Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07808


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Full Text



ft
>J
munx xiii n. (87.
Por o mezes adiantados i$000.
Por 3 mezes vencidos 4i'500.
TERCA FEIRA \ 8 DE AGOSTO DE mi
Por anuo adiantado l.JJ'OOO.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREAD8 DA BUBSCMTCA DO NORTE.
Parahiba, O Sr. Joao Bodolpho Gomet; Niul, o Sr. Joaquim
V Partir Jnior : Aracatv, o Sr. A. de Lemoa Braga Cea-
ra', o Sr. J. Joa de Olive'ira ; Maraoho, o Sr. Joaquim Mar-
qne* Rodrigue ; PUuhv o Sr. Josa Joaquim Avelino ; Pa-
r, o Sr. Juitino J. Ramoi ; Amuonai, o Sr. Jeronvmo da
Gom.
PARTIDA. DOS CORRKJOS.
Olindo : tn.l.. os das, as o c meia horas do da.
Iguarassu', Coianna V Parahiba: nas ..Rumia* o seaHaS-felrae.
S. Anillo, BeM-rros, Bonita. Caruaru', Altiuho e t..-rauliun* : na terca-fem.
S. Lourenco, Pao d'Alho, Naiar.eli. Lirsueiro, Ilrojo, Pesenatra, In.'... .ira,
Flores, Vilia-lMia, Boa-Vista, Oarisarre Esa*, aaaaaartaa falta).
Cabo, Ipoiuca, ScrintiAeni, Uio Formoso, Una, Barreos, Agua-Prcta, Pi-
tnCDteiras'e Natal: quinua-feiras.
.Tcdus os correios parleta as 10 horas da manlia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES.DA CAPITAL.
Tribunal do cornrnercio : segundas a quintal.
Retaceo : terca feiraa sabbados.
Farm Ja : q jarlas a labbadoi ai 10 horai.
Juizo do cornrnercio : aegunda as 10 horas a quintas ao meio da
Juio de orphaos : segundas a quintas ai 10 horas.
Primeira Tara do civil .segunda* e seitai ao meio dia.
Segunda vara do elvel : aartaa e sabbados ao meio dia.
EI'U EMERIDF.S DO MEZ.DE AGOSTO.
5 La chea ai 4 horai e 9 minutos da tarde.
12 Quarto minguante ai 3 horas e 22 minutol da tarde.
19 La nova ee 2 horai e 6 minutos da manlia.
27 Quarto creicenla aos 45 minuto da Urde.
PII KA MAR DE BOJE.
Primeira as 2 horai e 6 minutos da Urde.
Segunda as 2 horas e 3O minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
17 Segnnda. S. Mamcdc m. : Ss. Euliquiniano Liberato.
18 Terca. S. Clara do monte Falco v. ; Ss. Laura e Flora mm.
19 Quera. S. Luiz b. f. ; S. Tecla v. m.
20 Quinta. S. Bernardo ab. doutor da Igreja.
21 Sexta. S. Joanna Francisca Romana.
22 Sabbado. Ss. Agalhonico e Amlai/a mm.
23 Domingo. 12 O Sagrado Cora(tio de Mara.
E.NCARREGADOS DA SUBSUHICA 1 fO SCL
Alagoat, o Sr. Claudino Falco Dias ; Bahia, o Sr. D. Duai
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBIXO.
O proprieUrio do DIARIO Manoel Figuciroa da Faria ni lu
lvraria, praca da Independencia n. 6 e 8.
fAHTl 0FF1O1AL
V- COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel cantaral do aomxaantte da araaa* de
Pero'mbnco na cidade do Hecle, eoa I i de
agoato da 1857.
ORDEM DO DIA N. 6.
O brigadeiro commandanta dai armas inlerino le
dia causar 13o grave esroorecimenlo a damno, como
igoaaa medidas podrm fsze-lo no Brasil contra om
desenvolvimenlo que nao existe, que he preciso, e
qu* convem promover, he exacto, porm dehaiio de
carias rearas e com muila circumspercao. >.1 > me
record agora que hornera nolavel da Franca dizia
ollimamenle que eram de 2 militares de francos,
islo he, ptrlo de 9 niilhes de cotilos de ri os ti-
lulos que se cntavam na bolea ou 1 rara de commsr
ci. Enlre nos estamos inuito aquem, estamos co-
constar, para os eovenienles fins, que o Exin. Sr. le- mo de 1 para bO.'para :(0lalvez, as nessas forra-, os
neute-geoeral bario de Suruhy, ajudaute general do 1 nossos meios e os nossos recursos nlo eslo como de
exercilo p.ir ofTlcio firm ido pelo respectivo depotado 1 para 80 em relaco aos recursos da Franca, e
quaodo muilo como de 1 para ID, para 12 00 para
15. Prtenlo, estas medidas reslrictivas que nlli
podem ser aconselliades e bem cabidas, nao podem
ter lugar enlre nos.
O Sr. Torres Hnmem :V. Eic. concordoo com
quaai tudas as restriegues proposlas, e esta lie t
MM,
O Sr. Ministro da l'atenda :Urna com qne nao
concordo he ola da que acabo de fallar ; acho-a iu
conveniente ; creio que o meo nobie amigo nao ha
de exigir que eu trate ao mesmo lempo da tortas as
reslricces que julgo .lever combatir ; devo partir
de om facto para oulros, e nao posso fallar ao mis-
mo lempo sobre diversas cousas.
Quanlo a ter eu concordado coro algumas ideas
dos nobres depolados. o meu nobre amigo sabe que
o ministro da coroa quando assiste a' conferencia de
ama commissfto deila ou da oulra cmara nao o f'Z
para approvar definitivamente as medidas que alii
na dala de 3U de jolln ullimo. Coi servido approvar
a deliberadlo q je lomara o Sr. coronel I.uiz Jos
Kerreira, quando commandoo interinamente aa ar-
mas drsla provincia, de mandar seryir como addido
no ID* balalhao de infatuara o Sr. capillo Manoel
Suriana da Cantara Guaran ao 8 da menna arma,
por assim convir ao servir e disciplina.
Huiro sim, que o Sr. lente-coronel commaudan-
le do qaarlu h iialhao de artilltaria a p engajnu
honlem por mais seis annos, nos termos do reguli-
in-iil.i de 1 i de dezembro de 1852, precedendo ins-
pecrio de saude, o soltado da qninla companhia do
rnestoo batalhao Manoel Aotouio Filippe, perce-
beodo atm dos encmenlos qne por le lite compe-
tir o premio de 400) r., pago na forma do artigo 3
do decreto 1401 de 10 de juiho de 1854, e lindo n
engijemenlo, tima dala de Ierras de 22,500 brabas
quadradas, incorrendo no caso de descrean na perda
das vanlagens do premio, e daquellai a que liver
direito, sendo considerado recriilado, deicoolando-
se no lempo do en^ejamenlu o de prislo, em virlode
de senienra, averbaodo-se esle descont e a perda
das vanlagens no respectivo titulo como he por lei
determinado.
Asslgnado.Joao Jote da Cotia Pimenlel.
Conforme.Demetrio de Gusmilo Coelho, alferes
ajodanle de ordens encarregado do delalhe.
iiTiat
RIO DE JANEIRO.
29 de julho.
CMARA D6SSKS. WEPITADOS, '
Discurso do Sr. ministro da fazenda, pro-
lar esle arligo da maoira porque elle se acha redi-
mido...
O Sr. Torres llomem d um aparte.
O S Ministro da Fazenda : No g 11 dizem os
tres nobres deputados no setl projecto :
ISenhum Banco sob a forma commandilaria ou
nao sio enleadas que devarn ser deixadas ao desam- dous mesarios conlra a exaclidao desta numero, por- a ponto de lerem eoDsegoido inntilisar o primeiro
paro. (Muitos apoiaJos." que, segundo o aponlameiito lomado por um delles, parecer da eomrniasao, causando lana impressao no
Creio pois que o corpo legislativo esta' jia firme haviaro deixado de comparecer 398 cidadaos vo-, espirito He meus honrados collegas, que boje inuia-
resoluean de sustentar os privilegios do Banco do
Brasil nos limites marcados na lei de 1853 (apoiados.;
mas que nao se prestara' a' exagera-los pela maoeira
anonyma poder emillir lettras ou vales pagavais eo que quer o projecto. .Muilos apoiatlos.
portador ; a a prazo menor de 30 diai, sem autorisa- | Senhores, drei mullo de passagein : nao posso
cao do corpo legHlalivo. admitlir qoe alguem por parle do Banco do Brasil
nunciado na sessao de 28 de
la, prc
julho
respeito das sociedades em cominan-
dita.
O Sr. Soaza Franco (oiinislro da fazenda.Mo-
viineulo de allen;3o) :O estado da quetiao, senlm
re, clianiHvs naturalmente a' ducussao aleas dos
aradores que se propuzeisem combater as propo-
sirY>es emittidas pelo meu nnbre amigo deoulado pe-
la provincia do Para', cora as quaes eu concordo :
aniao haveria lugar para que, entrando eu na dis-
c'jssao^susteiilasse essas idas que partilho. To-
mando a pilavra hoje, eu apresso-me algam lauto
roais do que tiulia em visla, mas apresso-me porque
jolgo dever expor desde ja a minlia opiniao a res-
pailo do projecto e das emendas, visto qoe, sendo
diversas, a cmara lia da desejar oavir a opiniao do
ministro da fazenda e conh'cer a preferencia que
possa dar a om ou oulro projecto.
Apresso-me anda, senhoiet, a emitlir a minha
opimo > acerca deste assumtito, porqoe tem-se ma-
nifestado algomas ideas (auto em urna das emendas
como no projecto que te apresenlou, ai quaes por
aua nalureza e alcance jolito devem ser relia:i I i-,
devem ser refutadas qnauto antes para evitar a im-
pressao desagradavel que causara ; para nao conti-
nuar es^a incerlea, essa inslabilidatle de ideas que
existe ; pata nssegurar a cada um dos Brasileiroa
que o progresso do paiz. ha de ser susleolado (spoia-
dos); que o desenvolvimenlo do crdito ha de ser
mantido (apoiadot); que os poderes do Estado bao
de fazer lodos os c*toi{oa para que as industrias do
paiz lenli un os meios de que precisam para o seo
iieseiivoltunen! '. (Numerosos apoiados, mm o bem.}
lie asa a ra/.ao priucipal porque me apresso a en-
trar neals dtscus>ao.
Senhores, ningoero dovida das vanlagens do pro-
jecto ora submellido ao eiame da cmara ; niu-
juein duvida da neceisiilade de regalar por lei ss
sociedades em commandila.
He sabido que as sociedades em nome collectivo e
as anonyraas nao satisfazem a todas as necessidsdes
publicas, e especialmente as nao alisfazem em paiz
como o Brasil, falto anda de grandes capitalistas, e
de extenso territorio. Quando ha falla de capitaes
e de capitalistas abastados, nao ha numero consi-
deravel como se da' no no.so paiz, as sociedades
em nome eolleclivo n.lo se po lera formar coro os
aullados meios que sao necessarios a' sustentado
de certas emprezas ; quando se lem un paiz ex-
leoso como o no-so, as sociedades anonymas que
precisam approvajo do go dem ser orgatiisada e inslallalas coi lempo breve
de ni.ni ira a satisfaser as necessidades qne compre
que sejam satisfeilas em lempo o nato breve pos-
sivel.
Keslsm as sociedades em commandila qne, parti-
cipando dos meios e vanlagens de urnas e de oulras,
leudo da< de uome eolleclivo a certeza e estabilida-
de da direcedo, e das anonymos a reuniao de avul-
lados capilaea e na liberdade de movimento, vera
supprir urna lacona que smenle em paiz comu na
Inglaterra, de vatios capilaes, ondeo credilo esta'
mullo desenvolvido, podiam ter sido esquecidas por
longo lempo e al os ltimos aunns. Nao ha por-
tanlo a menor duvida acerca da necessidade e ur-
gencia dita, e principalmente em uns lem, pelo cdigo roinnirrci.il, liberdade raais ampia
do 'oe era conveniente,
lia urgencia sobretodo ero resolver a qttcsiao das
sociedades em commandita.e de ns regular por lei de-
pois do decreto da f,' dedezambro de 185, pelo qosl
0 governo declarou que, segundo o cdigo commer-
cial do imperio estas sociedales nao podem dividir o
seo capital em accoes. ile pois de primeira neces-
sidade tratar desta materia, e o projecto em discos-
sao vai resolver a quesiao de nina manera satisfac-
toria.
Julgo, stoltores, dever expor agjra a minha npi-
ni.lu relalivain-nle a preferencia das emsnlasao
projecto ; ella lie un favor da que fui apreseolada
por um minio di;no deputado pela provincia do
Rio tiran le do Sil, o Sr. barao de Mana', cora al-
gunas III iililicar"--.
Eu prefiro esta emenda a oulras, porqoe pode ser
approvada com muilo menor numero de modifica-
CCes do qtie a nulra astgitada por tres oulros mu
dignos depulidos embora esta era muitos ailigos
cunlenlia disposi;ei idnticas.
Prefiro anda o projecto ou emenda substitutiva a
qoe me refiro, porqoe elle te aparta maia pronun-
ciadamente do estado actual da leglslaco, em que
se da' falla de providencias a respailo de sociedades
cm commandila. a nSo se aproxima lano s pro-
videncias retlrirttvas qne s-> a loplar,tm na lei fran-
ceza de 17 de julho de 1856, ao pasto que, pelo con-
trario, a oatra emenda exagera em aleuraa* de suas
parles as reitrieeiVs d- .., ir. is Uma razio por-
que prefiro o projecto do Sr. barao de Maua'.
OS2-doart. do projecto assiguado por tres
merabros da commissao dhpSe qoe as acroet lero
nominalivas ; e os subscriptores rspensaveis pelas
pretta(es al nlegral realisarao do capital. O pro.
jeclo do Sr. baro de Maua', em um dus seas arli-
t'o' exige que as accoes sejara nomuiativaa ato a rea-
1 i;.n integral do capital, p>rra adraitte que de-
pon da realisacAo se converlam em ar;6es ao por-
tador.
A lei f.-ancfM eslalue da masma maneira : exige
que as aeces sejam nominativas, mas consente que
possam ser convertidas em aeros ao portador, de-
pois de realisado lodo o capilal.
Ora, eo na > vejo raiao para irmos alera da lei
franceza nesla reslrir^ao ; nao e-lou convencido de
que ella he necessaria, e desojo se-lo para votar por
nuil opiniao contraria, para nao consentir que
quanlo urna soeieda le era commandila ja tem o seu
capital realisado, quando es sen, accionistas nao
lera raais respontabilidade nenhu.na, quando a inu-
il.nn; i de nome n3o augmenta nem diminue a ga-
randa das pessoas que Iralaai com esss sociedado,
se discutem, e approva-las de sorlo que nao possa dos.
Senhores, um pequeno histrico desla disposicao
vem muilo a proposito.
Quando se Iratou das sociedades em commandila
fallei n- conveniencia que havia de separar-se as dis-
posi^Oes sobre as sociedades propriamente comraer-
ciaea das sociedades lunaria-, e conseqoenlemente
da necessidade que havia de formular dous projeclos,
para nao tomar o objecto demasiadamente extenso,
para nao complicar quetltVs qoe melhor poderiam
ser resolvidas separadamente, e porque a cmara sa-
be muilo bem que todas as leis multo longas sobre
assomplos diversos nao teem a prompla passagem que
era convenanle, que era preciso que tivesse a que di-
zia respeito t sociedades em commandila.
Por oulro lado as sociedades em commandila por
ac?es etiao vedadas, nao se podem organisar, nao
oli-Unle que muilo convira' estabelece-las, por car-
ias e determinadas emprezas, ao passo que as anony-
mas podem organisar-se, porque o governo est habi-
litado para as approvar.
Lina le que regule as sociedades em commandila,
he pois, de maior urgencia do que ama lei para as
anonyma!, e mesmo para as bancadas. Apoia-
lantes. I ram de opiniao !
Pela acta da aparado te v qae o l.'eleitor leve! tt Masque locumeulos s.lo esles que lana forja l-
731 votos, o 32.- 723, o l. supplenta 588, e o 32.' j veram, que tanta f merecern) ? Heduzemse a uma
579. justificaran feta por nm JoAo Baptista de S. Pedro
A diilercra; i enlre o nnmero de 238 volantes. Silva e Sa peranle o juz municipal r. Jos Mar-
cojos nomes vem consignados na acia, e o numero ] linisno de Oliveira Borges, que lomou parte acliva
de 398 declarado no protesto de 101. e desesperada n;sla eleirao, era a qual pretenda
A dillerenri enlre a volac.lo do l.- eleilor e a ; ser candidato se vencesse, pedindo sua demistu ;
do 32.- supplenle de 152 volos. \ asa juslificac.lo toi lomada pelo escrivao de orphflos
a Do exame dos documentos retulla que a urna ; hoje fallecido Antonio Jos Cardoso de Araojo
linlia no lampo urna fonda ou lasca, pela qual cora Abranches. que era o principal e mais inlelligenle
a prsalo de urna oyha se podiao iniroduzr cdulas; cabalista de eleic,es da parcialidade do Juz niuui-
liaes al os proprios meios que a lei llie facilitn e que sendo o numero total dos noatificados da 1,562, cipal, e nella depozeram Aulonio Pires Barbosa, te-
llie sao necessarios. ;Apoiados.) Presente funesto,' e devendo existir na urna 1,103 cdulas, acharara-| nenie coronel da guarda nacional ; Jo8a Marcondes
repilo, qne nenhum dos amigos desta in.tiluicao I se 1,313. de Maura, lambein ofiieial superior dv me-ms guar-
pudesse pedir ou queira aceitar presente lo i funesto.
Digo prsenle funeste, porque se se viesse a exa-
gerar privilegios de urna iti-tituic,ao (que felizmente
nao o pede), o resultado sera desencadear-se a
opiniao com raz.lo contra o monopolio em projecln,
e vir-se a negar ao Banco to llrasil e suas caixas li-
pode desejar-lhe, e mullo menos sustentar apoia-
dos} ; e eu como amigo des-a. insliiuicao nao o ad-
miti, e pelo contrario rapilto-o como drsoecessario
ao seu progressivo desenvolvimenlo e funesto ira
seos resollados.
O Sr. Torres-Homem : Mas nao apresenton
uma f prova das propusicoes que acaba de enun-
ciar.
Vozet : NMo precisam de mais provas.
O Sr. Ministro da l'azenda : Quanlo entrar-
mos na discossao especial desle projecto a qop me
retiro, hei de demonstrar que o Banco do Bra-il Iu
Para o accrescimo de 210 clulas concorreram :' da ; Pedro Angosto ililtancniirt, major ; Jos Fran-
a existencia da tlila feuda, ter a maioria da mesa re>- I cisco da Silva Ijuerra, capiia.i; Francisco Munteiro
cusado enrerrar a orna ein um cufie de tres chaves,
que llie foi offerecido por ata dos mesarios para te
ctunprir o preceito do art. til da lei, ter o juiz de paz
contestado ao secretario, designado na forma do art.
47 da lei, o direilo de fazer o rol, pelo qual se devia
proceder 2.' e 3.a chamada, como con-ta das actas
e tarahem nao ter o mesmo juiz de paz querido qoe
se tomasse nota dos nnmes dos volantes, que nao
arudiram ullima chsmeda, ter a igreja lirado s es-
caras era uma noite.....haver o sargento da guarda
depois pensar sobre ellas; assiste as conferencias da
commissao, para dar iiiformaeoes e fazer algumas
rellexes ao que a commissao spresentar. A uo ser
assim secoirse bia que era as commissOes que se
volayara as leis ; n.lo poderia o ministro vir aqui na
cmara adoptar as ideas que a di-rus-.io apreteu-
tasie ; modificar as suas, a' visla das que seas colle-
ga< em conaelho suggenssem.
Islo quanlo ao principio geral da adopto, e quan-
do livesse adoptado as ideas a que o nobre deputa-
do se refere ; e quanlo ao caso psenle, cumpre
attender qoe na commissao houve uma especie de
irau-aci.-.in enlre as opimots restrictivas e as pro-
gre-sislas, e eu nao qoerendo desfazer 13o perfelo
accordo, admill a emenda como propria para ser
apretenlada a ditcossao. Mas depois que este ac-
cordo desappareccu, que ama parle da commissao,
que pareca ter cedido de suas ideas restrictivas, as
susienlou de novo, e a oulra parle vollou aos seut
pensaraenlos primitivos, julguei-me desobrigado, e
veoho hoje dizerquaes tflo.as ideas de minha perfei-
la convicc.lo, e que nos cumpre sustentar peranle
a cmara dos Srs. depuladus, a quera devo dizer a
verdade toda inleira ; a [quera devo expor lodo o
meu pensamenlo s. hre a qoesiao. lApoiados.)
Maa, seuhore, ha uma outrg paite era que eu pe-
lo contrario admiti as ideas formuladas pelos illut-
Ires Ires signatarios da emenda ; essa parle he aquel-
la em que te indican) as obrigaees dos membros da
commissao fiscal.
Eu t-nlendi em principio qoe he lalvez arriscado
sobrecarregar os liscaes de orna sociedade era com-
mandila com grandes responsabilidades, porque, co-
mo dizia ha pouco lempo om notavel parlamenta!
iuglez, quando se quer cercar de excetsivas reslric-
Ces e-i.i e oulras iiisliluic;0es, o resultado he afaslar
della os homens de carcter elevado que sao induzi-
dos a tomar parle nellas por consrieucia do dever.
mas qoe recusm diaute de uma rcspoiisabilidadc ex
iva. receio que, ai passo que afasia os caracteies
mais puro, pude etilrrgar as mesmas sociedades a
homens menos consciencioaot, a, pessoas que nao se
importara de sujeitar-se a isa immeiisa responsabi-
lidadecom vislas de as Iludir.
Istj nao quer di/er que nao deva ser admillida a
retponsabilidade dos fiscaes, mas sim que he preciso
pensar muilo. i "i i as emprear de sorle que afasle
os homens qoe a ella nao se queiram sujeilar, que
lendo um futuro seguro, uma posieao cena, de ere-
dilos reconhecdos, nao os qaerem'por em risco, ile
principalmente fundado ueste principio que admiti
anles o pensamenlo dos tres honrados membros do
que o di Sr. baro de Maua.
A idea desle nobre deputado he geral e intelermi-
nada, e a res.ioiisabilididi in lelerminada poda roui-
las vezes ser mais pe-a la, muilo mais dura que a fita
e definida.
Pr.firo, pois, o i- 15 da emenda d. Sr. Sillas Tor-
res-ilomcm, Sergio de Macado e Agosto de Uliveira,
que diz :
Os membros do conselho fiscal sao repoDsavris
solidariamente com as gereplet quando cora conhe-
cimenlo de causa deixarein commaller nos ovenla-
rios inexaelidots prejudiciais .i sociedade, ou a ler-
ceiro, ou quando consentirem na dis'.ribuico de di-
videndos nao jostificados.o
A preciaio destes casos em que se incurre na res-
ponsabilidade he ama garanta para as pe pacidade, para ot homens de merecimenlo que que-
rem telar sua reputarlo, que alias fieavia em mais
perigo com a disposicao vaga e geral.
O artigo do Sr. barao de Mana dit:
Os membros do conselho Inca! incorrerao mesmo
na responsabilidade solidaria quando cum conheci-
menlo de canta ennsenlirera em aboses gravet.o
O que querer i dizer abusos graves '.' He por sem
duvida ama responsabilidade muilo maior do que a
imposta pelo arligo dos Ires sigiialarios rio projecln,
no qoai desigoan o-se os casos, alhvia-sa at certo
ponto o peso de encargo de fiscal das sociedades era
commandila.
Mas ha nm oulro arligo dos nobres deputados que
eu nao posso acrilar sem modificaces. -'allo do
10 que diz .
Anda uma oulra razio para e a separar.lo se fi-
zesse havia no estado da quesiao. A medida para as
saciedades em commandila discute-se desde a sessao
pastada e leudo rta-'ado pela primeira e segunda dis-
emsao, a cmara lem esludado a quesiao e ple de-
cid-la com perfeito conhecimeiilo.
Nao acontece o mesmo com as disposi^es que se
acrescenlaram sobre as sociedadesanonvraas, as quaes
tendo viudo era lerceira discussao, nao foram anda
esludadas, nao obttanle que sua maior importan-
cia exige maior estudo, e muilo maior cuidado.
(Apoiados.)
A cmara dos Srs. depulados, seria pois tomada
de sorpreza se fosse obrigada a resolver na terceira
disro'sao quesles em commandila, quesloes de alia
importancia sobre a orgapisacao bancaria, e pois coo-
vem separar ou reprovar os ;$ 10 e 11.
Seria uma sorpreza, repito, opiniao e a' cons-
ciencia da cmara dos Sr*. depulados (apoiados1,
he pois uma razao mais para separar estas ques-
loes.
I) Sr. Torres llomem da' um aparte.
O Sr. Ko rigues dos Santos : Mas quan-
do se apresenlou foi para ser discatido no raesmo
da.
O Sr. Ministro da Fazenda : He esta qoe dei
mais uma razao, alera de cuncorrer a consideraco de
que semelhanle projecto, em virlude das dispusieres
regiinenlses e pe i uecessidade de mais ampio debate
de sua materia, precisa de Ires discussao. A tudo
acerece a circumslancia de que se pretende estaba-
lecer e realisar ideas detprezada pelo mundo nleiro
muitos apoiados) aproveitap.lo para as fazer pastar
a lerce ra di-cuss.lo de oulro projecto sobre malcra
diversa.
O Sr. Sergio de Macedo : Concordamos na se-
partjno,
O Sr. Franco de Almei.la : Ao contrario,
-e pedio que enlrassem arabos na tnesma discus-
-a.>.
O Sr. Ministro da Fazenda : Concordara que se
separem. Eslirao e-le apaite do nobie depulado, e o
lomare por base de minlias seuuiules reflaxoes. Con-
cordan) quando se trata de uma necessidade que di-
iam ursenle : porm se concordam que se deixe de
regularisar o futuro das instilmc/ies bancarias, o fa-
zem cora a con nr.Vi de suspender a aiiliiris.iea.i para
oraanisa-las no presente, e evitando uma di-cu.-fio
qoe he necessaria para mostrar-se que ti governo que
lem gozado desle direilo, nao lem abusado delle, nem
pule prescindir de o usar d'ora em dianle ; quer-se
comlulo que se procoda carao se o contrario se Ihe
prava***.
No inleressedo paiz, a conveniencia esta' nao em
demorar a decisao, Picando suspensa a autorisac.o,
mas era regularisar u dbjeclo pslu modo mais con-
veniente.
O Sr. Torret llomem da' nm aparte.
O Sr. Ministro da Fazenda : A explicarlo da
qUesiao veilente se deduz da emenda. A ementa
udo tem por lira regalarisar as itislituirjes henearas ;
lem por lira demorar ou impedir, ou pe i menos em-
barazar que ellas le eslabelecaui, de maneira que o
llanca do Brasil e sitas Caixas filiaei nao ecoiitrem
concurrente'. Mas como semelhaute idea pareca
obstar claramente que o governo salislizesse as ne-
cessidades publica', procarou-sa o meio...
O Sr. Torres Hornera : Nao spoiado. Nenhum
dos membros da commissao leve semelhanle pensa-
menlo.
O Sr. .Ministro da Fazenda : hn i commissao
a just o de crer que nao fosse essa a sua inlenc,ao,
mas he o que se depredando dos resultados do ar-
tigo, e da sutpensao das allribuic,es do governo.
r-mliore-', cninpliquein-st! e-las quetlOes, uuam-se
queslft-s llaucanas e commauditarias, redija-se um
projecto longo e mais desenvolvido.... julgareisque
n.'-li actu'l tessao ou na proximamenle vindoura
licar decidido esle negocio? Enlrrtaiilo'prohibe-se
ao governo o oso de uma allrihuic.lo era que serapre
lera estado : aquellc sei o resultado da aprsenla
cao do projecln amquanlo o corpo legislativo nao o
cialidade vencida, que igualmente queriam guar-
dar a urna com sua presenta, como consta dos do-
cumentos.
lie para notar-se que, havendo o l)r. joiz mu-
nicipal, logo que ullimuu a 3.a chamada no dia 9 de
liver adoptado. Porlaulo, se na iniencao da com-
mis.,1o nao estere obstar a sali-ia._,lo deslas necessi-
(t A aui Ti-ac,l i do governo he necessaria para que i dades publicat, he cerlo que o ellailo infallivel lera
se possa encorporar sociedades em rommtndita por ( ".que acah de assignalar. islo he, i nao orgauita-
aecrs qu- teuham por objecto operac.0es bancaiia-1 5" Je mais alguin Buico pelo menos nesle e no
le depsitos e descont', ou operarles commer- ann0 'eguiule.
ciaet relalivas a generes alimenticios.!)
Pensando maduramente tiesta quesia>, parece-me
que ella nao esta bem posla, e qoe he preciso retol-
ver-se gt tociedades em commandila, que versara so-
bre gneros alimenticios, devem ou nao ser prohi-
bidas, e nao smente resolver qae tlevam ser admit-
idas com a approva(ao do govarno. Ou ha perigo
ou nao na uro. misaran dessat sociedades que tratara
de negociar em gneros alimentares ; se ha perigo
era que ellas sa formem, he melhor qoe nao sejam
admillidas, do que impnr ao goveroo a obri^ao de
appruva-lat ou nao...
O Sr. Augusto de Oliveira : He de sociedade
em rommaii lia por arcoes, e nao sem accoes.
O Sr. Ministro da Fazenda : Esta rrflexao ser-
ve anles para augmentar do qae para diminuir a for-
51 da minha proposito, pirque sociedade ein com-
mandila por serajes quer dizer sociedade em com-
mandila com mios mait duplicados apoiados", com
avultados capitaes ; e entao o alcance he maiur ; s
ha perigo, esle ha maior, e sa ha vanlagens, estas
tamliem to em minio maia avallado numero ..
O Sr. Sergio do Macelo d um aparte que nao
on vimos.
O Sr. Ministro da l'azenda : A'on'elha talvez
que advogne a sua probibi(ao, e ptide-ma fazer in-
correr em falla levada pela auloridade de suas a-
lavras.
O Sr. Sergio de Macelo : Nao fot -so oque eu
dase.
O Sr. M nitlro da Fazenda: Neste caso entro
na quesiao, e direi que se essas sociedades sao peri-
gosas, repito, he preciso nao adroilli-las, nao impor
ao governo a necessidade de as regeilar necessaria
menlp. E te n3o sa i perig.tsas, he melhor deixar
plna liberdade de orgsnisaciln, principalmente por
urna circumsttncia mais, he qu quando e trata de
eeneros alimenticio*, de gneros que tao directamen-
te inlere'stm a loda a sociedade, especiilmenle i
parle menos bem dolada, s classes menos abastadas,
he precito na lancar mao de medidas que possam
tornar mais grave a situaban dessas cla'ses.
N* corle, por exemplo, impon lo-se ao governo a
itlrihu^aa do approvar uma associatjao desta nata-
reza, se el a si tornaste perigosa, elle immediatameii
te poderia approvar a organisscAo de nutras, e a con-
currencia vina a destruir os mos effeilos dessa que
;a tivesse sido approvada.
pas exlrcmidadet, porm, do imperio, nos logare*
para nao consentir, digo, que nes as hypolheses as I dislanles da corle, os nobres depulado. saliera inoito
suasac^es possam ser convertidas em accoes ao bem qua o governo ple ser levado p t infonnacf.es
portador. __ inexaclas a demorar ou a encorporacao de sociedades
Adopto pois a disposicao da emenda qne prefere que fossem peces-arias pura impedir concorrer com
em concordancia com a doctrinada lei franceza, oulr-s que, era logar do lira que devem ler sempre
que alias sendo muilo restrictiva era lodosos ponloi em visla nesto caso, que he facilitar o consumo dos
n.lo o foi neste, e nem havia razao para se-lo. Se- eenero* alimentares, quie'sem ler em visla o mono-
nhoras, as crcumstancias do nosso paiz s3o muilo polio em beneficio propno e nao em beneficio da po- i bilheles recebidos as e-laces publicas apoiadn
diversas das circumslancia' que levaran, o legisla-( pulacao. Apii.dos., L ncte caso o mal se aggra- compreheodo a necessidade de con.ervar-lhe as van-
Continuando no histrico desla qtiestao, devo a-
cresceular qoe vein depois esla medida, que, bem
que lenlia por fin regalarisar as institoietjes banca-
ri's, n3o regularia por modo nenhum.
O Sr. Torre* Hornera da um aparte.
O Sr. Minittro,da Fazenda : Logo, n3o lervem
eslas emendas para regalarisar como couviria a or-
gauisacao de Bancos ; servem unicarueule para de-
inora-la. Na i creio que o paiz potsa sapporlar a
iroiclac.l'i das providencias que exige e que o go-
verno esl disposto a dar al o ponto em que seja
conveniente (apoiados) e esleja no circulo Oe las
atlrbuices.
Examinemos agora rpidamente o alcance do o-
1ro pntjeclo.
O.Sr. Sergio de Macedo : Esl em disentsao o
projecto haucario t
Urna voz : S3o idai connexat.
O Sr. Ministro da Fazenda : NI) eslou discu-
lindo o projecln ; apenas em uin rpido lance ds
vista moslrarei o alcance do projecto como substi-
tutivo das duas emendas; porque devo acreditar
que os nobres depulados que o apiesentararo bao de
retirar at emendas, e nao bao de querer que ao pai-
to que se vai regulariiar por lei a encorporac,ao de
sociedades bancarias, fique o governo inactivo al
eulao ; porqoe se revelara o receio de qae o go-
verno venha a commeller cxcesios que nao r.i.io na
sus mlenra.i, era ha razao para o soiputar muilus
apoiados.', e ao mesmo lempo o desejo de privar o
paiz das iatliluiges qae proraovain o desenvolvi-
menlo razoavel do crdito publico. Apoiados.)
Esle direilo Dio daveria ser lirado ao goveruo, se-
nao quando o corpo lesislalivo se convence..e de que
o governo liaba abusado das faculdades de que goza.
Para suppriruir orna lal autorisaejo he preciso que
baja razies muilo proca lentes, e essss razt'ies esla'
reconhecido que nao exislem na aclaalidade, e igual-
menle que ndo lia receio oe abusos.
Sr. presidente, o pr. jeclo que se apreienla dit-se
que lem por lira regularisar o >tierna bancario do
imperio ; mas por ventura o projecto marca os meios
pelos quaes se devarn regular estas inslduires, da
modo qne (iquein satisfeilas totlas aa necessidades
publicas '.' Sa o fizesse ninguem lhe npporia objec-
cj.-s ; porque o desejo do corpo legislativo he que
se regulante por lei a organisar3o dos Bancos de
mu motlo Mlisfaclnrio. (Apoiados.' AJli, porem, se
trata tao tornele de exagerar privilegios apoiados.1
ile urna imtilutrao impediudo a creacao de todos os
oulros Banco'. Muitos apoiados.)
O Sr. Franco de Almei.la :Principalmente nas
capitaes das provincias.
O Sr. Torres llomem da' um aparle.
O Sr. Ministro da Fazenda : Senhores, cempre-
hendo bem a conveniencia de raanler ao Banco do
Brasil a emissao com o privilegio de seren o seas
dor franceza rssis reslricres que alguns cons le-
rain excessivas.
Na Franja, depois de um desenvolvimenlo in-
menso das sociedades era com-> andila, depoii de
abatol em grande numero, de abusos de nalureza
muilo grave, foi preciso regularisar de forma muito
muca laes sociedades,, e impor-lhes severas res-
lricc.5e.
Tinham-se reprodozido abusos que era preciso
vitar a eorrigir.
O legislador franrez, indo pois de encontr ao
grande desenvolvimenlo qu* ja exista, nao lhe po-
varia pela falla de concurrencia em lempo.
A'Sim, senhores, a minha opiniao he qoe se o cor-
po legislativo entender que nao se deve deixar ao n-
leresse particular esle negocio, prohiba completa-
lazeua qoe lhe assegurou o legislador na lei de 5 de
julho de 1853 ; compreheiido lodo issu, e estamos
resollidos a faze-lo ; mas naocomprehenlo a neces-
sidade de exagerar estes privilegios (apoiados), e
mente a encurporarao de taes locedades ; se porm, menos anda de conceder oalros novoi que oenhama
entender que ell-s se podem organisar com vanlagem i rtzSo justifica.
reconherida, deve deixar livre a todas as especies de Em nenhum dos artigoi da le de 5 de agosto o
ociedadese de emprezas, islo he, abrir a concurren- governo fca inhibido de crear "mais Bneos, nem
ca, que he o meio de destruir o monopolio e os mu ,.... ri pensamenlo do legislador, nam poda se-lo.
effeilos que poderiam apparecer em algous distnc-1 Na > po la se-fo, porque, se o Banco do Brasil salis-
,0* faz necessidades reaes de alaomas nluilrias, nao
Por aqui ja vt- a cmara qae uio posso acei- Isalisfat i'i de oulrai apoiados), e essas industrial
era mais com os privilegios que tetn actnalmenle ; poslo impedimento aos citladaos perlencentes a par-
damonslrarei mais qua nao ha para elle inconve
nienle na creacao de oalros Bancos, ot quaes nen-
hum perigo irarao ao seu crdito, e pelo contrario o
deienvolverao e forlificarao.
O Sr. Augusto de Oliveira : Podem eslabelecer-
se sem emis-ao.
O Sr. Ministro da Fazenda Senhores, peco qae
tomis nota desle aparle e opiniao. Nao se quer
nicamente negar ao governo o iliraito do conceder
a emissao ; quer-se levar o corpo legislativo a ne-
gar absolutamente a emissao, permillio.to-a exclu-
sivamente ao Banco do Brasil, \poiados.)
Notai esla circumslancia que te revela nas pala-
Yras do nobre depulado ; quer-se negar este meio
da Inm xito aos es'.aheleciinenlos de credlo, e im-
pedir assim que mais ilgum Biuco se estabeleca e
prospere, e isto por uma mal entendida piotenlo
ao Banco do Brasil.
O Sr. Augusto de Oliveira : Isla nao esla' no
projecto.
O Sr. Ministro da Fazenda : He o que o nobre
depulado acaba de dizer no seu aparle, em que eo-
fesea que nao se quer eoais*ao, sem dislincrao da
concedida pelo governo, ou pelo poder legiilalivn.
O Sr. Augusto de Oliveira :O meu aparle c?la'
conforme coto o pensamenlo do projecto.
O Sr. Ministro da Fazenda : O aparle do nobre
depulado explica o projecto e a inteticao doi seus
autores.
O Sr. Torres-Homsm da' om aparle.
O Sr. Mioistro da Fazenda :Concedendo-te que
o Banco do llrasil nao podo sustentar e auxiliar to-
das as industrias do paiz, e dando te a necessidade
da creacao de oulro- Bancos qoe preenrham esle lira,
se nao se conceder a emis-ao, resultara' qoe o nico
eslabeleciineulo bancal io sera' o do Brasil e suas fi-
liae, com grave detrimento das industrias que elle
nao pode sorcorrer, e das localidades era que elle
n3o tem, e na i vira' a ler filiae".
Hei de ler ccaiia de mostrar que na approva(Jo
de mais a'guns Bancos que pofara satisfazer as ne-
cessidades da rt'irte e provincias pode auxiliar-se os
inleresses do Banco do Brasil de suas caixas filiaos,
e o fim qoe o corpo legislativo leve em visla com a
promulgarlo da lei da 5 de julho de 1853. Hei de
igualmente demonstrar como he que ee podem or-
ganisar Bneos me-mo cora emissao sera os perigos
que sera razao se receiam.
do Amara!, capillo ; Antonio Marliniano de Oli-
veira Sohrinlio, ptenle do joiz municipal, lambein
capillo e membro da mesa, que assignou o protes-
to ; Joaquim Gomes C.uimaraes, oulro membro da
mesa que assignou o protesto ; lodos esles individuos
perlencem guarda nacional, dirigida pelo bario
de Ijiaralnguela, coramandante superior delta, pa
dojaz municipal, todos files ardentei e exaltados
partidistas desle e seu< correligionarios ; seus noroes
se achavam na lisia dos eleitores ; o juiz municipal
nomeou expressamenle (consla do despacho) o hbil
escrivao de orphaos, vislo (diz elle) o Impedimento
dos oulros.
o Nao foram citados nem ouvidot os interes-
sados.
Porque nao se cilou ao menos o juiz de paz,
novembro, se dirigido a igreja pata scienlificar ao presidenta da mesa, e mesmo os oulros dous maca-
jab de paz, que lendo recibido denuncia por escrip-
ia sobre a vula;lo da urna leria de proceder em o
dia segninle o auto de corpo de delicio, o mes-
mo joiz de paz fizesse aeeappirecer da igre-
ja a ama, que pouco depois vollou com a fenda
ou lasca collada e concerlada ; e tamiem que, ten-
tlo-se arcorriado no dia 10 qoe o aulo fosse feilo de-
pois de acabada a eleicalo, linda esla, o joiz^de paz
nao pozesse a ama a disposicao do I)r. joiz munici-
pal, que era balde diligenciou encoulra Ja no archivo
da cmara, ou ler noticia della.
A commitsao para n.lo ser prolixa, omitte oulras
rnii'iiler.ice', que resultan) do exarae dos documen-
tos, c convencida de que a eleicao de Guaralin-
guela foi viciada pela fraude, opina pela nullidade
della.
Pinriamonhsng ha, representara c juiz de paz mais
volado e a respectiva cmara municipal, dando-a co-
mo o resultado de um svslema deiviolencias empre-
eado em larga e-cala pelas antnridades policiaes e
caminan laiil.-s da guarda nacional e policial, que
desi'arle conseguirn) snpplantar, pela furc,a, a par-
cialidade que llies era adversa. Longo seria relatar
todas violencias ; enlre ellas sobresal; as teguiules :
1.a Por meio de processos adrede formados arredar
da presidencia da mesa o joiz de paz mais volado, e
inulilisar o padre Francisco d Paula Toledo, pessoa
proemnete da parcialidade vencida. .a A notifica-
cao de volantes uusrdas nacin es e policiae', para
se aprescniareni a porta de seus re-peclivos coinm.in-
tlanles afim ile vi.lacra com esle-s. 3.a O reforjo do
destacamento de permanentes com 130 prac,** poli-
ciaes, alem de uma companhia de guardas naconats
prompla sob o commando de nm lenle, i.a A col-
locac.'o de escoltas na ponte do rio Parahib.i, e nas
entradas da cidade, com orriem de nao deixar entrar
nem sabir nusuem sem ser rcconhecido e revistado.
5.a Intpeclores da quarletrlo que, com numerosas
palmillas da nenie armada, percorriam ras reco-
nliceudo e revistando os qoe transitavam. ti." Or-
den, das autoridades policial*, por intermedio dos
E nao he precio insi-lir ein que n governo ha de ditos inspectores, para o cemparecimento de volan-
cumprir seo dever tiio approvan Jo seitlo os Bancos
que forem indispensaveis, e que, servinlo de con-
currentes ao do Brasil, empecain os mos resolta los
do privilegio exclusivo. Os etlahdecimentos. que
assumein o catacler de monopolislas licara sempre
qoem da minio para que foram eslahclecido".
O projecto a que me lenio referido esla' alera
disso concebido de maneira que era os nossos lillios
lero a fortuna de ver realisado o lim que appaien-
lemente tem em vista.
O Banco do Brasil vem a ter o direilo de convite,
de e-colha, de preferencia.
O Sr. S'rgio de Macedo :Durante um anno.
O Sr. Miuislro da Fazenda :L"m anno na poca
actual, para o Brasil, e em quesiei de deienvolvi-
raeoto industrial, equivale a uin secuto ( apoiados ; )
bem aproveilado no desenvolvimeuln de sua riqueza,
etse auno que se quer perder seiia de varilageus iu-
calculaveis. L'm dia perdido para a riqueza publica
trazcom sigo diurno Irreparavel, que o fuluro nao
pude resarcir ; e deraais, uio se trata de anuo ou de
das, porem de muitos annos que a commissao nos
queriria fazer perder.
Sr. presidente, creio que t.nho cumprido raen de-
ver manifestando a cmara dos Srs. depulados a opi-
niao do governo a respeito das emendas opresenta-
das.
Eiparo que a caraaaa, depois de uma di'cassao a-
prefundada e laminosa, ha de p.eferir na questao das
sociedades em coramandita a emenda que acabo de
sustentar. E espero igualmente que, manifestando a
raais decs va allitodc a dispos-rAes contra o mono-
polio do eredito ( moilos apoiados, ) ou suas ixaeera-
das reslric;0et no projecto a que lambein me reliro,
ha de alia i rejeita-lo ( muitos aroiados, ) Irauqiiil-
lisando a opiniao que se inauifesla em favor do de-
senvolvimenlo gradual do credilo publico, nos limi-
tes aconselhsdos pela prudentla, e lomando seguro e
garantido o progresto da riqueza publica. Numero-
sos apoiados, muilo bem, muito bem. )
Conliiiuuu por lira a segunda ditcusslo da propos-
la do orramenlo na parlo relativa ao niinislerio da
jusli<;a, e leinlae apoiado as teguiules emeudas, o-
raram us Sr'. Francisco, Campos e Parauagu -
cando adiada :
Ao S 4 do arl. 3."Eleve-te esla verba, a a-
creieenle-se :Os juizes de direito vencerao 8n-
nualmente 3:2IMblM)!l, sendo .'.. ina- im de ordena-
dos, e 8tM>5OU0 de gtatilicatlo.Os promotores ta
corle. 2:WteO, sendo l:ti0()S00 de ordenado, e
SiKljOiKl de uralicarao : os das provincial I:Ji.o^,
leudo SOlIjOtiO le ordenedo, e iOOoODO de gralilca-
(3o. Os juizes municipaes 1:2tNI^)(MHl, 'elido Mi'i-inm
de ordenado, e-illl-n m de gratilicat.aa..1. J. Pa-
checo. _
a A patsara ementla doSr. Pinto l.ima, qae igua-
la o ordenado do pr fe-sur de blurgia do seminario
arcillepiscopal da Balna aos dos oulros profesiores
do raesmo esiajjrlecimenlo, fa.;a->e exleotva a mes-
ma disposicao aos dos oulroi seminarios que eslive-
rem nas mesmas circnmttanciasAraglo e Mello.
Silvino.I'aes Brrelo.Bezerra Cavalcanli.Ser-
ra Carneiro.Vuelta Tavares.Araujo Jorge.S
e Albuquerque.Piolo l.ima.Augusto Correa.
Araujo Lima.
Tre conios do reis para auxilio do seminario
episcopal da cidade de Manis, capilal da provinria
do Amazonas, elevan.! .e para isso a verba do IU
do arl. 3.Serra Carneiro.Das Vieira.Paraua-
gu.l-auslo.Cosa Pinlo.
2 de agosto.
Parecer da commissao de cousliluiclo a poderes re-
lativo eleico do 3.' dialrtcto da provincia da S.
Paulo.
t< A commissao de poderes apresenton o re-
sultado do exame das actas, e de grande nnmero de
documentos relativos s eleic,es do 3." districto elei-
loral ta provincia tle S. Paulo.
ti Ella dislriclu compiehende 7 frigaezias, a saber:
I inhalo que deu 30 eleitores, liuaralinguel 32,
findamnnliaingaba 10. Jararehy 11, S. Jo' do Pa-
rabiba II, Cat;apava 10 e S. Benlo de Sapucaliy-ine-
rim 9. Volaram no collecio 1^0 eleitores, por ler
fallado um de tjuaralinsuel e oulro de Jacareby.
Para depulado liveram votos :
Monseulior Ignacio Marrondes de Oliveira Ca-
bral.
tt Dr. Joao D.ibne;. de Avallar Brolero. ii
tt Oulro cidadao. I
o E para supplenle :
tt l)r. Manoel Marcondes de Moura e Cosa. 93
tt l)r. Joao llabuey d'.Vvallar Brolero. -I.\
Tres oulros cidadaos I cada um, e uma cdula
em hranco.
As elcices das freguezias de Taubal, de Jaca-
reby, de S. Jos do Paralaba e de Cagapava corre-
ram regularmente.
tt A frecuezia de S. Benlo de Sapucahy-mirim.
lendo dado eleitores em 1812, ISij, a poslerior-
meule, e 5 em 1852, nao poda dar 9; devera porlau-
lo ser annolledos ot i ullimos valadoi, conservndo-
se o namero de 5 em altenc,ao ios precedentes da c-
mara.
Conlra a eleicao da freguezia de tinaralineuela
sobresala enlre oulras a arguicao de fraudulenta
inlroduccao de cedulit ruj urna.
a Da copia ds ecla?da 3.a chamada consla qoe fo-
ram recebid.ii 1,31} cdulas, que dallarlo de votar
237 cidadaos, cojos nomes vera mencionado', eem
secuida que o juiz de paz presidente da mesa paro-
i In >l f-/. a declararlo de que nao Imilla compare-
cido 29i volantes ; e finalmenle um prolaslo de
rus, que conlestavem essa organisaclo ".'
umajostifleaclo desle modo feta foi sempre por
lodos considerad papel sujo ; jamis deve tervir de
base para annnllar-se uma cleigao, ese lal princi-
pio for sanecionado, a cmara dos Srs. depula >os le-
rA de ver-se mais tarde atormentada, porqoe infe-
lizmente f i/ein-se jii-l licaees cora a facilidade com
que se ageilam abano assignados.
o Bem sei que ao adoptamos nas nossas decisdes
o rigor que se exige no foro judiciario ; para nl,
em materia tal, tuto o proces qu* se conhera a verdade, mis, por isso mesmo he
que nao devenios admillir provas snspe las e perigo-
tai, se w- -in desacompanhadat de nafras que valida
menle as corrohorein E ss uma justilicatjao assim
feila sera audiencia das parles merere fe i maioria
da commissao, qual a raiSu porque lhe nao merece
igaal fe a jiisiiii-arin da pircialulidedos candidatos
eleitos, que contraria os fictos, e os estabeleca dilfe-
reutemeiite ?
< A cmara dos Srr. depolados, em sua sabedo-
ris, reprllio em todas as eleictjet j disculidas e ap-
provadas julificafes, nao obstante concordarem al-
gumas com Cirios fados e circutnslancias que pare-
can) dnr-lhes alguma forc.s, e pois cre} na-, dever
demorar-me conlra esla principal base, era que se
liriiiaram os meus honrados collegas.
A oatra bise escolhida pela maioria da commis-
slo he o protesto de dous membros da mesa inseri-
do na acia da apurarlo do* voloi para eleitores. To-
mare! o Irabalho de averiguar um por um os Ion la-
memos do protesto, mas antes de o faier, seja-me
permitlido decltrar que uin prot-sto detliloido de
provas de dous membros da mesa qae se ostentaran)
apaixonados em lodo o proceso eleiloral, nlo deve
ser aceito por fiinaameiilo, para aniquilarse uma
eleicao. A verta le esl nos actos solemnemente pea.
lcadus pela mesa uupor sua maioria, eniquanlo se-
nlo mo-tra evid.lilemente o contraria.
n Grande num-ro de actai que foram presentes
esla aogoila minara virrain cun seus protestos,
mas nem delles se fez metirlo. Cabe aqui iuterrogar
aos raeus tlluslradoi cullegasporque vals mais o
protesto de dous do que o contra-protesto de tres '.'
E convem tambera observar, que. os dous msanos
guardassem silencio por tantos das, que nlo Bao*-
sem op| orianameiil" seus rcqueriiueiilus e protestos,
e soraeule quizesseni ussr do seu direilo depoil de
condecido o resultado da eleicdlo.
Fundamentos do prolestu, conlettados no contra
ptoie-lo (documento n. 1.)
1. A urna nlo foi encerrada em um cofre riu-
rtule a inletrup;ao dos Iraballios.Consta da acta
que a uma era que te recolheram as cdulas foca fe-
chada com Ires chaves, e guardada com todas as so-
lemnidades, nSo lendo sido esta nrna medida don
tro tle cofre : 1.*, porque assim sempre se praticoo
nas anteriores eleictjrs ; 2.-. porque a cmara mu-
nicipal nlo miui'troii o dito cofre cerlnlao n. 2 do
procarador da cmara.) L'ma vez qoe senao prove
qoe por esla falta leve lugar o violar" a urna, pa-
rece-me nlo se dever lomar isto por fundamento de
nullidade.
a 2. A mesa parochial foi inslallada is 10 horas e
os Irahalhos suspensos antes da hora n arcada por
,e'.Alin ta '.'alalidade e impertinencia desle foo-
damenlo, elle eenao acha provado, e a ser admissi-
vei a lal ;u-i 'ic.iroi. conlra ella existe o documento
o.3, no ] tem, depoudo as teslemunhas qne no
primeiro da a mesa tora inslallada, logo que se
liudou a ceremonia religiosa, sendo su'peusos os Ira-
halhos ao por do so!, e uot oulros dias serapre lado
te lizera ,i hora marcada na le-.
o 3. A chamada foi feila por ums lisia particular,
e nao pelo aliilamenlo geral.
Tal arguijlo nlo esl provada. e do documento
3', 2- tem, consla que a chamada dos qualiliradot
pela junta, fofa feila por copia aulhelilica da lisli
exlrahiila pelo escrivlo de paz do primeiro districto,
rubricada pelos membros da junta, e a chamada dos
que o conselho municipal muid ai incluir nr alista
meuto geral foi feila pela propria lista remcllida pe-
lo conselho.
i. Votaran) individuo! nao qualifkados que li-
nham sido excluidos pelo conselho municipal.
Carece de prova semelhanle ara.uir.1o ; ao-
tcs o contrario se ve do itera 3.- do documeolo
n. 3.
ti 5. A meta recnsou receber clulas de muilos
votanles saquaremas, preferindo ao lestemonho do
parocho e dos inspectores de quarleirao inforraari.es
da particulares.
A n la provada esla arguicao nlo releva para o
caso, porque o art. 46 I da lei tletoral deixa lito
ao prudente arbilrio da mesa. Entretanto o contra-
rio consta do documento n. 3, tem 4.
o l>. A mesa exorbilou conheceode da idaneidade
dos volantes.
a O que consta da justificarlo n. 3, tem 5, que
lem o mesmo preslimu da justilicarao invocada pela
maioria da cummtseao, he que a mesa nao idmillio
que mocos de 20 annos voiasteic por velhos de 70
annos, no que fez muito bem, assim como era cao
consentir que oulros nlo qualificados viessem repre-
sentar almas do oulro mundo. Coamam-se em algo-
mas localidades invisivels A' mesa compele verifi-
cas a identidad.' das pessoas.
a 7. A urna tinha una fenda por onde se poda
iniroduzr ai cdulas.
Da leitura dai actas a documenlos resolta o si-
guile ; que a fenda existente na urna era anlga,
e consista em om pequeo orificio, por onde nlo sa
poda fazer introdcelo do cdulas, o qne vinficou
a mesa peraule a assembla parochial logo no se-
gundo dia da eleic.io. Do documento n. 3, itera 6,
coma que um dos misarios saquaremas examinara a
fenda com um estreilo papel torcido, e lmenle com
muito cusi, e coro o auxilio de un palito, pule fa-
zer entrar o papel.
Apezar disto, a mesa, por demas escrupulosa,
fez lapar a fenla com lacio, e sobre ella lacrou uno
papel coblendo ;i rubrica da todos os mesarios, pa-
pel que sempre permanecen intacto e operario esta
que desde o primeiro dia da eleclo se praticava. Ac-
ta do recebimento dai cdulas iub n. i.) Alora disto
a urna eslava constantemente gnaidada por pessoas
de ambos os credos polticos, e por Iropa de nha
enviada pelo geverno provincial (documento n. 3
ilem 6)i e esta bar i eslava s ordens do Dr. juiz
de direito, cujo credo he conherido, e nao he sui-
pcilo a parcialidade conservadora (documentos ni 5
a 6.;
les, .oh pena de prislo.7. lnvaflo ella noite de
un.a casa em que eslavara reunidos volantes, pra-
ticada por doot inspectores de quaileirlo, e prisao
sem motivo algum daqutlles que nlo poderam fugir.
A visla l -le- fado*, a eleirlo de Pindaraonhan-
saba manifetlamenle nlo foi a expresslo da vonlade
ta maioria dos volantes, e nao pode eer approvada
por esla augusta enmara.
i Em conclua > he a commis-Ai de parecer :
1.' Que sejam approvadas as eleieijes das fregue-
zias de Taubal, de Jacareby, de S Jos do Parahi-
ba, de Car;apava, a da S. Bento de Sapacahy-meim,
annullados os qiutro ltimos eleitores desta.
o 2.* Qae sejam annulladas as eleices daa fregue-
zias de t.uaratinguela' e de Pindamouhagaha, e se
proceda a novas elecftea nellas e pnsienormenle a'
do depulado e do supplenle do 3.' dittriclo eleiloral
da p.oviiina de S. Paulo.
3.- Que se remella ao governo copia desle pare-
cer, para mandar proceder criminalmente conlra os
autores das fraudes eleiloraes de Ciuaralingaela', e
providencia,* em ordem que se faca efiectiva a res-
ponsabili lado das autoridades de Pindamonhaugaba,
como for de direilo.
Sila dai commisses, 23 de julho de 1857.An-
tonio Candido da Cruz Machado. Jernimo Jo-e
Teiieiro Janior. a
a Vol era teparado.
Discord do pirecer cima exarado por meus II
lastres collegas, membros da commissao de consti-
tuirn e poderes, sobre a eleii;lo de depulado e seu
supplenle pelo 3.a ditlriclo da provincia de S. Paulo,
senliudo declarar ( sem animo algum de injuriar a
la.o dignos radiosa- que elies se deixat'pm impressio-
nar mais de informaees e de prevenroes do que de
provas, que absolutamente nao existem em ordem a
poder, couscienciosauente, a cmara dos S's. depu-
lados declarar millas as eleirles dss ci la.les de Gua-
raliiiincueta' e do Pinlamonhagaha, e desta'.irte ne-
- ir astentn ao depulado eleito e ao seu supplenle, li-
Ihoi daquelle dislriclu, nelle proprietarios e abasta-
dos, de influencia e prestigio, a favor tos quaes nii-
nifeslou-se claramenle a grande mainria do distrclo.
Para que esles dulinatoa cidadlos, livre e lecitima-
ramle eleitos, deixem de lomar asseulo nesta casa, he
preciso que se nollifiqorm s volos de duas impor-
lanl'ssimas localidades E qoaes os motivos '.' Exis-
tirn elles'.' E eiisiin veis qae convenha sujeilar os povos das ditas locdi-
dtdes aos embales de orna nava e tempestuosa elei-
cao, qual se ser orna nova eleclo naque le- lugares'.'
l-.-i.iii i.ihuiaraeiile convencido que se os meus no-
hres collegas, membros da commi--aa, conbeces'em
como eu aquellas localidadct, procurariam apreciar
melhor ai provas, e tmenle a' visla dos fados bem
aullienlicados, que Irouxessem insanavel nullidade,
le decidiriam a mandar proceder, na actualidade, a
novas eleices. Examinemos.
oD S." ditlriclo eleiloral de S. Paulo coraprehtnde
7 freguezias, a saberTaohal, Jacareby, S. Jos,
Ca^apava, S Benlo, (iuaratingueta' e l'indamonhao-
gaha.A illotlre commissao, examinando as actas
das i primeira- freguezias. men le que o prncesso
eleiloral aellas correu regularmente, mesmo ora Ja-
carehy e S. Jos, onde predominou a inlluencia con-
traria aos candidatos eleitos, a onde a eleclo fez-se,
como sempre, oflicialmenle; vou com ludo de srcor-
do nesta parte com o parecer de meus nobres colle-
gas, por que, se bem que pelo conheciroeolo que le-
nia do como se passam all as coosas, podetee mover
duvida a'cerca das eleimet das ditas duas fieguezias,
nao julgo conveniente sem provas cerlai a claras,
pmcraslinar a approva;1o, e menos sujeilar os pavos
a novas lulas e a novos compromellimentos ; tenho
f no fuluro e espero que, medanle uma poltica
nova qual a que se promelle adoptar, lendo por base
a concordia e a moderarlo, os abusos irlo deiappa-
receudo e o proceito eleiloral se fara' mais larde
com menores receios e defeilos, nao sendo posilvel
aclualmeole corlar lodos os abusos. Vou igualmente
de accordo ram a maioria da commisslo quanlo a'
freguezia da S. Benlo, para que d 5 a nao 9 elei-
tores, a vista das razes consignadas no parecer. Dis-
cord, porem, como ja dias*, quanlo as*, freguezias de
Guaratinsuela' e da Piidamonhnngaba, e opiuo que
sejsm leus eleitores reconhecidos ; o procedimenlo
contrario sera' uma clamorosa injutlii-a, quer se con-
sidere a coma em si, quer em relarjao a's eletcoei
approvadas por etla augusta cmara.
o (uaratingueta'. Funda-te a maioria da com- o H, 9 e 10. Foi encontrada na urna un) namero
mi-sao para amiulUr a eleicao deila fregdeza na ar- Je cdulas superior ao dos votanlot, porquanlo en-
gaic-io de fraudulenta inlroduccao de cdulas na or- do esles em numero de 1,50o c lautos, e tendo riei-
na, argido que ella da' por provada, a' vista dos lado de votar ni.u de 'iini. nlo podiain existir na
documentse da descombinacln que apparecs na ac-; urna mais de 1,100 e lautas cdula, seguiudo-ie
la da apurara.! dos volos quanlo ao numero dos vo- que leudo deixado de comparecer esse numero de-
lanles que fallarsm, qae nlo concorda com o das lis- I clarado no proteslu ticou consignado na acia um nu-
las recehidas (conlra o que prnleslaram dnns mesa- mero inferior ao real.
rio-'; esla prova toma mal forra no entender da | Bem averiguado esle fundamento ve-se que ot
mesma commissao, na rreienea do faci que se deu volantes eram rom efleilo 1,502 .documento n. 71.
de nao ler a meta frito guardar a urna dentro de i Volaram 1,313, srgnndo as cdulas qOe apparece- I volantes e lugtndo oulros que ah se achavam.
uma arca, como lhe fura requerido ; da' emfim a ram na orna, detxaudo de volar 237, cojos nomet n Comparando lodos ces fundamentos com a re-
inaiuna da commisslo como cerlo que a icreja esti- i conttim da acta do ron I.menlo das cdulas ldocu- I presenlacio do joiz de pazprooetsadoJoao T.eile
vera uma noite a's escoras, que o sargento da ment n. <.) Unidos estes dous nmeros dao a som- [ Barbosa, e documentos qae exhibi, vejo com ad-
uaarda 'nao quizera que os homens Jila parcialida- | mi de 1,550. Eis o que coma da acta, folla com as' mu ario que a maioria da commissao nlo fez mais
de contraria a dos candidalos eleitos visiasse a urna, formalidades legses, e qoe nao poda jer conteslado do que copiar ludo quanlo se acha em a dita repre-
que o juiz de paz frustra'ra o exame que quizera o por uma justificado sem presumo, e por nm sim- sentarn e fazer seus os ditos fundamentos.
lem sobre o primeiro supplenle ama maioria da 138
volos. (Acia da aparadlo em n. 4.) He verdade qne
na acia do recehiraento das cdulas aps relarao
nominal dos 237 votantes qne faltaran! a terceira
chimada se diz que o juiz de paz declarara lerem
deixado ce comparecer 194 cidadaos. Esla declara-
r.io. ou provira' de algum engao, filho de boa fe,
no escrever a acta (o que he nuis mural ou de
esperleza, porqoanto o mesario que escreveu a acta
foi um dos da parcialidade vencida, que assiguoo o
prolisfo. O qoe deve merecer f, a rilar.> nominal
dos 237, segundo a qual existe apenas a diffrrenra
de 12 cdalas, oa a declaradlo vaga de lerem fal-
lado duzentoi e noventa e Untos que di um escal-
io de 45 cdalas '.' Parece-me aceitavel a relago
nominal, e he esta a que a lei quz e aceitn, quan-
do mandoa qae se lizesss mm nlacio nominal, E
qu,ma. eiair-'es u i f .ram apprevaJas com a falla
desla forlnalida le '.'
a Admillida, porm, como verdadeira a decla-
raran nao nominal, he anda claro que os 15 vo-
los excedentes nao ioflusra na eleicao e no seu re-
sallado.
tr Compre agora observar qae dada -esta contradi-
cen entre a reanlo nominal e a simples declar.iclo,
ella nao era suflicilnle para alacar-se com bam eti-
lo a eleclo, e apparece no fim tle ludo o protesto,
declaran lo nominal menle tuna re .cao da 400 e
lanas pe-soas.
E ser juslo e pradenle qae por eile simples
protesto, era caso mesmo de duvida, se mandassa
proceder a' nova eleicao, desprezando-se a useve-
racao contraria qoe resulta da acta, pulhenlicada
por tua maioria ? Eu pens qae nao, mesmo por-
qoe, no raso presente, tudo conspira fszer crer qoe.
esta rel.i ;,io he arbitraria. Ao pasto que nia rela-
r i deixaram de contemplar pessoas que de fado
nao volaram, como o advogado Francisco de Assis *
Oliveira (docomrnlo n.8'1, incluirn) grando nume-
ro de pessoas que volaram (tocumeolos nt. 9,, 10 e
11), e at metieran) individuos qae nem se quer es-
Isvam qualifica los, como succedeu com Floreucio
Parbpsa de l.ima ,documento n. 7, ceitidlo da qoa-
lificarlo). Assim lambein repetirn) nomes uma a
mais vezei, como fizeram com Manoel de Sooza Ar-
roda, Luciano Jo-e de M raa, Justino Francisco
da l'.ilu a, Manoel Gomet Guimarae'. Desl'arta nao
me admirara que a lista ereseasse al mil, ee assim
fosse de aerado .los protestante'.
II. Como se tinha de proceder a auto de corpo
de delicio na orna, mandou-ie-a concertar.
tt Esta arguic-lo parece-me inadmissivel. Se raan-
das-era concertar a urna lacilin.inie se conheceria
isto por um exame. Seja como for, lal allegarlo ca-
rece de prova. Yc-se ao contrario pelo documeolo
n. 3 ilem dilo, a pelo documento n. 12, que a orna
n.1 > foi retirada na igrejs durante os Irahalhos ; que
all esleve serapre sob as villas da lodos ; que linda
a eleclo fdra un rae. u llmenle remellida ao archivo
ta cmara, e que este foi mandado arrumbar pelo
Dr. juiz municipal, e desde ese ficto a urna desap-
pareccu. A eslrritpeilo nao mi eumpre fazer insl-
nuactes esla ou aquella parcialidade, liniitar-me-
bei a astignaNr o faelo.
o Quando se examinou a fonda, que se dizia haver
na urna, parece que todos Rearara persuadidos de
qne nao val.a a pena queslionar, e a mesa inleira re-
solveo lacra-la e pi ein cima um papel com suas as-
signaluras (o que consta da acta) I un mo--.' oulras
providencias de vigilancia ; dias depois o juiz mu-
nicipal appat.-ce na igreja, a quera que us Iraha-
lhos fossem suspensos, anlregando-se-lhe a orna pa-
ra nella proceder a exame, o juz de paz oppoz-sa
declarando que islo desraoral'ava a eleclo, entor-
peca os Irabalhos e perturbava-os ; houve grande
lula, mas inlervindn o juiz de direilo, corabinou-sa
que a elecl eonlinuasse e que o juiz municipal fi-
zesse o exame depois della. Cmcloida a eleijae, fui
enviada a urna cmara municipal, e o juiz muni-
cipal, encontrando oppotir'.n da parle do procurador
da caraira, anoinbon as portas e du busca, decla-
rando nao ler encontrado a urna. A cmara muni-
cipal par duas vezes oili.-iou ao juiz pedmdo expli-
carn rio fado, e elle julgou prudente nlo dar ris-
posta alguma (documento n. 13). A urna nao appa-
receo, o txame nlo se fez, e cada um d a veislo
que qoer, uos at allribuem o dcsapparecimenlu da
uina aos da parcialidade do juiz de paz, cultos o
juiz municipal.
I 12e 13.C mlaraiii-ac ni apurarlo a un nomes
volos que eram dados a oulros, e que na acta da ter-
ceira chamada foram marcados como leudo volado
individuos qu* nao volaram.
Fallaran) absolutamente prova a semelhautes
argutcGes, assim como de ter estado uma noite a
igreja a's escuras.
tt De Indo quanlo tenho expendido, e pelo canhe-
cimenlo que tenho das coutas daqoelleluaar, he para
mira for* de duvida que o parlido progresa!* de
Goaratingueta' nao precisava osar de meios frauda-
lentos para vencer a eleclo, porqoe elle he a grande
raaioiii do municipio.
Em outro lempo os dous partidos que all te plei-
leavam, equilibravam-se era Torcas, maa tendo fal-
lecido ot dous homens de mus prestigio e influen-
cia du part lo conservador, e lendu subrevindo va-
rias uccorrencias, acabou-se all esse partido, e ai
ideas tiberaet moderadas foram gandan lo terreno,
e ot homens que as representan) inlluem natural-
mente.
No lempo em qae o governo indieava oa candi-
datos, e linha necessidade de representantes seui
nas localidades procuroo reerguer o parlido na ci-
dade de Guaratnguel, e deu meios olliciaes para
triumphar nai eleicet. A esle individuo, a qaem
eu estoo longe de querer desabonar, fez eonima-fi-
dante superior da guarda nacional, s seu filho joiz
municipal, e a seus adherenies dea os commaodos
da guarda nacional e lodos os eropregos.
o Esles homens linham juiz e delegados por si,
ditponha de lodos os meios ofllciaes, mas tinham
conlra si a popularlo, ng0 qoerera teconhecer esta
verdade, oo scham-s* apaixonados e procurara to-
dos os meios de uma nova eleclo. Alm de nr uto
ama injuetici, lei uma calamidade, e mesmo om
maj para elles, porque be impossivel qae um govar-
no que se respeita, havendo orna nova eleicJo, dei-
xe as coutas moutadas como all se achara, podendo
resultar gravis'iraos confelos.
a Nao creio absolutamente nas artiuires qae
te alies -ni contra a eleclo, os qoe a atacam
linham as ouloridades por si, desde o joiz de
direito (o qae n3o quer dizer que este obrasse
mal) at o mais pequeo empregado ; na mesa ha-
v iam dous amigos seus, lutarain todos os dias, a pon-
to de a eleicao dorar qualorze dias, havia uma forja
de linha cemmandada por ofticial, a urna eeleva
sempre sob a guarda desla forra, e da lodos que o
quizeram vigiar. Quando, e como si fez a inlroduc-
cao fraudulenta de cdulas? .Mo o dizem. Si li-
nham na algibeira o protettb que fizeram inserir oa
acta, legoe-ie que o fado era de mais das, qua
della linham conhecimeulo, poique ealiveram cala-
dos, poique nao recorrern) ao joiz de direilo'! Por-
que nao usaram di qualquer meio '.' Elles qoe uio
se moslraram fraeos, que pleitearan), levantaran)
lauda-, e as sustentaran) t! Elles, qua pelos docu-
mentos de ns. 14 20 usaram de meios oflieiaei
para triomphar nas eliires, e praticaram vio-
lencias ? I
ti Sao lio inimigo .dos meios fraodulenloi, como
os meas nobres collegas ; se visse provas, se tivesse
conhecimenlo qae taes meios praticaram, labscre-
via sem hesitar o seo parecer. Mas os homens que
Iriampharam nat eleices de cmaras municipaes,
sem que se llies arguise imioduccSo de re lu-
la', nao poderiam lambem triumphar uas de elei-
tores, f
ti'Pindamonliigaba.Confia a eleicao desla paio-
chia os raaos honrados collegas dao como cario o
egoinla : 1-, qoe se forjou de proposito um processo
contra o juiz de paiz mais volado, para assim arre-
da-lo da presidencia da mesa e inulilisar o padre
Francisco de Paula Toledo, pe-so. procmioeule da
parcialidade vencida ; 2-, que foram notificados vo-
lale- guardas nacionaes, e policiaes para te apre-
srnlarem porta de seus respectivos commaudan-
les ; 3-, que reforcou-sc o destacamento de perma-
nentes com 130 piar is policiaes, alem de uma com-
panhia de guardas nacionaes ; I', que esculls furam
enllocadas na ponfo do Kio Parahiba, e nas entra-
das da cidade para strem revistos os qua enlravam
e sahiam ; 5, que Inspectores de qaarleiao percor-
riam as ras recoohecendo e revistando os que Irau-
sitavam ; Ii", qoe os inspectores de quarleirlo Aza-
rara avi'ot para eompareriraenlo de votantes, com-
niunirar.'i'i da peislo ; 7", qne dous iospectores
de quarleir.lo invadirn) all noile orna casa, e preu-
derain, sem motivo algnm, dous individuos que eram
juiz municipal fazer na urna, alem de oulras coasas
qae mais allegara e cootlain do parecer.
Anles da entrar na apreciarlo destes faelos que-
ro conceder que lodos elles eouslera dos decantados
documentos que se invocara, e Com os quaes doot
nobres deputados fizeram tanto barulho nesla casa,
pies protesto no lim tle lulo. Appareceram pois na o Nem de leve pretendo fazer a mais pequea
urna 12 cdulas de menos, e nlo o numero que se | juiinuaclo aos meus Ilustres collegas, o que creio lia
phanlasia, com boa ou io l, pouco linpt.il., agera qoe nao" examinaram bem os documenlos ; elles no
saber. dizem retpeilo a eleicao de novembro qua agora
. Esles 12 volos, porem, nao inlluem no resolta- se pretende atacar,
do da eleicao, porqu* o menos votado dos eleitores I A cmara municipal da Pindamonhagaba da





'->,


pareialidade vanciria representen eonlra a titilo
de selembro, sorrorrnrlo-e o fado cima rela-
tados, t nada dlsse sobra .1 de eleilores. () juiz de
paz Leile l)arboa he o onicn que reprsenla cnnlra
etla elelfo, mai n.lo alletzn fado ilsum, e mm po-
da alletar, porque a pareialidade aonaervadnra
abandonou esta el.-ic.io. Que neressidade havia pnit
de laet meio 1 O jan de pai o qae faz ha aramin n
lar rom o faelo de sriernhro, querndo que elle
infloissem na eleicao de novemhro, alTeclan.ln-ai de
nullidade. Mu II* momo n diz que o lar Ina
allegado tivestem Inaar ero novemi.ro, romo qoer a
'*'0!1?^'* ,commi";i0. P"f engao sem duidn.
Na eliIcTlo de novemhro aa du parrialntariee II-
nham e legado re aieordn. O padre Francisru
de Paula Toledo, Manoel Eottaquio de Telado e e
commnd.inle iperior hnn-iseo Mareondet IJo-
nem de Mello, oa Ires mait inlluenlet no 11 par-
tido haviain concordado com oulroa influentes do
lado pronrestisla em lazerem aa eleicoet amlgavel-
mtiile aob cerlaa batea. Ete areorda rnmpao ae
ahnal, retirando-se o padre Toledo, que lirn 10,
permanecendo o commandante aoperinr Manuel Eu-
phratio da Toledo, que era, eomo o homtm maia in-
lelliKenle, a alma da pareialidade vencida. O padre
deizon de inlervir nula alendo, sua pareialidade
n.lo votou, cuino agnr.i ia vem diztr que tnmaram
o eco e a Ierra ?
0 Se bem que os fado allegada* nada tenham que
ver com a eleicao de qoe tratamos, julguti de man
devar eiamina-la, e vejo o tecninla :
a 1' I 01 na verdade procetsado e joiz de pai maia
volado Joa"o l.eiie Barbota, nao justifico esl pioce-
dimenlo ; te o foi com o tiro de priva lo do aeo di-
reilo, que a* puna quem violoua lei. Nfio duvido
que alguna fados mtnot prudentes! toanm pralicadns
na ele;,;;lo de telembro, porque 01 maoa exemplos
pegam quanrio o catligo nao oa acompanha de pedo.
No municipio de Pindamonhangaba he tbido de
lodos qoe a riqueza Imilorial est nat milo dos
lioment que Inumpharam all nat elele,8es ; o par-
tido que te dizia comervador era diminolo leudo h
ana frcnie o padre Toledo. Davia neceaeidad* de dar-
se forc e u,eios a ete chefe, e forca roeiot ei-
iraordinanoa Ihe foram dado. Nao obstante lodoa
etle lucios a riqueza territorial linha muila forja,
qoeria lular contra oa meiot officiaes, e apresentou-
*e na eleicao da cmara doe depolarioa que acabou,
quando presiilia a provine-a o noato honrado collrga
o Sr. Nebias. E o que turctdru O joit de paz mai
votaJo, o septuagenario Joao Monleiro do Anv>ral,
nevia presidir a tleicBo, e nao cenvindo itlo, porque
elle era opposlo, sua casa fui cercada no piimciru
da da elricao quando te achava elle vellido e com
aa insignlat de juiz ; para o cerco concoireram 100
homens, mals oo/nenos, a pretexto de prnderem-
ae doos criminosos, quebrou-se-lhe a cabeca, e foi
elle preso, e pooco depoit olio O joiz no presi no
a eleic.io, a opposir,Sn relirou-se, e lodo ae fez soa-
veroenle. E aennselharam ao governo nm esaroe imparcial sobre
aquella localidade, e a auloridade foi sendo retirada
a taes homens, de modo qoe netta ultima eleicao
elles nao disponham de meios olllciaes. Appareci-
ram ameara, a Iota eleiloral erosetembro prometlia
Irazer ctuiflirlot, e he naloral qoe ae autoridades to-
maitem algumas providencia* que boje ae exagera-
ran) esa Iraduzem por oienlarao da forca. Anles de
condemnar taes meios, he precito examinar primeirn
os lumen- e g< cousas do lugar.
Olanlo an prutesso do juiz da paz, elle leve lo-
gar em aetembro pir denaocia de Antonio Marcon-
des do Am.iral nos diat da eleirilo. Elle Marcondes
linha dnvidaa com o joiz de paz por queixa 00 de-
nuncia que esle havia dado contra,elle, se, porem,
0 proersso foi injusto, qoal a rJ6 porque o joiz de
paz nao recorren para o juiz de direilo. qoe nao h
sutpeiio de partido, e quiz anles injaitar-ie ao jury ?
' crime nao era de responsabilidad!, era criroe par-
ticular inafiancavel.
a Achando-se ella criminoso deade selembro, nao
pode presidir a eleijau de novembro, aatim como
nao presidir a de aetembro.
o Cabera responsabilisar e punir a qaem o me-
recer, mas n,1o aunullar a eleicao por ene facto so-
roenle.
"2- Todos ot fados allegados, eicepcao do ul-
timo, nao dizem respailo n eleicao de eleitorea, e
*'m *'a amara e juizea de paz, como te pode ver
dos domnenlos juntos i propria repretenlecao, e
por ito nao me darei ao trahalho de jutlilica-lnt,
dire ninenle que elle nao sao assas precisos e cla-
ro para te descriminar, se o leo fim era a interven-
oao as eleicOes, ou a mauulencao da ordem publi-
ca, pondo de lado ai exageraces .que em casos taet
apparecerem ; da Inda a mentira, a serero elle.
exactos, observo que o espirito de reaccao sempre
appareceo dos lugares onde o dominio de um parti-
do foi violento e exagerado ; all o uto era rrunir-.se
guarda nacional nai vesperaa e dia da eleicao e
iiize-la1 volar, alem de nulroi meios que te pralira-
vam. Deplorarei que homens qoe nao tinham neces-
aldade para vencer, de meios violentos, dilles utas.
em, e por isto devo aules crer que as autoridades
iiveitem necessidade de algunt me'" para conter
turbuleolos, mesmn porque a prova cifra se em
altcsladus de amigoa qoe t3o quasi sempre sus-
peilot.
- O nico fado qoe vem na representarlo e que
jem relaraa com a eleicao, de qu dalamoi, he a
busca de urna casa dada por dous inspeclorea de
quarliirao, em cuja occasio veriliraram duas prisAes.
fcsle faele, que ignoro se be virdadeiro, be o onicu
posterior eleicao de cmara e juizes de paz ; roat
nao vem provado seno rom urna justificaran sern
cilarao de parla fela pelo joiz de paz Joo Leite
liarboaa. Quando admissivel fosse esa* genero de
prova, elle se rtenle do seu proprio vicio ; a prova
nao he sals factora, e sim vaga, teria preciso averi-
guar ae os inspectores furam ou iio cumprir um
mandado legal, e al qoe poni um facto isolado
poda muir na eleicao. E se he verdadeiro o fado,
porque nao ae lem procedido coulra os intpec
ores v
A' vista de quaoloaMiei dito, nao potso combinar
com os me lis nobrea collecas ; panuque se leia e ae
examine quanto tenho dilo confroniaiido-ae com os
documentos, porqoauto, se assim fizer, ereio que a
cmara dos Sra. drpuladus nao farj a injutlica de
reprovar esla eleicao, quer a considere em ti me.ma,
quer em relcelo ;is que (eem sido approvadai. quer
emalteiic,ao as complicar< s qoe nuil eleicao deve
Irazer, aos malet que lia de acarrelar sobra aquel-
las localidades.
Oflereco porlanlo a' considerado da cmara do*
Sra. depotsdos o seguinle :
Que sejam recoohecidos legitimo! os eleilores
das rreguezias de Taubalc. S. Jos, Jacarehy, Caca-
pav. juaralingiiiu' pindamonhangaba. "
i- Que sejim reconhecidos ot 5 eleilores mais
volados de S. lenlo, annullando-ta ot 4 ltimos.
"''*' Q "jm reconhecidos pelo .1- dulriclo de
.*. I aulo coma depulado, monsenlmr Ignacio Mar-
condes de Oliveira Cabril, a como eupnlenle o l)r,
Maonel Marcondes de Moura Coala.
Rio de Janeiro i- de agotlo de 1857.J. J.
lacheen.
A ordem do dia de aagonda-feira he a eleicao da
meta, e as materias anteriormente designadas, tanto
na primeira como na segunda parle.
CORRFSPONUENCIA DO DIARIO DE
PER.NAMBl'CO.
CEARA'.
Fortaleza 18 de agosto de 1857.
Em minha miasiva de 2fi do mea antecedentedis-
se-lhe que no dia seguinle devia o Sr. Sveira de
Soma prestar juramento, lomar possede sen cargo
perante o corpo legislativo da provincia, que seacha
110 exerciciu de suas ibui-oes. Healison-se o meo
aniiuucio com loda a pompa, e solemnidade do coa-
lume.
Noa pouess dias da seo governo o novo administra-
dor lem dado provas aulhenlicas da firme disposico,
em qoe ae acha de dar solucao aos negocios maia vi-
laet, aos intereases mais momento.os da provincia.
O Sr. Silveira lem lomado na maior considerado
a estrada de Baluril. e pretende dar-lhe lodo o im-
pulso que eiliver ao seu alcauce. Consla-me que elle,
para vencer a difcoldado na acqnisicao de bracos
para a referida estrada, mand.'na offerecer garantas
moilo apreciaveit aos individuos que ennrorretsem ao
ervico da menina. >o sel ainda quaet foram todas
essat garanlias.massei quefiguramentre ellas,, sen
<;ao do terviro da guarda nacional, e do recrolaroen-
1. Eslou cerlo que o emprego deala e de oulrat
medidas ha de prodozr o desejadu efeito. e desde
ja iac.a voio. par, qoe j^e reSpe,(0 S reiiisem lo-
daa as minhst previsei.
tonst-me Igoalmeole que S. Exe. emprehrnde
traba I101 tenos lobre o melhorarnenlo do p.i.lo des-
la cidade, o qoal lmate lodos os dias peior. Em-
quaolo porcina provimia nao for aoxiliada nesta
materia pelos cofres gerae, reputo baldados oo de
muili pouco proviito lodo o trahalho da admuiis-
Iraes*.
Aiha-sa empenhada agora na latemblct. provincial
orna quinao quesiao muilo seria, e coja importancia
ha sido exagerada pelos diversos personase!, ,,e
nella lem lomado parle. Eis a qoesiao :
re Podem as aaseinblas proainciars pedir inTorma-
COes ao governo da provincia a retpeilo do eampri-
ineolo, que lodos os magistrados da mema Me a seus
(levares '.'
O Ctarewe prnnnnciou-se francamente conlra
mas o peridico Sol acaba de enuncar-se a favor da
qucia, prelendemlo rcsolve-la rom a citacaj dos
*i 7, 8, e '.1 do arl. i 4o acto addicional.
Nocongrcsio dos noatei Lyeorgti o l)r. Raii-hon-
na lem sustentad" as Ideas do Cearencr, e o Dr. Pe-
dro l'ereira da Silva Geitn*rlea as idaa do .Sol.
Orno estas quesbies nao sao para leigos, nao que-
ro emiltir sobre elija o mea hninil humilde parecer.
Emlanlo ot jovens e estodiosos manrelxs da Facul-
dide do Direilo deesa cida le bem podiam abordar a
quesiao. t Iralar detla largamente em qulqoer dos
periolicos enraire^idosahi da publicara,) de laslo-
1 ubrai/.es srienlil'ka-.
As ultimas uotlci.s qne Ihe Iransmilli acerca da
balitas, qui: reinava epidemicamenle na cadeia deala
capital, davam I presos como arcoinellidos do mal,
qoe alo enlo s-. han., pYoduliio 1 morles
lloje ha cerca de 854) p..,,,,, doentea, '.ubindo o
algansmo dos modo, a pedo ,1.. ^,. pouc0 mlis ou
menos. Ue baalante intenso o foro de inleccAo nue
existe na cadeia ; aoezar disso parm, o mal n,7Se
psieinleu ain la pela cidade, e como j, cahi,m lodo.
OS presos excepto de i a .">, essM que a epidmia
vai a declinar, sem grande probabilidade de pastar a
popularlo. '
1 eu outro caso lem havido no meio desti m
a pessoa accouimelli I, por e,u funna h, ,1Dlnertj,.
nienle tequatlrada do re.lo du patee, levada pata
un dos hospilaes arredados da capital, onde lao tra-
tados com telo a dedieafie,
0 chefe de polica leiu prstala na quadra actual
tervicns milito relevantes. Visita a cadeia constan-
temente, levando a toa dedicaran a poni de con-
duzir em leus bracos os preso, que vo enfermando
do andar terreo, em que se arham oa saos, para o an-
dar superior, onde existem asenfermariat para osdo-
enle. Tem havido muila neca e, im que elle
tem preparado o lorio detses infelizet.
O Sr. presidente lem vitilado lodos os hospilae
Qscalisaodo por n*t modo o accio, a ordem, e a eto-
nomia de metmoa.
A' essa vigilancia a toldados das primeirn aulori-
lades, cuadjuvadat pelea eiforcos heroicos dos Drs.
Jos* Joaqun, Oonjalves de C.arvalho. Jote Lonrenco
de Catiro e s,i|va, Manoel .Mendea da Cruz tiuima-
raes, a Aolome Manoel de Medeirua allrihuo a nln
er te propagada a epidemia por loda a loda a popu-
lacao.
He rhegade a occasiAo de fazer aqui urna declara-
cao para mim muilo imporlaule.
Disse-lhe em minha ultima carta, que o capelln
do meio Ihatalhao aqui etlaeionado, sendo chamado
para oovir am ronlit,.Vi um dot pretoa enfermos,
declarara qae n3o se preslava a essa lim porqoe n.lo
havia mo vacemado.
Hoja sou informado qoe omesmo capelina lem ido
ltimamente confessar aa pravas do ,111 corpo, qoe
se tralam no hospilal da Legua Funda.
Se nessa faeto ha obediencia mililar, ou abnseacau
evanglica he Coota que|eu nao pos<* decidir. En-
tretanto tenho a melhor vontade de etlar pela ulluna
daa hvpothetes.
No da 9 do crranle foi lancada a primeira pedra
de urna igreje, qne o cidadio Francisco Dolra Mace-
do pretende erigir para o glorioso inarlyr S. Srbas-
tjao no principio da estrada, qua val detla cidade para
Son re.
Correm pela capital boatos, de qae ha inlroduccan
de moeda fak, na pupulecao. Dizem que na Ihesnu-
tanajA foram erimbadas duas ajetes de Iii.-iiihi
mas eu nao se> isu de ronle tegora, pelo que nao dou
nada eom > cario.
0 nosso serij adiase innondadode olas do ban-
co desaa provincia ; mas es Iransacroei cnmmerciaes
se sem dillicolladn a|li por ea raua. Porque ra-
zioin|e te ha de prorurar lomar a circularlo de se-
melhantes notas obnsalorias nisla provincia que te
acha l-o etlreilanienle Usada a essa praca >
Acaba decheg-r le l.i.boa o uegocinle Salgado
| Irmao, que para all liavia icgaiio no fim do an-
uo [1. pastado.
CA>nsla-ine que elle Irouxe um carregamentode
vari,. gneros d qo-lie paz, e qoe tambem Irouxe-
ra una vme e lanos Poilogueze. para eeremempre-
gadns no servir,, na lavoura e oulro mistares de
igual mil darle.
De Liverpool cliegoo a barca ingina Francez, pilo
que espera seque o rendimenln da alfandega no cr-
ranle mei seja avuliadnsimo,
O Lyceu desla cidade cunla agora no numero de
aoas eadeiras uma do en-ino da lingua nacional, pe-
dida no reUi ,|0 Sr. vice presidenle. Dizem que
e l>r KalKhonua pretende ser prvido nessa eadeira,
para cuja boa directo nao se Ihe p.ide conleslar lo-
da a capacidade.
O presidenle acha-s* oulorisado a prover, eomo
emendar mais conveniente, a cadeira de ibeturica no
rnesmo l.vceu.
Dizem qoe os Dr. Jo. Antonio Rodrigoe, Es-
menno t.omes Prenle, san concurrentes a mosma
cadeira ; ningoam sabe porm alesta dala quem ta-
ra prvido nelia.
Ambos aquellet hachareis sao empneedos de jua-
iCa ; o primeirn be promotor pobliro da imporlau-
le comarca de Sobral, e o tegund acha-te despa-
chado juiz municipal e de orphaua da comera da
iroperalriz. Ambos porem preferem urna cadeira
no l.yceu da capital. Ecorao nao ha de ser asaiin,
N os rargos da juizes municipaes e promotores p-
blicos nao offerecem aqu o menor allraclivo ? Como
lie postivel que am funeconario nublico, que ne-
ressita passar com alguma decencia, pnssa subsistir
com o ordenado de 6()lj0 Prelende-se crear orna nova freguezia na povoarao
ae Sania Anna do Br.jo Grande, que faz parte d*
rreguezia de Asare'. Dizem que ha a es-e respailo
urna repretenlicao da cmara municipal rio Cralo, a
qual acba-se submeltida ao conheciinenlo da atsem-
F'oi creada urna nova comarca dos termos reuni-
dos de Jardim e Milagrea e d.zem-me queja foi sanc-
conada a le de sua crearan.
Adeos.
DIARIO DI PERNAMBDCO TERCA FKIRA 1s DE AGOSTO DE 1857
tres por cenlo. como por forca daqnella sna ementa quem elle concede a aobrlnha, e elT.
nte o ihesourc.ro das loteras, memo, detcobre-te lo >a a faltidade,
il*ciiin.!,i o casa-
e o velbo n.iio
sendo para notar que insto foi elle arompanliado pe- paga caro a sua
fj^^llIta^^rllll^MS^"*"" iS'" "" *"+- E,n "Bui"a vai Maiqoinhaa a leileira, onde se
r,^m:-:.[T.[*IV\lasrmi Pqt>ecomsua fa- nma a i.....icenci, e a vida frugal das can.poneze,
longo do hulicio das cidadet, e dut corrompidos cus-
nitaiaAiuaoo.
PGINA AYULSft.
Sffl .'1 BDUfe, f
Uro denli.la iiuigne.Chegou da F.oropa nm
estrangeiro dentisla, que lem (aera a menor eiage-
raca.,) reilo prodigios na sua profisaao. No sahbado
esteva elle a cacallo, no paleo da Penha, no meio do
concurso de mais de quinhenlas peaaoas, onde laltez
a uro terco destat pessoas Irrou denles canatos sem
te tentir a mnima dor, segundo diziam oaqueen-
iresavamseusqneixos. Tomariamos por nma des-
las tabulas minio commnns no povo quando e*agera,
te peatuaa mu circumtpeclat nao nos referisse o que
lanas bocea apregoa.am, e al por experiencia :
dizem que nao se senle a menor dor, e lao smenle
o contado do instrumento no denle condtmnado. O
qoe, porem, mais admira he a facilidade com que
ene lz esse Irabalbo, qoe al mesmo a cavallo o
No domingo foi na roa Nova urna prela atro-
pellada por um carro, a ponto dete passar-lbe por
cima, sem que, a excepto de m lev. relmenlo em
um dot dedot pollegarea.aoffresse lesao mais alguma.
Dizem que esta prela reliz eslava ebria, c a checa
nao ajoduo o corpo a livrar-te do perigo, ma. li-
bna""" i"10"6 ; e dlz,ra 1ue ,,B l'rejodicial a em-
Cootla-nos que ehegou a rica pedra que em
urna so pe{a lem de vestir o frontispicio da malriz
da II ij-\ i-i.i.
Vai principiar agrande obra da capella-mdr
do convenio do Carmo.
Cootla-nos que exilie na Ponte Velha um in-
dividuo, queiuflrendo ha mu.to lempo um engorgi-
amenlo e una partida, e jolgando haver etgoiado
lodososrecursosparalivrar.se darse mal, re-ulveu
almal consultar a um racollativo, que depois de o
naver examioado, te oflereceo a fazer-lhe a exlrac-
tao, e como o doinle a iiso nao aitniti.se em cont
quencia do temor que Ihe causava urna tal opira-
cao, aconselhnu-lhe o mesmo facultativo que dea-
e uaquelle engorgitameolo um causlicode arcido a-
zolico, e sem que o houvetse receitadn, maiid.u o
paciente a una botica, nao sabemos qual, o o boli-
cariotem o inennr escrpulo vandeu a tal prepara-
cao, que sendo desconheci.la, ri applicada sem re-
gia no rosto, e produzo urna queima lora to pro-
ronda, quei .leu lugar a que com a qoJa da etcara
te desenvolvesseuroa hemorihagia lao copiosa que le-
na levado a sepultura o paciente, te nao rosse o
promplo cuidado do Dr. Prxedes Pilanga, que cn-
do chamado as qualro horas da madrugada em seu
soccono, e o adiando quasi axsanitue, vMe a cutio
por meio de enmpressao, e applicacao do agua pu-
gnara fazer parar, vislo como de oulra sorle se lor-
nou cusloso em conseqoencla da profon ndade da
fenda. e por eouteguinte da dlfllculdade de se'ein
aqueadat ai arterial. Fado de.la ordem deve.n
irazer eonsequeucias que mullo devem ser respeila-
oaa. lieos qoeira que oproveite um tal cxemplo pa-
ra que os pharmacculicos nao tenham taula facili-
aadeiein dar remedio tem que preceda o comp-
lanle raceiluano dos facultativo.
Comla-nos qoe na m.Iriz da Boa-Vista, na
madrogada de lli do correle, por occasio da miss.i,
se dera urna sema bem espantosa, e que bm (tal
se la lomando. Eis o facto : Dizem que urna inu-
Iber tendo sollndu um alaqoe na igieja, una prela
que Ihe ficava contigua Ui repootar sobre o seu eol-
io a caneca da paciente, e em occasio em qoe o sa-
cerdote acabava de levantar a Dos, urna pessoa
perguntara a' aquella inulher como se achava ao
que responderlo que se achava melhor, r,ii-se' er-
guendo, e correu precipitadamente pela igreia a To-
ra, e itlo fnra bstanle para que um grito de mi-
sericordia, partido, lalvez, da tocca daquella pre-
la, hzeste soar noa ouvidos dat mais pessoas que a
acompanharam, prodiizindo logo um alarma tal que
homens e molheres todos atlonilos corriain, caluiido
uns .obre os oulro, machucando-ie e talvez mesmo
ferindo-se, sem allenderem o, reclamos do aacerdola
que se vio rorc.do a suspender o sacrificio s( que se
eslabelecesie a paz. N> sabemos aoccilo e esaa
ro a ongem do relo, que lalvez a deem, como eren-
do em maleficio, o que he cedo he, que a desorden)
ae deu, e que muila gente correu sem saber porque-
o caso nao he para menos e Deua qoeira que te nao
reproduza, porque eni.iu tiremos de ver moila gen-
te ataombrada. Quem sabe se alguma gaialice nao
Intervina para que tal fado se de se ? lie muito
provavel que aun, pirque quem he capaz de des-
manchar os rbellos de urna senhora em orna greia
be lamben, capaz de tes gracejos, e se assim o he!
co ,n pensamo, bem bom seria que se vollasse o fei-
tico conlra o felireiro.
Contta-nos que no vapor Psratiningau, qo.
sabe boje para os portot do sol, segu para a Babia
com Jolino a comarca da lt..a-Vista nesta provin-
cia, o respectivo juiz de direilo, llr. J0.I0 de Souza
tleis, que veio a esla capital lomar parle nos Iraba-
lbo danssembla provincial, de qoe era memhro
fcsle magistrado, que por sua honradez, pela sna
mlelligencia e pelo zelo no cim,rimnilo dos
teus devores goza de excellenle repula5ao noi
serl es da Baha e desta provincia, nos quaes nc-
onpou ja os caigns de promotor publico, juiz mu-
nicipal, delegado de pnhcia e da insirucrao poblica
mo perdeii.lo occasio de ser til a' asas localida-
des. Agora mesa... soubemoa que elle ohlivera de
Mr. Dopral a sement do shorgo sacharino, cuja
ciillurs pielende eiuaiar no rerteis terrenos da rnar-
gem lia S. Francisco. Na asembla provincial sus-
eitou a idea da aholicao do dizimn do gado ravallar,
qua ron.eguoi ver aduplar-ae, e com o que fei rele-
vanlis-imo servir aos tazeudeiros da Rosta provin-
cia, e oirerecend um projidn aulorisaudo a' eiis-
lencia de nm medico em cada nina dat comarcas do
interior, a' cusa dos cofres prnvinciaes leva o pra-
zee de ver que essa 11a idea fora igaalmenle bem ,1-
colhida, nao pndeudo lo lavia ser approvada na pre-
sente seeatn, porque, como he sabido, nao henee
lempo por eaoa das caprichosa discosiiia que rou-
bar.iin lauto lempo ,1' casa. Nao menos digno da
menro ha o apnio qoe esle dislinclo diputado pres-
in a 1 lea qu suscilou-ae na .-Hembla em favor da
extraecao da lolerias do hospilal Pedro II, conse-
gmnd j adplar-sa a sna emenda qua Irouxe a gran-
de vantigem de eornr em cada me, una parte das
suas loleriat, augweulandu-se u beneficio com tuils
milia chegue felizmente do ten destino.
O paquete a vapor nacional Piralininga. viu-
do noa pnrln. do norte, Irouxe a seu bordo os seguin-
le passageiros .
El) Hyl, Slambe P. Youle, Nicols Bruno e 1 fi-
hn, Augusto (.liar de Queirnz Vaicuncellot, D.
Candido t.H Catlello Biaoco e 1 mhrinho. Jo. An-
lonm None e I rriado, U. Antonia Ciinegundet da
Silva e 2 hllins, Jernimo Joc Figueira de Mello,
Joo (.arlos Figueira de Sabma, Flix Jos de Sonza.
Jnaquim Ignacio l'ereira. Amonio Joaquina da Sil-
va, Jos l.ourencode Carvalho Lima, Anlunio Ua-
bello da Oliveira, Franciaeo Feruandes l.im, J. t.
de Medairot, Cutlodio Domingos dos Santoi, Manoel
F. de Carvalho, Antonio Feruandes l.ima, Jnaquim
lavare Basto, Antonio Carlos Mirtini, Manoel
l.niz liarl i/a, Fiaocisco dus Santus e Silva, Fran-
cisco ti| de Oliveira, alferes Manoel da Silva Nu-
ne e 30 pracas da companhla lixa do Rio Grande do
Nortee mais 2G eteravos a entregar. Segoem para
o tol 20 pattageiro, 13 prarat de prel, e jl eteravos
a entregar.
At amatthaa.
COMARCA DE SANTO-ANTAO'.
Victoria l agoslo de 1857.
O promellido he devido. Vamos porlanlo cumprir
o empenbo em que estamos para com o illustrado cul-
lahoradur da Pagina Aiuha, sobre o (acto narrado
acerca da pequeua Constancia. Esla menina, lili a
do primeiro malrlnionlo de J,.c Elias de Luna com
Joanoa Mara do Carmj, a qual falleceu do parto da
mesilla, desde entn.i foi levada para a caa de eo avrt
Manoel Jo auno e oilo mezas. Sen pai passeu a legmida uup-
cias com Sabina Maria da Conceic3o, lia tres anuos.
lendo ale eulo dous filboa. Fazem qualro ine.e-
que a pequea Constancia volloli da cata do avpara
ario seu pal. Cnn r.ao tu a sua ronpa, como oulra qualquerque encon-
trava ; e aqui, isio he, em casa do pai, conlinuon a
rzer u mesmo, pelo que era casligada. Em um dos
dus, em qne seu pal volloo d- servico, e guardou
na gaveta de urna mesa um r.irao, pona de parinub,
do cumprimenlo de primo de Mba, ella chegou-se a
mesa, abri a gaveta, lirn o facSo, e sem ser vista
duigio-se a cama em que decansava o nnocenle ma-
ninbo com doos mezes de nateido, e dau-llie uro gol-
pe na cabeca sobre a rooleira, cloque resullou morrer
logo. O pai, rnii.la-ii s, a easligon.
Pastados porm alguna dia, sabindn a madrasta
de casa com pouca demora, arhaimo a pequea Cons-
tancia, como se no diz, por detrai da porta da eoei-
ulia um pedaro de faca velha de pona, com esle ins-
trumento arcuminelleu ao oulro maninho de dous
para Ires anuos de idade, dando-lha fura,lelas pola
cabeca : e quando a mai enlrou para casa ja o acheq
quasi modo, e de Tacto morreu.
epois foram publicados estes fados, chegou ao
nosso eonhecimenlo, que esla pequea dera com om
pedaco de pAo urna pancada eobre a face de urna
cri.nca lilba da viuva Bernardina, vizmlia do pai
de Constancia, do qoe ia retallando morrer a efian-
ca. Iode ser qoe esla infeliz pequea sollra algum
deleito orgnico : pas a nao se dar este, a qoe altri
huiremos a origem de semelhanle fados".'
Com toda a pompa fnebre rol celebrado 00 dia
stimo o olticiu parochial em coinmemoracaudo lllm.
r. Jos Martin Pereira^onleiro. O corpo da tare-
la malriz iberio de prelo cumiaba no meio o mau-
suleo magn licanleinenle ornado pela direcca.i doSr.
Alexandre Jo.c de llnllanda Cavalcanli. Reuniram-
e na desla freguezia, como viodos da cidade do
Kecire algons seuhores laeerdolos e religioso, e en-
tre estes o Pvm. Sr. padre meslre frei Jorge, a cuja
voz cheia e touora relumbavam as abobadas. A
orara runehre recilada pelo nunca a Hvm.Sr. padre meslre pregadorda capilla imperial
Joao Lapistrano de Mendonca, nada deixoo a dese-
jar-ee. A orchesta esleve exrelleole, ..b a direcrilo
do Rvm. Sr. padre Primo. Ilouve grande e luzido
concorso nao .,. do habitantes da cidade, como de
lora. Mullas senhoras tambem astitlir.mao aclo.
larde e exluigiiii da memoria dos Vlctorienes o
saodosonomedo lllm. Sr. JosMadins l'ereira Mon-
leiro ; desse cidadao dolado de vidud-s ci>
glosas ; desse ptimo filho e oplimn ami
l'rmcipioua cliover, e moilo e-limaremos que con-
tinu, porque as aguas ja iam rallando no nossoTa-
pacuia.
Na feira prxima vendeu-se a farinba a 240 rs. a
cnia : o milho a 51HI ; o leijSo a l^io ; o arroz a
l ; 'arrpalo a 1_>0 ; a carne do Ceaia 260 : e
o haralhao a JOO rs. por libra.
Fo.ain Irazidos a reir 9id boi, que roram vendi-
do aa calculo do .^jiJO pr arroba : lirarain por
vender uns 3110. '
Ale oulra vez.
O I iriorienfe.
Carla particular.)
lumes da poca.
Eit o espectculo preparado pelo Sr. Coimbra pa-
ra -eu beneficio, he mais um noile de um patsa-
lempo innocente, que muilo e nimio nos convem
para refocillarmns dos conslanle e asiduos traba-
Ihot, que aobre Boa petarn.le julgamos que todo te-
rao concoides comnoico, e te a graliri.10 he um ten-
limento nobre, qoe deve exitlir gravado em lodos os
eoracfiee, deve moslnbula-|a ao Sr. Cuimbra pela
altrnrao e delicadeza com que sempre trata a lodo,
qoe se dignam conhece-l, e cnnluiue a obrar sem
pro desse modo, que o pubtiro pernamburano enns-
tanlemeiits o applaodira' e fique certo que seu no-
me s* acha gravado em carecieres aurios no ootso
eapirilo, e deietnce que o proprio fuluro se incum-
bir t tecer a coroa merecida pelo sea ment ar-
tstico.
M. X.
0rrc8pmt&cncia.
cvicas ereli-
0.
Tolano ^f tyvmmtiiniv.
O vapor l'iralininga tai portador de jornae cu-
jas datas sao : do Amazonas 2 ao passado. do Para
.1, do Maranhao do Ceara' II e da Parahiba 1C du
crtenle.
Todas ai provincias desse lado do imperio gozam
de paz e tranquilidad,-. 8
No Amazonas nada de nolavel linha tido logar de-
pois do ultimo vapor.
Mais urna iiistiiuicao de crdito se trata de crear
no Para', vilo como a caixa filial do Banco do Bra-
sil 11110 salittaz a's precises da praca, al-m de quasi
neuhuin auxilio preslar a' lavoura. Urna numerosa
reumao t operou. em o die 2li do passado em casa
dos Sis. Francisco (', da Costa A Fillios, negociante
daqnella praca, com o fim de realisar semellmnle
idea. Em resallado adoptdu-ie a creacao, e dici-
dio-se que os eslalolot que o devem reger, tejara os
do ouli uraBanco do Para'.
1,'m atiastinalo as linha dado em a villa de Cintra
em um capiao Cyriiln, por desavenras particulares,
segunda se dllia geralmenle.
No Maranl.ao continua a guzar se a paz inalteravel,
que ha fruido desde que astamio as 1 leas do go-
verno o Exm. Sr. Dr. Taquet. ludo alli corre pl-
cidamente.
Alem do que da' o nosao correspoodeale do Ce ir,
Ic-ae roai no o Cearense b o seguinle :
Assassinals. Somos inrnrmados que ltima-
mente se deram dous. ou mais ass.sinalns em Tam-
boril, termo do Ip por caua da tentativa de rapto
de urna moca. Um tal Fandango pretenda c-r
ou coota que o valba com urna moca lilha de Mi-
guil Francisco de Turres Vasconcellos ; vai a casa
rietle com geule armada para es-e lim : retela o
pai da mor ; da-se um conllido em que licam logo
dous morios, um gravemente (eiidn, que se presume
ja modo, eoulru extraviado, que tambem so acredi-
ta modo, n
Aluda atsasainalos.lorormam-nnt que um tal
Prudencio, subdelegado da Barra do Macaco ach.11-
do-se 110 inleretsaute eslado de embriaguez quiz obri-
sar a um ctcrtvo a lomar um trago de nina bolelba
de cachaca e dar vivas aos caranguejos : o escravo
era de omchiir.ango, aceilava de buin giado a of-
reda, ma objeclava qu auto aos vivas, deram-e ra-
zoes, e o subielegado cravou-lhe uina taca no peilo,
e ficava a morle. >
Do P.auhy, Rio ranJe do Norte e Parahiba na-
da ha digno de menrao.
(ommuucaa.
THEATHO DE SANTA ISABEL.
Sube boje o scena no Ihealro de Sania Isabel, em
benebcio do erli-la Antonio Jos Duarle Coimbra o
drama Olombel ou o forrad., das gales de Bata
n\-Bay em raz,1o da mu,laura ,1o drama a (iar-
galhada queja eslava aniiunciado. Esle drama tor-
nase muilo importante pelo seu asumpto, e o teu
desfcixe he o mait tublime. Ahi v-te o negocian-
te honrado que depotilava em um seu guarda livros
toda a conlianca, e que etle abosan lo da bondade e
honradez de seu palrao r-hrira bilbetea Msos de
orna t.mina consi leravel, e faa cun que elle os en-
dosc, ao que promptamente accede o palrao levado
pelo espirito da innocencia, porm logo des:oberta a
lal-ilade o probo negociante lie condemuado a l
aunot de prisAo, a ah vai pagar o resultado da aaa
innocencia ; trndo-se compMado o seu exilio, a
vendo-se em um estajo asas deploravel, nao tendo
meio algum de viver, p* de parte toda a reserva
e recato, e dedica-se a lcar realejo, e o acaso a de-
paren em caa riaquelle qne havia trocado 01 seus
prazeres em disgustos, e corttdo pala raiz a arvore
n-rida da sua vida tranquilla e qoiela, e nesse mes-
mo da celebrava-se o casamento de seo filho com a
filha do guar la livro, e elle ao observar esle espec-
tculo tao horrivel e compngeme aos seu olho,
poii que eu lilho desposava a lilha daquelle que
luvia roubado o seu nomo, e na podendo por mai
lempo catar ene tenliinenlo que de dia em da Ihe
enendava a existencia, descubre lodo o trama infa-
me urdido e execulado pelo seu guarda bvros, ao
qoe lodos sa eapanlam, e acnn.elh.im ao guarda li-
vrus o suicidio, pois que o homem sem honra nao
deve existir na sociedade, e desde logo perde loda
aquella imponancia que at eniao gozava, e o hon-
rad* negociante hemdiz ao ceos o teliz acaso que
Tez deparar com seu filho, e que livrou-o do dctgo-
lo que tena, se se eireclua-ss tal casamento, e que
r-z palenlear lo la a tua innocencia. Eis o enredo
succinlo do riiarna, porm oaeu todo he sublime pe-
los bullanles dilogos que se dio com todos os per-
toiiageus, e qu. prendera a allene,ao do expectador.
A etcolha do drama he una prova mais exuberaii-
le de quanto esse brillianle alhlela da so.iedade dra-
mtica procura agradar ao publico d qn-m se con-
fiesa credor pelo, innmeros applauto qoe ha rece-
appl.uso e-les gaahos por um a
.Sra. redactores.Em o Liberil Pernamburano
de 13 do crrante l-se urna correspondencia astlgna-
da prloSr. Dr. Antonio Vicente d Naicimeulo Fei-
toaa, na qual aquelle tenliur emlingoagem grosseira,
e incivil, em esivlo paraguay, preieuda ter desmen-
tido o om.el lino Sergio Teixeira da Macedo, na
parte do seu discurso em que diz, fallando dos las-
timlos acuntecimenloa da malriz de Sanio Antonio;
cO que acontecen f Motins, desorden : a nm
carrega com a urna para junio do altar mor ; ahi
a se Irava hita 1 ,1 urna he arrebatarla, e quebrada,
os vasos, casl^aes e outros objerloa sagradoa rao
convertidos em projodis, em instroiiieulos de
u guerra, e de angue, a propria imagem do Senhor
t.rucilicado he reilaem perineos >>offerecendo em
ii-t.iiirau desso sen dasmonlido urna carta do re-
verendo Sr. coaijatnr da Treguezia de Sanio Anto-
nio, na qual se diz. que a imagem do Senhor Cru-
cificado, e o objerlos dos altares nao servirn] de
projeclis, mas n. qual lambem se lo os seguintes
trachoi.....Hava, quero diicr, exi.lia, no altar
dos Santos Ret una pequea imagem do Crucifica-
do, cuja peanha eslava em mo eslado pelo eunnlu
nao estar seguro, apinhaudo-s* enlo o povo sobre
osohpedanio do aliar, eis que a desabrida irreve-
rencia dos empurroes un no oulres occasionoo a
queda da imagem sobre o aliar, e ira ao chao so a
nao pegasem, deixandn cahir o braco que itlava ja
um pouco apartado, que eu goardei'em meu poder :
eniao urna pe-soa, a quem en leda impedido, ae o
povo me nao embararasse ero sua horrivel coulenda,
lomando a imagem da quem apauhuua, correu
romo desassitedo a palacio, efoi ler com o Exm. Sr.
presidenle, segundo me conslou par pestoa filrdigna
dando scienrie de am caso nao existime, plantando
com esla accao uina crenca no povo, alias bem tem
lundamenlo:.....nenhum vaso sagrado apparecen
na lula, apena as palmas do aliar mr terviram de
arremetso........
A' vista desla cada, o Sr. Dr. Feilosa, lodo bilis,
deixando Iranslozr o odio que vola ao conaelheiro
Mrgio, por 11,10 o haver ajudado na realitacao de
eos planos polticos, julgou-se aulorisado a declarar
que aquelle conselheiro, a cuja honradez e probida-
de. alias ja rendora culto, menlira na cmara do
Sra. depulado. com o fim de apresenlar o povo per-
nambucano como selvagem e irreligioso: que por
esse tacto se deveila avahar de que quilate era o ca-
rcter daquelle cavalleiro.
Nausea por cedo a leilura detsa correspondencia,
onde se ve o homem apaisonado alirar-se mmen-
le ao s.u inimigo, e tentar leri-lo pelas costas, jo-
gan 10-lhe a,1oudadamente as irmas. de modo a fenr-
'e nellas, comntuccedeu nesta occasio.
Os trechos (que (rain transcripto: do documento
ollerecido pelo Dr. Feilosa a' consderacaodo publico,
e os que abano l.anscreieremo, exlrahido de ar-
tignt do lAbernl Pcrnambucuno, justificam at pro-
posiroea do conselheiro Sergio, e provam que os re-
lo, por elle narrado, conelituinm e ainda conttiluem
"ma crenca no povo, se lera que diga o reverendo
coadjutor, que sem fundamenlo.
Nao queremos com lata sustentar que a selvageria
dos anarchisias de selembro chegou ao ponto, de se
usar de orna imagem do Crucificado como auna oT-
lensiva ; nao ; damos lodo o crdito a informaran do
reverendo roadjulor, mas o notso fim he nicamente
moslrar que avista do que elle conla, e do qoe tam-
bem narroo o Liberal Pernambucano naqurlla epo-
cha, nao rallou o conselheiro Sergio a verdade, quan-
do bisioriou os fados sucedidos na malriz de Sanio
Antonio, por uccatian do quebrntenlo da urna,
lacios esles qoe nao foram presenciados por aquella
adininislrador, que necessariamente deveria referir-
te a historia que Ihe conloo o tal homem, deque
traa o reverendo coadjutor, a' infiirmaree deoulros
e mais que lodo ao que diziam 01 j maes, com es-
pecialidad!! oa da oppusicao.
Acreditamos que o Sr. Dr. Feilosa, relendo a san-
gii" l'io a carta do reverendo coadjutor, e os trecho.
allano transcriptos, mohecer' qoe a lebre das pai-
sueit, o orno figadal que lem ao conselheiro Sergio, e
o rieiejo da o indtopor para com 0111 povo qu Ihe
vota sympalhia, lizeram-no delirar, apunto de al
zumbar do bom sent do publico a q-iem se diriga
em soa cerebrina correspondencia.
Com a insers.lo deslzi luibas muito e muito obri-
garao ao seu constante leitor, o
D -e ,. lenta'.
Kecire, 15 de agoslo de I8J7.
Trechos a que se refere n correspondencia supra.
/.tberal Pernambucano de 10 de selembro de
Ihob. Artigo editorial soba epigraphe As infa-
mias guaduas na eleicao da Sanio Antonio :
Couvertendo o lemplo de Dos em taberna, a' e-
len;ao em saturnal, vos moslrasles digno do deaprezo
geral. Foi em virlude de lanas e 13o criminosas
pri.vocacoes que o povo em oulro numero ib diz qu*
rurain os gaabinisi, sem urna s arma roorlirera,
sem um ccete, sem urna bengala, lanrou-se a mesa,
arrancou a urna, e a ,lepe,larou na la ge do tem-
plo. Sangrou nos o curaran por esaes deiretpeitot
cata da nrac.1o, a morada de Dos !
Oulro artigo editorial, 10b a epigrapheAi elei-
Ces da rregoezia de Santo Antonio, e at oceurren-
cia que ie deram...........
0 Dr. Ivo, e Jos Francisco Carueiro nunca a-
bandonaram a urna, acompanhando-a at o altar
mor, para onde loi ella levada por maior legurania;
mas ao lado desta orna lambem se achava o Si. VI
ann, que com improperios provocava o povo, a
quem chamava canalha, e isto obrigun os dous ci-
dadaos mencionados a deixa-la, por quanto o mes-
mo Malina, j nao tendo vocabulos insultantes de
que se srvisse, acabou alirando sobre os votantes
casliraes, e ramalheles..........
as publicar-es a pedido se le\if Mtenr.aolcX
1 ede-te ao Sr. padre melre da Pagina Atuta,
que urna vez que quer ler furas de escriplor publico
nao Irnqoe a verdade pea mentira : ss quer dar no-
ticia do mo tu porqoe v3o ranvuhaudo at eleires,
saia para a ra, visite as igrejas, e exponha o'que
vio, para nao ler o cynitma de asseguiar, que as
tres horas na tarde um grupo de humen exaltados
evadi o recinto da matriz de Sanio Antonio, e
violando a mesa cominelleu os man,res escndalos
postive, quebrando a urna, e etpaucando aUuns
enladaos.
Quem commelleu escndalo, padre meslre, foranj
os vossos insoleotes correligionarios goabirus, que
atiraramcomos ca-licaes dos aliares, ramalhelet, e
ale, oh sacrilegio com a imagem do Crucificado....
,-,!,' l'frnambucauo de 25 de selembro de
lltot. Artigo editorial. Itevisla eleiloral...............
a urna he levad? para a capella miir, e o inspector
v lanna te lauca aos ramalheles de. iim doa altares, e
os moverle em projeclis. Que oigia no lemplo sa-
grado...........
F.is um fado, ftija narradlo nos mago sensivel-
menle, porque taes Frenas, desde u crime da mesa
atoo quebrntenlo da urna, e o desreipeilo a'casa
onde reside o Sanii,imo Sacramento, se erguem
mimo alio para bradarem contra a nossa civilisacao.
yuem sto escreveu hrada boje contra o eon.elheiro
Sergio, porgue narroo esles lados oa cmara dos
uepoladei.
Bailando os olhos, doces sons eleva
Em harmoniosas olas ao Eterno '.
Vede-a, como em sen liajar he simples,
Alvas roupas vetlindo e pur adorno
I ni s boln de rosa, mal abeilo,
Se ocrulla as madeixas ondulantes
Da ten negros cabello perfomnsos '
Olhai la se inclina lincemente.
Como o lyrin agitado pelos venios :
Com que grana procura, em seo bow/url,
Ter valor i-nntra 01 nlhares rorioaos
Da mullidan, qoe a aerea, enlhusiasmada '
Vede a I oovi dizei, te vistee inda
l.a do Empyreo bailarla* lindo anjn,
Cujas formas gra;at vaporosas
Vos lizetsem calar no mo d'al ma
A pureza dos amores la do cu ? !.....
Youmalr.
SONETO
A' senlidissima morle do lllm. Sr. Jos Marnt Pe
reir Monleiro.
Nao pode resistir a Parca dora
O 11,nm,,, a de pastor pobre alvergne :
Ordenado ja' esla', qo* a ella te vergoe,
Hlenlo crenu pdenlo.* natura.
Dus bosques na recndita espetsors,
E nat cidade, onde o esplendor se crane,
Muir a. e decreta, qu* Ib* seja entregue
A cabeca, que Ih'apraz tem le ora;
Cumpre-ie, e sem demora lie separado
Da vida do mais preslimoso amigo
O fio. Ah 1 nuauto he por todos chorado !
A Vietoria em Monleiro, sen abrigo,
l'erdeo um lilho sempre desejsdo :
Descance elle no celeste jazigo.
Por om ten dedicado amigo.
A! moda d um innocente filho do lllm. e digno
deaembargadnr Bernardo Rebelln da Silva Pe-
re*a, e de sua respeila*el cmisode a Exm. Sr.*
D. Philadelphia iioiioiia da Silveira Itebello.
SONETO.
Do envoltorio mortal sollo, e despido,
Dolenro infante, n espirito fulgente,
Voou da trra, ao Ceo rpidamente ;
Chegou, da gloria, ai, pumo maia subido :
Foi logo pelos anjo recibido
Coro jubilo rtivioo, e permanente ;
F, feilo am dellc, candido, e luzenle,
Con todas, loova a Deua, e vive unido :
D'Alcides mai amante, mai sandosa,
Eniuga o mavioso e lemo pranto,
Qm de teu filho a sorle fui ditusa.
Sua ventara o el*vou a tanto,
. Que na mansao da luz mais fulguro-a
Uoza affagos de um Pai Ires vezet sanio.
Por um anonymo.
Fumo em rolo bom ....
i> ordinario......
em follia bom. .' .
ordinario ,
i> rcslnlbo ...."_
Oongibre.........
liomma...........
Ipccacuanha .........
Lenha de achas grandes .
pequeas .
o o a loros....... ,
PranchSes de amarellode J costados um
a louro......... u
(aislado de amarellu de35 a 40 B. de
a
11
1
alq. -2
I
rento
e. e 2 Ji S do I,
o de dilo usuaes .
Cosladinho de dito .
Soalho de dito.....,
Forro de dito ,.....
Cotiadn de louro ....
Cosladinbo de dito .
Soalho de dilo.....,
Forro de dilo......
cedro .....
Tcirns de lalajuba ....
Varas de percira ....
aguilhadas .
quiris......
Em obras rodas de sicupira para Y. par
' eixos u ,, '
D

quintal
du/.ia
i)
Mel.
Milho........
Pedra de amolar .
o u filtrar .
rebull. .
Piassava em molhos.
Ponas de boi ... .
Sab.in........
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
Sola ou vaqueta .
tapioca.......
1,'iihas de bni ....
Vinagre .......
. ranada
alqueire
. una

0
om
. ceuio
. A
.
. *
. meio
11
. cenlo
."Ipipa
^otriiKtttt0 $c j04f*:s>
H?KK)(a Ip provincial n 286.Conforme
i-nS! ,ario' A- F- '' Anminciac3o. t- _
It'iNio,,: l lllm. Sr. inspector da ih\
-,'***). Proinpial, cm cumplimento da or.
ojsajjrjolK'm Sr. presidente da provincia de
ftoOu I corrente, manda fazer publico, que no
Sante!) i 3 de selemhro prximo vindouro, pera'
jooo junta da fazenda da mesma thesouraria .
n ha de arrematar a quem por menos lizri
ohra dos coneertos da ponte do Anjo sobre
o no Serinhaom, avallados em 1 27f>? rs.
A arrematclo era feita na forma da loi
provincial n. 3i3 de 15 de mai-, de 185i
sobas clausulas especiaes abeixo copiada*,
r.m ,Pessoai fue se propozerem a esta ar-
ii.^i*a romP!"-ecam na sala das MSaOu
' ,?' Junta no dia cima declarado pelo
meio ,i,, competentemente habilitadas. '
car KR SS Se m'nd0U "' e Publi"
PernC.uehMcot'i.,Htbeso^r,ri, imfc*l <
n h a" "Kostode 1857.-0 secre-
tario, A. F. da Annunciai-ita
Clausulas especiaes para arremataeSo.
1 0s concertos da ponte do Anjo sobre
S0 f,;;2P'er,nhaem ser.30 re'10' ^ confomi.
SaOO a a com o ornamento presentado a appro-
3*100 n% d0 Extn- Sr- P^sidente o. provincia
yil > importancia de 1:276a rs.
(ioooo 2-" Ks'es concertos devero principiar,
anoo no prazo de um mez e sero concluidasTno*
OO Je seis mezes, a contar da data da arroma-
4900 tac3o.
***> <. a.
1 tuvoou 3. A importancia da arremataran ser
gMO paga em nma s prestaefio, quando os con-
i^o?. r-Vw, es,vnerem concluidos, que serS? rc-
-m, ce^dos definitivamente.
000 termTn.alM tUd mS'S qUe n3 esliv,!r de-
terminado naS presentes clausulas, seguir-
se 11a o que determina a lej provincial n. 286
rVr-.J' "i*1,0 de185- Conforme.-Ose-
?,\ A> F- u.Annunciac3o
-o lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
H1 Pili Hllt "hm ......____ si a^
115000
2S000
innooo
:m)wioo
1 SSIHH)
DUOOO
79000
iaouo
85000
9000
3000
2C.V10
SaOOO
I--'-'I
18600
1W0
13280

i.n d. 1 ,m7 ,u. "" ,b ". ln8Perlor da thesouraria pro-
de 117 ii "' '"" t'"""' ,n,n toba. Jincial, em cumplimento da ordem do Exm
7 tonelada.. Mpi.So Will.m Ora,, eqoipa- Sr. presidente da provincia de ItTocorren-
-n- te, manda f.zer publico, que do di. STs"-
^f?XgiJ*i :";-U'.-.is-. ?
1 qoe ha rere
siduo etud,
publicaroe a pMbo
UMft SAUJADE-
\ enham minha lacrima brandarnenle
SMrchetar minha faca ja cavada ;
Para qoe inru peilo livremenle
Posta teulir amencia laslimsda.
E viis, pupilas mlnbas, qne fareis'.'
JJ'iai correr o pronto velor.menle ;
JJm bice nao haj, passem livres,
bslaslagiunas choradas trislemeiile.
Os Irabalhos nan 3o que vo. derraman!
1 orqoe elles mais tarde amainaran .
Saudades dos amigos que se foram
Vos fazem rebrnlar do corsean. '
Ella p.rticn e sao idos Innse
Pelitea porque vio c bem feliie
V.lo ver charas espoias, charos pai,
\,iu no campo pisar lenros lapi/es.
Kmquanio eu i oh! sou mui diveiso
.Meu rudo mu carpinrio hiuscainente ;
Nesta*rnai vagando, solitario,
Sem ami^o, tem mai, que me acalenlc.
K v..s amiBos meo, enlet qoeiidos,
Uando abra<;arde esposo e pais ;
ivu eicaptr-me uina lembranra
yue venha mislurar-.e com mes ais
...... ..y,...,. v.,c. ,, |,r unl a.siouu etUd,, S m... !.... i .
e longos Irabalhos, e i,.,s que ,|e porto o coi.hecemos,; i .,',,", ^3i'ln,">. saudades
fii/einos jiisii^ ao seu tlenlo arlislico, e reconhece- I [,,, u, ilbr'";" ,lai P"r '""" ;
mos o nobre. se.itiinento que pululam em sou pei- \\ 7, fr ''""r''" l,c" '""'"do
In lilho de alguma educado, e qoe mo pooeas ve- lMUmt'' 'ormiga do millini.
A meo.ltom amigo, primo .osso,
Keilerai meu votos de amigada
sea naba revelado, e digamn-lo com a franqueza e
lealdade que nos assisle, em Pernambuc ainda nilo
vimos um arlisla que saiba presar lauto, como o Sr.
Coimbra os senlimcnlos de honra e honesliJade, sal-
vo as houro-as exeepedes.
Alem do drama vai a Cornelia em dmis acto o
Conde de Paragara', ah nola-se um velbo bario
eiumil.i da ienoraneia, qde em oulro lempo havia
sido sapaleiro. porem qne tnuli- ganhar uina posicao
social, revestido do carcter do orgolho e da avanza,
levado a om lal evcesso.a ponto de ijuluar dignoda
mo de tus sohrinha um homem de graude forliiiin.
toas he logo nguuOt por um qoe duii pusui la, 1
Ke,5,^iTCa"'h"^i')o< "ai '''nibranea,
Kepassada de uma saudade.
' 1". de Omeiia.
Periian.buco, 15 de ago.lo de 1K.-.7.
EM UMA PARTIDA DADA NO OA 16 DU
CDUKKME.
I UP/toi IStl.
fci-ls que, com as faces (do formo
l'flo pejo e modeslia enrubecida,
PRACA DO REf.lFE 17 DE'At.OSTO AS
3 IIOKAS DA TARDE.
ColarOes ofiiciaes.
Cambio sobre Londres-28 lOd|v.
Dito sobre dilo27 7|8 d. 7 d|V.
P. Borges, presidenle.
L. Dubourcq Jnior, saeretarlo.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
Pars, : II rs. por fr.
a Lisboa, 9-2 por % de premio.
Rio de Janeiro, por O10 de descomo.
Accao do banco 50 por cenlo de dividendo por con-
la do vendedor.
companhia de Beberihe 6O9OOO por accao
a companhia Peraumhocaiia ao par.
J-tilidade Publica, 30 por cento de premio.
ir Indemuisadora. 61 ider..
a da estrada de ferro M por Oin de pronro
Disoonlo de leltras, de 10 a 10 por cenlo.
Acedes do Banco, 40 a 4j de premio.
(loro.Onjas hespanholas. OjoOO a IIOOTO
Moeda de 0100 velhas .
K94O0 nova- .
41)00. ,
Prata.PataeOes brasileiros. .
Pesos columnariea. .
m es cenos. ,
ALFAM'Ef.A.
nendimento do da t a t.
Idain do dia 17. ... .
l'iSVIO
163000
JjOO
ajiOO
28000
1jl
202:9378465
:i:i.i'J8:i7
28"j:'JII>S22
Descarregam boje IS de agoslo.
Barca inglezaHibert Jonesmerradorias.
Brigue inglezborlonaferro elijlos.
Palacho loglez'iiaoorbacalbao.
Brigue francezParahibamercadorias.
Iti-igue portngu?/.I.aia IIIbatatas, cale cen.
Patacho brasilelroA unafumo.
CONSULADO GERAL.
Bendimenlo do da 1 a 11. 62::)47527S
dem do dia 17....... 7:-4 6!);:>H753I7
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reudimento dodia 1 a li. i:058-55'.M)
dem do dia )7....... :i">!)/."i'l!)
4:4181109
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
17 DE AGOSTO DE 1857.
LisboaBarca porlugueza tiralidilou, llinrr.ez de
Aqaino t-onteca ^ Filho, 6 pipas agurdenle, 6
ditas mel, no sancos aetucar brauco s mescavado.
LisboaPalacho porluguei iiMaria Ignezo, Fran-
cisco Severiano Rabello & Filho, i meias pinas e
20 barris mel.
Buenos-A>resPalacho inglez Basphoru', Amo-
rim Irmaos, .'l'J.'i barricas astucar branco e inat-
cavado.
CanalEscnoa ingleza Jolen &Eliza, Paln Naah
Ci C, 1:800 saceos assoeai branco e mascavado.
LiverpoolBarca ingleza eOberou, James Crab-
treecV C, 190 sacess algndao.
MarseihaBarca francesa Maria, N. O. Bieber
i\- C, 1,700 aaccoi attucar brauco e matcavado.
PortoBarca portuguesa N. S. da Boa Viagem,
diversos carregadoras, 730 puna de boi, 666 cou-
rua, 100 taceos atsucar branco a misrAvario.
UavreCalera rranceta lUlinda, La>saire 4 C,
218 saccaa algo.iao.
RECEIIhDORIA DE RENDAS INTERNAS i.E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenln do dia 1 a li. 11:710/822
dem do da 17....... 801^71^
13:6449533
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dialali. 33:3493094
dem do dia 17....... 34331386
36.1(839480
em 8. carga guano ; an capnao. Pertece a Lon
nllZ' e,0,r.'fresci,r *f'at P" Corks.
uarceiuna e Malaga 41 das, e do ultimo porlo3l. Ha fa,Qn".i. a.......---- |taiua a |uiua
"?. u'T""t" "Uo1"'". 130 tonelada flSSl theaoorana, so na de
capnao M.theus Beliia, equipagem lo, rea vi- "rremiatr a quem por menos fizer a obra du
^^M,,,dar'na'ner04:8A,a,,,,!,B,5H,, P",e"- Diflfruriamen1lu do23.-lanCo da estrada da
lardur ,- ? Victoria, avahada m 8:60W rs.
.Li~7 p?"fho ln8lM Jessie,. deiw A arrematacSo ser feita na fnrm rib. i.i
K a ''e1J,!,neir? ~ I' '-*. ""te nacional Venus. m *,'p" que S8 PrP0"rem a esta arre-
de 121 toneladas, capiflo Manoel Zefu.no (.. Tor- mat,v1>0 comparecam na sala das sessOes da
re,, equip.g.m 9, em l.siro ; a i;iano Cvriaco """a junta no dia cima declarado pelo
da Costa Morena. Peilence a Pernamboco.' me, ,ll Competentemente habilitadas
'te&ttttztn^ j^sssstr8,,x8r pre-
mxxr. ^slst,^r^;;Psr ,>. Provinci. de
de F. Pcreira da Silva e Adolpho' BTke. P J *? xb?C l2r.de ,g09l de 1857.-0 secrc-
R10 de Janeiro -17 o.a. e.cona nacional Linda, ,!0' A1lo["o Ferreira da AnnunciacSo.
de tul tonelada, capujo Florencio F. Ma.qoe, C'a"sulas especiaes pira a srremalacao
pqsupagem ti. carga varios genere-; a Antonio
1 edio das ,\eve. Pertece a Pernambuoo
Pas
tageiro, Brrnardo Vrenle de Araojo.
Colinguiba :i dias, patacho nacional Flor do Pe-
nedo, de 161 tonelada, c>pita Manoel d
ao do Santos, eqmpagem 10, carga assucar
Schramm W halley. Perlence a Colinguiba.
Nnvioa aaludoa no mesmn da
Para Brigue inglez Elisa itowen, capilSo John
vVvale, em lastro.
Calera Tranreza Conslanlina, segaio para Fal-
inoulh, com a mesma carga que trouse. Suspen-
da do l.aiueirao.
Para os porlos dosul, barca americana e/engarella,
com a mesma carga qoe Irouie. Suspenden do
Lameirao.
Parahiba Brigue inglez Tvne, com a misma
carga que Irouxe. Suspenden do Lameiao,
Nanos mimaos no dia 17.
Richmond 48 dias, g.lara americana Ellerslir,
de 40/ tonelada, capitn I. W. Couli. equipa-
gnu 13, c.rga 4.200 1|9 barricas com rariuha de
trigo ; a R. Rooker & C. Pertece a Philadel-
phia.
Para' e porlos intermedios 13 dia, vapor naci
nal Piralininga. Commandante oprimeiro lenin-
le Antonio Carlos R. do Sanio.
I.'
tango
As obras do empedramento 1023 -
d rStr8d'.. *a vicloris executarse-
? d.G conformidade com o orgamento ap-
. Pai Ln,. ? Pela d,re'oria conselho e apre-
r-l, ffn"doaPProviodoExm. Sr. presiden.
' te da provincia na imporuncia de 8:602a rs
2. As obras princlpiarSo no prazo de um
mez e inJarSo no de um anno, robos con-
tados de conormiJade com o art. 3t da le
provincial n. 286.
3.** O pagamento da Importancia da ar-
rematacao realisar-se-ha na forma do arl.
i i mesma lei provinci I n. 286.
4- O arrematante excedendo o praro pa-
ra a conclusSo das obras pagar urna multa
de lOOj rs. por cada um mez, embora Ihe
seja concedida prorogaco.
5. O arrematante durante a execucSo
aas obras proporcionara transito ao publico
e aos carros.
6." O arrematante ser obrigado a em-
pregar pelo menos metade do pessoal de
gente livre.
Para ludo o mais que n3o se adiar
e Amonio abanos k. nos santos. t. rara ludo o mais que n3o se adiar
, ''' *'"'. nacional Conceicao, ca- determinado as presentes clausulas nem no
pilSo Lourenco Dommgoa d. Silva, car fomo orcamenln OD..i5.. i.. "_."".: ".nem "
|iiiao Lourene,o Domingoa da Silva, car faino e
insis gneros ; a Antonio Lilia de Oliveira Aieve
do. Conduz tele escravoi a rntregnr.
t?^5
uro
i-lll
3100
5*760
8200
7a800
7-ilM!
23O.-,0
PALTA
dos presos arrentes do assucar. algodn, mai
gneros e praiucres naeionaet que se depa
cham va mesa do consulado de Pernamb
na semana de 17 a 22 de agosto de 1857.
Assucar branco.......,j
mascavado..........",,
refinado........
Algodao em pluma de l.a ...re
2.' u
MU) li.
cm caroeo.........
Aguas ardeulesalcool, ou espirito
d'aguardente. ,
H de cachaea .....
ii de cauua......
i, dislilada a do reino.
........Mi |............
u ..............
Licor ..............
> ..............I
Arroz pilado............
u em csea..........
Azeite de mamona.......
r inendobiin e de coco. .
u de peixe.......
Aves araras ........
papagaios........
Periquitos.............
Bolachas.............
Bisadlos.............
Cacau ..............
Cachimbos............
Caf bom.............
em grao reslollio ....
u rom casca..........
muido............
Carne secca .... .......
Cera de i ,u iimili.i em pao. .
o em velas..........
Charutos bous..........
i) ordinarios.......
regala e primor .
COCOS seceos...........
Cuuros de boi silgados.....
o seceos ou espisados. .
o verdes...........
de oiifa.........
a cabra corlidos ....
ii i carueiro........
Doce de calda..........
o goiaba.........
seceo ...........
n jalea ..... .......
Espanadores grandes.......
a pequeos......
Esleirs de preper^.......
Estopa nacional.........
n eslrmigeira, 111.10 d'obra .
Farinba de ararula........
milho........
uiaudiuca.......
Feijo..............
O lllm. Sr. inspector a thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
l.xm. ,sr. presidente da provincia de 7 do cr-
reme, manda fazer publico, que no dia 3 de
selembro prximo, vindouro, perante a junta
da lazenda da mesma thesouiaria, se lia de
arrematar, a quem por menos fizer a obra
do rmpedranienlo da primeira parte do pri-
meiro lanco da estrada do Pao d'Albc, ava-
hada em 38:06/0000 reis.
A arr^matacao ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854. t
sobas clausulas especiaes abaixo copiadas,
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecam na sala dassessOes
da junta no da cima declarado, pelo meio
da competentemente habilitada.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diaiio.
-secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. F. da AnnunciaQSo.
clausulas especiaes para a arrematado.
la As obras da primeiraparte do pnuiei-
ro ianco do t-mpedramento da estrada do Pao
d Alno, far-se-bao de conformidaJa com o
oicautento approvado pela directora em
conselho e apresentado ao Exm. Sr. presi-
dente ,ia provinciana importancia de .
38:061/000 reis.
*" O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de nm mez e as concluir no
de 16 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da le provincial n. 286.
3- ffl 0 pagamento da importancia da ar-
rcmatacilo lealisar-se-ha na forma do art.
39 da mesma lei.
4. "O arrematante exee lendo o prazo
marcado para a conclusao das obras, paga-
ra uma mulu de 100 rs, por cada mez, em-
bora Ihe seja concediJa prorogagao.
5. O arrematante durante a execucSo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros
6. O arrematante ser obrigado a em-
preg-r na execuco das obras pelo menos
meiade do pessoal de gente livre.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado as preseutes clausulas nem no
or?sn.ento, seguir-se-ha o que dispoo a res-
peilo a lei provincial n. 2S6.Conforme
O secretario, A. F. da Annunciaijao.
Olllru. Sr. inspector da thesouraria pro
vincal, en cunjpiimento da ordem do Exm
raiMild IrlHI
i M20
>S(MI
D 9800
Canad S80I)
botija 9210
ranada auno
KarraTa 9210
arroba -'-mi
alqueire 29000
canada 1-liiKI
13920
l-m il
U II i,l 1(|slK)0
ii m 39000
i) l&OOO
i ."5121)
D3OOO
59500
milliciro irHMi
arroda 5D500
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11 IJ5OOO
cenlo 1-5700
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cenlo 2A560
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urna 3200
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i. laouo
(Su :t>"-oo
a 3-JH00
Alqueire 29500
alqueire 75000
-- .-..^v ... ^t^ r.,,a M,,.-Ul, ,.,H.|iM, |l
15;620)00 reis, servido de base para a arre
malacao o oftereciraenrt) de 1 por cnto de
Lima.
A arrematacSo ser Teita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as condicoes especiaes abaixo copia
das.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
inalaQSo comparecam. na sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio die, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria pruvincial de
1'eruauibuco 10 de agosto de 1857. o secre-
tario. Antonio Ferreira da Annuncia^ao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
As obras do 15. lanco da estrada do


orcamento, seguir-se-ha o que diape a res-
peilo a le provincial n. 286.-Conforme.-
Osecretano, Antonio Ferreira da Annun-
ciasSo.
--- Olllm Sr. inspector da thesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordem do Exm Sr. presidente da provincia
de 11 de julbo ultimo, manda fazer publico,
que no da 27 do crreme, ao meio dia, pe-
rante a junta da fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar a quem por menos
fizer o costeio da illuminacao publica da ci-
dade de Goiar.na, por tempo de 3 anuos, a
contar do I.- de outubro do curente annn
ao lim de selembro de 1860, avallada caua
lampeaoem 180 rs. diarios.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSo comparecam na sala das sessOes
da mesma junta, competentemente habilita-
das, que ni encoutrarao as cundices da
mesma arrematacSo.
E para constar se man Jou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do
Pernambuco 12 de agosto de 1857. O secre
lario, A. V. da AnnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
txm. Sr. presidente da provincia de H do
?nre0le' maoda f,zer publico, que no dia
l de selembro prximo vindouro, perante
a junta da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos iizer a obra do
9. unco da estrada do norte, avahada em
9:236S426 rs.
A arrematacSo ser feita na forma da lei
provincial 11. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
mala^iio comparecam na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 13 de agosto de 1857.o se-
cretario, A. F. da AnnunciacSo:
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
1. As obras do 9 lango da estrada do
norte far se-hao de conformidade com o or-
camento, planta e perlis, approvadoapela di-
rectora em conseHio,e apresenlados a ap-
prova<;3odoExm. Sr presidente da provin-
cia, na importancia de 9:239I26 rs.
2." O arrematante dar principio as obras
rio prazo de um mez e dever concliii-i no
de 13 mezes, ambos contado na forma do
art. 31 da le provincial n. 286, dando tran-
- silo ao publico em toda a externad do lanco
no lim de seis mezes.
Opagamenloda importancia da ar-
:
-
.- ----. _. -----r- a ..,., uu UIUI.III UU 14.1.111
Ar. presidente da provincia, de 7 do corren-
te, manda fazer publico, que no dia 20 do rematacsS rlasr HSBE da !'"
mesmo vai novamente a praca para ser ar- aeVioiSiT ^fT- "MUil"> Prest3-
rematado a quem';o7m;,^>;ze7;Vb7.d'o fi Sentre^lSvV"8 """i "' CCa-
anco da estrada dosul, gteft.2 ^v^f^cX^^^S'" C"
*"" a prazo dere8Ponsabilidade ser um
no, durante o qual o arrematante sera o
abatimento ,eito por J0S0 Hiplo deA,.. SttS^SfEEtt
1 Ll 11 n. lid n n a > .- -i .a ~ a ..
lado de couservaf So.
5. Para ludo o que nao se achar especi-
licado as presentes clausulas, nem 00 or-
ment, segur-se-ha o que dispOe a res-
pcito a lei provincial n. 286.Conforme.
o secretario, A. V. da AnnunciagSo.
De ordem do lllm. Sr. inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia se
, faz publico, para conhecimento de quem
convier, que nSo tendo havido reccbiiuento
de leos nos das ja nnunciados, para a
preferencia no aforamenlo do terreno do ma-
linha ainda alagado nos fundos de outros
em frente da 1 na Imperial, em consequencia
dcnSo terem apparecido licitantes, licaa
arrematBQSo transferida para odia 19 do
corienle mez.
Secretaria da thcsotirarja de lazenda de
sol far-se-hS.. de conformidade com o orea .. Secre"r" ^onrarja de fazenda de
memo, planta e perlis approvados oela di- i'V,,"aml'UCr ,2,d8agoslo de 1857. O olli-
monto, planta e perlis approvados pela di-
rectora em conselli, e apresentados a ap-
provaqSo do Exm Sr. presidente da provin-
cia na importancia de 15:6209 rs.
I." O arrematante dar principio aso-
iras no prazo de um mez, e devera couclui-
las 110 de 18 mezes, ambos contados na for-
ma (loan. 31 da le n 286, dando transito I
ao publico em toda a extensSo do lanco no!
lim de 6 mezts
cial maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O Dr. Anselmo Francisco l'eretti, cummen-
dador da imperial ordem da llosa, e juir.
de direilo especial do commercio, nesta
cidade do Itecife e provideia de Pernam-
buco, por S, M. o Imperador, que Dos
guarde etc.
Faco saber pelo presente edilal, em como
no da 20 de agoslo prximo vindouro, se
MUTILADO

r, ,..,.___, no aia ue agosto prximo vindouro, se
tari/L? ." ,^1')orldncli, d8 "- ha de arrematar por venda a quem mais der,
efl"-iT.... ral,s,r71se-h8 em 1uiro Pr^la-en. praca publica destejuizo, porta da sa-
ian.oi CUJa.u.l",., ser* PaB* na occa- I. das audiencias, um sobrado da dous an-
rsnindo^ ga del'n"lv"' ""l"* cor-|dares, sHo na ra daCruzdestacidade.de
responderSo a cada terco das oli.as 0. S, vallado por 6:000/rs., penl.ora.lo aos
4. () praco da responsab.hdade ser de herdeiros de Francisco Goncalves Bastos, por
um anno, durante o qual o arrematante seta cxecuc3o de Jos.- Pcrei.a de Loes e na fal-
obrigadu a mantel a estrada em perfeitoes- la de iancadores correr a arrematacSo c.n
lado de conservacSo reparando as ruinas lo- o abate da 5 parte de sua avaliacSo nn
daa as vezes que exigir o cngenlieiio .la os- vem a ser por 4.800/ rs para que se'lorne
l,dda- eflecliva a dita arrematacao, ou adjudicacSo
5. Para tudo o que nao se acha especi- "a conformidade de lei.
licado n=.s presentes clausulas nem no orea- E para que chegue noticia aos licuantes
ment, seguir-se-ha o que disioe a rcspe.to 1 mmidei passar editaes, que serSo lffljUS
-v- ...


.
.


DIARIO DR PERNAMBUCO TERCA PEIRA 1S DE AGOSTO DE 1857
Jgares do coitume, e publicado pela
nsa.
do e passado nesta rulado do Recife, 27
jUlho de 1857.
Bu Francisco Ignacio de Torres Uandeirn
VprWiJo o fiz escrever.
TIIEATtl)
DR
Santa Isabel
Cor re o eeral.
ilelaQfio das cartas seguras viadas do nort,
pelo vapor Piratininga, para os senhurea
abaixo declarados :
Aprigio Justiniano da Silva GuimarSes.
Antonio Luz dos Santos.
Gervasio Cicero de albuquorque e Mello.
Jofto lDiz Cavalcanti de Oliveira.
Jos Antonio Pereira.
Jos Coriolano de Souza Lima.
Jos dos Sanios Nevea.
Mara das Meaces.
Manoel GoncaWes da Silva.
Theodora Joaquina de Souza Braga.
Pela adminiatracSo do correio se faz
publico, gue as malas que deve conduzir
para os portos do sul o vapor brasileiro Pi-
ratininga, principiam-se a fechar hoje(l8)
do correte as 2 l|2 horas da tarde, e depois
dossa hora at as 3 as cartas prlncipiam a
pagar porte duplo: os jornaes devem estar
na repartjcSo at as 11 horas, eso que vie-
ren dapolfdeasa hora nSo serSo recebldos.
I'andn id > encontrado n roa d Madre de
Pein pelas seis lioias da larde do dii de atibado 16
do crrenle, un menino pardo, de cabellos corri-
do!, de nmnf Jlo, representando ler cinco annos,
puuco -mai4 ou menos : que tu quer que perlencer
baja de dirigir-i a aobdalaajacia do Recite para lhe
ser eotregoe.O bdelegedt, Leal Sove.
Pela subJelegaei da freguezia de S.
Antonio, acha-se recolhido no deposito ge-
ral, om cavallo, que foi lomado a um indi-
viduo qii" confessou o haver furtado : quom
for sen dono apparerja neste juizo, que o
justificando Iho ser entregue.
O batalhao 8 de infanlaria, precisa
para fornecimento de suas pravas arrancha-
das al o lira do correnle anno, dos gneros
seguintes, todos de primeira qualidade : as-
sucar branco e masca vado, caf muido, pSes
de seis o qu'atro oncas.'manteig franceza,
arroz pilado, azeite doce, e vinagre de Lis-
boa, bacalhao. carne verde e secca, totici-
nlio de Santos ou da tena, (pijo, farinba da
trra, milbo branco, ou vermelho, e lenha :
os fornecedores habilitados a presen tem suas
propostas cora o ultimo prego de cada gene-
ro, na secretaria do batalhao, al o dia 18 do
correte.
^rectora das obras mi-
li tures
No quartel das Cinco Pontas tem de l'azer-
se algumas pratelelras e cabidas.' quem por
empreitada se quizer encarregar deste tra-
balho, pode comparecer nesta directora,
od le se acha o orcameato, e se pode Cazer o
ajuste respectivo.
- O administrador interino do consulado
provineial, em virtudedo disposto no art, 3
do regulamento de 3 de julho de 1852, faz
publico que se acham depositados 3 cavllos
apprehenJidos pela subdelegada da Trege-,
zia do S. Jos, os quaes sao considerados
bens do evento, por se desconhecer seus do-
nos, e para que seja cumprido oque conlcm
osobredito artigo, mandn publicar pela
imprensa, para.no prazo de l das, com-
parecer quem aos ditos cvalos teuha direi-
to, flodos os quaes se proceders arrema-
ta c>> pele forma determinada no art. ilo
nudo regulamento ; e para que chegue
noticia, matviou fazer o presente edital aos
1* de agosto de 1857. Theodoro Machado
Freir Pereira da Silva.
- Por esta sublelegacia se acha recolhi-
do em deposito um cavallo caslanho escuro,
com cangaltia e cimbitos, o qual vaga-va
lela ra da Concordia, na tarde de 11 do
correte, sem conductor: quem for s-ju do-
no, prove-o para Ihe ser entregue Subde-
legaba de S. Jos do Kecife 12 de agosto de
1857.Accioli, subdelega lo supplente.
- OSr collector das rendas provinciaes
do municipio de Goianna (a/ saber que em o
dia de boje lhe foi entregue pelo delegado
deste termo o escravo crioulo de nome Luiz,
natural da comarca do Lunoeiro, de idade
de 25 annos, estatura alte, rosio redondo,
cabellos carapinbos, olhos pelos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexlga, preso nessa cidade a ordem co mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cr-
ranle anno, sendo avallado na quantia de
1:2009; pelo que chama-se a todas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
pan que dentro de 60 das, contalos da pu-
blicado deste, apresenlem na cullectoria da
dita cidade sua jusliQcacao de dominio, a
qual ser produzida perante o juizo muuici-
pal desse termo, e lindo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, a por-
ta do mesmo Sr. collector, preceden lo-se
annuncio do dia e hora em que houver de
iii' lugar dita arremetido, publicanJo-se
este edital pela imprensa, e onde mais con-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Coianna 30 de julho de 1857.O escrivao
da collectoria, Luiz de Albuquerque Lina
dos Guimarues Peixoto.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo tem de comprar
o seguate :
Para a companhia de cavallaria.
Selllus 60; freios singelos 23
10.* batalbao de infanlaria.
Livro para lancamento das notas das visi-
tas diarias do medico, conteni 50 folhas I ,
panno mesclado cor de caf, covados 81 ;
dito dito azul, covados Jl; casemira encar-
nada, covados 16 ; dila de retro/ prelo, va-
ras 42 ; hollauda para forro, covados 126.
8.a batalbao.
CaMeiras de ferro para 100 pracas 4 ; ditas
para 50 ditas 3; jogo de balncas, com os
pesos at 1 arroba 1.
4.' batalhao de artilharia.
Livro para registro geral das pracas elTec-
tivas, aggregadas, addidas e excluidas ih ba-
talhao, com 400 folhas I ; ditos pnra registro
geral das pracas efftfctivas, aggregadas, e ai-
di las das 8 companhias, com 50 folhas 8;
casemira carmezim, covados '7 ; hollanda
para forro, covados 25 ; pas de ferro 25; en-
cliadas 10.
Armszens do almoxarifado do arsenal.
Tinta prela, garrafas 10; seccante, arroba
1 ; II illanda de forro, covados 40 ; ferragens
do latSo para centuro-es, conlendo cada l'er-
ragem 5 pecas com as lettras PS 291; car-
vao de pedra, toneladas lo ; lences de latao
com o peso de 11 a 12 libros cada um 20 ;
rame de latSo de n. 8, arrobas 2 ; estanho
o verguinhas, arrobas 2 ; caixas rom vi-
dros de 16 a 18 pollegadas 2 ; ditas com di-
tos de tt a 12 ditas 2 ; livros le papel hollan-
da pautado, conlendo cala um 50 folhas 9 ;
chapa grande de ferro, para o fogSo do quar-
tel dos menores 1.
Sociedade Dramtica Emprezaria.
Por inconveniente! a recita em beneficio do aelcf
Doarte Coimhra, annonciada para rtumingo 16 do
correnle, nao pode ler lugar e fie transferida para
lerra-feira 18, cm e.ptciaoulo scsuinle :
Novo drama em 3 acto* -
0 PORTADO DAS GALES.
i
Segaindo-se ronjpil h em 2 atloi
0 CONDE DEPAMGatU'.
Terminando com a comedia em 1 aclo ornada de
msica
MARIQIIMU4S A LEITE1RA.
Principiara as 8 horas.
ULTIMA RECITA DA SOCIEDADE DRA-
MTICA EMPREZARIA.
Beneficio no
L (o que o Em. Sr. vicepresidente dtila pro-
vincia se dispar cbmpareer ni Iribooa, dar prin-
cipio o diverlimenlo com a bella ouverlora
<& vDISi^S JB)!I Usvisa!.
Subir a aeena a comedia em 3 acloa
A ultima carta.
ComposicSodo aolor porlueuei A. Cesar Lacir-
da, em continuadlo aos Dous Mundos.
Em seguida o distincto profesaor e director da
orrlieila, o Sr. Pedro Nolasco llaplista, execular
com a mesma a grande pec,a de msica
A BATALHi OE BADAJOZ.
Com lodos os successos de urna rampanha.
Finalisar lodo o etpsclaculn, o vaudeville em
1 aclo
POR CAIS4 DE DI AMERISMO.
He esle o diverlimenlo que o Imiu li-i -d i laura
mo para offerecer aoa seus protecture, rertos de
que nfto deixara' de eer ne^se dia levado a sreiia,
em conseqnenria de se ler de proceder ja' e ja' a
pintara do Ibeatro para a nova emprea.
Os bilheles arham-se a dispocit;flo ilo respeilavel
publico, na residencia do beneficiado, ra de Sania
Isabel n. 13, e no da do epecti-;iilo no escriplorlo
do ibealio.
Principiara' as luirs d i cu-lame.
.recmenlo tratado: para o restante, a
entender-te com o consiftnalario Antonio
de Almeida 'ornes, na na do Trapiche
|n. 16, sejjundo andar.
Comiianhia
de navegacao a
vapor
(lu-D^ca iiLcrtittiiii.
Aleo dia 19 do correnle met, eipera-aa do sul o
vapor nglez CALCUTTA, commandanle Black-
more, o qual, depois da demora do cosame, segui-
r para Anloarpia, locaode nos purlos de Lisboa e
Soolliamplon : para passa^eiros, ele., Irala-se rom
os agentes llenry 1'ursUr & C, roa do Trapiche
d. 8.
Companhia
Pernambucana.
menle pelo navio Laia III: quarla-fe ra l'J do
correnle, as lO horas da ininhlla, un armazem da
Sr. Paula Lopes, defronle da escadinba da a 1 fa? -
dega.
LeilSo de rnnvnlioi.
O agenle Pe perlencer e para fechar con(a, de cerca de 13 fardos
comcominbo mudo novodesembarcados nllimamen-1
le: hoje 18 do correnle palas tObnrasdi manilla I
na pnrln do armazem do Sr. Annes, defronle da al- '
fandegs.
LeilAo da queijos suiasot.
O senle peslans lara' leilao hojeas 11 horas da
manliAa na pona do armazem do Sr. Annes de al-
guna queijos auissos muilo treaeos, desembarcados l-
timamente.
Antonio Jos Rodrigues de Souza
lendo de ietrar-se para a Europa, faz
Afi>!
AOS MORADORES
los li^aies desl
dos nl HantO Amaro de
.^t I >>rita.O.
Tendo de dar-se cotnetjo em setembro pr-
ximo a urna iinhade mnibus diaria desde
o lleclfe at Santo Amaro dn Jaboatio, o
proprietario convida aos moradores daquel-
les termos, para qun concorram para a sua
conservado, a qul ser proveitosa n.10 s
aos moradores como com especialilade aos
senho'es negociantes, tanto pela frequencia
como pela facilidade com que podem visitar
leilao boje, tcrca-Ieira 18 docorrente'rior,esU Pv.eassim colherem melhores com-
:.i-,j._____.. i>._:- n, .u pras de gneros e fazenlas. O proprietario
intervenc-ao do agente Borja Geralde, de
sua mol)ilia e mais utensilios, tanto de ca-
sa, como do sitio e do escriptprio, assim
como de algumas desuispropriedades,de
40 aceoes da Companhia da Estrada de
Foito, igualmente vende os seus escravos :
em sua.residencia, ra do Collecio n- 5I,
primeiro e segundo andar.
THMTltO
Um iunccionario publico compromet-
teu ha annos a urna pessoa de quem se di-
ziaamigo.e por mais que este amigo,tenlia
escrpte,instado e sollrido pelo dito func-
cionariopnra cumprir com sen dever.tetn
sido ludibi'iado.caroado.e ate menospreza-
do Nao sendo poispossivel fazer chegaro
referido funecionario aocumprimenlo de
seu dever por outios meios, vai-se tra-
zer ao publico este negocio, se elle o no
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a pallar por honrado.
A victima.
Devendo o vapor PERSENUNGA estar de volta
dos poilos do sul al o dia 22do correnle, previne-
e aoa S>9. carreeadnres, de qupm senfio p le rece-
ber carga nela nllimn viauem, queiram mandar a
soas olas a Gerencia da mesina companhia, alim de
lerem a devida preferencia.
ParaoAssu'.
A escuna nacional Linda, que devora se-
guir at o dia 22 do correnle para carga e
passakeiros, trala-se com o consignatario
Eluardo Forreira Bailar.
Para o Ceara' M iranhio o Para'.
Sabe --eslcs dias por ler urna boa parle da carea
engajada, o veleiro patacho ci Anna capillo l)o-
mingiH ilenrique Mafra : a Iralar com Taiso &
Irin.os.
<*ara o ii'm de Janeiro
O veleiro palhahote nacional Agonia, pre-
tende seguir al o dia 16, tem a bordo dous
terr;os de seu carregamento prompto, escra-
vos a frete, para os quaes tem excedemos
commodos : a tratar com o consignatario,
Antonio Luiz da veira Azevedo, ra da
<-ruzn. 1.
A carac'.
No dia 22 do mez correnle segu o pata-
cho Santa Cruz, capit3o Francisco Jos da
Silva Katis ; para o resto da carga, trata-se
com Caetano Cyriaco da C. M., na ra da
Cadeado ecifen. 2.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loterias manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 21), das 9 ho-
ras da manhSa a's !> da noite, bilhetcs,
meios e quartos, da quarta parte da se-
gunda loteria do Hospital de Pedro II cu-
jas rodas andam no dia 22 do crlente.
Emrazao da grande porc&o ile bilhetes
que caram por vender na importancia
de 7:206$, mudou o plano das loterias por
este abaixo liansciipto, o qual tarnbem
oll'erece grande vantagem aos Srs. juga-
dores, pois os premios maiores sao os
mesmos que no plano passado, quanto a
sorte grande esta' em relaciio no custo
dos bilhetes, que sendo .sOO tira reil
5:000,s000. Thesouraria das loterias 12
de agosto de 1857.Jos Januario Alves
daMaia.
Kol coinpaiiiia
que tes higlezes a
de
|m-
vapor.
)i
lao
SOHAIBDLA-
SARBAIIO, 22 DOCORRENTE.
Jacome Dlylll lem a honra pela uliima vei dt
apresentar m grande e variado especlaculo, divi-
dido em Ires parles a saber:
PIUMEIRA PARTE.
Novas recreacoes de manir a|iparenle.
SECUNDA PARTE.
Magnelisms animal com a somnmbula, qaa se
presta a ser magnelisada peranle us espectadores.
TERCE1RA PARTE.
O negro africano as duas Americas do nvile e do
Sul, caulando modluhas e daniando o chimarole,
acompanhado pela orcheslra.
Jacome tjlysae esoa iimaa l">m a honra pela ler-
eeira uliima vea de recorrer a prolerco dos illus-
Ires hahilanles desia cidad*, a quem se coure>sam
snbremaneira gralns, pela benevolenria e orhanida-
de com qne os receberam; os mesmos proleslam grali
dSo eterna a par de om vivo e |ierpeluo reconheci-
raepto a todas as peisons que honram seus especia-
culos.
O reslo dos bilheles acbam-sn a venda na casa do
Sr. Bcargard, ra da Cadeia do Kecife n. 15.
No dia 19 deile me/ espera-se do sul o vapor
TAMAR, commandanle Jc-llicoe, o qoal, depois da
demoia do cosime, seguir' para Southamploo,
locando nos porlos de San-Vicente, Teiiertlf, Ma-
deia e Lisboa : para pasaseos, etc., trala-se rom
os arenles Adamson Ilowie & C, ra do Trapiche
Novo n. 12.
N. B.Os emlirulhos s te receben) al 2 horas
aiilr ile se lerharem as mala-, e depon mais urna
hora, jiagando enlao um patalo alem do frele.
-ri\ ;<$
4000 bilhetes a ."000. .
Beneficio de 20 por cenlo.
I premio. .
I dito.....
I dito.....
1 dito.....
2 ditos de 200.V00O.
5 ditos de 1 OO.sOOO.
10 ditos de 4(s000.
20:000^000
i-.000.s000
l(i:000.S'0OO
1200 ditos de 5s000.
::000.s000
2:00O.s'00O
1:000.s000
400.S000
400.S000
r.orisooo
voo.sooo
(i:300.s'000
I(!:000.s000
1281
271!)
premiados.
brancos.
4000
3.- batalhao de infanlaria.
Panno preto para polainas, covados 100 ;
hollanda para forro, covados 50
9.- batalhao.
Cravalas 35 hollanda para forro, cova-
dos 50.
Companhia de artfices.
Hollanda para forro, covados 16.
Kotica do hospital rgimen!?I.
Licor de (abarraque, garrafas 21; lelhar-
j:inp, libras 2; musgo da Corsega, libra I ;
vinagre, garrafas 16 ; mana de l-gri-ras, li-
bras 2 ; sublimado corrosivo, onc;a 1 ; rora
branca alva, libras 8; enxofre dourado de
antimmooio, oitavas ? ; espermtcele em ra-
ma, libras 1; banha de porco, arrobas 2 ;
assucar branco, arrobas8; accido tartrico,
libra 1 ; mirrha, oness *; llores de rosas, li-
bra 1 alcohol, cansas 12 ; man com um,
arroba 1 ; mercurio doce, libra 1; espirito
de nitro doce, libra 1; balsamo tranquillo,
libra 4 ; macella libras 2 ; essencia de rosas,
oi lava a 9 ; rolhas para garrafas 600; papel
de mbrulho, resmas 3 ; tarjas grandes pa-
ra frascos 50 ; ditas menores para frascos
500 ; ditas pequeas para os mesmos too ;
caixas para pilulas, grosa I.
Quem quizer vender, aprsente aa suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10-horas do dia 21 do correnle
mex.
Sala das sessOes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
12 de agosto de 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente nterin. Bernardo Pereira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA !M.
O director oeste sabio, participa a seus
Ilustres favorecedores, que teino-se de re-
tirar desta provincia,offerece-lhes esta sema-
na urna agradavel exposiQao do vistas todas
novas.
.a Asprimeiras persooagens e defensores
da liberdade da Europa :
S JJ. \dul-Me igi imperador da Turqua.
S. M. a rainha Victoria.
5 M. NapoleSolll, apresentando os inap-,
pas de toda a guerra a S. M. Francisco Jos
imperador da Austria em lirelin.
2.a Desembarque e acampamento das tro-
pas turcas no Uosphoro.
3 Tomada da torre de Mamelao.
? Destruido da estrada turca em Se-
nopla.
5.a Ratalha das trinrheiras francezas de
noite no dia 8 de setembro de 1855.
6 a Ratalha de Alma tomada por oulro
ponto.
7. Bombardeamento de llommars.ind.
8.' As fortalezas de Cosran, urna das mais
fortes da Russia em frente de .S. l'elres-
burgo.
9.a A famosa batalha de Buenos-Ayres,
ganha pelos Brasilciros a 3 do fevereiro de
1852.
10. Cerer.onia, inaugurado da exposi-
Qao universal do palacio da industria em 15
maio de 1855.
H.a Passeios ojardins de Luxemburg e
Franca.
12 a Vista geral de Le3o de Franga.
W. Palacio e passeios de Versalhes.
1*. Vista geral Kufio e 15 Arco tiiumphauto da esirada cu Pa-
rs Iluminado.
16 Enlrelak entrecnm na Suissa.
17." Vista da Sevilha de llespanha.
18 NapoleSo I, botando o uculoem fren-
te da Cathodral de Milao.
O salao estar aberto das 7 al as II da
noite. Entrada a 19 rs., e os meninos de 8
annos a 500 res.
mm0$
. .,
m.
Marauliao e
PARA.
O bern conlieeido palhahote LINDO
PAQL't-TE capitSo Jos Pinto Nn-
nes, a chegar uestes dias do Maranhao,
seguir' com brevidade aos portos indi-
de predios e mo-
vis.
Anlonio Joro Rodrigues de Souia. lendo de reli-
rar-se para a Europa, no primeiro vapor, Tara' lei-
lao, por iiili'rvriir.i, do asente Borja, de alsuns seus
pie iios, eomo sejam : um sobrad" de um andar e
iiiio, na ra da liuia n. um dilo de um andar
smente, qoe lira no fundo daquelle, na U.vessa de
Apollo, e urna rasa terrea DMa-agua, na Iravessa
da S'iizalla (vulgo becco da Lama) n. 12, bem como
de lodos os seus movis e.i ra do Colleuio n. 21, primeiro e segundo andar,
cunsistindo n'uma soberba mobilia de Jacaranda'
miascenra, um elcg^ule piano forle de Jacaranda',
modermxiino, urna secretaria lambem dejacaranln
[goelu iuglez) qoalro guarda-veslilos e guarda-rou-
pa de aniarello de rala, diversas commodas iuleiras
e meins, e oulras para guerdar mopa de chanca,
urna ric|u!s-inn cania de Jacaranda' a' france.a, cc"m
liu s-imo cortinado, diversos ledos para crianza,
inaiqnetas de dormir, Uvalorios com pedra e sem
ella, um lindo loilelie de mogno com lodos os seus
perlences, una delicada co-tureira de ningn, urna
nuil- riHiiiis-iim i cali/ de msica de eb.uio, om ei-
crllenle relogio de parede, marchitado de madrepe-
rols, banquiubas-para jogo c para caf, mobilia em
muilo bom eslado da segunda sala, urna grande me-
sa elstica, guar 'a-louc.as, aparadores, doas ptimas
carleiras e morbos de eacriplorio, duas mesas forra-
das de panno, um relogio de parede palele ingle,
mobilia de escriplono, um grande e imporlanssimo
C"fre de farro novo, di^rsos objeclos de esiTiplorio,
ele., caudelai roa e lanlernaa de \ i tro do ultimo gof-
io, caudieiros iuulezes de globo para sala de jantar e
quarlo, hnduaiiiios vasos, liguia", conchas de por-
cellana e crvslal. e divers-s objeclcs de capricho pa-
ra sala, dous grandes apparelhos de porcellana com-
pleto, psra almoro e jantar, tres ditos diversos para
o servido diario, vidros de vatias qualidadrs para ser-
vido de mi--a, uleii'.is de- casa, obras de ooro e prala
de aillercnlt-s felios, e odme mudos objerlos que
lora enfaduiilio niencionar : lambem fara' leilao ale
id arr^s da rumpanbia da estrada de forro desta
provincia, e bem ,i--nii de urna opliina vacca tnri-
ua, bastante gorda : os senhorea prelrndenles quei-
ram achar-se cedo na supradila reslilencia, no dia
i-rrn-tni.i IS do correnle, alim de ae dar cometo
ao leilao as It) horas em pon, uesse da.
O agente Borja, da ordem do Exm
Sr. Dr. juij especial do commercio, a reque-
rimento dos depositarios e procuradores fis-
cues da massa fallida de I). C Silva Lima, viuva de Dellino (".onealves Pe-
reira Lima, fara leilSo cm seu armazem na
ra do Col legin. 15, deiUO caixas com sa-
bio amarrllo, e 192 barricas com barril lia,
perlencentes a referida massa quarta-feira
19 do correnle, as II horas da manhila.
Leilao
de ns Irili.
Antonio Joaquim dos Santos Andrade, len-
do de fazer brevemente urna viagena a Euro-
pa, far Icilo, por interveur;no do agento
Borja, do toda a sua mobilia c mais objeclos,
cousisltndo em obras diversas de o'iro e pra-
ta, candelabros e lanternas de vidro, enf-'i-
tes de porcellana para sala, urna excellente
n.ubilia oe j 'caranda com pedra, o:timos
guarda-vestidose guarda-roupas,varias com-
modas, urna cama de Jacaranda franceza,
ile gosto mndermssimu, marqttezas, bancas,
lavatorios, mobilia da sala de jantar, grande
mesa elstica, aparadore*, guarda-louqa ap-
parelho de porcellana para almoco e jantar,
ditos communs, servidos completos de vi-
dro para mesa, trens, e oulros muitos arran-
jos indispensaveis de casa : quinta-feira 20
do correnle, as U horas da manhila, em sua
residencia, na ra Novo n. 21, segundo an-
dar.
K. S. Babello i\ Filil), far.ln Itil.l i por ioler-
vencil) do preposlo do agenie Oliveira, e por conta
e risc.o de quem perlencer, de cerca de 117 caiat
Os tres primeiros premios eslao sujei-
tos ao descont dos 8 por rento.
Thesouraria das loterias (i de agosto de
1857.O thesoureiro Francisco Antonio
de Oliveira.-Approvo.Palacio do go-
verno de Pernambuco, II de agosto de
I8.">7.Portella.Conforme. Antonio
Leitede Pinito.

\ssociacaopo-1
pular de soc-1
corros mutuosf
De ordem do Illm. Sr. director s.lo con- >Q
vid^dos lodes os Srs. socios, a comparece- |i
r.m na quiula-feira, pelas 7 horaa da noite, :?
na sala das sestiles da seciedade, alim de ai t?
^ reunirem em ae-so eitraordinaria. ".
ft Secretaria da Asiociar.lo Popular de Soc-
w corros .Mutuo., I" de agoslo de 187.
A. Carvalho.
SSOQOQQQ QOi7ttQQ%
A casa dos expostos desta cidade pre-
cisa de amas de leite. queestejam no goso
de perfeita sande, e nao tenhain mais de
ipiarenla anuos, para amamentarem os
meninos quee\istem dentro do estabele-
cimento: as cpie quizerem ser admitti-
das, dirijam-se a referida casa, a enten-
der-se com o respectivo regente.
*tjJlfa*&*I llltl r.lirl.
Breve Noticia Corographica do Impe-
rio do Brasil, adoptada pelo Collegio das
Artes, para expositor na aula de Geogra-
phia, na parte que di/, respeito ao mesmo
imperio: naloja de livros do Sr. Noguei-
ra, junto ao arco de Santo Antonio.
Aluga-se orna escrava para o serviro de casa,
puderiud-i-se casa de pouc< familia : a tratar na ra
da Cadeia Velha n. 27
Vende-se urna vacca parida ha poocos dias, no
iho do Sr. Tavarea, na S iledade, onde foi outr'ora
collegio de meninas.
l)ITerece-e urna mnlher para ser ama de urna
eaa de pouca familia, a qual mora na ultima rasa
da roa da Palma ao virar para o becco da Ka-
mella.
.An de leite.
Domingos Monteivo Peivoto
pessoas de sua araiz.ade e a todas
que tabean o que he um recein-nascido
em leite, de lhe inculcaren! algumi ama
de leite sem (illio : na ra do Collegio n.
8, segundo andar.
^a ra da Cadeia, luja de cambio n. .'18, com-
pra-so constantemente moedas de ooro com meio
por cnln de premio, palarea a 210:20 rs. e moedas
de prala de cinco e der. loslftes com 2 por cenlo.
(II
roga
aquel
por ora estabelnce o preijo de 500 rs. por le-
goa ; faz-se portn differenca aquellas pes-
soas nue ficarem assigiantes por todos os
dias ou as vezes que quizerem por semana,
pagos mensaltente adtantado : a tratar na
ra do tbeatro de Santa Isabel, casa da es-
quina.
Kicardo de Freitas Kibeiro, relirando-se para
a Europa, lem constituido por seas em ludo bstan-
les procuradores aos Srs. Antonio Monteiro Perei-
ra, Joaquina llenrlques da Silva, e Domingos Fer-
reira das Neves tur oanle' ; poslo julgue nada de-
ver a pessoa alguma, conduelo se algnem se julgar
seu credor. aprsenle aoa conta, que sendo legal ae-
ra' promplamenle paga.
LNSTRl'CCA'O PKIM.iRlA EM PERNAMBUCO.
Como baja quem duvide ser applicavet .o s.io fe-
minino o melbodn Ceslillio, publicamos a seguinte
carta viuda da llahia.
Illm. Sr.Cerlo do que me diz, folgo de saber
ile publicar que o- Etm. Sr. presidente deasa in-
cida provincia da Pernambuco, secunda com sua va-
Ivosa animaran n raelbodo C'stilho, a cargo de V.
S. : oern eia menos de esperar de om administrador
llo esclarecido, e dolado de lenlimenlos lao huma-
nitariiH romo me cousla ser S. Kt. Nao conhero
rondamenlo para anppnr incompalibilidade do me-
tliodo com o ssx'o feDininn ; ao contrario, rreio, e
he cerlo, que para ese eo he elle moi adequado,
por sua docilidade, e p^las demais qua idades con-
vidalivas de que he ornado ; tan cerlo qoe a pro-
fessora I. Ror.euda Adriana Colonia, qoe ele anno
instiluo escola por esse melhodo, lem ja' tirado re-
soltados que admiro; n.ln sendo menos feliz a pro-
fessora I). Mara Anna Pinto Lisboa em sen colle-
gio Conceicao. He tan verdade que lenho tirado em
miuba escola igoaes resultados. Soa etc.
Pbilippe Joi Alberto.
Babia. 31 de julho de 1857.
Em breve poblicarei cartas de onlrai provincias,
onde igualmente ha escolas para o sexo femioino
pelo excellente metbodn Caflilho.
Francisco de Freilas Gamboa.
Stnhort redactores : O procedimentn dn Sr.
II. M. Corra leva-me a trarar eslar liseiras linbs,
alim de pedir a esse sentior que se lome mais res-
pedador da morahdade pubiica, e senao qneira
conililair o llagellu das familias do dialriclo de I-Yira
de Portas. Com elle 11, nao ten l.) o Sr. M. Coriei
pr di-ai alguma a que se dellqoe, porque applkau-
dose a pilolagem, nada aprender, e apenas mostra-
ra-se sempre insupportavel acuelles que o ttnham
por compantieiro, vive presentemente oceupado em
inquietar as familias allieia-, loriiaudo-se deste mo-
do digno do desprezo dos hmeos de bem.
Sr. M. Corri, a vi-la da quebrador d calcadas e
a de desinquielador do soreg das familias he pnr
certo indigno de V. S. que deve ler recebido do seu
pai mcllior educacao. Lembre-ie que sso nao he
proprio de qoem ja rarraajN gsoes ni bonet, qann-
dn leve a honra de ser segundo piloto ou coma que
valha do vapor al'eisinuriga.
Tres familias tero amargas qneisas do seu proce-
dimenlo, e se o Sr. se nao conliver lera' de ver suas
boas obras narradas em prosa e veno pela impren-
sa, e levadas ao couhecimenlo das aotori ta tes poli-
ciaes para ohrarem como for de lu-nri. (Juein me
visa inau amigo he. bis o conselho que Iba da'
O Milonga.
AO BARATO.
Vende se riscailo moostro com vara de
largura a 180 o covado : na ra do Crespo
n. 15.
- Vende-se cal de Lisboa, a mais nova
que ha no mercado, por prego comraodo :
na ra da Cadeia. defronte da KelHQSo. ta-
berna do Domingos Campos
Vende-se arroz de casca a 5-3500 o al-
queire, e 200 rs. a cuia : na pateo do Parai-
zo n. 16, taberna.
Vende-se sement de hortalica : na
ra ila Cruz n 36.
Tem de serem arrematadas no dia 21
do correntemez, depois de linda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da primeira va-
ra, duas moradas de rasas terreas, sitas no
bairro do Itecife, sendo urna na ra da Guia
n 4, com 20 palmos de frente e 60 de fuudo,
sotSo debaiso de coberta, cozinha fura,
quintal murado, avahada por 1:400$, e a ou-
tra na ra da Senzala Velha*. 15. com 91
palmos de frente e 36 de fundo, com um te-
ilieiro que serve de cozinha, avahada por
1.000-3000, cujas casas nertenciam ao tinado
Jos Joaquim da Cunba, e v3o praca a re-
querimento do inveniariante o teslamentei-
ro do dilo lina lo, JoSo Tavares Cordeiro.
I'recisa-se de um criado: na ma do
Hospicio ii 9.
De ordem do Illm. Sr director da As-
soeia$lo Popular do Soccorros Mutuos sito
convidados todos aquejles genitores socios
que esto a dover metisalidades atrasadas, a
entrarem com ellas deutro do prazo de 5
dias, do contrario se Ihes applicar a pena
do art 5 ) 1.- dos estatutos. Secretaria da
\ssiiriaciio Popular de Soccorros Mutuos 17
de agosto de 1857.
Furtaram no dia 15 do correnle, de
urna casa em Sanl'Anua, um relogio desco-
berlo.de patente suisso : roga-se as pessoas
a quem for offirectdo, baja deoap'jrerieuder
e leva-lo a ra do Trapiche, sobrado n. 19,
segundo an Jar, que sero recompensadas.
Precisa-so de um canoeiro forro ou
captivo, para andar em urna canoa de capim,
e tambem um feitor para sitio perto : na
loja de fazendas, ua ra do Passeio n 7.
Furtaram do engenho Granja, no dia
12 do correte, urna vacca de leite, grande,
rajada : quem a tiver campra lo fira favo
avisar pelo mesmo Diario para se mandar
buscar e gratificar, a qual pertence ao Sr.
Trancisco Lins Paes Brrelo.
- Compram-se burros, que estejam do-
msticos, e paga-se bem : a Iralar na taber-
na no pateo do Paraizo n. 16.
Antonio Joaquim dos Santos An Ira le,
dcixa por seus procuradores para todos os
seus negocios os Srs. : 1.- Joaquim Jos dos
Sanios AnJrade, 2.- Manoel Joaquim Rodri-
gues de SiAiza, 3 Angelino Jos dos Santos
An Irado, e julga nada dever a pessoa al-
guma ; no enlanlo se algucm se julgar seu
credor, aprsenle suas cuntas para serem
iinmediatamente pagas.
--- Precisa-se para a alfandega, bons tra-
bajadores, que sirvam para quslqucr servi-
do de I iri;a, leudo o requisito, serSo pagos a
13000 reis.
DeclaraQSo
Acha-se justa e contratada urna loja de
calcado na ra do Livramento n. 37 ; e quem
se axilar com direito a mesina, dirija-ie a
ra do l.ivraaento n. 9, no prazo J 3 das.
- Comiira-sa um preto de 20 a 2* annos,
sendo perrto nllicial de carapina ; paga-se
bem : a tratar na ra Nova u. 53, botica.
- Precsa-sc de um caixeiro pequeo,
anda mes i o que nSo tenha pralica : no
largo da llibeira de San-Jos n. 1, taberna de
Josc Bernardo Alves.
Manoel dos Santos Pereira Jardim, Por-
tugtiez, relira-se pura a Europa, a tratar de
sua saude, levando -m sua companhia um
seu criado Manoel da Cruz Cacito, lambem
Portuguez.
Precis'-se alugar um sitio a beira do
Rio Capibaribe, qne. seja nos lugares de Pon-1
te de Ucha at Apipucos : quem tiver n-
nuncie por esta folha, ou dirija-se a ra do
Crespn. 14
Perlru-sn na noite de domingo, pelas
7 horaa urna carta dirigida ao Sr. Francisco
do Paula Carneiro Lefio, encerrando-se urna
sedula de 1003 rs., do lim da ponte da Boa-
Vista, at a casa do mesmo, no principio do
aterro i quem a tiver achado, poder entre-
so.yooo
Fugio do engenho Vicente Campello da
frcgueiia da E-cada, no dia 6 do corrente, o
escravo Roque, d) narIo Angola, pareen
crioulo por ter vindo de pouca idade, repre-
senta ter SO annos, pouco mais ou menos,
baixo, seeco do corpo, costo comprido, tem
urna cicatriz no queiso de urna fstula que
teve proveiiioulc de um couce de cavallo, e
sobre a mestna cicatriz tem alguns cabellos,
e o queiso destelado mais incitado,o andar
he alguma cousa peiado, levou camisa e ce-
roula de alRodSo azul o chapeo de palha,
tem as costas com signal de chicoladas:
quem o pegar no Recife leve ao escripturio
dos Srs. Lemos Jnior & Leal Reis, e em ou-
tra qualquer parte poder* dirigr-se ao mes-
mo engenho que recebar da gratificarlo
503000 do abaixo assignado, no Recife, ser
paga esta quantia pelos Srs. Lemos Jnior
Leal Reis Manoel tioncalvas Pereira Lima.
Pelo juizo ilosfeitos da fszen.a provm-
se h3o de arrematar os bens seguintes :
Millio em sancas.
Vende-se milho em saccas: na ra de San-
ta Cruz n. 5, junto a ribeira.
Na prat* ds Independencia n. 4, ven-
de-se ail liquido, o melbor que tem appare-
cido para ailar roupa, pois n2o tem o in-
conveniente que sempre as senhoras que en-
gommam encontram no outro, pois basta 4
| 5 pingos para ailar uma bacia d'agua, a
400 rs.
Agua para tirar nodoas de ferrugem e
de linta de escrerer, tanto em roupa como
em papel, a 320 o vidrinbo : na praca da In-
dependencia n. 4.
Dosappareceu no dia 8 de agosto do
corrente, pela 3 horas da madrugad, um
homem mais moreno do que cabra, porque
elle nao he pardo, com um talho no rosto,
nao se estando certo se he no lado direito ou
esquerdo, meio cambado dos ps e fala man-
sa, veio do distrelo de Cantalao para traba-
Ihar na estrada de ferro, chama-se Manoel,
e a mulher Joanna, dizia elle que morava
Urna casa terrea de pedra e cal, na ra dos nos Afogados e veio trabalhar no Itecife;
Passos n. 22, com porta e janella, tendo de falln-se enlao com elle para ser feitor de
largura 22 palmos e 5 pollegalas, e 48 ditos um sitd e conductor das cousas para casa,
e 6 pollegadas do-coinprimento, tendo mais | elle responden que tinha mulher e que ella
2 salas, 2 quartos, cozinha dentro, quintal | tinha dado a luz a tima menina ; no dia 9 de
em aberto, chaos foreiros, em mullo mao;junho do corrente anno chegou elle coma
estado, avahada em t>i <' rs. mulher e a flha, as 7 horas da noite e sabio
Uma casa terrea sita na mesma roa n. 24,
tendo 22 palmos e 5 pollegadas de largura.
48 ditos e 4 pollegadas de comprimenlo, 2
daqui no domingo para o sitio no dtstrcto
de Beberibe, a mnlher delle he parda e pasas
por branca, alta, caballo bom, olhos pretos,
quartos 2 salas, cuzmha dentro, quintal em tem um signal no rosto ; a menina tiasceu
laixo assignado. escrivao da irmandade de S.1 gara Antooio Joaquim de Almeida Cruz, na
Bom Jos das Dores, em S. doncalo, pnr ordem da | rua Jq Dorias n. 114.
mesa convida a lodo* os irm.-ln. para qu |23 do cor
cados, tendo ja' grande parte do seu car- com balatus a joo molhos da cebolas,vindai uliima-
renle ni emopareram no rmuisiorio da mesma igre-
ja. pelas S horas da manhaa, aflm de se proceder a
eleiC/lo da nova revenda que lem de funcionar no
anno de 18,7 a 18S, com-) determina o no**u bom
cnmpromis>o. O me.mo'auaiio asdgnado aproveila
a orcasian pira srienlili-ar ao respe lavel puhliro.qoe
a mesa regedora por motivos mniln justos l-an-iern
a fe-la para o domingo 30 do enrreotrl
It'Ctfe 11 de agnslo de 1817.
Joao Marcellin.i Ribeirn, escrivao.
AGENCIA E PaSSAPUKTESE FOI.UA ,
CORRIDA.
Claudino do R'go Lima, despanhanle pela repar-
tn; :n da polica, lira pasaportes para fura dentro
da imperio, e Tulla en-rida, por corumodo prero e
presteza : na rua da t'raia n. i I, pjimeirn sndai.
Precisa-se lugar nma ama para o servico de
urna caa de ponca familij, na riia'llireila n. 5:1 : na
O Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial
io commercio Aos-lmo Francisco Peretti,
tem marcado o dia 20 do corrente, para a
rctiniiiodos ere lores da massa fallida do a-
gente de leiloes Vctor Antonio do Brilo, sen-
do a dita reuniSo as 10 horas da manhaa, na
sah dos auditorios.
abeto, com duas portas de frente, avahada
em 6ljt rs., de Miguel Lourenco Lopes
Uma casa terrea no bairro do Recife, na
rua do Apollo n 31, a qual tem 4 portas de
frente, e acha-se etn caixo, tendo 50 pal-
mos de frente, e 75 de fundos, quintal em
aberto, avahada por 2:0005 rs., de Fraccisco
Kibeiro Pires.
Urna casa terrea na rua Imperial n. 208,
a qual tem 12 1|2 palmos de frente, o 47 de
furrio, cozinha i'ora, quintal em aberto, em
mao estado, avahada em 6O9 rs de Manoel
Alves dos Santos Julio.
U ji sitio de ierras, no lugar do Arraial,
com casa de vi venda, tendo 1 porta, 2 janel-
las de frente, 5 ditas nos oitOes, com 42 pal-
mos de largura, e 1O7 de fundo, 2 salas, 1
gabinete, 4 quartos, cozinha fora, arvoredo
de fructo, em raao eslado, avahado em .
2.0003 rs de Manoel Ferreira Chaves
Uma casa terrrea na fregueua de San-Jos,
na rua Imperial n 219, a qual tem 30 palmos
de frente, e 46 de fundo, avahada em 300j,
de Izt Jro Marques de Colonha.
Um sobrado de dous andares e sptSo, na
rua da Cuia n. 42, com 33 palmos le largu-
ra o t-27 ditos do comprimenlo, cozinha den-
tro, quintal pequeo e murado, cujo predio
foi avallado em 7:0009 rs ; de Silvestre Anto-
nio Lagos.
Uma pequea casa terrea de pedra e cal,
na freguezia de San-Jos, na rua Imperial n
196, com 18 palmos de frente, e 43 de fundo,
acbando-se em caUiio, quintal em aberto,
chaos foreiros, avahado em 1009 rs., de Joa-
quim Bertoleza das Dores.
Uiu sobrado de dous andares e solSo, na
freguezia do San-Jos, na rua dos Marlyrios
n. 4, o qual tem cozinia no sotao, quintal
grande com cacimba propria, e porlSo para
a rua do Caldireiro, pertencente ao mesmo
sobrado o becco que tem ao lado do norte,
que se acha tapado, avahado em 8:000 rs.,
dos berdeiros de Pedro Ignacio da Cunha.
Uma casa terrea toda arruinada, na fre-
guezia dos Afoga los, na rua de S. Miguel n.
50, a qual so tem o oitSo do norte e parte da
frente, lendo 13 palmos de frente, e 100 de
fundo, avahada em 409 rs., de Paulino ller-
culanode Flgueiredo.
Uuia casa terrea mai-agua, no bairro do
ftecifd, em Fora do Portas, ua rua dos Gua-
rarapes 11. 27, com 16 palmos de frente, e 25
de funho, cozinha dentro, avahada em 400#,
de Manoel Francisco da Silva.
Uma casa terrea na freguezia dos Afoga-
dos, ua campia do largo do Remedio n 9,
a qual tem 36 palmos de frente, e 87 de fun-
do, copiar, cozinha dentro, quintal em aber-
to, a vista do estado em que se acha foi ava-
hada em 8009 rs., dos lilhos de Joaquim Jos
Luiz de Souza.
Um sobrado na rua Velha no bairro da
Roa-Vista n. 76, lendo de largura 22 palmos,
e 80 ditos de comprimenlo, com varanda sa
hida de ferro, jaoetlas de frente, sotao, e
cozinha no mesmo, quintal murado, cacim-
ba .-.icetra, cujo predio se acha um pouco ar-
ruinado, avaha lo em 4*0009 rs., dos berdei-
ros de Isabel Barboza Rodrigues (Machado
Freir.
Um sobrado em ruinas na rua da Glo-
ra n... com 106 palmos de largura, e 130 de
fundo, conlendo 3 grandes armazens, 1 quar-
to as lojas, 8 pequeos quartos, sendo 4 ao
nascente e i ao puente; mais quatro peque-
as cazinlus na Dente, sendo 2 juntas ao
porUo, --ein repart metilo algum, com uma
porta de frente, a oulra na r.-laguarda, e as
duas sen lo uma a esquerda e oulra a direta,
a da direila con sala, 2 qoarlos e cozinha
dentro, com 17 palmos de largura, e 47 de
fundo,'ambos com porta de frente, ealrsz
que deita para a frente do dito sobrado, cujo
ediliciu tem portSo d ferro, e quintal mu-
rado e puri.il) que deita para o Ido Capiba-
ribe, cujos predios foram avahados em .
10:000/ rs dos hardeiros de Genoveva Per-
petua de Jess Caldas.
Os pretndanles comparo-jam as 10 horas
dn manhaa do dia 19 do corrente, na sala das
audiencias.
- Roga-se ao in.livi uo cantor da rua
dos Copiares, que tenha a bondade de quan-
do cantar, sambare tocar, seja mais baixo
para nao incommodar a visinnanrja que esta
l": 111:11 1 1.Um dos visinhos.
Guilherme Malaq lias de Souza Gomes
deixou de ser caixeiro do Sr. L Pugi, e agra-
dece ao mesmo Sr. as boas maneiras por que
o tratou durante o lempo que esteveetn sua
casa.
- O abaixo assignado muito agradece ao
Illm. Sr. Manoel Luiz Gon^alves o bom tra-
tamento quesvnpre lhe deu durante 3 an-
nos que mi caixeiro do mesmo senhor, a
quem offerece o seu limitado prestimo na
provincia de Macei? para onde retirou-se
Anterio Jacquimo de Araujo
No sobrado de um andar n. 24 da rua
das Cruzes, na fregustia de Santo Antonio,
sa precisa de uma ama livre ou mesmo es-
crava, com tanto que tenha bastante leite e
bom ; paga-se bem. Assim como tambem
se precisa de uma mulher para fazer o ser-
vico de casa : quem esliver nestas circums-
la ocias, dirija-se a casa cima.
Perd'u-se honlem, 16 do correnDj,
das 2 as 3 horas da tarde, ao sahir da igreja
da o-dem terciira de S. Francisco, rua das
Cruzes, a seguir a rua Direta, uma pulceira
d" ouro : a pessoa que achou, querendo res-
titui-la a quem pertence, o p.ln fazer na rua
do Vtgario n. 18, segn lo andar, ou na tra-
vessa da Madre de neos, armazem n. 15, que
se gratificar com 109000.
Bois mansos de carrosa.
Quem quizor comprar 2 bois mansos de
carroca. grandes e bons, dirija-se a cocheira
da rua da Florentina que sabara do preco.
Rua do Crespo n. 10.
Vende-se atoalhado adamascado de duas
larguras a i) a vara e 19200.
Vende-se um sitio na estrada de Jo3o
de Barros, com casa a moderna, com 2 salas,
I gabinete, 2 quartos, cozinha fra, boa
agua, com bastantes arvores, tolas novas ;
assim como urna casa tambem a moderna,
sita nos Coclli is : a fallar na rua doAragao
n. 43
Ven-loso uma esc-ava : na rua do Pi-
lar, em Fra de Portas n. 56.
Vende-se arroz superior do Maranhao,
e sarcos com l'arinha nova e bem torrada :
no caes da alfaniega, armazem do Mello.
FARKLI.O.
Vende-se em barricas e saceos : no arma-
zem de assucar no caes de Apollo, esquina
da travessa da Seiuala Velha.
Ven le-so uma taberna com poucos
no 1. de maio do correnle anno, elle enga-
nou o preto quees'ava no sitio, dizendoque
vinha baptisar a'menina, trouxe um cavallo
com lenha ecarvfo, o trouxe a mulher, yen-
deu a lenha e o carvao e foi-se embora com
a. palavra de baptisar a menina : roga-se as
autoridades policiaes que o prendam, e di-
rijam-se ao pateo de S. Jos n. 64, em casa
de Antonio Manoel de Campos, que sera bem
recompensado.
O abaito assignado, procurador tostante de sua
rn'.'ra D. Mara Jos da Annonriaran Baptisla; pede
aos crejores do seo finado canhado Antonio Baptista
Kilieiro de Faria, filho da mesma, qoe apresenlem
soas conlas al o da 31 do corrnte.mez ; assim como
avisa aos devedores do mesmo qne pes-oa algomales-
la aolorisada a receber anas dividas a nao ser o abal-
lo assignado,
l'ernainliueo 13 de agosto de 1857.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Lotera
provincia.
AO 5:000$, 2:000$ E 1 :000>j.
No escriplono ilo abaixo assignado,ven-
de-se bilhetes, meios e quartos em quantia
de IOO4OOO para cima o dinheiro a' vista
pelo< seguintes precos :
Bilhetes 5S500 recebe 5:000s000
Meios 2s750 < 2:500.1.000
Quartos 1 $375 1:250$000
P. .1. L Na restilacao do Franca, na praia de
Santa Rita, chegaram mais travs de lou-
10: quem pretender dirija-se a mesma
Precisa-se de urna ama para cozinha :
na rua da Aurora n. 30 : na rua do Crespo
n- 10.
Precisa-se de orna ama forra ou cap-
tiva, que nSo seja moga, para fazer compras
e carregar um taboleiro ; a tratar no aterro
da Boa-Vista n. 8.
Precisa-se de um feitor para engenho :
quem quizer pode dirigir-se a rua do encan-
tamento n. 76.
- Preeisa-se de um caixeiro que tenha
bem p'-atica de taberna : na rua do Rangel
n. 1, loja da cera.
REMEDIO IMC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necessa-
rto, que, pelo uso que delle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dossas cutas maravlhosas pela leitura
dos peridicos que liras re'.atam todos os
das ha nimios annos ; e a maior parle deis
las sao tSo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran, com este soberano remedio o uso
de seus bracos e pernas, depois de ler per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviamsoflreraampuUcflo! Dolas ha omi-
tas, que havendo deixado essesasylos de pa-
dec ment, para se nao submetterem a essa
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de sot reconhecimento, declararam estes re-
sultados benficos diante do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenlicarcm sua afllrmativa.
Ningaem desesperara .do estado de sua
saude se tivesse bstanle conhantja para en-
satar este remedio constantemente, segun-
do algum lempo o tralamento que neceasi-
tasse a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Quetudo cUra,
U ungento he til, mas particularmente
nos seguintes casos.
Inlaumacao da ma-
AJporcas.
Ca 11111 ras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Oores de cabera.
das costas.
dos membros..
Enfermidades da cu-
lis em geral.
Enfermidades do anos Queimadelas.
EruI pcoes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengi vas escaldadas.
InchagOes.
Inllaminaco doligado
da bexiga.
trtz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Sarna.
Supuracoes ptridas*.
Tinha, etn qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
- das articulacoes.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
undose propria para principiante, no Cor- |>;lfitantc evoeriencia na Enrona
redor do Hispo n 12. em frente ao quartel :,
a tratar ni m*sma.
Vende-se uma escrava com bonita li-
ra, propria para lodo servico: as Cinco
goslo de 1837. O escrivao do commer- i Ponas n 136
co, Maximiano Francisco Duarta. Vende-s3 espirito de vinho : na resti-
Tinta para marcar roupa, que nflo lar- lacio do moinlio de vento da praia de Santa
E para constar z o presente. Recife 17 de gn
de agosto de 1837. Oescrivflo do commer-i Po
ga, ao contrario quanto mais se lava mais
pre'a e segura tica, a 13OOO os 2 vidrlnhos.
na prarja da Independencia n. *
Na rua Nova n. 21, loja de Antonio Jo-
s Panasco se dir quem tem para vender
200 espanadores de superior qualidade, ni5o
Rita.
TIIEATRODE APOLLO
Os socios qu-5 subscreveram para o baile,
que lem dar-so no dia 29 do corrente, no
salilo do dito thealro, sao c invidados a man-
dar suas proposlas de convite para familias,
mesma casa lem uma cas para se alugar, com moi- *0O espanadores oe superior quaniaouc, ...... ua, 3u F.UKUSl.B u wr.uv.w
to bons commodos, na Uoa Viagam. 1 sendo igual a estes que por ah se venden.' a casa da rua do Apollo n. 22.
Veude-se este ungento no eslabelecimen-
t geral de Londres n. 24, btrand, c na
lua de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
tola a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocetinha.contcm
una iiistrucc.no em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
AVISO.
Joscph Slielmerdine lem a honra de
informar ao respeitavel publico, que ten-
do-sc cstabelecido na ruada Aurora, San-
to Arturo, entre as duas pontes, perto da
funtlic/io, aclia-se prompto a $e encarre-
gar detoilasasolwasdesiiaprolissao, quer
seja trabalhos em chumbo, vidraceiro, ar-
mador deencaiiamentosde gaz. e agua pa-
ra dentro de edificios cm todas as suas va-
1 ii'iiu(les,incluiiii.io banheiros, bombas, la-
trinai d'agua, etc., o mesma tendo tido
espera
que, com uttenoo aos seus reguezes,
inoderacao em seus precos, merecer do
respeitavel publico desta cidadf: toda a
protecco, para oque pode ter procurado
no lugar cima indicado.
-a.amias e {railes,
Um lindo e variado sortiirjento de model-
los para varandas e gradarlas, do gosto mo-
dernissimo na fundifO da Aurora em San-
to Amero,e no deposito i'.a mesma, na rua do
Bruna.
.
MUTILADO


ILEGIVEL

.




COISULfRIO HSWEOPYHIB)
DIARIO DE PERNAMBUCO TERi;A FEIRA 18 DE AGOSTO DE 1857.

DO
^k seachamsen,Presm'S editados medicamentos, tanto era tinturas romo
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por pregos bastante commodos
PltECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Diu de 24 ... 153000
Dita de 36 ... 20M00
Dita de 48 ... 253000
Dita de 60 ... 30aooo
Tubos avulsos a....... 1W00
Frascos de tinturrademeia onga. 2**000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina :.. .
Medicina domestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morbus ..".*'
Repertorio do Dr. Mello Moraes '.."*"
1 PEDRAS PRECIOSAS- W
_
* Adererns de brilhanls,
diamantes e perolas, pnl- fej
* seiras, alfineles, brincos &
^ e rozelas, buidos e aunis S
1 de diflferenles Roslos e de :
diversas pedra de valor. : ~
[ Cumpram, vendem na n
* Ironam prala. ogro, bri- i
E litantes,diamntese pera- '
f, las, e oulras quaesquer *i
\ joias de ralor, a diiiheiro $
'J ou por obras.
>-fe"3Rl? 209000
10/009
2/000
6*"000
k
19J DI eURUII
Rua do Cabuga' n. 7.
Becebem por to-
dos os va p. res da Eu-
ropa asobrasdo mais
moderno fosto, tan-
to de Franca como
OURO F. PRATA.
5 Aderecos completos de *
': Duro, meios dilos, pulsei- fe'
2 '>. Ifioetes, brincos e S
rozelas, conloes, Irancel- $
SH lu-, medalh -, correnles i.
*- e enfeites para relogio, e j*i
oulroi mullos objectos de %
ouro.
Aparelhos completos de i
prala para cha, bandejas, J
salvas, en de sopa e de cha, e mui- W.
tos outrot
prala
objectos de
*J&i>Sb$m^&m.VmMmi
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo como costumam.
-*- O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Uiora-mv-nino, e ah tem preparado urna
casa de saudo com todos os commoJos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
resida v fra da praga, ou "que nSo os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servigos
mdicos, que serio desempenbados com o
maior zelo, dirija-se ao pateo do Carmo n.
, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2JO0Odiariosexceptu-
ando conferenciss, sanguesugas oper-
ces.
ftio-Foiinoso.l
2 Dr. JoSo Honorio Bezerra de Mene- @
3? zes, medico pela Faculdade da Bahia, lera &
vj luado sua residencia na cidado do Rio-For- *%*
jj, irioso, e de novo eflerece seus servicoi a to- J
*>& das as pessoas que o honraren) com sua col- >&
$ nance. ,-,;
SEGURO CONTRA FOttO.
Companhia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, am margo da 1824.
Capital cinco railhoes de libras esterlinas.
Saimders Brothers & C., tem a konra da in-
fernar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a que* mais convier que esto plenamente au-
tonsados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
lilha e igualmente sobre os objectos que contiverem
os mesaos edificios quer consista am mobilia ou
tai fazendas de qualquer qualidade,
JOHN GATIS,
corrotor geral
E AGENTE DE LEILU'ES COMMEKL1AES,
D. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIFE.
| DERTST FRMCEZ. I
3* Paulo Gaignoui dentista, ra Nova n. 41 : *
ff.i na mesma casa lera agua e pos denlrilice.
Tasso IrmSos.
Avisan aos seus freguezes, que as ultimas
larrahas do trigo Itichmondchegadasao mer-
< auo, sao vendidas em seus armazens, pelos
segrales presos : ,r
Galega 269000 por barrica,
llaxall 259500 idem.
O Dance 24o0oo dem.
Columbia 2390U0 idem. ,
Alera destas tem farinhas novas de Tries-
te das marcas S8SF. Fontana e primeira
juaiiaade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de l'liiladelphla, No-
va Orleanse Ballimore.
Na ftuidiruo da Aurora precisa-se
de serventes torres ou escravos, para
servteo debai.vo decoherta.
--- Precisa-se deum cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
.sembargailor Alendes da Cunha. Haga-se
i>em agradaudo o servico.
publ
ico.
O abatso assignado faz selento ao respei-
avel publico aos seus freguezes, que aca-
i>a de montar dous importantes estabeleci-
inentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
loe 14, onde encontrarlo um vanado e lin-
doisortiaiento de fazendas de todas as cua-
lidades, as quaes vende por prego muito
commolo; sendo gerente do cstabeleci-
mento u. 10 o Sr. Marcelino {Jernimo de
Azevedo. 1. c. Malveira.
lie chegado a loja do l.econle, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellenle leite virginal
do rosas brancas, para refrescar a pelie, tirar
pannos, sardas, e espinhas, igualmente o a-
l.imado oleo babosa para limpar e faztsr
resceros cabellos : assim como p impe-
nal de lyno de Flol-enca pura broloehs e
asperidades da pelle, conserva a frescura e
O avclludado da primavera da vida.
iloubu de itirtileira.
l'endo-se conduzido pata a praU da
C ideia, pordetno da casa que toi da po-
lica, cneo travs de 40 palmos, com 8
' meia poiegadas era qttadio, no sablia-
rio I do corrente, as miaes ficaiam amar-
radas, e na segunda-l'eia acliaram-se de
lanos duas : roga-se a qtiein dellas sou-
ber, quaira dar noticia na obra da ra
das Ci u/.es, ou na livraria ns. 6 e 8 da
|>iai;a da Independencia, riue sera' ira-
tibeado.
uabaixo assignado, tendo maulado
vir do Rio de Janeiro o hilliete inlein. de n.
5088 o < quarto de ti. 333 da -H lotera em
beneficio das casis de cariilade da provincia
do Rio de Janeiro, acouteceu have-los perdi-
do por occasiao de sua mudanza do Montei-
ro para esta ci lade ; como depo achasse
confuiii'.i lo com o chisco o referido quarto e
somente tuna periodo lllieto inteiro, vem
por meio desle faz -lo seientn ao publico,
aiiui de acautelar o seu dircito no premio,
que por ventura Iho-saia pors>rte na res-
pectiva exlrCQ3o, visto como lia pessoas
que de vista saben que o abaixo assignado
os possuia. Itecife t:i de agosto-de 1857.
Fraocisco Geralde Moreira Temporal.
L olera
DA
.Provincia.
. CORRE SABBAIK) 92 DE AGOSTO
O-a.baixo assignado vende a dinheiro a vi*
UsenuodaquantiadeOO reis para cim
os sena muito relizes bilhetes, niciuse u^r'
lo-, i cli.s precos abaixo mencionados na
ra da Cai.'ea do Recito u. 45, esquin da
Madre .lis IVSOS :
lllipt.- 5S500 recebe 5.000-5
Meios 2?750 a 1:5007
Quarlos 1:375 1:250
Por Salu.stiano de Aqtno Fereira,
Jos Fortuuato dos buntos Porto.
$& O Dr. Francisco de Paula Bap-
lista, tem abeito escriptorio para
%& dvogar, no primeiro andar da
M casada ra dasTrinclieirasn. 19,
@ por cima do cartorio do escrivSo
O Baptsta.antigamente do fallecido
g$ llego; ealii, das!) Iioras do'diacm i
^$ diante, esta' prompto a ouvir a
^ todos, e a receber as causas de to-
@ dos que quizerem procurar seus
g serviros de advogado.

ESTRADA OE FERRO:
do Recife S. Francisco
LIMITADO.
Quinfa ciimunba.
0< directores da Companhia da Estrada de Ferro
do Recife a San-Franciscp, limitado, leera feito a
quinla chimada de duas libras esterlinas, ou ris
179773 sobre cada arcao na dita eompanflin, a qual
leve ser pasa ate o dia 21 de aqoslo do corrale an-
nn de 1857 ; no Rio de Jantirt, em casa dos Srs.
Maoa Mac. t.rRor A C. : na Bahia, em casa dos
S's. >. S. Davenporl A C, e em I'eniambuco,- no
escriptorio da Companhia.
O accionista qoe nao realisar o pasamenlo den-
tro do lempo indicado, podera perder lodo direilo is
aecues sobre as quaes o Hilo pasamenlo nao se tiver
eeciuado, e em lodo caso lera de pacar juros na
razio de cinco por cenlu .10 anuo, e de'n.lo rereher
juros ou dividendo da companhia pelo lempo que
decorrer enlre o dia indicado para o pasamento c a
sua realisac.ao.
N'cohum auto de transferencia pode ser registrado
anles do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores. James Tmplelo
lyooa, superintendente.
Fabrica de iacao e tecides
de agodfto.
Precisa-se de una ama forra ou cap-
tiva, para todo a servico de casa de pouca
familia na ra de llortas n. 10.
Da-se pinlieiro a premio em pequeas
quantias, com penhores de ouro c prata :
na ra estreita do Rosario n. 23, secundo
audar.
-- iS"a ra larga do Rosario, no fgundo
andar do sobrado da esquina do becco do
Pene Frito, n. 9, d-se almoco, jantar e
ceia, por preco mais commodo do que em
outra qualquer parle.
7" Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
cidade al o Poco urna casa assobradada ou
sobrado, tendo os commodos seguintcs:
alcm de poder conter 12 a 20 pessoas, lenha
cocheira, estribara, arranjos para criados e
escravos, e que o sitio seja abundante de ar-
vores fructferas e baixa de capim, que pos-
sa sustentar annualmente quatro cavallos :
annuncie por este Diario ou outros peri-
dicos.
, Precisa-se de lima pessoa que corintia ham,
prererindo-se escrava j na roa d Qaeimado, loja
Precisa-se para o hospital de caridade
de urna pessoa que forneca leite todos os
das, e que nao o traga depois de 6 horas da
manbaa.
A pessoa que quizer dar lices de
grammatica nacional o arthmetica em urna
casa particular, no bairro da Roa-Vista, an-
nuncie.
Pr*cisa-se de orna ama para casa de pouca fa-
milia, Torra ou cativa : na ra do Qutimado sobrado
u. 3, primeiro andar.
Os abaixo assignados, vendo no Diario
do dia 13 do corrente um aunuacio para ir a
praca o sitio sito no lugar da Torro, pcrlen-
cente aos herdeiros do finado JoOo Firmino
da Costa Barrada, cujo sitio se acha tivpotbe-
cada.e muito complicado com o ca*sal dos
abaixo assignados, fazcm ver, que ninguem
arremate o dito sitio para evitar maiores
questoesa prelesto de ignorarem,Jos An-
tonio Lopes. Ignacia Joaquina Lopes da
COMPANHIA
DE
SIGROSIAKITIM E
XttttHtt H impetio Un
ESTABELECIDA NO KI0DE JANEIRO
CAPITAL i 0:000,000,000.
Agencia ra da ruz
n. /t.
Aos senliores negociantes, proprieta-
rio* de casas etc. etc., se olierecena agen-
cia de dita companhia nesla cidade, a rea-
lisa cao de seguros por premios ccondicies
muito mdicas.
Na ixesma agencia se ellectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
Precisa-sede tuna ama de leite for-
ra ou captiva, sem iilho, para amamen-
tar uma ci-ianca. paga-se bein no pateo
do Hospital n. (i, (sobrado;.
Manoel Raymundo Penal'orte, solicita-
dor dos auditorios desta cidado. provisiona-
do pelo lxro. consolheiro presidente da Re-
lago. offerece para se cncarregar de qual-
quer causa que lite quizer confiar, no que
promette todo zel.i o cuidado, podendo ser
procurado das 7 horas da nianhaa at as 9 do
dia, e a tarde das 3 as 5 horas, em casa de
sua residencia, na ra do Itangel n 73.
Antonio Jos Rodrigues da Cunha re-
tira-se para Lisboa, e julga nada dever, c
se alguem se julgar seu credor aprsente
sua conta no prazo de tres das para ser pa-
go, na travesa das Cruzcs n. 8.
Atteucao.
lleliodorio Acacio Barreiros Rangel pede
a lodos os seus devedores, que tenham a
bondade devir salisfazer o que devein ao
supplicanteno prazo de 30 das, que da on-
trarjo ter3oodesprazer do ver os seus nomes
por extenso nesle jornal.
COMPANHIA VIGILANTE.
Os senhores accionistas sao convidados
para a reuniao na terca-feira, 18 do corren-
le, ao meio da, na casa da ra do Trapiche
-Novo n. 8
No dia 18 do corrente, dopois Ua au-
diencia do Sr. Dr. juiz dos orphaos, as 11 ho-
ras da manhaa, tem de ser arrematado um
bonito escravo moco e com habilidades de
estivador e remador ; he a ultima piaca.
4 1*0 consultorio humeopalhico ilo Urr Ca- ate
sauova, ra das Cruzes D. 28, ha sempre t
um grande sorlimeiilo dos mais acredita- W
dos medicamentos homeopalhicoi, e lulo _'_
quanto he necessario as pessoas que seguein '-'
ee sjslema. {'-}.
Venuem-se vidros com rolha de vidro, de ^
xf meia onca alo (i, mullo em conta. ^ji



'^OviJi;
>&&&*$&<
Compra-se cuectivaruenle na .
Flores n. 37, primeiro indar, apolices da di- u
nhiaaP1 i'03 ei)ro,vi,lcial. accoesdas compa- algodao branco a
nids, e da-se diaheiro a juros, em grandes rut de todas as qualidades
e L'CauetlaS niianllus nl.ro nm.h.,,.. Anc l____ I^nuouo,
- Vendc-se uma escrava para* todo ser-
vico, he boa quitandeira : na ra Direita n.
6*, segundo andar.
I^ende-se
Cortes dos.
Vendem-se cortes do 13a de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
amosque seacabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
o jPregui$a
e pequeas quantias, sobre penhores.
QDE ESTA QUEIMANDO.
Na loja do l'reguica, ua ra do Queimado,
esquiia do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sortimento de fazendas por procos
t>aratissimos, entre ellas nolam-se chitas
rancezas escuras de lindos padres e cores
""so 260 rs. ocovado, ditas ditas claras de
paurc.es miudinhns a 280 o covado, ditas li-
nas de luidos padres e escellet.tes pannos,
e cores lixasa 300 rs. o covado, lindos ta-
petes para salas a 3:800 cada um, pecas de
m-etanha de. rolo com 10 varas a 25000 cada
uma. rniissulina de crtra 320, dita mais fina
uc lindos padres a 360, dita muito lina a
*"0 rs. o covado, dita brancas mais fina que
he possivel a 400 rs. o cofldo, cambraia
tranceza de cores fisas a 480 rs. a vara, di-
>as de cordao a 500 rs cassas francezas
muito finas e de lindissimos padres a 640
a vara, lencos pequeos para mao a 120, di-
ios a 220, ditos com bico muito finos e com
"orados a 360, cortes de casemira
com lindos gustosa 5;.>00, ditos finos a 6?,
ramas casemiras de quadriuhos proprias para
calca e pahto a 560 o covado, luazinrias de
^dros proprias para roupa de meninos a
i"x,n 0,covad. Bwvatas pretas de setim a
l?200 cada uma, riscados rancezes de qua-
iros de lindos pa ires a 240 rs. o covado
casineta preta muito fina a 13200 o covado.
casemira preta a 20t00, cortes de castor en-
ra das cornado para cal?a a 1;440, ditos a 1S, ditos
.i" il!.L,nh0 a 15U0' dilos de brirade
a 'cada um, chales de rne-
lisos e Imrda-
-- \rndera-se 3 moleques pecas, de boni-
tas figuras, de 14 a 16 airaos, 2 negras de bo-
nitas figuras, com habilidades, 2 mulatas
com todas as habilidades e de ptimas figu-
ras, o 1 negrinha de II annos na ra do
Livramcnto n. 4.
Vendem-se Iuvas de
Jouvui, de todas as cores :
Queimado loja n. -Mi.
pellica
na ra
Bo& fazenda.
Vendem-se na ra do Livramento n.
)>, bonetes para meninos, demarroquim
domado, com velludo de varias cores
riosdenaviosquedesejam'te:!;;*;;^;;: 3.sfJtSode{Ial50, Pd ba,alissimP^de
(.titulo de Kegistro; tenham a bondade de rocolhida, muito linda c robusta, com mui-
dirigir-se a esta agencia aim de fazerem [ot'om'genio e agredavel. sabe engomrcar
e coser : na ra larga do Rosario n. 22, se-
gundo andar.
Doce de r,-y e banana
Chegourua doCollegio n. 5, superior
Os abano assignados, tendo obtido da Eoropa, as
necessanas ii.forroatoes, planos e orinientos para
a labnca de liare lecer alsodao, couvidam aos Sr.
socios a vir *-lo, no escriptorio do Sr. Manoel Al-
veiuerr, oa roa do Trapiche n. 4.
iRualmenleconvidam as pessoas qoe sobscre?e-
ram (Tara esta emprea, a realisarem a terceira prei-
lacao de 20 por cenlo, o que vehlicarao de hojo al
ib de agosto proumo, no mesmo escriptorio.
As pessoas que ainda quierem fazer parle desla
Prest, serao admilliJai, pagando o valor das en-
Iradas rehsadas mi occasiao de suhscreverem no li-
vro daa assignaluras, que silo de lOOj a 0:0000a rs.
Itecile, 16 de julho de 1837.
Amorim, Farias, Guerra & C.
Publicacao litteraria.
COIMKiRVPIlIA
< ;iioii(>--,l>iii nobilinria, ge-
nealgico e politiea
Di)
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCRlI'tOES
DA
Corographia brasiltira, do padre Mantel Ayres do
Casal.Historia da America .Porlugueza.'de Ro-
cha Pilla. Chronica da compadhia, de Vscon-
ccllcs.llisturU rio Brasil, do iscoinlc de Cav-
ru.Caslriolo Lusitano, por l'r. Rapliael de Je-
ss.Memorias do Rio de Janeiro, por monse-
nhor PuarroAnnaes do Rio de Janeiro, de
.Silva Lisboa.--AiiuaesduMarai.hao, de Berre-
do.Annaes do Rio (rinde, do Monda de S.
Leopoldo.Memoria da capitana de S, Vicente,
por l'r. Gaspar da Madre de eos.Eras do Pa-
ra, por Bayena.Memorias bbloricM da llihia e
corugraphu Paraense, por 1." Accioli. Chrono-
logia, do general Ahreu e Lima.Historia do
Brasil, de \ arnliageii.E de outros impressos e
manuscriplos :
CONTENDO
A descripcao geograpluca.e noces histricas c po-
hlicas, desdo o desc.ibrimeiilo do Brasil al agora
(1857), e lambem o lempo em qua lram povoadas
as >uai dilTereule cidadrs, villas e logares ;
Seus gnvermduros, e a origen) das diversas fami-
lias brasileiras e ssus appellidos, e*lraliida de auli-
gos manuscriplos genealgicos que m frd9 dilTe-
renles so pujeram obler ;
A historia dos ministerios, sua poltica e coies
com queapparecuram.
A historia das cmaras lemporaria e Halla de>de
a cousliluinledelT deabiil de 182.1 al I8.">7
E lambem urna esposirSo da historia da indc'pen-
dencia, escripia e comprovada por leslemuuhas o-
culares que aindam reslam, e dos onlros inovinien-
tos pulilicus, alim di-qoe se lenha um conhecunenlo
etaclo nao s da eograplua do pail como da sua
historia civil e poltica.
Pelo IJr. A. ). de Mello Moraes, natural da ci la-
de das Alagoas, aulor de muilas obras lilltrarias e
scienlliras.
Sub-creve-senesta cidade do Recife, na livraria
da piar i da lnrie|>nid>-ucia ns. (i e 8.
O abaixo assignado, possuido do
maior empenlio de se descubriros auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do sen mu i presa-
do amigo Thomaz Gollan, vice-consul de
5. II. Britannica nesta cidade, ollerece
luis contos de reis a quem Ihe prestar
qualquer esdarecimento exacto sobre es-
se facto, ou mesmo o conhecunento de
alguma circurastancia.ou accenorio delle,
de modo que se possa averiguar i verda-
de, assim como assegura, sol sua palarvra
de honra, o mais invlolavcl segredo, a'
quem Gzer qualquer dessas revelacOes,
pois lie bi'in possivel chegar-se ao'im
desejado, sem declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado Dritannioo 11 de julho de
ISO".II- AugUStus Cooper, cnsul.
_ ............... ... .-, -i....-,.-..... ..
:.... ...;-;....'. ...l;--..,'.^-...-v..-..;-.^:.
..." "r- J"'4o Jo.-c Dunasio medico, pude ser
.'.. procurado para o escrcicio de sua profis- **'
." so, na roa de Apolla n. 9. ? ';
yui:ii) precisar deum bolieiro, dirija-
se a na do Queimado n. 3o, que encontrara
com ijuem contratar.
as declaracoes precisas.
- Alexandrede Roguier, medico homco-
patha de Pars, e membro do instituto do
Rio de Janeiro, acaba de receber, pelos cui-
dados do Dr. Teste, um dos homcopaihas
mais dislinctos de Kranrjs, e d. phirmacia
de Catellan, a mais afamada do universo
todos os medicamentos de que o mesmo Ur.
leste da relacflo na sua obra sobre a mate-
ria medie. Elle recebeu igualmente varias
pnarmaciashomeopalhicas, e um considera-
vel sorlimento de tubos vasios e outros ob-
meuorE^a^nor!:-nf ^t^ iC lPCS escrvas de 6 a ** '
dias nesta capita" e afpessoas que^ze- &TXX a\"!%?Vt Pr SC
remaproveilar-se do seu prestimo sao con- SfA*??! U",a cab"1" le
vidadas ao fazer sem demora. Vieram-lbe
uos, por baralissimos pretjos, chitas escuras
e de diversos padres e cores lisas a 160,
i" e 200 rs. ocovado, ricos lencos do seda
de lindos psdrVs a 23000, e outras multas
azendas que se deixam de mencionar, e se
venderao por baralissimos procos ; se da-
rao amostras com penhores.
ALGODAO' VARIADO,
a U600 e 200 a peca : na ra do Queima-
do n. 44.
Na iua d.JS Ag-iiis-VcrtJts
n 46,
vende-se urna elegante muiatinha de idade
hvr ,h 8"nS' "efecol"'da, cose, faz la-
bjrintho c marca, ludo com perfeicao, uma
eocwva de 2o annos com habilidades, um
moequodeooannos. hom pedreiro, dous
moleques pecas de 18 a 20 annos, e um es-
crav.. do moia idade, proprio para sitio ou
mesmo engenho
Vendem-se saceos com milho ; na ra
uo Arago n. 36.
Charutos
No armatem de Martina & Pinto, na tra-
vessa da Madre de Dos n. 16. vendem-se
tambem pelos cuidados de urna casa'Vacar- c nh. '^^6^ ^Zl 1?"!
regada pelo Sr. Raapail. urnas nharmae.ia o. r ?'"?'p".f.de 2" a.nn.0?/ -de. Plim
r------------------------ M%, U4i.n vasa OlIUrtl-
regada pelo Sr. Raspail, urnas pharmaciase
obras do mesmo autor, cujos medicamentos
tem se mostUWo tilo especilicos as vanas ptimo
., --------- ------ru^,,.^,w^ una Tallas Ulllll
epidemias, e ate em parte adoptados pela n. 66
l .111 ruin ti. .111 o,, .-,1 Kir.,. L-li. ...:..____1_2 "'
doutrina homeopathica.' Elle as'siste no'bo
tel da llana.
Francisco Joaqulm Pereira Vianna,
portuguez, retira-se para Portugal a tratar
de sua saude.
de senhora ; na ra do Caldeire.ro n Sfi S? V"' ^ effecluada Por menor P"o
rom quem comprar todos os casales por
junto : no sobrado de um andar n. 8 da ra
de s Francisco como quem vai para a ra
Lella, das 6 as 7 horas da manhaa.
Miutkzat- ).:r,.as.
montar o seu conliecido eslabelecimeiito da
ra da Cadea do Recife n 45, esquina da
autire de Dos, com um rico e completo sor-
umentode miudezas, nSo s para a praga
como paia os seuhores negociantes do cen-
tro, e mesmo de outras provincias que bem
so queiram surtir, atii achara constanle-
'"enio Iirihas brancas e de cores de todas as
qualidades, um rico sortimenlo de perfuma-
bas, Iuvas para iioroem, senhora e meninas,
lengalasde'cunnaude baleia, bicos de seda
io todas as larguras, dilos entrelios, cuit-
aras hnissimas para mesa e escriptorio,
tinteiros de porcellana, lindas pedias para
segurar papis, ricos enfeites para senhor/,
loucas, carteiras, espelbos de parede, esto-
jes para barba, lindas abotoaduras para col-
lete, p.pe, capadlos para portas e sofas,
P lver!us fabricantes, ptimos charu-
J' ua ualua, e urna immensidaje de objec-
tos qua sena enfadonho mencionar, que
"SU das qualiladese dos procos de certo
'-.radarflo ao comprador, .\ssegura-sea mo-
dicjjade dos p egos-
Grande anna-
zem de roup
feta.
.'.*
ur
.'
O
z-
3
O
.:
de senhora ; na ra do Caldeireiro n. 56.
O abaixo assignado, como cessionario
dacasacommercial.que gyrava uesta praca
de baixo da irma de Ricardo de Freilas &
C faz sciente ao publico, e com especiali-
dadeao commercio, que acaba de celebrar
um contrato de sociedade em commandita
na dita casa, a contar do 1. do corronto me/,
de agosto de 1857 em diante, por cujo moti-
vo afirma social daqui em uiante lie (iui-
uiaraes Ohveira, sendo que sao gerentes
e solidarios da mesma firma o abaixo assig-
nado e o Sr. Francisco Augusto de Oveira.
Ilecife 14 de agosto de 1857.
Domingos Feneira das NcvcsGuima.aes.
Acha-se ausente desdo o dia 1. do cor-
rente a escrava Tbereza, Conga, de 64 anuos,
UBIX9, um pouco reorgada, cabega brauca,
te nos dedos das nulos encarangoejados e.
calombos pelas costas, provenientes do
aguules de senhores anteriores, anda espi-
gada e um pouco peia la, levou vestido cor
ue rosa com llores amarellas : quem a pe-
gar leve-a a casa de seu senbor o major aii-
lumo da Sllv" Cuimaraes, na ra Imperial
n. 64, que ser generosamente recompen-
sado. r
Oabaixo assignado declara ao respei-
lavel publico, que o Sr. Cuiihermo Mala-
quias de Souza Comes deixou do ser seu
caizfliro desde o dia 13 du coi rente.-L. Fusi
O abaixo assignado, arrematante ilo
imposto de agurdenle do municipio do Ite-
cile, avisa a todos em geral, que lhe esto
devendo o dito imposto, para quo venliam
reahsar todos os seus debaos at 30 do cur-
enle, e na talla sata ubrigado a usar do
executivo conforme determina a lei; e para
queso nao chame a ignorancia, se fiz o pre-
Kecife 13 de agosto de 1857.
Luiz Jos Marques.
O advogado Leopoldmo Antonio da
lonseca, residente em Macei, olerece seus
servidos as pescas quo delles se quizerem
ulilisar naquella cidade.
sociedade de descoil os ce
iioniiuada .;.; ixa -Eco-
Duiuica de 'ei
iiaihbuco.
Acha se inslallada, e as sua. operagOes ef-
fi'Ctivas sao as seguinles :
Dcsconta leltraa a juro convencional.
Empresta sobre acgOes de qualquer com-
panhia acreditada, sobro penhores de ouro,
prata, e joias, al ao mnimo do 10.3 ,- a o;ie-
ragaohepor meio de lellra aceita pelo im-
petrante com a declaragao de nao sendo pa-
gj.se proceder a venda do pcnlior eu, leilSo
15 das depois.
Admiti sempre socios na cunlbrmidado
uos estatutos.
Recebe a premio qualquer quantia al IS
omiiiimo. '
rtota.As mensblidades com que os socios
tem de entra. 129000. os quetiverem de 1 a .
> acgOes, e 59 us que tiverem uiais desle nu- ;- n qnalklada da tasada, cuno
meio1, comegam a ser cobra vais no priuiei- """lidaie dos precos: deridra-e
10 da til de cada mez. u sucio que quizer
dar as mciiilidades a iiantadas por 6 mezes,
ou mesmo um a o no, pode-o fazer coutaiido-
se-lhe o juro de 6 pur cenlo o anuo pulo a-
diantameiilo.
Para ludo se dirijsm a casa do Sr. thesou-
r. 110 I ragozo, ra da Cadea do Rec le n. 6,
011 ;e provisoriamente funecioua este com o
director da semana.
loga-se a Sra. I). Diooizia Francisca
do Souza, natural da villa da Rarra, 110 Rio
de S. I rancisco c provincia de l'eruainbuco,
ou a seus herdeiros, que venliam ou niandem
teceber a parle que lhe locou do espolio do
seu mando Jos Seabrs Lemos fallecido nes-
ta corte. Rio uo Janeiro 6 de agoslo de 1857.
Roga-sa a pessoa que levou as amos-
tras de lilas da casa do madama Theard h
mais de 8 dias, o favor de traze-las, vislo fa-
zer muia falta.
om.-jiuua.ua uoLoiieg.o n. 5, superior ^essa ta Mure de Dos n. 16 vendem-se
doco le araQa e bansng> a|)ricail0 noenge. muito bous charutos, fabricados em Coi-
11110 l.uerra. ar.na
... Vendem-se sa,-alos dos meihores, fa-
hncados no Aracaty, carne e queijos do So-
bral, ludo chegado ltimamente, por pregos
commodos para acabar : na ra da Cadea
do Recito n. 60, primeiro andar.
ESCRAVOS A' VENDA,
un-se tres escravas de 16 a 22 annos,
rem
-, ... ww.,,a \ag 10 aullOS,
jue sabe engommar, coser, marcar, faz !-
byrinlho, penlia urna senhora e lambem
conducta, com as mes mas habihdades' ci-
ma, um molecote de 22 annos, pessa linda,
para um pagem : na ra Direita
V-mle-se uma carroga com boi manso
e costumado ao traballio nesta praga no
armazem de maleriaes da ra da Cadea de
Santo Antonio 11. 17.
Veude.n-se 20 casares de rolas brancas
nSrrred^d8"
m
m
o

o
o
':'
H"i Whv 11. 49,
Q JUMO A IGRBJA DA CNCKI
O ;V DOS MILITARES.
B j Nfile armazn acharao os bous freaue-
... zes um anailt torilmeato de r..ui>a teia", s
_.; comosejim: casaca, proas e .le ewas, (n- '.':
: qufi |irelo, e de cores cun pola de vtlludo, (^
g| ...Lrecasdcas pretas e de cores, dil.,s di cj- 2
;:; semira decores, palitos de panno fiuo preto
..> e de cores, dilos de merino selim, dilos .le r'"'-
-. liimbziin, dilos de alpaca, dilos de lirim n
briiiico, pardo e de nniraa ..i.. a.t..a a- ^
iiietiin, dilos de bh
.,
ue alpaca, anos Ue linm .--.
de oulras core, dilos de 5f'
SHUga, calcas de casemira *'.'
._ prala a da cor, diu* da panno lino, ditas -'< i()i(^
ilas de brim bran- ''", "
. de 1,1a e mtia casemira, di...
V co e de cores, ditas de merino, ditas de r>?
V princeza, ditas de ("risa, ol. tes de Tal- ,"
V-J lodo, .tilos de se un branco bordado para 1
<:.t casameiiiP, dilos prelos, dilos de gorsa.8o ';.'"
v-' prctu e de ces, dilos de casemira burda- fc?
\i 0*< ditos de setim prflo nuci, dilos de 5&
.->. marina, ditos .le fatlaa branco e de cores, .'',
.:" camisas flanelas brancas e pintadas, gr.i- V
alas ,ie todas ai qualidades, lavaidaMda *.
v;- e pelliea.chapoada leda prriosparaliomens t&
... ditos da castor branco rom pello o rpalo,
] doullirao costo de Pan; eouhos muitu '".
ol.jecio, que a^rad-r aos fragncHi, lano SJ
ua com- r.
- que nao 2
v.? se recebe eneonmaoda ahuma que mo M- |
.. 11 com f zonda .lo armazn,para o que l.'iu -'i
& eicolludos pannos Gnus pelos e de cor-, '"
; eeiemiras, vclurto?, seluu e oulras muilas "
v.V fazendas. a
Veuda de
piauos.
Vendem-se mtiitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de Ham-
ll'lljJO
ar.na
" Vemfe-se na ra Nova n. 38, uma bo-
nita muiatinha de H annos, rpcolhi la.
Vende-se um sellim e seus pertenecs,
com pouco uo : na taberna grande ao lado
daigrejada.Soledade.
T
loja
das seis portas
el frente do Livruiueiitu
Colinhasdfj tslagarga para pescogo de so-
niiora a pataca cada urna, chales de cassa
para trazer por casa e i rem ao banho a sello,
lengos de seda para trazer aos hombros a
dez tustes, camisetas de cambraia para so-
Qhora a dez tustoes.
Tintas baratas.
Cr, ochre e rso-terra a vintem a libra,
ornan Jo de 8 libras para cima : na ra d
Livrameuto, loj.i n. 35.
Para acabar
Vende-se um lindomoleqne de ida-
de de I anuos, e .") escravas moras de todo
o servido : na rila Direita ti. .">. "
- Vende-se a cocheira n. 5 da ra da Ca-
rleta em Sanio Antonio, com cirros, 1 ca
bnolet o 16 cavallos : quem a pretender, di-
rija-se a mesma cocheira. que ahi saber*
com quem deve tratar.
AttCDCO
o
N ra laiga do Rosario n. 38, loja de
miudezas deJoo Congalves Ferreira, exis-
ten) venda caisas com tontos para vollare-
ie, as mais ricas possiveis, litas de velludo de
todas as larguras, (franjas, de seda as mais
ricas que lem viudo do Kranga, filas Uvra-
das, razonda ainda nao vista, pesos para pa-
pel muito linos, com todas as personagens
da Luropa, ciiituio-s de borracha muito li-
nos, e outras muitjs qiialiia es de miude-
zas. que nao so podem mencionar.
Xa rua do Cubil S& ga\ loja de raiu-
Vende-se uma escrava crioula, moca,
com urna cria de 8 mezes : a tratar na rua
larga do Rosario n. U, das 6 horas da ma-
ntea ate as 9, e do meio dia al as da
larde.
Na roa da Cadeia defronie da Relico venda
n. 28 de I). S Campo,, veud.-.e t 5g% ~
ores bichas himburguezas, em porcio e a retilho.
Vende-se na rua di Cadeia n. 28, 8Upet
preiunlo porluguez inleiro a 440 rs., e mais objeclos
por preco commodo.
Ceblas novas de Lisboa.
Continuam-se a vender no armazem de
Rarros St Silva, por pregos muito baratos.
Na rua do Brum n. 22, armszem de S
Araujo, ha para vender jarros estampados,
proprios para sitio, os melhores que tem
vindo de Lisboa, cera de carnauba, em sac-
eos, 18 pipas novas abatidas, vimes, que tu-
1 do se vende em conta para acabar, e da-se
conta de venda.
Piauos.
Em casa de RabeSchmettau:&Companbias
rua da Cadea n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Ha ni bu rao.
Na rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas pata tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, ludo por pregos
commodos ; assim como barris com azeite
de carra pato.
Lobo A; C. vendem cal preta a G60
rs. o alqueire, equivalente a uma barrica
de bacalbao, em canoas de 00 a 300 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rua Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho em pequeas porroes
em seu armazem, na rua da concordia a
"0 Vende-se na rua da Madre de Dos
11. 12, armazem de Xovaes & C, barris
de ferro, ou cubos hidrulicos; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, era casa de Southall Mellor o: Ca, rua do
Torres n. 38.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de Ierro de O. W. Bowman
na rua do Btum, passando o chaia-
riz, continua a ha ver 11 m completo sor-
timenlo de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
. Bcliam a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desp ezas ao comprador
i\Ta loja das seis
portas em frente do Li-
vramento
Pegas de cassas com flores miudas, blan-
cas e de cores a 23000, ditas de ramagem
para cortinados a 35000. saias bordadas para
senhoras a 23000 com algum mofo.
nelogios.
Os melhores relogios do ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife u. 62. primeiro andar.
GIAS DE FERRO
Excellentes camas de ferro para soltoiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 2. primeiro
andar
Agencia
a fundicao Low-Moor.
rua da .erzala i ova
n. 4*1.
Nesle estabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Vende-se na loja da esquina que volta
para a rua do Collegio n. 5, cuberas de chi-
ta de todas as cores o qualidades a 2500 rs.
cada uma, riscados lrancezes a 200 rs o co-
vado, cambraias pretas proprias para luto a
200 rs. o covado.
--- Vende-se na loja da esquina da rua do
Crespo, que volta para a rua do Collegio,
chapeos de sol de panninho proprios para se-
nhora e para meninas irem para a escola a
13)00 r ida um.
Methodo facilimo
Na li-rariada praga da Independer
6 e 8, vende-se o methodo facilimo-
aprender ler,novamente impresso u.
menudo, por mil reis. \JJ
Arados de ferro.
Na fundigo de C. SUrr & Companhia,
Santo Amaro, acham-se para vender ara
de ferro de um modello e construccSo mi
superiores.
relogios de pa-
tete
nglezea de ouro, de sabonete e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recite, armazem n. 10.
Taclias de ferro.
Na fundigao da Aurora em Santo Amsro-
e tambem no deposito na rua do Brum loco
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimenlo de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para oarregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Oa prego
saoo s mais commodos.
Algodao monstro.
VenJe-se algodflo monstro com 8 palmos
Je largura, muito proprio para toalbas e
lengoes, pelo baratissirao prego de 600 rs. a
d"8 : 2"a loja da boa f oa ru d Queima-
M11 ssulinas brancas e de
e 'res.
Vende-se mussulina branca muito lina a
nSS*r. T22?: d,U,.de Cores n^rdoZ?mrn:22naIOJadab0af'
Asmel SECRETARIAS.
n fif n L n 62, .primeiro andar.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente ingles, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor & C.% rua
do Torrean. 38. '
VENDE-SE
na rua do Trapichea. 54, escriptorio de
>ovaes&- C, superior vinho do Porto, em
caixas de uma e duas duzias de carrafas:
a preco commodo.
iviivas de fouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras uvas de Jouvin. de todas as cores,
gualmente ricos penles de tartaruga da ul-
tima moda. "
Moendas superiores
s.fflndC50 dlC- Starr Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construccSo muito superiores.
tCT
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENR
NHEIRO DAVID W.BOWMAN A
RUA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
lia sempre om grande soriimenlo dosiegaintes ob
jacto, demachanismolproprios paraanfcenl,",.,-.,
ber : moendas e meias rooeodas, da mais moderna
cooslroccao; taiia.de ferro fundido .ffii
superior qoa.idade e de lodo, o. lam.2oa roda!
dentadas para agua oo auimae., de toda, a, roar
taaa; envase boca, de forialha e reai,iro.TePbo"
e.ro, aguilhoes, bronze^par.fu.o. e eSSKinS
nbus de maudioea, etc.ele. 'uiow.moi-
NA MESMA FUNDICAO.
rexecolam toda. a. eucommenda. eom a soperio-
SSfaSS?^ COm <"> "'"l' "-
XAROI
DO
n. i.
dezas
Inri para venier oui cuni|.ietu sorliroculu de baba-
dos de panno de Uaho, lamo itMrlo romo bordado e
.le loda ni larguras, prinripiandn por d..us dedos e
acabando em dous palmos, os qaaes se veudem mais
barato do que em oulia qualqu.r parte por se qu-
rer remeller o inliriro ao fabricante.
Kefitiac&o <|t) 33o!i(iro
.\o deposito desta refinaria, na rua da Cs-
riea do Recife n. 30, ha sempre asacar re-
linado de superior qualldide, por prego de
0^000 a arroba, dndo-so um sbato a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
Na lja das seis
do JLi-
em frente
vramento
3>000.
Corles ilo rasemir com pequeo defeito a
33000, pal 1 los do pinno fino prelos e de co-
res a 10)000, tem porco para escolber.
- Vende-ffl na padaria da rua larga do
Rosario n. 48, bolacha a 120 a libra, bem
torrada.
AO BOM E BARATO.
^a loja deTazondasda rua do Crespo n 5
esquina que volt P8ra a rua do Collegio'
vendem-se cortes le casemiras rlc boa qua-
lidade c bonitos pa ires a 43000 o corte, e
na mesma loja se vendem colchas brancas e
adamascadas, e toalhas para mesa a 41 cada
uma.
ecoin lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz 11. 55, casa de J.
Keller cv C.
Veo !e-sc madap.jlio com loque deavaria i
a 19800 rs. a pr^ga : na rua do Crespo, loja
iia esquina que volta para a rua do Colle-
gio 11. 5.
aos senhores de
engenho.
No boceo do t;ongalves, armazem n. 10 '
de Jos.': Duarte das Nev s, vende-se a mais'
superior farinba de trigo, em meias bar- !
ricas.
N rua do <>uei-
nido. loja le miude-
zas n, US
Vendem-se cintos de borracha de todas as
qualidades para homem o meninos, suspen-
sorios finos e ordinarios para homem, tin-
teims de porcellana muito ricos para cima
de mesa, pedras para pesar papis, muito fi-,
as, cim todas as personagens da Europa,
estampas de santos de lodos os tamanhos,
de2 a 5 palmos, ditas de vistas da guerra da
Crimea, de 2 a 5 palmos, espelhos para pa-
rede e de toucador, ebreotiuhos para mon-
tana, Iuvas de todas as qualidades para ho-
mem, senhora e meninas, candieiros de la-
tao proprios para os senhores acadmicos,
peines de tartaruga de diversas qualidades,
ditos a imitagio de tartaruga, ditos ditos de
Lisboa para Urar piolho, bengalas imitando
canna, jogos de bagaielas
Chapeo* de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
rpcenlementechegados, a prego commodo:
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio do Almeida Co-
LOJA Di RUA DO CBESPO
N.10
Vendem-se cassas franezas linas a 500 rs
a vara, chitas francezas a 240, 320 e 360 o
covado, chales de touquim de todas as co-
res, sabidas de baile, chapeos e enfeites para
cabega de senhora, e oulras muilas fazendas
de goto, por prego commodo, e a vista
faz f.
Carne seeca do ( ear.
Vende-se superior carne secca do Ceara,
por commodo prego : no armazem de Luiz
Anues, defronle da alfandega.
S vista.
Na taberna grande ao lado ds igreja da Soled.ide,
os Creuiiezes encoulraiao un esplendido soriimenlo
de melhadM de lodas as especies de n.ercearias so-
lidas e liquida, como sejam os bous fiabas pnuaria-
fa.los. champiana, licores finos, boas inslelas, bom
cha', bolaehiouai, massas, familias pira papas, doces
de marmelada, goiaba, araj, passas novas, charutos
linas, queijos do remo, de prata, do seiUo, de coa-
llia, de mantena em grande porreo de urna a > > li-
bra cada um, p inleiros a 100 rs. a libra e a relalho
a SiO : uin completo soriimenlo de sapatos pjra hu-
men* e nui.iii s, do Araealj e Ja Ierra, e urna quan-
lidade de saceos com lamilla da larra, muilo ba,
39 e laOOOn., e ludo o mais se vender' santa
para contentar us compradores.
Vende-se carue do serto, nova, gorda
e boa, por prego comino lo : na rua Ja l'raia,
armazem n. is, e na rua Direita, taberna
n. 4.
- Vendem-se barrtcfs com sardinbas
muito boas, e prego commodo : na rua da
Praia, armazem n. 18.
Milita aUcnro. para lixar
contas
Vende-se na nova loja da rua do Collegio
n. 9, mussulina branca muito fina a 440 cada i
covado, dita de cores a 320, chales linos de!
merino com 2 palmas a 10;, dilos lisos a 63,1
ditos de cbally a 113, Iuvas de pellica finas '
para homem e senhora a 1/5o0 cada par,
pegas de madapolio linas a 336OO, 43000 e
43500, chapeos de sol de baleia a 2/400,
ro iranifarida o deposita daile xarope psrae bo
tica de Jos tlaCrui Sanio,, naru. NoVa" 53
garra a, 5500 a mei.s3000, .ende falso ,odo
-quelle que nSofortendido netle depoiilo'p.o
quesefax opreienleaviio.
- p-i *> n.iruu,
IMPORTANTE PARA 0 PLBL1C0
Pera curada phlyaieaem lodofoteusdifleren
wsgraos, qusrmolivada porconstipacOe, tost
sslhma.pleBriz.eiearrodeeangae, drdecos-
adose paito, palpitarlo no eoragaccoquelucrre
i'ronchile, dorna aarganla, e todas as molestia
dosorgio (pulmonares.
.Sellins e releaos.
SELLINS a RELOGIOS de pelele
Ingle : a vende no armazem de
Knslron Kooker & Companhie, es-
quina do largo do Corpo Sanio nu-
mero .48.
oeposito
de rape princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no ftio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
f#2f
*teb&
Ausantou seno dia II um molequecn-
oulo, de notr.e Jo5o, com 16 annos de idade.
corpo regular, espaduas largas, cor preta,
olbos grandes, beigos grossos, levou calca
de 13a de quadros prelo e branco, e aqueta
de chita ama relia com pintas pretas, he mui-
to ladino e flota ; consta andar mesmo nes-
ta ciladee por os arrabaldes, no Monteiro
quem o pegar pode levar na rua do Collegio
n. 3, primeiro andar, que ser gratificado
Fugio no dia 5 do corrente a escrava
de nome Marciana, com os signaos seguin-
les : idade de 35 annos, pouco mais ou me-
nos, estatura regular, cor fula, cheia do cor-
po, pos grossos, levou vestido de chita escu-
ra e patino prelo lino : quem a pegar, leva-a
a rua da Itoda, em casa do Sr. Dr. Pinto, ou
em S*.nto Amaro, silio que tem o porteo em
irenie da ca pella do mesmo santo, que ser
generosamente recompensado.
Fugiram do engenho Itapirema de ci-
ma, comarca de Coianna, os eseravos se-
guintcs : Xico moleque, Innocencio, Jorge
Joio boi, Avelino, Antonio caboclo : roga-
se as autoridades ooliciaes e capities de
campo que os apprehendam e levem-ns ao
referido engenho, ou nesta praga na rua Di-
reita n. 4, segundo andar, que serSo gene-
josameote pagos
Km 12 de julho prosimo passado fugio
do engenho Bosque Alegre, provincia das
Alagoas, o escravo Germano, com os signses
seguintes: idade 25 a 28 annos, nagSo Ango-
la, alto, corpolento, cambado das pernas
tendo em uma d. lias a cicatriz de uma gran-
de renda, barbado, cara comprida, e regris-
ta : este escravo pertence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, e suppOe-se ter fgido para
es'.a provincia de Pernambuco procura de
oulro compa nheiro do mesmo engenho, ha
pouco lempo vendido : roga-se, portento', as
aulo'idades policiaes, arjs Srs. capitaes de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-
prchenda, do o entregar na villa do Passoao
sr. Joaquim Marinho FalcSo, e em Pernam-
buco a Felisberlo Ignacio de Oliveira, praga
do Corpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensarlo, e satisfeitas as despezas que com o
mesmo s,e li/.erem.
PEKN. TVP. DE M. V. DB FAKIA 1857~~

MUTILADO
ILEGIVEL

. -


Full Text
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