Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07815


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Full Text
ANNOXXXIII N. 194.
Por o mezes adiatados 4^000.
Por 5 mezes vencidos 4a-500.

QIART.V FEIRA 26 DE..G0STO DE 1857
***-
Por auno adiant.ido 15J000.
Porte franco para o subscriptor.'
BNC.AKBKttA.DUS DA 8DBSCBIFCA DO NOBTB.
Parahiba, o Sr. Joao Kodolpho Gomei; Natal, o 8r. Joiquim
l-Pireira Juoior ; Araeaty, o 8r. A. de Lemos Braga ; fcea-
r'. o Sr. J. Jos da Olivaira : Maranhio, o Sr. Joaquim Mir-
qnea Rodriguea: Ptaubv o 8r. Josa Joaquim Avelino ; Pa-
r, o Si. Juiunu J. Kamoi ; Amaionai, Sr. Jirn ymc. da
Coila.
PARTIDA DOS CORRKIOS.
Olinri : todo* o das, as-0 e me.a hora* dn da.
lguarojau, Goiinna e Parahiba: na. ,. &. Anteo, Ikicrro, Bonila, Caroam', Allioho e Geranhiin* : na Urea-Tetra.
b. Lounnico, Pao il'Alho, Nazarelh, l.imeeiro, Braja, paaaaain. laiualra,
! n X.ll. lilil.- a* a_ *
ricury o Mu ni. quarlaa-ltorai.
'OMMMO, t'na, Uaircirus, Agua-Prcla, Pi-
n, Villa-Bella, Roa-Viaia, Oari
Cabo, Inojoca, St-rinhaeni, llio Fi
mcnieiraa e -Natal: quintal-reir*.
Tedos 09 crrelos parlera aa 10 horas da tnanlia.
AUDIENGIAS DOS TRIBUNAE8.DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas quintal.
Relacao : terca fciraa a sabbados.
Fazenda : quartaa a aabbadoa aa 10 horas.
Juizo do commercio : aegundaa ai 10 horas a quintal ao meio dia.
Juio da orpban : legunda a quintal al 10 horai.
Primeira Tara do civel : segundas eieitaiao meio dil.
Segunda tara do civel : uanai a aabbadoi ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
B La chela ai 4 borai a 9 minuto! da tarde.
12 Quarlo minguante ai3 horai e 22 mininos da tarde.
19 La nova ai 2 horas a 6 minuto da msinha.
27 (Ju.irio creicentt aos -15 minuto da tarda.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 9 borai a IR minutoi da manha.
Segunda ai 9 borai e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
24 Segundo s. Bartholomro ap ;s. Prololomeo b.
23 Terco S. Luiz rei de Franca.
26 Quaria S. Zef(-rino p. m.
27 Uuinta S. Jos de Calasans : s Rufo ni.
28 Sexta v Agostinho b. c dout. da igr.
29 Sabbado S. Adolpho m. s. Sabina v.
30 Domingo 13 S. Roza de Lima americana v.
PART official
UOVERNO DA PHOVIIfGIA.
EimalHH do da .11 d Julho
(inicio Ao Eira, presidente da caita filil do
Baneo do Brasil ifla provincia inteirando Je ha-
ver dad > eciencia s repartieses complenles da en-
trada na circularan, depois do dia 4 de abril ultimo,
a quanlla de 260:0003000 rs. em notae de diversos
volores da emissao da mesma caita, e cojas particu-
laridades couslam da relajao anneta ao ofllcio de S.
Etc. de honlem.
Uilo Ao coramandante da eslajSo naval, para
desembarcar com guia o recruta Joao Baplisla da
Silva, que apreienlou iienc.au legal.
Uilo A' theaooraria de (azenda, diiendo que
com a remessa de copias nao o da representaban do
inspector do arsenal de marinha acerca do terre-
no de que precisa o mesmo .trienal, maa lamben) da
informai;.! ministrada pelo azrimenior dos terrenos
excipjao de um s, o mais muco, que foi perdoado supprimidos agora que nos adiamos em orna quadra
pelo commandante meiicano (jarcia. Ignora-ie seu de perfilla calma e da mais completa conciliario. O
EN'CARREGADOS DA 8CBSCRICAO NO BUL
Alagoas, oSr. Claudino Falco Dial ; Babia, o Sr. I) Duir
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa di Faria na me
lvraria, prara da Independencia n. 6 e 8.
oome ; dizem que um mancebo de Hi a 17 an-
DOS.
i A forra dos mexicanos em Cavorea nao exceda de
200 homens.
No lim desta narraran, o Echo passa em revista
a9 diversas apricisjftes, que este aconlecimento tem
provocado as columnas da imprensa da Califor-
nia.
Todas as gazeltas, diz ella, concordam em deplo-
rar a trillo sorle dos homens valenles, que loui.ir.im
parte naquella fatal expedijao ; mas orna vez paso
o justo tributo as amizades individuas, e o sintimm-
lo do humanidade, que represa todo o acto de cru-
eldade mulil, a que ponto de vista nos principios, e as apreciajiies live-
ram logar cnt.i > com urna firmeza digna e honesta,
que nao enconlrou, smao mui poucas excep-
j8es.
eusejo he pois o mais opporlono para acabar com os
castigos corporaes no exercilo, mas aobretudo na
guarda nacional destacada, de accordo com as ideas
oulr'ora- tao calorosamente saslenladas pilo nobre
enndor dn Rio Grande do Norle.
I.emhra-se tambero que oulr'ora foi o orador a-
cremente censurado no senado, quando eslava no
ministerio, bem como todos os seus collegas, por-
que sustentaran! a necessidade de adoplar-se a lei
que foi chamada enra-Cahejas... Deseja saber se o
nobra ministro esl.i resolvido a pedir a revogajao
des'a lei, qual a execujao que tem (ido em cinco
anuos, quanlas cabejas tem feilo cortar, e se anda
he precisa ao palf,
l'recisa (ambem ouvir o nobre ministro a respeito
da melhor maneira do se fazer a polica e a guarda
das fronmras do Rio Grande do Sul. Entente que
ha graves inc invenanles em applicar a esc servir
;ila fados que nao se podem perder de vi'la : lano a forja da 1" lioha como' a guarda nacional
de marinha. ncasali.fei'ta a reqnisicao de&. S.coiij-sao 'que C",,iluem ProvtMS5- U,,f1, qr i deslaeada. Qaanilo presidente daquella provincia,
lantc do oflicio n 461 = ^. o. qae ,ejam a, consequencias produznlas por elles, de-! emitlio a idea de crcar-se corpos lisos de eivillarii
a primeira linha sa occape, em rauiorescala do que. Redamo (oda vossa indulgencia em roeu favor, e
as oulras provincias, com objeclos que Ihe sao com com ella cont.
pletameute alheios, porque anda aecresce a necessi-| Creo que nao m'a rccosareis.'lembrando-vos, que
dade de defender os habilanle contra as aggrcssOes nao del o mais leve passn para chegar i difflcil poti-
e depredac.oes dos Indios. | rao, em qoe me acho, e que meo defelo he de so-
A forra publica acha-se naqaella provincia div- bra loppriJn pelo intejro, e illuslrado conhecimto-
dida por qoalro grande pontos, que sao Cuyaba', I (o, que (endes dos negocios pul-lieos, c neces.ida-
Mal)-(jrosso, N illa-Mana e limo-Paraguay, e des-; des da nossa (erra, que merecidamenle cnnfioo em
(e9 anda se derrama por diderenlcs e importantes vos.
localidades, de modo que n3o he posfivel salisf.izer Aniel de lado lenho a sasfarao de oommiinicar-
a todas as necessuiades. Vos, que a precioso sauda de SS. UM. II. e dos au-
O orador lamenta que se lenha abandonado a idea gustos penhores da perpeludade da dvnaslia impe-
do lcenciamenlo. como base e elemento da urna r- rante, uo lm soffndo allcri,rao.
serva deixan.lo de continuar o pensamento da lei de Rendamos por e-I faci gratas ao Todo Poderoso,
18.0 nossegumlcs anuos. qe alm da nma prova lio sianificaliva da alta
Elle roca ao honrado minislro da fjoerra que se prolccraa que Ihe apraz conceder aa Brasil,
sirva de olhar para o que dispe o til. 1'. do regula- Ao hem-eilar e felicidadc da familia imperial ei-
demnado por crime de ferimenlos, o tem de ser
julgado por diversos deudos de homicidio e de
roubo.
Conservam-se anda nos lugares em qoe forana
eslacionados ni dei(acsrrien(os, incarregados de per-
seguir o criminosos de que trato.
Polica.
O decreto n. 1898 de 21 de feverero ultimo, re-
tenlativa de homicidio, um por crime de roobo e
dout por outros fados, qoatro da provincia do Cear,
que delinquirn! em homicidio e de Alcgas, um
tambem inclino em crime de homicidio.
Forja publica.
Et apoo dai institaicoas e da justica he ioinfli-
ciente para o servico. A adminislracao lula cosa em-
baalos invenciveis para acudir aos redamos Ha po-
ment do ajundanlc-seneral acerca da justificatao lo inhmamente ligados a seguranza das sabias ins- meaefte. par. os cargo, cojo preench.mento era de
doscadeles, porque ada que taes disposiroos bastante tiluires, que nos regam, o desenvoivimento e proi-
prejodicam os habitantes da provincia de Malo Groa. petidaJe publica, que tsnto de formn a secretaria da polica desla provincia. Foi licia e dar a guarnirlo da cidade. Necn esla mesmo
execolado assim o preceito do arl. 2 S I da lei de 10 '
deseleml.ro de 1854, e alten lita a necessidade do
servido desla r eparticao, qne reelamava o melhora-
ment que reelamava.
Augmentan-se o n un tu dos empregados, e estes
foram mellinrmenle recompensados, como o exiga
a importancia a peso do Ir-I.allioa cargo dlllej.
O digno chele de polica em exercicio fez as no
Dito A1 me.ma," recoromendando qoi dd pro- i 1SS!SJSSSZ "">U!m C<"" c"."1" r *.'"
vd.ncias r.o.enlido de ser a guarnijao do brigue P^w' 1ff fle em
------------------------------ ........IU "O u -. 'i I l I II .1 V >!J lll-ll I
Cearense paga doi 9eus vencimenlos ate o dia 3
da agosto vindoaro, visto ler o mismo brigue de aa-
hir em eommisiio no dia 4. Communicou-se ao
commandante da estaejo naval.
Dito A' mesma, eommunicando-lha ler defe-
rido o rtquerimeiilo em que I). Paulina Caelana
Soares Cirneiro, e D. Mana Felicia da Silva Saulos
pediam liren(a para cederem a Manoel Aulonio
dos Passose Silva o dominio til do terreno de ma-
riuha u. 32 a no aterro da Boi-Visti.
Dito Ao capitao do porto, nteirando-o de ter
concedido io recruta Uerculmo Claodino das ('.lu-
gas oilo das para provar a soa i-ens3o legal.
Dito io director das obras publieas, para man-
dar com urgencia lazar collocar e pintar as veran-
das de que precita o caes do collegio, com as quaes
se podera gastar a qoanlia de 514 rs., conforme
Smc. declsrou.Communicou-se a (hisoararia pro-
vincial e a cmara do Recife.
Diln A' cmara de (". .ruani, accasando recebi-
dai copias em duplcalas das actas das ultimas elei-
rue-i qoe liveram lugar naqoelle municipio.
Portaria Concedendo 30 dias de licmca com
vencimenlos para tratar da saode ao joiz monicipul
e de orpha >s da Villa-Bella, bacharel Rodrigo Cas-
tor di Albuquerque Maranhao.Fizeram-se as
commonica^Oai do coslume.
Dita Concedendo a Antonio Nunes de Olive ra
licenc.a para ir ao presidio de Fernando levando
eoms.goos gneros constantes de orna relar.lu asiig-
nada pelo seerelirio ds provincia.
Dila Ao agente dos vapores brasileiroi, para
dar passagem de estado para o Rio dejaneiio l Fe-
liciano Eleojrio do Ilorison(e Brasileiro.
Dita Ao mesmo, para mandar transportar para
a corte, por conl do governo a 21 reerutas que sa-
rao enviados pelo commandante das armas.Com-
monicoa-se a este.
Krptdienie do secretario da proc'mcia
OUlcio Ao Exm. oflic.al maior da secretara de
imperio, devolvendo a folha corrida qoe S. Eic.
enviou para seren pagos os respectivos direito por
parte de Jos Magalhaes da Silva Porto.
ufiRiaii.
Exlrahimos do Echo do Pacilioo a hisloria com-
pleta a circumslanciada da expedifao do coronel
dable, cujas peripecias nos foram contadas al aqui
ds ama maneira confua:
' ......'.Pelos flus de margo, a (ropa de Crable dei-
xou Simona, em Sonora, para marchar sobre Ca-
vorea, pequea cidade mexicarfa perlo de Poni
Lobos, no g.lpho da California. Os flibusteirns t-
nham lido a principio a intensan da se dirigir para
Aliar, mas saliendo qae se h.viam .levantado algu-
nas fortificirops naquelle poni, e reciiando encon-
trar illi ama vigorosa resistencia, renuncian a asse
projecto. No di abril um destacamento di Ame-
ricanos enlrava nos suburbios de Cavorea, onde se
achou em presenca de um corpo de tropas mexicanas
commandadis por Rcdrigo|z.
a Diz-ss qui avancando esta allimo para fallar a
Crable, o Americanos deram urna descarga que ma-
l o commandante mexicano e minios dos seus
soldado!. Urna parla da foro mexicana relirou-se
immediattminte, procurando alguna soldados as
montanhas, mas refugiando-se a maior parte ua
ignja. que tiuha sido posta em estado de dele/. .
Crable, era lugar de atacar logo a igrejs, apode-
roa se de mullas casas situadas que Ihe fcavam em
frente, no canto da Plaza. Foi'entre os Americanos
e Mexicanos qae, dorante 8 alias, se sustenloo orna
pequea'guerra, na qual o Tiibusleiros perderam
viole e cinco homens. Os Mexicanos dizem que
perderam igual numero, mas suppoe-ae que as iua<
perdis ae elevam a eerca de duzenlos homens. No
oitavo dia daos flibasteiros tentaran) fazer thiler a
igrtji com um barril de plvora, que haviatn col-
locado no porlieo : el es raorreram nesla tentativa,
e dizem que o proprio Crable ficaa ferido, era quan-
lo oliservava sua exerurilo.
o l'relende-se que Crable fizera enlio a propnsla
de se retirar com seus horneas, sa os Maxicanoi pro-
melteisem nao inqaieta-los em sua retirada. Ti ve
urna rifusa. Depois dos doas piimeiros das de
combate, os Mexicanoi Ihe Imham ofTerecidodeiiar
passar ; elle havia recusado Os papis estavam
Irocadiis, como se v. Os Mexicanos, disde eniao
seguros do seu Iriampho, ipertarsm cada vez mais
os Americanos. Faraodo as paredes das casas vizi-
nhaa, eneurralaram Crable e seus companhetros nos
edificios do canto da Plaza, e Ibes deilaram fogo por,
varias vezes ; cora lado os flil.usteiros tinham con-
seguido apaga-lo, mas por lim um Indio Panga\o
arremessoa sobre urna das casas um lleva inflamma-
da, que incendian lo o ledo, o fez cahir em lices
rdame sobre a cabeca doi flibusleiros. O drama
chegava ao seu destecho. Enfraquecidos por orna
serie de combales e sm davida pela fome e sede,
desprovidos di muuicSes, II. A. C-abl e cincoenta
e oito humen, que Ihe restavam, sahirnra da casa
incendiada, Irazendo a sua frente urna bandeira
banca, depozaram as armai, e como se suppOa, en-
tregaram-se sem condi^Oes.
o Teva islo lugar a' notte ou ao romper do dia.
O prisioneiros foram amarrados com as maos por
detrs das costas e levados .para um carral, janto da
h-il.ii.ii.'.lo do alcaide. V--1 mtsina iniulwia fue-
ram-si sabir aos ciuco e aos dez, e os espingardea-
ram.
Parees qua ellos mistrar.im muila cilma nesse
momento supremo. Prelende-sc que os Mexicanos,
Mi-prendidos por esta firmeza faz.iam tao mal as pon-
tana, qua aliravarn oa muito alu ou jmuilo bai-
xo ; entilo, pira poupar torturas irrVWei, aos homens
qus reatavam para aer etpingardealo, fi/.eram-lh s
vullar as costas para as tropas encarregadas da sai
excucao.
Crable foi o nico reservado para ser espingardea-
do a parle, Levaram-o para a residencia do alcaide,
onde soffreu um interrogatorio. Permitliram-lhe es-
criver a soa malher e uina entrevista com um dou-
lor Evn>, que ha rauitas semanas eslava prisioneiro
peloa Mexicano.
Tando chegado a hora da aua exeeurao, foi con-
duzido a casa que linha ocupado para combatir, ien-
do amirrado de frente a um poste, de |modo que
dava as cosas aos soldados qae o iam espingardear.
A' voi de fogo, cem balas pelo menoi o feriram, se-
Rundo diz a narrajao, da qual liramos todos estes
pormenores. L'm Mexioano se adiantuu com um
fa-fio sepiruii a cabera do corpo. Este sanguinolento
tri.phen foi collocadoiin urna mesa d ame da casa do
ale.He, alim de qae a popular i pode>se farlar soa
ni -rlnla canosidade. Depois deilaram eisa cabera
em nm pote de mescal para o conse'varem.
Doai dos Aiii-,i (cunhados de Crable) segundo di-
zem. foram adiados entre os m irlos, assim como Ka-
ley Bian.
aCrable, segando tflirmauma tesiemunha occolar,
morrea com calma e coragem.
aOualro homens doentes tinham ido deixados por
dable em Sonorita ; e estavam alojados na casa de
E. E. Durabar, no lado da linha americana. A 18
de abril, urna Iropa da 2") Mexicanos parti de Snir
Joan, e invadi a casa ds Dumbar, arrancou dos sen
liilns os doentes, amarruu-os e ao romper do dia, le-
voo-na para ao pe da mon(,nha c os fuzilou no ter-
ritorio americano, e osdeimu insepultos.
O Indi'S Papago n enteraran! depois.
Mr. Dumbar escapou dadjfi.rle, por ter deixado
Sonoriti na tardo do dia precdeme.
lima pequea tropa de flibusleiros, commandada
pelo capiao Grant Oray. que lin'.a partido de l'ue-
ron parair-ie reunir a dable em Cavorea, foi ata-
cada por cerca de dtenlos Mexicanos quando ella
se achava quinze milbas daquella ulliin.i praca. O
capillo Granl Orey ietirou- linha imerirana com a perda de quatro homens so-
mante, ao passo qoo a dos Mexicanos eslima-se em
quarenta.
Oulra pequea tropa de flibosleiros da mema for-
Cl de.xou Tubac. Nao se sabe qual he a sua sorle.
a Crable linha entrado em Cavoraa com menla e
qoatro liomens, os qaaes foram iodos inortoi, coro
lmente so desprendem das narraee qoe lemos
publicado. Os principae sao estes : Invasao ar-
mada em um territorio amigo ; actos de hostilidade
nao provocados ; a descarga brutal da mosquetaria
americana que, na entrada de Cavorea, matoa o
commandante Rodrguez no momento, em que se
adiantava n. para Crable ; a tentativa (eia para
abaler a igreja por meio de uina explosao, qae de-
via aniquilar os qui all se linha refugiado. Eis-
aqu muila causa para explicar, senao p,ra justificar
os senlimenlos de vinsonca. que deram lagar os da-
ploraveis resullados que lodos sabem.
Foram espingardeados pelas cosas os qoe linham
sido lomados com as armas as maos. Cnrapre notar,
para qae nao haja engao sobre a significarlo deste
fado ; a lei mexicana inflige este castigo aos trai-
dores, e que o flibusleiros foram equiparadog aos
traidores, qae a lei pune deste modo deshonrlo.
O poni sobre oqiu! insiste a imprensa moderada
e que he lalvez o nnico sobre o qual possam haver
contestarles, he o lado da invasao do territorio ame-
ricano por uns vinte Mexicanos, que se apoderaran)
de quatro doentes e os espinztrdearam. Os governo
(ero de regular asconsequencias de(e oltrage qae.
da parte de algnn individuos justamente imitado-,
he redmenle moilo raeno grave do que a injuria
feita pela tropa de Crable, nao provocada pelo M-
xico -e nao impedida pelo governo federal.
Por nossa parte nao hesitamos ; deploramos sin-
ceramente os horriveis asassinalos _de Sonora, mas
enndemnamo lilamente todas islasviolares auda-
eios.is do diriilo das meses, qae se abrigara debaixo
da bandeira vergonhosa do flibusleiriimo.
(Journal des Debis.)
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO DE 15 DE JI/I.IIO DE J857.
Presidencia do Sr. liuzebio de Qtetroz Coulinho
Matoto Cmara.
A' hora do coslume, feila chamada, e libando-
91 reunido numero legal, abre-se a sessao.
O Sr. Prtmeiro Secretaria d,i conta do seguinle :
EXPEDIENTE.
L m ollicio do ministerio dn imperio, informando
ao sena lo que a principal dillicul lado com que tem
lutado a estrada de ferro da Babia e obstando en-
corpiracao da respectiva companhia, he o eslado do i
mercado monetario na prac de Londres, etc. A
quem fez a re Quatro oflicios do 1- secretario da cmara dos di-
putados :
1." Farticip.indo que a mesma cmara adoplou e
dirigi i aancrSu imperial a resolurao da assembla
geral legislativa, que aulnrisa o governo a mandar
pagar a Manuel Aul mi llislos Ratclifl o ordenado
de carcereiro di eadf-a da villa do Pilar (Parahiba
do Norle).Inleirado.
2.- ttemitteodo quatro proposites ; tres, aulori-
sando o governo para c nceder cartas de naturali-n-
Cjlo a Ilinr.qiie Correa Moreira, a Jos Beuito Nunes
a lleruardo Urbano Bedegorry, e ama concedendo
Manas a beneficio das dillerentes igrejas ni.ilrn.e-.
da provincia do Amazona.[.ido.
3." Concedendo qoatro loteras asmatrizes do Bo-
nito, Allinho e Caruar (Pernambuco;, e doas para
a igreja malriz .lo Pilar.Lido.
4." Remetiendo as proposices concedendo qaalro
lolerias era benefiMo das abras das matrizes do Piau
by ; e outros acoinp.nh.dos de documentos, que au-
tonsam o governo a passar cartas de oaturalisacao a
Jo3o Goncslves Pereira Lima e Jorge Patchetl.A'
imprimir no jornal da casa.
OSr. f!.r,1o de Muriliba manda mesa um re-
querimet.to pidindo iiif.irmac.ri-s ao governo sobre a
demolican da malriz da Sanl'Anna, c qual ha apoia-
do para entrar em di a palavra o Sr. Ferraz.
ORDEM DO DA.
(.omparecindo o Sr. roinislro da guerra, continlia
a segunda discussao da fixacao de forjas de Ierra.
O Sr. Ferraz pergund jo nobre ministro se (era
sido execulada a (lispoic.ao de le, que se reprodiiz
nesle artigo, na parte relativa A coiices'30 de lerra9
H pracas que acabara o seu lempo de lervicu, e se na
distribuir-i dessas dalas de Ierra se teiu lido em
vistas seg.iir algam syslem. de eolonisajao.
() Sr. Ministro da Guerra informa que nao se (em
podido al agora fazer rflecliva a coricessa di turras,
porque as,pracas que acabam o seu lempo de servico
preferem recolher-se a suas provincias.
l'odavia, de nao se l-r ja eoll.ido proveilo deta
disponerlo, nao se sigue que devia desapi.arccer da
lei.
OSr. Ferraz icha inulil que permanec as leis
da litacAo de forcas ama disposirao que n.lo lera
tecocao. O soldado que obte.n a saa baixa nao lem
meiosde tornar-se lavrador. Para qae possa ronve-
nienlemenle estahelecer- pontos a que ella he applicavel he preciso que o Go-
verno adopte nm syslema, o desenvi.lva em regu-
lamenlns idequsdos, entregan lo a aua execucilo a
funecionario zelosos e esclarecidos.
O orador passa a expender soas ideas sobre a ma-
neira por que seria possivel trasplantar psrj o nos-
o paiz, com as inodifirarOs aconsel i las pela d-
ver9idade de nnia inslilulroes e ndole, o svstema
das colonias militares da Hungra, da Kunia e da
Algena.
Chama lambem a ltenlo do governo para a con-
veniencia de aproveilar melhor os serviros do Afri-
canos livres que eslao nos nossos arsena'cs do litoral,
man tando-os para o arsensl de guerra de Mallo-
Grosso, onde nao he possivel adiar trabalhadores.
O Sr. Banlo de Muriliba observa que, di maneira
por que o nobre minislrn hontem se expressou, pa-
rece resollar que 8. Ex. nao se julga ohrigado a ein-
pregarera primeiro logar o engajamento voluntario,
como meio de leras pracas precisas para o exercilo,
e s laucar inflo em ultimo caso do recratamenio
forjado, enlendendo que podio simullaneamenle
emprejar os dous meios. Na opinin do orador, a
mente dos legisladore foi que n,1o se empregasse o
recrotamenln forjado senflo depois de reconhecer-se
que era ineffir.az o engajamento voluntario ; e n
S. Ex. acredila qua cnnvem estar aotorisado para
simultanearaei.il usar dos doas meios, he preciso
que faja apretenlar emenda qae claramente o de-
termine.
Ponderar anda que, ao passo qae S. Ex. aceita
como meio Midispemavel de ler prajas para o exer-
riln o remitan;-Mil" forra lo, julgou (ou tiesta discus-
sao ou em oulra na cmara dos diputados' dever
acoimar o recrulamenlo como urna carada humana.d
Assim pensando o Sr. ministro, nao comprehende o
orador como S. Ex. poder-i achar-si habililado para
pur agora era exeeurao esse meto qoe arha 15o vi-
lenlo, que nao hesita em qualifica-lo de cajada ho-
raana expressoes e'las que nao podem servir si-
nao para desmoralisar a lei do recrulamenlo e os
seus executores.
Mas sera realmente o recrulamenlo urna lao gran-
de violencia que nierer-a esa denominarao 7 Eu-
leude que mo. C.mpare-se o no*o syslema de re-
crulamenlo forjado cora os svslemas de in-aj unenlo
volunlario que he ernpregado em oulroa paize, e
ver-ie-ha que a propusijta he exacta. Nao he advo-
gadodo recrulamenlo frjalo; mis todava consi-
dera quo nAo merece os analhemas que todos os
das se Ihe prodigali-am, sobretudo eslabelecida a
comparajao que ac.ibi de indicar.
Emprata o nobre ministro para qae manifest o
seu pensamenlo acerca dos casligos corporae, e per-
gunla ao nobre senador pelo Rio Grande do Norli
que lano clainou nulr'ora contra essea castigos, por-
que nao aprsenla agora emenda acabando com ti-
les'.' Parece convenanle que os que sustentamos
ministerios nao deixera de por em pralica as opi-
nies que l-leu lerain quando na oppnsijao, para
que se nlo acredite qae esa opposijao era acintosa.
E com elimo, se os casligos corporaes podiam ser
em oulras pochas dispensados, sem quebra da dis-
ciplina militar, com muito mais rizlo poderao ser
especialmente para a polica e guarda da fronteira.
Esla idj foi lambem suslenlada no seo relalorio a
ssseinblca provincial pelo seu successor naquella pre-
sidencia, hito he, pelo proprio nobre inini-lrn. Se
S. Ex. ainda he desla opima.., parece que a occasulo
he opporluna para realisar a idea.
o i.uilo is gralilicajries que o nobre senador pela
Italiia moslrou desejos de ver cessar por urna vez.
o orador dudan que nao lera a meoor esperaoja
de que o Sr. ministro f.ja desapparecrr o syslema
de gcalficare, nem proceda a reformas sem aug-
mento de d spezas. Islo mesmo he coiifimado por
arlo do ministerio actual, que moslra qae ja' entrn
em reforma com augmento le vencimenlos e de des-
peza. Refere-sc a' reforma do quadro dos ofiiciaes
de fazenda da armada, que foi feila de maneira que,
sem inelhurar o servijo, e lalvez mesmo peiorando
este, augmeulou muilo a despeza.
O nobre oradur concilio com varias obiervajes a
respeito das gralificajoes que vencem os membros
do conselho militar, e de njostjas manifeslas de
-uas decise.
O Sr. Ministro da Guerra p m lera ao nobre senador
que das expresses do orador nao se pode inferir,
como pens S. Etc., que o governo pretende em-
pregar simullaneamenle o recrulamente e o engaja-
mento. lia regulamenlo em vigor que manda mar-
car um prazo para o concurso di voluntarios, sus-
pendendo-se nesse prazo o recrulamenlo; e ni de-
pois que se conhece que por esse meio si nao pode
ler as prajas precisas paro preeneber o exercilo, he
que se eroprega o recrulamenlo ; e ainda unlfo o
governo nao pode prescindir de aceitar lodos os vo-
luntario qua depois disso se apresenlam.
Quanlo i phrasecajada humanaem referencia
ao nosso syslema de recrulamenlo, dir que ha tal
vez 12 anuos, como deputado, assim sa exprimi;
mas que mal pinsava que por isso se arbasse inha-
bilitado de comprir a lei. As poiijea mudaram :
como deputado, poda combaler nm syslema que nao
Chava b m ; como miniftro o que Ihe cumpre he
fazer exerular as leis do paiz. Arcresce qoe quando
assim se prononciou era subreludo era relajao aos
abusos que sa praticam por occasiao do recrol.i-
menlo.
Falln tambem o nobre senador nos castigo cor-
porae. Senle algum conslrangimeolo em enunciar-
se com clareza sobre esla inale.ia. Apenas dir que
o nosso syslema penal militar precia ser esto lado,
para que se possa proceder urna riforma que o
inelliiire. Eolnlanlo au beailar em declarar desde
ja quo se os rasligo corporae nao devem a-sliar, o
'le he innegavel he que cumpre recular a sua ap-
plicajao, de maneira que mo fiquem i capricho ou
vonlade de quem quer que leja, e sn possam ser m-
I. istos como pena, depsndeulc de proce9so. A ma-
teria he melindrosa, e nao le eslender.i mais. Do
q-ie nao teqi a menor duvida he em d-clarar-^e con-
tra o arbitrio, e principalmente contra a applicajao
de castigos corporaes i. guarda nacional destacada.
Releva todava que se saiba que isla opiniao he in-
dividual.
Sobre a cuanta e polica das fronteira reconhce
que he conlra a disciplina do exercilo que saja feila
pela Iropa de Uohl e dividida em de>lacamen(o9 es-
p.-.lli i lo por orna exlensao de 200 leguas. Quando
esleve na presidencia do Rio Gramil do Sul emillio
a este respeilo deas, que silo rommuns ao nobre se-
nador pela Haba, que lambem foi presidente daquel-
la provincia, sobre a conveniencia de crenr-ie para
aquelle lim urna forja special. A quesiao he se isla
medids he lo urgente que deva ja ser adoptada ;
ilo lio, se se considera que a nacao pode desde ja
corregir com um onus de mai 700 conlos de res de
despeza animal, e m compor aquella forja especial. Pela aua parle pansa
que nao.
Quanlo as gralificarOes annu.es, qoe sa l va-las
no principio de cada auno financeiro, nula tem de-
cidiilo. .Nao dir' que quer acabar com ella; espera,
porem, infonnajOei a que mandou proceder, afim de
poder dar seu parecer com discernimento e perfeito
conhecimenlo de cauaa.
Concluindo, diz que o nobre senador pela Caba
poderia adiar que a insliiuijao do conselho supremo
mililar, lal como existe, nao he a mais propria e
coiivcnienle ; mas S. Ele. exprimio-se do maneira
iujosta, referin tos- as pesoa,e lachando de irregu>
lares e pnuco eonlormes com a justija as deeisOes
desae Iribuual. O orador nao (em noticia de taei in-
jusliri, e piusa que o sobra senador nao poderia
com fados provar as aerjOe que avanroo.
O Sr. D. Manoel, conlesla algumas obs'ervaces do
nobre smador pelo Rio d Janairn que hontiin
orou. e do nobre sena lor pela II.hia que ltima-
mente tomna parle nesla discussao.
R"couhecp-se n3u haver casa.
Adiscussa. lca adiada. Betira-se o Sr. ministro
da guerra.
O Sr. Presidente declara que amanhaa si conver-
tera o Unida em tribunal di juslija ; e que a or-
dera do da da primeira sess;1o que depois disso hou-
ver, sera' a mema qoe esla' dada.
I.evanta-sc a ses.ao as 2 horas da larde.
No extracto da seniio ds l do crreme, qae pa-
blic.ini. honlem, depois do discurso do Sr. I). Ma-
noel, e ames do Sr. Manoel Eduardo, devia ler en-
Irado o s-eunli :
OSr. J. a. de Miranda, sinle qoe o honrado
meinbro pelo Ro G'andedo Norle quizesse ainda
dar lugar as discussoes relativas ao Paraguav, as
qoaes devi.im considerar-se moras desde qae' este
orador se comprometiera a desistir de-las em pre-
senja da solemae promesa d > Sr. ministro de es-
Irangeiros, qne o governo trata ellicazmenle de cum-
pnr, e tanto que elle nao p i te deixar de dar os de-
vidos igradecimn(os ao nobre ministro da guerra,
qii" tao solicito sa moslra em providenciar era pon-
i largo e conveniente sobre o estado das cousas,
sendo que o proreder do governo he a melhor res-
posla que pode dar lano aos que no senado Un il-
Iribuiram um grllo da guerra, como aos que na c-
mara o aecusaram de nolrir piisillanimei apprehen-
ses.
S. Etc. vota pela fixacao das forjas, mas entende
que nao salisfazem atlas is necessidades do servico
publico. Ncnhuma provincia esla' conlenle com a
que lem, lodas querem mais forja, i a forja que
existe b justamente a que se pede. O Rio Grande
Um .j.000 homens, e necessila di mais ; a Bahia nao
""Pode comentar com 960 : Pernamhaco l lem
1,400 ; a corle nao lem 2,000. quando o seu servico
nao pode a dimitir menos de 3,000 prajas.
O orador nao concorda em que se diga que n3o lie
posivel eolhir maii recrotas, a sent profundron-
le que no anuo quo rege s so padesse coasegar o
Homero de 1,413 recrotas, quando o paiz era cha-
mado a dar o numero de 5,7(10. Nao era possivel
que a Babia, chamada a dar iOO recrulas, sn desse
>l ; Minas s desse 96, devendo dar 500 ; Pernara-
boco s desse 168, devendo dar 360.
A lei para 8. El*. h boa. e o decreto de 18"i2,
que marca o modo de levar- o a efleilo o recrala-
menlo, muilo facilila a sua execujan, mas nem a
le nem o dicrelo 3o exerotados. Al agora sempre
era possivel preeneber as fileiras do exercilo, s ago-
ra he que se apresenlam tantos inconvenientes, qoe
o orador considera filhns de piuca vonlade e de
UmistOei. Diz S. Exc. que, qoando magistrado e pre-
sidente, sempre aju.lrao uovernocom a remessa dos
reerutas pedidos, e que outro tanto faza o nobre ic-
Diitav a quem respon.le.
Lamenta S. Exe. que no exercilo ainda hajam
corpos lisos, que a forja de linha seja chamada a
servijo que Ihe he improprio, como o de seren
so que pretenderen) um lal recouhecimenlo. Da mes-
ma surte argomenla acerca das baixas, adiando que
he sammamenle onero9S as prajas residanle9 em
Malo-Groso a maneira porque .19 faz verificar o
decreto de 31 de maio do rorrete anuo.
C\M\R\ DOS SUS. DEFtTAlMS,
SESSAO EM l DE JII.1IO DE IS7.
Presidencia dn Sr. eiseonda de Hacpcmtti.
Seguranri publica.
V etpoij.1o, que em 9 de abril ultimo recebi por
occasiao de ser empoado di administrajao publica,
dava a provincia em plena paz e tranqullidade.
Depon daquella data neiihuma alierajao soffrea a
ordem.
Nao consla qae a Iranqullidada publica lenha si-
do alterada.
Cabe-me, pos, a satisfar! de vos informar,
que como lodo o imperio, goza a Parahiba de soce-
.V hora do coslume, feila a chamada, c adiando- go e paz.
se reunido numero legal, ibre-se a sessao. Bale latido de couzasnao he ptsiageiio, promslle
durara
Sao bem manifeslos os senlimenlos de adhesao ao
I,ida a acia da anlccelenlo, ha approvada.
O Sr. 1 secretario d conta do -cumule
EXPEDIENTE.*
L'm ofTicio do mimslerio do imperio, enviando as a '', e "londades constituidas.
informajes pedidas por esla cmara sr.bre a eslra- "1",.,el"-" PO'iCues animadas e alimentada
da de ferro da provincia da Bahia.-.V quem fez a I Cj P0'"" do governo imperial, que se faz caigo
roquisijao. de dar Torra ao poder, promover os melhoramentos
Dito do mesmo ministerio, communicandoter exi- >lrae moris do paiz, e recebar todos os indi-
gido do presidente da provincia de S. Padro os es- v"".105: "illueiicias e principios, ama vez que se
clarecimenlos pedidos por e-la cmara relativos ao i
eslado da colouia de S. Leopoldo.A' qaem fez i
requisicSo.
Dilo do ministerio da jusliri, remetleudo a con-
sulta da secro de juslija do cooselho de eslado so-
bre a resnlurli de 2i de ilezcmbro da ISM a que
se refere o decreto de 2$ do mesmo mez.A' quem
fZ a requisir"i >.
Dito do Sr. deputado Salles Torres Homero., par-
ticipando nao poder comparecer i sessao de hoje por
motivo de molestia.Fica a cmara inleirada.
L'm requerimeuio da cmara municipal da villa
da Encru/ilbada, provincia do Rio-Grande do Sul,
padindo uina medida para que sja reprimido o fur-
to de animaes de life.renles especies.A' commis-
s.lo de juslija criminal.
Dito de Leonardo Carlos Palhares e Rafaello
Slugni, establecidos com fabrica de masis de tri-
go, pe liu I i favores em auxilio de seus estaheleci-
mentos.V commissao de fazenda.
Sai apprnvado sem dbale os pareceres :
Da commissao de commercio, industria e arles,
mandando ouvir o governo s>bre o projecto apre-
i'uia I pelo Sr. Baplisla Uonluiro, relativo ao e<-
labele ment de vapores di reboque para o servi-
co dos portos do rio de S. Francisco ;
Da cjmmissao da penidu e ortenidos, maulan-
do ouvir o governo sobre a prelenjAo do empre-
gados da aecrelaria do Iribonal de juslija';
Da eoromissilo de inslrucjAo publica, exigindo in-
formajes das ficul lades ile S. Piulo e Ricifi so-
bri a prelenjao das estudanlcs do .'> anuo da fa-
culdade de S Paulo ;
Da mesma commi-sao, indefeiindo o reqoeri-
mealo de Augusto Francisco di Vasconcellos Cal-
das ;
Da commssao de pn lerps, julgando valida a elei-
jao de eleitores da parocliia do Tlbolliro-Graodl
do segundo distrieto t\'A provincia le Minas-Ge.aes.
Saojulg.id is objeclos, de delb-raro, e vli a im-
primir pira entrar na orden) dos trabilho, os pa-
receres :
Da commissao ecc'.esiaslica, augmentando com
mais tres o numero dos juizes da relajao ecclesias-
lica do imperio ;
Da commissao de poderos, nulorisando o governo
a conceder carta de natnralisaro ao padre Jo.lo Pla-
cido de Goavca Jos Joaquim de S.uza Jnior;
Da commissao de pemes i ordenados, approvan-
do a apusentadoria concedida ao juiz de direito Joa-
quim Firnandei da I'onseca.
Sao approvadas sem dbale dez relarOei de pro-
jecto adopta-Jos
O Sr. Das Vieira, obtendo urgencia, fomlamenta
e manta a mesa o seguinle requenmento, qae sen-
do apoiado, entra em discussao:
a Kequeiro quo o governo informe com urgencia
qual o molivo porque al agora r8 lem approvado
os estatutos da companhia ltimamente organisada
nesta corle para emprehen na costa do Ceara' al o Maran'-ao, e deste ponto ao
Para, em cnnformi.lade do decreto de 19 de selem-
brodea!.S. R.Dias Vieira. a
(Acha-se prsenle o Sr. minislro da fazenda.)
Oraram o Srs. Paranagu e minislro da fa-
zenda.
O Sr. Dias Vieira, salsfello com a etpliciijes
dadas pelo Sr. minislro da f.izenda.pede para retirar
o seu requerimento.
A cunara consenle.
ua competencia, e os n -meados ja' esl.lo exercendo
seas emprego.
j. N3o ten I comparecido ainda para se encarregar
do exercicio da seu lugar o oflicial secretario da
reparlijao da polieia, normado pelo governo impe-
rial, resolv nnmear inlorinamiiila para ocupar o
bicharelFrancisco Jos Rabillo. Era preciso para
regularidad! do servijo, principalmente no cornejo
da reforma ; que boove-se ua secretaria um empre-
ado co.d as liabililares do que noroeei.
Precisa ainda a secreliria da polica de nm regu-
lamenlo que dirija sea movimenlo interno, e sera'
xpedido, logo que esliver completo o Irabalho, que
se prepara.
Nao ha esto o anjeo mclhoramento que compre
empnender nesle ramo da administrajao publica,
onlcnham mis limites de nossa constituijio e ins-
liluires, consolidarao seguramente a paz publica, e
farao de cada parahibjno um saldado da ordem e le-
galidada.
Concurramos sem cessar enda um de nos para a
ordem e paz, que he esla a primeira condijao de
nossa felicidad!.
Nao s.lo para isso um embarajo invencivel as par-
cialidades, que ha na provincia.
Tenha cada um a importancia compalivel com o
sen ir.erecimenlo, encontr garanta em seus direi-
los ; constrve-se imparcial i autoridad! no meio
das rivahdade, dando apenas sabida os aspirajoes
li-s.Mlim.is, qae as parcialidades acluaes dai. lam-
bem de s sufliriente seguranra em relajao a ordem
publica, que he hoj um dogma poltico feralmente
tecebido.
Segaranja particular.
Se dasejamos seriamente a manutcni) e consoli-
darao das insliluijes que nos regein, devimos ler
em grande conla a aeguranca particular.
Ha preciso nao perder de vista o crime, e remo-
ve-lo a.'ui i lamente. O delicio piedispe para i
nesnrdem.
Nao he porfeilo o nos-o eslado de segaranja par-
ticular.
Ainda ivullam muito os atgaii'ino da criminali-
dad! ; mas lio innegavel que vao consegua lo me-
Ibota em 11111,1 propnrrao animadora.
O numero do crimes, na especie mais grave, lem
diminuido, como se cullige dos dados verificados
pi la polica.
N3o inspiran) inleira confianja os rcgislros da po-
lica, mas nao havendo ra/u para se jolgar mais
exactos que os acluaes, os dos annos anteriores, pu-
demos com ellos fazer a comparajao. .
Em lo -I o o auno pa-sado rhegaram ao conheri-
ineiilo da polica 73 crime, quo segundo i ordem
dis 'uinarcas se dividem pelo inoJo seguinle :
I.' niiilai'.l. :
ORDEM DO DIA,
Acii-in Ki-sijiuda a liora para a primeira parle,
passa-sa a
Segunda parle.
Enlra em segunda discussao o seguinle proj'do :
A asemhlea geral legislativa resolve ;
Artigo nico. Fica o governo auturisado para
daposilar no Banco do Brasil e sus canas filia-.
as sommis disponivei que liver no llusouro e ihe-
souraria da fazenda das provincias, conlralando a
abertura de conta* corremos rom os juro.
n Pajo do senado em 10 de julho de 1857.Ma-
noel Ignacio Cvale.nli do Lacerta, presidente.
Jos da Silva Mafra, primeira serrelurio.Manoel
dos Santos Martn! Vallasquet, segundo secrcla-
rio.
Orou o Sr. Gomes de Souza.
O projeclo he approvado para passar a terceira
dispus.-ao.
OSr. Marcoudes pede e obtem dispensa do in-
tersticio para o projecto ser dado para ordem do dia
de amanhaa.
Tendo-se esgolado a materia dada para secunda
parle da ordem do di, passa-se a
Primeira parle.
. Procedendo-si a volarao do reqaermenlo de adia-
manto, nfferecdo pelo Sr Marlinho ao projeclo qoe
coneide um empreslmo de 400:(MKis nhia Pona d'Area, he o mesmo rejeilado.
Continua a segunda discussao do projeclo,
Oraram os Sn. Gomes de Sauza, barao de Maua
l Marlinho.
Poslo a votos o projeclo, he approvado com a e-
raenda do Sr. Alcntara Machado, sendo rrjeilada a
do Sr. Vidala.
Entrando em discoisao o artigo addtvo offerecido
pelo Sr. Virialo, lira encerrado, nao se podendo vo-
lar por nao haver numero.
O Sr. Praiidente d para ordem do dia :
Primeira parle.Volarlo do artigo additivo ao
prajerlo n. 27 desle anno," cuja discussao ficou en-
cerrada ;
Terceira discussao do projeclo do senado n. (2
desle anno, qoe aulnrisa o governo para depositar no
Banco do Brasil e ua caxas filiis as lommai dis-
poniviis qae liver no tbesouro o tliesourarias das
provincias, contratando a abertura de contas corre-
les com juros ;
As materias anteriormaote designadas.
Segunda parle.Segunda discuta, da proposta
do orjamento na parle relativa as despezas do mi-
nisterio do imperio.
Levanta-se a Metilo ns 2 horas e tres qaarlo.
RELrvroaio
iprescnlado a astemblea geral legislati-
va provincial da Parahiba do Norte na
sessao ordinaria de 1 S~>7, pelo E\m. vi-
ce-presideate da provincia, Dr. Manoel
Clemenlino Carnciro da Cunlia.
Mui digno senhnres membrus da assembla legis-
lativa provincial.Em cumprimenln do preceilo da
lei de 12 de agotlo de ISitl, acta addieional), venlio
hoje peranle esla Ilustra la assembla ex.mr o es
.-! 1
4.a
6.
lo
6
B
12
73
Segundo sua qualdade os 75 crimei se classilicam
pila forma aiguinll :
Homicidios......
Tenlaiivasde homicidio. .
Ferunenlos graves .
Ferunentos leve.....
Furlos........
I .ubii........
Tentativa de roubo ....
Rapios........
luill'.l'.ll ,,...,.
16
'.I
13
.'
1
li
-)
I
syslema que nos rege, d'amor a ordem, de respeilo mporlautissmo e digno di loda a atlenjaodos po-
1 deres do eslado.
Covm para resnlaridade do servijo cuidar seria-
mente em substituir o syslenta da polica, que te-
mo, pur oulro. que consulte .leudamente suas exi-
gencia. A importancia da Iranquilii lade publica
e dos dreilos individala justifica bem qualquer ia-
crificio rininctiro qoe Iraga a reforma.
Lila- feita a expeenca, e hoje nao he dado'dov-
dar a qaem liver pratiri da administrajao da poli-
ca, que o actual systima da saa organisajiio nao cor-
responda inteirainente aos fin, a que he destinado.
l'reenchidos como sao os cargos policiaes no inte-
rior, em algumas parles nao se encontra o necessa-
rio zelo, inleresse e dedicajao pelo servijo, e em
oulras aulo.idades fica quasi tm abandono Raras
veze o rntrecimento se pretlaas exigencia do bem
publico. O exercicio praveilon da aoloridade poli-
cial nal toas condijdes aclaaes ha um sacrificio 13o
pesado, que nao la consegu fcilmente. Deve-se
ler em grande aprejoe estima aquella qua a elle n
sujeita.
He grande a difliculdade para preeneber bem os
cargos policiaes. Em geral ha falta de um pessioal
sullicentemeole habilitado e imparcial. Quasi sem-
pre recatan) as ni.meariics os que es(3o nasverdade-
condijes do servir.
Cresce as vezes o ombarajo, porque a intriga, a
calumnia e os ciumes das localidades .idullcram os
fados, inredam a sluajfio e concorrem para dar va-
lor circomslaucias, que niio avultariam sem o espi-
rito de maligoldade, qui so encontra com reparo em
pessoa, que por sua posicSo i deviam coniullar o
inleresse publico.
Km algumas provincias se ha recorrido ao expe-
diente de nomear para os cargos policiaes militares,
enrarreua los do caminando dos destacamenlos. Esle
s\ -lema, que lera apreseulado resullado ptoveitoso,
fui recebioo lambem nesla provincia ; e be por meio
delle que se ha conseguido dar mais forja a aulori-
dode cintra o crime, e conserva-la era gcial f.'.ra dos
capricho das Incalida Je, que as vezes podem com
inleresse esli providencia. E de certa convera ex-
lon le-la mais, 9.ac-so I ouvessem mililares em nu-
mero sufliciei!." para esta commissao, que he um
verda eiro sacrificio.
Nesle estado .le cousas e de difikulilades, que cer-
ca a administrajao, compre confessar, que mo he
pouco o quo coiisegue a aulondade. Manlem a paz
pnhlira, previne e pune o cuino. Se ha defeilos,
lambem ha beneficios, 'qub nao envera desconhe-
cer.
Ha na provine:,! 1(1 lelegacias e i3 subdelegada,
que ajudain ao chele de polica no deiempeubo de
seu diflicil encargo. Era esta a occatao competente
para detaihadamenle expor o jervijo da polica em
lodo o auno ultimo. Seria proveiloso esle Irabalho
para bem apreciardes o valor di sua aejao, que ac-
lualmenti m he coDbecido pelo tstado em que se a-
cha a sociedad!.
Si-ilo declarar vos qae s3o incompletos os dados,
qne possue a a luiinisliai.ao sobre isla materia. A
rcpailijao central nao receba com rcgulard-de in-
fotmajao sobre o Iralialio da polica uas sua duai
especies adminslraliva e judiciaria, e os que lem
nao merecen) inleira conhanra Pens assim em vis-
ta dos defcitus de laa organisaj3o.
Os Irahalbos da polica judiciana s3o os maii co-
nliecidus, e nesla mesma especie n3o ha exaclidao
as nform.-ijes. Ha maii alguma precisao no ai-
-.implo, de que Irala o^2' do artigo 3 do regula-
menlo de 31 de Janeiro Je 1812. Occupar-me-hei
dilla apena para apresentar um Irabalho aproxima-
do a veidade, restnogindo-me eulretanlo aos casos
mais grave. Dos iniciados nos crimes commellidos
em o anno passado foram prezos 50 individuos, que
segundo a qoalidade dos delicio) se clasificam do
modo seguiuli:
Por crime de homicidio......7
Por lenlaliva do mesmo crime. ... 5
Por ferimenlos graves'....., H
Por fenmenlos e oUensas Tsicas levei. 15
Por crlmo di roubo.......2
Por finio...........1
Por orim de rapio.......4
Por tumulto..........8
50
Foram prezos por crimes commellidos nesla pro-
vincia em unios interior IOO criminosos, quo segun-
do a naiurczt de seus crimes ie devidem pela* forma
seguinle :
Por crime de homicidio. 4i
Por tentativa do mesmo crime. I>
Por l.-iiui 111 grave, ... 12
Por ferimentos leves. .... 12
Por crime de roubo..... 5
Por furto........ 13
Pur lirada de prezos..... h
Por elellionalo...... 2
Vor injuria. ..*.... 1
Pur armas defezas..... 1
Por mine* n3o especificados
precisamente n is communica-
joes.......... II
100
A policir' capturou tambem em 185o dez crimino-
sos da pros incia do Cear, do quaes seis delinqui-
rn) em homicidio da provincia de Pernamhuco, no-
vados qoaes encorreram em crime di homicidio
seis e um de cada urna das provincias de Alagoas e
Rio Grande do Morte, tambera criminosos por aquel-
le delicio. Alm deslas prizoes fizeram-se outras em
desertores, cujo numero nao he pequeo. Nao he
designado, porque lobre esta especie ha confu^ao nos
asienlamintos.
No primriro iemelri do anno, que corre, foram
capturados 13(1 crimii osos, dos quaes 'i sao indi-
ciadoi era leudos commttlidos no mesmo semestre,
111 ni rursns em crimes praticados em oulro annos e
IG desertores do exercilo. Os primeirus se qaalifi-
cam im allenjo aos seos crimes pela forma se-
guinle :
Por homicidio....... 3
Por tentativa de homicidio. 2
Por fermenlos graves. ... (i
Por fermenlos e offeosas tsicas
leves......... 8
Por crime de rapio..... l
Por crime d! roubo..... 2
Por lentaliva de roubo. ... 2
Por fuga de prezos..... 5
"
Em panno de 1H} o homicidios monlaram a 51,
em 1855 deiccram 32, e em 18Vi foi menor o nu-
mero delles, ficou reduzido Id. E*le resultado he
animador.
He m lavel i drainuijao que houve nos homici-
dios no ultimo auno. Talvez eja isln em parla de-
vido a especialidade de urna causa que se deu. A
epidemia qoe reinou nosla provincia o anno paa-
do, infundio o terror por Inda a parle, desiiio mu-
las vicliraas e criminosos, i'cnn-inellendo princi-
palmente a classe que mais dados ollerecc a eslalisli-
ca crimina!.
Como quer que seja o algarismos que ficam apon-
lados, convencem qua a segur.inja pessoal me-
lhora.
No I." icmesire do correnlo anno, segundo as
parlicipajes di polica, cominelleraai-se (i3 crimes,
que segundo a ordem das comarcas so dcsllnguem
do modo sitjuinle :
I. comarca. .
2.a 11 .
3.
5.a
5."
(i.a
19
12
13
II
(i
6.1
Estes crimes segundo saa qualidade so classifieam
da forma seguinle :
Homicidios.......
Tentativas de homicidio .
Fermenlos graves.....
F'erimenlos e ollensas pbisicas le-
ves .........
..apto.........
II un i.........
Tentativas de roubo.....
Aborto.........
desistencia........
Faga e lirada de presos. .
I-'
3
10
21
I
1
a
i
(3
seu, ofiieiaes nomea.los subdelega los e delegado, I ,arto rtn, negocio pblicos e indicaras providencial
aha.o conlra qoe damou era o anuo passado, e que de qe mai9 proci.a a ,,rovlnciJ para se me|hjra.
subsista apitar das orden* do governo, e inteira- ment,
mente conlra o disposlo no proprio regulamenlo do
ajmlante-general
O orador enlende que he urna burla a reducj.lo
da forja, quando a guarda nacional a -ub-lilue, e ha
mu. prajas qae recebem o suido dubrado.
Diz o nobre senador quo a provincia di M-to-
Grosio nao podo ditpensar o numero de doui mil ho-
inatis na adualid.ide, sopposto enlenda que a moilo
mais i deve elevar, do que nao podi eslar longe o
governc.
A falla de polica em Mato-Grosso faz com qaa
Era esle o resultado que divia altingr esle Ira-
balho, masque de ce.lo nao consegu.
A deficenria natural de seu autor concorre para
que seja falho e incompleto.
Si n3o exitissa aquella causa para sua imperfei-
jo,anda nssim seria defeitoosa, porque no prazo de
pouco mais de Ir mezes, dorante o qual oceupo a
endeira da preiidincia desta provincia, naop.dia
reunir ns dado i isclarecimeuios precisos para bem
formar um joizo sobre o variados ramos da admi-
nistrajao publica e necessidades da provincia.
Entre o homicidios praticados ne-le semestre ha
um parricidio e um commetiido cora veneno. A
pervecidade humana nao enronlra limites em seus
clculos. Todaa as consideracts s.lo desalan-
didas.
A cemboajao dos algaliamos criminis, que se
conlm no 1. semestre desle anno e dos do anno
passado, prova a existencia la causa extraordinaria,
di que tralei, para qui estesdcscessem lanto na es-
pecie mai grave, visto que nao ha oulra razao sulll-
ciente para se explicar a ilifferenja que se ola no
l. semeslre dele anuo.
Knlrelanto, he sempre em favor delle o resallado
de sua comparajao com os annos anliriores dos cri-
mes mais grave.
Os crimes mais friquen!* s3o os conlra a pissoa.
Os registro da polieia combinan) nesla parte com os
algarismos dos julgamenloi criminae. A seguran-
ra individual, poi, precisa de ser consolidada.
Nao altrbuo a frequencia dos crimes eulte ni
A traque/1 da leis pial.
Em giral as pinas decrelada em o noso cdigo
esl3o em proporrao cora a medida dos delictos, sao
-uil -i Miles para ras'tigo dos criminosos, e para con-
le-los em seus clculos do perversidadp.
A multiplicidad! doi crime provena de cansas di-
versas, moraei, poltica, maleiiaes, naluraes e ar-
tificiis.
Sobro esla materia retiro me a expoic3ojunta,
qoe na qualidade do chefe de pelicia eonfaccionei,
aceren da eslallllica dos julgamenlos criminis.
Quando che^uei i esla provincia vagava un parle
da lerceira e quarla comarcas um siquilo de crimi-
noso, capitanea los pelos filhos do finado Sebasliao
l.ins, de Inste celt-hridade. Protegidos em diversos
lugares eonseguira.n sempre aquellos chminosos illu-
dir a aejao da auloridade.
A exposija que recebi im ft de abril ultimo con-
signa sle fado e a prsao de algn- dellei, dos
quaes doas eram sentenciados evadidos das primes.
Hoje esla' dissolvido o bando do criminoso. Foram
presos doiischefes delle,de mais nomeada,Flix Lius
Joao de Gandre, e os oulro io ausentaran), deian-
do deado os habilanles das paragen, por
onde andavam. O ultimo ja' se acha sentenciado
I por crime di homicidio. O primeimeiro he con-
Oi 111 deslngu*m-se do modo itguinli
Por homicidio. . 13
Por tentativa de mmicidio. . 1
Por firimenlos g raves. . 5
Por feriiumlos e offensas Tsicas
leves. , ..... '->
Por estupro. . . , -
Ilaplo. . ... 3
Por iujuiia. . . . 1
Por furlo. . 11
Koubo. . .... i
H
Poligamia. . i
Armas defezis. . 5
Arrrmbamenlo d t cadeia. . 1
(.rime contra a liberdade indi-
vidual. . . 1
Fugl de prezos. 1
Crimes n3o espec fi-ados devida-
meule na parlecipajao. . 11
III
Entre esle criminosos ss cnnlam da provincia de
Peroambuco seis, undo dous por homicidio, um por
pode sir fdla com regularidad! a sem atropello. A
ponlualidade, quo si nota no cumprnaeolo desle
Irabalho he devida a dedicajao das prajas e seu* di-
gnos commandante.
MeiO l.alalliao.
Nao se acha completo. Fallam-lhe 68 prajas. Sen
isladn efleclivo he di 2l'i pracas. Grande parle des-
ta forja el destcala pelo centro sda provincia ao
servijo da polica, que muito Ihe deve.
Os recrulas qae se ipuram, iDo enviados para a
corle.Delles nao sa lram os precisas para com-
pletar o meio batalhao, porque seguem-ie logo di-
sirji ao asseolamenlo de praja. Raros s.lo os qoe
se demoran) no qnartel algam lempo.
Em dala de 9 de junho uliimo, levei ao conheci-
menlo do governo imperial a falla d; gente, qua
senle o meio batalhao, e pedi que se fizesse soppri-
monlo das prajas pelo modo indicado no decreto n.
1089 da lido dizimbro de 1852, acompanhado do
aviso de 7 de jane.ro de 1853. Ha justo que venham
de oulras provincias recrulai em lubililuijao qne sa
apurara aqui.
Corpo di polica.
O numero de prajas di que se cumple adaalmtn-
ll ha de 121, fallando para seu e-lado completo que
lie de 155, 34.
Ha manifislamenle insufliciend para o servico di
polica o numero da prajas qui tem o corpo. Esla
difliculdade cada da vai crescendo porque no ha
quem se oflereja p>ra servir* nelle. Nao convem
desuar para iste corpo recrulas dentro os que se a-
puram. Esle pro-e.lmenlo facilila as deierjOes, a
nao dii em regra bons soldado!.
Presentemente estilo com os seos engajamenlos
lindos 38 prajas. Quasi todos requer-im baixa. lNem
um i ainda a blete dorante o lempo de minha
adminialrajao. S? por esle motivse concedessem
baixas sem a condijSo da snhsliloijao a que so sa-
jeilam ns soldados no arlo de assiular praca, o cor-
po ao dissolvnia em pouco lempo.
Entretanto compre reconhecer, que ell estado da
cousas ii.lo deve continuar. As difllculdades. em
conseguir as baixas depois di c incluid* o prato do
o '...mmenlo, desacreditan) mais o servico do corpo
de policio, cuja vanlagem para o soldado he apenas a
retribuir j pecuniaria. Nao ha nelle urna carreira
fundada, e vanlageus futuras, qne convidem ptssoas
morigeradas.
Convm lomar na devida considerajSo esle ai-
otnpto e habilitar a adminislrarSo pira ler em sin
eslado completo o corpo de polica. Se nSo fossem
impregadas no servijo dos destacamentos prajas do
meio halalhao, era maiores embarajos se adiara o
poder. Era quasi impossivdl alten ler as necesida-
des do servijo.
A cao>a do fado, que menciona, esla no mesqni-
nlio v encmenlo do soldado, qoe nao convida concor-
rentcs. A r-lnbuiclo que d a provincia aoioldido
do corp i de polica, nao corresponde rlualmenie ao
prejo do lrab?lho. Se n3o f ir augmentada nao se
conseguir o pr.eiirhiuieuio das vagas qoe h.
N.lo me animo a indicar o augmento da larca da
polica. Os nosios recursos financiiro nao compor-
lariam lalvez use accrescimo de despeza. Mis sem
retribuir devhlimenle ao soldado n.lo lia possivel
in.ml r o corpo no seu eslado completo, como lano
'se loma preciso.
O quarlel em qoe esl alojado o corpo he sufli-
ci-Mile para accommolar ai suas duai companhias.
Precisa lodavia de algn reparos e encorios que
sem grande cusi se pode proceder para melho-
ra-l.
Nao esla eslabelecido regularmcnlo o sorvijo da
divia de cavallaria. Depende esle inelli. ran.enlo
da ca vallar ira ain la em edificaran.
Em data de 12 di feverero uliimo deu a presi-
dencia novo regulamenlo ao corpo. Esle Irabalho
vai senil., oieculado. Ainda nao he lempo de apre-
ciar em loda sua exlensao aa vaulagen, que tiouia
ao servijo. Mas tarde a experiencia confirmar oa
fun lamentos di suas dispoiijde, e habiltala ao po-
der para decidir das allerajfiea que se Ihe deram
fazer. Acerca da ordem do processo, na pirli rela-
tiva ao d. junta de recurso, lalviz foisi prudente
isl.'.bileeer alguma modificajao para po lo de con-
formidade com o qae sa sgalo ail as juntas de
juslija, entretanto nao mi animo a emprrhen-
de-la. Convim esperar pela experiencia nesle as-
suraplo.
Submetlo ao vosso conhecimenlo a etpoijao, que
me dirigi o digno coramandante do eorpo sobre o
ita estado. Por ella conhecereii bem o que be a
nossa forja de polica, i os milhoramenlos que pro-
pe, e qui intrego vossa apreciajSo.
Guarda nacional.
Os dado e informajOes, que lenho presente!, nao
sao favoraveis a boa e regalar organiajao desla mi-
licia cvica, qaa deve ser tirada do eatado de abali-
meulo, em qoe caho, e em que ainda jaz em muilo
logares. Em geral parece que se considea o servijo
da guarda nacional, mais como um recorso para dis-
tribuir grajas e f.ivares, conseguir influencia nts lo-
calidades, do que como um meio de ajudar a adrai-
oislrajao publica no cumpriminlo de seu pesados
encargos. Conseguido os pollos e paleles, nao
pr.?m o ofiiciaes, no cumpriminlo de sem deveres
o mesmo empenho, qae turnara em alcanja los.
He prova da irregularidad!, que existe nesle eer-
vijo, o descuido qae ha em se proceder ao alista-
minio dos guardas. Raro be o lugar em que si pro-
ced a revisao da qualilienjao. A informan.!* qua
exig sobre esla materia no proposito di dar ixecu-
jao a lii de 19 di selembro de 1850, me lia bol tam
para formar esle joizo. He digno de loda allmjao
e-le assomplo, e merece os cuidados do governo.
llevo lodavia registrar nesle documento, que faz
cxcepjao do litado que fica deicrpto, o I- batalhao
da guarda nacional dula cidadi. Acha-se fardado,
armado, e lim alguma disciplina. Presta-se com
sacrificio a eoadjuvar ao meio batalhao na goarui-
j3o da cidade. Seu digno commandante e v-lliciaei
miricim ilogioi.
Dipois da atpoiisao qua recebi em 9 de abril dista
anno, foi.nomeado o lenente-coronil commandante
do 3* batalhao da guarda naciooa desta muni-
cipio.
K-iao vagos os lagares de commandante superior
da 5. i 6." comarcas, e de tenente-eoronel chefa
de estado-maior do municipio da Independencia.
O mappa sob n. indica toda a organisajao da guar-
da nacional desla provincia e o tstado em que le
aclis.
Pri lijes.
Casas particulares, tomadas por alugnel, e edifi-
cios de proprledade publica sem coi.dijes de com-
ino lid ..le. seguranja, salubridad! e moralidad!cons-
lilaem nclaalmenle as piisde* da provincia. O sabio
precaito do arl. 179 21 da constltqijo do imperio
sobre esle assumplu n3o ple ainda ser encolado,
e nossas miiiguadas e deficientes rendas nao oll'i
recera o recursos precisos para de ama vez se'pr
termo a esle mal, qoe eslorta a marcha regalar do
servico publico.
Sao as primes necessidades urgentes a isdeclina-
veis para a proGcuidada da aceito da poltica a da
joilija criminal, que sem ellas se torna impolenle.
Sua falla he um elemento poderoso de impuni-
dad!.
Chamo voia allenrao para esla materia, que lie
digna da solicitada dula atsembla.
Nao ha era loda a provincia urna s casa de pti-.lo
para iiecujo de pinas. Em at nossas cadeias, qua
servim ao mismo lempo de casal de delincan, ajo
recibidos os criminosos, depoi de condemnados de-
finitivamente, para soflrerem o castigo do delicio
cnmmellido. Esla reunan contraria aos inliresse
da sociedad!, dos mesmos condamnados e aos prin-
cipios hoje recibido, t acha descolpa na insufli-
ciencia de nossa finanjns.
Seria um melliorameiilo notavel para a provincia
a fuinlaja i de orna caa de etecujao de penas, de
urna ptisao penitenciaria que se recolhesssm os
condemnados. Sem grandes propoijOes que da cirio
ttcedem as forjas e litoajao da provincia, i lambem
ai exigencia do servijo, n3o he ela creajao orna
iinpossibilidade, o poslo qoe lentamente poda sec
levada a etTeilo.
N3o lemos casa de delenrao regulare, e tddo
quanto ha a e-le respeil-i, se reduz ds nossas cadeias
no eslado deploravil em que se arham.
No relalorio, que confeccione^ na qualidade de
chifi di polica, em 4 de marjo uliimo em cumpri-
mento do arl. 151 do regulamenlo n. 120 de 31 da
Janeiro de 1S2, informal dctalhadaminle o que sao
.s cadeias exslinle em cada om dos municipios da
provincia, e qui servijo prntaram im o anuo pli-
sado. Junto isle Irabalho a esta exposijSo. Nelle le
contera os erhricmenlos que devia dar agnr.
Para corrgir s defeilos. nmeidos lalvez de infor-
iii." '"'* inexactas e dados fugitivos qui ntviram de
bas a aquelle Irabalho, recorr aos juizes de direilo
da provincia, olcilando delles orna apoj3o sobre
ai cadeias de suai commarcai. Ai reipoitti recebi-
'
rio
lo,
fe-








v


-



dai confirman! ti idea qoe emitti entao com as pe-1 aprsenlo o roappa o. que se refere ana ciime<, pro-
quenas alltrarfle que passo a consignar. cesando* nos lermoa do artigo 20} do cdigo do pro-
DIARIO DK PBRNAMBbCO QIARTA PBIMA Ifl DE ACORTO DE .851
No municipio de lhaudra sitiera piradti e
principio de urna obra destinada para prisao. Sem
grande despendi podia ser acabada e convenida fin
eadeia para presos de peuia importancia. A eadeia
nova desta cidade, qoe era cerl.imenle o roelbor edi-
ficio desla especie na provincia, recebeu alguna me-
Ihoramentoa depois de minba eipusicao ubre illa.
DelermiDei que ae converlesse em reparlunenlos
proprioa para prisoet o segundo radar. qut part ialo
nao linba aa uecessariat condicOti. 9t hoje neate
edificio quatorie prisott, em lugar de tele que ti-
rilla. A clastillcacao doa presos ficar asaim mais re-
gular.
Nao he poitivel mais o cuncerlo da eadeia de S.
Joao. No estado em que ae acba ele edificio, seria
perd.i e Irabalho sem proveilo d.'.r-se-lbe o menor
leparo.
ijua-i todos os municipios caieeem de cadeiai, o
na imposeibilidade de dotar-ae a todoa desle recurao,
compre piefeiir aquellas, que pela etpecialldade de
euae circuraslancias e tocalidade eslejam no caso de
er priraeirameote atlendidos.
A segonda cominea nao lein urna s cadela conve-
nientemente construida. A quera setla precisan
absolutamente de casa de prisao. Antes de onlras
cnivem cuidar na fundarn destas cadeias.
Pedi aos juizes de direito da quera e seita co-
marcas luf.irn ic/ie para servir de base ao ornamen-
to de cadeias para ellas e nao me apressei em man-
dar proceder a este Irabalho, porque os fundos vota-
dos na|lei do ornamento vigente ja esiaoeinptnhads
em oulroi serviros de subido valor. Nao quit roa-
correr para embarazar a administrara,, das fnancat
d provinci.i.
Deiando departe oatraa relleiet appiicaveia ao
assumpto, apenas acrescento, que conviria que as
cadeias fossem divididas em duas classes, conforme a
importancia da localidade em que se liuuveisem de
Tundar, e qoe para cada urna daslas clastes se desse
nm modelo e tyslema commum. Sem esta condicao
u3o se eslabeleee a uniformidade, que tanto convem
nesla maleria.
ivisao civil indiciara t ecclesiastica.
epois dos ltimos liabalhoa desla atteiublca nao
nouve alleracao no assumpto de que ineoccupo.
Conterva-ie no mesmo estado, referido no relal
ces Apenas liouveram dous crimcs de injuria, com-
mellidos por dous reos, dos quera um fui coiulemiia-
do e oulro absolvido Esta simples enunciadlo bas-
ta para convencer dos deleito e iregulandde que
lia ueste servico.
Promotores pblicos.
Esiao preencbidas lodas as promolora. Salvo o
da lerreira comarca, os demais promotores esli no
eiercleio dos -cus cargos.
O defitos da organiacao das promolorias publi-
cas sao assomplos, que prendem os cuidados do tpi-
verno imperial. Todos reconliecem que ha fallas
desla especie. Ellas nr3o suppridas, cuno o recla-
ma a admini.iracao da justici wlminal, quando
esliverem feuos todos os esludos sobre a mate-
ria.
InglruccSo poblica.
lie este um doa assumplos qoe mais deve pren-
der os cuidados e solieitude do poder pela sua im-
portancia.
Cada um denos condece perfeilamenlo o valor da
intlrurcao. Seria abusar de vossa paciencia gas-
tar palavras em chamar sobre ella vossa allon-
cilo.
Nesla provincia, como em onlras do imperio, este
assumpto (em merecido os coidaloi da administra-
cao. O seo melhorainenlo he um empenbo eonstau-
(e, e una diflieuldadi. Por muilo que se eslude a
materia, que se combinen), e criem rrgrai novas, os
faclos nao bao de corresponder por ora deviitomenle
as vistas do poder. Os embaraces prsticos nioco-
nhecidos, Iranslornam os mientas 01 mais bem re-
lolvidot.
liega o movimenlo do ensinn publico octuelmen-
te, lano na parle piimaria, como secundaria, o re-
gulamenlode II doinairode 1852. Pequeas alte-
rarles lem jodiido.
lienelle que se deve encontrara lolucao das
quesl6s, relativa au plano dus esludos, pessoal en-
carregado de os dirigir, (.tu giiverno) disciplina, eco-
nnmia e rgimen da< eseolas. A cas em garal se
podem reducir as queslOet, que se prendem a ma-
teria sojella.
Pareea-mr, que nem urna daqueilas especies he
devidameiile i i,......i,i.: no regulameiito citado.
.Lo raapp" 1ae ,0' ful arresentado o anuo pas- Convem qun hajaui altzuraas SlleracAet. Posto que
fosse um inelhnraiiicnii nolavel na poca, em que
loi publicado pan llrar o entino publico da deiur-
ganliaijao, em que so rliava, nao est lodavia boje
aquello regalatnenlo a paralo adiamntenlo, que no
impeli receben a inilmi rao com o decreto, que.
sobre ella dea o governo impeiial em 17 da teverei-
ro de I8H
Entre
sado.
Tem a provincia 6 comarcas, 18 municipios, com-
pondo 16 lermos, ou jolgadot, 4 cidade 18 villas e
zb iregaezias.
A roodilcacao que a lei provincial n. 12 de 6 de
outubro de 18">6' aulorisuu na circuin-cripc.no terri-
torial de diversos munieipim'para harmouier a divi-
Jlo civil e ecclesiastica de Alaga Nova, anda na j foi
levado a elTeilo. Depende-esto negocio de intorrai-
Oes exigidas, que al o prsenle nao foram rece-
bidas.
No tenlio dados segaros a bem definidos para for-
mar um juizo acertado sobre n conveniencia dn con
oervacao oa alleracao do que existe feilo nesla ma-
teria. O cjrlu prazo de tres mezes de minha admi-
nistrado he lempo insuflicieule para resolver com
acert esta especie em lodos os saus ramos.
Com referencia a divisao judiciaria nutro a eon-
vicc,ao que talvet fosse prudente empreeuder- algo-
ma modificaban, mas recelando anunciar um juizo
pouco fundado em assumpto lao imporlanle, que
deve ler em vista a eonceiitcarao e despersao da po-
pulado, a exlmiato-do territorio a outras eirrums-
lancids, incliuo-me pela couaerva(So da aclualidade.
Sem grave prijuio pode ser adiada para mais larde
a correccao de seos defeilos.
Eaislem ainda sem conselho de jurados e foro ci-
vil os municipios da Alhandra e Coilc. A cmara
desle solicitoo a creara daqueilas instiluicOes. Sua
represinlaraj nao foi alleudida, porque nao havia
apurado o numero da jurados de que Irala o arl. ,'il
da le de :) de dezembro de 1811, e regulamenlo n.
-'76 da 21 de marro de 1813.
Adininislracflo dajusliga.
Juizei de tfirei/o.
Eslao providas de jaizes dedireilo as seis comar-
cas da provincia. O da lerceira ainda nao compare-
ceu para lomar conta de seu emprego, e o da qnipta
acha-se encarregado interinamente da reparlicao da
polica.
Os juzes de direito da primeira, segunda, quarla
sezla comarcas eslo no efTeclivo extreicio de seus
lagares, o que he ama vanlagem para o servico da
jutlioa, cuja marcha se torna mais reguhr com a
presenca dus magiilradus incumbidos de saa admi-
nislracao.
A estada dos jozes de direito as comarcas do in-
terior he urna necessidada de primeira ordem para a
administrado em lodos os seus ramos. A falla que
nesla parte menciona a expsita que racebi em !)
de abril ultimo, vai desapparecendo.
O mappa n. coniem os julgamenlus proferidos pe-
los joizes de direito sobre crimes de responsabilida-
de em o anno passado. Apenai foi julgado nm cri-
me enmmeUido pelo carcereiro da eadeia drsla
cidade.
Foram jalgados improcedentes doos processos,
que por enme de peculalo e prevaricacao se loslau-
raram.
Esles dados, te exprmem a verdade, sao mal fa-
voraveis a boa ordem e adminislracao publica. Nao
lia motivo para censurar us agentes da autoridad,
cojas faltas tsiao sob a jarisdicr.au das juizes de di-
reito, se m tao pequeo numero sao os seas etros
de cilicio.
Pareee-me lodavia que os algarismos do mappa
nao conlm toda a verdade. Elles seriam maiores se
houvesse severidade na punicao dos crimes desla
ordem. He de crer que d'ora em dianle avalle mais
a estalUlica criminal tiesta parte, porque a presenca
dos juizet de direito em suns comarcas cencorrer pa-
ra se conhecer deeles crimes.
Em lodo o anno pessado no se julgou um s dos
crimes, que por eua especialidade esiao sob a juris-
dicrao dos juzes de direito.
Juila* municipaes.
S3o 1G os'municipios, que teem foro civil, e eslo
sob a jurisdiccao de dez jaizes municipaes letrados.
Ilaalgunsqueteemsob sua joritdiccao tres muni-
cipios muilo distantes uns dos oulros.
Este citado de cousat he pouco favoravel a admi-
nislracao da jostica. Pendem de decisao do govern
imperial, conforme consla da exposicao que recebi
em 9 de abril, proposlas para separarao de alguns
termos. Ha de crer que sejam allondi fas.
Esl vago actualmente o lugar de juiz municipal
dos termos do Pilar e Inga. O de Campia Grande
pedio demiss.lo.
Qoizera poder dsr-vos um juio seguro sobre a
marcha da juslica nesla parte, mas faltara me dados
precisos para enunciar meu pensamento sem correr
o risco do errp. Enlrelanlo ngo posso oceollar-vos
que lia queixas contra o exercicio das funccSes dos
jones mnnlcipaet.
No que diz respailo a juslica criminal ellas (Jo
lundaclas. Muilas vetes as decisOes dos juizes muni-
cipaes leeir inulilisado es esforcos da polica, inno-
cenlaudo criminosos tujeiloi a ac^ao da aulorldade.
Islote da repelidas vezes, quando o exercicio do car-
go cabe aos sopplentes dos juizet monlcipnes. A au-
sencia dos jaizes lelrndos de seus Itrmos olleude
multo o iervi(n publico.
Na parte civil exitlein lambem queixas, lano pe-
lo que se refere ao cerlo das decisoes, como a de-
mora dallas, que he ora grave mal. Creio que estas
quenas teem algum fundamento. Nao pode ser bem
dirigida a marcha da juslisa, quando nao he, como
lem succedido nesla provincia"por muilo lempo ad-
ministrada por juizes letrados.*
Com o fim de conhecer em que eslido se acha o
servico dos juizes municipaes, exped em maio urna
circular para lodos os termos, pedindo informaces
tobre o numero de auditnciat, que sederam nos tres
ltimos annos. O resultado desle exame he pouco
favoravel administraran da jostica, se I I lis de
audiencias be um dado couvenieue para se ajuizar
de sua marcha.
He o termo de Pianr um dos em qoe mais au-
diencias se dao. Nesla especie ganha crdito, que
Ihe falla em oulros ramos do ervieo publico.
Em geral ha pnucas audiencias nos juizos munici-
paes. Em alguns termos u numero das audien-
cias desceu al nm durante nm anua inleirn. At-
aja succedeu nos lermos de Paltos e Pombal.
Anda na recebi lodat as infbrmacOea, e logo
qua consegu-las lomarei ama deliberacao cerca
detla materia, que merece lodi a allenrao.
Jory.
Em lodo o anno pastado liouveram dezetele ses-
?oo! de jurados nos diflerentes termos da provincia.
Deixnu de tunecionar o jur\ em dous municipios-
Calote do Koclia, e Alagoa Novae aptnas nosde
> Joao e Mamangoape se reonio numero de vezes
determinado no artigo 316 do cdigo do processo
criminal.
O mappa N moslra os jolg'aroenlos proferidos pelo
jury cru o anno pa-sado. Nao comprehende os que
se profenram n, lermo da Inlependencia, porque
nao foram reinellidos k secretaria da polica os d.-
ilos preciso, apezar das eiigencias, que se fize-
ram. '
l'oram julgados 77 processos, que compreliende-
rara 8, rrinie., dos quaes tao pblicos 7, particula-
res j>, e policiaca 8.
nos na eti esl-becida a divisa do en-
ino primario tm dons grao. He conveniente esta
medida como nm pre|)ar para a carreira das prn-
lissts induslnaes, e por conler um germen da ins-
iriircao prollssional, que lauto reclamam nossas ne-
cessidades, e lia quese.n.ii> pode prescindir na poca
actual. O ensina no primeiro gio deve couler prin-
cipie do dnitrina chrislOa e moral, leilura, escripia,
elementos de fcramir.alicanacional, e de calculo, o
tyslema legal dos peso e medidas. O do segundo
grau alom daqoelles principios deva rompreliender
lambem elementos de geometra e suas applicac,es
usuaes, especialmenle o deseubo.a aurimeniura, no-
cSet das sciencias physicas, e da bitloria natural,
applicadat aos utos da 'vida, elementos de historia, e
geogrsphia etr. ele.
No quo diz respeilo ao governo do entino ha me-
didas importante, a adoptar.
O que primeiro se ola, tratando desla qnetl.lo.
he a iiisulliriencia dos meslres. Nenliuma provi-
dencia se lomnu para formar nm bom pessoal no
raagislariu. Nao ao para ito bastantes os exames,
e provas de insofflciencia, que se ei-era. Alm do
merecimenlo inlelleclual deve ler o meslre baldos
e pralicas proprias da prosso. E'tas nao se en-
conlram em qualquer individuo, criam-se com a
durara >r >| lli.
Se a inttiluicao das escolas normaet excedem as
ror<;as das nossas ('mancas, de tyslema dos profesa-
res adjunelos, ou alumnot-mesires algum resollado
te pode conseguir. Convem emprebender algum
melhoramenlo uestt sentido, poiqua no ensiuo os
professores s3o ludo.
Como etla, ha outras faltas, qie deixo de men-
cionar, por julga-lo desnecessano. Seria por de-
mais .longo dticeralodas as particularidades da
qucsMo.
Estas observares nao teem por fim indicar a ne-
eessidade de reformas, que ja reronhecetles na lei,
que se publicou em 4 de outubro de 1856, mas a
da conservarlo da aulorisacao concedida.
Anda nao fo curaprido o pr-ceito dxqotlla lei.
A maleria he grave, e nao pode ser retolvida de
promplo. Enlendo qoe neste assumpto devenios
nos aproximar o mais poseivel o regolamento ex-
pedido pelo governo geral ; guardando enlrelanlo
a tiluacao de nossas circonislancia.
Tambera acho convenanle a reforma que aulor-
sasles acerca do rnsino secundario. He prnveiluto
converter o l.yceo desla cidade em am intrnalo,
mas por ora na ida nao esta' naa eondlcSet de ser
levada a efleilo. Na lia um edificio, onde seesla-
beleca o colleaio. Esta falla 1.1 codo Dfla sera' sop-
prida. Alm desla lia outras, enlrc as quaes lisuram
lalvezas nossas (mancas.
Ha na provincia 44 escolas de entino primario,
sendo destas 39 para o sexo matculino, e .'. lemlnl-
no. Tras ast.lo prvidas iotaiamente. Ilei de orde-
nar que sejam postas a concurso.
Parece insuflirienle o numero de escola, que
etislem creadas, principalmente paran sexo fenii-
raino. He reclamado o augmento dellas. Esta ques-
tao drpernio de iuformaces prec.sas tobre a conve-
niencia do eslabelecimenlo das escolat pedida, e
das fi naneas da provincia, qje embaracam os me-
nores desrjot de dar toda extensao ao derramamen-
lo das lotes. Procurare alien ler a esta necessidad
nos limites de minba autoridad.
Frequemaram as escolas publicas em o anno pas-
!","_'''' alumno. Desle san do sexo ma-culino
1,8*8, c do feminino 12. Ilegulon o numero de 31
alumnos para cada escola, nao se levando em coma
ama pequea fraccSo. He pouco satisfatorio o re-
sollad do entino primarii. Nao progride, como era
para desojar ; nem corretpo^de a populacao da pro-
vincja. lleve coucorrer muilo para esta siiuac,ao a
grande exleniSo do paiz. e randada da populacao.
Oualquei que seja a influencia da caosa, que no-
to, compre confessar, que concorrem para o mao
nado do ensino oulros motivos, qua se devem re-
conbecer e remover. Em annos anteriores ja foi
mais elevad o numero Jos alumnos, que frequen-
laram notsat escola.
A
Se na eonvm a eraacS de nina agencia em lo- O esla lo, em que se acba o lado material que se
havoVeeSI-STd.'? "T,"" 0'" ""ai "' V"-Ii" "U!1 U*' e>1" """""I"". Prova bem o abandono que ha
aver e-te meio de facilitar as cnuimuniearue:. Nao a sou lospeii.
i* o inleresso narlirul^r. nuo niali.nri ., ?., n 11., i 11 aD i*n.n t._ .
Os crimes pblicos se clasiieam pelo modo se-
guinte ;
Foga de presos......,',
Hesislenria.......
Nos crimes particulares se romprehender:
Homicidios.......^.>
Ferirnentos e cITensas physieas. 20
Estupro........t
i iliiiniii.i........i
Aborto. ...:.... \
Furia*. ,......a
Estellionalo.......>
K-iubos........;t
Os crimes contra a pessoa sa os mais ficquen-
Nos crimes poilciatjl se conleem 8 de armas de-
fezas.
O i'umern dos rot tobe a 87. Desle foram con-
demnado 33 e alisolvirtus .">!.
O mappa indica os annos, em que foram commel-
de iVlV'""" Jul8ados- O e *'< 'nais remola he
JLIS}0 i""1!' qae fi/- em ''"nprimenlo do
arl.go |K| d regalamenlo n. 1.1) de :it ,1o jineiro
de IMZ, la conleem as observact., (|ue .,0iP.
se
-------.............. ... fc.........vdce
he si o inlere.se particular, que meltiora com o
augmento das communicacot, he lambem o intc-
resse publico. A administraban marcha atsira mais
proveilosainenle, e nao toffre os ambararos, que Ihe
Irazem a rel.irdamenlo, e muilas vezes a perda de
soas ordans e avizos. Enlrelanlo existe ainda um
municipio, qua nao goza .letla beneficio. He o do un
Coilc creado pelo aclo legislativo desla assembla de pe
27 de maio de 1854.
No proposito da melhorar i marcha do servico do pr
correio prope o administrador a creacao da duas fo
agencias, urna na povoaego da Alagoa Grande, e -
oulra na villa do Cuite, e o augmento do salario
dos calafetas. Ambas eslaa medidaa foram levadas lo
ao conhecimenlo do governo imperial em 20 de
maio do correnle anno, acompanbadas de informa- do
Qoes fundadas da adminislracao. Confio, que serao
allendidas ; porque se referem a urna necessidade q
legitima. ,\
Nesla cidade he tem dirigido o Irabalho, e ape- e
as se sent a falla de mais algum carleiro, como
reclama o chefe da reparlicao. Onlro lano nao
taccedo por fura, onde nao he po.tivel goardar-se
a mesina regularidade.
No estado, ero que se acha o servico, lodo o zelo i
t dedicaran do adminislrador -,'u impotentes para t
conseguir um Irabalho perfeilo.
O mappa n. 2 apresenlado pelo a (ministrador
demonstra o moyimeiito doa papis, que passaram precedida do orcamenio do trabalb ne o tervico
p',o.,,?l'""Sai'.'10, 0're, no "os e '>* '855, fosse fiscalisado por oulro modo. Nao sali-faz o me-
e b.,6 sob os molos da mpoilacao, e exportara. H.odo al agora seguidode simples conlas dadas a
18-!w n/n'i?" .. i i ." i!m.0rtcao "f.l"0" 'P",'!<0 dafatenda, que apenas as examina na-
n7< .,' t?.<'" 2'm mc""' 59 ,eEUT m,ric;"'''e- N'" ao menos ha urna llanca proslada
* q; L 10.406 lornaas, e a exporlar.lo a pela passna que recebe o dinbeiro.
.*' -.'.I l t"1"" ,a^lcios i'617' gu"" M cr" Na le do oreamenlo se .lev ia consignar ama verba
para malrizes, llenando se adminislracao o fazer
sua applleatlo, conforme as neceisidades mais nr-
gentei dalla). Fela, como tem sido al agora a de-
crelacao dos fumlot por leis especiaet, nao se guarda
nleira julira, nem lia conhecimenlo do servico. A
consignarlo he volada arbitrariamente. Aulet de da-
rem-se os recursos financeiros convem, saber-se o
ue vale oIrabalho.
Nao me animo a lembrar-vos a necessidade de se
deslinar alguns fundos para compra de paramentns e
oulros objeclos proprioa ao rullo. O seo furnecimen-
lo com a decencia precisa sera lalvet tuperior as
notsas forc.a. Entretanto ludo o qoe se fizaaso neste
teutido seria digno de louvor.
[Continua.]
las 5,977, e jornaet 4,27..
No auno de 18o.) imporlou o correio 18,116 pa-
pis, coinprebendendo 2,117 ollciot, 67 seuurot,
.JIXI carias 10,732 jnrnaes, a exporlou t5,703 con-
lendo 5,129 oflcios, 82 seguro, 5,067 callas. 5,127
jornaes
Em o anno de ISjC e:.traram para a reparlicao
do correi 29.937 papis, sendo 3,517 odelos, lfi
"W* 7,163 cria. 19,151 jornaes. e abir.m
2.1.8, i, dos quaes 7,018 sao ollkios, 151 seguros,
G,.)9,> caila, a 10,110 jornaes.
Acuiii!,macan iie-les algarismos prova que o ran-
vimento da correspondencia, qae se faz pelo correi,
vai em augmento. Apenas se nota, que sob o li-
lulo impnrlacao o numero de cartas no anno de 18)5
he inferior a do anno anleror em 1,070, o qoe da
urna dillerenca pequua no algarsroo l- lal do anuo
comparado cora o do anletedenle.
O mappa n. .! indica a receila geral do correi
nos exercicio de 1853 1851, 1851. 18.55, 1855 1856.
No primeiro arreca.laraiii-se 8l9?i:|l) rs., no segun-
do 8963260 rs., e no lerceiro 9949560 rs. Posto que
lentamente vai progridiudu a renda
Mainr tari-, ea nt.i *f sata .. ^.>...,..-
.--._...H...b a, i1""-'iu'" ,i-mid ,1o correi.
Maior seria se mais f.reis. a promplos focm os re-
cursos para a comniuiiicarao.
Monlou a despeza no primeiro dos Ires citado
exercicios em 2:987;;!21, no tegiindo a 3:1193597, e
no lerceiro a 3:2573351. A renda he interior a
despeza.
Saude publica.
N3o le.i de referr-vos as scenas de lulo, e dor
que Otilo consignadas no relatorio, que o anno pas-
sado fui lido nesla casa, (iracas a Divina Provi-
dencia fomos pieservados de calamidades guaes, as
que se expe naquelle documento. Enlrelanlo aova
nformar-vos, que a saude publica nao correo re-
gularmenle.depois de vossos ltimos trabalhos. Sjf-
freu suas alleraefiee fra do commum.
A apreciarao exacla e verdadeira do eslado sani-
tario da proviura he por ora ainda um problema
de diflicil soluc.lo para a a Iminisliaea. Nao ha os
recursos necessarios para esle esludo. A provedoria
da saude publica sem ineios, e auxiliares habilitados,
na pode desempenhar comproveilo as l'uncres, que
eslao a u careo. Era falta de estudos pralicos que
nao exislem fetos, cora a menucintsdade, e prufun-
deza, que reclama a importancia da maleria, n3o
te pode bem determinara natoreza das dilTerenles
eiirermidade, qae apparectm, indemica ; ou epide-
micamenle, c indicar as condicoes, qut as explicam,
e occasionam. Enlrelanlo este Irabalho seria de de-
cidida vanl.gem.
Por muilo lempo anda serao os faclos extraordi-
narios, o nolaveis por seos effeitos, e que desperlam
a accAo protectora do poder publico, os que bao de
ser registrados. A ilo e reduz quasi lodo o Iraba-
lho da provedoria da saude.
Depois de passada agrande calamidade, que o cho-
lera troaxe a provincia, anda ella experimenlou os
seos effeitos nu lun do anno passado, e cmico do
prsenle.
l'oram viclimas desse mal os municipios de Patos,
liananeires, Aioa e Mamangoape ; mas toa accAo
nao evo a inteimdade do seu primeiro acommelli
manto, felizmente levo pooca durac.lo, e hoje i
provincia esi livre desla epidemia.
No termo de Palos a bexiga accommelleu a popu
lacao, e ah fez algumas viclimas. O descuido,
diianjono.em que esla' a propago do pretervali
/ !"ICCI"J auaineiita os .lleilos desla mal.
A rebre ainarella reinou tambera e.n ..illerenle
pocas, e divesos municipios.
Nesla cidade apparercu no tornero do anno, i
pruicioioo pela tripolacSo dos navios'surlos no Por
lo. fcnlrc 308 pe-soas, qae vieram abordo dos na.
vioa, r.ram atacadas 67, e pereceram 9
liouveram em pessoas da Ierra casos alaes, cuj
numero nao etl precisamente verificado.
Os municipios de Alhandra, e Hilar soflreram d
leljre amarell.-i. Conlain-se alii mullas victimas.
I ('.unamente lambem appareceu nos municipios
de Campia (irande, e Independencia. \s cmara
de ambo estes lugares, e o juiz mooicipal do lerm
da Independencia represenlaram era favor dos sof-
jnmenlosda populacao que sem recursos, o am a
baniono experimenlava seus efieilos.
I-17. seguir mdicos para Campia, e Independen-
cia, incumbidos do Iratamenlo dos desvalidos, e ha-
bilitados para cuidar delles. Um, o destinado pa
Campia, ja vollou, e segundo sua communk-ac,ao
em pouco lempo frllectram em Fagondes 12 pessoas
aobft osla materia. Ii-tn. ,,
na cm IIir
la.
No primeiro semestre do crlente anuo i sa reu-
1......)'"> cm tilos os termos de primeira e lerceir
comarca, c etn algaM da sei-nu la, quarla. quin-
ta e sex'a. Paraoo-me que t-a anno li.iv.-ri me-
n s hregolaridada na terviro dojurv.
Para completar a t.lalislica dos juramentos cri-
ininats proferidos na provincia tm o anm, pj.-alo
-------------- ...... freq
das, qoe em 1855. Ot dados ollciaes apiesenlam
urna differenca em favor daquelle de 34 alumnos.
Seguramente seria mais alio este algarismo, se mo
fostem os elidios da epidemia, que reinou nesla pro-
vincia em o anno passado.
O movimenlo do ensino primario privado he pou-
co contiendo. Sao incompletas ai informaron, que
ha tobre elle. O que se veificnu, se reduz ao se-
grale : 123 alumoos do sexo matculino frcquenla-
ram 4 escola, e 117 do feminino esllveram un 7.
O numero total he de 270.
Ileonido o numero dot alumnos, qut freqnenla-
ram as escolas parliculares ao das publica, lercmos
o lotal_,le 1,610. Esle algarismo nao oprime a ver-
dad?, vi.i que s,lo incompletos oa registros sobre o
ensino particular. He seguramente maior.
\ inte tete escolas teem recebido utensilios para o
teu uso no valor de1:5l356UO. Dunnteo|cartu prazo
oei minlia adminislracao ja aotoritel drS|iezas para
calei serviro. He urna necestade, a quecumpre tt-
lender. '
O Lytod desla cidade continua a fuoccionar re-
gularmenle. .suas aulas foram frequentadas era o
anno pa.sado por 128 alumno. Esle numero he
nrerior ao do anno de 1855 segundo consla do re-
latorio. que vos foi li (o em 1858 em i. Esla peque-
adifDrenca na indica por ti s decadencia.
No correule annoacham-e inscripto! 93 diicipu-
los. Ha urna dimiuuicao nolavel.
Em lodo o anno de 1856 frequenlaram os eslabe-
lecimentot de ui.t, urrao secundaria do interior da
provincia 39 alumnos. A escola da latim de Pom-
bal conlou lmenle i. Sendo constante esle resulla-
do he inproficua esla cadeira ; e nao conveiii que
conlinue. "
Segundo os dados tollegdot receberam inilrnc-
ca secundaria em estabelecimenlos parliculaits 66
alumnos.
Algumas providencias requisita o digno director
da mslruccflo publica em favor delta. Todas cons-
tara da sua expotirao, qua tubmello a votsa consi-
derarle.
Chamo especialmenle vossa allenrao (obre a M-
hlioleea do l.yreo. Serit conveniente que con nasseis algona fundos para compra de livro, que
ervisseni pa a sen uso. Conlinuando-e nele pro-
posito m breve lempo to ronsaguiria aogmeola-la
ao pon de poder ser convenida em biblmleca pu-
blica, onde lados encontrasteis fontes precisas para
belior larga inslriicoa. Esle futuro nao tetara' mol-
i longe se liverdes constantemente sob vossa pro-
tecra a bibliolheca do Lyceo.
Correio.
Esle ramo do servico publico precita de melhora-
menlo. N3o ha como lano convinha ao publico e
particular inleressc, facilidade, e promplidao de
commanicaejio entre esta cidade, e todos os povoa-
dos da provincia, e os de fura delta.
A facilidade e rapidez das rommunicares,
linhas de vapor Irouxeram para outras*provincia
na aproveit.un immedialamente a esla, que n.lo po-
de por ora competir com ellas nestas vanlagem Por
ierra ha apenas ai linhat de correio e agencias men-
cionadas no mappa .ippenso ao relatorio lido nesla
Casa o fin. passado
O servir,, por Ierra he feilo por pedetlres, qa.
conduzriii as malas para as agencias elabcleci,|tt
as iros linhas ,lo sul, que liga esta eldade com
do Honre, d Notte, qae leva as commuiiii-area
liara a cidade de Mamansuape,Independencia, Ala-
goa Nova, Areia, e Uananeiras. e do ccnlro qae te
encaminha para a oda le de Souza, tocando em to-
das as villas, que licam nena direeclo.
He fcil de conhecer, qua nesle Irabalho, como
he feilo anualmente, nao te altendcm a tudas as
el- necessidade ; nAo la a presteza,e promplidau de
Isejavel, e ullnnaiiieule nem noi partidas, e chrgadas
das mala lem havido regularidade. A rauta de'le
ultimo faci esl' indicada na Mpoflo ,lo adminis-
Irador, qoe jauto a elle relatorio. He in-ullicien-
ia do talarlo, qae O mappa | anaeid a expusir.l do a'lmin-sira-
dor aprsenla qiro ds |i|, j, eorreloa. e da
agencias cicada'.
Ihoroo a salubridade do municipio sob sua urisdi
cao ; cora corre.
Anneio a esla exposirao a informara, que sol
a tanda publica miuitlrou em daia da 10 de J ti I
ultimo o respectivo provedor. Neste documento
enconlra seu juizo sobre as molestias predomina
nesla cidade, e oulros assumplos. que concorrem
ra melhurar suas condifOes hygienieaa, removm
a? causas, que enfluem malficamente sobre
saude.
Vaccna.
O mappa sob o n. demonstra qae foram vecci
das do 1 dejulhode 1856 ao ullima d-julbo do c.-
renle anno 597 pessoas, das quaes liveram vaccna
com provella513, e into foram observadas 84.
lodo esle Irabalho, qoe he pouco imporlanle, le-
ve logar nesla cidade. De fura neuhuma informacao
ha. Nao consla que fosse empregada a vaccna no iu-
lerior.
Nesla provincia lie qoai nollo o proveito, qne s
ir
Me
te
ules
pa
no
n a-
r
la falla a, limpios, a o que eiislem, estn cm
al arrumado., e precisando de concerlos. Os pa-
ramemos e alfaias, nao sao dignoi do mereciineiilo
'os miste.es taiiloi, em que teempregim. Nesla c-
de mesmo ha Ramio aue supprir. O zelo dus parli-
ilares e dos mioitlrot da religi.to comegoriam me-
orar esln defeilos, se hoovtsso uisso decidido em-
nho.
ludo se cepera da aoloridade. Nao ha postivel que
rocucha salisfaclvriamenle lanos encargos, se nao I
r ajudada efllcazmrnle por aquellas ineiiuos, que
i recolliem ao indfferenll.mo.
Os actos desla casa manifestara nleretie pelo cul-
publico, e uesle proposito devtii conlinnar.
Algomat das malrizes da provincia tao recebeu-
i concert! por cunta do Ihesoiiro provincial.
Cumia da exposicao que recebi em abril ultimo,
ue se deram para conlinotc,lo das ohrai da matriz
o l ilara:0(Kl30(H), para a de 1!in-ntirai 2:0005000;
lOtjgrjOO para a da Independencia.
Nesle servirn |M alguma irragularidade a qae eon-
em por termo.
Ale hoje nao ha a necessaria fneelsac.ao no em-
brego das quelas destinadas para as malrizes, e a dit-
inlinica dos lumias lie ftua sem runhermento in-
leirn do esla lo em que se acham, o que era indis-
pemavel para se allender ao principio da jusla dis-
ribuicao. Cnmpria que a entrega do dinbeiro fosse
recedida do oreamenlo do trabalh, e une o terviro
116 lirandina da Aiiiiunciar;.1o, I auno, par-
da, soltera.
117 Silvestre Alves da Silv, j annos, par-
do, casado.
118 l.oandra Francisca dos Santos, 30 annos,
branca, casada.
119 Jovina Marcolina, 9 annos, branca, so\-
teira.
120 Antonia Mara, 60 annos, branoa, viuva.-
21 Miguel Nunes de Castro, .5(1 unos,
|>aido, casado.
122 Jeionima Maria, 60 annos, parda, casa-
da.
123 Luzia Maria, 20 annos, parda, casada.
124 Josepha Maria, 17 annos, parda, sol-
te ira.
125 Rita Maria, 12 annos, parda, soltera.
126 Francisco Severino de Mello, 28 anuos,
pardo, casado.
127 Benedicta Severina, 18 annos, parda,
casada.
128 Jos Francisco, 65 annos, pardo, ca-
sado.
129 Maria Severina, 12 annos, parda, sol-
tera.
130 Manoel Francisco, II annos, pardo,
solteiro.
131 Jos Francisco, 9 annos, pardo, sol-
teiro.
i Hermino Francisco, 7 annos, pardo.
3 Joao Francisco, 6 anuos, pardo.
134 l.uiz Vieira de Souza, 79 annos, pardo,
casado.
5 Rosa Maria da Silva, 72 annos, parda,
c sada.
130 Nazaria, 18 anuos, parda, casada.
137 Epiphania,.'! annos, paida.
138 Florencio de Stnl'Anna.
i9 Francisco de Paula Canuto, 30 naos,
pardo, casado.
0 Euzebio Pereira, 25 annos, preto, ca-
sado.
PG.NA AVULSA.
Peaslre.Con-la-nos qua sabbado (22 do corren-
la) pelai 8 horas da noile um pardo carplna ao passar
solire orna das linhat da pouleiiuha que val para
Sanio Amaro, e que ha minio lempo se conceda, ou
antes em ruinas, rahira dclla abaixu sem que fosse
visto sean no segrale dia mor lo no rio, e d'onde foi
lirado, encontrando se em um dos seos bolsos 159
em ola. Consla mais que esse infeliz homens era
moradur de (lirada, e que lepla do seu Irabalho se-
gua para tua casa, e que na occasao em que passava
pela dita lloha, recoinmendava a urna mulher que
lambem pa-sava que livetse cuidado paia nao cahir,
lecommendacSo que fazendo a oulrem, nao ti per-
suadi que Ihe fosse a si Mal, e com effeilo quando
passava se precipiinu dola abaixo, resollando a sua
mora, e lalvez a miseria de tua mulher e filhos Nao
podemos deixar de censurar a morosidade com que
lie tolla aquella obra ; ha muno clamamos sobre
o mao eslado daquella ponle, a nAo obstan-
te so depois de Iralarmos desse objeclo he que
scdeliberou orna lal repamcao, sem lodavia se lomar
as coiiveinenles precauces para que se na desteta
desastres dessa ordem.
Cemilerio dv Pora.Consta-nos qoe os herdeiros
da Tallecida Sr.a I).Maria Helena Pe-sia de Me|io,of-
ferecerem uraluilamente a cmara municipal um Ier-
ren que a me-ma escolhesse para construir o seu ce-
nilerio, com a condicao nica da lliet sor concedido
um jazigo para ot membros de sua familia, e dar se-
pulluia aos pobres da freguezia do Poco. A exigen-
gancianle he lAo arando em vilta daollerla que se Ihe
faz, pelo que julgamos que a cmara a isso nao se
recusar, fltenla a generosdade d'aquelles her-
deiros.
BaOO Ulegrapftico. Uealisou-se u que haviamos
dilo ha lempos acerca dos signaos por liales. Hon-
lem pela primeira vez foi arvorado uro bao no le-
legrapho da torre do Cullecio para annunciar que se
acha abarra para sabir |iara o sul um vapor brasilei-
m. Grande foi o espanto que causou aquello balao
'para os que delle nao lindara conhecimenlo, c tanto
mais por nao haver sido aununcado com prece-
dencia.
Msfa'tnalo. Corre a noticia de que fura assassi-
na lo o ourlvet Pedro Paulo dos Santos, que em con-
sequencia dos soflrimenlos de sua mulher, fora tor-
eado a leva-la pan Garanhona em dezembro do anno
pastado, c vollou elle para o ltecife para exercer a
luncrues de conlinuo da ttterobla onde er empre-
gadn. techada que ui a inesma assemblca, relirou-
se oolra vez para aranhun-, levando uma factura
de obras de ouro que havia comprado cora o inluito
de ir vende-la em Paje da Floros, afim de poder
com os lucros que Ihe produzissem suavisar a cresci-
da despeza que eslava fazendo com sua mulher :
mal logradas purera forum assuas etperancas, porque
em vez desse lucro encontrn a morle, e o roubo das
obras de ouro que levava para vender, sendo nao s
elle como mais duas pessoas qne o acompanhavam,
victimas do braco aasastino. Nao podemos alucinar
essa diste noticia am conseqoencia da falla de pro-
vas, lodavia ella vaga, e ha alguma probabilidade
qae se teulia realisado, porque de ordinario as noti-
cias mas sempre se verificara. Densqueira qae c noticia seja falsa, nao l pela estima de que cozava o
mesmo Pedro Paulo, como pela falta qae causar a
sua mulher, e a seus innocentes filhos.
Alguns dos artistas allemaes, que lem vndo
,-------------,. ,, Le*,,,,,, cll( i u,iue ucbld ,, -----..........
sem conlar nesie numero o que pereceram por fora AiZ?D> ""' ""la allemaes, que lem vndo
do povoa lo. I'?'3 a ""lema do Remiuio Kaneip, no aterro da Boa-
O medico, que tezuio para Independencia, anna V?,,",,'""" a^eclai1s da febre amarella, o um
la se conserva. Ordenei ao juiz municipal, que o ,, ,all1ece_uil,a do" <"'as, e se bem que nos cons-
requisilou que de por finda sua commistA
0 -....-, ^, au ...,, i|Ue un culis
me_ la lerem bom trato, todava he mislcr que baja cui-
dado para que nao te contamine pelo aterro seme-
ntante epidimia.
O vapor nacional Paran sabido para os po.
tos d tul, levou a seo bordo os seguintes passa-
gero :
U. Joaquina Gomet Siqueira com 2 filhos minores,
l)r. 1 edro Antonio Cesar, sua senhora, 1 lidia e ,'i
escravos, Joaquim A. Azevedo Maia, Joaqoim Jote
Henriques. Antonio Jos de Morara Sarment, June
llonler, 2 filhos menores e 1 criado, Mouoel Penira
Camello. Antonio Ignacio Godov, Jos liento da Ca-
nda e ligueiredo Juior, Salvador Henriques de Al-
buquerque e 2 esrravot, Vicente Teiieira ltacellar
severino Jos de Moura e dous escravos.
Al amanhaa.
par-
FBKGUEZIA DE JABOATAO'.
UMA ESTATISTICA.
Setie de <|iuwltos conccrncntes a* mesma
, ... ^,. ttiv |iivtvnu| t|uc sr /
te lira do Instituto vaccnico, creado pelo regula- ,., Irofjuezia.
ment de 17 de agosto de 18i(i. Na ha, como lauto KbLA(. DEMONSTKATIVA BOS I1AB1TAN-
convinha, o esludo pralico, melhoramenlo e [ropa- I KS I)A POVOACAO DE JAHOATO.
gacao da vaccna. Os algaritmos do mappa, que sub- Minsenho .Uon nos.
nial i,) i. l o.... i. .. ^i^j.i. ,it ,< -_
t-ontinuacflo1.
81 Maria Francisca da Concei{3o,.'?5,annos,
prela, casada.
82 Umbelina Maria, 10 atino, preta.
8. Jos Francisco da Silva, 25 annos,
do, casado
81 Marlinlia Maria, 22 annos, preta, casada.
8o Marta Martinha, 3 anuos, parda,
Sfi Jos da Silva, 1 anno, pardo.
87 Manoel do Nascimento, 24 anuos, par-
do, casado.
88 Anna Joaquina do Sacramento, '26 an-
nos, parda, casada.
89 Francisca Maria a Conceiciio, 60 an-
nos, parda, viuva.
90 Feliciana da Cunceicflo, 18 annos, par-
da, soltcira.
91 Francisca Amelia da Conceiciio, 12 an-
uos, parJa, soltera.
92 Juanas da Conceic/io, II annos, parda,
soltera. '
93 Manoel l.ins, 8 anuos, pardo
9t Antonio Manoel de AlmeiJa, 20 annos.
pardo, casado.
95 Maria Magdalena, 20 annos, parda, ca-
sada.
96 Josepha M-gdalena, I anno, parda.
9' Joanna Mara, .o annos, parda, solteira.
9, Maria. 10 annos, parda, solteira.
98 .lose Honorio Bispo, 20 anuos, pardo,
solteiro.
99 Antonio Themotcode l.vra, 2 annos,
pardo, casado.
100 Innoceucia Maria da Luz, '24 annos,
parda, casada.
101 Jos llicmoleo de l.yra, o anuos, pardo.
102 Manoel Tbemoteo de Lvra, .1 annos,
pardo.
10: Francisco Tbemoteo de I.vra,|3 annos,
pardo. '
104 Alejandrina liarla da Luz, anuos
parda.
ii5 Francisco Feliciano, 3anuos, pardo.
106 Francisca Xavier, 30 annos, parda, ca-
S (IB.
107 Joanna Xavier, 17 annos, parda, sol-
ios Salusiiana Xavier, II annos, parda, sol-
teira.
- !? ,\'ilria rra"cisca- 6 a"n"s. P"'Ia-
I 0 Manoel do -Nascimento, |2 annos, par
solteiro.
mello ao eonhec ment desla assembla, convcncein
do mao estad., era que se acha esle rimo imporlan-
le 00 atrvico publico.
Infelizments enconlra difliculdades a propagarlo
dele un (ireservalivo, provenientes de causis diver-
sas. Lmas nascem da repogoaocta, que no seu em-
prego te enconlra em grande parle da pupulaclu,
cuja inlelligencia nao aprecia devidamenle os be'ne-
heos effeitos da vacrina, e ootiai da falla di zlo ,.
dedicaco dos agentes encarregado deste servko que
em geral nao tao para elle habilitados.
Estas causas bao de por muilo lempo embarar.ir os
beneficios que se deviam esperar do Instituto vac-
uno.
As piimeirai sao n.ilurae, e resultara lo estado,
em que te acha o no-so paii. S o lempo, o augmen-
to da populacao c os prouresios di civilsimo, ijo-
dados da ..ecao da auloridade, podarAo destr'uir pre-
conceilosaulign*, e inveterados.
Sem urna relribuicao ju-la, e em proporcao rom o
liabalho nao se deve esperar era peral z-lo'e prove-
lo no servico. Mas esla medida, que occorre loso a
primeira vitla, nAo pode tas cedo ser adoptada entro
n,i<. Averha da despea Miliaria muilo, se fossera
pagos lodos os empregados, que cria o regulamenlo
de 1, de agosto do 1S1II.
Btleril em molhor p o servico de vaecina, se
houvessem em cada municipio mdicos de partido
das cmara. Lra falta di empregados detta ordem,
que nao lia, he elle confiado i individuo sem as ne-
cet.anat cnnd.retde hahiliiacilo. Ha muilo aban-
dono nesla maleria.
Callo publico.
lie a rtligilo que encamiiiha, e forlalece ot ben
na pralica das virtudes, converle e reprime o mitos
naraireira docriine, um do mais poderoaoi ele-
mentos para seauranca publica e particular, para a
telicidade dos povo. Com razio pois merece toda a
tolicitiiile, e cuidado dos governos regulares e nedi-
cados no bem publico.
O zel, proteccio e favor, que se dtve a religiao
ealholica apostolice romana, alera do ci'mprimeiuo
de um dever de consciencia, he lambem a ciecucao
de cuna obrigacao poltica, qoe muilo nos dive im-
po.tar. E-la re Igilo he entra ni urna iuslilutono
poltica, he a rel.gi.lo leual e do eslado. Cumpre r.'oi.
que seja ensillada c maulida po, lodos os nietos que
tsliverein ao alcance da auloidede.
.Nesle attuimpto lauto na sua parte moral romo
mtlenal, ha necessiitodes a allender, e dtfctos ura-
ves a conigir. 8
O cnnheciinerito dos principios reli2osns, e da tu
blune moral do Evtngelho e.., geral nfle enconlra
lodo tpoie no seodas familia. Nao pode bem ensi-
na-los quera precisa de recebe-tos.
Os parochos a o clero, qoe lemos linda salcienle
menle preparado e habilitado, nao pndiam ,lar cura
primenlo mlciroaot seus deveres as condirtt d
nossa socitilae. eiro
,\ entensao do nossop,ii, a rardade,la populacao III Jo3o de Dos
e a falta de meios de eomiTluolcaclo, nao permiltem
-- --.-, ... wu,,,,,,^ lU(l( luutf ra
banho entregue a seus cuidad..!. Enlrelanlo compre
recoohscer, que ha muilo a censurar nesla especia
Nossas eseolat pouco adiinlam. Quem livor a ex-
periencit deate Irabalho, cuno he fit ire nos
nao depotilarA eonllinc no entino do chriitlanimu
promovido por escolat, onde ainWa te aprend
apenas, e mil, ler e eicrevor.
teiro.
II annos, pardo,
Jo,
sol-
. ,-------. ......-.'.-o^ou, II -rr ^CINIMieni 1010)-
i|ue ot vigariot eslejam em contsclo com ludo o ra- 112 l!oi?icianr> H D o
lianhu entregue a seus cuidados. Enlrelanlo compra >gacidnO do Espirito Santo, 10 annos,
pardo, solteiro.
113 Severino Jos dos Santos, 19 annos,
pardo, solteiro.
114 Maria Francisca, 40 annos, parda.viuva.
lia Manoel .lose Alexandrino. 10 annos,
Pardo, solteiro.
132
1 :i:;
ia
135
61 Antonio Gomes Marinho, 32 annos, par-
do, solteiio.
62 Josepha Maria, 20 anuos, branca, sol-
tetra.
63 Jos Manael Chaves, 23 annos, preto,
casado.
61 Fraucelina Maria, 22 anuos, preta. ca-
sada.
65 Antonio Jernimo, 20 annos, preto sol-
teiro. '
66 Marceliaco, 0 annos, preto, casado.
67 Patricia Maiia, 2 annos, preta.
68 Ponciana Maria, 40 annos, prela, viuva.
69 Brgida, 16 annos, preta, solteira.
70 Juanna, 20 annos, preta, solteira.
"1 Jos Francisco de Moura, 52 annos,par-
do, casado.
72 Hita Maria, 4 annos, parda,
73 llorna, 12 annos, parda, solteira.
7i Joao Correia da (raga, 30 annos,pardcs
casado,
75 Joaquina Maria, 20 annos, parda, ca-
sada.
76 Antonio d'Albuquerque Souza,i0 annos,
pardo, casado.
77 Maria Francisca, 36 annos, narJa. ca-
sada. r
78 Jos Coelho, 16 annos, pardo, casado.
79 Jos Atexandre Poreira, 27 snaos, pardo,
casado.
major Leandro Santiago, qoe recebeado o autos do
procesio contra o lenle corouel Jos Aulonio Lo-
pes," o despionuncioo em vista das banaes e futen
raze em qoe se batearan) ot seus perteguidoret para
o oppnmirem !
Que dezar, qoe vergonha, qoe desapontamento pa-
ra rases imbecei, que pre>uiiiiam nao haver maii
omjolz de honradez e probi lado, que tallando por
cima de misrrimas rousideracSes, fizesse juslica a
quem jusilla livesse '/
No da 7 do correnle o lenle coronel Jote Anlo-
no Lopet acompanhado da fortaleza de Taroaudar
por mait de ctenla cavalleirot, seus araigoi a p-
renles dirigii-ie pira o seio de ma retpeilavel fami-
lia no angenho Bom Jardira, onde ah foi com im-
rnanio jubilo recebido por pobres e rico que o saa-
oaviro com ti man vivat demonstraefies de alegra.
.V'n "assino, miieravtis detractores, nao he re-
ceido pelo povo como foi o lenle coronel Lopet ;
o povo abomina o ladrSet e ot asiatiinos.
Uitei-nos agora : nao vot senln fulminado pelo
peto da vergonhi, e do opprobrlo 1 Pretendis rece-
ber algom premio com essa inaudita perteguco ?
Aio vot brada. njo v corroa a conseeneia por
lerdet coocorrido para tees picardiat 7
Qnal te nao leudes nem prubidade, nem coni-
eiencia 1 Quem menle, e quem procora por to-
do! os meios, qae oalret minlim, quam eompra
com dinheiro a menina, quera compromolle a
lai com denuncias menliroiat, nao lem prubldtde
e eonseiencia, porque Ihe he indifJareate qae
mais hoje, ou mait amanhaa, a verdade te paten-
tes, e a innocencia trlomphe, eomo acaba o paiz da
ser lailamuoha para com o lente coronal Joto An-
io anuos, preta, ca-
1 Generosa Maria, 35 annos, preta, ca-
sada.
2 Manoel Jos do Espirito Santo, 40 an-
nos, pardo, casado.
3 Generosa Maria, I t-nno, preta.
4 Adriano, 1 anno, preto.
5 Joo Jos, 7 annos, pardo.
6 Jos do Espirito Santo, 3 annos, pardo.
i7 Cosme, 3 annos, pardo.
148 Antonio, 3 annos, pardo.
I9 Jlernardino da Costa Santos, 37 atino*,
branco, soltfjiro.
150 Senhorinba Maria, 46 annos. b-anca,
solteira.
151 SilveiioJosMartins, 12 annos, pardo,
solteiro.
152 Maria do Carmo, 16 annos, preta, sol-
tetra.
153 Mara Jos da Paz, 12 annos, branca,
solteira.
15i Adrianno lerreira, 30 anuos, pardo,
solteiro.
155 Juo Francisco de Lima, 31 annos, par-
do, casado.
156 Marcolina Fulgencia, 18 annos, parda,
cesada.
157 Maria Fulgencia, 2 annos, parda.
1j9 Loun-ngo Das Moroira, 45 annos, par-
do, casado.
159 Tbereza Maria, 42 annos, parda, casada
loo Joanna Maria, 18 annos, parda, casada.
161 Antonio Honorio, 14 annos, pardo, ca-
sado.
162 Cyprianna Maria, 3 annos, parda.
16.1 Maria dos Prazcres, 2 annos, parda.
I6i Luiz Francisco Antonio, 28 anuos, par-
do, casado.
165 Maria da Conceicao. 28 annos, parda,
casada.
166 Bibiano, 12 annos, pardo, casado.
167 Florencio, II annos, pardo, solteiro.
168 Maria Itosa, lannos, parda, solteira.
169 Luiz Moreira, 35 annos, pardo, solteiro.
170 Rita Hara, 40 annos, narda, viuva.
171 Jos Moreira, 16 annos, parlo, solteiro.
172 Manoel, 20 annos, pardo, solteiro.
Ilrancos............... gg
};a.rds.................' .' 134
Crtoulos................. jo
Total........ |-2
B'ngenho Una.
1 -loaquim de Oliveira Albuquerque, 68
anuos, branco, padre.
2 Jos Antonio da Silva. S annos, par-
do, casado.
3 Maria de Oliveira Albuquerque, 35 an-
r n.os. parda, casida.
i Firmino Jos, 16 annos, pardo, casado.
o Luiz Jos, 9 annos, pardo.
6 Ceitrudes Maiia, 15 annos, parda, sol-
teira.
7 Ephigencia Maria, II annos, parda, sol-
letra,
8 Jos Antonio dos Santos, 45 annos, par
do, casado.
9 Joseplia Maria do Rosario, 38 annos
parda, casada.
Brancos........ ..... |
Pardos.................. I
Total..... !
12
13
14
15
I (i
17
16
18
lli
20
21
23
23
21
25
26
27
28
29
3(1
31
3-2
33
34
35
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37
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58
59
90
l'nmuli .lorittrta.
Antonio dos Santos Souza Leo, 36 an-
nos, branco, solteiro.
Manoel do liego Barros, 50 annos,
branco, casado.
I). Anna Frederica Cavalcanll, 40 an-
nos, br.',nca, solteira.
1>. Amelia Frederica Cavalcanti, 17 an-
nos, branca, solteira.
Domingos do Reg Souza Leo, 15 an-
nos, branco, solteiro.
Tradcisco lo llego Rarros, I annos,
branco, solteiro.
Thereza Frederica Cavalcanti, 19 annos,
branca, solteira.
SebasiiBo do Reg Barros, 10 annos,
branco, solteiro.
Maria Frederica Cavalcanti, 10 annos,
branca.
Joo do llego Barros, 8 annos, branco
lle-melinda Frederica, 7 annos, branca.
Anna Joaquina, 40 annos, parda, viuva.
Francisca, 16 annos, pa, solleira.
Eroiliana.llaria, 25 annos, parda, ca-
sada.
Genuina, 3 annos, paria,
Irancellino Francisco, O annos, pardo,
viuvo.
Maria, 20 annos, parda, solleira.
Jos, 1 annos, pardo, solteiro.
Joaquina Maria das Dores, H annos,
branca, viuva.
Galdino, 18 annos, branco, solteiro.
Candido, 17 annos, branco, solteiro.
Agoslinho, 10 annos, branco. solteiro.
Anna. 16 annos, branca, solteira.
Salustiana, 7 annos, branca.
Mana da l'aixao, 40 annos.preta, viuva.
Francisca, 12 annos, preta, solteira.
Maria, 10 annos, prela, solleira.
Mara, 9 annos, preta.
Simo Barbosa Cordciro, O annos, par-
do, casado.
Maria da Conceicao, 30 annos, parda,
casada.
Mananta, lannos, parda, soltci-a.
Maria, 7 annos, parda, solleira.
Antonia, 5 annos, parda.
Eduvirges, 3 annos, parda.
Soverino de Torres, 20 annos, pardo,
casado.
Rita Maria, 20 annos, parda, rasada.
Isabel Maria de Jess, 2 annos, bran-
ca, viuva.
Antonio, 12 annos, branco, solteiro.
Francisco Jorge, 20 annos, branco, ca-
sado.
Rosa Maria de Jess, 16 annos, parda,
casada
Francisca Barbosa, 25 annos, parda,
viuva.
Guilherme. 10 annos, pardo, solteiro.
Pedro, 8 annos, pardo, solteiro.
Genoveva, 7 annos, parda, sdlteira.
Flora, 6 annos, parda, solteira.
Maria, 5 annos, parda.
Josepha, annos, parda.
Anna, 2 annos, parda.
Tltomaz Virginio, 3 annos, pardo.
F.lippe Esmcria, 28 annos, pardo, ca-
sado.
Antonio, 12 annos, pardo, solteiro.
Jos, 10 annos, pardo.
Francisco, 8 annos, pardo.
F-eJro, 3 annos, pardo.
Delphino, 1 anno, parda.
Flix Jos de Torres, 50 annos, pardo,
viuvo.
Jos de Torres, 19 annos, pardo, sol-
teiro.
Joo, li annos, pardo, solteiro.
Maria, 13 annos, pardn,- solteira.
Francisca, 19 annos, parla, solteira.
to, casado.
85 GertrudeSjMaria
sada.
86 Jos Correia da Gracs, 32 anuos, preta,
casada.
87 Candida Maria, 25 annos, preta, ca-
sado.
88 Joilo, i annos, preto.
89 Maria, 2 anuos, preta.
90 Claulino, 1 anno, preto.
91 Florencio, 70 annos, preto, viuvo.
92 Maria, 40 anuos, preta, solteira.
93 Ceitrudes Maria, 75 annos, preta, viuva.
9 i Francisco Pereira de Carvalho, 35 an-
nos, branco, casado.
95 Joanna Francisca, 30 annos, branca, ca-
sada.
96 Maria, 6 annos, branca, solteira.
97 Amelia, 7 annos, branca.
98 Antonio Joo, 40 annos, pardo, ca-
sado.
99 Maria do Espirito Santo, 40 annos. par-
da, casada.
100 Jo3o, 16 annos, pardo, solteiro.
101 Pedro, 15 annos, pardo, solteiro.
102 Jom, 14 annos, pardo, solteiro.
103 Francisco. 8 annos, pardo, solteiro.
104 Manoel, 7 annos, pardo.
105 Rita,'.5 annos, parda.
106 Maria, 2 annos, parda.
107 Luiz Jos da Silva, 30 annos, pardo, ca-
sado.
108 Maria do Fspirito Santo, 25 annos, par-
u'a, casada.
109 Juvencio, 4 annos, pardo, solteiro.
110 Francisca, 5 annos, parda, solteira.
til Manoel Correia da Graca, 28annos, par-
do, casado.
112 Florencia Maria, 20 annos, parda, ca-
sada.
113 Maria, 9 annos, parda, casada.
114 Manoel, Severino, O annos, preto, ca-
sado.
115 Maria Jos. 38 annos, prela, casada.
116 Antonio. 23 annos, preto. solteiro.
117 Anna, 16 annos, preta, solteira.
118 Dorotha, 17 annos, preta, sullcira.
119 Ibomaz, 4 annos. preto
uido a liberdadeao hornera, qae por teu prestigio a
prohijada (am feilo frenle, opp'.slo bar reirs as c-
enlos eslravagaiites, e ai eneradas pretenc,6es dos
polticos cenlri, dessa tocia de parsitas, que mal ta-
bem aliciar urna teslemonha falsa, on lavrar urna sen-
tenca iniqua !
Constando-nos, que o celebre lenle (celebre por
seus fetos, alit irreprehensiveis) fora dernillido dt
1." -opplenle de delegado, e que te acha, (.rncat aoi
ttu oonj tervicos) com dous Jutlitsimot proceetot 10-
bre a retpeilavel cabeca, perguularemos a quem us
taiba responder : o que faz ainda as plagas do Rio
Formoso esse probisiimo CilSo, quando acaba de ser
pronunciad) ptloSr. Theodoro, como mercadnr (ali-
ciador) de (e-iemnnh,is contra o lente coronel Jos
Antonio Lopet ?
Eitara servindo de padro para todos, qne quite-
rem Orar o molde de um alicidor de letlemunlias
falsas, tigundo reram as provat dot teuiaoiarei ora-
cesos ? r
En como he este mando O lenenle-eoronel Lo-
pes, nctaalmenle em soa cata bulado na doce paz e
Iranquillidade da sua eonseiencia ot goios da vida,
rodeiado de sua cara familia, e de seui amigos devo-
lados, e o Sr. lente, corcovado pelo peto de dous
proceswos, e da pronuncia de um, dada por om jnii,
qua nao Ihe pode ter suspeilo ; odiado e aborrecido
pelos homem leoiato, torturado pelot remortot, e
vendo de meit a mait o ten generoso iuimlgo gozan-
do ar lvre, aspirando a bbirdade, e volando-lhe
compaiao !
He para fazer arrebenlar....
Saiba afioal o publico, qua o muilo probo, a muilo
honrado Sr. (eneule-coroiiel Joi Antonio Lopes
nao he um assassino... Seat ioimigos, qae agora te
acham profundamente amargnrados, nao titeram a
forra precisa para supplanlarera a innocencia, e a
vtrdade ; e depois de lanas e ISo repelidas infa-
mia!...
Cahio o feilico tabre o feilieeiro !
f. t.
CAPRICHOS E ABUSOS UE PODER NA COMAR-
CA DE GOIANNA.
A imprenta j lem chamado per vetei a allanero
poblica sobre o actos do coromandantc superior da
gusrda nacional do Goianna.
Elle cavilleiro asuste, como ha rbido, ni tua
ca,a daMagJalena, na cidide do Heeife. Enlrelanlo
apparece volla o meia em Goianna, loma conta do
criminando superior, sera qne ningiieni taiba qoir.-
do ello esla oo dona de estar com letnca, a pralica
tocios que narecem bm pouco regulares.
Agora acabam de ter presos em Goianna 01 Srt.
,., .<*, iuiius, iinav. agora f.auam de ser presos em Goianna ot Srt.
20 Antonio Joaquim, 20 anuos, pardo, sol- canitao Rento Archolno Vaaeurado, a lente Joi-
teira. fl"n Manoel Aranha da Fonteca. Diz-te naca or-
M, ._- n.. afn fAea 1..I n... ___- .K.
Flix Jo>e dos Santos, 40 annos, branco, .^""k00'0 sr- A"s,rl
Ci(Saj0_ cao sobre negoc.oi da ir
121 Mara Joaquina, 23 annos, parda.viuva.
122 Josejha, 6 annos, parda.
123 Joseaha, 40 annos, parda, casada.
12! Maria, 12 annos, parda, soltcira.
125 Antonio, 6 anuos, pardo.
126 Daniel, 1 anno, pardo.
127 Francisco Rtbciro, dos Santos,38 annos,
pardo, casado.
128 Tbereza de Jess, 30 annos, parda, ca-
sada.
129 Luiz, 14 annos, pardo, solteiro.
130 Joao, 12 anuos, pardo, solleiro.
131 Aulonio, 9 anuos, pardo, soltoiro.
139 -Mana, 4 annos, parda, solteira.
133 Colgalo, l annos, pardo, solteiro.
I3 Flix J.
casado.
135 Paula Eugenia, 4 anuos, parda, ca-
sada.
*?2 Ifanoel, 14annos, branco, casado
37 lilippa, 7 annos, branca, casada.
138 AicolaoEugejiio, 40 anuos, pelo, ca-
sado
139 Antonia Maria, 50 annos, branca, ca-
sada.
140 Jo5o, 5 annos, pardo.
141 Miguel dus Anjos, 40 annos, preto, ca-
sado.
142 Marianna, 30 annos, preta, casada.
143 Maria, 20 annos, preta, casada.
144 Theodora, 7 annos, preta.
145 Idalina, 6 annos, preta.
146 Maria Joaquina, 70 annos, branca,viuva.
147 Antonio Jos dos Santos, 28 annos,bran-
co, casado.
I8 Esmeria da Conceig5o, 24 annos, bran-
ca, casada.
149 Jos, 1 anno, branco.
150 Jos Joaquim de Sanl'Anna, 60 annos,
branco. cssado.
151 Anna Maria do Espirito Santo, 50 annos,
branca, casada.
152 Francisco Jos, 25 annos, branco, sol-
teiro.
153 Manoel, 14 annos, branco, solteiro.
I5 Maria, 16 anuos, branca, solteira.
155 Francisco Xavier dos Santos, 50 annos,
branco, solteiro.
156 Luisa Maria, 30 annos, branca, sol-
tera.
157 Manoel, 6 annos, branco.
158 Mara, 5 anuos, branca.
159 Antonia, annos, branca.
160 Candida, 3 annos, branca.
161 JoJJo.2 annos, branca.
162 Jos, 1 anno, branco.
163 J.jflo Barboza, 35 annos, preto, casado.
164 Manoel, 14 annos, preto, solteiro.
165 Antonio; 4 annos, preto.
166 Joao, 3 annos, preto.
167 Severino, 5 annos, preto.
168 Francisco, 2 annos, preto.
169 Bernardina, 13 annos, preta, solteira.
170 Filippa, Mara, 42 annos, branca, viuva
171 Itigoberto, t2 annos, branco, solteiro.
172 Urculina, 1c annos, brinca, solteira.
173 l'ergenlina, 14 amios, brauc, solteira.
Brancos............... 52
81
Brancos
Pardos
Grioulos
Total
40
173
(Continua1
C&ffliffltttticttftflfto
Negocios do Rio Formoto.Tnompbo do lenle
curunel Jui Aulonio Lopei. Desapoolamento
dos seus ignobeis iuimigos. l'in lenle proces-
sado, oo o feilico cunta o feilieeiro.
VI.
Eslava realmente a comarca do Hio Formoso sen-
do carbonisada pruoessorialmenle, e te a Inquiticjto
arana hoje eiistisse leria naquelle lugar o roaii fa-
mosos familiares, 01 agentes mais ferozes, qoe pode-
rla eoconlrar, lal le a ndole da meta dona de ho-
rneo desalmados,que calcando aoi p* o qoe ht mais
sagrado, nao dovklam astassinar seus propriot pas
para salisfazereicraprieliot, que nao sao tem.__>i<
instrumentos, que &u I
Felumeule algomaa golfas dt orralho cahidat do
alto do Ihrooo do impirador vSo apagando ai laba-
redas das togoeiras processoriaet, onde diviam eslar
mergulhadas essas autoridades, que abusando da po-
sicao, qoe oceupam na sociedade, bao rasgado em
mil fragmento! o livro dat oos.as leit penan para
desl arte darera etpansao a parseguicoes.
O publico dula e nutras provincias, o governo pro
vmcial e geral lem sido teslimunbas da maneira
pela qual se pretende mariar a reputacao de um
cidjdao probo, labra quem minea pesou a menor
tospeila de crimes na cidade do Hio Formoto. Que-
remos fallar do lenlo coiouel Jos Aotouio
Lopes.
Alindo Ai priiit poblica como om criminlo de
morle, inhihido por algumai seiet, de defender-te,
perseguido elrozmenli pelos seus encarnicadoi n-
inigoa, que aproveiltndo-se da tua reclusau Iht for-
s1""1 procestoi.o aliciaram leslemunlm ; escarne-
cido pelas autoridades qut suppunliam de lodo mor-
a a le e a eonseiencia, u lente coronel Lopes aca-
bt de obler o mais completo triornpho sobre a cabil-
da de gsos, que nao Ihe poderam lerir, e a Iti fui
ampame,,!,, dcsaggravada, a lei qut eslavo servindo
de johucie mis inalevnlos e corroinpidoi, que de ou-
lra sorle nao po,t,.,m vinQar-se.
O Sr. Dr. Tln;odoro enlrnu em esercicio na
var deditei, e paisou i do juiz municipal ao digno
tao Tora tolla por ordem qoe deiioo o cotnmandanto
sopenor ao seu tobslitulo, e que foi motivada pelas
occorrencias que te deram relativamente a crojec-
tada prisao do Sr. Aaslricliano Ztferino da Molla.
He pois necestario qoe o publico taiba alloma eonaa
tobre estas oceurrencia, de que j den tufTicieute
nnticia o njornal do Commercioo da cidade do Ke-
cito, de 7 do correnle, no artigo inliloladoMais
um desalio do commandaole tuperior da guarda
nacional de Goianna.
O Sr. Antlrielano, sendo oomeado Inspector de
quarleirao,deiion ha om anno de oiereer o posto
de sargento da cuanta nacional do balalhao de Coiaii-
it. O Sr. Malinas lime, de Sonta ( anbeino-lo
.racamento porque ouvimoi dizer ), capillo do ba-
alh.to da goarda nacional di N. S. do O' no mesmo
nooicipio. O Sr. Malhiat oa matriz da (ioianna
travuoi coro o Sr. Australiano ama ridicula altarca-
.rmandade do Sacramento ;
como esto repelliste ot muiloi e grotioirot intolloi
qoe Ihe dirigi, elle irrisoriamente dee-lho ordem
de prisao em uome do commandaola luperior, liado
na groada amlzada quo dizem Iba tributa o mesmo
commandaola tuperior.
As pessoas que coohocem o pouco discemimanlo
no fw. .Malinas, pensaran) qoe lomeihanto ordem do
prisao, dada por occatiao de reuor-ia a mesa da ir-
mandado do Sacramento, flearia na peala da matriz
de Ooiiuna. oo meio da hilaridade qoe provoeoo.
fculrolaiilo. por motivo tao ridicolo e lo atlranho
ios negocios da guarda nacional, o Sr. coramandanla
superior, anotando de ana aoloridade, commetteo o
desalmo de dirigir o seguale oflicio :
lllui. Sr.Tendo o lenle Malhiat (tomes da
sooza preodnlo a' minha omem Antlrielano Ze-
" j rt, Mo,la' "'"lo d primoira companhia
do balalhao do iolerino commando do V. S.__por
o lar desacatado em tua palete,e Dao leudo
ale esta dala o referido sargento comprdo aqueta
a ordem, com o que tomhem me ha deiobadteido
determino i V. S., que eipeca inat rdeos, para
qoe immodialamoule teja aquello targenlo reco-
mido aocalanoucoal minha teguudt ordem.
Doos guardo a V. S..Iloinel do commando
superior da guarda nacional, na cidade da Goian-
na. 13 de julho de 1857.Joao Joaquim da Cuoha
Kegu Btrroi, Comraandanle superior da suarda
nacional desla comarca.Illm. Sr. capullo Beuto
Archelau Veicorado, commaodaole inlerino do
balalhao n. 12 da guarda nacional de Goianna. *
O Sr. lmente Aranha. encarregado de efleeluar a
prisao peto Sr. eapiUto Voseara ro, olliciou a cate al-
egando qua i ai io julgava competente para eUec-
luar etsa priio, visto o Sr. Auslricliano, na quali-
dade de inspector de quarleirao, achar-te diipenstdo
ha um anm. do iirvico da guardo nacional, do qut
cuviava documento. Ciemos que o Sr. rapilao Vai-
curaJo conforraou-so com esla reipotta, a qoe do
cousai semelhanle ven, o motivo di ujuitificavel
priaao de amboi.
Nao ha porm *> niiio que te fazem tentivtit ot
caarichot do Sr. coraraandantt superior de Goianna.
Esset capricho! levara a ella, seus filhot a geuros a
iiilrometler-te na queiUo criminal enire o raipoila-
vel vigario do Goianna e o Sr. Pinheiro de Mendon-
".'""oweller-ea em vanas demandas, e ale nat
desinlelligenciit tobro a fe.la da orago o negocios
das musical da cidade de Goianna. Anda ha pouco
segando not consta, for.m, .o Eitn. prelado repreten-
lacoes levadas por pesios doSr. commaodanle tupe-
rior tobre essas fettai de igreja e queslei de prefe-
renoia da msicas !
E he aaiim que o Sr. eommandante snpror jnlga
coiiipiuelrar-se da tn. posicao 1 He a-su que elle
prelenle conchar os animot em Goianna, eailqm-
nr initoenria O Sr. comman imite toperior deva
couveiicer-ie. ama voz por todas, quo i valentona
nao tora tenao atjaahir sobn ti o descradito, a vergo-
nha e o n.omm E tt qoizer, leime, ezpeiimen-
le. H-pois nlo te qocuo do eHeito do seus aclot
imprudeulet, quando loe er.ergic.menle repel ido ; e
nao mande o estupefacto etereverque deca motle-
rtcio a eoocordit, (quo lal o modo do oble-la ti
mas qua tm troca s oblom gVossairot insullot.
Ui caprichos dos nosui anlagooiilai poden) levar-
not man louge do que he razoavel, e cooveuieolt
para ambos os lidot.
Enlrelanlo por ettet e oolrot caprichos do Sr. com-
mandanta lopenor, iolgamot melindrosa a tiloarao
da comarca di Goianna. .
... M, O conielheiro prudente.
Goianna 22 de agosto de 1857.
^m&tc'nnA
1'KACA DO KECIKE SS DE AGOSTO AS
3 MOMAS DA TARDE.
Colacet ofTiciaet.
Frele para Liverpool 7|I6 da Maceio e 5 OJO de
piiraagim.
P. llores, pretideale.
L.Duboorcq Jnior, tecrelarlo.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
a Pars, 316 n. por fr.
c Liiboa, 92 por % de premio,
t Kio de Janeiro, 2 por 0|0 da desconto.
Acco do banco 50 por ctnlo de dividendo per mo-
la do vendedor.
companhia de Beberibe 60lJO0 por acra*
companhia Pernambucana ao par.
a a Ulilidade Poblica, 30 por cenio da premio,
t a Iudemnisadora. 61 idea.
a da estrada -.e Urro 20 por 0|o da premio
Discanto de ledras, de 10 a 10 por eento.
Areoes dn Banco, ii) a 11 de premio.
OuroOncas hospanholai. 293500o MMHI
Moedat de 65100 velhai .... thXKXi
65100 nova .... itjaOOO
4J"00.......9*006
Prata.PatacCea braiileiros......^ooo
Peso columnarict......29000
meiicanoi...... i-rO
ALFAM1F.GA.
H en lmenlo do da 1 a 24.
dem do da 25, .
532:789?90S
44.2708157
577:0605063

I

-


' ..". '



JAMO DI PERNAMBPCO Qt?ATiTA FEIRA 2(1 DB AGOSTO DS mi
'x
Descarreiiam hoja 6 de agoilo.
Br-'gne ingleSpravbiealhao.
Prigue ingleLord" Althorpraareadorias.
.-CUH1 holln.I'.-iTorce Kornelissonidem.
Briguj Jileco Jeiinymercadorlll.
Brigue porlaganLaii IIItouciuho, cil e drogas
Patacho americanoCornmercefirinhi bolaclii-
oha.
HilteLindo Paqaelepipil e barris de vinho.
CONSULADO GERAL.
Bendimanto do dia 1 a 21. 92:60291159
Idtia do dia 25....... 2:8789659
95:1819018
DIVERSAS PROVINCIAS.
Heodimeulo do da I a 24. .
dem do dia 25......,
5:6969o(!
329/46V
6:025700
D^^-,m DE EXPORTACAO PELA" MESA
SP,S"^L*D0 BSTA CIDADE NO DIA
25 DE AGl STO DB 1857.
(ianovaBtigo aardo Daino, Bailo & Limos,
1,038 aaccoi nanear bramo,
Montevideo Brigm dinamarqus .Crea, Bailar
di Oliveire, 400 barricas assucar braneo,
Uto da PrataBrigue aueco Diolem, Francisco
Mideiroi & C., 260 barricas aaancar brinco e
maacavado.
EXPORTAgAO'.
Acaraos', patacho nacioaai Saola CraiD, de 101
iniciadas, condoli o aegoinle : 441 volamae fa-
zendas, ferragena e oolris mercadorim, 67 panelas
de ferro, 58 barra do dito, 9 virgallioei, 1 chapa
pura f >ga i, 76 volumea diversos gneros do psiz.
RECEBDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
HAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeolo do dia 1 a 21. 54:93)9888
dem do dia 25....... 1:1375651
36:089#52
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeulo do dia 1 a 21.
Ideui do dia 25. .' ,
54:931989S
5I1966
20:3699676
\>'&&$WtP vi tnm
Navios entrados no dia 25.
Philadelphia50 dias, patacho americano Com-
miTOr, da 175 toneladas, capilao Parker, qui
pagem 9, carga 1,388 barricas cono f.rinhi di tri-
go ; a Uenry Forsler & C, Pertence a Niw-
Bedford.
Par.ihiba2 dias, hiale nacional Flor do Brasil,
de 28 tonelada!, meslre JoAo Francisco Martina,
eqopagem 4, carga lorps de mangue; a Justino
da Silva Boavista. Perlence a Pernambuco. Pai-
sageiroa, Ascenciu M. Meira, Manuel Rodrigues
dos Santos.
Navios saludos no menno dia.
Ilio de JaneiroPatacho nacional Agoniou, ca-
pillo Nicolao Maria Pa le, assucar e mais gneros.
Asau'Barca nacional Cecilia*, com a ine que Irooie. Sospendiu do lameiro.
BabiaBarca ingleza Chase, com a mesma carga
que Iruuxe. S*pen1eu do lameirao.
Rio de JaneiioBarca americana Kslndeer, com
a mesma carga que trouxe. Suspeudeu do la-
meirlo.
Rio de JaneiroVapor nacional Paran', com-
niaiidanle F. F. Borges.
6 li'ros com 50 folhas caita um, de papel
hollanda pautado a 3/rs., para os armazens
do amoxarifailo, 1 dito de 150 fallas com a
denominacSo do auxiliar so livro mestre ge-
ral das pravas effeclivas, riscado de accordo
com aquella mesmo livro, isto he paia as
pracri de pret do 8.- batalho por 809 rs., 1
dito para langamcnto das notas das visitas
diarias do medico, cem 50 folhas de papel
bollanla pautado por 3s rs., 10 garrafas do
tinta preta a 480 rs.
0 5.- 100 covado* de panno preto a 2j400
O 6.- 10 enchadas calcadas d'aco o 830 rs-,
|0 pas de ferro a 19150 rs., 42 varas de fita
de retroz preto a 60 rs.
O 7.- 9 arrobas de estanho em vergoinhas
a 790 reis.
E avisa aos supraditos vendedores, que
deverSo recolher os respectivos objectos, ao
arsenal Je guerra no dia 26 do corrente mez.
Sala das sesses do coaselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
24 de agosto de 1857.Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
A administracao geral dos estabeleci-
metilos de caridado manda fa/er publico,
que no dia 27 do corrente, pelas 10 horas da
manliSa, na sala das suas sesses, continu'a
a praca das casas ns. 31 da ra da Moeda, 26
p 30 do becco da Lama, 5 e 39 da ra de S.
Francisco, e 8 da ra do AragSo
AdministracSo geral dos estabelecimenlos
de caridade 20 de agosto de 1857 Ueseri-
vSo, Antonio Jos Comes do Correio.
T1IEAT1IO
DE
mm&t.
opre-
Olllra. 5r. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimeoto da ordem do
hxtn. Sr. presidente da provincia de II do
corrente, manda fazer publico, que no dia
10 de setembro prximo vindouro, perante
a junta da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos fuer a obra do
9. lanco da estrada do norte, avaliada em
9:236426 rs.
A arrematagSo ser fcita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio do 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
tualaco comparegam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas
E para constar se mandn aflixar
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 13 de agosto de 1857.O se-
cretario, A. F. da Annunciagao:
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
I." As obras do 9 lanco da estrada do
norte far-se-hSo de conformidade com o or
garoenl,planta o perfis, approvadospela di-
rectora em consellio, e apresentados a ap-
provacSo do Exm. Sr presidente da provin-
cia, na importancia de 9:236126 rs.
2. O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mc e devora conclui-las no
^de 13 mezes, ambos contados na forma do
art 31 da lei provincial n. 286, dando tran-
sito ao publico em toda a extensSo do lanco
no fin de seis mezos.
3" O pagamento da importancia da ar-
rematado realisar-sf-ha em qualro presta-
sOes iguaes, cuja ultima ser paga na occa-
siSo da entrega definitiva, e as oulras cor-
responderao a cada tergo das obras
4. O prazo de responsabilidade sera um
anno, durante o qual o arrematante ser o-
brigado a manter a estrada em perfeilo es-
tado de conservarlo.
5." Paratudooque n3o so achar especi-
ficado as presentes clausulas, nem no or-
ea ment, seguir-se-ha o que dispe a res-
peilo a lei provincial n. 286.Conforme.
o secretario, A. F. da Annunciagao.
OSr. collector das rendas proviociaes
do municipio de Goianna la/ saber que em o
dia de boje Ibe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crioulo de nome Luiz,
natural da comarca do Limoeiro, de idade
de 25 annos, estatura -alta, rosto redondo,
cabellos carapinbos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexiga, preso nessa cidade ordem uo mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente anno, sendo avallado na quantia de
1:2009; pelo que chama-se a todas as pes-
sos que tiverem direito ao referido esciavo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
blicado deste, apresenlem na collectoria da
dita cidade sua justficac3o de dominio, a
qual ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e lindo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, precedendo-se
annuucio do dia e hora em que bouver de
ter lugar dita arremelacSo, publicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Goianna 30 de julho de 1857. O escrivao
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lins
dos GitimaiSes Peixoto.
SABBADO, 29 DO CORRENTE.
Graude e variado especlacolo de maanetijm". c
recreacs sppsrantes em favor do Real Hospital
Porluguez de Beneficencia.
O espectculo sera annunciado por extenso sexta
ftira 23 do corrente.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA IM.
O director deste salilo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que teudo-se de re-
tirar desta provincia,otTerocc-lhes esta sema-
na urna agradavel exposieflo do vistas todas
novas.
Guerra do Oriente.
1.a Plano da provincia Ersan o Odessa etc.
etc.
2. S. M. Napoleao III, a bordo do vapor
Imperial a visitar a flota ingloza em Calais
3." A sanguinolenta batalha de Alma to-
mada por outro ponto.
4 A batalha de Chernaia, aonde os Rus-
sos l'iram rvpcllidos por seis mil houi-sns das
tropas sardas.
5.a Batalha a incendio de Moscow por N-
poleilo I, e os Russos.
6." A sanguinolento batalha de lnkerman
batenJo-se a ferro fri, lomada por outro
ponto.
7." Batalha das trincheiras franceza toma-
da por outro pouto.
8. Os Francezes fugindo da nao Castella
a Velha, estando prisioneirosem frente de
Cdiz, em 7 de abril de 1811.
9. Q palacio do Sultfo, imperador da
Turqua.
10." Vista de Marselha em Franga.
11." Igreja do Santa Maria e seus arrabal-
des em Pars
12." litel-dc-ville de Pars.
13.* vista de Montevideo.
14." Vista do Genova tomada de Saumoii.
15. Vista lie Bayona, Frtnga.
16.a Vista do palacio real de Amstcrdam
17.a Jardim e palacio de Versalhes.
18." Napoleilo I, botando o oculo em fren-
te da CathedraI de Milo.
O sal3o estara aberto das 7 al as 11 da
ooite. Entrada 500 res.
LEILAO
extraor dmario.
(-en reserva hIntima),
A. Topi, com deposito de objectos de mar-
more e alabastro, no aterro da Hoa-Vista o.
12, tendo do rol ira r-so brevemente para a
Europa, far leil.lo por inlervcnc3o do agen-
te Borja, do seguinte : um grande a lindo
sorlimenlo de figuras diversas, representan-
do porsonagens celebres antigs e modernas
diSerenes vasos golhicos e gregos para a-
dorno de sala e para jardins, 2 ricas mesas de
mosaico, historia natural (passaros, quadru-
pedes;, jarros, garrafinhas, frocteiras de va-
rios modelos, ohjeclos para escriplorio, e
para enfeites de mesa, e utna immensidade
do outros muitos artigos de gosto e de luxo,
que so podem ser apreciados com a vists,
segundo os cathalogos, que serSo distribui-
dos no dia terga-feira 25, no armazem do
dito agente, na rna do Collegio n. 15, e no
supra e citadoes tabelecimenlo, aun Je tera
lugatr o leil3o : quarta-feira 26 do corrente,
as 10 horas da manba em ponto.
O agente Pestaa far leil3o, por con-
ta de quem pertencer, de uuia mobilia de
Jacaranda,coiisislindo em cadeiras, ditas de
braco, sola, mesa redonda, cousolos, urna
magnifica cama de Jacaranda a franceza, um
guarda-ruupa, diversas obras de Jacaranda
para sala de jstitar, marquezas, cadeiras,
consolos, sofas, lanlernas, candelabros, um
apparelho de louca azul para mesa, dito de
porcellana para cha, copos, calis, garrafas,
porta-licores, galhetelro, caxa do xanlo pa-
ra che, obras de prata como sojam salvas,
paliteiro, colheres, e muitos mais objectos,
e trens de cozioba ; assim como um excel-
Icnte innl -linlm de 6 aunos, muito bonita fi-
gura, e urna escrava de 30 annos, propria
para todo servico, o que tudosa acha paten-
te a cxnme dos compradores: quarta-fera,
26 do corrento, as 10 horas da manhaa, no
sobrad i illm Sr. commendador Maga-
Ih3es Bas na ra do Cadoia u. 25, pri-
meiro andar e Oerraco quelica por cima da
lojadoSr. Flix, alfaiate.
O aKenle Borja, de ordem do Exm. Sr. I)r.
juiz especial do comruercio, a requerimemo dos cie-
poiilanos e procuradores li-cu- da ma D. Candida Maria da Silva Lima, fara' leilo em
sen armazem na ra do Collmio n. 15, de 1,000
caixas com s.ih.lo da melhor qualidade que exilie no
mercado, sendo 800caix;>s do amarello ecuro e 200
de amarello claro, perlencintea sopradila massi o
qual sera' vendido em loles i vonlade dos compra-
dores quinta fera 27 do correle ao jneio-dia em
ponto.
O jente Borja fara' leil.lo dos movis perlen-
cenles jo Sr. Manoel Ferreira da Silva Ramos, que
ha pouco ae relirou para a Europa, ua casa sita na
ra larga do Rosario (Quarleis u. 22, primeiro an-
dar, constando de uui.i excedente niobilin de jaca
randa' com pedra, urna ptima secretaria tamhem
de Jacaranda', guarda vestidos e guarda roopa de
amarello (raiz;, varias commudas, urna rica cama
de armaran, com cortinados, inarque/.ss, sofss, ca-
deiras, bancas, urna solfrivel inohilia de angico (da
segunda aal\ urna grande mesa ela>tica, doui gran-
de goarda-lou(a de amarello, varios aparadores, la-
vatorio com pedra e sem ella, e oulrus muitos ohjec-
los de marcineria de difTercnles quadade*, etc.,
candelabros e lanlernas de vidro, vasos e mais en-
feites de porcellana para sala, diversas obras de ou-
ro e prata, entre as quaes sobresali um neo appa-
relho para cha', etc., om excellente cofre de ferro,
e ama gran le quautidade de ouUos muitos arligus,
arranj s necesiri.is de casa, etc., etc.: sexla-fcira
28 do correle as 10 horas da manhaa.
Leilao de e eros.
O agente Pest-na fara' leilla pnr conta de quem
perlencer dos gneros seguinles : 1(1 barris com vi-
nagre braneo, ingle/, 10 dilos cun dilo tinto, 10
queijoa sin.sus, 2 Caixas com 210 lalas de raarinelada,
8 barris com vinho do Porlo : quarla-rira 27 do
crreme as 10 horas da manida, a' pona do arma-
zem do Sr. Aunes.
lomiictuliia
DA
ESTRADA DE FERRO
do Recifti S. Francisco
LIMITADO.
O abaixo assignado (az saber aos Srs. accionistas
desla companhia, qoe podem receber no respectivo
escriplorio joros de 7 por cenlo ao auno, relalivoa
ao lerceiro semestre (indo em 31 de julho ultimo,
sobre as quaulias recolhidas por conta de suaa res-
pectivas accei; devendo tsse pagamento ser feito
aos mesmos Sn. accionistas ou aus seus procuradores
ospeciaes.
Por ordem dos directores. Jamen Templeton
WoO'li souerinipndente.
-9 @ =@ @@-::;-
PreiniodetresS
;"'
o
por cento.
v;j Ouoiti liver dinheiro de 5 e 10 luales d
gli prata, e quizer trocar com o premio cima,
*if dirija-!
O
o
tmm
;:**.1 ." :{>)&
Para o Mtio
de Janeiro
.S.x

.ri>..
Umfuiiccionui'o]>ii|}lico compro nict-
teu ha 6 anuos a uma penoa de quem se d-
ztanmigo.e por mais que este amigo, tenha
escripto.instado e solirido pelo dito func-
Conaiio para cumprir eom seu dever.tem
sido ludibriado,cacoado,e ate menospreza-
do Nao sendo poispossivel fazer cliegar o
referido lunceionario aocutnDrimeiito de
seu dever por outros
/.er ao pnl.-eo
mprimeuto de
mejos, vai-se tia-
pul.lieo este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a passar |>or lionrado.
victima.
Tt'Atxatdt*
0 Illm. Sr. Inspector da thesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Exm Sr. presidenleMda provincia
de 11 de julho ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do corrente, ao meio dia, pe-^
rao te a junta da fazenda da mesma tbesou-
riria, se ha de arrematar a quem por menos
fizer o costeio da illuroinacao publica da ci-
dade deGoiar.na, por lempo de 3 nnos,a
contar do 1.- de outubro do conenteanno
ao lim de setembro de 1860, avaliado cada
a mpe3o em 180 rs diarios.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematagSo comparecen) na sala das sesses
da mesma junta, competentemente habilita-
das, que thi encontrarSo as condices da
mesma arrematarlo.
E para constar se manlou affixar o presen-
te o publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto de 1857. O secre
tario, A. F. da Annunciic3o.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em cumpri-
mento do art 22, do regula ment de 14 de
dezembro de 1852, faz publico que foram a-
ceitas as propostas de Jos Baplista Braga,
Luiz Leopoldo dos CuimarSes Peixoto, Jus
Francisco Carneiru, Cuimarfies & Oliveira,
Jos Francisco Lavra, Rodrigues & Riheiro,
e Lima & Martins, para foniccerem :
O I.- i91 t'orragens de latao, com 5 pecas
cada urna, para ceuturOes, com as letlras
PN, a isioo rs cada ferragem.
O 2.- os medimentos para a botica do hos-
pital regimcntai, segundo a rolarlo ja an-
nunciada, na importancia de 2439900 rs.
0 3.' 60sellins com todos os pertences,
para a companhia de cavallaria a 76-?000 rs.,
obrigando-se a entrega-Ios promptos at o
mez de novembro prximo vindouro.
U 1 livro para o registro geral das pra-
segoe no dia 31 do mez corrente, o brigue HER-
CULES : para o resto da carga, passage.ros e escra-
vos a frete, lrla-*e com Csetano Cyriaro da Costa
Moreira, na ra da Cnleia do Recife n. 2.
Para o de
pretende seguir com mtiila brovidade a ve-
leira sumaca nacional Conceigo, lem prom-
pto nielade de seu carregamento : para o
resto e escravos a frele, para os quaes lem
excellentes com modos, trata-se com o seu
consigaatario Antonio Luiz de Oliveira Azc-
vedo, ruada Cruz n 1.
Para a Bal,i .
O veleiro e bem conheci io patacho nacio-
nal Amazonas pretende sahir com muita
brevidado, por ter a bordo dous tercos de
seu carregamento prompto : trata-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Olivei-a
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Companhia Pernanilnicana.
O vapor PcrMiiunga, commanianle o se-
gundo lente Joaquim Alves Moreira, se-
gu viagem para os p irlos do sul no dia 27
do corrento, as 6 horas da tarde ; a carga
dever ser embrcala at o dia 26 as 5 ho-
ras tambetn da tarde, n3o iccebendo
alguma dep js dessa hora.
Para oCear, iVIaraitlrt
e Para.
Salte nestes dits por ter ema boa parle da carga
engajada. o veleiro patacho Anna cu ii.i Do-
mingos Heniique Mafra : a tratar com Taiso &
Irm5<>i.
PROVINCIA.
O Sr. thesotireiro das loteras manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os das, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2, das 9 horas
da manliaa a's 0 danoite.billietes.meios e
quaitos, da prlmeira parte da primeira
lotera do convento deS. Francisco de
lea rae t
Ollnda, cujas rodas andam no dia 29 do
corrente. Thesouraria das lotera* 22
de agosto de I8.Y7. Jos Januario Alves
la Maia.
Acha-se ausente desde o dia 1 do cor-
rente, a escrava Thereza, Congo, de 64 an-
nos, baixa, um pouco reforcada, cabellos
hianeos, lem os dedos das m3os encarangue-
jados e calombos pelas costas, proveniente
de acoutes de senhores anteriores, anda es-
pigada, levou vestido cor de rosa com flores
amarellas: quem a pegar, leve-a a casa de
seu senhor o m*jor Antonio da Silva Cuina-
rtes, na roa Imperial n. 64, que ser gene-
rosamente recompensado.
Precisa-so alugar urna escrava, que
sai lia fazor o servigo de uma c sa de pouca
familia, elambem alguma compra de ra :
a tratar na ra Relia, sobrado novo, prximo
a man, primePo andar.
~- Precisa-sedealgunsamassadores: na
padana do Chora-Monino; paga-se bem,
sendo bons
Cal a o ira n < z
Jos Ensebio Alves da Silva, lem a honra
de avisar no respeitavol publico, que tetn a-
berto uma luja n. 1 A, na ruado Crespo,
junto ao arco de Santo Antonio, onde desde
ja principiou a receber pelo ultimo navio
francezcalgado feito em l'aris, e vender por
prego razoavel a vista da superior qualidade
da azenda, que por ceno satisfar ao com-
prador.
Na ra Velha n. 64, lava-se e engom-
ma-se por progo commodo, prstando-se lla-
mis i dor se for exi^i io.
Quinta feira 27 do corrente, na sala
das audiencias do Exm. Sr. l)r. juiz especial
do commercio, lem de ser arrematado por
sera ultima prega, o sillo da estrada de Jo3o
de Barros, avaliado por 900o rs por execu
g3o da companhia estilita, contra Francisco
de Paula Lopes Vianna.
Precisa-se de um criado pequeo para
tratar do um mogo solteiro, e empregado
publico : no pateo do Carmo n. 9, primeiro
andar.
|a-se a ra do O leonado n. 19, que JJ'
$$ achara com quem Irnlar. K,
- Uesappareceu ha 4 para 5 semanas a
parda acaboclada de nome Thereza, de ida-
de de 26 annos, pouco mais ou menos, esta-
tura baixa, cheia do corpo, falla doscanseda,
levou vestido cor de rosa, e varias pegas de
roupaemuma trouxa, e intitula-se forra :
quem a pegar leve a ra do Sebo n. 17, que
recebera 505000.
Precisa-se de um menino para caixei-
ro, prefere-se portuguez: no deposito da
ra de S. Francisco n. 6.
O dentista cs-
trangeiro
que tira fenles sem dr e com a rapidez
doraio, em qualquer posicao, anda mes-
mo a cavallo, previne ao respeitavel pu-
blico, rpie tem de retirar-se para o Kio
de Janeiro no prximo vapor, visto citar
convidado para exeicer narpiella corte sua
profist&o ; periantoj as pessoas que se
quizerein servil de seuprestimo, dirijam-
se a casa de pasto do becco do Abren, no
bairro do Kec'e n. i, que o acharao.
Precisa-se da quantia de 5003 a 1:000#
rs., dando-se por garanta um ou dous es-
cravos de valor : qjem quizer annuncie.
$$&&$$$@#$&^@^
@ O IJr. Pedro Antonio Cesar pre- -.,.-
S valece-se da mprensa para despe- @
$& dir-se dos seus amigos da cidade ?5
^ delioiannas, o'erecendo-llic o sen S{'
^ diminuto presumo na capital da ^
^ Babia, para onde s- dirige, e asse- $$
s giirando-lhes a sua cordial estima @
@ e cierna gratidao.
MDiKC DO ESTABfcLECl-
MENT M PIAllS DE
J. VIGMES.
J. Vignes mudou seu estabeleciment de
pianos da ra larga do Kosario para a ra
da Ca leia de Santo Antonio n. 23, junto da
Uelagao.
Respondo ao Sr JoSo Athanasio Bole-
lho, a pergunta que Te fez pelo Diario de
Pernanibuco de 21 e 22 do correte, quo he
verdad' ter eu dito ao Sr. Iiispeclor que
Vmc. era meu inimigo e do Sr. inspector:
meu, ha muito que Vmc. o he, gratuitamen-
te do Sr. inspector, porjue o tenho ouvido
dizer a muita gente ; a razao Vmc melhor o
saber.Jos T de C Quaresina.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va para fazer o ser/ico diario do uma casa
de pouca familia : no pateo do Carmo n. 9,
primeiro andar.
Lotera
provincia.
AO 5:000$, 2:000^' E I :000,s".
Noescriptorio do abaixo asjienado.yen-
de-sc billiclcs.incios cquartos emcpjantia
de I00,s para cima a dinheiro a vista pelos
seguinles procos :
Bilhetes A'O recebe 0:000x000
Meios 2,s750 n 2:500x000
Quartos 1|375 1:250x000
f*. ti. Liyme.
Lotera da pro-
vincia.
Lotera
ii \
Provincia.
AOS 5:0005 2:000- e 1:000s
ti abaixo assignado garante os bilhetes da
loteras da provincia, rosponsabilisando-se a
pagar os premios maioros sem o descont de
8 por cento da lei, cujos bilhetes vao rom a
seguinte rubrica i i va Guimar3es & C. e
tem exposto a venda na sua loja no aterro da
Boa-Vista n. 56 A, os bilhetes da primeira
parte da primeira lotcria do convento de S
Francisco do Cunda, a qual corre no dia 29
do corrente :
Bilhetes 65OO0 recebe 5:00o,
Meios 3?000 j> 2:500s
Quartos 15500 1:250-3
Na mesma loja cima, vendem-se a diohei-
a vista, da quantia de OO' rs. para cima.
pelos pregos :
Bilhete 55500 recebe 5.OOO5
Me'os 25750 i> 2:500.5
Quartos 15375 1:250-3
Jos Joaquim da Silva Cuimaraes & C.
Na ra do Brum n. 22, terceiro andar,
precisa-se de uma ama parda ou crioula, pa-
ra lavar em casa roupade meninos eetigom-
mar : paga-se bem, agradando, por uma
precisfio.
Na typographia da ra da Praia n. 43.
deseja-sc fallar aos Srs. JoSo Francisco da
Lapa, Manoel l'oreira BrandSo c padre For-
tunato David Ama lor de Oliveira, este mo-
rador na praia do Jang, e aquellos na cida-
de de Ulinda.
Arrenda-te o en gen lio denominado
ConceicaD, na povourao de Bebebe.quer
como engenbo, quer como sitio, tem to-
das as proporcaes para plantac&o, o rio
unto a casa de vi venda, que be boa, tem
varios arvoredos de l'ructos, a vista do ar-|
rendatario se expora' o mais : quem o
pretender dirija-se ao proprietario abai-
xo assignado <. praca da Boa-Vista n.
28.Manoel Elias'ofeMoura. Recife 22
de agosto re 1857.
(>s abaixo assignado fazem sciente ao
respeitavel corpo do commercio, que ven-
den.m a sua taberna, siu m ro da Trenue
n. I, ejulgam nada dever pertoncenlo a dita
taberna, purni se alguem se julgar seu c-e-
or, aprsente suas cuntas no prazo de oito
dias, a contar da data deste, lindos os quars
nao se a lmitte reclamag3o alguma Hecifc
22 de agosto de 1857.
Miguel Jos da Costa (V IrmSo.
Antonio Jos Rodrigues do Souza, em
sua viagem a Europa, deixou coran seus bas-
tantes procuradores, seu irni3o Luiz Jos
Rodrigues de Souza, Antonio dos Santos
Vicira, eseu irmiio Jo3o Ba.tista Rodrigues
de Souza ; e n5i> tendo tempo para se des-
pedir de todas as pessoas de sua amizade,
pede-llies desculpa por esta falta involun-
taria.
LOTERA
>>.\
provincia.
O abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta sendo da quantia de IUO3 reis para cima,
os seus muito feli/cs bilhetes, meios e quar-
tos, (lelos precoa abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Rocife n. 45, esquin, da
Madre de Dos :
Bilhetes 59500 recebe 5:0003
Meios 23750 1:50!>3
Quartos ls375 1:2508
Por Salusliano de Aquino Fereir, i
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Peie-se a qualquer autoridade, que'
tiver noticia de um cavallo caslanho foveiro, 1
arregagado dos quatro ps.frento aberta.fer- |
rado no quarto direito, de 7 palmos de al-1
tura, an la baixo mal o meio anda soffrivel,'
mas com as pernas embaragadas, que repre- I
senta ter a idade de 8 a 9 annos, o qual ca-
rallo foi alugado no dia 22 lo mez corrente,
a uin individu braneo, quo diz cha mar-so
Cuilherme Augusto da Fonseca, para ir meia
legua distante desti cidade, e atohojenaoi
he chegado, o consta que 110 da 23 fora vis-1
lo dito individuo r.elle montado, na estrada j
de S. Lourengo da Malta foi selado com
sellirn inglez em bom estado, e enfretado, e
estribos de osso : quem o apprehender. 1
(|ueira dignar-se de o remetter a ra da Boda !
desta ca.iiial na coebeira do Paula & Silva,;
que sera recompensado. Este cavallo he
muito conhecido na cidade de Goianna, e'
perteuceu ao l)r Pedro Antonio Cesar.
Precisa se alugar utnpjetoou mole-
que, para trcbalhar com uma carroca c ca-
Tallo : na rus do Sol n. 1 a
Jos Galli vai a Europa no Drimeiro va-
por sardo.
A aballo ,is-i,.im 1,1 vralo a i..Uu. vi .,1,,..,,.
verda.leiroa da tea scropre l.-mbrado aapoao
Manoil I.uii de Ahreu, e que luptfin tanto
inleress tm assislir aos aclus daeu funeral e
Jo selimo dia.fai diste raod publico solem-
ne os seus irais vivos ssraJecimenlos a todas
estas pessoas, e com especial men;Ao tribua
11.1 gratidao a aquelles, que por e acouiecimenlo, a lem acernpanliado no aen-
liincnto e na dAr que soflre o curario de uma
inullmr, a quem o destino apirloode ciu ma-
rido^cTigiio do sua eterna esnu losa recordado.
Mara Joaquina doa Santos Abreu.
(orvete.
llojc ter sorveles se nSo ebuver : no a-
terro da Boa-Vista n. 3.
Baile popular
Segu at o dia 10 de setembro vindouro
o patacho EroulagSo : para carga e passagei-
ros, trata-se com o capitSo, ou no esrripto-
rio de Manoel Goncalves da Silva na ruada
Cadeia do Recife.
- Para a Parahiba sahe no da 27 do cor-
rente mez com a carga quo tiver, a barcaga
Conceiga.i de Maris, mestre Juviniano Fran-
cisc.i de Albuquerque: equem no mesmo
quizer embarcar, despache pelo trapiche do
algodao.
Olenle Borja *m eo armasen), na ra do
Collegio 11. 15, far leilao de uma immensidade de
gas etfectivas, aggregadas, addidas, e exelui- objectos de marciueiria e outros muilos de diffeicn-
aeces oue a lei faculta,
deartilharia, por 1509,1 !f.?;2"!.'.,l*,|P.1t'.'le!"'ai?"L. aIl^KTafi!?* t Precisa-sede 2:0005000 a juros a um
das do*.' tnlBlho
contendo 400 folhas, e sendo a ecaSrnago 2^*a,
decapa de couro, 8 ditos para registro ge-
ral das pragas efTeci i vas, aggregadas, e ad-
didas das 8 companhias do mesmo balalhSo,
com 50 folhas, tendo capa de couro a 22/ rs..
Quat la parte da segn Ja lotera do bos-
pital Pedro II.
Continan] a obter premios grandes
os 1 cli/.cs bilhetes rubricados lelo aliai\n
assignado, como se ve nos seguinles m-
meros vendidos na lol en a a cuna men-
Clonada.
Nuins. 2785 5:000 K quartos,
'.22 2:000.^ 1 meio.
Vil. 1 :000.S 2 (|liarlos
2b!)7 0II.S billiete.
1 Ki 200.S 1 meio.
3*20 200.S 1 dito.
2800 1 OO.s 2 quartos.
207 i IO0.S bilhete.
2087 lOOj dito.
1 120 IIIO.s 1 meio.
50V 0$ 1 meio.
no VO.s- 2 quartos.
142 iO.S 1 meio.
vr.v O.s' 1 dito.
3826 VO.s 1 dito.
A garanta dos 8 0|() be paga apenas
ACEIO E PROMPIDA.
Na ra das Cinco Ponas n. 136, lava-se e
engomma-se com aceio e promplidao, e to-
ma-se algumas freguezias.
Quem tiver penhores cm poder do
abaixo assignado venha resgatar no prazo
de 15 dias, a contar da data deste aununcio,
no lim do qual passarei a vende-los para
pagamento do meu principal e juros.
Jos Fcruandes Peroira Villa Rica.
Ignacio Pinto dos Santos Sazes pelo
presente protesta haver de quem querque
conserva occullo o seu escravo crioulo, de
nome Joao, com idade de 17 annos, nao s o
escravo como os dias de servigo, e tentar as
bem eom de Iris caita de calungas de
piir.-ol.um e da inaileira, rereiilemenle rlipgadaa de
Osiiiliurgo e 4 pianos de mesa, proptioi para apren-
dizagem, e urna porfo de relogiol de ouro e prata,
etc., etc. quinta-cira 27 do correte as II huras da
mtahit.
por cenlo, dando-se por garanlia um predio
a hypolheca : quem lhe convicr annuncie
por este jornal.
sahir a lista (zeral no escriplorio de
l'.J. Layme.
O abaixo assignado, morador no cn-
genho S. Pedro, fregu-'zia de Pao d'Alho,
previne pelo presente a todas as autoridades
policiaes e ecclesiasticas, n;1o soda comarca
de Pao d'Alho como das de mais da provin-
cia, que tendo-sp evad io de casa o seu filho
menor Ignacio Crrela de Mello, do 18 anuos,
alio, imberbe, seceo do corpo, cor alva, ca-
bellos crespos, o tos pelos, ps grandes,
com o lim do casar contra a vontadedo an-
nanciante e todas as conveniencias sociaes.
com Archangela de tal, lilha natural de Lou-
renga de tal, moradoras no engenho itanhen-
ga da supradita freguezia, c tendo o annun-
Cianle, pelo juizo ecclesiastico, impodido
esse disparatado consorcio, reclama a inter-
venciio das autoridades policiaes, alim de
que caplurem esse seu filho desvairado, e o
fagam recolher em lugar seguro, avisando o
annuuci uto para Ibe dar o conveniente des
tino, e evitar desl'arte o abysmo cm que in-
felizmente elle procura despenhar-se. Re-
cife 22 de agosto de 1857.
Jos Ignacio Correi do Mello.
Asseio e promptidao.
Na rui das Cinco Ponas, casa n. 136, en-
gomma-se com muita promptido e aceio, e
lomam-sealgumas freguezias.
-Precisa-se alugar animalmente 4 es-
cravos paui tra bal liar em 11 m armazem de

GRANDE ARMAZEM DE
.'
o
o
y
&0PA FE1T1
o
ttua Nova 11. 49, jiiii- ^
to a igrejfk da Con- 9
^ ceicao dos Militares, '
g Neste armazem encontrara' o .;;.
:M PUD"^o um grande sortimento de /;.
^ rou|ias leit.is, como sejam casa- ^
^ cas, sobrecasacas, palitos de |)an- ^
iig} no lino preto e de cores, ditos de (i
(f casemira de cores, ditos de bom- ^
0 ba/.im, merm, princeza, alpaca, g
y y bi im de linlio braneo e de cores, Q
ganga criscadinhos, cairas de ca- f
$y semia preta e de cores,'de meri- jj
y.-} n,prioceza, brim de linbobran- .''.
3 co ec*e rores, ganga euslao, col- ^
:_ leles de velludo, gutgurao, case- U
^ mira bordada e lisa, selim borda- ,.
c'0' lnacao> merino e lustao, gra-
S vatas e luvas de todas as quaida- ;\-,
yg des, chapeos pretos para bomens, v^
jgfe d^os decastoi braneo com pello e e&
S raPacl|5, camisas liancezas, e ou- A
^ tros muitos objectos que agradara'
S uos ie!Jl,ezes, tanto na qualidade 't.
;: da fa/.enda e bem acabado das
Q
Na ra do Trapiche n. 17, escriplorio, assucar; paga-se bem : a Iratar na ra do
precisa-se de um criado. | Vigario n. 11,
e oera acallado uas ^
g obras, como na commodidade dos 5
S preeos. .:'.,
O abaixo assignado, procura lor bas-
tante de sua sogra I) Maria Jos da 4nnun-
ciagao Baptisla, pede aos credores do seu fi-
nado cunhado Antonio Raptista RiDeirod-
Faria, filho da mesma, que apresentem suas
cuntas at o dia 31 do corrente mez ; assim
como avisa aos deve lores do mesmo, que
possoa alguma esta autorisada a recebar suas
dividas a nao ser o abaixo assignado.
Pernambuco 13 da agosto de 1857.
Antonio Machado Comes da Silva.
O abaixo assignado, sendo credor do
finado Antonio Raptista Ribeiro de Faria, por
uma quantia talvfz superior 18:000? rs.,
faz sciente a todos os devedores do mesmo
finado, que nao pagtiem quantia alguma a
sua mai e herdeira I). Maria Jos da Annun-
ciacHo Ilaptista, ou aseubastsnte procura-
dor : porquanto ludo o que por ventura po-
de pertencer a licranca daqucllo fallecido,
lalvez nao chegue para o pagamento do a-
baixo assignado ; aquellos que de outra sor-
te procederrm, licam expostos a rcpetire.11
o pagamento. Recife 24 de agosto de 1857
Jos baplista Ribeiro Je Farla.
a (I aballo assicualo, negociante de gado ?$
iit (iesl3 ci.lade da Victoria, declara que lem $
^ comprado, desde o 1 de mir;o de 1856, ale <9
4 -J de alo do corrente auno, .til bola, as- ig
vi siin romo consla de seus livros, e nada dte a
9 relativamealt a eados, por se adiar saldo da @
tjj lod^s suas conlas, e lem de seguir vianem pa- &
O rs o aerfflo IM principio de setembro viniluu- jaj
t r.', c >m o lita de cuuiprar cad-is e eseravns ; ^a
S por isla jolia nfci pod-r voltar anlcs do slli- tjg
f mo do dezembro do cunate anno cima, t,
M Pal o presadle aviso para preveoii todas as -3
jf) pessuas do sul que Ibe enmpram gados, e nao -7
i ac ulecer em sua ausencia llie man larem p. ^
;;. dir. ComoalKOBI Sis.sertaneios Hilo remet- ^
J teram gados de eoinm<;sa<>, rogo muito de la- g
^ vnr aus meas devedares, que se digaem da j*
ja) favorecir-me com seus pasamentos al o ul- I
ff timo do coirenlr; aproveila a ccsi.lo para m
fH por meio da pencte despedir-se de tolos, -y
$fl alo o prazo de ininlia viasein, e mu'lo prin- t
aja cipalmxiile riaquellas pe-s as a quem eu o a
ff nao possa fizer pessualmenle.
^ Com a pablicai.-lto deMas liulias muito obri- %
sa) gado licir i o de Vmc. alteulo venerador, j
Antonio Gon;alves da Silva.
Victoria 23 de agosto de 18>7. S
S>99'iJ8e-JJ*-f5Sal9i
Precisa-se de 4 trahalhadores para ar-
! mazem de assucar, preferin Jo-so escravos e
paga-se bem : na ruada Cruz do Recife n. 31.
I Precisa-se de um fomeiro, que ente-i-
da bem de sen ollicio na ra da Seuzala
Velha do Recife n. 90.
Offcrece-se um hometu, que tem mui-
ta pratica de negocio,, para entrar de socie-
dade em qualquer estabelecimento, entrando
com alguas fundos, ainia mesmo sendo
, para fora da cidade : quem quizer annuncie
Compra-se uma taberna nos arrahal-
| des da cidad-, sei lo Casa-Forte, Monteiro,
j Apipucos, Afogados e Jequi, que tenha pou-
cos fuios, ciimino lo para faiilia : quem
1 liver anonuncle.
--- .\o dia 4, de 1 para 2 horas da tarde,
perdeu-se urna carteira no agougue da ri-
| baira do S. Jos, com diversos papis, entre
estes urna letira de 80a rs-, o urna guia com
I a numeragao de 17 bilhetes de lotera assig-
1 nada pelo cautelisU Cuimaraes : quom a a-
char ou tiver noticia, entregue na loja de bi-
lhetes do Sr. Cuimaraes, 110 aterro da Roa-
Vista, que ser bem recompensado, e dir
quem he o dono.
Vende-so urna bonita escrava com 18
annos de idade, cor preta, muito sadia, com
algumas habilidades, g laulc-se ella n3o fu-
lgir, nem tem vicio ulgum : quem a preten-
; dor, pode dirigir-se a ra da Cadeia uo Re-
icife n.4, loja de miudezas, que achara com
I quem tratar. I
Precisa-se de ofiiciaes de terreiros pe-
ritos: n.i fiindioo da Aurora.
Vende-se casemira i'ranceza branca,
linissima, propria para calca de tenente-
general ou de cnsul: na loja de Gui-
lherme da Silva (i ti maraes, ra do Cres-
po n. 3.
ESTABELECMEOTO DE PIANOS
JOAO PEDRO VOGELEY
RA NOVA N. 27, ESQUINA DA CAM-
BOA 1)0 CAItMO.
Vendcm-so pianos dos iniis afamados fa-
bric-nles da Kurupa, de baixo de toda ga-
ranlia que pode ser lasejada. Na mesma
casa concerta-se e afina-se com perfeic.au os
mesmos instrumenlos.
Re >"io.s me r i canos.
Vende se uma beTi sortija factura destes
relogios, chegada agora no p.tacho Com-
merce de Phila-lelphia : em casa de Henry
Forsler & C., ra do Trapiche n. 8.
Vende-se milho em saceos : na ra
Nova n. 65.
PrPC8*>8 ',
na ra da Cadeia do Recife, ou ra da Cruz,
de um armazem e altos : a tratar com Anto-
nio Lopes braga, na mesma ra da Cruz
n, 36.
Jos //iiaclcto
da Silva,
cidadao braseiro, cisado, vai ao Rio de Ja-
neiro.
Precisa-sede uma mulherde meia ida-
de, que entenda de coziahar : na ra da
l.ingoeta 11. 10.
- No dia 2t do corrente fugio um escravo
crioulo de nome lloberto, ollicial de sapatei-
ro, reforgado do corpo, altura recular, olhos
empapugaJos, no undar verga um tanto o
corpo ; este escravo foi crii da casa do lina
do Manoel Filippe da l'onseca Cindi; levou
caiga de algodao azul, ca nisa branca, repr-
senla ter 20 annou -le I lade : roga se, por-
tanto, as autoriJades policiaes eaoscapi-
t3es de campo, ou a quem delle souber, de
o capturar e leva-lo a ra do Livramento,
casa n. I, primeiro andar, que ser3o bem
recompensados de seu trabalho.
A pessoa que no Diario de hontem an-
nunciou querer lomar a juros de um por
cento ao mez a quanlh de .OOO/OJO, dando
por garantia um proiio a nyp itheca, dirija-
se a esta typographia, que scJha dir quem
e da.
H-se dinbeiro a juros, com penhores de ouro
00 prata qoem precisar dirija-se ao largo da as-
sembll n. 12, segundo andar.
No sitio do Moiiel Cielho Cmlia im Santo
Amaro das Salinas vende-si urnas vaccas.
RA FOVA' TABERNA DE 4
POETAS I. 48
Vende-sn superior man'.eiga ingleza n 801,
96 e 1;120rs., dita franceza a 560 e 60,
presunto inglez para amlro a 700 rs a li-
bra, dito de l.amego a 6'J0 rs toucinho de
Santos a 200 rs dilo de Lisboa a 4U0 rs ba-
tatas a 100 rs arroz da lotlia a 12o a libra,
aletria a 50o rs., macarrao, talharim, eslrel-
linha, cevadinh, sag', ludo proprio para
sopa, vinho de Lisboa a 480, dito da Figui-
ra a 560, dito do Porl i a 720 e 800 rs dito
engarrara lo a \9, Is500 e 21, chocolate de
Lisboa a 180 a libra, bolinhos francezes, la-
tas de duas libras a 2, holachinha oval a 800
rs. a libra, dita de so-la a 720 a libra, dita
soda estrellinha a 480, dita sraruta a 400 rs.,
e outras muil prios p>.ra cha, conservas muito novas a 800
rs. o frasco, garrafinhas com molho prompto
proprio para pexe queijo de roilhaa480a
libra, carne do SerUo a 32", doce d- goiaba
muilo fino a 29 o caixo, lito a 18280, massa
de tomate a 960 a liba, cha da In lia muito
superior a 13800, 25, 2/240 e 35 a libra, e ou-
tros lidade e pregos muil > em conta
Pianos
Vendem-se excel entes pianos inglez"s, de
muito aero litado fab loante Ralph Allison,
em casa de Patn Nash ; C ra do Trapi-
cho Novo n. 10.
Vende-se urna Cirroea para boi em
muito bom estado ecoin as ro las novas, de
maJeira do sicupira, forradas ltimamente,
queainla nao serviram, c se troca por al-
gum cavallo ; lambem se v-nde uma arma-
gao nova propria para qualquor cstabeleci-
mento, situada na ra da Praia, loja n. 28 :
os pretendentes para tratar dinjam-se a ra
Ja Senzala Velha, tuiceito andar da casa
n. 124.
Attenco.

Ni loja ao p do arco de Santo Antonio ha
um completo sortmento de golinhas e man-
guitos, lauto para senhora como para me-
nina, assim cono outros muitos enfeiles
tanto para cabeci como para pescogo, sapa-
tinhos para ha itisa lo de meninos, Lingos de
cambraia de linho para mS i de senhora, pe-
gas de chitas de qua Iros a 5-tOOO, ricas her-
an lezas para vestido de senhora o mais mo-
derno ou i ha, cambraias a 480 a wa, chila
franceza a 240, -280, 320 e 400 rs. Tiesta loja
hasempreum cimpleto sortimento, eludo
por menos que em outra parte.
- Precisa-se do uma ama par lo to ser-
vigo de uma casa : no aterro da Roa-Vista n.
20, segundo an lar.
-- ijiiem annunciou precisar de &00| a
l:000> rs., dando por garanta dous escravos
do importancia, apparega na ra da Cloria
n. j"
MASCARVS E 1M1VMVSIV
NO
PALACETE DA RA DA,PRAIA.
Sabbado 29 de agosto.
Por nao haver espectculo no thealro, e a
pedido de varias pessoas, llavera balenoste
da ; os directores n3o podem deisar de ma-
nifestarseu reconhecimento pela boa ordem
e moralida Je, que os*concurrcntes tem apre-
sentado nos bailes populares, para o que
muito tom contribuido a presenga das au-
toridades policiaes, os quaes zelosamenle
tem feito observar o regulameoto, que rege
os mencionados bailes: os bilhetes estarfi
avena no dia do divertm uto, o qual deve
principiar as 8 horas e terminar as 2.
Precisa-se alugar nos arrabaldes des-
ta cidade. at o Pogo uma casa assobradada
ou sobrado, tendo os commodos seguinles :
alem de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
cocheira, estribara, arranjos para criados e
escravos, e que o sitio seja abundante de ar-
vores de fructo, e baixa de capim, que possa
contentar anniialraenle 4 cavallos : na ra
da Guia, sobrado n 26.
s devedores e credores do finado
Francisco Pereira Outra, que teom sido cha-
mados por esie Diario.para satisfazerem seu
dbitos, e apresentarem seus ttulos, alim
de serem descrilos no inventaro, e n3o
teem comparec io na ra do Crespo n. 9,
sao anda avisados para esso fim, e pela ulti-
ma vez, pelo inventariante.
Precisa-se para uma casa de negocio,
no Pago do Camaragibe, do om caixeiro de
14 e 16 annos de idade, que tenha alguma
pratica de fazendas., ou motilados : ns ra
doQueimado n. 10, loja.
Precisa-se de uma ama para servir em
uma casa de pouca familia, que seja forra ou
captiva : as Cinco ponas, casa n. 45 : quem
nesta circumstaucia estiver, dirija-se a mes-
ma para tratar do ajuste.
Precisa-se comprar urna barcaga do
40 toneladas para cima : quem tiver, diri-
ja-so a ra da Cadeia do Recife n. 16, primei-
ro andar, e lambem compra-se um negro Te-
Ibo para iratar de cavallos.
- O capitao James Kairfoul, precisa de
cerca de um a dous contos de reis sobre o
casco e frete da galera americana Tuskena,
arribada a esto porlo na sua viagem de Hong
Kon para o llav.ni, para occorre.- as despe-
gas feitis no concert do dito navio : os pre-
tendentes podem mandar suas propostas em
carta fechada, at o dia 28 do corrente, ao
cnsul dos Estados-Unidos, ra do Trapiche
u. 8
Trem para coTtnba.
Na loja de Jos Antonio Moreira Dias & ('..,
na ra Nova n. 35, ha um completo sorti-
mento de trem para co/.inha, tanto inglez
como francez.
Perfumaras.
Por menos do que em outra qualquer par-
te, vende se as mais ricas perfumaras : na
ra Nova n 35, loja de Jos Antonio Moreira
Dias fX C.
Precisa-sede uma ama forra ou cap-
tiva para todo o servigo de uma casa de pou-
ca familia, tanto para o servigo interno oomo
exlcrno : a tratar na rus do Cabuga, loja de
ourives n. 2 (I.
fferece se uma senhora para coznhar
particular em sua casa : quem pretender,
dirija-se a ra do Apollo, sobrado n. 29, pri-
meiro andar.
Ven le-se mais da metade do uma casa
terrea na ra de Sania Rita n. 99 : a tratar
na mesma ra n 97.
IllKHIIS DE PEORA.
Vendem-semuinhos de peJra de 2 a 5 pal-
mos de dismetro proprios para moer milho,
e para senhores de eagenho, e quem tem
gran les fabricas de escravos ou colonos,
por ser a fa-inha de milho melhor elemento
de que a familia de mandioca : os quaes se
acham defronte da porta da alfandega, ou
quem os preten 1er, dirija-se a rua do Quei-
mado, loja de ferragefls n. 10.
Cera do carnauba a mais superior que
tem viudo a esto mercado : v la Cruz do l'.ecifa n. 36, em casi de Antonio
Lopes Braga,
Lotera
DA
Provincia.
CORRE SABBADO 29 DE AGOSTU
O abaixo assignado tem exposto venda
os seu fe izes bilhetes, meios e quartos da
jirimeira parle da primeira lotera do con-
vento de.S. Francisco .de Olio la, os quaes
nao estao sujeitos ao descont dos oito por
cento da lei.
Billietes 69000 Receba 5:0005
Meios 35000 2:500/
Quartos 19500 1:2509
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jps Fortunato dos Santos Porto.
Vendo-se por mdico progo urnas po-
dras, sendo entre ellas uma que serve para
hombreira, e outras para sacada de varan-
da ; tambom se vende um banco de amarel-
lo para carapina o uma rotula usada : na rua
do i'.aoicl n, 21.
Carlos Walter.
. REL0J0EIR0 ALLEIAO.
tendo rocebio ha pouco um perito oflicial
reiojoeiro, acha-se portanto habilitado para,
em seu estabelecimento, sito no aterro da
Boa-Vista n. 16, concertar e remontar de
novo todoe qualquer relogio, como sejam,
chronometros. que anligamente er3o remet-
tidos para a Europa por falta de quem os
concertasse, relogios de parede, de algibei-
ra, etc. ; 8ssimcoino uo mesmo estabeleci-
mento se garant por espago de um anno
lod i o qualquer concert san lo do mes-no
es'ahelecimer.to ; garante-se tambem ao
respeitavel publico, que n3o se faltara no
dia que se promelter dar a obra, para que
por esta forma seja o publico bem servido,
prometiendo o dono do mesmo estabeleci-
mento nao se poupar afirn de satisfazer a to-
dos os que honrarem sua casa. No mesmo
estabelecimento de reiojoeiro vende-se uma
armagao feita a moderna com todo o gosto,
propria para qualquor estabalecimento, par
prego muilo em conta.
iVovo tfanoal prfftieo, lo
magnetismo animal, com a theoria do mag-
netismo,do somnambulismo e do somno.por
JacomoU.vsses, nico manual pratico por
onde se pie aprender a magnetisar odes-
magnetisar sem auxilio de peritos. Prego
25000. Veodo-sa na rua da Cadeia do Recife
n. 15, primeiro andar
BILHETES DE VISITA.
Cravam-see imprtmem-se com perfeig3o
bilheles de vsila.lellras de commercio e to
dos os objectos da arte caligraphica, regs
ros, vinhetas e quaos quer dezenhos e
abrem-se firmas, siuetes, tanto a talho doce
como em relevo, ornamentos com objectos
do ouro o prata : fazem-si riscos lindos e
originaos para bordados de labyrinth > a I-
mitte-se a recasa de quaesquer destes ohjec-
los, no caso de nao licarem a contento das
pessoas que os incommendarem : quem pre-
tender, dirija sj a qualquer dcsles lugares :
no bairro do Recife, rua da Madre de Dos
n. 32, primeiro andar ; em Santo Antonio,
na Imana classica do pateo do Collegio n.
2 : as Cinco Puntas, sobrado da esquina
confronte a malriz nova.
iraudris e gradt s,
Im lindo o variado sortimento de mndel-
los para vanadas o gradaras, do gosto mo-
dernsimo- na fundigaoda Aurora cm San-
to \moro,e no deposito da mesma, na rua do
Urum.
MUTILADO
ILEGVEL






DIARIO DE PEHNAMBL'CO GUANTA FEIRA 20 DE AGOSTO DE 18.Y7
COISLRiO M^PiTEICG
DO
&S5
Onde se acham sempro os mais acreditados medicamentos, tamo em tinturas como
em glbulos,e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante commodos
. PHEgoS F1XOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita de 36 .
Dita de 48 o > .
Dita de 60 > .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com odic-
,1 cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio doD'. Mello Moraes
-B.
10/000
152000
209000
255000
309000
19000
29000
20900
10/000
2/000
6f000
* PEUn.VS PRECIOSAS. M
&
' Adtregos de brllhanlts, $>
$ diamanlrs e peredas, pul- *
fseiras, aluceles, brincos *
rocelas, bolOes e aunis *
de diflerenteg soslos e da &
'? diversas podras de valor, f*
I0RE1RA flAITE.
WJt Bl tRIVIg
Rua do Cabuga' n. 7.
Becebem por to-
l^T^T^ dososvap: resdaEu-1
:^T^^^Z% ropa asobrasdo mais *
|,ua;,odreo"}.;:,d,,,l'eiro| modernog-osto, tan-
1 to de Franja como gl^
J5
OLRO E PRATA.
9.
Adereco complet* de 2)
Su ooro, meios dilos, pulsei- j
$ ras, allioeles, brincos e jg
pj rozelas, cordes, Irancel- $
88 lins, medalhas, correnles ?;
*$ e enfeiles para relogio, e g
oulroi moilos olijeclos de g!
ooro.
Aparelbos complelos de '
prala para cha, bandejas, /
& salvas, cniticacs, colheres .;.
!? de sopa e de cha, e mu- 8
'*' los oulros objeclos de j*
de Lisboa, as quaes vendem por
pre?o commodo como eostumam.
O Dr. gnaclo Firmo Xavier faz publi-
co, que inudou sua residencia para o seu si-
tio na l'assagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Cbora-me'nino, n ahi tem preparado urna
casa do saude com todos os commodos para
o trataaicnto de cscravos, cujos senhores
residan* torada praga, ou 'que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto qui/.er-se utilisar de seus servicosi
mdicos, que seraodesempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, pri neiro andar, ou no referido sitio da i
Magdalena. Preco2/Oo diariosexcoptu- !
ando conferencias, sanguesugas opere-,
toes.
' *> >uv V*r v.
O
Rio-Formoso.

O Dr. Julo Honorio Bezerra de Mine- "
i>' es, medico pela Kdculdade da Bahia, lem }?
fkt filado sua residencia na cidade do Rio-For- .-.
moso, e de novo elferece seus servidos a to- ,**
* ""< ;-
@@ &&
SEGURO CONTRA rOK).
Companhia Alliance.
Esiabalacida cm Londres, em margo da 1824.
Capital cinco milhoes de libras estarlinas.
Saunders Brothers & C, ten a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a a quera mais eonviar que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cbenos da
talha e igualmentasohre os objeclos queconiiverem
os masaos edificios quer consista em mobilia o
fazendas de qualquer quali.lade,
JOHN GAT1S,
corretor gcral
E AGENTE DE LEII.O'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
MECHE.
g BHIBTi .FBAICB;
;f Paulo baignoui. dentista, ra Nova n. 41 : %
%? na mesma casa tem .una e pos dentrifice. ;
Tasso Irm&os.
Avisam aos seus freguezes, que ss ultimas
farinlias de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas cm seus armazens, pelos
segu otes presos :
Galega 269000 por barrica,
llaxall 259500 dem.
O Dance 249000 idera.
Columbia 239000 dem.
Alem deslas teo farinhas novas de'Tries-
to das marcas SSSF. Fontana c pr'lmeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de Philadelphla, .No-
va Orloanse Ualtimore.-
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravot, para
servido debatxo de coberta.
--- Precisa-se de ura cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Mcndes da Cunlta. Paga-se
bem agradando o servico.
Ae publico.
O abaixo assignado faz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
nientos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10el4,ondeencoiUrtr3o un variado e lin-
do sortinienlo de fa.endas !e todas as cua-
lidades, as quaes vende por preco muito
commolo; sendo gerente do estabeleci-
mento u. 1 0 o Sr. Marcelino Jernimo de
Azevedo. j. c. Malveira.
He ebegado a loja de Leconle, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leile virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, saritas, e espionas, igualmente o a-
lamado oleo babosa psra lirnor e azer
crescer os cabellos : assim como po impe-
rial de lyrio d^ Florenca para broloej^s e
aspertdadesda pelle, conserva a.frescura e
o aveiludado da primavera da vida.
ttoubo do madera.
Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, poidctiaz da casa (pie loi da po-
lica, cinco transes de 40 palmos, com S
c meta polegadas em quadro, no sabba-
do 1 do corrente, as quaes teatam amar-
radas, e na segiinda-tciru acharam-se de
menos dual: roga-se a r|iie.m dolas sou-
ber, ((iieit-a dar nolicia na obra da ra
das Cruzes, ou na livraria ns. G e 8 da
praca da Independencia, r|iie sera' gra-
tificado.
--- O rdvogado I.copollino Antonio da
lonseca, residente em Macei, otFerece seus
serviQos as .essoas quo delles se quizerem
utilisar naquella cidade.
At- ;i de le te.
Domingos Monteiro Peivoto roga as
pessoas de sua amirade ea todas aquellas
que sabeno o que be um recem-nascido
sernloite, de lite neulcarem algutttl ama
de lette tem filtro: na ra do Collegion.
8, segundo andar.
'...' "r- J"*Jie Diirii-io iiipiIico, pode (O
_ prccur-ido para o eiereieio de ana profii- ;'.'
ty sao, na ra de Apollo n. 9. r.,:
O..
..-
Na na larga do osario, na rpiiiiiJo
andar Peixe Frito, n. 9, d-se el'noro, juntare
ceia, por iireco mais commodo do que em
outra qualquer parte.
Precisa-se de duis pessoas para o ser-
vico interno de unu casa esn ngeira, urna
que entenda dp c izinha, e outra que cosa e
cngnmme: na ra Novan 17.
_O proprietario la coclieira da ra
Nova n. li], vende todos seus carros com
asparalbas do cavallos, o motivo desta
venda he as posturas exigidas peta cmara
municipal vende-se ttulo ou em separa-
do, tambem se vende o sol irado su con-
V I < i -
Precisa-so do urna ama que atiba co-
smhsr erazer todooroaisse'viQo de casa:
na na do Caldeireiro, tabeina n. 68
^J Or. Francisco de Paula Bap- '.[}
O tista. lui aberto eteriptori para V.:
$ advogar, no primeiro andar da ;|
casada ra dasTrinclieirasn. 19, ';.
])or cima do cartorio do cscrivao ;,;
Baptista, imtigamente do fallecido )
^ Reg; eahi, dasU horas dodiacm @
^ diante, esta' prompto a ouvir a (g|
lodos, e a receberas causas de to- -; ';
@ dos que quizerem procurar seus {[;
^ servidos de advogado. @
O abaixo assignado, possuido do
maior cmpenlto de se descobrir os auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do sen mu i preza-
do amigo Thomaz (lollan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta cidade, offerece
dous contos de reit a quem Ihe prestar
qualquer eselarecimento exacto sobre es-
se facto, ou mesmo o conhecimento de
alguma circumstancia.ou accessorio delle,
de modo (|uc se posta averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais invioavel segredo, a'
<(uem Gzer qualquer dessas revelacoes,
pois he bem possivel chegar-sc qo fira
desejado, sem declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado Britannico 11 de julho de
18o7.II- Augustus Cooper, cnsul.
COMPANHIA
DE
jmm iasitiis e
&ttw$tKt'& t>(j impeti 5a
ESTABELEC1DA NO RIO DE JANEIRO
CAPITAL i 6:000.000.000.
Agencia ra da v.iuz
n. 45.
Aos senhores negociantes, proprieta-
rios de casas etc. etc., se oilerecena agen-
cia de dita companhia nesta cidade, a rea-
lisacao de seguros por premios econdic'es
muito mdicas.
Na mesma agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros c navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de navios que desej a m te-Ios registra-
dos no Varitas ou ...Monitor Martimo
(Titulo de Registro) tediara a bondade de
dingir-se a esta agencia a/ini de fazerem
as declaracoes precisas.
Pubiicagao Iliteraria.
COROfSAFHIA
Cliiono-iapliiii. iioni.tria, gc-
iicnlogicu c poltica
DO
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TKA.NSCRlrcOES
DA
Corocrapliia brasilera, do padre Mancel Ayraa do
Casal.Historia da America t'orlujiuia.de Bo-
cha l'illa.Clirnnica da compadhia, de Vnng-
ccllos.Iliston do Brasil, do viscuiide do Ca\-
ro.Caslriolo Lusitano, por Ir. Kh|>iho] de j-
sus.--.Mcnu.rias d Bio de-Janeiro, por moe-
nbor Puarro.--Annaes do Bio de Janeiro, de
Silva l.i-tioa.Acuaesdo Maranhilo, ile Berre-
do.Anines du Rio Grande, do visconde de S.
Leopoldo Menioriii da capilania de S. Vicente,
pal l'r. Oaspar da Madre de Heos.Eras do Pa-
ra, por It.yein.Memorial lii,loncas da I! ,ln,i e
corosraphia Paraetiaa, por I. Accioli.Chrono-
logia, do general Abreu e I.ima.Historia do
Br.sil.de \.irnhagen.E de oulros impressos o
manuscii, los :
CONTEN 1)0
A descriptao geoarapliica.e aocAe) histricas e po-
lticas, desde o descoliriineiilo do Brasil al acora
(I857I, e tamheiii o lempo em qua foram povoa la-
as su^i dilloi enies cidadis, villas e lugares ;
Seus giiveriudores, e a oriRem das diversas fami-
lias broilriras e seus appellidos, eilrahida de auli-
KOi nianuscriptos genealgicos qUe lln trdj dilTe-
renles se u jeram ohler ;
A hisloiia dos miiislerios, sua poltica e cures
com queappareceran*.
A biliaria dascamuras lemportrja e Vitalia desde
a consliluinte de 17 de abril oe 182: al 18.">7 ;
E tamhcm una exposioao da hislona da indepen-
dencia, escripia e Comprovada por loslemuuhaso-
culares que aiudam reslam, e dos outros movimen-
los polilicns, afim deque se tenha um coiihecimeiuo
eiacio nos da eeograplna do paiz como da sua
historia civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, natural da cida-
de das Alegoas, aulur de mullas obras Iliterarias e
scienlilicas.
Subscreve-se nesta cidade do Recife, na livraria
da praca da Independencia a: 6 8.
OS MORADORES
lod lugares desde Afola-
dos at Hanto Amaro de
b tao.
TcnJo de ilar-se eomrco em setembio pro-
simo a urna linha de mnibus diaria drsdc
o lenle at Sanio Amaro de Jalioatao, rr
pgpprietario convida aos n.uradores'daquel-
les termos, para que coneorram para a sua
conservasao, aqualsera proveitosa nSo s
aos moradores como rom especian ladeaos
scnlio es negociantes, tanto pela Irequr cia
como pela tacilidado con: que'podcm tisilar
esta praca, e assim ooHierem melbores com-
pras do gneros e fazendas. O propietario
por ora estabelece o preco do 50o rs. por le-
got ; faz-se porein di lie renca aquellas pes-
soas que Gcarem assigoaates por todos os
dias ou as vezes que quizerem por semana,
pagos mtjisal ente aJianta.lo : a tratar na
ra do Uealro de S.uila Isabel, casa da es-
quina.
Itua do Collegio o Sr. Cypriano Luiz d3
Paz ; aterro da Boa Vista, pactara do Sr,
Beinz, dir-se-ha qoem di quantis de oo>
ato hUOUjou mais. com hypotboca em casa
torteas o.i lirmas a contento.
-- Precisa-se a lugar nos arrebaldes desla
cidade ale o Toco uir.a casa assobradada ou
sobrado, temi os comrr.odos seguintes:
alm de poder conter *J a 'i pessoas, tenha
cocbaira, estribara, arranjos para criados o
escravos, e que o sitio soja abundante de ar-
vo-es fructferas ebaixa de capm, que pos-
sa sustentar annualinentc quatro cavallos :
annuncie por esle aDiario ou uniros i crin-
di eos.
Otir. Aprigio Jusliniano da Silva f.ui-
marSes, tem seu escrifilorUi de advogado no
pateo do tiollpgio n. 37, primeiro andar, on-
de pode-ser procurado todos osdiasuteis
at 4borasda tarde; reside na ma do Seve,
no largo em que se edifica a casa doGym-
nasio.
RA NOVA N. 34
Madama llosa Hardy recebeu de Franca
um sortimento de fazendas de moda do ulti-
mo gostn, a saber, lindos enfeites de cabeca
para senbora, chapeos de seda, dilos de pa-
Iba desabados, ejifeitados, de cores, ditos de
fellro e de palha para montara, manguitos o
camisinbas bordadas, espartilhos de todos
os lamanhos, cortes de seda branca lavra-
dos para noiva, leques, fita de seda e vellu-
do prelo, baleia para vestido, os mais mo-
dernos e ricos pentes de tartaruga, lindos
chapeosinhosdeseda para baptisado, toucas,
meias de seda, vestidinhos feitos, benecas,
ricas capellas de flores para noiva e mantas,
e muilas ouiras fazendas que se vendem cm
conta.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabuga n. 11, confronte ao pateo
da matriz e rua .Nova, fazem publico, que
estSo rerebendo continuadamente as mais
novas obras de o uro, tanto para senbora
como para homens c meninos : os precos
conlinuam razoaveis, e passam-se conlas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de H ou 18 quilates, ficando
assim sujeilosos m.esmos por qualquer uu-
Tida.Seranhim & IrmSo.
Precisa-se de um cozinheiro : na 10a
do Hospicio n 1
OBJECTOS DE SECEIROS E SF.I.I.KIRO PARA
A KARI!!C\C.\.) RE SEGES E ARREI03.
Pelas experiencias de muitos annos neste
genero, me lie possivel, tanto pela propria
fabricaron, nomo pulas relacesco-n as prin-
cipaes fabricas, fornecer qualquer artigo
.ertencente o fabrico de seges e arreios -Je
todas as quididades. Os senhores fabrican-
tes, que bonrarem ao abaixo assignado rom
encouimen las dadas por desenos ou expli-
cares, podem assegurar-se, que suas en-
commendas serSo exactamente executadas,
e por precos os mais moderados possiveis :
para mais informacOes, dirijam-se por carta
directamente a II. M f. Kohs, em Altona,
porto de Hamburgo.
Quarla-feira, 26 do corrente, depols
da audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos
da fazenda nacional, se hilo de arrematar os
bens seguintes, pcnborados por execucoes
da mesma fazenda, contra seus llovedores :
urna casa lerrea na rua da Casa Forle n. 43,
frita de cal e lijlo, com 15 palmos de fren-
te, cozinhalora, quintal em aberto, avalla-
da em 300^0u0, penbora.la a Maria Francisca
da Costa, em lugar de Florencia Maria das
Virgens ; urna dita na rua da matriz da Boa
\ista n. 17, com 18 palmos de frente e 70 de
fundo.sotao de baixo de coberta,cozinha fra
o quintal murado por 9U#OUo, dos berdeiros
de Antonio dos Santos correia ; urna dita
na travessa de S. Jos n. 13. com 17 paliios
di) frente e 70 de fundo, sotao, cozinha fra,
quintal murado e cacimba por 1:200, de Ma-
anita Hermogenes daConceicaoj umadia
em lenlo da igrejados Remedios, com gran-
des commodos, terreno de voluto em ambos
os oitoes, o fundos a' a camboa por l:50o,
de Francisco de Assis Campos C.osdem ; l
cadeiras, 2 bancas e 1 marqueza, ludo de
ma.leira angico, por 4ii-U00, de l.uiz Antonio
Bodngues de Almeida : quem pretender ar-
rematar os bens cima declarados, compa-
rec no lugar e hora do costume. Recife 22
de agosto de 1857:-0 solicitador do juizo,
Juaquim Tneodoro Alvos.
Miguel Jos da Cosa relira-so pan
Europa aliin de tratar de sua saude.
Precisa-se de um eitor para um sitio
muito perlodcsla ci ade : trata-se na rua
do \igario n. 6
tender, dirija-so a mesma, que se faz lo 'o o
negocio ; e na mesma lem para vender dous
mastros e duas trancas proprits para barca-
je grande.
CARNE DO
- CEARA.
Vende-sc superior carne do Ceara' a
G.S'OOO a arroba : no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfandega.
Vende-se um molerjue de idade 18
anuo, de bonita (gura : a entender-se
com Joiio Jos deCarvalho Moraes Jnior,
na rua do Qneimado n. 15, loja de fena-
g^ns.
Na rua das Aguas-Verdes
n 46,
vendem-se 8 escravos crioulos, pecas, de 13
a 22 annos de idade, 1 moleque de idade 18
annos, bom alfaiate e bolieiro, 2 escravos
para todo o servico e 1 negro de meia idades
Na loja
das seis perlas
Em frente rio Livrament
15600
Cortes de easemira a cinco patacas, cassas
francesas a 80 rs. o covado, meias cruas pa-
ra hnmem a 1-400 a duza, e par a 120 : es-
tas fazendas tem algum deleito, e vendem-
se por estes prec/>s para acabar.
Aterro da Uoa-
F^brica tie iacao e tecidos
dealgodao
Os abaixo assisnados, lendo oblido da Eoropa, as
iiceTSari89 inlurmatOe*, planns orcamentos para
a fabrita de liar e tecer alfjodAo, convidam aus Srs.
ucio a vir ve-Ios, no escriplorio do r. Manoel Al-
vas Guerra, na rua do Trapiche n. 4.
Igualmente roovidain aapessua, qoe subsoreveram
para la empreza, a lealisarem a lercra preslacSo
de 20 por cenlo, o que venlicarao de boje al 31 "do
crreme mez, no mesmo cscriplorio.
As pessoas que anda quizerem f.izer ra'l esta
empieza, teiau admiltidas, paeando o valor das en-
tradas realisadas, na oecasiAo de suhscreverem no
livro das a.sii:rialiiras, que .So de 10J a 5:000900.
Recife, I de aiioslo de 1S57.
Amorim, /-arias. Guerra & C.
-- Joaquim Carneiro rlira-se para Euro-
pa afim de tratar de sua sau le.
t Aluga-se um sobrado .e dous quartos
fra,com um grande quintal aterrado pora
o lado do pantano, proprio para plantaqSo,
sito no lugar dos Arrombados, delrone do
Collegio dos orphos quem o pretender,
eiueiida-se com Jos Antuues Cuimarilcs, na
rua do Apollo, armazem do Sr. Barbosa
il 30.
--- Quem tiver penhores em poder do i-
baixo assignado, veuba resgatar no prazo de
8 das, a contarda data dcsie annuncio, no
lio doqual p ssarei a venJe-los paia paga-
mento do meu principal e juros.
Antonio da Cuuha S. CuimarSes.
Contiuua-se a dar dinbeiro sob penlio-
res e a juros commodos : na rua da l'raia n.
43, segundo andar.
- Precisa-se alugar urna prcla cscrava
para una casa de pouca familia, que cozi-
uhceldca.s coii.pras do rua: a fallar na
ua do Aragao n. 1, primeiro andar.
8
v ende e bom e barato.
He ebegado este estabelecimento, viudo
de Franca no navio l'arahiba, una porcilo
de chocolate de todas as qtialidades e amel-
las em latinhas de 3, 5 e 10 lib>as conser-
vas alimenticias de peixes, cm latas graudcsa
linguados a 29500, salmoneles a 2:700, sal-
mouetes frito a a?30o, cavallinha a 29800,
peixe espada a 2*200, hnguicas de Lisbqi
novas a 600 rs., presunto para Hambre a 700
's.; dito de Lamego a 520, cha hysson com-
miiraa 2,200, dito fino a 2:560, dilo xim ,
2?S00, dito perola a 3MJ0, macarrao a 320 e
480, uibarm a 320 e 480, aletria e 400 c 560
rs., estiellmlia a 60o rs., massa de too.ales
a .20a libra, marrasquino lino, licores finos
em garralas grandes e pequeas, latinhas de
biscoitmhos linos inglezcs, bolacbinlia de
oda, vinhos engarrafados de todas as qua-
lidades e mullos oulros gneros que seria
impossivel antiuncia-los, ludo por pieco
commodo, para acabar.
--- Vendem-se 2 vestidos de fil branco,
enditados, com 2 vestidos de baixo. de se-
lim branco, proprios para assistir a casa-
menlo, a baile ou baptisado, por prego mui-
to em conta : na rua do Crespo, loja n. 19.
Vende-se urna escrava crioula, de 19
annos do ida Je, com boa figura c sadia, sabe
lavar, engommat, e tem principios de cozi-
nha : na rua da Saudade, primeira casa de
sotao do lado do sul.
Romciras a 6j000.
Vendem-se romciras de fil brancoe de
cores, pelo barato prego de 65OOO : na loja
de 4 portas da rua do ijueimado n. 10.
Vende-se urna casa terrea, sita cm F-
ra do Portas n. 10 ; a fallar na casa da rua
do Oriente com o hr. Gue les Araujo, ou con:
Candido C. G. Aleoforado, rua do Amorm
n. 50.
Vende-se nina boa burra franceza, de
armario, rom segredo : 113 rua da Cruz n.
:iii, armaze v.
Vendern-te dona rpt'mas mulalinluis, d da-
de fl 15 anime, de miiila lindas ligarse, e com al-
lumas habilidades; ama negriuba de II innoe ,
muilo linda ; duaa negras: na rua do l.ivrainen-
lo 11. '1.
No armazem do Paula Lopes no caes
'la alfandega, tem batatas as arrollas e sebo-
las aos ceios, por prego commodo.
0 BARATO PIRA ACABAR.
iVfi mi do 1 espon. 15.
Cassas frsncezas de cores fixas a 280 a va-
ra, alpaca de algodSo e seda de qoadros a
320 o covado, dito de 18a com vara de lar-
gura a 320 o covado, palitos pretos de alpa-
ca a 5/COOcada um, luvas de Jouvin a 25000
o par.
Vende-sa arroz de casca a 5;500 o al -
queire, e 200 rs. a cuia : no psteo do Parai-
zo n. 16 taberna.
N'arua do Cabu \$ ga', loja de miu-
Breu.
B^rriscom bren : no armazem de Tasso
Irma os.
cobertos e descoberlns, pequeos e grandes
de ouro patento inglez, para bomem e se-
nbora de um dos melbores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez -. em casa de Soulhall Mellnr & C, rua
do Torres n. 38.
Ceblas novas do Lisboa.
Conlinuam-sc a vender no armazem de
Barros i Silva, por precos muito baratos.
rioeiidriN supe: lore*.
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se par! vender moen-
das de canna todas ilc. Ierro, de um modello e
conslrucco muito superiores.
A 55000 rs.
Venlem-se superiores chai' j merino,
de cores, com ricos padres, c .0 baratissi-
mo prego de 5/nOO : na loja du 4 portas da
rua do Queimado n. 10.
A 2a000 rs.
Continiia-se a vender cortes de chitas
francezas oscuras, pelo barato prego de 2/
o corlo : na luja de 4 portas da rua do Quei-
mado n 10.
U venl deii'O agodao da
fibrica di Baliia
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no sen cscriptorio. na rua da Cruz n. 1.
el ac randa.
Tem para vender Antonio Luiz do Oliveira
Azevedo,rua da Cruz n. 1.
manteletes a 105000.
Vrndem-sc manteletes pretos, de nohrcza,
com ricas guarnivos, pelo barato prego de
10:000 res, na loja de 4 portas, rua do Quei-
mado n. 10.
Vende-se chocolate, marmelada em
quartos, de superior qualilade, vinda lti-
mamente de Lisboa, no brigue Constante :
ua rua da Senzala Nova n. *.
Feijo naulati-
TiBila
-C<
i^0^8|NN|9,
Comprem-se botijas vasiasa 80 rs. cada
urna: na ru-i da Senzala Seiba n 110.
Compra-so um sellim em meio uso, e
um ou dous escravos para engcnlio ; no ar-
mazem do madeiras n 25 na rua do Sol, de-
fronle do pono das canoas da rua ,\ova.
Compran).se pataces brasileiros, e
hespanboes a 29020 e a 2s030, em porgoes
grandes : na tua-da cadeia do Kecife n 54.
Compra-so etlectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro tndar, apoliecs Ja di-
vida publica e provincial, aegesdas compa-
nbias, e da-se dinlieiro a juros, em gran.ios
e pequeas ouantias, sobre penborea.
Compra-se um cairo proprio para o
servigo exieruo da alfandega, para trabaIhar
com cavado : oa rua da Cadeia do Itecife,
loja n 64.
Vende-se superior tinta para oscrever, de
1 isboa : na rua das Cruzes n. 30.
era de carnauba.
Vende se cera do carnauba, a mais supe-
rior que teo viudo a esle mercado, por pre-
go muito commodo : na rua Nova n. 20, loja.
, CAL DE LISBOA.
vende-se cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem .condicionados, por
prego commodo : na rua de Apollo, arma-
zem n. 2 II.
Doce de arac ebanana.
Chegou A rua do Collegio n. 5, nova re-
messa de doce do arag e banana, fabricado
no engenho Guerra.
Veude-se um bonito moleque de 10
annos, sen defeito ; na rua do Collegion.
18. segundo andar.
Vende-se farfolla de raillio muito
nova, ebegada pelo tillimo navio d'Am; -
rica : no armazem de Matheut Austin &
C, rua da ScozalJa Velha n. 100.
Loja da rua do Crespo
ti 10.
Aeha-se um bello sormento de cortes de
veslidos do seda de cores com habidos ave-
lu lados, chegados pelo ultimo vapor, chales
de toiiqui.;, de cores bordados, de superior
qualidade, assim como ricos chapeos de pa.
Iba e de seda, de aba larga, enfilados, tou-
cados paia senbora o mais moderno que de-
ve haver, organdys, cassas e mussulinas
Irancezas, cortes de collelet de velludo, e
outras muilas fazen las de goslo, que para
aniiuncia-lasso torna extenso.
VENDE-SE
na rua do Trapiche a. 34, eteriptori de
Novaesfi C, superior vinlio caixas de nina e duas duziai de jai raas :
a preco commodo.
"ellins e releios.
SELLINS a RELOGIOS de palele
, malez : a venda no aimn/eni de
> Roslron llooker A Companhia, es-
',* quina do laruo do Corpo Santo nu-
"s mero .48.
C\
oeposito
-',
de r piiinuza da fabri-
ca de li Gasse. no i\i..
de pa neiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
i,ros-.o e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, cnogado pelo vapor S. Salvador : na
r a di. Cruz n. 49.
A i. oda i* nsh'o.
Veude-se afgndSo mon'tro com 8 palmos
le largura, muito pro; rio para toalhus e
icntoes, pelo baratissimo prego'le 600 rs. a
y/"'" : n '<>J la boa le, na rua doQueima-
' "' SECRiTlHIS.
As o-ellions que at f oje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotio
do agente oliveira, rua da Cadeia do Itecife
n 6, primeiro andar.
Vendem se saceos com 35 cuias de feijo
mulalinho muito novo, e por prego commo-
do : na taberna grande ao lado da igreja da
Soledade.
QUE ESTA' TORRANDO.
Va roa d Cadeia do e-
cife is. o4.
Cllllei francem muilo tinas a 240 e 280 r?. o co-
vado, oh*les de merino prelo4 a 39600, flil de cores
a 5&000, minias de seda imuln linas a (i^. 7S e .NHK1
rs. carta urna, mussulinas mullo finas a 3-lo'e 380 r,.
o covado, chitai de booiloi padroes a 160, 180, 200
e 220 o ovado, chapen, francezes muito li..... ;i ")-.
lencos de cambraia a laOO, 89400 e 31000 rs. a du-
aia, gravalaa prelas de mola a IjtSOO cada urna, dilns
de lila a 1;000 r., dila. de la^o a 700 rs. cada urna,
brimxioriol para jaquela a 200 e 220 r. o covado,
mal.polocs a 29000, jSOO, 39100, 350O. 3^)00,
'lyiOO, 40O e 59300 rs. a pea e muito linoi, nad-
ita ainarella a 300 rs. o covado, chales de merino,
bordados na pona, muilo ricos a lijOOO rs., dilos
de louquim a 20-009 rs., corles de easemira a is e
4920H r., (hilas de cubera muilo laraas a 400 r. o
covado, chiles de cambraia a 800, 19200, I980O e
29000 r. cada um, pec,asde chita cores litas a ."19KOO
60000, C921KI. (i;OU, (98OO e 790OO rs. cada urna,
breanha de linho lina a 560 rs. a vara, selim macao
a 2>80O e 39000 rs. o covado, chapos de sol de seda
ii 69480 a 79000 r. cala um, dilos para senhoras a
2>")00 e 39'itm r. cada um, meiai para senhora a
29200, 29300 e 398UO r,. a duiia, chales de Ranea es-
tampado a 29100 e 29200 rs. cada um, dilos borda-
dos com franja de buha a :i?200 rs., riscados fran-
cezfs rnuilo largo e de bolillos padres a 300 r. o
covado, brim de linho em cortes a 99200 e 9i00
r., l.i para vertidos a 19300 rs, o covado, alpaca
prcla a 300, (iOO, 700, 8011, "JOO e 1^)00 rs. o covado,
corles de men-cisemira a 29OOO rs., lias a 560 rt.
o covalo, e oulras muilas fazendas qoe a' vista do
comprador ,(mencionara'.
Tintas liaratas.
Cr, oebre e roxo-torra a vintem a libra
loman lo de S libras para cima : na rua do
Livrameuto, lojs n. 35.
Atlencao
Na rua larga do Rosario n. 38, Inji de
miudezas eJoSo Congalves Ferreira, exis-
tem venda easss com tontos para voltare-
(e, as mais ricas possiveis, fitas de velludo de
todas as larguras, franjas, de seda as mais
ricas (|tie lem viudo de Franga, fitas lavra-
das, fazenda ainda nao vista, pesos para pa-
pel muito finos, com todas as personagens
da Europa, einturOesde borracha muilo li-
nos, e outras muilas quali la les de miude-
zas. que nao se podem mencionar.
ue i jos o sa-
patos
Vendem-se luvas de pellica de
Jouvin', Queimado loja n. 4o\
-......- ..: ..: :..- ,. .: ;;..,:::.:
>3 Vende-se um carro t\r quatro -...
,5 rodas, com c|uatro assntos, em -. j
..- muito bom estado e muito manei- -;;
*i5 rt pintado e loriado do novo, gg
igualmente dous carros de quatro
-..;- rodas para carregar lazendas da @
,,; alfandega, ludo por preco com- Q
jj5 modo : na rua Nova 11. (il. /-
Si -::'.' .. :. :.q.::-:.:.. :;.
Venle-se um lido mnlatinlio de 13
anuos, bom para oOicio, un p.igem : na rua
da l'raia, primeiro 'ni lar 11. 43
- Vende-so a taberna sita na rua Direila
n. 27, com poucos fundos, a contento dos
compradores, pio.'ria para quem quizer
pincipi.r, o c-U bem al'reguezada, lantu
paia a trra como para o malo : quem a pre-


-
DO
i ':
-
Foi transferido o deposito desde xarope
par3 a botica de Jos da Cruz Santos na rua
Nova n. 53, garrafas 5S50O, o meias 39000,
sendo falso todo aquello que nao for ven li-
i do reste deposito, pe 1 que se Taz o presento
ijPRTmE PARA 0 PUBLICO.
Para cura le phtysici em tolos os seus
difieren tes graos, quer motivada por cons-
tipfgoes, tosse, asllima. plcuriz, escarns de
sangue, dOr de costados e peilos, palpitacSo
r.ocorago, coqueluebo brouebite, dorna
1 garganta, e todas as molestias dos orgSos
pulmonares.
Vendem-se queijos do sertito, grandes e
peq.enosaiOO e 4t0 rs. a libra, e sapatos
do Aiacaly e da trra, de todas as qualida-
des, para bomens e meninos ; tambem se
precisa de um caixeiro : na taberna grande
ao lado da igreja da Soledade.
lo fazenda.
Vendem-se na .rita do Livramento n.
)', bonetes para meninos, dcmai-roquim
domado, com velludo ele varias cores
efila degalao, pelo baratissimo paco de
Ti.sOO.
Vendem-se sapatos dos melbores, fa-
bricados no Aracaly, carne e queijos do So-
bral, tu,o ebegado ltimamente, por pregos
commodos para acabar : na rua da Cadeia
lo Recife n.6o, primeiro andar.
'vililil Z.-8 iiar (a*,
Jos Forl malo dos Santos Porto acaba de
moni r o seu conhecdo estabelecimento da
rua da Cadeia do Recife n 45, esquina da
Madre de D;os, com um rico e completo sor-
timento de miudezas, nao s para a praga
como para os senbores negociantes i'o cen-
tro, e mesmo de outras provincias que bem
sequeiram surtir, ahi acbarSo eonslante-
menle liabas brancas e de cores de todas as
qualidade, um rico soi tmenlo de perfuma-
n.is, uvas para b.omem, senhura e meninas,
bengalas de ci una e de baleia, bicos de seda
de todas as larguras, ditos entrefinos culi-
larias Qnissimis para mesa e escriptorio,
tinteiros de porellana, lindas pedias para
segurar papis, ricos enfeites para senbora,
toucas, carleiras, espelbos de parede, esta-
jos para barba, lindas abotoaduras para col-
ete, papel, capacbos para portas e sofas,
rap de diversos fabricantes, ptimos charu-
tos da Babia, e urna iinmensidadode objec-
tos que seria enladoiibo mencionar, que
vista das qiialidadis e dos pregos de cerlo
gradaiSo eo comprador. Assegura-sea mo-
dicidade dos piegos*
n. -'..,
dezas x".
|nToP.a'. vcnrt/r,un11 ""pelo sorlimrnto de 1.abac
da lod,"":"," "e ll"l'0 "*"10 *'"" m b"llo e
.bandoZlZT' tP"""V<* por dous dedos 6
baralndoque em oul.a qaalqurr parle por ,e que-
rer remeller o d,h,iro J ugfaJZ q
Kefinayao do Monten-o
No deposito desta refinaria, na rua da C-
dea do llectfe n. 30, ba sempre assucar re-
finado de superior qualidade, por prego de
69OOO a arroba, dando-se um abate a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
aos senhores de
engenho.
No becco do Congalves, armazem n. 10,
deJosoDuarte das Neves, vende-se a mais
superior farinha de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
nglczes de ouro, de salionete e de vidro :
vendem-se a preco raz.oavel, em casa de
Augusto Cesar de'Alireu, na rua da Ca-
deia do Itecife, armazem n. 16.
le ti iodo facilimo.
Na li-'raria da praga da lndependencian.
6 e 8, "ende-se o melhodo facilimo-para
aprender ler, envanente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados k ferro
Na rundigao de C. Starr & Companhia, em
Sanio Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construcg3o muito
superiores
Na rua da Cadeia defronlc da llelagao, venda
n. 8 de I). S. Campos, vende-ie e aluga-se, supe-
riores bichas hamburfiiezas, em porgo e a retilho.
Vende-se na roa da Cadeia n. 28, snperlor
presumo purluaiiez inleiro a 0 rs., e mais objeclos
por preco commodo.
- Na rua da Moeda n. 2, defronle do tra-
piche do Cunta, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vi mes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramenlas paia tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por pregos
commodos ; assim como barris com azeile
de carrapato.
Na loja
das seis portas
e 111 frente do Livramento
Colinhas de talagarga para pescogo de se-
nhora a pataca cada urna, chales de cassa
para trazer por casa e irem ao banho a sello,
lengos de seda para trazer aos hombros a
dez tustes, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez tustes.
Venda de
pianos.
Nendem-se milites lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de Ham-
hui go, ecom lindos .retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Kcller & C.
10 1
nii$a
ODE ESTA1 QUMANDO.
Na loja do Preguiga, ua rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo .-ortimento de azendas por pregos
baratissimos, entre ellas nolam-se chitas
Irancezas escuras de lindos padres e cores
fixas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padroes miudinhos a 280 o covado, ditas li-
nas de lindos padres e excellentes pannos,
e cores fixas a 300 rs. o covado, lindos la-
petes para salas a 39800 cada um, pegas de
br. tanha de rolo com 10 varas a 29000 cada
urna, mussulina decora 320, dita mais fina
de lindos padres a 360, dita muito lina a
400 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
franceza de cores fixas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordao a 500 rs cassas francezas
muito finas o de lindisimos padres a 640
a vara, lengos pequeos para m3o a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muito finos e com
lindos bordados a 360, corles de easemira
com lindos gostos a 59500, ditos finos a 69,
meias casemirasde quadrinhos proprias para
caiga e palito a 560 o covado, laazinhas de
uuadros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, grvalas pretas de setim a
laSOO cada urna, riscados francezes de qua-
dros de lin los padroes a 240 rs. o covado,
casineta prcta muito fina a 19200 o covado.
easemira preta a 2J400, cortes do castor en-
corpado para caiga a 1*440, ditos a 19, ditos
de brnn de linho a 19440, ditos de brim de
algodao branco & 19 cada um, chales de rae-
uno de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratissimos pregos, chitas escuras
e de diversos padres o cores fixas a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lengos le seda
de lindos p drfs a 29000, e outras muilas
fazendas que so deixam de mencionar, ese
venderlo por baratissimos pregos ; se da-
riio amostras com penhores.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em cas deSouthall Mellor ; C.a, rua do
Torres n. 38.
r/ende-se
Cortes de lat para vesti-
dos.
Vcndem:se cortes de I3a do lindos pa-
dres, com 15 eovados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
amosque se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
Com pequeno toque de
avaria.
(A dinheiro.)
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia, vende-se :
Pecas de alqodo lizo a 00, l.$000, 1280
e l.stiOO.
Ditas dita largo, a l.sCOO, 2,s000, 2s2l0
e 2$800.
Ditas dito de sicupira, a diversos precos.
Difasdito de facco, idera.
Vinhos do
'orto.
Mussulinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muito fina a
440 rs. o covado, dita de cores de excellentes
padres a 320 o covado : na loja da boa T,
na rua do Queimado n. 22.
-Luvas de .Jouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
llm-a moda.
Carne secea do ( ear.
nnr'.Ame ,suPerior cae secea do Ceara,
Ann Hm?d pre : no "mazem de Loii
Annes, deronte da alfandega.
Taclias de ferro..
Na rundigao da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum loco
na entrada, o defronte do arsenal de mari-
nba. ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, ne-
quenas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carreaar ca-
noas ou carros, livres de despea. Os prego
saoo s mais commodos.
Agencia
da fundicao Low-Moor,
rua da .Senzala Nova
n. 42.
m enmn?f .Ubele.ciraenl cntno'< a haver
um completo sortimento de moendas e meias
?..i!Trra enfen.b. machinas de vapo?
f.1.nahler.ferr0ab.atld0 e COf,do de lodosos
taannos para dito.
Chapeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentemente chegados, a prego commodo :
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de D. \V. Bowinan
na rua do Biura, passando o cliala-
ri/., continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de hica, as quaes se
ccliam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se 011 carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
uelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
r CAAS DE FERRO
fcxcellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Lobo & C. vendem cal preta a 660
rs. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacailiao, em canoas de 60 a 300 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rua Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalbo em pequeas porces
em seu armazem, na rua da concordia a
700 rs. o alqueire.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes C. barris
de ferro, ou eolios hidrulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Pianos,
Em casadeRabeSchmettaut&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
I\a rua da Madre de Dos n. 34, loja, ven-
dem-se cspcciaes vinhos do Porto, das me-
lbores qualidades, c marcas mais acredita-
das, inclusive a do Cbamigo, em barris de
quintos, oitavos e decimos ; bem como dos
engarrafados das eras de 1815 e 1834 em cai-
sas de urna e duas duziat..
o A tt#JOO rs
Vendem-se cines de cassa fina pintada,
com salpcos e pelminhas miulas e com 7
varas cada corte a 2J200 : na rua do Queima-
do n 32, h ja da boa f.
Vende-se espirito do vinho : na resli-
lagao do moinho de vento da praia de Santa
hila.
Vende-se sement de hortaliga : na
ua da Cruz n. 36
Desappareceu no da 18 do corrente o
preto Benedicto, de nag.lo Angola, idade de
30 annos, pouco mais ou menos, cor bastan-
te preta. estatura regalar, olhos am tanto
vermelhos, beigos grossos, barba rapada,
traz bigode, levou camisa de algoiSozinho,
caiga de aiulSo por cima da caiga, nma cor-
rea com fivela, barrete na cabega, ofhcio do
calraeiro, foi do fallecido Antonio Fereira
Lopes e boje de viuva ; quem o apprehender
leve-o ao pateo de S. Pedro n 6, segundo
andar, que ser bem gratificado.
Desappareceu no dia 19 do corrente a
preta crioula de nome Januaria, idade 23 an-
nos, levando toda sua roupa ; julga-se estar
acoutada em alguma casa : quem a tiver bo-
le-a para a rua, do contrario protesta-se
desde ja contra quem quer que a tiver em
sua casa : quem a apprehender, leve-a a rua
da Auroran 28, quesera recompensado.
No da 22, pelas 7 horas da noite sanio
da rua do Cotovello "para o aterro da Boa-
vista, o preto escravo, de Francisco Carnei-
ro Machado llios, de nome Benedicto, modo,
mas ouve, sem barba, baixo, grosso do cor-
po, Tula, cara a ps grandes, andar corcova-
do, calo na cabega, vestido de cafga e cami-
sa, o qual nao lendo costme de sahir a rua
sem ser acompanhado, julga-se ter se perdi-
do : rogase a pessoa que delle souber ou o
tenha, que leve-o a rua do Cotovello, casa
CAPITANS DD CAMPO
ALERTA.
Auscntou-sc de casa de seu senhor o es-
cravo Manoel, crioulo, de idade de 30 e tan-
tos annos, pouco mais ou menos, com os
signaes seguintes: baixo, grosso, pernas
um tanto arqueadas, tem falta de 2 dentes
no queixo inferior, urna cicatriz em cima
de um olho, as m3os bastante calejadas por
ser padeiro, falla bastante atrapalhado, he
quebrado de ambas as verilhas, costuma ir
para Olinda, aon le tem sido capturado mais
vezes, e costuma tamben embrugar-.se : ro-
ga-se a todas as autoridades e capitSes de
campo a anarebensao do dito escravo, e le-
va-lo ao paleo da Santa Cruz n. 6, padaria,
quesero bem recompensados.
2005000 de gratificago,
a quem pegar os escravos crioulos, Lau-
rentino e Manoel,por antonomasia narbeiro :
o 1.- de idade 25 annos, alto, nao muito for-
nido, rosto comprido, sem barba, bem pare-
cido, e muito pachola, levou chapeo do Chi-
le, e gosta de trsjar bem ; o Manoel, tem a
mesma idade, e be mais escuro que o Lsu-
renlino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas crossas,
pos bem fritos, traja caiga e Jqueta,~e levor.
chapeo de palha da Italia, tem cicatrizes as
costas como sello de suas proezas : levaram
em sua comeanbia um molequo de nome
Alexsndre, que com elles aprendia ooflicio
de pedreiro, cujo ofllcio sabem perfeitamen-
te ditos escravos : as pessoas que apprehen-
der qualquer destes escravos e os entregar
ua cadeia da cidade do Itecife, ou os condu- '
zir ao engenho Boa-Esperanga na freguezia-
doLimoeiro, receber a dita gralificagSo e
mais despezasque fizer.
Em 12 de julho prximo passado Tupio
do engenho Bosque Alegre, provincia des
Alagoas, o escravo Cermano, com os signaos
seguintes: idade25a 28annos, nagioAngo-
la, alto, corpolento, cambado das pernas,
tendo em urna d. lias a cicatriz de urna gran-
de ferida, barbado, cara comprid, e regris-
ta : este escravo pertence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, e suppo-e-se ter fgido para
esta provincia de l'ernambuco procura de
outro companheiro do mesmo engenho, ha
pouco lempo vendido : roga-se, perianto, as
autoridades policiaes, aos Srs. capitSes de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-
prebenda, de o entregar na villa do Passo ao
-r. Joaquim Marinbo FalcSO, e em Pernaal-
buco a l'elisberto Ignacio de Oliveira, praga
do Corpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensado, e satisfeitas as despezas que com o
mesmo se lizerem.
PEUPi. TYP. OE M. K. DK FARIA 1857

x*rtfv&ij$&.
V
-'
'

MUTILADO
-
ILEGIVEL
. -..
,.

:


Full Text
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