iar, diiija-sea osla typograhia, que so dir i I'recisa-se do uma ama forra ou es-
Q
aCI i ta Loyoli, iJJ s,.r procurado a uualqueff hora do i'j
"pansido. ^ da eda noi)e nQ ,.eftrj0 si|m ?.
i
i,' a exceprao dos dias uteis, das 9 %$
P horas da maiiliaa a's \ da tarde, ^
O qne sera* encontrado no primeiro ^1
ra andar do sobrado n. 0, do
f.S do Carino.
Icrava : na rua Direita u. 86,
pateo v -
Os senhor s recebedores dos objeclos
soguintes :
A50 saceos com arroz, carregados pelo
Sr. Jofo Gualberto da Cosa.
.SM--8.) saceos com fariuha de mandioca,
pelo Sr. Mino?! Pereira CtiimarSes Caldas.
SM--1 paneiro com farinha de agua, pela
Sra. D. Raymunda Coqueiro, vndo do Mara-
nbSo no palhahote Linio Paquete, a entre-
gara ordem. o que por laso fbram recolhi-
dos por conta de que n pertencer, no arma-
zem do Sr. paula Lunes, queiram dirigir-sc a
xntonto de .Maiei la Comes, consignatario
do-dito navio, na ru >. do Trapictie n. 16, se-
can lo andar, "pan o recebimento dos men-
cionados volumes c pagamento do respecti-
vo freto.
Precisa-se to uma ama forr.i ou escra-
va, sen lo muito boa coziuheira e ii |, paga-
se bom : na rua da Aurora n 58, segundo e
terceiro andares
--- I'recisa-se de uma ama que saiba co-
zinhar e fazer to Jo o mais servigo de casa:
na rua do Cal Icireiro, taberna n. 68.
Can i ssna que se acha competente-
mente habilitada, se offoreco paia ensinar
primeiras leltras, francez, Ingles c geome-
tra em qualquer angeoho distante desta :
quem precisar rjeixedarla fechada nesta |\-
pogranbia, rom as iniciacs M S J. i>.
- Oa'oaixo assignajo, sendo credor do
finada Antonio Raptista Ribeiro de Fara, por
uma quantia lalvez superior 18:000g rs.,
faz sciente a todos os devedores do mesmo
finado, que niu paguem quantia alguma a
sua mili e herdera I). Mara Jos da Annun-
ciacTio Ifaptista, ou a seu bastante procura-
dor: por quanto ludo o que por ventura po-
de pertencer ,-. heranca daquello fallecido,
lalvez uHo chegue para o pagamento do a-
uaixo assignado : aquelles que de oulra sor-
to procederem, fica-m expostos a repeliren
o pagamento. Kecife 24 de agoste de 1857.
Jos Baptista Kibeiro da Farla.
Em resp'osta ao'a..nuncio do Sr. J"*". v
BaptiaU SiUiro de hara. ?-ra e j
silencio nao a-j- oro,do> como' consenli.
111 ..o ao que contem no referido annuncio,
declaro, que ignoro se meu filbo o lnado
Antonio liapu'sta Rheiro de Karia era deve-
dor ao Sr. Jos Baplista da quantia de .
(8:000/ rs., ou de oulra qualquer, que os
livrose papis de dito mea lilho lcaram cm
poder doSr. Jos llaplisla, e sima me nfj
vierain as maus, ape/.ar do haver judicial-
l'anno fino preto e de cores, pan todo o prec.o.
Selim prelo maco superior, covado .
(irusdenaplaa prelo e di cmes.covado .
Seda prela livrnda loperior .
Pupeliua'de seda de core malisadas, co-
vadq.............
Cbilf de cores, com quadros ile seda, co-
vado.............
Dilo de cores lito covado......
I.a de quadros perfnenos e grandes, co-
vado ...........
I.il.i eseda de novos pidres, covado. .
Mauritana de seda matiza com cinco pal-
mos de largura, covado. ....
Ursolina de seda com qoadro, ramageis a
listras malisadas, covido......
Sedas de qjfadriahos, covado.....
Duqueza di teda coro qoadrea e ramageni.
Mussuima branca e de cores, cavado. .
Chitas Trncelas final de nova padroes, co-
vado........._
I- ron loltna de seda de lindos gosto, ci-
vados........ qqq
Cassas francezas linas de cores filas, vitral 2H)
Em trem do becco da Cbngregac.ae, piMindo
loja de ferragens, a aegumli de faiendA n. 40.
Lendo o annuncio da snhora I). Ma-
ra Jos da annunciagao Baptista, publica-
do no Diario, e Liberal de hoje, no qual so
faz alguma insinuagSo, que parece ser otfen-
siva ao abaixo assignado, vem o mesmo de-
clarar, que a somm, pela qual se julga cre-
dor do finado Antonio Baptista Ribeiro de
Fara, consta, dos livros por um seu preposto
escripturados, que os livros. ttulos, e mais
papis daquelle finado, que existia.m em po-
der do abaixo assignado, se acham em depo-
sito p^ra garanta da divida do mesmo, e por
determinagao do juizo municipal da segunda
vara, a quem foi pelo abaixo assignado re-
querido o arresto em tudo quanto pertenca
aquelle finado, que nio exige da annuncian-
!e o espontaneo reconhecimento da somma,
que ao abaixo assignado he devida, pois
est tratando de a justificar peranle os tri-
bunaes dopaiz; e que, finalmente.se por
alguem insuflada quizer a annunciante en-
trar no campo das provocagOes, o abaixo as-
signado se ver forcado a fazer declarages,
que a annunciante pelos bons sentimentos,
que mostra, por certo nao desejar. Recife
28 de agosto de 1857.
Jos" Baptista Ribeiro de Faria.
'Alugam-se para a festa
3 casas na Torre com 2 salas, 3 quartos, co-
piar c cozlnha fra, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos: a tratar
no armazem de ma loriaos da rua da Cadeia
de Sanio Antonio n. 17.
ROB LAFFECTEUR-
O nico autoriado por decitao do contclho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Lafl'ecleur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secrolo,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, som mercurio, as al.
feegOes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a bexga, as contracajea e a fraqueza
dos orgSo, procedida do aboso das injec-
goes ou de sondas. Como anli-syphillicos
o arrobe cura em pouco lempo os lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
om consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injeegesque representem
o virus sem neulralisa-lo. O arrobe l-aftec-
mercurio e ao iodoroto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga de 0. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uma gran-
de pnrgiio de garrafas grandes e pequeas
viudas diectamente de Paris, de casa do dito
Boyveau-LafJeeteur I2,rua iiicbelieu 4 Paria,
s formularios diio-sc gratis em casa do a-
gente Silva, na praga de D. Pedro n.82
Porto, Ju.iqtiirn Araujo ; Babia, Lima & Ir-
niaos; Pernambueo, Soum ; Rio de Janeiro,
Rucha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magales Leite ,
Rio Orando, Francisco de Paula Couto Si
33;
33-
. .. ..." V.V2?v.;;;-:,:..;5J:S'ai,',
ConsuItoHo I
CENTRAL H0ME0PA-
THICO.
Hf A DE SAMO AMAHO,
(Mundo Novo n. fj)
O Dr. Sabino Olegario l.n-!,ro p;n|io
daconitulla. lodo.o ".. >.'*/
2S3
- -
\ix lloras da mai-1-"
b
mente requer io a sua entrega, assim como
que c Sr. Jos Baplista me nao pude piivar
po- sua propria autorijade le arree dar e
liquidar o que pertencer a meu (Uno. do
quem snU a nica herdera, cabendo-lhe
somente o direito .le propor as aeges, que
Ihe competirem, para que se venlique.se
com elfeito he credor, c d que quantia. Meu
hiho tinha muila ptobi lade, e l idaa as suas
transaegoes devem constar de seus livros, c
nao estou resolv da a rucuuliecer o Sr. Jos
RaplisU como ere lor, sem que exhibas
competentes provas : d. sejo ver esle nego-
cio ventilado, e posto que desvalida o pobre,
procurarei defender a honra, o ba repola-
gao, deque sempre go/ou lito :ucu lilho,
Recile 27 de acost de 18J7
Maria Jos da AnouDCiagffo Baplista.
8C1U8
patente iglez.
Na parlara de Santo Amarinho. n'eri-
9.1o .libados p acliarn-sea venda os verdadeiros
bem eonheeidoi sellis inelezes palenl
s nleis, desde as 8
-m as 3 da'larde. Os convi- &
para vilitas d- -. cr.io er d'rigidoi por x
escrtplo. Os pobres sao medicados gratui- .
xf? lamente. ';
S STIEBIEL & C, hanqueirosene-
eociantes, estabelecidos lia muitos annos
em Londres, teem a satisfacrSo de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, (pie acaham de fundar casas liliaes
nos principacs portos c distritos manti-
actureros de Franca, Atemanlia, Blgi-
ca c Hollanda, conservando alm disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecids as cidades mais Importantes, c
portos mais <:ommereiae8da(ra-Bretarlia,
e estfio em posicSo de oi'ferecer grandes
rantajens as pestoas que postara necesitar,
assim em Londres como cm outro qual*
fjyer poni da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, !mdi como
para os negocios de transacco de crdito
e banco deqaalquer genero.
As ]> 'ssoas que nio ioremconlieeidasdos
aiiiiiinciaiitesdeveaoacompriiliarsiiasor-
tlens com os (lindos nccessarlos para sua
c:\euccao ; licandocnlendidas rpie os nn-
nunciantes nao leem difliculdade cm adi-
antar ~~< 0|0 sobre os gneros recelados
antes de sua venda.
O*presos coi-rentes e mais inronnscOet
commerciaes, que lorem pedidas, sero
cm i idas gratuitamente, salvo o porte do
correio, jiodendo dirigii-sc aos annunci-
aules.

ILEGIVEL
~





. ^.



DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA I DE SETEMBRO DE 1857
ClSOLTORiO HISOPATHIC
00
>,
rw
fe
10/000
153000
200000
5259000
30&000
19000
28000
Onde seacham sempro os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante commodos
pREgos FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita de 36 > .
Dita de 48
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina honreopatnica de Dr. Jahr com o~dc-
.] cionario dos termos de medicina :.......
Medicina domestica do Dr. llenry......' .' to/ooo
Tratamento do cholera tnorbus ... m 2/000
Repertorio do Di. Mello Moraes .......,, $f000
>.*'?*.?;*.*.+;?*****.*.?.**
g PKItRAS PR.ECIOSAS- i
* A>lere;os de briltianles, $
> diamantea e perolaa, pul- Si
^ acirnp, alfineles, brincos ^
... e rozelas, botfes eannei* *
gj de diOerentea costos e de ;<-:
* diversas nedraa de valor. S
Si ~~ ffl
gj Compram, vendem nu
^ Iroeam prala. ooro, bri- 3
J Ihantes.diaiiianlese pero- ...
*! las, e oalr.n quaequer n
* joiasde valor, a diiibeiro
jjj ou por obras. g
w"P''""ap^fMWfflHWra
loiEtti t man
MJA Bl illRlSg
Ra do Cabuga' n. 7.
Becebeiu por to-
(1 os os vap; res da Eu-
ropa asobeas do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
OL'RO E PRAT.V.
DE
m
;*
jsj Aderemos completo' da
:*; ooro, meios ditos, polsei-
j*j ra, alfineles, brincos e
S rozelas, cordes, irancel-
88 lins, medalhas, correntes
*** e enfeiles para relogio, e *
ootroi muilos objeclos de
ooro.
J| Aparelbos comp'elu de >
y, prata para ch.i, bandejas,
i> salvas, eaaticaes, colherea
g de sopa e de cha, e roui-
13 los nutros objeclos de
3 prala.
de Lisboa, as quaes vendem por
preyo commodo como costimiam.
Publicagao Uttera>ra
COROKRIPIIIA
Cluoiiogiupliia nobiliaria, ge-
nealgica c poltica
DO
IMPERIO 00 BRASIL
COM VARIAS TRANSCRIPCOES
OA
Corograpliia braaileir, do padre Mancel Ayres do
Casal.Historia da America l'orlugueza, de Ro-
cha Pilla. Clirnnica da coropndhia, de Vsscnn-
cellos.Historia do Brasil, do visconde de Cay-
ro.Catlriolo Lusilano, por Fr. Raphael de Je-
sos.Memorias do Rio de Janeiro, por monse-
nlior Pizarra.Annaes do Rio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Aouaesdo Maraubilo, de Berre-
do.Annaes do Rio Grande, do visconda de S.
Leopoldo.Memoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Gaspar da Madre de Dos.Eras do Pa-
ra, por Bayen.Memorial histrica* da Bahia e
corographia Paraense, por I. Accioli.Cbrono-
logia, do general Abren e Limar.Historia do
Brasil, de Viirnhagen.Edeoulros imprestos e
manuscriptos :
CONTENOO
A descripc.10 geographiea.e oo^Ges histricas e po-
lticas, desde o descobrimenlo do Brasil ale agora
(18571, e tambem o lempo em quo foram povoadas
as mu diflerentes cidadis, villas e lugares ;
Seos governadores, e a origem das diversas rami-
lla bra.ileiras e seos appellidos, eilrahida de auti-
gos manoscriptos genealgicos que em tras difle-
ientes se puicram obter ;
A liislona dos ministerios, sua poltica a corea
com queappareceram.
A historia das cmaras temporaria e Vitalia, desde
a consliluinle de 17 de abril da 1823 al 1857 ;
E lambem nina expsito da historia da indepen-
dencia, ^cripta e comprovada por Irstemuuhas o-
ciil-irc- que aindam restam, e dos oulros muvimen-
tos polilicos, afim fleque se tenha urn conhecimenio
ciarlo nu s da sencraplua do pais como da sua
historia civil a poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, uatoral da cida-
dedas Alagoas, autor de mullas obias Iliterarias e
scienliliras.
Subscreve-se nesla cidade do Recite, na livraria
da piar,i da Imlepandeneia ns. 6 e 8.
a fundico da Aurora precsa-se
de serventes forros ou escravos, para
serviro Jebaixo decoberta.
Precisa-se de ubi cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quarlel, casa do de-
sembargador Alendes da Cunlia, Paga-se
bem agradando o servico.
AM pabllCO.
OJabsixo assignarto faz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e 14, onde encontraran um variado e lia-
do sortiment de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por preqo muito
commoio ; sendo gerente do estabeleci-
mento ti. 1 0 o Sr. Marcelino [Jernimo de
Azevedo. 1. G. Malveira.
- Precisa-se algar urna preta escrava
para urna casa de pouca familip, que cozi-
nhe e Caca as compras de ra : a Callar na
rus do Aragao n. 1, primeiro andar.
SEGURO CONTRA FOWO.
Companhia Alliance.
Estabalecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a konra da in-
(ornar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a quea mais convier que esto pieriamente lu-
tors,-dos pela dita companhia para effecuiar segu-
ros sobre edificios de lijlo e paira, cobertos d
telha e igualixcnt* sobre os objectos quecontiverem
os mesisos edificios quer consista em mobili* ou
* fazendas de qualiuier qualnlade
t^ O Ur. Francisco de Paula Bap- %
??5 tista, tem aborto escriptorio para [';
%$ advocar, no primeiro andar da ;
?<3 rasada rna dasTrinelieirasn. 19, .'';
.'.': |'or cima do cartorio do escrivao Si
@ Baptista.antifjamertedo fallecido fftj
^ Kego; eahi, das) horas dodia tui -;';-
^ (liante, esta' protnpto a ou>ir a { ;.
3 todos, eareceberas causas de to- :J-'.
^ dos <|ue cjuizerem procurar seus $|J
^ serviros le advocado. f5j
..... ..-..'.
piccisa-se alugar nos arrattal.U-s des-
la cidade at o Poco urna casa assohradada
OU sbralo, tendo US commodos spguinltJs :
em de poder conter 13 20 pessoss, tenlia
eoehelra, estribara, arranjoa para criados e
escravos, e que o sitio seja abondanttj de ar-
vorps de fructo, c baixi de capim, que possa
contentar aiinuatmenle 1 cavallos : na ra
da Guia,:sobrado n 26.
-Oproprielariodn rocheira da riia Nova
n. 61, ven la todos os >S!l's carros como mas
parplhas -le cavallus ; o motiv .esta venda
hfl a postu'a exig la pela cmara nunicipal;
vende-se ambos ou separados, c linbom st-
venda o sobrado se convier.
". ..".. .': /'-. .'-;:-
g DE
w l'.i'ilu i..iii;Tiom den'.nl., ra Nava rt. II : '-,'"
;, i inesma c.i-a tem agua e pos dentrilic. <
JOII.N GAT1S,
corretor gcral
i .',;. I li DE LEILO'ES COMaJBRGIAS,
u. :!0, ra do Toi ros,
PRIMEIRO ANIUR,
prH do Cnrpo Santo
KECIFB.
Tasso Iprn os,
ayisam asa seus freguezes, |ue as nlUmas
rarinhas de trigo Rictimonileiiegadasao roer-1
caiio, sao rendidas em seus arinazens, pelos
segutntes prpeos :
Galega 26aoo0 pr.r i,., ;.rjl.
Haxall 259500 iilem.
O I lance 3i000 idem!
Golumbia 239000 idem.
Mem >ieaias i farinhas novas de'TriPs-
te ds marcas S8SF. Fontana p prlmeira 1
qu< lidade ; sssim como completo sortimen- i
Lotera
ni
proviucia.
AO 5:0065, 2:O00 E 1:000,8.
No escriptorio do abaixo assicra.io.ven-
de-se bilhetes.ineios e quartosem qiiantia
de 100.S para cima adinheiro a vista pelos
seguintesprecos:
Bilhetes 5#500 recebe ."nOO.sOOO
Meios 2x750 2:.">00.s-000
Quartos IjoT 1:250500o
P. 'I Laynte.
Carlos Walter.
RELOJOEIRO. LLEMAO*
tendo recebido ha pouco um perito ollicial
relojoeiro, acha-se porUnto habilitado para,
em seu eslabelecunento, sito do aterro da
Boa-Vista n. 16, concertar e remontar de
novo todoe qualquer relogio, como sejam,
chronometros.que antigamente erao remet-
tidos para a Europa por falta de quem os
coneeiUssp, relogios de parede, de algibci-
ra, etc. ; assim como no nicsmo pstabclcci-
menlo se garanl- por espaco de um anno
todoe qualquer concert sahilo do mesro
estabelecimento ; gerante-so lambem ao
respeitavel publico, que nflo se faltara no
da que se prometter dar a obra, p-ra que
por esta forma seja o publico bem servido,
prometiendo o dono do mesmo cstaheleci-
mciilo nao se poupar alim de satisfazer a to-
aos os que bOBrarem sua casa. No mesmo
eslabelecimento de relojoeiro vende-se nina
armagao feta a moderna com todo o gosto,
propria para qualquer estabalccimento, por
preco muito em conla.
M RA NOVA N. 34
Madama Rosa llardv recebeu de Franca
um sortimento de fa/.endas de moda do ulti-
mo gosto, a saber, lindos enfeites de cabeca
para senhora. chapeos de se la, ditos de pa-
llia desabados, enfeilados, de cores, ditos de
fellro e de palba para montara, manguitos e
camisinhas bordadas, espartilhos de todos
os tamanhos cortes de seda branca lavra-
dos para noiva, Icques, Ota de seda e vellu-
do preto, baleia para vestido, os mais mo-
dernos e ricos pentes dj tartaruga, linios
cliapeosinhos de seda para baptisado, toucas,
metas de seda, vestidinhos fritos, benecas,
ricas capellas de flores para noiva e mantas,
e muitas outras fazendas que se vendem cm
conta.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. 11, confronte ao pateo
da matriz erua Nova, fazem publico, que
estao recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
tomo para liomens e meninos : os precos
conunuam razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, cspecilicando a qua-
lidade do ouro de U ou 18 quilates, (cando
assim sujeilosos mesmos por qualquer du-
vida.-Serat)him& Irmao.
srvete.
llojc ter sorvetes se n3o ebuver : no a-
lerro da Roa-Vista n. 3.
... i-recisa-se comprar urna barcaca de
0 toneladas para cima : quem tiver, diri-
ja-searuadaCadeiadoPcifcn. 16, primei-
ro andar, e tambem rompra-se um negro ve-
lbo para tratar de cavallos.
fanm puolico ei cr-
h ni buco, ra el s So*
le.\i\i\c ii, 70.
Oss etihores amadores, que pela f,)-ta qul-
zere.ii ter em seus jardins llores novas, man-
em logo por ellas :.ntps que chegue a festa,
Mecrimdo norte, daphne, cvlindros, etc.,
etc.; tambem ha bonitos pt de uva musca-
tele ou'ras qualidades hovs, quedao mui-
to fructo, iigueiras do dilferentes qu.li la-
des, etc, apromptam-se encommpdns de
plantas de fructo e ores para o centro da
provincia, e as mais do norte e sul.
ESTABELEClMYrO DE PIADOS
JOO PEDRO VOGUEY
RA .NOVA N. 27, ESQUINA DA GAM-
BOA DO CARMO.
Vendem-se pianos dos mais afamados fa-
bric ntesdaKur p, il baixo de tudn ga-
ranta q te ,. Na mesma
casa concerla-so < ahua-se com perfeicSo os
mismos instrumentos.
LOTERA
DA
r-
7
Precisa-sa de costureiras: no aterro,
da lioa-Vista n. 11, primeiro andar ; sendo
boas, paga-se bem.
.; Aviso aos senores de
engenho.
.--,% Antonia los Meorieio, ora roMenlo .
;.' ncila cidade, n.i rus da Cruz n. Jli, pri- ;;(
..: ini'iro andar, prope-se a rereber coinmi~- i.-*
_.'. sriedeassucar, e conta enm a prolerc",o de .!.
v.- seii amieos senliorea de en. enhn-. aoi '.'
0 lotea prometi desemp-nh.ir salisfactoria- ;'
Q mente nao s a venda doi amcare<, como #
.'.; leda e qualquer compra de que o enrar- V
V 'CRarem. ,';
I'recisa-se de 4 tratialhadores para ar-
mazem de assucar, preferindo-sn escravos e
paga-se bem : na ruada Cruz doRecifen.3l.
MUDARLA DO ESTABELEGI-
'MENTO DE PIARIS DE
J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabolecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 23, junto da
lelaeo.
IThesouro ho-
meopathico
ou
YADE-MEGl'M
O
gHomeopatha.
:!: pelo dr.
SABINO OLEGARIO L PINHO-
.
-...
O
...
m
o
:.
''-'
o
O
B
Q
i
O
Kala olira, reconliecida por lodo, como
a uu'lhor de qn.wii.is eiiinam a epplieacfto
da lioineopalhia no ir.ii n.....io rlai molet
tas, continua a *ender-ae a 1l9000,na II >-
tica Central llonieopalhica, roa de Santo
Amaro Mundo-Novo; u. (i
EXCELLKNTES REMEDIOS 110-
MEOPATHICOS,
preparados com o maior cuidado e esmero,
vendem-te cm cnrleiras por presos o mala
commodos possiveia, oeste 1D;U(K al
120-3000, conforme o numero dos lulios e
riqoeza das caixas.
Cada lulio avulso. .* IjlKMI
Cada vidro de untura. 2MM.ll)
N. I'.Constando ao abaio assipnado
que oUuns individuos percorrtm o interior
"Jo sii ilesla provincia, como as AUgoa,
l'tiraliiba, Hio-(irande do Norte e Ctar,
vendendo remedios em sen nome, jolga
conveniente declarar, que a ningaem auto-
risou para isso, e que,como nao esla promp-
lo a carrejar com os peceadus allieios, s
se responsabilisa pela proOcuidade dos re-
medios preparados debaixo de sua imme-
diata inspeoco, nali.dica Central lio
meopalhica, ra de h^nlo Amaro, Mun-
de >'ovo; n. (i
l)r. Sabino Ulegario L. Pinho.
ssenlioras que nront*n.
a eavallo.
Na ra Nova n. 18, loja de M. A. Caj tg C.
ha neos casavequec de cores, e pretos, para
montara ; assim como um grande sorti-
mento das mais bem acabadas obras de al-
raiaic, lano superior, como mais inferior ;
chapeos, ditos da gol, lencos de seda, ditos
de dita para grvala, ditos de cores, luvas,
suspensorios, metas para homem, senhores e
meninas, camisas,-Jilas de meias, fazendas
para qualquer ebra que seja encomtnenda-
da ; a pessoa que vier a esla loja achara um
tacto completo, e ser um s preco para lo-
dos, a dl.ibciro
-':- ^,-;:;.^;:^ :-:,:;; -:: .;y;;:
'. No consultorio bomeopalliico do Drr Ca-
"... aanova, roa .las Outea n. 2S. ha aeropre .
'.' um grande sorlimenlo dos mais arruina- ''
_..k dos medicamentos liomeopalhicof, e tuJo '.
".? quanlo be necessario atpeasoas que seftuem 'f
jft esle syatemt. .
Vendem-se vidros com rnlba de vidro, de J
y^ meia onra ale (>, muilo em conla. v
Caf di com me re o, ra
do Trapiche Novo
n 12.
Blandin Vio acaba de receber pelo navio
francez Ol'inda, um variado sortimento de
conservas as mais finas o mais acreditadas
da Franca, como sejam, trufles da l'erigord,
pal Je Foigras, pal de l'oularde, pat i'e
l'erdrix, pal de B^casse, pat de Lievre, pa-
l de Chevicuil, pat de Caille, andouillct-
les, perdreaux, champignons sacisses truf
fees, cervelats, cervelles, fhon l.'huile,
boudin noir, aspe/ges, petits pois.
REMEDIO I.MCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLL WAV.
Miniares de individuos de lodas as aroes
podem testemutihar as virtudes de-te reme-
dio incomparavpl, e rrovar em caso necesst-
no, que, pelo usoqucdelle Bzeram, tem seu
corpo e memhros iteiramenlesaos, d.-poi*
e havor empregado intilmente outros tra-
lamontos. Cada pessoa podea-se-ha con ven-
dos n!e1nSrC,lraS l"!',ri'vj"'o.sas pela leltura
dos peridicos que Ihas reiatam lodos os
das ha muitos anuos ; e a maior parle deis
, l sorI>re>identes que admiran, OS
mdicos mais celebres. Quintas pessoas re-
cobraran, con, este soberano remedio o uso
de seus bracos c pernaa, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitacs, onde
deviarosoffrer a amputarlo! Deltas b mili-
tas, que haven.lo deixado esses asylos de pa-
deciiiiento, para se nao submellerem a essa
oi.oiacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das [aes pessoas, na elusao
deseo reconhecimento,declararam esies re-
sultados betitlicos Jiante do lord corre-e-
dore outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren! sua aiiiini.-.11 v.-i.
Ningaem desesperara do oslado de sua
saudesetivesse basUnle conanca para en-
saiar este remedio constantemente, seciun-
doalgum tempo o tratatnento que necessi-
lasse a naturaza do mal, eujo resultado sena
provar iocoritosUvelmente: Quetudo cura
O ungento he i,l, mus parlicularmml '
nos teguintr* COtOl.
O abaixo sssignado vende a dinbero a Ws-
ta sendo da quantia de 1009 reis iara civa,
os seus muilo felizes bilhetes, meios e quar-
tos, telos precos abaixo mencionados, na
ruada Cadeia do Recite n. 45. esquina da
Madre do Dos : -
Kilhetes 3-jnn recebe 5:0009
Meios 99750 o 1:3005
Quartoa lo375 i:as Por Salastiano le Aquino lerreira,
Josp Fortnalo dos Santo- Porto.
Alporcas.
,:.':L>ras.
Callos.
CanctrrVs.
Cortaduras.
Hores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermiddes da cu-
lis em geral.
Enfermidades doanus
(rupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor nas extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasesealdadas.
lncha;Oes.
Inllainmarfio doligado
da bexisa.
InnammacHO da ma-
triz.
I.epr.
Malos das pernas.
dos peilos.
tle oihos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pi'limjes.
(jueimadelas.
Sarna.
SupuracOes ptridas,
linha, em qualquer
parle.que seja.
Tremor de ervos.
I leers na hocca.
do ligado.
dasarticulacops.
Veas torcidas ou no
dadas nas perras
Ilua ilo Collegio o Sr. Cypriano Lniz,
da Paz, aterro da Boa-Vista, na padaria rioj
Sr. Beiriz, dirilo quem da de 5009 ale 2:0009
ou ma'.s, com hypoiheca em casas terreas,
ou lirmas a rontento.
Aluga-se um sitio na Capunga, todo
mur.-doe bem plantado do arvores fructfe-
ras, com porto de.ferro, estribara, e casa
com expelientes commodos : a tratar na ra
do Trapiche n. 13.
,emwe*$
Compra-se urna casa que renda de rs.
550 a 60oo rs. por anno : a tratar na fund-
(iio de ferro de I). \V. Bowman, na ra do
Brum.
-Compr.im-sc botijas vasiasa 80 rs. cada
urna : na ra da Senzala Velha n. 110.
Compra-se etectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, arriiesdas compa-
nhias, e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre Denhores.
Vendem-se luvas de pellica de
Jouvin, de todas as corea : na rua do
Queimado loja n. KJ.
Vende-se um lindo casal de escravos"
sendo urna negrinha de 3 annos e 1 mnleqne
de 5 para 6 : na rua Velha n. 69, se dir
quem os vende.
\cndc-se sal da ilha do Itamnrac a
3-5-20 o alqueirc de medida velba : no pateo
do Paraizo. taberna da estrella n. 1*.
Vende-se urna escrava muala, de 13
annos, bonita figura e muito prendada, um
bonito moleco de 18 annos com principio
de marcini-iro, do ptima conducta, que se
Ganga: na rua das Trinchciras n. 29.
Vende-se um bonito molequeoe dada
H a 16 annos, um mulatinho de idade 9 an-
nos, e urna cabrita de idade 10 annos: na
ruado Bosano da Boa-Vista u 51. Na mes-
ma compra-se um sellim que esteja cm.bom
uso, prfere-se nglez.
Vende-se urna taberna com poucos
fundos, propria para aualquer principiante,
sita em Fra de Portas, rua do Pilar n 131 :
a tratar na mesma.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, anna/.em de Novaos & C.. barril
de ferro, oucubos hidrulicos ; para de-
positas de fezes, a privo commodo.
Em casadeKnbeSchmettau cvCompanhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann do
'lambursio.
sai
Vende-se urna barcaca de errga de 36 cai-
xas : tratar na rua da Cadeia do Recife n
23, loja.
f n. 54.
Chapeos de mola da ultima moda a 59400
mantas pretas de seda a 9S500 a 109500 reis,
ditas brancas de blond a 10;?, modernissi-,
nos corles de vestidos para seuhoras, i!e
bai iga de seda com lindos enfeites de (ro-
que a S5/, cha I y de diversas cores a 950 res
o covado, n multas mais fazendas chegadas
ultimamenle, que seria fastidioso a enu-. e-
rac9o, e que s o comprado poJcr com-
modamenlc, e a vita examinar.
//os Sps. de en-
as crese larguras, lilas de velludo de todas
as cores p larguras, escovas finas para ca-
bello, ditas para chapeos, ditas muito linas
para falo, caixnhas rom enfeites prnprios
para meninos, cbarnteiras tinas, carteiras de
marroquim muilo linas, caixas com lentos
para vollarolc, de muito boas qualidades,
lucos de seda, ditos de linho e algodSo, linha
de carnnlio de 200 jardas n. 12 a 200 rs.
bo oes para punhos do melhor gosto que*iia
no mercado, leques de dilerentes qualida-
des, boloes para colletes e vestidos, de mui-
to bons gostos, agulhas fsancezas muito fi-
nas, lilas lavradas para cinteiro, de muito
bom gosto, estampas de santos, ditas de
vistas, o oulros mutos objeclos que se tor-
na desnecessario mencionar.
o Cauto
QUE ESTA' TORRANDO.
:Ya lijn do canto, na rua
da Cadeia do ecife
ii. o4,
ha un, completo sortimento de fazendas por
precos baratissimos, chitas rosas com toque
de mofo, de cores lisas a 50500 a pec.a, c o
covado a 160, cortes de seda de cores boni-
tas a 11? e ->i., ditos muito finos a 253, cor-
les de colletes de vellu lo, padrfles muito
bonitos a tts e 9/, e mais linos a 113, mada-
poloes, a peca 2c600, 2cS00, 3^100, 3/403,
39600,39800,49000, */500, o moit lino a
59300, corles decasetniras de bonitos gostos
a >, 49200 e 59800, e mais finos com b*rra
ao lado a 63500 e 79 o corte, las para vesti-
dos, de bonitas cores a 1>500 o covado, len-
cos de camhrai, estampados, de cores fisas
a 1-500, 13800, 2.?, 29WO e fc800 a duzia,
cambraia de cores de bonitos padroes a 460
a vara, mussulinas brancas a 300 rs. o cova-
do. ditas ile cores a 320 e 360, chitas fran-
eczasa 240 o covado, dilas n>uto linas a 280,
chales de merino de bonitos gostos a 1O3
e 13, e moilo linos a 20a, ditos bordados d'
vellu lo a 143, ditos de touquim a 85, cha-
les de ganga bordados com franja de linha a
39900 cada um, ditos estampados com franje
a 2/21)0, ditos sem franja a 23, panno fino
preto a 2J500, 3/500, 4#, 59e 69, e muito fi-
no a 7/20O o covado, grosdenaple preto la-
vradoa 2/ e 2940o o covado, dito liso a
29200, grvalas de cassa a 1/500 a duzia,
dilas de seda a I9 cada urna, itas de cassa
a 700 rs., brtanos do linho a 500 a vira,
sargplim a 180 e 200 rs. o covado, dito mo-
tado a 120 o covado, romeiras de filo de li-
nho a 3^200 e 31500 cada urna, riscado fran-
cez largo a 300 rs. o covad, alpaca preta a
4811, 60,7U, 800 e 900 rs., e lina a 1| o co-
vado, meias para senhora a 23200, 33 e 3*600
a duzia, ditas para homem a 1/500 e 2350U a
duzia, chapeos francezes muilo finos a 7/00'.,
camisas de meia a 900 rs. cada urna, sedas
para vestidos com tilulo de melindres Je si-
nha a 19 o covado, cortes de brim de linho
a 292OO e 23400. casereiras pretas a 29200,
29*00 < 29600 o covado, seda branca lavrado
a 19400 o covalo, Ifias para vestidos a 560 a
covado, e mullas mais fazendas que se men-
cionara ao coititirador.
, CHITA PARA POBREZA.
Na loja da rua da Cadeia doRecile 11. 54.
Vende-se chita roxa de cores escuras a
fo0 e 160 res o covado, o a peca 5/500 res.
AO BARATO PARA ACABAR.
Na iui do Uespon. 15.
Cassas franeczas do cores lixas a 280 a va-
ra, alpaca de algodao e sela do quadros a
320 o covado, dito de laa com vara de lar-
gura a 320 o covado, palitos pretos do alpa-
ca a 5/000 cada jm, luvas de Jouvin a 23OOO
Sellins e relalos.
SELLINS e RELOGIOS de palenle
o par.
Hoyo
sortimento de borzeguins francezes para se-
noora, ditos para hornero, dilos para meni-
nas, sapatoes, sapatos, pan tufos, ludo dos
melborrs labncantcs ue 1
in-li-/
Koslron
a venda no armazcm d
Kooker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
to das melnores marcas ,1c l'l.ila.mipbi. N -I pna^ rr'V'
Ka rua larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina dn becco do
l'eixe Frito, n. 9, d-se almoco, iantar e
ceia, por preco mais commodo lo que em
oul'a qualquer parle.
Na rua do Trapiche n. 17, escriptorio,
, precisa-se de um preto para criado.
Na rua das Chico l'ontas 11. 136, lava-SS e
engomma-sa om cpio e promptidKo, e lo-
ma-se algumas freguozias.
Precisa-se alugar aonualmente es-
cravos iaia trabalhar em um armazem de
assucar; paga-se bem: a tratar na rua do
Vigurio 11. 11,

Vende-se esle ungento noestabeleeimen*
1 1 -i al de Londres n. 2'., aSlrand, e na
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
tras pp;,soas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha,contem
uma;in3truociIo em portuguez para explicar
1 o modo de fazer uso desle ungento.
O deposito geral he cm casa doSr. Soum,
pbarmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em
i'pi nambuco.
Acha-se a vend na livraria do : adre
Ignacio Francisco dos Santos e Cymnasio. a
it da I.nigua Grega, composta pelo padre
Ignacio do >ou/-> Relia, por preco com-
modo.
gento.
A I5|000.
Oplimo hacalhao ,lc escama : nos ar-
mazeai Lits de flores niiud s ma-
tizadas h SiO o corado
Na rua do Oueimado 11. 21 A, vendem-se
laazinhas de flores miudas matizadas, fazan-
da muilo fina a 560 o covado, lencos peque-
nos de cassa de cores a 100 rs. cada um, fi-
nos ; e dao-se as amostras com penhor.
\ endem-se cortes de c?f sa escosseza
a 2$560: na itia do Gjespo n. '27>.
Vndese urna taberna na povoac.ao de
S. Lourenco d^ Mata, com excellent < rancho
e cercado oara malulos, coma grande co-
cheira muito segura 110 melhor ponto de ne-
gocio, que ten, S. Lourenco, csa de pedra e
cal : quem pretender, dirija-se a rua da
l'raia n. 40.
Vende-se a collecQfo do Diario de Per-
nambuco, enradrrnada, do anno de 1854
na rua do Crespo, loja n. 16.
Vendem-se ou arrendam-se dous sitios
na estrada do Rosarinho, contetido urna casa
nova com 4 quartos, 2 salas, cozinha c quar-
to rra, estribara para 2 cavallos, com mais
de 3U0 bracas do fundo, grandes pomares de
larangeiras, entre ellas mu tas do un.bigo,
coqueiros, mangabeiras, sapotiseiros, den-
deeiros, e outros multas arvore los de fruc-
to, excellenles baixas para capim, pasto para
10 a 12 vaccas cm qualquer estacan e gran-
de parle dn pantano deOlinda : a tntarcon,
Antonio Jorge Guerra, rua larga do Rosario,
ou no mesmo sitio
MAM LIGA DE PORCO.
\ rtide-e maiitcica de porco a 960 a libra :
na ruS Augusta, taberna 11. 04, ao pe do cba-
fanz.
Vende-se um cabriolet com arreios,
em bom estado, con, o compleme cavallo :
lala-sena liavessa da rua Bella n. 6.
Vende-se ura moleca peca, de 20on-i
nos, de oplim conduela, muito fiel, he bom '
ctinoeiroc bom jardineiro, e tem maisalgu-S
mas habilidades, um moieque pc^a, de 12
annos, duas negras mogas por preco em con-
ta : na rua limita d. 66.
al do Sul.
Vende-se a bordo da barca Yaya, p na rua
da Caueia do Itccife n. 2.
A !>o00 rs o corte,
Vendem-se cortes de chitas largas, pelo
barato preco de 13U00 o corte : na loja de i
portas, ii rua u,i Queimado d. 111
ciiAi'i;' is.
Na rua Nv:. luja e fabrica de chapeos n. 44,
tem para ven I.. supe, ores chapeos de cas-
tor copa alta, preos com pello e sem pello,
idembrancos com pello e sem pello, ^den!
de ditos prelos, copa baila, idem ue mas-,;,
tronce/es su perdaos, idem de le tro su er-
unos de todas as cores, idem de mola linos, ',
chapeos de feitro e palha enfeitados par
meiiinos, ditos do Chili linos e grossoa di-
tos do couro da Russla, ditos de seda o me-
lhor possiv, I para seuhoras, bonetes de seda1
e couroe de panno para bomens e menino;
barretes de palba enfeitados para meninos
o melhor gosto possivel, e outros mnitos
objectos chegadOS ltimamente, 03 quaes
vendem-se 11.ais baratos que em oulra qual-
quer parle.
- Vende-se sup, ror oleado para cima de
mesa : na | raca da lnao ns. 36 c 38, loja
de Domingos Ira,.cisco Ramalho.
COLLA.
Na loja c fabrica de chapeos da rua Nova
n. 44, tem para vender .superior colla da ba-
ha c de Hambiirgo e gomma-lacre c outros
mudos pertonces a mesma ollicina, chega-
dos ultiTaniente.
delinhaca.
Vende-se a libra a 280 e era quanlldade
superior de 5 gal Oes a 2/ rs. o galio: na
rua do Vicario, amiazem do cabos junio ao
trapiche da companhia.
Pianos
\endem-sn excellentes pianos inglezes, de
muiloacreditado fabricante ItalpO Allson,
em casa de Patn Nash \ C, rua do Trapi-
che Novon. 10.
Vende-se urna oonila escrava com 18
annos de idade cor prela, muito sadia, com
algumas habilidades, gtranle-se ella n5ofu-
gir, nem tem vicio^algum : quem a preten-
der, pode dirigir-se a rua da Cadeia ,10 Re-
cite n.49, loja de miodezas, que achara com
quem tratar.
NlimS DE FERi
Vendem-semuinhos de pedra de 2 a 5 pal-
mos de dimetro proprios para moer milho,
e para senhores de engenho, e quem tero
gran les fabricas do escravos ou colonos,
por ser a larinha de milho melhor elemento
de que a larinha de niaulioca : os quaes se
acham defronte da yoria di alfsndg, ou
quem os pretender, dinja-se a rua do Quei-
mado. loja do ferragens 11. 11.
Ceblas novas de Lisboa.
Conlinuam-se a vender no armazem de
Barros & Silva, por precos muito baratos.
Bo fazenda.
^Vendem-se na rua do Livramento n.
o.", bonetes para meninos, demarroquim
domado, com velludo de varias cores
e lita de (jalao, pelo baratissimo preco de
.IsOOO.
Vendem-se sapatos dos mclbores, fa-
bricados no Amcaty, carne e queijos do So-
bral, tudo chegado ltimamente, por precos
commodos para acabar: na rua da Cadeia
do Recife n. 60, primeiro andar.
Carne secca do < ear.
Vende-se superior carne secca do CearS,
por commodo jreco : no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfandega.
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. i, escriptorio de
Novaos i C-Ksuperior vinlio do Porto, em
Caixas de nmac dnas du/.iasde garrafas:
a' preco commodo.
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos egrandesi
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa deSouthall Mellnr &C., roa
!o Torres n. 38.
RefnacSLo do Monfeiro
No deposito desta refinaria, na rua da Ca-
deia do Itecifa n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidide, por preco de
63000 a arroba, dundo-se um abate a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
aos senhores de
engenho.
No becco do Goncalves, armazem n. 10,
dcJoscDuarte das Nev s, vende-se a rnais
superior farinha de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de \ idro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abi;eu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 1G.
ctliodo fcil i mo.
Na li-'rariada praca da Independencia n.
facilimo- par*
e aug-
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de wfaneiro.
Vende-se a preco commodo rap lino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
'cima.cbegado pelo vapor S. Salvador ; na
da Cruz n. 9.
Chapeof de Italia.
PPenten1"S.esuperioresch -rulado Tra.^l?',08' Pfe comtodo :
escrintr,^ 5e Novo n" 16' segundo an-
- escriptorio de Antonio de Alraeida Go-
.TACHAS PARA ENGENHO
fundicao de Ierro de D. W. Bowman
rua do Bium, passando o cbala-
continua a Iiaver um completo sor-
mento de taclias de Ierro fundido e bali-
'. de o a 8 palmos de bica, as quaes se
liama venda por preco commodo e com
promptido, embarcam-se ou carregam-
em carro sem despezas ao comprador
6 e 8, -'ende-se o methodo
CEMENTO.
\ende-se cemento, tanto ue vela em bar-
rica como em porcao c a retalhj, por com-
modo preco para acabar, e moito bom: no
armazem e materia,-s, ia rua d Cadeia de
Santo Antonio n. 17
Cera de carnauba a mais superior que
tem viudo a este mercado : vende-se na rua
,1a Cruz do Itcaifo n. 36, crfl casa de Antonio
Lopes l:raga,
J
as seis portas
Em frente do Livramento
19600
Cortes de casrmira a cinco patacas, cassas
franeczas a 80 rs. o covado, meias eiuas pa-
ra homem a IM00 a duzia, e par a 120 : es-
tas fazendas tem algn, defeito, e vendem-
se por estes precos para acabar.
i trro da JSoa-
a n
Vende-
8
Na raa ra Cadeia ilefronle da Helarlo, venda
n. 28 de I). S. Cimpos, vendr-te e aluga-se, aope-
riuresliiclisliambiiriueas, em porcSo e a retalhn.
Ven.le-a na rua da Cadeia n. 28, superior
presumo porlumiei inleiro a O rs., e man utijecloa
|.or prero commodo.
o i^reguica
QUE ESTA' eOEslflKDO,
Na loja do Preguca, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo aortimento de fazendas por precos
baratissimos, entre ellas notam-se chitas
Irancezas escuras de lindos padrOes e cores
lisas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padrOes miudinhos a 280 o covado, ditas fi-
nas do lindos padrOes e excellenlf s pannos,
e cores lixas a 300 rs. o covado, lindos ta-
petes para salas a 35800 cada ura, pecas de
br> tanha de rolo com 10 varas a 2S0OO cada
urna, mussulina decora 320, dita mais fina
de lindos padrOes a 360, dita muilo lina a
400 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
Iranceza de cores lisas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordao a 500 rs cassas Irancezas
muito finas e de lindissimos padrOes a 640
a vara, lencos pequeos para m3o a 120, di-
los a 220, ditos com bico muito finos e com
lindos bordados a 360, corles de casemira
com lindos gostos a 59500, ditos finos a 6,
meias casemiras de quadrinhos proprias para
caiga e palito a 560 o covado, laaznbas de
quadros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, gravatas pretas de setim a
Ic20 cada urna, nscados francezes de qua-
dros do lindos parOes a 240 rs. o covado,
casineta (reta muito lina a l200 o covado,
casemira preta a 2?400, corles de castor en-
corpado para cal^a a 15440, ditos a 15, ditos
de brim de linho a t?4'.o, ditos de brim de
algodao braceo r 19 cada um, chales de me-
rino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratissimos precos, chitas escuras
e >!e diversos adroes e cores fisas a 1.60,
180 e 200 rs. o covado, ricos lciigos de seda
de lindos p drOcs a 2000, e outras muilas
fazend-is que se deisam do mencionar, ese
ven lerao por baratissimos precos ; se da-
riio amostras com p"nhores.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, om casa de Soulhall Mcllor <\ C., rua do
Torres n. 38.
e bom e barato.
Me chegado este estabelecimcnlo, viudo
de Franca no navio i'arahiba, urna porco
de chocolate de todas as qualidades c amei-
xus em latn'as de 3, e 10 libras, conser-
vas alimenticias de peixes, em latas grandesa
linguados a 29500, salmonetes a 2;t00, sal-
monetes frito a 25300, cayallinba a 2-*800,
/^ende-se
Corle de la
\csfr
pi ra
dr.s.
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
drOes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
peixeespadaa 2#200, hnguicas de Lisboa n- ^ '.*,0a a bw f-
novas a 500 i., presuoto pr.i fiambre a 700 ;
is dito de Ltinego a 520, cb uvsson com-
mom a 2-5*00, dito lino a 2?560, lito xim ,
198OO, dito perola a 3/400, macarrSo a 320 e
48o, 1. Iharim a 320 u 180, aleiria c 400 e 560
rs., estrellinlAPa 600 rs., massa de tomates
a 7-20 a libra, marrasquino lino, licores finos
em garrafas gran les e pequen, latinhas de
biscoilinhs finos inglezes, bolachinhasde
so la, vi filies engarrafados ,1c toda as qua-
lidades e muitos outros gneros que'seria
mpossivel anuuncia-los, ludo por preco
commode#ara acabar.
Vinhos
Porto.
do
inta
de
Aliene
no!
Na ioj) le iniidezae, rua
<\o Quimado n, 25,
vendem-se as seguintes miudezas, mais ba-
ratas do que em oulra qualquer parte, luvas
de pellica, ditas de seda, pentes de todas as
qualidades, trancas de soda, franjas de todas
Vende-se superior tinta pira escrever,
I isboa : na rua das Cruzes n. 30.
CU DE LISBOA.
Vcndc-se cal de l isboa viuda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
preco commodo : na rua de Apollo, arma-
zem n. _' B.
SEGBETi&US.
As melhores que at boje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptoto
do agente aiveira, rua da Cadeia do Recife
n 62, primeiro andar.
Al goda i m ristro.
Vende-se algodo monstro con, 8 palmos
de largura, muilo proprio para toalhas e
Icnces, pelo baratissimo preco deCOOis. a
vara : na loja da boa fe, na rua do Queima-
do n. 22.
Breu.
Barris com breo : no armszem de Tssso
Irraaos.
Na rua da .Madre de leos n 34, loja, ven-
dem-se especiaes vnoos do Porto, das me-
lhores qualidades, e marcas m-is acredita-
das, inclusive i do Chamico, em barris de
quintos, oilavose decimos ; bem cmodos
ci garrafados das eras de 1815 e 1834 mi cai-
xas de urna o d jas duzias.
Luvas d<' Jouvin.
Constantemente acherSo na loja do l.e-
conle, aterro da lioa-Vista n. 7, as verdadei-
ts luvas de -ouvin, de todas as cores,
igualmente rices pentes de tartaruga da ul-
tima mola.
tgencia
da fundie&o Low-.'rloc r,
rua da iSenzala ova
n. /ii.
veste estabe erimcnln continu'a a haver
UTi completo sortimento de moendas etncins
moendaspara engenbo, machinas de vapor
e taixas de ferro balido c ooado de lodosos
tamangos ara lito.
CAAS DE FERRO
Excellenles camas de ferio para soltciros :
vendem seno esc Iptorio do agenteOlivei-
ra, rus da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
rua
na
da
mea.
Da
na
i i/.
ti
do
gi
aelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
emoinri?'86 por pr,ecos roveis, no
M?ta2&'(* 0liVBr.rua da Ca-
deia doRec.ren. 62. primeiro andar.
XAROP
DO
iOSQUE
Foi transferido o deposito deste xarope
para a botica de Jos da Cruz Santos na rua
Nova n. 53, garrafas 59500, e meias 350oo
sendo falso todo aquello que n3o for vendi'
do ueste deposito, pelo que se Taz o presente
8 Vi SO.
IMPORTARTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtysica em -todos os seus
amrenles graos,, quer motivada por cons-
lipacoes, losse, asthma, pleuriz, escarros de
sangue, dOr de costados e peitos, palpitado
no coracSo, coqueluche hroiichite, dOr na
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares.
aLSiA SBV
&
XA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, rU
RUA DO BRUM, PASSANDO O oflA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
psra engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslrucco ta-
chas do ferro fundido e batido, de superior
quahdade e do todos os tamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcoes; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhes, bronzes. pa-
rausos e cavlbOes, moinhos de mandioca,
ate. etc. '
NA MESMA FUNDICA O
se execiilam todas as encommendas com a
supenoridado ja conjiecda com a devida
presteza e commodidade era preco.
i ,Vende-*eespirito de vinho : na resti-
lacao do moinbo de vento da praia de Santa
* ;v, \$&
Acb-se ausente desde o da 1 do cor-
rente, a escrava Thereza, Congo, de 64 an-
nos, baixa, um pouco reforcada, cabellos
brancos, tem os dedos das mos encarangue-
jados e calombos pelas costas, proveniente
de agoutes de senhores anteriores, anda es-
pigada, levou vestido cor de rosa com flores
amarellas: quem apegar, leve-a a casa de
seu senbor o major Antonio da Silva Guima-
raes, na rua Imperial n. 64, que ser gene-
rosamente recompensado.
~- No dia 2 do correle nez de agosto,
rugirm da serra de Cavallos, termo de Ca-
r?1.rU '-FU pofl d0 AnKla' e nome Irn-
cisco, idade 34 annos, baixo, secco d cor-
po, pernas aiguma cousa finas, lsdireitos
nariz chalo bocea pequea, beicos grossos,
barbado, pelle bem preta, andar vagaroso
com aiguma falta de denles, urna camisa
ceroula, e chapeo usado preto: ouem o pe-
gar, leve-oao referido lugar, a sVu senbor
Francisco Antonio de Paula, a sendo nesta
praca ao Sr. Francisco lavares, nas Cinco
Ponas.
No da 5 de julho do correnle anno fu-
giodo engenho Cursahi na comarca deP3o
d Alho, o escr'avo Antonio, Cacange, de ida-
de de 36 annos, pouco mais ou menos, de
altura e grossura reguhres, cangueiro no
andar, tem toJos os denles da bocea, con-
versa pouco, pernas finas, he casado, e tai-
vez lenba algumas marcas de relho nas na-
degas por ja ter sido castigado levemente
esse escravo foi d( s herdeiros do finado ( ae-
tano Goncalves da Cunta ; consta que este-
ve em .santo Anto, em casa do Sr. JoSo
francisco, assim como consta que em Pajeu'
existe um escravo com os mesmos signaes -
a pessoa que o conduzir ao referido enge-
nho, ou ao Recife, na rua da Guia n. 64, ou
delleder noticia certa, ser recompensado
com toda generosidade; c quem o tiver era
seu poder, fique certo de sua punicSo com
lodo ongordasleis.
Atiendo, senhores cap-
tes de campo.
No dia 19 do correnle mez de agosto fu
gio do engenho Pirauhira, freguezia da Es-
cada, o escravo Manoel, serrador, crioulo,
idade de 35 aunes, de estatura regular, cara
redonda, cor,ci e pernas grossas, he tnuito
pachola e Tallador, e tocador de gaita ; Iovou
camisa e caiga de algodao azul o chapeo de
couro, he natural do Rio do Peixe, para on-
de se suppoe ter seguido : paga-se genero-
samente a quem o capturar e conduzir ao
dito engenbo, a seu senhor Roque Ferreira
da Costa, ou nesla praca ao abaixo assicna-
do, na rua do Collegio.
Francisco Jos Leite.
Na manhSa do dia 25 do crreme fucio
do engenho Marlapagipe o prelo Filippe. que
he bastante alto, chcio do corpo, tem um
olbo mais pequeo do que outro, bocea'
grande,denles quebrados, andar reacio e
alia branda, he geralmentc conhecido por
EsevSo, e presentemente tem em um dos
sobacos a cicatriz de um tumor aberto com
lanceta quem o prender, leve-o ao referido
engenho a Filippe Santiago de Senna, ou a
rua da Cadeia de Santo Amonio, segundo
andar da casa n. 16, ou a Catunga a Jos
Bernardo de Senna, que em qualquer dcsles
lugares sera recompensado.
lugiram do engenbo Tabocas, da fre-
guezia da Luz, no dia 22 do c.rrente, 2 es-
cravos, um de nome Manoel, de idade 40 an-
nos pouco mais ou menos, prelo, crioulo
alto, grossura regular, ja lem alguns cabel-
los brancos, cabeca redonda, olhos fumaca-
dos, tem falla de denles, bigodo < aiguma
barba debaixo do quelxo, pernas grossas e
arqueadas, ps grandes e seceos, ecoin sig-
naes de bichos, o tem alera disso marca de
um grande lalho no quadnl, costuma
quaudu foge negar o nomo tanto delle como
do senhor a quera peitence, costuma cm-
briagar-se, e mascar fumo, a falla he baixa
quaiologe costuma sempre seguir para o
Recife ou Pedias de Fogo, leva camisa de al-
godao da Haba, calca de algodao trancado
naca encarnada, e chapeo de couro ja usa-
do ; fui comprado no Itec.fe, tpndo viudo do
Aiacaly : o outro de nome Jos.idade 30 an-
nos pouco mais ou menos, crioulo, cor fula
altura regular, pouca barba, olbos brancos'
pes apalhelados, tem urna ferida na pern
esquer >a, a lalla he btixa e lina, levou ca-
misa de bata, ceroula de algodfio da Babia ;
este ultimo escravo foi comprado em Limoei'
ro a Cj prianoCorreta de Lima ; quera appre
hender qualquer destes escravos.dirija-se ao
referido engenho Tabocas, ou nesta cidade
o Sr. Manoel Antonio Concalves na rua do
Latiuga, que sera bem recompensado.
I'ERN. TY1>. DE M. P. OH KAKI A 1857*


ILEGIVEL

-
v



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