Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07810


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Full Text


Por a mpzes achantados A000.
Por 5 mcv.cs vencidos 4.,'500.
oim\ mu an jk \oosTtt di mi
Por anno adiantado 1 ^OOO.
Porte franco para o subscriptor.
ENCABREGADOS DA BUBSCRIPCA.0 DO NORTK.
Parabiba, o 8r. Joo Rodolpbo Gomes; Natal, o Sr. Joaqun)
I'Partira Jnior ; Araeatj, o Sr. A- da Lcmoi Braga ," Ota-
ra o Br. i. Joa de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
qrwa Bodriguea; Piauhy o Sr. Joa Joaquim Avelao ; Pa-
r, Se. Juatino J. Bamoa ; Amaionaa, o Sr. Jaronjmo da
Corta.
PARTIDA DOS CORRKIOS.
Olindt : todos 01 dias, ai 9 e meia horai do da.
lg.iar.iiiu', Goianna o l'arahtha: n.. ..;unj.i < sexlal-rciras.
S. alo, Bcxerros, Boniu, l>j-iiaru\ Allinho c Cnanliuns: na lerca-feira.
S. LoornDo, Pao d'Alho, Saaarelb, Limueira, llrcjo, Pcaqurira, logaieira,
Florea, Villa-Bella, Boa-Vala, Ouricary e Esa', as quarlds-f-trai.
Cabo, IpoJUca, SrrinhStm, Rio Formlo, Una, Barrciroa, Agua-Preta, Pi-
inenleiraa e Platal : quintas-feirds.
;Tedos oa correos parlom aa 10 horaa da man .i*.
AUDIE NGI AS DOS TrUBNARSIDA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a quintas.
Relacao : tercas feirai labiados.
Faienda : quartaa a aabbadoa aa 10 horaa.
Juio do commercio : teguoda ai 10 horai e quintil 10 maio dia.
Juno da orphaot : aagundaa a quintaa ai 10 horaa.
Primeira Tara do eirel : segunda! eaeiUaao maio da.
Soguda vara do clvel ; aarua a nbbadoa ao maio dia.
EPHBMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
5 Lu chela aa 4 horas a9 minutos da larde.
12 Quarlo minguanta aa 8 horaa a 22 minuioi da tarde.
19 La nova aa 2 horas a 6 mioutoa da manhaa.
27 Quita) orejenla aoa 48 minuto da urde.
I'HKA M AU DB BOJE.
Prlmaira ai 3 horai a 42 minuloi da Urda.
Segunda aa 4horaa e 6 minuto! da manhaa.
A ak Afc/flO AWIf^S a% I I Uu' 'i lispajii. vel chamar um iutarprele, c a este
afea,*? l aaat lf* AVflaCLaJu clecl8rarm que havia excellenle leulia ,. porein que
DAS DA SEMANA.
17 Segnnda. 8. Mamede m. ; Ss. Eoliquinano Liberato.
18 Terca. S. Clara Jo monte Falco v.; Si. Laura e Fiora rom.
19 'luana. S. Luir b. f. ; S. Tecla v. rn.
20 Quinta. S. Bernardo ab. doulor da Igreja..
21 Seiia. S. Joanna Francisca Romana.
22 Sabbado. Si. Agalhooico e> Authuza mm.
23 Domingo. 12 O Sagrado Coraco de Mara.
ENCABRBGADOS DA SUBSCRICA NO SUL
Alagoai, o Sr. Claudino Faleao Diaa; Babia, o Sr. D. Dun
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria na loa
livraria, praca da Independencia n. 8 e 8.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Decreto n. 906 le 10 de agoilo de 1857.
Antonia o governo para depositar no Banco do Bra-
nl a aaaa caiai filiis ai aommai dispouives que
litar do theaouro e thesourarias de faienda.
Ilai por b:id saucaionar e mandar que se exe-
eule o lagainle decreto da aaiambla geral legisla-
ii >d :
Artigo noico. Fica o governo aulorisado para de-
positar no Banco do Braail e inaa caixas filiaos ai
aummaa diipuniveis que liver no thaiouro e theiou-
rarlai da faienda dai provincias, contratando a aber-
tura da conlai correntea eom joroa.
Bernardo de Suuza Franco, do roen comelho, ie-
nador do imperio, roioiilro a itcralario de estado
dos negocios da fazeoda e preiidenle do tribunal do
theioaro nacional, auim o leuha enlendido e faja
(catar.
Palacio do Rio d Janeiro, era 10 de agoalo de
1837, 36' da independencia e dn imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Bernardo de Souza
Franco.
Retolucao n. 907 de 10 de agosto de 1857.
Antonia o governo para Irocar a< notos do eitincto
Banco do Braail oo valor de 3(ii?, e ai clulas do
Ihesouro na importancia de 769, perlenceules ao
conego Fidalis Jos le Moraes.
Ilei por bem saneciooar, e mandar que si exi-
m \ a seguale re.ulucAu da assembla geral legis-
l.liva :
Artigo nico. O governo fiea aulorisado para tro-
car as ootaa do exmelo Bauco do Braiil no valor de
:tlil>, e as ce lulas do Ihesouro na imporlaoela de
7(129, perteuceolas ao conego Fidilii Jos de Moraes
e arcediago da S de S. Paulo.
Bernardo de S tuza Franco, do meu eonselbo, ti-
nador do imperio, ministro eiecretario de estudo dos
negocios 1a fazenda i presidente do Iribonal do tlie-
aooro nacional, auim o tenlia eulendid j e faca exa-
cular
Palacio de Rio de Janeiro, em 10 de agoito de
1857, 36' da independencia e du imperio.Com a
robrica de S. III. o Imperador.B .'ruarlo de Sonza
Frauco.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Ministerio dos negocios da Justina. Kio de Janei-
ro, em 28 dejuiho de 1857.
O presidente desea provincia, irouxe no conheci-
ment do goveroo imperial, com o leu oilicio n. 30
de -i do mu prximo pretrito, o do alesembargador
procurador da coroa deisa relacAo, por copia, datado
do I. do dilo mez, no qual pede ser esclarecido
ae as denuncia por crime de raupontebilidade de-
ve ser reconhecida a assigualura dos promotores pu-
blicas, como exige o arl. Vrl do cdigo do proces-
so, oa se est. dispj,:rio lie s reliliva queixa e
dannocia particolar, como ella enleu le, entretanto
que e-se Iribonal I tu decidido o contrario.
Ouvido o conselbeiio procurador da coroa so-
bre a materia sujeita, e conforman io-se S. M. o I ni
pera lor rom o parecer deile.man la declarar a V.S.,
para ma inlelligeucia, e do tribunal da relacao, qua,
se os promotores publico*, bem como os solicitado-
re., ftsces, coradores, escrivAea, l belliAcs e maii
ofliciaes, que sen em ante os auditorios e Iribuuaes
de juadQ, antes de lomarem possee enlrarem no
exercicio de seus empregas, prealam juramento so-
lemne de bem lervirem laes.empregoi, e se desle
juramento se lavra a certidAo no veno dai cuitas,
alvarai ou proviiOes, as qcies sao apreientada em
original aos chefes dos respectivos auditorios ou Iri-
bunies, e registradas no complanle carlorio ou .e-
creUna, licm elleipor estas formalidades conheoi-
dos, habilitados o admittidos para exercerera lodos os
actos de seus ofliciui, sein que aeja preciso e\ijir-.e
recoobecimeiilo de ioai aisignalura, e juramento
eipecial a cada um desses acl a.
Den guarda a V. S. Francisco Dioso Perei-
ra de Vasconcellos.Sr. Joaquim Vieir da Silva i
Sonza.
COMMANDO DAS ARMAS.
Onartol temeril de coamnao Ama araai de
Paraambaco aa* eldada do Raelfa, eoa l!l e
agoato da 1857.
ORDEM DO DIA N. 8.
O brigadeiro commandanle das armai interino,
leudo vi,liado no dia 17 do crreme o quarlel do
Hospicio, em o qual est alhajado o 10 batalhSo de
intentara, declara que ficeu latiifeito pelo estado de
aeiio e arranjo, em qua achou o memo quarlel.
Aulgnado.Joo Jote da Coila Pimenlel.
Conforme.Demetrio de Gutmdo Coelho, alfere
ejudaute de ordens encarregado do detalhe.
IXTIRIO.
NOTICIAS DO PARAttAY.
Corrientes, 25 de julho de 1857.
Acaba de abegir a este porto o Paraguatso.
Vou dar-lhi noticias da toa viagam de volla. Iufe-
1 lmenla oo Ihe contarei nada que deva ser agra-
davel aoi seus leiloraj braiileiroi e amantes do
Biasil.
Ai nossas relacOes com o Paraguay vio de mal a
petar ; lulo indica que l.opez oo he dondo ou quer
letar-noi a om lompimenlu completo i ai exlrava-
ganciai do chefe paraguayo ja car pela aoa ignoraocia. O bomem quer obrigar-
uns a entrar em lula ,iberia c un'elle, e para isso
desafia nos c^uslanlemenle com afrontas insunpor-
lateii.
O qoe too agora narrar-lhe demonstra al que
pauto j< lem chegado a insolencia de Lpez e a
liona bonhomia ou tolerancia.
Ora escute.
Dasde qoe o Paragoaiso entro nos dominios
paraguayos neohoma povoa(,lo e uenhum forte ao
ve-lo irou a sua bandeira. como he de costme ;
"la ae fez caso diuo, desculpoa se a grosseria adeu-
dando a que era pralicada por orna uajao quaai sel-
vagem.
Em Olympo nSo qoiz o Paraguaitu' lomar pra-
tico paraguayo, pois linha a bordo qoem saubesse
perleramente o caminho; mas l.opez enlende que se
dota aceitar por forja os seus int-re-santei obsequios.
I.ogoqo* o Paraguassu chegoo a Conceijao o com-
in.indaiite foi a Ierra ler como chefe ou commandau-
le dassapovoaco para comprar-lhe a lenha necessaria
para a machina. Tiiihi de haver-se com om bicho !
O lal commin lanle lie militar ; mas lo estupido,
qua falla e eulende tomeule o gunrany ; loi por-
por iaso meamo no-la venderiam maii cara do qua
quando o oParacu .ssu'o lubio. O commandante es-
leve por isso, e at ja o esperava : pois linha sido
prevenido pelo Japoro', de que a nosso amigo L-
pez havia orgamsado nma tabella especial para os
navios brasileiros, qoe, segando ella, detem pagar
pe.o qoadrupla do prejo regular os genero! de qu
precisarem. Mas agora vai o bonito e o melhor.
O commin lanie da Conceic^o, aniei de coneluir
a venda da lenha, pergaolou se o Peraguaisu tinha
trazido pralico, e receben lo orna respoita nega-
tiva, enliou e disse moilo amuado : ajo ha le-
nha, n
Mas anda ba pouco havia al excellcnle 1 co-
mo he islo ?...
Lembrei-rae qoe eilamos a espera do Taqua-
ry,u qoe precisa dells.
I'nre m....
Nao ba lenha. E alem disso te o tenhores
nSo teem pratico, como he que querem comprar le-
nha ?.
A razao era de cabo de eiquadra, apezar de nr
ddi por commandante ; mas forja foi ao comman-
dante brasileiro eouleolar-se com ella, a partir um
lar recebido lenha.
No da segoinle chegoa o Paraguassu n Asaurop-
jio ; a grande capital devia tratar o nos. o vaso com
urna corlezia qua provasse o grao de civilisajAo do
paiz, e as sympalhias que nulre o g iverno paraguayo
pelo Braail. Poit foi isso mesmo que aconleceu.
Apenas den fundo, appareceu a bordo nm agente
di capitana do porto, que logo coinprimentou
Brasileiros, pergunlando se Iraziam pralioo, e ou-
vind > do nosso commandante a devida resposta, tor-
nou logo, como quam trazia sen recado na pona da
liogua ; a Pois nesse caso ur lena o capiUo qu* nao
po.sa o vapor d. mu u mear com a ierra, que liga
immediatamenle o seu deslino, s
Observou-lhe o commandante que primeirn quaa,
ria fallar ao domo cnsul e enlregar-lhe um ofliciqt
qoe Irazia, e que para esse fim ia mandar um uffi-
cial a Ierra enteuder-secom o capitao do porta.
lempo e vlagem inoteis! o oflicial que foi man-
dado nrs-a commissilo voltou sem demora, dizeodo
que o capilAo do porto daclarava qna ai ordens que
linha, nao ihe permilliam consentir que o vapor li-
vesse a menor communicajao coma Ierra,visto que
n3o liazia praticu ; e que someiile poderia tomar
subre si o entregar os olticios ao cnsul brasileiro.
O nosso iilli -ial. que tambero levava ordens, nAo
cabio em aceilir Ihe o favor. Os favores do gover-
uo paraguayo Irazem lodjs denle de coelho.
O comraaodaule inandou de novo reclamar con-
tri o inslito procedimenta que se linha comnosco,
dizendo qoe um lal proceder era contrario ao dirii-
lo das geutes, que nanea se havia lido igual com
urna najao amiga, instando de novo para fallar ou
enlender-se com o miso cnsul.
Veodo que ola partamos, dirigo-se a canoa da
capitana para o nosso vapor, e aliacou primeiro em
ama igaril que de bordo havia largado, e que le-
vava um Fraocaz que noi vinha otTerecer lenha, se
a quizessemos comprar. Lenha, ajuniou o Fran-
cez para le queiraar O pobra do Francez apenas
soube do nossa iiiler.liclo ulgoo-ie perdida, poe-se
a tremer, equasi iem is despeJir pz-se ao fresco ;.
mas nao Ihe taleu a pruleucia, pois sendo aborda-
do pela cano i da capitana, desfez-se em cxplica-
ifiti, que nada exi licarom ao ustissiiuo l.opez;
-alijemos ajan em Cirrionles que o infeliz Francez
foi parar a eada paia nao tornar a vender lenha.
Que paiz fatal aos lenhadores !
A geule da capitana veio a bordo saber porque
nao partamos; per^unlau o caminan lanle palo
cnsul, o recebeo em resposta que se nao sabia nem
se quera saber delle, que nem lite consentiran!
vir a bordo.
O commandante do aParaguasio havia esperado
intilmente pelo cnsul duas haias, e leudo a cer-
teza de que na Ihe era permillido commnnicar eom
mesmo aogoilo lenhor tuina pelo fallecimenlo de S.
A. R. i Sr.a duqoeza de Gloueeialer, lia de S. M.
Brilannica.
O senado oecnpon-se houlem com a diieusiao do
projeclo sobre loteras concedidas ao Iheatro italiano
e opera lyrica occional. epois de eraren) us Srs.
Silveira da Mota, presidente do conselho, e visconde
de Jeqoilinhonha, pasiou o projeclo a tercena dis-
cus-ao, leudo rejeilada orna emenda do Sr. Silveira
da Mola para que o governo, em contrato eom a em-
priza, estipule que para a orchastra do Ihaalro ita-
liano sejam preferidas os artistas naciomes, nao pi-
den lo a orcheslra compor-ie de estraogeiros senAo
at um quarlo de seu numero total.
No mesmo posto, o lenente-coronel commandante
do bilalhao n. 3 deinfanlaria da guarda nacional de
Matlo-Groiso, Manoet Joaquim Paula.
No posto de rnajor, Joaquim Antonio de Lemos d ', como sejam os ere titos autorisaiido as despezai com
do Maraohao. caroinha de ferro do Rio de Janeiro, Baha, Pernam-
annunllados. e varios foram contemplados na lii; ei-
islem poim mnilos outros fura do orjimenlo, e por
cunta dos quaes ha sominas consideraveis a despender
Proceden-ie honlim ni cmara dos deputidos
volajao do orjimento da marinha, coja diicussao fi-
c;n eucerrada na sess.lo anterior, e foi approvado,
bem eomo ai seguinles emendas da commissao :
Em logar de 4,859:1205204iga-se:...........
4,915:894-5913, em cousequeucia das seguiutes alte-
rajOei :
'-' ISa verD*inarlel-generalaogmente-ie
402B875 por causa das maiores vaiilageui que cabem
ao ajudante de ordens encarregado do quartel-gene-
ral por ler subido de posto na ultima promoj.lo.
a 2." Na verba couselho supremoacresceo-
le se 1:2005000 coirtipoodaoli ao accrescimo da um
vugal por parle da marioha.
% 11." Ajunle-se a quantia di 51:7125000 ver-
baarsenaespor accrescimo de dispeza proveni-
ente oa acqoisicao de operarios ltimamente engaja-
dos para as ofticinai mecnicas.
| 19*. A u ^ui en le-se verbacapitanas depor-
to-da quanlia de 1:2699834 pelo aogmenlo de il-
guns i encmenlos, inclusiva 01 do capilao do porto
uo Rio de Janeiro, que passatn a ser de commaudo
pela amiga tabella.
" S 15.- A' verbahospilaesajonle-se a lomma
de 1:5605000 para os venciinentos doi empregados
da enfermara qu se irjaoduu crear na provincia do
Para, o
Das onlras emendas apenn foram approvadas
dual :
I." Oos Srs. Cruz Machado, Brasque, baro de
Torio-Alegre, e J. de Meudoujs, autorsando o go-
verno a despender as quantias que fortn precisas
para o melliorameolo d,is barras do Maranhao e Rio
Grande do Sul.
2.' Dos Sr. AragSo e Mello e Diogo Velho, acres-
ceulando ao tj II.Igualados os vencimentos do al-
mojarife e escrivAu do arsenal de Pernambuco aos
d i ll.iln i, conforme foi determinado pelo II do
artigo >. da le numero 779 de ( de selemhro de
1851, licando assun alterada a tabella que baixou
com o decreto numero 1,769 d 16 do junha de
1856.
Todas as mis emenda foram regeitadas.
Conlinuou depois a tercena discussAo do projeclo
numero 10, do anuo passado, sobre sociedades em
cuiinii imilla, com as duas emendas apoiadas. Kieou
o dbale adiado, depois da orar o Sr. bar3o de Man.
Eulrou par lim em discussao o parecer da tom-
missao de pudores que annulla as eleic/ies do lerceiro
distrelo eleiloral da provincia de S. Paulo : eo voto
aparada do Sr. Pacheco que as legilisu, e raconheee
deputado o nionseuhur Ignacio Marcondes. Omu o
Sr. Machado da Suuza, e ficou a discussAo adiada.
Ciiuliiiiiou in jf na cmara dos depulidos a lercii-
ra discussAo do projeclo sobre sociedades em com-
inandila. Oraram os Srs. Ilenriques, Sales l'orres-
lloinem, e ficou o dbale adiado.
6
No senado discutio-se honlem o projeclo sobre lo-
teras associacao dos artistas, que licou adiado de-
p.us de om requeriuieulo do Sr. I),nas.
l.ntruu depois em primen a iliscussAn o projeclo da
cmara temporaria que aut.irisa o guvemo a adiau-
lar aos i-11111 r i _: i.,. pblicos as entradas para o
iiionte-pio dos seividores de Estado. Depois de urn
.. debate em que temaran parle os Srs. Siuzs e Mello,
elle, inandou carrejar a ariilharia, le vanlar o ferro ICarueiro de Campos e U. Mmoel, e da retirada do
e parlir, e eiildo pnssou pinto do Taquarv, qua a
cada momento recebia bircadaa de soldado-, apezar
de estar j abarrotado de gente.
Lpez labe.'que ni. no- m. lie me lo, ea conse-
queucia que se deve tirar desse alan he que l.opez
lem medo da nos.
OaParagawi'i cliagon ao llamail ;i noitinha;
fuudioii, e o conmandante man lea a fortaleza um
oflicial, que voltou dizeodo que o rouimaiidanle da
fanal, za ordeoava qua aproveilaisemos o crepscu-
lo para deseer se nao quizessemos ficar debaixo das
baleras.
Ke-pondeu-llie o nosso commandante que o vapor
nao desoa,porque ja fazia eacuro e o ro he naquel-
!e pasto cheio de re^mansos e muilo eslreila, e que o
mais que poda fazer era ir ruodear um pouco ci-
ma, no que concordou a gente da Ierra, e porl oto
executou-ie lon o novo proposito.
No dia seguinte einfim paiiou o llamailu e iem
mais novi.lade chegou a Corneales.
Eis tudo quanlo achei da mais curioso na vlagem
do Paraguas*-'!. Stnlo bstanle qoe Ihe v.lo doer,
como nos doram, os vexames porque passou o nosso
vapor.
S-r I drenla que nos fizeram em Assumpjao
tolerada pelo nosso governo ? Nao lera elle um im-
pelo de patriotismo, e nao darii a nossos bravos ma-
riulieios e soldados a ordem'h lauto desejade de
varrer toda essa gauchada eslupida que nos insul-
ta, e que entretanto nada vale, e zumba de ni -o-
menle porque o nossos bravos esl3o de maos aladas?
Nao posio cror que islojcoiitiuue a-sim, a menos
que se queira envergonhar a lodos os Brasileiros
qoe yeslem farda, e encher de opprobrio a najao.
Nos nao podemos sollrer miis.
O govrrnador ou presidenli do Paraguay r-se
da nos, all anta-nos, injuria-uos impuneiuenie, e os
uotsos soldados e inarinhelros preferein morrer com-
bitendo a sollrer es-es insultos sem tirar dclles a
mais completa .lesiona.
Al oulra vez.
(Carta partirular.)
(Jornal do Commercio do Rio.)
Por Ahedeo Aciiabd.
Pili vi i:i i! ptitii:
III
lim hora depois de seo encontr Jorge e Valen-
tino eslavain a-sentados dianle da cbamin, om em
face do outro. A sala em que se achavam era vista,
alta, formada de sete janell.is que davam para o
meio-dia, o nnseente eo poente. As paredes esla-
i.ini guarnec las de pratel'iras cheias de livros qua-
li al o lelo ; um lado fnra reservado para ni es-
pingardas e diversos utensilios de caja. Em um
canto a direla viim-se todos os objeclos de peica ;
n ngulo viz nho, a esquerda entre duas jmilas es-
lava oceupado por um banco de marcineirn carrega-
do de instrumentos. No rneio da sala eil urna mesa oval caberla de panno verde e obstruida
de gazelas, revistas, brocharas e diccionarios 111100-
toadoi ao redor de dous mappas seographicos, entre
os quaes linhain-se collocado pnnas, lapis e liulei-
ros. Lina grande alampada suspenst no lecto com
urna grande cobertura de lata illumiuava a ni -a.
Algomas pelles de raposa guarnecidas de panno
encarnado eslavam dispersas pelo assoalho. Aves de
rapia empalhadas eslendiam as azas por cima das
asanles, a sobre a chawin urna uiasnifica pndula
representando um carro de Apolla de bello modelo
dava ai horas cun mageilade. E-sa pndula com
seus cavallos dourados era caino una lembranca de
Verstiles perd la no campo. Algumas arma como
espadas, pistolas hrlhavam nos inierval'os da biblio-
Iheca. Acrescentando a t>s reoniao de objeclos de
toda 1 especie orna pella de liare e-t.minia dianle
do fogao, alzumas cadeiras de couro dispersas ao
redor da mesa, e tres ou qualro pollronat, o leitor
lera toda a mol la dessa cmara que servia ao mes-
mo lempo desalAi, de gabinete de Irabalho e de
biblidlheca aos hospede, do Maison Blanche. Os doos
mancebos fuma va in, e Tambor- dorma dianle do
fugo com o fot iiilin entre as m".....
Vid Diario o. 186.
RIO DE JANEIRO.
5 de agosto de 1857.
S. M. o Impendor lomou lulo com a corl por
esparo de dous mezes, a datar du dia 3 do Crrenle,
um carregado e nutro a!li\lado, em demonalrajao
do seu jimio seutmenlo pela morle de saa augusta
til, S. A. R. a Sr.a infanta |). Anna de Jess Ma-
ra.
Nesle lulo ineloe se lambera o de sele di
as que 0
Entao ella Irahio-te '? disse Jorae continuando
urna conversaran eomejada durante o janlar.
Valiitii.o -u-piio i, e poz-se a contar a Jorge,
que pooca allencai Ihe dav, urna dessas historias
parisienses, cujo desenlace nao varia nanea. Na
noile em qoe seu infortunio Ihe fora revelado. Va-
leulino cheio de inJignarjAo e de sorpieza Uvera um
oslante o pensameulo de provocar sea rival) Urna
rellexa j o relivera ; poda elle re-tituir ao seu co-
rarao as illusdes perdidas '.' Subir casa da prfida,
e nessa cmara em que linha paisado horas lao de-
licilas deixara o sau bilhele de visita com estas tres
palavrai: aAdeos teja feliz, a
He um lanto velho, responden Jorge lorrindo,
masemfim he melhor do que urna estocada.
Ests rindo !... Ah uinguem morra de dor,
visto que anda me vs.
Vaien'iu.i levanlou-se, e Meu aUuns paseos pela
sala suspirando ; depois apoioo a mao sobre o hom-
bro de Jors;e, e diise-llie com ar sombro :
Acab u-se tudo para mim, nao creio mais em
nada... renuncio a e-sas crealuras engaadoras...
enceiro-mu aqu cornudo... leremos os moralistas
que lem escripia contra as mulheres, e Ihes acre
ceotare.nos alguns coinmeulaiias enriquecidos com a
nrrala, de nossos de-a-'res pessoaes ; Taremos um
curso de miiaulhropia, e se algum de noisos ami-
gos conliecidos aventurar-se a vir baler nossa por-
ta, havemos de lecebe-lo a tiros de espingarda...
Creio que nao visitas a niuguem t
A uinguem. disse Jorge hesitando om pouco.
Pois bem. Pretendo viver aqu como cenobita.
so.situtvo offerecido pelo Sr. Sonza e Mello, qoe
maudou depois a misa urna emenda sobro a mesla
materia, foi o projeclo a' commis-ao especial sobre
pensionistas do Estado, a requenmenlo do Sr. I).
Manoel.
Enliou em primeirn diiciis.au, e passou a'segunda
0 projeclo qoe aulorisu o goveroo a empreslir
compauhia da Pona da Ara 300:11005, cun o juro
de 6 por cauto, por 8 annot comejmdo o pagamento
do prazo do contrato a 5 annos, em preslaces se-
meslraes de 50:0009, al final embolso.
Depois de orarem contra os Srs. baro de Manti-
lla, viscan le de Albuquerque, e Souza Ramos, ea
favor os Srs. D Manoel e Candido Bairges, foi ap-
provado o requenmenlo do Sr. barao Moriliba, para
que foisa o projeclo a commissao de emprezas privi-
legiadas ; mas nAo sa votoa por nSo haver casa.
Por decreto de 27 do mez passado leve merco
da serventa vitalicia do oflicio de escrivAo do civel e
labchAo publico do termo de Itapeva, em S. Paulo,
Emygdo Jos da Piedade.
dem dem du ofliciu de labeliaodo poblico judi-
cial e notas do termo de Iguape da mesma prima-
ca, Ji.;l Hablilla de Castro e Sooza.
dem de 29 do mesmo mez, leve merc da igaal
oflicio do termo da cdade de S. Loiz da pruvincia do
Maranhao, Jus Nones de Suuza Belford.
dem, dem, foi borneada Jos Eduardo Mendes
para o lugar de oflicial externo da secretaria da po-
1 ca da provincia da Baha.
Por decreto de 3 do crrente foi com mus.la a
Mauoel Joaquim de Krito, em 100} rs. para o insti-
tuto dos suidos-mudos a pena de um *ez de prisao
e molla correspondente a melade do lempo, em que
lu condemuado.
Foram apresentados :
padre Jos Thiago de Siqoeira, na freguezia de
Sanio Antonio do Calino, na provincia de Minas Ge-
raes.
O padre Jos Gomes na de S. Sebasliao da Foz do
Tjucas Grandes, na provincia de Santa Cathanna.
O padre Macario C-iar da Alexandra e Souza na
.^: ^os (la Terra Firme, na mesma provincia.
11 ver.im merc da Serventa vitalicia : Joo Mar-
tina Teixeira. dos officios detabilio dojulcial e
olas, e escrivao dos esiduos e rapellai da villa de
Alibaia, na provincia de S. Paulu.
Jus Caelano Lima, do officio de partidor do juizo
mumcipsl e orphlus do termo da Casa Branca da
mesma provincia.
Par decreto de 5 do eorrente foi designado o ca-
pl.lo da primeira eompannia do batalhAo de infan-
laria n. 31 du guarda nacional da proviucia do Kio
de Janeiro, Virgolino da Costa Guimares para ex-
ercer o logar de rnajor do mesmo batalhao.
Foram reformados :
lentos que duravam seis das ou seis semanal ; de-
p os nao cuidava mais n sso, o prosegua leu cami-
nho com a mesma esperanza e a meiraa firmeza
O prximo accidente causava-lhe nova sorpreza lem
lodavia cura-lo. Seus amigos diziam qoe aos cin-
cuenta annos elle leria viula e cinco, eqaeseche-
gasse aos cem, devera cerlainenle vollar escola.
Com orna ferluna que ter-lhe-hia pirmiili lo vi-
ver a seu gisto, Valentino encelara corajosamente
(odas as carreiras, e se retirara com impeto ao pri-
meiro obstculo. A ulli i.a que abra,;.iva era sein-
pre ;a melhor e a que mais corresponda aoi seos
inslinclos. Quasi rico e sinhor de sea lempo Valen-
tino nao alravessara Pars sem ler desses enconlros,
qu* fazem assemelhar-se avila de estradas semea-
dasde hospedarlas, as quaes acham-se emboscados
corac.Oes de (oda a especie, bem como os fan osos es-
lalajadeiios de que Guzman d'Alfarache conla lanas
proezas. Toda as vezei qoe o acaso fazia o enlrar
em uina dessas hospedaras, elle nao deixava de crer
que repousaria ah al o fim de seus das, e fazia
seus preparativos com esse intento. Se algum amigo
avenlurava-se a dizer-lhe que esse lugar do paraizo,
em qoe esperava saborear delicias sempre novas,
nao en mais do que urna poosada, elle indgnsva-
se, e lomava o cea por leiteinuuha do joraraeulo que
fazia de nAo lomar a parlir ; mas se o corajAo in-
constante que elle adorava acolbia outro viajante,
entao Valenliun Caba em sombro desespero, e pir-
ktuuldva ingenuamente ao eco como poda tanta per-
li lia ser Iluminada pelo sol. Ilaln em diante nAo
havia mais para elle paz nem aleara ; sua alma li-
Idem, idem, Claudino Jos' da Silv Lisboa, da
de Pernimbuco.
Foram Horneados, 10b proposla do commandante
superior da guarda nacional de llapetininga, na pro-
vincia de S. Paulo, ot seguinles ulliciaes :
Majore ajudaules de ordens, Jos' Carneiro da
Silva Lobo, e Luiz Ayret do Nascimento.
Capitao secretario geral, Tito Correa de Mello.
Capitao quartel-meslre, Salvador Ribiiro de O-
livera Ayres.
Capitao cirurgiao-mr, Jos' Custodio da Silva.
Honlem o leado, depois de algumas observarles
presentadas pelo Sr. visconde de Ilaborahy, rejei-
tou o requerimenlo de adiamenlo ofTerecido pelo
Sr. barao de Muriliba, sobre o empreslimo de
300:0003 a companhia Pontes de rea.
Proseguindo a discussao do projeclo, o Sr. Wan-
dirley rrquercu verbalmenle novo adiamenlo, al
que se achasse na casa o Sr. ministro da Uzeada,
para dar algumas informarles.
Este requeriuieulo, sustentado pelo Sr. visconde
de Jequetinhonha, fui approvado.
buco e S. Paulo ; com a explorarlo dos terrenos car
boniferos na provincia de S. Pedro do Sul ; com a
na veiMro por vapor eolre o Maranhao e Ceara, e en-
tre o Rio de Janeiro e Ciravellas ; com a conslrac-
cAo da estrada de carros eolre Pelropolis e o rio Pa-
rahyba ; com a exportajAo de colonos e auxilio*
emigrajAo ; com as reformas das secretaras de esta-
do ; com a coustraccAo de lelegraphos elctricos ;
com o pagamente das reclamarnos brasileiras e por-
tuguesas ; com o melhorameulo do porto de Pernam-
buco ; com a iii.ltiiiu.-arao das prezas da guerra aa
Independencia e do Rio da l'rala ; com o eslabele-
cimenlo de um asylo de invlidos, e em a creacAo
de um conselho naval ; com a constrcc.Au de um di-
que uo porto do Rio de Jaueiro para os navios de
guerra.
Algumas destas despeas retiidas bitarism para
absorver os saldos previstos, lie verdade que, alem
dus recursos ordinarios, fui o governo aulorisado a
fazer optracSes de crdito para.realisar varas das re
feridas despezas.
.< A commissao enlende, porm, qoe emquatito o
Estado necessita recorrer ao expediente extraordina-
l'oram depois approvadas sem dibale varias pro- ro dos empreslmus, nao he conforme aoi sAos prio-
posices aolonsando o governo a conceder carias de [ cipios de admiuislrajao o diminuir ai imposijSe ex-
naluralisajao, e bem assim o projeclo que concede i i.lente-, sobreludo quando n sea producto he em
uina pen- j ao coronel Jos Joaquim de Audrade
Neves.
Passou tambem sem debate i conceisAo de algu-
mas loteras, eom urna emenda que publicamos em
lugar compeleule, e sobre a qual orou o Sr. Mi-
randa.
A cmara dos depolados approvou honlem a e-
menda do senado quesopprime, no projeclo que au-
loria a licenca a> Dr. Elias Jos Pedrosa e outros,
d Dome de Manoel Jos do Aniaral e Conha. -
Approvou em orna nica discussAo, depois de om
pequeo debate entre os Srs. Marliiho Campus,
Cruz Machada e Sergio da Macedu, o piojelo que
concede um anno de lijen.;a cun lodos os venci-
mentos ao lente da faculdade de direilo de Peruam-
buco, o Dr. Joaquim Villala de Castro lavares,
com urna emenda dos Srs. Piulo da Campos, Au-
gusto de Oliveira e Paea Brrelo, con.-eieudu igual
favor ao inspector do consulado geral de Peruainbu-
co, Joio Xavier Carneiro da lomba.
Adoplou o projrcloque concede favores a' empre-
za da estrada de ferro de Pernambuco, com urna
emenda dos Srs. Pedreira e outros, fazendo exten-
sivo esses favores a' cslra la de ferro eutre o porto
das Caixai e o municipio de Cantagallo, na provin-
cia do Rio de Janeiro, e a's que se acham contrata-
das eulre esta corle, e a Boa-Vista e o Jardim Bo-
tnico.
Conlinuou por fim a 3 a discossao do projeclo
sobre sociedades cin commandita, c m as duas e-
men las subsiilul.vas.
1 "ii.1 a cedido a palavra lodos os oradores inscrip-
tos pedio o Sr. Torres-llomem novaineule a palavra.
Depois delle. orou o Sr. ministro da Iazen.la, lican-
do o debate f.liado.
Consta que boje tomara' parle na mesma discussAo
0 Sr. marque/, de l Muida.
A ordein do dia da h >je he, depois da lelura de
prujeclos e iodicajSes, s maUrias anteriormente de-
signadas, titilo na primeira como na segonJa parle.
Por decretos de 5 do concille foram nomeados :
3. escnpluraria ilo Ihes.niro nacin il, o procura-
dor fiscal da Ihesourara do l'iauhv, bacharel lleule-
rio Au ii-t.i .le All ule.
I.-esrriplorario da Ihesourara de Sergipe, o 2.
dito, Tliuinc Arvellos E-pindol.i.
2. escriplurano da d Paran', o praticanle do
Ibe-ouro, Filippe de Vasconcellos Munlero de Bar-
ros.
Amanuense da mesma ihesourara o praticanle do
Ihesouru, lanuario Rodriaues de Vasconocllo'.
Ajudante du conferente da alfandega de Sania Ca-
thanna, em lugirdeJuAu Fernaiides Lopes, que foi
demetlido, Jos Francisco Pacheco.
12
Na cmara dos depulados conlinuou hoja a dis-
cossao do parecer da commissao de poderes, e voto
em separa lo, sobre a eleijao do 3. disetrielo eleilo-
ral da provincia de S. Paulo.
Foi ipoiado a seguinte emenda :
.. Emenda addiliva s concluso:! do parecer, quer
teja este approvado, quer rejeilado :
i Qoe se rametta a' aoloridade competente, por
intermedio do governo, as copias das actas da ele-
gao ae Guaraliugaela' e a ju,tilica..io em qoe depu-
zeram debaixo de jurameulo os d ais secretarios da
mesa pan. Mal, a fim de que confrontndose as co-
plas com as actas originaes lanzadas no lvru com-
petente se proceda er.minalmenle contra o autor ou
autores da fal-ilicaca i das inesmas copias, venficau-
do se a exislcucia do crime.--Birbosa da Cunha.
12
Abaixo publicamos a proposla do governo sobre o
orcamenlo di receila geral do imperio para o exerci-
cio da 1858 a 1859, bem como parecer da primeira
commissA > de orjameulo, e o arligos additivos por
ella apresentados:
Al.' commissAo de ornamento, a quem foram
prsenles a propusta do governo sobre o orjamento
da receila geral .lo imperio para o exercicio de 1858a
1859, e bem assim o regulamenlodo Sr. minislro da
fazenda .leste anno, havendo-os examinado com a de-
vida alten.;.lo, tem a honra de aprseutar-vos o se-
goinle paiecer :
Do mencionado relalorio ve-ie qoe as rendas pn-
publicas contiiiuam no seu movimeulo ascendente, a
que, nAo obstante o incremeulo lamben) progresivo
das depezaa, a sduajao Mi .nocir do paiz pJe ainda
ser considerada como prospera. A receila do auno
futoro, lendo sido amputada em 39.000:0003000, e a
de 1,386:5(05160, sal.lo que poder subir a maior adga-
ismo se o exercicio correle deixar sobras, como he
da esperar, caso oceurrencias extraordinarias nao
venliainalt erar as previtOes do Ihcsouro.
a Parecera primeira vista que o estado compa-
rativo das reudas com as despezas oreadas permilli-
ria sem serios inconveuieules encurta-se o prazo da
cobranca dos 2 adJicionaes na exporlajo dos g-
neros do paiz. Mas compre commissao pouderar
que um graude numero de despezas provenientes de
crditos especiaes aberlos desle 1815 al I8it> nao se
ham comprehen.lidos na proposla da le do orca-
menlo, segando a pralica at boje segu la. Dossas
crditos uns se acham exmelos pela ces-a.;io dos sir-
vios para que foram destinados, oulros* podem ser
grande parle destinado a meUiorar as conJicOes eco-
nmicas das industrias que a supporlam.
Accresc que o desfalque da receila, qoe deve
resultar das re luor.es opera las na nova tarifa das
alfandegas do imperio, a que fui calculado no ultimo
relalorio do minislerio da faienda em 1,600:0005000,
nAo pnle ser anda conhecido, pois que a tarifa eu-
lrou em execujao no principio do crrente exer-
cicio.
a Por outro lado a experiencia constante dos no-
nos anteriores lem feilo ver qua lodos os clculos da
despezs orjada nao lem corre-ponliJo a despeza ef-
fecliva, e que os crditos concedidos a cada iinn sle-
rio s,lu ex.oddoi e auxiliados com crditos sopple-
iiieniaris.
Nao ha razao alguma qoe permita esperar-se
com seguranza que o mesmo nAo continuara a acon-
tecer pira o futuro.
Todas eslas comideraces levam a commissAo a
propr-vos a approvacolo do orc.aineuto da receila lal
q Jal consta da proposta do governo, e oflerece-vos o
seguinle projeclo de le com alguns arligos addi-
(ivos.
A assembla geral legislaliva decreta :
CAPITi'LO II.
Receila geral.
a Arl. 8. A receila .eral do imperio he arencada
na quanlia de.......39.000:0005000
Arl, 9. Esta receila ser sffecluada com o pro-
docto da renda geral arrecadada dentro do exercicio
da presente le, sob os ttulos abaixo designados :
I. Direitos de importarlo para
consumo.........2i,000:0005000
2. Dilos de baldeacAo e reex-
portacjlj......... 20:0003000
3. Dilos idem para a Cosa da
Arica.......... 8009000
4. Expediente dos generos es-
Iraugeiros uaveea os por cabolagem
livres do direilo de consumo. 275:0005000
a 5. Dilo dos dilos do paiz. 38:0003000
6. Dilo dos ditos livres 13:00050X)
7. Arruazenagem..... l>:0005O00
8. Premios de assignadoi 1N >:IKio-o i i
9. Aiicoragem ...... 160:0OO^HIU
o 10. Direilos le 15 ,1 isemhar-
caces.eslrangeiras que passam a
uaiioiiaes......... 21:0003000
II. Ditoi i*c 5 "., na compra e
venda das embi.rcai;oes .... 44:0003000
S recebesse aqu uulro vvenle" alem de Tambor, cava em Invas, e ella fallava seriamente de pissar
eu emigrara. o resto de seus das em urna Ihebai la, un e jamaia
A pripesilo. disso Jorge ancioso por desviar a poden chegar o p de una inulher. A mesma boa
ctiiiver-.u.ai ain la le ocrupai com oa negocios I f que Uvera em sua felici.la le, linha em sua alllic-
Ha mais de sais mezes qoe dexei-oa. Conheci '',1n' e esla PirC'-"' elerna como Ihe parecer a
que miaa vocajao chamava-me para a imprensa. ou,r!l-
D've leiubrar le como ea era forte em polmica Era depois de urna dessas ealastrophcs peridicas
no collegio ; fundei um jornal, e cuidava na ininha I que vinha pedir a Jorge abriso em soa solidao. Va-
candidatura ;i depnlaean, quando essa tracAo ani- lentino ni vinha pela prim. ira vez a Maiton, e as-
quiloo-me lodo. Nao lenho mais animo para nada.' -'"' explicava-se a denomina.;,ii de cmara do De-
Todava conheco que nasci para a poltica.
Valentino Des Aubiers era um dos mais anligos
amigos de Jorge. I niliame encoulrado no colle-
gio, e nao se havam separado na vida, no meo da
qu-l Valentino caminhava como esses meninos que
e-piibalo- no bosque esquecem se de que lem ra-
mos de ai vares eulre as pernos e raizes debaito dos
ps ; cada nova queda parecla-lhe sir a primeira,
e elle exclninava com caudura que essas eousas nao
sapero dada 10 aposento que Ihe eslava reservado.
No dia segoinle Valentino bateo mui cedo porta
do amigo.
Estas dormindo ; s muilo feliz i Me fazes
hoje 1
Nada.
Enia >, te qoizere iremos slmocar em Saint
GermaM. Foi la que conheci Clotilde Atravessa-
remos a donata, e talvez esse passeio faoa-me re-
I acontecan len.lo a elle. Tinha eu tAo grandes dsa- cobrar appella que perd.
Pois bem.
Jorge veslio-se a (oda a pressa e derceu, mas em
baixo da escada limbroo-se de que Mina. Rusa es-
perava-o em casa de Theobalda. Se quena ser pon-
tual, iij > linha lempo de ir a Saint Germaiu e vol-
lar, e por cousa alguma leria consentido em fallar
a essa enlrevisla.
Nao vens"! griloo-lhe Valenlino.
Tambor que tambem eslava disposto para a vla-
ge:o apoiou essa pereunta com um forte latido. Jor-
ge procurava um pretexto e nAo achava. Saba que
Valenlino era mu curioso e nao qaiiia faze-lo seu
runli lente. Que|bello Ihema para luimos discursos.
Todava estova resolvido a nAu acompauhi-lo a Saiul
Germain.
Ah meo Dos exclamou depois de dar ju-
pa--... esqueci-me de qoe leulu de ir ao oulro la-
do do ro... a llerblay.
A' casa de quem '.' perganloa-lhe o amigo.
Do cara responden elle eslouvadamcnle.
Irei com ligo.
Jorge comprehenden que Valenlino eslava decidi-
do a nAo deixa-lo.
l.lueres pescar ? disse elle repentinamente.
E tu pescas ?
Sempre ; he um enlrelenimenlo muilo agrada-
vel. Asseulado eom urna linha oa mAu peuso no
qoe quero emquanlu n peixe nao engole a isca. Nao
ha cousa melhor para quem esla' trille.
D-me urna linha, isse Valenlino.
Jorge correu a' sua bibliolheca, e desccu Irazendo
todos os objecloi ueces-arios pescara. Diriginm-
se para a beira do riu, e Jorge collocou Valeoliuo
junto de um arupo de lalgu-lros que encubra a vis-
la de lodos os lados.
O lujar he excellenle, disse elle ; aqu lia
grande abundancia de cadozes ; em um quarlo de
hora apanham -e duas duzias. Eu vou pescar all
atraz daquelle grande choupo.
E Joree p ./.-- a correr na direccao do choapo,
mas uo fim de vnte pasaos ni'lleu se eulre uns s..l-
gaeiros, ganhuu a pequea tuteada em que eslava
a Tartaruga, sallou deolro, e passou ap.e-sa la-
mente o rio. tone > minlos depois suba a ladeira
de llerblay, e enlrava em casa de Theobalda.
Emfim exclamou madama Rosa ; julguei que
V. S. nao chegaria nunca.
Eu linha um migo im casa e elle nao deixa-
va-me.
Devia Irazi-lo com ligo.
Jurge nao responda ; lerIhe-liia sillo mu -lilla -
cil explicar porqu nao qaizeri que Valenliuo o i-
12. Dilos de 7 \ de exporla-
So...........
13. Ditos da 2 i lem .
14. Ditos de 1 idem de ouro
em barra.........
15. Hitos de 'j dos diaman-
te............
' 16. Expediente das capalaziai .
. 17. Renda do correio geral. .
a 18. Dita da caa da moeda. .
19. Dita da senhonagem da
prala ..........
a 20 Dita da t\ ograpliia nacio-
nal ...........
21. Dita da casa deeorreccao .
o 22. Dita da labrca de plvora.
< 33. Dila da fabrica de ferro de
4 I dilema :.......
a 84. Dita dos arsenaes .
<. 25. Ditas de pruprios naci-
naet...........
26. Ditas de terrenos diaman-
tinos...........
" 27. Foros de terrenos e de ma-
rnhas, excepto as do municipio da
corle..........
28. Laudemios, nao eompre-
heudeudo os provenientes das ren-
das da terrenos de marinha da
Corle..........
' 29. Siza ilos bens de raz .
gua alem da demarcado ....
i 31. Dila a i licionol dai corpo-
rai; i..- 1e mao mora.....
32. Direilos oovoi a velhoi e da
chao ellara........
33. Dilos das paleles dos olli-
ciaes da guarda naciunal ....
a l. Dizima.de chancellara. .
a 35. Juias das ordena honorfi-
cas .........' .
36. Matriculas das I acollo les
de Direilo e de Medicina. .
37. Mullas por infraccao de
regalameut s........
o .38. Sello do papel fixo e pro-
porcional .........
38. Premios de depsitos p-
blicos ..........
u 40. Imposlosde despachantes e
coi re res.........
a 41. Emolumentos.....
a 42. I npo-tos sobre lojas, casas
de descont, tic.......
e 43. I) los sobre rasas de mo-
vis, roupa, ele, fabricados em
6,1l2:50OSO.iO
2:001)301);)
1003000
20:000301)0
101:0005001)
24OOOO3O1IO
60:0003000
6U-O003 150:0003000
6003000
10:0003000
8:5003000
13:0003000
60:0003000
35:0003000
jKWOJtlOO
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1,650:0003000
5:0005000
65:0003000
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10:0003000
78:0003000
73:5075000
1,270:0003000
6:001)3000
25:300-5000
35:0003000
6.)g:000s000
paiz eslrangeiro.......
' 44. Dilo sobre barcos do inte-
rior...........
45. Dito da 8 por cinto du
loteras..........
o 46. Dilo de 8 por cenia dos
premios das mesmai.....
47. Dilo sobre mineracAo. .
u 48. Dilo lobre dalas inine-
raes...........
n 49. Taxa dos eseravos .
50. Venda de pao-braiil .
a 51. Cobranza da divida ac-
tiva. s.......
Pecnliare do monicipio.
52. Dzimoi.......
1 53. Dcima urbana ....
54. Tercas parles de olileios .
55. EmolomiDtos de polica .
56. Imposto lubre casas de lei-
lo e modas........
o 57. Dito de patente no couiu-
rao de aguar lente......
58. Dilo da gado de consamo.
59. Meis sisa dos eseravos. .
1 60. Sello de herancis e lega-
dos...........
t 61. Ban limen lo do evento .
Extriordioaria.
a 62. Conlrihucao para e mon-
tapi..........
o 63. Indemnisajues ....
61. Juros de eapilaei nico-
naei...........
-. 65. Venda de geuero e de
propri ii uacionaas......
" 66. Riceila evonlual. .
9:000d000 dos terrenos de marinha a que por le nao esliver
designada a pos-e a quem deve air concedida.Sar-
16:0003000 gio de Maccdo.
o Ao 50. Em logar de 100:0003 digi-ia
420:0003000 250:000.Sergio de Macedo.
n Addilivo para ser collocado depoil do 51 :
200:0003000 Veoda das Ierras publicis50:000.Sergio de Ma-
55:0003000 cedo, a
Para ser collocado depois do 52: CnnciuSo
2OO3OOO de peonas d'agua. 30:0003.Sergio de Macedo.o
150:0003000 Ao12 : Dirailos de 5 o|0 de exporlar;ao.
100:0003000 4,376:0723.Alraeida. Pereira Filbo___Meu Mura
Castello Branco.
170:0003000 Oraram os Srs. Sampaio Vianm, Jicintho de
Meoduuca, llodriguei dos Santos a mioiilro da fa-
16:0003000 zenda, e ficou o dobite adiado.
750:0009000 Prailou juramento a tomou asunto monsenhor
1:2003000 Ignario Marcoudei de Oliveira Cabral.
1:SOO000 A ordein do dia de boje he a mesma de hontem,
precedendo na hora competente a liitura de iu.ik.i-
l:(:i;oo.'Kio oes e prujeclos.
230:0003000 Por decreto do 1. do correte foi normado o Sr.
130:0003000 i senador CanJido Borges Mouliiro commiisirio do
157:0003000
150:0003000
4:0003000
2:0003000
230:000j000
1:9009000
40:0003000
1OO:O0O5O(K)
I.'
tas .
.2.'
3.-
vrei.
4.
gns.
Depoiitoi.
Bens de defuulus e auien-
Premios de lulerias .
Salario de Africano! li-
Deposilo de diversas ori-
370:0003000
13:0003000
6:0003000
440:0003000
829:0005000
phuos
u Operacdes di crdito.
Empreslimo du cofre doi or-
1.200:0003000
governo imperial junto a lociedade ceulrai de cols-
nijl.
eompiiilus.e em sua vi-ila, e com todo leria prefe-
rido renunciar ao prazer que esperava a reparli-lo
com o amigo. Madama Roa encarou-o ; elle as-
sei.ioi.--e om lano perlarbardo, e passoj um lenjo
pela fronte banhada de mor.
Oh loruon ella, sem .Invita correu muilo !
E procurando em todos os cantos da choopaoa,
preparou-lhe om copo de vinhu com agua, que a-
preaeuloo-lhe.
Agora, disse depois que Jorge beben, o senbor
deve-me dez francos. Tive a idea de aasegurar um
dol a essa menina. Isso a aju lai.i a adiar om ma-
rido, e ensillara' a V. S. a lira, da agua 11 pessoai
que se afogam.
Jorge lauro.1 todo o dinheiro que Irazia na bolsa
de Madama Rosa, a qual derrauou seu conten Jo
obre o leilo da menina.
Como estas rica disie ella.
A ni-una muitu admirada tomou entre os dedos
algumas moeda brancas.
Oh nimba mii, um sold amarello 1 excla-
mou ella tirando nm luiz do rneio de seo lliesouro.
Madama Rosa abrac.ou-a, e disse a Theobalda :
Goarde aqoelle dinheiro sem eiquecer-ie do
sol lo amarello. Vmc. usara' delle pan as necessi-
dadei de iua filha, e si fallar-lhe alguma coasa pa-
ra a casa, Juanninha Ihe emprestara' tudo o que for
preciso.
Mr. de Francalin aproximou-se de madama Ro-
sa, e suas caberas enoonlraram-se lubre o leilo em
que a menina brincava com ama boneca de papelao
que paieeia-lhe maguilica.
loa ininlia esla' com febre, disse madama Ro-
sa em mei 1 voz... Veja.
.1 -.e lumou a mao da menina.
E Jacques'.' perganlou elle.
I)h J.icques corre romo um ralinho. O me-
mim fui que escapou de afogar-se, e a menina he
que e-la' duenle. Sara' preciso um medico todos os
dias.
A se ihora fallou a esse respeilo a Theobalda t
NSo ; til 1 leria medo da despeza. t.)uem sabe
se esla pobre casa au lem dividas".' Veja essa co-
bertura. Ja esta'esfarrapada. En 1 aromos o medi-
co sem avisar a ninguem. He mster tambem algu-
ma roupa.
armarios. Concorda
Sim. Serei leu devedor.
Entilo vamos chamar o medico e comprar lu-
do. A Tartaruga esta' perlo daqui ?
O batel'.' Esta' em baixo da ladaira.
a Arl. 10. O govirno fica lolorisado para em.l-
lir bilheles do thesouro ale a lomma da 8,000:0003,
como anlecipacJo de receila no exercicio dista
lei.
CAPITULO III.
Disposiriet geraes.
i Arl. II. Ficam em vigor todas as disposicties
da lei do ornamento antecedente, que nao versa-
rem particularmente sobre a li\ ,r > da receila e
despeza, e nao (iverem sido eipressameute revo-
gadas.
Arl. 12. Ficam revogadas as leis e disposicOn
em contrario.
(i Arligos additlivos.
Arl, 1. Os escrvdes e tabllales, qoe no prazo
marcado nos rtgulamenlos deixarem de remetter ao
tlresouro, ou s (hesourarias as provincias as cerli-
des de isa dos cuulralosde compra e veuda dos bens
de raz, cujas esciipluras liverem sido lavradas em
seos carinos, ineorrerAo, por cada cerlidAo nao re
metti la, 11,1 mulla de 503 a 100a, que Ibes lera' im-
posta administrativamente pelo presidente do tribu-
nal do thesouro na curte e provincia do ilio de Ja-
neiro, e |ielos iu-peciorcs dai thesuuraiias de laxan-
da nal .hver.as pioiincias.
o Arl. 2. Fica o governo aulorisado a organisar cia nao he
um iiovo regolamenlo para a'arre.-adacdo do impos-
to da sisa, subsiituindo a multa do slvara' de 3 de
junha de 1800 pola de 10 a 30 0p9 do valor da cousa
vendida, rep.rli lameDleenlre u comprador c o ven-
dedor, e imposta p.-|os chefes das eslaces de arre-
cadacAo.
11 Arl. 3. Quaudo as declarates feilas pelot con-
traheuies as referidas estacei ae der suspeita da
simula.;.1.1 do verdadeuu valur da prupriedaJe ven-
dida, lea' lu.ar u processo arbitral nos termos do
art. 18 do regularaculo innexo ao decreto de 11 de
abril de Ii2, e se a dicisio frr ront-a u parte, pi-
pagara' e.la a multa de 20 0|O do imposto que pro-
ouroii sulilraliT.
i Arl. 4. Ficam reluzidat a' melade do valor ai
mullas de revalidarlo do sello proporcional e fixo
commioadas no decreto de 10 de jolho de 1850, de
confurmidade com o diipoilo nos arls. 13 e 14 da lei
da 20 de outubro de 1843.
Art. 5. He o governo aulorisado a desapropriir
o edificio da a.fandega do Maranhao, que em viilu-
de de lenlenca do po ler judicianu foi m inJado rei-
tilair a' junta de liquidado dai exlinelas compauhiai
do Grao-Para' e Maranhao em Lisboa,
Arl. 6. A receila provenanle do empreslimo do
cofre de orphAos sera' eicriplurada aob o lilulu de
Depsitos,ficaado -em elfeilo a segunda parle ,.0
arl. 13 da lei n. ",'i de 6 de selembro de 1854.
Sala das commissoes, 8 de agoslo de 1857.__F.
de Sdlas Torres Homem.L. A. de Sampaio Vian-
oa.Augusto F. de Oliveira.
13
lluntem nao liouve ses-a> no senado por filia d
oumero legal.
Honlem, na cmara dos depalado, depois de orar
Sr. Pacheco sobre a eleicao do 3. dislrclo da pro-
vincia de S. Paulo, foi approvado o parecer da com-
missao smente na primeira cauclu>Au, e rejeilado
as que maudavain anuullar as eleices de Pinda-
munhagaba e Guarali.iguela. O voto em separado
do Sr. Pachaco foi approvado, e rejeilada a emen-
da do Sr. Barbota da Cunha. Em consequencia des-
sa votaeoo loi reconl.ee do e declarado deputado pe-
lo mesmo distiicto inomenhor Ignacio Marcondes de
Oliveira Cabral, e suppleute o Sr. Dr. Manoel Mar-
coudei de Moura Cosa.
Conlinuou depois a 2. discussAo do orcaimenlo da
fazenda 11 j parle que diz respeilo a' receila geral do
imperio ; orou o Sr. Alhaide, e ficou o dibale adiado
- 14
Honlem nao liouve sessao uo senado por falla di
numero. A ordem do dia he a mesma.
Continuoo honlem, na cmara doi depatidos, a
segunda disco-sao do oreainenlo do minislerio da fa-
zenda, na parle que diz respeilo a' receila, e foram
pojadas as seguinles emendas :
Ao 5 1,. Ajunte-se no fim a prodoclo da
venda em hasta publica da pus-e ou dominio ulil
de nnoiteeer a casa lera' lado aquilto de que necee-
sita.
Madama Rosa ifagou Joannlnha, doipedio-se di
Theobalda e sabio.
He assim que 1 seuhora passa os din '.' disse-
Ihe Jorge em quanlo 1 Tartaruga segoia 1 crrente.
QoanJo aprsenla ss a oceasiio, aproveito-a ;
nao ha lilailas dislraccries em llerblay ; lomo aquel-
las que achu.
Entao, senhora, os infelizes devem abeogoa-la.
Sao moilo bons !... Qoe qaer que eu faga nos
dias de chuva. Entro om dia aqoi, oolro all,
em vez dt comprar veilidoi qoe nao me lerviriim
neise lempo compro cobertores e outras eousas que
servem sempre... He urna occupac.3o.
Mas saja enlrelenimenlo ou caridade, he cerlo
que os pobres pe .lerdo muilo quando a senhora
vollar para Pars.
Para Pars ? oh nao voltare para l Uo cedo,
nem mesmo sei se voltarei jamis.
Entao quer fazer-me participar de suas da
trace.".'- 1
O lenhor pretende passar o invern em Mai-
lons'!
Sim.
A resposta foi tao prompla e lao franco o olhar
qoe acoinpanhou-a que Mma. Rosa nao pote dei-
xar da sornr corando. Cm leve nevoeiro qoe cor-
ra sobre a agua os envolva. Houve um instante
de embornen entre ellos. Alma. Rosa cobrio-se com
o maulo, e poz-se a contemplar a nevoa, na qual
deseuhava-se de qunndo em quando o perfil dos
chuupot. Jorge apre>sou o movimtnlo dos remos
para chtgar mus brevemente. I.'in e ouiro pensa-
vam talvez nai circuioslancias desconhecidas que 01
linham obrigado ambos lio morus a procurar a suli-
dao no campo, e a eucerrar-se ah dorante a e-l n-au
fra.
Longos laldos os liraram dessa meditaran que os
onia sem seu conhecimenlo, e ehegaudo a margem
viram Tambor, o qoal para diatrahir se fazia guerra
o urnas vaccas irazidas ao hsbedouro.
Ah '. meu Dos exclamou Jorge, nAo lenha
meu amigo seguido o cAo 1
Madama. Rosaolliou alegremente para elle, e
Diminuiremos u dol, e endientos os [ disse :
Eis ahi um amigo que Ihe faz muilo medo.
Oh amo-o muilo, disse Jurge o qual com um
lance .! vi-ta acalma de cerlificar-se da ausencia
de Valentino.
1 luiniia Tambor,eesle deixaudo as vaccas correa
S. PAULO.
29 de julho.
No nosso paiz os escriplores de ciricler scienli-
fico 00 littei ario sSo tao raroi que te nao deve dei-
xar paisar diiaparcebido qualquer "que appartca.
Eii o por que promelti-lhe dar urna idea da memo-
ria ullimimeole publicada pelo Sr.Dr. Rlbeiro d'.m-
drada, embora nAo seja escriplo de grande extensao.
Depois ae dar rpida noticia dos Srs. lentes que ra-
geram as varias cadeiras da faculda iei encela, o Sr.
II Ribeiro de Andrada a exposc.3o das luai idu
acerca daa reforma! que te devem fazer nos eilala-
lui ; criIic.ii.Id a ordem actual, pela qual se tueca-
dem 01 esludos oas dirersai cadeiras, enlende qoe o
direilo ecclesiaslicu deve passar para o 1. anno, o
lireilo romano para o 2. a 3., o direilo adminislra-
tiva pira o 3., o direilo comraircial pan o 4. a 5.,
Iransferiudo-se o direilo criminal pan o 4. anno.
Neslu orgaoisacao lornar-se-hia necessaria a crea-
cao de urna 2. cadeira da direilo romano, e oulra
2.a .Uta de direilo commercial.
Comquanlo au seja incompetente pan enuneiar
om juizu sobre tao arduo e elevado asaumpto, dirai
que me parece escu-ada a creacAo de noval cadeiras,
e que al talvez se possa redzir o numero das a-
cluaes, urna vez que se separe u curso Je iciiucin
soc es du jurdico, a que se transfira aquelle para a
corle, como parece razoavel.
>este caso ai dual faculdadn jurdicas de S. Pau-
lo e Recife poderiam 1er orginsada com menor
Damero de cadeirn, porque os esludos d -ciencias
administrativas e sociaes leriam (rilados com 1 di-
vida ainpliiude na faculdade privativa que te creas-
se, e 11a qual bem se poderia absorver a inliga an-
ta do commercio ; nao tei comu nao lembrou isso
aoSr. Pedraira, quaodo aulou reformando eisas i na
1. lili 1;..es.
Outr'ora os nossos bichareis pela mor pirte igno-
ravam a exi-leacia dai icieociai administrativas,
e puuca aliene;.-!) davam as sociaes. Eoleudiam qoe
1 .. rubuiica 1, habilita para ludo ; que para serse
ministro de estado, senador ou couselheiro ce asta-
do he preciso ser-sh deiembargador ; que lodo o juiz
de direilo esta' habilitado para ser hbil presidente
de proviucia ou diplmala ; que qualquer juiz inu-
uicipal lem a necessaria in-truccdo para ser inspec-
tor Je Ihesourara ou alfau.legd, empregadu du tbe-
souro, etc. Hoje ja sa vai comprehendendo que a
lutlruccAo necessaria para um fauccioiiariu ndminis-
tralivu he muilo dilfeieule daquella que le exige
para os cargos de magistratura ; que a jurispruden-
cia au he a sciencia universal. Enlrelaotu ainda
nAo po.iua o imperio urna nililuicao onde se vio
habilitar us candidatos aos empregos de administra-
ndo interna oa de diplomacia.
Pirece-me pois de muila ulilidade a idi do Sr.
Dr. Ribeiro de Andrada, de leparar o curso de icieu-
cus sociaes, dando a conveniente esten-ao a :om-
1 lmenlo aoi seus estados, a collocindo-o na corle.
Nesla memoria tambem se reclama o privilegio
de furo o para os lentes, para que nAo iquem l-
menle equipara los em honras aos daiembirgadure;
se demonstra convenieuela de se admillir exame
vigo qualquer aspirante a o grao da hachar j|, embo-
ra nao haja frequenlado al aulas da faculda les ; da
se contar promiscuamente 1 anliguidade dos lentes
de ambas as (acull les de S. Paulo e Recife, da
surle que quando der-se nma vaga em qualqoer
dallas, saja promovido oiobslitulu m,is auligo,
embora nao perlenca aquella em qoe sa dea a va-
ga ; de abolir 1 pr.ua da prisao pelos delicias 1-
cademicoi dos eslod-nles ; de se marcar o prazo de
2 anuos para poder ser de novo admillido a exame
o candidato reprovado no douloramenlo, ele. E.ta
ultima idea talvez fosse suscitada pelo fado de haver
lia puucu requerido para fazer novo exama de dou-
loramenlo om bacharel qua netle foi reprovado o
auno panado. Por eerto que he louvivel esla per-
sistencia.
Como esloa tratarrdo de negocioi da faculdade,
mencionare! qoe consta ler sido Horneado substituto
da cadeira de geometra, a n. lepeudeute de exime a
o Sr. Dr. Paulo Antonio da Valle. Delta vez o ar-
bitrio do governo recahio em um mocu diiliorlo por
algum dramai e poesa! que lem publicado, e par-
anlo em todo moilo digno daqutlla cadeira. O pre-
cc lente purem he perigoso ; ii.ii convem que o go-
veruo li iue aulurisado permanentemente a prover
ai cadeirai de preparatorios indepen ternemente da
qualquer prova profissional. Nal maos do Sr.marqnez
de 01 ni Ja este arbitrio nAo produzio nem produtira'
mus resultados, assim o espero ; mas sen' pden-
le ler-se igaal eonfunc nos futuros mioislroi
imperio, que se nAo sabe quaes serAu, e anda maii
no paiz classico do patronato '.'
As ,ie-avaneas do Eim. vice-presidenle da pro
vincia cumojuiz da direilo substituto da cap.lal a-
cabam de apreseutar um novo episodio. a ultima
Carla diise-lhei que o Dr. Mendes de Alenla, jol-
gindo te oendido, em seus bros pilo Sr. vice pre-
sidente, publicoa contra elle nina correspondencia
bastante acre, da qual tnnicrevi algoiai Irechos. Es-
la correspondencia foi impresta em avulso na Ivpu-
graphia do Sr. J. R. de Azevido Mirques, que se
denominaImparcal, a onle com elleilo lem-s
publicado peridicos de credo diamelralmenla op-
poslos. Como porm esta typographia tambem pu-
bl.cava os actos oflkiaes oa falla o Correio Paulit-
tano n, entenda o governo que ella uAo devera ler
dado ao prelo aquella correipoodeocia. O cerlo ha
que se declarou ao Sr. Azevado Marqouqoe le dAo
renovara com elle o contrato pan a publicarlo
Pois bem! condaza-me at Maiioni, antes-a laucar-se sobre Madama Rosa.
Oh senhora, sera' mliler habitaar-se a iiao,
lornou Jorge. Agora qot a colloca no Damero de
sem coohecidoi elle ira' por toda a parle dar-lha
bom dia.
Madama Ron ifagoa o cAo, e lomou o braco do
senbor.
A sombra ja linha vindo quando Mr. de Franca-
lin deixou madama Rosa. NAo parecia-lhe qoe ti-
tivesse passado mais da ama hora com all. Voltea-
do pan a casa ivitou Valenlino qua paiseava apro-
sadamente no paleo. A pona de seu charolo bri-
lliava com um pharol. Va-se qoe furaava cem
raiva.
Ah 1 vens agn I grilou Vilentino, o qual
um sallo de Tambor sorprender em leu pineo.
Acbaslc o choapo debaixo do qual eslavas impacien-
te p..r assenlar-le '.'
Fz le esperar ? perganlon Jorge.
Esperar !... ha tre horas que nao le espero
mais! r
Jorge passou o brae,o por baixo do di Valenlino
duse :
NSo le agastes. Qae leriss Teilo *m caa do
cara .'... Alem dslo ha horai em que ttuho neces-
sdide de e-lar s. He urna minia. Nunca lem
laei ideas"'
Oh sim !
gico.
He urna mana.
responden Valenlino com ar tra-
Pois bem, fs^aracs urna convenci. 1 Mando
um de un estiver de m.ios humor! pora urna foiha
de arvnre 00 chapeo. Posta a folha elle ficar de
quareulena. Pouparemoi assim as explicacois. Cou-
corda'.'
Sim. Porm divias ler cuidado na folha mais
cedo.
As boas ideas nAo vem repenlinamenle. Assim
fica enlre nns conveucionado : a folha arvorada he
o slgoal do silencia e do isolamenlo. Se eu empre-
ga la algnmas vezes nao le agaslaras ?
Oh cao le enligas ; hei de emprega-la
muitai vezes. Amanhaa lere uiua, e vou j co-
Ihe-la.
Na manhaa legointe Jorge e Valenlino nao po-
deram deixar de sorrir vendo-si mutuamente com
urna fillia de aore presa au chapeo ; mas liis f
jurada saudaram-se eom a mao sem se fallaren).
Jorge ia ver madama Rasi, Valenlino ia passar coui
seu desespero.
( Continuar-le-ha.)

ILEGIVEL


DIARIO DB PERNAMBUCO QUINTA FKIRA 20 DE AGOSTO DB 1857
doi aclos ofliciaes, e piMou-se a conbala la rom o
Sr. Lotizada, amanuense da secretaria da polica.
EiU teohor possue orna boa lypugrapliii : mu
11,1 o laudo una folha regularmente motilada, onde
lar i a pulilif.ii.ru) coniralada, Itodo dt cre-l pit-
ra esse lira, ha de lular ruin grandes diflkuldade ,
porquanto a eilincrSo do espirito de partido estrei-
lou conuderavilrntnle o circulo dos assiguanles de
de peridicos, e anda mais o dos redactores i gra-
tuito!.
Quemoliro poder' hoje lojiilar urna inlelligen-
cia toperiur ao improbe trabalho da impiensa peri-
dica Y Annceiidade das crticas e o amor d> pro-
selvli'ino poltico '! Agn que t partidos eslao ba-
ruihados, eu antes eilindus oesla provincia, que
ai creorai sao meramente individoaes, que o proie-
lylinno e a fe politice lo ubejeclo de irritan, eti
motivo perdeo toda tea forja. A ambicio talre 1
Mas lambem eale inovel rnenle poder' adaar eni
espirito! rnuitus iuexperieules oo de moito acanita-
das aspirares. Onde eslao os publicistas dos dout
auligos partidos que dirigiam e esclarecan! a im-
*>rusa peridica ti corte, nesla n'oulra provin-
cias?" Alera do ura ou eatro rarissjoio, adiara-se
lodos lubmergidos mssa poltica sem entranhas, que,
tomo Salomo, deTora oa seos fillios.
Resta anda o recorso das ivenluae, e da verba
secreta da polica.
He de teulir-se o prejoiioque soflreo o Sr. Aze-
vado Marques, que aenipre praeodieu talisiaelona-
rneute o seu couiralo ; mu nio se poda deixar de
reaor '.eeer que o Sr. Lomada oerece todas as ga-
ranlias desejaveis.
A qunao cornejo! entre o juiz de direilo e o ei-
crtvio da delegada, depon amplioo-ie ao proprio
delegado, dea mais ura patio, comprehendeo o
vice-presideote da provincia ; finalmente sua rbita
dilatuu-se de novo, e envolveu o editor do Correio
I'aulisiano ; Dio|qoeira que pare ah.
I az-me lembrer da historia do marido, que bate
a mulher, a molher o liI lio. o ftlho o cao, o cao o
gato, a afinal o gato talla do rato e o devora ; quera
ura o rato nesle caso l
padrSo para julga-la. A eompanhia dramtica he.dadeiro progresa da humanidad* consiste no pro-
pon-,n un pouco superior jj edilicio ; pode-se ale gretso das ideas calholicas, que lem tido a forra ile
considerar como bous actores a 2 uu 3 dot seus mem- civihs.tr o mundo. Em deceiivolvinienlo de-te priu-
Drot, Entretanto esle ruesm faila, pois a eompanhia atiseulou-se para as povna- ligo sobre a siluara do Brasil em face da igr-
cues do norte da proviucia, onde se conlralou a dar jaque oppurtuiiameiite Iranscrevereiuos, como" um
algumi recitas. brado c.n favor desses direitoi da E-posa de Jess
Consla que o emprezario do lhealro, por proposla Chri.lo lautas vezes postergados pelo mais fotle, e
do ST. Ur. tlibairu de Andrada, e dos oulros mem- conlra cuja opprrssAo temos sempre rlamadu.
broi do directorio, ullimaminte creado, esl fizando Saud.unos eom toda a elTusau de prazer a reco-
algumisobrai uo edificio para aformosea-lo e torna- nlieciinenlo otetforcadot eavalleiro, que vem jun-
que
pla-
ste caso ?
A opini.to publica teni andado moito preocco-
peda coni urna noticia que se lem divulgado eom
inil commentarios, que julgamoa deveriupprimir ;
oiz-se que o aulugrapho da le do orrf.mrnto pro-
vincial foi alterado na secretar,a da astemblea de-
pois de approvada a sua redacrdjo, e quando otm a
proprta .assemblea o poda ui>i alterar; acretcenla-
se que, depois de fechada a senao,demoreu-se moi-
to oas sem subir a sanec.au, e qoe eatao o aulo-
grapho leve de patsar por nova modiliraees
leudo al havido calorosas dncu.ses entre os mem
oros da mesa da assemblea a respeila da inclusaoou
nao iuclusSo de nlogos arligos novos, e finalmente
qoe, depoit de sanecionada a le e reroetltda pela
secretaria necessariat copias para a thesouraria
provincial, leve ella ainda de passir por nova alle-
racao, que dea um sentido diametralmtnle oppotto
um dot seot arligos.
A respeilo deslas graves oceurrenciat, diz Ara-
loyaba u o seguinte ;
O budjet provincial, ja urna vtz o distemos, he
om papel iilftralmeote sujo, chais da boma-, de
enlreliuhat, raspado, Iruncado, emendado, subtli-
luido em moitas parles ; por um lado acresceutado
con palavras e peusaroenlos que nao baviam pasta-
do, emquauto qoe por ootro foramtopprimidot tre-
chos qoe erom partee iotegranles dt lei; e porque
nao fosse ainda ludo islo bastnute para castigar o
eorpo eleitoral do erro corometlido, muites das de-
pois de sauccionatli a lei deu-te um escndalo de
nova ordem ; em occasiao em que a oenltom poder
era man permellido retoca-la, porque completa u
incmplela, era ja urna lei, e s podra ser interpre-
tada na fulur.i testao pelos tramites ordinarios e po-
der competente, o prndente da honrada salinha,
bardo de Tiet, interpretando um das seus rtico*,
restabelecea urna das mais predilectiat disposic.det
que havia sido adulterada na torre de Babel qoe lem
o tioiue de aecreltria, a o agraciado eulrou no gozo
dat vanlagaus que o artigo Ihe efferlava.
O artigo alterado depon da sanelo da lei, a qoe
i refere o Aratsoyaba, he aqaelle qoe concede ama
gralificajo de 4003 oa 500 ao promotor publico
da capital. O acto de equidad pralieado pela as-
temblea provincial em favor deate empregado he
na verdade moito louvavel ; somente se deve sen-
tir que so nao eslendesse a lodos os outros promoto-
res de comarca da provincia. Na verdade o moi
v encmenlos sao to mesquiuhos que n3o se coucebe
como elles possam subsistir sem te tornarem har-
pas, tegdodo; pltrase do fallecido senador GaUao.
lie etle um dot pontos em que mais urgente se
lorna reforma judiciaria. lie preciso que se reu-
nam nos promotores pblicos todas as (uncrOei que
na I- Tanja se denominam do ministerio publico, e
que pela notsa legislajao se achain diseminadas por
diversos empregadot, e que se lites d veiicimeulos
que os ponliam ao abrigo das priroeiras iiecessidades.
lie astim que este emprego adquirir- a importan-
cia que merece ler, e sera ambicionado por oulros
qoe nao os que saliem dos bancos da facoldade.
Consta que urna das petfoat lasadas pelos retoques
da le do orjainenlo chegoa a fazer orna pelijao de
quena, ou de denuncia, contra os auloret detsat
faliilicacei ; o negocio porem foi abafado em lem-
po, eliminan,lo-se o retoque de que se tralava, e
salisfazendo attim o queuoso.
Hcve-se acreditar que todas estas alleracoes da
lei do orjameuto foram feilat eom moito boa iiileu-
j,o, e eom o lira de eliminar ou aperfeicoar cerlos
arligos qoe passaram precipitadamente na assemblea
ou do incluir outros que foram iodevidameule omil-
lidos.
A minlia nica duvida hese o acto addicional
permitle qua a lai poesa ser interpretada ou abro-
gada por qualqoer pessoa a nao ser pela roesma as-
semblea que a deeretou. He tambera de receiar-se
que tanta solicilode pelo aperfeifoamenlo da lei tra-
R> em resultado a parda da sua forja moral. Como
se ha de pedir ao contribuate o imposto, assa por-
jilo do seu Irabalho, em virluJe de orna lei notoria-
mente viciada I Como se ha da justificar ptrante a
opioiao publica qualquer despoza, quando se sabe
que ineluiram-se no aalographo novas verbas de-
poit de approvada a sua redaejao?
1) decoro publico pede que te dtiliodem essas cou-
sas. O presidente qoe vier deve para toa salva-guar-
da mandar tiamioar o aotographo por ptssoat com-
petentes, e abrir um iutiuertn sobre stmelhanles oc-
eurrencias.
Por fallar no novo presidente, referirei qoe a no-
ticiis de que o Sr. Paraohos tem de trocor esta pre-
sidencia por outra mistan, que mais urgentemente
reclama os seas tervi{o, (o aqu reeebida geral-
menle eom pezar. Corra porem que em seu lugar
sera' nomeado o Sr. conselheiro /adiaras. Refiro
esle boato como urna prova da coolianja qoe aqu
se tem de que o goveruo se esmera por mandar-nos
um presidente illuslrado, eipeiimeutando na alia
d'i'iiiniatrarflo, Incapaz de sojeilar-se as pequeas
influencias de provincia, e genio activo e enipre-
liendedor, como reclamara as publicas necessida-
de. r
iSeslet donr ltimos conos a provincia tem estado
quasi sempre sob orna administrar jo interina. Com-
quanlo reconhejn ai boas inlenjOes do Sr. Dr. Al-
ineida, a louva o ter maotido orna certa indepen-
dencia, em relajan ao* grupos habituados a explorar
em seu proveilo eiclusivo a aoloridade presidencial,
r posso detxar de reconlitcer que S. Eic. lem-se
limitado a pouco mais do expediente. Modesto e es-
crupuloso, receia tem duvida coarctar a livra aejSo
do futuro presidente eflectivo, eom medidas qoe po-
dein nao srr confirmes as vistas desle. Os amigos
de S. Eic. atieveram al que elle eierce esse logar
conslrangidamente, a s por obediencia ao goveruo.
Kefenndo ocaracler negativo desla adminitlrajao
interina ; mo he poit intenjao miulia fazer a mait
leve censura, pelo contraria desculpo a certosres-
peltot e loovo o pensameolo geral que a inspira, fe-
srjo somente fazer sentir a necessidade que lemot
de om adraiuistrador qua nos faja recoperar o lem-
po perdido em inaejfto. Diz nao si que escriptor,
que conservar-te estacionario quando todos eacoi-
utiam he o metmo que retrogradar.
Descralo das alias regies da governanja em que
sou hospede, oa antes intruso, vou tratar deatsiimp-
los de outra ordem, e mais a meu alcance.
No dia 18 do corrente leve lugar o casamento da
Illm.a Sra.'->. Lozia Eufrozioa Quarlim Paiva, vi-
uva do negociante e proprietario Antonio da Paiva
Azevedo, eom o Sr. Ayres Coelhu da Silva G-amei-
ro. Casoa-te tambem "ha pouco o Sr. I ir. Jps Ma-
ra de Andrade, secretario da polica, coni a liliui.
:! 11. Candida Aogusta de Andrade.
A festa de No'sa Senhora do Csrmo, padroeira
do corpo muiii .ai permanente, que o digno com-
niandaiile e olTIcialidade desle corpo coslumam cele-
brar anuoalmenle, leve lugar uo dia 19 eom a pom-
pa e eencorrenda do rstame. A bella prora fron-
leira ao convenio do Cermo, em cojos aposentos ter-
reot se acha aqnarlelala aquella forja, eslava ador-
nada da liiodeirai de diversas oajoet, e algumas a
phaulasia. A su. posirao sobranceira a extensa var-
gem que circnmda o outeira onde jaz situada a cida-
de vellia d-llie nm magnifico honsonte, e a torna
um dos tugares mais aprazives para os foraslei-
ros.
Parece que ella deicra ser um dos pontos da reu-
nAo da popultr.io ; entretanto lenho obsenado que
quasi sempre ella te acha deserta, e que apenat abi
v ciir-nlra um ou nutro toldado do quarltl villano.
O povo he aqu nimiamente caseiio ; lie preciso ura
'mi i'-" poderoso incentivo para arreda-lo de suas lia -
liitajoes. .Nao parece ser descendente daquella laja
andeja que ha seculo e ineio se empenliava pelos ser-
loes desconhecidos do interior do Brasil, e que coin
tfleilo desrobrio e povoou tantas provincias.
Estas refleiet me levam a dizer-lha duas pala-
vrai acerca dos divertimeotos e distraejes que se of-
terecem a popularao desla cidaJe. '
Os divertimeulos pblicos aqu s,1o raros; reda-
zem-se no lliealro, ao jardint publico e ao baile men-
tal da Concordia, para a aristocracia da Ierra, Dio
fazenJo rnenjfto dat lettas de igreja, qo para mui-
los he nm supplementodaquelle diverlimenlo.
A Concordia he orna socicda'e veneravel pela sua
inliRiiidade ; lem vi-to succeilerain-sn Ires nerajoes
de pares daosanles: aclualmeute dansno uella as'ne-
tas das MU tocias iuslaltadoras.
ji da Lu, lem todas as proporrei paia vil a ser
mn estabeledmeulo imporlanle e allraetivo. Porcm
a mrtquinha tubvenjau de :.*Xlll;IKIIl que Ihe conce-
liiu oaeolrea proviuciaes naollie perimlte lomar um
gratada dt-envolvimenl ; deduzidos dessas quanlias
oa ordenado do inspector c feilor, a as de-pea- coin
i pessoal, pouco oa nada p le restar para applicar-
te aot teiis melliorameutns maleriaes : uem te eom-
prohende como eom tai fiacos recursos lenlia sido
potsivel iin ti Ir le no estado em qua >e acha.
O lliealro publico he om edllicio velho, acanhado,
sem gosto, e qua dara una petsima idea da civilita-
'.i; desta capital m par ventura devasse tsrvir da
lo om pouca man digno do Sr. Joo Caelauo
te da haver promeltido vir dar aos Paulislas o
zer de npredar o seu Immeiiso talento
Uuuera dar om rttumu dp eslatitca criminal
la proviucis, mas nao posoo dados completos. Di-
rei enlreluulo que em ramo houveo a>sassinalo de
om escratoem l.orena, adiando-te no cadver aig-
naet de barbaros easligoi, os ferimenlos cicalrizadoi
eom fogo, e os olhos arrancador. Houva mais um
tiro dado na noit de B dee inez ; no dia 20 urna
faesda dada por um irmao, de que resullou a murle
do olleiidi lo ; a 18 houve em Eiulia um fermento
grave : a 20 oulro assa-sinalo ua Parahybaua ; a 12
do mez pastado um ferimeulo morlal em l.orena.
Nio fajo iiienrfln de ferimeuios leves e oulros crmes
de menor importancia ; a seguranja individual u" vai pois mu 111 bem,
Curapre porm reconhecer que o fr- Batios, que
exerce interinamente o cargo de chffe de polica, 9
deaempenha latisftctoriamanle. He um magistrado
illii-lr.uio, activo a probo.
P-S.Acabo de ver o 1 nomrro do n Publicador
I solsimo, folha que o Sr. Louzsda, eom o zelo e
diligencia que o distinguen!, deu luz para uella fa-
zer a poblicajao dos aclos ofliciaes qae conlralou
eom o governo. O seo programma he bem escrip-
lo ; faz-s nelle um a, pello aos Paulislas, para que
concorrao eom titas luzes e de-terrera o indiflereri-
lismo poltico que aln se qualifica de asvmploma
de morie para o corpo social. He de destjar-se que
sle apprllo letiha a deviita e Mirara.
De Mugy das Cru/es vem reiteradas qocixas a-
eerca da eompressau que aMi se Isnla exercer, alim
de vencer a eleirao e alterar a meiorla do circolo em
sentido favoravel inleresses de cer'as pe goveruo deve dar loda allenjao > esle negocios.
(Carla particular.)
Jornal to Commcrcto do Rio.]
lar-se s fileiras dos Traeos paraaleula-Ios. que ou-
am coiu loda a enrgica dedlcajao do dever e d
justija empuuliar ai armas da de'feza conlra o poder
da inipiedade ; que como diritiaose brasileiros bu-
cara salvar a fe a a patria dewe calaclysma, que a
incredulidade lhs lem preparado ua destruirlo do
principio rtllgiosu no Brasil.
Seja bem viudo o illusde toldado do caibollrsmo,
poisa seu eieinplu despertar todot os nossot iirn.la.-
das demais previnciat do imperio da banla Cruz,
afim de que, cultigadoslodot em um nobre esforro,
ua imprensa e lora della, ajaniut Iriumphar a reli-
gi3o de nataoa pas em beuelicio daquella memo,
que ignoraudo sua benfica iulluencia na sociedade.
Iramam, dsejam, ou consenlem as guerras qae seus
malicioso* inimigos Ihe diiigem.
Pigiiein-sa os valeules o illusliet redactores do
Progresin aceilar o nosso fraternal aliraju, e os
fervorosos volot que fazemos pela conliuuajao de
lo ulil eaecetsaiia empreza.
S. PEDRO DO SL'L
Itio Grande, 15 de jullio.
O oliuanahara.n no dia T, ja sob o crepsculo da
larde, upparereu a barra, de teu regresso de Monte-
video, (isa leudo podido entrar no dia teguiuie, ao
meio da ivsaiii o aCaaias, levando passageiros e
mola, e ja sobre o Banco leve de regressar por ic
achar lotalmenle impralicavel a barra. Vendo o
cumulan .ante da pralicapem qoe o vapor leria de
teguir para essa, sem que iu menos levasse as malas,
pedio a calraia do regislro da alfandega, sem duvida
porque as que lem nao prestam servijos destes e
pondo a seu br.lo urna guarnijoa sua esculla eum
pralico de conlianja, foi para bordo do tiGuanaba-
i.i,o levando as malas; salnu lo toJavia pela barreta
denominada de Arfama.
No dia 9 seguio o vapor para essa, levando t-
mente 1 passageiro eom 10 eseravos, que leve a le-
ineiiJ,.de de melltr-se na caltaa que levou as ma-
las.
O locanlim, sem ter esperado, appareceu lian-
te m, e nao podeudo entrar por falla de agua, bal
deon para o Camacoao, qoe se achava fura, os
patsageiros e as malas ; aioda nao liuha chegado o
Caxias.n qoe no dia II havia itguido para Porlo-
Alegre a levar colonos. Os passageirose malaas para
Montevideo foram levados por ama calraia, a ja se
abe, foi ludo baldeado.
A respeilo dos colonos tenlio a informar-lhe que
desde o 1' de jutilio al esta data lem entrado na.
provincia cerca de 300, que lodos lem seguido para
a capital.
Um caso, julgo que virgem nos annaes majnicos
acaba de ler lugar nesla cidade. Urna onica tucie-
dade qae nqui existe eom o titulo L'niao Constante
acaba de ser citada por om de seas membros para,
em audiencia do juiz de paz Ihe ser eutregue, ou a
qoantia de 509 que ja havia pago de soa joia, oa en-
1,1o o certificado em que elle possa provar ser innn
bro delta. O negocio correu a tevelia, o juiz obri-
gou a sociedade a-salisfazer nm dos duus casos, e a-
ainda mais a pa nr a despeza das cusas.
A sociedade reslituio os 500.
Consta que o queixoso fura queimado em estatua
em ss3o da sociedade ; e parece-uie que o que-
mariam vivu se la o apanhassem.
To lerceiro disiriclo da villa de Cangos'u' acaba
de commeller-se um homicidio horroTu-o. L'in fu-
lano de lal Canto, eslava em queslo coin om fillio
sobre a propriedade de duas Vaccas ; esle desferlia
sobre o pai um tiro de pistola, e vendo-o feo,
acaba de consuiniuar a obra, esuitganJo-lhe u Ma-
neo eom o cano da raesma pistola !
No da i) de maio, uo priineiro dislriclo da mes-
ma villa, urna escrava, parda, de Doane Medina
Merlins, parece que em om m..ment de loticora de-
itollou eom urna navalha urna sua parceia e duus
lilbu-, e degollou lambem leu proprio lillio '. Coii-
cluindo lo horrivel tragedia, acabou cuforcan-
du-se !
No da seguate a familia, entrando ooquaito on-
do se havia passado lio horrivel icen, enconlrou
qualro cadveres sobre o chao, todos eusanguenladcs,
e mus um depeudurado 1 1 1
Yeem fallecido ltimamente nesla cidnde algons
Inglezes e Allem.1es, todos prolestantis ; porcm ja
moribundo renegam sua seila para uozarem nica-
mente dabemaventuranjade seren sepultados
em cemiteno clinstao, islo devido aos mlagres de
unsbichosque ha na provincia chamadosou-
jas.
No iiTocaulini veram 14 oa 18 recrolas, e ha-
vendo elle desembarcado as 4 horas da larda do da
14, mal traja,lo-, mal vestidos e al quasi u indecen-
tes,!) em um clima fro como este, causou Ultima e
ale vergonha o triste eslado desles infelizes I Pare-
can! mais reos condemoado qoe tinbain de cuinpnr
urna tentenja ou degredo do que toldados que per-
lenciam as Hidras do noisoexercito he preciso que
o estrangeiro qoe enlre ni vive o reside n3o seja
testemunha ocular de tanta vergonha, que t ttrve
para uosso ludiluio e tscarneo 1
O Correio Mercantil* detsa corle, debaiio da epi-
graphe Noticia diversas, publica em 3 do correle
urna reclificajio, que eu pedera chamar officlal, a
retpeilo da noticia que demot na .nodcla publicada
em sea jornal de 30 do pastado, acerca da recusa do
commisiario da Repubica Oiieutal de anignar o
Irabalho da demarcarlo de limites, e conteilando
completamente a sua exaclidao: acreicenla que con-
vuilia estar de sobre aviso conlra ai uolidat levia-
nas on malvolas, ele, etc. o
Compre-nos por lano responder que, sempre que
se trata de astumplos de eemelhanle ordem, exilie
de uosia parle todo o escrpulo na indagajao dos
tactos; pois que te atsim u3o fosie, sem duvida le-
riamot dadu essa noticia na uoasa correspondencia
anterior publicada em seu jornal de 27 de malo; vis-
to como nessa poca ja corra asst boato, e n.lo o fi-
zemos chegar alii.
Logo porem qoe o Diario do Rio Grande e o Cor-
reio do Sul, i> )ernaos que gozam todo o crdito, o
deram em suis correspondencias julgimos tar guar-
dado Indas as conveniencias,o e nina vez eolregue
ao dominio do poblico esta noticia pela iinprensa da
provincia, jolgamos nao haver mais obstculo algum
em (raosmilli-la ao Jornsl do Comnerco. Toda-
va, te o aolor da raesma rcclificajo se limilasse a
oegar a veracidade deisa mc-ma noticia, deixaria-
mos de fazer eslai observajei em nossa defeza, po-
rem, logo que elle nos lanja insinuarles injurio-
sas o de nos suppor capaz de darmos unolidas levia-
nas ou malvolas, eurnpre-nos repellir esse odioso,
seja qual tora gerachia ou categora de seu autor.
18
Felizmente ao amanhecer ddhonlem ceitoa a con-
tinua ebuva que desde o dia 14 cahia sobre nu< ; po-
rem o seu termo trouxe-nos um fro que muiu in-
commoda^
Acha-se aqoi o roaior Felippe Belhez de Olivei-
ra Nery, proprietario e redactor do Correio do
Sul i, e lliesooreiro da admimstrajao provincial,
commissiouado pala vice presidencia pata tratar oo
promover um armazem para nelle te recebercm os
colonos qoe aqu chegarem, quaodo nao enconlrtm
logocondurjao para P.rlo Alegre.
O Dr. llera lerio J. Velloso da Silveira, joiz mu-
oicipal de S. Ilorja, por haver dado eom um chicote
no vigano da freguezia do memo nome, leve contra
ti a eieommunhao maior que Ihe lanjou em pronun-
cia o vigario geral da provincia, sujeilando-o a todos
os teus dTeitos, tanto moraes ruino religiosos! !
Affirmam que se vai estabeleeer uesla praja urna
casa baucaria Maoa', pois que urna caa daqui havia
recebido por esle vapor algumas nojti eobre este
assumplo, e como nflo eslejam ellas bem esclarecidas,
e esperara novas explicajoes para definitivamente
se assenlar na sua rehlidadc. Parece que nao en-
iram em duvida as vantagens qua trara' no comraer-
cio nm eslabelecimento desla ordem,tirando sem du-
v i 11 iuulilisado o banco filial do Brasil, que absolu-
tamente nao offerece ao commercio ai facilidades que
era de esperar.
20
Chegott luje pelas 11 horas da maoha o Casias da
capital.
A polica all havia appreheodido um negro bocal,
que enlregou a' Sania Casa.
Por avisa do ministerio da guerra de 2 do pastado
foi exonerado o brigaleiro Lima da insperjao do
arsenal de goerra e depsitos bellicos, por ler sido
nomeado em II de abril pretrito inspector do I.
distrido de infamara.
BAHA.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1837.
He hoje coohecida a resolujao do Sr. conselheiro
Sergio de nao vollar mais i a'ra Pernambuco, bem
como a aquiescencia do ministerio a seus desejos.
No dia 4 houve cediza dese fado, e no dia 5 con-
veriou-se na cmara dot depnladot acarea das proba-
bilidades e conjecluras do succeisor de S. Ex., e al
ciloo-se nomet.
O Correio Mercantil do dia ti, em orna das suas
nolicias diversas, dsse que corra o boato que anda
te nao achava nomeado presidente para Pernsmbu-
co por na., haver o ministerio chegado .1 um sccordo
eom a Jepular.lo pernambucana, mas que lal boato
pareca Infundado, nSo somente porque essa depu-
lajao era urna d te actualmente, como lambem porque ja havia sido
poderao ter salisfeilos; resultando disso despeilos e ailar a sna familia. Apenat tabendo o Sr. Porfirio
odios ao goveruo. No enlamo que regularisadas a que sua familia eslava sendo insultada em sua pro-
emissao e rriajao dos Bancos por lei, nesla adiara o pria casa, corre sem demora a ella, e cheeaudo j
ministro una salva guarda, que a uiuguam poderia na,, encentra o agumssor, mas esle nao salisfeilo iiu-
ofiender. i da do sua aolacia. volta para faier novos assallos,
II Sr. marque;, de Olinda, vindo em soccorro do que nao os pode efleduar em consequencia de ter si-
seu colleaa da fazenda, expiimio-te eom loda con- do preso pelo Irupeelor de quarleirlo do lugar, lie
veniencia e cautela, que a sua posirAo Ihe iinponha para notar que o referido sr. Porfirio desde domiu-
era queslao 1,1,< grave. Dedarc quera, como te suppunha inulllplicidade de Bancos; ja Ihe jogavam para o sea quintil, e njo obttanle
mas que lambem nao queda a mudado delles, como haver curo loda a | rudencia pedido a sua \ izinlia pa-
oulros pairee :, pretender : que enlre os dous exlre- ra que providenriasse este insul' que se Ihe fai.,
n,o. havia om meiu termo, porque era fora de duvi- em vaz de ser atleiidido, mais insultado foi; em vis-
da que o pat reclama mais alguna islabelerimenloi I la do que relirou-se para sua casa procurando acau-
de lal ordem, para a salislajao de necesiidades reco- lelar-se sem que para Uto desse o menor escndalo.
Nao fui bastante toda ana prudencia e cavalleiiismo
uheddas.
Apreciando a disposijao do projeclo que da' recor-
so das deliberajcies dogoverno paia o conseibo de
ettado, negon a competencia deisa corpoiarau para
lomar conliecimenlo de materias nao contenciosas ;
e sua argumentara,! foi geral mente apoiada.
pira que ficaase acoberlado dt novo insultos, e eis
qu sem o esperar, liouleni a tarde Ihe foram arre-
bentados lodos os vidros da sua janella coin pedradas
que Ihe jogavam dedcfrunle, sem que todava podes-
te coucliecer, e nem saber quem s lanjava. FsOlM
Aceiinii lo a dcdarar.lo fela pelo Sr. Sergio, de de semelhanle nalureza revnlla anda o mais phleg
que nao havia por par da comm'ssflo pensamenlo
de oppotijHo, e estando convencido disto, iinloii eom
ludo que ^e prelendesie lir.r do governo orna |lr-
luiiran de que lem eslado sen.pre de poste, sem con-
lettajioe tem que della lenha abusado; pelo qae
n.lo poda aceitar u art-yu que pretenda daipoja-lo
deita allribuicao.
nomeado presidente para alguma provincia sem que
ftissem ouvidos os depulados reipeelivos, e nao ha-
via razao para que se liieste uina cicepcao para a
provincia de que se trata.
Nao he preciso ter cem olhos para enxergar o que
fica occollo tob estas palavias ; e lie por isso que no
Ha immedialo se lia no Jornal do Cominercia a
seguinle deelararao. que ha lida como oicial da
dcpuUijo de Pernambuco :
"AoCorreio Mercantil.
O oCorreio Mercantil leve a "innocente lem-
branja de declarar no seu numero de boje que, se-
gundo corre, o governo lem encoulradu dillicnlda-
de em chegar a um acord eom os depulados de
Pernambuco sobre a petoa que deve ser encarre-
gada da presidencia daquella provincia;
Srja qual for o fun qae leve em vista o Mer-
cantil dando esta noticia, podemos dizer-llie que a
depulajao pernambucana deposita baslaule coniau-
ja no governo para acreditar que elle se esforjar
por escolher para Pernambuco um presidente digno
de soa mi-sao, e que por isso espera tranquilla rssa
nomearo, sem importunar o goveruo e sem exi-
gir couta algoma.
Pelo seu lado he sabido que o ministerio nao
i' -toma discutir cora as deputajcs as nomeajes de
seus delegados, e de eerlo nao far a' de Pernam-
buco o que nao concede a't oolras.
Rio, G de agoilo de 1857. **
Voltou anda o Mercantil ao caso, dizeudo que
se havia frito um caslello pliantastico de suat pala-
vras, e conrluiudo do modo seguinle :
Kspeilamos o direilo do governo de nnmear
presidentes sem a menor inlelligeucia coin as depu-
tares composlai de amigos que Ihe preslam adhesiin.
Niiiiueni o conleslou, mormenle quando esse direi-
lo nao tem sido exercido por modo que mereja cen-
sura, .-rnenle ditsrmut qoe era conveniente a
igualdade. e acredilamot que llavera' igualdade.
Se nisto nos engaamos ou comiuelleinns erro, fi-
que o dito por nao dito.
Ouem atlender devidamtnle para esla resposla,
lia de conheccr qu andn ah o dedo de algum de-
pulado despeilado por ler silo Humeado presiJente
para sua provincia sem que elle o soubtsse seu3u
pela oolicia dusjornaes, e cobarde, que recelando
fallar de publico, recorre ao veneno da intriga para
lanjar a irania enlre a depulajao de Pernambuco e
as ue oulras provincias, creando zelos e ciunies que
possam cn.l. r.ir.-i o governo ; vislo que ha quem
pense que aquella depulajao be l'enfanl gal do
gabinete de que he chefe um Pernainbucao mudo
disiinclo.
No que digo eslou longe de me referir ao redac-
tor em chefe do o Mercantil u, que lie depulado
pelo liio de Janeiro, porque esle, em vez de zangar-
se ou arrufar-se coin a iioiueaj.lo do Sr. Tolenlino,
aulet a eitimou e applanlio sinceramente. Itefiro-
roe, porm, a outros que foram os creadores daquel-
le boaio, desde qoe soubtram detia nomeajao, que
n3o esperavam c rom a qual lano se amoljnaram,
que andavam, como mel de fazer figas ao governo,
a piom ver e dirigir felicilajes e cumprmenlos ao
Sr. Pereira da Silva, {vice-presidenle que eslava
em exercido) o qual, cumpre dize-lo, melhor avi-
lado ndaria se os nao aceitasse nem deiejasse. Os
polis e os reclames nao favorecen!, prejudicam
o homem serio e em vez de aproxmalo do poni
a qoe elle deseja chegar, afaslam-un cem leguas.
Tanto he exacto o que pens desses depulados,
que algum delles, perlencente a familia impoitanle
da provincia do Itio, ja sedeclarou em opposijao ao
governo por causa de lal uomeajflo, a taber, oppo-
sijao franca, decidida nos corredoies da cmara,
silenciosa e quiela nosalao !
Ja se acha volada a queslo das cemmanditas na
cmara dos depulados, uu sentido que desejava o
governo. A discussao rrogredio como Ihe disse na
anterior, tomando parle uella ot Srs. liaran de
Mana'. Antonio J. Henriques, Salles 1. Homem,
ministro da fazenda, Sergio de Maeedo a presidente
de c, iiielliu.
O primeiro orador chamando a queslao para o
campo de sua applicajlo pratica, procaroa expor a
iilaajio do paiz, apreciar toas circunstancias, seus
recursos e necessidades, e indicar os uieios que Ihe
parreem adequados ao dastnvolvimenlo de soa pros-
perldade. Fallno como homem pralico, e o teu
diteurto foi devi lamente apreciado.
O segando, como sabe, he um dos hispos do nosso
Ihesouro, he homem do fisco, e por isso encaruo a
"dea pelo seu lado mais inesquinho. Ninguem Ihe
prestou tllenjao : reinava grande susurro na casa
quatido elle fallav.i, de modo que nao o pode ouvir
Quanto ao Sr. Torres Homem, realmente corres-
pon leu a especlativa geral. Tendo-lhe toeado a pa-
lavra depois do Sr. Henriqoes, elle esgelou a -e-sao,
leudo fallado por doas horas, em que foi ouvido
eom grande aMenj.lo, e nao pude concluir o que ti-
nha a dizer. Na forma do regiment uno poda con-
tinuar cora a pdavra no dia seguinle, vislo que ha-
vendo outros oradores inscriptos que na maior par-
le eram adversarios de suas id.as, a esle locava fal-
lar. Mas la! foi o respeilo qae souberam tributar ao
e-ludo e saber do illuslre financeiro, que lodoidesii-
tiram da palavra, afim de que elle podesse pedi-la
de novo e conlinoar o seu discurso. Por oulras duas
horas foi ainda elle ouvido eom grande interetse ; e
todava reiomiu o que linha a dizer para deixar lem-
po ao ministro da fazenda, que queria fallar laro-
bem no mesmo dia. fiao me aventuro a dar 1 be
urna idea do que s3o esses dous discursos, quena
opiniau de lrau:ens entendidos constiluem o mais
completo tratado de economa poltica. Com a opi-
niilo dos aulore* maii celebres que se lem oceupado
da materia, com os fado dot oulros paizes, com o
exemplo dos governos e dos parlamentos dat najes
qae podem servir de lijao, o Sr. Salles, por ama
deoiicr.i.i clara, precisa e lgica, moslrou de um mo-
do irrespoudivel, que senao te procurar refrear o
enlliu-ia-ino que actualmente aria-la os eipirilos,
'ascinados pela idea do desenvolvimeulo do credilo,
necessar-menle seremos levados a urna ruiua certa,
a banca rola.
Os citados dit'ursos ainda nao foram publicados
pelo Jornal do Commercio ; mas se-lo-hao. Recom-
mendo-llie nao smenle a leitura delles, sei-ao tam-
bera a sua i r .i 11 r 11 rao as paginas do seu Diario ;
e eniao ver3o ainda os seus leilores que nao he exac-
ta a crenra geral, e que tambem era minha, de que
o Sr. Salles preparava por lal modo os seus discursos
e os decorava a ponto de nao resistir a um fngo cru-
zado de interrupjes. O entrao acontecen uetsa
di-cu-s.io. Aos apartes e inlerropjes partidas dos
senhores Sou/.a Franco, 'o Sr. ministro sosia muilo
de dar apartes, o que nao he dt codomel Mau, Ti-
to Franco, Ca rao, Oclaviaoo eoolros, responda elle
com promptidao e vantagem de quem era senhor da
materia, tem nonca perder o fio das idat.
O ministro da fazenda, lenlaudo responder-lhr,
procurou mostrar que ainda quando o exemplo dos
Bancos nos esladns .'nidos c na Escocia nao fustera
favuraveis >s suas ideas, linha por si a conidernrao
de que em um paiz novo como o nosso alo he um
baneo anico, previleg'ado, qoe basta para satisfazer
as suat necessidades, e que a conveniencia de esla-
bclecimento naneado que firmen! o credilo edeni
desenvoiyimeiilo ns capitaes he cnusa que salla aos
olhos. Fallou inelhor do qoeda primeira vez ; mas
ainda assim, no meu pensar, nao snbio a altura que
devia, e a que a discussao te linha elevado.
O Sr. Sergio fallando no dia seguinle, quan'on
malico homem e muilas vezes acarrelam com sigo
gravisiimis contequenciai, preciso he pois qoe nao
fique esquecido, proseguindo o Sr. Porfirio em sua
queixa que nos cansa haver dada contra o motor
deste crirae,
Consta-nos qu fosa igualmente iniullado Sr.
Bastos, morador na ra Yelha.s*, forem passando laet
A aoloridade da palavra do nobre marquez, sua precdeme, quem contara etlar tranquillo era sua
looga pratiea dot negocioi, teus serviros ao ptiz, II- casa '! O precipicio o ir procurar em casa, e que
gados n gravidsde e conveniencia com que te ex- quem liver desailcius esleja preparado para riceb-
prestou, deram ao tea discurso om tal peso, qoe los a qualqoer hora....
immedialameote a casa pation a volajBo, que foi a Ipformam-nos de l.imoeiro qu dout ladres se-
que ja disse. duzirarn um meiiiuo de 10 annot,eocondoziram para
Entretanto algons depulados, e enlra ellas doos o mato onde Irataram de o desfigurar pinlauJo-o com
ex-miolttroi, absliverara-se de volar, e seja orno o sueco de ervas alim de o tornar mais escuro, e o
fur.at impreiioe dos discursos dos Srs. Salle e Ser- veuder como captivo e como nao acha-sera compra-
do, rao foram destruidas. De qoem foi, pois, o Iri- t dor, asiassinnram-o. O pai desle infeliz seguio os
mplio '...... Nao te pode dizer se nao qu foi do assastinos com oulros, e conseguio prende lo-, mat
uv*rl10..... porque paisou oque elle queria por: ofeiizmenl depois da reculhidoi cadeia, dizem
grande numero de voloi. que fugiram.
No ruado conla-se agora qne o negocio postara' O vapor nacional a Iraperalrizu, vindo dos por-
ainda com maior farilidsde. Nao ha all, nem roes- los do Sul, trouie a aeu boido os siguiles paua-
mo no paiz, quem adtnle idea contra o projeclo, ao gtirus :
que o Sr. Salles disse na cmara ; por isso a discos- i Dr. F. P. C. de Albuquerque e seu fillio, l.uiz
slo deve naturalmente ler menos iiileressanle. alcm \. M. de Castro Jnior e teu escravo, Maiioel Au-
de que o governo ja esla' cerlo da sua raaioria. To-. goslo de Figueiredo, G. Noauman, Antonio Teixeira
davia esperase coin curiosidade os discursos qoe de- Piulo, Autonio Ignacio Godos, Manuel Pereira Ca-
ven! pronunciar ot Srs. Ferraz e l'imeola Boeno, mello, Joaquina Caldoso do Bom Fun, Eduardo Car-
ero resposla ao metmo Sr. Salles, ja que ua cmara i doso Paes, Vicente Filippe Bezerra, l.uiz Corrria de
u3o houve qoem o fizesia. I Menezes, Manoel \avier Curreia, Jo> Pereira dos
Arred;la-se que para discutir rom esle s o pr- Saulos, Ago-liuho Francisco, I ex-praja de mariuha,
| :l dilos do exercilo, 1 soldado do 3.<> balalhao.
Siguem no metmo vapor para os porlos do or-
coniinuaram a prestar os seus grandes e valieto, Como cumpri, nem o concubinato do recurrente
scrvijot proprios de sua arle e sciencia, visitando com a recorrida, era qoe as casas e eterava era
diariamente aoi doeules, sendo miuha senhura Ira- queiao fustem eomprad por aquelle. He cerlo
lada pelo Sr. Miguel Felicio, e iniiha togra pelo Sr. que algumas das lesteinaiihas, de 11. 17, dizem qua
Ur. Ca olmo, dc-eiii[ieiih.n.,lu ambos a cura, aoiuo o recorrenl dea o dinheiro das eatai, porem essas
era de esperar do saber de l.1u babeii profetsores, asserjoes nao podera prevalecer em presenja dat ei-
tuinando ullirnanienle a ttu cargu o Sr. Dr. Carolino cripluras, lis. 51 e 36, da inquinjao de S.T18 doi
as duai duentes, por assim queier o Sr. Mi- documentos oflerecidut pela recorrida, drnde resalla
guel Felicio, continuando a prestar-s com lodo zelo prova convincenle de que foi ella quem comprou e
esmero proprio de soa pino, mereceudo ambo | pagou as dilat casas, e de qoe poda laze-lo, pui
asle senli, res o meu perpetuo agradtcimeulo ; am- qoe detde nnu.s aolet viva empreada em diversos
da mait louvavel te fez o Sr. Dr. Carolino tm meo negocios, de qoe lirava lacros bailantes.
concento, puis querendo eu gralifiear o teo grande I Neslet termos, e vida do mait que dos autos
trabalho, na i como me mereca, porem segundo as contla, julgam nlo prvida a acjo inlenlada pelo
niiiiha tracas posia, em prova do reesnhecimento i recorrenlei. a quem conderanara n cutas. Rio de
de quanto e-merou-te, ua quiz o Sr. Dr. C-rolIno Janeiro, 211 d nulo da |K">7. CHrno presidente,
aceitar paga, nem qoiz saber qual a qaanlia que Ihe l Harltni.Piulo Chicborro, vencido quanto s ctsa.
ullereci ; o meiroo fez o Sr. Miguel Piliciu, como se Valdelaro.Braga, vencido em parle.Simn da
um liveise consultado a philmlropia do oolro : por- Silva.Mascarenhas.
tanto reciban) etiet snliores ot meu. tineurot a;ra- E mai. sj uto coiilinba em dilat paja aqui Iraut-
decimentos, renos de que jamai me esquecerei de criptas, e aos aolot me repodo ; por niim subscripta
quanto Ihes sou gralu Q Ibes nITereco o meu pequeo e asignada nesla cidade do Recie provincia da
e dimitalo preslima. Pernambuco, ao H da. do me de aeWrl>7,
Tambaui nao potso deiiar de daros meus agnde^liHi' 0a independencia e do imperio do Brasil.Subt-
..incnlot a Sociedade Coramercial pela manera por- ; crevi e auigoei. Em f de verdade.Manoel Pre
que Lram em minha cata, offereeeodo-s&e nina Campillo Jacomo da Gama.Concert,.Francisco
quaulia, a qual nio aceilei, nio porque nao necenir Biplisla de Alraeida.
meiro o fara' com igualdade de illuslrajao.
Passando a oolra coosa, para por termo a esla, de-
vo dizer-Ihe qul havendo-ie prolongado e complica-
do a molestia do Sr. Nabuco, lmenle agora corneja
elle a apparecer na enmara, pelo que se er por es-
ses dous ou (res dias seja discutido o negocio relati-
vo a aposenladoriadosdesembargadores.
Esperava-se qoe fosse dado para a ordem do dia
de amanhaa, mas havendo oulias pequeas materias
a qoe compre dar andamento, e lambem a eleijao
do lerceiro dislriclo de S. Paulo para disculr, nao o
f". Aiuda se disculem eleijes !
Esla larde enlraram : o Imperador, do uorle, e
o 1'i iiii--. do sul.
O Guannbarn encalhou e parece que ficara per-
dido na pona de Maldonado.
O Calr-ila'o parle no din 12 ; he natural que Ihe
escreva por elle, te liouver malaria.
Ainda nao se sabe quem sera' o presidente de Per-
nambuco. Diz-s qpe oSr. Pedreira, para quem se
poderia dirigir as vistas, nao quer sabir do Rio de
Jaueiro.
CEARA'
12 de agosto.
O vapor Imperador foi portador da minha ul-
tima com dala de 2o do mez patsado, depois da qual
pooco ou nada lera occarrido de ioleresse uesla
praja, a nao ter o pasmo que causou aos nossos lo-
gslas a pubhcajao da minha tegqnda cartinha no
>eu o Diario.> o. 17D de 4 do corrente.
Nao si ua verdade, porque se leve tanto a mal
publicajao des-as minha linhas, quando nada tra-
zem de offensivo a essa ciaste, e muilo principal-
mente quando ji deve estar confiedlo o fim de se-
melh.inle correspondencia.
Ainda por esla vez torno a asseverar aos meus
imigos que n3o tenho em vi.la nITende-los, porm
cuino e-tau bem persuadido que esta praja longe de
perder, muito aprovtita com a publicijao no seu
Diario dos meus avisos commerciaes, cunlinuarei
a encommoda-ln emquanlo Vmc. quizer hourar-me
com esparo no seu jornal.
Por fallar nos negociantes lembrei-me do tal nos-
so convenio de grata rccirdaj.lo.
Qunsj que sem medo de errar posioaJier-lhe que
grande parle dos assignntarios desse convenir., j
hoje estilo arrependidos, do que Gzeraro, porquanto
em lugar de fazerem maior negocio, parece ser ago-
ra moito menos que oulr'ora.
Da o por motivo o mal de bexgas ;que por enfeli-
cidade reapparereu enlre nos, poim n3o he isso so,
(iqueni na certeza os nossos lugislas que os coramer-
cianles ricos e acreditados uao ni de Sobral, como
de oulros pontos da nossa provincia mais de preisa
hirao a Pernambuco e mesmo ao Aracal) comprar
snts mercadorias, embora com prazos renos favor
veii, do que virem aqui comprar ferro a firreiro
romo dizem.
Concordo, e al acho oslo, que os senhores lo-
glslas se opponham a que as caat importadoras dis-
ponham de parle de suas fazeudas a relalhu, cau-
sando-lhei assim grave prejuizo, e que al mesmo
m.irquem a quaulidade de cada qualidad de fazen-
da, como fiieram, porm obligaren! ao-J ira; oil.ulo-
res a nao venderem para cerlos e determinados pon-
tos da provnciacamo Sobral, ele, he nio conheci-
rem os teui proprios inlerettes, e fazerem mal ao
naieenle commercio da nos-a Ierra.
A proposito, dizem por aqui que muilo breve vai
haver oulro convenio, cojo fim he nao peinmtir os
exportadores compraren) gneros aos malulos e tim
aos logiil! acho nisto sua graja.
Cheguu de Lisboa no dia |T do corrente o brigue
porluguez Restaurador, Irazendo o lorlmiolo do
costme, vioho, vinagre, azeite, batatas, sebolas,
2S passageiro.
'tambera chegou de Liverpool no dia 8 a barca in-
gleta das, e grande porjo de gneros de esliva.
Esperamos a qualquer hora do mesmo porto a bar-
ca Syrlan, com igual torlimenlo, os navio ol.iu-
disfame e Eliza Wande.n o primeiro da Babia, e
o ultimo do Rio Grande do Noria, ambos para aqui
rarregarem para Liverpool.
Os nossos gneros de exportarlo eslao pelos le-
gUilltfl proras :
Algo-iao 7| a 73100, coorot talgados 9 a 99200,
caf s a 59100, e atsocar mascavado 3J200 a 3i00
por arroba ludo em Ierra.
Os gneros ja' vSoappnrerendo com mait abun-
dancia, e o dinheiro detapparecendo dinheiro a
premio e descontos de ledras j se vai tornando um
pouco dilllcil enlre n.
He preciso que venha dinheiro da ra, porque ot
nussos reeurtos sao bem limitados.
Diz o Sol, folha publicada nesla praja, qae lem
aqoi apparecido na circulj3o sedulas falsas de 509,
20, e 109, ainda mait jsto.
O vapor Iguarassu'u ainda nao appareceu.
Al out ra vez.
1.
le os segu ules :
Dr. Anlonode Souza Cirvalho, D. Fiado C. da
Silva Freir e sen criada, Jo3o Campos, Jo3o crioulo
a entregar, lenle Sebaslaode Souza eMello, 2 ex-
pnjas do exercilo, depulido padre Antonio Piulo de
Mendoura e seu criado. D. Emilia R. Sampaio, ca-
dete Luiz M. Caslello lramo. Francisco de Vascon-
celos de Mendoura J l.uiz Olivie, Maurie Suaali.
O vapur inglaz a Calcula, tahido para os por-
los da Europa, levou a seu bordo desla proviucia os
seguinles passageirot:
11. U. Sivvfl, John E. Roberl sin senhora, duas
meninas e 3 criados, Mauoel da Silva Santos, Ricar-
do de Freilas, sua tenhora e 1 filha, Manoel Ferrei-
ra da Silva Ramos, sua senhora e 1 .criado, Manoel
l'enio da Silva Magalhies.
O vapor iuglez Thamar, viudo dot porlot do
sal, Irouxe a seu burdo para esta provincia os tegon-
tes paisageirut :
D imiogos .los N'ogueira Jagoariba e 1 criado, A-
maro C. Bezerra Cavalcanli a 1 criado, Jean Mer-
eier.
Segaemoo meso vapot para ot porto da Euro-
pa os seguinle:
Elly llill, Edoardo de Morniy e I criado, Dr.
l.uiz de Carvalho P. de Andnde, toa tenhora, e urna
sobrinha, Antonio Jos de Magalhaes Batios, Luiz
Autouio da Cunha, Jos dos Sanios P. Jardint.
Al amanhita.
PIRMAHBflCO
PAGINA AVULS1
l'ermiiiou a sociedad! composla do Sr. Santa
Rosa e mais coinpanheiros, a empreza que Ihe linha
tido confiada do lhealro Santa Isabel. O Sr. Germa-
no obleve-a por Ires anuos, segundo no consta, e
bem assim arrendoo pelo mesmo lempo o lhealro de
Apollo.
Tem ltimamente sido derramado as noilet
de espelaculos no Santa Isabel ama aliuv i,lu de in-
famsimo* pasquina : e-ses papis devastos s8o lidos
com publicidade. scmjqoe baja a menor reseiva, e
nem a mnima considerar,1o para com o publico ;
muilo conveniente sera qoe polica syndicando
d'oude parte tal immuralidade, e corropcao, a fara
premiar ,
Ha dout dias um mojo foi horrivalmeole atropel-
lado por um carro na ra do Subo, que iem embar-
go de vir a cavallo, ia sendo victima, licando ainda
bastante maltraa,lo. Consta no, que pudendo reco-
nhecer o numero do cirro vai proceder contra o e-
louvado do boleeiro.
Dizem qoe ha silio no Mingoinho, qae esta
servindo de obslacolo a passagein por causa da va-
ras do cercado do dilo sino, oa coata semelhanle,
que embargam o transito.
Vai ser mudado o capellao que se acha actual-
mente no presidio de Femando por ler, ja ha mui-
lo, terminado os seis mezes de sua eslada all: o Sr.
padre Loyolla lem tbido durante o lempo que all
lem eslado, se fazer respeilar, mereeendo, desde a
primeira aoloridade do presidio al o ultimo forrado,
muila cousiderajao, e estima.
Comla-nos que o Sr. jo3o Caelano lem subsi-
diado do Rio os dous reformados artistas Lopes
e C.i-ac.i, o que para elles lem sido presentes do eco,
atientas as soas privajOlt.
Dizem que em ceda ra, o'onde fugiram a pe-
nas, ha um professor de priroeiras lellrat, que coslu-
ma abrir a sua aula dematiado larde, causando por i bucauo
isso um duplo prejuizo aos alumnos, n3o s por que
Peloi vapores Imperatriz e Thamar,enlradot dos
porlos do sul, recebemos jornies do Rio de 5 a 7 a de
13 a 14, da Baha al 17, deSergipe al 8 c de Ma-
ce, al 18 do correnle.
Por decreto de 29 do patsado foi nomeado para o
lugar de oflicial externo da secretaria de poli-
ca da provincia da Baha Jos' Eduardo Meu-
det.
O conselho de eslado reunio-se no dia II noila
em sessAo plena ; dizia-se gcralnienle que fim desta
reuinao s.lj ot negocios do Paraguay.
O cumirjeudador Ju3o Caelano dos Sanios oflere-
ceu i sociedade Ipiringa o producto de um es-
pectculo uo seu lhealro ;S. Pedro de Alcntara, pa-
ra coadjuvara liber.-lade dos eseravos qoe a metma
tociedade escolher no dia 7 de novembro, seu auni-
versado.
l.m grrnde temporal cabio sobre a cidale de
Campos, durante o qual um raio desceu da regiao
celeste demolindu em sua queda a torre de ama
igreja.
Foi mandado patsar para a 2." ciaste do quadro
da armada, ua forma da lei, o primeiro lenle
Wenceslao Miguel de Almeda.
O goveruo imperial creou mais urna capitana do
porto na provincia de Ceara. para ese lugar fo'
nomeado o capilSu lenlo Jos Miguel Oa
Cotia.
Por decreto de 12 do corrente conceden-se a de-
m i--.ii ped la por Jauuario Rodrigues de Vascon-
celos,do lugar de amanuense da Ihetooraria do Pa-
ran, para o qual fora ltimamente nomeado.
Concederam-t licenja :
Ao primeiro lenle da armada Joaquim Mara
de Alraeida Portugal, para ir continuar na Europa
ot seos es n 'o-, cum um vencimento de 38 libras es-
terlinas. Elle dever levar imlruejoe* para fienr
i ordens do vice-almianlado Joaqoim Marque
Litboa, alim de coadjova-lo nat commisset de qoe
te acha encarregido, ama dat quaet he a acquisi-
r.io de canboniirai pira a nossa navegaro do-
vial.
Adsignndo lenle da irmada Pedro Mara Ama-
ro da Silveira, para ir a Europa aeompanhar o ca-
pilao de fragata Gervazio Mancebo na viagem que
lem de faier para a corle, commaodando o novo va-
por da eompanhia brasileira.
Suicidou-se no dia t do correle, am Cantaeallo,
o doutor em medicina Pedro Mara da Fonseca Fer-
rera. Ai causas que a itso o levaram aiuda i3o ig-
norada!, vislo como elle era um mojo de baslaule
illuilrajjo a de bella carreira madea.
Pelo ministerio da fazenda foram publicado os
decretos ns. 906 e 907 ; o primeiro autorisando o
governo a depositar no Banco do Brasil a mal caixat
liliaet as tommas diiponveia qoe liver no Ihetouro e
Ihesoorarias de fazenda ; o segundo, autorisando a
troca das olas do exmelo Banco do Brasil un valor
de 3619 e as cedolas do Ihesouro na importancia de
7629, perlincenles ao conego F'idelis Jos de Mo-
rar!.
Em S. Paulo foi caplorado o francez relojoero
A liian i Blondel, pronunciado em crime de eilelio-
nalo em Paran. Era Tabanl ainda cootinoavam a
frar com inlaoiidade as bexigas.
I aliaren, em Goyaz, o mijur do corpo de goarni-
i.ao iixa da provincia, Generoso Antonio de Moraes
Cambara.
Na Baha,fallecern!; o mijor Joao da Silva Ba-
raiiua, feilor conferenle de alfandega ; e o Francis-
co I.aag, enligo e mailo considerado negociante da-
qoella piaja.
Le se no Diario da Baha :
As-asinalo na Cachoeira.llovimos hontem qo
fura atassinado na cidade da Cachoeira n itraelila
Len Lev}, negociante dejoias, com W facadas,
dadas por um hospede de 19 annos. Tendo error-
dado alia madrugada com a dor de urna picada, cha-
mara pelo hospede, que dorma em ama sala pr-
xima a seo quarlo, dizendo que fura mordido por
urna cobra ; mas quaodo ia proferindo estas palavras
senlio repelir-te nova dor : era seu hospede que Ihe
eslava ao lado circulando sua obra satnica. Levan-
la-te Levy, e eniao leve logar urna scen horrorosa :
foi um barulho infernal, quebraram-se movis e
maugas de vidro.o que lado foi ouvido por ama prela
da casa, mas qae debalde chamara soccorro. Pela
madrugala foi vislo por una pesioa da vizinhaiija
coner um homem n com nma Irouxa debaixo do
braco ; foi perseguido e preso. Era o astassino qae
multara a la victima. Levy foi encontradu etten-
dido no meio da sala inundado de tangue. Consta
que o asassno pretextara era seu favor molivot moi
frivolos para aquello aclo de requintada alrocldade.
N3o atsegoramos a veracidade do fado.
No dia 5 do corrente tornoo poste da pretitlenci
de Sergipe o Sr. Dr. Avelar Brolcro. S. hxc. foi
all recebido com enthusiasmo.
II Macen, nada ha digno de menj3o. Era o nu-
mero seguinle daremos a caria do nono conepon-
denle.
Chegararo tahidot desle porto, ao do Rio, 1, a
barca americaua Roanock, cora 12 diat ; 5. a
barca americana Imperador, com 12 das ; a' 12,
o vapor inglez Primeiro Argentino, coin7 e meio
dias a a' 13, a barca brasileira Mara Preciosa,
com 17 dias.
Sahiram, para este porto, ao do Rio, a' 13, o pi
lacho Tamega.
Achavam-se carga :
No Rio o palhal,[e uSubral.
Na Baha, a barca Amelia, e o hiale Pernam-
lassr, porem entend que devia Bif applicada a ou-
lro que lambem loRreram, e maii precisavam ; uto
posso deixar de Ihti agradecer.
Aceilem lambim os meus encomios de gralidao os
Illms. Srs. subdelegados Rufino Jos Correa de Al-
raeida e Eduardo Fredenco Baok, os Illms. Srs.
alfere de polica Francisco de Paula de Suaza Ma-
laguela, Castro, commandaule da Lyndoia, Jos
Carlos de Suuza Lobo, Jo, quim Pedro doi Sanios
Bezerra, Pedro de Alcntara Perriel, Candido Jos
da Fonteca.
Igualmente fajo aos litros. Srs. Jos Cindido de
Souza Castro, Pedro Alexandrino Rodrigues Llns,
Joaquim Speridiao da Silva Gmmaraes e Jo3n l'i-
lippe da Co-la, que me ajudarain a condozlr o cada-
ver ite rain!.a pie/.,la mli para ser depositada na
Ordem Terceira do Carino ,d'onde sabio o eolerro
para o cemilerio publico.)
Tambem nao posso deixar d agradicer ao Illm.
Sr. Francisco Xavier Rodrigues de Miraoda, por me
ler ajudado a procurar o cadver de minha mili
ser levado para sua cata o meu alilhado, o pardiuho
Madioho, que foi adiado debaixo da ruin, onde
esleve algons diai, e recebeu o Iralamenlo qoe sa
pode esperar de urna familia carinhosa e de probl-
dade, ate qoe o maodasse eu buscar.
Da mesraa maneira nao puiso deixar de lembrar-
nie do meo amigo o pharmaceuliro Manoel Amonio
Torres, e do sea caixeiro Ignacio Pessoa Eslevtt da
Silva, pelo muito que se prestaram, a qualquer hora
para medicamentos, e mesmo cora as suas pesioas,
pelo que Ihes agradijo ror.l alenle.
Igualmente fico reconhecido aos inini-lros do Se-
nhor, o religioso Fr. Antonio de Saula Rila e Kev.
padre Manoel Adriano de Albuquerqoe, que logo de
promplos se apreienlaram no logar do aconled-
rsenio a prestar aos doenles os devidos soccorroi di
igreja.
Concluindo, direi, qo mullo agradejo a Sra.
viuva Campello, e a tea filho Manoel Turiano dos
Reis Campello, por terem racebido na occasiao do
acoulecimenlo a minha senhora o sogra, al qoe no
otro da ai podeste condui.ir para a rasa do meu
runfiado Silvano Jo3o Nepomuccno Bulos, aonde
astau ; assim como agradejo a todas as mtii pitsoai
So me ajudaraiu, em lio aiduo Irabalho. oOerecen-
o a cada um de per si o i equeuo presumo que
por venlura de inuit precisen!.
A beneficencia que na presenja de Doste chama
a caridade, se ella he o caracterstico das almas bem
i,,rina,la, a graiidso, qoe n.lo precisa de nutro no-
me, he a virtuda irmai, sem a qual nem haveria -o-
ciablidade, nem fraternidad; he ella que fica
perpetua, immurredora, no meu cortea para cora
todot a qaem me confesso nbrgado.
Itecifa 18 de agosto de 1857.
Antonio Rodrigue de Albuquerque.
Sendo inserlo no Diario de terca reir 11 do cor-
rete o relalorio da direejao da Atsociajao Coramer-
cial Beoeficente, e lindo ern om de seui periodoi
opinado, que seria melhor na pralicagem dos na-
vios, foisem o pralico por eicollia dot consignata-
rio-, c nao por escala, visto ser ohjeclo de confian ja,
responde-te cora o artig do regolamenlo da prali-
cagem I,.un irnnscriplo :
Arl. 47. Se qualquer commandaote capillo ou
meslre recusar o pial ico, a quem por escala couber
o servijo e pedir oulro, em que lenha mais confian-
ja, ser-lbe-ha isto concedido, eom lano qae, alera
ile que a esl'oulro liouver de pagar, enlre para o co-
fre com urna quaolia igual a' que estiver marcada
.na respectiva tabella : e ainda que em tal caso o
pagamento ao pralico eteolhido Ihe fique peden-,
ceudo, I.,davia devera esle entrar para o cofre com
um quinlo em beneficio do fondo de soccorro. E
declarando a referiJa riireccAo no mesmo periodo
que o actual capillo do podo lem ltimamente sido
menos rigoroso em suat exigencias harmonisando al-
gumas dispotijet do regutornento com as condijes
peculiares deste porto, declara-se hmbem, qae a ca-
pitana do porto sempre lera eslado na orbla de
seu respectivo regulamenlo, e em harmona com o
da praticagnn da barra, e se algumas ditposij&ei p.i-
recendo a' alguem serem vrxatorias, ellas sao de ab-
soluta necessidade n runo para as cundijes peculia-
res do podo. A r..pilaiii.s-senii re solicita, ero aeus
deveres,nunca entorpecen os ioleretset commerciaei,
e lem sido caidadosa de toas propriedade e vidas ;
baja M-i.i o que pouco lempo se dea com a polac
nacional /.elosa II qu se lando denuncia por um
de seus Iripolantei, que o navio fazia batanle agua
e assim mesmo seguira para Litboa, leudo ja reci-
bido parle da carga, a cipllania immedialatnenle
man l..u peritos examinarem o eslado desse navio, e
soa saluda seria obstada, te esle julgas-em que cor-
ra perigo a referida polaca oa viagem a que se det-
linava
A sumaca Diana depoit de tres din de toa sa-
n la desle porlo, arribou com agua aberta, nao po-
dando s suas bombas dar esgolo, por sa eeliarem en-
tupida cora areia, qae era o laatro do navio, e aqui
chegaodo a mudo culo, foram prestados lodosos
-ucenos pela capitana ; dexaodo da mencionar
moitas outras providencia qo muilo tem contribui-
do para aquelle fim, e soja dilo urna vez por lo las,
que quando te queira dar ao prlo qualqoer propo-
-n.ilu teja ella revestida de todo o criterio, alim de
que em sua publicidade teaha a necetsaria iceia-
j3o.
Eslava lelladM e faronhecidtvs.
*j*tv^.S(
premio.
_ CAMBIOS.
Sobra Londrea, 28 d. a 60 d.
c Parii, 346 n. por fr.
Liiboa, 92 por % de premio,
c Rio de Janeiro, 2 por 0|rj dt descont.
Aejao do banco .50 por cenlo de dividendo par cou-
ta de vendedor.
eompanhia de Beberibe 6II9OOO por aejao
eompanhia Pernambucana ao par.
l'lilidade Publica, 30 purceuto di
ludemnisadora. 61 idera.
d estrada da ferro 20 por Ouj da pram-o
Diaeonlo de latir, de 10 a 10 por canto.
Accas do B.vico, 40 a 43 da premio.
Ouro.Onja hespaoholai. 299500 3090(0
Moeda da 68400 vainas .... 16J60
6400 novas .... MM
*JX00.......9000
Prata.Palacai braiileiro......290OO
Peso eolumnaries......2-Ofwj
mexicanos...... \fS60
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 18. % .
dem do dia 19......
321:27i6261
13.4039644
334:6779908
UMA SAUDADE.
Xo lbum de ineu primo e amigo o Sr.
Luiz Melanio Franco, por occisiao da
morte prematura de seu prezado fillio,
no dia 1C de agosto-
Veoluroios os qae morrero no
ber jo p .rque nao conhtoersm se-
nao os afagos a sorrUos maler-
noi.
(Chateaubriand.)
Teve o breve luzir de linda aurora
Vum co da puro azulem qua Ira araeua }
leve o viver de ama florboiao anda
Que a vaga arrebaloo a' longos mares
Porque chora-lo assim '!... Chora-ae acaso
O iucenio que t'ergoeu aoi pt do Eterno '.'
Ou a nota tuavissima, no templo,
N'ura suspire da amor lieos votado *.'
llera seisao am Inbiiio n nalureza
As lagrimas de um pai a um cbaro lilho...
Mai do mundo nao era... era um anjinho,
A ajocena do co,de Dos um rito...
a O mundo he negro ajer, fugio-lhe s garras o
Hoje a gloria possue no empyreo immemo,
E por coroa gentilrailhOes de* estrellas '
M. Marlint.
Sr. Salles qoasi qoe havia esgolado a materia, pro- sendo poucas ai horas de esludarem nada se adiau-
duiiu cnlrelanto argumentos de grande peso e ra- '
zes que servir.im do roroplemenlo II daquelle Sr.
O seo discurso he recommendavel, quer pelos co-
.,.-._ ~ n -- -..a-u.a,. i.c iciifiuiiirnuairi, uuri peius ro-
Offerecemos aos Srs. redacle-re do Progreso o nlierinienlos que moslrou na malcra, como pela
rgoinle Irecho do \;t,nador ( alholito da llahia : joslex c.,m que o applirou ao nosso eslado de cou-
"i novo caropeao surgi na nnprei.sa pernambu- 1 sa.. Respoudendo a aeeoueio de boililldtde ao ga
para conibaler ai pele|as do Senhor. A noces-1 bnele, que se prelendeu ver no projeclo da coni-
! de mu peridico dedicado exclusivamente aos 1 missgo, S. Exc declarou, qu com quanto a quc-iau
sset da relignlo nessa briosa provincia era por fosse muilo imporlanle. n.lo era una quesMo de
lam. len.lu lambem por qoe aniei de abrir a o-
praiiita aula.everril iui-.e em alirar pedra as porlat
das casas, e em quem por perlo delles pasta Excel-
li
das casas, e em quem por perlo delles pas
le.te aula !
&ommnuicnbo&.
Tendo tido eu um dos moradores dat Cinco Pon-
las, que man tollreu com a calaslrophe da noildo
Alexandre Rodrigues de Alraeida, como adminis-
trador de lu mulher Thereza di Jess Soma, vem
em alienro ao respeilavel publico responder ao an-
nuncio que Rila Tires, coro oulorga de seu mando
Eslevao Jos das Chagas, fez inserir nn Diario de
Pernambuco d 18 d abril do correle armo, com
o fim de mostrar qoe havia eblido do supremo tri-
bunal de juslija a concetsan da revisla qoe havia
imlerposlo, e que eslava, pelo qae ella entenda, de-
cidido em iill 1111 j instancia ess causa, av,meando
mais nene annuncio com perfeita ousadia ter a mu-
lher do abaixo astignado poasuidora de m T. Ago-
ra, porem, que essa pleito fui decidido pe relaja
revalora d corte do Ro de Janeiro, em favor do
abaixo aitignido, rujo ccord3o abaixo Iranscreve-
ini.s, pergunlaraos a Rila Pires quera he a ponui-
dora de ma f ; se ella, que vive dentro de ca, ou
a mulher do abaixo attignadn, qu com o suor de
seu rusto e grandes fadigas por essrs mulos, e ri-co
de sua vida, teve a foiluna de comprar 01 bens qu
hoje possue : lien porlanlo desmentido o diado an-
nuncio de 18 de abiil, que Roa Pires com o dilo
seo man luenleinleraiii haver eonqoiilado essa cau-
sa. Rerife, 18 de agosto de I87. Alexandre Ro-
drigues de Alinela.
Illm. e Exm.Sr.conselh.;io presidente da relac.o.
Diz Alexandre Rodrigues de Almeida, qua a bem
de teu direito precita que o escnvilo de appellere
Peres, revendo os autos de appellaco entre o tp-
plicaiile e Rila Pires, e seo marido Eslevao Jo' dai
Chagas, Ihe d por cerlida.t o Iheor do accordao da
relajao revisor da corte do imperio, profer la m
dilos autot. P. a V. Ex. defiriuienlo. E R. M.
r.eriifiqoi Recife,8 de agotlo de 1857.Azeved.
Manoel Pere Campello Jacomo da G.ma, eicri-
Descarresim hoj 20 de agoajo.
Barca inglezaRobert Jouesj resio.
Brigue francezParahibamercadura.
Brigue suecoJennymercadorias.
Patacho inglexJesaiecarvo.
Sumaca hespanhnlaDolor!batatas.
Patacho brasileiroAunao reslu.
IMPORTACAO'.
Vapor hamhurguez Teoloitia, vindude llanibar-
go, consignado agencia, manifetlou o seguinle ;
4 caixat couro de loilro ; a Isacc, Curio & C.
1 dita musical e relogios, t diti obra de uuro de
pral e charutos ; a Robe Schmellan & C.
3 caixat cooro de lustro, 2 dlai bichas; 1 Do-
mingos Alves Malfieus.
1 caixa obras d ouro ; a H. A. Bollgem.
1 caia cbarutoi, 1 eacomtniada ; a N. O. Bie-
ber 4 C.
40 ditai biai ; a F. D. Fenaskeerd.
I caita e 4'fardo fazenda de laa, 1 caita cou-
ro de lustro, 1 dila floral arlificiiet, 1 dita obras
de oaro, 1 ancommiod, 1 pacota amoslras ; a
limm Mamen A; Vinaisa.
I caixa fazenda de seda; a C. J. tliUev iV C.
II dita obras de oaro, 1 dita conserva ; 1 ordem.
3 dilat lilas de teda, 1 pacota amostras; a Feidal
Pnlo & C.
1 encommeuda ; ao Dr. Mallo.
3 caixai e 1 fardo fateoda de la a algodo, 2 di-
los e 3 caitas dila de la, 1 dita dila de algodjo, 1
dita dila de la e seda, 1 dita miuJezas, 3 pacolei
amotlrat ; a Sdiafleilio c\C
20 canas cebolat ; a Novaet 1S1 C.
10 dilat majaes; a Amonio Lua da Oliveira Aze-
vedo.
50 dilat htalas a 30 ditas eeboUi; a Jos Mar-
celino da Rota.
1 pacota dinheiro; a Vilenja ti Anlunes.
2 caixat eip.ilio di Jamet llalliday; a Jaraei ll.il-
liday & C.
.1.1 caixat tfueijos; a Brender a Brindis.
30 dilas dilo ; a Tasso V Irmao.
1 fardo obra de ouro francez ; a Germano.
1 oaixa fazenda de seda ; a II. Bruna & C.
1 fardo dila de la, 1 pacot amostras ; a J. kll-
ler & C.
1 dila ifli de algodao ; a S:hifl-Uo & C.
1 dito e 3 caixat miudezai ; a Feiflat Pinto iC.
2 lardos couros e spalos ; a Dsraetu Ladera.
1 caixa fazenda de seda, t dila biooa da algo-
dao, 1 parole amostras; a Tiram M. & Viuassa.
!> caxai fazenda de algodao, 1 tardo dila de
la, 2 pacolei amoslras ; a S lutnall Milln ti Ct
1 caixi lucos de seda, 1 dita oatadazai; a ordeiu
1 pacota amoilra ; a Attley fi[ C.
1 dilo dilaa ; a II. Gibnn.
1 dito dilat ; Fox Brolhert.
1 dito dila ; a Rostron Rooker iSj C.
2 diloi diu ; a N. O Biebar & C.
1 dilo dila; a W. Philip.
1 eaixa dila ; a Borle & Sima.
1 dita dita ; a H. Domunl.
Brigue iuglez Lord Althorp vindo de Livarpool,
conugnado a Saunder Brolhert, maoifeslou o te-
guinie ;
147 finios a 22 caixai faiesdaa da algodao, I dila
e 3 fardor dilat da Hubo, 4 dita lona, 1 caixa ebjee-
los de eteriplorio, 20 barril salitre, 50 dilot tintas,
20 ditoi ola de linhaj, 75 caixai velis, 13 dila
cobr. 100 barrica aarveja, 300 taceos arroz, O gi-
goi, 10 qii.irlolas a 1 cesto louja ; aea consignalirtoi.
79 barriuicervej, 10 fardos ftzendas de algodh;
a Adainion Uowia & C.
25 caixai qoeijot, 1 dilaa a 5 fardo* faaenda da
iljodlo, 1 cana dila* da linuo ; a Braga, Carvalho
Cv Silva.
6 fardoi panno, 2 dlai a 5 eaixai filen tas da al-
godao, 33 dilas cania, 22 paeote erdoalba, 10bar-
r a 84 tambores olo de linltaj, 40 lata aapkilo
de lerabeutina, 0O8 barril da ferro, 2 barril prego*,
10 caix.s raalal, 100 eaia folha da llaodres, 2 linas
fundui de cabr ; a C. J. Asi ley & C.
50 lenes pss de ferro ; a Burle & Sooza.
87 laxas de ferro, 3 fardoi fazenda da linho ; a S.
P. Johnaion & C.
23 caixii fazeada de algodao; a J. Cnblree ,\- C.
'J9 fogareros ; a Paln ^all & C.
100 calas folha de Raudri, 1 dila ignora-se. 7
dilas a 15 fardoi fazendaa de algodao ; a II. Gibton.
22 caixa fazenda da algodao, 1 dila dilaa da dilo
e seda, 2 lardos dita de linho ; Fox BruthtM.
5 fardoi fazenda de linho; a Johnslon Palar tfc C.
2 calas, 6 barrica e 9 qaartolas lerrigens ; igoo-
ra-se.
I sacco amoslras ; a diversos.
Barca americana uL'nion vinda de Philadelphia,
consignada a .Malfieus Autlin k C, maoifeslou o tfl-
fainl* :
I,bit barricas familia de trigo, 20 dilaa dita de
milito, 1 dila Urello, 20 dita graxa de lallre- ata la-
tas, 50 barriqainhn prego, 2 dilas salacralas, 47
accosarrez, 2. caixa algodao xul, 140 dila cha",
20 ditas radeiras, !> dita salsa pairilha 500 resmas
papel de embrulho, 24 volumes eadalrai de balanjo,
2 mnibus com perlenee, 5 volumes com arreiot, 1
caixa machina para moer farinhi, 1 barril carao ;
101 comignalarios.
1 caixa roopa ; a M. S. Cnsul.
Patacho inglez uliu lour viudo de Terra Nova,
comignadoa lfenr> Portier i C., manifesloa o ie-
goinle :
1,541 barricii e 200 linas bacilhao ; a ordim.
CONSULADO GERAL.
Beridimenlo do dia 1 a 18. 74:82fe0(3
dem do dia 19. ..... 3:9829540
l.m novo caropeao surgi na iinpreusa pernambu- 1'. Respoudendo a'ccusra-o de h.ililidade ao ga
mu para conibaler ai pelejas do Senhor. A noces-1 bnele, que se prelendeu ver no projeclo da com-
Silla.le lie "'" n.O,l... I .1 '..... .1 ,. 0..l..,..n>.nla n_ I__.... .
inleresset
demais senlida. desle qae cetsou de "apparecer 1 bem parlido, e que por isso nao podia envolver Voiilian-
escripla\ oz da Religiaoqoe lano, servijos pre- [ ea ou descoi.anra em relajflo ao ministerio. Com
Inu a causa da igaeja, bem que esla lem lido sempre i o raciocinio e a historia de outros paizes, moslrou
ah o grande apoio do inleressanlissinio e catholico lodoi os perigos que encerr a entienda de Bancos
a Diario de Pernaroliucn. de emits) eo lado de um Banco privilegiado, corno
A lacuna d mu jornal exclusivamente religioso be he o do Brasil ; e tratando do arligo que regula a
agora preet.rfiida pelo feliz e bullanle appared- misma emissao, tirando ao g verrio o arbitrio de s-
menlo do .(Progresson, folha calbolica, luterana e lori.ar, fez senlir as vantagens que d'ahj rcsullariam
nolinosa, era grande fornnlo, enriquecida de va- a adniii.itlracao. Cuando um dilo'de lliier, a pro-
lintia de ratiocinio e belleza de eslvl... D,i|0 de igual quesillo em Franja, rondlo diien-
i) primeiro numero, com que fomoi obiequiados do ao minislro da fazenda qoe esse arbitrio que elle
oflereee no teu programma, que por fulla de espajo deeja e Ma quer que o corpu legislalivo limite c
seniniios nao poder Irantcrever, urna grande espe- regalarise, ha de converler-se-lhe em um leilo dees-
ranja para a igreja no pensamenlo elevado, com qae pinhos em vez do de rosas que elle espera pelas eli-
sios iiiuilrados redactores demonstrara que o er-1 geocias e prelenjei qae ha de accrojoar, e que nao
quer que sej<, esse individuo lem lomado a pello up- minha Sra. D. Alexandrina Eugenia de Malo Van-
l'or-ie que se alaguem lojat a oulrut que n3o a elle, na, e em minha logra D. Maria Luiz da Conceijao,
pelo qne a urna loja pode valer quinhenlos rail rn, ferimenlos esle de que niiiguein julgou que ama-
eile vai logo oerecer um conlo te he de um nbecessem !
Z^tZ^Z^' COaU't'~ e 'T"le'" a,rpei-' fiena l"'"'em '' maiiiiM ruinas um
uaiasa?^ meu alilhado, de nome Ma.linho, qoe a
erasii a ri. r^^^ e C0,,,'DUar'T,''a'',de mi d'"'a o salvara, sabindo ra leal algum.
""'"""* ra. mullo ingrato senao deste urna prova de agradeci-
Coiisla-nos que o Sr. Porfirio profetsor de mente as psoai que me loccorreram e .judaram
:"m.m^:.:'-!l.,.a.'J,no'a'lor "' rua dil Alegra, fura nos meus Irabalho, IIIicjm e iufurlonios, como foi
Hiemal
jao revisnra
Accordao em relajao, ele. Yulo e relatados esle
autos de revilla ciwl, em que s,la ron,.rentes Rita
1 Pires e seu marido, e rerornda Thereza de Jess de
( Souza, dot mesmo consta pedirem aquellet que esla
Ibes entregue ai duas easas conslanles das escriplu-
ras, lis. 51 e 56, assim corno as escravas Paula, Ma-
ra e Angela, eom ioas po tur,.,.--, em razio de le-
rein lido compradas com dinheiro do recurrente, de
quem a recorrida era entilo coucubina, tendo elle
Catado.
Defende-se a recorrida negando o concubinato.
7*.W*4JH>03
DIVERSAS PROVlHCIAsT
Keodmenlo dodia 1 a 18. 4:5930337
dem dodia 19........ 371/711
4:%5S0I8
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
19 DE AGOSTO DE 1857.
CinalEscuna ingleza Eliza a Johna, Paln Natli
& C, 550 saceos macar mascavado.
HavreGalera francea Olindan, Laiserre & C,
a 2 saccas algodao, 000 courot talgados.
GanivaBrigoe tardo oDainoo, Bailo & Linios, 400
saceos atsocar bronco e mascavado.
LisboaBarca portugueza Gralid.lo, diaersos car-
regadores, 562 sarro assurar brauco e mascavado.
PortoBarca portugueza oN. S. da Boa Viagemv,
diverso carregadores, 178 taceos assucar branco a
mascavado, 102 coorot talgados, 1 ra vi. doce.
Buenos-A}rel-.-cuna ingleza oBotphoru, Amo-
nm Irnnlus, 310 barricas assucar brinco.
Kio da PrataPatacho iuglez Index, liaac, Cano
& C, 2iK) barricas .-taucar branco e mascavado.
F.XPORTACAOV
Litboa, patacho podnguez Maria Igneza, de 203
toneladas, condoli o secointe :5:1 barrreo e 1,942
llecos com 9,970 arrobat de assucar, 117 cteos rail,
I eixole doce, 1 barrica familia de mandioca.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEltNAMBL'CO.
RenJimentu do dia 1 a 18. 14:9901327
Idim do dia 19....... 92IWJ3
15:9109657
CONSULADO PROVINCIAL.
.Ii rrnt.nl> iri ivll.i lv ... r > 1 i a. ------------ *---------.----------------------------* -*""" I/eiCllliC-BC a 1 c> vi 1 tn lif*dl| IU U ddlt UU1IIHIO,
*^.t?*?:?T^!' P"r *"" WU.T '"" &r- '" ('ar0l'" t'*""" ue Lima Sanios, e dizeudo que es ohjedos qu. te pedero fonm com-
da alanem nara a. < ?.tJlSnSS. *? 0 "*"' "? "T'0* ""'l' ape"" Ch,,m" p" "r I Pri""* cum dinnelro ""P""" por tua industria a
de a gera para es.e lien, aproveilando-si da auieu- mius doenles, prouiptimeute se presluu igoalmen- negocio
ca do mismo Sr. Pollino para a seu salvo poder in-1 lio Sr. cirurgiao Miguel Filicio da Silva, e ambos Examinndole o proctiso, nao si acha provade,
Rendimenlo do dia 1 a 18.
dem du dia 19.
40:145l6l
6:780302
10:925j763
RIO, 13 DE AGOSTO.
( otas'ies officiaet da junta dos cndores.
Melaei :Onc,ai hespanholas, 29JO00.
" Moeda. portuguezas de 6j>400, 16SIO0.
George lludion, presidite.
C. Mauricio Heu, secreliriu.
MUTILADO
ILEGIVEL
"


* K
DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 20 DE AGOSTO DE 1857.
Nada u fez hojl digno de mcnc.io.
RBVISTA COMMERClAI..
Kio de Janeiro, 13 de igosto.
Al entradas de longo curso lem sido de alguna
importancia desde a sahida do paquele inglez aAvon*
a maior parle dos gneros de esliva lim-se vendi-
do; a manleiga eonservoo-se frouii por algum lem-
po, poram quaii que inesperadamente manifestoo-se
esta mea alguma aninaseao e Ozeram-le vendas im-
portantes da iogtea com urna alta de 140 re. en) li-
bra, comparados os presos acluaas com os rcais alloe,
pnrqot regulava alte genero sahida do ti Avoq. As
ultimas vendas leem sido a ROO r. por llbfa.
Bmtatvle de pedra lem reinado animaran, porm
a piei.es afresenlam bats, era eonsenqmnea dat
Ultimas ("iradas. Vario* carieeamcutos da Cardiff se
Sin venJido da 29 a 200 por lonilsda a a da Sew-
islll lem rgula.iw desde o rtin ti da pastado de 223
a 191 por tonelada. O de forja podemos boje otar
tf.
De bacalbao as entradas lem sido em peqnenaa
porroes que lem regulado 17> par quintal mais oo
menos. O earregamento importado no dia It docor-
reule palo J. U. vveMe[ da Ctariatuoiund foi
Vendido nrca de 16;. nido a maior paila de boa
qaelidide, C mefeadu (lea firme.
O earregamente de 3,477 ealiae, Impertido no dia
4 de junho palo uriana norueiuense celadle de Cnrisltaniond, era de superior qaalidade,
foi vendido a -Jt de mesmu mas por mais da 133300
o quintal.
De velas de composlglo as entradas continan) a
ser importante', regulando as vendas de" 680 a 670 e
60 ; ltimamente tem-se vendido algamas parlioas
da 670 a 680 r. por libra.
A genebra, cuja importacSo lem sida bastante,
consarva-se firme em tonieqoeoca da procara que
ha pare a Sul. As colareis para de llamburgn sao :
em rrasqaeirat de 5>1O0 a 6ir00 garrafn 49200 a
1S100 a botijas de i100 a *200.
A familia de trigo esta' sera animadlo por pedi-
r" os Importadores presos Uvadas; us comprado-
raa pela tul parle consarvam-se firmas, e as vendas
por consequenria lem sido ponco importantes.
As eolactVs sao r
Gallego e llaiail, >;*> ; Kallimore, 193 ; Soolbern
Weslern, 23j00 ; na de oulrai procedencias nada
sa lem falta uilimameote.
fcro ser em primeiras B)So 35,000 barricas.
U mercado 4e vinlios esta' eerBplalaaaente parau-
sado; as euslencias em primeiras mos ao nvolladas;
os compradores retiraram-se do mercado, e me-
diante alguma reduelo nos precos que pedem
aquello, apparecera' algum movimenlo. As enlacies
qoe sSo qo Harto bom....... 3OJ a 360
> inferior...... 300-3 a 820
Lisboa tinto superior. 3103 a 3459
bom..... 3209 a 3359
o inferior 3009
Marselha........ 2609 a 2709
Malaga........ 2109 2159
Celta......... 2609 -2809
Cataln f...... 240 a 2709
Vori-Vendres...... 2709 a 2809
Campagna....... 229 a duza
Em gneros de et porlac,2o ponco se tem feilo.
U mercado de cale esla' sera animado, as ven-
das uestes ltimos lempos lera-se limitado a peque-
no- lotes, em eonsequencia dos ellos precos que ss
pede pelo genero.
i) 15 a 31 de julho as vendas foram :
Estados-Unidos......11.000
Noria da Europa.....12.000
Mediterrneo...... 8000
Varios......... 3,000
As pessoas que se propozercm a esta ar-
matar;8o comparecam na sala das sesses
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou alhxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857. O secre-j lia de arrematar por venda a quem mais der,
tario. Antonio Ferreira da AnnuuciacSo. em praca publica destejuizo, porta Ja m-
Aulonio Vasconccllos
mond.
Cactano C. di Costa Moreira.
Menczes de Liram-
0 l)r. Anselmo francisco Peretli, comraen-
dador da imperial ordem da Ito-a, e juiz
de direito especial do commercio, tiesta
cidade do Itecile e provideia de Pernam- Francisco Moreira da Cosa.
buco, por S. M. o Imperador, que Dos j Francisco de Paula Silva i.ins.
guarde etc. I Gaspar Mcne/es Vasconcellos de Drummond
I'aco saber pelo presante edital, em como Jo3o Bernardo de Magalhaes.
no dia 20 de agosto prximo vindouro, se Guimaraes t\ Valetile.
Da 1 a 12 de agosto :
Estados-Unido....... 61,000
Mora da Europa..... 25000
Mediterrneo...... 1,000
34,000
---------- 87,000
121,000
Em ser 110,000 saccar.
As cotacOes para auocar sao
Campos branco. ... 5i200aa40U
s mascavado . 49500 a 49700
Peroambuco branco . 49800a59800
d mascavado. 49000 a 1-5100
ltabia braneo .... 3500 a -SOO
a mascavado . 4000
Em ser do Norte 22,000 saceos e 300 eaiai.
Campos 83 caisas.
O do Singarope importado pela galera a Soulo fi-
ce linda em ser.
O arroz de Igaape e Smln, de qae ha abundancia
l.e colado aquella de IO90OO a 129. e este do l-J-noo
a 139 rs.
A carne secca do Rio Gran le regula de 59400 a
098UO, e a da Kio da Prala de 59500 a 59800.
Em ser 35,000 arrobas do Rio Grande, a 15,000
da do Rio da Prata.
Sebo coa Jo de 78 a 79500, a em barricas de 69 a
6>500 a arroba.
A gran regula de 68500 a 79000 por arroba.
Millio de 68 a 69OO.
Fejao prelu, 89 a 10;.
Familia de mandioca rotea, de 59 a 59200, e a
lina de 59500 a 69.
A ciclista suida de pnca desdi a sahida do ultimo
paquete inglez.
Colama-la boje de I689O0X) a 1708000 por pipa a
bordo.
Us couros, sem di-I meci de peso, regulan) de 640
500 por libra.
O fumo superior lem se vend Jo a 08600 a ar-
roba.
Mrcalo monetario.
Oeseontos.O Banco do Brasil baiiob a sua laza
.1 S regulan Jo fura dalle al. O mareado est
maia fcil.
Cambios.Sobre Londres ai lraniac(es foram im-
portantes a 27 3|4 e 27 5|8, regulando o geral das
Iransacroes primeira cota;ao.
AcciJes.Nada se tim (ello.
{Crrelo Mercant.)
:&.-Q* MtlS && 90X110
Navios entrados no dii 19
Rio de Janeiro18 dias, brigue nacional Impera-
dor do Brasil', de 249 toneladas, eapilo Leandro
E. de Oliveira, equipagem 12, em la-tro ; 1 Fer-
reira j Araujo. Parttnce ao Rio da Janeiro.
Idea a portni intermedios7 das e 21 horas, va-
por nacional tiluiperalriza, eommaudante Sania
Barbara.
Ideme Bahia! dias e 21 horas, vapor inglez l-
mar, eommaudante Jl!coe.
Navios s.ihiJsnu mesmo dia.
AntuerpiaVapor inglez aCalcuti, commandanle
F. Blackmore.
LiverpoolBarca inglezaaOueronu.capitao li. I'icr-
ce, carga algodao, assucsr e mais geuerot*.
M
/
Olllm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, em cumprimenlo da ordem do
Fxm. Sr. presidente da provincia de 7 do tr-
renle, manda fazer publico, que no dia 3 de
setembro prximo vindouro, peranle a junta
da l'azenda da mesma tbesouraria, se lia de
arrematar, a quem por menos fizer a obra
do em pedra ment da primeira parle do pri-
meiro lanc.o da estrada do Pao d'Alho, ava-
llada em 38:06/0000 res.
A arrematacSo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas es,eciaes aliaixo copiadas,
Asjpessoas que se propozerem a esta ar-
remala^So coinparecam na sala dassessOes
da junta no dia cima declarado, pelo meio
dia competentemente habilitada.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857.---O secre-
tario, A. F. da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1. As obras da primeiraparte do primei-
ro lanQO do empedramenlo da estrada do Pao
d'Alho, far-se-bao de conformiJa c com o
ornamento approvado pela directora era
conselho e apresenlado ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia na importancia de .
38:060/000 res.
2." O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez e as concluir no
de 16 mezes, ambos coudos na forma do
art. 31 da lei provineial n. 286.
3. O pagamento da importancia daar-
rematac.ao realisar-se-ha na forma do art.
39 da mesma lei.
4." O arrematante excedendo o prazo
marcado para a conclusSo das obras, paga-
r urna multa de IOO9 rs, por cada mez, ein-
bora lhe seja concedida prorogac3o.
5. O arrematante durante a execuQao
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." O arrematante ser obrigado a em-
pregar na execugao das obras pelo menos
inetade do pessoal de gente livre.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado as nrescutes clausulas neni no
orc*ruento, seguir-se-ha o que dispCo a res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme.
O secretario, A- F. da Annuncac5o.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincal, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, de 7 do corren-
te, manda fazer publico, que no dia 20 do
mesmo vai novamenle a prar;a para ser ar-
rematado a quem por menos fizer a obra do
15- lanco da estrada do sul, avahada em
15:6209000 reis, servido de base para a arre-
matecao o olfereciment de 1 por eento de
abatimento feito por JoSo llippolylo de Meira
Lima.
A arrematarjo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as condic,0es especiaes abaixo copia-
das.
Clausulas especiaes pan a arrematado.
1.a As obras do 15. lanco da estrada do
(ul fir-se-liti" de conformidade com o orna-
mento, planta e pers approvados pela di-
rectora era conselho, e apresenlados a ap-
provagao do Exm, Sr. presideute da provin-
cia na importancia de 15:6209 rs.
i." O arrematante dar principio so-
bras no prazo de um mez, e dever conclui-
las no de 18 mezes, ambos contados na for-
ma do art. 31 da lei n. 286, dando transito
ao publico em toda a extenso do laiigo no
Cm de 6 mezes.
3. O pagamento da importancia da ar-
rematado realtsar-se-ha em quatro presta-
cOesiguaes cuja ultima ser paga na occa-
sio da entrega definitiva, easoutras cor-
1 espon Jerftu a cada terreo das obras.
4.a O pra'c.0 da responsabilidade ser de
um anno, durante o qual o arrematante ser
obrigado a manler a estrada em perfeito es-
tado de conservado reparando as ruinas lo-
daa as vezes que exigir o ongenbeiro da es-
trada.
5.a Para tudo o que nSo se acha especi-
ficado as presentes clausulas nem no orna-
mento, seguir-se-ha o que dispoe a reapetto
ajlei provincial n.286.Conforme. O secre-
tario, A. F. ila Annunciacao.
11 lllni. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 10 do
correnle, manda fazer publico, que no dia
3 de setembro prximo vindouro, peranle a
junta da fazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar a quem por menos fizer a
obra dos concertos da ponte do Anjo sobre
o rioSerinhaom, avallados em 1:2768 rs.
A arrematado ser feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparegam na sala das sessoes
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aflisare publi-
car pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernattbuco II de agosto de 1857.O secre-
tario, A.F. da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrcmalac.no.
i.m Os concertos da ponte do Anjo sobre
o rio SeriuliSem ssrSo felos de conformi-
dade com o ornamento apresentado a app*o-
vacio do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 1:2769 rs.
2." Estes concertos deverao principiar
no prazo de um mez e serao concluidas no
de seis mezes, a contar da data da arrema-
ta (ao.
3." A importancia da arrematarlo .sera
paga em una s prestaban, quanJo os con-
certos estiverem concluidos, que ser3o re-
cebidos definitivamente.
4. Para tudo o mais que n3o estiver de-
terminado as prsenles clausulas, seguir-
se-ha o que determina a lei provincial 11. 286
de 17 de maio de 1851. -Confo.ine. O se-
cretario, A. F. da Annunciacao
O Mira. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da 'provincia de II do corren-
te, manda l'-zer publico, que no dia 3 de se-
tembro prximo vindouro, poranto a junta
da fazenda da mesma thesouraria, se hade
arrematar a quem por menos lizer a obra do
empedramenlo do 23.- lanco da estrada da
Victoria, avaliada em 8:602; rs.
A arremataba ser feita na forma da 1 i
provincial n. 343 de 15 de maio da 185,4, e sob
as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que ge propozerem a esta arre-
maU.-.io comparecen na sala das sesses da
uiesiua junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto de 1857. Oseure-
tario, Antonio Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1." As obras do empedramenlo do 23.'
lineo da estrada da Victoria, execular se-
h3o do conformidade com o organienlo ap-
provado pela directora em conselho e apre-
sentado a approv.acao do Exm. Sr. presiden-
te da provincia na importancia do 8.6023 rs
2. As obras principiar jo no prazo de um
meze fin mio no u> um anuo, ambos con-
tados de conformidade com o art. 31 da lei
provincial n. 286.
3.M pagamento da importancia da ar-
rematacao realisar-se-ha na forma do art.
39, da mesma lei provincial n. 286.
4. O arrematante excedendo o prazo pa-
ra a conclus3o das obras pagar urna multa
de 1005 rs. porcada um mez, embora lhe
seja concedida prorogacifo.
5." O arrematante durante a execuc3o
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6.* O arrematante ser obrigado a em-
pregar pelo menos melada do pessoal de
gente livre.
7." Para ludo o mais que n3o se achar
determinado as presentes clausulas nem no
ornamento, seguir-se-ha o que dispde a res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme.
Osecretario, Antonio Ferreira dj Annun-
ciacSo.
0 lllni. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda provincial, cm cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 11 de julho ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do corrente, ao meio dia, pc-
rante a junta da fazenda da mesma l'iesou-
raria, se ha de arrematar a quem por menos
fizer o costeio da iominac.io publica da ci-
dade deCoiar.na, por lempo de 3 nnos, a
contar do de outubro do conenteanno
ao fin de setembro de 1860, avahado caJa
lampeSo em 180 rs. diarios.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacSo coinparecam na sala das sessOes
.da mesma junta, competentemente habilita-
das, que tlii encontrar o as c niJiroes da
mesma arrematasjSo.
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto de 1857. O secre
tario, A. F. da Annunctc3o.
O lllra. Sr. inspector la thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm Sr. presidente da provincia de 11 do
corrente, manda fazer publico, qu* no dia
10 de setembro prximo vindouro, peranle
a junta da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos Gxer a obra do
9. lanco da estrada do norte, avaliada em
9:2368426 rs.
A arrematac3o ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arre-
matacao comparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia co 1 pelentemente habilitadas
E para constar se mandou allixtr o pre-
seute e publicar pelo Mario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 13 de agosto de 1857.Ose-
cretario, A. F. da Annunciacao:
Clausulas especiaes para a arreTiatacao.
1-K As obras do 9 lauco da estrada do
norte far-se-h3o da conformidade com o or
(amento,planta e perfis, approvados pela di-
rectora em conselho,! e apresenlados a ap-
provacao do Exm. Sr presidente da provin-
cia, na importancia de 9:2363126 r.-:.
2. O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez e dever conclui-las no
de 13 mezes, ambos contados 11a forma do
art. 31 da lei provincial n. 286, dando trau-
sito ao publico em toda a exlens3o do lanco
no fin de seis mezes.
3." Opagmenloda importancia da ar-
rematacao realisar-se-ha cm quatro prests-
sOes iguacs, cuja ultima ser pa^a na occa-
siao da entrega definitiva, e as oulras cor-
responderao : cada terco das obras
4." O prazo du responsabilidad!! ser um
anno, durante o qual o arrematante serao-
brigado a manler a estrada em perfeilo es-
tado de conservac3o.
5. Para tudo o que n3o se achar especi-
ficado as presentes clausulas, nem no or-
C-tinento, seguir-se-ba o que dispe a res-
pcito a lei proviucial n. 286.Conforme.
o secretario, A. F. da Annunciac3o.
la das audiencias, um sobrado de dous an-
dares, sito na ra da Cruz desta cidade, de
n. 59, avahado por 6:000/rs., penhorado aos
herdeiros de Francisco Goncalvcs Be-Ios, por
execuc3o do Jos Perelra de Coes ; e na Cal
a de iancadores correr a arrematauSo com
o abate de 5-' parle de sua avaliaqlo, que
vem a ser por 4.800/ rs para que se torne
efectiva a dita arrematacao, ou adjudicaco
na conformidade de lei.
E para que chegue noticia aos licitantes,
mandei passar editaes, que ser3o allixados
nos lugares do costume, e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife. 27
de julho de 1857.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira'
escrivao o fiz escrever.
O l)r. Anselmo Francisco Perettl, commen-
dador da imperial ordem da Rosa o juiz
de direito especial do commercio, porS.
M. I. e C. etc.
F'aco sab?r pelo presente edital, em como
no dia 20 do corrente mez, se ha de arrema-
tar por venda a quem mais der em praca pu-
blica desle juizo, a aporta da sala das audi-
encias, os escravos seguimos : Raphael, de
Jos Vieira do Souza Cundes
l.uiza Mara do Nascimcnto Ceser.
Manool Alves C.uerra.
Manuel Barbosa Alvares Ferreira.
Manoel Gonc,alves da Silva.
Manuel Ignacio de Olivara.
Manoel Juaquim liamos o Silva.
Manoel Peres Csmpello Jacomo.
As malas que tem de conduzir o vapor
Imperalriz para os portos do norte princi-
piam-se a lechar boje 20) a meia hora da
tarde, e depois dessa ate 2 reoebem-se cor-
respondencias com o porte duplo : os jor-
naes sero entregues nesta admiinstiac.no as
ti horas do dia em ponto.
leudo sido encontrado na ruada Madre de
Deas pelas seis lunas da larde do dia de sabbado 16
do corrente, um menino pardo, de cabellos corri-
dos, de nome Joo, representando ler ciucn annoi,
pouco mais ou menos : a quem quer que pertencer
haja de dirigir-sa a subdelegada do Recife para lhe
ser eolregoe.II Pela subdelegaca da freguezia deS.
Antonio, acha-se recolbido no deposito ge-
ral, um cavallo, que foi lomado a um indi-
viduo que confessou o haver loriado : quem
for seu dono appareca neste juizo, que o
justificando lhe sera entregue.
O administrador interino do consulado
provincial, em virtude do disposlo no art, 3
MiiraiihFio e
PAR
nac3o Mocambique, com 45 aunos de liado do regularnenlo e 3 de julho de 1852, faz
O hem conlaeeido pnlliabote LINDO
PAQUETE > c&pitao Jos Pinto Nu-
nes, a clierjar uestes dias do Maranho,
seguir' com brevidade aos portos indi-
cados, tendo ja" grande parte do seu cai-
regamcuto tratado: para o restante, a
entender-se com o consignatario Antonio
de Almeida Gomes, na ra do Trapiche
n. 16, segundo andar.
Companhia
P ernamhucana
.:000.s<)00. Tbesouraria das loteras 12
de agosto de IN.v.Jote Januario Alvos
da Maia.
Plano.
iOOl Milu le, a ."i.sOOO. .
Beneliciu de 0 por cento.
Vinlios do
Porto.
1 premio. .
1 dito. . . .
1 dito. . .
1 dito. . . .
2 ditos de OsOOl).
5 ditos de 1oosooo.
10 ditos de 08000.
1260 ditos de 51000.
20:000000
i:0008O00
_____________ i>a ra da Madre de Dos n. 34, loja, ven-
1 n nniu-Aiui dem-se especiaes vinhos do Porto, das me-
lu-uooftiriru ihoresqualidades, e marcas mais acredita-
das, inclusive a do Chamico, em barns de
quintos, oitavos o decimos ; bem cmodos
engarrafados das eras de 1815 e 1834 em cai-
xas de urna e duas duzias.
0:0008000
2:0008000
1:0008000
VOOsOOO
4008000
5008000
4008000
G:300s000
lG:000s000
premiados,
blancos.
Fabrica (le fiaco e tecidog
de algod&o
~3iS"
nrfTn
i 000
pouco mais ou menos, avaliado por 800s) rs ;
Antonio, de ncelo Cassange, -com 40 annos
de idade pouco mais ou menos, avliTrist>-p\,r
9003 rs. ; cujos escravos assim avahados fo-
ram penhoradus a Antonio Gomes Pessoa,
porexecuco de Jos Vieira de Souza Gue-
des.
E para que chegue noticia aos licitantes
mandei passar editaes, qae ser3o allixados
nos lugares do costume c publicados pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife do
Pernambuco aos 5 de agosto de 1857.
Eu Francisco Ignacio de Torres bandeira,
escrivao o fiz escrever.
Anselmo francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial oriem da liosa, ejuiz
de direito especial do commercio desta ci-
dade do lecife, capital da provincia de
Pernambuco, o seu termo, por S. 11. I. e
C. o Sr. D. P.idro II que Dos guarde ele.
Fago saber aos que o presente eUl vi-
rem, que 110 dia 20 do corrente se nao de ar-
rematar por venda a quem mais der, depois
da audiencia deslu juizo, duas notas promis-
sorias, a saber ; urna da quanlia de 1:8005,
avaliada com os seus competentes juros e
com o devido descont de sua revah lagao,
pela falta de sello em tempo competente, em
2.213S75D ; e oulra dita da quantia de 4129,
avaliada com os seus competentes jurse
com o devido descont de sua revalidaco
pela falta de sello em tempo competente, em
506>760 rs., cujas noUs promissorias foram
peuhoradas por exectic") de Gaspar Antonio
Vieira Guimaraes como cessiouario de Bruno
Praeger 6 C contra o espolia do finado Ma-
publicoqueseacham depositados 3 cavallos
apprehen iidos pela subdelegada da freguo-
zi* de 5. Jos, os quaes sao considerados
bens do evento, por se desconhecer seus do-
nos, e para que seja cuniprido oque conten
o sobredilo artigo, mandou publicar pala
imprensa, para, no prazo de 1 das, com-
parecer quem aos ditos cvalos leuha direi-
lo, lidos os quaes so proceder a arrema-
tacao pela forma determinada no art. 4 to
citado regulamento ; e para quo chegue a
noticia, mandou fazer o presente edital aos
14 de agosto de 1857. Theodoro Machado
Freir Percira da Silva.
OSr colleclor das rendas provinciaes
do municipio de Goianna fa/ saber qua em o
dia de boje lhe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo ciioulo de nome Luiz,
natural da comarca do Limociro, de idade
de 25 aunos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexiga, ,iieso nessa cidade a ordem do mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cr-
reme auno, sendo avallado na quantia de
1:201)5; pelo que chama-se a tolas as pes-
soas quo tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro du 60 lis, contados da pu-
blicacao desle, apresentem na collectoria da
dita cidado sua juslificac3o de dominio, a
qual ser produzida peranle o juizo inuuici-
pal desse termo, e finio o pra/.o menciona-
do sera arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, precedeudo-se
annuncio do dia e hora em que houver de
ter lugar dita arremetac3o, publicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria proviucial do municipio

Deveudo o vapor PERSE.MNti.V estar de volta
1I01 poilos do sul ate o dia 22 do cirreiite, previoe-
se aos Sis. eirresadores, de quem senAo p le rece-
ber carga nesla uliun.i viagem, queiram mandar as
soas notas a gerencia da mesma companhia, alim de
lerem a devida r-referencia.
Para o Otra' MaranhSo e Para'.
Sahe nesles dias por ler urna boa parle da carga
engajada, vtleiro patacho a Anna capilao Do-
mimos Heniique Mafra : a (ralar com Tuso &
lriiHo*.
Para o Rio
de Janeiro
noel Jos de Magalhaes llastos, e u3o haven- de Goianna 30 de julho de I857.--0 escrivao
do lancadorque cubra o preco da avaliic3o
sera a arrematacao feita pelo valor da adju-
dif.tr"10 com o abatimento ra lei
E para que chegue ao conhecimenlo de to-
dos mandei passar editaos que serao publica-
dos pela imprensa, e allixados nos lugares
designados no cod. commercial.
Dado e passado nesta cidade do Uecife de
Pernambuco aos 7 de agosto de 1857.
Eu ifaximiao Francisco Duarle, escrivao
o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Judo Dioii Ultimo da Cunda, joiz municipal
sopplenle da segunda vara e preparador dus pro-
cessos do jut\ to lermo desta cidade do Itc-
cife, elr.
Fso saber qae peio Dr. Alexandre liernardino
dos Ki-is e Suva, juiz de direilo da segunda vara
criminal da comarca tiesta cidade, ni- foi cnrnm'i-
nicado haver ilesign. lo o da 'J do mez de suleuibio
prximo vindouro, pelas 10 horas da manhtla, para
abrir a 4a sssAo ju Jtctana do jury desle lermo, que
(rabllhar rm alias culisecultvos, haven I procedido
ao sorleio dos 18 jurados, que. Ie--m de xnir na
mesma sessa,i, sin coiirnnnidide do artigo 32t> do
re&ulamenlo u. l-jo de 31 de Janeiro de 1812, foram
sorteados < desuados os cidadao* segoinles ;
Fregut-iii de SlD-Frei Hi-dro Ijoncalves.
Alevandre Aogoito de Frlll Villar.
Antonio Itibeiro Diniz.
Ign-icio Piulo Soases
Ignacio Niinet Carrein.
Jos Paulo da Fonsrca.
Jos Nicacio da Silva.
Jos Joaquim ile Oliveira.
Jos Marques dos Santos Aguiar.
I.uii Anlonio Barboza de Brilo.
Manoel do Nascimento Araujo.
Sanio Antonio.
Anlonio Jos de Uliveira.
Antonio l.aiz l'ereiri Bastos.
Dr. Antonia Wiiravio V. ti. e A de Vascoiicellu".
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira.
Firmino Herculano Baplista Kiheiro.
Francisco Jos de S Araujo.
Jos Joaquim da Coalla.
Severiano Bandeira de Mello.
Sao-Jos
Anlonio Francisco de Paula Barrito.
Anlonio da Costa Kego Monleiro.
Tenenle-corunel Francisco llodriguet Cardozo.
Dr. lunocencio Serfico de Assis Carvalho.
Jos Xavirr Faustino Ksmos.
l'rasedes da Sdva Gusino.
Boa-Vista.
Francisco Jos Silveira.
Jos Anlonio Btllancourt.
Joso AlTiinso Ferreira.
Jo> Rodrigues Guimaraes.
Dr. Jos Mainede Alves Ferreira.
Jonqoim Garcia de Almeida.
Manoel onpalves da Silva Jnior.
Wenceslao Machado Freir Pereira da Silva.
Pojo.
Anlonio llenriquet de Mirauda.
J'W l.tipes t^irneiro da Cunba.
Jos Camello de Rcgo Birros.
Manoel Joaquim Pereira.
A fugados.
Joo Clirssostomo de Albuqunque.
Jos Gorgouio Paes Brrelo.
Vanea.
Jos Con ei.i l.eal.
Jo.Vi Baptisla da Silva.
San-[.oureuro da Malla.
Antouio da gilia Fragoso.
Jos Bernardo da Rocha Falclo.
Sanio Amaro de Jal.oal.lt'.
JoSo llippolyto de Meira Lima.
Joao l.uiz Kiueiro de Parias.
Antonio de Carvalho Soares BrandJo.
Manuel de Sootl Lelo.
Fiimiuo de Paula Mesquila.
MunliPca.
Majar Jos Cirios Teiieiri.
Outro sim, fajo mais saber, que na referida iet*3
li Vi de ser julgad-^s os roas que se acbarn -lusentes e
pronunciados em chines que admitiera (langas, a
saber:
Antonio Thomaz de Jesas.
Autunlo de Tal.
Ani um Leo de Mello.
Domingos dos Santos Lima.
Jos Antonio Pires Jnior.
Jos Pereira de Souza.
Joao Jo' de Moura.
Joao Ricala de Paula.
JoSo Frsnctsco hegis.
Mara de Tal.
M .noel Po Pedro da Fnnseca.
Manoel Joaquim Itibeiro.
Thom Jos das Sautos.
Vicente Ferreira.
A lodos os quaes e a cada um de per si, IVn co-
mo a lodosos iuleressados em geral, te sonvida para
comparcCerem no primeiro amar da case que lu
cadeia, em a sala das sessOes do jai), lano no refe-
rido dia e hora, como nos mili din seguinles, ein-
qaanlo durar a sessSo, sob as penas da lei se fal-
taren.
E para que chegue a noticia de lodo*, mandei
nao sti passar o presenil edital, que sera lido e atu-
sado nos logares mais pblicos, e publicado pela
imprensa, como remet, r iguaes aos subdelegados
do lermo para publicalos e inaiilarein fazer as no-
tilicares necessarias aos juradts, aos culpados, e as
leslemonhas que se aclwmn nos s?us dislrirlus.
Cidade do Recife 18 de agosto de 1857.Eu, Ma-
uoel Correia Gomes de Almeida, escrivao inleriuo
do juiz o subscrevi.
.loa Diniz Riboiro da Cuoha.
da collectoria, Luiz de
dos Guimaraes Peixoto.
Albuquerque Lins
THATRO
DE
sesue no dia 31 do mez correnle, o brigue HER-
CULES : para o re-do da vos a frete, Irata-se com Caelauo Cyriaco da Costa
Mnena, na na. da Ca loia do Recife n. 2.
i, 15t*
Leilo
de rao
SOIIIAIBDU-
SABBADO, 22 DO CRREME.
.I.iome l'lysses lem a honra pela ultima vez da
apresentar um grande e variado espectculo, divi-
dido em iras parles a aber :
PRIMEIRA PARTE.
Novas recreicoe de mgica apparente.
SEGUNDA PARTE.
Magnetismo animal com a somnmbula, qoe se
presta a ser masnetisada peranle os espectadores.
TERCE1RA PARTE.
O negro africano as duas America* do norle e do
Sul, cani.in lo modiuhas e daaiando o chimarote.
acoinpaiihado pela orcheslra.
Jacome Ulysses esua irmaa le ni a honra pela ler-
ceira e ultima vez de recorrer a prolec<;ao dos illas
Ires hahilantes desia cidade, a quem se confessam
sobremaueira gratos, pela benevolencia e arbani.la-
de com que os receheran-; os mesiuos prnteslam grati-
dao eterna a par de om vivo e perpetuo reconbeci-
meulo a todas as pessoas que honrara seus espect-
culos.
O reslo dos bilhetes arliam-se a venda ua casa do
Sr. BourgarJ, ra da Cadeia du Recife n. 15.
Gabinete ptico
ATERRO D\ BOA-VISTAN. 4.
O director deste saino, participa a seus
Ilustres favorecedores, que ten lo-se de re-
tirar desta provincia,olTerece-lties esta sema-
na urna agradavel esposir^ao do vistas todas
novas
. As primeiras persoeagens e defensores
da lihordade da Europa :
S. M. \dul-MeJti imperador da Turqua.
S. II, a rainha Victoria.
S. M. Na polcan III, apresentando os map-
pas de tida a guerra a S. M. Francisco Jos
imperador da Austria em Brelin.
2" Desembarque o acampamento das tro-
pas turcas no Hosjhoro.
3 lonuila da turre de Mamel3o.
4. Destruido da estrada turca em Se-
nopla.
5.a Uatallia das trinebeiras fiancezas de
noite no dia 8 de setembro de 1855.
6. Balalha de Alma tomada por outro
ponto.
7. Bombardea ment de Bommarsund.
8.' As l'oilalezas de Gosrau, urna das mais
fortes da Uussia em frente de S. Petres-
burgo
9.' A famosa balalha de Buenos-Ayres,
ganba pelos Brasileiros a 3 de l'evereiro de
1852.
10.a Ceremonia, inaugurarlo da esposi-
q3o universal do palacio da industria em 15
maio de 1855.
li.- Passeios ejarlins de Lusemburg em
Franca.
12 a Vista geral de l.cao de Franqa.
13." Palacio e passeios da Versalhes.
14.a Vista geral Ru3o em Franca.
15" Arco liiumpbante da estrada em Pa-
rs Iluminado.
16.a ntrela entreccm na Suissa.
17.' Vista de fevilha de llespanha.
18." Napoleao l, botando o oculoem fren-
te da Catite lral de MilSo.
O salao estara aberlo das 7 al as 11 da
noite. Entrada a 19 ra., e os meninos de 8
annos a 500 res
Antonio Joaquim dos Santos Andrade, ten-
do de fazer brevemente urna viagem a Euro-
pa, far Icilao, por interven^ao do agente
ISorja, de toda a sua mobiiia e mais objeclos,
consistindo em obras diversas deouro e pra-
ta, candelabros c lanlcrnas de vidro, enf'i-
tcs de porcellana para sala, urna excellente
mobiiia de Jacaranda com pedra, ptimos
guarda-vestidose guarda-roupas,varias coin-
modas, um i cama de Jacaranda a franceza,
de gosto modernissimo, marquezas, bancas,
lavatorios, mobiiia da sala de jantar, grande
mesa elstica, aparadorea, guar-la-louca ap-
parellio de porcellana para aimogo e jantar,
dilos communs, servidos completos de vi-
dro para mesa, trens, e outros muitosarran-
jos indispensaveis de c.sa : quinta-feira 20
do correnle, as 11 horas da mauhaa, em sua
residencia, na ra Novo n. 21, segundo an-
dar.
O agente Boi ja, de ordem do Exm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, a requeri-
mento dos depositarios e procuradores fis-
caes de massa fallida de D. Candida Mara da
Silva Lima, viuva de Delphino Goncalves Pe-
reira Lima, tara leilao em seu armazem na
ra do Coilcgio n. 15, de 400 caixas com sa-
b3o amarello, perleucenles a dita massa :
sabbalo 22 do corrente, as 11 horas da ma-
uhaa.
Leilao
O agente Pestaa l'ura' leiluo, por con-
ta de nuiu iaiuilia que se retira pata fcu-
popa, de tima excellente mobiiia de ja-
caranda' de gosto moderno e nova, cons-
tante de sola', consolos, cadeiras, ditas
de braco, mesa redonda para meio de
sala, urna magnifica cama a IV.inceza de
Jacaranda' de gosto elegante, toilete de
amarello, um rico guarda roupa de gosto
moderno, cadeiras de amarello, aparelho
de porcellana para mesa, dito para cha'
e maisvidios, lanteinas, candelabros, jai-
ros, tapetes, capachos, trens de coziuba,
e inultos outros objectos que se acbaiao
patentes ao e\ame dos compradores : se\-
ta-eira 21 do corrente, a's O horas da
manlia, na ra Nova n. 21, terceiro an-
d.tr. por cima da casa do Si. Germano
relojoeiro.
Os tres primeiro premios esto sujei-
tos ao descont dos 8 por cento.
Thesouraria das loteras ti de agosto de
IS57.O thesoureiro Francisco Antonio
de Oliveira.-Approvo.Palacio do go-
\erno de Pernambuco, 11 de agosto de
1857.Portella.Conforme. Antonio
Leitede Pinho.
- Na ra da Penha n. 11, primeiro an-
dar, olferece i todas as pessoas que tiverem
precisao do mensalmenle nu por occasies
se autorisarcm doalmoco, jantar, celas, nie-
1Un4lSi_cafe, chocolat ocom leite e sem elle,
ou qualqueTT^iJiH-lS a contente dos hospe-
des ; tambera se eTSfSa de mandar le-
var em casa das pcssoasIcfui5"&SiJa'mcnle'
coturalein com a estalaiadcira. ^s*"*^___
- Precisase d urna ama deligenle, que
saiba bem cozinhar o trafico de umaesiala-
gem : na ra da Penha n. 11.
Precisa-se de orna ama para scrvic.0 interno de
urna casa de familia de duas pesaoas, preferindo-se
escriva : na ra larga do Rosarlo n. 10.
Precisam.se de olliciies de sapaleiro para obrai
da hornero e |seuhora, de debruadeirai e apalaza-
deiras, paga si mais que as outras fabricas : ua
ra do Caldeitetre o. u.
Ooem precisar de om caiieiro para ra oo es-
criploriu, que sabe fallar fruiicez, allemao porlu-
gurz, annunria a sna mora.la.
Vendem-se caibros dej30 a 40 palmos,
e das melhores qualidides, sendo a maior
parte de araci, ecoco : atrazda serrara da
Ponte Velha, por meaos prego, que em ou-
tra parte.
O abaixo assignado ao retirar-se para
e Europa, deixa encarregado de seus nego-
cios nesta pra^a aolllm Sr. commendalor
Manoel Gongalves da Silva ; pede desculpa a
todas as pessoas, que o hoirraram com sua
amizade, e d quem por sen incommodo de
saude, e filia de lempo, se nao despedio, of-
ferecendo-lhos seus servaos em qualquer
lugar aonde se achar. Recife 19 de agosto
de 1857.
Antonio Jos de M. Bastos.
Offerece-se para caixeiro de ra um ra-
paz Brasileiro, que tem 7 annos de pratica,
eja ro caixeiro deescrptono o tambem de
alfandega, a com a vista dir quem foram
seus palmes : quem qnizer, dirija-se a loja
de selleiro dentro do Recite n. 61, ra da
Cruz, casa de Francisco Jos Passos Guims-
res
Manoel da Silva Santos, tendo][de ir
a Europa, constimio por seus procurado-
res, em primeiro lugar ao Sr. Joo Que-
rinode Aguiar, em segundo ao Sr. Jos
Jacomo Tasso Jnior, e em terceiro aoSr.
Christovao (itiillierme Brenkf'eld ; e pede
desculpa a seus amigos de quem se nao
pode despedir pessoalmente pela presteza
da chegada do vapor.
Com pequeo toque de
avaria.
(A dinlieiro.)
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia, vende-se :
Pecasde algodao lizo a 800, l.sOOO, Ij280
e IsGOO.
Ditas dita largo, a 1.S600, 2<>000, 2,s2V0
e 2s800.
Ditas rlitode sicupira, a diversos precos.
Ditas dito de sacco, idem.
Vende-se chocolate, marmelada em
quartos, de superior qualidade, vinda lti-
mamente de Lisboa, no brigue Constante :
na rua da Senzala Nova n. 4.
Vende-se ou aluga-se por anno um si-
tio na estrada do Monleiro, o qual se acha
oceupado pelo Sr. cnsul hespanhol at 15
de setembro prximo futuro, o mesmo tem
comino tos para gratule familia, tem bom
jardim no lado, cocheira, estribiria, quartos
para criados, murado todo, com sahida para
o rio : os pretendentcs dirijam-se a botica
do Sr. I'.arliolomeo Fraucisco de Souza, na
rua larga do ltosario.
Os aiiaiM assignados, tendo obtido da Eoropa, as
necessarias informacOes, planos e ornamento pira
a fabrica de fiar e lecer algodo, couvidam ios Sr.
socios a vir ve-Ios, uo escriplorio do Sr. Manoel Al-
vei Guerra, na roa do Trapiche n. 4.
igualmente roovidam ai pessoas qoa mbicreverara
para esta empreza, a realisarem a leresira prestido
de 20 por cento, o qoe verificarlo de hoje at 31 do
correuls mez, no me-mo escriplorio.
As pessoas que ainda quizerem fazer parte desl-i
emprezi, seOo idmitlidas, pasiodo o valor das en-
Iradas realizadas, na oecasto de subscreverem no
livro das assignaluras, qoe -to de 100$ a 5:0000)00.
Recife, 1 de agosto de 1857.
Amorim, Farian, Guerra Ji C.
O Sr. Dr. Aniceto Jos Borges tem car-
tas na loja da rua do Crespo n. 16, esquina.
Ruado CollegiooSr. Cypriano Luiz da
Paz ; aterro da Boa Vista, padaria do Sr.
Beiriz, du--se-ha tuero, da quantias de 500;
at 1:000a ou mais, com hypotheca#em casas
terreas ou firmas a contento.
Achou-se um lenco amarrado com al-
guma roupa de menino e um pir de borze-
guins : quem for seu dono, dirija-se a rua
Augusta n 26
^ss^jusentou-se no dia 18 um moleque
criouloT^^3^TJom, com 6 annos de
idade, cor pretJTe^r?NimJ*nt0 g,* ll
vou cal^a de riscado de quaJ
algodao riacado : quem o pegar, ^
a rua das Calgadas, sobrado de um Sr*r'__
que ser gratiGcado.
-~ Precisa se de um amassador para pa-
daria : na rua Nova n. 52 : paga-se bem.
Precisa-se de um cozinheiro i na rua
do Hospicio n 15
Precisa-se de o-m caixeiro com pratica
de vender ao povo no balc3o, e que soja
agradavel para os freguezes, e que abone
sua capacidade : na padaria do pateo da
Santa Cruz, com a entrada pela rua do Ro-
sario n. 55.
Jos Soares de Azevedo, professor de
Lingua e Litteratura Nacional no Gym-
nasio desta cidade, mudou a sua residen-
cia para o Largo do Collegio n. 37, onde
tm aberto um curso de Geograpliia c
Historia, e outro de Uhetorica e Potica :
as pessoas que desejarem estudar urna ou
nutra tiestas disciplinas, podem dirigir-sc
a referida residencia, de rnanhaa ate a's
7 horas e meia, e de tarde, a qualquer
hora.
e camisa de
de levar
;v.

Um funccionario publico compromet-
teu ha6ajiuosauma|essoadequeinse di-
zia amigo,e por mais que este amigo,tenha
escripto,instado e soll'rido pelo dito unc-
cionario para ciunpiii com seu dever,tem
sido ludibriado,cacoa do,cate menospreza-
do '. Nao sendo pois possivel fazer chegnro
referido iimecionaro ao cumprimento de
seu dever ior outros meios, vai-se tra-
zer ao publico este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a passar por honrado.
victima.
a>8
Correio sera I.
*-f0 &&*<
'ara o assu .
A escuna nacional Linda, que dever se-
guir at o dia 22 do corrente, para carga e
passngeiros, trata-se com o consignatario
PROVINCIA.
Queijos e
patos
sa-
RehrcSo das cartas seguras vindas do uil:fe..uira0 Ferreira Bailar.
pelos vapores inglezes Tamar e Calcuta, e
brasileiro lmperatriz, para os senhores
abaixo declarados :
Augusto Duarle de Moura.
Antonio Affonso de Aguiar whdaker (2)
Antonio Baplista Citirana.
Antonio Dias Fernandes.
Antonio Jos Rodriguos de Souza.
Antonio Luiz dos Santos.
A carac.
No dia 22 do mez corrente segu o pata-
cho Santa Cruz, capitSo Francisco Jos da
Silva Katis ; para o resto da carga, trala-se
com Cactano Cyriaco da C. M., na rua da
Cadeia do Recife n. 2.
O Sr. thesoureiro das loterias manda
fazer publico, (pie estro e\postos a ven-
da, lodos os tli-is, no p.iviincuto terreo da
casa da rua da Aurora n. 2(i, das 9 ho-
ras da maiiha.-i a's 9 da noite, bilhetes,
meios e quaitos, da quarta parte da se-
gunda lotera do Hospital de Pedro II cu-
jas rodas nndam no dia 22 do corrente.
Emrazo da grande porcSo de bilhetes Os abaixo assignados, com loja de ourives
que licira.n por vender a importancia na rua do Cabuga n. II, confronte ao pateo
<,. 7.->Aii,. nJn.-i i .i-*:..__da matriz rua .Nova, fazern publico, que
de J.206.S, mudou oi plano das loteras por Cstao recebendo continuadamente as mais
este abaixo transcripto, o qual tambem : novas obras de
Veudem-se queijos do sertSo, grandes e
pequeos a 400 e 410 rs. a libra, e sapalos
do Aracaty e da trra, de todas as qualida-
les, para honieos e meninos ; lambem se
precisa de um caixeiro : na taberna grande
aolado da igreja da Solla le.
Fcijo iiMiiia-
nho
Vendem se saceos com 35 cuias de feijo
mulatinho muito novo, e por preco cora Hie-
do : na taberna grande ao lado da igreja da
Soledade
Vendom-se tres lindos escravos, sen-
do um bom alfaiate. de i-lado de 18 annos,
duas bonitas esclavas com habilidades, urna
mulalinha de 13 annos, um escravo de meia
idade proprio para sitio na rua das Aguas
Verdes n. 46.
Continua-se a dar dinheiro sob penho-
res e a juros commodos na rua da Praia n
43, segundo andar.
-- Salustiano Angvisto Pimenta de S.iuza
Peres, inven'ariante do casal do filiado Fran-
cisco Pereira Dutra, pelo presente avisa a
aquellas pessoas que se julgarcm crotoras
do referido Dutra, a apresenlarem-lhe seus
ttulos c coritas para serem descriptos no
respectivo inventario, assim como aos deve-
dores, para pagarem o que cstao a dever :
dirigindo-se a rua d>) Crespo n 9, a qual-
quer hora, e com a rnaior brevidade.
- Alugam-se 2escravas pardas para to-
do o servido de cssa, sendo urna tambem pa-
ra servido de rua : quem qutzer alugar di-
tes escravas, dirija-se a rua dos Marlyrios,
no segundo anlar da cnsa n 28, junto a
igreja, para justar com o Sr. de ditas es-
cravas.
Para n f st.
Aluga-se urna cusa mirgem do Capiba-
ribe, com commodos para familia, com 3
quartos, dispensa, gahiue'e, quintal, cozi-
nha fra, estriba lia, e um ptimo copiar pa-
ra recreio : a tratar na ru Nova n. 39, pri-
meiro andar.
O proprietario da cocheira da rua
Nova n. (iI, vende todos seus carros com
as parelhas de cavallos, o motivo desta
venda he as posturas exigidas pela cmara
municipal : vende-se tudo ou em separa-
do, tambem se vende o sobrado se com-
vier.
--- Precisa-se de um mogo portuguez, de
iladeddi8 a 20 annos, para trabilhar em
urna fabrica de velas de carnauba : na rua
Direit n. 59
Precisa-se de um feitor que enlenda
bem de planlacSo e jardim, defronte de S.
Jos d i Manguind : a tratar no aterro da
Boa-Vista, loja de fazendas n. 10.
Lava-se e engomma-se com perfeijao,
por preco comraodo : na rua do Cotovello
n. 36.
Precisa-se de urna ama de leite: na
rua de Santa Isabel n. 9, com filho ou sem
elle. Puga-se bem
OBJECTUS DE SEGF.IROS E SELLEIRO, PARA
A FABRICafAO DE SECES E ARREIOS.
Pelas experiencias de muitos annos nesle
genero, me he possivel, tanto pela propria
l'.ibi icaca i, como pelas relacOescom as prin-
cipaes fabricas, fornecer qualquer artigo
ertencsnte ao fabrico de seges e arreioa de
lo las -as quilidadcs. Os sennores fabrican-
tes, que honraren! ao abaixo assignado com
encomcienias dadas por desenhos ou expli-
ca^oes, podem assegurar-se, que soas en-
coinmendas serSo exactamente ejecutadas
e por precos os mais moderados possiveis :
para mais informacOes, dirijam-se por carta
directamente a II. M P. Rohs, em Aliona,
porto do llamburgo.
Fabrica de caldeireiro,
fuariieao de bronze, e
milis metaes, na rua do
Brum do Itaife n. i<8,
coniecida por faOri-a
do Mesquita,
.Neste antigo eslabeleci metilo lem lei tus e
fazem-se com presteza, de encommenda, os
objectos abaixo notados, com a maior per-
feic3o possivel ecommodo prego, a saber:
Bronzespara engenho, cavilbas, parafusos
para roda u'agua e torneiras o mais perfeitas
possivel.
/llambique de cobre de quaesquer dimen-
ses e modelos conhecidos, carapu^as e ser-
pentinas era separado.
Bombas de cjbre de qualquer modelo,
com jungos e vlvulas de bronze.
Cosas e pares de cobre, e de ferro para
engenhos, caUeiras de cobre e de ferro es-
laubadas para navios.
Cobres do todas as qualldades necessarias
para o fabrico d'assucar, e picada para roda
de mandioca.
Crivos dentados dos mais modernos, por-
tas de "ornalha e registros para assenlamen-
t la de 3nenhos.
Eixo5 e trilhos para carros, aguilhes, e
parafusos para engenhos de quaesquer ta-
maitos
Portes e gra les para sitios, e varandas
para casas de quaesquer modelos que pos-
sam desejar.
Governaduras de bronze para navios, can-
nas de Ieme, e quaesquer lerragens para os
mesmos.
Canoas de cobre, de chumbo e de zinco
para encanamentos d'aguas de uasas, de si-
tios para jardins.
E todos mais objectus, que he possivel
faierein-so de obre, bronze, latao, zinco,
chumbo e ferro, que ficara por notar, e que
seria enfadando o enumera-los. .
Tambem se fazera todos os concertos, que
possam ser necessarios aos senhores de en-
genbo.em quaesquer pegas das cima men-
cionadas,como sejam aguilhes e psrafusos,
eixos e trilhos tle carros c mais que possam
ser necessarios para engenhos, com promp-
tidao, o perfeico ; addi^ao esta, que por sor
pouco lucrativa, muilas vezes outros esta-
belecimentos recusam fazer, e que neste,
sempr* se (Izeram, e se farfio alim de a todos
servir como llie for possivel, e a bem de to-
dos, queo oceuparem, porque sempre foi
este o dest-jo do fundador ueste estabcleci-
mento.
i'recisa-se de um pequeo de 12 a 11
anuos, para caixeiro ; na la das Cruzes
n. 20.
Cf coiimiefeio, rua
do Trapicho Novo
n. 12.
Blaudin Airi acaba de receber pelo navio
francez Olin la, um variado sortimento do
o'erece grande vantagem aos Sr. juga-
dores, pois os premios maiores sao os
mesmos que no llano passado, quanto a
sorte grande esta' cm relacSo no custo i assm sujeitos os mesmos por qualquer du-
dos bilhetes, que sendo .sOOO tira reis 'vida.Seraphim &. Jrm3o.
conservas as mais linas o mais acreditadas
i oro. tanto para senbora da Franca, como sejam, i miles da Perigord,
domen* e meninos : os preces pal de Foigras, pate de Puularde, pal de
razoaveis, o passam-so conlas Perdrix, pal de b^casse, pal de Lievre, pa-
; como para
l'Olll I III,.1111
com responsabilidade, especilicando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, lijando
t de i.lievieuil, pal de Caille, andouillet-
tes, perdreaux, cliampignons, saciases truf-
fees, oervclats, cervellcs, fhon L'huile,
boudiu noir, asperges, ptl pels.
MUTILADO

ILEGVEL





ttfSDLIRlO flul&OPATHIGO
00
DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 20 DE AGOSTO DE 1857.
Onde seacbamsempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
era glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos
puecos fixos.
Botica de tubos grandes. .
Dita dea*
Dita de 36 .
Dita de 48 c > .
Dita de 60 .
Tubos avulsos a.....'
Frascos de tinturrademeia onca.
Manual de medicina homeopathica de l)r. Jahr'com n dir-
cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica do Di. Henry .
Tratamento do citolera morbus .
Repertorio lioD.. Mello Moraes
10/000
153000
208000
259000
308000
19000
28000
fH PEORAS PRECIOSAS-
^ Adnrecosde brilhaolii, *
% diamantea e perolas, pal- *:
* seir.is, alfloetea, brincos *
jj s rzalas, botSea e anneia J
de diOereotea soslos e te
diversas pedrai de valor. S?
' Compram, venden) on 8
* trocam prala, ooro, bri- $
4j Ihautes.dianiaule* e pero-
3 las, e oalras quaesquer *i
'* joias de v.ilur, a diiilieiro 8
ou por obras.
m
209001
10/000
2/000
6/000
lEiU k l&m
WJi Bi ii mu
Ra do Cabuga n. 7.
Recebem por to-
dos os vap. res da Eu-
ropa asobrasdo mais
inodernu gosto, tan-
to de Franca como
I' OURO E PRATA.
S Aderemos completos de %
M ouro, meios ditos, pnlaei- &.
J ras, alBnetes, brincos a j
3s rzalas, conloes, Iraocel- $
jg ln, medalhes, crtenles j|j
* e enhiles para relogin, e *i
Jj outros muilos objecloa de $
i! ooro.
\ Aparelhos completos de "
H prala para ah, bandejas,
$ salvas, easlisaes, colheres
de sopa e de cha, e roui- el
2j tos outros objecloa de S
prala.
de Lisboa, as quaes vendem por
prego con* modo como costil mam.
' 0 Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a poute grande e a do
Chora-menino, e sbi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o Iratau.ento de escravos, cujos senhoies.
residam fra da praca, ou "que naoja*-^,/
sam curar em suas protu*e-p?JU/ m,,.m
mi. r 7'q serao deserapenhados com o
,r z~i0, dirija-se ao pateo do Carino n.
-----eiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diarios -exceptu-
ando conferencias, sanguesugas open-
Ses.
9
Kio-F o rioso. _
O Dr. Jo3o Honorio Bezerra de Mane- %'
tes, medico pala Faculdade da Bahia, lem Ci-
liado sua residencia na eidade dg Rio-For- a
moso, e de novo eOercce teus serviros a to-
das as pessoas que o bonrarem com sua cou-
f2 lianja.
SEGURO CONTRA FOvJO.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhdes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten. a konra da in-
formal aoa Srs. negociantes, propietarios da casas,
a quena mais convier qua esto plenamente au-
lorisados pela dita companhia para efTectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos d.
telha e igualmente sobre os objeelos quecontiverem
os mesBos edificios quer consista am mobilia ou
ata faiandas da qualquer qualidade,
JOH.N GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PR1MEIRO ANDAH,
praca do Corpo Santo
ItECIFE.
8
O Dr. Francisco de Pau'.s Cap-***
lista, tem abeito-CcTipto"rio para
advogar, -jo primeiro andar da
-Casada roa dasTiinclieiras n. 19,
por cima do cartorio do escrivio
Baptista, antigamerte do fallecido
Reg; e ah, das 9 horas do da em
[ diantc, esta' prompto a oiivir a
i todos, e a receber as causas de to-
dos que quizerem procurar seu
serviros de advogado.
o
f HITBTA FR1NCEZ. 1
T' Paulo daignoai dentista, ra Nova n. 41 : <>
iSi na mesma casa tem agua e pos dentrifice ijj
Tasso Irm os.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
tartiihas de trigo llichmond chegadas ao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazens, pelos
seguales presos :
Galega 269000 por barrica.
Haxall 259300 dem.
O Dauce 249000 dem.
Columbia 2390U0 dem.
Alem deslas tem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana e primeir
qualidade ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de Philadelphla, No-
va OrleanseBaltimore.
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para;
servico debaixo decoberta.
--- Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartcl, casa do de-
sembargador Jlenles da Cunha. Paga-so
bem agradando o servico.
ao publico.
O abaixo assignado faz selente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
menlos de fazendas, na ra do Crespo ns.
tu e l, ou.le cucoutrarao um variado e lin-
do sorlimonlo de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por proco muito
comino lo; sendo gerente do estabeleci-
mento o. 1 0 o Sr. Marcelino tJeroniato de
Azevedo. j. c. llalveira.
He chegado a loja da Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7, exceliente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espiuhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para lindar e Tazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenga para brotoejes e
asperiladesda pelle,. conserva a frescura e
O avelludado da primavera da vida.
lioubo de muir na.
Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, pordetraz da casa que loi da po-
licia, cinco travs de 40 palmos, com 8
a tneia polegadas em quadro, no sablia-
do 1 do corrate, as quaes carajh amar-
radas, e na segunda-l'eira acliaram-se de
menos duas : roga-se a quem dcllas sou-
ber, queira dar noticia na obra da ra
ptac,a da Independencia, que sera* gra-
tificado.
Lotera
DA
Provincia.
CORRE SABItADO 2-2 DE ACOST.
O abaixo assignado vendo a dinheiio a vis-
ta sendo d quaulii de 1009 res para cima,
os seus muito feli/.cs bilbetes, meios e quar-
tos, ;elos pregos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia d Recif ti \'>, esquin? da
Madre lo I'eos :
Bilbetes 5:50o recebe 5:0009
Meios 2750 > 1:5005
Quertos ir:J75 l:230]l
Po Salus.i.ino de Aquiuo l'eirena,
Jos Fortunato do Santos Porto.
I)ouiiiij;os AKls Matheil saca sobre
a piara da Porto.
O abaixo assignado, arrematante do
imposto de agurdente do municipio do Ke-
cife, avisa a todos em geral, que Ihe estilo
devendo o dito imposto, para que veiibam
realisar todos os seus chitos ate 30 do cor-
rente, e na falla sera obrigado a uar do
executivo conforme determina a loi; e para
que se naofliaine a ignorancia se faz o pre-
sente. Itecife 13 de agosto de 1857.
Luiz Jos Marques.
O advogsdo Leopoldino Antonio da
Fonseca, residente em Macei, oflerece seus
servigos s pessoas que deltas so quizerem
utilisar naquella eidade.
ESTRAOA OE FERRO:
do Jttcife S. Francisco
LIMITADO.
iOuiiiit ciiatttaiu
Os directores da Compantia da Estrada de Ferro
do Recite a San-Francitc, limitado, leem eilo a
quinta chamada de duas libras esterlinas ou ris
ti9//j sobre cada aci;ao na dita companhia, a qual
deve ser paga ate o dia de agoito do crrenle an-
uo de 1857 : nu Rio de Janriro. em cosa dos Srs.
Miu.. .Mac. Gregor A C. ; na Uahia, em casa dos
&f*. S. S. avenioil & C, e em Parnambuco, no
eirnploiio da Companhia.
O accionista que nau realisar o pagamenlo den-
tro do lempo indicado, poden perder iodo direilo s
aecoei sobre as quaes o dito pagameulo n3o se liver
etli'cluado, e em iodo caso lera de pagar juros na
ra*;1o de cinco por cento ao auno, e de nao rereber
juros ou dividendo da companhia pelo lempo que
dacurrer entre o dia indicado para o pagamenlo e a
sua realiaacao.
Neiihum auto de transferencia pode ser registrado
aolfs do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores. Jame Templeton
Irooo, soperinlendenle.
^uolieago Iliteraria,
COROGRVPIIIV
Chi'onogi'iiphia. nobiliaria, ge-
nealogicii c poltica
Dt)
IMPERIO 00 BRASIL
COM VARIAS TRANSCR1PCOE3
u.\
Corographia brasilaira, do padre Mancel A\ru do
Casal.Historia da America IPorluguaia.de Ro-
clia Pilla.Chronica da coropadhia, de V.scon-
cellos.Historia do Brasil, do visconde de Car-
ro.Caslriolo Lusitano, por Kr. Rapliael de Je-
aus.Memorias do Rio de Janeiro, por rnonse-
nhor Piinrro. Annaea do Rio de Janeiio, de
Silva Lisboa.Auuaes do Maranhao, de Berre-
do.Annaea do Rio rdode, do viscond* de S.
Leopoldo.Memoria da capitana de S. Vicente,
por rr. Gaspar da Madre de Dos.Eras lo Pa-
ra, por Bayenj.Memorias hisloricas da Bahia e
corographia Paraense, por I. Accioli. Chrono-
logia, do general Abreu e Luna.Historia do
Brasil, de Varnhagcn.E de oulros impressos e
inanuscriplos :
CONTENDO
A descripcao geographiea.e uoces histricas e po-
lincas, desde o descobrimenlo do Brasil al agora
(18).), e tambemo lempo em que loram povoalas
as >oas dilTerentes cidadrs, villas e lugares ;
Seos goveroddores, e a ongein das diversas fami-
lias bratileiras e seos appellidos, eilrahida di auli-
Bosnianuscuplos genealgico que tm eras difle-
renles se puverana obler ;
A hiilona dos ministerios, sua poltica e cies
com queappareceram.
A Melara das cmaras temporaria e Vitalia desde
a consliluiule de 17 de abiil de 1823 al 185"! :
E lainkein una esposijao da historia da indepen-
dencia, escripia e comprovada por Icslemuuha* o-
cularee que aindam reslam, e dos oulros movimen-
los polticos, afim deqoe se tenha um conheciinento
eiaelonaosoda geocraphia do'paiz como da sua
historia civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, natural da eida-
de das Alagoas, autor de muilas obras Iliterarias e
cientficas.
Subscreve-se nesla eidade do Recite, na livraria
da praca da Iudep*ndencia ns. (i e 8.
O abaixo assijjnado, possuido do
mamr empenlio de se descobrir os auto-
es e cmplices do horroroso a.ssassinato
perpetrado na pessoa do seu mu preza-
doamigo Thomaz tlollan, vice-consul de
S. AI. Hritannica iiL'sta eidade, oll'erece
dous contos de res a quem Ihe prestar
qualquer esclarecimento exacto sobre es-
se facto, ou inesmo o conhecimento de
alguma circumstaneia.ot accessorio delle,
dejirodo que te posta averiguar a verda-
de, assim como ustegura, toli sua palavra
de honra, o mais inviolavel tegredo, a'
quem lizer eaialquer dettas ievelacr.es,
pois he bem pottirel chegar-te ao m
desejado, sem declarar-se donde ellas
procedern.
Consulado Britannico 11 de julho de
I8.">7.II- AugUttua Cooper, cnsul.
W Dinas-o medico, pode ser ,
. procurudo para o ejercicio de aua profis- V
'Av -jo, na la .le Apollo n. 9. ( f
ociedade *ic descon os tl
iioiiiiimdi Ciiixa Eco-
n 'tilica ti. e
na m buco.
Acba-se iosUllada, e as sua opcract5es ef-
lectivas sao as segulntea :
iHsconla leltras a juro convencional.
Empresta sobre acc.6es de qualquer com-
panbia acrodilada, sobre peiihores da ouro
plata, e joias, ale ao mnimo de i0-3 ; a ope-
racilo be por meio de leltra aceila polo im-
petrante com a declarado de n3o sendo pa-
ga.so proceda a venda Jo penhor em leilao
15 dias depois
Adiiiitle semprc socicfl na conformidade
dos estatu s.
Recebo a premio qualquer quanlia at 1,
o mnimo.
Nota. As mensalidades com que os socios
tem de entrar (9000, os auetiverem de 1 a
5 acc.0es, e 5; os que tiverem mais desle nu-
mero), comecam a ser cobreveis no primei-
ro dia ulil de cada tnez. O socio que quizer
dars mensatidadesadiantadas por 6 mezes,
ou mesmo um tnno, pode-o fazer contandu-
se-lhe o juro de 6 por cento ao anno telo a-
diantamenio.
fjr luuo aw di.u.i M p-ty* Un o,. lUnftl:
reiro l'ragozo, ra da Cadeia lo Itecil n. 6,
onde provisoriamento funceiona este com o
director da semana.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para todo a servico de casa de pouca
familia : na ra de Hurtas n. 10.
Na ra larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do becco do
Peixe Frito, n. 9, d-se almoco, jamar e
ceia, por preco mais commodo do que em
outra qualquer parle.
- Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
eidade at o Poco urna casa assobradada ou
sobrado, tendo os commodos seguintes:
alea de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
cocheira, est. baria, arranjus para criados e
escravos, e qua o sitio seja abundante de ar-
vores fructferas ebaixa de capim, que pos-
sa sustentar annualmente quatro cavallos :
annuncie por este aDiarios ou outros peri-
dicos.
COMPANHIA
DE
SEGUROS MITIHOS E
Xmt$trc$ Do impeti0 do
Statil,
ESTABELECIDA NO RIO DE JANEIRO
CAPITAL 16:000,000.000.
Agencia ra da Cruz
n. 4S.
Aos genitores negociantes, propieta-
rios de cusas etc. etc., se ollerecena agen-
cia de dita companhia nesta eidade, a rea-
lisaio de seguros^o-preaiiosecondicries
muitojuoUicasr''
Na mesma agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de n: vios que detejam te-Ios regittra-
dos no Varitas ou "Monitor .Martimo
(Titulo de Registro) teiihama bondade de
dingir-se a esta agencia afim de fazerem
as declaracOes precisas.
Acha-so ausente desde o dia I. do cor-
rente a escrava Tbereza, Conga, de 64 anuos,
baixa, um pouco reforjada, cabera brauca,
lem os dedos das mSos cncaranguejados e
calombos pelas costas, provenientes do
acuules de senhores anteriores, anda espi-
gada e um pouco peala, levou vestido cor
de rosa com flores amarellas : quem a pe-
gar leve-a a casa de seu senhor o major An-
tonio da Silva Ouimaraes, na ra Imperial
n. 64, que sera generosamente recompen-
sado
Roga-se a Sra. I). Dionizia Francisca
deSouza, natural da villa da barra, no Hio
de S. Francisco e provincia de Pernambuco,
ou a seus berdeiros, que venliam ou mandem
receber a parto que Ihe locou do ospolio de
seu marido Jos Seabra Lentos fallecido nes-
la corte. Jiio ue Janeiro 6 de agosto de 1857.
THF.ATRO DE APOLLA).
Os socios que subscreveram para o baile,
que lem dar se uo da 29 o corrente, no
sal3o do dito Ibeatro, so c nvidaJos a man-
dar suas propostas de couvite para l'.ivnlias,
a casa da ra do Apollo n. ii.
Agua para tirar nodoas de f<:rrugem e
de tinta de escieier, lauto em roupacomo
em papel, a 3:20 o vidrinbo : na praca da In-
dependencia n. 4.
O abtixo assignado, procurador bstanle de sua
rogra D. M.ria Jos da Aunuiicia^ilo Baptista, pede
aos credores o seu liuado cuuhado Auluino llapt^ta
Riheiro de Faria, lilha da mesma, que aprtseuitm
suas conlas ale o dia :ll do corrente mez ; assim como
avisa aoa devedores do iiiomiio que pessoa alguma os-
la aulorisada a receber suas ditidas a n.i.i ser u abai-
xo assignado.
Pernambuco 13 de ajo.-lo de 187.
Anlonio Machado Gomes da Silva.
Lotera
DA
provincia.
AO 5:00O.<, 2:000$ E 1 :000S.
No escriptorio doabai\o assignado,ven-
de-te bilbetes, meios equrtosem quantia
de 100^000 para cima o diaheirc a' vista
pelos teguintet pre^ot:
Bilbetes 3500 recebe 5:000i$000
Meios 2.S730 .. 2:500,s000
Quartot l#375 l:230s000
r. .i. L ijim.
Precisa-so de um caixeiro que tenha
bem pratica de taberna : na ra do Rangel
n. l, loja da cera.
Precisa-se para a alfandega, bons tra-
bajadores, que sirvan) para quJqu.r servi-
do de forga, leudo o requisito, serao paos a
laOO res.
Declaracao.
Acha-se justa e contratada urna loja de
calcado na ra do Livranienio n. 37 ; e quem
seachar com direito a mesma, dirija-se a
ra do Livrajjento n. 9, no prazo de 3 dias.
Precisa-se de nina ama de leite lor-
ia ou captiva, sem lilho, para ainamen-
tar umacrianca, paga-te bem; no pateo
do Hospital d. 2(i, (sobrado;.
lUooel l'.aymundo i'enalorto, solicita-
dor dos auditorios esta cidaio, provisiona-
do pelo Exo>. conselticiro presidente da Ke-
lasOo, offerece para se encanegar de qual-
quer causa que ihe quizer conliai, noque
promclte todo zei > e cuidado, pudendo ser
piocurado das 7 horas da inauhaa ate as 9 do
da, e a larde das 3 as 5 horas, em casa de
sua residencia, na ra do Raugel u 73.
Antonio Joaquim do> Santos AnJrade,
deisa por seus procuradores paia iodos os
seus negocios os Srs. : 1.- Joaquim Jos dos
Santos Andrtde, 2. Mauoel Joaquim Rodri-
gues de Souza, 3.- Angelino Jos dos Sanios
Andrade, e jolga nada dever a pessoa al-
guma ; uo enlanlo se alguera se julgar seu
credor, aprsenle suas cuntas para serem
luimedialaiiienle pagas.
... ForUram do eugenbo Guerra, no dia
12 do coinnle, una vacca de leite, glande,
rajada : quem a tiver comprado tara fcvor
avisar pelo inesmo liiario |iara se m.udar
buscar e gratilicar, a qual peitenceao Si.
Irancisco Luis Paes Brrelo.
i'recisa-se de um cria lo: na ra do
Hospicio n 9.
--- Fuaran) no dia 15 do corrente, de
urna casa em Saut".miia, um relogio dcsco-
berio, de patente suisso : roga-se as pessoas
a qaemloroli recido, liaja deoaptrebeudcr
e leva-lo a ra do Tiapicne, sobrado n. 12,
segundo andar, que serao recompensadas.
lem do seren anemaladss no dia 21
do corrente mez, desos de linda a audien-
cia do l. Dr. juiz muuicipal da priineira va-
ra, duas moradas de casas terreas, sitas uo
baiiro doRecife, sen Jo urna na ra da Guia
u 4, com 2u palmos de frente e 6U de fundo,
soiao debaixo de coorta, cozintia lora,
quiutal murado, avahada por 1:4-.U, e a ou-
ira na ra da euzaia Vellia n. 15, com 2t
pilmos ue frente e 36 de fundo, com um le-
llniru que BOiVe ue Coznlia, avallada por
t .liucuijo, cujas casas perteociam bouado
Jos Joa |U!in ua Cuaba, e vao a praia a re-
queiiuieu.o do luvehuriante o lesuiuontei-
io do do liuado, Joao lavares Gordtiro.
AGL.NCIA DL P.lsSAPUKliiSli i-'OLMA
COUHIDA.
Claudiuo doRigoLnna, despaohaola pelarepar-
liSio da puli.ia, lira pa-saporics para ia e dentro
do imperio, e f Iha coir.da, por commodo pre(;o e
prrstea : na ra da Praia n. 43, pjiuieiio an Jaj.
Na ra ila Cadeia, l.ija de cambio u. .18. coui-
pr-se coiisUiitcmeiile mueJas ue ouro com meio
por culo de premio, palaces 1020 rs. e moedas
le l rala de ciuco e iler. losies cun 2 por etoio.
Joaquim Salvauorp. de siaueira Ca-
valcanii coniiiiu'a iioseu negocio de CousK-
nacGesdo assucares, a.nanu diulieiios eo
m.is necessaiio para costeio de engenhos
assegurando a quautos o procurareiu, o qu
de nielhor possa haver em cuntas, compras
e vendas : moia na ra .Nova n. 14, segundo
andar.
Precisa-se de um caixeiro : no deposito
no largo da Ribera de S. Jos n. 15.
<* Pta*o4 hu, *m pfiPnS ic^ui...,
grammatica o aritlnnetica, dirija-se a Ira-
vessa da Tiempo n. 9.
Altenclo (
He chegado pelo ultimo vapor 4 caixas
com escelleutes queijos de coallia. do Cca-
ra, que se acham recolhi Jas no armazem da
agencia dos vapores costeiros : quem pre-
tender, dirija se a Lima Jnior & C, na ra
da Cruz n. 28, segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro pequeo,
ainda mestLO que nao tenha pratica : uo
largo da Ribeira de San-Jos n. 1, taberna de
Jos Bernardo Alves
Manoel dus Santos Pereira Jardim, Por-
tuguez, retira-se para a Europa, a tratar de
sua saude, levando "m sua companhia um
seu criado Manoel da Cruz Cacao, lamben)
Portuguez.
IOS MORADORES
ios lugares destltj Afoga*
dos a t Santo Amaro de
Jahoato.
Tendo de dar-se comeQo em setembro pr-
ximo a urna linhade mnibus diaria desde
o Recife at Santo Amaro de Jaboato, o
proprietario convida aos moradores daquel-
les termos, para que coucorram para a sua
conservado, a qual ser proveitosa nao so
aos moradores como com especialidadeaos
senhores negociantes, tanto pela frequencia
como pela facilidade com que podem visitar
esta praca, e assim colherem melhores com-
pras de gneros e fazendas. O proprietario
por ora estabelece o prego de 50 rs. por le-
goa ; faz-se porm differenca aquellas pes-
soas que ficarem assiguantes por todos os
dias ou as vezes que quizerem por semana,
pagos raensalmente adiantado : a tratar na
ra do ibeatro de Santa Isabel, casa da es-
quina.
A casa dos ex postos desta eidade pre-
cisa de amas de leite, queeslejam no goso
deperfeila saude, e nao teiibam mais de
quarenta anuos, para amamentarem os
meninos que existen! dentro do estabele-
cimento: as que quizerem ser admittt-
das, dirijam-se a rele ida casa, a enten-
der-se com o respectivo regente.
IJ ubi i caca liiti r.iiia.
Breve -Noticia Corogrnphica do Impe-
rio do Brasil, adoptada pelo Collegio das
Artes, para expositor na aula de Geogra-
phia, na parte (jue diz respeito ao mesmo
imperio : na loja de livros do Sr. Noguei-
ra, junto ao arco de Santo Antonio.
Ama de leite.
Domingos Monteiro Peivoto roga as
pessoas de sua amizade ea todas aquellas
que sabem o que he um recem-nascido
sem leite, de Ihe inculcarem algumi ama
de leite sem lilho: na ra do Collegio n.
8, segundo andar.
l'reciss-so alugar um sitio a beira do
Rio Capibaribe, qne seja nos lugares de Pou-
te de Uchoa at Apipucos : quem tiveran-
i nuncie por esta folba, ou dirija-se a ra do
I Crespn. 14.
O Exm. Sr. Dr. juiz de direito e special
do commercio Aiisi Imo.Francisco Pcietli,
tem marcado o da 20 "do coi rente, para a
ri-uniio dos credores da massa fallida do f-
gente de leiloes ielor Antonio de Brilo, sen-
do a dita reuniSoas 10 horas da manhaa, na
sal i dos auditorios.
F. para constar fiz o presente. Recife 17 de
de agosto de 1857. Oescrivao do commer-
cio, Jiaximiaiio Francisco Duarte.
.':
O
O
mo-tizo1*
Thesouro ho-
lueopathico
ou
VADE-MECU
O
Homeopatha.
P
' >
%
ij
& PELO R.
: tSVBI3O OLEGARIO L TIMIO-I
^ Esta obra, recouheciJa por lodos, como jjj
a melliur de quanlas ei.-main a applicaco S
O? lla """"'opalina no Iralamento das moles- v,
_,._ lias, continua a venderse a HaooO.na Bo- *,*
':-r ti.d Central Uoineopalhica, ra de Santo Vo?
-.,. Amaro ;Munlo-Novo, n*. 6 j
Q EXCELLENTES REMEDIOS 110- fija
-;; MEoPATiucos, C;;
i preparados com o maior cuidado a esmero, -
y? vendeni-ae em carleiras por presos os mais **
<& commodos posivei*. rtesJe lOOOO al i
^ 120.5000, conforme o numero dos tubos e '
-; riquea das caixas.
w Cada luboavulao.....lyXK) stf
u Cada vidro de Untura. 20000 -,,;
'-} B-Constando ao abaiio assignado .:-
;^ que alguns individuos percorram o ioterior ^
V.r nao su .lesta provincia, como as Al.goas, *fi
:.'j l'i'ralnba, Riu-Crande do Norte e C^ai, et
.-. vendendo remedios em seu nome, julga S
Qp nsou pra isso,e que.coiuo nSu esla promp- ij
-",J l0 a carregar com os pecca.ios alheios, s -
:' se re-poin.abilisa pela proficuidade dos re- f
*J medios preparados debaixo de sua iraine- k
Q dala iuspectilo, naBulica Central lio- t
-ua meooalhic, ra de S..nlo Amaro, Mun- X
w de Nevo) 11. 6 W
Dr. Sabino Olegario L. l'iuho. ^
V..' ".. -i! iif \ w~ "< '< V.
Attenya-t)
Aluga-se ou vende-se um sitio em Sanl'An-
na uo Xavier, com grande casa de morada,
.'sil iba: ia para 4 ou mais cava los, cocbeia
grande, quarto para prelos, e capim para 2
cavallos lo 10 o anuo : quem o pretender,
de umaou outra maneira, queira dirigir-se
a ra da Cadeia do Recife 11 20, a tratar
com Luiz de Moraes Coins Ferrei.-a.
Roubo
Roubaram de urna casa da ra Imperial do
aterro dos Afogados, em occasiSo que a Sra.
que inora na mesma esa eslava no quiutal,
enaohavia mais ninguem 0111 casa : uma
bocclinha das quo vem r.ooi lampannas, a
qual continii) 1 tranceln) grosso, I ditJ
mais litio, 2cacolc(as, sendo urna esmalta-
da, 1 cordSo de filigrana grosso, 1 volla de
Collar, 1 par de pulceiras, 2 alliueles de pei-
to para senhora, I par de brincos, o I par de
rselas, 5 anueies, sendo ires com diamau-
les, 1 par de boleS de punlio para menino,
e diversos enfelea de pesclo do mesmo,
lojoseatcs objeelos deouio; assim como
Oais :( moedas de ouro de 1 3 rs 3 ditas de
108 rs 1 dita de 5o, 3 palaces, I moeJa de
piata de ls rs., e 33 rs. em scdulas : julga-
se que o I drao adiando a rotula da casa a-
baria, eulrou e abrindo a gaveta de uma
couiuioda roubou os objeelos acuna men-
cionados, os quaes rcetieu em um naliuzinno
vel(.o de tulla pintado de encarnado, que
eslava em cima da mesma comiuoda, esa-
Dio; a ivoi lindo-seque as rosetas, allineites
e pulceias uslavan. em suas competentes
caixiuhas : pede-sa as auloiidudes policiaes
a sppcetwasao deste roubo, assim como aos
i>rs ouuves, que 11.10 coinprem esses objee-
los, avisando a j-olicia 110 caso de Ihesciem
olleiecidos.
ompni&.
*. tlfll|)l >.-!SO
eirectivamente bilheles de loteras j extra-
Indas, e que estejaui recolbidoa a thesoura-
iia, alim de c.iiar a demora do lecebimen-
lo : na ra Nova n. 11.
Compra-se eflclivamenle na ra das
Flores 11. 37, primeiro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aceces das compa-
nbias, o da-se dinhciro a juros, em grandes
e pequeas nuantias, sobre petihores.
Com ra-se um prelo de 20 a 24 annos,
sendo perito ullcial de carapiua ; paga-se
heu) : a tratar 11. ra Nova u. 53, botica.
Vendem-se luvit de pellica de
Jouvui, de todas as cores : na ra do
(Jueimado loja n. 40.
z-~ *-i'iu>iii.-o' o molefluei pw*> tw booi-:
tas figuras, de )4a 1C anuos, 2 negras de bo-
nitas figuras, con habilidades, 2 mulatas
com todas as habilidades e de ptimas figu-
ras, e I iiPgrinlia de 11 anuos: na ra do
Livramento n. 4.
Rndense
urna escrava com habilidades, e boa quitan-
deira : no segundo andar da ra Direita
u. 64.
Vendem-se 5 escravos, sendo 3 pretos
de todo servido e 2 pretas : na ra Direita
n 3.
Vende-se um cavallo de estribara com
bons andares, e con? arreios novos : na pra-
c,a da Independencia ns. 36 e 38.
Tinta para marcar roupa, que nao lar-
ga, ao contrario quanto mais se lava mais
preta e segura fica, a loOOO os 2 vidrlnhos.
na pra;a da Independencia n. 4.
A <#200 rs.
Vendem-se cortes de cassa fina pintada,
com salpicse palminhas miulas e com 7
varas cada corte a 2200 : na ra do Queima-
do 0 22, loja da boa f.
A PECHINCHA ESTA' ACABANDO-SE.
Nos quatro cantos da ra do Queimado n
20, venJem-se p?gas de madapolSo com to-
que de avaria pelo barato preco de 800 e
15*00 res, lencos de cassa proprios para me-
ninos a 120 reis cada um delles, que estao
no resto
Milito em saccas.
Vende-se milho em saccas: na ra de San-
ta Cruz n 5, junto a ribeira.
Na praca ds Independencia n. 4, ven-
de-se ail liquido, o nielhor que tem apparo-
cidr/para anilar roupa, pois nSo tem o in-
conveniente que sembr as senhoras que en-
goinmam encontram no oulro, pos basta 4
I 5 pingos para anilar uma baca d'agua, a
*00 rs.
FARF.LLO.
Vende-se em barricas e saceos : no arma-
zem de assucar no caes de Apollo, esquina
da travessa da Senzala Velba.
Vende-se una taberna com poucos
fundos e piopria para principiante, no Cor-
redor do Bispo 11 12, cm frente ao quartel :
a trater na mesma
Vende-se uma escrava com bonita fi-
gura, propria para todo servico: nss Cinco
Ponas 11 136
Vende-se espirito de vinho : na resti-
lacao do monho de vento da praia de Santa
hila.
Vcnde-se arroz de casca a 53500 o al-
queire, e 200 rs. a cuia : no pateo do Parai-
zo n. 16, taberna.
Vende-se sement de hortalica : na
ra da Cruz n 36
bois mansos de carroca.
Quem quizer comprai 2 bois mansos de
car roca, grandes e bons, dirija-se a cocheira
da ra da Florentina que saberi do prego.
Ra do Crespo n. 10.
Vende-se aloalhado adamascado de duas
larguras a is a vara e 13200.
Vend-se una escrava : na ra do Pi-
lar, em Fora de Portas u. 56.
Voude-se arroz superior do MaranbSo,
e saceos com farinha nova e bem torrada :
no caes da alfandega, armazem do Mello.
AO. BARATO.
Vcnde-se riscado monstro com vara de
laigura a 180 o covado : na ra do Crespo
n. 15. v
- Vende-se cal de Lisboa, a mais nova
que ha no mercado, por prego commodo :
na roa da cadeia, defronte da ItclacSo. ta-
berna de Domingos Campos.
Boa fazenda.
__Vendem-se na ra do Livramento n.
>->, bonetes para meninos, de marroquim
domado, com velludo de varias cores
e hta de galo, pelo baratissimo pri.ro de
3000. '
_ Vende-s-s uma mulatinha de 15 annos,
recomida, muito linda e robusta, com mui-
to bom genio e agradavcl, sabe engomu.ar
e coser : na ra lrga do Rosario n. 22, se-
gundo an lar.
Vendem-se sapatos dos molhores, fa-
incados no Aracaly, carne e queijos do So-
bral, tudo chegado ltimamente, por presos
commodos para i-caba : na ra da Cadeia
do Recile n. 60, primeiro andar.
V'.nde-se uma carroga com bo manso
ecostomado ao trabalho nosla prago no
armaz-ju) de materiacs da ra da Cadeia de
Santo Antonio n 17.
Vende.ii-s'e 20 casares de rolas brancas
e pardas, estando a maior paite com filhos,
cuja venda seii effectuada pur menor prego
com quem comprar lodos os casares por
junto : no sobrado de um andar n. 8 da ra
n iS |,,'a"clsco como quem vai para a ra
Bella, das 6 as 7 horas da manhaa.
Miuiezis baratas.
Jos Fortunato dos Santos Porto acaba de
montar o seu condecido estabelecimento da
ra da Cadeia do Recife n 45, esquina da
Jiaure de Dos, com uco rico e completo sor-
limcnto de miulozas, nSoso para a praga
como paia os senhores negociantes do cen-
iro, e mesmo de outras provincias que bem
sequeiram surtir, ah achanto constante-
mente buhas brancas e de cores de todas as
qualidade, um rico sortimento de perfuma-
ras, luvas para horoem, senhora e meninas,
bengalas de canna u de baleia, bicos de seda
do todas as larguras, ditos entrefinos, cuti-
anas finissinu-s para mesa e escriptoij,
lmle 1 ros de porcellana, lindas pedias para
segurar papis, ricos enlejes para senhora
loucas, carleiras, espelhos de parede, esto-
jos para barba, lindas abotoaduras para col-
lele, p pe|, capachos para portas e sofas,
ra e de diversos fabricantes, ptimos charu-
tos da Babia, e uma immen tos que serta enfad'inho mencionar, que a
vista dasquab lades e dos pregos de certo
agiadaiilo ao comprador. Assegura-se a mo-
diciJadc dos p egos-
aTende-se
Corte (ir lai para vesli-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
droes.com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
ames que se acaben) : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
\o l*reg OE EST' QDBIU1B0.
Na toja do Preguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito o. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por pregos
baratsimos, entre ellas nolam-se chitas
n-anceas escuias de lindos padres e cores
las n 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padies miuJinli s a 280 o covado, ditas fi-
nas de lu los padrOes o encllenles pannos,
e cores hxasa 300 rs. o COValo, lindos ta-
petes paia salas a 33800 cada um, pegas de
brelanba le rolo com 10 varas a 2-3000 cada
urna, mussuIBa de cora 320, dita mais fina
delindosaadr0esa366, dita muilo tina a
410 rs. o cova Jo, dila branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambala
franceza ds cores lisas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordSo a 500 rs, cassas fiancezas
muilo unas e de lindissimos padrOes a 640
a vara, lengos pequeos para rniio a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muito finos e com
lindos bordados a 360, corles de casemira
com lindos Kislos a 53500, ditos linos a 6a,
meias casemirasde quaJ inhos proprias pura
caiga e palito a 50 o covado, laaziulias de
quitaros proprias para roupa de meninos a
*Udis. o covado, grvalas pretas de setin a
1;200 cada uma, riscados fiancezes de qua-
dros de lindos pa roes a 240 rs. o covado
casineta preta muito fina a I52OO o covado.
casemira preta a 2j>400, cortes de castor en-
corpado para caiga a 13440, ditos a 15, ditos
de bnm de buho a 1^440, ditos de brim de
algodao branco 5 Igcada um, chales de rno-1
rinode todasasqualidades, lisos e borda-I
dos, por baratissimos pregos, chitas escuras!
e de diversos padrOes e cores ixas a 160,
180 e 200 rs. o cova lo, ricos lengos de seda
de lindos p drVs a 23OOO, e outras muitas
fazendas que se deixam de mencionar, ese
venderao por baiatissimos pregos ; so da-
riio amostras com pnhores.
Vendem-se saceos com milho : na ra
do Aragao n. 36.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e expelientes
pianos, chegadot ltimamente de Ham-
burgo, e com lindos retratot no frontet-
picio : na ra da Cruz n. 65, cata de J
Keller & C.
i
\a loja
das seis portas
em frente do lvi-hment
Golnhas de Ulagarga para pescoco de so-
nhora a pataca cada uma, chales de cassa
para trazer por casa e irem ao bauho a sello
lengos de seda para trazer aos hombros a
dez tustes, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez l asios.
Para acabar
Vaada.se caasa fraoceae finta e de boailai corea
ia320 rs. o covado: Da Traca da Independencia u. i!
Xa ra do Cabu H ga'( loja de miu-
dezas ^^ n. 4.
DO
lem pata *eoder 0111 complelo sorlimcnlo de baba-
dasrie panno de linho, lamo abeilo como bordado e
de ludas ,,s larguras, principiando por dona dedos e
acabando em dous palmos, os quaes < vendtm mala
Darato Uo que em oulra qualquer parle por ae qut-
rer lemelUr o dinheira ao f.bricante.
Ut'finay&o do Monteiro
No deposito desta relinaria, na ra da Ci-
dea do liecifo n. 30, ba sempre assucar re-
hilado de superior qualidade, por preco de
biooo a arroba, dando-se um abate a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
Na lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
35000.
Cortes de casemira com pequeo deleito a
33U00, palitos de panno fino pretos e de co-
res a Iojimiu, lem porqSo para escolher.
aos senhores de
engenho.
No becco do Gongalves, armazem n. 10,
de Jos Duarte das Nevi-s, vende-se a mais
superior farinba de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em cata de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n- 16.
Methodo facilimo.
Na livraria da praga da lndependencian.
6 e 8, vende-se o molhodo facilimo- para
aprendora 1er, novamente impresso a aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro.
Na fundgSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acbam-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construegao muito
superiores
Na ra da Cadeia defronte da RelacSo, venda
n. 28 de I). S. Campos, vende-se e aluga-se, supe-
riores bicus hambur6uezas, em porcao e a relalho.
Veude-se na ra da Cadeia n. 28, auperior
presouio portuguea iuleiro a 440 ra., e mais objecloa
por preco commodo.
Ceblas novas de Lisboa.
Continuam-se a veader.no armazem de
Barros - Na ra do Brum n. 22, armazem de S
Araujo, ha para vender jarros estampados,
pro. ros para sitio, os melhores que lem
viudo de Lisboa, cera de carnauba, em sac-
eos, 18 pipas novas abatidas, vmes, que tu-
do se vende em coala para acabar, e d-se
conla de venda.
Panos.
Em casadeRabeSchmettau&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Na ra da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vmes, arcos de fer-
ro em fexes.'ferramentas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por pregos
commodos; assim como barris com azeite
de canapato.
Lobo A C. vendem cal preta a 6150
rs. o alqueire, equivalente a uma barrica
de bacalhao, em canoas de (0 a 300 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da ra .Nova no tegundo
andar do intimo sobrado, assim como
vendem a retulho em pequenat porret
em seu armazem, na rua da concordia a
~0f) rs. o alqueire.
Vende-se nu rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Xovaes & C, barris
de ferro, ou cubos hjdraulicos ; para de-
potitos de fezes, a preco commodo.
Vende-so superiot* linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em cas de Southall Mellor & C.a, rua do
Torres n. 38.
TACHAS PAKA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de O. W. Bowman
na rua do liium, pastando o chaia-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ierro fundido e bati-
do, de .1 a 8 palinos de bica, as quaes se
eehama venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desnezas ao comprador
^elogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
gloz, vendem-se por pregos razoaveis, no
esc>-iptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife u. 62. primeiro andar.
CAMAS D FERRO
Excelleules cama* de ferro para soltoiros :
vendem-se no esoiiptoiio do agente Olivei-
ra, rua da CaJcia do Recite n. 62, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low-Mo r
rua da Senzala i'ova
n. 42.
Neste estabelecimento contina'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de Trro batido e eoado de lodosos
tamanhos para dito.
Cllftp'euf de 1 ti lia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentementechegados, a prego commodo :
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Anlonio de Almeida Co-
mes.
Carne secea do < ear.
Vende-se superior carne secca do Ceari,
por commodo prego : no armazem de Luiz
Annes, defronte da alfandega.
Tintas, pacatas.
Cr, ochre e rxo-terra a vintetn
tomando de 8 libras para cima : na
Livramento, loja n. 35.
Alteiicao
Na rua larga do Rosario n. 38, loja de
miudezas de J0S0 Gongalves Feneira, exis-
ten) a venda caixas com lentos para voltare-
te, as mais ricas possiveis, Tilas de velludo de
todas as larguras, franjas, de seda as mais
ricas que lem vndo de Franca, fitas lavra-
D?*^*z?nd? ",nd* na vi8ti Pesos para pa-
da i-w n"os' com lodas s personagens
nos eo,',V,,,lUr0esdeborracba "lo C
zas'aue ^U,U,UJS Validades de miude-
zas. que nao se podem mencionar.
.. Ta.cha8 de ferr-
tachas. Unto de Tabrica nacional como es-
tr.nge.ra, batidas, fundidas. g".d" tt
quenas, rasas o fundas ; e em Smbos og iT-
gares existem guindastes para carrejar -
noas ou carros, livres do despeza. Os nreCo
sSoo s ma is commodos. w
Algodao monstro.
Veude-se algodao monstro com 8 palmos
?, gura, ""'to proprio para toalhas e
lengoes, pelo baratissimo prego de 60o rs. a
do ." a"3 J* fe* a tu* d0 Qun>-
iVIushulinas brancas e de
ores.
Vende-se mussulna branca muito fina a
**,S COnvad0'diu de co.es de excellentes
L SECRETARIAS.
As melhores que at boje tem spnarecldo
a este mercado : vendem-se no ei toriii
-ffMKM-"'a:
Relogios
cobertos e descobertos, pquetos e Branden
de ouro patente inglez. paV. bomeme se-
nhora de um dos melhores Tabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor C rua
do Torres n. 38. "
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. 34, escriptorio de
>ovaes& G., tupenor vinho do Porto, em
caixat de uma e duat duziat de parrfat:
a' preco commodo.
Vainas de Jouviu.
Constantemente acharSo na loia do 11
rBsntf.,.a.leri da, Boa--Vist 7. s verdadei-
ras uvas de Jouvin. de todas as cores
ti mod r'C0S P6DleS 0 larlaru8 da ol-
>L>endis superiores
Na TundigSo de C. Starr Companhi. m
Santo Amaro acham-se par. vender m0e
o'nSSeSfo* LSoJeTSre. U mSS^'
jiCHAiisio fAju um-
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENf.
NHE1RO DAVID W.BOWMAN U
RUA DO RRUM, PASSANDO O Lha
FARIZ, C,HA*
ha aempre um grande aoriimanio doaaeRainie. oh
jactoaraechauiamoaproprioBDarai.iii..i b
K : moeoda. e meia. n.oendaaf"',22%Z
conatraccao ; laii.ada ferro fmUid?, CuTVL
auperior qu.lidada a d. lodoso. laTanhos rodl!
dentadas para agua 00 aumaea, da lodaa a. ,' r?
S8ea;crivoae bocaa da fornall a re?,!ir.' i.T'
airo, agui.hflea,broo.^p,r.f0iV.re5vXe.eB.ol"
nhoa de mandioca, etc. ele. in>ai,nioi-
NA MESMA FUNDICAO
se eiecutam lodaa as encommendaa com a aan.rin.
ndade conhecida com a devida nutLlSV^
modidade em prejo. Paieia acora-
XAROPE
DO ~
BOSQUE
Foi (ranaferido o deposito daate xaropa para. h
tica de Joae da Cruz Sanios, oarua No? ,? %,.
garrafa. 5500, a niaia6300o, .andofa'V iodo
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO
Para curada pbljaicaem lodcoaatu.iiiOeVe,,
le.gr.oaqucrmolivadaporcon.tipacSea, loase
aalhma.pleiir.z.eacarrof d..aDgu,, d,decoa-
ladoaepeito.palpilacsono eor.{ao,eoq.ieluch.
bronel.ua, dorna jarganla, a lodaaaiWlMtS
doaorgaotpulmouarea. "
Sellins e releeios.
SELLIS a RELOGIOS da palaole
ingle : a venda no armattn da
Roatron Rooker & Lompanbia, ea-
qoina do largo do Corpo Santo nu-
mero .48.
Deposito
de rap princesa da fabri-
ca de E. Gsse, no Rio
de .Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino.
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua dR Cruz n. 49. *
**!>* f*&i>&
5O#O0O.
rugi do engenho Vicente Campello da
treguena da Escada, no dia 6 do corrente. o
escrayo Roque, da nacSo Angola, parece
cr.oulo por ter vndo de pouca idade, repre-
senta ter 30 anuos, pouco mais ou menos
ba.xo, secco do corpo, rosto comprido, tem
urna cicatriz no queixo de uma fstula que
teye proveniente de um couce de cavallo e
sobre a mesma cicatriz tem alguns cabellos,
e o quetxo deste lado mais inchado.o andar
lie alguma cousa ^eiado, levou camisa e ce-
roula de algodSo azul e chspo de paiha,
tem as costas com signal de chicoladas:
quem o pegar no Recife leve ao escripturio
uos Srs. Lemos Jnior & Leal Res, e em ou-
tra qualquer pane poder* dirigir-se ao mes-
mo engenlio que recebar de gratificado
jOoOOO do abaixo assignado, no Recife, sera
paga esta quantia pelos Srs. Lemos Jnior &
Leal Reis -Manoel Goocalves Pereira Lima.
Fugio no dia 19 de julho do corrente
anno, um escravo crioulo do nome Thom,
idade 23 a 30 annos pouco mais ou menos*
cornos signaes seguintes : baixo, rosto cou
bastante marcas de besigas, nariz chato
com m lobinbo por cima do olho dre to
pouca barba, ps apalbetados : quem o pe-
gar, ou delle tiver noticia, dirija-se a Ponte
Uchoa, no sitio onde mora Anlonio Jos Pi-
res, que sera nompensado.
Em 12 de julho prximo passado fualo
do engenho Bosque Alegre, provincia das
Alagoas, o escravo Germano, com os signaes
seguioles : idade 25 a 28 annos, naco Ango-
la, alto, corpolento, cambado das percas
tendo em uma d< Has a cicatriz de uma gran
de fenda. barbado, cara comprida, e regris-
la : este escravo pertence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Gamaragibe, e suppoe-se ter fgido para
esla provincia de Pernambuco procura de
outro companheiro do mesmo engenho, ha
pouco lempo vendido : roga-se, porlsnto, s
autoridades policiaes, aos Srs. capities e
campo, e a qualquer oulra pessoa que o ap-
prehenda.de o entregar na villa do Passoao
sr. Joaquim Matinho Falcao, e em Pernam-
buco a Eelisberto Ignacio de Oliveira, praca.
do Lorpo Santo n. 6, pos ser bem recom-
pensado, e satisfeilas as despezas que com o
mesmo se lizerem.
PERN. TYP. DE Ja. f. DB FARIA 1857
MUTILADO
,

ILEGIVEL
:


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