Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07816


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Full Text
ANNOXXXNI n. m.
i MMi i
Por 5 mezes adiantados 44'000.
Por 5 mezes vencidos 4$500.
QUISTA FEIRA 27 DE\(,0ST0 DE mi
Por auno adiuntado lo.sOOO.
Porte franco para o subscriptor.

KNCAKHEGADOS DA IUB8CR1PCA DO NORTB.
Parahibi, o 8r. Joao Rodolpho Gomei ; Natal, o 8r. Joaquim
I Partir Jnior ; Aracaly, o 8r. A. da Lemoi Braga; Cea-
ra', o Sr. J. Jo** de Olivtin ; Miranhoo, o 8r. Joaquim Mar-
qnet Rodrigue!; Piauby o Sr. Jos Joaquim Avetino ; Pa-
ra, o Sr. Jutliao J. itamoi ; Amnonai, o 8r. Jaronjmo da
Coila.
PARTIDA. DOS CORREIOS.
Olinli- : todos os H .t-. as 9c meia horas dn da.
lguaraau', Cofia r l'arahiba: as sea-undas r scitas-Mr.il.
S. AnMn, HearrriM, Bonio. Caara', Aiiinlm c Geraakaai na utea-feira.
S. Louri-nco, Pao d Alho, Is'aiarelb, Limcciro, Brejo, PeMueira, Ingaietra,
Flores, A illa-Bella, Boa-VisU, Ouncurv e t\u', Dasi|uarlas-r>>iiai.
Cabo, lpojoca,Seriiiliiem, Rio Formoso, tua, Barreiros, Agua-Prela, Pi-
menleiras c .Y.I..I: quinua-reiras.
Tedua os correros parlen as 10 horas da manl.ia.
AUDIENGIAS DOS TRIBUNAES|DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legunda quintal.
Relacao : lercas feiras tabbadoi.
Faienda : quartaa a aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : legunda ai 10 horas a quintil ao mno da.
Juizo da orphaos :Hgundai a quintal ai 10 horai.
Primeira vara do civel : legunda aieitaiao meio da.
Segunda rara do clvel ; uanai tabbadoi lo maio da.
EPUBMERIDE8 DO HEZ DE AGOSTO.
5 La cbeia ai 4 horas a 9 mi nulos da tarde.
12 Quarlo minguanie n3 borai e 22minutoida tarde.
19 La nova ai 2 horai a t minutoi da manhaa.
27 Quarto crcente aoi 48 minuto da Urde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 10 horai a 6 mioutoi da manhaa.
Sagunda ai 10 horai a 30 minutoida tarde.
DAS DA 8EUANA.
24 Segundo i. Ilarlholomco ap ;s. Protolomco b.
28 Terca S. Luiz rei de Frange.
26 (jijarla S. Zeferino p. m.
27 (,'uinta S. Jos de Colasen* ; Rnfo ni.
28 Sena S- Agoslinho b. e doul. da igr. /
29 Sabbado S. Adolpho m. s. Sabina v.
30 Domingo 13 S. Roza de Lima americana v.
r
\
PA1TX OFFICIAL
BOVEHfcO DA PROVIWCI A.
j Expedlemadodlaldeagoito
OiHciaAo Eim. presidente do Rio Grande do
Norte, acensando a entrega de duas collectoei de
leit promolgadas pela atsembla daqaella provincia
em o auno pateado, e bem aasiin igual Damero de
ejemplares do relatorio, com que o tea antecessor
. abri a sessao da rueima assenibla.
DitoAo mesmo, enviando a primeira via do co-
ohtcmenlo e termo que aisiguou o agente Jos Joa-
quim de l.ima por occasiao do receber no arsenal
de guerra varios objeclos com deslino ao corpo de
polica daqutlla provincia.
Igual cunhecimenlo Toi remettido ao Eim. vice-
presidente da l'arahiba dos objeclos recebidos palo
mesmo agile com deslino aquella provincia.
DiloAo commandanle dis armn.Reiponden-
do .mi iinus cilicios que V. Exc. dirigio-me houlein
sob ns. 498 e 303, cabe-roe dizer que ja tendo sido
expedidas pelo commandanle superior ai precisas
ordeni pira ser aquarlelado o 3" bitalhao da guar-
da nacional, conforme communicou-me elle em ofli-
elo de hoDtem, (ao qual acompanhoo urna repre-
enla(3o do lente coronel commandanle do
balalhao igual a que o mesmo lenle coronel di-
rigi a V. Eic. e que V. Eie. Irausmiltio-me)e
lanto assim que hoje de manhaa apresenloa-se no
quarlel o referido ,'* balalhao, julgo conveniente
que fique aquailellado o 3', nao scrvindo de obstaca-
- lu e nao apresanlar-se grande numero de pracat,
porque em principio do aquarlellamenlo eoituma
Uto a acontecer, alm de que, eegundo acaba de
informar-me o major do dilo balalhao ja tem-ie
apraienlado mais oulras pravas, e assim conliuua-
ram.
Quinto a guarda para o consulado, emquanlo nao
lies aquelle oatelho em leu atildo completo, deter-
minei que o corpo de polica pozesse a disposco de
V. Etc. o iium-ro tuflicieule de primas para faze-
rein a dita guarda : sirva-se V. Eic. portanlo de
espedir suas ordens oeste sentido.
UiloAo commandanle da estar naval, inlei-
raudo-o de que o inspector do arsenal de mariuha
participara ja se lerem felo o concerlos precisos ao
brigue Cipibaribeu.
DiloA thesouraria de hienda, declaran lo que,
segando a opioiao do coraman lanfe das armas, nAo
conven) retlriglr ao sold smenle os adianlamenloa
da vencimeulos que e-la presidencia por offcio de
3(1 de junhu allimo maadoa fazer aoa orflciaes de
primeira liaba destacados nos differenles pontos da
provincia.
DitoA meima, inleirando-a de ter tallecido
no dia 30 do tnez pastado, o Africano livre de nome
Francisco l-., que seachava ao servir du arse-
* nal de marinha.Commoicou-se igualmeute ao
curador e ao juiz dos feitosda fazenda.
DiloA mesnia, Irantrailliodo dous avisos de le-
tras na importancia de 3639860 laccada pela Ihe-
eoararia da fazenda do Rio Grande do Norte sobre
aquella e a favor de Jote Joaquim de l.ima e Ma-
noel Figueiroi de Faria.Commuoicoo-se ao Exiu.
prndenle daqaella provincia.
DiloAo arsmil de marinha, pita mandir fazer
com brevidaile os concerlos, de que pi risa o vapor
UeberibeD.Communicoo-ie a eilacao naval.
DiloAo capujo do porto, inteirando-o do haver
concedido ao recrula Loureuco Francisco de Paula
oilo diai para piovar a soa itenr.in.Communicou-
se igaalmenle lerem sido eoncedi los para o mesmo
iim 13 das ao recrula Candido de Sooza e Mello.
DiloAo mesmo, declarando que dos menores e
recrulas mencionados as relaci-* que Smc. remel-
teu, s podera ser enviados para a corte por agora
os contemplados na relacao jnnla, vislo que alguns
- dos de mais ja foram poslos em liberdade por terem
i-.enr.Vi legal, e oolroi teem prazo. concedidos por
esle governo para provarem isencan.
DiloAo juiz de direito do Brejo, dizendo que
nao estando de conformidad! com o respectivo mo-
delo o mappa dos irabalhos da promoloria publica
daqaella comarca relativo ao miz de junho ultimo,
se lli'o devolve para ser convenienlemenle orgaoi-
- sado.
HiloAo juiz municipal supplenle em etercicio
no termo de Sanio Aotao, para que informe se leva
lugar a reoniao do conselho de recorio, qoe foi de-
signado para o dia 3 do crreme, segoodo Smc. ue-
clarou em oflicio de 19 do pastado.
DitoAo commandanle de polica, para mandar
por a diipoticao do Dr. chafo de polica ama escolla
bullicienle para cendozir 7 presos que se deslintm a
. comarca do Bonito.Communicou-se ao mismo
chefe.
DiloA thesoqraria provincial, recommendando
que enlregne ao vigario de Papacara Joao Clemente
da Rocha, eo a leu procurador, 1.-0009 para conll-
uoaco da obra da nova matriz daqaella fregoezia,
devendo aquella quanlii sabir da eoniignac.ao vola-
da no arl. 13 da le do orcunenlo vigente.Com-
niunieou-se ao referido vigario.
DiloA niesma, inteirando-a de qoe o bacharel
I rancisco l'erura Freir, renunciamlo o resto da
lirenca, qoe Ihe fora concedida, reasiumira o eter-
cicio de iicretario da thesouraria geral dt oslruc-
i,u publica no dia 2l do pinado.
DiloA cmara municipal do Recife, enviando
copia do orcamenlo municipal para o auno liuao-
ceiro que vai correr.
DiloAo teneute coronel Rodolpho Joao liirala
de Almeida, dizendo Picar inleirado da coocloiao dot
Irabalhos da revisad da qualificac,ao da guarda na-
cioual da pirorhia de S. Jos.
PortaraConcedendo uta mez de licencs com
vencimentos para tratar de ssos negocios ao profes-
sor poblico da Escadi Miguel Archanjo Pimenlel.
Fizeraro-se as precisas commonicacijct.
DilaAo agente da companhia ds vapores bra-
sileros, para dar pa goveroo ao recrula Jos Joaqoim de Sania Anua,
que sera' remettido pelo commaudante da e-ucau
naval Commonicou-se a esle.
Igual para dar passigem para a corle ao alferes
Jos Melquades Bezerra da Silva Cotia.Commu-
nioou-se ao commandanle das armas.
ra de Carvalhe, percebendo alem dos vencimentos
qoe por le Ihe eompitirem o premio de 1009 "<
psgo na forma do arl. 3 do decreto o. 1041 de 10
de junho de 1831, e Ando o angajamento, ama dala
de terral de 22,300 bracas qaadradat, incorreodo no
caso de desercao ua perda dat vantigeas ao premio,
e d'aqaellat a que liver direito, sendo considerado
reerntado, desconlmi lo-ss no lempo do engajamento
o de prisao em virlade de ienten<;a averbando-ie
este descont e a perda das vautagens no respectivo
ltalo como he por le determinado.
Atslgoado.JoaoJos daCotla Pimenlel.
Conforme.Demetrio de GuimOo Coelho, alfere
ajudante de ordens encarregado do delulhe.
1MTKRIOH
EM.ARREGADOS DA 8CBSCRICA NO 8UL
Alagoai, oSr. Claudino FalcoDiai; Babia, o 8r. D. Duii
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martioi.
EM PERNAMBUCO.
O proprieuro do DIARIO Manoel Figueiroa di Firil ni tu*
livraria, praca da Independeacia n. 8 e 8.
COHMAN DO DAS ARMAS.
Quartel c*eral da eommando da* armas do
Pernanabaco u cldade da Beclfe, asa 26 de
agosto de 1867.
ORDEM DO DIA N.
O brigadeiro commandanle das armis interino,
faz conalar pin os lins convenientes que o Sr. co-
ronel commandanle do oitavo balalhao de infsnla-
ria engajoa em 2'i do corrale para servir por mais
6 auiioi noitermotdo regalamento de 11 de de-
zembro de 1832, preceden I inspecr.lo do taude o
.sargento ajalaule do mesmo balalhao, Pedro Pier-
i^p^m^ m&*
Por Ambdeo Acharo.
ritnii iiit i'umi
IV
Aim vvenm os doas amigos por algum lempo ;
' as i illi i. iain e voham. Valentino jurava que nao
faria mais a neiihuma mulher a honra de dislingui-
la, porcm ja vollava muilasvezes t Pars, e ah de-
morava-se urn ou das, em certas o:casides Ires ou
qualro. Eram romo ferias que dava iaa diir.
Jome tpprovava ludo, comanlo qaa Ihe fotse per-
mittido sabir todas as manhaas a ladeira de Her-
bl.ix. (> laud'i uin acisi uppunha-se a que elle vis-
le "mdsma Ro.a, o dia pareca Ihe eufudonho.
Apczar dasmaneirai aiTavciseda sereiiidada de iu.i
vizinhi.coohecia se que havia alguma dr em sua
vida, ai-mi como por certa fervura que encrespa a
uperfieie dos Ugos adevinha se qu foutes invisiveis
derraman) se em suas secretas profondezas ; porm
Mr. de Franralin nao podiajcomnrehender'assa dnr,
madama Rosa nao fallava jamis a lal respeiio.
liuha uina maneia de encarara Indos com olhos
lmpidos e castos que lornava quasi iinpnssivil loria
n pergunla. e Jorge nao linlia inlrcpidez de fazer-
Ihe neuhuma.
Os leilores abem que madama Rosa viva s> com
urna criada velha em urna c.izinln. na qual nanea
ree<-liia a ninjiiem senao Mr. de Francalin, o cura
de ilerblay, e alsomas pessoas nnlaveis da Irdl
que vinham pedir-lhesoccorro para os pobres. F. solida > prnluu la com lodas as appareneias dos h-
bitos mais elegantes nao'era j inleiramenle ordini-
ria. Tambem ubein os leilores que o correio entre-
gava-lhe muilas vezes carias qoe ella lia com avidez
i que eausavam-lhe grande perlurba;ao. Jorge a
turpren lera .iUuiii n vezes depois dessas leiloras, e
HIO DE JANEIHO.
Vida Diario n. 18.
Juljjdmenlo do reo ex-sleputado Manoel Joaquim
Piolo Parra.
SESSAO DE 16 DE JULHO DE 1837.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanli de
Lacerda.
As 10 horas e tres qoarlos da maobaa, sellndose
prsenles SI Srs. senadores o o Sr. des'mbargador
procurador da cora, abre o Sr. presidente a sessao,
e declara consliluido o senado em tribunal de ju-tica
para ojulgamrnlo do reo ix-depulado Manoel Joa-
quim Piulo Pacca.
Participa tambem S. Exc. ao tribunal que nao
podeudo o reo comparecer, em ennsequencia de a-
char-te doente, aprovelara-se do faculdude qoe Ihe
d i le, encarregando de soa defeza aos advogados
desembargador l.oiz Forlanalode Brilo Abren Souza
a Menezes, r. Guilavo Julio Pinlo Pacta, que com-
parecen].
Lido em seguida o ail. 22 da le de 13 de oulu-
brn de 1827, a recouhecendo-se nao s qoe nenhom
dos senhoiei senadores linha impedimenlo que Ihe
vedasse lomar parle nesle julgamento, como que o
reo nao fazia lecusa^ao algoina, manda o Sr. presi-
dente proceder a l-ilura do processo pelo Sr. oflicial
maior da secretaria do senado, que, na forma da iei,
lie o e-crivan da causa.
Terminando sin leilnra ai 3 horas da larde, da o
Sr. presidente a palavra ao Sr. procurador da cora
para susleular a accust^lo.
S. Exc. recapilula as provas do processo, como
fim de demonslrar que o reo commelleu ot 3 crimes
de eslellionalo, falsidade e perjurio.
Dada em seguida a palivra ao advagado do ro;o
eulior desembargador Loiz Fortanalo, procu-
ra provar q je nao ctislio crime de eslellionalo
nem de falsidade, e que o de ptrjurio nao esli pro-
vado.
Nao replicando o Sr. procurador da coro, ora de-
pois o oulro advogado do aceasado, o Sr. Dr. Pinlo
Pacca.
O Sr. Presidente declara qoe devia ter agora logar
a sessao secreta ; mas que leudo muilo larde levaiita
a sessao.
Eram 4 horai e 10 minlos.
No dia 16 nao houve sessao na cmara dos denalt-
dos. *^
SESSAO DO SEN 41)0 COMO TRIBUNAL UE
JUSTICA. EM 17 DE JULIIO DE 1857.
/"reside/lera do Sr. Manoel Ignacio Cacat-
canli de Lacerda.
As 10 horas e meia da manhaa, convertido o sena-
em tribunal de jostica, o Sr. presidente abri a ses-
sao. estando presentes 33 Srs. senadores.
Comparecern) maii 3 pouco depois.
I.ida a acia de 16 do correata mez, foi
vada.
appro-
0 Sr. presidente disse que o senado conlinuava a
estar couverlido em tribunal de juslija para o jolga-
merlo do reo, o ei-depotado Manoel Joaquim Pin-
to Pacca, e qu. a sessao se lornava lecrela para eer
discolido em commissao geral o objeclo de sua aecu-
Mgio.
Ai II horai da manliJa, coolinuando a sessao pu-
blica, o Sr. presidente fez o relalorio resumido do
processo, iodicando as provas e fundamentos da ac-
cusacat e da decia, na couformidade da Iii, e pro-
poz por Iim ao tribunal :
I.' Se o ru havia commellido o crime de fallida-
de de que era aecusado no libello. Decido-se por 35
voloi contra 2 que nao.
2.' Se havia commellido o crime de perjurio de
que era lambem aecusado no mesmo libello.__Deci-
dio-se por 26 votos contra 11 que nao.
3." Se havia commellido o crime do eslellionalo de
qoe era ixualmaole acensado no referido libello
Decidise por 36 volos coolra 1 que nao
A' vista do que declarou o Sr. presidente
acliava o reo absolvido ; e levaoloa a
horas e mvij da manhaa.
qoe te
tssao ai 11
C4IAIA DOS SRS. DEPLTADOS.
SESSAO EM 17 DE JULIIO l)E 1857.
Presidencia do Sr. Dias lieira (cice-pretidente).
A liora do coslum*. fela a chamada, e lendo-
se reunido numero legal, abrt-ie a sessao.
Lida a acia da antere lente, he ipprovada.
0 Sr. 1 secretario da cunta do seguiule
EXPEDIENTE.
Lm oflicio do secretario do senado communicindo
qoe S. Ha I. comente as resolucSes que concede
um anno de licenra ao general Jos Joaquim Cot-
io?'. *'u* aPP,ova decreto de 25 da jaoeiro de
1836 relativo is filhas legitimas do finado oflicial-
maur da secrelaria do imperio Jos Je Paiva Maga-
Ihaes Calvel.Fica a cmara inteirada.
Ditos dos Srs. depulados Belforl e Sampaio Viin-
na, participando n3o comparecerem as lesses por
motivo de molestia.Fca a cmara inteirada.
1 ma repns.Mitac.lo dos eleilores do districlo de
Pouso-Alegrt, provincia da Mnas-Gerae, pedindo
que parle do bispado de Muas, que perleoce a S.
Paulo, seja incorporado a esta provincia.A' com-
missao ecrlrsiaslica e de ettalistica.
Um reqoerimenlo de Jos Joaquim Gomes, pe-
dindo a revogarao da Iei provincial de S. Paulo n.
31, de 25 de abril de 1833, fto arl. 23, por ofleodtr
os seus direilos como 2- tabelliao.A' commissao de
assemblas provinciaes.
Uilo de Francisco Xavier Ferreira Berges, pediu-
do ama providencia pela qual o poder competente
tome cunhecimenlo das nullidades e inju-liras de
que lem ii lo victima, como mostra pelos documentos
que ollerece.A' commissao de ju-lu-a civil.
He approvado um parecer da commissilo di c-
maras muniripaes, remetiendo commissao de jas-
lita criminal a representarlo da cmara municipal
de Cabo-Fri, pe lindo adopr-ao de medidas que fa-
cilitem o processo sobre infracc,oes de posturas.
Saojulgadosobjecloi de deliberacao e v3o a im-
vira em suas faces como vestigios de lagrimal. En-
lau nao poda deixn de pensar no homem desconht-
cdoque apparecra doas ou Ires vezes em Ilerblay
e que elle nao vira. Tmha elle algum* parto nei-
sas lagrimss secretamente derramadas'.' Que Ululo
liuha a leii.bran; i de madama Roa, e qoe lugar oc-
copava em tua inlimidude '.' Caoada contara a Mr.
de Francalin que nos primeiroi lempos da residen-
cia de madama Rosa em Ilerblay sua con lucia fdra
espreilada dia por dia, hora por hora. As ms lin-
gual n3o linham podido descobrir uada que serviste
para a maledicencia. Por fim concordaren) qoe se
ella liuha algum motivo para vivar trille, era um
grande crime da parla daqaelles que eram a causa
diiso. Aleons indicios podiam induzir a ere que
ella era de Pars, ou que ao menos ah habitara
por muilo lempo, visto que la la de quando em
quando ; poiem, nao se poda tirar nenfiuma con-
sequencia dessas vidgens, que alias eram mu raras
e breves.
Madama Rosa em seu reino de Ilerblay asseme-
ll>ava-ie a essas bellas aves que o veulo lan;a sobre
margens longinquas, e que ihi demoram-te algum
lempo. Sabe-se donde vem, nao se labe para onde
v3o.
No meio do invern depois do doos meies de re-
sidencia em Maisons, e quando os ramoi de azevioho
linham substituido as ralbas amarellas colindas lo-
das as manhaas, com que enfeilavam-se os niofos,
Valentino moslrou grande negligencia no adorno de
primir pan entrar na orden) dos Irabalhos os pare-
ceres :
Da commissao de pensei a ordenados, approvan-
do os decreloi de 9 de junho e 12 de Janeiro do cor-
renta anno, o primeiro concedendo a aposentadoria
pedida pelo juiz de direito Jos Gaspar dos Santos
Lima, e o segundo a aposentadoria ao desembarga-
dor da relacao do Rio de Janeiro, conselheiro Jos
Antooio lmenla Bueno com as honras de ministro
do supremo tribunal da justicia ;
Da commissao de inslrurcjo publica, mandando
matricular no 3* anno da Facoldade de Mtdicina
da corleaos esludantes Alfredo Candido Guimarati
e Adolpho Cabral Raposo da Caman.
Fica sobre a mesa, para ser lomado na devida
consideraran, um parecer das commissOes reunidas
de fazinda e commercio sobre o projeclo qui conce-
de favores estrada da ferro de Pernimbuco.
Sao approvadas sem dbale nove redactes de
projeclos adoptados por esla cmara.
Ltitura de projeclos e indi cajes.
O Sr. Tosca no Brrelo, depois de algumas consi-
derajes, manda a mesa o seguiote projeclo. qoe ht
julgado objeclo de deliberaran e vai imprimir.
A assembla geral legislativa rtsolve :
" Arl. 1.' O prizo de dous anuos marcado pelo
decreto n. 2!M de 30 de agoslo de 1843 para qual-
qoer eslrangeiro obler caria de naluralitacao de ei-
dadao brisiieiro, tica redozido a seis mezes, depois
de feila a declararlo dt qoe trata o s .')' do arl. 1"
da Iii de 23 de oulubro de 1832.
Arl. 2.- Fica revogado o art. 9- da citada le
na parle ouicamenle que irape ao cidtdao nalurali-
sado o ooos de 129800 para as despezas das cmaras
raunicipaes.
" Arl. 3.* As despezas de que trata o menciona-
do art. 9- serio l'eilas peloa cofres das metalas c-
maras.
Arl. !. Os filhos do eidadao nalnralisado nai-
cidos antes da ualoraliacao dt sen pai, ficam, pelo
fado dcsla, considerados rid.t laos brisileiros ; salvo
se tiles declararen! peranle a respectiva municipa-
lidade que n.lo querem 1er como laei tidos.
Arl. 3.' Ficam revogadas ai disposicAts im
eonlrario.
Pajo di cmara dos depulados, em 17 de julho
d* 1837.S. R.Toicann Brrelo. i>
He igualmente julgsdo objeclo de deliberarlo e
vai a imprimir o seguinte projeclo :
o A asiembla geral legislativa resolte :
Artigo onico. Ficam concedidas doas loteras
para a concluiao da Igreja de S. Pedro, da eldalt
de Marianna, a mais duas a beneficio das raalrizes
do Abre-Campo, da Saude e de Paulo Moreira, pa-
rochias do municipio de Marianna, e da nutriz de
S. Miguel do Piracicaba, parochia do leimo de Ita-
bira do Malo-Denlro, cojo produelo ser com igual-
dade repartido pelas ditas qualro matrizes; e corre-
rao estas loteras nesla corte, conforme o plano das
de roa 1* ja concedidas.S. R. Si la das sesies, 17
de julho de 1857.Silveira Lobo.
O Sr. Alcntara Machado, depois de algumas con-
sideraron, offererc a siguinte uidicacao, que he
remetlida a commissao de cmaras ujumcipaes :
11 Indico que a commissao de cmaras municipaes,
eliminando a Iei do I' de cutuhro de 1828, assim
como quiesquer projeclos que a respeilo delta exis-
lam na pasla da mesnia commissao, e bem assim os
relatnos do ministerio do imperio que leein trata-
do desti aisumplo, dO um parecer relativamente as
reformas que sao convenientes fazer-se mesma Iei.
_Pato da cjunara dos depulados, 17 de julho de
1857.Alcntara Machado, o
He tambem remetlida commissao de polica a
seguinte indicacao :
ndico qoe as sessOes da cmara lenliam lugar
de larde e nao de mauhaa, principiando t's horas,
sendo a mesa autori>ada a piopor as medidas neces-
sarias para esse Iim.Augusto de Oliveira.
O Sr. Cunha FUuiiredo (pela ordena reclama
contra um periodo do discurso do Sr. Branda, qui
Ihe dit rispeito.
0 Sr. lironda.1 diz que tendo feilo nicamente
algumas dlleracoes de palavras nos nulas que Ihe
insudaran), conservou a idea imittida na casa.
ORDEM DO DA.
Segunda parle.
Enlra em 2* Biscassao o orcamento do imperio.
Sao apoiadas as seguiules emendas :
a & II. Eleve-se a verba de 11:6003 a 83:820.
19. Eleve-se a verba de 193:8009 a 201:0009.
8 27. Acreiceole-se a esla verba a qnantia de
700:0003 para ptgtmanlo dos juros garanlidos a's
compaiiliias Je estradas de ferro de D. Pedro II e dt
Ptrnambuco.
1 S 28. Eleve-te a verba de 1,847:0009000 1
1,896:7009000. vwjjw,
S 35. Eleven a verba de 91:3109 a 114:3108.
a S 3T. Eltve-se a verba de 20.000 a 25:00u>.
-< S 10. Eleve-se a verba do 3:9499 a 8:877a.
J S 15. Eleve-se a verba de 100:0009 a 2O0:()(K).-.
lauslo de Aguiar Cunln Paranagua.' A. da
Cosa Pinlo Silva.
a Na verba da deapeza com a inslruccao superior
acrescenl-se a quanlia de 1:0009 para compra de
livros para a bihliolheca publica de Pernambuco.
Piulo de Campoi. Sergio de Macado. Barao de
Camaragibe.Azaiar.Horros Pimenlel.M. Dan-
tas.!.. B. M. Flota.Si' e Albuquerque.Souzt
Lea.Piolo de Menli.nro.Cotia Moreira.Gar-
ca de Almeida.J. A. Correa.Jaguaribe.Diogo
Velh.Goncalvee da Silva.Mendes da Almeida.
\ illcla lavares.Franco da Almeida.Flavio O. S.
Freir.Fernandos da Cunha.Madureira Men.
donct Caslello Brinco.
Ao S 27.
Fica elevada a 1.300:0009 a verba relativa 1 obras
publicas.A. de Oliveira.
Ao g 27.
Em'vez de 400:0005 diga-se 300:0(Kb, e acres-
cenle-st : sendo 100:0009 annuaes par;i abertura de
urna estrada de rodagem entre as cidadei de S. Joao
d El-Rei, em Minas e a rapilil de Goyaz, passaudo
pelas villas de Oliveira, Tamandu e Formigis em
Muas.Salalhiel. o
,'Acham-se presenle 01 Srs. minislr.it do imptiio
e fazenda}.
Esiao uicriploi contra, 16 Srs. depulados, e a
favor, 31.
Onrim 01 Srs. Paulino, Lniz Carlos e Salalhiel.
A discuitSo lica adiada pela hora.
O Sr. Presidente da' para ordem do dia :
Ai maleriat anteriormente detignada laclo ni
primeira como na tegunda parle ; accrescendo, na
primeira pirle, apretenlatao e discussao de requeii-
mentos na hora competente.
I.ev inia-se 1 sessao a's 2 horas e meia.
RELATORIO
.presentado a assembla geral 1egslati-
va provincial da Para Iii ba do Norte na
sessao ordinaria de 1857, pelo E.\m. vi-
ce-presidente da provincia, Dr. Manoel
Clementino Carneiro da Cimba.
(Coaduno.)
Eslabelecimenlos de caridade.
He a Sania Cata da Misericordia detla cidade a
nica instituir.! desta especie, que existe na provin-
cia. Sen fim consiste na pralica de obras pas e le
beneficencia em favor e soccoiro dos pobres, a dos
enfermos desvalidos, assim como dos meuinos ex-
porto*.
Nao he favoravel o eslado desle tstabelecimenlo,
digno de todas as allenrues publicas e particulares.
Nao te acha em circomslaneias de preencher devida-
mente seai fin.
SQa rectila provm de foros de lenas, alaguis
de caas, impoitos sobre embarcaces e mionr i*. Nao
he avuliada, e sem o vosso auxilio era decididamen-
te iiisullicieule para prestar os soccorros de que pre-
cisam os infelizes qat se brigam a sombra da ca-
ridade da Santa Casa.
Amparai este eslabtltcimento com avossapro-
tectao. Concedei-lht um lugar na Iei da dislri-
l.'uir.io das rendas da provincia na devida pro-
porr3o.
He um acto de gtnerosidade e beneficencia, e
qui sem prejnizo d'oulros tervirus, be tambem o
cumprimenlo dt um dever poltico. A uossa consli-
luiro garinto os soccorros pblicos.
A renda ordinaria da Santa Casa monla animal-
mente a 8:0009000 dt res,pouco maii ou me-
aos.
He consumida em despezas lambem ordinarias.
Desle modo nao pode amprehender qualquer melho-
ramenlo sem que soflra seu servito. He lalvez esta
urna das razOes porque chegou ao eslado de deleno-
rmenlo e ruina, ein que se acha o seu edificio, e
de que trata de tira-lo a administraran. Nem ludo
deve ser altribuido a falla de zelo e abandono cul-
poso.
Em o anno ultimo elevou-se a receila desle esla-
belecimenlo a 13:1399968 n., provenieutes das se-
guinlet verbas.
Rectila ordinaria, inelundo o saldo
do anno anterior...... 8.2/79S3G
Contignatao da Iei de 8 da novem-
brode1855. ....... 3:0009000
Subicriptao agenciada pelo lllm.
Sr. Dr. Bandeira de Mello. 1:7389210
I ando recebido do llieiouro por or-
dem da presidencia ..... 1:0009000
Kendimenlo do comilerio publico 1:173892
Cemiterio.
Teve execoto o preceilo da le de de dezembro
di 1835. Esta' sob a administrarao da Sania Cata o
cemilerio desta cidade.
Nao he um beneficio ao po estabeltcimenlo da
vosss ratera o maii bello drama pastoril que pode
vi-r-se! Agora comprehendo porque corras tantas
vezes a' casa do cura.
Nao vas avante exelamon Jorge agarrando o
lira.; 1 de Valentino; nem mesmo beijei anda a m.lo
de madama Rosa.
Valentina soltoa grande gargalbada e diste :
Ah ella chama-se madama Rosi, e anda le
achat nesie eslado.
Jorge eneir.ui .1 com sorpreza e loruou !
Kui.ij (n a cooheces'!
Nao, mas raciocinemos um pouco. Eis-ahi ama
mulher que nao parece ter pai, irmao, nem marido,
estou bem informado, que mora so em llerblav, e
que chama-ie madama Hosa Sao bastantes prvas
e symplomas, se eisa palavra le parece assi viva.
Valentino conlinuou por alnura lempo nesse lora
de zombaria. >io fallavam-lhe argumentos pan
destruir as objectfies de Jorge, a proporcSo qoe esle
as aprsenlas.. A boa repotacao de madama Rota
lestemunhava em favor de sua detlrcza, essa carida-
de inexgotavel que ella moslrava, provava que linha
m3o prodiga. Esse mytterio em que envolvia-se nao
indicava por ventura sofficienlimenle que linha urna
vida anlerior para occullar ? Algum dia se desco-
hriria que seu verdadeiro nome era madama de
Saint Jorge oo de Saint Pierre.
Acontece muitas vezes que as cousas que nos im-
pressionam mais dolrrosamenle sao aqncllas que
. mais fcilmente eremos. Csda palavra de Valentino
sen chipeo. Auseniava-se cada vez mais frequenlt-1 feria a Jorge nocorarao, e ahi lcava piorundamen-
13:1399968
A despeza feila .chegou a qoanlia da 9:2195830.
Ha um saldo em favor do estabelecimeulo de
5:920ol38.
I .id is as documentos relativos a receila e des-
peza da Sania Casa vos bao de ser apresenla-
doi.
Estao contratados os concerlos e reparos, de que
precisa a casa do hospital, a igreja e edificios adja-
cente no valor de 7:1009090 rs. O contraante se
obrigno a fazer todo o trabalho al oulubro pr-
ximo foluro. Matada do valor do conlralo j tita
paga.
Ainda nao foi camprido o preceito da le provin-
cial de 4 de oulubro do anno pastado, que aulori-
tou a reforma do compromisio da Santa Casa. He
um trabalho grave eimportanlissiino, que nao po lia
ser feilo 110 curto praza de iiiiuha almiuislracao.
Prociirare salisfaztr vossas vislas, se, como na 1 he
natural, me conservar mais lempo na cadeira
da presidencia, e nao refonmrdes a aulousacao
dada. *
Os dous pontos sobre quo principalmente se indi-
ca a neceisidade da reforma, sao o prazo da dura-
cao dos encarregados da admitiistracao da Santa Ca-
sa, e mais largas altrihuit-s na sua gerencia sem o
eslorvo, que as vezes o numero de einpregadoi traz
a direccan ,ios negocios.
Sao qoestes que devem ser consulladasjno traba-
lho da reforma.
Ha pooco foi uomo.idj a administratao da Sania
Cata. Recahio em pessoas da inconleslavel mereci-
menle. A sua frente, como provedor, ta acha o Dr.
Francisco d'Assis Pereira Rocha.
A cargo da Santa Casa estao o hospital, a casa dos
exposlos to ceinllerio publico.
Hospital.
^ Etl tm mo eslado o edificio, onde funeciona.
Trata-sede repara-lo, c dar-Hit os commodot pre-
cisos. Dtpois desle trabalho fiear com mais propor-
re* para o servito a que ht destinado.
Do 1' de julho do anuo passado ao ultimo de jo-
uba do crrenle anno eulraram para o hospital cin-
cuenta doentes. Destes sahiram corados 21 e falle-
ctram 22. Exislem em Iralamenlo 7.
Seria ama grande vanlagem para o servido do
nosso hospital a vinda para elle de irmas de cari-
dade. A ddiciruo deslas inulheret pelo allivio dos
soffrimeiitos humanos raelhorara sem duvida o seu
eslado, t inspirar iuleira confianza no Irabalho do
hospital. Consultarais as uecetsidadei do seu ser-
vito, 11 autorisisseis algumas detpezaspara eile me-
Ihoramenlo.
Algumat provincias j- gozam dos beneficias ina-
preciaveis, que as hlliat da caridade preslam a ho-
manidade enferma. A l'arahiba deva seguir este
exemplo edificante.
Ei porte*.
Esle servico he feilo sem a menor conveniencia.
Nao ha urna casa unde sejam rccebidoi c tratados os
inlelizei que a,lo abandonados por teus pan e paren-
tes. Sao entregues a amas e criadairas, que por uina
mensalidade se encarregam de os'alimentar e pen-
sar al certa idade. Depois sao abandonados a sua
sorte sem o mais leve recorso, e habililacoes para vi-
ver e Iralar de ieu futuro.
Contra esle prucedimenlo protestara os principio!
da moral evanglica, e mximas da poltica. Se a
Sania Casa da Misericordia ampara nos primeiros
momenlos da vida os infelizes, qoe os lenlimenlos
da paieruida le nao protegen), ma obra nao ser
meritoria se nao for completa. Compre s deixar os
Traeos quando podirim dispenssr os soccorros. D'ou-
Iro modo ser o crime ein regra o termo da carrei-
ra delles.
lie preciso crear um arlabelecimenlo, ein que os
exposlos, chegados a certa idade, sejam educados,
receban) lices de moralidale ese deem a um (ra-
li.ilhj que Ihes proporcione meios de viver houei-
los e decentes.
He io assim que se cranlo ci ladaus proveilosos
a si a tocitdade. Da inslilairilo, como est, naj se
(ira vautagens.

mente ; mas quando estova ein Maison llnnri, Jor-
ge linha quasi eerleza de eneoulra-lo sempre que
sahla. lina manhaa que esle se rsquecera He co-
lrir-se com o emblema protector, Valentino dirigi-
se a elle resolutamente e date:
Conhrr) la solidao, lem cabellos castauhoi a
olhos azues.
Jorge mordeu os beirus.
Quo mais/ di*se elle um lano arrufado.
O! 11.10 le agostes '. Ten bom goslo, e com-
prehendo que qualquer homem pasta o invern jun-
io della ; porm devias ler-me avisado mais cedo ;
ea nao te lata incommodado por tanto lempo.
Jorge baleo com o p no chao exclamando :
Mas que eres!
Oh a cousa he mu clara. Habitat o parqaa
de Maisons, ella mora era Ilerblay ; o Sena os se-
para, mas o amor lancou uina ponte sobre a agua,
le gravada. Devemos lambem dizer que es-es racio-
cinios aprasenladoi em forma de zombaria elle a
1 nli.1 feilo mullas vezei a si mesmo. Nao cria muilo
as virtudes occollas como violetas no fundo dos
bosques, nessas almas feridat que sepullam suas la-
grimas no silencio e na retiro, semellianles s coreas
que niorrem a' sombra das florestas, motivo que o
conduzira a Maison-, lornava-o pooco prapro para
esaes charas erenras que sao o apanagio dos jnveus
espritu-, Tambem ndo poda esquecer-ie das viti-
las do de*conheri In que pagava lio generosamente
adunda un) passeio em lialel ; quintas vezes essa
lembrmta cruel nao o perturbara tm sua felicidade!
Mai na presenta de ma lama Rita, elle soffria o en-
canto e nao via mais do que ella. A' voz escarnece-
dora do amigo, as desconfiaotas vnltavam-lhe em
mullid.10. De cerlo o que Valentino dizia ueste mo-
meulo litara em perleila coDtradicc,ao com o qai
ella mesmo fiztra (oda a sua vida, e como que esla-
va prompto para fazer no dia seguidle ; mai por
ventura lia lgica as accis humanas '! Alm de
que,'isso nao era mulivo para diminuir o elle 1(0 de
suas adraoestaces. Jorge ia e viuda mascan lo cora
furor um charuto que por Iim lancou violentamen-
te pela jmila. Tirando do bolso uina eharuletra
para olTertcer-lda oolro, Valentino deixou cadir ama
caria escripia com lellras delicadas que deu-se pres-
ta em apandar.
Oue he isso '.' pergantoo Jorge.
Urna carta da uegocios qae obriga-me a voltar
a' Pars, mas por poucos das smenle, respoodeu
Valentino um lanto perturbado.
Jorge eucarou-o, a exclamou talisfeilo de axercer
represalias.
Urna caria de negocioi era papel cor do rosa !
Bem ja' recahet em la .loen.; 1.
Acompanda-me, e vers que Malhilde nao se
ssemelda as oulras [ responJeu Valentino com ex-
allarao desacoslumada.
Esst crilo era como o canto da resurrei.;io, a des-
pedida da tristeza e do desespero que nao eram mais
proprios da estcalo. Jorge ergueu os hombros, mas
a imprcss'm que Valenlino Ide cau-ara, ficou-llie no
coraran. Nao fo> a Herida) nesse dia neiu no se-
guinte, raldoa com Pelronilla, e repellio Tambor, o
qual nao sabia a que allribuissc c-se acres. 1 de co-
lera, o vingava-se desappareceu.loat a noile. yuau-
do Valenlino parti, Jorge assegurou-lhe que n.u
lardara ein --egui-Io e deixou-o para preparar a
mala, mas voliuu para o lado do rio e enlioii na
Tartaruga. Nao linda dado dez remadas quando
avistou madama Rusa sobre a iiiir-.rm opposla c
Tambor junio della. Saodoa a mulher e clnmou o
cao sem parar. O curar "u palpilava-lhe a ponto de
sufToea-lo. Tambor chegou a nado e o senhor lan-
r.>u-n no batel. Voliuu de larde descontenta de si e
.lo* nutro*-, ojtnlar que Patronllll apresentou-lhe,
pareceu-lhe delestivel, elle lumou uinlivro, fecdou-
se em sua cmara, e nao pule ler. Os bramidos do
vento qui loprava, fizeram-oolemhrar-se de um se-
r3u que passra junio de madama Rosa em Ilerblay.
Nunca oenhum serao Ihl parecer t,lo breve. Com
quanto prazer conlemplava elle a luz que brilhava
alraz dat vidnras da casinha, entretanto que desda
a ladeira ahaixo, da qual seu batel o esperava. Ali!
murmurou tile, para qae veio Valenlino '.'
No dia teguiute alrivessou o rio sem pensar oisso;
Nos algariirooi que rtgistrei eslo incluidos os
movimenle de fu idus, que por causa uo systema
seguido ate lioje na administraran da fazenda pro-
vincial, apparectm os conlas da receila e despe-
za. Excluidos 03 saus valores, e minados para cora-
Mistricordia a disposir,ao daquella Iei, se petarem paratSo tmenla os fondos arrecadados em cada nm
sobre os seus cofres as despezas com o pessoal encar- dos exercicios, a importancia das receilat liquidas
regado da gerencia administrativa do ceraileno. >Vs nao avnltam tanto. Posto que menorees, sao toda-
rendas qoe proJuz 080 esiao em proporrdo com os via saflicieotes psra as despezas, e acompandam o
gistos precisos para sua manutengo nos termos do movimenlo progressivo, que se ola em lodas as pro-
seu regulamenlo, como se collige das conlai que voi. vinciai na receila publica.
serao presidies.
Se o fim la Iei foi beneficiar a Sania Casa, como
dede suppor, nao sera' preenchido sem que corram
por conla da fazenda provincial ai despezas com a
inamiteiira) do cemiterio. So por esla forma vosso
acto sera' protector, e n,lo diminuir' os recursos
destinado! a soccorrer 01 desvalidos. .
Anida nao foi execulada a aulorisato que deltas
o auno passalo para 1 reforma do regulamenlo do
cemiterio
Nao esta'completa a obra do cemiterio. Precita
d urna capella que he uina oeceaalda le deste esta-
belecimeulo tde oulros melhoraineutas indicados na
expotitao do provedor da Santa Casa. Os mais ur-
gentes davem ser empreheodidos por conla das li-
BaoejM da provincia. Ai da Sania Casa sao iosufli-
cienles \ ara esle trabalho.
Casa de educandos artfices.
A torta dos expostot abandonados, como sao pela
Santa Casa da Misericordia, depois de criados,dos
orphaos e menores pobres e desvalidos, he entre
nos pouco segara. Nada se ha feilo para ampara-
loi por parle dos recnnoi pblicos, ludo ueste as-
sumpto depende da caridade particular e dos etfor-
foi dos nosso juizes de orphaos.
Poslo que se deva confiar muilo nos salulares ef-
feitos da caridade individual, nem por isto esla' a
lulori.lade dispensada de procurar 01 meios con-
venientes de aisegurar o futuro dos menores po-
bres.
He de reconhecida vanlagem criar e educar ho-
rneas que possam ser meraoros uleis da socie-
dade.
Deixo a' yoisa apreciacao o decidir se o servito
dos juizes do orphaos entre nos he lio regular e
proveitoso qae torne ulil qualquer tentativa em fa-
vonios desvalidos e desprov lot da I nona.
Ein quasi todas as provincias do imperio existen)
etlabelecimeiitus destinados para receber menores
educandos artfices. Crecemos ainda desta vanla-
gem. Esla pralica he digna de ser imitada, pos-
ta a in-liluirlu nos termos dos unssos recursos finan-
ceiros.
Chamando vossa allentao para esta malcra, cujo
alcance de sobr corupreheudei-, eu me julgo dis-
pensado de desenvolve-li comnlelamente.
O fim da iusliluitao deve 1er o ensino dos princi-
pios, que couitiluem a inslruccilo primaria, e das
arles eoflicios mecnicos, que assegurun aos edu-
cando! meios honeslos de viverem na sociedade. A
suinr.io completa desle peusainculo he Irabalho pro-
pno do regulamenlo de sua creacao.
Esla instituidaj pude ser orgnnisada de modo, que
a provincia seja, senao no todo, ao menos em parte,
indemnisada da despezi feila com su 1 sustentaran
por meio do produelo do Irabalho dos aprendiz.
Por esla forma te diminuirao as dilliculdades finau-
ceirai, que embaraeam a creara) della.
Cabe a vossa sabeduria e dedicacao pelos raelbo-
ramentoi da proviucia resolver, se convira' autori-
ar a imtituirao de que lalo.
Adminislracao de lindura.
Fazenda geral.
As rendas geraes uesla provincia apresentam um
aogmenlo progreisivo, e acompanhain o movimenlo
a- '11 lente, que vai leudo em lodo o imperio a re-
ceila poblica.
A comparaco do producto das reas arrecadadas
no ultimo Iriennio d o resultado seguinte :
Exercicio de 18641833 18l:125f36i
de 18351836 211:1119511
< de 18561837 312:274*549
Em neiiliuns dos exercioios mencionados se com-
prehende a arrecadacao dos beus de orphaoa e lie
rantas jacentes.
A importancia da receila do exeicicio de 1856 a
deve ser addicionado ainda a de algumat col-
185
leclorias que nao remelleram suas conlas. Pode
moular a 6:000-5 rs., leguudo o calculo feilo pelo
digno inspector da thesouraria da fazenda. Reuni-
doesle valor ao que ja he condecido no exercicio de
8361857 vem a ser a imporlauca total da receila
348:27*9549.
No fim de tres axercicios seguidos teve a rectila
publica nm anmenlo dt mais da cen por cento. Nao
pode ser mais satisfactorio o sea movimenlo. Elle
atlerta o progresso da fm luna publica, a o zelo dos
empreados incambidos ds administratao e a arre-
cadacao da reuda do Estado.
Fazeuda provincial.
A renda provincial como a geral conlmua em es-
tado lisonjeiro, como verificareis pelot alarismos
seguinles.
No exercicio da 1856 a receila arrecadada subi
a toman de 39&373ttOI7, qu eoioprehende de
1I9:808j639 dos direilos recebidos no aclo da ei-
puiiarao, 112:510:178 de oulros ramot de renda,
l(J:l)0;>5, auxilio dado pela fazenda geral para obras
provinciaes, 5l:2t>:bo3 saldo era 31 de dezembro
de 1853, 74:7609892 imporlauca dos movimenlos
de futido.
Renda no exercicio de 1851 Rt. 199:1789165
de 1852. 225:972-;980
de 1833. 28:0lls7il
a de 1851. 271:3419431
de 1855. 307:314-5556
Aagmento de ren la em 185B com re-
ferencia ao ultimo exercicio. 9l:058-5i(i|
Em todus esle algarismos estao contados os sal-
dos dos anuos anteriores, e os movimeulos de fun-
dos.
A tabella, que acompanha o balanco geral da re-
ceila, explica sullicienteineiile a importancia de ca-
da um dos seus arligos, e a dilTereura que houve
eulre a que foi oreada e a arrecadada.
As drBerioeaa mais nolaveis em favor da arreca-
datao sao nos direilos de exportato, no dizimo do
gado vaceum e cavallar, e no imposlu sobre as car-
nes. O primeira teve um augmento ife 42:888.-027,
o segundo 23:90319000, e o lerceiro 10:0409000.
As dillerenr.is para meuos sao pouco imporlanles
e quasi qoe exclusivamente e .1,1 nos impostot de
lantamenlo. A razao da diminuicao nao provem de
hayerem produzido efleclivaineule urna tomina in-
ferior no orcamento respectivo, mas de s apparecer
110 balanco da receila a parle de teu producto, que
se recolheu ao cofre al o dia 31 de dezembro, nao
se contando com o que fica em divida, e ainda it
acha em poder dos colleclores. A comparatao pa-
ra ser completa davia ser feila entre o urraienlu a
os lantamenloi.
nao dormir toda a noile. Subi a' casa de Tdeo-
balda e eutroa. Madama Rosa eslava assanlada ao
pede um pequeo leu.., no qoal Joanniiha se a-
chava deilada. \ en loo, illa poz um dedo sobre a
bocel e disse :
N3j raga rumor ; a pequea repousa.
Euiao qoe aconltctu'.' perguntou Jorge vendo
Theobalda que chorava em um canlo.
Juauninha esleve para morrer depois qaa V.
S. nao veio aqu, respoodeu Madama llosa em voz
baixa ; lave nm ataque cerebral. Adormecen esla
mandila e o medico diz que esta' fora de perigo ;
porm recoramendou mnilo ripuuso e muilas prc-
caur--. Eu quiz leva-la para imulia casa, mas a
mii nao o conieutio.
Nao disse lliroh.il ij aproiimaudo-ia dolei-
lo da menina com ar feroz, como ama loba que vi-
sen* fildos ameaija I..*.
Essa in.li to gros-eira, qae caslicava o filho 00
moraenlo em que era lirado da agua, linha lagrimas
not odos venido a lilha dormir. Abaixou-se e abra-
cou 01 pannos que a cobriam. Jorge que olhava al-
ternativamente para Tdeobalda e para Madama Ro-
sa, reparou enl3o que tila eslava com os olbos Tali-
gadoi com j quem vigiara por muito lempo. Apro-
ximou-se della.
Porque nao lem apparecido senhor 1 diise-lde
Madama Rosa, se eu nao livesse vislo Tambor lodos
os dias, julgaria que eslava doente.
A senhora inforuiou-se ao menos disso '.' lor-
nou-ldc Mr. de Francalin.
Curtamente, julga-me antu pouco alleiro.ila
aos meus amigos '.' Porque u3o aproximou-se de
inim lii.niei.'i quando patsou cera a Tartaruga '! A-
ceiiei-llie com a mao ; o senhor vollou a cabera.
Eslava louco, respoudeu Jorge.
Se a presenta de The ibalda nao o livesse retido,
elle se leria laucado aos psde Madama Rosa, e ler-
Ide-dia beijado ai maoa com Iransporte. Nada res-
t.iva-lhe man no espirito de tudo o que Valenlino
Ide dissera. As suspeas que concebera e o desdem
que muslrara na vespera, pareci.nn-lht o maior do*
crimes.
Eniao, tenhora, lem vigiado junto dessa pobre
geole '? perguntou Jorge enternecido. JN.Io receia
qae a fadiga a fata adoecer ?
Ea I quo cousa meldor posso fazer disse
Madama Rosa.
A tristeza que essas palavrasdeixaram ver,nao po-
leila a dedufc.lu dos movimenlos de fundo nos
exercicios de 1851, 1835 e 1856 eremos o seguiule
resultado.
1851. 201:1819013
2855. 213:1839131
1856. ,122:1629685
O primeiro exercicio co.npre-
hende. Receila do an-
no ....... 261:0269880
S .Ido de 1833.....-J2:l5i9l(3
No exercicio de 1855 se conlem.
Receila do anuo. 182:0389351
Saldo de 1851. Iii: 1439080
Comprehende o exercicio de 185(.
Receila dn anno. 270:899;277
Saldo de 1833. 5l:2t:)9,08
Acredito que 110 exercicio crrente a receila pao
sera inferior a do allimo anuo, e que antai a exce-
den., segundo os dados ja verificados no 1. semestre.
Al o ultimo de Junho a receila coohecida no Ihe-
aouro era a seguiole.
Renda arrecadada. 158:692938.'!
Saldo de 1856 51:2739015
l.ellras a vencer em
21 de selembro. 2399632
Ditas a vencer em
31 de dezembro. 41:0675300
Orea o thesooro em 80:0009 a renda do segundo
semestre. Nao ha exagerarlo neste trabalho. He
melada da importancia do primeiro. Estou eouven-
cido que o resultado exeeder a baie lomada pela
reparlirjo.
Reunida a renda do legando semestre a do pri-
meiro, ubi ere mus o valor de 337:2939380. Ha tu lu-
ciente para lodas as despezas do exercicio crrente
nos irruios do b raneo, que me foi apresenlado, e
offerece anda um saldo, que deve passar nara o au-
no seguale no valor de 57:0589747.
Orcamenlo para o anno de 1858.
A renda r. a 11 para o exercicio futuro he de
211:9819912. Tomou-se para base della a impor-
tancia do lermo medio dos tret ltimos exercicios
201:9889169, salvos os saldos que bojveram em cada
um delles, e te Ihe addirionou o valor de 26:5385152
corresponden^ a letras que exislem na reparlit*o a
vencer cm julho do anno futuro, e mais o de
13:1585021 para a diTfereota resultante do incre-
mento da renda.
Poslo que seja prudente deixar nos orcamenlos
margem para u inpreviilo, parece-me todava qae
podemos eoulir cem orna receita mais avullada para
ai despezas da provincia. Ainda quando nao excela
a renda arrecadada o orrameiilo da receila, os fun-
do! di'puniveis para o anu futuro nao lia > de nr
inferiores ao do presente. Podemos contar com um
sal lo imprtanle, que lera de passar para o anco se-
guiule, segundo ns clculos feilos, que tan bastados
em dados seguros, e com elle a renda disponivel se
eleva a altura da do exercicio crreme.
He tambera nrtada a despeza para o anno de 1858
im 211:984:942, e distribuida de conformidade com
a tabella qua a explica.
. Imposto.
-So importante relalorio do digno inspector do Ihe-
souro, euja leilurj he proveilota, encontrareis iufor-
inatea precisas sobre cada um dos ttulos da receila
Ja provincia, tanto noque diz respeito a sua or-
ge in, as aller.r.ies que lem IIn lo a respectiva laxa,
a Iei que regula a sua arreen I a.; .lo, como lambem
ao seu rendimenli comparado no quinquenio ultimo.
e a difTerenca para mais ou para menos em retaceo
ao orcamenlo do ultimo anno. Esle Irabalho he um
meio para bem onhecerdes o eslado a recursos -
naucciros da provncia.
Era esla a occasiao propria de enunciar meu juito
sobre a conservadlo ou alU'rai;aa, que julgisse con-
veniente sobre os litulos da recaila. Parece-me pela
leilura rpida que liz da eiposic.lo, que me foi apre-
sealada, que alguns dos imposlos poderiam sem
grande detrimento ser dispensados.
Vaiam pooco e cusa nimio a soa escrpluracao.
lalvez fosse acertado lubstilui-los pur oulros, ou
inelhorar o processo de sus arrecadaran. Entretanto
uada iudicu nesla materia. Nao confio em meu pa-
recer nesie aisumpto, e depois nao Uve o tempo ne-
cessario para o estudar.
O algodao desla provincia, que procara o marcado
do Recife, paga uina -imposicilo mais alia, que o
produzido ein Pernambuco.
A laxa dtqarlla pioviiicia sobre eile genero he
menor que a desl.>, e dahi vem que o nosso algodio
he men .- aprecisdo que o de Pernambuco. Esle
fado coucorre para facilitar o desvio da reuda. C'c-
culla-se a origein de algodao para evitar o maior
imposto ; conforme informa o agente fiscal. Seria
ciinvciiiiiile que esle imposto etlivetse a par do da
Pernambuco.
No a-sacar procideu se desle modo, a nao ha ra-
zao para que no algodao nao te adopte o mesmo
principio.
Anlet de deixar esta especie chamo vossa allentao
sobre a doulrjna da aviso expedido pelo tniuitlro da
fazenda em 2 de abril desle auno.
Sao ahi tachado! de inconstilucionaes alguns dos
arligos da receila da provineil. Conven) lomar na
deuda consideraejio esta materia, lobre a qual en-
contrareis algumas reflixfus no relatorio do thesou-
ro provincial, e lambem no que foi lido na cmara
los Srs. depulados pelo Exm. Sr. ministro da fa-
zenda.
Ilalanco da despe/a.
A impnrlancia de toda de cicio de 1656 he de rs. 280:4299069. Excede a fi-
lada pela Iei de de dezembro de 1855 no valor de
213:1269 em n. 7::-30'l9068.
Enlram no bataneo do auno findo, lem qae para
sso houvesse desiguat-lo no orc,ainauto Ttito as se-
guinles despezai :
Colleclorias e joitoi dos feilo 3:0369384
I11.lem111sac.lu de prejuizoi I Antonio
Roliiio Aranha....... 909000
Emolumentos d<> hospital de caridade 1:3023800
Pagamento da divida passiva 19:3139041
Caixt da agricultura...... 9:276g8J8
Sob a reiponsabilidade do governo 1:181-9710
iMuvimenlos de fondo......75:9025660
Feila a reilucrao desle valores licar a deipeza
em 170:2313135, havendo assim ama diderenca para
menot em ratafia ao orcamento de rs. 12:89198(55.
Esla dillrrenr i nao indica uina diminuirn elTectiva
na despeza, he, seguudo consta do relalorio do Ihe-
tooro, o resultado do mo systema adoptado para 1
gerencia dot negocios da Tazeodt. A mor parle dot
algarismos que apparecem, corno taldo oai verbas
do orcamenlo, apreseulam ainda a importancia da
servidos feilos no anco do balanco, a nao pagot.
A tabella explicativa do balanco da despeza acla-
rece lufficientemeute a direccan dot negocios da Ta-
zenda utsta parte.
Divida activa.
No allimo de dezembro do auno passado impor-
tas .1 em 36:2079318. No Iim do primeiro semestre
deeio anuo ficoa reduzida a 15:5949623..
Divida passiva.
A importancia dos tervitos feuot em o anno pat-
-a lo a nao pagos no correr delle, era de 23:8139734
em dezembro allimo. Esl reduzida a 5:259s360.
Foram pagos 18:3349374.
A divida inscripta em virtud t da Iei n. 9 de 10 da
junho da 1815 na importancia total deri. 46:2079063
ha hoja de 2:882o470.
Repartir-oes fiscaei.
A administratao de randas foi reformada pela re-
*olur,iu de 29 de Janeiro deste auno. A autoritario
que desle em 4 de dezembro de 1835, foi posta em
pralica. A administratao foi convertida era urna re-
Pirtiriu, composta de um tribunal e qualro seccois,
urna de contabilidad!, nutra de escriptuiatao, oulra
de gaarda t elTecliva distributao de Tundos, a fiual-
menle oalra pan arrecadacao das rindas no muni-
cipio da capital. Nos regulamenlo! dados encon-
trareis as regrai, qai dirigen) acluilmeule o ter-
vlco.
Polla em pralica a reforma, vo-se coHiendo ja
algumas vanlagens, e apenas precisa ainda de urna
experiencia mais lonja para se julgar de sea provei-
to, a disposicao do arl. 3' da resoluto de 29 de Ja-
neiro allimo. O inspector do Ihesouro indica a na
cessidade de sua modilicaro em parta. Compre
esperar palo lempo, para com a necessaria pruden-
cia de resolver a quinao.
Colltcloras.
No ultimo exercicio arrtcadaram-se 22;3069i44.
Esta renda he maior qae a de 1855 na importancia*
de20:3809399. Encontrareis na e\po*ir,lu do inspec-
tor algumas observac-u acerlada sobre ai eoHtclo-
nas. Conclue elle n seo arligo sobre esta mittira
aventando a idea de substituir o Irabalho dos collec-
lores pela arrematarlo dos imposlos coufiadoi aos
seus cuidado!.
Agenciai fiscaes.
A do Rtcife coolinoa a merecer o crdito de qae
se lem tornado diena. Sea rendimenlo em o anno
ullimo montou a 12:9859198.
A agencia do Aracaly melhoron depois que em
junho de 1836 se nomeoa novo agente. A receila
qae obleve he de 4729155.
Para prevenir o desvio dos direilos sobre os pro-
ductos desta provincia, qoa do centro procuraisem
a cidade do Ico, onde sao vendidos antai da seguir
para o Aracaly, creoa-se ahi urna lob-agencit, qae
funeciona sob a reiponsabilidade da agencia do Ara-
caly.
Inspectao do algodao.
Em todo o anno paitado netla cidade foram pe-
sadas, numeradas e inspectadas 36i667 saccat, e no
primeiro semetlre desle auno 17,663.
Em dala de 22 de novembro do anno passado sa
expedo um regulamenlo creando a agencia de Ma-
mannuape, de que trata a Iei n. 11 de 6 da oulubro
de 1836. Comer ju a fanecionar em 3 de Janeiro des-
le anno, e al o allimo de maio o movimenlo du
accis de algodao era de 1375.
Em 11 de julho allimo reeebi um oflicio do ins-
pector cbrindo ama pelit3o dos empregados, soli-
citando augmento em seos ordenado!. Compele-vos
a deci-ao desla prelenr.io, e para sso ter-vos-ha
presente. Cada um dos merabros desli casa condec
o eslado do nosio ulereado, dos uotsos recursos, a 01
principios qae regem esta q'ueilo, e esla por isso
habilitado para dicidi-la.
Obras publicas.
Sao inuitos os melhoramenlos materiaet da qua
precita a provincia para seu engrandecimeolo, e qut
at boje nao se tem levado a eflello. He ttl nosso
estado, que stm receia de conle*ljr,lo fundada sa
pode dizer, que n.lo demos anda um patso provei-
loio nesle ramo do servito publico.
A adminislracao lula com dous embarac;os, um
proveniente da situar-io financeira da provincia, a
oulro da falta de um ptnoal habilitado, com a tull-
ciencia a (ituloi precisos para bem dirigir immedia-
lamenle esle ramo do Irabalho publico.
Ai tiaanra-, da proviucia vao melhorando, e por
esla parle as difficuldadei ta diminuirao. Ha de ei-
lender-se mais o circulo eslreilo em qae gyrava, al
ha pouco o poder. Senao he possival de urna vez
alien ler a todas as uecetiidades, ai mais argentes e
de mais influencia sobre o bem geral pdelo ser
ati-leilas, senao houver ama causa extraordinaria,
que ponlia lermo ao aa;menlo da fortuna publica, a
forem administradas com economil e acert, como
he de esperar, as liuanris da provincia.
He um faci geralmente condecido a ma drecc.o
que lem levado nesla provincia este rimo do tervico,
digno de milhor sur le. Quasi todos os rilitorioi li-
li os nesla casa o denanciam.
Ot dinheirot pblicos applicados aos melhorameo-
loi materiaet i3ogistos lem o provailo devido. Hu-
ir- vezes per lem-se inleiramenle.
Raro he o Irabalho concebido a eiecalado couva-
nienlemente, ainda mesmo nesla cidade e em pe-
quea distancia della.
Mandei nrganiar um quadro, qae vos ser pre-
sente, das detpezai feilas com obras publicas, tanto
por conla da renda geral, como provincial, desde o
anuo de 1811.
Por elle conhecereii o valor importante doi alga-
riimos doi gastos e as obras em qaa tt emprea-
ran!. Multas dellat j uao exisrem.
A-sim, li-arei* habilitado par julgar da proce-
dencia da censura.
O dispendio al hoje realisado teria produzido
vanlagens imporlanles, se Tone bem dirigido.
O airo tero chegado ao pouto de ser oecetsario
demolir o trabalho (eilo para de novo empreender-ia
a obra.
Aiiim deve acontecer com a pona da Mamangua-
pe, como me informan).
Compre por lermo ao defeilo nolado. Ella pro-
vm da sigonda causa qae deauuciei, da m admi-
nislracao dat obras publicas.
Na provincia nao ha nm engenhtiro empregado no
eslado e execurao dot Irabalhos de qae pre-
cisa.
Convera remediar a eitt lacuna, qae tantas in-
eoovenieocits aprsenla.
Nem os ornamentos dot melhoramenlot qae 11 era-
preendera, sao feilos com reguliridadt.
He fcil de prever 01 abusos a que tepretla tila
eslado de censas.
Compele-vos provar da recurso* a adminislracao
para nao continuar, como al agora, a despender mil
ai Imanen da provincia.
dia escapar a Jorge, esuaemocao augmenlou-ae.
Sob pretexto de afagir Tambor que acabava de lan-
tar-se rtpentinanenta entre elle*, elle abaixna-se e
aiu,ir. u a posta do mautu que envolva Madama
Rosa.
Seu corarlo eslava angutliado. Como acontece
tempre.a reacr,au vicloriota impellia o mais longe do
qoe elle nunca fura. Se Valentn se houvesse t-
pretentado a' porta, elle o leria sotado.
Sera' precito acretcenlar que Jorga panou o dia
em Ilerblay, e qae nao deixou de ir la no da le-
euinle '! Tambor nao era o mais prompto em partir.
Sendo Joauuinha a protegida de Mr. de Francalin,
assim como o era de Madama Rota, nao fallavam-
lhe pretetlot par vollar a' casa de Theobalda a lo-
da a hora. Fora-lhe impossivel occallar a Madama
Hosa o motivo da auseucia que ella notara : ie urna
fon;a secreta impellia-o a Coufessar-ie, lalvez espe-
rava lambem obler della alguma esplicaco ; porm
dtsse lado saa esperanra foi'baldada. Madama Ro-
sa ouvio sua conlissao com um sorrio, no qual orna
especie de melai eolia mislurava-so cora a admira-
tao, e depois diise :
Se o -rubor me coudecesse melhor, essas iae-
peilas nao Ihe tenain viudo ao espirito ; mai estou
s nao foi, pos, por tua culpa qae julgou-mc
mal.
lissa resignat) enlerneceu a Mr. de Francalin
mais do que Itliain feilo mil protestos de innocencia.
OuandoJoanninha ficou inleiramenle reslabeleeida,
Jorge pedio a M?dami Rosa que aceilisse uin jan
(ar na Maison 111 me be para provar-lhe que uao es-
lava agallada.
Coosiutii, >l sst Madama Rosa, mas com urna
condiro : lio quo, em Tac de jaiitarmos, almnrare-
mis. Quem esla' su, deve fazer tudo ai claras."
Na manhaa do dia convencionado Jorge e Tam-
bor foram lumar Madama Rosa em soa casinha de
Ilerblay. A Tartaruga que com esse novo peso
pareca mais leve, atravessnu rpidamente o rio.
Tambor manfetlava sai alegra por mif cabriolas ;
para nao afaslar-se da mao de Madama Kosa que o
afagava, elle desprezoo o loaro piala cujos mogidot
ouvia ao longe. A mesa eslava posta em nina pe-
queua tala qaa dava para o prado, qao era illu-
mlnada pelo sol. Peronilla exceder a* ordens re-
cebadas e Jacob achara flores para adornar a meia.
Durante o almoro, Jorga moslroa-se ainda mais em-
baratado que MaJima Rosa. Vinliam-lhe a' bocea
mil coi sai qoe elle nao dizia. Eslava alegre, mas
inquieto ; parecia-lhe qoe os pouleirot do relogio
camindando roubavam-lhe parte de sua felicidade.
Terminado o almo._o, percoriartm juntos o jardim o
a casa. A biblioldeca tobretudo os reine muilo
lempo. Eslava abena de todot 01 ladoa ; o brilho
do fogo misturava-se com di raios do 10I qat ealra-
vam pala janelll. Madama Roa vio em um canlo
um retrato de mulher em medalha. Toinoa-o e exa-
miuoo-o.
He urna mota mu linda, disse ella.
Assim peusei por multo tirapo, respondtu
Jorge.
Apoderou-se da medalha que Madama Rosa col-
locara sobra a chamin e lanc/iu-a ao fogo.
Todo o semblante de Madama Rost lornou-se ver-
raelho. Ella eilendeu a mo para lira-la ; Jorge se-
guroo-a dizendo : Ja be larde. Senlio a mi de
Madama Hosa Iremer-lhe entre as suas, em quanio
ai (haronas devoravam a medalha. Ella relirou-a
braiidamenle e olhou pela jtnella tem tabtr como
dissiraulaste sua periurnacAo. Jorge guardav o si-
lencio. Fizera-se compredender di umi vez, quasi
involuulariaminle, e nao fallava rer.an.lo oOtoder
sua companliein. Ficaram assim algum Itmpo um
junto do oulro, immoveis e trmulos. Tambor qoe
brincava entre elles, impellia-os alegremente com o
focinho ; elles afagavam-no t vezes com a raflo,
mas evitavam olhar-se muloamenle.
O 10I vai se pondo, dine ara Iim Madama Rosa.
Ja eiclamou Jorge ingenuamente.
Vul1.1r.1111 a Heridas pelo meimo caminho, porque
linham viudo, e Tambor nao perd u a viagem.
Al nos lornarmoi a ver, disse Madama Rosa
lirondamente, quando edegou diauledetua porta-
Jorge de-rni a ladeira de Herblav sallando. Qaio-
do rdegou a' beira do ro voltou-te e vio no meio da
i-riiriiilo da noile urna luz qae brilhava na jinelll
de Madama Rosa.
Ah disse em meia" voz, ella ha de amar-na e
lalvez algum dia..... Talvezja me ame !
Sallou no ti. (el e dcixou-o detcer pela corrtnte ;
conlemplava o co raaliiado de islrillai, linha fogo
no corat-lo, psrecia-lhe ler vinle annoi.
Oh hontem I exclamou, oh 1 minbas mi-
sos onde eslau ''
(Confinuar-te-Aa.)

-





DIARIO DE PERNAMBUCO QMNTA FEIttA 27 DE AGOSTO DE 1857

He iiidisi.ensivel qoe lenbamo engenheiros en-
carregadui dos esludos obre obres publica, e da es-
clarecer a presidencia sobre todo9 os assumptos que
Ihe ili/i'in respeilo.
Na* lie preciso, por cerlo urna reparlu-Hn em pon-
to grande, que demande gastos tarcos, mas sen) am
cnzenhero pelo menos habilitado, que disponha de
ci'ri meios da ;ir>;"o, liada se consegu.
Aflora que a renda da pro\incia avolta mais e
ipreienla alguns recursos para os melhoramenlos
maieriae, convm que se fitem regras claras e pre-
cisas sobre a deaaproprtasBo por alilidada municipal
e provincial.
Esla maletn he da voisa competencia. Chamo so-
bre rilavossa solicitarle.
Nao s,"n> sem exemplo einbaratns caprichosos e
desarrazoado, que a proprledade psrlicular uppOe
ao servido do publico. Ssjaro desvisdos por urna
lei bem pensada estas bices e conlrariidades.
Em data de 8 de julho passado me foi communi-
cado pelo Etm. Sr. ministro da guerra, que liavia
partir para esta provincia com o destino de er em-
prestado, como foise mais proveiluso, o engent.eiro
militar 1 tinenta Sebasti.ta de Souza e Mello.
I>ei parle no governo geral da necetsiitade que
senliamos de eugenheiios, ella fui em parte alten
dida.
Passo a dar-vos conla do qoe se ha feilo depois
'le vossa ultima reuniao.
Estradas.
Principio por um ailigo em que quasi nada letnos
fulo.
Precisamos da boas estradas, que abram conrmu-
nicasoes factis com o centro da provincia.
Touiai esla materia sobre vussa proterro especial,
e dotai o ornamento futuro da despeza com os recur-
so, necessarios para que se emprehendam Irabalho
provellosos oesle sentido.
He, talvez, eite o servido mais importante que po-
dis prestar a provincia. Deste modo consultareis
devidamentc aos seus melhoramentos material e
moraes.
Toda a economa que,para conseguir Jes este resul-
tado, for guardada, he louvavel.
Fui methorado depois de vossa ultima reuno o
nao estado da tadeira do .Mancma na estrada que ne-
gu paia o Interior. Hoje da hom e livre transito
aoa viandante1-.
O cidadao Francisco ManoM Carneiro da Coalla
encarregou-sc desse Irabalho, c u eoncluio.
Nao quiz aceitar dos cofres poblicos recompensa
por elle ; segundo refsre a etposican, que receb em
0 de abril.
Nao posso dizer o mesino acerca do concert do
Tambay.
Este Irabalho, de qo* Irata o relatarlo, li lo o an-
uo passado nesla casa, nao foi acabado.
Aterro e ponte de Sanhaui.l
M in le uri.-jr os reparos de que precisa esla obra,
o postos era arrematas*"1 n.lo appareceram concur-
renles. Vou ordenar a revisita conveniente do or-
namento para levar a cfTeilo esta servido que he mul-
lo preciso. Nao determioei qoe fosse f-no por ad-
Agricoltora.
Nio vos sao eslranbas as dillcul hules com que
lutar este ramo da nos in luslria. Nem outro po le-
na ser o seu estado, alenlos as condire, em que
nos adiamos.
N.lo temos cstudos profesionaes, nao tamos fun-
dado o crdito territorial, lia carencia quasi absoluta
de vias de communicacjlo, que facilite os transportes
e diminua o custo da proilurcan, e nestas cirrums-
laacias be natural que nao seja lsongeiro e futuro
da lavoora, sehao forero removidas estas causa.
Soa torta anda maia le aggrava acfuslinente pela
talla do bracos que ie eanle O irabalho goza de pre-
ga elevadiisimo, e he imfllcieule para a procura.
fili tinelo o trauco lllleltu de Africanos livres,
que tarnefia brasos a agiicultiir., e os escravns qua
etsliam, dimlnuiram aro numero com o cholera,
que sobre elle cabio com intensidad?.
N8o he necemrio grande Irabalho de espirito para
prever qoe a lavoura vai entrar em om periodo de
decreicimenlo e de ingratas provao,ie, se nSi fr
conserven! permanentemente em urna repartido
il'esla ordeni empresarios seiu carcter ofltclal, e
responsshilidade legal.
Sejalgardea prncedeulea oslas raiea deveii auto-
riaai a reforma sem as restricc.ies consignadas na lei
de i ilo oulohto .lo auno passado. Com ellas parece-
me qoe hada de hom se cnnsrsuii.
Acea vea insisto nasine>mas ilea coaeigoidaa no relato-
rio do auno patalo.
O material do servico da repartidlo esla' gasto, e
sem a necessaria decencia para urna establo publica
desla onleni. He preciso melbora-lo.
No archivo nao ha as colleccOes de leii, reperto-
rio, e oulros livros, de que prerisam ns secretarias
do governo para fantciouir crin vanlagem.
Julio cnnvenienle, qoe decretis fundos, d'onde
se possam tirar os recursos pieciaos para esl.n des-
peza.
Sera' snbmellida a vosso conhecimento a peti^n,
que me tai apresentada pelos empreeados da secrc-
amparada pelos eiforjoa de lo-us, a pslos cuidados i l'aria pedindo augmento para aeus'onleatlos. Ha da
paternaes do governo imperial, que (rata seriamente vossa competencia a sua decsao. Nao vos s3o et-
desle assurapto. A nberdarie du solo somenle be iu- Iranhas as nonas rircu" slancias, e eslaes por isso
sulVicienle para mante-la por muilo lempo no estado
ero que se aclyt.
A industria agrcola nesla provincia he represen-
tada principalmente pelo algodao e assucar. So es-
ta as funles mais imporlanUsda noisa riqueza e das
rendas publica.
Depnls que o assucar comeoou a obler no mercado
os altos preces de que goza, os propietarias que illa-
punham de algn recursos, deram-e a soa cultura
exclusivamente. Ficoa abandonado o algodao que
em.geral ht o emprego do pequeos proprielarios,
e dos que apenas conlam com o vigor de seus bracos.
Pode se pois chamar o algodao a pequea cultura.
Apezar da baixa do prego do algodao, da eiigui-
dade de sua producto, devida a causa a que se n3o
tem podido prover de remedio, o seu ataarisruo na
exportaran les!.i provincia nao tem decrescido. At-
Iribuo esle resultado a tacllidade e baratez da -u
cultora,e a qua a mxima parle dos productores do al
goda.i ueste unimos le i.pos procura o mercado des-
la capital, movida talvez pelo melhor preso que es-
le genero ha oblido, ou com o lini de evitar os mai-
ores fretes para o mercado do Recita, que era aules
preferido.
Acreitilo qua e for conseguida a causa do mal
qua peraegua a planta ilo algodao, pooco lera de sof-
frer eom a dlmliioirdto dos bracos cravo. He reco-
nheeido que a Ma cultura lie mais adaptada aosbra-
(04 livres e lloladoa.
A exporlscao que .lo algodao produzido nesta pro-
vincia, se fez ppln puiTo desla ciliada, foi nos exerci-
ei"s de
18541855 32.381 sacra eom o peso de 195,f,ni ,.
i de 255,494 ,V
i de 989.592 a
1,019:15)9992
1,338:8873') 17
1,846:0379801
in lustria ilo al-
habililadM para jutaarde esta pretencan.
Sao estas as iul'ormaces, que pude" colligir para
Irazer ao voito conhecimrnlu. Scnao lalisl'ueretn as
vossa vistas, a as necesidades do servido, o defello
nao hade vontade. Ser-vos-hao dados, logo que o
exigirdes, lodosos esetarecimentos precisos para pro-
veilo da vmsos trabalhos, se dependerem da presi-
dencia. Aciedilai qoe de coraco deseju, que nao
vos fallecam os mcias necessarioi para dolardes a
provincia dos melhoramenlns, que reclama. Ella es-
pera muilo de vosso patriotismo.
Palacio da presidencia da provincia da Parahiba
do Norte em 1 de agosto de 1857.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
o
18551836 39,975
1856183" 16.663
Valor otlirial do I." eu> oicu.
n -2.
" 3.- i) .
Por estes dado se verifica que
minislrario, porque enleodo, que em obras d'u- godao lem progredido nos tres ltimos anuos finan-
"ii ordem especial deve ser empregado esla meio cem
que ib presta fcilmente a abusos.
Caes do Varadouro.
Completou-se este servico, e ja' foi recebida a
obra. A despeza para ella curre por conta da fazen-
da garal.
Ha urna necessidade a eonliuoasao do cais para
melhoramenlo do porto.
Hospital' regimenlal.
Concluio-se ha pooco o hospital,e o efnpreilelro
requeren qoe fosse recetado Mandei que se exami- : podado por esta cidaita, que nao comprehenda luda
nasse esla obra. Ha divergencia de opioies sobre a a producc.au da provincia. Parle della proruia as ve-
execucao do contrato. inda nao foi decidida a j ze oulros mercado, e nesle caso nao he raro que
quesiao que pende de juizo de peritos, que devem faltem os dados para se verificar soa origen),
ser Horneados. A despeza com este edificio esla'a i Com referencia a praja do Itccile, posso informar
Dinmica para mais do primeiro para o segundo
exercicio 59,8-^9 arrobas.
Diilercura para mais do segundo para o (erceiro
exercicio :i,098 airobas.
Uifferenca para mais nos valores do primeiro para
o segundo exercicio .119:7375925.
Uifferenca para mii nos valores do segundo para
lerceiro exercicio 508:1495887.
S lenho em vista do calculo feilo o algodao ex-
cargo da fazeuda geral.
Cadeia da capital.
Ponro falta para sua conclusao.
O cmpreileiro
qoe no exercicio lindo, se exportaran) 2,912 saccas
com o peso de G,50:) arrobas.
lie orna cren^a quasi geral entre os noisosagricul-
lesta obra anda nao a enlregou, porque foi encarre- loses que a cultura da caniia s pode ser conseguida
gado de algumas alteracies, de que pieclsava o edi- eom u emprego do Irabalho escravo. Em lavor desla
licio para se prestar nullior ao lim a que he desli- | crenca. cujo fundamento nao averiguo, be a txperi-
uado. Todo o segundo andar era quasi inolil. enca do que saccede nos engenhos de pequeas fa-
Nao iiilcrcia arri.....no lacue para pn-aj. Os preso' bricas. Kecorrendo aos bracos livns, elles lulain com
graves embarazos para colhar e aproveilar as loas
ras. He por isso que preoccopa lano os espiri-
deviam ser recolhidos as divisOes do andar terreo,
qoe poneos reparlimenlos conlm. Com as allera-
COes que delerminei depois de ouvir a pessoas com-
petentes, melborara o servido da cadeia. Espiro que
por Indo o raz de agosto esteja lindo o Iraba-
lho.
Cndeia de Mamanguspe.
N3o foi anda terminada pelo motivo qoe consta
da expsita que li ao ser empoisado da administra-
rlo. O digno juiz de direilo da t' comarca exnmi-
nou ha pouco esla obra. Fez sobre ella pondera-
c,oes, que jalgando procedentes, mandei que fose
concluida de canformidade com sua opiniao, que ai-
tenda a eennumia dos dinheros pblicos, e melhor
classilicdCilo dos presos. Ainda era lempo de reme-
diar o detallo, porque depois das ullimas alterables
ordenadas nada se havia feilo.
Cadeia do loga*.
Foraro contratadas por tii,s.~ixni as obras necessa-
ria para se couverter em pullo o andar terreo da
casa em que fnnrciona o jurj. Ja' foi recebida a
primeira pr.-slaro do eonlrato, qu por incumben-
cia da presidencia celebro a commisao composla
dos cdadaos Joao de Mello Azedo c Euhpraso de
Arroda Cmara, com Pedro Ferreira do Amaral.
Heve eslar em andamento este (rabslho.
Casa do Ihesouro provincial.
lu contratada com Francisco Soares da Silva, pe-
lo proco de 38:0005 a r.,n.trueca ) deste edificio. De-
ve eslar promplo nofim de 18 mezas. Ja' foi lau-
cada a sua primeira pedra.
Cavallanre do corpode polica.
Foi esle auno contratada esta. Deve eslar promp-
(a no prazo de 10 mezes a contar da dala do cntra-
lo. Ja' loi recebida a primeira prestado. A im-
portancia desla obra he de :0009.
Fontc do Povo.
Teudo recetado ama represenlaco dos habitantes
da ra das Trincheiras, sobre o estado desla fonle,
mandei orejar o seu concert e fazer o servico por
conla da tazenda provincial. Esla' em andamento
esle l labalho.
Fonle do Cuit.
A lei provincial de ti de noveinDro de 18.V aolori-
sou o despendi de i'.n >? com a obra da caixa d'agoa
ua fonle do Jaloba' do Cuilo. Dei cumprimenlo a
.esla lei, mandando faier o ornamento desle Irabalbu,
e eucarregaudo de tua execuc,ao a urna comim>san
composla do presidenta da cmara, vigario da fregue-
zia e um cidadao dos mais imporlanlesdo lagar, a
queii) delerminri, que leenlregane a referida quan-
lia. Do zelo dos nomeadoa eipero o bom proveilo
da commissflo de que os encarregoei.
.Cemiltrioa di Mamangnape e Sania Rita.
Estao quasj concluida estas obras. Pooco llus fal-
ta para qoe e considerem inleiramenle acabadas.
Sao em grande parle devidos estes melhorameotos ao
zelo e estorbos do missionario Fr. Seraphitn da Cs-
lania.
Malrzes.
{oQuando tralei do cutio publico indiquei os serv-
vis qne estavam coreado por conla do ihesouro pro-
ncial, no que diz respeilo a malrizis.
Calamento da cidada.
Ainda nao se den comeco a eale servido, que he
urna necesiid-ade publica. He a falla da pedra pro-
pria para o Irabalho o que vai demorando esla me-
lhoramenlo. A peora de lalro'csl destinada para o
edificio do thesoiuo, e a d'aqui nao he conveniente.
Pretendo tomar na devida coutideragao ela materia
para dar soluc.o .i orna represenlacllo, que me fez o
cmara municipal a 21 de julho ultimo.
Theatro publico.
Acha-se no mesmo estado, em que foi descriplo
no rtlalorio do anno passado. Nao leve andamento
asa obra. Ha preciso lomar urna resoluto sobre el-
la, Convem coocloir esle edificio, ou dar novo des-
lino ao Irabalho feilo.
Commercio.
As trausacedes commerciaes desla provincia se
acham em inleira dependencia da praga do Kecife.
Sem coinmiinicarries directas com o eitraogeiro os
gneros de cossa prodcelo recebem os prei;os, que
d ilii nos vem, e as meredorias eslrangelias, que
ahastecem nosio mercado, ao lamben) fornecida
por aquella praca peta cabolsgcm.
NSo sao os capilaes, que fallan) inleiramenle a
provincia, para sabir deste estado de dependencia.
Ha talvez superabundantes para satisfarao de suas
exigencias sera o iulermediaiio de outra |ir. c i com-
meical. linas cansas influera sobre o uosso mercado,
e impedem que nao se eleve a altura a qoe Ihe dAo
direilo es sens recurso*. Primeira, a vizinbanca da
rica e importante provincia de Prrnambuco. Segun-
da, e principal, ausencia letal de espirito de anecia-
lio entre os bomans dados ao commercio, e falla de
ousadia para s* aventmarem a empresas grandes.
Tal qoal he porem o nosso mercado aprsenla um
grande exemplo de moralidad. Nos aun mais pr-
ximos nao se apona nina sii bancarrota das melbores
casas commerciaes. Entre as pequeas mesmo a pon-
iiialidaile no cumprimenlo de suas Iramacres he
mu fado publico, e permanenle.
O commercio de-la prac,a fez mover em langyro
durante o anuo financeirn de 1855 1836 o valor'ilo
3,465:7969801, aeoee Il0:3t0;93i de Imperleelo le
direcla, S).l:-JO.-sltil do ini|i.rlacan de mercadorias
S'lrangeiras |a de-paeliada. para con Sl:ilil.;ti95 de Importarlo da gneros nacionae,
2,.l9:0li-)797 daexporlacao direcla, .|6:53,'>9G91 de
exportaba* por Cabolagcm.
Esle valor he raperier aodo anno de 1851 a 1855
na quanlia de 1,122:105^199, e aodo anno de
1853al85v em 1.502:(;5 coinniercio da provincia mesquiuho a limitado como
lie, progri le sempre, sendo diiso causa, o augmento
da riqueza e talvez tambera a maior aniinao.o, que
vai opparecendo no movimenlo comuiercial.
Nao lenho dados ollirrnes que itelerminem o alga-
rismo dos valores qoe o corainercin por em gvro im
o ultimo exercicio, mas
ritos o fuluru da Uvoura da catuia, que demanda
mnilos bracii.
A quesiao di subslitaicilo dos bracos livres pelos
escravos, ii remojao da crise, em que* ss cha a la-
voura da cauna pela falla do Irabalho, taz objecto
doscoidados do governo imperial. Com os taraos
meios postas a saa disposicao pela assemblea gcral,
elle traa de melhorar a situaran do paiz.
Cumpre entretanto, que os particulares nao fiqoeni
impasiivels para que nao se liles impule com razan
parle das dilTiculda.les, em que se acharen) no futu-
ro, (iracas s boas colhelas havidaa, ao alio preso,
que no mercado lem logrado o uosso assucar, a malo-
ra de nossos agricultoras acha-se desembarafada de
contratos onerosos, e muitos talvez com capilaes sem
emprego. Sejam elles applicados a compra de ins-
trumentos mais aperfeicoados, de machinas, qoe
substituan o Irabalho bruto, e entren) no movimen-
lo geral, que tao benficamente se desenvolve em fa-
vor da colonisnao.
Quaesqner qne sejam entretanto a appreliensfles
pelo fuliiroopresenl'ainda he satiifacloriu, como
colligireis dos dados seguales, qoe manifeitam a
exporlasao do assucar feita pelo porto d'esla cidaita.
No exercicio de 1851, 1853, 61,017 accos, 305:082
anobas.
No exercicio de 1855, 1850, 96,100 saceos, 482:000
arrobas.
No exercicio de 1856,1857,118,029 Meco*. 590:141
arrobas.
Valor ofiirial no primeiro exercicio 158:G.iS>,i)ll
Valor ollicial no segondo exercicio 920:l01?il)0.
Valor oillcial no lerceiro exercicio I:193:37i;l77.
[solo tima diflirenca imporlanlissima. Em dous
anno a produrc3(i do aucar deu om resultado qoasi
duplo, ano tim do lerceiro aproximou-e do qu-
druplo. Parece, que de proposito a Providencia vai
rornecendo o meios para ventajosamente se vencer
a crise.
Tenlei a libertar o assucar d'esta provincia, que
fosse levado ao mercado do Kecife, dos encargos, e
onus, a que lica sujeito por causa do proreso em-
pregado na arrecadacao do sen imposto, o da repeli-
raoiln direilos provinciaes no acto da cxporlacao
em favor de Pernambucu.
Em cumprimenlo a lei de 3 de julho de 1853 me
dirig a presidencia d'aquella provincia em dala de
J de julho rindo, e incumb ao inspector do Ihesouro,
que segua para o Kecife com licenca de Iralar desla
quetao. Infelizmnile mlnha reprsenlasao nao foi
atlennda, c a bniea solus-lo, que leve meu i llicio he
o que consta do qe me dirigi o mencionado ins-
pector ao chigar n e*(a cidade. Esle ollicio vos sei
apresentado.
Trato de dar cumprimenlo ao preceilo da lei de
'i de julho de 1854, que mu n, vor di industria do asucar. Para que* esta especie
tasse resolvida proveilosamenle nomeei em data de
29 de junbo prximo passado urna coramiss.lo com-
posta de agricultores mostrado para indicar preci-
samente as condisoes da execosao d'aqoella lei. I li-
go que esliver promplo este Irabalho, qoe anda nao
receb, o lomarei na devida coniiderarao.
ColonisasSo.
N3o me proponho a discutir o meiecinteulo da co-
lonisasao, nem o valor relativo de cada um dos iva
lemas, porque ella e consegue. Nao cae esle Ira-
balho nos limites de om rotatorio. Siria fazer inje-
ra a vossa illuslracao desenvolver o qoo tamben) eo-
nlieceis pelos vossos oslados proprios. Tenho apenas
por lim consignar fados d'esta especie.
Uuasi qoe nao passam de hons disejos os nossos
rabalhos obre colonisasao. Teudo-se espera da au-
londade.
He cora razSe, qoe a vistas se volvem para o go-
verno geral. Tem ampios recursos, e sua dedicacan
pelo bem do paiz conseguir moilo. As.im como a
a sua ae{.1o benfica alcaasou em pooco lempo dar
M Imperio o movimenlo ascendente, que vai levan-
do a fortuna geral, ha da tambem remover os obs-
tculos, que se oppoe a carreira da emigrac.lo para
nona Ierra. v '
Pelo que diz respeito ao governo provincial por
ora nada lem podido conseguir, .nem Ihe he fcil
vencer as difflruldades, que o cercara. Nao pude
quebrar o ciiculo, em que as linansas o prenden).
Dora em diante havarJo mais facilidades. Vao
memorando nossn recurso, e em visla d'elles ja
decrelasles a lei de 6 de oolubru do auno panado.
Anda nao foi cumprida aquella aolorisasao. Pou
co iileieDli.lo passo fazer no carcter, em que me
acho, exereendo a presidencia. He MeeiaariameDle
de breve duras.lo o meu exercicio.
Recebi um requenmenlo pedindo um contrata
para cumprimenlo da lei citada. Nao oftarecia a
mais leve base para aju-les. He preciso expedir o
regolnmenloi, que sao ntcessarios a aoa boa execu-
Sao, crear as condires, com que se possam espiral
vanlagem do cumprimenlo da lei. Nao Uve lempo
para esle Irabalho.
f><) havia entre nina menor tentativa pra cha-
mar a colouiac.ii. |,., rara era a einigracao dos es-
Irangiiros para e-la provincia, aue n.lo 'se sentia.
Parece enlrelanlo que a Mluac.lo vai mudando.
De Janeiro al o miz ultimo por Ira vezes apor-
taran) a esta cidade esliangeiros com o deslino de
residir na provincia. Monta a 85 o Leu numero
Alera de um llespanhol lod s os mais sao Potugue-
zes. Selenla e nove vieiam para se empieger na la-
voura.
ntreos cnlnnos haviam oilo do sexo feminino.
\ lerain qualro familias.
Este tacto be applau Hilo. Todo, nu qnasi lados os
colonos no flu de pouens das acharan) emprego. O
resultado onlido talve de vi la a emprezas de colo-
iii- ^ri.i.
Fafo vnt.n parn que consigamos dar oliiclo pro-
veilosa a tsla qaeetio na medida de uosms necessi-
dade.
Secretaria do governo.
Esta repartir fnnrciona eom leaolarida le. Em
lomado
FAGINA AVLS.
3$39 ai Lia *
Morphelico.Consta-nos que o morphelico Elo-
I mo de tal, que lugira do hospital dos Lazaros para
procurar remedio do ensigne cu'.indeiro que por ata
anda, n.lo pudendo melhorar, procura nulravez reco-
Iber-se ao mesmo hoipilal donde sahira. Agora
pergoularemos mu que fim levou (era eficacia iao
inculcada desse ciirandeiro, ou antas dese charla-
13o.' Arasn Ihe lera'falnado e-sa impra{So T Meu
senhor grande capacidades sehao exclusivamente oc-
cupadop..ra descobriro remedio para curar lelcphan-
liase, e nada tem conseguido, e como lie que Vmc.
que nada sabe a lano se atreve '.' Nos o aconielhu-
mos que se rerolha ao silencio, e deiie-sc de andar
illudindo a gente, porque nao estamos em leira de
cegos.
Desleixo. Consla-ims que em una das ca-
sas da ra Nova, que os seus rundos deilam para a
ruadas Flores, existe uru rano de esgolo de aguas
ptridas, que incommoda nao l ai pessoas que
por alh paisam, como a vizinbanca, couvra porlanto
que o Sr. fiscal de Sanio Antonio nao se descuide
de observar para evitar que continu icmellianle
aboso.
Escndalo------Consla-nes qne na ra F....
exi.le ura sobrado, que mai r"eee um aerralhe, du
que hahilaoao honesta ; preveuimo porlanto ao mo-
rador do primeiro andar delle, que se cohiba de se-
melhanles escndalo qoe vao de encontr a morali-
dade publica.
Uato Ihelegraphieo. Nao obslanle a explica-
cao qoe em una de nonai ultima noticias demos
acerca dos bsles Ihelegraphiros, compre-nos ainda
man dizermos que elles amioiiriam nao sii a subid
dos vapores para os porlos donde for indicado o ig-
ual, romo que o coneio recebe carlai eniqaaoloeile
se acha sado.
Insulto.Continua o Sr. Porfirio da Cunha Morei-
ra a -er iusultailo em soa casa, ja com palavras, e ja
por meio de papis que Ihe deitain por I.aixo da por-
ta. O negocio nao vai bem, e be preciso que a Bo-
lina lome conhecimento delle.
Carador.Percunla-se, ser permitlldo andarem
caradores a darem tiro* no campo do Hospicio, como
nos consta succede algumas vezes '.' Nao poder em
vezdepassaro ser carada alguma pessoa ?
Drnhsla.-r- Consta-no que o insicne dentista vai
degenerando, lauto que em vez de" denles, dizem
qoe tirara urna parte do qneixo a urna pessoa, e es-
tragara a bocea de um esludante. A ser exaela esla
noticia, goarde-nos Dos os nossos denles e a uossa
bocea.
Ilarrareiroa. Porque raz,lo se ha d consentir
que esses barcarciros que aportan) nu hospicio tacam
lano alarido ? Acaso devira isso ser tolerado / Por
certo qua nao ; prevenlnmo porlanto a essa gente,
qoe e.ibam mais respeilo, se he que nao querem qoe
a polica oa faca contar.
-" Seojier ............., nil0 scrl roe|,lor que
qaancio \ me. qui/er conversar rom a sua dama, por-
ie--e cora rnai decencia, e respeilo 1 Por acaso n3o
sabe que essa na do A... por oncta Vmc. pa-se.a ar-
ra-lando os pos, e tai.to t,.,n a conversar, lem muitol
moradores, e he mono transitad., c que por conse-
guinte as suas aCQoe podem ser observadas, como j
o lera sido por diversas pessoas Nao ser mal I o
niirj porlar-se rom a dignidade propiia de cavallie-
ro Cremoi qoe sim, poique a decencia cabe em lo-
da parle, e as mi aeses desconceiluam a qnem as
jiralica.
Conila-noi que os malos da roa do Deslino 3o
crescendo progres-ivamente, e se nao houver quem
se tambre de os mandar corlar, cerlamenle se loma-
ra ira covil de taras.
Pela trreeira vez chamamos a allencio da c-
mara municipal para o lohnido da roa Velha, que
na* coalla acbar-se completamenledesapromado, e
amearando (rnve pirigo. Convem portanlo que o
nosso aviso rao seja disprezado, para qoe ao depois
nao tenliamos de lamentar lgnma desgras.
A idea, que emiltimos a respeilo da casa dos
exposlos, para que titila nao fosse admillido como
regente hornera qualquer, e sim urna irmSa de Cari-
dade tange, de agradar.pelo contrario tai objecto de
niurnioracao para alguem, qoe talvez prelendesse o
logarzlte de ama de cuacan |>dra que pois nao se
diga que desojamos arredar os prelendenles desse lu-
uar vago por Mlecimenln da senbora do aclual re-
gente, estamparemos neslaPaginanlgomaa pala-
vras nesle senlido do relatarlo do etlado sanitario
desla provincia do anno de 1855 para convencer aos
desostoso, que a medida, que pedimos relaliva-
menle a reforma da casa dos exposlos he de prima
lllloleai: :
a Na reforma dos eitalulos dos eilabelecimenlo
de candade, pessoa henee, que se lembrasiem de
supprimir o lugar de recente da casa do expnsto,
sendo sub'liluido por um mordomo, sem residencia
uesse eslabelecimenlo ; e era verdad nao parece ra-
zoavel, que era urna ra-a em que sii ha ertence,
amas, e raparigas pobres, exisla um lionuem, qoe por
melhor que soja, pode ser lenlado, e os tacloicon-
11 r ni- ni istu.......
Felizmente nao querernos lugar para pessoa al-
guma iio-sa ; o que queremos he que a nobre admi-
mslrasao da candado previne mata, que comina-
menle s3o irremediaveis I
Uoem liver lido tara daqui, senhore redacta-
res daPagina Avnlsa,ludo o qoe se lem dito do
qnarlel do II) batallllo, suppora', que s o comman-
dante desle sabe eumprir doveres, enlrelaolo, o
comman lautos do 8. e 9. nSo Ihe exceden), mas tam-
bera n,lo Ihe redem. t) quarlel do 10 he o orneo
que ha na cidad ; e n.lo admira, nois que qualquer
eoosa, que uelle se tasa, avulte. Pessimo era o
quarlel do 9. ; ma o aclu-l com,i,andante o teen-
le coronel (.uimarSe, aproveilandn circom.lanciai,
que nao lavtreceram aos seus nignos antecessores,
Ine tem proporcionado iramensos melhoramentos. e
em aceio n.lo cede om pice esle quarlel ao do 1ll
o ex-commandanle interino do meio balalhao -,
Ceara que denoo um quarlel verdadaia casa de
luxo, nao se desmente actualmente. Para qu nao
e lira a cada um o que be seu, o que cerlamente
nao he do prugrarama de \ mes., publicado estas
liDhai.
posso assegurar sem recelo
de ensao oa de exauerasao, que tai superior ao cm
que mais avullou de 1855 a 1856, nsim na parle re- nada desmerece do jutzo. de que se lem
laliva a exportaban cuma a imporlajao, em suas dua diuna.
eipecici, direcla e por cibetegem.
Durante o anno patudo de 1855 a 1856 entraran)
neite poilo .llil uavini cora :).7li:l tonelada. Dalles
sao brasileiros :UI2 qc ,e emprearan) na cabota-
^emda provincia, j9 eslrangoiroqne enliaram qna
i ludo em lastro, ahiraiii cairegados com gencios
de prnduroo nacional. Ela eiilrada fui superior a
dos ,reos de 1853 a 1854, 1851, |S-5,.
Coaetevme, perim, qo he moilo uif.rior que
leve lugar no etereiete ultimo, lauto no que reipei-
la tea navios do longo curio, como ais de eibo-
lag*m.
Na exposic.lo dn pre-limoso iuspeelor da alian to-
ga eneontrarala mala ampios desenvolfimentaa sobre
ns punios, em que loquei. Keflro-me a ella.
C) retalorio anneio do digno secretario especifica
lodo o Irabalho, que corren por esla repaitir.l da
jaldo do anuo passado a junde ultimo. He Multado,
e siillirienle para dar servico aturado aos seus ein-
prrgados.
lia na secretaria tres addldos, que coadjuvam o
Irabalho. Ita por lso, que elle se conserva em dia.
O pesoal da reparnsao, salvos os addnlo, be o
mesmo, que linba na cpoii da piiblirarao do iegu-
lamenlo, porque se rege. He de 18:17 esle reguln-
nienlo, e era visla das novas circumsl.ncias eiuliuo-
me a rrer. que morete alguma reforma.
O secretarlo opina ptta augmento de deus empre-
ado- para subalitoil os addido, que devem ser dis-
Aceltamos a breve correspondencia supra, crian
urna provade qoe noi nos, o publico desla capital,
e todos, que condecen) o di, no lenonlc coronel Gui-
raaraes saem avahar o seu menta, e o zelo que sem-
pre ha empregado para dar copia fiel da cunfianca,
que Ihe depo-ila o governo.
Oolra victima da tabre amarilla acaba honlem
de sabir da tema de marcenara de Kemigio Kneip
no aterro da Boa Visla, para o cemilerio, sem que
nos consta ler sido desinfectada a dila leuda, ou era-
pregada oulra qualquer medida unitaria. A conti-
nuar._ como he provavel, por havrrem mai doenles,
hcara aquelle lug-r sendo um taro epiaeinico. Cha-
mamos a allencao da llvgiene Publica, para o qoe
acabamos de nariar.
/li amanh'ia.
DESPACHAKAM.SE~PEI.A POLICA.
Da 24 de agoslo.
t) es.-iavns fi| e Miguel, obliveram passaporle
para o Rio de Janeiro em roropanhia de sen sei luu .
CONSULADO PROVINCIAL.
Lniir.uiK'iito (la freguezia deS. Fr. Pedro
(ioncalvesdo Hecife, pata o imposto da
dcima, 'eito pelo lanrador do consu-
lado provincial Joo Pedro de Jess da
Motta, de conbi midude com a porta*
ra do Sr. administrador da mesa do
consulado provincial a I I de agosto do
crtente anno.
Largo do Gipo Sanio.
Numero 2.Irmandade das Almas do Ke-
cife, um sobrado cora urna luja elre .-in-
dares, aireada lo ludo por 7IKMIUO. im-
portancia da decima......
Iden. \.Ilerdeiros de J.s Ferreira Ra-
mosa Manoel lunacio de Oliveira, nm la-
brado rum una luja e tres andar, ludo
por OOgOOO, importancia da dcima. .
dem .Jos Pereira Vianna, um sohra-
com una leja e tres andares, arrendado
ludo por 1Hiii-ihi, ii,i| uilai,cta da decl-
ina ...........
dem 1.llaiao do
pensado. Nao parece de cerlo coiirenienle, que se, dem 5.Ilerdeiros de Jos Itara'os de ()li-
i.a-taKi
5;ti
8l5tK)
uaiinna, urna casa tar-
rea que serve de trapiche, arrendado lu-
do por 1:fJiKl,-lH)il, importancia da dcima. UlitaHI
dem I.Ilerdeiros de Jee Itamo* de Oli-
ven.!, um sobrado, com urna taja e um
andar, arrendado ludo por IflOp, inipor-
lancia da dcima
.'HijsMlO
veira, ura sobrarlo rom urna taja e ura
andar, ludo por IK);, importancia da di-
rima ............
dem 7. llordeiroi de Jo Gomes de Oli-
veira. um sobrado eom urna luja, arrenda-
do Indo |ior 20()>, importancia da dcima.
dem 9.Cunara muniripai de Olinda, um
sobrado............
dem ||.Loil Jos da Cosa Aniorim, um
obrado com uina leja que serve de trapi-
che e dous andares, ludo por :titKlc, im-
portancia da decima.......
dem 1:1.Marianna da Conceisao Pereira,
um sobrado com urna lojae tres andar,
arrendado ludo por 1:2009, Importancia
da dcima..........
dem 15.Ilerdeiros de Joao Antonio ton-
Salves Madnrii, ura obrado com urna lu-
ja doos andares, arrendado ludo por
tJOOS. importancia ita decima. ....
dem 17.Joao I.elle de Azevedo, om so-
brado com urna luja e Ires andar, ocen-
pado pelo mesmo, avahado em 1:000c,
Importancia da dcima......
dem 19.Manuel Ignacio de Oliveira. om
obrado urna loj que serve d trapiche e
dons andares, avallado em 2:0009. impor-
tancia da decima........
dem 81,Ordem 3. de S. Francisco, nm
obrado com orna Inja e dous andares, ar-
rendado ludo por 401)5, importancia da
dirima............
dem 2:1,Ordem 3.a de S. Francisco, am
sobiadn cem uina leja e Ir andar, ar-
rendado ludo por 4329, importancia da
dcima............
dem 95.Ilerdeiros de Manoel Caelano do
Hollando, um sobrado com urna hija e um
andar, arrendado lado por 3005, impor-
tancia da decima........
dem 27.Ordem .1.' do Carmo, um sobra-
do rom orna taja e dous andares, arreu-
dado ludo por 0(>C, imporlancia da d-
cima ............
dem !l.Jus lime Tavares, um sobra-
do com urna taja e dous andares, arrenda-
do ludo por 420|, imporlancia ra deci-
ma .............
Itua do Vinario.
Numero >.Netos de Manoel Ahe-l,uerr,i,
nm sobrado com urna taja e om andar,
arrendado todo por 1:0005, importancia
da decima...........
dem i. Ilerdeiros de Franchco de Paula
Corroa de Aranjo, um sobrado com urna
luja e Iros andares, ludo por 800?, impor-
tancia de dcima ......
dem 6.Ilerdeiros de Francisco Antonio
liiu.in, am sobrado com urna luja e um
andar, arrendado lodo por 2889, impor-
tancia da dcima........
dem8.Antonio Joaquim de Son/a Kibei-
ro, um'sohr?do co-- nma taja e tres an-
dares, arrendado ludo por 6OO.3, impor-
lancia da decima........
dem li). Antonio Ilipolvlo Versos, nm
sobrada com urna taja e dous andares,
arrendado lodo 55(15, importancia da d-
cima .....* ,
dem 12.Themoieo Pinto Leal, tim sobra-
do rom uina taja e um andar, arrendado
ludo por :15P?, imporlancia da dcima .
dem li.Antonio Maria de Miranda Se-
ve. ura sobrado com urna taja e dous an-
dares, arrendado ludo por IOO9. impor-
tancia da decima.........
dem 16.Jos (ornes Leal, um sobrado
com urna taja e dous andares, arrendado
ludo por tital-oet), importancia da deci-
ma ..........
dem 18.Ilerdeiros de Francisco de Pau-
la Crrela de Araojo, um sobrado com
urna lojae Ires andares, arrendado ludo
por 000?, importancia da decima .
dem 2<>-ilenltiroa de Francisco de Pau-
la Corroa de Araojo, um sobrado com
urna hija e tres andares, arrendado Indo
por aillf, imdorlancia da decima .
dem 2.Patrimonio doa orphaos um so-
bradi............
dem 2i. Mosleiro de S. Boato, nm sol
brado rom urna luja e doos andar, ar-
rendado ludo por 378;, imporlancia da
dcima............
dem 26. Viuva e herdeiros de Anlonio
Joaquim Ferreira .de Saropayo, ura so-
brado com urna leja e lies andares, ar-
rendado ludo por decima...........
dem I,Manoel Alves tjaerra, um sobra-
o com urna taja e dous andares arren-
dado ludo por 4OO5OOO, imporlancia da
decima............
dem 3.Manoel Alves Guerra, um so-
brado com urna luja e tres andares ar-
rendado ludo por 2:4001., imporlancia
da dcima...........
dem 5. Ilerdeiros de Antonio da Silva
Compendia, ura sobrado com urna luja
e Ires andares arrendado ludo 85OS000
importancia da drrima......
dem 7.Francisco Jo3o de Barros e ou-
lros, um sobrado cora urna loia e (res
andares arrendado Indo por 1:1005000,
importmiia da decira........
dem 0.Manoel Jos de Souza Carneiro,
om sobrado com ama taja e Ires andares
arrendado ludo por 'JOO9OOO, importan-
cia da dcima..........
dem IIManoel Consalves da Silva, um
sobrado com una taja de Ire andares
arrendado ludo pur 1:21)05000, impor-
lancia da decima........
dem 13.Nano Mara de Seixas, um
sobrado com urna luja e Ir andares ar-
rendado ludu por 7015000, importancia
da dcima...........
dem 15. Uraliana Rosa Candida Ke-
gueira, um sobrado com urna taja e Ires
andares arrendado ludo por 5509000,im-
porlancia da decima.......
dem 17.Francisco Manoel de Almeda
Calanho e Francisco Itibiiro Pinto Coi-
maiaes e herdeiros de Isabel Josepha
Corro, um sobrado com orna taja, e
dous andares arrendado ludo por 4705,
importancia da decima.......
dem !!>.Thomaz de Aquino Fonseca,
um sobrado com urna hqa e Ires anda-
res oceupado pelo mesmo ayaliado ludo
por 900-5000, importancia na dcima. .
dem 21.Herdeiros de Jo Hamos de
Oliveira, um si lirado com uina taja e
Ires andares arrendado ludo por 8OO5,
importancia da derima......
dem 2.1.l'i.mcisco Joi Teixeira Bastos,
om sobrado com orna taja e Ires audares
arrendado ludo por 1-2009000, impor-
tancia da dcima........
dem 25. Patrimonio dos orplio, um
sobrado...........
dem 27.Palrimonio dos orpltao, um
sobrado...........
Idrm 29.Furtos de Jo, Itodrigoes dos
Passos, um sobrado com urna luja e doua
andares arrendado ludo por 500j000,
importancia da decima......
dem 31.Antonio Jec de Castro, um so-
brado com uina luja e dous andares oc-
eupado pelo mismo avahado por 550/,
imporlancia da decima......
dem 33.Joao Fernandei Baplisli, um
sobrado com una taja e dous andares,
amndado ludo por (009 r., importancia
da decima..........
Travessa do Vicario.
Numero 1.Francisco de Pauta yociroz
Fonseca, um 6obrado com urna taja e
d iu andares, arrendado ludu por 3005
r., impoilancia da decima.....
dem 3.Senhorinha de Oliveira Jaconm
Penlo, um sobrado cora Ires lojas e Ires
andaies, arrendado lodo por OiJ ra.,
importancia da dciima......
Ra do F.iicanlamenlo.
Numero >.Jo- Antonio Lopes, um 10-
brado.com urna Inja e um andar, arren-
dado ludo por 2005 rs., imporlancia da
decima...........
Mena4.Ilerdeiros de Bernardo Dorte
Brandan, um sobrado com urna luja e
tres andares, arrendado lodo por 4805
ri., imporlancia da decima.....
dem ti.Amonio ,\ Irma, um suhrado
com una luje e um an lar, unida ao de
n. 31 da roa da Cadeia......
dem s.Jos Rodrigues de Araujo Porto,
um sobrado com urna taja e doo andaies
ludo por I00V r., imporlancia da decima
dem 10.Manoel Goncalve da Silva, um
aobrado rom urna ta|a e dous andar,
arrendado ludo por 370-j rs., importan-
cia da decima.........
dem 1.Clotilde da Silvera Bastas, un
sobrado com orna loj e dous andares, ar-
rendado ludo por 3900 rs., imporlancia
da decima...........
dem 3.Hospital de cari iade, um sobrado
dem 5.Jo3o Jos de Carvalho Moraes,
ura sobrado com urna taja e om andar,
arrendado ludo por I8.1 r., importan-
cia da dcima ..........
dem 7.Antonio Ramos, um sobrado coro
urna taja eum andar, arrendado ludo por
20O; r*.. importancia da dcima ...
dem 9.Patrimonio dos orphaos, nina ca-
sa terrea i .........
dem II.Patrimonio dos orphaos, nina
ca de 1.hrado.........
dem 13.Palrimonio du orplic, tim so-
brado ..........
Ra da Cacimba.
Numero Xlimandade do Santissimo Sa-
cramento do Recita, um sobrado rom
urna loj, e doui andaros, arrendado ludo
por oOOa r imporlancia da decim. .
Iitam 1.Jos Joaquim Dias Fernande,
um sobrado eom nina loj e Ir andar,
arrendado ludo por 132*n., imporlancia
da decima..........
dem >-Joaquim de Soaza Mello, i'im'so-
brado com urna Inja com um andar eso-
tao, oceupado pelo mesmo, valiado lo-
do por 2760 r.. imporlancia da dcimo,
dem 8.Unlem Terceira de S. Fraoeisco,
om sobrado com urna luja nm andar,
arrendado ludo por Kis; ,-,., imporlancia
159120
da dcima...........
dem tu.Palrimonio dos orphAef, urna
lr>C<>O casa terrea..........
dem \1.Palrimonio dos orphaos, orna
casa lerrea ..........
lS;nOll dem I.Anlonio Jos Soares, um sobrado
cun una taja e Ir* andaras, arrendada
ludu por 4808 r.. imporlancia da dcima
dem 3.Manuel Elias de Maura, um so-
brado cora uina luja e dous andares, ar-
rendado ludo por 88,-s rs., imporlancia
23-O00 da dcima...........
dem 5.Paliimouio dos orphaos, um so-
brado ............
Ra do Cordoniz.
IO85OOO Numera 2.Marianna Dorolha Joaquina
e Manoel Pereira de Magalhais, uro so-
brado com orna loj 1 e lies andare, ar-
rendado lado por 5255, importancia da
5JO00 dirima............
dem 4.Francisco Jos Belm, um so-
brado com urna loja e dou andares, ar-
rendado lodo por 30Os rs., imporlancia
905i000 da dcima...........
dem (i.Herdeiros de Jos Francisco Be-
lm, nm sobrado com urna taja e dous
andares, arrendado Indo por 3009 rs.,
180;000 imporlancia da dcima.....
dem 8.Ilerdeiros de Jos Francisco Le-
er, om sobrado cem nma luja e tros an-
dares, arrendado lodo por 5165 rs., 1111-
365OOO portancia da decima.......
dem 10.Jo Jacome Tasso Jonior, nm
sobrado com urna loja a dous andar,
arrendado ludo por 3(i(>9 rs., importaii-
381*380 ca da dcima .........
dem 12.Joflo Jos l-'ernandes de Carva-
lho, um sobrado cora urna taja e um an-
dar, arrendado ludo por 150j rs., na im-
275000 porlancia da decima.......
dem li.Joao Jos Fernandos de Corva-
Uta, um sobrtdo com duas lojas e um an-
dar, arreodado tudo por 1805 rs., impor-
"M!5000 launa di dcima........
Ideiu 10.Candido Alberln Sodre da Mol-
la, um sobrado com una lela e um an-
dar, arrendarlo tudo pur 2408 rs., iin-
37;800 porlancia da dcima.......
dem 18.Joaquim IVreir Arantes, ora
labrado com tres lojas e duu andar.,
arrendado ludu por 6489 ra., importan-
cia da derima.........
liicHOO dem |.Palrimonio dos orphaos, urna ca-
sa torrea ...........
dem 3.Palrimonio dos orphaos, orna ca-
sa lerrea ...........
25OOO dem 5.Domdios Joaqoim Ferreira. om
sobrad cem orna loja, arrendado tudo
por 4009 rs., importancia da decima.
dem 7.Irmandade da CooceisSo da Con-
255920 *regas3o. ama casa lerrea eoM outra no
Tundo, arrendado tudo por 2505 rs., im-
portancia da decima.......
dem 9.Hospital de cariJade, nm so-
515000 hrado ............
dem II.Dr. Anlonio 1 ornes Tavares,
urna cata tarrea, arrendada por IO? rs.,
importancia da decima......
499500 Travesa da Aladre de Dos.
Palrimonio do orphaos, urna casa terna .
Numero 4.Setaas & Azevedo, orna casa
315500 terrea, arrendada por 2005 r., impor-
tancia da derima........
dem (i.Seixas & Azevedo, urna casa ter-
rea, arrendada por 2005 rs., importancia
545000 da derima..........
dem 8.Orphflo Antonio Rodrigues Li-
ma, um sobrado e dous andar, ludo por
300c importancia da decima ....
5J3OOO dem 10,Joao Narciso da Fonseca, um
sobrado com nma loja e dous andares, ar-
rendado ludo por 4005, imporlancia da
dcima.......... .
liSOOO dem 12.Jeito Jos du Reg e Jos Joa-
quim Dias Fernaudes, um sobrado com
uina taja e dous andares, arrendado ludo
por 3505, importancia da decima .
495500 dem 11.Patrimonio dos orphaos, om so-
sobrado ...........
Travessa da Madre de Dos.
Numero 10.Joao Mailinsde Barro, om
sobrado cora urna loja e tres audares, ar-
rendado tudo por 5.50?, importancia da
34$020 decima...........
Idom 18.Patrimonio dos orphaos, nm so.
lirado............
dem 1.Hospital de caridade, om sobra-
do .............
5000 'den) 3.Noherlo Muniz Texeira Guima-
raes, om sobrado rom urna loja e dous an-
dares, arrendado ludo por 450/, impor-
lancia da decima ,.......
36c000 Id* 5.Joaquim Pereira Aranles.um so-
brado eom orna loja e doos andares, ar-
rendado ludo por 51 i-5, importancia da
decima........|. .
21C--5000 dem 7.Orphao Innoceneio Rrodridous
gues Lima, um sobrado com orna loja, e
andares arrendado ludo por 4155,
importancia da dcima .....
7(9500 dem 9.Cuimarae c\ Vlenle e Joao la-
vares Cordeiro, un a casa terrea,occopa la
pelos mesmos, avahada cm 1lK)5, impor-
tancia da derima........
995000 dem II.Manoel Marlins Fiosa, um ao-
brado com urna loja e um andar, arren-
dado todo por 3035,|importancia da de-
eima............
8I5OOO dem 13.Patrimonio do orphaos, urna
cea terrea ... .......
dem 11.Patrimonio dos orphaos, urna
casi lerrea .......
108S00O Wni 17.Patrimonio doi orphaos, um so-
brado.......... .
dem 19.Patrimonio dos orphaos, urna
. casa lerrea.........,
03.3000 dem 21.Palrimonio dos orphaos, urna
casa tarrea ..........
Ra dos Burgos.
Numero 2.Hospital de caridade, nm so-
195500 brado ..........
dem 1.Jos Joao d'Amcrim, um sobrado
com om loja e dous andares, arrendado
lodo por 3063 .........
dem 3.Aulonio Joao Ramos, um sotra-
. do com gota taja a dons andares, arren-
429300 dado ludo por 3125, importancia da de-
cima ............
dem 5.Aulonio Jo3o Rimo, urna casa
lerrea. com soiao, arrendada por 2105,
8IJ0O0 imporlancia da decima......
dem 7.Miguel Joaqoim da Costa, um
sobrado com urna loja e doos an lares,
arrendado ludo por 3125, importancia
"25000 da decima..........
dem 9.Manoel (ionsalves da Silva, urna
casa lerrea, arrendada por 1205, impor-
tancia da decima ,.......
lOSsOOn dem II.Antonio Doimngues de Aimeida
Posas, um obrado com urna loja e dous
andares, arrendado ludo por 118,3, im-
porlancia da decima.......
dem 13.Hospital de caridade, um sobra-
do .....- f.....
dem 15.Joanna Joaquina Laura, urna
casa terrea, arrendada por IO8.3, impor-
45/0OO lanria da decima........
dem 17.Antonio Ramos, orna casa ler-
rea, arrendada por 1205, imporlancia di
decima...........
195500 dem 19.Patrimonio dos orphaos.araa ca-
a lerrea ...........
dem 21.Patrimonio dos orphaos, urna
casa lerrea ..........
545000 dem 23.Jos Rodrigoes de Araujo Porta,
urna casa lerrea, arrendada por -205,im-
poilancia da decima.......
dem 25.Joao Lene Pili Orliaoeira, urna
caa lerrea, arrendada por 1445000, im-
275000 porlancia da decima.......
dem 27.Elias Baplisla da Silva, urna ca-
sa lerrea arrendada por 903, imporlancia
da dcima. \......
455300 Mem 29. Vtova de Antonio Pereira da
Conlia, um sobrado com urna luja e ura
andar, arrendado tudo por 205, impor-
tancia da dcima.......,
dem 31.Herdeiros de Francitco Mame-
I85OOO de de Almeiiia, uina caa lerrea arrenda-
da por 270,3, importancia da dcima. .
Primeira sresao do consulado provincial 10 de
acmlo de 1857. Joao Pedro de Jess da Malla.
135710 Lansador.
(fonliiiKar'-te-r'ia.'
.35200
255920

175250
325100
325100
469440
:l-J5'iHi
13*500
16)1200
21*600
S8320
-3
/
36*000
22*500
I
125B00
-3
I85OO
I85OOO
27*000
366O00
325000

495500

V
10*000
375260
37*350
3IV2000
275270
5
3
9
scmelhante ao rio caudal, ferlilisou e cobrio de viso
os campos da vi.la.
Se a lypogrnpdta, mena sendorco, nao tivee sido
Inventad in secuta XV, pederamos chamar o -e-
culo \1X, seclo das lures'.' Poden olgoem di/er,
como ja' sednse: ua eeulo XIX a eii'lencia de
um Ari-loleles sena absolutamente impos-ivel ; a
inslrucso he una s qutm a ,,u!Slle ne a |,umani-
dade'.' De certo que nao.
I malmenle sem a Ivpegrsphio nao puje haver I-
luslrae.lo, nem progressn ; e enomcrar os beneficios
qoe lem resultado a humanidadi. de una (al iuven-
Sao, seria um nnnea acabar. Eo mesmo me acho
inhabilitado para isso. asiim como para demonstrar
quilo otil seja, entre nos, a elevajao da arle da Joao
de Unlemberg.
fina |ia n lo esle discurso, pobre de pensainenlos
e o\prrs's, alo poisn deisarde agradeeer-vos, em
nome da loriedade Ensaio Francez a considera-
digna do hornera honesta: cultivando a com dedi-
carflo.elle considerava a agricultura como o modelo
da paa, o desterro da inercia e do vicio, a mestra
da virlude, mor dos campo e da innocencia, ver-
daderos allribulos de sua alma candida.
Perita agricultor e ricoproprirtario, com lies pre-
dicarlos poda a sua virta ser ainda de muila ulili-
dade rehgioa e humanitaria ; mas ah que nos de-
cretos da providencia eslavatm marcadoi o seos
dias, que se lini.-r.iiii por um tuccesto bem lamen-
lavel sim, tanrenlavel porque por orna dessas fa-
talidades e detenidos qoe se nao pode sempre evitar
suicidoo-se involuntariamente bohemio om rain d
ludano que deilou com as proprias maos, julgsndn
er tafeo generoso ; mas que s reconheceu depois
de tragar o fatal veneno, e logo dise : estou morto
porque beb ludano par vinho .' Laucar pare
'ora o veneno por qualquer manera era o recono
m primeira inluie_au ; mas predomina o assombrmo
ra qua livesles para com ella, convidando-a para e geni lorpor o mal vai prodozindo seus esira-
nsalilir o annlvirsaiio desta illustre a'ncijeao. assim
como oerecer-voi da parle daquella locledade os
servsos que ella vo pnsa prestar
.ifanoei Paulino Cemr Loureiro.
A' ASSOCIACAO
TYI'OlilUHlICi PERWMBICWV.
SONETO. ()
Se os lilhoi de Cutbembsrg afanosos
Ao lempo, qoe ; foi, negras cortinas
Levantando, da fama a cera burinss
Nao Iraassem aos viu loores respeiloios;
Sublimes feilos d'heroei famosos.
Prodigios dasriencia, arles divinas
Ao-olvi 1.1 condemnedas, e f ruinas
Flcariam monumentos grandiosos.
Elle* com labor ingenie, insano,
Da e noite os l\ 1 manejando
Cosame, liis luavisam o'anno a anno :
E a iir.prenia sempre e sempre caminhanita,
l.'enii nenie fantasma do Ivrenno,
Ferrando barbarisino vai c-lcando.
O'ConneU Jtrieij.
ADMINISTRA CAO DE CARIDADE.
IHm. Sr. A admiuislrasao geral dos eslaheleci-
menlos de caridade, receheu o ollicio que V. S. Ihe
dirigi, sem data, participando, que achando-se um
p.dr Lazrosla occopando o lugar de capelhlo do
grande hoipital de caridade, em virtode do conlralo
qoe eom elle lizera o governo. pedia ser dispensado
des-o ine-ni 1 lugar, qut d'anles eieici, certifican lo
ao mesmo lempo qoe nem por isto devana jamis
de pieslar os seos -ervicos, a bem de tao po eslabe-
lecimenlo em qualquer lempo qoe fossem requin-
tados.
Esle pflicio comprova mais claramente 11 virlodi
dirii,la do que se acha possuido o curasao da V. S.,
esta adminitrarao nao podendo deisar de annuir ao
indiesdo pedido, nao piile tambem dispensarle de
preslar-lhe os devidos louvore pelo bem que des-
empeahnu em todo lempo a sua piedosa roissao, dan-
do com islo um leslemunliD publico, do apreso un
que o lem.
Deo guarde a V. S. A Im slracan geral do esla-
helerimenlos de caiidade 6 d agosto de 857.Illin.
Sr. padre Francisco Alves de branles.
Monseiihor Francisco Muniz Tavares,
Presidente.
Antonio Jos' Comes do Correio.
Jota Pies Ferreira,
Thesoureiro.
Anlonio de Moraei Comes Ferreira,
Vogal.
PROTESTO.
A justa indignasao que nos ezcilou a leilur.i de
om artigo publicado no Liberal Pernambocano da
25 de maio p. p., em que tara desabrida e atroz-
mente aggredido e ultrajado o nosaoeiimio patricio
e amigo o Ezm. Sr. conego Joaquim Piulo de Cam-
pos, depulado geral pelo circulo do Brejo dista pro-
vincia, nos ohrigou a tallar mSo da pinna para
protestar, como sul-mnemenle protestamos,contra os
ultraje ah publicados, coran nulras lanas calum-
nia e injurias aliradas sobre nma reputacan, que
iuleressa vivamente a todo o Pajehuenses. He ver-
dade que o nosio amigo por seu carcter publico,
sua posis.lo social, seui reconhecidus tlenlos, impor-
tantes senteos e mrito pesaoal he ioaccesiivel aoi
bolei da maledicencia e da ioveja de que paiece es-
tar tarta a alma de seu detractor, e poda mesmo tem
quebra de soa bem firmada reputaban dispensar
qualquer ma infestaran da nosia parte, porque o joizo
que enunciimos pelas urnas todas vezes que se nos
go. Algoroas hoiai depuis o pacienta receta a
var o mal lomando um vomitorio, 00 mies receia
desobedecer podero.a mo que Ihe acea.
Alma pora, nao devendo mai lopporlar o peso
da miarte, liona agradado ao seu creador.
Recebendo os soccorros espiritosas encarno a ,
mora com aquella fortaleza que e sentir o philo-
sopho chnsiao, livre de remorio. a de hedioudos
phaniaimai.
Rodeado de qoasi lodoi qu ihe ir.ra maii charos
deuou o material involucro e penetrnos umbral
da elernidade rom 55 anuos incompletos de idade.
E aquella qoe Ihe dea o ser, que o Iroaie em seo
eio ; que Ihe ouvio 01 primeiios vagidos au mirar '
po proeeloso mundo... oh 1 dor I! leve de iicnlber
no peilo materno o leu ultimo suspiro, e cerrar-lhe
as palpebras.
O olhoi....._.......................
Na misera mai posto, queendoodece,
Ao doro scncio se oflerece '. '. )
Em cada canto daquella bella, mas Iriilissima ha-
Ini i\in, onve-se rhorusos lamento, e ludo he coiis-
leineeao e entune lo I
AIT.ivel sem eicesio ; cumpassivo sem bvpocrisia,
religioso 11111 fanalismo, carldoso em oslenlas-t","
elle era o dolo de loda a soa familia, e dos eu
moradores, qoe apenas odrera mn m .1, veem nelle
ora anjo. Deuou nesla comarca um vacuo bem sen-
uvel, e lernas saudades a qoantos soaberam bem
aquilatar suas raras qoalidades qoer como cidadao,
qoer como homem, e quercumo chrisiao.
Ah dia 4 de agosta de 1857, lo estaras sempre
pre-enle memoria daquella consterna la familia,
que nelle perdeo seu mais precioso Ihesouro. Qoe
derrame eo 1 o corarnos allhrlos de ua lerna
mai e limaos, o divino balsamo de soa misericordia
e consolacao. Taes sao os rdanles votos de quem
saudoso consagra i memoria de om amigo erial puo-
''has. P. B. P. d'A. Bellrao.
Bento-Velho, 12 de agoslo de 1857.
.

CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a tal d.
e Pars, 346 ri. por fr.
e Lisboa, 92 por % de premio,
e Rio de Janeiro, 2 por Ouj de deaeonto.
Aeran do banco 50 por canto de dividendo por coti-
la do vendedor.
o t companhia de Beberibe 60*000 por acsao
e e companhia Pernambucana ao par.
e VJlilidade Poblica, 30 por cento de premio,
c Iiidemuisadora. 61 ideua.
c a da ealrada da ferro 20 por 0(0 de premio
Disconto de leltrai, de 10 a 10 por cento.
AcrOe, do Banco, 10 a 45 de premio.
Ouro.Onsas hespanhulai. 29*500 1 30J0CO
Moeda da 6*400 velhai .... 16*000
e c 6*400 nova.....I65OOO
ce 4*000.......9*000
Prata.PalacOee braiileiros......2*000
Peaoi columnaries......25000
meiicanos...... I586O
ALFANDEGA.
"endimeiiln do dia 1 a 25. .
Mein do dia 26......
577:060*063
38.185*307
6I5:245370
Descarreaam hoje 27 de agosto.
Barca americanal unimercadorias.
Patacho americanoCoramercetarinha, bolachi-
nlia e manteiga de purco.
Ilruue ingleeLord Allhorpmercadorias.
Brigue porlogo-zLaia IIIdiversos gneros.
Brigue suecoJennyferro e botijas vaiin.
l'.-ruiia hollaudezaTerca Korneliwonpesas de
ferro para a estrada de tarro.

proporciona para isso occasio, he um pronuncia- Sumaca hespauholaDotanloosa de barro.
32*100
285O8O
19540
28*080
IO38OO
103:120
9*720
103800
10S8OO
123900
8SK0
ment bem explcito do aproen que taremos de sua
eminentes quali la les.e da particular estima e gia-
lidao que Ihes tributamos. Mas depreden lendo-ie
do arligo a que nos referimos, que om mora ti 111
desla comarca, que diz ler nella familia, que elevara
0 nosso amigo do p, ou tara o aiilor de todas as
aggieesei, un tarnecera os dados para ino, ou 0-
nalinente roncorrera de algum modo para a saa po-
niicacAo, nao podemos deixar pasar era silencio tan
maligna m-inuar.ln em desabono da reputaran (ta-
pir.ie que nos he charo, e cora manifesla injuria de
toda a tara I as da comarca, que com elte se achara
enlatadas pelos.vnculos da aimzade, de parentesco,
e de ereoen polticas. Declaramo porlanto qoe o
aulor do citado ai ligo, ou nao pertence a familias
de,|.i comarca, qua cordialmente pre/am a amizads
de 9. El. o Sr. ennaeo Joaquim Piolo de C,nipos, oa
1 neo lora, por esseactode rematada loucura, no geral
desagrado dessas familias, e em nenhom cso poderA
tornar lens prenles solidarios das blasphrmias e in-
jurias que publicara : qoe a elei;.i 1 do nosso Knn.
amigo, sendo a justa apreciaran dos seu ltanlo,
servsos eelevado meiito, he aupreisao fiel da vno-
tade de todas as familias e de lodos o bous cida-
tAos das comarca de Paje e do Brjo ; e qne al-
tamente repellimos rom a dignidad que nos he pro
pria, a virolenta e calumniosa insinuasao de qoe a
ua eleir.o he obra de ama familia, que o elevou do
p. Semelhante disparale l pudirta ser troci da
concepsao de um dos habitante do Hospital Pedio
(I. Dignem-se, Senhnres redactores, publicar por
seu conceiluado oDiariou, o presenta prolrsto, que
assignamos.Villa-I! II., 16 de junho de 1857.
Manoel Pereira da Silva, conimaii tanta superior.
Padre Antonio (ons*lves Lima. Manoel Uorain-
gues de A mirado, eleitor.Jos Anlonio Pereira da
Silva, lente da eeaonda companhia do curpo de
cavallaria.Viclorino Pereira da Silva, rapiao da
primeira companhia do carpe de cavallaria.Sebas-
11 i" Jos de Magalhaes 1.opila, capiau de intanlaria.
Manuel Nunei de Magalhaes, juiz de pz.Con-
Slo da Costa l.rrna, tenenle-cirurgiao.Joao Nones
da Silva, capilAo.Anlonio Jos da Sooza.Braz
Nuneide Magalhaes, leneati-coronel commandante.
Braz Ferreira Magalhaes, juiz de paz.Manoel
loe Nune, capil.lo de ufantaria.Joao do Prado
Ferreira, lenenle-coronel e commandante do bala-
lhao.Feliciano Paulino do Amaral, altares secre-
tario.Manoal do Natcimento Femantes Moora,
vareador na cmara municipal da villa di Ingazeira.
L'mhelino Francisco Nogaeira di Carvalho, ca-
p-tan da segonda companhia de intanlaria.Padre
Joaqoim Manuel Correa e Silva.Francisco Joaquim
Cmara, subdelegado.Manoel Ferreira Neves, juiz
d paz.Joaqun) Raphael da Silva Croz,lenle de
intanlaria.Marcohao Curado Cmara, altare de
intanlaria.Jo.lo Pimental de Siqueira lirilo, ob-
delegado dos dous disliiclos de Colonia e Afogado.
Jordn da l.unlia l-'ianca e Unto, repiti da oilav
companhia de intanlaria.Vicente Ferreira Lima,
tenenlo-quarlel-iiieilie.Laurino Angelo de Almei
da Silva, capiaode ntfantaria da terceira companhia.
Marcelino Erundiuo Xavier de Siqoeira. altares
de intantaiia.Aulonio Crrela de Almelda Pedrozn,
lenle de intanlaria.Laurenlino de Vacousellus
Calesa Brilo, sargento qoatlel-meslre.Izidro da
Cruz Silquer. lente de intanlaria.Frencisco
Miguel de Silqoeira. chela de eslado-maior.Jos
do Prado Xavier, lublelegado do dislriclode Varas.
Eilavaia reconhecidas.
23*760
24*840
36*001)
333-300
35*100
9
15*120
ia50oo
9
3
*
^ubcacoc^ pe&ibo.
Urna lagrima de saudade 1 Heridla au Illm. Sr.
Caetano Carrea de Queiroz, peta sentida morle dr
sea candado e nosso amigo o Illm. Sr. Jos Mar-
tina Periira Monleiro.
Os olho..............
>.i misera mai poalo, que endoudece,
Ao duro sactilicio se ollarere !
(Camota. Lu.'/
lerdn a comarca de Sanio Anlao um do seus
mais prestantes cidadao ; os amigo perdiram nelle
ura amigt dedicado, soa familia um chita visitante e
cirrumspoclo, a religiao um verdadeiro hlhu do I -
vangclho, o ir man um leguudo pai, e a virtuoia
mai per..m, alera de tudo, um lilho querido, e cer-
lamenle urna das perolas mais brilhanlis de seu co-
r.n.a i. o Sr. Jos Martin Pereira Monleiro.
Na-riduem 1802, iniciado por seus dignos pas no
primeiro principio de abcdoria que he o lmur de
Deo, e educado desde a infancia secundo o pre-
ceilos do divino cdigo, tai ma primeira aspirarlo,
entrando ua idade adulta, ollertcer a soa patria,
como bom cidadao, as primissas de soa mncidade!
asseiitaiido prasa voluntaria de cadete no exercito,
Fiodo o lempo dissa oblasao 1 llerecnta no altar
da palria. snllreo ponco depois o lerrvel eolua de
lennort* membroi da atmnarao Typograjihica ; perder seu digno pai, o Sr. Domingos Mailiiis Pe-
/ ernambiieana.Encarregado pela sodedadeKu- rer. Monleiro.
saio francezde talicil r-vos por orcasiao do anni- I Passan lo por esta provarilo, achou-se simnllan..
versarlo de vosa hrillianle associasao, me he as.az mente enllocado na necessidade de asum r i, o o
acradavel manifeslar-vos o jobito, de qoe ua.. se I veroo, e gerencia da casa paterna, aju.lando.ua eir-
SSlvid^or^'w i Sf.-SL! Ex",a--s'8* '* M"ia tt o?-
p
3ssocmciia Sgp00vapfitcA
-jJcvu.-invhucs-tu.-t.
DISCURSO
pronunciado ]ior occasio da scsso mag-
na da mesma, pelo memhro relator da
sociedadeEnsato Frunce/..
uuiviuuo qe ora vos talla, por vermos qoe em oosio roz, a criar a educar a muilus irm3us de lenra uta.le.
li czislern homens, que comprehendeudo sera1 Convenido a-sim. ainda 1,1o moro em chele e
;."5.mP!?: ?"."""" '*'"' a,i",", ,d0 *">*" P"m'" "}* e -m, casa de modo familia e
-ene.ai e 1. arles ae'iam rooi lar- gesta, ella lonse ,ta retrogradar pros-cd.o visiv.l-
I de sen berso, e.tarsam-se por mente soba discreta dire.-r.ta do cavalleiroi espe-
ao de perreisa, entre nos, a arta ; rimenlado as vicissiludes'da vida e sempre snpe-
e so-
que sem ella as scieneias
donliai em labirem
a meu nobre, e qua tao til tem aido 1 humanidade. ror as pauOe
4ntes do meado do acolo XV poca em que, ce- I Chelo de trao, penetracao e e.periencia, dolado d
raosabeis. foi inventada a lv pographia) a human.- bella alma e eeracSo, t'ornou ie para loco o nosso
dade gema sb o Imperio d.i ignorancia, ao qual cadete em ura modelo de virtudes domesticas
i-jvui nem """'' *CI bainear o mesmo chiistianismo. eojo ciaes.
i>3000 i objecio era reformar os costumes, e cujos ctleii
benficos o taram qoasi so pra o curasao do homln;
ma com a in\ene.iu da lyp
do. e raccandn fl umv n
389880
243810
IMPORTACA'O.
Barca ingiera Saplu vinda de Liverpool, con-
signada a Johnslon Paler & C maratastan o e-
guinle :
:18 caitas tazendas de algodao, de seda e dita,
de miodeza etc. ; a 11. dib'nii.
40 rolos de chumbo ; a Barroca & Castro.
12 caita e 8 tardos tazendas de [S, chals rendas.
40 barr manteiga ; a Soolhall Melln.
1!) r.n vas e 2 tardos tazendas de algodao, de lioho,
de algodao e la, tapetas, chapeos de seda ele. ; a J.
Keller & C.
200 feies de ferro : a Rodrigoes & Ribeiro.
I caita tazendas de linho, 2 ditas cirveja, 20 ditas
agoardenle de Franja, tO presontos, 50 barril e
112 polea manteiga de vacca ; a ordem.
I embrolho diversos objectos, nm berro, 4 galli-
nhai ; a Lima Jnior & C.
7 caitaa tazendas de algodao, 126 pical curdas; a
Palor, Nash & c.
3 caitas tazendas de algodao ; a H. Bronn & C.
102 fardos e 27 caita tazendas de algodao, 5 di-
tas e I tardo ditas dcla, 1 caita oleado, 1 dita cha-
peos de sol e formas para chapeos ; a N. O. Btebir
& C.
1 caita ferragens iE. A. N.
1 dila chapeos de palha, 1 dita mlodezas, 1 tardo*
tazendas de algodao ; a J. C. Ayres.
5 caitas Tazendas de algodio ; a Fot Brolhers.
1 dita roupa, I dita roiudeza, 2 dita chapeo de
seda, 2 ditas ditas de palha ; a L. A. Siqueira.
50 barril manlega ; 1 Sao otar Brolhers.
3 cutas btsroitos, 1 dita qoeijoi, 1 cesta presun-
tos ; a Jlo da Cunha Neves.
10 barril oleo de linha(a ; a Jlo Soon .Jj C.
100 toneladas de carvSo de pedra. 85 caitas e 37
tardos tazendas de algodao, de linho, de la e algo-
dao, linhas, objectos de eacriplorlo, osoaborgos ele."
50 gigo, 10 barricas e 1 cesto tauja, 50 berri man-
teiga, 1 dito eerveja, I caita soda ; aos consigna-
tarios.
57 caitas e 98 tardos tazends de algodao, de seda,
de linho, de la, e nrixlai, 1 rarrinho de mo, 1
caita urna burra, 1 dita machina de copiar ; a Aik-
wrighl Teicknep A C.
1 caita objecloi de metal, 1 tmbrolho ronpa, I
fardo coberlorer para enalta, aapaloi ele. ; a (J. O.
Mam.
1 cat 1 eistu a I embrulho diverso objectos; a
sarooel Johnslon.
62 barris ferrageni, 70 petos de ferro, 50 fogOes, 6
pare de tales, 1 barrica e 2 ciiai contara, 1 dila
objectos de selleiro, 7 tardos fio, 1 calta objectos de
metal, 1 barrica mangas de vidro : a S. P. Johnslon
i\- Companhia.
100 barricas sallre, 1 csita objectos para bolica :
a B. 1'. de Souza.
50 barris manteiga ; 1 Scoll Wilson & C.
2o canas queijos, 25 barris manteiga ; a Goima-
raes & Valetile.
41 caitas e 25 fardos tazendas de algodao, 4 cai-*
tas liuha, 60 barricas enchadas a ferranens, 100 tai-
te de pa, 300 fogareiim ; a Itaac Corlo & C
1 cana fazanda de algodao ; a Feidel Piolo A C.
16 caita tazemta de algodao, 1 tardo esleirs ; a
Koslron Rooker & C.
16 caita miodezas ; a James Ualliday t C.
j4 canas e 29 tardos tazendas de algodau, de la.
e millas, I caita objeclos de selleiro, 100 ditas eer-
veja, 50 barr mauleiga ; a J. Rvder & C
1 tardo tazendas de algoaao la a Timm M. A
v tnassa.
2 tardo tazendas de 13, 1 caita rocas; a James'
I r blree & C.
27 caitas e 22 fardos tazendas de algodao, de linho
ele.; a A daasen llowie 4 C.
50 barris eerveja ; a Jos Baptiila da Fonseca Ju-
ntur.
_ 47 fardos o 10 caitas tazendas de algodao e de la,
.0 pesas e 13 volomes corda, I caita limas, 7 dila
cobre de forrar, 1 barrica unco, 2 barri oleo de
linhai.a, 68 panellas de ferro ; a Braga Carvalho *,
3 saceos embruthos com amostras ; a diverso.
Vapor nacional Paran procedente dos por loa.
donorle maitifesloo o srgoinle :
'Osaccoi, 2 caitas a 6 barr ignera-ie ; Anlonio
de Aimeida Comes.
4 10.roes ignora se ; a Arinaga ,V Brvan.
1 Caitole dito ; a Daniel Cesar. Itajnos*.
1 dilo dita ; a Jos Maria da Silva Ferreira.
1 encapado dito ; a Jos Antonio Pereira.
1 d lo dito ; Dobarry.
I embrulho dito ; a Jos Culherme Cuimaraes.
1 caita dilo ; a Domingos Ferreira Maia.
Palhabole nacional o Lindo Paqueteo vindo do M-
malo e Para', consignado a Antonio de Aimeida
Come, m .i.if-siuii o leguinle .
2 caitas chitas, 1 dila tazenda, 3 ditas copo de
vidro, 10 ditas conserva, 2 ditas motlarda, 50 ditas
vinho, 1 dita cobertores de li e dilos de seda ; e
Feidel Pinto & C.
12 pipas, 26 meiai ditas e 125 barris vinho ; a
Domingo Alves Malheni.
20 caitai clavinolei; a Domingoi Ferreira Maia.
10 pacolrl ITo de purrete, 4 dilos corda de lioho :
a .Novaos 4 C.
1 barricas amendoas, 3 sinos velhos : ao consig-
natario.
400 saceos arroz, 124 dilos rairapato ; e Elhiena
Chantre.
10 saceos tarinha eera, 4 barricas dila de agoa ;
a JoseCumrs da Silva Santal.
* empre era dislinrs3o e 10 berheas genebra, 2 caitas mercadorias. 1
da lypographia, porm, pooco e pouco se lornoo r
nacul, abundante, Iranipoz as margen, e correndo
ignado a l.uiz llorges de Cerqeira, manifnlou o tre-
qoe se vio (01 sido 1 sahir duraule os trabalhos da guinle :
180 alquaires sal ; a ordem.

ILEGIVEL



IARIO DK PERNAMBCO QUISTA fEIRA 27 DK AGOSTO DK 1851
CONSULADO CERAL.
Bendlmento do dia 1 a 25. ,
dem do da 20. ......
95:181-3018
5:369?105
Io0:85ol23
DIVERSAS PROVINCIAS.
Bendimenlo dodia 1 a 25. .
dem do da" a;.......
fi:0won
210/719
6:236M19
DESPACHOS DE EXPOHTACO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
26 DE AGiSTO DE 1857.
Rio da PrataPatacho iuglez alndoi, Isaac, Curio
& C. 3O barricas atsocar branco,
IIio da PralaBrigue lusco uDiulero, Francisco
Madeiros C, 330 barricas atsocar branco ; N.
. O. Biabar C, 260 barricas assucar branco.
Valparaizo Barca ingina Buhen Jones, Sauo-
ders Brothers &C, 1,136 saceos assucar branco
HavreBrigue franeez aParahia, fs". o. Bieber
iV <;., 1,360 couros salgado.
MontevideoBngue dioamarquez Cereso, Bailar
(S Oliveira, 17.'> barricas asaoear branco,
EXPOKTACAO'.
Awu', escuna nacional Linda*, da I.j3 toneladas,
cunJumo o segaiole : 17 volomei faiendas ou-
Iras mercadartas, 13 ditos diversas mercaderas.
BECEBe.DOB.IA DE RENDAS INTERNAS liE-
RAES DE PERNAMBCO.
Heulirnento do dia 1 a 2o. 20:569f0ti
Idam do dia 26....... 1:53I-?I32
rf.
22:1003788
CONSULADO PROVINCIAL.
R"n lmenlo da dia 1 a 2j.
dem do dia 26.
88:089*342
3,0793534
59:169^076
Navio ntralo no dia 26.
Hamburgo 59 das, patacho dioamarqOei Hela-
iii.i) de 181 toneladas, capilao II. Behrraann,
equipagow 8, carga faiendas mais gneros ; a
K illi lli loulac. Veio refre Catharma. Perlence ao podo de Ems.
Navios sabidos no meiino dia.
Acaracu Patacho nacional jShiI Cruz, cipitSo
Francisco Jos da Silva Rales, equipagam 6, car-
ga fazindas e mais gneros. Pnss'gei'os, Jos
liieolonio Pereira, Antonio de Barros Pequeoo,
Antonio Rayraundo Cavaltanti, JoRo Antonio Ca-
valcanti e uro criado. Trajino Jos Cavalcanti e
um criado, Ualdin Alves Cavalcanti e um criado,
Cesario Ferreira Gomes e um criado, Antonio
Ferreira Rossa e om criado, Sancho Ferreira Go-
mes e oro criado, Joaquim criado, Vicenta Marques de Souza e om criado,
Vicente Alves eum criado, JoAo Rodrigue* Ma-
chado, Diogo Gomes Prente e um criado, Jo*
Bernardino Ferreira Gomes e um criado, Dellino
Bcnicio Fonlanil 3 crindos, Estevao Zeferino de
Araojo, Delfino Jos de Mesqaila, Francisco Bar-
bosa da Silva, Cirispim Lopes da Rocha, Fran
cise* Ferreira de Vascoocellos.
As 11 Escuna nacional Linda,* capillo JoAo Pe-
reira Pinto, em lastro e diversos gneros. Passa-
geiros, Manoel Piuheiro de Mandn; e um cria-
do, Antonio Farnandes Tliurc, Agostinho lava-
res Rodovalho.
ilratnas, comedias, vaudovilles e forgas, obri- brevidade, por 1er a bordo dous tergos de
gando-seo emprezario a aprsenla!" durante seu csrregainenlo proinpto : trata-se rom o
os tres primeiros mezes, a saber setembro, seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
outubro o novembro nove pegas novas ainda Azcvedo, ra da Cruz n. I.
n5o representadas neste theatro.
Oempre/ario, que tantos favores deve ao tf 'Ul'i.l
illustrado publico pernambucano, favores ______________ --rw______________
qUe^!irer.riem0neCe ser1em,devi,!os' "aoao -O agente Borja em aeu armasen), na ra do
seu merec ment ou talento artstico, mas Collegio o. t5, far.Ueil.1o de urna immens.dade de
sim a summi bonda le, e animo protector objectos de marcinetria e outros muos de diffeicn-
i|u altamente caracteriss o mesmo publico, tes qualtdades, eiisteuies no dilo armazem (.para li-
es pera mais obter toda a sua coadjuvacSo e
apoio sem o que baldados sorSo todos os seus
bons desojos e esforgos.
THEATRO
DE
SABBADO, 29 1)0 CRRENTE.
i,ran le e variado especlacololjde magnetismo, p
recreac.Cs* apparentes em favor do Real Hospital
Porluguez de Beneficencia.
(i espectculo sera annunciado por eilenso se lia
feira 28 do correte.
&HUi&.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Ros* e juiz de
direilo especial do commercio, por s. M. o
imperador, que Dos guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
re m, que no dia 27 do correte, se ba de ar-
rematar por venda a quem mais der, depois
da audiencia deste juizo, urna pequea casa
terrea, sita na ra do Lassre na Capunga,
com frente de pe Ira e cal, e oites de taipa
rebocada, coberta de telhas, cora quintal e
alguns arvoredos de fructo, com 40 palmos
de largura, e de fundo al a ra do Jacobina,
avaliada por 5003 rs., cuja casa vai a praga
porexecug3o do Dr. Joaquim Antonio Alves
Ribeiro, contra Jos de Santa Anna Hollanda,
e sua mulber, e n3o havendo langador que
cubra o prego da avaliagSo, ser a arremata--
ciio feita pelo valor da adjudicado com o
batimento da le
E para que chegue ao conbecimeDto da to-
dos, mandei passar edilaes que serSo publi-
cados pela impreosa e afllxados nos lugares
designados no cod commercial.
Dado e passado n-sla ciJade do Recite aos
5 de agosto de 185-7.
Eu Maximiauo Francisco Duarte, escrivo
o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
THEATP DE MULLO
Por motivos justos foi transferido para o
dia 5 de setetnbro, o baile annunciado para
o dia 29 do corrente. Os socios podem levar
suas propostas para familias, na ra de A-
pollo n. 22
quidajio) bem como de Ires caias de calungas de
porcelana e de madeira, recenlemeiile chegadas de
Hamburgo e 4 pianos de mesa, proprios para apren-
dizagem, e uma porreo de relogios de ouro e prala,
ele, ele. qulola-eira 27 do corrente as II horas da
maohaa.
agente Borja, de ordem do Eim. Sr. Dr.
juiz especial do commercio, a raqoerimento dos de-
positarios e procuradores fiscaaa da masa fallida d*
I). Candida Maria da Silva Lima, fara' leilao em
seu armazem na roa do Colltgio o. 15, 4 1,000
caitas com sabilo da melhor qoalidade que existe no
mercado, sendo 800 caitas de amarello ecuro e 200
de amarello claro, peileucenle a sopradila inassa ; o
qual sera'vendido em lotes A vonlade dos compra-
dores quiota-feira 27 do correle ao meio-dia em
ponto.
O geni Borja fara' leilao dos movis perlen-
centes ao Sr. Manoel Ferreira da Silva Ramos, que
lia pouco se relirou para a Europa, na casa sita na
roa larga do Rosario (Quarleis) n. 22, primeiro an-
dar, constando de uui.i eieelleute mobilia de jaca-
randa' cum pedra, una ptima sacrelana laubem
de Jacaranda', guarda vestidos e guarda roupa de
amarello (rail/, varias commodas, uina rica cama
de irm,irfio, cum coitinados, raarquezas, sufis, ca-
! deiras, bancas, urna sulfrivcl nmbiha de angico (da
i segunda ni*), uina grande mtsa claitira, dous grau-
' dea goarda-lour;a de amarello, varios aparadores, la-
> vatorio com pedra esra ella, e ootros inuilos ohjec-
I is d* marciueina de diferentes qualidades, etc.,
1 e.ndelabros e lanlernas de vidro, vasos e mais *n-
feites de porcelana para il,i, diversas obras de ou-
ro e prata, entre as quaes sobresalte um r.co appa-
ralbo para cha', etc., om etcellenla cofre de ferro,
e una grande quaulidnde de outios muitos arligos,
j arraujos necesaarius de casa, etc., ele: seita-feira
28 do correle as 10 horas .la mantilla.
Leilao de
O agente Pestaa fara' leilao por conla de quem
periencer dos gneros seguintes : 10 barril com vi-
nagre branco, iuglez, 10 ditos com dilo tinto, 10
I queijos sui-sos, 2 Cfixas coro 210 latas de marmelada,
8 barra com vinho do Porto : quarla-feira 27 do
crranle as 10 horas da manh.1i, a' porta do arma-
zem do Sr. A o ni--.
gneros.
$flttfii/d..
OSr. cullidor das rendas provlnciaes
do municipio de Goianna fa/ saber iju i em o
dia de hoje lbe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crioulo de nome Luiz,
natural da comarca do Litnooiro, de idade
de 25 anuos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinbos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
liexlga, preso nessa cidade ordem uo mes-
i.io delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente auno, sendo avallado na quantia de
1:2009 ; pelo que chama-so a todas as pes-
soas que liverem direilo ao referido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
lilcacao deste, apresenlem na collectoria da
dita cidade sua juslicacSo de dominio, a
qual ser produzida perante o juizo rauuici-
pal desse termo, e Dudo o prazo menciona-
do sera arrematado em basta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, precedendo-se
annuncio do dia e bora em que houver de
ter lugar dita arremetacSo, publicanUo-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Goianna 30 de julho de 1857.O escrivSo
da collectoria, Luiz de Albuquorque Litis
dos GuimarSes Peixoto.
- ullini. Sr. Inspector da thesouraria
da la/en la provincial, em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 11 de julho ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do corrente, ao meio dia, pe-
raute a junta da fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar a quem por menos
lizer o costeio da illuminacQo publica da ci-
dade de Coiar.na, por lempo de 3 anuos, a
contar do I.' de outubro do con ente anuo
ao Um de setembro de 1860, avallado cada
a mpeSo em 180 rs. diarios.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparegam na sala das sessoes
da mesma junta, competentemente habilita-
das, que (hi encontrarao as condigoes da
mesma arrematagSo.
E para constar se mandou allixar o presen-
te o publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambueo 12 de agosto de 1857. O .-erre
tario, A. F. da AnnunciigSo.
A admmistragao geral dos eslabeleci-
menlos de caridade manda fazer publico,
que no dia 27 do correle, pelas 10 horas da
inanhSa, na sal das suas sessoes, contiou'a
a praga das casas ns. 31 da ra da Moeda, 26
e 30 do becco da Lama, 5 e 39 da ra de S.
Francisco, e 8 da ra do AragSo
AdmioistragSo geral dos estabelecimontos
de caridade 20 de agosto de 1857 escri-
vfio, Antonio Jos Comes do Correio.
Fago saber, que pola polica do termo
de SerinhSem, foi capturado e acba-se reco-
Ihido a ca lela, Pedro, crioulo, estatura mais
que regular, com 28 a 30 annos de idade, e
que allnal declarou ser escravo de Lourengo
Ferreira de Lima, morador no eng-enbo La-
gOa Vermelha, provincia das Alagoas: a
quem pertencer, comparega nesta delegacia
na villa de Serinh3em, 23 de agosto de 185T7
Francisco Antonio Carvalho, capilo d
legado.
Baile popular
MVSCVRVS E PHfflASIV
MO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 29 de agosto.
Pnr nao haver espectculo no theatro, e a
pedido de varias pessoas, haver baile neste
dia ; os directores nSo podem deixar de ma-
nifestar seu reconli?cimento pela boa ordem
e moralida le, que os concurrentes tem apre-
sentado ifos bailes populares, para o que
muito tem con'.ribuilo a presenga das au-
toridades polimes, os quaes zelosaments
tem feito observar o regulamento, que rege
os mencionados bailes: os bilhetesestarao
avonda no dia dodiverlimnto, o qual deve
principiar as 8 horas e terminar as 2.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTAN. 4.
O director deste saliio, participa a seus
Ilustres favorecedores, que leuJo-se de re-
tirar desta provincia.offerece-lhes esta sema-
na urna agradavcl exposigSo de vistas todas
novas.
Guerra do Oriente.
I. Plano]da provincia Ersan e Odessa etc.
etc.
9. S. M. NapoleSo III, a bordo do vapor
Imperial a visiiar a flota ingloza em Calais
3.a A sanguinolenta balalha de Alma to-
mada por outro ponto.
*." A balalha de Chernaia, aonde os Itus-
sos foram repellidos por seis mil homens das
tropas sardas.
5. Batalha a incendio de Moscow por Na-
poleSo 1, e os tussos
6.a A sanguinolento hatalha de Inkerman
batendo-se a ferro fri, tomada por outro
ponto.
7. Balalha das trincheiras franceza toma-
da por outro ponto.
8. Os Francezes fugindo da nao Castella
a Velha, estando prisiooeiros em frente de
Cdiz, em 7 de abril de 1811.
9. Q palacio do SultSo, imperador da
Turqua.
10. Vista de Marselha em Franga.
!'Igreja de Sania Maria e seus arrabal-
des em Pars
12." lLitel-de-villc de Paria.
13.* Vista de Montevideo.
14. Vista de Genova tomada de San moa
15..i Vista de Bayona, Fratiga.
16.a Vista do palacio real de Amstcrdam
17.* Jardim e palacio de Versalhes.
18 Napoleo I, botando o oculo em fren-
te daCalhedral de MilSo.
O salSo estara aberto das 7 at as 11 da
ooite. Entrada 500 res
Um funccionario publico compromet-
teu ha anuos a uina pessoa de quem se /.ia amigo,e por mais que este amigo, tenlia
eseripto,instado e soliiido pelo dito func-
cionoriopara cumprir com seu dever,tem
sido ltidi!iriado,caroado,e ate menospreza-
do Nao sendo pois possivcl lser cliegar o
rcurido limccionatio aocumprimentode
seu dever por outros meios, vai-se tra-
zer ao publico este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a passar por honrado.
victima.
Precisa-se do i trabalhadores para ar-
Asseio e promptidao.
Na ra das Cinco Pontas, casa n. 136, en-1 mazem de assucar, prefermdo-.se escravoa e
gomma-se rom muita promplidSo e aceio, o pafc;a-s bem : na ra da Cruz do Recifen. 81.
tomam-soalgumas freguezias.
-Precisa-se litigar annualmente 4es-
cravos para trabalhar em um armazem de
assucar; paga-se bem : a tratar na ra do
Vigario n. 11,
Lotera
provincia.
AO 5:000$, 2:000$ E 1:000|.
Noescriptorio do abaixo assifirado.ven-
de-se hilhetcs,meios e ptartos em quanti
Precisa-se de um forneiro, que inten-
da bem de seu ofiaeio : na ra da Senzala
Vellia do l'.ecifo n. 90.
- Pcle-se a qualquer autoridade, que
tiver noticia de um cavallo castanho foveiro,
arregagado dos quatro pus,frente aberta,fer-
rado no quarto direilo, de 7 palmos de al-
tura, anda baixo mal. e meio anda soffrtvcl,
mas com as c.crnascmbaragadas, que repre-
senta ter a idade de 8 a 9 anuos, o qual ca-
vallo foi alugado no dia 22 do mez corrente,
a um individuo branco, que diz chamar-se
Cutlherine Augusto da Fonscca, para ir meia
legua distante desta cidade, c at boje n3o
he chegado, e consta que no da 23 fora vis-
to dito individuo nelle montado, na estrada
de S. Lourengo da Malta foi seladn com
selliminglez em bom estado, e enfreado, e
estribos de osso : quem o apprehender.
a1 iTuVif ^..l. lZn a- i"' (ai'u.i i qUcjra jigiiar.se al 0 remetler a ra da itoda
de 100$ pa.acma ad.nhe.ro a vista pelos uesta capital n coche.ira de Paula Silva,
segu ni es preeos :
Bilhetes 5s500 recebe 3:000s000
Meios 2.s".)0
Quattos I$375
.1
2-.500J000
1:250$000
Liyme.
Lotera
DA
Provincia,
AOS 5:000} 2:000? e 1:000?
O absixo assignado garante os bilhetes da
loteras da provincia, rpsponsabilisando-se a
pagar os premios maiores sem o descont de
8 porcento da lei, cujos bilhetes vilo com a
seguinte rubrica silva Cuimar.les & C e
tem esposto a venda na sua loja no aterro da
Boa-Vista n. 56 A, os bilhetes da primeira
parte da primeira lotera do convenio de S
Francisco de Olinda, a qual corre no dia 29
do corrente:
Bilhetes 69OOO recebe 5:000
Meios 3?000 2:500?
Ouartos 1S500 1:2503
Na mesma loja cima, vendem-se a dinhei-
a vista, ila quantia de lOO' rs. para cima.
pelos precos :
liilhele 5500 recebe 5:000^
Meios 23750 2:500?
Ouartos 11375 1:250?
Jos Joaquim da Silva Guimaraes & C
Arrenda-seo engenho denominado
ConceicaD, na povoacao de Bebejibe.quer
como engenho, ipier couio sitio, tem to-
das as proporcaes para plantacao, o rio
junto a casa de vi venda, que he boa, tem
varios arvoredos de f rucios, a vista do ar-
rendatario se ex pora' o mais : quem. o
pretender dirija-se ao propretano abai-
xo assignado na prara da Iloa-Visla n.
28.Manoel Elias de Moura. Keiil'e 22
de agosto de 1857.
m
p
que sera recompensado, liste cavallo he
muito conhecido na cidade de Goianna, e
perlettceu ao Dr. Pedro Antonio Cesar.
Precisase alugarum pjetoou mole-
que, para trabalhar com umacarroga e ca-
vallo : na ra do Sol n. 1 A.
Jos Galli vai a luropa no primeiro va-
por sardo.
A abano asignada rola a ludo* us amigos
verda.leiios de eu $einpr* lembrado poao
Mano*l l.ui de Ahren, e que tomarain tanto
iiilcresse ni ansislir aos arlos de seu funeral e
lo stimo da,faz deste modo publico e solem-
ne os seu irais vivos agradecin-ienlos a todas
estas pessoas, e coin especial roeDC,fio liibuta
.iconiecimenlo, a tem acempanliado no seti-
liiDrnlo na dr que soflre o eoragla de uina
mulber, a qunn o dealiao aparto* de seu ma-
rido, digno di sua eterna e sau tosa recordafao.
Maria Joaquina dos Santos Abreu.
IH ^O
Hv^s

M
Para o Mtio
de Janeiro
PROVINCIA.
O Sr. thcsoiirciro ri?s loteras manda
fazer publico, que eStSo expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora 11. 2G, das 9 horas
da manhaa a's 9 danoile.bilnetes,meios e
quartos, da primeira parte da primeirt.
lote.ia do convento deS. Francisco de
Olinda, cujas rodas andam no dia 29 do
crtente. Thesouraria das loteras 22
de agosto de 1857.Jos Januario Alves
daMaia.
- Precisa-sc alugar urna cscrava, que
saiba fazer o scrvign de una ctsa de pouca
familia, e tambem alguma compra de ra :
a tratar na ra Bella, sobrado novo, prximo
a marc, primeiro andar.
--- Precisa-se de alguns amassadores: na
padarta do Ghora-Monino; paga-so bem,
sendo bons
: .\a ra Velha a. 6, lava-se e engom-
ma-se por prego commodo, prestando-se fia-
dor se Por exigido.
Quinla feira 27 do corronte, na sala
das audiencias do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, tem de ser arrematado por
sera ultima prga, o sitio da estrada de JoSo
Je Barros, avaliado por 900j rs por execu-
gao da coropanhia extinla, contra Francisco
de Paula Lopes Vianna.
Precisa-se de um criado pequeo para
tratar de um moco solteiro, e empregado
publico : no pateo do Garmo n. 9, \ rimeiro
"IcEIO E PROMPIDAO.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio e promptidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
Quem liver penhores era poder do
abaixo assignado venha resgatar no prazo
de 15 dias, a contar da data deste annuncio,
no lim do qual passarer a vende-los para
pagamento do meu principal e juros.
Jos Fernaniies Pereira Villa Rica.

GRANDE ARMAZEM DE
RODPA FE1TI.
Ra nova 11. 49, jun-
to a igre/a da Con-
ceico dos Militares.

m
; ;. .\este arma/.em encontrara' o ^
@ publico urn grande sortimento de ^
O roupa eitas, como seja.n casa- ^
*j cas, sobrecasacas, palitos de pan- %ft
& n0 Uno P'eto e de cores, ditos de $f
y.-, casemira de cores, ditos de bom- t
^ ba/.im, merm, princev.a, alpaca, ^
^ brim de linho blanco e de cores,
f^ ganga eriscadinhos, cairas de ca- $,
q se ni ira (irela e de cores, de meri- ^
tjg ji, princeza, brim de linho bran- j
.'_. co cde cores, ganga efuslo, col- t
^ letes de velludo, gurgurao, case- ;:;.
^ mita bordada clisa, setiro borda- ;'.
^ do, macao, merino e histao, gra- ^
^ vutas e luyas de todas as qualida- ;j^
^ des, chapeos pretos para homens,
mm ditos decaslot branco com pello e
g rapado, camisas francezas, c ou-
^ tros muitos objectos rpte agradara'
^ aos Ireguezes, lauto na qual.dade
^ da fa/.enda e bem acabado das
0 obras, como nacomtnodidade dos
-;;:
&

KEoeuodia 31 do mar corrente, n brigue HER-
CULES : para o resto da earsa, pa^saccros e esrra-
vo a frete, Irila-se com Cactano Cyriaeo da Coila
Moreira, na ra da Cadeia do Recife 11. 2.
'ara o riio tle aiteiru
pretende seguir com muita brevidade a ve-
leira sumaca nacional Goncetgo, tem prom-
ulo metade de seu carreganicnlo : para o
resto e escravos a frete, para os quaes tem
excellentes comrnodos, trata-sc com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Azc-
veJo, ra da Cruz n I.
T11EVTRODES ISABEL.
O artista dramtico Germano Francisco o]e
Oliveira, tem a honra de annunciar ao re
peitavel publico, que acaba de cmitrat
com o governo da provincia a empreza do
theatro de Santa Isabel, devendo dar com -
cu s representagOes dramticas no dia 7 1
prximo mez de setembro.
Os senhores que pretenderen camarotes
011 cadeiras podem dirigir-se ao escriptor o
do 'iheatro, que desde ja se acham abert.
as assignaluras, sob as condigOes seguinte:
As assignaturas serio feitas por 12 ou S *
recitas, as primeiras terSo descont de
por cenlo sobre o total da sua importanci
que sera paga adiantada ; e as segundas t
rao 10 por cento de descont com a mesrrl
condieSo
Ossenho'cs assignantes tero sempre a
preferencia a seus camarotes ou cadeiras cjm \ roWe Manoercocavs da Silva
lodos os espectculos que se derem no thea- cadeia do Recife.
tro de Sania Isabel, seja de que genero for,
com tanto que sejam debaixo da direcgSo do
actual emprezario.
Os espectculos ser3o sempre variados de
REAL
com panilla de piquetes
vapor.
ingiezes a
Companhia
DA
ESTRADA DE FERRO:
LIMITADO.
Zttccitc Hmttte.
O abaiso a-i-iiiii.i'.lo (az saber aos Srs. accionisla>
desta coinpanliia, que podem receber no respectivo
esrriplnrio juros de 7 por rento ao anuo, relativos
ao lerciro semestre lindo em :tl de julho ultimo,
sobre as quaulias recolliidas por ronla de suas res-
pectivas invii.-' ; deven.lo esse pasamr-nlo ser feito
aos mesmo* Srs. accionistas ou aos seus procuradores
ospeciaes.
Por ordem dos directores. Jamen Templelon
h'ood, superintendente.
- Precisa-so de um menino para caixei-
ro, prefere-se porluguez : no deposito da
ra de S. Francisco .1. 6.
O dentista cs-
O abaixo assignado, procurador bas-
tante de sua sogra I). Maria Jos da -4onun-
ciago Baptista, pede aos credores do seu fi-
nado cunhado An'.onio Daptista Ribeiro de
Faria, flhoda mesma, que apresenlem suas
cotilas t o dia 31 do corrente mez ; assim
como avisa aos deve lores do mesmo, que
pessoa algiima esla autorisada a receber suas
dividas a nao ser o abaixo assignado.
Pernambueo 13 de agosto de 1857.
Antonio Machado Gomes da Silva.
O abaixo assignado, sendo credor do
tinado Antonio Baptista Ribeiro de Faria, por
uina quantia talvez superior 18:0005 rs.,
faz sciente a todos os devedores do mesmo
linado, que nao paguem quantia alguma a
sua mai a herdeira 1). Maria Jos da Annun-
ciagao llaptista, ou a seu bastante procura-
dor : por quanlo ludo o que por ventura po-
de pertencer a heranga daqucllc fallecido,
talvez nSo chegue para o pagamento do a-
Precisa-se de officiaes de lerreiros pe-
ritos: na l'uiidii'ao da Aurora.
ESTABELECilEYTO DE TUNOS
DE
JOAO PEDRO VOGELEY
RA NOVA N. 27, ESQUINA DA CAM-
BO A DO CAKMO.
Viiidcm-se pianos dos mais afamados fa-
bricantes da Kuropa, de baixo de toda ga-
ranta que pode sor desejada. Na mesma
casa concerla-so e alina-so com perfeigo os
mesmos indumentos.
Precisa St,
na ra da Cadeia do Recife, ou ra da Cruz,
de um armazem e altos : a tratar com Anlo-
nio Lopes Braga, na mesma ra da Cruz
n, 36.
Jos ^fnacleto
da Silva,
cidadao brasilciro, casado, vai ao Rio de Ja-
neiro.
Precisa-se de urna mulhcr de meia ida-
de, que cuten.la de coziabar : na ra da
Lingoeta n. 1(1
I' se dinlieiro a juios, com pcnbores'dc ouro
00 prala quem precier dirija-so ao largo da as-
cnihli'i n. t-j. segunda andar.
- Precisa-se alugar nos arrabaldes des-
ta cidade ale o Pogo urna casa assobradada
ou sobrado, leudo os comrnodos seguintes :
alom de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
coebeira, estriharia, arranj is pera criados e
escravos. que o sitio seja abundante de ar-
vores de fructo, e baix*. de captm, que possa
contentar annualmente 1 cavallos : na ra
da Guia, sobrado n 26.
- Os devolores e credores do finado
Francisco Pereira IMitra, que teem sido cha-
mados por este. l)iario,para satisfa/."rem spus
dbitos, e presentaron! seus ttulos, afim
deserem descriptos no inventario, c nao
teem comparec Jo na ru rio Crespo n. 9,
silo anda avisados para esso lint, c pela ulti-
ma vez, pelo invenlariante.
Salnstiano A. '. de Souza Prez.
Carlos Walfer.
RELOJ0EIR0 ALLEMiO
tendo rccehldo ha pouco um perito ollicial
relojoeiro, acha-se portanto habilitado para,
em seu estaliclccitnentn, sito no aterro da
Boa-Vista n. 16, concertar e remontar de
novo todoe qualquer relogio, como sejam,
chronometros, que anUgamente erao remet-
idos para a ICuropa oor falta de quem os
coneertasse, relogios de parede, de algibei-
ra, ele. ; assim como no mesmo estabeleci-
.ment se garant" por espago de um anno
todo e qualquer concert sahi lo do mesmo
estabelecimento ; garante-so tambem ao
respetavel publico, que n3o se faltar no
dia que se prometter dar a obra, p> ra que
por esta forma seja o publico bem servido,
prometiendo o dono do mesiio estabeleci-
mento nilo se poupar afim de satisfacer a lo-
dos os que honrarem sua casa. No mesmo
estabelecimento de relojoeiro vende-se una
armagao feita a moderna com todo o goslo,
propria para qualquer estabalecimento, pnr
prego muito em cunta.
As sen horas que iiiontam
a en vallo.
Na ra Nova n. 18, loja de U. A. Caj :y C.
ha ricos casavequec de cores, e pretos, para
montara ; assim como um grande sorti-
mento das mais bom acabadas obras de al-
faiaie, tanto superior, co.no mais inferior ;
chapeos, ditos da sol, lencos de seda, ditos
de dita para grvala, ditos de cores, luvas,
suspen-orios, meias para hotnem, senhores o
baixo assignado ; aquelles que de outra sor- 1 meninas, camisas, ditas de meias, fazendas
trangeiro
que lira denles sem dor ecom a rapidez
do raio, ein (|uuli|uerposirao, anda"mes-
mo a cavallo, previne ao respeitavel pu-
blico, que lem de rctiisr-se para o 11 i o
de Janeiro no prximo vapor, visto estar
convidado para exeicernaquella corte SUS
pro/issao ; portanto, as pessoas (jue se
quizeremservil de seuprestimo, dirijana-
se a casa de pasto do becco do Abren, 110
bairro do Kecil'e n. I, que o acharao.
Precisa-se da quantia de 3005 a 1:000#
rs., dando-se por garanta um ou dous es-
cravos de valor : quem quizer annuncio.
v^^^ D0 ESTABELECI-
MENTO DE PllS DE
J. YIGHES.
J. Vignes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da <:adeia de Santo Antonio n. 23, junto da
Rclagao.
ou no escripio- \ '" Pfecisa-se de urna ama forra ou capti-
na ra da va PRra f*zcr o servigo diario de urna casa
de pouca familia : nopateo do Carmo n. 9,
..... ., II., I,: primeiro andar.
n i i i '''"i Precisa-so de urna ama para todo ser-
0 veleiro e bem conhecido patacho naci- vigo de urna casa : no aterro da Bua-Vista n.
nal Amazonas pretende sahir com muita 20, segundo andar.
mora do cosime, siguu para o" lo de Janeiro,
locando na Baliia : para passagen, etc., tratase
om os agento* Adamson Ilunie C, ra do Tra-
piche-Novo n. 12.
^fcaracc;.
Segu at o dia 10 do setembro vindouro
0 patucho EmulacSO : para carga e passagei-
ros, trata-se com o capito,
I
i.
le procederem, licam expostos a repetiris
o pagamento. Ilecifo -2% de agosto de 1857
Jos Baptista Ribeiro de Faria.
9efg<9e63-@3a-98939S<@'
9 O abano assiiiado, negorianle de gado
K nesla cidade da Victoria," declara que lem ?;
;/ comprado %ei>le o 1 de marco de Is'ill, alo *
,v -11 de agMto do corrente auno, j.til 1 bois, as-
?.j mu como consta de seus livros, e nada deve 9
relativamente a gados, por se echar saldo da 19
ira todas suas rontas, e tem de seguir viauem pa- t
0 ra o serlio no principio de selemliro vindou- Q
i r, rom o lito de comprar fiados e escravos ; f
f por islojulaa nao poder vollar antes do olli- Q
ti m .le denembro do correte anuo acuna, e
;;; \-.\i o presente aviso para prevenir todas as 0 pe-soas do snl que Ihe rompram gados, e nao t$
y ac nlecer em sua ausencia llic man 'arem p- jjf
9 dir. Como algn* Srs. sertanejos nilo ramal- (g
fg lernro gadoi da eomm.ssan, roga moiiode la- ;j
vor aos rneus devedures, que se disnem d qt
j^ favorecer-ma com tem pagamentM ato o ul- rg
q limo do corrente; aproveila a occasiao pira sj
,gj por meio da presente despedir-se de tolos,
at o 1 ra/o .le minlia viagem, e muito prin- ri
(ij eipalmenle daquellas pe-s ,1 nao possa f.zer pessiialmeiite. g-
Com a pobliCaQO de-las lindas muito obri- *%
gado licara o de Vmr, alenlo venerador, >
Antonio UonealfH da Silva. "j
Vicloria 22 de a&oslo de IK">7. a
strvete.
para qualquer obra que seja encommenda-
i da ; a pessoa que vier a esla loja achara um
faci completo, e ser um s prego para lo-
1 dos, a dinheiro
:
i
O
O
Thesouro ho-
meopathico
ou
VADE-MECU1
00
Ilonicopatha.
9
-:;.
Q
...
l'lil.O Dlt. g
1SABW0 OLEGARIO L.PWH02

o
Moje lera sorvetes se nao
trro da Boa-Vista n. 3.
el.
uver : no a-
LOTERA
DA
provincia.
O abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta sendo da quantia de 100; res para cima,
os seus muito felizes bilhetes, meios e quar-
tos, telos pregos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Recife n. 45, esquina da
Madre de lieos :
Bilhetes 5;500 recebe 5:000?
Meios 2,-;750 1:500-3
Quartos 1j375 n 1:250c
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Offerece-se um humen,, que tem mui-
ta pralica de negocio, para entrar de socie-
dadeom qualquer estabelecimento, entrando
com alguns fundos, anda mesmo sendo
para fura da cidade : quem quizer annuucie.
Ksla obra, re.'onliecida pnr lodos como
a melhor de quaolas entinan) a applicacao
da .1 un".>pa.lua no tralxmento das moles-
tias, continua a vender-sc a 1l5HO,na Bo-
tica Central llomeopalliica, ra de Sanio
'3 Amaro Mundo-Novo, n. li
EXCELLENTES REMEDIOS 110-
MEOPATHICOS,
preparados com o inaior cuidado e esmero.
vendeiri- ..-
.:
O
al m
lobos e ?'*->
rimmodos possiveis, desde lO^tMN)
UiiHHi, conforme o numero dos
nqne/.a da* eaixas.
Cada tubo avul-o.....I3OOO
Cada vidro de tintura. 25000
N. II.Cinglando ao abaixo assignado
que olgur. individuo* percorrim o interiir B
nilo *i\ .testa provincia, como das Alagos, \JS
- } Parabiba, Itio-Crande do Norte e Craii, ;';.
tlS v""'*ndo remedios em seu nome, jolga fu
W coiivenieule declarar, que a ninguem aulo- ^
%J risou para iso.e que,como nflo esta promp- :j
-/.' lo a Cdrregar com os peccadus allieiosT
^ se re-pon ^S medios preparado* debaito de sua imine- ".'
.'; "Bala in i mcopalliica, ra de Sanio Amaro, Mun- ...
?* de Novo 11. ti
Vff I ir. Sabino Olegario L. Pinho. j3
0:.:-.::::>..:;,-::h:--:v.;;:.h-:;.:: ;;>;
Vendem-se luvas de pellica de
Jouvin, de todas as cores : na ra do
Queimado loja 11. iG.
Lotera
DA.
Provincia.
f.ORRF. SABBADO 29 ltr. AGOSTO.
O abaixo assignado tem exposto a venda
os seu felizes bilhetes, meios e quartos da
primeira parte da primeira lotera do con-
vento de S. Francisco de Ulinda, os quaes
nilo esKio sujeitosao descont dos oito por
cento da lei.
Bilhetes 65000 Recebe 5:0003
Meios 33000 2:500/
Ouartos Isr.OO 1:2503
Por .Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-se para urna casa de negocio,
no Papo de Camaragibe, de um caixeiro de
Iti 16 annos de idade, que tenha alguma
pratica de fazendas, ou molhados : na ra
do Queimado n. |0, loja.
Precsa-se de urna ama para servir em
urna casa de pouca familia, que seja forra ou
captiva : as Cinco pontas, casa n. 45 : quetn
nesta circumstancia estiver, dirija-se a mes-
ma para tratar Uo ajuste.
Precisa-se comprar urna barcaca de
40 toneladas para cima : quem tiver, diri-
ja-se a ra da Cadeia do Recife n. 16, primei-
ro andar, e tambem compra-se um negro ve-
liio ara tratar de cavallos.
Na ra do Trapiche n. 17, escriptorto,
precisi-se de um prelo para criado.
- i.ni.'.ii quizer possuir um bom escravo
crioulo, de 20 annos, sem vicios nem acha-
ques e com algumas habilidades : dirija-se
a ra Direita n. 66..
Ainda se acbam fgidos do engenho
Itaperema de Cima, comarca de Goianna, os
escravos seguinles : Francisco, crioulo, iiti-
de 40 annos pouco mni ou menos, altura
mais que regular egrossuta proporcional,
com um d-!iite de menos na frente na parte
supoiior, lem ns palmas das mSos speras
de calor do figado. o de boa figura, ollicio de
carreiro e qaer inculcar-s1 de forro, e quan-
do Ihe peiguntam pelo tiome diz chamar-se
Fran-sisco Madeira, porem he conhecido por
Xico Moleque, levou vestido urna caiga o um
palito voltio, mas he de supr que teuha
mudado de roupa, talvez tenha ido para as
partes do norte de Goianna nos engenhos
l'aibu'c Coisa ou Pedra de Fogo por ja ter
fgido para esses lugares em oufas occa-
sioes canda com cartas de padrinho, que
procurou para levar a sen senhor. .guaci,
crioulo, de idade 3t annos le i lade, de boa
estatura e figura, muito gago, quando falla,
costa a responder e faz muitos geilos com o
corpo e bate com os pea, tambem he carrei-
ro, levou vestido camisa e ceroula de azulSo
ja velho. Antonio, pardo escuro, idade 16
a 17 annos, secco do corpo, cabellos corredi-
os e avermelhados, com pannos no rosto, e
de puncas tallas e semblante triste, levou
vestido urna camisa de al^odozinho bran-
co o ceroula de azu!3o lem marcas pelo
corpo ja antigs de relho. Jo3o, crioulo,ida-
de 20 annos, alto o secco, quando falla he
depressa e alrepalhado, tem um ferida no
pcito do pe, c marcas de ter sido surrado,
levou vestido camisa e ceroula de algodSo-
zinho branco : quen tiver noticia destes es-
cravos ou os pegar, lveos ao referido en-
genho Itapitema, 011 nesta praga a Jos Pinto
da Costa, morador na ra Direita n. 4, se-
gundo andar, quesera bem recompensado do
seutrahalho.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia ; paga-se
bem : na ra Augu>ta n. 26.
Precisa-se de uina ama para casa de
pouca familia ; a pessoa que estiver habili-
tada, dirija-se a ra da Senzala Nova n. 14.
CHITA PARA POBREZA.
iNa luja da ra da Cadeia do Recito 11. 54.
Vende-se chita rosa de cores escuras a
150 e 160 res o covado, e a pega 5/300 res.
o Canto
QUE ESTu TORRANDO.
;Va leji do cantil, iih ra
d Cadeia do Hecife
11 54,
ha um completo sortimento de fazendas por
pregos baratissimos, chitas rxas com toque
de mufo, de cores lisas a 5*500 a pega, e o
covado a 160, cortes de seda de cores boni-
tas a 14e aa*,, ditos muito finos a -25, cor-
tes do colletes develluJo, padrO^s muito
bonitos a 83 e 9g, e mais linos a 119, mada-
poloes, a pega OHOO, 23S00, 3ilOO, 3/403,
3:600, 33800, 45000, 4^500, e rauilo fino a
59300, corles de casemiras de bonitos gestos
a 4-3, 400 e 55800, e mais finos com birra
ao lado a 63500 e ~s o corlo, I3as para vesti-
dos, de bonitas cores a 13500 o covalo, lon-
gos de camhraia, estampados, de cores fixas
a 1-3500, IjSOO, 23. 2j400 o 23800 a duzia,
cambraia do cores do bonitos padroes a 460
a vara, inussulinas brancas a 300 rs. o cova-
do. ditas de cores a 3-20 e 360, chitas fran-
cezas a 240 o covado, ditas muito finas a 280,
chales de merino de bonitos gostos a 103
e 13?. e muito linos a 205, ditos bordados da
velludo a 14o, ditos de tnuquim a 253, cha-
les de ganga bordados com franja de linha e
33200 cada um, ditos estampados com franja
a 2,^200, ililos sem franja a 2s, panno fino
preto a 2500, 3/500, 4, 53 e 6-3, e muito -
! no a 7/200 o covado, grosdcnaple preto la
vrado a 2/ e 23400 o covado, dito liso a
3*200, grvalas de cassa a 1/500 a duzia,
ditas de seda a 13 cada urna, ditas de cassa
a 700 rs., bretanna de linho a 560 a vara,
saigclm a 180 e 200 rs. o covado, dito mo-
fado a 1*0 o covado, romeiras de li I de li-
nno a 3/200 e 3?500cada urna, riscado fran
eez largo a 300 rs. ocovadO, alpjca preta a
480, 600, 700, 800 .5 S00 rs., e lina a 1/ o co-
vado, meias para senhora a 2S200, 33 e 3*600
a duzia, ditas para hornero a 1/500 e 23500 a
duzia, chapeos francezes muilo finos a 7/000,
camisas de meia a 900 rs. cada urna, sedas
para vestidos com titulo de melindres de si-
nh a 15 o covado, cortes de brim de linho
a 23200 e 23400, rase-niras pretas a 23200,
2;40O e 23600 o covado, seda branca lavrada
a 15400 o covado. las para vestidos a 560 o
covado, o minias mais fazendas que se men-
cionara ao comprador.
Sr. Jos 'ihomaz de Campos Qures-
ma,--Li a esposta quo deu minha pergun-
ta, resposta que rre satisfaz. Os mentirosos
recorrem sempre aolenho ouvido dhlfer a
muita gentequando se veem atacados na
mentira. I.ogovique Vmc nao poli* ter
um inimigo que no o fosse tambem do lllm.
Sr. inspector da alhn leci! Um homem
grave teria dado outra esposta, teria apre-
sentado os factos que o autorisavam a cha-
mar-me inimigo do meu ehefe, enio recor-
rera aotenho ouvido dizer a muita gen-
te sem citar utn nome dessa muita gente
Eu nao Ihe pergunlci se Vine, linha ouvi lo
a muila ou a pouca gente : roguei-lhe que
apontasse os factos que oaulousavam para
atlribuir-me urna inimizade.quesexiste na
frtil imaginagao dos intrigantes, dos men-
tirosos. Resta que Vmc. nao preste ouvidos
a esses mentirosos e mingantes, e quo nSo
seconstitua orgSo de mentiras o intrigas
dessa muita gente.JoBo Athanasio Botelho
A pessoa que Bcou certa devirlcccio-
nar grammalica earilhmelica na iravessa da
Trempe n. 9, queira apparecer na mes aa
casa.
Roga-se a p-'ssoa que lem urna subii
na ra larga do Rosario n 9, que tenha a
brindado de a mandar buscar 110 prazo de 8
dias, pagando a despeza que a dita lem fei-
to, quando nilo per Jera tolo o direilo.
-Aluga-se urna boa casi na ra da la-
deira da Misericordia, em Oliuda, concerta-
da de novo ; a tratar na rui co Itingel n. 21.
Na ra Direita, sobrado de. um an-
dar o. 33, ao p da botica, se encarrega de
apromptar a I mogo, jantar c ccia para qual-
quer pessoa que queira. Na mesma se fazem
Grande sorti-
mentjde fazendas de to-
das as qtialidacles.
Cortes de vestido da mi 1 da cores o maii
superior e moderno qua ba no mercado.
Pecas de brelanba de liuho fina cora 6 va-
ras .............
Cortes de vestido de 13a matizada de doto*
padrdes com 15 corados......
Ditos decalca de casemira prela de cares.
Ditos de cohete de gorguro de *eda de va-
rios padies..........
Chapos de massa francezes formas novas.
Ditos de sol de aeda........
Lencos de cambraia bordados, linot, para
mao.............
Ditos de dito de linho liaos para mSo. .
Luvas de seda de lodas as qaalidadts, para
humen-, seoiioran e meninas.....
Palitos de panno preto e de cores. .
Ditos de argentina de cores escaras. .
Ditos de fuilSo de cores asteliaadas. ',
Ditos de brim pardo fino.....\
Palils de alpaca prela......
Ditos de alpaca e gangas de cores. .
Ditos de brim da quadiinhu*. ,
Gndolas de alpaca prela e decores. .
Romeiras de rttroz coin lac.o de seda para
enhora............
Chales de merino bordado era 2 ponas. .
Ditos de dilo burdadcs em 1 pona. .
Ditos de dilo cora luir de seda .
Ditos .le drto liso*........ v
Ditos de dito com franja* da laa .
Ditos de 1.1a adamascados, prelos e de cure*.
Ditos de chaly bordados
3O500
4*500
43000
38000
73500
"8500
13280
400
I
203000
7,3000
63OOO
.-13OOO
4-3000
43500
teoon
53000
93600
123000
98000
63500
53500
48.500
38000
IIWXMI
.13000
28000
23300
950
850
640
G00
800
19600
13000
950
750
320
280
900
420
Panno lino prelo e de cores, para todos os precos.
Selim prelo mac;io superior, covado .
(irosdeuaplts preto e de cores.eovado .
Seda prela lavrada superior.....
Pupelina de seda de cares roalisadas, co-
vado.............
Chalr da cofes, coro qoadro* de seda, co-
vado.............
Dilo de cures liso covado......
Laa de quadros pequmos e grandes, co-
vado ............
La eseda de novo* padroes, covado. .
Mauritana de seda matizada com cinco pal-
mos de largura, covado......
Ursulina de seda com qaadros, ramagens e
listras malisadas, covado......
Sedas de quadriohos, covado.....
Duqueza de seda com qoadro* e ramageoi.
Mussulina branca e de cores, covado. .
Chitas franceai finas de novoi padre, co-
vado.............
Fron.loliua de soda da lindos gestos, co-
vados ............
Cawas francezas linas de cores fitas, vara.
Em frente do becco da Coigreaacao. passando
i loja de ferragens, a segunda de f.zenda n. 40.
>^# % & $$&$$$$
' Aviso aos seiiliores de #
engenho.
** nesta cidade, na ra da Crnz n. 46, pri- 9
V meiro andar, propos-se a receber commis- @
s6es de assucar, e conla com a prnieec,o da ,
''.- seus amigos senhores de eocetihos, aos v7?
5 quaes proraelle desempenhar satisfactoria- S
15 mente n5o s a venda dos assucaies, como *
*; luda e qualquer compra de que o anear- ^
Aunram-st par. a test
3 casas na Torre con 2 salas, 3 quartos, co-
piar e cozlnha fra, bom quintal, agua de
beber, estribara para 2 cavallos : a tratar
no armazem de materiaes da ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 17.
Quem precisar de uina ama de leite,
p Je procurar na ra da Cadeia Nova n 3.
Offerece-se um rapaz para caixeiro de
qualquer estabelecimento, o qual lem muita
pratica. tanto para a trra como para fra
della, e sabo bem 1er e escrever : quera o
pretender, annuncie para ser procarado.
Precisa-se de um forneiro : na padaria
do Forte do Mallos.
Precisa-se de urna ama forra, que co-
zinh i e engomme, para casa de pouca fami-
lia : na livraria defronte do arco de Santo
Antonio.
l\ovo
sortimento de borzeguins francezes para se-
nhora, ditos para hotnem, ditos para meni-
nas, sapatoes, sapatos, pantufos, tudo dos
melhores fabricantes de Paris, e pregos mais
baratos : na ra doCabugi, loja n. 9.
Vende-so 1 sof, 1 mesa redonda, 9
banquinhas e 12 cadeiras, tudo de Jacaranda
e em muito bom estado ; na ra Nova, loja
de selleiro n 43.
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto de vela em bar-
rica como em porgao o a relalho, por com-
modo prego para acabar, e muito boa : no
armazem de materiaes, na ra di Cadeia de
Santo Antonio n. 17.'
Vonde-se um bom cavallo o por prego
commodo : no Afogado, ra do Motocolom-
i" 1 11. 3, das 6 as 9 lloras da manhSa, e das 4
da tarde at a ooite.
Ven Je-se urna porgSo de boa farinha
de mandioca, em saceos grandes : no arma-
zem di Corapanhia Pornambucana, no r'orte
do Maltes.
Cera d carnauba.
Ven le-secera de carnauba, a mais supe-
rior que tem vindo a este mercado, por pre-
go muito commodo : na ra Nova n. 20,
loja. #
Quem pedia 2:000O0O a juros sobre
hypotheca, pode diriglr-se a ra Nova n. 23,
loja
Ainda so precisa de um caixeiro que
abone sua capacidade, e tenha pratica de
negocio, para a padaria da ra do Rosario
n 55.
--- Pede-se ao Sr. fiscal de Santo Antonio
previna que as cocheiras da ra da Cadeia
no fagam da porta da cocheira deposito de
carros, que muilo incommoda o publico :
isto pede--'> prejudicado-
Arrenda se o sitio Estiva de cima, no
lugar da Ibura^com casa de vivenda, arvo-
res de fructo, trra de planta gao e criagao,
baixas para canoa ou capim : quem o pre-
tender, dirija-se ao paleo da Matriz n. 8.
-0 proprielario da cocheira da ra Nova
n. 61, vende todos os seus carros como suas
parelhas do cavallos ; o motivo desta venda
ha a postu a exigida pela cmara municipal;
ven Je-se ambos ou separados, e tambera se
vende o sobrado seconvier.
Ven le-se um preto de meia idade, e o
motivo por que se vende so dir ao compra-
dor : na ra da Senzala Nova n. 7.
Vciidem-se saceos cora fcijSo : no
becco do Carioca, no armazem de JuSo da
Silva Mahalhes Bastos.
Os lgala'ios do finado Antonio Jos
do Souza Teixeira comparegam no segundo
andar do sobrado da ra do Cahug n. 7,
para receber a importancia de seus legados.
- Precisa-se alugar 2 pretos embora se-
jam idosos, para andar com caixOes de cal-
gail.> na ra : quem os tiver e quizer alugar,
dirija-se ao pateo da Santa Cruz, csquiua da
ra *clha n. 106.
BILHETES DE VISITA.
Cravam-se c mpnmcm-se com porfeig.lo
bilheles de visita.lettras de commercio e to-
dos os objectos da arte caligraphica, regis-
ros, vinhetas e quaes quer dezenhos e
abrem-se firmas, .siteles, tanto a Ulho doce
como em relevo, ornamentos com objectos
de ouro e prata : fazera-s3 riscos lindos e
originaes para bordados de labyrinlho, ad-
niilte-se a recasa de quaesquer destes objec-
Precisa-sede urna ama forra ou cap-
tiva para todo o servigo do urna casa de pon- I han lejas de bolos de diversas qualidades, i tos, no caso de"n3o licarern a contento "das
ca lamilia, taulo para o servigo interno como com ramos e ligurr.s, tudo do bom goslo ; j pessoas que os incommendarem : quem pre-
externo : a tratar na ra do Cabugil, loja de tambem se fazem doces de lima c nutras tender, dirija-se a qualquer destes lugares :
ourives n 2<\ I qoalidade*, arroz de leiti pflo-de-I, alfi- no bairro do Itocife, ra da Madre de Dos
Offerece se una senhora para cozinhar '. nins e jelas de substancia. j n. 32, primeiro andar ; em Santo Aniooio,
particular era sua cass : quem pretender,! Quem precisa.- de um caixeiro para la-, na livraria classica do paleo do Collegio n.
dirija-se a ra do Apollo, sobrado n.29, pri-jberna, quo ja tem alguma [ratica, dirija-se j 2 : as Cinco Ponas, sobrado da esquina
meiro andar. i a ra Direita n. 14. I confronte a matriz nova.




ILEGIVEL
'




DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 27 DE AGOSTO DE 1857
C01SDLT0R10 HOllOPiTHIGO
DO
Oodo seacham seinpre os niais acreditados medicamentos, Unto em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo o por presos bastante commodos :
PKECOS F1XOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita do -i\ u i> .
Dita de 36 .
Dita de 48 i
Dita de 60 .
Tubos avulsos a ....
Frascos de tinturradomeia on^a.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
,] cionario dos termos de medicina ; .
Medicina domestica do Dr. Henry.....
Tratamento do cholera morbus ....."
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
10/000
159000
209000
259000
309000
19000
29000
2000t
10/000
2/000
6l00
* PEORAS PRECIOSAS. *
''"".
' Ailereros de brilliaolts, jj)
- diiimaiiiea e perolai, pul- *
S eiras, allineles, briucoa *
rodas, botdes e auneis S
ty de diltVrenlea gastos e de ;
*l diversas pedras de valor.
Compram, venden) on |
' Irocam prala, ouro, bri- J
1 liantes,di,unan les e pero- 9
? las, e oalras qjaesquer
joiasde valor, a diiiheiro $
* ou por obras.
J*t*8SKtes6aK3fcSSss:8
lOIEtti i IA1TE.
MJA B| 9LR1TE8
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vap tres da Eu-
ropa asobrasdo mais
moderno gosto, tan-
to de Franja como
fg' OURO E PRATA.
^ Adererus completos da *
g ooro, meios dilos, polsei- S
& ra, al (i neles. brincos e j*j
| rozetas, conloes, trancel- g
5 lins, medalhas, correles j
* enfeitei para relogio, e s
jjj ouiros mullos objeclos de *
i ouro.
fAparelhos completos de |f
prala para clin, bandejas, V
6 salvas, caitcaes, colheres $
& de sopa e de cha, mu- $
$ tos oulros objeclos de jf
SaBSd89BHSBnBM8BS3BB8HH
de Lisboa, as quaes vendem por
preyo cotnmodo como costumam.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que Oca ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e bi tom preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam fora da praca, ou 'que n3o os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servidos
mdicos, que ser3o desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. l'reco-~2/OOo diarios^-exceptu-
ando conferencias, sanguesugas opera-
ces.
gg JNo consollorio homeopalliico do rr Ca-
,. sauova, ruadas Cruies n. 23, ha seropre S
*S> um grande sorlimenlo dos mais acredita- W
rx dos medicameulos homeopalhicoi, e ludo *&
,S? qoanlo he nccessario as pessoas que seguem ^
m e?!e >"" s
"*r Veodem-se vidros com rolha de vidro, de W
& meia 005a at ti, muito em conla. $Jp
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubelacida em Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a konra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
quem mais convier que esli plenamente au-
torisados pela dita companhia para eCfectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e podra, coberios de
lelha e igualmente sobre os objeclos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer quahdade,
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LE1LOES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIIE.
g DENTISTA FRANCEZ. g
2? Paulo aignoui dentista, ra Nova n. 41 : *
j? na mesma casa lem aua pos dentrilice.
Tasso Ira os.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
larrabas de trigo Richmond cbegadas ao mer-
cado, sSo vendidas em seus armazens, pelos
segu ntes presos :
Galega 26SOO0 por barrica.
Ilaxall 259500 idem.
O Dance 2*000 idem.
Columbia 239O0O idem.
Alem destas tem farinhas novas de'Tries-
le i*f raarcas SSSF. FonUna e pr'lmeira
qnalidade ; assim como completo sorlimen-
lo das melhores marcas de Philadelphla, No-
va Orleanse Baltimore.
Na fundico da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
--- Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Mendes da Cunha. Paga-se
bem agradando o servico.
-.3 ODr. Francisco de Paula Bap- %
@ tista, tem aberto escriptorio para %
% advocar, no primeiro andar da @
# casada ra dasTrincheiras n. 19, igg
por cima do ca-torio do escrivao t
@ Baptista, amigamente do fallecido f$
O Reg; cahi, das!) horas dodiaem Q
g* diante, esta' prompto a ouvir a @
todos, e a receberas causas de to- 5
$$ dos fjue quizerem procurar seus ^
^ serviros de advogado. &
O abaixo assignado, possuido do
maior empenho de se descohrir os auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mui pieza-
do amigo Thomaz Gollan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta cidade, oilerecc
dous contos de reis a quem lhe prestar
qualquer esclareciinento exacto sobre es-
se facto, ou mesmo o conhecimeiito de
alguma circumstaucia.ou accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais inviolavel segredo, a'
quem lizer qualquer dessas revelacoes,
pois he bem possivel chegar-se ao'lim
desojado, sem declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado Britamiico 11 de julho de
1857.II- Augustus Cooper, cnsul.
COMPANHIA
DE
JEGliROS JHARITIHOS E
ei.crrcvii'cv Do nigerio Dt>
ESTABELEC1A NO RIO DE JANEIRO
CAPITAL 16:000,000.000.
Agencia ra da Cruz
11. 45.
Aos senhores negociantes, proprieta-
rios de casas etc. etc., se ollerecena agen-
cia de dita companhia nesta cidade, a rea-
lisaio de seguros por premios econdicoes
muito mdicas.
Na mesma agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de na viosque desojara te-Ios registra-
dos no Veritas ou uMonitor Martimo
(Titulo de Registro) tenhama bondade de
dingir-se a esta agencia aim de fazerem
as declaraoies precisas.
Publicacao luterana.
COROtiBAPUI.1
Clironomapliii. nobiliaria, ge-
nealgica e politica
DO
IMPERIO DQ BRASIL
COH VAK1AS TRANSCRirCOES
DA
Corographia brasileira, do padre Maucel A)ras do
Caaal.Historia da America 1'orlugotza, de llo-
cha Pilla.Clironica da compadhia, de Vascon-
celos.Historia do Brasil, do visconde de Cay-
ru.Caslriolo Lusitano, por Fr. Rapliael de Je-
us..Memorias do Rio de Janeiro, por moose-
nlior Pitarra.Annaes do Kio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Auuaesdo Maranhao, de Berre-
do.Annaes do Rio Cr.ode, do viscoode de S.
Leopoldo Memoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Caspar da Madre de Dos.Eras do Pa-
rt por Bayena.Memorias histricas da Baha e
corographia Paraense, por I. Accioli.Chrono-
logia, do gcueral Abreu e Luna.Historia do
Brasil, de Varnbagen.E de oulros impresso
maouscriplos :
CONTENDO
A desrripc.lo geograpbica.e noyes histricas e po-
lticas, desde o descobrimento do Brasil ate agora
(1857), e lamben) o lempo em que l'oram povoadas
as suas (11 tiei entes cidades, villas e logares;
Seus governadores, e a ongem das diversas fami-
lias branleiras e seos appellidos, eilrabida de ami-
gos manuscriptos genealgicos que cm ras dille-
reoles se pujeram obler ;
A hislotli dos ministerios, sua poltica e cores
com que appareceram.
A historia das cmaras temporaria e Vitalia desde
a ejpslituiite de 17 de abril c (ambem una eiposic.ao da historia da indepen-
dencia, escripia e comprovada por lesleiimulia- o-
colares que aindam restain, e dos oulros movimen-
los polticos, afirn deqoe se leiiha um conhecimonlo
eiaclo nau s da geograpliia do paii como da sua
historia civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, natural da cida-
de dan Alagoas, autor de muilas obras litterariase
scienlilicas.
Sub-i-re\\--c uesla cidade do Recite, na livraria
da praca da Independencia ns. t> e 8.
RA NOVA N. 34
Madama Rosa llardy recebeu de Franca
um sorlimenlo de faendus de moda do ulti-
mo gosto, a saber, lindos enfeites de cabeca
para senliora, chapeos de se ta, ditos de pa-
Iha dcsabados, cnfeilados, de cores, ditos de
fellro e de palha para monlariu, manguilus c
cannsinhas bordadas, espartilhos de todos
( os laiaanhos, cortes de seda branca lavra-
, dos para noiva, leques, ita de seda e vellu-
do preto, baleia pan vestido, es mais mo-
dernos e ricos Denles de tartaruga, lindos
chapeosinhos de seda para haptisado, toncas,
meia9 de seda, Vflstidinbos ftitos, benecas,
ricas capelln de flores para noiva c mantas,
e muilas outras fazendas que se vendem em
Am publico.
O abaixo assignado faz selante ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e 14, onde eucontrsrSo um variado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por preco muito
commodo; sendo gerente do estabeleci-
mento n. 1 0 o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azevedo. 1, g. Malveira.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
do rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
lamado oleo babosa para limpar e fazer
cresccr os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio da JTorenca para brotoejas e
asperidades da pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
iioubo de niadeira.
^ Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, pordetraz da casa que oi da po-
lica, cinco travs de 40 palmos, com 8
e meia polegadas em qwtdro, no sabba-
do 1 do corrente, as quaes licaram amar-
radas, e na segtinda-feira acharum-se de
menos duas : roga-se a quem dellas sou-
ber, queira dar noticia na obra da ra
das Cruzes, bu na livraria ns. e 8 da
praca da Independencia, que sera' ra-
tilicado. G
A- rio .
Domingos Montciro Pekoto roga as
peHoatde tua aminade e a todas aquellas
que sabem o que he um recem-nascido
sem leite, de lhe inculcarem algumi ama
de leite sem lilho: na ra do Collegio n.
8, segundo andar.
Na ra larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do b^cco do
Peixe Frito, n. 9, d-se almoco, janlar e
ceia, por prego mais commodo do que em
ouira qualquer p re.
I'recisa-se de duas pessoas para o ser-
vico interno de urna casa estrangeira, urna
que enlenda de cuzinlia, e nutra que cosa e
engorutnc : na ra Nova n. 17.
I'recisa-se de urna ama que sai ha co-
Ziohar t fazer todo o mais seivigo de casa :
na roa do CalJeireiro, taberna n. 68.
I'recisa-se alugar nos anebaldes desta v,
cidade ale o I oco una casa assobradada ou ; cotila.
sobrado, tcnUo os como odos seguintes :
alea de poder conltr u 211 pessoas, lenha
cocheira, estribara, arranjos para criados c
escravos, e que o sitio spja abundante de ar-
vo-es fructferas ebaixa decapita, que pos-
sa sustentar animalmente quatro cavallos :
aimuncie .or este olnario ou outroa perio- Os abaixo aulgnados, com loja de ourives
'""a'r,l na ra do Cabuga n. II, confronte ao pattro
mZ'-l A,r|K| Jusliniano da Silva t;ui- da matriz e ra Nova, fazem publico, que
maiaes lem1 seu esciiplon.i do advogado no estao reccbcr.Jo conlmuadamenle as mais
paicu uui.oiiegio u. 37, primeiro andar, 011-; novas obras de ouro, tanto para senliora
f "?.;.0,'""'I' l;ruc1ura'lu !?<*oa osdiasuteis como para borneas e meninos : os precos
ate 4 horas da tarde; resido na ra do Seve, continan, razoaveis, o passam-se conias
no largo em que se cdilica a ca.a doCym-jcom rasjtonsabilidade, especilicando a qua-
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-i
vida.-Seranhim & Irmiio.
ODJECTOS DE SECEIROS E SELLEIRO, PARA
A FABRICACO DE SECES E ARREIOS.
F'elas experiencias de muitos annos neste
genero, me lie possivel, tanto pela piopria
labricacao, como pelas relacoescom as prin-
cipaes fabricas, fornecor qualquer artigo
pertencenle ao fabrico de seges e arreiosde
todas as qualidadcs. Os senhores fabrican-
tes, que honrarem ao abaixo assignado com
encommends dadas por desenhos ou expli-
ca^oes, podem assegurar-se, que suas en-
commends serSo exactamente executadas,
e por pregosos mais moderados possiveis :
para mais informacoes, dirijam-se por carta
directamente a H. M. i'. Rohs, em Altona,
perto de Hamburgo.
Fabrica (ie fia<;ao e tecidos
de algodao.
Os (bailo assignados, leudo obtido da Europa, as
necessarias inlorma(0es, plaoos e orcaroenlos para
a fabrica de fiar e lecer algodao, coDvidam aos Srs.
socios a vir ve-Ios, do escriptorio do Sr. Mauoel Al-
vea Guerra, na ra do Trapiche n. 4.
Igualmente convidara as pessoas que subscreveram
ra esla empreza, a realisarem a lerceira preslacSo
1 20 pur cenlo, o que verificaran de hoje al 31 do
corren! mez, no mesmo escriptorio.
As pessoas que anda quizerem fazer rarle deslo
empieza, sero admillidas, pagando o valor das en-
tradas alisadas, na occasiAo de subscreverem no
'ivro das assigualuras, que .ao do 100o a 5:000500.
Rceife, 1 de agosto de 1857.
Amorim, Furias, Guerra & C.
Aluga-se um sobrado .e dous quartos
fora, com um grande quintal aterrado para
lado do pantano, proprio para plantacao,
to no lugar dos Arrumbados, defronte do
Collegio dos orphSos : quem o pretender,
entenda-se com Jos Antunes uimaraes, na
ra de Apollo, armazem do Sr. Barbosa
". 30.
--- Quem tiver penhores cm poder doa-
baixo assignado, venba resgatar no prazo de
0 dias, a contar da data ueste anuuncio, no
m do qual passarci a vendo-Ios para paga-
mento do meu principal e juros.
Antonio da Cunha S. uimaraes.
I'recisa-se alugar urna preta escrava
para urna casa de pouca familia, que cozi-
iheefacaas compras de ra: a fallar na
ua do Aragao n. 1, primeiro andar.
&ompt*$.
Compram-se botijas vasiasa 80 rs. cada
urna : na ra da Sonzala Vclha n. 110.
Compra-se um sellim em mcio uso, e
um ou dous escravos para engenho ; no ar-
mazem de madeiras n. 25 na ra do Sol, de-
fronle do porto das canoas da ra Nova.
Compra-se effectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro sudar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nhias.e da-se dinbeiro a juros, em grandes
e pequeas auantias, sobre penhores.
- Compra-se um carro proprio para o
servico externo da alfaudegs, para trabalhar
comcavallo: na ra da Cadeia do Rec'fe
loja n. 64. '
Compra-so urna taberna nos arrabal-
des da cidade, sendo Casa-Forte. Monteiro,
Apipucos, Afogados e Jequi, que tenha pou-
cos fundos, commodo para familia : quem
tiver annnimcie.
tnm&.
nde-e um escravo peja de 18 anuos, de bo-
nita lisura, perito sapaleiro, de (oda a obra, e urna
mulatinlia de 14 annos com habilidades, urna negri-
nba de II annos e um moleque da mesma idade :
na roa do Livramtnlo n. 4.
Cera de carnauba a mais superior que
tem viudo a este mercado: vende-se na ra
da Cruz do Itecife n. 36, em cas4 de Antonio
Lopes Braga,
Vende-se por mdico preco urnas pe-
dras, sendo entre ellas urna que serve para
hombreira, e outras para sacada do varan-
da ; tambeni se vende um banco de araarel-
lo para carapina e urna rotula usada : na ra
do Itaiigel n, 21.
Attencao.
Na loja ao p do arco de Santo Antonio ha
um completo sortiojento de golnhas e man-
guitos, tanto para senhora como para me-
nina, assim coctio oulros muitos enfeites,
tanto para eabeca como para pescoqo, sapa-
tinbos para baptisado de meninos, lencos de
cambraia de linhopara mSo de senhora, pe-
gas de chitas de quadros a 53OOO, ricas hor-
landezas para vestido de senhora o mais mo-
derno que ha, cambraias a 480 a vara, chita
franceza a 240, 280, 320 e 400 rs.; nesta loja
ha sempre um completo sorlimenlo, e ludo
por menos que em outra parte.
RA HOYA' TABERNA DE 4
POMAS N. 48
\cnde-se superior manleiga ingleza a 800,
960 e 15120 rs., dita franceza a 560 e 640,
presunto inglez para Hambre a 700 rs. a li-
bra, dito de Lamego a 600 rs, toucinho de
Santos a 200 rs, dito de Lisboa a 400 rs., ba-
tatas a 100 rs., arroz da India a 120 a libra,
alelna a 500 rs., macarr3o, talharim, estrel-
liuha, cevadinhs, sag', tudo proprio para
sopa, vinho de Lisboa a 480, dito da Figuei-
ra a 560, uito do Porto a 720 e 800 rs dito
engarrafado a \H, 15500 e 25, chocolate de
Lisboa a 480 a libra, bolinhos francezes, la-
tas de duas libras a 25, bolachinha oval a 800
rs. a libra, dita de soda a 720 a libra, dita
soda cstrellinha a 480, dita araruta a 400 rs.,
f outras muitas qualidades de bolinhos pro-
prios para cha, conservas muito novas a 800
rs. o frasco, garralinhas com molho prompto
croprio para peixe, queijo de coMha a 480 a
libra, carne do sertao a 320, doce de goiaba
muito lino a 2.5 o caixo, dito a 15280, massa
de tomate a 960 a libra, cha da India muito
superior a I58OO, 25, 2^2*0 e 3o a libra, e ou-
lros muitos gneros, tudo de superior qua-
lidade c precos muilu em conta.
Vcnde-se urna carroca para boi em
muito bum estado ccom as rolas novas, de
madeira de sicupira, forradas ltimamente,
queainda nao serviram, c se troca por al-
gum cavallo ; tambem se vende urna arma-
cSo nova propria para qualquer cstabelcci-
menlo, situada na ra da Praia, loja n. 28 :
os pretendentes para tratar dinjam-so a ra
da Senzala Velha, terceiro andar da casa
n. 124.
/Vovo Manoal p ral ico, do
magnetismo animal, com a theoria do mag-
neiismo.do somnambulismo e dosomno.por
JacomeUlysses, nico manual pratico por
onde se pode aprender a magnetisar edes-
magnetisar sem auxilio do peritos. Preco
23000. Vende-se na ra da Cadeia do Recife
n. 15, primeiro andar.
ranos DE PEDRA.
Vendem-semoinhos de pedra de 2 a 5 pal-
mos de dimetro proprios para moer milho,
e para senhores de engenho, e quem tem
grandes fabricas de escravos ou colonos,
por ser a farinha de milho melhor elemento
de que a farinha de mandioca : os quaes se
acham defronte da porta da alfandega, ou
quomos pretender, dirija-se a ra do Quei-
mado, loja do ferragens n. 14.
Trem paraco?inha.
Na loja de Jos Antonio Moreira Dias & C:,
na ra Nova n. 35, ha um completo sorli-
menlo de trem para cozinha, tanto inglez
como francez.
Perfumaras.
Por menos do que em outra qualquer par-
te, vende se as mais ricas perfumaras : na
ra Nova 11 35, loja de Jos Antonio Moreira
Das S C.
VenJe-se mais da metade de urna casa
terrea na ra de Sania Rita n. 99 : a tratar
na mesma ra n 97.
<,*? Vende-se um carro de quatro @
@ rodas, com quatro assentos, em &
@ muito boin estado e iniuto manei- @
i'.i 10, pintado e forrado de novo, 3
n igualmente dous carros de quatro tt
;;;- rodas para carregar lazendas da fl
alfandega, tudo" por preco com- ^
-; modo : na ra Nova n. 61. S
Vende-se um lindo mulatinho de 13
annos, bom para olhcio, ou pagem : na ra
da l'raia, primeiro andar n. 43.
Vende-se a taberna sita na ra Dircita
n. 27, com poucos undos, a contento dos
compradores, propria para quem quzcr
principiar, e est bem afreguezada, tanto
para a trra como para o mato : quem a pre-
tender, dirjase a mesma, que se Taz todo o
negocio ; e na mesma tom para vender dous
mastros c duas trancas proprias para barca-
Cafgrande.
Vende-se um moleque de idade 18
annos, de bonita figura : a entender-se
com Joo Jos de Carvalho Moraes Jnior,
na roa do Queimado n. 13, loja de leua-
g*n$.
Su ra das aguas-Verdes
11 46,
vendem-se 8 escravos cnoulos, pecas, de 13
a 22 annos de idade, 1 moleque de idade 18
annos, bom alfaiato o bolieiro, 2 escravos
para todo o.servico e 1 negro de meia idades
Na loja
das seis portas
Em frente do Livrameuto
15600
Cortes de casemira a cinco patacas, cassas
francezas a 80 rs. o covado, meias cruas pa-
ra homem a 15400 a duzia, e par a 120 : es-
tas fazendas lem algum defeito, o vendem-
se por esles precos para acabar.
Aterro da loa-
Vista n.
Vende-se bom e barato.
He chegado este estabelecimento, vindo
de Franca no navio Parahiba, urna porc5o
de chocolate de todas as qualidades e amei-
xas cm latinhasde 3, 5 e 10 libras conser-
vas alimenticias de peixes, cm latas grandesa
linguados a 2550, salmonetes a 2*700, sal-
monetes frito a25300, cavallinha a 25800,
peixe espada a 2*200, linguicas de Lisboa
novas a 500 rs., presunto para hambre a 700
rs., dito de Lamego a 520, cha hysson com-
uuma3|*00, dito lino a 25560, dito xim ,
2:800, dito perola a 3/400, macarrSo a 320 e
480, talbarim a 320 c 480, aleiria e 400 e 560
rs.,. estrellinha a 600 rs., massa de tomates
a /20a libra, marrasquino lino, licores linos
em garralas grandes e pequeas, latinhas de
biscoitinhos finos inglezes, bolachinha de
soda, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades o muitos oulros gneros que seria
impossivel annuncia-los, tudo por preco
commodo, para acabar.
--- Vendem-se 2 vestidos de fil branco,
enleitados, com 2 vestidos de baixo. de se-
tim branco, proprios para assistir a casa-
mento, a baile ou baptisado, por preco mui-
to em conta : na ruado Crespo, loja n. 19.
Ven le-se utna escrava crioula, de 19
annos do ida le, com boa (gura e sadia, sabe
lavar, engommai, e tem principios de cozi-
nha : na ra da Saudade, primeira casa de
sotaodo lado do sul.
Homeiras a 61OOO.
Vendem-se romeiras de fil branco e de
cores, pelo barato preco de 65000 : na loia
de portas da ra do Queimado n. 10.
--- Vende-se tima casa terrea, sita em Fo-
ra de Portas n. 10 ; a fallar na casa da ra
do Oriente com o Sr. Cueles Arauio. ou com
Candido (.. C. Ale-forado, rua# do Amorim
rtcym
,,.-

Na 1ua do Cabu
i-'iaiKos
liasio.
o passam-se contas
.iccilicaudo a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licaudo
Vcndom-se excedentes pianos inglezes, de
muito ere-litado fahiicante Halph Allison,
em casa de Patn Nash & C ra do Trapi-
che Novo n. 10.
Vende-se casemira franceza branca,
inissima, propria para calca de tenente-
general 011 de cnsul: na loja de Gui-
[heroie da Silva Guimaraes, ra do Cres-
po n. .">.
Relog-ios americanos.
Vcndescuma bem sortida Tactura desti-s
relogios, chegada agora no patacho Com-
tr.erce de Phiradelphia : em casa de Henry
lorsler A c, ra do Trapiche n. 8.
Vende-se urna bonita escrava com 18
annos de id:i(je cor pela, muito sadia, com
algumas habilidades, garante-so ella nao I11-
h'ir, nem tem victo.algum : quem a preten-
der, pode dirigir-so a ra da Cadeia o Re-
cile 11. 49, loja de niiudezas, que achara com
quem tratar.
Otli-a O 1 2
Jos Euscbio Alves da Silva, tem a honra
de avisar ao respeitavcl publico, que tem a-
berto urna loja n. 1 a, na ruado Crespo
junto ao arco do Sant.) Antonio, onde desd
j' prfccipiou a recebar pelo ultiu-o navio
francez calcado fcilo cm Pars, e vender por
. preco razoavel a vista da superior qualidade
da lazenda, que por ceno saltsl'ara ao com-
prador.
Cute o comniercitr, ra
do Trapicho Novo
11 12.
Blandi Aii acaba de receber pelo navio
, fiancez Oliuda, um variado sorlimenlo de
conservas as mais linas e mais acreditadas
da Franca, como sejam, Iruffes da Perigord,
pal de l'oigras, pal de Poularde, pal ite
Perdrix, pal de B^casse, pal de Lievre, pa-
t de Chevieuil, pato .le Caille, andoullct-
les, perureaux, cbampignons, sacisses truf
Tees, cervel.ita, cervelles. Ilion a L'huile,
boudin noir, asperges, pelils pois.
Finta
Vcnde-se superior tinta para escrever, de
Lisboa : na ra das Cruzes n. 30.
era de carnauba.
Vende-se cera de carnauba, a mais supe-
rior que tem vin lo a este mercado, por pre-
co muito commodo : na ra Nova n. 20, loja.
v CAL DE LISBOA,
\cnde-sccal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em Larris bom acondicionados, por
preco commodo : na ra do Apollo, arma-
zem n. 2 B.
Loja da ra do Crespo
ti 10.
Acha-se um bello sortimento de corles de
vestidos de seda de cores com babados ave-
luJados, chegados pelo ultimo vapor, chales
de touquim de cores bordado?, de superior
qualidade, assim como ricos chapeos de pa.
Ihaedesela, de aba largs, enreitados. tou-
cados para s^ihora o mais moderno que de-
ve haver, organdys, cassas e mussulinas
francezas, cortes de colletes de velludo, e
outias omitas fazendas Ue gosto, quo para
annuncia-lasse torna extenso.
I'oi transferido o deposito deste xarope
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
Nova n, 53, garrafas 55500, e mojas 3o000,
sendo falso lodo aquello que nSo for vendi-
do ueste dejosito, pelo que se faz o presente
aviso.
IMPRTAME PARA OPIBLICO.
Para cura de phlysica em lodos os seus
difieren tes graos, quer motivada por cons-
tipaces, losse, asthma, pleuriz, escarros de
sangue, dor de costados o peitos, palpitacio
no coracao, coqueluche bronchite, dor na
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares.

XAFUXDIGAO DE FERRO DO ENGE-
NHKIKO DAVID W. BOWMAN, *A
I!L'A DO BRUM, PASSANDO O C.E1A-
FAHIZ.
lia sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprius
para engennos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslruccao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de lodos os tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou animacs, de todas as
proporcoes ; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilliOes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhes, moinhos de mandioca,
ate. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
se executam todas as encommends com a
superioridado ja conhecida com a dovida
presteza e commodidade em preco.
k SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotio
" agento Oliveira, ra da Cadeia do Becife
62, primeiro andar.
Deposito
de rupprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rapy fino,
grosso e moio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
Algodao nionstro.
Veude-.se algodao monstro com 8 palmos
lo largura, muito proprio para toalhas e
icncoes, pelo baralissimo preco de 60 ) rs. a
vara : na loja da boa le, na ra doQifeima-
do n. 22. T
VEXDL-SE
na ra do Trapiche n. 54, escriptorio de
Novaes&C-, superior vinho do Porto, em
careas de una e duas du/.ias de gafraas :
a' pceo commodo.
^ellins e relefiios.
SELLINS e BELOGIOS de patente
% inglez ; a venda no iiripaztm de
KSBgKostron Kookcr iV Companhia, es-
Wr quina Jo largo do Corpo Santo nu-
A mero 48.
AO BARATO PARA ACABAR.
fta mi do l espon. 15.
Cassas francezas do cores fixas a 280 a va-
ra, alpaca de algodao e seda de quad ros a
320 o covado, dito de laa com vara de lar-
gura a 320 o covado, palitos pretos de alpa-
ca a 5/000 oda um, luvas de Jouvin a 29000
o par
--- Vende-se arroz de casca a 55500 o al-
queire, e 200 rs a cuia : no pateo do Parai-
zo n. 16 taberna.
ga', loja de miu-
i dP.'n*,*eBdrferr "i ,0B,P'to "nu-alo de batea
do> de panno de lindo, la10 al-erlo como bordado ,
de todas as larguras, principiando por dous d.dos ,
Breu.


ILEGIVEL
Burris com breu : no armazem de Tasso
IrmSos.
Relogios
coberlos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez -. ero casa de Southall Mellor &C, ra
do Torres n. 38.
Ceblas novas de Lisboa.
Continuam-se a vender no armazem de
Barros & Silva, por precos muito baratos.
Hoendiis su pe ioren
Na fundico de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se par vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
conslruccao muito superiores.
A 55000 rs.
Vendem-se superiores chales de merino,
de cores, com ricos padrOes, pelo baralissi-
mo prego de 5/000 : na loja de 4 portas da
ra do Queimado n. 10.
A 2000 rs.
Conlinua-se a vender cortes de chitas
fraucezas escuras, pelo baralo preco de 2/
o corle : na loja de 4 portas da ra do Quei-
mado n 10.
O Verdadeiro afeodao da
fabrica di I,:lna
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
nosou escriptorio, ua ra da Cruz n. 1.
Ja caranda.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
MANTELETES A 105000.
Vendem-se manteletes pretos, de nobreza,
com ricas guarnicOes, pelo barato preco de
10000 reis, na loja de 4 portas, ra do Quei-
mado n. 10.
Feijao mulati-
nho
Vendcm-sesaceos com 35 cuias de feijSo
mulatinho muilo novo, e por preco commo-
do : na taberna grande ao lado da igreja da
Soledade.
Tintas baratas.
Cr, oebre e rxo-terra a viniera a libra
tomando de 8 libras para cima : na ra do
Livramenlo, loji n. 35.
Attencao
o
Ni ra larga do Rosario n. 38, loja de
miudezas de JoSo Concalves Kerreira, exis-
tem a venda caixas com lentos para voltare-
te, as mais ricas possiveis, litas de velludo de
todas as larguras, franjas, de sed as mais
ricas que tem viudo de Kranca, litas lavra-
das, fazenda ainda nao vista, pesos para pa-
pel muito linos, com todas as personagens
da Europa, cinturoesde borracha muito li-
nos, e outras muitas qualidades de miude-
zas, que nao se podem mencionar.
lio fazenda.
Vendem-se na ra do Livramento n.
", bonetes para meninos, de marrocpiim
domado, com velludo de varias cores
e lita de {jalao, pelo baralissimo pirro de
.-..sooo.
Vendem-se sapalos dos melhores, fa-
bricados no Aracaty, carne e queijos do So-
bral, tudo chegado'ultiinamente, por precos
commodos para acabar : na ra da Cadeia
do Recife n. 60, primeiro andar.
Miui: zi- Ixi rilas.
Jos Fortunato dos Santos l'prtoscaba de
moni- r o seu conhecido estabelecimento da
ra da Cadeia do Itecife n. 45; esquina da
Madre de Dos, com um rico e qompleto sor-
timento de miudezas, n3o s para a praca
como para os senhores negociantes do cen-
tro, e mesmo de oulras provincias que bem
sequeiram surtir, ahi acharDo constante-
mente linhas brancas e de cores de todas as
qualidade, um rico sortimento de perfuma-
ras, luvas nara homem, senhora e meninas,
bengalas de canna ede baleia, hicos do seda
de todas as larguras, ditos entrelios, culi-
laiias liuissimas para mesa e escriptorio
tinleiros de porcellana, lindas pedias para'
segurar papis, ricos enfeites para senhora,
toucas, carleiras, espelhos de parede, esto-
jos para barba, lindas aboloaduras para col-
lete, papel, capachos para portas e sofas,
rap de diversos fabricantes, ptimos charu-
tos da Jahia, e urna immensidade de objec-
los que seria enfadonho mencionar, que i
vista das qualidades e dos precios de cerlo
gradarte ao comprador. Assegpra-sea mo-
dicidade dos precos-
Carne seeca do ear.
Vende-se superior carne secca do Ceara
por commodo preco : no arnudem de Luiz
Annes, defronle da alfandega.

acabando em dous palmos, os quaes se vendem n
baralo do que em outra qualquer parte por se nu,-
rer remetter o dinhtiro ao fabricante.
Kefinacao do Monteiro
No deposito desta relinaria, na ra da Ca-
deia do Recife n. 30, ba sempre assucar re-
*2 de superior qualidade, por preco de
6s0o a arroba, dando-so um abale a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
aos senhores de
engenho.
No becco do Concalves, armazem n. 10,
deJosoOuarte das Neves, vende-se a mais
superior farinha de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rita da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
i>letbodo facilimo.
Na Taria da praca da lndependencia[n.
6 e8, vende-se o methodo facilimo-para
aprender ler,novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
Sanio Amaro, acham-se nara vender arados
de ferro de um modello e construccdJo muito
superiores.
n ~xiKA {lV,VCadeia defronle a Relasao, venda
n. 28 de p. S. Campo, veude-se e aluga-se, supe-
riores bichas h.mburguezas, era porSo e a retalio.
Vende-se na ra da Cadeia n. 28, superior
presunto porluguez inte.ro m r., e mai.obi.clos
por preco commodo. "*-----
- Na ra da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
!\a loja
das seis portas
ero frente do Livramento
Golinhasdetalagarcapara pescoco deso-
nhora a pataca cada urna, chales de cassa
para trazer por casa e irem ao banho a sello,
lencos de seda para trazor aos hombros a
dez tustOes, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez tuslOes.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente* d-_ "lam-
bitivo, ecom lindos retratos n- frontes-
picio : na ra da Cruz n. 53, casa de J.
Keller & C.
o Pregui^a
QUE ESTi OEIMANDO.
wa loja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por precos
baratissimos, entre ellas notam-se chitas
irancezas escuras de lindos padres e cores
ixas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padrOes miudinhos a 280 o covado, ditas fi-
nas de lindos padres e excellentes pannos,
e cores lixasa 300 rs. o covado, lindos la-
peles para salas a 33800 cada um, pecas de
bretaaba de rolo com 10 varas a 23000 cada
urna, mussulinadecra320, dita mais fina
de lindos padrOes a 360, dita muito lina a
400 rs. o covado, dila branca a mais fina que
ne possivel a 400 rs. o covado, cambraia
franceza de cores fixas a 480 rs. a vara, d
tas jie cordao a 500 rs cassas francezas
muito finas e de lindissimos padres a 640
a vara, lencos pequeos para mSo a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muilo finos e com
lindos bordados a 360, cortes de casemira
com lindos gostos a 53500, ditos finos a 63,
meias casemiras de quadrinhos proprias para
calca e palito a 560 o covado, laazinhas de
quadros proprias para roupa de meninos
400 rs. o covado, gravatas pretas de setim
1J200 cada urna, riscados francezes de qua
dros de lindos padres a 240 rs. o covado,
casineta preta muito fina a 10200 o covado,
casemira preta a 23400, cortes de castor en-
cornado para calca a 13440, ditos a 18, dilos
de bnm de linho a ip440, ditos de brim de
algodao branco 13 cada um, chales de me-
rino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratissimos precos, chitas escuras
e de diversos padres e cores (ixas a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
de lindos p.dres a 23000, e outras muitas
azendasquese deixam de mencionar, e
venierao por baratissimos precos ; se da-
rao amostras com penhores.
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, om casa de Southall Mellor & C.a, ra do
Torres n. 38.
Fende-se
Cortes de laa para vesti-
dos.
Vendcm-se cortes de 13a de lindos pa-
dres, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a clles,
antes que se acabem : na ra do Queimado
it- 22, na luja da boa f.
Vinhos do
Porto.
Na ra da Madre de Dos n. 34, loja, ven-
dem-se especiaes vinhos do Porto, das me-
lhores qualidades, e marcas mais acredita-
das, inclusive a do Chamico, em barris de
quintos, oitavos e decimos ; bem como dos
engarrafados das eras de 1815 e 1834 em cai-
xas de urna eduis duzias.
A 200 rs.
Vendem-se cortes de cassa lina pintada
com salpicos e palminhas miudas e com 7
varas cada corte a 25200 : na ra do Queima-
do 11 22, loja da boa f.
Vendo-se espirito de vinbo : na resti-
lacSo do moinho de vento da praia de Santa
hila.
Vende-se sement de bortaliea : na
ra da Cruz n. 36.
Uussulinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muito fina a
4t0 rs. o covado, dita de cores de excellentes
padres a 320 o covado : na loja da boa fe
na ra do Queimado n. 22.
.Luvas de Jouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas as cores
igualmente ricos penles de tartaruga da ul-
tima moda.
saceos : na ra
Vende-se milho em
Nova n. 65.
Taclias de ferro.
Na fundico da Aurora em Santo Araaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
entrada, e defronte do arsenal de mari-
1a, ba sempre um grande soTtimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas o fundas ; e em ambos os Tu-
res existem guindastes para carregar ca-
as ou carros, livres de despeza. Os preco
soo s mais commodos.
Agencia
da fundico Low-Moor,
ra da -Sensata Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
?S! aParra eogenh' machinas de vapor
?.m.nh.e ferrt|1b,at"10 e coad<> de lodosos
tamanbos para dito.
Chapeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Halla,
recentemente chegados, a preco commodo '
na ra do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundico de ierro de D. W. Bowman
na ra do Brum, passando o chafa-
riz. continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de o a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliama venda por preco commodo e com
promptidao, mbarcarn-se ou carreeam-
se em carro sem despezas ao comprador
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
?!^.'n,Vende.,m"Se por Preos "lavis, no
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar
, caas de febeo
Excellentes camas de ferro para solteiros
vendem-se no escriptorio do agente Oliven
anda"* C,de,ado Recif primeiro
Lobo & C. vendem cal preta a 660
rs. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacalhao, em canoas de 60 a 500 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da ra Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho em pequeas porcoes
em seu armazem, na ra da concordia a
(OC rs. o alqueire.
- Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C, barris
de Ierro, ou cubos hydrauticos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Pianos,
Em casa de Rabe Sctamettau'& Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante.
pianos do afamado fabricante Traumann d
Hambnrso.
mm** r**&**.
No da 24 do corrente fugio um escravo
crioulo de nome Roberto, oflicial de sapalei-
ro, reforcado do corpo, altura regular, olhos
empapucados, no andar verga um tanto o
corpo ; este escravo ro cria da casa do fina-
doManoel Filippe da Fonseca Candi; levou
calca de algodao azul, camisa branca, repre-
senta ter 20 annos de idade : rogase, por-
tanto, as autoridades policiaes e aos capi-
taes de campo, ou a quem delle souber, de
o capturar e leva-lo a ra do Livramento,
casa n. 4, primeiro andar, que serSo bem
recompensados de seu trabalho.
- besappareceu ha 4 para 5 semanas a
parda acaboclada de nome Thereza, de ida-
de de 26 annos, pouco mais ou meuos, esta-
tura baixa, cheia do corpo, falla descansada,
levou vestido cor de rosa, e varias pecas de
roupa em urna trouxa, e intitula-se Torra :
quem a pegar leve a ra do Sebo n. 17, que
recbera 50000. H
Acba-s ausente desde o dia 1 do cor-
rente, a escrava Thereza, Congo, de 64 an-
nos, haixa, um pouco reforcada, cabellos
brancos, tem os dedos das maos encaraneue-
jados e calombos pelas costas, proveniente
de acoutes de senhores anteriores, anda es-
pigada levou vestido cor de rosa com flores
amarellas: quem apegar, leve-a a casa de
seu senhor o major Antonio da Silva Guima-
raes, na ra Imperial n. 64, que ser eene-
rosamente recompensado.
Desappareceu no dia 19 do corrente a
preta crioula de nome Januaria, idade 23 an-
nos, levando toda sua.roupa ; iulga-se estar
acoutada em alguma casa : quem tiver bo-
te-a para a ra, do contrario prolesta-se
desde ja contra quem quer que a tiver em
sua casa : quem a apprehender. leve-a a ra
da Aurora n 28, que sera recompensado.
No da 22, pelas 7 horas da noile sabio
da ra do Cotovello para o aterro da Boa-
Vista, o preto escravo, de Francisco Carnei-
ro Machado Rios, de nome Benedicto, mudo,
mas ouve, sera barba, baixo, grosso do cor-
po, fula, cara a ps grandes, andar corcova-
do, calo na cabeca, veitidode caiga e cami-
sa, o qual n3o tendo costme de satura ra
sem ser acompanhado, julga-se ter se perdi-
do : roga-se a pessoa que delle souber ou o
tenha, que leve-o a ra do Cotovello, casa
CAPITAIS DD CAMPO
ALERTA.
Ausentou-se de casa de seu senhor o es-
cravo Manoel, crioulo, de idade de 30 e tan-
tos annos, pouco mais ou menos, com os
signaos seguintes : baixo, grosso, pernas
um tanto arqueadas, tem falta de 2 dentes
no queixo inferior, urna cicatriz em cima
de um olho, as mSos bastante calejadas por
ser padeiro, falla bastante atrapalhado, be
quebrado de ambas as verilhas, costuma ir
para OJinda, aonde tem sido capturado mais
vezes, e costuma tambem embhigar-se : ro-
ga-se a todas as autoridades e capitSes de
campo a apprehensSo do dito escravo, e le-
va-lo ao pateo da Santa Cruz n. 6, padaria
que serao bem recompensados.
2005000 de gratificacSo,
a quem pegar os escravos crioulos, Lau-
rentino e Manoel,por antonomasia barbeiro
ol.- de idade 25 annos. alto, alo muito for-
nido, rosto comprido, sem barba, bem pare-
cido, e muito pachola, levou chapeo do Chi-
le, e gosta de Irajar bem ; o Manoel, tem a
mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
renlino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas grossas,
pos bem fetos, traja calca e Jaqueta, e levou
chapeo de palha da Italia, tem cicatrizo as
costas como sello de suas proezas : levaran
em sua companhia um moleque de nome
Alexandre, que com elles aprenda oollicio
de pedreiro, cujo ollicio sabem perleramen-
te dilos escravos : as pessoas que apprehen-
der qualquer destes escravos eos entregar
ua cadeia da cidade do Itccire, ou os condu-
zirao engenho Boa-Esperanc,a na freguezia
do Limoeiro, receber a dita gratificacSo e
mais despezas que Dzer.
Em 12 de julho prximo passado fuglo
do engenho Bosque Alegro, provincia das
Alagoas, o escravo Germano, com os signaes
seguintes : idade 25 a 28 annos, naci Ango-
la, alto, corpolento, cambado das pernas,
tendo em utna dellas a cicatriz do urna gran-
de erida, barbado, cara comprida, e regris-
ta : este escravo pertence ao Sr. Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, e suppe-se ter fgido para
esla provincia de Pernambuco procura de
oulro companheiro do mesmo engenho, ba
pouco lempo vendido : roga-se, portanto', s
autoridades policiaes, aos Srs. capitaes do
campo, e a qualquer outra pessba que o ap-
prehenda, de o entregar na villa do asso ao
sr. JoaqulmMarinhoFalcSo, o em Pernam-
buco a Fehsberto Ignacio de Oliveira, praca
do Corpo .Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensado, e satisfeitas as despezas que com o
mesmo se lizerem.
PERN. TYJ?. DE M. F. DB FARIA 1857
" ," '


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