Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07811


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Full Text


\NN0XXXI1I N. 490.
Por 3 mezes adiantados 45000.
Por 3 mezes vencidos 45500.
SEXTA FEIRA 21 DE AGOSTO DE 18o7
Por anuo adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
KMCAMKGAD09 DA 6UB8CR1PCA DO NORTE.
finbibi, o Br. Joao Kodoipho Gomes ; N(Ul, o 8r. Joaquina
I Ptreirt Jnior ; Aracaiy, o 8r. A. da Lemoi Braga; Cea-
ra', o Sr. J. Jote de Olivein ; Haranhao, o 8r. Joaqun) Mar-
qnaa Rodrigue ; Piauhv o 8r. Jos* Joaqun) Avalu ; Pa-
r, o 8r. Justino J. Kamoa ; Amaionn, o Br. Jeronjmoda
Coala.
PARTIPA DOS COR SEIOS.
Alinde : todos os das, as l e racia horas do dia.
Iguaraeaa*, linianna c 1'arabil.a: naa argunila* e aeilas-reiras.
8. Aailq,Buarmi. Bonito, Cwucru', Altinlm c Ganabais!: na lerca-folra.
S. Loiirem>, Pao tl'Alho, Nai.irrtli. Limueiro. Brejn, lV<|tieica, Ingaacira,
Flores, Villu-tVlla, Boa-Vista, Oiiricury i Esu', as quarlas-n-irai.
Cabo,Ipojuca,Serinhaem, Hio Formuso, lina, Barteiros, Agua-Preta, Pi-
nonlciraa e Salal: quinlas-feiras.
: qu
os corrpioa p
AUDIENCIAS DOS TKIBDNAB81DA CAPITAL.
Tribunal do coramcrcio : aegunda a quintal.
Retaceo : tercas feiraa a sabbados.
Faienda : quanaa a tabbadoi ai 10 hora.
Juio do commercio : wgundaa aa 10 horas a quintal lo mtio dia.
Juio da orphoa i aegunda a quintal ai 10 horai.
Pnmeira vira do civel : aegundaa eieitu io meio dia.
Segunda rara do eiral : uarui a aabbadoi ao meio dia.
EPHEMEKIDES DO MEZ DE AGOSTO.
S La eheia ai 4 borai a 0 minutos da urde.
12 Quarto roinguante ai 3 horas e 22 minutoi da tarde.
19 La nova ai 2 horai a 6 minuto! da manhaa.
27 Quarto ereacenta aoi 45 minuto da tarda.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira ai S horas a 18 minutoi da manhaa.
Segunda ai 3 horas e 42 minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
17 Segnnda. S. Mimede m.; Si. Eutquiniano Liberato.
18 Terca. S. Clara do monte Falco >. Ss. Laura e Fiora raro.
19 (juana. S. Luir b. f. : S. Teelnv.m.
20 Quinta. S. Bernardo ab. doutor Ja Igreja.
21 Sena. S. Joanna Francisca Romana.
22 Sabbado. Si. Agathonico e Aulhura mm.
23 Domingo. 12 O Sagrado Coracao de Mara.
E\V ABP.EGADOS DA BDBSCRICAO NO BUL
Alagoai.oSr. I laudino Falco Das; Babia, o Sr. D. Dun
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM rKK.NA.Mlill.il.
O propietario do DIARIO Manoel Figuelroi da Farii ni sua
lis ratia, praca da Independencia n. 6 e 8.
parts arnoKh
RELA.TORIO
da reparticao dos negocios estrangeiros,
apresentado a assemblea geral legislati-
va na primeira sessao da decima legisla*
tura.
(Contlnoaeo.)
/.fado Oriental do Uruguay.
lniellisencin da arl. 4' do Iralado de commercio de
12 de oolubro da l&~1 e seas eiTeilos.
. O tratado de commercio e navegado de 12 de
ouiabro de 1H > 1. celebrado enlre o imperio e o Es-
lado Oriental do Uragaay, eoolem a legainle esti-
pular,! i :
Pan ampliar e facilitar o commercio que pela
frouteira da provincia do Rio Grande de S. Pedro
do Sal te faz com o Estado Oriental do Uruguay,
conveio-se em que seria maotida por espato de dez
auno a seero de direilos do consumo de que aclual-
menle goza o charque e mas producios do gado,
importados na proviucia do Rio Grande pela referi-
da fronleira, convindo-se em que conlinaem a ser
equiparados a iguaes producios da dita provincia ; e
como compensarlo conveio-se igualmente na total
abolicjio do direito que o Estado Oriental aclual-
' mente cobra pelo exportaeao do gido em pe para a
menciona la provincia do Kio lirainle, conviodo-se
em que essa exportaeao se t*< d'ora em diante li-
vremente, a iaeota p-los mesmos dez anuos dene e
de qualqoer outro direilo.
O goveriio oriental, referindo-sa a esta disposirao,
manifestou ver na reforma de tarifa brasileira, que
enlo Lio eslava anda promulgada, un violceo
dn traalo da commercio e navegac*.o, subsistente
entre o dous palzas.
Knlendeu-se na repblica que, sendo de 25 por
rento o quantum dos direitos de coja immunidade
gozavt o charque oriental, qoando foi celebrado o
tratado vigente, oanhuma mitigarlo poderemos fazer
nos dilos direitos, dorante o decenio convencin ido,
sem all-r.u -se o valor da concessao fela, e turnar
illosoria a compensado : eonsaquentemenla, que a
obrigaOo contrahida pelo imperio de manler a iseii-
rao iovolve em si a de conservar na sua tarifa o im-
posto de 25 por cento sobre o genero de que se
traa.
N'em a di-po*ii_lo textual do Iratado, nem a raz3o
qoe deu logar promessa, podem prestar o menor
fundamento a semelhante pretentao ; pelo contrario
resnlta de ama e de outra que o quanlilativo dos
direilos he eircumslancia inteiramenle eslranha ao
ponto da e*lipu'ato sopramancionada.
Nao ss alianza ahi com fleilo a conlinuac.ao dos
direitos, que fruia a repblica, mas iim de direitos
em garal, i-to he, a immunidade de lodo e qual-
quer imposto de consumo, sem deltrminscao de sua
forma, oo valor. A pitras*de entilo gozavanao.
flenlo mais do que referir-se a isencao de direilos
assim indefinidos, os enuncia cm augmentar, nam
restringir a lalilude que tinham.
Mais evidentes musir esta iulelligencia, quando
_ se atiende ao carcter da mesm i i-euca i ames do
tratado, o qoal hmitou-se a consigna-la tal como
era at entao considerada.
A le brasileira de 18 de s-tembro de I85 eila-
tuio, am seuarl. 25, que os productos do gado do
Estado Oriental, importados pelo interior da provin-
cia de S. Pedro do Aio Urania do Sal, seriam li-
dns como nacionaes, e sojeitos ao pagamento dos
mesmos direilos qua e*les pas.im.
Ora, como os gneros de pro tnerio e manufac-
tura do Imperio nao erara possiveia de imposto al-
guro de consumo, os productos nacionalisados do Es-
tado Oriental enmpsrlilhavara o inesmo benefcio.
Mas, para avahar a importancia da isenro doi
gneros naci-maes, tomar-se-hia un termo de com-
parado inexacto, se por ventura se tivette em isla
os tributos de importai;.l.i supportailos pelos artigo.
similares de origein eslrangeira ; pois que, na h\-
potheae de serem os primeiros aojeHos a ama iinpo-
sicio de consumo, nao hs de rigor que fosse ella
igual a que pesa sobre os segundos, sendo pelo con-
' Irario ero regra ge-al a producen nacional prote-
gida pelos governos, em lemelhaule caso, com tri-
butos dilTerenciaes.
A i'encao da carne de charqui do paiz nao pode,
pon, se> Iraduzida em isencao de direitoi de 25 por
rento : ella exprime simplesmeule a isanciio ab-olu-
la do pagamento de imposto, qotlquer que seja a
'ii i quanlidads ; e, como ps productos orientaes Tu-
rara pela ciladi lei poslos am p de completa igual-
lade com os u cionaes para o etlc.to da rmposi^o,
resulta dahi a consequencia irrecosavel de qoe a sua
immanilade reprodazida no tratado com referencia
ao estado de coasas anterior tamben) s vena sobre
direilos indeterminados.
Nem de outro mido o otjecto desla estipulado
sena plenamente allingido pela repblica.
Sea conceisio fela devaise aer lonja la em sen-
t lo rastrirt, circoroscrevendo se a isen;Ao no li-
mite de 25 por cento, aegair-se-hia que, quando
ulteriorroenle aprouvesae ao govarno imperial ele-
var os direitos de importaos > do ehsrqae eslr.ingei-
ro, licariam o da repblica lujeilos ao pagamento
do excdanle, embora oulra foue a inleinja> que
presidio ao ajatt'.
O dever de manler urna tarifa, sobre a cama de
charque eslrangeiro, invariavel, nao eil na letra
do tratado, e dehalde seria procurado na razao que
produzioas concesses reciprocas de libcrdade com-
rnercial, que constiluem a materia do arl. 4.
O peosamento o fim de taes cnncessOes achara-
se distiaclamenta enunciados no prembulo do dito
artigo, e sao :ampliar e facilitar o commercio qoe
pela fronleira da provincia de S. Podro do Ri
(aran le do Sul is faz eom o Estado Oriental do
truguay.
Para conseguir esle grande resollado, o governo
imperial compromettea-se a nao restaurar naquclla
provincia, durante dez annoi, as restriegues liscaes
de outr'ora, e a deixar ahi aot producios do ramo
preponderante da industria|da repblica urna fran-
queza de importara sem limite.
Sendo este, e nao outro o meio especificado para
promover a realisa^ao do tira que se leve em vista,
lifllcil he romprehender como o empenbo a lal res-
pailo contrahido pelo governo imperial encerr
igualmente em si o de nao tsalitar e ampliar, as
oulras parles do imperio, a Imporlacao por via m.i-
i ilnna dos gneros similares aos da repblica, eol-
locand i-nos assim na impossibilidade de alliviar a
|o|iiil i_.l i do peso da caresta sempre crcscenle desle
artigo de primeira necessdade.
l'.--o direil i o gnverm imperial o consarva salvo,
e com lana maior plausibilidade, quanlo no pr-
senle raso nao esl em queslo a suppressao total,
mas oras redncr,Ao ligeira do impasto sobre o char-
que eslrangeiro importa lo p-los porlos martimos
de todo o imperio ; redcelo que de modo algum
preju licar a eonceasAo feiii a repblica do Uru-
guay a respailo da ramonilaic de seas producios
introducios pela fronleira terrestre na nica pro-
vieta limlrophe.
I)iz-se por parle da repblica que lite he preju-
dicial n favor concedido aos productos similares de
ntitros estados.
Da lo por um momento que assim fasse, seria pre-
ciso olvi taf lo las as consideraciaea que deizaroos di-
las, relativas a lelra e ao espirito da estpulacao, e ao
carcter do favor de que se trata, para conceller se
urna lal idea.
A iseiican nao foi aceita nem eslpoladi em re-
lac.1o a lo lo o charque orienlal, mas ion enle ao qoe
he produtido us e>lal>elecimentos proximoi fronte i
ra do Iuiiii.Ii, qae tem por tita urna exportarlo
> natural e vanlojosa. O conlrario sria preiappr que
toda a "i ln-i_i i da republ ca se iulroluzria no
imperio por va do Rio Grande do Sul, deixando o
curso mais breve, mais eommod i e hah'lual dos por-
los martimos e fluvtaes da repblica. Y-m o Irala-
i do se propoz esla complela tnversao no commercio
de exporlarao di rcpuhlics, nem o governo orienlal
pod*ria jamis dcseja-la
NJo coiiipndi'ii I mi i i a disposirao do tratado as-
nao o commercio qua naturalmente'enlrelem os dnas
paizes pela *ua fronleira commum. sendo orna gran-
de parle da pr-durcao da repblica exlraluda dos
seus porlos to llio da Prala e do GrogtjlT, he evi-
dente qo a redueia i da larifa bra'ileira he um no-
vo beneficio, nao ora dainno omeruenle, para a
importajao no imperio do charque orienlal.
O nao ser esle novo favor exclusivo dos gneros si-
milares de oulros paites n3j o t'rna decerlo menos
, lesilimo. nem desvirta os seas eireilo.
Nao o I irn.i iii':ii, legiinto, porqic, anda qoaudo
fosse desfavoravei a medida I i gov tiio imperial, nao
Imita a rapuhlira direilo a qu-iiar-se de ama even
A sapposi(to contraria laria ilgum fandamento,
ae a quanlidade de charque imporlada no Brasil con-
servasse a relacao ordinaria com as exigencias do
consumo, se fosse ceno qae o abaixamenlo da larifa
desaliar o eiccsso de importarlo, provindo dahi a
saperabandaneia do supprimento, o decrescimenlo
anornal dos prerjos, e conseguiolemente a dillieul-
dade para o Estado Oriental da dar extrac^ao no im-
perio aos producios de suascharqueadas.
Ora, nenhuma deslas propost^Oss he axaeta na
acloalidade, e nem o ser no resto do periodo em
qae tem de vigorar a disposicslo do arl. i- do tra-
tado.
O consamo total da cima de charque no imperio
pestes ltimos sele anuos foi o segaiole
188 a 49
18i9 a 50
185U a 51
1851 a 52
1852 a 53
1853 a 5*
185i a 55
-'. i It.'.ll'i arrobas.
2,165,078
2.215.869 o
2.184.63
2,260,256 ii
t.904,127 i!
1.668.350
Oestes algarismos, e dos que mostrara as qo otas
com que os difiranles paizes productores concorre-
ram para os sopprimentos anouaes, sobresalte que nao
s tem declinado a produccao desle genero no impe-
rio, romo tamben) que a importarlo eslrangeira ha
diminuido, e islo por causas que se nao podem clas-
sificar como aecidenlaes e transientes.
Ao passo que o supprimento decresceu, a procura
aogmeolou com o progresso da populara.-, e de anno
em auno mais stmivel tornoa-se a dtflicoldade de
satsfazerem complelamenle os charques nacionaes
e eilrangeiros s necessidades do consamo. Como
consequencia inevilavel desle fado, lobiram o pre-
sos de um modo fabuloso ; o valor medio da arroba,
quenotriennio de I sis a 1851 nao passara da 23195
elevou-seem 1855 n 49311.
A manulenca i dos direilos de 25 por cenlo, en-
cerada como meio pralieo de segurar o mercado As
carnes de Montevideo, nao teria p-s objecto. Ellas,
nao precisan) desse meio artificial de proleecao, pois
qae, alcm da vantagem de urna imporlacao livre,
esiao garantidas contra os inconvenientes da concur-
rencia pela mesma deficiencia da produrr.Vi geral,
pelo incremenlo gradual do consumo, e pela subida
enlstame dos preru-.
A tarifa brasileira por sita moderaco nao figura
da terlo enlre as causas pelas quaes he explicavel a
mingua no suppriinenlo da carne de charqae, e a
sua miiigacalo nao pode, por I a uto, por|siy>,restahele-
eer a abundancia das importacOes no poni que fura
para desrjar.
Nem o governo geral se apasceola eom esla espe-
ranza lisongelra : o sea fim principal, ao adoptar a
medida que nao foi bem vista pelo governo orienlal,
era melhorar a condicao do consomidor nacional,
dtminoindo no valor do genero a|parle que o impos-
to lite arrscenla.
Prejudicial ao inlereise da classe mis numerosa
da populacho desle paiz, para quera o dito geuero he
alimento usual, a conservarlo dos vinle o cinco por
cenlo nao seria senao um favor ocioso estril para
o Estado Orienlal, que della nao liraria parlilo al-
gum.
E com effeilo, prodazindo o dito Estado ludo o
que as forras da sua industria do charqueada Ihe
permiltem produzir sob o rgimen excepcional crea-
do em seu beneficio pela citada lei e pelo ollimo ira-
lado, os seus charques entraran) na importadlo ge-
ral do imperio na propor;ao de 23 por canto em o
atino de 1853 a 1854, e de 15 por cenlo no anuo sa-
guinle.
ftesles mesmos periodos a provincia de S. Pedro
do Rio Grande do Sal concorrea eom a quota de 52
a 54 por cento, e a Confederarlo Argentina com a
de 24 a 30 por cenlo.
Estas tres prodceles reunidas nao eorrespondein
exlensao da procura, e, corno em semelhaole si-
tttacao, o imposto lica exclusivamente I cargo do
consumidor, sera afectar o importador, o resultado
di prelettr:o manifestada por parle do Eslado Ori-
ental seria impor ao Brasil um sacrificio inulil, no
meio da escassez das subsistencias e da penuria das
classes necessiladas, alim de manler ama proleecao
de mero apparalo, e de uenhnra cfTeito para aquelles
a quera sena destinada.
O xoverno orienlal nao i via na reduelo da laxa
do direilo sobre o charque orna quehra do artigo i.-
do Iratado, lenao al persaadia-se de qae o prego
qae serve de base ao pagamento do impasto devera
ter.acompanhado a crescenle careslia do genero, por-
que de oulro n.odo senao maniera de faelo a lasa de
25 por cenlo.
Na* se aitendia Desle raciocinio a que a larifa das
allanCegas do imperio, organisada pelo decreto de
12 de agosto de 1811, adoptou paraos gneros de
que s Irala o sj lema das laxas fixas, nao de di-
reilos uad valoren), emhora para essa Cuacan se to-
inaise por base urna avaliacio do genero ou produe-
lo tubulado.
A carne secca dea-se a laxa lisa de 500 res por
arroba, qoe corresponde a 25 por cenlo de 230011,
que era o prejo medio daqaelle genero na poca da
organisagao da tarifa.
Nao era parmitlido ao governo alterar a sea arbi-
trio, ou sempre qae variassem para mais oo para
menos os pr-ro. do mercado, as laxas estaheleeidas
na larifa, do que alias resallara grande transtorno
as Iransacges em geral intentadas ou realisadas sob
a erenea da legislado existente a regaladora deltas.
Suscitaran) lamben) observaroes da parle do gover-
no oriental as medidas fiscaes que em 1855 Turara
organisilas no Kio Grande para a reprassao do con-
trabando no rio Jaguario e na Lagna-Merim. Estas
medidas Turara consideradas na repblica como con-
trarias a livre exporlagao estipulada no Iralado de
12 de oolubro da 1851, e ten lentes a favorecer a in-
dustria similar daquella provincia do imperio.
O extravio dos direilos pelo commercio Ilcito na-
quellas paragetts havia sabido de ponto nesles lti-
mos anuos depois da re.s-rV da guerra do Uruguay
com Buenoa-Ayras. A dillerenr.t notavel enlre as
laxas das tarifas dos dous Estados, sendo o termo
medio de urna ;I0 por cenlo, e o de oulra smenle
(5 por cenlo, e anda assim allenuado -na execugao,
abra i fraude a per-pecina de avullados benefi-
cios.
Por oulra parle, a grande prozimidade das ribei-
ras do rio e da lagoa perlencaotes aos dous paizes,
c a ausencia de toda fiscalisaciao regalar nesses losa-
res complelavam as condigdes exigidas para a segu-
rancia e desenvolvimenlo do contrabando. Mais de
um Icrco das rendas da provincia era desle modo
aiinullada, o qoe nao poda deixar de filar seria-
mente a aliene.! i do governo imperial, a cajo conhe-
cimento chegavara a miude tactos do mais escanda-
loso extravio.
Pelo decreto nomero Mo de II de abril de 1853
creou-se a mesadas rendas da villa do Jaguarao,
rom jorisdicr.io fiscal em toda a frouteira do rio do
mesmo nomo e na Lagoa-Merim, eslabelecendo-se
oo artigo 3.- qia^ se a esse porlo o nnico habilitado
para o c numere directo, e qoe as embarcarles qne
violsssem esla disposirao licariam sujeitas tppre-
hensao.
De cm.formidade com o referido decreto, organi-
sou a lltesouraiia as inslrucces pelas quaes devia
regular si a nova eslacau fiscal, instruccajes que fo-
ram approvadas pela presidencia da provmcia em
dala de 16 de fevereiro do anno ultimo. O arlgos
5i e 56 deslas instruegues que motivaran) a queixa
da governo orienlal, delerminavam :
Que era qoalquer logar, que nao loase a villa
do Jagoarao, era que se enconlrassera mercaduras
sera despacho embarcando oo desembarcando por
agua oo pur Ierra nu (errilorio brasileiro, serian) es-
las appiehen lidas conjanclamenle cora as embarca-
riVs de qualqoer lole, carros e aninaes, que os trans-
porlassera.
* One Bcava prohibida a navegaglo de embarca-
t da I. u H-M-Tim, salvo com aolonsar.lo do governo,
incorrendo ellas, no caso de contra vene, i", ni mesma
pena de apprehensSo.
" Oue au seria licito transportar para o lerrilorio
brasileiro os gneros do Eslado Oriental livres de di-
reilos sera |ifim s.,-,.1 para os Irazer eslagao fiscal,
e ab: obter o despacho de Consumo com as formali-
dades descriptas no capitulo 11 do regolamenlo de
22 de junho de 1836.
Eslas medidas, que moilo difficullavam a commo-
nieaclo lluvial para os centros eommerciaes da pro-
viocia aos estabelecimenlosde charque fundados na
margen) direila do Jaguarao, e na occidental da La-
goa-Merim, forim lono argidas pelos proprielarios
brasileiros de oltrapassarem o limite da fisealisacao
hera entend la.
O pensamenlo das iiislrocr;6es, assim como o do
decreto, era concentrar em um uni:o poni os ineios
le prevenr.io contra o contrabando ; mas a experi-
lualidado que ella devera prever, que seguramente ; encia fez stnlir que era impraticavel esle plano, por
previo, e que o Untad nao exceptooa. NSo se polia qu" condemn.ua o< proprielarios ou a veram inlei-
exigir, nem o governo imperial conder mais Tur le ramala paraljrsadaia e arruinados oa seus e garanlia exp triar io da repblica do que a que se utenlus, no a iranapoiinrem por Ierra, com nao pe-
r.nnli-ra no a/t. do trata lo. Alisolunmenle equi- j qoeoo prejolzo, os seus productos era carretas al ao
pralos oa pro lodos orienlaes aos brasileiros, para Jadiaran, para ah screm aprsenla los a despacho.
qoe algum arlo djg)erni imperial possa ferir os
pritnoiros, forzoso sersi que fira os seos pruprios.
lio. porem, iinlihi'avel que a medida em ques-
Llo, longo de ser prejudicial i reputilica, Tavoiece a
ana prodcelo em geral, favorecen lo a sua exporta
rio martima.
Atienden lo as represtnlaces dirigidas pelos pro-
prielarios a qoein a medida lesava. n presidente da
provincia em seu ofTHo a tltesouraria dalado em 9
de abril daquella mesmo anno altern radicalmente
os citados artigc*.
Foi determinado qui aos charqatadores de ama e
outra margem da lagoa se facnltasse o despacharen)
directamente para as saas propriedades o sal e os g-
neros itecessarios ao consumo das fabricas, e a traza-
ren) em retorno os respectivos prod ocios, com a
clausula da prestaren) fianza.
Em quanto ao commercio do Jaguarao, mandn
permtlir aos commercianles que negociavam na
compra doi charques o Tundearan) aeus barcos em
Trente doi eslabelieimenlos, a meio rio, e com um
guarda bordo para assistir a carga e descarga.
Assim a medida que exciloo clamor na repblica
Toi grandemente soavisada pelo modo qoe tica dito,
qoando nem dous mezes haviara anda deeorrido de-
pois de saa execoc,So, e soavisada a pedido dos mes-
mos proprielarios e negociantes brasileiros, a cojos in-
teresses mal entendidos era atlribotda no eslado vi-
zinho.
Todava o governo imperial pensa milhor anda o
commercio dessa parlada provincia, faxendo cessara
prohibirlo de navegar pela l.agiia-Merim em hiales
nacionaes, sobsUtiiindo a esle expedienta meios me-
nos vexalorios, e ao mesmo lempo asiaz eflicazei para
a polica fiscal.
Aquella prohibirlo, mesmo eom o lenitivo das l-
tenlas, que sao restringidas ao objectos de importa-
rlo e exportarlo espectaes s charqueadas, priva-nos
do commercio da extensa fronleira eo Chuy, a cujos
li ilutantes seria impussivel conduzr gneros e mer-
cadorias por Ierra at ao Rio tiran le alravez de in-
mensos comoros de ara, e de profundos banhados
na distancia de mais de 40 leguas.
As apprehenses do governo oriental eram lano
mais proprias a indura lo as dedceles que alie li-
rou do fado de oras rcducc,3o de direilos era favor
do charque importado palas alTandegas martimas do
imperio, quanto elle via nessa medida e na outra de
qoe ltimamente tallei, urna prolecrao industria
brasileira conlra a repblica, e no mesmo sentido
enrareca as vanslageosque tem para o imperioatsen-
cao de lodo direilo de qoe gota a vantagem do gado
pela Trooleita.
A franqueza concedida ao movimenlo do gado da
cnrnpanhu de um estado para a do nutro nao he s
proveilosa au imperio, a repblica ja tem colindo
desse livre commercio beneficios 1,1o imporlanlrs e
sentiveis, qae admira uo sejam devidamenle apre-
ciados eulre os nonos vizinhos e alliados.
A rampsnha orienlal linha sido empobrecida con-
sideravelmeole pela gosrra civil, a maior parle de
soai estancias eslavam abandonadas, t priva las do
priueipat tintenlo de sita existencia e Irabalhos,
quando pelos tratados de 1851 se franquearan! e re-
galaramas relarei polilieai e e eommerciaes dosduus
paizes.
A sombra das garantas que olTereciam aquelles
pactos, muilos eslancieiros foram passando para a
banda oriental tiranda qaantidade de gado, que eol-
locaram em seas amigos aslabelecimentns, ou em no-
vas estancias que eo mesmo lempo forlaram. A
esle movimenlo commercial deve indubilavelrnenle
a repblica urna grande parle da popularan e rique-
za qoe hoje cotila sua extensa campanha.
Se he cerlo que o gado criado e alimentado na
campanha oriental nao he beneficiado e suas charque-
adas e sim vai tm parte de alimento industria Rio
(.i ndense, he tambitn incoutestavel qae esle trafico
da popularlo e capilaes a repblica d valor ai suas
Ierras, aograenlo s soas rendas, e lodas as garantas
de ordem e seguranza que resultan) de laes ele-
mentos.
Os proprielarios brasileiros figuraran) sempre e
figuram anda hoje enlre os charqueadores da rtipii-
blica ; nao pode ser, pois, por motivos menos lci-
tos, mas somrnte pelos inleresses qne serven) de ba-
se as operarles eommerciaes, que em geral os Bra-
sileiros residentes no Estado Oriental exportan) seas
lados para a proviucia limilrophe. Qjando houver
igual ou maior interesse para clles em vender o
producto de suas estancias aos char locadores orien-
laes, pelo desenvolvimenlo e prosperidade que a in-
dustria do charque lenha all adquirido, seguramen-
te qoe aquella exportaba i tender a diminair.
He decerlo urna falsa apreelaeo allribuir-se o
atraca actual da principal industria da repblica ao
livre retorno para o imperio de nina parle de gado
qua he delle importado pelos proprios eslancieiros
brasileiros ; c a prova mais convincente desla verda-
de he o Taclo aiteshdo pela eslatistica commercial,
da qoe a prodoc;ao do eha'qne brasileiro lem a-
companhado u decresciraento da produccao similar
nao s da repblica, mas Tambera da ConTederacao
Argentina.
As impugnadas medidas fisraes, concernenles ao
commercio do Jagaaro e I.agoa Merim, lamben)
nao podem ler sido a caosa do abalimenlo em que
se acha a industria do charque no Eslado Orienlal,
ou di exlincrao das saas charqueadas eslahelecidas
junio a' Tronlera ; aquellas medidas Toram adopta-
das em fins do anuo de 1855, revogadas e profun-
damente modificadas doos mezes depois ; e nSo
conslrangiam t aos productores e negociantes O-
rienlaas, os Brasileiroa, a cuja influencia eram ellas
imputadas, Toram os primeiros a qoeixar-se.
O estado decadente da ni lu-lria da repblica nao
lem sua origen) no Brasil, he effeilo das me cousas qae proJoziram e entreten) os seos padeci-
menlos, sociaescom os quaes o imperio tambara
olTreo e soQre. O governo imperial, tonge de ag-
gravar esse eslido de eousas, tem dado patentes
nolaveis provas dos seus desejos amigaveis para cora
a repblica.
A maior parle das charqueadas existentes na mar-
gem orienlal da l.agna-Merim, do Ja.ii.no e ou-
lros all lenles da mesma tagua, eram eilobelecmen-
los provisorios, cometido apenas alguna ranchos de
palha, que se formaran) nos periodos da revolurao
da provincia de S. Pedro do Rio Grande Sul, a da
guerra civil qoe fUgcllou a repblica por quasi dez
annos.
A ilestroir.iii qua solfreram aseslancias brasileiras,
cm ennsequencia daquella revolurao, e da peste que
em 1852 assolou a provincia, obrigava os charquea-
dme, de Pelotas, Rio Grande, e oulros pontos do
interior i consumir, qoasi exclusivamente, o gado
comprado no Eslado Oriental. Os proprios eslan-
cieiros, afira de pomar seuscompos, liveram de re-
correr a esse expediente.
Iloova charqueadores qoe, para evitar as despezas
de transporte, e os prejuizos inheranles s longas
viagens do gado estabeleeeram provisoriamente
charqueadas na margem orienlal da Lagoa-Merlm,
oo ah definitivamente se lixaram.
Poronlro lado, os eidadaos da repblica, nao po-
dendo transporlar seus gados atravs da campanha
oriental, emito oceupada pelas forjas dos geoeraes
Krncluoio e Oribe, e estando Montevideo em sitio, e
o Buceo bloqueado, lenlaram o on.ro recorso que
Ibes reslava : vieran) asiociar-se aos charqueadores
brasileiros das margens da I.aga-Merim e do Ja-
guarao, ou fundar ah eslabelecimentos seos provi-
soriamente.
He notorio que alguns chefes militares dos parti-
dos beligerante, da repblica reineltiara para essas
charqoeadas da fronleira immenso gado que arreba-
nliavam, para com o sea prodaclo occotrem as des-
pezas da guerra civil.
Terminada a guerra no Eslado Oriental em 1851,
enmecoo espontneamente a retirada para Monte-
video, para o Boceo oulros pontos do lilloral, dos
charqueadores da repblica, qoe abandonaran) ou
veuderam aquelles eslsheleciinenlus provisorios,
afira de restauraren) o que nesles lugares posiuiam,
ou para ahi formaren) uovos.
Por esse lempo ja' eram decorridos seis annos da
pacilcarao da provincia de S. Pedro do Kio Grande
do Sul ; o gado comers a a ahondar as soas estan-
cias ; alguns charqueadores brasileiros, qae durante
a revolurao haviara pesiado seu ga lo pna banda
oriental, onde o podiam ler com mais seguran-
za, oo que all o compravara e criavam em campas
pruprios ou arrendados, vollaram asseus anlii-os es
tabeler.imenlos, oulros vieran) fundar eitabeleci-
menlos.novos em Pellas e Rio Grande, trazidos ago-
ra pelas ni"-m i. razes de economa, seguranza e
commodidade que oa haviara levado a fronleira
orienlal, t lamben) para nao perderem seus escra-
vos, que depuis de restabelecida a paz ja nao erara,
como d'anles, tolerados nessa condado.
O concurso de lodas estas circunstancias actuando
successvameole sobre a industria do charque orien-
tal, localisada as margene da Lagoa-Merim e de
eni afluentes, nao podia deixar de Irazer o depere-
cimento de semelhanle industria, e a exlincrao as
charqueadas all esiabelecidas.
O governo oriental, ou porque finalmente reco-
nheces manifeslavam na repblica, ou porque visse uisso
tendencias incompaliveis com as eslieilas relaces
que felizmenle exislem, e lano conven) manler en-
lre os dous paizes, prescindi de tola discussao so-
bre a inlelligencia e cxecur.lo das eslipulsc,6es vi-
gentes,
l.-'an tu, porem, previsto por uno e oulra parle
que o tratado de commercio e navegar* de 12 de
mimbro de 1851 devia opporlunanameiile ser moli-
ficado e desenvolvido segundo as circumslancias que
eram de esperar da pacficac.ao da republica, e das
relafStt Wo inlimameiile esiabelecidas entreo dous
paizes, o mesmo governo propoz. a revisao das ditas
eslipulaces eommerciaes.
O ler ino prximo das di quelle iralado, e as medides reclamadas pelo des-
envolvimenlo do commercio dos doui paizes, pela
polica riscal de soas fronteiras, e pela facilidad* das.
cnminonirarfies inleriores e martimas, aconselham '
de cerlo novos ajustes.
O governo imperial, sempre dessjoso de dar as
saas relarois amigaveis com a republica as mais so-
lidas basts, aonu>o a prnposta de revisao do Iralado
de commercio e navegado. Opporlonamente seris
informados do resoltado dcsta negociara.!, por ora
apenas nriada.
Imposto sobre o gado que passa do Eslado Oriental
para o imperio.
A lei do Estado Orienlal de 14 dejulho de 1856.
enlre oalros impostos qut creou com a denominar io
de departameniaes, eslabeleceu o de 200 res to-
bre cada cabera de gado que se extrahisse do depar-
tamtnto productor.
Ai autoridades ancarregadas da execurao dessa
lei nos deparlamenl s da fronleira, enlendendo que
era igualmente applicavel ao gado que passava da
repblica para o Kio Grande do Sul, o sujeilaram
ao pagamento desse imposto, reaorrendo mesmo a
forra para eflecluar a sua cobraoca,
A legardo do Brasil em Monte video, informada
desse fado, conlra elle reclamou como conlrario ao
arl. i-, do Iralado de commercio, solicitando do go-
verno Oriental a etpedicao das convtnienles ordens
as suas autoridades da fronleira alim de fazer cessar
a cobranra do imposto pe) que diz respeilo ao gado
exportado do Estado Orienlal para a provincia do
Kio (irande.
N governo da repubilca declinou toda discussao
obre este assamplo com a legaran brasileira por ser
elle objecto de conferencias nesta corle enlre o go-
verno imperial e a legacao oriental, e estar ligado a
qaesles apresenladas ao mesmo governo pelo da
repblica com referencia ao arl. 4\ do tratado cima
citado.
O governo imperial, sen lo informado dessi reso-
lucao do governo da republica, insisti, por inter-
medio do respectivo agente diplomalico nesta coate,
na suspensao reclamada, a esle parlicipou-lhe em
25 de mareo ultimo, que se achava aulorisado para
anauneiar qae o seu goveruo, desejando evitar lodo
motivo desintelligencia enlre os dous paizes, acce-
da a iramediata suspensao do referido imposto na
parla i aclamada pelo Brasil.
Termo de algunas estipulares do Iralado de allian-
ea, de 12 de eutuhro de 1851.
O compromisso que contrnhimoi pelo Iratado de
allianra de 12 de oolobro de 1851, nos seos aino-,
5", 6" e ", de prestar eflicaz apoio ao governo legal
da repblica, alim de fortificar a nacionalidad.' o-
riental por meio da paz interior e dos hbitos enns-
tilucionaes, nao podia durar alem de qaatro annos
sem muluo eonsenrmenlo.
O arl. 8 do mesmo Iratado assim ie exprimea este
respeito : Se decorridos o qualro annos durante os
quaes lem de dorar o appoio pacloado nos arligos
que preceden), o esddo do paiz reclamar qae elle
conlioae, o imperio o prestar por oulros qualro
annos se assim o solicitar furmalmente o novo pre-
sidente, em virlude de una resolucao especial toma-
da pelo poder competente.
O poder legislativo da repubfta nao autorisoo a
renovaran daquelle acenrdo logo qoe findoo o | ra-
zo de so i dnr.iel >. e conseqiienlemenle nao houve
a solicitaran prevista no Iratado. Cessou, pottanlo,
a olirigarao que lomara o imperio da auxiliar com
as suas forjas de mar e Ierra a conservarlo da or-
dem interior da repblica.
Eulende o governo imperial que as circuroslan-
ciat acloaea daqaelle Eslado nao exigem que se res-
tabeleca os citados arligos da allian;a pactoada em
8.51, pensamenlo que incidentemente Uva occa-
siio de manifeslar-vos em orna das ullimaa aatsoes
do senado.
O governo orienlal pensa do mesmo rngdo^e as-
sim o fez cousiar recenlemenlc ao apv' ^ de S- ^
por intermedio do respectivo minltlrr ,it c rte |
A di-|
minu o nleresse que o governo iriVni .',' vi
pela conservara, d, p.z e ordem >^i,ronat
repblica O governo rlenla o .,onlrari(- ,em.
pre disposlo, como amigo e alliado, orelarlite
McaMe? '"" (0',U, bo,,aom'"io5,I" eslejara a seu
Oulros arligos do Iralado de alliant" __.. _,.
dem aquelles e ja deixoram de vigorar.q" 'r*n'
lera hoje urna exacta applieatAo, reclam,m ','.
explieacOes sobre as quaes o governo iSperia" .,*
provam, registre-se e preste o preposto joramtnlo.
Oulro de Domingos Ferreira das Neves Guima-
r.les, Francisco Augusto de Oliveira e Ricardo de
Freilas Ribeiro, informado pelo Sr. deserabargador
fiscal, pedindo registrar o sea contrato social tm
comman lila.Registre-se.
Foi presente a colarlo oflicial dos presos corre-
les da praca, relalivus a semana linda.Mandn-
se archivar.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente le-
vantan a sessao.
SBSSAO JUD1CURIA EM 20 DE AGOSTO DE 1857
Presidencia do E.rm. Sr. desembargador
>iiu:a.
Esliveram prsenles lodos os membros do tri-
bunal.
Paisagem.
Embargante, Manoel Gonc,alves Ferreira e Silva.
Embargado, Jote Peres da Cruz ;
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desembar-
gador Villares.
DMrtbui(So.
Por soipeir. i do Sr. desembargador Villares, foi
distribuida ao Sr. desembargador Gilirana, a appel-
lar.lo enlre parle :
Appellanle, Tiburcio Antonio de Olivtira ;
Appellados, Paula & Santoi e oulros.
O Sr. desembargador Gilirana pedio relator para
este feilo.
Appellanle, o joizo especial ;
Appellado, Manoel Alves Guerra.
Ao Sr. desembargad, r Villares.
Diligencia.
Appellaule, a viuva e herdeiros do Domingos Al-
fonso Ferreira ;
Ai pellada, Jos Gabriel Perain de l.yra.
Mandou-se averbar o imposto correspondente aos
juros c pagar o novo sello.
E mais nada havendo a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessao.
O secretario,
Dr. Aprigio Guimaraei.
SITERIQH.
Do i Monilcur Belga exlrahiin.^s o seguinle :
A direer.io geral dss alfandegas de Frunc pa-
blicou ultimaaienle os principars resallados do com-
mercio e da navegado daquelle paiz, em relardlo aos
annos de 1851, 1855 e 1856.
Esle Irabalho he dividido em commercio geral. e
commercio especial ; os resultados indicam os va-
lores ofliciaes, a es valores elleclvos.
As importaras do commercio geral subir am :
Valores ofliciaes
ollllle
Em 1851 1:709,2
Era 1855 1.1120.7
Em 1856 2:257,3
As exporla;Oes rhegaram
Em 18.51 1,787,7
Era 185.5 2.026,9
Em 1856 2:319,8
O commercio especial prodozio o seguintes re-
sultados :
Impor tardes.
Valor oflicial.
MilhOes.
Em 1851 1.158,0
Em 1855 1:395,9
Era 1856 1:521,0
/exportarte
,M:26I,I
' 6(1 -
Valores efltclivos.
MilhOes.
1:805.2
2:159,7
2:740,9
1.952,4
2:167,2
2:659,2
Valor rll clive.
Milhoes.
1:291,6
1.591,1
1:989,8
Fm 18'
Era IX *
_;nr .'ib
111.7
i .626,9
As taoorttf
5,IW7.'.'i. I cc||ilrosp
*'**.a :,'"i:OI7 cm
curara' entender-ic com a repblica.
(Continua'
i-AA.)
COMMANDO DAS ARMAS.
9anel gaaeral do commando daa inu *e
Pernambnco eldade do Reclft, ea 20 6
agosto da (857.
ORDEM DO DIA N. 9.
O brigadeiro corainandante das armas interino,
em cumprimento de ordem do quarld general do
exercilo, eommonicada em oflicio de 11, com refe-
rencia ao aviso do ministerio da guerra de 7, ludo
desle mez, mandando praliear em am dos eorpos de
nfanlaria estacionados neita provincia, o Sr. len-
le do estado maior de primeira classe, Antonio Vc-
tor de Ss' lmelo, determina que para lal lira seja
considerado addido ao 9. batalhao dt referida ar-
ma.
Qut liqiem sem efleilo a ordem do dia n. 9 de
23 dejulho ultimo, e edital da mesma dala, na par-
le que declarou ausente, por n.lo se lev em lempo
apresenlado ao seu respectivo corpo, o Sr. lenle
Claudio Marques de Souza, qae segando fui com-
raanicado pela repartirlo do ajodanl* general em of-
fieio de 8 do correnle, esle Sr. oflicial anda se acha
na corle com licenca para Iralar-se.
Que o Sr. capitn commandanle da enmpanhia
lita de niv allana jamis ronsinta que ns cavados se-
jam ensilhadns, sem que lenham drbaixo dos telins
as inania-, alim de que nao liqiem os mesmos caval-
los com o espinbaro piando e Terido, lornando-se
assim Ineapazes do -erviro, como leve ocra-iio d
observar qoando a 17 do correnle esleve no quartel
da referida companhia.
Qoe seja recolhulo preso a fortaleza do Brom o
Sr. capiao do 9- Joaquira Francisco de Oliveira,
pela culpa de hnver-se encarregado de conduzir a
paisano Jos Ignacio Ribeiro Rom, que preso segoio
para o quarlel aeompanhado pelo Sr. cadele Jorge
Caetano de Souza Coosseiro, ao passo qoe nao eu-
Iregou o preso. O mencionado Sr. cadele fctr
preso no qoarlel, e o paisano sera' remellido para a
citada fortaleza.
Assigoado.Joo Jotr da Costa Pimentel.
Conforme.Demetrio de (iusmdo Cocino, alfere
aju idnle de ordens encarregado do delalhe.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SessXo ADMINISTRATIVA EM 20 de AGOSTO DE 1857
Presidencia do lixm. Sr.desembargador
Souza.
As 10 horas da manhaa. achand i-se prsenles
os Srs. depotados llego. Basto, l.emose suppleole
Ramos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e
sendo lida a acta da ultima, foi approvada.
I.eu-se o teguinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do tribunal do commercio da Baha, de
5 do correnle, acompanhando a rolarlo dos com-
mercianles matriculados all, nos mezei dejanho e
julho prximo passado.Accuse-so a rccepcslu a ar-
chive-se.
Oulro do tribunal do commercio do Maranhao, de
6 do corrente, communicando as matriculas que
conceden para agentes de leilois da provincia do Pa-
ra' a Manoel Jos Ferreira de Alraeida e Antonio
Jos de Carvalho.Accuse-se a rocepcao a archi-
ve-te.
Oulro do tribunal do commercio da eap.L.I do
imperio, de 29 de julho prximo passado, incluindo
os assenlos lavrados em virlude de deeses daquelle
Iribnnal, e com que concordaran) os oulros inlni-
naes do commercio do imperio, e pedindo a Irans-
mi.-.io dos que esle tribuna! houver lomado, assim
como o parecer sobra as oulras deri-es Irammelli-
das por copia a e-le tribunal cornos ofliciosde9e
16 do mez ultimo.Accuse-se a recepro, lignifi-
cando-se que em lempo se dar' a soluc,3o devda.
Publiqueiii-se os assenlos mencionados.
Oulro do mesmo tribunal, de 8 do correte, a-
ciiiiipaiihaudo urna reanlo dos commercianles ma-
triculados all em julho ullimo.Accuse-ie e archi-
ve-se.
DESPACHOS.
L'ra requeriracnlo de Jos tjonralves Malveira e
Jos Antonio dos Sanios Andrade. pedindo registrar
o destrato junio, de sociedade que linham.Regis-
tre-se e publique-sc.
Oulro do l'arias. Jovino, Carneiro, Mendonra A;
Companhia, pedindo registrar o seu contrato deiao-
ciedadt commercial em coinmaiidila, que ajuutam.
Ilaja visla ao Sr. de-embargador fiscal.
Oulro de John Edvviu Rehers, apresentando a no-
meae.lo especial dt sea preposto, approvada pelo
(ribonal, para exercer o logar de correlor geral.
Approvam e mandan) que se registre.O preposto
preste juramento de bem itrvir o cargo.
Oulro do mesmo J. E. Roberls, pedindo nomear
o sea prepnslo no lugar de correlor, Bernardino de
Vasconcellos, para preposto lamben) do logar de
1 agento de IcilOts, qoe osopplictole occapa.Ap-
1:113,7
1:557,9
1:893,2
eereaes f.irinhas montaram
m 1854, a 5,393:735 em
18-. en !,-,';,:OI7 cid 1856: a das farinhai a
(iS,:liOi q<"nJaei melricns em 1851, a 281:200 em
..,, ea Ki,.|it7 pm 18:)(
E.\p"f "n c,,p"r* I1~t hectolitros cm 1851,
o.; .-.,.j" 1855, e 196:863 em 1856 ; e em farinhas
lti|) quinlaes meinros em 1851, 100,783 em
1855 e.88-'706 ,ni lx",,i-
Lina lhos ,,e a <' movimenlo dos raelaes preciosos. '
ns imporlaes da ouro montaram, no decorso
jaquel les lies annos. a 1:326 1|2 milhes, a as ira-
portaees, n 330 1|2 milbe?.
As exportaees do ouro foram de 317 milhdts, e
as exportarles da pinta de 975 milhoes.
Entrou por ennsequencia, durante os tres annos,
o valor de 1:656 l|2 milhei de ooro e prala, e la-
luram 1:312 inilhe.
O saldo a favor da Franca he de 314 1|2 milhSes.
He verdade que o ouro subsliluio a prala. mas a
eiirular.io geral, e por cousequencia a riqueza pu-
blica, augmenlou mais de 300 milhues.
O mesmo resultado existe eulre os dous melac'
em cada um dos Ires anuos em particular.
O movimenlo da emigrado da prala chegou mes-
mo a ser mais rpido do que dotante os dous an-
uos anteriores ; mis o saldo geral conservou-se sem-
pre a Tavor Ha Franca.
As entradas do ouro, em 1856, chrgaram a 463
milhoes de Trancos, e as da prala a 100,6 milhoes.
As sabidas do ouro Toram de 89,7 milhes, e as da
prala de 393.5. Reunindo estes dous metaes, no-
lam-se, qoaulu ao anno passado, 574,9 milhes dt
importara), para 183,2 da eiporlacao ; o que em
re.ultado, produz um augmento de 91,7 milhei na
circularlo geral doa metaes preciosos.
Esta eiTra total do commercio exterior da Franca
em 1856, calculada no valor oflicial, ato he, per-
mauente, monla a 4 milhares 587 milhoes de fran-
cos, e no valor real a 5 milhares 100 milhSes.
A iliff-renca consdtravel qut aqu se manife-la
enlre a avaliseao bascada sobre o anligo valor ofli-
cial, e a eslimacao aelual mi real, he digna de uo-
lar se ; eomprnva a elevaban do preso de lodos o
gneros em 1856.
Examinem-se oulros arligos importantes. Qoan-
lo a eereaes, importaram-se era 1856 para consumo
da I- ranea 8 milhoes 364,000 hrclolilros, que o va-
lor oflicial calcula ,cnmprehendeDdo 852,000 qoin-
laes de farinha) em 181 milhes de francos. Em
valor real n3u ebega a menos de 303 milhoes. Pelo
qoe respeila aos vinhoa, coja exportarlo foi de 1
milbao 224.918 hectolitros, o valor nfficial chegoo a
59 milhes, e o prero reil foi de 168 mdhes, eo
quasi o triplo.
Em sla, lano grega como Irabtlhada, foram
coroprad-s no eslrangeiro 5,982:600 kilogrammas,
representando um valor oflicial de 1.57 milhes que
em valor real prodoz 207.
O mesmo acontece a nma grande quanlidade de
oulras especies, cuja estimativa leva igaalmenle a
evidencia a cnlamitoea careslia que em geral afleeta
lodas as mereadorias, caresta a que se devem al-
tribuir tres cansas geraes ; urna perlence ao passa-
do, e das oulras duas, a lerceira, he de um carc-
ter mais sensivel e permanente ; islo he :
Os sucre--ivos dficits das colheilas ;
A externao geral do consomo ;
A depreciado metlica, que resolta da enorme
e progressva prodcelo do ouro.
Depois deslas ob ra', que a importancia total do movimenlo da Fran-
ra, calculada secundo os valores actuaes, oflerece
cm 1856 orna riiflerenca muitn menos consideravel
do que em 1855.
O excuso nao he menor de i milhar 74 milhei,
difJerenr;a al hoje sem exemplc na historia do com-
mercio francez. Se se calcular esle eteesso segundo
o valor oflicial, anda assim mesmo conslilue em re-
lajo ao anno de 1856 um progresso muilo notavel
para com o precedente exercirio.
M. 1 n Imn.I de l.esseps acaba de diiigir a se-
guinle caria aos membros das cmaras de commer-
cio e das associaces eommerciaes da Graa- Bretanha,
que se declararan) recentemeule a Tavor da canali-
sario do islhmo da Soez :
Pars, 11 de julho de 1857.
Senhores.
Em allencao part comvosco nao devo deixar sem
resposla as asserces qoe o primeiro lord do Ihe-
miro julgou poder permitlir-se acerca do canal de
Suez, na sessao da cmara dus comrouns de 7 de jo-
lito de 1857.
I.ord Palmerston, respondendo ao honrado M.
Ilenry Berkeley, membro do parlamento eleilo pela
culada de Biislol, eombateu a abertura do islhmo da
Suez adduzimlo rares rommercaei, lerhnicat e po-
lticas, e fazendo personalila les qoe rae abstenho
de qualilicir.
i Mauln ao primeiro poni, no que laca as vanla-
gens eommerciaes para a Grla-Bretanh, respondo:
lemrrendo a vos-a autoridade e competencia, depois '
le um seno exame e profunda discusso.
Respondo com a vos.a unanunidadc, com a das'
dt/.nitociles corporaresj eommerciaes e indus-,
Iriaes qne lenho cunsullado no Reino-I'nidu. De-
claraste! mis lodos que seria mu vanlajosa pa-
ra o commercio inglez urna directa communirarSo
marilima enlre o Mediterrneo e o Mar Verme-
Iho, que ahrtviasse de nielado o esminhu da In-
dia.
Quinto ao segundo poni, opponhi a lord Pal-
mtrslon o relatarlo da cummissa, internacional, com-
poila da engenheiros de eminentes marilimot in-
glezes, francezrs, hetpauhoet, austracos, allemaes,
bollan le/es e italianos, que depois de dous annos
dos miis eonscienciosos esludoi e de urna minuciosa
explorarlo dos lugares, decidirn), em nome da sci-
encia, que o canal era de ama txecuc.io oao soman-
te praticavel, mas anda fcil.
Opponho ao primeiro lord do thesouro a stnccjio
dada a opiniao dos engenheiros e aos seos planos pe-
la academia das sciencias do iostitnlo imperial de
Franja.
Ajoizares, senhores, enlie a mloridade desla da-
ris.'io emanada da scencia enropa e a aulondade
de qoe parece revestir-se vagameule lord Palmerlon
sem a dar a conhecer.
Sem fazer caso.da con i rad k rao era que rouitos ca-
hiram tratando como urna chimera um projeelo co-
ja inevilavel reahs.ira i inspira ao mesmo lempo re-
celos e descoofiancas l.lo singulares, passo ao tereei-
ro poni.
Os argamentos polticos de lord Palmerslon pare-
cen) fundar-se us pretendidos perigos qui o canal
do islhmo de Suez faria correr tanto a India como
anligoidade do imperio ollomano. A propria im-
prensa ingleza j responden qoe os dominadores da
India nada tem a recejar das potencias mediterr-
neas, nma vez qua estao de posse de Gibrallar,
Malla e Aden, e qoe alera disso acabira de apode-
rar se de l'eriu.
He cerlo que a Turquia esle l.lo empeohada como
lord Palmerslon em manler o Egyplo na si loat io qae
os (ratidos Ihe garanliram.
Ora, o divn coosidera l.lo pooco o canal de Soez
eomo una caosa de separarlo qae o embtixador in-
glez ve-se obrigado a empregar loda a toa influ-
encia, afira de fazer tuspender a ratificaran do pro
jecto.
A Porta claramenle conhece qoe a abirlara do
islhmo, ao passo que garanta o Egyplo conlra toda
a amliir.ia eslrangeira, acrescenla ama nova forja
inlegridadedo imperio, deveudo ler para a Turqua
eonseqoencias religiosas e econmicas do mais ele-
vado inleresae.
St se conliiiuar a presistir n'ura syslema de oppo-
-iro insustentavel, sascitar-se-ha embaraf-t a en-
preza qoe bao de anda maii engrandcela do qae
la/e-la perder de vullo ; porra a excurfia della se-
ra lavada avante com resolorao e o concurso aul-
verial (ornar o seu xito fallivel.
No enlanlo, ns clasaes eommerciaes da Inglaterra
loca o decidir-se, em opposijao aos seus votos, os
obstculos devem proceder do sea proprio governo.
I iever.11 tambera decidir te he permiltido seguir em
seu nome urna poltica tao contraria aos principios
das livres commumcarei e da troca que a nacao
proelaraou face do mundo, e se he pussivel obsti
nai-se era querer impedir a reuniao de doot mares
que cunduzem directameule s Indias e China,
quando por oulro lado se empregam todoi os esfor-
jot para por eslas vastas regtes em copiado com os
povos civilisados.
Passo a responder s personalidades, e tarei todo
o possivel para observar a moderaco, as a(llenc.es
e a gravidade de que mu longe esliveram de me dar
o exemplo, alacando-me n urna assemblea era que
me nao era possivel deTender-me.
I.ord Palmerslon julgou poder aflirmar em termos
que nma Imgoagem seria nao permille reproduzir
que eu viera a Inglaterra para armar ao dinheiro
dus Inglezes e abusar da credolidade dos capitalislas
que .lema-i.i lmeme incautos acreditan) n'uma em-
preza chisoeriea. Sabis, senhores, se alguma coasa
houve na minha con lucia oa nos minhai pal i-
vrai que podessa justificar impulajes desie ge-
nero.
Acaso fiz en al;nm appello aos capilaes ? Deveis
estar lemhradi s qoe por variai vezes vos decl.irei
que nao era nina subscripjao de aejes, mas sim
nina exprs.,1 i do opiu*ao qoe en vinha solicitar
junto de vos. Se, na reparticio de um capital de
2011 irilb'i.s de francos, a Inglaterra deve ler mais
tarde, como n Franca, orna parle de 10 milhoes, foi
urna deferencia que julguei dever a urna poderosa
najao coramercianle. direclameute inttreMada na
execur.lo do ranal. Blas os capilaes inglezes sao i;lo
poaea neceassrios i empreza de que eu sou o promo-
tor, que, se a p irle reservada Inglaterra nao fosse
por ella tolalratnle aceila, essa parla seria iinme-
dialamente subscripla pelos oflerecimenlos sopple-
menlares que lenho recebido de diversas parles du
globo.
Eis aqui, senhores, a resposla mui simples, e, a
meo ver, irrefulavel, que doo a lord Palmerslon e
que dirijo cons<:iencia de lodos os homeos hun-
radot.
Espero que rae fareis a jusiiei de reconhecer, que
na ininha resposla observo em allencao aos annos e
a situaran poltica do primeiro lord do Ihesouro os
deveres que as conveniencias impera. Julgana, de
reslo, fallar a ditnidade do meu carcter e ao res-
peilo qoe vos devo, se empregasse a respailo delle
urna linguagero semelhanle 1 de qae elle se servio
conlra mim.
Ea devia eslas explicaresVi benevolt clima coro
que meacolhesles t pela qual vos iou profundamen-
te ralo.
Sou, etc.
Ferd. Da l.es*eps.
Do Cmirrier de Pars a Iranscrtvemos a seguinle
eorreipoodencii -
Niza II dejulho.
Acabam da chegar ao cnsul napolitano tm Geno-
va, e provavelmente lamben) ao encarregado dos
oegocios de aples em l'arin, Mr. CaooTri, despa-
chos oflieiaei que annonciam a morte do coronel l'i
tacana e a derrota da insurreicSo.
Esl alem di no, para lanzar as pupnlates contra Sapzi, na- pro-
vincias de Sleme, de Basihcale e da Calabria,
propagou o bnalo de que os oilocenlos grilhelas en-
cerrados em Ntida por delictus graves, linham Tugi-
do, e que o fim d'esles forra ios era a pilhagem e
o ronbo. Este meio leria mediocremente pro-
duzido, se se nao (vessem dado quatroeenlos
carlios por dia aos camponezes alistados as guardas
urbanas para mostrar Franca a Inglaterra que o
povo esla com o re.
I ernaiid i linha querido ler papis secretu de
Mr. Pizacane, e le-loi ni. Mas a rainha Hit Tez ob-
servar qut essas papis poderiam eooler revelarles
qoe compromeltessera o Piemonle e a Inglaterra, e
a qoe Tosse necesaario dar publicidade. Pez-se pois
clumar o ministro da Prussia e o secretario da ero-
baixada de Ilespanha, na ausencia do embaixador
de Ilespanha, oa ausencia do embaixador que esl
tm Cailellamare.
A mmmissao especial, encarregada do deeidr te
o a Caguar era boa presa, resolveu aflirmaliva-
mente.
Algans membros do conselho de eslado sao de opi-
niac contraria. Urna r.ota enrgica de Mr. de Ca-
vour corlara a quesiao.
Nao somos partidarios das ideal de Mizzini, espe-
cialmente das ideas myslicas ; mas a imparrialidade
nos impoi o dever de mencionar um fado qoe pro-
va a sinceridade deslas convirc,et.
Pensa em parte oecorrer i despezas da ultima in-
sarreir.io, venden lodas as saas propriedades, reser-
vando para si ama pequea renda. Temoi noticia
de boa origen, que prolundamenle arreciado do rt-
suli.Ho desla empreza, renuncie! a vida poltica, e
vai entregar-se a vida particular. Nao qoer ja oceu-
par-se senao da redacr.io das suas memorias :
Vingl-sepl ans de conspiralion. n Esla obra nao
ser das menos curiosas do nosso seculo.
Era aples o espirito publico esla quebrantado.
Semblantes Instes, silencio profundo, oa discorsos
em voz bina, rheios de desanimac,o e desesperan-
za. Dexar-se-ha aples, cidade entregue a aspi-
rares rdanles, governar sempre por meio da ima-
ginario '.' Conservar-sc-ha ella eternamente em iliu-
ei esteris, tem nunca comprehender a lber
dade ?
A ordem esl eslabelecda no reino. Mat lera esla
ordem doradoora e definitiva "' Depois da insorrei-
eii de talento tm 1828, lo cruelmente reprimida,
soeeedeu-se a conspirarn de 1832 ; depois em 1833
no attenlado conlra a pessoa do rei ; depoit em 1837
a revnlia da Sicilia e a dos Ahrozzes, a de Aqoila
em 1810, is de Calabria em 1814 e 1817, emfim a
insurre r.lo quasi geral do reino, que pruduzit a
cnusiiiuiro de 1818, A conspiracao era aples he
permaneult.
II principe de Melternich chamava ao reino das
Duas Sicilia* umi a abominavel fabrica de plvo-
ra. >
Convem qne a diplomacia tome cuidado em in-
teresse de toda a Europa Me necessirio ler muita
habilidade para enllocar essa fabrica da plvora ao
abrigo das rent Ibia que s paos do hornera nao po-
dem extinguir
Jornal do Commercio de Lisboa.
qoem a oalorgou, eomo te, para ventora, me nao
sihrara o saber, qoe um pai de familia hornera da
bem, condtmnado a morte peior do qoe a propria
morte, e eocerrado em sepulcro mais horrendo qu*
o proprio sepulcro, linha emfim resnscilado, para
levar ao meio do luto do seu tugurio ama pttehoa da
florea inesperada, como se einlim lodo ette infioilo
de jbilos, qoe a providencia rae dera a gozar, nao
tosse excessivo para premiar al actot da maii heroi-
ca virlude, qoaolo mais o tingelo cmprimenlo da
am dever di hum.ini laJe. qoe foi lado quanlo am
mim houve nesle negocio ; viestes vs, coro as vosaaa
expresses de affeclo, mais preciosas qae uoro e bri
Ihantes, cobrir-me de urna gloria que excede todas
as ambir'es, do lempo em que eo lioha ; e com
a qual todava o meo coracao se cnlende perfeita--
menle. E com effeilo, ser amado assim la (ao longe,
por qoem nunca nos vio, conectivamente nao ha
eomo te um homem se esltvesse ouvindo felejar na
potleridade ?!
Bem hajaes, tenhores bem bajaes! qua no libt-
ralissrdes-me esta coroa excessiva, lalvez crearlas
um possante incentivo a oulros melhores engenhot,
para sa converlerem da poesia iodividual, egostica
e estril, para esta ootra poesa mais solida, maii
ampia, mais nobre, ratii productiva, que ja qoer
vir naicendo do consorcio do chriitiaoismo anligo,
com a jovem Tormosa e amanta philosophia locial;
muilo ha que ea me votei de lodo a ella, qae o ili-
gam at raiohas eslreas potico mosicaei para o au-
no da 1853, rebate de alvortda, a que a nossa rooci-
dade anda nao aeordoa '. e qae o digan) sobratndo
as obras muilo mais pralica e valiosat qoe raeros
caolos, qo* trago enderezadas ja da annos no de-
senvolvimenlo di cultura inlelleclo.il do nono
povo.
Se linha eu nascido, ou nao. poeta para deleitar
ouvidos, em boa verdade qae o nao sai ; tei porem,
e simo c dentro que me taihara Dos poeta de ac-
r.lo ; poeta operario ; um dos exploradores da opa-
lenta mina das nlopias, um dos Tundidores da idea
em fado, a qoem o mando cosluma insultar em-
qnanio hdam, e agradecer Nudoso depois que roor-
rem.
A familia desles arlificei, predestinados do fulnro,
e quasi sempre preeitoi do prsenle, he numerosa
variada, uns, extorquen) segredos a natnreta phiiica,
a o entregara a industria ; oolrot multiplicara por
noval combioaces as Tarcas, o meios os recursos,
o producios da mesma industria, oulros emfim, os
menos populares e brollantes mas nao os menoi di-
ligentes, nem os menos prestadios, mergulhamos pa-
las obscuras profndela- do mondo inlslledual e
moral, a procura da verdades, que achadis, colhidas
e combinadas, possarn nm dia aduar em bem e em
grande nos deslinos essancialmenle crescentet da nos-
sa especie.
Deutre esles jornaleros gralaitos, escolhi eu para
rainha eipeeialidade a que ja o hira de muitoi ho-
meos de corarlo grande, a lapidario da alma pneril;
precioso brilhaole duaproveilado, desconhecido qua-
si geralmente, e qoe ae fosst hbilmente faceado pa-
ra receber de loda a parte a luz, e pira lodas at par-
les resurli-la, infundira espantos por sua immensa
formosora. Desbatar a rudeza originaria por meiot
suaves e naturaes ; fazer da alegra e ligeireza ins-
lindivas na infancia, o instrumento da saa propria
coliara, alimentando a memoria pela iulelligencia,
o ealodo pelo amor ; ais aqoi a minha poesa sem
nome, a que eu nao rimo nem canto, mas lido a to-
nho de cooliooo ; poesia em cojo cenlro te inlereru-
zam umai irradiacei vagas de todas ai poesas for-
muladas ; da lyrica, srvenle de enlhutiaimo da ele-
giaca hmida de lagrimas all'erluo.as ; da ertica
pailoril, qua endoidecc da immensa lernura, pela
amennlade, pela benevolencia, pela paz, pelo verde-
jar de esperanzas diante a roda e por cima de todas
as casas; finalmente da pica, pois que a grande,
pois que a somraa epnpra da huminidade, que da
era a era se dtsenvulve n'um cauto novo, e cojo epi-
logo ha de ter ura paraizo, lera ns sua eslrophe do
hoja, qae Ih'a escreveu a inao da providencia, a abo-
In.-.io do capliveiro e da ci-lracao millanaria da alma
das eri un; s.
Oh! quando acabarao de enlend.dosos homens do
engenho, que, se al agora lem podido moilo para a
glora pessoal, podem com ella ou sem ella, moilo
mais e centuplicamente, para a lehcilar i dos sem
semelhanles "! ()xala eoncorra para os desengaar da
quanlo he melhor o servir qae o resplandecer, a re-
compensa que haris prodigalisado aos meas bont
desejos !
Vejara ellei qae, ie o ler impetrado o resgale de
um velho de urna s familia deu, da ii tao admiravel
coroa, com os esforcos que fuerera para melhorar
futuros a todas at familias, para felicitaren) a lodoi
os velhos com o mtlhoramenlo da saa deteendeneia,
a todos os innocentes eom u aproveiltmeoto dat
suas Taculdades, ao mondo actual com mait exemplos
de razan e fralerndade, e ao mando prximo faluro
eom o maior legado de homens e muflieres, de mais
saber e de imi. virlude; po lerao a devoran esperar
como intermedio enlre os galardet da eonsciencia,
que he a ante-manhaa do co, e ot do eco, os Iriom-
plms terrestres tambem, decretados e conferidos pa-
los vares como vos detinvejosos, Ilustrados, libertes,
e progresivos.
Qualqner que seja poira, meus senhores, o elleilo
moral da vossa prodigalidade para comigo nos ni-
mos dos meas part superiores em talento, a carta
com que me glorificaste!, ea penna que a deven et-
crever, enlhesouro-as ambas para meas lilbos, pe-
dindo a Deot que a visla de laet documentos os esti-
mule, como devem a serem dignos desle seculo, exac-
tor cada vez mait tetero, de realidades.
Dignai-vui de aceitar o protesto! da minha admi-
rara i, da minha reverencia e do meo agradecido af-
feclo para comvosco :Illms. Sr*. concidadaos por-
lugaezes residtnles em Porto-Alegre no Imperio do
Brasil, Aolonio Mara do Amaral Ribeiro, digniii-
mo coosul da nacao portogoeza, Joaqoim Jos da
Macado F. da Silvaira, Manoel Jos da Carvalho
Bastos, Ignacio Pinto da Fonseca, Francisco Pereira
da Rocha Paranhos, Francisco Jos Bello, Joaquim
Caetano Pinlo, Joao de Araujo Vianna, Domingot
Goncalves Martins de Oliveira, Jas Luiz do Valle,
Joao Caetano Verraz, Antonio Ribeiro da Silva, Jo-
s Gomia Pereira Bailoi, Antonio da Silva Sanches
Paranhos, Manoel Pinlo da Costa Guimaratt, A. V.
Porlo, Jacintho Gomes do Valle Quarasma, Francis-
co Ventura Perfeilo, Joaquin) Tei letra do Valle, Au-
gusto Cetar do Valle, Antonio Jote Goncalves Btilot,
Antonio Jote da Silva Guerra, Joaquim AulonioNu-
nei, Joi l.eile da F'ooseca.
Carta de A. F. deCastilko, ios Portugue-
/.i's residente* em Porto Alpjjrc no im-
perio do Brasil.
Charos pairirios e lenhere meus.Em hora bem
eslreiada envie eu a ininlii pobre musa aos ps do
throno brasileiro a implorar a graca do infeliz velho
nosso conterrneo. Como st nao Tora bastante o ob-
le-la tao complela iocondtcionada, tao digna de
Lisboa, 6 de julho de 1857.
A. F. de Cistiiho.
IITiatOR
RIO. 1 DE AGOSTO.
Baneo Rural e Hypolhecario.
Reuniram-se hoolem era assemblea geral os ac-
cionistas do Rtnco Rural. Foi-llics apraiaolado o
parecer da comraissao de comas e urna proposla ap-
pensa para o fira de elevar-ie ao duplo o capital do
Banco e dividir ai acc,ei. O parecer e a proposla
Toram approvados, bera como urna ootra proposta a-
prtsenlada pelo Sr. Bernardo Ribeiro da Carvalho,
para que a dirtecao do Banco licasie auturiada *o-
licilar do goveroo o direilo de amiitao.
Eis o parecer da eoramissao e a proposta appensa :
Srs. aecionislas do Banco Rorala Hypolhecario.
A commissao por vos eleita em 15 do panado para
o eiame das contas relativas ao exereicio Ijudo era
:10 dejanho diste anno, em eontormidade do ditpoi-
to nos aris. Ji e 25 dos estatutos, tero hoje bmet-
ter a vosio (Ilustrado conhecimento o fracto da suas
investigai;es.
o Teodo-se exonerado o Sr. Dr. Werneck desla
eommissao em dala de 31 do pastado, foi chamado a
preencher sua falla, por ser o immtdialo na ordem
da volado, o Sr. Uermenegildo Antonio Pinto, oe-
casionando essa oceurrencia maior demora na apre-
senlacao desle (rabalho, e, em grande parle a imper-
leieio delle.
' A marcha sempre regular e reconhecidaratote
progressva desle eslabaleeimenlo, desde o primeiro
dia de saa fundarlo at hoje, alm de provar a todas
as luzet a utilidade de saa crearlo, he o atlealado
mais autentico do zelo e iotelligeneia com qua elle
lem sido administrado, e o mais seguro indicio do
brilhantismo de teas Tuturos deslnoi.
ti A prompla approvacao concedida pelo gvarno
imperial as relorraas de nossos estatuios; votadas por
esla assemblea geral era ina renmo do anoo papado
moilo dse animar-nos a iniciar quatsqoer oulras
que, aeonselhidas pela expeiiencia e justificadas pe-
la mudan ;a de circumslaucias, tenderen) a aperTei-
roar lenta e relleclidameule as rii pacto social, em ordem a pruluzirero, por seos na-
lurnes rll -dos, o mais lalo desanvolviniento do ger-
men fecundo desla Ja 13o importante c proveilota ins-
lituirao, traduzido em evidenttsbenehcios a tocieda-
de em geral e em vanlageos reaes a seus membrot
em particular.
O volume e alta imporlancia das operares fai-
tes pelo 1: meo ou snoo lindo, cireomslaociadaraarite
exposlas i o luminoso relatoro d.i dir loria, servin-
do-nos de thermnraelro infallivel da expansao de que
sao susceptveiseuis transates, anda quando encer-
radas nos justos limites di mal prudente tegoranca,
ahi tslSo como nm Itsleinunho vivo da opporlnnida-
___
.
MUTILADO







Je de alargarmosa esphera de nossa c-Iivi iade so-
eial, para que uos tornen- ampio lmenlo pode-
roso eneeulivo a tavoravel disposic.80 du espiri(o pu-
blico, que, como qoe a porfa, qoulldianamenle vem
Irazcr-noi as mais sigoilicalivas provts da perfeila
confianca que nesle eslabelectmeiilo deposita.
n O Manco llural e II\ polhecario, stnlioret, pare-
ce fadado pelo deilino para aer nesla capilal o cofre
privilegiado e preferido loa grandes e pequeos ca-
pilaes, o auxiliador poderoso do commercio e da in-
dustria fabril a agrcola, o mais firme sustentculo
de grandese uleis emprezas publieai, e protector
constante da propredade urbana, e o pereunt ma-
nanciil dos mais legilimot e honealos interesses.
o ><-de, sanhoree, o favoravel acolhimenlo eom
que loi recebida pelo publico a novissima ioillluivao
das pequenaa coalas corren!, que offereee aa clat-
ses menos abastadas da populacho seguro deposito e
taliiso emprego ao frutu de enes economas ; alai
lendei um argumeul.. irrthragsvel da tendencia ge-
ral dos eapiriloa paia a conquista dos grandes resal-
tados que a geracSo presante espera oblar da junc-
4o de esforfos e interenes hatmouicamente combi-
nado, porque comecam a cunliacer que oa grandes
milagree do poder homano t pode conaegui-loa o
coucurai numaroao a ligado das pequeas forcat in-
dividuas!. *
i lista inslitoirao, a primeird vista nsignficanle,
peqaena como a tmeme do grande arbusto, prodo-
ana em tea davido lempo oa mais abonuantes e ta-
lonados tructot; be alia o pelit piad da um ma-
getloto aditicio, que aera perdoravel monumento de
gloria para seus fundadores, dignos do nosso loovi.i-
recoubecimemo pala parte que nos cabe na honra
vaniagens dt >aa crearlo.
n Tendo a commissao verificado a eiactidao dos
extractos apretenlados pela directora em aeu bem
elaborado relatorio, e concordando nat apreciaces
por ella feitat a cada um dos arligoa dat operaron
detle estabelecimento, jolga deanecetesrio adduiir
novas observarle., que atina! seriam apenas urna re-
peticdo ou parodia destituida de interesse ; limitan-
do-te porisso a as-everar-vos cora a conscienca tran-
quilla, que todas at Iransaccoes sujeilas a aeu exame
loram pautadas pelai prescripoit da lei que marca
ai raas das allribaic,5et administrativas, aiuda mei-
mo incluindo nesle numero aquelle cojo etilo foi
uiamelralraenle opposto a expectativa e inlenr-s Ma
directora. A eommisto.como j.i lerais praaculido,
rercre-iaa esta firma de Araujo Braga e Oliveira,
3ue asta aono ligurou na pagina triste dos relaten.,.
e oolros estabelecimaotosde crdito da nalureza do
noiso ; servindo essa circunstancia, tanjo de limili-
vo ao prejuizo que toffremoa, ao menos de molivo
de resigoac.au a um mal que por aua genaralidade
relativa, easumio como que o carcter de tovila-
vel.
i l'odoi os negocios, e muilo principalmente a-
qnelles querepoutam na eonfunca pestoal, eslo por
aua nalureza aujeilos a coutiogeucias que nao cabem
no eslreilos limites da pievidencia humana, como
ludes ot das amargamente no-lo prova a nossa par-
ticular experiencia; e seria de serlo clamorosa injus-
lica ae exgissemos dos oulros aquella ra-iiu previ-
silo de que carecemos para notaos pecoliares neao-
ciot. E'o quanlo ao homem fr vendo ler, cmo
n um livro aberlo, na cunariencia do homem, s ha
um raeiu de escapar aot elTeilos da improbidade, o
qual consiste na abslenrao completa de todas as re-
lardes de inleretse em que entre a confianza como
elemento principal ; o queteria o mesmo que sup-
primir a navagacSo pare evitar ot perlgos qua cons-
tantemente ameacam ot qoe a ella te eotregam.
a A commissao, tendo encontrado a eseripluracao
sobremodo ntida, regular e exacta, o que prova at-
sidiudade e inlelligencia da parle dos empregados du
otabelecimenlo, e a juitica com que a directora o*
ibonou parante a aiaemblea geral, julga digna de
approvacao a nova elevacao de teut vencimentos,
plenamente justificada pela razOes qoe a lornaram
necssana, corroboradas pelo innegavel merecimeo-
to dos dignos chefes das diversas repartieses do
Banco.
lie chegada a commissao ao poni de admillir
toa opiniao acerca daa duas proposlaa que voa foram
apresenladat em vossa ultima reunan ; consistindo a
Srimeira em seren divididas aa actuaet accoes desle
aneo em doat de -ion- cada orna ; e a aegunda em
exigir da commissao orna opiniao motivada sobre a
conveniencia oa inconveniencia de ser o capilal do
Banco elevado ap duplo de soa aclual importancia.
A commistao, convencida das vanlagensque, em
toa opiniao, devem tet-nir-te da adn, ni., dos dous
arbitros propoitot, formolou a resolucao annexa a
este parecer, que lem de ser sobmeltida voaaa de-
cisto, abslendo-se de desenvolver equi at razoet que
a persuadiram a apresenta-la, por nimiamente exten-
sas, e porque reserva para a ditcussSo. no cato de
impugnada, os motivos de tua convirti.
Bem desejaria a commissao poder apresenlar-
voa uro irabalho mais completo ; opposeram-se, po-
jen), a salisfarao desse aeudeseju a eilreileza de suas
habilitares e a exigunlade do lempo que poda dedi-
cer-lne. Contando desde ja com a vossa generosa in-
dulgencia, vai a commissao concluir, prestando di-
rectora um lesleruuuho de reeouhecimenlo pelos
bons servijot prestados na agencia dos negocios teu
cargo, e propondo vosta approvacan as conlas da
administracHo relativas ao rxercicio lindo em 30 de
juoho do correle anuo.
I)r. Candido Joi Cerdoso.
Joti Joan da Cunta I cites.
11. A. I'int i.
llio de Janeiro, 13 de agosto de 18j7.
I'roposta.
A astembla geral do Banco do Brasil e Hypollie-
cario resolve :
I.' IJue lejain divididas as accOei actuaos deste
Banco em unirs de 2U030UI) nominaes cada urna.
a K" Que eeja o capilal desle Banco elevado ao
duplo de sua actual importancia.
3.* i.ue a distribuido dat novas accr.es para
augmentado capital seja lenta pelos accionistas, na
ia/.,lo dopl i das que cada um possuir, com um pre-
mio nunca maior de 12 }t \.
i.' Qoe tejan) vendidas pela directora aquella
acfoes que por ventura postam sobrar da distribu -
Gafo, por expressa renuncia de quaerquer accionistas,
a quem maior premio olTerecer por ellas em propot-
la fechada, e ero concurrencia provocada pela direc-
tora, que deven' impor a condicao de aer pago a
vnta qualquer excesso que haja entre a ollera e o
premio estipulado no art. 8.
5.- Qoe no caso de igualdnde de olleras sejam as
arefies divididas pelos proponentes.
6.- Oo. as entradas tejam de 10 do capital e
premio, a chamadas ao principio de cada semestre
civil.
" 7,' Que o dividendo das novas acc,det teja sem-
pre calculado na exacta proporcao dat entradat rea-
lisadaa.
8.- Que o 'premio estipulado no artigo 3 te-
ja applicado a fundo de reserva, e bem attim qual-
quer oulro oblido pela venda do acc,0>i renunciada,
al completar-te a aomma designada na ultima re-
forma dos estatuios, sendo o resto dividido pelos ac-
cionistas.
Ro de Janeiro, 13 de agotlo de 1857.
" l>r. Candido Jos Cardoso.
Jpt Joao da Cunta Telles.
11. A. I'inln.
(Jornal do Commercio do Rio.
CORRESPONDENCIA 1)0 DIARIO DE
i'ERNAMBlCO.
RIO DE JANEIRO.
Cartas da Corte.
I
Ro 31 de julho de 1857.
Meu caro /?.... Em muo dia cometo a correspon-
dencia epislolar, que de iiuin exigea.
O brilhante samo a que aesisli honlem em casa dos
Sra. Macado, (Dogo e Sergio) deixou-me o espritu e
o eorpo fatigados.
O dia teguinle aot le-ins de tal ordem he tempre
um dia perdido ; e cora quanlo eu compartidle em
parte a tua opiniao, islo he, qoe o baile he o melhor
dos divertimenlos conhecidot em que a innocencia
pJe ler entrada, forja hecpnfessar, que he lambem
um do que mait nos molestara, quer phisica, quer
moralmente.
Se ao cansaco qno o calor e a dansa prortuzem, te
dor dot calos e spisadlas do par vizinho sobre um
pe ja dorido e machucado pelo calcado novo, bem
sabes qoe nao se conteniera tpalos vclhos nessas reu-
nies,; e juntares asimpresses que o espirito recebe,
a excitacao que a imagina<;a<> soffre, e at recordaces
a que nos entregamos, quando, de volta, no recolhe-
naos ao silencio do no-so quarlo ; has de necesaria-
mente convir em que no dta seguinle arhamo-nos
incapaces da qualquer traba>h>, que demande i me-
nor attenrao.
Por mim o confesso : sempre que voo a om baile,
falto no da inmediato a reparlicjlo. Prefiro licar em
casa, deilado, olhando para o ledo, repassando na
memoria todas aquellas bellezas que tilo custoto Iri-
bulo devem ter pago aa sedas de madama Daral e aos
liarranrea do Walersleir e esmarais, e qoe me pas-
sam alravez do pensamenlo, como irasgrn poticas e
fugitivas, que detappareceni no turbilhao das idcaa.
.i achar-me sentado dianle da anlinalhica, severa e
marmrea cara do mea diefe..,. Que homem qoe he
elle Parece quu nunca levemocidade, e creioque
o regolamenlo do sello he a sna leilura habitual!
Se, t 'i le me impoe, bem \(-i que sou dcil era cuiu-
prr os que a smizade ordena, arrancando me ,i, re-
eardacOea de honlem, para consa^rar-te aj liuhas no-
ticiosas que Je Him exiges regolai mente.
Por on le queics que comece '.' Supponbo que ser-
ti-ha agr.-idavel que le falle do mesmo baile. Mas,
um baile titlo se descreve, goza-se ; lie divcrlimento
qoe
Lerab
ved
do Flameiigo '.' Conheces as tuas salat e as suat divi-
o's.' Creio que siin. Ajunla-lhes, pos, mais aluu-
:naa melhorar;es. quo o gusto e o dinheiro podem
introjuzr inobillia-as cora (oda a riqoeza, boia-llies
DIARIO DE PKRNAMRCO SEXTA FEIRA 21 DB AGOSTO DE 1857
em una profosao de. refrescos servidos com a melhor, germens proprios sua receneracao. etlrelante que
? T, m l "S ^,l8,,1,.c,;9,',0!, """SOI mal for- | em ludo so especula, ainda nao conseguio o gove?,,o
te, eram plenamente salisfeila., na., .rnenle em va- ora encamelo d\i..u potavel, tanto mais i.ece>-
r.ados doce, pastis holinholo, e uelados, mais ai- sa.o quanlo seus habil.ates rio abngadoa a" n-o
da, no correr da noile, em succolentos assados fros, de agua, por sera duvida autihvgiemca e damnili-
hscuio d.zer-le que o servico das talas foi magu- cadura da aaude. oamiiui
Ii i urque ? Sera' por>enlara lio d(lcultoa a vin-
da d'auua t Oh nao, certamente. Sera' pela falla
dos ii.cu;- J lambem age. Porque se ha capilaes
ii Maceiucnta e pilamtnlos de arroz, ida taara me-
Ihurmenle applicadns na realstico dessa obra pal-
pitanle ?.... Ah I livesse a provincia a' tala dat
seus deshilos um Saraiva ou um Perelli, digno ex-
lil ii.l lulili" n i-' -. ____II
N3o devo aqoi esquecer que no dia 27 leve lam-
beinlucaro bailcscineslr.il do a Club Ilumnense,
com a essislencia de SS. MM. II. Parara pares do
imperador at tenliorai marquetas de Monte-Alegre e
de branles, Souza Francu, baroneza da Boa-Vista,
Nogueira da Lama, Amalia Danlas (mullier dod-pu-
lada Dandasda Baha.) Elvira bahia, viuva (lue.les
.limo do miuietru do eslrangeiro ) e Silveia da
Molla.
liveram a honra da desear rom a imperalriz osse-
nhores Sooza Franco, baro de Poi lo Alegre, male
fro di niarinha, barafo de Camaragib*. contelheiro
hebasliao do Reg, Manoel Felisardo, Paet Brrelo,
ministro de llepanha ele.
Corno vis, oa leus comprovincianos de ambos os
sexos foram largamente conlemplados na parhlha do
dansanle favor imperial, que aodemais os lidalgos
da no.sa corte nao goslam que sejam prodigalisado a
os percenus de provincia, e sim a ellcs e tuas mu-
Iberes.
A reuniao esleve magufica : o concurso fui ex-
Iraordinario, e liavia grande numero de loilellet de
valor e gotto. Destes o mais neo, iiicoolealavel- tos maleriaes que ah exislem
mente, era o de nina patricia, urna dessat graeiosaa lo ntda.
nympliasdoCapibaribe, que se tein naloralisado ea-j Se eu observasse melhoramenlua nat estradas,
noca pelo aeu estado e rtlacoes de familia. Embora nico meio de libertar a agricultura da dispendiosa
conserve ella sempre em memoria o formoso paiz em : conducho dos teut generot; se eu visee a civilisacfto
nue nascera, e, com lagrimas 13o san losas, como at derramada entre o povo, infelizmente abysmado na
o.-.s unas no londego, deUe se record, nos nao po- vorageni da iguorancia ; se eu contemplaste o go-
deinos denar de considera-Ja como pettoa de fam- "
lia flomiiieuie, eatsiin acolhe-la, lano mais que sua
belleza e graca Ihe u.lo direilo a itto.
licita em promover o augmento dessa e desla pro-
vincia, auxiliando em sua dedicarlo o commercio
das duaa provincia,
Desla vez baatanle me extend, mat como hesitar,
vendo me na posta de lano comboslivel? Nao era
possivel.
Adeos, mtu charo senhor, dsponha do pequeo
presumo do seu tinctro retpeilador n
Coimopolita.
ffiHIAMBUCO.
presdeme, e ja' esse meilinramenlo tena sido levado
a execocao. Mas que qoer Vme. e ludo corre a re-
vena, e as neeessidades de priraeira inluicjlo s3o con-
demuada au ostracismo E quem he o nico pad-
Gtnle ueste indifleienlismo 1 Sera' o rieo 1 NAo, cer- |
lmeme, porque esse, medanle o auxilio monetario,
dissipa quaesquer dilliculdades ; eulrelaalo que o
pobre morre a' mingua a' sede, a' falla de urna
pequea quanlia, sem a qual nao Ihe he possivel sa-
lisfa/ersnaa uraenles e indispensaveis neeessidades !
Pobre povo Para o rico a abundancia, para ti a
miseria ; para o rico correm copias dot gozos da
existencia, e para ti '.' A clautora dot desgoslos e
piuaroes aa lavas do Vesuvio I
ijue mi; nrtam, mcu charo senhor,esiei monnmen-
Que revelam J Mui-
1 ,ill uido-ii- em loilellet rico, permitle que te di-
ga, que o loxo aqui be ura cancro, que imtnsivel-
menle tem ai ruinado e vai arruinando muila gente.
xerno e os ci ladloa coidarem 13o someule no aug-
menlo e prosperidade da larra qoe ot vio pascer ;
dira que muito significavam es-es edificios. Mas,
observando o contrario, direi que nada tignificam,
ga, que o loxo aqu he um cancro, que iiiitnsivel- leem o mesmo resultado dessas obras de ouro que
mente tem ai ruinado e vai arruinando muila gente, por ah se venden) e com qoe se engaa a boa f do
Se temos por um lado urande numero de fnnilias comprador. E tanto ia divagando, que j.'me con-
que podem, sem abalo ua boha, dispender annual- sidero em idenlica posicAo a'do naufrago em vao
ment largos conl s de ris em tedas, tila, flore procurando um meio de salvacao ; mas eu procu-
e perfumaras da ra do Ouvidor. para dar o lom e >" encaminhar nimbas ideas.'
desperlar a allenc.a > nos bailes, Ibealros, passeos e Dizia eu, miu charo senhor, que nao offerecia esta
reunioe.s ; nao h- menot cerlo, que rauilas nutra e capital lenitivo a' monotona, e qoe para qualquer
quasi stmpre estas a o dos altos fiincciunarios do es- lado que estendesse minhas vistas.somente encontra-
lado, que querem tutlenliir competencia e rvalidade va quadros que anda mais toiluravam minha exis-
com aquellas, eslo bem lonse de o poder. II. In ot lencia. He verdade.
apuros, s e.nbaracos, a ruina e a deshonra. E he | Nos das de Irabalho ainJa offerece a capilal al-
a independencia e dignidade, que sao obngadas a I Mas desde que o rel.-gio da matriz da' as tres ba-
S!5'*'" P"1"'0 exigencia, ao patronato e un- dalada. e que as repartieres se ferham, o commer-
posicao do eredor, que em laes casos, contando o seu
dinheiro perdido, procura vingar-se pelo exerccio
de um poder desptico.
Regularmente o toilette, no qua diz respeilo ao
vc-.li lo eii.oiie de cabera, ndo cumprchendenio
Joi-s, varia para as senhoraa de alia posicAo, entre
805 e 5009 rs. L'm dos ve-lidot que vi nessa reu- I C-i devorar aqu-lle que o jogam ;' un vaopa'ras
lo club, linlia viudo de encmraenda de Pars, bilharet do Chico e (iirardol, oulros procurara no
co modera sua agltacSe, o Iraquejo desapparece,
lado como que domina no doce farnieule. He a'
hoile que de novo assume a enlode sua lide, seu lu-
mulluar. Esle la' vai cebisbaiao aps o antro da
prosliluicao. aquelle vai arriscar o capilal com cus-
i adquirido no maldito laquenel, cancro que amea-
oi.de custara 1,.jO0 franco Naturalmente esse ves-
tido nao apparecera' mais na presente eslajao, quan-
do ranito sera' visivel no anno vindouro.
Assim, pois, imagina quanlo nao sera' dispendio-
sa a frequencia dos bailes em orna wciedade, que,
em materias de toilette, nao admilte o bit in iaem
no mesmo anuo. Para peior esla' I). Moda, esa
soberana caprichosa a desptica, ahi esla'para ItBDof
seu velo, e n3o consentir como he magnnima e
compassiva '.; que nenhom dot teut tervdoret passe
alera de dout anuos sem baixa oo reforma do servi-
co activo I
Deixemos, porem, as modas; nem eu, nem tu to-
mos casados. Que nos importan), pois, os gsslos dat
mu Ihe res do prximo ?
I altemos de oulra conta.
Quandu te duculia o ore menlo do imperio, por
occasiao de um bello discurso pronunciado pelo Sr.
I'edreira. fallando S. Exc. da poltica e etpirito con-
ciliadores do seu finado ministerio e traitodo por
prova de soa as ret Homem, para director das rendas do Ihesouro,
ilan esle senhor o seguinle aparte, que nao sei se foi
publicado no Jornal do Commercio :
A minha uomescaojuao a devo ao ministerio
transado.
Esse aparle causou grande eensacAo no animo de
minia gente, qoe vio nelle urna referencia a poder
mais alio do que o ministerio ; referencia contraria
a Iodos os estj los parlamenlares, a todas as conve-
niencias e a lodos os preceitos e mximas do nosso
direilo poblico.
Apresso-me em afaslar do teu espirito a preven-
|ao de que se possuiram aquellos : o aparle do Sr.
Salles ii3o poje ter u alcance que se Ihe tem pre-
lendidodar.
Secoslumat ler nossas gazelas, bal de saber qual
o concurso valioso e espontaneo que pela imprema
presiou esse illuslrado escriplor ao ministerio Tor-
res, Iquaudo se Iralou da creaco do Banco do Brasil.
De.de enlao urna iuleira uniformida le de ideas li-
gam o Sr. Salles a aquelle ministra, o qual eslava na
firme resolucao de aprovoitar sua llusIracAo em
laes materias, para um dos importantes logares do
Ihesouro, quando deu-se a modanca de gabinete que
sabe. O marque* de Paran' chamado a recolber
a iieanca ministerial, recebea em legado aquella
nomeacao, manifestada como ultima vonlade do li-
nado, ecomo bom leslamenleiro. Iralou de dar-lhe
hel rxerui.ao, embora mesmo qualquer objecrao qoe
quica' po esse ipparecer por parle de algnm dos ou-
lros lentenos. A nomeaciu realisou-se.
E s-ahi ao que se referia o Sr. Salle; e nem on-
do poderia ser o seo pensamenlo Se a indiscricao
que se ihe altnhue sena imp.rdoavel era nulro qual-
quer, muilo mais aggravanle se tornara no famoso
aulor de Timandro, no escriplor liberal de lodos o
lempos, no Iradicioual sectario daquella famosa the-
se cunslilociunal, que deu logar ao memorav-l dis-
curso de Tlners na cmara ranceza em 1817, de
que te has de lembrar, e que 13o perigosa e funesta
fot ata seus resultados, o ra reioa e nao guverna.
O arlo, prtenlo, foi do mnisleiio Paran.', qur
por cumprimenlo de legado, qur por propria ini-
ciativa, e em lodo o caso cabe-Ihe a rcspousabilda-
de, a gloria ou denar delle. Tor aqu ja vos como
deves entender o citado aparle.
Permute qut boje pare aqoi.
i N.anse'?uil"e fallar-le-hei de orna celebre quatlao
de dellorameiilo, que acaba de ser jutgada no nosso
jury. De nada menos se traa do que de um pai ac-
cusado, segundo as declararles da propria filha me-
nor de 12 anuos; de haver violado o i '
desla I
O leo....
>u lira a massada, desale j.i pcc,dv >;,-.
rnevolm leilnres, se digoNm detculpr eise
slivo qoe acuna escrevi, justo desabafo de
podur virginal
Lucio /.une.
MACEIO'.
1S da agosto de 1857.
Charissimo senhor.Como um lenitivo ao mon-
tono e prosado da siluacAo .le-la cidade onde n3o
deparo com um ceilil de poesa, eu vou manufaclu-
rar este complexo de palavrat exdruxulae e sem
sabor, e assim dissipar o inspido conjuncto, que
por ah observo.
N3o ha nesta capilal um lugar onde o homem
pos-a dedicarse sicomas horas a solidao, e nella
fervoroso de contemplar a nalureza sublime de
grandeza e mageilade, circundarse dessa magia e
encantos que slenla a poesa, quindo fulgurante
em sua araplidao benfica e saudavel, einfim li-
berlar-sedesseroninuolumulluar da agialagem e
mais nivlenos nseparaveis, do fervel opus de ura
lugar commercial.
Procuro o alio do pbarol onde julgo encontrar o
ponto a hado para urna divagado saudavel, oh 1er-
nvel desaponlernenlu '. all encontr a mesraa so-
nedade ideuticos preconreilos, a mesuia conversa-
cao. mimares de vezet repelida.
Temos ainda oulro recorso, um passeio ale Jara-
gu, mas que horror! Sede ura lado observo o
ocano, altivo gigenle esbarrado em seus arroios
s como sempre revelando o Infinito poder de Dos,
encaro de oulro lado evm nin painel fero, asquero-
so e horripilante. Siin, palhocas velhas, verdade-
ras covas de Caco, antros ooile se abriga quanlo ha
de mais torpe, Infeliz e degradante na horaanidade
essa infelizes que seduzidas por esses malvados que
por ah camiuham altaueircs soffrem ora o justo
corolarios de seus passados erros.
Ainda temos o Bebe Ionio, he ptimo e ameno
lagar nSo en. ludo, mas sendo distante, he preciso
ii.commodar ao Sr. mnjor Miranda e ao llespanhol
Domingos, e cunteqneulemente etcorregar alguma
quaulla ; depoit a n.lo ser so lempo da festa, reiua
all a iusipilez e monotona e porlanlo nao cflerece
divagaijoes uteis e saudaveis.
Um passeio ao cemiterio ha bom, eu concordo,
mas para all rhegar he preciso alravetsar lagares
e monomento, que astas detesto ; como a cada.
prova frsame de barbsrisrr.o, infelizmente precisa;
o hospital que revela ot soffrimeulos, que cur-
vam a humauidade sempre abramos com as torturas
e provaces, e temple andas o insolente em tuat as-
piraros!, emlira chtgando ao cemiterio que poesa
encontraran.'.' Iinraeiisa ssrie de sarcopliogos, mis
mais alto, oulros mais baixos, aquello eucerrandoo
raorlaloppulenlo, este abrigando os relos do prele-
lario, aquelle anda na inausAo sepulcr.l ornado de
disticos e epilapluus vansloriosos, esle apenas reco-
nhecido pela simplicidada de um.i cruz, svmbolo da
noss.i rellgilo, por loda aparle divisando obieclvs
lgubres e sepulcraes, he enlao que mis cada vez
tala nos convencemos da injuslicu desses que du-
raiile sua exi-lencia n.lo se pajara de commelloreiu
vinho o meio de olvidar os revezes e desgoslos do
Jla ; a mor parte na reonOes familiares enconlram
o anlidoto propro a dissipar a melancola resultante
da eslerili.iade de Macera relatvamenle a diverti-
menlos, onde o homem possa livremeote passar al-
gumas horas dedicadas ab prazer e sociabilidade.
Haviam tres thealros, que bem ou mal oflereciam
ligninas noite de til devagacao, mas um morreo
de molino, oulro trancado por ser o seu propriela-
no com justa razio obrigado a ese procedimenlo ;
resta apenas um, o Maceoense, mas suas reprettn-
lacues sao 13o dislanlet !
A sociedade Recreio Familiar deixou de funecio-
nar por falla de casa; o Recreio l.illerarin esta'a
expirar, se he que ja' nao morreo, victima do indif-
terenliimn ; assim, todos os diverlimentos desappa-
receram da tena maceioense.
Nao ha urna festa, molivo de agilarao para o bello
exo e para lodos, de maneira que'ha lempos nao
oovimos o ralamplan horripilante da msica do mes-
ir \ cenle, o leiMo a' noite, o rebombar dos ruge-
les, emfim, o massanle e incommodativo repique dos
sinot. Oh I como se poda viver assim !
S'm, en vegeto, n.lo vivo. Se smente limitare
minhas aspira^oes a isso qoe por ah vai, como ou-
lros, conlenlar-me liia com essa siluacao ; mas (au-
to aspiro, lano desejo e laes pensamenlos germinam
era meU cerebro, lalvez ntopiss) que nao poso con-
servai-me assim limitado. Nao, curopre-me lber-
lar a minha ni nvi lualidade ora sol a pressao do
'Vteen. loimigo rancoroso. aem|ire infaligavel pro-
curando o ensejo, aia.lo a' deslroicaodj pobre Cos-
niopolila. '
falvez naufragoem as minhas esperances, talvez
tenha de conlenlar-me com es Inn, soja a minha surte idenlica a' de Moves, que
inorreu no Moule Neb., sem poder pisar aterra de
promistaa, paciencia, re,lar-me-ha a cousulacao de
o haver lenlado _
-NAo desespero, a minha peticao esta allecla ao
juizo de lieos, de quem espero favorii-ul defer
ment. Aguardo o deforimenl
Aqu dou lira a massada,
e a seus be
todo enjoa
um ser por demais torturado pelos' teveits e angus-
lias, e qoe astas ha e-gotado at as fezes o calis
amargmado da perseguicao aciutosa, -da desgraca e
dependencia.
Vamot aa novidades. '
Em primo loceo ; esla capilal e a provincia,
assim orno sena habitantes -alvas as iicepces,.
cunsrrvam-te no gozo e posse de plena p. e tran-
quillidade, e sem receio de borrasca, que pisa dat
va-la dessa agradavel posic.ao.
A machina -oernameiiial funeciona movida,*
n3o com loda a f.-rja de seu combuslivel, ao iatni'
com a forra precisa a conservar a provincia era tea
eilado normal.
A polica mnserva-se em seu eslado normal, nada
tejido appareci lo qoe ex gisse sua acro represilva,
salvo alguns casos qoe nao merecera'as bomas de
meii^Ao.
La em Porto Calvo e Porto de Pedral consla-me
lerem apparecido alguns fados, uns ja publicados no
ii lempo, e outro o espancamenlo do commerriante
Ignacio Jos Peslaoa em o lugar Tatuamunha. Ago-
ra mesmosoobe qoe cm o lugar Bebadouro, um
guarda nacional, em occasi3o que o prendiam por
rana de servido esfaqueara aquella que u fora pren-
der. Esle faci vai ser julgado pelo digno delegado
desia capital o Sr. Ferreira de Oliveira, sempre in-
cansavel na captura e punirao dot criminosos.
U Toro preenchido em todos os seus agentes de-
pols da chegada do Sr. Dr. Carlos I.obo, juiz muni-
cipal, camii.lia no exercicio pleno de tuat funccOet.
Ja loram sorteados o, jurados que devem funecio-
nar na sessao convocada para o dia I de setembro.
S uhe que poucos s.lo os processos, apenas nolavel
um, o daquelle soldado que em dezerabro de 1850
maiara urna mullier.
A salubridade publica retenle-se de algomas ag-
gresiOes, laes como bexigas, e accomraelliraeulos de
dores em algomat pettoas, felizraenle n3o sendo
morlaes vade in psee.
Os gneros alimenticios lem subido a prcros det-
coinrnuiiaes, beealhao a 225 rt., carne de charque a
nOt) n., farmha lem variado de 500 a SOO rs \
cuia, carne verde 5sI20a (ijiOO r., peixe pouco e
ese mesmo por subido valor, emlim nao sei onde
iremos parar com (antas dilliculdades e caresta.
Inste condicao he a do pobre.
Informam-me qoe o alto prero da forraba lie de-
vidoao rccrulemenlo que aqu se proceder, qoe
nao produzmdo ot lint de sua apparicao, entretanto
inlillrou o receio nos homens do mallo, que por es.a
raiao fogem ao conlr.lo desla capital. E depois
quem Ignora o terror que domina es matulos sem-
pre que se Irala de recrulamento Nem fallar niaao
he lo ni.
Te ve lugar no dia 23 de julho passado a ina.igu-
racAo do Ihealro Maceioense, submdo a sceua o
Desertor l-raneez, e not iulervallos algomat dan-
tas, eiunlameule algumas poesas foram recitadas.
N3o comparen, porque desla vez comprehendi a ne-
cessidade de poupar os dous mil rs., tantos me eram
exigidosNo capiscoSe se Iralasse de presenciar
os genios lalenlo.os de um JoAo Caelano on de um
Cermano, ah, n.lo hesilaria, depois ralo estando re-
solvido a continuar residindo aqui...
eito de raenciouar um fado, que po'lo tivesse
passado eo dominio do publico, todava os accesso-
nos, e a considerarlo e eslima que voto a certas pe-
soas como que, me impoem silencio, silencio geral-
menle guardado por todus os homens sensatos. Vi
vendo em ora mundo sociavel, cumprs-me tambera
parlilhar es devtres imposlos a aquelle que since-
ramente desejam o hera-eslar de eas temeilianlet;
nao sere eu porlauto quem va' aggravar tortura-
sotlndas.
Em dia 13 do correnle resolveu a cmara rou-
nicipa de.ta capital, tab propona de um teu mem-
broo Dr. Carvalho Raposo, dirigir urna felicilacao
ao digno depulado por Minas-C-eraes o Exin. Sr.
Dr. francisco de Paula Sil vena I.obo.
Esle facto nao pastou desapercebido, inmediata-
mente os membros do partido do governo, os ad-
versarot daquelle depulado, Iralaram de inulilsar
aquella felicilacao, dirigindo urna rcpresenla^ao
ueste sentido, para o que por ah audam adqonudo
ssignaturas. Um do motivos apresenlados lie a
lata doi vereadores effeclivos naquelle acto, sendo
a felicitar. as.ignada por dous membros enecti-
vos, sendo os oulros supplenle. NAo emendo des-
baile nAo se descreve, goza-se ; he divcrlimenlo infamias, de Ixranisarera os povo, e de roubarem i i'"i""""'e C(,"se1uenlenieiile apenas aprsenlo o
i so serve para quera vai a elle. ao pobre o su.r, nao diga bem, o sangue, emlim os- ,," .,
.embra leda piltoresca casa do nossp amigo Ate- 'enlando era seu zenilh o lorpe, execravel e dia ,-i ,r'"*ram"*e'.aos "pirarHe-a t'depulacAo provln-
o, ni iua do luanle, deilandoo talo para a raa eommunal de su.s falaes aspiraces. '"" ,e"e" guardada, que nada
i.*i_____ .... 4.___. .-___ i I r.i o (..r ........ .. j._ ____....
Abandonan lo esso lugares aeima mencionados
Iralo de pastar pela cidade e o que vejo? Roas qua-
si inlreniilaveis pela mao estado de toas calcadas
que eipoe cuiilinuaiiienle o | asteante a sollre lor-
respeito dos candidatos proxa-
bi transpirado
veis.
Alguma roosa pretenda esrrever sobre a viacem
le vapor PerainuiiKa a' cidade do Penedo, viagem
.....-., ,-..... que cusa
ganie, que se nnsturj, ou -e segu, tanto a clasaica *""*I|C depoi elevado a qiialro, e ai-im ludo se vai
coolradansa, cuino a doodejanle xvalaa, ou a caden- dilHullaii lo ao pobre), nica Victima nt
cioa schol-c ; e tenis urna idea do que foi o baile do i0?'' ''us alravesadores.
Sr. Mscedo, do qual rae relirei a I t1 hora da noil
s
rao-
---------- ...|"',.,1,, ...o i
nolavel quando olerece ao comprador m.i cora
dtdade no preSos, e ao vendedor maior valor a seus
naraiio gIBt,0,, |),p0 aoreace fac.lidade erap.de, ,|a
rjavagacip, cirruinslancia qoes nao ha dado na
m. Macu, aii qua. rae relirei a I i, hora da noite, Ira., ci iade corno Maceio assa, habitada enlre- v""\ro i ... q -.nJ" 1,,"' na na-
qu.nlo te dansava a 7.' conlradans. NAo le esquel tendo avullado rom.noicio .m d.v^ r,J'"90- F"'*-
cu, porem da collocar em ...na tal. kMtrimm .......o. capaes ^SSSSIS^SZSL ? p, P "*"****" dw'JM h-biUnles
bello .,ufel, onde a s,,. pd,a ..ciar-.e ., von.ad, agenU, M^^SSSA tt"S | t^^JigT^ZSrZSA
PAGINA AVULSA*
WWW ISHi S
Acabamos de ser informados de qoe o patr3o do
escsler da saude nAo fallecer, e nem lopnuco fra
mordido por cao afleclado de liydropbobia, como nos
informaran), e demos publicidade ; retiramos por-
lanlo essa noiicia, e coigralulamo-nos pela existen-
cia desse homem.
Recommendamot aos pas de familia loda a
cautela na coiniucc.":,i de suas fiihat pata a eseola,
assim como que por principio atgum comintam qoe
ellas enlrein era labeinaa e lujas para comprar al-
guma conta, porque nos coosta que alguns raixeiros
se afoulam a dizer mas pilhtriat cum que vio vici-
ando as innocentes meninas.
Conlinoam ot moradores de Sanio Amaro a
ser condemnadi.t a beberem agoa salgada por folla
da doce. A penitencia n,lo he boa, e nao obstante
uinguem tem piedade daquella genle.
Melhoramento poblico.Pede-e a Illm.- mo-
? icipali iade que mande nivelar a ra que vai para
o porto das canoas da ra Nova, valo te adiar ella
toda cheia de altos ehaixos, que iucomtnodt o tran-
sito publico.
Conlinnam os moleqnssna exaltara., de parti-
dos, polica, e despalilla. Bom sera' qoe rases
partidos degenerara em polica correccional, e qoe
lodos vao parar a'.elenco...
Consla-nos que alguns taberneros lem por
costume indagar dos prelos e prelas que Ihe x.lo
comprar alguns gneros, o que se passa em casa de
seus senhores, para dest'arle po lerem fallar delles.
O coslume nao he meo,' mas pode resultar ms con-
sequencias.
Chimamos a alleorgo dos guardas fiscaes para
o mouia.i de cisco da ra do Pires, ao vollar para a
ra do Deslino ; para a travessa do Carmo, para o
becco do Ferrero, ra du CamaiAo etc. Todas estas
ras nAo deixam (je ser publicas, e precisan) nao ttr
esqoecidas.
Dizem qoe cuniinuarn os embudados a infes-
(arem diversos lugares ; a razAo porque ignoramos,
e nem lAo pouco procuramos siber ; a quem compe-
tir que indague para providenciar toma for conve-
name.
Consla-not que continua o caridoso hornero da
ribeira da farmha em S. Jos, a vender farnha po-
dre a pobreza por ICO rs. a cuia. Que fortuna para o
pobre e que pechincha para|o caridoso Continu,
meu Senhor, a preslar desses servicns a hiimanidade
que a recompensa qoe Ihe aguarda sera' cerla.
Chamamos a atlcnrAo de quem competir para
esses comidas que se venden) pelas portas da taber-
na, a mesmo em algumas casas, qoe nos consta ser
pestio, e nociva a' saude.
Temos sido bem mal servidos de carne verde,
nAo obstante o preco de 4;80 rs. e 5^120 rs. poique
he vendida, e pessimn. Se agora somos obripados a
come-la por esse prero, em dezembro por qoanto
comeremos ; quem quizer que responda.
Consta-nos que os vendedores de plvora vAo
deilando as manguinhas de fra, e qoe ja se esque-
ceram da horrivel calaslrophe das Cinco Ponas,
aonde indigitam que se vende desse gtuero, e com
bem pouca reserva. He preciso que a polica nao
despreze nma lal nolicia.
Em urna das seiioes da cmara municipal da
semana pastada, o Sr. vereador Pinta molivou n/n
requerimenln pouco mal on menos nette senlnlo:
que tendo sido conhecidos os bous efleitos medicinaes
qoe pruduzem c oso d'agoa ferriginota de orna ni-
ca ronte conhecida no municipio do Becife, tiluada
na povoacaa do Catanga, e achando-se em comple-
io anandono, e sem o aceio neceisario, coja ulilidade
nao deve ser esquecida, propoe qoe a cmara mande
tratar da desapropnacAo do pequeo terreno, em qut
esla collocada esa foiite etc. Ora. a simples leilura
desse requenmenlo dena ver a sua ulilidade e
como lal digno da considerarlo da cmara ; no en-
lielanlo vai a commissao de hygiene calcar o co-
thurno para dar a sua opiniao em negocio de lo
pouca monla, qdanor si poda ser de muila impor-
tancia por sua ulilidade.
O vapor nacional Imperalriz, sabido para os
portos do norte, levou a seu bordo os teeuintes nas-
sageirot : r
Jus Soares de Mello, Domingos Jos Ncgoeira Ja-
goaribe e 1 escravo, Jo3o de Oliveira I.ima utlher-
rne Antonio de Sa a prela Libante cnerava de Se-
basiiAo Jos da Silva Braga a Jo.c Teixera de Mello
Antonio Rabello de Oliveira, Jos li. de Medeiros
I' urtado, Jos Cordeiro da Croz, e seu criado, Euze-
bioi Ajres de Castro. Joaquim lavares Bsto, Manu-
el ftoandos de Carvalho, Antonio Hirard.do Resu
desertor Jos l-errcira Marques, Dr. M..noel de sV
ac-cTtti^ieu criado, Antonio Valenlim da Silva
Barroca aT,rUdi.
i-. -. av'c aman/uta.
FJltlLEZfA DE JABOATAO'.
MA ESTATISTICA.
Sciie de ,|Uadtos concernen tes a' tutuma
freguezia.
HELA.'O OEMONSTRATIVA DOS HABITAN-
TES I- A POVOACAODE JABOATAO. '
(ContiuuaQao.'
i H-i ii/ii serrara.
^>r,. Filippede Souza l.oao, 30 anrios,
N> i ranco ca-s*do.
^ '). Heru eiitida de Souza Ls3o, 28 an-
nos, branca, casada.
3 Diniz de Souza l.eao, I anno, ortico.
Casado.
4 Manoel F. de Souza Le3o, 32 annos,
branco, casado.
5 D. Joanna Carolina de Souza Leo, 32
nnos, branca, casada.
6 Fihppe Manoel de Souza Lefio, 7 an-
nos, branco.
7 Manoel P. de Souza Lefio, 8 annos,
branco.
8 Mara do Carmo de Souza Lefio, 6 annos,
branca.
O Igoez Escolstica de Souza Lefio, 5 an-
nos, branca
10 Anua Marcelina de Souza Lefio, 3 an-
nos, branca.
11 Sevcrino Luiz Soares, 50 annos, pardo,
viuvo.
12 Mara Joseplt, 30 annos, parda, viuva.
13 Mana, 15 anuos, parda, solleira.
14 Certrudes Maria, 45 annos, parda, viuva,
15 Mlippa, 18 annos, parda,solleira.
16 l'crUrmina, 16 annos, p>rda, solleira.
17 Jos dos Passos, 50 annos, pardo, viuvo
18 1 rancisoa Maria, 50 annos, parda, viuva.
',' ,ofio Moreira, 1 annos, pardo, solteiro!
JO Ibirnardino de l.emos, 50 annos, nardo.
casado.
21 Maria do O', 45 annos, parda, casada.
'22 Joao de l.emos, Id annos, pardo.
23 Flonnda, 9 annos, parJa.
2 Joflo Soares. 50 annos, pardo, casado.
2a I fiereza Marta, 2 annns, parda, casada.
2b Manoel Soares, 18 anuos, pardo, sol-
leiro.
27 Jos Soarc, 13 annos, pardo, solteiro.
28 Joanna. annos, parda
2!) Joo Marques, 50 annos, pardo, casado.
30 Rita Maria. 40 annos, parda, casada.
31 /-elerino Marques, 16 anuos, pardo,
solteiro.
32 Joao Marques Jnior, 14 anuos, paido,
solleiro. '
33 Marliniano Marques, 1-2 annos, pardo,
solteiro.
31 Manoel Marques, 10 annos, pardo, sol-
leiro.
35 Maria, 7 annos, pnrdo.
36 Flix Tliom, 50 annos, prelo, casado.
37 Joanna Maria, 50 annos, prela, casada.
38 Caldina Francisca, 20 anuos, preti, sol-
leira.
3U Manoel Thom, 17 annos, prelo, sol-
teiro.
40 Antonio l.opcs, 50 anuos, prcto, casa-
do.
41 Maria da Conceico, 40 annos, prela,
casada.
42 Juo Lopes, 10 annos, preto, solteiro
43 Vicencia, 3 annos, prela.
41 Heoriques Prxedes, 22 annos, preto,
Casado.
45 Francisca Maria, 25 annos, preta, ca-
sada
46 Anlouio Barbosa, 30 annos, preto, ca-
sado.
4" Ignez Maria, 22 annos, preta, casada.
48 Matia. 3 annos, parda.
40 Manoel Jos, 50 annos, preto, viuvo.
>: Pedro, 20 annos, preto, solteiro.
51 Jos, 10 annos, preto, solteiro.
52 l'ilippe Santiago, 35 ati.ios, branco, ca-
sado.
53 Josepha Mara, 20 annos, branca, casada
b'i Leandro, 5 anuos, branco.
55 li'iicdiclo, 2 annos, branco.
56 Joo Iteueveuto, 30 anuos, proto, ca-
sado.
57 I'onciuiia Matia, 20 annos, preta, c-
sala.
58 Mfrtias .loso de Souz, 50 innos, par-
do, casado.
Urlicos................. |4
Pardos.................. y
Ciiouios............, 17
Total.
58
M.iiznilio /favo da ?*oiicti^o.
1 Manoel de Souza Lefio, 50 annos, tran-
co, casado.
2 Francisca Severina Cavalcanti, 35 an-
nos, branca, casada
3 Manoel de Souza LeSo Jnior, "22 annos,
branco, casado.
4 Francisco Severino Cavalcanti de Sou-
za, 20 annos, branco. solleiro
5 Jos Francisco deSnuza Lefio, 18 annos,
branco, solteiro.
6 Jernimo Vieira Pinto de Souza, lo an-
nos branco, solleiro.
7 I). Francisca Severina CavalcauU de
Souza, 12 annos, branca, solleira.
8 Gregorio Jos Marinho, 6 anuos, bran-
co, casado.
10 Rita Maria de Jusus, 55 tunos, branca,
casada.
11 Joao Ferreira Marinho, 40 annos, bran-
co, viuvo,
12. Firnnno Jos de Hollanda, 2 annos,
branco, solteiro.
13 Bernardo Jos de Hollanda, 21 snnos,
branco, solteiro.
14 Canulo Jos do Hollanda, 16 annos,
brxnco, solleiro.
15 Anna Tliereza de Jess, 35 annos, brin-
ca, casada.
16 Alejandrina Maria de Jess, 3-1 annos,
branca, casada.
17 Cesara Maria de Jess, 30 annos, bran-
ca, casada.
18 Jofio Ferreira Cavaicanti, 63 annos,
branco, casado.
19 Anna Maria Cavalcanli, O annos, bran-
ca, casada.
20 Jos Joaquim Cavalcanti, 38 annos,
lira neo, casado. .
21 Jos Ferreira Cavalcanti, 30 mnos,
branco, casado.
23 Francisco Ferreira Cavalcinti, 25 anuos,
branco, solleiro.
23 Manoel Ferreira Cavalcanti, 12 annos,
branco, solteiro.
21 Antonio Ferreira Cavalcanti, 16 annos,
branco, solicito.
25 Francisca Joaquina Cavalcan ti, 2 an-
nos, branca, casada.
26 Jos Gomes da Costa, O annos, pardo,
casado
27 Mariaida Conceicao, 35 annos, parda,
casada.
28 Pedro Barbosa Maciel, 42 annos, branco,
casado.
20 Joaquina Maria dos Prazeres, 35 annos,
branca, casada.
5*0 Pedro Barbosa Maciel Jnior, 4 annos,
braneo.
31 Alaria Barbosa Maciel, 6 annos, branca.
32 Anna Rarbusa Maciel, 3 annos, branca.
ii Conga lo Mendes, 68 annos, branco, ca-
sado.
34 Anna Codito de Mello, 60 annos, bran -
Ca, casada.
35 Jacintlio Mendes, 30 annos, branco
solteiao,
36 F rmino Mendes, 25 annos, branco, sol-
teiro.
37 Joaquim Mendes, 16annos, branco, sol-
tetro.
38 Francisca Mendes, 17 annos, branca,
solteira. **
3o Anna Mendes, 14 annos, branca, sol-
leira.
40 Prophiria Mendes, 12 annos. branca,
solleira.
41 Francisco Mauricio Ferreira, 55 annos,
branco. solteiro.
42 Brazida Maria Freir, 40 annos, branca,
cesada.
43 Mattinianna Maria Freir, 20 annos,
branca, solteira.
44 Rosa Maria Freir, 16 annos, branca,
solteira.
45 Ignez Maria Freir, 12 annos, branca,
solteira.
46 Mauricio Maria Freir, 8 annos, branca,
solteira.
47 Manoel Freir, 6 anuos, branco.
48 Jos Joaquim Freir, 22 anuos, bran-
co, casado.
49 Josepha Maria Theodora, 20 annos,
branca, casada.
50 Cj risco Mria Freir, 1 anno, branco.
51 Hygno Rodrigues Lima, 70 annos, par-
do, casado.
53 Mara Isidora, 65 annos, parda, casada.
o3 Mathias Batbosa, 60 annos, pardo, ca-
sado.
54 Joanna Maria Barbosa, 45 annos, parda,
casada.
55 Jos Pereira Barbosa, 35 annos, pardo,
rasado.
56 Thereza Maria Barbosa, 38 annos, par-
da, casada.
57 Josepha Thereza Barbosa, 18 annos,
parda, solteira.
58 Maria Thereza Barbosa, 10 annos, par-
da, solteira. -
59 Ricardo Batbosa, 9 annos, pardo, sol-
teiro.
60 Romio Peres Barbosa, 7 annos, pardo,
solteiro. '
61 Pedro Barbosa, 6 annos, pardo, sol-
teiro.
62 Benlo Marq ues, 35 annos, pardo, ca-
sado.
63 Maria Antonia Marques, 38 annos, par-
, da, casada.
64 Maria Marques, 20 annos, parda, sol-
teira.
65 Francisca Marques, 12 annos, parda,
solteira.
66 Marcolino Jos de Almeida, 30 annos,
_ branco, casado.
67 Francelina Matia de Almeida 25 annos,
branca, casada.
68 Jos de Almeida, 2 anuos, branco.
60 J-ourenco Justiuianno, 12 annos, bran-
co, solteiro-
"0 Jofio Jos de Lucena, 70 annos, branco,
casado.
71 Maria, Francisca, 68 annos, branca, ca-
sada.
72 Vicente de Lucena, 26 annos, branca,
solleira,
73 Joaquim Vianna Vieira, 40 annos, bran-
co, casado
74 Antonia Maria, 35 annos. branca, ca-
sada.
7a Isabel, 12 annos. branca, solteira.
76 Marcal, 8 annos, branco.
77 Jos, 7 anuos, branco.
8 Antonio, 6 annos, branco.
79 Jo.io, 5 annos, branco.
80 Francisco, 4 annos, branco.
81 Theodora, 3 anuos, branca.
82 .Maria, I anno, branca.
85 Flix, 2 annos, branco.
84 Jos Francisco Jnior, 40 annos, bran-
co, casado.
85 Maria Jos, 38 annos branca, cssada.
86 Maria Jos, 30 annos, branca, solteira.
87 Isabel, 25 annos, branca, solteira.
88 Rose, 2 anuos, branca, solleira.
89 Josepha. 22 annos, branca, solloira.
90 Anna, 21 annos, branca, solleira.
91 Joanna, 20 annos, branca, solteira.
92 Francisca, 12 annns, branca, solteira.
93 Antonia, 10 annos, branca, solteira.
9 Philippa, 3 annos, branca.
95 Jos, 8 annos, branco.
96 Antonio, 6 annos, branco.
07 Jos Cavalcanti de Souza, 33 annos,
branco. casado.
98 Maria Jos, 30 anuos, branca, cssada.
99 Manoel Cavalcanti de Souza, 8 anuos,
branco, casado.
100 Francisco Cavalcanti de Souza, 6 annos,
branco.
101 Bellina Cavalcanti de Souza, 5 annos,
branca.
102 I'elisniina Cavalcanli de Souza, 4 annos,
branca.
102 Andr Gomes, 28 annos, branco, ca-
sado.
103 Aniceto Mendes Pereira. 50 annos,
branco, casado.
104 Anna Joaquina, 38 annos, branca, ca-
sada.
105 Agrippino, 16 annos, branco. solteiro
106 Mara, 12 annos, branca, solteira.
107 Ccliciiia, 8 anuos, branca.
108 Matia Jos do Espirito Santo, 65 annos,
branca, viuva.
100 Jos Venancio, 50 anuos, branco, ca-
sado.
110 Anna Francisca, 45 anuos, b anc ca-
sada.
111 Marcelina, 18 annos, branca, solteira
112 llermino, lennos, branco, solleiro.
113 Maria, anuos, branca,
11 i uiereza, 3 anuos, branca.
115 Siinfio Cyreneo, 50 annos, branco, ca-
sado
116 Francisca Theodora, 40 annos, branca,
casada.
117 Maria, 12 annos, branca, solteira.
J.'o .A"na'. ? annos, branca, solteira.
ca i *' '!'', anuos, branco, solteiro.
120 Juvcncto Manoel, 28 annos, branco, ca-
ss du. *
121 Francisca Mana, Pannos, branca, ca-
sada.
122 Manoel, I anno, branco
122 Joaquim Manoel, 30 anuos, branco, ca-
sado. '
123 Mi-liana Maria, 25 annos, branca ca-
sada. '
124 Guilliermina, 2 annos, branca.
125 T.-utonio Jos de Figueiredo, 55 anuos
branco, casado. '
126 Francisoa Severina,30 annos. branca, ca-
sada.
127 Josepha, 12 annos,branca, casada.
128 Bernardina, 9 anuos, branca.
129 Jos, 5 annos, brinco.
130 Manoel, I anno, branco.
131 Matia, t anno, branca,
132 ignez do Monto, 40 annos, branca,
viuva.
133 Francisco do Monte, 20 anuos, branco.
solteiro.
134 Manoel Francisco,
viuvo.
133 Joaquim Manoel, 45 anuos, pardo,viuvo.
136 (.aIdilio Manoel, 10 anuos, pardo.
137 Mara. II annos, parda.
138 llosa. Gannos, parda
139 Senhonnha, 3 annos, parda.
140 J os Francisco Ferreira, 45 annos, bran-
co. casado.
141 Rosa Maria. 46 anuos, branca, casada.
142 Josepha, 18 annos, branca, solteira.
143 Matia, 14 annos, branca, solteira.
'; Certrudes, 10annos, branca, solteira.
145 Jos, 9 annos, branco. solteiro,
146 Manoel, 7 annos, branco.
147 Luiz, 5 anuos, branco-
118 Antonio, 4 annos, branco.
Brancos............... (26
Pardos..............., 2^
Crioulos .......
42 anuos, pardo,
da Paradina tem de ser tubmellida a esclarecida
apreciac.io dos retptclivos membrot nma materia
digna pur cerlo de ser lomada na consideracJo de
que lis credore.j por si meima, ja por suas relsres
polilico-ioriars. *
Queremos rallar da rtprcsenlacan cm qoe 01 lia
I.iUi.I, da pnvoacflo da Alapoa do Monlelro 'azim
clieear ao enhecimentu daqutlla astembla, ainda
una ootra vez, o motivos asta ponderosos que con-
corrern para a elevacao dessa captlla filial um.
rreaueiia independenle da de Villa Rral de S. Joao
de Cariris-Velho, da que lat ella hoie urna parle in-
tegrante.
No uo narios, 110 temido de lernartm liquida a jutlica de
tua pralencdlo, to eminentemente valioas ; e con-
"luenlemenla su por urna anomilla inslita ser-lhis-
mi.'I". n'"1" """* 1e 0,a mpelram, visto co-
essanri..""'^0 Mu"''ro 'em para lal as eondir,6fs
au.'.TdV,; d'"p0e "" popolac.au; nao pe-
frerem rC" *epi,ra '"* rt "Jo '"'-
acramento. eon.sgr.do. pe. ..j. ..lMl%""
lolica. romana, como poder n.M,-..h. ',pZ>,
Total.......
118
llisscnho Moreno.
1 Antonio de Souza Lefio, 45 annos.bran-
co, casado.
2 D. Mara Leopoldina de Souza Lefio, 39
nnos, branca, casada
3 Perminio Francisco de Pauls, 26 annos,
branco, casado.
4 D Elvira Leopoldina de Paula, 18 annos,
branca, casada.
5 Izidro Prancisco de Paula, branco.
10 mezes.
6 I). Isabel Fausta Pereira, 60 annos.bran-
ca, viuva.
7 I) Maria Ursulina do Paula, 27 annos,
branca, solteira.
8 Izidro Francisco de Paula, 28 annos,
branco, solteiro.
9 Jos da Costa Santos, 25 annos, branco,
solteiro.
10 Anna Maria da Conceicfio, 50 annos,
branca, casada.
11 Paulino Pereira Brandfio, 26, annos,
branco, viuvo.
12 Francisca Joaquina Brandfio, 56 annos,
branca, viuva.
13 Ignacio Cavalcanti de Araujo,25 annos,
branco, casado.
14 Ignacia Maria da Luz, 23 anuos.branca,
casada.
15 Antonio Cavalcanti de Araujo, I anno,
branco.
16 Elias Rezerra. 40 annos, pardo, ca-
sado.
17 Anna Joaquina, 39 annos, parda, casada.
18 Manoel Joaquim, 13 anuos, pardo, sol-
leiro.
19 Joao Francisco. 9 anuos, pardo, sol-
teiro.
20 Jofio Fidelis de Lima, 25 snnos, pardo,
casado.
21 Anglica Maria de Lima, 16 annos, par-
da, casada.
22 Maria Anglica, 4 annos, parda.
23 Francelina Anglica. 3 annos, parda.
2i Joo Jos Fernaudes, 20 annos, pardo,
casado.
25 Hilaria Maria, 30 annos. parda, viuva.
26 Valdovino Jos da Silva, 25 anuos,pardo,
solteiro.
27 Justino Francisco da Silva, 12 annos,
pardo, solteiro.
28 Antonio Francisco da Silva. 8 annos,
pardo.
29 Candida Maria de Jess, l annos, par-
da, solleira.
30 Bernardino de Jess, II annos, pardo,
solleiro.
31 Joao Flix de Sant'Anna, 20 annos,
pardo, solleiro.
32 Anna Thereza de Jess, 60 annos, par-
da, viuva,
33 Maria Jos do r*ascmento. 15 annos,
parda, sojteira.
3't Manoel Marcolino, 13 annos, pardo, sol-
teiro.
35 Jos Joaquim de Sant'Anna. 22 annos,
pardo, casado.
36 Rita Maria da Paz, 20 annos. parda,-a-
sada.
37 Antonio Joaquim de Sant'Anna,3 annos,
pardo.
38 Maria Magdalena, 2 annos, parda.
39 Jos Cavalcanli de Souza, 26 annos,
branco, solteiro.
40 Pacifica Joaquina, 35 annos, branca,
viuva.
41 Senhormha de Souza Lefio, 17 annos,
branca, s.Ticir.i.
42 Francisco do Souza Cavalcanti.il annos,
branco, solteiro.
3 Caelano Marques de Souza, 13 annos,
branco, solteiro.
44 Juvino Marques de Souza, 12 annos,
branco, solleiro.
45 Severino Jos Pereira, 22 annos, pardo,
casado.
46 Anna Rita da Concoc.o, 12 annos, par-
da, casada.
47 Francisca da Conceicfio, 12 annos, par
da, solteira.
48 Jofio Gomes, 10 annos, pardo, solteiro.
49 Francisco de Paula Pereira da silva, 67
annos, branco, casado.
50 Jofio Francisco, de Souza, 30 annos,par-
do, casado.
51 Cor.lolina Maria da Concoi(5o.20 annos,
parda, casada.
52 Jos Francisco de Souza, 1 anno, pardo,
solteiro.
53 Francisca Maria do Espirito Santo, .14
anuos, parda, solleira.
5 i Jos Antonio de Siqueira, 17 annos,psr-
do, solteiro.
55 Luiz Vieira de Souza, 20 annos, pardo,
solleiro.
56 Angelo dos Santos Pereira, 20 annos,
pardo, solleiro.
57 Manoel Francisco d'Annunciacao, 60 an-
nos, pardo, casado.
58 Mana Francisca Amelia, 25 annos, par-
da, casada.
59 Amelio Leal, 5 annos, pardo.
60 llenriqueta Amelia, 3 annos, parda.
61 Fortunata Francisca, 4 anuos, parda.
62 Odorico Leal, I auno, pardo.
63 Mara Francisca da Paz, 14 anuos, pirda,
solteira.
64 Senliorinha Maria, 0 annos, parda, sol-
teira.
65 Vngelica Maria da Conceiqfio, 30 tunos,
parda, solteira.
66 Ignacio Simplicio, 12 anuos, pardo, sol-
leiro
67 Jos Caelano. 7 annos, pardo.
68 Manoel Francisco, 16 annos, pardo, ca-
sado.
09 Jofio Ferreira da Silva, I annos, pardo,
casado.
70 Monica Vernica. 3 annos, parda,
71 Manoel da Silva, 17 anuos, pardo, sol-
teiro.
72 Paula Firmina da Silva, 15 annos, par-
da, solteira
73 Maria Jos dos Martvrios. 1 annos,
parda, solteira.
74 Joanna Mana Francisca, 0 annos, parda,
solteira.
75 Theodora Maria do Rosario, 7 annos,
parda, solleira.
76 Antonio Ferreira da Silva, 0 annos.par-
do, solleiro.
77 Joaquim Ferreira da Silva, 5 annos,
pardo.
78 Jos Ferreira da Silva, i anuos, pardo
7'J Luiz Ferreira da Silva, 1 anno, pardo.
80 Luiz do Carino, 4 anuos, preto, casado.
(Continua .
a er .levada a fregu/u Independen le "
,sta consideradlo de procedencia a favor da erea-
, corno se v. ha tmenle reslricla ao material
cpela ; e e por esla hee nao ha pois objeccao
nsivei. Den huma nnlr. Iin.h... .J-.:.. k
iQmmnulcb0'&.
.Na prese
PARAMIBA.
uile tesiao do corpo legislativo provincial
p.r
f
r.lo
plantivel, nenhuma ontra lambem a tdnjite tendo -
pelo eonlrano lodat at eircumilaneiss allnenla
consprame no sentido das alle-.acoes dos peticio-
narios.---------
Urna n-egaezia qoe comprehende 42 lesnas de
ttleusao longitudinal a 40 de lahlnde. orna frage-
la qne contera em tna comprohensao dilTerenlet
povoadot tsenles em pontos duianlet uados outro,
urna rregoeiia emlim que he loda anteada de po-
palafla na amplidi de 42 legnat, por melhor que
i ?:,rlocho respectivo, por mais evanglico qoe
H..'. '"""em. "ao he possivel ser regida como o
?..!. e po.r Cl">equencia nao podem ter sals-
.1 .!"i ^y****" Pl'llaet dot fregu.. que,
'l0r,'' ao mn Pn aquellet qoe habi-
-3 w .\Z04 ,ri,,,,a P'los "'edoret da gr.ja
TSSmTt r ",'" "ment., qand*o o,
recebam fora de lempo.
Neslas coiidiCo,s acha-se a Alagoa do Monleiro,
f.J* !"""" l0.?""a ,6m a ,0 "cerdo!
le para dnpentar-li.es o patio espiritual, alim da que
nao o bajan,1 tmente pelai deiobrigai; de maneira
que alem de lodos os direilos parochiaes, a coja
sansfacao tf o ellas obrigados, e a cumprem mu pe-
nosamente, anda carr.gam eom mais etln bttm,
"je apar de ser-lhet productiva, nao devera eom-
do petar tobre ellts.
Cumpre porlanlo dar um remed) a temtlhanle
scarreos ; compre evitar qoe se reproduiam sce-
as idenlica. as que all liveram logar p.lo cholera
em que te n.lo futsem parodias eilranhos rosiore
seriam as calamidades ; cumpre finalmente crear-se
a rreguezia impetrada, o que Ismos que sera' adhe-
rido ptla illuslrada atserablea provincial da Para-
E nao se topponha peregrina eala idea, nSo te
tupponha que lie ella filha tmenla de meia dona
de petsoas dalli, ni ; esta Idea he de lodos qoe eo-
nhecern a siloacJo lopograpl.ica da 'reguetia da
Villa Real de S. Jo3j de Canrs-Velho, he a de to-
dos que sabem quaet sao as proporc,oes da Alagoa do
Mnnle.ro, que alem de lodat as mait cundieses roa-
wriaw para rpido incremento, rene hoja a da um
acude de .160 palmoi de eompriruenlo, com 1 OSO
de cana. 33 de fundo 2,215 dVe.tensao de renr.-
a, devido aot esforcot do ineansavel prefeilo da
1 enre, o mol digno Sr. rrei Caelauo de Metsim
que fe-lo coutlruir pelo povo quando all andou em
Ero negocios de interesse geral, devem calar-se
quae.quer cunssderac&es que posta m levantar-te ; o
uiiividoaliamo nao deve f,ier cn quando falla o
bem comraum ; a pos he precito nlo dar-te onvidos
a urna ou duas sereas, que com os ,eei eanlos nre-
endam allrat.ir a' negseio os legisladores parahi-
banos, que por cert., como ouls'ora Clytsea, luto de
cerrar 01 teut oovidot toa da sedocijao.
Jairas observarles (endenlet a eseltrecer mais a
Miarla Uriamos anda qoe exhibir ; mas como es-
to ellas as-as desenvolvidas na represenlacao, eora-
provadas com documentos irrecosavels, deisaraa-li.
de raier agora, com promesas de vollar a esla quet-
tao se porvenlura or neeesaario.
tssnraae
Recite, 19 de agosto de 1857.
Segu para a Bahia o Sr. Dr. em medicina Pedro
Antonio Cetar e toa contorte a Esm. Sr." D. Clara
Colonia Cesar, circumstanci.s imperiosas o obrigam
a relirar-ie, o Sr. Dr. Pedro Cetar, quando pela
nnmeira e que veio a essa comarca na lerrivel
quadra cholenca encarregado pelo governo, a pres-
tar os oeeorros mdicos, pretncheu satisfactoria e
eihutierantemenle a commissao.de que te havia au-
carregado, sempre incansavel em promover todo
qoanto at eirenmitandas etigiam a bem dot infthzet
e de loda a comarca, assim se fei digno de lodos os
encomios e da estima das pestoas gradas da en-
marca. ,
Comprehendendo alie a necessHade de preslar-
not anida as uncrOei de ten magisterio de valla da
eunnrmocio de teu grao, se not apretenloo.e no cur-
io espaco da 5 mezes obleve felixet resultados em sua
clnica.
Oesejsmo. qoe nosso amigo continu a ser feliz
nos actos de suaproflssao, mere rendo sempre lovou-
res para honra do grao que occapa na suciedad?, a '
lo dfstincta e honrosa rlatse medica brasileira.
Ctna reliz viagem n leve a capilal e dallia Bahia,
e venios bonao(otot em om mar de rotas ; nosso
amigo dticulpe-not te eom etlas fraeas expretsdes, fi-
Ihas da convierto, posta odender a tua susceptibili-
dade. p
m l'm Goiannenie,
O presar que eiperimenlamot ao ver qualquer
melhoramento em nosso pala, not levoa a Titilar o
elabelecimento de obras feilas por artillas altante
do Sr. capitao Jote Luiz Pereira Jnior, silo na ros
Nova, a de que tiremos conhecimenlo, pelo que a
tea repotlo diste a .(Pagina Avalsa do Dia-
rio.
Sem qoerermos tributar ao Sr. capillo Jos Luiz
o podre incens da lisonja a adularan, diremos que
he esse digno pernambocano eredor dot miioreselo-
gios pelo ponto de grandeza em qua tem montado
esta importante rffieina, mostrando nao so que
snhela ver derramada eotre nos a industria, senao
lambem, que os nottos patricios artistas enconlreru
em teu etltbelecimenlo pao e Irabalho.
AIR to empregam actualmente mais da 100 pe-
soat da ambo, 01 setos, capazet de Irabalho, e dis-
iribue-se temanalmenle ferias no valor de 100 a
500 mil reit.
Nada deixa a detejar a boa ordem e regulerida-
de, porque o aervico e ada hbilmente, distribuido,
e ha como qoe um desejo geral de acreditar o es-
labelecimenlo porque toa ulilidade he maoi-
fests.
At obras, que dalli saham sao primorosamente
acabadas, a de um preco interior as que 3o do ea-
Irangeiro importadas, havendo de mais a mait a
vanlagem de obler (oque enlre nos era quasi im-
po-sivel) qualquer laclo prorapto uo curto espaco de
21 horas.
Asim, poit, nao precisamos agnra mendigar do
eslrangeiro tuas obras oralmente mal terminada', e
de precot exorbitantes, a nem nos he precito in-
enmmodarmos eom om mez de anleeedancia, qual-
quer obra, que prensamos.
l'iesleza, pontualulade. perfeico e preco enm-
modos teeneontram no estabelecimeato do Sr. capl-
tao Jos Luiz, que sacrificando teas eoramo tos e .
no piiura sommas, Contegqio montar urna uilkina,
que enlre nt se pode considerar por sua ulilidade a
prlmeira netse genero.
O admirador do progresto.
L'MA MI- DA Mi a D'Ol'RO.
Sempre que um depulado comprehende a missio
nobre de qoe se encarregoo, h.avendo-se rom inde-
pendencia, honradez e circoraspecc,aa, advogaude
deeinleresadamenle acanta da nayao, que represen-
la, nao ni compre com um de seut mait sagitdos
devere, como lambem augmenta a gloria de toa
provincia uatal : nesle caso ecrlameute et o E\m.
Sr. Dr. Francisco Carlot Brandan, qoe desde que
eslreou tua carreira parlamentar se lem esforzado
pela prosperidade das arles, concorrendo para mt-
lliorar a silu-i-ao dos artitlat nacionaes, promoveudu
attlm na cmara de que lis digno merabro oa meios
conducentes a etse nobre fim.
E porque esse digno depotado periiambucano
com sen procedimento se tioli tornado digno da
ron-i tererao eslima publica, acaba da ler a prova
mais aalheolica do alto apreco em que he ti :o pelos
teus concidadaos.
Ei-la :
A Ai.innr5,, Nacional dos Arlislas da Corle, olle-
reeera ao depulado pernambucano Branda., urna nie-
daiha da ouro.Consta dos Diarios do Rio de Janei-
ro de 8 e 'J de agosto do correnle anno.
l-lj poslo, teja-nospermitlido agradecer a honra-
da e generoa Assoriacao, por essa magnnima pro-
va de dislinrcao, ofterecida ao Ilustrado pernambu-
cano, qoe j .mais desmerecer a honra que Ihe fui
conferida, poi assim o eremos.
Recite 20 de agosto de 1857.
A cidade de Goianna.
.Sr/. reiacloret No Diario de boje apparecea
um cormnunicado, em que teu autor, ule 11 .l,.--e
ao periodo do relalono da direccao da absocmuio
commercial, que fallo sobre a vaulagem que retalla-
ra em 01 pralicos da barra serem distribuidos p,lu-
na mis a vonlade dos coutigualario, em lugar de o
ter por escala".
He na verdade Lem triste a s.lnda qoe o censor
desle tpico da as suat idat, pois aprsenla urna pro-
videncia do regulamenlo pelo qual te poda escolher
lal pralic, como se a direccjio iguora.ie urna cousa
que perreilamenle sabe qualquer dos seus membros!
Que novnlade apresentou o Sr. communiranle em
publicar que poda escolher-se o pralico mediaole
nova despeza, eomn se j fosse peqoena a aclual !
,\t palavras do citado relator que dizem ler ul-
limameiite a capitana aidu mtuos rigorosa na toat
exigencias, liarmnnitando ai dipoii(oes do rtgola-
n.enio enm a | n.^a> peculi.r do no,to porto ele.,
foram lambem Iranda, ao puhllru como revelando
que ouli'ora nunca a capilaiiit tura tevera por de-
inai-. Islo he que o commuuirante nao sera' capaz
.
'
.!
i
. 1




MUTILADO









DIARIO DE PERNAMBUCO SEMA FE1RA 21 DE AGOSTO DE 1857.
'
r
de provar nio h caa eoatiantltria de nvio que pois a prelenc.ao dilles era t qoe o ctpitao elevasse
se nao tambre dus prsadoi veximei qoe oulr'ora se a (03 as toldada que din antee linham conlralailo
impuntual ao< navio quando ee Ir-Lva dae desear-1 por 503, pretendo que alias o Sr. caimito do porto
(es de lastro*, matriculas ete. S- o omrannleante deferio com toda a juslic. como era de esperar.
da tres estrellas se descobrlsse, e ... rese ser pes- j Em conr|usao diremo, qDe o relalorio de qual-
oa habilitada para seguir ama dneusso leal, lnvia de apparecrr que* fosie revolver a uns docurnen- i fgu, g0C10s 0J quaeJ ,_.,,,. (m ,s,emblea ce-
tos que provam o que ee passoo onlr or,.ra|' al" ral psrtilham as ideas all coniignadas, e porlanlo
*a-lo-hemo em par, poi nos parece qeene "i>Pr- ne cerlo que ua capitana de.ie p"Ho lem sido ol-
prio ter msior dessnvolvims.ilo com suelto, que a- ,lminen,e menos rgorofa em sua$ eiiaencle, liar-
presenlandese eom nm de reelacoar contra um | monnnn nigomjj diposiccs do reanlamento cpm
a.eriplo que llie nSo igradoo, vero fallar ero con,,, | aj eooM cuharet'do porl.
que nenhuma relacao lem com o objtclo de qoe ee r
Ura, dUtndo-se ajora islo, nao sabemos o empe-
nho que lem o communicanle em retroceder ao pas-
tado, que ja' vai isquecido Sr. cummonicanle,
cuidemos todos do presenteoUidemo o paseado, e
deitemn o futuro e Dos.
Recife, 20 de agosto de 1857.
trata.
A que nm ao caso roenrtonar eervicos teuot ei-
eflleio netits navios qoe ee apona ? A prova de que
parle dada sobre o primeiro era falsa, ve-te na o-
pinilo favorevel da veslnria, lano aatiin qoe os
proprioe denunciantes saRoIram no mesmo navio,
Wublkco pMbo.
Resumo da rece i la e despez- da irmandade do Santissiini) Sacramento da matriz
da Boa Vita, sendo WM o Ir- Jote Antonio Moreira Das, e tbesoureiro o Ir.
Joao Bartholomeo Goncalves da Silva, tendo principio em lo de julho de
1856 a 8 de agosto de 1857.
Reeelle.
Saldo da meta do timo de 1855 a 1856. l-28-t'.C.
Renditnento das caiss...... 1:2939000
Bolias das quintil feiras..... 7219700
Esmolte para le misen cantado di
imigeo doe altares......
Ditas di caiilulia........
Vendat da livros.......
Hendimento da sacrista.....
Hereliitnentos diversos......
Entrad de irmos...... .
Quola de catacumbas......
Apolieee...........
Esmola para otsermaot da Qutresma
Ditat para ligaras de procistao do St-
nhor aot enfermos.......
Dilat ptri o sepulcro......
Venda de jaiigee.......
Jais da mesa e devora.....
200s 125
568260
2609000
2279080
049600
2:2209000
5559000
5I96O0
11090O0
708000
1279000
2009000
3809000
Des pea.
Alfsiat............
Conlat em juizo.........
Missas cantadae dat qatiitat-feiras .
Dilat t imagen doe llares laleraes. .
Cera............
Dcimas.......... .
Deipezaa da eacrislia.......
Diversas deepezas.........
Softraglo...........
(inicios de aconta........
Roupa lavada e engommada ....
Sermaos da qnaresma.......
Prorlsso do Senhor aos enfermos. .
Sepulcro...........
Pesltvidade da (lora.......
Fesla do Orago.........
Mina caoleda d* quinln-feira santa. .
Dita domingo de Pasclioa......
Dita do Espirito Sanio......
Mise da eleicSo........
Dita canlnda noile de ualal.....
Calacuuibat do cemilerio......
Foros............
Legado............
Concert de predio........
Ordenados do sacrisllo e .iirl.nl. r. .
Pelo que deve o cofre das obras ao cofre da
irmandade..........
Saldo que entrego ao thcioureiro .
3. A importancia da arrematarlo ser
paga em una s prestacio, quando os con-
cerlos eslivt-rem concluidos, que serfiu re-
cohidos delinitivamenle.
4. Para ludo o mais que nilo estiver de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se-ha o que determina a lei provincial n. 286
de!7demaio de 1851. Conforme. O se-
cretario, A. F. da nnunciacSo
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumplimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de II do corra-
te, manda fazer publico, que no dia 3 de se-
tembro prximo vindouro, parante a junta
da fazenda da mesma IhesourariB, so ha de
arrematar a quem por menos lizer obra do
empedrameno do 23.* lanco da estrada da
Victoria, avahada em 8:6023 rs.
A arrematarlo ser feita Da forma da I-i
provincial n. 343 de 15 de mato da 1854, o sob
as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matarlo comparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
5 Batalha das trineheiras francezas de tos, tapetes, capachos, tren de COZnha,r PTTA NOVA N %L
noite no dia 8 de selembro do 1855. L njuitos outros objectos que Se adianto ., _,""* ,,.,.. .ir..,..
6. Balaba de Alma tomada por outro ,, ^. '.,,!,,,,. <, Madama liosa ll'rdy recebeu do ranea
ponto. palentcsaoexamedosrompradores: te*. Um sortimento do fazendas de moda do ulti-
7. Bombiirdeamento de Bommarstind. ta-leira I do crlente, as 1 hora da ; mo g0slOi sai,er, lindos enreitcs de cabeca
8." As fortaleaf de Cosran, urna das mais manliaa, na ra Nova n. 21, tereciro an- para senbora, chapeos de se la, ditos de pa-
fortes da Bussia em frente de 8. Petras-1 dar Dor cima da cata do Sr. Germano;ltl!l desaliados, enlatados, de cores, ditos de
, fellro o do i.aiha para montara, manguitos o
relojoeiro.
6:6980010
Kestimo da receitaedespeza com as obras
359*00
2389656
2419140
!l8700
l:(M6000
1759-20
44-S02O
1IU-J8W)
1239300
29950O
6393O0
37652S
:i!i.?.iM)
4599811
34978(1
231100
879540
J-UM
1 lao
lll-IKKI
I93S0
ISOOOO
5218139
563o 11 Mi
(i:fiIH^II0
da matriz do Santisslmo Sacramento da
Boa Vista, sendo thesoureiro o irmao Joao Bartholomeo Goncalve da Sil-
va, tendo principio em 13 de julho de 1856 a' 8 de agosto de 1857.
toalla.
Ouola da llitsonraria provincial. 8009000
Tabuas de forro da calacuraba da itreja Ikh- l:t-1
Beneficios de nove partes de lolsrias 20:353s336
la boas de ferro dat pedrea e paos da
i- iberia da catacumbas..... 289000
Pelo que dse o cofre de obrat ao co-
fre da irmandade. ...... 5219452
21:8898120
Pedras de Lisboa
Frente da igreja. .
Catacumbas da igreja
Diversas despezas .
Letra em quetlio .
Deipeza.
15:9329170
4:7919050
S37C820
38-080
NOfOOO
21:889; 120
Receila da irmandade.
Dita des obrat .
Detpeza da Irmandade.
Dila dat obrat .
Salda que entrego.
RECOPILACO.
.....6:698.^110
.... 21:3679608
5:6-238452
21:8899120
28:065ti78
27:5129572
553:106
Boa Vltla 8 de agolo de 18r,7. O thesoureiro, Jn.to Bartholomeo lionctlvrs da Silva.
WvOrfeWlt'
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Paria, 346 re. por fr.
e Litboa, 92 por % de premio.
1 Rio de Janeiro, 2 por 0|n de descont.
Acc,o do banco 50 por cenlo de dividendo per coa-
la do vendedor.
eompanhia de Beberibe 609000 por acrao
c compaubia Pernambocana ao par.
i c Ulilidade Pablicn, 30 purcento de premio.
c Indemnjsadora. til ide--,.
1 d estrada rio ferro 20 por 0|0 de premio
Ditconto de lettras, de 10 a 10 por cenlo.
Acedes do Banco, 40 a 45 de premio.
lluro.Olivas despatilllas. 299500 30OGO
Moeda de 69*00 vellias
< c 6>iO0 nova- .
t 49000. .
Prata.PalacOet bratileiros. .
Pesos columoarlea. .
meiicanot. .
ALFANIIEI.A.
Peudimeutodo dia I a 19. .
dem do dia 20......
169000
16CO00
96000
26CO0
25000
1C860
331:6773908
46:9:16)926
381:6119834
Descarregam boje 21 de agoslo.
Brigiie francetParahibamercaduras.
Brigue ioglezfortunalou;a.
Barca inglezaRoberl Jonestrilhos de ferro.
Brca americanaI'hSofarinlia de trigo.
Brigae eaecoJennymerradorias.
> Mitaca despanbolaDolore,pipa de viudo.
Samara hetpanholaConceicofamo cdarulos.
CONSULADO t'.ERAl..
Bendimeolo do dia 1 a 19. 78:8089603
dem do dia 20....... 3:628s6C9
82:4379272
DIVERSAS PROVINCIAS.
Bendimiuli) dodia 1 a 19. .
dem dedit 20. ..... .
4:9659018
56/855
5:02l903
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo comparecam na sala das sesses
da junta no dia cima declarado, pelo meio
dia competentemente habilitada.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da ihosonraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. F. da nnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematar/So.
1. As obras da primeiraparte do 1 nmei-
ro lanco do >-mpedramehto da estrada do Pao
d'Alho, far-.se-b3o de conformida le com o
orcamento approvado pela directora em
conselho e apresentado ao Exm. Sr. presi-
dente .la provincia na importancia de .
38:06^/000 reis.
2." O arrematante dar principio as 0-
bres no prazo de um mez c as concluir no
de 16 mezes, ambos contados na forma do
art.j3l da lei provincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematacao realisar-se-ha na forma do art.
39 da mesma lei.
4." O arrematante excedendo o prazo
marcado para a conclusSo das obras, paga-
r urna multa de IOO3 rs, por cada mez, em-
bora Iho seja concedida prorogacao.
5. O arrematante durante a execuco
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." O arrematante ser obrigado a em-
pregar na execucao das obras pelo menos
metade do pessoal de gente livre.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado as preseutes clausulas nem no
ore miMiio, seguir-se-ha o que dispe a res-
peito a lei provincial n. 286. -Conforme
O secretario, A. F. da nnunciacSo.
Olllm. Sr. inspector oa thesouraria pro-
vincal, em cumplimento da ordem do Exm
Sr. presidente da provincia, de 7 docorren-
le, manda fazer publico, que no dia 20 do
mesmo vai novamenle a praca para ser ar-
rematado a quem por menos lizer a obra do
provincial de
O secre
DESPACHOS DE EXPOKTACAO PELAMESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE M) DIA
20 DE At'STO DE 1857.
CanalE'cnus inglti .Elli t John, Paln Nash
S C., 45 taceos ataucar matcavado.
HavreCalera francea tllodi, Laaterre & C,
1,000 couros salgados.
GenovaBrigae sardo aDaino, Kisto \ Ltmos, 150
saceos anoear branco.
MontevideoBrigue dinamarqus Ccrcs, Bailar
i\ Oliveira, 50 pipas caduca.
ltio da PratsBngu sueco aDiodem, Francisco
Medeirot \ C, 350 barrica anoear branco.
Bio da PralaPatacho iuglez Indem, Iitac, Cuelo
il C, 40 barricat atsucar braoco.
Baenos-AyresEseana ingleza Bosphorasv, Atno-
run Irmaos, 230 barricas atsucar braoco.
EXPORTACAO'.
Porto, barca nacionot N. S. da Boaviacemu, con-
duzio o teguinle : 3,291 taceos e 228 barrica
com 18,226 arrobas t 30 libras da
coaros talgido*, 73 cascos mal, 25 taceos gomma,
4,500 puntas de lioi. 1 sacco e 1 barrica esfe', 2 bar-
ricas faiihit.i, 10 colclides de algodo, 2 caisOtadice,
9 pranchOe de oleo.
KECEBDOKIA DE RENDAS INTERNAS (iE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimenti do dia 1 a 19. 15:9109657
dem do dia 20....... 1:320.;*>89
15- lanco da estrada do sul, avaliadaem
17:231#346
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 19. 46:9259763
dem do oa 20....... 2:0309127
0t> f-.' r.v|0 r)0 OKtp.
Naviot enlradot no dia 20
Liverpool40 diat, brigae iaglez Sipho, de 359
toneladas, eqoipagem 15, carga fazeodat ; a J.
Pater S C. Pr-lence t Liverpool.
Terra Nova36 disa, brigae inglez Relies, de 199
loiirl.-i'l:i. capilAn Wm. Broulls, equip'grin 11,
- rargl 2,050 barrica com baratillo ; a J. Pater &
C Perlence Liverpool.
Kio de Janeiro19 di., li.rca nscional Cecilia,
de 332 toneladas, espilio Bernardo Aogosto de
('. irv.ildo, egaipagem 14. em Ustro ; a Ferreira cV
Arau|'i. Segoe par. o A-u'.
dem e Baha7 diaa, varpor ioglexePrine*, com-
maudante Judn Hammaeh ; a Admssun lime &
C. Perlence a Soolhamplon.
Navio saludos no mesmo da.
Ierra NovaPalacha Ingle! .Geaourii, capillo Tdo-
mai Brier, em laslto.
Assa'Brigoe nacional .Imprrador do Brasil, rom
a meima carga que trooie. Sospendeu du la-
meirao.
-..I ii.i i de Terra NovaBrigue inglez (i'aucu c -t n.' o James Aillo, em lastro.
Para' e porto intermediosVapor nacional olrape-
ratita, commandante o capilao-lenrnte Sania
Barbara.
LisboaPatacho pnrluenez Maris Ignei, rapililo
Antonio Jos' da Borda, carga assacar e noel.
MtrseldaBarca franceza Mara, cap lao S. Vi-
dal, carga atsucar.
15:6209000 reis, servido de base para a arre-
matarlo o otferecimento de 1 por cento de
abatimento feito por JoSo Hippolyto de Meira
Lima.
A arremalaco ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de m'aio de 1854, e
sob as condices especiaes abaixo copia-
des.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
maiaco comparecam na sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857. O secre-
, 4,710 tario. Antonio Ferreira da Annunciasao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
t. As obras do 15.' lauco da estrada do
sul far-se-hSo de conformidade com o orca-
mento, planta e perfis approvados pela di-
rectora em conselho, e apresentados a ap-
provacao do Exm. Sr. presidente da provin-
ciana importancia de 15:6209 rs.
1." O arrematante dar principio so-
bras no prazo de um mez, e dever conclu-
las no de 18 mezes, ambos contados na for-
ma do art. 31 da le n 286, dando transito
ao publico em toda aextens3o do lauco no
fim de 6 mezes.
3. O pagamento da importancia da ar-
rematac3o realisar-se-ha em quatro presla-
cesiguaes cuja ultima sera paga na occa-
siSo da entrega delinitiva, easoutras cor-
responded a cada terco das obras.
*. O praco da responsabilidade ser de
um anno, durante o qual o arrematante sei
obrigado a manler a estrada em perfeilo es-
tado de conservadlo reparando as ruinas to-
das as vezes que exigir o engenlieiro da es-
trada.
5." Para tudo o que oSo se acba especi-
ficado as presentes clausulas nem no orca-
mento, seguir-se-ha o que dispe a respeilo
a lei provincial n.286.Conforme.O secre-
tario, A. F. da nnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria |
48:9.>Vi90
1:299*771
10l990
372J880
1909500: Pernambuco 12 de agoslo de 1857.O secre-1
" tario, Antonio Ferreira da Annunciac3o.
Clausulas especiaes pra a airomatacSo.
1." As obras do empedramento do 23."
lanco da estrada da Victoria, executar se-
Iiiio de conformidade com o orcamento ap-
provado pela directora em conselho e apre-
sentado a approvacao do Exm. Sr. presidenr
te da provincia na importancia de 8.6029 rs
2. As obras principenlo no prazo de um
mez e lin larao no de um anuo, ambos con-
tados de conformidade com o art. 31 da lei
provincial n. 286.
3." O pagamento da Importancia da ar-
rematado realisar-se-ha na forma do art.
39, da mesma lei provincial n. 286.
4. O arrematante excedendo o prazo pa-
ra a conclusao das obras pagar urna multa
de IOO9 rs. por cada um mez, embora lhe
seja conced la prorogac3o.
5." O arrematante durante a cxecuc3o
das obras proporcionar transito ao publico
eaos carros.
6.* O arrematante ser obrigado a em-
pregar pelo menos metsdo do pessoal de
genie livre.
7." Para ludo o mais que nSo se achar
determinado as presentes clausulas nem no
orcamento, seguir-se-ha o que dispe a res-
peilo a lei piovincial n. 286. Conforme.
O secretario, Antonio Ferieira da Annun-
ciaeflo.
lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazen la provincial, em cumprmento da
ordem do Exm Sr. presidente da provincia
do 11 de julho ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do crreme, ao meio dia, po-
rante a junta da fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar a quem por meaos
lizer o costeio da lluminacio publica da ci-
dade de Coiar.na, por tempo de 3 anuos, a
contar do i,: de outubro do con ente anno
ao fim de selembro de 1860, avallado caua
lampe3o em 180 rs. diarios.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rentalacSo comparecam na sala das sesses
da mesma junta, competentemente habilita-
das, que ah encontrarlo as cundces da
mesma arrematacSo.
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria
Pernambuco 12 de agosto de 1857.
tario, A. F. da nnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprmento da ordem do
Exm Sr. presidente da provincia de 11 do
corrente, mauda fazer publico, que no dia
10 de selembro prximo vindouro, peranle
a juma da mesma thesouraria, se ha do ar-
rematar, a quem por menos fizer a obra do
9. lanco da estrada do norte, avaliada em
9:2369420 rs.
A arremalaco ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
malacao comparegam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas
E para constar se mandou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 13 de agosto de 1857.O se-
cretario, A. F. da Annunciscao:
Clausulas especiaes para a arreralacSp.
I." As obras do 9--lanco da estrada do
norte far-se-hio de conformidade com o or
camento,planta c perlis, approvadospela di-
rectora em conselho,i e apresentados a ap-
provacao do Exm. Sr presidente da provin-
cia, na importancia de 9:236;126 rs.
2. O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez e dever conclu-las no
de 13 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da lei provincial n. 286, dando tran-
sito ao publico em toda a extens3o do lanco
no Gm de seis mezes.
i. O pagamento da importancia da ar-
rematado realisar-se-ha em quatro presta-
ses iguaes, cuja ultima ser paga na occa-
siao da entrega deOnitiva, e as oulras coi -
responderao a cada terco das obras
4." O prazo de responsabilidade ser tim
anno, durante o qual o arrematante sera o-
brgaJo a manler a estrada em perfeilo es-
tado de conservarlo.
5. Para tudo oque nao se achar especi-
ficado as presentes clausulas, nem no or-
Caineiilo, seguir-se-ha o que dispe a res-
peilo a lei provincial n. 286.Conforme
o secretario, A. F. da annunciacao.
OSr. colleclor das rendas provnciaes
Jo municipio de Goianna a/ saber que em o
diadehojelhe fo entregue pelo delegado
deste termo o escravo crioulo de nome Luiz,
natural da comarca do l.imoeiro, de idade
de 25 anuos, estatura alU, rosto redondo,
cabellos carapinbos, olhos prctos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pone i, picada de
bexiga, preso nessa ci Ja Je a ordem do mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente auno, sen lo avallado na quantia de
1:2009 ; pelo que chama-se a todas as pes-
soas que liverem direilo ao referido esciavo,
par. que dentro do 60 di .s, contados do pu
blicacao deste, aprsentelo na eollectoria da
dila cidade sua justilicacSo de dominio, a
qual ser produzida peranto o juizo inuuici-
pal desse lertno, e lindo o praio menciona-
do sera arrematado em hasta publica, a por-
ta do mesmo Sr. colleclor, precedenlo-se
annuncio do dia e hoia em que houver de
ter lugar dita arremelacSo, publicando-se
ele edital pela imprensa, e oude mais con-
vier. Collecloria provincial do muuiciplo
de (.uiaiina 30 de julho de 1857.O escrivao
da collecloria, Luiz de Albuquerque Lina
dos Cuimaiaes l'elxolo.
burgo.
9. A famosa hatalha de Buenos-Ayres,
ganha pelos Bratileiros a 3 de fevereiro de
1852.
10. Ceremonia, inaugtiraco da expsi-
to universal do palacio da industria em 15
maio de 1855.
11. Passeios ojarJins de Luxemburg em1
Franca
12.a Vista geral de Leao de Franca.
13." Palacio e passeios de Versalhes.
14.a Vista geral Ruilo em FraDca.
15 Arco tiiumpliaitto da estrada em Pa-
rs Iluminado.
16." Entrelak entrecem na Suissa.
17. Vista de Sevilha de Hespanha.
18." Napoleto I, botando o oculo em fren-
te da Cathcdral de Milao.
O salo estara aberlo das 7 at as 11 da
noile. Entrada a 19 rs., e os meninos do 8
anuos a 500 reis.
LEI LAO
exti
or
(Hit
rio.
(*'iii reserva aljafiinia).
A. Topi, com deposito deobjectosde mar-' ij vprlil3! i'l
more e alabastro, no aterro da Boa-Vista n. v
camisinhas bordadas, es^artilhos de todos
os lamanhos, cortes de seda branca lavra-
dos para noiva, leques, lita de seda e vellu-
I do preto, balcia para vestido, na mais mo-
1 demos e ricos pontea Jj tartaruga, lindos
i chapeosinhos de seda paia baptisado, toucas,
meias de seda, vestidinhos feilos, beneras,
ricas capellas de flores para noiva e mantas,
e militas outras fazendas que se vendem em
conta.
alg'odo (l.i
THiATUO
DE
SOmiBULA.
SABBAIK), 22 1)0 CBRENTE.
Jacome luyate* lem a honra pela ultima vez dt
apresenlar um grande e variado espectculo, divi-
dido em lie parle a sader:
PBIMEIRA PARTE.
Novas rocreac,oes de iiiagi't apparenle.
segunda Parte.
Magnetismo animal com a somnmbula, qoe se
presta a ser magnetisaila peranle oa espectadores.
TERCE1RA PARTE.
O negro africano lias rluas America do norte do
Sul, cantando modiudas e dansando o chimarote,
acompandado pela orcdeslra.
Jacome Ulysse esua irmaa tem a honra pela lar-
Mira e ultima vez de recorrer a prolecc.5o dos illas-
tres dahilanles desta cidade, a quem se conTessam
sobremaneir.i gratos, pela benevolencia e orbanida-
de com que os rereheram; os mesmos protestam grati*
(l.ln eterna a par de um vivo e perpetuo reconheci-
roento a todas as petsoas que lionran seos especia-
culos.
O rosto do bildetes scliam-se a venda na rasa do
Sr. llouraarI. roa da Cadeia do lterif n. 15.
As pe rotes e cadeiras, queiram msnda-los buscar al boje
as 4 horas da larde, do contrario serio vendidos
avolso.
12, tendo do relirar-sn brevemente paia a
Europa, far leililo por interyencao do agen-
te Borja, do seguinte : um grande e lindo
sortimento de figuras diversas, representan-
do porsonagens celebres antigs e modernas
differenles vasos gothicos e gregos para a-
dorno de sala e para jardins, 2 ricas mesas de
mosaico, historia natural !passaros, quadru-
pedesi, jarros, garrafinhas, fructeiras de va-
rios modelos, objectos para escriptorio, e
para enfeit-a do mesa, e urna itamensidade
de oulros muitos artigos de gosto e de luxo,
que s podem ser apreciados com a vist<,
segundo os cathalogos, que serSo distribui-
dos no dia terca-feira 25, no armazem do
dito agente, na rna do Collegio n. 15, e no
supra e ritadoes tabelecitneut, aonle lera
lugar o leiUo : quarla-feira 26 do corronlo,
as 10 horas em poni da manh3a.
O agente Borja, em seu armazem
na rna do Collegio n. 15, fara' leilao de
tima encllente mobilia de Jacaranda'
com pedrn, o tuna infitiidade dcoutros
muitos objectos de marcineiria e outras
(|tialidadcs (que sero vendidos s ni limite
de prero plgum), tuna cui\a com cassas,
urna dita com chapeos lrancezes de mas-
sa e do Chile, e urna porrao de relogios
ingleses, suissos e horisontaes (para liqui-
dacao); e bttn assim um e\celleute car-
rode tpialro rodas, com uuia linda pa-
relha de cavallos rtissos, um caineiro
muito manso, jiara crianza montar, e
dous ptimos escravos moros proprios
para lodo o serviro, osquaes serSo ven-
didos pelo initior prero ollerecido : se-
gunda-eira 24 do corre tito as 10 horas la
inanha.
#.*>i*^ :*?>'i?*-?**"*..
tD
8 60a
rao assu .
A escuna nacional Linda, que dever se-
guir at o dia 22 do corrente. para carga e
passageiros Irala-so com o consignatario
Eduardo Ferreira Baltar.
A caraci.
No di i o i do mez corrente segu o pata-
cho Santa Cruz, capitSo francisco Jos da
Silva ilaiis ; para o resto da carga, trala-se
com Caetano Cyriaco da C. SI., na ra da
Cadeia to Becifen. 2.
Companhia
Pernambucana
mitm.
Devendo o vapor PERSENI.'Nt.A eslar de volta
dos poitos do sul ale o dia 22 do corrente, pievine-
e aos Sis. earregadores, de quem sean p le rece-
ber carja ne-la ultima viasem, queiram maular as
oa- olas a gerencia da mesma compaubia, alim de
terem a devid preferencia.
Para o O ira' Maranb.lo e Para'.
Sade nesles diat por ter urna boa parle da carga
engajada. veleiro palatino l Auna a, rapllao Do-
mingoa Heniique Malra : a tratar rom Tatso o.
Inuiis.
Para o Mtio
de Janeiro
y
_ O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprmento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 7 do cor-
rente, manda fazer publico, que no dia 3 de
selembro prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria, se ha de
arrematar, a quom por menos lizer a obra
do empedramento da primeira parle do pri-
meiro lanco da estrada do Pao d"Alho, ava-
liada em 38:06/0000 reis.
A arremalaco ser Taita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas,
provincial, em cumprmento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 10 do
corrente, manda fazer publico, que no dia
3 de selembro prximo vindouro, perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar a quem por menos fizer a
obra dos concertos da ponte do Aojo sobre
o rioSerinhcro, 'avallados em 1:2763 rs.
A arremalaco sera feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e
sobas clausulas especiaes abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacao comparecam na sala das sesses
da mesma junla no dia cima declaiado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou alxare publi-
car pelo Diaiio.
Secretaria da Ibesouraria provincial de
Pernambuco 11 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. I', da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
I," Os concertos da ponte do Anjo sobre
o rio Serinhein serSo feilos de conformi-
dade com o orcamento apresentado a appro-
vac5o do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 1:276? rs.
2." Estes concertos deverao principiar
no prszo de um mez e serao concluidas no
de seis mezes, a conlar da dala da srrema-
tacSo.
O administra :or interino do consulado
provincial, em virludedo disposto no art, 3
do regiilamentode 3 de julho de 1852, faz
publico que se acham depositados 3 cavallos
appreheuJidos pela subdelegada da fregue-
zia de S. Jos, os quaes sao considerados
bens do evento, por se desconhecer seus do-
nos, e para que seja cumprido oque eonlm
josobredito artigo, mandn publicar pela
imprensa, par, no prazo de 15 dias, com-
parecer quem aos ditos cvalos leuha ditei-
lo, lindos os quaes se proceder a arrema-
laco pela forma determinada no art. 4 do
citndo regulamento ; e para que cliegue a
noticia, mandou fa-zer o presente edital aos
14 de agosto de 1857. Theodoro Machado
Freir l'ereira da Silva.
i
sesoe no dia 31 do mez rorrenle, o brigue IIEB-
CULES : pira o re-lo da carga, pattageirof e escra-
vos a frele, Irsla-se com CacUno Cyriaco da Costa
Morena, na roa da Cadeia do Becife it. 2.
i'art o io (le Janeiro
pretende seguir cotn milita brevidade a ve-
leira sumaca nacional Conceico, tem prom-
pto melado de. seu carregamento : para o
resto e escravos a frete, para os quaes tem
excellentes commodos, Irata-se com o sen
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Azc-
veJo, ra da Cruz n I.
!*:a a Bahi
O veleiro e bem condecido patacho nacio-
nal Amazonas pretende sahir com muila
brevidaJe, por ter a bordo dous tercos de
seu c rregamento prom to : trata-so com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
$f9
afoiucte ptico
\TERKOD\B0HIST\N.l
O director deste salo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que tendo-se de re-
tirar desta provincia,ofTerece-lhes esta sema-
na urna sgradavel cxposico de vistas todas
novas
i. Asprimeiras personagens e defensores
da liberdadeda Europa :
S. M. Adul-Medgi mperaJor da Turqua.
S. SI. a rainha Victoria.
S. M. NapoleSolll, apresentando os map-
pas de toda a guerra a S. SI. Francisco Jos
imperadur da Austria <;m Brelin.
2." Desembarque e acampamento das tro-
pas turcas no Hosphoro.
3.a Tomada da torre do Mmela o.
4. Ueslruico da estrada turca em Se-
nopla.
O agente Borja, de or lem do Lxm. Sr.
Ilr. juiz especial do commercio, a requer-
mente, dos depositarios e procuradores fis-
caes de massa fallida de D. Can li la Mara da
Silva Lima, viuva de Delphi'.'O Goncalves l'e-
reira Lima, l.ra leilao em seu 8rmazem na
rna do Coilegio'n. 15, de 400 caixascom sa-
bflo amarello, pertencentcs a dita massa :
sabba lo 22 do crrante, ss II horas da ma-
neja.
Leilao
Um l'unccionario publico compromet-
teu ha anuos a urna pessoa de quem se ili-
zia amigo,e por mais que este amigo,tenha
escripto,instado e soll'rido pelo dito unc-
cionariopnra cumprir com seu dever.tem
sido ludiliriado.raroa do,cate'menospreza-
do! .Nao sendo pois possivel fazer ebegur o
referido funecionario ao cumplimento de
seu dever por oulros meios, vai-se tra-
zer ao pul)ico este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a pastar por honrado.
A victima.
Jos Soaivs de Azevedo, professor de
Lingua c Litteratura Nacional no Gvm-
nasio desta cidade, mudou a sua residen-
cia para o Largo do Collegio n. T, onde
tem aberto um curso de Geograpliia e
Historia, c outro de Uhctorica e Potica:
as pessoas que desejarem estudiar urna ou
oulra destas disciplinas, podem dirigir-se
a referida residencia, de manlia ate a's
7 horas c meia, e de tarde, a (jiialipier
hora.
Atteot^ao,
O abaixo assignado, herdejo da finada sua
mi I). Antonia Joaquina Borges Franca, de-
teja saber qul foram os 1008 rs,, que a ne-
gra .Mara Angiea, deu a dita tinada, a pedido
do seu irmo Slanoel do Nascinrmlo Rodri-
gues Franca, do que sendo o dito autor da
forria, da sua mi de criacao. Becife 20 de
agosto de 1857. Antonia Pedro Goncalves
Rodrigues Franca.
MANTELETES A 103000.
Vendem-se manteletes prelos, de nohreza,
com ricas guarnios, pelo barato preco de
105000 reis, na loja de 4 portas, ra do Quei-
mado n. 10.
ItOMElBXS A6>000
Vendom-se romeiras do fil branco e de
cores, pelo barato preco de 6f rs., na loja de
4 portas da ra do Queimado n tu.
2003000 de gratiFicaco,
a quem pegar os escravos crioulos, l.an-
tnimo e Slanoel,p^r antonomasia barbeiro :
o 1.' de idade 25 anuos, alto, nao muito for-
nido, rosto cumprido, sem barba, bem pare-
cido, e muito pachola, levou cha.o do Chi-
le, e gosta de Irajar bem ; o Slanoel, tem a
mesma idade, e be mais escuro que o l.au-
renlino, estatura basa e bem fornido, rosto
redondo e bem parecido, pernas grossas.
ps hem f-tos, traja calca e jaquela, e levou
chapeo de palha da Italia, tem cicatrizes as
cosas como sello de suas proezas : levaram
oni sua comranhia um molequc de nome
Mexandre, que com elles aprenda oollicio
d>) pedreiro, cujo ollicio sabem perfetamen-
tc ditos escravos : as pessoas que apprehen-
derqualquer destes escravos eos entregar
na cadeia da cidade do liecife, ou os condu-
zir ao engenho Boa-Esperanca na freguezia
do Limoeiro, receber a dita gratilicacSo e
mais despe7asque fizer.
Na noite de 9 do corrente, mez, per-
deu-se tima pulceira de ouro, do becco do
Veras at o caes do Capibaribe : quem a ti-
ver adiado, e quizer restituir, appareca na
roa do dniaro n. I, que se lhe dar urna
boa gratilicacSo.
- Precsa-se de 3 amaSsvlores, que se-
jam desembaracados em todo o servirjo : na
ra do Ifangel ti. 13, ou na padaria da ra
dos Pescadores n 2 e 4.
No armasen do Paula Lopes no caes
da alfanJega, tem batatas as arrobas e sebo-
las aos centos, por preco commodo.
--- Na ra do Bru ti. 22, terceiro andar,
precisa-se de urna ama pata acabar de criar
urna crianca, paga.se bem, agradando.
Precisa-se arrumar de caixeiro um ra-
paz braseiro, ou para taberna de que lem
bastante pralica, ou para segundo caixeiro
de armazem do assucar : quem pretender,
pode dirigit-se a ra do Brum, nnna/.em
n. 22.
Continua a estar i'ugi lo o escravo cri-
oulo de nome Joo, que se ausenlou no dia
II do coirenle, como consta aos annuncios
feilos neste jornal ; e consta que elle anJa
mesmo tiesta cidade va lian lo : quem o pe-
gar, !eve-o na ra do Collegio n. 3, piimeiro
andar, que ser gratificad >.
--- Domingos Francisco Itamalho, e sua
familia vai a Europa a Irat r de sua san.le,
deixa por seu primeiro procurador encarre-
gado de todos seus negocios ten lentes a sua
loja o seu com-cunhado Jos Concalves Mal -
veira, seguirlo o Sr. Jos Nunes de Caula e
tetceiro o Sr Jos l'.ib -tro da Costa
Bogo ao Sr. Jos Thomaz de Campos
Qnaresma o favor de declarar pelos jornaes
os felos que o autorisam para dizer ao lllm.
Sr. i. -. i cior da alfandega que eu era iuimi-
go do mesmo senhor inspector.
Joo Alhanasio Botelbo.
abaixo assignado achou um annel
de ouro : qne n for dono, dirija-se a sua lo-
ja, no aterro da Boa-Visla n. 9, que dando os
signaes o recebera.I. I. hellcr.
------Fazeni-so franjas largas e estrellas,
lauto do la.: como de retroz : na ra do \ i-
gario n. 10, por cima do pintor, seguudo
andar.
fabricH di Bulla
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio, na ra da Cruz n. 1.
Jacaranda,
Tem para vender Antonio Luiz do Oliveira
Azevedo, roa da Cruz n. 1.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ven-
de no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1, ca-
mas de ferro para soltciro e casado, oleo de
recio, lavatorios de f jrro. peanas de ac,
cobertores de la e de algodo.
Batatas baratas.
No armazem do Sr. Antonio Annes, con-
fronte a escadinha da alfandega, vendera-se
batatas muito novas 1U200 a arroba.
Caixe.ro.
Um moco sardo, de 17 annos, deseja ar-
rumar-se para caixeiro em alguma casa de
commercio, falla franeez e italiano: quem
precisar, queira dirigir-se ao consulado sar-
do, "ua do Trapiche n. 19.
--'Quera achou urna certido de inventa-
rio, a requerimcnto de Manoel Antonio da
silva, querendo entrega-la, o pode fazer na
ra da Cadeia, defrontii do BelacSo,n. 28.
- Precisa-se de um caixeiro bo n balco
para urna loja de fazendas no bairro de San-
to Antonio, annuncio ou dirija-se a ra do
Queimado n. 27-
Compra-se um cozinheiro hbil na
ra do Trapiche n. 19.
Vende-se um relogio de ouro, patente
suisso. Ira balitando eir. 13 pedras, c por prc-
co commodo : na ra do Queimado, loja
n. 18.
- Vondem-se excellentes madoiras pro-
prias para cuberas de carros, de 22 e 24
palmos : na ra do Jasmim ou becco das
Barreiras, casa de. fren'.o amarella.
Na ra Augusta, taberna de 5 portas
n. 1, vendem-se tnuilo bons queijos decoa-
Ilia Je lodos os tamaitos, sendo de meia li-
bra a quadro libras cada um, pelo dimiiiulo
prero de. 360 a libra : os freguezes devora
aproveitara occasio antes que se acabe a
pechinchs.
- Perdeu-sa um saquinho de riscadinho
de caita, contendo dentro 3 papis de uns
terrenos pertencentes ao Sr. Braga, selleiro:
quera os achar, queira fazer o favor de en-
trega-Ios na ra Nova, na mesma loja do Sr.
Braga, que se gratificar generosamente.
O Sr. C W. Mull no se poder retirar
para fra da provincia de Pernambuco, sem
que vouha ajustar conlas com os abaixo as-
signados. -Christiani & Irmo.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, faze.m publico, que
estSo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para bomens e meninos : os precos
continuam razoaveis, e passam-se conlas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. Seraphim & Irmo.
Na roa da Penha n. 11, primeiro an-
dar, oflerece todas as pessoas que liverem
preciso do mensalmenle ou por occasies
se autorisarem doalmoco, janlar, ceias, me-
rendas, caf, cbocolat ocom leite e sem elle,
ou qualquer comida a conteute dos hospe-
des ; tambem se encarrega de mandar le-
var em casa das pessoas, que mensalmenle
contratem com a eslalajadeira.
salustiano Angusto Pimenta de Souia
Peres, inven'ariante do casal do finado Fran-
cisco l'ereira Huir, pelo presente avisa a
aquellas pessoas que se julgarem Credoras
do referido Dtitra, a apresentarem-lhe seus
ttulos e contas para serem descriplos no
respectivo inventario, assim como aos dere-
dores, para pagarem o que eslo a dever:
dirigindo-se a ra do Crespo n. 9. a qual-
quer hora, ecom a maior brevidade.
Ba do Collegio o Sr. Cyprlano Luiz da
Paz ; aterro da Boa-Visla, padaria do Sr.
Beiriz, dir-se-ha quem d quantias de 5003
at 1:000o ou mais, com hypolheca em casas
terieas ou firmas a conteni.
Para a f >.sta.
Aluga-se ama casa raargem do Capiba-
ribe, com commodos para familia, com 3
quartos, dispensa, gabinete, quintal, cozi-
tilia fra, estribara, e um ptimo copiar pa-
ra recreo a tratar na ra Nova n. 39, pri-
meiro andar.
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que esto expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2G, das 9 ho-
ras da manhaa a's ) da noite, bilhetes,
meios e quartos, da quartaparte da se-
gunda lotera do Hospital de Pedro II cu-
jas rodas andain no dia 22 do corrente.
EmrazSo da grande porrao de bilhetes
que licaram por vender na importancia
de 7:20.S, mudou o piano das loteras por
e-le abaixo transcripto, o qual tambem
ollrece grande vantagem aos Sis. juga-
dores, pois os premios maores sao os
mesmos que no plano passado, quanto a
sorte grande esta' em relacao no csto
dos bilhetes, que sendo 5s000 tira reis
:000.s'000. Thesouraria das loteras 12
de agosto de 1837.Jos Januario Alves
da Maia.
Plano.
1000 bilhetes a .sOOO. .
Beneficio de 20 por cento.
20:000s000
t:000 10:OO 1 premio. 5;000J000
1 dito..... 2:000jj000
1 dito..... 1:000s000
1 dito..... VOOsOOO
2 ditos de 200*000. 400.S000
5 ditos de IOOaQOO. :>oosooo
10 ditos de IC-jOOO. 40O.S0O0
1200 ditos de .sOOO. . 6:3OO.sO00
10:000s000
1281
2710
premiados.
brancos.
000
Os tres primeiros premios esto sujei-
tos ao descont dos 8 por cento.
Thesouraria das loteras 6 de agosto de
I8")7.O thesoureiro Francisco Antonio
de Oliveira.--Approvo.Palacio do go-
verno de Pernambuco, 11 de agosto de
I87.Portella.Conforme. Antonio
l.eitede Pinito
Precisa- de una ama para servido interno de
ama casa le familia do ilu^s pesan prelerindo-te
escrava : ni ru.i Ursa .lo Rus. no n. Mi.
Prec-am-e de olliriaes de saualeiro para obra
ile homein e seuhora, de debruade ras e apalaza-
deira', pagas; man que na oulra fabricas : na
roa do Caldeireiro o. .".6.
Quem precisar de um caixeiro para ra ou es-
eriptorin, que sube fjllar franeez, allemao pjrlu-
-ae/, annnnce a sua ritcrad.
--- O abaixo assignado ao relirar-so para
e Luid;,a, deixa encarregado de seus nego-
cios nesta praca ao lllm Sr. commendador
Manoel Goncalves da Silva ; pede desculpa a
todas as pessoas, que o honraran) com sua
amizade, e de quem por seu incommodo de
saude, e falta de lempo, se nao despedio, of-
ferecendo-lhes seus servicos era qualquer
lugar aonde se adiar. Recife 19 de agosto
de 1857.
Antonio Jos de M. Bastos.
Offcrece-se para caixeiro de ra um ra-
paz Biasileiro, que lom 7 annos de pratica,
o ja fui CJlxeiro de escriplono e tambora de
alfanlega, ecom a vista diri quem foram
seus patnes : quem quizer, dirlja-se a loja
de seileiro dentro do Becite n. 61, ra da
Cruz, casa de Krancisco Jos Passos Guima-
r es
.Manoel da Silva Santos, tendo de ir
a Europa, constuuio por seus procurado-
res, em primeiro lugar ao Sr. Joao Qui-
F de al^odao
Os .-ib;: iv) assisnados, tendo oblido da Earopa, at
necessarias inlorma(e, plano e oreamenio* para
a fabrica de fiar e lecer algodao, convidam aos Srt.
socio a v-ir ve-Ios, no escriptorio do Sr. Manoel Al-
ve Guerra, na roa do Trapiche n. 4.
Igualmtole convidam at peoat qoe tobicreveram
para esta empreza, a realisarem a lerctir* prnlacSo
de 20 pir cenlo, o qoe verificara de hoje al 31 do
correntt roei, no mesmo escriptorio.
A* peisoa que anda qui/.eretu fatal parte desta
empiezo, ieiao admillidas, pagando o valor dat en-
tradas realitada, na occaiiSo de obcreverm no
livro di. ssignalurat, que .So do 1009 a 5:000?00.
Becife, 1 de agoslo de 1857.
Amorim, Fariat, Guerra & C.
Fabrica de caldeireiro,
undicao de bronze, e
mais metaes, ua ra do
Brum do Recite n. 8,
c-jiiecida pjr fabrica
do Mesquita,
Neste antigo estabeleciment tem feitos c
fazem-se com presteza, de encommends, os
objectos ahaxo notados, com a maior per-
feic5o possivel e commodo preco, a saber :
Bronzes para engenho, cavilhas, parafusos
para roda d'agua e torneiras o mais perfeitas
possitel.
/lia ubique de cobre de quaesquer dimen-
soes e modelos conhecidos, carapucas e ser-
pentinas em separado.
Bombas de cobre de qualquer modelo,
com juncos e vlvulas de brome.
Coxas e pares de cobre, e de ferro para
engenhos, esldeiras de cobre e de ferro es-
tanta las para navios.
Cobres Je todas as qualidades necessarias
para o fabrico d'assucar, e picada para roda
de mandioca.
Crivos dentados dos mais modernos, por-
tas de fornalha e registros para assentameu-
tus de engenhos.
ICiXDS e trilhos para carros, agulhoes, e
parafusos para engenhos de quaesquer ta-
maitos
PortOos e grades para sitios, e varandas
para casas de .quaesquer modelos que pos-
ssm desejar.
Governaduras de bronze para.navios, can-
nas de leme, o quaesquer lerragens para os
mesmos.
Caimas de cobre, de chumbo e de zinco
para mcanamentos d'aguas de casas, de si-
tios para jardins.
i' todos mais objectus, que he possivel
fazerem-se de cobre, bronze, lst3o, zinco,
chumbo e ferro, que ficam por nolar, e que
seria enfadando o enumera-los.
Tambem se fazem todos os concertos, que
possiim ser necessarios aos senhores de en-
genho.eui quaesquer pecas das cima men-
cin idas,como sejam aguilhOes e parafusos,
eixo e trilhos de carros e mais qua possain
ser necessarios para engenhos, com promp-
tidiio, e perfeica; addico esla, que por ser
pouco lucrativa, umita- vezes outros esta-
belecimentus recusam fizer, e que neste,
sempre se lzerm, e se farSo afim de a lodos
servir como lhe for possivel, e a bem de to-
dos, qneo oceuparem, porque sempre foi
este o desejo do fundador deste estabeleci-
mento.
>~ Precisa-so de um pequeo de 12 a ti
annos, para caixeiro : na ra das Cruzes
n. 20
- Precisa-sede urna ama deligenle, que
saiba bem cozinbaro trafico de urna estala-
gem : na ra da Penba n. II.
- Precisa so de um amassador para pa-
daria : na ra Nova a. 52 : paga-se bem.
- Precisa-se do um cozinheiro : na ra
do Hospicio n 15.
Precisa-se de um caixeiro cora pratica
le vender ao povo no balcSo, e que seja
agradavel para os feguezes, e que abone
sua capacidade : na padaria do pateo da
Santa Cruz, com a entrada pela ra do Bo-
sario n. 55.
O proprietaro da coebeira da ra
.Nova n. 61, vende todos seus carros com
as parelbas de cavallos, o motivo desta
venda he as posturas exigidas pela cmara
municipal : vndenle tudo ou em separa-
do, tambem se vende o sobrado se con-
vier.
Precisa-se de um moco portuguez, de
JadedelS a 20 annos, para trabalhar om
urna fabrica de velas de carnauba na ra
Direita n. 59.
Precisa-se de um feitor que entrada
bem de plantacSo e jardim, defronte de S.
Jos d i Manguind a tratar no aterro da
Boa-Vista, loja de fazendas n. 10.
Lava-se e engomma-se cora perfeigSo,
porpre?o commodo : na ra do Cotovello
n. 36. ;
Precisa-se de urna ama de leile: na
ra de Santa Isabel n. 9, cora lilho ou sem
elle. Paga-se bem
OBJECTOS DE SECKIROS K SF.I.I.EIRO. PARA
A lAlHUC\gAO DE SEGGS E ARREIOS.
Pelas experiencias de muitos annos neste
genero, me he possivel, tanto pela propria
fabricac.3'1, como i las relacoescom as priu-
cipaes fabricas, fornecer qualquer artigo
pcrlencenle ao fabrico de seges e arreios de
lolas as qualidades. Os senhores fabrican-
tes, que honrarem ao abaixo assignado com
encommenJas dadas por desenhos ou expli-
CacOes, podem assegurar-se, que suas en-
nnode guilar, em segando no Sr. Jos I comm.ndas serlo exactamente cxeculadas,
Jacomo Tasso Jnior, e em terceiro aoSr. le por presos oa mais moderados possivei :
para mais inlormaces, dirijara-se por carta
O agente Pestaa (ara' leilao, por con-
ta de urna lamilla que se retira paia Eu-
ropa, de tima excclleute mobilia de ja-
caranda' de jjosto moderno e nova, cons-
tante de sola', consolos, cadeiras, ditas
de biaco, mesa redonda para meio de
sala, tuna magnifica cama a (raneen delcozinba : 'na ra da Saudade, pnineira casa ra servico'de ra : quem quizer alugardi-
jacaranda' de ;osto elegante, toilete de de soi3o dolado do sul. [ tos escravas, dirija-so a ra dos Martyrios,
A Exma. Sra. I). Joaquina lgnacia flor- i no segundo an Jar da casa
ges Lima, que niorou no sobrado amarello,. 'greja, para ajustar eom
na ra Augusta, queira mandar concluir o.<"r*vas.
negocio que deixou aliado quando so mu-| OSr. Dr. Aniceto Jos Borgos tem car- do Trapiche-Novo n. 42, irinaieo" de fazendas de
dou do dilo sobrado, na taberna defrouto. i las na loja da ra do Crespo n. 16, esquina, i Adamson liowie ti C.
amarello, um rico guarda roupa de gosto
moderno, cadeiras de amarello, uparelbo
de porcellana para mesa, dito para cha'
e maisvidios, lanlernas, candelabros, jai-
Fazem-se vestidos e casaveques. tanto i ChristovaoGuillierme Brekenfeld ; e pede
de meninas como de senderas: ua ra do desculpa a seus .miras de quem se nao
\ igario n. 10, por cima do pintor, secundo < j- '' ,
anjar i b "w i pode despedir jit'fsoalmente pela presteza
Vende-se urna escrava crioula, de18ldil cUegadado vapor.
a 19 anuos de idade, com boa figura c sadia,! Alugam-se 2 escravas pardas para to-
sabn lav*r, engommar, e lem principio de; do o servido de casa, sendo urna lambem^pa-
n 98, junto a i
o Sr. de ditas es-!
directamente a II. M. P. Rohs, cm Aliona,
porto d<3 llmburgo.
l^ellins
patente inglez.
Sio che$a<\oi e acharn-te a venda o verdideiroit
l'Pii ciniiipri iu cIIiia inclezes pnlentt : na roa
.
ILEGVEL
-
'







DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA l DE AGOSTO DE 1857.
C01SDLT0B10 HOIEOPTDICO
DO
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por procos bastaote commodos
PRECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes.
DiU de 2*
Dita de 36 > .
Dita de 48 .
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturradeoieia nnca.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes
10/000
158000
205000
259000
303000
18000
2S000
20S0O
10/000
2/000
6/000
*' i*
1 PEORAS PRECIOSAS- W
i I
i Aderemos de brilliantts, J5
'-*; diamantea e peroles, pal- X!
$ pira-, alfinete*, briueos *j
.+- e rozelas, boloes e aunis
8 de diflerenles gostoi e de
? diversas podras de valor.
OREIRl l
UJi DI IIUU1U
Rua do Cabuga n. 7.
:
OURO E PRATA. |
j Aderecoi completo! de &
curo, meios ditos, pulsei-
*: ras, alfinete, brioroi *;
$ rozelas, cordet, Iraneel- ^
lins, medalhas, correntes B
relogio, e *
.eclos de
ouro.
E^ j r*> mi*, metanlas, c
Keceliem por to- eenfe', ; Comprara, venden, oo S .ns**/ I 1 n'/n0""0"0' j
* trocara prala. ouro, bri- g S OS Van, T^SUa Eli- % oa. ~ ,
Ihanles.diamaolesepero. | rftQ c,K ..1 Aparelhos completos de
* las, e outras quaesquer i rOP aSOUr>.SO IIWllS P"U para ha, bandejas. |
i."p5S:a d",hir0 i moderno gesto, taii- 1 S^T-W.l'Sa! I
S J Tfl 5 ,0' oalr0' objeclos de i
^*%#8BEssss;3!Sir*:| to de rranea como j"\'
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o eommodo como costimiatfi.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi^
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
tosidam fra da praga, ou "que nao os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se otilisar de seus servidos
mdicos, que serSo desempenhados cora o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
9, prirr.eiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas opers-
ces.
m
&
Rio-Formoso.
;;f O I)r. JoAo Honorio Bezerra de Mene- &
S zes, medico pela Faculdade da Babia, tem f
foj fizado sua residencia na cidade do Kio-For- i
S moto, e de novo eflerece teus servidos a to- Jg
vff das a pessoas qoe o bonraiein com su cou- ?3
f$ fianje. ^
@@@@ @@$@
SEGURO CONTRA FOtfO.
Companhia Alliance.
Estabalecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital einco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a konra da in-
fomar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quen mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para affectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlh e igualmente sobre os objectos que contiverem
os mesaos edificios quer consisu em mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE I.E1I.OES COMMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Saulo
KECIFE.
| DEHTIST1 FRANGEZ. 1
?g Paulo (.atgnoaz dentista, ra Nova n. 41 : *
Tasso IrmSos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
larinhas de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado, sSo vendidas em seus armazens, pelos
seguintes pregos :
Galega 26S000 por barrica.
Ilaxall 23.-300 dem.
O Dance 'o'iuo idem.
Columbia 239000 idem.
Alem destas lera farinnas novas de Tries-
va .m,rc88 SSSF- Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de Philadclphla, No-
va Orleanse Baltimore.
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servu-o debaixo decoberta.
--- Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador alendes da Cunha. Paga-se
bem agradando oservico.
m publico.
O abaixo assignado faz sclpnlo ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 a M, ondeenconlrr5o um vanado e lin-
do sortimento de azendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por prego muito
commolo; sendo gerente do estabeleci-
meoto n. 1 0 o Sr. Marcelino fjeronimo de
Azevedo. I. g. Malveira.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7, exccllente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pello, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
ramado oleo ba'josa para Iimpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoejas e
asperidadosda pelle, conserva a frescura e
o avclludado da primavera da vida.
lloubo de inudeira.
Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, pordetraz da casa que ioi da po-
lica, cinco travs de 40 palmos, com S
<: meia polegadas em quadro, no sabl>a-
do I docorrente, asipinvs (icaramamar-
radas, e na segunda-leira acharam-se de
menos duas : roga-se a quem dellas sou-
ber, queira dar noticia na obra da ra
das Crines, ou na livraria ns. t e 8 da
praca da Independencia, que sera' gra-
tificado.
Lotera
DA
Provincia.
CORRE SARIIAIH) 22 DE ACOST.
(abaixo assignado vende a dinheiro a vis-
ta sendo da quaulia de 1005 reis para cima
os seus muito feli/es bilhetes, meios e quar-
tos, pelos precos abaixo mencionados, na
rita da Cadeia do Recito n. 45, esquina da
Madre de Dos :
Bilhetes 59500 recebo 5:0005
Meios 2;750 1:5003
Quartos 1J875 a y.asM
Por Salusitano de Aquino Fereita,
Jos Fortnalo dos -Santos Porlo.
Domingos Alvos Matheus saca sobre
a piara da Porto.
^H ? 8.lli,IX0 wiRnado, rromatanle do
imposto de agu .niente do muiiic.pio do Ke-
rilc, avisa a lodos em gcral, qe ih0 estilo
deveutlo o lito imposto, para ,,e venham
reabsar todos os seus dbitos at 30 do ror-
rciite, e n.. falta aera abrigado a u,ar ,1o
exiLutivo conforme determina a Ioi c nara
que se nao chamo a ignorancia s? f 12 o ure
sent, liecito 13 de agosto de 1857.
I.uiz Jos Marques.
O advoga !o Leopoldino Antonio da
tonscca, residente cm Jlacei, olTerece seus
servaos as pessoas quu delles se quizerem
utilisar naquella cidade.
O
O Dr. Francisco de Paula Bau-
tista, tem aberto escriptorio para
! advogar, no primeiro andar da
i casada ra dasTrinclieiras n. 19,
por cima do cartorio do escrivao
Baptista, antigamente do fallecido
I Reg; cabi, 3as9 lioras dodiaem
l diante, esta' prompto a ouvir a
i todos, e a receber as causas de to-
dos que quizercm procurar seus
I servicos de adrogado.
:-;r
G
ESTRADDE FERRO:
do Itecife S. Francisco
LIMITADO.
Cm i uta cjautoa.
Os directores da Companbia da Estrada de Ferro
do lente a San-Francisco, limitado, teem falte a
qaiplaehamadl de duas libras esterlinas, oo res
110/77 sobre cada acro na dita compaoliin, a qoal
deve ser paga at o dia 21 de agoilo do correle an-
no de 857 : no Rio de Jan.iro. em casa dos Srs.
Mana Mac. t.reaor A C. ; na Babia, em casa dos
tn.a. s. Dejirenport & C, e em I'arnambuco, no
escriptorio da Lompanliia.
O accionisla noe nao realisar o pacamenlo den-
tro do lempo indicado, poden perder todo direilo is
aecues sobre as quaes o dito pagamento nao se liver
etlectuado, e em lodo caso lera de pagar iuroa na
razao de cinco por cenlo ao auno, e de nao receber
juros ou dividendo da companbia pelo lempo noe
decorrer entre o da iodicado pan o pagamento e t
sua reahsaran.
Neolium aulo de Iransferencia pode ser registrado
antes do pagamento da cliamada.
Por ordem dos directores. James Temnlelon
/ooa, superintendente.
Piiblicac&o litteraria.
G0R0(iRAPHI\
Chronograplila. nobiliaria, ge-
nealgica e poltica
Di)
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCRII'COEB
DA
Corographia brasileira, do padre Manrel Avres do
Casal.Historia da America Porlugueza.de Ro-
cha Pitia.Chronica da coropadhia, de Vsscon-
eellos.Historia do Brasil, do visconde de Cav-
ru.Cailrioto Lusitano, por l"r. Raphael de Je-
ss.Memorias do Rio de Janeiro, por moose-
nhor PizarroAnnaes do Rio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Annaes d Maranhao, de Berre-
do.Annaes do Rio Grande, do yisennde de S.
Leopoldo.Memoria da capitana de S. Vicente
por Fr. Gaspar da Madre de Dees.Eras do Pa-
ra, por Bayena.Memorias hUloricas da Babia e
corographia I'araense, por 1. Accioli.Cbrono-
logia, do general Abreu e Lima.Historia do
Brasil, de Varnliagen.E de outros impressos e
manuscriplos :
CONTENDO
A descripcao geographiea.e nocOes histricas e po-
lutas, desde o deacobrimenlo do Brasil ale agora
(1857), e lambem o lempo em que foram povoadas
as suas diOerenles cidj.lt,, villas e logares ;
Seus governadores, e a ongem das diversas fami-
lias braaileiras e seos appellidos, ezlrahida de auli-
gos manoscriploa genealgicos que un eras dife-
rentes so puieram obter ;
A luiloria dos ministerios, sua politice e cures
com queappareceram.
A Meterla das cmaras temporaria e Vitalia desde
a constiluinle de 17 de abril de 1823 al 1857
E lambem Ulna eiposicao da Materia da indepen-
dencia, escripia e comprovada por Icslemuuhas o-
Clarcs que aindam restara, e dos outros movimen-
loi politicoi, Mira deque se leuha um conheciinenlo
acto nao so da geocrapbla do paiz como da sua
historia civil e poltica.
Pelo l)r. A. J. de Mello Moraef, natural da cida-
de das Alagoas, autor de mullas obras lillcrariase
scientihcas.
Subscreve-se neita cidade do Recife, na livraria
da piaca da lndepandeucia ns. 6 e 8.
O abaixo assignado, possuido do
manir empenho de se descobrir os auto-
tes e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do sen mui preza-
do amigo Thomaz Gollan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta cidade, oil'erece
dotts cotitos de reis a quem Ihe prestar
qualquer esclarecimento exacto sobre es-
se facto, ott mesino o conlieciment de
alguma circiimstancia.ot accessorio delle,
de modo que se possa averiguar a verda-
de, assim como assegtira, sob sua palavra
de honra, o mais mviolavel segredo, a'
quem izer qualquer dessas revelacoes,
pois he bem possivel chegar-se ao'lira
desejado, sem dcclarar-se donde ellas
proceder m.
Consulado Britannico 11 de jtilho de
18.")7.II- Augustus Cooner, cnsul.
-attK .--k r ^ J9\ Vk .. i*v ^^ -^.* .________ ...
&S-&&SS
-- ij- -*- -v^ -..- ^tr '. *.'' *- '. 'Ir >\ .v
Sgi O Dr. Joao Jos Hamasio medico, pode ser .--.
" procurado para o eierricio de sua profis- 5
VSy o, na rua de Apollo n. 9.
Para tudo se dirijam a casa do Sr. thesou-
reiro Fragozo, rua da Cadeia do Itecfe n. 6,
onde provisoriamente funeciona este com o
director da semana.
Prccisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, para todo a servido de casa de pouca
familia : na rua de Hortas n. 10.
Na rua larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do becco do
Pcxe Frito, n. 9, d-so almoco, jantar e
ceia, por preco mais eommodo do que em
outra qualquer parte.
Precisa-se alugar nos arrebaldes desla
cidade al o Poco urna casa assobradada ou
sobrado, tendo os commodos seguints:"
alm de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
cocheira, estribara, arranjos para criados e
escravos, e que o sitio seja abundante dear-
vores fructferas e baixa de capim, que pos-
sa sustentar annualmente quatro cavallos :
annuncie por este abiario ou outros peri-
dicos.
COMPANHIA
SEGUROS ARITIHOSE
^.eiTtviTcv th> hil^eciO >0
ESTABELECIDA NO RO DE JANEIRO
CAPITAL 10:000,000,000.
Agencia rua da Cruz
ii. 45.
Aos senhores negociantes, proprieta-
rios de casas etc. etc., se ollerecena agen-
cia de dita companhia nesta cidade, a rea-
bsacao de seguros por premios econdicoes
muito mdicas.
Na rr.esma agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de navios que desej a m te-Ios registra-
dos no Veritas ou Monitor Martimo
(Titulo de Reglslro; tenham a bondade de
dirigir-se a esta agencia alim de fazerem
as declaracSe precisas.
Adia-so ausente desde o da 1. do cor-
rente a escrava Tbereza, Conga, do 64 annos,
baixa, um pouco reforcada, cabeca branca,
tem os dedos das mos encaranguejados e
calombos pelas costas, provenientes de
acoules de senhores anteriores, anda espi-
gada e um pouco peala, levou vestido cor
de rosa com flores amarellas : quem a pe-
gar leve-a a casa de seu senbor o major An-
tonio da Silva Guimaraes, na rua Imperial
n. 64, que ser* generosamente recompen-
sado.
- Itoga-se a Sra. D. Diunizia Francisca
deSouza, natural da villa da Barra, no Rio
deS. Francisco e provincia de Pernambuco,
ou a seus herdeiros, que venham ou mandem
receber a parte que lite locou do espolio de
seu marido Jos Seabra Lemos fallecido nes-
ta corte. Rio ue Janeiro 6 de agosto de 1857.
THEATRO DE APOLLO
Os socios que subscreveram para o baile
que tem dar-se no dia 29 do crrente, no
sal5o do dito tbeatro, sao convidados a man-
dar suas proposlas de convite para familias,
a casa da rua do Apollo n. 2.
Agua para tirar nodoas de forrugem e
de tinta de escreror, tanto em roupa como
em papel, a 320 o vidrinho : na praca da In-
dependencia n. 4.
O abaizo assignado, procurador bstanle de sua
rogra I). Maria Jos da Aiinunciac,ao llaplista, pede
aos credores do seu linauo cunliado Antonio Baptilta
Kibeiro de Faria, lilla, da mesma, que apresenlem
las conlas ale o dia III do correnle raez ; assim como
avisa aos devedores do mesmo que pessoa alguma es-
ta aotorisaila a receber suas dividas a nao ser o abai-
zo assignado.
Pernambuco 1.1 de agosto de 18".
Antonio Machado Gomes da Silva.
Tem de seren arrematadas no dia 21
do crrante mez, depois de linda audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da primeira va-
ra, duas moradas de casas terreas, sitas no
bairro do Recife, sendo urna na rua da Guia
n 4, com 20 palmos de frente e 60 de fundo,
sotao debaixo de coberta, cozinha fra,
quintal murado, avahada por l:4oOc, e a ou-
tra na rua da Senzala Velha n. 15, com 24
palmos de Trente e 36 de fundo, com um te-
llieiro que serve de cozinha, avallada por
1.0009000, cujas casas pertenciam aolinado
Jos Joaquim da Cuuha, e vo a praca a re-
querimenlo do inventarame o teslamentei-
ro do dito Uado, JoSo lavares Cordeiro.
Precisa-se de um caixeiro : no dtpositb
no largo da mu ira de S. Jos n. 15.
a pessoa que se propOe a leccionar
grammatica e arithmelica, dirija-se a tra-
vessada Tiempe n. 9.
Attenco
He chegado pelo ultimo vapor 4 caixas
com excelleutes queijos de coalha. do Cca-
ra, que se acham recollii Jas no armazem da
agencia dos vapores costeiros : quem pre-
tender, dirija-se a Lima Jnior & C, na rua
da Cruz n. 28, segundo andar.
AOS MORADORES
dos tugaren desdd Alega-
dos a t feanto Amaro de
iaboatao.
Tendo de dar-se comeco em setembro pr-
ximo a urna linha de mnibus diaria desde
o Recile at Santo Amaro do Jaboalao, o
proprietano convida aos aeradores daquel-
les termos, para que coucorram para a sua
conservado, a qul sera proveitosa nao s
aos moradores como cotn cspecialidade aos
senhores negociantes, tanto pela irequeucia
como pela lacilidadc com que podem visitar
usa praca, e assitn collierem melhores com-
pras de gneros e azendas. O proprietano
por ora estabolece o preco do 50o rs. por le-
goa ; faz-se poretn dillerenca aquellas pes-
soas que Iicarcm assigtiantes por lodos os
das ou as vezes quu quizerem por- semana,
pagos mensaliienie adianlado : a tratar na
rua do luealro de Santa Isabel, casa da es-
quina.
Acasa dos expostos desta cidade pre-
cisa de amas de leite, queestejam no goso
de perfeita saude, e nao tenham mais de
quarenta anuos, para amamentarcm os
meninos que existen, dentro do eslabele-
cimento: as que quizerem ser admitti-
das, dtnjam-se a referida asa, a enten-
der-se com o respectivo regente.
Ama de leite.
omingos Monteiio Pelxoto roga as
pessoas de sua amizade e a todas aquellas
quesabem o que he um recem-nascido
sem leite, de Ihe inculcarem algumi ama
de late sem lilho : na rua do Collegio n.
8, segundo andar.
Atteiujaio.
Aluga-se ou vende-se um sitio em Sanl An-
ua do Xavier, com grande casa de morada,
estribara para 4 ou mais cavallos, cocheira
grande, quartos para pretos, e capim para 2
cavallos todo o anno : quem O pretender,
de urna ou outra maueira, queira dirigir-se
a rua da Cadeia do Recife n. 20, a tratar
com Luiz de Moraes Gomes Ferreira
Na rua da Cadeia, loja de cambio n. :1K, com-
pra-se constantemente moedas de ouro com meio
por cenlo de premio, pataces a 2?020 rs. e motdas
de prala de cinco e der tosloes com 2 por cenlo.
BILHETES DE VISITA.
Gravam-sec imprimem-se com perfeico
bilhetes de visita,leltras de commercio e to-
dos os objectos da arte calgraphica, regs
ros, vinhetas o quaes quer dezenhos e
abrem-se firmas, siteles, tanto a telho doce
como em relevo, ornamentos com objectos
de ouro e prala : fazem-se riscos lindos e
originaos para bordados de labyrintln. ad-
miUe-se a recusa de quaesquerdestes objec-
tos, no caso de n5o ficarem a contento das
pessoas que os incommendarem : quem pre-
tender, dirjase a qualquer destes lugares :
no bairro do Recife, rua da Madre de Dos
n. 32, primeiro andar ; em Santo Antonio,
na livraria classica do paleo do Collegio n
2: as Cinco Pontas, sobrado da asqtiina
confronte a matriz nova.
ociedade de de -con os de
ii ominada Caixa Eco
nomie de Pe
(tarabuco.
Acha-so insidiada, e as suas operaces efi
fectivas sSo as seguintes :
Desconla leltras a juro convencional.
Empresta sobre accOes de qualquer con.
panhia acreditada, sobre penhores do ouro,
prata.ojoias, at ao mnimo de 109 a ope-
raciio hopor mein de lettra aceita pelo im-
petrante com a declararan de n3o sendo pa-
ga,so proceder a venda do penhor eiu leilao
15 dias depois.
Admiti sempro socios na conlormtdade
dos estatutos.
Recebe a premio qualquer quantia al 13
ominimo.
Nota.As mensalidades com que os socios
: tem de entrar (2s000, os uuetiverem de 1 a
5 accOes, e 53 os que livercm mais deste nu-
mero comegam a ser cobraveis no primei-
ro da til .le cada mez. O socio que quizer
; dar as mensalidades adiantadas por 6 mezes,
ou mesmo um anno, podc-o fazer contando-
se-lhe o juro c 6 por cenlo ao anuo pelo a-
diantamcnto.
Roubo.
Roubaran de um, Casa da rua Imperial do
aterro dos togados, em occasiao que. a Sra.
que mora na mesma casa estava no quintal,
cnao he va mais ninguem em casa : urna
bocelinha das que vem com lamparillas, a
qoal ieonlinha i trancplim grosso, l dito
oais fino, acacuUtas, sondo umaesmalla-
da, 1 cordao de Ullgraua grosso, t volta de
collar, 1 par do pulcoiras, 2 allinles de Pei.
lo pata seohora, I par do brincos, e I par de
rselas, o annelOes, sonuo Ires com diaman-
tes, t par do botos de punlio para menino,
e diversos onfcitos de pescoco do mesmo,
todos estes objectos de ouro; assim como
mais 3 moodas de ouro do I63 rs 3 ditas do
m~ rs 1 diiadeS-S 3 patacoes, I moeda de
prala do 13 rs., e 3a rs. e.11 sdalas : julga-
se que o fdro adiando a rotula da casa a-
b.Tla, emrou e abrindo a gaveta do una
commoda rouhou os objectos cima men-
cionados, os qutes uiettcu em um bahuzinrio
velno de follia pintado de encarnado, que
estava em cuna da mesma commoda, c sa-
nio; aivcrtindo-s'j que as rosetas, allineiles
e pulceiras CStavam em suas competentes
caixinhas : pede-sa as autoridades policiaes
a apprehensao deste roubo, assim como aos
Srs. ourives, que tioo comprem esses objec-
tos, avisando u polica no caso de Ihe serem
oleiecidos.
Grande sorti-
mentj de fazendas de to-
das as giiulidade.
(.rosdenap. preto.le, !eda lavrada, covado. a.V>00
. o dito liso mu.lo larSo, covado. 2*200
tillo de cores liso muito superior "-;,,
Selim prelo mac;io, covado..... ^,n
Popelina de seda de cores malisadas, eo-
vado......... .
vXd" Cre'' Cm qU"drS dB "* 'C-
''3va,1o quad,' Pe"" gradei, "co- ^^
Lila esada de novs padrf.es, covado". '. '. 2J|I!
.Mauritana de seda com cinco palmos de
largura, covado.....'. e tMM
Lrsolina de seda com quadros, r.ma'g.s e ^
listras malisadas, covado. wk,
-edas de quadros bonito, padroes, covado! SsO
Uuquex. de seda com rama.em, cov.do. 7VI
Mussulina branca e de cores, covado. 320
Cintas francezas linas. .
l-rondol.na de seda para vestidos'. .' .' (K,
Cassas francezas finas de bonitos padrees,
v,,ra.........
Argentina de cores escoras, com s.lp'cos" d
seda, proprio para palitos. ... uon
italiana de seda prela com luslre, para pa-
ihos.........;' i^om
Lencos de cambraia bordados," milit lios! 1S280
Dito, de dito de linlio lisos para m.lo. >M
Cortes de casemira prela e de cores. fcswo
Cuites decoiletes deguigurao deseda.de
vanos padroes, matizado..... 3*000
Chapeos de mansa francezes formas novas! 73300
aliioi de alpaca preta, lino...... 4000
Unos de alpaca c gaagai de cores. 4.^500
oudolnsde alpaca prela e decores. 5ooo
cuales de merm bordado] a velludo gran-
ulos de'diio bordados se'da! 'Snno
tos de dito com listra de seda. fi500
Mitos de dito lisos. ... ^'""
Mitos de dito com franja, de 15a '. ', 4S300
Milosde lila adamascados decores. -t;HllMl
Langa frauceza superior de coras, covado! con
Uome.rasde relroz muito superiores, pa-
ra seiili.r.1..... o-roo
loVul'tl beCC0 da paaaikW. Pagando
toja pe ferragens, a segunda de fazeudi.s 11. 4o.
0*m*.
Continua-se a dar dinheiro sob penho-
res e a juros commodos .' na rua da Praia n.
43, segundo andar.
Compra-se
electivamcnle bilhetes de loteras j extra-
ludas, e que.estejam recolhidos thesoura-
na, alim de evitar a demora do recebimen-
to : na rua Novan. 11.
Compra-se euectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro bndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nuas, e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias, sobro penhores.
Compra-so um prelo de 20 a 24 annos,
sendo perito nllicial de carapina ; paga-se
bem : a tratar na rua Nova u. 53, botica.
&****&
Vendem-se luvas de pellica de
Jonvn, de todas as cores : na rua do
Quelinado loja n. 46.
--- Vende-se chocolate, marmelada em
quartos, de superior qualidade, vinda lti-
mamente de Lisboa, no brigue Constante :
na rua da Sonzala IS'ovu n. 4.
Vende-sc ou aluga-se por anno um si-
tio na estrada do Monteiro, o qual se acba
oceupado pelo Sr. cnsul hespanhol at 15
de setembro prximo futuro, o mesmo tem
commodos para grande familia, tem bom
jatdim no lado, cocheira, estrib-ria, quarlo*
para criados, murado todo, com sabida para
o rio : os pretendontes dirijam-se a botica
do Sr. Barlolomeo Trancsco de Souza, na
rua larga do osario.
- Vendom-se caibros de;30 a 40 palmos,
e das melhores qualldades, sendo a maior
parte de aracs, e cocao : atraz da senaria da
l'onte Velha, por menos preco, que cm ou-
tra parte.
Feijao ijkiilaii-
niio
Vendem se saceos com 35 cuias de feiao
mulat.nho muito novle por preco eommo-
do : na taberna grande ao lado da igreja da
solodado *
Vendem-se tres lindos escravos, sen-
do uai bom alaiate. de idade de 18 annos,
duas bonitas escravas com habilidades, una
mulatmlia do 13 annos, om escravo de meia
idade proprio para sitio na rua das Aguas
Verdes a. 46.
Ao Cauto
QUE ESTA' TORRANDO.
Ya ni 1 da Cadeia do t-
ti'e 11 54.
Cliilas francezas muito linas a 2i0 e 280 rj. o co-
v.idi. diales de merino prelos a 30600, dito, de cores
a 53000, mantas de seda muiio linas a 6?, 7 e '.inijo
r*. cada una, mussuliuas muito linas a 340 e 380n.
o covado, cimas de b......o padroes a 160, 180, 2
e 2() o cavado, chapeo ranceres minio finos a 7,
l;m;os de cambraia a lySOO, 2WO0 e 3.3OOO n. a d-
ila, aravalae prelas de mola a l^ioo cada orna, ditas
(I lila a laOOU rs., ditas de laijo a 700 rs. eada urna,
liriinziiilis paia jaquel a -M\ e 220 r.. o covado,
na lapoie a juo, ojijOI). 33100, 3cf00. 3,3)00,
i3 aa amaiella a 3UO rs o covado, elides de merino,
borlados na punta, muito ricos a MfOOO rs., d los
delOQqoima2O5000ri, corles de casemira a i- e
I-2IKI r*., ilutas de coberla muito lamas a S(HI r. o
covado, chalet de cambraia a"800, lyjll, I3HOO e
Wm, 6*200, (,-io:;, 6S80U e 7*000 rs. cada o,a,
!'u:a f "','U ''"" a M> ,s- '-", selitn macao
d r^VT, ,. rs- cova(l. chapeos de sol de seda
a 101MI e .?OMI r^ cala um, ditos p-ra senboras a
~''' l>'"o r. cada um, meias para seubora a
29200,28 .00 j- 3*800 r.. a duzia, chale, de ganga es-
lampadoa 2>I00 29200 rs. cada um, ditos borda-
dos, com franja da liuha a 39200 n., ri-cado fran-
cZS mallo largo e de bonilos padroei a :K) r.. o
covado, brun de liubo em corles a -'lKi e '-IHI
r... lie para vertidos a IJJOO re. o cavado, alT.aca
prela a 500, 000. 700, SIMl, Hio e 1-00.1 rs. o covado,
corles de meia-casemira a 23OOO rs., lilas a olio rs
o covado, e outras muilai fazendas nue a- vista do
comprador se mencionara'.
Queijos e sa-
patos*
Vendem-se queijos do sertSo, grandes e
pequeos a 400 e 440 rs. a libra, e sapatos
do Aracaty o da trra, de todas as qualida-
dcs, para homens e meninos ; lambem se
precisa de um caixeiro : na taberna grande
aolado da igreja da Soledade.
Viiikos do
Porto.
Na rua da Madre de Dos n. 34, loja, ven-
dem-se especiaes vnhos do Porto, das me-
mores qualdades, e marcas mais acredita-
das, inclusivo a do Chamico, em barris de
quintos, oitavos e decimos ; bem cmodos
engarrafados das eras de 1815 e 1834 em cai-
xas de urna eduas duzias.
Com pequeo toque de
a varia.
(A dinheiro.)
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia. vende-se :
Pecasde algodao li/.o a 800. l.sOOO, l.s"280
e 1.S600.
Ditas dita largo, a 1$(J00, 2.s000, 2*240
e 2s800.
Ditas dito de siettpira, a diversos procos.
Ditas dito de sacco, idem.
Vende-se
urna escrava com habilidades, e boa quitan-
deira : no segundo andar da rua Direila
n. 64.
Vcude-se um cavallo de estribara com
hons andares, e com arroios novos : na pra-
ca da Independencia ns. 36 e38.
Tinta para marcar roupa, que n3o lar-
ga, ao contrario quanto mais se lava mais
prela e segura lica, a 19OO os 2 vidriuhos.
na praga da Independencia n. 4.
A Vendem-se cortes do cassa lina pintada,
com salpico* e palminhas miudss e com 7
varas cada corte a 2*200 : na rua do Queima-
do n 22, loja da boa f.
A l'tCIIINCHA ESTA' ACABANDO-SE.
Nos quatro cantos da rua do Queimado n
20, vendem-se pecas de madapolao com to-
que de avaria icio barato prego de 800 e
13400 reis, lencos de cassa proprios para me-
ninos a 120 reis cada um delles, que cslSo
no reslo.
Na praga ds Independencia n. 4, ven-
de-se ail liquido, o melbor que tem appare-
cido para auilar roupa, pois nao tem o in-
conveniente que sempre as senhoras que en-
gommam enconlram nooutro, pois basta 4
I 5 pingos para ailar urna baca d'agua, a
400 rs.
FAIIF.LLO.
Vende-se em barricas e saceos : no arma-
zem de assucar no caes de Apollo, esquina
da travessa da Senzala Velha.
Vende-se espirito de vintao : na resti-
lag3o do moinho de venlo da praia de Santa
Hita. r
Vende-se sement de hortaca : na
rua da Croz n. 36
Vende-se arroz superior do MaranhSo,
e saceos com farinha nova e bem torrada :
no caes da alfandega, armazem do Mello.
AO. BARATO.
Vende-se riscado moustro com vara de
largura a 180 o covado : na rua do Crespo
n. 15. -
--- Vendo-sc cal de Lisboa, a mais nova
que ha no mercado, por prego eommodo :
na rua da Cadeia, defronle da HelagSo. ta-
bernade Domingos campos.
Bo& fazenda.
__Ven }, bonetes para meninos, demarroriuim
domado, com velludo de varias cores
e lita de galao, pelo baratissimo preco de
o0Qf>Q. '
~iue.nJe"s'J uma mu'alinl"> d"e 15 annos,
recomida, muito linda e robusta, com mili-
to bom genio e agradavel, sabe engommar
e coser : na rua largado Rosario n. 22, se-
gundo andar.
Vendem-se sapatos dos melhores, fa-
bricados no Aracaty, carne e queijos do So-
bral, ludo chegado ltimamente, por pregos
commodos para acabar na rua da Cadeia
do Itccile n. 60, primeiro andar.
- V*nde-se urna carroga com boi manso
ecostumado ao trabalho nesta praca- no
armazem de materiacs da rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
Vendetn-se 20 casares de rolas brancas
e pardas, estando a maior parte com iilhos,
cuja venda ser elTectuada por menor prego
com quem comprar todos os casares por
iue n0 SODrado ue um andar n. 8 da rua
o 11 Frailcisco como quem vai para a rua
Lella, das 6 as 7 horas da manltla.
Vliudtzis b r tas.
Jos Fortunato dos Santos Porlo acaba de
montar o seu conhecdo estabelecimento da
rua da Cadeia do Recife n 45, esquina da
Madre de Dos, com um rico e completo sor-
timento de miudezas, nSo s para a praga
como para os senhores negociantes do cen-
tro, c mesmo de oulras provincias que bem
se qoeiram surtir, ahi acharflo constante-
mente linhas brancas e de cores de todas as
qualidade*, um rico sortimento de perfuma-
bas, luvas para horoem, senhora e meninas,
bengalas de canna ede baleia, lucos do seda
de todas as larguras, ditos entrelios, cuti-
anas Dnissimts para mesa e escriptorio,
tuiteiros do porcellana, lindas pedias para
segurar papis, ricos enfetes para senhora,
toucas, carteiras, espelhos de parede, esto-
jos para barba, lindas aboloaduras para col-
lete, papel, capachos para portas e sofas,
rape de diversos fabricantes, ptimos charu-
tos da Rabia, e uma immcnsidade de objec-
tos que seria enfadonho mencionar, que a
vista das qualdades e dos pregos de cerlo
agradarSo ao comprador. Asscgura-se a mo:
dicidade dos pregos-
OOE ESTA' OEIIAIDO,
Na loja do l'regutga, na rua do Queimado,
esquina do becco do Pexo Frito n. 2, ha um
completo .-ortimenlo do fazendas por pregos
baralissimos, entre ellas nolam-se chitas
rancezas escuras de lindos padroes e cores
lisas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padroes miudmh s a 280 o covado, ditas fi-
nos de lindos padrOes o cxcpllentes pannos
e cores lxasa 300 rs. o covaio, lindos ta-
petes para salas a 33800 cada um, pegas do
bretanha .!< rolo com 10 varas a 2a000 cada
urna, mussul.na de cora 320, dila mais fina
de lindos padroes a 360, dita muito lina a
400 rs. o covado, dita branra a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
frauceza de cores fizas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordao a 500 rs, cassas francezas
muilo unas e de lindissltnos padrOes a 640
a vara, lengos pequeos para mao a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muilo finos e com
lindos bordados a 360, corles de casemira
com lindosgnstos a 53500, ditos linos a 63,
meias casemiras de quadrinhos proprias para
caiga e palito a 550 o covado, ISazinhas de
quadros proprias para roupa da meninos a
400 rs. o covado, gravatas prelas de setim a
1*200 cada uma, riscados francezes de qua-
dros de lindos pa .roes a 240 rs. o covado, I
casineta preta muito fina a 1*200 o covado
casemira preta a 23400, coitos de castor en-
cornado para caiga a 1-440, ditos a le, ditos
de brira de Imho a 19440, ditos de brim del
algodao branco .. I5 cada um, chales do me-
rino de Indas as qualdades, lisos e borda-
dos, por baralissimos pregos, chitas escuras
c de diversos padroes e cores lixas a 160,1
180 o200 rs. o covado, ricos lengos de seda I
de lindos padroes a 2300o, e outras muitasi
razendasquese deisam de mencionar, eso
venlerao por baratsimos pregos ; se da-
rflo amostras com penhores.
Vendem-se saceos com milho ; na rua
do AragHo n. 36.
^ende-se
Cortes de laa para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de |ndos pa.
droes.com 15 covados cada corte pelo di
minuto prego de quinze patacas 'ia elles
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de Ham-
buigo, ccom lindos retratos no- frontes-
picio : na rua da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
Na loja
das seis portes
ena frente do Livraioento
Colnhas de talagarga para pescogo de so-
nhora a pataca cada uma, chales de cassa
para trazer por casa e irem ao banbo a sello,
lengos de seda para trazer aos hombros a
dez lustoes, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez lustoes.
Na rua do Cabu
ga', loja de miu-
Itm para vender um eomplelo ortimenlo d baba-
dos re pann. de Imho, tanto aherlo como bordado e
de todas as larguras, principiando por dous dtdos e
acabando em dous palmo, os qaaes se vendara mais
baralo do que em outra qoalqoar parle por sa qu.-
rer remeller o djnheira ao fabricante.
liefioay&o do Monteiro
No deposito desta relinara, na rua da Ca-
deia do Recife n. 30, ba sempro assucar re-
hilado de superior qualidade, por prego de
63000 a arroba, dando-se um abate a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
i\a lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
38000.
Corles de casemira com pequeo defeito a
33000, palitos de panno fino pretos e de co-
res a 10*000, tem porgSo para escolher.
aos senhores de
engenho.
No becco do Gongalves, armazem 11. 10,
deJosDuarte das Ncv?s, vende-se a mais
superior faruba de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Itecife, armazem n. 10.
>?etbodo faclimo.
Na lnria da praga da Independencia^!
6 e 8, -'ende-se o melhodo t'acilimo- para
aprender 1er, novamente impresso aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro.
Na fundicao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acbam-se nara vender arados
de fdrro de um modello e construcgSo muito
superiores
Na rua da Cadeia defronte da Relacao, venda
n. 28 de D. S. Campos, vende-se e aluga-ie, supe-
riores bichas hamburguesas, em porfi e a retalho.
Vende-s na roa di Cadeia n. 28, snpeiior
presunto porlueuez inteiro a 440 rs., e mais objectos
por preco eommodo.
Ceblas novas de Lisboa-
Continuam-se a vender no armazem de
Barros Silva, por precos muito baratos.
Pianos,
Em casadeRabeSchmettau.&Companhiaa
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
llain bu rao.
T 'Xia rua da Moed* n- 2 defronte do tra-
piche do Cunha, ba para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferrameotas para tanoeiros,
cal om pedra de Lisboa, tudo por pregos
commodos; assim como barris com azeile
de carrapalo.
Lobo & C. vendem cal preta a 6C0
rs. o alquelre, equivalente a uma barrica
de bacalhao, em canoas de CO a 500 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rita Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem retalho em pequeas poreoes
em seu armazem, na rua da concordia a
700 rs. oalqueire.
Vende-se na rua da Madre de Dos
11. 12, armazem de Novaes&C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
positas de fezes, a preco eommodo.
Vende-so superior linhas de algodSo
brancas, e de cores/em novello, pars costu-
ra, cm casa de Southall Mellor & C, rua do
Torres n. 38.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ierro de i). YV. liowman
na rua do linun. passando o chala-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as quaes se
echama venda por preco eommodo e com
protnptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desp ezas ao comprador
Relogios.
Os melhores relogios de ooro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife u. 62. primeiro andar.
, caas de ferro
Excelleutes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low-Mo r.
rua da fe riza la Pova
n. 42.
Tintas baratas.
Cr, ochre e rxo-terra a vintem
tomando de 8 libras para cima : na
Livramento, loja n. 35.
Attenco
o
iva rua larga do Rosario n. 38, loja de
miudezas de JoSo Congalves Ferreira, exis-
tem a venda caixas com tentos para voltare-
w,.as mais ricas possives, Titas de velludo de
todas as larguras, franjas, de seda as mais
das r.q,U6?m-VI.nd0 deFran*a, "ts 'vra-
re m1,dra,nda n3t, pesos pira pa-
da Fuon. ?' c-om,todas s personagens
nosi a oi?r;..inlu-r.e,de b<>rfachrmuito 8-
zas'oua naoU,t!.S ^**i de miude-
zas. que nao se podem mencionar.
. TaRcL,as de fe r*>-
Na fundtcSo da Aurora nm ci<,
e lambem no deposito '.? %?&%
na entrada, e defronte do arsenal ,'J,?8
nha, ba sempre um grande sori'12 1 ?"
tachas, tanto" de f.hrSStf.SJ'SS
trangetra, batidas, rundidas, gr.nde7 lt
quenas, rasas c fundas ; e em Smbos os fu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despea. Os preco
s3oo s mais commodos. v
Algodao iimiistio.
deV?ardoe.;r.e algda nl0nStr0 COm 8 P'"1"S
vara n.Pu? bar8kt,8slmo P"5o de 600 rs. a
do o.' 22 Ja da b0a fe' na r* d0 Q"eraa-
Mussulinas brancas e de
cores.
ult^! "I,1188"!'" branca muito fina a
P dr0s a 320 0end.l.a,de C"S, de collenteS
pauroes a 020 o covado : na loia d. hn. r
na rua do Queimado n. 22 J ba fe'
uw SECRETARIAS.
iSSSSsuxSA'smgji
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
emendas para engenho. machinas do vapor
e tatxas de ierro batido e coado de lodosos
tannos para dito.
Chapeos de ItUlia.
Vendem-se superiores chapeos do Italia,
decentemente chegados, a prego eommodo :
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
Carne secca do < ear.
Vende-sc superior carne secca do toara,
por eommodo prego : no armazem de Luiz
Annes, defronle da alfandega.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, pVra bomem esV-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vmdos pelo ultimo paquete in-
glez: emeasa de Southall Mellor c ,
do Torres n. 38. '
VENDE-SE
na rua da Trapich n. \, escriptorio de
AovaesA C, superior vinho do Porto, em
caixas de uma c duas duzias de parraras ;
a' preco eommodo.
-Luvas de Jouviu.
Constantemente achsrSo na loia do Le-
ff.'.^f a da. Bo"-vi8t 7, s verdadei-
ras uvas de Jouvm, de todas as cores
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
Moendas snnetiores
Na rundgao de C. Starr & Companbia,,n,
Santo Amaro, acham-se par. vender moen
itSSS SMum -
ichaiisio fm mi-
no.
NAFUNDigAO DE FERRO DO ERG
NHEIRO DAVID W.BOWMAN MA
RUA DO BRUM, PASSANDO CicBA.
FARIZ,
lia lempre uni grande snriimento doiiaontrn.. i.
jacios de m.ch.ni.mo.pr.prio. paraeleX ",.
ber : moendas e meias moendas" da ma\*CodM.'
conslraccao ; lai.asde ferro fnndid?, hl*M.,
superior qualidade e de lodosos laroanhos" rJ
dentadas para agua ou animaes, de toda, as Dr00or
S6es ;crivo.e bocas de rornall a e reg (ros de bol
ira, aKU.ll,6e., bronre.,Par.ru.o. ZSZmSZZ
uhos de mandioca, elc.etr. '"oes.moi-
NA MESMA FUNDICAO
se exeeulam lodas as encommeDdas eom a snn,n.
ridade ja condecida eom devida m2?Z
modidade era preco. P>"iei.i eom-
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido odeposito dtste xaropa rara h
tica da josa da Crua Sanios, narnaTovI w
garra a. 5500,? nieis3000, s.ndo f.lsc'.od
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO
Para curade phljsicaem lodo.ofseufdifleren
lasgr.o. quermolivada poreonstip.coes, lo5MI
ta??.",..l!".,:i,,-e.'rr.0* d"aDC. drdeco^
lados epeito.palpilarao no eorcao,coqueluche
bronchue, dorna garganta, a loda a.inoI.,,"'
dos orea o, pulmonares. ""'
Sellins e rele^ios
lnfi?,L"KS B5LOG,OS da palale
bL. V.end". no """ da
Hoslron Rooker & Comp.Dl.ia, ,.-
mero3. 48. "8 d "p0 *"<>-
Deposito
de rap princeza da fubn-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego eommodo rap fino.
grosso enojo grosso, da acreditada fabrica
ru.md Su8/;0 4P9e! V"POr S- Sal"d^ I
jmto*fmv$0.
*Mf$QO.
Fugio do engenho Vicente Campado da
freguena da Escada, no dia 6 do correnle, o
escrayo Roque, de nagao Angola, parece
cr.oulo por tar v.ndo de pouca idade, repre-
senta ter 30 annos, pouco mais ou menos,
baixo, secco do corpo, rosto comprido, tem
tima cicatriz no queixo de uma fstula que
teye provenieolo de um couce de cavallo e
sobre a mesma cicatriz tem alguns cabellos,
e o queixo deste lado mais inchado.o andar
he alguma cousa peiado, levou camisa e ce-
rotila de algodao azul e chapeo de palha.
tem as costas com signal de cbicotadas :
quem o pegar no Recife leve ao escriptorio
dos Srs. Lemos Jnior & Leal Reis, e em ou-
tra qualquer parte poder! dirigir-se ao mes-
moragenlM que recebei'de gratificagSo
oOsOOO do abaixo assignado, no Recife, sera
paga esta quanlia pelos Srs. Lemos Jnior &
Leal Reis.'-Manoel Concalves Pereira Lima.
Kugio no dia 19 de judio do corrente
anno, um escravo ciioulo de nomo Thomc
idade 25 a 30 annos pouco mais ou menos'
cornos sigoaes seguintes : baixo, rosto com
bastante marcas de bexigas, nariz chalo
com nni lobinbo por cima do olho direito'
pouca barba, ps apalhetados : quem o pe-
gar, ou delle livor noticia, dirija-se a Ponte
Ucha, no sitio onde mora Antonio Jos Pi-
res, que ser recompensado.
Em 12 de judio prximo passado ralo
do engenho Bosque Alegre, provincia das
Alagoas, o escravo Cermano, com os signtes
seguintes : idade 25 a 28 annos, nago Ango-
la, alto, corpolento, cambado das nemas
tendo em uma dellas a cicatriz do uma gran-
de renda, barbado, cara cumplida, e regris-
ta : este escravo pertence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, e suppe-se ter tugdo nara
esta provincia de Pernambuco procura de
oulro companhero do mesmo engenho ha
pouco lempo vendido : roga-se, portanto, s
autoridades policiaes, aos Srs. capitaes de
campo, e a qualquer outra pessoa que oap-
prclienda.de o entregar na villa do Passoao
Nr.Joaqu.rnMar.nhoFalcSo, e em Pernam-
buco a relisberto Ignacio de Oliveira, praga
do (.orpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensaao, e salisfeilas as despezas que cou O
mesmo se tizeretn.


*
PERJS. TYP. i)E M. F. DK FAK1A 1M7



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