Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07807


This item is only available as the following downloads:


Full Text
,
-
r,
V\\l>\\ XIII N. 186.
> :
Por 3 mezes adiantados i#000.
Por o mezes vencidos 4.S500.
SEGUNDA FEIIU U DE AGOSTO DE 1887
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor,
A.DOS DA 80B8CBIPCA DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Kodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joaquim
I*Partir Jnior ; Araeaty, o 8r. A, da Lemos Braga ; Cea-
ra',0 Sr. J. Jota da Olivada ; Maranbio, o Sr. Joaquim Mar-
qnaa Rodrigues ; Piauhr o Sr. Jote Joaquim Ai?lino ; Pa-
ra, o 8r. Justino J. karaoi Amazonia, o Sr. Jtronjmo da
CoiU.
PARTIDA DOS CORBEIOS.
Ollnd, : lodos 01 di... Htl roela horaa Jo dia.
lauarassu l.nianna e Parahiliaf aat tegaadu seslas-f.'iras.
S. AnUo, Iseicrro, Bonis,, Caara*, Alliaho a Geraabao*: na tarea-tetra.
S. Lourenco, Pao d'Alho, Saiarelh, Liinm-iro, ttrejo, I'oqacira, Ina-azcira,
Flores, \ilU-H Cabo, lpojuca, SiTinliiem, Hio Furmoso, Ina, BarreinM, Agua-ProU, Pi-
menteirase Pialal : quinus-reiras.
,Ti'dos os correio* parlem as 10 horas da mantia.
AUUIKNCI AS DOS TBJBUNAESJDA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : legundas a quintal.
Relaceo: terca feirai a Mbbados.
Faienda : quartaa a tabbadot ai 10 borai.
Juizo do eommercio : leguuda ai 10 horm e quintal ao mtio dia.
Juio da orphaoi segundas, a quintal ai 10 horai.
Primeira Tara do dvel aegundat eieitaiao meio da.
Segunda rara do clvel : aartai t tabbadoi ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
B La ebeia ai 4 horai a 9 minutos da tarde.
12 Ojiarlo minguanle ai 3 horai e 22 minuto di tard;.
19 La nova aa 2 horas a 6 minutos da manhaa.
27 Quarto creicentt aos 45 minuto da tarda.
PREAMAR DB HOJE.
Primeira ai 1 horas a 18 minutoi da urde.
Segunda ai 1 borai i ( minutoida manhaa.
DAS DA SEMANA.
17 Scgnnda. S. Mamede m. : Ss. Euliquiniano eLibrrato.
18 Terca. S. Clara do monte Falco v. : Ss. Laura e r'iora mm.
19 Quarta. S. Luir b. !'. S. Tecla v. m.
20 (.lumia S. Bernardo ab. doutor da Igrej.i.
21 Sena. S. Joanna Francisca Romana.
22 Sabbado. Ss. Agalhonico e Authuza mm.
23 Domingo. 12 O Sagrado Coraco de Mara.
Timan.
RIO DE JANEIRO.
27 de judio.
O paquete a Toeanlint >, ntralo ante-hontem de
mu ilos porloi do sal, Irai dalia de llaenos-A, re-
al 1), de Montevideo al 18, de Perlo-Alegre al
18, do Rio Grande al 21 do correte.
Do Klo Grande o ponco que ha de interesie ve tu
resumido na caria que publicamos.
O Toeaiilins t nao pode eutrxr no Rio Grande
nem na ida nem na votta.-
At noticias do Estado Oriental nao tem a menor
importancia politice. A Cmara doa representantes
Dcerrou-se, volando no ultimo dia de seisao urna
le que impe direitos de exportaban sobre os pro-
doctos do paiz. Os couros vaccuus pagaran um
real ; a carne seeca meio real por quintal ; gorduras
11 i de real por arrobas ; e pellas de lobo 1 o|o do
seo valor.
Este projecto, bem como outros, e entre e-Ios a-
quelle que aotorisa o governo a negociar cnni o ban-
co Mau um empreitimo mensa! de 22,500 pesos,
licanm adiados para a segunde, legislatura.
Corra porem que a asiembla seria convocada ex-
traordinariamente para resolver estas quesldes.
Na cmara dos representadles de Baenos Ayres
eontinuava a discutido do projecto, apresentado pe-
la commissao de conslitoigao, que declara o general
Boaas reo de lesa patria, e confisca lodos os seas
ben.
Aps ama dscussJo moilo calorosa, foi approvado
o projecto, em squ generalniade, na ses-ao de 6 do
correnle, por 2> costra IS votoa. Passando-se i
disi'.asijo por nli|Tiiii| sTjiftdflfc'ilvfJi horas e m-ia da
^iieva 'uu" rfi iMBnH c debite sobre o T. ainfti
endo approvado por 21 contra 12 votos. Ditculia-se
o rt. 2.
Keprodozmos o projecto para roelhor inteligen-
cia dos leitores que nao acompanham cora muita
alionlo estas latas Je part tos extremos.
c Art. 1. Declara-se roo de lesa patria i> JoSo
Manoel Boga pela lyrannia sanguinolenta que exer-
cea sobre o povn dorante lodo o periodo de su dic-
tadura, chegaodo mesmo a violar as leis da nsture-
za ; por ler sido traidor em muilos casos indepen-
dencia de toa patria, t por haver sacrificado a' sua
mbito a liberdade e o gloria daquella ; ratificau-
do-ie com esta declararan as dispoic5es vigentes.
- Arl. 2. Reeonhece-se ler lodo o valor e forja
de Jet o decreto do poder execolivo de 16 de feve-
reiro de 18->, pelo qoal se declaruo de proprieda-
de publica todos os bens no lerrilorio do Estado que
perlerceram ao lyranoo Jlo Manoel Rosas.
Ail 3. Cominuniqae-se, ele.
Promulgoo-ta em Buenas-Ayres ama lei que con-
eedea ao Sr. E. Hopkins a rm-irurrii de orna es-
trada de ferro e lelegrapho elctrico daquella capi-
tal at S. Fernando.
Da Confederaban nada lia de importancia. As car-
las de Mendoza notician) qoe um temporal de nev
tinha tornado impralicavel a nica gaiganla dos An
des que dava coromunicacAo para o Chili.
Sob a rubricaDiplomacia do Paraguaylernos
na Orden, o de Baenos-Ayres, as segoinle muilo
cariosas liolias :
Ten 1o oblido o diplmala brasileiro (o Sr. Ama-
ral) ama grande audiencia do presdante Lpez pa-
ra justar o pontos debalidos, expunha a Etc., em
presenta do sen ministro, a injuslica de certas dis-
po*i(-s reonlamenlares relativas naves-rao do
rio Paraguay ; e como para corroborar mas asser-
Ses cilaise urn acto occorriilo com o ca. uno de urna
embsrcacao mrcenle, o presidente, inlerrompen-
do-o, disse-lhe : Mente Vm.
O diplmala brasileiro estacn com esta dene-
gado um tanto brusca ; eoealio a saliva ; mas de-
pois de ama pausa eontinuou a apreseular com ani-
mo tranquillo uuvos faria.
EXCARREGADOS DA SUBSCRIBO NO 8L
Alagoai, oSr. l.laudino Falcio Diai; Babia, o Sr. D. Dan
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perelra Martini.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria ni sui
livraria, praca da Independencia o. 6 e 8.

anlorisado a nnmear desde ja.Delfino de Almeida.
l'eixolo de Azevedo.
A verbaJuslica da primeira enlranciaau-
mente-sequaulo for ntcetsario pira que seja de
6X109 ordenado dos promotores, que o (ivertm me-
nor.Jagoaribe.
Ao arl. 3'eleve-se a verba do S I-(secretaria
de estado; a 76:8009.Fausto de Aguiar.Parana-
gu.Cusa Piulo.
manente a 316:168.3.500 Fausto de Aguiar.Pa-
ranagu.Costa Pinto.
ii Eleve-se a verba do 18 (casa da correcto) a
120:000?.Fausto de Aguiar. Paranago.Costa
Pinto, ii
Oraram os Srs. Pinto Lima e Cerqueira I.eile, e
ftcoo a discossAo adiada.
A ordera Ho dia de hoje he [a mesma anterior-
mente dada, tanto na primeira como na segunda
parle.
29
O senado oceupon-se hnnlein com as materias que
conslam do resumo da lessSo qoe vai publicado no
lugar compleme.
O Sr. Jigoaribe fandamentou e aprtsenlou hon-
lem na cmara dos depntadoi nm requerinienlo pe-
lindo mformaees ao governo sobre a adminislra<;ao
A ordem do dia de hoje lie : quantia ecessaria para dividir annualineiile por ieguinle'p7oiecto~'dado om" no\a"organisacao as
Mmiinuaao rja tegun la discussilo do ornamento sens accinnialas 7 por cento ; e approvou o adia- cmaras monicipaes :
da jiiitija, e se hoover lempo as materias anterior- menlo por 2i horas, requerido pelo Sr. presidente do r a A assembla geral legislativa decreta :
conselho, da propos-cSo aolorisando o governo a es-, Arl. I. A le do I.- de ootubro de 1828 sera'
tender o beneficio da navegado a vapor alo ao por- execotada cnin as alterarles segointes :
lo da cidade da Victoria. 51. .\ cmara municipal da crte confiara' de
A ordem do dia de hoje he o reslo das malerias 21 vereadores.
dadas, e mais a lerceira disco'sao das proposites : o S 2. As das ri la le. conslarao de 17.
1., declarando qoe silo almissiveis no crime os ins-1 [j 3. As das villas de 11.
trumenlos ou carias lestemunbaveis ; 2., aoterisan-1 Art. 2. Noi municipios das cidades que conlive-
| do o governo a passar carta de iHluralisac.no ao sub- rem 17 fregucr.ias, e mis das villas que coutiverem
dilo porlaguez Henrique Corra Moreira ; 3., aulori- II, cada urna deslai elegera' um vereador.
sandn o governo a pazar ao lente reformado J01-| o Arl. 3. Nos municipios das cidades que conli-
Segunda dis-usao do projecto n. 53 desle anno,
qoe concede didarenles favores a empreza da estra-
da de ferro de Pernambuco.
Primeira do projecto numero 75 deste anno, que
lugmenla os vencimentos dos empregados do correio
geral.
Primeira do prnjeclo numero 72 desle auno, que
concede lotera a companhia dramtica do thcalro de
S. Janaano.
Segunda do prnjeclo numero 25 de 1850. que faz
igual conceisao a bibliolheca Ilumnense.
Traiisrrevemos boje a represenlarao qae o conse-
lho da sociedade Ypiraniia, instituida nesta curte,
dirigi a assembla geral legislativa, pedindn, pri-
moiro a concessAo de loteras annaats, segundo o
produelo do imposto sobre os eseravos arrecadado no
municipio neutro, e lerceiro aolorisaiao para possoir
bens de raz que I lies lorem legados ou doados por
pessoas caritativas.
Para requerer a assembla geral 19o alloa fa>ores,
preciio era que o coosrlho da sociedade Ypiraoga
livesse consciencia da importancia e santidad de
seus fin; e he para habifilac-se a desenvolver um
S 9U C"Bu'itS y* tegf'lrll e dt Aracaty, I pensamenlo philanlropico, gue4wiLpor_norle a ex-
da provincia do Cetra, e ignalmiiiTrK8olire a persie_l lincjAo enlsprudente da escravidSo, qu-**n.1iB-
gui^ao que esl solTrendo na rila le do Crato um c-
dadao excommongado pelo vigario geral. Firooa dis-
cussAo adiada por pedir a palavra o Sr. Pinto de
Mondonga.
Continuou em seguida a lerceira discussan do pro-
jecto do auno piHado sobre as sociedades em rom-
mandila, com duas emendas substitutivas do Sr.
baro de Mao. dos Srt. 'orres-Homem, Sergio
de Macedo e Augasto de Olveir.i. A discuasSo ficou
adiada dtpois de um discurso do Sr. minislro da
fazenda :
30
A cmara dos depultdos approvou hoje os segua-
les pareceres:
Da commissao de marioha e guerra, indeferindo a
pretenco do major graduado A11I01110 Flix Lobo,
que pedio ser admitlido no quadro do exercilo com
um posto de accesso.
Da cnmmi pretendo de Fumino Jo de Soaza Lima, pediinlo leu digno presdanle:
para fazer exame doi.- e 5\ anno, e malricularie En a rcprcsintacao
110 6.- da escola de medica da corle.
Da mesma commissao, pedin lo, por intermedio do
govemo, niforma^Oes au director da Facoflade de
Medicina, da corle, obre a prelen;o de I.uiz Fran-
cisco Munnelly, pedindo ser admiltido a matricula
do 3." annn.
Da commissao de pensOes e ordenados, fundo em
projecto de lei os vencimenlos dos meslres de ns-
troecn elementar, de msica, e de dana da fazen-
da imperial.
O Sr. Peixoto de Azeveno apresenton um reqaeri-
nu'iito pedindo as seguinles infirmarfies : copia dn
contrato celebrado ncsla corle cuino engenheirn
1'r.iU's para a romloccau de arligos bellicos para a
provincia de Mato-Grosso, e se ha milicia da checa-
oa deses objectm a seu destino : copia da consalta
qu mandou contar ao major Piragibe mais ti ineze-
de anligui lado. O servido em que esleve empresadn
em Malo-tiros Carvalho, e em que repirlicjio publica da mesina
provincia enlregoo o iue-mo os objeclos qu condu-
Uio pedio aquellas nolaveis concrisOes.
O presidente da sociedade, o Sr. Dt. Carlos An-
touo de C-rvallio, antas de dirigir ao corpo legisla-
tivo a representarlo a que nos referimos, envioo 8
alguos cavalleiros inlluenles das freguezias da corle
urna circular solicilaudo o seu auxilio para dar ei-
pin-a 1 a idea generosa e philaulropira de libertar
gradualmente os captivos nasci.tus no Brasil, que
bem tiveram servido a seus senhores. Esses cava-
llieiros procurarlo por tem duvda corresponder ao
convite que Ihes (o felo, mas por maior que seja o
sea auxilio, nunca podar lomar propor;es suliici-
enles para que em poulo grande se realise aquella
idi humanitaria.
Asnina, recorre lambem o conselho da socielade a
assembla geral, por meio da lepresenlarjo que
trauscreveroos. Dando-lhe pulilicidade 1180 pode-
mos deixar de louvar as inlenc,Oes que aniin.m a pa-
tritica sociedade, e de reconliecer os bonsdesejos do
sos sem suspensao da decisao.
a Arl. 14. 1,1 un.I 1 for amallada a elei(3o de
urna das fregoezias, se mandara' proceder nova-
meiile a ontra ; e a respeilo dosta se observara' o
seguinle :
1. Os volados para vereadores poderOn ser
lodos residentes na mesma freguezia.
a apuraran para presidento da cmara, conforme o
S i' do Mi. 9.
Art. 15. Su podem ser vereadores os que pu-
derem ser elellores, e tlverem a residencia exigida
pela lei do 1.- de ootul-ro de 1828. O excrcicio de
qoim Jos de Sooza a quaulia de 1:3i55 que ae Ihe verem 8 rregoezias, a daquella elegera' 3 veteado- vereador nao he incompalivel coro o de parochn.
.. Ja a a.1 t .^ ( aalaaaVaSasBlahil. _a_aj__ > !- _> ama > ___Jl_.._..a i i- m a .. >
deve de sold ; 1., aulorisando varas associa^es re-
ligiosas para possoirem bens de raz.
A cada om delles vinha porem nm novoMen-
te Vmc.-cada vez mais enrgico, sendo apoiado o 1 djn,,0 djr' qaiUlt0 ao refer,i0 t.nente-eoronel. F-
qoa.lo, como era de esperar, de um tremendo murro eoB B(HaqI a lscustno por pC,,lr a pa|avra 0 Sr, Cll.
i Augustos e dignis.unos stnhores representantes
da iuc,o.A snriedade Ypiranga, instituida nesta
corle segundo os estatuios junios, com o fin de so-
lemnizar os anmversarios dn grande dia nacional
Sele de Selenibro,tomou entre oulros, u glorioso
einpeuho de libertar nesse da eseravos nasculus no
Brasil que se loruarein dignos de tal favor, sendo
preferidos os que se I i verem distinguido por sua fi-
delidad! para com seus senhores, ou pralicando ac-
tos meritorios.
o Este empenho, nao s humanitario, mas lam-
bem patritico, porque lende a dar o primeiro im-
pulso a reali-dc.il da idea de exlinguir-sc tenia e
prudentemente no paiz a eicravido, alo po ler. ser
levado a elTeilo pela snciedade Ypiransa aeno em
mu aeaiihadas proporces, apezar de sua ciedicacao,
ni |n inlu apenas dispuzer ds fraejs recursos que
lile -ao proprios.
11 Deliberou pur iiao apresenlar-se anle a assem-
liloa ^eral legislativa, e invocando os senlunentos ee-
lerosos e a> patriotismo que a taimara, solicitar com
llonlem, na cmara dos depulados, depois do Sr.
ministro na justica qu, eslava na ti ilion 1, quando
tscrevemos o resumo para
orou o Sr. Bello.
As emendas que lioniem foram apoiadas sSo as
seguinles :
ai Com a creacao do seminario episcopal do hispado
de Goyaz 30.-OOS.Santa Cruz.Couha Matos.
Cruz Machado.
a Ao S 10 do arl. 3, acrescenle-se :-Com o se-
minario episcopal da provincia de S. Pedro do Kio
Grande do Sul, a saber, ordenada aos necessarios
lentes, 1O.-OOO9.Bario de Porto-Alegre.
V Ao ^ \1-xtearl. 3 'sw?scele-se :l'icam ele-
vados os ordenados dos desembargarfeves eccle-
siaiticos a 1:0009000, aogmentando-se para fsao
a respectiva verba.II. sntas.Pinto de Cam-
pos, >
Ao i) do art 3 acrescenle-se :Com a eon-
cluso da obra do palacio archiepiscopal 5:000j0Ol).
Pinto de Campos.
Ao 9 arcrescente se :Fioanlo o governo bu-
torisado a igualar as congruas dos parochos colla-
dos de lodo o imperio a 6OO3OOO desde j.Sala das
sessOes, 30 de jaldo de 1857. Alcanlara Ma-
chado.
Tende-se pedido o eucerrainnlo da dscuss.lo, e
lendo a cmara volado neaso sentido, foi approvado
o artigo da proposta do orcamento na parte relativa
ao ministerio da joslica, rom as seguinles emen-
das :
Do Sr, Villela lavares c oulro. acrescenlando a
qaanlii necessaria para preencliimento e paga-
mento dos ordenados ins desembsrgadores aposen-
tados, Bernardo Bahello da Silva Pereir e Severo
Amorim do Valle, na rulo ile 3:00 lOlJOll para cada
um.
Do Sr. Bello e oulros, acrescenlando 10:0003000
para auxilio da obra do seminario episcopal da pro-
vincia de S. Pedro.
Do Sr. Delphino e outros, aalorisanlo o governo a
nomear os lentes que lorem neceisaros para o semi-
nario episcopal ila provincia de Mato-Grosso e a
marcar-lhes o veucinienlo.
zio ; e copia do aviso do ministerio da guerra, man- respeilo que Ihe deve o auxilio e protec^Ao de que
' tanto carece para proseguir com vantagem em seu
sobre a mes.
a Concluida a exposic.lo do diplmala brasileiro,
locou ao Sr. presidente a iua vez de fallar ; mas
apenas afiirmou orna proposito que o diplmala
brasileiro nao tinha por exacta, Inlerrompeu-o este
dizendo-lhe : Menle V. Exc. d acumpanhando o
diplmala este desmentid! com nma profunda re-
verencia.
sr O presidente bradoa logo : u Como he issa 1
u minio '! dizer-m* t mim qut mintu '.'Perdao,
replicou o mnislio brasileiro, oso de urna formula
da diplomacia paraguaya. Continu V. Exc.
c S. Exc. presidencial, como era de esperar, nao
agaenlot quatro desmentidos : pois que s tres
pode intercalar-Ule, o diplmala brasileiro, com as
saai eorrespondenlea corlezias, antes qoe o pres-
deme sabase da sala das confereneui.
i O enviado brasileiro annuncioo depois ao nr-
nlslro que asslstira a etlaiscena a sai res partir ; t ricasou responder as notas que Ihe foram
dirigidas.
28
O senado occopoo-se li ulem cora ai materias qae
conitim do extracto qae publicamos no lagar com-
petente.
A c 1 tn ira dos deputados approvou hoolem tn pa-
recer da commissao de eonstituices e poderes, con
clorado qoe sej reconhecdo supplenle pelo primeiro
distncto da provincia das Alagoas o Sr. Lucio Scares
de Alhuquerqae Eustaquio.
O Sr. Barbota da Cunta fandamenlnu e apresen-
Ion um requerimento pedindo nformacoes a respei-
lo dos procetsos qoe ullimamenle tem -id < leit -
pelos dele2ados de polica em Mogy-dat-Crazes.
Ficou adiada a discasto por pedir palavra o Sr.
Rodrigues dos Santos.
Adoplou a cmara, depois de um debate em qoe
lomaram parle os Sri. Ferrelra de Agoiar, Silvino
Cavalcanll, Vtri ato e Gomes de Soura, o projecto
aulorisando o governo a emprestar i companhia
Punta d'Areii a quantia de :;n i-i ni-, medanle hy-
polheea do eilahelecimeoto, e ecm um joro de 6 ".
ao anno.
l.onlinaou n segunda di'cas*.'io da propoila do or-
am.nlo oa parte relativa ao minisleiio dajuslica.
Foram adoptadas as segointes eintndas :
a Acrescenle-se : 10 do arl.1 3', ficaudo igoa-
nba Malos.
Continuou a discossao do ornamento da juslca, e
esta orando o Sr. minislro da Justina.
A cmara dos deputados approvou lioiilem em orna
nica discussae o prnjeclo aOtorisan lo a l'ariildade
de medicina da corle a man lar malricilar no ler-
ceiro anno medico da mesma f.culdade os espdan-
les Alfredo Candido Guimaraes e Apolpho (.di al
Raposo da (',uara ; assim como as emendas tornan-
do extensivo o mesmo favor aoseslodanles Aureliano
le Azevedo Monleiro, Ernesto Moreira de Almeida
e Joaquim Mariano Macedo Soares.
Continua a lerceira discas-ao do projecto relativo
as sociedades am commandila com as duas emendas
substitutivas. Orou o Sr. Gomes de Souza, que re-
quereu o adiamanto por oito das da ditcuasflo do
projecto. Nao Se votou sobre esse reqnehmenlo por
naohaver cata.
O Sr. Sergio de Macedo, como oraJcr da dej ula-
c,ao que foi cumprimentar S. M. o imperador para o
felicitar pelo anniversario natalicio de S A. I., dea
cenia da commissao e leu o seguale discurso :
Scnhor.A cmara dos depuladns nos manda a-
presenlar ante o llirono de V. M. I. a homenagem
das congratularon respeilosas que Ihe inspira sua
lealdadr.
O nascimenlo da Augusla Princeza Imperial
Irouxe ao eor.ic.io dos Brasileiros a seguranza da
i-onsolidac.io de aoaa iaslilaicaies polticas pela per-
l'elu.icjo .la dynaslia.
o A cmara cnnleinpla com inexprimivel prazer a
felicidad'; domestica de V. II. qoe esle da re-
borda, e que Dos conserve nalteravei.
relizes os povos quepodem acoinpauhar com a
vista e com a solicilode de seu amor o desenvoivi-
menlu dos prncipes que lem de dirigir os seus des-
linoi ; felizes dobladamente pelo couheciroeiilo de
quanto tem de anglicos os seos iiistinclos,de qaanlo
na I' irin "_ao de seus corares se empregam os mais
sublimes preceilos, e de que o exempl 1 da virlude
he anda mais frequenle do qoe o preceilo.
u Corvada disnte de Dios por l,lo gran Ir- provas
da proleccao com qoe Ihe apraz amparar o Brasil, a
cmara dos depulados llie dirige ardenles votos pela
cusenac,i d> vida e da saude da Augusta Princeza
' Sr. D. Isabel.
gQLHETIBl.
ORIGINAL O DIARIO OE PERNAMBUCO-
h Qltltitai
16 DB AGOSTO DE 1857.
M armas e as lelIras.A herldica anliga e a mo-
derna.Hrasileiros illtiflrc em ciencias e ar-
les.4 nacegarao aeria.O padre Rartholnmeu
l/iurenro de. Gurnalo,A palacrampossicel
dentro de um secuto sera obsoleta em todas as
liiiguas cultas.
As ciencias e as arles sao os brasSes que eno-
brerem ogenero humano, nao pelo nascimenlo, mas
pela inteligencia.
A uohliarchia humana passou, pois, do campo das
conquistas, para o campo das sciencas e das artes
no prsenle seculo ; hoje lem-se mais em lembran-
ea, na Inglaterra,01 nemes da vvan e a., Arkwrght
noque o do duque de Marlborough; e dentro de um
sculo, talvez menos, serao eluda mais nolaveis e
celebres crs nomis de Brunel e de Carlngford do
'lu- o do proprio duque de Wcliiigtoo.
A herldica m iderua lem um campo mais vasln
qu os campos de bslalha ; a par. he o seu timbre,
ao pssso que a guerra era ludo o fuudmenlo da an-
liga nnbliarchia.
Aquelle que se fazia nohre pe! seo valor oa guer-
ra Iransinilli.i a sea lilho 'romquanlo fosse um pol-
trflo) a nobreza adquirida, ao pas dade e a notn eza do sabio nao se trnnsmitlem pelo
sanziie, mas lio lmenle pela inlelligencia.
Um ignoran! ou tupida nao herda a cclehri-
dade e 11 -> 11 rajatr 1 de seu psi, ainda quando este fos-e
oin Franklm, l.ipl-ce ou llerllmllei.
Desde a mais remota anligaitada reclamramos
puvos como um brasSo o aerea de om sabio, de om
poeta, de om infestar ou itacobrldoi ; e ele cosa-
me he labidu desde Uoinero al Gieirv, qua>i em
Heleua, como proscripto e banidu por loda a Eu-
ropa.
Deales tres malores vultos, que sohresahem entre
lodos es grandes conquistadores autigos e modernos,
releva fazer urna distinecao entre os dooi primeiros
e o ultimo.
Com efleilo, Al'xandre dealruindo a aulonomia
dos povos gregns, e formando ao mesmo lempo o
imperio gregomacedonio, passou urna rasoura so-
bre lodos os povos da Asia, desde o B.isphoro al o
Indo. O que licou de loda as suas conquistas A
guerra civil entre os seus eeneraes, que dividiram
entre si os despojos di soa gloria epheinera.
O que resta pois da .\lexaodre '.' Nem ai eslalaas
de Pliidias e de Praxileles, nem o sarcophago de
nuro sTMciato no templo de Soma ; ludo desappare-
ceu com o lempo, excepto Alnandria.
Cesar, incendiando os comhostiveis que a repu-
iihci conlinha em seu seio, deixnu somenle am cam-
po orino das institoicajes antigs, que tanla gleria
haviam dado a' repoblica ; destruiudo a ordem
eqoeslre a' que elle partencia, fez elevar um Himno
sobre as ruinaa do palriciado.
O imperio durou menos que a repblica, e Cesar,
ape/ar das treza estatuas patricias que adornavam o
vestbulo do sea palacio,apenas.vive h >j nos tCom-
menlario.M.
utir intento.
I'endu todas as i.is!i(uici',;s que se de>tinain a (ins
de caridade Sido aempre acolhidas com favor pelos
altos poderes dn estado, sociedade Ypiranga, que
se propoe a uina missoda mesma nalureza, mas
que se recommenda alm disso por seu carcter no-
vo e especial, e pela immeusa importancia e alcance
de teas elleilps sob o ponto de vista nao tu moral,
como tambem social, espera merecer a protecrao
que implora.
' A agostos e dignissimos senhores representantes
da n.icjo.A sociedade Ypiranga pede-vos, em | ri-
meuo lugar, que vos dignis dola-la com um Home-
roanimal de loteras qoe vjs parecer conveniente,
ahm de ser o seu produelo applicado exclusivamen-
le ao fin a que se lem referido.
Amina-s ainda a solicitar que, em allenrao a
mngniludee importancia desta lim, dtrreteni que
Ihe seja lambem especialmente applicado o produc-
to do imposto da laxa sobre'os eseravos, arrecadado
no municipio da corte.
Pe le vos finalmente lUloritacSo para possur
heos de raz que Ihe lorem legados ou doados por
pessoas caritativas, a quem aprouver contribuir
por este modo para a grande obra a que ella se pro-
pe.
n E1s, augustos e dignissimos senhores represen-
lantes da na..;io, 01 favores e auxilios que a socieda-
de Ypiranga vem com o maior aclmenlo implorar
ante v-, e dos quaes ousa esperar que a julgueis di-
gik.
E sendo muilo de crcr que na* provincias se
creem tambem sociedades de idntica nalureza e des-
linida ao mesmo lim, a sociedade Ypiranga, inle-
res'ando-se vivamente pela soa prosperidade e de-
seuvolvimento, nao pole deixar nesta occaiao de
ponderar-vos a conveniencia de Ihe serem extensi-
vo favores semelliaules aquelles que para si soli-
cita.
31
O sena lo approvou hontem em primeira e segun-
da diecussao, depois de rejeiladu um ndiarnentu re-
querido pelo Sr. Yellasques, e de orarem os
Srs. Sooza e Mello, Ferrar, visronde de llabora-
hy, minislro da fazenda, Wandertey, Pimenla Bue-
no e Baplista de Oliveira, a proposir.ao da oulra ca-
ntara aulorisando o governo a proporcionar a roin-
paiibia da estrada de ferro de I). Pe tre II, os ineios
de conlrahir, dentro ou fura du imperio, um em-
de ama idea 00 pen qualquer instiiuic.io huuianilaria.
Nniguem dispula Imje se a gloria da balalha de
Malplaquel perlence anles a Marlborough do que ao
principe Eugenio, ou se a de Walerloo cabe antes
a Wrllioglon do qae a Blucher ; mas lodos os povos
civilisados disputan hoje obreaorigem de um des-
cohrimenlo ou de urna invenc.o, aspiram eppro-
priar-se do berco de nm sabio, de om artista (amo-
so, denm insliluidor po; emfim, a archeulogia ho-
je oceupa-se man com as sciencias e as arles, do que
com as machinas de guerra.
Ouaudo M invenees ou descnbrimenlos n.lo lem
aulor conhecido, sao os povos que as disputam como
de sua origen).
Dispola-se al com encarnicamenlo a gloria de
lodos esses 111 linimentos filh'ns da inlelligenria, do
Irabalho da aptida e do genio de alguns Inrnens,
que nao deviam ler oulra patria se nao o mundo,
nem oulra familia se nao o genero humano, urque
na realid 'de elles sao a gloria da no-a r,:i;i.
NHiguera sabe quem foi o inventor da bussola ;
mas os rabes se allrihuem a invencjlo no princi-
pio do seculo Yill, emquaulo que uolros a allri-
liiie n aos I.niii- muilo antea dessa poca.
Sobre a plvora tambem dispulam os Ingieres p os
E porem mailo maior gloria perlence a Napolro,: Suissos ; aquelles prelendem qoe f ra Bogerio Ba-
rajo iioini- passara' posleridade em -padres mais con o inventor no seclo Xltl, e estes que fura Ber-
duralouros. I Iholdo Schwartz da Frihoreo 110 seculo segoinle ;
Elevado ao fastigio ifo poder pelas armas, charaoQ enirelaiilo que induhitavelmenle os China usavam
em torno de si as lellras para sus|entir-se. Eno-
breceu as armas curan conquistador e as ledras co-
mo sabio ; creando a Irgiao de honra, cbamoii para
esta nova phalaogeo guerreiro e o iliterato, a es-
pada e a peona.
I ara elle r,-, gna\ nascimenlo daqnellc que
derramava seu sangue nos camiios de balalha, ou
velava cm profundes lucubrarnos no mais obscuro
gabinete.
Legislador profaado, legou a',lr.-.nca e .1 Europa
a legislai;ao mais plnlosnpliica, que se conHece, nes-
sss cdigos, que ainda hoje conservara o sea ame.
Adiando Inierrameauj deslruila pela revoluro a
sociedade, que exista, ella crean ocos finclos to-
la plvora desde o principio da era chrisiaa.
A gloria de Colombo, descobrindo o novo manilo,
n.1o passou inclume ; disputarara Ih'a 01 Portugue-
ps s l'orltiauezes que haviam regeitado o seu of-
ferecimenlo } ; >s (iroprios llespauhi'ies. herdeiros da
sua gloria, lamliem lli'a quizerain roubar ; as-im
como os Florenltnes a dispularam ans Gennvezes, e
ltimamente lodos o* povos do norte, Dinamarque-
zes e Noruegos, que se gloriara de haver descoheilo
a America no seculo \.
Yascn da Gama nao licou tranquillo no seu pedes-
tal do Cabo da Boa Esperanza, qne la' lambem o
enroinmodaram ; assim como a Pedro Alvares i'..\-
liral no descobrin'cnto do Braiil, aiiiepondu-se-lhe
notaos dias ; Importar cora o ata- <"" '"'iipoz a sncie.l ,de d.He cu|(o il 08 um lal Martin de Bel.alm ou de Bohemia, e ate \i-
cimenlodeoingrandeconquistadur, para quem .era- "*! a consc.enca al a etiqueta, desde o fe"le y""" Pmi"n que na opiniao de Uviedo lora
pre olharam como una calamidade publ.ca ou um u< domeilico ate os eslebelecimois pblicos. Io l'nmeiro que aportara no Ilrasil.
grande castigo do co. Ella toube apmveilsr com loda a eficacia do seu I Ao proprio Gallemberg lambem Ine dispolam
Oaal dessas grandes glorias passou inlarla oo sem genio todas as capacidades em todas as proliss.es mvemao da imprensa ; e o que he anida mais de
mancha J Qual dellas, por mais elevada e sobran- creando e reslabrlereudu a universlda 1e e a acade- i "'hnirar. ao mesmo Fullon nao daiiaram tranquillo
ceira qua fusse, fui isenta dos grandes azares da for- mia, as sciencias e as ledras Ihe deiera o que sao '0K 4ue e"e re'l<,,a seu Hr,n|'e pensamenlo.
tona '.' '"'i* "O ''"'anca, pelo impulso qne elle Ibes deu. Fi- ; -E porm o que deve espantar he que so os l'ran-
Alexaodre morrea bebado aos Irinli e Ira anno i nalnienle, o seu norae te echa inscripto entre os pri- cezes, aquelles mesmos que repelliram com desdem
de idade m urna orgia dentro dos muros de Baby- j meiroi sabios da Franca, naocomo conqoUladnr oo o seu projecto, os proprios que boje disputam a sua
lonia, que elle havia cscolhl lo para capital dai tuas goerreiro, mas cumo niembro que foi do Instituto. I gloria ; os espanhiies tambem a reclamam como
conquistas ; Cesar morrea tpunhalado dentro do IVinguem se importa com quem ganhoo urna ba- i sua desde principios do seclo XYI. em qae um
iendo romano ao p da estatua de Pompeo ; a Na- | talha em lal 00 qual poca ; mas lodos inda^am o barco sahindo de Barcelona foi a Mahon e volloo
poltao espirou nos inhspitos rochedos de Santa- I nome de um deicobridor, de om inventor, do autor I movido por vapor.
res, e cada urna datoolras 2. Se cnntiverem sumen- ] Arl. 16. As cmaras inunicipaes reiinir-se-hao
le 4, a das cidades elegera' 5 vereadores, e cada urna era sessfio ordinaria Ires vezes em cada anno, medi-
das oulras i. jando quatro mezes de urna a oulra, devendo rada
Arl. \. A meima propongo se guardara' a res- sessao durar 12 dias consecutivos, exceptuados os do-
peilo dos municipios das villas qoe conliverem 11,5 mingos e dias sanios,
suppleratnto, ainda oa 3 rregaeziat. o Arl. 17. Nao podera' haver essSo sem que et-
Arl. 5. Nos municipios que rnntiverem duas' lejm prsenles melada e mais um dos raembros
fregaezias, ou somente urna, obstrvar-st-ha ose- da cmara. Na falla dos vereadores serao chama-
goiute :
k 5 1. 1) numero tnlal dos volante de orna ou das
dua fregueziss, sendo de cidade sera' dividida em
17 turma*, 13o igoaea entre si quanlo possa ser, e o
das villas em II turnia'.
em vutos pela respectiva fre-
dos os immediatos
guezia.
Arl. 18 Serao assignadas pelo presidenle o ve-
readores :
I. Toda as representaees ou felicilaces di-
crgos para 01 habitantes do monicipio, e que de-
vara sersubraetlidas a approvarao da assembla pro-
vincial.
11 3. Ai que no mesmo sentido forera dirigidas
ao govrno na corte, e aos presidentes as provin-
cias, solicitando sua approvarao para que lenham
S 2. Esta divlsao sera' feila pelo presidenle da rgidas a assembla legislativa "provincial, cmara
provincia. j dos deputados, 00 senado e ao enverno imperial.
S 3. As formas mencionadas na 1." serao na- [ t 2. Todas as pmpostasrootendo altera cao de pos-
meradSs, coraecai.do pelo dislriclo da ci ade oo vil- turas, lei Municipal e eslabelecimeuln de novns en-
la, eegoindo depois nsoalra freguezia, se o munici-
pio liver duas.
a ,S i. Os quarleires dos dislriclos lambem serao
numerados, mas-a sa numeracao comecara' era nma
das extremidades, de sorte qrr as lurmas liqaem pe-
la raesma ordem contiguas.
S 3. Quando era nina freguezia hoaver ama I elTeilo por um anuo.
fraccao de volantes excedente a' quarta parle do nu-
mero que deve formar urna lurma, pertencera' a im-
raediala da oulra freguezia, e 11 te caso serao os seus
vol lomado em separado pelt mea da fregaezia
a que pertencer essa fra-can. lavraudo-se urna acta
especial de soa aparacao. Quando essa fraccao, pu-
rm, for menor que'a quarta parte, pertencera' a'
ultima turma da mesma fregue/ia, au ohslante a
igualdade numrica exigida pelo S I" do arl. 5.
6. No aclo da eleicao as mesas parochiaes pro-
ir 2. Prender os culpados, ou lejain no leu, ou em
oulro qaalquer juizo.
3. Julgar detiuilivartienle as contravenirles,
as pusluras municipaes, e os crimes a que n -o ei-
leja imposta a pena maior que molla al cera mil
res, pr 1-10, decredo ou desterro at seis mezes, com
malla correspondente a melade desse lempo, ou sem
ella, e tres mezes de casa de correerdo, ou clliciois
publicas.
De laes senleuc,as dar-.se-ha ajipcllarao para o
joiz de Jireil 1 das comarcas.
a Pelos actos que pralicarem oo exercicio deslas
allribuicies vencer as casias e salaiio que com-
pete 11 aos delegados de polica.
Para escrever nesles processos, o presidente da
cmara poder chamar quaiqaer des labellises, do
escrivaes da suhlelegaoia, 00 do jaiio de paz.
rr Arl. 33. As cmaras monicipaes, na suas pos-
turas, poderao comminar at o doplo da pessoas e-
labelecidas pelo arl. 72 da citada lei do primeiro de
outubro de 1828.
a Arl. 34. A mulla de que faz inenr.ao a referida
lei no arl. 28 fica elevada as cidades SJ e as
villas a >.
(t Arl. 35. A deerelacio de imposlos par os fitu
indicados nesla lei ser submellida a approvarao da
assembla provincial, na lorma do aclo addicional.
Arl. 36. A cmaras poderao nomear um nlfl-
cial maior, e al doua amanuense, par o expedi-
ente e escripturajao. Esles empregados vencrrSo o
ordenados que Ihe forera arbitrado pela respectiva
cmara. No impedimento do secretario, o ollicial
maior, e na falla deste o amanuense, podera' passar
as ceriidoa qoe furem precisas,
Arl. 37. Ficam revogadas a diposic,Ses em
contrario.
a Paco da cmara doa deputados, 31 de jolho de
857.Fraocisco de Asss Adame.
A cmara approvou depois era segunda discossao,
tendo orado os Srs. Brando e mmi-iro dos uegotios
eslrangriros, o artigo da proposta de orcamento da
despeza na parle rel.tiva ao ministerio dos negocios
eslrangeiros, assim como urna emenda do Sr. Ro-
drigues dos Sanios, aceita pelo Sr. minislm, para
qae os amanuenses da secretaria sejam contemplado
na pardilla doi emolumentos.
Approvou em segunda discossao ot projeclos ; I.,
concedendo varios favores a empreza da estrada de
ferro euire a cidade do Becife e Olinda ; segundo,
prov
^
secrelario.
o Arl. 20. \s coramui.icaces, o nlens, avisos 00
coiivocaces em nome da cmara, e- dirigidas as au-
Arl. '22. Os secctlejfios das cunaras municipacs
Do Sr. Jaguaribe, augmentando a quanda neces- chamada dos volantes de todas as lurmas, procede-
saria para que seja de 60'J?tl(Kl o ordenado dos pro-
motores que o livere n menor.
Da segunda commissao de orcamento. elevau-
cedei.lo s chamadas dos votantes por turmas, guar- exceptuada a da c-ie, terfaVo a Iralameuln de__illus-
dada a ordem da nompraclo das mesma; e em Ir cmara municipal,
quanlo urna eslirer volando, as oulras nao poderao .->-> -
ser chamada.
x 7. I'erminada a primeira chamada, as cdulas
recehidas serao contadas na forma da lei reguiaraen-
lar das eleires, emassadas e lacradas em papel com
rotlo que designe o numero da turma a que perten-
cerem.
a S 8. O mesmo se pralieara' na segunda e lercei-
ra chamadas, as quaes serao Coilas na l" mi da cita-
da lei de eleices.
9. As mesa parocliiaes, lermina la a lerceira
Art. 19. Tilda a correspondencia oflicial, po-
rm, conlendo informaces, consultas, parlicipaces
ou cousas srmelhaiples, dirigidas ao 111 estilenjjjj* marcando a cabeca do segundo dislriclo eleiloral do
vmcia, haslarSo ss^ assignaVSs pelo preiidenle e | S"nhao.
E'ilron por lim em segunda di-cussiu o projecto
que anVjrj-1 o governo a aposenlar os empregados
da cmara pjainicipal do Bio de Jeneiro ; oraram 01
Sr. II-i nquVi Yiriatn, e Ferreir de Aguiar, e
indn-se proceder-a votarlo de om requerimento do
Sr. Ilennques, par? <\"* projecto volle coaimii-
sao, ventii ou-'o iiilo-l'fvt-r casa, e licou encerrada a
discussao do requeriraei.1"-
A ordem do dia de hoje '" depois da apresenla-
Co e discussao dt reqoeriiPulo na hora compt-
ignada smeole
loridades do municipio,
pelo presidenle.
Arl. 21. >a conejpoori'ncia oicial.as cmaras
mym
serao por ellas non
primeira renniao,
na absoluta de '
guem obliver
os dous mais
houver em
for ele,1
P
"Wtleiilre seus membros, na
' Siluiio secreto e por maio-
' rnapiimeiro escrulimo nin-
1 rio ,a, mirara.) em segundo
i lir,' '"'a.M prle. O vereador que
do a verba (secretaria de Miado) do S I a 76:800$.
Da mesma, elevando a verta do 17 .corpo mu-
nicipal permanente a3l6:M8f30l>.
Da mesma. elevando a verba do S IS casa de cor-
rer a 120:000?.
Do Sr. Seria Carnciro e oulros, elevando a veiba
do S 10 para gastar 3:000} para auxilio do leminsiio
episcopal di cidade deMaiiao, capital da provincia
do Amazonas.
Do Sr. Sinta Croz o oulros, antoifsando o gover-
no a gastar :)H:lljM)y)i)l) cora a creacao do seminario
episcopal do hispado de Goyaz.
Do Sr. birao de I'irlo Alegre, aolorisando o go-
verno a nomear os lentes necessarios paraos-mi-
iiariu episcopal da provincia de S. Pedro do Rio-
Granda do Sul, e a despender 10:000? para esie
lim.
D> Sr. Pinto de Ctrapos, elevando a 5:11 M)> a ver-
ba do 5 II pan a conclusjo da obra do palacio ar-
chiepiscopal.
Do Sr. Alcntara Machado, aolorisando o gover-
no a igualar as congruas das parochos collado de
tolo o imperio a 600$, de-deja.
Foram rejeiladas asemeuias dos Srs. Aiagsoe
Mello, Pudo Lima, Silvaira l.obo, Pinto de Men-
donja, Pacheco, eManoel Dmlas.
A ordem do dia de liojo he, depois da bailara de
projeclos e in lic,i-;,- na hora competente :
Continuadlo da segunda discussao do orraineoto
na parle relativa a's des>ezas de ministerio dos ne-
gocios eslrangeiros.
Se houver lempo, as maleiias anteriormente de-
signadas.
r eleilo saetaUi ''"lo /i(rar_o em exercicio, in te-
ulenlem.alt.d'-l,,ac,,. '""n.
' Arl. 23. Al e- '' lei ,i0"'^" .jncionadas nos
rl. 21 e sttra! mar, m'n?r >e oulnfcro de
IS2S, cnrapelj. "-/o,,?"^^^, .
SI. Promne, -ju/,,,r -"' "o, J#. munici-
pios .ubre as haes q,.> (, ,(j ""* coijy, oienle- :
rao a' apararan das cdulas de cada urna das mes-
iil'S turmas ; e s depois de escripia c a9ign.ida a
respectiva acta procedern a' npiirerao dos votos da
ontra, .i lagar ao,Pd. fVac.Oes a que se ^1 Tr;^,;^^.^^ -
Art i!. Os curatos independenle* *
Foram nnmeaos, para a ergaatltafla das escolas
de promorao de que trata o arl. 7 do decreto que
hoje publicamos em lugar compelenle, os Sr. ma-
rerhal do exercilo, eonselheiro de guerra, Francisco
tS em lulo
igualados na fregaezias, urna vez qne eslejain leco-
nheeidoi iur lei provinclil.
Arl. 7. A cdula de ca la nm dos volantes de-
vera' conlpr lanos raimes quanto corresponder d
ao numero de vereadores que cnuber a' respectiva
freguezia, mas d'eutrp cales nome um devera' aer
de pessoa residente n'outra qualquer das fregaezias
do municipio, e nella qualilicadn volante.
o A'l. 8. Na cdala era que nao for observadafa
disposieo do artigo antecedente, a mesa parochial
deixara' de apurar o nomo que esliver escriplo em
ultimo lugar, c dentro dn numero de vereadoies qte
corresponder a' freguezia.
Arl. 9. Observadas pela mesas parochiaes as
d
i" S 2. Promover a enciirporiMB roni
agrcolas e Induslriaes, 1! ; eiden los p/^,
il 1 1 '. 1 raptio .
panhias
.de ap-
|HW l'.d*.,,,. e.
Arl. 21. Para execncjpUloijne dipoe o S 6 do
arl. tifi .11 rl 1 la l.i I prieteiroda 011I11I111 de 'sS,
as cmaras innuieipacs pedtria :
o I. Conlrahir empresnaMr
2. E-tabelecr iraposicAe) direclai 00 ndireclas
por lempo definido.
Arl. 25. A somma conseguidas na 'forma dos
paragraphos antecedentes serao exclu>iva,nenle em-
preadas na conslraccao e conservaban de puntes e
estradas adaptadas rodagem. A regrai tobre a di-
recrao de drelividade e s\ -tena das e-lrdas consla-
viucia.
Arl. 96, A
conslrucrao e coo
das cs-
disposicles do art. 103 da le regulamentar de elei- rr! de regolamenlo expedido pelo presidente da pro-
enes, as cmaras logo que liverem recebido todas as
actas procederao.
1. A' apumeno dos verea lores de cada nma
das figuezias, cralos ou turmas, iucluindo os voto
da fraccao de qae trata 05 5.' do arl. 5 ', as da
turma de que lizer parle. Os mais votados, al o
numero de vereadores. qoe deve dar a fregaezia,
serao declarado membros da cmara municipal.
2. De cada urna destas apuraees parciaes se
I ivrai V acia especial assignada pela cmara.
: 3. Icrminada a ipurarjo de que tralam 09
paragraphos antecedenle, a cmara foimara' urna
rel.teao nominal dos 21, 17 oa 11 vereadores, e pro-
ceder' a orna apnracalo geral, addicionanlo aos no-
mes dos vereadores os volos que ohliveiem as di-
versas fregaezias, lurmas oo cralos.
e coojr.vacao
Iradas de rodagem poderao ser *^^
1. Por adminilrac8o.
S 2. Por arrrmalacao.
a 3. I'or contrato e un quae-qnei em irearius 011
companhia, garauti.idn-lhes om mnimo de Inleres-
ses que nao exceda a 10 por cenlo,
Arl. 27. Ai cmaras municipae poderao man-
ler correspondencia, p contratar cora asilos munici-
pio liinitrophe, ainda de provincia diversa, urna
vez que nos seus municipios devara passar ou termi-
nar as estradas de rodagem.
o Art. 28. A garanda de juros, nrt mnimo de in-
leres-es de que Irala a 3 da art. 20, lera' lugar
al um somma que nao exceda a 15 do lotal do
ae I >iila Vasconcello, e leneute-general aindan- ,., ,,.,.. p.dverein
le do campo de S. M. o Imperador, Fraocisco Xa-
vier Calmon da Silva Cibral.
I. de agoslo.
O senado ocrupou-se honlem com as materias que
constara da acia que publicamos no lugar compe-
tente.
Foram presentados hontem na camira dos depu-
lados os seguinles projeclos :
Do Sr. Candido Mendes. aolorisanlo a conceder
ao labellio publico do Maranhao, Joan Pereda lir-
ro, um anno de licenea para tratar de sua saude,
nnle Ihe ronuer.
Dos Sr. Rodrigues dos Sanio, e Marcondes. aulo-
risando o governo a solicitar da Santa S a institui-
rn de orna prelasia, na c dade de Coriliba, capital
da provincia do Paran'.
Do Sr. Jaguaribe, concedendo carta de nalnralisa-
S Formada urna li.la pela ordem da volt,lo, "nP'l" decretado aonaalmcnle, c arrrcadavel 110
municipio.
" Arl. 29. Quando hir tslah'lecido o imposto, ou
pela ordem onlrahi lo emprestimo para ciinstrorran de um es-
! Irada, a arrecadar.lo daquelle. 00 das rendas dei-
desde o numero mximo al o mnimo, o mais vola
do sera' declarado prniidentc, e os immedialos o
sutstiluir.il) as faltas 1: impedimentos,
Anda ma moderna, a Ihelegraplpa elctrica ja
tem boje compelidnres aeeioa do primeiro invento.
Frankbn com o sen para-raio nao foi mais feliz,
pois que tambem se ll>e antppem como mais anligq
o phvsiro Beichamann, que morreo fulminado, fa-
zendo a su primeira experiencia emS. Pelersborgo,
eo padre Procopin Divisrh na Moravia.
Nao s,1n ni os homens que reivendicam a gloria de
um descubriraeuto 00 de urna invencao, que Ibes
perlenca ; i3o lambem ns povos, s,1o as nares que
reclamam a honra de haver ptoduzido lemelbanles
genios.
Por qae nao havemns mis tambem reivindicar urna
gluria, que prnmeltc elevar-se at o ponto culmi-
nante de todas as glorias humanas ? Ns que somos
am povo moderno, assim pela origera romo pela na-
cionalidade ; n. que apenas cometamos nossa vida
polilicatambem lemos nosa glorias liderarias e sci-
entifica, alem dn que nes ptrtence como homens de
guerra, por que na realidade al Disto Ovemos illus-
tracries de grande quilate.
Sira, mudos homens illu-lre- pelas armas tem lido o
Brail, cojos nomes parerem pnvnllos no p do es-
quecimento ; um delles, SaltadorCtrrl de S, na-
tural do Bio de Janeiro, que foi o libertador do Ei-
pirito Sanio, e depois de Angola do pnder da esqua-
dra hollandeza ; oulro natural do Ido Grande do Sol,
Baphacl Piulo lian leir.i, foi n terror dos liespanhcs
110 Bio Grande do Sul e na Binla Oriental.
o 6j 5. Idnticamente se proceder' a respeilo dos
supplenles no caso de lalla ou impedimento dos ve-
readore.
u Art. 10. As cmaras euviarao a cada um dos
vereadore eleilos copias aulhentcas das acias das
operador, exlrahidas pela secrelario, assignadas
pelas cmaras, sendo urna da vprilicacao e apuraran
da respealiva l'regnezia, cralo ou lurma, e oulra da
geral para presidenle.coin ollicio assignado pelo pre-
sidenle, convidando os meamos eleilus a C'-mparece-
rem no dia 7 de Janeiro, para preslarem juramanlo
e luirn ii pnsse na forma da lei
Arl. II. I liando as cmara monicipaes dorem
parle an governo, ou aoi presidentes das provincias,
em conformidade do arl. 100 da lei de eleicoes, a-
crescentarao as informacuet qoe julgarem covenien-
les, relativamente s irregularidades quedverera en-
contrado as acia, e proi:eso da eleicilo.
i Arl. 12. A, attrihircr.-a concedidas ao governo
Bem se v qae nao podemos ahranger lodos nem
mesmo a maior parte, e que apenas nos servimos de
afgana aponlamenlos qun (eraos faito, como uo:a es-
pecie de dvro de lembrancae.
O primeiro que 1101 occirre he Jacob de An Ira.le
Yelosino, lidio de Pernambuco, celebre medico, qae
mailo se distingui na llava e em Antuerpia, onde
esneveo sobre medicina e Iheologia, lornando-se
at rain coDhecidu pelas auas obras: delle falla Bar-
bosa especialmente.
O legunln lamliem de Pernamboro de que falla
II irlo s.i he B'nlo Teixeira Pinto, poeta mu: dislinc- [
lo pela soa ainenidade e grande nstrucc,ao.
1'ivemos grande prosadores e grandes poetas ; en-
de os primeiro* D. Thomaz da Encarnaran Coila e
Lima, filho da B hia, e D. Joi Joaquim de Azere-
do Cnoduho, do Hio de Janeiro (ambos bispos de
Peni milico ; Alexandrede Gusmo, e o padre Gas-
par da Madre de Dos de S. Paalo, o Dr. Mari, Ir.
Antonio Jahoatao e o paire Joao de Saldauha Ma-
rinho de Pernambuco ; llippolyto Jos da Cusa do
Rio Grande do Sul ; viseonde de C'\ru tambera da
Baha, mousenhor Pizarro do Bio de Janeiro, o Dr.
Mello Franco de Minas t ontroa muilos.
Entre os segundos, Fr. Sania Hila Dorio, Jos
i: 1-1,i.i da Gama, Fr. Carlos, autor do poema sobre a
C'inceirao. Jos da Naiividade Saldanha, o padre
FiliPeie llenicio ; e sobre Indo em poesa sacra nao
tem lido os Brasileiros C'.'inpelidores senao entre o
Os Pernarabucano robra (ade liverem grandes pailre Antonio Pereira Caldas do Rio de Janeiro, e o
tinadas aos juros p amords if,ao deste CMilinuar3o a
ser arrecadados no lerrilorio al a cessarao da a-
ranlia ou amordsorao, emltnra por leu posleriore
parle do mesmo lerrilorio fique ertencen o a di-
veiso maiiicipio.
Arl. 30. 'lodosos contraas ctlehrados pelac-
maras ninnicipaes Pin virlode da prsenle lei, s po-
derao prnduzir seus elleito, lgaes depois de appro-
vadas pelo presidenle da provincia a qnem devenid
ser remedidas copias authenltcas dos mencionados
contralos, e das plantas e iwcaraenlos respectivos.
Arl. 31. Da denegacao da approvarao, ao con-
tratos, conforme o arl go antecedente, havera' re-
curso paia o governo imperial, inlerposlo pela c-
mara, oa por qaalquer das parles in(eresadas.
paes, nos respectivos maniripio, compelcm as at-
triboir-s segointes :
ir I. Proceder a auto de corpo de delicio.
cahns dt guerra, desde Jernimo de Alboquerque,
que conquislou o Maranhao do poder dos France/ei,
al a guerra com os Ilollandeze, de qae nos re-ul-
lou urna nomeada, que ainda hoje faz honra da
nossa provincia. I). Francisco de Moora Roliin, nos-
so compalrioli tornou-se celebre as guerras de
Flandres e 111 India, c muilos outros qu Agoraran!
na llespnnha e em Portugal durante as guerra, que
mantiverara entre s ou cora as oulras narres da Eu-
ropa.
Entretanto, nao he desles que pretendemos fallar;
nnsso lim he reviver um nome qnasi ignora lo ; he
reivindicara gloria, que parece destnala a illoslrar
s pnr si a um povo inleirn ; queremos fallar do pa-
dre Barllmloineu l.narenco de liotnlgo, natural da
provincia de S. Paulo, e o primeiro que fez um ae-
rstato, e ae elevou com elle, daridu-lbe urna direc-
c.in cerla e delerminnda por meio de um machinis-
mo, qua desappareeen con seu inventor, mas de cu-
ja existencia nao he licito duvidar hoje.
Mas anle de enlrarmos na aualyse da vida e di
machina do padre B. de Gusmao permilla-se-no
ama pequea digresiao acerca de alguns Hrasileiros
filustres pelas sciencias e ledras, que figuraram em
Portugal, no Brasil, e at mesmo em diversos paizes
da Europa, de muilo dos quaes nao poda fallar
Barbosa na sua bibliotheca luzilana, por que slo pos-
teriores.
padre Franciacn perrera Brrelo de Pernambuco.
Nunca os Psalrnos de Divid tiveram interprete,
com estes deus poels : e t alguraa dilTererir* ei-
i-i" li'-n a favor do segundo pela dorura inelTavel
da sua intrilicarao, e pulo castigado da phraseam-
bos porem excedem a ludo quanlo temos na lingua
O padre Iota Monleiro da Bocha, natural di Ba-
bia, lente de pinna na Facoldade de Mal hemates
da me-ma Uaiveral lade, teria aido sem a menor du-
vda o primeiro astrnomo da Europa a ineiados do
seculo patuda, se era lado Portugal honres.e um ob-
servatorio astronmico 011 um telescopio sequer.
Nao i" temo, deixar de mencionar aqu ns nomes
de dous l'ernambacanos igualmente disdnclos em
sciencias naturacs; Manoel de Arroda Cmara, Dr.
em medicina pela, escola de Monlpellier, e natura-
lisia pensionado pelo governo de Portugal ; mas de
quem temos a deplorar a perda da sua muilo impor-
tante Flora PernambueaiM, cujas estampas em bello
colorido foram fetas pelo nono infeliz patricio o pa-
dre Joao Ribeiro de Mello Montenegro ; e Fr. Le-
andro do Sacramento, licenciado em sciencias nalu-
raes pela L'niversida'e de Coimbra.
Esle ultimo foi o fundador do jardim botnico do
Rio de J lociro, e foi elle tambem o primeiro que
intrndozio eensinou a rollara e prepararlo do cha,
e cuj industria coni-ca ja a avallar as provincias
do ul do imperio.
Tivemos em Coimbra muilos leales, entre oalroa
o Dr. Anlonlo Francisco Bslos na Facol lade de
Maibeni.dura, c ltimamente all vimos apparecer
o Dr. Francisco de Arantes, lente de nm; na Facul-
dade de Theologia, que ha pnoco foi elevado dig-
nidade de deo daquella S.
Pelas ledras sinda se elevaram muilos oulros Bra-
sileros, rujo cathalogo oceupsria a maior parle do
nosso folhelim, p pnr" issen apenas apuntaremos al-
guns non es, perlencenles k nossa provincia.
Entre elles deve figurar em primeira plana D.
Fr. Bernardo de V a Senhora, hispo de Meliapor.
Dise-nos o Sr. D. Thomaz de Noronha, qne era
tanlo o saber, a illustrsrio e as virtudes daquelle
bispo, qne havia deixado urna vrneracao profunda
mao**'
lala:
Continuado da segunda discsao do orcam
na parta relativa ao ministerio da rnaWrta-*"'
Se hoaver lempo, as malcras anleiiormtiile ati-
nadas, accreacendo :
3. discussao do projecto n. 53 desle anuo, qoe
concede favore a empreza da estrada de ferro de
Pernamhoco.
2.a discussao do n. 28 do mesmo anuo, qut eleva
r. comarca do Benito em Pernambuco, a calegoria
de segunda enlrancia.
A i>mmis,ao de poderes npresentou boje na ce-
rnir do depulados o sen parecer. asianado por 2
seas roembro, acerca da eleicao do terciro dislric-
da proviucia de S. Paulo, mandando proceder a no-
va oleirao para depulado e supplenle ; a o vol em
sepsrrdo do Sr. Pacheco, qoe reconhece depulado
por esse dislriclo moosenhor Ignacio Marcondes de
Uliveira Cabral. e sopplenle oSr. Dr. Manoel Mar-
condes de Moura Coila. FJ.Ie parecer, a requeri-
inenlo do Sr. Salelhiel, foi a imprimir no Jornal.
Ila-Io hemos amanhaa.
O hr. Villela Tavares fundamentou ora reqoeri-
menlo, que fie.... ..diado por pedir a palavra o Sr.
Sergio de Macedo, pedindo ao t.,., -. ^ iiti_
mi irraaeus: Qual a forra de linda existente em Per-
iiaiibuco ; qaal o numero de guardanaeionaes dei-
tacados na cidade do Becife ; quanto sao o dele-
gados militares que se acham eipilhados pela pro-
vincia de Pernambuco, tendo a soa dipuslc,ao des-
tacamentos volantes.
Proceden se depois a votado do requerimento do
Sr. Alhavde, para qoe o prnjeclo que aulorisaa a-
potenladoria do empregados da enmara municipal
da corie voltea comraia*au, aem prejuizoda aegon-
da diacosiio, afim de reve-lo de novo.
O projecto foi approvado com ama emenda do Sr.
Ilenriques, pera que diga-sea diposicoesem vi-
gor para a aposenladoria dos empregados do Ihe-
souro nacional ;todas as outras emendas foram
rejeiladas.
Continan per lim a segunda discossao do orca-
mento da despeza, aparle relalivrwTflTaaataa^ljida
marinha. Esla' orando o Sr. AragSo e Mello. '
-2-
Depois Ho Sr. Aragao e Mello, qae eslava na tri-
buna quando escrevemos o retomo publicado no
auppleinenlo, ainda orou na cmara dos depulados o
Sr. Bello no urramenlo da marinha.
"'oram apresenlada, as segointes emendas":
Os amanuenses das secrelaiia de estado dos ne-
gnos da maiinha e da guerra sera.1 contemplado
desde ja na dlshribaicale dos emolamenlos cobrado
por anas reparlices de modo idendeo ao eslabeleci-
do as secretarias de e-lado do imperio a da juelic.
S. R. Cunha Malos.
a Ao arl. 5 : F.leve-se a verba consignada lb
n. 20 A a 1,745:8i5s, com a especilicarao dt er esle
augmento applirado a' acquisirao de mais om vapor
de rehoque, conslraccao de catraias e oolros melho-
rarnenlos necessarios no m ilerial e serviro da prali-
carem da barra do B o Grande do Sol. S. B.
Barau de MauA.Araujo Brusqae.Bar.lo de Portu-
Alegre.
" No 5 11 acrescenle-se: Igualados os veuci-
mentos do almoxarife e escrivao do arsenal de Per-
nambuco aos da Baha, conforme foi determiuado
P-l -II'" art. 6 da lei n. 77:1 de (i de setembro de
1851, Picando assim alterada n tabella qoe bauoa
com o decreto n.-1769 de 10 de junho de 1856.
Aragao e Mel>o. esle porem nascido na Baha), qae foi aulor da im-
portante obra A America Porlogueta ; Ma-
nuel Nunes l.eilao, natural da Muribeca, foi general
de balalha em Porlagai e camarciro de el-rei D.
Aflonso VI.
JoSo Anlooio Saller de .Mendonca, da mesma fa-
milia de Nuno Cimello, deiembargtdor do pico,
ecrelario da regencia de Portugal, depois tambem
regente, e ullimamenle primeiro viiconde de Azu-
rara.
Finalmente, muitosbiapoi a oulrps prelados deram
as provincias de Minas, S. Paulo, Kio de Janeiro,
Babia, Pernambuco,'al o Par, e muilos humeo
eminente em tudas as sciencias e humanidades ; e
ludo isto em lempo da anliga colonia, cuja mi p,i-
lii-, ju-ii'.-i -eja f-nj, nanea despresou o tlenlo e
a iliili-, qualquer qoe I use o lugar do nascimen-
lo, ainda mesmo na primeias eras da noisa fon--
daci.es coloolaes.
I urque, pois, na actualidad, dexaremoepulla-
dos em perpetuo olvido tintos nomes illu-lre. tanla
glorias justamente adquirida, quando to los os povo
civilisados tralam de reviver e immortalisar lodaa a
uas glorias pawadas'.'
Foi tmenle em 1817 que se erigi e primeira e-
lalua a Gulteinberg, e a segunda em 18i0, qaalro
serillos depois da invenc,a.o da imprem !
Porque nao erigiremos nos urna estatua lambem
ao padre Barlholomeu de Gusmao, logo que ae lome
consumado o fado da naveg.ic.ao aere, cuja 11111:11-
'.'V ninguem Ihe pode disputar '.' Quem Ih'a dispa-
i.ii .1 hoje Somente os compatriotas Je Perseo >',
oa os deozes doOlvmpo, porque elle se dizia fillio da
Jpiter c de Dauae.
Om elTeilo, em um fragmento curioso de Mxi-
mo Tyaia deparemos com o segoinle : o E te Perseo

portiigueza pnr una harmona que urania, por nma em toda a India, e qne linba morridu em odor de he lid por feliz, porqoe, tumo adjalono das azas,
belleza na forma e una uncao tao especial que arre-' "anlidade. O mesmo I. Thomaz vio o eo retrato de
hala o pensamenlo e o eleva at o llirono de Dees, enrpo inleiro, prnhmo do qual se declarava que era
Ambos estes pnelus firam, alem do va'la eradic.lo, filho de Penurabnco.
de vida e cosime exeroplarissimo. 1 Jnao Velho Birrete, desembargador do paco,
as sciencias lem sido os Hrasileiros tao dilinclo9 chanreller mor do reino, secretario de el-rei D. Pe-
coran na humanidades. Jd* Bonifacio de Andrade dro II. consta a tea nataralidada c aaccadencla
filho .1 S. Paolo, sent b iciiarel em direito e scien-1 da Nnbliarchia pr-rnambueana, e o seu nome est no
cas unturaes pela Lnivenidade de Coimbra, vlajoa cjdialog dosrbaneellerss mores, q-ac Haz o Reper-
lada a Europa, por muios anno, principalmente na lorio daa Or.leii:ir,ces.
Suessia e Alleraanha, 1 nde deixnu como minralo- I a Ir Joan lid eiro Pessoa, Dr. na Faeuldade de
gisla urna ripalncAa colossal ; de volla a Portugal, Canone pela l.'uivr.|ade de Coimbra. opposilor as
creoa-se na mesma 1'mversidade ama cateirade cadeiras da mesma Iniver-idade, eonselheiro e mnn-
nelallurgia expre>ameute para elle ; e foi-lhe man-
dado dar capello graluitamenle.
Jos Correa Picaneo, primeiro barao de Igaaras-
s, filho de Peruambuc 1, era doulor em medicina
te'a escola de Monlpellier : voltando igualmente pa-
ra Portugal leve tambera o capello graluilo. fui ro-
meado lenle de prima na Faeuldade de Medicina
senhor mitrado da iirej p-lriarchal de Lisboa. Ve-
ja-ea uohliarchia na familia dos Pentai pelo ramo
de Nuno Camello. A eta mema familia perlenre
oalro mensenhnr da patriarchal, irm.io ile lal An-
tonio Sllenle Mendonca, conhecido por moosenhor
Salter.
JoSo di Bocha Pila, desembargador, eonselheiro
foi elle o primeiro qae insliluio naquell* Inivers- e chanctller da relajlo da Bahia, lio do desembar-
dade um ampliilhealro anatmico. I gador Sebasliao da Rocha Pila, da mesma relae,3o
v. gava a todo instante por loda n Ierra, e lodos 01
paizes via, etc. a liste trecho, que pareca um inv-
ino, como as azas de Icaro e de Ddalo para figurar
o uo da, irimeiras velas nos navios, loruon-se urna
realidade a"orobr do padre Gusmao.
.Note-si: porem que Mximo Tyrio falla em adju-
tono das azas, e nao diz que Perseo es adaptara a si
011 a alguma machino'em que elle le nultera para na-
vegar no ar.
(ira, como tambem se di/ qae Perseo, depois de
niatar a Hdate, e que de seu sangue naaeera o ca-
vado Pegaso cora azas, moutara nesse cavado aliado
para ir libertar An Iromeda, com quero catira ; he
provavel que as azia de qoe falla Tvrio fossem as de
Pegaso, e que esle nao fora oulra musa sean urna
machina da forma de um cavado, a que Perseo
tdaplara ara, fazendo-a mover por meio da om
machinismo qut elle diriga sobre o dono oo denlro
do bojo do tal cavado.
Eii-aht urna explicarn, qoe nos parece mu silii-
MUTILADO






DIARIO DB PERNAMHCO SitfUNDA PE1RA ) DE AOOflTO DK 1857
Ao !j 16 : Cons(ruindo-*e desds ja om pharol
Da barra do ('.bedel,, ou Cabo B'anro, da provincia
da i'-r..|nli.i d j norte. Elev-se a ronsignarao a mais
eal:l>iMl?.Aragao e -Mello. Ilenrique.Cot Pia-
lo.Suva Freir.Dioso Vellio. Cariao.Tusca-
no II irr.lo. lionnii;a. Silva.*
ci Pedtodo desde ja serein alterados os vene meti-
los decretados pira o constlbo naval. A. de Oli-
veira.
A 5 -- : Augment.-ie etla verba coui OOS,
os quaes podero desde ja ser applieadoi a' contlruc-
fJo da novos phan.es.S. H. A. de Ulivaira.n
,< Ao 5 Id : Consiiuindo-ie desde Ja' um pha-
rol na barra da Coiingaiba.Eleve-se a cnm.ieiiac.ao
a roai.afctKMj.S. K.-Barros Pimentel.,,
Ao % >\ : Augmente-te a verba rom mais
;5>0:0lKb com a appliracilo-especial para a conslrue-
j;ao de om vapor de reboque e inelhnramenloa da
barra do Itio Grande do tul, e desobslruccao doi
baiiios que embarartm a navagacao do Kio Grande
para a eapil.il Ua provincia do rnet'mo nome.S. R.
Bordes Portes.- Olveira Bello.Jacinlho de Meo-
donc,a.>i
Coro a coti-irurr;i,i de urna barca di eicavacic,
qxe sera' destinada, na provincia do Kio tiran ie,
pera a abertura rio novo canal, que parti lo da Ba-
usa do diamante, cima da villa de Sin Jos do
-lorie, lein de seguir a encontrar se margen) de
leste no ponto dennminido Ateas Gordal, e dahl ao
eslreilo, e coa) as dispeas oecessarias para empre-
liender o servico deila canalistcflo, ja explorada por
ordem do governo, assim como eom a desobslruccao
Ja barra de San lioncdo, 100:000*. S. R.Bar So
de Porto Alegre. Araojo Brosque. BarSo de
AI a ta.
Augments-ie a verba do ; 22 coro a qaanli* de
10:0008 para o melhoramento da barra do Kio de S.
Miguel, na provincia dai AlagOas. Mndonca Cai-
tello Branco. Se e Alboquerque. Calheiros de
Mello.Cosa Moreira.Sa' e Benevides.Bezerra
Civelcanti Toicono Brrelo.
a A' verba Obrai do 22 do arl. .">, arrei-
eeole-ie mais a quaulia de 2V000S, icndo 15:000-5
para a oinimuecao das obrai do dique do Maranl.au,
e 10:00114 para a das obras do caes da S excavara,, do porto da meama cidade do Maranhao.
I'aco da cmara dos diputados 1 de agosto de 1857.
Uiai Vieira.n
a Augmenle-se na verba competente a quanlia de
15:000p para o melhoramento da barra de llapemi-
rim, na provincia do Espirito Sanio, que lie de peri-
goso accesso, em raiao de um penliasco, ou oulro te-
melhanle impedimento, o qual | ole'er 1'acilmenie
removido. Paco da cmara, 1 de agosto de 1857.
A. Pereira Pinto.
1(i. Eleva-se n rubrica PharesV somma
de 45:87i500, comprehendendo se a de SfeOMVf pa-
r a conslruc^ao e collocac.au de urna barca e pharol
no ponto man.conveniente na entrada do porto da
capital da provincia do Para'.F. A. de Agoiar.
J. A. Corra.
i
Vi cmara dos depulados procedeu-se liontem
ele.cao da mesa, qoe Coi reeleila.
O Sr. Ferreira de Aguiar apresinlon um projec-
lo, que fuodamentou, aulorisandu o governo a con-
ceder vjtn auno de licencia com lodos us seus venri-
menloi ao lente da Faculdade de Direilo do Krcife
o l)r. Jnaquim Vuelta de Castro Tavares, para ir
tratar de iua saude.
Conlinuou depois asegunda diicossSodo artigo do
ornamento que fixa a despeza do ministerio da ma-
rinlia, e foram ipoia.las as seguintes emendas :
Inclua-se na verbal'hares15:0009 para ora
que be de urgencia conslruir-se na barra das Cana-
ria! do rio Parnahiba, da provincia de Piaohy cu
i'otro logar onda mais conveniente for.Silva Mi-
randa.'Paranagoa.
" A' verba desunida a phares aerescente- 20:0009 para seren empreados na construyo de
pharol oa entrada da barra de Paran'.J. Marcou-
dis. B
Afreicenle-se ao Sil : Picando o governo au
Parlf,h-q, ,"",sae"1 m,ll,nr ,'ln '"' Sr. r.v. l.c.n mireci.la doi estadizas e capitalistas, t. go-
Paraiiho. conhece isso ; i snedoc la dos desmentidos verno imperial lem decretado leis especiaos' vota-
ao sr. Amaral em conferenca diplomtica, refer. la do grandes soturnas, ali.n de animar ai cloSiet traba-
pelos jomaes orientac. muito deve preoecoptr-lhc o Ihadorai na Europa a viren estabelerer-.e aqu, e
','!,' .. facilitado aoi individooi oo sociedades i eiTeclaara
listou rerln que S Eie..ama.ll e p..|i lo como he, sol introdcelo. Mas lodos as medulas que ele I I-
jamis se habituara ai formla! da diplomacia pa-' ra leen, l..... tomadas pelo governo desle pai/ s-
raguava. Entretanto, nao pr.cipilemos aconte.,- ... que importa ules. u,lo lem produzido e Vellos que
rncnlos, espiremos pelo nono destecho natural. iati,faCam aquelles que desojan um real e elliraz
Nonos*., parlamento as discutsoe* nao toem sido cr./,,la superabundancia da pi.pulac.ao do vell.o
mundo para ella parle do novo eml'pheno
buco, que lera venc.mentoii igua/Jt aoi do i,endou-
l ja igualmente autor.sado a ^ 110, ,rsenae, da
l, i.' 2M-IT5 """ "-ai companhia de
-!...es-fm ". 0.re"": ,o dada em om regulamen-
"l^ftta espedido.Augusto de
"t ao ; 21 do artigo 5." : Ficandn o
i aToriiado a despender as quantias que fo-
rera precisas para o melhoraminio das barras do Ma-
ranhao e Rio Grande do Sol.Cruz Hachado.
Anata Brusque.Ilarilo de Porlo Alegre.J. de
Men.lonra. ..
Oraran) os Srs. Jaguaribe, Angosto de Oliveira]
Jlarros Pimentel, Brusque, e ministro da marinha, e
licou a discuss.io encerrada por nao liaver casa para
se votar.
A or em do dia de hoje he :
1'rimeiia parle.Vota;au do ornamento da ma-
rinha.
CniliMUflo da lerceira discusso do ptojeclo ru-
rnero 40 do auno pascado, lobre sociedades em com-
mandila.
Segunda parle ( da meia hora da (arde em dian-
'. )Diicussao do parecer da commlssao de consli-
luicao e poderes sobre a eleicao do lerceiro dislriclo
da provincia de S. Paulo.
E se houver lempo :
Priineira discossio do projeclo que aotorsa o go-
verno a conceder um w Je licenra ao Dr. Joa-
-,~m, vrreiie rre CiUfl Tavares, e as materias anle-
normeole designadas.
ltimamente de grande inleresse
No senado tim-se tratado de negocios relalivos a
rolonisacai-Verguiiro, de S. Paulo, e da de*apro-
pnatjo da igreja de Santa Auna, que deve ser de-
ludida, por causa da eilarilo da enreda de ferro.
Na cmara dos depulados diseulio-ie e vsloo-n
o orcamento da juslirii.e o da m rinl.a deve ser vola-
do auianlia, por haver lido encerrada a soa discus-
so Imje. O negociu das commandilas tam estado
adiado, depon de uro diicnrso do ministro da. fazeu-
da, e oulro do Si. Gomes de Snuza.par Rio demorar
e passaaem daquelles (.remenlo*.
Apeiar do que se lem dito em Inuvnr das opinies
millidas pelo Sr. Son/a Franco, animo-me a eon-
fessar-lhc que o scu discurso parereu de muito pou-
co sueco, e mesmo improprio questao tao impurlanta e vilal, principalmeule de
um minislro, que longe de ser hnmrm novo, ha con-
siderado como provecto em materias fninceiras. e
que como tal foi chamado aos ronsilhos da cori'.i.
Acredito sinceramente qae a multiplicidade dos afa-
zeres qoe o cercam, Ihe nao deu lempo a refleclir
maduramente lobre a materia, para bem coordenar
ius i tea-, eaprofundsra questao de modo a evitar
oa lugures cnmmuns e decUmacoei, que iBo trisle
em pessoai de cerli ordem.
O discorso do Sr, Gomes de Souza.nolavel pela s'ia
elens3o e pelo esloda e trabalho que deve ler eus-
lado an sen autor, nao camou nenhuma iir.pressan.
Etemplificando e en ibelecendo l.ypolheses para
ehegsr a reilidade, romo faria um algebrista. S. S.
emmaranhiio-se em laes lahyrinlhos, que quasi nao
foi comprehendido. Era o inaiheinalico, qoe inler-
nnnd -se na melaplnsica do calclo, gasta horas ,.
horas em busca de una equacao, on de urna formula
que muilas vezes nao ada Etod inclinado a
crrrque o binomio de .Newlon, e as formulas do
calculo diferencial e integral nao cdocam osespii-
los para a poltica.
Entretanto no discurso do Sr. Souza ha n que ler.
Amanha deva continuar esa importante diteps-
s'o, a naturalmente locara a* palavra ao Sr. Salles
torres llomem, CU je discurso deve ser notavel, nao
someule porque inconlcslavelmenle he rile mui
veisado em laes materias, como tarahem pelo lodo
e prepara que lem feilo desde inuilos dias, com o
rmde (amagar os seos a t versarlos.
Espera-se que sera' obra prima, e que nenhum
outro se pronunciara' em ambas as cmaras q le
tanto valha. t) Sr. Salles he um desses homei s.
qoe nunca falla sem preparar-se moilo, e muilas
vezes escreve o sen dMCorta com antecedencia, ror-
rige-o, ronrerla-o, castiga a obrase, e pulle-o ile
modo, qurquandoo pronuncta'caii-a sempre grande
efleilo. Ura nesse negocio parece que ello caprirha
mostrar quantn o sen amigo, o Sr. ministro da I. .- r -
da se acha distante da altura em que elle lem de
collecar a questao. Ja' se v que toda agente desa-
la ouvi-lo. eai delle se nao corresponder a especla-
liva geni, que tanlo mais excitada se icha, qoanlo
he cerlo que a escola restrictiva de que elle se derla-
lie rdra de duvi.la que o amorago de laesmeius
que esi;io ao alcance do governo imperial, se, con)
perseverinca empregdns, contribuir para povoar as
tertets edetconhecidas reglos deMe imperio, pmiim
esi*lnn cousas nao so naluraes como soriaes que
sempre influirlo com grande lonja contra semell.an-
te emigrrao que faria, em um esparjo de lempo ra-
soavcl. alliviar a grande ntcts-ida.le que se eiperi-
menla pela falla de lrac,o<, em consequencia de ha-
ver acabada o Itlico da eieravatura.
l'(oJnduio-me a considerar se algum oulro meio
que nao fosse a emigrac.io eslrange.ra, ou algoma
machina subsidiaria, nao poderia ser lamhem em-
pregsda, atim de povoar mais rpidamente ao menos
a costa do imperio eaquelles lugares do interior que
eilAo em communiraclo com o mar por meio de
boas eilradas.
A importancia de ver logo ocenpados por urna po-
pularlo industriosa e'les lugares que as iranes ei-
Ira.las de furo actualmente em conslr'orrjio oeste
paiz bao de atrayessar, lem particularmente filado
a mlnha allenijae. Tenlio cnns.dirado no s qoe
disto dependa em grande parte o sen bom eiilo,
como qoe seria justamente em laes logares que a
industria agrcola seria mais lucrativa. A estrada
de ferro faria o rommercio da agricultura uestss dis-
Irietos lucrativos, e o carcter vanlajoio desle com-
mercio traria njna renda para a estrada de ferro.
Como os governos imperial e provincial garanten
o grande lucro de 7 por cenlo ao anuo, a cultura
das trras as vizinhaocas das estradas de ferro, he
urna malina de nao pouca importancia.
Vesta provincia, e nao duvido em ludas aquellas,
anude nina liaba importante de estrada de f-rro he
cotice tida pelo governo imperial, um meio provei-
losn existe que judai mui materialmente a povoar
este paiz com urna popularlo dcil e induslriosa,
sem ir a Allemauha ou a China buscar colonos, se
medidas adoptadas forera enceladas para este lira.
Aliado urna populacho qm actualmente existe
no paiz, e que presentemente, assim como durante
os tillimns annos, lem sido urna raja infacunda, im-
producliva, nao consumidora e estacionaria.
Conliec,n qml he ;, opiniao poueo esperanzosa que
muilos illuslres Brasileiros enlreteem acerea riesia
clasie di mdividnos, e primeira tula parece qoe
nao (Irisan, de ler razio para assitn pensarem ; mas
astea persoadidv deque se esta assumpto for mrlhor
mudado, dar om resultado favoravel a esta cla'se.
Posio allirtnar que a elasse Irabalhadora do campo
em Pernamburo lem nirlhor ndolesem mais re-
cursos l.e menos susceplivel a sucumbir a difli-
culdiide, he muito mais apta, nao s pelo modo de
viver. como pela sua constituido para trabalhar nes-
le paiz, e que quando enllocada em urna posic.ao
justa, mostrar-sc-ha tao industriosa como us Euto-
peo em circumslancias iguaes.
Esta gente he o maleriaj que proponho se lance
m.lo, alem da eraigracao eilrangeira, e que se trate
de maneira que pruduzam inicios immediatos, e mais
ra paladim, cotila hoje muito poucos adeptos entre adianle beneficios incalculaveis
nos, e he mesmo muito impopular. Por loda a parle
_'**Jjf0 ?oe..s? I'ouve he : liberdade epans,lo ao
em-
puis,
crdito, facil.lade de meio circuanle, bancos,
fim A p.i'di-i....ica do espirito publico ,
Ihe he desfavoravel.
Anda n3o le sabe quem icra'o succeeser do Sr.
Sergio, e nem he exacto que a presidencia de Per-
nambuco lenha lido offerecida a algi)e) ttflbii ',"dr-
vez ah te diga. O qoe se sabe he que aquella Sr.
la declarou ao presdeme doconsellio, que quera ser
- ."""erado, assim como qoe estcenle es.a resoluta,.,
lorisadoa rever desde ja a lanella dos encimenlo<'l SSiUi MMlIlH ella ie.-modifiq.ie pelo que
do5 empregados dos diversos arsenaes, barman^. 8Jnd, a d.mis.ao ^-l-' tincedida, a nem ,e-lo-
(a ino as col..ni s militares nao si
sontcieiileuienle eflicay.es, sendo em
lem mo-lrado .
verda.le in.i.t
len... [qoaii que dizemoi 0 numero : eimpor, ou No dia 15 leve logar em Montevideo 'o encerra-. cenlivo para a reprodcelo de arlos de
pedir para (|ue depois rta escurecar nao empecam o menlo do corpo legislativo, pronunciando o presi- cimento.
mis-iveis no lugar onde a c.ntrallsajao de una po-1 transito publico com conlinoados despejos de aguas' denle da repblica om breve discurso em que se i Quarlel general da marnha ,:I0 de iulho de mv
puii,;.1n agrcola he mais proveltoM, islo he. em podre, na roa. congrilalava com os representantes do ptll. '-Joaqoim Jos Ignacio, chefe de esqeadra
.. nV ni "" :' ''"" '" le"' al-ul" W" : ~ Recebemos noticia' de S. lenlo ; eslava preso A rorre-poiid. ncid de-.e lugar, publicada na -Cor-! -'leve honlein lugar, a hora marcada '. ,,ann
lor, priipouiiu queessa medida leja preencliida por o individuo indigitado como autor de um assassinato rei.i .Mercantil. diz o Kguinle : da a-semhlea girtl dos arciomslasdo Banco do Rr.
nieiu lia H"-1 m*",oram*"i da cotidiraoda po- lem--e perlado i.plimame ule. e vai grangeando as \dos sete arligos ou bises para o esUbelecimento celiidas 16! listas contendo 1 710 votos'
poiacao agrcola do imperto, por meio da colooita)- sympathias do povo ; sua docora he temperada com de urna rommisailo mua arbilradoia. qu devera' do foi segoinle :
''"l'i ni"'".'."" 'Irangeira. ^ tal energa, que ninguem se atreve a desej.r Ihe nial i definitivamente julgar e decidir di teclamacOes dos Francisco Xavier Pereira
fubdilos ingieres e ftancecn, por prejuizo, rauaadoi | Jos de Araujo Coelho
igual mere-
Foram re-
U resulta-
tos c eommerciaes, garanlindo-se-llie una segura
ga absoluta de que n.1o te
na propriedadf, todas as veze
obrigaces e obedecer as leis do paiz.
Asociedade dcvia ser oreanisada de maneira que
tire lodos os in, ios necetsatios para fazer face as
despizas. e que os respectivos lucros a habilitem a
proseguir nos fins propostos em grande escala ; nao
lano porque os litis da sociedade sejam neetssaria-
menle pira ohler lucros, mas porque somenle por
meio de semelhanle organisacao ser po.sivel lean-
car os grandes resultados que se pretenden). Em ver-
dade, grandes beneficio! narionaes nao se podem
esperar, se a. operarji.es de semeilianle sociedade se
n ao que te podesse realtsar por va d
n-se para
nelle m, Ju
pela guerra ; commissn que segundo a base 7,,,
latubem devera' ajUI sr cun o governo oriental una
de Araujo Coelli
Jos (%rlo. Mayrit.k
,i O mesmo
l.iKJ
1272
1251
U ntijeclo desta sunedade sena crear nina popn- por qualquer aclo de severa justra.
lajito enrgica e que lenha conlianca em si, nao in- A estrada e ponte por onde vai
lerviiido-se Ka direcofo dos seus negocios domesli- Santo Amaro eiiao de tal forma que ineiie m. do lanibein devera'|us ar com o goveruw oriental ama i O mesmo numero de cedu s e de voloi reru
ndo-se-llic nina seguran- andar-st. a luij|e, porque logo depois dn ra >:'.\uro- j cunveuijao especial sobre o modo de pagamento dallhidns para a eleirAu de fiscal deu em resulladn a
i privada da sua peqoe- ra ai o Gxmnasio, alravessa-se urna mala virgen, divida que resultar liquidada, e que sera' reconheci- escolha do Sr. Antonio Nicolao Tolenliao c m IKVS
lies que cumprir as suas na ponte, corre-seo risco de ir ao mar por aleiuna da divida nacional. votos. ..
trave mi brada, e a estrada tem cada fuma qoe bem
oinspec-
--- ,---.-.. ........... |... *- -----"fv> | i ii i iiuc un- i ii > i 'iir. i r i ) i ,) i i .1 iiuv
ollertai pecuniarias graluilainenle feilas por indivl- se deve experimentar desse homem < ruado de lo
dau.s- boas qualidadei.
lenlo-ie obtido fonos suflicienles pela emisssio Consta-nos que fAra nomeado un novo alvica-
de accoes, a sociedade comecana suas operajoes pela reiro para o lelegrapho da torre do Collegio, pasian-
cempra de predios na vizinhanfa do camii.ln. de do o que oceupava esie lugar a ser emp-egado no ar-
ierro. F.slas Ierras se devi-diriam em pequeos lotes, seal de marinha. Nada podemos dizer acerca de
qoe se venderiain ou te aforarium pelo preco mais lal nomcacao, he de suppor que ella recahisse em
razoavel possive'
um
ras
aece
vav
o cap
re
aiigmentariam em numero e prosperiade, em con- ordem. e reenlardade
nqnencia do crescido valor dos lotes que livesse re- A proposito, lembramos igtialmants a iubsl-
servado pira si. E he nislo que consiile o grande toicao das bandeiras brancas por encarnadas, para
segredn do bom exilo de urna sociedade ; formada com mais f icilidide te distinguir ao longe, assim
para o fim de colonisar Ierras incultas i quando o como que os sainrtele* lejam Ruilmenle sobili-
bem estare a proprnlade dos colouos he o pri- luidos por encarnados. i meiro alvo que a sociedade tem lem vistas, lauto que em vez de oblongos, como s.lo, sejam ponlagu-
nisoires r.irem as vanlageni propoicionadas, qnanlo dos para evitar a confu-Io c ni as bandeiras.
mais feliz e llorescenle ser a cundirn desles col- Prelende-se org.iuisar umi aisoaiaejla de alfaia-
e a propredade da companhia subir em valor tes, que tem por fim seeeorrer-se quvndn por falla
prosperidsde dui rolnos, de meios, ou por qualquer unir raosa nao possam
Crtfi. geralmente que o governo orienta) vai, Falleeeo na Babia, no dia 5 do correnle.
se pode esconder qualquer, c a quem perlence vigiar rnnvorar extiaordinariamenlc a aasanbla* geral. I l|ir da Ihesourana piovincl o Sr. Jos Joaniiiin-da
sobre ella, principalmente anles e depois da ponte. I'iz-e que a convocaban tem por principal objeclo a Mello Pachtco. "
No da 9 Uva lugar no convenio do Desterro a
educendas do collegio de >',., Senhora doi inp.s.
O Iharw da /Ja/na, diz o seguin.e acerca dCOM'
remonia :
Ouerri se achou hontem no lindo templo do con-
venio do eiterro, e ob-erv-u a devqco e recolhi-
menlo com que secebenm o sagrado pao da lueha-
nilia ICImeniass, toda* Midaa 4o branca, todas
revelando em teui gentis e molestos temblantes a
pureza innocencia de seut coracei; auem ouvio
o eloqueute, ao mesmo lempo que singelo e locante
plenles, os bebados, deiordeiros, nloneiros e va- pscursoque all proferio o raudo digno e virtuoso'
ios, qui como tae* seriara cuudemnados an MnriM oadre l.arnant: nmm n..tn ... ^aDlicos melodo's
nloados p. | ,s vei.e-
uiica virdadeiramente
Consta-nos que fallecer o patrao do escaler da
saude do porto, Jos de lal, pardo de exCellenlcs
qualidades, e segundo se diz, ra a sua inorle occa-
sionada por urna drnlada qoe solfrera de in rao af-
ferlado da h\ drnphohia. Se assim he, he mais urna
iinpulacao que temos a fazer, por se consentir que
una matilha de caei infeslem as ras desla cidade.
Dos querr qua essa noticia nio se lenha realisado.
tanlo pelo przar que nos causa, como pela falla que
neccsiidade rieiernn volados o* projecloi aprtsenla-
dos pelo execulivo, que Ihe creavam recurs' s pecu-
niarios : o negocio dos limites da Florida, em que
t inlo agora se empenha o governo ; e finalmente a
ai provacao des novos tratados com o Brasil, que se
esperam por momentos.
o Foram abolidos os direiloi que se cobraran) na
Ifandcga, sob a denominacao de armazenagim, a
lodos os -oliera i que eram nella depositados.
O poder execulivo linha apresenlado ai cmaras
om projeclo singularsimo. Propunha qoe fossem
de-tinados ao excerclo, por senlenca doi juizei coni-
dios, qui como tae* seriam cuudsmnados ao servio padre l.amant; quem ouvio os ca
das armas svrapathicos fc quasi fluentn, ent
Ja parti o hr. Ilordennana, normado minislro r'aveis irmias de caridade, muiira
nos
na proporrodirerla
da
ha desde o mome-)" eu
pedido della
He lalvez a espssfral
com que n.da Iratp
para Pernair.buco.1
je o Sr. Sergio retirar o
qoe isso acntela qui faz
erra de novo presidente
ponto lem sido traalo
no conselho dos milTSSSMb publico anda ignora
o qoe ah haja-se reiJajaTOo. 'Jodavia eree que o
Sr. .Sergio nao desist.ra^d% saja dni.ii-'-o, posto que
n,lo esleja diara.neiili par 'sr por ,[... pin ,'ar ao
ooistcrlo lempo e e-10 ter' en Iher-lhe o ioc-
l ma populacao que presentemente prngrida rom
leulidao, vive em pobreza, e pou-o conlribue para a
riqueza do eslado : lorna-se-hia com rapidez um povo
II .resecle ; vivira em abundancia, e contribu
largamente para as rendas do pan,.______^~^
Nove decimos das tern. junto a cosa desle pait
estdo prsenlen)-;,Vc Intactos pela ma,i do lavrador,
Mffift :,f ter o cunho de urna fertilidade abundante.
O povo hvre se acha c-cassatnenle espalbado pela Ierra
e os homens eas mulheies vivem pobremente vestidos
em miseraveis liabitaces, e as enancas nuas c ap-
parcntemenlemenle desprezedas, mostrando lodos os
stgnaes de urna inorle prematura, ou ao menos de
urna condicc.lo doenlia e miseravelaperar dos nas-
cimenlos serein numerosos os bitos em consequen-
cia da falla de urna morada propria, da roupa e do
alimento, efleclivamenle impede qualquer augmen-
to material da populadlo.
Oual he a causa desle eslado de Motas Porque i
nao lem um paiz tao frtil e produzndo o a-suear
,_ j^. -,.....| >> iao seguranietile como descea com a sua decaden- evercer asna arle, emlim nina especie de monte po:
ca de torte que lonce de lamentar a im- a insliluicao por cerlo he exfolente, e milito 1ouva-
pissibihdade de levantaras rendas dos lotes arreo- vel, bom -era que esses deieios progridam, e que os
dados, ao paseo que o sen valor augmenlatse.he jos- de mais arlislas procorem imilla los, para que assim
lamente porque a companhia nao o pode fazer. He fiquem acoberlados dos horrores da miseria, como a
fr,? ",?" qU* ." lcolo"olein de. culher ,onos os muiloi fennuccedido, pela falla de urna neodacto
inicios da sua industria, que o estimula a trabalhar, de semelhanle nalureza. Quando a causa he io.'ta,
?rf.?" V,MU0,", em u,n cidadaoutil Dos a protege, avante por tanto com ella que o re-
e industrilo. sultado ser proveiloso.
lolgaria se pela poblicacao deslas lindas escripias
a pressa acerca da imporlanle queitao da populadlo
dos districlos agrcolas do'Brail,concorresse para a
lormarao de nina sociedade bascada not principios
que aqu lenho imperleitamente Iraca lo poderosa
para coiiseEr a reilisacifo de Uo grande lirn. mais conhecidos do publico que tem de a'sislir a
fcsia semana celebraram-se dous aunversarlos de ; esses espectculos,dispensa qoalqoer comenlario ni-
mias msiiioitoes civ.ltsadorai ; no dia 9 leve lugar j hre ellei. Aguardamos o dia de amanhaa e o de
a soiemnisaijao do primeiro anniversario da As.ocia- depois para
cao lypographica Pernambucana. e no dia II, a so^ialhle
lemni.acHO do ai.niversri,^ ur, es, .W.CTflSlfuTf da
Dous e-pertarulos se preparam no Sania Isa-
bel em beneficio doi lenhores Cimbra e Santa Rosa.
Sao dons pas de familia, dous nossos patricios que
imploram a proircijao do publico, o Forjado das
gales i. e a ,i L'llima carta n sao os dramas ; por de
do e<
.encas Jurdicas e Sociaes desla pro-
coid lana aliundaitcia e contendo urna populacao
consideravel ha lanos seculos se lomado populoso,
O Sr. conselheiro Antonio Nicolro Tolenlino loma
posse boje ao meio dia da administnrjAo da provin-
cia do Rio di Janeiro.
S. Exc, prestara' juramento as m3os do presiden-
te da a?seml,|ea legislativa provincial.
Appreheiisdo de hrilhanles.lendo ti,lo de-
nuncia o Sr. director geral do crrelo de que hon-
tem se pretenda pastar orna ponjao de brilhanles
pelo corrrio, fez relir ai carta* para os negociantes
l'revrus, Henriquc Prins e E. J. Alberl.
Chamados esle senhores ao correio, |.or ellei fo-
ram iberias ai referidas carta, e as do Sr. Dreyfut
se verificou haver 20 rmbrnlhos contendo 201 qui-
lates, e nal do Sr. I'rins 32G I|2 qutales de brilhan-
les.
Ni 3r. Artrl nada foi r conlrado.
O brilhanles foram apprehendidos, c vao ser re-
tnetliilo' para a allandege.
Orra-se o seo valor em 40:0005.
tem, mul0 des5t,"u"c'icio, V' .-Ir da Silva, vi-
c-preilda0te f"1 nc,ito el" ,p, de rerrber a
' '""J falta no i""'- a* que a raba va de ler o
seu *.jlaito /Semblea provincial.
C^)RRESPONDE^CIA l)t) DIARIO DE PER-
NAMBL'C.
Rio de Janeiro :t de agosto de 1857.
Vou esrrever-lhe algumas linhai na incerteza de
pode-las enviar pelo Cavour, que deve sabir una.
iib.'u muito cedo. Contando que a partida delle fui-
se transferida, nao me previni, e agora, a' ultima llo-
ra, he que sei qoe nao llavera' transferencia.
O 1,'l'liam ,r.i, entrado hoje pela nianlia, Iraz da-
tai dessa fronnri.i at 29. He urna bella viagem,
como quasi todas que costama fazer esse vapor, o
meljior da liuha de Soiilhamplon.
Com o pretta com que citou, dir-lhei simples-
mente o que' lor mais urgente.
O Sr. Paranhes anda n.lo parti para o Paraguay,
he de crer qoe nflo o faija lenAo no fim desle mei.
Parece que ie nao realissra' a lopposiciio de qoe o
acompanliaria forja armada. Em vez de pelrichns
bellicos, oiz-se que S. Kxc. levara' urna grande pro-
viao de phraies amaveis, palavras sonoras, e mais
que ludo ir.aneir.is seductoras, o qoe alias, por ex-
periencia do pas-a lo, nao deve ser meio de negocia-
S8o muito elficaz, quando se lem de tratar com o
obeso successor do dictador Francia.
DE ay,OSTOI)E 187
ASUBDA I A I! 1)1.
A occcrrencia ina\aJjntnlavel da semana foram as
chovas dt. da 11. cuja falta j.i rau-ava detaprada-
vei* apprehensdes. Esle succeiso prodoiio geral o-
lisfarjao, e sabemos que chegaram aimla emllempo
para as Nvooras, a salgons punios da provincia.
Recehemo.1 milicias da comarca da Roa-Vi.la, que
sao pouco satisfactorias, em razio de falla de
chuve.
Pelo* correios da Victoria e do l.imociro souberros
que as ultimas chuvas chegaram a aquellos lugares.
s gneros de prijdiieca,) do paiz se acharara por
alto pre$o na ull ma feira da Virloria ; entretanto
appareceram nesla mesma feira 941 bois, que foram
vendidos por um prerjo razoavel.
livemoi dous vapores da Europa. As malas Ira-
lidas por alies s,1o posteriores t que nos Irouxe o
piquete deS'iulliamplon, mas foram mu pobre* de
noticias importantes. Nada ario.contaran, acerca
da revolorao na China e na lnd>, que he boje a
preocrupaeflo dominante da Inglaterra.
Como a i.'s da colonisac,ao he urna das grandes
qneiles da ordem ,lo di, ch-inairos a alleni.no dos
leilores para o segoinle artigo sobre eslo assmplo,
e que no* foi rommunicado pelo Sr. Eduardo de
Mornay. Se o meio proposto uta fur atliugulo, m
consequencia de slgnm motivo que a Islo se oppo-
nha, ao menos a critica f'ita pelo Sr. Mornav ur-
facleria da fbula ou da allegoria de Perieo. E por-
que leria ama fbula ou mesmo urna alle,uria '.'
Vejamos pois como muitos oulros factos que pasia-
ram durante vinte e trila sculos por fabalosos, se
lem verificado serem oulros lanos inventos 0u a-
cbados maravilhosos.
_ Muitos mdicos famosos atiestan) que a cobra de
Esculapio nin era urna simples allegoria, masque
este se servia do seu veneno para curir certas mo-
lestias da pelle.
Cerca da doui mil anuos pastou por lima fabola
arleirarncnle inventada o incendio la esquadra de
Marceilo por Arcliimedei, muilo principalmenl:
porque nem Polvo, nem Tilo l.ivo, nem Plularco
di/.etn urna t palavra subre os espelhos uilorios.
Enlrelanlo qoe Huiln provou de ama maneira
inconcusa nao tu a powibilidade do fado, como
que, por meio de 5tH) fucos, elle derrelera a pnta
tres pos debati d'agoa.
Ilerodolo, AritloMes, e muito- oulros snlores de
grande antiguidade, referem que a larambola (l'ro-
. hv lu}, pasiaro muilo vulgar no Egyplo, costama
entrar na bocea do rroc.dillo para tragar ot insectos
que atormentan! as fauces desle amina! qu.uijo ras-
pMU fora d'agua, r iiservaudu aberla a bocea pira
respirar ; c que e-le servico, reilo prlo plisara ami-
go, nao era detrouhecido, pon que o monslro, quan-
do quer mergulhar, iiienea a cahe(a para que o
pessero v.'.e.
E-le fado singular passou por fabuloso por mais
di) vinte seculos, al que Jcifrov ,|r Saint llilaire,
um dos mueres sabios do no-so lempo, reslituio o
erad lo sos ^iit,tosaulore*.
Sendo um dos membroi da expedi^So tcientilica
qoe acompanbou o exercilo francez no lirn do seeulo
pastado para a conquista do Egyplo, leslimui.hou
ello propriu as ribetrai do Mo curioso fado de
boa ainuade entre a larambola e o crocodilo.
No eculo VII, C.llinicus, arcbiteclo gregn, Irou-
xe 1 Constantino,.!,! ,. rogo chamado grego, com que
tez, durante o sitio dn. Sarracenos, iu.hi lilas m ira-
Villias, arrojando gran
As desvatilagens sob que a populacao dos campos
desle paiz labora, s,lo bstanles para aniquilar a ener-
cia do mais robusto. Esta dependente,lo, caprichos
do senhor da Ierra. Compoe-se esta populara.) da
infeliz*", a quem o grande proprielano territorial
apenas perra.lie por favor levantar ma humilde
cabana em iuas Ierras. Em semelhantes condicoes
nao tem animo para plantar, ou antes lem u boa
enso de plantar tao trnente o que seja necessario
para Me morrer de fotne ; e nao arrescenla o mi
mino conforto s tuas miseraveis cabanas ; do sorte
que permanece vag.bundo, homens de trouxa. lie
escanda referir es motivos que induzem o peoprie-
l.ino a exercer "inlluenria sobre esles mondures que
nao pagano furo, mas he evidente que nenhuma po-
pulara,) agricula pode floreicer iob lal syslema.
Com simelhaule sv tema he indubilavsl que o
propii-laini prejudica os mteresses agrcolas, e cun-
sequentemenle os seus proprios, negando ao mora-
dor urna garanta que o i-euti de qualquer oppres-
sio, e negando-lhe oa meios de consegoir urna po-
icao na sociedade ; mas ha muilas raines que fa-
zem qne pess >as bstanle esclarecidas para cumpre-
henderem os inconvenientes do actual svsleina, nao
queiram iudividualmenle fair cousa aigutna para
allera-lo, e urna destas rai'e*, bastante valoi, he
que recua.n que os oulros nao ilgam o cumplo, e
por is <: >s, pralicandn algum bem.
lis p ranlo somsnle um meio para operar urna
niml nica nesle temido.que vem a ser organiaar
tima sociedade com o (m de formar ncleos de co-
lonos induslriaes, nativos eestrameiros, sobre prin-
cipios t.los c econmicos.Sei que o governo, ha
muitos anuos, faz esforros, por meio de colonial mi-
litare*, para crear cenlrus de pupularflu industriosa,
mas em primeiro lugar etlas colunias lem lido g-
ralmei.te loadas 1,1o longe do movimeuto commer-
lal, e desligadas dos mercados do paiz, que os co-
onos podim faxer pouco mais do que collivar o solo
elle tirar smenle com que te alimenten. O
gnisarao da nnssa propredade territorial he raioa-
vel. e podra conenrrer lambem para quese lome al- ; P,r
guma medida.que modifica que o e<(a lo de cousas em ''""o proposto, pelo c ntrarin, teria por fim eslabe-
qae nos arhamos a este retpeilo. Por diversas vezes lec,r Slil colonias ras vi/.inhancas das erlradas, e
lemm dito nesle |urnal quasi a mesma cousa sobre 0,llle rommercio da proiluccao" agrcola ja'se a-
--orle da populjcAo dos campos, e lemu rtemous- "
Irado as vantageiis polticas, econmicas e sociaes,
que resultaran! para o paiz, se acaso te procurasse
bvar rsia popularn ll.icluaiiie dos campos, instru-
mento sempre disposlo para desorden* e fatiefar,ao
de caprichose vingantasdospnlenlados. OSr. Mr-
nay que lia nimios anuos resideenlre mis, e lera
chava ma arli
A. colonias miltlares estila enllocadas sob a direc-
rao dspoto a de um ciiiiiinandanle que he tugeilo s
rros, oo filbos dos ieoi falsos designios aceren do
que eonvinha ao colono, oa por interferencia por
motivos mais inleresseiros.
Para qoe qualquer colonia de nacinnaes ou es-
mas me itdas a respeilo da Ierra que garantan) ao
colono o resollado do leo Irahalho, c he de opinhlo
que a cnlnnisariln interna, ou nacional, deve ser as-
soriaila ineonlinenle .i eslrangeira.
Eisaqui o artigo :
Stnhorit redartnrei. A emigraeao de estrangei-
ms para o Brasil tem ullimameiile atlrahido a allen-
Etnhm, deve-lhes ser perinillido, lano qo.mlo for
pnssivel, o direito de se governirem a si proprios,
nos seas neceen s. lie sobre eitei principios que a
sociedade deve funecionar. A nao inlerlercncia he o
melhor, emfm nico estimulo que o colonos ex-
igem depois que se aeham crllocados as tuas Ierras
cut una eannha para morar.
Academia
vi.
A asociarao dm captaes e'das forcas humanas
nao he .someule destinada a garaulir a surte futura
dot operarios da maleria ; as lellras e as arles tam-
ben) devtam recorrer ao meio poderoso da atiecia-
Cao, que, com frarces da aedvidade individual, for-
ma urna forc,a eollecliva e prodigiosa nos -en. eflei-
los, capaz de Iriumphar as mais arduas emprezas
que a especplacAo pode soggenr.
As grandes ronquislas que a civilisacao moderna
lem feilo no dominio da maleria, da indoslna, das
lettras, das arles, das sciencias, e da nalureza em
geral, silo em grande parle devidas ao principio (e-
cundo da assoeiacf.o dos esforros e da inteligencia
humana, principio realisado especialmente na socie-
dade actual.
Muilasasuciaces,com lins differenlese especiaes
ja se ronlavam enlre ns ; entretanto admiran qu
0 gran |e numero de Iv pographns dela cida le, des-
ses lilho.s de (ultcinherg e traductores fiis ds tra-
balhos doi sabio--, dos Iliteratos e dos arlislas, nao se
houvessrm reunido ha mais lempo para Iralarem
dos meios cominuns, que .bes devem assegurar um
luturo tranquillo, na vclhice e n.ii etifermidades.
Irmloi eongeuere, o escriptor e o compositor
concurren! ambos para a propagacao das lellras, das
arles, das sciencias e de lodos os "adiados ou inven-
tos ,1a civilisacao. As sociedades modernas devem
ramio do eu bem-eslar material, moral social
eslas duas crea^os dos lempos modernos, o escriptor
e ,. compositor, e o fuluro ainda Ibes devera' mais.
No da 9 de sgn de a Associacao lypographica Pernambucana, que
ja lem produzido alguut bei.s para os seus tuc'uis, e
que j.i cnla em seu gremio muitos individuos de
nutras classes. Releva p.im que esla AMOciarJIo
nao limite os seus fins a tratar da sorte material dos
seus membros, releva que os estimule a bem cum-
prir os seus develes lyporrapliicos, fazendo que
aprandtm e cullivem a grammatica e nrlhographia
nacional, alim de que nao sejam alvos deceusura*,
minias vezes juilas.
rol o primeiro anniversario desla insliluicao ar-
tstica e humanitaria, quese solemuisou no da 9 do
correnle.
No da 15 leve lugar na igrejv da Senhora da Pe-
nha a (osla de N. S. Mai do Povo, rom a pompa e
esplendor que assigualam as solemnidades, que se
faiem naquelle templo : sempre a igreja theia de
urna mullida.) inmensa e devotamente reeolhida ;
sempre i mesma venerarlo e pedade.
ligan* momentos depois da festa canlou-se un
solemne T Deum /.andamos, como urna homena-
gem ao sanio de nome do imperador dot Francezes.
S. Exc. II vm., os Exms. Srs. vice-presidenle ecom-
manilanle da* armas, varios consoles eslrangeiros,
chefes de reparticet publicas e muilas pesmas de
dilferentei gerarchlas lociaes assistiram a'etla cere-
monia, que foi tugerida e mandada celebrar pelo
Exm. Sr. visennde de Lemonl, actual contul de
Franca, residente nesla citade.
No mesmo dia S'.leninisoase o sexlo anniversario
da luii 1,1;.i.i do Cal.mete Porlugaez de le-lura. 4
sessflo da manda f,,j prrenchida pela leitora de va-
rios discursos. E'la solemnidad* loi presidida pelo
Sr. cnsul porluguez ; a tala decente e conveniente-
mente decorada eslava cheia de espectadores. O ei-
tahelecitnenlo conservou-se aberto al 10 horas da
noite, e a concurrencia dos visitantes de ambos os
sexos era tal que a descula e a subida tornava-s- qua
si impo'tivsl ; no* dous talfle* esplend.lamente il-
liiminados, ninguem se poda mover. Urna msica
marcial, enllocada no salgo do primeiro andar, ale-
grava os visitantes coro a execuro de lindas peras:
era a arte cora as suas indlavei* harmonas festejan-
de n deposito das lellras sua irmll coqgenera.
l'-lleceram duri.iile u semana 33 peeioas : sendo.
7 homens, 10 molheres e 9 prvulos, livres ; i ho-
.nens, | mulher e 2 prvulos escraves.
PAGINA AVULSa.
ffi' 3ZZ& *
Pidmos ao Sr. fiscal de Sanio Aniooi .. que le-
nha a hondade de lanzar s soas vislas para urna rasa
de dous andares na ra Direila, que su acha de fazer
o despejo de aguas ptridas no quintal por uma hica,
sollreii lo o pessimo cheiro de lal trabalho as f.nnlias
Jas oulro* andaien.
dem ao fiscal do Recite, que lenha a bouda le
de ir a ra do Torrea casa o... e uma outra defron-
v irjiuii xoroadoi os Irahalhus desses
a sociedade drsmaTrlTrTTTT'r'Vi-i1.
O vapor nacin .1 ,r Persinungao, sabido para
Macen, e parios intermedios, coaduno a seu bor-
do os seguiule pas.ageiros :
.Manuel Joaqun) da Cusa Valenle, lenenle-roro-
rel (.aspar M. V. Drommoud, sua senhora. 2 Co-
nliadaa ei e-cravos, Francisco Siraphico de Astil
Vasconcellos, sua srnliora e2 criados, Antonio Joa-
qoim ta Silva Figueiredo, Francisco Blanco, Joa-
qun) Bernardo, Jete Juaquim Dnurado, e 1 esrra
vo. Belarmlno Piulo de Araujo, soa IrnSa, I cria-
da e 1 escrava, Jos Antonio de Araujo tiuimara-s.
Jos de Azevedo Vilarouc Jnior, Augusto Rati-
na d Altneida e um criado, Olympio Venancio da
Mveira e I criado, Joao Aogusio do Vasc.nccllos
l.filao, Vicente Be/erra Monlenegro, Amnelo I.
de Torres Temporal, Jojo Amonio Machado. J3o
C. de A. Mello Jnior, Antera Jacome de Araujo,
Jos Joaquim Barbosa da Silva.
... vapor sardo Comle de Cavour entrado do
Rio de Janeiro e portos intermedies, imuxe a seu
bordo os seiiiinlespass-.ge.ros: jse l.uurenco
I;. Fraga, Joaquim Di Franciienjllias. Jo-e Francisco Das, Dias, Joaquim
de Azevedo Au Irade, padre l'erren Lazan.la, Ja.
nui.'i.i Juliu Orseu, Jeronimt Campa Ionio, Mr.
Paicol e tua senhora e um filho.
O vapor o Turnio, rinda de tienova e porlos
inlermedios, Irouxe a sen bordo os sigaintes pa*<-
geiros: O. R.iphael Pallares, Manoel Jos, Ma-
na Joaquina e I filhs.
Mt amanhaa.
guarda nacional. F.-te aclo, purem, fui mal recibido Eslivaram presentes os rubores presidente da
p 1 que nao so se nao suppuuha que a tua inlenni- provincia, comninndantedat armas, rhi de noticia
da.leo arouselhasse aseineihanie passo como porque director geral dot etludos, e grande nuni.ro de nes'
a%'!lm.*;1,,'e'i l'"reC'''!" i'.C,,',n'di-- ,- a, 'a? d" ,,il'"cSao- .>' ques figuravara millas
Lm coi.llicio se 1* dando cutre S. Ex. e o Sr. Cal- senhoras das primeiras familias
dw.dl, p..r haver aquelle dado ordens directa! ao I O ineommados de S. Exc. Rvm. nao nermitti-
commaudanle de um balalho, em ouvir previa- rain que elle, como de cosime, assisl'isse a' ceremo-
meiile o seguudo, que enlao se achava 110 commando | nia. Sua falla fui geralmente lenlida
das armas. A galera ingina Caroline, que legoia nra o
O Dr. 11 meleno Velloso achava se s h o peso de Panam' com carregameoto deearvao, arriben ouel-
uma excuramunhAo, laucada pele vigario-geral da le porlo, em o dia 7 a' noile, por se Ihe haver in-
provlncia, por ler elle dado com um chicle ua faca ceadiadoo carvao. O connnan lante, apeuat conbe"
do vigario da villa da S. Borja. ceu o inminente perigo, fez pregar at etcolillus e
Algn* crtmes haviam sido perpetrados; snlre lapar todas a* fendas, afirn de qae o rogo se nao
elle., um tiln malou seu pai por causa da potse di comniuocasse. O vapor oViamio. loco .ir,
f.ndeou. buscou atraer, afirn de ebue-h, para .
ilha de Ilapanca, mas julgando o commindante, qoe
esse servico era por dinheiro, no q.iit receher o loe-
corro, *guardaodo-se para o oulro dia quindo ama-
nhecest?. No da immedjain, mido avisado que o
occorro era gratuito, ac.ilou-o; mas infelizmente
anida pelas louctirat do cminan lanle ella se en-
cendiou loda, visto como elle nao quiz consentir
qoe se fizessem furos a' flor d'agua, afirn de exlinguir
o fogo, porm anida qae le abnsss a escotilhs, o
que prodozio o incendio completo.
Chegaram. procediles desle porto, ao da llalm
""IL ||ll>nln*HJ^"C.roline.); e a 9,
espanliola M itlnl jT.'II 1 ~
Uraiil.
embargo, all e'l a prdra atlesiando a supeiiorida-
de dos ant go as sciencias de appliraeJM.
Ha: perianto nada impnssivel ao hornera ".' Arc.'i-
medes i pedia um ponto de apoio para mover o
inundo; lirai o raio do caminho, e cheg.irrmos ao
co.
Quando o celebre (ieorge Cl.nlon, gnvernador de
Nova-Vorrk, apresenlou a Jefferson o sen plano
para o canal que devia reunir o rio Hud*un ao lago
K'ia. Jerfeisun riis-e que s rom cem anuos depois
poderiam os Americanos tentar aquella obra gigan-
tesca ; cnlielaulo dez annos apenas se haviam 1 as
sado, e j uma grande parle do iiic-m 1 canal era 11a-
veeavel.
Quando onlro Americano do Noria avenluroo em
182I a idea de navrgsra-j Iransallantica por vapor,
foi lido por mil louco, e ponco fallou que o nao
metlesseni na casa dos orales ; pois bem, dez anuos
depuis o uSyrius) lesiona idea ou projeclo do
compatriota de Clinton, e eslava defini.v ament re-
solvnio o problema da navegado de longo curso por
mei. do vapor.
Fallaremos agora do padre Bsnliolomeu Lourenc.)
de Goamaa e do seu aerstato, objeclo ,le-te artigo,
queja vai longo, e que tratar mos de abreviar,- re
s-rvado para oulro dia o que nio ptermos dizer
boje.
O padre l'.a:m:1o. com di-semns, nasceo na villa
de Sanios [proviocl 1 de S. Paulo 110 anuo de 168).
Era presbtero lecolar, e nao ofrsde, como o de-
nominaran) l j los 03 eslrangeiroi. que fallaran) do
*eu nome.
Dioso Soares Barbosa diz que elle fora Dr. em di-
reilo cannico pe. UniversiJade da Comibra, e li-
dalgo capelln da casa real.
le evidente qoe no Brasil n'.dn se p,,de encontrar
acerca da vida e setenis do pad.e i.u-in... e quese-
ra misler para islo recorrer aos archivos de Portu-
gal.
Felizmente don eruditos se oreuparam deste im-
porlanle negocio, um Portuguez, n padre Francisco
Freir de Carvalbo. lambem condecido no Brasil, e
oulro Brasileiro, o vlsconde de S. Leopoldo. Ambos
publicaran) suas memoria* qaasi ao mesmo lempo,
In.possivel he p.lavra, diz um escriptor recen-1 e he com esles docomeiilot vista que vamos trac.tr
le. que deve ser nscada do vocabulario francez, e| o nosso pequeo esboro b ngraphiee.
un-diz.etni.1 que denlro ds um serillo lalvez mi I Era tambera orador eximio, pelo que gozava em
cusma em iienliiima hngua clvillltde ; oa enlflo Portugal de grandes ere tilo, c geral eslimarao. lo-
|.orter-sc*hM dtzer, como grariotamenle dilil o ve- "
que a sua possilnlntade ou realisarao tem sido reco-
nheci,la por mutlos sabios, enlre antros pjr Moti'-e,
l.uytun. Horieaa, Fo..rcrv, t.relev, Heniar.lin de
Saint P.erre, I'auly de Cenebra, i.alaudc, Euler,
Idot, Gay Lovaae, etc.
Os mesmo- le-cios de l.av LasMe e de lliul sobre
I rarcfarro do or, que loma diilic I a ri-pirario a
uma g,ande aliara, asilo boje detvanecidos com-
pletamente.
Foi reroiihecid.i por l.acondamne, c iillim.im?nl
por II1111.bol II, que a dillicnldade de respirar r 1 n-
distancia enormes pro- i C^*a mide comer lambem a ueve perpetua, isto lie,
lonas 011 doze mil pes de
jeclll, c ratiodo passar por talle d agua, a que re-
n-lia aquella cumposicao, ai lea, inflaraiiiadas, que
1 mi calnr sobre os amantes. '
NA 1 era pos.ivel ler por fabuloso um fjelo que
i >.|... o. bi-iui 1.1 l.ire-, do haivo imperio referem una.-
nnnetiiente sem a menor disciepinca 5 enlrelanlo fes cliegoii no li.iim 1
perdeu-se a rcreila do logo grego J nem era ,., res a mais de 2 ilCI
powivrl atinar como, nem de que modo e linha o- mivido a peisoa*, qu
brado tanto prodigio, ate qu es fegoetes da eon- que tamben paatari
greye vieratn revelar o .agrada de Callinicus. ,,o ...na Hura ma.or, e sem cr..ve. accidente*
<)* menos laMee que acompanharam a expedic;lo .petar de que nia he raro qua mo-ra.n ou liquem
- examinar a. p.ratnid.i, oto-1 Reliados algui.s pas.ageiros : ao qoe all chamara
He verdade qae Barbn, fallando no padre Gas-
aa, orcnllou o principal da sin vid,, que foi a 111-
vencau do aerstato ; mas fe-lo, porque, sendo muito
imigodos (ntsmes ou des oVoa lores, com eram
conhecidos depois desle rele, nao quu agravar a \n
sorte, i;'t mi-eravel pela perseguir.) e pelo exilio,
porque sahe-se que o povo, levado pelo fanatismo e
ignorancia daquellc lempo, linha a machina do pa-
dre tiiisnuioeomo oarl? diablica, e ao S'u autor ro-
mo einagieoa ou feniccir...
O cerlo be que.o padre C,u*mo, depci* de expa-
l.isr-.e, c.r.eu fugil.vo p.,r van paizos, morr-i.do
hospnal daSaaillM, romo lamenta o
Temosa vista jsrnaea, deque foi portador c vapro
sardo 11 Cont Catear, com dalas al i do Rio, at
11 do crrente da Babia.
As ultimas dalas ie Boeoos-Ayres e Montevideo,
all recebidas silo : rli Ai primeiru*, e IS as legun-
das, ambas do pastado. As do Rio Grande do Su!
chegam ;i 19, as de SI." Calharina a 23.
F;,n Buenos-Avres tratava-se de dar nova organi-
sscao 1 guarda nacional. Na .telo de 13acamara
dos depulados sanecinr.ou, por 21 volot contra 12,
o projeclo da le que declara Rosas reo de lesa-pa-
Ira, sendo-lhe cenfiscado lodos os bem para a re-
pblica. E enlre os nome* dos qne votaran) contra
tsle projeclo notam-ie os dos Srs. Mitre e I). Anto-
nio Obligado.
Foi promulgada uma lei concedendo a conslrocrflo
de uma estrada de ferro e lelegrapho elctrico da-
quella cidade al S. Fernando ?ao Sr. E. Ilopkins.
I ro lerrivel temporal de nev lornou impraticavel
a nica garganta dot Andes, na Confederacao Argen-
tina, que dava passagnn para o Chile.
A Ordem n de Buenos- A y res, d. sobre a rubri-
ca Diplomacia do Paraguay ai seguintes nhas :
leudo oblido o diplmala brasileiro (o Sr. Ama-
ral. orna grande audiencia do presdeme Lpez pira
ajuslar os pontos debatidos, expunha a S. Exc. em
presenra do S'U ministra, a injuiiira de certas dn-
posifOOl regolamentares relativas a'novegacao do rio
Paraguay ; e como para corroborar suasasiercoei ci-
la-te um laclo occorndo eom o canillo de orna em-
I1arca5.l1, mercante, o presidenta inlerrompeiido-o,
disse-lhe : u Mente Vme. .
O diplomis brasileiro estacn com esta denega-
do uro taulo brusca,engullo a ssliva; mas depois de
uma pausa ronliriuou a apresenlar .com saino tran-
quillo noves fado*.
A cada um dilles vinh.i purem um novo Men-
te Vme. cada vez mais enrgico, sondo apoisdn o
quarlo, cumu era de esperar, de um tremendo mur-
ro sobre a mesa. .
1 Concluida a exposic.lo do diplmala brasileiro,
locoii aoSr. presidente tua vez de tallar, mas ape-
nas tfllrnoo urr.a prurosrilo que o diplmala brasi-
leiro nao linha por exacla, inleriouiprn-o esle dizen-
do-lhe : .Mente V. lc. irompanhaodoodlplo-
mata este deitnenli.lo cun uma pr. fends reverencia.
O presidente bradou logo : ,. Cin.o he isso eu
minio '.' dizer-tne a mim que milito '.' PerdSu, re-
plicou o minislro brasileiro, oso de ama formula da
diplomacia paraguay a. Continu V. Exc.
S. Exc. presidencial, como ara de esperar, nao
aruenluu qualro desmentidos j P"is que ,, Ires po le
interesl.r-lbe o diplmala brasileiro, com as suas
correspondentes corlezias, antes que o presiden-
te sabase >ia sala das conferencie!.
,. O enviado brasileiro annunrion depois ao minis
troque assialira a etlascenaa sua resolocilo de par-
tir ; e ..'.i.,., responder a's nulas que Ihe f.uan di
rigi.la*.
duasvaccas: depois de o haver deludo a baixo do
cavallo, acabiu de o matar cem o cano da pistola,
esmig,|hando-lhe o crneo. Lina prela de Duailu
Medina malou cinco parretras em uma s noile, e
a depois eulorcou-se. L"m raeuino de oito annos
dssfechno uma pistola contra oulro de cinco.
Allirmava-se que uma casa bancaria Maua' all
la ser eslabelecida.
Naufragou a' barra a barca brasileira uFirmea ;
o brigue genovez .. liiacom, |e-teve em imimnente
risco, mas, felizmeule, salvou-se snffrendo algumas
avariat. loraui eslas ascontequeucias ile uma gran-
de eerracao que rabio sobre a cidade do Kio Grande,
* poni de inlerceplaj VL-W\tmwm!Je5rh^Tr P!'.v..r oeor;.eicj0t ^^ Sahi,
i-oulinuavam-se a lomar medidas afirn de nnlhora
8 b irra.
Em Sinla Calharina. eslava a expirar o cnsul bol-
landez o ;r. Jorge Malinas Ileilon, victima de uma
piecauro contra os galonea. Ilav.nlo preparado
uma armadilha junio a' jauella, e f ai regado com ul
uma espingatda que devia desfuchar o tiro por meio
della quando Ihe fustem ler a' cisn es ladrees, quiz
mostrar a algunt amigos essa sus 111 venes.., e tao de-
-.i-tt.i lamente o fe qjje a arma dispirou e o ftrio
inorlalincnte.
I inliamcbegado a'provincia 2.1:1 colonos, proce-
daule s Je llamburgo.
IJ S. Paulo nada ha digno de menrao.
Em Minas aehavam-se ja' couhecids o resultad
de tu loa os cullegios, li.-an la a lisia composta de-t
rorma : Vasconcellos 1.493; Barbosa 1,077 ; M
leneira 937 ; Godov 8i9 ; Finnino 8:!2 ; e Belita-
II" 778.
Foram nt.mead s :
Por decreto de I i do pillada, almojarife da quar-
la -errao do almoxanfado de marinha Lu.z Alvires
liona.
Por dito de 96 :
lerreirus escripiurarios d 1 the>ouraria de fazenda
de Minas-Gene*, os quarlo* Francisco da Assis Fer-
xeira, e Joaquim Uxorio leixeira.
Quarlo earriplurai o da mesma, o pritlcante di do
Para Autoniu Augusto Teixeita Pinto.
Amanuense da alfandega de S. Jos do Norle, na
provincia de S. Pedro, Antonia Goncalves da Sil-
veira.
Fundidor da rasa Ja moda Jos Goncalvet de Cir-
valho
Ora pois, em presenca de immenso povo ds Lisboa
e de toda a corle porlugueza sabio e voou o padre
llarlholomeu de Gustnao na sua machina, desde o
O Sr. Dr. Francisca Pereira Pasto* foi nomeado
addidi. de segunda ciasse junto a' IcgarSo imperial de
Pars.
Foi condecorada com o habito da Rosa o Sr. Ma-
nuel Antonio de Andrade.
.No .lia I.- do crrenle leve lunar a abertura da as-
embira provincial do Rio de Jsaeiro.
O tribunal do jury tumiiu cunhcciincnto, em :ll do
pastado, du priieasso de perjerie doi r"i implicades
no procesal Villa-Nnva do Minho, Francisco de Pac
la Velloz 1. Loiz C-los Adolplio ds Souza e Bernar-
do de Oliv.ira Mello. A decis.lo foi absolutoria,
aondemnando-se a' monicipalidade as cusa*.
Falleeeo 30 do pastado o commendador Jiiilo
\eilura Rodrigue*, anligo negociante portuguez, e
tneinl.ro, p ir parte de Portugal, da commissao mix'.a
portugueza e brasileira.
Pelo minterio da guerra foi publicado o decre.0
n. 1950, fixatid 1 a Intelligeecia, e e>labelecendo r-
grai sobre varias disposicfies relativas a' organiar;ao
da escala da* promoedas e preenchimeiilo dai vagas
dos poslos d..s i.iiinae. du exercilo.
L-eiiu Correio Mercantil :
,< Vamos publicar uma circular expedida por or
dem do digno Sr. ministro da rairinha. e faremos o
seu elogio stmplesroenle com uma rpida exposi^io
do motivo qae a dicleu.
,, O Imperial marinheiro Jos Marlini do Naici-
menln salvoa com risco de tua vida a do capil.lo l-
ente Fernando Lzaro de Lima. F.-le oflicial olle-
receu ao marinheiro uma a plice de 1:0008, que o
miriuliairo reg.it m. uaclarando que cumprir nm
dever, e que nao a-eilava poga por taso ; e que se
havia alguma cousa digna de runiideracao noteu
aclo, enlao pedia baixa par poder sorcoirer e seo
velho pai e u Ires Irnlas a quem suslrnlsva !
O Sr. Lima e o Sr. Jnaquim Jos Ignacio, eom-
movidos por tanta nobrer rm tanta p.b.eza, levi-
ram o orr. rrido ao cnhecimenlo do governo mpe-
rila, e o Sr. Saraiva immedialamenle deu as ordens
qne constan da segoinle circular.
o Circular 11, l>2.
a s. Exc. o Sr. ministro e secrclario de etlsdo
inspector geral da martnlia, tomanto em considera-
cjjo n aclo hnm.nilarui e de t1l.Ufga5.l1 pralirado pe-
lo imperial mariul.eiro Jos Martina do N-scimenlo,
qoe rom perigo da propra vida salvara a do capillo
leen e Fernando Lzaro de Lima. que. b-vendo ca-
hido ao m-r de um escaler em que sgnia para a
fortaleza de Willegalgnou, se acha em ri-co de alo
gar-se, mandn pr aviso de ante hontem dar baita
ao animo imperial, romo rei-ompnnsa de aclo tao
honroso O Srs. commandanlrs das eilaOes navaei
determinarla que esta circular teja lida na presenca
das guarnirnos dos navios (oh teus rommandot
se Ibes faca tenlir que o governo de S. M. !. deso-
ja ler s"mprs orcisiues, como e.la, da premiar as
prae>ai da .miada que prornram distinguir te por
Clos nohres, e et| era qoe ette exemplo sirva de 10-
rarera-se dellas a* |iessoas que quizerem, em que
elniroiga o posea impedir. Uetohrire-h,io'as re-
gules mais vizinlias aos polos do inun lo, sendo da
lurreo da casa da India para o eulrn fronleiro 110 nacilo porluguea 1 gloria d'Sledescobriineulo : alm
lerreiro do Paco. das infinitas conveniencias, que mostrar .' o lempo. E
Basta so' a discripcHo da machina, conservada pe- i porque desle invento se podem seguir muilas (tesar-
los Iuglezes, Francezes e al Americanos, porque a dens, coinmellendu-se rom o seu uso muilos enmes
Enryclop.-cda americana edicao de 18:10 e.n Pnila- e facilitndose muitos na ennfianca de se podereiti
lelpbia' lamben) S6 necupa della, psra ver qne o pas.ar a ootro reino, o qu? e evita estando redolido
palie !'. iritu,lumen era -em a menor eonluslarlo o o uso .1 orna s peisoa, quem se mandem a lo 1 > o
malar physico da Kurupa 1.aquella poca.
Elle resolver por si s um problema, cuja solnr .
perdida pela sua perseguirn e inorle, anda nao Iota
adiada ou resusclada al hoje ; queremos fallar da
combinarlo das forra* eleclrica e magntica como
motores.
Cimeff-ilo, fura em 1819que Oersted estalnlece-
lemp as ordens convenientes a respettu do ,1 lo
transporte, e prohibinlo-se a lod-iat mais sol gra
ves penas: he bem se remunere an supplicatile in-
vern de tanta importancia.
P. a V. Mage-iado teja servido conceder an
upnlicanle o privilegio de qoe, pondo por nbr
Limen mo, fura emsty que Oersted esl.bileee- dilo invenlo, nenhuma pe-soa, de qualquer qa.h-
ra pela pr.meira v>z a tbeoria do el.ctro-m.gnet.s- dade que lor, pos,, usar delle en, nenhum lempo
rao. hora en 1811 que Mr. B'cquerel con iiioara nesle re,,,, oa.na. conquistas, seu, licenca do -
11a; ili, iiai.i.ij ultra -a e.nm u.n..... *. 1_, 1 .,... la, *" "" a 'I'
un iiidatiijOe suhre a com^inaro di elerlricidale
com o maipietiiBiino ; em 18."W oaPanarama Iraz
um artiso sobre as oiporincias de uma semelh.iute
c iinbii.d^no para suhmilmr o vapor.
De eulftn [> u,t c.i muitos <.iln<>< achar a so lux io ie semelhanle problema, au passo
que o padre tltrihiJorneu nan %t\ o conceb'u, como
iiiiteravel
mar, nue foi, peaonda a i padra loa Agoaiinho ea 11 jvo Arro-
do V '. co tiveram d>r
nunca metioi de iln.i- mi
^lovacAn -obre o m\el dn
noticia d,i ultima iasem aerea, a maior altara a I oaola.a
ri'ie altincio o balao, ilo lio, nualro ri.il melrn d:
Ora. o mesmo ... de i.....,be,d, di, ,.. MO J^X l T^^^T^'l
Ooiad.o e en, oulro, l.,a- Eoeyclo,, na Unanme,! ed'c'" ZlT- em
10 loezes de elevaran ; e n,.s i*,llo c alravessaram os Andes, dizeren i ISIS. -.Tinh
I i" tamben pwsaram por diversos piramos, hII.ii-
o vento a eneber umi especie de I
Hados
lli-ai.i- ou seut herdeirns. sob pena de perdimeulo
de ludo* os bens, e as mais que a V. M. parece-
rn.E II. M. o
Mandn el-rei consultar o desembargo do paco,
e e-I? tribunal, por uuaniniida.le de \,tos, loi de
parecer, que o premio que o inventor nedira. eta
o resolvea s.ili-faclorianienle muilo mais ,.e um iicu- """ '""0' que so.,lev,a fm^<"- ^>'C Pi-
lo anles ; o que mo leria sido eilc nossu patricio, c, \ rccpr ""'"0 a gninle r.solucao :
livesse ....cid 1 pelo menas um seeulo depois, com a Lomo parece Mesa ; e alem das pena* acrei-
vastid.i.i do sen engenho e arle, quando os mederms eeote a ds rourle aot transgressores ; e para rom
anda mo- poderam eicele-lo, nem an menos igua- ""i'i vonlade o tapplicante se spplieei ao novo Ini-
la|,i".' ; irumenlo. obrando os elfeilm que reala, Ihe fac
Cono prova da realidilo da eil.teneln da mschina "*"* ,'!" primeira .Lguidade que vagar, en. as mi-
do padre Qosmao, cita r- Iraslada por e.lenso o pa- "'"" **" d Barcellos, ou de SlDUrem, e de
dre Preoelsce l;reire de Carvalho um
em que o inventor pede para si um
, ., ....... l.i boa 17 de abril de I70;tLom a rubrica de S.
A veracioadc c aallienlicidade desle documento .\| igetladc.
silo lambem allestada. p-lo uPa-iorama de 10 de 00-
am para esle porlo.
Do do Rio, a 2G, a barca Ceciliai.; a :to, a eico-
na 'Undi.., e o brigui dinsmarqoez Ceros ; e a
II opalhabote Veoaii) e o briau. e o briqu. Imperador do
Uo da Babia, a' 6, a sumaca Ilorteoeia.
Achavam-ie earga, para esle porto :
E a uw pa"ch.0 "T,,I"8' e a barca Kicie.
No da Baha opalach9 Aonas, ,Umaca Coa-
ceir.ioo, e o hule I'ernambueino.
Vubllcacort a ptbtoo.
IIMA LAGItIMA.
a' senttdissima morte do Illm. Sr. Ak-
des da Silva Pereira, nascido neita ci-
clude aos 50 de agosto de 1849, e nella
fallecido aos (j de jullio de 1837, filho
do Illm. Sr.'desembargador Bernardo
Kabello da Silva Pereira, e da Exma.
Sra. D. Pliiladelphia Honori.i di Sil-
vetra Hahello.
A Ierra pala 09 mjoi nSo foi feila,
E mais que mereca,ella gutou-le.
y*o sao pe eerlo o hroe, o sabio, o t.uinein vir-
uoso que leem direito a poileridade ; lodo aquel-
le que .sorna a humanidad,, a Ierra o nao consom,
porque no porvir indelevel conserva gralo renome,
e demanda sempre hymnot e ovaron dos qoe o co-
nlieceram, e sabem conservar a doc. lembranca dos
seus ti .us feioi dislihclai qualidades.
Queridos pas, que cada vez uais viam mullipli-
"-*'prawres pe. etiilencia preciosa do mel-
go lllhinho, que cretcia adornado daqoella leroura
de anjinho, quede hora em hora o* encanlava por
teus meigo* nsinnlioi ne amor, folguedos iufaulit,
que engenliava e sobretodo a prematura iutilligeti-
cia que esp.nlosarnenle se deunvoltia, acabara de
perder a ine'hor por;aode soa vida !
Este ser de felicidad, completa, esla ventura sera
par esvaeceu te. como ara meteoro, suraio-ie entre
prsnlose saudade* pungentes ... e para sempre I !.
A cruel parea veio roobar a proda 111,is cara da-
?,?*'SLffi. .."-"os-Sort. desdiloia Quem
Uies dari lenitivo em tao duro Iran.'!
Opranto amargorado e o luto do coracio sirao
d ora em d.anle leus nicos e tisis complnenos, uo
mio de oulros desgoilot profuodos adquiridos ute
horroroso camnho d. desing.no, de ingralidei e
J2?. *" *""; *. oio *"e be" e ' Alctdes ,0. vida foi rpida e carta, ssu passs-
rnento foi preeoce, porque entes como elle bafeia-
dot peh. ceo mimoio s pertencera a suprema pples-
lade, que .0 para dar om lestemunho ds s.a cra-
C-io M enva a etle mundo e cedo os chama ao seu
Anda h pooco era o duro Aleides cercado dt
admirar,,.., qualld0 via-se o ph.oomeno dt utua
enanca de tele auno., que com grandes inl.rrup-
coes, e algum. applic.cao apenas ja sabia ler, ei-
erever e eontar perfeilamenle, e as-ii tjitulido es-
lava na grammatica nacional no curto eipaco ds
dnos anm.s lucoinpleloi, di*car*ava com umi1 pro-
rtencu e.rio de um varllo j encanecido,.* Iiein
qoe sob incessanle animara,, de seas lernos pas, o
tira. -r. desembargador Bernardo Kabello da Silva
Pereira, t a Lstn.- Sr.* D. Philadelphia Honoria di
Silveira Kabello, e bons auspicio! do seu diitincto
profesor, o Illm. 9r. M.no.l Belarraino Ildefouw
r.aoral, o qual por lal mojo *e orgulliav. d. po.sir
um discpulo de tao raro tlenlo, e singular procs-
derque sempre o aponlava como um verdad.iro
eiteraplo pn. os ieu* eorapanhetros, e merecedor d.
admirae.o dos qne viiiiavam a sua ola.E1-I0 ho-
je no atad le, quando apenas te achava no verdor
da min.-ia, quando a sorte mais propicia Ihe pro-
mellia ama bnlhante carreira. atiegurava ao* que-
rido, pan orna poderosa gide para a stnec.ade, e i
palrin gnu de *ua> maiore glorias.
Pareca qne elle mesmo reconhecia a brevidade
de teus din, e o poder celeste que desle mundo o
lirahia, pas por vezei dtzia com a innocencia
que na ma 1 lado infantil a morte nao Ihe tena
penivel, e apartamento n.1.> o sentibilis.ria tanlo
pela certeza de que, como aaj.ntio. a-, seio da
bemavenluranrja teria Tacil ingresso, ao pa " com o crescimenlo dos anuos e dos peccidoi, l.l-
vet esla doce franjao Ihe fosse menos acceisivel. ,.
Le feilo, era a Elernldade qae lie .tenav., revo-
esndo-o a reonir-se ao gremio da verdtdeira re-
lenla de prima de malheroalica da minha l'niversi-
inens'f.
edic
rr-uierimenlo 1 "= -........,a ... ,..... ..e,.i-
nrivlleaio ei- rti,<'e (le Coimbra, com teis ceios mil res d. renda,
~|que crio de novo em vida do iiipplirsiilc someule.
I.nboa 17 de abril de 170;Lom a rubrica de S.
de documento M igetlade.
man de 10 de no I n ., ,
veinb.o de ls:!S.-lle lio 00, i oto o reque.im. tilo que "" r}'n (q0' "le r.eT","m!""' "o foram fci-
o.....s Ufado, a da lo por titeOfo, ei-lu '", "* 8 ?'cen*"' ,n prova da medita, do
,. Dii o licenciad., B-rlhoh.meu Luurenro do 0- P',re **." I<"'0 1 "'
m.ao. que etle ten. desc.berta nm instrumento para '"' '.'.'"'.'T v ii'"- i"""' ''"""",,""
an lar pelo ar, da mesmi sorle que pela Ierra e pe. E^d? J SU 1 "" !
mtr.com moito mais broidade, fa/.inlo-se muilas i!. fK.i*'^! ._.V!f.-d.*"1
ve/es drenlas e nafa leguas de ca
us quaes intlromentos se pn.lerao lev
, uais importancia aos eve-cilus, e terr
lvlim- |.., quasi no mesmo lempo em que s
cao de que inleres'a Voist Magesm te e niiiil
vezes drenlas e m..is leguas de caminho por dia,
not quaes intlromentos se pn.lerao levar 01 avisos de
uais iinpoitancir. aos eve-cilus, e Ierras mais remo-
q resolvem : no
i... ^ ,11JO ,,,,r, r..n .,..rt .drtu.,,,, ,e e 11111110 mais que ti-
irllirdc.i ,1,,. JV m l'a"'i,ro-1''os os oulro. principes, pela maior di launa dos
rrivaiu He mnlliplic 10. lobos, pelo* quaes pteseva | dominios, evitan I
para eleva
mesmo efleilo
ajn
..o. tdmirarara a ingente mella qu.orma o vrtice .,,.,M c^^,^,^, ea7 d. naehTo.
.r conche? .srjttS .t-ftc sea "^ imkxL a I r-r r rr^S
urna pedra de tao prodigio,. grand. e peso s.m I de"dar-.., ZttT&JZST"" ^ ZlfSSZ M ESZ
eu*
de-la surte s de.covernos das
conquistas, que pr vin em grande parle de eliegar
larde a milicia deile* : alin de que podei.i Vo.-a
Mageslada mandar v.r loto o preciso d.llas molla
mais brevemente e mais seguro : pudendo os homens em om auto de f. I) que pulen. enllelaierU
de negocio pas.ar lellras e cabedaei a ludas as pra- Joao V, na idade apenas deslannos, entre a Int.
por mas esphe- ras sitala*, poderao ser occorridas tanlo de gente, dos Jesutas c Dominicos, que pretendiera dotni-
ri, na mesma poncao, indurado tmigiittt. J coma j, vveres e municet t todo o lempo 50 li- I na-lu !
qne srvia ,
te rallas-e o vento, enlreinha se o
por meio de fules, di'posto* dentro do
A ascencli devia tambera ser |
de peras de am 1
Barlhnlnn.eu ; nial logo que ella se ler, foi
pavo supinlicioso de Porlog.l,
e i.nece que
pparecer al o
menor vestigio de tao astomhruso invento.
li p'iirque |). Ju.!"*, Ido amigo o pmlecLr, como
foi dos u V..a lores, oj leve ,to ceder a supersllci,,-.,
Igaerancia rio povo '.' le[porque ella era alimenta-
da pelo clero, principalmente pela h.quisic.lo.
Sihe--equc I). Jnln IV fi'.ra exhumado e exnrris-
mado, lempos dtpoii de morto, durante a regencia
d. r.illhl !>. Luna, -uae-p.-a : e que I ilipp. II
f.'.ra sangra,lu, e se.j langue queitnadu em um fi.ga-
retro, s,. por liaver mslrad.. algom. sensibilidad.
I'era provarmos que, em consequencia da impret-
*.lo causad, no povo pela ascencao da machina, p>-
dia-se desde I, g prediier qu'! ella desapparecer ia,
hasta a segunda decima, que i. acha em ama atl-
Itcfg. Imprttat de vanas pnesia*. iutloladaPr.lo
ronsieidaae romp Mis pelo jocoso potla portuguei
Ih.i.ne/ pinto llrin l.io, conl,mporaueo e amigo do
padre B.rlholom>u :
An novo invenlo de andar pele are*.
Etla lera pas*arola,
(Jet leva, por mai. que brame,
I r, renli 1 mil res de rame
Someule para a gaiola :
lisia ardida paviola,
Ou esla lecilo enredo ;
I E*L d-t molheres medo,
E emlim do* homens espanto, d
Assim f. r eu cedo tanlo,
Como lem de acabar cedo.
Ora, sendo como dissemo* o poeta Brandan amigo
do pa Ir llarlholcmeo, nao era esta decima urna
lirada ridirnl,, on um sarcasmo jogado sna inven-
ta,., nem uma critica ; mas nina advertencia ; pnii
que o mesmo pela Ihe dirige logo nutras decimas
c.tn grande eloci.i p veneraran ; ci-las :
Ao padre liarlholonieu,' lendo na Academia.
I.
Meu padre B'rlln I >meo.
En, segundo o meu sentir,
NAO vi oulro mai* subir,
lie qoanlos vi vo.r eu :
0 1 oneeito he como o meu,
i.loe o 11 io pude adiar nclhur
P-.rem s cumu oredot
I auto sabis levantar,
NAo me de veis eslranhar
Ooe vos chame vna.lor.
O.a
Tanto n a'r vos remontis,
Qoe, com delgadas ideas,
1 a/eis ,le alcunbat plebcas
AntoaomttlK reaei ;
li pois vos .iviiinhais
Mais ao celeste fnlg.T,
Sera Ivrannn rigor
Qoe u taiubem no ar nao falle,
li quo lia tena e elle
Que he nina agina o voador.
i.
Quem n ais x.'.e n.lo se t ;
li -e ha quem dlta se gal e,
Ale gora se nao sabe
Que casta .le passaro he :
s-.i su- .la Vista e da f
>ois quem logra es li pois I... .11. l.iuvor
Nflt ha uuli.i a quem -e applique,
.sera forCil que eu publique,
Qut s vt soit vuador.
I'or forca du vetea esludo,
I'or geilo do vosso estado
Par. ludo sois ando,
lendo pinna para lodo :
E assim de estylo nao modo
No fsir.mii. 1 do mea I u\.u,
li enlendo do meu amor.
(Se o nao lomis por lab.
Que at chegare. ao eco,
llaveis de ser voadur.
Jemos discnpio a machina do padre Barlholomeu,
e prvido a realidade do lvenlo ; era oolra occa-
si.l,, raremos a compareci miro ,,t. f.mo,0 ,e,os-
alo e o dos ir raaos Monlgolfieri, e pr.vtrerae.
tambera qne, qu.lqor qu. wju o resollado dos en-
satos e eipeneneiit ullimameute feila., qualquer que
eja o melhoramenlo qoe se Ihe possa imprimir,
ninguem ceder ao nusso compsliiola em eo.-
nho e arle, pois que alem de elevar-se e navegar
no r, deu ao leu instrumento (como elle o chama)
utna direrrlo cetla, e allingio o poni a que preten-
da chegar sem a menor oilTerenc?. E o que man
se pode huj- driejar N'e-lt caso, le ha invenrao,
cuja origem nao te pode di.putar, he a dos neroile-
los pelo padre Barlhulomeu l.oiirenc, dt Gustnao.
Se he verdade, como sopp> Mr. Ampere, e asse-
vera nm disiiucio escriptor nosso patricio, que um
d grande civilisacao moderna, he lempo que reclame-
mus desde ja a nos.n parle......1 fu.ftu de nslilui-
res e de ricas, que dev. lomar do genero humano
tima so familia.
Bolla os Estadoi-l'ni.tos e o Brasil serao o* dous
polos, que commaniquem e eslsbelecem entre si
ess.i poderosa correnle magntica, que (ende I ni-
vel-r a* duas raras predominantes, a etlica e a
latina.
lie lempo que occupemoi desde I020 o nosso s-
senlo nesse banquete universal da]|Fande f.imi|a
humana, e qoe cuitemos com o nosso contingente
pata o deposito rommum d* sciencias edssailer.
Quando fur dado definitivamente aos aerstatos
uma dueccao certa e mlall vl ; quando o mondo
se adiar ligado pelos los derlrirut e pela navegaco
aerea, que de raudancas, que de alleraroes profun-
das nao te darlo no direilo publico universal, em
lo.las as relac,6es inlernacionaes, em todas as iusti-
luires dos patea civiliiado* !
Parece que a Providencia, d.slina ettei dous gran-
des invenios como duas garantas para a pai geral ;
en la nao ser., um soulio a prophecia do abb.de d.
Sainl l'ierre. Lm souho \ sim, por or lera um so-
nho. mas delicio., e inell.vel como OS sonhos dut
l-.lvsios. Ucsejamos aos nossos leilores souhut como
esle al qu. 01 desperl. a uessa seguale Csr
tetra, a
Maf/an-ei'-A'ra-'i/'.;
MUTILADO

ILEGVEL

- *




f
?
/ AceommeUfdo no da 4 do mea pas*ado de urna
angina edematoia, ojo Ihe fallaran) fados os recur-
oi ine lieos, porque os Sn. l)rs. Aquino, Rsmoi,
cirurgiues Silva t> Miauet Felicia, habis racollali-
vos, i porti t se etmeraram para salvar aquello me*
Dioo-gtolu, corno era considralo por lodos que com
elle eonvertavam. Por oalro lado, na ausencia do
ten etlremoso pai, que na corle gema inb o peso da
mais tremenda injusticia, e flagranla violadlo das
mais sacrosantas lois da palria, os desvelos de sua
earioliota mai foram aicessivos, nern se pode dei-
"ever, mas ludo m bal lado, porque derrelado es-
lava irremistivelmente que desta vea Toase pago o
Iribolo a oelnreza.
Ja em ama toJTo-cacao medonha, depolsde raoila
conferencias, resolvern) aqaelles dislinctos mdicos
que te orna operaco poderla aalvar o earo Alcides, e
nesiesenhbo buscram consallar a querida mXi.aqual
consternada se debolhava era lagrimal. Ao ouvir
eila terrivel aentenca, aquella pobre crianeinha pres-
urosa respondeu que a ludo se prestara, senda
da approvacflo de sua idolatrada mai, e se se a seu
lado se eonservasse. Eflectivamente, praticou-se
esta lona;* e dolurosiima operzacflo, e infelii vic-
tima, durante loda ella, o sempra chorado Alcides
nao tullou uro ai, um s gemido, no eslremeceo
memhro alnum do sea corpo, subindo de ponto e-la
sua inaudita corasera, por que de quando em vea
pedia a suipenifio do aeu cruel marlyrio em qunln
readqueria novas forjas, e por pooco repoasava, e
todo islo em presenta de saa enlremosa mai, a tujas
indos unir as suas, sob juramento, que fuera de
"to faier o mnimo movimenlo n'aqoelle irause,
se por ventura alia o no abandonasse. Concluida
predita operadlo, elle pencos minntos sobreviveu
quando apenas contava 7 aonot, 10 meiea e 6 das
.de aiisleneia, e para logo randeu aeu espirito ao
Creador I I !
Por certo, orna pena maii hbil devera empe-
nliar-se na e\aeta descripcao deseas seenas pathelicas
e luluesas, bein como Iracar .o quadro hrilhaate
a.lmiravel da vida, soffrimenlos e morle desle
menino lexemplar; mas ante o lomlo st nao mente
e tambero a Iniguagem do corado, a verdade de-
nudarla he sempre a mais expreisiva eloqoenle.
H* poueo esle menino extraordinario, stm urna
verdadeira obiigacilo deestudo, porque Tora apenas
nelle adimtido como para se ir habituando e de-
senvolven lo-se se daivelava cm primar enlre os seu
condiscpulos, moslrar-se risonho para com lodos ;
ha pnuco era o caro Alcides cheio de forjas e espe-
raucas no faturo, animado por espirito religioso 13o
profundo que jamis deiiava de dirigir-se a igreja
para orar, antes de seguir para sua aula, (exon-
do suas proprias palavraa upara fcilmente compre-
hender s-us daveres escolares, i> hoje fulraimdo pe-
la vontade celeste He bem triste a nona eiislen-
cia ; saudamos a aurora com o sorriso nos labios,
he o sorriso da esperanza, que renaace para de novo
perdermos ; he um vtvdadairo ourapel que a pode
fascinar a upoocadas phanlasUt. lima nica e real
espsranca existe, e he a vonlade de Deas, ante a
qoal curva-te .a nalureza inteia, e todo mais ,1o
lofas alas e falsos Ideal I 1
Oh I joven portentos,nao sera' com soberbos ma-
osolos, puros Isatemunhos da vaidade humana, qae
vossos honrados e estiraaveie pas, vossos devolados
amibos bSo de honrar vossa memoria, por que o vo<-
so lumulo sera' o nosio concito e o epithaphio c--
eriplo com lagrimas de pungente saudade, nico
com, ilo que no> resta da vossa eterna separar;5o. Oh !
caro Alcides, la da mantao celeste em que vosao lu-
gar desde minio eslava reservado, e onde celaos en-
gol phado na augusta presen;* do verdadeiro Senhor,
aii-n loi a etse joslo pranlo, que jamis drizara de
verter coracee qoe tanto vos idolatraran) sobre a
letra, acolhei tilo sineera ezpressao da saodota re-
cordado que vos eonsaararam sempre, anda acei-
ta) eslas mal trucadas e melanclicas phra de nra acaudado enganho em signal de profundo
resprilo e acrisolada amizade aquelle qoe vos deo
o ser. e da admi-ac8o que se ufana de tuver-voi
prestado. E praza a Dos.
One minbas preces lgubres vibrando os ares des-
le fnebre remanso chegueiu ale a morada dos jus-
tos, em par* Jemonstrac.a'o da (resta realidade da
vosa nio existencia sobre a trra.
DIARIO DE PERNAMBUCO SECHDA fElRA if DE, ACOOTO DE i 857
rara quem eonvier.
As missas ditas pelo respectivo capelln
ua capella ao comiterio publico serSo cele-
bradas nos das de guarda, pelas 9 horas, e
nos semanarios as'7 horas da manhaa :
2- do art. 8.- do regulamento do cemiterio
publico do 2 de junho de 185*. No pode o
respectivo administrador daquelle estabe-
lecimento alterar o que est determinado
por lei.
&'*f(tte.>
PRACA IH) RECIPE 1S l)E AI.OSTO AS
3 HUKAS DA TARDE.
Colarles olllciaes.
A-sncar mascava lu39200 por arrota cum sacco.
Frea para o Canal;10| sem prmagem.
Frete para Liverpool3,8 por libra, da Paralaba 15
U|U de pnmatjam.
P. Borges, presidente.
^L. llubnurcq Jnior, secretan.
^ CAMBIOS. '
Sobre Londres, 28 d. a 60 d.
< Paria, 34ti rs. por fr.
c Lisboa, 92 por :, de premio,
a Kio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
Aci.lo do banco 50 por cenlo de dividendo per cun-
ta do vendedor.
companhja de Belieribe 609000 por aerjao
companhia Peroambucana ao par.
o Ulilidade Publica, 30 por ceuto da premio,
c Indeiunisadora. 01 idet,.
a da estrada ..a ferro 20 por 0(0 da premio
Discoulo de ledras, de 10 a 10 por cenlo.
Acfoes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oocas heapanholas. 20*500 a 8M00O
Moedat de 69400 velhaa .... 169000
e 69400 novas". I63OOO
*ooo.......99000
Prata.Patacn brasileiros......290O
Peaos columnarios. 29000
mezicanos.......19860
ALPAN'DBUA.
Reudimeolo do da 1 a 13. .
dem do da 14. .
SI7:366g949
34:8609516
2)2:2279465
Descarregam hoje 17 de agosto,
d.iropeiraLivracjofumo e charutos.
Barca americanaUniSolanuda, arroz e papel.
Barca inglezaKobert Jonesmercadorias.
Brigue inglez b'orlonadem.
Bnuue sardoDeinoviudo, fatinha e papel.
Brigue porlugu-zl.aia IIIceblas, batatas e cal.
Brigoe inglez(ilaucusbicallio.
Patacho Inglez(iiaourdem.
Patacho inglezaAllhnrfarroz.
CONSULADO i,l.UAL.
Heinlimeitto do da 1 a 13. 60:.")86903
dem do dia 14....... 1:7619275
62:3479278
DIVERSAS rilOVIBUAS.
Keudimenlo dodia I a 13. .
dem do dia I i......
Couros---------- Continuaran) a vender-sede 300
a 310 por libra dos seceos salgados.
Bacalliao- Ven leu-s em alacado de 17.>'irt(l
a ITsOOll por barrica e a retadlo
209, fieando em ser cerra de
4.000 barricas.
Carne secca- Temos tmenle 3,000 arrobas do
Kio Grande em ser, regulando as
vendas da semana de 65 a 159300
por arroba.
Familia de trigo- Nao contando o carregamenlo da
barca .1 inon chegada dos Esla-
dos I ai m, ficaram em er 9,2011
barrios:; aendo 4,000 de Trieste o
5,200 americana. Ilelalliuu-ae es-
la da 189 a 269, e aquella de 2(c
a 2S9 por barrica.
Descont---------Regularam da 9 l|2 a 10 por cen-
lo ao anuo.
Frates -----------Do estocar para o Ro da Prala n
1 l|2 dolar por barrica, e para Li-
verpool a 10 e. por tonelada;, e do
algodao, carrejando na Paradiba,
para Liverpool a 3(8 por libra, lo-
dos com 5 por cenlo de pnmagem.
locaram no porto 3 vapores.
Entraran) : 2 navios com bacallao, 1 com farinha
de trigo, 3 em lastro, 2 da cabolagem e 3 com gene-
ros e fazend as europeas.
Saturara : 7 de cahotagero, 5 com gneros do paiz
para porlos eslrangeiros e 1 com madeiras.
Fiearam no porto 45 erabarcacOes, a saber : 2 a-
meriranas, Ubrasileiras, 3 francezat, 2 hespauholas,
1 hollandeza, 14 ingleat, (i porluguezas, 1 sarda e 2
soeces.
m0t>iH*tm$
-t-
irt&p
Navios entrados no dia 11.
Genova e partos intermedios 23 das, vapor sardo
oToriiioa, coinraandante B. F. Traatinelle.
Rio de Janeiro e Baha 10 di*s, vapor sardo
ciComle de Cavoor, commandante Berhngieire.
Philadelphia 39 das, barca americana Union,!
de 198 toneladas, capillo I. Power, eqaipagem
10, carga e 1634 barricas cm farinha da trigo ;
a Matheut Austiu & C. Perlen-e a Philadelpliia.
Liverpool41 das, paladn inglez Perseverante,
de 195 toneladas, eapilAa A. Wilson, equipasem
9. carga fazcudas ; a S. Mellor o C. Perleucc a
Straneford.
Montevideo 21 das, patacho iuglez Index, de
131 toneladas, capillo II. Eale, eqoipagem 9, em
lastro de pedra ; a Isaac Curio & C.
Navios sabidos no mesmn dia
Ilha de Fernando lliale nacional Castro, mes-
tre Fraucisco de Castro, carca asaocar e mais g-
neros. Passageiros, JoSo Franeisco de Sou'za,
Jola Goncalvet Pereira, Jos Joaquim de San-
t'Anna, Francisco Antonio de Mello, Genuino
domes Stares Lopes.
Montevideo Rrigue americano Fanin S^ks-
milli, capilao Olivier Saksmiih, carga iadeira e
mais generos-
Parabiba Hiale nacional aCnncei;ao Flor das
Virtudes, metlre Alataodriuo da Costa e Silva,
carga farinha de Irigo e mais gneros.
dem Hiale nacional Flor do Brasil, metlre
J0A0 Francisco Marlins, carga farinha de Irigo e
mait gneros. Passageir Hippolylo Gadault.
Navios anuarios 110 dia 15.
Acarar20 das, patacho nacional limulacao, de
174 toneladas, capilAo Anlonio Gomes Pereira,
equipagem 12, carga carne, cooros e mais gneros,
a Manoel G. da Silva ; paisageiros Manoel do
Nascimenln A. da Fonceca, Antonio da Silva Fia-
Iho, Frederico A. Ponte, Jo.lo Tliome da Silva
Jnior. Manoel Carneiro de Messina, Jos Peres
Carneiro, Francisco I", de Vaieomellm, Francisco
I."inicio de Andra le, Manoel Francisco da Frota,
Vicente F. de Vatconcellos.
Baha8 das, sumaca nacional llortencia. de 'J
toneladas, capilao Joaquim Rodrigues C 1UI0, equi-
pasem 7, carga cacao e fumo, a Anlonio Lui/ de
Oliveira Azevedn. Pertence a Batiia.
Rio de Janeiro15 das,brigue dinamarqoez oCereo),
de 285 toneladas, capitao'E. Heltl, equip-g-m 8,
em lastro depedras, a Bailar 4 Oliveira. Pertence
a lladenlel.cn.
Parahiba4 dias, hiale nacional Aurora, de 35
toneladas, equipagem 5, carga loros de mangue, a
Joaquim Mariis A; Irmaos. Pertence a Pernara-
buco.
Coquimbo10 dias, galera franreza Constantino,
de (il'.t toneladas, capilao Summe, equipagem 23,
Ursa guano e mais geneiot, a Jt. O. Biabar & ci
Pertence ao Havre, si-gue para Falinoulh.
Babia2 dase 19 horas, patacho nacional Auna,
de 182 toneladas. rapilSo Domingos II. Mafia,
equipagem 13, carga varios gneros, a J.i- da Cu-
nda Jnior. Peiienre a Pemainbuco. Passagei-
roa Franc seo Xavier Camello Pessoa, Marta Jo-
t P.
New-VoikS5 dias, barca americana IZingarella,
de 320 tonelada--, capillo Bunker, equipagem II.
carga 2,800 barricas farinha d>tr|)0,a Jamis Crab-
Iree \C. Pertence a New-York. Passageiro, llen-
rique A. Maeiel.
Navios sahidis 110 me Macei e portos interniediisVapor nacional a Per-
sinonga, commandanle o2." lenle Johqnim Al-
ves Moreira, carga varios generes.
Viverpool Brigue inglez .Gaunlet, capitao Ge-
orge Lelchbvrne, carga assucar e algodlo.
Ilda de Fernando Brigue nacional a Bom Jesu<,
capilao Jos Ferrcira Pinto, carga varios gneros,
com os seguinles passageiioa : frei Davi 1 ,i,. a-
lividade, Dr. Olegrin Cezar Cabsiliii, sua sendera
e sua mai, Anlonio Nunes de Oliveira, Francclino
Jos dos Santos C. Monteiro, Joaquim Calo te
Santa Anua, Ouirino Joaquim Madeira, II presos
e 6 mulheres ds inesmot, 15 praras do dralaca-
menlo.
MaranhaoBrigue nacional Firman, capilao Ma-
noel de F. Viclor, cama varios gneros.
MontevideoPatacho porluguez a S. Jos, capjllo
Jos F. Gomet Jnior, carga a< PortoPalhahole porluguez Coinculencii, metlre
Joaqaim da Uva Loureiro, carga assacar, mil e
cooros.
Terra NovaBarca Ingleza Midas, capitao W.
Palfreev, carga tm lastro de arein.
AraralyHiale nacioaal Duvidoso, meslre Esta-
do Mendes da Silva, carga varios gneros, passa
geiros Camilla It. da Silva Fi Barbota de Sooza, Forluoip II. Dia, Francisca
Mara da Cunee rao.
mosma junta no dia cima declarado pelot
meiodia comtietntemenie habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-'
sent o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 12 de egoslo de 1857.-0 secre-
tario, Antonio Ferreira da Annunciac^o.
Clausulas especiaes pira a arremata$3o.
1.* As obras do empedramento do 23.-
Ianro da estrada da Victoria, executar se-
hfio d conroniiiila.lii com o ornamento ap-
provado pela directora em conselho e apre-
sentado a approvac,iio do Esas. ."r. presiden
to da provincia na importancia de 8:602? rs
2." As obras principiarfio no prazo de um
mez e lin tarao no de um anuo, ambos con-
tados de conformidade com o art. 31 da lei
provincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematado realisar-se-ha na forma do art.
39, da mesma lei provincial n. 286.
*. O arreoiatanle excedendo o prazo pa-
ra a concluso das obras pagar urna multa
de 100-3 rs. por cada um mez, embora Ihe
seja concedida prorog5Io.
5. O arrematante durante a exccuQo
das obras proporcionar transito ao publico
e a os carros.
6." O arrematante ser obrigado a em-
pregar pelo menos metade do pessoal de
gente livre.
7." Para ludo ornis que nio Machar
determinado as presentes clausulas nom no
orcamento, seguir-se-ha o que dispOe a res-
peilo a lei provincial n. 286. Conforme.
O secretario, Antonio Ferteira da Annun-
ciaQSo.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenila provincial, em cumprimenlo da
ordem do Kxm Sr. presidente da provincia
de 11 de julho ultimo, manda fazer publico,
que no dia 27 do crreme, ao meio da, pe-
raole a junta da fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar a quem por meos
lizer o costeio da illuniinacao publica da ci-
dade da Goiar.na, por lempo de 3 anuos, a
contar do I.- de outubro do crtenle anuo
ao lim de setembro de 1860, avahado cada
lam-peao em 180 rs. diarios.
As pessoas que so propozerem a esta ar-
rematarlo comparogam na sala das sessas
da mesma junta, competentemente habilita-
das, que i.Iii encontraran as cundiQes da
mesma arrematado.
E para constar se mandou allixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernatr-buco 12 de agosto de 1857.-0 secre
lario, A. F. da Annunciago.
De ordem do Ma. Sr inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia se
laz publico, para conhecimenlo de quem
eonvier, que nao iendo uavido recebimenlo
Je landos nos das ja annunciados, para a
preferencia no aforamento do terreno do ma-
inlia anda alagado nos fundos de oulros
em frente da ra Imperial, en. consjquencia
den3o terem apparecido licitantes, (ica a
arrematagao transferida para odia 19 do
correte mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 12 de agosto de 1857 l olli-
cial maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello
Olllm. Sr. inspector da ihesouiaria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 11 do
correte, manda fazer publico, que no da
10 de setembro prximo vindouro, parante
a junta da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por monos liz.r a obra do
9. lauro ,ia ostrada do norte, avahada em
Q.2363i26rs.
A arrematarlo ser fcita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de tuaio de 185i, e
so!) as clausulas especiaes ahaixo copiadas.
As pessoas que se. propozerem a esta arre-
mstarjSo co nparecam na sala das sessffes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia compolcntemenlt: h, biliUdas
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 13 do agosto de 1857.O se-
cretario, A. F. da Annuuciacao:
Clausulas especiaos para a arrematado.
1.* As obras do 9 lantjo da estrada do
norte far sc-h."o de confornii iade com o or
(amento,plaa e perlis, approvados (ela di-
rectora ein consellio.je aprescnlnlos a ap-
provaca do Exm. Sr presidente da provin-
cia, na imporiancia de 9:2365126 rs.
2." o arrematante dar pnucipio as obras
no prazo de um me/, c devera conclu-las no
de 13 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da lei proviucial n. 286, dando tran-
sito ao publico em toda a extens3o do Utico
no lim de seis mezes.
J." o pagamento da importancia da ar-
rematacao realisar-se-ha em qualro presta-
sOes iguaes, cuja ultima ser paga na occa-
siSo da entrega definitiva, e as outras cor-
responder3o a cada terco das obras
4." O prazo de responsabili Jade ser um
anno, durante o qual o arrematante ser o-
brigado a manler a estrada em perfeito es-
tado de conservarlo.
5." Paratudooque nao se achar especi-
ficado as presentes clausulas, nom no or-
camento, seguir-se-ha o que dispe a res-
peito a lei proviucial n. 286.Conforme
o secretario, A. F. da Annunciagao.
3:87254
186/036
4:0589590
DESPACHOS DE EXPOKTACAO PEI.A MESA
DO CONSULADO DESTA C1DADE NO DIA
14 DE AGESTO DE 1857.
LiverpoolBarca ingle Ofcerona, James Crab-
,re5 ** M ,tcc" lgdao ; Saanders Brolliers
i\ C, 26 couros salgados.
HavreCalera francesa eOlinda, Lassene & C,
.58 saccaa algo lo, SOOcfjros salgados.
LisboaBarca porlugueza Graudao, Amorim &
rilhos, 50 taceos Assucar mases va lo. 6 ditos cafe.
PortoBarca portuguesa N. S. da Boa Viagom,
diversos earregadores, 92 cooros salgados, o 10
colcboes. "
Rio da PralaBrigoe soeco Diodem, Fonseca
M-deiros Si C, 250 barricas a-socar brauco.
expouta(,:ao'
Buenos-Ayres. brigue americano oFannv W.
Oak>milhi>, de 220 toneladas, conduzio o aegointe :
73.100 pea de laboado de pinho.
Porto, palhabole porloguez Ciiueidencia, de
182 toneladas, condoli o segunde : |,7j(j ,accoa
com 8,700 arrobas de assucar, 15 barris mel, 340
cooros salgado,, 278 poul-s de boi, 81 saceos gomma
Parahiba, lale brasileiro nCamdesi, de 31 tone-
ladas, conduzio o segoinle : 239 volomet gneros
eslrangeiros, i machina de ferro, 10 caias velas de
carnauba.
Montevideo, pataclio porloguez oS. Joe'., de 228
toneladas, con liiiin o seguinle : 1.200 barricas,
160 meiae dita, e 250 saceos com 12,037 arrobas e 2
hhraa de assucar.
Parahiba, liiale nacional "Mor do Brasil, do 28
toneladas, can linio o segunde : 69 vuluraes g-
neros eslrangeiros e nacionaes.
Aracaly, luate nacional aDuvidoso, conduzio n
tegumte : 322 volumes gneros etlraogeiros, 65
sillos ditos nacionaes.
KECEBtDOKIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 13. 11:2030"92
dem do dli 14....... 486JMI30
Il:7l9ji22
PRACA DO RECIPE, 14 DE AGOSTO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Heiitta lemanal.
Cambios----------Saeou-te a 28 e 28 l|4 d. por 15,
sobre l.nndies, e 315 sobre Pars.
Al.;.'.1.1.i-----------Comoas milicias .de Europt fossem
boas, otprejos conliouaram a me-
lliorar, venaendo-se de 8S H-JOl
por arroba a primeira sai le. En-
Ireram 773 saccae.
A-siir.ir A entrada foi tmente de 3325
taceos, o que te pode atribuir ao
lim dataria, e as chovas. Coat-
nuou desanimarlo, e apenas ronsta
se vender algum mascavado Ame-
rica a 30800 Caual a-oyo por
arroba.
MAI
PA demontlratica tagua que Uve o banco da
barra de*le porto na temana ltimamente
finda.
o i.

2-o
9
10
II
12
13
i;
13
Nominaco
dos dias.
Domingo
2." reir.
3.a feira.
1.a feira.
5.a feira.
6." reir.
Sabliado
Preamar.
I61|3pei in- H ps inglcze
Baixa-mar.
16
I5I|2
15
15
15
14 !|3
10 1,0
I0I|2
10
10
9I2
10
ObservajAo.
Nosdidercnles ancoradoiiros do porto otcillou a
baua-marde 14 e 20 a 15 1|2 e2l 1)2 pos inale/.es,
a a preamar de 22 e S9 i 21 e 31. Em 15 de agoslo
de 18>7. Jos Ju'liiio 'orlo.
O Illm. Sr. inspector da ihcsouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 10 do
corrente, manda fazer publico, que no dia
3 de setembro prximo viiidmiro, (erante a
junta da fazemia da mesma thesouraria, se
ha de arremalar a quem i'or uienns fizer a
obra dos concertos da ponte do Mijo sobre
O rioSerinhacm, avahados em 1:9769 rs.
A arrematarlo sera feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sobas clausulas especiaes abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematadlo comparegam na sala das sesso-ij
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar e publi-
car pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 11 de agosto de 1857. O secre-
tario, A. F. da Annuuciacao.
Clausulas especiaes para a arrcrnalacao.
1. Os colicortos da ponte do Anjo sobre
o rio Scrinhaem ser3o fetos de conformi-
dade com o ornamento apresentado a apprn-
vaco do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 1:2768 rs.
9." Estes cotcenos deverao principiar
no prazo de um mez e serSo concluidas no
de seis mezes, a contar a data da arrema-
tarlo.
3." A importancia da arrematado ser
paga em unta s prestarlo, quando os con-
certos estiverem concluidos, que ser3o rc-
cebidos definitivamente.
*. Para tu Jo o mais que nao esliver de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se-ha o que determina a lei provincial n. 286
del7demaio de 1851. c.onfoime.-O se-
cretario, A. F. da Annunciatjno
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumplimento da ordem do Exm.
Sr. presidento da provincia de 11 do corren-
te, manda fazer publico, que no dia 3 de se-
tembro prximo vinlouro, peranle a junta
da fazenda da mesma tliesourana, se lia de
arrematar a quem por menos lizer a obra dn
empedramento do23.-|anco da estrada da
Victoria, avaliada em 8:602' rs.
A arrematadlo sera feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, o sob
as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matado comparecam na sala das sesses da
^aara
: RelacSo das cartas seguras viudas do sul pe-
lo vapor sardo t.omte Cavour. paraos
senhoressrguinlcs :
Anlonio Brrelo Culnm de Almeida.
Antonio Ignacio de Modeiros Itego.
Antonio de S Pereira.
Caetano de Castro.
Felisberlo Jernimo Coelho.
Francisco Benedicto deSnuza liar boza.
Francisco das Cliagas ezerra Alvares.
Justina Lins Machado.
Joaquim Augusto do Siqueira Lim.
Joan na Mara da Conceic9o.
JoSo Antonio Cardozo.
Joo Antonio da l'iedade.
Josepha Joaquina de Vasconcellos.
J. Thereza do Jess.
los Telies de Menezes.
Marolina da Coaceir;9o Amorim.
Uarlins Gongelves Guerra Jnior.
Manoel Jos Ribeiro Cavaicanti Lima.
Manoel Jos Soares GuimarSes.
Manoel Thomaz dos santos.
Pedro Alexanlrino Machado.
Sobasli3o ArruJa do Miran la.
- O batalhao 8 de inl'anlaria, precisa
para foroeclmeoto de suas pracas arrancha-
das at o fim do corrente anno, dos gneros
eguintcs, lodos de primeira quali lade : as-
sucar brancoe mascavado, tafo mui lo, p9 ii
dsela equatro oncas, manteiga franceza,
arroz pilado, azeite 'ioce, e vinagre de Lis-
boa, bacalbao, carne verde e secca, touci-
nho de Santos ou da torra, feijo, farinha trra, milco branco, ou vcrmellio, e lenha :
os fornecedores habilitados a,>resentem suas
propostas com o ultimo preco de cada gene-
ro, na secretaria do batalhao, ateo dia 18 do
corrente.
rectora das obras
mi-
litares
No quartel das Cinco Puntas tcm de fazer-
se algutnas pratelelras e cabides quem por
empreittda so qufzer encarregar desle tra-
ba l lio, poie com.iarecer nesta directora,
un I se acha o ornamento, c se pode fazer o
8justc respectivo
-- O 'tlministrador interino do consulado
provincial, em virlude do disposto no art. 3
do regularoentodeade julho de 1852, Taz
publico que se acham deoositados 3 cavados
apprehcn lidos pela subdelegacia da fregue-
zia de S. Jos, os quaes sao considerados
bens do evento, por sa desconhecer seus do-
nos, e> psra que seja cumprido oque conten
osobredito artigo, mandn publicar pela
imprensa, para, no prazo de 15 dias, com-
parecer quem aos ditos cvalos leuha direi-
lo. lindos os quaes se proceder a arrema-
tacao pela forma determinada no art. do
citado regulamento ; e para que chegue a |
noticia, mandou fazer o presente e.lital aos
14 de agosto de 1857. Xheodoro Machado
Freir Pereira da Silva.
Pela inspec^ao do arsenal de marinha
faz-se publico que foram feitos no vapor
Persinunga da companhia pernambucana
de navegac/io cosleira, na conformidade do
disposto no regulamento acompanhando o
decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de 185, os
exames nos respectivos cascos, machinas,
caldeiras, apparelhos, mastrear.no, veame,
amarrase ancoras, achou a commissao ludo
istoem bom estado, por cujo motivo foi un-
nimemente de parecer que poda la/era via-
gem para a qual ora se deslina.
Capitana do porto de Pernambuco em 14
de agosto do 1857. o inspector, Elisiaiio
Antonio dos Santos.
- Por esta subdelegacia se acha repollu-
do em deposito um cavallo castanhu escuro,
com cangalha e cambaos, o qual vagava
tela ra da Concordia, na tarde de 11 do
corrente, sem conductor : quem for seu do-
no, prove-o para Ihe ser enlregue Subde-
legacia drt s. Jos do Recife 12 de agosto de
1857Accioli, subdelgalo supplente.
--- OSr. collector das rendas provinciaes
do municipio de Goianna faz saber que em o
dia de boje Ihe foi entrogue pelo delegado
desto termo o escravo crioulo de nome Luiz,
natural da comarca do Limoeiro, de idade
de 25 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhos pretos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouca, picada de
bexiga, preso nessa cidade a ordem uo mes-
mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente anno, sendo avahado na quantia de
1:3009; pelo que chama-se a tortas as pes-
soas que tiverem direito ao referido escravo,
para que dentro de 60 ai:*, contados da pu-
blica^ao deste, apresentem na coUccloria da
dita cidade sua justificacSo de dominio, ,.
qual ser* produzida peranle o juizo muuici-
pai desse termo, e lindo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, por-
ta do mesmo Sr. collector, precedendo-se
annuiicio do dia e hora em que houver de
ter lugar dita arremetacBo, publicando-se
este edital pela imprensa, e onde mais eon-
vier. Collectoria provincial do municipio
de Goianna 30 de julho de 1857.Oescrivao
da collectoria, Luiz do Albuquerque Lius
dos Guimaraes Peixoto.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lein de comprar
0 seguinte :
Para a companhia de cavallaria.
Sellius 60; freios singelos 23.
10.* batalhao de infamara.
Livro para lani-amento das notas das visi-
tas dianas do medico, contendo 50 follus 1 ;
panno mesclado cor de caf, covados 81;
dito dito azul, covados 54 ; casomira encar-
nada, covados 16 ; dita de retioz prelo. va-
ras *2 ; hollanda para forro, covados 126.
8.- batalhao.
Caldeiras de forro para 10o praqas I; ditas
para 50 ditas 3 ; jogo de baUticas, com os
pesos ale 1 arroba 1.
i.- batalhao de artilharia.
Livro para registro geral das pragas effec-
lives, aggregadas, addidas e excluidas do ba -
talho, com 400 folhas 1 ; ditos para registro
geral das pracas clleclivas, aggregadas, e ad-
didas das 8 conipanhias, com 50 folhas 8;
casemira carmozim, covados 7; hollanda
para loiro, covados 25 ; pas de Ierro 25 : cu-
chadas tu.
Annazcns do almoxarifado do arsenal
Tinta pieta, garrafas 10 ; seccanie, arroba
1 ; ll.illanda de forro, covados 40 ; ferragens
de lat3o para centures, contendo cada l'cr-
ragem 5 pegas com as fottras l'N 291 ; car-
v3o de pedra, toneladas 10 ; lencesde latao
com o peso de II a 12 libros cada um 20 ;
rame de Utao de n. 8, arrobas 2 ; estauho
em verguinhas, arrobas 2 ; caixas com vi-
dros.do 16 a 18 pollegadas 2 ; ditas com di-
lus lie II a 12 ditas 2; livrosde papel hollan-
da pautado, ciinteudo caja um 50 folhas 9 ;
chapa grande de ferro, para o fogao do quar-
lol dos menores 1.
2.' batalhao de inl'anlaria.
Panno preto para polainas, covados 100 ;
hollan a para forro, covados 50.
9.- batalhao.
Grvalas 35 ; hollanda para forro, cova-
dos 50.
Companhia de artfices.
Hollanda para forro, covados 16.
iiolica do hospital regimental.
Licor de laharraque, garrafas 24 ; iolhar-
girie, libras 2; musgo da Corsega, libra I ;
vinagre, garrafas 16 ; mana de lagrimas, ll-
oras 2 ; sublimado corrosivo, onca 1 ; cora
branca alva, libras 8; enxofre dourado de
antiiiunonio, oitavas 4 ; espennacete cm ra-
ma, libras 2 ; banha do porco, arrobas 9 ;
assucar brauco, arrobas 8 ; accido tartrico,
libra 1 ; mirrha, o-'.c,ss 4; llores de rosas, li-
bra 1 ; alcohol, caadas 12 ; man comoium,
arroba I ; mercurio doce, libra 1 ; u'spirito
do nitro doce, libra I ; balsam tranquillo,
libra 4; macolla libras 2 ; essencia do rosas,
oitavas 2 ; rollns para garrafas 500; papel
do embrulho, resmas :; tarjas grandes pa-
ra frascos 50 ; ditas menores para frascos
500, ditas pequeas para os mesmos 100
caixss para pilulas, grusa i.
Quem quizer vender, aprsente as suas
proposlas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 21 do crrenle
mez.
Sala das sessoes do conselho administrati-
vo para fornocimenlo do arsenal de guerra,
12 de agosto de 1857 Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira de
Carmo Jnior, vogal e secretario.
tercos de seu carregamenlo promplo, escla-
vos a frete, para os quaes tem excellentes
caminlos : a Iratar com ^consignatario,
Antonio Luiz do Oliveira Azcvedo, ra da
Cruz n. 4-
^f carac.
THMTEIO
No dia 22 do mez corrente segu o pata-
cho Sania Cruz, capitao Francisco Jos da
Silva Kalis ; para o resto ca carga, trata-se ,
com Caetauo Cyriaco da (.. M na ra 'da
(adea do Recif D. 2.
ReI conipanh (Je pa-
quetes "inglezes a vapor.
Os socios que subscreveram para o baile,
- tem dar-so no da v9 do corrente, no
Miwdz's baratas.
Jos Fortunato dos Santos Porto acaba do
I nionter o seu conhecido estahelecimento da
: MaHrV 1C"le'd0 ReC'fe B *5' eS^uina d
Madre de Dos, com um rico e completo sor-
timentodemiudezas, n3o s para a praca
como para os sonhores negociantes do can-
to, e mesmo de outras provincias que bem
sequeiram surtir, abi h.riJo constante-
ment l.uhas brancas e de cores de tridas s
qu.lid.des, um rico sortimenUI de per fuma-
as. uvas uara homem.senhura c meninas.
.sa ni.; '.i de;;? rn7. espsra-se do sal o vapor
TAMAK, commaiidanle Jtllieor, o qoal, depois ra
demora do coslume, seguir' para Soulhamptoa,
locando nal portos de Ssn-Vicenle, Tenerill, Ma-
deira e Lisboa : para passageiis, os asentes Adamson Ilowie & C.,~ _rua do Trapiche
Novo n. 42.
N. II.Os emlirnlhos s,-, anlesde se fecliarem ai malas, o depois ;nais urna
hora, payando eniao um palacio aln) do rPl-
THEAKO
DF.
Santa Isabel
Sociedade Dramtica Emprezuria.
Por ni.-.nvenienle a recita em beQrficio do ador
Daarte C in.lira, correle, naa pode Icr lunar e Ii :iniii.renda para
lerca-feira lli, com o eiptctacuroeguinle :
ovo drama em 3 aclot
0 Fllf ADO DAS GALES.
Seguindo-se a comrdi em 2 aclui
0 CONDE DEPARAGliU'.
IVnninando com a comedia em I aco orn.ida de
musifi
lARIQtlIHAS \ LEITEIRA.
Principiara as s horas.
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA 3. 4.
O director deste salo, partici|ia a seus
Ilustres favorecedores, que tenlo-se de re-
tirar desta provincia,ofForcce-lhes esta sema-
na unta agradavel exposi?3o do vistas todas
Doras
1." Asprimeiras personagens o defensores
da liberdade da Europa :
S. XI. \dul .Moltti iinjeraJor da Turqua.
S. M a rainha Victoria.
S. SI,. N.poleSoIII, apresentando os map-
pas de toda a guerra a S. M. Francisco Jos
imperador da Austria em firelin.
2 Desembarque e acampamento das tro-
pas turcas no liosphoro.
8." Tomada da torro de Mamelo.
* DestruicSo da estrada turca em Se-
nopla.
5 Batalha das trincheiras francezas de
noite no da 8 do setembro do 1855.
6 liatalha de Alma tomada por outro
ponto.
".- hombardeamentn de llommarsund.
8. As fortale?as de Cosran, urna das mais
fortes da Hussia em frente de S. Petres-
burgo
9 A famosa batalha de Buenos-\yres,
ganna pelos Brasileiros a 3 do fevereiro le
1852.
10.a Cere lonin, iiiauguratjo da exposi-
Qilo universal do palacio da industria em 15
maio de 1855.
tf.* Passeios ejarlins de Luxemburg eti
Franca
12 a Vista geral de I.e3o de Fraila.
13 Palacio e passeios de Verstiles.
U.s Vista gora 1 lluilo oji Fraoga
15 Arco tiiumphante da estrada o o Pa-
rs Iluminado.
lu Lnlrelak entrecem na Suissa.
17.' Vista deSevilha de llespanha.
18." Napoleo 1, botando o oculo em fren-
te da i :i l i i ira l de Mlflo.
O salSo estara aberto das 7 at as 11 da
noite. F.ntradaa i$ rs., e os meninos do 8
anuos a 500 res.
LEILO
de predios e mo-
vis.
Antonio Jos Rodrigues de Sooza, leudo de reti-
rar-se para a Europa, no primeira vapor, rara' le
tan, pur intervengo do senle Borja, de alcuns seas
pre lios, como sejam : um sobrado de om andar e
"Uo, na ra datiuia n. II, um dito de um andar
tmente, que lica no fonda d.iquclle, ni Iravetsa de
Apollo, e iiiim casa terrea meia-agua, na lr.iv.--i
da Sen/.alla vvulgo becco da Lama' n. 12. bem como
de todos o seus movis eii-leules na sua residencia,
ra do Collruio n. 21, primeiro c segunda andar,
consistlndu n'iima suberba mobilia de Jacaranda' a
renascenes, um elegsule piano forle de Jacaranda',
modernissimii, urna trerelaria tambem de jdcarau.ia
(gosto inglez; qoalro guarda-veslilos e guarda-rou-
pi de ainarcllo de rai, diversas commodas ialeiras
e meias, e oulias para guardar ruupa de crianza,
urna riqui.ssima cama de Jacaranda' a' Icnce.-a, Com
Ini ssimo corlinado, diversos leitos para enanca,
marqueaas de dormir, lavatorio! coro pedra e sem
lia, um linio loilftle de inognu com lodos os seus
perlences, uinn delicada co-lureira de mogno, urna
impurtanlis'inx can. de msica de bano, um ei-
eslleiile raloajia de pared, marcbttni" de mailrepe-
rola. banquiulias para j"go c para cal, mobilia em
inuilo bom estado da seganda aula, urna grande me-
sa elstica, euar'a-lou^at, aparadores, duas nplirnas
carleiras murlios de esrriplnrio, duas mesas Torra-
das de panno, um relupio de parada patente Inglez,
ni dalia de Mcriplorto, uio grande e imporlanlissiino
Catre de Tarro novo, diversos objeclos rte es':nptorio,
ele, capdelal ros e lanternas de vidro da ultimo gosi
lo, candieiros ingieres de globo para sala de jantar e
quarlos, lindis-nnos vasas, liguias, conchas de por-
celana o erystil, e diversas objeclos de capricho pa-
ra tala, dous grandes apparelhos .ie poicellana rom-
plelos, para almoc e jantar, tres ditos diversos para
o servijo diario, vid'os de varias qualidades para srr-
Vija de mesa, olensis de casa, obras de ouro e prala
de diflerenlcs felios, e outrns muilos objatloi que
l.'.ra enfadui.lio mencionar : lamben) tara' l)l3o de
il) ai.n'.-s .la companhia da cslrada de f.'rro desta
provincia, e bro assim de urna ptima varea luri-
na, bastante gorda : os senhores pret^ndeutes quei-
ram aebar-M redo na lupradiU residencia, no da
lerr;a-feia, 18 do corrente, afim de se dar cornejo
o leila.' as 10 horas em poni, nesse da.
O ajenio Borja, de ordem do Exm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio, a reque-
rimenlo dos depositarios e procuradores lis-
caes da masas fallida de I). Cundida Maris da
Silva Lima, viuva de Delllno Congalves Pe-
reira Lima, far leilSo em seu armazem na
ra do Collegio n. 15, de 41)0 c.iixas com sa-
bSo amanillo, e192 barricas com barrilha,
per ten titea a referida mass : quarta-feira
19 do Crrente, as 11 horas da uianhaa.
Eicilo
de batatas.
HOJE.
O agente Pestana fara' leilode batatas
novas ciiegadas c desemliarcadas no dia
sexta-feira I % do andante mez, em cestas
e caixas, volumes ])ci|iienos e propriot
para casas particulares, oll'ecUiando a
vendi- a vontade dos senliores comprado-
res : hoje, seguada-feira 17 do corrate,
pelas 10 e meia horas da manlia, no ar-
cada lora da alandega.
tuiSoS

-:V.
lJnra
t tVio de Janeiro
O veleiro palhabote nacional Agona, pre-
tende seguir at o dia 16, tem a bordo dous
'HVii v. $*$
Um ruarjcionariopublico cmpramete
leu ha (i annos a urna pessoa de quem se di-
zia amigo,o por mais escripto,instado e soll'tido pelo dito unc-
conanopara cumpr com seu devcr.tem
sido ludibt-indo, carn do, cale menosp'ie/.a-
do! Nao sendo pois possivel fazer ebegaro
referido fiioccionaro ao cumprimenlo de
sen dever por oulros meios, vai-se 1ra-
zer ao publico este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao conti miar el-
le a passar por honrado.
A victima.
O aballo assignado, procurador bastante de sua
rogn I). Misil Jos da Annonciai.ai) llaptisla, pede
aos cre.lores no seu lina lo runhado Anlonio II ipli.la
Ilibeiio de lana, filbo da mesma, que apresenlem
suas conlas ai.; o .lia MI do correle mez ; aasliQ como
avisa aos devedores do mesmo que pessua alguma|cs-
ta aalerliadl a receher suas dividas a nao ser o abai-
o assignado.
Pernambuco 1:1 de agoslo de 1S">7.
Antonio Machado Comes da Silva.
lOteria
pr vincia.
AO 5:000, 2:000.s' E 1 :000Jf.
No esc iptono doabai\o assignado, ven-
de-se bilhetes, meiosequartoseqi quautia
de IOO.S'000 para cima a di.iheiro a' vista
pelo segntes procos :
lllutes sjOO recebe .">:000s<)00
-Meios 2J750 a 2:OO.sOOO
Quarlos 1")75 a 1:250^000
--- OsSrs. Drs. Men lo deS'Barreto Sam-
paio, JoSo Mitunes de Alencar, Levino Lopes
de Barros c Silva, e Francisco Idelfonso Iti-
beiro de Menezes, teem cartas na ra do
Crespo n. 23.
Precisa-sede tima ama de leite for-,
ra ou captiva, sem lilho, pata amamen-!
tar urna cranca, paga-sebem: no paleo |
do Hospital n. 28, 'sobradoj.
Boa fazenda.
Vendem-se na rita do Livramento n..
"', bonetes para meninos, de matroquim
domado, com velludo de varias cores'
e lita de galio, pelo baratitsimo preco de
".,,'OO.
Xa resldae.io do Franca., na praia de
Santa Rita, chegaram mais travs de lou-
ro: quem pretender dirija-se a mesma.
nominad;) Caixa Eco-
nmica de
! il.blli'.O.
re
Acha-se installada, e as suas operaeos ef-
fectivas sao as seguinles :
Descoula I.-i iras a juro convencional
toucas, carteuas, espelhos de parede, esto-
jos para barba, lindas abotoaduras para col-
letc, papel, capachos para portas e sofas,
rap de diversos fabricantes, ptimos charu-
tos da Baha, e urna immensidado de obiec-
tos que sera enfadonbo mencionar, que i
vista dasqualidades e dos precos de certo
, agradar3o ao comprador. Assegura-se a mo-
Empresta sobre accOes de qualquer com-! cidade dos precos-
- Precisa-se de um feitor para engenho
panina acreditada, sobre penhores de ouro, |
i_ i quem quizer pode dirigir-se a ra do Kncan-
prata, e joias, ate ao mnimo de l(b ,- a ope-
ra?.8o he por meio de lettra aceita pelo im-1--------
petranle com a declaragflo de n.lo sendo pa- *" Vendem-se sapatos dos melhores, fa-
ga,se proceder a venda do penhor em leilSo bricados no Aracaly, carne e queijos do So-
is dias depois. I bral, ludo chegado ltimamente, por presos
Admitte sempre socios na conformidade '. commodos para ecabar : na ra da Cadeia
dos estatutos.'
llecebe a premio qualquer quantia, at 15,
o mnimo.
Nota. -As mensalidades com quo os socios
tem de entrar 2o000, os aue tiverem de 1 a
^accijcs, e 5; os que tiverem mais deste nu-
mSfoi, comecam a sor cobraveis no primei-
ro dTa\util de cada mez. t socio que quizer
dar as tSensalidadesadiantadas por 6 mezes,
ou mesmoSJm anno, pode-o fazer contando-
se-lhe o juroNje 6 por cento ao anno (.elo a-
diantamento. X.
Para ludo se dmarn a casa do Sr. thesou-
reirolragozo, ruajiv<.a.leia do Rec f n. 6, a^'le,gou a r4ua o Collegio n. 5, supeno.
onde provisoriamenieSlincciona este com o n?,'Y,? "Q" 6 ban,na' fabr,cado no ge-
director da semana. N.
o
o
5 !
:
O
:3
Thesouro
mcopathico
00
YADE-MECIM
O
Homeopatha.
PELO l)R.
-.....-...-- Precisa-sc de iras ama forra ou cap-
^.?.J.'>--'-.ir-r tiva, qaa n5o seja moca, para fazer compras
>- I e carregar um Uboleiro ; a tratar no aterro
da Boa-Vista n. 8.
Fugio no dia 5 do correnle > escrava
de nome Marciana, com os signaes seguin-
3s : idade do 35 annos, pouco mais ou me-
, estatura regalar, cor fula, cheia do cor-
po>^GS grossos, levou vestido de chita escu-
ra e fW,nr|o preto lino: quem a pegar, leve-a
ra da Ro>la, om casa do Sr. Dr. Pinto, ou
em Smlo (v"laro> s,lio 1ue tom porlSoom
frenlo da cajrW''* o mesmo santo, que sera
generosamente^TfcomPensaJo-
Aa la coDttrsv1'8 a eSlar fu8il10 clDr
Jos, terteocenie ar>vabai:co assignado, o
qual escravo tem os sigr>aes
bello ca-apinho, sem barb
de urna fstula de um 1enU,
limados, baixo, grosso, de 20

O
O
:
o
P\IIN0 OLEGARIO L PIMO-
Jji Eila ohra, recunlieci la por todos, rmo J^
Vtf a mellior de quanlas entinan) a applcacao ."
^J da homeopslliia no Iratamento dai moles- (':
.-. tas, ciiiiiinoa a vnder-se a llSOOO.na Bo- j
,'c*1 Central llomeopalliica, ra de Santo -.-*
i Amaro {Mundo-Novo) n. 6 r-.'-'i V(i foi rln r~if^^J7lT J"!aT? ?""2
gk preparados com o maior cuida.lo e esmero,
gf ven.lem se en) rarteiras
., vaiin.ni se e:n carieiras por presos os mais ^^
V c iiiimo.los possiveit, oes le IU9OIMI al @
l()3'JU0. conforma o numero dos lobos e iaj
.(.j riqueza das caixas.
(.al 1 lulio avulso.
O

. 18000
Cada vidro de Untara. 23000
*$ ^* 't^onslando ao ahai\o assinailo
3v I" alguns individuos percorram o interior
W "la ni ,!esla provincia, coma .las Al'goas,
..'} Parahiba, Kio-Cranda do Noria e C'.-n,
j'-. veiilendo remedias em sen nome, jalgl
-;- Eouvenenle declarar, que a niin;uem auto- "<#
...- riso 1 (nra isso.e que,coma nao esta proinp-
?'i toa carrejar cum os pactadas alheios, s.. U
L a responsahilisii pela |iroficuidaile dos re- r
'.J medios prapsndos debaixo de sua imma- 'V
,gj dala impeccilo, na1! tica Central II- .'i
^1 rreopalliica, ra de Smlo Amaro, Mun- .'*-
^ de Nova n. 6
-...' Dr. Sabino Olegario l Pinito. ?{
O::: .:.:. .:&.?.::?- ':
ESCItAVOS A' VENIIA.
Ven ;em-se tras escravasde16 a 2-2 ann...
proprias para o trabalno de roca por seretn
saas e futes, urna cab inha de 18 annos,
que sabe engommar, coser, marcar, faz l-
byrntho, pentia urna senhora e tambem
coznha, urna parda de 22 anuos, de ptima
conducta, com asmes.nas habilidades ci-
ma, um molecote de 22 minos, pessa linda,
ptimo para um pagem : na roa Direta
11. 66.
Itoga-se a Sra. D. Dionlzia Francisca
desonza, natural da villa da Barra, no Rio
de S. Francisco e provincia de Pernambuco,
ou a seus herdeiros, que venham ou mandem
receber a parte que lite tocou do espolio de
seu marido Jos Seabr Lemos fallecido nes-
ta cort". Rio de Janeiro 6 de agoslo de 1857.
Antonio Jos Rodrigues da Cunha re-
tira-se para Lisboa, e julga nada dever, o
se alguem se julgar seu credor aprsente
sua conta no prazo de tres dias para ser pa-
go, na travesa das Cruzes n. 8.
- Ausentou se no dia 11 um moleque cri-
oulo, de nomo Joo, com 16 annos de idade,
corpo regular, espaduas largas, cor preta
ie chita ama relia con pintas prelas, he mui
to ladino e liota ; consta andar mesmo nes-
la citadlo por osarrabaldes, no Monteuo
.ni. -.i (1 -......- ______ a. ri.n__'
1
O
Q
Grande arma-
zeui de roup
feita
Ra Sfva (i. 49.
O
Q
O
a ** um mande s.'rl'inenlo de roupas feilai, "j.
>P como sejam : casaras prelas a de cores, rra- .".v
-.? I"1-* llrel* e de cores com Rola da velludo, JJ
j alirecasacas prelase de cures, ditas daca- api
': seinira decores, palitos de panno lino prelo '"
\, e de cines, ditos de merino selim, ditos da V-;
.-'i bombaaim, diloada alpaca, ditos de brim
? branco, pardo e fie ,.nii .- cores, ditos do
- melirn, di los de canija, cuicas de casemira
\,J prrla e de cores, ilil.s de panno lino, ditas
_. o> lila a roela casemira, ditas de brim bran-
g .-.. e da cares, .titas de merino, ditas de
'.iy prineexa, ditas de a,nia, colletes de val-
.^ lulo, dilos de se un brauco bordado para ^
a casamento, dilos prelo, ditos de aofeo-ao 1
prrlo o du cores, dilos de casemira barda- ^3
r"jj dos, ddos .le setiin preto nltco, ditos de
.-.j merin.i, d.los de (oslflo branco do cores,
' Camisas francezas brancas e pintadas, pra-
V.7 valaa ile to.las as qualnliles, luvas de seda
;.lj e pellica,chapeos de teda prelo paraliomens
JA dilos da castor branco ce ni pello e rapado,
do ultimo ei.(o de Paria; e oulros moitos

,.u <...-,.. i..-.,, ue .<, o muus --j v> aeiuiores accionistas sao convidados
2 ,,Cri.t'1"ie0 'V"V r fregu""' "n, Pa,a renniflo na terca-feira, 18 do corron-
.-,; na qoahdade da faionila, como na cum-A le.anmeio.li, ... .. .. .... i- t..1.i,.
do Recife n. 6o, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para cozinha :
na ra da Aurora n. 30 na ra do Crespo
10. p
Vende-se urna mulatinha de 15 annos
rocolhida, muito linda e robusta, com mui-
't bom genio e agradavel, sabe engommar
coser : na ra larga do Rosario n. 22, se-
tii lo andar.
Vende-se atoalhado adamascado de
duas larguras a 15000 a vara e 1J-200.
Doce de ar e banana.
Chegou ra do Collegio n. 5, superior
lauc, bem reito de pernae ps, .,
rentes roupas, menos aqueta e nal
seguinles : ca-
uma marca
s da frente
annos de
dille-
montado em um cavallo p elo ; este e?
Lr>, foi
--------------..v. ,...,-o. .^in a v|..cuni
trouserno engenho Terra-preta, na comar-
ca de Nazareth, ou em Goianna a Aranha Al-
huquerqui, tju no Recia na ra da Gloria a
uermido Correia de Castro.
Alejandre Correia de Castro.
rugiram do engenho Itapirema deci-'
ma, comarca le Goianna, os escravos se-
guimos : Xlco moleque, Innocencio, Jorge,
Joan boi, Aveliuo, Antonio caboclo : roga-
se as autoridades ooliciaes e capitana de
campoi que os apprehendam e lvom-os ao
reten Jo engenho, ou nesta pra^a na ra I)i-
reiti n *, segn lo aadar, quo serio gene-
lOsamente pagos
O abaixo assignado vem respeitosamen-
te declarar ao respeitavel publico por este
jornal, qU0 e!n 26 de jU|h^ J() anno passsiio
iiomeou por seu bastante procurador ao Sr.
Mauoel SerapiSo de Almeida Fortes, para
cobrar de seus devedores que lne ficaram
devendo nesta praca em lempo que o abaixo
assignado tinha correspondencia com al-'
guns senhores de engenho e lavradnres, e
como chegasse a esta praca o Sr. Fortes c
veto dar cumpri ment s suas cartas quede
diversos logares em que se achava me diri-
ga ecumprio fielmente o seu crdito, do
que havia cobrado om dinheiro, eque tinha
em seu poder ; o daclarante depositou em
poJer de seu procurador o anno passado a
aaaoUa de rs. 10:736/376 cm lettras e conta
fe Iiv o, e recebeu de diversos devedores a
quantia de. rs. 2:979/890, os quaes recebeu
em moida corrente, do que fiquei bastante
satisfeito, fieando logo satisCeito o dito meti
procurador de sua porcentagem, conforme
o nosso trato, e por termos ajustado nossas
conlas em 8 da corrente mez, licando o mes-
mo Sr. Fortes na continuarlo da cobranca
de minhas dividas at findar, o quo peco-lhe.
he quo seja mais enrgico, e n9o rfe leve por
palavriados destes meus devedoTes que
commigo foram bastante ingratos. ReciTo
de Pc.nambuco 1+ de agosto de 1857.
Joaquim Antonio de Santiago Lessa.
Quem precisar de um cozinheiro para
do quanto se precisar mandar fazer, o
r.ihrw nV..' "f""'uaa """ ^F,o, luuo quanio se precisar mandar fazer, o
olhos grandes beICos grossos, lev6u calca qua| sabo bem desempenhar o seu olllcio,
Ua do quaJros prelo eliranco, ejaqueta dirija-se a^rtw larga do Rosario n 5. para
Prefere-se hotel ou
n
casa
estran-
- tratar,
geira.
A pessoa que annuncinu curar porfei-
,.,' ,-----....."- .' i"w uue aiiuuucieiu curar portei-
quem o pegar pola levar ni ra do Collegio lamente molestia ne peito ou o pulmSo, ex-
u 3, primeiro andar, que ser* gratificado iste no pateo da Ribeira em um deposito de
%Z'Q&&&9mm^m tobto,: quem quizer servir-se do seu
'l~^ i--*i Prestmo o procure
--- Perucu-se no. dia 13 do corrente, del
para 2 horas da tarde, 509000, sendo umi
nota branca de ao/, urna outra amarella de
20Cl o duas de 59 cada urna, da ra das Cru-
zes ao pateo do Hospital do Pa aizo, cartorio
de orphSos. travessa dos Expostos (por de-
traz co quartel e polica), entrando pela
ra da Roda at a casa n. 16 da mesma tra*
vessa. Senda que tenha sido achado por pes-
soa de consciencia, quo quoir entregar, po-
le-o fazer na dita casa cima n. 16, primei-
& JUNTO A (KBJA DA CONCL- m rJ'?'
:% r\ll IK1S MIMTAltF- tf r ndar, quo se lna agradecer.
i.AU JJS MIMIARED. -- o da 18 J.o corrente depois ua au-
e.l. armazem acba.ao o. bon, freBue- tj d.enciado Sr. r juizdos orpht.OS, as II ho-
le roupas lenas, ... r.iHi,i.l..i. i_ j- _-. '. .
ras da manhaa, tem de ser arrematado um
bonito escravo moco e com habilidades de
estiva ior e remador ; lie a ultima piaci.
V n Ie-se urna carrosa com boi manso
e coslumado ao trabalho nesta prQa no
armazm de miteriacs da ra da Cadeia de
santo Antonio n 17.
Vende n-se 20 casares de rolas brancas
e pard >s, estando a maior parte com lilhos,
cuja ven Ja son efTectuada por mcuor preco
com quem comprar todos os casares por
junto : no sobrado de um an tar u. 8 da ra
les Francisco como quem va i para a ra
Bella, das 6 as 7 horas |da manhaa.
Itoga-se a pessoa que lovou as amos-
tris de fitas da cas* de madama Thcard ha
maia de 8 dias, o favor de traze-las, visto fa-
jer muia falta.
COMPANHIA VIGILANTE.
s senhores accionistas sao convidados
lo3id7irdM"pV^;n^.r^ 'aa;z;m v'a00'neoioda>ncasadaru>doTraPieho
'..? se recebe encommen.la alsuma qae no se- \3 '
- Manoel P.aymundo Penarorlo, solicita-
dor dos aulitorios Jesta cida lo. provisiona-
o pelr. Kxm. conselheiro presidonte da Re-
"...-
....... .......... -^>. .....,-,-- .
V;3 Ia eom f'i-enda .lo arina/.em.para o que lein f3(
:!A escolliid.is pannos lia s pretos e de cores,
" ca-emiras, veludos, sel m e oulras muil.is
%? fazenda'
OO-^ ::: '
- Pelo juizo ile ausntes do termo e
Olinda, so ha de arrematar par venda, no
da 17 do corrento. depois da audiencia do
mesmn juizo os bens seguinles : urna escra-
va bastante velha, avahada por 309 rs., lo
cadeiras com assenio do palha, hasta:.le usa-
das por 20/ rs., um sof bastante usado por
10a rs., duas hincas de um p salas por
61 rs u:na commoda usa la por 11)9 rs 3
mancas de vidro lis-, por 39 rs urna mesa
de jantar bastante velha por para cama por lo, urna cama de armado
bastante usa la por 55, um guarda-lour;a vc-
----------.- ... ,.v. v.f u(al uai .,4-ijurd yt- l..lll|. Id
Iho por 23, um tacho por 1?, dous piles por j chapeos,
IS, um moinho de moer milito usado por 19, do dita para grvala, tliios de cores, luvas,
i. ... ..-.-., .....i- ___ .. T. _________-:--
*---- .,., I....-.II-.IU (iiouijllli; ua nc-
la^ao, oflerece para se encarregar de qual-
quor causa quo Ihe quizer confiar, noque
prometi todo zel-i e cuidado, pudendo sar
procurado das 7 horas da manhaa at as 9 do
dia, o a tarde das 3 as 5 horas, em casa de
sua resi leticia, na ra do Itangel n- 38.
s senil oras ajtie inontam
i\ CftVall: .
Na roa Nova n. 18, loja de II. A. Caj y C.
ha ricos casavequec de cores, o pretos, para
montara ; assim como um grande sorti-
iiiento das mais bem acabadas obras de al-
lai.iir, lauto superior, como rgais inferior ;
ditos do sol, lencos de seda, ditos
usada por 19, urna gamella por
urna jarra
l?0D0 reis
Attei <;a.o.
Ileliodorio Acacio Barreiros Rangel redo
a todos os seus devodores, que lenham a
bondade devir salisfazcr o que devem ao
su >plcanteno prazo do 30 das, que do con-
trario ter5oo.desprazer de ver os seus nomes
por extenso ueste jorrsl.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
bem pratica do taberna : na ra doRange
n. 1, loja da cera.
suspensorios, meias para hoincm, senhores o
meninas, cimisas, ditas de meias, fazendas
para quilquer clira quiseja encommenda-
da ; a pessos que vier a esta loja achara um
ficto completo, e ser um s preco para to-
dos, a di.iheiro,
a caudas e grad s.
Um lindo e variado sorlimcnlo de model-
los para varandas e gradaras, do gosto mo-
dernissimo na fundirlo da Aurora em Sau-
to Amarome no deposito da mesma, na ra do
lirum.



MUTILADO
------------------------5--------------------i-----
ILEGIVEL


'

-
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 17 DE AGOSTO DE 1857.
CISULTOUO HaiSOPiTHICO
Onde seacham setmwe os mais acreditados medicamentos, tanto em tintaras c
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos
HREgoS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 24 s .
Dita de 36 .
Dita de 48 *
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturradomeia onca.
Manual da medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ; .
Medicina donestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio d Dr. Mello Moraes
10/000
155000
209000
259000
309000
19000
29000
209004
10/000
2/000
6*000
:' PEORAS PRECIOSAS- |
f Aderemos da brilhanles, $
diamante* e peroles, pul- 3R
seir;i, alflnetes, brincos *
3J .' rozetas, bolOes e anneit *
jjj de diflerentr. goslos e de Si
*> diveraas pedraa de valor. 1%
^ y?
Compram, vendem oo $
j* trocam prala. ouro, bri- !
ES lhan(ea,diamaa(eae pero- g
*j laa, e nutria qoaeaqoer i$
* joiaade valor, a dii.lieiro S
3j ou por obraa.
flDAITE,
jg OURO E PRATA.
g Adere? completos da jjj
gj our>i, meioa dilos, palaei- fr
$ raa. alfiaelea, brincoa -
rozelaa, cordoes, Iraoeel- ^
S| lina, medalhaa, correnlea
> e enlejes para relogio, e &
g cunos mallos ohjectos de *
oaro.
Aparelhoa completo* < ;*
I0REI&A
tJ* l OIJRIUI
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben* poj* to-
dos os vap resdaEu-
1 S Aparelhoa completoa de ''
ropa as oo os do mais I <"*"para ch 'ja.
^. j aalvas, e.iticaes, colherea 3
IllOaerilO firOStO. tail- 1 de*P 11? m ,0' oatro* onjeclos de i
^m^J to de Fran$a como ^WSMJ
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como costimiam.
^ O Di. Francjseo de Paula Bap- @
-:; lisia, tem aborto escriptorio pata @
@ advogar^-no primeiro andar da @
t$ casa oyfua dasTrincharas n. 19, ^
@ Pr>tima do ca-torio do esenvao ^
Baptiata, anttgameirte do fallecido (i;
llego; eahi, das*) lioras dodiaem A
diante, esta' prompto a ouvir a e%
g todos, e a receber as cau-as de to- @
^ dos que quizerem procurar seus ^
A serviros de advogado. &
O brigue nacional Argonauta precisa
de marinheiros brsslleiros para sua viagem
ao Rio Grande do Su I,
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
i.liora-nieuino, e ahi tem preparado urna
casa de saude com todos os commoJos para
o trataroento de escravos, cujos senhores
residum fra da praca, ou "que nSo os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servicos
medico, que serSo desempenbados com
maior zelo, dirtja-se ao pateo do Carmo
9, pritneiro andar, ou no referido siti^u8
Magdalena. Preco2/000 diarios
ando conferencias, sanguesugas
Ces.
ceptu-
opera-
Kio-Fornioso.
o
O Dr. JoSo He
ss, medico p
lis ido aua ro,
"Vnorio Bezerra de Mene- W
r !ui>*sidencia na cidade do Rio-For- *J
-3 da ai t/^ ""'"' eirerece ,eus 'vicos a lo- *
(js. pia"no^pMaoa que o bonracem com aua con-
>&
O
ESTRADA DE FERRO:
do Red fe S. Francisco
LIMITADO.
&i tinta chamaba.
0< direclores da Companliia da Eslrada de Ferro
do Kecife a San-FranrJ nJa_<"liamada- de duas libras esterlina*, oo ris
17(777 sobre cada arro n dita eompaclii.i, a qoal
leve aer pa^a al o da 24 de agoilo do corrente an-
no de Ift.YT : no Kio de Janeiro, em casa dos Srs.
MaoA Mae. (Ireeor i C. ; na Babia, em caaa dos
Srs. S. S. l)avenporl& C, e em Pfrnambuco, no
eenplnrin da Companhia.
O accionista qoe nao realisar o pasnmenlo den-
Iro do lempo indicado, podera perder lodo direilo as
acones sobre aa qnaes o dito pasamento n3o ae tiver
efleeluado, e em todo caso lera de pasar juroa na
ra*a"o de cinco por eenlo ao anno, e de "nao receber
juros ou dividendo da companliia pelo lempo qoe
decorrer entre o dia ludiendo para o pagameoto e a
sua realisac.au.
Neobom auto de (ransferencia pode ser registrado
antes do pagamento da eh imada.
Por ordem doa direclores. James Temple ton
ly'ooi, superintendente.
Fabrica de iacao e tecidos
deaiodao.
[
TE
LXIXI
iTFTn
SEGURO CWTRA FCKK).
Companhia Alliance.
Esubalecida cm Londres, m marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea a konra da in-
famar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a a quen mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para ffecluar segu-
ros sobre edificios de ti jlo e pedra, cobertos dt
taina e igualmente sobre os objectos quecontiverera
os mesos edificios quer consista am mobilia ou
n (andas de qualquer qualidade,
JOHN GATIS,
cor rotor gura I
E AGENTE E LEILO'ES COMMERC1AES,
n. 20, ra do Torres,
PR1MEIRO A.NDAK,
pra;a do Corpo Santo
KECIFE.
| DEETISTA FRANCEZ.
"g Paulo daignoui dentista, ra Nova n. 41 .
f? na mesma casa tem agua e pa dentrifice. ^$
Tasso rmeos.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
tarinhas de trigo Ricbutond chegadas ao mer-
cado, sSo vendidas em seus armazens, pelos
seguintes procos :
Gilegt 26SO00 por barrica.
Haxall 258500 dem.
O Dance 2W00O idem.
Columbia 2390U0 idem.
Alem destas tem farinhas novas de Tries-
va .marcas SSSF- Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de Philadelphia, No-1
va OrleanseBallimore.
Na fundirjao da Aurora precisa-se
de serventes lorros ou escravos, para
servico debaixo de cobei ta.
--- Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador alendes da Cunta. Paga-se
em agradando o servco.
Extincto
Banco de Pernambiico.
Os Srs. accionistas do extincto Banco
de Pernambuco sao convidados a recebe-
rem, do dia ol do crreme em diante, o
dividendo l'etto pelo Banco do Brasil, re-
lativo ao semestre lindo em oO de junho
ultimo, na razao de 12s"0.">88 rs. por
acraorealisada, e liem assim o de 6S60
lambem por accao realisada, feito pelo
e\tinqto Banco, no lim de sualiquidaco ;
para o que se aclia antorisado o tliesou-
reiro da caixa dial.Joio Ignacio de
Mediroc Kego, secretario.
Domingos AI ves Malbeus saca sobre
a piara da Porto.
A j publico.
O abaiso assignado faz selente ao respei-
lavcl publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
menlos de fazetulas, na ra do Crespo ns,
10 e 14, onde encontrarSo um vanado e lin-
do sortimento de fazendas <1e todas as qua-
lidades, as quaes vende por preco muito
comino lo; sendo gerente do estabeleci-
mento n. i 0 o Sr. Marcelino (Jernimo de
Azevedo. |. g. Malveira.
dalo."v2.T'? MTiUn!'60,0",16' al<,rr( 'emporaria e vita
do rosa, ln^ .,, 6 ,e,le17,r8!n"1 "aaMlaiola de 17 de rt.il de 1823 ate 1857
ae rosas nrancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espitihas, igualmente o a-
famado oleo babosa para linvar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio da Florenca para brotoeiss e
aspendadesdn pelle, conserva a frescura e
o avclludado da primavera da ida.
oub
Oa abano auignados, lendo oblido da Europa, as
necessarias iiformac.6es, plaooa e orramentoi para
a fabrica de fiar e lecer algodao, convidam aos Srs.
socios a vir -loi, oo escriptorio do Sr. Manuel Al-
vea Guerra, na ra do Trapiche n. 4.
Igualmente convidam'ns pessnas qoe sobscreve-
rarn para esta eropreza, a realisarrm a terceira pres-
la^ao de 20 por cenlo, o que verilicarSo de hojo al
18 de agosto prximo, no mesmo escriptorio.
Aa pessoas que anda quizerem fazer parlo desla
eropreza. ser3o admitlidas, pagando o valor das en-
tradas relisadas na occa-iao de subsrrcverem nu II-
vto das assienaluras, que eflo de 1002 a 5:0000o ra.
Recife, 16 de julho de 18j".
Amorim, J-'arias, Guerra & C.
Publicagao litteraria.
C0R0(iRVPIII\
-Chronogrupliia. nobiliitria, se-
nalogicn e poltica
DO
IMPERIO 0Q BRASIL
COM VARIAS TRANSCR1PCOES
DA
CoroeraphM brasileira, do padre Mancel Axrea do
Casal.Historia da America :Portugurza,"de Ro-
cha Pitia. Chrnnica da compadhia, de Vesron-
cellos.Hislori do Brasil, do visconde de Cay-
ru.Caslriolo Lu>ilano, por Fr. Raphael de Je-
ds.Memorias do Rio de Janeiro, por monse-
iihur Pizarro.Annaea do Rio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Aniiaesdo>Maranhao, de Berre-
do.Annaea do Rio Grande, do visconda de S.
Leopoldo.Memoria da capitana deS. Vicente,
por Fr. Gaspar da Madre de Ueos.Eras do Pa-
ra, por Bayena.Memorias MitortCM da Bihia e
corograplna Poratnse, por 1. Accioli.Chrono-
ln;a, do general Abreu e Lima.llietoria do
Brasil, de Varuliagen.Edeoutros impressos e
manuscriptos :
CONTENO
A descripcAo geouraphiea.e noeoes histricas e po-
lticas, desde o descobrimenlo do Brasil al agora
(18,77), e lambem o lempo em que foram povoaaas
aa soaa diferentes ridadrs, villas e lugares;
Seos gnvernidores, e a origen] das diversas fami-
lias lira-ijeir.n e seos appellidos, eilrahida de auti-
gos manuscriptos genealgicos qoe em tras dife-
rentes se pujeraiu obter ;
A liKlona dua roinislerios, tua politice e cies
com quenppareceram.
A historial das cmaras temporaria e Vitalia desde
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para todo a servico de casa de pouca
familia na ra do liortasn. 10.
Da-se pinlieiro a premio em pequeas
quanlias, com penhores de ouro e prata :
na ra cstreila do Rosario n. 23, segundo
andar.
Na ra larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do becco do
Petse Frito, n. 9, d-se almoco, jantar e
ceia, por preco mais commodo do que em
outra qualquer parle.
Veniaiieira cal bran- 9
^ :;i de tla^uanbe. ^
CJ Na ra da Croz n. 46, primeiro andar, se a^
.J-. achara' com quem contratar qnalquer porfo ^J
S de cal branca,podendo-se desde ja' asstverar ??
,L nao s a boa qualidade como mesmo a boa A,
O!? medida, visto como poder-se-ha vender pe- Q?
.^5 las medidas dos fornos: a caldeadlo desla 3
3 C3' '' to('a cum *^ua doce, e deve por isso 2
w ser preferida : em grande por^ao da-se ~?
5j? mais em entila ?
Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
cidade at o P050 urna casa assobradada ou
sobrado, tendo os comaicdris-seguintes:
aln de poder conter 12 i 20 pessoas, tenha
cocheira, estribara, arranjos para criados e
escravos, e que o srto seja abundante de ar-
vores fructferas^ baisa de capim, que pos-
sa sustentar anualmente quatro cavados :
annuucie por este aDiarioa ou outros peri-
dicos. /
Precisa-se de um caixeiro para loja de
faz.endas e molhados, para o ltio Formoso :
S tratar na ra das Cruzcs em Santo Anto-
nio, sobrado de um andar u. 32.
A' loja de|Scraum & IrmSos, ra do
Cabuga n. II, ebegaram novas pulceiras de
transas, e aderecos de DrilDantes, dos mais
bellos gostos, que tem vtndo.
Precisa-se ae alugar orna prela escrava para
servic.0 de urna casa de familia : quem liver para
alugar dirija-se a ra da Couceir,ao da Boa Vista
11. 46.
Precisa-se de Orna pessoa que cozinhe btm,
(preferiudo-se escrava na ra do Queimado, loja
o. 46.
Precisa-se para o hospital de caridade
de urna pessoa que foruega leite todos os
das, e que nao o traga depoia de 6 horas da
manlia.
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n. 9.
J. E. Roberlo.sua senhora e doos lillios menores
vao a Europa,levamlo em aua compauhia duaa cria-
das brasileiras e um criado poitugaez.
Antonio Jos Pereira, subdito porluguez. vai a
Portugal tratar de sua saude.
A pessoa que quizer dar ligues de
grammatica nacional e arilbmelica em urna
casa particular, no bairro da Boa-Vista, an-
nuQcie.
80 UFE DOS ARCOS
precisa-se de um caixeiro que leuha boa
couducta.
Antonio Jos Rodrigues da Cunha re-
tira-se para Lisboa.
yuem precisar de um forneiro para
padaria, pode ir ao poni da ra do Rangel
n. 6, tratar.
Precisa-sede um caixeiro de 12 a 16
annos, proprio para taberna : a tratar na
ra Direita, taberna n. 19.
O artista Luiz de Souza Pereira, abri
sua loja de leriadur na piaca do capim, na
ra de S. Amaro vbatrro de s. Antonio) onde
o ucliaro promplo para este liin ; eiunla-
mente se oirercco para saugrar, tirar trava-
gens etc. ; o annunciante havendo aprendi-
do naKuiopa, pode satisfazer as exigencias
de sua arte, c fa-lo-ha por prego commoao
a todas as pessoas que de seu preslimo se
quizer utilisar.
O abatxo assignado, tendo contratado
por compra a casa n. i2 da ra do Fagun-
des, peitencentc ao Sr. Joo Josii do lle-
go, pievine af|ualquer|)essoa (pie sejul-
gar com dirato a ella para a presentar,
dentro de -idiassuas redamaces.
Lniz Antonio de l'reitas.
Prcisa-se de urna ama para casa de pooca fa-
milia, forra ou cativa : na ra do Queirrfado sobrado
n. 3, primeiro andar.
REMEDIO IMCOMPAKA^EL.
M
UNGENTO HOLLOWAY.
Mtlhares de individuos de todas as naces
podem testemunhar as virtudes desle reme-
dio tncomparavel, e provar em caso necesa-
rio, que, pelo usoquedclle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamenlos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravillosas pela leitura
dos peridicos que liras rc'atam todos os
das ha mu 1 tos annos ; e a maior parle deis
las sao tilo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran, com este soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
devtam soflrera amputacao! Odias ha mui-
las, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec ment, para se no submetterem a cssa
optracao uolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Alguna*) das laes pessoas, na efusao
deseo reconliccimetito,declararan estes re
aullados benficos dtanle do lord corrcee-
dor.e outros magistrados, alim do mais au-
leiiticarem sua allitmativa.
Ningaem desesperara ido ."estado de sua
saude se t.vesse bastante coulanca para en-
satar este remedio constantemente, seeiun-
fo algum lempo o traiamciito que necessi-
rnva? ^J*'?*.^ ?"' CUJ sultado seria
provar incontestavelniente : Que ludo cura,
O ungento he til, ma, particularmente
nosieguintet casot.
Inflammacao da toa-
COMPANHIA
SE6iis iSumies e
Xtttt&ttt C'o impetro b$
.*M-,S,
ESTABELECIDA NO KIO DE JANEIRO
CAPITAL i;.0(l(M,0(M)M0.
Agencia ru;t da Cruz
n. 45.
Aos senhores negociantes, proprieta-
rios de casas etc. etc., se olerecena agen-
cia de dita companhia nesta cidade, a rea-
lisaeao de seguros por premios econdieftes
muito mdicas.
Na ir.estna agencia $e eiectuam segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores cosleiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios de navios que desejam te-Ios registra-1
dos no Veritas ou llontor Martimo!
(Titulo de Registro) tenham a bondade de
dngir-se a esta agencia alim de fazerem
as declaracOes precisas.
Alejandre de Roguier, medico horneo*
patha de Pars, e metnbro do instituto do
Rio de Janeiro, acaba de receber, pelos cui-
dados do Dr. Tost, um dos homeopalhas
mais dislinclos de Franca, e da pharmacia
do Catellan, a mais afamada do universo,
todos os medicamentos de que o mesmo Dr.
Testada rela?;"o na sua obra sobre a mate-
ria medica. Elle receheu igualmente varias
pbarmacias homcopathicas, e um considera-
vcl sortimento de tubos vasios e outros ob-
jectos necessarios a prepararlo dos medica-
mentos Elle demorar-se-ha muito poucos
das nesla capital, e as pessoas que quize-
rem aproveitar-se do seu presumo s3o cun-
vtdadas ao fazer sem demora. Vieram-Ihe
lambem pelos cuidados de urna casa encar-
tvgada pelo Sr. Uaspail, urnas pharmacias e
obras do mesmo autor, cujos medicamentos
tem se mostrado tito especficos nns varias
epidemias, e at em parte adoptados pela
doutrina homeopathica. Elle assiste 110 bo-
le da Barra.
Lotera
DA
Provincia.
CORRE SABIUDO 22 DE AGOSTO.
O abarxo assignado vende a dinbeiro a vis-
ta sendo da quanlia de IDOS res para cima,
os seus muito felizes bilhetes, meios e quar-
to, pelos precos abaixo mencionados, na
ra da Cadeia do Recife n. 45, esquina da
Madre de Dos :
Bilhetes 5;500 recebe 5:0003
Meios 2>750 1:5003
Quartos 1?375 1:2503
Por Salusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Francisco Joaquim Pereira Vianna,
portuguez, retira-se para Portugal a tratar
de sua saude.
Precisa-sc de ofliciacs de sapateiro
para todas as obras, quer de homem quer
de senhora ; na ra do Caldeireiro n. 56.
O abaixo assignado, como cessionario
da casa commerctal que gvrava Desta praca
de balso da firma de Ricardo de Freitas &
C faz scienle ao publico, e com espeoial-
dade ao commercio, que acaba de celebrar
um contrato de sociedade em conimandila
na dita casa, a contar do I. do corrente mez
ue agosto de 1857 em diante, por cujo moti-
vo Plirms social daqui em diante he Gui-
marScs Oliveira, sendo que so gerentes
e solidarios da mesma hrma o abaixo assig-
na lo e o Sr. Francisco Augusto de Oliveira.
Recife 14 de agosto de 1857.
Domingos Ferreira das NevesGuima es.
Achk-so ausente desde o dia I. do cor-
rente a escrava Thereza, Conga, de 64 annos,
batsa, um pouco reforcala, cabeca branca,
tem os dedos das mitos encaranguejados e
calombos pelas cosas, provenientes de
acoutes de senhores anteriores, anda espi-
gada e um pouco peala, levou vestido cor
de rosa com flores amarellas : quem a pe-
gar leve-a a casa de seu senbor o major An-
tonio da Silva Guimarites, na ra Imperial
n. 64, que sera generosamente recompen-
sado.
Oabaixo assignado declara ao respei-
tavel publico, que o Sr. Guilherme Mala-
quias de Souza Gomes deixou de ser seu
caixoirodesde odia 13 du cotreute.L. Pugi
Pede-se ao Sr. Antonio Jos Pereira,
subdito porluguez, filho do Porto, da fre-
guezia dcSanta Martha, distante do porto 6
legoas o meta, que declare sua residencia,
para nela ser procurado.
O abaixo assignado', arromatnte do
imposto de agurdente do municipio do Re-
cife, avisa a-todos em geral, que lhe esto
devendo o uto imposto, para que venham
realtsar todosois seus dbitos at 30 do cor-
rente, e na falta-fiar obrigado a usar do
executivo conforme determina a |e ; e para
que se n3 chame a ignorancia se f iz o pre-
sente. Recife 13 de agosto de 1857.
Luiz Jos Marques.
--- O advogado Leopoldino Antonio da
I onseca, residente em Macei. otlerece seus
servicos as pessoas que delles se quizerem
utilisar naquella cidade.
.Na ra Nova, esquina da do Sol 11. 71,
primeiro andar, precisa-se alugar urna ama
para lodo o servico de urna casa de 'couca
familia. ,r
algodo branco a l| cada um, chales de me-
rino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baralissimos presos, chitas escuras
e de diversos padres e cores (xas a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
de lindos pedres a 2;000, e outras muitas
fazendas que se deixam de mencionar, esc
vendero por baralissimos procos ; se da-
ro amostras com penhores.
ALGOUAO' A VARIA DO.
a lj600 c 23500 a pega : na ra do Queima-
do n. 44.
Na ra das Aguas-Verdes
n 46,
vende-se urna elegante mulatinha de idade
de 13 a 14 annos, he recolhida, cose, faz la-
byrinttio e marca, tu 'o com perfeicao, urna
escrava de 25 annos com habilidades, um
moleque de 20 annos, bom pedreiro, dous
moleques ppcas de 18 a 20 annos, e um es-
cravo de meia idade, proprio para sitio ou
mesmo engenho.
Vendem-se saceos com milbo : na ra
do Aragao n. 36.
Charutos
No armazem de Martins & Pinto, na tra-
vessa da Madre de Dos n. 16, vendem-se
muito bons charutos, fabricados em G01-
anna.
Vende-se na ra Nova n. 38, urna bo-
nita mulaliuha de 14 annos, recolhida.
Vende-se urna escrava crioula, moca,
com urna cria de 8 mezes : a tratar na ra
larga do Rosario n. 44, das 6 horas da ma-
nhaa at as 9, e do meio dia at as 4 da
tarde.
Vende-se um scllim e seus pertences,
com pouco uso : na taberna grande ao lado
da igreja da Soledade.
m loja
das seis portas
esta frente do Lvrrtirieiitn
Golinhas do talagarga para pescoco de so-
nhora a pataca cada tima, chales de cassa
para trazer por casa e ireni ao banho a sello,
lencos do seda para trazer aos hombros a
dez tustoes, camisetas do cambraia para se-
nhora a dez tustoes.
Tintas baratas.
Cr, oebre e roxo-terra a vintem a libra,
tomando de 8 libras para cima : na ra do
Livrameuto, loj n. 35.
Ao Gouveia.
IY& loja encarnada !a ra
do Queitriado n 27, es
(juina do Collegio,
troca-sa por sedulas muito velbase rotas o
seguinto :
Lila prela a doe vinlens o covado.
Cassas chitas de cores a pataca a vara.
'lalos do cassa adamascados a pataca um.
Riscadinhos bonitos a quatro vinlens o co-
vado.
Um resto de chiUs finas com toque, a tustSo
o covado. Deprcssa d^pressa sonro
cba-se !
Para acabar
Vende-se cassa francezas fina e de boailM cures,
a 320 rf. o covado: na Praca da Independencia n. 1.
Vende-se um lindo moleque de ida-
de de 1 "> annos, e ."> escravas mocas de todo
o servico : na ra Direita o. ").
--- Vende-se a cocheira n. 5 da ra da Ca-
deia em Sanio Antonio, com 4 caitos, 1 ca-
briolet e 16 cavallos : quem a pretender, di-
rjale a mesma cocheira, que ahi sabera
com quem deve U."tar.
Vende-se urna canoa do carreira com
bons commodos, e prct;o razoavel : na ra
de Santa Isabel, casa da esquina
Aenco
_Xa rua larga do Rosario n. 38, loja de
miu-1ezas de Joito Goncalves F'erreira, exis-
tem venda caixas rom lentos para vollare-
te, as mais ricas possiveis, fitas de velludo de
todas as larguras, jfraDJas, de seda as mais
ricas que tem viudo de Franca, fitas lavra-
das, fazenda anda nao vista, pesos para pa-
pel muito finos, com todas as personagens
da Europa, cinturOes de borracha muito li-
nos, e outras muitas qualiiaies de miude-
zas. que nao se podem mencionar.
- Vende-se urra casa terrea, sita na rua
das Aguas-Verdes, confronte a igreja de S.
Pedro ii 2, urna mulata do bonita figura,
que engomma, cose e cozinha, urna negri-
nha de onz-^ annos, tamhem bonita: quem
prelender, dirija-se ao aterro da Boa-Vista
n 21, primeiro andar, onde encontrar com
quem tralar.
Na rua
n. 28 de I). S. C
da Cadeia defronle da Relc3o, venda
ir.
de in>td
Tendo-sc coiidiizido para a pesia da
Cadeia, pordetraz da casa que loi da po-
lica, cinco travs de U) palmos, com 8
E tambero una e dencia, escripia e eomprovada por lestemuulias o-
culares gue aimlain restam, e don oolros roovimen-
los polticos, afirn de que se lenlia um conhecunento
ciarlo nao s da ueocraplna do paiz como da sua
historia civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de Mello Moraes, natural da eida-
de das Alaaoas, autor de muitas oliras Iliterarias e
scie nlifras.
Sulwreve-e nesla cidade do Recife, na livraria
da prac da Itolcptiidencia ns. 6 e 8.
O abaixo assignado, possudo do
maior empenlio de se descolnir os attto-
Alporcas.
Gaitnbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de caneca.
das costas.
dos membros.
Eiifermidades da cu-
lis em geral.
Enfermidades doanus
ErupcOesescorbulicas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frioiras.
Gengivasescaliladas.
Iiicliac,des.
I tilla mmacao.do ligado
da bexiaa.
c meta polcadas em quiidro, DO Sabba- res <: cmplices do horroroso assassinalo
do I do coi rente, as quaes lic.trainamar- perpetrado na pessoa do seu mui
radas, e na segunda-tira acharam-se dej do amigo Tlioma/. Gollan, vce-cc
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de ollins.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Qucimadelas.
Sarna.
Supuraces ptridas.
Tinlia, e.m qualquer
parte que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das ariiculacOes.
Veias torcidas ou no
Compra-se elTectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro rndar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantias. sobre penhores.
Compram-se moedas de ouro com meio por
cenlo de premio e^alaces brasileiroi e hepanhoes
a W80, na rua da Cadeia do Recife, loja de cambio
n. is.
pellica
na rua
menos ditas: roga-se a quem dolas sou-
Ijer, queira dar noticia na obra da rua
das Ciu/.is, ou na livraria ns. (i o S da
praca da Independencia, que sera' Jia-
t ideado-
ti abaixo assignado, lendo mndalo
vir do Rio tic Janeiro o bilhete mlein de n.
5088 e o qusrlo de n. 333 da 27 lotera cm
beneficio das c,i.ss de caridade da p-ovi
do Rio do Janeiro, sconiect-o have-loa perdi-
do por OccasiSo de sua tn.uii.nca ,1o Montei-
ro para esta oi lado ; e como depoia acliasse
coiirumlido com o Chineo o referido quarlo e
sooienie una parle do bilhete inteiro, vem ;
por meio desle hze-lo scienle ao publico,
alim deacaulelar oseu diioilo ao premio,
quepor vontura lhe sia por surte na res-
pectrva ezlraccBo, visto como ha pessoa :
que de vista sabem que o abaixo assignado
os possuia. Recife 13 de agosto do 1857. !
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
preza-
consul de
S. M. llritaniiiea nesta cidade, ollerece
dous contos de reis a quem lhe prestar
qualquer etdacecimento exacto sobre es-
se Facto, ou mesmo o conliecimento de
alloma circuinslancia.ou aecessorio delle,
ae modo que se pona averiguar a verda-
de, assim como anegar?, sob sua palavra
ncia de 'l0nra> o'nais mvolavel segredo,
quem fizef qualquer dessaj revelacf.es,
i pois lie bem ponivel chegar-ae ao'lira
, desojado, sem declarar-se donde
, procederam.
Consulado Iiritanuico I I de julho
118.")".II- AugUStus Cooper, cnsul.
:: ;-:r-:.vO---}:.vv::;;;;
Dr. J.lio Jos l)irias.o medico, pode ser
... prnrurado pnra o t-iercicio de sua
V.: -lo. na i na de Apollo n. 9. \ ':
profis-
Vendem-se luvas de
Jouvin, de todas as cores :
Queimado loja n. 40.
- Vende-se urna escrava para lodo ser-
vico, he boa quitandeira: na rua Direita n.
64, segundo andar.
% o JPreguica
QUE ESTA' QE1IAID0,
Na loja do Preguica, '* rua do Queimado.
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo -ortimento de fazendas por precos
baratissimos, entre ellas nolam-se chitas
francezas escuras de lindos pailres o cores
fisas a 260 rs. u covado, ditas ditos claras de
padioes niiudmh' s a 280 o covado, ditas fi-
nas do lindos padrees e excellcutes pannos,
e cores lixssa 300 rs. o covado, lindos la-
peles para salas a 3:800 cada um, pegas de
bretanha de rolo com 10 varas a 2>0OO cada
urna, mussulina de cora 320, dita mais fina
de lindos padrOesa 3C0, dita muito lina a
*00 rs. o covado, dita branca a mais fina que
he possivel a 400 rs. o covado, cambraia
fianceza de cores fisas a 480 rs. a vara, di-
tas de cordao a 500 rs, cassas francezas
muito linas e de lindissimos padroosa640
a v.ta. lencos pequeos para miio a 120, di-
tos a 220, ditos com bico muito finos e com
linios bordados a 360, cortes de casemia
com lindos gustos a 5;500, ditos linos a 6?,
meias casemiras de quadrinhos proprias para
caiga e palito a 560 o covado, iaazinnas de
quadros proprias para roupa de meninos a
toaio Lopes. .guacia" Joaquina W^^^^W^S^
dros de lin Jos pa 'roes a 240 rs. o covado
...yuem annunciou precisar de urna pos-! casineta preto muito lina a 15200 o covado,
aua para lociotiar grammatica nacional, e oasemtra prela a 29400, cortes de castor en-
ariinmettca, no bairro da Boa-Vista, annuo- corpado para calSa a 1;*40, ditos a 1=, ditos
ce sua morada para ser procurado. | de brim de linho a 19440, ditos de brim de
dadas as pernas.
> ende se osle ungento no estabelectme-
lo geral de Londres n. 244, aSlrand, c na
lo|a de todos os boticarios, droguislas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocclinha.contom
uma.instruccfio em porluguez para explicar
o modo de lazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Aluga-se a nielhor casa lerrea da po-
vo8cao dos Afoga 'os, com grande sotao, na
gual exisleo jogo de bilhar .- quem a pre-
lender, enteuda-se nos Cocaos com Jos
Carneiro da Cunha.
Quem precisar de um bolieiro, dirija-
se a rua do Queimado n. 30, que encontrara
com quem contratar.
Os abaixo tcsignados, vendo no Diaric
'. do dia 13 do corrente um annuncio para ir a
praca o sitio silo no lugar da Torre, perlen-
cento aos berdeiros do filiado Joiio Firmino
da Costa Ranada, cujo sitio se acha h\ pollie-
ellas!c"tla> e "lu'to complicado com o casal dos
abaixo assignadoa, fazein ver, que oinguem
arremate o dito sitio para evilar maiores
acquestoosa preteslo de ignorarcm,Jos An-
Na rua do Cuhu
dezas
1
i
DO
ga', loja de miu-
n. i.
lein para ven 1er um completo sortirocDlo de baba-
do de panno de linlio, lano alieilo como bordado e
de todas as larauras, prinripianilo por dous dedos e
acabando em dous palmos, <;quaes se vendem mais
barato do que em olida qoalqur parle por se que-
rer remelter o miIimio ao fabricante.
\o modernismo.
Loja do canto da rua da Cadeia do
Kecife n. 5.
Grande Nortiinonto
Chales de ganga com franja de
linho a 35OOO e 3?200
Mantas brancas de blond, finas 05500
Ditas riquissimns lOsSOO
Ditas pretas de filo, finas IO5O0O
Ditas ditas de fil, finissimas llsoO
Chapeos de sol de seda inglezes 75500
Cortes de seda, boa fazenda 255000
Ditos de dita 155000
Canga amarella chineza, covado, rs. 300
Cortes de cohete do gorgurflo I56OO
f?efina<;ao do fonfeJro
NO deposito desla rpfinaria, na rua da Ct-
deia do Iterife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidido, por preco de
65OOO a arroba, dnndo-se um abato a quem
comprar mnis de 10 arrobas por semana.
l\a lja das seis
portas eoi frente do Li-
V) Miento
3-000.
Corles de casemir com pequeo defeito a
35000, palitos le panno fino prelos e de co-
res a IOjUOO, tem porefio para escolher.
Vend*-se ni padaria da rua larga do.
Rosario n. 48, bolacha a 120 a libra, bem
torrada.
AO BOM E BARATO.
N Inja de fazendas da rua do Crespo n. 5,
esquina que yolta para a rua do Collegto,
vendem-se cortes de casemiras de boa qua-
lidade e bonitos padrOes a 45OOO o corte, e
na mesma loja se vendem colchas branca* e
adamascadas, c toalhas para mesa a 4| cada
urna.
AO BAMT6
Vende-se madapolfio com toque desvara
a 15S00 rs- a pega : na rua do Crespo, loja
da esquina qt,e volta para a rua do C.olle-
gion. 5.
las senhores de
engeidio.
No becco do Concalves, armazem n. 10
dcJosoDuarte das Nev.'s, vende-se a mais
superior familia de trigo, em meias bar-
ricas.
... _r ... ... ..,,,,,, TBime-ie e aluga-se, supe-
riores bichas l.amburnueas, em porcao e a reltlho
\ende-sena rua da Cadeia n. 28, superior
presonlo porluguM mteiro a U0 rs., e mais objeclos
por preco commodo. '
Ceblas novas de Lisboa.
Continuam-se a vender no armazem de
Barros & Silva, por precos muito baratos.
Vende-se urna carioca de 2 bois, urna
de 1 boi e duas que sorvem para bois e ca-
vallos, 3 cavallos e 3 bois, todos gordos, do
servico das mesmas cariocas : a tratar na
rua Augusta n. 80, em casa de Anacleto Jos
de Mondones, das 7 as 9 horas da manhaa.
- Na rua do Brum n. 22, armazem de S
Araujo, ha para vender jarros estampados,
proprios para sitio, os melhores que tem
vindo de Lisboa, cera de carnauba, em ssc-
co, 18 pipas novas abatidas, vimes, que to-
do se vende em conta para acabar, e d-se
conta de venda.
Pianos.
Em casa de Rabe Schmettau:& Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburso.
Na rua da Moeda n. 2, deronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas para tanoeiros,
cal cm pedra de Lisboa, ludo por presos
commodos ; assim como barris com azeite
de carra pato.
Lobo i C. vendem cal preta a 660
rs. o alqueire, equivalente auma barrica
de bacalhao, em canoas de 60 a 500 al-
qteires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rua Nova no segundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho em pequeas porroes
em seu armazem, na rua da concordia a
70o rs. o alqueire.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Xovaes & C. barris
de ferro, ou cubos bydraulicos ; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSoutball Mellor & Ca, rua do
Torres n. 38.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ierro deD. W. Bowman
na rua do iti um, passando o cbaia-
riz, confinua a haver um completo sor-
timento de tacllas de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliama venda por precocommodoe com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Xa lja das seis
portas era frente do Li-
vramento
Pegas de cassas com flores miudas, blan-
cas e de cores a 29000, ditas de ramagem
para cortinados a 35OOO. saias bordadas para
senhoras a 25OO0 com algum mofo.
uelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por presos razoaveis, ni;
escriptorio do agente Oliveira, rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
CAAS DE TRRO
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do gente Olivei-
ra, rua da Csdeia do Recife n. 2, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low-Moor,
rua da Vnzala fo va
n. 42.
Neste estabelecimento contina'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Vende-se na loja da esquina que volta
para a rua do Collegio n. 5, cobertas de chi-
ta de todas as cores e qualidades a 2500 rs.
cada urna, risoados francezes a 200 rs. o co-
vado, cambraias pretas proprias para lulo a
200 rs. o covado.
Vende-se na loja da esquina da rua do
Crespo, que volta para a rua do Collegio
chapeos de sol de panninho proprios rara se-
nhora e para meninas irem para a escola a
1-iO dda um.
Xa rua do Quei-
mado, loja ile miiide-
zas n, 2i>
Vendem-se cintos de borracha de todas as
qualidades para homem e meninos, suspen-
sorios finos e ordinatios para homem, tin-
teir.is de porcellana muito ricos para cima
de mesa, pedras p ra pesar papis, muito fi-
nas, cun todas as personagens da Europa,
estampas de santos de todos os tamanhos,
de 2 a 5 palmos, ditas de vistas da guerra da
Crimea, de 2a 5 palmos, espelhos para pa-
rede e de toucador, chicotinhos para mon-
tana, luvas de todas as qualidades para ho-
mem, senhora e meninas, candteiros de la-
tio proprios para os senhores acadmicos,
pentes de tartaruga de diversas qualidades,
ditos a imitarlo de tartaruga, ditos ditos de
Lisboa para tirar piolho, bengalas imitando
canoa, jogos de bagatelas
Chapeos de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recentementechegados, a preco commodo:
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Go-
mes.
LOJA Di RUA DO CRESPO
N.10
Vendem-se cassas francezas finas a 500 r s
a vara, chitas francezas a 240, 320 e 360 o
covado, chales de touquim de todas as co-'
res, sabidas de baile, chapeos e enfeites para
cabeca de senhora, e outras muitas fazendas
de gosto, por preqo commodo, e a vista
faz fe.
Carne seeca do Cetra.
Vende-se superior carne secca do Ceara,
por commodo preco : no armazem de Luiz
Anues, defronle da alfandega.
S vista.
Na taberna grande ao lado di igreja da Soledade,
oj Creguezei encoolraro um cplendilo aorlimento
de motilados de lodaa a> eapociet de inercearias 10-
lidan liqaidtf, como V-jam os lions viulios engarra-
fados, di,m, -une, licores lirios, boai maoteigas, bom
cha', bolacliiiilma, masiai, tarinhai para papas, dures
de marmelada, goi-ba, arac,a. passas novas, charutos
lino", queijos do reino, de pralo, do sertao, de coa-
llia, de mauleiga em grande porc.no de unta a l, li-
bra cada um. e inleiros a W0 rs. a libra e a rtUlbo
a 1 0 : um completo sortimento de sapalos pura bo-
mens e meninos, do Aracat) e da ierra, e umauuan-
! t lu?"0' C0.m f3r"',"l da l"ra. """'o ba, a
.5 e 45OOO r., ludo ornis se vender.' barato
pjra contentar os compradores.
- Vende-se carne do sertSo, nova, gorda
0 boa, por prego commo lo : na rua da Praia,
armazem n. 1, e na rua Direita, taberna
n 4.
Vendem-se barricas com sardinhas
mutlo boas, e preco commodo : na rua da
I Praia, armazem n. 18.
j Milita attencao, para txar
contas
Vende-se na nova loja da rua do Collegio
o. 9, inussulina branca muilo lina a 440 cada
covado, dila de cores a 320, chales finos de
merino com 2 palmas a 10;, ditos lisos a 65,
ditos ile cnally a lia, luvas de pellica linas
para homem e senhora a 1/500 cada par,
1 pecas de madapolao finas a 336OO, 45000 e
145300, chapeos de sol de bsleia a 2/400,
Fende-se >
Cortes de laa para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Venda de
pianos.
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, chegados ltimamente de Ham-
burgo, e com lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. 55, casa de J
Kelier & C.
Methodo facilimo.
Na liraria da praca da Independencia n.
6e8, ende-se o methodo facilimo-para
aprender ler,novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
santo Amaro, acham-se nara vender arados
ae ierro de um modello e construccSo muito
superiores. *^
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a prego razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amsro-
e lambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de roari-
nha, ba sempre.um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
soo s mais commodos.
Algodo nionstro.
Veude-se lgodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lencoes, pelo baratissirao preco de 600 rs a
vara : na loja da boa T, na rua do Queima-
do n. 22.
>1 insulinas brancas e-ele
cores.
Vende-se mussulina branca muito lina a
440 rs. o covado, dita de cores deexcellentes
padrOes a 320 o covado : na loja da boa f,
na rua do Queimado n. 22.
, SECRETARIAS.
As melhores que at hoje tem pparecldo
1?,V%?0':- *endem-* "o ecriptorit.
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recife
n 62,j>nmeiro andar.
[elogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa deSoutball Mellor A C rua
do Torres n. 38. '
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. i, escriptorio de
Xovaes caixas de urna e duas duzias de gnalas:
a' prec.0 commodo.
jLuvas de Jouvin.
Constantemente achsrSo na loja do Le-
conte, atorro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras uvas de Jouvin. de todas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda. 8
Moendas superiores
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de caima todas de ferro, de um modello t
construccSo muito superiores.
iechaiisio Mk um-
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENG
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, , RUA DO BRUM, PASSANDO O lIA-
FARIZ,
ha sempre oro grande sorimeDto dosseeninle oh
ber moendas e meias moendas, da mais moderna
conslraccito ; taii.sde ferro rndid e bM?dc, de
superior coahdade e de lodoso lamaho" odlt
dentada, para agua on auim.es, de toda. ., proor.
edes ; en vote bocas de ornalba e registros de tm
nnos de mandioca, etc. ele. -
NA MESMA FUNDICAO.
Hi?atCU""" 'da. encommendas corra soperio-
ridad. jaeonhaeida com a devida presea ecom-
modidadeem preco.
XAROPE
DO
BOSQUE
Fol transferido o deposito deste tarop parta bo
lica dejse da CruiS.nlos, naru. No?, n sr
garra a, 550U,. meiaf3000, sendo falsc.od.
aqaelle q > nsofor rendido nesle depositen o
quesetaz opresenlraviso.
PORTANTE PARA OPIBLICO
Ptra curade phlysicaem lodoiofsensdiflertn
lesgr.os, que rmoliTad. porconstip.t6es, r0.sc
Ihma.pleuriz.escarrode.angue, drdecos-
adose peilo,_ palp, lafo no eoracflo.eoqueloche
bronchile, dorna garganta, i ledas aimolestia
do. orgSor pulmonares.
8ellins e rele^ics.
SELLINS e RELOGIOS de plenle
Ingle : a venda no armio de
Kosiron Rooker & Compsahii, es-
qoina do largo do Corpo Siulo Da-
mero .48.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de -- aneiro.
- Vende-se a preco commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. *9.
***%* fttfo*Mft
hm 12 de julho prximo passado fugio
do engenho Bosque Alegre, provincia di
Alagoas, o escravo Germano, coro os sigues
seguintes : idade 25 a 28 annos, naci Ango-
la, alto, corpolento, cambado das pernas
tendo em urna dellas a cicatriz de urna gnn-
de fertda, barbado, cara comprida, e regris-
la : este escravo pertence ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Cam8ragibe, e suppoe-se ter fgido para
esta provincia de Pernambuco procura de
outro compaiiheiro do mesmo engenho, ha
pouco lempo vendido : roga-se, portanlo, s
autoridades policiaes, aos Srs capiUes de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-
prehenda, de o entregar na villa do Passoao
m-. Joaquim Marinho FslcSo, e em Pernam-
buco a Feltsberto Ignacio de Oliveira, praca
do t.orpo Santo n. 6, pois ser bem recom-
pensauo, e satisfeitas as despezas que com o
mesmo se fizerem.
PBRN. TYP. DB M. F. FAR1A 1837


MUTILADO

'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHP32LEIQ_585EAD INGEST_TIME 2013-04-26T21:25:16Z PACKAGE AA00011611_07807
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES