Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07812


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Full Text
/
ANNOXWIII R. 101.
Por 3 mezes adiantados 4,s000
Por 3 mezes vencidos 4#500.
SABBADO 22 DE MOSTO DE I8.>7
Por anno adiantado .$0OO.
Porle franco para o subscriptor.
1.MJARKEGA.DOS DA SLBSCR1PCJ. DO -NORTE.
Panhiba, o 8r. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joaquim
IPereira Jnior ; Aracatj, o 8r. A. datemos Braga; Cea-
ra'. o 8r. i. Jos da OliTaira ; Maraohao, o Sr. Joaquim Mar-
qnes Rodrigue!; Piauhj o Sr. Jos Joaquim Avelioo ; Pa-
r, o Sr. Justino J, Hamos ; Amaionas, o Sr. Jernimo da
Costa.
PART DA DOS CORREIOS.
Ol.mlv : todos os das, as 9 e meia horas bruaraaju Ituianna c l>arihil ,.Aula... ll,-rrs Iloniu, Ctvraara, AltiokO < Grranliuii* : na lora-f.-ra.
S. l.-ir.;nCn,Pa0 dAlho, x.iarrih, Limoeire, Breio, IWein, lofaaeira.
Flore, \ illa-Bolla, Boa.-\ ,1a. Ouricirv c Bu', na, ,,uarlaS-,irai.
Labn.liwjiica.taiabllom, Rio Formlo, Una, Barmro, A^ua-Piola, Pi-
mcnu-iras e ftalal: quintas-reirs.
,Tcdus os corruiol parleta ai l horas da man!.i...
AUDIENGIAS DOS TliVDNAKSJDA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas a quintas.
Relaco : tercas felras a sabbados.
Fazenda : queras sabbadoi as 10 borai.
Juizo do eommercio : segundas as 10 horas a quintas ao meio dia,
Juizo de orpaaos : segundas a quintas st 10 horas.
Pnmeira vara do eivel : aegundaa ateitaiao meio dia.
Segunda rara do dvel : narus a sabbados ao maio dia.
EPHF.M KK1I1KS DO MEZ DE AGOSTO.
5 La cheia as 4 horas e 9 minutos da larde.
12 Quarlo minguanteas3 horas e 22 minutos da tarde.
19 La nova as 2 horas e 6 minutos da manhaa.
27 (uarto cresccou aos 45 minuto da tarde.
PREAMAR DB HOJE.
Pnmeira as 6 horas e f> minutos da manhaa.
Segunda aa O horas e 30 minutos da tarda.
PART 0FFIGIAL
RELATORIO
da reparticao dos negocios estrangeiros,
apresentado a aosemblea geral legislati-
va na primeira sessao da dcima legisla-
tura.
Continoer.flo.)
Observaces rio enverno oriental a cerlos arligos do
tratado de 7 di marco de 1836, celebrado enlre
o imperio e a Confe leracau Argentina.
O tratado de aroizade, eommercio e navegado
celebrado com a Confederarlo Argentina sin 7 de
marco da 1850 contm, eomu sabis, certas eslipu-
lacesiilslivaa _ao Estado Oriental do Uroguay. O marcos da linlia do Jaguartlo eoxilha de Ssnla An-
ua e lalvez mesmo se admite m os traballios al ao
commissario imperial e deu lugar correspondencia
que encontrareis entre os annexo*.
A legarlo imperial recebeu ordem para reclamar
do governo oriental a necessaria intervencao, afim
de que o sea delegado no departamento limitrophe
se ahstivesse daquella opposic3o, e manlivesse a boa
inlelligencia que al entilo reinara enlre as autori-
dades da um e outro Estado, relativamente a esse
importante e urgente traballio.
A nossa reclamarlo fui promptamenle ..Hendida
conforme o declarou o governo da republica ao en-
carregado da negocios do imperio, e fui aqui confir-
mado pelo enviado eilraordinario da mesma repu-
blica
O commissario oriental demorn muilo esle anno o
seu encontr com o do imperio, mas nao obstante
lie de esperar que nesla estaca fiquem eollocadns os
DAS da semana.
17 Segnnda. S. Mamedc m. ; Ss. Eutiquiniano eLiberato.
18 Terca. S. Clara do monte Falco v. : Ss. Laura e Fiora mm.
19 Q i ira. S. Luir b. f. : S. Tecla v. m.
20 Quinta. S. Bernardo ab. doulor da Igreja.
21 Seita. S. Joanna Francisca Romana.
22 Sabbado. Ss. Agathonico e Authuza mm.
1 23 Domingo. 12 O Sagrado Corceo de alaria.
governo desle E-lado vio ahi algnma otTensa aos
seos direilus de independencia e soberana, ou pelo
menos o seu amor proprio nacional resenlio-se de
que a republica nao fosse ouvida sobre aquellas es-
tipularles.
E-la juizo do governo oriental he de todo infun-
dado, e parece mesm-> qoe a -ui mnnifeslacao foi
determinada por um demasiado escrpulo em resal-
var os direilosde perfeila e absoluta independencia
da republica, qna alias o imperio he o primeiro a
respeitar, e as citadas estipularles raconliecem nos
termos os mais 'solemnes.
Cora eOeilo, o artigo S* do tratado de 7 de marco
nao fez mais do qoe confirmar e ratificar a declara-
cao dos arls. 1' e 2" da convencao preliminar de
paz de 27 de agosto de 1828, e a obrigacdlo contra-
hiiia reciprocamente palaa duas partes contraanles
no art, 3. Por aquelles doo> primeiros artigos o im-1 e convertida em apolices ou (lulos de crdito do
perio e as provincias unidas do Kio da Prata deca- Est ido.
arroio da Invernada, primeiro ramu da linha do
Qnaralaa,
Ser muilj liongairo para ambos os governos e
seus cominiNanos, que a prsenle demarcarlo corra,
como at hoje (tm corrido, sem asdesinieiligencias e
deloogss que tornaram inlermiuaveis aa ilus Huesos
anlepassados.
Muilo para isso lern conlriboido os dilos commis-
sarios, cojo zelo. prudencia e pericia corresponden)
justamente honrosa esculla dos stus respectivos
govemos.
Junta de crdito publico.
A divida do Estado Oriental do Uruguay, resul-
tante de empenh s conlrahidoi pelo seu governo an-
teriormente a' convengo do subsidio de 12 de ou-
lobro de 18)1, aclia-se toda liquidada, classilicada
raram convtr na separarlo e independencia da ;in-
liga proviucia de Montevideo, e pelo terceiro obri-
gsrara-se a defender a independencia inlegridade
do novo Estado, pelo lempo e pelo modo que se
aju-t isso no tratado definilivo de paz.
IN3o se compreliende em que possa ser ofTensiva
ta independtnciada Repblica Oriental do Uru^aay
urna e-lipuLir que confirma o recoohecimeiilu
desta prop/ia independencia ajostado em 1828, e o
compromisso que, como penlior da paz que acaba-
vam de aceitar, e como garanta de seus inleresses
esienciaes, seimpuzeram reciprocamente o Brasil e
a Repblica Argentina de uelrndrr a existencia e
inlegridade do novo Estado limitrophe.
O goveroo imperial, persuadido de que as iuten-
yOes do governo oriental nesse reparo nada lem de
injustas para com o imperio, nem para com a
Confederarlo Argentina, e que s menle se aeseja
por parle da republica eiplica;oes qoe evilem qoal-
quer iliaca,, desairo qoe rrradamenle se possa de-
dozir daquellas aitipulacSes nao dvidara' eipli
car-se em termos que satisfagan) completamente
aquelle governo.
-Mediac.ao sullicitada pelo governo da Kepoblica
Oriental do Uroguay, afim de se evilarem ai con-
aequenciaa da le argentina sobre direitos diffe-
reuciaes.
Sabis que a Confederarlo Argentina promulgou
em 25 de jullio do anno passado urna le que eitabe-
ltce direitos dillereucioes em favor das mercadorias
import.das directamente de fura do Kio da Prata
nos portos lluviaes da CoafederacAo. As disposires
dessa lei s.lo como se segoe :
' 1. As roercadoiias importadas de cabos dentro,
que ndo eslejam sujeitas a um lireito especificado,
pagarao o duplo do direilo ordinario, nos portos
lluviaes da Coufedera;ao.
2. 4s mercaduras da mesma procedencia, su-
jeitas a um dirello especificado, serao sobrecarrega-
das na >aa imporlacao com trinla por ceulo ad va-
loren), i.
3. As merendonas qoe forem importadas direc-
tamentu de cabos fura continuaraj a pagar anica-
menle u direito ordinario.
4. Os productos nacionaes, e manufacturas do
Estado Oriental,da repblica do Paruguav edas pos-
ses>oes brasileiras sita I as cabos dentro, e imp irla-
dos directamente nos ditos portos, ficam no eso do
artigo anterior.
5. Os productos naturaes e manafacltirados na
provincia de liuenos-Avres ser.,0 admitlidos livres
de direitos, como pro lucios naci'nnaes,
Sele mezes depols da sin promulgarlo devia a re-
, ferida le ser posla em pleno vigor.
O governo oriental vio nos direitos diflerenciaes
establecidos pela Confederacao Argentina, urna ei-
cepcao odiosa a republica, que nrceasariarnenle o o-
brigaria a me lidas de retaliarao, cojas consequen-
ciaa pu Iiam ser graves., e em lodo o caso prejudiciaei
ao eommercio gerai.
Observou aquelle governo que, lendo a lei argen-
tina em vistas altrahir directamente aos porlos da
confederarlo o eommercio que Iba lie proprio, e se
Taz por intermedia do porto de Uoenos-Atres, e-
quiparava a este os porlos da repblica, nao a collu-
cava ein p de ingoaldade com as demaig nac,0es.
llera que em sentido difierente, allegando a per-
turbarlo que traria ao cummercio eslrangeiro a es-
clusan doiul.rposto de Rueos Ayres. consta que al-
gutu otros govemos reclamaran) lambem contra
as novas dsposic,cs da confederacao.
A* que parece, em virlude deaaai recl>ma;.>s, o
governo argenliuo modificou os illVitos de taes me-
didas, fazendo algn,as concessOes ao eommercio de
tramito pelos porlos de Montevideo e Bueuos-Ay-
res.
KsIjs concessOes nao sstisfizerara ao gnveriin ori-
ental, e ain.la antes que ellas fossem roiihecidas,
tomou a repblica algumas providencias que pare-
ce leram relarin com a nova lei argentina.
O porto de Montevideo, no Rio da Prata, e o do
Salto, no rio Uroguay, erao os que sa achavam ha-
bilitados na republica para a importarn e expor-
tarlo directa de raercadorias eslrangeiras.
. Por lei de 13 de julho do anuo passado aulorisou-
se o estabelecimenloderecebedorias onde fossem jul-
gadaa convenientes, e esta medida leve logo appli-
cac,Ao aos partos de Maldonadu, Colonia, Nova Pal-
myra e Paiandii.
Estas eslares deviam comprar os seus dc-pacho-
de evportarao de artigos procedentes do estrangelros
no raez de fevereiro uliiinu, quaudo comee iva a
vigorar a lei de direitos dift'ereueiaes da Ciufcdora-
s"t.
Foi nestas cireumstancias que o governo oriental,
protestando o mai< decidido empenlio im evitar a-
m)gav>lmenle o conflicto que'ainai;ava causar a e-
mergeucia de que se trata, reeorreii ineiin ,i i do
governo de S. M. o Imperador.
O governo iaperHl, sempre desejoso de manifes-
tar o mi 'resse que loma pela paz |o boa harnionia
dos Estados yiziuhos, pre tade ao pedido da Repblica, persuadido de que o
governo argentino recebera com a mesma benevo-
lencia e justo aprero a sua afficiosa mediara i.
".muevo (',. cunle.n a sollicilacito do governo da
Repblica e a proposla do governo de Sea Mages-
tae.
Demarcacao de limites.
As iluvidas que ltimamente se -uscilaram entre
os doos commissarios, no reconherimenlo das linlias
designadas nos tratados de 12 de oulubnide I8.")l e
1.) de maio de I8'>2, forain por elles resolvtdas de
commiin arcor lo, c do modo o mais razoavel.
Consta esle accordo do urna arta alienada em (i
de abril do anno passado, e qu< vai appensa a esle
relimri.) ni Anneio J. Ahi lambem ajunto um ex-
tracto da eiposirilo feila pelo commissario imperial,
o bario de Cac;,paYa, coulen lo urna noticia resu-
mida dos trabadlos da demarcarao desdo o seu co-
mec4o.
Toda l fronleira est reconheci la. vi>to que a li-
"lia do l)i)araim, ainda nio percornla, segne o cur-
so daquella rio, e pillante) se acha naturalmente
demarcada.
Eslaudo, pois, preencliidos o fins para qoe fura
creada a juul.i de crdito publico, de qoe trata
mesma convencao, enlendeu o governo imperial que
devia dar por terminada a missao do commissario
lirnsileiro, e nesle senlido expedio a leiarai. iuipe-
riul em Montevideo as necessarias inslrocces.
O governo da republica concordoa com a delibe-
rar^ao do governo imperial, como veris da corres-
pondencia annexa.
Uamnos causados aos subditos brasileiros durante a
guerra civU no E>lado Oriental do Uroguav.
Tem merecido sempre do governo imperial a maior
iltenrAo os inleresses dos subditos brasileirosque s3o
r c lores di repblica pelos dainos a prejuizos que
soffreram durante a guerra civil naquelle Estado.
Altendendo, porem, is circomstancias financeiras da
repblica, nos temos limitado a reclamar que os ere-
dores brasileiros sejara poslos lias condiees dos mais
favorecidos. O eoverno oriental, pelo urgi do seu
ministro nesla corle, sem que tiouve-se precedido
nova oq recente instancia de nossa parle, se anteo-
pou era assegurar que, se algum ajuste for feilo para
pagamento de credores estrangelros, os do llrasil nao
serao menos altendidos.
Trato particularmente desle assumpto na parte
desle relatorio relativa a reclamarles.
fepu/'lica do Per.
Cimpanhia de naveg.-ic.5o e eommercio do Amazonas.
Algumaa oceurenrias de na fronleira do Per, como veris das reclamarles
dirigidas pela legac,o imperial em Lima ao governo
daquella republica.
O governo imperial espera que, medinite provi-
dencias a lequ idas emanadas daqnelle governo, ees-
sarao o abusos e vexames de que lem sido v.climas'
na referida fronleira alguna llrasileiros.
O concurso aniigavel do governo peruano, e as re-
commendaces que por sua parte faz iuces'anlc-
mente o governo imperial, a bem da harmona qoe
he de misler enlre as autoridades dos difirilos li-
milroplies, muilo coucoireao para que se linn-m e
dascovolvam as relaces de amizadt e os inleresses
cnminerciaes dos dous paizes.
A companhia einprezaria da nave8eao do rio
quieni, Memachi, e outros tribuanos do (iuainia ,
a' .Nova dranada, ale onde so esicndereni os lerii- i les enmes loram o commissario
torios dosdous estados, o Comes, o sargento Segundino Carrasco e tre
Alem deslas estipularles declarou-se mais. nos dos de policia.
prolocollos das respectivas conferencias, o seguidle '
accordo para servir de base as inslriicees que 6e de-
vei.1o dar aos commissarios demar-eadores :
i Oae, se ao subir pelo rio T.iraira o aclias3em
curto como o descreve Iluraboldl, inclinassem a li-
nha ao noroeste quanto fosaa suftlcienle pira cobrir
as varenles do Vaupcs ; mas que, se o achsssm tan
extenso como he descriplo por Codazzi, conli
?wf "!?!,commun.lc1",as Pe" overno da l Rio Negro superior ou (Iuainia*; de modo que to-
t- !. i.? "ver'am "j"8 u* "gumles pontos : fiquem perlencendo ao Brasil, e as que v.1o ao Na-
1 qoe os commandanles dos vapores brasileiros que -
uavegam al Nauta exigiara passagem de lerceira
classe por presos do Estado, e ootros individuos que
seguodo o contrato de de novembro de 1852, de-
viam transportar gratuitamente; 2-, que violenlavam
os cortadores de lenha no litoral peruano a que
carreaassem para bordo a lenha qoe veodiam.
O governo imperial, depois de bem informado,
procurara entender -se a e-se respeilo com a com-
panlua, e esla' eerto de que esta sera' 13o fiel oo
cumprimento das saas obrigaces para com a rep-
blica, como o lem sido para com o mesmo eoverno
imperial. s
Su depois de ouvir a companhia, e de omsullar o
respectivo contrato, he que se podera' julgar-se-ha
ou nao algum excesso n,is exigencias do gerente da
companhia na Para'.
Isenc,ao de direitos a' navegucao fluvial dos dous
paizes.
Im regulamcnto do Peni snjeitoa todo o navio
nacional ou estrmaeiro de mais de duzentas tone-
ladas a cerlos direitos de porto e lonelagsra, quaudo
proceda do exterior.
Por decretos de 17 de abril e G de outnbro do
anno prximo passado o governo da republica isen-
tou desses direitos a quaesquer embarca;Oes do Pe-
r qoa na ves aern e transporten) mercaduras para os
portos do Brasil.
Em consequencia do art. I da convencao de 23 de
outobro de 1851 ficaram tambera participando da-
quella senc,ao os vapores da companhia subvencio-
I nada pelos dous govemos, ainda que a sua lotaco
exceda de mais de duzentas toneladas.
A couvencao de 23 de ootubro de 1851.
Tendo concordado o Brasil o Peni em que os
'!rl5-. $! '' *> "' da conventao de 23 de outubro
de 1851 vigorassem por e-paro de seis anuos, oa
quaes pnneipiaram acorrer na dala da tioca das
ralilicases, cirecload.1 nesta corleaos 18 de outubro
de 1852, em 18 de outubro do auno prximo futu-
ro linda o dilo prazo.
Aquelles artigos venain sobre as eslipulacOes
concerne ules a' navegaran e a' exlradicao de crimi-
nosos, desertores e escravos fgidos.
O governo imperial esla' disposto a renovar as es-
lipolacoes de 1851 sobre ama base mais larga, como
parece recommeudarem as nossas relances polticas
e commerciaes com aquella republica, e o eslado
da queslo fluvial cora os deioais estados limi-
Irophes.
Emquanlo n.lo se chegoe a nm novo e mais salis-
faclono acord sobre o olijecto da convencao Je 23
da ootubro de 1851, lem u governo imperial direito
a e-perar que a repblica do Peni, que lao aprecia-
reis vantagens coin da navegacao a vapor esiabele-
cnla enlre o porto do Para' e o de Nauta, na foz do
Lcayali, continu a nianler o que se acha eetipula-
do eiure os dous paizes, e dectarado no seu decreto
de de Janeiro de 185, conforme o arl. 1. da citada
convencao.
Proleccao da ilha de Chincha e outras productoras de
guano, solicitada a'legacao imperial em Lima.
No catado de eouunocao poltica em que se echa a
republicn do Per, o aeu governo expz ao eorpo di-
plomalico acredilado em Lima, que nao poda prote-
ger as ilhas de Chincha a outras productoras de gua-
no, a que, aclundo-se o goano nellas produzdohy-
pnlhecado aos empenlios pecouiaros da republica,
ieviam as narOes interessadas .nesses coraproimssos
proteger aquellas ilhas, afim de que a sua produccao
au seja extrahida e vendida senao por conla do go-
verno legal.
Nao exislindo actualmente as costas do Peni for-
jas navaes brasileiras, eoenhiima relaco leudo com
u ren lmenlo das referidas illias o enipenho que con-
tralnra o governo da repblica para com o imperio
pelaconvenrilode 23 de oulabro de 1851, no que lo-
ca a navegaba> illuvial, o ministro de S. M. o im-
E.M ARIIKGADUS DA SCBSCRigA NO SUL
Alagoas, oSr. Claudino Falcoo Das ; Babia, oSr. D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria na sua
vraria, prata da Independencia n. 6 e 8.
c sZadores comornr,\ v-i 0r"1raJa.do PelM Cl"-' .^'imento no anno b.ncario que f.ndou em 30 de Cumpre ainda observar que da. sommas descon-
Se'ando ,m,Z7J< 2,1 P3 ?*** ""'Uo U,"mo' e que vos acaba de ler Sr- Pre'" '''" I"" repr.ieiiUvam valores menores de
ie^u^S^litiV'.mqU fjc",!d,;"8' "b a" oiriitiHiniiroir-To.de que, 1.0IK.5,e 1,98'. menures d. 2:0003, o que I-ten,e,
"."S oram o 'SS rir "^ "i^ t! *!^JL^^mm*~m* l que em suas^o,erac.e, aro.lie o Banro.^enV prefe-
Rufino feilo, tanto a respeito daquellas operarles como so-
salda- i bra o estado das caixas o da e-cnptur.irao. registros,
t ir-io.ieeii,. 'll,r'" 8 m''', <1cumenlos do Banco, podem certili-
:,.^11!. ..1. <", foi negociada pelo car-vos que o procedimento da directora foi s<
,f \l nn Mb dlreCC'10 d CUmm'5- : pa",aJ" "'" 'POHom nos.a lei orgnica,
na ue pnucia. regras que regem e-la casa : e or iss mis as >
O eoverno da repblica crdenou ao chefe politice
nuas-! de Minas que sem perda de lempo procedesse a a'
sem por elle a linda divisoria ale um ponto do qual riguacao desses criraes, e rcmeltesse os delinquen
tomando para o norte,ficassein cobertas as cabeceiras
do dilo Vaups.
A linha que sempre uitenlamo; como a rigorosa
divisa do nosso fi possideti*, e da qual cedemos por seu enverno, cnminuuirou que o comraiaa,
aquelle acord, he a seguiote : I lile dora parte de que. ha p?r*eguido doua Brasileiros
a Come;ando no rio Japur ou Csqaela'em frente : naquelle dislricto por rommellerem roubos leudo
n embocadura do Apaporis!, segu pelo Japur.i inorto nm delles por lhe hhver resi-ldo rom asar-
aguas cima ate a' embocadura rio ro dos Engaos ; j mas, levando os mesmus nes'a eccasiao dous cavallos
sempre
e das
, -.B. que regem e-la casa ; e por isso que as contas
,."fa.la:d..S.Sf? act08'.a.Jeg,',o,.n.Peria.1 levon- ora "IJ8"' ,sa considerarte sao o resultado do
exercieio de legitimas allribui;Oes, e a dearaDilratJIo
fiel e exacta dos algansmos com que foram el-
os ao conli,cimento do governo oriental, reclamando
a prisao e castigo dos criminosos.
lico las representadas na contabilidade eeral do mesmo
ve- I' inca.
elinquenles
presos para a capital, sem prejuzo do sommano que
linha de levaular-se.
sa aulondade, olliciando sobre este a'suinploao
com
continuando por esle, e por aquelles de seus sfllaeii-
les cujo curso mais se aproxima do rumo norlc al
suas cabeceiras ; inclina-se depns para o orienle a
procurar as cabeceiras do rio Mcmacbi ; de modo
que todas as asuas que vo ao Apaporis, Vaups e
issana, pertencessem ao Braiil, e as que vio an Me-
machi, Naquieui e oatroa Itiburarioi do rio Negro
Superior ou Uuainia, a Nova Granada, ale onde se
estendessero os territorios dos deu estados.
Pelo que toca a oavegac.ao lluvial, o principio
adoptado he que ella perlence pelo direito das gen-
les a' soberana do paiz, por cujo territorio passa o
rio, a a pode e demais na^oes, em virtude de convenees especiaes,
n is qu,es e regule o exercieio .lu direito imperreito
dos primeiro', e as franquezas concedidas aos nao
Amazonas entre a capital do Para e o porto de au- P5r"dor am Lima declinnu essa prulec;ao, que alias
la, na foz do Lciiyali, lem continuado sem a menor
interrupcao as suas viagens peridicas, fomentando
o desenvolvimenlo das fontes da riqueza que en si
Os Irabilhos de qoe presentemente se nr.capam as
duas rommi'sos consislem no trajo da linha lo Ja-
goarao a' c xilli i da sant' Auna, e I-in.ir.-.i..."i desta
linha central.
A lerceira eccan da fronte ra, que corneja na-
qoella eox Iha a se eslende al a' loz do Quaraim
no rio Uruguay, de poucos a: igualanifulos ailili-
ciaes carece.
lio ne reeenlemenle um inesperado incidente,
que euiliarac ni os Irabalhos da cummissai jinprinl,
a po l-ria ter algumas consequencias de mas felizmente ce,soo sem que se dsse o conll'cto
que era de reeeiar.
() chefe poltico do Serr Largo rn(*nileu que a
commiao imperial nao poda nceupar-sc dos Iraba-
llios de deroarca^ai sobre o territorio orienial, sern
que elives*e presente u commissario oriental, cuja
ausenc a alias era vclnntaria, e conlrana aos de.-e-
sos do nosso commissario.
Ilaade o principio foi accordado, e nem de nutra
sorte poderia ser, qoe as dus commissoes leriam to-
da a liberdade p ira eve-ui r os seus Irabalhos de
campo sem dependencia um, da oulra, era um e nu-
tro lado da fronleira. No reconli-cimnio e dentar-
cafjloda linha do Chuy, e nos Ir.dialhus subsequen-
lea sobre a linha central, aisirn so proredeu na
maior hamionia.
A opposicao recente daquella aulurida le oriental,
a respeilo de Irabalh concernenies ao Iraca e de-
marcaba de urna linha ja verificada, surpreiidcu ao
encerram essas regies incultas.
Como sabis, aquella companhia contrahio obriga-
jijas especiaes para com o g iverno imperial e o do
Peni, em virtude do 3.- dos artizos addcionaes
convencao de 23 de oulabro de 1851.
O governo imperial, por decreto numero 1037 de
30 de agosto de 1852, havia concedido a dita compa-
nhia um privilegio excludvo por Imita annos, para
dar comeci a naveac;1o fluvial desda a ci lade de
Belem ale a da barra do o Negro, hoje denomi-
nada Manaos, capital da provincia do Amazonas, e
desle poni al Nauta, povoacAo da republica do
Peni.
O governo imperial obrigou-se a auxiliar a ein-
preza com nana sabvencao aunua de oitenla mil pe-
sos fortes ,l(iO:O0O5O0O) pelo servico da pnmeira li-
oha, repartida esla loraioa pelo numero de viagens
redondas.
O servido da segunda linha devia ser lambem au-
xiliado pelo governo do Peni, nao sendo esta sub-
vengo nunca menor de viole rail pesos aiinualin*n
le, ou 4O:l)00?OU0.
O goveroo da republica do Per, lendo conheci-
raenlo daquella decreto, declarou que as con nces
do contrato do governo imperial, pelo que respeita-
va ao litoral peruauo, nao po leriam cousiderar-se
uti-isienii", senao mellante a crlebracilo de um
-juste ou contralo entre o mesma governo peruano
ea companhia.
Era i de novembro de 1852 havia ja o agenta pe-
ruano nesla corle concluido o indicado ajuste, con-
formndole as condicOes iniciadas no decreto do
governo imperial.
Por decrelo imperial de 2 de ootabro de 1854 foi
innovado o contrato r.ilo com a companhia, renun-
ciando esta ao privilegio exclosivo que Ihe lora ron-
cedido pelo decrelo de 30 de agosto de 1852, e a
quaesquer outras vanlagens outorgadas pelo iue decrelo que nao fossem declaradas no novo cou-
Irato.
Esle novo contr.il,> conservou as duas liabas de
navegajao ; a primeira da cidade de Belem al a
cidade da Barra, dando-ihe o governo imperial
maior subveocao annoal, de duzeulos e sessenta e
qaatro conlosde res; e a segunda da cid ide da Bar-
ra al a povoajao de Naula, como ae achava esti-
pulado no arl. i.- da contralo celebrado cora o go-
verno peruano.
Sobre a maneira porque a companhia de navega-
ran e eommercio do Amazonas lem cumprido o seu
contrato com o governo imperial, nao ha seo,lo mo-
tivos para louvar o zelo com qoe procura ella sal is-
la-. a obrigacao qoe contrahio.
Por parle das autoridades do Per, porem, appa-
receram ltimamente algumas queixas.
Em 28 de junho do anno prximo passado o cn-
sul do Per no Para' dirigio-se ao presidente da-
quella provincia, reclamando :
I." A observancia do artigo 2.'do tratado sub-
sistente entra) o imperio e a repoblica, porque a
companhia esta' na persuasSo de que o porto de
partida da linha de navecac.au por vapor, a que al-
lude o citado tratado, ao deve enlender-ie, no que
loca ao Per, desde a cidadaj da Birra ato Nauta, e
nao desde a capital da provincia do Para' at aquel-
le porlo do litoral peruano.
2.- Contra o pagamento de comedorias que a mes-1
ma coinpanliia exipje dos passageirns de e-lado pe-
ruanos, por nao haver estipula; io alguma que auto-
rise esi exigencia.
3." Provi iencias que regularisem na barra as en-
tradas e sabidas dos vapores, de modo que senao re-
larde a iioinin ara i enlre a provincia do Amazo-
nas e o liliural peruano em prejuzo do cdruinercio
de ambos os paizes.
Ou-ilo o gerente da companhia. responden esle
ao presidente da provincia do Para' com a seguinle
inforraacao :
Quanto ao primeiro pernio, que os contratos cele-
brados pela co'<,panliia com os dous govemos ei-
presta e Meramente limitan) asegunda linha da na-
vegaedio de seus vapores entre a barra do Rio Negro
e o porto de Naula.
Qoanlo ao segundo, que as comedorias, que se co-
bran) do passageiros de estado do Per, sao em lu-
do igoies as que -. recebem dos passageiros da mes-
ma classe do Brasil, tendo o transporte deles, como
o daquelles, lamben gratuito, em virtude da rondic
cao onzedo respectivo contrato, mas suieito asdes-
pezni desdenlo.
E qu.nto an terceiro, qe s.iliial.i dos vapores da
primeiro linha, da capital da provincia do Para'
para a da provincia do Amazonas, venlira-se nos
das I e 18 de cada mez, como jolgoa eonteoieal* o
governo imperial, para facilitar as coinmuincacOes
entre as du is provincias ; e que a partida dus vapo-
res da sigonda linha foi lixada pelo presidente du
Amazonas, e lem lugar de dous em dous mezes no
dia 10, preencheiidn->e asim regularmente as seis
viagens a que sao obrieadot, seguaJo foi cslipulado
na cnnvenrAo e lambem no conlratu com o governo
peruano.
nao seria conforme a' poltica que invanavetmente
seguem o agentes brasileiras, a muilo Ibes he re-
rominen I.ida, de nao ae envolveren) as queslO.s iu-
leruas dos paizes em qua se acham acreditados.
Venezuel, Nova-Grana la e Equador.
0 governo imperial lim sempre manifestad i os
melhores desejos de esireitar as >elac c boa iutelligeiicia que s ib.i-l-m entre o impeno e
as repoblicas de Venezuela Nova Can ida e
Equador.
A condicao esseucial para que lio amigaveis vis-
las se realisem he de cerlo o rccoiiheciinerHo defini-
tivo dos limites do imperio com aquelles estados, e a
liberdade de eommunicac,ao dos lespeclivos povos
pelas fionleiras e rios que separam e alravessain os
seus territorios.
Com est) cnuvicr^ao enviamos ha 5 annos aquellas
repblicas nma missao especial, cojo objecto prin-
cipal foi celebrar os ajualea conceruenles a limites,
navegarjiu lluvial e exlra.lic.ia de criuiinoso, islo
he, e-ialielecer as bases sem as qaaes comrnuuicac,<>es
de fronleira, ltenlas as suas coi)ir,ss topograpicas,
se lurnarian urna foole fecunda de querellas e ron-
fliclos.
Nada propuzemos que nao fosie justo, razoavel e
consenlaiieo com os interessas dos respectivos paizes.
O principio a loptadit sobre limite* foi o ui poati-
itlit, base invariavel que temos seguido na celibra-
{flo dos tratados anlogos cora as repblicas vizi-
nhaa.
Sendo necessarin lixar umi poca para a definirao
da posse, e pudendo haver duvida sobre qual fo',se
essa poca, nao dovidaraos admillir a do anuo de
1810, em que se declararan, independentes *t|-sel-
les estados, per coincidiram os limues daqnelle au-
no com de IS22, em que Uve lugar a emancipai-ao
poltica do Brasil.
Os limites ajustados com Venezuela no traalo
assignado em 5 de novembro de 1852 sao os se-
g-miles :
n Cometan' a linha divisoria as cabeceiras do
no Memichi, e segurado pelo mais alio do terreno
piteara' pelas cabeceiras do Aquiu e Tom, e do
liuaiciae Iquiare ou Iss.na, de modo que todas as
aguas que vo ao Aquio e Tom fiquem perlencendo
a' Venezuela ; e as que vio ao (iuaicia, Xi, e Issa-
na, ao Brasil ; alravessara'o Rio Negro defronle
da lili > de S. Jos, que esta' proxma a' pedra do
Cucui
Da ilha de S. Jos seguir' em linha recta, cor-
lando o canal Mitorac na sua amelade, ou no pon-
to que accardarem os commissarios demarcadores, e
que divida convenientemente o dilo canal; e dalli
pi-s.ni lo pelos grupos dos morros Copi, Imeri, Cual
c Lrueusiro, atrave-sara' o camlnho qoe coinino-
mca por Ierra o rio Castanha com o Marari, e pela
serra de Tapirapac buscara'os cumes da serra P.i-
rima, de modo qu. a) ijuas que co'rrem ao padavi-
rlj Marari, e V. ibabnris, fiquem perlencendo ao Bra-
sil, e as que vao ao luruaca, ou Idapa ou \iaba', i
Venezuela.
a Seuira' pelo cume da serra Parima, ,-il ao n-
gulo que faz asta com a de Pacarairaa, de modo que
lodas as aguas que correm ao rio Itranco liquen)
perlencendo ao Brasil, e as que vao ao Orinoco, a
> -i'o-/ uel.i ; e conlinoare' pelos pontos mais eleva los
do dila serra Pacaraima, de modo que as agua, que
v.lo ao rio Branco fique-n perlencendo, como se ha
dito, ao Brasil, c as que vo ao Es-^uiho, Covum
e Caroni, a' Venezuela, at aonde se estenderem us
lerrilorios dosdous eslados em sua parte oriental.
A nossa priiieira proposla ao governo de Venezue-
la fui a aegoinle :
Oue, era lugar da linha recia da pedra do Cucui
ao centro do canal de Muluraca', se seguisse da pe-
dra do Cucui ou ilha da S. Jos, pelo rio Negro ci-
ma alo ao Cassiquiare, e por eslo alo a' emboca lu-
ra do I lapa ou Xiaba', depois por este rio aguas ci-
ma at a' sena de Unturau, e pelos ruines de-la an-
da 4*,iriir,a ; isto sem prejudicsr os eslaheleciinenlos
venezoelanos de S. Carlos, Solano, Buenavisla c
Quirabueua.
O proprio plenipotenciario de Venezuela foi quem
propoz a linha que cor-) elle ajustamos, e que he
conforme ao mappa de Codazzi, declarando porem
que reputava isso urna transarlo, que prejudicava
an sen paiz em urna grande porreo de territorio, e
que em riuor a linha divisoria deveria cortar o rio
Negro na Equinocial.
O tratado com Nova Grnala da 25 de julho de
1853 --tpula a seguinle fronleira :
n Cirnerjari'i a fronleira na continencia do rio.
Apaporis com o Japura' e seguir' g dilo Apaporis j
aguas cima al ao ponto era que Ihe enlra pela ua
marsem oriental o tributario chamado, nos mappas
do baiilo de llumboldl e do coron*! Co Ipazi, Tarai-
ra ; e pelo dilo Taralra aguas cima at um ponto
ribeirinhos, por modo que se proveja a' seguranza e
polica territorial, e se coociliem os inleresses com-
iiiiii!- e geraes.
lufelizmenle, nem os traalos de limites, nem as
convenc.es relativas a' navegac.30 fluvial, ajustadas
em Caracas ... Uogota' a 2.5 de Janeiro e li de junho
de 1S53, ad instar da convencao enn o Per. n-
ronlrarain oacolhimenlo que era da esperar da par-
ta daquelles governos : rtpirou o prazo marcada pa-
ra a iroca das ralilicaces, sera que esla e ellic-
luasse.
Tendo o governo imperial enviado um novo agen-
te aquellas republica<, deu-lhe as precisas inslruc-
ees para chegar a um accorJo sobre tjdas as ques-
toes nen leiiK-s.
() empeiilio do governo imperial nos ajustes de
limiiesnai pule st outro seuSo abrir os communi-
cacues do fronleira, e eslahelecer sobre bases segu-
ras sua3 relaces poliiicas e commerciaes com aquel-
les estados, aproveitando a circumslancia de esla-
rem os lerntorios limitrophes, pouco povoa los, e
em importancia material, para discutir e decidir
cora calma, equitativa e amigavelmenle, quesles
que para o futuro seriam de muito m.a dillicil so-
loc.lo.
Os ajustes de nav?gae>> lendem aos mesmos fins,
e contera us liases de accordo indispanaaveil, para
que o imperio e os ditos estados possim oppiriuna-
menle, e o mais cedo que for possivel, franquear
suas aguas lluviaes ao eommercio geral, dando por
esle meio mais farte Impulso no desenvolv menlo di
sua propna riqueza, e sermido aoi inleresses da
naroes amigas.
As margens do Amazonas e de seus allloenles es-
13o anida lao deserlas e incultas qua p ,r muito lem-
po nao podera i altrahir o eommercio eslrangeiro, se
nao lralar-se cora previso, e mediante a melhnr in-
lelligencia entre os ribeirinhos, de crear a desenvol-
ver os elementos de sua finura prosperilade.
He esse acecido que solicita e lem solicitado o go-
verno imperial. Os seus filis silo lau rancoj e "ene-
rosos que na~o se pode dovidar de que sejam em bre-
ve juslaraeote curooehendi io, e preencliidos da
parle dos nossos vilintios, a quem segoramenle mais
vantagens immedialas nlTerecc a navegacao e eom-
mercio para que o, convidamos.
Por si s o governo impeiial ja' lera feila, c con^
linuaa fazer, quanto Ihe he possivel. A cumpa-
lima de navegaca-j do Amazonas, creada c sastenta-
da a cusa de nao pequeos sacrificios pecuniarios,
a ciiicorrencia aberla a essa imvegaca pela aluli.
cao do privilegio que afia sido concedido a'dita
companhia, a finalmente, os ncleos de popolacao
eoropea, cuja foodacao se prc-move naquelles luna-
res, sao provas irrefraaaveis dos louvaveis esforros
do governo imperial.
Limites enlre o Brasil e a Oavana Franeeza.
Il-pois iie urna tonga discossao, em que a materia
foi esgotada. lerminou a negociac.lo ullimamenle
encelada era Paris sobre a lixarao dos limites da
ruayana l-ranreza coirt o Brasil, sem que os nego-
ciadores podesiem cliegr a um accordo, por nao h,.
ver o plejnpoienciario franrez admiltido s propo-
sirocs do brasileiro, nem esle a daqnelle.
A discossao versou, como ja' estis informados, so-
bre a inlerprelacao do arl. 8 do tratado de Ulrecht,
que eslabeleceu como limite entre o Brasil e a
oeyan l-'rancrza o rio lapuc ou Vicente Pinson.
A quesiao re lu/.-se a saber qual he o rio t que s
retere aquelle tratado.
O governo imperial enlenle que esle rio ha o
masmo que buje ae condece pelo iiome de Oyapock;
e o governo de Franca pretende que leja o Ar.eua-
ry, que liea muilo ao sul ..aquelle.
O plenipotenciario brasileiro ofiereceu tres prono-
sicues de accordo: pnmeira, a liulia superior dos
terrenos que deviJe-n as agua d > Oyapock e do Cas
sipure; segunda, a maigeao esquer a do Csssipure :
leicaira, a linha do rio ,1o Coanaui ; qiarlt, a linha
do Calsoeue, que o tratado de 10 de agoslo de 17117,
celebrado euire a Franca e Portugal, diz ser o rio
que os Fraocezes ahnrnam Vicente l'inon.
O plenipoleiiciaiio franeei propoz: I.-, a mar-
em esquerda do ramo septentrional do Aragoarv ;
j.\j> canal de Carapap ,r s, que -epara a ilha de
Maraca das Ierras djsoenle ao Cabo do Norte; em
seguida o ramo seplenl.ioiial do rio Arauuarv.se
este ramo esliver desobstruido, e no caso contrario,
o primeiro curso d'agua que se encontrar seaoiodo
para o norte, e que desemboca (com o oome de Man-
riaie ou CarapaporiV, no canal da Carapa,ions, a I
i> de I itiiii le norte prximamente.
Asegunda proposla do plenipotenciario fraucez
nao difiere da primeira senao em sor mais especifi-
cada,
Julguei conveniente fazer juntar a este relatorio
os prolocollos dessa nexoeiaeJJa. Como veris, a falta
de urna perfeila explorarlo e coiiheciniento das pa-
ragens sobre as quaes da quasi seculo e meio versa a
conlenda, nao contribuio pouco para aquelle resul-
tado.
lie, porm, de crr, a' vista dos termos amisa-
vei meio do lenninarem breve, c amigavelmeiile, essa
questau secular, que quanto ao direito se acha hoje
completamente esclarec la.
Reclamaces brasileiras.
ftpublica Oriental do Uruguay.
Estado das reclamares pecuniarias dos sub-
ditos brasileiros,
O governo imperial, por couiderac3o ao estado
critico das tinancas da republica oriental du Uru-
guay, lera deixa.lo de insistir cura ognvernu da mes-
ma republica para que atienda aos direitos de vanos
credires brasileiros.
Manifestando o apreco que o seu governo faz do
procedimento que lera Urjo o imperio as suas recla-
maces pecuniarias, assegiiron o miuirlru oriental
que, se por ventura se runcluissc algum accordo de-
finilivo acerca dasreclainares pecuniarias de oulros
governos era favor de seus respectivos subditos. o>
subditos brasileiros seriara altendidos enm as condi-
ees mais favuraveis que se coiiceJcseni aos de qual-
quer oulru paiz.
Esla niaiiifeslaclo do agente diplomtico da rep-
blica oriental do Uruguay,posto que de rigorosa j-js-
lici. foi recebi la como nina prova de disposicoes a-
migaveis da parle do governo da repblica.
Assassinalo do subdito brasileiro Manoel Custodio e
violencias feilas a outro sub lila brasileiro de li-
me l.eovigildo Antonio de Lima.
Nos primeiros dias du mez de oulabro de 185(1, ...
chandu-se aquelles llrasileiros no "mar Chico no
departamento de Muas, foram citados pelo juiz de
paz Ignacio Olorvs para comparecer peraole esta
aulondade como testeinunhas do roubo -le urna voc-
ea, rniiimi-'ti la por Joaquim Alvarisa, pertencente a
Francisco Unlloracro de Aliada, em cuja casa e.-l.i-
roubados ; e que, leudo mandado proceder a's ave-
ngiiaces re.-on ineiidiidas pelo governo sobre esses
faelo, nada linha resultado contra o commissano
tiomes e seas lela lores, couservnndo-os entretanto
na villa de Minas como em cu-todia al a' conclu-3o
dos immario que se eslava forman 1o.
Nada sa diz acerca da exiorsao das trinla onjas.
I-.-sas informaces (orara Iransmillldas a' noa le-
gacao, quede rdem do enverno imperial man loa
proceder em Mines a averigu.ce. sobre os referidos
eonleeimentos.
No 2- semestre.
Leluas de iloas
firma do logar do
dasconlo :
No Banco. .
as caixas fi-
liaes f ,
Ledras de urna
so firma :
No Banco .
as caitas fi-
liaos .....
Ledras do tde-
souro e Ihesouraria
do Rio de Ja-
neiro .....
Cobraram-se no
1." semestre :
No Banco .
as caitas l-
liaes.....
No J. somestre.
No Banco .
as caixas fi-
liaes ....
Saldo que pas-
sa para 1857 a
1858.....
Assassinalo Je Claudio da Silva.
i O presidente da provincia de S. Pedro do Rio
draude.do Sul oommnniccu ao gaverno imperial,
que, s-gundo informares do commandanle geral das
brigadas e fronlciras, mua silo asasainado no Esta-
do Orienial, nos mmediaraes do Paaso do Cenla-
riSo, o subdito brasileiro CUadino da Silva.
Em comequencia de iiistrurces rio- governo im-
perial, levoa a sos legara.) em Montevideo este laclo
ao conbecimentodo govern.ida repblica, reclaman-
do a puuicao dos que o commelteram.
O guvemo oriental reapo.ideu qua nlo tinba nu-
dcia desse asiassiuadv, e que la pedir as inrormacoes
necessarias.
Nao loado a nnssa legafSo recebidu oulra resposla
atn ao dia 26 de fevereiro desle anno, reidrou uessa
data aquella sua reclamarilo.
Assassinalo do subdito brasileiro Jos Vieira.
Jos Vieira, natural da provincia de S. Paulo, foi
assaisioado era 11 de marco de 1856 na cosa do Rio
Negro, na picada denominada de Japej.
O vicc-consul do Brasil em Pavsnidi, tendo co-
nhecunento disso, dirigio-se an ehefe poltico desee
depariamenio, e esle fuu-rionario inaudoa fazer al-
gumas diligencias para desc. brir e apprehender o ai-
sasaioo el", porem, (orara inriuriifeas.
Apenr disso, continan lo o mencionado vice-r.on-
snl a indagar por si, chegou a verificar que o .rrime
havia sido comiiietlido pelos eidarMoa orienlaes Fran-
cisco Figueirua e Jusc Figueiroa, os quats, depois
de aasaeslnarem a Ju- Vieira, roubaram-lhe eento e
ciucoenla e lanas on;a< i|iit levava consigo, e fu
girara para Unalegoaicll na provincia aigeiUina de
tnlre-Rios.
Sendo a legacao bruileira informada do occorrido,
dirigi ao governo orienial urna nota levando ess-
facto ao >;u iiihecimeiilii, afim de que houvesse de
lomar as medulas convenientes para n captura desses
ni livi luos logo que regressassern ao Eslado Orienial.
l'rocesso do suila iito brasileiro (I .aventura Alvares.
Ksie subdito Brasileiro, residente era Mslbaiar,
departamento do Doraino, foi pre mez de novembro de 185, e condolido cidade da
Colonia no departamento de mesma mue, onde lem
eslado preso at hoje sera que si lenha dado segui-
inenl) ao -cu processo.
A legardo imperial em Montevideo, informada des-
se relo, delle .leu conhtcimanlo ao eoverno oriental,
reclamando a imme lala concloefto do processo da-
quelle Brasileiro, que fra cruelmenle tratado c fei-
dn, e qne t nha todos os seus bens embargados com
gran le prejuzo seu ede sua familia, a qu.l sollria as
maiores pnvaces, b-in camo elle ua pristi.
Em resposla a essa nota. limilon-Sa) o governo ori-
ental a remellar nnssa Isgacjio copia das informa-
cues que recebera do juiz do civel e crime da Colonia
sobre a pr.sao e eslado do processo de lloaventura.
Nesse domnenlo se diz que o dito subdito Brasi-
leiro foi preso por romplicidade em diversos roubos
e assassiuatos; qu alera do sumrnario nada mais se
lem teilo desde 18.5. e que esla dcmoia ha devida as
di dculdades de cuinmunici;3o ua campanil.-,e pouco
zelo e inlelligeocia das autoridades encarregadas Has
diligencias a que se lem mandado proceder.
I rocesio do subdito Brasileo Bernardino Jos da
S.lveira.
liernanHno Jos da Silveira represcnlou era dezem-
bro de I85I, legactlo imperial em Montevideo, qoe
rora preso no departamento do Sali em marr,o de
I8)i, iii-IIido depois para o departamento de Pay-
and, ah empregado no tr-balho forjado das obras
publ-cas, e transferido finalmente para Montevideo,
onde ninla se acha encarcerado.
Mandando aquella legaclo verificar a nacionaliila-
de do peticionario e o m-divoda sua prisao, e sendo
informado de que era Brasileiro e havia sido preso
por homicidio, passou em 27 de dezembro ullimo
una nota ao governo oriental deiiunciaudo-llie a pre-
craslinarao do processo e pedindo a expedidlo das
necessarias ordsns paru que fosse terminado cum bre-
vida le.
Nao obleado resposla at ao dia 2( de fevereiro,
insisiio na reclamara,), observando que o aecusado
havia sido forrado a trabsliiar lias obras publicas an-
iel de ser ciiiiipelentemeiili! sentenciado.
E\tradi;3o do desertor Jo- Ignacio da Silva.
Ilavend.) d.-.erl i-lo para o departamento do Serr
Largo o soldado Jos Ignacio da Silva, reclamou-se
do respectivo chefe politice a sua entrega.
Esle recusou salislazer fi reclamadlo einquanto nao
fossem preenchidas as formalidades prescripias pilo
tratado de extradieao.
Tendo o g.verno imperial conhecimenlo desta re-
cusa, ordenou sua legacaoem Montevideo que se
entendessecora o governo oriental, visto como aquel-
las formalidades nao po liara -cr applicadas aos de-
sertores, c erara exigidas tnicamente para a exlra-
dirao de grandes criminosos e escravos fugidus.
O governo oriental, reonbecendo o (un lamenlo
desta reclamacao, expedio ordena i autoridades das
l.onleiras para que a entrega dos desertores fosse fei-
la mediante a simpes reclamara.) das autondadea bra-
sileiras, sem dependencia ne unir medid i, como at
entilo se pralicara, e mand.-u entregar o referido de-
sertor.
Ciiit/cJeraro Argentina.
Processo dos subditos Brasileiros Bernardo Teixeira,
Polyearpo Valerio e Jas da Silva.
Acliando-se os sub tilos Brasileiros Bernardo Tei-
xeira, Polyearpo Valerio e Jos da Silva Irabalhando
nos ervees do territorio de Corrientes, o juiz de paz
encarrega lo do commaodo rte S. Thom os mandn
por esse motivo prender e processar.
O juiz ducriineda cidade de Corrientes, vendo pelo
suraniano que os dilos Brasileiros nenhum crime ha-
\iara coraraeltido, e -ih-hou o pvocediineuto daquel-
le juiz de paz, ordeoou que nao se prosesuisse no
processo, mandan lo inmediatamente por us presos
era liberdade c dar-lhe urna alisfseSo.
Esta noticia foi rerebida c >m salisfajao pelo gover-
uo imperial, que mandou agradecer ao ergeulino a c
appruvaca) dada por elle ao pruoedimeulu daquella i companhis
.iMl.in I I.. .,*
as caixas
(Coiifi/iMar-ie-a..1
Occupandn-se das operar-es facoltadasao Banco
pelo art. 11 dos estatus, comearan, os fisraes por
aquellas que com espi-cialidade Ihes sao ahi mais
recnmmendadas, e pur isso tratara em primeiro la-
gar das do S 1 do referido artigo, coojuntamenle
com as do 5 (1, vttfo como guardara eslas intima con-
nexao cora aquellas oulras, e Ihes servem de com-
plemento.
S le G. Descontos de ledras e oulros titulas com-
merciaes, emprestiraos sobre penhores. As ope-
laces autorisadas ior estes dous paragraplios foram
effecluadas com as preicriplas garantas, e dentro da
soioma marcada a dos prazos abi eslabelecidos, co-
mo se verifica das duas sseguintes demonstra-
Movimento dos desconlos no anno bancario de 1856
a 18.7.
Saldo que passou de 11-551856 :
No Banco 22,037:747j)059
Nascams filiaes. 317:307*166
22,585:05iS225
Desconlaram-se lio |.o semestre :
Ledras do duas firmas do lugar
do descont :
No Banco .
as caixas fi-
liaes .....
Ledras de urna
s ii i ni i idem :
Po Banco .
Nas caixas fi-
liaes .....
Ledras do (he
souro e Ihesoura-
ria do Rio de Ja-
""".....2,600:u(K)^)00
52,07l:(iH>:l,i
12,52i:775238
70:):000?000
20:834>55
--------------68,320:28,J.?I57
ti 1,725:2989532
2il,5'i;):S(llj;_' *
:tll:000,- i!'7-7l6s2-'!l
I ,V)O:000.^)OO
8.583:82S,Ti28l
*
175,189:1075663
it,099:l5;60
7,092:8l(l~S7l
58,759:253J3*sl
16,325:277*257
IJS,27G:78t;;9.')7
7,2l2:)sti-7.'i,
Fondo etreclivo do Banco no 1.-
semestre 70 por cenlo sobre
110,000 acei........
Do dilo de dito no 2.- dito 80
por eento idem.......
Dcima parte do dito fundo que
pode ser applicada aos descintos
de leilras com urna s firma do
lugar do descont, a saber :
No t.- semestre......
Mximo a que chegarara os des-
cootos .....
Margen nesle semestre .
No segundo semestre (deciros
parle .......
Mximo a que cheearam os des-
ceios .....
Margera nisle semestre .
Fundo disp .nivel das caixss fi-
laesi.nl.- semestre 70 por eento
actes......
2.- semestre 80 por
15, i 00:000^000
17,000:0003000
1,.510:00^100
.505:i86j}500
I,(ir,:5l3s500
1.760:00051X10
329:0005000
1,-531:000^100
rencia, os effeitos do eommercio miudo am ama pro-
porr-ao de 22 2|3 f do papel descontado.
A laxa dasles descontos no Banco central foi da
5, 6, e 9 '., ao anno, sendo as de .5 e (i ] excepcio-
naes, e nicamente para o? descontos das tetros do
thesouro a da Ihesouraria da proviucia do Rio de Ja-
neiro, pelas consideraces de plena ga>auiia qoe of-
feecem as daquella primeira reparlicao, e por ou-
tras nao menos allendiveis razcs que levaran) a
direcluria do Banco em m .reo do anno fiado a des-
contar segunda al 1,000:0005 applicaveis a' em-
pre/a a cargo da companhia o Doitsa e Industria
pela tasa de 6 ',, em quanto a dos descontos geraes
fosse de 8%. Hoje porem que esla se acha elevada a
9 %, paea a provincia a de 7 \ por aquella impor-
lancia que ja se (em preeorhido. Quanlo n's laxas de
8 e 9 V foram ellas reguladoras dos dtsconlos era ge-
ral, durante o anno bancario, exislindo a primeira
al 27 da novembro de 1X50, em que foi elevada 9 %,
baixando de novo em 12 de Janeiro do crrenle an-
uo a S ,, para vollar ainda a 9 em 7 de maio ul-
limo, altura em que ato hoje permanece.
A eleva-;.ii da laxa do juro he por sem duvida,
una medida que prejadiea as traosacc,oes commer-
ciaes, e aggrava esse elemento mrbido que se por
vezes manifestar-se em detrimento do estado normal
do mercado ; mas semelhante mal, de que nao he o
Banco causador, e que as mais das vezes tem sua ori-
gen) em excessos ou abusos de especulado, irapoe a
esle eslabalecimenlo, enlre nutras, essa medida de-
fensiva do seu fundo disponivel. Para neulralisar o
de-falque de sua reserva metlica, que a forja de
c.rcumstancias irresistiveis leem fsito esconr-se para
oulros pontos, conlinuou o Banco, conforme ante-
riormente ja o pralic.'ra, a fazer no anno bancario
da que se vos ra* cuntas a acquisic3o de metaes pre-
ciosos de conformidade cora os ^ 6 e 8 do ja mencio-
nado art. 11.a saber :
Ouro Importado do estrangeiio ao
cambio medio de 27 13|16 sobe-
ranos) .........9,386:1119-20,
Uito comprado nesla prara ( em
raoeda, barras e nuro amalgama-
do..........
Somma. .
A' qual jmitando-se o que em naro
e prata existia no saldo que pas-
ean para esle auno, na importan-
cia de .........
Pretal a totalidade de.....
De qae deduzida urna parle vendi-
da pelo B nicn no valor de. .
Deveria existir am acervo metlico
de...........
Existindo poram o de.....
Resulla um desfalque de. .
Por oulro lado o papel moeda, que
de nutro elemento consiliativo do
fundo disponivel do Banco, e qne
em 30 de junho de 1856 passava
i .-ra o anuo em qoestao .
(Jue como saldo das notas do go-
verno substituidas no valor de .
Prefaz o total de.......
Aprsenla no dia 30 de junho ulli-
701:7179700
10,1.7.82S?90I
5,533:2925621
1.5,581:1215528
769:75891X10
15,811:3735528
12,I30:07I306
2 68l:305222
de 31,000
llera no
cenlo idem
Decima parle do dilo fundo no
I." semestre........
Mximo a que ebeaaram os des-
conlos..........
Margem uesle semestre .
IK'cima parte no 2.- semestre.
-Mximo a que cht-garam os des-
conlos..........
Margem ne-le semestre. .
3,935:0005753
2,605:1508000
6,538:2165753
995:60757.51
Do que resulla um oulro desfalque
<..........5,552:0085992
Conclae-se pois do expuslo, que se n3o fura a de-
rivaeo que cuiislaiilcmeii'.o se lem manifestado do
fundo disponivel do Banco, para ir alimentar urna
oulra circularan, que ralo a desle mercado, seme-
Ihante fundo poderia estar hoja robustecido por um
valor quasi de 22,000 conlos ; no entretanto que pe-
los pheuomenos deprimentes de sua ennservarao, e a
despeito dos meios empregados para fortalcelo, foi
elle desfalcado em mais de 8,000 conlos.
Em presenra pois desta tendencia, que assim lem
affectadn o fundo disponivel do Banco, a prudencia
aconsilhava que de ey,tre as med ia. tendentes a evi-
tar o incremento dessa mal, e a par dos sacrificios a
que sujeitava o Binen, importan lo males preciosos
para assegurar a fcil converlibilidade de suas nulas,
e a lalilode de suas emisses, de modo a preslarem-
se a's exigencias do eommercio, se adoptas** o arbi-
trio de elevar a laxa das descontos, elevacalo que,
apezar de importar oous maior, nao traria cora lodo
ura reame tal que fizesse perigar as lran renles, se por ventura au fossem ellas ja de sua na-
loreza irrefleclidas e ruinosas. Em quanie o Banco
se gravava com ama operaefio dispendiosa para man-
ler ilie.i. o crdito poblico, e nao interromper o cur-
so de legitimas trsnsaec.oe-, no inlerasse do eommer-
cio e do paiz, nao siria por cerlo justo ccnsura-lo
ler elevado o juro, na alternativa de privar o publi-
co do seu apoio, oa de da-lo mais caro, nao parece
duvidosa a preferencia por este ultimo axpedieote.
No entretanto na >/nd. mirn isso queacarteira do
Banco adquirisse de dia em da maiores proporees.
I Ni) primeiro semestre subi ella de 29,535:3905049
,350:WK)90OO i a 33,139:8289063. e un segundo elevou se desta ulli-
I ma somma a de 40,193:6685240, o que prova que o
4,900:(KK)5000' Banc0 "io lem eseasseadoo empreslimo de seu cr-
dito 30 eommercio, e que eslc.o tem amplameole
usofruido.
i di:irxiHXK)
277:7515038
156:258-5902
Terminarao os fiscaes as infurma^Oes sobre estes
dous paragraphus nprescnlandu-vos a progressao se-
mestral dos desconlos e dos empreslimos sobre pe-
nhores, por elles autoiisados, desde a iii'lallaciu do
Banco al o anno de 1856 a 1857.
49i>:O0O9OO0
258:8245916
257:17.55085
Movimento dos empreslimos sobre penhores ds qoe
(rala o Si 6- do arl. II no anno de 1856 a 1857.
Saldo que passou de 1855 a 1856 no Banco.
Em primeiras coulas asiigoa-
das. ourn, etc. ......
Em apulices de acce .
as caixas filiaes. Em letras, ele
2,823:89H-5iti
1,427:8479000
220:05115550
Emprestado no I- semestre :
Sobre penho-
rea de letras,
contas assig-
nadas, ouro,
5,571:7955998
10 o,
S
3 ; B 5 B
f ?I
1 --I H C-
BK
tS
-? es
&
*P K
V
B 5! 3 '
2 2 5*'
a 5
.= J
-1 7c
X S
10 ^
.5? X
cr

9 i prala e jolas.
< I Idem deapo-
( lices e aecjes
as canas filiaes
Idem de le-
trai, contasas-
signadas, etc.
2,659:9349640
727:2725000
983:0075709
rr -^
(i
efe
"-f
I
W
t 36
i s
i
-

&
s s s
S-5 U .
No 2- semestre :
Sobre penhores de letras, contas
assiguadas, etc. 3,555:3349000
dem de apoli-
acres da
4,370:2175549
auluridade-
COMMA^DO DAS ARMAS.
Qnartcl ceneral do cocimando daa armas de
Pern-mbnco na cidade do Reclfe, era 21 de
agosto de 1857.
ORDEM 1)0 DIA N. 1(1.
O brigadeiro commandanle das armas interino,
alteinlendo ao que Ihe reprcenlou o Sr. delegado
do cirurgiao-mr do cxe.cilo, em ofliciu dalado de
h 11.1 111, determ
fi-
liaes. Em letras,
ele.....
2,99:5o'i-ikhi
1,372:5429380
V,..'. 1805:18"
Cobroo-se : em todo o anno no
Banco e suas caixas filiaes. .
16,309 3935925
11,751:8895513
Saldo que passa para 15581859 4,OI7:i(!5-l2
I ela pnmeira das duas anteriores demnnstracOes,
ca demonstrada a stricla observancia do S I do art
qoe cubra as verlenles do rio Vaups ; de modo que va"1 hospedados.
toda a marsem esquerda do Apaporis at a con- A esla citacao seguio- lluencia do Taraira, e loda a marc.era esquerda desta : (' seu dislriclu os dous llrasileiros al a conclosao
al ao pnnlo que os commissarios marcaren!, fiquem [,0 proce-s> em que baviam de ser ouvidos como les-
I) presidente da provincia do Para' responden de
accordo com esla informaco ao cnsul du repblica.
OgOTerno impeilal lera tema lo em eons 'erar;.,,,
uu s,i as referidas qneivas de que leve conhecimenlo
por intermedio do cnsul do Peni, como as quo di- I do MemacTlii, .Na.iuTcuiVoulrrque' oirema
lieriencendo ao Brasil, e toda a margem dirella do
Apaporis, al a' conlluencia do Taraira, e amias as
ni ,f_- o,- do Apaporis, e a margem direrta do Tarai-
ra dessa conlluencia para cima, fiquem perlencendo
a' Nova Granada,
dinara' para o orienle, passanda pelas verlenles que
din tem as a^uas du Vaups o d 1 limare ou Issana,
lemunh
Durante esta delencao foram de passeio ao silio
em que vive Justo Benilrs, cunhado de Baldo-
mcro.
Achan lo-se all, foram sorprendidos e alacados
por cinco lumen- armados : Manoel Custodio, que
primeiro sahio ao enenntru dos aggressores, foi por
esles ferido com dous Uros, amarrado, arrestado pa-
ra looge de rasa e degollado ; e l.eovigddo Antonio
Assignado.JoaoJo'i- daCoslu l'iinentct.'
Conforme.Demetrio de CikhuXii Co
ajodante de ordens encarregado do del
ERRATA.
Na ordem do dia 11. 9 de -jo do crtenle, cni ve/,
de paiz.111,1, leia-sc : particular.__
dtcima parte do fundo ellclivo do Banco, e liual-
ill! ,r___' """, q"e r"r,,m loJo- elle* ,el10' a i"*'<> ''-lo maio-
' 1 i' res ,Ie aualro '"" '"' "'". ets lias canas fi-
ne, haes.
A secunda deinonslrarao com|.leta o movimento
dos desconloa a presentada na primeira, deado que as
operaefles do S 6 do arl. 11 participara es-eneialreen-
lo da nalurcza das daqnelle oulro : no primeiro ca-
so o Banco descea e empresta obre o rre.lt ', mdi-
vidual ; 110 segundo la-lo anda sobre esse 1 -dito, e
sobre os pendoies que l.'ie s3o dados em caucan. Ah
se di-Ungucm os empreslimos que servemde garan-
ta 1 eniis-a,>, na forras do dispoito no g 2 do arl. 10,
dos effeclnados sobre penhores de apolircs ila ilivida
publi.a, e de acedes de companhis, que conforme o
ni. -nio paracrapho Dio gozam desia facul.la.-e o
que vos servir l.imbem para apreciarles a operac,1o
BANCO DO BRASIL.
Relatorio dos liscaes aprsenla lo a assembla ge-
ral em sessao de 28 do c Trente.
Sri. accionistas do Banco do Brasil. Km obe-
diencia ao preceilo imposto aos liscaes pelo art. is
dos estatutos do Banco, vera elles lesempeuliar a
sua mi*s3o peranle esla a-semhlca.
Inleirado- pelo relatorio das uperardes de-de esta- da emisao, de que aodiauta trataremos.



A razSo ascendente em que tem marchado esta*
valiosas operatoes do Banco, e o seo maior desen-
volvimenlo no anno da 18561857," comparativa-
mente a lodos os anterioras, atletlam os beneficios
que ao eommercio e a industria do paiz vai pres-
tando este eslabelecimentn, a par da prudencia com
que vao sendo reguladas laes operares, de que ate
agora pouco coosideraveis prejoizus tem resultado
para 05 cofres do Banco. Semelhante dcseovolvi-
mento da' aioda a medida da expansau, qoe com
o niovimenlo commercial v3o I.....ando entre nos as
id.is da crdito, ao passo que marca a confianza e
adhes.lo que o Banco do Brasil lem ido ganhaiido no
espirito publico, o que a pode ser produzid-j por
urna conduela refleclida e prudente.
' 5 2. Compra e venda, por comraiss3o, de metaes
preciosos de apolices da divida publica e quaesquer
ttulos ; cobrauca de dsvideudos, letras e oulros t-
tulos a prazns fixos.Deslas operacoes s leve o
Banco oecaeido de praticar no anuo bancario de 1850
1857 a de n branca de dividendos de ttulos dis-
ientes era caur-ao de Iransacres havidas, sendo :
Na semestre 93:9.595290
No 2- rr 5I.0I25SO
135:5715370
3 3. Retener em coate crreme -ampies assom-
iii.i. anlregoes per particulares ou eslabelesimen-
lus pblicos, ele|.imilarnm-se eslas transacc/ics
an seituinle 111 Mrenlo :
Entrada 4,331.-0008
Sabida 4,181.0005
Existencia em junho de 18.57 150.000>
O .--lade de um paiz como o nosso, onde, alm da
exiguidade de capitaes, o uso do dinheito lem subi-
do prer;o, acerescendo ainda a grauda demanda que
delle houve durante todo o anno, nao pode deixar
qae esta nperardlo bancal tome, por emquanlo,
grande incremento.
jj 4. Tomar dinheiro .1 premio por meio de con-
tas crrenles, ou de letras a prazos u.'o menores de
"



DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO 22 DE AGOSTO DE 1857
60diis.Nlo te den recrbimentn algom por meio
da conlas correnle ; exislin.lo apena o uhlm que
por operaron, dula natoreza passaram do auno in-
terior para o di ixji a 1857.
A lomada de dinheiro por meio de le-
tras s eomrciiii a pralicir-ie do
Bauro desde o principio do prxi-
mo lido mz da junlio, e recebeu-
e a qoanlia de ; i 'vn"
Qoe com o reprclivos jaros de 7081060
Prefat a lommi de ;l.7 J7OO
He de lapeur qne eala operado va' avullan lo a
medida qoe te fot radicando o habito de entregar-ra
loi Bancos as iommas di.ponivei que naaphtses maia Maranhln : Em
morosas das lrinaacc.dei cnmmerriaes ficam por al-
gum lempo sem meio da pioropto no conveniente
emprego, e .iquilla, que aa scharn depositada! tn
mfloa particulares, ou da qne seu posiuidores que-
rem lirar ama reuda gara, suida que mdica, he,
demaia, um recurso que se poil'ra' applicar as eii-
geneias dos empiisliinoi de que tai itcipc,lo o $ >
do Hit. 16.
5. Compra e venda por cenia propria de melaes >
precioao*.Ja cima, ao Halar em ai li-c.it> da ac-
3uisn;io de ouro para fortalecer o fundo melallico
o Banco, vos disseram que houve nesla prec,a urna
compra de ouro de 761:7178700, c urna venda de
769:7489, qoe delalliadamenle assim se decom-
pe :
Omprado no 1- iemc-(re
Fundo diapouivel.
Valoreada rarleira.
R. Grande do S.: Em sub-iituira..
de. olas do
governo .
Em Iroro do
moeda. .
Em relicto ao
Tundo dispo
nivel .
Fundo ditponi-
vil ... .
Valoret da car-
IrlU ,
snbsliluico da
l.tilMIMNMIsOOO
4,.5a3:'J09638
i:>:i;oo->ooo
112:4109000
744:7009000
500:000)1000
744:7071919
Nicolao Tolenlino.Juan Manoel
Antonio Alves da Silva l'inlo.
I'ereira da S Iva.
imiipri de
1 Stnsa-
ASSEMBLKA GERAI. DO BANCO lio BRASIL.
Reuntu-se liitniein assembla uer.il de accitints-
potai do governo .
Em liurn di moeda.
Em re 1^i_ "ni ao fundo
diipomvel .
Fondo diapouivel. .
Valores da rarteira
Pat.i : Em substituirn de olas
do governo.....
Em Unco de moeda. .
Em reanlo au fundo di-
ponivel .....
Fundo disponivel. .
Valores da carleira
suspeila, porque he pal da infeliz, e he I
bouscoalomei 7 Dire, senhores, quem foi
ci.] )>
O orador conlinoou por diante prenden.io a allen-
(8o do auditorio, que lirn vivamente eommovido.
nislas do fanco para disentir as reformas offerecida Es cumn o refeiido cliroin-ta resume o final do sau
en un di- leetow anleredenlei. discurso:
Blislindo sobie a mesa um requenmentn do Sr. I Remrdando i historia de Edipo, ro de Thebaa,
harn de Maun, para a Hornearlo de iimi roinmia.au trazida pelo Dr, promotor, mencionando haver elle a' apprnvaclo do governo.
a quem fo-sem remelliilaa s propiulas de reforma casado, sem saber, rom sua mfli, arrancando a si i Uulro d mesm<>. respondtndn neo sn quea obra
para sobre elija dar um parecer, he pjiloem discus-j proprio oa olhoa, o orador lerminou com ealaa pala-qoe esta' hzrndo Manoil Lat bonfalvea enlra a.
sao em prinMiro luear. | vras mais oo menos: duai ponlesilo Recife, ela' de confu un lene com a
O ->r. Sanios Jnior, deitamlo a cadeira da preii- Como Bdipo, senhorea, o acensado he victima I plaa enca pede a palavri e opina no sentido de le en- de urna lalalidade ; mas E.lipo lie mais feliz do lo da alterarlo que a cmara mandou que propotee-
poia que se riava o augmento de 30 0|0.A rum-
tieuio de polieia.
Oulro do engenheiro conload ir, prnpondo nina
alterarlo na pstala da cidade, un senhdo de alar-
gar-se mais a rua de S. Jos, e prolongar-se I dol
Ai; lUgttinhoi alo sabir na de Sania lilla.Appro-
vou-se. a manluu-se responder que apreaenlasse o
desenlio i, .,,r n i,, a alteraran, pira ser submellnlo
lempo t
i.h.rer
i se um perfeita artilla, como o reto- Nos, so livesemns o rtrm do Sr. Dr. Feilora de
ii i-i oran, oa c leaaa.eaqoelleaqueicm conhe- ler no Inllmo'd'alma, escamaramos por nos-a vez
rimenio.ie i)ragrapliia ; mas partilha da Inlelll- Oh |.eia-se n intimo d'.lm do Sr. Dr. Feilora"
'J7;'la i;;i infe,'i.U<1* 1"' "< "'" eoi.hee.rV que de idea, de odio-a e m.Squn";
Pml0^. '.....P : '......' l""S o Sr. Magalhaei, alen. Inganc Iba eJallam o cerebro, quando lem d
da ro..lim!euc..e.v.g..,d...le .... vM, ,1a a.h-ta. loi tratar ^n conselbeiro Sergio ""
Viar a comm'iasao as reformas tnicamente orani''a ,
2Oi:9.">0flO0 entrando a< que se referem adminislracao desde ja
':> em iiisrussilo.
[ O Sr. baiau deMaua enlende conveniente submet-
~r>:t;(M)-rt)'KI ter lo l.i. a propo-las ao ealuda di <"
tii(l:IMHlMKHj i O Sr. Coelbo de Castro manda mesa um addila-
'j:l:l:()je;i:i menlu no seniido de ser publicado o parecer da eo!P-
| ni-lo de que traa o reqoerimenlo com 30 dias de
.>0:000;j000 anlecedancia ao da reunan da assembla que lem de
-Jl:lliti5l>l)0|disruli-lo.
O Sr. Bibeiro deCirvalho pede a palavra para pro-
7lHi."i'|ii^KKI vocar urna etplicarao da parte dos cavalleiroi as-ig-
:i-JO:O(WH1l "alarios da propoati qoe lendi a reformar o sistema
Ciimerou n Sr. Ur. Feilora por eslranhar noe li-
em vez de aatignar
as suas costomadas
inez-s, appellidanilo-nna de misersveis, robar-
-06:512-38.)! j da adiuinislrac.lo do Banco, porque no seu espirito
Na forma do arl. 16 .4 1 des catatlos, modificado no de mais allomas peasoas pesava urna duvida de
Ingas e barras.
Ouro amalgamado.
No 2' semestre :
Soberanos. .
Moeda nacional
Iroco. .
Berras.....
Ouro aniilgimado.
por
40.70I|068
tii4:8305l
30:87tft000
8:6989000
3:947500-2
2i:37l376
que a reforma imporlava urna censura implcito a ac-
tual administrarlo, e prodozio os motivos que deram
lugar a essa duvi a ; sendo ns principaes o ter sido t
Vendido :
Soberanos.
Onc.ii .
19:80l2 749:917500
pela faciild.i e dos arla 1 e .1 ilo decrelo de 5 de
fevireiro de 1856, a emissao do Banco nao pode eli-
var-ae a mais do triplo do seo fundo diapouivel ;
i islo he, do valor em caita em ouro de 11 quilates,! proposta apresealada depoia do parecer (cal, que
695:"3l533: | em prata de II dinhelnn ai. dcima parle do fun- concluia pela approvacAo das contal e dos actos da
do) e em papel moeda. com exclusilo do d.nheiro re- directora : o ler sido apreieulada por cavalleiros qoe
cehido a premio, ou em eonla coi rente. leudo fulo parladas reuuiesoode se discolia a orga-
Alm deile limite marcado i emissAo, o 5 J lo ni'arao do actual Banco, n3n liznram essa idea, nem
memo art. 16 a reairioge limbem al a concurren-
cia dos desconlos effecloadns.e dos empreslinins feilos
sobre penbores de ooro.prala elilolos pa.liculares.
C6:I86!SJ78 Na demonalragao qn vos apresenlam os Qacaea
podis verificar : 1-, pela comparar;!o enlre osnl-
761:7175700 gari*moi da primeira e segunda columna, iato h,
enlre o valor inalinio a que em caria mez attinmo
a emis-ao e son luudo disponivel, qoe aquella ja-
mis exceder aa rnias pur eale a-signaladas ; -1 e
769:748.^100
no ario des-as conferencias, nem depois na asamblea
promiscua doa accionialas dos dous Bancos Commer-
cial edo Brasil, quando havia loda a oceisllo de o
l'/er, lanir mais quanto alguna dos lignalan-e co-
nheciain pela pralica de dos anuos a melhoila do
systema agora propotto sobre aquelle que acitaram
sem reclamas)!*, que faz parle dos eslalolos.
O Sr. accionista concluio provucanl orna eiplira-
co da par doaassignalarios da propoala, e*p!ica{So
rfcOSOJOOO
S Empresliraoi sobre penhor de orno, prata e mida.le do cita.lo i
diamanles, etc.A resp-ito das opers(Des desle pa-
ragrapho ja vos instruirn) ns li-cae-, occupando-ie
dai de que Hall o 1" : a ellas pois s* referem.
7* Movimenlo de fundos de urnas para oiitras
praoas do imperio.As operages tiesta nalureza
pralicadas pelo Banco re tiveraili logar enlre elle e
mas caitas filiaei, e entre estas dirortomenle. Eis
o que consta ter occorrdo de jullio de 1856 a janbo
lo corrente.
Saques do Banco so-
bre >s caias filiaes:
No Sfinealre. .
No < dilo .
4,:l81::i4558:ll
:l,5IO:68Jl5
Heinissa do Ban-
co as caitas lillaes :
N'l 1" semestre. .
No 2' dilo .
Siques das caitas
liliaes sobre o Bao-
cu :
No I" lemeilre. .
No -' dito. .
Ilemessas das cai-
tas liliaes ao Banco:
Em letras no 1' se-
mestre ....
Em lehas no 2' -e-
meslri ....
Em olas do gover-
uo no semes-
tre .....
Em nolis do gover-
no no 2- semes-
tr......
Em untas do Banco
iio I semeslre. .
Em nolai do Banco-
no -J- semeslre
7r899:039t>055
:t,90:.-48538.,
5.0-25:0005000
8,9ii:748:3
45t:87t5457
271:7475056
723:6189513
2,594:4885180
262:283911.
1,730:5009000
2,374:3006000
60,0005000
'.10:7009000
2,806:7719297
3,IO.:805000
por igoal c mparacSo entre a mesmi primeira e que lizesse desapparecer as duvidas que alma liiiham
terceira columna, ilu be. enlre a masima emiaifln I urna procedencia, allentando para os f dos apreseu-
e os fundos do cari. i.a qoe a garanlem, na confor- lados a asiembla.
de Maua, cm reaposta, disse qoe o
do arl. 16, que tao pouco -u-
O Sr. liara,
pensamento dos signatarioi da proposta foi a reforma
noolla em lempo algoiu a esl'oulro llmilel
Todava, armia .lissrrain os fiaraes que semelhan- do systema de ailiiiinistragao que ellos jnlgam prefe-
Is operar ..o foi |. ila cun a possivel rigorosa ob-er- rivel ; que esse pnsamenlo foi manifestado por S.
vanria rtaa reuras p -ra ella estal.elecidas ; etpriinn-
do-se a gencia qno nina ou ulr.. vez pnssa Iransitoriamen-
le mauilesiar se em face ,1o mecaniimo do Batiro e
auas caitas li iaes, e que por um momenle faga rom-
per o equilibrio eniie a e-miasgo e aa regras qne a
que elle. se, de mo 'o que a rua que junio da mencionada o-
a Em aeu desterro encontrn sua lilha Anlignne, ; lira deaemhoca no caes, siga o mesmo aliniiainento
desvelada e solicita, precioso basti da velli ce pa- i que a da Madre de Dios.a cunara approvou a al-
ra elle, mas o pobre lleurique, senhores, ja nao lerarao do modo qoe disse o enipnlieiro pedia ella
k lem ama lilha. A pobre Joseplia, rieorada phy-|ser, e indicoo com Irago o lapis, emhora nao aa
k sic.iinenle, tm a almo igu^lmenie desvirgioaia. pr. nunciasse muito a" favor delli o ineamu enge-
(( llealerraram de seu coracSo tolos os seiilimenlos, nbeiro, e mandou que eale apresenlas-e o deaeuhii
l.nloa os impulaus nobres. Condemnarain-na A ver-, figuramlo-a para ler o desliuu conveniente, volando
ri gonha e ao opprobrio, deram-lhe por dula a n.i- j cunlra o Sr. Oliveira.
k seria, a infamia. Oulro do fiscal de. Sanio Anloni >, respondendo
>. He por ella, senhorea, que imploro o per.'flo ;| sobre u da coiumisso dellvgiene, que Iralou da
he para nao reduzr seu pai rieaasperagao, e por- falla de limpiza as Lavallarifas.A coinmisso de
que na Ierra do exilie,, rememorando as semas polica.
a luctuosas de boje, na hora extrema do paisa- Oulro do mesmo, informando qoe a viuva D. E-
ment elle nSo amaldiaesj esta lillia desnaturada, milia i. instancia di Morars Feneira poda, em fa-
ii que enlre lano, nova Magdalena, pode regenerar- ce do arl. 2. ni. 3 das posturas de 30 de jiinho de
se e arrepinder-sr, pode anda ser boa esposa e 1849, ronslruir sumidour,. em fenle de.soas pro-
ir boa n.fli. priedades na Inveasa do Thaalio Vclbo, com lano
tirara para ella, para ellejuslica, I que aeja a obra inspeccionad! pelo engenhe.ro cor-
te O orador lermiaou o aeu discurao as 6 horas da deador.Man.lou-se ouvir ao ergenheiro.
larde, roberlo de applauaos, leudo sido cum- Oulro do me-mo, rommuoicando o que fez na
primenlado por todoi o< jurados e mais ci,lad.'uia que semana ultima ; e pedindo daae a cmara providen-
te achavain no salu, e que foram recebi-lo ao des- ciis tendentes a melborar o systema de se fazerem
cer da tribuna. os despejos pblicos. Adiado quanlo a'segunda
O jury re.-nsou acreditar que um pat podessi, parle, ale que se trate da construcgSo dos lorreiies
commeller tal enrae, e o velho Brazao foi absolvido, rommons, aulorieada pala lei do orgamenio muni-
(icaudo assim salvo oso brazdei de sua honra e cipal, que lem de vigorar do 1. de outubro .leste
mu-oa mocid.ide ecommeltida de nrotestin i.o
j.erl --i.i/ts que llie enclieram os das .1. aoffrimen- .
los. e ob-tinadamenle o roubiram de entra na .em ,'5'em"" """""[" nonymo,
duvida para gazar do descanso eterno na manaa'odoa ? "'"S "'"" "'""noVom
:,,,_ """5',0"u'|hneze, appellulaiido-noa de
A a'ssociacao Typograpbica Prrnamburana, nl. de 1oe Imhamoa vergonhi de quebrar urna lan-
prufuniaiDeula a falta de um seu afiliado, ,,,,, ;*Pur a""' M0 lo'P'-
boiii servidos poda prestar por sua iulelli'^eiicia, e
pela immensa falla que faz a' sua familia.
A commi'sao de beneficencia da merma associa-
fj, a quem incumbe o dever de cuidar do enlerra-
inenlo .le seus irmloi, de aecerdo coro oa prenles
du ralleeidn, prealou-so da un moda ifto humano e
benigna, que nada fallou a decencia e tignidide
que a assonagau Typographiea Pernambucana diva
oli-ervar em Mas actos publico--
Seu coipo foi dadoa aepoltura pelos cinco horas
da larde. A trra Ihe eja leve.
I.'m colltga.
Recif. 21 d agosln d. 1857.
moralidade.
Anda o leu....
THEATKO HE APOLLO.
Pirguntaremo ag.ra ao Sr. I)r. Feiloza so a ver-
dade, sustentada pelo modo porque O fizemoa em
osaa correspendencia, necesaila de ser reforjada
'"i a asaignalura, on declaragjj de um uome pro-
prio, nu S. S. lera' a loura pretenc.au de iup|r
que suas propotcAes, desliuidaa ptlaa euaa proprias
provas. serio, aeredilidos porque o nome de S. S.
as suhac.evej 0de ^ fo||in|Ji ,
que poda innuir ,,., q(1lilni ar8ume0.
amos com logic, 0, re... Jmt de Pedr,
Paulo, Antonio ou,re.i,.,a ? Nao aisunaniui ..
nosso nom pela razia que fica pendida e por-
que desejamos evilar ason doSr. r. Collaro oda
oulros que, aiiignando os .eua nmei em queiloei
alias allietas a partidos, foram victimas d... inaulloa.
i-ai r i.niiia m rlnaalni ilm o.eri.'.i a ... _
Lucio Luna.
PAGslU AYUtSs.
Consta-noa que lionlem 20 do rnrrenle fra en-
Etc. na uccaaiflo das conferencias em que se discolio I conlrado na porta da igreja da .Madre de Dos, o
a organisaca.i .1. banco actual, mas as circumsiancias I cadver da urna manga anda de mui tenra idade,
levaran a appruvar o sxslema actual.
O Sr. lrich, comptnhando a opinifo do Sr. Bi-
beiro de Carvalho, dille que a mauileslag.1o do Sr.
barao de Maia nao liaba sido beui etplicila, de mo-
llmitam, romo aliis parece primeira visla dedil- do a penSar-sa diversamente do que opinara, o Sr. Bi
zir-se da comparbalo enlre ella e o seu relativo j Carvalho, concluindo pnr manifestar o deaejo de que
fondo diapouivel em preseoca dos algarimos que
na ilemcn-lf,io,-; i cima e no da 3*> da abril ultimo
indicam a emiesie eonimuin do Banco e suas caitas
filiaes do Ooro Prelo e S. Paulo. Ah sa \t qoe,
sendo o f.indo do Banco e dilas eaixaa nesae dia de
995:3325311,0 que llies da a l'.irul lade de. tuna emi-
Au do inpln ou......29.!5rtMHS)t3:t
150:7(H)5O00
O movimenlo das caitas enlre si
eonslou apenas dos siguiles sa-
quea :
De Ouio-Prelo sobre S. Paulo. .
Da Babia sobre Bio-rande do
Sol..........
Para Londres remellen o Banco:
No primeiro semeslre.....
No segundo dilo......
11:5059175
II3:344$631
124:SS9;M(Mi
4.866:905? 137
1,775:270-322*
foi no entretanto ella de.....
i'.e-ullin 'o dibi um excesso de
emi'sao de........
Esle etcciao porem desappare-
cert ao ob'ervar :
1." Que bavendo o
Banco resgalado e en-
tregue ao governo al
15 de abril doos mil
cintos em papel-moe-
,l.i, pode, na forma do
arl. 18 dos eslalnlos,
modifcalo pelo dilo
decrelo, augmentar sua
emi-.'io da equivalente
valor; e que por isso
deve-sededuzirdaquel-
le etees. .
2." Que bavendo as
caitas de OoroP.elo e
S. Paulo nesaa pocha
feto orna emisao a i-
diciunil por Iroco de
moeda, conforme o dis-
pospoalo no arl. 19,
igualmente deve Cala
ser rieduzida na sua
importancia de. .
3.- E finalmente qoe
lendo entao as mesmas
caitas substituido na-
tas da'caita cen.ral do
banco, deve lambem
ser dednzido daquelle
etcesso I importancia
de.......966:7005000
2,938:5539067
2,0tM):0OO5fioii
9,642:1755361
fossein liazidos a dlieonfia as diversas inculparciesque
a imprensa e oa grupos levanlavam contra a direclo-
ra, alim de que se proporcionaste a esta occasiao de
de'ender-se cali,Imenle.
O Sr. barSo de Maua de novo declara que n5o le-
ve intengflo de censurar o pessoal da direeloria, e sim
anicamenla o systema administrativo; que obre es-
,924:.'i2<5fl<)j '< queslea nfln julaava azada a ocrasiea de eslabe-
lecer urna diacus-ao, reservando-se para qoando fe
dscolas* o parecer da commissao em quesiao.
O Sr. consellieiro Nicolao Tolenlino ,pela ordemj
requeieu que a n, me c jo da commissao foi-e fela
pela assembla seral, visto a importancia do objecto
de que seria encarregada, e aproveiloo a opporluni-
dade para declarar que leu lo se locado na discus^ao
sobre, o modo de eesiilo da direeloria, corria-lheo
dever, como fiscal do Banco, de provocar urna inani-
feslagao maia explcita por parle da as.amblca geral,
de que as propoalea nao imporlavam censura a a.lmi
nislrarao actual do Banco, por ler tila sempre paula-
do seus aclos pela lei e eslalulos. pois do conlrariu
neceasilava ser esclarecido para cumprir os deveres
de seu cargo .le censor.
A assembla cpral mauifeslou se favoravel ad-
minisiragao actual.
Euceirada a diaeuaalo, he approvado o requeri-
ment.i e a emenda do Se. Coelho de Castro, e proce-
dendo-se nomearao da commissao foram eleilos os
senhores :
637:9739333
.3,604:6739333
O que Iransforma o sopradilo
etcisso em urna inargs>m de .
Barao de Maua......
Viscon.le de llaboraby .
Pernardo Ribeiro de Carvalho.
Conselheiro Nicolao Tolenlino.
Conselbeiro Mariz Sarmiuto .
Votos.
1,302
791
751
718
lilj
(Jornal to Commerrio.'
que be mui provavel fosae all laucada a noile, ei-
pondo-se a que pdrase ler sido pasto de ce.. Nao
podemos deiiar de eslranhar esae brbaro proce.ti-
nienlo de quem quer que fosse, e minio sentimos que
lacloa .lala ordeni aluda apparegam nlre nos.
Oulro do mesmo, dizendo qoe Thom Rodrigue
da Cunha pude construir estribarla no lugar junio a
cavillariga .la rua da Floieiitnia, por ter capaeldade
para isau, preenclien lo o peticoniiu s condifes da
postura respectiva. Uefeno-se ne-(e nlitio.
Oulro do mesmo, informando, que dirii-.ilo-si ao
eslabelerimenlo .le Agoilinho Juise de Oliveira, na
rua da Cadeia, vira dentro d'uui eaitlo grande por-
gan do (ogns chamados pillla!, queae cusluma aol-
1-T as noilea de S. Jofo, e que em visla do art. 6
das posturas de 13 de 1855, a cmara decid ese no
mencionado fogo est oo nao comprehen lido na lia-
poaigSn do cilaio art.A cimara deci-io qoe aim,
volando contra os Srs. Bago Barros e Oliveira, que
suslenlou o contrario.
Oulro do fiscal da Boa-Vista.tratando de cavallar1-
caa em remosta ao cilicio da commissao de h\ giene.
A commiaso de polica.
Oulro do fiscal de S. Jos, so'jre o mesmo objec-
. "'""'V "" aaryaaa*; i sa.caamos e doeslos dos eacriptores do rii~-i
Hoje, que mu.tos incrdulos do magneti.s-.graga,imnte em no.so Pi.< iodaZt0" -1 "?"
mo, se tem convencido com OS seus prodi- lar di.cuasoea, mesmo aspuramenlescieuufica, com
ROS, intentamos escrever algumas linhas SD-descomposliiras a' qaelles qoe lem a ooaad'ia de
bre o Sr. Jacome L'lysses, cujo merilo foi i diipular com os pretendidos monopolislas da scien-
ja phrenelicamente applaulido na Baha e ei*a
Bio de Janeiro, aonde apresenlou em agr- | Como fica dilo, o Sr. Dr. Feiloza joga neata que>-
daveis scetias O magnetismo anin.al. Ho um aa bros do p..\o pernarobucano. de quem
Grande foi a emoQJo, que sentimos, quan se r"u* 'fetnoso defnor; mai felizmente rsias
do viraos tealisado esse phenomeno, rehabi- i P litado ha annos pelo celebre allem3o Mesmer 1 ?^? al^i^?'? "e,"" J?,!?,*0 'e pre? con> ,4~
e cultivado hoje na tranca pelos du Pole. La- fic.r ceno o Sr. Dr. Feiloza qoe no, f?*.
lonUine e oulros. Haviamos lulo algutna (muito menos ao conselheiro Sergio! au udio pu-
coust sobre o magnetismo; mas para que blico.
negarraos ? sempre o julgavamos nnisafas- o con.elheiro Sergio nao fiza mjoai5, da apre-
tado da realidade. Mas hoje, que estamos sfn,"r P0, pernambocano como i-lvagem e tne-
cnnvenci.los do contrario, na duviilaretnos |8'oso ; elle o diaiingulu sempre deasa meia duzi
allirmar, que nenhuma desconflanca nos -es- ,e narehnla, que deareapeiiaram o templo do
t.oiisla-n sque multas parcialidades se d.lo as
barcas de vigia da alfandega, com as ipprehen.es de lo.O mesmoTe.liiio.
carias, o que mullas vetes dcuam de as fazer | Oulro do mesmo, dizendo qu nada houve na fre-
a quem vem rechea lo delta, e fazern rerahir lobra goezia, na semana ultima, digno de menga>.Ao
outros todo o visor do regiilatueul... A lei paraludos archivo.
igual, porlanlo justo he que ella seja observada sem | Oulro do fiscal da BM-Visla, dizendo que fijen
disliucgo, para que nao sajam uns punidos, ficando I |a\rar termos de achala de inf.irm --cea as posturas
oulros impunes. contra diversos, e proceder a lim'pe/a das ras e
~. .!'.-r?f--"0!.sacr!'li"s d,s '-reV\* fumpii-1 pragaa de sua frrguezia.Inleira.la.
Oulro do fiacal do Pogo, pedindo pagamento da
666:10-266
Saque, das -caitas liliaes sobre
Londrai........ !I62;927538I
A dillerenra que se nula enlre esla demonstragao
o qoe aprsenla o quadro do movimenlo de fun-
dos das caitas filiaes apprnso ao relalorio da direc-
tora, procede da divtrsidali das eporai esUbeleci-
das pan oidous balangus; o das caitas filiaes com-
prehende as operagAesnellas eflecluadas dn de ju-
ilio de um anno a 31 de malo no iiguinle, eroquan-
to qoi o do Banco representa as que nelle se reali-
saram do 1- da julhu de um aono a 30 di junho do
immediato.
I)itn a oiaparldadi desles algarismoa, no que res
pella a dilas caitas, e a falla de inleira equivalen-
cia que deveila apparecer enlra o movimeolu da aa
luda de orna caita a soa corre-pon,lente enlra,la
cu: oolra, o que e le poderia conseguir fazendo rom-
uiuiii i ciitai litiasis o anno do Banco, e dando a
esle e aquellas um prazo manir pura o lim de liqui-
*tirem-se tndaa as transaegoes em \ a, e poder-se
enl.lo apreienlar o resoltado definilivo a completo
ile^lodas as opersges llaucanas llovidas dentro do
mesmo p-riu.lo animal.
S 8. Operaees de cambio para iruporlago de
melles prenu-.is oo impedir a etporlagao dille.
i.umn lambem ja antes se vos dase, foram ellaa,
qoinlo primeira parle as seguinles imporlinm-ie :
No primeiroiemrslre 291,531.15
soberanos ao cambio de27,!3|16. 2,617:3835323
No segundo semeslre 759,640,15
soberanoa ao cambio medio de
27,I3|16........ 6,768:7275881
1,051,172,10
9,386:1115201
Quanto as oulras caitas filiaes, coja emissao nSo
he promiscua com. a dn Banco, dao-vos os Piscara o
estado dest operario no fim do anno das mesmas
caitas, qoe como j se vos di-se, etpira em 31 de
rnaio. Tur essa demonslracao recoiiheoe-se a regu-
laridade e equilibrio da predila operarao na referida
porba.
Ate agora nenhoma falaificagio tem ,i parecido
das olas do Banco, a nao ser a grosaera lenlaliva
das de 5(to de qoe vos deu conla a directora em seu
relalorio do anno de 1855.
Depois destas nformagoes cumpre aos fiscaes ase-
gorir-vos qoe o estado das caitas do estlbelecimenlo
lem sido sempre recular, e conforme o demon(ra o
relalorio da direeloria. spreseularaiii ellas no auno
banrario de IS561857 o legolnle movimenlo :
Saldo em 30 de
junlio de 1856
no Banco. 9,35:269>367
dem as caitas
liba 1,316:7315950
Snmma. .
ntrala : no
Banco .
dem as caitas
filiaes .
A despeza definitiva que esla operario occaaionou
ao Banco, islo he, a dillerenra enlre o cusi.das
cambiara aqu negociada, e o produrlo em ris que
resollou para augmento da nossa reserva metalice,
linda nao esla definitivamente liquidada ; devendu
f r encontrada com o lucro que deu a venda de me
Iaes nesla praga ; e por isso nao precisam os fiacaes
o sea ilginsmo, parecen lo-lhea porm que, em fa-
ce do desfalque que ia soffrendu o fondo dlsponitel
do Banco, esta medida, comquanl pdense diminuir
os lucros acluaes doiseus accionistas, era reclamada
pela etisteucia de semelhante plianomeno, e com
pensara por oulro lado mui ventajosamente os sa-
crificios as-im feilos.
$ 9. Emissao di Bilheles do Banco,Tem sido
fena com a potsivel e rigorosa observancia das re-
gras qoe llieeaiao prescriplas esta operagao mebn-
dresa e de tobida mngniiode. Na demonstragao que
adiauta vos apresenlam os fiscaes, encontrareis oa
elementos ner.esuriei ao recouhecimenlo de seme-
lliaule astercao.
Compai-acao da cnms.io do Banco e das
cuixas liliaes, com o espuctivo fundo
disponivel, e com os valores da caiteira
que gatantem a emissao, na forma dos
!s I e 2 do arl. I (i dos estatuios.
Kmi'so do Banco, Ouro f'reto e S. Puulo.
Sabida: no Ban-
co ... .
dem nu caitas
filiaes .
Saldo em 30 d
junli i de IsV.
Este saldo com-
poe-se: depa-
pel-moeda .
dem de ouro .
dem de prata .
dem de nolis
do Banco. .
Il"di,l3:6l53868
7I,I19:737S906
I62,223;8965178
62.913:0829230
10,78-2:0015126
217.533:3535771
218,315:3555100
225,I36:978508
23,178:3765692
7,20l:6f,O:(KM)
I4,69l:67l276
20:lS.>il6
1,264:5609000
23.178:5769692
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Alem dcstes valore-, compre computar mais com
um saldo de 998:1135100, que devia etislir em
Londres, e em va, ein ron negociadas at 30 de junho ultimo.
Uivideudus. Como ouvisle do relalorio da di-
rerluiia, o dividendo foi oo I-semeslre de .55100
por aeran, equivalente a 7.71 Or ao anno, e no 2-
semeslre de IdcNOO ou 13,64 0|0 do capital realisado
sobre rada urna d'.s referidas arges, o qoal era de
70 0|0 ou 14Os al 15 de Janeiro do corrente anno,
a de 80 0|0 ou 1605 Jab al o fim do 2- irmeslre.
Vm dividendo pjjs de cerca de 10,87 O|0 ao aono do
capital real deve por cerlo inspirar-vos cooanga de
mainrea lorros no fuiuro ; visto como nao oh-lanle
os embatagos que ha o Banco encontrado na -na re-
eenle etistencia de trea anno, lem dado os segoin-
les procressivos dividendos :
Em 1851 a 1855109930 ou 10,31 0|0
Em 1855 a 185615-5120 ou 10.8 (MI
Em 1856 a 1857165200 ou 10 KT .i'.i
Besgale do pspel-inoe,|a Conforme a ohrigagao
conlraliida pelo arl. 56 dos eslalnlos, retir u a Bin-
en da circulig.lu. e remellen caita da amortisagSo,
os primeiros 2,(HI:OO05 relativos ao anno de 1856 a
1857, a saber :
Em 20 de outubro de 18561.000:090.5000
Em 13 de abril de 18.571,000:000-iHl s>^i = -.
-i1 o
lilil
i. ~i i s
-ICI-CMO
^ S > f?. T, ^'
'-5 i i
2p&6s
g 5 K1S
x -i n is. -<
^ -: i
ae -.-... w
i! ae u s
-i i, .i .i,
ci;.,.i =
-' -.' /
UUW i', u ic
li '- -I -I
ipIi
N. B. As duas culumnas n.i lernio de compara-
..,ii -,io a primeira do rundo disponivel, a wgiiii-
da do valores de cartoirn qqc zaranlem a emiasa-.
' iriiiaiii toa eaijcu filian m, u de rnaio de 1857.
Ballll ; Em sulialiluirao ,|,. noti-s
dogeverno .... l,l9a>00B-0Ut)
l-.m Iroco de moeda I,l(i:5jn-iii|
l.in rclar.ii,,,,, f,| |0 ,|,,.
ponivel .....
I-uni di-p niivel, .
Valoiea da carleira .
Perujiubnro Em aub-liluigao de
unas do governo.
Em Iroco de moe la.
Em rclaclo ao futt-
, do diapouivel. l,123:2CW5fV90
2,000:0005000
Caitas filiaos.Lonlinnam a etislir os de que se
vos den conla no relalorio anterior ja fuicciouaiido,
e a do Para, qoe anda enlo o nao eslava, e que
1111 don uaa nperaroes ein julho do anuo lido.
Segundo o eiaine di sua escripturacao, ciie he
meiisalinenle remedida ao Banco, op>ra*in ellas com
regularidad! ; todava lalve/. fosse ronveniente a-
miudar-se as inapercAea que as vao examinar peiio-
dicanienle, nao s.i para a ronvenienlc analys* de
seus arios e pralicaa, como para consirrar sempre
aniforme o Ijilsmi que deve guardarle entre ealas
eslagoes e O sea centro. jmelhanlei inap.rrea pa-
rece.n aos fisciH um servigo indispeusavel, iiome.i-
damenle Inao qu niiiiellea Mtabelecimenaoi 1.....H-
rem o eipansihilj 'alo que o commercio e a indos-
tria Ibes deve imprimir.
Eacriplurieao, eonl.biliilade e regiment interno
do Banco.Eatea ,1 ,na primeiros seraie. aa 1 feilos
rom ponlualidade pelo nt-llig-iile pessoal que o
etecula ; o regiilamenln inloriio be regulaiinente
obairvade, cunvtndo anda que continuis com ,1 ag.
Ion- rio 11 direeloria de poder emndalo ; por-
quaiilu so depon ,14 marcha normal de lodo o ma-
cliinisuiii desle estabelecinienlo, be que maiaj.i>ti-
ciosa e pralicamenle se podera eslabelerer rom livi-
dane as normaa de seu rgimen econmico em ludas
as toas rainili'ares.
be
Prolita, e por sem duvida dieta de otni
I esla evpoiro ; ronfiados porem os fiscaes na \,>s-a
.O7:51lt.-)0(iO i illuslragao, no eslodo qne os estabrleriinrnlos de
l,60thO0900U .-re,lil.> leeiu na ai lualidade merecido do publico,
'..(I6:5125JI de J0e I ieii parla iniiilu esclarecida, esperam dea- 11
I culpa, a terminen! pediudo-vos qoe, approvando aa I do-a a-,a .,
rnulas ipreaenlidas pela .reclona, llie dele iHim n senliurea ,, e
950:000*000
62:S,VMa i)
velo levido ao zelu
CORRFSPONDENCIA DO IHABIO UE
PERNAMBUCO.
JO DE JANEIRO.
Carlas da Corle.
II
Itio 2 do agosto de 1857.
Emqiianto toda a sorie.lade decanta deela grande
cidade se dirige apresaurada nesle momento ao Ibea-
Iro Prov auno, para ouvii os delirinsni liinadoade
madama I.aborde, que boje ealra na a Somnmbu-
la, 11 eu, pobre bourgeoia, rcolho-mi ao uieu
triste e seiicinso gabinelr, para escrever-le algu-
.nas linliaa. I'.lvez julaoes imperdoavel essa minba
apparente Indifferene* pelo debut da grande can-
tora, qoe os a puls, a eucommendaoos pelo inde-
feclivel Araujo. e qoe leras lido na folha oflicial do
Ihealro lyrico, lauto bao elevado, llevo, porem, di
ter-le que nao son o n bugre qoe pen madama l.aHorde na l'liilarmoniea, on cafe con-lan-
li, como chamaram os desalTccIos daqurlla riuniio.
A vez da illu-lre cantora, posto que fraca e de pou-
ca eitensao, be de .1111 eITcilo inaravilboso em sala,
pola sua meloda, e pela perfeila etecugao do canto.
Ja leu o, pois, alisieiio em parle a minba eoriaal-
da-ie, o mesmo a vaidade, poique poaio di/er que
ja ouvi o divino rouxinol, a pretro esperar o'juizo
de cerlos metlres, quanln ao seu soccesao de gar-
ganta) no Ihealro. Bem sabis que nao uoslo muito apesaado : hoje que lodos corren) ao Proviso-
rio, lico im casi para comp ir a promes-a que le fiz
no final da que le escrevi lia 3 dio.
Nao sei se anda le lembras das gargalha.las que
demos em urna occasiao em que lendo certa flha
ingiera, deparamos com adescriprilo de uina audien-
cia per.inie a auluridade, a propo-ilo de orna dessas
acenai escandalosas, que o humor britannieo nao re-
pelle, e que nao raiaa sao em Londres. Ahi encon-
lrava-e nao s a indiragfio da casa e dimeniSsi do
quarlo, como a collocagao da cama e a posicao do
o invasor. O caau era etpo-to cum loda a clareza
e regras da synlate, com agente, verbo e pa-
ciente.
Jobn Bull, oue anles de lodo quar a publicidade
o a bberl.de da imprenaa, preza esse genero da le-
tora, e Olla acnsinmado a elle. O mesmo nao acon-
tece, porem, com a noaaa sociedade, qoe parece an-
da moi alrazada na estrada do progresan, que apre-
enta, de manlia, aos cilios do publico todas as
aceas e horrores nivlenosos, que este alias conhece
e abe que se passaram r.o silencio e eacurido da
noile antecedente, mas qu nao qo-r devasaar.
Assim ja vs qnal a sen.agao que Ceveria prodo-
zir a leilura do h Correio Mercantil de 27 do pat-
eado, em que vem desc-iplo, na a Chronice Judiria-
ria, o um estupro rom quasi lodas as soas vivas cu-
res, figurando om pai como arcosado, e a Bills,
menina de 12 annos, mas mullo deiembaragada, co-
mo qneitoaa.
Lm escriptor joven e espirlnoao, cujo coragao
ainda se nio abri a immoralidade e rorropcao, dei-
tando-se arraslar pela sanio horror e indignagao que
um lal ca hebdomadario, publicado no mesmo jornal :
O ultimo proceaso julgado pelo jurv he um des-
ses enredos t\.t nunca foram invenlados pelo roman-
cista oo dramalurgu mais atrevido. O proprio mar-
quez de Sude lena de pasmar .liante dclle.
l.tn pai coberlo de caes acensado peranle a jus-
lica pela propria lilha de haver ultrajado o seo pu-
dor de virgen, una mi e um genro que veem len-
tar-se ao lado da qu ivo-1 no banco da accusag.lo !
o lia maia moralidade na historia dos Cnci. Na
ehromea romana ha infamia e sangue, ue-la ha ape-
nas infamia e lodo, v
De certo o caso era mesmo para deportar a corio-
idade publica, c loda a ccnle que nao p.'ile a-i-l r
a sessSo do jorv, procarou a folha que com mais
ev.1, I;,loo e etlen-ao noticia o que all se p--asa. Has
desla vez a fidelidade e etaclidao foram alem do qoe
os leilores esperavam, e giande fui o pa-to delira
e o prazer do alguna, que riram a perder) qoando
ehesandn principalmente ao poni relativo ao corpo
de delicio depararan] com Iodos os tnnos u proprlos
e appetlaiivos a que a analomia en Mais de cem reapeilaveis pais de familia, nasrido
no s.rolo passado, qoando ehegaram com os olhoa
a s -ulules palavraa :( a vagina descora la e al-
gn) lano dilatada ; os grandes e pequenns labios
eran) plac los a, aen'iram lal sobresali, c ,mn se
fossem feridos no pello, o. miren.I .1 cor.iuha, on le
ae preparava .1 le caf do unliii, ;i illratam as cham-
mas a folha imiriiinda a denegrida pela indecencia,
> (Jue inim irah.laae grilaram Indos ebes. Qoe
stenla 'o contra o pudor das familias !... Derrma-
le o veneno da impulicicia no ieio iiinocente de
nossas filhas !...
0 E as mflis que o som lerrib e rularan!,
1 A" peiloa as lUhlohas aperlaram !
Corno nalaralroenle nao leras o .. Mer.-anlil. a nio
porque 110 le repugne, mas porque totora nAa Irn na
.1 m.ln o numero de 27 dn panado ; darle hei nina
noticia rpida da caso atroz e digno de memoria.
lleurique da Ponte Brazo, Porlugucz honrado,
de 61 anuos de idade, leilor de Chcara, vivase-
parado de eua mulher, que he de malte mi genio
e peore-cosluints. Em rompanhia da-la mora um
genrO iuimlgoda Braato. A pequea Josefa Mana, 23 to cnjrene,
lillia do casal, ia algumas vezas vis lar o pai, e acn-
leceo dormir la una noile. Algum lempo depoia lal
meada leceram, qoe a rapariga, eona lodo o doaplan-
t", drrlarno que seu pai f.'na o notar, el, etr. A
mal Jo; quiiia r.'iilirmn.i o dito, e, n canhado -u-len-
ton que ambas linham razia Dahi proceito, pronon-
cia, cadeia e jur> ao ve ho BratSo.
Nesaa Hil.ui.al. enlrelaulo, enrarresnu-se o Dr.
Ilu-rli Vardil, moco recenhecidam*iile hbil, de
, desfazer loda a mgica (ramoia ; e I, Iheando o pro-
1 cesto lobrigou ciara a dislinclamenle por entre i
! suas ensebada! folh.i, ilravee d s depoimenlos das
, leilemonhaa desculpa o alrevimenlo da unageni a
llgora esqoabda e repulsiva de um 111.deque de na-
me Ja,o i 111. O illu-lre advoga lo agarrando o elb'O-
leiva ain U pistar e-la pelo ca-baro e lllrail-
os do Iribooal eielama : Quem he,
lupra li r .' (>.\ frtcano vieainio e 1 helo
manto daa pesiaras municipaes acerca dos repiques
e dobres de sinos, j que nenlium caso se ha felo de
nosaai reclamagOes coolra os abuso, que commellem
os molequei nos torres, por occasiao de qualquer
misa ou frslividade, por mais simples que seja, a-
troando-nos os ouvid, s com prolongados repiques,
como soccede na Sania Croz. S. oncalo e oulra
igrejai.
Ima sedla c slleitado falso.Consta-nos qoe
alguem lendo pedido um allesladn a um medico,
pretextando molestias que no tinha. foi acom,a-
nhando o pedido com o acto di tirar tima sedula vo-
lumosa. O medico langnu-lhe os luzios, e nSu poz a
menor duvida em alicatar o que elle nem se quer
tinha examinado, o que felo, e-ten,leu a m,lo para
receber a paga, logo que encarto para a nola, re-
conheceu-a falsa, e lodo colera disse ao mogo. Oh!
esla sedula he falsa I 11 .Nflo duvido, Sr. Dr., res-
pundea o eapadocio, mas V. S. ha de poder provar
que ella he falsa, qoando lamben) poder provar que
o seu alienado he verdadeiro.o O medico fazia ne-
gocio em n.lo s nao provar que a sedula era falsa,
mis lambem em nlo demonstrar quo o alleslado era
varladeiro, pela qoe deu ocalad em respecta.
11.1- juno- saber se nao se loma una pro-
videncia |.ol.re fe-ga byeiiinha |chamada Conslanra
qu^ arab, de assassinar seus duus irmansiuhos em
Sanio Anlao ? Pois be nivel qoe fique no gremio
paterno essa cri.nga, que 110 despnnlar da soa vi la
cnnsiilue-se por perveisidade de ndole urna dupla
fratijc.da '.' be a nossa legislag.lo penal nao previne
desses rnmes em urna idade de 5 annos, o governo
parece que deve prevenir que mais alrozes dbelos
se perpretem para o fuluru por ella in.-m 1. Temos
na corle ama casa de correegao, essa menina deve
para ella ser remedida, e a rusia de trabalho, mo-
rali lada e sevendade er refreada sua ndole de-
masiado perversa. Esperamosque o Sr. Dr. cl.efe de
polica lome a iniciativa nesle n.gocio.
. Mbbado reapparereu a vi-A.i da rua do Ara-
So, (rajando novo uniforme, alim de nao -er ro-
nheeda. por alguem que a lem lomado debaito de
suas villas immediatanienteaconbegeu, pelo que pre-
veuio-se p.ra faz-r dalli reroar semell.ante duenle
o que conseguio, daudo-llie nina carreira mais veloz
que a do veado calmcueiro perseguido por faminlos
CM Ora dessa viaao calilo os moradores da roa do
AragA.. Iibrrtod0{ I Dos qnira que nao lome, por-
que entfln sera' rerla a soa peregrinagao enlre as
murallias da delengao.
. Acbamoide ser mimoseados pelo Sr. padre
Francisca Joan de Azevedo por ttm primoroso Ira-
balho seu chalcographico, que rivalisa com oa de.se
genero da Kuropa. Nflo etagerarooi, e para piova
do que, exijan) delle o trabalho mais d,|P,eulloso em
gravaras, em desenlio, em msica ele, e o leriio
sem que livesn chimado mcilres para Iaes es-
tultos.
Iloulem 21) urna escrava menor do S'. Curio no
paleo de Santa Cruz, atiroo-se de urna varanda do
segundo andar sobre a calgada ;"at a hori em que
laucamos eslus linhis, linda nSo buha perecido ; o
seo estado comludo be perioso. A polica achou-se
immp.lialamenie no lugar; oque levou-a a com-
meller esse desatino foi'a soa n,i ndole, porquan-
lo despeitada com >ua senhora por uina simplea oh
ervaga.i 1 re.peito de ceslura, enlenden que len-
do escravinha mimosa, nem repiehendida deveria
ser !
O vapor dosul nos Irotlxe a desagravel nova de
una perda sensivel.
r abeceo no da 5 do crrente o nosso comprovin
ciano Jos Joaquim de Mello Pacheco,qoe.ha Irinla e
lanos anima, gozava na capital da provinch da Ba-
ha rie lodas as cousi teragei devida as suas boai
qtiabda le e merecimeuloa pessoaes, e onde etercia
o lugar publico de inspector da Ihesouraria provin-
cial.
Lina febre maligna, prndozi ga.i, roolo,n nos esae dstiuclo p Incio, empregado
publico e pai de familia.
Eia oque a esse respailopolem-s colher de orna
cha daquella provincia, que acabamos de ler.
qoanlia de 4-5S00, qoe despenden com a condurgflo
e enierramet.to do cadver d'uma mulher pobre,
fallecida na eitrada dj Arraial.Mandou-se pasaar
mandado.
Oolro do vigario do Toco, remellando o mappa
dos bapl -a lo- quo houve na sua Ireguezia, nu se-
mestre protimo (lodo.Ao archivo.
A' reqoerimenlo do Sr. Oliveira, resolveo-ie que
se olficiaese ao governo da provincia, para man lar
enllocar 110 cemllerio 1 lampees, sendo dous ao en-
trar Jo pateo e dous aos lados do porio.Mandou-
se olTtciar ao engenhriro corleador para apresenlar
a planta e orcamenlo o'um mercado publieu, como
se Ihe rerommeudou por porlaria de 1 de maio des-
le anuo.
\i,t n-oii-s 00 secrclaric a mandar imprimir,
alimdeierem colligidas, todas as postoras addicio-
naes, anda mesmu as approvadaa provisorii-
meiile.
Foi nnmeado pan membroda commissao de poli-
cio o Sr. Oliveira, em lugar do Sr. liarros Brrelo,
que nfl-j lem comparecido ; e para a de p ligues o
Sr. Alenla Piulo, em lugar do Sr. Fianga. que se
acha duenle.
Despachar im-a" as peligAes de Antonio Jo Pe-
reir, Au,-mili,1 Jo- de O-iveira, Antonio Tavarrs
Ferreira, Denlo Joi de Miranda, Vr.iuci'CO Pedro
S ares Branda \ Fre.lerico Vellozo Koop, Jernimo
Jos Ferreira, Joan de Medeiros Baposo. J.nlu Jo-e
di Reg, JoSo Jos de C.rvatho Moraes, Joaquim
Francisco de Paula Ealevea Clmenle, Jos Bernar-
dina lVieira de Brilo, Jos Gongalves r."erreir:i Cos-
a, Loiz Jos da Sdveira. Miguel Arcnanjo F'rnaii-
dcs Vianna, Bomo do llego Barros, Thom Rodri-
gues da Cunha, e levaulou-se a sessao.
Eu Manoel Ferreira Ar.cioli, soiretario a escrevi.
Reg Albuquerqne, presidente.Reg.Vianna..
Barros Bego, Oliveira. (iameiro. Mello.
Pinto.
RSPABTIGAO DA FOX.ICIA.
Occurrencia do da 17 de agosln.
Foram preos : pela subdelegara da fregaoiia do
Recife, o marujos francezes Augosle, Martin, t-
Ani 1 no. a lequi-iro do respectivo cnsul, o ma-
dinheiro hespanhol jote Vicente de Amorim, e
prelo earravo Loiz, aem partea, Mara Antonia da
Concetg.lo, por ferimeuloa, e o prelo eicravo Gas-
par, por fneido.
Pela subdelegada da fregoezia de Sanio Antonia,
Francisco A'ves da Cunha e Antonio Jo' doSoata,
para aveiiguagaes policiaes por crime da furlo, o
pardo escravo Forluiioto, as pardas Goilnermina
Serafina da Cre, Mara de Lima, e a cabra Josn-
ua Mirla, lodos para aveiigaaces policiaca, a par-
da Lrsiila Mana das Yirgens, por ebria, e o pardo
Marcelino Francisco, para corrercao.
Pela mbdelegaria da fregueza de S. Jos, a pe-
la Delphina II, arle por desorden).
E pela subdelegada da fregueza da Boa Visla, o
pardo Jos Ignacio dos Sanios por espancamenlo, o
pardo Candido Jos dos Prazeres e o prelo lenlo
Bibeiro da Silva, ambos tem partes, a o sargento
do 3. balal 1,'iu da goarda nacional delle municipio
Franciico Jos de Oliveira Jnior, por insultos ; foi
poslo a di-1 iisica 1 dn Exm. Sr. manchal comman-
danle das arma>.
O sub4elegado da fregueza da Boa Visla, por af-
licto de hoja datado, refere qoe, na noile do dia 15
do mrenle, 0 pardo lelippe, morador naquella fre-
a. Niio entramos na aoalyse dos irabalh.s
do Sr. L'lyssps, nem 18o pouco queremos f 1-
zer acreditar o ma:netisrao : granJe foi o
numero .le pessoas, que como nos o forarp
ver so Apollo, e estao vertladeirameate con-
vencidos ; e he para la, que convidamos a-
quel es a quem desagradar a leilura do nos-
so artigo.
Todossabem, qne^o tnagnelism) tem Sido
gurreado rurtemenle pela medecina ; po-
rem be tilo viva a sua luz, que nenliuma ra-
z3o-de vigor, se ha dado ainda para o fazer
apear do pedestal em que se tem collocado.
Prescindamos porem dests pomo, em que
babilissimss pennas se lem confundido
O nosso nico 601 he tratar do espetaculo
de hojia, em que oSr. L'lysses recorre pela
ultima vez a protecfjo do nosso publico,
qoe bom e generoso se tem mostrado sem-
pre no ejercicio de um sagrado dever, pro-
teger e amparar. O Sr. L'lysses he na ver-
daile tocredor das nossas atteuc s, como
digno dos maiores elogios.
Cbimico oxperieote, mecnico habilido-
so ; lem gasto a rselhor parte de sua!vida em
Irabalbos que poucos sabem apreciar, sem
calcular o que vai de estoico e corageo par.,
Ibes resistir.
Como liomem ho o Sr. L'lysses ja bem ca-
nhecido entre nos, lhano, cortez e rnalo
dos mais allribulos, que o lornam querido
na sociedade, aonde tantas sympathias tem
adquirido ; dSo fortes motivos, para que se-
jam coroados de alguma son seus esl'orgos,
que no lera pass-tdo desappe,cbidos aos
olhos do nosso iiustrado publico, oue tanto
o >m ajmirado e applaudido.
espetaculo he divijido em tres partes
coto vimos annunciado, sendo a leieeira
inieiranieote eslranha para nos, por ser no-
vo gene, o, que (ubJieite mais a nossa ap-
provacSo,
>e o Sr. L'lysses, que tem sabido ga-
ohar entre nos lanas atleiQOes e despertado
at 1 Igum enthusiasmo a homens ntelligen-
ics c.imoo lem provado ja as columuas deste
Diario,d pedindo-lae para que uo nos dei-
Xase privados "de apreciar oque de mais
niareivilboso se nos pode apres-.niar a obser-
vacSo.o asaeutio aesteped.iio quasi geral,
lio boje por certo digno de'todos os beueli-
cios, que a tantos oulros temos proigali-
sado.
Este espetaculo he mais um ensejo, em
que muilos incrdulos se hilo de convencer,
e mais tima prova de gratidSo, peio bom a-
Collnmento, nuc Ihe lena dado tantas pessoa,
queo lem sabido apreciar devidamenle.
rermiiiiirL'tno.s o nosso mal elaborado ar-
ligj, desejaudo ao Sr. Ulysses, e somnm-
bula, sua inn.ia.uma noile de enchente real
com toda a magnijioncin da palavra. Nu-
trimos firmes esperanzas de que assim ha de
succ^ :er, pois que fortes motivos mililoa
seu favor : so dous baslariam. A symua-
thia, alcanfada pelas suas nobres quaii Jadea
ea pericia que tem mostrado rm algumas
sciencias, de que he digno cultivador, ine-
recem por isso desdeja os nossos consencio-
sos parabens.
X
Senhores redactores.OSr. Ur. Aalomo Vicmle
do >,i-, imeniu te lu'.a fez publicar no Liberal
l'eru io.'.ii on-, ,!e l:l rio correle, urna correspon-
dencia por el-ie assignada, na qual as-im si et-
pretauo :
1 Para desmenlir o Sr. Sergio Teiteira de Mace-
do, e retirar de cima do povo qernamhocano a pi-
cba de selvagem e irreligioso, qoe sobre elle quiz
lanzar aquelle seuhor coro desmesurada ingralidao,
gueiia, fen'ra com orna facada, no bra$o dir lo, a quando 110 seu discurso, proferido na les.ao de 21
o golpe fatal, que acabamos de sjffrcr, qoe Ihe rom
uiunicn, e a lodos os nossos a migo., que no dia .">
lo rnrrenle, pelas 5 horas da manliaa, deu alma ao
Crea lor o 11 sao amigo Jos Joaquim de Mallo Pa-
checo. Sua mole-iia principiou por nina comlipa-
c,ao, que complirou-se de maneln lal, que apezar
de lodos ns e.forros do. medico, para salva-lo, foi
ludo baldado e suecumhio ao 7-. di.
INada Ihe fallou, porem, pois que seos numerosos
amigas mostraran) se etlr.ord nanamente dedicados
ale a ua ulnma hra. Cada qual mais le empenha-
va ein loinar-ie nflicoso fazia-ae qucilaoem ser-
vi-lo. Os empregados da repartirlo dequeelleera
diere, deilaram lu Soa morle foi sentida al
pelos seas poucos desairelos.
A' seu enlerro comparecern) as principies
petsoei deila cidade, tnclaiiva o preiidenle, que u
levou at o carneiro.
O vapor nacional cr Persinungao, viudo de .Ma-
ce e porlos intermedios, trouxe ,\ seo bordo os si-
guiles panageirea :
Joa.) Anlonin Machado. Thnm! keisel, sua enlio-
ra e um lilho, Jos Joaquim Barbosa de Soasa, Fran-
cisro de Paula Cavalranti de Albtiqocrque e I cria-
do, Francisca Manoel de Ssail Oliveira e I escravo,
Joaquim Anloni,, Gaija e 1 criad... Joaquim lanacio
Benevi lea I alcao, Dr. Jlo Honorio Bezerra Mene-
zes e 1 escravo, major Francisco da Cunha Machado
Padro.a, e seu escravo, Jo> de Araolo Alteada F.111-
sici, Franrisso Ballnm Kotendo Penlo.
Al amanli'ia.
uina mnlhersua amazia. Conseguindo evadir-ie, de-
pois de perpetrar o crime.
18
Foram presos : pela subdelegada da fregueza
do Iterife o manijo inglez John Cuming a' requi'i-
$ao do cnsul respectivo, e Antonio Alves da Ca-
libo sem parle.
Pela subdelegada da fregoezia de S. Anlonin,
o pardo Jo Antonio do Sanios por ser rte-erlor, e
o prelo escravo Benedicto para correegao."
Pela uhdelegacia da fregne/ia de S. Joa,
Manuel Antonio de F'reilas sem parle,
Pela subdelegara da freaoona da Boa-Villa,
Jo-e Carlo< dos S-nlnf por insulto'.
E pela subdelegara da fregn-zia dos Afosados,
Joan de Aliena 1 Cv-neiro por inaullos e embiia-
guez.
Por odleio de hunlem dalado, refere o subdelegado
da fregueza do Iterife, qne apparreera na praia do
l'orte do Mallo o cadver do prelo Sab 110, escravo
de Mana dos Prazeres de Je.us, uno se pudendo
proceder a viadoria, pelo eslado de putrefacto em
que ja se achava o mesmo cadver.
O delegad) do segn lo d.lricln dele termo, cm
ollicio de limitein dalado, refere que JoiO Bernardo,
morador no engenho Serrara, eaborJora ao ins-
pector de quarlelrao J..io Marques, do que re-ullou
licor esle feido e frarlurado de um hrac,.i, evadin-
do-se o criminoso, por se ter dado o fario em lu
gar ermo.
E o delegrdo do lermo de (i ianna, em ofllcio de
11 do corrente, refere que no dia lo deste nio*, foi
as.assinado. no dislriclo de Pedrs d Foco, fe-
tor do engenho Jardim por dous escravna do mesmo
engenho, e que chegando esle fado a noticia do res-
peelivo aob.lelesado, esle se dirigir ao lu^ar do de-
licio, e n.lo pudendo capturar oa asaa'sinos por se
lerem evadido, ficava empcegando ludas as diligen-
riis para conseguir a captura dos meemos as-assinos.
- 19 -
Foram presos : pela delegada do primeiro dslrc-
lo desle lermo Franklio lienjamim Tbeolonio Peito
du protimo passado mez de julho, na cmara doi se-
nhoiea depulados, rm rcspost.i ao Sr. BrandSo, e em
r, lar.lo aos acoiKeciinentus eleilornei do dii 8 de se-
leinbro protimo paasado, na matriz de Sanio Anto-
nio, assim le exprimi :
o O que acontece ? Motins, desordens : a masa
ir canega com a urna para junio du allar-mr, ahi
o 'o irava lula, a uma he arrebatada e quebrada,
os vsos, caslicaes e oulros objeclos sagrados -.lo
convertidos em projeciis, em instrumentos de
uuerra e de sangue, A PUOPBIA 1M.M.1-..M
g DOSENHOR CRUCIFICADO HE FEITA EM
PEDACOS, olTeieco a cunsid u caita qu- dirig ao reverendo Sr. coadju:l r da
a fregueza de Sanio Anlunio, que piesenctou o ae-
1 tu., e a re-jo,-la qoe me den o digno sacerdote. 11
.. Por este faci avahe o publico de que quilate
be o carcter do Sr. S-rgio.
A leilura dessa correspondencia, e mais que ludo
a doi dous ultimo! periodos di carta, que se oflere-
cia ao publico c mo prova da grave acrusarao feila
ao conselheiro Sergio, rnluu-nos ha-taule ; poli cu-
nliecemus que rom geilo se procurava naqadla cor-
respondencia illu iir os incaoloH, especular com os
bros do bom puvo pernambocano, e eniao fizemos
publicar no seu conceiloadn jornal do da 1K ULeor-
reule uma pequea rorrespondioca, na qoal de-
claramos que o conselbeiro Sergio nao liavia fallido
a verdade, como dizia o Sr. Dr. Feiloza, e nem Mo
pouco Uvera em vistaa olTeu.ler o povo pern m.o-
cano, ij-ir iitlo nrrala oa aronlecimentns das eleicavee
de selembro ; por qoanlo, leu 10 de responder ao
Dr. Ilrandao qoe o ielerpellara arerca desses nego-
cios, na,la mais havia felo do que contar aquillo qua
ouvira da h .cea da pessoa de quem falla o reveren-
do coa.tjueior.e puhlicoo no Liberal Peryambucano
de selembro a lal respeilo, valo como nlo aflirinara
ler presenciado aquellei aclos ; lambem, como elle,
nlleie .m,,s a consideraban do publico os Iridio da
caria do reverendo coa.ijucl, r, e din arligoa do Li-
beral l'ernambucano doi dias 10 e J de selembro
do anno pasaado, nos quaes se allirmava .. ler a inia-
Deos vivo, e leceo constantemente os maiores |u-
gios a sua boa ndole, e senlimenlos religiosos, como
se ve no leu dtscorso.ha pouco lempo publicado nes-
le D\ano, e no seo minucioso, a bem elaborado re-
lalorio n assembla provincial.
Foi porlabtomuilo infeliz o Sr. r. Feitoia em
lanzar m3o da um trecho destacada da discurso do
conselbeiro Sergio, e faier com elle t.lo raesquinho
jogo, que iao fcilmente foi desmanchado.
Negmos que lodo o Pernambucano digni desse
nome devesse arompanhar o Sr. Dr. Feiloza em iaa
jusla indignacJo, viajo fallar molivo para ella e os
bons Pernambocanns dispensim as mnnifestacOre de
paliiolngem daquelles, que em aeui escriptoj oa lem
apreaenlado como selvagem e qoe assasainam a es-
Irangeiros inermes, qu praliram aclos qoe moilo e
muilo bradam cunlra a soa civiliaac.3o ; fim lmente
despreza maquelles, qoe para tomaren) pequeoinas
vingancas, nlo duvidam compmmeKer as boa rela-
ees do llra>il com nacOei alijadas, pondo em risco
a paz e Iranqoillidade publica.
Smenle etiale na mente do Sr. Dr. Feiloza a idea
de ler o conselheiro Sergio Insultado a probidade
dn povo pernambucano.
Nao sustentamos que llvesse bavido o deaaralo a
imagem do Cruclhcado, pelo coolrario diasemos qoe
davamoi lodo o crdito a informaclu do reverendo
coadjuclr, e apenas que, avista da historia que eon-
tava aquelle sacerdote, e do que disaera o Liberal,
sg poda inferir, que o conselbeiro Sergio referir
na cmara aquillo que ouvira contar, e queDcra nos
jomaos da opposirSo, vislo como nlo esliun preien-
le a semelhaoles acias, senda que do seu discurso
via-ie qoecom aquella narraslonlo tivera a intenrlo
de nlen,ler 09 nossos brio.
Mo nos asienta, pnrlinln, as indicelas qoe nos
alirou o Sr Dr Feiloza de man Pernambocano, qoe
faz echo com aquelles qoe insullam 01 nossos briol
da povo relig.oio.
Appellamo. para o publico,qoe decidir se proce-
de a aecosacao qne faz ao eonselheiro Sergio o seu
liga.lal, gralmio loimign, eujo odio e a' vonlade s
ransluzem lidoioiseos escriploi retalivoi Anad-
ie conselbeiro.
Esla ja' vai longa, e por isso ficamos aqu, promet-
iendo vollar ao assompto, te assim fur neces-
sa.no.
20 de agoslo de 1857.
' erilat.
Sr*. redactores.Fallara ao mais rigorosa dever
e deUasse de levar ao ronhecimento do publieo.o qua
fizeram em prul de minha mil D. M-ria l.oiza di
Cinceiclo.eroinhairmaa 1). Alitandrina Eugenia da
Mallos Vianna, 01 lllraa. Srs. Drs. Camin,1 Fran-
cisco de I.ima Sanios, e Miguel Filicio do Silva.
Todos sabem que no da 21 de junho. por occasiao
dos estragos causados pela lerrivel eiplosao qae levo
lugar naa Cinco Ponas, esle dous mdicos foram
inransaveis em acudir ao grande nomero de feridoi
qoe se Ibes apreecnlamm. Porem, o que nem todos
sabem ha que este cuidado nlo foi um daquelles ic-
ios de momento, que silo vulgares no humero em
presenca da desgrana, em presenta da victima in-
feliz que com r-iis -midos remmve o corara 1 mais
mJelTirente. Pelo contrario, cita nm destea mdi-
cos tomn a soa conta os feridoi para que foi cha-
ma lo, sendo queo Sr. r. Carolino, a' pedido de
meu runfia lo Anlonin Rodrigues de Albuqnerqoe,
ne encarresoa do coriliva de minha mil, e o Sr.
r. Miguel Felicio, a pedida meo, se encarregou do
curaiivo de minha mana.
Minha raai, senhora eeiigemria, o minha mana,
ambaa gravemente feridaa, f,.ram confiad!, aos cui-
dados de-ies dous habis mdicos, que hicaosaveis
nos seus desvejoi liveram a Telicidade de ver 01 seus
esforcis coroados com o mais prospero resollado, E
quando eu e roen cimbado qu^zemos gralificir-lhrs
qoanlo em nos rabia o atorado trabalho que liveram
diiranle o aspar,,, de om longo mei, nada absolola-
menle qoizaram receber. dando se ambos por moi-
lo Mlisfeitoi cum a victoria qoe haviam alrancado.
Se porem neuhnm meio leoho ao meo alcance
para relilbair lio assignaladoi beneficios, aer-aoe-ha
ao menos permillido lestemunhar publicamente a
minha gralidlo, e tornar patente. arc,ei to genero-
sas, que servirSo de ihrenlivo a oulros, para que
imilem tao philanlropicos senlimenlos, e de leniti-
vo as ca,-es menos abasta las qoe ie lembram de
qoe sempra na< suas miserias maos benfica! Ibei
eo.vium 01 malas com qoe aprat a P/oidiocia al-
quinai veieaupermeniar-noi.
Nao lermoarei i.la correipondencia sem fazer
lambem meiic,a da promplida e boa vonlade com
qoi sempre se preslou o Sr M.moel Antonio Tdrrei.
o qual nao su noi coadjuvou com o prompto avia-
inculo dos remedios a qualqner hora do dia ou da
noile, como com alguna favores, que ni um amigo
dedicado sabe ministrar. Esle senhor porem alo
po lena da forma alguma sali.fazer a todas ai eti-
genciis que inllo se Ihe fatiam se nflo livesaa no
eu eslabeleeimento pharmaceulico nm caiteiro h-
bil e de-urubararado, comj lie e-e moalra o Sr. Igna-
cio de Paola Esleve di Silva, qoe motn digno e
lornoadoi encomios qoe com toda a razio Iba
dirigiram. < .
Qoeiram, Srs. re larl re-, dar puhlicitade a islas
IiiiIhs, com o que muilo obiequiarao ao seo eons-
lante leilor.
Silverio Jlo Nepomnceno Bastos.
Recife O di agoslo de |s",T.
! lo, a raquisieflo do Dr. jqiz muniripal e orph.los des- 1 > do Senhor Crnelflcada setvida de arma onusi-
CAM.VHA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 2S DE JULHO pr*"' c'cr*vo '>
DE 1837.
'residencia do Sr. Ilarro' llego.
Prsenles os Srs. Bar, oca, que retiren-.e anles de
se encerraren) os Irabalbos, Mello, Piolo, liaineiru
e Oliveira, abri se a leisln, e foi lida e approvada
:i arU o'anlece,lente.
0 Sr. Vianna, compareces quando jj aitivi l yan-
tada a sesslo.
Foi lido o segtiinle
EXPEDIENTE.
1 m ollirio do Exm. vice-pieiidenla da proviu-
euielleudo npprovada a postura addicional de
la ri lado, e Francisco Va Salgada sem parle.
E pela s'ibdegaria da fregueza de Santo Anlonio
a rcqui-irfl 1 de seu senhor.
11 do correle, fazenln extensiva ao Inflar de Sanio
Amaro daa Sal Daa a diapu-ir.o da de S .le uuiuhro
de 1836.Que se publicas-e, e ae remettesiem co-
DESi'ACHA'AM-SE PELA POLKIA.
Dia 17 de agalo.
OPoilognez Manoal Ferreira da Silva Ramos, le-
gilimou-sn para obler pasaeporle para Lisboa.
O Portugus Ricardo de Freilai Ribeiro, le^il-
inoii-se para obler passaeotle para l.ilboa.
O earravo Trajino nlilevi pirlaria para o Rinde
Janeiro ein rompanhia de s"u senhor.
18
O P.irlu2nez .!o d sSanl s I'ereira Jar.lim legi-
ou-sp p,,ra obler pasianorle para a Euro ,,-.
O Purliigiiez Antonio Jos Rolrignea da Cunha,
legilirooo-00 para obler paaaaporli tiora a Europa,
Nicolao Bruno, loblilo sardo, leailimou-sc para
*' e.."'a""rr:\c"''''iV'- "l,l(,r Paaaaporte para a Europa.
f) Por.u^uez Anloni Ignacio de Medeiros, Ic^ili-
mou-se para obler passap irle para a Europa.
Antn o Jo- lloilncu-s da Sanza, Braslleiro. Ic-
citimou-i para obler pasaporte para a Eoropa.
Outro do procurador, dizendo ler receb.lo nidia
reclhido ao robe, a quanlla de
1 .MIODS rs. em nulas do Banco, importancia paga
pela rompa.ibia da estrada do Ierro pela desapropria-
cSo dos e lifici. s e terreno, daa Cinco Ponas, e bem
Assim enviando o traslado da reapecliva eieriptura.
Inleirada.
(luiro do m-srno, di/endo que, ero virlude da
pon rio de I.", d corrente, enlrndera-ia rom o J.
lenlo agnmenaor dni terrenos de marinlia, afim
dalla procr.ler a medir.i) e demarrafjlo do al isa lo
de niarinha junto ., (,|e ,los .Ungidos, concedido
cmara para loaradouro pobliro, e que ,. mesmo
1 lie diridra depoii
.loque tilo poda .
in la a planla daquella fregoezia, o que farla logo
que a livease.Inleirad
re-
que ia
COMARCA DE OIANNA.
Iti de agoslo de 18>7.
Meu amiao.Amante c.mo sou de festividad-,
nao por bjpocriaia e sim por dev ,c,in ; vejo-me na
rigorosa obrigaeflo de communicar-lhi lolo quanto
diga reapeilo ao hrilnanlhma e decencia de luda
a qualquer fesla. Surgi o iba H, dia de nimiii
espe.ancas para os IMhos da Santa V.rgem. Ao
ineio du u campanario do Carmo deu ijgn.l, eos
fogueleisubiram para dests man, ira chamar o povo
para o arlo. Pelas 5 horaa da larde rali i o a pro-
cusi da Senhora da Boa-murle a pererrer lodas
asroai da ciJade. O acto nao esteva de com.let..
goalo, porque eal fura da ci a.le a msica do Sr.
Conrado. Porem como ain Ma di sella a congalba
aerve.locou a do Sr. Manriques, eu ia alrz dril., e
observe que um dos msicos levava as coilas um
remend de papel. Ubi gi. qua di bo be islo
mendode papel! voote 1 Eolio Besouro
ao pe de mim, dis
pnr uecesaidade.porqoe om mez de eusaio diac noi-
le nlo foi loflicieule para decorarem aa partes, e aa-
im levavam os ppela prega ios uas coilas pan os
man atrazados dizerem alguma cousa, que maldita
estupidez credo em ero*.
Iteciiiheu-ee a prociislo, e o bello seto aphihou
o templo alim de render homeiiagri.s a excelsa
rolaba.
A mu-ira subi para o crelo a tocar suai valaa-
laaoa m,I arranjadas pecas, e 01 nosios ouvidos pai-
raran) pelo diss.bor di supporlar, alem das ma pe-
as, o muco som de uro bombo, que nem o cabalo
velho que vi pendurido no fum-iro do compatre
Leandro Cinza.
Dahi san, fui comprar o meu limante, porqoa
|>or arlo du demonio senlei-me ao pu do uies-
mo compadre Leandro Ciato), e o maldita dn ho-
rnein limpoo-me a caita, nutra nlo me acontece.
Monten] quasi nlo .ou a fe.la, porem f-lmnenle
pide arranjar com o Cesar Curuja uma jaqoela, e a
arrenegada era t:>uj frousa
O porlogoei A11I01110 loaquim dos Sanio Andra-
de. lagiliraoa-l para oblar patsaporte para a Eu-
ropa.
va nesaa desgracada lula, como se lia mis seguinles
pal.'.vrus:
Odem commetlen escndalos, padre me'lre, fo-
ram os VOSMO inslenles correligionarios guabins,
qne hl.raram com os caslicaes, ramathelee, e ele,
OH SACRILEGIO COMA IHAGBM DO CRU-
CIFICADO aobra o que em 2b te selembro fez
0 L'beraJ a legaiute roflitflo :
,. Bis um ficta, cuja narra.;Ho noi maaoa senaivel-
menle, p. rqne Iaes aecnas, desde o crime da mesa
ale o quebrntenlo da urna, e o desrcpeilo a rasa,
onde re-ide o S-nli.siino Sarramenlo, se ermiein
minio alio para bia.larem conlra a noi>a civili-
sarao. u
;-,er.:ii!os qne o Sr. |)r. Feilora, derrotado lio
rom;-,lelamente nesse campj, se reculhesse ao leu ar- arreuegad. era l.iq Irona que apene, cheguei 11
mal, e nao mais voltasse a carga a srmelhanle rea- Carmo, os n.oleqoes confiere.aro do aleono aearra-
p-ilo. Engauaino nos redotuiameqle : o Sr. Dr. r.,rn-.i.o pela gola como uoi ceno moco fe/ em Por.
1 1 ns n| reeuoii, e ei lo de novo em (ampo, que- 1 la. de Roma com o colleca Faustino, e deram-mo
rendo sutenlar o seu d.lc.. ou antes de-liuir o ell-i- qualro firmas Apenai me vi bvre d.i unias d.,
lo que prodozio em todos a leilura do* trechos pobU- la pclii)Jra, sub ocroilanienie pa.a o rro e assis-
r idos, esnerlalmenle oa do l.tbfral de 23 de selem- 11 ao ael*. O amito Theulomo me fez rir a inurrer
'. aanhov derlaroa a que o dea- ,urque (eu Ihe conlo) enlron lodo lord com
a de ajuslar tahoada. or. muito bem,
reapeilo 1 c,t*4 nudo re.He o Stnlia-iin,, Sacimenlo,
c iieaceloi all prallcadta, se erguem mudo alto pa-
ra lira terem cunlra a nossa civilisiclo.
Mas f rra he ronfeasar que, npeaf do tlenlo do
Sr. Dr. feiloza, que pruna no soplusinn, nlo 1 le
iqoi lie apiibor de-troir, ou cont-sl-r a* no-saa pro-
|o-iones, limilaiido-sp a repetir o que havia dito na
correspondencia a' que re-pondemos, juutHudu-lhe
lypographo Antonio Tboinaz de ; mais alguna dos seus lugares eommani.
Ifecroei pulmonares que nlo .Nfln negou o que Ibe era impos-iv.l, que lvea.e
e prudencia rom que se houve de vida, nu velbo caneado e versad., ao poto
na dilliril aerencia de qoe a encarretaaies. anima, cuja rabera fie 'circundada
Rio de Jannro, 1* de julho de 1S ,7. Anlonio I sagrada por De
por e-la aureola
Fa!le"eii lui|p
Souia Magalhles I
o oflielo qo- enviava, responden- cederam 1 nehnom recurso que a ae enria imadiea eipilhadontre puvoi nolida a qaechama o Sr,
ete-uiar a medn-lo, por n,> (er im |ireicrlplo pira combatir iaes molesliaa. Arre- coaaljuclm da frefeoeiia le Santo Aolonio (Tauro de
b.lou, ponanlo, a pblt.jsica para esse mundo da I mSi mcritrga llover eonverlidn a imagen doCrun-
alein-lninolo mais 11111 vvenle, d-ixandn entreeu-s (ira 1o rm pr jecl.l de guerra, e que esae boato (.ira
Outro do m.m 1. informan lo qu" i> cldadlo Mu- ao pronta e a' dor sua eonforlo e dous filb ,a meno-' eorroborado pelo, aaeriplos d.. Liberal fernamhuea-
noel FigoeiroH de I-aria tuba felto ai imprei-Oei re, qoe tanto careciam dol coididoa palernoi. I no, mas conlinooo a nflirmir que o oselheiro Ser-
a qoe ia referem aa anas eonint, mas quo ach.va o Sr. Amonio Thomai deSjuii Magalhles een-1 gio referiiido a blatona detsea boatos mentira E
eieeiliva a despera com a impre-iio do idaturio e lava :!('. anuos de idade, e hivia 17 qae enrola ne>- aepoii exclama :Oh '. Leio-ie-lhe o Intimo o'alma
ur, entrelargo a* cotilas de la provincia a praflaofo de composilor lypographo : e se eonhecerl que de ideas borbulhavam nesaa cere-
.., ^t. 1 j 1 -----. ,-. ..... a vhi ,.,-i^ ,n .,011,.. ue t-i |,. o mi .,. ,. inoi. oo uc con. luait... iv noira pilo : e se eoiiiierera que .le ideas lllirll, 1 ha vam lie.. roe
que or.,e a coberlo de qualquer-irabalho, da n.e.ma nalor.za anleriorment. fetoa, d dado de imdligenci, e pemvrranc*. em pouco Uro ;do Sr. s?r|io qoando Irjava a"? qualro "
' i
uma
--------- ....... ni ca-
P-lit co Senhor dos Panos, melleu a mo na aijava,
puxou o lento para se ajoclhar e quando en vi, es.
corulla o corrimboque e deslampnu se, e elle luda
espantado olhando para um e oolro lado, oapanhoo.
Ahi n.lo tive dunda, dei qualro gargalbadas a
meia que ja me du.a a baniga. Pnncipiou a feela,
quanto a mus ra faga idea, I nm a misan do I.ima
de bla, ella he lio antfgi e lia batida que eau-a
nana, as, orou o Rvmd. prior; o Te-Denm segoio oa
meimoa veitiglot quanto a mu.ira, cmfim esloo ron-
vi nenio que sem a mosica do Conrado nflo se poda
r.zer fe.la em limaiina. O procurador o Sr. Jlo
Aivea Ferreira empregeu lo es o. meios possivds
alun du lurii.r a solemu lade magnifica ; o nico
desgoalo que el!e leve foi nao ler boi rou.ica, (in-
.1 u-seo Te-eom, fomos apreciar omai rodis e um
painel, eo na verdade gislei, o fago e.leve bom, a
monea sabio para a pu'rta da igreja, e loraram ornas
cavatinas obrigada a praloi, eslri fanhoios praloi
ILEGIVEL



.


DIARIO DE PERNAMBUCO S\RRAI)0 2 DE AP.OSTO 1>H IS57.
fc
>


deilaram carta a do e urin-m" que lio mi cnm os
ouvidos bero variados.
Rada mais ha digno de meugao, al ao depois do
Amparo. Sea arti'go *elhn
l.ui/ Suspensorio.
^ ?
CAMBIOS.
Sobre Lortdree, 28 d. a 60 d.
Paria, 34 G r. por fr.
a Lisboa. 92 por $ de premio,
a Kio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Acco do t>;mr 50 por rento de dividendo por con-
ta do vendedor.
n it eompanhia de Beherihe 603000 por acjo
a a eompanhia Peniamburana ao par.
a a Ulilidade Publica, 30 por eento da "pramio.
a Indemnitadora. 6t ule-.
a a da eatrada .e ferro '20 por 0\fj da prem o
Piseonlo de ledras, de 10 a 10 por cenlo.
Acc.6es do Banco, 40 a 4. de premio.
Ouro.Onca heapanhulaa. 29*500 .tojoro
Moedas de 60400 velhm .... liOOU
a 64O0 nova- .... 165000
a 4*000.......9O00
Prala.Palacoej braiileiros......2jooo
Pesoa eolumnarica.....".OOO
meiicanoa...... 15860
ALFANDEGA.
Rendimenlo do d>a I a 20. .
dem do di* 21......
38fc6l483i
62.4145278
444:0293112
Descarresam boje 22 de agosto.
Brlgue soeco Jennymerradoriaf.
Escuna hullendezaTerce Kandesion dem.
Barca americanal'niAof .rinln e papel.
Sumara hespauholaOhok-.vo reno,
IMPORTACAO'.
Patacho nacional aEmulac,ao, vindo do Araracii,
consignado aos consignatarios, inanireslou o st-
guinle :
378 couros salgados, 7 meioi tola, 1 caita i louci-
nlm ; a p. de P. F. de Saboia.
2110 arrobas carne, 27 saceos feijao ; a Antonio do-
mes Pereira.
19 cauros salgados, 81 meios desoa, 5 barricas
sebo, i arrobas carne, 1 eaixSo rraelio ; a Jos Ro-
drigues F'rreira.
15S arrobas carne, 68 couros sainado, 2 pacoles
ditos miudos, 800 unhaa de bol, 1 aarajao sebo, 6
saceos 1.1a de ovlha, 6 ditoa feijao, 1 dito gomraa ;
a (.aminha & Filhos.
1 ra (00 arrobas carne, 123 coaroa salgados, 12 garajAoa
laclo, 4 barricas aebo,3 caliles e 1 barrilinhos ovo;
a Anbal P. de Almeida.
21 cooros salgados ; a Manoel Carneiro de M.
2 eaixOes qieijos, 1 dilo vela, 2 capoles carne, 1
laceoJeijS.i ; a Antonio Joaqun) Rodrigue*.
lo meios de aula ; a Manoel (encalves da silva.
1>"> couros salgados, 67 meios ee sola, 200 macos
couro miados, 3 barricas sebo ; a Vicente S.
linaria.
13 couros salgados, 1 caixo queiios; a Joaqaim
\ leira de Barros.
5 saceos feijao, I cooro salgado ; a Francisco C. de
Samp.tio.
118 couros salgados, 80 masaos ditos miudos, 5
couros de cailelo. 1.226 meios de sol, 5 picotea re-
des de licnm, II e^ixSas queljna, 4 enfieirai e 100
ponas de bol, > enlieiras casco de dito, 1 maro he-
lo, 1 barrica lingui(as, 1 garaja'o peixe, 714 arrobas
carne, 2 caraioi e 11 barricas sebo, C3 saceos fei-
jao ; a Jnjto Jote de Orvalho Moraes.
966 arrobas carue, I barrica gordura. 15 dilas se-
bo. 1 <|'nri ,|.i manleisa, 3 Erajiios fado, i inac
osos, 627 pnnta de boi, 1,733 cascos de dilo, 299
cooroe saldados, 172 meios de sola ; a ordem.
Escuna hollandeza Teve Krnelisson a vinda de
H-mliiir.jo, coa-ignada a II. Brunn & Campanilla,
mamflou o segoinle :
90 caixat e 11 fardos fazendas de ilgodao, **. la,
de seda, de linho e millas, 28 caixas vidrrs, 62 la-
boas. 2caiiaa ferragens, 20 dilas miodeas, 1 lila
bulos, 5 dilas radeir.is, 1 dita espeihos, 1 dila con-
serva, 1 dila livros, 50 fardos eadeira de vime. 2
presanlns. 2 pecas de carne Turnada. 170 garraToet
vazin, 3 emhrulhos amo.Iras ; a H. Brunn (t C.
39 caixaa far.endas e roeias de algltUe, 10 caixas
rannella, 8 ditas couro, 1 dila pinn, 1 alaanevi-
droa, 2 embrulhos amostras ; a Rabe Scliamelhan
Companhia.
6 caixas nbjeclos de madeiras ; a Manoei Joaqaim
llamos e Silva.
caitas couros. 5 dilas mercadorias de dilo, 1 di-
to, 1 dila chocolate, 3 dilas mercadorias de papel,
17 dilas miudezas. 2 dilas pianos, 1 dila feriagen,
29 dilas e 4 fardos fazendas de algedlo, de seda, de
l*a, de linho, millar, rlleles, 8 caixas amostra ; a
l'inm Monsen & Vinassi.
150 barricas e 18 caixas zenehra, 200 arrafes
viviros, 8 caixas espingardas, 8 dilas bnm, 90 ditas
e i fardo fazenda de ligedlo, de eda, de laa e
mistas, 4 einbrollins araoKIai ; a C. J. Asllev & C.
2 barricas dadaet, 6 caitas cooro de lustre, I (lila
amostras ; a S. P. Johnslon.
I caixa ferragens, 2 dilas ennros, 1 dita amostras,
12 dilas (m|.lo. de rogo, 2 barricas presonlo. 50
garrames sagu, 31 garraliies cevadinha ; a D. Alves
Maltieos.
i Nicolao O.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do da 1 a 20. .
dem do da 21...... .
quan lo os coi-
i quo seriio rc-
DESPACnOS DE
DO CONSULADO
21 DE Ali.STO DE IS57.
Rio da PralaBncu* taiaco Pioiaru, Francisco
MMeiros \ C, 3IKI barrica* aasocar braiirn.
Rio da PralaPalarlio ingles I-iidei, Isaac, Curio
C., 50 pipas cachaba.
Montevideorlriuue dmamarqnrz "('eres, Hallar
, paga em tima ao piestarao,
5:021903 certos estiverem concluidos
i'i^'-'i.i cettidoa definitivamente!
:.T'vksih' *' Par'' luJo "li,is 9Be n8 pslivnr lle-
nas presentes clausulas, seguir-
EXPORTVC\o PELA-wESA s,e"h''' V fluo.^8le,,,n'n a provincial n. 286
DESTA ciliADE NO |,|A, cretario. A. I", da Annunciaeao.
-O lllm. Sr. inspector il Ihcsouraria pro-
vincial, em cumplimento da ordem uo Exm.
Sr. presidente da provincia de II do corren-
f te, manda fazer publico, que no dia 3 de se-
diOliveira, 350 barricas assiicar liranco e masca- ,leml)ro prximo vindouro, peranle a junta
ua lazenda da mesilla thesoiira'ia, so lia de
arrematar f> uuem por menos lizer a obra dn
empedranifiiio dn 23.- lauco la estrada da
Victoria, avaliada em 8:602-j rs.
A arrematacSo ser feita na forma da H
.tVbaTde^Zuca'r80'1''* 4'U '*""' """ 23,00 i "rov.incia! 343 de 15 d? "?>> do 18H, e sol | Turqua
Voilo.
Havre(ialera franceta aOlindan, |.aserre 400 saceos as-ucar masravado.
EXPortTAgAov
Marselha, barca franena Marino, da :li.Mnneh-
2 S. M Napo'eSo III, a bordo do vapor
Imperial a visi'ar a Ilota ing|r>2a eii Calais
3 a A sanguisolenta batalba de Alma lo-
mada poi nulro ponto.
4" a tataib sos f iram rep llidos por seis mil horneas Mas
tropas sardas.
5 Balalua a incendia de Moscow por Ni-
poleHo I. e os Russos.
6 A sanguiooleate hatalha de Inkerman
batendo-se a ferro fro, tomada por outro
ponto.
7. Batallia das trincheiras franceza toma-
da por outro ponto.
8.a Os Francezes fuginlo da nao Castella
a Velha, estn lo pri>ioneiros em fren lo de
Cdiz, em 7 de abril de 1811.
9. Q palacio do Sultilo, imperador da
seu consignatario Antonii Luizde Oliveirai
zevedo, i ua da Cruz n. I.
....
, iiiiz especial no commerc'), a requen- _.... .,-,., ', .. 7
mto do depositarios o rocradores lis- ^"^ocovado, palitos pretot de lUpiv-
W de inaasa fallida d-sl) Can lila Mara da, ra >?Uuo c "'""'.'"vas ue Jouvm a 2SU0U
PamdaCamaragilM, Mala nacional .Sania Lq- "VJ8"8"'** espec,aes al,aixo co^s-
XI.., de 21 loiie.adas, cnduz.o o seguine 70 \ '? PCsSOaS qUC Se Propo" esta arre-
volu.nes gneros estrangeiro, 10 meio, de oa loo mat,a compareQam na sala das sessfles da
pelles de cibra, 2 canas, 5 barricas e 10 lalai bu-' u,esma Junla no dia cima declarado pelo
lacha. meio dia competentemente habilitadas.
Canal, escuna inglcza ojolm i Eai, de 226lo-^ E para constar se mandou allixar o pre-
neladas, conduzio o seguinle : 3,300 saceos com
IG.500 arrobas de assurar.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS C-E-
HAES DE PERNAMUICO.
Rendimenlo da dia 1 a 20. I7:23I*36
dem do dia 21....... 7148697
t":fli(i.;043
CONSI.LADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 20.
dem do oia 21.
,-.
48:9305890
1:6665176
50:6223066
<:
Navios entrados no dia 21
Terra Nova35 dia, bren Inglel Sprayn, de 2
tonelada, eapilSa llenr\ Roper, equipacein 13,
carga 2.701) barricas coin bicalhao ; a James Cra-
blrce ,V C. Perlinre a (jrenurh.
sent e publicar pelo Diario
Secretaria da tiiesouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto de 1837. O secre-
tario, Antonio Ferreira da Annuncia^o.
Clausulas especiacs pira a arrematacSo.
1." as obras do empedramento do 23.
lanc.o da estrada da Victoria, executar-se-! ooite.
hilo (ic conformidaie com o ornamento ap-
provado pela directora em conselho e aprn-
gentado a ipprovacio do Exm. Sr. presiden-
te da provincia na importancia de 8.6023 rs
2, As obras principiaran no prazo de um
mez e GadarSo no de um anuo, ambos con-
tados c"e conformidad). com o art. 31 da le
provincial n. 286.
3.a O pegamento da importancia da ar-
rematacSo rcalisar-se-ba na forma do art.
39, 'la mesma le provincial n. 286.
4. O arrematante excedendo o prazo pa-
ra a conclusflo das obras pagar urna multa
Macei e porloinlernie lost rlia e 13 horas, e do !^e.'"^ rs. por cada um mez, embora lhe
ultimo porto 7 horas, vapor nacional oPei'inun- SCja COtlCedi la prorogacSo.
sa>, rorr.mandante o 2. .lenle Joaqiiim Alves
Moreira, carga varios genero?.
. Navios fahidoano ine*mo dia.
BahiaBrigae iuglez Belle, com a mesma carga
que fronte. Sospendeu do tan eiro.
LisboaBarca porlugurza oGratidSos, capthio An-
lonio Pereira Borge, car, a assocar e irais gene-
ros, Pastagelro, Jo' I. de Orvalho Pae de
Andrade, Joaquim de Carvaio Paes de Audrade,
Antonio J.se' R. da Cunha.
Porto Barca portugaea N. S, da lloaviagemu,
capillo Jos Ifenriquei de Oliveira, carga aasoca
c mais gneros.

***,
2 caixas miudezas, 1 dita piocei
Bieber.
1 dita perfumarias, 3 ditas vi Jros e miodezas : a
I einel Pinto & C.
201 caixas velas, 1 dila baelilha, 3 dilas couro, 1
fardo fazendat de laa, 2 embrulhos amostras : a J.
Keller & C.
6 ranas fazendat de algod.ln e la, 12 dilas da di-
to de linho e algodlo, 2 ditas de alaudao, 2 embru-
lhos amostra. ; a SehaHllliii & C.
6 caltas meias de alsodllo. 2 dilas piano, 4 ditas
droga, I dila fransjuinhos, II dilas virtro, 101 di-
las velas. 2 harneas alvawde, I emhrulho amostras ;
a ordem.
Sumaca nacional Conceiflloii viuda da Baha,
on.mnada a Antonio Laz deOliveira Azevedo.ma-
lilesioo o legninle :
2 caitas panno de lia, 2 dilas chalet de chita, 2
dilatmetint ; a Soothall Mellors & C.
2caixas medicamento, 68 pecas de looca ; ao con-
signataria..
17 nipos fumo moido, 3 qaartolas cal de pedra, 1
caixa charutos ; a Mearon 61 C:
200 ramullas charuto ; a Novaos C.
50 b.rris genebra. 1 dila loor,a 7 sarros ervi-do-
ce, 24 ditos rafe, 300 btaa pas.aba. 7 caixas ob-
jeclo de ilabailro, 202 fardos fomo, 205 caixinhai,
20 caixdea e 2 p.coles charutos ; a ordem.
P.tacho nglez Perseverancia vindo de Liver-
pool, maoifeslon o tegointe :
50 barris roanleiga ; Saonden & Brolhers.
50 gigos looca ; a Tasto & Brother.
54 caixas e 40 fardos lecidos de aleo.lie, 1 embru-
Iho arjo'lras ; a Rotlron Hooker & C.
2 ancoras d> ferro ; a Ferreira & I.oureiro.
50 caixas queijos, 3 dilat e 6 fardot lecidoi de il-
gndao ; a Ib-rrora Castro.
1 cana ferraeens ; a Francisco A. de Pinho.
54 caixas e 35 lecidos de algodlo n Paln Nish
6i C.
2 caixas e fardos lecidoi de ilgodSo, 1 caixa ditos
de dilo e linho ; a J. Ryder & C.
7 caixas miudezas ; ajames llallidav & C.
187 caixas e 41 fardot lecidos de ilg'odSo, 6 dilos
e 4 caixas dilos de 13, 6 dilas ditos de seda, 2 fardos
dilo de laia, 40 caixas chapeos de sol, 2 dilas len-
co, '. dilas miudezas, 1 dita uleocilios para escrip-
lorio; i Souiliall Mellors.
10 fardos tecido de alcodSo ; a Adamton Iluwie
v Cnmpanhia.
1 caita pedos para camisa, 8 ditas vidros e ca-
licaes, 3 du.s molduras de lampies, 1 barrica e 1
feixs diffrenlee con.a.. 5 pillares, 10 toneladas de
lyjolos, 400 dilas de roso, 216 deicanens, 1,123
cano de Ierro, 1,124 galos de dilo, 60 pecas de
barro, 8 saceos ienora-se ; a ordem.
39 caixa e 3 fados lecidos de alizodo, 2 eaixn
lecidos de la e algodao ; n Aagntlo Cezar de Abreo
1 saceo amo.lras ; a diverso.
Patacho ingle oJessic vindo de Cardul, coniig-
nilo a J. Paler ( C. manifeslon o seguinle :
234 toneladas rarvo de pedn ; a ordem.
Vapor ardo nToriooi) vindo de Genova, mani-
feslou o sesuinta :
10 volumes papel, 1K> dilos btalas, 20 fardos lio ; a
Amonio de Almeida Comes.
I volme las. 5 dilos conlae, t embruUio amos-
tras ; a Timm Mouscn A. Vinatia.
1 fardo chapeos ; a Jos Saporile.
3 caixas couchinas ; a E, Brunn.
262 caixaa maasas, 1 dita chapeos : a Lemos Jnior
(V Leal Reis.
2 caitas chapeas ; Burle ^ Souza.
1 dita sadas ; a J. Keller & C.
Vapor nacional leaparelnsa procedente despor-
los do Sul, mauifeslou o seguinle :
1 caitas igoora-te ; a Isaac, Curio \ C.
1 dila joias ; a Nora! A; Irmaos.
2 dila isnora-se ; a ordem.
2 raixotes dito ; J. P. R. de Souz.
1 dito dilo; a aiain & traillo.
2 ditos diio ; a Burle i Boasa.
I dilo dilo ; a J. A. da Cunha Guimaraes.
1 dilo dilo ; a A. E. de Leflo.
1 dilo dilo ; a Jalo Francisco Anlunc.
I dito dito ; a B. Monleiro de Barros.
1 dilo dilo ; a Jo Alexandre A. Garra.
1 fardo dito ; a Domingo! Jos Ferreira.
1 barrica dilo ; a A. h,. de Lefo.
1 dila dilo ; Oclavinno de Sou/a Franca.
1 pac ilo dilo ; a Joaquim Jo de Amoriin.
1 dilo dilo ; a Jase Mariano da Cotia.
1 dilo dito ; a Florencio Jos Carneiro Monleiro.
I cauaodilo ; a Joaquim de Oliveira Maia.
10 volantes dito ; a M. Goncalvet da Silva.
1 dilo dilo ; a Cario F. A. C.
I lata dilo ; a J. F. Prenle Vinaaaa.
1 d.la dilo ; a A agallo de Catiro.
1 picote dilo ; a A. J. lion(alM de Sou/a.
I dilo dito ; a Timm Monten A; Vianna.
1 dilo dilo ; a Roa i lrm.l0s.
1 dilo dito ; a Novaes,^ C.
i dito dilo ; a Vicente Ferreira do Reg.
1 dilo dito ; a Jhnsloh Paler A C.
1 dilo dito ; a Francisco Antonia de Figaeiredo.
I jacaz dilo ; a Ro.trou llooker \ C.
I aguilillo dilo ; a Amohm \ [reala.
CONSULADO GERAL.
lien limei.tn do da 1 a 20. B2:437s272
dem do dia 21....... 2:6703873
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia do 7 do cor-
rente, manda fazor publico, que no din 3 de
setembrn prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thasnuraria, se lia de
arrematar, a qoom por menos fizer a obra
do empedramento da prmeira parte do pri-
meiro lanr;o da estrada do Pao d'Alho, ava-
liada em 38:06^0000 res.
* irremataciiosei feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de mao de 1854., e
sol as clausulas es eciaes abaxo qopiadas.
As pessoas quo se propozerem a e-ta ar-
rematado comparegam na sala das sessOes
da junta no dia cima declarado, pelo meio
dia competentemente habilitada.
F. para constar so mendou allixar o pre-
sente, e publicar pelo lliaiio.
Secretaria da Uir-souraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857.O secre-
tario. A. F. da AnnuociacKo.
Clausulas espeoiaes para a arrematacSo.
1 As "liras da primeiraparle do | rimei-
ro lanco do mpelramento da estrada do Pao
d'Alho, far-sebHo de conformila le como
orcaincnlo approvado pela directora em
conselho e apresentado ao Exm. Sr. presi-
dente ila nrovncia na importancia de .
38:061,1*000 rr-is.
2.* O arreimlanli", dar principio as o-
l'ras no prazo de nm mez e as concluir r>o
de 16 mezes, ambos contados na forma do
art 31 da lei provincial n. 286.
3.a O pagamento da importancia da ar-
rematadlo realsar-se-ha na forma do art
39 da mesma lei.
?." O arrematante) excedendo o prazo
mercado para a conelrjsSo das obras, paga-
r urna multa de 100.J rs, por ca la mez, em-
bora lhe sega concedida prorogar;iii.
5.* O arrematante durante a exeCucGo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." O arrematante ser obrigado a om-
pregar na execueo das obras pelo menos
melade do pessoal de gente livre.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado naspreseutes clausulas nem no
orrjainenlo, segtiir-se-ha o que dispo a res-
peilo a lei provincial n. 286.Conforme.
O secretario, A. F. da *nnuncc5o.
0111 id Sr. inspector aa thesouraria pro-
vincal, em cumplimento da ordem do Exm
Sr. presidente da provincia, de 7 do corren-
le, manda fazer publico, que no dia 20 do
mesmo vai novamente a praQa para ser ar-
rematado a quem por menos lizer a obra do
15.. |ant;o da estrada do sul, avaliada em
15:6209000 reis, servido de base para a arre-
matarlo o iilferecimenlo de I por c> nto de
abatimento feito por Jo3o llppolyto de Meira
Lima.
A arrematacSo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as condi^es especiacs abaixo copia-
das.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
mataeo compareQam na sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilita-
das. .
K para constar se mandou adxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ibcsouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1847 O secre-
tario. Antonio Ferreira da Annunciacflo.
Clausulas especiaes par a arrematagao
I." As obras do 15. laen da estrada do
sul far-se-bio de conformidado com o orna-
mento, planta e perfis approvados pela di-
rectora em conselho, e apresentados aap-
provacSo do Fxm. Sr. presidente Ja provin-
ciana importancia de 1f>:6205 rs.
t." O arrematante dar principio so-
bras no prazo de um mez, e dev r conclui-
las no de \h mezes, arabos contados na for-
ma do art. 31 da lei n 286, ando transito
ao publico em toda a cxteusn do lauco no
fim de 6 mez- s
3 O pagamento da importaicia da ar-
rematado realiser-M-ba em quilro presta-
cries iguaes cuja llima ser., paga na Occ-
siflo da entrega delinitiva, easoutras cor-
respiinderSu a cada teico das obras
*. n O p-aco dn responsabihdade ser de
um anuo, durante o qual o arremiilante seii
obrigado a m.inter a estrada em perfeilo es-
tado de conserva?fio reparando as ruinas lo-
daa as vezes que exigir o tngeiiheiro da trada.
5.ra Para tudn o que n5o so cha esreci-
licado us presentes clausulas nem no ore.a-
mento, seguir-se-ha o que djsfOe a respeito
a lei provincial 0.386.-Conforme.O secre-
tario, a. 9. >la AnnunciHCo.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm, Sr. presidente da provincia Ce 10 do
crrenle, manila fazer publico, que
10. Vista Je Marselha em Franca.
II. Igrcja de Sania Mara e seus arrabal-
des em Pars
12." IItel-do-villc de Pars.
13.' vista de Montevideo.
14.a Vista dy Cenova tomada deSaiunon.
45." vista de Bayona, Franca.
16. Vista do palacio real de AmsterJim
17.a Jardim e palacio de Versalhes.
18." NapoleSo I, botando o oculo em fren-
te da CatboJral de IfilSo.
O salan estara aberto das 7 at as 11 da
Entrada 500 reis.
THIiATitO
DE
5." O arrematante durante a exeeucao
das obras proporcionar transito ao publico
eaos carros.
6.a O arrematante ser obrigado a em-
pregar pelo menos metido do pessoal de
gente livre.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado as pr sentes clausulas nem no
orcamento, seguir-se-ha o que dispe a res-
peilo a le provincial n. 286.Conforme.
O secretario, Antonio Ferreira ta Annun-
ciacSo.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Cxm Sr. presidente da provincia
de 11 de julno ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do correnle, ao meio dia, pe-
rante a junta da fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar a quem por monos
lizer o costeio da illuminacfio publica da ci-
da.de de Goiar.na, por tampo de 3 anuos, a j
contar do I," de outubro do con ente anuo \
ao limite setembro de 1860, avahado cada i
ianipeSoem 180 rs diarios.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
reinalagSo comparecam na sala das sessOes
da mesma junta, competentemente habilita-
das, que elii eneonti'ariio as enndijoes da
mesma arrematado.
E para constat se mandou allixar o prsen-
le e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto do 1857. O secre
lirio, A. F. da AnntincitQSo.
_aOlllro. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do"
Exm Sr. presidente da provincia de 11 do
correnle, manda fazor publico, que no ilia
10 de setembro prximo vindouro, peranie
a juma da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos (izer a obra do
9. lanco da estrada do norte, avaliada em
9.2363426 rs.
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1831, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas queso propozerem a c^.ta arre-
malac/io comparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 13 de agosto de 1857. O se-
cretario, A. F. da Annunciac5o:
Clausulas rspeclaps para a arrematacSo.
t. As obras do 9 lanco da estrada do
norte far-se-b.V) de conloi niiJade com o or
camenlo,planta e perfis, approvados pela di-
rectora em conseliio, e apresentados a ap-
piovaco do Exm. Sr presidente da provin-
cia, na importancia de :23u3l26 rs.
2. O arrematante dar principio as obras
no prazo do um mez e devera conclui-ln no
de 13 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da le provincial n. 286, dando tran-
sito ao publico em toda a extensSo do lauco
no fim de seis mezes.
3 O pagamento da importancia da ar-
remataco realisar-se-ba em qualro prest-
ales iguaes, cuja ultima sera paga na occa-
sifio dar entrega definitiva, e as outras cor-
responderse a cada terco das obras
4. O prazo de responsabilidade ser nm
anno, durante o qual o arrematante sera o-
brigado a manter a estrada em perfeilo es-
lado de conservaco.
o." Para ludo oque nio se achar especi-
ficado as presentes clausulas, nem no or-
cament, seguir-s-ha o que dis,ie a res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme
o secretario, A. F. da Annunciacao.
OSr. collcclor das rendas provinciaes
do municipio de Goianna faj-saber qu em o
dia de boje lhe foi entregue pelo delegado
deste termooescravo crioulo denome Luiz,
natural da comarca du Limuciro, de idide
de25annos, estatura alta, ro-lo redonlo,
cabellos rarapinhos, olbos prettis, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexiga, preso nessa cidade a ordem no mes-
mu delegado, no dia 3 de Janeiro do co'
reme aano, sendo avallado na quantia de
1:2009 ; pelo que cbama-se a lo Jas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
par, que dentro de 60 di s, conta los da pu-
blicac3o deste, apresentem na colleclom da
dila cidade sua juslilicscSo de dominio, a
qual sera produzida perante o juizo mutiici-
pal .esss termo, e linio o pra/.o menciona-
d seiu arremaUdo em basta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden lo-se
auuuncio do da e hora em que houver de
ter lugar dita arremetaco, publicando-se
este edital pela iinprcnsa, e onde mais con-
vier. Collectona provincial do municipio
Je (ioiaiiua ijdejulbo da 1857.O esc iv.lo
da colleotoria, Luiz do Aibu-iuerque Lina
ios Guimaidca reixoio.
Hf0o
O adminislre.dor interino do consulado
provincial,, em virlude do disposto no art, 3
do regulamentode3de julho de 1832, faz
publico que se acliam depositados 3 cavalloi
appreheudidos pela subdelegacia da fregue-
zia de 5. Jos, os quaes s,i,i considerados
beiM do evento, por se d.sconbccer seus do-
nos, e para que seja cumprido oque rontm
osobredito artigo, n.andou publicar pela
imprensa, para, no prazo de lidias, com-
parecer quem aos ditos cvalos leu ha diiei-
10, lindos os quaea se proceder a arroma-
dla I tacSd pela forma determinada no < 3 de setembro prximo vindouro, parante a citado regulamento ; e para que cheguea
junta da fazenda da mesma Ibcsouraria, se I noticia, inaiidou fazer o presente edital aos
liado arrematar a quem por menos fizer a 114 de agosto de 1837. Theoduro Machado
obra dos colicortos da ponte do .mijo sobre I Freir Pereira da Silva,
o rio Soriiiti.iom. avalladosm 1:3769 rs. Aadmtnistracnu peral dos estabeleci-
a niremathcilo sera feila na forma da lei meatos de caridade manda fazer publico,
"W""';/.' '' 3ii de 15 de maio de 1854, e i que no da 27 do correte, pelas 10 horas da
na sal das suas sessoes, continu'a
as casas ns 31 da ra da Moe a, 26
l3Vlkf.ui
SABBADO, 22 110 COKBENTE.
Jacome L'lysee lem a honra pela nllima vn da
apreseniar um (trande e variado especlaeolo, divi-
dido em tres parles a aaber :
PIUMEIKA PARTE.
Novas recreaees de mgica apnarente.
SEGUNDA PAUTE.
Maanolismn animal cnm a somnmbula, qoe te
prt-la a er macneli.aaa peranle is eppc(adore.
TBRCEIBA PARTE.
O nearo africano nal rias Amrica* do norle e do
Sal, canliimlo modinhaa e dannndo o chimarotc.
acompantiado pela orclirlra.
Jacome Clytiet eoa rmaa lem a honra pela ler-
ccira e nllima ve de recorrer a prolerco dos illo-
Irci lialiilantes dsta ciliado, a qnem se confessam
snbremaneira ralo, rel.i benevolencia e OTbanida-
de rom que os rceelieran-; os mesmo* prolclam arali-
dio eterna a par de 11111 vivo e perpetuo reconheri-
mento a todas as pessoal que hiinrarn seus epecla-
Culos.
O resto dos bilhelea aeham-ie a venda nacau do
Sr. Boorgard, rna da Carteia do Ke'ife n. 15.
A* pessoas que eocommendaram hilhetea de cama-
rotes e cadeirai, queiram manda-las buscar al boje
a< 4 lloras da larda, do contrario serflo vendidos
aviil'o.
Como alenmas pestoil quo encommendaram
camarote- os ngn |inicurarain alea dala annunciada,
achim se'a venda e um re-lo de eidairas,
Jacome lllyuei.
85:1083115
sob ts clausulas especiacs abrixo copia las
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalai,ao comparecam na sala das sessOei
da mesma junta no dia cima declarado pe 0
meio din competentemente habilitadas.
i; para constar se mandou allixar e publi-
car 1 rio tiiaiio.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pcrna'j buco II de agoslode 1857.o secte-
larioi a. F. da AnnuneiacSo.
Clausu 1; eapi cines para a arretnalacHo.
1. Os concertos da ponte do Arijo sobre
o rio SrrinhSem serSo fetos de conformi-
dado com o orcamento apresentado a appro-
va co do Exm. Sr. presidente da provincia Ilustres favorecedores, que'tendolse de re-
na importancia de i :37W rs. tirar dcsta provincia.r.fferece-lhes esta sema-
2. Estes rncenos deverao principiar: na una agradavel cxnosicSo do vistas todas
no przu de um mez e serio concluidas no novas.
de seis mezes, a contar a data da arrema-! Cuerra do Oriente.
tH^3 I '" '''anoda provincia LrsancOdessa ele,
3." A importancia da arremataco ser,etc.
lliaulM 1
a praca
e 30 do becco da Lama, 5 c 39 da ra de S.
Francisco, e 8 da rui lo AragSo.
Ad.niilstracSo geral dos cstabelecimentos
de caridade 20 de ag' slo de 1857 Oes.-ii-
vflo, Antonio Jos Comea do Corrcio.
tiahincfc ptico
ATERRO DA BOA-VISTA K. 4.
o director deste salo, pailicipa a seus
I
09


. ,0..
COMPANHIA
'ir s leira de paijiietes
vapor,
O vapor o Paran", cormmndante Y. Y. Bor;i-s
aipera-se do Dorios do norle em emiimeulo para o
sol aleo dia 2(1 do con ente. Os scnliores que tive-
rem de remll-r caraa 011 nncomen la, .'everni ir ar
agencia no dia da chogada dn vapor, para se enaajae
oque poder ser rec.-bidn : no diada saliida somenl.
ee admiti psisagoiros e dinlieiro a frel al a hoia'
do ctpeilienl. Agenda na ra da Trapicha n. 40.
Para o \ssu\
A escuna nacional Linda, que deveri se-
guir at o dia ^2 do correnle, para carga e.
passageiro*, Ira la-se com o consignatario
Kluardo F.ireir Bailar.
i
ea
5S%!Cl
No dia 22 do mez correte segu o pata-
cho Siiiit.-i Cruz, capitSo Francisco Jos di
SilV> B*tis; para o resto da csrga, traU-se
com Captano Cyriaco da (.. M na ra da
Cadciado Itecife n. 2.
Companbia
"uainbucana.
Devendo o vapor 1'EliSKM NT.A aalar di valu
dos por los do ful al o dia 2310 correnle. pievine-
te aoi S<9. earreyariores. de quem celo |"lc rece,
ti r enrea netla ultima viaem, queiram maular as
-om olas a gerencia da nie.ma eompanhia, lOm de
larem a rievida preferencia.
Para Ceara' Maranlio e Para".
Sili ne-ie ilias por lr nina lioa pirte da carsa
eojj ij i la. o veleiro palacho a Auna n, lapillo Do-
mingos lleniiqne Mafra : a tratar com Tatso A
frinot.
de Janeiro
leaos no dia .11 do nier. correnle, o lircue linii-
CULES : para o re-lo la earga, pa--saseiros e iera-
Ja lele, Inla-.c com Cselano Cvraco da Coill
Moreira, na ra da Cadeil do llemV n. -2.
'ara o io de :;io:i* >
pretende seguir rom maila brevi'Jade a ve-
len a sumaca nacional Concec3o, em prom-
lo metale de. sen carreamento : para o
resto c escravos a I de, iara os quais tem
excellenles commodos, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
velo, rua da Cruz n 1.
Pia a Bulla.
O veleiro c bem conheei.lo patacho nacio-
nal Amazonas pretende sabir com muita
brevidade, por ter a bordo dous tercos de
seu Ctregamenlo prompto : trata-se com o
ti agente Borja, de ordem do Lxm. Sr.
Ilr. juiz especinl do eomnicrcio, a requeri-
men
caes
Silva Lima, viuva de Delphino l.oncalves fe-
reira Lima, lira U ilV.i em seu armazcni na
rua do Collegio'n. 15, de ao caixas^com sa-
b5o amarello, nertencentes a dila masa ;
sabbalo 22 do correnle, as II horas da ma-
nha.
LEILAO
extr or din^rio.
(Meni reserva alajuia).
A. Topi, com deposito de objectos do mar-
moro e alabastro, no aterro da Boa-Vista n.
12, tenlo do retirar-se breve-nenie pata a
Europa, far leilao por inlervcncSo do agen-
te Borja, do seguate um grande e lindo
sortimentode figuras diversas, representan-
do personagens celebres mitigas e modernas
ditlerenles vasos gotbicos e gregos para a-
dornodcsala e para jardins, 2 rucas mesas e
mosaico, historia natural ipassaros, quauru-
pedes), jarros, garralinhas, frucleiras de va-
rios modelos, objeclos para escriplorio, e
para enfeit-s de mesa, e uma iminensi ll le
de outros mu tos artigos de gosto e de luxo,
que s poden] ser apreciados com a visl ,
segondo os caihalogos, aue serSo distribui-
dos no dia terca-fera 25, no armazem do
dilo agent', na :na do Collegio n. 15, e no
supra e citadoes tabclecimenlo, aon le t'ra
lugar o leilao: quarla-feira 26 do correnle,
as lOhorasein ponto da maiilt3a.
O agente Borja, em sen armazem
na rua do Colle<;o n. 13, Tura' leilao de
urna excedente mobilia de Jacaranda'
com pedra, eum infinidade de outros
inultos objectos de mareinen a e outras
qualidades (que ser&o vendido* s m limite
de |>i*eco pigum), uma caixa com Casan,
urna dita com chapeos francezes de mas-
t e do Chile, e urna porra o de relogios
inrjUv.es, suissus e liorisontes para liqui-
da caoj; ebemasiimum excellente car-
rode qualio rodas, com una linda pa-
relna de cavallos russos, um carneiro
imiilo manso, para enanca montar, I
casa com calungas e mais objectos de
porcellana 2 opumos cavallos pata car-
ro, e I liitn b'-im andador para sela e dous
ptimos escravos mocos proprios para to-
lo o servico, osquaes seao vendidos pelo
maior proco onerecido : segiinda-feira
2'i do correntias 10 horas da manhaa.
Leilao
A0B\aW0 PARA AG&BAR.'
1V\ Ui ii-. espo i. 15
Cassas francezas dn cores lixas a 280> a va-
ra, alpaca de algodSo e seda da quadros a
320 o ruva lo, dito de lia com vara de lir-
o par
Vendesn arroz de casca a 5s500 o al- j
queire, e 200 rs a cuia : no pateo do Pani-
zo n. 16 taberna.
Aviso ao resjcitavel publico, que por
causa de igual nomo c de alguma dovida,
de ora em d-iante, em lugar de Jos Comes
do liego Harros, me assignarei por Jos
Oiympio do llego Santiago.
9
O
..
.
carne se cea du Ceara
GRANDE ARMAZ!H DE
BOPA FEITA.
Rna nov.i ii. 4), j ;n- r
to a ^rr/t da Con- I
ceicao dos Milita.ts. 2
Xeste armazem encontrara' o $
;j publico um grande sortimentode .;';.
*;j roupai feitas, como sejam casa- g-vj
^ cas, sobrecasac.is, palitos de pan- ^
? no lino preto c de cores, dilos de ',%
;j casemira de cores, ditos de bom- S
: y ba/.iin, merino, princesa, alpaca, s3
.; \ lii'im dj linho branco e- de cores, j'j
-;.;- "lnil criscadlnlios, calcas de ca- ^
tenura prela <; de cores, de rneri- ^
3 n,princeza, brim de linhobran- ?'.
-. co e de cores, ganga efuslo, col- .;;.
:. leles de velludo, gurgurao, case- :
;.. mira bordada clisa, set'in borda- .
:. do, macao. merino e fustuo, gra- fii
. vatas e luvas de todas as quaiida- '"
ar i I .iS-
A des, chapeos peetos para liomens, g*
..j! ditos decasloi bianco com pello e
gj rapado, camisas francezas, e ou- i
:'-, tos iiiuilos objeclos tpie agradara* fx
# aos ireguez.es, tanto na qualidade #%
^ da ia/.inda e bera acabado das g*
*., obras, como na commodidade dos ^
preeo. g
Aluga-se um sobra to e dous qnartos
fora, com um grande quintal aterrado para
o lado do pantano, prnpno para plantat;3o,
sito no lugar dos Arrumbados, defronle lo
Collegio dos orphaos i quem o pretender,
entenda-secom Jos Antunes (.uimaracs, na
rua de Apollo, armazem do Sr. Barbosa
n 30
-- I)f. .lanoel de Souza Gircia, n3o po-
dendo despedir-se pessonlmente de tolos os
seus amigos pela brevidade de sua viagem,
pedodcscuipa por meio deste, offerecendo
0 seu limitado prestimo na provincia do
Ceara.
Oab'iXQ assigna U> faz ver a quem
convier, que a taberna sita na rua do Soc.ego
no Campo Verde, perteneonte ao Sr. uitonio
libeiro Fe nandes. pertenca ao abaixo as-
signado por coa prs que fez ao dito sonhor
des je o dia de juana do correle ajino.
liccife 20 de .'igosto de 1857.
Manoel Joaquim Alves dos Santos.
- l'recisa-se de urna ama que saiba co-
zinhsr e fazer lodo o mais servico de casa :
na rua iio Caldeireiro, tabeina n. es
.Na rua do rr a piche n. 17, escriptono,
precisa-se le umciiado.
"recisa-se de um amassador : trata-se
na rna Nova n 52. I'aga-se bem.
l'recisa-se de dua-, jessoas para o ser-
vico interno da umi cosa estrangeira, uma
que entenda de enzinba, e outra que cosa e
engommo : na rua Nova n. 17.
Na nova lojaiie fiaends,
de Jos Moreira Lopes, nos quatro cantos da
rua doQueiuado n. 18 a, esquina que volta
para o Rosario, vendem-se superiores cha-
1 eos brancos de castor a 9.^000, colietes fci-
los .Ib fustSo a ifSOO, risoados francezes
muito linos a ICO o novado, cortes de cam-
bra ia fraoceza com 12cova losa 2.?t00, e nu-
tras muitas f-zendas por pregos commodos
Ten.lo de ser arrematadas no dia 25 .lo
correte mez, depois da liu la a audiencia
doSr. I)r. joiz municipal da primeira vara,
duas moradas de casas terreas, sitas no bair-
ro do licci e, sendo umi na rua da Guia n.
I, com 20 almos de frente e 60 de fundo.
solo de sixo d" coberta, cozinha lora,
quintal m tra na rua da Senzala Velna n. 15, com 24
pnlmos de frente e 36 de fundo, com um tc-
Iheiro que servo de cozinha, avaliada por
1:0001000, cujas casas perienciam ao finado
los Joaquim da Cunha, e vilo praca a re-
qu^rimento do inventurianle e tostanientei-
ro ilo dito rinado Joo Tavares Cordeiro.
Asseio e promptidSo.
Na rua das Cinco Ponas, casa n 136, en-
gomma-se com muit promj.tidao e aceio, e
lomam-se algumas freguezias.
A es-sociedade dramtica julga nada
dever, todava, se alguem sejulgar credor
lella, apresonie-se ao Sr. Coimbra para ser
l>rom<. Vende-se uma criouli de ptima figu-
ra, engommadoia e coziniieira : na rua das
Cruzcs n. 24.
O abaixo assignalo previno em tempo
qoe outro inimigo Ogadal nSo tem senSo
seu (ogro los do Amoriin Lima, e por con
seguinle so a elie ilevc ser imputada qual-
quer catastrophe quo lhe aegnleca. o abai-
IO asaignado ve-se na dura necessidade de
fazer este publico protesto, por qoanto a
penas o dito seo sogro z .nt-a elle intentou
urna arca i de prodigalidade, desde logo
le'n sido perseguido na rua, de imite, por
vullos disfarQados.como elle, logodeu parle
Pela segunda vez se convidam os accionis- poi ca paia garantir-llie seus das He na-
tas deala eompanhia para reunan na terca tural que o dito s 'U sogro queira talvez, por
de
O agente Pestaa l'ara' leilao, por coa-
la de quem pertencer, de urna porcSode
caixas e pacoles com excellente carne scc-
ca do Ceara desembarcadas ltimamen-
te, a qual sera" vendida em lotes a venia-
Je dos compradores, nssun como de nina
porco de batatal muito novas, ho'e, 22
do conente, as 10 horas da mandila, na
])orta do armazem do Sr. Aun s, defron-
le daaliundega.
: ,
Um t'unccionario publico compromet-
ten lia (i anuos a urna pessoadequem se di-
/.a amigo,e por mais que este amigo,tenha
esiripto,instado e soll'rido pelo dito func-
cionariopara cumprir com sen dever, tem
sido ludibriado,ca<'oado,eate incnospre/.a-
do .Nao sendo pois possivel la/.ce cliegaro
referido lnnceionario ao cumprimento de
sen dever por outros meios, vai-se tra-
zcr ao publico este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a pastar porlmurado.
A victima.
Jos Soaivs de A/evedo, prof'essor de
Lingua e fcitteratura Nacional no Gym-
nasio dcsta cidade, mudou a sua residecta
ca para o Largo do Collegio n. T, onde
tem aberto um curso de (ieograpliia e
Historia, e outro de Klietoricae Potica:
as pessoas (pie desejarem estudar uma ou
outra destas disciplinas, podem dirigir-se
a referida residencia, de manhaa ate as
meta, e de tarde, a qnalquer
~ lioras e
hora.
Barris com bren :
Irmiios.
no armazem de Tasso
eompanhia
Virifcfiuta.
igihute.
feira 25 do correnle. na rua do Trapiche n.
8. segundo andar.
Vendc-se urna cabra de cito : quem
quizar, dirija-se a rua da Concordia n. 26,
taberna de Jos Domingues.
O abaixo assignado declara, que per-
dn o bilhete n. 1700, da presente lotera,
que corre no dia 22 do crrente, compra lo
pelocaixeira los Srs, Campos & Lemos; por
Unto, rng-i ao lllm Sr. He souieirn, que no
csso, que algurn premio saia ueste numero,
o nflo pago-, senao ao dono, que ocom-
prou
Bento c B. de A zevedo.
- Aluga-se o segn io arriar do sobrado
n. 2, no becco de S. podro : os pn lendentes
para ve-lo. ;. chave e^U as lojas do sobra-
do, o para tratar do ajuste na rua do Collegin
n. -23, primeira andar.
osr. PedrodeCarvalhoUma tem uma
carta viada de Lisboa, na rua do Apollo n
19, taberna.
Os Sis. Francisco ferreira Gomes
deMeinv.es, Amonio Cecilio Fi i relea Ve-
a (a ii/., Jacintho Alves Cavalcanti e "-li-
mpio daquclla accio de pro iigalidad, fazer
lucrativa es. ecblaco ne obior os bens do
abaiXji assignado, que com sua lilha casou
sem dote a existencia be o que n3o se coa iuna cnm o
carcter e idaded mesmo seu sogro. Doos,
porm, se lia de amerciar do abaixo assig-
mfdo! IUcife2l do agosto de 18*7.
Umbelino ''a\imino de Carvalho.
Qu?mtiver| tibores em poder doa-
baixo assigna lo, ve iba resgatar no prazo de
Si': ?, a contar da dala deste annuncio, no
lim do qual p issarei a vende-loa pata paga-
mento do rr.eu principal e juros.
Antonio da Cunha S. CuimarSes.
A 55000 rs.
Vendem-se superiores chales de merino,
de cores, co o ricos padrocs, pelo baratissi-
nio preco d 5/o00 : na loja de -i portas da
na o yucimado n 10.
A 2900Q rs.
Continua-se a vender, corles de chitas
francezas escuras, pelo barato pn'co de 2^
'i O corle : na luja de i ; orlas da rua do Quei-
ma lo n o.
Na noile de 9 do crrente rr.cz, per-
guel Jos Itodnguc* Vieira, tem cartas. deu-se ur>a pulceira de ouro, do becco do
viudas do Rio de Janeiro, no escriptono v"sas t o cues do Capibaribe : quem ati-
deNovaes & Companhia, na rua do Tra-rer .ch"(l0 1u'Mr restituir, appareca na
I rua doCamarSo n. I, que selhcdaia tims
boa gralilica^o.
Precisa-se de 3 amassadores, que sc-
piche n. ~ i.
* uMmwaxmmmBBCt3K&zT-i-. ,
Clara Alaria da Assiunprao de S.
Paioajpgradece summamente a todas
as pessoas que se dignaram assistii
ao oflicio solemne, que fora celebra- \
do na groja do Corno Santo, no dia \
17 rio corente, por alma de seu mu
preza'o lillio Luiz Carlos Frederico
de S. Paio.
" llilO '!t! fil allll-.'lis.
Oabalxo assignado recebeu agora de Ca-
ranhuns uma poreflo da fumo muito supe-
ns prctendentes podem procura-lo as
rnas de Victorino J s Corris de Sa, na
jam desembaracadog em todo o servico : i
rua doltangel n 13, ou n padaria ia rua
dos Pescadores n. 2 c t.
No armazem do l'aula Lopes no caes
da alfandega, tem batatas as arrobas o sebo-
las aos c. ritos, por preco commodo.
.Na rua do Brum n. "i, terceiro andar,
precisa-se de urna urna para acabar tc criar
uma criauca, paga se bem, agradando.
P/ecisa-se arromar de eaixeiro umra-
paz brasi eiro, ou ara labe, na de que tem
bastante prslica, ou para segundo caixeiro
de armazem de assucar : quem pretender.
pode dirigii-se a rua do lirum. armazem
n. 22.
o abaixo assignado achou om'annel
ua Augusta n. 1 e de Jos Dornelas da Cos- de ouro : quera for nono, dirija-se a sua lo-:
ia, rua do Pocmho, ondo se vende a retalbo, a, no aterro da Boa-Visla n. 9. que dan lo os
por preco commodo. signars o recebera -I. I. Keller.
.Manoel Firmino Ferreira. -----Fa/em-se franjas largas e cstreitas,
Compra-se um carro proprio para o i tanto de 1,1a como de retroz : na rua do Vi-
serviQo externo da alfandega, para trabalhar : gario n. 10, por cima do pintor, segundo
com cavado: na rua da Cadcia do Recite, (andar.
loja n et. __. FazetB-snvestidose casaveqo.es, taoto
Vende-se urna vacos parida de novo, ;e menims como de senhoras: na na do
em Santo Amaro, passando o cemiterio pu-; Vigario n. 10, por cima do pintor, .segundo
buco, o segundo sitio. i andar.
nor
labe
Manoel da Silva Santos, tendo de ir
a Europa, constuuio por seus procurado-
res, em primeiro lugar ao Sr. Joiio Qui-
rinode Aguilar, em segundo ao Sr. Jost^
Jacomo Tasso Jnior, e em terceiro aoSr.
Christovao Guilherme Brekenfeld ; e pede
desculpa a seus amigos de rjuem se nao
pode despedir pessoaluacnte pela presteza
da chegada do vapor.
Domingos Francisco I'.amalho, o sua
ramilla vai a l.uropa a tratr de sua saude,
deixa por seu primeiro procurador encarre-
gado le todos seus negocios tenientes a sua
loja o seu com-cunliado Jos Goncalves Mal-
veira, segn io o Sr. Jos Nunes fle Paula c
lorcciro o Sr. Jos Hiboro da Costa.
Itogo ao Sr. Jos Tbomaz de Campos
Queresas o favor de declarar pelos jornaes
os factos que o autorisam para dizer ao lllm.
Sr. inspector da alfandega que eu era uimi-
go do mesmo senbar inspector.
Joio Athanasio Botelbo.
A Exma. Sra. D. Joaquina Ignacia Bor-
ges Lima, que morou no sobrado amarello,
na rua Augusta, queira mandar concluir o
negocio que deixou aliado quando se mu-
dou do dito sobrado, na laberne defronto.
- Alugam-se 2 esefavas pardas para to-
do o servico de cssa, sendo uma tamben) pa-
ra servico de rua : quem quizer alugar di-
tes escravas, dirija-se a rua dos Martyrios,
no segundo antar da casa n 28, junto a
igreja, para ajuslar com o Sr. de ditas es-
cravas.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ven-
de no seu escriplorio, rua da Cruz u. I, ca-
mas de ferro para soltetro e casado, oleo de
recio, lavatorios de Ierro, pennas de ac,
cobertores de 13a e de algodiio.
- Precisa-se de um caixeiro bom balean
para uma loja de fazendas no bairro de San-
to Anlonio, annuncio ou dirija-se a rua do
Queimado n. 27-
O Sr. C W. Mull nao se poder retirar
para fra da provincia do Pernambuco, sem
que veiiha ajuslar conlas com os abaixo as-
signados, -ebristiani & Irmao.
Piccisa-se de uma ama para servico interno de
ama casa da familia de dum prssoas, prelerindo-se
escrava : na rua larga do lloaario n. 40.
Pri-c-sam-te de o0iri*es de sapaltiro pura obras
de liomem e sauhora, de debruadeirat e apalaza-
deira, pasa ss mais que as outras fabricas : na
rua do Caldeirelra o. (i.
Ouem precisar de um caiairo para rua ou es-
criptjrii., que sabe fallar frailees, allemo a porlu-
Hun, aoouoaia a sua morada.
Na rua da Penha n. II, primeiro an-
dar, offerece todas as pessoas que tiverem
precisflo da mensalmente ou por occasies
se autorisarem dealmoco, jantar, ceias, n)e-
rendas, cafe, chocolat ocom leite e sem elle,
ou qualquer comida a contente dos hospe-
des ; lambom se encarrega de mandar le-
var em casa das pessohs, que mensalmenle
cuniratem com a estalajadeira.
"-alustiano Angusto Pimenta de Souza
Peres, tnven'ariante do casal do Qnado Fran-
cisco Pereira Outra, pelo presente avisa a
aquellas pessoas que se julgarem credoras
to rererido Outra, a apresentarem-lhe seus
ttulos e contas para serem descriptos no
respectivo inventario, assim como sosdeve-
dores, para pagarem o que est3o a dever :
dirtgindo-se a rua do Crespo n 9, a qual-
quer hora, e con a maior brevidade.
Para a t' nta.
Aluga-se urna casa margem do Capiba-
ribe, com commodos para familia, com 3
qh8rr\S' disPensa' gabinete, quintal, cozi-
nha fra, estribara, e um ptimo copiar pa-
ra recreio : a tratar na rua Nova n. 39, pri-
meiro andar.
Fabrica de ealdeireiro,
Ai k mais me.taes, na na do
Brum do itecifen. 28,
coiihecid por fabrica
do Mesquita,
.\este antigo estabeleciment tem feilos e
fazem-se com presteza, de encommenda, os
objectos abaiso notados, com a maior per-
feico possivel e commodo preco, a saber :
Bronzes para engenho, cavilhas, parafusos
oara roda u'agua etorneiras o mais perfeitas
possivel.
dlambique do cobre de quaesquer dimen-
sOes e modelos contmeidos, carapucas e ser-
pentinas em separado.
Bombas de cobre de qualquer modelo,
com juncos e vlvulas de brome.
Cosas 9 pares de cobre, e de ferro para
engenhos, caldeiras de cobre e de ferro es-
ta nhadas para navios.
Cobres de todas as qualidades necessarias
para o fabrico d'assucar, e picada para roda
de mandioca.
Crivo*. dentados dos mais modernos, por-
tas de fornalha e registros para assenlamcn-
t is de engenhos.
Etxos e trilbos para carros, aguilhOes, e
parafusos para engenhos de quaesquer ta-
manhos
Portdes e graies para sitios, e varandas
P^ira casas de quaesquer modelos que pos-
sam desejar.
Covernaduras do bronze para navios, cali-
nas de leme, c quaesquer ferragens para os
m "sinos.
Onnas de cobre, tie chumbo e de zinco
para encanamentos d'aguas de casas, de si-
tios para jardins.
K todos mais objectos, que he possivel
razerem-se de cobre, bronze, lati, zinco,
chumbo e ferro, que ficam por notar, e que
seria enfadando o enumera-los.
Tambern se fazem todos os concertos, que
possam ser necessarios aos sonhores de en-
genrio.etii quaesquer pecas das cima men-
ciunadas.como sejam aguilhOes. e parafusos,
ser necessarios para engenhos, com promp-
lidiio, e perfelcflo ; addicSo esta, quo por ser
pouco lucrativa, muilas vezes outros esta-
belecitnentos recusam fazur, e que neste,
sempre se lizer- m, e se farHo afim de a todos
servir como lhe for possivel, e a bem de to-
dos, qneo occiiparem, porque sempre foi
este o desejo do fundador desle estabeleci-
mento.
Precisa-se de um cozinheiro : na rua
do Hospicio n 15.
Precisa-se de um caixeiro com pralica
do vender ao povo no balc3o, e que seja
agradavel para os ficguczes, e que abone
sua caeactdade : na padaria do pateo da
Santa Cruz, com a entrada pela rua do Ro-
sario n. 55.
Precisa-so de um moco portuguez, de
i lado de. (8 a 20 annos, para trabalhar em
uma fabrica de velas de carnauba na rua
Direita n. 59
OBJKCTOS DE SEGEIROS F. 8ELLEIRO, PARA
A PABRICACAO HE SEGES li AKUE10S.
Pelas exoeriencias de muitos annos neste
genero, me he possivel, tanto pela piopria
fabricacBo, como pelas relagOes com as prin-
cipaes fabricas, fornecer qualquer artigo
pertdieente ao fabrico de seges e arreios de
todas as qualidades. Os sennores fabrican-
tes, que honrarem ao abaixo ?.ssgnado com
etico amen las da las por descnbos ou expli-
ciC'oes, podem assegurar-se, quo suasen-
commendas serSo exactamente' cxeculadas,
e por p,-ecos os mais moderados po para mais informacOes, dirijam-so por carta
directamente a II. M e. Itohs, era-Aliona,
porto d i llamburgo.
~" V'todem.sdQaa ipl^mst mulaiinlus, da ida-
le de I) aun.is, de muito linias l'uurat, e com al-
^uma> habiba les ; urna ncgrinb.i de 11 annot ,
rnuilo linda ; duas negral : na rua do l.ivramen-
lo-n. 4,
BA f.07A N. 34
aladama liosa llardy recebeu de Franca
umsortimento de fazandas de moda do ulti-
mo gosto, a saber, lindos enfeites de cabeca
para si nhora, chapeos de se la, ditos de pa-
Iha desabados, euivta Jos, de cores, dilos de
fellroaade i-alba para montara, manguitos o
camisinhas bordadas, espartilnos de todos
os lamanbos, cortes de seda branca lavra-
dos para noiva, Icques, fita de seda e vellu-
do preto, ha lea par*, vestido, os mais mo-
dernos e ricos pentes de tartaruga, linios
chapeo*inhos de seda para baptisndo, toncas,
meias de seda, vestidtnhos faltos, benecas,
ricas capcllas de flores para noiva e mantas,
e muitas outras fazenias quo se vendem em
conta.
Compra-se cfTecti va mente bronze, la-
t.lo e cobre vcllio : no deposito da fundi'cSo
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da u. 28, e ua mesma fundido, em Santo
Amaro. /


ILEGIVEL

- !
.


DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO 22 DE AGOSTO DE 1857.
C0ISLVR10 H0110F&THIC0
Onde so acbam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
im glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante comrnodos :
fREguS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita de 36 > .
Dita de 48
Dita de 60 .
Tirbos avulsos a......
Frascos do tinturrademeia onca.
Manual de medicina bomeopatbica de I)r. Jahr com odic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do D-. Mello Moraes
10/000
159000
209000
253000
30900
19000
23000
20500
1O/O00
2/000
6*000
1 PEORAS PRECIOSAS- M
* Aderemos de brilhanlcs, Hj
8 diamantes o perolas, pal- ti
Y sciros, alfineles, brincos $
* a roietas, nutes e anac* %
s; de difl'creulrs soslos e de m
K diversas pedras de valor. *j
10EEIU 4 iHiRTE.
Wk 61 SIIRIIIB
Ra do Cabnga' n. 7.
Receben) por to-
* Compram, vender oo & I jiK ic Vl 11 I'. A* I<\i S
| Irocam prala. ouro. bri- & UU& U^ \*t\t Tc&llftIMl" |
,| lliuiites.iliainaulese pero- -^ to^ ~^1._ ___l_
-- las. e ou
* joiasde va
.* uu pur obras
MiiiiiiliiiiiiiiiiiiiiMliiriiinniriiTim
OURO E PRATA. I
. Aderezas complotos da *
Souro, meios dilos, pulsei-
_ ras, alliiiele*. brincos &
p roielas, cordes, Irancel- X
s| lins, medalhss, corrodos
** a enfeites para relogio, e $
^ OQlros mullos objectos de ^
ouro.
Aparelbos cmplelos de
Para ludo se dirijam a casa do Sr. thesou-
rciro Iragozo, ra da Cadeia do Recfa n. 6,
onde provisoriamente funcciona este com o
director da semana.
Prccisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, para lodo a servico de casa de pouca
familia : na ra de llortas n. 10.
Na ra larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do becco do
l'cisc Frito, n. 9, d-se alinoc,o, jantar e
ceia, por preco mais commodo do que em
oulra qualquer parle.
Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
cidade at o l'ogo urna casa assobradada ou
sobrado, tendo os comrnodos seguintes:
alm de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
Cocheira, estiibaria, arranjos para criados e
escravos, e que o sitio seja abundante de ar-
vores fructferas ebaixa do capim, que pos-
sa sustentar annualmente quatro cavalios :
annuncie por este Ditrio ou outros peri-
dicos.
COMPANHIA
DE
SEGUROS MARTIMOS E
ttt&tvt N xtpttic N
:Tl^p Ifopa asobr.sdo mais | ^^fe
ior a d...h..r01 moderno rosto, tan- Ide8pa de**emui-1
'"* i *-* $ ,0, oatr0' objectos de ?
:,,:._:.,..,:; to (le Granea r>nmo Iffi,,,,,^,....................J
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como coste mam.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou su* residencia para o Seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que tica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ah tem preparado urna
casa de saude com todos os comrnodos para
o tratamento de escravos, cujos saibores
residam lora da praca, ou 'que nflo os pos-
san curar em suas proprias casas : quera
para isto quizer-se tilisar de seus servicos
mdicos, que ser3o desempen hados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carino n.
9, priebeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas opera-
c,es.
i
O
o
m

Rio-Formoso. S
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Mane- slr
es, medico pela Kaculdade da Babia, lem ._'.
fuado sua residencia na cidade do Kio-For- .-i*
nioso, e de novo eflerece seas servicos a to-
a-
das ai pessoas que o boararem com sua con- r. '."
SEGURO CONTRA FOSO.
Companhia Alliance.
Esubalecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Sannders Brothers & C, ten a honra de in-
(oruar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
e a que mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para eflectuar segu-
ros sobre edlucios de lijlo e. pedra, cobertos de
llha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
en fazendas de qualquer qualidade.
JOHN CAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE l.EILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PK1MEIRO ANDAR,
pra;a do Corpo Santo
REC1FE.
o
precisa-se
escravos, para
Ei
@

O Dr. Francisco de Paula Bap- @
tista, tem aberto cscriptorio paia gj
advogar, no primeiro andar da
casada ra dasTrincheiras n. 19, @
por cima do cartorio do escrivo ^
Baptista, antifjamentc do fallecido @
Reg; ealii, das!) horas dodiaem @
diante, esta' promj)to a onvir a @
@ todos, e a receher as causas de to- .J
dos que quizerem procurar seus fg
^ servicos de advogado. r1'.




Thesouro ho-
meopathico


orct&Tl,

ESTRADA DE FERRO:
do iiecife S. Francisco
LIMITADO.
1 tinta chantada*
Os directores da Companhia da Estrada de Ferro
do Recife a San-Fraociico, limitado, leem feito a
quinla chamada de duss libras esterlina*, ou ris
I7,?7T7 sobre cada acrao na dita companliin, a qoal
deve ser paa at o dia 2i de agoilo do correle an-
nn cid 1857 : no Rio de Janeiro, em casa dos Srs.
Mau .Mac. (reaor iV C. ; na Babia, em casa dos
Srs. &. S. avenport & t., e em Ptrnambuco, do
eacriptnrio da Companhia.
O accionista qoe nao realisar o pacamenlo den-
tro do lempo indicado, podera perder lodo direilo as
accoes sobre as quaes o .lito papamente nao se liver
eliecluado, e em lodo caso lera de paear juros na
razio de cinco por ceato ao anuo, e de' nflo receher
juros ou divideodo da companhia pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagamento c a I
sua realisarflo.
Nenlium aula de transferencia pode ser registrado
anls do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores. James Templetoii
li'ood, superintendente.
na mesma casa lem agua e pos denlriuce. tjgl
Tasso Irmlos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
lanuhas de trigo llichmond ebegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazeus, pelos
seguintes precos :
Calega 26000 por barrica,
llasall 255500 dem.
O Dance 2i;Ooo idem.
olumbia 2330U0 idem.
Alcm destas tem farinhas novas de Tries-
te ds marcas SSSP. FonUna e primeira
qualidadu ; assim como completo sortimen-
todas melhorcs "marcas de l'hiladelphia, No-
va UrleanseBaftimore.
Na fundicao da Aurora
de serventes Iberos ou e
servico debaixo de coberta.
-- Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador alendes da Cunlia. Paga-se
bem agradando o servico.
publico.
O abaixo assignado faz selente ao resyei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
nienlos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e U, onde encontrarSo um variado e lin-
do sortiojcnto de fazendas de todas as cua-
lidades, as quaes vende por preco mito
comino lo; sendo gerente do eslabeleci-
mento u. 1 0 o Sr. Marcelino JJeronimo de
Azevedo. j. g. Malveira.
He chegado a loja de I.econte, aterro
da Boa-Vista n. 7, escellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para linipar e fazer
crcscoi os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoejas e
asperiJadesda pelle, conserva a frescura e
o velludado da primavera da vida.
il<>ubo de inadtira.
Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, pordetraz da casa que fot da po-
lica, _cinco travs de 40 palmos, com 8
c meia jiolegadas em quadro, no sabba-
do 1 do corrate, us quaes licaeam amar-
radas, c na scgiinda-icieu acliaram-se de
menos duas : eoga-se a queni deltas sou-
ber, queira dar noticia na obra da ra
das Cruzes, ou na livraria ns. e 8 da
praca da ladependeacia, que era' gra-
tificado.
Domingos Alves Matheus saca sobre
a ])iac;i da Porto.
O advoga.lo LeopoMino Antonio da
l-onseca, resiJeole em llacei, olTerece seus
s pescos quo delies se quizerem
e
utilisar naquella cidade.
A.ttenc i
Aluga-scou vende-se um sitioemSant'An-
na do Xavier, cora grande c.kh de monda,
estribara para 4 ou mais cava los, cocheira
grande, quartoa para pelos, e capim para 2
cavalios tojo o anuo: quein o pretender,
de u ua ou oulra maneira, queira dirigir-se
a ra ifa i.adeia do Recife u. 20, a tratar
com Luiz j<; Moraeg tio oes Ferrei/a
A casa dos expostes desta cidade pre-
cisa de unas de leite, queestejam no goso
quarenta anuos, para amamentarem os
meninos que existen denti
cune
d
d
Fublieaco litterara.
COROGIAPHIA
Chioiiosrnplii.i. nobiliaria,
nenlogica e politice
DO
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCRU'COES
DA
Corographia brasileira, do padre Mancel Ayre do
Casal.Historia da America Portugueza.'de Ro-
cha Pilla.Chrooica da compadhia, de Vdscon-
cellos.Historia do Brasil, do viieonde de Cav-
ro.Ca.lriolo Lusilauo, por Fr. Raphael de Je-
ss.Memorias do Rio de Jaueiro, por monse-
nhor Pisaere.Amiaes do Rio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Anuaesdo Marauhao, de Berre-
do.Annoes do Rio Grande, do visconde de S.
Leopoldo.Memoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Gaspar da Madre de Dos.Eras do Pa-
ra, por lt,i\ [in.Memurias histricas da Baha e
corographia Paraeuse, por I. Accioli.Chrono-
logia, do general Abreu e Lima.Historia do
Brisil.de Varnhagen.E de outros impressos e
mauuscriplos :
CONTENDO
A deicripcto geographiea.e Dor^Oes histricas e po-
lticas, desde o descobnmenlo do Brasil al agora
(1857), e lambern o lempo em que foram povoaJas
as ioas dilTerenle cidadts, villas e lagares ;
Seu gnvcrmdores, e a ongem das diversas fami-
lias brmleiras e seus appellidos, eilrahda de auli__|
gosmanusciiptos genealgicos que mi eras difie-
reules se pujeram obler ;
A historia dos ministerios, sua politice e cures
com que.ippareceram.
A historia dascaiiiaras temporaria e Vitalia deide
a consliluinle de 17 de abril de 1823 al 185" ;
E lambern ama eiposicflo da historia da indepen-
dencia, escripia e comprovada por leslemuuhaso-
culares que aiudam reslam, e dos oolros movimen-
los poliucoi, aliru deque se tenha um cuiiheciiuenlo
enaclo nao s da geograplna do paiz como da sun
historia civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, ualoral da cida-
de das Alagune, aulor de multas obras litUrariase
scienliliras.
Subscreve-se neila cidade do Recife, na livraria
da piara da Imleptudiicia us. (i e 8.
O abaixo assignado, possuido do
mainr empenho de te descobriros auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu miii reza-
do amigo Thomaz Gdtian, vice-consul de
S. M. Britadnica nesta cidade, oU'crpcc
dous contos de reis a <|uem Ihe prestar
quaitpicr csclarccimento exacto sobre cs-
se facto, ou mesmo o conhecimento de
algtima ciiciimstaacia.ou accessorio delle,
du modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais inviolavcl segredo, a'
quem uzee qualquer dessas revelacoes,
pois he bem postivel chegar-se ao'lim
deiejad, sem declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado Britannico 11 dc'julho de
1857.H- Augustus Cooper, cnsul.
. -.."._.-. -,.... ,.., _.-, ;< >
n ,.-". fyV, r '.<.:.':.:
ii ur. Juao Josc Damasio medico, pode ser .- -.
Sproearado para o cxcrccio de sua prolis- '"
sao, na rua de Apollo n. 9.
^ociedade de deseon os ele
ESTABELECIDA NO RIO DE JANEIRO
CVPITAL li;;000,000.000.
Agencia rua da i,ruz
ii. 45.
Aos senhores'negociantes, proprieta-
rios de casas etc. etc., se ollerecena agen-
cia de dita companhia nesta cidade, a rea-
lisacao de seguros por premios econdicOes
muito mdicas.
Na mesma agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o tul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rio! de na vios que desejam te-Ios registra-
dos no Veritas ou 'Monitor Jlaeitimo
(Titulo de Registro) tenhama bondade de
dieigie-se a esta agencia aim de fazerem
as declaracocs precisas.
Aclia-se ausente desde o dia 1. do cor-
rente a escrava Tbereza, Conga, de 64 annos,
baixa, um pouco reforcada, cabera branca,
tetn os dedos das mSos encaranguejados e
calombos pelas costas, provenientes de
agoules de senbores anteriores, anda espi-
gada e um pouco peiada, levou vestido cor
de rosa com llores amarellas : quem a pe-
gar leve-a a casa de seu senhor o major An-
tonio da Silva GuimarHes, na rua Imperial
n. 64, que ser generosamente recompen-
sado.
- oga-se a Sra. I). Dionizia Francisca
deSouza, natural da villa da Barra, no ltio
des. Francisco e provincia de Pernambuco,
ou a seus herdeiros, que venham ou maiidem
receber a parte que llie tocou do espolio de
seu marido Jos Scabra Lemos tallecido nes-
la corte. Rio ue Janeiro 6 de agosto de 1857.
TIIEVIKO DE APOLLO.
Os socios que subscreveram para o baile
que lem a dar-se no da 29 do corrente, no
salao do dito taeatro, sao convidados a man-
dar suas propostas de convite para familias,
a casa da rua do Apollo n. 2i.
O abiiio assignado, procurador bastante de sua
rogra D. Mara Jci da Aununciac,ao Baptista, pede
aus cre, i- do seu liuado cunhado Antonio Baplisla
Kibeiro de Furia, filho da mesma, que apresenlem
uas comas ale o dia 31 do corrente roez ; assim como
avisa un. devedores do mesmo que pessoa alguma os-
la aulorisada a receber suas dividas a nao ser o abui-
oastiguado.
Peroanihuco 13 de agosto de iv.r.
Anlonib Machado Gomes da Silva.
, AOS MORADORES
dos lugares desde; Afufa-
dos at banto Amaro de
Jaboat&o.
Tendo de dar-se comego eni setembro pr-
ximo a una linhade mnibus diaria desde
o Itecife al Santo Amaro de Jaboato, o
propietario convida aos n, era dores daquel-
les termos, para que cuucorram para a sua
conservado, a que 1 ser proveitosa nao s
aos moradores como com especialiJade aos
seohoies negociantes, tanto pela frequeucia
conm pela lactlidade com que podem visitar
esta prar;a, e assim collierein raelbures com-
pras de gemios e fazendas. O propietario
por ora estabelece o prego do 500 rs. por le-
goa ; faz-so porem differenca aquellas pes-
soas que licarem assignaules por lodos os
das ou as vezesque quizerem por semana,
pagos tnensalmeute adianlado : a tratar na
rua do ibeatro de Santa Isabel,, casa da es-
quina.
Caf uo couimercio, rua
do Trapiche Novo
II: 12.
Iilandin Aii acaba de receber pelo navio
francez Olinda, um variado sortimento de
conservas asmis linas c mais acreditadas
da Franca, como sejam, truffes da Perigord,
pal Je Foigran, pal Ue Poularde, pal de
Perdrix, pal de Bpcasse, pat de Lievre, pa-
l de Lhevieuil, pat de Caille, andouillet-
les, perdreaux, cliampignons, sacisses truf-
lees, cervelats, cervelles, flum I/huile,
boudin noir, asoerges, pelits pois.
St t*o consullorio humeopalhico do rr Ca- "^
.^ sanova, rua das Cruzes n. 5.8, ha sempre ...
.. um grande sortimento dos mais aerenla- '..'
. dus iiiediraiiienlos liomcopalhicoi, e ludo J..
; quanto he nectssario as pessoae que seguem "'
;., este systeina. A
g Vendem-sir vidros com rolha de vidro, de *?
\J ineia ou^a ate Ii, mu lo em cunta. i '
AVISO.
ou
VADEMCUM
1)0
Homeopatha.
o
o
''';
O
m
o
&
PELO DR.
f SABINO OLEGARIO LlMMlOjl
^ Esla obra, reconlieciJa por lodos, como *"
W a melhor de quantas ensiiiam a applicacio .,:
2i da homeopalhia no tratamento das moles- *.
Xk lias, cunliuua a vender-se a llJOOO.na lio- .y.
w lica Central llomeopatliica, rua de Santo W
$$ Amaro ;Mundo-Novo) n. 6 \':
tt EXGELLENTES REMEDIOS IIO- >$
MEOPATIIICOS. ,=;
^ preparados com o maior cuidado e emero, j
]g veiidem-te em carleiras por presos os mais J&
29 comrnodos possiveis, desde tOctllK) al V>
& 12U;000, conforme o numero dos tubos e OH
.ja riqueza das cai\as. *7
^ Cada luboavulso.....1OIK) *>
3 Cada vidro de tintura. SlOOO
?tt W. II.Constando ao ahaiio assignado gu
^\ que alguns individuos percorrim o interior ^
t& nao so desla provincia, como das Alagune, -
:,: l'arahiba, Rio-Grande do Norte e Ceai, Q
y. vendeodo remedios em seu nome, jolga a^
2 convenieole declarar, que a ninguem auto- w
^g risou para isso, e que,como o3u esla promp- $
fe lo a carregar com os peccados alheius, s ;;.
JT se reponsabilsa pela profcoidade dus re- ^
f& medios preparados debaiio de sua inime- vty
@ dala inspec(ao, naBotica Central Ho- ^
a meopathica, rua de Saulo Amaro, ,Mun- -,
g de Novo) o. 6
g? Dr. Sabino Olegario L. Piano. &
Tintas hualas.
Cr, oclire e rxo-terra a vintem a libra
lomando de 8 libras para cima : na rua do
Livramento, loja n. 35.
Acncao
o
Na rua larga do Rosario n. 38, loja de
iniudezas de Jo3o Gonr;alves Ferreira, exis-
tem venda caixas com tentos para vollare-
te, as mais ricas possiveis, litas de velludo de
todas as larguras, Iranjas, de seda as mais
ricas que tem viudo de Franga, files lavra-
das, fazenda ainda nio vista, pesos para pa-
pel mutlo finos, com todas as personagens
da F.uropa, cinlurOes de borracha muito li-
nos, e outres imillas qualidades de miude-
zas, que n3o se podem mencionar.
Queijos e sa-
patos
Vendem-se queijos do serl3o, grandes e
pequeos a 400 e 440 rs. a libra,' e sapatos
do Aracaty e da trra, de todas as qualida-
des, para homens e meninos ; lambern se
precisa de um caixeiro : na laberna grande
ao lado da igreja da Solodade.
Vinhos do
Porto.
Conlinua-se a dardinlieiro sob penho-
res e a juros comrnodos : na rua da Praia n
43, segun-io andar.
Cumpra-se um cozinheiro hbil na
rua do Trapiche n. 19.
Compra-se effectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aceces das compa-
nbias, e d-se diuheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se um prcto de 20 a 4 annos,
sendo perito ollicial de carapina ; paga-se
bom : a tratar na rua Nova u. 53, botica.
O proprietario da cocheira da rua
Nova n. Cl, vende todos seus carros com
as parelhas de cavalios, o motivo desta
venda he as posturas exigidaspela cmara
municipal : vende-se tildo ou em separa-
do, tamhem se vende o sobrado se con-
vier.
S?tn*ti*.
pellica
na rua
de
Jo
Na rua da Madre de Dos n. 34, loja, vn-
dem-se especiaes vinhos Jo Porto, das me-
. Iliores qualidades, emjrcas mais acredita-
- ':-'-':-<5'-.::::Vi&:-~! | das, inclusive a do ChamiQO, em barns de
;----------------------------------~~ quintos, oitavos e decimos ; bem cmodos
- v&9&t}>%S3<, engarrafados das eras de 1815 e 1834 em cai-
- xas de urna e duus duzias.
Coui pequeo toque de
a varia.
(A diuheiro.)
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia, vndete :
Pecasjde algodio lizo a S00, IjjOOO, 1S280
c l.sUOO.
Ditas dita largo, a l.yOO, 2.s000, 2,y2i0
e .ssoo.
Ditas dito de sicupira, a diversos precos.
Ditas dito de sacco, idem.
Tinta para marcar roupa, que n3o lar-
ga, ao contrario quanlo mais se lava mais
preta e segura lica, a l000 os 2 vidrlnbos.
na prac,a da Independencia n. 4.
A ?200 rs.
Vendem-se corles de cassa lina pintada,
com salpicos e palminhas miudas e com 7
varas cada corte a 29200 na rua do Queima-
do n 22, loja da boa f.
Pta praca ds Independencia n. 4, ven-
de-se ail liquido, o melhor que tem appare-
cido para aullar roupa, pois nao tem o in-
conveniente que sempre as senhoras que en-
gommam encontram no outro, pois basta 4
I 5 pingos para ailar urna bacia d'agua, a
400 rs.
FARELLO.
Vende-se cm barricas e saceos : no'arma-
zem de assucar no caes de Apollo, c.-quiua
da Iravessa da Seuzala Velba.
Vende-se espirito de vinbo : na resti-
legao do moinbo de vento da praia de Santa
I', ila.
Vende-se sement de hortalica : na
rua da Cruz n. 36
AO, BARATO.
Vende-se riscado monstro com vara de
largura a 180 o covado : na rua do Crespo
u. 15.
Vende-se cal do Lisboa, a mais nova
que ha no mercado, por pre^o commodo:
na rua da Cadeia, defronle da RelacSo. ta-
berna de Domingos campos.
fazenda.
_Vcndem-se na rua do Livramento n.
35, bonetes para meninos, demarroquitn
dourado, com velludo de varias cores
e fita de {jalao, pelo baratissimo paco de
.sOO.
Vende-se urna mulalinlia de 15 annos,
recolhida, muim linda e robusta, com mui-
to bom genio e agradavel, sabe engommar
e coser : na rua largado Rosario n. 22, se-
gundo andar.
Vendem-se sapatos dos melhores, fa-
bricados no Aracaty, carne e queijos do So-
bral, tudo chegado ltimamente, por presos
comrnodos para ecabar na rua da Cadeia
do Recife n. 60, primeiro andar.
Vende-se urna carrosa com boi manso
praca
Fende-se
Cortes de laa para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a do lindos pa-
dres, com 15 covados cada corte pelo di-
minuto preco de quinze patacas'; a elles
antes que se acabem : na rua do Queimad
n. 22, na loja da boa f.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, cherjados ultimamenle de Ilam-
buigo, ecom lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C,
Na loja
das seis portes
Colinhas de tslagarca para pescoco de so-
nhora a pataca cada urna, chales de cassa
para trazer por casa e irem ao banho a sello,
lencos de seda para Uazer aos hombros a
dez tustes, camisetas de cambraia para se-
uhora a dez tustoes.
;'
>aw
Vendem-se I uvas de
Jotivin, de todas as cores :
Queimad loja n. 40.
a raudas e grades.
Um lindo e variado sortimento de mo.lel-
los para varandas o gradaras, do gosto mn-
dernissimo na fundicao da Aurora em Sau-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
15 r un.
Vende-se um relogio de ouro, patente
suisso, trabalhaudo em 13 pedras, e por pre-
co commodo : na rua do ijucimado, loja
ii. 18.
Vendem-se excellentes madeiras pro-
prias para cobertas de carros, de 22 e 24
palmos : na rua do Jasmim ou becco das
ISarreiras, casa de frente aniarella.
Na rua Augusta, taberna de 5 portas
n. 1, vendem-se muito bons queijos decoa-
Itia de lodos os lmannos, sendo de meia li-
bra a quadro libras cada um, pelo diminuto
preco de 300 a libra : os freguecs devem
aproveitar a occasiao antes que se acabe a
pechincha. .
Batatas baratas.
No armazem do Sr. Antonio Annes, con-
fronte a escadinba da alfandega, vendem-se
batatas muito novas 1S20 a arroba.
l> VenJadefrq aigodao du
fbrica di Bihia
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio, na rua da Cruz n. 1.
Je-caranda.
Tem para vender Antonio Luiz de'Oliveira
Azevedo, rua da Cruz n. 1.
Vende-se urna escrava crioula, de 18
a 19 annos de idade, com boa figura o sadia,
sabe lavar, engommar, e lem principio de
cozinba : na rua da Saudade, primeira casa
de sotSo do lado do sul.
MANTELETES A IO3OOO.
Vendem-se manteletes pretos, de nobreza,
com ricas guarnieras, pelo barato preco de
105000 reis, na loja de 4 portas, rua do Cjuei-
mado 11. 10.
ROMEIRAS A 65000.
Vendem-se romeiras de fil branco e de
cores, pelo barato prego de 6 rs., na loja de
4 portas da rua do Queimad n 10.
Vende-se chocolate, marmelada em
quartos, de superior qualiJadc, vi oda lti-
mamente de Lisboa, no brigue Constante :
na rua da Senzala Nova n. 4.
Vende-se ou aluga-se por anno um si-
tio na estrada do Monteiro, o qual se acha
oceupado pelo Sr. cnsul hespanhol atis
de setoriiliro prximo futuro, o mesmo tem
coinmudos para grande familia, tem bom
jaidim no lado, cocheira, estribara, quarlos
para criados, murado lodo, com sabida para
o rio : os prclimdontes dirijam-se a bolica
do Sr. Hartuolomeo Francisco de Souza, na
rua larga do Rosario.
- Vendem-se caibros de'.30 a 40 palmos,
e das mclliores qualidades, sendo a maior
parle de arar;, e coco : atraz da serrara da
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do rum, logo
na entrada, e defronle do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, Iivres de despeza. Os preco
sSoo s mais comrnodos.
Algodo monstro.
dV|UJe"se al801130 monstro com 8 palmos
iJ rgura- muito proprio para toalhas e
,,,."* pfl0 baralissimo preco de 600 rs. a
do n.' 22*. d" bol f' na rna d0 Queim*-
Mussulinas brancas e de
c re.
Vende-se mussulna branca muito lina a
n5r. .Td0' d'U.de Cores de cellentes
KdoS?,lS2d.0Wwloi*d*b~^
A SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecldo
a este mercado : vendem-se no escnpiorio
do agente iveira, rua da Cadeia do Recife
n 62fjprimeij-o andar.
elog*ios
\a rua do Cabu M
Feijo ib
ibIio
nominada Uaixa Eco-
n imica de ei
fiambuco.
\cha-sc inslallada, o as sua operacOes ef-
fectivas 9S0 as seguintes :
cltras a juro convencional.
qualquer com-
Joseph Shelmerdine lem a honra de i t'onie Velha," por menos preco, que emou-
mformar ao respeitavel publico, que ten- lra Parte-
do-seettabelecido na ruada Aurora, San-
to Amaro, entre as duas ponte*, peito da
lundirao, acha-sc prompto a se cncarie-
gai de todas as obras de sua profissao, quer
seja tftibalhos em chumbo, vidraceiro, ar-
mador deencanamentosde gaz c agua pa-
ra dentro de edificios cm todas as suas va-
riedades, incluindo hanlioiros, bombas, la-
trinas d'agua, etc., o mesma tendo tido
bastante experiencia na Europa, espera
que com attencSo aos seus freguezes,
moderaeSo cm seus precos, merecer do
respeitavel publico desta cidade toda a
proteceflo, para o ipic pode ser procurado
110 lugar acuna inilicado.
C. STARB & C '
rcspcitosami'iite anniiuciaiii, que no seu ex.
tenso estabelecimeato, em Santo Amaro,
continu'ii a fabricar com a maior perfeigao
e promplidrio, inda qualidade de machinis-
mo para o uso ile agricultura, navegacSo e
Manufactura, e que pura maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em
geral, tem aberto em um dos grandes arma-
zeus do Sr. Mus.mita, na rua do rum, atraz
du arsenal do marmita, um
DEPOSITO DE MACHINAS,*
construidas no dito seu estabeleciraento.
All tcharSo OS compradores um completo
sortimento de moendas de canoa, com todos
s tnellioramentos alguna dolles novos e
originaesj 1 que a expe iencia de muios an-
Desconta
Empresta sobre acqes d
panilla acreditad, sobre penhores de ouro, 1 nos tem mostrado a necc:
dpestal)ele-lprata,ejoias,atao mnimo de 10 ; ope- de vapor de haisa e alta pressSo tachas de
imcnto: as ijue quizerem ser. udinitti-! rai:i10 he Por meio de leltra aceita pelo im-1 lodo tamanho, tanto batidascomu rundidas'
as, diiijam-aea rel'cii :a rasa, a cuten- p,'tr""e com a. declaraco do nao sendo pa-1 carros de niao e dilos paraconduzir formas
er-e com o 1 esnectivo r......!, fl' ?JJ? a venda l, Penlu,r e- lell5 : lo """car, machinas para moer mandioca
pecuv.o regente. Ifi das depois. prensas para dito, minos de ferro b. tido
de Un
Domingos Uonteiro Pe voto roga ai
pessoas de sua amade e a todas aquellas
que sabem o que he um recem-nascido
de Ihe inculcaren] algaan ama
do Collegio 11.
Vendem se saceos com 35 cuias de feijo
mulstinho muito novo.'e por preco commo-
do : na taberna grande ao lado da igreja da
Soledade.
Vendem-se tres lindos escravos, sen-
do um bom alfaiate, de idade de 18 anuos,
duas bonitas esclavas com habilidades, urna
mulutinha de 13 annos, um escravo de meia
idade proprio para sitio i na rua das Aguas
Verdes n. 46.
lo Canto
QUE ESTA' TORRANDO.
y i n a (*adeia do e-
cie n i>4.
Cliilai fiance/as muito li'ias a 210 e 280 rs. o co~
lado, rtales Ue tuerinu prelus a 39600, ditos de cores
a 51000) mantai de seda nimio finas ,1 d^, 73 e 9SO00
e costumado ao trabalho nosla praca no
armazem de materiaos da rua da Cadeia de
Sanio Anlonio n. 17.
Vendem-se 20 casares de rolas brancas
e pardas, estando a maior parte com lilhos,
cuja venda ser* effectuada por menor preco
com quem comprar lodos os casares por
junto : no sobrado de um andar n. 8 da rua
de S. Francisco como qum va i para a rua
Relia, das Cus 7 horas da manhaa.
Rtiudt zk' l> ratas.
Jos Fortunato dos Santos Porlo acaba de
montar o seu conhecido eslabelecimento da
rua da Cadeia do Recife n 45, esquina da
Madre de Dos, com um rico e completo sor-
timento de miudezas, nao s para a praca
como para os senhores negociantes do cen-
tro, e mesmo de oulras provincias quo bem
sequeiram surtir, aii acharuo constante-
mente linhas brancas e de cores de todas as
qualidades, um rico soilimento do perfuma-
ras, luvas para homem, senhur* e meninas,
bengalas de esnna ede baleia, bicos de seda
de todas as larguras, dilos entrefinos, cuti-
larias Qniss'lBHS para mesa e escriptorio,
tinteiros de porcellana, lindas pedras para
segurar papis, ricos enfeites para senhora,
loucas, carleiras, espelhos de parede, esto-
jes para barba, lindas ahotoaduras para col-
lele, papel, capachos para portas e sofas,
rape de diversos fabricantes, onlimos charu-
tos da Babia, e urna immenMdade de objec-
tos que seria enfadi.nio mencionar, que*
vista das qualidades e dos presos de certo
agradarao ao comprador. Assegura-soa mo-
meidade dos p;er;os'
o regutpa
QUE ESTA'" QMDO.
Na lojs do l'reguica, ua rua do Queimad,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo .-ortimonto de fazendas por prec.os
baratissimos, entre ellas notam-se chitas
francezas escuras de liiiilos padrOes e cores
lisasa2G0rs. o covado, ditas ditns claras de
padiOes miudinh s a 2^o o covado, ditas l-
as de lindos padrocs o cxccllenips pannos,
ga', loja de miu-
n. 4.
DO
ta Li^^k.'^L^j tajfca3TM7aE3-.
tem para veDrter um eomplelo sorlimeolo de baba-
doa de panno de ludio, lamo aberlo como bordado e
de todas as larguras, principiando por dous dedos e
acabando emdous palmoi, oiqaaes te vendem mais
barMo do que em oulra qualquer. parle por se que-
rer remellar o dmhriro ao fabricanle.
Kefinayao do Monteiro
No deposito desta relinaria, na rua da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, por preso de
65OO0 a arroba, dando-se um abato a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
i\a lja das seis
portas em frente do Li-
vrmeiito
35000.
Corles de casemira com pequeo defeito a
34000, palitos de panno lino pretos e de co-
res a IO4OOO, tem porc3o para escolher.
aos senhores d
engenho.
No becco do Connives, armazem n. 10,
de Jos Duarte das Neves, vende-se a mais
superior farinba de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Uecife, armazem n. 16.
.ttiioo faeim*
Na li"raria da praca da Independencia^.
6e8, vende-se o iethodo facilimo- para
aprender ler,novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
As a dos de ferro.
Na fuodicSo de C. Starr & Companhia, em
Santo im;>ru, acbam-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construccSo muito
superiores.
Na rua da Cadeia defronle da Relaclo, verida
ii. 28 de B. S. Campos, vende-ie e aluga-se, lope-
riores bichas himhur^uezas, era porc,ao e ji relalno.
Vende-se na rua da Cadeia n. 28, superior
presunto porlugoez inteiro a 440 rs., e mais objectos
por pre^o commodo.
Ceblas novas de Lisboa. ,
Continuam-se a vender no armazem de
Barros Pianos,
Em casadeRabeSchmettau;&Companhas
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
lia ui bu reo.
Na rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro cm fexes, ferrameotas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por precos
comrnodos; assim como barris com azeite
de carra palo.
Lobo i C. vendem cal preta a 060
rt. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacalhao, em canoas de 60 a 300 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rua Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem em seu armazem, na rua da concordia a
700 rs. o alqueire.
Vende-se na rua da .Madre de Dos
11. 12, armazem de Xovaes z C. barris
de ierro, ou cubos hydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa JeSoutball Mellor i C.a, rua do
Torros n. 3fc.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ferro de D. W. Bowmah
na rua do Iirum, passando o chaia-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as quaes se
echama venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desp ezas ao comprador
elogios
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, no
da Ca-
e Cores lisas a JCOrs. o cu va lo, lindos la- escriptorio do agente Oliveira, rua d
peles para salas a SWOO cada um, pocas de deia do Recife n. 62. primeiro andar,
brrlaiiliaile rolo com 10 varas a -0OO cada niajia nn nnrmn
una, mussulna de cora 320, dila mais fina IiAjBA lili I illfiU
de lindos tadroesa 30, dita muito lina a
10 rs. o covado, dita branca a mais fina que
.vov luauwj ns 9ctiu iiiiiiiii iiiidiii 11 1 -.- c .' "" i .------------------------------ T""
cada uuia, mussulinasniuilu lliias a ::lue 380 i>.!ne POS!>!VCi a 4i'0 rs. o covado, cambraia
Iranceza de cores ( las de cordao a 50 rs cassas francezas
moito finas c de lindissimos padresa6io
a vara, lricos pequeos (ara mao a 120, di-
los a 220, dilos com hito muito finos e com
lin ios bordados a 360, corles de casemira
com lindos gustos a SjOO, ditos linos a 6?,
meias casemirasde quadrinhos proprias para
calca e palito a 500 o covado, lazinhas de
quidros proprias para loupa de meninos a
u covado, cintas e 220 o covado, rliapcni francc/e minio finos a To,
Itnros de cambraia a 19500, 29100 e 39000 rs. a du-
lia, Bravata! pretas de mola a IjfSOO Cl la orna, dilai
.1 lila a lQOOQ rs., ditas de la^o a 700 r. cala uina,
brlmzlahos parajaqueta a200e'220r>. o eovadb,
upoioes a 25 :OOii, ir.'io e 59300 r^. a itc* e mu.lo fino, gan-
ga ainaitlla a ilUO rs. o covado, chuls ,:e ineiimi.
borlados na pinta, muitu rios a 1 i;0tlO rs., dios
de looquira a20j000rs corles de d-emira 1- e
Ic200 re., titilas ue cubera muilo largas a i(K r>. o I *Oo rs. o covado, grvalas pretas de seliin a
i, i;H0Oe |a00 cada um, riscados franeezes de qua-
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
ei ouro patente inglez, para bomem ese-
nuora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C-, rua
do Torres n. 38. '
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. 3*. escriptorio de
Novaes& C, superior vinho do Porto, cm
caixas de urna e duas duzias de ra rafas :
a' precio commodo.
A ii \ as de louviu.
Constantemente achsrSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n.7,ss verdadei-
ras luvas de Jouvin. do todas as cores
igualmente ricos pentes de tarlaruea da n
tima moda.
Moedns superiores
, Na fundiQ3o de C. Starr & Companhia, t*
Santo Amaro, acham-se par, vender'moen-
das de canna todas de ferro, de um modello p
construccao muito suueriores.
Hk
m-
NA FUNDICAO DE FERRO DO EN<;
NHEIRO DAVID W.BOWMAN *A
JUADOBRUM.ASSANDOOHA-
OLTS?! um grande "orti"'"'lo doneguiutes ob
jacios demechani.moproprios paraaaiS. i-$,
ber : moeudaie meia moendas da mi. Z a '
conslrucc.ao ; i.IMid. fer rndide haTdo "d.
superior qualidade e de lodo,o, tamanho" 1' Wd
dentadas par, agua ou auimaes, de loda, as pr0nOr.
es ; crivose bocas de fornalha e resistro, de h
eire, aguUliOes, brones.parafuso, e cSvilbSt mof
nhos de mandioca, etc. etc. "noaa.nioi-
NA MESMA FUNDICAO
se eiecnlam todas ns encommendas com a suner,,.
s&esS:comadevida SK2L:
XAROPI
DO
. OSQE
transferido odeposilo desle larope para a h
dejse daCruiS.Dloa, naru. JVova ,?
garrafa. 59o00, a meias39000, sendo failViS
IMPORTANTE PARA OPIBLICO
Pira curade phlysicaen, lodo.osseusdinereii
lesjraos, qnerrootivada porconstipacSes, tosse
asthma.pleorii.esearrosd.saDgue, drde cos-
tados e paito,^palpilacao do eoracao,coqueluche
bronchile, dorna garganta, e ledas a.molestia
dosorga o i pulmonares.
SeJJins e relegrioe.
lnfu,LL,IVS RELOOIOS de plente
inglez : a yenda no armazem d
Koslron Kooker & Companhia,
r,r^V"8odo^rposD,on"-
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rir
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acrediUda fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
rua da Cruz n. 49.
m*&fH%:*&.
so^ooo
Fugio do engenho Vicente Campello da
rreguena da Ecada, no dia 6 do corrfnte o
escravo Roque, de naqao Angola, parece
crioulo por ter vindo de pouca idade, repre-
senta ter 30 annos, pouco mais ou menos,
baixo, secco do corpo, rosto comprido, tem
urna cicatriz no queixo de urna fstula que
teye proveniente de um couce de cavallo, e
sobre a mesma cicatriz tem alguns cabellos
o o queixo deste lado roais incitado, o andar
he alguma cousa peiado, levou esmisa e ce-
roula de algodSo azul e chafjtj de palha
tem as costas com signal de chicotadas'
quem o pegar no Recife leve ao escriptorio
ios Srs. Lemos Jnior & Leal Reis, e em ou-
lra qualquer parle poder dirigir-se ao mes-
ngHC" <,ue receber gratifleacao
oOSOOO do abaixo assignado, o Hecife, sera
paga esta quantia pelos Srs. Lemos Jnior v
Leii Res --Manoel Concalves Pereira Lima.
--- Conliuua a estar fgido o escravo cri-
oulo de nome JoSo, que se ausentou no dia
ii do corrente, como consta aos annuncios
renos neste jornal ; e consta que elle anda
mesmo nesta cidade vadiando : quem o pe-
gar, leve-o na rua do Collegio n. 3, primeiro
andar, que ser gratificado.
200;0U0 de gralfcac5o,
a quem pegar os escravos crioulos, Lau-
reiilino e Manoel.por antonomasia barbeiro :
ol.- de idade 25 annos, alto, nSo muito for-
nido, roslocomprido. sem barba, bem pare-
cido, e muito pechla, levou chaio do Chi-
le, e gosta de Irajar bem ; o Manoel, tem a
mesma idade, e he mais escuro que o Lau-
renlmo, estatura baixa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas grossas.
pos bem re i tos, traja calca e jaqueta, e levou
chapeo de palha da Italia, tem cicatrizes as
costas como sello do suas proezas : levaram
em sua companhia um molequc de nome
Mexandre, que com elles aprend oollicio
de pedreiro, cojo ollicio sabem perfeitamen-
te ditos escravos: as pessoas queapprehen-
der qualquer deates escravos e os entregar
ra, rua da Cadeia do Recife n. 09, primeiro na cadeia" da cidade do Itecife, o'oscon'dij-
sem leb
de leil sera hlho : na rua
S, seijuudo iiiuli.i-.
Agua para tirar nodoas de ferrogem .
de tinta de escreajjr. tanto Jem rou.a como
em papel, a|30 o vidrinho :
dependencia n. 4.
Admiti sempre socio ^BWltorMdid.|r."h,fBhV..dT.o> ^.^V^r^^^"^.^ SfaSt'SSE.r?fi^!^ C0Va,!0
dos estatutos. | vada construccao, fundos para alanibiuue bre,a""a "" ll"1"' r,n "B rs. a ...r, .ellm m.c. casineta ; reta muito lina a 15." 0 o covado.
Recebe a premio qualquer quantia ale 1?, envo- e portas para fornallias e urna inlini- a ^10 e :<"'m vado, chapos de -"i .i- seda caaenura preta a 29*00, cortea do castor en-
ominimo. ,i;tude obras de ferio, que ser^anUonho -kK^2^"'^*0,n' MlL ,toiot"" TTI Wk1* 'ff'."08/ '!' ''"T
Nota.-As mensalidades com que os socios enumerar. Nu mesmo deposito existe u *Z 4ut ."i^Sl '" Tl", ''"". """"'" '? ,-" i uho '. ,:U^ ,!,tos,d? b"m do
tem de entrar [XWO. os uuetiverem de I a pessoa intellKente e hbil lada para receber ER^wSKaoT' '"''"" "'' r'"C" '" "^ '"'cha,PS dfi rae-
5 acedes, e 57 os que liverem mais deste uu- desenhos, c iustruccoes que lorem for-lhe
mero comecarn a ser cobn veis no pnuiei- decidas.
ro dia ulil le cada mez. O sucio que quizer --- Rua do Collegio o Sr. Cvpriano Luiz da
i mensalidadesadiantadas por 6 mezes, Paz ; aterro da Roa Vista, padaria do Sr.
. cada um, ditos liorda- r i li de todas as qualidades, lisos e borda-
cova.io, brun de liiiho m "re, ^^2200eio51e..^e "Jversos padro* e cores (isas
ou mesmo um anno, pole-o fazer contaudo-
a praga da In-1 sc-lhe o juro de 6 por cenlo ao anno polo a-
diantamenlo.
Beiriz, dii-se-ha .juem da quantias de 500.^
al l:OOUooii mais. com liypothoca em casas
teneas ou iirnius a contento.
r-., Un para vellidos a l;",(.'i rt. o covado, i
preta a 500, 600, 7uo, siki, 900 e 18000 i', oeova I .
curies de meia-easemlra a .'-un i~., mas a 560 rs.
o covado, eoolrai rdullai riendas que a vista do
I compraor se mencionara'.
a 160,
180 e 200 rs. o covado, rios lencos de seda
de lindos padrOes a SMOO, c oulras multa.'.
fazendas que se deixara de. mencionar, ese
venderSo por haratissimos presos ;
ro amostras com penhores.
'e-


ILEGIVEL
Agencia
da fundicao Low-AI o r.
rua da Senzala ova
n. 42.
Neste estabeleciraento continn'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
lauanhos pura dito.
Cli-apeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentemriilechegados, a prego commodo :
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio Je Almeida Lo-
mes.
Carne, se coa do '< cora
Vende-se superior carne secca do Ceara,
se da- por commodo preco : no armazem de Luiz
I Anncs, defronle da alfandega.
zir ao engenho Boa-Esperanca na freguezia
doLimoeiro, recebera a dita gratiicacSo e
mais despezasque fizer.
Km12 de julho prximo passado fuelo
do engenho Bosque Alegre, provincia das
Alagoas, o escravo Cermano, com os signies
seguintes : idade 25 a 28 annos, naci Ango-
la, alto, corpulento, cambado das pernas
tendo em urna dellas a cicatriz de urna eran'
de fenda, barbado, cara comprida, e resris-
la : este escravo pertence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
(amaragibe, e suppoe-se ter fgido para
esta provincia de Pernambuco procura de
outro companheiro do mesmo engenho ha
pouco lempo vendido : roga-se, portaoto, s
autoridades policiaes, aos Srs. capitses de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-
prenenda, de o entregar na villa do Passo ao
Nr.JoaquimMarinhoFalcao, e em Pernam-
buco a Kelisberto Ignacio de Oliveira, praca
do Corpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensauo, e satisfeitas as despezas que com o
mesmo se lizerem.
PErUS. TY>?. DE M. F. DB FAKIA 1857


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