Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07814


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Full Text
ANNOXXXIII N. 193.
Por 5 mezes adiantados ij'000-
Por 3 mezes vencidos 4500.
III*.. I Llll.l mlt VCIUVlU lili mv/ua
Por anuo adianlado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
KNC&kftEGADOS DA 8UBSCE1PCA DO NORTE.
Parahlba, o 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Naul, o Sr. Joaquim
I-Pertiri Jnior ; Arcily, o 8r. A. de Lemol Briga ; Cea-
ra\ o Sr. J. Jote da Oliveita ; Marerrhao, o Sr. Joaqun) Mar-
aal Rodrigue!; Plauhy o Sr. Josa Joaqulm Avclino ; Pa-
ra, o r. Justino J. Hamoi ; Amasooaa, W. Jeronymo da
Cuita.
PARTIDA DOB CORREIS.
Olinde : todo* o* dia*, as 11 e meta hora* do da.
lguarassu', tluianna a l'.,r.iha.j : na* RPiuncLi* n IQllae rfllraS,
S. Anlin, llri-irras, Ilonilo, Caan1, Attinho e Geraataui : na teroa-Caln.
S. Loorenco, Pao d'Alho, Naiarelh, l.imnciro, Rrejo, i*eaaaalra, In^aicira
Flore*, Villa-Bella, lloa-Vista, Ouricury p Eiu\ Maiiiiarlas-lVirai.
Cabo,Ipojuca.Sctinhapm, hio Formoso, Una, Baimrut, Agua-Prela, Pi.
arntcira* p .Natal : quiolas-feiraa.
'Tedoe oa corrcioa partera as 10 hora* da manliaa.
AUDIENGIAS DOS TRIBDNABSJDA CAPITAL.
Tribunal do commereio : legundu a quintal.
Relacao : tereai (eirai a sabbadoi.
Fazenda : quarlai e ubbadoi ai 10 horai.
Juizo do commereio : segundea ai 10 horai e quintil (o maio dit.
Juizo da orphoa i segundas a quinUiai 10 huras.
Priraaira vara do eivel : aegunda eieitaiao meio da.
Segunda rara do elrel ; narlai a sabbadoi ao maio da.
EPHEMER1DE8 DO MEZ DE AGOSTO.
5 La chela ai 4 horai e 9 minuto* da tarde.
12 (uarto ntinguante ai 3 horai e 22 minuto! da larde.
19 La nova ai 2 boraa a 0 minuto! da manbaa.
27 Quarto creieenu ao* 45 minuto di tarde.
PREAMAR DB HOJE.
Prlmeira ai 8 horai a 30 minutoi da manbaa.
Segunda ai 8 horai e 54 minutoi da tarde.
DAS da semana.
24 Segundo s. Darlholomeo ap ;s. Prololomco b.
25 Terca S. Luiz re de Franca.
20 Quarta S. Zcferino p. m.
27 (Juinla S. Jase de alasans linio ni.
28 Sexta S- Agostinho b. e doul. da igr.
29 Sabbado S. Adolpbo m. s. Sabina v.
' 30 Domingo 13 S. Roza de Lima americana t.
ENCARREGADOS DA SBSCRICAO NO 8UL
Alagoai, o Sr. Claudino F Icio Diai; Babia, o Sr. D.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao I'ereira Martini.
EM PERNAMBUCO.
O proprieurio do DIARIO Manoel Flgueiroa da
livraria, praca da Independencia n. 5 e 8.
Duii
Firia na lu
PAT1 orfIG.AL
RELA.TORXO
da reparticao dos negocios estrangeiros,
presentado a assemblea geral legislati-
va na primeira sisao da dcima legisla-
tura.
(Condoli.)
REPBLICA 1)0 PERO".
AUenlario eomraeliido ero Nauta na pessua do subdito
hrasileiro Francuco de Souza Tapajos.
Km 12 de abril do auno passado deu-ie um grave
e lamenlavel mecesso na cidada de Naala da repbli-
ca do Per', de que foi victima um subdito brasi-
lero.
Francisco de Souza Tapajos, natural da provincia
do Amazonas, achtndo-ie no estado de embriaguez,
Iravou rita eom om companheiro de nome Nicolao
Jara, tintou feri-lo com orna tara.
Refugindole Jora em casa do major Bernardo
Solisbtngo, intendente de polica encarregado uo
governo de Nauta, al all o persogoio Tapajos pro-
curando levar a elTeilo o lea intenlo im preienja
daquella auloridade.
Preso em flagrante, aem que Coste o reo procesa-
do, a referida auloridade militar mandou castiga-lo
publicamente cora agoites.
E .lep.iu de levado a elTailo eile castiga indigno
da um paiz civilisado, e banido das le* criminaei da
repblica desde a poca de iaa emancipajo, foi o
picienle acorrenlado, a con luzdn entre urna escolla
al ao forte de Tabalinga, onde o entregaran) no
da 22 de abril a auloridade militar do impe-
l" jilas as circumttancias de ftrioadat por om corpo de delicio a que e proeedeu
na pessoa do offondido, a pelos depoimenlos de varia*
leslemunhai interrogadas peranle o chefa de policia
.. da proviocia do Amazonas.
" Aa diligencias a que as-Im de alludir revelaram
un oatro fado de abato de auloridade e vigilancia
coiilra doas subditos brasiletcos, Filippe Nicolao Sil
veira e Caierairo Jos Daniel.
Esle inliviloos, accasadot de lentar cintra a vi-
da de om soldado, em contequencia de riza oceasio-
nada pelo uso imm i lorada de l> h 1i* esDiriluosas,
foram arbitraiierdenle pollos a ferro, a conslrangi-
do* aos Inhalaos pblicos em Naola.
O presidente da provincia do Amazonas, logo que
se informoo de lio lamentaveis ur.ciirrencias, diri-
gio-se, por offlcio de 30 da junho prozimo passado,
ao commandante geral e militar do litoral de l.ore-
/ lo, reclamando ranlra os revollantea ezcessot das au-
toridades peruanai.
' Apanaa a mesma noticia chegaa aa conhaeimenlo
do govarno imperial pelo intermedio daqtille seu
delegado, azpediram-sa as ordeus r. nnlruc;') con-
4 veniente! k legagao '" Lima, para que reclaraa**e
que o governo da rtpoblica reprovassapub'icameule
a flze liibingo contra o subdito braaileiro Francisco de
Soaia Tapajos, e dse ao oflmli lo ama ju*(a iu-
dcmnisacA J pela injuria e damno pestoal.
Quanlo ao|*egando facto, e outros semelhanles que
ra de presumir r. recaiar, ordenou-se legacjlo im-
I erial que nao s reclamase que aquelles duus sub-
Jilos brasilairos fosse.m immediamente postos em lt-
bardade. mas tamhem se lomassem providencias pro-
pnaia garantir elli:azmente os oussos compatriotas
contra a repetir.;!) da taes arbilrarie lades.
O ni i ii i (r j de S. M. em Lima, como se v dos do-
cumentos annezus ao presenle|relatorio, cumprio
com ludo o zt|o as detenninacoes do goveino im-
perial.
O governo da repblica etpedio um decrela man-
danlo suspender do todos os cargos que ezarcia, e res-
ponstbiliiar o m -, zer a indemnisarao pasaoal devida principal victi-
ma da violencia daquelle fonecionario.
Os nolr.n dous sob tilos braaileiros, qoe sa achavam
contlrangidos a trabalhos pblicos em Naala, antes
meimo da intervir a legarlo imperial, em virlade
da reclamafo do presidente do Amazonas, foram
restitu los sua liberdade, a regreisarnm ao im
perio.
v- O governador geral de Loialo, i). Alvaro do Orliz,
* ao mesmo lempo que fez cessar a violencia que sof-
Iri.mi ettes Brasileirns, rasolveu, Independentementa
de ordam superior, suspender o major Solisbango
do ezercicio da auloridale de que ottava investido
em Naala.
Todava, o dita governador. em ua resposla ao
presidente da provincia do Anmonaa, o peiso qne
* eonfessava os abusos do eorcm.indanle mlliiar de
Nauta.prelendea contestar qua ii.mve-so offen*a na-
cionalidade braiileira no castigo inlligido a Tapajos,
porque dizia elle, osle individuo era um criminoso
evadi lo do Bra-il.
EU allegarlo que nanea pedera justificar o arbi-
Irario a alroz procediraenlo do major S)li n! i ha ezacla. Tpalos foi, he verdade, indicalo
de crime de morte, mas os Iribunaes bra julgaram a accusag<1o provada,e o abtolverao.
O governo imperial lam Iota a couiiaiirja em qoe
aas reclamar;oes terJo definitiva e plenamente aa-
* (ifeitas peto governo do Pera*.
Violencias pralicadas em prejuizo do commereio e
navegado interior entra o imperio a a repblica
do Pera'.
Em 27 de maio de 185G, achando-ieu vapor Ta-
hitiiiga.B di eompanhia de Navegado eCommereio
da Amazonas, no porto de Nauta, pretenden oin el-
dad,! > peruano dar ao commandaiila daqqalle vapor,
em pagamento de frele, on(as de ouro pelo valor
de 309&K).
Recusando e valerem no Brasil smenle 29u * leva ta ao conliecimenlo do governador de Naula, t.
II ti. ir.l S li'bui21, que ordenou verbalmenle fos-
sem as onr;ai aceitas pelo valor offerecido.
Noo -e podendo aujeilar o commandanla do vapor
a asa engencia sam prejuizo leu a da companhia, e
lendo alm di'O as tabellas de freas, approvads
pelo governador geral do litoral da Lorelo, sido cal-
culadas em mil res a mas fracc.3'8, propoz, para
conciliar ot inleresses de lodos, que se esperaisa pelo
pagamento de frele e ptssagen*, at que na cidade
di llura do rio Negro o agente da companhia de-
eidisie a qaeslo de maior oa menor valor das on-
ras.
A reiposti que receben foi que o vapor fleava mul-
tado em 1011 petos ate obedecer t ordeni do gover-
' nador de Nauta.
Procorou em vilo o commandante chegar a um ac-
cordo a etla respailo eom asta governador, e para
avilar maior demora, sajei(ou-se a aceitar as onc.as
pelo valor que se lites quiz dar, couseguindo assim
ser alliviado da mola.
Vencida asa diffl-uldaJe, outra ie offere-
ceu.
No mmenlo de impender o vapir para legoir via-
gem, apresenlaram-te a sed bordo diversos ollidaes
peruanos, declarando, que por ordem do governador,
vinhim hutear um eidadi<.i da repnblica, de nomo
Paulo, que aquello liavio Irouiera da capital do Pa-
ra' com prac.,i na sua equipagera.
O coiomanJanle astegarou que o indicad j in tiv-
dao nio exists a bordo do sea navio, coma le via pe-
la matricula ; a, para melhorcomprovar a sua aser-
rAo, formou lo la a guarnir-ilo, ob^ervaado aos agen-
tes peruanos qne o vapor era coinmanJado por um
ofllciil da armada imperial.
Apezar de ludo, foi o navio varejado sem necet-
sidade,
A legae.Ho da Brasil em Lim, em cumprimenlo
das ordena do governo imperial, representou contra
sses fados ao governo da repblica, reclamando urna
convenienle reparajo das referidas violencits, e a
, expelido de inslruccjet aos agen les subalternos pe-
r tnos, para qoe em geral sejam os cidados braai-
leirot tratados rom a justicia que Ibes he devida, a
os ofllciaes da irarinha commandanles dos vapores
da linlia do Amazmascom a considernilo que em
taes casos he de uso entre paizes civilisades e ami-
gos,
O governo pruano, em cnosequencia dessa recla-
m ico i, ofllcinu ao governador geral de I.orela, fa-
zendo-lhe ver que nilo devera ohiiaaro comman-
danla do vapor (Taba'tingaa a r-coher ai on^ts de
ouro pelo vapor .te 30,600, e meuos impor-lhe a
mulla cima referida.
Ordenou-Ihe ao mesmo lempo que, para evitar
prejuizos, firesse con dita governador, res e a companhia calculara a* unr,*s de ouro a 17
pesos qoando as da i em pagamento, e s as receben)
por 16 pesos ; e que, se alguina repola^o rio esta-
do livesse de fazer pagamenlosaos mesmna comman-
danles em on$as de ooro, ezigisse que foisom estas
moedas recehirias ao valor porque elles as offerecero
as meamas reparlices, lem comalo usar da aulori-
dade para ene um.
Onsideroa, purm, o governo pernano infundada
a reclamaran reltiiva a" visila feita a bordo do va-
por nTabatinga,!) porque no tratado vUenle, e nos
ajuste*; epeciaet da ii.m-.mcmi do Amazonas, nao es-
t eslipiilado qoe os vapores ,1a (', impauliia Bra-ilei-
ra gozem do fd o de navios do guerra, achaodo-se,
pelo contrario, sujeiloi a polica dos porlos ; nao
julgava conforme aos osos inleroacionaes que barcos
destinados ao commereio sejam reputados de guerra,
nem qne barcoi de gasrra se empreguem em trafico
mercantil.
Era inteiramenle infundada a acensarlo feila aos
commandanles, dos vapores da compaohia pelo go-
vernador de Loreto, quanto ao valor porque receben)
e dao am pagamento da nucas de ouro.
A lega;ao brasileira asiim o demooslroa ao gover-
no peruano, fazendo sentir por essa occasiao qoe nao
lora bem comprehendida a nalureza da sua reclama-
c;! i relaliva ao varejo que soflreu em Naula o vapor
Tabatinga.d
Nao se desconhecara o dir lo da viilar um na-
vio mercante estrangeiro surlo as aguas da rep-
blica ; observou-sa lmente que no ezercicio desse
direilo fora desaltendido o coramanlanle do Taba-
tinga* em sua qoalidade da offlcial de inirinlio de
guerra.
Esladot ponli/ios.
Bi*pados no C*ar e Diamantina.
0 governo imperial tente lr de communicar-vos
que anda nao leve lugar a azecu;ao das bullas expe-
didas pela Santa S relativas instilnicao dos hispa-
dos doCear a Oiamanlina, e a formadlo do prncrs-
so cannico sobre as qualidadei do bispo eleito para
a segunda daquellas diocesei.
Provm essade-nora de ler a legacHd da Sua San-
lidale nesla corte considerado a ezeeocao deseas bul-
las, a a fonn ic.i ] do processo cannico, dependeules
do cumprimenlo das condires a que se obrigoa o
governo imperial para a Instlatela desses biipados,
ouuliriios quei po lem ser satisfeilas depoii da con-
firmacao e puse dos bispos.
O governo imperial lamenta os graves prejuizos qoe
essa demora esl.i cantando aos inleresses civis e reh-
giotos do imperio, mas espera que este as*omplo seja
am bravee favoravelmenle deddido por intermedio
do novo internuncio apostlico acreditado nesla cor-
te, a quem dirig a ola a memorndum constantes
do documento n. 35 <'o anoezo K.
Portugal.
Apreamenlos illegaes de navios brasileiros pelo era-
zeira da marinha portogueza nos mares d'Afriea.
Anda se acham pen lentes as uossas reclamaces
peloi eicessos que pralicaram os cruzadores portu-
goezi nos mares d'Afriea, com eflensa da bandeira
brasileira, a detrimento da alnuns subditos do impe-
rio, tos annos de 1816 a 1818.
Eslas reclamaces vertam especialmente sobre os
apresamentos dos navios brasileiros Despique da
Iuveja_. Bom Soccessn, Boa Uniao. Flor da Campos
a D. Claran, persegaidos sob o fundamento de le
empregarem no trauco de escravos.
Os 1 primoirn. barco* foram apprehentlidos fra
dos mares lerriloriaes d'Afriea portogueza, e julga-
dos boas prezas pelo tribunal da Loanda.
Esses apresamentos, alm de serem destituidos das
formas legaes preteriptas no proprio decrelo de Sua
Mageslade Filelissima, de 10 de dezembro de 18il(i,
pelo qnal *e tinham de regular os rruzadores portu-
guezes, sao inteiramenle improcedentes, desde que
se considera que nenhuma convengan ou Iraiado
ei*lia entre os dous gayemos acerca do trafico de
Africanos que podeise jaslifica-los qaando praliea-
dos em alto mar, assim como o seu julgamento por
Iribunaes portognezes.
A escuna D. Claran, foi delida e julgada na ilha
do Principe.
Oepois de ja abiolvido esta ultimo barco por falla
d* prova, a aulori lade administrativa o sujeilou a
urna llanca arbitraria conlra o disposlo no 3 do arl.
7 do referido decreto do governo porltiguez de 10 de
dez-mbrode 1836.
Nao qoerendo o cipitaa sujeilar-se a ama tal vio-
lencia, abamloiiou o navio, protestando pelos prejui-
zos, perdas e dainos que Ihe (miara causa lo as an-
lorl lades porlugueza*.
Esle pleito jt'estt jolgado pelo decrelo de 29 He
fevereiro e porlaria de 2 de marc.o de 1818, espedi-
do" por occai,1o daquellas occorrepcias pelo gover-
no de Sua Mageslade Kidelissima.
Fra do cato de tratado, dispOe aquello decrelo,
nao lie permillido dar caca, visitar a apprehender
alera da linha de respeilo quaesquer navios eslrao-
geiros.
O" apresamentos assim feilos, declara a porlaria
de 2 -le marr;o de 181S, sao illogaea, e de.vem os na-
vios ler entregues a quem de direilo, quer enejara
por julgar, quer ja jnlgados.
Meimo nos mares lerriloriaes, acreicenla a porta-
ra, para que legalmenle possa proceder a apresa-
mento e condemoac,an, ser indispensavel que efec-
tivamente se achem a bordo do navio pretos compro-
va lamente destinados ao trafico de escravalu'a, ou
aquelles objeclos que, segundo o decreto de 10 de
dezembro de 18:16, turuam qualquer navio suspeilo.
Estas nrdens e inslrurcoes, anda que >posl fac-
tura, nao deisara cnmtado de ler toda a validado
pira infirmar a captura e julgaraenjo dot cinco men-
cionados barcot brasileiros palas autoridades portu-
guesas, vislo como ostentara nos principios marti-
mos em virtude dos qoaes he eeligmadsa la a appre-
heosan, a annullam o verdict proferido contra elles
pelos liibunaes de Loanda a ilha do Principe, por
ser contra direilo espresso.
Concluidos os prucetsot, segundo as leis munici-
paei parluguezas, comee m a inlervenr;ao diploma-
lira.
Lina larga disenssao enlre a legado imperial era
Lisboa e o eoverno de S. M. F. lem lomado evi-
dente o direilo do Brasil a urna satisfaca pelo in-
sulto feilu sai han letra, e de indemnisac.Su aos
suhlitos brasileiros que foram victimas dos abusos
pralicados pelas autoridades portuguesas.
as inttruccOes dadas ao actual ministro de S. M.
o Imperador naquella corle rerommendou-se mudo
particnlarmedle esle assumplo.
Varias circunstancias impedirn) a legarlo impe-
rial de promover desde lugo a solaceo final das re-
clamarles di que se trata.
Cessan lo esse embtrnco, Iratou a mesma le2ae,ao
le lalisf.izer t recommendac.des do governo irape-
riat, e encelar a negociacao par meio da ola que
encontrareis enlre os documeir.os do anneso K.
As cnnclusOes 1esla ola sao ai seguintes :
(.- Qae nos qoalro casos apontad dos navios
tiDespique da Inveja, Bom Suceesso, Boa Dalla e
Flor da Ctrapos, capturados em alio m r conlra to-
das as regras do direilo das gentes, a injuria feita re-
quer urna correspondenla satisfa;ao, a a usurp.irao
da propriedtde brasileira que se Ihe seguio, urna
justa in lein-ii.icio.
2.- tjue amia quando os referidos apresamentos
hoovetsem lido lugar nos mares lerriloriaes da A-
frica porlugueza, suhsisltriam do mesmo modo as
conclusOes cima apuradas, pela irregulari lade do
processo e illegalidade da senienci. especie esta que
completamente comprehende o alenla lo eomraeiti-
do contra a sumaca l>. Claran as aguas da ilha do
Principe.
Quanlo ndemnisac,ao reclamada pelos prejuizos
causad ji aos particulares inleretsadoi nessas recla-
maces, o quantum u de cada urna foi oreada da
maneira teguinte, em raaeda partuguesa :
Tela tumaca D. Clara, :U):I i-J-T Vi; pela brizne
Deipique da Inveja, 30:621.^)31 ; pelo brigue
B 'm Soccessn. -iViOgStH | pela sumaca Bia-
L'uiao, 2l);t)S2o">l6 ; peia sumaca Flor de Cam-
pot, 5:7j6$000.
O que ludo prefaz a somma de 132:05j-308i, nao
coiiiprelii'ii li los os juros durante o lempo decorridn.
O governo imperial espera ver breveineote termi-
nada esta pendencia, ja pelos solidos fundamenloi
de nnssas reclamarles, ja pelos principios de jn-hra
que preiidem aos acloi d governo de S. M. F., e
pela empenno com quo o governo impon-1 lem sem-
pre procralo raanler e eslreilar relarei amigaveis
enlre o dous pnzes.
l-'alsili -ara i de inue la a papis de credilo com
curso legal do imperio.
Dalam de longe os lainenlaveis fados de falsifica-
.lo em Porlugal do pipel-moeda do Brasil.
O decrelo de 10 de dezembro de 18 12 que pro-
raulgou o cdigo penal portugoez nao abrangia a
o mlraf.ltv'i l (le llloi'il,i e -I ra r 11 i.
Nenhuma obligaran hava por outro lado conlra-
hidu o governo de S. M, F. para com o imperio,
tendente a dehellar, rart.iido-se por todas as consi-
derarOes, esse flagello que lao profundas raizes ha-
via criado era algumas Ierras daquelle reino.
Enlrelanlo a inaralidade publica e a confianza, que
lano importa manler Ilesas as rcl ir;i>rs enromer-
ciaes enlre na dous pases, esigiam pros delicias ur-
gentes e elllcazes que pusessem a fortuna publica e
privada a cuberlo de lacs espcculac.des.
Convencidos desta necetsidade, que aia ndeclina-
vel, os dous governna celebraram a convenci de 12
de aneiro de 1855.
Por estes ajatles, a hUtacRe da moeda brasileira
foi.equiparada a nacional, para o effeilo de serem
punido* todos aquellei qoe inrorresaem nos crimes
especificados nos arli. 206, 207, 208, 20I, 210, 211 e
215 do cdigo porlogurz.
Estes arligos ahrang.-m a ennlraficc'ia da moeda
melallica e do papel-moeda, do Banco, bilhele do
ihesouro, ou quaesquer oulros ttulos autorisadoi por
lei.
S3o pissiveis das penas decretadas nnqoelles arli-
gos alo s os latineantes, como tambem os introduc-
tores e pa si I iros ,|a moeda assim falsificada.
He doloroso porem dizer que as villas dos doai
governos nSo lem lido o resultado que se eaperava,, graves.commellidoi no leiriloriodo imperio.ordennu
e que a perpetrado deste crime tem lomado as logo que se dilieenciaisa a sua captara,e a dos oulros
maiores proporc;es, com gravissimo damno para os i criminosos, do que resullou, no da 7 de setemhro,
inleresses do imperio.
Consideraveis porc/ies da olas falsas feilai cora a
maior perfeic.lo, a espedida! daquelle reino em na-
vios porluguezes, lem sido iolroduzidas com enge-
nhosos artificios em diversas praca* do imperio, pon-
do em desequilibrio o sea meio circuanle.
Em consequenoa da discoberla de fados recentes,
a vistos os meioi de acolo com que afoulamenle pro-
seguem os criminosos, a legajan imperial em Lisboa
juicio do leu rigoroso dever chamar sobre esle im-
portante a*sumpto a mais seria allcncao do governo
da S. M. F.
Com a maior solliciluda tem o ministro de S. M.
0 Imperador reclamado que sejam procanados e po*
nidos os cniiheci los fabricantes de moeda falsa, in-
dican lo-os, e ministrando lodas as informacOes ao
leu alcance.
Os documentos pnblirados no anneso K moslram
os esforcos empregados para o devdo castigo dos im-
plicados no fabrico a remeta das nulas falsas do
Ihesouro do Brasil que foram encontrad na alfan-
dega desta corle, em o falso de um caixilo de roupa
feila viuda do Porlo a bordo do navio Ftrreira
Borges.
Ha principalmente a cidade do Porlo o foco desse
flagello, que le ramifica por varioi oulros pomos do
Reino.
Frrquentemenle recebo o governo imperial noti-
cia deque dalli sa despachara navios sobre os quaes
pesam as mais fortes suspeilas de se deitinarem a
esle trafico, ou como empreza da seos armadores, ou
de oulras casas por meio de agentes que vena a seu
bordo.
Pela nalureza do assumplo nao me he possivel
dar-vos orna circunstanciada informarlo de lodos os
dados qoe postue o govarno imperial em confirma-
ran deesas suspeilas.
Pelo mesmo motivo nao inslruo a prsenle espo-
sican com loda a correspondencia trocada enlre o
governo de S. M. F. a a legajan imperial sobre eite
ablacto.
Oilllcil a muilo riifficil seria prevenir, sera o con-
corso do governo de S. M. F., a introducjio desse
contrabando no imperio.
Fora preciso para esse (ira sojeilar aoi maiores
vesames o commereio de um paiz com quem deseja-
mos sempra manler a aslreitar ai mais amigaveii re-
lajSes.
E anda assim, com a astucia qae dirige o crime,
modas vezes seriam ineflicazes as uossas medidas de
rigor.
Foi para evilar assai ronseqaencias da imponida-
de em am crime 13o atroz, e em cuja estirpajao nao
he menos inleressado o governo de S. M. F., que
rom lera ra ambos em celebrar a ja citada convenjao.
Pelo art. 5" da mesma convenjao as duas altas
parles contratantes declararan) que' tomaran), cada
urna por si, ou a reqoisijan dos senles diplomticos
ou consulares da nutra, lodas as medidas administra-
tivas qoe fossem necessarias para obstar a taes cri-
mes, como se acham especificados nos seas respecti-
vo! cdigos, e bem assim para perseguir, faier pro-
cessar a punir os criminosos, quando lenha sido im-
po*sivel prevenir a perpetrajao tos mesmns crimes.
O governo de S. M. F., informado do escndalo
com que se peisevera em semelhante immoralidade,
acaba de adoptar metidas adequadas para cohibir e
evitar os seus funestog effeitos.
Nenas medidas, lomadas de accordo coma legajao
imperial, hem como no procediraenlo honroso e des-
velado desla, e dos seos subordinados, eulre os quaes
he digno de etpecial menjao o actual vice-consul
brasileira no Porto, descanta o governo imperial,
confiando qne afinal la conseguir' a eslincr,lo dessa
criminosa industria.
O ministro da justicia em Portugal propoz a' com-
missao de legislara.) da cmara electiva nma reforma
no cdigo penal tendente a melhor garantir o casti-
go rio! falsificadores de moeda.
Consiste esta medida em dar aos oizes terrilorinas
de dislricto, com recurso para a respectiva relacao,
a compelenefa no jolgamentode taes causas, como
se prahea as de contrabando, oque muilo concor-
reria, lendn levado a effeito, para prevenir o crime
de falsificaran de que se trata.
Era Munich lioiive su*peila de tima tentativa de
falaificarao de no'as do lianco do llrasil. As respec-
tivas autoridades raziara diligencias para verificar o
fado e descubrir os culpados.
Kerlamajao deTheolonio Nery da Silva.
Em 1812 sahio (leste porlo para o de Quilimane o
brigue bratileiro Andorinhau, levando a seu bor-
do, enlre oulras mercadorias, duas mil meiai do-
hrai no pejas de ouro do anligo conho portuguez,
pertencenles aos carregadorea, bario de fiuapemi-
rime Antonio Jos Moreira Pinto, negociantes bra-
sileiros, residentes nesla capital, a lira de renlisarem
a compra de um rarregamenlo de producios da-
quella colonia porlogueza.
Naufragando aquello brigue, salraram-se apenas
I 660 das ditas meias dobras, qne foram entregues
pelo sobrecarga Bernardo Joaquim de Ohveira, a li
lulo e com a nalureza de deposito, a Itnmlo Joi
da Silva, negociante da referida praoi de Quili-
mane.
Fallecendo esse negrciante, seos bem e aquella
deposito passaram para as mos do tutor de seusfi-
llios, Manuel Velloso Mucha, o qual descraveu no
inventario o deposito como pertencenle aos hem do
finado.
Depoil desias oceorrenriai, fallecendo nesla eorte
1 Anlnnio Jo* Moreira Pinto, por eiciiplura publi-
ca de cessan e traspase celebrada enlre a viuva dei-
le finado, I). .1 anua Perpetua (iuimarles Pinto, e
seu socio o haro de (iiapemirim, ficou a esle per-
lencendo s a esclusivamenle a lolalidade do ouro
depositad", medanle a reposijao que elle fizera a'
mesma viovadi parle que he perlinria como meei-
ra da casal.
Fallecendo (ambem o barao de liuapemirim, fi-
gurando no seu espolio o direilo ao valor do refe-
rido deposito, por Irausacjao eflecliiada enlre seui
herdeiros, comprou o subdito hrasileiro Theotonio
Nery da Silva o direilo e aejao a' lolalidade da so-
bre-pailllha dos bens do barao, na qual sa compre-
hendem o valores nao arrecadadoi nem divid lo-,ti-
ran lo a seo filho, Theotonio Nery da Silva Jnior,
o direilo a haver a quinta parle de lodas as divi-
das acliva qoe se houveisero de cobrar pcrlencenles
a' mesma sobre-parlilha.
Estes lubdilns brasileiros empregaram lodos os
esforcos para ohler o levanlamsnlo do deposito a
entrar na fruijlo legitima de sua importancia, a n3o
o lendo podido conseguir, recurreram ao governo im-
perial, que reeonimenriou a' legajan em Lisboa sol-
licitasse do governo de S. M. Fidelissma as precisas
providencias para ser promplamente atteodida esta
justa reclamaran.
O governo de S. M. F. lem prestado a sua coope-
raj;lo para ser defnilivameule rrsolvido este nego-
cio, mas sin la nao he cunhecido o resultado das or-
dens aspeilidas para o levanlaraenlo do deposilo e
anonadarla do ouro, que o cousiilue, i elo Ihesouro
de Mozambique, cunforme sollicilara a nosta lega-
co i. Essa demora deve ser atlribnida principal-
mente a' distancia em quo se acha aquello dominio
portuguez, e a falla lotal de eornmuiucacijes enlre
elle a sua metrophe.
Espera o govirno imperial que com a chozada a
Mojambique do novo governador se conseguir' por
termo a protellajao que lem ti do este negocio.
. I ira a Bretanha.
A serrn dos negocios estrangeiros do conselhn de
cahrem as man* da ju*lija o dito Felieio Lopis e
lendia qoe, a permitlirem ai leis a eslylos do paiz,
fossem peritos na vesloria, am qualidade de supranu-
merario", douscapitei norte-americanos.
Em 25 de junho do referiilo auno o juz munici-
mais dous de seus prieipaes companheiros, que (.-- i pal ordenou a requerida vesloria, nao admittindo
ram postos a disposijao do juz de direilo de llago porem os dous suprauomerarios que a parle prc-
para seren devidamenle processado*.
Quanto s rezes arrebatadas a Francico Sa-
cias, apenai tinham sido encontradas cinto e deze-
eii no lermo da villa de S. Gabriel, as qoaes fo-
ram mandadas entregar na fronteira a quem se
apreseulatse competentemente autorisado para rece-
be-las, continuando no entretanto as mais activas
diligencia! para o detcobrimenln das que faltavam,
a captara dos oolros criminosos que haviam conse-
guido illuilir al entao a vigilancia dai autoridades.
Assallo na caa de t. Joito Costa no departamento
da Florida.
Expozo ministro da Mepublica Oriental do Uru-
guay que no da I3de Janeiro ultimo, lora assalla-
da a cata de t. Justo Cosa no departamento da
Florida, por dous brasileiros acompanhados de um
pelo ; que estes individuos dahi arrebolaran) vio-
lentamente ao negro Jote Rodrigues, que se achava
empregade no eslabelccimenlo do d>to Costa ; e
qoe no seu transito assallararn nutr casa as im-
mediajdes das Avestmses, a arrebolaran) (ambem
dalli um homem de er.
Informoo o mesmo ministro que os criminosos
passaram cora sin* duas victimas clandestinamente
a fronteira, e chegarain /io Jagtiarao, onda a segun-
da fora entregue a Luiz de Furia Santos, de quem
reeeberam II onca* de ouro, e a outra vendida a
Germano Viera da Costa, que a enviou a odtda do
Itio Grande,consignada a om negociante portugus,
Joao Agoslinho da Silva, que a fes embarcar para
esta corle, onde devia ser definitivamente alienada.
O ministro oriental reclamou n3o s que fos-
sem restituidos a liberdade aquelles duus individuo!
arrebatados do territorio oriental, mas tambem a
punijn dos compromeliidos nesle a oulros facloi
semelhanles.
O governo imperial, tomando em considerajao o
que lien esposto, ordenou pelo ministerio da ju-ltca
ao presidente da provincia de S. Pedro do Rio Gran
de do Sul, que maudasse averiguar rigorosamente
os Tactos indicados, e, a serem elles fundados, co-
mo allega a leg-rio oriental, que sejam severamen-
te punidos os sens autores e Cmplices.
Reclamacao por luppoilos insultos que o governo
Oriental julgou lerem sido dirigido* ao seu cn-
sul na pioviucia de S. Pedro do Rio Grande do
Sul.
Tendo sido recrolado por ordem do delegado de
polica de Pelotas um subdito hrasileiro, Patricio
Ignacio de Mederos, qoe se dizia natural de Cas-
mentas de navios brasileiros feilos pelos eruzdore
britannicos lob o fundamento da repressao do tra-
fico.
O governo imperial naojulgoa anda opporluno
dar andamento a estas reclamajes, sobre as quaes
procurara' entender-se opportunamente com o go-
verno de S. M. B.
Franja.
Acham-se anda pendentes as reclomajei de va-
rios lobdiles brasileiros interestados nos briguei
S, Chrislovao e l'eu*ameiiloe no patacho Eduar-
do, apresado! ao sahirem de Buenoi-Ayre pelai
forjai navaei de Franja, que de ISiO al principios
de 1818 bloquearam alguns portns do Rio da Prata,
e jnlgados boas presas em primeira a segunda ini-
lancia pelos Iribunaes francezes.
O governo aguarda algumas infurmajei que Iba
fallara para tomar a esie rispeito nma deci-a >. e
conforme ella dirigirle.
Reclamajes eslrangeiras.
/-.finio Oriental.
Assallo a robbo na estancia du Oriental t. Fran-
cisco Sacias, oas l'r es Cruzet, perlo .de Taqua-
"remb.
\ inte homeni capitaneados pelo lenle da guar-
da nacional Felieio Lopes de Moraei pendraran),
na noile de 7 para 8 de Janeiro do anno prosimo
pastado, no territorio da repblica, oas prosimida-
d>s deTaqoaremb, e assallando a casa de D. Fran-
cisco Saciai, arrebataran) mais de 300 cabejas de
gado vaceum e algons cavatina.
O presidenle da provincia de S. Pedro do Rio Grao-
de do Sul, informado delta aconlecimenlo, a de que
Felieio Lopes era reo de onlxoi crimai muilo mais
pozera, por ie opporem a isto a lei e os eslv-
loi.
Feila a vesloria depois de dcscarregado o na rio,
declararan) o peritos quo esle se aeltava em estado
de innavegabilidade : avallaran) as obrai do appare-
Iho, veame, carpintaria e calafeta em 8:600501)0,
lodo o navio antes de ler snflrido as avarias, em
12:0003000 ; oomo se achava em 0:0003000 ; e de-
pois de concertado, em IO/OOUjOOI) : declararam
mais que os estragos mostravam ler sido motivados
por grande temporal, e que o fabrico durara leis
mezes.
O capitao Jefferson, allegando que ama grande
parte do carregamenlo eslava arruinado, requereu
que se procedeste tambera vesloria nesses efleilos,
e mediante ella se eflectuasse a venda am ha-la pu-
blica.
Era 9 de julho assim o determinan ajis; a ien- I
do c infirmo la pelos peritos a existencia das avaiias, {
foram os gneros levados praca, por seis edilset, e
produziram I2:97sl87 ra., licndo orna parte do
carregamenlo sem comprador.
Ponderou entao o captto que, importando os con-
cedo! do navio rom as soldadas a oulras despezas
durante o concert e para a vitgem em 11:3285000
ri., quanlia superior avallarlo do mesmo navio,
realisava-se a hypolhese do 5 2, arl. i do decreto
imperial n. 181 "de 24 de oulubro da 1816, e que,
portanlo, achando-se na necess;dade de fazer aban-
dono da vlagem, e venda da navio, requera le Ihe
lomaise por termo o processo respectivo ; e que, atu-
sados edilaes para a hasta publica, se procedessa a
ella pa-- nas oiio das.
Era i de agosto deferio o juiz este requerimento,
mandando observar as formalidades da lei, e o dis-
poslo uo decreto citado quanlo assislencia do cn-
sul da respectiva naci.
Publicados seis edilaes do mesmo Ihenr, e dala de
5 de agosto, foi o navio arrematado no da 19 por
Jos Gonjalves dos Santos Silva, na qualidade de
procurador bailante a especial de seu filho Aulonio
Gonjalves dos Santos Silva.
Requeren anda o capitao que, nao tendo sido
vendido todo e carregamenlo do navio, se chamasse
por oiinuncios e edilaes algum barco para conduzir
a carga em deposilo, o que senlo-lhe deferido, sa
procedeu era confurmidada da lei e eslylos, corren-
do esse anuuncio tambera inserto no Jornal do
Comrrercio desla cidade em 1, 2 e 3 de ago*lo.
Nao apparecen lo quem se propozesse contratar o
tillos, reclamou contra esle faci o ministro oriental i referido afretamouto, foi o resto da carga, a reque
nesla eorte, por o n-nlerar .tqoelte individuo como rmenlo do capitao, vendido era praja, annunciada
cid lilao oriental em vista do certificado do respec-
livo cnsul.
Bascado as informarOes recebida", mostroa o
govarno imperial a iraproce (enca desla reclainajao,
vislo como he Medeiros filho de pais hrasileiro*, c
esle, poslo que se houvessem temporariamente au-
sentado do Rio Grande do Sul, por aeeatlla da guer-
ra civil que assolara aquella provincia, a ella haviam
voltario com seu filho logo que cessou esle motivo,
eslahelecen o-se denilivamenle na cidade de Pelo-
las, onde foram sempre considerado! como hra-i-
leiroi em todos os actos em qoe entra como con li-
jan esieocial a oacioualidade do individuo.
Tendo o presidente da provincia (ransmillido ao
cnsul da repblica copia iniecral de um oflicio em
que o delegado de polla de Pelotas explirava o fac-
i, pareceu a legejao oriental nesla corle que al-
guns tpicos eram nflensivos ao seu paiz a ao res-
pectivo cnsul no Rio Grande do Sal.
O governo imperial ponderou que as boas rela-
jes existente* enlre o dous paizes, a o empenho
com que se lem esmerado em e-lreila-las, deviam
m de per li remover do espirito do ministro orien-
tal a idea de lemelhanle insulto ; e, referindn-se
ao oflicio do delegado, fez ver que elle era por sua
nalureza ronti lencial,que s por equivocarla ha-
via si lo remellido inlegralmeule quando o devera
ser por estrado ;que alm disso, o seu verdadei-
ro sentido era mu diverso do que te Ihe atlribula ;
e que porlanlo, nem o delegado, dirigindo lal com-
municacan, era o presidente transmiltindo-a por
copia, tinham (ido a mais remota idea de olTender
a repblica.
Peasoai de cor levadas Repblica Orienlal do Uru-
guay para serem empregadas em eslabelecimenlos
bratileiros.
O ministro da Repblica Orienlal do Uruguay
ehamou a atlenjao do governo imperial para o abu-
sos c crimes commellidoi contra pessoas da cor, que
a (ilolo de libertas sao introdoziJas no territorio da
Repblica e postas ao lervijo do eslabelecimenlos
brasileiros.
O gaverno imperial declaran que nli recusara
qnaeiquer medida! razoaveis e corapallveis com as
cireum*lancias e legislajao do imperio, que lendam
a garantir por modo mais eflicaz a liberdade dos in-
dividuos de cor que sao levados da provincia de S.
Pedro do Rio Grande do Sul para as estancias bra-
sileira! existentes na repblica.
Fazendo esta declarajla, o governo imperial ci-
tou o accordo havido em I8V2, pelo qual foi permil-
lido aos subditos brasileiros panarem para o terri-
torio rieni.il seui eseravos, liberlanrio-os primeiro,
mediante um contrato de servijos que es indemnise
do valor dos inesnios escravos.
ESTADOS-UN DOS.
Conflicto a bordo do naci norte-aiueticano Ses-
torian tutU porto.
Proceiso instaurado nesla corle cunta alguns indi-
viduos pertencenles a tripolaj;lo do navio norte-
americano Neatorian.
Em julho do anno prnsimo passado deu-se nesle
porlo ora conflicto a bordo do clipper norle-america-
no Nestoriann, enlre o capitao, o primeiro e se-
gando pilotos e doas pisiageiros, lodos do mesmo
navio, do que resullou licar um desles gravemente
ferido.
Os oflendidot queixaram-se ao segando delegado
de polica do-la corte, por meio de policios revesti-
da! de lodas as formalidades legaes, requerando que
le procedes-e conlra os culpados.
Tendo o delegado oficiado ao cnsul dai Esladoi-
Unidos, pedindo-lhe que fizeise comparecer am jui-
zo os acensados a ai leitemunhas, recusou-ie elle,
allegando a incompetencia da auloridade local bra-
ileira para lomar conhecimeiilo de crimei perpe-
trados a bordo de navios norte-amcricanus surtos
nos portas do imperio, e affeclou esle negocio ao res-
pectivo ministro nesla corle.
Aquello agente diplomtico saslentou a recosa do
cnsul, fon iandn.se em que o regulamenlo n. 8-V>
de 8 de novembro de isil s a huilla a jurisdiejao
territorial nos casos de crimes graves, oa qae possam
perturbar a Iranqnillidade publica, ou allerl-r par-
ticularmente a qualquer habitante do paiz.
Segundo o parecer do dito ministro, nao lendo ha-
vido netle caso crime grave, nem perlurbarao da
tranquillidade pnblica, e nao sendo nenhum dos di-
tos passageiroi habitante do paiz, devia competir ao
cnsul norte-americano jtilgamenlo do crime per-
petrado a bordo do referido rlipper.
O governo imperial, riemonslrou que o regula-
menlo cima citado nao confere aos cnsules estran-
geiros jurisdicrlo criminal sobre delicio! commelli-
dos a bardo de qualquer navio da seu paiz nos mares
lerriloriaes do imperio, e mestna durante a viagem,
qoan lo o ofTendido ou o uffonsor o;lo perlence tri
polejao do navio, coma ni caso de que se (rala
Estada dea o seu illuslrado parecer sobre ai recia- sendo smenle admitlida a auloridade dos cnsules,
majei relativas aos illegaes a violentos apreso- em conformidade des arligos 1 i c lodo dito regu-
lamenlo, nos delicia" am que o aulor e paciente, n-
lo he, lodos o coinpr mi-lli lns no proceiio, fazem
parle da In polaca >, quando neiihuin destes lie soh-
dilu do imperio, e o crime perpetrado nao poe em
risco ia tranquillidade publica.
Por circular de 18 de asusto de 18.">fi deo-se aos
presidentes das provincias conliecimenlo riesse fado
e da discu-ln havda com o ministro dos F.-iados-1 m
dos da America, recommenlando-se-lhes quelenham
bem prsenles em qualquer caso anlogo a intelli-
gencia dada pelo govarao imperial aa regulamenlo de
1851, a os principiossexpostos no relalono desta re-
parlijo do anno prosimo pa aepitao l.ang da barca Overmann.
Reclamarlo de indemuisajao pelo proeedlmenlo das
autoridades brasileas em Sania Calharina com o
brigue peruano Carolina.
O brigue peruano Csrolina, frelado c carregado
por rdadaas das b-lados-Lin 1 s a segurado pnr
diversa* rompaohias norle-americanas, parti do por-
to de Nevv-Yoik para o de Calh*o no Per' em lint
da 1816.
Tendo arribado por forja maior ao porlo de Santa
Calharina*em 1817, o leu cnpitao, Eduardo Marios
Jefferson, requeren ac juiz municipal da cidade do
Desterro, que maudasse proceder velloria no seu
navio, alim da sa reconbecer o estado am qoe esle
io achava, a importancia dos reparos de que care-
ca, o sea valor actual, o que poderia ler antes
das avariai, e o que Ihe correspondera depois de re-
parado.
Este reqaerimento fandavs-seno protesto, justifi-
cado e julgado no meimo juizo, de achar-se o navio
com agaa abata e muilo arrumado, ntlla aa pte-
por seis cditaei de I i de setemhro.
Depois da concernida o brigue, paatou a denomi-
nar-se Nyade, e comejou a navegar sob a ban-
deira brasileira em 21) de oulubro de I87.
Em meados de agosto de 1818 he qu" pela pri-
meira vez se apresenlnu o Sr, l.emuel Wells pro-
pondo, em nome de S. Smilli e oulros, ao capitao
JelTeraun um Lbeilo com o fira de rehaver a impor-
tancia do navio c gneros vendtJoi em hasta publica.
Em conseqiiencia desla libello.e das allegacO-s
que s entao foram apresenlada*, o mesmo juiz mu-
nicipal declaroa nulla a vesluria em virtude da qual
o navio fra condemnado como innavegavel, e o
man-lou entregar aos reclamantes.
Em 20 de fevereiro de 180, achando-se o navio
em Santo", foi all apiesenlada ao juiz municipal
pelo Sr. Wells a carta do -entrara civel proferida
em Sania Calharina conlra o dilo jefferson, a aquel-
la auloridade nao s deferio favoravelmenle man-
dando comprir a dita s ni.nr t, como lamben) suhs-
creveo logo na mesma data o mandado de entrega
do navio.
A 21 a cas com-rercial de Vergueiro a^ C., .i
qual o navio se achava consignado, requereu visla
para embargo?, e o deposilo da embarcajao, o que
Ihe foi concedido, a em nada prejudionu a execur;!,
porque s no |" de marjo he que foi citado eese-
cutado Jefferson.
Aprsenla los os embargos, que eram de terceiro
prejudicado, e allegando-se nelles materia relativa a
seulenja, determinou o juiz, em 9 de marca, que a
execujao corresse seus diversos termos, que o em-
bargo! fossem remedidos ao juizo donde emanara a
enleuja, para ah lerem disrulidos, e que fotse le-
vantado o deposito, sendo enlregui o navio ao pro-
curador dos exequeules. Ido se eTrcluou a 13 de
marjn.
Os embargantes aggravaram desla doci-la para e
juiz de direilo da comarca, e em 17 de abril foi do-
cidida o aggravo contra os agg/avantes, licando por-
lanlo o negocio no estado anterior sua inlerpo-
sijao.
Verificada a entrega do navio, requeren o deposi-
tario ser inde.nnisado do que havia despendido com
soldadas, e maiitenca da Iripolacao durante o depo-
sito; e, sendo ouvidos os interaliados, ordenou o
juiz municipal o paramenTn, em G de maio, passan-
riu se mandado conlra o Sr. Wells, em coja poler
j se achava o navio, da quanlia de :2085>()\ pro-
duelo da parle do carregamenlo.
O Sr. Wells nesou-se ao pagamento ordenado, pe-
dio fiaU a oflereceu embargos, os quaes, disputados,
foram conlra elle decididos.
esiinpedido o navio, foi despachado legalmenle
em 16 de julho de I8J, e seguio viagem para Sania
Cilharina uo da 17.
Depois do occorridn, o Se. l.emuel Wells apreten-
ton aus seus coinmitlenles urna cunta de despezas e
commissoes que absnrveu o valor do navio e o pro-
duelo liquido do cirresamenlo. rieixando om saldo
a seu favor na importancia de j.767 dojlars.
Para pagamento desse saldo cedarain-lhe o- leus
cnmmilleiilei o supposto direilo a urna iudemnisa-
j.1a pur parle do goveroo imperial.
He e**a rerlarnajao,na importancia de I10:82j;41i
rs., que em favor do Sr. Lemuel Wels apreseulou a
legarao dos Esladot-Uuidos nesla corle ao governo
imperial em 4 de dezembro de 1850.
Funda-se ella :
1. Em que houve fraude commetlda pelo joiz
municipal em Sania Calharina e pelos peritos por
elle in meado*, conderonando-ie e vendendo-se o
brigue Carolina)), que se achava em bom estado, e
0 seu carregamenlo.
2. Em que poi um acto Ilegal e malvolo o dito
juiz procurou embarajar a exeeujlo da senlenja em
Santos.
Como veris do anneso L, o governo imperial rie-
monslrou do modo o n ais satisfactorio a insuh-
sislencia de lees fundamentos, e a ausencia de qual-
quer nutro em se possa apoiar aquella recla-
mocao.
Naufragio do navio nnrle-americano Canad na
cosa du Rio Grande do Norte.
A galera Canaria, saluda em 26 de oulubro de
1856 do porlo de New-Bedford, para urna viagem
de pesca de balea no Ocano Pacifico, baleu ein 27
de novembro ultimo n'um roebedo submarino ua
costado Rio Grande do Norte.
O presidenta da provincia, sendo informado desse
naufragio, experiio immedialaraenla as ordens que
era taes casos exigen) a huuianidade e os interesses
fiscaes e dos nufragos.
Contra esta iulerveujaa da auloridade bisileira
repretenlou o capitao daquella galera, Birlon Ri-
ckelton, ao ministro dos sta ios-Unidoi d'Araerica
nesla curte, allegando que o navio naufrag;ra na
distancia de cerca de 9 mitins da costa, e que eslava
quasi safo, qaando ura ofticial hrasileiro cera dezoilu
sol lados lob o sea commando, de baionelas caladas
e medanle ameajas hostia, lomaran) potse do mesmo
navio e de toda a carga, abriudo os baht e tirando
os objeclos de v-tnr que encontravaiu pertencenles
a individuos da Iripolajlo.
O referido ministro, era 2 de Janeiro do corren-
te anno, reclamou do .averia imperial urna comple-
ta rep noria pela supposta ofTen*a feila bandeira
dos Estados-Unidos, sob cuja auloridade exclusiva-
mente se achava ene navio no sea sinistio, muilo
fora ilus mares lerriloriaes do impejio, e pelos detri-
mentos e damnos causados a lodos os intere*sadot.
O governo imperial deu eonhecimenlo detsa raela-
m -ca ao | re-i lenie da provincia do Rio Grande do
Noria, e communicou a dita legaraa que agoardava
os ueceuarios esrlarecinienloi daquella auloridade
para responder-lhe cabalmente, enviando-lhe en-
lrelanlo alguns documentos que ja havia recebido
da mesma presidencia, os quaes coulradizern eisen-
cialmente e de modo verosmil ai allegaron do pro-
testo feito pelo capitao Ricketson, a demonslram que
a galera u Canad naufragou nos arrecifes deno-
minados Garjai, em frente da costa da provio-
cia do Ro Grande do Norte, qae se acham, nao a
nove imillas, nlas um a urna milha da trra firme
mais atroxima, poii demorara na Istilule Sul de 5
1 ', e na longilude de 37 3' 30" a Oeste de Parii.
No -nuevo I, encontrareis a correspondencia qae
al ao prsenle houve sobre esle a*sumplo entre o
governo imperial e a legarlo dos Estadoi-Umdoi da
America.
Graa-Brelaiiha.
Viagem da subdito britnico Gihbion Swann em um
yacht pelo rio Amazonas.
No dia 9 de letembro da 1856 pela roanhia dtu
fondo no porto da villa de Breves, no Amazonas,
urna pequea embarcajao, trazendo ijada no raailro
de r a bandeira brilaunica.
Algum lempo depois um individuo, que disse cha-
mar-so Edward Gibbson Swann, e ser doutnr em
medicina, prncuron o juiz municipal a delegado de
polica, Dr. Joaquim de Paula Pestoa de Lacerda.
Esta auloridade o acolheceo com urhanidade e
consi leraclo, e sabendo que tinha viino a bordo da-
quella embarcajao, e que pretenda continuar a sua
viagem rio cima com bandeira estraugeira, ponde-
rou -1 lie amigavelmenle qne nao o poda permiliir,
consenlinilo todava que u lizesse sem bandeira.
O Dr. Svvanu nao quiz roder do leu menla apezar
das reiteradas instancias do juiz muuicipal, allegan-
do qae os ros haviam si lo declarados neolros pelo
congresso de Pars; que estimara algoma questao
que provticaise a interven ;ia do seu governo ; e
que assim obrava de mlelligencia com o seu cnsul
no Para.
Afinal dispoz-se a partir conforme o seu manifet-
tado proposito, e sendo impedido por ama guarda de
cinco horneo*, que o juiz mandara postar a bordo,
ameajou resistir pelos meins materiaes. Forjoso foi
entilo prende-lo, nao htvendo nutro meio de salvar
o respeilo devdo a' auloridade, a evilar qae o Dr.
Svvanu dsse o etemplo da viola ji i do territorio bra-
sileiru.
Na prisin se Iba proporeionoo toda a commodida-
de possivel, tendi-se previamente removido os ou-
lros presos, por deferencia a' posijao social que alle-
gava o doulor Swann.
Tendo de ser processado pelos crimes de desobe-
diencia e resistencia, nao quiz usar do recurso legal
da flanes para livrar-se sollo.
Da Bntannica no Para' conliecimenlo a' sua legajao
nesla corle, remeltendo-lhe urna representar la do
Dr. Swann, na qual se faziam graves accusajes ao
juiz municipal. Em coniequtncia reclamou o minis-
tro finanme,! o julgamerdo e demissao desta aulo-
ridade, que Ihe pareca ler procedido de um modo
brbaro a injusto para com o Dr. Swann a oulro in-
dividuo de nome Charles Smallpage, que com elle
fra preso.
Sobre lodo o OGSOfftitta msnlou o goverm impe-
rial fazr um rigoroso inquerila qae comprova ler
sido o dilo tr. Swann ex-gerado, inexacto e omieso
era lodas as suat iucrepajAes a' auloridade local.
No anneso I., encoiilrareit a correspondencia tro-
cada at ho]e entre a governo imperial a a legajao
de S. II. Britanuica esle assumplo.
Reclamajao do marquez de Miranh.lo.
Tendo-se suscitado duvida a'cerca da especie em
que devera ser calculados os sidos atrasados e a pen-
slo de nielado do sold, que a lei u. 831 de 16 de
agosto de 1855 man lou |i*gar ao marques de Mara-
nhao, em consideraran aos ervijos por elle presta los
ao imperio no poslo da prlaaeiro almirante, foram
mividas a esle respeilo as secjes da gnerr*. marinha
e fazen la do consellia de estado : e de confoiini lade
com o parecer qoe apraseularain, resolveu-se que o
sold aun al devdo a'qi. -lio almirante nao po le ser
outro senao o de daza mil peoi, moeda melallica, e
a sua pen*ao melade dessa quanlia na mesma es-
pecie.
In lemnisajao a' algumas casas hrilannicas de direi-
lo* quedeman pagara ai era Montevideo nos anuos
1827 e1828.
Estando anida pendente a reclamarse" de algumas
casas commemaes hritaiinicoas por excestos de direi-
los que pagaran nos aunas de 1827 e 1828 em Mon-
tevi ico, quanlo esle estado fazia parte do imperio,
eumpre-me recoramendar-voi este atsuraplo, que
pende de deliberadlo da assemblea geral, a quem
fra afTeclo pelo ministerio da fazenda.
A legajau deg. M. Brilanniea iatta pela indem-
nisaj.lo qu reclatnam esses subditos de.sua najao, e
o governo irn.ierial nao pode por si tomar urna den-
sao definitiva.
FRANCA.
Pastaporles dadoi a estrangeiros para fora do imperio
O mesmo pedido que lizera o ministro Je S. M.
Briltunica no anno de ISVi para seren eslemivas
aot estrangeiro! que sabem do imperio as disposijes
do decreto de 10 de Janeiro do dilo anno, apreseu-
lou por or lem do ieu guvernn a legajao de S. M. o
imperador dos Francezes em 18 de jaueiro prosimo
lindo, invocan la o uso a-r.iluienle seguido a eite
respeilo enlre os oulros paues.
O governo imperial rospondeu a esta reclamarla
como fizera entao, declarando que, em virtude do
art. 118 do cnriigu do pr icesso, que mandou vigorar
ai leis preexistentes sobre passaporles para paizes es-
Irangerot.sau ossubJilos es!r*iigeiru!, assim como
os cidadaoi brasileiros, abrigadas, quando lenham de
sahir do imperio, a munir-se detse titulo ; acresceo
do que nao olma Imige de se conformar a' pratica
de oulras najes eslrangeiras, sa esta medida nao
excedessea's facuhlsdes rio governo.
Reclamajet rie subditos fraucezei por estrago! feilos
em seus campos pela divisan brasileira em relir ida
da Repblica Oriental do Uruguay.
O ministro de S. M. o imperador'dos Francezes
ne*la corle iiibraetteii a considerajao da aaverna im-
perial as recltmajesdos subditos francezes II anun-
que Paperan, lean Pierre Loumenas, e Jean Marie
Courona, por estragos que allegarain ler causado era
seus campos i divisdo brasileira quando se relirou
do territorio da Repblica Oiiental du Uruguay no
anuo de 1855.
Estes eslragot foram estimados pelos dous primei-
ros reclaman.es em 200 peso*, e pelo ullimo em 120.
O governo imperial mandou ouvir sobre ellas re-
clamajei o dislincto general qae commaniiava a di-
s.la, e delle recebeu as segointes informajOes :
Que, chegindo, a divi*ao ao Migetele, lugar da
reiidencia dos reclamantes, no dia li de novembro
de 1855 a'i :! horas da tarde, levanlou o acampa-
mento as toras da muha a' seguale, demorndo-
se por tanto naquelle ponto apenas 14 horas.
Que nenhum dos corpos que compunhair> a forja
brasileira, at a a pan, durante a sua marcha pelo ter-
ritorio da repblica, era lejrenos defesos. No litio
de Migetele-, como nos riemais pontos em que leve
da parar, a distilo imperial aeampoo em (erreno
alieno, crlalo por eslrada de (rannlo publico, em
qoe nenhuma planlajao, nenhum tignat Pava de
propriedade particular. A cavalhda que poda cau-
sar algum o*.raga, se licasse sola, paslou sempre a'
soga, entume que evita a ditper-.ni dos animaei, e
os damnos qu delta provem quasi sempre.
Que o commandante em efiefe dt forja brasileira e
seus subordinado" puzeram lodo o cuidado em evilar
o menor damno a' pestua ou propriedade de qualquer
habitante rio paiz, nao p,randa em campos quepre-
sentavam indicios de serem propiiedade particular,
ou signaes de trabalho humano, e nem sequer cun-
senlindo que delles ie aprosimassem as cavalhadas.
A villa daslai informajOes, nao podendo reslar
duvida algo na sobre a improcedencia da reclamajao
doi referidos subditos francezes, antendeu o governo
imperial qua nao poda admillir a indemnisajAj por
elles pedida.
Asiaiiinato de lobdiloi frau:ezes na provincia de S.
Pedro do Rio Grande do Sal.
Alguns assassioatos de subditos francezes tiveram
lugar na provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sul noi ann>! de 1853 e 1855..
Tendo sobre elles reclamado a legajao de S. M. o
imperador doi Franeezei uesla corle, que declarou
serem a* vii limas Dominiqne Irassibal, Joieph Sas-
saure, Pierre Lh-.lh e Napolen Dupr e sua mu-
Iher, ordenou o governo imperial sem demora ao
presidente daquella provincia que mandasse proce-
der a lols asdi'igincias, para mandar serem presos,
processados e punidos os criminosos.
Em cousequencia dessas diiiseiicias foi descoberlo,
procestado e recolhido a priso o autor do primeiro
atsassinato, que linha de ser lubmellnlo ao julga-
mento do Iribunal do jury da villa de Piratinim, on-
de fra o crime perpelrauo.
Tambem :onseguio-se descubrir qua Dupr a la
mulher haviam sido astasinadoi pelos nulas II rai-
Ihas, A racli e Agostinho Sancbes.
Sendo pr nos a pronunciados os dous ltimos palo
delegado de policio, u joiz municipal da Piratiuim,
n8o julgind i o crime provado, deisou de confu mar a
pronuncia, lo que reiuttou serem elles pastos era li-
berdade.
Por este fado o pra-i lente da provincia sojeitoa
o dilo juiz a processo deresponsabilidade, ordenando
qoe se instaurasse novo processo coulra Arocha e
Sauchei.
F.-les reos evadir im se para o Estado Orienlal, a,
com quarlto se reclamasse logo a sua extradiejao,
n;lo lera sido aiu la possivel conseguir que fosiem
presos.
O assassinalo de Jos Sassaure foi corameltido em
defeza propria por om iniividua chamado Granja
em um cor ltelo qae se dera enlre elle e o dilo Sai-
saure. Sen lo processado a salnneili lo ao julgamenlo
du jury, fe i o dito Granja ahsolvido e poslo em li-
berdade.
Quanlo ao astasinatode Pierre Elialh, nao passou
elle de um boato fallo, cuja origen) anda se igno-
ra. As activas a rigorosas pesquisas da auloridade
policial nenhuma duvida deixam a este respeilo.
Os bens e objeclos pertencenle! a Irastabal e a Du-
pr esua niulher foram arrecadidoi pela auloridade
competente para serem entregues a quem com dirai
lo os reclamasse.
Etporlajao de gado da provincia do Para' para
Goavana Franceza.
Em 1853 a legajao" de S. M. o imparador dos Fran-
cezes, de ordem do seu governo, dea conhecimenlo
ao governo imperial das dillicol 11 les qae encontia-
vam na proviucia do Para' os navios de guerra fran-
cezes quando erara all enviados pelo governador da
Goyana era demanda da gado, para oabastecimeoto
daquella colonia franceza.
Provinham essas dillicaldadei de ser permiltida a
evp ni iji i someole pelo porlo de Chaves na ilha da
Maraj, ponto ioaccestivel a navios de certa forja, e
de ser ella limitada pelo presdeme da provincia, o
qual em cada caio fixava o numero da cebejas de
godo que poda ser exportado.
Para remover laes embarajos, retolvea o governo
imperial ampliar as diiposijes do aviso do ministe-
rio da fazenda de 5 de fevereiro de 1852, permit-
linlo que a exporlaj3o de galo para a colonia fran-
ceza podesse ler lugar n;lo s pelo porto rie Chaves,
mas tambem pelo Igarap Grande a rio Arary, sen-
do porlo de embarque para o primeiro o da rague-
zia de S nire, a para o seguii-lo aquello que mais
apropriado a conveniente parecesse ao presidente da
provincia, que ficou autorisano a designa-la, e lava
ao mesmo lempo ordem para nao consentir que fos-
se essa esporlajao restringida, quanlo ao numero da
cabeja de gado, alm do limite que as necessida-
des na provincia exigiisem.
Ene delegado lem enmprido fielmente ai inslruc-
Jes do governo imperial, sempre qae tem sido poi-
uvel, a's tolicilajoei recibidas para a eiporlajio da
gado da provincia para a Guyaua Franceza : sendo
porem, obrigado, pela falla qae desse genero havia
no Para', a nao atteoder a um pedido semelhante
que Ihe fez em marjo do anno, prosimo passado o
vi ce cnsul da S. M. o Imperadar do Francezes na-
quella provincia, dea isso lugar a que a respectiva
legajao nesla corte representasse coulra esse aclo, e
reclamasse a renovajao das ordem a que cima al-
lu li.
O governo imperial, para comprazer com os dse-
jos daquella legajao, nao davidoa renovar essas or-
inas, pasto julgtsse isto desnecessario, e consideras-
te plenamente justificado o procedimento do tea de-
legado, que deuou de salisfazer a requsijilo do vi-
ce-consul francez nicamente pela falla de gado que
salina a provincia, falta que levoa a sua astembla
legislativa a autorisar o governo provincial para con-
tratar a imparl ijio de gado, garanlindo um premio
oa prejo por cada arroba.
Despeza do ministerio dos negocias estrangeiros no
anno finaneeiro de 185556.
No qua Ira dos -re lilas concedido a esle minitle-
rio pela lei n. 779 de (> de selembro de 1854, e pelo
decreta n. 1743 de 29 de marja de 1856 anneso
M>, e mi tabella! explicativa! de na. 1 a 6, veris
que as difireme! verbas do arrunenla de 1855 a
1850 deram um saldo, a favar dos crditos, da
12:3525298; a saber: 1:7073396 na verba do1.
do art. 4. da referida lei ; 8:5449882 na do 2. ;
39J074 ni do 3. ; 772B130 oa do 4., a 1:2889716
na do 5.
Oceuneo, porra, dentro da referido anno, o pa-
gamento da quanlia de 2:1309973 pelo credilo in-
definido do ; 4. do art. II da le n. 668 de II de
selembro de 1852, importancia de dividas da eser-
cicios lin las. Encontrando esta quanlia no saldo
cima referido, ha anda urna sobra de receila na
importancia de 10:2219325.
Crdito supplemetar.
Ai causas qne no exercicio passado determionram
a iiecestidade d um ere lito supplementar continua-
ran! no presente anuo finaneeiro. A ellas oulras sa
vieran! juntar, e fizaran) crescer ai despezas dai ver-
bas dos gs 2., 4., e 5.. ilo arl. 4. da lei n. 810 de
15 de seterabro de 1855. Oa conformidade com a
lei n. 589 de 9 de setembro da 1850, foi porlnto a-
herlo ura credilo supplementar da quanlia de
56:0009030 ao cambio de 27 dinheiros esterlina* por
1*000, ilKlribuidot pela forma segmnle : 20:8009000
para as despezas ds veib) do 2.Legsjet e con-
sulados; 35:2009000 para as da verba d S i.
Exlraordinarias no exterior; 10:0009000 para aa
da verb do i ^vlraardiuan.i no interior.
O decrelo tioe autoritou o referido credilo sup-
plemeolar ha da n. 1916, a dala de 28 de marro do
c orrente auno.
A exposijao qoe o precede, e a tabella qae Ihe ha
aonea, juslificam a sua nrcessidade.
i >rj iinentii para o anno finaneeiro de 185859.
No projeclo do orjamenlo para o anno finaneeiro
de 185859, que vos ser prsenle na aclual icisao
legislativa ( documento n. 4 do anneso M}, pede-ie
"para as despezas da verbtSecretaria rie estado
55:8459038, mais 8:5009000 do que a quanlia vola-
da para o anno finaneeiro de 185758.
Procede o exeesio de ir contemplada no projeclo
a indeuinisacio q e he de fquida le conceder aos of-
ficiaei da secretaria de estado, pela redcelo que
-oll'reram em seas vencimenlos, am couseqaencia do
decreto da 10 de Janeiro de 1855, qoe dispensan o
estrangeiros de lirarem novo paisaporle para viaja-
ren) il'litro do imperio, c determina qua leja gra-
tuito o vislo da auloridade brasileira nos passaporles
eom qoe chegarem ao Imperio, ou aqui obliverem
dos seos agentes diplomticos oa consolares.
Esle assampto ja foi sujeilo ao voiso conliecimen-
lo nos relalorioi anteriores. Sabis, poii, qae o go-
verno imperial jolgou fundada a represeolacalo qua
Ihe dirigirn) aquelles empregados, a que ealinda
ditposio a atlend-la s restava finar o quantum. He
o qne se faz no presente orjamenlo.
O lervijo qae prestara esses funccionarioi, e a no-
tavel careitia de todas ai subsistencia-, parece re-
eommendarera este lavar como aclo da raaii bem
enten I di equidade. A quanlia In i la he a mais
iiuiiia i,, cm que razoavelmenla se podia avallar
referida indemmsajao.
Para ai deipezai da verba legajOes e consalados
pede-se 453:9419666, mais 8:3509000 do qua a
qutniia volada para o referido anuo finaneeiro de
185758.
Como se demonstra na respectiva tabella explica-
Uva, provem esta dill'erenri principalmente :
Doi vencimeotoi do secretario da legajao impe-
rial no Per, e do restabelecimcnla do ordenado do
consol geral ni meima repblica, que nao foram
comiderados no orjamenlo daquelle anno fioan-
ceiro ; m
to ordenado do cnsul geral no Paragaay, e con-
signaj.lo para o espediente desse consulado, que
lambem nao entrou naquelle orjamenlo, lendo al
boje peicabido esle cousul, pela verba extraordi-
narias no exterior, urna gralificajo que ora deva
ser convert la cm ordenado, alenla a permanen-
cia dos seas servijos, qae ira i lornando-ie cada
vez mais necetsarios, a' msdida qae se desenvolver
a navegar! i e commereio da provincia de Malo-
Grosso por via daquelle e dos oolrei confluentes do
Prata.
Dss eratiliraj! addicionaei qae, de conformida-
de com o arl. 33 do decrelo n. 940 de 20 da marjn
de 1852, sa consigna ao encarregado de negocios a
ao ad lido em Venezuela, Nova Granada e Eqaador
afim de occorrerem t despezas das viagem que sSa
obrigadoi a fazer para comparecerem em certas po-
cas nos divertos paizes comprehenriidos no dislricto
da respectiva legajao ;
O incremento qae lem lido ai relajOes do imperio
com a Allemanha a a Confederajlo Helvtica, e os
importanle resultados que deltas davem esperar,
indozirara o governo imperial a crear urna legajao
na corle da .Munich, acreditada ao mesmo lempo em
outroi Estadas da Confedefajao Germaoica, oa
Soitsa : e etla creajao he m*is urna cania da difle-
renja entre os doas orjamenlos.
A importancia do augmento de despeza que re-
sulta de tuda quanlo acabo de expender, e que eleva-
se acerca de 21:0009. he, lodavia, redozida sapra-
dita quanlia de 8:3509, por effeito de reducjis ope-
rada! em outra despezas da mesma verba.
Para pagamento das empregados em disponibili-
dade pede-se 9:7339333, mais 1:933-9333 do que fui
volad i para 185758.
Etle pequeo augmento aeha-se explicado na rai-
pecliva tabella.
Julgo sufllcienles para as despezas das verbas
Extraord naries no interioraimeimai qoanliaique
foram votadas para o prximo auno lioaoceiro de
185758, a assim vao consignadas em o novo pro-
jecio.
Palacio do Rio de Janeiro 2 de maio de 1857.
Jote Maa da Silva l'aranhos.
ijJOVEHMO DA PROVINCIA.
Ep>dleiiie 'o 30 4a iulho
OflicioAo commandante das armas, dizendo ti-
rar inte ra la de torera sido alistados, como addidos
ao 10. batalhao de infanlaria o reciula Marcolino
Franritco das Chagas.
DitoAo Exm. barao do Uio-Formoso.Tendo
designado a V. Etc. para que, de accordo coro os
Dn. Francisca de Paula Baplisia, Jos Maraede Al-
ves Ferreira, Manoel Joaquim Cameiro da Cunta e
Ignacio de Barros Brrelo, organise. para me ser
apresenlado, um projeclo do contrato que, na con-
formi lade da arl. 51 da lei da orjamenlo vigente sa
deve celebrar com Carlos l.uix Ricardo Lahaolire,
para o eslabalecimento de urna fabrica central de


"
MUTILADO



---------j- ** .>*j (lUUtV -l/*j

assurar em qualquer dos Centro agrcola da pro-
vincia, rom as bases eslabelecidas pelo B, 1 a 5 ilo
cil.ido art., assim Ih'o commuuico para seu eonlieei-
inenlo, cario de que V. Eso. no deempenho Je-la
commissao dar mai. urna prove valiosa do vivo
inlircssa que loma pelos roelhorementos da provin-
cia. OhVicmu-se a cada um dos oulroa membtos
mulalis mutandls.
DitoAo direclor geral interino da inlriiooilo pa-
blira, dizeinlo que se inan-tou abonar ao piolis, r
adjunto Manoel Rodrigues Machado Lima, rm-
qumio eiliver na regencia da i.* eadslra de ini-
trucgao primaria de Sanio Antonio, a eralilirarao
iiii-in.il de -M'r. *
DitoAo comeldo naval, approvando os conlra-
los feitos com l.uii Pedro das Nevse Jos da Cruz
Santos, para fornectmenlo de medicamentos a en-
fermara de marinda e aos navios da armada no cr-
renlo eiercicio, a bem asssim com jlo Antonio l'i-
nheiro os servidos de barbciro, cumprindo que se-
jam enviados a presidencia copias dos respectivos
termos, e dos Inrmularlos que serviram de base a si-
ses contratos, alim de serem enviados thesooraria
de fazenda, como dispoe as ordena ein vigor.
IIiImAo capitAo do porto, inleirando-o de ler
marcado a Jo.",., l'anlo Soaie. o prazo de 15 dia,
para provar a isenco ds sen lllio Luureilliuo Sos-
res Csrneiro para nao ser recrutado.
DitoAo inesmo, para pr em liberdade o remi-
ta Firimno Francisco Hereira, que fui julgado inca-
paz do ervigo em inspeccao de saude.
DitoAo conselho administrativo do patrimonio
dos orph&os, dizendo ficar scieole do donativo de.....
.'.31 NMKI, que fizera a associagSo commereial beneli-
i'enle, a clasie nddida des orpho?, que por causa da
epidemia -foram admitlidos nos collegios, e teeom-
metidatido que aprsenle por parle da presidencia
agradecimenlos por esse acto decaridade.
DitoA administroslo dos estnbelecimenlos de ca-
ridade.A vista do que verbalmenle ponderoa-me o
thesoareiro dos eslabelscimentoi de caridade, eon-
vm na propnsla que fez o lliesooreiro das loteras
em oflicio de liontem datado, e aotorisei-o a fazer
correr orna vez por miz a lotera concedida em be-
neficio do hospital Pedro II, mediante a per-
ee,vgao de 2 por cenlo, deduzdoa do capital do res-
pectivo plano, reverlendo em vaulagem do eoncessio-
nano o que ralla para completar os por cenlu de
connnisiAo. O inesmo Ihesouieiro das lolerias se rcs-
ponsabilua pela boa oo roa venda dos bilhelee, e p
lo valor dos que ficarem por vender, e obriga-se
igonlmrnle por todas e qasesqoer despezas, inclusive
as de |elraccao, para todas as quaes perrcbe os
rerendos 2 por cento, em que elle calcula sementan-
tes despezas.
Ditoa commissao de hjgisne publica, dizendo
licar loleirado de ler Smc. Balisfeito a requisicao que
o Dr. Jo3o Ferreira da Silva, Ihe flzera dos livros
mais objeclos perleoceules a sociidadede medicina,
e que se achavam na reperlig.lo a seu cargo.
DitoAo direclor ioleriuu das obras publicas, di-
zendo que nao sendo nscessaria para o calcamenlo
das russ da cidade da Victoria, a poroso de pedrns
qae requisilou a respectiva cmara municipal, baja
Smc, de fornacer-lhe a que for soflicienle para a-
quelia obra.Coronjunicou-se a cmara da Viclo-
ria.
DilnAo mesmo, nleirando-o, qoo a thesooraria
provincial est autoritaria a pagar ao arrematante do
21 lango da etlraSa da Victoria a importancia da
segunda preslar-S do seu contrato.
Portara.Eiunerando o lenle Manoel Jos de
Menezes, do cargo de prmeiro supplenteda delega-
cia do Rio Formoso, por assim o ter pedido.Com-
iiiunicuii-sc ao commaodanle da armas, e ao chafe
de polica.
DitoA agencia dos vapores para mandar trans-
portar para o llio Grande do Norte, os efflciaes e
pragas de prsl, que por parle do commaodanle das
wrrnas, forem remedidos para bordo do vapor qu.
vier do sul, e bem Mt-lm as familias e bagagens dos
meamos.Commanicou-se ao Exm. presideute da-
quella prnvncis.
COMMANJJO DAS ARMAS.
artel ceaeral do eosaaaando das armas de
Pernambaco na cidade de Recite, em 2:1 de
a tosi da 1867.
ORDEM DO DA N. 11.
O brigadeiro rommaiidante das armas interino,
aatufazendu a requisigo que Ihe foi feila pelo Esro.
Sr. general inspector do 3." dislricto militar rte in-
lantaria, em oflicio daladode houtsm, delermiua que
a roeima coir-misiSo nomeada em margo desle anuo
para proceder os ruine, pralicos da arma de infan-
taria composta dos senhorea coronel I.uiz Jos Fer-
rcir i, e lenles coronis Joaquim Rodrigues Coc-
ho kelly e Jote da Silva Uuimaraes Jnior, se pres-
te ai es.igenei.is do referido Sr. iuspeclor, que na
lorma do respecltvo regulamcnlii tem de eiaminar
praiicameiile nSr. 1.- cadete 2.- sargento do !().- ba-
lalhBo de infamara Alfredo de Barros Cavalcanti de
l.acerda.
O memo brigadeiro faz constar, que honlem con-
iraliio novo engajamenlo para servir por mais 6 an-
l!0,!!'"mS do ""'"""o de li dedezembro
ue tu ja, prncedendo exsme de aanidade, o Sr. 2.-
cadete da 8.a companhia do *.- balalh.lo de antilla-
na .i po Manoel Gongalves Rodrigues Franca, o qual
percebera al fin dos venrimenlos que por le Ihe com
petircm, o premio de JOOjs pagos segundo o ail. 3 do
clecrelott. UOI del dejunho de 185i, e findo o
engajamenlo urna dala, de Ierras de 22,51)0 bracas
qoadradas. Desertando, nems perder' as vantaaeix
do premio, como aquellas a que liver direito, sera'
lido como se fosse recrulado, desconlando-se no lem-
po do engajamenlo o de pristo em viriude de sen-
lema, averbando-se esle deiconlo,.e a perda da<
vantagens no respectivo Ululo como he por lei daler-
minado.
,'ue tatnbem cnnlralou na mesma dala para servir
por men:i annos nos termos da imperial resolocao
de 2/ de novembro de 1853, a' Jos Das Alves Bran-
h"'. 'ihnqiltal"lade d* "leslra da n,0,ica d0 wnredilo
oaiainao i.-, romdireilo, por sobre os vencimenlos
iue,llie competirem, ao premio de 200j pagos na fer-
ina dispoila no art. 3 do citado decreto de 10 de
Assignado.JoaoJos da Cotia Pimenlel.
(.joionne.Demetrio de UumOo Coelho, alferes
ajudante de ordens encarregado do deallie.
c ..>ea?r. d L ,.'.'T p"!"'ae" '""do ,e par.ic.n. I.onge porlanlo de terem as presidio .ida
das Sor a !iJ?i V '" "U"" f"ram <,,r'?'- "3"". 'I' -l'-em privado d. altenoJo do
das por esp.rt.0 ae oppos.oao, ma. por Intima con- govemo, elle, pro-perain, e o goveruo nao ccs.a de
i,\ o ler em vistas,
em defe Z'.T.'UV! .""' "m-V", ,V*M'>* >"-"o-,e lamhem Indas as idminisIntAM, des-
ttSttlZKttT^a^ e,abcleoi.nen,oqao p em M
de rerrul :intanti> __ *
de recrutamenlo.
Depois, estamjs em uim poca do u
eontiliaeaoumi realidale. O en.ejo he poflanto mui
fvoravel para realisar-se a i.lca de
lerctln.
"adur ??, de """ '"" (o qoe Dos
_ sale do Brasil !);., honra e lulereise e-sen-
ciaes da uacao eiigirem augmento de forca, ahi eslA
oisp.,sicao que autonsa ao governo a elevar a fof-
i. em eircumslanciai eslraordinans, a 2-).t)00
r.i<;as. iS se anda aislm for pnuco, nenlium mlni-
iro nesilara em laucar miedo arbitrio, augmentan-
do e-si rorja, mobilisaudo a gnar-la nacional, quan-
uo assim nexigirem interesseslAo caros como a hon-
ra e diguidade do Brasil.
Entretanto ha huje quem qoeira dar ao gdver-
s Ion;, do que elle pede ; quem pretenda
1110 DE JANEIRO.
r
er ui,m ministerial do que o proprio minisle-
O governo h-t o primeiro a reconbecer e declarar
que a torga pelida na ehega para occorrer alo-
dHsas necessidades do paiz, e sim apenas para as
mais esienciaes. Mas se se qoizesse allender ato-
das as necessidades pobiteas, eniaonem elevando ao
triplo da torga pedida.
Ora, onde esiao os recursos, a senle, o dinbeiro
para tsr em etTecliso servijo, por exeraplo, um
esercilo de 30,01)0 bornens ? Sa liouvesse oin m-
Jiislro capas ile elevar o eierrilo a esse p e maule-
lo assim, por cerlo carrrgaria eam as maldices da
ii.ii;-io.
Para que pois proferir proposigos que so podein
aer desculpadas quando enonciadas por quem
nao rsluda as cotlsa do paiz, e nao por mernhros
do senado que astudam us qoesles de inleresse pu-
blico ;
A verdade lis que o gotertm lein empreado es-
forgos para raalisar as 18,500 pravas decrelndas;
mas que o nao taem ooiiseguido apezar di-s qut so-
me-geraes.iatpioiincias por rausa dos vesames do
recrulamento, e contra o imposto de ssngue pela
mnneira p rquenp.ilz o paga. He o proprio go
rno q.ein o declara Os toctos pois provam que
lloniem mermo fez e ver que urna grande dilli-
pz, semlo a cuidada oppofla a' prosperidade da fabrica lie a falla
nortanlu mui ds urna boa via de comniunieacao com o litoral. Ha
radacoia do mono lempo qoe ito se reconhece ; mas as circums-
tancas do paiz nao permilliam appllcar-se a esto
necessidade de algomas centenas da eolitos de reta.
To-iavia desde 181 teem-se procedido a eiploracOes,
e pede ao nobre minislro qoe nao perca de vista al-
guia occasiao opporluua para realisar a abertura de
urna estrada que njo s deve aproveitar muilo a fa-
brica, como a' popularan daquellas locali lades, que
asta' privada de communicagao com o litoral.
Oulro motivo de alrazo para a fabrica he a falla de
conheciineiito dos hens procesuis usados na Europa.
A melallurgia do ferro tem feilo progressos espanto-
sos ; ma. para serem applicados etigem mnila des-
peza e muda pralica, muila sciencia. ftns nao lemos
nem scienoia, nrm odiubeiro preciso pra ebegar ao
mosmo resollado.
Outra difficoldaile com que lula a fabrica, he *
falla de combiistivel. E-le embarazo seria lambem
quasi que removido melhorando-se o syslema de tor-
nos, como se poderla fazer, levando a economa de
combuslivel a ISO $ do qus boje lie preciso.
Mas anda ha outro meio de al.i-l.ir ete embara-
?o. Consta ao orador qes quando o mineral de Ierro
cnnlein 80 'I desle metal, como acontece em Vpane-
ma, he posslvel reduii-la a gusas sem fundicao, em-
pregando maebinismo de grande presso. Se nislo
nlo ha engao, qoalquer que tosse o ansia desses mi-
clnnismos devenam ser adqniridos, pois que aesba-
riaaa com as dilTiculdades provenienles de fa la e
combuslivel.
Tarta mi -a de di/er algoma causa obre a fabrica
de plvora da Estrella ; mas sendo ministro da goer-
ra o Exm. Sr. gonerel Jeronymo Francisco Coelho,
que foi muilo bom direclor da'quelle e-lsbelecimenlo
enlen le o orador que n,lo deve proferir nem urna
palavra a'cerca desle assumplo, porque ludo quanto
dissasse estara molo abaixo do que o nobre minis-
lro sabe e sem duvida pretende fazer quanto a' fa-
brica.
Conelue pedinilo a S. Exc. onieamenle que proco-
pirito
negocios do paiz, a0 o laiia por mero
de oppoec,l i.
Nlo eamprahamta por mais qnereflioia no qoe se
pasaa entre no a razan que posa.ni ler os nobres
senadores qoe cl.imam p.|a conveniencia de elevar
a maior foican exrrcito, -lim de poder-se dispensar
a guarda nacional de lo i<> o servico, O servioa da
guarda nscion-l feila na torma da le uao he pesado:
o mal esla ns excepgrs, na tolla de igualdade, na
dislnbuirao dos encargos.
Eufretauto as sommas poopadas com a reJuccAo
do exercilo, empregadas em beneficio da lavoura,
compemava bem o pequenu sacnloio feilo pela
guarda nacional.
Pa-sando a fallar na conciliacao, pnlenda que lie
neoessario acabar coro urna especie de eicarneo com
que se tem querido Iratar esla poltica, uoica capaz
de fazer a felicidad? do paiz. e na qual o orador
acredila agora, porque Le leal. A conciiiagao cuino
foi entendida pelo ministerio de 6 de dezembro,
e peto que se succedeu, cifrou-se toda na corrup-
to.
Concloa declarando qae vola pelo arl. 1- e stus
paragraphos.
O Sr. Manoel Felizardo tenoionava principiar o
seu discurso justamente por onde concluo o i.obre
orador que acaba da seolar-se ; islo he, peindo
explicsr,es sobre o pensainento do Sr. min.slro,
quando disse que, lendu de servr-se das aulorisa-
tOs dadas por diversas reformas, n3o o faria, limi-
tando-se a alterar as tabellas de vencimenlos ; nao
porque naofcomprnilienda o sentido em que S. Exc.
eropregou estas palavra, mas porque dellas peder'
alguem deduzir que u Sr. miniflru leve em vistas
ceusurar as reformas feilas pelos seus antecessores.
O Sr. Minislro da tiutrra (psra urna explicaoa,,
declara que nao leve em mele allodir a> retonnas
feilas. mas tao-smenie responder ao nobre senador
pela Baha, rfoe desejava saber se a minislerio usa-
rla das allribuiges dadas para alguma oolias re-
formas inda nao postas am pralica, e n me as ero-
pregaria. Eni.".o declarou que bavia de medilar
muilo, eslodar as conveniencias do servico,'e co-
nliecer quaes os melhorsmenlosqoe esle reclamava ;
e qoe se, habituado com estes dados, pndesse fa-
zer reformas do doulrina, se aproveilnria das aulo-
tges ; mas que de cerlo nao usara dellas m par
iiii-iu ii..i... --ii J._- i K ,........ it ,.,..,uc iiguiiiiiu a n. ixc. aniaamenia que procu-
,1 ':!' ''T ""Im.inuiyiloda torca e.ludava us re obler qoe a nossa fabrica foroe iiignrius ao paiz, a nao o lana or meru e-nirito usrnuiia. ai m>n, n..ii.a. i______________
- -,------ ------- ...... .*u .,-,.., ,^.i lu,, ,i j.uiTUIrt
necessarid, da melbor qnalidade o pelo menor preco
pnuivel.
Encerra-se a discnsiiu do artigo 1 c seus para-
graphos.
Entra em dicessao o seguinle :
a Arl. 2. Ai torgas Aladas do arl. antecedente
sern completadas por engajamento voluntario; e na
nsoflicieiieia desle neio, pelo recrulamento. nos
lermos das disposiges vigentes.
Os individuos qui assenlareui plaga volunlaria-
menle servirao por .. i- anuos, e os que* torc-in recru-
ladoi por nove anno*.
Os volmilarios, alem da uralificacao diaria icaal
ao sold inleiro. on ao meio sold de primeira praca.
emquanto forem pracat de prel, conforme livoram
ou n,ln servido noexerrito o lempo marcado na lei,
perceberilo, como premio da engajamenlo, urna gra-
ini.-ae que nao exceda a qoalrocentos mil ris ; e
quando eonoluirem seu lempo de servigo e forem es-
casas, lerta urna dala de Ierra de vinle e duas mil
bragas qoadradas.
o A qoaolia que exime o resultado do servico con-
tinua a er a de cscenlos mil ris.
O contingenta oeeeesario para completar as di-
las torga sera' dislrihuido, em circumstanoias ordi-
narias, pelo municipio da rrle e pelas provincias.
O-Sr. Silvetra da Molla pede ao Sr. minislro ex-
plicagoessohe os meiuseom que S. Exc. oonla para
cumplir as dispnsige deste artigo, que, na pinino
do orador, Dio pa pelo que respeila a' dislriliuig.lo de trras e ao enga-
jamenlo voluntario.
Itoa adiada a discms.lo pela hora.
A ordem da da be a mesma.
I.evanla-se a sessao a's 3 horas da tarde.
CMARA DOS SUS. DEPITAI>0S,
SESSAO EM 14 DE JLI.Ho DE 1857.
l'retiaenrt* do Sr. Vfconde de Unependy.
A hora do costume. feila a chamada, e Bollndo-
se reunido numero legal, abre-te a seaslo.
I.i la a seta da anlecelenle, he appruvada.
O Sr. Secretario d cunta do seguiule
EXPEDIENTE.
Lm cilicio do secretario do senado, enviando a
pruposigao do mesmo senado, qoe aulori.a o gover-
t,n r ir -1.......-., .... II____. ..
! nrimif '!" ncimenlos E se assim se no para deposilar no Banco do rasit su. 'caitas
exprimi, foi porque as constantes sol.c.lagOes que o fil.aes, as sommas .lisponiveis qoe liver no he-u
mOvi7aVrel:rt,lU'dar,deref0,,',,8 *a ",n|,r.e D'",riM daS l''ovincia,?ecommomo q e,
movidas pelos inleressados no melli -raniciilo de senado aduiilou e v.h din,r .. .,,<, ;____Zt _
oniw__
SESSAO DE 11 DE JULHO DE 1857.
I'reiidencia do Sr. Manoel Ignacio Catalcanli de
Lacerda.
A' hora-do eoiume, feila a chamada, e adrndo-
se reunido numaio legal, abre-se a sessao.
I.ida a acta da anterior, be approvada.
O .Sr. Primeiro Secretarlo d conla do seguinle
expediente :
(Jualro officios do primeiro secretorio da cmara
dos depulados, remetiendo- as segainles proposi-
Priroeira, aolorisamlo o governo a conceder car-
la de naloraltsafao de cidadao brasileiro ao Dr.
Hermann Mekher, e nutra conceden I" uro anno de
licenga au padre Jos Das de Ollveira FalcSo ;
Segunda, approvando a pen-ao de um cotilo de
res concedida viuva do conselbeiro Jos Werneck
Ribeiro de Auuiar, e oolra elevando a um conlo o
ordenado de 720S coro que tora aposentado o juz
de direito Lalz Paolno da Cusa Lobo ;
Terceira, conceden lo as soguinles lolerias : qua-
Iro Benebceule Associagao Nacional dos Ai listas
Va,f".'.' """"" favor das obras das malrizes de
\ illa-Nova, PacaluDa e PorloaaJa Folha (Sergipe), e
duas ao hospilal da Misericordia da cidade de (oan
na em Peruambaco;
(Juana, eoneedendo qoalro loteras para a recons-
truegao da igreja matriz de Sanio Antonio (Dia-
mantina), duas para tondag.lo de urna casa de'csrl-
dade na villa de Curvello, urna para a conclosSo da
isrt.jamatridassele-l.agoas em Minas-deraes, e
quairo a cata de candada da provincia do Cear.
l-oraro s imprimir no jornal qun publica os trba-
Ihos do senado.
I.m memorial da cmara municipal de Caravellas
remetiendo ao senado aro plano da mesma cidade
para a crear.ao de nina nova provincia cuja capital
deve ser a cidade de Caiavellas.-A' eomminao da
mesa.
lim reqaerimento da empreza do Diario do Rio
de Janeiro, pedmdo ser paga desde a data em qoe
principlou a publicarlo dos Irabalhos do senado.
A ciiniiiii-.s, da mesa.
O Sr. Bardo de Anlooina manda i mesa um pro-
jeclo aulorisando o governo a conceder dez lote-
ras, para com o producto qoe dellas provier levau-
lar-se do carrpo do Yptranga 'S. Pauto) um monu-
mento diKno da memoria do fundador do imperio.
Fies sobre a mesa.
OKDEM 1)0 DA.
Continua a segunda diteussao da proposla do go-
verno I.i ni I.i us torgas de Ierra.
Acha-se pressitie o Sr. ministro da guerra.
O fer. I). Manoel vola pela forga pedida pelo go-
verno, roinlHiilu mais praier quanto urna emenda
que ollereceu durante seis annos, o que foi sempre
rejeitada, hoje pede-seja considerar approsada nelo
senado. r
Refcre-se i diminoigao de 2,500 pregas na forca
que se Irala de ftxar. "
Por diversas razes pareca ha muilo ao orador
que o paiz nao po lia supporlar IHo elevada flxagao
ae torga : primeira, o estado da renda publica ; se-
gunda, dt.liculdade de fazer eflecliva a torga de-
crepito rom os tnetos eslabelectdos ; terceira. a ne-
cessidade de om bom exerrttn, e de afaslar delle
gente que nao deve fazer parte de corporagao tao
miportaute : quarta, a vexagau que soflrem os povos
com o recrulamento vilenlo feilo psra olter o Da-
mero de pragas Puado.
Anda o auno paseado, sem offerecer emenda, sus-
lentou a necessidade de diminuir o nomero de pre-
gas que se preten lia litar; nao t por lodas as ra-
a apona.I.,., rumo prqufi it mit mg,
proprio caverna duba cia apprehensf^sde nm de-
t ci e nao era pequea vnnlagem a dimtnaiclln de
2,000 praga>.
Mo dizia em jonho. O Sr. ministro da guerra nao
coneurdoo com estas ideas uaquella poca ; mas dez
mezes dais, quando, altn de le, ce-sado o re-
oeni de deluii liaviam sobras conslderoveis de re-
cei'a, ro S. Exc. inesmo quem eonsignou em
sen relatan i0(|, 0< riunl(.lof ,| ornor ,obr.
eslo assomplo.e pedio areducgilo do exe-ciloa 16,(100
pragas em circnmslanriaa ordiaarlas.
O orarlor, comprovando a sea assergao, l o tre-
cho do ultimo reUlorio do minislerio .la guerra ; e
movidas pelos inleressados no melloramcnlo 'de
seus vencimeulo, que pouco se impoilain coma
doutrina dellas, a o que qaerem lie maiore vanla-
gena para si.
Repele que s leve em vslas o futuro, e nilo o
passa.lo. Quanto ns reformas feila-, se dentro do
prazo dasautorisagOes ronbeoer que ellas devem eof-
frer alguma alleiagao, nao hesitara'. Por ora limi-
ta-se a dizer qae nao emille pinino a respeilo del-
las, nem as cen-oras, nem as secciona ; em sumina,
nao as leve em villas quando responden a' perguiita
do nobre senador pela Baha.
O Sr. Manoel Felizardo acredito que lano o no-
bre snador por Malo Grosso como o orador presla-
rarn aro servigo so nobre ministro dando-lite occa-
siao a explicar bem o sea pensamenlor
Passando a oceupar-se com a disciusffo da lixa-
g3n de forga, recunhece que nada poMeria acres-
centsr ao qae disse o nqliresenador por Malo-tirna-
so, quanto a insolliceucta da forga ped la. Pos isso
e nrenpara' de mostrar qae pode ser inaior.
Disseae que era impossivel elevar mais o numero
de pragas do exercito em circumslanrias ordinarias.
it'Jl'"* Pro,mo contrario. Em 1818 haviam
i-i.OOO pragas, mais de melade lendo ja completarle
o sen lempo de servigo. Em 1852 o numero de
pragas, incluidos ce pedeslr.s, era de 20,000. Eis
como a prados demonstra a prupoiig.lo que alias
nobres senadores negani.
Por oulro lado ve-se que a forra de 20,000 pra-
gas, pusta em relagao com a nossa populacao, a
comparada com o eterrilo e a populacao de oulros
pat/es, nao he exagerada.
A pobre Suisra, com 2 milhoes de habilanles, tem
um exercito de 100,000 pragas.
* sJ,"lr contando apenas orna penalegae de
3,102,000 habilanles, luanlem om exerotio de
li.OOO pragas.
Outras nagdes mullo menos populosas dequao
llranl, a com menores recursos, suslenlam exeroilos
mais numerosos do qae o oosso.
He verdade que nesses paizes ha mais de 200 an-
nos que so procoram lodos s meios de ler o nttior
numero de soldados, com a menpr despeza possivel ;
e se nao se lem conseguido asse desidertum em
lo la a soa plenilude, ao menos ja os rrsnllados se
opproximam muilo delle. Entre nos nao >a lem
cuidado disto ; e alguma cousa que ja se duba feilo
ueste sentido uao foi continuada : be por esla rezao
que o noiso exercito nao esta' em tao forle propor- I
( :lu r nm t m... ..1- i_______.
senado adoplou e val dirigir a sanegan Imperial o
Sftoelol,,i.s? '"'^ """' f"" c"r'C"o de
li.iS a 18oJ.A imprimir para entrar na ordem dos
Irabalhos; e inleirada quanto a 2 parle.
Hilo do Sr. deputado Domingos / beodoro de \-
zevedo Parva, pedmdo l.cenga para reltrar-se para
soa provincia, por acbar-se incoiiiiiiodado.A' com-
inisaau rio poderos.
I ni rcqueiiinenlo da cmara municipal da villa
de ailveiras, provincia de S. Paulo, soliellando .,
cenatas** de urna lotera para s.r o seu producto
applicado ts ninas da inroja matriz da mesma villa.
A eommiMlO de fazeuda.
Dito da cmara municipal de Caravellas, repelin-
do o seu pedido da cre.igao de urna nova provincia,
leudo por capital a cidade de C.ravellas ; e offere-
cendo um olheln om que com algum delalhe se d.t
noltcia dos recursos da nova proviiira e da conve-
niencia de soa creagao.A' commissao de eslalislica.
Dito de Eleuterio (ornes de Arieira, pedindo que
se Ihe conceda favores isuaes aos que a praxe lem
admitlido para que possa proseguir no fabrico de
soas desrobarlas. A' rommissao de saude publica.
He julgado objeolo de dciiberag.lo e vai a imprimir
para entrar na ordem do liabalhos um parecer da
rommissao de hienda, dispensando as leis de amor-
liagflo a favor de diversas onnfrarias e irmandades.
He approvado sem debate um parecer da mesma
coriuni-sao, mandando ouvir o governo subre a pra-
leng,1o ila commissao promotora do novo instituto
dos Sardos Mudos.
Sa.i igualmente approvada sem debate seis redac-
goes re projeclos eoneedendo carias de naluralsagao
a diversos individuos.
O Sr. Ilrandao requer urgencia para continuar a
(Jisoiis.ao do requeriraenlo apresenlado pelo Sr. Co-
ima ttgueiredo.
A cmara concede.
Continua a discussao do requrrimenlo.
Orn o Sr. B'andSo.
O Sr. Cunda Ftgueiredo pede para retirar o re-
queritneulo.
A cmara concede.
O Sr. Franco de Almeida pede e oblem urgencia
para ser lido o parecer da commissao especial Ho-
rneada psra indagaras causas da careilia dos gne-
ros alimenticios.
I.-se e approva-eo sem dbale o seguinle pa-
recer :
A rommissao especial, nomeada para dar seu
cao rom a populag.to, como ncunlece coro oulras na- parecer sobre s causas da careslia dos gneros al
r i i ,ns",icio. precisa qae se p.-ca ao governo lodos
risr,irl0.re7rV",,e"ad0' mai' pcbres d0 queo! ctodos e inqucr.los a que se tem procedido com s
rasil e menos PODD USOS sem nndl.l,. mani.r .,m me hanl. lim
llrasil e menos populosos leem podido mamar um
exeirilo multo mais consideravel rio que o nosso.
As di.pongOes adoptadas nesle senlid eutre nos, de
accordo com a experiencia de oulras iiages, clepu.s
de persisllrem na nossa legislagao por u es ou qua-
iro aunes, foram sopprimidas, torain abondonadas
como utopias. Entretanto nada mais fcil do que
dar eroprego a duas uu tres mil prag.s licenciadas,
dando-Ibes cena organisagao o rigulainenlo. com
vanlagens para ellas e para o paiz ; nada mais fcil
na verdade, quaolo lemos (anta obra publica a que
a torga licenciada podia ser applicada.
Poda essa forga preslar-se lambem a eslabelecer
nados de povoagoes uss noisas fronleiras, e ai mar-
gene dos ros que precisam de presidies em cerlos
pontos, para se preslartm conveuientemenle a' na-
vega gao.
I.migando man desies meios, podamos ler sini-
pre 14 a ili.OOO pragBS em servigo rffeclivo, e o res-
to licenciaoas. Assim se fo roavam as reservas ne-
cessarias e indispensaveis para psssar o exercito do
po de paz para n p de guerra, o que de oolra uia-
neira se nao pode conseguir.
Is'''.y,r,,d*; qoando em ciicnmalancins ordinarias
ha difliculdade de ubler recratas, como se pude
acreditar que, dadas eventualidades extraordina-
rias' ser. possivel crutar. fardar e Instruir n-
3mCw1"i pr,?" !'re.ri,HS p"r" ,levar oeserc-lo a
2b,000 horoen, ; l.lo 8o passa d. ama ar.nde l
\ indesrnlpavel imprevidenta.
; Comqtianlo enlenda que o servigo necess.rio >e
nao ha de fazer cm a foro, r.xada, e que, Besando
esj.tem. aetuel, nao ser' possivel ero c,,cumian-
ct. exlraerdinarias elevar o exercito nem a 20 (inti
bomens, todava, como o Sr. miniiio declara ana
, nao prensa de meier forga, ,io oferecera' emenda
|al>nma. M" '-a que a economa seonselhav,
talixiigilode lf.,000 praga, ; 0 or)r i( *
! de.ir de mo,|,qe nao ha a menor econrmto.
Parece A prtmetra visla qae, diminnidas 2 ,00
praga. no exercito, resullai para olbesooro -laude
eoinointa. -sroiiue
He urna lu-.lo. Esas 2,500 prege bao de ser
substituidas pela guarda nacional destacada, e o re-
sultado ser que o mesmo sa despender, e o servigo
sera (eilo de modo muito peor do qoe pela (ropa de
linda.
A proposito observar qae o nobre senador pelo
Rio (jianriedo Norte confundi o servico da guarda
nacional destacada com o servigo de guarnirao feln
na capital dr, imperio e as de algnmas provincias
pola mesma guaula nacional; e que deve-te lambem
na-
do
apor
apn-
aiii
melhante lim.
Sala das cnmmissui, li de ullto de 1857.
Francisco C. Urandlo.Franco de Almeida.Cer-
qoeira l.eile.Herbosa da Cunta.M. Denlas.
OKDEM DO DA.
Procedendo-se volag.lo da la discussao do pro-
leclo qoe eleva a calhegoria de comarca de 2 eu-
Iraneia a comarca do Bonito da provincia de Per-
natnbaoo. ht elle approvado para passar segnnda
discussao.
Entra em 3> discussao o projeclo n.SI desle atino,
queaulonsa o governo a e.lender o beneficio da u
vegagao a vapor ao porto da capital da provincia
Espinlo Saulo.
(Acha-se prsenle o Sr. minislro da fazenda .
Sito lidase apoiada* as srgumles cm,udas :
a Fioa o governo autorisado a morlilioar os con-
Iralos f.Hos rom a companhia de Paquetes a Va
ou rom a l'ernambucana, alim da que os seus va
resloquemem alguns dos porlos do rio Pama,ri-
ba, emquanto nao tor eelabelecida a navegaran cos-
letra deque Irata a le de 22 de jullto de 85J.
Cunha Paranaguft. Silva de Miranda. A. |\
Salles, a
Arl. 3.* Propondo-se pnrem atoutna oulra com-
panhia ou emprezario a realisar a tiavegai.,,0 de qu-
Irata o arl. (, obrigando-sc a eslende-la al o porto
re Caravellas, na provincia da Babia, e'a eslabele-
cer duas viaaens mensaei de ida c valla, podet o
governo preferi-la para o lu. referido no citado ar-
Itgo ; acresceiitaudo-se, se assim se conveticionsr,
qualquer nulra escala ti porlos da mesma provincia
do Espirito Santo (alem da da cidade da Victoria
onde maior de>envol*imenln lenda lido a agricultu-
ra, o commercio e a eolomsagao.
Arl. Revogam-se as ilispoiiges em con-
traro.
a Pago da cmara I de jolho de 1857.A. Pe-
retra Pinto, a
' l-ica extensiva a provincia rio Piaohv a disposi-
gao dos arligos anlecedenles, devtndo ii paquetes
locarem n'uroa das barras do lio Parnahtba que o
govemo designar.
a E-sa dispo-ioao cesiar logo qne esliver em
eflectivtd.de a companhia de navegaglo a vapor que
seo.Bnnr.ar por virtnde do privilegio concedido na
let n. ,01 de22de julho de l5j.
v'LT ''- "!""?. .Viran la -(...ni.....arauagu.-Salles. -Rodrigues
do, hanlos.-Mende, da Cest.-F,M1C da Alrnel
da .-Almeida Pere.ra F.lho.-Peixo, A,,,!,.
vino Cavalc.nili.-loscano Bsrreto.Bezerra
O projecto he alopiado com as emendas do Sr.
Peretra Pinto e a do Sr. Paranagu e oulros, ficaudol
preju lirada do Sr. 8 Iva de Muanda e oulros ; e
be reinetddo ,1 romimssAo de redaego.
Entra ero segunda disrussflo o projeclo qoe con-
cede um empreilimo de 400:0005 companhia Pon-
la da Atcia.
I.eem-se, apoiam-see enlrim eonjunclaroenle om
diaeoajle asseguintis emendas :
n A passar o prnjeclo, aorescenle-se : a icaal
qoanlia sol as mesmas comliges fabrica de leci-
dos de algodaoTodos o Sanios, eilabelerida
na cidade de Valencia, provincia da Baha Vi-
rlalo.
rr O governo emprestara lambem 8 qaanlia de
100:0005 A companhia de navegagao fluvial a vapor
da provine a do Maranho, era favor do eslobe-
lecimenlo de fundigao montado por aquella com-
panhia, mediente hvpollieca do mesmo estabelect-
nento.
O juro desle empreslimo ser de 6 % ao atino pa-
gos semeslralmenie.
o A atnorlisagao comogar no fim do quinto atino
e dahl em diante, na raao de 5:0003 em cada anno,
al o eflerlivo reembobo do capital e uro. Vi-
ril!*.
Em vez de 4000008, diga-se300:000.-.
Sala da sessoes H de jonho de 1857.Alranlara
Marhadn. >
Oraram os Sr. Viralo, minislro da fazenda, Mar-
linho Campos a Jacinlho de Mendonga.
Lc-se e entra em discussao o seguinle reqaeri-
mento :
a Que se adi al virem informagnes do governo
sobre o estado da companhia anlos do Inrendio, su-
bre o quaulom do prejuizu causado por osle e de-
tnonslragao do estado actual da companhia.Dr.
Marimba, a
A discussao fice encerrad*, nao se podendo volar
por nao haver casa.
0 Sr. Presidente da para ordem do dia :
Primeira parle.
Volagao do requeiimenlo de adimento do projeclo
n. 27 desle anno.
l. i'ncu.-ao do projeclo n. 01 desle atino, que
atllorisa o governo a aposentar os empregados da
cmara muuicipel do Rio de Janeiro por proposla
dasla.
1 .a Dita do pnjeclo n. 58 dn mesmo anno, que
muda para a villa de S. Beulo a cahega do 2. dis-
trcto le.toral da provincia do Maranho.
l. Dita dos projeclos ns. 2i, 31, 32 e !!! desle
anno, que alleram dilferentes districios eleilorais do
imperio.
1." Dila do projerlo u. 48 deste anno, que aag-
inenli a represen;.icn da provincia do Par
1." lua do projerlo n. 52 desle auno, que autori-
za a naluralsagao de diversos estrangeiros.
1." Dita do pro)eclo n. 20 desle anno, que dispen-
sa as leis de amorlisagao cm favor das irmandades
de Nossa Sendera da Amparo, da cidade Diamanti-
na, e S. Tbum das l.eltras, em Minas.
1.a Dila do projeclo n. 30 ueste auno, qae aulori-
sa a govemo a mandar aos Estados Unidos, e as An-
ilinas duas pessoas para all esludaretn o proceaio
de soa lavoura.
Seganda parle.
2. discussao do projeclo do senado n. G2 desle
anno, que autoras o governo n depositar no llanco
rio Brasil e mas caixas lilises as sommas dispoiuvois
que liver no Ib'souru e lias tltcsoararias de fazenda
das provincia, contratando a abertura de conlai cor-
reles com juros.
Levauta-se a atesto 2 \{ doras.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERN ASI BUCO.
CEAR.V.
Fortaleza, 20 da agosto.
Os ractus nao ae succedem squi com a mesma rapi-
dez, que se observa as giauJes cidadea, e esla he
urna das razoes, por que sempre llie escrevo em dii-
ses domeopallnca, o-quo sopponho que acontecer
lambem dosla vez, salvo se na exposgao dos aconle-
cimenlos, eu t,a dnpozer do lempo sullicienle para
ser breve.
OiCearenseoesl .-gora empenliado ero om carioso
oerlamenle de baurismo com o redactar da Pagina
A valsa do seu o Diario, como vei do que se se-
gu.
Em o numero 4018 daquelle peridico, leem-se as
palavra*, que passo a escrever.
ir Uro romance trgico.
I jiios Iniu cm diversos jornaes da corle, e pro-
vincias um ic'iiaui e, qne a fecunda imaginagao do
redactor da Pagina Avulsa do Diario de Pernam-
liueo, creou ou onfeiloo para divertir seus leito-
es.
licitaramos passar sem reparo nm produgao
da imasuiarao romntica do contemporneo, como
tantas oalras se por ventora nao imporlas lencio tacita corili-M.u do fado hoiroroso, que me dn
Bssumpto.
l)iz-se qoe no lermo da leda um Iilho infeliz
illudiilo pala perversi le de sua mai assassinara es-
la, suppondoum amanto denunciando de son mullier
em seguida sua propria mtilher, a quem arredilara
inliel pela denuncia da mai; cque depois de loda
essa tragedia, ricoiiliecen.lo da mullier, assassinailo era sua propria mai disfar-
gada em trages de hoinein, enlouquecera, se entre-
gara a priaao, que se c| | cadeia de*la cidade.
l'.ts em roa tna o fado inventado, que be hbil-
mente adornado com as ^alas do romance pelo con-
Jemporaneo do Diario. Entretanto nada disso se
deu. Mam hoiive ma,, que illudisse Iilho, ero llho
que roalaase mai, e mullier, e menos qae enloqoe-
eesse e se enlregassa a prisao.Voila comme un ecril
I disloire .
No seg-jinte numero publica o mesmo peridico
um laclo lambem romntico poelico a assas diveili-
do, roas com relagao a Peruambaco. Foi urna juila
represalia, no que na dse haver o menur molivo
de qtieixn.
Eis a historie.
Uro fillilcidio.
\ proposito do romanre, que puqlicou o Diario
de Peruambaco, deque fallamos em nosso numero
precedente, d um supposto Iilho. qoe malou a mai,
ocoorre-nos um aclo horroroso aconlecido em 1830
em um dos engenhos de Pernamhoco, fado que lem
aqu lestemunda qualificada, que no-lo referi, e
no. leu o lollieie. que vamos publicar. Cerlo po-
tentado, senhor de engenbo em Pemaninnee, des-
gasiando-se de om seo Iilho casado por suspeitns ou
urnas que linha delle com ama rapariga, mandou-
o malar publicamente por outro Iilho, que leve de
execular, sob pena de morle, a senlencs de sen br-
baro pai. E-le nese mesmo dia maudou convidar
o sacerdotes, capellaes dos engenhos vizinho, a pn-
voado, e a om driles mandou o bilhele seguinle :
Illm. Sr....Omio Dos to*se sempre servido,
qoe eu tnandasse malar a meo Iilho F..... rogo a V.
Kvm. para vir hoje ns seis dors sssislir ao enterro.
De V. Rvm. venerador e criado.
nao importa ero oulra corsa m.vs di que comprar a
sua liberdade, sendo isso o que jusleiueule a le nAo
dispoe, visto como, bem e claramente tnn determi-
nado qoe depois de lindo o prazo de seus servigos se
Ibes conceda a sua cmancipagA.,, urna vei provado
que leudain a precisa idonoidade para se podciem
reger.
'osrz do> e.rpoetH.Consla-nos que o Sr. dersl-
do Coireia Lima, continua a exercer o lugar de re-
genta da casa dos atpostas, nao odslanle haver falle-
cido sua senliora, qu ecupava ignalmrnle o lugar
de regento. Por esse fallecimenln, e conforme deter-
mina o regulamenlo, deve aquelle lugar se conside-
rar vago. Ha de crer que apparega grande numero
de prelendentes, que para afasia-Ios, lemhrarrmos a
Illm." adinini-lr. rilo dos eslabeleomrolos a idea de
abolir o lugar de regente daquelle eslabelecimeulo,
como desneerstario eal mesmo improprio, paseando
a ficar delle enranciado provisoriamente orna senlio-
ra filda mesmo do e-labelecimeulo, ele que chegoem
as ir tiaa de caridade para ser confiada a urna -dellas
a direcglo daqnella casa ; conservando-se todava
um administrador, ou regante externo para fazer as
pruvises do eslabeleciminlo.
Matriz do* A/ugadot. Consta-nos que a matriz
dos Afogadoi se a. ha bastante arruinarla, e que nflo
obstante os desvelos dos ar. Manoel Joaquim do Re-
g e Albiiqueiquc, Morae, e vlgario, que moito bao
concorrido para o seu melhorameuto, nao (em sidu
possivel por si s poderem conseguir os seu desojo*.
1 ara qua pois *e facililem os meios, conveniente sera
a exlraccan de oina parla das loteras que foram con-
cedidas em favor a,iquilla igreja, afim de que com o
seu produelo se possa lepniar as tuinas que a ame-
gam.
C'ej bravio.sCousla-nos que na ra Nova exis-
tem dous caes, periencenles um a urna toja de fazen-
da francezas, e oulro a urna corheira, que por suas
ferocidades se bao tornado insupporlaveis ; preveni-
mos paranlo aos douos desses doos caes, qoe Iralem
de os prender, para que nao sejam prejudiciae a
pessoas que Iransitam, como nos cumia ja ter suc-
cedtdtdo.
. Conslann que o qusrlel do 10." balalbao re
infamara se echa enm n maior saseio possivel, devi-
do isso ao zolo do mui digno oon.manaanle o r. le-
en le-coroiuI Joaquim Jos Rodrigues Coelho Kelly,
pelo que e laz digno de losvore*.
Alcoroto publico.llornm 1,23) do crrente pela
8,'j horas da uorle, estove a ra (rs em alarme pelos aatrondosos gnlos de pega o
Ssasslna qoe parliam da ma da Alegra em per-
SCjiuigaa -| oma pts.g qUe corria, e que nao foi pos
aivel escaparse, ata s pela tmillnlao de povo que 0
persegua, como pela lembranga de ilravessrem
paos diai,le do fugitivo, que esbarrando-se caluro i
tora preso. Veiificadn o molivo de lano alvoroto,
se reconbeceu que ao tora um asaaaainala que se
pralicara, e sim que esse inilivuluo que lora preso,
achanJo-se b estado de eniluiaguez, dera alguma
boreladas em urna mulher com quem vivia, e que
lambem eslava ebria, a qual vendo-se apand..da
gnlou, e resullou lano mo, m.
Foi nomeado inspector doqaarteirao da ra da
Roda o Sr. Avallar, queja havi.i sido inspector : he
provavel, que como mogo prudente a honesto conti-
nu a fazer boa polica.
O domingos no bairro da Boa-Vitla principal-
mente, sao os das das orgias. Ha unta ullioina de
marciiieiri.i, que leudo a maior parle dos seus Iraba-
Ihadorts alien.ar., nesses das cmluiauam-se e eulo
commeliem pelas ras quanta casta de desalmo Be,
chegando al, como |em am dos domingos pastados a
prelender brear am delles urna prela no atorro da
lloa-\ isla .' Se conlinuretn, chamaremos a allencao.
da polica.
O nosso subscriptor Sr. Cario Eugenio de (lau-
del, da villa de (iuarobira, da provincia da Paraluba,
em caria de 16 do crreme, participa que es ultimas
reinas qoe liana receti o linham a data de 17 deju-
Iho chegadas all a 28 do mesmo mea ; por isso ro-
gamos ao Sr. administrador docoireio da Parahiba, \
digue-se providenciar a lal respeiln, visto como a
nossas remessas sao feilas com loda a regulandade
petos correios pblicos de segunda e sexta de cada
semana.
No dia 23 do correte encalhoo junto a ponte de
santo Amaro o cadver de am pardo, com principio
de putrefagao, o qual nao apresnlava cnnluaio algo-
ma, e tmha na argibeira algum diahetro; sendo asa
minado pela polica, nao se lite acltou frumento uu
untura, que de>se luFar a suppor-se assasiiiato ; c
recondecido ser habitante de Olinda, foi conduzidu
pelos prenles para ser sepultado.
Ilontem oomegou--e a lazer o sgnal no lele-
grapdo para designar que um vapor existe no porto
a sahir para os diversos porlos do imperio ou Euro-
pa. I.m batao de cor encarnada lie o signal que isso
exprime. (Juando se adiar no braga do norte o va-
por rahe para esse lado do imperio; quando nodo
sul para esse, o quando no cimo do maslro vai para
os diversos portos da Europa. I.ogo que o balSo
desear, o vapor aoabou de tirar a mala csuspenJtro
ferro.
O vapor nacional Paran, vindo dos portes
do norte, Irouxe a seu burdo us seauintes'passs-
geiros :
Jos Lola Pereira I.ima Jnior e I criado. Jola
Pereira Rabrllo Braga e 1 escravo, Dr. Joaquim Jos
llenriqoes, F. Calaste de Araujo, Manoel de Araujo
Alcanforado, Manoel do Arruda Medeiro, Jos Feli-
ciano Machado, Jos Ferreira da Cosa. Jalo Te varea
ferreira, Josa da Silva Canto, Antonio Mendes da
Silva, Ftrmino Pereira Ucha, Jos Ferreira dos San-
tos (.amara, Prudencio Marques de Amorim, Kiv-
rnuirdo Jos do Araojo, Emilio Itooi, D. Carmella
l.uc> Collas e 1 lllin- menor, Franc seo Lbano C rl-
la, Joao (ibson, Augusto Hrrismeodv, D. Rosa
Adelanto Pinto e 3 iilho, l.ucio de Sout Machado,
(joiigalo Flix de Souza, Carolina Mara da Concei-
gao, M.ircelina da Silva l.ima, 2 escravos a entregar,
11) pragas de prel, a 1 mullier caro om Iilho.
Seguem para o sul Joaquim Pedro Coelho da
Silva, Antonio Cardoso da Fouseoa. Jos de A. Con-
vela, I-re Raimundo do Menino Dos.
Al amanh'ia.
ia?&o
San a,
s>S
WttnttKlbWQ.
i**r em vishs que no numero de ufir.i..j > lra.i.a,-..-ii > ~~;-------. ---urcn
d,.lacado, nao'se inc.uem muito, ^rletV, "q" 27- I -S^^^rinti^
dure... preso, vencendo etape e oulras aai... _r3u"5 .*,.' "*'',M-rT1?" "."-* .?' J Jorge.
\ u \ me. que oCearene soobe retribuir fado por
faeto, e qoe em materia de deftza ao caro lorrao
natal, nao se pode dizer rousa melbor, nem mai*
frisante, foi olbo por olho, dente por denle.
Deixemus porem esle assumplo e brilhaluras pa-
ra os patriotas de nma c outra prnviiicia e vamos
ao mais, que por aqui lem ocrorndo.
A assemblea araba de crear ama nova fregnezia
na povoaga.r das Lavras de S. Raimnndo ; diztm
que sem assenlimeiito do ordinario, apezar de haver
quem na merina assemblea se oppozesse a seme-
lliaiile prece.tonle com muito bous fundamentos.
Foram creadas mais 1} cad?ira< do (nsino prima-
rlo para o sexo masculino em diversas localidades da
provincia, e doas para o sexo femiuinu, sendo urna
na villa do Saboeiro, e oulra em VillaVirosa.
O Dr. Selle, removido da comarca do Macap no
I ara para a do Cralo nesla provincia, segato no da
l'.l do oorrente para o seu lugar.
O Dr. l.eopoldtno de Abroa, que qui chegoo na
qoalidade de promotor publico da Imperlriz, soba-
se anda nesla cidade, mas em vespera de partida
para a ua comarca.
Esse moco parece de futo Irelo, e espera-se qoe
nao deshonrara' o cargo, que lem de exercer.
Pela rnlnha purle fago os mais ardentes votos pa-
ra que isto ass m acontega,
Conlinoam os empeulios dos candidatos para as
novas cadenas do I.vceu ; mas al doje niiigoem sa-
be qoaes Berilo o nomeado.
Ja lern sido publicados alguns soto dn Sr. Sll-
veira da Souza, peto que posso aliangar-lhe qu a
aduiinislragao dos negocios pblicos acha-se confia-
da a um oavalle.ro muito Ilustrado e muilo rapaz de
retar a felictdade da provincia.
Continua a reinar a epidemia da bexiga na ca-
deia da capital : o elieto de policio lem prestado
os mais relev.nles servigo, moslrando-se cada vez
roats credor de oIoios.- O presidente (om visitado
lotos os hosptlae, e ha tomado la laceriadas pro-
videncias, que at hoje a (ni lemi na e lem der-
ramado pela poputogao, aperar de ser tnlensissimo o
fuco de infocoao da cailea. Todos os mdicos em
commissao lern sabido ilesempeuhar os seas deve.
re, de modo que nAo ha boje nesla cidade urna so
possoa.qiie n3o remudara os seus bou e valiosos ser-
vigos. Mas entre elles mais se lem distinguido o
Dr. Jos Joaquim Congalo de Carvallo,.
Kan loma e,rpo a noticia de atliarem-se derra-
madas na circulago notas falsas de 508 a >, como
geralmente se dizia da bem pooeos dta. Quero al
persuadir-ule que toda a celeuma, que houve a rea-
peilo, nao passou de om reliis falso, a que deram
extraordinaria tmpurlanria todos os jornaes da ct-
pilal.
Acha se quasi finrla a safra do caf, da qual per-
deu se grande parle pelas ollimas chuvas que oa
hiram.
Cune ron a safra do assurar, que promelte ser
abundante, como assoguram todos. Saude e paz.
Pelo vapor Paran, recebemos jornaes do Pai,
do Maranho edo Ceat.alrangam os primeiroi a 14
os segundos a 17, e os ollimos a 18 docorrenle.
Todas as provincias deise lado do imperio gozam
de perfeilu paz e salobrrdade.
No Amazonas, segundo os jornaes do Para, nada
Un!,a lulo logar digno de mengan.'
A abertura da assemblea provincial do Para devia
ser feto no da 15. Ancwmenle se almejava por
all ver chegado esse dia.
Ouanlo ao Maranho, l-se unicamenle no Obier-
vaaor o seguale .
Suicidou-se honlem (11 do correnle o Sr. Jo
Antonio Fale3o, lente reformado rio exercito, di-
rector aposentada da casi dos educandos artfices, e
meinJiro do concelho Idaaiaistrelivo da irovincia.
Mandou, segundo tef-re um tomillo, que o servia,
chamar om I,arl eiro logo de menluls, sangroo-se no
braco a pretexto de acliar-se ndisposto," e, feila a '
nperagao, fechou-se pelas 10 lloras no eu quarto,
donde nAo lornou mais n sshir. Como procurassem
depon do meio da da patio da suas irmAa* e cunda-
do, qae morem cm casa separada, e nAo respondesse
pr mais que balessem e cbamassem, arrombar^m
porta, e foram encoulra-lo entorcado e morlo. A
atadura do brago eslava lirada, e a rede, em que se
deilara, ensanguenlada ; o que indica que primera-
mente leiiloumator-re desligando a sanBria, e que,
au o leudo consegoido, entorrou-se. Allribue-se o
suicidio a desarranjo de cerebro, queja em outra -
poca tora aceommellido, e de que d leslemunlin a
declarago que deixou escripia, c qne abaivo publi-
camos.
Esle triste e deploravel ucces sensagao na cidade de S. I.oiz, porque o suicidado,
a quem muito deve a casa dos educandos, cujo crea-
dor fot, era homem summsminle eslimavel e probo,
geralmente bem quisto de lados po suas viriude
membru de urna familia distine!. e reapeilavrl, e Ir-
mdodo fallecido brigadeiro Felician- Antonio Falca,
coja memoria e servigo difticilmenle poderao ser re-
queridos pelo Maranhanaes.
OSr. Jos Antonio Falcaolinlia 15 annos de ida-
de, e era olteir.-. Os seu resto monees toram lia-
dos a sepultura boje da 7 para > 8 lloras da manhaa
no cemilerio do Senhor Boro Jess dos Panos, e nao
pequea foi a concurrencia, que b,,uve no sen sahl-
mento funebr-, acompaudando o ferelro morloario
ridadaos de diversas das.e, c o corpo dos educandos
ai linces com a respectiva banda de musir.
Sobre ama mesa juuto ao cadver achou-se o se-
guinle b.Hiele :
Esla arlo de desespero toi-me soggerido pela lem-
branga de que posso algum dia, por alguma impru.
dencia propria ra doengalque lise no Brejo.em 1850
a perder a reputaran que llevo aos habilanles da pro
vincia p>r o comporlamento de toda a minha
vida.
Me Cear ludo quanlo de importante ha, refere a
carta do nosso correspondente, qoe om oulra parle
donamos clarada.
Ko Piauhv, Rio (rande do Norte e Parahiba
nada de noiavcl bavia occorrdo depois do ollimo
vapor.
Chegou en Marandao, a 11, o brigue brasileiro
Clara, saino desle poilo.com 11 diasde viagem.
Achava-e a carga para esle pollo, no do Para, a
escuna Sultana.
(oumunltobo.
duzam prest, vencendo etapes eroolras"vn"iage'tis
que unojaui o lliesouro.
Na> haver' porlanlo verdadeira eronomir. om re-
duzir a 10,000 pragas o exercito. a aespeza sera' a
mesma, e o servigo eei mais mal feito.
lomando em consldrragao alguma consideracfte
que honlem toram toila na casa, diz que o noble
senador per Goyai ceosuroa algumai adminislragoes
pelo ma'u eslado dos presidios collocados as mar-
, gen do l'ocanlins e Araguaja, que (na opini.lo do
! nobre enador; toram abandonado por tolla de sufll-
I cente torga de pedestres para guarnec-los. A ver-
i dade he que quairo presidios eiislem as margens
, rlesses dous rio, romo cnnsla de informagoes olli-
.ciaes dadas em 7 de jineiro ao ministerio do impe-
rio, e que vao prosperando.
I He isto o qua diz o ultimo ralaturlo tlaquella rc-
Garca de Almeida.I.andulplt. trt"'lo-
mem.-Coelh,. C.slro.Viralo.Dr. Marlmbo.
Cerqpaira l.eile.-Patva.Barao de S. liento
Domingaaa da Silva.Lula Cario.Mont-u-o de
Barros.!-. Caropo.-An|unes Campos.Brusque
A. J. Machado.rimo Lima.Barros Pinejilel
lerrazda Luz.Serr Carneiro.Lima e Silva.
Vilella Tavare.Gaviam Peixnlo.Conha Figoei-
redo.Ferreira de Agoiar.litas Vieira.Cvrillo.
Marrondes.Brwnswike.Belforl.Silveira Lo-
bo. Croz Machado.Costa Pinto. Henriqne*.
t.unlii Malo.Cesar.Nebias.Alhav.le.__Bran-
da.,.Menlairo.Pereira Pinto.Parbeee.Pinto
.Mendonga.liongalves Silva.Barbosa da Cunda.
Ca rao.
Oraram o Sr. Ilrandao, minislro da fazenda
I'edreira, Silva Miranda, Pereira Pinto. Viralo,
PAGNA AVULSA-
InduHria.Um novo ramo de indu-lra se da des-
coberto parase a Iquirir muito dinbeiro l castada
rtrariJ ir"- ? *"'", "r' Pr'""ve,-se a eman-
ciparse, dos Africanas liaras, ero servigo ios eslabala-
cmrentos, mediante oma paga de Mt)tion, l(X)-OII0
e as vez. jia).>00() r... como no consta se prsliea, e
por malla gente be sabido. A peclunoha nao be m,
roas nao de., de ser muilo calva. Conven., porlan!
lo que fagamos um servigo a essa iursula gente, de-
clarandu-lhes, que nAo sa dcixem ser engaado* com
a usurpagAo qoe se Ihes tos de sen dinheiro, adqui-
rido talvez, a cusa da mai aparado Irabaldo, o que
O Sr. Dr. Serfico de Aasis Carvalhe, na discu<-nn
davida na cmara dos Sr. depulados entre o Exm.
Sr. cansell,eiro Sergio de Maredo e o Sr. Dr. Carlos
Brandan, achou conveniente a seos calclos vir inge-
rtr-se lambem por miio da piibliracilo no Liberal
Pernsmbiicano de duas correspondencias contra n
Exm. hr. conselbeiro, correspondencias coja banali-
dade resalla do principio oslen-ivo qoe Ibes deu
iiaseiminlu. islo be, ti insignifionnle circunstancia
de haver diln S. Ex., sm aparto ao Sr. Bran Ao
qae a' requtslo do inesmo Sr. Dr. Serfico he qne
mandara torga para a Iregurzia de S. Joi, durante
as eleicOes de 7 de selemhrn do anno prximo findo.
NAo seria isso urna novidade eerlameule, se o Sr.
Dr. Innocencio, como bom patriota, se lmilasse a
nao deixar correr a rsvelia a causa da mai patria,
embora levasso em visto urna vaidadesinha a que
bem pode ser jdiniliida, de fazer cucular seu nome
om ledra redonda,paleslrando com um cavalleiro do
tiiorer iinontr, e dislinrgrlo do Sr. r,.-i-i Iheim Sergio ;
estara mesmo no seu mai pleno direito, a mis uada
teamos qae dizer-lbc Ma que o fizesse nA i s
exagerando os aconleclmenlos e atropeilando a ver-
dade histrica, seno tambero phantasiando nllrages
c olleusas que nao exiitem, paia, cm tom de escan-
dallado, lornar-se lAo iggreMivo, tao deallencioo
memo, contra aquelle que, supilando em extremo
as maguas de seu c rsg.lo, f..i assas e cavalle.roa-
menie g-neroso para i impar na Iribona nacional a
sena gratuitos e lancorosos intmigos argnigoe amar-
aas e e.presse. de despeno e vendiru; he o qoe
nao nos parecen licito nem r.zoavel. Peto qoe, n-
lipallusando com emell,.,,le aberr.-ig.lo, ?, n0i
podemos furtar i, lgn ,,,,, m refe|,r a0
enunciado pelo sr. Dr. Innocencio. a quero deixa-
remos todava sa jorear em p prazer decorrido da
nendum urbsnidade com que drszio ao Sr. con-
selli-tro Sergto, proceder lana mai. ,epolivo aos
espirito elevado*, quanlo foi posto ,m .,,-,,, n,
ausencia daquelle senhor. e em nccaiiao que ha lols
a certera de que nflo vallara! mais a cu provino!
no caracler d presidente, por coja exe-neraoAo se
lia e>forgado S. Ex de-de que chegou t' roite".
Pela deferencia pois que no merece o Sr. conse-
lbeiro Sergio, deferencia tu.i, menle nocida da ma-
neta digna e benfica por que nosgovernnu, iremos
apenas fazer saliente a sem razan qne anlmoo o Sr.
Dr. Itinoeeiicio no seo modo de espor os ledo, sem
remitido nos envolver no liso que Iba aprouve -
montear.
lie farto de tolos bem cnnliici lo qoe o Liberal
I ernambucano, na imprenta, e seus redactores em
leutiine pardculare, na proximidades das eleigoes
de selemhro, pn-salerendo-te da effervesreiida da
quadrs, progaram a's massas dnulrinas exagerada,
ido.s pengosa, manUvriam em ronslante excita-
menlo as paixt.e-, e por ftm deram lugar a todo e*e
ainodnamer.lo dn da 7, qu. nflo s levoa o saslo aos
nimos pacficos, mas aleo terror aoi autore da pro-
pria propaganda. muil,.s do q,.ae, sendo eiprobra-
dos pelo Sr. conselbeiro S-rgio do erro qua liaviam
comtuellido, e mneagadu. com a rsp0nabilidde do
s-ngue que porvenlara oorresse, tmidos se confessa-
ram inipolrules ptiaale a turba desenfreada Foi
nela siluagAo ais.s delicada, que S. Ex., compeue-
Itadoda respontibilidade que II,o caba pela ordem
e paz da provincia, pela seguranga e soreg das fa-
milias snas adtir lustradas, osou do expediento de
cunar torga pan, a fregueza de S. Jos, levado pe-
las circomitancias e por accordo com os inculcados
plenipelenrlariof do povo assoberbado.
Embora a ucgigAo do Sr. Dr. Innocencio, esla he
que he a verdade, a qual 10 a m fe e ai convenien-
cias nie-quinhas poderao contestar, como lctica
Pesia eu. jogo para api escolar o povo violentado em
seo dueilo de voler livreraenle ; sendo cerlo qoe
ero circumilanci.s tao especiaes, como as dos das 7
e 8 de seterobro, a torga da autoriJade legitima ja-
man poderia ser um instrumento de coarrilo e ter-
ror para quem de animo pacifico concorresia a urna,
alim de nella leposilar a npnaafle de sais coo-
vicoes.
Se o Sr. Dr. Innocencia por tAo pouco se deixou
apavorar tanto, que ale renunoiou o ,lucilo de seu
impoilaiile voto, de que aodoso anda parece re-
coidar-se, nA., d-ve allrtbur a causa disso senAoau
-eu syslema nenoso que de mais se alTecloo, n'uma
occasiao ein que o exerciciu de direito tao sagradus,
de inleresses IAt> legtimos, devera fazer sobre elle
tima reaegao de dobredo vigor.
Ja se v, porlanlo, qoe as corre-pendencias do
r. Dr. Innocencio nao sao mais do qae conlos e
ancdotas, que nao podem ser do grande elfeilo;
mesmo porque te conlos e ancdotas cal.em a ap-
pello, eui3o torca he oonvir em que o Sr. Ur In-
uocencio nao lem razao para lastimar tanto o seo
vol perdido na elejgao de selembro, quando se diz
que a desforra fui completo na de novembro, a dar-
se romo faci rr.ilisado que S. S. nao t volou mui-
to a gu*lo, como que l'izeia lambem ajenies seus
volateo, mai. de una vez, a ponto de provocar des-
iiilellit,eucias com amigos seus, que nAo quizeram
admillir que am delle pagaese um lerceiro trbulo
a pobre v.slal. queja duplamenle o havlarecebido.
tviiemos, porotn, esse cotilos, para nAo ealiir-
rnos no mesmo detolo era que apanliamos o Sr. Dr.
innocencio as sur I,i.lorias de pragas d'armas, na
igreja do Tergo, de acampimeulo na fregueza de
S. Jose.de maedinagoes dusguabins para repro-
duogao das nenas de I8S8 a 189, d e cnserv adores
apunli.laiido < pacficos e inermes Itberaes, eic.!
Deixamo-lhe essa esplosao s conveniencias apatxo-
uadas qae o impretsiousm.
lo ima oque us aedamos por demais inslito,
he, que o Sr. Dr, Innocencio pretenda contestar
que o uutneto dn pragas envala para a fregueza
de >. Joi fosse superiur a 00, allegando ler all vis-
to toda a torra do primeira linba, de ravallaria, de
polica, que exista dispouivel nesla capital !
Ora, o Sr. Dr. Itiuoceiiciu foi mais longe do qu!
era de esperar delle. Mogo que repulamos hones-
to, de aspirages largas, nao devera ser nunca o
ccliodefalsidade.s, de que su o Liberal /'ernambu-
cano, no seu torpe empenlio de ludo inveh e en-
venenar, se tem ounsliluido o inventor.
O Sr. Dr. Innocencia sem duvida pecca por am
grande equivoco. S. S. vio provavelmenle algum
podrs, algum toldado de cavada, i, no exercicio di
ordenanga das autoridades em elecliv tdade no meio
da multidao, c crse aulorisado para lomar a res-
| un-aliilidade de proposigoes .:e lal ordem !
Se u Sr. Dr. Innocencio. a drspeilo do teslerau-
nbodesla cidade inteira, exagera assim os torios, o
que se nao deve pensar da cont.lag3o qoe aprsen-
la a conferencia! parlirulatcs que leve com S. Exc
o Sr. conselbeiro Sergio, na ausencia de lesterou-
nh-i menos suspeilas que elle !
O exallainenlu poltico exerce sempre lal influen-
cia sobre os esj.ii ios traeos e acce-stveis as patxOe,
contra as quaes nao lem elles torga bastante de con-
lensao, que Dia lie minio qoe na conveniencias de
momento, nos inleresses facciosos, alguem baja que
uegue flaqueza particulares do mesmo modo que
refero inexaclami tile facas publico.
A prava desla verdade esl,' ero que o Sr. Dr. In-
nocencio, infiel a sua conscieucia, apresenlou-se ao
publico contestando urna verdade dila peto Sr. con-
selheiro Sergio, quando o leslemtinho de cidadiios
circuin.pecto, que abaixo te l, de modo satisfacto-
rio a corrobora.
O memo publico qoe aprecie agora neita qaerel-
la alias mesquinha.quem he o fmprudeule.se o Sr.
Dr. Innocencio,-o o Sr. conselbeiro Sergio.
O juizo especial dos bomens juilos e impareines
no poupara' consideragoes lunga, lano mais qosn-
to nao queremos apurar de mais com o Sr. Dr. In-
nocencio, que trio queixoso te mosira pur ter S. Eje.
eusdo >u nome em lugar em que nao eslava elle
presente.
De cerlo que se o Sr. Dr. Innocenrin a lodos o
outrus corypbeusdo Liberal Pernambucano, lives-
sem asiento na cmara dos seuhures deputado, o
negocio estara a contento, e a torga de Duba, an-
da que mil bomens tossem, seria uro verdadeiro e e-
inenlo da liberdade do voto !
Abato por em quanlo o Sr. Dr. Innocencio o pe-
zar que anda Ihe resla pelo mallogro que soflru, e
con.inla, o menos por desencargo deconsciencia,
no toe acabamos de expender, cerlo de que os in-
sultos, que recis nao llie ebegaram nunca por nosso
inteimedio, porque apreciando-o deidamente, so
temos a desojar que geze eternamente da lllusira-
g.,0 do sea digno amigo, o Sr. Dr. Carolino, de ca-
jas lucas Aosamus cerlamenla iuvejosos.
O Justo.
16 de agosto de 1857. .
Illm. Sr.Em lalistogAo ao pedido que no faz,
compre-nosdeclarar que lie verdade o todo de. por
occasiAodos tumultos cero, rulos na eleigAo de 7 de
selembro, nesla fregueza, haver o Sr. Dr. Innocen-
cio Serapbico de Asis Carvalho, amododelran-
quillisar os epirilos, declarado aos membros da
mesa parocliial, pranla mais algomas pessoas que a
elles eslavam pruiimos, que acabava de chegar do
palacio da presidencia, onde tora pedir providen-
cia, que lizestem reslabelerer a ordam, e que S.
Exc. bavia promellido maodar una forga para lal
fim.
He lambem vordade qoe o sr. Dr. Sereficose
mostrara salisfeilo rom esse alvilre da presidencia.
Sendo o que cima lies dito a expressao da ver-
da te, peder' V. S. fazer desle nossa declarago o
iso que llie apruuver.
Fregueza 'oc 8. Joi do Recife, 15 de agosto de
1857.
Manoel las Teixeira B.i-los,
Jaiz de paz.
Joaquim Pe tro dos Sanios B'zerra.
Manoel Joaquim Ferreira Esleve.
Jos Simplicio Esleve.
Jo3o de Bulo Coireia.
A*signndo-me, declaro que au onvi aoSr. lt-
nocencio Serfico fazer eisa docl.tr, rila, mas sei que
a fez poique m'o disse o presidente da mesa paro-
Clliaii no da 8de selembro, na occasiao em que Ide
de para ler e astignar, um cilicio para o governo
da provincia, em que expuuha a elle o estado de
quasi coacgaoem qoe eslava a meca e pedia provi-
dencias que lizestem roineilara soas decisoe, que
eslavam sendo contrallad-s petos desonleiros, rli-
rendo-me eniao o me-mo presidonte que lalvez nAo
fosse precisu remoller o ulcio, por que o Sr. Ser-
fico tlie liana dito que nao lardara a chegar urna
torga que o governo lite prometiera mandar.
Manoel Ferreira Acciol.
Kurdas de 6si00 veldas
a e (yuto nova-
a a 4a000. .
Prata.Patacoes brasileiro*. .
Pesos eolumnaries. .
mexicanos. .
IfilOOO
165*000
93000
25OOO
JO
I986O
Caixa Filial do Banco do
Brasil
EM 2i DE AGOSTO DE 1857
Directores da semana os senhorns : Ma-
noel Congalvcs da Silva e Jos Pereira Vi-
anna.
A caixa desconta leltr.'s a 9 por cento ao
anno, e toma dijibeiro a premio de conl'or-
midade com os seus estatutos.
' ,. AI.FANDECA.
Heudimento do da 1 a 22. .
dem do dia i. .
489:300805J
43.1898851
.532:7891001,
Descarreg.m hoje -25 de agosto,
i Brigue sneco Jennymereadories.
Brigue InglezSprayhacalhao.
Brigue porlogoezl.sia III diversos genero.
Barca americanaI. oiaof.rtnha de trigo.
Sumaca hespanhola Dolorpipa de violto.
I Hrutue ingle*Ixird Aldropmercadura..
I Escuna dollandezaTerce Korneitssonidem.
CONSULADO GEBAI..
Bendimento do da 1 a 2i. 87:7098571
dem do dia 2^...... 4:8920780
9:602W59
DIVERSAS PBOVinCIAS.
Kondimeiilo dodia I a-22. -V-tli .-; I.
dem do dia 24....... 381/819
Jubcacao a^eMDo.
THEATBO HE S. ISABEL.
O abaixo assignado,interprete dos puros senlimrn-
los que dominam a lodos os artillas da ex-sociada-
de dramtica, protesta v sen eterno rreonhecimentn,
e gralid.ln ao Exm. vice-prr digna drecg.lo dn Ihealro, e ao illuslrado publico
desla cidade, pela honra que Ihes fizeram, de aaxi-
lia-los e prolege-los : iodos se desvanecen! de lano
lerem merecido ; e anhelam occasiao de poderem
provar a tinceridade dos seos senilmente ; os quaes
manifestados sssim,lambem toram a (odas as pessots
que apreciadoras n'ar(e, quizeram por sua hondada
animar, e fszer jnitiga aot pobres arlistas.
Pedro Baptitla de Santa Ros.
c#

- ftrt##
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
t Paris, 310 rt. por fr.
a Lisboa, 92 p,ir % de premio,
a Rio de Janeiro, 2 por Om.) de desronlo.
Aeg3o do banco 50 por cenlo de dividendo por con-
la do vendedor.
a t companhia de Beberibe tiOgooo por Mete
a rnmpanlua Peri mbucana ao par.
a Ulilidadc Publica, 31 pur cenlo de premio.
a a Indemnis-idnra. 61 den.
da estrada ti ferro 20 por Ojo de prem o
Discontc de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
AcgOes do Banco, a 45 de premio.
Ouro.Ougas hespsilblas. 29a5(>0 s 90s|OW
5:69682:10
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
24 DE AUlSTO DE 1857.
HavreBrigue franeez aParadibaD, N. O. Bieber
C, 1,960 cooros salgados.
ValparasoBarca ingleit ultoberl Jonesi:, Sauu-
ders Brotders C, 600 seceos assacar m.iseavado,
Antonio Alves Barbosa, 264 saceos atsaear mas-
cava, lo.
UenovaBriguo sardo oDainon, 1U-lo ,\ l.emos, 8511
saceos assacar branco, 30,000 onhasde bui.
MontevideoBrigue dinamarqaei aCerese, Hallar
A; i iiiveir.t. 175 barricas assacar braneo*.
Rio da PrataPatacho ingle/. Index,,. Isaae, Cuno
& C, 3.50 b -tricas sxsucar maresvado.
EXPORTAgAO".
Rio de Janeiro, patacho nacional Agonion, de
177 toneladas, eonduzio o seguinle : 77 barricas
ehourigas, 5 caixas pegas de rr.adapol.1o, 1,827 sac-
eos, 130 barricas e 1 barriquinha com 10,120 arro-
bas e 28 libras de assurar, 2,473 metos de sola,
2,170 palles de cabra, 100 mullios ditos dila, 28
cala velas de carnauba. 96 pipas cachaca, 2 caixn-
res doce de goiaba, 6 caixas rap, 4 pipas e 1 atce-
tela espirito.
RECEBKDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERBA.MBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 22. 111:675*197
Idem do dia 24....... 3829815
, 20:0589012
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 22.
dem do dia 24. .
51:9648343
2:9678515
54:9318898
PARA' 14 DE AGOSTO DE 1857
Imporlagao
Agurdenle de canna
foite .
Aniseta ........
Azeitoues......
Azeile doce ,
Alhos........
Arma lazarinas ,
hollandezss. .
Assurar .......
Btala.........
Bacolhaos ......
Banha...... ,
Bezerros.......
Chapeos de Chile. .
Cerveja........
Cevadinha ......
Comiudo.......
Cbotirigas......
Carne secca .....
Cera em velas. .
Cha hyson......
Chumbo de inunigao.
Cabo de linho .
Caf pilado......
" com casca. ,
Erva-doce.....,
Figos seceos.....
Folha de Flandres. .
Familia de Irigo. ,
Gei.ebra em.....
Licor........
Manleiga inglezi. .
franceza.
Pez........
Papal pardo .
Presunto......
Paio........
Pimenla da India .
Passas.......
Plvora inglesa .
amerira .
Oueijos llamengos .
S.l porluguez .
> do Marauhje. ,
Sola........
Spermaeela .
Slearina......
Sabao de Maranho
Cebla.......
Toucinhn.....,
Tachos de cobre .
Vtnho braneo ...
linio ....
" .
francaz. .
hespandol .
Vinagre ......
pipas
. garraf.
o
. ancorl.
. barril
. malunga
. urna
a
, arroba

, barrica
. libra
i doria
um
duzia
arroba
,

>
, libra
o
. quintal
, n
, arroba

, arroba
'
caia
. barrica
. garraf.
. botijas
. pipa
. duzia
. libra
. a
, barril
, resina
i erraba
, duzia
i libra
cana
i libra
a
um
, alqutire

meio
. libra
, libra
, o
, milheir.
arraba
. libia
bar de 5
a
pipa
128:000
9:u00
1:100
41:000
:100
4:000
4:800
6:000
2:000
18:000
400
35:000
6:500
5:(!03
7:003
12:000
13:000
7:500
1:300
1:600
22:000
5:800
6:000
10:000
22:000
2-5:000
5:000
: i < i
*!500
:500
14:000
:300
:600
1:400
2:000
4000
Algodao ......
Astocar bruto .
Arroz ds vapor. .
a em casca .
Borracha fina .
entrefina.
a grossa .
Cacao .......
Gravo .......
Caslanha......
Cumain......
Couros de Minas. .
-arcos .
verdes .
Familia d'agua .
Gomroa peixe. ,
Guaran......
Oleo da eupadiba .
Ptasaaba em rama .
Puxiry.......
Sala parrilba .
Urnc em massa. .
em grao. .
Tapioca
. barril
Esporlagao.
. arroba
alqaeira
ai roba
a
:80
30:000
12:000
:889
56:000
56:000
300:000
210:000
250:000
32:000
6:800
2:600
1:000
a
alqueire
libra
nm
libra

alqueire
libra
a
30 librea
arroba
libra
arroba
D
paueiio
alqueire
:800
:800
13:500
22:(KK)
5:000
PREGOS DOS METAEs'.
6:500
130:000
9:500
3:000
1:500
42:000
:I20
4:800
5:000
6:660
2:500
20:000
450
40:000
16:000
5:500
8:000
13:000
14:000
8:000
1:350
1:700
rooo
40:000
6:500
6:500
12:000
5:000
21.000
26:000
5:200
:160
I4o:000
5:000
:000
:70
6:550
1:000
15:000
3:000
:320
8:000
:650
:600
1:600
2:200
1:600
4:500
1:000
:700
.100
32:000
13:000
:900
70:000
65:000
340:000
250:(M)(J
280:000
35:000
7:000
3:000
2:100
1:900
15:000
13:000
9:000
7:800
5:500
5:000
:600
:280
:I60
.1:200
1:000
1:000
14:000
1:600
:600
30.000
7:0'J0
:000
6:800
OuroPegas. .
i Soberanos ......
o Moeda de 48.....
Ongas hespauholas. .
> mexicanas. .
agues de 20 pesos .
I'rataPalacas hespanh. .
" a mexicanas .
francezas 5 fi
16:000
8:500
9:000)
30:000
29:000
36:000
1:960
1:850
1:600
8:800
Nao til
N*e ha
Nao da
Nao de
CAMBIOS. ;^<""Jre,2l7 3| eHecluam o Lisboa 950gi
(Frange 335 a llamburgo.
AGIO v Acgoes do B. 130: Descont ds latirs 1 1|2 OfJ
(Diario do Commercio do Part.!
Navios entrado no da 23.
Assu14 das, hiata nacional aBelrerihei,, de 31
toneladas, mestre Izidoro Brrelo de Mello, equi-
paieaa o, carga sal ; a Pedro Borges de Siquer.
Perleoce e Pernami uco.
Barcellons41 das, biigue hespanhol Juloa, da
203 toneladas, capiao Fernando Torres, equipa-
gem 13, carga vtnho e mais gneros ; a Viuva
Amorim A Ftlhos. Perlence a B.rcelluus.
Nevio fjbido no mesmo dis.
CsmaragibeUiate nacional Sania Luzia, meslra
E'tevao Ribeiro, carg baealh.10 e mai genero.
Passageiro, (jregorio de Maredo Bello.
Navios entrados no da 24.
Mnranhso13 das, paldabote nacional Lindo Pa-
quete a de 20. toneladas, mostr Joe Pinlos No-
nes, equipagem II caiga irroz. ,jho, e mais
genero ; a Antonio de Almeida Gome, peitence
ao Maranho.
Para' e porlos inlermedios9 din e 7 horas, vapor
m r-.'" Perene, commandanle F. F. Borges.
I lidarielpnia35 di., barca smericaoa nKeindeeri,,
42b toneladas, capitao Simroon, rquipagrm 12,
rarga madeira e breo ; a Roslrun Roiker A C.
Perlence a Philadelphia.
Ierra Nova30 dia, barca ingleza Chsse, de 268
toneladas, capitao J. E. A. Jares, eqnipagem 13,
carga -2823 barricas eom baolhao ; a Jinnilcn Pa-
lor A; C. Perlence a Grenork.
Au'9 dia, hiale nacional oCepibaiibe de 35
tonelada, me-lr. Trajano Antones da Costa, rqui-
psgem j, carga sal ; a Lun Borges de S.qaeira.
O Illm. Sr. inspector da ihesouiaria
provincial, era cumprimento da ordem do
-

MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO TEBXA HKIKA *.. jjr. awimu uu

Exm. Sr. presidente da provincia de 7 do cor-. rante a junta da fazenda da m"sma thesou-
renle, manda fazer publico, que no dia 3 de | raria, se ha do arrematar a quem pnr meos
setembro prximo vindouro, perante a junta \ izer o costeio da lluminag~io publica da cj-
da lamida da mesma thesouraria, se ha de dade d6 Goiar.na, por lempo de 3 anuos, a
arrematar, a qaem por menos izer a obra contar do I.- de outubro do con ente anm
do empedramento da primeira parte do pri-
meiro tango da estrada do Pao d'Alho, ava-
llada em 38:06/0000 reis.
ff A arramatagSoser l'eita na forma da lei
^^ provincial u. 3*3 del 5 de maio de 1854, e
sol) as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozeretn a esta ar-
rematagSo comparegam na sala das sessOes
p da junta no dia cima declarado, pelo meio
dia competentemente habilitada.
E para constar so mandn allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da lln-souram provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. F. da Annunciagio.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1." As obras da primeiraparte do pnmei-
rti lanco do impedramento da estrada do Pao
0. d'Alho, far-se-bSo de conformidade coin o
orcamento approvado pela directora em
conselho e apresentado ao Exm. Sr. presi-
dente ja provincia na importnela de .
38:060/000 reis.
2." O arrematante dar principio as fi-
bras no prszo de doi mez e as concluir no
de 16 mezes, ambos contados na forma do
art. 3| da |ej provincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematado realisar-se-ha na forma do art.
39 da mesma lei.
4." O arrematante excedendo o prazo
marcado para a conclas3o das obras, paga-
r una multa de 100c rs, por rada mez', era-
bora Ihe seja concedida prorogagSo.
5. O arrematante durante a execugSo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." arrematante ser obrigado a em-
p'''n--r na execugo das obras pelo menos
metado do pessoal de gente livre.
7. tara ludo o mais que nao se achar
determinado as preseutes clausulas nem no
nrgamenlo, seguir-se-ha o que dispoo a res-
peito a lei provincial n. 286. Couforme.
O secretario, A. F. da ..nnuuciag.o.
Olllm. r. inspector uathesouraria pro-
vincal, em cumprimcnlo da ordem do Kxm.
Sr. presidente da provincia, de 7 do corren-
te, manda fazer publico, que no dia 20 do
mesmo "si novameute a praga para ser ar-
, rematado a quem por menos fizer a obra do
15- Unco da estrada do sul, avaliadaeni
15:6209000 reis, servido de base par8 a arre-
matado o nfterecimento de 1 por cento de
>'. ahaliinento feito por Jo9o lilppolyto de Meira
Lima.
A arrematagSo ser feila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as condiges especiaes abaixo copia-
das.
As pessoas que se propo>erem a esta ar-
la malagao comparecam na sala das sessoes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857. O secre-
tario. Antonio Ferreira da Aiiiiiinciago.
Clausulas especiaes para a arremaUgSo
1." As obras do 15. laen da estrada do
sul far-se-hSo de conformidade com o orga-
' ment, planta e pertis approvados pela di-
rectora em conselho, e apresenlados a ap-
provagao do Kxm. Sr. presidente da provin-
cia na importancia de 15:6209 rs.
1." O arrematante dar principio as o-
bra:. no prazo de um mez, e devera couclui-
las no de 18 mezes, ambos contados na for-
ma do art. 31 da lei n 286, dando transito
ao publico em toda a extensio dolando no
Un de 6 mezes.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematado realisar-se-ha em quatro presta*
goes iguaes cuja ultima seri paga na occa
siso da entrega deliniliva, easoulras cor-
respondern a cada tergu das obras.
4. O prago da responsabllidade ser de
um auno, durante o qual o arrematante ser
obrigado a manter a estrada em perfeto es-
tado de conservarlo reparando as ruinas to-
daa as vezes que exigir o cngenlieiro da es-
trada.
5." Para lulo oque nao se acha especi-
V licado as presentes clausulas nem no orna-
mento, seguir se-ha o que dispe a respeito
a lei provincial n.286.Conforme.O secre-
tario, A. F. da Annunciacao.
0 111 ni. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 10 do
/ crrente, manda fazer publico, que no dia
3 de setembro prximo vindouro, perante a
juula da fazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar a quem por menos fizer a
obra dos colicortos da ponte do Anjo sobre
o rio Serinhaom, avallados em 1:276 rs.
A arrematado sera feila na forma da^lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparegam ha sala das sessOss
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allisare publi-
car pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco II de agosto do 1857.O sec.ro-
t tario, A.F. da Annunciagio.
Clausulas especiaes para a arrematado.
t." Os colicortos da ponte do Anjo sobre
o rio SerinhSem sero fetos de conformi
dado com o orcamento apresentado a appro-
vaco do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 1:276* rs.
2." Estes concertos deverao principiar
no prazo de um mez eserSo concluidas no
do seis mezes, a contar da data da arreina-
tagao.
3 A importancia da arreraataguo ser
paga em urna s prestadlo, quando os con-
certos esliverem concluidos, que serSo re-
cebidos definitivamente.
4. = Para ludo o mais que nao esliver de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se'-ha o que determina a lei provincial u. 286
de 17 de maio de 1851. Confo me. se-
cretario, A. F. da AnnunciagSo
t O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumplimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 11 do crren-
le, manda fazer publico, que no dia 3 de se-
tembro prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraiia, se lia de
arrematar a quem por menos izer a obra do
empedramento do 23.- lanco da estrada da
Victoria, avaliada em 8:602? rs.
A arrematlo ser feila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, e sob
as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas quesj propozerem a esta arre-
inatagao comparecam na sala das sessOes da
mesma junta no da cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para consUr se mandou aixar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 12 de tgosto de 1857. O secre-
tario, Amonio Ferreira da Annuuciagao.
Clausulas especiaes pira a arrematagao.
i." As obras do empedramento do 23
lauco da estrada da Victoria, executar se-
hao de conprmidade com o orgamento ap-
provado pela directora em consoltio e apre-
sentado a approvagao do Exm. Sr. presiden-
te da provincia na importancia de 8:6023 rs
2. As obras principiarao 110 prazo de um
mez e linlariin no de um anuo, ambos co-
udos de conformidade com o art. 3t da lei
provincial n. 286.
3." O pagamento da Importancia da ar-
rcmataciio realisar-se-ha na forma do art.
39, da mesma lei provincial n. 286.
4. O arrematante excedendo o prazo pa-
ra a conclusSo das obras pagar urna mulla
de 100" rs. por cada um mez, einbora llie
seja concedida proroggfio.
5." Oarremalaote durante a esecugio
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6. 1 O arrematante ser obrigado a em-
pregar pelo menos melado do pessoal de
gente livre.
T.* Para ludo ornis quo nSo se adiar
determinado as presentes clausulas nom 110
orea ment, seguir-se-ha o que dispAe a res-
pello a lei provincial n. 286. Conforme.
(isecretario, Antonio Ferreira da Annun-
ciagSo.
aofimde setembro de 1860, avahado cana
a mpeSo em 180 rs. diarios.
As pessoas que so propozerem a esta ar-
rematado comparegam na sala das sessOes
da mesma junta, competentemente habilita-
das, quo ahi encontrarlo as condignos da
mesma arrematadlo.
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da llie.ouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto do 1857. O secre
tario, A. F. da AnnunciagSo.
O 7.- 2 arrolns de estanto cm verguinhas
a 790 reis.
Eavisa aos surraditos vendedores, que
devcrn recollicr os respectivos nbjectos, ao
arsenal de guana no dia 26 do corrente moz.
sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimonlo do arsenal de guerra
24 de agosto de 1857Hernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
A administrarlo geral dos estabeleci-
mentos de caridado manda fa/er publico,
que no dia 27 do corrente, pelas 10 horas da
manhiia, na sal i das suas sessOes, continu'a
a praga das casas ns 31 da ra da Moe la, 26
e 30 do becco da Lama, 5 e 39 da ra do S.
Francisco, e 8 da ra do AragaO
Administracilo geral dos eslabelecimentos
do cardade 20 de agosto de 1857 uescri-
v3o, Antonio Jos Comes do Correio.
Ilinibu gn e '1 pianos de mesa, propriin para Ipren-i
ditagam, ama porcia >le reloni* i!e oaro epral, 1
ele ele. quiiila-feira 27 do frrenle as 11 horas da '
maohl.
O aaenla Borja, de ordem do Exm. Sr. Dr.
juit especial do commercie, a reqiierimemo dos de-
positarios e proi-uradcire lieas da nasM fallida de
I). Can.Ii sea arma/.em na ra >(.. 1. ill. n, ni"), de 1,000
caitas rom libia da mellior qoalidade que (lUl no
mercado, sondo S0I1 eaixaa de amarello ecuro e 20(1
de amarello claro, pcilencente a upradila massa ; o
qoal sera' Vfii.lido em lotes a vonlade dos compra-
dorei. quinla-feira 27 do corrale ao meio-dia em
ponto.
ro
Vista
n.
Boa-
8
0 lllm. Sr. inspector da tbesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Exm Sr. presidente da provincia
de 11 de julho ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do corrente, ao meio dia, pe-
CORHEIO (ERAL.
As malas que tein 'le conduzir o vapor Pa-
ran para os portos do sul, principiam-sea
fechar boje as 2 1|2, e depois dessa al 3 ho-
ras da taide recebem-se correspondencias
com o porte duplo : os jornaes devenlo ser
entregues nesta administragSo as 11 horas1
do dia em ponto.
O lllm. Sr. capilao do porto ma.ida fater cons-
tar, para 01 lilis porvenlura coimeo-m-s, que a-
cnam-ae elliminados do servico de diversos ramos da
vida do mar, e assim da respectiva matricula, ns in-
dividuos de nomes declarados na relaeao junta, em
ennsaquencia de verifrar-se que inuilos iinham mu-
dado de prolija 1, e nutro* dentado de elTerlivamenle
empregarem-se no dito servido.
Manda fa/er constar RMria, lambem para os fin*
convenientes, que ha ordenado na conformidad* do
recutamenlo das capitanas a matricula de todos es
que no ensejo daqu*lla verdi'ago couheceu-se per-
lenceiem de maneira elfecliva aos referido* ramo* da
vida do mar, nao estando porm anda malricnladoi,
cujosmimes (los livres) aclHin-se mencionados na
r.la^So igualmente juuia.
Capitana do porlo de Pernamliuco. 21 de agoslo
de 1857. O secretario, Alelan ir Rodrigues dos
Anjos.
Relaeao dos individuos emprgados em diversos ra-
mos da vida do mar, que nesla data s<1o.ellimina-
diu da matricula por motivos valiosos, acontentan-
do eta providencia.
Carpinleiros.
Alaliba Francisco Alves, Antonio Soarea Itran-
d.lo, Aalomo Francisc<-, Boaveulura Jo* Candido,
ll.irih.-i:..tnen Jos da Cosa, Itenlo Marliniano de
Souia, Felu Manoel de Soma, Kelu C,on(alves da
Silva, Firmino Jos Q.iareme jnior, l'rancisco d
Salles Bezerra, Francisco de Paula e Silva, Filip-
pe do San Tiago dos Prazore*, (i*rvai<0 Jos; PortJ-
lio, Joo I.e.meio Ferreira, J.inqunn Soarea de llar-
ros, Joaqun, Solero dos Sanios, Jos Rvnepio de
Sanl'Aiina, Lu/. Jj* da 1'iiiiseca, Manuel Jote Ma-
rta Bareellos, Manoel Antonio da Silva, Paulino
Baplisla de Albuquerque, Podro Jn* J.iaqnim, Too-
me da Silva l.oureiro, Antonio llerculuio, Uenlu
Jos da Silva e Jos Amaucio da Silva.
Calafatea,
Antonio Joaquim Sim8es, Anselmo I/idro de Mel-
lo, tjuillierme Josc Ambrozio, Jos Fr*ncico Pi-
nheiro, Jos lltiiriques da Silva, Jlo Jos Marqurs
da Cruz, Jernimo SehaMiao He Alenca*lro, Jorz?
Nolasco do Saerameulo, J a. Francisco dos Sanios,
Joaquim Jos deSanrAnna, Joaqui-n Duarle de a-
zevedn, Laurindo Comes l.eile, Manoel d* Miranda
Souza, Manoet loaquin de Oliveira, Pedro Jos
do Itosario Cel e Trrluliano luliann da Paz.
Csnoeiros.
Antonio Francisco das Chaaas, Antonio da Cosa
'l unar.i. -. Fraucisco Luz Cnrdero, Francisco Co-
mea da Silva, Feliz Alvea do Na-cimenlo, Joaquim
do Soasa, Joaquim Pereira da Silva, Joo Vicente,
Jaemtho Jos Soarea, Mano*l Marianno Gemea.Theo-
doro de Olive.ra Dinii e Victorino Jote Antonio.
Trafico do porto.
Antonio Jos* da llocha, An Ir Avehno da Costa.
Anl.mi Franeisno dos Passns, Antonio Jos TtVirea,
Aletandrs Feliz de Jess, Antinin Joaquim de A-
rauj.i L'ma, B-nlo Jo* 1a Coala, Chclalovo Jo*
Mendcs, Celeriano de S u/.a Leal, l) .min;o. F.leu-
Iheiio Ferreira, Domingos los deAlmeida, Diogo
das Res, Diimingo* joaquim Feneira, FiPppe Bolli-
cio Pereira, Francisco Pas Brrelo, Francisco de
San Ti.io Barro* Pes ra, Proaeiwo Mmiel lie/ende, Francisco Jos'do
Ro*ario, Igoaeio Jos Ramo*. Jnflo Antonio Damin-
aues, Joaqui-n Jos' do Sanl'Anna lunior, Jos An-
tonio Albino Nobre, J ila Alves Monleiro, Jos An-
Innio Klias. Jos*1 Amonio Correa, Jos' Como* ih
Cosa, l.inz da Franea Birhoza, l/iz Jote' d.i Crur,
Manoel da Carvalho Coala, Manoel d* Almeida, Mi-
au*! ila K iza Luna. M*nol Joaquim de Sanl'Aoi,
Misuel Antonio da Costa, Miguel FreirTnleutino,
Manoel Joaquim doi Santos, Pedro Josa', lliem leo
bontl de Mello e Tlmmaz Manoel Ribeiro.
Peaeodorea.
Fra da Porten,
Joe' Franci*co Ferreira, Jos' Ferreira da Paz,
e .Manoel do iS'ascimenlo.
Caballea.
Manoel Vicente Ferreira.
Secretaria da Capitana do porto de Pernambuco,
em 21 de agoslo de I8">7. O secretario, Alezandre
Rodrigues dos Anjo*.
Il.'l i;.i 1 dos indivi luos emnregidos efleclivamenle
em diversos rain is da vi la di mar, que em con-
aequencia m m I.t .- m-ilricula-los na conformi-
rta-le do iJisposlo no regiitameulo d*s capilania* de
19 de m..io de l>i.
Carpinleiros.
Hermenegildo Vicente B irges, Jos' Pereira da
Coala, Jlo Cmaco dos Pasaos, JoSo Jos' Das dos
Santos, Jota' Jofio de Don, Jos'Joaquim, Manuel
Frederico Adolpho e Mantiel Joe' de Soaza.
Caladle*.
F'ilippe Lacas, Joo Carduzo ejiaqim Jos' i'.i-
bral.
tlanoeiros.
/Vs/aeio da ra .Vira.
Joaquim Jost' de Srnt'Anna, Ac'iille* Francisco
dos Sanio*, Joflo Cnni, Amonio Manoel, Manoel
Antonio. Manoel Achdles, Jo.lo Gaudencio, Fran-
cisco Pedro, Alejandre Francisco, 1 ourenc,o Comes,
Manoel Joaquim l'avao, Aulonii Vrissimo Soares
Manoel dos Sanios, Silvano Pereira da Sdta, e Mar-
celliun.
Trafico do porto.
Antonio Francisca) Ferreira, Adelo Jos' da
Silva, Amnelo Alves de Alirea, Firmnio Cmi-lancio
Leal, Jos' Lavrador, Joo Francisco do >aciinen-
lo, Jo.lo Meiidca da Fonseca, Matimiano Mar-
ques, Joaquim I'eieira Dia*, Manoel Pedro Pereira,
Manoel Francisco de Je*u* Priuea, Paulino Corre,
da Silva e Policiano Carneiro da Rocha.
Peona dores.
/sfariio de l'Ara de Porfis.
I'ranciaco .lo O', J.iSo da Silva. Jo3o Themoteo
Mauguinho, Joaquim Ferreira da Silva, Manuel Vi-
cente Delinque Dias e Manoel Eugenio dos l'ia-
zere*.
FMac.lo de San Jos'.
Ae^alinho l'ernan les de Peres, Antonio Corra da
Silva, Antonio Francisco Nrry, Francisco Dnalo-
eues da* Marcea, Francisco Antonio das Cliagal, Jo
se' Francisco So.ires J ilo Jos Dam icono, Joio Da-
niel do SaeramtnlO, Jos Joaqu-m Hilario da Silva,
Jos' Francisco das Cbagat, Julo Jos Nopocaueeno,
Jernimo Comea da A-inii, r.in. J.iaquim Jo*' de
Sanl'Ann, Leonardo Louren^o Beierra, Manuel
Loureiro, Manoel Damiao do Nascimrnlo, paulo
Soares, Cypnano Jos' do Palrocinio, Simplicio Bor-
len do Espirito Santo, Turitilo Francisco Civalean-
li e I ho i|,iii 1 da Silva Pont*.
l-'.-ta ;i 1 da Cbanita.
Antonio Sodro' dos Alija*. Amonio Joaquim de
Mello, Antonio Jos' da Silva CalMo Comes Vital,
Dnini-ians Sahedes dos Alijos, Fihp[io de S-m Tiogo
Hu.../a, Jos' Romualdo da Coala, Joaquim Hip-
eis/lo Nicolao, Jos' Pedro Boplial. Lourenjo Jos-
lino de Barcello*. Manoel do .Nascimeiiln Jal 10, Ma-
noel tioaealvea .lo Naadmeelo, Miguel das Anjoo,
Mathias Cirdo/o Brrelo, Manoel Sanano da Silva,
Severino Jos' do Sanios, Pedro R drianes da Con-
crco.
S*cretaria da capitana do porto de Pernamliuco,
em 21 de aaoslo de 1857. O secretario, Alejandre
Rodriguea dos Anjea,
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo, em cumpri-
mento do art. 22, do regula ment de 14 dn
dezembro do 1852, faz publico que foram -
ce i tas as proposlas de Jos Baplisla Biaga,
Luiz Leopoldo dos 6uimerS.ee Peixoto, Jos
Francisco Carneiro, GuimarSes & Oliveira,
Jos Francisco Lavra, Rol igii"s & Ribeiro,
e Lima & Martina, para romecerem :
O I.- 291 t'erragens de lati, com 5 pegas
cada urna, para centures, com as ledras
MI, a 15100 rs cada ferrage i.
O 2.- os me.limcutos para a botica do hos-
pital regimenlal, segn !> a relacSo ja an-
nunciada, na importancia de2i3?900rs.
O 3 60 sellins com todos os pertences,
para a c impanhia de cavallara a 76^000 rs.,
obrigando-se a entrega-Ios promplos at o
mz de novembro prximo vindouro.
o 4.- 1 livro para o registro geral das pra-
gas eedivas, aggregadas, ad lidas. e exclui-
das do 4 blalh3o di) arlilharia, por 1305.
contendo 400 folhas, e sendo a encadernagio
'0 capa de courn, 8 ditos para registro ge-
r1' '!as' P'agas effecMvas, aggregadas, cad-
di las das 8 companhias do mesmo baialhSo,
com o0 olnas. ten lo capa de couro a 22f r* ,
6li'ros com o folhas cala um, do papel
holl'n la pautado a 3grn para os armazens
do altnoxa'tfalo, | ,iji da 150 folhas com a
denominaciio de auxiliar >o livro mestre ge-
ral das pragas elTeclivas. riscado do accordo
com aquella mesmo livro, isto he para as
pragas de pret do 8.- baUlhfo por 805 rs., 1
ditopara langamento das notas das visitas
diarias do medico, com 50 folhas do papel
bolUnda pautado por 35 rs., lo garrafas do
tinta preta a 480 rs
0 5.' 100 covados de panno preto a 25100
O 6.* 10 enchadas caiga.las d'ago o 83H rs ,
10 pas de ferro a 15150 r 42 varas do uta
de retroz preto a 60 rs.
Gabinete Opleo
ATERRO DA ROA-VISTAN. 4.
O director .leste salflo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que tendo-se de re-
tirar desta provincia.offerece-lhes esta sema-
na urna agradavel exposicHo de vistas todas
novas.
i, ierra do Oriente.
I. Plano d provincia Ersan e Odessa etc.
etc.
2." S. M. NapoleSo III, a bordo do vapor
Imperial visitar a flota in;l-/.a en Calais
3.a A sanguinolenta balalba do Alma to-
mada por oulro ponto.
4.-1 a batalha de Chernaia, onde os Rus-
sos foram repellidos por seis mil homens das
tropas sardas.
5."_ atalia a incendio de Moscow por Na-
poleSo I, e os Russos.
t. A sanguinolento batalha dolokermnn
batendo-se a ferro fri, lomada por oulro
ponto.
7.a Ratalha das trincheiras franceza toma-
da por nutro ponto.
8i a Os Francezes fugindo da nao Caslella
a Vulha, estando prisioneiros cm fren 1-3 de
Cdiz, em 7 de abril do 1811.
9." palacio do Sulto, imperador da
Turqua.
ID... Vista do Marselha em Frange.
11. Igreja de Sania Mara e seus arrabal-
des em Pars
12.' II )lcl-.ln-ville de Pars.
13 Vista de Montevideo.
14. Vista d Cenova tomada de Saumon
5." Vista de Bayona, Fratigs.
It.a Vista do palacio real de Amsterdam
17." Jardim e palacio de Versalhes.
18." NapoleSo I, botando o oculo em fren-
te da Calilo iral de Milo.
O sallo estar aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada 500 res.
M i.'.-: .. ..-s)
Pwa o Milo
de Janeiro
Vndese boiu e barato,
lie chegado este estabelecimento, vindo
de Franga no navio l'arahha, urna porgito
de chocolate do todas ns qualidades e amei-
xas em latinhas de 3, 5 e 10 libras, conser-
vas alimenticias de peixns, em latas grandes,
linguados a 25500, salmonetes a 25700, sal-
monetes frito a 25300, cavallinha a 25800,
pcixe espala a 21200, lingtiigns de Lisboa
novas a 500 rs., presunto pan Hambre a 700
rs., dito de Lamego a 520, cha hysson com-
mum a 25200, dito lino a 25560, dito xim a
zia amigo,e por mwsqueeste amigo,lenh.i 115800, dito perola a 3*40O, macarrao a 320 e
escripto,instado e solltido pelo dito unc-i*80 talharim a 320 c480, aletria e 400 e 560
rs., eslreliinha a 600 rs., massa de tomates
a 720a libra, marrasquino tino, licores Anos
S5*1
Um tuiecionaiiopublicocomproruet-
teu ha (i anuos a urna pessoa dequem se d-
ciona.nopara cumplir com leu dever,tein
sido Indibiiado.caroado.e ate' menospreza-
Nao sendo pois possivel fazer ebegaro
:1o!
referido 1
em garrafas gran les e pequeas, latinhas
biscoitinhos linos inglczes, bolachinlia
imccionario ao cumplimento del soda, vinhos engarrafados de todas as qua-
* Kv-h&b .*. & i a______ It.ln.liStn i, liaa m >> h 11 T
seu dever por outros meios, vai-se tra-
zer ao ptiljfico este negocio, se elle O nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a pastar por honrado.
\ clima.
que seria
por prego
secue no dia :il dome/. Torrente, o brigoe IIER-
Cl LES : para o reto la earas, pa*sace ros e esera-
vo*a frete, triia-se cora Cselene Cyrieee da Osla
Morena, na ra da Cadeia do Recife n. 2.
'ara o io de aiN'jr
oretende seguir com milita brevi.lade a ve-
li'iiii sumaca nacional Concegao, lem prom-
. to metaJe de seu carregamento : para o
resto n esclavos a frete, para os quaes lera
escolenles commodos, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
velo, ra da Cruz n 1.
Pnr a a Dahii.
O veleiro e bern conhocido pitacho nacio-
nal Amazonas pretende sahir com milita
brevidade, por ter s bordo dous tergos de
seu orregamento prompto : trata-so com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azcvedo, ra da Cruz n. I.
Companliia I'ernamlnicana.
0 vapor Pcrsinuhga, commandante o se-
gundo lente Joaquim Alves Moreira, se-
gu viagem para os pjrtos do sul no da 27
do correte, as 6 horas da tarde; a carga
dever ser embarca la at o dia 26 as 5 ho-
ras tamhem da tarde, nao recebendo mais
alguma dep lis dessa hora.
Har o UearA, Maraiiltfto
e Para.
Salie nesles das por ter urna boa parle da carga
engajada, o veleiro patache a Anua u, capilao Do-
mingas Uenrique Mafra : a tratar coin T.s*j V
frasees.
.f carac
Segu at o dia 10 de setembro vindouro
o patacho E ros, trata-se com ocipitflo, ou nooscripto-
no de Manoel Cougalves da Silva na ra da
Cadeia do Uccifo
Para a Parahiba sabe no dia 27 do cor-
rente mez coin a carga qu liver, a barcaca
Concego de Mara, mestre Juviniano rran-
ci-co de Alliu juer.iuo : cquem no mesmo
quizer embarcar, despache pelo trapiche do
algodo.
it:|

LEILAO
exlraof
(Hem reserva al4?uiua).
A. Top, com deposito de objeclos do mar-
more e alabastro, no aterro da Koa-Vista n.
12, ten lo do retirar-s- brevemente pata a
Europa, fara leihio por interrongao do agen-
te Borja, doseguinte: um grande e luido
sorlimentode figuras diversas, representan-
do persooagens celebres antigs e modernas
dilterentcs vasos gotbicos e gregos para a-
dorno de sula e para jardius, 2 ricas mesas le
mosaico, historia natural pissaros, quadru-
pedos-, jarros, gerrafnhas, fructetras de va-
noa modelos, objeclos para cscriptorio, c
para eafeil s de mesa, e urna iiDinensidado
do outros muilos arligos de gusto e de luso,
que s podera ser aprecia los com a vist<,
segundo os catbalogos, qua scr5o distribui-
dos no da terga-feira 25, noaimazemdo
dito agento, na rna do Collcgio n. 15, eno
su^ra e ciliiloes labelecitnento, aon Je lera
lugar o leilao : quarta-feira 26 do corrente,
as 10 lioras da maoMa em ponto.
O agento Pestaa far leilao, por con-
ta de quem pertencar, de urna mobtlia de
Jacaranda,consislinJo em cadeiras, ditas de
braco, sola, mesa redonda, coosolos, urna
magDiQca cania de Jacaranda a l'ranceza, um
guarda-ruupa, diversas obras de jacaran la
para sala do juntar, inarquezas, cadeiras,
consolos, sotes, lenternas, candelabros, um
apparelho de louga azul para mesa, dito le
porcellana para cha, copos, calis, garrafas,
porta-lie iros, galhcleiro, caixa de xariio pa-
la ch", obras de prata como sejam salvas,
paliteiro, colheies, e tniiitos mais objectos,
i e irens de cozinba ; assim como um excel- enBO'n"-s8 com aceio o promptidao, o
i lente muUtinlio de 6 anuos, multo bonita li- ma"se '!.?m,.s,j!^u5r"8:
gura, e urna escrava de 30 annos, propria
para todo servigo, o que tudo se acha paten-
te a examo dos compradores : quarta-feira,
26 do corrcnlo, as 10 horas da manhSa, no
sobrad i do lllm Sr. commendador Maga-
lii.ies Bastos, na ra do Cadoa n. 25, pri-
me i ro andar de terrago que lica por cima da
lojadoSr. Flix, elfaiale.
O agente Borja em seu armagem, na ra do
j Collegio n. 15, f.ir.i leiUo de urna mnaensidade
objecloa de marcioeiria e outros muilos de dilferen-
tes qualidado*, eiisleales no dito armszem .para li-
Iqaldaels] bein cum de trea caitas de calungis de
I porcelaua e de madeiri, rtcenlemenle clicgtdas de
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteras manda
fazer publico, que estio expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
cusa da ra da Aurora n. das 9 horas
da manhaa a's 9 danoite,bilnetes,meios e
rpiaitos, da primeira.paite da primeira
lotera do convento deS. Francisco de
Olind.i, cujas rodas andain no dia 29 do
corrente. Thesouraria das loteras 22
de agosto de 1857.Jos 'anuario Alves
daMaia.
- Acha-se ausente desde o dia 1 do cor-
rente, ai escrava Tnereza, Congo de 4 an-
nos, baixa, um poueo reforjada, cabellos
brancos, tom os de los das milos encarangue-
jados e calomhos pelas costas, proveniente
de acolites de sen dores anteriores, an la es-
pigad*, tvou vestido cor de rosa com flores
amarcllas: quem apegar, leve-a a casa de
seu senhor o mejor Antonio da Silva Cuima-
raes, na rita Imperial n. 64, que ser gene-
rosamente recompensado.
O abaixo assiguado, sendo credor do
finado Antonio Baplisla Ribeiro de Faria, por
urna quanlia talvez superior 18:000-- rs ,
faz sciente a tolos os devedores do mesmo
finado, que Ufio paguem quanlia alguma a
sua mai e herdeira I). Hara Jos da Annun-
ciagao liaptista, ou a seu bastite procura-
dor : porquanto tu lo o que porvenlura po-
de pertencer a heranca daquclld fallecido,
talvez. n3o clieguu para o pagamento do a-
baixonssignado ; aquelles que de oulra sor-
te procedercm, licam exDostos a repetir n
o pagamento. Recife 24 de agosto de 1857
Jos Baptista Ribeiro de Faria.
--- O lir Aprigio Justiniano da Silva Gui-
marfies, lem seu escriplorin de advogado no
pateo do Collegio n. 37, primeiio andar, on-
de pode -ser procurado lodos os dias uteis
al 4 horas da larde ; resido na ra do Seve,
no largo em que se edifica acasadovm-
uasio.
O abaixo assignado pe le do rnuito pr-
licular favor ao Sr. Jos Correia Campello,
ou no caso de n1o existir, a alguma pessoa
de su lamilla de apparecer no aterro da
Boa-Vista n. 19, a negocio q'ie ao mesmo
porte nce.
Beato Jos Alves Vianna Jnior.
--- Precisa-se lugar urna escrava, que
saiba fazer o servigo do urna ctsa de pouca
familia, e tamhem alguma compra de ra :
a Iralar na ra Bella, sob'alo novo, prximo
a maro, primeiro andar.
-- Precisa-se de alguns amassadoros: na
padana do Clinra-Moiiino; paga-so bem,
sendo bous
Cal^a o fan cz
Jos Eusebio Alves da Silva, tem a honra
de avisar ao respeitavel publico, que tem li-
berto urna laja n. 1 a, na ruado Crespo,
junto ao arco de. Santo Antonio, onde desde
ja principiou a rece.e.r pelo ultitro navio
Irancezcalcado feito em Paris, e vender por
prego razosvel a vista da superior qualidade
da lazenda, que por ceno satisfar ao com-
prador.
--- .Na ra Velha n 64, lava-se e engom-
ma-se por prego commoJo, prestaudo*se fia-
dor se for exigido.
Quinta feira 27 do corrente, na sala
das audiencias do Kxm. Sr. Dr. juiz especial
do connnercio, lem de ser arrematado por
ser a ultima praga, o sitio d.i estrada do Joao
de Barros, avahado por 9003 rs por execu
gao da coinpanhia extinta, contra Francisco
de Paula Lopes Vianna,
-- Oesappareceu no dia 19 do correntea
preta crtoula de nome Januaria, dade 23 an-
uos, levan io toJa s ta roupa ; julga-se estar
acoutida em aiguma casa : quem a liver bo-
te-a para a ra, do contrario protes a-so
desde ja contra quem quer que a liver em
sua casa : quem a apprelvnder, leve-a a ra
da \urora n 28, qu-sera recompensado.
* Perdeu-se no theatro de .'.pollo, sab-
bado 21 do corrente, du.is puisciras de ouro,
sendo nina es-nalla la e oulra lisa : qu-m as
livor achado, e quizer restituir, dirija-se a
loja do Sr. Xisto, na roa do Crespo, que re-
cebera una recompensa.
Precisa-se de um criado pequeo para
tratar de um moco solteiro, e empregado
publie > : no paleo do Carmo n. 9, j rimeiro
andar.
Continu'a a estar fgido o cscravo cri-
oulo de nome Jofio, que se ausenlou rio dia
11 do corrente, como consta dos annuncios
feitos ncslo jornal ; e consta quo elle anda
mesmo nesla cida le va lian 1o : quem o pe-
gar leve-o a ra do Collegio u. 3. primeira
andar, que sera gratificado.
Veode-so una linda miilalinlia de ida-
de de 10 anuos : na Boa Vis a, ra do Rosa-
rio u. 51.
Romciras a 6j00O.
Vendem-sa romoiras de fil hunco o de
cores, ielo barato piego de 6S000 : na loja
de 4 portas da ra do uueimado n. 10.
Vende-se uma cusa lenca sita em F-
ra de Portas n. 10 ; a fallar na casa da ra
do Oriente com o -Sr. Gue tes Araujo, ou cot
Candido C. G. Ale >foi ado, ra do imorim
" CAPITHS dd campo
LEhTA.
Ausentou-se de casa de seu senhor o cs-
cravo Manoel, crioulo, de i lade de 30 e tan-
tos anuos, pouco mais ou menos, cum os
signaos seguintes : h-tixo, grosso, pernas
um lar to arqueadas, tem falla de 2 denles
no queixo superior, uma cicatriz em cima
de um olho, as miTos bastante calejadas por
ser pedreiro, falla bastante atrnpalhado, he
quebrado de ambas as venillas, cosluma ir
para Olinda, aon !c tem sido capturado mais
vezes, e cosluma tambe n embnr gar-se : ro-
ga-sn a todas as autoridades e capiles de
campo a apprehensao do dito escravo, e le-
va-lo ao paleo da Santa Cruz n. 6, pa lana,
quo serao bem recompensados
ACEIO E PROMPHDiG.
Na ra das Cinco Ponas n. 136,
lidades e muilos outros gneros
impossivel annuucia-los, tudo
cornmodo, para acabar.
No dia 21 do corrente, as 7 horas da
manl'aa, um mogo alugou u-n cavallo com
o protesto de sedemoiar 2 horas, e at o
presente nao he apparecido; os signaes do
cavello sao os seguintes : pequeo, poucas
carnes, cor atnsilo, os 4 ps arregagados,
frente bem abert-, foi ene nitrado no mesmo
dia na estrada de Tigipi : recotnpensa-se a
quem descohrir o cavallo ou conductor, na
ra do Aon lego n. 3!.
Vendom-se 2 vestidos de filo tranco,
onfeitados, coin 2 vesti Jos de baixo. de se-
tim branco, proprios para assistir a csa-
melo, a baile ou baptisado, por prego mili-
to em conta : na ruado Crespo, loja n. 19.
Vende-se urna escrava c.ioula, de 19
annos de ida le, com boa figura e sadia, sabe
lavar, engnmmat, o tem principios de cozi-
nha : na ra da San lade, primeira casi de
sodio do lado do sul.
N
CARNE DO
CEARA
Ceara' a
de Luiz
Vende-se superior carne do
.SOD a irroba: no ai tnazein
Annes, defronte da alfandefja.
Vendein-80 5 casas efjn
Fora de Portas : a tratar
na na dus Guararapes
n. 20.
Vende-se tim molwiue de idadr- 18
annos, de bonita figura : a entender-se
com Joo Jos de Carvalho Moraes Junior,
na roa do Queimadon. I loja de ferra-
g'ns
.
f um (l s A^uas-*Verdes
ii M\,
vendem-se 8 cscravos cnoulos, pegas, de 13
a 22 annos de idade, 1 molequo de idade 18
annos, bom alfaiatc e bolieiro. 2 escravoS
para todo o servigo e 1 negro de meia idades
a
lava-se e
to-
das
lo o servigo e 1 negro de meia
I\Ta loja
O Dr. Pedro Antonio Cesar pie-
@ valece-seda iinprensa para despe- @
5 dir-se dos jcus amigos da cidade
$5! deGoiaiinas, ollerecendo-llie o seu @
8$ diminuto prestirao na capital da m
@ Babia, para onde s ; dirige, e asse-
/H guraudo-llies a sua cordial estima $j!
^ e eterna gralidao. 0
-3^:isOCv39-4&3-3S^:3^
Jos senrn Umbrlino Ma\iiino de Carvalho, em 11111 an-
niini-ui publicado nn lAbnrol de 22 do correte, con-
ira ell" prute-ta l, em ronatquencia de lar ido DSI>
sequillo pnr vullos nisfargadoa, depoia que Ihe foi
liropoala a ai-^ao de prodigalidaie, tem a reapoiider-
Ihe, que a fawe coinn aquellei que, por milito me-
n do que tein pralicado elle Umbelinn,recurren) aa
viaa de fado, iiii asara de cerlo como uanu dos
meiot leBne, diri^iinlo-ie aoa Iribuuae, atim de fa-
zer re-sar u eabaiijiincnlo de ieu< bem, evitando as-
sim que sua familia fique rednr.ida a uma completa
miawia ; sendo que edeeacl dalle respndeme,
sua conducta e lodos os seus prece.lentes repeltem a
suspeita, que elle L'mbelino ralculadamenle formou
para alirmn lim ; adiniramlo que elle eslendesse a
Lotera da pro-
vincia,
Quai ta parte da segunda lotera do hos-
pital Pedro II.
Continan, a obter premios grandes
os felizes billictes rubricados pelo abaixo
assignado. como se ve nos seguintes n-
meros vendidos na lotera a cima men-
cionada.
.->:0<>0s
2:000<
1:000jj
VOOJ
200/j
OO.S
100^
lOO.f
100.-
100f
40f
V0.V
iOJ
M$
\0$
Num. 2783
122
ilb
2697
Uti
3420
2800
207 V
2087
1I2I
5*0*
*I0
142
3*3*
0820"
i*, quartos,
1 meio.
Sqoartos.
billiete.
1 ineio.
1 dito.
2 nuartos.
bilbete.
dito.
1 meio.
1 meio.
2 (|uartos.
I meio.
1 dito.
1 dito-
A garanta dos 8 0|fj he paga apenas
sabir a lista {-eral noescriptorio de
P.J. Layme.
O abaixo assignado, morador no en-
gento S. Pedro, freguezia de Pao d'Alho,
previne pelo presente a todas es autoridades
policiaes e ecclesiasticas, nao s da comarca
de Pao d'Alho como das de mais da provin-
cia, que tendo-se evadido de casa o seu filho
menor Ignacio Correia de Mello, do 18 annos,
alio, imberbe, seccq do corpo, cor alva, ca-
bellos crespos, odos pretos, ps grandes,
com o m de casar contra a vonlade do au-
nuncianle e todas as conveniencias sucres,
com Archangela de tal, lilha natural de l.ou-
renga de tal, moradoras noengenbollanhen-
ga da supradita freguezia, e ten lo o annun
ctante, pelo iuizo ecclesiastico, impedido
!' nit,ui aun fliiniiiniiiio miid ciid epi3"-';3-*o < j* 1 1
suaonensa a' pr.,pria pnbcia. visto como, a' despei- es9H disparatado consorcio, reclama a nter-

i-;ii!
seis ponas
trente do LivrameDto
15600
Cortes de casemira a cinco patacas, cassas
'raneases a 80 rs. o covado, meias cruas pa-
ra homem a 15100 a duza, e par a 120 : es-
tas fazendas te n algum defeit, o venlem-
se por estes progos pare acabar.
Compra-sn un sel lim em meio uso, e
iitn ou dous cscravos para engenho ; no ar-
rnazetn de mi leiras n. 25 na ra do Sol, de-
tronte do porto das canoas da ra ^va.
(.ompram-se patacos brasileiros e
hespanhops a 23020 e a 2?030, cm porcOefl
grandes : na >ua da i'aiea do liecife n 51.
Precisa-so de 2.000.5000 a jaros a um
por cenlo, lando-se por garanta um predio
a bypotlieca : quein Ihe convicr annuncie
por este jornal.
Dr-sapparecen ha 4 para 5 semanas a
parda acaboclada de nome Thereza, do ida-
de de 26 annos, pouco mais ou monos, esta-
tura baixa, cheia do corpo, falla descansada,
levou vestido corda rosa, e varias pegas de
roupa em urna trouxa, e iutiluU-se forra :
quem a pegar leve a ra do Sebo 11 17, que
receber 0*000.
Precisa-so de um menino para caixei-
ro, prefere-se port-iguez: no deposito da
ra de S Francisco 11. 6.
i\o dia 22, polas 7 horss da noile sabio
da ra do Cntovello para o aterro da Boa-
Vista, o preto escravo, de Francisco Carnei-
ro Machado llios, do nome Benedicto, mu lo
mas ouve, sera barba, baixo, grosso do cor-
po, fula, cara o ps gran les, andar corcva-
lo, calo na cabega, ve.lido de caiga e cami-
sa, o qual nSo tendo costme de sabir a 1 ua
sen ser acompaohado, jnlga-se ler-se perdi-
do : roga-se a pe.ssoa que delle souher ou o
tenha, que levo-o a ra do Cotovello, casa
n. 5.
Pelnjuio de orpliaos du lermo de Oilndl, se lia
de arremaiar pnr venda em a larde do dia 20 dorar-
le, pir ser a ultime, na roa do Senhor do Bom Kirn
em a caa un frente do B un Fim, os beni se;uiule>,
por quem mais der sobre u avalinrla :
l'in e.rravo crioulo oOicial de sipaleiro por S0O>.
lima escrava crioula com defeilo em um olho, por
iOOMOOO.
1. ni cor l.lo fiiu de ouro com um Union Espirito
Santo, por IjdO.
L'ma un .."ni de .Nossa Senhora das Dores, enm
cora de miro, eslimada por 129000.
Una Imagen) do Heoioe Deas, com manea da vi-
dro e cori de ouro, eximada por l.j>00t).
Lma imaj^em da Senbora Santa Anua, com res-
plendur de oaro, estimada por 12301)0.
Dous aunis de ouro, senJo um com pedra or
15000.
Dous parea de brincos com diminuto peso, de ouro
por laooo,
Alguns objectos de ouro quebrados com peso de 3
eilave emela, sendo o ouro baiio, por ilSJO.
Nove cadeiras atadas, com assento de palhi, or
I89OOO.
Duai cadeirai de encost por!1250OO.
Duas bancas usadas por IO5OOO.
I'ioa ciniimoda usada per 2">C.
Doaa camas de armar,!.!, sendo urna deangico usa-
da, por W5 e a oulra ne condor. por 69.
I ni sof com asscnlo de palha em ni.10 estado por
2118000.
l'ma mesa redonda de meio de sala por (5.
l'ma mesa peipicna c un um tocador, por l,>iit0.
lu liahu grande por (ij.
Trea quadr.'S eom e-tampa par 11500.
L'm par de mingas .le vi.lio por l^OO.
Quem liver penhores cm poder do
abaixo assignado venha resgatar no pra/o
de 15 dias, a contarda data desto annuncio,
no lim do qual passarei a vendt-los para
pagamento do meu principal e juros.
Jos Fernandes Pereira Villa Rica.
Compram-se botijas vasias a 80 rs. cada
uma na rui da Senzala Velha n. 110.
- Ignacio Pinto dos Santos Sazes pelo
, escote protesta haver de quem quer que
conseiva occullo o seu escravo crioulo, de
nome Jo3o, com idade de 17 annos, nao s o
escravo como os dias de servigo, o tentar as
aeges que a loi faculta.
Couiihiuliia
DA
ESTRADA DE FERRO
lo Recife S.
i%rancisco
LIMITADO.
.-*.:-1-.* -
re.
O abaixo asonado \az s,ibpr ao Srs. apcioni-.la
d^sla cotnpanliia, qu" pudeni receber no respectivo
e*crip!or;o joros de 7 poff renlo ao annn, relalivo
ao terciro -ni.iri" Cuido em (I de jullio Dllimo,
Mbre as quanlia-; recolhida por cuola de sua* res-
pert'Tas cee; devendi> es*e pat;amrii(o ser feilo
a <* mesmos Sr. leoioolflM ou aos seus procuradores
Ori|>eriae>.
Por ordem dos directores. James Templeon
h'uod, superintendente.
:0 *S&
L'ilAanii.'i C t v >.>.. .
'S
Q
fercmiode tres
por cento
Ooem liver dinlieiro de S e 10 lustOoa de
; prala, e qnier Irocar com o premio aoim.
*' dinja-ie a ra do Queimido n. 19, que
". icliarA com quem tratar.

or
O dentista es-
ngeiro
(|uo tira denles sem dr e com a rapidez
doraio, em qualquer posic^o, a'mda mes-
mo a cavallo, previne ao respeitavel pu-
blico, que tem de retiitr-se para o Kio
de Janeiro no provimo vapor, visto citar
convidado para c\eicer uaquella corte sua
prolissao ; |)ortanto as pessoas que se
qui/.erem servil de sen prestimo, dirijam-
se a casa de pasto do hecco do Abreu, no
bairro do Recife n. 1, que o acharao.
Precisa-se da quanlia de 5003 a 1:000/
rs., dando-se pjr garanta um ou dous es-
cravosde valor: quem quizer annuncie.
lo della, lni sido elle pereauido segundo disse em
sen annuncio.
O respon.l'nle protesta nao vallar a' imprenia pa-
ra refutar as asserees, com que sse homem o pre-
lendea molestar, sendn que no juin, onde trata da
ana pro liualidade, deduzra' o que liir a bem de sua
lilha e netos, mull t e dlhns de Jos de Amorim Lima.
Vende-se um carro de quatro !
'.'} lod.s, com (|iiatro assentos, em @
*S mullo bom estado e milito manci-
Wi '"O, pintado e torrado do novo,
^ Jiialmente dous carros de quatro ;];
<$ rodas pira en negar la/.endas da i^
fe allaudega, tudo por proco com- ^
^ modo : na ra Xova n. 61* ')
IDDARGA DO ESTABELEGI-
MENTO DE PHIC-S DE
J. VIGSES.
J. Vignes mudou seu estabeleciment de
pianos da rua larga do Itosario para a ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 25, junto da
llelagao.
Loja n 10.
Acha-so um bello soriimento de cortes de
vestidos de so la de coresrom babados ave-
ludados, clisados pelo ultimo vapor, chales
de t mqui n de cores bordados, do superior
qualidade, assim c imo ricos chapeos de pa
Iba e de se la, da aba larga, enleiledis, tou-
cados pa-a senhora o mais mu lomo que (le-
ve haver, organdys, cassas e mussulinas
f.-ancezas, orles de collctcs de vellu lo, o
nutras muilas fazen las do gosto, quo para
annuncia-las si torna extenso.
Venie-se um lindo inulatinho de 13
annos, bon para officia, ou pagem : na rua
da l'raia, primeiro anlarn.43
Venda-se a taberna sita na rua Direits
n. 27, eom poucos fundos, a contento dos
compradores, prosria para quem quizer
principiar, o o-t bem atreguezada, Unto
para a trra como para o malo : quem a pre
tender, dirija se a inesina, que se Taz to o o
negocio ; e na mesma tem para vender dous
mastros e duas trancas propias para barca-
ga gran le.
Respondo ao Sr Jo3o Alhanasio Bote-
Iho, a peigunla que me fez pelo lliario de
Pernambuco do. 21 e 22 do correle, que he
verdad..' ter eu dilo ao Sr. l.ispcclor que
Vrr.-r-, era mcu inimigo o do Sr inspector:
meu, ha muitn que Vmc. o he, gratuitamen-
te do Sr. inspector, por.ioe o lenho ouvido
lizer a muita gente ; a razio Vmc melbor o
saber Jos T. de ('.. (juaresma.
--- Piecisa-se de uma ama forra ou capti-
va para fazer ti serrico diario de uma casa
de pouca familia : no paleo do Carmo n. 9,
priniciro andar.
Lotera
DA
provincia.
AO 5:000|, 2:(00j' E 1 :000s.
Noescriptorio do ili.iixo ssi(i?a.1'o,vi'ii-
de-se billiets,meios e puntos em quantia
de lOll.s' para cima adinheiroa vista pelos
seguintes precos:
Blhetes 5/1300 recebe r>:000000
Meios 2JJ750 2:500s000
Quartos l*'7 << l:250/J000
P. Lym:
Anenda-se o engenlio denominado
Cooceicao, na povoarao de Belxuibc.ipier
como engenlio, quer como sitio, tein to-
da M proporefies para plantaro, o rio
junto a casa de vi venda, que lie boa, tem
varios arvoredos de ir netos, a vista do ar-
rendatario se expora' o mais : quem o
pretender dirija-te ao proprictano abai-
xo assignado na prefija da Uoa-Vista n.
28..Manoel Elias de Moura. Recife 42
de agosto re 1807.
Precisa-se de um rspaz para caixeiro
dearmazem, que saiba escrever o contar
bem, o q al dando fiador a sua conducta,
encontrar com quem tratar, na rua de A-
polln n 2.
Precisa se alugar annualtnenle 4es-
cravoa para Irabalbar nn um armazem de
assucar ; paga-se bem : a tratar na ruado
Vigario n. II,
Precisa-se alugar uma preta escrava
para una casa de pouca familia, que cozi-
nhe e fuga s compras de rua : a fallar na
rua do Arego n. 1, primeiro andar.
Desappareceu no dia 18 do corrente o
preto Bonediclo, do nagao Angola, idade de
30 annos, pouco mais ou menos, cor bastan-
te prsta. estatura regular, olhos um tanto
vermelhos, beigos grossos, barba rapada,
traz higo Id, levou canftsa de algo ISoziuho,
calgi de aculo por cima da caiga, uma cor-
reia com flvele, barrete na cabega, oflicio de
catreiro, foi do fallecido Antonio Fereira
Lopes e hoja de viuva : quem o apprehen 1er
leve-o ao piteo de S Pedro n 6, s'gundo
anda-, quesera bem gratificado.
Os abaixo assignado fazem scientn ao
respeitavc.l corpo do connnercio, que ven-
deram a sua taberna, sita na rua da Trem.-e
n. I, ejulgam nada dever perlencentea dita
taberna, porm se alguem se julgar seu cre-
dor, aprsenlo suas contas no prazo de oito
dias, a contar da data dr-ste, lindos os quaes
nilo sealmittc reclaniagao alguma. liecife
22 d. agoslo de 1857.
Miguel Josc da Costa .V Irmo.
Antonio Jos llodngues de Souza, em
sua viagem a Ku opa, deixou como seus bas-
tantes procuradores, seu irniilo Luiz Jos
liodrigues de souza, Antonio dos sautos
Vieira, eseu irmo Jo5o liaptista Kodrigues
de Souza ; e nao tenJo lempo para so des-
pedir do todas as pessoas de sua aniizade,
pede-Ibes desculpa por esta falla involun-
taria.
veogio das autoridades policiaes, alim de
que caplurem csse seu Olho desvairado, e o
fagam recolher em lugar seguro, avisando o
annunci.nte para Ihe dar o conveniente des-
tino, e evitar dest'arte o abysmo em que in-
fclizmcnle elle procura despenhar-se. Re-
cife 22 de agoslo de 1857.
Jos Ignacio Correia de Mello.
Lotera
DA
Provincia.
AOS 5:0003 2:000 e 1.0008
O abako assignado garante os bilhetes da
loteras da provincia, respoosabilisaoilo-se a
pagar os premios maiorns som o descont de
8 por cento da lei, cujos bilhetes vSo com a
seguinte rubrica silva Guimaraes & C e
tem exposto a venda na sua loja no atorro da
Boa-Vista n. 56 A, os bilhetes da primeira
parle da primeira loteria do convento de S-
l'iancisco de Olinda, a qual corre no dia 29
do corrente:
Bilhetes 6S00O recebe 5:000
Meios 35000 2:500a
Quartos 19500 1:250
Na mesma loja cima, vendem-se a dinhoi-
a vista, da quanlia de 100/rs. para cima.
pelos pregos :
Bilbete 59500 recebo 5:0009
Meios 29750 2:5009
Qufrtos 19375 1:250
Jos Joaquim da Silva Guimaraes & C.
Na rua do Brum n. 22, terfieiro andar,
precisa-so de uma ama parda ou crioals, pa-
ra lavar em casa roupa de meninosoengom-
mar : paga-se bem, agradando, por uma
preoisio.
Quem precisar de nm exeellenle ad-
ministrador para engenbo. dirija-se a rua
tas Cinco Ponas n. *3, que encontrar uma
pessoa com todas as habilitagOes precisas
para bem desempenhar este emprego, e da-
r dador a sua conducta.
Na typographia da rua da Praia n. 43,
deseja-sc fallar aos Srs. JoSo Francisco da
Lapa, Manoel Pereira BrandSo e padre For-
tunato liavid Amador de Oliveira, este mo-
rador na praia do Jang, e aquelles na cida-
de de Olinda.
Na rua do Trapiche n. 17, escriptono,
precisa-se de um criado.
Tendo de ser arrematadas no dia 25 do
corrente mez, depois de linda a audiencia
doSr. Dr. juiz municipal da primeira vare,
duati moradas de casas terreas, sitas nobair-
ro do li'-cii'.!, sendo umi na rua da Guia n.
*, com 20 palmos de frente o 60 Je fundo.
solSo de baiso d" cubera, cozinha fra.
quintal murado, avaliada por 1:4009, e a ou-
tra na rua da Senzala Velna n. 15, com 24
palmos do frente e 36 de fundo, com um te
llieiro que servo de cozinha, avaliada por
l:000000, cujas casas perienciam ao finado
Jos Joaquim da Cunta, e vilo prega a re-
querimenio do ioventanante e teslamentci-
ro do dito Pinedo Joilo Tetares Cordeiro.
Asseio e promptidao.
Na rua das Ciuco Ponas, casa n. 136, en -
gomms-se com muiti promptidao e aceio, e
tomau-sealgumss freguezias.
O
O
ri
m
m
GRANDE ARMAZEM DE
ROUPA FE1TA.
Rua Nova u. 49, jun-
to a igr<;/a da Cou- #
coicao dos Militares. SJ
N'este armazem encontrara' o g
@ PUu,'c un grande sortitnento de ^
f roupas lertas, como sejam casa- ^g
^ cas, sobrecasacas, palitos de pan-
;:j no lino preto e de cores, ditos de S$
;.j3 casemira de cores, ditos de bom- ^6;
3 b.i/.iui, merino, princeza, afpaca, S
|3 brim de lindo branco e de cores, &t
r-. jang e riscadinlios, calcas de ca-
^ sc|niia preta e de cores, de meri- j(
5$ no, princeza, brim de linhobran-
^ co ede cores, ganga eluslo, col-
ag le"tes de velludo, guignriio, case-
.<& mu a bordada e lisa, seliro borda-
ba do, mae.to, merino e fusto, gra-
^ vatas e luvas de todas as qualida-
.^ des, cliapeos pretos para homens,
ditos decastoi branco com pello e
-
u
o
B
O
eou-

rapado, camisas franceza*.
tros mu i tos objectos que agradara' !
aos reguezes, tanto na qualidade S
da lazenda e bem acabado das *
obras, como nacomrnodidade dos
precos.

mM
1
itfo.
SAFUNDigAO 1>E FERRO DO ENGE
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. A
RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos do mecanismos proprios
p m.i.-lulas la mais moderna conslrucg3o ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superioi
qualidade e de lodos os lmannos ; rodas
dentadas para agua ou animucs, de todss es
proporgOes; crivos e bocea de Tomaina e
registros de boeiro, aguilhOes, bronzes, pa-
rafuso e cavilhOes, moinhos de mandioca,
etc. e c.
NA MESMA FUN'igAO,
se executam todas as encomtnendas com a
superioridado ja conhecida com a devida
presteza e eunmodidade em prego.
Compra-se elecli va mente bronze, la-
tSo e cobre velho : no deposito da fundigSo
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fuidigao, em Sanie
Amaro.
.
MUTILADO
.. \

ILEGIVEL



".UIIW
uu riinnAoiDLiuu ir.i\c,.v rtin.x z. ut AbUSlO LK 1857.
CHSOLTOfilO HIisOPATHICG
1)0
a,__ ____^
.9"^.?- af*i^r?f^rAma'_^r5^dYs^^ic^"^r^n^em tintura;
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodo*
HKEgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. ,
Hita de 24
Dita de 36
Dita de *8
Dita de 60 i
Tubos avulsos a
Frascos de tinturrademeia ooga.
i)

10/000
153000
209000
258000
in.-OOO
15000
29000
Manual de medicina homeopatbica de Dr. Jahr Com n a:
.1 conario dos termos de medicina :.. a"
Medicina domestica do Dr. Henry .... ." *
1 l*nl)l malln At\ phAlnra mArhuc *
Tratamento do cbolera morbus
lteyertorio do 1>. Mello Moraes
* PKDRAS PRECIOSAS-
. <*S
* Aderecos de brilhantss, J;
;-S diamantes e peroles, pal- *
S eiras, alfinetes, brinco jj|
3 i mielas, liuloes e aunis &
i de diflerentta goslos e de *
* diversas pedias de valor. **
Compram, vendern ou *
:* (rocam prala. ooro, bri- j|
| Ihai.tes.dianiaDlese pero-
'* las, n oulras quaesquer $>.
'* jolas de ralor, a dii.iie.ro j
B ou por obras.
20900*
10/000
2/000
6/OCO
I8EIB1 l NilTB.
W l IIRITli
Rua do Gabaga' n. 7.
Receben, por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franja como
OURO E PRATA. |
3 Adrenos completo de f|
% ooro, meios ditos, pulsei- *
** rts, alfinete*. btincoi e
S roalas, conloes, Iraneel- p
$ lin, medalhas, rorreles %
* e enfeiles para relogio, e &
-2 onirof mallos objectos de -
ijj ouro.
jgj Aparelbos completos de j
as prala para cha, bandejas, *
salvas, cast.c.aes, colheres ji
* de sopa e de cha, e mu- S
S los ootroi objeclos de S
i prata. R
BtffWlllfflMWBggaBMBBBaggBiB
de Lisboa, as quaes venden* por
pre$o commodo como eostumam.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ah tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de esclavos, cujos senhores
residaro lora da praca, ou *que uSo os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servidos
mdicos, que serSo desempenhadus com o
maior zelo, dirtja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas oper-
Ces

|^S*v:-:;-v;;:h:;h3;;;
r rancisco de Paula Bap- @
t'3
Rio-Formoso. S
O Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mene-
xas, medico pela 1-cuidad da Baha, lem @
rindo sua residencia na eidade do Rio-For- f-,
maso, e de uoyo eflerece seus servidos a to- Jp
das ai pessoas que o honraren! com sua con- 5?

SEGURO CONTRA FOSJO.
Companhia Alliance.
Eslabelecida cm Londres, em marco da 1324.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
(oraiar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a queai mais convier qua estri plenamente au-
torisados pela din companhia para ffecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tal ha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesicos edificios quer consista era mobilia ou
em fazendas da qualquer qualidade,
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
URBTA FRiNCEZ.
Paulo Galguos dentista, ra Nova n. 41 : *&?
W? na inesma casa (em agua e pos deiitrilice. &
S'Svi:-:-.: ..;-S&
Tasso Irruios.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas de trigo Riehmond chegadas ao mer-
cado, sao vendidas cm seus armazetis, pelos
seguintes precos :
Galega 265000 por barrica,
liaxall 259500 idem.
O Dance 249000 idem.
Columbia 239000 idem.
Alejn destas tea larinhas novas de Tries-
te .las marcas SSSF. Fontana c primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de l'hiladeipbla, No-
va Orleanse lia It i more.
-Na fundirlo da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo decoberta.
--- l'recisa-se deum cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Mendes da Cunba. Paga-se
betn agradando o servico.
AO publico.
O abaixo assigoado faz sclonte ao respei-
lavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
roentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
lOeH, ondeencontrarSo um vanado e lin-
doisorlioienlo de fazendase todas as qua-
lidades, as quaes vende por preco muito
commolo; sendo gerente do estabeleci-
mento o. i 0 o Sr. Marcelino Jernimo de
A;^evelJ', 1. C. Malveira.
He chegado a loja de locme, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
do rosas brancas, para refrescar a pelie, tirar
MODOS, sardas, e espinos, igualmente o a-
fnmado oleo bubosa para limpar e fazer
creieer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoejss e
aspenddesda peile, conserva a frescura e
0 avelludado da primavera da vida.
ioubi) de madeira.
Tendg-se conduzido para a praia da
Cadeia, pordetraz da caa (jueloi da po-
licia, cinco travs de 40 palmos, com 8
e meia polegadas em qutufro, no sabba-
do 1 do corrente, as (juaes licaram amar-
radas, e na sejjunda-1'eira acliaram-se de]
menos duas: roga-se a (juera dellas sou-
ber, quira dar noticia na obra da ra
das Cnues, ou na livraria ns. C e 8 da
piara da Independencia, lilicado.
Domingos Alves Matlieus saca sobre
a |)ra<;a da Porto.
--- O advogado Leopoldno *ntonio da
1 otiseca, residente em Macei, offerece seus
. servicos as pes-oas que delles (se quizerem
utilisar naquella eidade.
Afftiiija^.
Aluga-se ou ven ie-se um sitio em Sanl'An-
na to Xavier, com grande casa de morad,
estribara para 4 ou mais cavados, cocheira
grande, quartos para pretos, e capim para 2
civallos lo lo o annq,; quem t> pretender,
de urna ou oulra maneira, queira dirigir-se
a ra da Cadeia do Itecife n 20, a tratar
com baiz de Moraes Gon.es Pcrreira.
A> l! leite.
Domn;;os Monteiro Peixoto ropa as
pessoas de sita ami/adt- e a todas aquellas
<|ue sabetn o que fio ura racem-nascido
semleite, de llie inculcarem algumi ama
de leite sena fillio : na rtta do Collegion.
8, segundo andar.
do
' Dr. JuaoJose D>ma>!0 medico, ce
procurado para o ejercicio de sua |
i-.r -', i .i ni.i ,1 Ain.lid n. <|.
na ra larga do Itnsano, no secunde
rod ser
profis-
procurado para o eiercicio de sua
sSo^nayiia de Apollo n. 9.
.-irilllilo
andar do sobrado .la esquina do becco do
Peixe Frito, n. 9, d-se altnoco, jamar e
coi i, pi>r preco mais commodo do que em
outra qnalqoer pnrie.
Precisa-sede las jessoas para o ser-
vi,,-, iiittvio ,! ,, c que entenda .le cozinlia, e outra que cosa <
engoinre : na ra Nova n. 17.
tista, tem abei to escriptorio para
advogar, no primeiro andar da
casada rua da&Trinclieiras n. 19,
por cima do cartorio do escrivao
Baptista, amigamente do fallecido
Reg; ealii, das9 boras dodiaem
diante, esta' prompto a ouvir a
todos, e a receber as causas de to-
dos (jue quizerem jirocurar seus
serviros de advogado.
~;yO-.:0 &%%&&%
O abaixo assignado, possuido .
maior empenbo de se descobriros auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mu preza-
do amigo Thoraaz Gollan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta eidade, ollerece
dous contos de reis a quem llie prestar
qualquer esclarecimcnto exacto sobre es-
se facto, ou mesrao o conhecimento de
alguma circumstancia.ou accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim comoassegura, sob sua palavra
de honra, o mais inviolavel segredo, a'
quem fizer qualquer dessas revelacoes,
pois he bem possivel chegar-se ao'im
desejado, sera declarar-se donde ellas
procede ram.
Consulado Britannico 11 de julliotle
1857.II- Aupustus Cooper, cnsul.
COMPANHIA
DE
JE61I0S AfilTIHiiS E
steri'Cirexi 1)0 i m.pe rio 5o
tBtitt,
ESTABELECIA NO BIODE JANEIRO
CAPITAL 1;00I),0005000.
Agencia rua da Cruz
11. 4'.
Aos senhores negociantes, propieta-
rios de casas etc. etc., se ollerece na agen-
cia de dita-companhia nesta eidade, a rea-
lisarao de seguros por premios e condieoes
muito mdicas.
Na mesma agencia se cliectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de navios que desejam te-Ios registra-
dos no Veritas ou "Monitor Martimo
(Titulo de Registro) tenham a bondade de
dingir-se a esta agencia aim de fazerem
as declaran.es precisas.
iul>licaeao litterara
COROCBAPUIA
Clu-oiiogi-upliii,. iioDilini'i, ge.
ncnlogicii e poltica
DO
IMPERIO DO BRASIL
COM VAH1AS THA>SCRU'COES
DA
sobrado, tendo os como'odos seguintes:
aleo) de poder conter 12 a 90 pessoas, tenba
cocheira, estribara, arranjos paia criados e
escravos, e que o sitio seja abundante de ar-
vces fructferas e baixa de capim, que pos-
sa sustentar annualmente quatro cavallos :
annuncie por este Diario ou outros peri-
dicos.
Acha-so ausente desde o dia 1. do cor-
rente a escrava Thereza, Conga, de 64 annos,
baixa, um pouco reforjada, cabeca branca,
tem os dedos das n.3os encaranguejados e
calombos pelas costas, provenientes de
acoutes de senhores anteriores, anda espi-
gada e um pouco peiada, levou vestido cor
de rosa com llores amarellas : quem a pe-
gar leve-a a casa de seu senbor o major An-
tonio da Silva Guimaraes, na rua Imperial
n. 64, que ser generosamente recompen-
sado.
Roga-se a Sra. D. Dionizia Francisca
desonza, natural da villa da Barra, no Rio
de S. Francisco e provincia do I'ernambuco,
ou a seus herdeiros, que venham ou mandem
receber a parte que lhe tocou do espolio de
seu marido Jos Seabra Lemos Tallecido nes-
ta corte. Rio ue Janeiro 6 de agosto de 1857
ROA NOVA N. 34
Madama Rosa llardy recebeu ele Franca
um soriimento de fazendas de moda do ulti-
mo gosto, a saber, lindos enfeites de cabera
para sen hora, chapeos de se la, ditos de pa-
Iha desabados, enditados, de cores, ditos de
feltro e de palha para montara, manguitos o
camisinhas bordadas, esparlilhos de todos
os lmannos, cortes de seda branca lavra-
dos para notva, lequcs, fita de seda e vellu-
do preto, baleia para vestido, os mais mo-
dernos e ricos pentes de tartaruga, lindos
chapeosinhos do seda para baptisado, toucas,
meias de seda, veslidinhos feitos, benecas,
ricas capellas de flores para noiva e mantas,
e muitas outras fazendas que se vendem em
conla.
Fabrica de iayao e tecidos
de al4'odao.
Os abaixo assignados, tendo obtido da Europa, a
nfce.sarjas i.ilormaije,.plaons e ornamentos para'
a fabrica de fiar e tecer algodao, convidan) aos Srs.
socios a vir ve-Ios, no escriptorio do Sr. Manuel Al-
ves Guerra, na rua do Trapiche n. 4.
Igualmente convidan) as pessoas qoe subsrreversm ca a 5/000 cada um, luvas de Jouvin a
1ar.w.e,la *">P'", a realiiarem a lerceira prestarlo ; O par
Vendem-se duas ptimas mulalinlias, de ida-
de re l. anuos, de muito lindas ligaras, e com al-
sumas habilidades ; nina negrinl... de 11 anuos,
muito linda ; duas negras : na rua do I.ivramen-
to i.. 4.
.No armazem do Paula Lopes no caes
la alfandega, tem batatas as arrobas e sebo-
las aos ceios, por preco commodo.
AO BARATO PARA ACABAR
Wa ru;t do Cespon. 15.
Cassas francezas de cores fixas a 280 a va-
ra, alpaca de algodSo e seda de quadros i
320 o covado, dito de laa com vara de lar-
gura a 320 o covado, palitos pretos de alpa-
25000
r\lt------------* *.uieoi"e i ni ii ICII rilfl Lll rjlfll.i'l'
corrente mez, no mesmo escriptorio.
As pessoas que anda quizerem f.izet parte desln
mprezi, se.ao admittidas, pagando o valor das en-
radas realisada, na oecasiao de subscreverem no
nvro das assignaturas, que tilo do 1005 a 5:00o>00.
Kecire, 1 de agosto de 1857.
oranw. morim. /-arias, Guerra & C.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
Corographia brasileira, do padre Mancel A\res do
Casal.Uisloria da America Portugueza.'de Ro-
cha Pilla.Chronira da compadhia, de Vateoa-
cellos.Il.stori do Brasil, do visconde de Cav-
ru.Castnolo Lusitano, por Fr, Kapbael de Je-
us.~Memorias do Rio de Janeiro, por monse-
nhor fizarro.Annaes do Hio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Anu.es do Marauhao, de llerre-
do.Annaes do Ido Grande, do v.sconde de S
Leopoldo.Memoria da capitana deS. Vicente
por Ir. Gaspar da Madre de eos.Eras do Pa-
ra, por Bayona.Memorial historie da Babia e
eorograpb.a I'aratnse, por I. Accioli. Clirono-
logn do general Abreu e Lima.Historia do
Brasil, de VarnliageuL de outros impressos e
manuscritos :
CONTENDO
A descripgao geographiea.e no<;0es histricas e po-
tilicas, (1857), e tambera o lempo em qua forain povoadas
as suas diOerentes cidades, villas e lugares ;
Seus govemadores, e a ongem das diversas fami-
lias branleiras e seos appellidos, eilrabida de auli-
gos inanusrr.ptos genealgicos que t.n tras dille-
reules se puJeram obler ;
A historia dos ministerios, sua poltica e cies
com que appareceram.
A historia das cmaras temporaria e Vitalia desde
a ronsliluinla de 17 de ab.il ,ie 1823 al 1857 ;
fc tambera urna eipoaicaoda historia da mdepen-
dencia, escripia e comprovada pur leslemuuhas o-
culares que a.i.dam restan., e dos outros movimen-
los polticos, alirn deque se leoba um conhecimento
sacio nao so da get.graplua do ptit como da su
nislona civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, natural da eida-
de das Alagoas, autor de mudas obras lillerarias e
scienlilicas.
Subscre-ve-se nesta eidade do Recife, na livraria
da p.aca da Indepaudrncia ns. 6 e 8.
AOS MORADORES
Jos lugares desde Afufa-
dos at ^anto Amaro de
Jaboatao.
Tendo de dar-se comeco em selembto pr-
ximo a urna linha de mnibus diaria desde
o Recife at Santo Amaro de Jaboalao, o
proprietario convida aus moradores daquel-
les termos, para que c^ncorram para a sua
conservado, a qual sera proveitosa n<1o s
aos moradores como com especialidadeaos
senbo es negociantes, Unto pela frequei.cia
como pela racidade com que podem visitar
esta praca.e assim colbeieiu melhores com-
pras de gneros e fazendas. O proprietario
por ora estaiielece o preco de 50o rs. por le-
goa ; faz-se porem dilfcrenca aquellas pes-
soas que Dcarein assiguantes por todos os
dias ou as vezes que quizerem por semana,
pagos raensaliiente adtantado : a tratar na
rua do tbeatro de Santa Isabel, casa da es-
quina.
Rua do Collegio o Sr. Cypriano Luiz da
Paz ; aterro da Roa Vista, padaria do Sr.
Boi.iz, dir-se-ha nuern da quanttas de 50o
ate i:00l>oou mais. com hypolheca em casas
teneas ou firmas a conteulo.
-- Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
eidade al o Foe.o urna casa assobradada ou
Os abaixo assignados, com loja de ourves
na rua do Cabuga n. II, confronte ao pateo
da matriz e rua .Nova, lazem publico, que
estao recebendo continuadamente ai mais
novas obras de ouro, tanto para senliora
como para hornens e meninos : os precos
continuam razoaveis, e passam-se comas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Ccando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-Seraphim & IrmSo.
- Precisa-se de 3 amassadores, que so-
jam desembaracados em todo o servico : na
rua doRangel n. 13, ou na padaria da rua
dos Pescadores n. 2 e 4.
ara a fcsta.
Aluga-se urna casa a margem do Capiba-
nbe, com commodos para familia, com 3
1"arlos dispensa, gabinete, quintal, cozi-
nha ron,estribarla, e um ptimo copiar pa-
ra recreio : tratar na rua Nova n. 39, pri-
meiro andar.
Fabrica de caldeireuo,
findico de bronze, e
mais metaes, na rua do
Bruin do ftecife n. *i8,
couhecda por fabrica
do Mesquita,
Neste antigo eslabelecimento tem feitos e
razen.-se com presteza, de encoramenda, os
objectos abaixo notados, com a maior per-
ieigao possivel e commodo preco, a saber
brouzes para engenbo, cavilha, parafusos
para roda u agua e lorneiras o mais pi-rfeitas
possivel. r #
alambique de cobre de quaesquer dimen-
soes e modelos conliecidos, carapucas e ser-
pentinas em separado.
Bombas de cobre de qualquer modelo,
com juncos e vlvulas de bronze.
Cosas e pares de cobre, e do ferro para
engenhos, caldeiras de cobre c de ierro es-
tanhadas para navios..
Cobres de todas as qualidades necessarias
para o fabrico u'assucar, e picada para roda
de mandioca.
Crivos dentados dos mais modernos, por-
tas de fornalha e registros para asseutamen-
los de engenhos.
Lisos e trillius para carros, aguilhes, e
parulusos para engouhos de quaesquer ta-
maitos.
PorlOes e grades para sitios, e varandas
pura casas de quaesquer modelos que dos-
sam desejar.
Coveruaduras de bronze para navios, can-
nas de letne, e quaesquer ferragens para os
mesmos.
Cannas de cobre, de chumbo e de zinco
para encanamenlos d'aguas de casas, de si-
tios parajardins.
E lodos mais objectus, que be possivel
lazerem-se de cobre, bronze, lat3o, zinco,
chumbo e ferro, que ficam por notar, e que
sena enfadaulio o enuniera-los.
Tambem se fazcm lodos os concertos, que
possain ser necessarios aos senhores de en-
genho.em quaesquer pecas das cima uien-
conadas.coio sejam aguilhes c parafusos,
ser necessarios para engenhos, com promp-
tidao, e perleiQao ; addico esta, que por ser
pouco lucrativa, ruuilas vezes oulros esla-
elecimentus recusam faser, e que neste,
sempre se lizeram, e se farao afnn de a todos
servir cort,o lhe lor possivel, e a bem de to-
w, qneooccuparem, porque sempre Ib i
esle o desejo do fundador oeste eslabeleci-
mento.
Precisa-se de um cozinheiro : na rua
do Hospicio n 15
OBJECTOS OL SEGEIROS E SELLF.IRO PARA
A KARRICAg.xO DE SEGES E ARREI0S.
Pelas es^eriencias de muitos annos neste
genero, me he possivel, tanto pela piopria
labncacao, como pelas relac,OBSCo. cipaes fabricas, fornecer qualquer artigo
jiertencenie ao fabrico de seges e arreios ue
lo ;as as qualidades. Os senhores fabrican-
tes, que honraren) ao a lia i so assignado eom
encommendas dadas por desenhos ou espu-
eleos, podem assegurar-se, que sjas en-
comm. ndas serito esactamenie esecutadas,
e por piecos os mais moderados possiveis :
para mais inlormaQes, dinjam-se por carta
directamente a II. II |.. Roba, em Al
porlo de Uamburgo.
PILULAS IIOLLOWAY.
Esteinesttmavel especifico, composto in-
teiramenledehervas medicinaes, nao con-
ten mercurio, nem alguma outra substancia
electerea. Benigno mais tenra infancia,
e a complejo mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na compleigao mais robusta ; he inleira-
mente innocente em suas operacoes eelTei-
los ; pots busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais anligas c
leazos que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja estavam s por-
tas da morte, preservando em seu uso ; cun-
seguiram recobrar a saude e forras, depois
de liaver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nao devem entregar-sea
dnsHlS)Vlafam.Um competente ensaio
dos elhcazes eileitos desta assombrosa medi-
sad'e P lw*m* beneficio da
Nao se perca tempo em tomar esto reme-
dio para qualquer das seguintes enrermd-
Accidentes epilpticos
AI po reas.
Ani polas.
Arelas (mal de).
Asthina.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidado ou exte-
nuafSo
Debilidade ou falta de
forQas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enormidades no ven-
tre.
Eufermidadcs no figa-
do.
Ditas venreas.
Ensaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Pebres intermitientes
l'ebreto da especie.
Cotia.
Ilernorrhoidas.
tlydropisia.
Ictericia.
Indigesloes.
Infla inmacoes.
Irregularidades da
menstruaefio.
Lombrigasdetoda es-
pecie.
Mal de pedra.
.Manchas n<. culis.
Obslrucco do ventre.
Phtisica ou consump-
C."iu pulmonar.
Relencao de ourina.
Kheumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.)
Vende se arroz de casca a 5500 o al-
queire, e 200 rs. a cuia : no pateo do Parai-
zo n. 16 taberna.
Breu.
Vendem-se estas pillas no eslabelecimeu-
to geral de Londres n. 244. oStrand. e na
loja de todos os boticarios, droguistas e on-
ras pessoas cncarregadas de sua venda em
lo Ja a America do Sul.llavana ellespanha.
>endemse as bocetinhas a 800 rs. Cada
nma dellas conten una mstriiccOo em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las (ululas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
phannaceutico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
--- Joaquim Carneiro letira-se para Euro-
pa alirn ue Irala.- ue sua saude.
--- Aiuga-se o segn !o andar do sobrado
n. 2, no becco de S. Pedro : os preiendenles
para ve-lo, a chave esta as lujas do sobra-
do, e para tratar do ajuste na rua uo Colleeio
n. 23, primeiro andar.
--- OSr. Pedro de Carvalho Lima tem urna
carta yiuda de Lisboa, na rua do Apollo n.
19, taberna.
Aluga-se um sobrado e dous quartos
lora.com um grande quintal aterrado para
o lado do pantano, proprio para plantacao,
sito no lugar dos Arrumbados, defronte do
Collegio dos orphos quem o pretender,
entenda-secom Jos intunes Guimaraes, na
rua de Apollo, armazem do Sr. Barbosa
n 30.
O abaiso assignado faz ver a quem
convier, que a taberna sita na rua do Socego
no Campo Verde, perienciite ao Sr. rttitonio
llibeiro remandes, perlence ao abaiso as-
signado por compra que fez ao dito senhor
desJeodial.- dejuuno do corrente auno.
Recite 20 de agosto de 1857.
Mauoel Joaquim Alves dos Santos.
--- Precisa-se de um moco portuguez, de
Uade de 18 a 20 annos, para trabalhar em
urna labnca de velas de carnauba na rua
Direita n. 59.
Barriscom breu : no armazem de Tasso
IrmSs.
Fumo ie Garmihuns.
O abaiso assignado recebeu agora de Ga-
ranhuns urna porcSo de fumo muito supe-
rior : os pretendemos podem procura-lo as
tabernas de Victorino Jos Correia de S, na
rua Augusta n. 1, o de Jos Dmelas da Cos-
a, rua do Pocinho, ondo se vende a retalbo,
por prego commodo.
.Manoel Firmino Ferreira.
Na nova loja de fazendas,
de Jos Moreira Lopes, nos quatro cantos da
rua do Queimado n. 18 A, esquina que volta
para o Rosario, vendem-se superiores cha-
peos brancos de castor a 9;000, colletes fei-
tos de fustao a lf800, riscados francezes
muito linos a 160 o covado, corles de cam-
braia franceza cm 12 covados a 2-500, e ou-
tras muitas fazendas por precos commodos.
Vende-se urna crioula de ptima figu-
ra, engommadeira e cozinheira : na rua das
Cruzes n. 24.
A 5?000 rs.
Vendem-se superiores Chalos de merino,
de cores, com ricos padrOes, pelo baralissi-
mo preco de 5/000 : na loja de 4 portas da
rua do Queimado n. 10.
A 2a000 rs.
Conlmua-se a vender cortes de chitas
iraucezas escuras, pelo barato preco de 2#
o corte : na loja de 4 norias da rua do Quei-
mado n. 10.
O verdadeiro afgodo da
fabrica di Baha.
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu escrintoro, na rua da Cruz n. 1.
Jacaranda.
Tem para venier Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, rua da Cruz n. 1.
MANTELETES A IOsOOO.
\endem-se manteletes pretos, de nobreza,
com ricas guarnicoes, pelo barato preco de
10,?000 res, na loja de 4 portas, rua do Quei-
mado n. 10.
Vende-se chocolate, marmelada em
quartos, de suuerior qualidade, vinda lti-
mamente de Lisboa, no brigue Constante :
ua rua da Senzala Nova n. *.
Feijao iiHulati-
nlio
Vendem se saceos com 35 cuias de feijuo
mulatinlio muito novo.'e por preco commo-
do : na taberna grande ao lado da igreja da
Soledade.
Ao Canto
c-
Altona,
Quarla-feira, 26 do corrente, depois
da audiencia do lllm Sr. Dr. juiz dos feitos
da fazenda nacional, se bao dearromatar os
ijuis seguintes, penhorados por esecucoes
da mesma fazenda, contra seus urna casa terrea na rua da Chsa Forte n. 43
ella de cal e tijolo, com 15 palmos de fren-
te, coztnha Tora, quintal cm aberto, avalla-
da em 300?0o, penhorada a Maiia Francisca
ua Cosa, em lugar de Florencia Hara das
virgens ; urna uita na rua di matriz da boa
vista n. 17, coa. 18 palmos de frente e 70 de
lundo.sotaodebaisodecobeila.cozinha tora
e quintal murado por 900/oon, dos herdeiros
de Antonio dos tantos Correia : urna dita
na iravessa de S Jos n. 13. com 17 palmos
Ue lente e 70 do fundo, suiao, cozinha lora,
quintal murado e cacimba por l:*00, de.Ma-
riauna llermogent-s daConceicao; urna dita
em frente aa igreja dos Remedios, com gran-
des coma odo, terreno de volulo em ambos
os o loes, e fundos ate a camboa por 1:50o,
de francisco de Assis Campos Cosdem ; U
caderas, 2 bancas e 1 marqueza, tudo de
ma Jetra angtco, por 46?U00, do Luiz Antonio
lloilrigues ue Almeida : quem prelen Jer ar-
rematar os bens cima declarados, compa-
retj no lugar e hora do costume. Recito 22
de agosto de 1857.-0 solicitador do juizo,
Joeqim Theodoro Alves.
Miguel Jos da Costa retira-se para
Europa aiim de tratar de sua saude.
-- Precisa-se de um fetor para um sitio
muito perto desta eidade: trala-se na rua
do Vlgario n. 6.
companhia
Vigilante.
Pela segunda vez se, convidam os accionis-
tas desta companhia para reuniSo na terca
fetra 25 do corrente, na rua do Trapiche n.
8, segundo andar.
~- Quem tiver penhores em poder doa-
baiso aasigoaJo, venha resgalar no prazo de
8 das, a contar da data ueste annuncio, no
iitn do qual p-ssaret a veudc-los para paga-
mento do meu principal juros.
Antonio da Cuuha S. GuimarSes.
Conlinua-se a dar dinlictro sob penuo-
res e a juros commodos .' na tua da Praia n.
43, segundo andar.
O proprietario da cocheira da rua
Nova ii. 61, vende todos setib carros com
as parelbat de cavallos, o motivo desta
venda lie as posturas exigidas pela cmara d
municipal : vende-se tudo ou em separa-
do, tambem se vende o sobrado se con-
vier.
QUE ESTA' TORRANDO.
y rua da Cadeia do
cife n. 54.
Chitas franraiM muito linas a 2(0 e 280 rs. o co-
vado, chales .le merino pretos a 3."tf00, ditos de cores
l 59000, maulas de serla muito finas a 6o, 7-3 e IWIOO
rs. cada una, mossulinas muito linas a 340 e 380 rs.
o cavado, cluus te bonlloi pailres a 100, 10, 200
e 2:0 o aovado, rlmpoi li-.n.r./... mu.to linos a 7c,
lenr,s de camlira.a t IJJOO, 2?S|00 e 35000 rs. a do-
iia. itravala. prelas de mola a I5JOO cada urna, ditas
de lila a I50OO rs., ditas de la<;o a 700 rs. cada orna,
bnmzinhos par jaquela a ^00 e -2-*l) r>. o covado,
TJl*.1"',^*":2tim- *:*,00 3,0- ^s-*00- Z*'
taUOO, ISSOO e 5^300 rs. a peca e muito linos, fjau-
Ka amarella a 30(1 rs. o covado, chales de merino,
bordados na pona, muilo ricos a 15000 rs., ditos
de louquim a 2OOO0 r< corles de cassm.ra a 45 e
KIIHI r*., cintas de cubera imillo lanzas a 400 rs. o
covado, diales de cartibraia a 800, 15200, I58OO e
CODO rs. cada um, pecas de chita cores uvas a 5S600
j*00O. G920O. OclOU, 9800 e750IHIrs. cada urna,
orelanh de linha lina a 500 rs. a tara, setim maeso
a j9a00 e 35000 rs. o covado, chapeos de sol de seda
a (isS 7|000 rs.cadau.il, ditos para senhoras a
L5.)tl0 e .'>',IKI t>. cada um, meia para senliora I
29200, 295OO a 3(800 r.. a dalia, chales de ansa es-
tampado a ?I(HI e 25200 rs. cada um, ditos borda-
dos com franja de India a 35200 rs., riscados fran-
cez.s muito largo e covado, bnm de lnlio em corles a 25200 e 2i00
r., 15.1 para venidos a lcJ(M) rs. o covado, alpaca
prela a jOO, 10, 700, XOO, 000 e IstKX) r. o covado,
corles de moia-CH.emira a 'J5OOO rs.. ISas 1 500 rs.
orova 10, e oulras muitas fazendas qoe a'vista do
compraJor (mencionara'.
Tintas Innatas.
Cr, ochre e rso-terra a vintem a libra
lomando de 8 libras para cima : na rua do
Livrameto, lojj n. 35.
Xa rua do Cabu
dez.as
doTrtPen.nnnd;.in'?'Tt"e,0
de 'odas,, ir, h' """ al'" '"">o bordad. '
ac.ban, o ll, .P""'iP>ai.do por dous dedos
baralo do ue ,^ ".""" ?q'e* vndera """
oaraiouoque em oulra qoalqocr parle oor sa mi..
rer remeller o dioh.ir, ao fabricante. P qU'
Kefinncao do Moufeiro
No deposito desta reinaria, na rua da Ci-
dea do Recife n. 30, ha sempre assucar ra-
imado de superior qualidade, por prego de
61000 a arroba, dando-se um abate a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
aos senhores de
engenho.
rt/LbnCC0 ,d Gonlv-es, armazem n. 10,
do Jos Duarte das Neves, 'vende-se a mais
superior far.nba de trigo, em meias bar-
I It lis.
relogios de pa-
tente
mgiezes de ouro, de sabonete c de vdro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abieu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
ttethodo fac limo.
fi pNs 1'Zanr!a da praca da lndependencian.
Lrfndr ,e"se methdo facilimo-pira
aprender ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados
de ferro.
Na fund.cao de C. starr & Companhia, em
\"Xa\ar' *">- Mr. vender ridos
fuperore! Um Mde"0 c** "
n ~*l, h\ dsrCa,,eia defrt""e a RelacSo, venda
,\r h ^ ClmP0'- vende-se e aluga-se, sope-
riore.b.ch..h.mbraei.., em porcao e rel.lho.
Vende-sena rua da Cadeia n. 28 annerinr
ppoersp?:perroedio.in,eiro' -' "5KS
DichedVrl'.nh *?*' 2' defronte d0 tr"
'd.s Unha' ha para vender P^s "ovas
Srn. H.'mei" P'PaS' DarrS n0V0S 6 USadS.
arcos de pao para pipas, vi mes, arcos de fer
i L ?8' Jferramentas paia tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeile
de carrapato.
!\a loja
das seis portas
eai frente do Livraiiientt.
Cohnhas de talagarga para pescoco de so-
ntiora a pataca cada urna, chales de cassa
para irazer por casa e irem ao banho a sello,
lencos de seda para trazer aos hombros a
dez tustoes, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez tusloes.
Venda de
pianos.
Ceblas novas de Lisboa.
Continuam-se a vender no armazem de
Barros dt Silva, por precos muito baratos.
floendafl supeiiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
>anto Amaro, acham-se para vender moen-
uas de canna tocias de ferro, de um modello e
construccSo muito superiores.
elogios
paquete in-
na
VENDE-SE
NnvraU/.r s8p,Che 34' criptorio de
Nov-ae. A C, superior vinl.o do Porto, em
caixas de urna e duas duzas de garrafa, :
a preco commodo. e
Sellins e reles-inn
SELLINS e RELOGIOS ?. pl*t
Ingles : a venda oo arm.,;1
Kos.ron Rook.r & CompT", d
mero .48.
Atfencio
Precisa-se de urna ama quesaibaco-
zinhar e l'azcr todo o mais sorvico de casa i
na rua do Caldeireiro, taberna n. 68.
... Compra-se efTectivamente na rua das
flores n. 37, primeiro endar, apolices da di-
vida publica e provincial, accOcs das compa-'10 racaty e di
naias, e da-se diuheiro a juros, em grandos '!es> Para hom
isa de um (
ido ta igrej
lo fazenda.
e pequeas quantias, sobre penhores.
(ompra-se um cairo proprio para o
servico externo da alfandega, para trabalhar
comcavallo: na rua da Cadeia do
|Oja n 6i.
A
Na rua larga do Rosario n. 38, loja de
miudezas do JoSo Goncalves Ferreira, exis-
tem a venda caixus com lentos para voltare-
te, as mais ricas possiveis, litas de velludo de
todas as larguras, franjas, de sedi as mais
ricas que letn viudo de Franca, fitas lavra-
das, fazenda anda nflo visU, pesos para pa-
pel muito finos, com todas as personagens
da Europa, cmturt>s do borracha muito li-
nos, e outras muitas qualiiaies de miude-
zas. que nao se podem mencionar.
Queijos e sa-
pa tos
Vendem-se queijos do sertSo, grandes e
pequeos a 400 e 410 rs. a libra, e sapatos
a Ierra, de todas as qualida-
ens e meninos ; lambem se
precisa de um caixeiro : na taberna grande
a igreja da Soledade.
Itecife,

pe
na
lica
rua
Vendem-se luvas de
Jouvin, tle totlas as cores :
Queimado loja n. 40.
inta.
Vende-se superior tinta para escrever,
Lisboa : na rua das Cruzes n. 30.
de
do
de
era de caniunba.
Vende-se cera de carnauba, a mais supe-
rior que le ti vin lo a este mercado, por pre-
co muito commodo : na rua .Nova n. 0, loja
C*L DE LISBOA.
Vende-ae cal de Lisboa vinda no ultimo
navio, em barris bem acondicionados, por
prego commolo
zem n. 2 B.
Doce de ar c e banana.
Chegou a rua do Collegio n. 5, nova re-
messa de doce tle arac e banana, fabricado
no engenho Guerra.
Vende-si um bonito moleque de 10
annos, sem defeilo na rua do Collegio n
ls. segundo andar.
Ven le-se urna boa borra franceza, de
armario, com segredo : na rua da Cruz n.
26, armazem.
Vende-se farinlia de millio muito
ao lado
_ Vendem-se na rua do Liviamento n.
", bonetes para meninos, deinarroqum
domado, com velludo de varas cores
e lita de galao, pelo baratissimo preco de
3JI0O0. '
Miuiitz- hanita.
Jos Fortunato dos Santos Porto acaba de
moni r o seu condecido eslabelecimento da
rua da Cadeia do Itecife n 45, esquina da
Maare de eos, com un rico e completo sor-
timento de miudezas, n3o s para a praca
como para os senhores negociantes do cen-
tro, e mesmo de outras provincias que bem
na rua de Apollo, arma- se1"crni surtir, ani acharOo constante-
mente Imhas brancas e de cores de todas as
qualidade, um rico soriimento de perfuma-
ras, luvas para homcm, senh.ra e meninas
bengalas de ctiina e de baleia, bicos de seda
de todas as larguras, ditos entrefinos, culi-
larias linisstnus para mesa e escriptorio
tintetros de porcellana, lindas pedias para
segurar papis, ricos enfeites para senbors
toucas, carteiras, espelhos de parede, csto-
jos para barba, lindas ahotoaduras para col-
lele, pnpel, capachos para portas e sofas,
ra.ede diversos fabiicariles, optitoos charu-
tos da llahia, e urna immensidade de objec-
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados intimamente de Ham-
Jiugo, ecom lindos retratos no frontes-
picto : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
\o jPregui$a
OE ESTi QE1MAHD0.
isa loja do Preguica, ua rua do Queimado,
esquina do becco do Peise Frito n. 2, ha um
completo -orlimento de fazendas por prerjos
baratsimos, entre ellas nolam-se chitas
trancezas escuras de lindos padrOes e cores
nas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padrOes miudinhus a 280 o covado. ditas ti-
nas de lindos padrOes e escellenles pannos,
e cores lisas a 300 rs. o covado, lindos la-
petes para salas a 35800 cada um, pecas de
br. lanha de rolo com 10 varas a 230O0 cada
uma, mussulina de cora 320, dita mais fina
deliridospadresa360, dita muito fina a
?o rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
rranceza de cores fixas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordSo a 500 rs, cassas francezas
n-into linas e de lindissimos padrOes a 640
a vara, lencos pequeos para m5o a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muilo finos e com
lindos bordados a 360, cortes de casemira
com lindos gostos a 55500, ditos linos a 6.
meias casemiras de quadrinhos proprias para
calca e palito a 560 o covado, ISazinhas de
qujdros proprias para roupa de meninos a
*2rS?: covado' grvalas prelas de setim a
ryaoo cada uma, riscados francezes de qua-
dros de lindos padrees a 240 rs. o covado.
casineta preta muito fina a t200 o covado
casemira preta a 2a00, cortes de castor en-
corpado para calCa a 10440, ditos a 19, ditos
de brim de l.nho a i0440, ditos de brim de
algodo branco a 15 cada um, chales de rne-
'ino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratsimos precos. chitas escuras
e de diversos padrOes e cores fixas a 160.
180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
delindosp.drOesa 2500o, e outras muitas
uceadas que se deixam de mencionar, e se
vendern por baratissimos precos : se di-
rao amostras com penhores.
Vende-so superior linhas de algodSo
Drancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthalI Mellor ci Ca, rua do
forres n. 38.
fende-se
Cortes de la para vesti-
dos.
Vendcm-se cortes de 13a de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Com pequeo toque de
a varia.
(A diuheiro.)
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia. vende-se :
Peras de algodo lzo a 800, l.fOOO, ls280
e lsbOO.
Ditas dita largo, a 1$00, 2.S00O, 2*240
e 2*800.
Deposito
de rapprineeza da fabri-
ca d E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
aJa^T^i! pre com'nodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada abrica
?u.md.' CrTn T V*POr S' S""dr S
Algodo lionstro.
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas a
lencoes, pelo baratissimo prego de 600 rs .
do": 22a ia da b* f' Da ra d0 Q"e'"-
IVlussulinas brancas e de
cores.
Vende-se mussullna branca muito fina a
** cydo <"t de cores de escellenles
padrOes a 320 o covado: na loja da boa fe
na rua do Queimado n. 22. '
X/Uvas de Jouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le-
f.'.!"? da, Boa-Visla 1, verdadet-
gualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
Carne seeca do ( ear.
noerdrrT^ ,suPerior c">e secca do Cear,
por commodo prego : no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfandega.
Tachas de ierro.
a.aa,KUDd?ao,da AUT0Tt em Sano Amaro-
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
?k. .Semprl u,. rtnde sortircenlo de
achas, tanto de fabrica nacional como es-
trange.ra, Latidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas c Tundas ; e em Smbos os lu-
gares esistem guindastes para carregar ca-
x:^ti2?despe"- oa^
Agencia
da fund9ao Low-Moor,
rua da Senzala #ova
n. 42.
Neste eslabelecimento conliDo'a a haver
um completo soriimento de moendas e meias
moendaspara engenbo, machinas de vapor
?..X"2 '"obtido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Chapeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentemente chegados, a prego commodo :
dar escriptorio de Antonio de Almeida Go-
TACHAS PARA ENGENHO
Ua lundic.30 de ierro de D. W. Bowman
na r,,a do Brum, pastando o chafa-
nz, continua a haver um completo sor-
iimento de tachas de-ferro fundido e bati-
do de o a 8 palmos de bica, as quaes se
Bcliam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carreffam-
se em carro sem despezas ao comprador
uelogios,
le Vendem8EroCl0g0S de Ur' P,tente B"
5.o.'r.i T"86 por pre08 zoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar?
p CAAS de ferro
vni.f nles camas de ferro Pr solteiros :
r!ndmrise"01escrJ,plorio d0 ente Olivei-
ndar d BeCfe n- ,i2 >"*>iro
Lobo A C. vendem cal preta a 660
r. o alqueire, equivalente a uma barrica
de bacalhao, em canoas de 60 a 300 al-
queires: quem precisar pocure no por-
to das Canoas da rua Nova no secundo
andar TJo ultimo sobrado, assim como
vendem a retalbo era pequeas porcoes
em seu armazem, na rua da concordia a
zOOrs. o alqueire.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Pianos.
pianos do afamado fabricante Traumann de
Ha ni bu rao.
nova, llegada pelo ultimo navio d'Ain l?s q,,e seria enladunho mencionar, que a
rica: no armazem de Matheut AustinA v,sla.d,'s'luali'1des e dos pregos de ceno
C, ruadaSenzaliaVelhan.To6 '^^ ='Jur- ^^-a-seamo.
Vendem-se sapatos dos melhores, fa-
bricados no Aracaly, carne e queijos do So-
bral, ludo chegadj ulumamente, por pregos ,
commodos para scabar: na rua da Cadeia Ultas doRecifen. 60, primeiro andar. Uitas dito de sacco, idem.
Vinkos do
Porto.
Na rua da Madre de Dos n. 34, |0ja, ven-
dem-se espec.aes vinhos do Porto, das me-
lhores qualidades, e marcas mais acredita-
das, inclusive a do Chamico, embamsde
KrW'T e.decimo" ; bem como doS
e.igarrafados das eras de 1815 e 18:1* em cal-
zas de uma eduas duzias.
A l!a00 rs
Vendem-se cortes de cassa lina pintada,
com salpicos e pslminhas miudas e com 7
varas catja corte a 25200 : ua rua do Queima-
ao n 22, loja da boa fe.
Vende-se espirito de vinho : na resti-
laefio do moinho de vento da praia de Santa
Hila.
Vende-se sement de hortalica : na
ruada Cruz n. 36
2009000 de gratificado,
a quem pegar os escravos crioules, lau-
rentino e Manoel,por antonomasia barbeiro
o.- de idade 25 annos, alto, nSo muito for-
nido, rosto comprido, sem barba, bem pare-
cido, e muito pachola, levou chapeo do Chi-
le, e gosta de trsjar bem ; o Manoel, tem a
mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
rentino, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas grossas.
pes bem feitos, traja calca e jaquela, e levou
chapeo de palha da Italia, tem cicatrizes as
cosas como sello de suas proezas : levaram
em sua companhia om molequo de nomo
Alexandre, que com elles aprenda oofllcio
ae pedreiro, cujo oicio sabem perfeitamen-
te ditos escravos : as pessoas queapprehen-
der qualquer Oestes escravos eos entregar
ua cadeia da eidade do Itecife, ou oscondu-
zir ao engenbo Boa-Esperanca na fregoezia
do Limoeiro, receber a dita grattficacao e
mais despezas que fizer.
Em !2dejulho prximo passado fuglo
do engenho Bosque Alegre, provincia das
Alagoas, o escravo Germano, com os signa es
seguintes : idade 25 a 28 annos, nacSo ango-
la, alto, corpolento, cambado das pernas,
tendo em uma d. lias a cicatriz de urna gran-
de ferida. barbado, cara comprida, e regris-
ta : este escravo pertence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, e suppOe-se ter fgido para
esta provigcia de Pernambuco procura de
nutro companheiro do mesmo engenho, ha
pouco lempo vendido : roga-se, por lano' as
autoridades policiaes, aos Srs. capitaes'de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-
prehenda, de o entregar na villa do Passo ao
^r. Joaquim Msrinho FalcSo, e em Pernam-
buco a Feltsberto Ignacio de Oliveira, pra^a
do Corpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensado, e salisfeilas as despezas que com o
mesmo se lizerem.
y
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PERfl. T. DE M. F. DB FAKIA 1857
'
MUTILADO

ILEGIVEL
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