Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07817


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Full Text

ANNOXXXIII \. 190.
Por 5 mezes adiantados 4*|000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
SEXTA FEIRA 28 DEAGOSTO DE 181)7
Por auno adiantado 1 ">$0OO.
Porte franco para o subscriptor.'
ENCARREGADOS DA BCB8CRIFCA DO NORTE.
Pirshiba, o 8r. Joao Xodolpho Gomes Natal, o Sr. Joaquim
l-Peretra Jnior ; Aracaiy, o Sr. A- do Lemo Braga; Cea-
ra'i o 8r. J. Jone da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
que* Rodrigue : Piauhy o 8r. Jorf Joaquim Avelno ; Pa-
ra, o 8r. Juilino J. Ramol ; Amaionai, o Sr. Jaronjmo da
Coste.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olin.lr : torios ns Jim, ai 9 p meia. hora, .lo .lia.
Igiiaraasu Guiannil o Parahtba: na* si-R-unilas O lllliai luliai.
O. Antlo,Baierra*. n.mii.i. Carur', Aiiinho o GeranhaM: na lena-feira.
S. Lourr.ro ha TAlho, Naumb. Ltamin, Braja, tomaba, iDgauira,
Flor.-.. \ Illa-Bella, lloa-Vi.u, Ouricurv c Kan, naa quarlas-.-irai.
C.b,.,l|.Ojiiri,Sorii.haom, Km Formlo, Loa, Bamiioa, Anua-Prcla, Pi-
iti.'nl.'ira. p iNail: qMinus-ffirds.
[Tadaa os corra-io parlero, as 10 hora da mantiSa.
AUDIENCIAS DOS TKIBUNAF.SJDA CAPITAL.
Tribunal do comrnercio : lagunda quintal.
Relacao : tercat feirai labbadoi.
Fazenda : quartai aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : legunda ai 10 horai e quintal ao miio da.
Juizo da orphaoi segundas a quintal ai 10 borai.
Primelra rara do civel : Kgundaa e teitai ao meio da.
Segunda rara do clral : aarUi a aabbadoi ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
5 La cbeia ai 4 horai e 9 minutoi da tarde.
12 Quarto minguante ai 3 hora* e 22 minutoi da larde.
19 La ora ai 2 borai a 6 minutos da manha.
27 Quarto creacente aos 45 minuto da tarda.
PREAMAR DB HOJ E.
Primeira ai 10 borai a 84 minutoi da mantisa.
Segunda ai 11 borai a 18 minuta da tarde.
DAS DA SEMA>a.
24 Segundo s. Birlholomeo ap ;s. Prololomoob.
25 Terco S. Luiz re de Franca.
26 Quarla S. Zeferino p. m.
27 Quinta S. Jos de Calasans : s Rnfo m.
28 Sexta S- Agostinho b. e dout. da igr.
29 Sabbado S. Adolpbo m. s. Sabina v.
30 Domingo 13 S. Roza de Lima anicri.'ana. v.
E\i; A BREGADOS DA SCRSCRICAW NO SI I,
Alagoai, o Sr. (Jiudino Falcao Dial; Bahia, o Sr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlioi.
EM PER.NAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria na iua
livraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
fl^ jkSBPVIaff t\^f"9^F^i A X '''* ""vem',rn prmimo vindouro para nelle se proco-,
aV afaVJH A Jfll *al*C S AlLlAaVjS a e,eiCao dos membros da mesmi assembla.
aOVERNO DA PROVINCIA.
*^s BuadloMo do da 1 da atate
Oflcio-^4^!imara municipal da Iguarau.^Cons-
lando-me de'-yiviso do ministerio do imperio, que
foram appraaudaa pela cmara dos 8rV. depulados
as fIfiroes pVHjaiias para a decima legislatura na*
du.is parochiawbomprehendidas nesse monicipio,
menos na parte que diz respeilo aos eleitores d fre-:
guciia de Igu,trass Pedro Celestino rie Sooza Pi-
menlel, Francisco Xavier de And.a lo Jnior, An-
tonio Martina da A-stimpca i e Sergio Lleir.enlinn do
Soulo-Maior, por constar que nao se ach un qualili-
c.idos volantes ; aisim o commonico a ass cmara
para seu conhecimenlo, e il'nn da que o faja constar
a quem competir.
DitoA' cmara municipal de Barreiros Para
se dar execucilo as ordens imperiaes, convem que
isa cmara ma inf irme com a maior urgencia e
circunstanciadamente soltre a maneira porque lo i
feita a eleicao primaria na freguezia de Agoa-Prela,
ministrando lodos os eiclarecimcnlos qoe poder co-
llier sobre quaesquer irregularidades qae lenliam por
ventura occorrido na mesma el.can.
DitoA' cmara municipal de Garantan.Na
oonf-rmidade do qae foi determinado por aviso im-
perial, curopre que essa cmara com a antecedencia
marcada por le, espera as convenientes ordens para
que no da II de outubro prximo vindooro se pro-
ceda .i nova eleicao de eteitores para a decima legis-
latura na freguezia de Papacara, vislo que, segundo
commuuiquei, foram annollarias pelo poder compe-
tente ai duas lie cues que all tiverana lugar ullima-
ine le. sendo urna presidida pelo primeiro jaiz de
paz Joi" Correa de Barros, ea outra peloquarlo Ma-
noel Silvestre de Alboquerque Maranhao.
UiloA cmara de Iguarasa.Par qae ea pos-
la dar exerurao ai ordens imperiaes, convm que
easa cmara I lio informe com lo ta a urgencia, te fo-
ram qaalificados na fregoetia de Iguarasi,antes das
ollimas eleicei provinciaes, e era qae ttmpo, os
aleilores Pedro Celestino de Sooza Pimintel, Fran-
cisco Xavier de Aulrade Jnior, Antonio Martins
da Aasump;ao e Sergio Clementino de Soulo Maior,
devendo au mesmo lempo franquear o livro das qna-
lificace ao joi municipal desse termo, afim de se
proceder ao came uecessario.
3
OflicioAoEtm. vice-pcsidenle da Parahiba,
para que em viata do qoe pondera o coinmvndante
do presidio de Fernando nu Oflicio junto pos- copia
acompanhado de informaran do juiz municipal da
primeira vara deate lermo, i'nva e de, ouvindo a
compeienla aulori lade criminal ile'ia provincia, in-
formar sobre o quo liouver occorrido acerca do
sentenciado Marcolino Ferreira da Silva, enviando
para aqui a respectiva guia, afim de se proceder ni
forma da lei.
OiloAo Etm. marechal Francisco Sergio de
Oliveira, transmutando copia do aviso ultimo, communicando que S. M. o Imperador se
dignara de exonerar a S. Ese. do commando d
armas interino deala provincia, o declaranln i
mesmo lempo que continu S. E\o. no ejercicio de
inspector do lerceiro districto de infaolaria.Coin-
municoo-se a lliesourana de fazenda.
Dil.jAo meamo, inleirando-o de ler sido no-
meado o Euro, brigadeiro Joao Jos di Cosa Pi-
menlel, para commandaule das armas interino des-
la provincia, e dizendo que amanhla a 1 hora da
larde (era lua-ar a sua posse.
DitoAo ni.'sin ., recommendando a expedirlo
de ordiis para que ai praras do exercilo dailaea-
dai no Bonito siaam para Santo Anlao a eocorpora-
rem-se ao respectivo desjacamento.
DitoAo Dr. cliefe de polica d-jclarando, que a
escolla de polica qoe tem deconduzir os presos pa-
ra o B'inilo, deve lambem conluzir at Smi An-
lao, onde ser entregue ao respectivo uiz munici-
pal, o preso C >sme Jos Rodrigad1.Communicou-
se .11 juiz municipal da primeira vara crime deste
(armo.
iloAo nommandante soperinr do Recife, para
mandar dispensar do servido da guarda nacional ao
guarda da selima eompaolna do segando batalbao,
Jos Jernimo Bsalos, o qual por ser empregado na
campanilla de Beberibe, na qaalidade de metre
ferreiro, est isento do mesmo servir;i em virlude
da 17a eoudicao ito contrato celebrado com a men-
cionada companliia.Communicou-so a este.
DitoA thesouraria de faienda. devulvenlo os
dous procaisos.qoe acompanharam o sea oflicio n.
413, para qoe das diarias nelle* menrinnadas mande
pagar l Simplicio Jos de Mello, a impo'lancia re-
lativa aoexerclcio de 1856 a 18">7, certo S. S. de
que se expedio ordem nos termos do citado ollieio
para se organisarem relacCes da parle das mesmas
diarias pertencenlss ao exereicio crrante.
DiloA mesma, communicando qoe o admio's-
Ir.idor da mesa do consulado Joao Xavier Carneiro
da Cunha, pirticipou ler pasudo a administrarao
daqaella reparliro ao primeiro c-ciipt.irario J iiio
F'rancisco Kegis Quintelh, por tarem coutinuado os
seas incommodos de saudp.
DiloA mesm, declarando qoe a lietnra con-
cedida ao juiz municipal e de orpliaos de Cimbre*,
Miguel Archanjo Monleiro de Anlrade, fji paia
vir a esta capital tratar de soa sao lo.
DitoAo primeiro supplente do jaiz municipal
do Cabo, para que se ainda o uno fez, assuma oexer
ciclo da vara municipal alim de nao ficarem par.i-
lysadus os negocios forenses qoe se movem peranle
acuelle juiro, e no caso de se achar Srhr. iApedido
pasao ao competente substituto o presente offlcio
afim de qae lenlia exeror,ln.Oflicioa-se ao juiz de
direilo para declarar se o joiz municipal de q irila communicou ao leu substituto ler dado parle
de doenle.
DitoA lliesooraria provinc'al, dizendo que a
importancia do sold e elape vencidos pelas pravas
de guarda nacional que escollaram presos de u*i.c i
para esla capital e de que trata o officio da pre-i*
delicia de l:l do paasado, deve ser entregue a Jos
Marii Ferreira da Cunha, conforme ntica o chef
de polica.Comrnunicoa-e a ette.
DiloAn.commsndante de polica recommendan-
do que expeca suas ordens para que logo que che-
gar n Victoria a escolla que vai conduzindo presos
paraBiniK-, conforme ja se delerminoUfregresse pa-
ra esla csp.lal com o lente Jos Cunrgundes il
Silva, que lili se acha, devendo as praras destaca-
das actualmente iraquella cilade seguir com a>s re-
feridos privo- para o Bonito.
DitoAo lenente-coronel Dimas Lopes de Si-
qaeira, commin tanta rio balalho 49 ila guarda na-
cional di comarca da Boa-Vista.Devendo as pro-
postas para offlciaes dos corpas da guara naciona I
"r encaminhada ii presidencia com inf rmacii do
respectivo commandsnla superior, ni conformidode
do art. 48 da lei n. 602 do 19 de lelembro de 1850,
devolvo a Vme. a proposla qoe acompanhoa o seu
offlcio de i de jiniho ultimo, visto qae ella deve vir
por inlerraidiu do respectivo chefe de estado maior
Manoel Nunes de Barros, que ja receben sua pa-
tente na secretaria do governo.
DiloAo Sr. Alexandre Bezerra de Albuquerque
Barros, dizendo que com a remess.i de copia do pa-
recer da redara i responde a consulla deSmc.se
achando-se em exercleio ne juiz municipal na au-
sencia de presidenta da cmara, que alem de ej
chefe de lgiflo, serve interinamente de enmman-
danle supirior, .lever p.s cicio, logo qae elle para sso se aprsenle.
Parecer a que se refera o oflicio supra.
Illm. e lixm. Sr.En vista do nlcio, qae inclu-
so devolvo. do vareador d i cmara municipal da ci-
dade da Victoria, Alexandre B-zerra d Alboquer-
que Barrot, o qual procura siber se achaiido-se no
exercicio do lujar de joiz niuniriptl, na ausencia do
presidente da dita cmara, que alem de ser eoronel
de legi.lo, servo inlcrinamenie dp commandante su-
rerior, deve l'gn que este so aprsente e qoeira ser-
vir, daixar o referido exercicio ; cutnpre-me riizer :
que servin.lu nconsulenle de juiz municipal na au-
sencia lo vereador miis vota.do,cessa o seu exercicio,
nina vez que elle comparera e queira servir devendo
passar-lhe logo, ou I qacm legitimameiils perlncer,
na forma da lei, e ist i em importar Ihe averiguar
se he ou nu accamal-ti>o o exrctco de ambos os
mencionados lugares. Se o mesmo consulenlc pre-
tende illustrar-se sobre esta materia, podera' ler o
artigo 16 da |e n. M) de 1S de selembro e o S ."> do
art. 21 do regolamento n. 722 de 23 de oatubro de
18."" onde vera' eslabelecd que o ci adao Hornea-
do, ou eleilo paia qualqner empreao que d direilo
a reqoisitar n forra publica deixara' durante o seu
ITaclivn exercicio de servir na guarda nacional, qaer
como simples guarda, quer como ofllcial, eonlinuaD-
do porem a fa/.e-lo qu.md > legalrnciile cessar a razio
do impedimento.
Deste modo fica raipnmlilo o ollie o rie V. Exc. de
_! I do correte mer. relativo a este objecla.
Dos soarde a V. Esc. rtecife 25 de junho de
1857.Illm. e Exm. Sr. vire-presidente da provin-
cia de Pernambuco. Antonio Ignacio de Azevedo.
PortaraO vico presdante da provincia, asando
da aolnrisaciln que Ihe confere o 1. art. 24 da lei
de 12 de agosto de Im, resolve convocar a nova as-
sembla legislativa provincia^ para se reonir na
prxima essao orclioai ia de 18-58, e dciigna o dia 22
, Communicoo-se a todas as cmaras da provincia pa-
. ra a expedido das convenientes ordens.
DitaMomean.lo, i. h proposla do chefe de polica,
a Paulino Angelo da Silva Freir para o logar va-
go de subdelegado da Una.
DilaCincelen lo a Quirino Joaqoim Madeira,
licenra para ir ao presidio de Fernando levando
com sigo us gneros mencionados em ama retarlo
assignada pelo aerrelario do governo.
DilaAo agente dos vapores brasileiros para que
consi tere em visor, at que teuha execur.lo, a porta-
ra de 2(1 de junho ultimo, .expedida en; favor do
ex-alferas do exercilo Manoel Eloy Mendes.
i
OflicioAo Exm. vice-presirienle das A'agoas.
De ciinf..imi ia l rom o que V. Exc. me requisilo
em seu officio de :il de julho ultimo, acabo de ex-
pedir ordens a thesouraria de (.zonda, para que a
contar do 1- de brildeste anuo, pague ao agente '
procurador dos direitos desa provincia arreesdados !
nesla, Jos (jonralves de Albuquerque o ordnalo
de 8OO3 annuaes e ao sea ajudanle Montuno no
Paula Mosquita Cerqueira o de .5005, segundo o
di'pnslo na lei n. 307 de :11 de marco prximo lin-
do, o que lenho a honra le communicar a V. Exc.
em resposta ao citado officio.1'oinmunicoa-se a
thesouraria de fazenda.
DitoAo Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas, envian lo n^o cu copia do aviso da guerra de
1:i de julho ultimo, mas tamhcm ao expelido na-
quella dala au jtidanle general do exercilo recom-
mendando a expedicilo de ordens as autoridades mi-
litares para que execulem o declarado no segundo
dos citados avisos, quan.lo receberem qualquir or-
dem das presidencias das provincias sobre objectos
do lervijo militar.
DitoAo Dr. chefe de polica, dizendo que se
maariou pagar as contas que acompanharam o ofli-
cio de S. S. de hontem n. 729.
DiloAo mesmo, recommendando ,1 expedirao
de soas ordens, para qae sej.tm capturados, caso
appareram em territorios desla provincia, o soldado
rio, batalhao naval Ignacio Jos dos Santos e o gru-
mete Ignario Francisco Pereira, qoe deserl-ram,
e-te da canoneira of/impisla, e aquclle estando de
serljnella noarsontl de mariuha da corte.
DiloAo commandante soperior do Recife, para
nrdenarque am dos cirotgies dos corpas da mtsma
ganrria nacional, va' servir no lerceiro balalhSo em
quanlo equartelado.Commanicou-se ao comman-
dante das armas.
DitoAo commandante soperior rie (llinda, di-
zendo estar inleiralo de tero conselho tle revista
da guirda nacional encerrado
sao das listas dos guardas' das parochias da S e S.
Pelro Marlyr, e de pretender reunir-se nova-
mente para examinar a da freguezia de Maran-
guape.
DitoA' thesouraria de rateada, transmitlimlo
copia do aviso da guerra de 17 de julho ultimo, de-
terminan Jo que, para o sustento dos recrutas, se de-
Julgamentot.
Embargante, Manoel onralves Ferreira e Silva.
ICmbargado, Jos Peres da Cruz ;
Foram despiezados os embargos.
Diligencia.
Appellanle, o jozo especial ex-nfllcio ;
Appellado, Manoel Alves (jtierra.
Monrtou-se ouvir ao Sr. desembargador procura-
dor fiscal.
Pauagtm
Appellanle, Manoel Jos Serpa;
Appellada, D. Josepha Francisca Pinlo Regueira
Ramos, como curadora de san marido.
Do Sr. riesemhargador (tirana ao Sr. desembar-
_. 1 .1 Villares.
E mais nada havendo a tralar, o Sr. presidente
encerrou a setsMo.
O secretario,
Dr. Aprigio Guimarats.
ve abonar Orna diaria igual ao valor da rac^o rie ?d5.
La-d no oNew-York Herald :
O NOVO PLANO PARA OBTEK BRACOS D'.V-
FltlCA.
Nova phase da qaestAo da escravatura.
Noticias recebidas ao mesmo lempo, de l.cndres,
Pars eMadrid, lado indica quo os gabinetes de parle da Europa, abandonaran, em rslae.lo ao Ira-
liro de escravos, a poltica que a Inglaterra inaugu-
rou no congresso de Vicua, e que por mais tle um
eculo, tem ido o thema e o alvo do eslylo proprio
dos philanlropislas ern toda ,1 parle.
O l.eon Espaol, orgao do marechal Narvaez,
anniiucia que Cuba, medanle um adequado sop-
primenlo de brar.s no futuro, se recobrara dos
males inflingidos sua agricultura pelos trata-
dos de 1817 e 1835 a respeilo do trafico de escra-
vos.
O Times de Londres, diz-nos que le as colonias inglezas, porcm mesmo aqoelles dos
altados americanos, que por sua honra aboliram a
escravidao inteiramanle, acharam vantajoso ir bascar
Africanos, sob qualquer systema, de aprendizagem
ou cootrato.
E a Assemblce Nalionalle de Pars, declara gra-
vemente que n ministro da maana conlralou com
os senhores Regij, de Marselha, para mandar 1,600
Africanos Martinica e Guad.iloupe este anno : e
quo elles podem icr obrigados seguidamenla a man-
dar 20,000.
I-lo he o effeilo retroactivo de cinroenta annos
de Iraballto abolicionista : llaili, Jamaica, e as oes-
te indias Francezas, subinellitas s errneas theo-
trabalhos da revi- ''" sociaes e econmicas da urna escola de illuii
dos humanitarios, tem apresentado utna decadencia
industrial ronliuiia, emquanto que o manilo no sen
proaressn eslava exigin.to d. lia- um augmento de
enersia industrial.
Para nos servirtnos da plirase hoje em moda nos
circuios commerriaes. a cansumiicilo apoteron-se
da prodoccilo e a Europa caree de mais al-
elape de urna praca tle pret,Communicou se, en-
viando (ambem copia do aviso ao cotninandanle das
armas, chefe de polica e a todos os juizes d direi-
lo da provincia.
DiloA" mesma, inttran1o-a de ter sido appro-
vada a despeza do !W0;72O rs., que este governo
manlou fa/.er ob sua r.--i .n-alnlidade, por occasio
do apparecimento da febre amarella.
DitoA mesma, commoniranto-llie quo o gover-
no imperial approvou a deliberactlo deste governo
do mandar sob sua responsabili lado, dispender al a I
quantia l:llillirHK) pela verballxgiene Publica
1I0 exercicio de 185C a 18.57, com 01 pagam-nlos que
foietn derc.rreu lo depois de liotlo o ere lito abertal
pelo governo geral.
DitoA mesma, inlerando-a de que foram con- I
cedidos 2 mezes de licenc,a, com os veneiinenlos ao .
primeiro lente ta rmala, Ricardo da Silva Neves, i
aja IdBld da capitana do porto desla provincia.
Communicoo-se ao cepillo rio porlo.
Dito\ mesma, enviando copia do aviso da justi-
ra de 18 tle julho ultimo, ilecl.-r.tn.I > que as gralili-
eac,0esc cav.ilaaduras que se abonaram ao coronel
Francisco Joaquim Pereira Lobo, pelo excretis de
chefe rio estado maior da guarda nacional de Olinda
e Iguaraas, sao contrarias ao que esl marcado pelo
decreto de 27 de marco de 1825, que nao foi alterado
por aquelle ministerio.
DiloAo diraclor do arsenal de guerra, enviando
cop.a do aviso da guerra de 23 de jolln ullimo, ao-
(orisando este governo a aju-tar com qualquer sa-
cerdote, me linio rporlula razoavel a celebrar/n de
raliMI naquclle arsenal nos domin os a das santos.
Commuiiic 'U se a thesoararia de ftzenda.
DitoAo director das obras militares, diz-ndo que
dos individuos que se offerecem para ir engajados a
disposieflo do Exm. presidente to Rio Grande da
Norte, alim tle se incumbirem dos rencerles da for-
taleza dos Santos Reis Magos, ralba Smc o mos-
tr de pedreim e o official do mesmo oflicio mais ap-
ios, e aceordes as vanlagens off-reridas. cumprinlo
que nos respeelivoi contratos se inclua a condirilo de
parlifom elles na primeira opporlunidade, dando
Smr. sciencia do lesollado a este governo para ul-
teriores tlelerminars.
DioAo mesmo, para mandar proceder aos con-
cerlos indispensaveis no quarlel de polica.Com-
monicou-se ao res|iectivo commandante.
DitoAo arsenal de marinha, para que ministre
a informadlo exigida no aviso, tle que se Ihe remal-
le copia, do ministerio da marinha, acerca da
qoantidadc e qualidade das matlciras all existen-
tes, proprias para a cnnstrnrr.l.i tle 11111 navio de
132 ps de comprimento, 26 de largora, e 11 de
ponlal.
Dito Ao mesmo, Iransmittinrin, para que d ex-
ecac.lo. copia do aviso da marinha determinando
qaesejam remediados por aquellt- arsenal os incuii-
venienles que tem ti systema de guvrrnn do Irme do
brigne barca llanuraca'.Communicou-sea esta-
rilo nav. I,
DitoAo mesmo, para quo na forma do aviso da
marinha de 22 to jolho ullimo. fara segoir para o
Rio Grande do Norte um rarpinteiro e um calafate,
afim riese emprepregarem nos conoc I ta urna ca-
Irain e doua escalares que all exislem. fornecen lo
esse arsenal os objectos indicados na relaca 1 aunexa
ao mesmo aviso.
DitoAocapiao do porto para por em liberdade
o rerrala Bernardo Francisco de Paula que apresen-
lou iieno.in leual.
DiloAo arsenal de eoerra para fornecer no 8.-
batalhilr, e ao meio hatalhao da Parahiba os arligos
da fardamento e mais oDjeclos constantes das notas
juntas sol ns. 2 e 3.
Dito A thesouraria provincial, para adianlar ao
Iheaooreiro pasador tas obras publicas a quanlia de
19:6003 para a ronlinnariio das obras por adminis-
Iraco 00 andante mez.Commonicoo-ie ao direc-
tor dai obras publicas.
Piulara. Concedendo a Joilo Gnnrolves Pereira
e Joilo Francisco da Sooza, licenr;i para irem ao
presidio de Fernando levando comsico os generes
constantes tle urna relaro assignsda pelo secretario
da provincia.
DilaAo aeenle dos vapores brasileiros para dar
pasiagem, por cunta rio governo, para o Para, ao
capitao de artilliaria Franci-coda Cosa Reg Mon-
leiro.
TRIBUN&I. DO COMMERCIO.
SESSXO ADMINISTRATIVA EM 27 PE AGOSTO DE 1857
/'residencia do Bxm. Sr.tlesembargailur
Souza.
As 10 horas da manha, achando-se presentes
01 Srs. depntados Reg, Basto, Lemo e supplente
llamos e Silva, o Sr. presidente abri a sesso ; e
a acta da ultima, foi approvada.
leguinte
assucar, caf e arroz, e
primeita neccssidale
" oulroi arli-
ara a vita eu-
-011 I 1 |id
l.eu-se o
EXPEDIENTE.
I.m oflicio da presidencia da provincia, tle 21 do
frrenle, transmittindo por copia o decreto 11. 1,951
de > do rmenlo, pelo qual houve S. M. o Impea-
1 V Ph '"m aPI"'0T!,r "* alteratoes feitas nos esta-
lutos da companhia In lemnisatlora, eslabelecitla
nesla prsri\cciise-se a recepro e pabliquem-se
as allerares,
DESPACHOS.
L'm requerimento de Timm, Monsen & Vinassa,
pedin lo cerlid.lo de sUa matricula.Como requer.
Oulro.le Manoel Ignacio de OlUeiro, eiilresamlo
a carta da regi'tro do brlgaa \l.,,.....,. vi.to le-ln
vendido na Babia, i.to para o lian de ser desonera-
do ila respousabilidade.Ajante copia da escriplura
tle venda.
Foi presente a colar.lo official dos precos corren-
tes da prara, relativos a semana tinta.Menloa-
se archivar.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente le
vantoa a larso.
SESSAO JUDICIARIA EM 27 DE AGOSTO DE 1857
/'residencia do lixm. Sr. desembargador
Souza.
Esliveram prsenles lodos os membroi dilri-
bonal.
aos d quasi
ropa. o
O argumento que agora se allega, pira explicar
este ab iiiiImio dos erros tanto lempa sustentados, lie
forzosamente apresen-tado pelo rimes. Em Subs-
tancia he esle :
Emquanto DOS eslavamos exiginrio das popnla-
oes Iropiraes, um augmento da sua producco, nos
temos eslatlo ao mesmo lempo corlando a raz de-
sa prodocr.ln, privando-as tos tiraros africanos ;
mis lemos procurado destruir o trafico de escravos,
-pin Ibes achar um substituto ; isla foi urna omisso
na nos lidade, e ntia devenios agora destru." a escravidao
na America, sajipruirio-a com negros livres, tlebaixo
de contrato, ou como aprendiz.es.
Esle abandono do erro, he urna homenagem
.1 verdade, porcrr ainda Dio he aceitar a ver-
dale.
O mundo exige um augmento de productos doi
trpicos : portu como se pode obler islo ".' Os ho-
inens brancos irlo para all em numero n Ii i 1. ni
para fundar coininun ladea pros|>eras, baseadas no
seu proprio Iraballto?Nao somenle es influencias do
clima sao destruidoras da sua energa, ms Mires
mortferas os esperam ; alem de que, debaixo do
estimulo das chuvas tropicaes e do ol tropical, o po-
der da ve^elaro deseitvolve-se coro tal rapidez e
liuuria, que somenle. pode ser vencido pela acolo de
massas de homens,. combinadas com capilaes, e diri-
gida pela mais alta inlelligencia. -
Isto sao condices, s quaes o homom bran-
co nlo ir submelter-se volontariamente ; por-
que asas condires constilueo a escravidao afri-
cana.
Nascido n'um clima favoravel ao exercicio da
sua forra physica ; dotado de iutelligencia sus-
ccplivel de deaenvolviinenlo illimilado; elle oalu-
ralmenta procura aquellas regiea que Ihe offereiem
o melhor thealro para o seu adiantamenlo indivi-
dual.
Entretanto, a rirlisarao exige que o frtil solo
tos trpicos seja cultivado ; e se o homem branco
nao quer ou nao pode faze-lo, lio mtster que outros
o faram.
lo esta necissdade que deo orgem a' escrava-
tura africana, que os humanitarios europeas, tanto
leem Iralialhado por destruir.
A. 0,1 q.10 tem |>arci^luiente con cguido o seo
olijeclo elles achain que o leu triuinpho reage sobre
elles mesmos, privantlo-os dos artigoi de quasi pri-
meira neeesaidlda para a vita europea ; por IM
elles proruratn reslabeleeer -lo sob urna nova for-
ma : e ntia vemos os gabidetei do Madrid, Paiise
Londres, rl.ramenle concordes sobre u modo de ae-
ra :a importadlo de aprondizes africanos nu ne-
gros contralados para trabalharem as colonias por
ora cerlo numero de anuos, he esla nova forma ; e
nos nao temos a menor heailaro em declarar que
esles\slcma lie mullo peior, tlu que o de conser-
var um negro em servidlo iuvolunlaria por toja a
Vida.
E-le sy.tema carece de todo o incentivo, para
cuidar nasaode e bem-eslar do negro e da sua pro-
le, qoe alias exime no inleresia do escravo.es-
Iruiudo o jus que o escravo tem na sua velhice, so
ampaio do enhor, da' um estimulo ao desejo egos-
ta do sacar do Irabalhador ludo quanto for possi-
vel, llorante osen lempo de serviro, sein Ihe im-
portar e rllcii.) do excesso de trabalho e dos niaos
alimentos, sobre os anuos que Ihe reslarcm tle vida.
Isto be de facto dar premios a qoem mais negros
estragar.
Para que nos nao aecuiem de exageriro, no que
avanramos, nos vamos Iranscrever as prcipaes fei-
roes ddi leis exisletitei para a importar.!.) de apren-
dizcs livres, para lrab.1lh.1r lias colonias liespa-
nholas.
Elles podem ser contratados por qualquer nume-
ro de anuos que convenha as patles contratantes ;
devem trabalhar 15 horas por da ; os navios que os
condtizirem, nao devem cerregar mais tle 4 por to-
neladaimportadores e compradores, podera tlis-
por delles tratisferi-los por venda do seus con-
tratos.
Elies nao podem adquirir nem um direilo novo,
emquanto dorarem os seus contratos.
Elles nao podem casar-se, nem sabir da plan-
lacao 00 caa em que iralialtiem, sem o eonsen-
limenlu de seo pairan ou medre os paltes po lem
pnn-lus com tronco, ferros e priso por Irinla
das.
Urna conta diaria deve ser feita do numero de ho-
ras que o aprendiz trabalhoa, para que o verda-
deim numero de das qu trabalhar cada mez seja
conhecido, e i expiraco do termo tle contra-
to, esle pode ser prolongado al preencher o exac-
to numero de horas de trabalho estipulado no con-
trato.
t>ue probabildade tem o negro aprendiz, para li-
berdade, debaixo de taes condinics'.' Nos. deixamos
a uniros o delermina-lo.
Eulrelanlo imaginamos ver o re de Dahomy des-
cerni al 4 Coila rio Gui com um rebaulio rie
Africanos aptend aiinullaram e lubstilairam os velhos negreiros, exa-
minando minuciosamente a livre agencia de cada
Irabalhador contratado, e apresentando-lhe o con-
trato escup os cmmodo navios que os devem
Irazor, nao menos de por tonelada o patro cheio
Os partidos revolucionarios liaviam, desde ha mo- Ihirio com honras reaes pelas curtes amigas, o prin-
lo, preparado urna vasta ronjaracOo que devia re- | cipo por nascimento sti tem direilo ao titulo de al-
benlar ao mesmo lempo nos esladoi do rei do Sarde- i teza serenissima, e deve ceder o passt a numerosos
nha, no grao-tincado de Tnscana, nos estados da igra-' membros de familias reaes do continente, coja lorie
ja e no remo das Duas-Sicilis. he comparativamente obscura.
Se os conjurados houvessem lirio o mais pcqaeno S. Mageilsrie, pui, nao exetea os limiles da rao-
exito a sen avor, a insurreiro ter-se-hia propaga- rierarlo conferiodo a seu esposo, depois de vinte an-
do por tola a Italia ; lorio rpidamente invadido os nos de reinado, nm titulo que, com quanto neoho-
dncadosde Morieua e de Parina, a l.omharrii e Ve-)ma aulori lade d no paiz. issrgura-lha no esban-
neza ; a Austria interviria para a combaler, e urna ceiro urna posic,o elevada e definida. O principe
guerra eoropa liouvera podido seguir-se. | Alherlo Iralar.V agora as familias reaes eslrangeiras
Felizmente.-! tentativa ficou frustrada ; deve. po- rom a posicau de um principe, da Inulslerra da mais
rm, tornar se am .-tssumpto rie reilexflo para todo, alia dignidade.
ficar como ama advertencia que seria imprudente | Por tima ordem real anterior. Ihe tinha sido dada
deiprczar. |a precedencia sobre todos os membros da familia
SesunJo o queso podo ajuizar das informarais' real ila Inglaterra ; o novo titule lite assegura so-
ja publicarlas, ds algumas declarares olliciaes e das raenla a mesma posicito nos oolros paires, oinle estas
correspondencia^ particulares, a roiispirarn do mez i qucliles sao reguladas antes por usos 1:11111 -m riaes
de julho de 1857 he a mais vasta a a mais habilmcn- do que conforme a's leis de una monarchia partcu-
la combinada de todas as que rebenlaram na Italia < lar qualquer.
depois das revolnroesdo auno de 1Si8 ; procede evi- Nn Inglalerra a regra tem sido sempre esta : que
demntente das mesmas cauai que deram luz ss re- a posir.lo da mulher na confere uenhama dignida-
publicas transitorias de Roma e de Veneza ; he o de a. marido. Na Hespanha e cm Portugal, paires
froclo das mesillas ideas e dasinaimas esperanza, a governatlos uestes ltimos lempo', cada um por sua
ilTIRIOJt
obra do rTle'mos homen
A conjurarA de 1857 revelen, todava, ama cir-
cuinslancia inteiramenle nova : c vem a ser, qae os
-cua autores nSo se mostraran mais dispostos a pou-
parem o governo eouililocional da Pieratinle, do qoe
os governos do Papa, do rei Fernando c do grao- lu
rainha, os esposos da loborana lem o titulo tle rei.
Vio-se que era justo qae o marido de urna rainha
reinante livesse a meima pntico social qoe sua mu-
lher, quandn nao devesse parlilbar sua auloridade.
Soa M tgestade aslii cerlamenle em melhor posiro
; l-arii julgar, se urna semelhante diatincrao na Ingla-
que Leopoldo ; os partidos revolucionarios rcunein I Ierra realrar.i a dignidade de seu marido.
e confundere todos estes governos n'am mesmo sen- | Se o titulo de principe consone da' ao principe
lmenlo de odio, e n'um iccsmo desejo de vin-
g.tnja.
Causa sorpreza o haverem os conjurados eseolliido
a segunda cidatle do Piemonle, a anliga e gloriosa
cilade de Genova, para quailel general da conspi-
raran.
Todava, nada hi mais simples c maiscooforrne
com a lgica das facres.
Os partidos revolucionarios de qne a Italia abun-
da, lodos orna detestam e combatem sem cessar,
ora as oceultas, ora em campo aborto, lodoiosgo-
vernos doi estados italianos que podem setvir de
obstculo ao xito dos seus designios.
Porm, o governo liberal e rao lerado do Pie-
monte impira-lhes particularmente om odio invete-
rado.
Por iso que este governo proslou ao pa'i os maio-
res serviros dorante os seto annos que liincciona re-
gularmente, exerce urna poderosa seducrao, e, para
assim dizer, irresialivel, aolire os oulros povos da
Italia.
Em toda a pennsula seguem-se passo a passo com
um ardor sinipalhico e una secreta inveja os pro-
gressos de tula a especie que o Piemonle vai rie dia
para dia fazeudo, e os homens esclarecidos, aqoelles
a qoem a opimo publica tributa estima e respeilo,
nSo pedeir. para o resto da Italia seiiio inslituoOcs
anlogas aquellas qae os estados sardos deven
lealriaJe e a sabedoria dos seus reis hereditarios.
O governo constitucional da Sardenha he, porlan-
to, aqu.lle que mais embar.ica, e maior cuidado d
as differentas facfoei, lie aquelle que mal Ihei desa-
grada, o cuja queda Ihes seria mais agradaval e mais
til.
Eis-aqui oulias daas circamstincas que nao mere-
cem menos allanrao.
Os conjurados haviam contado com o ltvanlamcn-
lo das massas : a sua coafianca foi illudida ; ao rom-
per da conspiraran, o povo propriamenle dio lesle-
munhou ao principio ama ceila sorpreza ; tleixou
correr as cousas, nao compreheiidento o de que se
Iralava, eo que_delta e esperavt; logo, porm, que
compreheurieii, preslou o seu apoio autorid .de, a
qual fcilmente reprimi em lodosos pontos as tenta-
tivas doi revoltosos.
O exercilo (ambem fez o seu d.ver ; ate aqui nao
ha para assignalar um nico exemplo do insubordi-
narlo.
Acham-se por esle modo desmentidos os diveisos
boatos e'palharios no publico, e demasiadas vezes
acreditados pela imprima
progreasos do espirito de indisciplina, e acerca d.i
conquistas das facres : qtiantas vezes n.1o sa lem di-
to que a desorgantsarao lavrava no exerrilo napolita-
no ; que a primeira oeeailo elle al.aiidonaria a cau-
sa do rei rara seguir outra banrieira 1
A experiencia provou que o exercilo he sempre
o mesmo, sempre fiel c dedicado, e que, a exemplo
do povo, nao qutzera ver recoinerar as semas, cuja
recordarao anda he tao recente.
Silo estes, a nosso ver, julos e excellenles motivos
para nao us inquietar mus demasiado pelo estado mo-
ral da Italia, e pela soa silu.trao politice.
Alherlo urna po-ioAo mais elevada nal enre, onde
a dignidade da mulher he parlilhoda por seu espo-
so, o povo da Inglalerra nata lera'que objertar.
Quanto a Inglalerra, nao era necessano esse titulo
para qae o principe obl.ivesse o respeilo quo Ihe he
devido. pornue ha riezesete annoa, tem elle recebi.lo
na Gr.la-Brelanlia quasi todas ns honras que a co-
roa e as grandes corporaroes do paiz podem con-
ferir.
Decreto imperial, promulgando o tratado
concluido a 2 de maio de 1857, para
regular a situacao politica do estado de
Neucliatel.
Napoleao, por graca de Dos e vonlade nacional,
imperador dos Francezes
A todis os presentes e vindnnroa, saude :
Conformando-nos com o relatarlo de nosso minis-
tro a secretario de estado dos negocios eslrangeiros,
lemos decretado e decretamos o stgtiinle :
Art. 1- Tendo sidoconcluido em Paria a 20 de inaio
de 1857 um tratado entre a Franc-, Austria, Iteino
Caldo da Graa Bretant>s c Irlatitla", Prussia, Koilia,
RIO DE JANEIRO.
SE.WD0.
SESSAO EMI8 DE JL'LIIO DE 1857.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanli de
Larerda.
A' hora do rostiim. fela a chamada, e achando-
se reun.lo numero legal, abre-ae a sess.1o.
I.1 11 a acto da antecdeme, lie approvada.
O Sr. 1 iei-ret.tr .1 di Cunta do aaguinte
EXPEDIENTE.
Cinco ofiicius do !. secretario da cmara dos di-
putados.
Trts remellen lo as propoiires qoe aulnrisam o
governo a pas.ar cartas tle naluralisarao da cidadao
brasileiro a Jo.lo Pedro Moreira, Francisco Antonio
Campos Mantua, Manuel Francisao Esleves, Joa-
quim Diego Madeira. Manoel Antonio Braga, Joa-
quim Ribeiro da Silva, Jos da Almeida Campos,
Francisco Guiarlo llorl e Cirios Eluardo Muti-
len.
Fin concedendo as scguinles oleras: 2 a matriz da
cidade deT'.'ieresina l'iauhj) ; 2 1 greja matriz de
Nossa Seiiliura do Pisso de Camaragibe .Alaeiiai); 2
as matrizes da Palma, Arraiase Curraliiiho ;Goyaz);
.'t malrit de S. Pedro do Hanario e capellas de us-
ca Seuhora rio Amparo e ta GraCa (Minas) ; e 2 a
matriz de Nossa Senhora de Nazarelh da Trindade
Mararihao'.
Oalro da mesma cmara, dispensando as lea da a-
morlizarlo para pusiutrem a mese adminislraliva do
collegin dos orpliiis do Sanlisaimo C.orarao de. Jesas
da Bahia al 200 OUOjtHlO, a capella rio Senhor Bom
Jess de Piropra, no municipio ta Pdrahybuna em
S. Paulo al 2U:lHII)St|tli); a contraria de S". Francis-
co da Penitencia, na cidade de Paranagu, provincia
do Paran, ilc iOtOOOrjOOl).
F'oram a imprimir no jornal qae publica os lraba-
Ihos do senado.
O Sr. Vergueiro manda a mesa am requerimento,
qne justifica, pe lindo ao governo copia dos documen-
tos em que bascou o Sr. director geral dai Ierras pu-
blicas as suas asserre, lio relalorio deste auno, so-
bre o estado da colunia denominadaSenador Ver-
gueiroem S. Paulo.
Apoiado o requerimento, fica adiado, por ler pe-
dido a palavra o Sr. Manoel Felizardo.
lie apoiado e vai a imprimir no jornal, que publi-
CJ Antonina, concedendo III lol^rias, qae devem ser ex-
Irahidas com preferrocia nesla cile. alim de cons-
tiuir-se nos-rainims to Vpirang., em S. Paulo, um
mouiiinenlii que atieste a prortamarao Je nossa in-
.. f --- ---- 1 ...viibini,..!.. <|c iiin-so; ,1 (o ni i,i 01 1. ...
e (.onledcrarao Suiass, para regular a siluacao poli- I dependencia pelo fundador rio imperio.
1.- I., o t ..1 1 \ ... .1. .. .1 .. 1......._i. 1...a.. .. ._.._... __
tica do estado de Neuoh.ilel, e leudo si lo troca las as
ralificores a 10 do prosete m*f de jtinlto, o 1M0
tratado, cojo theor he como se segu, receber sua
plena e intera execnfSo,
Tratado.
SS.MM. o imperador dos Francezes.n imperalor da
Austria, a rainha do Reino Lu to da Graa-Brelaoha
e lrl ni la, o imperador tle lodas as llussias, tlesejan-
do preservar a paz geral rie (ola a nm;i de perlur-
blQto e Conciliar pjra eit fitn, rom >a exigencias ti 1
locego da Europa, a siliiac.li) iulcriiacional do prin-
cipatlo .le Neuchalel e to condado de Valentn :
ES. M. n rei da Prussia, principe de Neuchalel
e conde tle Valengin, lento mimfeilado soa inlen-
rlo de, 11 > fim mencionado, annuir aos volos de seus
alliados, foi convidada a Confederaran Suissa para
se enlenler rom sua ditas magestades s ibre os meios
mais conveiiientca de se ubter esse resultado.
Conaegtiiiitemenle suas ditas mgest.ides e a Con-
ferieratilo Suissa resolvern! concluir um tratado e
nomearam para seus plenipotenciarios :
S. M. o imperador dos l-ratioez.es a Mr. Alexan-
dre, conde Colorna Walewiski, senador do imperio,
O Morning Polla, que passa por ser o orgo de
lord Pdlmerslon, mblica, a proposito dos recentes
movimentos revolucionarios na Italia, om artigo so-
bria linha rie conduela que a Inglaterra deve adop-
tar a respailo de certus refugiados polticos,
Eis as principaes passagens .te-ie artigo :
Era no comeco deste mez, que seaondo o calen-
dario mazziniaoo, a repblica vermelha devia, como
phenix, nascer de suas ciosaf.
N"a Gonova conslitucional, no tranquillo Liorne,
na silenciosa aples a espingarda e o panhal deve-
viam faz.er nllrahir as sympalhias naeionaes.
A vasta conspirado estendia-se a Franca e a Hes-
panha.
Era, pois, urna formidavel insuireirro que ia lri-
Ihar no meio da Europa ; esla udioia coHipirarao fe-
lizmente f.d mallugrada.
As forras de q-iedispiinham os conspiradores moi-
tram o errado calculo d.iqoelles que vergonliasameii-
(e se n-ruit iv.iui as agoas forlada de Londres e de
llritxellas. enviando os desgranados a morle.
O povo raspondeu dignamente a este appello feito
com o nome fiada liberdade.
Nao he de semelhante sicrorro, nao he de seme-
Ihanles defensores de que a libordadc carece, a liber-
dade tem na execrara. os conspiradores a os assas-
linos.
Quanlo a nos, nao lmjs raais do que felicilarmo-
nos de qae a moiilanhi entregue ao trabalho desprc-
zoo todo.
Algoni soldados feridos no ctimprimenlo dos seus
leveres ; algum I tucos desgraca Jmente morios com
as armas na mao ; miseraveis indignos de loda a
piedade, taes sao os resultados d'uin movimenlo re-
Tolocionerio que. devia Unrnr por Ierra as bases ta
nvilisarao, e envolver a sociedad em um dilu-
vio de barbaros que o Niger e o Congo nao podiam
igualar.
Mas sira' suflieieiile que pela nosa parle nos feli-
citemos '!
Nao devenios perguiilar e n mesmos si ealaremos
ao abrigo das suas consequencias'.'
lie urna qaealli ociosa pergunlar al que ponto ei-
la conspirac.lo foi trama la no territorio inglez.
Se f i animada com o oiro inglez, se urna grande
narao se houve rie dar hospilatilatle, uno a virtuosos
patriotas, cujos serviros a patria repelle, mas a tle-
lestaveis malfeilores, que Iramam mais odiosai
conspjraroes.
Ha sem duvida nobreza e grandeza qoando se falla
da egide da Graa-llrelanha protogendo os infelizes,
mas o infortunio lam mullas excepcOes, e as armas e
o escudo da Inglaterra nao poderi.im com eguraorja
briltiarem ama causa odiosa e delealavel.
Nesla causa, a Europa ja' deu o seu veredicto ; a
Europa repello com todas as suas forras esla forma
singular da liberdade que se musir as naces com
urna locha em utna mao e nm panhal oa outra ; a
Inglalerra nao pode acolher em si hoapedes Uoperi
gosos.
Seria sem duvida contrario a tolas as leis da lili-
pilalidade entregar.estes homens aos sus respectivos
soberanos, mas o anligo mundo nao fez mais do que
os oua principios, e as suas theorias,que p'rtencem
a pocas que ja' nos filara multo afasia 1.1-.
Convidaremos, pois, esses homens a relirar-se do
novo mondo, onde piderilo tornar-ae les, tigres ou
oulrosqaaesquer animies selvagens, e leria esta a sua
maior conveniencia.
Pelo que nos respeita, lemos om devera preencher
para com os nossos alliados, a'sim como para com
nosco.
(Jornal do Commercio de Lisboa.)
.corra dos !-ra"~cru/- lle "dem imperial da legiu de honra,
" etc., ele, seu minisl.o e secreta.io de estado dos ne-
gocios ealrangeiros ;
S M. o imperador d'Austri.i aoSr. Jos Alexan-
dre, barao de llubner, gtu-croz do suas ordens de
Leopoldo e da cora tle ferro, etc., etc., sen conae-
Ihciro iuli.iio actual e seu einbaixador juulo de S.
M. o imperador dos I'raneezes.
S. M. a rainha do Reino Unido da Graa-Brelanha
e Irlanda ao moilo honrado llemique Ricardo Car-
los, ronde Cowley, visconde de Dangon, barao Covv-
ley, par do Reino-Unido, membto do conselho pri-
vado de S M. brilnnira, cavalleiro gr,au-cruz ta
honorabilissima ordem do Banho.embaiudor extraor-
dinario e plenipotenciario de S. M. junto de S. M.
o imperador dos Francezes.
S. M. o rei da Prussia ao Sr. Maximiliano Fre.le-
nco Cario Francisco, conde de Ilalzfelll Wilriem-
bourgo Schonslein, cavalleiro da urdem Aguia Ver-
melha, rie primeira classc da Cruz .le Honra tle H-
rtenlo! lera, primeira classe, ele etc., ele,, seu con-
selheiro pritado arlual c seu enviado extraordina-
rio e minisin plenipotenciario junto a S. M. o im-
perador dos Francezes.
S. M. o imperador tle todas as Russias ao Sr. con-
de Paolo Kis-elef, cavalleiro das ordena da Roala,
cou lecorado com os .lous retratos ti imperrtlor Ni-
colao e Alexiiiriie II, etc., ele, etc., ten ajudanle
rie campo, general de infamarla, memhru rio conse-
lho do imperio, seu enib.ixador extr .ordinario e ple-
nipotenciario junto de S. M. o imperador dos Fran-
cezes ;
l.o-se no Times.
Londres 20 de jonho.
O conselho privado, em sua KM0 de hontem, or-
de horoe.iiidade, f.;zendo-os trabalhar as soas 15 lio- I denon a publicarlo das cartas patentes, pelas quaes a
rainha confere vilaliciamenle ao principe Alherlo o
litlo de principe esposo.
ras por da eo bello Irabalhador, passados 10 an-
nos de (al serviro, preparado e etloca >, para se
(ornar om homem livre, e om membro nlil da so-
ciedade.
Tal he o plano que deve deslruir o trafico de
escravos, e dar a Europa abundante snpprimento
1e algotlao, assucar, caf, arroz e outros artigoi
de quasi primeira ntceisidade para a vida euro-
pea.
Nu ver la le. as vias dos humanitarias sao maravi-
Ihor.is !
Transcrevemos do aJornal dos Debates o segninle
notavel artigo acerca dos recentes successos que live-
ram lugar na Italia :
Os aconlecimentos de que a Italia acaba de ser o
O conselho fs.leral do Confederarla Suissa >o Sr.
Dr, Jo3o C Mralo Rom, inemhro do conselho dos
estados suisses, innn-lro pleuipoleuciariii, e enviado
extra ir finar o, encarroa lo do tima missa. especial ;
Os qiraes .l.'pois tle lerem commiiiiic trio seus ple-
nos poderes leipeclivos.que for.ira athados em boa e
devida forma, concoria-am ns anigos seguittles :
Ail. |. S. M. o rei ila Puis-ia consenle em re-
nunciar perpetu itneule, por si, seus herrieiros esuc-
cessores, os direitoi soberanos que o art. 21 do Ira-
lado concluido em Vienna a fl .le junho de 181.*, Ihe
da' sobre o principado de Neuchalel, e condado de
Valengin.
Art. 2. O >sla1o de Newchalel, tlependendo de
hoje em dianle de si mesmo, eonlinu ir.' a fazer
parle da Confederaro Suissa, rom os mesmni titu-
los qoe ua outroa caiiloes, e couf'jrme o artigo 75 do
traalo ji citado.
Att. :(. A ConfederaffleSaina loma a sen cargo
lod.u as despezas provenientes dos a-onl-cimonlos
de setemiro de 1850. O canillo de Neuchalel nao
podera' ser chaina la condiboir para retal despe-
zas como oulio qualquer canteo, e pro rala de seu
contingente de dinlieuo.
Art. 4. As desperas que ficam a cargo do canijo
rie Neurhalel. serAo tepirlidas entre to :oa 01 habi-
tantes segundo os principios de orna exacta propor-
010, sem que, por meio de um im. .-lo excepcional
ou de qualquer oulro modo, ellas possam sor exclu-
sivamente ou principalmente, postas a cargo de ama
class-, ou categora de familias ou inriividoos.
Art. 5, Una amnista plena e intei.-a sera conce-
dida a lodos os delirios ou conlravences polticas oa
militares pm relacao am ltimos aconlecimentos, 1
em favor de todos os Neuchalelenses, Sui-sos ou es-
lrangeiros, c sobre ludo cm Tavor tos milicianos,
que, passando-se para o eslrangelro, subirahiram-se
a nbng'cao de pegar em armas.
Nenhorna acro eriminal 011 correcrioual, por per-
das e dainos, podera' ler inlenlada pelo canillo de
Neuchalel nem por qualquer oulra corporarai on
panol, contra os que toroarnm parle direcla ou in-
directamente noi aronlecimcnlos de selembro.
A amnista devero' eslsnder-se igualmente a to-
dos os deliclos polticos ou da imprensa anteriores
aos refer I is aconlecimoiilos.
Art. 0. As rendas dos beus da igrej.i, qne em 1818
foram reunidos ao dominio do 0.1,1 o., nao poderao
ser tli-lrahidas de seu destino primitiva,
Art. 7. (J> capilaes e rendas dos eslabelecimeiitos
po, o privados de ulilidade publica, assim como a
lo-1 ma legada pelo liara de Puay aos cidadaos de
Neuchalel, lerfio religiosamente respeitados : nrlo
mtnti los conforme as tuleticdes, dos fundadores e aos
actos que instituirn! esars eitabelerimeolos, e nao
poderu jamis ser desviados do sea fim.
Art. 8. O presente tratado sera' ratificado e as
ralificacOs terito trocadas no prazo da 21 dias nu
antes sofr possivel. A ti oca lera' lugar em Paih.
Em f do que os plenipotenciarios respectivos o
assignaram e pozeram o sello de su.is irmoi.
Feito em P-.ris aos 26 dB maio de 1857.
(f.. S.) Assignado : A. Walewski.
Gotha, nem mismo linha recebido um paralo
inglez.
Ainda qae subdito nalaralisado da roroa britann-
ca, o principa Alberto nao trooxe al aqui senao o
seu titulo allemao, e fra da Inglaterra, eremos qae
segndoos osos da caria, tomava o lagar rie irmao
thealro merecem fixar a altenrao dos gabinetes e dos (mais moco de urna casa ducal da Allcmanha. Embo-
Ninguem podo repruvar que semelhanle dslinrrao
teja conced la ao esposo da rainha depois de riezese-
te anuos de casado. Com esle titulo, o principe Al-
berto lorna-se legalmenle inemhro da familia real
de Inglalerra, o que ja era de fado. Filippe de II-s-
panhu era rei titular de Inglaterra ; rajs o espeto
da rainha actual nao he senao o que era antes do eu
casamento, um prncipe da casa tle Saxe-Coburgo eslrangeiros hi encarregado da execurilo tlu presente
L. S.) llubner.
(la. S.) B Cowley,
la. S a ll.Uiollt.
L. S. 0 Kissalf.
IL. S.) )i Krn. Att. 2.
Nosso mnslrn e secretario de ealadn dos negocios
povos da Eoropa.
-----------------------...... uu.u. UH ...,^,.,a....u. ^,.w^-
1 ra linha eulre nos o tralameulo de real sej aco-
decrelo.
Feito em S-int-Cloud aos 10 tle junho de 1857.__
Napoleao.Pelo imperador, o ministro dos negocios
eslrangeiros, A.Walewski.
Visto e sellado com o sello do estado.O guarda
sellos e miuinro da juslir 1. Abbatacci.
'..Vonileur.'
ORDEM Di) DA.
Comparece o Sr. ministro da guerra, e conlinua a
segunda di-cus-ao ila lixarao de forras de Ierra.
Sem debate julgain-sedisculidos os art. 2" e 5V
It'lira-se o Sr. ministro, e sao approvados lodos
0 arligos ta proposla do governo, com as emendas
ta cmara dos deputados, pora pass.r a lerceira dis-
CUS-.i I.
Enira em primeira tliacussao a proposito da c-
mara dos depulados, aulotisaodo a congregarlas das
faculda les do imperio pata mandar admillir a ma-
tricula, as respectivas facilidades, os esltidair.es que
nao se bouvercn matricula Ju no prazo mar a lo pe-
los esia(ulos.
O Sr. Vitconde de Jeqirtinhouha oppe-se a pro-
posito, e nSo concebo que sem iiilurinirao rio go-
verno se pretenda fazer urna refonna desla ordem,
quan lo ain Ii mu recenleiiienle foram approvados
os estatutos da: UOtttl faculdades de direilo e me li-
ciua, e'.tboiados com grande ealutlo. depois de ouvi-
do o consel 10 rio eal.nl.i. A ter rii dar-se a algoem
a altribuir.lo que a propisir.lo lem em vi-la pus 11
pira as congregaciie, parec 1 mais razoavel que fos-
ee o goverao ; mas as ron^regaroes uuoca concrda-
la o oratlor que se conceda.
O Sr. Jobim entende que nao se rieve dar as con-
gregarles o direilo de fazer txceprei na lei ; e que
masnio quanlo a assembla geral d estas dispensas,
ha nisso grandes inconveniente!.
Mas como ain la se nao discutirn) o estatutos que
esta.i rm execucao, e que esta proposir,1n quer alle-
rar, reqoer que a cummissau de in.tru.-oj i publica
da seu parecer lano sobre a proposirao como sobre
os esialulos.
O requerimento do nobre senador he apoiado e
posto em di-'-us-ilj,
O Sr. 1). Manoel sostena que te nao pode deixar
de ouvir a commis-ao, e manifesla-ae contra a pro-
posirao.
O ir. Parral combate o requerimento por iunlil,
porque a materia lie loo clara que nao demanda ca-
me algum da commissao. A proposirao nao faz man
do que reslabeleeer tima pralica ja oulr'ora seguid,
sem id omeiiietit e poupar ao poder legislativo es-
tar t tilos os anuos a oecaparse com cousai de too
pouea motila. Vola pus, contra o leqoenmeulo.
O Sr. Jobiin alstenla a necessidede de lomar urna
deliberarao definitiva lobre os eilatulos das faculda-
des de direilo e ineicin-t.
O S-. Wanderl-.y, em resposla ao nobre senador,
faz alsuiiias obseiv.irOes sobre a maneira porqae o
governo proceda na reforma dos estatutos das fa-
cilidades.
O S'. C.irneiro de Campos julga conveniente todo
o ex,mu a esle respeilo, e que se nao devem facili-
tar taes corcesses. Vota pelo requerimento.
O Sr. Mrquez to Olinda entende que o senado
a n la nao otlA bastante hab 11,1 lo para nter; or um
juizo segur) s ibre os novos estatutos das faculdades
lo iiiipeno. Vola pois conlr.i o requerimento.
O Sr. J .lu.u eipliei o seu p.nsamento, que n.lo
foi bein co nprelieiilido polo Sr. Wanderley, a res-
peilo da reforma feita pelo governo nos eilalulos das
facul lates.
O Sr. Fi'rrax entente lambem que anla nao he
possivel tomar convenientemente urna deciAo rieli-
nilva a respeilo dos e'laliilos.
Orou depoi o Sr. Wauderlet. respon lendo a al-
gumas asicrcas to primeiro orador.
Dada por diieolida a metera, foi o rrqueriinen-
lo approvatlo m na primeir.i parte, e rejeilado quan-
to a segunda parte, sendo a proposito remellla a
commissa.) de inslrucrao publica,
Enirou mais em lerceira tliscussao, e foi approva-
da sem dbale pira subir a sancro imperial, a pro-
positlo que n. Ii ra a aposeul.-ilora do desembarga-
dor Pedro Madeira do Abreu llrando.
Seguio-se a lerceiio discus-aa da proposirao qoe
concede um auno tle liccnga com lodos os seus ven-
cimentus ao Dr. Elias Jos Pedrosa e oulro.
Verificiudo-se nao Ii iver casa, ficou a dscussao
odiada*
O Se. p-esidenle dea para a ordem do dia :
Diacussa 1 dos doua r-querimcolos adiados por se
ter pedido a palavra.
Cotitinii ic,.io da tliscussao adiada : lerceira dscus-
sao da pr- posicSo da cmara dos depolados, aolori-
tando o governo a exonerar a companhia de nave-
gacao do Amazonas das obrigares coiilrahlda rela-
tivamente 1 coloniarao, com a emenda approvada
na segund, dscussao, e o resto das materias desig-
nadas.
Levanta-se a sess.lo as 2 horas.
A 18 de julho nao funecionuu a cmara doi depa-
la lus e a 20 nao houve no lenado.
21
Presidencia do Sr. Ensebio de Qteiroz Coul'mho
Matoso Cmara.
Stimmario. Expediente. Itequerimento do Sr.
Carneiro de Campos.Ordem do dia.Requeri-
mento sobre a .'.em .1.0.1 > da igreja de Sania Xana.
\ 1 til iiuenio.Oradotei os Srs. Ferraz, Wan-
derley, barao de Murtliba e Dantas.
A' hora lo cosame, talla a chamada, e achando-
se reunido numero legal, ahre-se a ses-ao.
Lidas as actas de 18 e 10 do correte mez, tao
approvadas.
O Sr. Vrimeiro Secretario d conla do seguinte
EXPEDIENTE.
Ouatro oftieios do primiiro secretario da eamara
dos deputa lo, remetiendo a seguinles propogires
da mesma cmara, approvanlo as aposenta lonas
concedidas ao desembargador Jos Marianno Correa
da Azevedo Coulinho, e 10 ticrelario da provincia
de Gayaz Feliciano Jos Leal ; concedendo um anno
de licenra para Iralar de sua sau-le a deambargador
Jernimo Martiniano Figucira de Mello; esleiulen-
do o benel ro da navegado a vapor da companhia
Itrasileira le paquetes tic o porto da cidade da Vic-
toria ; e cunee,leudo loteiias s malrizes tle Cabo
Verde, villa de Passos, das eidades de Baependy a
Poato Ale;;re, provincia de Minas-Geraes ; ta igre-
ja ila l'.iuliiili 1 do lermo de Porlo Segoro, provincia
ila Babia ; das malrizei do Ic, da 1'herezir.a, da
l'.itnlia. de Prados, de Sania Rila, to termo de Bar-
bacena, de Nossa Senhora do l.ivramenlo, de llaiia-
neiras, da :idade tle Macein, e do hospital de cari-
di 1e di mesma cilade.
VSo lodos a imprimir no jornal que publica os
ral.albos do senado.
O Sr. Carneiro de Cimpos jcililica e manda a me-
sa o seguinte requerimento :
Iteqoeiro que se peca ao governo, informe se
desde que o governo ingltzlpromalgoo o bil di 1815,
sobre a reprselo do trafico dos Africanos, o gover-
no brasileiro fez com aquelle governo algam accor-
do para qua a execurao deste bil ficasse por algum
lempo suspensa ; oa pelo contrario sempre reeli-
iiioii contra elle, e ne^oa ao dilo governo o direilo
de o decretar.C. Carneiro rie Campos, o
He apoiado, e fica ariiailo para a primeira seiso,
por ler pedido a palavra o Sr. Ferraz.
ORDEM DO DIA.
Enlra em diicusso o requerimento do Sr. baro
de Muriliba, apoiado em 15 desle mez, pedindo in-
forraaroes ao governo acerca da desoccoparao da
igreja que serve de fregoezia de Santa Anna desla
corle.
O Sr. Ferraz diz que o requerimento como mel
de pedir informar/iet nao preeiirhe, no seu entender,
o fim que deseja o leu nobre autor, e sendo conve-
niente que sobre o objecto a que elle se refere hija
nina dscussao mais proveiloia, far-lhe-ha elle ora-
tlor um .1 I Mmenlo exigindo esclarecimentos mais
ampios.
P.ira motivar essa a.I Hmenlo, observa qae am
dos embaraces com qoe lula presentemente 11 direc-
tora da estrada de ferro rie D. Pedro II he a direc-
cao que deve dar ao lril'10 que tem de rhegar do
Campo de Santa Anna ao logar da Praiuha. A di-
rectora apresenloa ao governo em Janeiro de 1856
o ptano desse Irilho, qae compreheuriia ama parle
do terreno do arsenal de marinha, parle em que de-
via ser enllocado am arm-zem para a recepro dos
productos transportados pela estrada de ferro ; mas
depon deapprovado esae plano tppareceram duvidas
por parle do Sr. ministro da marinha da entilo, qoe
nao quiz ceder aquella terreno exigido pelo emprei-
teiro para poder levantar as obras que eram necesia-
rias e que demandavam lempo para a la eslibili-
dade e fortaleza.
Nao se lando entregado esae terreno foi preciso
recorrer a oulro ponto, e entao appaieceram emba-
razos poi parle do empretlciro e de om particular
que exiga grande somma pela tiesapropracao do
teu terreno ; embaracot que deram em resultado a
contestaran que lem havido, e por conteqaencia a
suspentao das obrai.t
Alem destea, novo embarazo apparece lambem na
reluctancia qae o nvenlo e a directora da estrada
(eera encontrado por parte da irmandade do Sacra-
mento da freguezia de Santa Auna. Posto qoe o
terreno em que est edificada a rapella qne serve de
matriz a essa freguezia nao fotse neeessario para a
foinlioao do edificio da eslacao terminal, havia al-
gutna raza. propriamenle de polica para que o go-
verno lustenlasse a exigenria ta demolilo do tem-
plo, demolilo em qae o empreiteiro iusislia para
seguir u traco qne eitava marcado. No logar onde
se acha a eslacao terminal deve bavcr necesaria-
mente, grande alfiuencia de vehculos ; e pss (rente da igreja o respectivo Irillm, (.caria muilo
embararido o transito das peison qae a ella concor-
res-ern para a'sislir aos oflicios divinos.
Propoz-se a re-o por meio de indemnisarao
cusa da companhia ; essa indemnisacao pareca 1
lodoi mais do qu auili.-ienle : ofTereceram-se pri-
meiramenle 40:0009, e depois mais 5:000-2 par os
Irali.illin. da demolilo, ceden lo a companhia todo
o material que delta proviesse ; mas a irmandade
ententleii que devia apmveil.tr a occasio para ne-
gociar ; exige 80:000S, e para ver te nbtem esle des-
mesurado prego lem creado repetidoi embarazos,
ante os quaes a companhia 11 lem havido com todo o
lento e prudencia.
Persuadido de qoe_o nobre aolor do requerimento
n3o se acha bem in'formario do quo tem occorrido
sobre este negocio, enlenleu elle orador qae devia
dar estes esclarecimentos, nao para defender o mi-
oiiterio, mu para mostrar que te culpi lem havido a
este reapeito, dando em resultad > os embaraces em
que ae acha actualmente a companhia, nao cabe a
esta nem ao actual Sr. ministro da jostica, mai pro-
ven da reluctancia da irmandade da freguezia de
Santa Anna na entrega de lerajinjs penalcenles ao
Estado, que deviam ser cedidos como quaeiqaer ou-
lros perlencentis a particulares".
Em seguida, justifica o ora tnr vatios additamen-
toi ao requerimenlo em dscussao, em um doi quiei
pede a estilstica dos processos orgenisados sobre a
base da lei de 18 de selembro de 1851, e em outros
requer eselareciruentoi sobra cbjectoi relativos ad-
ministracao de fazenda e de marinha. ifim de habi-
litarle para a discusso do nrrammlo.
He apoiado o seguinte addilamento, (cando o
ap iiamenio dos oulros que n3o leem relelo com I
materia em diicotsao reservado para occasio oppor-
luna :
Pecam-si ao governo copias de todas e quaei-
quer representareis, prnpntlas e papis relativos a
'lesapropr-.ac.io; na cesiBo do edificio e terrenos da
capella de Santa Anni da fregoezia de Santa Anna
desla corle, para dar servidao ao Irilho de ferro da
esltco central, oa terminal Prainha ; que infor-
me se o traco do mesmo trriho lorna oa nao neces-
saria a referida desapioprisgo e demoliro da dita
capella, e qual a mdemiiisaco que a companhia
oflerece, e a que a Irmandade respectiva exige, e
qual o justo valor do edificio e lerreuo.Silva Fer-
raz.
O Sr. Wanderley explic o que occorreo, tendo
elle orador ministro da marrulla, lobre a rerosa
da cesso companhia da eslrala de ferro da
urna parle do terreno pertencenle ao arsenal de ma-
rinha.
Segundo o rontrap celebrado em Londres a linha
la eilrada devia ir sabir a Vallongo ou ao caes da
Impcialriz ; mas apparecendo obstculos calnden-
se que era mais conveniente ir a linha tihlr k Prai-
nha.
O prttidenle da compiohia nao adiando lugar
apropriado onde poleasa eslabelecer os armazens do
qae ella preciiava, enfeuden qae convria lomar pa-
ra esie fim ama parla do terreno do arsenal de ma-
rinha em que exislem algons armizeos e oftl-
cinas.
O orador assiilio ao exaroe feito pelo mesmo pre-
sdeme mas logo Ihe declaren qae a repartidlo de
marinha nao po leria ceder aquelle terreno sem gra-
ve damno do arsenal, ou meimo sem alguma forma
nullifica-lo.
Nao obstante esta declaraco apresentaram-se ao
governo as plantas da estrada comprehendeodo
aquelle terreno; mat os collegai delle orador em
conselho concordaran) em que da approvaco destat
plaa nao ta segua a cesto do qae perlencia ao
arsenal, declarando o Sr. ministro do imperio que
disio mesmo eslava sciente o presidente da compa-
nhia.
Sendo assim, claro beque o governo ojo Irouxe
o menor embarazo rompaohia neganlo-lhe, como
se disie, aquillo qus Ihe lora concedido. O governo
nao podia fazer esla conteiso sem autorisaro do
corpo legislativo, e ain la quo podesse uso a devia
fazer em villa do damno que dclla resullava ao
arsenal de marinha, ja por si extremameute aca-
nhado.
Limla-se a estas eiplieaces, reservando outras
em relacao a actos do ministerio de qae fez parle,
para quando enlrarem em diteussao os outros ad li-
1.menlos apresen lados pelo nobre senador qae o pre-
cedeu.
O Sr. Barao da Mariliba diz que o teu iTm apra-
sentando o requerimento foi despertar a iltenrao do
Sr. minisloo da joalica para qae elle hoavesse de
deferir a representarlo que a presenra do governo
imperial foi levada pela irmandade do Sacramento
da freguezia de Santa Anna. Nao prelindeu censu-
rar o nobre ministro pela orlem qae expedio, com-
quxnlo essa ordem Ihe parecesse om ponen precipi-
tada ; lano mais quanto pelos docuinenlo. que elle
orador linha em seu poder sabia que a igreja nao de-
va ser demolida senao para aformoseamenlo do lu-
gar, aforra .seamento que nao Ihe pareca di exltema
o o. 1.1. Sabia (ambem que se a igreja era om pro-
prio nacioual, havia nao obstante terrenos e n:e-n,o
orna parte do edificio que nao pertenciam ao estado,
e .1 -un nao poda a desapropriarao dessa parla ser
feila sem qoe previamente se livesse 'ndemnisdo a
irmandade.
He agora que labe porqoe o nobre senaooro afltr-
ma naturalmente por que lem motivos pora sso )
que lia da parle da irmandade diejos de procrasti-
nar a demoliro di igreja. Elle orador n.lo linha
motivos para nolrir suspeita rontri peesoas alit
respeitaveis qae formara a mesa da mesma irman-
dade.
Tambem leve nolicla de que ha dias se apresen!.ira
na matriz o presidente da companhia e exigir que
Ihe fossem entregues em certo prazo as chaves da
igreja, funlando-se para islo em outro oflicio dirigi-
do i man pelo ministerio do imperio era que se fal-
la v a de umi commissao qoe devia Iralar de cerloi
meiot para se fazer a duapropriara.i e cuidar da edi-
ficaco da nova igreja.
O qua 1 irmandade pedia ao governo, era que de-
moraste por algum lempo a desocopaco da igreja,
al que ella houveaie da pmmplificar parle de onlro
templo para que fossem depofilarias ai santal ima-
gens, temblando que a trasladarlo deisas imagens
para S. Goncalo Garcia nao eslava de iccordo com
as necesidades do culto nem com a decencia que era
misler, por que a reja nSo tinha ai necesiarias ar-
comodacoea, ealem disto eslava fra da propria fre-
guezia.
Pareceram-lhe estes motivos plausiveii pira tomar

-.
ILEGIVEL



-


DIARIO DE PBBNAMBUCO SEXTA FEIBA 28 DE AGOSTO DB 1857
a iniciativa no senado com o requerimento qae su-
jeilou a ducu-Ao. S ilie que nada conseguir com
lie, vitlo etltr lewlvido pelo governo que a deo-
copa^ao ie tara ; roas nem por Isso delxa de pensar
que Al ceilo ponto cumpre un: dever apreienlaudo
o negocio a caa.
O Sr. Danta deelra que vola contra imboa 01 re-
querimento! por entender que dcllei 10 poderiam
reauMar embanco para o governo animando a re-
islencia da irmandade, a qual, como faz ver, nada
Ieni rom a qu.--i.io, que deve aer revolvida nica-
mente pela governo de accordo com o parodio, que
lera instado repelidas vezes para que ae deiigne um
edificio pura onde ae Iraniladem tanlai imagen.
0 que ha a eensorar he a demora que tern haxido
por parle do governo ero fazer essa designadlo, len-
do-so-lhe ja observado que a igreja de 8. 1;........lo
barcia, alero de eitar lora da fregoezia, nao olWre-
ce a eommodidadea precisa.
Verificando-* nao lia ver casa, Dea adiada* clii-
eawtao.
Marca-ie a ordem do aia, e levanli-se 1 lessao a'
1 'i hora da tarde
logar, acanlio-me eom ler de encelar o dbale, por-
que comprehendn que cm nina disctalo remo esla,
importante, aquelle a quem cabe usar da palavra
em primelr* lugar leni obrig-cAo de elcv,i-la a nina
altura a que minhas larcas n,i 1 permitiera allingir
[Nlo apoiidos./' Ac.niho-me ainda porque i> po-
dendo enlrar uas graves que-loes propnas desla dia-
na nossa ni. 1 mil 1 inercanle lejira admillulos a ma-
tricula eslrangeiros que alo douverein anUriormen-
le servido na armada nacional, o governo actiaria
niai- 'acidade em engajar eslrangtiro.
NSo tenlio razAu para instar por este expediente ;
fallam-me a experiencia eoscondecimcnlo nraticos;
loarte leudo por uso de limtar-lll* as qi raprodozo .ornete orna opioilo, qu, c, Po-
pequeninas e anda. qu. se referen, a miaa e a nu- | re.n que em lodo o caso a cundirlo essencial he I
lia podoiei prender a elevado dos veucimemo a creacaode outras vao-
mainies vantagens nos engajado*, for prohibido que | fus.lo para adiar o molo por que se devera regular do homado ministro da raariiiha quo demonstra o
SESSaVO EM 22 DE TI.HO.
Presidencia do .Sr. Eusebia de ueiroz Couliuhn
Malloso Cmara.
Sumnurio. Espediente. Keqoerimento do Sr.
Perraz.Urdem do dia. Ktquerimento sobre a
leinutirAu da igreja de Sania Auna. Oradores os
Sr*. Ferraz, Wanderley, vlsroodede Alboqoerque
Uooc*lvis Marlini. Rejcir*.*. Colonia de Ibi-
eaba.
\'i 10 horas 3|i da maiihAa, por impidimeoto do
Sr. presidente, abre a leieao o Sr. vici-preiidmli,
estando presente 31 Srs. senadores.
I.ids a acta da anterior, he approvado.
EXPEDIENTE.
O Sr. 1," Secretario le uro oflirio do !. secretario
da cmara dos depuladns participando qu a me-ma
cantara adoptoa e dirigi a' sancoao imperial o de-
erelo daassemblea geral, remeltirio pelo senado, au-
lonsando o goveroo para depositar 110 Banco do Bra-
sil e suai canas filian'ai ommaidipouiveii no ihe-
louro c Ihe-ourarias da lazeuda das provincia.
rica o senado ioteirado.
He apoiado, e fica adiado para al. ssssAo por se
pedir a palavra, o seguinle rrquerimento :
Per-ara-ie ao governo, pelas rtparlicoes qnem
competirem, os scgninles esclaiecimentos :
a 1.* L'ma eslattslica dos piocesios orgsnisados al
o prsenle, em virlude da lei de 18 de selembr
de 1831, com disliuccalo de cada urna do suat -
pecies.
3.' Qoaei as gratifiesc,n concedidas por cada
oro dos ministerios da fatend, justica imperio nu
mezes de marco e abril do crtenlo, o quantum de
cada orna, a data da concenAo, o nome dos agracia-
dos, se estes ja gozavam de ootras gratificare.", o
quantum desles e de outros qoaesqoer veiiciineiiio-
que tiaham na poca de soa concessao.
3. Qnaes as causas qoe aclaarim pira 1 nao
confereci e apresenlacao ao carpo legislativo, no
lempo marcado, da tabella da nova laza sobre as lojas
escripiurios conforme a dispoiicflo da lei do 1." de
outokro de 1856, art. 12, $ 3. da copia da mesma
tabella, e dos trabalhoa qne Ihe rao concernenlet.
u i.' Qnal o numero dos escravos matriculados, e
qee pagam a competente taza no municipio da corle.
5." Um eiemplar das leis proviuciaes qu* crea-
ran] impostas sobie a importarlo oo cxpuriacoes, e
outros objeelot em que Ihes he is vedado, conforme consta do relalorio do ministerio
da fazenda.
11 6.- Copia ou um eiemplar de qoalquer regola-
ment publicado pelo governo em virlude das auto-
risa(rs que Ihe foram dadas pelo poder legislativo
para a reforma dos regulamenlos sobre a arreradacAo
dos bens de defunlos e nutenles, imposto do consu-
mo da agoaidenle, sello fizo o proporcional, alfan-
degas (consulados.
". Qail a despeza provavrl que demandan) as
obras hydraolicas e qoe se eiIAu conslruindo em
frente da alfandega para soa concluilo : e copia do
nrgaineuto respectivo, e das qoe te emprehendem ao
lado deslat al o arsenal de guerra e o de marinha.
8.- Qual a despeza feila coro as obras internas
da alfandega da corle desde o anno financeiro de
18531854 at o ai.no findo, com in lividuacAo da
que perlenee a cada anno, o qoaes at obras feilat
durante o mesmo periodo.
'J." L'ma tabella dos rendimenlos de cada orna
alfsndega desde o anno de 18O1851 al o anno fi-
nanceiro findo, com a demonstraran do augmento ou
diininiiir.ii, verificada em cada anno, e em relajo
aos annos anteriores, e as causas que o delerm-
naram.
10. Qaaei as gralificanies diarias concedidas aos
guardas da alfandega e ajudanles de conferenles em-
preados na descarga dos objectoa per lene tutes a' es-
trada de ferro de 1. Pedro II, por conla de qoem
foi ou lie feila esta despeza, e a quanlo tem monta-
do ella durante os anuos financeiros decorridos des-
de a data de sua concessao, e qual a ordem que os
eslaheleceu, e as razdei que a juslificam.
11. Copia do parecer da seceso da fasenda do
con.tifio de eslado sobre o projeclo d* rerorma da
tarifa dat alfandegas organisado pela comir.isao para
aso noineada, assim como de quatsqoer urden ou
dterelot que tem modificado as disposistt da
nova tarifa.
12.' Qual a importancia annnil ou valores de
objeclos livres concedidos desde 1819 at 1 publiea-
(3o da nova tarifa B/Jia ebras proviuciaes ou munici-
paes, cora distinc(3o dn que perlencem a ceda pro-
vincia.
13. Copia do regulamcnto do governo que deu
nova organittjao a' classe do ofliciaet de fazenda
da armada.
11.- Quaet 01 erabaracos que enconlra o gover-
no na ezecujo da le de 28 de seleinbro de 1853,
art. II, 2, relativa a' alienado dos terrenos dts-
necessanoi ao jar im botnico.Silva Ferraz.
OKDEM DO DIA.
Contina a diteussau, adiada na sessao anteceden-
te, do requeiimenlo do Sr. btrAo de Munliba, apoi-
ado em 13 deile mez, pediudo infoimaces ao gover-
no a'cerca da desocopa^ao da igreja que ttrve de
matriz de Santa Auna desta corle, com o addila-
menlo do Sr. Ferraz apoiado na ultima settao.
O Sr. Ferraz, continuando no seu proposito de es-
clarecer a quesiAa, por ler sido com este fin que
apre'enloo o addilamento, faz ver, com a leitura de
um relalorio do presidente da companhia da estrada
de ferro de D. Pedro Urque o ajuste sobre o Iraco
leisa estrada ate a Prainha foi considerado como fa-
zendo parto integrante do contrato celebrado em
Londres, e que oesse trajo eslava camprehendida
parle do terreno do arsenal de marinha.
Approvado como foi aquelle ajuste, era urna con-
cqueneia a ceesSo de tal terreno, e a recusa da soa
entrega a" companhia foi no sen entender um emba-
raro creado pelo ministerio tramado, qae nao se
lime em objedo de tanta transcendencia cora o len-
to e prudencia qoe eram para detejar,
O Sr. WandeiUy reproduz a informacAo que den
honlem tobre a materia, intislindu em considerar
altamente prejudicial para o servido publico a ees-
sao do terreno a qoe se allude, que alias nAo po-
dia ser feila, como ja diste, sem autorisa;Ao da ns-
embla geral. Conclue defendendo-tt, e ao mi-
nisterio de que fez parle, dtt censuras que Ihe di-
rigi o nobie senador, parecendo-lhe que te elle
as merece, -,1o ella igualmente esbidas ao gabinete
actual, por nAo ler reeolvido ja a queslAo no sen-
tido ezposto pelo mcsnio nobre aenador.
O Sr. \ i-conde da Albuquerqoe he de npiniao
que ae os rrqaerimenlos tem por fim pedir docu-
mento que sirvttn de baso a qualqoer censura que
sequeira fazeraalgum ministerio sobre o seu proce-
dimento ao negocio de que se trata, sao ellos esco-
aadot, porque na discussao do orc, ment e na pre-
senta do respectivos ministros poden: os nobres se-
nadores conseguir o aeu lim. Se* discustAo qoe
se promove be para remover de algom modo o
embaraces que eslo apparecendo tobre um objec-
lo queoecupa actualmente a allencAo publica, pa-
rece-lhe que com ella nao se oblera' osa resultado
que pelo contrario podera' aggrivar mais semejan-
tes embaracot, coja remojao compie entregar tgo-
ra ao prudente arbitrio do coverno.
De accordo com ela ideas tero de volar contra
os requerlmento, cumpriudo-lhe declarar, em re-
lacil ao primeiro, qoe nAo v o menor desacato ao
coito no aclo da demolieAo de urna igreja qoitido
eligida pela necessidade publica, podtudo antes
mollas veze essa demolieAo o ser feila com muita
vantagem para o mesmo coito ; e pelo que respei-
la ao terreno do arsenal, i* a nlilidade publica eli-
gir a soa detapropria(3o, nao ha duvida qoe pode
ella ser feila mediante a respectiva indemnisacao,
su do valor do capital all empregado, como dos
damnos emergente que pode soOrer a admiuulra-
;3o deiapossando daquella proprieds.de,
O ir. t.uncalves Marlins opina uo mesmo temi-
do que o !>r. Ferraz : nao i.he como lia de separar
as ideas da approvacao do tra?o da esl;ada e da con-
cessao do terreno do trienal. A reserva de con-
servar esse leireno seda orna especie de IraicAo a'
cnmpaiihia 01) aos eapilaes dos aeus tociados. Fa-
zendo jusli;a ao minulerio patado, dtve-se crer que
elle eslava convencido da vantagem da concessao da-
qoelle terreno, do contrario nAo lena approvado o
lr,o. Qusnloa' faculdade paiaa cesso do mes-
too terreno, parect-llie ella indubitavel a vi-ta da
le que legolou as deiapro|ina;&e para at estradas
ile ferro.
>Ao Inven lo mai qqem peca a palavra, proce-
de se a votacAn. c he rejeilsdo o requerimento do
Sr. bardo de Mantilla, ficando prejudicado o addi-
lamento.
'Segoe-st a dieuao do requerimento do Sr. Ver-
:u-iro, apoiado em 18 deste mez, pedindo ao go-
verno os documentos em qoe a dirccloiia geral da
lenas pub'icas fundou o sen relalorio no que res-
peit.i a colonia.Senador Vergueiro.
Br, Souza e Mello trata de. mostrar que n.lo
ha no relatoho a que o rrqnerimenln se refere as
invtai'.lidoe* apouladas pelo Sr. Vergueiro.
i'Sr. Vergueiro sustenta a uecesidade da pie-
ttnfja dosdocuintnlos que requer, nAo se dando por
satifeito com as tiplicaroes dadas pelo Sr. Sonzi e
Mello.
Dada ,1 hora, liea a di.cossAo adiada.
O Sr. Presidente da' para a ordem do dia a ter-
cena discu-uo da lizacAo de forcas de trra e mais
materias liada, e levantase a seisin as 2 horas c
-" tras provincias do imperio,
allenco da cmara (nao ipoiado;,' atlencao que eu
tonto desejo reptar.
O Sr. Franco de Almeida : Eisaa quesles rito
de verdadeira ulilidade.
O Sr. Arag3o e Mello : Principiarei dirlgludo
urna supplica ao nobre mioialro da nmrinh. Na vo-
lacao do orcamento de oulra reparlicAo psssoo una
verba qoe se refere ao melhoramcnlo de dout por-
'"' n>iiilia-provincie ; fallo do porto da capital e
do de Maman.iiape. Mas acosluinado. Sr. presiden-
te, a ver volados em or;amenlos anteriores quolas
par* o mesmo fim e por intit d* urna vez para a ml-
nha provincia, e seren couslanleinente desaprovei-
tada, licarem constantemente em papel, nao he de
e-tr,Miliar que o dirija agora esla supplica ao nobre
ministro da marinha, pedindo-lho que volva uas
villa* para edet objeclos qoe sAo de necesidadt e
exlrema ulilidade, e sobre os quaes expenderei al-
gumas cjisideraci'ies.
Julgo escudado tratar do porto da canital, cojas
ntcessidides -lo mais conhecida do governo, e de
mullos membros desla raso ; crcupar-me-het prin-
cipal e essenrialmeole do porto de Mamaniuape, que
para muitos lie drscouhecidu, e atsiro como s.1o des-
eoohtdda as necessidades deste porto, lamhem o
sao as vanlagens qoe pode trazer ao engrandecimen-
lo da provincia, ao commercio do interior. O pjrlo
de Mamanguape, o segundo da provincia, lie aquelle
que do rniiimuinrai.il n todn o norte da Paralnba ;
soa barra fica quasi no ailrunoeeptealrienal da pro-
vincia ; o lio he nevegnel a 7 leguas da foz, mas
na entrada a brta sendo orlada por orna litaba de
recite*, ha um logar em que esses recites se parlera
e deizain aliena pira navios le pequeo lote, pu-
rera logo adiaute existe um carhnpo que diflirulla e
loma perigosa a entrada a qualquer barco, qoe en-
tra sempre com risco de ir baler n-s-e rochtdo.
He esla a rallo pr que al baje nAi enlram no
porto de Mamanguape wnlo bircacas; mas elle com
tage 11. para as piafas de prel. Digo qoe esta, he
eondi(io essencial, porque niu^uein ignora qu as
vanlagens pecuniarias que ora tem a maruj da ma-
rinha inercanle sAo mallo superiores as da de gner-
"' 1.5,en",,la"10 biitlir esta dillerenca, o gover-
uo dilllcdmenle achara qnem queira sujeitai-sa ao
lrvic,o dos navios de guerra.
Vejo tambem, Sr. presidente, em diversos relato-
ros do ministerio da marinha, como de outros func-
ciouarios da|raesma repartirlo, a Idea de crearem se
campan!,1,1- de pesca, como viveiros donde a nona
armada vii t rar glandes contingentas.
Este pensamenlo, que mais de una vez tem sido
produ/i 1 1, me parece de grande alcance e ferlil em
resollados, n.lo sii para a armada, como em referen-
cia a outras necesidades pohlicts. Admiro poil que
al agora nada se lenha felo pelo eitabeleciroeuto
de laes companhias : as vanlagens que ellas pro-
mellem mertcem que o governo far;a algoma cousa,
que pruraova o seu eslabeleciraentn, mesmi toman-
do a iniciativa das propostas, ou fazenuo iosiuuac,6es
partirolares. Julgo, Sr. presidente, que os sacrifi-
cio que o governo houvesse de fazer seriara com-
pensados com as vanlagens qne o pa.z lodo bavia de
colher de laes eslabelecimeulot.
1,1 ..em coubecea historia da marinha ingleza.fran-
ceza ameriesna, sabe que as rluas primeirAt se or-
ganisaram com os contingentes que Ibes forneceram
osjpescadores do ranal da Mancha, foi cate o viveiro
donde sahiram estas mantillos respeilaveis que boje
da* leis ao mundo.
O Sr. laguaribe : Apoiado.
O Sr. AragAo e Mello : A marinha americana
organicou-se no fim do eculo pasado, tirando a
sua furca principal da gente empregada na pesca da
li'.'ia, e fui coni esses elementos que aquella nacAo
anda na infancia, pula resistir a priineira potencia
martima do mundo
as autoridades ; domina o pentamtnlo de que as ma
deias propriainenle de coiitlrurcAo, queexislem|
eni cerlas siluacfi.s, fazem parle da'propritdade na-
cional. Km virlude dislo grandes quesles lem appa-
recido.e o governo lem entendido dever mandar pro-
cesar, em algumai parles pessoas que corlam ma-
dira, e anda mesmo para sen uso particular.
A jurisprudencia a este respeilo acha-se em con-
fuiAo, porque a primeira que-tAo he se as madeiras
de rouslrucao (' cerlos logares fazem parle da pro-
priedad-v nacional ? l(spondem-no diariamente
pela allirmaliva, Tundando-se principalmente na
cada regia, se me nao engao, de 13 de marco de
ti9i ; mas eu nolo qae rom quanlo esta caria re-
gia p.n era ao principio eslabelecer cora cerlo que
a propnedade das |matas he da corda, lodnvia ella
mesmo coulem disposic,ts que, se nao desmenlrm,
mollificara essa opimAo ; o que ressnmbra princi-
palmente nessa carta regia he o pensamenlo de na
se coneederem tesmarias em cerlos logares, reser-
vando-so o leireno pora conservado da malas, pa-
ra o uso da armada, c no final riella se diz : ci e
vos enrarrego de evitar todo o procedircento arbi-
trario na eseeoejio dessas ordens, cuidando em que
nAo ejam violadas a propedades ia estabeleci-
dai. n
V te pois qoe a propria caria regle de alznma
maneira rtconheee o direito de pr.priedade daqu-l-
Mas, disse eu, nAo he su em relac.Ao a armada que
porta outros navios. 1) arrncame rilo pois desee U- 1 eo prevejo vanlagens dos eslabelecimeiilot de pesca,
chopo dara em re'ullaco Irazar-w para all um Nesla casa e fura riella se lera clamado contra a ca-
niercm eonsideravel
A ridade de aiainangnape he lioje sem duvida
iieuhi'ina o lereeiro nonio ero importancia da pro-
vincia, e proinetle vir a ser o secundo (apoiados) ;
soa potl(3o geograplma Ihe promclle esta vantagem;
eiilc, Como dis-p, an noria da provincia ; esla obre
om porto, |i m um commercio que aballen a toda a
parle norte da provincia, principalmente aquella
qoe fica sobe o principio da cordilhera Borborena,
que se eslende al 11) leguas desse parlo. Eslabele-
cido etle ccmmercio, serla o porlo de Maininguape
o deposito, e arraazem de diversos municipios da
provincia, laes r-.mo a cidade de Ari,i, a villa de
Bananeiras, e essendalmente a villa da Indepen-
dencia....
lim Sr. Diputado : Quasi todo o interior da
provincia.
O Sr. Araglo e Mello : Eslabelecido e desen-
volvido este commercio, seria este o podo que leria
de abastecer a todo o strtao condecido alli por Cu-
rymalah, que he urna ribeira extensa, e o da pro-
vincia do Kio Grande do Norte, conhtcHo com o
nome de Serld.
Comrrelunde por rnnequencia a cmara que essa
Incal tade lem uro futuro, que os melhoraraentos
desse porlo promeliem minio, devera ser feriis.
Entretanto tres vezes consecolivas lera sido volada
urna verba para esses melhoramenlos, e por tres
vezei essa verba lem licado oniramenle em papel !
He verdade que orna vez para all foi um oflirial de
marinha encarregado de examinar os inellioramen-
tos que seriara necefi-rios far.er-se, mas infelizmente
esta commissao n8o leve ITeilo algum.
NAo se persoadam, senhores, que semelhanles me-
lliorameutot sAo custosos ; Irata-se nicamente de
arrancar um rochedo pequeo que exisle na barra,
operadlo que, como se sabe, be fcil de execotar-se
por raeio de minas, minai submarinas he verdade,
ma, como he sabido, esses Iraballios rilo muilo co-
nhecidos era oatras partes ; entretanto at boje uada
se lem feito ueste sinlido.
A impertsnr.ia dos melhoramenlos do porlo Je
Mamangaape be tanto mais transcendente quanlo
esla ell
a cu
rcslia e escasez das substancias alimenticias ; osla-
dos e providencias tem sido pedidas para remediar
aos dirimeiil.., das elassea menos abastadas ; e nao
* pode riesconhecer que ptomovendo 01 eslabeleci-
inenlos da pesca, o governo cuncorrera' para esse
fim.
Todos sahem que recebemos do eslrangueiro urna
quaulidade prodigiosa de peixo secco e' salgado, e
que ene peixe h'aqui vendido por presos exoi hi-
tantes
Enlrel.inl 1 nos Irmas em no-sas cosas numero-
sos pontos tan piaco-ot que poderiam nao s abaste-
cer a lo lo o imperio, como fazer ama exportaran
cnusideravel para o estrangeiro. Temo!, entre ou-
tros pontos, a nlia de Fernando de Noronha, o canal
deS. Hoque, diver'os logares da co*la entre as pro-
vincias de Pernaohuco e Rio Grande do Norte, o ca-
nal dos Abrolhos, o pared de S. Thomr, ea ilha
da lrindade, que exule desabitada, estando a dous
diai de viagem da cotia do Espirito Sanio.
Nesle ponlos, e principalmente era Fernando de
N'oronda, onde exisle om presido militar, n3o he
imprssivel ao governo fazer que apparr;am laes es-
labelecimenlos. Era l'ernambucn o pensamenlo de
crear s- nina companhia de pesca para Fernando de
Noronha lem tido venliladoe disculido,
O Sr. Cunda e Figudredo : Apoiado.
O Se. AragAo e Mello : Queira devora o gover-
no, procure desenvolver eflicetmenle essa idea, que
a companhia de pe.ca de Fernando de Noranha, ha
de npparecer inmediatamente. Atsiin laubem me
consta que ha no inuiislerio de marinha tri.li.iln-.
apretenladot por am dos nosso dislinclos ollici.ies
da armada, relativamente a ilha da Tiindade. E>ie
ullicial demoualroii a necessidade de elahelecer-se
all um presi.lso militar, mosiroo a imporiaucia da
ponejio daquella Ilha, demon-lrou que o teus mares
eram immensamenle piscosos, piiucipalmenie as
cercana dos parris de Manim Vez.
O governo devia na deprezar a idea, como tm
felo, e foier que se e(abelecesae all um presidio
militar as mesmas condicei daquelle que existe
em Fernando de Noronha ; e promover o eslabde-
conlrario
O Sr. Ministro di Marinha : O relalorio nSo ex-
prime a relocao de lodos o servicos feito* no ar.se-
n. 1 ; be lmenle quanlo as ronsliuecoc.
O Sr. AragAo e Mella : Bem, eulAo abandono a
questao das constriicroi-. Eu quizera enlrar nella
pora mostrar que o servico do arsenal da Babia nao
era cousideravel : mas aceito o aparte do honrado
ministro, e vou entrar unicamenlt na queslAo do ma-
terial, islo he, no servido do alraoxarifado.
Coutollei, awevero to honrado ministro, os halan
DesipparicAo.Dizem qne nm filho do |Sr. un peifi, qual lea de Penelope anda, nao leve
Jote (ooralvee, g,nie das Alago: s. aedando-se na lim E contiuuam esses liebreus de uova eit, de
botica do hr. Pinto aprendemlo a pliarmacia, em i cuja surte nos conduemos, a sappurlar resiiinudcs es-
ama dona* noitca paitada* aahiri da mesma botica | privajo, tem aberem quaudo o seu Moytot fa-
a nAo mais vollara, sem que se pona saber a causa 1'' "so do sua vara mgica para o litar deste estado
que deu lugar a sua dOMppaiigio, e nem para onde delrunentoto !
!"' Pouca veze temos orcupedo a atienes o publica
Salubridade publica.Nenhuma providencia ohjectos ledenle a C. de B.,elivemos recolhi-
al o pro-rule se ha lum nlo, ; reir de..e corredor 1 a sempre ao silencio, por deferencia que leus inun-
do sobrado do paleo da Santa-Cruz, que com o seu 1)rs continuamente no merecern) e com o lim de
cano de c---i to einpesta as cosa vizinli., s pje ,er | nAo desgostar a pessoa algoma, como he de acata
nocivo a taluhridad publica ; tornamos, prtanlo, conducta; agora.poiem.pre.rindamos de mtis cousi-
(O* da 1848 a 183'> deiiit daa repartios. Trata- a lembra-lo, para que assim nAo se va cous.r- deiarOe, pois ellas sao criminosas quando se aule
se de empregado do almoxarifado, que lo aquellet
por ondepassa, como le abe, lodo o material para
o arsenal. Vamo ver te o material eompr ido e pas-
eado pelo almoxadfado de Pemambuco, cora um sii
pein ao bein publico 1
alraoxarife e um ) scrivSo, he inferior ao material plono nAo deve ser aquelle lugar '! Se conlinoar
vandn.
M-lhnramento publico.Ande ntislimos
nvl.menloda travessa da roa Nova para o l'oilo'. mpodecido de silicios solfriin-ulos ; he lorcuso,
da Canoa. O noiso pallb* plano, e porque razAo repilo, trazer ao vehculo da publicidade esse desvio
,---------. He forcosu usar dodneilu
Prio que nos compele, nao como accionista, mas como
comprado pelo almoratifado da Baha, cora doua ai-
moxarifes dous cscrivAes.
Em 1848 impori iran ts obra da Babia {o honra-
do ministro sabe qoe o material das obras passa pelo
alraoxanfado', em 8:l79si00, e as do aisenal de
Pernamburo em 3:8199308.
As obras sommadas coma muniede de boca, mu-
nicoes de guerra, e inuinces navaes, iinpoitsrain na
B.shia em IS:Iiihn 'i'l, e do arsenal de Pemambuco
m 52:732,393.
He este uro dospoucos annos em que o material
les que ja possuiam terrenos nesses lugares a que Comprado pelo arsenal de Pernamhuco esl abano do
elle se refera. Anda una oulra caria regia pos- da Baha ; mis logo no ann de I89 ha urna despru-
'"'"r a e,,a ae me nao enpano de 28 de julho de porcao extraordioaiia ; o da Baha figura com.......
1801), recunhece tambem o direilo de propnedade, G9:36h>>50, quando o de Pernamboco figura cora
* lauto que ordena qoe se pague urna taia por car-. 2Ui:9(KI,"^HK).
rada de madeira que ae corlar uas mermas malai' Em 1850 o material comprado pelo almoxarifado
para o Eslado, oqueimpoita tem duvida o reco- de Pemambuco mporlou em 499,0535102, ao passo
nliecimento do senhono, e urna declaraeA 1 em fa- que o da Baha he de 119:2449649.
vor da propriedade. Enlrelai.lo de ootro modo lem \ Em 1831 he de 91:279>'>. oda Baha, e o de Per-
sulo lilo interprtlado, e a ponto que eu ja vi nm uamburo be de 103:(iWMi95.
procedo por curie de madeira em que o ciiroe I011 Em IK,2 he de 98:380>II6 o da Babia, e o de Per-
qualificado de ronbo...
Um Sr. Depulado :Por causa da violencia do
machada*
O Sr. AragAo e Mello .epois deslas considera-
Coe lendo anda de fazer outras obre o mesmo ob-
jedo.
Das ardens e avises expedido! pela reparlicAo a
marinha, se enteude que nem mesmo ao propietario
do solo he permutido corlar, sem licenca do minis-
terio iU in.rinlia, cerlas ma letras para seu uso par-
ticular. Etas oidciis provocara a sua violacto.
l'oisn seuhor lie um engenlio vendo na tc-asAo
em que colhe a salru quebrarse a machina,
nambuco he de 114:li995289
Sabe o,honrada miiiistro que o ordenado 00 sala-
rio do empregado aervic.que eiles | reatara ; e des e o momento era
qoe se prova que um empregado tem m.is Irabalh ,
ou lem njual Irabaldo a outros que lera inaioresven-
cirnentos, a rctribuicAo de ara'.io- deve ser igualada.
[Apoiado*.]
O honrado ministro sabe que h pelo almoxarifado
que le fazem todas etas compras ; e quando no ar-
senal de P rnarabuco toda ela compias se fazem
por um s alinoxarife, e no da Itihia por doos, quan-
do a Importancia dessas compra feiUl pelo l-
pernianecer no eslado un que se ada talvez la-
nhamos de lamentar alguma detrae.
luspe-ioies onja.Alguem da Imbiribeira -
creveu-nos pedindo providencia para o desacatos,
e violencias pralicada pelo in-peclor daqoelle quor-
teiran. Demos o segoinle despacho : Recorra ao
subdelegado de Alagado*.
dem.Tombein ha quem e qoeixe dos diatur-
hius causados por um ootro inspector la para a calca-
da de S. J. Igual despacho.
d* aoa marcha administrativa', que le pJe traduzir
em ralla de caridade. Dar de beber aos qoe lem
ede, lie das obres de misericordia !
Concluiremos esta mal elaborada linha pedindo
a admn.islrac.ao qu, nos reSf,ia,0, tm onie ,,o
moradore darua da Concordia e sua circurovzi-
uhai que nao continua a ulbar coro iudillerenca para
o pl.aiila-licocliaf irii em urna reo li tade mandando lo-
go expdr nelle agua a venda.pai, 8,m leva> a far-
lura deile genero ao interior de mullas familia! dai
Nova Pagina Avulsano 11 Diario do Para', a quaes recebara' lonvoret e ugradecirr.eatoe, e 00a li-
Cnm o titulo deColumna variadaalie diaritmen- vrara'tambera de oulra vei incommodar o publico
cora oulra mazella sua qae ja fica registrada.
le ura artigo nolicioo, e reehelade de ehist, e finu
ra no iliiarin do Para' a ttualltaado sempre como
nosso ni l.'feclivel : alo aiiianliAa.Bem vindo te-
ja, o collega.
Soubemos por carlai da Paralaba do norte, qoe
all se prepara orna sumpluosa fesla da srnhora das
Neves.orago da capital, e que,como era anno algum,
essa prova do caihulicismo, e piedade dos Porahiha-
nos he extraordinaria ; deulre as nuiles, que se pre
O accionitla coherente.
NEGOCIOS DO APODI.
II.
Espero a indulgencia e allencAo do respcilavel
publico, para conlinoar na larefa do nono primtiro
artigo, sobre o procedimento de Manoel Freir da
hilvelra, do Apodi, leui manos e cuiihado. Sou g-
P ir am c 111 mais lu 11 lid 1111 sino, a das jovens p.irahi- gredid*) por taei homtot, sao muitos horoens honts-
. ......-------......-, o qu
reclama prorapla providencia!, da de requer pri- moirife de Pemambuco fai maior do que a das fe
meiramenle ao minillerio da marinha para corlar em las pelos doas almoxarifei da Baha, e-I vitlo que o
sua malas a madeira necessaria ao reparo do enge- almoxarife e esciivo do arsenal de Pernsmbucu tem
nho? O absurdo he lAupalpavel, que nao lorile em direilo a oidor mais favor do que aquelle que Ihe con-
lemomlra-lo, Eolrelaolo isto existe.
O Sr. Mi 11.,tro da Marinha .Nao he tanto assim.
i Sr. Oliveira Bello .Nao lem execusAo.
O Sr. AragAo e Mello .Qae nao tem execosao
sempre, hejurgavel ; mai algumas vezes servem-se
de"a arma contra inimigo,
cedeu o enlecessor do nohre miuislro da marinha
Pelos halanc is se demnnslra qus a direrenca no
material e obra entre Pemambuco e Baha he de
219:8159873 ero favor do de Pernamhuco duianle os
8 annos decorridos entre 1818 e 1855 ; e asando ha
esta dilTerenca, Invento nesie arenal ums alinaxa-
se o nobre ministro deise licenca en Ihe dira que rife, e no da Babia dou, he eslranbavrl que o go-
mnos avisos ciislera eslabelecendo ordens ideu- verno fosse corlar aquillo que ja eslMa da do, aquillo
r!e i,- qiie C'"P legislativo tiuha concedido ao arsenal de
ll Sr. .Mini-tro da Marinha :Probibodo para a Pernamboco.
eiperjalidale dessa forma 1 Se por ventura e quer HCrBeer todo ao prinei-
<) Sr. AiagAo e Mello :Prohibimlo ainda mesmo ; po de calegorias, principio com o qual uesla quesiao
para uso particular, visto que o n.lo excepta. I nao concordo, enlAo digo, hala que o arseual de
C) Sr. Mliuislro da Marinha :NAo compreheode Pernamburo lenha um almoxarife e omesciivAo,
baas he sempre que prima, porquauto leus pro-
curadores fazem lodo o posivel pora dareiu copia
fiel de sua obligacde*as sius austeras consliluinle.
Cousia-nos, que S. Exc. o Sr. vice-pre-idenlr,
apenas leu na nsa Pauna Avulsa de 26 do
corrente a noticia de eslarein alacado de lebre ama-
relia algum otliciae do.eslabelecimenlo do Sr. Re-
migio Kneip, olli iou irainedialamenle a enmmi-sAo
de hvgiene, lecomtnendaudo Indas a providencia,
para que nao daja all algum fuco epidmico.
Desprezo das leis muiiicipaes Por maia que
se clame contra o abuso de vender-se leile eom agua,
cada vez cresce inois este escndalo, cliegoudo a
ponto do portadores apaudasem as agaa ptrida
qu- eneonlram uo caminho, para acresrenlar o leile,
qoe st vende com raao cluiro.
/li amanli'ia.
O Sr. AragAo e Mello :NAo se fazem excepoes.
tsses aviso! lem lervido de arma para exercerem-se
vingaiira. He a espada de Damudei que eal
r...ri- ...I... ..__!.
quando o da Babia lem dous alinoxanfes e dous et-
crivAes, para se ver qoe o principio de categoras est
resptilado era favor da Bahia. Mas, quando anda
u- assim se da vencimenlo inferiores aos empregados
pensa todre a cabeja de quera 11A0 tem as boas gta- de Pernamboco, tendo ocorpo legislativo j: reconhe-
<\ ""r''"05- eido aoe '"denado devia ser igoal, ha manifest in-
u sr. Ministro da Marinha :Ha na oulra cmara juilu-a. Foi por esta razAo qae live a houra de olT.-
deilmado a ser nm da o ponto de partida j cimento de una campanilla de pese C m eli
^,T,e,'ra V'a q0 \! |.lr,hfi Ui ""'0S me,'los. 'I* crear um viveiro para a ar-
tU laralnba. projeclo! exulem para o cslalieleri- m,da do oerupar ura punto imprtame, que nao
f,?! 1""" "Pr7 ""'.e ;' Ca|".'al C.eSS' 'leve ro"ll",J'lr fm abandono sera que no, airisque-
mos a ve-lo em circunstancia extraordinarias orru-
pado por alguma potencia inimiga.que all caflclla-
da no* podara' cau Urna oulra considerarlo erve para mostrar que o
governo deve fazer sarrilicioi e promover as eempa-
me
porto ; mis tases projectos u3o podem ser levados a
elleito emquanlo as obras e os melhorainrnlo do
porlo nao rorem lealisado, poique os vapore 11A0
podem l enlrar.
/linda ha pouc vio-se que a companhia Pernain
burana, tom-ndo a. seu
o a nave^acAo desse 1 ninas de pesca romo meio de obelar a um mal de 00-
u proximidades da barra de Mamanguape, a
duas leguas ao norle, ou talvez menos, exisle um
porlo consideravel e hem contiendo da nossa mari-
nha, chamado a Bahia da TrateJJo, podo onde
podem entr, r navio de alto bordo.
No lempo da dominarlo hol'.andeza foi condecida
a vanllgem dessa posedlo, e O llollandezet comec.a-
ram a Irabalhar em obras de coniinumeajAo entro
ese porto o ora vaslo lago que exi-le ,1 30 ou (O
brar;ai quanlo omito do mar, lago que lem alguma
profundidad!, frabalhavam tem duvida poique'
comprehendlam a grande vanlagcm que bavia em
ligar eie porto cora eise lago, por qualquer modo,
e continuar a navegarn do lago ao rio Mamangua-
pe, onde desemboca ; porem creio que a communi
cacJo da lagoa, que be formada pelai aguas dos rios
(iurupyuna e Ilaona, ao rio Mananguape, nAo po le
ser preferida ao arranramenlo da pedra que diflicul-
la a entrada da barra daquelle rio, que me parece
rouito mais fcil e muilo menos costo, o. Espero pois
que o nobre ministro da marinha nAo consentir
que essa verba, como outrai anteriormente votadas
pira o mesmo fim, fique uuicamrute no orcamenlu.
Cabe tambem aqu,senhores, repetir o que militas
vezet lem i lo nesla casa lenihrado. Fallo da refor-
ma dos artigo! de goerra qoe ainda boje sao o cdi-
go p^nal de armada, e do regiment provisional que
regala a soa policis.
O Sr. Jaguaribe : Apoiado.
O Sr. Arag3o e Mello : Muilas dispotijes con-
leem 01 artigo de guerra que n3o podem ser aceitas,
nao so na acluali lade, como nem roeimo por nen-
huma nacAo cuja rivilisacAo etteja a par dn seculo.
Nolarei principalmente, lenhores, os art. 74e75.
Alii se commina a pena de acoules, se me nAo enga-
o, para o rrime de furto coinmellido a bordo.
Dir-me-da naturalmente o honrado ministro, res-
ponder-me-ha a cmara, qoe esses arligos eslAo re-
vogado! pela constituirlo, que aboli os a;nite; ma
prejudiciaes a 11 avegacAo e eos
porlos prximo. Deixo aos professionaes a apreeia-
cAn desla queslAo.
Entendo porem que o governo nao deve ordenar,
como ja fez ama vez, que foxem demolidos lodos os
curraes de pescada. ,Nao o deve fazer, porque ei-
es curiaes na rain ha provincia sAo tolerados por lei.
construido com autorna^ao oulr'ora das camarss
muniripae, e Imje do prndenle da provincia, c pa-
gan) impn.io pesados, decretado 1 el. assemblea
provincial.
He um genero de propriedade creada denle lempo
irainemnrial, e adquirida emboa f, propriedade cu-
io dominio se lraufere por venda ou troca, que
se recebe em batanea ; he valor que figura nos in-
venanos. F.s-a prupiie lade aulorisada prlis pode-
res do Eslado nao a deve o governo extinguir impru-
denlemenle, tem urna indemnisa<;ao qualqoer, ou
ames sera crear oa fazer qoe e cs'tal.eleca um sy-
lema novo de pescara que tupplante extinga, pe-
la sua superioridad!, o amigo dos rurrae.
om projeclo a ele respeilo
U Sr. AragAo e Mello :Pretenda locar nese
projerlo. Elle, salisr.izendo era pude, precia de al-
guma cooa pora ser completo. Sera preciso que o
governo lance m,1o de terrenos propriainenle seus
que exislem, para ler conservatorias, ou matas l-
mente desuada! ao seo uso. Aisim se acabara com
essa confu-.io de existirem 110 terreno particular lio
restas do governo.
Enlrelaiilu, fallando especialmente de provincia
nha provincia o governo le pode para semelhanle-
hm uhlisarde lerreuoa que perlcncernm aos indios,
os qoae boje exislem confundidos com a mas-a da
popalaelo, assim como lambrm poder* Ian5ar mAo
do terrenos que Consliluem o paliimono de algu-
mas cmaras monicipaes, as quae poderiam er in-
demntadas desses valure! em apolices da divida ou-
blica,
i governo possue em minha provincia cerca de
qoalro leguas de trras na proximidade do rio Pa-
rahlba, viole leguas cima de soa ful ; esse terreno,
talvez o mais rico da provincia em madeira", e o
nico eir, que se achava adondanria de ibirapitanga,
a thesooraria o arrenda constantemente por trienios.
Escuso demonstrar que sena mais vanlajoso para o
Estado qoe'easa mata fosse conservada para as suas
necessidades, do que fruir a pequea renda que ella
protuz. ^
Passando a oolro ohjeclo, peco nobre depulacAo
de I eriiambuco que me consulta entraren! sua sera,
traanlo de qutsies enneerueutes ao arsenal de
marinha do sua provincia.
Alguna Sr*. Diputados de Pemambuco :Tiro
direilo.
Sr. presidente, pela lei que crenu r arsenaes e
intendencias de marinha em I83i se eslabrleceu
que o pnmeiro arsenal seria o da corte, o segando
o da Bahia, e que os de Pernainhoro e do Para es-
lariain na lerceira ealegoria. Aniaa, nessa poca,
alem de um servido multo menor para es don*
ltimos arsenaes foram lambern decretados vinci-
menlos menores paia os seo empregados.
O arsenal do Par* promedia mallo, mas nAo tem
correspondido a esa expectativa por se haver con-
servado estacionario,sei.Ao retrogrado. Malo de Per-
namburo, que tambera al cerln lempo se cunservou
com moito ponen desenvolvimiento, comerou a le-io
de 1837 para ca'.
Esse arsenal, onde nAo bavia construcrAo alguma,
comerou a faze-las ; e assim vemos que muitos vasos
que perlencem a armada nacional foram construidos
Seria brbaro e revoltanle que o governo de urna "u "oal de Pemambuco. De enlAo para ca' o ze-
vez redozisse a miseria tantas familias que vivem
em comlicAu feliz com os emolumenlos dessa pro-
priedade que rereheram de seo anlepassados, ou
que compraran) licitamente, e pela qual pagaran
niposios petados.
Depon de fallar no eslabelecimenlo de compa-
nhia de pesca lamhem como meio de abastecer de
inaruja a nosa marinha, lembrarei anda um oulro
meio que nao he novo, que le acha consignado, se
me nao engao, n3o so 110 regulamrnlo das capita-
nas dos portos, como ainda em ordens especiaes do
g-vernn, e as lembrarei, porque me parece que
nem en. urna, nem em outra parle lem sido a idea
desenvolvida como ella merece.
Quando se Irala do recrutamento ha no nlerior
do poiz urna verdadeira cacada de homeni, inbeni
lodos que infelizmente lis um do meio! de que cer-
- :nlluencios Incaes, certas autoridades menos bem
quando outra on.id.raci. nAo houvesse. bastase a inlendonaaV. ianc.n mao^a7,^ XgT
.maSaSS;T' ,""" "" co'""0 a"e co""m P"a opprimirera seos inimi^o, rara ne-sa oc-
\^SSSS^iS^S*r*Xi*'!TSSI^. "?*' r,t?!" '" lApoiados./s, o.ovemo
para remediar estes males,
sado ao governo.
O Sr. AragAo
e Mello : Eu comece
Ora, eu julgo que se o minislerio da marinha ob-
rem da dec1ar*;ao que acaba de fazer o nobie mi-
nistro da marinha, julgo ocioio conl uoar na de-
monstradlo qoe prelendia fazer acerca da tnadims-
aihilidade de diversos artigo de guerra, notando
principalmente que sendo 80 esses artigo, 31 vezes
se acha repetida a pena de morle, e para alguus ca-
sos qoe o nao murciara. A cmara ha de couvir que
he vergnnhoso termos urna legislac,Ao,que por bem da
humanidade e da joilica he preciso Infringir a cada
momento; tal he a sua bardan lade. Apoiado.
L'ma oulra necessidade qne tem sido conslanle-
roenle demonstrada nesla c.sa, tobre a qual mesmo
1 imprenta desde minios anuo tem clamado, e al-
gumai veze, direi, discutido com vauttgem, lie
leerca dos principio! que regulam o recrutamento, e
prinrp, linei le o rec n. la ment para 1 armada. Nao
disculirei ela queslAo do modo qoe predio ; nao
qoalificarei de deiorganiadora e barbara a pralica
seguida al boje de se considerar o recrutamento
para a armada como ura meio da polica em lena ;
nao o farei pelo recio de que essa minhas palavras
recebara o estigma com que boje se redirularisa ai- [ sentar .1 S
gumas idos geuerosai que tendera a proteger direi- aseinble
los postrgalos, e a p-ssoa opprimidas.ou a retlade-
leeel a dignidadedo hornera era cerlos siluaca.
Esse estigma se contcm lodo em urna palavra de
rcenle invenr.10 palriolage ;apoiados.) Quaudo al-
guem aprsenla desa dea generosas que cealrairan
alguna inleresse, ou olTendem lgumas suieeptibtl-
dades, atira-sc-lhe a palriolage, que se lem torna-
da a cabeca de Medusa ante a qual recuam ainda
os eipirilo lories.
O Sr. BrandAo :Apoiado.
O Sr. AragAo e Mello :Pagare pois eu tambem
ornen Inhalo, recoarei anle a c.-hera de Me.lu-a.
NAo posso todava deitar de fazer algn.as conside-
racCea, uflerecendo-as a casa e ao Sr. ininilro da
marioha ; ao ministro da marinha. rujo prereden-
les de eclividades c dde*{io aos negocios pblicos
promeliem que S. Exc. ha de prestar llencAo minio
seria as necessidade desua reparlisAo. e 'remediar
muilo, dcfeilos que da de i.alla encontrar. ( Apoia-
d -.
Para evitar a palriolage, vou Irilar do recrola-
menlo no poni devisla lmenle de o tornar mais
proficuo e frtil a armada, e de um lytlema de se
pidos
te, e que esliverrm as circumslanrias de serem
dados a' toldada ; se forem tambem mandados os
menores que mendigara, julgo qae se islo se conse-
iiuir em breve todas a companhia de apreudizes
mariiil.riro- i,,i,i de estar cheias...
O Sr. Ministro da Marinha : Tem-se dado or-
den nesle sentido.
U Sr. AraalO e Mello :A'l juslras lerriloriae ?
O Sr. .Ministro d. Marinha da uni apArle que n3o
OOVIIIIOI.
O Sr. AragSo e Mello : Acvero ao honrado
ministro que a minha comarca laes ordens nao che-
garam ; houve apenas recominni laro que li para
que es menores, 01 orphA-s que liuliam lirado par
occaeiAo do cholera fnssem recolludosao arsenal de
mariiida de Pemambuco...
O Sr. Presidente :Permitame o honrado raem-
bro que o interrompa por momento!.
O .Sr. Araga.v e Mello : Poi nao ?
O Sr. Presidente : Convido a depulacAo no-
meada a dingir-se 110 paco imperial, afim d'e apre-
M. o ealographo da le approvada pela
;eral. [Sabe a depolafAo do lalaoj
O honrado depulado pode conlinoar o sea dis-
curso.
O Sr. AragAo e Mello : Quera observa.
lo de muilos presidentes e a aclividade di depula5ao
daqaetla provincia Ihe fonra dando ncreinenlo, que
se maniresta a primeira vista a quem chega a Per-
nambueo.
Em tac circomslancias, pergunto : deve ter o ar-
tf"' ?' m,n"na d* Pemambuco equiparado au do
I ara 1 A este reipeito citarei ts palavra do noort
inini-lru da marinha ; em seo relalorio elle disse
respeilo do arsenal do Para' : o Ele arsenal, que
devia ser um do primeiro- em lun-lrucc/.es navaet,
nao tem recebido o desenvolvimento qoe he de espe-
rar. O seus traboldos e-t.lo reduzl 10 a simples con-
cerlo e fabricos dos navios da eslajao. A falla de
o madeiras n e de operarios he a principal causa de
soa pouct aclividade. A lega5o imperial era Lisboa
esla' aulorisada para contratar a vinda de 10 carpin
leiros dt machado. Existe em nui-li urr.lo um date
para viga da alfandega. Esla odra esta' parada a'
espera daquelle operarios.
Quinto ao de Pemambuco, exprime-ie assim ;
Os sena Irabalhos lem adquirido grande activida-
de ncstei nllimns anno. Conrluio-se o grande fa-
brico da corveta oL'niao.u e os reparos do hrigoe
o Cearense. s Arha-e adianlada a consIruccAo do
hiale de guerra para o cruzeiro contra o trafico, e
que deve montar dous rodillo! de 30. Exisle era
coiniruccao oulro hiale para o servijo da pratica-
gem. Cntinuam as obras, ele.
Pela imples expoicao desles dou trecho do re-
lalorio te v que seria flagrante Injailica equiparar-
se o arsenal de marinha de Pernamburo aodo Para'.
Entretanto n.lo que na reorganisasao feila o anno
prximo passado pela repartirlo de marinha, e n.io
allend.o ao beneficio eslabelecido na le de I8.1, e
se rontinuou a considerar ambos estes arsenaes na
mesma rnlegnria.
A di pnlarao de l'--rn imli-iro tem da it.uilo lempo
enmprehendido a mees.ida le de elevar a importan-
cia favores do rorpo legislativo e do governo ; alem de
oulro era |8", conseguio que fossein equiparados o
veiiciinenios do almoxarife e do esrri5o daqoelle ar-
senal aos de igu.ies empregados do da Baha : esla
di ferido anuo.
Mas na reorganlsa5Ao dada o anno prximo paita-
do se eniiservi'U o plano raiunchuso de 1834, nAo se
leudo atlencao a'lerenda lei de I85i,e ao mesmo
lempo se manliveram os vencimeulos dos emprega-
dos em astado inferior ao* da Babia.
.Nesla qu'siau cu cont ser ajodado ptla honrada
depulaAu bahiana ; illudrada e justiceira como he
ella, nao consentir' nesle rebaixamenlo, nAo so por
Ilegal, como tambera por injnst
Itepito, poi, o governo eslava aulorisado pela lei
de (irraiiienlo de 1853 a reoiganisar as intendencias
de marinha. Em 1834 o corpo legislativo decrelou
que os vencimentos desses dous empregado fossem
glialadoi aos vencimenlo dos nutro da Bahia. He
claro, pois, qae esta medida do corpo legi-iativo, io-
o i mada cm 185 depoi que linda dado aulorisacAo
recer umi emenda rcstabeleceodu o principio da le
de 1851 ; igualan lo os vencimenlos de uns e de ou-
lro ; espiro que o honrado ministro nao far quei-
1,1o
Creio que leuho demonstrado que a emenda que
otlerari ileveser apprivada.restabelecendo sea igual-
dade dos vsncimcnlos dos al,mu .nles tanto de Per-
namhuco corno o da Babia.
Algoinaseonsidera5es (inda de otTerecer.qne omil
lirei uo s ivn respeilo a navegaqAo do Paragaay a
Mato-Grosso, como limbrma urna Idea queja a'qui
appareceu em oolra poca, de procurar o governo
sobsliluir o lervico da compandia de paqueles por
navios seus ; omitlirei porin as considera5Ses que
po le ia fazrr a este respeilo, porque quando pri-
meira que-lo talvez pudeso ser inconveniente tro-
tar della, alenla a siluacao era que se adiara o* no*-
sos negocios com o Paraguay ; e quanlo a segunda,
porque exigira um desenvolvimento que talvez nAo
fosee conveuieule boje Irazer a casa ; todava nos to-
do havemo de conhecer que nAo elamos muilo bem
servidos com a companhia de paquete. Em 1.
lugar, labe o honra lo ministro que a conduccAo
de recrotas e de Iropa, qus entra tambera no contra-
to cora a companhia...
L'm Sr. Depolado :Nao perlenee este objedo ao
ministro da marinha.
O Sr. AragAo e Mdlo : Mas ha cedo objedo
qoese prendem, e deile se podem tratar em geral,
diiculindo-se o orcamento de qualqoer dos ministe-
rios. Digo que este servico nAo he bem feito, porque
osvap res da rompanhia, com excepQAo Ulv-z de
dous, nAi lemas eoihmididadei precisa! para a con-
daecl de retrata e tropa.
l.m Sr. Deputado :Porque o novo contrato ain-
da nAo esta em vign.
O Sr. AragAo e Mello :Ent-o sera' por isso tal-
vez que o governo esla'pagando pelos seus passa
geiros mais do que o parliculare ; estes pagan:
por exemplo dequi a Pemambuco 100), mas o go-
verno paga 1203 por rada passageiro...
l.m Sr. Deputado :l"arece-me que esla' enga-
ado.
O Sr. AragAo e Mello :O que assevero he que
este anno tem (ido pago no thesouro, mesmo pela
repariu;Ao do honrado ministro, 120 por cada pa-
sageiro vindo de Pemambuco.
l'ma Voz :Seria de passagens anterioras, per-
ttncentes a exercicioi findo.
O Sr. Aragio e Mello :Pallo deste anno...
OSr. Ministro da Fazenda :Mandarei exami-
nar slo.
O Sr. AragAo e Mello O servico feito pela com-
panhia doi paquetes poderia ter mais dipeudioo,
talvez, ae fosse feito por vapore do governo ; mas
eila dillerenca seria compensada pelai vanlagens
que lu va de lirar o governo, principalmente a de
ler vapore capazei de conveder em navio, de guer-
ra, quando porvenlura houvesse urna emergencia
qoe islo exigiste...
L'm Sr. Depulado :He esla ama condicao do
Contrato com a companhia.
O Sr. AragAo a Mello :Mai podera' ella faze-
lo com o S. Silvador e outros vapores da mesma
qoalidade '!...
L'm Sr. Depulado :Nao esta' ainda em vigoro
novo contrato ; qoando estivtr esei vapore serao
sub-litoido.
O Sr. Aragao e Mello :Eslou que a companhia
l.a de ir conservando por mai ou menos lempo va-
pore como o oS. Salvador.
Concloirei, Sr. presidente, pedindo ao honrado
mini'tro da marinha que volva la villas para um
ohjeclo de servico de qoe lemoi lana necessidade.
como teja levar-se a elleito o avlo de invlidos,
pelo qual lano se lem clamado, e lana veze.
Ea vejo que no relalorio dele anno apena se
diz que ainda nao pode ser levado a efieilo este es-
tahelecimenlo, roas qoe o terreno para elle se cons-
truir esta' comparado.
Ora, eu devo fazer sentir a cmara qae para se
realisar esla m.-hliiirao mandou-se deduzir um dia
desold a cada prarade prel da armada, e que para
este lim creio queja exisle urna softima superior a
80 contos ; asim exittindo em deposito quanlia con-
sideravel para se dar principio a obra, e estando o
terreno comprado, nAo adevinho o moliv porque
e llie nao deu romero.
Nao espero qoe se constru ja um edificio que
possa rivali-ar com o que existe em Franca, cora o
nome de llolel dos Invalido, ma de cello alguma
cousa ja le pode principiar, algoma cnuia q.ie se
presle paraibrigar doineui que n3o sao apios para
o servico.
Lembrarei tambem por esla occasiAoao nobre mi-
nistro que nao consulta que os condemnadei da ar-
mada qae lem anda de vollar para o erv/lcc, de-
poi de salj'feila a pena, sejam confundidos na exe-
curflo della com os preses civi, como acontece ac-
tualmente na ilha das Cobras ; he esle om meio de
drmoraliar ainda ma> esse homen, de modo que
quando vollarem para o Mrvlfo da armada talvez
vollem peiore do que linh.m fMiido.
Cnnhejo, Sr. presidente, qne atten abusando da
condescendencia da ranura (Me apoiados ; por i>so
pondo lermo aqu as cunsiden'rr- que linda de
ollererer a Clsa.
Muilo hem, muilo bem.)
T1IEATR0 DE SANIA ISAB.il..
llene/icio do Sr. Sania Ilota.
Assislimoi ao espectculo do da 19 de agosto em
beneficio do Sr. Santa Roa, [oi mais una uoile pa-
sada em um aprazivel diverlimnilo, e de alguma sor
le proveiloso ; poi que, quanlo a nos, o Ihaatre he
urna escola de costura : nolava-ie a -legria eslam-
pada em lodos os semblantes, e o enlhaiiasmo roai-
pta exponlaneamenle de todas alpadei da platea, e
cadeiras. O Sr. Santa Itoi escolheu para seu bene-
ficio a n L'itima caria, c.unposic.l.i do Sr. Cezar La-
cerda ero io.....i,i.oc,i i aoi a Dous Mundo.
A comedia foi bem deieinpenhada, e observava-ie
mesmo no actores um praz;r immensode nAo per-
(ui dar a alegra daqoelle que Ibes nube lia bem di-
rigir, c este desua paite prodigalisava a seu coinpa-
iihe.ro os siguae da mis viva c eterna gralid.ni ;
na verda le a noile de l'J do correulc foi bella, eo e!
pecl-culo assai variado, sen lo annuuciado por uina
giran lula de logete, que subi aos ares as sele ho-
ra e meia da noile, e ai oilo os adores cumpriam em
scena o seu compromisso para com o publico, o qual
saliendo avallar devid.menle a p mcfio de um ho-
uiem, que se expe francorai-nle A sua presen;, na
incerteza de agradar, visto nlo ser um actor de m-
rito, recompensava-a com estrepitosas palmas, prova
mais que evidente de Un haver completamente sitis-
feilo.
Era seguida a i L'liima Carla, o Sr. Pedro Bp-
lisla tocou a brilhante pr5a de msica a llatalba de
Badajoz, com todos o successos de caropaulis, que
foi ouvida com tuda a allencAo pelo es celadores,
terminando com geral approiacAo, e lron le ap-
1 laiiso.
Depoi represenlou-so a comedia em 1 icio Por
causa de om alganimo, ubre o lodo da Co-
rnelia nada diremo, dexando livre a cada oro a
loa approvacfi i ou repro\ar:V, no gosto, lo tavia e int-
tiremosa nossa opiuiAo de que he nina lis mellioret
comedias que se ha representado no Santa Iabel e
que junis desmerecer do conceilo pohlici, uina
vez que v.i semore IA.i bem comprebendida e execu-
lad como lem silo.
Ao terminar da comedia o Sr. Santa llosa recilou
urna poesa, ua qual manifelavii ao publico a oa im
lo aggredidos por elle, de poi de conveniencia
publica que se randera quem sao ellas }
I nncipiarei, ponm, descrevendojixphylico e rao-
ral de eu cunhado Elias AuloniirCivalcanli di
, -liouquerque. j que nao del al aqui i la clara dease
pe.aonagein inportanle do diaina, como l.lvezeon-
vieise mellior a minha expo.icao. Para tazer pois
uina idea de loto o leu phy.io., figure o leitor duas
descompasiadis columna, bAculea, sobre que pesa
ura enorme lonel. que suslem em detapmmo ora
disforme globo, de frente p.oeminenle, em cojot
lados direilo e esquerdo se dilata, em declive duas
memas planicie, que podera folgadsraenle conler a
lisia maisi extensa de volantes da mais popohxa Ire-
guezia Ou por oulra, figure urna disforme cabeca
em enorme tronco, como nutto bem ja foi descrilo
concisaineule.em um arliro allriboido a bem descrp.
Uva prima do ulico chefe do partido do Bn>, Nessa
tanta especie tena lido em caracteres physiologicos o
ssblo L.valer. Cora bem os que nao tem esta cien-
ci, a incondancia, a iufi lelidade, a disimulrao,
a trlielo acalumnia, a inveja, e minios outros vi-
cio perigosos e auli-tocioes, que lem lid nesla pro-
vincia iiio cataclyisma infecto para toda gente gr.u-
da c niiuda, que lm lido a inficidado de tratar
com tal pharisco. Apreseutaado multo geilo para
o inacliiavelisino e enredos poltico!, lem .ido pan
Imo aprove.lado pelos parlids da provincia, e leu-
do sido' lirado pnmtiramenle do eslado de espolda
do capillo de Porlo-Alegre pelo partido do sul, que
Ihe dea urna cadeira de francs na capital, (lingua
que elle sabia menos do que eu sel inglez, por i.so
abandonou ), todos tabim com qoe ingratidoes
lra.56! portou elle sempre com eoi benifeitores,
o senador l.uerra, o visitador Ferntndei, o ennego
Pedro e ua lamilia, o coronel Manoel Lins Wan-
derley, e teu mano Jo3o Cirio Wanderley ele., elf
.a.vic.,mae.rr4 "'"" lral0eir', nao .ff-eram et-
tai v.ct mas, porqu. conhecando a nenhuma im-
Irll', a "'" '"' """'"<. "o deixanm dis-
ee?" de auas inlrigoinha! oa negocie* do partido
ir. lodos os ponto T Elles que o d"gam I V
Deienganado dos suli.lt, enlen teo dever linda
especular com sua 01h.lid.de entre o. nodhrtai. A
pie texto de ler si lo wllo nm recula pelo presiden-
e Manoel .allou com todo o pt.o do corpo p,ra
o .>orte I Que exercicio continuo o3o foi o deile.
e.n ac.niler ,0 faeho da intriga, em ludo. 01 ponto;
coima seu oulr'ora correligionarios 1 Qe calum-
'ilt:.iq.Ue. '"".".V1 que <>"S- qoe uredo, qu.
deslealdades ; D.g.-o o Sr. Jola Ctrloi W.nder-
icv^, que foi virtim, ,|a expiagSo.
.J2L 212."d"nurle ,u p'l,r- o(,eap> oi
superior posijao a que Ihe compela ; porm 11 mes-
an a.p.ras! de dirigir a poltica em toda oan.
aqui, in .
lodoi, e pretendo 10a pres-
eiilhuiiaitieamenle applaudido, e nessa occasiode-
clarou que os leu companheiros, para tornarem-l.e
o espectculo mais hrilhanle, e que nada dritasse
desejar, s preslavam ,1 representar a comedia Ma-
ciqniuhasa Leileira ; nessa manifeilaeu ainda o Sr.
Sania Rosa foi grandemente applaudilo.
Em seguida Imam chamados frenticamente ce-
na o beneficiado, e o Sr. Coimbra, e ah curvadu ao
peso d sentiroeulo mai: sagr.ido a gralida.i ra-
eebei3o llii.e e nsapplausos exponlaueo do publico,
que avallando o. Iraballios e sacrificio desse dous
inrasiaaveil allilelas, deses dou hnmens, que pro-
curas.lo, amistando todas a barreiras cumprir a-su 1-
palavra, pelo que tomarain-se digno de todos o
encomios, ja do governo, ja do publico, Ihesrecom-
pensavam tanta fidiga com orna apjirovacao un-
nime.
Em cnntinnacAo represenlou-e a comedia Mari-
quinha a I.eileira, que multo e muilo agradou, e nu
liual della o Sr. Coimbia recilou uns versos, em 01
qoaes se despeda do publico pernainbacano, reite-
rando-ldes cada vez mais a sua gratidao, a-snn ter-
mmou se o espectculo do Sr. .santa lima, que anezar
d* alguus obsliculo! qus se Ihe quizerim anlepor, de
nada veleram, ea noile de 19 d agolo foi o pruteslo
mai -olfinne da vmpathia e alleicilo de que goza o
Sr. Sania Rosa ( ra cm o povo pernimbucino, o
qual abe apreciar altenWmenle 1 po5Ao de um ho-
rnera honrado, que procara por meio da scena o pao
para sua lamia, e continu sempre o Sr. Santa Rosa
a obrar deile modo, que os homenssensatos Ihe ISilo
jottica, e desprese este, que se dizem leu immigo,
poi que elles exasperados de nao Ihe poderem achar
pecha, pela qual deem expansflo As su lingua vo-
raze clamara em vio, afim de verem se alguem Ihe
acredita em aua palavras cheia de veneno, peco-
nha, porin deicance, que esle r.les t......, e que ta-
llara a la na I diminuirn do seJVonceilo, e nem
l3opooco |.-v mi n.v.i o veo intacto aje soa honra, j
innilo e moito eouheci la em Pernamuuco. quer como
actor, qu-r como empregado publico, onde lempre
se un,stiou o li mirra de um carcter recto, e pun-
tual em seus allazere, e alii nao se lli! notoo urna
> po lera ver na secretaria do governo, ajunlindo a
i--1 um eompodamenlo toda a prova exemplir.
Ei descrilo o espectculo do Sr. Sania Rosa tal
como foi, despido de lisonja, e do carcter da ami-
za.le, pois que como escnplur ainda novel nAoiuble-
mos nossa opiuiAo capricho de alguem e smente
procuramos expor a verdade, nao nos importando
com as odiosi lades que vendamos a adquirir com (isa
nosia franqueza.
M. -V.
a Pin loda parte
luo.ugger.odial! enreda aqui, inlrig. alli, ca-
lomnia acola, desune a todoi, e pretendo sua pres-
es con.umptAo na dual crteras do volcA 1 de doas
bucea que Ueara, comeSa de novo a acenar ao au-
isla, porem renegado, de todos, que della lauto
uro loltrido, tem aber onde se abrigasse da indig-
nado geral. indoz aos cunhtdoi beijus a se -
pregoarem solista., r,caDdo ,lle re e9prelli ac0.
berlado coro um manto velho, di que se lem lervi-
oii em taeic.cca.iSa, m sonda u. terceiro partido,
que serve-lhs de pools para a panagem s la vem
outra vez o pretexto tirado da aultoi
remedido pelo Manoel Freir, que fez
idenle Paitos Eram prensa nova
norredora gralioAo, eo de seus collega, a qual roi 01"r" vez o pretexto lirdo da sulluri do recrota
o Exm pre-
.. vclimas, pa-
ra esse holocausto de inlldelidadei e abommaces !
nao rallara porque a arabicSo desse hornero infiel
sacrifica ludo Lu vao immoladoi 09 mai dedicado
migas, o eommandonte superior Luiz Manoel Fer-
noniies, toda familia Sabe-muilo, o o padre Floren-
obler menores em grande numero para applica los
s companhias de aprendiies marinheiro.
Ila'.cu.lo insistencia nesta medida. e ella for ef-
licazmrnle rerommendada e execulada, em dreve
a armada comenla asentir a su.i influencia, por
ora se lem batido reruramendacAo, se a medida foi
adoplada, nAo lem li.ivi.lo basiaule zelo em sua e
ecuc/io
deralos rom 80(1? de ordenado, quando 01 dous al-
moxarife e os i'iioi eserivaes do arsenal de mari-
nha d II,,na eiAo considerados com o ordenado de
l.lrOO cada um.
Emendo, em primeiro luaar, que esla di-pnsi53o
nAo poda ser maulidl, porque a .-lUlorisa^Ao do go-
verno eslava limitada pelo arlo posterior do poder
A COMPANHIA DE BEBERIBE E StA
ADMIMSTRACAO'.
loi-nos de sumina ulilidade a creacAo desta em-
preza, cs.e ncleo de associa^Ao mercantil e indus-
trial, que primeiro vigoran nela cidade a despeito
de algn eslorvos com que leve de lalar em urna
quadra gravita de preconceitos populares. \ -na
rxiilencia, lodo reconhecem, nos promette muitts
vanlagens fulur-i, e no prodigaltia na aclualolade
Innumeraveis beneficios Referir 01 que ja temo
fruido he fazer-lhi o mais completo elogio, t pro-
iiunnar lli- os notaos agraderinentos! Nao hsj esle,
poreffl, o nos.o propoilo. Ura balde cheio de lm-
pida egua, diremos de passagem, na actual crie de
carelia, ella no vende por viole lis, ao passo que
as immiiii j, canoas e lodosos lauques em lempos
hoiiai^o.us 001 fomedim ai veze! este genero por
niamr prero.
Ilo nAo he pruco.
Ma tambem he cerlo que allomas localidades fi-
carain menos a^iiiuhoadas 11.1 dislribu5Ao desles
mesmos benficos. O moradores das roas qoe s-
13o mai afa.ia las do rhafarize olfrem, conxdera-
velmenie com repetida! privacOes dete gemro de
iirgeulissima necessldarte, em coosequrncia da d-
lancia que enrarece mais o seu earrelo edifliculta
111 is a sua ecquisij.lo.
I.onge de us a querer fazer impularoes a com-
pandia, acerca dessas mesillas pnvace, nem por
ella reprochar a sua adiniiislracAo ; ao coulrario
tomes o* piimeiros a recmihecer os leu bous dese-
jo. O remedio a ee mil he a ram licarlo doi cha-
fariz**, lem o seu stermen na lei, qoe o insliluio ;
ma nao se pode fazer ludo a um lempo.
Ja o Exm. Sr. Jos Rento, solicito em alargar,
em nosso pioveilo, a esphera de toda as eommodi-
dades desejaveis, celebroo om contrato com a admi-
nistra5ao pra a felura de mal oulroi, mediante
algn anno mai de previlegio ; 1 qual, a leo lar-
no empenliada tanidem era augmentar a escala dos
PBRMAHBPCQ
PAGINA AVULSA
1 de humanidade.l'm menino di .", para
pasando por urna ra, vio que una ineni-
mbem passava Ihe ra desconhecida, ca-
alrada alia 110, elle 1111 me lia lame ni carreo
ura efgue-la, e como choras.e.procurou com
lodia a rlo5ura de leo Corarlo consola-la enxugar
a sua lagrima. Esle exerciciu de humanidade,
pralicado por una criana de 1:1o tema idade, en-
rheu de admiraran a lodos quanlna o presenciaran!,
e romo que duvidoos parcelan] nao crer no que melhoramenlos maienaes, que e-l.'io a sen alcance
acabavam da tesltmuiihar. Nao lem i a houra de
conhecer 01 pais dessa adrairavel manca, e nAo
obstante nAo podemos deixar-de fel cila-lo pela
Paisarei agota a tratar de um mitro ramo da ad- r"' E,n "K'1"'10 loer, digo qoe eo reco-1 ventura de que gozm, possuindo om lildo, digno
miiii-lracAo a cargo da reparlicAo da mar uha ao '."'V'I"' a,enal da provincia da Babia esto' dea- por eeilo da mai subida eonideracA ..
qual, embora muilo importe, nlo ae lem dade ao ""'",0 P'' 'luacAo do porto desi provincia, pela Mendigo.Tran-ila pela rus desla cidade nm
Dncurto proferido na eamara dos Stb.
dr-nuludos, etn sessiio do I* de agosto,
pelo Sr. Arago c Mello.
O Sr. Aragao e Mello 1 Ui-ni que me desvaneca,
Sr. presdanle, rom a preferencia qoe V. Ex. acaba
U* dar-lite coucedtndo-me a pilavra em pritnira
menos em algoma* provincia do imperio, o cuida-
do que merece : fallo da conservai;Ao do mallas e
corle de madeiras...
obler cora mais facilidad) do que por ora, guarnir-ao I Ouem folhear a colleccao da nossa I gislacSo ha
para 01 navios da armada ; einpenho este em que.de verde.de o lempo do governo colonial muilas
o governo cumlantemenle enconlra embarcos e dif
iiculdades mullo seriu
!ordens
carias regia eslaluindu rrgra, para a
conservacAo de mata, e regulando o modo do corle
Os meio empregado al aqu para ohlcr-se ma-l|t madeira ; ma ao meno esas ordens, csiai car-
rnja sAo : enuajamenlo, recrutamento, ,, crearao |las reia! conlinham ragras, coiitiiilism preceilo,
de companhias de apremlizci marinheiro. Este l- ir'i olbando para a legilac,lo propriainenle hrasilei-
limo he, c me nAo engao, o principal continceiil I ra, ahi havemos de encontrar nicamente avisas do
e o mai proficuo da guarnicAo do nosso navio, t)' minisleno da marinha a diverso presidentes recora-
' meio de engajimenlns 11A0 lem sido fehz ; poucos mendando nicamente que au cousintam curtes de
sao o enaajado que exislem o nossa armada. Te- j madeira-.
abo ouvido a rile respeilo lembrar um espedanle, | Creio que o honrado ministro ha de convir com
snacapacidade, pela maior qaanlidade de obreiros mendigo ceg, que nAo te.n por alimento oulra cou-
que enconlra, c inesmu lamhem pela facilidad* de sa senAo agurdenle, que a cusa das esmola que
nliter madeira, a ser nm arsenal impudente ; ma, idquire, Ihe he minilnda pur alguns imeresieiros
senliores, qualquer que leja a razAo, v--e que e.-c vendelliet, que cocotudo se compraiem
araenal, que devia progredir, lem pelo contrario, se- I cora a desgraca de seu lenielhaulci. 1
le mesm.
Ee inendi-
0 de levar ao f, a que os accionistas desejam. o
seus iiiteresci legilimoi, aceitou contente ee nevo
encargo e deu principio a sua misso, mandandj
enllocar omrliafarit na travesa da Concordia, cuja
1 rah.1.1 lo. iims q i uenl.iuin oulra, precisa dele
ben.lirio, como pela adminilrar,ao mesma, foi rero-
nherido com a preferencia dada.
Quando vimos laur;arem-e o primeiro funda-
mento para etta lao almejada obra, nos cangralola-
mos coinnnco mesmo, demos parabens a aeM for-
tuna, por suppormos, que verismos brevemente me-
----I----- --------"" I Tv* "B1 -'*- .1111 111.iiiiii, ---d i 11 11 1 1 a i "i-|------ '1 ( "ci le? -...-....!- v
nao 1e11r.gra.1ado. tirado estacionarlo, ao pao que o go, que milita- veze heenconlrado as roas emhria- Ihorada a condicao daquelle que ah fazem oa re-
araenal de Fe nambuco em eises elementos (era gado c exposlo ao sol. como foi visto ero um desses lidencia, e no arrebatamento de noasa alegra dis-
pro ntido mai. do que aquelle. das na ra da Alegra, deve'ndo despertar a comise- "o:
que agora pro.loniei para o lojeilar ao criterio do ; go. em que a junspru lencia que regola e-la materia
uobre minniro ; diz-e que te depoi de decrelar-ie I nio esl perfeitimeute definida eulre ns; lia con
O Sr. Minnlio da Marinha .Nao, enhor. racAo do seus lemelhuilc, he oldado com a
u sr. Artgao e Mello : Eu provarei ao honrado ; indiflerenc de lodos, al de quem devera, quando
ministro. j menos ,recolhr-lo a um dos quarloi da ribeira, mas
tm um irahallin que vi retpeclivo ao anno ultimo, ningnem se importa que ora ceg morra, ou mesmo
ve se que o arsenal da Baha rmisrrvava cerca di que soflra o rieor do lempo.
(ilKl obreiro, au paso que de Pirnamhuco continha Infracco municipal.Consla-nn que l para a
o reauliado devera ser, enbnre, uina | freauezia de San-Jos continuara a ler infringida! a*
Ora bem vAo ter fim o lofTrimentos dos mo-
radores da mi da Conc-rdia, etc., elles nao mais te-
rAo motivo de rx[inroir acerbos queixumes, era oc
-; manir prodorjAu om servico sem duvida mudo maii iosiuras rauniripaei com 1 venda de girapa picada
a: consideravel 110 arsenal da Babia, e pequenissimo no'convciii, porlanto, que O.liical daquelle lugar ind'a-
- de Pemambuco. Mai ah esl o proprio relalorio I gue desse negocio.
co Os suhsta genuino, e principie, do Apodi,
publicaran om manife.lo rejel.odoa allianca, pelo
minio! insulloi que delle tero loffndo, e no geni
os -ulisia nao 01 querer, como deram provas oas
[>><* eleicOes, denomnando-a pelo ridiculo ti-
lulo caoda ,.e bode 00 de perca paree qu* 01
eneres .alista* timbera nAo e,IAo la moilo di.po.lo.
a dsr-lhe a diretli. porque devera conhecer bem o
atranco do tiro Irairoeiro !
E na verdade lera' para lamentar o alrizo em que
exi.lero innls o partidos polticoi em no.a Ierra,
e eo com toda razio direi con.tanlemenle qoe nlo
nlli.M "'-"' ""i""' ,e I"'!"" esle* lado.
polticos der importancia a manivella de-la nata-
reza, qoe sao o instramenlo raiteravel detie Ellas.
que por 01 ler Irahi lo lanas vezes, ji Ihe cbainma
o giganteiou non 10a I
Vamoi enchendo poi o claroi deile '.eiboco im-
perreito, coro as linlai escoras doi leiloi indigno!
de-ia perionagem maligno. A ndignacao do Apo-
iieinn, pacifico por exeellencia, que lem lido vic-
tima de mas inlrigai inruelidadei principioo a
r.I*r expio.Ao desde a feila do Natal de 1850, qoan-
do ihe di.pararam um tiro, lem le saber ao cerlo
d onde parti, lautos er,m 01 onio, reronceulradoi e
abara.tos que conspiravam contra elle !
Porem para entreter a expecUtiva publica, qae se
condn, de seo miseravel estado de odioiidade geral,
que nlo sabia quem altribui.se aquelle mal, 10c-
correo-se elle de sua arma favorita, a calumnia, e
prupaloo que urna conpirac,ao do partido do sol, di-
rigida por seo rhefi e outras influencia, por inter-
medio do iim.Ao Ireneo aqui em Mosior, e doi pa-
cficos c Bem iutincionadoi lulisla do Apodt, te li-
nda combinado para se diifizer deile. Esla iropula-
i;.lo maligna, nSo achaodi echo na opinto geral dos
partido, prodo/.io coinlndo o derramimenlo da ubi-
lis dos caoda de bode Manoel Fieire e Jeto Freir
contra o prudente e pacifico profenor Joiquim Ma-
nuel Carneiro da Cunha -llulo, es-nv.lo Noronha,
eu mano.hoje professor de Porto Alegre Jote Ksrrei-
ra Piulo, ilaimundo do Carmo reirer, oulia
penoas bem inlenciomda daquelle logar, conside-
rado solistas, ai quae foram rnarlj re dai maii re-
pelida, mllanles e aterradora! imricit de erem
atacado em suat caa! e redundas a craza Como
porem os radiadores lodos sao cobarde, o protesto
rcolulo que fez o mamo, porem enrgico e dupotlo
sulista, o Sr. Jos Alvet Cavalcanli, condado do
1 f-ssor BeltrAo, uniros, a favor da seos conjun-
to, quebrou as furia do lee cauda de bode oo de
purea,a que procuraran! novo romo, iffereolet ver-
es ignorantn! 10 oflendido corrern lubre um
tal fado, aponlando a opini.lo publica para a pro-
pria raa, dou escravos acareado, um do mesmo
son non sou, e oulro da logra, confestaram-ie
reo do crime pirante perto de20 leilemanhai; po-
rem antes que elles fizeisem luda s revel-r.ies, nao
ei que u my.teriu a se previo nellai, que dividido!
o laes manos oa cunhado em defensor secura-
dores dos mesmos reo, dea o oDendiJo ai diligen-
cia- porjcoiicluidas, contentan.lo-se cura vender para
a corle o seu eicravo, ficando o oolro cmplice no
memo delicio em lana paz, debaixo da peden ao
da Sra., e daqaellei Sn. mocos, que pareciim ind'il-
ferenle puoirao dot i.lTeiisores de eu cunda. 1......
e l.ln resoluta prolerclo Ihe lem pieslado, qoe o mei-
mo Manoel l'reire, quando delegado,comiudleu o cri-
me de vivar com elle quaii em caa, aem o miuor
procedimento contra, como era de ieu dever, e como
qoem o comeva ptra guarda de alguma earca vi-
daca o Dees queira que o raio nao Ihe can em
casa.
Preiando-e o (al Manoel Preire a requ'nirjo
do vigario Ploienrio, mandoo a casa do mesmo Ma-
noel Theoduro, afim de ler reduzido a casar cora uina
moca maior, que linha offendido; e como o mesmo
Iheodoro allegare qae a moja eslava pinvsica ( mo-
lestia de qoe morreo .1 persuadi o vigario a oflendi-
da para receber do oOentor um pequeo dote, pro-
porclonadu a pobreza e qualidade de ambos, porem
como Manoel Fieire nlo assislisie, nao lei porque 1
ela cm v eura.i. e nao li-as.e ella dependente de ma
appiovar.iu.rom o poder, que di-ae que linha, o de-
legado impedio que a mora recibesie dote, e juioa
guerra de exleimmio a Manoel Theodoro Mea
Vn io-o drpnii para recrota ,e pur signal que eslava
hnpeda lo ueste dia em caa do delegado om crimi-
noso coro tres procesaos ] dispondo-se elle a ciar,
impedio o me-ino delegado rom ameai.a, que a mo-
Ci pretend ie io, e o remellea pira a eapilal, m-
bori elle provane qoe era lildo nico de mai viova,
a qual trazia co-la, assim como omi v ocloge-
11.111.1 que era om proprielario, e que linha maior
id.de de qoe a le xige A' visia de laei itenr^rjes
legae, foi solio Mauoel Theodoro, pelo Exm. pre-
sidente Passo, e fui esle o r. rrula, de que cima
rallei, qae servio de pielexlo ao gigante soo non
leo, para iassara ponte de Manlible I O infeliz
chegaudo em casa d sua mai, casoa logo, para se li-
vrar dai perieguinle ; porem Com pooco lempo foi
morlo pelo proprio oiiro. dizem qee om, ou doui
dial depoi que J0A0 Preire, foi cata do mismo
sogro, que he um v -leniilo, gualda coila e raelher
dos laes caud de bode,por cujas coa*,depoi. do rri-
me, dizem que vive em familiar comrounicacie!" A'
catlao de ainda carpir as iraraunlas canoas, que Ihe 1 vist poi de fado taei qua confirmo com meo pro-
lornecan aeui pulavel com -u-vul.ide por s- acha- I prio nome aignado, veja o reepeilavel publico,
rem prximo a margen do rio.o
Mas qual a nna admirarlo, qual o nosso pamo !
muito nos illu limo em nossa supposi(Ao. O chafi-
nz, de que no occipamos, oslando desda o anno
prximo pastado quasi prorapto, fallando apenai al-
deve cu nao ttr indulgente comigo. e pretlar-me ina
atlencao nos seguintei arhgo qoe inl publicando.
Hbsiou 18 de julho de 1857.
Clemenlino de Ooei Sogueira.
Esta' leconltecido.

'
ILEGIVEL






(Sottt&ponbtncla.
Senhores redactores. A Itilara do Iraclio do
discurso do Sr. depulado Jernimo Vilella dt Ca.he
ravare pabliodo no Jorn*\ do Commercio deila
provincia de 25 do corrale rae auscilou a idea de
eaerever estas duat huta,, coja poblicacSo pacj a
Vmca.
Un o Sr, ilepulaio Vilella Tavure que as difle-
renles autoridades qae lein anudo ara eiercicio na
cmnarca do Kio F>rmoao, depoia da poca da elei-
'.Jn.Mvem em ptrhito doaccordn, in liaposlas e res-
pirando viiignnj i, proce4ndose reciprocamenU.
No he eiaclo o que aventurou o Sr. Vilella 'lava-
rea; as autoridades do Kio Formoso nlo se lem di-
rigido no desempenho doa acus daverea por odio e
vingancae aleiloraes, e nem mesmo se hao processa-
do reciprocamente, e admira que o Sr. Vilella Dio
se informaise rnMIior dos facloa para aveuluiar pro-
pones qua lano lein de offemitas do carcter des-
aes emprtgsdos, que sahem deiempenhar os seus lu-
gares, como de iueactas, o que poler.a dar luaar
a que se di.ses.e qu. 0 Sr. Vilella quiz fuer na c-
mara dos diputado, o papel desagradan! de com-
unitario de alguein, que por motivo particular se
lem sem motivo justo consiliario desapeclo de algu-
m.s das aoloridades do Kio Formoso. Saiha o Sr.
> Helia que en serv na comarca do Rio Formoao,
dspois da poca da eleico. e lenlio consciancia de
nao me ler diritfido.no desempenho doa meas deve-
ras, por vineancaa eltitoraea.
>ilu lenho relacas particulares com Sr. Vilella,
porem sempra o (erhn halado com aquello respeilo
que he den io a son pe'aoa, nio aai pois porque mo-
tivo o Sr. Vilella leve a deslealdade de accusar-me
lau descommunalmenle na cmara dos deputados. E
aaoSr. Vil.lia Mnha litara molivo para nao me
g lar, parce que nao dtvia aproveilar:ae da po>i-
{io de drpulado para aggredir-me, rijo aendo au
pessa iodilTerenle para o sr Vilella. Sinlo que o
Sr. Vilella nao m licasse os fados que pr.iliquei por
viiigsnra eleilor.l, e como deaej dettnder-me, o
colindo para que os aprsenle.
Ja que Iralci dos negocias do Kio Formlo, too
locar em urna eapecis que s per ar.cideiu a men-
ciono. ||a pouco fol processado na comarca do Kio
Formoio o tenenle-eoronel Jos Antonio Lope, e
hiinve qaem dissetse que a auloridade proc*s*anle
Imlia recebtdo para Um ordem minha, para conle-
lar e<> proposico. appello para o leiemonho densa
aatorMaile, o Sr. lenle Maooel Jor de Menes,
a elle quo digi t% eu ordenei qoe procedesse eonlra
n Sr. hopea, a ou antes sa sempra Ihe dase em par-
ticular que o Sr. Lopes linha imni'gos, e que elle
s?ndo pouco conhrcedor do lugar nao acceilasse boa-
tos pur Uclus consuma los, e qusndo no seja. bs-
tanle easa minha declarado para mostrar qoe nao
ti>e parle nestes proeessos, esi'lam documentos em
meio poder qoe provam o que levo dito. Nunca lite
motivo de queia eonlra o lenle coronel Lopes,
e sempra o live e continuo a ter por cidadao recom-
mendavel pelos relevantes servidos, que ha presta.lo
ao seo paii. Com a publicado destes toscas linhas
muilo obrigaro ao su constante leilur.
J> Filppe de Souia Lalo.
S. C. 27 da agosto da-1857.
URIO DR PERNAMBUCO SEX l A fEIRA 2ri DK AGOSTO DE 1857
ALFAMIKGA.
Bendiineulo do dia 1 a 20. .
dem do dia 27. ,
ex- o- o-ftlquem Perlencer. compara} nesta delegada
arSSaritt* vi-*-da Se.ri?haema3 Jgsto d 1857
tyiiMicacao a pefeito-
Francisco
uvra*- '"gado.
Uuamlo lodoa os povoa procuram lomar urna rea-
i i!** do8n" rta l'b'rdade, porque sem alia nao
i ha bem estar, e felieidade possivel na sociedade, ex-
li gue-lhe a vida, e a eteravidao importa a mora ou
uro vfrdadeiro asgnssinato, na phrase de um gran le
aronomisla ; quando emfim he crema onlvtrsal, que
ella consolida, e perpeta o Imperio da juslir.3. e
o ncleo das leii.em ama palavra, firma a m.-.-iien-
(a o harmona do mesmo estado social, he de pura
evidencia, quo muilo se diva preconizar o trioinpho
dessaa sacrosantas idss.
De ordinario os Tribunaes llingem e ermprehen-
dem melhor lo importante fim, que os ejercito se
deiiam arraslar pelo amor de gloria.All ha alm
de ludo um sentimenlo de religiao, aqu a vaidade
h iiikih he o verdadairo movel.
A relajao de>le dislriclo nao lem etisarlo de dar
solemne, e indeleveis lestemunhos por seus doulos e
esclarecidos julgados.que se acha bem compenetrada
de que considerados!., afleicOes e inleresses indivi-
. duaes na<> devem nnlepor se ao amor da indeptn-
* dencia, a auloridade da rallo, au incentivo das vir-
lu les, ao verdadeiro progresso real, que mais aspira
t a ii i Asaociaca.. PalHfea.
Para e*te venerando Iribun* proscreveram a sn-
liquarias e barbiescas doolriuas de ser a escravidao
urna necessi lade indeclinavel, e a manumissao su-
bordinada a um lento desenvolvimenlo, por lorlutsas
MiterprelarOsa que se davara a disposicOes rempre
benignas, e garantidoras desse preciusodom, e ioao-
^ Terivel direito oulorgado pelo crradtr, ainda DMsma
nasepochasdo feu.|alr mais ampias e protectoras devem ser na acluali lade
de poro Constitucionalismo.
He possivel que anda alsuem liaj.i s dominado
pelos estmulos do torpe eg.ismo, e da desordenada
ambicio, que aa eiuurdrca ao. mu justos clamores
da humanidaJe. qoe brada pelojseu completo librr-
V lamento, errisneipajao ou.para melhor diirr, regtue-
ragao.
Mas, assim como msldisao e opprobrio deve cahr
, sobre es.es mesquinhos e srdidos espritus, que f
se alimentan! a se embriagam por devastadora pau;lo
tamlsem incesssnles louvores, mt-moraveia elogios,
eternas heneaos, e vardadeiros ttulos de beneme-
rencia aej sin por todos os hurnens de corarlo phi-
lanlropo consagra tos aos provectos, ntegros, e Ilus-
trados mags-irado, que bao sabido faisr Iriumn.iar
18o generosas Ideas, e observar restrictamente- os fa-
voraveis principios da Man philosophica legislado
| nease poeto, em urna palavra, corresponder u subli-
me pensamenlo dos poleres do Estado, que mi ces-
sam de aulorisar lodos o meios lendenles a conse-
cujao de tao louvavel desidertum, e ainda a e-
pectaliva da lodoa os Brastleiros, que s anhelam
eonslitoir orna nes;ao inleiraroenla livre. sem a cs-
istencia, em seo seio, de homens avilUdos e reduii-
doa ao frreo jugo do perpetuo raptiveiio. Sim, quan-
do um povo aspira, a coapretiende l>em a liberdade
necessariamenle a lem alcanc ido curao dn o conse-
* Ihelre Bastos, por qoe este sentimenlo nobre e ge-
neroso atenta, d sampre nova vida, e i nao re-
coar ante aacrincio algum, sendo Iresloucado aquel! e
que o queira sull'jear.
lia bem pouco lempo obtivemos a pablicacao de
om accordao daquelle eonspieuo tribunal em que se
desenhavam esses principios humanitarios ; hoja le
novo pedimos a Ilustre redaccSo deUe jornal, qua
baja de publicar o qoe se segoe, no mesmo sentido,
na verdada mui apreclavel pela erudito joridica,
qua resumhra, e luminosos fundameiilos que eu-
V cerra.o qoe subre maneira honra e distiague aos seos
respeitavea siguitarios, e princip-lmenle a qoem o
red.gio, e de eorasflo esposa, abraca e defende o
Iriumpho glorioso de Uo sublime preceilo do Evan-
gelho.
Accordao em re.cao ele. -Que menos bem julga-
do Tora pelo joiz municipal da villa de Pao-d'Alho,
julgendu.como jolgoo, o pardo Fidelis Beierra care
cedor da necao que intentara em favur de sua lber-
. dade, cuja sentanra reormam.a vista dos autos e dis-
psicei de direito : porquanlo sendo cerlo que o
f appallanlo, ha ouze annos. se acha na pusse. nunca
interrompidn, de sa Itberdade, e que esla Ihe lora
conferida, desde logo, pelo appellado, seu legitimo
senhor, em remunerarlo dos bons iervi(o, que Ihe
presura, como se v da respectiva carta a II 6, he
claro qoe una disposicao tilo termname, de que de-
vem aurlir os sena effeilus inlersivos, nao pode
ser multiplicada e destruida pela cndilo insera
i na mesn caria, de ser ohrisa lo a estar em
compinhia do manumilor, em quanlo vivo for.
lina roiidic,an que deslroe o acto principal d
, doa(8o Inrua-o conlradictorio em si mesmo,
e sendo como he a liberdade a expressaomais
eseqolvel da vonlade do manumilor, he coii-
sequenle qoe se devem reputar cadu as por
sua nalureza, inadmissivris e nenhum.s itflo s a
qua te encontr na referida carta de liberdade a fl.
F <>, como ludas as qua sendo adjuntas a iloaces desta
naloreza, atonlrorism emaoa essenefa, e ten lem
para a dissolucA i do acto priueipal. Alera disto,
sena um contrasenso e completa deaharmunU das luis
ordinarias eo.-J a consliluicao do impeiio, se una ver
hbeito o escravo natural do paiz, podesae em lempo
aUum ser elle chamado ao captiveiro, oo por virlu-
la des anliquarias dispnsicdes da ord. liv. 4, til. 6-1,
S 7, ou por virlaJe dessas o liosascondicnes,que o di-
reilo repelle edeseontiece.porqne seu loo libe h.cdi-
_ dan Lrasileiro por virlu le do til. 2,arl."6,da conslilui-
\a do imperio, podendo desl'arle volar as eleico-s
primarias ser toarda nacional, ssenlar- pr.ca em
priraeira lioha. etc., seria um allenlado eonlra osdi-
reilos polticos do cidadao, prva-lo de laas direilos
t por outra forma, ou por uulros molivos, qoe n3o e-
jam os determina los na artigo 7 da m.sma eon.lllu-
ette; de outra sorle porem, l0 h., y jn_
lelhgencia conlrana.seria e.l.belerer um antagonis-
mo, ou aubordin.ra Coostiluicao poltica as leis or-
dinarias. Por lodos estas con-iderscoes ,ie rtireiio e
mais anda pala falla de prova da pretendida '"-
s gresiao do appellanle ao appellado, que sem jus"t
causa,a poder sobre aquelle.lhe fez sevicias irrepara-
vei, jiiljam procedente a arctlu intentada, hber'lo
o pardo Fidels Bezerra sem rondirAn alguma, e pa-
gua n appellado as cusas.em qoe o condemnam. Re-
ai i d* *R0,| d" ,K'~Azevedo.P. Vleira He
Mello, (vencido .Ssnl-lago.Figoeira de Mello
omes Ribeiro.('merra.
Descarresam hoje 28 de agosto.
Birca ibglezaSaphom.nleiga.
Patacho InglezPerseveranca-niercadorias.
1. tacho amerjean iCommercefarnhs, bolacht-
nha, cho e caiunhaa com relogios.
Bnaue ngleLord Allhorpmercadorias.
fc.seuna hollaodezaTerce Kornrlissonpojas de
ferro para a estrada de ferro.
B'igue purlugoszl.aia IIIdiversos gneros.
IMPORTAljA'O.
Brlgae francez aBelemo. vindo do Havre, consig-
nado a Lasscrre & Tysset Frere si .''mili' :
100 barricas cemento. 50 barrs e 25 meiaa man-
lelga, 82 fardos papel, 45 caisaa chompagoe, 30 di-
tas queijus, urna porcao de geiso ; a LasserrerV Tvs-
set Frere g C.
.711 bariis e 50 meios manleiga ; a Tasso Freres.
40 dilos a 2 dilos dita a Ferreira & Laarairo!
25 oilos a 25 dilos dila ; a Carvalho (i.
30 ditos a 30 dilos dila ; a Jos Baplsta da Fon-
seca.
32 eaxaa lavas, vidros, chapeos de fellro, pannos,
pelles de cocido, marcearas, perfumaras quinqni-
Ihansa, mobla, arefles, calcado, pelocia de seuV.ins
Iruinenloa da msica, oleados e bijoulera, < saceos
farelloi a Jo9o P. A'daor & C.
3 caias calcados e tornos ; a Demevre Lsclere.
4 dilos sedas, leridos de acodan de 1,1a,e aUud.lo e
vestidos ; a Timm Kluasen & Viuassa.
10 caias crslaes ; a Reher & Filho.
74 ditas a 8 volame* lecidos de Ha, de seda, fla-
nella, chapeos de algodAo, vidros crislaes, ca|cadus,
camisa*, preparos para relojoeiro, leilos arces, gr-
valas honoles, cordas para instrumento, marroqutm,
Couros preparados, luvas eollele, pislolas, perfuma-
ras, fazenda de algodao e ele. ; a F. Saovag e C.
11 eaixas mobilia ; a J. Falqu*.
21 ditas chapeos de seda para homem, senhora,
dilrs de^ sol de alio de algodao, calcado, lecidos do loa, ale. ; a Burle o
Sooza.
1 eaill eh.ipeus de fellro ; a Clirislatii freres.
100 barrs pregos, SI volumes merceaiia, papel,
perfumaras ele. ; n FeMel Piulo & C.
2 caias drogas. Iivros, objectos da esrrjptoro ;
Jonqom Antonio Pinlo.
27 caias chapeos de seda, dilos para homem. di-
tos de sol de seda, e de algodao, cfleado, honeles,
lecidos de algodAu, de seda, de loo ; a J. Kellcr &
Coinpanhia.
3 eaias livros e objectos de escrplorio ; a Miguel
Jos Alves.
2 caias vidras, camieiros. instrumentos de msi-
ca ; a II. li ni.oii.
2 canas preparos para chapeos de sol; a Manoel
Aine.
25 ditos calcado: alllneles, chapeos de seda, para
homem, vidros, ferramenla, porcellaua, caudieiros,
flojes arlificiaes ; a Cals freres.
2 caias couros, gerfumarias, bijoulera ; a Th.
Roherl.
10 dilas papel e tinta ; a Lecomte F'arron.
I dila modas ; a M. Marrins Fiuza.
5 dilas estampas ; a ordem.
1 i volumes molas e eizos ; a G. A. Bourgois.
1 caita bloode de seda ; a J. de Faria Jnior.
2 barrs vinho, 1 fardo millas ; a Meuron 4 C:
1 dilo raz de allha ; a Mortira Fragozo.
2 caixas lecido de las a algodao ; a SchafThei-
lliin.
2 dilos caria de jugar ; a Lelellier \ C.
CO.NSL-LAOO liERAL.
Bendiineulo do dia 1 a 26. 100:8509(23
dem do dia 27....... 1:55859%
102:4099419
DIVERSAS PHOVISCIAS. "
Kcndmenlo dodta 1 a 26. 6:2369449
dem do dia 27....... I8/I3I
, 6:3549588
DESPACHOS DE BXPOftTACAO PELAMESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
27 DE AGUSTU DE 1857.
GenovaBrigoe sardo oDainon, Basto Lemns,
301 saceos assucar brauco,
Rio da PralaPatacho inglez Indei, Isaac, Curio
s C, 100 brrcas assucar niiseavaio.
ValparaizoBarca ingleza Roherl Jones, Siun-
ders Brolhers C, 420 saceos assucar hranco.
KXI'OltrACAO'.
Aracaty. hiale nacional Aurora, de 35 tonela-
das, coirluzio o -pjinnte : 360 volumes genero
estranseiros. 215 dil s geueros nacionae*.
RECEBtDOHIA DE RENDAS INTERNAS (E-
KAES DE PEItiAMBL'CO.
K-ii lmenlo do da 1 a 26. 22:IOtls78S
dem do dia 27....... 8579262
Antonio Carvallio, capitiio de-
THEATRODE3. ISABEL.
O artista dramtico Germano Francisco de
Oliveira, lem a honra de annunciar aoros-
peilavcl publico, que acaba de contratar
com o governo da prninci a empreza do
tneatro de Santa Isabel, devendo dar como-
Co as representagoes dramticas no dia 7 do
prximo mez desetembro.
Os senhores que pretenderen! camarotes
oucadeiras podem dirigir-se ao escriptorio
do theatro, que desde ja se acham abertas
as assignaturas, sob as con licOes seguintes :
As assigoaturas serOo feitas por 12 ou 24
recitas As primeiras tcrSo descont de 6
porcento sobre o total da sua importancia,
que sera naga adiantada ; o as segundas le-
tao 10 por cenlo de descont com a mesma
condicio.
Os senhores assignantes terio sempre a
preferencia a seos camarotes ou cadeiras etn
todos os espectculos que se derem no thea-
tro de Santa Isabel, seja de que genero fr,
com tanto que sejam debaixo da directo do
actual emprezario.
Os espectculos serSo sempro variados de
dramas, comedias, vaudovilles e forjas, obri-
gando-se o emprezario a apresentar durante
os tres priraeiroi mezes, a saber setembro,
oiitubro e novembro nove pecas novas aiuda
nao representadas oeste theatro.
O emprezario, que tantos favores deve ao
(Ilustrado publico pernanibucano, favores
l que elle reconliece serem devidos, n3o ao
seu merecimenlo ou talento arlislico, mas
sim a sununa honda le, e animo pro'eclor
que altamente caracterisa o mesmo publico,
espera mais obter lo !a a sua coidjuvac3o e
apoio sem o qu,- bal lados serfio todos os seus
bous desejos o esforfos.
^
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Paris, 346 rs. por fr.
Lisboa, 92 por ?; de premio,
e Kio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Arcao do banco 50 por ceuto de dividendo por coa-
la do vendedor.
coinpanhia do Beberibe 6O9OOO por acr-ao
1 cnmpaiilna Peninmhucana ao p8r.
Uilidade Publica, 30 porcento da premio,
e Indemuisadora. 61 ider;.
4 a da eslra.la ie ferro 20 por 0|0 da premio
Disconlo de leltraa, de 10 a 10 por cenlo.
Aec6es do Banco, 40 a 45 de premio,
duro.Oneas hespanhulas. 298500
Moedas de 69100 velhas .
65100 novas .
4jooo......I
Prala.Palacoei brasileiros. "
Puof columnaries.
mejicanos.....'
3O5 I6SO00
IGjOOO
9o 29000
2S000
1J860
THEATIIO
E
22:'JJ8030
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimento do dia 1 a 26.
dem do da 27.
59:169)076
2:16295.4
61:3319620
'h'W>tm** t0 $0 p*
Navios enlrdos no da 27
Assu'26 dias, barca nacional Vaya, de 217 tone-
ladas, c linio Marros Jo' da Silva, equipagem
16, carga sal a Barroca & Caslro. Perlence a
Pernambueo.
Litio Hay36 dias, brigue- inglez Talbot, M'2
tonei.das. eapitao Dmiel Poli, equipagem 13,
carga 2,586 barricas com baealho ; a Scliramm
Whalely & C. Pertence a Londres.
Navio aahdo no imsmn da.
HavanaGalera americana Tu-kuia,capita> Fan-
fowl, com 176 pessoas de Iripolaeao.sendo a maior
parte dos passage'ros colonos chins que Irouie a
seu bordo, os quaes srguiram para eu destino, e
vio sci vin lo como tripolantes.
0* ft*)Nfc$#,
SOHV\BLfLA
SABBADO 20 1)0 CBRENTE.
/jtne/cci '/a f-ca/ ffifattihi
e/at/ctyuf" Dividido em tres partes, a saber :
PKIMEIRv PARTE.
Novas leeroaces de inasiea apnirenle
SEGUNDA PARTE.
Magnetismo eoiraal rom a aorunainbula, que se
presta a ser macneli.ada perante ns espectadores.
TKRCE1KA PARTE.
O ne-jro africano as dais Aanerieai do noria e
ul, cantando modinhas e dansando o chimarole
acompaiihado pela nrrheslra.
O resto dos bilhel. teham-ia .1 venda na loja do
Sr. B'uruard, roa da Gadaia do Recife n. 15.
limwiliuplir
Por motivos justos foi transferido para o
dia 5 desetembro, o baile annunciado para
o oia 29 do correlo. Os socios podem levar
suas propostas para familias, oa ra de A-
po lo n. 22
Olllm Sr. director geral interino da
inslruccSo publica manda declarar, paraco-
nbecimento lo queui convier, quo o l"jm.
Sr. vice-presiJente da provincia,atorisado
pela S 1. do art. 7.- da lei provincial n. 431
de 15 de jutiho deste anno, resolveu crear 6
cadeiras de instruccSo elementar, sendo 3
para o sxo masculino, na povoacSo do lpo-
juca, freguezia de Monheca e N. S. da Luz ;
e. 3 para o sexo femenino, as freguezias ile
Serinbaem, Limoeiro, c na povoaqao de .
S. do O' de lpojuca ; o que lica marcado o
prazo de 60 dias, a contar da data deste, pa-
ra a inscripcao e processo de habilitaclo dos
que quizerem oppr-se as sobred tas cadei-
ras. Secretaria da directora geral da ins-
trucco publica em 27 de agosto lo 1857.O
secretario, Francisco Pereira Freir.
- Pela alministracfio do correio desta
cidade se faz publico, que no dia 29 do cor-
rente, telas 10 horas da mandila, se ha de
arrematar perante a mesma adminiStracSo,
e por quem mais olTereco-, 36 arrobas de
jornaes e 6 caixoes de pinno que conlinharn
osmesmos, sendo 3 ai a ores e 3 menores,
por se achar tudo na administracao, alm do
lempo marcado pelo rcgulamenloj sendo
cada arroba dos jornaes avalia Ja om 39200,
eos seus caixoes por 29OOO. Correio de
Pernambueo 27 de agosto de 1857.
Domingos dos Passos Miran la.
Administrador.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial,, em cumprimento da res dngSo da
junta da fazenda manda fazer publico, que
a arrematado da ilInminaQSo publica da ci-
dade de Goianna, foi transfer la para o dia
10 de setembro prximo vindouro.
E para constar se man ou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do
Pernambueo 27 de agosto de 1857. O secre-
tario, A. F. da AnnunciaQ.lo.
--- OSr. collector das rendas provlnciaes
do municipio de Goianna faz saber qu 1 em o
dii de hoje Ihe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crionlo de nome Luiz,
natural da comarca do Limoeiro, do idade
de 25 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhos prelos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexiga, preso nessa cidade ordem 00 mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
J?"i? anno, aendo avallado na quantia de
1:2008; pelo qU8 chama-se a tolas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 dhs, contados da pu-
niicacao deste, apresentem na collectoria da
dita cidade sua justincatjSo de dominio, a
qual, ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e findo o prazo meuc.ona-
do sera arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden lo-se
annuncto do da e hoia em que houver de
ter lugar dita arremet9Sot publicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Goianoa 30 de julho d? 1857.0 escrivo
da collectoria, Luiz de Albuquerque Litis
dos Gui maiSes Peixoto.
- Faco saber, que pela polica do termo
iln Serinhilem, foi capturado e acha-se reco-
Ihido a ca tela, Pedro, crioulo, estatura mais
qoe regular, com 28 a 30 annos de dado, e
que afinal declarou ser escravo de l.ourenco
Ferreira de Lima, morador no eogenho La-
ga Vermelha, provincia das Alagoas: a
Maile popular
MASCARAS E PHAiMASIA
MO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 29 de agosto.
Por no haver espectculo no theatro, e a
pedido de varias peasoas, llavera baile neste
UM ; os directores nao podem deixar de ma-
nifestar seu reconhecimento pela boa ordem
o moraltda le, que os concurrentes tem apre-
senlado nos bailes populares, para o que
muito tem contribuido a presenea das au-
toridades policiaes, os quaes zelosamente
lem feto observar o reguiameMo, que rege
os mencionados bailes: os hilheteseslaro
av en la no dia do divertim uto, o qual dove
principiar as 8 llorase terminar as2.
Gabinete Optieo
^ATCBRO DABOA-YISTA lf. 4.
o director deste salSo, panicina a seus
tllustres favorecedores, que leodo-se de re-
tirar desta provincia,offerece-lhes esta soma-
ta una agradavel exposico de vistas todas
Guerra do Oriente.
Planola provincia ErsaneOdessa e!c.
i
oovas.
I.i
etc.
-2.' 8. M. Napolcflo III, a bordo do vapor
imperial a visitar a flota ngfeza e,n (;aiajs
.' A sanguinolenta batalha de Alma to-
mada por outro ponto.
4." A batalha de Cliernaia, aoode os Rus-
sos foram repellidos por seis mil homens das
tropas sardas.
i. Bataina a incendio de Moscow por Na-
poleuo 1, e os tuasos
JiZJt sa"8"'olente baUlha do lakerman
pont" ;' f0 frl' l0ln,lda por oulro
7.a Batalha das trineheiras franceza toma-
oa por oulro ponto.
8. Os Fraocezes fugin lo da nao Castclla
ai >!lha, estando piiMoneiroscm frente de
l Cdiz, em 7 de abril de isil.
'>" U palacio do Sultao, imperador da
Turqua.
Jo. Vista do Marselha em Franca.
* Igreja de Santa Mara e seus arrabal-
des em Pars
S.s llotcl-tln-ville de Paris.
13.> Vista de Montevideo.
1* Vista do tienova tomada de Saumon.
5." vista de Bayona, Franca.
16. vista do pacio real de Atnsterdam
17.* Jardim e palacio de Versalhcs.
18 Napoleo I, botando o oculo em fren-
te da Calilo Ira| de MilHo.
O saliio estar rberlo das 7 al as II da
noite. Entrada 500 reis

:_-.
Para o Miio
de Janeiro
REAL
companhia de paquetes
inglezes vapor
Ale o dia 2 de setembro espera-sa da Europa um
dos vapores desla companhia, o qc|, depos da de-
mora do coslume, srcmr.i para o Kio de Janeiro,
tocando na Baha : para passasens. etc., Irata-so
com os agentes Adamsou Ilowie & C, roa do Tra-
piche-Novo n. .12.
^carac
Segu ale o dia 10 de setembro vindouro
o patacho Emulaco : para carga e passagei-
ros, trata-se com o eapitao, ou no escrplo-
rio de Manoel Goncalves da Silva na ruada
Cadeia do lenle.
O spenl Borja rara' leilao dos movis perlen-
renlesaoSr. .Manoel Ferreira da Silva Ramos, que
ha pouco se relirou para a Europa, na casa sita na
roa lari;,i do Rosario (Juarlcis n. 22. |>riri,eirii an-
dar, constando de utua e-celleme inebilia de jaca
randa' com pedra, un.a ptima secretaria lambeni
do Jacaranda', guarda vestidos e guarda roopa de
amarello [riiij, vanas coin;nu1as, urna rica cama
de armario, com cortinados, marquezas, sof", ca-
deiras, haucas, urna sollrivel mobilia de angico (da
segunda sala', urna grande mesa elstica, dous gran-
des guarda-lulipa de amarello, varios aparadores, la-
vatorio com pedra e sera ella, e oolros mullos ohjec-
tus da marcnieria de dilfereules qualidades, ele,
candelabros e lanlernas de vidro, vasos e mais n-
feiles de porcellaua para sala, diversas obras de-ou-
ro e prala, entre as quaes sobresuhe um reo appa-
relho para cha', etc., um eicellente cofre de ferro,
e orna gran le quanlidade de oolros mnilos arl20s,
arranjoa necesaarios de rasa, etc.. etc.: sexta-reira
28 rto < ui r ule as 10 horas da niaiihoi.
Lotera da pro-
vincia.
Corre amanhaa sabbado a's 9 borai.)
Anda e\islo um resto dos felizes bi-
lhetes, imbricados pelo abaixo mg-
nado.
/*. .i. Lyme.
A verdadeira graxa uiglesa n. !)",
dos afamados fbiicautes Day A Martin,
em barricas ile lduzias de potes : ven-
de-sc em can de James Crabtree&C,
i rita da Cruz n, 12.
Vendein-se tres rasas
em Forade Portus : a tra-
tar na roa dos Guara ra-
pes ii. '20.
Arrenda-seo engenlio denominado
ConceicD, na povoacao de BebeJbe, como engenlio, (|uer como sitio, tem to-
das as proporefies para plantarao, o rio
junio a casa de vi venda, (pie lie boa, tem
varios arvoredot de fructos, a vista do ar-
rendatario se expora" o mais : quem o
pretender dirija-te ao proprietario al>ai-
\o atsigoado na praca da Boa-Vista n.
28Manoel tlias de Moma. Recife 22
de agosio de 1857.
i%9 &i<& j &t*&%*i
Um funocionario publico compromel-
leu lia anuos a tuna pessoa de quem se di-
ziaamigo.e por mais que este amigo,tenha
esct'iplo,instado e soiliido pelo dito fuo
cionariopara cumprir com seu dever, tem
sido ludibriado.cacoudo.e ate menospreza-
do Nao sendo pois possivel fazer chegar o
referido lunccionario ao cumprimento de
seu dever por out.os meios, vai-se tra-
zer ao publico este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a passar por bonrado.
A victima.
r'riV'0d'a :11 do me' rorre"1*' hriae UER-
i-Ll.fch : para o re-to da carita, passaueiros e escra-
vos a frete, Irsla-se com Caelano Cyriaen da CoslJ
Morena, na ra da Cadeia do Recife n. 2.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que esto expostos a ven-
d, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. C, das 9 horas
da manhaa a's 9 danoite,biliietes,meios e
quartos, da prmeira parte da primeira
lotera do convento deS. Francisco de
Obnda, cujas rodas nndaiu rio dia 29 do
corrente. Thesouraria das loterias 22
de agosto de 18.)".Jos Januaiio Alves
da Maia.
Precisase slugar tima escrava, que
saiba fazer o servieo de tima c-sa de pouca
familia, elambeni alguma compra de ra :
a tratar na ra Bella, sbralo novo, prximo
a man'', pritoero andar.
l'recisa-se de um criado pequeno para
tratar do um muco solteiro, e etnpregado
publico : no paleo do Carino n. 9, primeiro
andar.
ACEIO E PM0MPTID10.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio e promptidSo, e to-
ma-se algumas freguezias.
' Precsa-se de um menino para caixei-
ro, prefere-se portuguez: no deposito da
ra de. S. Francisco n. 6.
MUDANG4 DO ESTABELECI-
MENT D PUSiS DE
J. YIGHES.
J. Vignes mudou seu estabelecimenlo de
pianos da ra larga do Itosaro para a ra
da Cadeia tic Santo Antonio u. 23, jonto da
Itelacao.
Precisa-se de una ama forra ou capti-
va para fazor o servieo diario do utna casa
de pouca familia : nojpateo do Carmo n. 9,
primeiro andar.
- Precisa-se de urna ama para lodo ser-
vico de urna casa : no aterro da Boa-Vista n.
20, segundo andar.
- Precisa -se alugar annualmentc es-
cravos paia trabalhar em um armazem de
assucar ; paga-se bem : a tratar na ra do
Vigario n. 11,
Lo
eria
pr viocia.
AO 5:000.S, 2:000a E I :000.s'.
No escriptorio do abaixo assgnado,ven-
de-se bilhetes,meios equartos em quantia
de lOO.s para cima adinheiroa vista pelos
seguiutes precos :
Bilhetes 5*9500 recebe 5:000^000
Meios 2,s~50 2:.")00.s000
Quartos I 575 1:250$0Q0
' L y mu.
-~
t
Lo te r
P
da
romncia,
AOS 5:f-00> 2:000; o 1.000;
O ablixo assigna I. garante os bilhetes da
loteras da provincia, resconsabilisamio-se a
pagar oa pre ios maiores sem o descont de
8 porcento da lei, cojos bilhetes vao com a
seguinle rubrica ilva CuimarJes C e
tem exposto a venda na sua loja no aterro da
Boa-Vista n. 56 a, os bilhetes da primeira
parte da primeira lotera do convento de S.
Francisco de Oiinda, a qual corre no dia 29
do con ente :
Bilhetes 6;00o recebe 5:000;
Meios 3;000 2:500;
Quartos i;500 1:350)
iva mesma loja cima, vendem-se a dinhei-
a visla, da qua'htia de 100y rs. para cima
pelos precos :
Bilbete 55500 recebe 5:000;
Meios 2;750 2:500;
Quartos IS375 1:250;
Jos Joaquina da Silva Guimaraes & C
Oproprietarioda coclieira da ra Nova
n. 61, vende todos os seos carros como suas
parelhas do csvallos ; o motivo desta venda
he a postura exig la pela cmara municipal;
vende-se ambos ou seprados, e tambetu se
vende o sobrado se convier.
Os legatarios do finado Antonio Jos
de Souza IVixeira comparecam no segundo
andar do sobrado da ra do Cabuga n. 7,
para receber a importancia de seus legados.
O

6KARDEARHAZEIDE
ROPA FE1TA.
Rj:i nov.i n. 49, jun-
to i i;;r(;/a da Cou-
cico dos Militares.
-::
'..:
m
.;_; Neste armazem encontrara o .; ;-
;3 publico um grande sottimento de ; ;.
-; ;< roupat tertas, como sejam casa- ^
.; ;, i tis, sobrecasacas, palitos de pan- f
Q no lino pelo e de cores, ditos de m
::- easemira de cores, ditos de bom- 5
,;_j bazim, merino, piinceza, alpaca, .',
.'j brim de linlio bi anco e de cores, .':.
\3 (anga criscadinhos, calcas de ca- .-'I
:^ semira preta e de cores, de meri- ;j
-. \i n0 princeza, brim de linhobran- p?-.
. ;, co ede cores, ganga euslao, col- tsii
,;.^ leles de velludo, gurgtirao, case- g';.
, i mira bordada clisa, selim borda- ; -
' 1 I -
; co, macao, merino e lustao, gra- y,
^ vatas e luvas de todas as qualida- ^
.^j des, chapeo* pretos para homens, -j
.^ ditos decaslot blanco com pello e
i'-' '""podo, camisas liancezas, e ou-
tlos mu'osobjectos que agradara'
.;*; aos tvgue/.es, lauto na quahdade
da la/.enda e bem acabado das
Carlos Walter.
RELOJOEIRO. ALLEMAO-
tendo rcceblto ha pouco um perito odicial
relojoeiro, acha-se poitanto habilitado pa-ra,
cm seu cslabelecimento, sito no aterro da
Boa-Vista n. 16, concertar e remontar de
novo todoe qualquer relogio, como sejam,
chronomelros. que antigamente erao remet-
tid-os para a Luropa por falta de quem os
concertasse, relogios de parede, de algibei-
ra, ele. ; assim como no mesmo estabeleci-
menlo se garant" por espaqo de um anno
toda e qualquer concert sabido do mesno
Attencao
o
0 abaixo assignado roga encarecidamente
a pessoa que por engao, ou pirrara que
quizesse fazer ao abaixo assignado. o favor
de Ihe ir entregar a caixa do relogio de ouro
qoe t.rou de cima da banca, isto he. para
que o seu nomo nao s-j deitado nr Diario :
assim pois se prometa, que entregando, se
guardara segredo. do contrario passar pelo
dissabor cima dito. Carlos Walter
COLM.
Na loja e fabrica de chapeos da ra Nova
n. **, tem para vender superior colla da Ba-
eslabelecimento ; garante-se tambem ao bia e de Haroburgo e gomma-lacre e outros
respeitavcl publico, que no se faltar no muitos pertences a mesma ofikina, chega-
dia que se promelter dar a obra, pra que
por esta forma seja o publico bem ssrvido,
prometiendo o dono do mesmo estabeleci-
menlo nao se poupar alim de satisfazer a lo-
dos os que honraren! sua casa. No mesmo
cslabelecimento de relojoeiro vende-se urna
dos ltimamente.
O IIIm Sr. raajor Joaquim Jos do Cam-
pos tem urna carta vin la de Maranb3o, na
ra do Queionado n. 33 A.
Finda a audiencia do Dr. juiz munici-
pal provedor, lera lugar a arrcrualacao
armar-So feita a moderna com todo o gosto,'do sitio e caziuhas da Soledade, perteocente
v;
.Vi ua ia/.cnaa o uein acalmlo tas '.''
a obras, como nacommodidade dos ^
^ precos. ;:
O abaito assignado, procurador bas-
tante de su.i sogra I). Mara Jos da /tnnun-
GiacSo Baptista, pele aos crpdores do seu fi-
nado cimbado Antonio Baptista llibeiro d.
propria para qualquer eslabalecimento, por
preco muilo em conla.
- Precisa-se alugar nos arrabaldes des-
ta cidade al o Poco urna casa assobradada
ou sobrado, tendo os commodos seguintes :
alem de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
cocheira, estribara, arranj.is pira criados e
escravos, e que o sitio seja abundante de ar-
vores de fructo, e baix de capim, que possa
contentar animalmente 4 cavallos ua ra
da Guia, sobrado n. 26.
Os devedores e credores do finado
Francisco Pereira Outra, que teem sidp cha-
mados por este Diario,para salisfazoretn seus
dbitos, e apres-ntarem seus ttulos, alim
de serem tlescriptos no inventario, o n3o
teem comparec lo na ra do Crespo n. 9,
sao anda avisados para esse fim, e pela ulti-
ma vez, pelo inventarianle.
Salustiano A. ?. de Souza Prez.
Precisa-se de una ama forra ou cap-
tiva para todo o servido de urna casa de pou-
ca familia, tanto para o servieo interno como
externo : a tratar na ra do Cabuga, loja de
ourives n. 2 C.
Precisa-se comprar una barcada do
40 toneladas para cima : quem tiver, diri-
ja-sea ra da Cadeia do Hecho n. 16, p.imei-
ro andar, e tambem compra-se um negro ve-
Ibo para tratar de cavallos.
Na ra do Trapiche n. 17, escriptorio,
precisa-se de um preto para criado.
--- Quem q.jizer possuir um bom escravo
crioulo, de 20 annos, sem vicios nem acha-
ques e com algumas labilidades : dirija-se
a ra Direita n 66
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia ; paga-se
bem : na ra Augusta n. 26.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia ; a pes>oa queestiver habili-
tada, dirija-se a ra da Senzala Nova n. 1*
- Roga-se a p-ssoa que tem urna sabit
na ra larga do Rosario ti 9, que tetilla a
bondade de a mandar buscar no prazo de 8
lias, pagando despeza quo a dita lora fei-
to, quando n3o perdei to lo o direito
--- Aluga-se urna boa casa n.a ra da la-
deira da Misericordia, em Olioda, concerta-
da de novo; a tratar na ra do Kangel n. 21.
Na ra Direita, sobrado de um an-
dar n. 33, ao p da botica, se encarrega de
atromptar almoco, jantar e ceia para qual-
quer pessoa que queira. Na mesma se fazetn
bandejas de bolos de diversas qualidades,
com i amos e figures, tudo du bom gosto ;
tambem se fizem doces de lima e outras
qualidades, arroz de leito, p.1o-de-I, alfi-
uins e jelds de substancia.
tjuem precisar de um caixeiro para ta-
Faria, lill.oda mesma, que^presentera suas born-, m,?; 'S;'r, e um ciMiro para la-
contas at o dia 31 do corrente mez ; assim t, n?,-t,J lem",Sum PratlCi)- dirija-se
minn lili, -.r,u ,!... i., ,< mnc.~, .. ul,elu +
como avisa aos devedores do mesmo, que
i essoa alguma esta utorisada a receber suas
dividas a nao ser o abaixo assig!ado.
Pernambueo 13 de agosto de 1857.
Antonio Machado Gomes da Silva.
O abaixo assignado, sendo credor do
tinado Antonio Baptista Kibeiro de Faria, por
urna quantia talvez superior 18:000; rs.,
faz sciente a tolos o.s devedores do mesmo
finado, que nao paguem quantia alguma a
sua mOi e herdeira I). Maria Jos ta Annun-
ciaco Baptista, ou a seu bastante procura-
dor : porquanto ludo o que por ventura po-
lo perlencer a Itcranc.i daquelle fallecido,
tal vez nao chegue para o pagamento do a-
baixo assignado ; aquelles que de outra sor-
te procederem, ficam expostos a repetirem
o pagamento, liecie 2* de agosto de 1857.
Jos Baptista Kibeiro Je Faria.
sorvete.
liojo lera sorvetes so nfio ebuver : .no a-
terro da Boa-Vista n. 3.
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta sendo da quantia de 1005 reis para cio^a,
os seus muito felizes blhetes, meios e quar-
tos, pelos precos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Recite n. 45, esquina da
Madre de lieos :
Bilhetes 5;500 recebe 5:000;
Meios 2;750 1:5003
Quartos 1-375 1:2505
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
OfTcrece-se um Iioiiipuj, que lem mul-
ta pralica de negocio, para entrar de socic-
dadeem qualquer estabelecimento, entrando
com alguns futidos, amia mesmo sendo
para f ira da cidade : quem quizer annuucie.
Precis*avse do 4 iraiialhadores para ar-
mazem to assucar, preferindo-sn escravos e
paga-se bom : na ra da Cruz do Recifen. 31.
Precisa se slugar um pjeto ou mole-
que, para trabalhar com urna carroca e ca-
vallo : na ra do Sol n. 1 A.
- Jos Calli vai a Curo'a no primeiro va-
por sardo.
A IBaitu aaaigua la urna a lud ua ann5ii
verta.Itima tle ma sempra lembrado fapojo
Manoal I.uii de Ahreu, e que Imnaram lauto
luterana im Miillr aus a'lus da eu funeral e
do -finii i dia,fai tle*le inotlo publico aolein-
ne ti* aeua mais vivos aRradecimeiilos a tortas
e.las peanas, e rom especial moncao tributa
aa uramlilo a aquellea, qui> por e-le fun t.
.icouiiTiiiii uto, o tem arempanlindo no atn-
timcnlo e na dr)r que sullre o c>rai;io tle umi
inulher, a quem o deatiae aparloa da seu ma-
rido, iliutio to sua lema e aau losa rerorrta^Ho.
Mara Joaquina tos Sanios Abreu.
HaSHBl
de ofliciaes de lerreiros pe-
ritos
rccisa-st
na luudiciio da Ancora.
ESTABELEChlENTO DE PIV\0S
DE
JOO PEDRO VOGELEY
RA NOVA N 27, ESQL'IXA UA GAM-
BOS 1)0 CARMO.
Vendem-se pianos dos mais afamados fa-
bric ntes da Kuropa, de baixo de toda ga-
ranta que lude ser desojada. Na mesma
casa concerts-se e alina-se com pcrfeico os
mesmos inslru^enlos.
Jos /nacleto
da Silva
cidadilo brasileiro, casado, vai ao Bio de Ja-
neiro.
Di se rtnheiro a juros, com penbores de ouro
ou prala quem precisar dirija-se ao largo da as-
'eiubla n. \->, se^uiiilo ailar.
Ainda se precisa de um caixeiro que
abone sua c.ipacidade, e tenha pratica de
negocio, para a paJana da ra do Rosario
n 55.
Arren la se o sitio Estiva de cima, no
logar da Ibura, com casa do vivenda, arvo-
res de fiuclo. Ierra de plantado e criacito,
baixag para caima ou ca '
O:
H Aviso fetos se.Jures tie
3 engenho.
IM Antonio Josd Maurco, or resllenle ;--i
nesta cidade, na ra ta Cruz n. li, pri- *g
1 nieiro and, r, propOs-se a receber commis- W0
.!. >o.'s tle assucar, conla com a protegi de X
> seus amigo! senliore re eo^eniios, aos W
fj qnsea pron.ella detempciihar solisfactcrio- t
.-;.. maula nao sti a ven la dos a.sucares, como v
X tola e qualquer compra de que o enrar- JJ*
V regarem. ;.';
AUifacn-se pari festn
3 casas na Torre con 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozinlia lora, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos: a tratar
no armazem demateiiaes da ra da Cadeia
le Sanio Antonio u. 17.
-- Orlerece-se um rapaz para caixeiro de
qualquer eslib.-lecimento, o qual lem muita
pratica, tanto para a le ra como para fra
delta, e sabe bem ler o escrever : quem o
pretender, annuncie para ser procurado.
Precisa-se de um forneiro : na padaria
do Forte do Mattos.
- Precisa-se de urna ama forra, quo co-
ziohd e engomme, para cas de pouca fami-
lia : na livraria defrontc do arco de Santo
Antonio.
Em resposta ao ar.nuncio do Sr Jos
Baplsta llibeiro de Faria, e para que o meu
silencio nao seja tomado, como consenti-
meiito ao qu; contera no referido annuncio,
declaro, que ignoro se meu filho o finado
Jntonio Bapsta Ribeiro de Faria era deve-
lor ao Sr. Jos Baptista d i quantia de .
18:000/rs., ou de outra qualquer, que os
livros e pacis de dito meu filho ficaram em
poder doSr. Jos Baptista, e sin .a me nSo
vicram as oaos, apezar de haver juiicial-
metite requer Jo a sua entrega, assim como
que o Sr. Jo.i Baptisla me uo pode piivar
por sua propria autoridad >le arecnlare
liquidar o que perlencer a meu filho. de
quem snU a tunca herdeira, caben o-lhe
somente o direito de propor as aeces, que
Ine c .mpetiiem, para quo se verifique, se
com efieito lie credor, c d q'.o quantia. Meu
IHhotinha muita probilade, e todas as suas
transaccOes devem constar de seus livros, e
nao estou resol vida a recouhecer o Sr. Jjsc
Baptista como creior, sem que exhiba as
competentes provas : desojo ver sle nego-
cio ventilado, e posto que desvalida e pobre,
procurare! defender a honra, e boa reputa-
Cao, deque sempre gozou dito meu filho.
Recite -n de agosto de 1857
Maria Jos da AnnunciacSo Baptista.
CHAPEOS.
Na nova loja e fabrica de chapeos n. 4*.
tem para vender supe-iores chapeas de cas-
| tor copa alia, pretos com pello e sora pello,
jilem brancos com pello o sem pello, ideo
de ditos pretos, copa baixt, dem de massa
rrancezes stipcilinos, dem de feltro super-
finos de todas as cores, idem de mola linos,
chapeos de loilro e 5alha enfeitados para
meninos, ditos do Chili lios e gromos, di-
os de couro da Russia, ditos -le seda o me-
lhor possivel para senhoras, bonetes do seda
e couro e de panno para liomeus e meninos,
oarretcs de falla enfadados para r cninos
o melhor g.isto possivel, e outros muitos
objectos ebegados ltimamente, os quaes
vendem-se mais baratos que em outra qual-
quer parle.
Ven Je-se um solirado de dous andares
no becco do Noronha, e urna casa terrea na
tua da Santa Cruz: a fallir com Jacinllio de
Abren Ribeiro, na ra lo Moeda n. 3, primei-
ro ander
Na rua Ve!ha n ti, fazem-se chapeos
para senhoras, turbantes para morjas, e tou-
cas i ara ciiancas, por prego mais commo-
do do que cm outra qualquer pars.
Vende sa superior oleado para cima de
mesa na prca da l.'uiSo ns. 36 e 38, loja
de Domingos Francisco llamalho.
Precisase de um c;ixei-o que tenha
bastante pratica de loja de tr.iudezas, e a-
bonesua conJucta. para urna boa loja nesta
praca quem estiver nesta8 circunstancias,
dirija-se a rui do Queimado n. 7.
Oleo de ln!i o;i-
a testamentaria do finado Antonio Jos Tei-
xeira Lima, por 1:861; rs., tendo sido aba-
tida a quinta parte, reude mais de 40* rs. as
casas : aabbado 29 do corrente.
Precisa-se fallar cora muita urgencia
osSrs. Jos Machado Soares, padre Jos dos
Santos Franozo. Manoel Jos de Oliveira Li-
ma .eo (Hite do fallecido Joaqnim Jos Pe-
reira de Sant'Anna : no becco do Padre n. 26.
Rua do Collegio o Sr. "Cypriano Luiz
da Paz, aterro da Boa-Vista, na padaria do
Sr. Beiriz, dinlo quem da de 500 ate 2:000
ou mais. com hypoiheca cm casas terreas,
ou firmas a contento.
Jarilim publico em i'r-
ainbuco, ra da So-
le iiile ii. 70.
Os senhores amadores, que pela fosta qui-
zerem ler em seus jaditis llores novas, man
dem logo por ellas antes que chegue a festa,
alecrim do norte, daphne, cylindros, etc.,
etc ; tambera ha bonitos ps de uva musca-
tel e ou'ras qualidades novas, que d5o mu -
to frur.to, ligueiras de dilTerentes qualida-
des, eta-, apromptam-se encommoudas de
plantas de ructo e flores para o centro da
provincia, e as mais do norte o sul.
Precisa-se de urna ama que coziuhe e
engomme, para casa de pouca familia : na
rua Nova n 33.
Cdese o alu?uel de um bom sitio,
com boa casa de viveods, muito fresco, por
caretH boa posico, com bastantes arvores
do bous fructos, com trra para plantacO s e
grande bai&a incito fresca oara vaccas de
leife ou capim, queda maravillosamente :
a tratar no estrada de JoSo do Barros, o pri-
meiro sitio aesquerda, depois de passar a
bomba, o sitio tem varias plantarles, que
interessa a quem o pretender.
Oescrivao da irmandade da S Jos de
Riba-mar convila a todos os rmSos para
comparecerem domingo, 30 do corrente no
c institorio da mesma irmandade, as 10 ho-
ras da manlia, afini da tratar-se de um ne-
gocio de grande importancia.
Aluga-se um sitio na Capunga, todo
murado e bem plantado de arvores fructfe-
ras, com porlao de ferro, estribarla, e casa
com excellentes commodos : a tratar na rua
do Trapiche n. 13.
Acha-se venda na livraria do padre
Ignacio Francisco dos Santos e Gvmnasio, a
Arte da Lingua Grega, composta "pelo padre
Ignacio de Souza Rolin, por preco com-
modo.
COMPANHIA
vigilante
Pela tetceira vez sSo convocados os se-
nhores accionistas desta compaohii .para
reuniao da assembla geral na rua do Trapi-
che Novo, casa n. 8, segundo andar. Adver-
te-se agora que esta reuni3o he para tratar
do que dispoe os artigos 21 e 42 dos estatu-
tos, e qu a assembla achar-se ha regular-
mente constituida com qualquer qua seja o
numero de saus membrus presentes na refe-
rida casa : segunda-feira, 31 do corrente, as
2 horas da tardj em diante.
Irmandade do SS. Sacramento do bairro de
Santo Antonio do Recife.
Tendo de se tratar de negocio de urgencia
s3o pelo presente convidados os irm3os ta
mesma para comparecerem no dia 30 do cor-
rente, as 10 horas do dia. para urna mesa
geral. Consistorio da irmandade 27 de agos-
to de 1837.--Oescrivao,
Francisco Antonio de Brito.
Vend de escravo.
Hoja 28 do agosto he a praga annunciada
para a venda do escraVo Benedicto, Onda a
audiencia do Sr. Dr. juiz de orphSos, as 11
horas da man hila.
Attencao!
Na Joja de mi nuezas, rua
do Quima do n, 25,
vendem-si as seguintes miuJezas. mais ba-
ratas do que em outra qualquer parlo, luvas
Je peluca, ditas de seda, pentes de todas as
qualidades. trancas de se la. franjas da todas
s con-s e larguias, fitas de velludo de todas
as cores e larguras, escovas finas para ca-
bello, ditas para chapeos, ditas muito linas
para fato, caixinhas com enfeites proprios
para meninos, coarsteiras tinas, carteiras de
marroquioi muito finas, caixas com teutos
para voltarete, de muito boas qualidades,
bicos de se la, ditos de linho e algo J3o. linha
Je carrinho do 200 jardas n 12 a 200 rs.,
botOes par punhos do melhor gosto que ha
no mercado, leques de dilTreiitcs qualida-
des, botOes para colletes e vestidos, de mui-
to bous gostos, agulhas fsancezas muito fi-
nas, (tas lavra las para cinteiro, de muito
bom gosto, estampas de santos, ditas de
vistas, e outros muitos objectos que setor-
ih desnecessario mencionar.
S STIEBIEL & C-, banqueiro8ene-
jjociantes^ estahelecidos lia muitos annos
em Londres, teem a satisfacejao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acnbam de fundar casas iiliacs
nos principaes portos c distritos manu-
facturemos de Franca, Alemanha, Blgi-
ca e Hollando, conservando alm disso
suas rroprias casas anteriormente estabe-
lecidas nas cidades mais importantes, o
portos mais cominerciaes daGr-Bretartlia,
e estiio em posicfto de offerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim etn Londres como em outro qual-
quer ponto da Luropa, de tima casa para
compra ou venda de ai -figos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
e Jjanco de qualquer genero'.
As pessoas que nao forera conhecidasilos
aiinunciantesdeveaoacompciiliarsuasoi-
dens cora os fundos Decenario* para sua
exeuccao ; licando entendidas que osan-
nunciantes nao teem dilHculdade em ad-
antar ~.< ()|0 solne os gneros rerebidos
antes de sua venda.
Os precos con entes e mais nformacoes
commeiciaes, que forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-se aos annunci-
antcs.
BII.IIEIES DE VISITA.
Crivam-ce imprimem-se com perfeicao
bilhetes de visita,letlras de commercio e to-
Vend;-se a libra a 280 e em qufuitidade i dos os onJeclos da ar^ caligraphica, regs-
superior de S galas a 2/rs. o-galSo: na I r2*'__.T,nto*t?f e M,lacs 1uer dezenho*
rua do Vigario, armazem de cabos junto ao
trapiche da campantiia.
Livros francezes.
abrent-se tirinas, siteles, tantea taho doce
como em relevo, ofhamcntos com objecto*
de ouro e prata : fazem-sa riscos lindos e
onginaes para bordados do labyrinlho. ad-
V.m lem-M por preco com odo as segu.n- I mitte-se a recusa de qoaesquer .estesobjee-
--------- r._, ^, BJ ... u.- iniui-.-o a recusa ae auaes iur deatna nhait.
L" ^br" r**e".". ?. il'us^d S' c..m ,los' "o c" "ao learem a"contento das
confroute a matriz nova.
ILEGIVEL

-
1 -
-
-.;.


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 28 DE AGOSTO DE 1857
C01SULT0R10 1 IFiTHICO
m
DO
10/000
153000
209000
259000
309000
19000
29000
Onde seacham scmpre os mais acreditados medicamentos, tanto ero. tinturas como
m glbulos, e proparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos
PREgOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24
Dita de 36 .
Dita de 48
Dita de 60 .
Tubos avulsos a ....
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jhr com o'dic-
J cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratamento do cholera raorbus .
Repertorio do 1> Mello Moraes
nwHM1linffl>millm"mTlmfll'M
PEORAS PRECIOSAS-
'*>.
$ Aderecos de brilhantes, J
& diamaDte* e perolas, pal- %
*j eiras, alfineles, brincos $j
j a roalas, boles e aunen g
te de diOerenl.g nonios c i e
'* ilivitsh pedral de valor. *
'<*(
t
209000
10/000
2/000
6*000
Compram, vendan) oo *
trocam prala. oaro, bri- S
J,. liianlea.riiamaotese pero- gj
9 las, e outras qoeesquer f
8 joiasde valor, a dlhbeiro jjj
ou por obras.
t
UJi DI IIIR1TM
Rua do Cabuga' n. 7.
Hecebem por t.o-
d os os vap res da Eu-
gj OL'ROEPRATA.
i Aderemos completos de $;
W, ooro, meios ditos, pulsei- i
*j ras, alfinetes brincos e *
S rozelas, conloes, irancel- '.;'.
g lins, medalhas, corrcnles *,
& e enfeiles para reloRlo, e
Sj ODlroa mallos objeclos de i
K oaro.
jjj Aparelhos complelos de *
ropa asoorsoo mais 8 p'p">f^. bandejas, g
* S salvas' alteaos, collieres B
moderno gosto, tan- & e sopa de cha, *m^-
assim sujoitosos mesnios por qualqucr du-
vida. Seranhim <5c Irmfo.
Fabrica de fiacfio e tecidos
de algodfto.
Os abaixo assignados, tendo oblido da Eoropa, ai
necessariaa informaces, planos e ornamentos para
a fabrica de fiar e lecer algodflo, convidara aos Srs.
socios a vir ve-Ios, no escriptorio do Sr. Manoel Al-
vea Guerra, na ra do Trapiche n. 4.
iRualmtnte ronvidam aspessoas que subscreveram
para esla empr.za, a realiiarem a lerc.ira preslacSo
de 20 pur cenlp, o que verificarlo de boje al 31 do
crreme mez, no mesmo escriplorio.
As pessoas que anda quizaren) fazer parte desla
empieza, serao admitlidas, pasando o valor das en-
tradas realisadas, na ocrasiao de subicreverem no
hvro das asignaturas, qae .lo de 1005 a 5:000500.
Recife, 1 de agosto de 1857.
Amorim. barias. Guerra & C.
Aluga-se um sobrado ;e dous quartns
rora.com um grande quintal aterrado para
o lado do pantano, proprio para planlacHo,
sito no logar dos Arrombados, defronte do
Collegio dos orphos quem o pretender,
entenda-se com Jos Antuncs Guimaraes, na
ra de Apollo, armazem do Sr. Barbosa
n. 30.
objectos de 1
S tos oulroi
S prala.
to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
l>re$o commodo como costumam.
-----O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagm da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e abi tem preparado urna
casa de saudecom todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residan fura da praca, ou 'que tifio os pos-
@ O Di'- Francisco do Paula Rap- Q
O lisia, tm aliei to escriptorio para
vi? advogar, no primeiro andar da @
$J casada rna dasTriuclieiras n. 19, C5
por cima do caitorio do escrivao ?A5
sam curar ero suas proprias casas: quem| Rapttsta, antigarneute do fallecido ta-
para isto quizer-se til isar de seus servicos j fe Reg; ealii, das!) horas dodiacm @
a ouvif a
lusas de to-
para isio qutzcr-se uinisar ue seus servicos ^ ego, eain, aas'J lioras
mdicos, que serao desempenhados coro o!i diante, esta" prompto (
maior zelo, dinja-se ao paleo do Carmo n. S d
9, primeiro andar, ou no referido sitio da ^ y^0*1' L a 'C
Magdalena, l'reco-2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas opera-
5es.
?k-
No consultorio homeopalbico do Drr Ca-
sanova, roa das Cruzes n. 23, ha serapre
um grande sorlimento dos mais acredita-
dos medicamentos bomeopatliicoi, e ludo
qoanto be neceisario is peisoas que segoem
este syslema.
Veniiem-se vidrui com rolln de vidro, de
meta onra ale 6, muito em conla.
>s-
o
o
o
Q
:-
do
2}400 o 29600 o covado, soda branca levrada
a 1 ~i110 o cova lo, lilas para vestidos a 560 o
covado, e nimias mais fazon Jas que se men-
cionar ao comprador.
CHITA PARA POBREZA.
Na loja da ra da Cadeia do Recite n. 54.
Vende-se chita rxa de cores oscuras a
150 e 160 res o covado, e a peca 5/500 reis.
Vende-se um bom cavallo e por preco
commodo : no Afogado, ra do Motocolom-
b n. 3, das 6 as 9 horas da manlia, e das 4
da tarde at a noito.
Vende-se urna porcao de boa farnha
de mandioca, em saceos grandes : no arma-
zem da Companhia Pornambucana, no Forte
do Mattos.
Cera de carnauba.
Ventle-se cera de carnauba, a mais supe-
rior que tem Vindo a este mercado, por pre-
CO muito commodo : na ra Nova n. 20,
loja.
Vende-se um preto de meia iJade, eo
motivo por que se vende se dir ao compra-
dor : na ra da Senzala Nova n. 7.
Vcndem-so saceos com feijfo : nn
becco do Carioca, no armazn de Jofo da
Silva Mahalhies astos.
Vende-se casemira franceza branca,,
VENDE-SE
Vende-8e casemira ilanccza m.ma, i .cmil-m.
inissima, propria para ralri de tenenleJy1" na doTrapidie n. 54, escriptorio de
'i-neta! ou de cnsul: na loja de Gu^ovae*' c-f superior vinho do Porto, cm
herme da Silva Guimar3es, ra do Cres- Caixasde uinac duaa du/.iasde gnalas:
p0 n a prero commodo.
"Na loja Relogios
das seis portas
Novo
sortimenlo de borzeguins francezes para sc-
nliora, ditos para hooiem. Hitos para meni-
nas, sapatoes, sapatos, pantufos, tudo dos
melhores fabricantes de Paria, e pregos mais
baratos : na ra do Cabula, loja n. 9.
CEMENTO.
_ \cnde-sa cemento, tantn ile vela cm bar-
rica como em porcio o a relalho, por com-
modo prego para acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17
Cora de carnauba a msis superior que
tem vindoa rsln mercado : v.ndc-se na rua
da Cruz do Recite n. 36, em casi de Antonio
l.opcs lirapa,
Vende-se por mdico prego timas pc-
I Iras, sondo entro ollas urna que servo para
hombreira, e outras para sacada de varan-
da ; tambetn se vende um banco de atnarel-
li) para carapina e urna rotula usada : na rua
do llangel n, 21.
W
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esttbelecida cm Londres, em marco da 1324.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a konra da in-
(oruar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e padra, cobertos de
t.ilha e igualmente sobre 03 objeclos que contiverem
os mestsos edificios qtter consista em mobilia ou
a fazendas de qualcmer qualMade.
JOIIN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.EILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, rua do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECltE.
DEHTSTA FMHCEZ. 1
Paulo (i.iijiiipiix dentista, raa Nova n. 41 : *^
na mesnia casa lera agua e pos deiilrilice. @
Tasso Irmos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
farinhas de trigo Ricbmond chegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazeus, pelos
seguintes precos :
Galega 269000 por barrica.
Ilaxall 259500 dem.
O Dance 213000 dem.
Columbia 2390U0 dem.
Alem destas tem farinhas novas de'.Tries-
te das marcas SSSF. .FonUna e prlmeira
qualidade ; assim como completo sorlimen-
to das melhores marcas de l'hiladelphra, No-
va Orleans e Baltimore.
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros 011 escravos, para
servico debaivo de coberta.
--- Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Mendes da Cunha. Paga-se
bera agradando o servico.
dos que ciui/.erem procurar seus
*p servicos de advogado.
O abaixo assignado, possuido
maior empenho de se descobrir os auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mui presa-
do amigo Tliomaz Gollan, vice-consul de
, S. M. Uritannica nesta cidade, oll'erece
i dous contos de reis a quem llie prestar
qualqtier esclarecimento exacto sobre es-
se facto, ou mesmo o conhecimento de
7 Quem tiver penhores em poder doa-
baixo assigna Jo, venha resgalar no prazo de
8 dias, a contarda data deste annuncio.no
lim do qual passarei a vende-los para paga-
mento Uo meu principal e juros.
Antonio da Cunha 8. Cuimaraes.
- Precisa-se alugar urna preta escrava
para urna casa de pouca familia, que cozi-
nhe e faca s compras de rua : a fallar na
rua do Aragfio n. 1, primeiro andar.
C. STARR & C
rospetlosamente annunciam, que no seu ex.
tenso estabelocimoHlo, em Santo Amaro,
conlinu'a a fabricar com a maior perfeicio
e promplidao, toda qualidade de machmis-
mo para o uso de agricultura, navegaciio e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes c do publico em
geral, tem aborto em um dos grandes arma-
zeus do Sr. esquita, na rua do Brum, alraz
do arsenal de marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
Alli acharSo os compradores um completo
sorlimento de moendas de canela, com todos
os melhoramentos aiguns delles novos e
originaes a que a experiencia de muitos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vaporde baixa e alta presso lachas de
lodo lamanho, tanto batidascomo fundidas'
carros de mao e ditos paraconduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dito, fornos de ferro br.tido I gas dechitas de qua'dros a 5-Oo! rics'h'or-
tura finnlin ..-.!, .i ^ P-... ,i^__:_______ I 1 ... j______ ... "i.
Attencao.
Na loja ao p do arco de santo Antonio ha
um completo sortiruento do goltnhas o man-
guitos, tanto para senhora como para me-
nina, assim eomo oulros muitos enfeiles,
tanto para cabeija como para pescoco, sapa-
linbos para baptisado de meninos, longos de
cambraia de linho para mito de senhora, pe-
Em frente do Livraiueuto
19600
Cortes de casemira a cinco patacas, cassas
francezas a 80 rs. o covado, meias cruas pa-
ra homem a 19400 a duzi, e par a 120 : es-
tas fazendas tem algum deleito, e vendem-
se por estes precos para acabar.
Aterro da JBoa-
Vista n.
Vende-se bom e barato.
He chogado esto estabelecimento, vindo
de Franca no navio Parahiba, una porcilo
de chocolate de todas as qualidades e amei-
xas cm lattnhas de 3, 5 a 10 libras, conser-
vas alimeniioias de peixo?, em latas prandosa
linguados a 29500, salmonetes a 29700, sal-
monetes frito a 29300, cavallinha a 2?80,
icixe espada a 2200, lioguicas de Lisboa
novas a 500 rs., presunto para hambre a 700
rs., dito do Camego a 530, cha hvsson com-
mum m?>-00, dito lino a 29560, dito xim ,
2?SO0, dito porola a 3/109, macarrSo a 320 o
480, talbarim a 320 o 480, aletria e 400 e 560
rs., estrollinha a 600 rs,, massa de tomates
a 720 a libra, marrasquino lino, licores linos
em garrafas grandes e pequeas, latinltas de
biscoitinhos linos Inglezes, bolachinha de
soda, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades c muitos oulros gneros que seria
impossivel annuncia-los, tudo por prego
commodo, para acabar.
Vendem-se 2 vestidos de tilo branco,
enfeitados, com 2 vestidos de baixo. de se-
tim branco, proprios para assistir a casa-
mento, a baile ou baplisado, por prego mui-
to em conta : na ruado Crespo, loja n. 19.
ma.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultime paquete in-
glez : em casa de Southall Meilor &C", rua
do Torres n. 38.
Na rua do Cabu
dezas
ga\ loja de miti-
ii 4.,
DO
para farnha, arados de ferro da mais appro-
vada conslruccfio, fundos para alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e una inlini-
dadede obras de forro, que ser enfadonho
enumerar. No tnesmo deposito existe urna
pessoa intelligenlee habilitada para receber
forem for-lhe
alguma circumstancia.ou accessorio delle,
de modo (|ue se jiossa averiguar a verda- desenhos, e itisirucgoes que
de, assim como assegura, sol) sua ialavra I necida;s-
de honra, o mais inviolavel segredo, a' I a "2" 'ga"Sf a S"- '. Dii.tiizia Francisca
<,, (;.,...... 1 j 6 1^~ aeSoaza, natural da villa da Barra, no to
(1uem iir qualquer dessas revelacoes, de S. Francisco e provincia de l'ernmbuco,
lan.iezas para vestido de senhora o mais mo-
derno que ha, cambraias a 480 a vara, chita
franceza a 240, 280, 320 e 40o rs. ; nesta loja
ha sempre mu completo sorlimento, eludo
por menos que em outrs js.-t,..
Vende-se superior tinta para cscrcvcr, d<
Lisboa : na rua das Cruzes n. 30.
CAL DE LISBOA.
Vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commodo : na rua do Apollo, arma-
zem n. 2 B.
Loja da rua do Crespo
n 10.
Acha-se um bello sortlmcnto de cortes de
vestidos do seda de coros com habidos ave-
I lu ados, chegados pelo ultimo vapor, chales
I K aflV A* TAhF.KN A DF. 4 ,le toU(laio> cores bordados, do superior
!-.. qualidade, assim como ricos chapeos de pa.
PQV,TAS N 4o 'le Seda' d" a,,a '"r,!"* WlelUdo. tou-
ICO.
O abaixo assignado faz selente o respei-
tavol publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na rua do Crespo ns.
10el4, ondeencontrarao um variado e lin-
do sortimenlo de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por prego muito
commodo; sendo gerente do estabeleci-
mento n. 1 0 o Sr. Marcelino {Jernimo de
Azevedo. |. G. Malveira.
He chegado a loja de Lecqnte, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limiar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio da Florenga para brotoejss e
asperidadesda pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
lioubo de nindcira.
Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, prdetraz da casa pie loi da po-
licia, cinco travs de 40 palmos, com 8
e meta polegadas em quadro, no sabha-
do 1 do corrente, as quaes licaram amar-
radas, e na segunda-leira acharam-se de
menos duas : roga-se a quem dellas sou-
ber, queira dar noticia na obra da rua
das Cruzes, ou na Itvraria ns. 6 e 8 da
praca da Independencia, quesera'gra-
tificado.
Au a de leite.
Domingos Monteiio Peixoto roga as
pessoas de sua atnizade. ea todas aquellas
que saben] o que he um recem-nascido
seinleite, de llie inculcarem algiirrn ama
le leite semlillio: na rua do Collcgion.
s, segundo andar.
Na rua larga do osario, no segundo
andar do sobrado da esquina do lixco do
l'oixe Frito, n. 9, d-se a I moco, jantar e
ceia, por prego mais commodo do que em
outra qualqucr parte.-
Precisa-se de duas pessoas para o ser-
vigo interno de urna casa estrangeira, urna
que cntonda de cuzinh.i, e outra que cosa e
engomme : na rua [Nova n. 17.
Prcoisa-se de una ama quesaibaco-
zinhar o fazer todo o mais servigo de casa :
na rua do Oldeireiro, taberna n. 68.
Precisa-se alugar nos arrohaldes desta
cidade at o logo ama casa assobradada ou
sobrado, tendo os comrjodos seguirles:
alem do poder conter 1> a 20 pessoas, tenha
cochoira, estribara, arranjos para criados e
escravos, e que o sitio sfa abundante de ar-
voros fructferas e baixa decapim, que pos-
sa sustentar annualuieiile qualio cavallos :
annuncie por este Diario ou oulros peri-
dicos.
-ODr. Aprigio Juslir.iann daiiva Cui-
marfios, tem seu escriptorio de advogado nn
pateo do Collegio n. 37, primeiro andar, on-
de podo-ser procurado tolos OSdissuleis
at 4 horas da larde ; reside na rua do Heve,
no largo cm que se edilica a casa doGvm-
nasio.
pois lie bem possivel cltegar-sc ao lim
desejad sem declarar-se donde ellas
procedern).
Consulado Britannico 11 de julbo de
18..7.11- Auguslus Coopcr, cnsul.
COMPANHIA
DE
JEG3I0S MARTIMOS E
Xttve&tttb vD Impctio }o
ESTABELEC1DA NO KIO DE JANEIRO
CAPITAL 10:000,000,000.
Agencia roa da Cruz
u. 45.
Aos senhores negociantes, proprieta-
rios de casas etc. etc., se ollerecena agen-
cia de dita companhia nesta cidade, a rea-
lisar;ao de seguros por premios econdicoes
muito mdicas.
Na ineMna agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de navios que desejam te-Ios registra-
dos no Veritas ou Monitor Martimo
(Titulo de Registro) tenhaina bondade de
dingir-se a esta agencia aiiu de lazerem
as declararles precisas.
PubiicacSiO litteraria.
COROGIUPIIIV
Clironogrupliiit. noiitlinrin, gc-
ic 1 >i;iiii e poltica
DO
IMPERIO DO BRASIL
CUM VAK1AS THANSCRHH..ES
DA
Corocraphia bra'siltira, do padre Mancel AyrM do
i. i-.d.Ili-tc n.i da America l'i>i li.mr/.i. i'e llo-
clla Filia.Clirninca da coupadhia, de Vatcno-
cellos.llistori' do Brasil, do visconde de Cay-
ru.Cailriolo Lusitano, por Ir. Kaphael de Je-
ou a seus herdeiros, que venham ou mandem
receber a parte que lhe tocou do espolio de
seu marido Jos Seabra I.emos fallecido nes-
. (<10 ?
i iifsla cidade da Victoria, declara que tem
S comprado desde o I de in.irro ile IS'it;, al OJ
%t -22 de ae.ulo do correnle auno, ,l i liois, as- fe
$ sim como consta de seus livros, e nada (leve Q
$ relativamente a cados, por se reliar jaldo de 3
& todas suas cotilas, e lem de seauir vianein pa- is
a) ra o rlflo no principio de selemliro vindou- Q
faS ro, cm o lit.i ile comprar cados e escravos ; fl^
a por istojolga nilo poder vollar antes do ulli- @
5$ mo de dezembro do corrale anuo cima. j
; haz o presente aviso pira prevenii todas as fi
Si pessoas do sul que llie compran) gados, e nao
MJ ac ntecer em sua au encia llic 111,111 i.irein p- S
dir. Como alguus Sis. sertanejos alo remei- a
9j leram gados de romn ssau, rogo mullo de fa- j*
9 vor aos iiieus devedures, que se dienein de m
favorecer-me com seus pauamentos al o ul- *
timo do crrente ; aproveila a occasiAo para
ff por meio da presente despedir-sede lo.los, 8
g) al o prazo de minha viagem, e muito prin- '
cipalmeiite daquellas pessuas 2 quem ea I
)j na.1 pn-.M fzer pessoalmeiile.
^ Com a pulilicac.ln de-las tirillas muito obri- t
IS) gadu ficara o de Vmc. atiento venerador, g
jg Antonio on{alres da Silva. ^
:,' Victoria 39 de agosto de I-",7.
SomtrjiS
Compram-se botijas vasias a 80 rs. cada
urna : na rua da Senzala V'ellia n. 110.
Compra-se efictivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica e provincial, accoe^das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, cm graudcs
e pequeas unan tas, sobre penhores.
Compra-so una taberna nos arrabal-
des da cidade, sendo Casa-Forte, Monteiro,
Apipucos, Afogados e Jequi, que tenha pou-
cos fundos, commodo para familia : quem
tiver annuuocie.
i.ooprF-se
efTectivamente bilhetcs de loteras j estra-
hidas, equeestejam recolhidos thesoura-
ria, afim de evitar a demora do recebimeu-
lo: na rua Novan. 1.-
tompra-se efTectivamente bronze, la-
lao e cobro vclho : no deposito da fundicao
da Aurora, na rua do Itrum, logo na entra-
da n. '28, e na mesma fundicao, em Santo
Amaro
o idos para senhora o mais moderno que.de-
Vende-se suponer manteiga.ngleza a 800, ve b,yer organdys> Clss). e musqiulillils
francezas, corles de colletes de velludo, e
outras multas fazen las de gosto, que para
annuncia-les se torna extenso.
960 e 15120 rs., dita franceza a 560 e 6*0,
presunto inglez para fiambro a 700 rs a li-
bra, dito de Lamego a 600 rs.. toucinho de
Santos a 20o rs dito de Lisboa a *00 rs., ba-
tatas a 100 rs., arroz da India a 120 a libra,
aletria a 500 rs., macarrao, lalliarim, estrel-
linha, cevadinha, sag', tudo proprio para
sopa, vinho de Lisboa a *8", dito da Figuci-
ra a 560, aito do Coito a 720 c 800 rs dito
engarrafado a \, 19500 e 29, chocolate de
Lisboa a 480 a libra, bolinhos francezes, la-
tas de duas libras a 2$, bolachinha oval a 800
rs. a libra, dita de soda a 720 a libra, dita
soda cstrellinha a 4S0, dita araruta a *00 rs.,
e outras muitas qualidades de bolinhos pro-
prios para cha, conservas muito novas a 800
rs. o frasco, garrafinbas com molho prompto
proprio para pmxe, queijo de coalha a 480 a
libra, carne do serlo a 320, doce de goiaba
muilo lino a 2>o es i Sao, dito a 1-1280, mass
de tomate a 060 a libra, cha da 'nna amito
superior a 1:800, 2?, 21240 e 3: a libra, c ou-
lros muitos gneros, tudo de superior qua-
lidade o precos muito em conta.
tem para vender om completo sorlirocDlo de babae
dos de panno de linho, tanto jlierto como bordado e
de todas ns larguras, principiando por dous dedos t
acabando em dous palmo, os quaes ie vendem mai
barato do que em outia qoalqocr parte por se que-
rer remeller o dinheiro ao fabricante.
HefiiHcao do Monteiro
No deposito desta relinaria, na rua da Ct-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, por prego de
6?00o a arroba, dando-se um abato a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
aos senhores de
engenho.
No becco do Goncalves, armazem n. 10,
de Jos Duarte das Nev-s, vende-se a rnais
superior farnha de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a prero razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Kecife, armazem n. 16.
Motiiodo fuciliaoo.
Na librara da praca da Independencia n.
6e8, "ende-se o methodo faclimo-para
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados ue ferro
Na fundido de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modcllo e construcqao muito
superio'es.
Na rua da Cadeia defronle da Kelaco, venda
n. 2S de U. S. Campos, veude-te e aluga-se, tupe-
riores biches hmliure.uezas, em porfi e a retilho.
Vende-se ni roa da Cadeia n. 28, superior
presonlo portuguez inteiro a iio rs., e mais objeclos
por prero commodo.
- Na rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vi mes, arcos de fer-
ro em feses, ferramenlas para tanoeiros,
cal cm pedra de Lisboa, tudo por precos
Tintas baratas.
Cr, ochrc e rso-terra a vintem a libra
lomando de 8 libras para cima : na rua do
l.ivramento, loja n. 35.
Agencia
da fundicao Low-JIoor,
rua da Vnzala f ova
D. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sorlimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e ranas de forro batido e coado de todos os
lmannos para dito.
Chapeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Halla,
recentementechegados, a preSo commodo:
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundirao de ferro de O. \V. Bowman
na rua do Hiiim, passando o cliala-
riz, continua a- lia ver um completo sor-
11 ment de taclias de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliam a venda por preco commodo c com
promptidao, embarcam-se ou carregom-
se em carro sem despezas ao comprador
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
, CAAS DE FERRO
Lxcellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Lobo A C. vendem cal preta a 600
rs. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacalbao, em canoas de 00 a 300 li-
qenes: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rua Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim tomo
vendem a retalho em pequeas porcoes
em seu armazem, na rua da concordia a
700 rs. o alqueire.
Vende-se na rua da Madre de Heos
n. 12, armazem de Nova es S C.. barris
de ferro, ou cubos bydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Pianos.
Em casa de RabeSchmettau[& Companhias
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburfio.
Pianos
us.Memorias do Rio de Janeiro, por nionse-
nbor Pitarra-Anual do Kio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Anuaesdo Marunliao, de Barre-
do.Anuies do Kio Gr.nde, do visconde de S.
Leopoldo Memoria da capilania de S. Vicente,
por l-"r. Gaspar da Madre de Heos.Eras do Pa-
r, por Uayena.Meiuurias histricas da Babia e
corocraphia Paratas*, por I. Accioli.- -Cbrono-
logia, do g'iieral Abreu e Lima.Historia do
ltratil, de Vurnbagen.E de oulros impresios e
manuscrit-los :
CONTENDO
A descripcAo geofrapliioa,o nocOesbistoricas e po-
lticas, desde o descobrimenlo do Brasil al aaora
(1857), e tambem o lempo em qut l'orain povoaJas
as "ii.ii diflerenles cidades, villas e locares ;
Seus governidores, e a orisem das diversas fami-
lias bratileiras e seus appellidos, eilrahida de auti-
uo* maiiRScriptos genealgicos que tm eras difle-
renles se pu.ieraro obler ;
A ln-iiiri.i dos ministerios, sua poltica e cutis
com quenppareceram.
A historia das cmaras temporaria e Vitalia desde
a coiistituinle de 17 de abril Oe 1823 al 185/ ;
E lambem urna e\poii;Ao da buloria da indepen-
dencia, escripia e comprovada por teslemuuliaso-
culares que aiudam rcslam, e dos oulros mtvimen-
tos polilicoi, alim deque se tenha um conhecimento
eiaclo nao su da geocraplna do paiz como da sua
historia civil e poUtira,
Pelo Dr. A. J. do Mello Moraes, natural da cida-
de das Alauuas, autor de muitas obias Iliterarias e
sciemiliras.
Subscreve-'e neala cidade do Recife, na livraria
da praca da ludepaudrncia us. G e 8.
RUA KOYA N. 34
Madaiiu llosa llardy recebeu de Franca
um sorlimento de fazendas de moda do ulti-
mo gosto, a saber, lindos enfeiles de cabeca
para senhora. chapeos de seda, ditos de pa-
llia desabados, enft itados, de cores, ditos de
feltro e de palha para montara, manguitos e
camisinbas bordadas, esparlilhos de todos
os tamauho~, cortea i!c seda branca lavra-
dos para noiva, loques, lil.i de seda o vellu-
do preto, baleia para veslido, os mais mo-
dernos e ricos pentea de tartaruga, linios
chapeosinllos de seda para baplisado, toucas,
meias de seda, vestdinbos feitos. benecas,
ricos capelln de flores para noiva e maulas,
e muitas outras fazendas que se vendem em
conta.
i&ft0
pellica
na rna
de
do
ara.. rad-s,
l'm lindoevariado sorlimento de modcl-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernis^Uiiu- na fundicao da Aurora eo San-
to Amiro.o no deposito da mesma, na rua do
Uruin.
sEca^
As meihorps que at ^oje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escrintotio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Kecife
n 62, primeiro andar.
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
Vendem-se lavas ile
louvin, de todas as cores :
Queimado loja n. 4.
Vende-se um estrave peca de 18 anuos, de bo-
nita fisura, peiilo sapaleiro, de toda a obm, e urna
niulaliuba de I aonai com habilidades, una Degri-
nha de 11 anuos e mn moleque da mesma idade :
na rua do Livraiuriilo n. i.
lo Canto
QUE ESTA TORRANDO.
.Ya itj-% do cauto, na mi
Ja Cadeia do iiecife
ha un completo sortimento de fazendas por
precos baratsimos, ehitasTxas com toque
de mofo, de cores lixas a 5?500 a pega, e o
covado a 160, ciles de seda de cores boni-
tas a 1496 22< ditos muito linos a 259, cor-
les dj colletes de vellulo, padrOes muito
bonitos a 85 e 9/, r. mais linos a 11?, mada-
polOes, a peca 2-C00, 39800, H-I00, 3OJ,
HrKOO, 3.-80U, irrOOu, 4U(), o muito lino a
5r300. cortes de casemiras de bonitos goslos
a t9, 49200 e c800, e mais lino- com b-.rra
ao lado a 69500 e 79 0 qrtfl, Lias para vesti-
dos, do bonitas cores a IrjnO o cova.lo, len-
cos de cambraia, estampados, de cores li\.:s
a 19500, 19800, 29, 2 100 c 29800 a duzia,
cambraia de cures de bonitos padrocs a 46U
a vara, niussulinas braacas a 300 rs. o cova-
do. dii.is de co es a 320 e :io, chitas (ran-
ees a 2*0 o covado, ditas muito linas a 280,
chelos d.- merino du bonitos gestos a 10$
e 13#, e mullo lino.- ; -JO-, ditos bor oos
velludo a 149, Jilos de touquim a 2j>, cha-
les de ganga bordados com franja de Imlia e
39200 cada um, ditos estampados coiu franja
a 2^200, ditos sem franja a 29, panno lino
preto a 2^500, 3/500, 4, 598 69, o muito li-
no a 7/200 o covado, gros lenaple preto la-
vrado a -20 e 29400 o covado, dito liso a
2s200, grvalas de cassa a lf jilo a duzia,
ditas de seda s 1? cada una, ditas de cassa
a 700 rs., brclaola de linho a 560 a vara,
sargelim a 181 e 200 ts. o covado, dito mo-
fado a 120 o covado, romeiras de ll de Ii-
nho a 3/2(10 e 3#00 cada urna, riscado fran-
Os abageo assignado.-, com loja de ourives cez largo a 300 rs. o coradO, alpaca prela a
na rua do Lahuga n. 11, confronte ao paleo 480, 600, 700, 800 e 900 rs., e lina a 1 j o co-
da matriz e rua Nova, fazem publico, que | vado, meias para senhora a 29200,39e346001
estao rocebendo continuadamente as mais a duzia, ditas para homem a 1/500 e 2350ti a
novas obras de ouro, tanto para senhora duzia, chapeos francezes muito linos a 7/000,
como para hotneiis c meninos : os precos camisas de meia a 900 rs. cada una, sedas
continuara razoaveis, e passam-se conlas para vestidos com titulo de melindres de si-
com responsabilidade, especificando a qua- nha a I.; o covado, cortes de brim de linho
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licaudo a 2520U e 25400, casemiras pretas a 2-5200,
Vendem-se excel'entes pianos inglezs, de
muito acreditado fabricante halpn Allison,
em casa de Patn .Nash & C, rua do Trapi-
che Novo n. 10.
Reliig-ios americanos.
Vende-se urna bem sortida factura dcstes
relogios, chegada agora no ptacho Com-
merce de I'hiladelphia : em casa de Henry
Forster & C, rua do Trapiche n 8.
Vende-se urna bonita escrava com 18
annosdeidade cor preta, muito sadia, com
algumas habilidades, grrante-se ella niofu-
gir, nem tem vicio>Igum : quem a preten-
der, pode dirigir-se a rua da Cadeia eo Re-
cife n. 49, loja de miudezas, que adiar com
quem tratar.
Calca o fn n ez
Jos Eusebio Alves da Silva, tem a honra
de avisar ao respeitavel publico, que tem a-
berto urna loja n. 1 A, na ruado Crespo,
junto ao arco de Santo Antonio, onde desde
ja principiou a receber. pelo ultimo navio
francezcalcado feto em Pars, e vender por
preQo razoavel a vista da superior qualidade
da fazenda, que por ceno satisfar ao com-
prador.
Vende-se milho em saceos : na rua
Nova n. 65.
Vende-se urna carroc.a para boi em
muilo bom estado ecom as roas novas, de
madeira de sicupira, forradas ltimamente,
que anda nao serviran, c so troca por al-
gum cavado ; tambern se vende um8 arma-
co nova propria para qualqucr estabeleci-:
ment, situada na rua da Praia, loja n. 28 :!
os pretemlenles para tratar'dinjam-se a rua
da Senzala Velha, terceiro anlar da casa
n. 124.
/Yovo ,Vanoal prafieo, d*
magnetismo animal, com a theoria do mag-
nelismo.do somnambulismo e do somno.por
Jacome L'lysscs, nico manual pratico por
onde se pode aprender a magnetisar edes-
magnclisar sem auxilio de peritos. Prego
25000. Vende-se na rua da Cadeia do Kecife
n- 15, primeiro andar
HUXIIOS m PEDRA.
Vendem-ssmuinhos dn-pedra de 2 a 5 pal-
mos de dp metro proprios para moer milho,
e para senh ires dn engenho, c quem tem
grandes fabricas do escravos ou colonos,
por ser a faiioha de milho melhor elemento
de que a farnha de mandioca : os quaes se
acham defronte da porta da alfandega, ou
quem os prpten 1er, dinja-se a rua do Quei-
mado, loja Trem para cozinha.
Na loj i de. Jos inlonio Morera l)i."s & C,
na rua. Nova n. 36, ha um completo sorti-
menlo d-iirom para cozinba, tanto inglez
como francez.
Perfumarlas.
Por menos do que em outra qualqucr par-
le, ven le se ss imis ricas perfumaras: na
rua Nova n 35, loja de Jos Antonio Morcira
(lias S C,
Ven 'c-so nifis da tiptade de u-a casa
terrea na rur- de Santa Hita n. 99: a tratar
o mesi a r'ia n '.'i.
.';. .-: :r-: r: ffi4t*fiSl&.
....... -. .- ... .
Vende-se um carro de qua tro -;';
rodas, com quatro asientos, em
muito bom estado e nimio manei- {[
untado e forrad* da
3
t-1 r*I> princeza du fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de cianero.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grossoe moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua dn Cruz n. 49.
Algodo tiionstro
Vende-se algod3o monstro com 8 palmos
de largura, muito procrio para toalhas e
lencoes, pelo baratissimo preco d? 60o rs. a
vara : na loja da boa f, na rua do Queima-
do n. 22.
SellifivS e relegeos,
SELLINS e RELOGIOS depalenle
IRRle : a venda no nrma7. Roitron ltookcr & t:ompsnliia, es-
qnina .lo largo do Corpo Sanio nu-
mtro 48.
O BABATO HU ACABAR,
N>\ fui do fspoii. 15
Cassas francezas de cores fixas a 280 a va-
ra, alpaca de nlaod3o e seda d* quadrns a
320 o covado, dito de l'n com vara de lar-
gura a 320 o covado, palitos pretos de alpa-
ca a 5#00cada um, luyas de Jouvin a 23000
o par
r<
Karriscom breu : no armazem de Tasso
Irmaos.
CSbolas novas de Lisboa.
Conlmuam-sc a vender no armazem de
liarros 6i Silva, por precos muito baratos.
-mi'. i ij/ei ort-v
Na fundicao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se pare vender moen-
das de caima todas di! ferro, de um modcllo e
construccSo muito superiores.
A 50000 rs.
Vendem-se superiores chales de merino,
de cores, co ricos padroes, pelo baratissi-
mo preco de 5/u00 : na loja de portas da
rua do mu"i na,lo n 10.
A 2!)00 rs.
ConliRua-se a vender corles de chitas
francezas oscuras, pelo barato proco de 2"
o corto : na loja de 4 portas da rua do Quei-
mado n 10.
E^eijao mulati-
nho
Vendem-se saceos com 35 cuias de feijo
inulalinli i muito novo, e por preco comriin-
do : na taberna grande ao lado da igreja da
Sol lude.
'%
.-'

:.',*i ro, pintaiio e torrad d<: novo,
-;|' igualmente dous carros de quatro
rodas para carregar tazendas da
allandegn, tudo ]ior preco com-
modo : na rua Nova n. 61.
:r u -^- ..... ... ..i ... ,.', .i, w -. ..- r^Sf
Vende-se a taberna sita na rua Dircila
n. 27, com poucos fundos, a contento dos
compradores, propria para quem quizer
principiar, c esta bem afreguezada, tanto
cara a trra como para o mato : quem a pre-
ter 1er, dirija-se a mesma, que se fa to lo 0
negocio ; e na me.ima tem para vender dous
mastros e duas trancas proprias para barca-
ca grande.
Na rua larga do Rosario n. 38, loja de
miu lezas deJoSoGoncalves Ferretra, esis-
lem i venda caixns rom I. utos para vollare-
te, as niaisricas possiveis, litas de velludo de
tolas as larguras, franjas, de seda as mais
ricta que tem viudo de Franca, fit?s lavra-
das, fazenda anda nSo vista, pesos para pa-
pel muilo linos, com todas as person.igeus
da Europa, cinlurOesde borracha muito li-
nos, e outras umitas qualiiacs de miude-
zas, quo nilo se |;odem mencionar.
Bo1 fazenda. '
Vendem-se na rua do Livramento n.
", bonetes |>ara meninos, demarroquim
dourado, cora velludo de varias cores
e lita de fjalao, pelo baratissimo prero de
3S0O0.
Vendem-se sapatos .los melhores, fa-
bricados no Aracaty, carne c queijos do So-
1 tudo chegado'ulliniamente, porpreQos
das seis
fren te
loja
port
d
&$&&*$ t**&&.
lira I
commodos para acabar : na rua da Cadeia
do Recife n. 60, primeiro andar.
Carne secca do i ear
Vende-se superior carne secca do (.eari,
por commodo preco : no armazem de Luiz
Annes, defrontc da alfandega.
e:t I rente do iTivi-aineiit.
Colinhasde talagarga para pescoco de so-
nhora a pataca cada urna, chales de cassa
para trazer por casa e irem ao banho a sello,
lencos de seda para trazer aos hombros a
dez tustOes, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez tusloes.
%o JPregui$a
QDE ESTA QUEMANDO.
Na loja do I'reguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sorlimento de fazendas por precos
baratissimos, entie ellas nolam-se chitas
Irancezas escuras de lindos padres e cores
lisas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padroes miudinhos a 280 o covado, ditas fi-
nas de lindos padrOes e excellentes pannos,
e cores lisas a 300 rs. o covado, lindos ta-
petes para salas a 3S800 cada um, pecas de
bretanha de rolo com 10 varas a 23000 cada
urna, mussulina de cora 320, dita mais fina
de lindos padroes a 360, dita muito fina a
400 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
franceza de cores fixas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordio a 500 rs cassas francezas
muito finas e de lindissmos padrOes a 640
a vara, lencos pequeos para mao a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muito finos e com
lindos bordados a 360, cortes de casemira
com lindos gustos a 59500, ditos linos a 6,
meias casemiras de quadrinhos proprias para
calca e paut a 560 o covado, laazinhas de
quadros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, gravatas pretas de setim a
19200 cada um, nscados francezes de qua-
dros de lindos paltes a 240 rs. o covado,
casineta preta muito fina a 19200 o covado,
casemira pret* a 2-900, corles de cestor en-
corpado para cale a 1s440, ditos a 1?, ditos
de brim de linho a 1;440, ditos de brim de
algodao branco a 19 cada um, chales de me-
rino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratissimos precos, chitas escuras
e de diversos padrOes e cores Dx*s a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
de lindos padrOes a 21000, e outras muitas
fazendas que se deixam de mencionar, ese
venlerao por baratissimos preco?; se da-
r5o amostras com penhores.
Vende-so superior linhas de algodSo
b/ancas, e de cores, era novello, pura costu-
ra, em casa de Southall Meilor & C.a, rua do
Torres n. 38.
Fende-se
Cortes do*.
Vendem-se cortes de 15a de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Vinhos do
Porto.
*
Na rua da Madre de Dos n. 3, loja, ven-
dem-se especiacs vinhos do Porto, das me-
lhores qualidides, e marcas inais acredita-
das, inclusive a do Chamico, em barris de
, quintos, oila ros e decimos ; bem como dos
engarrafados das eras de 1815 e 1834 em cai-
xas de nina e duas duzias.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lacao do inoinho de vento da prata de Santa
Rila.
Vende-se sement de hortalica : na
rua da Ciuz n. 36
uvas de Jouvin.
Constantemente acharao na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
rss luvas do Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
'fachas le ferro.
Na fundicao da Aurora em Sanio Amaro-
0 tambem no deposito na rua do Itrum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-' prebenda, de o entregar na villa do'l'assoao
nha, lia sempre um grande sortimento de, sr. Joaquim MarinhoFalcao, e em Pernam-
tachas, tanto de fabrica nacional como es- i buco a Pelisberto Ignacio de Oliveira, praca
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-: do Corpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
quenas, rasas e fundas ; e em ambos os lu- j pensado, e salisfeitas as despezas que com o
gares existem guindastes para carregar ca- ; mesmo se lizerem.
noas ou carros, livres de despeza. Os preco I__________________________________________.
s3oo s mais commodos. I PERN. TYP. DB M. V. DE FARIA 1857
Desappareceu ha 4 "para 5 semanas a
parda acaboclada de nome Thereza, de da-
de do 26 annos, pouco mais ou menos, esta-
tura baixa, cheia do corpo, falla descanstda.
levou vestido cor de rosa, e varias pecas e
roupa em urna trouxa, e intitula-se forra
quem a pegar leve a rua do Sebo n. 17, que
receber 50000. 4
Acha-se ausente desde odia! do cor-
rente, a escrava Thereza, Congo, de 64 an-
nos, baixa, um pouco reforcada, cabellos
brancos, tem os dedos das maos encaraneuc-
jados e calombos pelas costas, proveniente
de acoutes de senhores anteriores, anda es-
pigada, levou vestido cor de rosa com flores
amarellas: quem apegar, leve-a a casa de
seu senhor o major Antonio da Silva Cuima-
raes, na rua Imperial n. 64, que ser gene-
rosamente recompensado.
Anda se acham fgidos do engenho
itaperema de Cima, comarca de Coianua. os
escravos seguintes : Francisco, crioulo, ida-
de *0 annos pouco mais ou menos, altura
lim* 1ue.ree"l" egrossura proporcional,
com um dente de menos na frente na parte
Kh3a!!a? P"lm8S das mSos asPers
de calor de figado. e de boa figura, officio d
carreiroe quer inculcar-sede forro, e quan-
r7r,nei-P^r?,Un.tam pel nome d,z chamar-se
c "**>i". Porem he conhecido por
nmA vTne' levou:'eslJid0 um "'* Su
m. J a 1 m"s he de suPr que tenha
n?r?. Hd r.U|,a.' Ulvez Jo para as
partes do norte de Coianna no* engenhos
laibii'e Coisa ou Podra de Fogo por ja te?
fgido para esses lugares em outras ec?-
siOes e anda com cartas de padrinho, aue
procurou para levar a seu senhor. ignaro!
cr otilo, de idade 34 annos de idade, de boa
estatura e figura, muito gago, quando falla,
custa a responder e faz muito. geitos com
corpo e bate com os pea. Umbem he errei-
ro, levou vestido camisa e ceroula de azulao
ja yeiho. Antonio, pardo escuro, idade 16
a 17 annos, secco do corpo, cabellos corredi-
os e avermelhados, com pannos no rosto, e
de poucas fallas e semblante triste, levou
vestido urna camisa de algodaozinho bran-
co e ceroula de azul3o. tem marcas pelo
corpo ja antigs de relho. Jo3o, crioulo.ida-
de 20 annos, alto e secco, quando falla he
depressa e atrepalhado, tem uim ferida no
peito do p, e marcas de ter sido surrado,
levou vestido camisa e ceroula de algodao-
zinho branco : quem tiver noticia destes es-
cravos ou os pegar, leve-os ao referido en-
genho Itapirema, ou nesta praca a Jos Pinto
da Costa, morador na rua Dircita n. *, se-
gundo andar, que ser bem recompensado do
soutrabalho.
CAPITARS DD CAMPO
ALEfiTA.
Ausentou-se de casa de seu senhor o es-
cravo Manoel, crioulo, de idade de 30 e tan-
tos annos, pouco mais ou menos, com os
signaes seguintes: baixo, grosso, pernas
um Unto arqueadas, tem falta de 2 dentes
noqueixo inferior, urna cicatiiz em cima
de um olbo, as maos bastante calejadas por
ser padeiro, falla bstanle atrapalhado, he
quebrado de ambas as verilhas, costuma ir
para Olinda, aonde tem sido capturado mais
ve/es, e costuma tambem embrigar-se : ro-
ga-se a todas as autoridades e capilaes de
campo a apprehensSo do dito escravo, e le-
va-lo ao pateo da Santa Cruz n. 6, padaria,
que serao bem recompensados.
200,-ouo de gratificacSo,
a quem pegar os escravos crioulos, Lau-
rentno e Manoel,por antonomasia barbeiro :
o 1.- de idade 25 annos, alto, n0o muito for-
nido, rosto comprido, sem barba, bem pare-
cido, e muito pachola, levou chapeo do Chi-
le, e gosta de trajar bem ; o Manoel, tem a
mesma idade, e be mais escuro que o Lau-
rentino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas erossas,
ps bem fritos, traja calca e jaquela,"c levou
chapeo de palha da Italia, tem cicatrizes as
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia um molcquo de nome
Alexandre, que com elles aprenda o cilicio
de pedreiro, cujo oflicio sabem peritamen-
te ditos escravos : aspessoas queapprehen-
der qualquer destes escravos e os entregar
ua cadeia da cidade do l'.ccile, ou os condu-
zir ao engenho l'.oa-Lspernnea ua freguezia
do Limoeiro, receber a dita gratilicaco e
mais despezas que fizer.
Km 12 de julho prximo passado fupio
do engenho Rosque Alegre, provincia dts
Alagoas, o escravo (hermano, com os signaes
seguintes : idade 25 a 28 annos, 10.c> Ango-
la, alto, corpolento, cambado das pernas,
tendo em urna dellas a cicatriz de urna gran-
de ferida, barbado, cara cumplida, e regris-
ta : este escravo pcrlence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, c suppoe-se ter fgido para
esla provincia de Pcrnambuco procura de
outro companheiro do mesmo engenho, ha
pouco lempo vendido : roga-se, perianto, s
autoridades policiaes, aos Srs. capilaes de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-







Full Text
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