Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07806


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Full Text

ANNOXX XIII Di. 18o.
Por 5 mczes adiantados t\fOOO.
Por 5 mezes vencidos 4$500.
SEXTA FEII \\ DE MOSTO DE mi
Por anno adiantado lo.sOOO.
Porte fianco para o subscriptor.
K.NC.RRKGA.DOS DA BUB8CUFCA DO NORTE.
Pirihibi, o 8r. Joao Rodolpho Gomei : Natil, o 8t. Joiquim
rPtrain Jnior ; Areealv, o 8r. A- de Lemos Braga; Cca-
ra\ o Sr. J. Jos de Oliviira ; Martnhao, o 8r. Joaqun) Mar-
qnea Rodrigue*.; Pliubv o 8r. Jos* Joaqun, Aveimo ; Pa-
r, o 8r. Juilino J. Raroot 1 Amaionn, o 8r. Jiroojmoda
CoiM.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olmiltf : amln, M dia,,a* 9 e moja horas d<> din..
l-u-ii-n-u (iiianni l-arahiba: rus Kgllllll 8 leMt^-feirM.
s. Aula, iirirrri, Boniu, Cuwra', Aliini... Ganahaaa: n terca-frire.
S. UMWMieO. Pao il'Altio, NaxareUi, l.imoeiro, Brejo, Pt-aqueira, lngj'eia,
Flores, Vill.i-ll.il,.. Boa-Vala, Uuticury p Ex', n-i--|U.irlj.-li-iMi.
Uabo, tpojuc*.-M-'r.-ililiein, Hio Poriuosu, Una, Barreiro:., Agua-I'reta, Pi-
meutoiras fl Natal: quinlas-felra..
Tedas os correio. parten a. 10 hora* da manliSa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAESJDA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legundu a quintas.
Relacio : tereal feirai libados.
Fazenda : quarlai a sabbadoi n 10 borai.
Juio do commercio : tegundas ai 10 horas e quintal ao maio dii.
Juno da orphoa i segunda a quintal ai 10 horai.
Primalra rara do eirei segunda teiuiao meio dia.
Segunda rara do cival ; nartai a labbadoi ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
5 Lu cheia u 4 borai a9 minutos da tarde.
12 Quarlo miiiguanle as 3 horas e 22 minutos da tarde.
19 La nova ai 2 horai e 6 minutos da maoha.
27 Quino crcente aoi (5 minuto da tarda.
PREAMAR DE HOJE.
Primein ai 10 horai a 54 minutos da rombal.
Segunda aa 11 horas e 1S minuto! da tarde.
DIA8 DA SEMANA.
10 Segunda. 8. Lourenco diac. ; SAgalbonci v. m.
11 Terca. Ss. Tiburcio e Suzana mm. ; S. Digna.
12 Quarta. S. Clara v. f. ; Ss. Aniceto e Fonlino irs. mm.
13 Ouinta. S. Ss. Hypolito e Cauiano mm.
14 Sesta. S. Euiebio presb. ; Ss. Demerito e Mercurio.
15 Sabbado. >*, Assumpco de Nosss Senbora.
16 Domingo 11. S. Joaquim pai de Nossa Senbora.
PART OfWCIAL
RELATORIO
da repartir) dos negocios" estrangeiros,
apresentado a assemblca geral legislati-
va na primeira scssio da decima legisla-
tura.
(Conlinoa^tlo.)
Providencia e facloi qoe le leferem a lie as-
sutnplo.
O governo imperial, no leu empenho da repres-
to do trafico, nao le (em limitado a recommendar
a maior vigilancia as autoridades da corta a das pro-
vincial martimas do imperio, afim de prevenir
qualquer lanlaliva nal coila* do Braiil.
Esta providencia seria incompleta, le lia lempo
nao liveisem aquellas aatori.lades todas ai loforma-
niet pracisas para fratlrarera o planos Jos trincan-
tes.
O enverno imperial (em procurado obler essn in-
forruares por meio de seas agentes nos paitis em
que se pole recear a rcalo dos especulalores, e com
especialidade nos Estados-Unidos, Portugal, II'
patili.i e aoai poiiestOes, onde parece cario que os
conlrabandUtas eslabeleceram as principad bases de
oai operaroes.
il- governos daquelles Estados manifeslam sem-
pre as raedores disposir-es em coadjovar os nonos
agentes, I unan I > as respectivas autoridades de com-
mum aceordo com estes as providencias que caben)
em sua airada.
A boa iulelligencia e cooperario das legajes de
S. M." Brilannica, e d* algum dos seos agentes con-
sulares, tem lambern sido uin valioso especial
auxiliar*, para as precinto.!-s e diligencias a que te
deve o boto xito de nossos eforr i e sacrificios.
Varias noticias chegaram ulliraameuto ao conhe-
cimento do goveroo imperial como indicioade-re-
novarJo do trafico no imperio ; mil, oa ciie eflei-
lo das providencial cima alludidas, ou fosse por-
que, como creio, nJo livessem verdadeiro fundamen-
to, oenhuma nellai se realisoa.
Boatos nao verificidos de reapparccknenlo do trafico
no Brasil.
Uclpiaodo navio iiMiry E. Smilh revelou que
ruis duas emli ircaCaiei norteamericanas, uin lugre
a esenna Wilcol* da New-York, haviam entrado
em uin dos porlos da Costa d'Africa entre, o Cabo
l.npes e l.oango, para earregar Africanos com des-
tino ao Brasil.
A legac,o de S. M. Brilannica, induzida por in-
formaroes que recebera da Babia, annunciou qoe
erara quatro os navios que se esperavam, e que
constava ter om delles, o aM*rv Sluarlii, desembar-
cado 1,400 Africanos no rio Mucury.
O ministerio da juslira exped ordens terminan-
tes aos presidentes das provincias da Babia e Espi-
rita Sanio, para que" manda-setn averiguar eom o
roais severo escrpulo a noticia daqaelle desem-
barque.
Por oflicios daquelles don- delegados do governo
imperial e pelas averiguacioes Jas ulori Ja les de am
lias as provincias, assim como pilo que infirmou o
cummanJante do vapor de guerra a Pedro II, re-
canheceu-se ser a refeiida noticia inteirameata des-
tituida de fundamento.
Por nota da de raarc,o do anno prximo passado
coiunionicou a legaol > de S. M. brilannica que de
uin relarara do commandaule do vapor de guerra
ingles ca'TndeDt, que andar cruzan.io pela eo-la
da provincia do Espirito Sanio al ao sul da Biliia,
constava o apparecimenlo p.rto da Barra Secca, na
costa da primeira das referidas provincias, eiilre S.
Malbeus e o Ido Doce, de um lingos apparethado
para o trafico, cuj Iripilat-ao diz a-ate fra ler'
a Csravallas e alu declarara liavcr naufragado ua
costa vizinha.
Procedendo-se s maii minuciosas indaga^oai pe-
las autoridades da provincia da Biliii, o resultado
foi ser de todo infundada aquella noticia.
A legacSu imperial em l.i' >a participou em malo
do anno passado, que o brigue Africano, sabido
das aguas do Tejo em principios daquello mea, com
deslino a esle imperio e de*ignadainenle ao porto
da Babia, era altamente suspcilu Je empregtr-se em
speculac,oe* de trauco.
0< preii lentei das provincial de Pernambuco e
Babia, sendo prevenidos, dirigiram-se logo us su-
toriJadei locaes, ali u de que o suipeilo navio, no
caso de aportar a qaalquer ponto dessa parle do
litoral do imperio, fosse cuidadosamente exami-
nado.
() factos nao confirmaran) a saspeila.
Ilaveu 11 solicitado -lo Sr. ministro Ja juslira que
nsludaise averigu ir se liaba alguna fundamento a
noticia communicala pela leaacAo de S. M brilan
nica, de uro desembarque de 300 Africanos em Por
to Calvo, na provincia Jas Alagoai. o resultado do
rigoroso inquerito a que logo se proceden foi que
era falso aquelle boato.
Teodo cliega lo a este porto a e-ron i porlugueza
Emilia, e diipondo ie a sabir p r t Beimuela,
i;i-.i '/ i !:ai;"i > de S. M. Brilannica que fone o
patacho Roberto, que daixou o porto de S. Mar-
liniio em Poilogal lio d do, f lelemente snspe tu di se d-slin.ir ao trafico.
Em cousequencia dessas su-peMas solicitoo a dila
lega;3o, cin !'.< Je junho ulluno, que se procedease
ai neeessiriai investigbales sobre a ideuliJade desse
barco, que potera er lambem o que com o mesmo
Dome ja se ampregara^m transporlar Africanos e-
niaucipados da Baha para Lagos, aonde nao chega
liam, le nao fossem os auxilios prestados por om na-
vio hritannieo.
As autoridades polieiaes passar..m a fazer os pre-
cisos exames, e vieran) no conlitciinenlo de que a
escuna portugue2a "Emilia, nao era o patacho Ro-
berto, e que aquelle navio so emjiregava no eum-
nercio lcito entre Lisboa e as Ilhas, e do transporte
de colonas porluguezss para o Brasil.
A distinc^So doadous ineu-iina loi navios provou
ae depuis com loda a certeza, sondo que o patacho
..K iberio" foi apresado nos marea de Angola pelo
rrueeiro porluguez.
Por Amedeo Acharo.
I-UI1II lltV l'VIt I 1
II
En a primeira vez que Jorge va mi lmala Bo-
l, o agora qoe I linba contemplado, coinprebenlia
o senlimenlo extraordinario de Canad. Nao poda-
te dizer q ) ella duba estatura de deosa, cabellos de
Cyuri', e todas a* perr>-ic,oesqoe os poetas nonceJem
i loasdivindadev. Era bella Era unios i 1 Hin-
guem o sabia. Sadozia a lodos por urna graea sin-
gular que linha e que o envolva braii.lameule como
o calor penetrante de un figao, onde brilha um fu-
go claro. Esa gra<;a nao pruvinha nem da pureza
de toas Mcajei, que naierim cxlremamenle regu-
lares, liem Ja grandeza e do brillio .le seus olhos, os
quaes qualquer poda ver lem lia-ar deslumhrado :
provinba da harmona, esso dom lia raro e lo pre-
cioao. Era imposaivel desojar qoe livesse nariz mais
delicado nun bocea menor ; ca la una de auai fei(es
pareca ser justamente o que devia e ter lido feita
expressamenle para ella ; o som di voz corresponda
a eipresaao do olhar, o sorrisoera o que devia-se ei-
perar de seus labios, e quem a .leixava nao penava
que ella podesse ser inelhur ou ulill'creiile do que a
vira.
Nu dia seganta ao deaae primeira encontr, Jorge
nao teria poli Jo d>zer se madama Koaa era morena
ou laura ; pirecia-llie, recorJaoJo-se hem, que li-
oha cabellos caslanho claro, e olhos azul-escuro,
inaa MO Mlata cerlo, soiueiite lembrava-se de qoe
linlia grande apparenca da muciJaJa com um ar re-
flecltdo que augnenlava-lln a grar;a da phisouomia.
Qaaodo fallava a qoalqiifr pcaioa encarava-a frau--
camsnle, e um I n lo aorriio alegrava-lne o cauto ala
bocea, a qual pareca leili para a verjade ; era na-
turalmente alegre e viva, e rom lulo una veo
de melancola Mbria-lhc a fronte, e seu olhar era s
vezes triste como o de urna rula feri I... Era menos
ura clara i Jo que um relmpago fugitiva ; porem
haslava para fazer comprehender que majama Rosa
padecer, assim como as pequeas golas de agua sus-
pensas s ptalas Je um lirio inJicam qoe choveu.
Mr. de Franealin pedir a ma taina Roa a per-
inisafin Je tornar a ve-la, ainda que fosse smente
para agradecer-lho a hospe.lagem, e ella a conce lera
sem hella*a. O mancebo vollou pois a llerhlay
logo no dia seguinle ; roas uesse da muJama Rosa
aahira a paiseio.
Ella sahe muilai vem quanJo o lempo esla
claro, Jisse a criaJa grave ; se V. S. quer v-la, ve-
nda Ai II horas ou ao meio da.
Quando desoa a laleira de Btrblay, Mr. de l'ran-
Dislioanio-se a dita escuna a continuar no trans-
porte de colonos, linda a seo bordo alguin dos sig-
na es declarados no arl. 32 do reglamelo de 11 de
oolubro de 1850, e por esla circamstancia foi-lhe
impedida a sahida al que prestaste justificado e
dsse garantiai sobre o seo legitimo deslino.
As garanta! que ja havia prestado na Ilha do
Fayal nao a podiaro isentar, como prelenderam o
ioleressados, das coodic;ei que exigcm as leis do im-
perio.
Em fin do mez de junho chegaram a esta corte
noticias de oolros supposlos desembarques. Preso-
mio-se, por indicios meramente apparenles, que li-
nha ido u costa da provincia Jo Marauliai um navio
com Africanos, e que coiueguia desembarca-los en-
tre os rio luri Au' e Guropi.
Fallou-se lambem de um desembarque na pro-
vincia da Babia, pela altura do Rio de Conlas.
Nenhuma deesas noticias era verdica, como veris
explicado em communicacOes trocadas entre esle mi-
nisterio e a legarjao de S. M. Brilannica em 30 de
julho ultimo.
Em I de oolubro referi a mesma legirao ter-
se recebido ioformi(Sei que faziam crer no laclo de
um desembarque em Assu', ou toas vizinbaiifis, na
pravincia da Babia.
O cmi-iil brilannico oaquilla provincia chamou
igualmenle a aliene.io do presdeme para a mesma
noticia, qoe Ihe havia sido dada pelo commandanle
do hrigoe de guerra inglez Spy.
As anlun larles brasileiras expediram logo as con-
venientes ordens, afim Je que venlicada a exactldao
de semelhanle boato, ic procedesse com loda a sive-
ridade contra os criminosos.
Kesullou das diligencias ser a noticia falsa c sem
o menor fundamento.
Asim o cerlilcaram as ioforma<;oes receidas das
autoridades locaes do Aisti', Torre e branles, do
commandanle do dale de guerra brasileiro uMonl-
lerrale.
Na mesma data, -21 de outobro, doove denuncia de
que om ou mais navios oegriiroa cdeg.riam pelo
mez da dezembro a algara logar da coila das pro-
vincial de S. Paulo e Paran, entre L'hatuba e l'.i -
ranagu.
Tomaram-se as conveoienle precauroes, e afinal
nada ie obleve sean a certeza de que se nao verifi-
caran) taes tentativas em noiso litoral.
Ka posso deixar de repetir-vos mais urna vez qoe
o lelo e a dedicar i de notaos cruzadores e autorida-
des locaes sao superiores la fadigas que causara Un-
tas, lo varias e successivas denuncia-.
A exigencia da franca de que trata o arl. 1 Jo de-
creto n. TUS de l Je ootubro de IK'iO nao pode
ter delegada a autoridades eslrangeiras.
A Irgarai) de.S. M. Calholica nesla corle eipedio
urna circular aos vice-cousules de sua najao nos por-
los do imperio aulori.ando-os, por ordem do seo go-
verno, a tomaren) a liaiira que Jevem prestar os ca-
plaes ou consignatarios dos navios heapanhuei qoe
te detlinem Cosa d'frica, e lenham a scu bordo
cerlos tiguaes e objectos proprios pora o trafico de
escravos.
Os signacs e objectos designados no art. 10 do Ira-
ladao aiigln-bispano de 28 de lunho de 183i, relativo
a abflicao dolral-o do escravos, sao os meamos que
o decreto imperial de I i de oolubro, irl. 32, consi-
dera com presumpr-ao legal de empregar-se um na-
vio no dito trafico illicilo.
To.las as embarcacoes eslrangeiras que em taes
circumatancias deapacharem no iiuperio para a Cos-
a d'Africa Jevcm prestar fianra perjnlc as autori-
dades braileiras, segunjo o prescreve o arl. 33 di
niesmo decreto.
Assim qoe, lenJo dalo aquea legar'! conheci-
mento ao governo imperial das orJeu's que Irans-
millira aos agentes coniulares hespanhoes, foi-lli-
respondido por calo iniiislerai, que nao pa liam s-r
salisfeilos os desejas do governo ale S. M. Calholica,
no qua loca a auloriiladei brasileiras, ien4hj pres-
tando fcataa uan cerlitao de haver sido preenebida
aquella fnriuahdade, para o que os capiles deve-
r.am dingir-Se s mesas dos consulados, que leu)
a sen cargo os despachos de exporlacao e reexpor-
lac-ao.
Applirarao di le Je 7 de novembro de 1831, ni
parle em que prohibe a entrada de pretoa Africa-
nos no imperio, ou de qualquer liberto que nao
seja brasileiro.
O governo imperial receben denuncia, por inler-
medio de um de seu* agentes consolare-, de aiue al-
guns eaperoladoret lndam concebido o plano Je ef-
feoauar a exportarlo 'e escravos pira o Brasil, re-
mellendo-os em pequeos lotes com inarinheirns
dos navios que se empregam no commercio licito
da Costa d'Africa.
Coincidi com esla noiiela a chegada a lialna do
hrigiie inercaola francez Jiune Eliaai, com quatro
Africano! bocees a bordo.
Allegavam o eapil.lo e consignatarios, que aquellas
Africanos faziam parla da equlpagem, e que f ram
conlraladospara snpprir a falla dealguns marinbei-
ros que falleceram na Costa J'Africa, donde proce-
da o navio.
A anlun lado policial da Babia nao dovidou da
veracidade Ja allegar^p, logo Jepois conlirmaJa pe-
lo consulado e pela legaju de f rauca. Mal enlen-
deo que a le de 7 de novembro de 83I Ihe pres-
crevia algoroa i rcr uh.m netses caioi, e conseqoen-
lemente exigi do capliao que se obrigatse por
termo.
! A nao desembarcar o Africinos, sob pena de
serem esles presos, depositados e sa'i entreguen no ac-
to da sabida do oavio.
2" A communicar a unirlo de qualquer d-lles,
para se verificar a sua ideiilidade, sob pena de jul-
rai-se o que fallasse reduzido escravijao, e de
ser alie capiiao proce 3- A apresentar Jeulro de om anm> doruniptilo
do cnsul inglez em Lagos ou Ajada, para omle se
diriga o navio, da lerem all chega ln oa.....-in
Africanos, sob pena de urna malta de Jez conloa do
ris, pela qual se responsabilisoo a casa de (iev Oe-
costerd \- Freres da Babia.
Esle fado deu lugar correspondencia, que en-
contrareis no annexo II sob os ns. 33 e .'ti, entre es-
E.NCARREGADOS DA SCBSCIUCA NO SUL
Alagoai, oSr. Claudino Faleao Diai; Babia, o Sr. D. Duais
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Ferrara JUartini.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do DIARIO Maooel Figuelroa da Faria na la
lia rana, praca da Independencia n. 6 e 8.
te ministerio e a legarlo de M. o Imperador doi
Franeezei.
O governo imperial, a pozar do iea deiejo de pres-
tar loda a facilidade possivel s relaees commer-
ciaes, entendeu que Ihe corra o dever de approvar
as disposi;es tomabas peln auloridadei da Babia,
das quaes nao lo itenlos os navios brasileiros, e
cojas necetsidade nao he conlestavel em relar.lo aos
abusos qoe se lem em villa prevenir.
He livre em eonformidade da meatna lei o eteravo
que com o coosenlimenlo de teu senhor falle do
Imperio a elle regressa.
Constou ao governo imperial que casoi. ainda qoe
poucos, se lem dado de serem alguns prelos conser-
vados na rundira de escravos. depois de lerem esta-
do fra do imperio, comoconseniimcnlo ou em eom-
panhia de seus seuhore, ou por alguraa oulra rulo
que uin a fuga. Para prevenir Je una vez laes a-
busos, foi declarado ero resolur.ao imperial, lomada
sobre consulla do conselho de eslado de 10 de maio
do auno prximo passado, que pala lei de 7 de no-
vembro de 1831, os escravos asiim reimporladoi s8o
Ii -res, com exceprao dos mal neniados em navios per-
tencenle a pala onde a esrravidao he permittida.
O goveroo imperial dse ja que ceste lambem esta
exceprae, pelo qoe loca aos navios brasileiros, e ues-
te seolido tem providenciado.
O emprego de escravos a bordo dos navios mer-
eaolet, alm de prejudicial, como dase um de meus
antecessores, ao desenvolvimento da marinba nacio-
nal, pude dar lugar a incidentes desagradaveis, quan-
do o navio que ti ver taes ra arinheiros fr a porto
e Irangeiro aonde a escravido eileja abolida, e le a-
ede estahelecido o principio deque o escravo que nel-
le loca fica ipso Tacto em condicjlo livre.
Sao doje bem poucos os paizet oode nao vigora ero
sua maior exlensao ett principio.
O governo de S. M. Fidelsima expedio receule-
menie um decreto com a dala de 18 de agosto pr-
ximo passado, declarando livres lauto os escravos em-
barcaJos em navios porloguezes, como os qoe per-
lengam a navios ealrangeiros que eulrarem nos por-
to continuo de aervic.0 domestico Iranspuzerem a di-
la lioba para o Eslado Oriental.
Qae o escravo que se queira prevalecer dassa cir-
cumstancia oecasional, em vez de ter considerado
liberto, ser lido como fgido.
Que, em regra geral, sai qaando alaura escravo for
obngado por leu senhor a prestar servido no Estado
vizinho, he qoe podar ser repelado liberlo, nao Ihe
aproveitaodo nunca o ficto de all se adiar momen-
tneamente contra a vontade de seu senhur, pois
neilcscasos excepcionaes nao se pode applicar o prin-
cipio de que a lber Jado do solo liberta o escravo que
o toca.
2.- Qua do mesmo modo n3o se devem reputar
libertos os escravos de que 'trata o segundo quesilo,
porque nessa hypolhese a eonliiioidade da proprieda-
de lerrilorial importa a conlinuidade de sua jurisdic-
r.ln domestica.
3." Finalmeute, que devem ser considerados liber-
tos os escravos que, estando como cudala.lo ou em
servido aulonsado por seos seuhores no lerrilorio vi-
zinho, vallaren) a provincia ; porquauto, pelo priu-
cipio geral cima exposlo, e fado de permanecer ou
ter permanecido por consenlimenlo de seu senhor,
em um paiz onde esl abolida a escravido, d im-
medialamenle ao escravo a condirao de liberlo.
O governo imperial approvou a decitao do presi-
dente da provincia, que he conforme as leis do im-
perio e ao (ralado de extradic.i,, de 12 de ouluhro Je
1851. Nesse sentido se tem recommendado as au-
toridades locaes a maior vigilancia, afim Je evitar
nao tai os abusos da parte dos proprielarios, que por
ventara se olvidem Jas dispoair-Oes legaes, como lam-
dem 09 injusloi vexames que podem Jar-se por casos
inleiramenle innocenles, e que nao de licito prohi-
bir alenlas as circunstancias da fronte ra dos dous
paizes.
Kelarr.es do Brasil com a repblica do Pa-
raguay.
Submetlo vossa considerado, com o prsenle
relalorio, os prolocolloi Jai conferencias que prece-
dern)
potenciarlo paraguayo, a repblica sustentara qoe a
divisa dos dous paizes nao pode ser oulra tenao do
lado Jo rio Paran, o rio Iviuheima, e do lado do
rio Paraguay, o rio Branco, que corre ao Norte do
Apa, un lo estes dous ros pelas snzrai de Maraea-
ju" ou Am.imbay, desde as suascabeceiras, quedel-
laa nnscem.
No entretanto he cerlo, e o proprio representante
O adiamento como foi ajustado era o nico razoa-
vel. O mais devia ficar a' prudencia e amizade das
duas parles contratantes.
Do mesmo modo procedern) ellas quando adopta-
ran) ama igual deliberar > no arl. 15 do tratado de
23 de dezembro de 1850. Enlio os dous governos
eslavam lambem dissidinles quanlo B fronleira do
Apa, porque j nesse lempo o goveino da repblica
da repblica o declarou na segunda conferencia, que linda concedido a i Ja de'neulrallsar o territorio qoe
a repblica nao poisue actualmente nem ama povoa- se esleude daquelle no at a sanga denominada Bio
_ a celebrarn dos josles de (i de abril do
los do continente e itlias a Ijacentes, ou nos do esla- auno passado, com a repblica do Paraguay,
do da India e cidade de Merlo. Vereii dos referidos documentos, que foi
Oeu lugar aquello decreto do governo de S. M. '"
lidelissima o fado da faga de um escravo perleneen-
le a um navio brasileiro, surto as aguas da cidade
do Porlo, eenja entrega foi reclamada pelos agentes
bratileiros. A noss3 reclamarao torlio o desejado
elfeito, mas como excepta fundada no desuso ou
obscoridade da legislado vigente, que por aquelle
modo foi declarada e mandada vigorar dos casos
futuros.
Protidencias lomadas para garantir odireito de pro-
priedaJe dos subJilos brasileiros quanlo a seus es-
cravos.
Alguns lobditoi brasileiros queixaram-ie a polica
da corle de que oa escravos seus linham tido alucia-
dos e sabido clamlesiinamenle ileste porlo a bordo de
navios mercantes. Esla queixa appareceo por occa-
siSo de se acharen) dous escravos asylados a bordo
da barca ingle/a -Danube. surta n.ite porto. Al-
legava-se que Ires oulios fogiram do mesmo modo,
dous para o Cabo da Boa Esperanra, em navio des-
conbectdo JeiiomiJo nAgalha, segundo inforinac/ics
posleriores.i e o lerceiro para Jamaica a bordo de
um brigoe inglez.
Pde-ie conjeclurar que esaas allicia(es fossem
felas por Africanos emancipados, na occasio de sa-
hirem do imperio para a Cosa d'Africa ou oolros lu-
garei.
O governo imperial, qoe loma lauto a peilo a re-
presso do trafico, e nao cessa de recomtnendar as
suas auloi id.nl -s loda a proterro leg il aos Africanos
livret, nao poda ver com in liflerena-a a denuncia de
uin aboto, seno lao repetido como se dizia, pelo me-
noi faclivel, e cujas conseq.inicias erain de um al-
cance grave, nao sai pira a fortuna particular, mal
lambem para a orJctn publica.
I'il.i ministerio da juslia;a (omaram-se logo as me-
dulas propriai para piavenir e reprimir seinelhaote
abuio.
Os agenle cncarregados da visita Ja polica nos
parios do imperio lem etle objecto na maior vigilan-
cia : e qoan lo verifiquen! que algnm navio nacional
ou eslrangetro leva clatidesliiiamenle a seu bordoes-
cravos pertenceule a subJilos brasileiros, ou a quaes-
qoer resiJenles e-lrangetros, devem impedir a sabida
e dar parle, pera se proredr conforme a lei contra o
capitn, n quem fiir o verJadeiro deliuquenle.
Por ocrasiSo do caso occmri lo a bordo da baica
li mulle, solicilou-se a amigavel inlervenr-ao da
legarlo de S. M. Brilannica, que aasegurou u con-
curso qoe della esperava o governo imperial, posto
que a mesma lega;ao parecesae infundada a alluso
feila pelos queixosos aos novios inglezet, e a proposi
(o dessa especie recordasse at observarOes que tem
feito ao governo imperial relativamente a emancipa-
cao dos Africanos appreheodidos em ahilrenles po-
cas.
O gove'iio de S. M. Fidelissima aasegurou lam-
bem por sua |>arle a pr.venrao de casos anlogos a
bordo de navios portuguezes.
Providencias relativas aos escravot que pastara da
provincia de S. Pedro do Rio tirande do Sul para
o Eslado Oriental Jo rruguay.
O presidente Ja provincia de S. Pedio do Bio
Grande do Sol, foi consultado pelo subdelegado de
Sanl'.inna do Livramenlo sobre as seguiules duvi-
das.
Devem ou Ble ser considerados libertos :
1.- Os escravos que, por qualquer circumslanria
fortuita, liaii-i ii/eicin a linba divisoria, como, por
exemplo, etn guunenlo de lgum animal que, dis-
parando, passe para aquelle Eslado'.'
2." Os escravos de proprielarios, cujas fazendas es-
l.lo parle no territorio do Brasil, e parte no dn refe-
rido Estado f
3." Os escravos que, achando-se contratados no
i. -ni i Estado, voilem oa paseem para a provin-
cia ?
A dedeSo da pcesitenria foi esla :
Que, .--iin lo a povoarao de Sanl'Anoa do l.i-
vrameulo a distancia Ja urna quaJra, pouco mais ou
menos, Ja linha divisoria, que ha limilaJa por nina
estrada de carretas, nao podem, na hypilhese ligo-
rada, ser considerados livres os escravos que em ac-
Vlde Diario n. 1b2.
calin avi-tou Canad, o qual apanhava rea no rio.
m Ires remadas cliegou junto delle.
Se V. S. me livesse chamado quando p i-uu
com a Tartaruga, eu Ihe teria evitado o trabalho
de lubir al alli, disse-lhe Canad.
Ento Vmc. sabia que madama Rosa nao esla- '
va em casa "
S^m duviJa, vislo que a conduzi a fazenda do
ootro lado do rio...
E quem a recondozir ?
Eu mesmo Por ventura nao leudo dous bra-
cos e um balel '.' SI i devo ganhar miuha pobre
villa ?
Jorge acendeu um charuto no cachimbo de Ca-
uada.
Diga, meu velho, se voss Jeixatse esse traba-
lho 1 Tenho aqu miuha rede, e apanliariainoi com
que fazer uina fritada remananlo o rio.
O pescador olbou sorraleirameiilr para Jorge, e sa-
cudi com ar asilo as cinzas do cachimbo.
Is-o quer dizer aue V. S. deseja fatlar-rae de
ma 11 11 Ro.a... Disse com sigo : Nao condeno a rosa
Je ll-rhl.iv : l'. ni ida conhece-a : f aramos u velho
fallar.
Jorge torrio.
Poii bem, deixe-ma amarrar o barco a alguna
p de salgoeiro, e passarei pira bordo de Tarlaruga.o
Reconduziremos jonlo* mailama Roa... Todava,
marmurou elleeiprovimaoJo-te da praia, essa con-
versarlo me far.i perder o alia... Eslaareia que npa-
nho aeda-se misturada com ferro, e da prove!i em
lira la.
Por ventura nao de tbido que lodo o Irabalho
merece salario ? Venba tempre, dsse Jorge.
Amarrada a barca, Jorge loniou oa remos, Canad
a rede, e remonlaram o Sena na Jiiecra.. Je Saint-
Germain.
Que desaja V. S. saber .' lornou o pescador.
Lu pouro de ludo.
Quer que eu Ihe diga o meu pensamanlo '.'
s. S. paicceme que esl enamorado de madama
Rosa.
Jorge ergueu os hombros.
Oh nao lome esaear desdenlioso : \ S. o lem
-iJo Je pewoas que na, o vallara... Nioguem vera
encerrar-se como uro orto em Maiteni dorante o in-
vern tem que nisso Influa urna tnulber.
Jorge corcu.
Bem scu semblante rtspon leu-me... Ah! a
follus verdes luhsliluem as secca, c madama Rosa o
curar ; ma, por Dos se eu julgasie que Ihe li- |
rana de aconlecer aluurna desgrara por tua rausa, I
virar a o batel, e o lanraria no fundo do rio lo cer- |
lamente como aqu esl Tambor.
Ohrigado Jisse Jorge*
Oh) he urna maneira de fallar. De mais V.'
S. be I. un e nao lite quero mal ; pelo contrario. He
'rnenle para fozer-llie ver quaolo estimo madama
Rosa.
Dito islo Canad piz o p sobre a proa da o Tarla-
ru-i levautoo ligeiramenle a rede, e laucou-a na
agua.
Dewi ilizer-lho, roiil.nuoii tirando ot pexinhos
que apandara, que madama Bo>a man cm ller-
foram al-
lendidas no tratado Je amizade, navegado e com-
mercio, as justas reclamara-' do Brasil acerca do li-
vre transito dot navios e subJilos brasileiros petos
rloi Paraguay e Paran, segundo se arbava estipu-
lado no arl. 3 do tratado de 25 de dezembro Je 1850;
e assenladas e desenvolvidas as bases que Jeviam re-
gular a nnvegaro e commercio enlre os Joas pai-
zet, em conformla le do arl. 15 do raesrao tratado
de 1850.
Quesiao de limites.
Sent o governo imperial que o ajuste de limites
nao foise definitivo,e o re-ul(aJ i lgico e irrecusavel
Ja discussao qoe o precedeu.
Nao dependen, porem, esle justo accorJo de algu-
nui coneessSo razoavel e possivel que de nossa parle
se rectisi-se.
' Al onde a moderado, a tquidade, lodas as con-
sidera(5es qoe not deve merecer a repblica per-
mlliam chegar, cliegou o plonipolenciario brasileiro
para decidir de urna vez assas seculares e 13o desa-
gradaveis qoesloes.
O governo imperial offereceu a mesma proposla
que iniciara em 1853, e reiterara em 185i e
1855.
Demoiistmu al evidencia que esa proposla era
a maior concesso que poda fazer repblica, a
prova nuilastignalada dos desejos que lem con-tan-
lemenle maufesiado de eslabelecer sobre bases so-
lidas, e de ura modo justo e honroso, as relar,oes Je
amizade, e a reciprocidade dos inleresse Jos dous
paizes.
Na proposla a qoe alludo, a linha divisoria dos ter-
ritorios do imperio e da repblica lie assim des-
cripta .*
O lerrilorio do imperio do ltrail divide-se Jo
da repblica do Paraguay pelo nu Paran deslc on-
de comedn as posssses Jo Brasil, e por elle ci-
ma li i foz do I guatean, tegatado por este rio
cima e pelo seu nallio principal (dexanlo ao norle
o sen confluente Escupir aleas suas mais alias ver-
teutes, e Jahi pela linha mais curta a procurar all.
ila ierra Maracaju', que divide asignas do Paran
das do Paraguay ;
Segu pelos cuines da dila trra, sendo ns ver-
lentes de lette do Brasil, c as de oeste do Paraguay,
al chegar as prirneiras veilenlet do Apa ; desee por
este rio al ..' ua confluencia com o Peragnav, des-
de ooJe a mareera esqoerda ou oriental perletiee ao
Brasil, e a dtreila ou occidental a' repub'.ica do Pa-
raguay ;
a a confluencia do Apa tegue pilo Paragnay
cima al a' ISahia Negra, onde ai possesses do Bra-
sil occopam ambas as margena do Paraguay.
O reeonhecimenlo de-la fronleira lumla-se nos
misinos principios adopta los pelo governo imperial
para o ajusle de limites com as oulris repblica* vi-
ziuhaa; I.- o uli postilis ; 2." as estipulaces
celebradas enlre as coroas de Portugal e Hespanba,
nos pontos em que ellas nao contraran) os fados de
posseisao, e esclarecen) as duvidas resull mies de
filia de n.'.ciiparau etiecliva.
O governo paraguayo almillio a primeira dase,
mas recusou a segunda, que de auxiliar indispen-
savel para descrimioaro dominio originario, e trarar
a raia divisoria de um e outro Eslado nos lugares
despovoados, e sem marcas de possessSo.
A cadocidade dos anligoa tratados era o argilmen
lo da recusa do governo da repblica. Hemm-tr u-
se, mas em vao, que a invalidada Jessas eslipulac,Ciei
nao annollava o Jireilo anterior, de que ellas i|e
Jocumenfes distoricos inlernacionaes Je Te iodubila-
vel, aiiii i prova rrefragavel e evidente ua quesn Jo
imperio com a repudlica.
A dissidencia enlre os dos governoi versava so-
bre a fronleira comprehen iida entre a margen) di-
reila Jo Paran e a esqoerJa Jo P.iraguav.
No intuito Je Jecidi-la, propoz o governo Ja rc-
pohlica, por meio Jo seu plenipotenciario, romo
condirao indispensavel, que se nomeassem commis-
sariii para examinar os terreos contestados, e veri-
ficar as posees ou monumentos de posse das duas na-
coes.
Emqoanto esse examc se ole fizer, dizia o pleni-
{So, eslbelecimenlo ou monumento de posie alcm
do igualemv. e ai" r, do Apa.
O qoe o governo paraguayo allega va para preten-
der a divisa do Ivinheima eram as postes que ahi
liveram os Hespanhoes ; e para provar o seu direilo
ao lerrilorio enlre o Apa e o chamado rio llranco
era n estabelecimenln do forte Olvmpo, onir'ora
Boorbon, que fica fronleiro, sobre a "margem direila
do Paraguay.
Fez-te ver por parle do governo imperial, qoe nao
era razoavel o adiamenlo proposlo.iafim de que com-
mi-i.irins tosaem percorrer o terreno e verificar ai
poises de om e oulro Eslado.
Que a quesl.lo eslava resolvida a i priori urna
vez qoe o proprio governo paraguayo derlarava
que, alera do Igualemv, e alm do Apa, nada pos-
tula.
Que o exame dos terrinos sobre as linha! conles-
Indas nada daria em resultarlo, porque corren) rtlas
por pontos desertes, despovoadot, sem vestigios -de
orriipajao.
Que o direila primitivo dos dous paizes decilia
perempinriaroenle a ques'ao em Tavor do impe-
rio, visto que a repblica nao podia herdar de sua
melrooole um direilo mais extenso do que o
deela.
Que, alm do lerrilorio que perlencia Hespa-
nba, nao podia pretender senil., o que effeoivamen-
(ehouvesse tmalo ao dominio porloguez, boje bra-
sileiro.
Que o Brasil eslava no mesmo caso relativamente
ao lerrilorio que nesla parte Ja America pertenceu
ro-.'ia de Poitugal.
Que as oci-upacoes hespanliolas, a que quiz loccor-
rer-se o plenipotenciario paraguayo, relalivameule a
linha do Ivinheima, liveram lugar durante a nniao
de Portugal a Hespanba, e Jesappareceram logo que
se separaram as Juas coroas ; erara fados nimio in-
teriores aos tralaJos de 1750 e 1777, que recoobece-
ram e assignalaram o uli possidelislas doas me-
Iropoles nessa parle de suai possesses limilro-
fibes.
Que, quanJo se conslruio o forle Roorbon, ou
O y rapo, sobre a margena direila do rio Paraguay,
ja u Hespanhoes e Porloguezes se echavam ha mullo
oatabalecidM em urna e oulra margem daquelle rio,
j linham sido celebrados os li al.nl de 13 de Janei-
ro de 1750 e do I. de ouluhro de ITT", que re-
reronheceram o meio dese rio por Ironloira das pos-
leitSee de Hespanba e Faringal. Que, porlanlo,
aquelle eslabelecimeiito n3o podia conferir direilos
obre a margem npposla.
Que a repblica nenhuma posse ou dominio tem
no territorio que pretenda ou contesta ao Brasil, pro-
vam-no as propo-t, feilas pela mesma repblica em
18H, 1817, 1832 e 1853, as declarac/ies do seu ple-
nipotenciario na segunda conferencia, e os poucos
fados sem importancia e eventuaes que foram iuvo-
I calos a titulo de potse eflecliva.
1) governo imperial, nao se aproveilando da pro-
posla que Ihe offerei-eii a repblica em 1811, pelo
qual se reconliecia a divisa de 1777 ; nao aceitando
a cessa.) do territorio do Aguapehy, que se Ihe quiz
fazer em 187. e oirereeeiidu hjc a repblica, como
ofierecia em 1853, una linha divisoria que cobre to-
das as suas possesse! e estabelecimenlos, rilis van-
laioia do que aquellas que a mesma repblica pro-
pzen I87, e 1853. exceptenlo a idi do terri-
torio neutral ; eniendeti que era ludo quanlo poda
fazer para oliter ilj r-pub ica o reeonhecimenlo Ja
ui-i luraro e beuevolonria com que se pre-lava so-
Inroda invcleradyi queslau dj limites enlre os dous
Estadoa.
."'o sendo possivel a-hegar a um aceordo delinilivo
couveio-te em adiar o ajusle de limites, obrigando-
se os doos governos a nomear, logo que as circums-
laiicias o permutan),e deutro do prazo de seis annos,
us seus plenipotenciarios para ser J nuvo examina-
da a quesiao, retolvida definilivainenle.
(No entretanto obrigaram te oulro slm ambas as
parles a respeilar e fazer reipeilar reciprocamente
o seu uli possidelis actual.
A troca das tatili-ae/.es desles ajustes leve lugar
; na Assumpc,ao aos ludias de jando Ju auno prximo
pastada). Commuoicado esle acto ao governo impe-
rial, observou o governo da repudlica que o arl. 2.
da convenr.lo de limites n3o era batanle explcito,
e prefeiivel fora a adopro do arl. 22 do projrdo
presentado pelo plenipotenciario paraguay.
O artigo a que se refere a nota do governo di re-
publica eitipulava que, einquanlo pendesss a ques-
1.I3 de limites, ueiihom dos dous governos podeiia
fuoJar eslabelecimeulo algum no lerrilorio contesta-
do, nem consentir que seussub titos ahi prali...i-sern
aclos que imporlassein eslabeleciiiienlo, oceupac)
ou posse.
Esle artigo nao foi aceito pelas razes que se
lera no prulocollo da selima conferencia. Taes is-
pecificaces nao nnporl.iv.im om limpies adiamen-
to da .uniendo, renuvavam a iliscusso que te qaeria
determinar.
O governo da repblica negava que hoovetse pos-
e ou dominio ellerlivoon le o governo imperial al-
legava ler e exercer ha muilo lempo.
Como, poia, admillir a piadnb r.io Ua vaga e am-
pia que proponha o governo da lepublica, enlrelau-
lo, que elle lio applicava a si o mesmo principio so-
bre os terrenos de queseapossou em pocas recentes,
ja depoil da indepeodencta do imperio '.'
hlay, ha um anno ou quinte mezes. Chegou ah no
lempo em que fuzdava-ie tnuila g-nle na- ruaa de
Paila, e Irouxe em sus compatiba aquella malher
q ib V. S. vio em casa della. Pensei a principie que
era urna senhora la da capnal que tema ai ravolu-
oes, e dizia a mira mesmo : Cortamente o marida
ha de vir, e elle* eperaru que se resladelecesse a
paz. Mas o marido nao veio.
Ah exclamou 'orge.
Nao ha razao para dizer ah '. lornou o paseador
meneando a oabec.a. Madama Rosa he orna tenhora
etcellenle, e ninguem Jit mal della. Se V. S. qui-
zer catar-ie, detejo Ihe urna etposa lemelhanle a el-
la... Oh reme com mais forra, aqu tmente ha
miuralli.... Approxime-ie da margem... Tenho idea
de que acharemos peacas desse lado.
Beui eis-ahi madama Rosa em llerbliv.
Mas espere nao vamos lao rpidamente... El-
la alojou-te na hospedara, e procurou ama casa pa-
ra alugar. IIavia justamente urna no alto da laleira
com om pequeo jardim. O proprielaru linha mor-
n lo e a viuva cedeu-a logo a madama Rosa. Ora,
que pensa V. S. que ella fez ? Dirigio-te ao senhor
cura, mllenlo Ide na mo um rolo de peras de
cem toldos disse-lhe : Senhor, eis o qoe resta-me
do dinheiro que eo linha destinado ao aluguel da ca-
sa. Convm que ns pobres lirem prnveito do qut eu
ganlio. Erarn Irezentos francos... Treztnlos frneos
em om lempa em que os escudos eram lio raros qoe
lornavam-secomo olijeclos de eoriosidade E reliran-
do-se arrescenion : Oiga Ihes que orem por mim.
Isso era muilo. Como te madama Risa precisa.se de
erafSM de atunera !
Jorge coniemplou por om momento a Canad.
Esse ralor e ea
que linha os cotumes de um cigano de rio causa-
vam-lhe graude admirarao ; mas o pesrador em p
na proa Jo batel nao reparava uisso, e observava a
superficie da agua, sobre a qual vinliam rehenlar
pequenos glbulos.
Aflltino-llie qoe por aqui ha barbos !... Silencio
agora raurmurou elle.
LiDcoa n' 'giia um ponha 'o preparou silenciosainenle a redf. Quando julgou o
momento convenanle arremeroo-a, e descubri pelo
primeiro esforro que fez para colde-la dous ou Ires
peixes que lulavam as malliat.
Ser3o bolloi .' Jisse elle.
Eniai Vmc. ama-a muilo .' Ji>se Jorge aju-
I i'i i i Canad a retirar J'agoa a rede.
Madama llosa '.' Fora preciso ler rora^aode pedra
para nao ama-la I Nao se lemhraram de arrutar me
por qnalro coellin queeu linha apanhado nos boi-
rjoea do governo'.' liiziam lamliem que eu nao pesca-
va ronforme o regula-i enl.i. E que leis haviara ues-
te lempo '.' Mala le deltas eslavam abolidas, e o reto
n.l i v lianala. E as autoridades de enlao linham
enmallado os regulamenlos para entrar nasTullieria:'
Obslinei-me.lincei o popel sellado na Cara dos tolda-
dos, e depoli conlinoei iniuhas petcanas. Tudo isio
condozii-roe a prao. Nao haviam trinla sidos em
caie, e minhi pobre molhcr eslava com febres.
Qando eu cuidava nisio da noile, leolii um loor
1 fro pelas cosa. Sihi d.ipriso no fim Je om mez.
Iiranro : o adiamenlo foi a snlurQo accordada, c ex-
pressoa-te pelos raeimos teriuos da convenc3o de
1836.
O governo imperial, respondendo i observarao que
Ihe foi dirigida pelo governo da repudlira, reportou-
se ao qae conla dos protocollos, e mais urna vez at-
segurou qoe far..' quauto esteja de sua parle, afim de
que se observen) escupuloaaminle as eslipulares de
h Je abril, que 1,1o felizmente restabeleceram as re-
laces amigaveis dos dous paizes, e prometiera cooso-
liJa-las sobre a larga base Je seus rr.ais positivos e
permanentes intereses.
Navegaran lluvill.
Cusla-me Jizer-vos, que a execuco dos ajustes de
que acabo de fallar nao foi enrelada de um modo sa-
tisfactorio por parle da repblica.
Prevalecen K.-se o goveroo paraguay o Ja ditposi-
S.lo do arl. 6 do tratado de amizade, navegado e
commercio, pela qual te reservaram as duai partei
contraante! o direilo de adoptar, em regulamenlot
fiscaes e policiies, as medidas qae fossem couvenien-
les pera evitar o contrabando e prover seguran;!,
protnulgou varios regulamentos qua enconlram com
os nossos direilos, e prejudicam gravemente ao
commaicio c navega^ao da provincia de Mato-
lirotso.
O primeiro desses regubmenlos, de 15 de julho ol-
limo, estahelece que nenhum navio pule subir da
capital da repblica com destino ao porlo Je Albu-
querque, habilitado pelo governo imperial, desde
1853, para o commercio nacioual e eilrangeiru, sem
que leve a seu bordo um pralico, que receber suc-
cessivamenle na A'sumprao, e not postos militares
da Conceijao, fz do Apa e Olympo.
No lea regressa do Alto Paraguay, devem o na-
vios revezar os pralicos que trouxerem com os qoe
booverern deixado nos dillerenles ponlos Jaquella
escala.
tsle pralicos sao tirados d'enlre 12 matriculados
na capitana do porlo d'Assumpco, e sao retribui-
dos pelos rapiiaes dos navios, mediante contrato por
dia, mez ou viagem, feilu ante a autoridade militar
do lugar.
O segn lo, de 10 de agosto, contera as instrUc-
r,et dadas ao commandanle dn Serr Occidental,
posto militar inoi recenleincuie estahelecido em fren-
te do P.lo de Asaucar, e ao commandanle do Forte
Olvmpo, para execocplo das medulas com que o go-
verno Ja repblica julgon uectssario policiar a na-
vegado cominuin.
Prescreveni as rtferidas inslrucres que todo m-
vio, paraguayo ou brasileiro, qualquer que teja o
seu Jctlino, deve locar nao t no porto d'Assurap-
can, mas lambem nos dous postos militares do Serr
Occidental c Forle Olyinp-o, situados margem di-
reila do rio Paraguay acuna da foz do Api.
Em cada ura Jos sobredilus pontos he rada navio
obngado a Jar funjo e subraetlido aos segrales exa-
ines c formalidades :
O capitn ou mestre deve ir a preienra da aulo-
ridaJe militar e apreaentar Ihe : 1", o passaporle do
navio ; 2-, o rol da rquipagem ; 3 o man feslo da
carga ; i-, a lisia dos pai-ageiros.
Ot patsageiros, tem di-nncru de procedencia
uein de nacionaliJaJe, devem exhibir pessoalmente
os us pul aportes s auloriJa.le paraguayas.
E\ige-ee para que essea docuineuloi s'ejam tidos
por val los: 1-, que o passaporle do navio a o ma-
nifeslo da carga leohain vislo do ageale consular
do Brasil na Aasurapco ; 2.. que oa passageiios et-
Ir.ing.-ir js, | no lento de lora do territorio Ja re-
pblica, e cora Jeilino para a provincia Je Malo-
lirosso, sejain visados no porto d'Assumpco pelu
rdefe de polleia e pelos agentes coosulares Jo Bra-
sil, e Ja nacionalidad.1 .do viajante.
O corainaudanie do poni que o regolaraenlo Je-
nomina Serr Occidental visara : I", opas-aporte do
navio ; 2-, u rol da equipagem : 3-, a isla dos pat-
sageiros ; -, o manifest da carga : 5-, o passapor-
le ile cada un dos passageiros.
Estes vistos cuslam : us Ires do passaporle do
navio, rol da eqoipagem e manifest da carga, qua-
tro pe.o- paraguayos, ou nula e dous reaes (prala),
e o decaa passageiro, oilo leaes.
No Forle Olympo lera os navioi que sobera de
de lojeilar-se at metmas rondijoes, com a onica
difieren.;a de que os vistos que ah recebera os seus
p.is-aporles dos pHMgsirel s.lo graloilos.
Sao porluilo obrigadoi a fundear raait urna vez
e a eihibirm, pela forma ja especificada, os seu
passaporles o oa de cada passageiro, a lista desles, o
rol da equipagem e o raanifeslo da carga.
Islo pelo que toca oot" navios que subirem para
Malo-l rosto.
O) navios que desceren) dos porloi do Brasil Fa-
ria a in. -ir i escala por Olympo, Serr Occilenlal
e Assmpro, e passaro palas inesraas operanle
policiaei, sendo ueste caso gratuitos os aclos da au-
toridade do Serr Occidental, como ua lubida o san
os do F'orle Olympo.
Os documentos exigidos devem ser visadoi pelo
cnsul Jo Paraguay em M do-lirosso, e o comman-
Janle Jo Forle Olvmpo firma e aiaigna a li-la dos
passageiros, que na viagem rio acuna lie apenas vi-
sada, perr-beii.l.i por esse aclo mais oito reata*.
As penal en que incorrer.lo us que conlravierem
t disposijOes polieiaes e liscaes Jo governo da re-
p a 1.1 ira sao ai segrales r
1.a Deienejo e mulla de 5 fallar algura ou todos os documentos que deve cx-
Cvidentenaenle uo haveria aceordo de a llamen!"
acettavel nos termos que linha era vista o governo | dibir, ou se eses nao eiliverein revesli'dos das pre-
da repblica. I-so seria raanler o uli possidelis citas formalidades,
da repblica, e privar o imperio da terrenos era que
lem exerc ni eir-cl vu dominio, e do qual nao pode
s interiores, e para as
prescindir para assuas povoac,.
suas rorarauuiraroes entre a provincia do Paran' e a
de Malo-('iroso.
Cortamente, dizia a mim mrinio, vnu achar a rata
cheii deraeirinhoi e sem um prego para pendorar
raiuhas redes.Ah nem urna cadeira fura tomaJa,
e niii.li. pobre velha eslava asienta ta porta re-
iiien.l iinlo-me at camisas !... Fora mojama Rosa
qaem pagara a mulla e livera cuidado de tudo...
Quando vi sao, corr directamente sua cata. Ella
eslava no jardn) lando cabera ura grande chapeo
de paldlnha. En linha preparado ura bello discorso
para agradeeer-lhe, esqaeci-me de ludo, e peiuei-lbe
anciosamenle dai m3oi para beija-las... Oh eslive
prestes a quebra-las... Eslava como Inuco, e chorava
(olalmeute. Ah I disse-roe ella, Vine, fez-ine ora
tuslu la Bem vi que meus dedos grosseiros tnliam-
Idc molestado as rfllM. I.ancei-me de nelhoi e dis-
se-lhe : Castigeme como om cj ; larei o que a te-
nhora qui/.er.
Pois bem, disse-me ella nudo, nao apande mais
coelhoi.
E nao tera apandado mais nendum '.'
Eu nunca '. De cerlo os soldados nao ler-
rae-diara impedido, porm Madama Rosa Ella
m'o prohibi, estii acabado !... Todava se eu po-
dessedesforrar-me daquelles que melleram-me na
prisao ?... Derriban) um goveruo e nao querera que
os'pobres.diverlam-se um puucn:... Issc latir .a-mt-
fermento no estomago, e se adiar alguraa occaslao
favoravel bei de aproveita-la.
E como chama-se Madama Roa '.' toruna
Jorge depois Je ler deixado Canad deiabafar a co-
lera
Que tolre Chamase Madama Rosa. Porveu-
(ora esse uouie nao Ihe parece helio *.'
Mui bello, mas he o uome de baptitUM ; ella
deve ter ootro.
Talvez tenda, mas oinguem Ihe pergunlou.
Ella disse que chamava-sc Madama Rosa, e be assim
que lopos a chamara. A principio havia curiosos que i
faziam pergoutas como V S. ; agora ninguem cui- j
da mais nisio. Fila nao recebe em ca-a a ninguem
senao um homem que veio ve-la duas ou tre vezis
em ura anuo.
Que homem .' pergunlou Jorge vivamente.
I.'m homem como V. S., ura hornera que pa- ;
rece ser da capital. Ah que olhos! Quando elle
o diriga para mira pare ia qua cnlravam-rae no
corpo romo urna verruin i. Deve ser algum prenle
seu. Elle chega ao meio dia e volla de tarde, mas
nao se relira tem passear pelo lio, depois do que
d-me vinle franco! ; he um homem Je bem.
Jorge expenmenlou cerla angustia : esse homem
Ja capital fazia Madama Rosa Jecahir un) mico
de sua eslima.
Muilas vezes tambera, conliuiiou Canad, o
correio enlrega-lhe cartas. Tenho notado que ella
iorri menoi alearemenie nesse. dios. L'ma deslas
manilas cbegou-lhe orna caria no momento em que
ia i missa ; lu a durante o caminho e obiervei
que lurnava-si mui paluda. Firon muilo lempo na
igraja orande, e qoanJo sabio linha os olhos humi-
Joi como os Je qaem scabava Je chorar. Entretanto
esta earta nao Ihe annoncia a n orle de nmhum p-
renle ; fora fechada c.ini lacre encarnado. Nesse Jia
ella derramou a bolss oas mos dos pobres ; pela
minba parle Je bom grado teria balido toda aalJeia,
13o furioso eslava por ve-la chorar.
Caiiada deu l'orlemenle com o remo contra urna
arvore.
Penalisar tao boa crealura Ha genle malva-
Ja '. lornou elle.
Quera sab '.' di-se Jorge, a caria vinha talvez
de uin amante*
Ella esta' na idade dessas doenc;as, conlinuou o
pescador, e todava nao creio em tal amante. Mada-
ma Rosa nunca receheu nutras visitas tenao as de
que acabo de fallar, e essa especie de doudas lem
pernas para correr. Alem dislo, madama Rosa lam
segredos; procurar penelra-los, seria reconhecer mal
sua b n.la.le. Agora, Sr. Jorge, V. S. labe lanto
quanlo eu.
Mas coran de que nunca a encontrei andando
por (oda a parle da manhaa al a noile, e que Vmc.
nunca fallou-me a etso respeito?
V. S. nao vai muilo para o lado de ller-
blav, e be la que madama liosa habita. Quanto a
fallar-lhe dalla, para que le-lu-bia eu feilo ? O se-
nhor ada se na estaca i em qoe o corceo he de pa-
Iba. e eu nao quera expo-lo a incendiar-se.
Canad la nen a vista sobre ,i margem, e disse :
B-m V. S. la/.-in legarellar, eis-ahi a tom-
bra do. choupes corlando o rio, sao quasi qualro ho-
ras ; (levemos apressar-nos, senao quizermos fazer
madama esperar.
I T .o e Canad lomaran) cada ura seu par de re-
mos, e fizeram voar a Tartaruga. Em poneos mi-
nutos chegaram a altura do parque de Saint Ger-
main. l'm longo sulcu marcava a carreira do batel.
i oiiiniiie a reinar, disse Canad. Voa ver se
madama Rosa esta' sobre a margem.
Poz se em p, e avislou-a assenlada sobre uin
(ronco Je arvore.
Ah disse ella saudando a Jorge, comprehen-
do agora porque Canad chega 13o larde.
Levanlou-se, e aprevino u se du balel.
Oh I -rin.ii ella, dc-me a mao para ajulai-mc
a saltar nena casca da hoz.
M idania Rosa (razia nesse dia um vestido azul um
mantelete, e um chapen redondo de fellro rinteulo e
de alias largas. A animarn do passrio e o ar livre
linhsm-lha avivado a cor da leu ; os aunis de seus
cabellos rabiam-lhe sobre as faces e sobre o pescoro.
Eslava enranlailora.
Entao veio ver-me '.' pergunlou ella afagan lo
Tambar rom a m3o o qual roriva-lhe familiarmen-
te o vestido com a cabera.
Devo-lhe ao menos isso pelo aimoeo que a se-
nhora deu-me, reipoinleu Jor^e alegremente*
Era um tanto Measte para um homem qoe sa-
be Ja agua ; por Isso V. S. nSo me apandara mais
JesproviJa.se Ide aprouver timla sallar no rio.
Tome o leme, disse Canad a Mr. de Franea-
lin ; eu reinarei.
Jorge asseulou-e a popa e madama Rosa junto
delle.
Agradeco-lde ler vindo al aqui, disse ella en-
lao, a preicnrja de seu balel prova-meque V. S. nao
remonlava a llerblay para fazer orna simples visita
de polidez. O que fez hornera den-me boa opima.)
2.a Delenralo e molla de 200 pesos, por cada pas-
sageiro que Itver a bordo sem passaporle, a a Je 20
psol, por caJa passaporle sera us requisitos pre-
ciso!.
3.a Os passageiros que n3o apresenlarem passa-
a seo lespeilo, e eu teria leutido nao lorua-lo a ver.
ludo isso era i'o cora ura ar de simplicidade e de
alegra quo turpreeudia e deleilava a Jorge. Elle
complelava ov olhos bnlhanle e raeigoi de tua com-
panbeira, e pergunlava a s racima que my -lorio
envolva essa vid i fl irescenle, e relinda lanas se-
ducees na lolld.lo Je llerblay.
Nesse momento majama Roa linha os nidos vol-
taJos para u horisonle em que atol le punha.
Como lie bello disse ella mostrando o ceo e o
rio brilbandu a daridade do dia que se ia extiugu-
indo.
Jorge fez om signal a Canad, o qual stJspendeu o
movimenlo dot remos, e deixou a Tarluruga descer
a correle. O balel eslava entao na aliara de La
I retle. Todos saben) de que gra;as melanclicas e
de que belleza! adornam-se muilas vezes as tardes
do oulono. O silencio era apenas intetrompido pelas
vozrs e rsadat de algamat meninas que brincavam
ao redor de baleii enealhados. O venlo cilava-se.
Simiente havia animarn do prado vizinho, onde re-
batidos de bnis voltavain para o curral tangidoi por
um pastor. Mil corr brilhanlti fuudiam-se do co.
Madama Rosa dominada pela magia Jene espec-
laculo percorra rom a vista o campo lodo abrazado.
Jorge comlemplava-a, e Canad observava a Jorge.
Tambor linha adormecido embalado pelo brando mo-
vimenlo do balel. Um ultimo rain brilhou sibreo
rio ; e a luz apagou-se, as cores de ouro cederam o
lugar ai Je violeta, a aldea desappareceo na nevoa,
e piuco depois n vio-se mail do que essa clai i I ule
duvidosa que precede a noile e flucta na superficie
da agua.Os contornos da margem perderam-se bran-
damenle de vista, e quando madama Rota vollou o
ro-lo para Mr. de Franealin, seus olh:s eslavam
cheioi de lagrima'.
Por um movimenlo mais subilo que o proprio pen-
Siiiiionio. Jorge pegon-lb da ra3o, e pergunlou-lhe:
Que tem, seuhoia '!
lilla Jeixi.u-a um segundo, e depois rcliranJo-a
sem affeclar3o disse:
Nada ; uo sei era que eu pensova.
Euxugou as pal pelar ai s.riindo, e lo'iiou -llio en-
caraado-o :
N) sabe que Joanninha tsla comas febres'.'
Joanninha '.' repeli Jorge.
Sira a filda de Theodalda, aquella que V. S.
(irou da agua... Qae Dio sabe o nome das pessoas
a quera salva, c mm se quer vai buscar nolicias
deltas !
F.ti nao quera cam a miuha presenta fazer
crer a l'heohalda que linda um direilo perpetuo ao
seu recoiideciraeulo.
I'oia odio.) mal. Para que tirar a essa pobre
in.li o nico meiu qne linha Je desobris..r-se. A
menina resfriou-se muilo, esla inanh.la leve de ficar
di cama ; o medico foi ve-la, e manduu dar-lhe urna
tisana. Para consola-la, eo riis-e a Theobalda que Ihe
comprasse urna noneca, e Jei-lhe um laiz. Isso ser-
vira' para a Usan, e sao dez francos qae V. S. me
deve. Nao tenho o direilo de curar sosinha os meni-
nos que Ihe devem a vida.
Essa maneira delirada de faie-lo participar da toa
porle sern desembarcados e remedidos a expensa
toas para a capital da repblica, disposi;ao do
chefe de polica, que proceder conforme as eir-
cumslancias.
4. Delencao e multa de 2,000 peos, alera da
perda do contribandu, se, mediante um processo
sumraario, a autoridade militar de qualquer dos pon-
Ios da escala liver por suflicietilemeute prvido qua
o navio recebeu oa descarregou no seu Irejeclo al-
guma consa, por diminua que seja.
5.a Delenr.li. e mull Je 300 pesos, se o navio re-
retier a seu borJo, entre o Serr Occidental e o
Furto Olympo, algum prologo da repblica, o qual
ser desembarcado e remeto lo para Aesumpr-ao.
A raesma peoa he comminada ao navio qae rece-
ber passageiro naquelle trecho do rio, sam paisa-
porte dado pelas autoridades da repblica.
O lerceiro regolameulo conlm precaucT.es sani-
tarias coucernenles aos navios que procederem doi
portos do Brasil, noi casos em que nao apretentera
caria de saude, era seja esta limpa, ou leuda oc-
corrido durante a viagra alguma muleslia epid-
mica.
Parece que a entrada forrada dos navios brasilei-
ros no porto ou portos ala repblica suj' la-os tam-
bera aos regulamentos do 1 de janeiio de 1852 e 13
de ouluhro de 1855, qua eslabeleceram om imposto
de sello robre os despachos ale importaban e expor-
tarlo para os navios, e que oolrosira collora-os na
necesaidade de tirar urna patele de navegado, que
cusa dous reaes por tonelada, e orna caria deiaude,
cuja laxa be de tinos pesos, ou lti reaes.
Oetde as Tres Boceas, ou z do rio, al ao ponto
da capital he a nave, aci regulada pelas ditposia;f,es
de um decreto de 5 de outul.ro de 1855, idntico
no teu espirito aos qoe ltimamente foram promul-
gados.
He evidente que as medidas fucaes adoptadas pelo
governo da repblica nao eslo de aceordo com 0
tratado ale (i de abril. Ellas confunden) a navegacao
directa do Urasil com os oolros Esladoi vizinho., oa
enlre os seai proprios porlos, rom a naveeaco qui
se Jesliua aos porloa da repblica. E alada a res-
peilo de.la fallam clausula final do arl. 6* do
mesmo tratado, poil nao podem ser considera-
das como as mail avoraveii ao tea detenvolvi-
menlo.
O nal il i de G de abril distingui mni clara e
lerrainaiitamenle uina e oulra navegac.30. A que
lem por objecto o commercio reciproco dos dooi pai-
zes he regulada por disposisSes temporarias. A ua-
vegar,ao directa ou o simples transito doi navios bra-
sileiros, he um tireilo perrasnenle, livre de lodo
onus, coju exercicio porlanlo i pode ler regulado
(tur mutuo aceordo.
Sem embargo, porem, de disposicei 13o clarase
justas, os uovoi regulamentos paraguay os obrigam
todos os navios brasileiros a tocar uat Tres Bocca,
em IIiimaiia, no P lar, no porto da capital, na Con-
ceir.o, na foz do Apa, no Serr Occidental, e final-
meute, no Forte Olympo.
Os capiaei e passageiros sao'forrados a desembar-
car na maior parle desses ponlos, para exhibir e le-
galittr ah os seos documentas e passaporles, pagan-
do na iJ.i e volla o te^uoiloi doui pesos por cada
paiaapone, e os prirteiros oilo pesos, alm da dei-
peza dos pralicoi e oulrat qoe, ao que parece, eitao
iraplicildraenle compreheiididas nos ditos regla-
me utos.
Tan longa e demorada escala, ainda em o menor
onus pecuniario, fechara de fado o rio Paraguay
aos navios brasileiros.
E como se liei medidas nao fossem asss vexeto-
rias, o cnsul da repblica em Bueuoi-Ayre tem
procurado aggrava-lai. Os pipis dot navio! brasi-
leiros e o passaporles dos patsageiros qae le desti-
nara provincia de Malo-rosso, emende elle qae
ditera re-eber o scu .visto. Se no todo ou em parts
a carga pertence a olguem suipeilo por qualquer
raolivo au governo paraguayo, julga-se com direilo
a ampedir a negociac,3o, e a obstar que esse individuo
(rannle como passageiro pelas aeuas da repblica.
Confiando as franquezas e garantas do (ralado
de (i da abril, varios negociantes de II icnos-Avres
empreheuderam licitas especularles para a provin-
cia brastleira, que por lano lempo eslava sequeslra-
la do commercio dos outros povos.
Esse uno miento fui comer (o por cinco embarca"
Jde! branleirat, ai escunas Leverger, 1J .ti.au-
tina, Pedro lio e aUlyses, e o vapor Corsa,
alem de dous barcos paragu-yos, e dos navioi de
gueira brasileiros Msracaoaa" e l'aragaass.u
Podis imaginar o Iranslorno que ai inesperadas
exigencia- du govirn paraguayo caosariam aos que
se aveulutaram a ir procurar ara mercado iuloira-
ii.ente do-.-miden.lo, on le nao poderiim.collier se-
no mdicos lucrot, ie toda as circunstancias Ins
corre-..-ni la voravelni'lite.
O governo imperial nao podia conservar-se silen-
cioso era vitla de lemelhanle eslado de cousai ; a
lendo-lhe o governo da repblica dado conhecimen-
to das metidas que acabava da promulgar, em rei-
posta a esla sua commumcac^lo se fizeram as conve-
nientes obiervaroei, reclamando :
1.* Conlra a vexaloria e offensiva polica a que
sojeilou-ie o commercio da provincia de Malo-Gros-
so, e o transito das pessoas que della sahem, ou para
ella se dirigen) sob a baudeira brasileira.
2.* Contra a longa escala a que para esse fim sao
Torrad.ia ot navios brasileiros que smenle transilam
pelas aguas da repblica.
3.* Contra a exigencia de ser essa navegado so-
menle dirigida por urlicos paraguayos.
i.* Conlra as imposit-oes com que a titulo ds vis-
tos e de pi aticagem he gravado o simples transito dos
navios e subditos brasileiros.
5.a i. n i -i a toberania exclusiva que o governo
paraguayo a-sume naquelles rciilamenln! tobre a
parle do rio comprehenJiJa enlre o Apa e o forte
01) mpo.
Ai medida adoptadas pela repblica, sem que
precedes.!! aceordo algum com o roverno imperial,
nao r intr, r-.im so a letra e espirito do tratado de
ii.iv .-gardo e commercio, olfendera igualmenle a con-
venci preliminar de limites, visto como presoppoem
um direilo, qoe nao tem a repblica, de-exclusiva
caridade commoveu a Mr. de Franealin, o qual rnet-
teu a m3o noi bolsos para tirar dez francos, mas nSo
achou nada.
Oh disse, aquelle imbcil Jacob esvasiou-mo
os bolsos !
Pois bem, V. S, me levara' esse dinheiro ama-
nlia em casa de Theobalda...
Nesie momento a Tartaruga aproximava-sa da
margem ; um impulso vigoroso a fez penetrar bai-
lante na aieia para qua madama Roa podesie sallar
em Ierra stm o receiu de mulhar os ps.
o lando ella ia afailsr-se, Canad releve-a pelo
braco, e balbuciou metiendo a mo no bolso :
l'ambem tenho dedizer-lhe urna cousa.
Depois li -ou da bocea alierla.
Eniau o que 1 perguiiloo madama Rosa.
Emlira a ienh ira me perdoar... Eu qderia
rogar-lba bem como ao Sr. Jorge que remunera e-tei
Jez sidos aos vinte francos que derara a pequea.
Sao de cobre. podem manchar Ihe os dedos.
D-maiempre, Canad. Eii alii dez tolJoi qae
ressatarao muitus coelhos! dina madama Hoia.
E depois de apirtara m3o callla do pescador, de-
sappareceu na eicuridSoda noile.
Que nrarao de mulher! diste Canad quando
perdeu-a de visla. Ella ma faria dar quanlo teuho !
Sim, sim, responleu Jorge em voz baixa, e
(alvez livesse razo.
Canad piscoa os odos, e (ornoa :
He a propoiito do que conlei Ihe asa mandila
|ae V. S. dit-me isso? Cuidado, senhor oulro me-
nos mojos lem se visto preos por esie anzol ,* depoil
de le-lo engolido nao ha mais remedio.
CanaJa e Mr. Franealin separaram-se sem dizer
mais nada : um vollou pira sua barca levando aos
hombros a rede edeia Je peixe ; o oulro dirigisea
para a pequ>nia coscada em que coslumava amarrar
o balel.
Desde os primeiros salios que Tambor dea lobre a
ireiaj farejou como prorurandu urna plsla e depois
corren eliavz do prado. Jorge tegoio lentamente ;
n^ peritas roiiduziara-no a Maison Illanche, sea ei|ii-
rilo esteva em llerblay. Chegando ao carainho que
separava sua habilarao Jo |irado, ouvio grandes lati-
dos, levauluu a cabria, c vio luz em casa. No inesmu
oslante nbrio-te a porta do jardim, e sabio om ho-
mem alagando cora a nip Tambor, o qual dava sal-
ios exlravaganles.
C'tno Idemiilocles na corle do rei dos Persas,
vendo pedir-te dospedagem, dase o recem cdegido.
Valentino exclamou Jorge.
E os dous amigos Irocaram om vigoroso aperlo de
mo, i nir.-i i ili que Tamdor excitado|por esse teste-
irionln. de all.-irati saltava sobre as pernas de un a
sobra os brar do outro motiran lo o leu modo toda
a alegra que eiperimenlava por etia reuoiao.
Jacob, ja preparou a cmara do Desespero'.
Esta' prompla responden a voz do criado.
Entao enlremot e varaoi jantar... Podera's ge-
mir aqui qu-nlo quzerei.
(Conft"naar-



.




DIARIO DB PERNAMBDCO SEXTA FEIRA 11 DB AGOSTO DE 1857
joriidiccSo na aguas do rio Paraguay que correm
enlre a Forte (>l\ m,.. o Apa.
ute Irecho "do rio a uurgtm eiquerda perlence
o imperio, potlo que a ua poste teja dupolada
pela repblica. Emqoanlo tubii.lir a referida eon-
v*nc,lo, oa al que sa contiga o no Um amigavtl,
etu parle do rio te dave considerar neutra ou cun
nimn, e porlanlo a sa* pelicia nlo pode competir
exclusivamente uem ao imperio nem repblica.
Os ragolamenlos piragua} os, porem, anida nenes
pontos impiiem urna escala forjad ao transito doi
navios bratileiroi, e os sujeitaiu 4i aulotldadel da
repblica, do metmo modo qae na parla inferior do
rio onde a repblica potsue at dut* margeos.
He de e banevolameole noiaas jutlaa reclamacoei, e venlia
a uro peifeilo accordo com o governo imperial para
dar i tiavegncgo eommum o ioipolso e favor de que
ella canija. Ot interesses que deiia bo iole'Uaencia
detse movimento comroereial provirao ao imperio
mo sao maia datejavela do qua ot que pod colhir a
repblica.
Oa receios de coulrabaodo e da perigo para a po-
lica t legurancA Iulerna da repblica nao nigiro
lias ditposirds Taiatorlat e exorbitantes. O con-
trabando ea entrada ou faga da criminosos se poda
dizar que s&o mposatvtla oat desellas e iolnnsiln-
veis margiDt em qu* o governo paraguayo qu x lo-
mar lauta* lAu rigorosai preeauei)*. Toda even-
tualidad potuvel. est quem doa meio de vigi-
laocia e repretsao de que ja. ditpunlia repblica,
e que pode ampliar tem prejudicar ot notsos inle-
resses, nem violentar ao dosso direilo.
'> enviado extraordinario de S. M. o Imperador
na Confederac.au Argentina foi lamliem acreditado
junio a repblica, e ja parlio para a A*tumpc,ao aflu
de promover o aceordo que o governo impera! es-
pera da illuilrar-ao e amizade do governo para-
guayo.
No animo (. vai inserta a eorreipondencia llo-
rad* enlr* ule ministerio e o das relacOei tilerio-
rat da repblica, relativamente au< pomol gobre que
lenho nula artigo chamado a vusa attaocao, bem
como algumas cornruunicacoes do consolado dotm-
perio em Humos- Ayret, que vertatn sobre o mesmo
anumplo.
Providencial adoptadas pelo governo imperlpl para
facultar a navegicao t o commercio par a pro-
vincia de Malo-Grotso.
No intuito de dar o maior impulso pouivel ao
commercio da provincia da Malo-Groito. expedio-se
pelo ministerio da fazenda o decreto de 25 de oulu-
bro ultimo, que regala o modo por que Jwio ter
feitoa'nat uiesat do consulado do imperio e na de
reudas do porto de Albuqherque, 01 despachos de
generoi de prodoccao nacional, ou de inercadoriis
ealratigairaa ji despachadas para consom, que le-
nham aquella precedencia oa destino.
Por etl* decreto permillio-te qu o commercio
entre o parlo de Albuquerque e o oatrot do impe-
rio teja feito sob as bandeiraa utrangeiras, na falla
de navios nacional". Nada mail natural do que esta
prcvigo, quandu se tratava de medidas tendentes a
favoreeer um marcado ioleiramenle novo, cujo
commerojp depende d* urna nivegarBo fluvial que
ainda honlem foi abarla, e porlanlo detcoohecida e
daiprovida de recursos.
O governo paraguayo, ao qua parece, eoxergou
nessa aclo do governo" imperial alguma coma de of-
prara, i-i-.liu ln, para deiiar a llornardino de Vas- i A retpeito das aulorisac&es concedidas para refor- i completo estado de polrefacru, aervindo de pasto
concellos, oceupan .o o leu lugar durante o lempo mas, e de que o minislro da guerra ainda te DSo nos cae, e de ornamenlo aquella ra. Acaio nao
qu llie lie necetiario para lazer utna viagem fura servio, poucas sao. Talvez nao passe do que diz [haver.lo guardas fisraes na freguezia da Sanio *"
retpeito as ecolat militares, rn.itadoria e arsrnaei. niu'! Cremas qne im, e no entrelanto qual
Mas o orador nao pude ja declarar
do imperio, a Iratar de sua saude.Como requer,
devtndo apreseniar a sua uomearilo especial du pre-
poslo, para ser appruvada pelo liinuiial.
tiutrodi metiuoj. E. Roderls, pedindo regi-lrar
procurarlo que ajunla.Registre se.
Foi presente a colaoao oflicial doi precus corren-
let da prac.a, relativos a lemuna linda.M-ndnu-
le archivar.
Nada mals liavendu i tratar, o Sr. presidente la-
vanlou a le.-au.
SKSSAO JUDlCIARU EM 13 DE AGOSTO DE 1867
Presidencia do Kxm. Sr. desembargadnr
Souza.
Eativerain presentes todos os membros do tri-
bunal.
Aggravos.
O Sr. prndenle deu provimenlo ao aggravo do
juizo municipal do Cabo em que forarn
_ Aggravanlee, Gaspar Cavalcanti de Albuquerque
l'choa e tua raulber.
O Sr. presidente negou provimenlo ao do mesmo
joiio em que foi
Aggravaole, lienlu Jote da Costa.
Julgamenlos.
Embargante, I' nnianu Jos Hodriguu Perrelra ;
Embargada, D. Auna Candida do Corarlo de
Jeaus.
Foram desprezados os embargos.
Embrcame, 1). Marianna Dorolha Joaquina';
Embargado, Manoel Pereira Magalhes e outros.
Foram desprezados.
Embargante, I.iiiz Joro de Brito ;
Embargado, Jus Dias da Silva.
Foram desprezados.
Embargantes, a viuva e herdeiros de Jos Fir-
uandei Eiras e Fernandcs Silva & C. ;
Embargado, Vicente Ferreira da Costa.
Foram despiezados.
E maia nada havendu a tralar, o Sr. presidente
euceirou a tersan.
O secretario,
Di. Aprigio Cuimaraes.
e te servir des-
sas ;-.ui..r i./>. ou nao, nem como usara' dellat o
qoe assevera lie que nao o fara' id para alterar as la-
bellas de veiKimenlos.
O Sr. Ferrai inoslra apprehensao de que a reduc-
560 do exercilo venda a lurnir muilo pesado para a
suarda nacional o servico dos destacamentos ; sus-
tenta que a dilliculdade de completar o olleclivo do
etercilu esta' no recrultmeulo, que nao se faz por
fruoxidao das autoridades eucarrega'dat desle servi-
do ; faz "oha- considerarles sobre a materia.
A discossao flea adiada pela hura.
O Sr. piesideule declara que a ordem do da de
ainai.h.la he, alera da continuarlo da discuiso a-
diada :
la diicuisSo da prnposic.30 da cmara 1I01 depola-
dos aotoritaado as congregaeis das 'acuidades do
imperio a mandar admllir a' matricula nal respec-
tivas faculdades os etludautet que nao te houverem
matriculado tu prazo marrado pelos eslalulos ;
3.* discossan das proposices da mesma cniara :
1.a Approvando o melhorameulo da apresenlaeSo
do deiembargador Pedro Madeira de Abren llraii-
dao.
2.-1 Aulorisaiido o governo a conceder um anuo
de licencia com todos os seus venciinenlus ao l)r. E-
lils Jos Pedrosu e oulros, como foi emendada oa
tegonda disentan.
:l.' Concedendo doat loteras em benifldo da
obra da matriz da l.agoa do Rodrigo de Freilai e da
caprlla de Nossa Seuhora da Coiiceicgo da mesma
freguezia.
4.a Conceden lo um lotera a' igreja matriz de
Nossa Senhora *i ConceirAo na capital da provincia
do Ceara'.
1.a liscussao da proposito do senado coecs-dendo
duas lotera* em beneficio das igrejas matrices de
Sania Rila fu llin-Alniu e S. Thiago, na comarca
do rio das Mortes.
I.evanla-se a sessao.
MU DE JANEIRO.
SESSAO DE 13 DE JULIIO DE 1851.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanti de
Lacerda.
A' hora do cosime, feita a chamada, e achando-
l reanido mimeru legal, abre-se a trssao.
I.ida a acta da anterior, ne approvada.
O Sr. Vrlmeiro Secretario d conta do seguidle
expedieule :
Cinco olllcios do primeiro secretario da cmara
dos depotados, remetiendo propo*iQes qoe couce-
dm loteiiat a diverso! etlabelrcimenlos e insli-
tnifoit.A imprimir, ae j'i nao esliverem impres-
as.
ORDEM DO DA.
fentivo aoi tes direitot ae toberaia na parla tul-i Achando-ie pretenl o Sr. ministro da gi
rlor do rio. lie porem obvio que o decreto imperial,
entendido romo deve ser, nada tem de ofleaiivo
repblica. Previo-te o eaao em que ella franqaeasse
a navegado do Bailo Paraguay a oulrat bandeirat,
t desde luga te concedeu qu ueste commercio bri-
uleiru a pude-sem empregar ai propriat embarca-
;oel paraguay aa e at argenlinaa, at onde astat leem
. o direilo de navegar aquello rio.
No metmo espirito do decreto do ministerio da
fazenda de 23 de oolubro, e afim de prevenir du-
vidat qoe pudetaem occnrrtr, que de faci occor-
reram, sobre o livre Iransilo dot uacionaet e elran-
geiros, promulgoo-sa pelo ministerio da joslie o
aviso daqnella mesma dala, declarando qu 111 pro-
vincia d Malo-Orotco era garantida a entrada e ta-
luda dot subditos do imperio e doautringeiros, con-
forme as disposlees du dacreio n. 1,531 de 10 de
Janeiro de 1855,lubstsliodo porem quanto commu-
nica^ao interior com a repblica de Bolivia o rtgu-
lameolo de 7 de jutho de 1853.
Confederarlo Argentina.
A natureza importancia daa esiipulares que ha
pouco celebramos com a Confederarlo Argentina
lornavam [necessaria a residencia no Paran de um
inioislro de acguuda ordem. A lega;ao imperial foi
elevada a esta categora, deixando de tero minis-
tro de S. Mageslade acreditado tambem junto ao go-
verno da Buenos Ayres, onde tmenle licou e con-
tinua a residir o couaul-geral do imperio.
Este aclo do governo imperial foi recebido pelo
presidente da C ne teraca < e pelo ieu governo com
vivos leslemunhus do mais amigavel apuro.
O coromeicio de Malo-rosto inoito promeltes
relacfles dot dout paizet, ja tao estrellas e enrdiaes.
O governo imperial far qUanlo etleja de tua parle
para o detenvolvimenlo detses interewei recprocos.
Eiiradifao de criminosos e devolocjlo de eteravot.
A facilidade de cenimunicaraa entre o territorio
imperial e o do Estado de Corrientes, pela fronleirn
fluvial, turua muitaa vezee inevitavel a fuga de cri-
minosos, e anima as suas sortijas sobre urna e oulra
margem do rio". O etcravol dot proprielariot bra-
liieirot tem seguido tao pernicioso eiemplo.
Um tal estado de couta be nocivo a ambot os
paizet, e lodoa os diat ai autoridades da villa da U-
ruguayana e do lerrilorio fronteiro tenlem a neces-
sidade de por cobro un malfeilores, e de evitar o
damno e perigo a que estao expotlosot propretarioi
com a fuga de seua escravus.
Na falla de um tratado de exlradro, e coropelli-
do pelas amiudadas oceurrenciat deste genero, o
commandaiite militar da fronleia correntina pro-
poz ao da Uraguayana uiri accordo provisorio para
a entrega dos criminlos.
O presidenta da provincia de S. Pedro do Rio
Grand doSul admitlio aquella accordo, mas tmen-
te como medida provisoria, depeudente do que ul-
teriormente fuste ajustado entre o governo imperial
a o da Confederadlo Argentina, e com a clausula
de serem devolvidos os escravos que se asylarem no
lerrilorio da Confederacllo.
Ain la que esse accordo prevaler^, he urna me-
dida incerta e incompleta. Oa seut lina t pudem
ter alcanzados por um ajuste definitivo e formal
ntre o governo imperial e o da Confederarlo.
O governo imperial nao deixai de aproveitar a
primeira occaiiAo que'te Me olltrera para entender-
se a usa retpeito eom o governo argentino. No tra-
tado de 7 de mareo de lsjli ja se acha ettipulado
iarl. 9.) a devolurao dot duerloru do tervicu mili-
tar de mar e ttrra.
A moral e a jusiija reclamam que o lerriturio dot
dout estados oflo sirva de asylo ao crime, que a or-
dem pubira e a proprieda e particular lejam nelles
raciprocamenle protegidu.
Buenos-Agre.
Entrega de desertores da marinha imperial.
O governo do Eitado de Buenut-Ayret, atienden-
do a* mal qu loOre em geral o t*Vvic.o dot navios
de guerra fondeado! naqoelle porto, pela resolano
que tomara ha dous anuot de recusar a prisa e en-
trega de desetorea, accordou com o agente consu-
lar de S. M. Britauniea que, em quanto ae nao ce-
lebraste urna couvcnro formal a retpeito de deser-
tores dos navios de guerra da GrAa-Bretanlia, 11A)
Ibes dara atylo no lerrilorio do Eslado, e os utili-
taria a sabir delle immediatamente.
Etle accordo ficou dependente da approvajao do
corpo legislativo.
A freqoencia doa navios de guerra bratileiros no
porta o Buenos Ayret fazia necettaiia para elle*
una igual providencia lobre que por vezei tem re-
presentado ot ageotet brasileos reiideotei naquel-
le Eslado.
As dispoiir,i maufealida pelo governo de Bue-
nos Ayret para cun o Brasil, deixando esperar que
te au pralicaita urna exceptu inexplicavel, o con-
sul-geral do imperio naquella cidade tolicilou du res-
pectivo minitlru das relacoes xlerures que te fi-
zesse exteos va a' mirinha imperial a medida ajus-
tada com o cnsul britanuico.
O goveino de Buenos Ayret reconbeceu que mi
litavam em favur do Brasil ai meimas circumtlan-
eiat, e de conformidade e ed'eclivamenle eipedio t
prectsat ordeot 6 reparticao da polica e capitana
do porta.
{Continuar-st-ha. 1
OOVERMO DA PBOVUaCIJi.
ADVERTENCIA.
Na lei o. 33 publicada uaparia oflicial, pag.
I* al. t. 1 3 5, im vez de asaemla legisla
tiva provincial decrelou e eu lancciooai a resolucSo
aeguinte: la-s* a astembla Irgiilaliva provtn-
rial decrelou a retolu((o teguinte :
tribunal x>0 commercio.
Sesso administkatwa em i 3 de agosto de i 857
'residencia do l'..rm. Sr.desembargador
Souza.
A 10 horas da manilla, aclianio-te pretentet
ni Srs. depaladot Reg, Basto, l.cmos e lupplenle
Hamos e Silva, o Sr. presidente abriu a sessnu ; e
..nli lida a acta da ultima, foi approvada.
i.eu-se o teguinte
EXPEDIENTE.
Um requerimenlo de Manoel Teixeira llsslo, in-
formado,pedindo malricular-te nesle liibunal.Mt-
Irlcule-ie.
Outro da Jote Joaquim Diat Feruandet & Filhoi,
tambem n,turma li, pediudo recislrar o aeu cunlra-
lu sucial.Regittre-se.
OuUo de ji..u da Cruz Macedo, pedindo registrar
a piocuiatau qoe Ihe oulorgou I i.inci-.'o liomet d
Oliveira.Regitlre-te.
Outro de tjuslavu Jos do Reg, pedindo registrar
\ n tu-
lle a
ulilida te il'elles, ? Neuhuma pur ceito, vtto isso te
com lies nada le aproveila melhorsera'que a mu-
nicipalidadeot i.itpente poupando asstm essa despeza
que bem pod* ser applicada a outro fim.
Sera' periniltidu a um inspector do qiarleirSo
andar pelas ra a etpancar as pretal como us cans-
a srcele na Bua-Visla ".' Acato esse inspector que
a-siin pralica estar' autorizado pela polica a mal-
tratar pui es-e modo o eirravos alheios. Cilio que
nao, e por que iaz3o a lano outa ? Nao ie lembra
es>e inspector, que desie espancamenln que faz, po-
de resultar graves prejuizos aos Srs. d'etsas osera-
vas 1 Sr. subdegado da Boa-Visla o fado quo apon-
amos he de muila genle condecido, convera puis
qu u indaguis, e a 1er exacto advert a esse ms-
peclur dette seo ma'o procedimeolo, e fazei-lhe ten -
tir que o prei;o de om eteravo nao he 13o iotigufi-
inteque uo meieca alguma allenc^ao.
A ra o AragAo com a chusa |Jo dia 11
do corrente ficou innondada, *m eouiequeucia da
repieza das aguas, occationada de um mon-
ta de estreo, que te acha depositado no o-
lego de esgolo. He de crer que isso nao fosse ainda
bservado petos guardas fiscaes, e a aua companhia
de ribeirindos, pelo que chamamos a sua alinelo
para que teja removido seimlliante inconveniente.
Sena.i nos falda a lembranc,a, parece-nut que
exisle orna postura municipal que prohibe a venda
de agurdenle aos escravos sob pena de multa de 2$.
e dous das de prisao ; mas tegondo he notorio ella
nao te compre, com especiifidade em moilas vendas
na Boa-Visl, que sem recalo algom embebedarn
a um grande numerosdr escravos,prejudicando asslm
aos senhores doa memos eteravot. Sera' porlanlo
conveniente que ot fiscaei taram cITectiva a essa
poslura, multando a todos quanlos a infrinclrem.
Agua vai.Consta-nos que em alguna sobra-
dos da ra do Aragao ha o mau habito de diilarim
a imite da janella aluno quanla agoa ha, tem se
parda,
an-
sol
31 i- Rila, 17 annos, parda, solicita.
315 .loio, 19 anuos, pardo, solleiro.
316 Olivia, 1G anuos, parda, solleira.As-
sistenlc.
117 Antonio Manoel da Silva, 35 annos,
pardo, casado.
318 Alcxindrina Mario, 16 annos,
casada.
319 Paulo, 9 annos, pardo.
320 Maximin Ignacia, 20 annos, branca,
solteira.
321 Joanita Maria da ConceiQao, 35 anno,
parda, viuva.
122 Doolinda, 6 annos, parda.
324 Francisca Mara da Conceicjo, 34
nos, parda, viuva.
325 Cosma, 14 annos, parda, solteira.
326 Olympio, 2 annos, pardo.
327 Joaquim Maria, 35 annos, pardo,
teiro.
328 Francisca Ro mana, 38 annos, parda,
solteira.
329 Rulitta, 18 annos, parda, solteira.
330 Antonio Jos lezerra, 30 anuos, pardo,
casado.
331 Therea Maria de Jess, 20 annos, parda.
332 Francisca Maria da Cncei^ito, 30 an-
i.os, parda, solteira.
333 Maria, 2 annos, parda.
334 Maria, I anno, parda
335 Jos Pedro de Barros, 40 annos, pardo,
casado.
336 Mara Francisca da Conceirj3o, 30 an-
uos, parda, casada.
337 Herculana, 14 annos, branca, solteira,
338 Ignacio, 12 annos, pardo, solicito
339 Juvino, 10 annos, pardo, solleiro.
340 Ktti'lirasia, II annos, parda, solteira.
incrivel, repeliinot, que li-jam homeni que, lendo
Interesses na sociedade, pelo menos esses que todos
que te prezam deven ter, sacrifiquem a vardade,
aliraiido-j no lamaral miioininioso das inais vis oa-
lumnias, para saciar vinganeai brulaes, ni propriat
de quem naa possue um sestil de pejo para mentir
invectivar.
O estado em que esli a infeliz cidade do Rio-For-
moto causa Lslima, ti nao tedio, pela inaueira au-
daeiua e infernal pela qual hoineui alu|iularinente
odiosos e malvolos a quereiu leduilr. Ijn campo
vasta unde a intriga domina com imperto, onde at
garanliai quo a lei ufferece ao cidadao leen, sido
convirlidal era armii i.nobels partieren] alrozmeu-
llios para I.impi6et, '2 ditai vidrot par ditas, 7948
lijlos ; a ordein.
jt) barril inanleiga ; a Tatso 4 Iim3o.
1 sacco amoslrat; a divertot.
Brigu ,ior ugue/. al.iia III, vindo de Lisboa,
consignadu a F. S. Rabello \ Filbo, maoilettoo
senuiile :
7 pipaa e l barris vinagre, 200 diles cal, lf O di-
tas loucinlio, 17 ditas cumindos, 10 dilat cera em
Krume, 85 caitas cera em velas, 113 ditas batatas,
60 ditas e 500 mullios ceblas ; aot consigna Itrios.
100 barris luuciulio ; a Jo3o da Silva Rrgadae.
105 barris vinhos; a Amorim \ IrruSo.
20 pipa* 5 barril viuho, -20 dito loucioho, *)
le perieguidoi ai cid ,-i.i s ; unde o poder das iota- dito azrite, 10 taceos cera em grame, 50 canattras
atlender te pasta alguem, entretanto que desie mo I 341 Vicente, 6 annos, pardo.
pana em primeira discotslo, e entra logo em tegun
da, a proposta do governo fizando as forras de Ier-
ra para o anno de 185S a 18)9, com as emendas da
Cmara dosdepuladoa.
O Sr. Silvetra da Molla acha pouco o notnrro de
1,014 pedestres, e euleude que em algumas provin-
cias nev augmenlar-ie eita forra. Na de lioyaz o
corpa de pedestres lie ioioflicienie para o servirn
especial a que te destina, eom o queja lem solTri lo
o servir publico e os interesses da provincia. A na
vegacao do rio Araguaya, por exemplo, enmelada
em 1850, e da qoal depende o futuro de tioyaz, es
l abandonada, lendo-se perdido ludo quanlu se
fez, em consequencia de nao serem sulli iente* os
pedestres para a guernicjlo dot presidio! que he mis-
tar manler em divertos pontos das margena da-
qoell rio, para qoe a ina navegado possa sub-
illir.
Ha em Ceyaz om peqotno corpo lito de linda.
Mas a guarda nacional nao esta' organitada nem ar-
mada, e a provincia nao pode pagar um corpo poli-
cial. Etlat ctrcumslanciat peculiares tornan de ne-
cessidade ligoiosa o augmenta da tarca d pedet-
trri. .Nao mands emenda alguma n-sie teolidu, mas
espera qoe o Sr. n inilro, ne distriboico que II-
ver de fazer do numero de priras litado, atindela'
a islas ub Cdama tambem a alienta do governo para o es-
lado da fabrica de ferro de Vpanema. A renda des-
le e-tadolecimento vai em cunlinoo deerescimenta,
ao passo qoe a despeza augmenta, tem que delle te
nha o paiz lirada ai vanlageni que deveria tirar,
por falla de urna estrada que da fabrica condoza os
seus productos ao litoral.
Acredita tambem que oalras cansas que ambara
rain o proarasau do ettabeleeimento sen mi remivi-
iImi ette l'o'i entregue a' gerencia de urna em-
pre'za particular.
O Sr. Ministro da Guerra faz ver qae uae de pos-
tivel atlender ao mesmo lempo a todas as necessida-
dcs do paiz, qoe s3o militas, porque para |*M nao
edega a renda publica. Toda a doa vunlade do go-
verno, poi, llmila-se a altendarde pri mpln aa mai-
urgenlea reclamacOes.
Recunhece que o nomeiu de 1.IM i pedestres lie
intuflicienle, a' visla do qu* seria para desrjar ; mas
elle (em lido o numero fizado, e se nau se presta a
lodo o serviro a qne podena ser destinada esi for;a,
coinludo lem feito aquelleque se pode considerar
indiipemavel. ,
Em I850|a forra de pedestres existent em (joyaz
era mesmo menor do qoe actualmente de ; de ma-
neira que o orador h induzido a crer que sa a na-
vegara do Araguaya nao esta' no p em que de-
veria ettar, nao te deve altribuir itlo a' falla de pe-
destres, mai oulras causas que cumpr* in-
dagar.
A f.n;a qae ie acha em Goyaz nao tn he o eslado
completa doi corpe, como excede "200 pracet a esie
estado. Nao te pode porlanlo dizer que nao ha all
meio p. r ele lado de aeu llr au servir; publico, se-
nao em ludo cuanto he precito, ao manca no que de
de primeira necesiidade.
Sobra a fabrica de ferro de Vpanema, recondece
que ha couist que nlorpicem o eu prngies-o, co-
mo a falla de malas de qua te lira a lenlia para fazer
carv.i.i, e de urna estrada que leve os producios da
fabrica ao litoral. Mas para remediar e-le eslado de
eoutai seria raisl r fazer despezas tao consideravei,
que o nao permille o estado dos cofres pblicos ;
seria talvez mistar despender 600 a 800 romos de
rit. Nao he porlanlo infauso idea de entregar o
ettsbeleciinento a geiencia de urna empreza parli-
eulir.
O Sr. Vi estrada de Vpanema so litoral nao deve nica-
mente aproveilar fabiiea de ferro dando fcil ex-
traerlo aos teot productos, inat tambem aua habi-
tantes do lerrilorio alravetsado por eisa estrada ;
pede, p' i-, ao nobr ministro qae envide todos os
seui etfurrot para que isla impoilante meldorainen-
lo s verifique.
ola qu* a forja fixada pela prsposla seja de 16
mil pracas, em eircumslanciat ordinarias, quando
as liv .i;.'i anleriores eai numero era de 18,500,
entretanto que o Sr. ministro nao lem dado ai ra-
zflet desla diminuirlo. Acredita que este ponto dse
ser esclarecido, porque ou nao ha ditlerenra no es-
tado do paiz, ou te ha he talvez aedar-so o ho-
ritonte um pouco maia carregtdo, o que podena
inJozir antes a augmentar do que a diminuir a
forra.
Concebe qoe o Sr. ministro responder-a qoe eslo
fixtdas 26 mil prr;as para Circumtlanciat extraor-
dinarias, e que, dula qoalquer eventualidade que
torne necessario o emprego de maior frea, lanzara
o governo mSo deosa auloi i-.ir;i,i. Mas enlo seria
mais razoavel fixar a forra em -Mi mil domeni, e
declarar em artigo addilivo que o governo s lerla
em effeclivo serviro as prs;at precisas denlro daquel-
le numero fixado.
Concloe pedindo ao Sr. ministro qne informe
tfl a forja fixada para o annn corrente es'a' preen-
edida ou nao, a que declare que juizo forra* ilai
.ulorisares que leem sido dadas au governo para
divenat reformas, e de que elle nao te lem ainda
nlilis.ido.
O Sr. Verguefro 'depoit de obler. permissao para
fallar sentado enumera at causas de airar. ein que
esta' a labrica de ferro de 8. JotJb de Vpaiiemn,
e faz sentir que ai principad tao : primeiramenle,
falla de malas qoe fornican) a lenha precita para o
carvo ; e em segundo lugar, nio existir urna escola
in.luttrial que hbil ta o petsoal para ui Irabalhot
da fabrica.
Quanlo a' estrada para o litoral, so poderia dar o
retulladu que i tem em vistas te a fabrica de Vpa-
nema se limilatt* a apurar o ferro e a reinelle-lu
para oulra fabn-a montada no litoral, onde te pro-
ceden a' fjn lir-i dot objeclu reclamado! para
con.oino do paiz.
O Sr. Ministro da (inerra de o primeiro a cuufe<-
lar que a fabrica de Vpanema nao te cha em bom
estado, devendo-t* isio sobretodo a' falta de leuda
para reduzir a carv9o.
Os meios de mbar com isio eraro : comprar roa-
fas na proximidade do estabeleriinenlo, oa cuidar
do planto de noves bosques.
Para por em pralica o primeiro era preciso det-
pender de prompto mail de 200 contal de reta, o
que rao de admiiiirrl.
O segundo de inuit moroso, a fabrica na po-
dera' roiitinu.ir no pe em que esta' por mala 10, 15,
ou -20 annoa rmquaulu at aivores plantadas srttcarB
at potlerem ser cortadas. Mas pama qae a diteat-
t|o do orcamciil offerer orrasiao maii prnpria para
Iralar-ae runvcnienlrmente desla qnestao, de manei-
CMARA DOS SRS. DRPUTAMS.
SbSSAO EM 13 DE JILIIO DE 1857.
Presidencia do Sr. tisconde de Baependy.
A' dora do coslume, feila a chamada, e achan-
do-ie reunido numero legal, abre-se a seesao.
I.ida- a acta da anterior, he approvada.
0 Sr. 1, secretario d& conta do teguinte
EXPEDIENTE.
1 ro e.llii-o do ministerio da guerra, enviando eo-
pia .los lequerimeiilot dot Africanos livretem ser-
viro na fabrica da plvora.A quem fez a reqoisi-
S,1o.
Dita de empregados no Ihesnuro narionnl, pedin-
do augmento de ordenados.A' commisiao de pan-
toa e ordenados.
Dito do lenle reformado da armada, Manuel
Maria Hicalde. pedindo para ser admittido ao ser.
vico activo. A' rommissao de marinha e guerra-
Dito de l.uiz Emilio Vieira I.itboa, pedindo ser
admillido a lazer etame das material das faculda-
des de direilo do impeli. A' ccmmi-s. i de ins-
truceao publica.
Dilo do capillo do 3. bataldao de anudara a p,
Francisco Nones da Canda, pedindo ser transferido
para o corpo de engendeiros.A' commiss.lo de ma-
rinda e guerra.
Sao lidas e appruvadas lem debate as redacrSes
dos projeclot :
CJue manda pagar a Manoel Antonio Bastas Rac-
leclifl o que se Ide esliver devendo do ordenado de
rarcereiro da cadeia da villa do Pilar, provincia das
Alaaiias ;
Que cuncede loterias a divenat matrizes e eslabelt-
rimenlos de caridade ;
yoe manda paitar caria de naluralisarao de cida-
da drasileiro a Jo.lo Goncalves Pereira Lima, Jorge
Palrheil, ilenrique Correa Moreira, Bernardo Urba-
no Bidegorry e Jos Benito Nunet.
O Sr. Cunha Figueiredo fund enla e manda a'
mesa o teguinte lequerimenlo, qu sndo apoiado,
entra em disrussao :
o Reqoeiro, que se pee ao governo intarmaces
acerca da solurao qu o governo iuglez dera no ulti-
mo memorndum do nosio ministro em Londres
em re],n;an a questao Serinhaem.S. R.Cauda Fi-
gueiredo.
A disciisssHo tica adiada por pedir a palavri o Sr.
Brandao.
Achaudo-se esgolaila a hora para a primeira paita
da ordem do dia, pa*ta te a*
Segunda parte.
F.'ilr a em 8. discossao, he adoptado e lemellilo a'
comniistPo de redacc.lo, o projecta qu concedo fa-
vores a' estrada de ferro I). Pedro II.
O Sr. I're-i.tenie declara linda a tegonda parte
da ordem do dia, e por iiu volia-se a' primeira.
parta.
Procedendn-se a'volara do reqnerimenlo da adia-
manta olfrrecido pelo Sr". I'aei llarrelo ao projecta que
pr iluli- ronseivar abertal nos dial tanl li-ad>i as
eattt decommerrio, ofiiciuai e fabricas, lie o reque-
rimenlo apprnv'lo e enviadoopiojerlu.il romims-
toes respectivas.
Sao adoptados os projecta! qu concetam um mez
de lirenra, rom lodos os teui venrimenlns, ao desern-
bsrgador Jernimo Marlinianno Figueira de Mello ;
ap sonta lorias ao de Marianno Cor-
ra ile Azevedo Coutiuho e ao conego Feliciano Jos
Leal.
Entrando em primeira discussiio o projecto n.
53 deste anno tnbre a estrada de ferro ende as
cidades do Recife e Olinda da provincia de Per-
namhuco, he approvado tem debata e remedido as
commisses de fazenda e commercio a pedido do Sr.
Danta.
Eolia em I. discossao o projecta n. 28 desle anno,
que eleva a coman a do Bouilo a' cathegoria de co-
marca de 2. eolrancia.
A discussao fica encerrada-, nao te podendo votar
por nao haver numero.
O Sr. Presidente da' para ordem do dia :
Volara do projecto n. 28 desle anno, coja diseus-
to licou encerrada,
T qoe aulnrisa o goveruo a etlender o beneficio d* na
vedara a vapor ao porto da capital da provincia do
Espirita Santa.
Segunda dita do projecta n. 27 detle anoo, qoe au-
lnrisa o zoverno a emprestar a' compauhia Pona de
Arca 400:000?.
Primeira dita dot projeclot ni. 21, 31, 32 e 49 des-
le anno, que alleram diflerenles dislricloi eleilorae'
do impeiio.
Primeira dita do projecta n. 48 desle anno,
que augmenta a representara da provincia do
Para'.
Primeira dita do projecta n. 52 desta annn, que
aulnrisa a nalaralisacao de diversos eslraugri-
ros.
Primeira dila do projecta n. 29 desta anno, que
dispensa as leis de amor lis ira em livor das irman-
dades de Nona Senhora du Amparo da ridade Dia-
mantina, e S. I ii.nnu das Lettras, em Minas.
Piimeira dita do projecto n. 36 desta anno, que
aulorisa o governo a mandar aos Estadoi-Unios e as
Autilliai dual petsoal para all esludarem o processo
de sua lavoura.
Levanta-se a ies-3o ai 2 huras.
coslume resultau darem um banho em um nii';,
que pur all passava, brando moldado desde a ca-
liera al oa ps. O refresco nao be dos petares, com
especialidad! se a agoa com que foi bandado se
ach iva aroinalisada.
Prevenimos a certa moco que anda servindo
de marmota, que se deixe de pralicar as suas s lis
reida guma familia em sua janella, como o lem feito por
minias vetes, e pelo que ja o apellidan) por marmo-
ta, porque esse seu procedimeulo ja vai passando
em extremo a ridiculo, e nao ha muilo boa di'posi-
r.io em soflre-lo...
Ainda chamamos a attenraa da monicipalida-
de sobre ai calcadas qoe te aedam em completa es-
tado de ruina, tem que al o presenil medida al-
guma se baja lomado. A otllldade he publica con-
veni porlanlo que nao teja etqueciJi.
Ainda urna vez nos da heje, no- Iheatro de A-
polln, urna sessao de mgica apparenl e somnambu-
lismo, o Sr. .lenme Ulvssesesua irina.i. Quem viu
o trabaldo mimoso do Sr. J arome, por certa, nao dei-
xar de ir aprecia-l mnit esta vez. Suas bellas pas-
sageni e felice* quiproquns fazem correr ai horas
plac la e liueirameute. Desejamos-lde urna imite Je
perf.it endienta e que nao Ide seja preciso rCorrr
muilat vezet cataleptia.
Tem lunar depoit de nmanh.lj no Iheatro d>
Santa Isabel o hein-lieio do Ciimbra. A tvmpalhia
qoe este actor da tbido grangear no poblieo, faz-
uos crer Ide dar um bom ren.lmenlo. O drama e
as comedas eseoldidas to dos de primeira ordem no
nosso Ibealro.
Ale amanhaa.
par-
MAPPA DAS FALTAS DOS ESTfDANTESQU
1"REQIENTARAM AS AULAS DO GVMNA-
SIO, NO MEZ DE JULUO PRXIMO PAS-
SADO.
NOMES.
Atloliau Alduqueiqus Martins Pereira
Domingo! SoaZI Lea Reg Barroi .
Manoel An una- da Silva liumi.ir Aes.
Andi II. Malheus lloompW. .
Faino Siziuu Batios da Silva.....
liarlos db P lili Borges. .......
Jos Jaciullio ra Silveira Nellu .
l.uiz de Paula Lopes.........
Antonio de Oliveira Mello......
Virialo Sergio de M ura Metloi .
Afluirso Sergio de Moura Maltas. .
Sebasliao Cordeiro Coeldo Cintra .
AudrCurdeiro Coelho Cintra. .
Francisco Geraldo da Silva Bsrrozo .
Jos Joaquim da Silva........
Joaquidn Jos de Olivrira.......
\iiliiio Manoel de Suza Jnior .
Adotpd l.einenda I.ins........
Jos Baplisli do Natcinieiilo.....
Jiiaquim Pereira Arantes Jnior .
AITouso Sergio Ferreira.......
Manoel Baptisla'do Nasciniento .
Joao J aqoim Ramos e Silva.....
Camerinn Filippe Nery Colfaco .
Leourio Rodrigues Cjitaeo......
Joaquim Candido do Natcinacnlo .
Manoel Pedro Martins de Amorim. .
FALTAS
5 3
c =
II
1i>
1
2
5
I
2
ti
ti
35 annos, parJo,
o destrata junto, da aoctaiiad* cuinruercial quu linda ra a dar-lde urna t'lucao qualquer.
com Manuel de Bairut Barred, sob afirma de Reg
i\ Barreta.Kegi.trc-se o publique-te.
Oulro de Mana das Naves Tasso, pruprielaria do
patacho Anua,., comprado a Franci.ro do Suza
laizeira, do Ceaia', pedindo entrega du registro da-
do pela contervaloria deis provincia, e que seaeda
Respomlendo ao nobre senador pela Babia, diz! elle at horriveu
PAGINA AVULSA
isja^ii usUafc
Apezar da nite pestima, que fez no dia II do
correle os Srs. acadmicos festejaran o aniversa-
rio do Corto Juridico. A imite is edificios da l'a-
culdade, e Collegio dat Aries iliummaram-it com
elegancia. OnalOei daqoelle etliveram illuminadoa,
e do 5.a iiiio ricamente decorado. Duat bandas de
msica militar allemavam excellenles overluras, ao
patio qae ai girndolas n3o cessavam de romperos
ares, annonciando a cidade o enlliutiatmo de que
eslava possuida a mocidade acadmica. Os Sr. Doria
recitou um lucido discuriu anlogo ao objeclo da fes-
la, liualisando-o eom urna bella pae-ia. (I Sr. Cala-
zant dando largas a ua musa brildanle recilou urna
primorosa poesia, que foi rccebida com inuilos ap-
plauroi e enlhusiasmo. O Sr. cnnselheiio Aulran,
lendu-te adiado presente a esse protesto solemne dr
tantas intelligcucias iiluilradat contra o regresso, a
ignorancia animoo inconleslavelineule lodos que
suppuuham, qoe a m,i noile que fez viria amortecer
o enlliusiaimo de qoe eslavam postnidos ot Sn. aca-
dmicos. Em eonciuiao ludo corpu acadmico deifi-
lou pela ra do Hospicio, precedeudo-lde orna ban-
da de musica militar, adianle da cata de residen-
cia du Sr. ronseldeiro Aulran deram repelidoi vivet
alas mui significativos, e a msica locuu o livmno
nacional, precedido-de immensas girndolas,' que
romperam os ares. O Sr. ronseldeiro Aulran fran-
queou os saines de su casa ao rorpo academiro ; Ira-
lou-o benignamente, o qae feita lodos se retiraiam,
tarminando astim a noile fettiva de II do correnle.
Em Ol .da os academicus all lia'diluntei uni-
dos com alguna, que moran oesln capital deram
urna partida em referencia ao mesmo objaelo.
O Gabinete Poiluguez de Leitura tulemnisa no
dia 15 as 10 horas do dia o texto auniver.sariode sua
Intlallaofo. lte>ervamo-nos para depois .le o viiilar-
inos nesse dia, dar conta ao publico da maneira pela
qual foi snleinnisado ; lie de crer, que, como tein-
prc cosluma, com pompa e nrdem.
t>usia-ut.* que continua com escndalo, a de>"-
pello da ardan loiminantes da polica o coiiinierrio
de plvora. Algons negociantes porem qoe lem fura
da cidade depositas delta ja o retiraran), uniros po-
ror ainda coulinoain, tegonda de notorio; em qu io-
ta a polica Dio der con os falsos. un tu ella se es-
conde o negocio de plvora da de coutiuu r de apoi
i.wnnasi.i Ptinamnueauu, 5 de agotlode 1857.U
secretario, Antonio a'Assumprita Cabral.
FREUEZIA DE JABOATAO'.
UMA ESTATISTICA.
Serie de rjitadios eoncernentes a' mesma
iregaezia.
RBLACAO DEMONSTHATIVA DOS HAB1TAN-
tES DA POVOACAO DE JABOATAO.
ContinuarSo.'
251 Berntrdo Jos I'crcira Pamalho, 35 an-
uos, branco, casado.
252 Maria Francisca do larros, 28 anuos,
branca, casada.
S&3 Candida, 12annos, branca.
254 Francisco, 9 annos, branco.
255 Ftancelino, 8 annos, branco.
256 Angela Maria de Mecias, 22 annos, par-
da, solteira
257 JoSo Virginio Damasccno, 28 annos,
pardo, solteiro. ,
*258 ii'darmina Maria da Conceigo, 20 an-
nos, parda, solteira.assistente.
250 Jos llazilio-Martins, 2 annos, pardo,
solteiro.
260 Joaquina Lopes dos Santos, SO annos,
parda, solleira,
261 Luiza Romana dos Santos, 3 anuos,
parda solleira.
262 JoSo, 1(1 annos, branco, solteiro.
263 clcnientino, 15 annos, pardo, solteiro,
264 Manoel Marcos Cartteiro, 55 annos, pre-
to, casado.
265 Alejandrina Ihoreza, 27 annos, parda,
casada.
266 Manoel, 25 anuos, pardo solteiro.
267 Ciaudlno, 20 annos, pardo, solteiro.
268 Sabino, 18 annos, pardo solteiro.
26!) Paula, 16 annos, parda, solteira.
270 Franceltna, l annos, parda, solteira.
271 Simpo. 12 annos, pardo, solteiro.
272 Jos, annos, pardo, solleiro.

qoe d'sde que o orador prupoz que a for^a fo-se
l'u.ula para drcumslancias ordinarias em 16,001)
pravas, he rlaro que esta' ronvencido que r*se nu-
mera he sullicienle paia acudir as iudiipenta-
veit iiecetsida les do serviger: p*ra dar a demouslra-
raliuhadat a
no archivo desta Iribunal, con os documentos apir- ?3o delta proposn;ao era mistar entrar em um dela-
tenladoi para a ohleiisao do uuvo regiilro, vi-lo co- ide minocioso que em nasla adianlaria a qaesl3o ;
mo oantigo lem de ser rtcolliido aquella couse va-I por isso se al.stnn de o fazer.
liiria.Eutregue-se o regislro. Mas tempre acresrentaia' quo anualmente, ape-
t loteo do Domingos fcerreira das Nevet Guimarfles.! zar de ser a litarao de 18,500 pracai. o efltclivo do
l ranctsro Augusto de Oiiveira c Ricardo de 1 reitas i erercilo nao rala de maii de 11,000; nem be
l.iheiro, pedindo regiiliar o seu coutr.ta locial. mesmo possivel que exceda desse numero, que a rus-
1 o com vista ao Sr. desembartadur fiscal. | s, oblem, em vetar a popularlo eom om rerru-
Uulro de Ricardo de Ireilas Ribeiro u Dominaoi lamenta ii I erreira das Neves Gonnaiaes, pcdinlo registrar o '
destrata unto, da iociedade que linliam.Cuino re-
quer. I
Oulro de J. E'lwin Robeil, currelor geral
desla
Po-la queitao nesle termot, v-te que he eieo-
sado lixar um algaii-mu de 18,300 pracas, quando
nao e pode obter mais de 11,000 ; o que u nomero
de 16,000 aiuda he superior a realidade.
tonita-nii- que en. consequencia du nosm aviso
o proprietano d'etn casa da ruado C.olovello qu faz
eiquina para o beeco das Barreiras mandara por pe-
ritas ex iminal-,e que esles em seu parecer a deram
em bom eslado, n3o obstante le dier que ella te
acha arruinada, o qne ala pastar por certa de bo-
aloi, porqoe fall.idoret nto fallain. Seja cerno fur
comprimo a no,a mis,3, e quero quizer que hca
o seu juizo. se aqoelle eiame fura ou nlo feita r-
cularmenle, porque de lemelbanle nrgorio nada ca-
lendemos.
rVl sabemos de que ulili-lade serve esse nu-
mefo de guardas liscae que elleclivomenta se en-
contram de espada rinla aeompanliadot^le tr-r-
venle?, qoando te nhserva qoe a maior parte dellet
nao se oecapam do aceio daa roai como lh-s cum-
pre, conforme Ovemos le uhservar hunlem na ra
Nova onde se Ylam ire galliuhai moras em um
273 Casemiro, 3 annos, pardo.
274 Maria, 2 anuos, parda.
275 Ar.juilino, pa.do3 mozos.
276 Francisca Maria do Rosario, 28 annos,
parda, solteira.
277 Jos Caetano do larros, 56 annos, bran-
co, casado.
278 Isabel Maria da Concei^So, O annos,
branco, casado.
279 Caetano, 20 anuos, branco, solteiro.
280 Antonia, 22 anuos, branca, solteira.
281 Joaquim, 18 annos, branco, solteiro.
282 Manoel, lOannos, branco, solteiro.
283 Anua, 13 annos, branca, solicita.
28i Cordolina, 8 annos, branca, solteira.
'-85 Maria de Dos l'essoa, 38 annos, parda,
viuva.
286 Olympia, 16 anuos, parda, solleira.
287 Joanoa, 14 anuos, parda, solleira.
288 Jo3o, 15 annos, pardo, solleiro.
289 Gabriel Jos Al ves, 57 annos, prelo, ca-
sado.
290 Antonia Maria Tneodora, .16 anuos, prc-
ta, casa la.
291 Maria Fheodora, 20 annos, preta, sol-
leira.
292 Jos, 17 anno*, pelo, solteiro
293 Candida, 14 anuos, preta, solleira.
294 Rufina, 12 annos, pela, solteira.
295 Anua, 16 annos, preta, soiteira.
296 Laurentina, 10 anuos, preta, sellcira.
2-i7 Jos, 2 anuos, prelo.
298 Joo Hilario Francisco, 60 aun is.pardo,
solltiio.
299 Leocadia ,1'erpetua, O anuos, parda, i
solteira.
:fM) Emilia, 22 anuos, parda, solleira.
5111 Constancia, 18 anuos, parda, solicita.
302 I'aula, 16 annos, parda, solleira,
30.' Manoel, 17 anuos, p'.rdo, solleiro.
30 Manoel, 15 anuos, pardo, solleiro.
305 Hartioiano, II anuos, pardo.
306 Cecilia, 8 annos, parda.
307 Rutina, 6 annos, parda.
308 Manoel Jos de Souza, 6(1 anuos, pardo,
casado --8 escravos sendo negros.
309 Vicloritia do Motile, 50 annos, parda,
casada.
310 Antonio, 25annos, [ardo, solteiro.
311 Francisca Mana de (juciroz, iti annos,
parda viuva.
312 Jos, 25 annos, pardo, solteiro.
313 lijiiacia, 26 annos, parda, solteira.
342 llennina, 3 anuos, parda.
33 Jorge Lucas Campello, 61) anuos,
do, casado.
344 Ignacia Maria da Conccicao, 50 annos,
parda, casada.
345 Nicolao Marques, 51 annos, preto. ca-
sado.
346 Annn Joaquina do Espirito Suito, 30
annos, parda, casada.
347 RozaIina,2 anuos, parda.
3i8 Florencia i parda.6 mezes,
349 Jos do Aranjo, 35 annos, pardo, ca-
sado.
350 Silvana Maria, 30 annos, parda, casada.
351 Alexandre Francisco Alves, 70 annos.
pardo, casado.
352 Joaquina Maria do Nascimento, 50 an-
nos, parda, casada,
353 Luiza, 20 annos, parda.
354 Joaquina Maria, 60 annos, parda, viuva.
355 Mana da Conccicao, 40 annos, parda,
viuva.
356 Joaquina, 20 annos, parda
357 I'aula Maria, 40 annos, preta, solteira.
358 Maria Francisca, 25 annos,' parda, sol-
teira.
359 Florencia Maria, 65 a tinos, preta, sol-
teira.
3C0 Jos Martins Cavalcanti, 2 annos, par-
do, solteiro.Assisteute.
361 Placido Maria da Silva, 40 annos, par-
do, casado.
362 Maria da Concerno, 45 annos, parda,
casada.
363 Jomas 18 annos, parda, casada.
364 Hermila, 16 annos, parda, solleira.
365 Maximin, 13 annos, parda, solteira.
366 Jos, 3 anuos, pardo.
367 Franciseo, 2 annos, parda.
368 Jos do Souza Lima, 61 annos, preto,
casado.
369 Joar.na do Espirito Santo, 62 annos.pre-
la, casada.
370 Maria 18 annos, preta, solteira.
371 Josepha Maria, 50 annos, prel, viuva,
372 Joilo, 25 annos, preto, solleiro.
373 Manoel, 22 annos, preto, solteiro.
374 Antonio, 20 annos, pardo,.solteito. l
escravo.
375 Joaquim, 18 annos, pardo, solteiro,
376 Veirina, 16 annos, 'parda, solleira.
377 Marcolino, 8 annos, pardo.
378 Amaro, 3 annos, par.lo.
379 Maria, 3 annos, parda.
380 Josepba, 7 annos, parda.
381 Constancia, 10 annos, parda.
382 Friinciso Lins de Siqueira, 35 annos.
pardo, casado.
383 Anna Maria da Lnz, 26 annos, pardo.ca-
sado.
384 Maria, 2 annos, pardo,
585 Joaquim Uernardino, 35
casado.
386 Francisc Maria da Luz, 26 annos.parda,
casada
3S7 Maria, 7 annos, parda.
388 Jos, 7 unnOs, pardoI mez.
389 JoSo, 3 nnnos, pardo.
390 .los Carneiroda Silva, 8 annos, pardo,
casado 1 escrava.
391 Cosma Damiana, 60 annos, parda, ca-
sada.
392 Jos, 8 annos, pardoAssistenle.
393 Manoel, 75 annos, pardo, solleiro
394 Josepha Maria da Coaccic/io, GO anuos,
parJa viuva.
395 Maria, 12 annos, preta, solteira.
396 Antonio do Monte Placido, 50 annos,pre-
to, viuvo.
397 Paulo, 25 anuos, preto, solteiro.
398 Francisco, 20 annos, preto, solleiro.
399 Jos, 16 annos, prelo, solteiro.
400 Francisco, 14 annos, preto, solteiro,
401 Jos Bento Martins, 31 annos, preto, ca-
sado,
402 Anna Tbereza de Jess, 31 anuos,parda,
casada,'
403 Manoel Joaquim Helio, 38 annos, preto,
solleiro.
404'Custodia Pereira do Carmo, 26 annos,
preta, casada.
405 l.uzia Maria da Concei^o, 24 annos,pre-
ta, cagado.
406 Jos d'Arago Ebra, 6 annos, branco,
casado3 escravos, 2 fnicas e 1 ma-
cho.
407 Anna Maria do Carmo, 45 annos, branca,
casada.
408 Joaquina Ferreira de Brito, 28 annos.
parda, solleira.
409 Ignacia Francisca de Jesus 48 annos.
parda, viuva.
410 Senborinlia Maria, 38 annos, parda, sol-
teira.
411 Maria da Conceico, 18 annos, parda,sol-
teira
412 Luiz de Franca Jorge, 20 annos, pardo,
solteiro.
413 Maria da Conce3o Gomes, 40 annos,
parlo, viuvo.
414 Jos, annos, pardo,
415 Antonio, 12 anuos, pardo.
416 Josepha Maria da Concejero, 39 annos,
parda, solteira.
417 Jos, 18 annos, pardo, solteiro.
418 Gervasia. -I annos. pardw, solteira.
419 Luduvina, 12 annos, parda, solteira.
420 lcmenlina, 10 anuos, parda, solteira.
421 llosa Maria da Silva, 42 annos, brauca,
solteira.
422 Maria Joaquina da Silva Braulio, 28 an-
nos, branca, solleira.
23 Francelino, 20 annos> branco, solteiro.
Assistente.
424 JoSo, 12 annos, branco, solteiro.Assis
tente.
Maria, 18 annos, branca, solleira.-As
sistnite.
Filippa Sanl-lago de Souza, 65 annos,
parda, solteira.
427 Maria, -Oannos, parda, solleira.
428 Agoslinlu, 10 anuos, preta,solleira.
129 Jernimo, 6 annos. prelo.
30 Maria, 22 anuos, preta.
'.l I' anklinSaratva, 22 anuos, branco.
432 Uerlino Cesar de M. C, |y anuos, bran-
co, casado
433 .Anglica Maria, 50 annos. parda, viuva-
134 Pila Maria dos l'razeres, O annos, bran-
ca, viuva.--2 escravos.
mas picaidiat predomina honra he vilmonl
calculada.... eii 0 Hio-lurmoto, oud* hoj i exer-
cem em uome d lei a mail alroei e miseras repr-
taliat, onde qaem mait menta man raigo lem, onde
o qu ni,is infamia praltc contra teu advtrtario
mait lie allenddo pelot dnmeus qoe devem garantir
a pai e assegorar i harmonia duieidadloi !
.Mal- de urna vea temo dilo que nau exageramos
nada abaoiiilamente quando, toreado! pelodever da
j'istu; i, virosa Iratar dot negociot do Itio-Fonnus .
As noliciaa edegatu-oot todos o diat, e eada uina
dellat mail prende d aconlecimento oolveii e qua-
si incrlvei). U prucetso impra, c impera como um
loberauo de cumedia : o ridicolo mait bem parecido
serve-lh d diadema ; o rynumo mail ravollanl
de o teu tceptro e o Idrono sobre o qual o pro-
ceiso, a irritS'' publica, sio ai caberas loda reu-
nidaa dot oheroet que, menospreando lei e eqoi-
dade, enlendem que procetsaru da maana ioiqua
pe qoal proctatim, he o rawinu qo anlqiilar, des-
moraliiar, derrotar para tempre mus advarurioi!
Impos qu tilo I ignorante! e imbeceii qo nao
olb.su para dianlc, e nao veero como o sent pul.li
co os ccnrn.ee Pudres que nlo um misrrimo,
inlagonilai do morito e da honra, qae indo eomprt-
hendem o papel degradante que vio representando,
e sempre paleados peloi lioineuique se envergooham
de (aulas bailaras, de tantas vile/as e picardiat !
Que cumpram o teo mndalo :cumprtm um lado;
deixa-loi, que n.l mui Ioniza estira a poca de ve-
rem a verdade Iriumphar o a calumnia iervir-lhi
de poste, onde ter.lo de ter uvergalhadosa pelo ana-
deme podlico, que ja principiou a feri-los no co-
racAo, bem como ellos prelenderam (erir a om iea
generoso adversario no crdito e na rapolacKo.
O lenlecoronel Jos Antonio I.opai, de quim
leinoi na serie dos nono artigo por maia de urna
vez tratado, foi a victima qoe humeni desalmados,
teas desafien- .ados polticos (e do mesmo credo por
eleicas), achiran com mail prompti liio para der-
ramarem tubre elle lodo o veneno du teu odio un-
placavel, admirando por demais que marchem na
vanguarda desse grupo deshrinso, auda e maievalo,
os encarreeadoi de manler inviolavel a lei, qoe, se-
gundo de voz publica, nestuuiam a nialllh* para o
dilacerar, campando depoit de impireiaei e juili-
eeiros !
llyperrilat, que nilo sabein disfarcar a inveja qoe
Ihts rala, pela poiifSo brildanle qu ocrupa na tu-
cieda la aquelle honesto e digno cidadSo !
E ngo in pejam qu* os > gaiatos o das pracas o
aponte romo detpeitadoi horrivelmenl* por nma dt-
repr.lo eleiloral ? Nao coran adianle de tantas e lar)
repel las in ignnladet pur lerem sido preferidos por
outros em urna lula eletloral ?
F nderando o juiz qoe o primero procesio pelo
qoal fra imqoamenle atirado nat priiOes publicas o
lenle coronel Jos Antonio Lopes era por de mais
retolveu -~- detpronuncia-lo ; mas querendo, co-
mo so diz, nao desceir ni r o giupo ficcioso dosad-
vertarios vandain-politicos do mismo leante coro-
dttalji ; a Tiloma de Aquino lomees & rilbos.
&> caitas cholas ; a Mu-a 20 diu- dilas, 50 canailrai dtala, 50 saca- T-
relo ; a Amonio Bernardina Val de Carvaldo.
30 pipil vi.,., ; ( Naicimenlo & Limo.
50 buril loucioho, 50 saceos feiao, 30 caitas ce-
bla ; l Jote Marcelino da llosa,
10 pipas e 2. barris vinagre ; a Jos Raptisla da
reatar.
32 calxai cara ein vlai, eiixCet camas de ferro,
I dilo machina, 2 ditos miodtzai, I dilo uizella ; *
r'eidel Piulo & C.
68 canas cara em vilas ; a Jgjg Faroande l'e-
raira VinnoH.
10 lceos lime, 10 dito feoo ; ao l)r. J,.,)o l'edro
de Medeirus.
20 caitas redlas ;a Antonio Alves Vitalia.
100 caiiaslras batatal : a Kortututo Cardlo de
Gouveia.
30 caitlt ctbolaa ; a Maooel Jos di Faria.
70 i-mas btala, 10 barril cdourirai, in dilot
toucinlio ; a VaUuca i Anlunet.
">o barril cal ; a Antonio Uoniz Machado.
2 caixolet imageos, -J, ditus redoma de vidro, I
dilo vasos de niadeira doarado ; a liburcio Autunes
de Oiiveira.
50 barris cal ; a Antonia Cassimiro tioova.
10.) cala btalas, 10 dilas ceblas ; a Multa &
Irado.
6 pipai vasiai ; t l.-mos Jnior ,\ Leal Reii.
10 barril viudo ; a Augusto Cezar de Abreu.
1 caixule quinquilleras de barro ; a Fraociico
Ijoines de Oiiveira.
1 caita livr.n ; a Joao Manoel Piala Bastos.
5 barris e il canas '.Iros vasios, drogas e florea
medicinad ; a Antonio Pedro dai Nevei.
M barril cal ; a Jo> da Alenla Kclix.
I can. li obras e tldelos ; a Miguil Jo. Alves.
38 pedral de cantara lavrada ; aos mimbro en-
carregadot da obra da Matriz da Bua-Visla.
1 eauole penles de pao ; a Tliomai Frundet da
Cu n ha.
3 ciix.il e t barril vidros vatios e floria medicinal
a Juan da C. Bravo A. C.
3 cana vidrot vatios e drogai mtdicioas ; a Ga-
meiro dt C.
42 barris toncinlio ; a Luiz Jos da Coila Amorim.
2 caixolei violas o guitarras ; ao capillo,
2 babus roupa otada ; a Manoel Kibeiro de Car-
valdo.
1 incoreta vinagre ; a Luiz Antonio Siqueira.
1 caita tapaloa de Iraociulia ; a Antonio dot San-
Ios Vieira.
30 barris vinagre ; a Ferreira & Araojo.
5 tilos atolle doce ; a Francisco Amonio Martina
de Miranda.
20 barril o 10 tucorelat vinagre, 30 saceos temea ;
a Antouio Alberto de Souza Aguiar.
5 barril azeile doce, 20 aucorel.it viudo ; a Jote
OCUvii.no 'IVIles de Saldando.
Brigoe (ranee/. Paraliiba viudo do Havre, con-
oc o proininci...u em Om-outro proceeso que durante (iguado a N. O. Bielier & C, iiumieilou o tegumle:
a sua prisao uesla capital por machiua forgicaram
aem detle ler tciancia, e al como he notorio, negan-
do-I he lodos oa ncursos da dfza I Oh! nlo ha que
admirar ; he o lal syslem benigno dos processos
ainda imperando ; he ain la a lei aervindo de maui-
elia aos cobardes, que precisam er em denggravo
d mesma lei proctadoi e punidos.
St v pois o poblieo, que sendo desprononciado o
lenle coronil Jos Antonio Lopes em om proces-
so onde fura accuiadu de nm crime phmtaitico, fra
pronunciado em ura ootro denominadoMarindo.
Qoerer o pudlico urna prova mais authenlfc i d's-
II infame perseguico ? Querer* o governo geral ou-
lra prova mais robusta da meneirl pela qual i-e.ni-
eiiiae.lde entendida m Rio Funnoso 1 Qoerero
o amigoi do governo, aquellri por quem o lente
e.rouel Jos Antonio Lopet mais tein-s- sacriesdo,
um leslemunho mais brithanl* do olio daquelles,
que simulando comparlilharem das mimas opinides
do lenle coronel Jos Antonio Lopet seus ami-
gos, votam-lhet entrelanto um nal ligadal, por nao
marecerem o louros de urna vntacSo Pois bem ;
ah estao o fados ; o lenle coionrl .lose Antonio
Lnpes, lidu e havido por um horaem, que nao foi e
nem he assasiino, cncarcerado em ama fortaleza por
dous crimes de homicidio '. .....
Km nutro nomero ainda traiaremis da genlilezai
que iiliiiiiameni se da pralicado no Rio Formoso,
aliin de que em noaembro prximo ainda eiteja de-
lido o nico humem que no Rio Formoso faz som-
bra capaugas delesiaveis. E. E.
Srs. reductores.tima petsoa fidedigna da co-
marca de Nazarelli cana de aizer-me, *in cata de
mau amigo, os Sr. Ur. Souza Rais, qo algoem es-
palda naquella enmarca que eilou lia lo ao Sr. I)f.
Amonio Alves de Sooia Cirvtldo, com quem liz
irausaccaj de vnlos para depulados provinciaea.
Declaro, pura inutiliiar o novo plan) de guerra
contra innn.que eu ni lenhn irans.reao de qualida-
de ii'iiduma com o Sr. Ur. Csrvalho ; e nem pono
aceita-la lendo o Sr. Ur. Carvalho cread una mo-
rdida de brunze entre mimeelle.
AMirmo, porem, til ininlia palavra de honra, que
nao guerreio candidato alguin ; a qua conliuoo na
resoluei i qui ji manifeilei ao meos amigo* de Naza-
relli, para quem escrevo eslas hutas.
Joao Alfre lo Correia de Oiiveira.
S. C. 12 de agosto da 1857.
*Pu)icacao ape&i&o.
SONETO
Dedicado n.' rninlia do baile dudo
(in o i n da na noite de l O de
agostar*,
Com alvis vestes, tez asselinada,
Com facha azulceleste, e oo cabello
Com fila de igual edr, quinto era bello
Ver do baile aKainbaataviada !
A propria natureza lio pasmada
De om ente de ordem Id ficou, qne ao v-lo
\1 finir fura calar, do que dize-lo >
Cedeu-the dm sceplro, e o condao de fada.
Qoando ama chais com alguem daniava ;
No arfar de seu teio era lio luida,
Que ao par a a lodos a razan roubiva.
Era om anjo ou mulhei'!... nao tei ainda ;
Mat sem lal o sabereolio lhe dava,
Puis india eu via porfeirao innda.
C B.
Recife II dt agosto de 1857.
!*&:.* i
PKACA DO RECIFE 13 DE AI.OSTO AS
3 HORAS O A TARDE.
Colny.es oillciaet.
Cambio sobre Loudres28 liO d|v.
P. llurg'S, pretilente.
la. Dobourcq Jnior, secretario.
CAIVBIOS.
Sobre Londre, 28 d. a 60 d.
c Par, 316 r. por fr.
Litdoa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por Oto ,1 deseonln.
Acq.Io do banco 50 por cenlo de dividendo por coti-
la do vendedor.
t companhia de Beberibe 606000 por accSo
a compauhia Pemambucaua ao par.
a a Cubilada Pablic-i, 98 porceiitod* premio.
Indemnisadora. 61 data.
a da eilrada a forro 20 por 0]0 d primo
Disconto de lellrai, de 10 a 10 por cenlo.
Acedes do Banco, 40 a 45 de premio.
Duro.Onca hespanliolas. 20S5O0 a 3OJ000
H volumes sedas, faien las d* algodo, de laa, cas-
ias de algodSo, peilot pan camiaat, chapea pare ic-
nhorat, coilas, bricililei, porcellana, marroquini
couros, cateados,, mobilia, *lc., too barris e 150
mero manteiga ; ao consignatario.
36 caitaa tedas, meias de tlgoda, Ctrl para ju-
gar, perfumaras, cainlieiros, intrads, didropes,
raarroqons, crv-laes, etpelhos, parafuso, clcheles,
biscoilos, bolOei, ele.; a II. Denker.
18 caite porcellana, cryslae,chap0a, pelles pre-
paradas, calcado, sellara, papel, ele ; i J. A. bastos.
113 caitas fazeodat de Ida, ala algodSo, de seda,
flores arlificiaei, calcado!, im-rcearia, chapua de
teda, manteleta! de dita, mobilia, tabaco, couro, ele;
a l.uil Antonio Siqueira.
I caixa relogiot e bijouleria de oaro prala ; i
F. Badieh.
a caitas a 1 b.rrica papel, alfinelet e ciiat pira
(abaco ; a Monleiro & Lopes.
33 caixas fazeodat de teda, de algodao, de dilo e
13a, bardado de algodao, cbapos d leda ele.; a
Sdiafheillin & C.
(i -anas drogas ; i J. dos Santos Faria.
18 caixas faiendas di laa, chales da dita, roupas,
pelles de coelbo, sedas, pomada, flores, eandieiros.
cipelhoi, mobilia, cryslin, saiai, etc.; a H. Bruno
5, C.
3 caixas chapeos de seda a moJat : a M. J. Car-
oeiro.
5 dilas espora', mrcenla, perfumarla, chapeos
de seda para xohoris e ineoioo ; a F. Bailoi.
I caita papel ; a Mauron & C.
1 ciia porcellana ; J. S. Nanea Oiiveira.
4t diia< 1 fardo panno* de la, fazendts de dila,
de algodo, de da, milla, chalet do cusa, lu-
vs, veslidoi, leen de algo l.'ui, chapeos e ditos de
senil.na, ron -jas, bonates, cobertor de la, papel,
caiihi, ele, 50 birria e 50 meio mauleigt; a J.
K-ller & C.
75 birria e75 meios manteiga, 2 caita caruiai
de algodao ; a Souza Carvalho & C.
1 oaia alliaeles ; a F: A. de Pinito.
3 dilat I loes, fitas, franjas, roupa, ptitot e tami-
sas ; l-'eidd Pililo & C.
9 caixat fazendas da laa, d teda, veslidoi de dila,
gangat, ele.; a C. J. Aslley & C.
I caita chocla!, 1 dila lequei de seda, 2 ditaa
chapeo e objeclo para ohapeleiro ; a ordem.
32 barris e .t meiat manteiga ; a Ltclerr,
10 dito vinho, 3 dito 1 cana conserva! ; a llei-
libeui.
12 caita qunjos; a Borle d Souza.
12 dilat chpeos e objaelot para chipeleiro ; a
Chrisiiaul Irmao.
'in canai e 2 fardot edas, fazendas de algodao,
de laa a mixlai, .anuos d* laa, chapeos, gravali.
calcados, quadroi, agoa de flor d laraoja, lilhogra-
plua, mobilia, cande, capan de fono ; a Timm
Momeo & Vinassa.
50 barris a 50 meio* manteiga ; a Scbramm
Wlialley.
I cana olead, 100 barril e 100 meiot ditoi man-
teiga ; a Isaac Cuno & C
4 harneas t 2 cauai drogas e pioceit ; J. Souu
& C.
10 canai" roupas, chapeo!, papel, obrai de cooro,
etc.; a J. C. Ayr.
8 caixai inodat, perfumaras, chapos, roapat; a
J. R. Coelbo.
5 caita e 1 fardo drogas ; a B. Francisco de
S u/.i.
3 caixa livros ; a D. Alves Malheus.
47 dita* e 1 barrica vidro, porcelana, criilaes, ciq-
dieiro* ele. ; a J. B. Fragozo.
5 caitas cdapeoi. ditot de tol de algodao, roopas
etc. ; a Siqueira & Pereira.
i barricas e 3 celtas er, robe, ele. ; a Moreira &
Fragozo.
1 caixa chaes para hoinem e diloi de sol; a Oii-
veira Sobrinho.
Lancha nacional Livracae, vioda da Bihia, con-
si.nii.1. a Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo, inini-
feslou o segoinle :
3 caitas fazenlat, rolletes de seJa, prnnai pan
ei.feilat, Itmbrelet para cbapos; a Joao kelltr
AC.
40 saceos pimeuli dn India, 10 dilo comiudos,
23 barris erva doce ; a Tasto & Irmao*.
1 raizle rosarios e raiodezas ; a Aulonio Lopes
Pereira d* Mello t C.
1 caixa ren las de algodlo ; a 11. t.ibion.
I dita ditas de dilo ; Rottron lio ker & C.
4 barris vinhn,- I calxAo chales ; Schafhutlin-
II volumes, a farJos e 1 caita casemirai, colle-
(es de seda, diales de dula, alpacas, cassinetas de
laa, boius e damasco de Lia, 4 canas bezerros, 43
fardos panno de algodao trancado. 10 saceos fio de
algodao, I badu roupa usada, 1 cadeira de arroar, t>
saceos colla, 3 fardos fumo, 26 candes, 2 capotes
I,'.'tI caixindas charutos ; a ordem.
CONSULADO t.KBAI..*
Lien 'lmenlo do da I I 12. .VI:.',l.T-Vi.'
dem do dia 13....... 7:2IK?.t>H
i 25
26
Moedas de <5l00 vellias .
* i 6i>i00 ureas .
a 49000. .
Prata.I'alaeoes brasilciros. .
Peso* coliimnari-s. .
m ciicauni. .
ALFANDEGA.
ilemliiiienl'i du da I a 12. .
I lem do dia 13......
16S0OII
1 tv-sOOO
yaooo
291100
25000
1J860
173:2095410
SI.'0679530
2I7:366?9S9
lir.in '.-
Pardos .
Crionlos
Tolal
ij:
252
26
31
(Continua..
^ommmticaHo*
Negocios do Kio-Formoso ; o tcnente-co-
ronel Jos Antonio Inopes, nova des-
coberta para a sua pcrsejjuirao.
Paree incrivel que a -anda de perseguir, e_ie o
de-ejo brutal de ollendtr e aniquilar, inda que na
voulade, mora 10 tiumem esquecer as man vivas
I considerarles soeiies ea abismar-te em um pelago
leiiiivel de infamias e picardas, tuin lano que saos
iotenloi lejam salisfeilus, a deipeilo da execraran
DIVERSAS PROVIBCIAS.
Keodimento dodia I a 12. .
Mein do dia 13.......
60;586>0O3
2:!.V>7i
886/7IW.
3:8725V.S
De'carregam boje IS de agosto.
Barca iuglezalloberl Jonesmerradorias.
Ilnu'tie indezForluiudem.
Brigue iugletClauciisbacal dio.
Pal ado ingtez(iiauoridfm.
Bngue sarduDainnvinho, familia, papel c mas-
as.
Ilngiic poriiigir/.I.aia I'Irebull, balalasccal.
IVjHOBTACA'O.
Brigoe inplez aForlan*, tuda de Liverpool,
consignado a Retiro,. Itook.r \ C, manifeslou o! ortn-Barc, portugue.a >. S
seguinte :
100 gigo e 1 caitinba louea ; a Fox, Brulders.
110 barricas cervejd ; a Suullia.ll Mello".
100 t.arri e 1 barrilinho plvora. 16 caixas e 1
fardo fazendas de algodao, de Jilo e la, de l, diales
le la e ais idlo ele. ; a Barroca & Castro.
10 barricas cervcji ; Ceo >e-bill.
K caixas fazenda de alg,ol.1u, 1 Jila dila de lindo ;
a J. heller&C.
5o tarcos fardo ; a II. Oibion.
.*> caixas e 2 fardos fazendas de algodlo, me.as de
dito e Imha de algo lo; a Francisco Alves de Pintio.
13 canat fazcudat de alg .do ; Ro-trou Rooker
&C
DESPACHOS DE EXPOKTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
13 DE AGCST DE 1857.
I.ivepoolBarca ingleza Oberoni, James Crab-
lree& C, 113 taccat ilsodao.
HavreCalera franca aOlinda, Lanerre (\ C,
107 laceas algo uto, 400 saceos assuear malcasa.tu,
3.702 cooroi lalgado, e 1,000 edifres.
M tr-e;haUarca fraileen oMaria, N. O. Ilieder
^\ C-. I.-IOO aeeos alinear ma,cavado.
B.rcellona (jalera hetpanln.la Laura, N. (I.
Bieber \ C, 17 surcas algnda-.
LisboaBarca portugueza tjralidaoj, Thomaz de
Aquino Fonscca A; F'ilbo, S&aaecM aisucar bran-
co ; Isaac, Corlo ^ C., 7 pipas mel.
LisboaPaladn pnrlusucz ...Mana Igni/.. l-rau-
ciico Sevcriauo Kalielt. A; Filhn, 600iaec.ii assu-
car branco c mairavado ; Manoel Jos' de Oii-
veira, 52 barricat assacar branca e mescavado, e
1 cana dores.
da Boa Vigem,
l'bomaz de Aquino Fonseca & Filho, 00 taceos
assurar branco e mtscavado, 1,000 rh fres.
PorloPalb.ibule porluguez oCoincidencia, Manoel
Joaquim Rimo! ^\ Silva, 10 couroi salgados.
Buenos-A j re por M unta vi.leo Pttieho inglez
tiBivaplioruin, Amorim Irmaos, 50 pipis cachara.
RECEBhDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBLCO.
Hendiinenli do dia 1 a 12. |0:I9J#!'J6
dem do dia 13...... l:067-sS:)6
50 gigos lou", 138 faites 2 barricas e 1 raxa fer-
ragens, 171 tullas Je ferro, 3,712 pires d* gatus de
11:3639792
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 12. 28.9685911
dem do dia 13...... 3:0373611
sskvbnvi -vj'iik loii'irii-.', at ..t-i.crui ud CSOCrflvVU llse""! """ -* "i *- l*'- "* --- :
publica que tobre elle conslanlemenle peta. Parece I fero, 26 siccui cun galot ds ferro, 10 ciitat caiii-'
32:006}V2
"


'-' -.


f

DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 11 DE fVGOSTO DE 1857.
tftfctA'.*' W ?Ww*
Liverpool53 da, 5,,2 *L!d Allhorpt.
le 333 tonelada. "P,""> V Kul 13, carga fj.nrf',* m"",E,1,er<"; a Saundcrs
B.olli.rJF* C. /""nce a Liverpool.
S. Joo31 d'* P"<;'i ingjez (iiaoor.n de H8
iunel.ua>. *"".'' ,hom" Brier, carga 1,710 bar-
ricas clnao ; Henrique Forslrr & Com-
pauh"- l rlenc* a s- JoSo lo Terra Nova.
Navio aahidoi no mesmo dia.
atoj*M-Ayr Mojiarcl,.,, cap.lao Au(onio Piges, carga ur
Liverpool pela l'arahiba-arca ingleza Ip,|wich .
cap.tao U. Laogloia, carga laalro? 'P*,w,cn-'
R coraraandr;,;0!^.! """""^ **-M
P MMh.7.,,V!. na.C0al C""5". "'" Ber-
lH Bandeira, carga f.jenda. e mais -
e''- Partageiros, Amonio Francisco Ramo,
padre riieodoliuo da Silveira Kamos.
Mi*fc$|
meze liniaraonodou.na.Hio, a
lados de conformilade com o art
provincial n. 286.
rflLt./-P*8af'eQt0 da importancia daar-1 diadas
39 da mesmaf !Sr8,r;Se'1,a "* for.ma darl'! *">"*" do almoxarifado do arsenal
ra a co
de 1003 rs. porcada um mez, embora
seja concedida prorogago.
5.M O arrematante durante a exr-cugiio
das obras proporcionar transito ao publico
e a os carro.-.
6." O arrematante ser obrigado a em-
gee^eriivPre meUS ineUde <0 pc*soal ue **
7." Para ludo o mais
mhos con-, ditas das 8 companliias, rom 50 fainas 8:
i :casem.ra carmezim, covados 7; liollanda
para turro, covados 25 ; pas de ferro ; eu-
0rrAm.iC. ,,,,lP'eta. garraas 10; seccante, arroba
ncl, n i t oxcoae,ul." P Pf Uollanda de forro, covados M ; ferragens
ir. 1 !*. Pl8ara-"r1,-TU11,^ d lal3 ""* centuroes, contendo cada fer-
ragem 5 pegas com s letlraa l'N 291; ,
Vilo de pedra, toneladas 10 ; lenges de lalio
com o peso de 11 a 12 libros cada um 20 ;
araiue de latao de n. 8, anobas 2 ; estanto
om verguinhas, arrollas 2 ; caixas com vi-
dros de 16 a 18 pollegadas 2 ; ditas com di-
tos de U a 12 ditas 2.
2.- batalhao de infantera.
determinado as presntesqcU|au"u?a88""8~h-a- --- ?.*?" N*.1"*.?"*. 100 ;
nem no hollan Ja para forro, covados 50.
ornamento, seguir-se-ha o que dispOe a res-
pe.to a le. provincial n. 286.Conforme.-
Osecretano, Antonio Ferreira da Annun-
Ciacfio.
Olllm Sr.
OlHm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial, era cumprimento da ordem do
l.xm. Sr. presidente da provincia de 7 do cor-
rente, manda fazer publico, que no dia 3 de
setembro prximo vindouro, perantea junta
da fazenda da mesma tbesouraria, se ha de
arrematar, a quem por menos fizer a obra
do empedramento da primeira parte do pri-
meiro lango da estrada do Pao d'Alho, ava-
llada em 38:06/0000 res.
v arrematagao sera feita na forma da lei
provincial u. 343 de 15 de maio de 1854 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiada',
As pessoas que se propozerem a e-la ar-
rematacao comparegam na sala das sessOes
da junta no da cima declarado, pelo mek>
da competentemente habilitada.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. F. da Annunciagao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1- As obras da primeiraparle do primei-
ro lango do < mpedramento da estrada do Pao
o'Alho, far-se-bfio de conormidade com o
orgainento approvado pela directora em
conselho e apresenlado ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia na importancia de .
38:060/000 res.
2. o arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez o as concluir no
de 16 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da lei provincial n. 286.
3. o pagamento da importancia da ar-
rematado realisar-se-ba na forma do art.
39 da mesma lei. g
4." O arrematante exeeiendo o prazo
marcado para a conclusao das obras, paga-
ra urna mulla de 1000 rs, por cada mez, em-
bora lhe seja concedida prorogago.
" O arrematante dur.-nte a execugo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros.
6. O arrematante ser obrigado a em-
pregar na execugo das obras pelo menos
nielado do pessoal de gente livre.
7. Para ludo o mais que nao se achar
determinado as preseutes clausulas nem no
oriniento, seguir-se-ha o que dispoo a res-
peilo a lei provincial n. 286.Conformo.-
secretario, A. F. da Annunciagao.
Olllm. Sr. inspector aa thesouraria pro-
vincal, em cumprimento da ordem do Exm
Sr. presidente da provincia, de 7 do corren-
le, manda fazer publico, que no dia 20 do
mesmo vai novamenlc a prac para ser ar-
rematado a quem por menos fizer a obra do
15- lanco da estrada do sul, avaliadaeni
15:620j000 reis, servido de base para a arre-
matarlo o ofrerccimenlo do 1 por ccnlo de
abalimeulo feito por Joao llippolyto de Jleira
Lima.
A arrematagao ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as coudicoes especiaes abaixo copia-
das.
As pessoas que se propojercm a esta ar-
mataQo comparecam na sala das sessoes
da mesma junta, no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sme e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Peruambuco 10 de agosto de 1857. O secre-
tario. Antonio Ferreira da Aiiuuiiciacao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1. As obras do 15. laen da estrada do
sul far-se-hao de conformidade com o orna-
mento, planta e perlis approvados pela di-
rectora era conselho, e epresentados a ap-
provaco do Exm. Sr. presiJente da provin-
cia na importancia de 15:6209 rs.
1." O arrematante dar principio so-
bras no prazo de um mez, e devera conclu-
las no de 18 mezes, ambos contados na for-
ma do art. 31 da le n. 286, dando transito
ao publico em toda aextunsao do lanc.o no
lim de 6 mezes.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematado realrsar-se-ha em qualro presta-
SOesiguaes cuja ultima ser paga na occa-
siSo da entrega dohuliva, easoutras cor-
respunderau a cada lerrjo das obras.
4. O praco da responsabilidade ser de
um anno, durante o qual o arrematante sei
obrigado a mauter a estrada era perfei'to es-
. lado de couservacBo reparando as ruinas lo-
daa as vezes que exigir o ongenheiro da es-
trada.
5. Para ludo o que n3o se acha especi-
ficado as presentes clausulas nem no orga-
rnenlo, seguir se-ba o que dispOe a respeilo
a lei provincial n.286.Conformo.O secre-
tario, A. F. da Aiinunciaco.
* O lllin. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm, Sr. presidente da provincia de 10 do
correte, manda fazer publico, que no dia
3 de selembr.0 prximo vindouio, peranle a
junta da fazenda da mesma tbesouraiia, se
ha de arrematar a quem por menos fizer a
obra dos concertos da ponte do Anjo sobre
o rioSerinhaom, avaliados em 1:276o rs.
A arrematado sera feita na forma da lei
provincial n. 343 (de 15 de maiu do 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas
As pessuas que se propozerem a esta ar-
remaUQao comparegam na sala das sessojs
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aflixare publi-
car pelo Diario.
-Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco II de agosto de 1857. secre-
tario, A. F. da Aliuunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1. Os concertos da porUe do Anjo sobre
o rio Serinh3em serSo fetos de conformi-
dade com o orcamento apresentado a app-o-
vaco do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 1:276o rs.
2." Estes concertos deverao principiar
>o prazo de um mez e ser3o concluidas no
de seis mezes, a contar da data da arrema-
tag3o.
3." A importancia da arrematoe3o ser
paga em urna so prestado, quando os con-
certos cstiverera concluidos, que serao re-
cohidos definitivamente.
4. Para ludo o mais que nio esliver de-
terminado as presentes clausulas, secuir-
se-ha o que determina a lei provincial n 286
de 17 de maio de 1831. confo. me. o se-
cretario, A. F. da Annuncia(3o.
O lllin. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 11 do corren-
te, manda f-zci publico, que no dia 3 de se-
tembro prximo vindouro, peranto a junta
da lazenda da mesma thesouraria, so ha de
arrematar a quem por menos fizer a obra do
empedramento do 23.'lauco da estrada da
Victoria, avaliada em 8:6020 rs.
A arrematagao ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio da 1854, c sob
as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matagao comparecam na sala das sessOes da
mesrra junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secetaria da thesouraria provincial de
Tcrnambuco 12 de agosto de 1857.0 secre-
tario, Antonio Ferreira da Annunciagao.
Clausulas especiaes pra a arrematado.
I." As obras do empedramento do 23.-
laiiQO da estrada da Victoria, execular se-
b3o de conformidade com o orcamento ap-
provado pela directora eracunsellio e apre-
sentado a approvagao do Exm. Sr. presiden-
te da provincia na importancia de 8:6023 rs.
2. As obras principiarlo no prazo de um
inspector da thesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
Z Mi0-'.'* ,Sr'P^'dente da provincia
o eJu,no ultimo, manda fazer publico, gire, libras 2;
9.- batalhao.
Cravatas 35; nollanda para forro, cova-
dos 50.
Companhia de artfices.
Uollanda para forro, covados 16.
Botica do hospital regiment!.
Licorde labarraque, garrafas 24 ; lolhar-
musgo da Corsega, libra 1
po de 3 anuos, a ma, libras 2; banha de p'orco, arrobas
contar do l. de outubro do con ente anno assucar branco.
ao lim de
-----...u un uiiiliMif,
E para constar se man Jou allixar o presen-
te e publicar pelo Icario.
Secretaria da thesouraria provincial do
Pernambuco 12 de agosto de 1857.-0 secre-
tario, A. F. da Annuncia;3o.
De ordem do IIUi. Sr. inspector da [ conselho" a710"iioras'do"^
Ihesourar.a de fazenda desta provincia se mez.
coori" r/ue' nao?Pn?n,1,?eCraenl0 dK qUe.m Sala d8Ssess0es d0 conselho administrati-
.unyier, que nao tendo havido recebimento ; vo para fomecimento do r<,r-nal H.Z.,.
de lanQos nos das ja annunciados. par. a .2 Se agosto d??S?.?J^ldn,B?K
embrulho, resmas 3 ; tarjas grandes pa-
ra frascos 50 ; ditas menores para frascos
auo ; ditas pequeas para os mesraos ICO :
caixss para pilulas, grosa I.
Quem quizei vender, aprsente as suas
rj?S.l!s em.c.a.rta fechada na secretaria do
a 21 do crrenle
prelerencia no aforamento do terreno do ma-
nnna anda alagado nos fundos de outros
em irento da ra Imperial, em consequencia
de nao terem apparecdr -
arrematagao transferida para odia 19 do
correte mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 12 de agoslo de 1857 n ofli-
cial maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
m. Sr. presidente da provincia de 11 do
presidente interino. Bernardo Pereira d
Carmo J unior. vogal e secretario.
O arsenal de mariuha coinnra o-; sa-
r PnareC,I ll0ltante1?- r'ca,a I gu'!lles objecios para lori.eciriieiilo do almo-
xarifado : almagre, agultias de palomba,
brim da Kussia, bandeiras imperiaes, ditas
de jale, canelas para pennas, colheres de
ferro, cairb velho.colla da Babia, er, cadea-
dos sorli los, cravos de ferro, dobiadiras de
ditos soitidas, dedaes de repuso, estanto,
fechaduras diversas, fuelle, lio de vela, linha
de barca, dita de coser, lona ingleza, larga,
la dita estrella, lapis, papel lixa, dilo al-
c"r^nte, manda fazer publico, que no di
l in.S,e!itmbr0 t)rol^irao v""'uro, perante | masso, dito ordinario, pennas d-aco, paraf-
UJm.i.,amem* "'"ourwia, so ha de ar- SOsdemeUI, ditos de ferro, pregos, ,ir
l"? nrn"lUp!l,rPH0r faaoalbter ?b do 'i,tos lle >, ditos caibraes, 'ps
.'- lanco da Mirada im mirla unlu,ia ,.,,, .... *nn.n. ,_ *... ,. .
ixar o pre-
lanco da estrada do norte, avaliadi em
9:236o426 rs.
A afrematacao ser Icita na forma da le
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matacilo comparecam na sala das sessoes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente h>li.lidas
E para constar se mandou a
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 13 de agoslo de 1857.-O se-
cretario, A. F. da Annuncac3o:
Clausulas especiaes para a arrematagao.
I." As obras do 9 lango da estrada do
norte far-se-hao de conformidade com o or
camento.planta e perlis, approvados pela di-
rectora em conseliio.le apresentados a ap-
provacao.iloExm. Sr presidente da provin-
cia, na importancia de 9:236o>126 rs.
2. O arrematante dar principio as obras
no prazo de um me e devera conclui-las no
de 13 mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da lei provincial n.286, dando tran-
sito ao publico em tola a extensao do lanco
no lim de seis mezes.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematagao realisar-se-ha em quatro presta
sOes iguaes, cuja ultima ser paija na occa-
siao da entrega definitiva, easoutras cor-
respondern a cada tergo das obras
4. O prazo de responsubilidade ser um
anno, durante o qual o arrematante ser o-
brigado a manter a estrada em perfeilo es-
tado de couservagao
5. Para ludo o que nao se achar especi-
ficado ras presentes clausulas, iiom n or-
gamento, seguir-se-ha o qde di.s^j a res-
peno a le. provincial n. 2S6. Conforme
o secretario, A. F. da *nuuncagao.


COKREIO (ERAL.
I ela adiriinislrac..o do correio, ie fai publico, que
a mala que deve condmir o brigue nacuma! Firma
para o alarauhao, fecha-ie l.oje (til do corrcnle ai
j hora da larde em poni.
Ptl.i iiinpecclo do arna| de mariolia ae faz
poblieo, que o vapor Camaraaib, pertencente a
companhia VigilanK, pu,le cmilinuar no teivlca df
reboque, no qual omprega-ae, viilo que, feiio oa
eiames um l#rmos do regulameiilo baita.to com o
decreto n. 1.32 de j de fevereiro de 1851, no caico,
machina, caldeira, apparellio, maslreacao, veame,
amarra e aneorai, achou-se ludo islo em bom es-
tado.
Iinpeccao dornaldc mariuha de Pernambuco,
13 de IgoKo de 18j7.O inspeclor,
Eliziario Antonio do Santo.
TrtlBUN\L DO CO\IMERCIO.
Por esta secretaria so faz publico, que na
data mfra foram registrados o conlra.o so-
cial de Jos Joaquim Dias Fenundes e seus
hlnps Francisco de Paula Dias Fernand-s .
Jos Joaquim Das Kernandes Jnior, eida-
dSos brasileiros. domiciliados desta eidade,
para o lim de comprar mercadorias nacio-
naesoeslrangeiras, vender, receber consig-
nagoes, fazer carregamentos por conla pro-
pr.a ou alhe.a, ou oufra qualquer operacao
commercial, debaixo da (irma de Jos Joa-
quim Das Fernandos & Filhos, e o de des-
trato celebrado por Custavo Jos do liego
e Manoel de nanos Brrelo, dissolvendo a
sociedade que Innatn sol a firma de Reg &
Brrelo, secretaria do tribunal do com-
mercio da provincia de Pernambuco 13 de
agosto de 1857.--0 olTiciai m.ior,
Ur. Aprigio Justiniano la S. Guimares
Por esta subdelegaba se acha recclhi-
do em deposito um cavallo castanhu escuro,
com cangalha e cimbitos, o qual vagava
pela ra da Concordia, na tarde de II do
crrente, sem conductor: quem for seu do-
no, prove-o para lhe ser entregue Subde-
legada de S. Jos do Recite 12 de agosto de
18o7.Accioli subdelega lo supplente.
OSr. colleclor das rendas prnvinciaes
do municipio deGoianni fa/ saber que em o
lia de hoje lhe fo; entregue pelo delegado
deste termo o cscravo ciioulo de nonie I uz
natural da comarca do Liraoeiro, de idadJ
do 85 annos, estatura alta, rosto redondo,
cabellos carapinhos, olhus pelos, nariz cha-
to, bocea grande, barba pouc, picada de
bexiga, preso nessa eidade ordem mo delegado, no dia 3 de Janeiro do cor-
rente anuo, sen lo avahado na quantia de
1:200; pelo que chama-se a lo las as pes-
soas que t.verem direilo ao referido esciavo,
para qoe dentro de 60 di s, cunta los da pu-
blicagao deste, apresentem na collectorfa da
dita eidade sua justilicagao de dominio, a
qual ser produzida peranto o juizo muuici-
pal desse termo, e lindo o prazo menciona-
do ser arrematado em hasta publica, a por-
ta do rrfesmo Sr. colleclor, preceden Jo-sc
annuricio do dia e hora em que houver de
ter lugar dita arremetacSo, publicaod-se
ate eJital pela imprensa, e onde mais con-
v'ier: Collectoris provincial do inuoicipio
de (.oianna 3ddejulho de 1857.Oeseriv3o
1 collectoria, Luiz d
dos C.uimaraes Pcixoto
CONSELHO A.M1MSTHATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o seguinte : r
.. ,,.''ara a comPanhi-i de cavallaria.
tiellins 60; reios aingelos 23
10'batalhao de infantaria.
Livro para langame.iio das notas das visi-
tas dianas do medico, contendo 50 fallas 1
panno mesclado cor de caf, covados 81 :
dito dito azul, covados 5t casemira encar-
na la, covados 16 ; dita de reiroz preto va-
ras 42 ; hollanda para forro, covados 12C.
8 batalhao
Caldeiras de ferro para 100 pragas 4 ; ditas
para 50 ditas 3 ; jngo de bahngas, rom os
pesos al 1 arroba 1.
4.' batalhao de arlilharia.
Livro para registro geral das pragas cffec-
tivas, aggregadas, addidas e excluidas do ba -
talhao, com 400 fallas I ; ditos para registro
pas,
(.$ 116
Ierro, remos de faia de 13 a 18 ps, saceos de
con lucgao, seccante, sola, lachas de cobre,
tinta branca de zinco, dita preta de chumbo,
dita verde, tachas de bomba de ferro, tintei-
ros de eslanho, tinta de escrever, laspas de
ferro, laspadeiras, zarc3o, e falhas de flan-
dr.s ; os pretendentes venda de semelhan-
tes objeclos sao convidados pelo lilm. Sr.
inspector a apresentarem as suas propostas
em cartas techadas com as competentes a-
mostras, n^sta secretaria, no da 14 do cr-
rente mez, al as II horas da manlia, em
que a compra sera otlccluada.
Inspecgao do arsenal do mariuha de Per-
nambuco, em 5 de agosto do 1836. O secre-
tario. Alexandre Rodrigues dos Anjos.
O Ulm. Sr. inspector do arsenal de ma-
rinos, leudo, na conformidade do aviso im-
perial de 22 de julho ultimo, communicado
bontom pelo Exm. Sr. vice-prcsidento da
provincia, de (.laudar para a provincia do
Rio Grande do Norte um carpiulciro e um
calafate, a lim de empregarun-se nos concer-
tos necessanos a urna catraia e dous escale-
res ; cpnvi la aos operarios desses ollicios
competentemente habilitados, que queiram
prestar-se a isso mediante ajusto ou paga
razoaveis, apreseutarem-sc-llie com a maior
brevidade possivel.
inspecgao do arsenal de mariuha de Per-
nambuco em 5 agosto dd 187.O secreta-
rio, Alexandre Rodrigues dos Aojos.
DF
Santa Isabel
DOMINGO 16 DE AGOSTO.
Recita extraordinaria em beneficio de
Antonio Jos Duai-te Coimbra.
..,!>or. *sPcUl obsequio u Sr. Germano Francisco de
Uliveiri loma parle uo eipectaculo, rrpreeulaado o
(iapl de Andl nu drama em tres acto :
Em seguida rpreenl..r-se-ha a muilo api.ljudi-
la comedia em dous acto:
C'JHDE DEPAMGARi'.
lcrnioan o espectculo coin o vaudtMlle cm um
MIOMAS \ LEITEBL
O beneficiado aarailere defde j a lodos os seu
coUegij, que por obseqoiarom-no lomam pulo no
epecuculo. C.uia iuualmtnle cun a proleecao e
com-urrencia do publico, de quem do ha nimio e
Cniileeta agradecido.
(i- billieles NlSo dasde ja a venda no fscriptorio
do llie.dro.
Principiar js 8 lloras.
2. Embarque em lialaclava, os alliados a
bomba.Iciarem Asspal.
3." O grande bombardeaniento de Sebas-
topol.
4. Assallo de Sebastopol, em 8 de setem-
bro de 1855.
5. Aesquadra anglo-franceza passa.ido
no mar Bltico.
6. A sanguinolenta batallia do Alma por
outro ponto.
7. A sanguinolenta batalha de Inkcr-
man etc.
8 a O grande bombardendolo de Odesa*.
os Inglezss botando faguetcs a Congievo.
9. A medonha batalha das tnncheirasl
Irancezas, em 8 de setembro de 1855, a noi-
te da tomada.
a l2-* Ci,',lad doRio de Janeiro, tomada
de Vellegallon.
II.1 Vista de Santo Antonio ca Peruam-
buco.
12.a Vista da entrada de llamburgo.
13. A abertura do Sepulcro de NapoleSo
et>. Santa Helena.
14. Vista;daScidade de landres.
15.a Passeios ejardius do aperador da
Russia.
16." Jardim das larangeiras em Paris.
17. Casa da moeda euj Paris.
O salao estara aberto das 7 at as 11 da
ooite. Entrada a 13 rs., e os meninos do 8
annos a 5U0 reis.
Baile popular
MASCARAS EPIIAMASIA
MO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 15 de agesto-
Indubitavelmente havera baile nesle dia,
oscartOas estarao a venda no lugar do cos-
tme no dia do diverlimento, quedeve prin-
cipiar as 8 horas e terminar as 2.
otilas
?$
I* ra o tito df latreiro
O veleito palhaboto nacional Agona, pre-
tende seguir ate o dia 16, tem a bordo dous
tergos de seu carregamento promplo. cscra-
vos a frete, para os quaes lera excellenlos
commo tos : a tratar com o consignatario,
Antonio Luiz da Oliveira Azevedo, ra da
Cruzn. 1.
companhia
Peroambucana.
O vapor < Pennunga commundan-
te tenente Moreia, acba-se a carga para
Tamandare, Barra Grande C Maceio, para
onde sahira' as (i horas da tarde do dia 1
do corrente. A carpa sera' recebida ate
as' \ da tarde do da l.".
Para Lisboa segu viageni a barca por-
tugueza Gratiddo impreterivelmente no dia
21 de agosto : para o resto da carga e passa-
geiros, para o que tem exc-dlcntes commo-
ds, trata-se com os consignatarios Thomaz
de Aquino Fonseca & lilho, ra do Vigario
n. i, primeiroandar.
Companhia
hrasileira de pu.{fiietea a
vapor.
aclo :
TilsiIS.O
m
O vapor oPiralininga, commandaute o primeiro
lenle A. C. Kodrisne da Silva, e.pera-se por lo do norle em 15 do corrente ; de^clldll e^uir
d-pon da demora do coslume para Macei, Babia e
Kiu di Janeiro : para pa carca que poder conduzir, lrala-e na aceucia, ra
do lrapiclie n. 10.
yearac
No dia 22 do mez corrente segu o pata-
cho Santa Cruz, cpit3o Francisco Jos di
Silva Itatis ; para o resto da carga, Irata-se
com Caetano Cyriaco da C, M na ra da
Cadeado Recifen. 2.
COMPANHIA
transallaatieacle
vapores sardos.
tes para livros, duascadeiras da lllia, Ma-
deiru, uma excellente mesa elstica, um
neo apparador, duat estantes para copos,
dezoito cadeiras, um rico toilette com es-
pelho demogoo.uma rica commoda e mais
duas, doas guarda-roupas, tres lavatorios,
um tOUCador de jan randa' com pedia,
doze cadeiras americanas, dous excellen-
tes colchOes de dina de cavallo, um rifle
revolver uma pistola dita, um jogo de
pistolas, diversas le lamentas de jardinei-
ro, diversas mesas, um escovador para
pratos, um servjco completo de rica loti-
ca para jantar, um dito deporcellaiia pa-
ra sobremesa com. pinturas, dous ditos
de porcellana para cha', um dito de DOr-
cellana de Dresde, do/.c garrafas lapida-
das, de/, compotdras, copos, e cali\ de
diversos tamanlios, e muitos mais vidros,
tnnta duzias de velhot escolliidos vinlios,
como sejam Slirv Bordeaux, Porto,
r.lieno, Lisboa, agurdente de caima em
meias garrafas e garrafas, e mais cerca de
sesseota e tantas duzias de varas linas,
escollndas par:, jardim, uma excellente
canoa de carreira, um elegante carro in-
gle/. eito peles famosos lubricantes Lau-
rie e Marner de Londres, arreios para o
mesmo,um carro franco/.,duas ricas pare-
lliasde cavallos.osinellioresato'.ojeconhe-
cidosemah trens de estribara, .muitos
vidros trens de i-o/.inha, einais objeclos
pieseria fastidioso enumera-los, e ciue se
acliam patentes aoexame dos compradores
sexta feira 14 do corrente pelas 10 horas
damaobaa.nositiodo Ezm.Sr, conselliei-
ro Jos Beato da Cunha e Eigoeiredo, na
ponte de L'clioa, junto ao silio do Sr.
ibson.
O agente Borja, d'ordcm do Eim. Sr. l)r. juit
especial do cominercio, o ren,utriinciim doi deposi-
tario c procuradores fiscae da matea Tellida de I).
Candida Mara da SiU Lima, viuva de Delfino
Cougalvea Pereira Lima, far' leilao de 4IJII caijas
com sabio amarlo, e 400 dila com prelo, perlen-
cenle n refada niassa, o qoal iera' rendido em lo-
lei a vontaoVBu compradure : seila feira l do
cjrrenlo a II huras da mauliaa, no armaiem sito
na ra do (.ollegio n. lj, do sopradilo aganle.
O agente lorj.i irunsleno para hoje
as 10 horas da manha, o leilao dos mo-
vis e objectos de ouro e prata, dtixados
pela fallecida Henr-iqueta Emilia da Silva
Manta, vistorpie nao pode ter lugar hon-
tem, coin lora aununciado.
LEILAO
predios e mo-
vis.
Antonio Jos Rodrigad de Souza, leudo de rli-
rar-sc para a Europa, no primeiro vap.ir, fara' le
ISO, por intervenrao do asente Borja, de al&uus sed
prc los, como sfj.un : um sobrado de um andar e
oao, na ra daCuia n. i, um dito de um andar
tornate,' que li.-a no fundo daquelle, ba travesa de
Apollo, e uma eaaa terrea lueia-agua. na Iravessa
da Sm/.alla (vulgo neceo da Lama) u. 12. bem romo
da lodos o seu* movis eii-leutes na soa residencia,
ru.. do ColItBio n. 21, primeiro e segundo andar.
cotisittlndo ii uma olierba mobilia de Jacaranda'
reuascenca, um eleganle piano furle de Jacaranda',
modermssimo, uma ecrelaria lambem dejacaranla
(gosl,. inglez) qoalro uarda-vestido o gn.irda-mu-
pa de umartll.. de ra/, diversa! commodas iuteiras
e meiat, e oulras para guardar ronpa da crianra.
urna riquisMina ama de Jacaranda' a' trance,a, com
Ilusiono cortinado, diverso leilus para crianc.i,
marquetas de dormir, lavatorio com pedn e sem
ella, um lindo toilette de inogno com lodo os seus
perlences, uma delicada coitureira de mogno, urna
nnporlaiiln.JiiM can,- de msica de bano, um e-
erllenla relogio de pared, marclitlido de madrepe-
rol*, banquiulias para jogo e para cal, mobilia em
muilo bom cslad.i da tatuada sala, uma grande me-
sa elstica, guar a-loucas, aparadores duas ptimas
rarieiras e mochos de escriptorio, duas mesa forra-
das de panno, mi retugiu de parede patente Hglex,
mobilui de escii.lorio, um Krande e impurlantissiinu
cutre de rsrro novo, divenos objeclos de es~riplorio,
ele, candelabros t lantprnas de vidro do ullimo gos-
lo, candieiros mulezes de globo para sala de janlar e
qoarlos, lindisiiroos vaaoa, gaiat, conchas de por-
c llana a eryslal, e divers.s objeclos de capricho pi-
ra ala, dous gran.les apparelho ue porcellana tom-
Plelo, para alaweo e jantar, (res ditos diversos para
o servio diario, videos de varias qualidades para itr-
vica ila mesa, ulensis de casa, obras de ouro e prata
de dilltrentes feilio, e outros muitos objeclos que
lora enfadonliu mencionar : lambem fara' Inlao ,le
10 acrOf da comr/a.rlliia da cslrada de ferro desta
provincia, e bem assim de uma ptima varea luri-
na, bstame gorda : o senhores pral.ndenles quei-
ram adiarse redo na supradita residencia, no dia
terca-Hora, IS do crrenle, aflu de se dar comero
o Uilo as 10 horas em ponto, nese da.
Lotei
si
pr
i
liOteria -
de
W *i;$ Cit>*rf,$2
Um luiiccionario publico comproniet-
leu ha 6 anuos a urna pessoa de quem se di-
a
pelo dito lunc-
conatiopora cumprir com seu de ver, tem
sidoiudibr
uaamigo.e por mais que este ainigo.ten
escripto.instado e solfrido pelo dilo ur
cionatiopora cumprir com seu dever, te
sido ludiliriado.caroido.e atei menospreza-
do Nao sendo pois possivel fazer ebegaro
referido lnneeionai io ao cumprimento de
"ver jior
publico
AO 5:000$. 2:000S ^ I :000s.
No escriplorio do abaixo assignado,vei>
de-se billietes, meiosequartos em quantia
de 10D.V000 para cima a diaheiro a' vista
pelo seguintet precos :
Itilliefes .s.'iOO recebe :000,s000
Meios 2*750 2:500,s000
Quartos 1|375 1:250^000
P. t l/tyme.
COMPANHIA
skios mmm i
ESTABELECIDA NO BIE JANE1BO
CVPITAL .000000,000.
Agencia rurt da Jruz
11. /id.
Aos senhores negociantes, propieta-
rios de casas etc. etc., se ollerece na agen-
cia de dita companhia nesta eidade, a rea-
lisacio de seguros por premios econdiees
muilo mdicas.
Na mesma agencia se ellectmm segu-
ros tanto para o norte como para o sul,
nos vapores costeiros e navios de vela.
Os senhores proprietarios e consignata-
rios denaviosquc desejam te-Ios registra-
dos no Veritas ou Monitor Martimo
(Titulo de Registro) tenhama bondade de
dingir-se a esta agencia alim de fazerem
as declaracAes precisas.
abaixo assignadr). ten do man Jado
vir do Rio ilc Janeiro o billiete inteiro de n.
5088 e o qoarto :le n. 333 da 27 lotera era
beneficio das casas de caridade da provincia
do Rio de Janeiro, acontecen nave-Ios perdi-
do por occasiao-de sua nudanja iloMontei-
ro para esta ciando ; e como depois achassn
confundido com octiisco o referido quaito e
somente uma parto do bilbete inteiro, vem
por meio deste faze-lo sciente ao publico,
ahm de acautelar o seu direito ao premio,
que por ventura lhe saia por sorte na res-
pectiva extraccJJo, visto eomo ha pessoas
que de vista sabem que o abaixo assignado
os possuia. Recife 13 ile agosto de 1857.
francisco Ceral lo Moreira Temporal.
Moje, depois de linda a audiencia do
lllin. Sr. Dr. juiz do orphRos, tem de sor ar-
rematada, por sera ultima praca, a c^sa em
caixSu, ao p do (glaboucn veibo, avahada
em 30Ca rs., pertencenle aos bens do falle-
cido Cunalo Jos da Silva, a requerimento
do inventariante Francisco Jos do Paula
Carneiro.
--- OsSrs. Drs. Metido de S Brrelo Sam-
paio, Joo Anlunes de Alencar, Levino Lopes
de Barros c Silva, e francisco Idelfonso Ri-
beiro de Menezes, tcein caitas na ra do
Crespo n. 23
Quem annunciou precisar do ujia pes-
soa para lecionar gratnmalica nacional, e
artthmetica, no bairro da Boa-Vista, annua-
cie sua morada para ser procurado.
--- Alexanjrede ItoKuier, medico horneo-
palha de Parra, e raembro do instituto do
Rio de Janeiro, acaba de receber, pelos cui-
dados do lar. Teste, udi dos homeopatlias
mais distinctos de Franca, c da plurmaeia
do (.itollan, a mais afamada do universo,
todos os medicamentos do que o mesmo l)r
leste da relacao na sua obra sobre a mate-
ria medie. Klle recebeu igualmente varias
pharmanas bomeopathicas, e um consi Jera-
vel sortimento de tubos vasios e outros ob-
jectos naeessarios preparacao dos medica-
neotOS. I.Ue demorar-se-ha muilo poucos
das nesta capital, e rs pessoas quequize-
rem aproveiur-se do "seu prcslimo s3o con-
vidadas ao fazer sem demora. Vieratn-lhe
lambem pelos cudalos de uma casa encar-
rjgada pelo ,sr. Ra.spail, urnas pliarmacias e
obras do mesmo autor, cujos medicamentos
tem se mostrado tao espocilicos ms varias
ijpidemias, e at em prte adoptados pela
doutnna liomeopatliica. Elle assiste no ho-
tel da Barra.
tos,
ra
outros meios, vai-se tra-
Lpera-e por estes dias o vapor Toriaos, tindo
i,en.iva, un- depois da demora do coslume e-
OTra para a Uahia c Rio de Janeiro para onde rc-
ceue p.issdzeiros, e lamhem para .M mtevido e Roe-
nos Ayre: trata-e no esrriptorio de I.miius Jnior
SWSAIBlA.
SBXTAAFEIRA, 1 1)0 CORRESTE.
Jacome l.'>ies, a pedido le muilas ptssoas tem e
honra pela seguada yn de apresenlu seus Irabalho
de maeneliAn i o maaiea anparente, em beneficio da
sua irmSa [.aereen Dlyetts.
A beneficiada confiada uo philanlropico en-
limenlus d pessoas I a o benemritas romo lio i><
llluslres hnbiUalM desta eidade, e(pera obler de seu.
maananimo eoraffiti aquella prolerrao que lio dig-
namente as raraclerisa e de ni
de
menle a. raracl-risa de que ja tem dado provas
aradeeinierilo.
Os hillitles pudem ser procurado na loia do Sr.
Boorgard, ruada Cadeii do R*cir< n. 15,
O espectculo sera dividido em dua
saber
partes a
l'rimeira parte.
Marica apparenle.
Segaada par.
Masnelismo animal com a somnmbula que
de Albuquerque Lilis presta a ser magnetisada peanle o especladores
geral das pracas effectivas, aggregadas, e.ad- seus geaeraesetc. etc.
Gabinete ptico
ATERRA DA BOA-VISTA N. 4.
O director deste salo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que teodo-se de re-
tirar desta provincia.ouereoe-lhes esta sema-
na uma agradavel exposieSo de vistas no-
vas
GUERRA DOORIEXTE.
1." Os liis, retratos das p.imciras perso-
nageos do mundo.
S. M.:Nicolao imperador da todas as l'.us-
sias.
O gran Je duque Alexandre,principo e her-
deiro.
O grande duque Constantino, grande al-
mirante.
O grande duque Miguel.
O grande duque Nicolao, acompanhado de
segu
Hercu
-?
no
es ;
ra o lio de
seu deve
zer ao publico este negocio, se elle o nao
concluir, para ao menos nao continuar el-
le a passar por honrado.
A victima.
assoctacao CijjJogfipiticT
^ccii.tmhttC'tti.i.
De ordem do Sr. presiJent^, convido o uovo con-
, '"' ''"" domingo 16do correle, h 10 hora do da. no so-
l MO da roa da Aguas Verdes n. 84, primeiro a-
ilar e uein isstta so demai o:ios, que en, Tisis
'lo d,ipo-to no artigo 71 dos ,,0'so ttulo
rem comparecer. A. A. Ferreira l.i
-ecrelnrio.
. quie-
primeiro
aneiro
dia 31 do mez corrente o brigue
para o resto da carga, passasei-
ros e escravos a frete, trala-se co Caetano
yriato da Costa .Moreira, na ra da Cadeia
Jo Recife n. >

Leilao
Esplendido ,
mobilia
de
de retirar-
por inter-
K & A. de Sornay tendo
separa a Europa, fara* leilao
vennio do agente Pestaa, de todas suas
mobilias, consistindo em urna mobilia de
mogno de gosto moderno, contendo uma
cooversadeira, um sola', duas mesas de
abas, doze cadeiras, uma cudeira estilla-
da com bracos, oilo ditas pretas doura-
das, duas ditas de llamburgo. Lma mo-
bilia ilc Jacaranda' com dous sofa's. uma
mesa de sola', uma dita para meio de sa-
la com pedra, dous consolos com pedia,
doze cadeiras, duas ditas de bracos, urna
dita de balauqo, dezoito ditas italianas ;
OUtra mobilia de Jacaranda", duas mesas
de meio de sala com pedra, duas ditas de
Advertencia.
Tratan lo a a Pagina Avalas. de honlem de dous
inspectores de qoarleiro, que na praca da Roa-Vis-
la Mpuirirsm -s oeras qu all edavam a vender,
vem declarar o abaixo assignadg que sendo o inpec-
lordaquella loealidada, lodavia nao fui elle o autor
daqqellt laclo, ahm de que as sjs consequencia.
vao cahir sobre quem direclamente perlencer.
Jlo Francisco da Silva Mandones,
O aballo as-ignado, procurador baslanle de sua
r^'ara I). Hara Jos la .\nnuiiciaeS.o Uaptisla. pede
os rredores do seu finado cunhalo Antonio Rapli-ta
o jFreguica
OE ESTA' OEIMANDO.
Na loja do Pregui^a, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, ha um
completo sorli monto de fazendas por preQos
baratissimos, entre ellas notam-se chitas
traneezas escuras de lindos padres e cores
h (s a 2G0 rs. o covado, ditas ditas claras de
padrfic* miudinh s a 280 o covado, ditas li-
nr.s de lindos padres e cxcellentes pannos,
e cores lixasa 300 rs. o cova lo, lindos ta-
petes para salas a 33800 cada um, pecas de
br tanlia de rolo com 10 varas a 25000 cada
uma, mussulina decora 3>0, dita mais fina
de lindos padrOesa 3G0, dita muito lina a
0O rs. o cova lo, dita branca a mais lina que
be possivel a *00 rs. o covado, cambraia
frauceza de cores (isas a 4S0 rs. a vara, di-
tas de corduo a 500 rs cassas francezas
muilo finas c de lindissimos padr0-s a 6t'J
a va'a, lencos pequeos para mao a 120, di-
tos a 220, ditos com bieo muito linos e com
lindos bordados a 360, corles de casemir
com lindos gostos a 57500, ditos linos a 63,
moias casemirasde uua lrinhos propriaa para
calqa e palito a 560 o covado, laazinhas de
quadros proprias para roupa do meninos a
400 rs. o covado, grvalas pretas de setim a
1?200 oda uma, riscados francezes de qua-
dros de lindos pa troes a 240 rs o covado
casineta preta muito lina a 10200 o covado,
casemira preta a 9M00, cortes de castor en-
corpado para calca a 1*440, ditos a I, ditos
de brim de linlio a 15440, ditos de brim de
algodflo branco n I? cada um, chales da me-
rino de todas as qualidades, lisos e borda-
dos, por baratissimos precos. c litas escoras
e de diversos pa.lres o cores (xas a 160,
180 e 200 rs. o covado, ricos lencos de seda
de lindos padrOes a 2s00i>. e oulras multas
fazendas que se deixam di mencionar, ese
DA
Provincia.
CORRE SABlUno 22 DE AGOSTO.
1. 1 ,",x, aM,8n.lo vende a diuheiro a vis-
U sendo da quanti. de 1005 reis para cima
os seus muilo felizes bilhetes, meios e qua?-
pelos precos abaixo mencionados, ..a
Madrde1feos:KeC,fen-t5'eS^'d"
Bilhetes 5j500 recebe 5-.000j
Meios 2.5750 1:500,
Uuartos l5375 (350*
Por Salustiano de Aquino Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto'
--- francisco Joaquim l'ereira Vianna
portugus, retira-se para Portugal a tratar'
de sua saudc.
Precisa-se de oluciaes de sapateiri
para todas as obras, quer de hornera que
de senhora ; na ra do Caldeireiro n. 56.
O abaixo assignado, como cessionan
laeasa commercial que gyrava nesta praca
de ba 1x0 da firma de Ricardo de Frailas &
y-, raz sciente ao publico, e com especisli-
aadeaocmmercio. queacba de celebrar
um contrato de sociedade em commandita
na dita casa, a contar do 1. do corrente me/.
de agosto de 1857 em diante, por cujo moti-
vo a forma social daqui em diante he Gui-
mar3es& Oliveira, sendo que sao gerentes
e solidarios da mosma lirma o abaixo assig-
sstriib.tsiS'' ,ran.cisi:0 A"8slo de Oliveira.
Recife 14 de agosto de 1857.
Domingos Ferreira das Neves GuimaSles.
Acha-so ausente desde o dia 1. do cor-
rente a escrava Tbereza, Conga, de 64 annos,
baisa, um pouco reforcada, cabeca branca,
ten os dedos das m3os encarangueiados e
calombos pelas, costas, provenientes de
aguates de senhores anteriores, anda espi-
gada eura pouco peala, levou vestido cor
de rosa com llores amarollas : quem a pe-
gar levo-a a casa do seu senhor o maior An-
tonio da Silva Guimaraes, na ra Imperial
sad qU S6r* Senerosamente recompen
0abaixo assignado declara ao respet-
tavel publico, quo o Sr. Guilherme Slala-
quias de Souza Gomes deixou de ser seu
caixoiro desde o dia 13 do corrente.-L Puci
AI.GOUAO' AVAKIAUO,
a 1?600 e 25500 a pega : na ra do Queima-
... Pede-se ao Sr. Amonio Jos Pereira,
subdito po.-luguez, filho do Porto, da re-
guezia de Santa Martha. disUnte do porto 6
legoas e meia, que declare sua residencia,
para nela ser procurado.
O abaixo assignado, arrematante do
imposto de agurdente do municipio do Re-
cife, avisa a tudos em geral, que lhe estilo
devendo o dito imposto, para que venham
roaiisar todos os seus dbitos ate 30 do cor-
rente, e na falta ssr obrigado a usar do
executivo conforme determina a lei; e para
que se no chame a ignorancia se f.z o pre-
sente. Recife 13 de agosto de 1857. P
. Luiz Jos Marques.
O advogado Leopoldino Antonio da
fonseca, residente em Macei. offerece seus
ervicos pessoas que dalles se quizerem
utilisar naquella cidad.
Clara Mana d'Assninpcio Sampaio, lendode
lazer nm oflicio solemne por alma de seo pre-
lado filho l.ui* Cario. Fredcrico Sampajo, na
lr^jii matriz do Corpo Santo, no da 17 do
corrente as 8 e'meia hora da manha, roea aos
prenles e amigo do seu dilo filho, queiram
comparecer na mencinala igrsja, aflm de as-
nslir a Uo religioso aclo, pelo que muilo Ihes
agradecer* annunciaute.
suas divida a nao ser u aba-
I. enn/., 'i >^ \ ">"'. que apreseniem ven der5o por baratissimos precos; se da-
uasconiaaieo,lia.ll do corrente mez ; assim como rao amn-traseam n avisa aos devedores do mesmo que pes'oa liorna es- molras com p .nhjre.
Charutos
Ko armazem de Martins & Pinto, na tra-
vessa da Madre de Dos n. 16, vendem-se
muito bous charutos, fabricados em Gol-
atina
- Vende-se na ra Nova n. 38, uma bo-
nita tniilalinhade 14 annos, recolhida.
Vende-se urna escrava ci ioula, moga,
com uma cria de 8 mezes : a tratar na ra
larga lo Rosario n. 44, das 6 horas da ma-
nlifia ate as 9, e Uo meio dia at as 4 da
larde.
Vende-se um sellim e seus perlences,
com pouco uso : na taberna grande ao lado
da igreja daSoledade.
N-. ra (i riis-Verdes
i 46,
vende-se uma elegante mulalinha de Jale
de 13 a 14 anuos, he recolhida, cose, faz la-
byrintho e marca, tu lo com perfeigEIo, uma
I escrava do 25 annos com habili iales, um
Diolequa de 20 anuos, bou pedrelro, dous
t auiorisada a receber
xo assignado.
Pernambuco 13 de agosto de 18.17.
Antonio Machado Comes da Silva-
Ord'in lercrira >,o Carmo.
O irmao mesiic faz cienle a lodo o eus irmios
noviros qoe dornlng 1(i,| corrente ter lugar fe-
ivi de na capella de Nvtt* padrocira Senhora Sau-
la-Anna.
Recife 11 de agistode I8",7.
. Mctre dos dovcos.
(uilhrrme Ualichlai de Sooza Come deino
de ser raueiro do Sr. L. Pugi. t agradece ao mesmo
?>r. a boa maneira porque o Iralou durante o lem-
po que esleve em sua casa.
~ Quem tiver para vender algoma fatinha mo-
rada, que sirva para porcos, querenda vender : di-
nji-ea ra do Rasgal 0.35, onde se lhe com-
pra.
sociedade mm \oolo(.n;o.
D ordem do presidente da sociedade En-aio Noo-
logico, avisa aos repeclivos socio, que em virlude
do arl. :|ll do cipilubi || ds e,lalu|o, ha Ver sessn
ordinaria no dia 15 do cu rente as 10 horas do dia
na casa do coslume.
O 1." serrelarin,
Antonio Dias de Penna Jnior.
Os abaixo Bgsignados, vendo no Diario
do da 13 do corrente um annuncio para ira moleq'ues p-ms de !8a 20 a 1 cs-
praga o sitio sito no lugr da Torre, perln- eravo de mei i lade, prot.rio para sitio ou
centc aos herdoiros do finado Joilo Firmioo mesmo engenho
da (.osla Barrada, cujo sitio so acha hypothe- Vendrm-se saceos com millio : na ra
cada, o muito complicado com o casal dos do Arago n 36
abaixo assignados, fazcm ver, quo ninguem Aluga-se a melhor risa terrea da po-
\'j"OS um sola' (l.-z'.-sr-i* 'fiH;i'.nT'".L-'!l*rre?J. lt0 s,ll ,,,,r evitar maiores: voagilo dos Afoga los, eom Krande solao, na
logos um sola dezests cadenas, duas qu es toes a pretesto de ignorarem.-Jos An- < aual existe o joro de bilhar .- quem a nre-
d.tasfr andes; uina molnl.a de amarello Lfojkio Lopes. Ignacia Joaquina Lopes da tender, entenda-.-e nos Coelhos com Jos
com um sola dous consolos, do/.e cadei-1Ssllva'
ras, duas ditas de balanco, uma rica secie-
Carneiru da Cunha.
vig
tana con, estante para livros, duas estn-1 4, segundo andar.
Vndese uma escrava para todo ser-,' Quom precisar de um bolieiro diriia-
Co, he boa quitandeira : na ra Direita n. .sea ra do Queimado n. 30. oue encontrara
i com quem contratar.
tteiifao.
O sbaixo assignado "tendo perdido uma
curta em que vinha inclusa uma ordem da
quantia de 2:8123, sacada por elle em data
m 6 ou 7 do crrenle, contra o Sr. Anacleto
Jos de Mendonga, e a favor do Sr. Antonio
uernardino los Santos, que por transacco a
passara ao Sr. Raymundu de Araujo Lima, e
este ao Sr. Luiz Antonio de Siqueira, encer-
rando-se na carta, que o abaixo assignado
perdeu : para prevenir qualquer negocio que
por ventura pssa ser eito cora dita ordem,
o abaixo assignado da-se pressa era publicar
acertainDa, quesera tanto para prevenir
qualquer duvi la, que possa apparecer, como
para neutrahsar os effeitos de qualquer tran-
saegao ; e ao mosmo lempo pede a quem a
tiver adiado o favor de entrega-la a um da
seus filhos, que moram na travessa da ra
.L,oncordla 5' Kecife ,0 dc agosto de
1857.
Vicente Jos de Sonto.
illm. Sr. Anacleto Jos de Mendonga. Re-
cife 10 de agosto de 1857.-Tendo eu saca-
do de Pedras de Fogo uma lettra de 2:812,
sobre V. Me. a pagar vista favor do Sr.
Antonio Bernardino dos Santos, importe de
74 bois, que por ordem de V. Me. comprei
para a companhia das carnes verdes, sueco-
do que oSr. Antonio Bernardino dos Santos
a endossou ao Sr. liaymun lo de Araujo Li-
ma ; e este ao Sr. I.uiz Antonio de Siqueira,
a quem enviou a dila lettra em uma carta,
que me entregou, para a fazer chegar a m3o
do Sr. Siqueira ; mas como por um infeliz
mldenle perdesse a dita carta contendo a
mencionada leltra, tem esta por objecto ro-
g r-lhe de nSo pagar o dito meu saquea
quem quer que so aprsente com ello, visto
quesopertencea dita quantia ao menciona-
do Sr. Luiz Antonio do Siqueira, at que so
annuncie competentemente para obstar du-
vidas futuras.
Sou de V. Me, atiento venerador e criado,
Vicente Jos de Souto.
Na ra Nova, esquina da do Sol n. 71, !
primeiro andar, precisa-se aiugar uma ama
para to Jo o servigo de uma casa delpouca
lamilia.
S SriEBIEL & C-, banqueirosene- '
.ociantes, establecidos lia muitos anuos I
ein Londres, teem a satisfacr5o de par-
ticipar a sjus correspondentes 'e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos principan -portos e distritos manu-
tactureuos de Franca, Alemnha. Blgi-
ca e Uollanda, conservando alm disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades nais importantes, o
portosmais commei-ciaesdaGr-Bretanha,
c esto em poticto de offerecer grandes
vanl ijens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de uma casa para
compra ou venda de artigo*, bem como
para os negocios de transaceao de crdito
c banco de qualquer genero.
As pessoas que nao forera conhecidas dos
annunciantcsdeveiSoacoinpenliaisuasoi-
dei.s cora os fundos necessarios para sua
exeuccao ; (cando entendidas que osan-
nunaantes nao teem difliculdade em adi-
antii-T.i 0|() sobra os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os preros con entes c mais informar/es
comraei ciacs, <|uc forcm pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigii-se aos annunci-
antes,
Assenlioras que niuntam
a cavallo.
Na ra Nova n. 18, loja de M. A. Caj y C.
ha neos cassvequec de cores, o prelos, para
montana ; assim como um grande sorti-
mentodas mais bem acabadas obras de al-
raia]e, lano superior, como mais inferior ;
chapeos, ditos do sol, lengos de seda, ditos
di-.lita para grvala, ditos da cores, luvas,
suspensorios, meias para liomein, senhores o
meninas, camisas, ditas de meias, fazendas
para qualquer obra que saja encommenua-
da ; a pessoa que vicr a esta loja achara um
laclo completo, e sora um so prego para to-
dos, a diiheiro.
Varaiiia8 e grades,
l'm lindo e variado sorlimcnto de model-
los para varandas o gradaras, de gosto mo-
dernissimo oa fundigSo da Aurora em San-
to A.naro.o no deposito ds mesma, na ra do
Brota.
MUTILADO

ILEGIVEL




-.:


v

i
DIARIO DE rSRNAMBUCO SEXTA FEIRA 1* DE AGOSTO DE 1857.
C0ISULT0R10 HDIiOPiTHICO
DO
*m% Wm *** &b$
Ondo soacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por procos bastaate commodos :
PRESOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
bita de-24 > ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... 309000
Tubos avulsos a ..... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina :........ 20900*
Medicina dosiestica do Dr. Henry...... 10/009
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes ........ 6*000
PEDRAS PRECIOSAS. $
_
A de reoos de lirillianlf s, jjj
diamantes e perolas, pal- :
tir.is, allineles, brincos *'
i roalas, bolOes e atinis *.
'& de differenlta goslos e de ':
diversas pedral de valor. i
I Compram, vendern oo S
* Irocam prala, ouro, bri- js
* Ihanles.diamaolese pero- ^
+ las, e oulras qoaesquer g
I joiaa de valor, a dliiheiro ?
ou pur obras.
HBBH 9BBKHB8HBBBB 3SKSH
OURO E PRATA.
j Aderezo completos de J;
$ ooro, meios dilos, polsei- I.
* ras, alfloetes, brincos e jjj
8 roxetas, cordbes, Irancel- jjj
B lins, medalhas, frrenlos <:
jjj e enhiles para relogio, e *
$ oalroi muilos objeclos de
E| ouro.
Aparelbos complelos de 1
Fniidieo ta ra do ermn
ii. 28.
Na i un Jirao da ra do llrum n. 28, preci-
sa-se de olliciaes de esldeireiro, serralheiro,
e latoeiro ; assim como do um caiseiro para
cobrancas que de liador a sua conducta.
O artista Luiz de Souza Pereira, abri
sua loja de ferradnr na praca do capim, na
caixa
IOREIli i HA1TE.
WJa 1)1 tURNIl
Roa do Cabuga' n. 7.
Receben* por to-
dos os va p.; res da Eu-
ropa asobrasdo mais | lJES& i
moderno gosto, tan- itmSt>1Umu 1
to de Franja como ^SSkaammmBma
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commodo como eostumam.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz- publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e abi tem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senbores
residam lora da pra^a, ou "que nao os pos-
sam curar em saas proprias casas : quera
para islo quizer-se utilisar de seus servicos
mdicos, que sera o desempenhadus com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carino n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas opers-
coes.
0
i
Hio-ForniosOe
m
$% ODr. Francisco de Paula Bap- @
$ tista, tem aberto escriptorio para @
$ advogar, no primeiro andar da @
$ casada rua dasTrinclieiras n. 19, ig^
O por cima do ca-torio do esenvao @
O laptista, antigamcnle do tallecido @
O liego; ealii, das0 lioras dodiaem @
fi diante, esta' prompto a ouvir a
$$ todos, e a receber as causas de to-
ljj dos (|ue cruizerem procurar seus
^ serviros de advogado. f
O brigue nacional Argonauta precisa
de marinheiros broslleiros para sua viagem
ao l'.io Grande do Sul,
m

0

:0
O
o
do
ODr. Jo3o Honorio lie/erra de Mene-
tes, medico pela Fseuldade da Baha, lera
filado sua residencia na cidade do Rio-For-
moso, e de novo ell'erece seus serviros a to-
das ai pesioas que o honraren! com sua con-
fianza.
^%B@00OO
SEGURO CONTRA F060.
Companhia Alliance.
Esubelecida cm Londres, em marro da 1824.
Capital cinco milhoos de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tea konra da in-
(orsaar aos Srs. negociantes, proprielarios de casas,
a queas mais convier que eslo plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de ti julo e pedr, cobertos de
llha e igualmente sobra os objeclos quecootiverem
os mesnos edificios quer consista em mobilia ou
en fazendas de qualquer qualidade.
JOHiN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAKS,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
HECIFE.
S DEHTISTA FRilCEZ.
J- Paulo Gaignoux dentista, ra Nova n. 41 : "**
I na mesma casa tem agua e pos dinlrifice. @
mOO0OO0& oo ?;:;;Q^^
Tasso Ir mos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
larinbas de trigo llichmund ebegadas ao mer-
cado, sao vendidas em seus armazens, pelos
seguintes precos :
Galega 269000 por barrica.
Hasall 259500 idem.
O Dance 249000 idera.
Columbia 239000 idem.
Alem destas tem farinbas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana t primeir
qualidade ; assim como completo sorlimen-
to das melnores marcas de Philadelphla, No-
va OrleanseBaltimore.
Na fundicao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debai.vo de coberta.
m^ZL p/ecis*-s? de "m cozinheiro : no lar-1 e ,l0r das en-
bi) uo Hospicio junto ao quartel, casa do de- Iradas relisadas na occasiao de subscreverem no li-
sembargador alendes da Cunha. Paea-se vro das assigoaluras, que sao de lOOs a 5:00005 r.
I'.",r., li a., ;..u j. i, --
ESTRADA DE FERRO:
Recife S. Francisco
LIMITADO.
itiita ciitutnba.
Os directores da Companhia da Eslrada de Ferro
do Recite a San-Francisco, limitado, leecn feito a
quinla chamada de duas libras esterlinas, ou ris
17.-777 sobre cada areao na dita companhia, a qoal
deve ser paga al o da 24 de agoalo do rorrele an-
no de 1857 .' no Rio de Janeiro, em casa dos Srs.
Mau_ Mac. Gregor & C. ; na Babia, em casa dos
Srs. S. 6. Davenport & C, e em I'crnambuco, no
escnplorio da Companhia.
O accionista qae nao realisar o pagamento den-
Iro do lempo indicado, podera perder lodo direilo s
accoes sobre as quaes o oilo pagamento nio se liver
elTeclnado, e era (odu caso lera de pagar joros na
miSo de cinco por cenlo ao auno, e de nlo receber
juros ou dividendo da companhia pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
sua realisacao.
Nenhum aulo de transferencia pode ser registrado
antes do pagamento da chamada.
Por ordem dos directoras. Jamet Templtlon
It'ooi, superintendente.
Fabrica de liacao e tecidos
de aigodo.
Os abaiio ataigoados, lendo oblido da 'Europa, as
necessarias iiilormaces, planos e orrameutos para
a fabrica de fiar e lecer algodao, convidan) aoa Srs,
socios a vir v-los, no escriptorio doSr. Manoel Al-
ves Uuerra, na roa do Trapiche n. 4.
Igualmente convidan] as pessoas que sobscreve-
raro para estaempreza, a realisarem a lerceira pr-
laco de 20 por cenlo, o que verificarlo de hojo ale
18 de agosto prximo, no mesmo escriptorio.
As pessoas que anda quizerem fazer parle desla
empreza, serao admillidas, pagaodo
beru agradando o servico.
Extincto
Banco de Pernambnco.
Os Srs. accionistas do extincto Banco
de Pernambuco sao convidados a recebe-
iem, do dia Til do crreme em diante, o
dividendo feito pelo Banco do Brasil, re-
lativo ao semestre lindo em 50 de junho
ultimo, na raziiode 12.s~0.">88 rs. por
accao realisada, e l>em assim o de 65OGO
1 mil).'in por accao realisada, feito pelo
extincto Banco, no lim de sua litiitidacao ;
para o (pie se aclia autorisado o tbesou-
reiro da caixa filial.Joao Ignacio de
Mcdeiros Bejo. secretario.
^ Aviso aos sen i ores de
eiiaeiiho. |
,4 Antonio Joso Mauricio, ora residente -
^ ne-la cidade, na ra da Cruz n. 4(, primal- w
r, ro andar, propOe-sa a receber commisses ?jj
f& de assucares, e canta com a proterr.io de fA
' seus amigos senhores de engenho, aos 1
$.;) quaes promelle desempenhar satisfactoria- c)
.;.^ mente nao su a venda dos assucares, como ''
* toda e qualquer compra du que o encane- ''
'.-3 Harem, i'-i
Recife, 16 de jalho de 1857
Amorim, Furias, Guerra
PubI cacao
Domingos Alves Matheus saca sobre
a piara da Porto.
A publico.
O abaixo asstgnado taz sciente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
bii de montar dous importantes estabcleci-
mentos de fazendas, na roa do Crespo ns,
10 e t4,oodeencorilrira;> um vanado e lin-
do sortimenli) de fazendas te todas as qtta-
lidades, as quaes vende por preco muilo
commoio ; sendo gerente '!o estabeleci-
mento ti. 1 0 o Sr. Marcelino [Jernimo de
Azevedo. I. G. Malveira.
He chegado a loja Je l.oconte, alero
da Boa-Vista n. 7, cxcellcntu leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pe le, tirar
patuins, sardas, e e.spiihas, igualmente o a-
1 ima'to oleo babosa para hmpar e fazer
creseor os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrm do Florenca pura broloAjas e
aspendadesda pclle, conserva a frescura e
O avelludado da primavera da vi la.
Ronbo de nia ira.
Tendo-se oonduzido para a preia da
'.ideia, pordetia/. d,t casa que (o'da po-
lica, cinco travs de 10 palmos, com S
e meia polegadas em quadro, no sabba-
do I do oorrente, as quaes caram amar-
radas, e na segunda-cira acharam-se de
menos duas: roga-se a quem dellas son-
ber, queira dar noticia na ulna da ra
das Cruzes, ou na Itvraria ns. (i e 8 da
praca da Independencia, que aera'gra-
tificado.
itterara.
COROGRVPIIIA
Chvoiiogva.pliia. nobilinria, g;<-
ncalogicn e poltica
DO
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCRll'COES
DA
Corographia brasileira, do psdre Mancel Avrai do
Casal.Historia da America iPortugurza.'de Ro-
cha Pilla.Chrnnica da compadhia, de Vascon-
cellos.Historia do Brasil, do visconde de Cay-
ro.Ca.trilo Lusitano, por Fr. Rapliael de Je-
ss.Memorias do Rio de Jaueiro, por monse-
nhor Pizarro.Annaes do Rio de Janeiro, de
Silva Lisboa.Anuaesdo Maranhao, de Berre-
do.Annaes do Riu Grande, do visconda de S.
Leopoldo. Memoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Gaspar da Madre de lieos.Eras do Pa-
ra, por Bayas*.Memorias histricas da Babia e
corographia Paraeuse, por I. Accioli. Clirono-
logia, do general Abreu e Lima.Historia do
Brasil, de Varnhageu.E de oulros impressos
manuscripto9 :
CONTENDO
A de-criprao geographica.e uu;0eshistricas e po-
lticas, desde o descobrimeuto do Brasil al agora
(I87\ e lainbem o ttiupoem que foram povoadas
as 11,11 dille: rntes cidades, villas e lugares;
Seos govemsdnres, e a origen) das diversas fami-
lias branleiras e seus eppellido, ettrahida de auti-
gosmanusciiplos genealgicos que ni tras dilTe-
reules se pujeraru obter ;
A historia dos ministerios, sua poltica e cies
com queappareccram.
A historia das cmaras temporaria e Vitalia desde
a constituidle de 17 de abril de 1823 al 187 :
E lamben) una eiposirAo da historia da indepen-
dencia, escripia e Comprovada por lestemuuhas 0-
culares que-aindam restain, e dos oulros inovimen-
tns polticos, a lim deque se leu ha um con lien ment
eiaclo nao soda geocraplna do paiz como da sua
historia civil e poltica.
Pelo Dr. A. J. de .Mello Moraes, natura! da cida-
dn das Alagoas, autor de inultas obras Iliterarias e
scientifiras.
Subscreve-se nesta cidade do Recife, na livraria
da praca da Indepaudeneia ns. G e 8.
O abaixo assignado, possuido do
maior enipenlio de se deseobrir os auto-
res e cmplices do horroroso assassiuato
perpetrado na pessoa do sen mui preza-
do amigo Tbomaz Gollan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta cidade, ollerecc
dous contos
Econmica de Pernim-
buco.
A directo convida aos Srs. socios, para
do dia 1 a 15 do mez de agosto, reali-
sarem as suas entradas subscriptas, alim
de comecarem as operaees ; lanto os so-
cios ja' inscriptos como os que pretende-
rem ser adinitttdos, se dirijam ao Sr.
Joao Baptista Fragoso, tliesoureiro da so-
ciedade, em cuja casa provisoriamente te-
rao lugar os recebimentos e entrega das
cautelas.
Precisa-se do urna ama forra ou cap-
tiva, para todo a servico de casa do pouca
familia : na ra de Moras n. 10.
D-se pinheiro a premio em pequeas
quantias, coro penbores de ouro e prata :
na ra estreita do Rosario n. 23, segundo
andar.
Na ra larga do Rosario, no segundo
andar do sobrado da esquina do becco do
Peixe Frito, n. 9, d-se almoco, jantar e
ceia, por preco mais commodo do gue em
outra qualquer parle.
Fabrica de tacao e tecidos
de algodao.
Os socios gerentes dcsta companhia, pre-
cisam comprar cal, tijolo, telha, are, ma-
delras de lei em prancbes e em travs, e
enxams, caibros e ripas ; para este tim
convidara as pessoas que negociam nestes
gneros, a dirigir as suas proposlas por car-
ta fechada, at 15 de agosto prximo futu-
ro, no escriptorio da sociedade, ra do Tra-
piche n. 14, onde serSo abertas em sessSo
ordinaria dos ditos gerentes. Itecife 16 de
de jullio de 1957.Amorim, F||as, Guerra
oxom^OQ @oo
Veruadeira cal bran
ca de Jaguaribe.
Na rna da Cruz n. Iti, primeiro andar, se v>
achara' com quem contratar qoalquer porcilo ^
de cal branca,podendo-se desde ja' asseverar K?
nao s a boa qualidade como mesmo a boa A,
medida, visto como poder-se-ha vender pe- w
O Lis medidas dos fornos: a caldeacao desla *|&
^ji cal (oi toda com agua doce, e deve por isso ^
ser preferida : em grande porjilo da-se Jj-
.;'; mais em coula P
O0QXQ O 0OO000OO
Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
cidade al o P050 urna casa assobradada ou
sobrado, tendo os commodos seguintes :
alen de poder conter li a 90 pessoas, tenha
cocheira, estribara, arraigos para criados e
escravos, e que o sitio seja abundante de ar-
vores fructferas e baixa de capim, que pos-
sa sustentar animalmente quatro cavallos :
annuncie por esl^ aDiario ou outros peri-
dicos.
Prccisa-se de um caixeiro para loja de
fazendas e moldados, para o Itio Formoso :
a tratar na ra das Cruzes em Santo Anto-
nio, sobrado de um andar n. 32.
Precisa-se de um rapaz de l a 16 an-
nos, com pratica de taberna : na rua estreita
do ltosario n. 16, taberna da estrella.
Quem precisar de urna pessoa para
tratar de urna casa, n5o sendo de familia, e
sim de hornera viuvo ou solteiro, dirija-se a
rua de Santo Amaro, segunda casa passando
a fundico.
A' loja deScrafim & lrmaos, ruado
Cabug n. II, chegaram novas pulceiras de
transas, e aderecos de brillantes, dos mais
bellos gostos, que tem vindo.
Precisa-se de alugar urna prela escrava para
aervico de uiua casa de familia : quem liver para
alocar dirija-se a rua da Conceir.lo da Boa Vista
n. (6.
Pracisa-se de Orna
preferiudo-se escrava )
u. 46.
Candida Mara ua ConceicSo, liiha do
finado Vicente Ferreira dos Santos, faz sci-
eule ao respeitavel publico, que nao lacam
negocio com as casas do dito tinado, sitas
no Caminho Novo (da Soledade ao Mangui-
OQO), pois estQo embargados para se proce-
der a partilha com os herdeiros do Pilbo.
Precisa-se para o hospital de canda Je
de urna pessoa que Iomega leite todos os
das, e que nao o traga depois de 6 horas da
muhaa.
Precisa-se de um criado : na rua do
Hospicio n. 9.
As pessoas que liverem contas com a
casa de Antonio Jos de MagalbSes Bastos,
lenham a bondade apresenla-las para ser
pagas, al o dia 18 do corrate. Recife 11
de agosto do 1857.
J. E. Boberto,sua senhora e dous filhos menores
vao a I uropa,levando em sua compauhia duas cria-
das brasileiras e um criado poitugaez.
Antonio Jos Pereira, subdito porluguez. vai a
Portugal tratar da sua sau le.
A pessoa que quizer dar licoes de
grammatica nacional e arithmelica em urna
casa particular, no bairro da Boa-Vista, an-
nuncie.
HO CAF DOS ARGOS
de um caixeiro que tenha boa
Ceblas novas de Lisboa.
Continuam-so a vender no armazem do
rua de S. Amaro bairro de S. Antonio) onde Batros o achariio prompto para este lim; eiunta-1 Vcndc-se una carroca de2 bois, urna
mente se offereco para sangrar, tirar trava-i ,ic 1 uo c ,juas qUC sorvetn para hois e ca-
gens etc. ; o anunciante havendo aprendi- j yallos, 3 cavallos c 3 bois, lodos gordos, do
do na Europa, pode salisfazer as exigencias se: vico das esmas carrocas : a tratar na
de sua arte, o la-lo-ha por preco commodo rua Augusta n. 80, cm casa de Adelo Jos
a todas as pessoas que de seu preslimo se
quizer utilisar.
O abatxoassignado, tendo contratado
por compra a casa n. 42 da rua do Fagun-
des, pertencente ao Sr. Joao Jos do lle-
go, ptevine a qualquer pessoa que se jul-
gar com direito a ella para a presentar,
dentro de 3 dias suas reclamacoes.
Luiz Antonio de Freitas.
Sexta-feira, H do correte, depois de
finda a audiencia do Sr. Dr. juiz municipal
da primeira vara, ah tem desee arrematado
por ser a ultima praca, um sitio com arvo-
redos de fructo, etc., no lugar da Torre,
avaliado em 2:300#000, por execuc3o de J0S0
Ferreira dos Santos, contra os herdeiros de
Jo5o Firmino da Costa Barradas. Escrivao
Motta.
GABIHETE PORTGEZ
pessoa que cozinlie bem,
na roa do Queimado, loja
DE
,^^^^^^%
A direeloria do Gabinete Portuguez de
Leilura, de conformidade com artigo 6i de
seus estatutos, solemnisar no dia 15 do cor-
rente o sexto anniversario da installaca do
mesmo Gabinete, com urna sessSo magna,
que ter principio as 10 lioras da maahia, e
para a qual tem a honra de convidar os il-
ustres associados. lim continuado fran-
quear-se-ha o estabelecimento a todas as
pessoas de amtus os sexos que o visitsretn
das 3 horas da tarde as 10 da noite. Igual-
mente faz publico, que no dia seguinte (do-
mingo 16) tambem o Gabinete estar aberto
das as 10 horas da noite, alim de ser visi-
tado por aquellas pessoas que, por qualauer
motivo ou circunstancias imprevistas, D-S o
podessem ver no dia antecedente. Pernam-
buco 12 de agosto de 1857.--1) 1. secvelario,
Augusto Duarle de.Moura.
Attenco.
A. Topi, com deposito dobjectds de mar-
more e alabastro, no sierro da Boa-Vista n.
2, faz sciente ao respeitavel publico desta
cidade, que no dito (slabelecimento existe
um g un 1,' o vanado sorlimento de figuras,
representando jiersonagens celebres, vasos
gothicos de dures entes modelos e lamanhos,
e mesas de mosaico para sala e para jardn),
passaros, frucleiras, cestiohas e outros mui-
tus objeclos de gosto, que s com a visla
podera ser apreciados, os qua3S sar3o ven-
didos por pri't,-().( asss commodos.
tSr. Jos Itodopiano dos San os tem
urna carta viuda de Macei, no escriptorio
de Tasso lrmaos, rua do Aniorim n 35.
Lma familia pobre e honesta cncarre-
ga-se a tomar alsuma enanca para criar de
leite, e da liador'a sua conducta : a tratar
na rua das Cruzes 11 22, segundo andar.
Da fazetda d'Avenca uesappareccram
9 animaes de roda, sendo 3 bestas, 2 po-
tras e 4 potros, lodos mateados, sendo 8 de
cor melado cas'anho e um ruco preto, os
quaes animaes pertencem ao major Joao dos
Santos .Nuies de Oliveira, morador no en-
genho bclem na villa de Pao d'Albo : roga-
se a to los os senhores de eugenhos, era cujo
poder forem parar ditos animaes de mistura
com os seus, de os mandar levar ao referi-
do engenho; e a mesma recommendacSo se
faz a todos os vaqueiros das diTerentes fa-
zendas, ou mandar avisar no dito engenh ),
ou 110 Itecife a Mauricio Francisco do Lima,
morador na rua da Guia n. 64, segundo an-
dar, que se pagarao todas as despezas.
Pracisa-se de urna ama para casa de pooca fa-
milia, forra ou cativa : na ru.i do Qutinudo sobrado
11. 3, primeiro andar.
Deseja-se alugar um sitio pequeo,
nos lugares Estancia, i'rerape, Mondego ou
Soledade : quem o liver e quizer alugar, di-
rija-se a rua das Flores n. 19, que se dir
quem precisa,
No dia 14, as 11 horas, na sala das au-
diencias, se h3o de arrematar, depois de lin-
da a do Sr. Dr. juiz de ausentes, 23 palmos
de terreno, silo na estrada do Belem, junto
do sitio de Manoel Alexandrino de Mello Al-
buquerque, pertencente a lieranc 1 jacente
de Januario Jos das Neves.
de Mcndonca, das 7 ns 9 horas da manhia.
- Na rua do Brum n. 22, armazem de S
Araujo, ha para vender jarros eslampados,
proprios para" sitio, os melhores que tem
viudo de Lisboa, cera de carnauba, em sac-
eos, 18 pipas novas abatidas, vimes, que tu-
do se vendo em conta para acabar, o d-se
conta de venda.
Vende-se urna canoa de carreira com
bous commodos, e preco razoavel : na rua
de Santa Isabel, casa da esquina.
Aeucao
Na rua larga do Rosario n. 38, loja de
raiudezas de Jo3o Goncalves Ferreira, exis-
ten) venda caixas com tontos para vollare-
te, as mais ricas possiveis, fitas de velludo de
todas as larguras, lranjas, de seda as mais
ricas que tem vindo de Franca, litas lavra-
das, fazenda anda nao vista, pesos para pa-
pel muito finos, com to las as personagens
da Europa, cinturoes de borracha muito li-
nos, eoutras muitas qualida les de miudo-
zas, que nao se podem mencionar.
Vende-se urna casa terrea, sita na rua
das Aguas-Verdes, confronte a igreja de S.
Pedro 11 24, urna mulata de bonita figura,
que engomma, cose e cozinha, urna negri-
tiha de onza annos, tambem bonita: quem
pretender, dirija-se ao sierro da Boa-Vista
n. 24, primeiro andar, ondc'.euconlrar com
quem tratar.
Pianos,
Em casa de Rabe Schmettau-& Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante
pianos do afamado fabricante Traumann d
lia ni burgo.
Na rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados. ,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de ferl"- 22' na loJa da boa fe-
ro em fexes, ferramenias para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por precos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
Sapatos dos melhores fabricados no
Aracaty, carne e queijos de Sobral, tudo che-
gado ltimamente vende-se por precos
commodos : para acabar, na rua da Cadeia
do Kecife n. 60. primeiro andar.
Lobo o C. vendem cal preta a 660
rs. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacalbao, em canoas de 60 a 300 al-
Fende-se
Cortes de l&a para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de I3a de lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto preco de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabem : na rua do Queimado
Venda de
pianos.
Xa rua
- Compra-se effectivamenle na rua das
Flores n. 37, primeiro indar, apolices da di-
vida publica e provincial, accoes das compa-
nhias, e d-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas quantias, sobre penhores.
Compra-se urna carroca maneira para
um cavsllo, com arreios, tudo novo ou em
bom uso : na rua da Cadeia do Recife n.
60, primeiro andar.
Compram-se moedas de ouro com meio por
cenlo de premio e patacoes brasileros e hespanhoes
a 2-3020, ua rua da Cadeia do Kecife, loia de cambio
n. 38.
rea
cidade,
de reis a quem Ihc
qualquer esclarecimento exacto
so lacto, Ol
prestar
sobre cs-
precisa-se
conducta.
Antonio Jos Rodrigues da Cunha re-
tira-se para Lisboa.
Uuem precisar de um forneiro para
ptdaris, pode irao poni da rua do JUuroI
n. 6, tratar.
Nos abaixo assignados, passageiros do
vapor Teutonia, da companhia llambargo-
Urasileira, embarcados em Lisboa para os
porlos do Brasil, gratos pelo bom traUmeu-
to e civilisadas maneiras com que sempre
nos hotiraram durante a viagem, o Sr. capi-
tflo Code e todos os olliciaes deixariamos
de cumprir um dever sagrado se nao agia-
dececemos ao dito Sr. capilao o mais olli-
ciaes; e em testctnunho ao nosso recouhe-
cimento fazemos publico a uossa graldao
Pernambuco 12 de agosto de 1857. -- Manoel
ferreira de l-.astos Coelho, Joao de Paria
Roby, Manoel Ferreira do liveira. Manoel
'.ornes de Araujo, Antonio Pinto de Assis,
Jos Barros, Joao Curado, Jos Pipo Barbo-
sa, Antonio Jos Pereira da Silva, Domingos
Domingues, Manoel da Silva e Souza, Eleu-
teiio Fernando Soller.
- Um homem cassdo com pouca familia,
olierece-se pata administrar engenho, por
ter bastante pratica no ollcio, e da liador de
sua eonJucta : quem de seu preslimo quizer
uliiisar-se, dirija se a tiaz do Corpo Santo
n. 48, ou entao annuncie por e;ta folha para
ser procurado.
Aluga-so urna preta que saiba engom-
mar, coznhar e eusaboar, e tambem vende
na rua, pon-ai he melhor para casa : na rua
Dircita, casa 11. .
Precisa-sede um caixei o de 12 a 16
anuos, proprio para taberna: a tratar
rua Itireita, tabern n. 19.
I.IMIAS DE MNIBUS.
No dia 14 du correte haver um mnibus
para a Ponte de Celio?, al a casa do Sr.
Homar, aonde ha de favor nesse dia um
leilSo o partir.) da c cheira as 10 lloras da
manhSa pata voltar as 2 da tarde- Passagem
de ida c volta 2:000 por pessoa.
AVISO.
Joscpli Sbelmerdine tem a honra de
iulbrmar ao respeitavel publico, que teu-
Vendem-se luvas de pellica de
Jouvin, de todas as coyes : na rua do
Queimado loja n. i6.
.Vende-se ou rrenda-se um sitio com
grande baixa para capim, que pode susten-
tar 16 a 20 cavallos, muito boa trra para
toda o qualquer plantaran que queira fazer-
se. com 2,000 ps de caf novos, plantacSe
!c fructo, larangeiras e muilos outros arvo-
redos. capoeira para consumo, com 2 casas
e estribara, por preco commoio : quem o
pretender, dirja-se ao Arraial, passan lo a
casa amarella, o primeiro sitio de porllo en-
carnado, que achara com quem tratar.
ira acabar
\>n!-se cassas francezas linas c de bonita cores,
a 3211 rs. o cavado: na Praca da Independencia n. 1.
Vende-se uin lindo tnolcqtic de da-
le de I annos, c 5 esclavas mocas de lodo
o servico : la rna Oireitan. ~>.
- Vende-se a cocheira n. 5 da rua da Ca-
deia em Santo Antonio, con) 4 carros, 1 ca-
briole! e 16 cavallos : quem a pretender, di-
rija-se a mesma cocheira. que ahi saber
com quem deve trstar.
Ao Gouveia.
y
a
o ja encarnada a a rua
do Queimado n 27, es-
(juina d > Col!, g-io,
troca-se por sdalas multo veihase rotas o
seguinte :
Lila preta a dote vin'.cns o covado
Cassas chitas de cores a pataca a vara.
Chales de cassa adamascados a pataca um.
Riscadiunoa bonitos a quatro vinlens o co-
vado.
Um resto de chitas finas com toque, a lust.lo
Depressa depressa senao
o covado.
acjba se '
(ias
a
mesmo o conhecimento de I do-e establecido na ruada Aurora, San-
alguma rarcumstancia,ou accasor.o delle, t0 Amaro> C1.t.c as duas pontos, perto da
i se possa averiguar a rada- i\Kli.;ao, aclia-sc prompto a se e.icarre-
gai de todas as obras de sua prolissao, quer
seja trabamos em chumbo, vidraceiro, ar-
de, assim como assegura, sob sua palavn
e honra, o rntiis inviolavel legredo, a
[ucui li/.ei' qualquer dessas revelacoes,
ie bem possivel chegar-se ao lim
pois
Icsejado, sem declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado liritannico II ele jullio de
1857.II- Auguitiis Cooper, cnsul.
+g i) vr. J.iao Jos Damatio medico, pude ser ;
.. prcrurado para o eierncio de sua profis- **
ir tM>, na rua de Apollo n. !. .>
0O0OOOO0-O 00Q%O
seis portas
em frt'iiti do rJvr inent i
Colinhas do talagarca pera pescoQO de so-
nhora a pataca cada urna, chales de cassa
para trazer por casa e irein ao banho a sello,
lencos de seda para trazer ai.s hombros a
dez lusldcs, camisetas de cambraia para se-
nhora a dez lusloes.
Tintas bnalas.
Cr, oebre e rxo-lerra a vinlem a libra,
tomando des libras para cima : na rua do
tem para vender nm completo sorlimento de baila-
dos de panno de lindo, lamo aberto como bordado e
de todas as larguras, principiando por dous dados e
acabando em dous palmos, os quaes se vendem mais
barato do que em outra qoalqorr parto por se qua-
rer remelter o riinhriro ao fabricante.
Na rua da Cadeia defronte da ltelac.ao, venda
n. 28 de I). S. Campos, vende-se e alua-se, supe-
riores bienal bamburKuezas, em porc,o e a relalbo,
Vende-se na rua da Cadeia n. 28. superior
presunto porlucuer. inteiro a 110 rs., e mais objeclos
por preco commodo.
ao modernismo.
Loja do canto da rua da Cadeia do
Itecife i). 54.
Grande sortimentO
Chales do ganga com franja de
Itnhoa 35000 e 39300
Mantas brancas de blond, finas 93500
Ditas riquissimas 103500
Ditas pretas de filo, finas 103000
Ditas ditas de fil, linissimas 11sOO
Chapeos de sol de seda inglezes 73oO
Cortes de seda, boa fazenda 25;00
Ditos de dita 159000
Canga amarella chineza, covado, rs. 300
Cottes de collete de gorgurSo 1J600
Ktfinaeao do Monfeiro
No deposito desta rehnaria, na rua da Ca-
deia do Itecife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior quolidide, por prego de
C311OO a arroba, dndo-so um abale a quem
comprar mais de 10 arrobas por semana.
i\a lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
33000.
Corles de casemira com pequeo defeilo a
3*000, tialils de panno lino pretos e de co-
res a 10)000, lem porcao psra escolher.
Vende-se na padaria da rua larga do
Rosario n. 48, bolacha a 120 a libra, bem
torrada.
iO BOM E BARiTO.
Na loja de fazemias da rua do Crespo n. 5,
esquina que volta para a rua do Collegio,
veudero-sa cortes de casemiras de boa qua-
lidade e bonitos padrOos a 4-300 o corte, e
na mesma loja se vendem colchas brancas e
adamascadas, e toalhas para mesa a 4| cada
urna.
10 BARATO
Vende-se madapolao com toque de avaria
a 13800 rs. a pega : na rua do Crespo, loja
da esquina que volta para a rua do Colle-
gio n. 5.
Aos senhores de
engenho.
No becco do Concalves, armazem n. 10,
de Jos Duarle das Nevi-s, vende-se a mais
superior farinha de trigo, em meias bar-
ricas.
Vende-se um cabriolet quasi novo,
com todos os seus pcrlonces, na rna da Sen-
zala Velha, ua cocheira do Sr. Joaquim P. I>.
da Silva pde-se tratar com o Sr. cnsul
araeiicano, ou na dita cocheira.
V( o iiiLCnri^nio
Grande e variado sorlimento de fazenda*
ettrangetras, por precos commodos.
Rua da Cadeia do Recife numero 54
LOJA 1)0 CANTO.
O publico achara nesta casa, por precos os
mnis nfimos possiveis, toda e qualquer qua-
lidade de fazen lasestrangeiras ebegadas re-
centemente, e dos gostos mais modernos e
escolhidos, consideradas como uauveaulces
as priucipaes ci Jades da ICuropa. Nlo se po-
dendo aqui enumerar todas ellas, o publico
vera pelas seguintes abaiso mencionadas, a
modicidade dos precos, e pie vir vera su-
perior qualidade, certifican Jo-se da verda-
de do annunciante, nao doixando nada a de-
salar o bom gosto e esculla de 15o variado e
moderno sorlimento : chitas francezas mui-
to linas, corados, 260 e 270 rs., seda bran-
ca, covados, 100 e 13500, corte* de seda
com II co.ados por I4J, alpacas de cores,
covado, 480 e 520, ditas lavradas, covados,
650 e 700 rs., laas de cores muito lindas,
covado, 560, chales de alpaca e merino a
3S600, solas de cores tirando a gorgurSo,
com o titulo melindre de senh. covado, 1#,
muilo rico, madapoles, pecas de 26,28, 32.
34, 36 e 38 a 43 e 43500, e muito fino a 5/300
e 89800, chitas, pecas, 53400, 5/600, 63000,
63200, 6S500, 73, 73500, 83 e 9?000, chapeos
de massa francezes a "/, chales de cambraia
a I3I2O, ditos muito linos de cores a 1.-U0 e
1S800 dilos mais linos a 2?200, pannos finos
ltelos a 2-3400, 33, 33500, 43, 45500 e 53, ro-
meiras milito ricas a 3/300, 33500 e 3/600
cobertores de pello a 1^400, chales de meril
n
m
2/OO, vou, o ov'zvi, iiiossuiina de c
res a 380 e 400 rs dila branca a 300 e 320
rs. o covado, chapeos deso de junco a 1/400,
do ferro a 13900, e baleia a 23 e 23200, ditos
de panno para senhora a 1-800, cambraias
lisas de 10 jardas a 2.3 a peca, ditas linas de
12 jardas a 43600 e 53, laaziuha a fineza de
senliazinha, de duas larguras, o covdo a
13500 com ondas de seda, grvalas de seda
co'ii lac'), cada nina por 700 rs., ditas scui
ser de lago a 13100, corte
querr*: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rua Nova no sepundo
andar do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho em pequeas porcoes
eui seu armazem, na rua da concordia a
70o rs. o alqueire.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C. barris
de ferro, ou cubos hidrulicos ; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, ora casa de Soulhall Mellor & Ca, rua do
Torres n. 38.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundirlo de Ierro de l!. W. Bowman
na rua do Iiiurn, passando o cliafa-
riz, continua a haver um completo sor-
timentO de tachas de ferro fundido e bati-
do, de.) a 8 palmos de bica, as quaes se
ecliama venda por preco commodo e com
promptido, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
I\a lja das seis
portas em frente do Li-
vratnento
Pecas de cassas com Dores miudas, blan-
cas e de cores a 29000, ditas de raraagem
para cortinados a 39000, saias bordadas para
senboras a 23000 com algum mofo.
uelogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por precos razoaveis, nu
escriptorio do agente liveira, rua da Ca-
deia do Recife u. 62. primeiro andar.
CAAS DE FERRO
Excel lentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente livei-
ra, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Agencia
la fundicao Low-Moor,
rua da Senzala A'ova
n. 42.
Neste estabelecimento conlina'a a haver
um completo sorlimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de lodosos
tamauhos para dito.
Vende-se na loja da esquina que volta
para a rua do Collegio n. 5, cobertas de chi-
ta de lodas as cores e qaalidades a 23500 rs.
cada urna, risnados francezes a 200 rs. o co-
vado, cambraias pretas proprias para lulo a
200 rs. o covado.
- Vende-se na loja da esquina da rua do
Crespo, que volla para a rua do Collegio,
chapeos de sol de panninho proprios para se-
nhora e para meninas irem para a escola a
1 -ioo cada um.
i\a rua do (uei-
mado, loja de anude-
zas n, 2o
Vendem-se cintos de borracha de todas as
qualidades para homem e meninos, suspen-
sorios finos e ordinarios para homem, tin-
teir,)S de porcellana muito neos para cima
de mesa, pedras pira pesar papis, multo fi-
nas, com todas as personagens da Europa,
estampas de santos de lodos os tamanhos,
de2 a 5 palmostiditas de vistas da guerra da
Crimea, do 2a 5 palmos, espelhos para pa-
rede e de toucador, chicotiohos para mon-
tarla, luvas de todas as qualidades para ho-
mem, senhora e meninas, candieiros de la-
13o proprios para os senhores acadmicos,
pontos de tartaruga de diversas qualidades,
ditos a imitacao de tartaruga, ditos ditos de
Lisboa para tirar piolho, bengalas imitando
canna, jogos de bagalelas
Chapeo* de Italia.
Vendem-se superiores chapeos de Italia,
recenieinente chegados, a preco commodo .
na rua do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar, escriptorio de Antonio de Almeida Co-
mes.
Vendem-se muitos lindos c excellentes
Eianos, chegados ltimamente de Ham-
urgo, e com lindos retratos no frontes-
picio : na rua da Cruz n. 55, cata de J
Keller & C.
Methodo facilimo.
Na librara da praca da Independencia n.
6 e 8, vende-se o methodo facilimo- para
aprender a ler, novamente impresso e aug-
mentado, por mil reis.
Arados de ferro.
Na fundiQSo de C. Starr & Companhia, em
Moto Amaro, acham-se Dar vender arados
de Ierro de um modello e construccSo muito
superiores.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonetc e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, cm casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Araaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, o defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
saoo s mais commodos.
Algodao monstro.
Vende-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lencoes, pelo baratissimo prego de 600 rs a
vara : na loja da boa r, na rua do Queima-
do n. 22.
MussuJinag brancas e de
e >res.
Vende-se mussulina branca muito fina a
**0 rs. o covado, dita de cores de excellentes
padrees a 320 o covado: na loja da boa fe,
na rua do Queimado n. 22.
A -SECRETARIAS.
As melhores que at boje tem apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Ofiveira, rua da Cadeia do Recife
n 62,j>nmeiro andar.
Doerwres ue peno a i#*oo, cnales ae meri-
bordados com velludo a I9#, 13/e 183000
luito ricos, pecas de algodao a ig, 2/200*
#000, 29800, 33 e 33200, mussulina de co-
elogios
Wi(....IUW *, <, i,i.i,-> ,,1:
mador deencanamentosde paz c agua pa- Livrament, lujj n. 35.
r,i dentro de edificios em lodas as sua* \u-
riedades,incluindobai]Iiei-os, bomba*, la-
trina* d'agua, etc., o mesma tendo tido
bastante experiencia no Europa, espera
que, com attenco aos seus freguezes,
moderaran em seus precos, merecer do
respeitavel publico desla cidade toda*a
piotccco, para o tpie pode ser procurado
no lugar acimu indicado.
Vende-se una canoa que pega cm 1,000
lijlos : a tratar na rua de Santa Hila, csla-
leiro do Sr. Joao Tbomaz.
--- Vende-se urna escrava crioula, que
cozinha, lava deaabfio, e engomma alguma
cousa : na rua Nova n. 33.
Vende se urna carroga nova e um boi
manso: ua rua de S. Miguel dos Afosados,
taberna n. 76.
Vende-so arroz de casca, o alqueire
5300 : no caes do llamos n.4.
LOJA DA RA DO ChESP
N.10
Vendem-se cassas francezas .finas a 500 rs
a vara, clnus francezas a 240, 320 e 360 o
covado, chales de touquim de todas as co-
res, saludas de baile, chapeos e enfeites para
cabera de senhora, e oulras muitas fazendas
de gosto, por prego commodo, e a vista
faz l. "
Carne seeca do ( ear.
Vende-se superior carne secca do Ceara,
por commodo prego : no armazem de Luiz
Annes, defronle da alfandega.
S vista.
Na talieri.a grande ao lado di igreja da Soledade,
os tregeles eiicoulrarao um etipleiidiJu s. 1 liiei.tu
de moldados de toda&ui especies de inercearios so-
lidas liquido, como sejain os I111119 viudo* eugarra-
tados.' rlium,..igue, licoies linos. Loas rimuieigas, bom
clia1, bolacliiiiius, masas, f.innliai para papas, doces
de inaroielada, goiaba, arara, passai aovas, charuto
linos, queijos do remo, de imito, Jo serta, de eoa-
llia, de mauleiga em grande pon., o de urna a 2j li-
bra cada um, e inleiros a 100 rs. a libra a relalbo
i i 0 : um completo sor tunen lo de sapatos para lio-
mens e meuinos, do Aracaly e da Ierra, e umaquan-
tnlade de -.iccoi com fanuba da tura, muito boa, a
33 e i -1.1 111 rs., tuJo o mais se vender' barato
para contentar os compradores.
0 Vendem-se vestimentas du -e la e cambraia fj
.;yf de brilhaolina para meninos e meoinaa de 3 aj)
(jali anuos, bem como chapeos <1e seda e de pa- f
;.; lhinha, lodos eufeilados e guarnecidos de bico .w
_-; de bloud conforme as ultimas modas de l'aris: m
y ua rua do Crospe, loja amarella 11.
SPSS S#;'a-iiT|**J3*lt
Vende-se carne doserUo, nova, gorda
e boa, por prego commo lo : na rua da l'raia,
armazem 11. lo, e ua rui Direita, taberna
11 4.
Vendem-se barricas com ^ardinbas
muilo boas, e prego commjdo : ua rua da
l'raia, atmazetn 11. 18.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & ( roa
do Torres n. 38.
VENDE-SE
na rua do Trapiche n. 54, escriptorio de
Novaes & C, superior vinho do Porto, em
caixas de urna c duas duzias de garrafas :
a' preco commodo.
jLuvas de Jonvin.
Constantemente acharao na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
rs luvas de Jouvin. de todas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
Moendas superiores
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna lodas de ferro, de um modello a
construccSo muito superiores.
^ECHAaisio ?au mm-
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENG
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha sempre um grande sonimenlo dossegoimes oh
jacios de mechaoismosproprios paraeotenho a-
ber : moendas e meias moendas, da mais moderna
conslrucsao ; lanas de ferro fundido e batido de
superior qualidade e de todos os tamaullos: rodas
dentadas para agua 00 animaes, de loda as propor-
de; crivose bocas de fornal|ia e registros de bo-
eiro, agutino, bronzes.parafusos e cavilhOes.moi-
nnoi de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDIQA'O.
se eieentam todas as encommendas com a soperio-
ridade ja conhecida com a devida presteza ecem-
modidade em preco.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito desle tarop para bo
tica dejse da Cruz Sanios, narua Novio. 53*
garrafas 5a500, e meia3000, sendo falsa toda
aquelle qoe naofor vendido neile deposito,!, o
quesef^z opresen I ( a\ iso .
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO
Para curade phlysicaem todoiosaeusdifleren
tesgros, que r moiivada por conatipajeea, tosse
i'llinin pleuri e-rar i o- desaDgae, drdecos-
ladose peilo, [.alpitai.-ao uo corarlo,coqueluche
bronebile, dorna garganta, e todas as molestia
dosorgos pulmouares.
Sel lins e rele^-ios.
SBLLDIS e RELOGIOS de plente
Ingle : a venda do armazem de
Hoslron Kooker A Companhia, es-
quina do largo do Corpo Sanio Da-
mero .48.
Deposito
de rap priuceza da fabri-
ca de 15. Gasse, no ftio
de 'aneiro.
Veude-se a pre^o commodo rap lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 9.
^^?t>*#f^^
a tslO, cortes de cambraia ei
seda a 59, casemira preta, o covado a ^ooo, Ollcl aleiiraO, liara liva'
2,7200, 2*400 e 3/, mantas de seda a 6500 e '
9?, meias para senhora, duza a 2;200, 35
3*500 c ?, e pares a 200, 850, 320 e 300, di*
tas auos para humero, duzia 1 1-jiOO, cruas 0. mussulina branca' muito Fina a 410 cada
Km 12 de julho prximo passado Pi.-oi
do engenho Rosque Alegre, provir.aia das
I Alagoas, o escravo Germano, com ossignies
seguintes : idade 25 a 28 annos, naci Ango-
COMlMS j la, alto, corpulento, cambado das pernas,
Vende-se na nova loja da rua do collegio tenuo em u,ma dp|las a cicatriz de urna gran-
izas a 2-400, 3: e 3-400, chales de la pre- covado, dita de cores a 320, chales linos de
tos a 2.1500, sargeliin, covado a 200 rs., ca- | merino com 2 palmas a 10-v ditos lisos a 65,
se .tas de duas larguras com 1 3|4 covado ditos de clially a lis, luvas de Pellica linas
r>.,r '.-OltO .lilac ,l ...... I.______ __.. ..*..., K.n .' .! .
por 4:200, ditas de utna largura, cortes a
39-200, cliajes de chita a ij, aetim prelo, co-
vado a 3; e 39300, cortes do brim de cores
do linho puro a 2:100, dito em varas a 1:100
grosdenaple, covado a 21000, e 2:200 muilo
para homem e senhora a I/joO cada par
pecas de madapolao linas u 3:600, 4:000 e
4:500, chapeos de sol de ha lea a 2/400,
Veude-se parle de una propriedade
. de ierras de muito boa pro tuccfio, com ex-
imo, mussulina de barra, corto a 3*500, gra- cellenles varzeas, sita na freguezia do Cabo
valas de cassa, duzia a 11500, ditas de seda de Santo Agoslinho ; a parte que se vende
preta a 800 rs cad. urna, lencos de cambraia ; lie de 3:I69:20, saudo a valor da proprie-
a 11500, 2:100 o 3: a duzia, brelanha de li-1 dado 7.000:000: os pretendentes dirijam-
nho muito boa, vara a 600 rs., alpaca preta se a rua do Sebo n. 35 t, casa de Jos Anlo-
a 500, 600, 640, 700 e *J00 rs., cortes de meia nio Gomes Jnior, onde acharSo com quem
casemira de 1,1a a 2/200 cada um. | tratar.
da ferida, barbado, cara comprida, e regris-
ta : este escravo pertenca ao Sr Jos Pauli-
no de Almeida Lima, morador na Barra de
Camaragibe, e suppie-se ter fgido para
esta provincia de Pernambuco procura de
j oulro companheiro do mesmo engenho ha
pouco lempo vendido : roga-se,'portante-',>s
autoridades policiaes, sos Srs capitaes de
campo, e a qualquer outra pessoa que o ap-
prchenda, de o entregar ni villa do Passo ao
vr. Joaquim Mannho FalcSo, c em Pernam-
buco a Pelisberto Ignacio de Oliveira, praca
do Corpo Sanio n. 6, pois ser bem recom-
pensauo, e saligfeitas as despezas que com o
mesmo se fizerem.
PEhK TVP. E al. F. DB FAH1A 18&F

ILEGIVEL


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