Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07809


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Full Text

V
k

i:/
ANPXXXIII M. 188.
Por 5 mezes adiantado 4#000
Por 3 mezes vencidos 4$500
QliAITA FEIRA .11 DE AGOSTO DE mi
Por auno adiantado lotfOOO.
Porte ianco para o subscriptor.
V
tNCAHEOAlX)9 DA. SUBSCRIPCAO DO NORTE.
Piretalba, o Bt. Joto Rodolpho Gomei ; Na til, o Br. Joaquim
1-1'erelra Jnior ; Aracilj, o 8r. A. de Lemos Braga; Cea-
ra'.o Br. J. ot da Oliveira ; Maralo, o Br. Joaquim Mar-
qnes Rodrigue: Pliuhv o Sr. Jos Joiquim Aveliuo ; Pa-
ra, o Br. Juiliao J. Ramoi i Amiionn, o 8r. JiroDvmo da
Coala.
PART DA DOS CORREIOS.
O'.inil : lodos os dias, es 9 e meia liara do da.
Igoarassu', Guianna o l'arahiba: as snffunda* e seitas-reiras.
S. AnUu, Ucserroa, llonitj, Caraaru', Allinho Geranlimi : na latea filfa.
S. Loun-mo, Pao d'Alho, Naiarelh, Limoeiro, Brejo, Peauoelra, logaseira,
l'lorea, Villa-Bella, Boa-Vista, Ouricurj e Exu', nasquartas-feirai.
Cabo, lpojuca.Serintileni, Rio Formoso, Una, Barrei'roa, Agua-Preta, Pi-
mentcirase Nalal: quintas-reirs.
^ ledos os crrelos parlen aa 10 horas da manhSa.
AUDIENCIAS DOS TKIBCNAESjDA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio : segundas quintu.
Rea cao : tercas feini a sabbados.
Fazenda : quarlaa aabbadot es 10 borai.
Juizo do eommercio : aegunda ai 10 horai quintal ao mio tlia.
Julio d* orphoos .-segundas a quintal ai 10 horas.
Primalra vara do civel : segundea e aeitai ao meio da.
Segunda vara do civel : uarlaa a labbadoa ao meio dii.
EPUEMERIDE5 DO MEZ DE AGOSTO.
5 La cheia ai 4 borai 8 minutos da tarde.
12 Quarto minguaote ai 3 horaa e 22 minutos da turde.
19 La nova ai 3 horas a 0 minuto da mantisa.
37 Quarto crcenla aoi 15 minuto da Urda.
PREAMAR DB HOJE.
Primeira ai 2 horai e5 4 minutos da tarde.
Segunda aa 3 horas a 18 minutos da manha.
DAS da semana.
17 Segnnda. S. Mamede ni. ; S-. Euliquiniano Liberato.
18 Terca. S, Clara do monte Falco v. Si. Laure e Fiora ram.
19 Quarta. S. I.ui/ b. f. : S. Tecla v. m.
20 Quinta. S.Bernardo ab. doutor da Igreja.
21 Sena. S. Joanna Francisca Romana.
22 Sabbado. Ss. Agalhonico e Aulhura mm.
23 Domingo. 12 O Sagrado Corceo de Maria.
ENCARREGADOS DA SBSCRICAO NO 8UL
Alagoai, o Sr. Claudino Falco Dial; Baha, o 8r. D. Dual
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
EM PEKNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa da Paria na iua
livrarii, prac da Independencia n. S e 8.
*".
PARTS 0FFICIAL

"" MINISTERIO DA FAZENOA.
Eiptdieota da 14 de ulho.
Ao ministerio da eslraogeiroi.Illm. Eim. Sr.
""Saliifaicndo a exigencia comanla do avilo da V.
Ilic. da 4 do crrante, qaeaeompanhou copia da no-
ta do dia precedenle dirigida a V. Exc. palo minis-
tro de S. M. Brilannica nesta corle, coliiindo urna
rapre*en(ac,o de diversos comroercianlas inglezei
. daila (Haga, em quipedem que algamai mercadorias
chegada este porto nnlenormenle ao dia 1 deale
mez sejsm despachadas segando a tarifa qua deixou
de vigorar nesee dia : tenho a declarar que, estando
.decidido palo soverno imperial, conforma communi-
qaei a V. Etc. em avilo de 16 de miio ultimo, que
a execuoo da nova tarifa das alfandegas do imperio
Hilo seria esparada alm do dia que I lie foi fixado ; e
* tendo ella effeclivameola comecado a vigorar do dia
1 dp correle, ha consequencia atceaiaria que lodos
oa despachos apraseotadoi na alfandega de enISo em
dianla sejam proeesaados da accordo com as disposi-
cin em vigor, asiim se lem praticado.
Aconltcea qua, ao Andar o mex de junho, mnitos
despachos de raercadorias existentes nos armazens da
alfandega, e que ja haviam sido distribuidos, dein-
rim de ser processados pela accumolaro de servido
que entio liouve ; mas, por equidade, permiltio-se
que e'ses pudeuem anda etTectuar-se peta tarifa en-
-lerior, e delta decito do governo podem os com-
mercianles que recorreram a legaoo brilannica e-
proveitar-se se liverem despachos que fossem apre-
sentados e distribuidos na alfandega antes do dia 1
dejolho; no caso contrario, devem lubmetter-se ao
qoe se lem sojeilado oolros que eslo as mismas
eirrutu-tancias.
A Ihesoararia da Babia Bernardo da Sooza
Frunce, presidente do tribunal do thesooro nacional,
declara ao Sr. inapeator da Ihesoararia da Bahis, que
\. %o mismo tribunal dea provimeolo ao recurso que i-
eampaahou o tea olliciu n. 124 de 16 de maio ulti-
mo, inlerpu-to pelo segundo escriturario da dita
thesonrina, Jos Sesisnando Botelho, da didio qoe
Ihe denegou a quinta parte do ordenado do lugar de
ehefe de swca'o qoe interinamente servio de 8 de ou
lubro a 14 da dezembro do armo pasudo; porqoan-
to. lendo-se dado a substilucao. nao por je ler veri-
ficado a hypolhese prevista no arl. 6 do decreto n.
r. i.Vi de 27 e jolito de 1846, visto o empregado nSo
ter sabido da leparligo em commisso gratuita, e
sim nos termos do arl. 4, do mesmo decreto, lem o
recurrente direito a percepo da qoinla parte pela
forma marcada no avilo n. 231 de 6 de oulnbro de
1852.
15
A; A da Parahiba.Bernardo de Sooza Franco, pre-
sidente do tribunal do thesouro nacional, participa
ao Sr. Inspector da Ihesoararia de fazenda da pro-
. vincia da Parahiba, que o mesmn tribunal deu pro-
vimento ao recurso que acompanlioo o oflicio da pre-
sidencia numero 13 de 13 de abril ullino, interpos-
to por Victorino Pereira Maia, da deciso da mesma
Ihesoararia acerca da multa de 7I2000, imposli
pela alfandega respectiva ao capillo da barca ingleza
uQuen. como incurso no art. 1(1 do regiment de
a,'-*1' de abril de 1851 ; e declara ao Sr. inspector que
"foi errnea a applicaeo do citado artigo; viito ttr
vindo a referida embarcado em lastro do porlo de
I Jersey com deslino ao do Canal; sendo lambem im
prucedenles as razei em que se fundn para reduzir
aquella mulla a 101)9000, nos termos do arl. 158 do
regulaaaenlo de 22 de junho de 1836 ; porquanlo
Ircuxe o navio do porlo da procedencia o seus pa-
pis correle-, os qoaes foram, posto que posterior-
mente, apreseulados a alfandega, nao se dando par-
anlo falla de manifest ou certifican.! de la-tro ;
mas lao lmenle demora na sua apresenlacao.
J jauto poam a mulla de 2im.-ou. imposta pela
. Remora de dous dias qoe leve o capttao em dar a sua
entrada na alfandega, foi pelo tribunal confirmada,
por estar de accordo com o diipo citado regolamento de 22 de juuho, e nao iirein al-
teodiveis as allegarles de lerem hcado em Pirnaro-
boco os papis respectivos, e de nao os haver o capi-
tao recebido ao lempo de sua chegada e julgar que
aera el les nao devia a presen lar- te na repart cao, pois
"Dio podem taes razOes justificar a falla de cumpri-
mealo do preceilo eslabelacido no mismo litigo, e
muilo recommendado no regnlamenlo n. 203 de 22
dejolho de 1842, e no rtico 2, do de 26 de abril de
1854.
17
Cirenlar.Bernardo de Sooza Franco, presidente
do tribunal do thesouro nacional, declara em confor-
-midade do aviso do ministerio do imperio de 10 do
_ frrenle, aos senhores inspectores das thesourarias
' de fazenda, que aos oflieiaes maiores das secretarias
das presidencias de provincia compete lodo o venci-
mento dos respectivos secretarios quaodo eitei nada
perrebem, ou deixam os lugare vagui como lem si-
do declarado por avisos de 5 da stternl.ru de 1855 a
10 de malo de 1856, e somenle a quinta parle quao-
do o secretario eonserva-se com direilo aquelle ven-
. cimento, nos lermoi do decreto n. 459 da 27 de
jolln de 1816 e aviso de 13 de novembro de
1851.
. Ihesoararia do Espirito Sanio.Bernardo de
souza Franco, presidente do tribunal do thesouro
nacional, declara ao Sr. inspector da Ihesoararia du
Espirito Sanio, em rerpotla ao seu idlicio n. 73 da
12 do mez lindo, noqoal exp^e ai razuei porque nao
se lem podido proceder al o presente a otado dui
officios e empregos de juslic,a da mesma provincia :
primeiro, que nesla data se requisilam ao ministerio
da jaslica providencias para queiieiic o escmaodoi
faltos da fazenda da accumular as fancc,0ea de difle-
renlcs carinos: segando, que deve empregsr novoi
^ e-1'irc.u; no inluito de conseguir que os arbitros no-
mea los para procederem a tal lnUc.,1 o a isso se pres-
tem gratuitamente, e que s no caso de serem infruc-
tferos asses esforjos, deve man Jar-Ibes ebonar o c-
' molumcmo do art. 77 oa do arl. 180 do novo regi-
" ment das costas ; e terceiro finalmente, quanlo a
reforma das lolac,5es dos beneficios ecclasinsticos,
que, te por falta de lolarei judiciaes, para as qnaes
Oeve preceder ordem-do Ihesouro, lem o Sr. inspec-
tor deiado de cobrar novo direilos desse benefi-
cios, lem sido irregular lemelhaole procadimenlo,
urna vez qoe a lei o aulori-a para a lolac,ao adminis-
trativa provisoria, qoe deve-subsistir emquzolo se
- nlo proceder a ju licial, com ai dllcraees que as cir-
cumstanclai aconselharem.
20
Circular.Bernardu de Soirzj Franco, presidente
do tribunal do llie-ouro nacional, declara em confor-
midade do aviso do minislerio da Justina del3 do cor-
rente,aos senhores impeclores das thesourarias de fa-
zenda,para u devidu conheciinfiito e necjr.io, qoeS.
M.O imperador,pnr sua imperial resoluto de consul-
la da -relo de jn-liea do consellio de E-lado de 8 do
referido mez, houve por bem ordenar que emqnanlo
ptsr lei outra causa se nSo resolver, seja commetti la
i guarda dos cofre dos orphaos aos colleclores das
rends publicas, qnanda nao haja quem com a cou-
dici i de prestar flauta, aceita o encargo da Ihesou-
rciro dos ditos cofres.
Decreto n. 1,949 de 25 de julho de 1857.
- Revnga a diiposicao do arl. 91 do re 10 de jolito do 1850, na parle em que lornou pro-
visoria a do S 3- do arl. 68 do mesmo regula-
mento.
Usando da aotorisacao concedida pelo i 2- do arl.
15 da lei n. sin de 15 de selembro de 1855, hei
pdr bem ordenar qoe routinoe era seu inleiro vi-
gor a di*posic.ao do 3' do arl. 68 do regula-
menlo de.10 de julho de 1850, que aulorisou os
Bancas a rompanhias publicas e particulares para
arrecalarem o sello da suas letras, na forma men-
ciii ida no mesmo paragrapho ; ftcando assim revo-
gado o art. 91 do dito regnlamenlo, na parle em
que delermiuou qoe e-si di-p.isicao si, wigorasse em-
quanlo nao se esiabeleces&e o sy-lema da venda de
pipel sellado, p ulerirmenle mandado execular
,> -1 rezulameiito de 31 de dezembro de 1851.
Bernardo de Souza Franco, do mea eonselbo, se-
nador do imperio, minitlro e secretario de estado
tos negocios da f.neiHa e preaidenle do tribonal do
y Ihesouro nacional, assim lenba entendido e faca
execular.
-Palacio do Rio de Janeiro, em 25 da julha de
1K77, 36* da in lependencia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador.lieruardo de Sou-
za Franco,
Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos, do meu
conselho, ministro e secretario de lado dos nego-
cios di juslica, assim o tenha entendido e faja en-
colar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de julho de
1857, trigeiimo-eexto da independencia e do impe-
rio.Cora a rubrica de S. M. o Imperador.
Francisco Diogo Pereira da Vascooocillos.
Hei por bem, sobra consulla do conselho supremo
militar de lu-lica, decretar que o lempo para a a-
presenlico das pravas do carpo municipal perma-
nente da corle, e dos corpos policiaes das provincias,
s quaes foram perdoadas, palo meu imperial decre-
to de 17 da junho ultimo, os crimes de primaira
o segunda desercflo simples, sera o de 3 mezes,con-
tados da publicarlo do referido decretom cada urna
das respeclivaa comarcas; ficando comprehendidas
naqoelle indulto as pracas qoe por taei crimes esli-
verem j seolenciada, oo para sentenciar.
Francisco Diogo Pereira de Vaiconcellos, do meu
eouselho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da jailica, assim o (eolia entendido e faca exe-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de julho da
1857, 36' da independencia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Diogo
Pereira de Vaiconcellos.
servir nao especificado no arligo aotecadenie, em
logarcerto e determinado.
3.* Ai commissOesde residencia podero ser con-
sideradas activas somenle por declararlo do governo,
conforme a importancia do servido.
4.* Uuando occorrerem drjvidaa sobre a nalnreza
raei que ao governo compete escolher, enlender-se-
ha qoe continuara os Horneados no auno anterior.
Jernimo Francisco Coelhn, do meu conselho, m*
nislro e secretarlo de estada dos negocios da guerra
o tenha assim entendido e faca execular com os des-
pachos necassarios. Palacio do Rio de Janeiro, em
e classificacao das cemtnisiSes, abonar-se-hao os i 29 de jolito de 1856, trigesimo-siito da independen-
aianai *-A Jt.Sfl.ljVA j 1 T a jIa ea.M Ijnol i ti in l.\ JA i a- 1 n -s .^ I ahjtak A 1 __. aah ataJBfel an M k* aa. .. I.r .. (a *-' 1 f W___
' MINISTERIO DAJIslMA.
Decreto n. ;>J0 de 22 de julhi de 1837.
Aulorisa o averno para ma-vdar pagara Manoel
Antonio It tsios Ritclifl a que se lite esliver de-
vendo do ordenada de carc* villa do Pilar, da provincia da Parahiba.
llti por bem lancelonaf e nanda que se execti-
ta a resolucAo segoinleda auembla geral legula-
Jiva :
Artigo onico. O governo Oca autoriado para
man lar pagar a Manoel Antonio Bastos Halclill e
quu se Ihe esliver devaodo do ordeoado de caree-
f <" da csdeia da villa do Pilar, na- provincia da
Paralulii da Norle, corre-pon lente ao lempo do
ixercicio qua tiver ; revocadas as ditposc,oes em
onlrario.
MINISTERIO DA GUERRA.
Circula:.R o de Janeiro. Minislerio dos ne-
gocios da gnerra, em 22 de jolho de 1857.Illm. e
Exm. Sr.S. M. o Imperador ha por bem deter-
minar que o engajamenlo de saeerdotes pata capel-
laei nai fortalezas so tenha lugar por contrato, ar-
bilrando-se-lhes urna esporlula raioavel por missa
nos dias sanios e de guarda, e dando-se-lhes trans-
porte. Oulrosim determina o mesmo auguslo se-
nhor que as referidas fortalezas so poisam conser-
var-so em tervico os capellaes militares que por
idade avanzada oq soflrimenlos forem apias ca-
pazes do scrviro moderado devendo os que nellas
aclualmenie servem ser inspeccionados para se co-
nhecer se eitao em a circumstancia indicada para
conlinnarem oa nao. O que declaro a V. Exc. para
leo conhecimenlo e devida execuco.
Dos guarde a V. Exc.Jernimo Francisco
Coelhn.Sr. presidente da provincia de..."
Circular.Kio de Janeiro. Minislerio dos ne-
gocios da guerra, em 24 de julho de 1857.Illm. e
Exm. Sr.Determinando S. M. o Imperador qoe
se observem as inclusas ini(rucc,cs, que devem re-
gular as vanlageui e vencimentos dos oflieiaes do
ejercito que viajam em commisso de servico ; eas
que designara as commissOes de cngenharia que de-
vem ser coosiderada activa ou da residencia, assim
o declaro a S. Exc. para o sen conhecimenlo e pun-
tual eiecuc.io na parle qae lhe toca.
Dos guarde a V. Exc.Jernimo 1 rancisco
Coeiho, Sr. presidente da provincia de. .
Inslruccoes que devem regular as vanlagens e ven-
cimentos dos oflieiaes do exarcilo qoe viajam em
commilsao do servico.
Sendo conveniente, para rnaior facllidade da iis-
calisacao, e para inlelligencia dos oflieiaes do exer-
eilo, qoe se achem compiladas lodas aa disposi;oes
sobre o abono de vanlagens e vencimentos dos mes-
inos oflieiaes, quandu viajam por mar ou por trra,
em commissilo do servico, determina S. M. o Im-
perador qoe nos casos abaixo mencionados se obser-
ve u seguinle :
1. Os oflieiaes que viajam por Ierra em conimis-
s3o de servico de urna para oolra provincia, alm
da ajuda de cn-tn, lem direito a Kratiflcar,1o addi-
cional, elape, e forragens para cavalgadoras e bes
las de bagagens, que, em razao da paleule, Ihe-
compelirem.
2. Sendo a viagem de nm para oulro ponto den-
tro da mesma provincia, tem direito osmeemos ven-
cimentos a' excepcao da ajuda de cusi ; abonati.lo-
se-lhes lambem forraeens para una he-la d baga-
_'in, anda que em razao da patente lites nao com
pila, quandu marcharem isolados dos corpes a que
perlencerem.
3. Quando a viagem for por mar ou por rio, ven-
cerao a gr.lificac.ao adiicional ; eo transporte dos
mesmos olliciaai a suas familias, inclusive as come-
dorias, sera' pago pelo governo. Se em laes via-
gens, porm, os commandanles das embacaees nao
se obrigarem ao sllenlo dos ulliciaes a estes se abo-
nara' a elapa a mais Untas rar;0es quanlas forem as
pessoas da familia.
4. Ss a viagem for feila, parle por Ierra, e parte
por mar ou rio, observar-ae-hao as indisposit;es an-
tecedente! para um e oulro caso.
5. Aos inspectores dos corpos, e oflieiaes do esta-
do rnaior doi mismoi corpos, e quaesquer oulros, a
qoem pela legislarlo viniente se abone dinbeiro
para compra de cavalgadoras, nao se suspender' o
abono das rardes de forragens duraule as viageus
que fzerem embarcados.
6. Aoi oflieiaes e mail piabas do cxercilo, que li-
verem de fazer viagens para se matricularen) uos
corsos de estudos militares creados nesla corle, e na
proviocia do Rio Grande do Sul, pagara' o governo
as despezai de transporte, e as vanlagens a que lem
direilo os que marchara em commisso do servico,
qaando as licencas para frequentarem os ditos cur-
sos forem concedidas pelo goveruo.
7. (Juan lo os oflieiaes que marcharem em lervico
liverem direito a ajuda de cusi, esla Ibes sera' abo-
nada pelas thesourarias de fazenda na legointe pro-
porc.'i : pelo mnimo, sendo solleiros ; pelo medio,
qaando liverem de viajar levando em sua compa-
uhia familia que nao exceda de Ires peisoas ; t pelo
mximo, quando a familia se compuzar de mator
numero de pessoas Em qualquer dos dous iri-
meires rasos, porm, o governo podera' mandar ele
var a ajada de costo ao medio oo mximo, tendo at-
lencao ai difliculdades da viagem.
8.' linieu ter--e-iia por familia dos oflieiaes, a mai
qua for par tiles alimentada ; a mulher e lilhos me-
nores de 18 anuos, e ftlhas solleiras, e irm.las lam-
bem solleiras, orpintas, ou irmao menor de 18 au-
nas, e lambem orphao.
9.' Quando as Iranferancias dos oflieiaes de ons
para oulros corpos mo liverem logar por convenien-
cia disciplinar, mas forem por elles solicitadas, o
governo s Ibes abonar melada da ajada de cusi,
calculada pelo medio, no caso de ser a viagem por
leira, assim como lambem melade da de transporte se for por mar oa rio. Os oflieiaes que
viajarem em consequencia de licencias que nblive-
rem, nao ter.lo direilo a oulros vencimenlos alem
daquelles que farem declarados nos avisos da II-
cenc.a.
10. He prohibido o abono da sidos adianlados
por motivos da viagem, excepto aos oflieiaes que
marcharem era servida, devendo nesle caso o abono
ser desmotado integralmente nos mezes subsequen-
les. Aos qoe marcharem para qualquer provincia,
cuja capital esleja a mais de cem leguas distante do
litoral, se adiantsr.a Ire mezas de sold ; quando
as capitaes das provincias esltverem menos de cem
leguas distantes do litoral, ou qaando, estando no
litoral, n3o hoover para eslas tu vesica o directa a
vapor, o aliono de sold adiantado ser de dous me-
zes ; finalmente, estando no litoral a capital da pro-
vincia, ehavendo pira ella navegaban a vapor, so-
menle se abonar um mez de sold.
11. Os abonos da foregera para cavalgadoras e
beslaa de bagagem, a que liverem direilo os oflieiaes
em viagem de Ierra, serao sempre calculadas sobre a
base de qualrn leguas por da. Palacio do Kin de
Janeiro, em 21 de julho de 1857.Jernimo Fran-
cisco Cielito.
lii-irucces designando ascoromissSes de engenhiria
que devem ler comiderada activa, ou do resi-
dencias.
Cumpriuda regular a encurto do que dispiie a
obsrrvacan 2 da tabella annexi ao decrelo n. 1 880
de 31 da Janeiro do correnlo anno, relativamente a'
qaaliBea preados ni servido de engenharia, para evitar o in-
conveniente de seiem privados dos seui vancimen-
los os oflieiaes empregados em luaarai remolos da
corle, ale que pela secretaria da lado dos negocioi
da guerra Ibes seja classificada a naloreza da com-
misso, alem de qoe seria preciso que a mema se-
cretaria da guerra acompanhasse o movimento e va-
riado continua repelida das commissOes incumbi-
das a cada olllcial as provincias, po tendo em mal-
los casos s derisao ou designio feita pelo governo
chegar lardtarnenle e j. encontrar o ofllcial empre-
gado em commisso diversa ; determina S. M o Im-
perador que se observe o seguime :
1." Eulender-se-ha por corno i-.,,,, iC|v3 j. 0
scr\ic,o m campa de inslrurc.aj; 2-, o reconbeci-
inenlo de provincia', fronleiras, pravas e demarca-
580 de limite- ; :i-, revista de nspecc,.lo de obrss
mil.lares ; i-, levanlainento de cartas ; 5-, direccao
de rslradas e canaes ; 6', a direccao de mais de uina
obra, quando de ama a oulra a distancia for mainr
de meia legua ; 7', o cxircicio de ehefe da cnmmii-
1,10 de engeuharia composla de mais de dons enge-
nlteiros.
2.' Futen terse ha por commisso de residencia :
I-, o servifi em Irabalhos proprios da arma de en-
genharia as pravas e forlicardes ; 2*, direccao de
obras militares, qaando entre urna e outra a distan-
cia f ir menor de meia legua ; 3-, levaulamenlo,
consiruccAo e copias de planta, e oulro qualquer
vencimenloa das de residencia, dando-se parle ao
governo para resolver.
5.* Se as commissOes de residencia liverem de ser
dasempenhadas fura das capilaes das provincias, a-
bouar-se-ha.i aos oflieiaes os veucimeulos de com-
misso activa dorante a marcha por Ierra, na razao
de qualro leguas por dia ; se porem a viagem for
por mar oa rio, em vez dos ditos vencimenlos, o
transporte sera' pago pelo governo. O mesmo se ob-
servara' quando os oflieiaes liverem de seguir por
mar oa por Ierra da nm para oulro poni do interior
das provincial, para desempmharem qualquer com-
misso.
6.* I.ogoqae finalisar qualquer commisiSo, ou os
oflieiaes forem encarregadoi de novas, os presiden-
las das provincias expedirn comraancac,Oea a's the-
ourarias de fazenda, para, a' vista das mesmai, le
abonarem os vencimenlos correspondentes.
7.* Os oflieiaes no verso dos recibos que passarem
para receber os seu- vencimenlos devero sempre
declarar os lagares e qualidade ou nalureza das o-
brai, ou oulro qualquer servico de qae se acharen)
encarregadoi. Isual declararlo daverio fazer os
ehefe de commissOes de engenharia as folhas que
organisarem para pagamiulo dos oflieiaes qae as
compuzerem.
8.- Os presidentes das provincias qaindo, por mo-
tivo urgente, empregarem em servido de engenltei-
ros oflicaes das oulrss armas, dever.lo dar immedia-
lamenle parle ao governo, solicitando a necesiaria
npprovaq.in. Emquanlo porm o governo nao resol-
ver, s se abnnnrao vencimenlos de engeuheiros aos
que liverem o curso completo da de engenheria, ar-
lilharia ou eslado-maior; aos que nao liverem o
corso das ditas armas, abonar-se-h&o simplesmenle
o vencimenlos dos exercicios em qae esiivessem an
leriormenle, e das armas a que perlencerem, on
orna gratificado que nao devera' exceder a' melade
dos vencimentos de engenheims, correspondentes a1
nalureza da commisso, flcando-lhes o direilo de
aeco. Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de julho de
1857.Jernimo Francisco Cotlho.
Decreto n. 1,950 o> 29 de julho de 1857.
Fixa a intelligencia, e slabeleee regras sobre varias
disposic.oes relativa! a' orgaoisacio de escala dai
prnmncej e preeiirliimeiiln das vagai dos pollos
dos oflieiaes do exercilo.
Convindo fuar de um modo claro as regras para
obviar os inconvenientes resultantes de qualquer du-
vida na intelligencia do ; 2* do art. 6- da lei n. 585
de 6 de selembro de 1850, qua'ndo for impar o nu-
mero de vagas d< oflieiaes superiores a preencher ;
e lambem para definir quaes as ragas que animal-
mente devem obrigaloriamenle ser preenehidas, e
assim evitar-se reclaraar^oes sobre prejoizos de anti-
guidade ; e finalmente para regular o modo pralico
de orgsnisar as escalas de promorao dos oflieiaes do
exercilo, da qoe traa o -. i- i rl. 1" do regula-
menlo approvado pelo decreto n. 1,881 de 31 de Ja-
neiro do correnle anno, hei por bem decretar o se-
guinle :
Arl. !, O preenchimenlo das vagas de oflieiaes
dos differenles corpos e armas do exercilo, de qoe
trata o arl 13 da lei n. 585 de 6 de selembro de
1850, sera' feilo em cada anno por urna promorao
geral.
Arl. 2. Smente se consideran! no caso de serem
obrigaloriametile preenehidas aquellas vattas de que
o governo lenba conhecimenlo oflicial na datada
promocio.
Art. 3. As vazas as differenles classes dos ofli-
eiaes superiores ser,lo preeocbtlas, segundo o dispus-
11 no arl. 6 do S ds citada lei, metade por auli-
guidade e melade por merecim.nl i, sendo esta ra-
gra applicada em cada promocao.
Arl. i. (.i lanl i em qualquer das sobreditas rlas-
sei o numero de vagas for impar, alm da melade do
mximo numero par contido na (olalidade rieMM va-
gas, sera' preenchida mais urna, ora pelo principio
do mereomenln, ora pelo da aulisuidade allernadi-
metile, e de modo que, se na promorao de om anno
fr essa vaga excedente preenciid.'i por om dos prin-
cipios, deva s lo em cornpensac,ao pelo oulro prin-
cipia na primeira das leguiutes prorooces em que
se der numero impar nena mesma claise.
Arl. 5. A disposicao do arligo antecedente ser
eieeulada do modo segointe :
8 1. Quando as proroocOes feitas depois da lei n.
585 de 6 de selembro de 1850, liverem sido as vagas
de oflieiaes superiores supptidas com igoaldade, lan-
o pelo principio de snliguidade, como pelo do me-
recimenlo, a sobredila disposicao se executara' no
senltdo litleral em que esla' concebida.
S 2. Quando porm m qualquer das ditas classes
tenha desigualmente preponderado, as pmmojes
ja feilai, om dos principios sobre o oulro, em com-
peri-.c.iii as futuras promo;0ei, sempre qoe o nu-
mero de vagas fr impar, a vaga excedente a' meta-
de do mximo numero par sera' preenchida pelo
principio que liver sido prejudicado lias ditas pro-
morOes anteriores, e assim se continuara' at que na
respectiva cl.isse as vagas venham a licar suppridas
com i&ualilade pelos tloos principios, procedeudo se
dabi por dame segundo a regra geral eslabelectda
lio artigo antera lente.
Art. i. Sempre que o governo em qualquer pro-
morao entender qoe, alm da melade das vagas qoe
he obrigado a preencher pelo principio da auligui-
dade, nao ha individuos em oomero sufliciente, qae,
no seu conceilo, estojara no casa de serem escolhi-
dos por merectmenlo, e qoe tenha por isso da exce-
der o numero dos que forem promovidos pelo prin-
cipio de anligaidade, eolendei-se-ha que o exeesio
dos promovidos por este ultimo principio reprsenla
o que davtam s-lo por merecimenlo, sem que por
isso as promoces seguiolei se deva alterai a regra
do arl. 4.
Arl. 7. Para organisai;o das escalai de promo-
cao de que (rala o|!2 do arligo I do regnlamenlo
approvado pelo decrelo n. 1881 de 31 de Janeiro do
correnle anno, o governo nomeara' no mez de julho
de cada anno um couselheiro de guerta, ou vogal do
conselho supremo militar, e um oulro ofllcial-gene-
ral, os quaes se reunitao ao ajudanle general.
Arl. 8. Assim reunidos, procederBo a lodos os
Irabalbos preparalorios, exatntsdos documentos, le-
ales de conduela, e mais circumslanoas precisas
para n nrganisacao das escalas de promocao, que,
ale os ltimos das do mez de oulubro, devem ser
submetttdas a] considerarlo do ministro da guerra.
Arl. 9. Alm dos (rabalhos que ficam designados,
incumbe-Ibes:
S 1. Propor em cada atino, a' vista das infirma-
rnos asseulamenlos relativos aos oflieiaes do exerci-
lo, quaes os que, na (orina do arl. 26 do regulamen-
lo qoe haixou com o decreto n. 772 de 30 de marco
de 1851, achando-se Inhabilitados de bem deiempe-
nliar os eus deveres as armas oo corpos a qoe par-
lencera, devam ser transferido! para o corpo do
eilado-maior de segunda classe.
2. Organisar animalmente, a' visla das informa-
COes acias de nspecc.lo de -au le, Urna rehiran dos
oflieiaes de primeira classe do exercilo.que, achando-
seas circunstancias da$ 1. art. 2. do decrelo n.
260 do 1. de dezembro de 1811, devam ser passadoi
a aggregados s armas a que perlencem.
3. Urganisar igualmente urna outra relacio dos
ulliciaes que tendo permanecido por mais de uro an-
no como aggregados as diflerenles armas.nos examei
de unidade porque paisaram, na forma do aviso cir-
cular de 15 de sbril de 1852, forem jolgadoi no caso
de serem reformados, segundo a disposicao do $ 1.
do arl. 9. da lei n. 618 de 18 de agoslo disse mesmo
anuo.
Nestas relacoes sera' mencionada a qualidade da
lesao oo molestia, se incuravel ou curavel e em que
lempo, rom declararlo dos aunoi de sen ico e mais
circumstancia-, concernenlcs a cada um dos relacio-
nados.
Arl. 10. Devendo regularmente terminar os Ira-
balbos preparalorios e organisar.i i das escalas da
promocao al o fim de ootubro de cada anno ; to-
dava somante se considerarlo dispensados do servi-
co qoe ora ss Ibes incumbe, e iudependenlemenle
de ordem superior, desde a dala em qoe lor publi-
cada a prnmncao, cujas Irabalbos liverem preparado,
ftcando livre ao governo ampliar o prazo, se o bem
do servir;) exigir a continuarlo nos Irabalhos, e nes-
le caso bailara' ordem especial.
Arl. II. Os dous ufliciaes generaos, Horneados pe-
lo governo, se nao liverem qualquer oulro empreo
por commisso de servijo militar, perceberao urna
gralificaco de JiMl-OIHl n. tnensae-, desde a dala da
uoraeac,ao ero rada anno at a dala da promocao,
sendo esta gralificaco reduzda a m 1 ole se ja esti-
vetein empregados em alguma commisso pelo mi-
nislerio da guerra.
Arl. 12. A secretaria da guerra e a reparlicSn do
ajudanle-geueral preslarflo lodos os esclarecimenlos
que forero necessarios para o bom desempenlio dos
servir ,s cima mencionados.
Arl. 13. Quando at odia 31 de julho de cada
auno u3o se liver orneado os dous ofliciaii gene-
cia e do imperio.Com a rubrica de S. M. o Impe-
rador.Jernimo Francisco Coeiho.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel tenernl do comrnindo das armas de
Piraimbica aa eldade do Koclfe
a tost de 1857.
ORDEM DO DIA N. 7.
O brigadeiro commandanle daa armas interino faz
constar, para os ftns convenientes, que'a preiidencia
por portara de 14 do correnle foi servida conceder
tres mezes de licenea que soticilou para ir a corle
tratar de seos negocios, ao Sr. capilo reformado An-
tonio Alves de Paiva ; e por oflicio de igual dala
manda dispensar do aqaarlelameolo o Sr. lenle do
2.* bal liban de infanlaria da guarda nacional deite
municipio Jannario Conslancio Monleiro de An-
drade.
O mesmo brigadeiro chama a alienlo dos senho-
res commaadantes de corpos para a fiel observancia
do regulamenlo dos uniforme-, e recoimnenda que
01 toldados tragam sempre os cabellos corlados.
Assignado.Joo Jos da Cosa Pimentel.
Conforme.Demetrio de Ousmao Coeiho, alteres
ajudanle de ordens eucarregado do delalhe.
XTiniQ8.
FRANCA.
Paris, 19 de julho.
Depois da manife-lacilo eleiloral, de que ja vos dei
conheriraenlo livemos a manifestarlo funeraria qoe
eu vos fazia presentir.
Beraoger he o noma que se ouve por toda a
parte.
Os seus faneraes s3o anda o aclo de que mais te
falla.
O governo espiava desde afgum lempo os ltimos
momentos do poeta, porqne tabla que lhe seria im-
posstvel impedir urna demonstrado do povo de Pa-
ris no dia da ceremonia fnebre, e que quera lo-
mar todas as medidas para impedir que ella degene-
rasse em scenas de desorden) e em tumulto que tiyas-
se que reprimir por meio da Torca.
Para comprimir a manifestaco, e para a fazer i-
noffensiva, elle mesmo lomou parle na ceremonia ;
mai esta condescendencia hypocrila acompauhada de
toda a surte de precauees, compondo o arsenal da
poltica napolenica, de mentiras, subterfugios, Ile-
galidades Irahiran o medo do governo, e deraous-
traram a sua fraqueza aos olhos de muila gente que
acredilavara na forja do governo impe.ial.
A primeira monslruosidade que este commetteu
foi ter indicado a hora do enterro contrariamente as
leii, usos e regulamentos, e as prescripces da me-
dicina, para a manliaa seguinle da larde em que fal-
lecen Beranger, pois que leudo fallecido no dia 16
as 5 horaa da larde foi enterrado as 12 horas do dia
seguinle :
Depois para illodir a curiosidade publica tflixoo-
se nos lugares pblicos um aviso do prefailo da po-
lica, anuunciando que as exequias do poeta nacio-
nal sa fariam a custa da lista civil ; mas sera qoe in-
dicarse o dia uein a hura da ceremonia.
Um aviso que se publtcou uo jornal oflicial lam-
bem enganou igualmente muila gente, pois qoe di-
zendusob a rubrica de 16, mas no numero 17 quo os
I ineraes leriaui lugar na manha seguinle.
Com efleilo nao se poda acredita) que a exboma-
rvio padesse ser feila lal prompUmente em poucas
horas depois da morte de Beraoger, mas a sua som-
bra causava lio medo ao poder, que esle te te: id ex-
posto a euterra-lo vivo.
Mas apezar de todas estas precances, a verdade
foi logo couhecida e 40,000 a 511,000 pi'soas quizeram
de parlo ou de longe atsislir as exequias do cauco-
ueiro.
Segundo o aviso do prefeilo da polica nao era per-
millido a ninguem seguir o prestito fnebre urna vez
que nao f sie convidado.
As carias de convite foram lythographada na of-
linna do aMouiteur, e distribuidas por um cerlo
numero de notabilidades de representantes da im-
prensa e da prenles a amigos do defunlo.
Entre as notabilidades observa-se M. Thiers VII-
lemain, Alfredo de Viguv,Saint Marc Girardin, Cou-
si, Miguel e Lebrn.
O imperador era representado pelo general Colte
Um dot leus ajudanles de campo.
Os oolros parsonageus oflieiaes eram os secretarios
do prefeilo da polica, e do prefeilo do Sena, alguns
diputados e sena lores.
Em quanlo a mullidSo do povo que quera acom-
panhar os despojos morlaes do poeta francez parle
licava delida naa run adjacentes ao lenerario, mas
nao obstante as ras por onde deva passar o preslilo
fnebre estavam apinhadas de individuos de lodas
ai classes.
Naa portas a jmellas nao havia nm s logar desoc-
cupado, e em summa at noi lelhados eslava genle
para ver passar os restos morlaca de Beranger.
Nunca detde 1818, quando 100,000 homens desfi-
lavom em doze horas consecutivas do Campo de
Marte para o Hotel de Villeose vio ama lemelhao-
le mull 'o.
Viole a vinle e cinco mil soldados eslavam dii-
poslos ao longo do transito por onde devia passar o
corlejo fnebre para conter esla mullida.,; mas con-
vem diier em honra da povo de Paris qae nao se
commelteu nenhuma desordem.
Quando passon o coche que transporlave o cada-
ver do tela, u o vi ram -e de lula a parle eilrondosas
e ar.lentes acclaroscoes, e cutre ellas poderam-se
muilo bem distinguir al va a repblica viva a liberdade
Mas o agentes da forra publica, fosie por pruden-
cia ou pela eonvircao do sentitiiento da sua fraqoe-
za, fizeram-se desallendidos.
Varios largenlos de gendarmaria que eslavam pos-
lados para conler a mullido, sendo empurrados por
esla, e perdendo ui seus poslos foram recunduzidus
aos mesmot nos bracos da pnpulacjo no meio de
sorrisos, qoerendo assim dizir que uo se paosava
em fazer-Ibes mal algum.
Mas se a populacho livesse em sua phanlasia fazer
desurdem, toda a forca publica que all se achava
nao lena podido imped lo, e ainla devemos obser-
var que orna s pri-o i feita, urna s va de facto
commeltida por nm senle da autoridade, teria pro-
duztdo orna eiplosao, cujas conieqoencias teriam in-
calcolaveis.
Alem disto, he preciso ponderar qne a Hila civil
imperial, que liaba querido fazer as cousas (So hon-
rossinenle leve lambem o eoHadu de evitar qne se
nao apresenlasse iienbum regiment da guarda, qoe
no caso de ler rebenlado orna collisao tena que ba-
(er-se, nSo s contra o povo mas contra o exercilo
qua deleita a guarda imperial e hoililisaria como um
inimigu.
Mas occOpemo-nos agora particularmente do fu-
neral.
O coche fnebre precedido do clero de Sania Isa-
bel, e seguido das pessoas que linham recebido con-
vite e escoltado pela goarda de Pansa pe e a cavallo
chegoo igreja de Santa Isabel, onda o cura que li-
nho assiilido a Beranger noa seus ultimo- momentos
disse a inissa dos difuntos.
O coche fnebre ia ornado as qualro extremida-
des de enormes ramos de pnlmeira e de comas de
perpetuas, sem que se vine nenhuma oolra deco-
raco.
Esla simplicidade era conforme cora os goslos
simples e modestos que linham marcado a vida do
poeta defonto.
O prestito fnebre drgio-se da igreja de Sania
Isabel ao remiterio do padre l.achaise evitando se-
guir a linha dos Boolevards e lomando pelas ras
mais soladas, mas por toda a parle encontrara urna
immensa popularo.
Para chegar au cemilerio do padre I.nchaiie foi
oecesiatio alravessar o canal de Saint Martin.
Desde que o coi tejo alravessou a ponte quecom-
munica com a ra que condoz ao cemilerio, a poli-
ciafezgvrara ponte movenle para interceptar a pas-
sagem mullido que se limtou em dar gran les ri-
sadas e em grilar : aviva Beranger b. na a Betan-
ger viva a liberdade I
A polica nao fez nenhuma demonslraco. No ce-
milerio eslavam lomadas lodas as precauees paia
qoe a mullido all nao penelrasse.
O clero tle Santa Isabel acompanhou os de-pujos
mortaei do poeta al ao cemilerio do padre l.achaise.
Depoii das u.tunas oraees, o corpo de Beranger
O I nivers Religienx, que censurava ultima-
mente as obras de Beraoger como anli-christai,
reproduzio lodos os pormenores relativos i sua mor-
id e aos seus funeraes, e publica anda hoje depois
do oMoniteuro um elogio pomposo do poela, que o
governo reivendica como om cntico da gloria na-
cional.
O jornal de Mr. Luiz Veuillot, qoe pareca ser as-
sociado o' poltica do goveruo, declara comludo, re-
produzindo esla orarlo fnebre, que mda ha a re-
tractar do que disse precedentemente, e acrescenla
qoe esle elogio do poela Beranger inserido no jornal
e oflicial he ama pagina enriosa e instructiva da po-
ca que piula a hisloria do lempo era qae vivemos.
Alem dos pormenores relativos a Beraoger, nada
t- nli i a escrever-vos que valha a pena de ser men-
cionado.
O imperador voltoa esta simana a Paris, dondt
partir' com a imperalriz para Oshorne.
Depois desia visila a rainha Victoria, acompa-
nhada de lord Palmerston, vira' visitar o imperador
a Compiegne, e sera' i orante esla visila que se con-
cluirn as convencis relativas ao soccorro que o
imperador prometteu a' Inglaterra para facilitar a
ua expedicao a' China a defender os seus inlercises
as Indias.
Emquanlo a' entrevista do czar Alexandre e
de Napcleo III (So vivamente desejada por esle
ultimo, parece cala vez mais cerlo que nao lem
locar.
O prncipe de Syracusa, rma do re de aples,
o passon por Pars de incgnito.
Sabe-se qoe o principe acaba de fazer ama via-
gem a' Allemanha e a sua passagem por esta rapilal
faz acreditar o boalo de que as negociarOes acti-
vas lam lagar nesle momelo entre a Franja, Aus-
tria e Inglaterra para chegar ao eslabelecimento
das boas relaces enlre aples e as polencias occi-
dendes.
Ja labcreis, sera duvi la, qoe o governo francez
decidi a Porla a e-parar anda por mais 15 dias as
eleices da Moldavia, o qoelpermilira' ratificar aa
lisias eleitorees e faze-las mais favoraveis ao partido
da nno.
Quando falle! nos soccorroi que o imperador Na-
poleo consentira em conceder a' rainha da Ingla-
lerra, esqueri-me de dizer que o imperador da Chi-
na do seu lado nao se descuida dos meios de provar
a urna resistencia seria e efficaz, pois qne acaba da
contratar om empreslimo consideravel cum urna eisa
la de lord John Kossell relativa a que a cmara dos
communs se necupe da questao de saber se he ne-
cesaria urna lei que modifique a forma do juramen-
to prstalo pelos seus membros.
Segundo o nobre lord, lera esta urna quistan de
regolameulo sobre a qual cada cmara ser sobe-
rana.
A proposta parec qae lem probabilidades de ob-
ler manira na cmara dos communs ; sem embargo,
appreciacf es muilo severas a reipeilo da siluacao do
paiz.
O estado do exercilo he deploravel. A desordem
que entre elle reina, deve principalmente atlribuir-
sa a' relaxaco moral dos oflieiaes. Quaii lodos os co-
ronis cedern a tmlacao de abasos do seu poder para
enriquecerein. O que em primeiro lugar procuram
he recltearem as suaa balsas, e p r.i esse lim todos
os meios Ibes parecem legtimos. O fardaraenlo e
a quesln nao fui apresentada na ultima sesso, que alirneiifir.lo das pravas, as forragens e as remontas
se consumi no dbale de um voto da censura apre- I sao outraa tantas origens de rendimenlo que explo-
senlado por Mr. Roebuck contra o governo por ler | ram com a millior deslreza. Longe de criminar os
emprehendido a guerra da Parala Win a autorisasDo I seus actos, o intendente militar tambera loma par-
do parlamento.
Devemos aqu recordar que por urna queixa se-
melhante a respeito do borbardeameulo de Confio
foi diisolvido parlamento.
A victoria conseguida nesta qoestSo por lord Pal-
merston e a satisfactoria conelusao das operacOes con-
tra a Penia oppunham-ie approvaco do vol de
censura do Mr. Roebuck.
Com eil oto, a proposta foi combatida por Mr. de
Walpole; e Mr. D'lsraeli sendo a final regeilada por
3*2 voloi contra 38.
A'cerca da proposta de lord John Rrjssell relati-
vamente entrada dos Judeus no parlamento, um
periodtoo dia o seguinle :
" Lord John Russell ha devido propor na cmara
das communs qoe d a cada urna das cmaras o di-
reilo de fazer to juramento urna questao de regula-
meato interior.
Se os lords se recusarem a esle comprommisso,
pensa-se que o partido liberal nao se deter anle
este obstculo e adraitlir.i a Mr. Rotschild.
Tambem se falla if um tornada de lords.
t Esle meiol sao sempre enojosos, roas a responsa-
bilidade delles recabe nicamente sobre a cmara
dos lords, que he quem os provocou com a sua obsti-
narlo.
;.vof2o.)
O aconlecimentoi de que a Italia acaha de ler
Ihealro nspiram aos jornaes inglezes reflexes mui
seusalas ; e o Morning Posl, entre oolras, con-
sagra a esla extensa conspirarlo frustrada, nm arti-
go que por ser extenso nao reprodozimos, mu do
qual julgamos dever citar os trechos os mais sali-
ente*.
O jornal inglez corneja dizendo qne a tentativa
qoe acaba de ler lugar merece a indignarlo e a ese-
da Molienda a 3 ';,, dando por garactia os direilos de cracjlo de todos os bons Italianos, e a do mando in-
ITAI.U.
Urna caria de Niza da'con la as seguintei linlrii
do vigor da censura ausrriaca, sobre os peridicos e
toda a classe de obras.
A Imira e em Veneza, diz, da malevolencia da
imprensa austraca contra o governo francez e da
connivencia da polica, qae v, sabe e apoia esta
bo-tilidade.
No uosso ivstima governativo, a polica lie rela-
tivamente responaavel de ludo o que iiaaajuer on
nao sabe impedir.
He verdade que nem sempre he fcil comprimir o
pen-amentu publico.
Ultimameute se repieaenlava ama comeda de
dousjovens escriplores, Hunbri e Slala, intitula-
daOs Iliteratos. A censura tinha examinado es-
crupulosamente o manuscripto, mas havia lhe esca-
pado urna pbra-e. Quando no terceiro aclo nm per-
sonagem pondera as obras de Vcltaire e de Dide-
rot, Barelli, o famoso autor doLalego luterano,
exclamou :
' Colloeai a Italia sol oolras condic;ei, e ja ve-
ris se he inferior a' Fra ira e a' Inglaterra. Ao oo-
vir esles palavrai, resoou no Ihealro urna salva de
applau A polica suspenden a representaco da obra
durante dous dias, e a come ia l ha podido
ser exaculada depois de soflrer grandes mulila-
ee.
Veneza esta' amea;ada di ssr expropriada peloi
eslraogeiros.
6 restara nns dez palacios qoe perlencem ainda
a' anliga aristocracia veneciana.
Nos frontiles destss bnlb-in novos brazes, em vez
das antigs armas da nobreza veueziana.
A duqueza de Berny, o ronde de Pourtals, com
praram palacios historeos.
O I ir.l i judeu, Sina, adquiri por meio nnlhao
o palacio Grafli, qoe valia pelo menoi dous nii-
IbOes.
O duque de Brunswich quera comprar o palacio
Pisano, restaurado a grande cusi pelo duqoe Bevi-
laequa ; e o infante de llespanha est a ponto de
comprar o palacio I.oredano,deeslylo mourisco, que
he o mais bello de Veneza.
El Clamor Publico.)
entrada nos cinco portos.
(la negocios da nossa Bolsa tem estado um pouco
melhores nos ltimos dias desta semana.
As noticias das colheilas sao muilo favoraveis e a
balxa dos cereaes lie geral em lodos os mercados.
Os jornaes italianos poblicam o pormenores da
festa esplendida que a uuiversidade de Bolonlia deu
em honra de Pi I\.
O santo padre oflicoo pontificalmente.
Depois da ciritnonia religiosa, o cardeal Poggi
prononciou nm discursu que produzio urna cerla
Duelo..
S. eminencia demonslroo os servidos que em
lodos os lempos e em lodas as idades a religio lem
rendido s 'ciencias, asarles e lilleralura.
Mr. I.asy, o architecto qoe reslaurou a igreja de
Nossa Seuliora e a Sania Capella, dous monumeutos
da idade media em Paris, acaba de fallecer em Vichy
depois de orna curia molestia.
Ai iuas exequias celebrar-si-lio amanha na igre-
ja de Nos-a Seuliora.
INGLATERRA.
I.e-se no Clamor" :
llonleiii atuntunamos, reg-lano as noticias rece
bida da India, que a Inglaterra pinsava r-elir a'
Franca urna assisteuria mail acliva contra a China
em allenra i ao esforco qoe linha que fazer, para do-
minar a iusurrcico indiana.
Elle rumor toma a apparecer, suppondo a Inde-
pendance Belgeu que a Inglaterra reclama o apoo
da Franca para a goerra da China, e para a reprei-
so dos graves aconlecimeoloi da ludia.
Nao he poisivel saber o qoe lia de fut lamento
neste rumor, pois he natural pensar que um con-
curso de-te genero nao podera' conceder-ie sem
compeusaro material para os interesses fraocezes na
ludia.
Os peridicos inglezei annunciam nm novo pro-
nunciameuto.
O regiment de goorkbas, que no principio se li-
nha conservado firme ua obediencia, insurreccio-
nou-se em consequencia de ama exigencia intem-
pestiva dos oflieiaes inglezes.
Segondo parece eslava disposto a marchar sobre
Delhi com a nica condiejio de deixar um pequeo
deslacameuto para proteger ai suas mulhere e fi-
Ihos.
Os oflieiaes nao quizeram consentir impruden-
temente, e o regiment se pronunciou.
Eis aqui como eonla este fado o Morning-Ad--
verliser de Loridres.
o Receberam-se cartas de Simia, com a adverten-
cia de a ultima hora, annunciando a nova insurrel-
r.to que ha rebenlado enlre os goorkbas em coose-
quencia de nm imprudente abuso de auloridade por
parle dos ofHciaei inglezes.
Parece que o gooikhas linham recebido ordem tle
marcharem immedlatamente para Delhi com o fim
de ajotar a sobmelter os rebeldes, no que mostra-
ran! conforrnidade, mas pediram qne ficassem iil-
guns para prolegerem suas muflieres e lilhos cou'ra
os insultos de qoe poli, ni ter objeclo.
Os oflieiaes inglezes uegaram-se a islo, e algomas
lem ii'trace- evidentes de molim respondenm a
nec-iliva.
Os gooikhas alaciram os ofliciaei ispancaram noi
a golpes de coronha d'arma, e rouharam ama iin-
portanle somma do cofre do governo.
Esle regiment era um dos mail a 1 lirios a eoroa
brilannica entre as tropas indgenas da India eas
autoridades sao mui dignas de censura por lerem
negado urna pelicaa fcil de justificar.
Alem dislai noticia*, graves em si pela Iramcen-
dencia que podam ler para o interesses inglezes, e
da actividade que se desenvolve uos arsenaes nos
pollos martimos pan a immediala expedicao da In-
dia, nada teriam s que mencionar relativamente a
Inglaterra se apezar da gravidade da siluacao exte-
rior, nao se (ivesse produzido em Londres um ioci-
denle que nao carece de importancia, o qoe men-
cii liamos no nosso numero de lionlem.
Kcfrrimo-noi ao conflicto que ampara rebrillar en-
foi depositado provisoriamente r.'utna sepultura nao I tre a cmara dos lords e a dos communs em conse-
lunge dos tmulos dos marethaes do imperio Mas- qnencia da emanciparan poltica dos Judeus.
sena, Lefebre, Schel, ele. Tmha-se fallado de | L'm consideiavel numeru de membros da cmara
urna subscripto nacional para erigir um mono- dos commoni eonvocaram os partidarios da liberdadi
metilo ao poela francez ; mas a cidade de Pars da- : de consciencia para urna reunirn extra-parlamentar
clarnu que se quera encarregar de toda a despeza,' celebrada em frente do palacio de Wealmioster.
para a acqusc,o da om lerrcno para se erigir um Pedo de duientos membros acttdiram a esle cha-
ra intmenlo, sendo slo o unicu meio de evilar urna mameulo, e resolveu-se que o partido liberal devia
nova manifestarn. unir todos o seus alfargos para mallograr a resislen-
Ainda ama ultima observado para concluir com i ca da cmara dos lords.
Beranger. 1 Com este motivo a assemblea apoiar ama propos-
leiro, poderiamoi nos acresceutar.
Para lodo aquelle que couhece o estado da Italia,
diz elle, ftca perfeitamenle demonstrado que a nica
probabilidade de salvara para esse bello piiz est no
Iriumpliodo goveruo conslilucional.
Depois de elogiado o governo de Torin, o Mor-
ning Posl ii declara que all, assim eomo em oolras
parles, exslem homeni asss desprovidoi de lodo o
sentimento humano e social para fazerem dos alvoro
los pobleos e do sangae derramado, o sonl,o de toda
a sua vida.
Mazzini he o seo ehefe, o qual por sios excessos
demaggicos, fez causa italiana ora mal irrepa-
ravel.
Desde a poca em que foi condemiiado por ter
conspirado contra o seu paiz (1830,) Mazzini orre-
inatoo, para assim dizer, a empieza de todas as cons
pirau'i.,. revolucionariai que ensanguentarara alterna -
tivaraenle aples, I.iorne, Genova, a Italia in-
leira.
Em lodos os pontos a qoe Mazzini se dirigi, e on-
de ai auas doutrinas penetraran), n sua influencia,
os seus escriploi produzram os mais desastrosos ef-
feitos.
Os Italianos moderados, que desejam o qoe lie it-
licamente possivel, qoer na Lombaraia, querna Sar-
denba ou em Roma, lem o nome delle em horror, e-
no esqueceram que a sua intervengu perdeu ai
causas lombarda e romana, c que faz correr grandes
perisoa causa sirda.
Em 18i9,o intil derramaminto de sanguefai com-
plelamenle devido ao (riomviro Jos Mazzini, o qual
prolniigou no litio da cidada elerna urna va resisten-
cia, qaando eslava perdida toda a esperanza de reni-
tencia.
Pois bem este erro nao toroou Mazzini mais pro-
denle, porque, em (i de fevereiro de 1854, eite soi-
disant presi lente da commisso central ilaliam pro-
vocou em Milo urna revolta qoe foi promptameule
suflocada por urna uumeroia guamiro disciplinada
e bem preparada.
Era de esperar que esla louca tentativa fizesse re-
conhecer ao ex-advogado geuovez quo insensslo elle
era em mandar um ponhado di emigrados a de aven-
lureirus contra um exercilo numeroso e discipli-
nado.
Ua porem fanslicoi polticos que nSo tirara pro-
veilo algum das liroes do inforluuio e da experien-
cia, e d'estes aprasenla-nos Mazzini um exemplo de-
testare).
Em seguida a estas reflaxOes o a Morning Posl
acrescenla :
No caso presente, aegundo um despacho lelegrapbi-
co qae honlem a noite lecebetnos, a ultima lenlaii-
va deste hornera perigoso e perverso, cusl.ua vida
a fin incautos.
Islo tornar os governos da Toseana e de aples
mail obstinados, levando-oa a nao quirerem refor-
mar os abusos existentes e reconliecidos.
Esles resulta,tus eram lao evidentes, que nao le-
riam podido escapara om hornera dotado da esga-
cidada que se allribue a Mazzini. e apezardisso, com
o fim de causar urna aguaeo temporaria, elle nao
hesilot em expor os seus partidarios a urna peda ine-
vilavel.
O Moniteur publica a segointe nota.
a Tendo lodos os collegios eleiloraes de Franca
bem concluido as suas operacOes, a eslalislira dos
seus votos, rectificada em vista doi procenos verbaes
oflieiaes, hoje ebegados ao ministerio do interior, e
completada pelas eleices dos diai 5 e 6 de julho, a-
presenla o segointe resoltado definitivo
te nclles. Qj geoeraes inspectores, qoe lambem
seu lempo commetleram inmensas malversares
quando eslavam no exercilo, procuram sempre exa-
minar a cuolabilidade dos regimentos. Os coronis
s lera em toda a sua carreira um nico momento
critico a pausar, he quando deixam o enramando.
! Como os coronis que os subslituem podem exigir
que a caixa du enrpo esleja perfeitamenle em regra,
sao obrigadus a contar-Mies ama somma de ordina-
rio muilo comjderavel.
O exemplo dos coroneii he"natoralmenle seguido
pelos oolros oflieiaes ; ha muilo poucos cois coodac-
la nao seja repreheusivel. Erafim, os oflieiaes ex-
ercera a raaior parte dai vezes urna influencia assus<
(adora enlre a tropa. Na Rossia queixam-se em ge-
ral dos roubos qoe se comniellem as proximidades
dos acampamentos, e he ao mao procedimenlo dos
soldados qoe se allribue. Esta aecu-acao he injusta;:
u soldado runo raras vezei se entrega da bom grado
ao roubo.
O|governo rOsso para pr termo a esta corrupto,
decidi urna reforma completa das escolas militares.
Para esles eslabelecimentos que lem a dennminaco
de Esrolas dos Cadetes, nao se recrutava al agora
seno da classe da nobreza ; \ a i ser aberlas as de-
ntis classes da sociedide. All nao sa recebism seno
internos, mas hoje os alumnos po lero continuar a
viver com sais familias. Urna vez admillidos, nao
podiam eolregar-se a outra qualquer profisso que
nao fossa a das armas. De f.tloro, o estudos serSo
combinados de maneira, que obtenham os preparati-
vos para ootras earreirai. Emfim c mais importante
he que nao eslarao entregues a ama obediencia pas-
sva; acoitumar-se-h) a' disciplina, procuran lo
desenvolver-se-lhes os lenlimenios militares e a in-
telligencia. Sao eslas as baies do projeclo que den-
tro em pouco deve ser posto em execuco.
Trala-se de eslabelecer em cada regimeolo urna
commisso peimanenle, composla de oflieiaes eleitoa
pelos seus cantaradas, e encarregada de vigiar pelos
interesses econmicos dos corpos. Diz-se lambem
que os oflieiaes sero convidados a lomar as suas re-
feces em commum, e esla medida deve diminuir
as desperas de mesa, dando ao mesmo lempo em re-
sallado contribuir para o bom espirito doi corpos
qoe o ultimo soberano linha extinguid o quni inlei-
raraenle as gra luarOei superiores do exercilo. Fi-
nalmente alguna olll-iaes vo partir para os paizes
eslrangeiros, para all nolarem r un cuidado ludo
quanlo possa com ulilidade ser applicado no exerci-
lo rus-ianu.
Jornal do Commercio de Lisboa.)
RkO DE JANEIRO.
8 de agosto.
Honlem nao houve sesilo no senado por falla de
numero legal.
Inscripto- .... 9,495,955
Volanles.....6,13G,6(ii
A favor do governo 5,471,888
A favor da opposiQo 571,859
Votos nuil....... 92,917
nossas leis, o periodo dos preparativo! eleiloraes,
mais plena liberdade foi deixada lano aaa eidados
slim de apreieolarem e propagaren! as sais candida-
tura!, como os jornaes, para as poblicarem e discu-
lirem.
or IIojc que a lula esla' acabada, e que ama maio-
ria qoe eonla mais de 5 milhSes de luflragioi deu
claramente a eonhecer os senlimenlos do paiz, de-
ve-ie pdr nm termo a discossOes que d'ora avante
nao poderi-m ler oulro Km seno o de agilarem in-
tilmente i espirilos.
o Esle debata nao poderia lermioar melhor do
que presentando aoi nossos leilores o leguinte qaa-
dro comparativo :
10 de dezembro de 1818.
Volarlo para a presidencia.
Inscripto.......... 9,977,152
Volantes.......... 7,449.471
A favor do principe Napoleo 5,531,520
A favor dos oulros candidatos 1,879,398
Volos nullos......... 12,431
20 de dezembro de 1851.
Volaco de p'.ebsclo de 2 de dezembro.
loscriploi.......... 9,833,576
\ oanles.......... 8,116,773
A favor.......... 7,139,216
Contra........... 610,737
Votos nullos......... 36,820
21 e 22 de novembro de 1852.
Proclamarlo do imperio.
Inscriptos.......... 9,833.576
Votaule.......... X.140,660
A favor.......... 7,821,189
Contra........... 253.145
Boletn! nullos........ 63,326
1852. Eleic,0es legislativas.
Inscriptos.......... 9836,013
Volantes.......... 6,1129 982
A favor da oppo-iru...... 810.962
Bollelius nolloi........ 193,119
1857. Eleices legislativas.
Inscriptos.......... 9.495,955
Volantes,......... 6,136.664
A favor do goveino....... 5,471,888
A favor da opposiro...... 571,859
Bollelius uuilo......... 92.917
a Eslas cinco grandes manifeslaces do soffrogio
universal sao significativas; a ompariQo dos seos
successivos alaansmoi deve plenamente salisfazer os
auii.-os da paz publica e lodos aquellei que cotihe-
cem n quanlo intereisa a' gloria e a' prosperidade
da Franja ler um governo fot le e popular.
No decurso de oilo atinos, o numero dos dtaai
denles, longe de augmentar, diminuto; o espalha-
lalo que rom loda a liberdade lizeram, nem aug-
menlou o seu numero, nem encubri a sua impoten-
cia. A Franca, que por cinco vezei os julgou, nao
raudou anda' de opinio.
De urna correspondencia do Courrier de Paris,
datada de San Pelersburgo, extrahimos o seguinle:
Um opsculo publicado tob os auiptcioi do grao
duque Constantino, les Annates Marilimei, conlem
A cmara dosdepoladoiapprovnu honlem por gran-
de maioria em ultima discnsso, depois de nm debate
em que tomaram parte os Srs. Sergio de Macedo, pre-
sidente do conselho, e Franco de Almeida, o segra-
le projeclo substitutivo do Sr. barn de Maua, sobre
as sociedades em commandila, ficantoasiim prejudi-
ca lo o projeclo approvado o anno pas-ado em segun-
da discus'o, e jmpresso sob numero 10 do mesmo
auno :
Ait. 1. As sociedades em commandila ficam eu-
jelas s regras seguinle, em ad ilamenln ao qoe
dispOe u cdigo commercial, arts. 311 a 114.
a 1. Ou iinlii o seu capital nao fr inferior a.....
100:000o na corte, e a 50:0009 as provincias, poda-
r ser dividido em acjOes; eslas porm nao podero
ser de valor menor de 100$ no primeiro cato, nem
de 5(n} no legundo.
2. Os litlos, ou acedes, qoe representaren! o
capital das sociedades em commandila, sero norzrl-
uativoi, emquanlo nao e-liver realna lo integralmen-
te o capital sucial : depoii disto he livre a laes socie-
dades fazer representarlo seu capital por aeces ao
poilador.
ff 3. As aecOi nao poderao ser transferidas sem
que esleja eflectivamsnle rehliada melado di seu va-
lor nominal, salvo os caios de sacceiso, dote, ou ex-
ecurao judicial.
1. Os socios gerentes, como respnnsaveis a
tercetros ilhmila lamente por todos os seus bine, p-'
dem recusar annnir Irausfarenciade accOes, quan-
do enlenderem que o comprador nao ollerece ai ae-
res-aria- garantas para a integral realisaco do capi-
tal subscripto. Com a approvaco dos gerentes, pelo
facto da transferencia, cena a responsabilidade do
eedenle pda ulteriores preslaces.
5. A transferencia das accOes se opera por
simples registro nos respselivos escriptorios, a meimo
quando realisada a compra de laes arenes por nutro
modo, valido em direilo, uo ser recouhecido como
socio c'inni ni litara o p --uidor de acrts sem ler
preenet.ido essa formalidade.
a 6. Todas e quaesquer vanlagens particulares
estipuladas us eslatutos oo contrato social, em favor
de algom dos socios, nao lero efleilo sem que tejara
eipressamente approvadas por (o los 01 locioi origi-
nirios.
7. As prestarnos ou entradas que nao forem
feitas era dinheiro 10 podero ter adiniltidas depois
de avadados os objecloi pelo joizo commercial do dis-
Iriclo, e com approvaco di assemblea geral dos ac-
cionistas.
" v 8. Taes sociedades nao podero funecionar sem
que esleja nomeado pela assemblea geral dos accio-
nistas um conselho fiscal de Ires ou mais membroi, a
qoem compele inspeccionar e fiscaliiar os-aclos da
gerencia, examinar a escripluraeo, inventarios e ba-
laucos, eonhecer e apreciar a realtda le dos dividen-
dos, lendo em visla a legitimidad! desles, e final-
mente convocar a assemblea geral dos accionislat
quandu leuha conhecimenlo de abasos que aflV lem
os interesses de sociedade.
a Os membroi di conselho fiscal incorrero mes-
mo na responsabilidade solidaria, quando com
conhecimenlo de causa cooseulirem em abasos
graves.
'.'. Nenhuma sociedade em commandila poda-
r funecionar sem fazer registrar previamente no re-
gistro pobtico competente o seo contrato, e tem ler
feilo pub'icar nos jornaes de rnaior eirculago do lu-
gar do eslabelecimenlo, on povoaco mais prxima
aonde os hoover, os nomis dos sociosresponsaveis il-
limitaJmenle, u objeclo da sociedade, a importan-
cia do fondo commaudilado e o modo da sna realr-
sico.
a'S 10. Nao podera lambem dar principio a soai
operarnos sem que esteja effeclivamenle realisada
urna quarta parte do capital socisl.
a 1). lie nulla e de nenhum efleilo enlre os so-
cios a sociedade em commandila por acedes que ia
eslabelecer em IraoagressSo dos preceiloi detta lei,
mas esla outliilade nu aproveilara aos socios eonlra
01 direilos de (erceiros,
gercnle sujeiloi, na hypolhese do paragrapho anle-
cedente. multa de 1 a 10:0005, que sera impela
pelo joiz commercial do dislriclo, a requeritoento da
qualquer dos socios, de tercetros prejudicados, ou da
promotoria publica.
; 13. Sao utas as venda! a termo, oo a prazo
de acces das companhias, lano comraandllsrias
como anonymas, toda vez que o! vendedores nao
moslrem po-suir as acr0ei qae \ -n lerem, a din II111 do-
le como prova de dominio, o titulo de deposito on
cauco de accOes em bancos aulorisados.
Arl. 2. Qaando sociedades commaudilariasjpor
acces liverern por objeclo operacOes bancariat, s
podero initiluir-N com previa aolorisno do go.
verno, emqaanto ama lei especial sobre 01 bancos
nao for promulgada.
Arl. 3.0 Ficam revogadaias disposicei em con-
trario.
o Pagoda cmara dos depulados lo de julho de
1857.Barrio de Mana.11
Foram lambem approvadas a teguinles emenda
feilas au mesmo projeclo :
a Fica supprimidu o proiecto n. 40 de 1856, a
substituido pela emenda assigoadl pelo Sr. barao de
Maua', rom as seguintes alleiarije- : lio fim do 1
acrescenle-ielican 'o substituida pela do cessioua-
rio e dos gerentes. No paragrapho S. periodo segon-
do, depois das palavrasconhecimenlo de causa
supprima-se cousenlirera em abuso graves e
-ub-liiiHe pelas segualesteixarem commetler
noi inventarios inexaclidOes prejudiciaei a' socieda-
de, ou a terceiro, ou quiodo comenlirem na disln-
buco de dividendo! nao juilficados.S. R.Fran-
co de Almeida.Alexandre Sqtieira.Madureira.
Chaves.Toieano Brrelo.Silvera Lobo. F.
U.iaviauuo.B. Bolco.Mendei da Coila.P-

'


:




DIARIO DR PRRNAMBCO QUARTA FEIRA 1D DE AGOSTO DE 1857
de. neir.-i-.Aojo Ilrusqae.Fernandesda Cunta.
Pinlu Lina.Anluue de CamposIlermugenes.
Foram regeilados por grande um, na os tinas se-
grales pnragrapho* do oulro prcjeclo sohslilativo
dos .Srs. Sallen Torres-IIomeni, Sergio de Mure lu. e
Aonu-to de Oliveira, considerados como emendas ao
projerlo da Sr. barAo doMaua':
(i S "(. A aolorisacjlo do guverno lie necessaria
para que se po.sain enrorporar sociedades em com-
iii.iii.iii i por eccOis, que leiiham por objeclo opera-
ces bancana, ao deposito e descont, 011 nperacOes
commerciaes relalivas a gneros alimenticios. As di-
cisoes do governo recabando a lulurisarAo deverao
ser molivadas ; e dcllas havera' recurso para o con-
sellio de estado dentro de lili dia, contados da dala
da n,,|iii.'.ii;fio feita ,'j parles inleressadas. Se no
praio de tres mizes deeorridos d* apreseolar.lo dos
sslulni uenhuina decirlo liouver sido dada, serao as
ditas sociedades consideradas como definitivamente
approvada.
i' i 11. Neuhura banco sob a forma commsndila-
ria ou aiioyma podera' emilnr leltras ou vales pa-
gaveis ao portador, e a prazo menor de 31) das, sem
anlorisac,3o do rorpo legislativo, em quanlo por lei
ii,i,i forein reguladas as roodices e o modo com que
0 governo facultara' o poder de emissAo a's ditas so-
ciedades e campanilla.
Quanlo i.os uniros paragraphos do projecto asig-
nado pelos oiesmos senhores, foram julgados com-
pralien li-fin uns e prejudicados outros pela appro-
vacilo do projecto do Senhor bati de Maaa', e e-
menda do- Srs. Franco de Almeida e ostros. A e-
menda aprsenlo,l.i anteriormente pelo Sr. Carr3o
loi retirada pelo mesmo senliur.
flojo nao bouve sessao no senado por falta de nu-
mero.
A ordem do dia II), he llera das malerias dadas :
3' discossAo da proposicao da cmara dos depu-
lados, roncedendu loteras a empresa lyrica, e a c-
pera lyrica nacional.
9" discossao da prop.sicAo da mesma cmara, on-
ce leudo orna lotera a casa de Misericordia d< ci-
dade da V'cloria.
3" discusso de varias proposices sobre nalura-
lisacoe.
1 discasiao di1 proposieAo da sobredila cmara,
concedendu duas loteras a bentficio dis malrizes do
AraiV e do Desemboque em Miuit-Geraes.
9
Acamara dos depnlados oceupoo-se lionlem, qua-
si toda a sessao, cun a discossAo de um requerimeu-
lo, pedindo in(ormac,oe* ao governo sobre varios ae-
los ua presidencia das Alagoas. Uraram os senhores
Benevidea, Araujo Jorge e Sa' e Albuquerqae.
Enlrou dopois em segaoda discusso o ornamento
da goerra, com as emendas da eomniiisAo, e foram
apoiadas as aeguintes :
Na verba Secretaria de Estado augmenle-
e mais oito conlos.Peixnio de Azevedo.*
o Ao i> do art. 6 : Os almoiariles do arsenal
de atierra da corte, perceberAo desde j venc menlus
iguaes aos que perceberem os almojarifes da fabrica
da plvora.Alexandre Siqueira.
Ao art. 6: No S 7, em logar de 420:000-5, di-
ga-se 620:0009, sendo o aUgmeuto de 200:000-3 des-
tinados a' conslrucriio de aquarlelamentos em luga-
res convenientemente eitodados, para os carpos do
estrcilo cm serviro n proviucia do Kio Grande do
til.BarAo d Porto Alegre.
No t 6, em lugar de I,328:0jO5~00, diga-se :
1 .Y."vir,ii,un, sendo o augmeqto de 50:000 desti-
iiaJo a' cunslrure,3u re novo* armazens e officinas
para o arsenal de guerra de Porto Alegre, devsndo
edilicar-se os referidos armazens o oflioinas no ter-
reno fronteiro ao citado arsenal, de propriedade da
iiar.l).UarSo de Parlo Alegre.i)
i Ao S 10 Keformidus. Eleve se a veiba a
tanto quanlo seja nn-u-r para dar urna racAo d
etapa aos ofliciaes reformados, conforme a tabella de
1825 ; e meia racAo aos reformados pelas posterio-
res ; a crio sera' a que compete actualmente aos
alferes.Kodrigues das Sanios.
i Ao 17 augmenls-se a quanlia de 200:000;,
eudo 150:0003 destinados a' conslruccSo de hogpi-
laes e quarleis mals urgentes na provincia de Sin
Pedro du Rio Grande, e 50:0003 para reparos das
fortificares e quarleis da provincia do Amazonas.
Us a llamemos prnpoatos pela conimissao nos diversos
paragraphos, devem verificar-se desde ja'. Cunta
Millos. Pederneiras.iogu Velho.
Oraram os senhores min.-iro da goerra, Ferreira
de Aguiar e Hodrisues dos Santos, e ficou encerrada
a discusiAe, por nao liaver casa para sa volar.
eleicSo do 3.- districto da provincia de s. Paulo.
Orno o Sr. Barbosa da Caoba, e ficou o dolale
adiado.
A ordem do dia de lioje he a continuarlo do pa-
recer da corninisiAo da poderes, e vol em sep.iralo,
sobre a cleicAo do 3.
hnuver lempo us ou
rigaadas.
objeclos salvos que a bordo dele vapor seguem co-
mido e guarnirlo para Montes ideo, Picando os res-
tos do vapor e inadeir.i srrecadada na praia a cargo
do Sr. Soma Machado por ronla e risco de quein
perlaiicer. Sen lo salva toda a correspondencia e
"lauco Man i de
I." districto de S. Paolo, e se uina parrella de dinheiro para o llai
Iras materias aiileiioriiiinle de- j Montevideo (nica que vinha.)
Sua Magesladc o Imperador lurnou lulo com a sa
corte por judias, acontar do dia 6 do correnle
mez, em demonstrarlo do morto de S. A. II. a archiduquesa Mana I.uiza
(uiustppa, augusta irmaa do S. A. I. e Ke.il o ar-
chiduque da Toaeaoa.
tu
loi commulada em cal perpetuas a pena de mor-
le imposta aos roas Caudillo, escravo, no jury da Pa-
ralaba do Sul, e Leandro Pereira dos Pasaos, no
jary de S. Francisco, da provincia de santa Cslha-
rina.
Fui perdoada a Poi)carpo .'os Dias da Cruz a pe-
na de dous ine/.es de pnsAo e mulla correspondente
a melade do lempo, qoe lite foi imposta poi setiteii-
C> do jais de direiln da 1. vara da corle.
N3o foi, porm, julgado digno da clemencia impe-
rial o reo Iguacio, escravo, cundemnado i pena ulli-
m> pelo jury da cidade da Pelotas, da provincia de
S. Pedro.
Pelo decreto de (i do correte, -ib propo*la do res
peclivo Kvm. hispo, foi apreseulado o cura da Se de
M .n.nina, Jos ll.in i icio de Souza Barradas, no ca-
nonicato da mesma S, vago pela renuucla que delle
fez o conego Jo3o de Castro Guimaraes.
Sob i-rop' -la JaUvui. bispa de Cuyab foram npre-
stulados:
O padre Antonio Joaqoim de Camargo, na igreja
parochial de S. Gnncalo de Pedro II.
O padre Jos Aulonio Peixolo, na de Nossa Senho-
ra do I.ivramenlo.
Por decralos de 8 do correnle :
Foi removido das lemos reonidoi de Baependy e
Ayorooca, da provincia de Minas-Geraes, pata o de
Santa Lozia da mesma provincia, o juiz muni-
cipal e de orphaos, Joaqoim Bsroaides da Cu-
nha.
Foi nomeado juiz municipal e de orphaos do ter-
mo de Gurupu', na provincia do Para, o bacharel
Ka \ mundo Jo- Kabtllo.
11
llontem, dtrpois de algomas'observar;es do Sr. Sil-
veira da Molla e infonnarcs prestsdaa pelo Sr. pr-
ndenle do conselho a respeito de tima lei da assem-
blea provincial de Pernambuco que impOe a laxa de
8 sobre cada bilhele de lolerin ueral vendido den-
tro do lerriorio da mesma provincia, o senado ap-
provou ssm debate varias proposires sobre lolerias
a diversas malrizes e s sociedades'das Arles Mec-
nicas e Liberaes, e Benelicente da corle.
Foi rejeila la sem debate a proposito cotice leudo
diz lolerias para a crearlo de um monumenlo us
campos do Vpiranga.
I'.'itrou depoisem 3.a discus'o a proposicao do se-
nado que declara admis'iveis no crime as cartas les-
temunhaveis.
Sr. Miranda propoz o adiamento da discusiao
al que comparecesse na casa o Sr. l'iiiienl.i Buena,
autor do projecto.
Approvado esle requerimento, passou-se 3. dis-
cu--.il du projecto que rncelo lolerias ao Ihealro
lyrico italiano e opera lyrica nacional.
U Sr. S'lveira da Molla motivoa e mandou me-
sa urna emenda que uuptie aus empresarios dos the-
alros subvencionados a sbfigafa'o de preferir em
uualda le ds eirruinslancias us irlittll nacionaes pa-
ra as orcheslras, e no caso ds coulestaefio sobre o m-
rito dos artistas, seren as vagas providas por con
curso perante o conservatorio.
lomaran! parle no debate os Srs. visconde de Je-
quitinlioi.ila e presidente do conselho; cahioa emen-
da, e o projecto foi approvado em 3. discoss3o para
subir a ancc. i imperial.
Entrando em discusso urna propositan sobre Ir
lerias casa da Misericordia da cidade da Victoria,
a veriliando-sa nao haver casa, levaulou-sa a sessSo
a 1 hora e 20 minutos da larde.
Proceden honlem a cmara dos diputados a' vota-
cao do orcamento na parle que diz respeilo ao mi-
nisterio da guerra, cuja discosso lira'ra encerrada ua
sess3o de sabbado.
A proposta foi approvada em todas os seos para-
graphos, bein como as emendas offerecidas pela com-
mi-sao, e a 1." parle da emenda do Sr. Kodrigues
dos Sanios, que man !a dar urna raro de ctape [que
compele actualmente aos alferes) aos ofliciaes refor-
mados, conf rm.' a tabella de I82'i.
As oulras emendas foram rejeitadas, e prrjadicada
urna do Sr. bario de Porta-Alegre.
Enlrou em 3. discos-ao, tendo-se pedido urgen-
cia, o pinjeclo desle anuo que marca a cabes* da
8." districto eleitoral du provincia du Maranhao ; e
tendo-se olfereci lo algumaf emendas, foi ippruvndo,
depois de um dbale entre o Srs. Paes Brrelo, Si-
raiva, Viri-.lo, J.iauarihe e Franco de Almeida, om
reqnrrimenlu desle oltimo scohnr propondo o idla-
nienlo al quo ogovrrno imperial seja ouviilo acerca
do prcjeclo e emendas.
Conlinooii a 2.' dilCUMlO do ore mrn'o do minis-
terio da fazenda, na parle relativa a' despeza, e fo-
ram apoiadas as seguintes emendas :
Da cnmmi'-.'iuno 34; em vez de 180:0008,
diqa-se 100:000$.Sunp.iio Vianna. Augusta de
Oliveira.Torres llomem.n
Ao 5 28 iccrc-renle-sc sndo 20:000) para a
coiistrurcao da ponte da alfanjega de Mucei.C.s-
lellu llranco. C-lheiros. a
a S"-Thesourarias.Eleve-se a verba a quan-
lia necessaria para se augmentaran com Iihi^ al
'. 'i- os ordenados dos einpregados da lliesourana da
provincia do Kio Grande do Sul proporcionaln.enl
O paquete nPrinceo, entrado houtem tarde, Iraz
datas de lluenus-Ayres at 2 e de Momevido at 5
do correnle.
O aPrince he portador de tima noticia la turnia
vel. O vapor nGuanaliaran, da rompanhia Brasi-
leira, que sahio desle poi lo na di* j do pasta do,
perdu-se lis 7 horas da noile de 31, dorante orna
grande eernc3o, na pona de leste ds Maldo-
nado. Salvaram-se os passageiros e a tripola-
C3o.
A noticia deste naufragio chegoa a Montevidi i,
10 horas da noite do dia 2 do correte, e por ordem
do commandante da nossa eslajao naval, duas lluras
dapois aingrava o vapor de guerra Jequilinhonha
com om forte destaramenlo da corveta Badiana
para o lugar do Daufragio. alim de prestar os preci-
sos sorcorros gente do aGoanabara, que conitava
achar-se na praia.
O Estado Oriental coolinuava em psz, mas eo-
mecava a agitar-so com milito calor a questao eleito-
ral, oa quil, dizem toma parte activa o general
Oribe.
Para contrariar talvez essa influencia, principiara
oJuSollOrientalo a publicaran das taboas de sangue
do fallecido Rivera lodarle. Por esle caminho mal
vai a conciliario.
O banco .Mam liaba comecado suas operaees de
emis-o e de eunlaa correnles.
De Buenos-Ayres a nica noticia da interesse he a
de ler paisado no senado a lei, approvada pela c-
mara dos depulados, que declara Itusas leo de lesa-
na^aii. Aqu Iraii.creveinos a lei :
< Art. i. Declan-sa Jo3o Manoel Rosas reo de
lesi-patria,pela sangiiinnlenla lyrannia que exer-
ceo Contra o povo durmite lodo o periodo da sua dic-
tadura, violando as leis da natureza e por haver
atruiroado em muilus casos a independencia da soa
patria, aerificado sua ambirao a liberdade e
glorias della ; raltlicando-se por e'it.i declara$o as
I dsposr;oes vigentes.
Alt 2. Declra-se isnalmeute que compele aos
Iribonaes ordinarios o coiihecimeiito d s critnes per-
pelrados pelo 1} raimo Joan Manoel Rosas, abusaudo
da forca De que se achava investido.
Arl. 3. lie rnnf irmidade com o decreto de 16
de feverriro de I83S, que declarou de propriedade
publica lod it os bens que perlenceram ao lyanno
Jo3o Mano, I Rosas existentes no territorio do Esta-
do, lica aulori a sua lUanacJto pelo mudo e forma que pela prasenle
le se deleniiiiia.
Arl. i. Aulorisa-se o poder executivo para
vender em hasta publica os terrenos correspondentes
aos bens de que se faz menrao no artigo anterior,
que serSo alienados depois de medidos, em lulesque
nao exce lerao a urna legua, ao preco da duzeotos mil
pesos por legua, aquelles que se acharem situados
na parle interior do rio Salado, e de cem mil pesos
os que se acharem alm do mesmo rio.
As habitares q(e se acherem situadas nos ditos
lenos icr3o vendidas por ssus justos precos. Em
isualdade de circunstancias sero preferidos na resi-
da os adunes arrendactarios o posseiros dos ditos
terrenos.
Ail. As propriedade- urbanas da mesma ori-
gem, inclusive Palermo e soas dependencias, que
se acharem dentro dos limites do monicipio da
cidade de Buenos-Ayres, set3u dele hoje conside-
rada como bens muicipaes, fazendo-se entrega for-
mal di-lle.
Art. 6. O producto da venda dos terrenos a
que se refere o arl. se depositis no banco, a dis-
potiiao da legislatura.
"Arl. 7. CommuuiqDe se ao poder executivo.
Esta lei foi sanecionada immediatumenls pelo go-
vernador do Estado.
A Confederarlo Argentina ficava na mais perfeita
Iranquillidade. O presidente lioha apresenlado ao
congrrsso om projecto de lei paia a abolicao de to-
das as alfandegas do rio Paran, ficando habilitadas
para o comrriercio exterior sotueute as de Corrientes
e Paran. E-ta med la he o complemento da lei de
direitos differenciaes.
Do Paraguay ha dalas ale 21 do mez passado. O
SfOiananon u3o trata sena i de co>omenhir a seu
modo os aclos do governo do Brasil, nos quaes v
empre hostilidades ao governo paragoeyo. Tinlu
cabido a agoa na A-sumpci, mais um'vapor all
construido, e ao qual deram o iiome de Sallo de
uayr.
As dalas do Galla alcanr.mi a 15 de jonho. As c-
maras reuniram-se no dia 1. As noticias daquella
repblica nao oflererem inteiesse.
No Per' eslava reduzida a revolo^ilo a' cidade de
Arequipa. O (riumpho das armas do governo ja nao
era duvidoso.
12
l'as-oii honlem no senado em prime ra disenttao,
e enlrou em segunda, a proposicao da cmara dos
depulados que aulorisa o governo a emprestar com-
panhia Pona d'Araa a quanlia de 30Q-0O0S.
rol encelado o dbale plo Sr. Silveira da Mol-
la, lembrando o requerimanto de adiamento ollere-
cido pelo Sr. Wanderlev na sessao de ti do corrente,
ale que comparecesse o Sr. ministro da fazenda.
Sr. Santa Franco deu as iiil'ormares pedidas, ex-
plicando os motivos porque reduzira a 300:0009 a
qtiantia cujo empreslimo fura solicitado pela campa-
nhia.
Contestado pilo Sr. Souza Ramos, S. Exc. respon-
deu, desenvolvendo mais longamenle u seu pega-
mento.
I'allo.i tambera contra o projecto o Sr. visconde de
Alboqoerque, que mandnu a' mesa nina emenda pa-
ra que se lizesse extensivo o mesmo favor solicitado
a todas as companhias que se eslabelaesrem us por-
los do imperio para emprehenderetn eslaleiros, fa-
bricas de refunJicao a fabrico de machinas de
vapor.
Apoiada a emenda, nao ae volou por n3o haver
casa.
Levantou-se a sessao a orna hora c um qnarto,
Nao honre honlem tessao na cmara dos depula-
dos por falla de numen, legal.
A ordem do dia de hoje he :
Na primeira parte, ai materias anteriormente de-
signadas.
Na segunda parle, a continuarlo da segunda di,
cusiao do orcaracnlo na parle relativa receila, e
disposirues geraes, se esliveremimpressas.
Em addilamenlo a' nolicid qoe demos no n Jornal
do Commereio de honlem da dei.islroaa perda do
vapor baanabara publicamos hoje os seguuiles tre-
chos de orna carta particular que nos foi confiada :
Monlevido, 5 de agosto.
Tenho agora dedar-lhe a triste noticia da per-
da do Goauabara.
Domingo as 10 horas da noite receben o rom-
mandante da e aqaelle paquele procedente do Rio de Janeiro, ha-
via encalhado na pona de lele de Maldunadn : duas
horas depois singrou para o lugar do desastre o va-
pnr de guerra Jequilinhonha, levando a seu bordo
um pralico da cosa, viveras para os miufracn e um
"S"'y deguarnirao lomado da rurveta Bahiana.
O Gnanabara perdeu-so em consecuencia da
densa rerrai.-an qoe reinava pelas 7 horca da i.oiis
do dia 31.
O ajequitinhonha, movido pela hlice eimpel-
lido por um vento S O e O S O, re-tos do pampeiro
que sopea ha das, d-ve ler chegado ao lagar do au-
fragio ou s proximidades no dia 3 pela nianhda, i--
lo lie, milito antes da volla do proprio que trouxe
a Montevideo a laraenlavel noticia.
_ O zelo e intelligencia do commandant Lomba
sao conhecidos, e elle labera' onir todos os seus es-
forjos aos do estimavel commandante do Guanaba-
ra, afim de salvar e transportar a esta cidade o
que filr humanamente possivel tirar do Guana-
bara.
Quanlo ao casco, machina e npparelho, devemos
resignar-nos a' Idea desun perda cmplela ; porque
he bem provavel que a' chegada do ciJequilinhonha
ja' lenha o Guauabaran desapparecido. Os navios
de ferro nao resislem 13o bem como os outros, e as-
sim o oduanabara samado como fica'ra sobre um
leilo da pedras, e balido por violentas vagas, deve
estar perdido.
. O., rondando mais para O, qoe para S. O barme-
tro, que linha subido sensivelmenle, desceu um pou-
co. O estado do mar finalmente faz presumir que
o embarque no Jequilinhonha > dos passageiros,
equipagem, valores, basagem e mais objeclos salvos
do Guanbana se ler' podido realisar su pela praia
do M ild.nado, e que dahi provalinente proven) a
demora do o Jequilinhiinha. n
A legarao brasileira sulicitnu a isencao da qua-
r- ni oa para o vapor que deve trazer a,este porto n
nufragos, os quaes, segundo rsla' combinado com o
lenle lirilo, s.-ro recebidua a bordo da corveta
BahUnaa avilan lo-'e assim desert, manindo-
se a disciplina, e poopan lo se companhia de pa
quelM grande lORmenlo de desperas, al a prniima
rhesada do Tocaiilinsn que Iransportara' sem
duvidi os infelizrs naufrasos ao Rio de Janeiro.
Praza aos reos que a legaetlo hr'a.ilcira consiga
o que soliciloo ; a qu ri'nl'na depois do naufragio
srria um couce depois de urna queda.
ii P. S. O Jequilinhonha acaba de chegar rom
os naufrago* do Gnanabara.
O vapor na i foi dispensado da qoarentena .'
A caria quo rm seguida publicamos, eque he di-
risid.i no Sr. I)r. Carneiro l.eao. geienle da rompa-
Pelo ponlo e segundo a upiniao do praticn, sup-
puuhamos ter montado a i Iba doa Lobos e eslarmn
a E. della, quando puuco menos de meia hora de-
pois encalhamos.
Avahe V. S., se pdde, os lormenlasporqae um
1.1o ineiperado aconttctmenlu me tem feilo passar, e
se digne mandar suas ordena ao
a De V. S. inuito obligado venerador e criado,
o Antonio Correa de Brito.
Da ConfederarSo Argenlino temos a acresceular
o seguale s noticias que honlem publicamos.
0 vapor tiParaguassi), chegado a Corrientes a 25
de j u I lio era esperado na Bajada a 31 do mesmo
mez, a dahi desceria para Montevideo.
Tralava-ie no Paran de urna nova lei de alfan-
degas da Confederaran Argentina com o fitn de su-
jetar a certas reslrcc,Oes a navegado por aquello
rio dos navios lano mercantes como de guerra, o
que ja liotl* dado lugar a algumas rcclamaefies da
parte do notao iniui-tio o Sr. J. M. do Amaral.
1 ii/i i--o que os navios mercantes que tivessen, de
sohlr al I', nnenie- seriam obrigadosa fechar as es-
colilhas no Rosario ; em Corrientes \ erilicar-se-ba se
o sellos se acbain iulaclos, quando l,es navios se
deslinarem a sabir o no alem daqoelle ponlo.
A respeilo dos navios de guerra, havia a idea de
exigir dos seos commandantes nina declarar-ao por
e-criplo de qoe nao conduziam mercadoiias para o
commereio ; esta pensameitlo porem foi abandona-
do em cousequencia da opposicao, oa por eonselhos
dos diplmala.
O projecto da nova lei de alfandegas dependa
anida de consultas para ser depois ipresentadn as
cmaras. Por ora nada mais cunsta a este respeilo.
A alfandega da Bajada tinha imposto algumas
condieflcs n miro lucran de objeclos de uso e consu-
mo remedidos a agentes diplomticos estrangeiros.
O que deo lugar a esta medida foi ler o ministro
ingltz vendida sua adega por occasiao de fazer
uina viagem a Jluenos-Ayres, e de ter esse minis-
tro, ao regressar ao Paran raeies depois, feilo de-
sembarcar um supprimentu pouco mais uu menos
como aqaelle qac vender.
O fisco, (in toda a parle inesoravel, prelende
pois velar a aociedade, que se pode chamar relali-
vainenie elegante do Paran, o gozar de vez em
quando nos lares domsticos as delicias das misas
diplomticas.
CORKFSPONDENCIA 1)0 DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Iil DE JANEIRO.
11 de agosto.
Honlem. as 10 horas da noite, encerrei apressada-
mente o que Ihe enves hoje muito cedo pelo Im-
peralriz. Arrependo-me de n3o have-la guardado
para manda-la pelo Calcula', que suppouho che-
gara' ahi muito primeiro.
Naquella dei-lhe noticia do que oceorreu na c-
mara temporaria, relativamente ao uegocio das com-
maridila. Pela rapidez com que o lix, alo leudo
lempo para exprimir a iniuha opiniao pariicular a
respeilo, talvez desse lugar a soppr-se que suu aves-
so a ludo quanlo foi appruvado, c que por isso pro-
curo ferir o Sr. minntru da fazenda, negando-lhe
juslira ua distribuir,, da parte que Ihe cabe no de-
bate havido.
Protesto conlrn semelhanle interpellacao. Son
menos restrictivo do que pareen, mas lulo suti desses
afoito- que querem estabelecunentos de crdito por
toda a parle. Kerunhero a insufliciencia da unida-
de de Banco ; assim como receio a mulliplicidade
delles, sem alteu^ao aos riscos e pencos qu dahi
podem provir. Sei que os rapilaes iudividuaes, gru-
pados em diversos pontos do impeno, que as rique-
zas de diversas gneros mubilisadas pelu desenvulvi-
ment, prudente e refleclldo do crdito, sao que
devem fornecer o precisa alimento a nilu-iria e
commereio de que depeudea pro-peridade do puiz.
Mas desejara que o corpo legislativo estabelecesse as
regras e preceilos crameos, a que devessem ficar
sujeilas as conceisOes do governu. O arbitrio em toes
materias, qualqoer que seja o governo, lie sempre
pengosu.
Eis o meu ponlo de divergencia ; ntfmais quasi
que estou de acenrdo, al por qoe estou corto que o
uosso governo sera' rouilo cauteloso nos aulorisarOes
que liver de conreder.
Pens mesmo que todo esse enthusiasrao e pala-
trio do mmenla ha de se Iraduzir na pralica por
una grande reserva, qae Irara' decepcoes aus exage-
rados.
lioje mo houve sts-3o na cmara dos depulados
por falla de uu ero.
E todava o dia tem estado magnifico, e os traba-
llios legislativos alrazados como nunca estiveram.
Apenas arha-se volado o orr.menlo geral da despeza
e nao se Iratou anda do di receila. quando us fal-
ta menos de um mez de sessao. Que lempo lera' o
senaitn para apreciar, discutir e volar esses orra-
meiitcs ?
No senado lem-se discutido lolerias, idas da c-
mara.
Nunca se vio urna sss3u lio ferlil de lolerias !
Na sei al on.le iremos com ellas.
llunlem naquella corporas3o discotindo-sea eon-
ces-3o de algumas para o Ihealro lyrico, falluo-ae
na nnpmirao de oilenta |ior cenlo, creada pela as-
emblea provincial de Petnarabuco, sbreos bil:. ele-
da corle.
Nao sei precisamente o qoe fui que disse um dos
senadores, nem o que respondeu o Sr. marquez de
Olinda.
Nessa mesma cmara volou-se hoje o empreslimo
de trezenlos cnnlns a fuu tiran de Pona de Areia,
ido da dos depulados.
He nolavel que quando nao lemos dinheiro para
satisazer nossas necessidades, o adiemos paralcm-
preslar "^
E lodavin certas emprezas que tem a' sua frenla
cerlos homens, sempre ronseguem laes favores Pa-
ra qualquer obrazinha as provincia, para uina ca-
sa de audiencia, por exemplo, em Pernambuco, n3o
ha dinheiro ; mas para a fundirlo de que he director
o Sr..... ha Irezentos coutos I
Agradecemos ao nosso correspondente da Vic-
toria a boujade com que se preslott a Informar-nos
minuciosamenle a respeilo dtssa pequea Couslanrja,
.i quein com mui jo-la razio podemos appellidar
delera,Se sua pequsua cresrer com laes instiuc-
los, em duvlda alguma ser uina segduda l'elicida-
de Perpetua dos Prazerts (Dona) da Baha, ou essa
feroz hyena Carila, que oja geme entra os roche-
dos de Fernando \
He boje o especlaculo em beneficio do Sr.
Santa Ross. A comedia Por causa de um alga-
rismo em que lano brilha o velho Igreja, o be-
neficiado iin 11 urna vez sabe a' scena; ninguem par
certa se lera' esquecido do Sachristao com sua ruu-
peta velha e ruca, seu continuo locar do badula do
matriz, e os seus couplets fazem com que esta noi-
le seja bella e inlerosante. Cousla-no que urna
banda militar tocar no ialSo liras pe;as de mo-
llea.
O vap"r Piratininga.-, sabido para o Rio de
Janeiro e porto Intermedios, conduzio a sea bordo
o reglales passageiro :
Jo3o Jos Leile Guimar3es, Antonio Joaquim
da Silva, Jnio Osorio de Castro Maciel Munleiro, r.
Jo3o Uyrcano Alves Maciel, capilSo Antonio Alves
de Paira; Rodrigo Castor de A. MarirahCo e um cri-
ado, Jos da Cunta Coatiohu, M'iioel da Coala Pe-
relra Codrln, Manoel Juaquir Duarle GuimarScs,
sellas.
As frerlia.lai dos Indios correspondan) rom liroi
disparadas puta o ar : os indgenas fugiain. e depois
faziain esperas ; mas, seguidos sempre de perlo, ren-
deu-se a tribu, compoaia de mais de i!M) honieiis, por
I ili.i de armas, isto he, de sellas.
Elles linli,un por chfe > cacique Mariqoila.
Foram baplisados p-lo pnlre, al Irados em S. Luir,
as vizini.ancas do Kio-Prelo, onde fotain caleclina-
dos pelo mesmo padie. Uestes Indios com suas mu-
Iheres e da prole n9u eiislem boje lasllgiM.
(i Hez annos depoi fez o lente Silva, por ordem
do gorerno, asna segunda enlrada, na qual muito
Ihe nproreitaram os servir- de nm Indio, que, nao
tendo pai nem m3i, a elle se alTeicora e foca por el-
le educado.
> Conquisloo assim dez tribu de Indios, qu hoje
nao existen). Foram ai entradas sempre a evpiusas
ua a de Apenas reeebeu o Sr. Silra auxilio para a piiioeira
entrada.
O relho Silra nao tem hoje nem om palmo de
(oda esta Ierra conquistada aos indgenas ; vive na
pobreza como os seus descendentes. Veio elle j em
I8i4 requerer ao enverno urna pens3o que possa sos-
visar o peso de seua cansados dtas : ah ficou o stu
requerimiento, qoe al hoje n3o leve andamento. Foi
Jos Marlin do Reg Jnior, JoSo Martina dos Rios, o velho bera acoln lo por S>. MM. II., a quem bei-
a asc.rava Auna de Jernimo Jos de F gueiredoMel- jou as m3o, e de quem lecebeu soccorros pecunia-
l*i capitSo de fragata Lourenro Araujo da Silva A- jrios.
mazouas, guarda mantilla Eduardo Wandelrol, Jos Agora rolla o relho Silva a promover o deferi-
Luiz Ferreira, Jos Cordeiro Leal Balioga, Dr. Joan ment na sua sopplica. Nao esl o goreruo na lui-
da Silva Rios.jsiia snhora. 6 filho uiMiores 2scra- gacao de bentliciar a esle homem '.'
vos, o cabo de esquadra Manoel Francisca) de Salles, Por cerlo qu sin) : (melle sido om cidado
n i il.la lo l.nuieneo Antonio Severo, Frlneiico Ale- multo pruveiloso ao estado, quindo mais nflo fosse,
xandre Gomes, Pedro Ramos, o menor Jo.ii Jos de! como cliefe de nma numerosa familia.
Santa Anna, Dr Candido U. Cstello Branco eom 1 I Atienda o governo a eupplica deste relho, vicli-
inenor de 10 annos, 1 criado e I escraro, Jos Pau- I mi da prepotencia de poderosos, que nSo |no consen-
lo dos Res, Antonio de Moura Castro, desertor Jos j tiram posoir em paz um canto de trra qoe linha na
Francisco tiomes, Francisco C. de Qaeiroz Barros e I provincia, e apertando-o nos sireilos limites que Ihe
1 escravo, Joaquim A. Cesar da Assis e 3 filhos sen- | deixaram com as medi^oes de suassesmarias, o obn-
do 1 de peilo. desertor Dionizio Jos do Espirito San-' garam ade to, soldado Moiss d Farias e Sooz.i, Jos loaquim reveze de fortuna que o collocaram na pubreza em
I", irlo, Jos V. de Souza Guedes a 2 escravos, Jos qoe se v.
Antonio Ribeiro, 1 S escravos a entregar a Bernar- i O Curreio Ofllcial de Minas da conla dos fac-
do Jos Piulo, Augusto Noraes dos Passos, iinuiiii los seguintes em data de 3 do correnle :
Pauiiue, Nicolao Carneiro de Araujo, P. A. Mol-I ti Consta officialmente que no di-tncio do Porto
de Santo Antonio, mnoicipin do Pomba, deo-se om
fado horroroiso em casa de Amonio Lopes de Pa-
ria, homem labirioso e nollensiro. Seriara 10 ho-
ras da manhaa, e trabalhara Fana pouco distante
de -o h.ilni..ro, quan lo inopinadamente he esta
assallada por um grupo de sicarios, a coja frtnle
consta que se actiuva um escravu perleneenle ao
mesmo Faria, de norae Janoario, e que ha longo
lempo vivia forapido. A familia (constante de -ua
ler.
Ale amanilla.
COMARCA DO BONITO.
Cidade Je Caruaru' 16 de agosto.
XXIV.
Uin facto muito importante soube-se havia passa-
do ni fregurzia do Altiuho ; isto he, certo iospec-
lor de quarleir3o prende a certo individoo que, com
lodo ptitoraes de couro de boi para resguardada das como condicJn do aggravo, um jolgamenta, ama de-
ci-,>.
Nada disco houve; vossa inasestade o ver com fa-
eilidade ; nem houve urna limpie peti(3o, em que
a allegasse a incompetencia, lira de ser atlendida:
a petii;ao de aggravo de I1-. Iti quer suppor essa de-
cisao pelos artoi por mira praticados.
He pois o prseme acgr.vo contra as leis ja cita-
das ; sao ellas bera claras ; querera decisSo subre ma-
teria de competencia.
Estas ra/0s molllficain o aggravo : todava vossa
mageslade as admlllir, ou nflo, segundo entender
em soa all sabedoria.
Entrando na mateiia du aggrivo, eu provarei.
!. Qu o fado de se estar preeedeodo o inventa-
rio no elvel nao pode prejudicar, ou offeuder a mi-
uha juriadlccjio.
2.' Qoe, linda qoindo uao hoorsn nacessldade
de revalidar o railnmouio, eu en o juiz comp-
lente.
3.- Qoe, a neeessldade da revalldaf3o colloca a
nohentesob ininlia jarlsdicc3a.
Nem aggravo soffreu o aggravante pelo motivo el-
legado na soa petic.3}, ter eu pralicado aclos,
q o a n di nojoizu do clrel l proceda a inventario.
Se o invenan > g ,iev. fjjer pelo meu juizo t como
adianto mn.|rari,) a prevencao n3o he possivel ; por
que a juris licr.Vi ,j0 juM do cTe| oaB s,a prorogarel
respeilo das causas, que perleocem lo meu joizo ;
e he claro e crrenle em direilo, que, para la dar a
pror.vgac.ao, o juiz. embora Incompelenla por outros
motivos, dere m soa urisdcrio conipreheiider o po-
der de couhecer da causa, qo se tem de tratar.
NSo tendo logar tal comprehensao, sendo ele
)uizo privativo, he evidente qne u Tacto de e estar
procedendo a inventario no juizo do civel n,) j me
pode dar, ou tirar direilos.
Nolarei qoe, quando mandei proceder a' inventa-
rio, nao lilil couliecimento do que se passata no ci-
vel ; e qoe. anda sabeodo, devana assim proceder,
alo que vussa raagestade decidiste o conflicto de j-
risdicclo.
Ssgdndo ponlo.Cuncedendo por hypothese que a
ravalidaeao nao juilili tu minha inlervenco, minlia
jur'-dircrio exiate ; o inveulariu deve ser feilo pelo
men joizo, e s com a minha licenra podera' o ag-
gravante receber os bens do menor : como mandara
o regul.imenlo de 15 de un, artigo 5.' ; 8.* e avi-
so de 16 de dezembro de I&i2.
Pelo documenta da fl. i> v-se que Joaquina Ri-
beiro Ponte era lilha nalural de Joanni Maria
dos Sanios, pela minuta a fl. 2i verso r-se, que o
finado Ponles dizia que ella nao era soa lilha ; como
poi effectoaram o casamento sem licenra d'esle
liiizu '.' A' prescindir-se do coosentimento do juiz
dos orphaos para celebrar se o casamento, ( como se
fez ; collocar se-hia o menor, filho natural, e de pai
incgnito, e que mais necessila da inspecrao e fa-
vor da lei, fra da al tribunal diste joizo ; o que he
anadmiisivel. E esle argumento he reforjado pela
pralica ; agora mesmo pende urna quesISo para ter
snpprido o mus.mmenlo materno ; he o Impetrante
filho natural; aeccresse ainda que este consenlimeu-
lo judicial foi exigido pelo Rvm. Sr. vicario geni,
como se prova com om requerlmenlo qoe le acha
naqnelles autos. De sorte que devendo exigir-se o
meu eunsenlimeiilo naquclle lempo, u3o o (heram ;
ficando as.im a a Irainitlrarao do beus da menor a'
cargo d'esle juizo.
Logo, do caso me-mo de nao ser nectssarii a re-
valiJac^o, existe minha jonsdicc3o para o inveula-
rio.
Mi -reos pntenla da India ; a Joaquim Das Fer- -J%
nandes & Fiihos. .
(i canuca e S fardos fazeodas; a Barroca & Castro.
40 caixas canella ; a Domingos Alves Mal hcui> ^,
3 caixes c t fardo charulos ; a Jos Uiaa Brandj
umf.icalhao, tenlava ferir a outro, no que fra esposa, Carlota, um lilha de 6 annos, urna de 3
ajudado por dous outros. Feilo isto passeava o meu Pafa i, oulro de 3 mezes, uin escravo cria de i an-
nspector dianle da casa do tronco, lalvez orgulhoso os e urna eterava em stado de graudez) li lo la
do resultado de seos etforcos, o que supponho fra brbaramente esfaqueada pelos assissiuos, escapan-
percebido pelo doos assi-lentes, queagarraram ao do^apenas cora vida a infeliz criancinha de 3 mezes
inspector e obrigaram-na substituir ao cojo da faca,
que de enesreeradn pas-ou a encarcerar. Foram
presos os verdadeiros criminosos.
Foi norae ido subdelegado desta cidade o Sr. Clau-
dino Jos de Oliveira ; nomeac.3o muito acedada e
da quil espero ptimos resoltados. O Sr. Clan lino
he activo e inlelligente.
No dia C passaram-se para a villa do Bonito os
doutorsest juiz de dirflto e promotor, para os 1ra-
baitios do jory, que deviam principiar no dia 8.
lisiamos com novo destacamenlo. A geni qu
veio para sobslituir me parecen dispsla, sendo que
que aqu eslava ja quasi inolilisada, pelo lon-
go espaco de lempo que ha aqui estado, se tinha tor-
nado cansada.
Os substitutos perlencem ao corp de polica, e
ir" 'i1-, rren"' S"- e'P,laa Carneiro Mmileir
alferes Llysses. Estimaremos que os Srs. ofliciaes si-
ttsfatara a expectativa desle povo, qoe nJo pe obs-
tculo a acgSo daaotoridadi.
Saldado de polica he gente qai falla mullo; pois um
i !, "ff* cnnlou-me le na cideia do Bquilo um lal
Joaoi Mximo Espindola, absolvido na pnmeira tes-
sao du corrente anuo, do jury d'alli, e appell.ido pe-
lo promotor mandara fabricar urna chave ahi no
Kecife, fnriiecen lo o molde de cera, o que fra poi-
enormente sabido pelo juiz municipal, que dera
bosca na cadeia e adiara inslramentos para um ar-
romb iii'Mii... que se nao reatisou, porque houve cer-
lo defeilo na chave.
Disse tambera o mesmo soldado que ot presos
mandados para responder! ao jury em dila villa,
furam escollados pelo destacamenlo "que para aqui
veio. ^
He nma das grandes falla que se experimenta pe-
lo malo a fall 1e eadiias seguras, u que he u ma das
causas da repetirlo e augmento dos enmes ; pois os
criminoso conlam e esperam, mais hoje ou mais
amanhaa, pala evas.lo.
t)s receioi de secca tomam corpo e eu me arreceio
rauilo e moito de nm futuro calamitoso para esti po-
vo, qoe muito sofTrer te os mecorro pblicos nao
concorrerem para suaviiar os rigores da inconstancia
das eslates. se nao do castigo qae a Providencia Di-
vina aproove fazer pesar sobre nos.
s gneros alimenticias conlinuam a conservar
prega crescido, e prometiera augmento piogressivo, o
que eu nao desojo.
Li a resposla do promotor dada as bellezas do nos-
so jiiij municipal,que he homem a direilas.
Cada vez mais me convengo re certas verdales
enunciada pelo nossa tinado vigario, o "padre Jorge
Guerra, que me dizia orna e rauilas vezes ; compa-
dre, na'mo dat quod non habel, nec pluiquam
Eu acreditara as palavra do meu compadre e
nosso vigario, e aere-ceniasmiles com similibu"
facle cottgreginlur.
(Carla particular.;
escrava, que se achava em grande penco de
vida !
Igual ademado consta ter tido um enmero de
execu;3o no districto do Dcscoberlo, municipio do
Mar de Hespanha, era casa de F'orlunato Lipes de
Faria, pai do infeliz Antonio Lopes, oqu'l foi tam-
bera assaltado pelos mesmos malvados, por ocra.iao
da elleeluar soa modanra para o districto das Mer-
cs, onde tenclonava residir com recio de igual
sorte n qoe lirera seu filho. O Iropeiro que condu-
zia o trem fui riclima dos tiros que Ihe dispararam
escapando o relho Faria e sua familia por consegui-
rem poder fugir e oceultar-se, roas perdendo o que
tinham de mtlhor, e que foi roubado pelos aggres-
sores.
Parece que etsa infeliz familia esl rotada ao
exterminio. As autoridades lociea, aperar do terror
que infundirn! taes successos no animo da popula-
gao e das ameagas dui amores de laes crimes, ha-
viain dado as providencias para a fonuag3o dos pro-
cess .s, e por parle da Exma. presidencia e da pdi-
cia esiao tomadas as convenientes medidas qne laes
casos ex geni.
sr Ko dislriclo da cidade do Parahybuna, prxi-
mo ponte Americana, toram assassmedos l'ran-
cisco Alves Francisco C lelho, que faziam parle
de urna reuniao de pessoas de ambos os sexoi, que
all leve lagar na noile de 12 para 13 do crranle.
Coelh i, tendo primeiramenle assassinado a Fran-
cisco Alves com um liro, tai ao depois mnrlo a ca-
celadas par um irmSo desle, que mn-eguio evadir-
se com alguns dos Irabalhadorcs da secgSo de estra-
da da dila ponte que se acham indiciados como
cmplices nenes altentados. A anloridade comp-
lente proceden logo a corpo de delicio, e deu as
mais providencial que convinham.
Achara-se ja recolhidos i cada desta capital,
lendo siJu presos na districto do Kedoudo. a esfur-
gos do respectivo subdelegado, do comineo la i i
Lucas Antonio Monletra de Barrse do tenenle Ja-
l Lobo Leile Pereira, os indiciados Autonio Apn-
linario de tal e Antonio Jos Francisco Pernam-
buco.
277 fardui fumo, 231 raolhus c 20 feixe piata\
va, 20 sacro caf, 2 dilus lio de algodSo, 20 ditos
oleo de rerino, 1(1 caixes charutos, 104 fardo* al-
godSo ; a ordem.
1 in.iii charuto- ; a Antouiu de Almeida Gomes.
Sumaca nacional aliortencia rinda da Babia, con-
signa 11 a Autonio l.utz de Oliveira Azevedo, mi-
nilr.-li u o seguinle :
15 barril salitre, 18 ditos laxas de furo ; a Bran-
dar i Braudi.
401) saceos eaeu ; a N. O Biebcr & C.
2 caixOe charulos ; a Tinsm M. & Vinnaita.
1 din ditos ; a RiDe Schammelrtan & C.
7 vuiuine- miiiiDga, I dilo veludo, 1 dito franja
de 13, 2 dito roopa de buiraclia, 3 ditos fazandas, 1
dilu tola, 1 dilo espada, 2 dilo bolm- eovernisados
15 ditus obras de borracha, 4 ditos e 2 barricas car-
ne, 1 volunte armagao para chapeos do sul, 24 cai-
xes e 1 embrulho charulos, ) fardos algodao Irau-
gadn, 1 barriea cera, inn fardos fumo ; a ordem.
Ilute nacional Veno viudo do Kio de Janeiro,
consignado a Caetano Cvriaco da Cos/.i Moreira, mi-
nifeslou a seguinle :
2 ranas de Le Hoy ; i Isaac Cario & C.
40 pipai ruin, 50 caixOei licores, 93 roloi fumo ;
a ordem.
Kscuna naciooal il.iuila Muda do Rio da Ja-
neiro, consignada a Antonio Pedro das .Veres, ma-
nifeslou o seguinle :
I raix.io fazsndaa ; a T. M. & V.
I dito rhipeo; a J. S.
1 dil ditoi ; i C. c\ IrmSo.
32t barrs bren, 50 ditos genebra, 15caixas papel,
1,600 ditas sabao, 1 dita chapeos. 8 rolme mobilia
10 barricas colla, 10 latas cha' 200 saccoi cif, 4,,-
dllai feijo ; a ordem.
Vapor nacionol Plraliniugaii procadenti do por-
lus do norte, consignado a agencia, mauifestoo o se-
guinle :
1 encapado ignora se; ao Dr. Jos Sergio Ferreira.
1 dito dilo ; a Jos Claodino de Azeredo.
1 caitote dilo : a A. C. Qoeiroz.
I dilo dilo ; a Daniel Cesar Ramos.
1 caixSo dito ; a Francisco Jos de Oliveira.
1 caixotinho dilo ; a Jos Mananto da Costa.
1 embrnlho dito ; a Miguel Jos Aires.
1 surrfto dilo ; a Nicolao Bronn.
1 cauaslra encapada ciringas de borracha ; a Bar-
tholomeu Francisco de Souza.
CONSULADO GEEAL.
Bendimeoto do dia I a 17. 9.5879317 .
dem do dia 18. ..... 5:238974b'
TMMflM
DIVERSAS PROVINCIAS. *
Rendimento dodia 1 a 17. 4:418SI0
dem du dia 18....... 175/228
'/
y
PAGINA AVULSa-
Diz-se qu era urna das ras qu (icam para os
Coelhus, eiisle urna senhora que, sem ouha cousa
mais do que urna brincadora de seos prenles, que
para gracejaren), com ella fallaam-se por acruos, e
isso foi bstanle para que, a impressionando, lizatse
com qoe desde en(3o u3o Mlasse mais, trancassa os
qoeixos n3o comese, d3o bebesse, e Bem Hcesse cou-
sa alguma mais. Neite estado se lera conserrado ale
hoje \~ diis) sem que se pussa canhecer qaal a ori-
getn desse phenomino, uio obstante tudos os isor-
gos da medicina.
Consta-nos qoe em um do dias da semana pas-
sada indo nm senhor a nbeira do peixe em S. Jos
e procurara comprar urna caralla a um peleador!
que acabara de chegar do mar, e quando depois de
a haver ajustado, ia pagar ao pescador, eis que se
cheg um desses alravessadores que Infesta* aquelle
lugar, sem o menor pejo, e rom a nulo' audacia se
apodera de lodo o peixe, e lodo ufauo disse para
aquelle senhor, se agora quizer o paixe ha de ser
pur tal prego. Esta aegao fez revollar a lodut
quanlo a testeniuuharam, e nao menos ao com-
prador, que nao endo de mnita grara, ia prorurar
os seus direitos, quando aquelle atravetsadur se re-
solveu enlregar-lhe o peixe. Facloi desta ordem sao
bem ordinarios naquella ribeir, e nao obstante del-
les n.lo se fazem o menor caso, soffra embora quem
soffrer.
Segundo Tomos infirmados n3o se reatisou a
Hornearon do novo alvigareiro para o lelegrapho da
torre do Collegio, por nao saber o que se prelendia
nomear, distinguir os navios, bom foi que em lempo
essa falla fosse ronhecida, par que do contrario serta
sabir das brazas, e niellennn-nos as labaredas.
Conila-nos que os senhores ac idnticos, nalu-
raes da Baha, pretenden) apresenl.tr o Sr. cunselhei-
ro Aulran como candidato a senatoria pela Baha,
para cajo Jim solicitan) de seus puia e amigos para
que se esforcem pela sua volarao A ser exacla ass
noticia he mais uina prova de contideragao que esses
acadmicos pretenden) dar ao seu lente o Sr. conse-
Iheiro Aulran, que sem duvida se mostrar recouhe-
cido por lana dedicar.lo a sua pessoa.
Nao he ignorado por pessoa alguma, qoe o in-
feliz Calando, victima da explosao de 2t de junhn,
tinha em soa companhia urna fillia riuva e honesta
a quein alimeniava. Depj t que a de-grar i o ferio,
essa lilha haveudo perdido ludo que possuia, vio-se
reduzida a mendigar. Oa somma que aassoriagaobe-
nelicrnle havia determinado para seu pai ir man-
teiidn-s nao chrgnn um seilil para ella, ou porque
nSo quizesse, uu porque nao quiressem Nes-es
apuros Ihe uppnreceu um amigo verdadero que le-
ve eu m.ni.i... foi o sea bemfelor, o seu anjo de
*'s suas respectivas ralheg irias. Oliveira Helio. nina de paquetes de vapor, pelo Sr. intensa Corr.Va
.1 ,.t* \1,,,, I..-..- 11 .r 1 ., ,. .___I'..- 1. M .. .. ,1. II ., _______.^...,_ J_ _,'. V.W,,l.d
J.de Mendongi.Rnrges Forte.liaran de Mau.
Ao ^ 11.Alfandegas.!;i-ve-se a ve.ha quan-
lo (or necessaria para se t.n la rm os vencimenlos
los empreti.-idus das alfaodegal da provincia do Rio
Gran le du Sul dos empacados da llfandega do Ma-
iaiih.1...Ohvei.a ll.n _j, ic Ml, ,._Uort!.
lories.U nao de Miu,'.
de B ilo, roinman anl do aOaanabaras vem com-
pletar as noticiai que acabamos derfrir :
o lllm. Sr. Dr. Honorio llerraelo Carneiro L"ao.
Vapor .lequilinlionhnii em wigem pira Monte-
video, 4 de aguslu de 1857.
Apie-so-ine o escrever esta para ver ainda
alcanga o paquete inglez que de Montevideo segu
ir de Corla c cnndurrlo de pira essa, i,lim de participar a V. S. o infeliz nau-
fragio qoe acabo de i-r no paquete Gnanabara a
pelas 7 horas da noile do dia 31 de julho prolimo
P atado debaltu de densa cerngao e quasi calma, na
punta le le de Maldonadu.
Ma linios de lamentar perda alguma de v -
I i. -alvaram-se lodos os passageiros e goarnigao,
bem assim os objeclos qne foi possivel salvar eni
DESPACHARAM SE PELA POLICA.
Dia 12 de agosto.
O Portogoez Albino Francisco Dias, legitimoa-se
para oblcr passaporle para a Europa.
O Portoguez Joaquim Dias da Silva Lmos, le-
gllimou-se para obler passaporle para e Europa.
14
As escrav.ii Luiza e Joauna, obliveram pasapor-
les pra o Rio de Janeiro em companhia de seu
senhor.
O escravo Manoel, ohteve passaporle para a fre-
guesa de i, na a ser entregue no engenho S. Ma-
noel.
diario N 6$etmmbu<0.
Temos rista jornaes do Rio tnzidosp elo a Cal-
cla, .. qoe alcangira dasde 8 al 12 do correnle,
fallando os dos dias 5, 6 e 7 que devem vir pelo
rapur brasileira a Imperalriz, que sahio a 19.
A mai immirlante noticia que uo-jornaes de Mon-
lerido se le, he a pirda do rapor Gnanabara, u
na Iponta de leste de Maldooado. O rapor deo l
coda debaixo de orna forte crrag3o ; al.aram-ae
os passageiros, as malas e parle da earga. Em ootra
parte achat3o a noticia por extenso.
Ja b a vi,, ni sido encelada as operages do Bine.o
Ha ai.
Em Baenos-Ajres, depois de renhido debate de
29 dias que prendern) a ailenca i publica, fot de-
clarado pela assemhla gelislaliva reo d lesa pa-
tria o o ex dictador Roas, seudo seus beus confis-
cados para resarcir os prejoizos causados ao paiz pela
sua lyrannia. Para que semelhanle resultado fosve
obli.lo, rez-se necessario sospen.ler as prescripge,
couslitucionaes, e foi isto o que deo lugar ao pro-
longados debates.
Urna nova lei foi publicada sobre o curso legal no
estado da moeda de ouio de diversos paizes ; a
moedas brasileiras de 2U-3 lerao o valor de l pesos
fortes.
O governo da Confederac3o apresen loo ao corpo
legislativo om projedo de suppressao ds loda
a alfandegas existentes no Paran, conservando-si
somenle a do Rosario e Corriente.
O capitn de mar e guerra Jo.1j Custodio de llor-
daia, que se achava cummiudando o imperiaes ma-
rniheiros, foi nomeado commandante da crvela
Raliiana, o que pedence d eslarao do Rio da
Praia.
Foi dispensado do exercieto de ajudanle do ns-
peclor do arsenal de marlnha e nomeado membro
da cominissao de exame da orginisagao do pessoal e
malcnai da armada, o capiao de mar e guerra Pe-
dro Paulo Bonlraiielle.
O Dr. Manoel de Oliveira Fausto foi escolhido
Br" i0""|,dr 'U8" de mre,a,io do Banco do
Le-se no Correio da Tarde :
Viraos hoje uin macrobio, o Sr. lenle refor-
mado de cavallaria de milicia Francisro Thomas
di Silva, na-cido em t'iiahy aos C dejantirode
a Este velho, respeitavel tanto pela soa longa ida-
de, maior de 110 annos, como por soas qualidades
pessoaes, segundo us parecen d langa con>erag.Io
que com elle livemos, conserva ainda lodas as suis
retaliadas.
Na idade de 110 anna e 7 mezet l sem ocolos,
(nunca delles precisoo), ouve bem, anda a p com
dtsemtiarago loogas dislancias, apezar de solTrer de
om joelho, Irahalha inda na sua roga, que he na vi-
zitihanga do arraial de Santa Anna de Piralinea, en-
3.* Embora minha competencia esteja firmada pelo
queja lica dita ; (atavia, ainda que assim nSo foss,
eu prov.uei qae a revalidsgao a eslabelece.
Descoheiluo iinpe limenlo dirimente da falta da
dispensa do parentesco dos utientes, o calamento
tem de ser revalidado sb penna de nullida le ; e de-
pois da descoberto o impedimento ficam suspensos os
seoseffeilos lauto no ecclesiaslieo, como civet ; a boa
f, que o firia ler por vardadeiru, ja desappareceu.
Para a rr\ ilidarln he necessario que ts contra-
hintes preslem o seu conseiliraento, e sendo um
d'ells menor, he evidente qne nao o pod prestar
sen3o pelos modos, que a le tem marcado ; lob as
penas nella comminadas.
A Hcenga deste juizo he necessaria. ainda hoje ;
porqoe o ronsenliraenlo da menor nao pode ser pres-
tado a seo bel piazer, ou a -ua discrigSo. E se bem
que reconhece que em geral se deve favorecer aos
casamenlos ; que o da que se trata esla' por si fa-
vorecido, Korges Carneiro Tamo II. pagina 34 o 42 ;
e que a falti da hcenga n3o annulla o casamento ; to-
dava o favor d'esle casamenta nao pode excluir, on
di-poii-iir a hcenga sem rila o marido nao entra na
adiiuui-iragao dos bens, sem que prove as condiges.
que a lei len> exigido ; e o parodio a deve exigir a'
vila da lei de 29 de uovembro de 1775 e oulras.
A ncessidadeds licenra da'-se quer a dispensa, e
a revalidar,!,, se fagam pela penitenciaria, quer pela
dataria ; porque, alem de correrem ueste juizo, e
sempre, ein -.-greda as causas desta ordem, o segre-
do, ou publicidade da igreja nSo me pode dar, oo tirar
direitos, e atlriboigdes, que as leis me conferem.
SegondotMello Freir, o matrimonio putativo nun-
ii Felizmente as anloridade nao dormera, e lar- [ ca produz effeilo;eu u3o preciso da opiuiao deste dia-
da ou cedo os criminosos sao punidos. Depai* das j linio jurisconsulto par jdstificar o meu procedimen-
inilirios cima, da' lambem a mesma olha o se- justilico-o com a maioria dos outros, que enten-
guinte :
Aclia-se recolhido a cadea da cidade de Sabara
Antonio Vaz, um dos maiores Criminosos de inorle
que por all se condece, e que se lornoii celebre pe-
los actos de furor e canibalismo com qoe pralitava
laes crimes. Eutr outros he condecido o que p-r-
pelrou elle em 1851 na pessoa de Joaquim Siman
dentro de arraial da Lgda-Sinta, de dia, ten i
depois a b irb ind.i'le du relalhar o cadver a golpes
de faca. Deste crime se fez o competente aolo d
corpo de delicio, que servir' de bote ao processo
que Iralava de formar o delegado de polica do ler-
mo, Dr. Belem, a cujoi e-forro- hi devida ecta itn-
porlanre prisao. a
Da Baha nenhum jornal recebemos.
O vapor inglez a Thamar devia partir I i s 8
horas da manhaa.
orregyottt)eticitt___
Senhores redactores. Irmao velho do S. Sirra-
menio da matriz de Santo Antonio, n3o posso deixar
de admirar o zelo de algons de meo irm3ua que oc-
eupam os cargos da mesma irmandad-, us qua-s orna
vez encaixados nos lugares, lmente o deixam i pon-
la de baioiiela, ou quando Veo- he servido faze-tos
desapparecer do Ihealro desle mundo ; e tanto mais
me espanta desti exetssiva caridade, quando vejo que
longa de resignaren) a segunda neleigao. antes he
vot publica qoe cabalan) para ella, e afina! ficam pe-
gados como i'ntra ao rochedo Sera isto zelo pelo
eullo Divino f Se he, pirque nao fazem outro tan-
to com as irmandade que lera carencia de meios }
Sera porque reconhecem que na irmandad n3o exil-
ien) irraSos capases de os substituir ? Se tal he o seo
pensamenlo, devo dizer-lhes que detpersuadam-se
disto, pois nao sao elles o nicos que vierara ao man-
do para rege-las. Quando mesmo pens nesse lelo
administrativo, n.lj posso deixar de lembrar-me do
seguiute verso de om poda bem condecido :
Procurador, tu que faxes '.'
Andas daqui para all ;
Procurador, nao me engaes,
Tu procuras para li.
Dnvdnlj pois de prembulos vamos lo que
serve.
Tenho esperado que a me.a que acibou, vi-la ler
publicada a conla da receitu e despeza do seu anuo,
publicasse lambem o relalorio do estado dos haveres
da irmandade, isto he, que bens pissue, qaanlo leu-
den, o que lirou por cobrar, quantos irmaos estau
por -uiTr igir, etc. etc., pois he s assim que se pode
conhecer da toa administrara i,e como ella 01180 tem
feilo, rngo-lhes o faga quanlo antes, e entSo dir o
que se Ihe oll'erecer
O Vigia.
4:593337
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA '
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
18 DE AGOSTO DE 1857.
HavreGalera frauceta sOlinda, Lasserre & C.,
93saccas algoaao, 1,100 couroi lalgadoi.
Mar-e.luBares franceta M iriao, N. O. Bieber
& C, 750 s.'.'-cos assucar mascavado.
Barcellooa Galera heipanhola Laura, N. O "
Bieber & C, 355 laccoi cacao.
LisboaBarca porlugueza Gratnliioi', Barroca &
Catiro, 30 pipa cachaca.
LisboaPatacho portuguez Maria Ignezo, diversos
carregadores, 200 saceos assucar branca e masci-
va lo, I barrica farinha de po.
PortoBarca portoguez? N. S. da Boa Viagem,
diverso carregadores, 2 barricas assucar braoco a '
mascavado, 25 taceos gomma. *
Rio da PrataBrigue sueco Diudein, Fonseca
Medetros & C., 300 barricas assuear brauco.
Buenos-AyresPatacho inglez Bosphorus, Amo-
ro) Irmaos, 400 barricas assucar branco.
CanalEs-uua ingleza John & Eliza, Paln Nish
r\ C, 500 saceos assucar mascavado.
EXPORTACAO'.
Rio Grande do Sol, barea nacional aClemenliua,
de 268 toneladas, conduzio o seguinle : 36 bar-
r quin has, 1,340 birrieas e 240 meiaa ditas com' '
1,-i arroba- e 7 libras de assucar, e 300 cocot.
Liverpool, barca ingleza Oberoun, ne 440 tone-
ladas, condozio o seguinle : 1,800 saceos com
9,000 arrobas de assucar, 1,826 -acras eom 6,228
arroba e 19 libras de algodao, 26 couros salgados e
76 caisa cha'.
RI-XF.HtliniUA DE RENDAS INTERNAS GEij-l
RAES DE PEKflAMBCO.
Rendimento do dia 1 a 17. 12:6(49533
dem do da 18....... 2:345a"Ul "
U:90|327
VuMicacoeS a ptbibo.
pa o-brasll ,11..)!)-, .ij,,.,, G,,I|ei cnj-|1CPn0i
Id.inl ig,,o do pa u-brasil. ,, ,,, all,mon.
lar a sua pru Incrjo, 1 JDiOJK-scgiu de Maredo.a
Uraram os -..-. Vjrialo, ministro da fazenda e
I raneo de Almeida.
Aiamindas do Sr. Relia e nutras, e Cadillo Uran-
io e Cilaeiros, foram nitradas da dlacnssio.
A proposla foi approvada em to los ns eu- par,.
graplios, bim como a emcn la da ojmmissao e a do
Sr. Sergio de Mace 1 .
ContlnoOO por lira a dlseosslo do parerer da com-
mis-ao de potris, evulu em separado, a'cer;a da
.
quanlo se 1
tido o vapoi
deira que a ella vea.
Peanle o ire-ronula to hraslteiro de Malda-
uado lie o compeltnle protejo e invenlano dos
. 4(H)r> rs.
Nao satisfelu esse homem pobre, honrado e gene-
roso rom eise acto que acabara de pralicar, Iralou
de agenciar uin consorcio para a mullier do seu ami-
go, e cuino que seo pre, que tendo de proteger a
esia infeliz, nina estrella benigna pjirava sobra sua
cabrea, pode concluir um negocio, olitendo um ar-
tista brioso, Irahalha lor e com algons meios de lab-
sitlencia para eu marido, ha vendo lie proprio sido
o enc.irregado de oliler as licenc.n respectivas, dis-
pensas dus prorlamos ele. etc. He 011 nao digno da
mai profuu la adinirag.io um homem iis 11 m lempo em que o interesse lord i lu e vil he o
ir.ovel de malta acgoei ? Mas ev? homem he
hre ; esta ludo explicado !
O que quer dizer esse homem de tirano com aras
ravsleriosos sempre a horas certas encostada nesse
ogaugue ? Di.ibu, que psrere-lha e-tar reservadaal-
ATTENCAO'.
Comla-nos, que o Sr. Or. Elidi Jansen de Cas-
tro a Albuquerque pretende relinr-iedesla cidade,
onde he estimado geralraente e respeilado pelu povo
e mais pessoas inflaenlet. Se assim he, leitlimos
profundimente a ausencia do Dr. Elida, porquantn
he elle um mogo assa pulido e delicado era sua.
conversages : como advugado he extraordinario, a
pode ser ouvido quan lo falla com go-lo, n3u sel o
qoe tem esta malfadada Victoria: mal desponla no
nosso horisonta urna estrella viva e animadora, se
preleude fazer coto que desapparega, pedimos aui)r.
Elidi, que n3o nos abandoue, pois teremos muito
que soffrer, quando as nreasiOe aperladas e melin-
drosas procrennos um advogadu de cnpacidade e in-
dependencia, nao ludannos.
Nao queremos cora isso offendlr aos tions advoga-
gadosda Victoria, osqn.es muito us merecem, mas
n3a sabemos o qua tesis o Dr. Elida que o goslamas
e collocamos m pritneiru lugar.
Assim, pois, permitir 1 entra nos e despreze es'
seus doas desaliectoa.porquanto elles nSo 'So eapate
de marearen) a sua bem reconhecida reputaran, e
alto conceito de que goza ; elle n3o pulem e' nem
s3o capazes de desconcelluar o Dr. Elidi, que tanto
beneficio nos ha feilo, cuja presenra em qualqusr
dem ser o matrimonio valido e em beneficio dos
filho, e conjuga innocente, aloque o Impedimento
fosse contiendo ; dahi em dianle ficam suspensos o
seus eileilos. Uorge Carneiro I. 2, pag. 34. Dr.
I. -i.rer.1 pag. 63. Esta suspens3o por ti colloca a
menor sob I minha jurisdicg3o.
Mu be porem o -imples consentimeiito que lita
logir na revalid-rilo, pode-se lambem fazer contrato
sobre a communhao dos bens. Barges Carneiro, to-
mo 2, pagmi 35, principio.o ditnas pnlavra : cele-
brar de novo. Coelho da Rocha, cilado palo aggra-
vaulp, he quemo diz etpressaminla no i 254, se 01
eonjoges no flzeram novo contrato, o que he licito.
Ainda que se nao uie, uu le u.ln faga novo contrato
como se pote, o qoalqoer que sen o nubenle, maior
oo menor) basla esta possibilidadi para justificar
minha interveng3o.
O padre Monte citado plo aggravante prova con-
tra elle ; porque da fl 32 v-se que elle s nao oiga
necessario novo consenso, quando da revelagao do
impedimento pede resallar algum inconveniente ;
mas na sendo esla a especie, eslando o impedimen-
to revelado, segoe-se que o novo consenso he|exi-
gido mesmo pelo padre Monte.
N3o he necessario que baja senlenga da nollida-
de ; a susp-ns.la da-se : he quinto baila.
A necessidade da dispensa para e revalidar o ca-
samento, a soa importancia, provam qoe a nullidade
vira', se aquella nao for oblida. O impedimento he
dirimetiti.
Ei o fundamento qoe leve este joizo, e qoe dea
lugar eo seo procedimenlo. Vossa mageslade o
considerara'e dicidira' com a reconhecida, ecosto-
mada jusliga.
Extslem algumas inexaclides na minuta, cuja ori-
gen) ignoio.
F. 27. O deposito n3o foi feito por mint, e tim
pelo eeclesiaslicn como se ve das fls. 13 e 14.
Na mesma fl 27. Eu n3o prohib ao vigario a re-
validaefo, apenas preveni ; neste sentido -ilo os
doos cilicios meus, dirigidos ao vigario do Recife
ao vigario geral. E se o aggravame e o poder ec-
clesiaslieo repellen) o meo procedimenlo, porque at
hoje oanrtTeduaram a revalidaran "!
Na fl. 2!). O rectmhecmenlo, que resulta da pe-
lir3o nao foi deferencia, e menos involonlario ; a
pettrao de fl. 10 he bem clara; eu exig asiignatura ;
e he feila pelo mesmo dislinclo advogado do aggra-
vante. E este reconhiciinenlo nao he o que me d;i
jorisdirgan.e sim os motivo que ficam expostos.
A acro e opposigao sobre o consentimeulo nao Pi-
ca prejudicada, ou luspenn pelo aggravo ; quando
rauilo sera' julgado Improcedente, por cscusada ; po-
rem embaragada, porque o inventario se faz neste
juizo ou ii'uulro. >a-i me parece admlstivel. De
mais a pelieilo irregularmenle acha-se nesles auto,
deva estar no carlcrio desplmente autnada com a
appoiig3o.
Vossa mageslade mandara' o qoe fr de josliga.
Recife 15 de julho de 1857.t) juiz de orph3us, Se-
ba Segnem-se quatro documentos, a' que se referen)
as lazOes cima.
____ f:--''-e^^a
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
a Pars, 346 rs. por fr.
c Lisboa, 92 por % de premio,
a Rio de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
A era o do banco 50 por cenlo de dividendo por con-
la do vendedor.
a companhia de Behrribe (UJOOO por acr3o
companhia Perunmbucana ao par.
a Llilidade Publico, 30 pur cenlo da premio.
e Inilemni- nluia. 61 ider-.
i da estrada ia ferro 20 por 0|o de premio
Diseonlo de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
Acgoes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Ongas hespanlmlas. 2ilgU
Moeda de 6stX) velhas ....
68(00 novas ....
i a (9000.......
Prata.Patacoe brasileos......
Pesos rnliiintiari-s. ...
mejicano......
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 17.
dem do dia 18.
3b:982a480
3:1629981
40:1459(61
*in>tittsfiiS0 $$ ptmo.
Navio entrado no da 18
Rio de Janeiro e Babia 6 dias, do ollmo porto
dia e meio, vapor ioglez Calculan, coinmandin-
ll F. Blickmore.
Navios sabidos no mesmo dia .
Rio Grsnde do Sal Barca nacional a Clcnuulini,
de 268 toneladas, capitao Manoel Joaqoim Loba-
to, equipagem II, carga assucar. Passageiros Joa-
quim Domingos Das, Frederico Meill.
Rio de Janeiro e portos intermedios Vapor nacio-
nal Piratininga, commandante o 1. tenenle
Antonio Carlos R. daSilva.
Rio de Janeiro Galera americana Ellersliru. cosp
a mesma carg que Irouxe, loapendeu do lamei-
r3o.
&>Uim$.
Ot imparciaes.
tsle numero, qui f.ii computado ha tres anuo,
deve ler augmenta lo.
O velho nao tem agora noticia de todos, porque I Razite* anrpsonlnrl x mJn ini/ ra nrivliSn*
se achira espalhados por dilferentes localidadesTda aptesenina.is pelOJUl/ ac 01 pli.iOS
desta ctdaUe contra Oiif'gravoiiitcrpot-
bem
provincia de Minas e do Rio de Janeiro ; e he
de suppor que a familia lenha augmentado.
O Sr. tenenle Silva foi simpre agricultor, l'res-1
lou iiiipnrianles servigos ua doineslicarao dos selva- :
geni no sciiao de Rezende, lendo penetrado as ma-
las com o auxilio dos seus irmaos, por urden) do gi-
verno, para conler as correrlas que elles faziain ron-
3OJ0CO
16JU0U
lfijOOO
9.JOO0
29000
2JO00
160
Caixa Filial ilo Banco do
Brasil
EU I" DE AGOSTO DE 1857
Directores da semana os senhores : .-Jos ]
Pereira da Cuaba e Jos Joio do AiRoritn.
A caixa desconla lettr.'sa 10 por cento ao
anno, e toma dinheiro a premio de confor-
midade com os seirs estatutos.
po-
le ir a lar a bordo; o tendo-e par-suma eropreiladi defonlorla... P., u,e, a
em pe lagos,reculheu-ie a praia a ma- | mo arranja nada, porque mais de quairo pessoas ji
cismaran), e sabe, que i-io de medo plo menos faz
nao uuardar seaiedn ; retire-se, e outro ollicio, que
ale detutuIhe lica mal.
to por Manoel de Azevedo Pontos nos
nulos do inventario do finado Joamiim
l'.ilii'ito Pontos.
Senhor !O presente aegravo n3o esla no caso
le ser receb lo : o reuulainenlu de I "i de margo de
ALPANDBGA.
Reudiinenln do da lal". .
dem do dia 18......
2&):9I99922
:i.'.;|jrtl2
^.^ Pelo
Descarrriarn boj l'J de agoslo.
- O lllm. Sr. inspector da ttiesouraria
provincial, em imprmenlo da ordem do
fcsm. Sr. presidente da provincia de 7 do cr-
reme, manda fazer publico, que no dia 3 de
setembro prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria, se na de
arrematar, a quem por menos fizer a obra *
do empedramento da primeira parte do pri-
meiro laaco da estrada uo Pao d'Albo, ava-
llada em 38:06/0000 reis.
A Treraatagao sera feila na forma da lei
provincial u. 343 de 15 de maio de 185*, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas,
Asjpessoas que se propozerem a esta ar-
rematado compareca] na sala das sessoes
da junta no dia cima declarado, pelo meio .
dia competentemente habilitada.
E para constar se mandou alosar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesourana provincial do
Pernambuco 10 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. F. da Aiinunuiarao.
Clausulas especiaes para a arremaUQ5o.
1. As obras da primeira parle do prtmoi-
ro lanco do empedramento da estrada do Pao
d Aiho, far-se-b3o de conformidaJe com o
orcamenlo approvado pela directora ein -
conselho e apresenlado ao xm. Sr. presi-
dente da provincia na importancia de ... .
38:060/000 reis.
2." O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez e as concluir no
do 16 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da le provincial n. 286.
3." O pagamento da importancia daar-
remataciio realisar-se-h na forma do art.
39 da mesma lei.
4. O arrematante exee lendo o prazo
marcado para a conclusSo das obras, paga-
ra urna multa de 100a rs, por cada mez, em-
bora ihe seja concedida prorogac.3o.
5. O arrematante durante a execucao*
das obras proporcionara transito ao publico
e aos Carros.
6. O arrematante sera obrigado a em-
pregar na execucao das obras pelo ment
metade do pessoal de gente livre.
7." Para ludo o mais que no se achar
determinado naspreseutes clausulas nem no
orr-oienlo, segutr-se-ha o que dispoo a res-
peilo a lei provincial u. 286.Couformo.
O secretario, A-1. da.Annunciaco.
Olllm. Sr. inspector aa thesoUraria pao-
vincal, em rumprimonto da ordem do ExrJi.
Sr. presidente da provincia, de 7 do corren-
te, manda fazer publico, que no da M do
mesmo vai novamenle a praca para ser ar-
rematado a quem por menos lizer a obra do
15 lanceo da estrada do sul, avahada em
I5:620j000 res, servido de base para a arr.e-
malaQo o olferecimento de 1 por cenlo dev
abatimenlo eito por Jo3o llippolyto de Metra
Lima.
A arrematar-So ser feila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854 e
sob as condices especiaes abaixo copia-
das. r
As pessoas quo se propozerem a esta ar-
malaco comparer-am na sala das sesses
unta, no dia cima declarado,,
competentemente habilita-
da mesma
meio
ti a,
Ira os moradores a(a/.endados. Netsai matas, conver- 1S2, he b-tn exigente, quando no fm do principio I llarca in 'Uia Kobeil Jonesliilhu-.
tulas lioje era 'atend* de ricos cafetaes e em povoa- do arlian 15, du.rnenle se admitliio.Nta ad- Bri-ue Meeo-Jeunvmercatlorii.
dos, actualmente lia II) fregueiias c a cidade de He- milla pois ampliac. | Briaue porluguei Lail III btalas, cal e lou-
IC" ."," Por oulro lalo na) he ampliacao, e sim urna es- citiho.
I,el"< '"'l..... ll'1 que conserva as cicalrnes, astasu- querer incluir no .5 I.-do cita lo arliiro. palaclio msle/.Ji-siecarvao.
rnu-nos que nunca nenia lula contra ellos litera liles Sebillo esle S .. in-avo tem lu?ar das deci-Oei
dainii,. corporal eom rorro ou fogo. | sobre malerias de compeleucia, quer o juu se julaue
primeira entrada para a cnnqdi'ta iara 52 competente, quer nSoa ordenarles__liv. I. ti. li
hoiiiensc.i
Sumacallurleiie.iafumo e charuto.
[MPORTACA'O.
Patacho nacional tr.\nua viudo ua
Ja los por elle, cuulaado-s nesse nu- ? '.). c liv. :1 til. 20 9., o novo decrelo'de' .", de i sisinado a Tana iV Irmao. mainfrsluu o seguiute :
E para constar se mandou aflixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouiaria provincial de
'ornambuco 10 de agosto de 1837. O secre-
tario. Antonio Ferreira da Annunciac3o.
Clausulas especiaes para a arrematado.
I. As obras do 15. lanc da estrada do'
llalna, con- su> far-se-l)3o de conformidade cora o orc-
-------,.^. ... ^.....- g s'"> "" *- 3 ** w uutu neerriu ele ,, oe [ silrnmiu a i itsu cv irmao. iiian iie-i.u a
mero o padre trinciscu Xiviir de Campos, levando l marco de ISjj s3o bem claros, lodos estabelecem, I 30 barrs vinho ; aos consignatarios
ment, planta e perlis approvados pela d'
I rectora em conselho, e apresentados a a.
MUTILADO
ILEGIVEL
-



DIARIO DE PERNAMBUCO QTAHT.V fEIRA 10 DE AGOSTO DE 1857.
provaqSo do Exm. Sr. presidente da provin-
ciana importancia de 15:6309 rs.
1.a O arrematante dar principio so-
bras no prazo de um mez, e dever conclu
1*8 no de 18 mezes, ambos contados na for-
ma do art. 31 da lei n. 386, dando transito
ao publico em toda aextensao dolando no
fim de 6 mezes.
3 O pagamento da importancia da ar-
remataggo realisar-se-ha em quatro presta-
res iguaes cuja ultima sera paga na occa-
siSo da entrega deiiniliva, u as un tras cor-
responderSo a cada terco das obras.
\ ~ O praco da responsabilidade ser de
um auno, durante o qual o arrematante ser
obrigadu a ruanler a estrada em perfeito es-
tado de conservado reparando as ruinas lo*
daa as vezes que exigir o engehheiro da es-
trada.
5. Para tudo o que nSo se acha especi-
ficado as presentes clausulas nem no orca-
mento, seguir-se-ha o que dispe a respeito
ajlei provincial n 286 Conforme.O secre-
tarlo, A. F. da Annunciacflo.
O lllm Sr. Inspector da thesoufaria
provincial, em cumprimenlo da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 10 do
corrente, manda fazer publico, que no dia
3 de selembro prximo vindouro, perante a
juuta da fazenda da mesma thesouraria, se
h* de arrematar a quem por menos (i/.er a
obra dos concertos da ponte do Anjo sobre
o rio Seriohaem. avahados em 1-2765 rs.
A arremalacSo ser feita na forma da lei
provincial n. 3(3 de 15 de maio le 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
M'inalacSo compare^am na sala das sessoes
da mesma junta no dia cima declarado pelo
raeio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar e publ1-
car pelo Diario.
secretaria da tbesouraria provincial de
Perna buco 11 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
I u Os concertos da ponte do Anjo sobre
o rio Seriniiaem ser3o feitos de conformi-
dade cm o orcamenlo apresentado a appro-
vaco do Exm. Sr. presidente da papvncia
na importancia de 1:276 rs.
2." Estes concertos deverao principiar
no prazo de um mez eserao concluidas no
de seis mezes, a contar da data da arrema-
tarlo.
i." A importancia da arrematarlo ser
paga em urna s prestacao, quando os con-
certos estivere-m concluidos, que serSo re-
cebidos definitivamente.
4. Para tudo o mais que n3o estive-r de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se-ha o que determina a lei provincial n. 286
del7demaio del8.il. Conforme.O se-
cretario, A. F. da AnnunciacSo.
- O lllm. Sr. ispector da tbesouraria pro-
vincial, em cumplimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia do 11 do corren-
te, manda fazer publico, que no dia 3 de se-
lembro prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria, so ha do
arrematar a quem por menos flzer a obra do
empodramento do 23.- lanco da estrada da
Victoria, avaliada em 8:6023 rs.
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, e sol)
as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matado comparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio na competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto de 1857.O secre-
tario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes praa arremataco.
i." As obras do empedramento do 23.'
lanco da estrada da Victoria, executar se-
ho de conformidade com o ornamento ap-
provdo pela directora em conselho e apre-
sentado a approva^ao do Exm. Sr. presiden-
te da provincia na importancia de 8:6023 rs
2. As obras principiadlo no prazo do um
mozo linlarSo no de um anuo, ambos con-
tados de conformidade com o art. 31 da lei
provincial n. 286.
3.* O pagamento da Importancia da ar-
rematarlo realisar-se-ha na forma do art.
39, da mesma lei provincial n.286.
4. O arrematante excedendo o prazo pa-1
ra a conclusSo das obras pagar urna multa
de lOOj rs. por cada um mez, embora lhe
seja concedida prorog>.;3o.
5." O arrematante durante a execusSo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6." O arrematante ser obrigsdo a em-
pregar pelo menos metade do pessoal de
gente livre.
7." Para tudo ornis que nao se achar
determinado as presentes clausulas nem no
ornamento, seguir-se-ha o que dispOe a res-
peito a lei provincial n. 386.Conforme.
O secretario, Antonio Ferreira da Annun-
ciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 11 de julbo ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do corrente, ao meio dia, pe-
rante a junta da fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar a quem por menos
(izer o costeio da Iluminarlo publica da ci-
liada de Goianna, por lempo de 3 anuos, a
contar do !. de outubro do conente anuo
ao lm de selembro de 1860, avahado cada
lampea"o em 180 rs. diarios.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecam na sala das sessoes
da mesma junta, competentemente habilita-
das, que ahi encontrarlo as cundieres da
mesma arrematarlo.
E para constar se mandou allixar o presen-
te o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 12 de agosto de 1857. secro
taro, A. K. da AnnunciacSo.
- lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 11 do
corrente, manda fazer publico, que no dia
10 de sotembro prximo vindouro, perante
a junta da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos fizer a obra do
9. lanQO da estrada do norte, avaliada em
9:2363426 rs.
A. arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sol) as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
malacSo comparecen na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 13 d agosto de 1857. O se-
cretario, A. F. da AnnunciacSo:
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1.* As obras do 9.* lan^o da estrada do
norte far se-lio de conformidade com o or-
camenlo,planta c perfis, approvadospela di-
rectora em conselho,|e apresentados a ap-
prOtacSo do Exrn. Sr presidente da provin-
cia, ha importancia de 9:236326 rs.
O arrematante dar principio as obras
O Dr. Anselmo Francisco l'eretti, coinmcn-
dador da imperial ordem da Rosa, c juiz
de direito especial do commercio, tiesta
cidade do Recife e provideia de Pernam-
buco, por S. II. o Imperador, quo Dos
guardo etc.
Fa^osaber pelo presente edital, em como
no dia 20 de agosto prximo vindouro, so :
ha de arrematar por venda a quem mais dor, | "je Coianna
em praca publica deste juizo, porta da sa-:||*_collector
la das audiencias, um sobrado de dous an-
dares, sito na rna da Cruz desta cidade, de
n. 59, avaliada por 6:000/rs., penborado aos
herdeirosde Francisco Goncaivcs Bastos, por
execucao de Jos Pereira de Goes ; e na fal-
ta de lanzadores correr a arrematacSo Com
o abate da 5 parte de sua avaliaco, que
vem a ser por 4.800/ rs para que se torne
effecliva a dita arrematacSo, ou adjudicagSo
na conformidade de lei.
E para que etieguo noticia aos licitantes,
mandei passar editaes, que serSo afllxados
nos lugares do costume, e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recifa. 27
de julbo de 1857.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira'
escrivao o fiz escrever.
O Dr. Anselmo Francisco Piretti, commena-
dorda imperial ordem da Rosa, e juiz de
direito especial do commercio desta ci la-
de do Recife, capital da provincia de Per-
nambuco o seu termo por S. M. I. e C. o
Sr. D. Pedro II, que Dos guarde etc.
Faco saber aos quo a presente carta virem,
em como David lKilliam Bowman, me fez a
peticSo do theor seguinte : Diz David Wil-
liam Bowman, que sendo-lhe Luiz Epipha-
nio Mauricio Wanderley devedor de urna
leltra de trra do valor principal de 2219250,
proveniente de pecas de mechanismo que
comprou ao supplicante, vencida a 9 de se-
lembro de 1852, e vencendo os juros couven-
cionaes do um meio por cen ao mez, que
al o presente nSo tem tratado de pagar-I he,
e n3o se sabendo lugar certo onde resi !a,
pretende o supplicante protestar para con-
servado e resalva dos seusdireitos e nter-
romper a prescripQSo quinquenal,para o que
requera V. Exc. que se digna de mandar to-
mar o seu protesto e admitli-lo a justificar
a ausencia do supplicado em parle incerta,
afim de que depoisde julgala por sentenca
heseja intimado o dito protesto por edilos
com um prazo razoavcl, visto constar que
elle resida noengenho Frescondin, sito na
freguoza de Agua l'rela, mas quo ha pouco
se ausentara dahi sein se saber para onde,
sendo conseguUilemeulo incerta a junsdicQSo
a que se acha sujei.o ; assim, pois, pede a
V. Exc. lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito
do commercio, deferimento E II. MePro
curador, Jo3o Joaqiii n da Figueire-io.
Nada mais se continhu em dita pelicSo
aqu transcripta, a qual sondo-me apresen-
luda, nella dei o meu despacho do th-or se-
guinte : distribuida justifique. Recife 28 de
julho de 1857 A. F. Pireili.
Nada mais se conlinha em dito meu des-
pacho aqui transcripto, depois do qual teve
a distribuidlo do theor seguinte.--A. Duarte,
Oliveia.
Nada mais secon'inha em dita distribui-
rlo aqui transcripta, depois da qual o res-
pectivo escrivSo lavrou o lermo de protesto
do theor seguinte:Termo de protesto- Aos
31 de julho de 1857, nesta cidade do Recife
de Pernambuco, em meu escripiorno veio o
supplicante David William Bowman, e pe-
r.nue mim c as lestemuuhas abaixo assigna-
das disse que pioiestava pelo conlheudo em
sua peticSo est re ro que lica fazendo parle
do presente termo. E de cono assim o disse
e protestou, assiguou com as ditas testemu-
nhas o presente termo. Eu Maximiano Fran-
cisco Duai Le, escrivSo p escrevi --David Wil-
liam Bowman, Estanislao Vieira de Olivei-
ra, Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro.
Nada mais se continua em dito termo de
protesto aqui transcripto, e lendo o suppli-
cante produzido suas testemunlias, foram-
me os autos conclusos,e nelles dei a senten-
ca do theor seguinte : A'visla da inquir i-
gSo de lis. i lis. 6 verso, julgo provada a
ausencia do justificado em lugar nao sabido:
pelo que mando que para ser-lhe intimado
o protesto de Qs 2 verso, se passem eJilaes
com o prazo du 30 das pagas pelo juslifi
cante as custas. Recife 5 de agosto de 1857.
Anselmo Francisco Peretti.
Nada mais se continha em dita s"ntenr;a
aqui transcripta, em virtude da qual o es-
crivSo que esta subscreveu mandou passar
a presente carta de cJilos com o prazo de 30
dias, pela qual c sen i lie >r se chama e inli
ma, e hei por intimado ao supplicado deve-
dor ausente cima declarado do lodo o con-
theudo na peticSo e termo de protesto ci-
ma transcripto. Pelo que toda e qualqaor
pessoa, prenles ou amigos do dito suppli-
cado o podero fazer sciente do que cima
lica exposto ; e o porteiro do juizo fxara a
presente nos lugaies do costume, e ser pu-
blicada pela imprensa.
Dadae pausada nesta cidade do Recife, ca-
pital da provincia da Pernambuco aos 17 de
agosto de 1857. -- Eu Maximiano Francisco
Duarte, escrivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
qual ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, o lindo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden lo-se
annuncio do dia e hora em que houver de
ter lugar dita arremctacao puhlicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Coll. clona provincial do municipio
de Goianna 30 de julho de 1857.O escrivSo
ia, Luiz de Albuquerque Lins
dos Guimaracs Peixoto.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
I'ara u companbia do cavallaria.
Sellis 60 ; freios singelos 23.
10.* batalbuo de infantaria.
Livro para lancamento das notas dns visi-
ta diarias do medico, contendo 50 folhas 1 ;
panno mesclado cor de caf, covados 81 ;
dito dito azul, covado 54 ; casemira encar-
nada, covadus 16 ; dita de retroz preto, va-
ras 42 ; hollauda para forro, covados 126.
8.* batalhSo.
Caldeiras de ferro para 10o pracas 4 j ditas
para 50 ditas 3 ; jogo de balanc.es, com os
pesos at 1 arroba 1.
4.- batalhSo de artilharia.
Livro para registro geral das pracas effec-
tivas, aggregadas, addidas e excluidas do ba-
talhao, com 4U0 fulhas 1 ; ditos para registro
geral das pragas effectivas, aggregadas, e ad-
di las das 8 companliias, com 50 folhas 8 ;
casemira carmezim, covados 7; hollanda
para forro, covados 25 ; pas de ferro 25 : eu-
chadas 10.
Annazens do almoxarifado do arsenal.
Tinta preta, garrafas 10 ; seccante, arroba
1; Hollanda de forro, covados 40 ; ferragens
de latSo para centures, contendo cada fer-
ragem 5 pegas com as lellras PN 291; car-
vao de pedra, toneladas 10 ; lenges de lalao
com o peso de II a 12 libros cada um 20 ;
rame de UtSo de n. 8, ariobas 2 ; cstaubo
em verguinbas, arrobas 2 ; caixas com vi-
dros de 16 a 18 pollegadas 2 ; ditas com di-
tos de 11a 12 ditas 2; livros Je papel hollan-
da pautado, contendo cada um 50 folhas 9 ;
chapa grande de ferro, para o fogSo do quar-
tel dos menores 1.
2.' batalho do infantaria.
Panno preto para polainas, covados 100;
hollanda para forro, covados 50.
9.* batalhSo.
Grvalas 35; hollamda para forro, cova-
dos 50.
Companhia de artfices.
Hollanda para forro, covados 16.
ilotio do hospital regimeutal.
Licor de labarraque, garrafas 2t; lethar-
girie, libras 2; musgo da Corsega, libra I ;
vinagre, garrafas 16 ; mana de ligrimas, li-
bias 2 ; sublimado corrosivo, onQa 1 ; cera
branca alva, libras 8; enxofre dourado de
antimmooio, oilavas 4 ; espermacele em ra-
ma, libras 1; banba de porco, arrobas 2 ;
assucar branco, arrobas 8 ; accido tartrico,
libra i ; mirrlia, ongas 4; llores de rosas, li-
bra 1 ; alcohol, caadas 12 ; man com :uim,
arroba 1 ; mercurio doce, libra I ; espirito
de nitro doce, libra t; balsamo tranquillo,
libra 4 ; macella libras 2 ; usencia de rosas,
otavas 2 ; rollns para garrafas 500; papel
le embrulho, resmas 3 ; tarjas grandes pa-
ra frascos 50 ; ditas menores para frascos
500 ditas pequeas para os mesmos 100 ;
eaiXlS para pilulas. grosa 1.
Quem quizer vender, aprsente as suas
pro.uostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 21 do crreme
mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornecimcnto do arsenal de guerra,
12 de agosto de 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
i.- As piimoiras personagens o defensores seu dever por outros mcios, vai-se tra-,
da liberdade da Europa ; zer ao publico este negocio, se elle o nao
S. M. Adul-Medgi imperador da urania. i i
S. M. a rainha Victoria. 4 concluir, para ao menos nao continuar cl-
S. M. NapoleSollI, aposentando os map- -ea pa$ar por honrado.
Xloiba
DA
pas de toda a guerra a S. M. Francisco Jos A victima.
imperador da Austria m Brelin.
2.a Desembarque e acampamento das tro-
pas turcas no llos^horo.
3.a Tomada da torre de Mamoiao.
4. DestruigSo da estrada turca em Se-
nopla.
5. Batalha das trineberas francesas de
nuile no dia 8 de setembro de 1855.
6 a Batalha de Alma tomada por outro
ponto.
7.a Bombardeamento de Bommarsund.
8. As fortalezas de Cosran, urna das mais
fortes da Russia em frente de S. Petres-
burgo.
9." A famosa batalha de Buenos-Ayres, da, Modos os dias, no pavimento terreo da
ganha pelos Brasileiros a 3 do fevereiro de1., A= ,... A A,,.-- r, 9fi A*, O fin-
1852.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras
fazer publico, que esto expostos
manda
a ven-
10. Ceremonia, inauguraQSo da expsi-
to universal do palacio da industria em 15
maio de 1855.
11. Passeios ojardins de Luxeniburg eoi
Franca.
12. Vista geral de LeSo de Franca.
13." Palacio e passeios de Versalhes.
14.1 Vista geral Ru3o em Franca.
15 Arco tiiumphante da estrada em Pa-
rs Iluminado.
16." Entrelak entreccm na Suissa.
t7." Vista de Sevilha de Despacha.
18." NapoleSo I, botando o oculo em fren-
te da Cal he I i-a I de MilSo.
Osalaoeslara aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada a 13 rs., e os meninos de 8
anuos a 500 res.
tMot

Maranho e
PAR.
casa da ra da Aurora n. 26, das 9 ho-
ras da maullan a's > da noite, bilheles,
minos e quartos, da rjuarta parte da se-
gunda lotera do Hospital de Pedro II cu-
jas rodas andam no da 22 do corrente.
Em razao da grande porcuo de bilhetes
que icaram por vender na importancia
de 7:80% miidou o plano das loteras por
este abaixo Iransciipto, o qual tainhem
olFerece grande vantagem aos Sis. juga-
dores, pois os premios maiores sao os
mesmos que no plano passado, qunnto a
sorte grande esta' em relacio 110 custo
dos bilhetea, que sendo 5.S00 lira res
5:000s000. Thesouraria das loteras 12
de agosto de 1837.Jos Januario Alves
daMaia.
Roubnram de urna casa da ra Imperial do
aterro dos .logados, em occasiao iiun a Sr.
que inora na mesma cisa estava no quintal,
c nao havia mais ninguem em casa : urna
bocetluba das que vem eo.Ti lamparillas, a
qual continha 1 trancelim grosso, 1 dito
mais fiuo, 2cacoUtas, sendo urna esmalta-
da, 1 cordao de filigrana grosso, 1 volla de
collar, 1 par de pulceiras, 3 alfinetes de pe-
lo para scnbora. f par de brincos, e 1 par de
rosetas, 5 annoloas, sendo tres cora diaman-
tes, 1 par de botoes de punho para menino,
e diversos enfeites de pesclo do mesmo,
todos estes objsetos de ouro ; assim como
mais 3 moedas de ouro de 163 rs 3 ditas de
t0> rs 1 dita de 5-, 3 patacoes, I moeda de
prata de 1 rs., e 3o rs. em sidulas : julga-
AOS MORADORES
do ; lugares desde Afola-
dos ?t t Santo Amaro de
iahoatao.
Tendo de dar-se comeQO em selembro pr-
ximo a urna linha de mnibus diaria desde
o Recife at Santo Amaro de JaboatSo, o
proprietario convida aos moradores daquel-
les terrt.os, para que coucorram para a sua
conservado, a qual sera provetosa nSo 80
aos moradores como com especialdadeaos
senho-es negociantes, tanto pela frequencia
como pela facilidado com que podem visilar
esta pra?a, c assim colherem melhores com-
pras do gneros e fazendas. O propietario
por ora estabelece o prego de 50o rs. por le-
goa ; faz-so porin dilferenga aquellas pes-
Plano.
400(1 bilhetes a 5f000. .
Benelico de 20 por cento.
20:000000
i:000,S'000
-.OOOSOOO
I
1
1
1
B
5
premio,
dito. .
5:000s000
2:000.s000
O bem conheeido palhabote n LINDO
PAQCliTE capitao Jos Pinto Nu-
nes, a chegar nestes das do Maranho,
seguir' com brevidade aos portos indi-
cados, tendo ja' grande parte do seu car-
regamento tratado: para o restante, a
entender-se com o consignatario Antonio
de Almeda Gomes, na ra do Trapiche
n. 10, segundo andar.
Companhia
ana
IUEATK0
DE
Santa Isabel
ULTIMA RECITA DA SOCIEDADE DRA-
MTICA EMPREZAKIA.
aaoJifo
'e s5?
dito......l:000j|000
4005000
4000T)0
300,s000
VOO.sOOO
Ii:o00.s000
dito
ditos di?
ditos de
ditos de
1200 ditos clj
'200.S-000.
100.S000.
C.S000.
SOOO.
10:000x000
1281
2719
4000
premiados,
blancos.
%t$%mmvt.
'lando liilo encontrado na ra da Madre da
Dos pelas tt'n horas da larde do dia de lalilitdo 16
do crrenle, um menino pardo, de cabellos cerri-
dos, de noine Joao, represeulandu 1er cinco nios,
pouco mai ou menos : a quem quer qua perlencer
haja de dirigir-se a subdelegada do Recifa para lhe
ser entregue.O subdelegado, Leal Seve.
Pela subdelegada da freguezia de S.
Antonio, acha-se recolhido no deposito ge-
ral, um cavallo, que fui tmalo a um indi-
viduo que confessou o haver furtado : quem
for seu dono appare^a neste juizo, que o
justificando Iho ser entregue.
O batalho 8.' de infantara, precisa
para fornecimonto de suas pravas arrancha-
das at o fim do corrente anuo, dos gneros
seguintes, todos de primeira qualidade : as-
sucar branco e mascavado, cafe muido, paes
le seis e quatro ongas, manleiga franceza,
arroz pilado, azeitedoce, e vinagre de Lis-
boa, bacalhao, carne verde esecca, touci-
nho de Santos ou da Ierra, feijao, farnba da
trra, milno branco, ou vennelho, e lenlia :
os fornecedores habilitados apresentom suas
propostas com o ultimo pre;o de cada gene-
ro, na secretaria do batalhSo, at o dia 18 do
corrente.
3) i rectora das obras mi-
litares
No quartel das Cinco Pontaa fem de fazer-
se algumas prateleiras e cabidos quem por
empreitada se quizer encarregar deste tra-
balho, pode comparecer nesta directora,
onde se acha o oro-miento, c se podo fazer o
ajuste respectivo.
- 0 administra !or interino do consulado
provincial, em virtude do disposto no art, 3
do regulamento de 3 de julho de 1852, faz
publico que se acham depositados 3 cavallos
apprehendidos pela subdelegacia da fregu|
zia de S, Jos, os quaes sao considerados
bens do evento, por se desconhecer seus do-
nos, e para que seja cumprido oque eoniem
no prazo de um mez e devera conclui-Ias no osobredilo artigo, mandn publicar pela
de 13 mezes, ambos contados na forma do | imprensa, para, no prazo de 1S dias, com-
an. 31 da lei provincial n. 286, dando tran- | parecer quem aos ditos cvalos teuha direi-
silo ao publico em toda a extensao do lanco : tr>, lindos os quaes so proceder a arrema -
no fim de seis mez.is. | taf^ao pela forma determinada no art. do
j. opagsmenloda importancia da ar- citado regulamento ; e para que cheguo a
rematarlo realisar-se-ha em quatro prests- noticia, mandou fazer o presente edital aos
soes iguaes, cuja ultima ser paga na occa-, 14 de agosto de 1857. Theodoro Machado
3o da entrega definitiva, e as oulras cor- "
*jf>((al/a/e'ia y e/e
Beneicio do
I.-go que o Eirn. Sr. vice-prtddenle desla pro-
vincia se dianar comparecer na Iribaoa, dar prin-
cipio o diverlimenlo com a bella ouverlura
Subir a sieua a comedia em 3 actos
A ultima carta.
Composifodo autor portuguei A. Cesar Lacer-
da, em coidinuai.Vi aos Dous Maudos.
Em seguida o dislinclo proTesior e director da
orrliesta, o Sr. Pedro [Solasen Baplista, eieculara
com a mesma a grande per,a de msica
A BATLRi DE BADAJOZ.
Com lodos os srceseos <1e urna campanha.
I hhIsii.i (odo o espectculo, o vaudeville em
1 aclo
POR CUSV DE DI ALGVRISIO.
He este o diverltmento que o boneliciado lan^a
m3o pira idferecer aos seua prolectares, cerlos de
que nao deixara' de ser nesse dia levado a scena,
em consequeiicia de se ter de proceder ja' e ja' a
pintura do llirntro para a nova empreza.
Os bilheles arham.se a di3posic,ao do respeilavel
publico, na residencia do henelieiado, ra de Santa
Isabel n. 1.1, e uo da do espectculo 110 eicriplorio
do lliealio.
Principiara' as huras do costume.
Devendo o vapor PERSENUNA estarBe volta
dos poilus do sul at o dia 2 do corrente, pieviue-
c aos Srs. carrecadores, de quem senSo polo rece-
ber carga neta ultima viagem, queiram mandar as
soas notas a gerencia da mesma companhia, afim de
terem a devida preferencia.
Para o assu'.
A escuna nacional Linda, que dever se-
guir at o dia i-i do corrento, para carga o
passaneiros, trata-se com o consignatario
Eduardo Ferreira Rallar.
Para o Ceara' Maranho e Pala'.
Sabe ncsles dias por ter urna boa parle da carga
engajada, o veleiro patacho o Auna capililo Do-
mingo! Ileniique M ifra : a tratar com Tasso \
Irniio.
//carac
No dia 2-2 do tnez corrente segu o pata-
cho Santa Cruz, capit3o Francisco Jos da
Silva Katis ; para o resto da carga, trata-se
com Caclano Cyriaco da (.. M., lia ra da
Cadeib do Recife n. 2.
1HKATUO
DE
Real companiia
quetes infieles a
de
PW-
va por,
responder3o a cada lerr.o das obras
4." O prazo de responsabilidade ser um
anuo, durante o qual o arrematante sera o-
brigado a manler a estrada cm perfeilo 88-
tauo de cons^rvac^o
5." Para tudo o que nao se achar especi-
ficado as presentes clausulas, nem nu or-
namento, seguir-se-ha o que dispOe a res-
peito a lei provincial n 286.Conforme.
o secretario, A. F. da Annuncac,5o.
De ordem do lllm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia se
faz publico, para conbecimenlo de quem
convier, que nlo tendo bavi lo recebimento
de lanc,os nos das ja annunciados, para a
proferencia no aforamenlo do terreno do ma-
inha ainda alagado nos fundos de muros
em frente da ra Imperial, em consequpncia
denflo terem apparecido licitantes, tica a
arrematado transferida para odia 19 do
correte mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 12.de agosto de 1857. O offi-
No dia 19 deile mez espera-se do tul o vapor
TAMAK, commandanle Jellieoe, o qoal, depois da
demora do costume, seguir' para SouthamptoD,
locando no portos de San-Vicente, 'lenerlT, M-
deia e Lisboa : para pnsagens, ele, Irnta-se eom
os agentes Adamson Ilowie & C, ruado Trapiche
Novo n. 'i>.
N. B.Os fmbfulhos t se receliem at 2 horas
antee do se fecharem as mala, o depois mais ama
hora, pagando enio um palacio alera do frele.
'
Os tres piimeiros premios cstao snjei-
tos ao descont dos 8 por cento.
Tbesouraria das loteras 6.de agosto de
1857.O thesoureiro Francisco Antonio
de Oliveira.-<-Approvo.Palacio do go-
verno de Pernambuco, 11 de agosto de
18.Y7. Portel la.Conforme. Antonio
Leitede Pinlio.
Ao Canto
QUE ESTA' TORRANDO.
iVa ra d > Cadeia do \'e-
cifo n 54.
Chitas fi-aiv e/.is mullo linas a 250 e 80 rs. o co-
vado, chales de merino pretos a :l.-(lo!l, ditos de cores
a 5;000, mantas de seda muilo linas a 63, "5 e 95000
rs. caJa urna, mussalinas muilo lina* a :U0 e 380 r.
o covado, chitas de boniln* pndroes 160, 180, 200
e 220 o covado, rhapo franceses minio finos a ";},
lentos de camhraia a 13500, -J-iki e 39000 rs. a lu-
na, grvalas pretas de mua a 1^500 cada orna, ditas
de fila a lnno rs., ditas de la;o a TOO rs. cada urna,
brimzinhos para jaquela a 200 e 220 r. o covado,
madapolies a 29600, 2S800, 38100, 3}i00. 38500,
i-oo.i, 4820O e "- o ) rs. a peca e muitn fno;, gan-
ga amarella a .'100 rs o covado, chales de merino,
bordados na p uta, muito ricos a 158000 rs., ddos
de toaquim aJOJOOO rs nortes de osamira a 48 e
~Joo rs., ehilat de cnbarta muilo largss a 400 rs. o
covado, chales de camhraia a 800, 1520 >, I8WO e
2c000 rs. cada om, pecas de chita cores litas 5o800
I180OO, 6820O, tstOO, 68800 e 78000 rs. caH, urna,
bretanha dn linho fina a 560 rs. ,1 vara, seliin macio
a 28800 e 35000 rs. o covado, chapeos de sol de seda
a GV18O e 78000 re. cada um, ditos para eenhoras a
28500 e 38500 rs. cada oro, meias para senhora a
28200, 28500 e :i;son r. 1 duiia, chales de ganga ei-
lampado a 29100 e 2?200 rs. cada um, ditos borda-
dos cora franja de linha a .1-200 rs., riscados fran-
cezes muilo largo e de bonitos padroes a :ilM rs. o
covado, bnm de linho em corles a 28200 e 2J4O0
r>., la para vestidos a 18500 n. o covado, alpaca
preta a 5o,). 600, 700, K00, 900 e 18000 rs. o covado,
cortes de meia-caseinira a 28000 rs., Idas a 560 rs.
o covado, e oulras militas fazendaa que a' villa do
comprador se mencionara*.
Jos Soares de Azevedo, professor de
Lingua e Litteratura Nacional no Gim-
nasio desta cidade, mudou a sua residen-
cia para o Largo do Collegio n. 57, onde
tem aberto um curso de (ieograpliia e
Historia, e outro de Klietorica e Potica:
as pessoas que desejarem estudar urna ou
outra destas disciplinas, podem dirijir-se
a referida residencia, de rnanba ate a's
7 lioras e meia, e de tarde, a hora.
0 pronrietario da cocheira
Freir Pereira da >ilva.
- Por esta sublelcgacia se acha recolhi-
do em deposito um cavallo castanho escuro,
com cangaha c cambltos. o qual vagava
pela ra da Concordia, na tardo de 11 do
correute, sem conductor : quem for seu do-
no, piove-o para lhe ser entregue Subde-
legaba da s. Jos do llecife 12 do agosto de
f857. CCioli, subdelega io supplente.
OSr collector das rendas provinciaes
do municipio de Goianna fa/ saber qua em o
dia de boje lhe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crnalo de nonie Luiz,
natural da comarca do l.imneiro, de idade
d3 25annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picaila de
bexiga, preso nessa cidade ordem no mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente anno, sendo avahado na quantia de
1:2008; pelo que chama-so a lo las as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 dias, contados da pu-
blicado deste, apresentem na collectoria da
SOmiBDM-
SABBADO, 22 1)0 COMIENTE.
Jacome t'lysses tem a honra pela ultima ve/, da
apresenlar um urande e variado espectculo, divi-
dido em (re partes a ber :
l'HIMF.IKA PARTE.
Novas recreaee de magiei apparente.
SEGUNDA PARTE.
Magnclismo animal com a somuambnla, qao se
presta a ser magnelisada perante ns espectadores.
TERCE1RA PARTE.
O negro africano lias duas Americas do norte e do
Sul, cantando modinhas e dansando o chimarole,
acompauhado pela orchestra.
Jacome C'ysses esoa irmaa lem a honra pela ter-
ceira e ultima vez de recorrer a prolecro dos illus-
Ires habitantes desla ciilale, a quem se conlessam
sobremaneira gralni, pela benevolencia e urbanida-
de com qne os rereberam; os mesmos protestara grnti
cial maior, Emilio Xavier bobreira de Mello, i dita cidade sua justficg9o de dominio, a
() agente Borja, da ordem do Exm
Sr. Dr. juiz especial do commercio, a reque-
riment dos depositarios e procuradores Os-
c;\a da massa fallida de I) Candida Mara da
Silva Lima, viuva de Delfino Gonrjalves Pe-
reira Lima, far lelSo em seu araiazem na
ra do C.ollegio n. 15, de 400 caixas com sa-
bio amarello, e!92 barricas com barrilha,
pertencentes a referida massa : quarta-feira
19 do corrente, as 11 horas da manba.
Leilao
de in )SH .
Antonio Joaquim dos Santos Andrade, ten-
do de fazer brevemente urna viagem a Euro-
pa, far Icillo, por intervenirlo do agente
Borja, de toda a sua mobilia e mais ohjectos,
consist'iido em obras diversas de ouro e pra-
t8, candelabros e lanternas de vidro, endi-
tes de porrellana para sala, urna excellente
mobilia de Jacaranda com pedra, ptimos
guarda-vestidose guarda-roupas.varias com-
modas, urna cama de Jacaranda franceza,
de goslo modermssimo, marquezas, bancas,
lavatorios, mobilia la sala de janlar, grande
mesa elstica, aparadores, guarda-louga ap-
parelho de porcellana para almoQo e jantar,
ditos communs, servicos completos de vi-
dro para mesa, trens, e outros muitos arran-
jos indispensaveis de casa : quinta-feira 20
do cm rente, as II horas da mauhfla, em sua
residencia, na ra Novo n. 21, segundo an-
dar.
1". S. Ilabello, Filhn, far,1o IcilSo por inter-
vencBo do preposlo do geme Oliveira, e por conla
e riico de quem perlencer, de cerca de II? caixas
com batatas e 50(1 molhos de cehulas, vindas ltima-
mente pelo navio l.aia III,.: quarta-feira 19 do

dao eterna a par de om vivo e perpetuo reconlieci- crrente, as 10 horas da manhila, un armazera do
ment a todas as pessoas que honram seus espect-
culos.
O resto dos bilhetes acham-se a venda na casa do
Sr. Ilourgard, ra da Cadeia du Recife n. 15.
Gabinete ptico
ATERRODAROHISTAM.
O director deste salSo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que tendo-se de re-
tirar desta provincia,oQbrece-lhes esta sema-
na urna agradavel esposiqao de vistas todas
novas.
Sr. Paula
dega
Lopts, defronte da cseadloha da alfau-
--Um funccionario publico compromel-
teu ha annos a urna |>essoa de quem se di-
zia amifjo.e por mais (|iic este amigo,tenlia
cscripto,instado e soll'rido pelo dito lunc-
cionariopara cumprir com seu dever, tem
sido ludibriado.caroado.e ale menospre/.a- ,
proprietano da cocheira ta ra
Nova n. 61, vende todos seus carros com
as 11 iivllnis de cavallos, o motivo desta
venda he as posturas exigidas pela cmara
mUDcipal : vende-setudo ou em separa-
do, tambem se vende o sobrado se con-
vier.
SociedadeEnsaio @
xVoologieo, >?
Em observancia de ordem do Sr. diree- S
dente, avi,o aos Srs. socios, que a ses*no ^^
- ordinaria de quinta-feira ,20 do crrenle ^
& ter lugar no Campo-Verde, ra do Soce- ca
^ g) e casa do Sr. Paiory.O 1" secretario, "?.',
'.,* Antonio Dias de Penna Jnior. \3
- Precisa-se de um moco portuguz, de
i'adede!8 a 20 annos, para trabalhar om
urna fabrica de velas de carnauba na ra
Direita n. 59.
AllC!ll<;:T )
Aluga-se ou ve.nde-se um sitio em Sanl'An-
na do Xavier, com grande casa de morada,
estribara para 1 ou mais cava los, cocheira
grando. quarlos para pretos, e capim para 2
cavallos todo o anuo : quem o pretender,
do urna ou outra maneira, quoira dirigir-se
a ra da Cadeia do Itecife n 20, a tratar
com Luiz de Mora es Gomes Ferreira.
- Precisa-se do um feitor quo enlcuda
bein de plantario o jaran, defronte de S.
Jos d i Manguind : a tratar no aterro da
Boa-Vista, loja de fazendas n. 10.
- Lava-se o enirommvse com perfei^io,
por preco coinmodo : na ra do Cotovello
n. 36.
- Precisa-so de urna ama de leite : na
ra de Santa babel n. 9, com filho ou sem
elle. Paga-se bem
No dia 17 do corrente desappareceu
da porta do arsenal do marinha, por occa
siao de embarcar um passageiro, um proto
conduzindo om hahu' decouro, tendo den-
tro um capote, 1205000 em dinheiro, pares
de calcas brancas, 1 dita de ganga, i cami-
sas de mua, 6 pares de meias brancas, 1
hacia do loug, 2 chapeos de massa lina :
quem apprehenler dito preto, on delle der
noticia certa
a fallar com
liGcar.
i;umi>ra-se
seque o ladreo achando a rotula da casa a-! soas que ficarem assigoautes por todos os
berta, entrou e abrindo a gaveta de urna | dias ou as vezes que quizerem por semana,
commoda roobou os objectos cima men- pagos mensalmente adiantado : a tratar na
clonados, os quaes metteu em um bahuzinbo I ra do tbeatro de Santa Isabel, casa da es-
velho de folha pintado de encarnado, que i quina,
estava em cima da mesma commoda, o sa-
bio; advertindo-se que as rosetas, alfineites
e pulceiras eslavam em suas competentes
caixnbas : pede-ss as autoridades policiaes
a apprehenso des.e roubo, assim como aos
Srs. ourives, que nSo comprem esses objec-
tos, avisando a polica no caso de lheserem
offerecidos.
A PECIIINCII V ESTA' ACABANDO-SE.
Nos quatro cantos da ra do Queimado n
20, venieoi-se penas de madapolo com to-
que de avaria pelo barato pre^o de 800 e
IjiOO rcis, lencos decassa proprios para me-
ninos a 120 reis oda um delles, que esto
no resto
Fugio no di i 19 de julho do corrente
anno, um escravo crioulo de nocue Thome,
idade 25 a 30 annos pouco mais ou menos,
cornos signaes seguintes : baixo, rosto cora
bastante marcas de bexigas, nariz, chato,
com nm lobnho por cima do olho direiloj
pouca barba, ps apalhetados : quem o pe-
gar, ou delle tiver noticia, dirija-se a Ponte
Uefaoa, no sitio onde mora Antonio Jos Pi-
res, que ser recompensado.
Vendem-se umaescrava crioula, de 14
annos de idade, muito bonita figura : na ra
da Cadoia lo Recife n 60, priraeiro andar.
Precisa-se de ura caixeiro : no deposito
no largo da ilib-ira de S. Jos n. 15
OOJECrOS DE SEGEIR08 S. SELLEIRO, PARA
A KABIIC\g.\0 DE SEGES E ARRF.I03.
Pelas experiencias de muitos annos naste
genero, me he possivel, tanto pela propria
rabricacSo, como pelas relacOesco a as prio-
cipaes fabricas, fornecer qualquer artigo
pertencenle ao fal'ico ile seges e arreios de
tolas as ,|iiilida, es. Os sennores fabrican-
tes, que honrareill ao abaixo assiguado com
encommen fas dadas por desenhos ou expli-
cacOes, podem assegurar se, que suasen-
comtnendas serSo exactamotite executadas,
e por pregos os mais moderados posiveis :
para mais informarles, dirijam-se por carta
directamente a II. M P. Rohs, em Aliona,
perto do Hamburgo.
FabciCK de ealdeireiro,
ri.(iiyfio de bronze, e
inais iiietaes, na na do
Bruiti do lltcife ti. !8,
coidiecida p >r fabrica
do Mesquita,
Neste antigo eslabelecimento tem feitos e
fazem-ss com presteza, do encommenda, os
objectos abaixo notados, com a maior per-
feiso possivel ecommodo prego, a saber:
Bronzes parj engenho, cavilbas, parafusos
para roda d'sgua e torn liras o mais parfetas
possivel.
/llanibique de colire de qusesquer dimen-
soes e modelos conheciitos, cara,iUQas e ser-
pentinas em separado.
Bombas de cobre de qualquer modelo,
com juneos e vlvulas do bronze.
Cosas e paros de cobre, e de ferro para
engeridos, caldeiras do cobro e de ferro es-
uuadas para navios.
Cobres oe todas as qualidades necessarias
para o fabrico d'assucar, e picada para roda
de mandioca.
Crivos dentados dos mais modernos, por-
tas de fornalha e registros para asseiuamen-
tosdeenaenhos.
Eisos e trilhos para carros, aguilbdes, e
parafusos para engenhos do quaesquer ta-
manhos.
Porioes e grades para sitios, e varandas
para casas de quaesquer modelos que pos-
sam desejar.
Governaduras de broaze para navios, can-
nas de leme, o quaesquer ferragens para os
mesmos.
Canoas de cobre, de chumbo e de zinco
para encanamentos d'aguas de casas, de si-
tios pirajardios.*
E todos mais objectus, que he possivel
fazerem-se de cobre, bronze, latSo, zineo,
chumbo e ferro, que Gcam por notar, e que
seria enfadanho o enumera-los.
Tambem se fazem lodos os concertos, que
possam ser necessarios aos senhores de en-
genho,em quaesquer pecas das cima men-
cionadas,como sejam aguilhes e parafusos,
eixos e trilhos de carros e mais que possam
ser necessarios para engenhos, com proaip-
tidio, e perfeiffio ; addicSo esta, que por ser
pouco lucrativa, muitas vezes outros esla-
belecimentos recusam fizer, e que neste,
sompre se lizer.m, e se farao afim de a todos
servir como lhe for possivel, e a bem de to-
dos, qne o oceuparem, porque semuro foi
este o dcs'-jo do fundador deste eslabeleci-
mento.
l'recisa-so de um pequeo de 12 a 1*
annos, para caixeiro: na ra' das Cruzes
n. 20.
CM
io commercio, ra
do Trapiche Novo
n 12.
Blandi Air acaba de receber pelo navio
francez Olinda, um variado sortimento de
conservas as mais finas e mais acreditadas
da Franca, como sejam, trufles da Perigord,
paf Je Foigras, pal de Poularde, pat de
Perdrix, pal de B?casse, pat de Lievre, pa-
t de Chevreuil, pat de Caille, andouillot-
les, perdreaux, champignons, sacisseslruf-
fees, cervelats, cervelles, flion l.'huile,
boudin noir, asperges, petits pois.
Veuile-se
urna escrava com habilidades, e boa quitau-
deira : no segundo andar da ra Direita
n. 61.
Ven Jem-se 5 escravos, sendo 3 pretos
de todo servido e 2 pretas : na ra Direita,
n 3.
Vende-se um caVallo de estribara com
bons andares, a cotrp arreios novos : na pra-
Qa da Independencia ns. 36 e 38.
Antonio Jorquim (Jarcia declara que
comprou por canta e ordem doSr. Bernardo
Antonio Martins, doMaranhSo, o bilhete in-
te i ro n- 1549 da quarta parte da segunda lo-
te.ia do hospital de Pe Iro II, o qual bilhete
lica em poder do a noticiante.
- Joaquim Salvador I>. de Siqueira Ca-
valcanti continu'a no seu negocio de consig-
naqOes de assucares, adanta dinheiros eo
mais necessario para costeio dn engenhos,
asseguranuo a quantos o procurarcm. o que
de melhor possa haver em coatas, compras
e vendas : moi a na ra Nova n. 14, segundo
andar.
A pessoa que se propo a lecconsr
grammal:ca o artlimetica, dirij4-.se a tra-
vesa da Tiempe n. 9.
Attfi.cao
He chegado pelo ulti^,o vapor 4 caixas
com cxcellentcs queijos de coalha. do Cca-
r, que se acham recolhi las no armazem da
agencia dos vapores cosleiros : quem pre-
, dirija-se ao porto da ra Nova tender, dirjase a Lima Jnior C, na ra
o capataz do mesmo, que gra- da Cruz n 28, segundo andar.
--- Precisa-se de um caixeiro proueno,
ainda mesno que nlo tenha pralica : no
largo da Ribeira de San-Jos n. 1, taberna de
efTectivamcnlo bilheles de loteras j extra- Jos Bernardo Alvos.
hidas, e quo estejam recolhidos a ihesoura- Manoel dos Santos l'eroira Jardim Pur-
ria, alim de evitar a demora do recebimen- tuguez, relira-so para a Europa, a tratar de
lo: naruaNovan.il. sua saude, levando "m sua companhia utn
A !sWUOO rS seucriado Manoel da Cruz Cacito, tambem
Vendem-sc cortes de cassa fina pintada, Tinta para marcar roupa, que uo lar-
com salpicos e palminhas miudas e com 7 ga, ao contrt.no quanio mais se lava mais
do! N3o sendo pois possivel fazer ebegaro varas cada crte a 25200: na ra do Queima- preta e segura fica, a taOOO os2vidrinhos
referido lunccionario ao cumprimento de do n 22, loja da boa f. J na praga da Independencia n. 4.
A casa dos expostos desta cidade pre-
cisa de amas de leite, |ueestejam no goso
de perfeita saude, e nao tenliam mais de
quarenta annos, para amamentarem os
meninos que existem dentro, do estabele-
cimento : as que quizerem ser i dimiti-
das, dirijam-se a referida casa, a enten-
der-se com o respectivo regente.
'ublieaijl) litteraria.
Breve Nolicia Corograpbica do Impe-
rio do Brasil, adoptada pelo Collegio das
Artes, para expositor na aula de Geogra-
phia, na parte que diz respeito ao mesmo
imperio: na loja de livros do Sr. Noguei-
ra, junto ao arco de Santo Antonio. .
Ama de leite.
Domingos Monteito Peixoto roga as
pessoas de sua amizade e a todas aquellas
que sabem o que he um recem-nascido
sem leite, de lhe inculcarem alguma ama
de leite sem filho: na ra do Collegio n.
8, segundo andar.
Precisa-se afugar um sitio a buira do
Rio Capibaribe, qne seja nos lugares de Pon-
te de Ucha at Api pucos : quem tiver an-
nuncie por esta folha, ou dirija-se a ruado
Crespn. U.
- Perdou-se na noite de domingo, pelas
7 horas urna carta dirigida ao Sr. Francisco
do Paula Carneiro Le3o, encerrando-se urna
sedula de 1005 rs., do fim da ponte da Boa-
Vista, at a casa do mesmo, no principio do
aterro : quem a tiver achado, poderS caire
g-iraAnlonio Joaquim de Almeida Cruz, na
ra de llorlas n. 114.
O Exm. Sr. Dr. juiz de direito e special
do commercio Anselmo;Francisco Peretti,
tem marcado o dia 20 do corrente, para a
reuniSo dos credores da massa fallida do a-
gente de leiloes Vctor Antonio de Brilo, sen-
do a diU reuniSo as 10 horas da manh5a, na
sal dos auditorios.
E para constar fiz o. presente. Recife 17 de
de agosto de 857. O escrivSo do commer-
cio, Maximiano Francisco Duarte.
- Pelo juizo dos feitos da fazenla provin-
cial, se h3o de arrematar os bens seguintes :
Urna casa terrea de pedra e cal, na roa dos
Passos n. 22, com porta e janella, tendo do
largura 22 palmos e 5 pollegadas, e 48 ditos
e 6 pollegadas de comprimento, tendo mais
2 salas, 2 quartos, cozinha dentro, quintal
em aberto, chSos foreiros, em muilo mi
esta lo, avaliada em 6\g rs.
Urna casa terrea sita na mesma ra n. 24,
tendo 22 palmos e 5 pollegadas de largura,
48 ditos c 4 pollegadas de comprimenlb, 2
quartos 2 salas, cozinha dentro, quintal em
abeilo.com duas portas do frente, avaliada
em 613 rs., de Miguel LourenQO Lopes.
Urna casa terroa no bairro do Reeife, na
ra do Apollo n 34, a qual tem 4 porlas de
frente, e acha-se em caixSo, tendo 50 pal-
mos de frente, e 75 de fundos, quintal em
aberto avaliada por 2:000 rs., de Francisco
Ribeiro Pires.
Urna casa lerrea na ra Imperial n. 208,
a qual tem 12 l|2 palmos de frente, o 47 de
fundo, cozinha fora, quintal em aberto, em
mao estado, avaliada em 608 rs., de Manoel
Alves dos Santos Julio.
Uen sitio de trras, no lugar do Arraial,
com casa de vivenda, tendo 1 porta, 2 janel-
las de frente, 5 ditas nos oitoes, com 42 pal-
mos de largura, e i07 de Tundo, 2 salas, t
gabinete, 4 quartos, cozinha fora, arvoredos
de fructo, em mo estado, avahado era .
2.0003 rs de Manoel Ferreira Chaves.
Urna casa terrrea na freguezia de San-Jos,
na ra Imperial n 219, a qual leni 30 palmos
de frente, e 46 de fundo, avaliada em 3009,
de IziJro Marques de Colonha-
L'ra sobrado de dous andares e sotSo, na
ra da Guia n. 42, com 33 palmos do largu-
ra o 127 ditos de comprimento, cozinha den-
tro, quintal pequeo e murado, cujo predio
foi avallado em 7:0003 rs de Silvestre Anto-
nio Lages.
lima pequea casa terrea de pedra e cal,
na freguezia de San-Jos, na ra Imperial n.
196, com 18 palmos de frente, e. 43 de fundo,
aehando-se em caixao, quintal em aberto,
caaos foreiros, avahado em 1003 rs., de Joa-
quim Bertoleza das Dores.
Um sobrado de dous andares esotfio, na
freguezia de San-Jos, na ra dos Mirtyrios
n. 4, o qual tem cozinha no sotSo, quintal
grande com cacimba propria,. e porlo para'
a ra do Caldeireiro, pertencenle ao mesmo
sobrado o becco que tem ao lado do norte,
que se acha tapado, avahado em 8:0003 rs.,
dos herdeiros de Pedro Ignacio da Cunha.
Urna casa terrea toda arruinada, ea (a
guezia dos Al'oga los, na ra de S. Miguel n.
50, a qual so tem o oil3o do norte e parte da
frente, tendo 13 palmos de frente, e 100 de
fundo, avaliada em 403 rs., de Paulino Her-
culanode Figueiredo.
Urna casa terrea mei-agua, no bairro do
Recife, em Fora de Portas, na ra dos Gua-
rarapes n. 27, com 16 palmos de frente, e 25
de funbo, cozinha dentro, avaliada em 400f,
de Manoel Francisco da Silva.
Cma casa terrea na freguezia dos A fuga-
dos, na campia do largo do Remedio n. 9,
a qual tem 36 palmos de frente, e 87 de fun-
do, copiar, cozinha dentro, quintal em aber-
to, vista do estado em que se acha foi ava-
liada em 8003 rs., dos filhos de Joaquim Jos
Luiz de bouza.
Um sobrado na ra Velba no bairro da
Boa-Vista ti. 76, tendo de largura 22 palmos,
e80 ditos do comprimento, com varunda sa
Uida de ferro, 2 janeilas de frente, sotSo, e
cozinha no mesmo, quintal murado, cacim-
ba meeira, cujo predio se acha um pouco ar-
ruinado, avhalo em 4:0003 rs., dos herdei-
ros de Isabel Barboza Rodrigues (Macliadc
Froire.
Um sobrado cm ruinas na ruada do-
ria n... com 106 palmos de largura, o 130 di
lundo, coutemlo 3 grandes armazens, f quar-
lo as lojas, 8 pequeos quarlos, sendo 4 ac
lscente e 4 ao puente ; mais rfuatro peoue-
nas cariabas na frente, sendo 2 juilas' ac
portao, sem repaitimento alguro, com umt
porta de frente, e outra na retaguarda, ea.-
duas sen lo urna a osquera e oulra a direita,
a da direita com sala, 2 quartos e cozinha
dentro, com 17 palmos de largura, e 17 di
rundo, ambos com porta de frenle, eatr;
que deita para a frente do dito sobrado, cuj<
edificio tem porlo do ferro, c quintal mu-
rado c portao que deita para o Rio Capiba
ribo, cujos prodios foram avahados om .. .
10:000/ rs dos herdeiros de Genoveva Per-
potu* de Jess Caldas.
Os pretndanles comparegam as 10 hora:
da manliai do da 19 do corrente, na salada
audiencias.
.ssenlioras que monta..
a cavallo.
Na ra Nova n. 18, loja Je M. A. Caja -v C
ha reos casavequeede cores, e pretos, par,
montara ; assim como um grando sorti
ment das mais bem acabadas obras de al
fauno, tanto superior, como mais inferior
chapeos, ditos da sol, lencos de seda, dito
de dita para grvala, ditos de cores, luvas
suspensorios, meias para lioinem, senhores
meninas, omisas, ditas de meias, fazenda
para qualquer obra qua seja encommenda
da ; a pessoa que vier a esta loja achara un
tacto completo, e sera un s prc^o para to'
do.-, a dtuheiro.
-
MUTILADO

.






DIARIO DE PERNAMRUCO QUAKTA FEIRA 19 DE AGOSTO DE 1857.

C0ISULT0R10 IB0P1THIC0
Onde se achara sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos ;
l'KECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 s > .
Dita de 36 b .
Dita de 48 i >
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de linlurrademeia onca.
Manual de medicina bomeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina : .... 20900*
Medicina domestica do Dr. Henry.......' |o/ooo
Tratamento do cholera morbus.......< 2/000
Repertorio do D.-. Mello Moraes ..'..,'. 6 loo o
PEORAS PRECIOSAS- i
10/000
153000
209000
259000
309000
19000
29000
m pe
Aderecos de brilhantes, '$
diamante! e perolaa, pal- j
leims, allineles, briucos *
ro/.elas, boloes e annei. *
de dilTerenle. gosto. e de :
diveriai podras de valor. *'.
Compram, vendem od ifi
Iroeam prala, oaro, bri- jjj
jj lhanles.diamanlese pero- jej
!> las, e outras qaaesqucr &
j*j joia.de valor, a dinheiro
un por obras.
I0KEI1A i lOAITE.
UJA DI UR1VII
Rua do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mus
moderno gosto, tan-
to de Franca como
tBBKBBmBmmMBUBBt
OURO E PRATA.
Adereroi completo! da
ouro, meios dilos, palsei- gj
ra, allineles, brincoi j*
rojetas, cordoes, traiicel- a
lid!, medalh.s, correlos S
e enfeiles para relogio, e
oalroa mallos objeclos de %
B ouro. s
x Aparelbos completo? de
i. prala para cha, bandejas, .
l silvas ci-lir.io-, colhe'res *
j de sopa e de cha, rom- gj
* (os oulroi objeclos de j?
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o eonimodo como costo ma ni.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi tcm preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam lua da praca, ou "que nao os pos-
sam curar era suas proprias casas : quem
para isto quizer-se ntilisur de seus servicos
mdicos, que serSo desempenbados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas opera-
ces.
iRio-Formoso.S
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Mtne-
fe tes, medico pela Faculdade da Babia, lem ?J
ffy filado sua residencia na cidade do Kio-For- ;
ja moso, de novo eflerece seus servidos a to- E
'.? das ai pessoas que o honraren) com sua con- SP
@ fianra. ffe
@&@ @ &%&$
SEGURO COMRA FOtJO.
Companhia Alliance.
Estabelecida era Londres, am marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., ten a konra da in-
(oraiar aos 5rs. negociantes, proprietarios da casas,
a que mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para affecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertoi da
tlha e igualmenta sobra os objeclos que contiverem
os mesaos edificios quer consista em mobilia ou
i fazendas de qualquer qualidade,
JOHN CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.

m$ O Dr. Francisco de Paula Bap- @
:' lista, tem aberto escriptorio para @
@ advogar, no primeiro andar da 5
# casada ra dasTrincbeiras n. 19, $g
A por cima do cartorio do escrivao @
-:;;- iptsta,anti{jamei:-tcdo fallecido @
Rogo; ealii, das9 horas dodiaem @
^ diante, esta' prompto a ouvir a J
@ todos, e a receber as causas de to- ^
$3$ dos que riuizerem procurar seus
g servicos de advogado. 2
radas, e na segunda-t'eira acbarom-se de
menos duas : roga-se a quera d ellas sou-
ber, <|uera dar noticia na obra da ra
das Cru/.es, ou na Iivraiia ns. 6 e 8 da
praca da Independencia, que sera' gra-
tificado.
Lotera
de
f DENTISTA FRAICEZ. S
Paulo daignoui dentista, roa Nova n. 41 : *S?
UJ na mesma casa tem agua e pi denlrifica. t$
Tasso Ir mos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
larinbas de trigo Richmond chegadas ao mer-
cado, sSo vendidas em seus armazens, pelos
Scguintes precos :
Galega 269000 por barrica.
Haxall 259500 dem.
O Dance 24j>000 dem.
Columbia 2390U0 dem.
Alera destas tem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana e primeira
qualidade ; assira como completo sortimen-
to das melhores marcas de l'hiladelphla, No-
ta Orleanse Baltimore.
Na fundirjo da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
aervico debaixo de coberta.
-- Precisa-se de ura cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Mendes da Cunha. Paga-se
bein agradando oservico.
A publico.
O abaixo assignado faz sclente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar doua importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns,
10el4, ondeencontraro um vanado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vende por prego muito
coramo lo ; sendo gerente do eslabeleci-
tuento n.10 o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azevedo. J. C. Malveira.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
r.uiiaiiii oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio da Florenca para brotoejas e
asperidades da pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
Rombo de madeira.
Tendo-se conduzido ]>ara a praia da
Cadeia, pordetraz da casa que (oi da po-
lica, cinco travs de V0 palmos, com 8
c meia polegadas em quadro, no safaba-
do 1 do coi-rente, as uuaes licaram amar- qua,quer esclarecimento exacto sol>re es
ESTRADA DE FERRO:
do Reci/e S. Francisco
LIMITADO.
Uthtt* dmuabi*
O direclores da Companhia da Estrada de Ferro
do Itecifo a San-I rancuc, limitado, leem feilo a
IJ'n^cliamada de duas libras eslerliiias, oa ris
1~9 dove icr paga ale o dia 2i de agoilo do correle an-
no de 1857 : no Kio de Janeiro, em casa doi Sr.
MaoA Mac. (regor & C. ; na Baha, em casa dos
Srs. S. S. Davenport & C, e em l'irnambuco, no
escriptorio da Companhia.
O accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do lempo indicado, poderu perder lodo direilo is.
arces lobre as quaes o dito pagamento nao se tver
enectuado, e em iodo casolera de pagar juroi na
rujo de cinco por eenlo ao anno, e de nao receber
juros ou dividendo da,companhia pelo lempo qoe
decorrer enlre o dia indicado para o pagamento e a
sua realisac.ao.
Nenhum auto de transferencia pode ser registrado
ames do pagamento da chamada.
Por orden) dos directora. James Tmplelo
i>'ood, superintendente.
iJubIica<;o Iliteraria.
coRoavpiiiv
Clu-oiiogrupliiii. uubiliaria, ge-
ncalogica e poltica
DO
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCR1PCOES
DA
Corographia brasilaira, do padre Mincel Ayre do
(.aial.Historia da Amarles Portugatzs, de Ro-
cha Pilla. Chronica da compadhia, de Vascon-
cello.Hialoria do Brasil, do visconde de Cay-
ru.Caslriolo Lusitano, por Fr. Raphael de Je
os.Memorias do Rio de Janeiro, por monse
nhor Piarro.Annae do Rio de Janeiro, d
Silva Liiboa.Anuies do Marauhao, de Berre
do.Annae do Rio Orande, do visconda de S.
Leopoldo.Memoria da capitana deS. Vicente,
por Fr. Gaspar da Madre de Dos.Eras do Pa-
ra, por Bayena.Memorial histricas da Bahia e
corographia Paratuse, por 1. Accioli.Chrono-
logn, do general Abreu e Lima.Historia do
Branl, deVarnhagen.E de oulros impressos e
manuscriplos :
CONTENDO
A descriptao geographiea.e nores histricas e po-
lticas, desde o descobrimento do Brasil al agora
(1857), c tambeni o lempo em qua loram povoa 1as
a inai ditTerenle cidadi, villas e logare ;
Sea gobernadores, e a origen) dai diversas fami-
lias branleiras e seos appellidoi, eslrahida de auti-
goi mauuscriplos genealgicos que em eras dille-
renles se pujeram obler ;
A Instara dos ministerios, sua poltica a cotes
com queappareceram.
A historia das cmaras temporaria e Vitalia deide
a consumile de 17 de abril de !&>.'! al 1857 -
E lambem urna eiposiro da historia da Indepen-
dencia, escripia e coraprovada por teslemuuhas o-
culares qoe aindam reslam, e dos ootros movimen-
to polilicoi, aiim deque se leulia um conhecimeulo
eiaclo nao s da geocraphia do paiz como da sua
historia civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, natural da cida-
de das Alagoas, autor de mullas obras Iliterarias e
identificas.
Subscreve-ie neila cidade do Recife, na livraria
da praca da ludepandencia ns. 6 e 8.
O abaixo assignado, possuido do
maior empenlio de se descobrir os auto-
res e cmplices do borroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mu i preza-
do amigo Tbomaz Gollan, vice-consul de
S. M. liritannica nesta cidade, oilerece
dous contos de res a quem lhe prestar
P.
DA
O
t
C0RRK SABBADO 23 DE ACOST.
O abaixo assignado vende linheiro a vis-
ta sendo da qaantia de tWft res para cima,
os seus muito felics billietes, meios nu'ar-
tos, pelos precos abaixo mencionados, .'a
"rua da Cadeia do llccife n. 45, esquina da
Madre do Dos :
l'ilhetes 5;500 recebe 5:0003
Meios 2o750 1:5005
Quarlos 1>375 1:2503
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos fortnalo dos Santos Porto.
Domingos Al ves Matbeus saca sobre
a praca da Porto.
O abaixo assignado, arrematante to
imposto de gurdenlo .lo mumeijio do fte-
cife, avisa a todos cm geral, que lhe estilo
devendo o.Jito imposto, para que venliam
realisar todos us seus dbitos ale 30 do cor-
rente, e na falta saia obrigado a usar do
executivo conforme determina a Ici; e para
que se nao chamo a ignorancia se fiz o pre-
sente. Recife 13 de agosto de 1857.
Luiz Jos Marques.
O sdvogado Leopulditio Antonio da
Fonscca, residente em Macei, oferece seus
.servicos as pessoas que delles so quizerem
utilisur naquclla cidade.
se facto, ou inesmo o conhecimento de
alguma circumstancia.ou accessorio delle,
de modo <|ue se i>ossa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sob sua palavra
de honra, o mais uiviolavel segredo, a'
tjuem fizer qualquer dessas revelacoes,
pois he bem possivel chegar-se ao'lim
desejado, sem dechuar-se donde ellas
procederam.
Consulado Itritannico II de julho de
187.II- Augustus Cooper, cnsul.
'<} y> Or. Joaojose ll.nnano medico, pode ser *
.', procurado para o ejercicio de sua profis-
t? sao, na ra de Apollo n. 9.
*oi.(l;it!e rie-de coiios iioniiuadii Caixa Eco-
nmica do Per
nurubuco.
Arha-se iosUllailSj e as suas operarles ef-
fectivas sao as seguintes :
Desconta lettras a juro convencional.
Empresta sobre accoes de qualquer com-
panhia acre litada, sobre penhores de ouro,
prata, e joias, ate ao mnimo de IO3 ; a ope-
rario he por meio tic letlra aceita pelo im-
petrante com a declaraco le nao sendo pa-
ga,se proceder a venda do penhor em leihlo
15 dias depois.
Admilte sempre socios na coDformtdade
dos estatutos.
Recebe a premio qualquer quanlia ale 19,
o mnimo.
Nota. As mensslidadt's com que os socios
tem de entrar ;-3000, os uuetiverem de I a
5 aceces, e 53 os que tiverem mais deste nu-
mero comecam a ser cobrvels no primei-
ro tlia til de cada mez. o socio que quizer
dar as mensalidades adiantadas por 6 mezes,
ou mesmo um anuo, pode-o fazer coutando-
se-lhe o juro de 6 por cento ao atino pelo a-
diantamento.
Para ludo se dirijam a casa do Sr. thesou-
reiro l'ragozo, ra da Cadeia tloRecifd n. 6,
onde provisoriamente funeciona este com o
director da semana.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para todo a servico de casa de pouca
familia : na ra de Dorias n. 10.
Da-se pinhero a premio em pequeas
quantias, com penhores de ouro e prata :
na ra eslreila do Rosario n. 23, segundo
andar.
Na ra larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do becco do
Peixe Frito, n. 9, d-se almoco, jantar e
ceia, por preco mais commodo do que em
outra qualquer parte.
Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
cidade al o Poco urna casa assobradada ou
sobrado, tendo os commodos seguintes:
alm de poder conter 12 a 20 pessoas, tenha
cocheira, estribara, arranjos para criados e
escravos, e que o sitio seja abundante de ar-
vores fructferas e baixa de capim, que pos-
sa sustentar annualmente quatro cavallos :
annuncie por este oDiario ou outros peri-
dicos.
Precisa-se para o hospital de caridade
de urna pessoa que forneca leite todos os
dias, e que nSo o traga depois de 6 horas da
manha.
A pessoa que quizer dar lices de
grammatica nacional e aritbmetica em urna
casa particular, nobairro da Boa-Vista, an-
nuncie.
COMPANHIA
DE
SEGlROSflARITIJIOSE
%ttxzMtts h> inipri'io t)0
MmiSI,
estabelecma no rio de janeiro
CAPITAL .(:000,000>000.
Ageiiciri ra da rtiz
11. 45.
Aos senhores negociantes, proprieta-
r'os de cusas etc. etc., se oilerece na agen-
cia de dita companhia nesta cidade, a rea-
lisa cao de seguros por premios e condicOes
muito mdicas.
Na mesura agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de navios que desejam te-Ios registra-
dos no <( Veri tas ou Monitor Martimo
(Titulo de Registro) tenhama bondadede
dingir-se a esta agencia alim de fazerem
as declaracoes precisas.
Acha-se ausente desde o da I. do cor-
rente a escrava Thereza, Conga, de 6i annos,
baixa, um pouco reforcada, cabera branca,
tem os dedos das mfios encaranguejados e
calombos pelas costas, provenientes do
agoules de senhores anteriores, anda espi-
gada e um pouco peiada, levou vestido cor
de rosa com llores amarellas : quem a pe-
gar leve-a a casa de seu senhor o niajor An-
tonio da Silva Cumiarnos, na ra Imperial
n. 61, que ser generosami-nte recompen-
sado.
- Uoga-se a Sra. D. Diunizia Francisca
de Soaza, natural da villa da l 11,1, no Rio
de S. Francisco e provincia de l'ernambuco,
ou a seus herdeiros, que venham ou man Jem
receber a parte que lhe tocou do espolio de
seu marido Jos Seabra Lemos fallecido nes-
ta corte. Rio ue Jauciro 6 de agosto de 1857.'
Roga-se a pessoa que levou as amos-
tras de fitas da casa de madama 'Iheard ha
mais de 8 dias, o favor de traze-las, visto fa-
zt-r muita alta.
TilEVTRODE APOLLO
Os socios que subscreveram para o baile,
que lem dar-se no da 29 do crrente, no
saino do dito ttie.itro, so c.-lvida los a man-
dar suas propostas decoDvite para familias,
casa da ra do Apollo n. 21.
- Agua para tirar nodoas de ferrugem e
de tinta de escrever, tanto em roupa como
em papel, a 320 o vidrinho : na praga da In-
dependencia n. 4.
Desappareceu no dia 8 de agosto do
coi rente, pelas 3 horas da madrugada, um
homem mais moreno do que cabra, porque
elle nao be pardo, com um lalbo no rosto,
nao se estando cerlo se be no lado direito ou
esquerdo, meio cambado dos ps e fala man-
sa, veio do districto de Canlalo para traba-
Ibar na estrada de ferro, chama-se Manoel,
e a mulher Joanna, dizia elle que morava
nos Afogados e veio trabalhar no Recife ;
fallou-se ent3o com elle para ser feilor de
um sito e conductor das cousas para casa,
elle respondeu que tinba mulher e que ella
tinba dado a luz a urna menina ; no ia 9 de
junho do corrente anno chegou elle com a
mulher e a lilha, as 7 horas da noite e sabio
daqui no domingo para o sitio no districto
de Beberibe, a mulher dolle he parda e passa
por branca, alta, cabello bom, olbos pelos,
lem um signal no rosto ; a menina uasceu
no 1. de maio do corrente anuo, elle enga-
nou o preto que es'ava no sitio, dzeudo que
vinha baptisar a menina, Irouxe um cavallo
com lenha ecarvo, o trouxe a mulher, ven-
deu a lenha o o carvSo e foi-se embora com
a palavra de l> -plisar a menina : roga-se as
autoridades policiaes que o prendam, e di-
rijam-seao paleo de S. Jos n. 6*. ein casa
de Antonio Manoel de Campos, que sera bem
recompeusdo.
O abano assignado, procurador bastante de sua
rugra t. Miria Joi da Auuonciacao Ilaptisla, pede
aos credores do su filiado cunbado Antonio Uaplisla
Hibeiro de Faria, filho da uiesma, que aprsentelo
uas conlai ale o dia 31 do correle mei ; assim como
avisa aoi devedores do mesmo que pessoa alguma es-
la anlorisada a receber suas divida a u.u ser o abal-
lo assienado.
Pernambaco 13 de agoslo de 1837.
Anlouio Mdcbado Gomes da Silva.
Lotera
DI
provincia.
AO 5:000y;, 2:000| E 1 Mus.
No escriptorio do abaixo assignado, ven-
de-se bilhetes, meios equai tos em quantia
de lUxOOO para cima a diabeirc a' vista
pelos seguintes precos :
Bilhetes &jj(500 recebe 3:000,s000
Meios 2,5750 2:500,SOO
Quartos DJ575 1:250#000
*. .1. Laymt.
Na restilacao do Franca, na praia de
Santa Rita, chegaratn mais travs de lou-
ro: quem pretendei dirija-fe a mesma.
Precisa-se de urna ama para cozinha :
na roa Ja Aurora n. 30 : na rui do Crespo
n- 10.
Precisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, que; nao sc-ja moca, para fazer compras
e carregar um laboleiro ; a Iralar no alerro
da llua-Vista n. 8.
Precisa-se de um feilor para engenho :
quem quizer pode dirigir-se a ra do Lucan-
lamento n. 76.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
bom pralica de taberna : na ra o llanqui
n. 1, loja da cera.
Pardeu-se hontem, 16 do corrente,
das 2 as 3 horas da tarde, ao sabir da igreja
da ordem terceira de S. Francisco, ra das
Cruces, a seguir a ra Dircita, urna pulceira
d- ouro : a pessoa que arhou, querendo res-
titui-la a quem perteuce, o pode fazer na ra
do Vigario n. 18, segundo audar, ou na ta-
vessa ta Madre de Dos, arruazem n. 15, que
se gralilicara com I030UO.
- Precisa-se para a altandega, bonstra-
balhadores, que sirvam para qualquer servi-
co de forca, tendo o requisito, sero pagos a
13000 res.
eclaracao.
Acha-se justa e coulratada urna loja de
calcado na ra do Livramento n. 37 ; e quem
se ochar com direilo a mesma, dirija-se a
ra do Livramento n. !), no prazo de 3 dias.
Precisa-sede tuna ama de leite Tor-
ra ou captiva, sem lilho, pata amainen-
tar urna enanca, paga-se bem : no pateo
do Hospital n. 0, (sobrado).
Manoel Raymundo Penaforle, solicita-
dor dos auditorios desta cidade, provisiona-
do pelo Fxn>. conselheiro presidente da Re-
lacao. offerece para se cocarregar de qual-
quer causa que lhe quizer confiar, no que
promelte todo zelo o cuidado, podendo ser
piocurado das 7 horas da manha at as 9 do
dia, e a tarde tas 3 as 5 horas, em casa de
sua residencia, na ra do Rangel n. 73.
.ltein;ao.
Ileliodono Acacio Barrenos Rangel pede
a todos os seus devedores, que tenham a
bondade devir satisfazer o que devem ao
supplicanteno prazo de 30 das, que do con-
trario terSoodesprazer de ver os seus nomes
por extenso nesle jornal.
Antonio Joaquim dos Santos Andrade,
deixa por seus procuradores para todos os
seus negocios os Srs. : 1.- Joaquim Jos dos
Santos Andrade, 2.- Manoel Joaquim Rodri-
gues de Souza, 3.- Angelino Jos dos Santos
Andrade, e julga nada dever a pessoa al-
guma ; noentanto sealguem se julgar seu
credor, aprsente suas contas para seren
immediatamente pagas.
Precisa-se de um cauoetro forro ou
captivo, para andar em urna canoa de capim,
e tamhem um leitor para sitio perto : na
loja de fazendas, na ra do Passeio n. 7.
Furlaram do engenho Granja, no dia
12 do corrento, urna vacca de leite, grande,
rajada : quem a tiver comprado l'ar favor
avisar pelo mesmo Diario para se mandar
buscar e gratificar, qual pertence ao Sr.
Francisco Lins I'aes Barrete
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n 9.
Furlaram no dia 15 do corrente, de
urna casa em Sant'Anna, um relogio desco-
berto, de patente suisso : roga-se as pessoas
a quem for offerecido, baja de o apprebeuder
e leva-lo a ra do Trapiche, sobrado n. 12,
segundo andar, queserSo recompensadas.
Tem de serem arrematadas no dia 21
do corrente mez, depois e linda a audien-
cia do Sr. r. juiz municipal da primeira va-
ra, duas moradas de casas terreas, sitas no
bairro do Recife, sendo urna na ra da Guia
n i, com 20 palmos de frente e 60 de fundo,
sotSo debaxo de coberta, cozinha fra,
quintal murado, avahada por 1:4009, e a ou-
tra na ra da Senzala Velha n. 15, com 21
palmos de frente e 36 de fundo, com um te-
lheiro que serve de cozinha, avahada por
1 .OOOsOUO, cujas casas perlenciam ao tinado
Jos Joaquim da Cunha, e vSo praga a re-
quenment do inventariante o testamente!-
ro do dito finado, Joao lavares Cordeiro.
Ricardo de Freilas Hibeiro, retirando-se para
a Europa, tem constituido por feos em ludo bstan-
las procuradores aoi Sn. Amonio Monleiro Perei-
ii, Joaquim ilenriques da Silva, e Domingo Fer-
reira das heves tiuimarAei ; e poito julgne nada de-
ver a pessoa alguma, comludo se algiiem te julgar
seu credor. aprsenle sua conla, que sendo legal ie-
ra' promplamenle paga.
AGENCIA DE PaSSA PORTES E FOLUA
CORRIDA.
Clandiuo do Reg Lima, depanhante pela repar-
tirlo da polica, lira pasaporte! para fra e denlro
do imperio, e folba corrida, por commodo preco e
presleza : na roa da Praia n. 43, pjimeiro audaj.
Precisa-ie alugar urna ama para o servico de
urna can de pouca familia, na ra Direita n. 53 : na
meima casa lem urna casa para s alugar, com mul-
to bous commodos na lioa Viajero.
fia ra da Cadeia, loja de cambio n. 38, com
pra-se eonsliniemenle moedas le ouro coro meio
por cenlo de premio, pataces a 2*020 rs. e moedas
de prala de cinco e dei tost&es com 2 por cenlo.
montpt*$.
Compra-se elieclivatnente na ra das
Flores n. 37, primeiro ndar, apolices da di-
vida publica e provincial, acQesdas compa-
nbias, e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias, sobre penhores.
Compra-se um preto de 20 a 24 annos,
sendo perito nflicial de caranina ; paga-se
bom : a tratar ne ra Nova u. 53, botica.
- Compram-se 4 burros, que eslejam do-
msticos, e paga-se bem : a Iralar na taber-
na no pateo do l'araizo n. 1G.
Sefito*
Vendem-se 3 moleques pecas, de boni-
tas figuras, de lia 1G annos, 2 negras de bo-
nitas figuras, con habilidades, 2 mulatas
com todas as habilidades e de ptimas figu-
ras, e i negrinha de 11 annos: na ra do
Livramento n. 4.
Vendem-se luvas de pellica de
Jouvin, de todas as cores : na ra do
Queimado loja n. i.
Vende-ae urna vacca parida lia poneos dias, no
aillo do Sr. Tavare, na Soledade, onde foi oulr'ora
colleglo de menina-.
Vende-se arroz de casca a 53500 o al-
queire, e 200 rs. a cuia : no pateo do farai-
zo n. 16, taberna.
Vende-se sement de hortaliza : na
ra da Cruz n. 36
bois mansos de carroga.
Quem quizor comprar 2 bois mansos de
carroga, grandes e bons, dirija-se a cocheira
da ra da Florentina que saber do preco.
Ra do Crespo n. 10.
Vende-se atoalhado adamascado de duas
larguras a 19 a vara e 15200.
Ven le-se urna escrava : na ra do Pi-
lar, em Fra de Portas n. 56.
Vende-se arroz superior doMaranhSo,
e saceos com farinha nova e bem torrada :
no caes da alfandega, armazem do Mello.
FARLLLO.
Vende-se em barricas e saceos : no arma-
zem de assucar no caes de Apollo, esquina
da travessa da Senzala Velha.
VenJe-se urna taberna com poucos
fundos e propria para principiante, no Cor-
redor do Bispo n 12, em frente ao quartel :
a tratar na mesma.
Vende-se urna escrava com bonita fi-
gura, propria para todo servico: as Cinco
l'ontas n. 136
Vende-se espirito de vinho na resti-
AO BARATO.
Vende-so riscado monstro com vara de
largura a 180 o covado : na ra do Crespo
n. 15.
Vende-se cal do Lisboa, a mais nova
que ha no mercado, por prego commodo :
na ra da Cadeia, defronle da Relag3o. ta-
berna de Domingos campos.
Boa fazendrA.
Vendem-se na ra do Livramento n.
.")">, bonetes para meninos, de marroquim
domado, com velludo de varias cores
e fita de galao, pelo baratissimo prego de
3$000.
Vende-se urna mulatinha de 15 annos,
rocolhida, muito linda e robusta, com mui-
to bom genio e agradavel, sabe engommar
e coser : na ra larga do Rosario n. 22, se-
gundo andar.
Doce de a ruca e banana.
Chegou ra do Collegio n. 5, superior
doco de arag e banana, fabricado no enge-
nho Guerra.
Vendem-se sapalos dos melhores, fa-
bricados no Aracaty, carne e queijos do So-
bral, tudo ehegad i ltimamente, por precos
commodos para acabar : na ra da Cadeia
do Recife n. 60, primeiro andar.
ESCRAVOS A' VENDA.
Vendem-se tres escravas de 16 a 22 annos.
proprias para o trabalho de roga por serem
sas e fortes, una cabrinha de 18 annos,
que sabe engommar, coser, marcar, faz la-
byrintho, pentia urna senhora e tambem
cozinha, urna parda de 22 annos, de ptima
conducta, com as mesmas habilidades ci-
ma, um molecote de 22 annos, pessa linda,
ptimo para um pagem : na roa Direita
n. 66.
- Vende-se urna carroga com boi manso
o costumado ao trabalho nosta praga- no
armazem de materiacs da ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
Vendem-se 20 casaros de rolas brancas
e pardas, estando a maior parte com filhos,
cuja venda sei effecluada por menor prego
com quem comprar lodos os casares por
junto : no sobrado de um an lar n. 8 da ra
deS. Francisco como quem va i para a ra
Bella, das 6 as 7 horas da manha.
Mudtz*8 biratas.
Jos Fortunato dos Santos Porto acaba de
montar o seu condecido estabelecimento da
ra da Cadeia do Recife n 45, esquina da
Madre de Dos, com um rico e completo sor-
timento de miudezas, uoso para a praga
como para os senhores negociantes do cen-
tro, e mesmo de outras provincias que bem
se queiram surtir, ahi acharo constante-
mente lindas brancas e de cores de todas as
quahdades, um rico sortimento de perfuma-
ras, luvas para homem, senhora e meninas,
bengalas de esnna o de baleia, bicos de seda
de todas as larguras, dilos entrefinos, cut-
lanas linssimas para mesa e escriptorio,
tinteiros de porceilana, lindas pedias para
segurar papis, ricos onfeites para senhora,
toucas, carleiras, espelhos de parede, esto-
jos para barba, lindas abotoaduras para fol-
ete, p pe, capachos para portas e sofas,
rape de diversos fabricantes, ptimos charu-
tos da Babia, c urna immensidado de objec-
tos que seria enfadonho mencionar, que i
vista dasqualidades e dos pregos de certo
agradaro ao comprador. Assegura-sea mo-
dcidade dos piegos-
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegadas ltimamente de Ha ru-
bn go, e com lindos retratos no frontes-
picto : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Kellcr & C.
/^ende-se
Cortes dos.
Vendem-se cortes de la do lindos pa-
I HlrOes, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a clles,
antes que se acabera : na ra do Queimado
a. 22, na loja da boa fe.
QUE ESTA' OEifflANDO.
Na loja do l'reguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por pregos
baratsimos, entre ellas notam-se chitas
irancezas escuras de lindos padrOes e cores
fisas a 260 rs. o covado, ditas ditas claras de
padres miudintns a 280 o covado, ditas fi-
nas de lindos padrOes o excellentes pannos,
e cores fixasa 300 rs. o covalo, lindos ta-
petes para salas a 3-800 cada ura, pegas de
bretanha de rolo com 10 varas a 23000 cada
uma, mussulinadccora320, dita mais fina
de lindos padrOes a 360, dita muito lina a
*UO rs. o covado, dita branca a mais fina que
1 possivel a 400 rs. o covado, cambraia
igo do moinho de vento da praia de Santa
I
Rila.
Milito etu saecas.
Vende-se milho em saecas: na la de San-
ta Cruz n 5, junto a ribeira.
Na praga ds Independencia n. 4, ven-
de-se anl lquido, o melbor que tem appare-
cido pira ailar roupa, pois no tem o in-
conveniente que sembr as senhoras que en-
gominam encontrara no outro, pois basta 4
I 5 pingos para ailar uma acia d'agua, a
?00 rs.
Grande arma-8
&
o
M2
zem de roup
feita.

'
Ra Nova n. 49,
JUMO A IGREJA DA CONCfcJ-
';.VO dos MILITARES.
Nesle annuzem acliarSo tu bons Trege-
les um grande srtimeuio de roupas feilai,
romo si-j.un: casacas pretal e de core, fra-
i quea prelos e de cores com gola de velludo,
'obrecasacas pret.ise de cores, dius de ca-
; -emira decores, palitos de panno fino preto
,J e de cotes ditos de merino seliin, ditos de
.- ; bombazim, dilos de alpaca, dilos de brim
a branco, pardo e de outras cores ditos de
meliin, dilos de ganga, calcas de casemira "-.'
,) prela e de cores Jilas de panno lino, dilas 3
--.. de !.i,i e meia casemira, ditas de brim brau- *>
.- co e de cores, ditas da merino, ditas de T
... pm.cea, dilai de ganga, colleles de val- !..-
t$ ludo, dilos de selnn branco bordado para .- .
.7. casamento, ditos prelos, ditos de gorgoito S
preto e decores, ditos de casemira borda- W
Q9 dos. ditos de lelim preto tuaco, dilos de &
( ; merino, dilos de lusio branco e de cores, Z%
. X camisas Irancer.ts brancas e pintadas gra- J
...- volas de (odas as qualidades, luvas de seda ft
;;. p pellica, chapeos de seda preloi paraliomens S
..;, ditoi de castor branco com pello e rapado, Jt"
I ;tf do ultimo goslo de Pars; e oulros muilos *
-,.; objeeloa t|ue agradar aos Ireguezes, lano
;. na qualidade da fazenda, como na com-
;.-; modidaJe doi precos: declara-ie que nao
I rtr se recebe encommrmla alguma que Dio se- rf
y |a com fazenda do armazem,para o que tem {'A
i; escoliados pannos Cutos preloi e de cores, 3
;; ristmiras, veludos, setim e outras muitas '>"
"& r.zenda*. ;";
se da-
a rui

he
franceza de cores flxas a 480rs.'a vara" di-
tas de cordao a 500 rs cassas francezas
muito finos e de lindssmos padrOes a 640
a vara, lengos pequeos para m3o a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muito finos e com
lindos bordados a 360, cortes de casemira
com lindos gostos a 5300, ditos finos a 65,
meiascasemiras de quadrinhos proprias para
calca e palito a 560 o covado, hiazinhas de
quadros proprias para roupa de meninos a
400 rs. o covado, gravatas preas de setim a
1*200 cada uma, riscados francezes de qua-
dros de lu Jos pa ires a 240 rs. o covado,
casineta preta muito fina a 13-200 o covado,
casemna preta a 2c00, cortes de castor en-
corpado para caiga a l440, ditos a 15, dilos
de brim de Imho a 15440, dilos de brim de
algodt. branco a lj cada um, chales de rne-
r:no de todas as qualidades, lisos e horda-
dos, por baratissimos pregos, chitas escuras
e de diversos padroes e cores fixas a 160,
180 e 200 rs- o covado, ricos lengos de seda
de lindos padirs a 2C00O, e outras muita
tazendasqiiese deixam de mencionar, ese
vender3o por baratissimos pregos ;
rao amostras com penhores.
Vendem-se saceos com milho :
do AragSo n. 36.
l\a loja
das seis portas
em frente do Lvn.inenti<
Colinhasde tolagarga para pescogo de so-
nhora a pataca cada uma, chales de cassa
para trazer por casa e irem ao banho a sello,
lengos de seda para trazer aos hombros a
dez lustes, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez tustoes.
Tintas Innatas.
Cre, oebre e rxo-lerra a vintem a libra,
lomando deS libras para cima : na ra do
Livrame;.to, loj.i n. 35.
ara acabar
Venia-s cassas francezas linas e da bonitas ctire,
a 320 rs. o covado: na Pr{a da Independencia n. I.
Vende-se a cocheira n. 5 da ra da Ca-
deia em Santo Antonio, com i cirros, 1 ca-
briolel e 16 cavallos : quem a pretender, di-
rija-se a mesma cocheira, que ahi saber*
com quem deve Irstar.
Altencao
Na mi larga do Rosario n. 38, loja de
miudezas de Joao Congalves Ferreira exis-
tem venda ca-ixas com teios para v'oltare-
te, as mais ricas possiveis, fitas de velludo de
todas as larguras, (franjas, de sed as mais
ricas que tem vindo de FraDga, fitas lavra-
das, fazenda anda nSo vista, pesos para pa-
pel muito finos, com todas as personagens
da Europa, cinlurOes de borracha muito li-
nos, eoutras muitas qualidades de miude-
zas, que uo se podem mencionar.
Hefnay&o do Monfero
No deposito desta retinara, na ra da Ca-
deia do Reciren. 30, ha sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, por prego de
630U0 a arroba, dando-se um abate a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
J\a lja das seis
portas
em frente
vramento
do Li<
Na 1 ua do Cabu
dc/.a
i/
i
ga', loja de miu-
M
n. %.
no
lem para veu ler um completo sorlitneulo de baba-
dos ne panno de liaba, lamo aberto como bordado e
de todas os larguras, principiando por dous dedos e
acollando em dous palmos, os qaaei le vendem mais
barato do que em outra qualquer parle por se qui-
rer remetler o dinheiro ao fabricante.
38000.
Cortes de casemira com pequeo defeito a
35000, palitos de panno fino pretos e de co-
res a iojOoo, tem porgSo para escolher.
aos senhores de
engenho.
No becco do Congalves, armazem n. 10,
de Jos Duarte das Neves, vende-se a mais
superior farinba de trigo, em meias bar-
ricas.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de saboncte e de vidro :
vendem-se a precio razoavel, em' casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Metliodo facilimo.
Na librara da praga da Independenciajn.
6 e 8, vende-se o methodo facilimo- para
aprender ler, novamenle impresso e aug-
mentado, por mil res.
Atados de ferro.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se Dar vender arados
de ferro de um modello e construcgSo muito
superiores.
Na ra da Cadeia defronle da Relarao, venda
n. 28 de li. S. Campos, vende-ie e aluga-se, supe-
riores bichas haraburgiiezas, em porjo e a relalho.
Vende-se oa roa da Cadeia n. 28. superior
presunto porluguez inteiro a 440 n., e maii obiecloi
por preco commodo.
Ceblas novas de Lisboa.
Conltnuam-se a vender no armazem de
Barros & Silva, por pregos muito baratos.
Na ra do Erum n. 22, armazem de S
Araujo, ha para vender jarros estampados,
proprios para sitio, os melhores que tem
viudo de Lisboa, cera de carnauba, em sac-
eos, 18 pipas novas aba'idas, vimes, que to-
do se vende em conta para acabar, e d-se
conta de venda.
Panos.
Em casadeRabeSchmettau&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Ha ni burgo.
Na ra da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas pata tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por pregos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapalo.
Lobo i C. vendem cal preta a 660
rs. o alqueire, equivalente a uma barrica
de baoalhao, em canoas de 60 a 300 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da ra Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho em pequeas porcoes
em seu armazem, na ra da concordia a
7O0rs.o alqueire.
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes C, barris
de ferro, ou cubos liydraulicos ; para de-
positas de fezes, a prero commodo.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall Mellor & C.a, ra do
Torres n. 38.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ferro de i!. W. Bowman
na na do Bium, passando o chata-
riz, continua a liaver um completo sor-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
da, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliama venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou arregam-
se em carro sem desp ezas ao comprador
uelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, ra da Ca
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
E CAAS de ferro
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Agencia
da fundiyo Low-Moor,
ra da Senzala ova
n. 4<.
Noste estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
Cli neos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentementechegados, a prego commodo :
na ra do Trapiche Novo n. t6, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Go-
mes.
LOJA Di RA DO CRESPO
N.10
Vendem-se cassas francezas finas a 500 rs
a vara, chitas francezas a 240, 320 e 360 o
covado, chales de louquim do todas as co-
res, sabidas de baile, chapeos e enfeites para
cabega de senhora, e outras muitas fazendas
de goslo, por prego commodo, e a vista
faz f.
Carne seeca do C'ear.
Vende-se superior carne secca do Cear
por commodo prego : no armazem de Luiz
Annes, defronle da alfandega.
Vende-se carue do sertao, nova, gorda
e boa, por prego commodo na ra da Praia,
armazem n. 18, e na ra Direita, taberna
n. 4.
Vendem-se barricas com sardinhas
muiloboas, e prego commodo : na ra da
Praia, armazem n. 18.
Muita attenrao, para fixar
contas
Vende-se na nova loja da roa do Collegio
n. 9, mussulina branca muito lina a 440 cada
covado, dita de cores a 320, chales linos de
merino com 2 palmas a tOo, dilos lisos a 69,
ditos de chally a lis, luvas de pellica finas
para homem e senhora a l/5o0 cada par,
pegas de madapolao finas a 3600, 49000 e
*o00, chapeos de sol de baleia a 2^400,
de
Taclias de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Araare-
e tambem no deposito na ra do Itrum, loco
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ba sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
sSoo s mais commodos.
Algodo monstro.
Veude-se algodSo monstro com 8 palmos
iBnrAlfura', ""'10 -ProPrio Pa toalbas e
lengoes, pelo baratissimo prego de 600 rs. a
don.' da ba f' Da rua d0 -ueim-
Mussulinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muito fina a
440 rs. o covado, di la de cores de excellentes
padres a 320 o covado: na loja da boa f
na rua do Queimado n. 22. '
, SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem apparecldo
este mercado: vendem-se no escriptorio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
62,jirtmeiro andar.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, para bomem eae-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vmdos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Soutball Mellor C.. roa
do Torres n. 38. -
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. 34, escriptorio de
Novaes& C, superior vinho do Porto, em
caixas de uma e duas duzias de garrafas:
a' prec.0 commodo.
jnvas de Jouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas as cores
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
Moendas superiores
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construccao muito superiores.
iECHAHISfiO PM/t
m-
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENf.
NHEIRO DAVID W.ROWMAN WA
RUA DO RRUM, PASSANDO O hA-
FARIZ,
haiempreamgraQdeiorii-meniodoseeaaJniMoh
netos de mechaD.irno.proprios paraengenlo as.s,
ber : moendaie meia. raoenda,; da mai, moder ,a'
coDstruccao ; tanas da ferro fundido e baTdo d.
superior qo.ldade a de todo.o. lamauho, ro'd,!
tetad para agua ou aumaes^de (oda, a, proPor.
5es;cnvoie boca, de tomaina e resinr, de n
airo, aao.lbSe.. l.ronzes,Par.fo.o. %$*
nbo.de mandioca, ele. etc. u,inoi-
NA MESMA FUNDICAO
ejecutara toda, as encommenda. com a operio-
SSLtSSS.com"deYidi "- EE
XAROPE
DO ,
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste larone nam k.
Ucad.Jo. daCWS.n.os, naraaTova n? &
garrafa. 5500,a meia.3000, .endo falso' todo
aquelle qoe naofor vendido neite deposito o. o
quesefaz opreienleavi.o.
IMPRTAME PARA 0 PLRLICO
Para curada phly.icaem lodoosseusdifleren
le.grio, querrnotivada porconslipacOes, losse
astlima.pleoriz.escarrosde.angue, drde cos-
tados e peilo, palpilacao no coragao,coqueluche
broncltile, dorna garganta, e toda, a.mole.lia
dos ora a o uulir o na res.
^
SelJins e releffioa.
SELLINS e RELOGIOS de plenle
infiel : a venda no armazem da
ostrn Rooker & Companhia, ee-
qoina do largo do Corpo Sanio nu-
mero .48.
Deposito
de rapu princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio*
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap Uno,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
m*eft*i fn^ Erf.
isu^aoo
Fugio do engenho Vicente Campello da
Tregueiia da Escada, no dia 6 do corrente, o
escravo Roque, d* nacSo Angola, parece
croulo por ter vindo de pouca idade, repre-
senta ter 30 annos, pouco mais ou menos,
baixo, secco do corpo, rosto comprido, tem
urna cicatriz no queiso de uma fstula que
leve proveniente de um couce de cavallo, e
sobre a mesma cicatriz tem alguns cabellos,
e o queixo deste lado mais incitado, o andar
he alguma cousa peiado, levou camisa e ce-
rouia de algodSo azul o chapeo de palha,
tem as costas com signal de chicotadas :
quem o pegar no Recife leve ao escriptorio
dos Srs. Lemos Jnior & Leal Reis, e em ou-
tra qualquer pane poder dirigir-se ao mes-
mo engenho que receber de gratiCcacSo
509MM do abaixo assignado, no Recife, ser
paga esta quantia pelos Srs. Lemos Jnior &
Leal Res Manoel Goocalves Pereira Lima.
Ausenlousenodia II um moleque cr-
oulo, de nome JoSo, com 16 annos de idade,
corpo regular, espaduas largas, cor preta,
olhos grandes, beicos grossos, levou calca
de laa de quadros preto e branco, e jaquola
de chita amareltacom pintas pretas, he mui-
to ladino e Oota ; consta andar mesmo nes-
ta cidade e por os arrabaldes, no Monteiro :
quem o pegar pode levar na roa do Collegio
. 3, primeiro andar, que ser gratificado
Fugio no dia 5 do corrente a escrava
de nome Marciana, com os signaos seguin-
tes : idade de 35 annos, pouco mais ou me-
nos, estatura regular, cor fula, cheia do cor-
po, pes grossos, levou vestido de chita escu-
ra e panno preto lino : quem a pegar, leve-a
a rua da Roda, em casa do Sr. r. Pinto, ou
em Sanio Amaro, sitio que tem o portao em
frente da capella do mesmo santo, que ser*
generosamente recompensado.
Fugiram do engenho llapirema de ci-
ma, comarca de Coianna, os escravos se-
guintes : Xico moleque, Innocencio, Jorge,
Joao boi, Avelino, Antonio caboclo : roga-
se as autoridades policiaes e capitaes de
campo que os apprehendam e levem-os ao
referido engenho, ou nesta praqa na rua Di-
reita n. 4, segundo andar, que serSo gene-
rosamente pagos.
Em 12 de julho prximo passado fugio
do engenho Bosque Alegre, provincia das
Alagoas, o escravo Germano, com os signies
seguintes: idade 25 a 28 annos, nacao Ango-
la, alto, corpolento, cambado das pernas,
tendo em uma dt-llas a cicatriz de urna gran-
de ferida, barbado, cara comprida, e regris-
ta : este escravo pertence ao Sr Jos rauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, e suppe-se ter fgido para
esta provincia de 1'eTiiambuco procura de
outro companheiro do mesmo engenho, ha
pouco lempo vendido : roga-sei portanto, s
autoridades policiaes, aos Srs. capitaes de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-
prehenda, de o entregar na villa do Passo a
*r. Joaquim Marinho Falcao, e em Pernaal-
buco a Kelisberto Ignacio de Oliveira, praca
do Corpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensado, e satisfeitas as despezas que com o
mesmo se lizerem.
PERN. TVP. DE M. F. DE FAHIA 1857

.


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