Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07803


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Full Text




\NiNO XXXIII fl. 482.
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos SOO.
^A
TERCA FEIIU H DE MOSTO DE .8>7
Por anuo adinntado 1$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
F.INCAIB-EG A.DOS DA SL'BSCRIPCAO DO NORTE.
PARTIDA DOSCORREI09.
OliTuIr : t M dia, M !> 8 mi-ia tiri An Ju.
If!in--u. GuJiin* l'.ir.ilnl-.i : ni* MlldU i -.-Mas-f.-ii..".
S. AnlJo. Itfirrru*, Uonilj, Camaru', AHtnim e GctWliaBf i i
S. Lourrnj, l*o d'Alho, Naiarmli, aUnn-rin, lltcjo, l'es FIotm, VilU-Bflia, Uonv-Viata, Ouricurv K\u\ n.iiuarU4-lvira
Cabo, lpojuca,Sftinhitm, Rio Formo*", lita, ButttnM, Au.i-rr'la, Pi-
n teiras e -\at.l: quintas-reir.
.ledo os corrcioa parlem a 10 horas da manli-a.

AUDIENCIAS DOS TRIBU.NAESIDA CAPITAL.
Tribunal do comroercio : lecuoda quinta*.
Relacio : terca! fcirai aabbadoi.
Fazenda : quarlai aabbadoa n 10 horat.
Juizo do commercio : segundas ai 10 horat quintal ao meio da.
Juixo da orphos : segundas a quintal ai 10 horas.
Primeira rara do eivel : segundee e imano meio dia.
Segunda rara do clrel : narUa aabbadoi ao meio dia.
EPHBMERIDES DO MKZ DB AGOSTO.
ti La chela ai 4 horai e9 minutoida tarde.
12 Quarto minguanls ai 3 horai e 22 minutoida tarde.
10 La nova ai 2 borai e 6 minutos da mantisa.
27 Quarto creicenta aos 45 minuto da tarde.
PKEAMAR DB HOJE.
Primeira ai 8 horai e 10 minutoa da manhaa.
Segunda u 8 horas e 54 minutoa da Urde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Lou renco diac. ; S.Agalhonica v. m.
11 Terca. Ss. Tiburcio e Suzana mm. : S. Digna.
12 Quarla. S. Clara v. f. ; Si. Aniceto c Fontino irs. mm.
13 Dimita. S. Ss. Hvpoliloe Catsiano mm.
14 Sexta. S. Eusebio presb. ; Si. Demerito e Mercurio.
15 Sabbado. Asiumpcao de Xossa Senbora.
16 Domiogo 11. S. Joaquina pai de Nossa Senbora.
ENCARRBGADOS DA 8UBSCR1CAO NO BUL
Alagoai. o Sr. Claudino Falcio Dial; Babia, o 8r, D. Duar
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina. .
EM PERNAMBLCO.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria nt la
livrara, [iraca da Independencia n. 6 e 8.
t.'Wafooo
::tjj6i7
PAHT1 OFFICIAI,
OVEHNO DA PBOVJNCIA.
LE N. 433.
J.iaquim Pires Machado Porlelli, vice-preiiden-
te da provincia de Parnaoibaco. Fajo saber a lo-
dos os seos habilanles que a assambla legiila-
liTa provincial decreloa, e eu sanecionei resolu-
co ireqinto :
CAPULLO 1.
Despezas municipaes.
Arl. I. A despeza daicnnaraa monicipaes di pro-
vincia para o atino finaneeiro do i.' da oulobro de
1857 a' 30 de lelambro de 1858, he Duda ein ris
1-J7::535*.
Arl. i. A cmara municipal da ciclarte do Recife,
he aolorisado a despender com es objeelos designa-
dos nos 5 eguintes a qoantia do 83:0869054.
i I. Com a lecrelaria, sendo com o
secretario 1:2009000 re. eom o efllcial
maior 8009000 ; com qualio amanu-
enses a (MHftOiK) cada un, e ervindo
ura dellei de porteiro, 2:400^000. e
com o coireio e srvenle da casa -100$.
2. Com a contadura, sendo coro o
procurador a porceolagera de 4 % de
ludas ;is rendas da cmara calculada em
2:9959617, e com o cora o contador
700*000 ..........
3. Com os empregadoi externos,
sendo com o advocado 4009000. com o
solicitador 3509000, com o inicial de
Justina 1509000, com o 3 fiscaes das
frsenla* do Recife, Sanio Antonio e
S. Jos 2:1009800, tendo cada uro del-
let 3509000, de ordenado e igual quan-
lia de gratilicatflo, que devera' aer per-
cebirta peina supplenles, que o subali-
luirem ero seus impedimenloi. coro o
da Boa-vista 8009000, sendo 4009000
de ordenado e ootro tanto de gralifi-
cagflo, que da misma forma sera' per
cebida pelo snpplrme, com os do Poro
Alocados 9009000, sendo com cada
oro 4509OOO, com os de S. Lourento.
JaboalSo, Vanea e Maribeca, 6OO3OOO
a 1509000 cada uro, com o cirorgiflo
de partido 8OO9OOO, com o engenheiro
cordtador l:00O000, e com oilo Guar-
das, qoe eiercerao cumulativamente
o* tusares de repezadores a quanlia de
2:9209, percet>endo cada um anout-
roenle 36$000........
S 1. Com o cemlterio publico, len-
dn rom o administrador 1:80001)00, com
o eapellati 90009000, coro o ischristao
3009000, coro o porteiro 5509000, com
dous Bua'da 1:1009000. lendo cada
uro 5509000, com o jardineiro 3605000,
com quiuze trabalhadore 3:GlKJ9 coro a conslruccao de ceroilerios Tora
da cidade do Recife, porero denlro do
monleipio 2:0003000, e com eventuaes
4009000...........
.. Com o alogael do piro da c-
mara 5OO90O0. com o espediente e im-
pressoes 4009000, com o pagamento de
coalas de procesaos criminaes de eon-
Iravencdei de postaras 4:0009000, coro
o tribunal lo jury e eleicOes 2:0005,
com azeite e agua paraas prisAes 5009,
coro a limpeza e ronservaiflo do ralca-
ineuiu das ni is 6:0009000, coro o (nu-
cirlo de predios perleiiceutes a ninii-
cipalidade 3:0009000, com os negocio)
foraoses 5000000, com deipezai even-
tual 1:5009000, com a deiapropria-
Sea 8:0009000, tendo deide ja' prefe-
rencia Dilo s a deiapropiiacSo da co-
chetra e moro do sillo de Joo Parral-
ra dos Sanios e do de Vllenla, na es-
trada de Berofica, Iiem como a da casa
terrea sita a eiquerda da ra da Trem-
pe, que volla para o Mundego. .
^ 6. Com a coniiuacac da obra do
rnaladoro..........
g 7. Com a conslrucrao de om mer-
cado publico.........
4 8. Com a obra deierseis lorrees
coiiimuiK, 01 quaes serio liluados na
conformidade das ;.ustaraimunicipaes.
9. Com a plantato de arvoredos
no ca'ei, prafaa e roas da cidade. .
se Ihe deve actualmente.....
4. Com azeite e agua para a ca-
deia............
6. Com o coneerto de predios e
ealcamenlo da ruai.......
6. Coro o tribunal do jury e elei-
c,6e............
7. Com despezas eventuaes e as-
signalura do Diarto.......
8. Com o cemiterio publico, sen-
do com o administrador 3659000. coro
om coveiro 2029000, e com despezas
evsnluaei IOO5OOO.......
9229130
1CO900O
500J0O0
quanlia..........
; 2. Com o espediente e despezis
minia-...........
4:4275130
Ail. 4. A c. mar municipal da villa de Iguaras-
su' he autorisad;i a despender com os objeelos desig-
nados dos 3 eguintes, a quanlia de rs. 5499674.
1. Com os empregados, sendo com
o secretario 4009000, com o porteiro
8O9OOO, com o ajudante do roeiroo
50JOOII, com o procurador a porceota-
gero de seis por cento, calculada em
1209000% coro o fiscal da villa 1209,
e com o de Ilamaraca' 1009 .... 8709000
S 2. Coro o espediente e despezas
miuda............ 6O9OOO
3. Com o tribunal do jurv e elei-
{Oei............ 808000
5 4. Com o pagamento de cusas de
procesaos criminaes e de conlraveuces
de posturas, inclusive o que se deve a'
si uva do eserivau Adolpho Manoel Ca-
mello de Araujo........ 5073871
5. Com azeite e mm para a ca-
deia............ 259000
S 6. Com despezas eventuaes. IUOjjOOO
5 7. Com o concert de predios,
11111 pea ecalamento dornas. '.MMtoOGo
toei ............
4. Com o pagamento de costas e
I.VI3OOO [ procetsos criminaes e de ronlravences
de postaras .Min-uno,. inclusive o qoe
I.1O9OOO I se devea Manoel Joaqoim HanJeira de
Mello,a a Benlo de Farias Torres,o me-
lada do que tambero he divido a Fran-
cisco de Araujo Cesar......
7-50001 & Com obras monicipaes, limpe/.i
e calcamenlo da ras......
6. Com despezas eveoluacs e 11-
sigualara do Diario......
$ 7. Com a conclusao do cemiteiio.
flOOsOoo
:109000
8O9OOO
; 2. Com o espediente e despezaa
eventuaes ..........
: 3. Com azeite e agua para a c-
dela ............
; Com o tribunal do jury e elei-
(es............
Coro o pagamento de cusas de pro-
cesaos criminaes e de contraventora de
posturas..........
-. 6. Com obras municipaes .
.5OO.7OOO
3009000
709000
1:000500o
iOsOOO
1003000
2O9OOO
IOO9OOO
2699000
10.-O2O9O00
11:0109000
26:1003000
8:9103137
2:ooo;ooo
15:2209000
1:0009000
2:5429874
Art. 5. A cmara municipal da cidade de tioian-
na he auloriaada a despender rom os objeelos desig-
nados noi!$ seguinlesa quanlia de la. 5:0809000.
; 1. Com os empresados, sendo enm
o secretario 6009000, com o advogado
30Q9QQO| com o cirurgiHu da partido
3OO9O0O, com o porteiro 2IKIOO00. com
0 ajudante do meimo 609(100, com o
procurador a porrrnlagein de 6 0,o,
calculada em 2009000, com o fiscal rs.
2OO9OOO, percebemlo melsden soppleu-
le que o substituir em seus impedi-
mentos, coro o repesartor do arrugue
SOaoOOi e como administrador ,10 ma-
ladouro publico 509000.....1:%Oj000
i 2. Com o espediente e despezas
miudas........... 25$0O0
i 3. Com os foros de terrenos oceu-
1 ados pela cmara....... 259000
S 4. Com o tribunal do jurv e elci-
coei........." 5OJOO0
5. Coro o pagamento de coslai de
proeesioi criminaes, o de conlraven-
(ei de posturas, inelusive a quanlia
de ",mu'ii ao Dr. .Alanoel Izidro de
Miranda, e o que se deve ao errivo
interino do jurv Ignacio de Torras
Bandeira .......... 209000
S 6. Com obras inonicipaei, calja-
111 oto de las e rrp.ro- de predios. 2:000.9000
S 7. Com o aluguel da ca-a quo ser-
ve de ribeira de pejie...... 60fOOO
8. Com o tlagoel da casa quo ser-
ve de mal ,.|,.uro publico ero Crnangy. 60-3300
; '.). Com o IraUmeiilo doi enfennoi
pobres, recolhidoi a Santa Casa de Mi-
sericordia .......... 2OO9OOO
i 10 Coro azeite e agua para a ca-
deia.........-... 20O9OOO
S II Com despezas eventuaes e as-
ignalora do Diario....... 1ICsO0
5 12 Com o adinimslrador do cemi-
lerio publico .'...... I8O9OIKI
2:8809000
Arl. 8. A cmara municipal da cidadada Victoria
he .mi risada a despender com os objeelos designa-
dos nos SS seguinle a quanlia de tis 8:0129000.
S 1. Com o empregados, sendo com
o secretario 4t>05000, cora o advogado
3009000, coro o eirurgio de partido,
que lera a seu cargo a propigarao da
vaccioa, 2009000, com o porleiro fio-,
com o ajndaole do mesmo 705009, coin
o procurador a porcenlagem de 6 por
cento calculado em 2009000, com a
L'uarda de pesos e balanzas ele, 1009
com o fiscal da cidade, porcentae'na de
-20 por cenlo calculada em 2009000, e
om o conservador dai ras 50900. 1:6003000
. 2. Com o espediente o despezas
miuda.....,..... 3O9OOO
S 3. Com o tribunal do jury e elei-
toes............ IMfOOO
S 4. Com'o pagaroento de cusas de
procesaos criminaes, inclusive malade
do que se deve .i Flix. Cavlcanli e
Manoel Jos Pereira Borgei .... 8OO90OO
5. Com o pagamento de foros dos
terrenos oceupados pela cmara. 36-5000
% 6. Com azeile e agua para a ra -
deia............ 709000
7. Com o alugel da casa da c-
mara ........... 120flOO
8. Com o enterra ment dos cadve-
res de inJigenles e de aniroSes morios. 8O3OOO
9. Com despezas evenloaes! e assig-
natura do Diario........ 1169000
S 10. Com obras municipaes, repa-
ros e limpeza de mas 5:0003 1:5449317 pira a conclusao do novo
aroiusue..........
7029000
Arl. 12. A cmara municipal da cidade do Rio
Formoso, he aulorisada a despender com os objectos
designaini nos paragraphos seguinle a quanlia de
rii 2:6099000.
S 1. Com os empregados, sendo rom
o secretario 3005, com o procurador a
porcenlagem de 6 por rento, calentada
em 1209, com o fiscal a de 20 por cen-
lo, calculada em 50.vcom o advogade
IOO9. e com o porleiro 50-5 ... O2O9OOO
S 2. Com o expediente despezas
minias........... 309000
S :l. Com o Inbunil do jury c elei-
S**............ OO9OOO
S 1. Com o pagamento de coilas de
preeessos criminaes r coolravenres de
poslurai........... 20O9OOO
S 5. Com o aluguel da casa da c-
mara ........ ... 1449000
S 6. Com azeile e agua para a ca-
deia............ IOO9OOO
S 7. Com a limpeza de ras e obras
municipaes, devendo a cmara com
preferencia a quaesquer obras mandar
ronlruir na ra Bella urna ponte oit
bamba para esgoln das aguaa. 1:3659000
S 8. Com despezas eventuaes e assig-
oJtura do Diario........ 90:000
S 2. Com o expedienle, despezas
miadas e evenluae, inclusive a assig-
u.itiira do Diario....... 6O9OOO
5 3. Com o tribunal do jurv e elei-
coes............ 803000
S 4. Com o pagamento de cuslai de
processos criminaos e de conlravenc,iies
de posturas......... I009OOO
S 5. l.im azeile e agua para a cadeia 403000
ti. Com o aluguel da casa da c-
mara............ 243OOO
S 7. Coro obras municipaes,litnpeza,
e calcamenlo de ras...... 6OO5OOO
1:9061000
Arl. 17. A cmara municipal da villa de lugaiei-
ra he autorisada a despender com os objeelos desig-
nados nos paragraphos seguiutea a quanlia de ris
6I8SO00.
S I. Com o< empregados, sendo rom
o secretario I6O.9, com o porleiro 259.
com o procurador a porcenlagem de 6
por ceulo, calculada em 38-3, e curo o
fiscal a de 20 por cenlo, calculada ero
205............ 2439OOO
S 2. Com o expedienle e despezas
miudas........... IO.9OOO
S 3. Como tribunal do jury e elei-
Ci.es........... 109,000
S 4. Com o pagamento de costas de
processos criminaes e de coutravenres
de posturas......... 505000
5 5. Com azeile e agua para n cadeia 2-53000
S 6. Com despezas avenluaes e as-
signatura do Diario....... ."1O9OOO
7. Com obras municipaes e lim-
peza de ras......... 2009000
'.:0OO$0O0
C:0129OOO
Arl. '.). A cmara municipal da villa da Escada
he aulorisada a despender com os objrclos designa-
dos noi SS lecuintes a quanlia de rii 1:186-5000.
S 1. Cun os empregados, sendo com
o secretario 2OO9, coro o porteiro 6O9,
com o procurador a porcenlagem de 6
por crnlo, calculada em 609, e com o
fiscal a de 20 por ceulo, calculada em
108000 rs .'....... 3609000
S 2, Com o expedienle, despezas
miudas e evenlnnes, inclusive n asig-
natura do Diario........ 50.50O0
S 3. Com azeile e agua psra a ca-
deia ............ IO9IIOO
S i. Com o tribunal do juiv e elci-
Cfle. ;.......... 8O3OOO
S 5. Com o pagamento de cusas r.
processos crimin.iej e de coulravenccs
de poslorai........". IOO9OOO
S 6. Com o aluguel da casa da c-
mara............ 1.5IWI00
S 7. Com a cuiopr.i de movis para a
roesma........... 20O.JOOO
S 8. Coro obras municipaes e limpe-
za de ras.......... 2003OOO
83:0869000
Artigo 3. A cmara monicip.l da cidade de li-
lil.la he aulorisada a despender coin os objectos de-
signados nos Si -eiiiuntis a quanlia de 4:4279130.
5 I. Cornos empregad s, lendo com
n secretario 6O09OOO, com o porleiro
:I009000, o procurador a porcenlagem
de 6 ', de todas as rendas da cmara,
calculada em 2389000, lendo man 1509
de gra|ifirac.ao 3883000. com o advo-
gado 1509000. com ua Qiraes das fie-
gueziri de S. Pedro e da S 2009000,
com os de Bebrribe, Paralibe e Ma-
rsngoape 1508000, a'509600 cada om 1:7889000
S 2, Com o expediente e deipezas
lunilla.....'....... 6O9OOO
i 3. Com o pagamento de cusas de
processos crtuinaes e de canlravenrrs
te posluras, inclusive melada do que
se deve a viuva do offieia! de jusilla
Bernardo Cesar de Mellu, e bem assun
a quanlia de 1239000 ao r. Jote Car-
doso de Queiror. Fouseca, a de 1589150
ao contador Manoel Nones de Mello,
cade 1529100 a Filippe do Niici-
meulo Faria, rulante do pagamento
que pedio no anuo passado, a quem
lainbem pagar-ie-ha roelade do que
5:0805000
Arl. 6. A cmara municipal da villa do I.inmu-
to he aulorisada a despender com os objectos desig-
nados nos SS guinles a quanlia de 2:2175000.
S l Coro os empregados, sendo com
o secretario 3009000, com o advogado
809000, com o porleiro 609000, com o
judaiiio do mesmo MSOOO com o
procurador a porcenlagem de 6 0|0,cal-
culada em 1209000, e com 01 fiscaes
a de 20 por ceulo, calculada em ra.
2009000 .......... 8IO3OOO
2. Com o expediente e despezas
miudas........... 259000
3. Com o tribunal do jurv e elei-
5001.........' 509000
S 4. Com o pamenlo da cusas de
processos criminaes e de contravengan
de posturas......... 200-9000
S 5. Com azeile e agua para a ca-
deia. ........... IOO.3OOO
i 6. Com desperas eventuaes a assig-
i.hui.i do Diario..... 629000
S 7. Com a limpeza de roas e obras
municipaes,inclusive a do cemiterio 1:0009000
mmma mm*
Por Amedeo Acharo.
i'iiniinn PARTE.
2et175000
Arl. 7. A cmara municipal da cidade de Na-
zarelh he aiitomada a dispeoder com os objectos
designados nos SS seguinle a quanlia de 2;8809000.
S I- Com t empregados, sendo com
o secretario 400-9000, com o porleiro
6O9OO1), com o continuo 6.3OO1), com o
procurador a porcenlagem de ti por
cenlo, calculada em 1509000. com o
advogado 150900H, e com os fucaei das
freguezias a porcenlagem de 20 0|O,
calculada em 80&000. nao podendo u
fiscal da cidade pirceber menos de-la
1:1863000
Arl. 10. A cmara municipal da Villa do Cibo he
autorisada a dispender coro os objeelos designados
nos S e ; 1. 1. 111 os empregados, sendo com
o secretario 200?, coro porleiro 25>,
com o procarador a porcenlagem de 6
por cenlo calculada em 259000, e com
os fiscaes das fregoeziai a de 20 por
cenlo calculada em 209000 29O5OOO
S 2. Com o expecicnle e deipezas
miudas........... IO9OOO
S 3. Com o tribunal do juiv e elei-
Ses............ 5O5OOO
g 4. I. 111 o pagamento de cusas e
proces de posluras......... 1 o-mu,
S 5. Com azeite e agua para a ca-
deia............ 109000
S 6. Com despezas evenluais e assig-
nsturas do Diario....... 505000
5 7. Com obras municipaes e limpe-
za de roas 6OO3OOO, ficando a cmara
aulorisada aforar o terreno preciso
para om pasloradouro publico 6OO.9O0O
8. Com o cemiterio. sendo com o
administrador I8O9OOO, c rom cveolu-
aes2OO3O0O ......... 3809000
2:6095000
Arl. 13. A tmara municipal da villa do Brejo
he aulorisada a despender coro os objeelos designa-
dos nos paragraphos seguintes a quanlia de ris
802*380.
1. Com os empregados, sendo com
o secretario 2009, com o poilsiio 409
e com o procurador a porcenlagem de
6 por cento calculada cm 403, ecom o
fiscal a de 20 por cenlo calculada em
1211000............OliOOO
S 2. Com o espediente e despezas
miudas, inclusive a nssignalura do
Diario........... 8O9OOO
S i. Com o Iribuual do jury e elei-
coes............ iftjOOO
S 4. t'.om u pagamento de cosiai processos criminaes e de coiitravenes
de posluras......... O3OOII
S > Com azeile e ostia para a ca-
deia ........... 949000
S 6. Com os foros de terrenos oc-
eupados pela 1 amara....... 3388O
S 7. Com a limpeza e calcamenlo
de ras e obras municipaes..... I83OOO
8029880
An. I i. A ramera municipal da villa de Gara-
nhuns he aulori-art a dexpendar com os objeelos
designados nos paragraphos secuiules a quanlia de
reis 7109000.
S 1. Com os empregados, sendo com
o secretario 200.9, cun o porleiro 409,
coro o procurador a porreiitaaem de 6
por ceulo calculada em 31)9, e com o
fiscal a de 20 por ceulo calculada em
2O90OO .......... 2909000
S 2. Com o expediento e le>pezas
muidas, inclusive a asignatura do
Diario........... /VO3OOO
S 3. Com a/.eile e agua para a ca-
deia............ 80-9000
5 Com u linuii.il 1I0 jurv e clei-
res........."... IOO9OOO
S 5. Com o pagamento de custai de
prucesso criminaes p da conlrBvences
de postura-.......... BOtfOOO
S 6. t'.om despezas evenloaes. IO9OOO
S 7. Com limpeza e calcamenlo das
ras e obras municipaes...... IOQJO0O
6189001
Art. 18. A cmara municipal da villa de Boa-
Vista he autorisada a despender com os objeelos de-
signados uos paragraphos seguinles a quanlia de ren
5405OO0.
S I. Com o> eropregadoi, sen lo <'om
o secretario 2003, com o porteiro 40J,
rom o procurador a porcenlagem de 6
por cenlo, calcula la em 305. e cora o
li-e.il a de 20 por cenlo, calculada em
209 rs. ........ 2909000
S 2. Com o expedienle e despezas
roiuda..........-. 109000
S 3. Com o tribunal do jurv e elei-
C0e........." 300000
S 4. Com o pagamento de cusa- le
piocessos criminaes e de 'onlraventes
da po'luras......... 509000
S 5. Com azeite e agua para a ca-
deia............ 20)000
S 6. Com despezas eventuaes e as-
signalura do Diario...... IO.3OOO
S 7. Com obras municipaes e limpe-
za de ras.......... loo-ooii
540)000
Arl. 19. Ficam aulorisada* as dimais cmaras, a
despender as quanlias seguintes : a de Pao d'Allio
2:9119526, a do Bomlo 1-5903, ue Cimbres .
765-9290, a de Caraani 9065, a de Cabrob 7589, a
de Diincuiy 5243. a forma dos arls. 12 e 21 da le
n. 371 e dos arls. 7, 8, 10 e 1 i da lei n. 395.....
7:2713816.
Arl. 20. A cmara municipal dn Barreiros he lam-
bem auloiisada a despender a quanlia de 5613600,
pelo modo proscripto no artigo 17 da cilada lei u.
395, 5649600, -------------------
Somma Iota!........127:2389:151
1:5709000
Arl. II. Acamara municipal da villa de Seii-
nhaero, he auloriaada da despender com oa objectos
designados nos SS seguinle a quanlia de reis..........
7029000.
S I. Coro os empregados, sendo rom
o serrelario IOO5, com o porleiro 255,
com o procurador a pjrceulagem de 6
por cento, calculada oa forma da lei
em 28,e com o fiscal a de 20 por cen-
lo calculada em 20>O00..... 173.3000
em conseqoencia dos aconlecimenlos le fevereiro .', pafque de Msisous ; porem os caradoresdvertem-se
Entre as aldeias qoe a phanlasia a a ecpcculac.10
lem coostruido.nos arredore do Paris, talva ma ha-
la oenhuma mais bella do qoe Msisons. A moda
tem-llie causado algum prejuizo multiplicando oa jar-
dn-, mas nao p le destruir nem a belleza do Sena
que as costis nem a roag'eslade daa alamudes que a
corroo. I.misas ras de arvores grandes cortam o
parque em todas as direc(es, e deixaai ver alravs
de ama trmula corlina de rulhagem, qoiotas e pavi-
IhO'S, noi quaea se ostenta o luxo dos proprielarios,
pela rarir parle fuianceiros ; mas ao primeiro sopro
do Nordeste desapparecero os hospedes friorenloi dei-
ai lindas habilac,oei : nao ve-ie roaii ningoem em
Maisons lenSo na aldeia, a qml orna vanedade de
terreno occulla aos ociosos do verao.
Entralanlo urna dessas quimas ainla eslava habi-
tada pelo lim do mez de novembru de 181... Essa
quinta, situada na estreroidade do parqae e lado do
Sen compunha-ae de um edificio no meio jardim crcalo de sebes vivas. A casa era toda cala-
da, coro j mell is de jelosias, verdes, e repartida em
um an lar e pavimento terreo. Tiulia um ar asseiado
e li nieslo, e pareca destinada i habitarlo de algum
liomem abantado retido em Maisons pela energia de
rus gastos campestres. O jarrtim pl.inlado de lego-
mes e de arvores de Tracto definhada, era dividido
em canleiros com gaarnic/ies de luxo. Um eiraman-
cliao, um banco de roadeira. e alguns choupos anda
iiovos, complelavam a decoradlo.
Essa pequea propriedade era condecida no lugar
uelo nome de M lisou Blanche. o Podia ler ao to-
do urna extensa 1 de meia geira, porem aberta a por-
la do janlim .1 proprietariu tiuha dianle de ii pas-
seios eapazes le fatigar as pernas de um eslodanle.
Fin grande prado o eparava do Sean, em baixo fi-
rava o parque de M .1-011 coro leus nsos bosques
alraz do caramanrlio, e mais a floresta de Saint
C-erroain, cercada por om grande muro que passa
por baixo de um grupo de freixos e de tiliai.
O habtame rt Maison Blanche era cutio um man-
cebo chamado Jorge da Fraiiraliu que foidia ler nu-
la anuo-. O pessoal da casa comp n iln-ie de urna
criada velha por nome l'elr. mil a. que ralhiva conti-
nuamente, oro criado de meia ida.le chamado Jacob,
que nunca fallas.., c uro cao de cara d a rara dossa-
bojos de caula branca e vcrmelha Toohecido por
a Tambor, n
Que motivo podera induzir Jorga d 1 Francalin a
prolongar iua estada em Maiiona, muit. 1 alero do mo-
mento em que lo los se apressam a volla r pira Paris '.'
Ninguem o labia. Era por ventura para fugir da
ajilarlo febril que, que atormonlava entlo toda a
Franca,'.' Fura alte arruinado como tantos outros,
Era essa retirada occasionada por alguma de domeslica, ou por algum deises infortunios dospn-
meiros annos que fazem derramar tanlai lagrimas, e
dos quaes depois lembramo noi lomudo '! Talvaz
Jaeob podesie dize lo ; mas j sabemos qoe Jacob
nao fallava. Jorge chegara .1 Maison Blanche pelo
lim de abril coro Pclromlla, Jacob e Tambor. Tres
oo qualro caisas grandes cheias de livros linham-no
seguido ; elle comprara urna barca, ama espingarda,
e lodo o mais apparaiho de caca e de pesca, sem o
qual os diaa podem parecer longos no campo, mesmo
dorante o invern, pooco depois se elevara junto
da chamio urna pilha de lenha capaz le affionlar
as neves de dezembro, e aa chuvas de Janeiro.
Tolos aabero que em Pars urna nunianca de do-
micilio p5e nai relacoes barreiras mais inioperaveia
do que n.01 [o lia oulr'ora entre os Capuletos e os
M un laico o odio hereditario das dual familias : par-
ti.lo para o campo Jorge partir pois para o exilio.
Apenas dous ou tres amigos lembravaro-se de que
elle eslava em Maisons. Vivia com Tambor e con-
veriava com seus livros. Seus hbitos eram roui re-
gulares ; nunca sabia na veipera o que faria no dia
segainle. |)eilava-ie celo oa larde, segando o lem-
po, um dia ao por do sol, mitro ao rerolher da la.
So sah a om a intenco da ler era algum canto do
. 7105000
Arl. 15. A cmara municipal da villa Bella lie
aulorisada a despender com t s objeelos designados
nos paragraphos seguiolei a qoaotia de ris 1:180.9.
S 1. Coin os empregados, sendo enm
o secretario 3O05. com u porleiro 409,
com o procarador a porcenlagem de 6
por cenlo calculada em 509, e com o
fiscal da fregaezia a de 20 por cenlo
calculada em 20,9........ 4IO9O00
S 2. Com o expedienle e despezas
miuda e evenluaes....... 6O3OOO
S 3. Com o lribao.tr do jury e elei-
C.............. 8O9OOO
S 4. Com u pagamento d/ cutas de
processos criminaes c de comravmcOei
de posloras.......... 900000
S 5. Com obras municipaes, limpe-
za e rale, menl.i de ruai Vo-ii 111
; 6. Com azeile e agoa para a cadeia 0901111
l:180|000
Arl. 16. A cmara municipal da villa de Tacara-
tu lio autoriad.i a despender cen os objeelos desig-
nados nos paragraphos srcuinl-s a quanlia de reis
1:2069000.
S 1. Com os empregados, sent rom
o secretario 20119, com o porteiio 323,
rom o procurador a porcenlagem lie
6 por cenlo calculada ero 505, e rom
os fiscaes das freguezias a re 20 por
cenlo calculada em 205..... 302.9<>:O
CAPULLO II.
Heccila municipal.
Ail. 21. As cmaras monicipaes fieam aolorisadns
a arrecadar, luranle o auno finaneeiro desta lei, as
rendas provenientes das seguintes impo-n/ics :
S 1. Alusueiade predios municipaes.
S 2. Foros a ladennos de leireuos municipaes.
S 3. Licencas de cordeacOes, conforme a-tabella
n. 2, afganieada pela cmara municipal da cidade do
Recife era 1813.
S 4. Kepeaos de acougues.
S ', laxa de doui mil reis que pagirao animal-
mente o masulei e boeeleiras que veuderem no
municipio.
S ti. AericOei de pesos e medidas.
S 7. Taxa de dous mil ris lobre as engenhoets.
S 8. Taxa em vigor pelas paaiagetii dos rio).
S 9. Taxa sobre as estradas e pnulei municipaes.
S 10. 1,1 w de oilenla ru por cola carga de fari-
nli.i a legumes, vendida no mercado publico, Meando
a cmara obligada a fornecer medidas aferida aos
donus de laes gneros, exceptuando a cmara muni-
cipal de Flores, que em vez desle imposto, arreca-
dara' o direito de mium.-as.
S 11. Mullas, segundo o cdigo do processo cri-
minal e le- em vigor.
S 12. Multas por infracees de posluras.
S 13. Mullas provenientes de elnces.
; 14. Mullas imp'ilas pelas cainaiai, conforme o
asi. 19 S 15 da lei n. 135 de 2 de maio de 1844.
S 15. Dizimo do capim de planta que se vender
nos municipios do IWife e Oliuda.
S 16. Qainhenlos ris por cabecade gado vaccom
que fnr morlo nos muladouros pblicos e particula-
res, duzentosris por cabeca de gado saino, e cem
ris do ovelhum.
S 17. (Juaesquer outia- impasicei ou laxas, que
esliverem autorisadas a cobrar e que nao lenhain si
do abolidas,
S 18. Dividas dos anool anteriores.
S 19. Saldos dos ditos anuos.
S 20. Dous mil e qualrocenlos ris per cada licen-
ea para soltar fogo de artificio, tirando desdeja pro-
hibido o uso de fogo sollo e de fugo do ar, que nao
or feito pelo ayslema de Morel, para o que a cmara
dar' o competente regulamenlo
S 21. Dcmi por cenlo pelos deposito! na forma do
arl. 105 do cdigo do processo.
S 22. Dous mil ris para os nacionaes e qualro
mil ris para os estrangeiros, per rada licen<< an-
ual ordenada p I > art. 18 dn 1 -gulamenlo de 15 da
junho de 1814, para rohi n(< do imposto geral de-
cretado no arl. 69 da lei do orramento de 1843 a
1814, lobre lojas," casas de commercio e oolras de
diversas detiomiuaces, espec tiradas no cilado regu-
lamenlo le 15 de junho de 1814, ficando iwnlos
desta impo'irao os estahelecimenlns qoe o csliverem
pelo arl. 69 da prertila lei de 1813 a 1844.
S 23. Cinco mil ris por licenra pata curraos de
ptixe.
Arl. 22. Alem dos imposloi cima decretado*, a
cmara municipal da cidade do Recife continuara' a
arrecadar integralmente os segoinles, que licara re-
duzidos a metade para as oulras cmaras manicipaei
da provincia.
t. oze mil e oilo ceios ris por cada carro
particular de eixo Bao.
S 2 Oilo mil reis por dilo de duas rodas.
S 3. Dezesieis mil reis por carro de aluguel de
qualro rodas.
4. Dez mil reis por dilo de aluguel de duas
rodas.
5. Viole mil reij por cada mnibus.
6. Seis mil ris por cada rarroca. exceptuados
vehicalos empregados no serviro asnela.
Disposices geraes.
Art. 23. As cmaras municipaes fieam autorisa-
das a applicar as sobras de (odas as verbas de des-
peza ao asseio das ras, calcadas, desapropriaedes,
concert de seus predios, conclusao de suai obras e
oulrus melhoraueulos, preferindo a qualquer dellei
a cousIroccAo de cemiterio! nos seos municipios e o
aterro dai ras da cidade do Recife, que esliverem
alagadas.
Arl. 24. Fica aul ui-a la a cmara municipal da
cidade de tjoianna a' conlrahir pur conla da provin-
cia um empiestimo siro juios, de 8:0009000 que ser
pago a 10/ao de 20 oo ao anoo, para o inellioramen-
lo do rio Capibarihe-Meirim, lecon luzindo ao ico
amigo leilo todas ai aguas qoe delle foram des-
viadas.
Arl. 25. A cmara municipal do Recife fica au-
lorisada a hvpolhrcar, a quem melhore coiidic/ie-
nfterecer, as rendas do imposto eslabelecido pelo S
16 do arl. 21, por uui cerlo numero de anuos, para a
conclusao da obra do matadouru publico. O contra-
to que celebrar a respeito, nao proluzira' elleito al-
gara sem que seja approvado por esta assembla.
Arl. 26. Fica approvado o regimenlo da .f-neao
de pesos e medidas, confeccionado a 9 de bkosIo de
1855 pela cmara municipal da cidade de Olinda.
A do municipio do Rio Formoso seguir-ie-ha pelo
da ranura municipal da cidade do Recife do 2 de
selembro de 1852.
Arl. 27. A postura addicioual da cmara do Re-
cife de 29 i abril do crrenle anuo, que revoga u
arl. 5 da de 13 de junho de 1835, fica approvada coro
as olleracoes conlidas no S que se segu :
S L'nico. lie supprimioo o ail. 3 da referida pos-
tura, e substituido o seu arl 2 pelo seguinle : As
pdaras estabelecidas denlro da cidade na"u poderao
conlinuir ah, logo que por qualquer Ululo tenliam
de passai dos acluaes proprielarios, que ja'estao ins-
ertptoe no livro da collrcla municipal, a' oulras pes-
soas, pena de seren tediadas.
Mando, por lano, a todas as anloridades a quem
o ronheciineutu e execucAo da prsenle r.-s lucj .
perlencer, que a cumpram e cam cumprir lao in-
leiramenle como nella se contein.
O secretario da provincia a faca imprimir publicar
e correr,
Cidade do Recife de Pernan buco aos 25 das do
mez de junho oe 1857, lijsimo sexto da indepen-
dencia e do imperio.
L. S.
/oai/uim Pira Mchalo l'orltlla.
Carla de lei pela qual V. Exc manda execour
a resolurflo da assembla legislativa provincial,
lando a de-pe/a e oreando a receita das cmaras
municipaes da provincia, para o anuo finaneeiro mu-
nicipal que lem de correr do 1. de oulubru de 1857
a 30 de selembro de 1858.
Para V. Esc. ver.
Francisco de Lemos Duarle, a fez.
Sellada e publicada uesla secretaria do governo da
provincia de Pernalnbuco ,10125 de junho de 1857.
Jos Benlo da Cunha Figueiredo Jnior, ollicial maior
servindo de secretario.
Registrada a II. 89 do livro 4 de leis provinciaes.
Secretaria do goveroo de Pernarobuco aos 26 d-
junho de 1857.J0A0 Dominguei da Silva.
Aggratos.
O Sr. presidente leu provimenlo ao aggravo do
juizo municipal do Cabo em que foram
Aggravanles, Joi Antonio Pinto e Joao de Ni' a
Albuqaerque.
Di'Xriiiuiriio.
Appellanle, Tiburcio Antonio de Oliveira ;
Appella los, Paula V Sanios e oulroi.
Ao Sr. desembargad.>r Villares.
E maii nada havendo a tratar, o Sr. presidente
encerroa a seisSo.
O secretario,
r. Aprigio Guimartt.
TRIBUNA!. DO COMMERCIO.
SESSO JCD1CIA.RU EM 3 DE AGOSTO DE 1857
Presidencia do Kxm. Sr. detembargaior
Souza.
Fallara ni coro causa participada 01 Srs. depota los
Reg e Lemos.
Julgamcntot.
Pela ausencia dos meinoi sfiiliores depatados nilo
foram julgados os embarcos entre parles :
Embargante, Luiz Jos de Brilo ;
Embargado, Jos Das da Silva. .
Foi marcado o primeiro dia ulil para os erobargoi
entre partes :
Embargantes, n viuva e herdeiroi de Joi Fer-
nandez Eiras e Feriiaudes Silva cV C.;
Embargado, Vicente Ferreira da Costa.
Diligencia.
F'oi com vista o Dr. curador geral a appellac,ao
entro parles :
Appellanle', a viuva e herdeiros de Domingos Af-
fonso Ferreira ;
Appellodo, Jos Gabriel Pereiri de l.yra Jnior
Appellanle, Manoel Jos Serpa;
Appella la. D. Josepha Francisca Piulo Regueira
Ramos, como curadora de sen marido.
Pansagem.
Appellanle, I). Mariauoa Dorolha Joaquina ;
Appellado, Manoel Pereira Magalhaea e oulros.
Do Sr. desemhargador (jiliraua ao Sr. desembar-
gador Villarei.
as vezes no invern em alirar as aves da rrib.ir.ao
qaa poo-.ao entre osjuncos da praii, oa que s.lo sor-
prendidas as pequea enseadas formadas pelo leilo
do rio. Tal nao era a inlenrrio de Jorge nesse dia ;
levava a espingarda, porque a achara mao no mo-
mento de sabir de casa. Tambor olhara para o )-
nhor, e conhecendo pelo movimento de seus olhos
que esle nao precisava delle, partir de cauda levan-
tada em procura de ceilo looro preto, ao qual linha
declarado guerra. O loaro que era novo e de boa
rae a aceitara o desafio, e linha laolo eropenho em
correr ao encontr de Tambor, quanto este em cor-
rer ao encontr de sens cornos. O touro lendo avis-
tado o cao partir a galope : os dous adversarios en-
contrararo-se no meio do caroinho, e Iravou-se im-
mediatamente o combale no prado.
Jorge deixo o cao em lula rom o louro, e chegoo
logo as margena do Sena. Dous corvos, qne cava-
vam o chao s bicadas procurando eo plimenlo, vo-
araro a soa vista ; Jorge dirigi para ellas .1 espin-
garda e fez fogo. Os corvos baleram azas e elev.i-
ram se ao co.
Maldito! paliaros disse Jorga com ligo ;
esta escriplo que hei de errar-llies semprc a ponta-
na 1
Um baaMk) de corvos levanton-se beira do rio ao
bosque, era sorprendido remando sobre o Sena com tslrondo dos dous (iros, e poz-se a esvoarar por lodoi
o ardor inquieto de um contrabandista. Ora almo-
Cava em casa,ora na hospedara, coma qoe (digamo-lo
de panagemi fazia desesperar Pclromlla, obrigada a
espera-lo junio de urna coslella de carnetro qoe lor-
n va -se negra lobre as grelhai. ISinguem era mais
activo 00 mais preguic>so, elle percorria o campo
como um carador, ou ficava deilado lobre a retva
como um lazorone ; mas quasi sempre Tambor o a-
companhava. Todava devo dizer que a excepc-lo
dos diai de carada Tambor linha costumea oro tanto
vagabundos ; smenle lieava em casa noidiaidechu-
va, e nao volt-va sen fio ,is horas da comida ; empre-
gava o resto do lempo ero andar por toda a parle en*
Irado por todas as portas e oceupando-se coro 01 ne-
gocios alheios com ama in li-cric/i > que nao tema
as reprehens&es nem os arrufo- Logo qoe appare-
cia em qualquer parle um fociuho cr de larnnja, lo-
dos exclamavam : (Eii all Tambor Elle lau-
<;ava um olhar aqui, urna dentaria all, brincava com
01 meninos, assuslava as gallinhas, afagava a cozi-
uheira, e desopparecia.
Era, como j dlaserool no lim de novembro ; o
01 lados. L'ns passavam cima da cabeca de Jorge
indo e vindo, oulros fii.uam para .1 floresta, 01 mais
misados ou mais novos baixavam e corriam pelo pra-
do. Mr. de Franralin tornou a earregar a espin-
garda e poz-se a persegu-les ; porero esse plisaros
vigilantes afastavam se logo, e apezar de 10a arlivi-
da le em alirar-lhea, elle nao pode alrancar ne-
iiIiiiiii. O cacador ubslinuu-se, e obsvando que os
corvos alravas.avam o rio a cada minuto cuidou que
seria lalvez mais leliz na barca.
Correa a urna especie de enseadaqoe o Sena ca-
vara na areia, e qne ama pequea pona de Ierra
protega contra a agilacao das ondas. Ah Ituctuava
ama bella barquinha pintada de preto com orna lisia
branca tenda a proa presa s raizes de um salgueiro
por urna correnle com cadeiado. O seu nome a Tar-
taruga, eslava escriplo com bellas lelras encarnadas
na poupa junio do leme. Jorga abri o cadeiado,
saltuu na barquinha, e fez-se ao largo. Apeiarde
eu nome a u Tartaruga, corria como urna trecha,
e impellida vigorosamente reos remos, ganhou logo
o meio da correnle, a qual remontou na direco. do
campo linha essai eees paludas que as vezes agr- 1 onleiro coberto de arvores que separa o parqae de
dlim mais do que as cres vivas, e o alegre espen- Maisons do de Sainl (ermain. Emquanlo remava,
dr do verSo. tSao hnvia mail qoas follia alguma i Joiae ouvooriiinor de om coipo que rabio na agua:
us arvores sen.lo nos carvalhos coroadoi de ramos! era Tambor, que attrahido beira do lio pelo ca-
que os primeiroi frios linhtm coberto de ferrngem. Irondo dos lirn, se lanjara corajoiamenle a nado para
O sol mal apparocia. A cada inmolo grandei bat- alrancar a barca. O enh >r espern por elle, liron-
dos de cerros alravessavamocn cmzenlo, e enrhiaro
o esparo coro seus aritos einislros. Joir# nao encon-
Irava e'm ieu passeio senao o slatela encarregado dt
distribuir as earlas ; e os pescadores, com os quaes
bor asienta lo na oulra pona da barca imitava sibia-
menle a completa unmobilidade do senhor. Trema
de fri, mas agita va de quando em quaudoa pona
da cauda.
0 ardil de Mr. de Franralin produzio o efTeilo de-
sejsdo. Poueo depoii chegoo um corvo, e passoa
por cima do batel. O carador aponlou e fez fogo.
Ao primeiro tiro o corvo elevou-se, ao segundo sal-
loo, rnnm a asua com a pona das azas e foi cahii
sobre a relva, poneos passoa da msrgam.
Emfim exclarocu Mr. de Francalin.
1 Joan 10 puoha-se em p para reconhecer bem o
lugar em qoe o passaro cahira, onvio gritar do la-
do de llerblay. Volloo a cabeca, e vio um menino
que acabava da cahir no rio, e que estiva agarrado
a om pedaco de corda que penda de om batel.
l.'ma menina delnlirada sobre a beira desse batel ei-
forcava-ie para tirar da agua o camarada e pula
soccorro com toda a forra.
Acuda acuda gritou um liomem cuja barca
eslava mais abaxo do lado de la Ir. tic.
Mr. de Francalin salina sobre os remos, a fez voar
a Tartaruga. A agua fervia ao redor da proa, e el-
le vollava-se a cada instante para ver que distancia
ainda o separas a dos meninos.
Nao eslava a mais de qoatro bracos do balel quan-
do ai ir-.los do menino entorpecidas pela fadiga e
pelo fri, se alTrouxaram.
A menina nelinou-se repentinamente, vendo-o
desapparecer e cabio lambem na agua. A corren-
te tomou a um e oulro e levou-os. Jorge largou o
remos, e tirando sea casado laiieou-sc no rio. Tam-
bor saltn >\ i.s elle.
Em qualro brocadas o carador alcan{ou a meni-
na, a qual assaias de 1.1a sustenlavam na superficie
da agu. Segarou-a pelo braco,e nadando com urna
m,i", collocoa-a a bordo do batel.
Agora fica aqu tranquilla, disse-lhe elle.
E conlinuju a procurar ele lodos os lado.
Nao via-se semlo a superficie do rio encrespada
pelo sopro do venlo.
Proeura proenra gritou Jorge a Tambor,
que nadava junto delle.
L'ma leve fervora que vio ha pooca distancia cima
da agoa indicoo-lhe o lugar em que cahira o meni-
no. Elle mergulhou coin loda a loraga, mas ja Tam-
bor o linha precedido e mergulhando ao mesmo lem-
po, reapparereo Irazendo na horca o menino cojai
pernas inerlc", e cojos bracos sem movimento peu-
riiam-lhe dos rinos lados do focinho. Jorge segurou-o
e levntou-o da agua sem qoe Tambor quiesse sol-
la-lo, a lodos dous chegaram a margem, onde salva-
dores e lalvoi acharam a menina chorando amarga-
mente.
Ali mu Dos: dizia ella, minhai saias eslao
perdidas Minha in.'u vai dar-me !
Jorge eslava rooilo embarac*do entre essas duas
crianras, das qoaes ama sulurava, o a oulra nao da-
va nenhum signal de vida.
Poiibem, dase a menina, eu le darei oulras
CEABA'.
REL.ATORIO
Dirigido ao E\ai. Sr. vico-presidente da
piovincia do Ceara' Joaqutm Mendes da
Cruz tiuimaraes, no anno de 1837, pe-
lo inspector da thesouraria provincial
Dr. Manoel Franco Fernandes Vieira.
lllra. e Exm. Sr.Em desempenho do dever que
me roire pelo s 7 do arl. 4 da lei n. 11 de 13 de no-
verobro'de 182, leoho a honra de apreienlar a V.
Exc. o lialai.ro da receila e despeza do anno passado,
acompanhado da tabella n. 1 do rendiroenlo doi im-
postes por freuuczi.-s e municipii ; eo orcamanlo
da receila e despeza para o fuluin exercicto de 1858 ;
einillindo o roeu juizo sobre o estado desta reparli-
rao, e ai medidas e providencias que redama.
Estado da Ihesooraria.
Esla ropaiiirao acha-secom o pessoal que Ihe com-
pele por lei ; a saber : 1 inspector, 1 contador, I ihe-
loureiro, 1 procurador fiieal,f solicitador doi feilos,
1 primeiro escripturario, 2 segn lo-, 1 amanuense
carlorario, 1 fiel da balanra rio algodao, 1 guarda, 1
porleiro, e I continuo ; e o erviro he feito com a
promptidao que exige as conveniencias publicas, a
celeridade do commercio, e u iuteresse das par-
les.
Ainda nao esla removido o inconveniente que se
remonta a pocas anteriores minha nomeacao da
fazer por em dia a escrpturer,3o dos livrot diario a
meslre cargo do l. eacripturario, apezar do em-
penho que leiiho eraprrgadu para leva-lo a ellei-
to : unas vezes as licencas que lem obfido o em-
presario para tratarse, oulras vezes disliahilo por ser
chamado em falla de outros a fazer o Ira jal h# qaa
Ihei compele ; ludo isto lem concosrido alternada-
mente para continuar o seiviro em alrazo, mormenle
no auno passado, cerca de :l mezes, antes qua lussem
preeuchidos os lugares de 2.< escripturarioi, que va-
garan) pela aposealadoria de Francisco Jos de Me-
deirns, e dmissao que pedio Antonio Ricardo Bra-
vo Suassuaiana.
Convindo, porero, uro alvilra qualquer em ordem
i fazer cessar o trabalho que se aecuroulava, ordenoa
o governo que me liante urna gralilicarao, eocarre-
gasse a um 2." escripturario de fizer em casa a es-
rripliiraelo do diario e meslre do exerclcio de 1856,
ficaado o l. escripluiario com a do anoo ante-
rior.
O trabalho de que foi comroisionado o 2. eicrip-
lorario, eili a lindar ; acha-ie prompto al fevereiro,
e em borrao at junho do mesmo anno;e o do l. em
da at I85,e em borrao o do correnle anno al feve-
reiro prximo fin lo ; sendo qoe toda cieripturacao
estara proropla, leuo fi'ira ler Cabido ltimamente
doeole o referida 1. escriplurano, que se acha de li-
renra, e em uso de remedios.
O registro da correspondencia otlicial com a preii-
dencia, colleclorcs e maii autoridades, esl em dia ;
bem como a eicnpturai.ao dos demais livros.
Est encarregado do aasentamenlo um 2.' escrplu-
rario, ao qual inandei abrir 3 livros em allein-ao ao
numero de empregados, natureie, e lim a que os
mesmos livros ao destinan) ; o !. para 01 emprega-
dos da iniiucrno publira. e clle.-iu de educando! ; o
Torca policial, saude publica, rcprcseutacSo pro-
vincial, cutio publico e aposentados ; e o 3.' para a
thesouraria piovincial e seereliria do governo.
A vantagem que resulla-dessa providencia, he sim-
plificar o liahalho das buscas, por em relevo' a anli-
.,ui lade de qualquer eropregado com as uotai e al-
(erace) que haviain oulr'ora escapado, e que hoja
para reilabelece-lai, lem lido preciso recener ao li-
vro de registro!, as folhas, a correspondeocil oOlciil,
a ale aos resomos semanaes de despera/ pelai IscU-
nas de que se resenta o nico livro em que eslavam
refundidos os assenlaineutoi de lodos os empre-
gados.
O amanuense carlorario, que lu creado pela reso-
lucio n. 773 de 21 de agosto de 1856, qoe approvou
o regulamente da 29 de abril do dilo anoo, lem
dado impolso ao servir.i da airumac.'io dos pa-
pis.
El3o emmassadoi por ordem chronologica os docu-
mentos de recelta e despeza de 1815 a 1854 : o ofli-
cioi da presidencia e mais funceiouarios da provin-
cia ; arruinados o qoidernoi dai arrecadar "es feiias
por r (Hedores; a com roalos os livros, e classifi-
earei.
Pela dielribaTcao queii. --i cvico, compele a um
dos 2 't eicripturaiios a escriplurara rio caixa, dos
balancetes semanaes e mensaes eiplicadoi, a tan-
menlas do pagamento de folhas ; e ao oulro a cor-
respondencia otlicial. Porin cuino o trabalho do ai-
- mame iio. de que fallei, demanda alorada applica-
r|o e romliuaces, leoho proviioriamenle chamado
para o expedienle da correspondencia ao anianoensa
carlorario ; ficando encatregado do regiilro o guar-
da, que foi nomeado para a inpac(Ao dos gneros
expoliados, visto que einquaulo nao se fizer o arma-
zem na praia para ai recolherem os gneros qoe ti-
verem de embarcar, afim de serem examinado) e
conferidos com os espenos, nao he possivel dar ao
goarda o destino de saa crear.lo ; linio man pirque
a fiscala; rao que exerce a alfandega na occasiao do
embarque doi gneros nada deixa a desijar.
O servir) da reparlicao estaa lodo em dia, e de
o rpidamente da agua, e conlinuou sea carainho es-
preitando os corvos que esvoaravarn sobre as doas
margena.
L'm leve nevoeiro qae desde a manhaa lluclaava
Iravara eonhecimento ; mas essa aolidao e o rigor da i MDre 0 campo, dissipou se nesie momento, e o raios .saias ; caminha adianle e conduz-nos a casa de laa
eslicao Ih'oi lornavam mais charos, e nunca lalvez | lto so| a|eBriram a paizagem. Chegando i allura de mai.
elle o dera lao bngos uem 13o frequentai. Herui.y, Jorge deixou aTartaruga seguir a crrante, I Mu emquauto elle fallava,o liomem da barca che-
Uma manhaa. pois, Jorge sahira bem cedo levan- j e de ccoras na pOpa como um pescador qoe lanja I gou a beira do rio, e saltuu em Ierra,
do sua espingarda, e alravenara o prado oa direccao as redes, esperou, com a milo sobre a espingarda, que Ali disse elle sao o filhos de Theobalda....
do Sena. Era prohibido em lodo o lempo cafar oo algum dos passaroi pawasse ao saa alcance. Tam-' IIau da sar bam recebidos!
Levautou o menino cujo coipo Jorge eitregava, e
tornou :
Bem o coracao palpita ; elle nao sofriera
mais do que o susto.
De cerlo, Canad '.' pergunlou Jorge.
Sim. seohor. Ei-loja icipirando... Acreseen-
le um defloxo ao su-i.i se qoizer, nada mais.
O pescador despio o menino e envolviu-o em
om capole de 13a grosseira.
Convam que nao se resfie, toruna elle. Ago-
ra ponliamo-noi a caminho. Encarrego-me do pe-
queo, siga a menina... O aenhor parees eslar pslli-
do ; eise vento nao llio faz bem.
O cerlo he que Mr. do Francalin (remia; a agua de
que suas roupas eslavam molhadas era gelada, eo
venlo que aoprava lomava a impressao ainda mais
fria. Elle nao responden, e p' z-ie a caminhac apro-
sadamente. Ouaiilo a Tambor a quem aoa cou-cieu-
cia de rao dava bom lesterounho corria adianle, e
mellia curiosamenle, o focinho em* lorias as moulas.
Depois de uns cero passos a menina parou repen-
tinamente, exclamando :
A ln vero minha mai !
E lefugioa-se mui trmula enlre as pernas de Mr.
de Francalin.
Ao mesmo lempo app.irecen no meio do caminho
um grupo da mulheres e de meninos, dianle dos
quaes corria urna caroponeza de saia encarnada. To-
das as mulheres fallavam ao mesmo lempo, su a qoe
viuha adianle eslava muda. Os meninos r.iziam gran-
de alarido.
Mu he nada minha mai, nao he nada elle
esla' vivo grilou a menina.
Theobalda afasloo-a com a m.io, e lallou sobre o
tilhu romo urna loba exclamando :
Filian he verdade o que disse-me a lili.a de
Claudia T ... Jacquea cabio na agua '.
Oh sim, repondeo Canad, e nao morreu .'
I he balda n'io via a muguen, sen.io o li'ho. e
vollava-o em lodos os leulidos. A violencia dos
beij.is maternos e o calor do capole haviam feilo o
menino recobrar os temidos : elle abri os olbos, e
poz-ie a chorar. A mfti que eslava branca bem co-
mo ama mor.ilha,licini logo vennelba como saa saia.
deilou-o repenlinamenle sobre os jealhaa, e dea-lhe
meia dozia de palmadas vigorosas que estalavam so-
bre as carnes nuas.
I -lo Id de eii-in i e a cahir no rio, patinho !
disse ella.
O pequeo Jacques na) chorava mais, gritara.
E lu, que tazias no batel '! conlinuou Theo-
balda procurando a filha com a visla ; masa meni-
na eslava enlre os joelhos de Mr. de Francalin, e (e-
ri.i i aproximar-ie.
Ora! respondeu Canad, eslava brincando...
Por ventura Vmc. qur agora impedir M meuinos
de brincar '.' Essa genle corre api es pedaeos de
madeira que descero o rio, e qoer pescar .'i linha com
baslOea; -ao mocos, sao cstouvados, e cahem na
agua... lsso aconleceu me mais de dez vezes...
inguem Ihe falla, Jsse Theobalda.
"Muguen! me falla, mal respondo... Em vez
de castigar ieu lilho, iou de opiniao que Vmc. obla-
ra melhor agradeceodo a esle senhor, e afagando
aquello cao, sem o quaes nao teiia lalvez a lelici-
dtde de toroar a ve-lo.
Thenblda um lano confusa volloa-ie para Mr.
de Francalin. heus olhos eslavam cheio) de lagrimas.
l'-iil.i i loi V. S.'.' disse ella... Se eu roe alre-
vesie, abraea-lo-hia cun prazer.
Pois bem, abracemo-nos, respondeu Jorge
reouindo a eccao palavra, e agora que estamos
amigos, permitla-me que iollicile o perdflo delta
menina que leme mullo ser reprehendida.
Ella bem o merece!... Sempra noi balis!
Veja como esl.
Oh I promelli dar-lhe oulras saiai, lornou Jor-
ge, e eis aqu para essas de-pezai.
Tirou um luz do bolso du cllete,mas no momen-
to de entrgalo ficou paludo, e apoiou-ie ao lion-
co de urna aivore. Parecia-lhe que ludo andava ao
redor delle,
Que disse Canad, dar-se-ha caso que V. S.
quelra desmaiar'.'
Eslou com fri, responden Jorge.
Nesse momelo approximou-se do grupo ama ino-
llier que att eutao nao lora visla. Trozia om vesti-
do mui simples lodo preto e um maulo da mesma
Cor.
Ab eis alii Madama Rosa exclamou a meni-
na, a qual sem embargo da agoa de que eslava ti
nundada, coneu para a mulher de vestido preto, e
linroii-ii-lhe as pernas.
Nao aconleceu ueuhuma desgrara ao irmao ?
perguntou Madama Rosa a Tneobalda.
Nao, seuhora, elle aqu esta, e eis ah o se-
nhor que liroo-o da agoa.
Madama Rosa olhou para Mr. de Francalin. Jor-
ge quiz andar, masvacilloo, uina nuvein passou-lhe
pelos olhoi e elle cahio j julo da aivore.
iiiiamlo tomou a si eslava assentado em urna pol-
trona junto de um bom fogo. Parecia-lhe que seus
membros linham recobrado a elaiticidi,de e o calor.
Canad eslava em p dianle delle tendo na m.io um
pedaco de flanella ensopado em agurdenle, coro o
qual acabava de estregar-llie(vigorosamente o corpo.
Onde estamos'.' disse Jorge lineando a vista
por lodos os lados
Ora o seuhor nao esl em minha casa '. Seiia
preciso percorrer muilas habilaees para echar essas
bellas poltronas e essai | intuas coro figuras de ou-
ro... Nao ha duas assim em llerblay E como soa !
Parece um sino pequeuo...
Meio dia '. exclamou Jorge... l'elromlla ha de
receber-me bem !
Fez uro moviir.ento, o cobertor, em qua eslava en -
vulto enlreabrio-so e elle peicebcu que suas pernas
eslavam nuas.
Oh disse Canad respondeodo ao seu olhar,
foi preciso despi-lo da cabera al os pe! V. S. nao
lerobrou-se de desmaiar como urna rapariga.' Ha
urna hora qae llie estreg o corpo. Eis aqu o fras-
co e eis aqu a flanella. (i frasco licou vano, en-
tretanto era agurdenle capaz de resusciiar um de-
funlo. Provei-a para experimentar. Madama Rosa
nao reg.ria sobre a qualulade.
Madama Roa ".'... aquella moa;) vellida de pre-
to ?... Eslou em rasa della 1
Entao nao olhou pira o relogio '.' Apaas V.
S. cabio ella exigi qua fosse conduzido para -u i
I casa. Tomei-o aoi homoroi, a nao part ienao de-
poii de lelo deposlo neisa poltrona. Ah ah a la-
deira ha i mreme, foi somenle aqui o perceb .
Coilado !... Mas nao poiso ficar com esle Ira-
ge em casa de Madama Rosa... om cobertor, e nada
por baixu !
Nao se alllija Poslo que eo nao leja rico, le-
nho dous vestuarios completos. Eis aqui aapaloi
em qoe seus pi ficarSo como ero um batel, e uoa
casarn que o aquecer sem safioca-lo.
Eilendcu a'roupa sobre urna cadena, e poz-se a
estregar as roaoi dizendo com astucia :
Foi na c.nriiihaila, e orna hora de friccao. A
fadiga nao he nada : o peior he que am.iiil.ia eil
perdida.
Jorge que canhecia Canad desle muilo lempo,
soriio, e responden:
Nao lenlias receio ; taras indemuisado por kan.
Oh ulo fallo de nada, exclamou iCaoada, sei
que com V. S. quem perde ganhs... Visla esta ca-
misa di las ; he bem qaente.
Jorge veslio-ie a toda a pressa ; eslava ancioio
por desculpar-se para com Madama Hosa e agra-
decer-lhe.
Pare<:eu-me formo)) conlinuou ella aboloan-
do ai largaa calcas da Canad.
Formo 1 exclamou n pescador com a aiprei-
ao do maior desdem... Formoia '. que idea I F.uia >
V. S. o3o vio! Ha mocas formosas ueste lugar,
Laizinha, Catharina Porem Midama Rom ella
te Ihei asreroelha anim como uro craveiro a um ra-
mo de azeria !
Ah !
V. S. ri-se Talvez seja porque amo-a ; po-
rem creio qoe rainhai dos conloi de fada daviam
ser como Madama Rosa... He precito que a agua
do rio o lenha tornado ceg pira V. S. dizer qua
Madama Rosa parecea-lhe lormosa '.
Nesse momento Canad ouvio baler a porta e
disse :
Quero he'!
En viaha buicar noticias do doinl) ; como ca-
la elle '.' pe-gunlou urna voz suave e aigeulio.i.
Canaria carreu porta, e nbrio-a dizendo :
Oh pode eulrar ; elle e.la' em pe, e inquielu
como um peixa lucio.
Madama Rosa saudou a Jorfic n.rrindo, o dil-
-i'-lhc :
Ni i i-m maii trio lalvez lenha tome; qoei
al mocar '.'
Mr. de Fiancalin lanrou a visla suba seu vestua-
rio e depois olhou para ella.
Ol no campo tornou ella rom uro linio
movimenlo da eipadoas.
O coiihecimenlo estas.i ferio ; Jorge areilcu.
Quando leguia Madama Roa a orna sala viziaha
em que eslava posta ,i mesa, Canad niclinou-sa Ihe
ao ouvido, e dina :
Eutao ainda acha que seja lormosa '.'
He vatdade, respoodeu Jorge, lormosa n3o he
a palavra propria ; ella lem nao sei o qae, que nao
he iiso qoe he aioda melhor !
Oh lornou Canad, lem o coracao nos olhes.
[Contimiar-ie-h:)



ILEGIVEL
'
.



2
om modo lalisfaclorlo, a Bis itrem as licencia e fre-
quentrt filias.
loda vea que desapparere a igoadlade, que resul-
la da asiidoidade commun, e vai sobreearrr p. ir-se a
um com o peto do servico qon esla distribuido a ou-
Iroa, a consequencia lie licar o fio do tur altera-
do, a portento alunado.
Procuradoria fiscal.J
Tendo eligido do procurador fiscal'urna informadlo
ctr.umslaiiciada do rilado da cobranza das dividas'de
que ela encarregada de promover ero julio, remet-
leti-me a ola que junio ao prsenle relelotto.
Depois da decis.lo da axtmbla provincial, que
roandou sobi'titar na cobrnnca da divida proveniente
do dttimo dos gados grataos, no se lem lolenlado
evecucAo conlra os .levadores que foram collecledo,
pela Iti do lincaroenlu n. 562 de 3 deserabro de
1851, que eslava enlflo em vigor.
Sin inultos o devednree de c.be,;i- e de pequeas
qoantias, provenientes de qaarlos ; e lodos se quei-
xara de engeracSo e pareiabdade do laucamente :
cobrar de lodos seria ejecutar a qaasi lolalidade dos
fazendeiro!, sobreearregar os cofres com avallado
dispendio para a eipedicao e preparo dos d-precarios
por qoaollas insigiiific.ole e de difli:il errecadacao,
pela impugnarlo dat partes, e pela eondeicendenria
e negligencia dos jpies no cumplimento dos depre-
csdos, mormenle depois de ter sido revogada a
lei.
Ero presenta do etposto, e pava evitsr o clamor
publico que levantarla de lorias aa parles, seria con-
veniente que a as.emul, eliminaste do quadro da
divida activa o dizimo que deitou de ser arrecadado
em lempo, e cuja cobranca lie hoja sendo impossivel,
ao menos nimiimeolc difflcil.
A Importancia da divida activa arrecadada, te-
re de tratar della n'oulra parte, par* onde mo re-
lervo.
Collecloriat.
Pelo reglamento n. 8 de 28 de setembro de I8IG,
sao os rolleclores obrigados a preslar contal de 3 em
.1 mezes. remetiendo, com o balancele explicativo da
roceila e despera, a imponencia do ssldo ; e por lo-
do mez de Janeiro os quinternos e lalfiss, com o di-
nheiro arrecadado al o fim do anno. A' excepcSo
das collecloriat do Aracaly e Barra do Acaracu1, que
licam a beira-mar, todas as nutras pouco rendrm, ern
conseqoencia de serem lodos os impustos arremata
dos, ficando smente em arrecadicflo aqoelles qu-
eoiisliloem ama receila forluila e eventual, como
naranja e legados, llancas criminnei e bens do
evenlo.
Em lies circomslanelas sendo insignificante a por-
cencentagsm qne tero deauferir os eolloclores, lia
grande difflculdade em consegoir que as pessoas
mais idneas dos lagares queiram preilar-sea esse
trabalho.
Ale boje lem feilo entrada da cobranza dos impos-
los leu cargo, os colleclores, deS. Keroardo, Ca-
nind, Sobral, Imperalriz, Aracaly e Baloritc; e por
eonla os de Lav/rae, M.na-lVreira e (irania, na im-
portancia de 1:iCtiiKi9Urt.
Tem remcltido os livros e lalora ; porm nao o di-
nlieiro, na importancia de 1:0005366 r. os rolleclo-
res de Villa-Virosa, Cralo, Quieramobim, Ipu', Ic,
Terelro e Acaracu' ; nao lem prestado contal, nem
feito remeta, quer dos livroi, quer do dinlieiro, o
rolleclores do Aquiraz, Miliares, Barbalha, Jardim,
Telha, S. Jo3o do Principe, Santa Cruz ; e nada ar-
recadaram os do S. Matbeus, Cairavel e Riaclio do
Sangoe.
Alm det.at mmmai que esli por arrecadar, adia-
se a dever o colleclor to Jaidim Francisco da Cruz
Nevesa qusnlia de 7883, como fiador e reipoli>avel
pelo alcance em qae licou para com a fazenda o ei-
colleclor iienrique l.oiz da Silva.
Calculo, porem, que a esta hora estara recibido es.
se dinlieiro, porque tendo i.flicia lo ao referido Cruz
Revea lobre o pagamento, respondeo-me que o di-
nheiro eslava promplo ; porm que n8o Ihe era po-
aivel remelle-lo por falta de lrar.sarcijes ; pelo que
rdenei ao colleclor do Cralo que o rccebesse all, e
appltcasse ao fornecimeoto da diarias dos presos po-
bier.
O colltelor do dizimo dos gados grossos da fregoezia
da Tellia do anuo de 1851 a 1832. aclia-ie lambem a
dcver a quanlia de 36636U), e leudo sido expedido
m principio do anno prximo pastado ora deprecado
para Ihe serem pandoradas bens pura pagamento,
anida nao fai devolvido o mesmo deprecado.
Ioram arrematados esle anno os direilcs larao do Aracaly, Acaracu' e Granja, pila quanlia de
Systema de arrecadafao.
A experiencia lem mostrado que o mellior meio
de arrecadac.lo, he por fia de arrematarlo.
A dilQculdade de se encontrar por via de recra
colleclores zeloios, e a falla de ponlotlidade na re-
mella dos dinheiros, que as vizes se prolonga por an-
no-, a despeilo das diligencias da repartidlo, lem re-
volvido o problema e decidido a preferencia da arre-
mataran sobre a arrecadacao.
0 impostos rendem muilo maii, a porcenlagem
que teria de tocar aoi colleclores, reverle para os co-
fres ; c depois calcnla-se ao cerlo com o dinheiro no
lempo do vencimrnlo das ledras, cujos prazos sao de
3, 6 e 9 mezei, sem fallar do I," pagamento, que he
feilo a vista.
A arrematarlo das miunras site anno, inclusive os
direilo dee,porlac>. do Aracnlj, Acaracu' e Gran-
ja, deque cima (ralei, monlou a 126:838$ como na
laliclla n. 2 ; e a do dizimo dos gidos gtossos a
i8:J05c, como da tabella n. 3-
u.?.\ts". dou, ,"B0' de receila, pratoziram
01:9.35, havendo em conseqoencia urna difleranca
dequasi melade ou 47 por ceuio, comparada com o
medio do rendimeolo dos 10 anuos anteriores, co-
mo se t doaeguinle qoadro.
Dizimo do sado. Mitineas.
Em 187 4:9978000 3:2:6.053.0
ICW ,9:6035000
1819 31:2735000
1850 42:4920000
1851 38:4093500
1852 41:6333000
DIARIO DE PBRNAMBDCO TERCA FEIRA 11 DE AGOSTO
qo^deveria servir de base par. a cobranca do I*- principio do .egndo me. de eeart. era dlanla, i-
Imnosln ,nhr o fmo IC ***"" rM08* Pelo, ss lo e Ti lo "IV d le. ? S rt" "rL *' ,u 13 -le noiem-
-- -.v...nnl.au ,( !,., lili rillMNI no-,
querem os arremalantei exigir, nao id o imp .si do
fumo que he consumido dentro do municipio, como
do que he vendido e consumido noulros.
He urna prelencao exagerada ; pois iendo o con-
sumo a pedre de loque para a percepcio do impesio,
seuHe-ie que fumo qae tuperebundar n'uin mu-
nicipio dado a for esportado pan oulro, deve ah
pasar o imposto pelo consumo, para iccooiervara
reriprocidade de municipio a monicipio ; pois do
contrario o arremalanla do luaar da prodcese co-
brara aquillo qoe Iheonmpelisse, e ao mesmo lem-
po o que poderla aufcrlr se por ventora o genero
tosie consumido denlro do municipio de su, arre-
DMlaelo ; e aulle he claro quo ficaria de peior con-
uicau o arrematante em cujo municipio entrasse o
(umo.
L'ma bebi pois da assemblca a esle rispeilo he
de palpitante necesidide para compor os legimos
meresses dos respectivos arreroaluiile'.
(.orno quer porem que o fumo que for comprado
pela fabrica de rap esl dispensado de lodo e qoal-
quir imposto, deve-se exigir que com a exhibirn
de recibo no quilacio do dono da fabrica ficaWo.
vendedores de fumo que apparecerem no mercado
dispensados do pagamento do imposto,
izimo da r.inna.
ElUO lujeilos ao pagamento do dirimo os cerears,
de passar para o eiercicie crrenle nos valores que
repreienlam o mesmo balanro, e mai- o que no ror-
rele mez liver de euirar para os corres provenien-
te das dilferentes collecloriis, de queja me oceu-
pei n ulra par.
A receila errada para o anno de 1858 fui calcu-
todi na raz,1n media dos ltimos 3 annns, e monta
a 2i.>:9733000 ri., e a despera a 2:5S2>310 res
appareeendo um saldo a favor de 1:5903660 n.
A rereila oreada com quanlo a primeira villa le-
)a inferior a arreradada no anno pasiado ; todava
difieren; de..i|iparecera', alleudendo- mrnlo que ha de lera receila a esemplo dos ,'iiiuos
anteriores, e com o saldo que lleve paitar do ejerci-
cio passado, na importancia de .50:01,0.-000 de re'
pelo romos.
Da conla correnle junta ve-ie, que te re divida fundada ern virtmle da resolurao n- 357 de
1> de setembro de 1845, a qaanlia le ISs47M09l
ra. inclusive a de 3:09 '" d 26 de el-mbro de 1S.56 fu mandada pagar
em apiilices de segunda classe a Marlinho de Bor-
ges. provenienle de gralilicarao de acudes e cosas
de visturas dos mesmos.
t mesin conta correnle ve-sc, que foram lega-
hsadas na lornia da lei n- 593 de 27 de oulubro de
18j2 ai dividaida quanlia de 211^387 rs., e para
nlanlii-A. n.A "*"'""'"' '""'"o u cerears, io.j as amaos Oa quanlia de 211,-387 rs., e nara
acaui das apolieei ; por qnanto delermiuando o ar-
S mima-.
37:6:i73IO
76:0773:10
77:963575S
98:5l5o'J72
9l:12l3Hi
O nico impuslo que pagam por ora os donoi de
eng-nhos ha o de patente se ven lerern a agur-
denle de 10 ranada, para haivo. u o diximo ,l ruel
e Ul- rapadui.is, e nada-mais, nem mesmo do asurar
que labrirarem ; porque enli) o irr.poslo he de 3
por cenlo se for exportado para denlro do imperio,
ene apara o Iraigeiro, pago no aclo do em-
luirque.
Tem-se pon m provocado decises, se o simple
planladore de caima eilarto no mesmo caio a r-
benos, em pomo poqaeno, com o. mesmo. favores
ei iseiirOes que rocn rruir os grandes proprieiarios i
Allegara q'ie a lei leve em vala proteger lano acs
grandes coma aos pequeos planlarloros, e que por
uso so se repulam obrigados ao onus de p .gar u di-
/.nnoda caima se for convertido em rapadora ; por-
que devein ser r, inprrhenddos nos mesmas favores
e concess.ies que -e lzerern ao. dorios de engenhos,
ou seja se a raima f, r desmanchad era asoardenie,
nu em assorar ; no I- cato, que so devrrao pagar o
imposto se qnizerem abrir veuda a relallio c o dono
do eslabelecimnilo n;lo se liwsso munido da plen-
le ; e no 2- caso, que ja havendo urna impo-icin so-
bre o assurar qoe for expnrlad nao po tem nem de-
ven) ser responsaveis pelo mesmo imposto em du-
plcala.
Paiecem-me procedentes laes razes, vislo como
as vistas do legislador na se podiam encaminhar
eirSo a proteger a mduslria ; n.as julgo de necei-
dade, para evitar conflictos e duvida?, que re decla-
re islo por lei, para ficarem tranquilados em iu;
esphera. arremalaulrs e conlribointes.
Qaarlos dos dizimos dos gados iroo.
Esle anno, na eeeaailo da arremalacao do dirimo
dos gados groisos, provocaram os Icanles urna d-
oslo lobre o modo por qoe deveria ser eflecluada a
enhranca doi quarlos, e eu decid que leudo a lei u-
fa77 de 20 de oolobro de 1854 revogado as de 3 de
dexembro de 1851 e de 31 de deiembro re 1853, do
lanramenlo, lazendo reviver a enliga legislarlo com
a ainerenea de serem pagos os quarlos de vacrura a
20.) rs., do cavallar a .500 rs. e do muar a I;, nao
nana rmslcr a avaliarao do garrote para deduzir se
a importancia dos respechvoi qaarl.n; e ueste sen-
tido tenlo enderezado orna ronsnlla ao govemo
li-la compauhar do meu parecer, como n,e foi or-
denado pelo mearan govemo, o qual, conformando-se
com a roinha opiniao, mandou que se eobiatsem os
qoarlos indepeudentcs do procesto da avahar,.
Bntrelanlo, forja heconfe.sar que ha orna "grande
despri.porc.lo enlre o valor arlual do garlo e o que
isla estipulado para pagamento dos quarlos. a que
alora de ser urna anomala, pode dr a^o i sublrac-
5 Ia 'V10- I '" fazendeiro, por exemplo, que
apenhar 20 ou 30 bezerros, em vez de conserva los
no nurleo da fazenda,ser levado dispersa-loi para",
em lagar de cabr;at, pagar somenle ns quarlos : e
P'.r isso, para conservar a igualdade do imposto
juljo convemenle que os quarlos irjam Oegot pro-
porcinnalmenlc na ratXo do prejo do garrote, por-
que desarmado assim o fazendeiro, ser-llir-ha udif-
feenle pagar o garrote propri-.ni.iile dilo, ou frac-
roes que repr.-ienlem no fundo o sen valor. O prero
hoja do garrofa regula de 8? a 10a. d-. cavallar 163
e do mnar de 30o "
bitradoovalordo,,.
?.lo lera o valor da arremataran de elevar-te insen-
tivelmenle a mais om terco do rendimenlo arlual
Imposto de 1005 obre o escravos que tahjrem
da provincia.
Pelo 21 do arligo 4" ds lei n- 791 de 20 de se-
lembro do armo pastado, foi eslab.lecido o impslo
"le 1O-- sob.e os escravos que lalr.ssem da provincia ,
repto aquelles que acompanhassem a seus se-
nheres.
14 2 ^,,nl"" "Etc. iiiiitarmo o ar-
llgo 13 da icsolnoa i cima cilada, que ai apolires
serilo aninrlitadas annualmcnle na razio de um por
cenlo do capiial, que repreieiilam.na podera' ii por
dianle com vautagemda fazenda seaielhanle dspo-
r.V. ; virio que sendo mor diminua a purrenlagem
que cubera aos posadores no dividendo do total
das apohees emillidas ; occorre que o juro que ven-
cen) he suptrior a laxa oa amorlisarao como nasso a
mostrar. F
O pagamento dos juros das apolices da primeira
e segunda cla.se. monla annualmenle a 9538000
is., e a amorlisacao que se tivesse de fazer notler-
mos da le a 18o->00 rs., d'onde resulla que a im-
por lela dos juros he 5 veze. maior.e esla' por lan-
o nos int.re-.r- dos possuidores das apolices prsfe-
nrem esles a amorlisarao naquelle sentido.
.Nunca leve lugar nesla Ihesouraria a amorlar,3o
proprrruriile dila. c sim o retgale no compra com o
desroulo de lo por rento as apolices de primeira
cla.se, e 20 as de segunla, m..s hoje lorna-se im-
Pralleavel esle lyslema, naos pela dmiimarao da
divida, como porque os possuidores d*s apolices que
exislem, tem declarado que preferem o juro a qual-
quer resgaie. H
Assim seria para desejur que apparecesse nm aclo
' I. :; \ \\ .i ,., e.....i __
i-,._i-a: ------' -*"*j uw fi'i'areccMi! um .?clo uin ninriil >Ie msdci nara gh,.i.i... i.. u.V...
re.olutlo de 15 de setembro de' I8,, autoris.isse ao
goyerno para mandar amorli'ar annualmenle as a-
polices qu- reslam com o rnaor desroulo que se of-
feeccsse, ou mesmo ao par, deulro das lorcas da
qnanlia que forte volada ; vislo que quanlo mais
depressa se operar o pagamento da di.i,!,,, maior
sera a vantpgem que resollar para a fazenda pela
exlioc^ao da despeza com osjuros.
Ao prsenle relalorio acompauha lambem o qoa-
dro da divida activa legalisada,, na imporlancia de
:..S.>>0S(i rs.
Dos aturda a V. Em. Ihesouraria provincial do
(.eara (, de jonho de 1857.
Illin. e Bim Sr. Joaqoim Mendes da Cruz Gui-
ndares, riee-pretideole da provincia.
O inspeclor, AUno.l Franco 1-ernandea Viera.
,.^ .,c i-..- d in-, i,., cavallar 10.- --- "' -' in^iu na nova commis-
S0-; ; neste seulido poe ser ar- oi'erlora da A quarlos, a com esla umea altera- """" *e verl ''" relalorio qoe em oulra parle de:-
la urremilacao de elevar-te ipaen- il,n08 lri,riplo.
Recebemos noticias de Serdpe al !. do cr-
ranlo. Nada de novo I,avia occorrido, depois do ol-
li-o vap ,r que dalli veo. O da 3 de julho, anni-
yrsario da enirada das tropas na Babia foi celebra-
do com enlhusiasmo.
CosMla.not que na povoa{Sr. de Muribeea fal-
lecer um Pcrluguez qne possuindn alguna bous da
lortnna, antes de sua morir- resolver fazer as suas
i nevara a 100-, produno Mn300a no aiiun i> Sua mnrle n i,.<,u,r,i ____:_____ iLj!
1853 51:0065738
1854 38:7593272
1855 19:8800295
1856 61:430o(lOO
foielevada n 1003, produno 31:000-) no aun do
76:T708 ,W:30 n" ,,B 1836. E se ,. rlispnsirao da
4&690758 77:%T-7-s "' "a f:SSe.,!, Vasa' ,naior "ri "< rendimenlo ;
5:7 OM I -M-1 i "a^T, COm 0S "r",<,, *"'> '"> nne Ma
73:27t289 l"l 7W 7 :', i""* P-") para o .erviro dometl,-
84 5^7 2'tM.2(S JL*S r"" fm'"-""" oulro, qae compraran)
U8;i>Mi87 U-MTI-mk fon'desl""> Pa negocio. E-la repart.cao cumqnan-
IWHU307 WKRBSI "."* *> ***** de exigir n.nS?para
' | robrnCa do imposto, no caso de vcltarem ns senho
O direilo, da exportaCao do caf e assucar este Hacb- i3l!12m!2Lt? m **" **
.no, axcederam teguraraenle ,o duplo d. prodoc- Z 12S!Z! "S" I?!*** W*
auno, axcederam teguraraenle ao duplo da prodoc-
rao do anno passado
A receila arrecadada nos 5 mezet do cornnle an- EmJa"ZtZ%^7.VT''"" P"C! lem!"'-
L* 0..fi. !. como da nota-A-, foi de TZSZ&TKSS** iST^."?'" ,M""'
"" a, o Ara de maio, como da notaA, foi de
2lo:30l3l70, havendo neste periodo urna dille-
renca T^IM^-rrW^ a" an,,"; 19 oarTfr Isiv'e .,~2 "Ue Tft '""*
pcenlo, trelacan ao medio do. dez ultimo, an- EttZ?l^lM2*V* "dty"" >"
------.w.v.-^, ....it-|.i.M.irinr .! un .. OU | I
por cenlo, era relajan ao medio dos dez ltimos an-
noi, como do seguinl quadro :
Em 1847145:1589939
1848157:1153058
1849145:6353522
1850160:9583-503
1851165:6663919
18521ts8:86:>410
1853103:0893110
1854232:4903875
1855256:3053402
1856-329:4523983
A cultura do algodae, apeiar da disposicjto ven-
tajse do tolo, tem estado da annos a Ka parte om
pouco entorpecida por causa do mal, qoe ha atacado
e enrasad a planta.
lie Janeiro do anno passado, al o fim de maio do
^",'-Tn n"0' tor"n inspeccionadas e exportadas
l i'il '.'""* dt Isodao, tendo 7:613 do Aracalv e
o.lJb dot monioipioi da eapilal e Iraperjlriz, cora o
peao de J.l :983 arrobas, 'enlre esse subido numero
oe sacras apenas foram modadas 10, por eonlerem
material eilranhat para augmenlar-ie-lhtt o peso ;
S* i ?ZlV do" d8 1""ta' a* mu,,a qaaul
if' "'' na ra,ao do tripla do valor obre o
peto das pedral, que foram encontradas, como he de
Reforma doi impostos.
Variai duvlda se tem oscilado sobre o raethodo
da cnDranca de alguns impostos, cumprindo por s0
lixar nma regra para evitar reelamares dos arrema-
itntes, e por oulro lado ficarem os conlriboinles li-
vres de embaraces e airopellos.
Imposto de 30 por cenlo sobre a agurdente.
Para cobranra deste imposto foi expedido um re-
golamenlo em data de 17 de Janeiro do correnle
anno; e nem por isso lem de nado de continuara
apparecerem reelamares do arremalanle, por se
juigar cora direilo .le exigir aqu.lle imposto dos do-
rios de armazens, embora iej. a agoardente de pro-
luccao de, sa-s f.hricas, a como lal i.enta do im-
posto do paterna em face da lei n. 393 de 26 de se-
lembr. de 1846, g |- *,,. ,, oma "J^
venda seja era gros.o de 10 caadas para cima.
Mas como o legulamento obrisa ao imposto os ar-
mazens e taberna,, sem di-tme^o de ser a agur-
denlo armarenad. de produrrao das fabriras. ou
coraprad para revender, lem o arremalanle querido
cobrar d oma ooolrf ; sendo que no meio das pale-
m.cas que lem surgido, o mell.or expediente a meo
ver seria impor nma patente mdica sobre os er.ee-
nlioa e labneas destilaloria., podendo os dono, ven-
daren) libremente a amar lente no casco da fabrica
ou noulra qualquer parle dentro do municipio, inde-
pendenle de nova contribuirn.
des. proveniente, ,i ijhoiro da anbeerfprSo n
foi promovida cm lempa do Sr. consclheiro Vires .i
Molla, em favor do llo.p.talde Candado ;. d'nr
em diaiil. era eumprimenlo da referida ordem fa
re cor o dmhfiro ,1, mesma. lelras o eoeleio d
d.speza com os indizenlet e (raUOeacao do adral
utlra lor u raUe do .50-3000 reis meniaea, qoe >.,
renlaZ H *'*'* -- ttttttmmtttfftt
He porlanlo evidente, que a recada da provincia r
vaiiiuraaogmenlo pn-.gressivo. e lalvea nao eeleja pw^nslfflll. ^^LiS "? h* Uma
longo a poca de cop.pet.r cora alg.mai de 1.a ordena. S, ecali, Z mo'lS,! 1' r fi '-h\""'*:,r n"e
eporventuiaaplanlacaodacanna, do cafe' e algo de voKar fallecimenlo deixaram
god.lo, continuara des.-uvolve.r-ae com o raesroo fer-
vor, e as esiares corrrrein regulares.
de vollar.
Aconlece lambem qus ootros querem embarrar
escravos, dizendo que os raandim para os filhoa. oue
- -----------....- -v ,. ,,,- ? miii ijut;
escraves sao para acoinpanlia-los era viagens que
rayero a negocio e tornara a vollar em pouco tem...
I* fl I T I '1 ii I >k kbS_________ .
opacamento do"imposto; e por MM lembro a con
a de ama providencia que eviie a fraude
.-------.,. ,.. t,..,...... i|c .u uevern -er
iriuoi o pagamento do imposto aquelles e-cravot
que o Individuo poisoir, no seu tervico dumeslicu!
seis mezes antes de modar-ie, mostrando o coi.he-
cimeiilo da alfandega de se acharen) malritulados,
licando os outros que nao sliverem malriculados ou
pie o forera as proiimidades do embarque aujeilot
ao pagamento do impoilo, pela piesumpcAo de se-
rem destinados para negocio.
Alera dislo deve-ie ter em allencao o lempo que
A. '""',sa"0 Pr repular-se eirecluada a
mudenca n r.ulra provincia ; e os escravn que rzo-
avelmenle serao necessarios para o serviro particu-
lar da ressoa qoe liver de embarcar a juila da ihe-
soorana, afi-n de avilar qoe alguem preenchcn.lo
luda, ai forra^lidade, acerca do couhecimenlo da
matricula, e conservando empregndos em seu servi-
r drente o prazo de 6 mezes um erosle numeru
;* ""f*,0''l"^" d,'P'' jalgar-se dispensado do
panamenlo do iirrpoilo.
He difllcl prevmir nimia reeorrendo a algumas
rroviriencias, que parecer deixed.apparecer ura ou oulro caso de fraude-
porem o meios que a mea ver poderlo ser emr.re-
gados cora man eflic.cia .lo os que fic.lo indicados.
i i ... lbrica de rap.
hei^U fll "' :> "" le "* 791 de de "e,*ni-
e ,ii. ,,' q?,e "u,r"?i? ""P""1"' <'e 6:0003
de reit ao l)r. Marcos Jos Theollo para eslabelece
urna fabrica de rap ela eidade, f.i efleeluada,
rom fia,,Ca idnea, a entrega daqnella quanlia. nr,
b irl"8 10.atr0 ,8',C ; ,Cn""e a ''
rirenmT. a"" P6 qe U 'P^HWl Com as
rircumstancias do emprezario, e dos reenrsos que
Ihe proporcionou a subvencao que nbleve.
ta anno passado para e, alem .lo rap que se
out,r,a,,,,.,0S0n-a 1P1rov,nc,a' >" nonada.1 par,
od.rnll 7' "P?und inormasd,, que
poda cnlhgir, existe em rmazem grande quanlida-
de de fumo para eonlinuar.lo do fabrico do rap
o que ale cerlo pomo servir' de estimulo para de^
""*"lv?r-"e ? ",du'"i'. < pouco arrefecida, da
planlacao do fumo na provincia.
. Hospilaldecardade.
loicumpr.daaordemde V. Exe. em nllicio n-
-ii> ne 2.J do passato, que man lava recebar da Ihe-
souraria de fazenda a qaanlia de 1:3063269 r..
Tendo dad. conta a V. Exe. do Batido dela Ihe-
sourar.a, e da, aKeraroes que exigen) as leis liraes
atteceil.i e esi n/n.
usaD usa^
Domingo 9 do correnle, leve losar no salfio do
palacele da ra da Praia, o primeiro auiuversario da
Assoejtcao Ivpographica Pernambucana. Ao meio-
dia, a' chegada do Exm. Sr. vire-presidenle d prn-
viuria, o i residente honorario da AltOciaclo derla-
rou abarla a tetUo, pmredendo a pone do novo con-
lelho director, depois do qoe al-ui.s rliscursos foram
lecilados. ja por inemhroa da mesm, ja por ora lo-
res das diversas sociedadei lillerarias e se.en.Mica,
que entre nos existen), o Sr. Dr. chefe de policio,
grande numero .le pessnas grada, e quasi lodoso.
t\poeraphu desla provincia ,e acharara all re-
ios. O edificio eslava decentemente decorado.
.No da leve lugar a eleiclo da nova eommis-
'sociaCao Commercial lleneficenle,
iua mora era iiievilavl, por si mesmo der a-
preci-as ditposicOea para o seu enterro, mandando
preparar ludo quanio era necessario para um Jal fim
ala malino o c.iso com que devia ser sepultado, o
que ludo le fez no mesmo dia do .eu fallecimenlo,
sendo antea por elle examinado, lana resignaclo
lie para admirar, e al mesmo para n.vejar. Deoa
queira que conlriclo eslivesse lambem dos seus pec-
cados, para que a sua alma podes-c chegar a mansflo
dos ju.lus.
Contta-noi que o ieg*nle do grande hospital
de candada se vira um i dessas noiles em embarncos
dos morios, nao'por elles qued..,
irrenectidui e desinquielos que os viniera, sem guar-
dar a reverencia devida ao campo sanio. Nao so-
mos empresa.!., desle eslahilecimenln. onde go-la-
raos de ir algumas vezes, mas muilo all temo, pre-
senciado
nem se fal
tdo que se mn.erve olem lo fechado, para oa.i ser
maior o escndalo /. Heci 7 de agosio de
O vapor nacional Per.inunga, viudo de Pene-
ooeporios inlerinedios, Irouxe a sea bordoo.se-
goinles passageirot :
Jos Jacomei Tasn e um criado, Anlonio Francis-
co Monleiro da Silva. Dlooixlo Rodr.gues de M-llo
Utlra e um escravo. lelix de Amor.mT.ima, Anto-
nio More.ra La-tr... FrancLco de Sales Paleto, Joao
ere.ra C.rdoso, Joaquim d- Aravedo Hala, James
llunler. JotcM. Bapt.slaCarnei.,,. U. Mnrphv, len-
lo Josa de Medeiroi, Joaquim llernardino Pnia, Jo.
Joaquim Doeado, e 1 escavo, J. se Paulo dos Kio.,
lerruiano Alve, da Silva e um criado, Manuel de
Barros Wanderley, e om e, ravu. Joaquim Manoel
oe onvera Mariel, Antonio Pe tro, G. Kodrigues
I ereira, Domingostoi Crioulo. um pre.o de iosiica.
Francisco Alfonjo de Mello It-go e dual proras de
polica que acompanbam ao mesmo.
Hospital de caridade 8 de agoslo.97 d.,e.iles.
At amnahaa.
COMARCA DO BOMTO.
Cidade de Ca.uar o de agoslo.
XXIII.
u.s-re, neslacidale, um felo qne eu ja n men-
conei ain umi de minhas missiv-s : mas que luje
de nova deva cun elle occoparme. O colleclor ne
rendar, geraes. que he laml.-m ecreta.o da cmara
municipal ecura.lor geral de orphos.qu-ndo a cama-
ra Irabalna, alropella as parles que o procurara para
ellerluarem o pagamento do sello e oulros imposloi;
pois se veem olingadot a procurarera-n-. na cunara
ou a esrierarcn que ee acabe o liabalho di mes-
ma.
Me parece que oto pode deixar de ser incompali-
vel o lugar de colleclor, com o de .errelarto da c-
mara, quando o aviso de 30 de setembro de 1817
comidera incompalivel o logar de etcrivlo da col-
letona com o .le secretario de c.iiiarai inunici-
r ZZ},U',a !I''e d0 m" r,a,!ad0 'i ni ofii-
co do digno prndenle da relacao. era que recom-
Dr. juiz de direilo, ao nosso municipal a necet.nla-
de era que esl de conservar-se em L ha no, a e
iiitelligenc.a com o delegado desle lermo.
rol cansa de lal rerommendacao o fado m-ncio
e il I n"S,',,a "r 10 ^ "' de abril isl" O
delegado poda liceucear ao carcer.iro e no.ne.r a
u.n offlcie de jnica para ubatilol-lo, decidjndo o
liva.
fa^.ecT seTo^hn. ^ "* ^^ ^ "" "S'1"
o0iJ',i ? <:!,v;,lfi,nli Machado de Albuquv-
Sea'nn.lr.ad' P"*!,"V d j"' municipal, a que
gTa au .rom .r~ U,0r-chamoa W* a de-
a naernid n- T' ""s* es,e decla'"r ,e i,i'"'
criad .'"" P "e-inha., fllha, dele seo
enano. Ilouve romparecnnenlo, no da marcad,.
opromolor asigio oo requere, fo.sem p-ers o
SJSgSt ffnr.Hn"me,S T*tm '-"" "'"o, na
ka "";"n,d. "" que foi allendido.
riada man gaialo do qoetenielhanle farra In-
commoda-se a um hornera para declarar o qe o Sr.
Chri.lovao q,r? Ora. Sr. Chrislovao. d., se da
., 1^^ m'"' ^f'< ""- Vine, j, dss, que eslas mi-
pelo l","oolro P". Pi foram engeilada
galas, C"lhendo as flores bruscamente a pm.lo re ar-
ranca-las, le. (vai i.lo a quem loca, abusando as.im a
da paciencia e dtsmarcada urbanidade dos empre- n
gadoa, que a exemplo de seu mui digno administra-
dor praticam paracnm Indos ; lemhrando-lhcs que e
mesmo regulanieiilo manda por for do eemileria v
'^1 ""'t r,!l'l he precisa no jardim parle an osrilaule preco ,1o mercado : corrludo sena sul e norle.
loimem, mas pelo, muilo justo que n Biioear tmenos les ese nm valor' Muilo ora tervico lam prestado o vannr ,u .!,-
- i. L'imediario nlre o I,raneo bom a o inascavado nu a. r.m.,.i,i. Vl-li.... ....... '
odavla he cerlo que mait regular lem e-tado o va-
(*r do assucar com o prer;o do mercado, ,to que o da
--.--...... ..., .o hiu.iu a,ti temos pre- agurdenle, a qual lem tido tempre avahad por
li "mi "I"'0- UlPeo n beca... isso preco qae envolve o do casco, qae .., p.gou o, di-
ii' mal, i .rian,,, nfln ha forra de ra- reilos de impurlar.lo, e deve prtenlo o seo valor ser
s minerva o lem lo fardado. .. 1. ... d.a,ra _T. ....!______.. ..i... ., .
-----------------,,-. -"-""' o vapor ue reiio-
que da ompanlna \igilanie, e mais tar.te nao sera
tullicienle um, principilmeiile tea directora con.
seguir que os navioi lahindo rebocados ejam m.is
alliviarios de despizas que aalnalmenle cobra a asso-
ciacao dos pralieos, como he justo.
A empre/a de que no relalorlu piecadanle se vos
renos ue imporiacao, e deve porlenio o seo valor ser A emprera de que no relalorio precdeme .a vo,
deduzldo no da paula semanal ; lobre esle a-stimp. I deu eonhecimeiilu, relativa um Irilho de fero do
lo a direccao te dirigi ao chefe do eonsulado recia- Recife a Olinda ja ha um. realidada ; a acha-e af-
inando a necessaria juslic-. Este funccionano, po- fecluado o conlralo enlre o guverno, e o nosio tocia
rcm, allenciosamenlt expoz os mol.vo. pelos quaes Mr. Iiuwinaii. A d illuminarau a uax eiuda ha man
nao eslava aulonsado a modificar aquellas avalia- real. Data o* irah.ll.n u arh.m .d..i.i... i ._
-- ni, .,. i r.. i ii.-iimcr i (im. r- .lio. r- |'ri.<- i|ui|g
nao eslava aulorisado a modificar aquellas avaha-
Coes ; curapre, pois, reclamar ao govemo a repara-
r8o, le ri.lMi Ionios que aisim he justo.
Para dar-vos oma idea da ovpurt ic.io da provin-
cia dorante safra que vai lindar, vos referimoi ...
seguinles olas, que com prebenden) a apoca do I- de
novembro de 18.16 al 31 do julho ulliinu.
Em eesucar etporlaram si 5-1,140 tonel, de 70 arrob.
Km ilgodao 4,054 saetas.
Em agurdenle >, .l.:lo3 p po.
Em eoorns 135,792 como..
observar um accre.cimo de
3.417 toneladas era a.snrar.
8,340 saccas rm algidao, e um decreicimeu-
lo de
622 pipa, de agurdenle.
12.677 courns.
Por esles darlos eslalislicos se condece qne o algo-
dao anda experiinenla urna sorle filial, que lera
(razido a esle ramo da industria agrcola una deca-
dencia prooressiva. Conooiren lo para minorar esla
falalidade ji a digna assemblca provincial na pe-
nltima legislatura reduzio 2 por cenlo noi direilo.
provineiaet, lodav.a oulms incoiivanienles ex.slein,
a naces,ano sera estuda lo, minuciosamente ; de
cerlo na., pudeui elles ser romovi.los sri com o con-
curso desla AllOClacfO, mas sena uhl que do accor-
do com pe-soa. enleudfdta no que ha relativo a este
producto se procurasse saber as raos.t princi-
pies de sua decadencia nos iillimos anuos. He rs-
sencial que quaiquer comm ulo, que para esle
fim venda a imniear-se. convide agricullires e\pt-
rienle,.
A respeilo da imporlacao salais o quanlo ella
lem augmenta lo ; |, a avahar pelo londinieiilo da
alfandega lem havi.lo nm accre-rimo da Ierra par,
em referencia aa randitnento dn ulliino anno finan-
eeiro ; a he nolavel que a par de um atigmeulo lAo
sen-isel nao se lenha propurcionalmenle elevarlo ao
pesoal dena raparli{An fiscal, a fim de f,,ciliir o ex-
pediente, l'ma represeutacao ueste tenlid.. foi di-
rigida ao inspector da alfandega, o qoal leva a cor-
lezia de franquear a leilur de copias de ducomeu-
l..s enviados ao guverno referindu-se as mesmas pro-
videncias que -la direccao reclamase. A. princi-
pies foram a san la dos geni ral ate estiva por oulro
l'OrlInaugmento da pona da descarga p.ra atra-
car Ires navios, augmend. proporcional nos emprc-
gados do expe lente, e princtpalmrule a reforma do
servico da capalazia, qo, a par de urna importara
lan crescida, nao lem augmentada os Irabalhador'ei,
soccedendo frequenlea vezei os despachantes ped,-
rern a inlroducjao de gente paga a expensas das ca-
sas importadoras. Esle embaraco lem tido lao reco-
nhecido pelos empregados na fiscalisacao da sabida,
que lem franqueado a admissao dos Irabaihadores
que as partes pedem, aiim de abreviar a unida da.
mercadonas qUa nao eonvm .er demorada.. A di-
reccao esta convencida qae totas asas necessidade.
-.lo inleiramenie comprehendidas pelo digno ins-
peclor da alfandega, lodavia quando ao Etn. Sr.
presdanla Sergio de Macedo indicou es meios con-
dueenles ao roelhor deirnvolvimenlo do coinmerci..
desla prasja, entre oulrns minuciosaraenle descrereu
os ja apontados. |)e frito, lodos vos embreis aue da
Cl,-ri I., a. --._a:._. ^
real, pois o, Irahalhos se acham adianladot. A io-
ciedade que piojeclari mnular urna fabrica de lci-
dpi da alg.ntao le prepara a fazer effecllvo o seu
projeclo, para o queja lem cobrado entradas de r
pital. e runvidou a cuocuirencia para a rompa de
materias,. r
Adra d'eslas emprezas que mostrara nao le, nos-a
pr.s. ucado inditr.renle ao espirito einpreeudelor
. .. --------- i----- y'----., ..-w ........na
esse hornera denlro do terreno de que >e diz rtndeiro
universal a de que percebe urna renda muitissiino
man avallada do que us nula mil res que elle pa-
ga aniiu.lmenn) a man ptquena hemfeiloria. Cun-
(ando que o govemo da S. M. I. qaerera usar da
permissao dad pilo decreto n. 778 d. 6 de setembro
de 1854, o dito comprehentiouano Aranha da Fon-
ece j fez vende de Ir.i po'Ces da dila comprehen-
ao ;cuja tolahdada foi avahada em tele cotilos de
Jc'i.) ai quaei porcOes podsm ser calculadas em me-
lase o seu lerrenu, apurando necia venda oilo conloa
a cera n>,l rla !
..f ",odo. "> provait de um t homem, e eoin
.. rP.'"""*0 ", fl,,Bdi "'eioual. voem-.t (an-
" familia* env.acad,, de lg.r es toas hablace.
do lano, anuos, ondedepo-ilaram parle de lust e.o-
nomias le.anlanl,, c. de motad e de aler fari-
i.ha, cercados, machina, do descansar .Igodr.o a do
fabricar acalla de mamona '. '
A'visla poli da lerr.v.l .iiu.cao era qoe te achara
.tiln n i.Ili u I lia ranii..-
V
/*
oroprio da poca acaba .1. enc-rporar-te um novo oa abano a.aicnadoa, requ.,.,^ y V I Z,, la
?; m, ..?""> L'"'10 Co"""'"il. A prislezaiendo-iepelo pililo e Vi. I.lra do d^emo n 778
cora qae .e subscreveo o eaptlal designado prova de 6 da sels.nhrual. 1K5II.0 di,... a.-!!"'? _n.''_H
a.i a rnnfiat.ra u'. ..,, k _......" !.
que a ronfianca .. altea e-ubelecimaolo. te lera de-
seiivo vido ; o, estatuios Ioram i ..meca,, impenal,
e he de esperar qoe sajan, approvaios, p digno
vite-pie.ideole informou o gover0 nut|0 ra ne-
cess.no eultl ter ala prata m- u,na hMltaieao
que a ponha ao abrigo de altos juros, a d.s crisis
leri i rl ,<,~,r ao decreio n. .,
de b da seinbroale 18jl)to digne de mandar alron-
lr a elle tnpplicanles, como posseirus reunido, a
proprielarios de bemf-lionas da coroprehenilo de
Timbauba, e nao a Custodio Machado Aranha da
Fonseca, iqoe, embora e.teja arvorado, lalvel m le-
udamente, ern cobrador de todo O foroi oo rendas
de Timbaaba, ah nlo lera a menorbemfeiloria, nem
monedar,..,n. Z------- "'-'> i". e i, cr.s.s oe limDaoDa, ah. nio tara a menor bemfeilori, nem
Se no, 'umi n ,1 e Mne" "*" C0m9 l|QM ''", ,0PP""">'e'. a dita compreheu-
eenv 0ZlZod'l,Z,.L Precuror ."*-!"> pala qoal olT.recera o, abatxo a...gn.,los, nao
q, aes ore e" ,1 P O", c"mme>*- :'' OOtot, imp.rMnca da sua avala,ao, porem .
?,,',dando boje, como sabis, valura, im- quanlia de drz canlos, que excede em mais da lar. a
lorlanl,,. reclamara a m,b,l,,acao de capi.aes cuja paite a dila iv.li.ciV. **
era ronseqoencia de r^ee?SZZ3*.Sm lanlaTcL^r """"' ^ "* Pa "**
recolhnlos, sam que m.l.q d.P n .mol. Tr dn n' .!f P'T"" <"*" 1 fugir.
recolhidos, sam que polessem de promplo s
medicados pe diflicnldnde que douve cm tsr en-
comiado um dos prore,.ore da casa, qae a iso se
presin nao de boa vonlade, preleitando a inoppor-
tuii, aue da dora era que o incommodaram, quando
aquelles doanles podiam esperar pela visita do se-
Boinle da. Pois, quanlo a nos, pensamos que aquella
professor oilo leva razao nlguma par isso declarar,
poique, alem de recebar om estipendio p.lo seu Ira-
halho. arrresca ainda man que casos da era que o
mal i,a adrnille e menor demora em .er combatido
e e.paca-lo p.ra o seguinle dia seria conenrrer dtrec
lmeme para urna morte, o que nao esla' c nforme
nem rom o devrr de humanidade, nem com o> prin-
cipio, de candada que professam. Para que. pois,
laosedr.emfaelo. iguaes, lembraremm a admniit-
raca i d.., eslabelccimenlos da caridade que eslabe-
C^|C0'il'"ne ',e os meiiic' fazereni da ao hospital,
quando menos e pernoilarem nelle, vislo como or-
rursme"'e hB "'le que dolrtl os re-
Conliniiam Isons ravalleiros a correr desa-
.,!menl! a '**"0 "" de"" da ci urceueo, lia das passado,, nn aterro da Boa-Vala,
que por pouco doai qaaii se dilaceran) rom a en-
coniroada que o cavallo de um dera no do oulro. O
cosame nao he man, po.n nau deia de ser p,e-
sziijs*que a p,icia nicon,iuia m
narnl'rrqqe.r"r"' M con'"vam em algotnas laber-
"".f r de '""a da' ""chas das l.alan-
orrnh.r V"'r ,e"a' convp'"ente, ou imles para
m o. r. "'"" cn,!,raP"0 -' Era lodo o caso ao de-
vem o, fisrae, perder o de vi.1.1, porque he deMe
modo que mua, vez.s o pv de engaado.
nao de possirel qoe entre ns se oxlinga cssa
m?"""^ d' 'e.'",lir a""a no "ile- "S" ol>*t"l
as conlinuada, reclamacei qne te fazeni, mas que
nao san o ruH ,... u .*_.______. .
. :,___'............ "-ceiu.o ue comparecer
em joim para respender pelas calumnia, c injurias,
u :, "" I""""01111" "migo f.zeram publicar pe-
,oaT C".lra Promo,'. ""do o meo em-
pregado procurado rara inulilisar a aerjo da lei.
an..,r,.M' '""""" Mr'o eseccaleem
squenc^l C("" Crlej d SUa M"M C"-
Deot se lemhre de nos A carne verde ci-la ar-
n,.,'un a"' Ca,a"' """> a,r"h*. M niai,
mii a PrP0,cao. As feiras leem sido
muilo ascassa.
hi.^l da i' h".DVe PreP"a'vo bellico ; istu he. sa-
liLh r Cld0,c"m,n"nda"le o deilacamenlo de
liona e forra da guarda nacional, em nao pequeo
m.T.' /" de mai' fort"- aoe P'eviamenle lora
mandada etlac.onar, p,|ido de diversos pontos,
f..2 ,""n"; do informares que mr
"'r"n> 600 domen,. O fin, de s melbanle
reuntfo, dlm jnicj,rt0fi fo urar a c r
dos presos evadidos a 18 do mez de junho ; mas ne-
mr.UII,. -" Se V" Vei0 na en,llira- conslaudo-
^ucq^m;I,,"nac,"l8Um" ** de "imi"s0' d?
,imPdrnl''r "f ?""" f0!!i,,0s' devo declarar que.
r.TJ ,q a 'ulram. perante o delegado, con-
lessou 1er visto particular llelarmino d? Ilolland
Cavalcanli, prijl do 9- balalhao reeebir de Kran-
lisco Aiyes ,1. |.sta, criminoso importanle, lOOSem
piala; ,S|o da. 8 hr,, pa u, ., da noj, ndo ,jr,
llln r,Tn 8 P,ra ''O'** rtcebe' ma>
dio particular a quanlia de 10 por compra de
urna baionel, inslrumenlo que facriilou aos pies...
elleciuarem com promplidao o arrombamenlo, que
dilheullnsamenle daviam principiado, munidos de
urna pequea faca e mal, de urna cli.ve.
<) delegado remelleu ao iuiz municipal as decla-
racuet atcnpla., fa.las pelo mencionado presa.
Ninguem mai, hab litado para saber o modo por
?s as pessnas qe concorreram para teme-
teinpre se contegoe o qoe se
lodos, porque nem
quer.
l^,mPr6S,a ,alvCI me ob"u o esqaecimenlo de
algura f.clo ; mas nao fallar occatiao.
r Carla particular.,'
KELATORIO
da dii-ccraoda Assoclaro Commercial Be-
nelicente de Pe/namhuco, apresentailo
i assembleu jjeral da mesma, em 7 de
agosto de 1857.
ve8,,"!1,,";;,"."'' couformdade com o que preicre-
,"' de n08" "tallos, vera esla d,recc3o
nebd q rla,0r "6 "0S aCl0'- "O O
periodo aiinu.l que deenrren.
...*. C""' p,a"r 'lue *"* annunciamos nao ler oc-
coirido em lodo esle anuo commercial aconlacimen-
marrd? """.' e d,ao,'ll Q traoslornam a
ranor ,S a (" "W'"'' e pelo contrario nos
con.ralulam-iide mencionar ura periodo de protpe-
dade resul.anlede ura. safra, que, principalme.ile
"o artigo man rico de nossa producca... eorooo os la-
hn.-^r.""" ,Ul""a ion,cu 'eullura ; ainda
iiojeeiase ,ea Draro|t com a|smaf a,nicolddes,
en o a principal a falla de pessoal pira o Iraba-
ni.?.? ''"m preco d.,s producios lem compnsa-
lo lano a alta du, salarios, como a dos genero, ali-
..s, .....------i .j..s se isiciii, rnas que o.beisi
eseo maVm f*" J5..'i'?" "" !"'- !"*** k"-nPCa'
descoiiherido esse coslume, co porque cora effeilo
n.lo se pode roi.hecer o leile falsificado tem que seja
por um proer.so chimico ? IJuanlo a primeira parle
negamos porque lodos conbecem delle, e quanlo a
segan.ta_d.ramo. que para es-e pruces.o chimico,
nada mata he preciso do que se chegar a estrada
nova para se oblar o resudado, sem que para .so
taja mistar mais do que um boeadinho de incom-
raodo.
Consln-noi que no domingo a noile, por occa-
iao de ir tarar a msica do l'edro llespanhol em
ireole da casa ,1o major Machado houvera na ra do
''"mani um bai pronunoado cmbala da pe-
drada,, entre os dous lado, berro, resultando ler
lirado algoem mallralado. De lodos os lad s da rui
do
meoticio..
M.EBm.|,,H S r*bl* P,0*ideni!ia 'em o govemo de Sua
Mageslade lomado em considerarlo estes males, com
que na aclualidade lula a agricultura da provincia,
a podemos .sperar medidas mu acertadas. A apre-
ciara., minuciosa diste importante objeclo nao per-
leoca a nosso r.lalorio, a assim patiaremot expo-
icao qoe lemos de vos dar.
Sabis j pela dirercao Iransacla qne o saldo da
inca., promovida na fatal quadra do cholera,
oo re. -.:.l...tjt5,0 foi por deliheracao voss conver-
rnl'i. "r:6e8 da C0,l|Pan'" de Bebcribe ; para
complelar a compra de 100 acces fi misler dar de
im L" ma" a 1oa"lia de rs. G049O. E-las
a venf" TP "" p,"ler do Sr- "'e->ur.iro. J
-e ve,,ceram ()ous dlvldrnno,f _,,_. _,__ ((_js
me'nr a" ??ea d"""'-t"Cao dos eslabeleci-
mentos de cari t.da pra as obra do ,,,_,_,,, .
nar "\-^m- d palrlmonio dos or,i|,aos
para ser apphcada cla-se addida p..r cuusa do cho-
Ksla direrrao lisougaar-se-hia re haver o com-
ercio estado sempre em perfeito accordo cora a.
repartirn publicas te nao liveise ainda de referir-
se a alguns embarfeot como idet saber ; srja dilo
em verdade que grande parle dos que vos fuiam
ni*I) ------- 1 "<'<..', : 11,11.1,
Rectora, nao apilara dato^t i ^n | ttStttSZ SSX tfSE
lu) i,r..iBr...... -_^ ___ ^ .
Ztjsssss:tL^tbd-,---4 ?. T^f.i?-.:*2mZ mnrsn7c^d.,^!2mEslL3**......^do*-
IK
- ----- oc t|U.utll'llCl'-'f ,!()
n.'.T ,. l""i'" : acl,am<" de mol, necessidade I no gVanle o comra"
ES?::52%ISSS&VKZS: J?*S5%m-p^w rieSeU
: acompaubada, por dou ou ,a 'munic ,Te 7 'a- T^'^J^T'''"''^ .""?""" "S0'U"
l vallo, a disposlos a levarem a iunco e... cu, l I.V. a 'Keneiai harmumsando alaumas dlipoti-
! Icanharrcha^VpVrqoraoffi coru m 5*> paroh.r,.
. videncia enereira teremo^ ', Z' "EL.',?" d'"e nor'"; enlrelanlo eonvm chamar a vos.a
des.racas p eaoia d. banda de rau ca Ti r i ,"'' f?" '"""'^ d !>' a relorm. de
'.....' al.qoe.m mora que eniao%..*. f', *""'','a'w1'10. ""lamcnlo, o que nao ealia na
banqu^Tortor^
coitrmaESSE--
... que de lodos os lados appar.
consideracoes sao lao obvias que seta desnecessarin
proseguir com illa..
Devemos mencionar-vot que havendo o enverno
pedido as autoridades administra!.va a liscaes para
inforinsrem it providencias qoe coi.viria lomar em
Tavor do rornmercio, os muilo dignos pre.i lenie da
provincia e administrador do consulado geral Uve-
ra m a delicadeza de consultar esta Assooiacan, esa-
b-raos que nossa respoila foi lomad., em considra-
te, pelo que Ides devenios aqui cunsi-nar um vol
de agradecimenlo.
He inegavel, s.nbores, que nossa prara lem da
J anno. assumulo una posc.1o Importanle, e parten-
ce a nos lodos cooperar com a mais decidida onl.de
para seu enarandecinienlo ; lemos vi.-ln ir rahin lo
alguns andeos uso., que eram uina barreira ao de-
eiivolviinenlo commercial ; lemos canhecido que ..
commercio aclu.l nao pode mais ser dineido pela
rolma, e ao contrario teclama inlelligeneia esclare-
cida e cultivada ; grecas aos cuidados de ura nosso
soco, depotado provincial, foi aulorisado esle g .-
verno e crear nm curso commercial, e desla insii-
luiro devenios esperar asmelhore, vanlaeens a' mo-
ndad, que ,e dedicar a esta prolissa... Kazaroos vo-
to, pargque breve leja itntallada a Escola de com-
mercio.
Em referencia aos mas e eslyloe dasla praca, o
mentissimo tribunal do commercio, convidou'por
anutincio. publico- os inleressadot a dar sua opima..;
a direccao oito devia ficar indilT.renie a esle con.i-
lo, e enderecou ao tribunal om proj.cto de osos e es
lylos eoll.gido! com cuid.doiemos a .alt.faco de
a.itiunciar-vos que eila trabalho f.i lomado em con-
Hderaclo, e da feilo hoje se aeha eilibelecida legal-
menle una laBella de-linada a tclver qualquer do-
vida futura.
Durante a maior aclividade da salea deu-se um
aconlecimenlo da que poderiam ler resollado alguns
inconveniente, se nao fossern as promptas providen-
cies que se reclamaran), e foram plenamenl. allen-
niaas pelo digno adminitlrador da provincia, referi-
mos-uos as vulladas remellas que e praca do Kio
oe Janeiro Tez para asa em cdulas de 503000 de
paorao roxo, qoe aqui nao podara circu,r. A Ihe-
souraria de faienda leve ordem de Iroc.r todas e.tas
cnulas, que assim fura da oirculacao, nenhum em-
Daracu causaran); notamos, pois, esle fado s par
se avadar a inronvenieucia que retulla ao commer-
ciooeslas remes-a. om especie ; quando fazendo-se
i iransferencias de fundo de praca para praca por
meto de laques, seria este procetso muito mais van-
lajoso ao poblico. Quando comecou a fupecionar a
cana filial do li.nco do Orasil, Iransferiram-se va-
lores importantes da prac do Kio para esla, Inven-
do nos saques porcenlagem mdica, assim era fa-
vorecido o commercio. como de cerlo foi a primitiva
iniencao do governo ao crear aquelle imprtame es-
abelerimenlo ; circomstmei.i poileriore, alleraram
iodo esle movimenlo, e cm resudado nona praca se
embolsa mais larde do que devo ser. Quando" llo-
araos esle inconveniente he principalmente cora o
im de lamentar que em nosta prara anda se nao
lenha dado ao crdito commercial o tmpolso e a di-
reccao que o e-pirilo da poca vai reclaman 1o.
A urna des ses-Oei ordinarias d. direcc.lo assislio o
hr. Ur. Jj,n Bernardo 0. Alcoforado, que a.snn o
dav.a ped.do com o fim de por parla do gerente d.
companbia da estrada de ferro, consultar asi. diaec-
rao tobre o logar m.is propriu para i eslacao lerroi-
nal da va frrea, oplando enlre as Cinco-I'onlas. on
a ra da Concordia em proximidade da caa de de-
lencao.
A direcc.lo respondeu a esla cnsolta preferindo o
lagar das Cinco-l'ouiat, por ser mais prximo dn pra-
ia. e menos dispendios, a condirao addicional de.te
ponto, que da ra da Concordia, mas fez ver que
imar m .., proprio para o .termino. devia ser no
local mal, prximo ao cenlro.on.le osproduel.,, lem
de ser vendidos, e indicou mesmo o raes lo Hamo.,
todava parece que a companhia te decidua ao lu-
gar das Ctnco-1'ontas, conforme seconcluio era oulra
sessao, na qual o proprio gerente Mr. Weod eonpa-
rec.o com o inluilo de ouvir nossa opini.lo sol.re o.
preco, das condircei de genero, ; as deas que >e
apreseniaram foram vagas, e algumas incerlat; as-
sim desculpareis Dio ai menci,.nrmoi, mas deve-
nios prevenir vo, que o prrri provavel dos transpor-
tes es a eoroinodamenla regalad... A companhia pro-
picia lambem um servi5n auxiliar da condocrf.o des-
de larminus. ale o bairro do Recife. O. Irahalhos
ue.ia cira a de ferro nao lem progredido como le
esp.rava, nao ubsl.ute o governo se ler prelado a,
mais ravorave eoncesies ; he (ira de duvida que o
linnsacces acluae. A demanda de fundos he c
sempre ser ron-lante em quanlo na houver oulro es-
aoelceimenlu batuario, pjis a aira que por mu.lo
lempo lem cons.rvado e.ts cana lili.,1 na laxa dot
seus de.conl.,. demonstra claramente qui nao pode
luppnr a pr.ta como ella exige. Temos um eiemolo
que confirma a disparidade entre a, puticet de aeosa
praca rUIn a da labia, all a cai.Ks licial esl. deten-
tando os l.iulus mercantil na razio da 6 por ceulu
ao anno, em quanlo que aqui a caixa filial .asanla
'o lia lempo os descolos a lo por cenlo ao anno.
l-eirmcnl-, senhore,. o atloal goveru. lim roani-
sla o a mais decidida nlMCJJo de equiparar os io
teressesc proipendade em ludas at provincia... esla
muito carece ser protegida quanlo ao provimeiilo da
mai. circuanla. O commercio, a agrien tura, o prln
c.palmenlea induslr.a reclamara m.is franqueza nos
f..^o"b;ncna,.""",e Cl'n<'8uir-se cora urna ins.i-
Ao concluir esle anno commercial encorporou-ie
orna companhia de eolonitacau d'esla provincia, l'a-
rabiba, e Al.goat, o alean, e d'esta i lela he lio obvio
que apena, nos limitaremcs a notar os bms dcs.jo.
da que o gove.no de S. .11. Imperial auxilie esta
empreza lio til, quanlo neceeuria.
Durante o periodo de nessa gerencia, eliminoii-s
ora .ocio por fallecimenlo, foram adin.llido, 15 ef
Jf,Tl f. ,,.onorariui- A acquisirlo d'aquelles no,
va hah.lit_.ndo a termos om saldo regular a favor.
i ,'',y,ru.--"V\moslra "* aflualidoda o saldo .1. re,
I.OKEjtHj, fallando una 00 oulra conla nula a pa-
gar, mas agora he o lempo de se re.ieberem as an-
uualidades a joias do, novos ocios e attiin podemos
ronlar rom favor.vel aslado financeiro. As talas es-
iao aceadas, e alem do complelo reparo que liveiam
no anno passado, a das ses-,;,. foi adoruada cora o
relralo de 8. .V. o Imperador, a de lellura cora
um mappa grande do iinptii, mandado comprar em
I arrs, a com o panorama d'esla cidad. oHi-recido pe-
los socios Srs. Timm, Moinsrndj Vmassa.
Apar do progressivo auomeiiio .resta praea, eras-
ce- a necessidade de possuirmo, um edificio era rela-
ta,) ao inovimeiilo mercanlil. A arlual casa he lao
acanbada que alen, de mo fferecer a comtnodidade
que es.^e a freqticnria do salao, nao lem ama .ala
propna par. a secr-taria e archivo, lendo de e-lr.r
parle d .ale na das ses.Oes d direccao. lie ha lempo
que se lem chamado a Tona allenslu sobre esle non-
io, lie de rrer que nao sera desprezada a opporluni-
dade que se proporcionar (ara adquirirraos um edi-
ficio proprio,
Desde que nossa receila asseg.jrou urna aobra,
drliberou a direccao que o lliesoureiro empreBas-e
os saldos em operares de que proviesso algura ren
tmenlo.
Varia* proposlas lem .ido feilas ao guverno sobre
o melhoramcnlo .fesle porto, mas nenliuma tem si-
do definilivainenla apnruvada, prtis parece que a H-
versidarle de planos que lem sido aresonlados lem
anda man complicado a siluacao. Tolo, ..s das se
recoiih.ee a pilpilaule necessidade de melhorar esle
porto, cuja pottalo geographte* t,lo favoravelmenle
marrada pe i.alureza, Mo tem todavia assegurado
a praca as vunlaxens que d'iilo Ihe podiam resultar;
mas com,, a nalureza so p.de veucer-se al cerlo
ponto, esl. he a principal causa de n.lo v.rmns me-
Ihor remenada a f.ltaque enlimos. lie inconlesl,,-
vel que, se este porto pnde.ie f.anqoear a entrada a
-- aspi, ndtdos vapores, o navio, do larga, ditnen-
qu*a miud.io cruzan), a nossa praf chegaria
ao m-ia alto gru de pro-pend.de, lornando-se, por
a-simdiz-r, o emporio do commercio d. America
ieri,ii,,|. Ji0Ja que esla' provada a importancia
,i esla provincia cojas rendas lauto lulo crescido, de-
vemos esperar que a imperiosa necessidade de me-
lhorar o parlo, d de merecer a mait d.cidida e.n
Hdaracle do guverno. Fezmenle a ba.ca de exea-
vacso, .inda que tmperfeila, lem feilo bastante be-
neficio, poi, o banco no inlerior da barra lem agora
nal, profundidad., e Bollicenle dar per mitin a sa-
luda de navioi que nulr'ora erara ohrisado, a con-"
cluir e carga fondeados no lameirao. Os mappas da,
sorrdn lem dado Iti 1| pe. icgleze no pre.tnar do
sezvgio, havendo por tanto em referencias altura
d agua era nutro lempo um anmenlo de 24 polea-
das, o digno capiiao do porto fez ltimamente en-
comenda de urna raachma para nova b.rea de eira-
vacSo e desiinada a satisfazir a e.la tarrico eomo e
raquer cora esta acquisii;,lo melhor.s resollados se
devem colher.
Quasi a concluir esla .xposicao nilo devemos pul-
sar em ciato a seguinle circurnslancia mui Iramcen-
denle : ha mais de dona anuos que nossa praca tem
seguido suas transacees cora urna puna.lidade re-
gularalgumas fallencias que em ontro lempo p-
parecam, e que mais ou menos affeclavam nossas
mas, lera c.s.ado, e os comprumino. coiomrrciaes
lem .ido compndot nos seus v.neimenlua com
promptidao. Esle bom aslado de cousas, devido nlo
so a prudencia e regularidad, dos negocios, como
!ambei,a morabdade propagada tanto nos Iribn-
naes, como pelo juizo especial do comrnerrio, a (esla
do qual le arda um magislrado iulcgro, illuslrado,
o Inaxora.el, he por cello o mai, efflcaz precursor
d solidez de noss. ca-as commerciaes, que em du-
vida continuado a pro.p.rar pralegid. com as ga-
rantas que v3o offerecendo. O movimenlo que lem
davido oa, no-a, tinas companhiat de seguro, mar-
timos, e na. Ires agencias liliaei de oulra,, demons-
tra claramente que os nossos especuladores se lem
poslo a cobarlo dos sinistros de mar. Com ifleilo -
seguro martimo ha urna espeeialidade que o cun
nitri-m ."i., <4...._ ..i_____. '
reculo lano aos legi.-ladores de lodot o paizes, como
as escolas m.rcanii..,
Causas supeiiores a vnnlale d'esla dirercao lera
influido para ella nao daver .alisfeilo plenamente o
mandato, qoe Ihe haveis eonfiado, mas indulgentes
cuno sois, erperam.-s de da desculpa e ao mono.
juslica a nossa dedicar.lo que sempre fui sincera.
Ue cotilormid. de rom os estatu... leudes de pro-
ceder a eleicao de novos membrus que ttoi devem
subililuir, e fazrmos volos para que a escriba recaa
em possoas que pussu.m a, queli.iadas necetsarias
para augmentar a protperidade n'esla a.sociac.lo.
Sala da, sessOes da associacao Commercial Bene-
ficei.le de Pernambuco, em 7 de agoslo de 1857.
Julo Matheos presidenta, Aurelumo de Altneida Ko-
'ngues l-aac secretario.
--. #0- .-...-. .,,[..,,(1, IC|UC,CTI1
os n.ivo as,iKn na .ja m,ii,uda vender a quem mais dec em dasla
publica, pelas raz.1., tegainl.s :
M-K--Srn.d'V M- P"' tiUdo, decretos us.
oribe 178 .su aulorisado a vender, a quem mai,
d.r em hasla publica, o. he.,, e Ierras do encapella-
do do engeni.o Novo, e- pler aronler primeira
Z .lf lnd,v,d0.09 ,,,", ou acharem p.r qual
quer Ulula (e os aba.xu asiignados teem titulo, dos
erien.* que occopam) em pos-e dot diloi han, e
erras ou livuram uestes b.mfeitorlas : porem o ul-
Ittno dos d,,u, decreto,, sarvind.-.e da ,lav a
podara he stmplesinenle facultativo oo permitsi-
vo, e, nao obnglivo, e segundo te exprime, elle ,..
pode ser erapr.g.do no ceso qoe a ev.tiacAo 'teje
pelo governo julgada rasoavel. Ora nlo he uisivel,
sem enorme defraudamenlo d fazeud nicionhl jui-
gar raioaval a avaliario, em iet. conloa de reii, da
cnniprehen.io de Timbauba, da qoal mel.le, eo-
mo fica lefertdo, acaba de .er vendida por mait de
cilio conlo. de res, e por cuja (olalidade o. lupplen-
les oOereceun dez conloa de reis, man da terca parle
aiern da sua vliacJo, quanlia que deve necesaria-
mente ser cberle, ,e for levada a" prac a dila com-
prehensao.
Osabaixr, asslgnadot porlanlo P. a V. M. I ae
X^.-ztV*qualq,,er das du" formi'
Jo- Joaquim Pereira Campci.
Anlonio Jo. Brum da Stlveira.
A !"a0^, amplelo Jos Correia, Manoil Cvalcan-
lt de Oltveira.
A llTy-oti^" Cle,0snl9 dB ltsat' loio ualberlo
A rogo de Ser'aflm Da, Corraira, Fr. Jos da Santa
Mara Magdalena.
Domingo, Da, de Araojo.
A dv.dra M'n0el F'l'PPe d* S''UMIo, Di" de
Alexano-re Dia. Correia.
A rogo de Jos liuilherme da Cosa, Lourencu de
Barro. Uezerra Cavaleanli.
Maimel 0 ild'iio da Cosa Menezes.
Jlo Jacialho Raposo.
I.andelinn Rodrigue Machado.
A rogo ,le Anionia Maa da Cooceicap, Joie da Costa
A rogo da Manoel Figueiredo de Carvalho, Joao
Bapl.sla dos Santos.
A rogo d. Jos Alvea da Iva, Jote Freir de Cas-
tro.
Mauoel !osi> So.ires dot Sanlot.
A rogo de .Seralim Pereira, de Carvalho, Salvador
t.lemetiltna da Costa.
A roj0 de meu pai Marcelino de Sooza Monleiro
l ib-irlu.o de Sonza Monleiro.
A rogo de loto Jote da Silva, Manoel Joaquim do
>a-rimenl... '
A rugo de l.uiza Maria da ConceicSo, Umb.lino An-
lonio da Costa l.eiilo.
A rogo d. meu nv Joao Baplisla de Macano, Joa,.
Josc Bopti.ta.
A rogo de Mano.l Pareira da Cosa, Belirmlno Cle-
menlino da Cosa medeiroi.
Alexandrino Jo. de A mirada.
Dionisio Jos Camello.
A rogo de Ant.r.,0 Raymondo da Silva, Mmotl
Joaquim de Oliveira.
Joao .1 .cnilio Rapozo Jnior.
Jo,e Soares da Fonseca.
A rogo de miriha imle Delfina Mara do Pilar, Beui-
co A Ivs Correia.
A rogo de Jo.quim QaiBM de Maceoo, Francisco
Ignacio de Salles.
Abrogo deJoo Jos da Silva, Jlo Bepliila da
Cosme Jos Ferreir.
A taerr8 ***** Dminguet Alve, Jlo Coucalve,
Silvano Pereira de Araujo.
Toda n firmas .!3o reconhecldai.
tmm:tt&*.
PRACA DO RECIFE 10 DE AI.OSTO AS
:> HORAS DA TARDE.
CotacOes ofTIciaee.
Cambio sobre Londres8 d.60 div.
P Borges, pretideole.
L. Duboorcq Jnior, secretarlo.
M CAMBIOS.
Sobre Condret, 28 d. a 60 d.
c Pars, 316 r.. por fr.
c Lisboa, 9 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|o de deseoulo.
Accao do banea O por ceulo de dividendo por cen-
ia do vendedor.
e- companhia de Beberibe 60JO0O por accao
a companhia Pemumbucana ao par.
a Ulilidade Publica, 30 pureenlo da premio,
a Indoiniiisailnra. 61 Idon.
* *. d* 'da do ferro 20 por Oin da premio
iaeonto de lellrai, de 10 a 10 por cenlo.
Acones do Banco, 40 a 45 da premio.
lluro.i Incas hespanholai. j;i5(K) 3OS0CO
163000
Moeda d. 6-100 velhat
> a 6>400 novas
45000. .
Prata.Patacoet bratileiros. .
Petot coltimnan.s. .
m eiicaoot. .
165000
99000
2000
2000
18860
mercio mo dev. abandonar ; importancia" d'esie /-':, UM'-l i~" n
"?",-C!!.-4IIC() (lo
dufi 01 fi;47.P<. r-tiin >
-Subccao a pebibo.
L.M\ QLESTAO RELATIVA AO E.NCAPEI.lT-
RO DO h.M,l..MIU M)VO DE COIA.NNA.
Senhor,
(*i Os abaixo asiignados, moradoras e po-ieirns dos
terrenos deTimbauha, qua forrnam Bflta d.s compre-
hemet em que esla dividido nenrnpellsdo, hoje per-
lei.cenle (aramia nacional, do tngenlio INovo naco-
ampreileiro lVmYuVad.Vrrm\!!m^MLJ,.,.,,,,'r V" """" de Ga,*""*< *<" requeier a V. M. I. se dig-
a u"a m, a de-la ordam i, '9""> no da mandar alT.onlar aos l.pplica.lo. ,0l.o o ler-
pruvinri Ma.rl ? d ""'*' l"ira"r1 "a '*o da dila compreheoiao [prevelecendo-M di Me.
I, n. i' M-"co,mo"COi.traloimpoeaull.dasmul- ..hllid.a. d.4. .... d...,.,.. r-r* a..* -"f?.
lis pela demora, he de crer que o servi proliga
rpido e cedo leremos de ver concluido esle impor-
lanle melhor.menlo. Ja liveram luaar alguma, pe-
quenit ezpenencias, e (odas com feliz resultado.
t rao sabis, no mez de julho prolimo passado co-
mecou a ler eierurao a nova larifa das allanttega..
Em UO corlo inlervallo e lempo nilo podemos eslar
liabililados a e.nillir nma opinnlo segura sobre o re-
ullado na pr|ira. V-.e qoe akun, arligu. f, ram
aibilidajle dada pelu decreto n. 778 de de setembro
de IK.">1 pelo preco de 10 conlos de re oa maular
vende lo a quem mai, d.r em hasla publica, wgnn-
do a aul.risarao eonlida no decrelo n. .'iMli de ti de
selembro de 1810, arligo 4.', visla dos motivos qae
paeaem a espor.
Km I820,qaando o dilo enr apellarlo perlenriai san
la casadaMisericir.lia.lc Lisboa,Jrao Comes Ferr.ira
Abrene Mello, r.nder do anganho Novo aforan ii-
tn os abano assignad.s se par isso poda elle ler
a
Oa artigo 2, O 6 da lal n- 6 de 3 do HOvambro A \*Z AI^SL'!"'".......<"", ue aiaumas pe snas memanle onus. '" '....." "'ura, ao contrario confessi sao nlo r..n.(
endent da nrnl.,.i. ..ia ,.____...... anc espedanle dos despachos se rfierluar. coma inr... ,l. i,.n. ,i,. a........ --' u,..iii, ao mvan-
,,,.,. i.v,... i t"" ">""" artigo, i, ram nor.iin os aban.
n^Z^J!!!L-SnUFtt**'a!?,*m'!aw-\''"*u*' '""' o eompraniila de l
l&~!Z?aAn,*>'*0bTr"',**',0 ',r"c|-'l->'''l'f'''"''l'Albuq,er.|ueMo,,lene,ro'aal,ar
aTr"loZll'r m de 'Y !i,rel!1l0, "su"::"d0 ><">- leaao litlo de aforara,., o IC-se urna tra.fe.n
gsa b-js se vnass ^ s&x&*i&gaS5fc
Brasil
EM 10 DE AGOSTO DB 1857
Directores da semana os senhores : Joo
Puno de Lemos e Antoaio Marques de Amo-
rim.
A caixa descoma leltrvs a 10 por cenlo ao
anno, e toma dinheiro a premio de confor-
midade com os seus estatutos.
ALFANDEtiA.
nendimenlu do dia 1 a 8 .
dem do dia (0. .
I-J7:09339-J
l4.:l.7s'JK6
142:0o09:nH
Descarreaam hoje 11 de azoilo.
larca francezaOliodamercidorias.
Barca ingleaHoberl Jonesdem.
Patacho ingleOnlysoudem.
Barca mglezaMide,b.calho.
Brigue sardo Dainovinlio, masas, albos eaiei-
lonaa.
Brigue suero-Jone,g.rrtfas, fardo e papel.
,. CONSULADO (ERAL.
Bendimenlo do dia 1 a 8 .
dem do dia 10. ,
37:338|B&i
10:a4j>l01
,..............^.v ...,.u.......ra.ro provincial >...._ ..........." ..... i1""" '">* oomni- loramiaue da repartir,) do sello uimU. ...,. ......,(1 ui.ias na iiiui.pen-.avc es o-
,...>. ,.a,a ma.ar a sf" *"""> <* Janeiro a .alambro, toando al, era ^ u ,'ai "."'i C'"Ve'?e S1*1^ Ble- o1'"- de d" "P'enl, leVou-im. raP asenl^To L m '"""'. *'"""' ma' Rloa mais larda ver
a carne para oulro. e;"'P'u'C^o do. dvros no G me,., de Janeiro I "ni'"'" */**, "" P0"tM e '""" '' "'Mid'e da provinna pedindo ,* endandi o' i "Pe,,"n,e do' *"**M se rflecluar. rom a lao do, han, do d,lnYn7mHI h, "a ."VnrcId""
. ciar, pa nlar,arre ii dar desarrendaros queldelossam
47:!ej>2'JK
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo dodia 1 a 1:8331391
dem dodie 10....... 4%/7
93aVV3tt
VaefiLSS. |}LEX,,n,aAtA0 LAWL
'.WSH 'V)0 l,ESTA CIDADE NO DIA
_ 10 UE At.CMl DE 1857.
LisboaPaladn porlucuei oMaria lun.zo, Fran-
e.ico Sevenano Rahello & Hlbo, 20 barra mel,
UOiacco, as-ucar masravado.
'u.rioBarca porlueuera N. S. da Boa Viagem,
1 homar, le Aquino Fonteca & Ftlho, 100 sacro,
anucar bra uco e mucavado ; Barroca iV Catiro,
SM3 couroi talgados.
LivarpooJIJ.irca ingiera Ipsvvich,,, Ilenrv liibson
t L., ,oo saceos a>,ucar maacavado.
Bto da Prt,-.-|'atacho porlogoez .S. Jos,., Isaac,
''no a c, -jdo sacco, e 20 birriquihhat assu-
car hranro.
-isboa--Brca porlusuera .liralidao, Basto A. U-
nos. JruDhcles astucar brauco ; Pedro Rorges
"e Cerque,', 4 ,accoi gomma.
-
'


ILEGIVEL





DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA fEIRA 11 DE AGOSTO DE 1857
RECEllthOKiA DE RENDAS |NTENAS CE-
KAES DE PERNAMBUCO.
ReodimeDto do dia 1 a 8 7:!!)35'.)8
dem do da 10....... 7699774
CONSULADO
K > 11.11111 i. i do dia 1 a 8
dem do dii 10. ,
8:fi:l7(l2
PROVINCIAL.
. 21:3539306
. .):274i(i
djale, caetas para pennas, colheres de, Embarque ein lialarlava, os alijados a
ierro, cairo velho colla da Baha, er, eadea- bombadeiarem Asapal.
dos sorlidos, cravos de ferro, dobradieus de 3." O grande bombardcamento do Sebas-
ditos sortidas, dedaes de repuxo, estanto, topol.
fechaduras, diversas, (ilelle, lio de vela, linha *. Assalto de Sebastopol, em 8 de setem-
do barca, dita de coser, lona inglezs, larga, I bro de 1855.
dita ditai estrella, lapis, papel lisa, dito al-1 5.. A escuadra anglo-franceza passando
masso, dito ordinario, pennas d'aco, parafu- I no mar Bltico.
sos de metal, ditos de ferro, pregos, ripas, c A sanguinolenta batallia do Alma por
de assoallio, ditos caibraes, pas de; oulro ponto.
Si*
*% '0 pWkt
Navio sabidos no dia 9.
I.bboaPolaca nacional /.aluna II, capilao Acosti-
nho Gomes da Silva, carga mal eroais c-nero.
BahaPalhabote nacional Duui Amigos, meslre
Manoel Joaquim de Olivelri, carga vario gene-
roa, paiagtiros Antonio Jos da Macelo Cuiraa-
r,le.
Rj Gran le do ulBrigue mcioiul Conceictlo, ca-
pitn Joaqun Ferreira dos Santo, carga as-
sacar.
Navios entrados no da 10.
Terra Nova27 da, brisne ingle Glancu, de 2">6
toneladas, capilao I. Allken, 256 toneladas, equi-
pngem 14. sama -lo l> ir ras c mi bacalho. a
Sehrsmm Wlialey C.
Caoiaraizibe2 illas, hiala nacional Sania Luzia, de
21 toneladas meslre E'tevlo Ribeiro, equipagem
.'i, c ii.; i madaira e assucar. a Manoel Jo l.eiln.
passceiros Guilherme i. da Molla, Grlgorio de
M. Mello. Prrieuce a Pernambuco.
Penodo e per|,,s inlermedioi dia e 9 hora6. e do
ultimo porto 8 hora, vapor nacin'I Persinunga,
c->iijii> in 1. 11- o 2. ente Joaquim Alvca Morei-
ra, carga vario genero.
Navio lahidus no me*mo dia.
HavreBarca franceza Poilo Rico, capitn Gra,
carga a-ai-ar e algodo, passageiroi Fredarieo
I-i. iimii Clara Lapparl.
ditos
IMtit*.
Olllm. Sr.. inspector da thesouraria
provincial, em' cumprimento da ordem do
hxm Sr presiilenle da provincia de 7 do cor-
rente, manda fazer publico, que no dia 3 de
setembro prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria, se ha de
arrematar, a quom por menos fuer a obra
do empelramenlo da primeira parte do pri-
nieiro lanco da estrada do Pao d'Alho, ava-
liada em 38:06^0000 reis.
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n 343 de 15 de maio de 1854, e
sol) as clausulas es leciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado eomparocam na sala das sessOes
da junta no dia cima declarado, pelo meio
dia competentemente habilitada.
E para constar se mandou alsar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857.O secre-
tario, A. F. da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arrematado.
I. As obras da primeiraparte di primei-
ro lanijo do empedramento da estrada do Pao
d'Alho, far-se-bio de conformida le com o
ornamento approvalo pela directora em
conselho e apresenlado ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia na importancia de .
38:060/000 res.
2." O arrematante dar principio as li-
bras no prazo de um mez e as concluir no
de 16 mezes, ambos cootados na forma do
art 31 da lei piovincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da ar-
rematacao realisar-se-ln na forita do art.
39 da mesma lei.
4." O arrematante excedendo o prazo
marcado para a conelusao das obras, paga-
ra urna muidle 1003 rs, por cada mez, em-
bora Ihe seja concedija prorogacSo.
5. (> arrematante durante n execucSo
das obras proporcionar transito ao publico
e aos carros
6." O ai rematante ser obrigado a em-
preg'r na execugao das obras pelo menos
inetade do pessoal de gente livre.
7." Para ludo o mais que nao se achar
determinado as preseutes clausulas nem no
orcarnento, seguir-se-ha o que dispc a res-
peilo a lei provincial n. 286 -Conforme.
O secretario, A. t. da Annunca$3o.
Olllm. Sr. inspector da tbesuuraria pro-
vincal, em cumplimento da ordem do Exm
Sr. presidente da provincia, de 7 do corre-
te, manda fazer publico, que no dia 20 do
mesmo vai novamen'.c a praca' para ser ar-
rematado a quem por menos fizer a obra do
15- lanQo da estrada do sul, avaliadaem
15:6209000 reis, servido de base para a arre-
ina i a i; ao o offerecimento de 1 por cento de
alutmiento feito por Joao llippolyto de Meira
Lima.
A arremaUgSo ser (cita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as condicOes especiaes abaixo eot>ia-
dis
s pessoas que se propozerem a esta ar-
inatacau comparecam ua sala das sessOes
da mesma junta, no dia cima declarado,
polo meio dia, competentemente habilita-
das.
I. pira constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
-Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de agosto de 1857 O secre-
tario. Antonio Ferreira da Atmuticiacilo.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1.a As obras do 15. Unco da estrada do
sul far-se'hSo de conformidade com o orca-
meiito, planta e perlis approvados pela di-
rectora om conseibo, e apresonUdos a ap-
provacao do Exm. Sr. presi lente da provin-
ciana importancia de 15:6209 rs.
1." O arrematante dar principio aso-
liras no prazo de um mez, o devera couclui-
las no de 18 mezes, ambos contados na for-
ma do art. 31 da lei n. 286, dando transito
ao publico em toda a extenso do,lanco no
lim de 6 mezes.
3.* O pagamento da importancia da ar-
rematacSo realisir-s-ha em quatro presta-
eii;; iguaes cuja ultima ser- naga na occa-
siflo da entrega deliniliva, easoutras cor-
respon lerao a cada terco das obras.
4. Opraco da responsabilidade ser de
um anno, durante o qual o arrematante sei
obrigado a manter a estrada em perfeilo es-
tado de conservarlo reparando as ruinas to-
daa as veze que exigir o engenheiro da es-
trada.
5." Para rudo o que nlto se acha especi-
ficado as presentes clausulas nem no orea-
mente, seguir-se-ha o que dispoe a respeito
a lei provincial n.286.Conforme.-O secre-
tario, A. F. da Annunciagao.
!'$*.
Crrelo fcr.l.
HelaQSo das cartas seguras, existentes na ad-
ministi-aco do correio, para os senhores
abaixo declarados
Antonio de S Pereira.
Car.tao de (-astro.
Francisco das ('.hagas lie/erra Alvares.
Francisco Ignacio dos Santos.
Justina Lins Machado.
Joaquim Augusto de Siqueira Lima.
Joanna Mano da Conceico-
Jo3o -'ntonio (lardoso.
Joilo Antonio da Piedade.
Jo^cplia Joaquina de Vasconcellos.
Josepba l'bereza de Jess.
Marcelina da ConceicSo Amo im.
Martim Goncalves Guerra Jnior.
Manoel Ildefonso de Souzj Lima.
Manuel Jos Bibeiro Cavalcanti Lima.
Manoel Thomaz dos Santos.
Paula & Santos.
sebasliSo Arruda Miranda.
SilvinoGuilherme de Barros.
O conselho de administraC/'o do far-
damento do corpo de polica manda fozer
publico, que precisa comprar 300 pares de
sapatos de sola e vira, feitos na ierra : as
pessoas que se propozerem vender, deverilo
comparecer na sala da secretaria do mesmo
corpo, no dia 12 do corrente mez, pelas 11
horas da manha, com suas propostas em
carta fechada, acompanhidas das competen-
tes amostras. Quartcl do corpo de polica 9
ilc agosto de 1857 Epipbanio Borges de Me-
nczes Doria, lente secretario.
DirectorH das obras
litares
l'recisa-se fazer no quartcl de polcia al-
guna reparos : quem dellcs so quizer encar-
regar por empreitada, comprela nesta di-
rectora, onde se acha o respectivo ornamen-
to, esepoder fazer o ajuste.
O arsenal de marlnha compra os se-
guintes objectos para fornecimenlo do almo-
xarifado : almagre, agulhas de palomb,
lirim da Bussia, bandeiras impeiiaes,ditas
26:3539306 ferro, remos de faia de 13 a 18 ps, saceos de
conduccao, seccinte, sola, taclias de cobre,
tinta branca de zinco, dita preta de chumbo,
lita verde, tachas de bomba de ferro, tintei-
ros de estanto, tiuta deescr- ver, raspas de
ferro, raspadeiras, zareSo, e lolhas de (lan-
dres ; os pretemlentes i venda de semelhan-
tes objectos sio convidados pelo lllm. Sr.
inspector a apresentarem as suas propostas
em cartas fechadas com as competentes a-
mostras, n-sta secretaria, no dia 14 do cor-
rele mez, at as 11 horas da manha, em
que a compra sera etfecluada.
Inspecco do arsenal de marinha de Per-
nambuco, em 5 de agosto de 1856.-0 secre-
tario. Alexandre Rodrigues dos Anjos.
--- lllm. Sr. inspector do arsenal de ma-
rinha, tendo, na conformidade do aviso im-
perial de22 de julho ultimo, communicado
honiem pelo Exm. Sr. vico-presidente da
provincia, de mandar para a provincia do
Rio Giande do Norte um carpinleiro e um
calafate, alm de empregarem-se nos conecr-
tos uecessarios a urna catraia e dous escale-
res ; convida aos operarios desses olllcios
competentemente habiltalos, que queiram
preslar-se a isso mediante ajuste ou paga
r8zoaveis, aprcscnlarem-s--llie com a maior
brevidade possivel.
InspecQIo do arsenal de marinha de Per-
nambuco em 5 agosto de 1857.O secrota-
rio, Alexandre lin Higues dos Aojos.
Por esta subdelegacia foi recolhido.em
deposito, um cavallo, que hontem a larde
andava vagando pela ra Augusta, sem con-
ductor, trazendo cangalha, um par de anco-
ras e mais os seguiules objectos : ujja por-
co de carne do charque, quaUo saceos, con-
ten io farinha, camaroes torrados e feijSo
verde em bage, ludo em pequeas poicoes,
r e para proviso de viagem ; urna camisa o
| urna caiga em mao estado, leudo aquella na
abertura dous boloe; de ouro, urnas cabeca-
das com pica leira, urna faca de mesa, dous
(landres com banha, um capota, una baeta
encarnada, una pea de ferro com chave,
urna toalha, um pacotc de algodao azul, en-
volvendo retalhos de outras fazenlas, por-
cin de bicose reu l-.s, umcoite de caiga-, do
brim pardo, duas voltas de collar de ouro,
urna medalha de ouro, um par de sapalos
de marroquim am^reHo, lindas, e outras
cousas niii. las de muito pouca importancia :
quera t'.ver direito a taes objectos, prove,
que lho sero entregues.
Subdelegada da polica de S. Jos do l'.e-
cife 6 de agosto de 1857.Manoel Ferreira
Accioli, subdelegado supplente.
Tendo sido encontrada urna canoa de
carreira, indo no a baixo, e recolhida em
deposito no arsenal de marinha, aCO publi-
co esta occurrencia.de ordem do lllm. Sr.
capilo do porto, para conhecmento de
quem convie', sendo que ser entregue a
pessoa musirn Jo legilamamente pertencer-
Ihe.
Capitana do porto do Peni -mbuco 7 de a-
gosio de 1857.-0 secretario, AlexanJrc lio-
digues dos Anjos.
- O lllm. S.-. director geral interino da
instruccSo publica manda declarar para co-
nhecmento de quem conver, que no dia
lerca-feira, II do correle, te;a lugar o con-
curso a cadeira vaga de instruecao elemen-
tar do primeiro grao da freguezia do Idejo
da Madre de Dos ; e para constar se man-
lou fazer a presente publicagfo pel< im-
prema. Secretara da directora geral da
instrucgfio publica em 8 de agosto de 1857.
O secretario. Francisco Pereira Freir.
7.1 A sanguinolenta uatalha de Inker-
man etc.
8.a O grande bombardeamento deOlessa,
os Inglezas botando foguetcs a Congieve.
9.a A medonha batalha das trincheras
franc.zas, em 8 de setembro de 1855, a noi-
te da tomada.
10." A cidade do lio de Janeiro, tomada
de Vellegallon.
11." Vista de Sanio Antonio em Pernam-
buco.
12.a Vista da entrada de Ilamburgo.
13.- A abertura de Sopulcro de NapoleSo
em Santa Helena.
14. Vista4, lajci'lade de Londres.
15 Passeios e jardins do i operador da
Bussia.
16.' Jardim das larangeiras cm Paris.
17. Casada moeda e..i Paris.
O saino estara aberto das 7 at as II da
noite. F.ntrada a 19 rs., e os meninos de 8
anuos a 500 res.
'#.
9
0.
'ara
o *'?i<) de Janeiro
O veleiro palh a bote nacional Agona, pre-
tende seguir at o dia 16, tem a borlo dous
tercos de seu carregamento prompto, escra-
vos a frete, para os quaes lem excellentos
commolos : a (retar com o consignatario
Antonio Luz do Oliveira Azevedo, ra da
Cruz n. 1.
Gompanhia
Pemambucana.
do
Cal.ii jp ga
dezas M ii.
oja
He ni iii
ViaV
lio
lem para ven ler um completo sirlnneulo de lialia-
ilos de panno de llnbo, lano aherln ritmo bordado e
ouira mobilia do Jacaranda', duas mesas.
de meio desala com pedra, duas dUs de Vi ra
jo.'jos, iini sola', dezeseis cadeira, duas
di tas grandes; urna umIhu do amarcllo
com um sola', dous cousolos, doze cadei-
ras, duas ditas de balanco, una rica secre-
taria com estante para livros, duas estan-
i- ,i__. j j i. m_ nos oe panno ile linh t, ImiIo aherln rnino honlailo c
tes para llvrOS, di ascadeiras da lllia, Ma- ne l.daa ai largaras, principiando por dus dedo e
deira, nina exceliente mesa elstica, uin1ac''ll'1,,do mdous palmo, osquaeste \tmiein maiii
rico apparador, duas estantes para COl.OS bara, ,I"|11ue em onda qoalquM parle por se qua-l
, .'' .,' v.u|iu, rer rcmeller o -inlinro ao fobnoanle.
de/.OitO CadeiraS, UUl rico toilette COlll es- Hrecia-sc de alOKr urna preta e*emva pira
pelliodemo;;no,Uma rica COIEmoda e mais i "erv' ',0 orna caa de familia : quem tiver para
atusar dirija so a ra da ConeaicSo da Boa \ \-l.x
ii. 16.
Pr*risa-se da lima pesoa que corintia bm,
^preferindo-se escrava na roa d> Queimado, loja :
n. 16.
OITrece-se um mojo boleeiro para ea cular : no alerro da Boa Vista n. 51.
Prciaa-*e da urna ama para eata de poaca fa-
milia, forra ou c*liva : na ra do O i ini-, l.i obrado
n. .1, printelro andar.
Kodolpho Loureneo parlicip ao repeilavel
publico que lem aliorlo no alerro da Boa-Vista n. 38
um deposito de linlas dai nail lina que ha, e e en-
carlistas.
Lotera
duas, dous guarda-ioupas, tres lavatorios, i
um toucador de Jacaranda' com pedra.:
doze cadenas americanas, dous excellen-1
tes colchos de clin* de cavallo, um rifle
revolver urna pistola dita, um jogo dej
pistolas, diversas (erramentas de jardinei- '
ro, diversas mesas, um escovador para
pratos, um servico completo drica lou-
ca para jantar, um dito deporcellana pa-
ra Slllll
Na antiga fabrica de chceos de Joaquim
de Oliveira Maia, na praca da Independencia,
precisa-sc de olliciaes de cliapeleiro, pagan- I
do-so bem a tratar na mesma.
Traspassa-se a renda de um sitio mui-
to pertoda praca, com boa casa le vivenda
em boa posicao e muito fresca, conteiido
DA.
a C0li>. pinturas, dous ditos carregada de qoalquar pintura com toda a prstela e
enana para clia'. um dito de or- pr?* mais ei" C<"'N '1o 1ue 1,,;l|1uer ou,ro 'c
7" pela propor^es
^numi.-i rpida- labelaci'(.ento.
com que se acha inontado seu a-
alier como
de porcell
cellana de Dresde, do/.n garrafas
das, dez COtn porte iras, Copos, e calis del l)eseja-s aher como he que um elranseiro
livoi'cnff i n.. ,..l, -..u^. ^ -. i pode enisnar a linizai inslezt a iiacionae, em este
luersos tainanlios. e mmtos mais v.dros, SiTaadaro porloa ."M mediante compc.en-
trinta Uu/.ias de velhos escollildos vinhos, le peculio, sendo ellej alia.tailo de meio.
como sejam Slhl'V Hordeanx, Porto ~ l'erdeu-se na te\U-feira pasada um emlirolho
ni.nn l :.U- j i coutendo urna caria in-1a de Franca pelo navio Pa-
III.no. Lisboa, agurdente de caima em rahiba, algamai eoolai a ootroa xeriploi sera alar :
raeasgarraas e garrafas, e mais cerca de 11|ein liver adiado queira ter a bandada de enlragii
sessenta e tantas duzias de varas linas. nn *"*""] ui da "" ,, Craa, ^raiifkaudo-se
eSOllliaas para jaraim. Ulna exceliente No dia 12 do correte mz, linda a audiencia
canoa de carreira, um elegante carro in- l' Dr.jo.ii municipal da togonda vara ier;i loa-ir a
gle/. ie.tO peles famosos fabricantes Lat- un, pequlno ilio ,m diver.asca.a perle,,ceuleso
vece Narnerde Londres, arreos para o Unido Antonio JoifTeiieira Lima, aenando-ae paga
mesmo,urn ca rofrance/.,duas ricas pare- '* anto devia-ae I irmaniade da Soledad.
II.o rl<>.......II.. u ,i I endo-se perdido no dia 5 deste mez,
Ibas de cavallos,osmelhores at hojee mais na edadede Caruaru' urna leltra de 6*6*000
de estribara, mmtos mais vidros.muitos I sacada por Pedro Maximiano de oliveira
trensdecozinha.e mais objectos conliecidos ; Mello, contra o Sr JoSo Izidro Goncalvesda
quesera fastidioso enumera-los, e quese J1 emdata de 27 de Janeiro, e vencida a
acham ..tenles ao exa.nedos compradores "i^S0,^0.?^!? mK?"
ra da Cadeia do
n. .
P
sexta leira I i do corrente pelas 10 horas
da manIiaa,no sitio do Kxm. Sr. cbnselbei-
ro Jos liento la Cuitia e Eigueiredo, na
ponte do Uchoa, unto ,io siliu do Si.
Gibson.
O ngenle Itorja, em seu arma/em, na ra do
Ollegio ii. I"), fara'ledilo de urna e\r.ellente mo-
bilia da Jacaranda' com pedra, um ptimo piano,
urna secretaria de Jacaranda' urna rica cama france-
li
mesmo Sr Joan Izidro para que nao pigue
senao ao dito Pedro Maximiano i c pede-se
a quem a achar, que a entregue, pois sen
recompensado.
Vende-se urna armacSo o dous eaixO s
; pan amostras
  • mcia arroba, a fallar abaiso na travessa das
    I Cruzas n. 10.
    Os abaixo assignados fazem publico a
    I quem conver, e priucipalmcntoao commer-
    I co que dissnlveram dccoinnuini accordo ea-
    3>00
    !)?500
    10?500
    IOsOOO
    11:500
    7-T500
    25?l00
    15:000
    Provincia.
    CORRE \M\Ml\v io DE AG0STO
    muitos arvoredos que dilo muio bons rruc-|!,^il, fel,ZtS 1b,1^ctes! >"P">s e quartos da
    tos ; assim como tem varias plantacOes que Pnmeira P8.1"^,''8 Pr'meirai lotera de Papa-
    promeitc dar interesse. como seiam nielan- ca?a' nis loj*J '"nciadM.
    cias, macacheiras. man lioca, cannas, capim '?H'ustlano Aquino Ferreira,
    e outras mais etc., e umi pequea horta. lose Fortunato dos Santos Porto.
    Tem mais umi grande baixa muito fresca, <)s sa?>n<>* "erdeiros do fallecido An-
    tanto para vaccas como para urna grande l0I" l'L'l'eira a 'Unlia, negociante dcsta
    plantacSo de capim de dar interesse : qu-m p/*a 1":'iram apparecer. ou mandar na ra
    quizer. compareca na estrada de Jofio ,13 ,do Collegio n 17, prunei.-o andar para Ira-
    Barros, no primeiro sitio a esquerda, depois i ;ar sobreinteresse, que Ihes dizem respei-
    de passar a bomba que all se fabrcou, qne
    nelle achara eomqueu tratar, cm qualquer
    dia e hora.
    io modernismo,
    Loja do cauto da
    Recife
    Granule sortimento
    Chales de ganga com franja de
    Imho a 38000 o
    Mantas brancas de blond, linas
    Ditas riquissimas
    Ditas pelas de ll, linas
    Ditas ditas .le fil, unissimas
    Chapeos de sol de seda inglezes
    Cortes de seda, boa fazenla
    Ditos Ganga amareiu chineza, covadn, rs.
    Cortes de collete do gorgurSo
    Altenco.
    10.WLAT I)E FRA^CE.
    I.E COXSU1. DE FKANCE A' SES CO.Ml'A-
    TBIOTES.
    I.e i- ii-ii! da Franco a l'lionncur de prevenir ses
    compatriotas residants, oo de pi>age P.riiHinlinuc,
    que sainedi prechain, 13 du couranl, un i'e-l)eum,
    *era' citante a' une heure apr< inidi, en l'Eiibse de
    la Penlia, a' l'ncc.ision de la file de Si Maje-t l'Eru-
    peieor Napolen, lin iuvilanl a' cclle fte fmn-
    Sie la colme frant;aise de Pernambouc, le comal
    a* France qui conuail les entntenla donl ellcs el
    anime, el rerlam d'avanoe, qu'ello -e ren lia' loule
    enbre a' son invilalion ti prou\ora oue fola, de
    plus encor, ton devouemenl a' la France, el l'u-
    nion intime qui eiisle entre elle el celui auquel ei
    confi le eoin de veiller a' ses inlralf, l.e cnsul de
    France saisit celle circoiwtaiice pour renoaveler a'
    ses eompalriotes l'as'urance de ses lenlimen* lea
    plut diatloaoi el de ion devouemenl le plus sin-
    cere el le plus eulier.
    O vapor Persinunga cominandan-
    te tenenle Moreira, acha-se a carga para
    Tamandare, Barra Grande e Slacei, para
    onde sahira' as G horas da tarde do dia 1
    do corrente. A carga sera' recebida ute
    as \ da tarde do da 15.
    Para o Porto segu impretervelmente
    no dia 13 do corronte o palhabote portuguez
    Coincidencia, do primeira marcha, e s re-
    cebo carga minia : quem no mesmo quizer
    carregar, dirija-se ao seu consignatario Do-
    mingos Alves Matlieos, na ra do Apollo
    n. 23.
    Pra B.tliii.
    O veleiro c bem conheci o patacho nacio-
    nal Amazonas, pretende seguir com umita
    brevidade : tem prompto melado de seu car-
    regamento : para o resto trata-se corn o seu
    eonsignalirlo Antonio Luiz do Oliveira Azo-
    v lo, ra da CrUZ u. 1.
    Coiiiiiaiiliiii
    transatlntica de
    Genova
    za, diversas cammodas, marque/.- de dormir, sofas,
    calr iras, bancas, mesa ela Inuc, aparadora! com pedra esein ella, lavatorios, a de lvros sita na ra do Collegio n -JO, c
    outras inultas obras de mircineina e ulonsis de casa I seus annexos.a qual gvrava nesta praca sob a
    ele. p duas nplimas esrravas Mzinlieiras e ensom- (irn:a de Itie n-d da iVoiac k r Mean in ..
    madeiras, mocas de l.onita. fisuras, ele, perten- "? ,.e "1C Ia rei!j? ^ rlc,n.40
    cenes a urna familia que se relir. para a Europa ; b2C, D'>n"g"S l'erreira das .Neves Ou.ma
    aafirn como lamhem fara' leilao de mais dnas mobi- ^:le;,, Corn a nla TUElTRO
    DE
    Santa Isabel

    Sociedade Dramtica Emprezaria.
    TERCA-FEIKA II DE ACOST.
    Subir a scena o drama
    AS HEIOKUS DO DI4B0.
    Em cujo drama loma parle o a-h.ia o Sr. I.er-
    mano.
    Dar' fim ao cipeciarulo a nteres.,,ule comedia
    em um aclo,
    ou
    OS EFFEITOS M EDUCADO.
    I'riiiciiinri ,,s K boras.
    TREATRO
    DE
    lias de Jacaranda', e urna immensidade de objeclo>
    do dillerenles qualidade. que fura desnece.sario
    mencionar, o quaes se acharao euposlos no inpraili-
    lo arin i/m, quinla-feira 13 do corrate as II horas
    da mandria.
    0 agente Borja, d'onlem do F.vm. Sr. I)r. juii
    especial do commerco, a requerimonln dos deposi-
    larios o procuradores licae da maata fellida de D.
    Canuda Mara da Silva Lima, vmva de Delfino
    r.iuicalves Pereira l.ima. fara' leila de iljll cauas
    eom sabio amarello, e iO!) ditas rom prelo, ptrlen-
    eenlai a referida mana, o qoal era' vendido em lo-
    tes a vonlada dus compradores: icxla feira I i do
    correnlo as II horas da manli.n, no anua/em sito
    na roa do Cnllegio n. 15, dosopradito aneute.
    ttoto

    .

    ss'-;~?a-v*
    O vapor sardo COM TE CAVOl'R deve cheaar
    do Km de Janeiro de 1U a 12 do correle, e seue
    para Europa locando em Teneriff, Madeira, LS-
    'oa, Maisellia e (lenova, recebendo passageiros pa-
    r Indos esles porlos : Irala-sc no escnpleiio de l.e-
    ino< Jnior c\- I.eal l.eis, agentes da conipanhia, ra
    lu Turres n. 1.
    - Para Lisboa segu viagem a barca por-
    tugueza Cratido impretervelmente no dia
    21 de agosto: para o resto da carga e passa-
    geiros, para o que tem excelentes commo-
    dos, lr*ta-s com os consignatarios Thomaz
    de Aquino Fonseca Ce lilho, ra do Vigario
    n. 19, primeiro andar.
    tftin-
    Grande leila le moii
    i
    mmwix-
    SEXTA AFEIKA, 1 i 1)0 CORREN I li.
    Jscome t'l\*'ffs, a pe,lito de muilas pessnas lem e
    honra pela segunda vez le epresonlar sen- Irabalhoi
    de magnetismo e inssica apparenle, em beneficio da
    sua lra>ll l.arreciK UlytSBS ; n e aaociado no da 12 do corrente por estenio
    A beneficiada confiada nos pliilanlmpicos sen-
    limenlos de pessoas bio benemritas como sao os
    Ilustres h lu,ni ir- desla cidade, espera obler de seus
    magnnimos carac/ies aquella prulecc,3o que lito dig-
    namonlo as earaclarlaa e de que ja lem dado provas
    de seo agr'decimenlo.
    Os bilbeles podein ser proeuridos na loja do Sr.
    Uourgard, ra da Cadeia do H?r-fe n. 15.
    e iivros.
    O preposlo do agente Oliveira fai leilSo,
    por ordem e coala de una respeilavel fami-
    lia, que se relira desta provincia, de esplen-
    dida mobilia, e de variados objct'S do mais
    apurados golo, quasi todos novos, consis-
    tindo em sofas, ca luirs, dilas de bracos e
    de balanco, mesa de meio do sala, dita para
    cha, consolos com pedra marmore, enfeites
    para mesa, piano, espellios, toiletes com di-
    tos, urna duzia de ca.ieirs, e sola de palhi-
    nha de Italia, mesa de cliaro, lanlcrnas,
    candelabros de bronze com globos de video,
    urna rica frasqueira, mesa de jantar, appa-
    dores, quartipneiras, poi^ao do louqa de va-
    rias qualidades, tanto para almoco como pa-
    ra jantar, garrafas e vidros par agua, vinho
    e champagne, gunda-roupa, goarda-vesli-
    dos, 5 cummodas. marquezas, lavatorios,
    banquinhas para luz, um berco, cama para
    casados, com cpulas e cortinados, ditas de
    ferro, urna linda e moderna secretaria, gran-! 120(1
    de jorco de lvros de litteratura, medicina l o^qij
    e direito, carluira pequea para escriptorio,
    dita de viagem, tren de cozinha, e muitos
    oulros objectos delicados e modernos, e as-
    sim mais urna escrava rom cria de 4 mezes :
    quarta feira 12 do do correnlo, as 11 horas!
    ila DianbSa, no pri) eiro andar do armazrm
    ia casa n. 27, roa da Cruz do llecie, onde
    morou'ullimamunle Mr. Fieroont.
    O a.cute Borja, de ordem no illuslrissimo S>.
    I)r. jmzde erpMoi a ii-querimenlo de lleuriqoe
    Jorge, invenlarianle dos bous deiados pela fallec- !
    da delnquela Emilia da Silva llanta lira' Mlao del
    urna pori;3o de obras de marciueria, ronsisnndo em
    cadenas, mesas, sofa's, marquetas, bancas, commo-
    l.i-, camas de roeuinus.lavalurios de Jacaranda' e de
    amarello. e oulros mullos teosla de casa e um p-
    timo piano, dillerenles ubjeelos de ooru e prala co-
    mo bem aderemos, Iraneellns, rordis, aunis, alli-
    neles, pulceiris, brincos ele, s.lvas de varios lma-
    nnos, nm opliino apparellio para r ha', espevilador de
    vela, colheres etc. ele. : quarta feira 12 do corieDle
    ai II horas ila inauhA i, no armazem do ageule an-
    nuucianle, silo ua ra do Collegio n. I "i.
    1. 11.' ,i de vinho.
    O neeiilo PeM.ina far leillo por
    PROVINCIA.
    O Sr. thesoureiro das loteras manda
    fazer publico, que estao exposlos a ven-
    da, lodos os dias, no pavimento terreo da
    casa da ra da Aurora n. 2, das 9 lio-
    ras da manha a's !) da noite, bilhetes,
    meios c (piarlos, da primeira parte da
    primeira lotera do collegio de Papacara,
    pelos piceos declarados no plano abaixo
    transcripto, o pial oll'erece muila vanta-
    gem aos Srs. jogadores; por isso. pois, o
    Sr. thesoureiro espera que queiram con-
    correr, alim que posta ter estabilidade es-
    te plano, e que tem numeraees a con-
    tento para os compradores, como tam-
    bem o Sr. thesoureiro convida a'quelldt
    pessoas que pietendiam comprai bilhetes
    einjioiviio, decomparccercn na thesou-
    raria das loteras para separarein-se-lhcs
    os bilhetes, meios e quartos que quize-
    rem : a supradita lotera corre no
    de agosto de 1 S.">7.
    Hano
    5660 blheles'va S.sOOO. .
    Beneficio de 20 por cento.
    11111
    dia
    l>
    28:800^000
    5:7608000
    23:010#003
    1 premio. . 8:0005000
    1 dito..... 2:000000
    1 dito..... 1:000.s000
    1 dito..... r.oo.sooo
    ."> ditos de SOOffOOO. OOO.sOOO
    (i ditos le lO.sOOO. 600S0O0
    I- ditos de VCsUOO. 30000
    .")"> ditos de 20*000. 60.S000
    1110 ditos de S.sOOO. 9:I20000
    23:0(08000
    premiados.
    broncos.
    5000
    Os lies priineiros premios eslao sujei-
    tos ao descont dos 8 por cento.
    Thesouraria das loteras 28 <'e julho de
    1857. O thesoureiro Francisco Antonio
    de Oliveira.--Approvo.Palacio do go-
    verno de Pernambuco, 50 de julho de
    I 857.Portella.Conlorme. Antonio
    Leitede Pinho. Thesouraria das loteras
    I de agosto de 18-">7.Jos Januario Al-
    ves da Maia, escrivao.
    Vende-se urna emoa nova, propra
    para coii-Iuccao de familia, lumbem pote
    servir para capim, ou barro ; na ra da
    Concordia, a tratar eum .Manoel Firmioo
    Ferreira.
    --- A' loja deScralim IrmSos, ra do
    rcsponsavel pelos papis da mesma socieda-
    de, e isto a contar do oa 31 de julho prxi-
    mo passado, em que leve lugar dita dissolu-
    cao. ecife i do agosto de 1857.Ricardo
    de Freitas llibeiro. Domingos Ferreira Jue-
    ves Cuimares
    - Precsa-se de um caixeiro brasileiro,
    que tenha pralica dafazendas e iiue queira
    ii para Macei, nao duvi lando dar-se-lho
    bom ordenado : a tratar na roa da Cadeia
    do IteciTe, loja de forragons n. 55.
    ---l'recisa-se de um caixeiro tiara urna
    fabrica de velas, para traballiar na mesma,
    preferndo-se portuguez, o dando Sanca a
    sua eo duela ; na roa Direila n, 59.
    Precisa-ae doalugar urna escrava de
    boa conduela, para tratar de urna sala, e
    cuidar de urna enanca na ra do Cibuga
    n. 11.
    Deixaram um balaio com rntipa, fra
    do balciio da taberna da travessa do P.iraizo
    n. 10, quem for seu dono dirija-se a mesma
    taberna.
    lima mulher si>o1a offereco-se para
    criar urn menino em sua cesa, prometle dar
    bom tratamenlo : na ra Novan. 28, se dir
    quem be.
    - Troca se um primeiro andar na ruado
    Rangel, po- nutra casa en bom lugar, anida
    que seja terrea ; quem liver anntincie.
    l>escji-se alosar um silio peo/icno,
    nos lugares F.slanca, Trempe, Vondcgo ou
    Sol lade : quem o li?cr e quizer alagar, di-
    rija-se a ra das Flores ti. 1!), que se dir
    quem precisa
    ATfT.NQAO.
    Consla-me que a miiiiia escrava de nacSo,
    do nome llosalina, com idade de 38 anuos,
    eom denles quebrados na frente, alta, cor-
    polenta, com as lellras I', o I'., no braco es-
    querdo, a qual foi escrava de Luiz Pires Fer-
    reira, se acha refugiada no Cabo, e:u um
    dos engenbos, nao obstante ter o lllm. Sr
    Dr. clicfe de polica olliciado para urna das
    autoridades daqnelle lugar afim de manda-
    la capturar, m-,s lr. o presente nao so tem
    effectuado ; por tanto, roga-se de novo a
    qualquer pessoa que a encontrar, aasi a co-
    mo as autori Jales.quea appreheo lam o con-
    duzam a presenta do dito Dr ebefn de poli-
    ca, ou a sua senliora li. I.uza Kpiphania da
    Conceic&Of na ra dos Mirlyrios n 18.
    l'm rapaz Brasileiro. de isannos de
    idade, e que sabe traduzr f-ancez e iuglez,
    alem de oulros esttiilos, olTerece-sc para cai-
    xeiro de qualquer casi estrangeira, ou para
    serempregado na estrada de ierro, alem de
    dar dador a sua conducta : quem precisar
    annuncio
    Precisa-so de urna ama para casa de
    muilo pouca familia : na ra do Hospicio
    n. 31.
    - Precisa-se de urna ama forra ou cap-
    tiva, para lodo a servido de casa de pouca
    familia : na ra de Hurlas n. 10.
    AttvjicV.) ilos reiijriost>s
    Fazem-aecapas, batinas, chamarras c ca-
    pas Viatorias, do uso da Haba : na ra Vc-
    Iha n. 8i.
    Vendem-so I vaccas de leite cntn crias,
    que renilem de 12 a 15 garrafas de leite dia-
    rio, laiiibem se dir quem compra u'na casa
    terrea com commodos, ou quo-n il dinhoiro
    obre ppuhoresdc ouro : na taberna gran le
    ao la lo da igreja ,1a SoleJale.
    - Vende-se um bonito negro de jan-
    nos de ida le, ,r.ip, io pira engenho : na ra
    da Floreiiliiia.casa ctivi ira jada, defronte da
    cocheua.
    - Na ra ila l'enba n. 2 A, primeiro an-
    dar, fazem-se diversas comidas para almoco
    jantar e ceia ; lam bem se maula levar a
    casa dos freguezes conforme o ajuste Na
    mesma casa precisa-se alugar urna ama e
    tnma-ae u q menino para caixeiro
    _ -- ligio in noite do iba 7 do corsete
    mee de agosto o escravo Severino, crioulo,
    idade 18 anuos, cor brstante preta, baixo,
    grosso do corpo, ladino, con principio de
    alfaiate, e iiititula-se por forro: quem o pe-
    gar leve a son scnlior, morador na rui das
    Aguas-Verdes n. 50, quesera recompensada.
    Precisa-se du um caixeiro ; no deposi-
    to da ra de S. Francisco n 6.
    --- Antonio Ignacio de Mcderos vai i Por-
    tugal acabar de roslabelccer a sua saude
    Na olaria do FundSo, na ra da Gloria da
    Bea-Vista, vende-se lelha, jolo de ladrilho,
    alveuaria batida c tipamento, mais em cen-
    ia do que em nutra parte: dinheiro a vista.
    Vandc se urna "ai ,-.", i que foi de
    loja de miudezas : ua ra da Cadeia do Re-
    cife n. 11.
    Na ra Augusta, taberna di 5 portas,
    vende-so carn do sert.no, a mtDior possi-
    vel, oelo barato preco ,|c nina patacs a li-
    bra, assrn como lingu'cas muito boas do
    serlii, pelo preco de 960 a libra, qneijo de
    coalha a *t0 a libra, azeite doce de Lisboa
    a 560 a garrafa, o tu lo mais por prec. >a coal-
    mo los, a dinheiro a vista, sendo cobre me-
    Ihor.
    Ven le-se urpa casa terrea, sita na ra
    das Aguas-Verdes, confronto a igreja de S
    Pedro n >i, urna mulata de bonita figura,
    que engomma, co-,e-e cozinha, urna negri-
    nba do onza aunos, tambem bonita: quem
    pretender, dirija-se ao aterro da boa-Vista
    n 2i, primoiro andar, o.ide encontrar com
    quem tratar.
    Aftencao
    Ven le-se urna linda crioulinha de 15 an-
    uos, mallo honesta, propra para alguina
    casa de familia por ser recolhida, o fcil de
    frmar-se a vouta le do quem a queira pos-
    suir: quem a pretender, dirjase a ra dos
    Marlyrios n ti, que la se dir
    i\a roa do Quei-
    m i io, lojii lo itiiKe-
    Z:ll n, 2i>
    Ven lem-se Cintos de borracha de tolas as
    quali ia.les para homein o meninos, suspen-
    sorios finos e ordiua ios para homem, lin-
    tel MS de porcellana muito ricos para cmi
    de mesa, podras p ra pesar papis, muito fi-
    nas, om tolas as personagens da Europa,
    estampas de santos dotlos os tamanhos,
    do -2 a 5 palmos, ditas de vislas da guerra da
    Crimea,de 2a 3 palmos, espedios para pa-
    rale e :e lo ici.lor, c&icotnhos para mon-
    tara, I uvas d; todas as quali la.ies para ho-
    mein, senliora e meninas, candieiros de la-
    ta o proprios para os senhores acadmicos,
    penies de tartaruga de diversas qualiia les,
    ditos a mitaejio de tartaruga, dilos ditos de
    Lisboa para tirar pioltio, bengalas imitando
    c^nua, jogos de bagatelas
    ios senhores de
    to, e pendem na cidade do Porto, e reino de
    Porto gal.
    GB1MTE PORTUGUEZ
    DE
    A directora do Gabinete Portuguez de
    Loitura nesta cidade, tendo de solemnisar o
    sexto anniversaro de sua instaIISCiO, sab-
    ba lo, 15 do corrente, declara a todos os se-
    nhores associados que n3o haver expedien-
    te des le 13 al 17 do presente mez. Pernam-
    buco 8 do agosto de 1857.O. secretario,
    Augusto Duarte de Moura.
    Precisa-se de um caixeiro para loja de
    fazendas e molhados, para o Rio Formoso :
    a Iratar na ra das Cruzes em Santo Anto-
    nio, sobrado de um andar n. 32.
    i Gustavo Jos do llego declara que loto
    l->600 llisslv'110 amigavelmente asocie lade que
    tinha com 0 Sr Manoel de l'.airos Barreta em
    urna retinarla de ssucar, e que gvrava do
    bxo da (irma de llego & Brrelo, icando o
    socio Barreto de post-a da mesma refinacSo
    o responsavel pelo passivo da extncta so-
    ciedade.
    Aluga-se urna casa terrea na cidade
    de Olinda, na laadeira da Misericordia n.
    19, prompta de ludo, piolada o caiada : a
    lallar para nrorrear, com o Sr. Antonio Luiz
    Conzaga, ra de Malinas Ferreira, o para
    reqeber a chave, na ra do Rangel n. 21.
    Manoel de Barros Barreto declara ter
    dissolvido amigavelmente a sociedade que
    tinha com o Sr. Gustavo Jos do Reg em
    urna refinaria deassucar, e que gyrava sob
    a firma de llego & Brrelo, ficando o annun-
    cianto de posse da dita refinaria, e responsa-
    vel pelo passivo da extncta sociedade.
    Na ra do Aragao n. 19, segundo an-
    Jar. aluga-so um escravo perfeito c.nzinhei-
    ro de forno e fogao. e pela conducta do
    mesmo se respoasabihsa o dono.
    -Pelo prximo vapor sardo s a cea so
    qualquer quaolia sobro a praqa do Porto,
    a vista ou a prazo de 30 ou 60 dias : no es-
    criptorio de Thomaz de Fara, ra do Traoi -
    che n. 40.
    /luga-se na ra
    do Quehiuido
    umi sala muito bem arranjada e muito gran
    de, em um primeiro andar, muilo propria
    para escriptorio : quem a pretender, dirja-
    se a mesma ra, loja de fazendas n. 33 A.
    PundigAocta ra du urina
    ii. <8.
    Na rundico da ra do llrum n. 28, preci-
    sa-se de olliciaes de cildeireiro, serralneiro,
    e latoeiro ; assim como de um caixeiro para
    cobrancas que d fiador a sua conducta.
    U ur. ,l i i .l,i.e Damaiio medica, Finte '*r &
    lili-
    Gabinete ptico
    ATERRO DABOHISTAM.
    O director deste salo, participa a seus
    Ilustres favorecedores, que ten lo-se de re-
    tirar desta provincia,offorece-lhes esta sema-
    na urna agradavcl ezposlcflo de vistas no-
    vas.
    GUERRA DO ORIENTE.
    1. Os fiis retratos das primeiras perso-
    nagens do mundo
    S. M. Nicolao imperador do todas as llus-
    sias.
    O grande duque Alexandre,principe e her-
    deiro.
    O grande duque Constantino, grande al-
    mirante.
    O grande duque Miguel.
    O grande duque .Nicolao, acompanhado de
    seus generaeselc. etc.
    M^la^ I >clWu.Pr "'d'!0"n Cabugn. 11. chegaram novas -ulceiras de
    pcrlenrer de ,S brrl com superior vinbo d.. I'urli. : transas e .ulereos He l.ril anisa lina m-ii<
    qu-rla-feiraia,lo corrale as to boras da manl.aa ,,?,,'** *' i ,?^,at^ i '
    na porta do arme/em do Sr. Aunes .iefronle da al- bel,0s 8?l0 tandega.
    Lenao
    Esplendido de
    engeiu.^.
    No becco do Goncalves, armazem n. 10,
    de Jos Duarte dasiNevs, vende-so a mais
    superior fariuha de trigo, em meias bir-
    ricas.
    Vende-se um cabriolet quasi novo,
    com lodos os seos pertcnees, na rna da Sen-
    zala Velha, na coeheira do Sr. Joaquim P. P.
    da Silva : ple-se tralar com o Sr. cnsul
    ameiicano, ou na -lila coeheira
    seude-se na loja da esquina que volta
    para a roa do Collegio n 5, cobqrlas de chi-
    ta de todas as cores e qualidades a 23,500 rs.
    cada urna, riseados Franceses a 2'*0 rs o co-
    vado, cambraias prelas proprias para luto a
    200 rs o covado.
    Vende-se ua loja da e-quina ia ra do
    | Crespo, uue volla para a ra do Collegio,
    i chapeos de sol d panuinli') pro irios para sa-
    I nhora e para meninas rom paia a escola a
    19500 cida um.
    >0 BOM E BRTO.
    Na loja de fazendas da ra do Crespo n. 5,
    I esquina que volta pira a ra do Collegio,
    1 ven iera-s, corles de casimiras de boa qoa-
    lidade e bonitos pa Irfies a 45000 0 corle, e
    na mesma loja sevendem colchas branca*e
    adamascadas, c toalhas para mesa a 4? cada
    urna.
    40 BARATO
    Vende-se madap >l3o com toque daavaria
    a 13800 rs a pega : na ru i do Cres..o. loja
    da esquina que vola | ara a ru i do Gollo-
    glO II. 5.
    --- Vende se o ponto do pal "o do Car.ro
    n. 18, muilo acrellado para vender bilhetes
    e charutos, e muilo proprjo para um deposi-
    to ou confeitaria : queai prctenJer, dirija-se
    ao mesmo.
    Ven 'n->e tres meias ai; las no Cam-
    po Verde por 1:8001000, que renden! I8JO00
    mensaea quem preten ler, dir:ja-se ao Cam-
    po Verde ni segunda t iberna.
    Loleri \
    da provincia.
    Soiio grande 8:000|000
    lose Soares de Azevedo, professor dt
    Ungua e Litteratura Nacional no Gynv
    nano desta cidade, mudou a sua residen-
    cia para o Largo do Collegio o. 57, on-
    de tem aberto um curso de Philosopliia
    e outro de Lingua France/.a : as pessoal
    (ne desejaraem estudar urna ou outri
    destas disciplinas, podem duigii-se a iu-
    dicada residencia, demanhaa, ate a's 7 ho-
    ras e maia, e de tarde, a qualquer hora
    Precisa-se de pessoa que se cnearre-
    gue de lavag m e ugoinmado de roapi
    de hornera, com muito asseio e muiti
    perleirao : a drgir-sc ao Largo do Col-'
    legio n. 7, segundo ou terceiro andar.
    - Do porto do Pocinho desapparecei
    urna canoa de carreira bastante usada, e ten
    urna chapa de fero larga a proa : quem
    achar, pode leva-la a ra da Concordia a en
    fregar a Manoel Krmino Ferreira, que grati
    lesr
    Envcrnsa-se mobilia muito em conta
    no pateo do Carmo n. 24.
    C. STARIt & C
    respeilosamente annunciam, que no seu ex
    lenso estabclecimento, em Santo Amara
    conlinu'a a fabricar com a maior perfeic>
    e protnplidao, loda qualidade de machinis
    mo para o uso do agricultura, navegado
    manufactura, e que para maior commodo d'
    seus numerosos freguezes o do publico er
    geral, lem aberto em um dos grandes arma
    zens do Sr. Mesquita, na ra do llrum, aira
    do arsenal de marinha, um
    DEPOSITO DE MACHINAS,
    construidas no dlo seu eslabeleciineuU
    All acharao os compradores um complot
    sorlimenlo de moendas de canna, com todo
    os mclho'anientos (alguna delles novos
    orignaes a que a experiencia de muitos an
    nos lem mostrado a necissidade. Machina
    de vapor de baixa c alta pressao lachas d
    todo lainanho, tanto balidascomo fundida;
    carros de mao e ditos paraconduzir frou
    ,le assucar, machinas para moer mandioc
    prensas para dito, fornos de ferro batid
    para farinlia, arados de ferro da maisappro
    vada construcijo, fundos para alambique!
    crivos e porlas para lornalhas, e urna infin
    dado de obras de ferro, que ser enfadonh
    enumerar. No mesmo deposito existe urc
    pessoa intelligeiilc e habilitada para receb
    desenhos, e instrucQes que forem for-ll
    nocidas.
    S STIEUIEL ii C Itaiiqneiroseiu
    gociantes, eslaltelecidos lia muitos anm
    ein Londres, tecn a satisfcelo de pa
    ticipara seus correspondentes e ao publ
    co, que Acabam de (uudar casas filia
    nos principaes portos e distritos mam
    (aelureiros de Franca, Alemanba, Ilelg
    ci e II >ll,iii! i, conservando uli*m dis:
    de retirar-
    por inter-
    ^naiao
    mobilia
    II. & A. de Morn,i\ (enclo
    separa a Europa, tara' leilao
    veneno do agente Pestaa, de todas suas
    mobilia;, consistindo em urna moltilia de
    ! inogno de gosto moderno, contendo urna
    conversadeira, um sof', duas mesas de
    alias, doze cadeiras, urna cadeira estufa-
    da com bracos, oito dilas pretal doura-
    das, duas dilas de Efamburgo. lima mo-
    bilia de Jacaranda' com dous sofa's. urna
    mesa de sof", nina dita para meio de sa-
    la com podra, dous consolos com pedra,
    doze cadeiras, duas ditas de bracos, urna
    dita de balanco, dc/.oito ditas italianas ;
    das seis
    m frente
    rain ei to
    (!o Li-
    Antonio de Almeida Comes, saca so-
    bre a praca do Lisboa ; os preleodentes di-
    njam-se ao sen escriptorio, na ra do Tra-
    piche Novo n. 7'i, segn lo andar.
    jO0..^OO-O0:K^y:yy::;:-: "sr *8- bolacliaa Uo a l r,
    :,''i O abaixo assignado continua a ;-
    it'< maullar lazer aUrros, c botar ca- .;';.
    ; .- noas de areia para obras ; o mes- ^
    . mo tem duas casas terreas para ,->
    " alugar em Santo Amhro no correr jj*
    3^000.
    Curtes de casemira cora pequeo deleito a
    39000, palitos de panno lino prelo* e de co-
    res a iojou, tem porcSo para escolher.
    Vende-se na piulara da roa larga do
    . bem
    torrada.
    <>ii l-I ftira Il (lo CF'" isua.s rl0|,l''as asas anteriormente estab
    llecldas as cidades mais importantes,
    -rente
    jtri.ii :.
    ra loteria el
    c : xtracyao da
    . [MI I a
    Ja (ii iinoi-
    '.i lacas; ,
    L
    i vine.
    O
    licin 'cao do Mou ei
    No deposito desta refinaria, na rui da C-
    doia do liecif i n 30, ha sempre assucar re-
    ,L Onado de superior qualidade, por prego de
    Ua ra da Aurora : a lallar com fe;6S000 a arrolla, dando-so um abato* a quem
    o mesmo, na casa de sua lesiden- <" comprar mais de 10 arrobas por semana.
    Ca. Jos
    Costa.
    Goncalves Ferreira

    No dia II, as 11 horas, na sala das au-
    diencias, s hSo de arrematar, depois .!. fin -
    mm,m. m. -r ^ ^ da a do Sr. Dr. jui/ de ausentes, 23 palmos
    ^ -.} :'f '.J v^-.[t-\';;*;;-; de terreno, sito na estrada de Belem, junio
    v. .... a. ca.. a.r ,.>.. do sitio de Manoel Alexaudriuo de Mello Al-
    +J&\?&?^.2S&~* |;.r.en1ne, p-rtencente a l.eranca jaecnte
    riores liirh s hamliurgueas, em porSao e a relalho. C Januar"> 'OS* das Ncves.
    Vnide-s aa ra dt Cadeia n. 8, superior -- Previnc-sc a todos os sanhoros relo-
    prrl4niapori.lcoaainlairoait0ri.iam.i,ol.jetoi joeiros que nilo comprem nem facam ne-
    por |irro roinmodo.
    (Illercce-se om rapas porlo^nez para raixeiro
    de valida, ou oulro qualquar eslalitlecimenlo, para
    lomar conla por bataneo ou sem elle, para o que tem
    bstanle pralica : quem de sen presumo sa qui/er
    uiilmr. dirija-se a venda da Kibeira n. 1, que laz
    e-quma para a roa do l-agiiiides.
    nbum negocia com om relogio suisso de n.
    4991, que foi perdido no da 9 do corrente
    desde a roa do Hospicio at a l-'aculd ,1 i de
    Direito, ou dentro do Collegio ds Arles:
    quem o acbou, quercnlo restituir, diriji-sc
    a esla typographia, que se gratificar.
    0 aliaix', a*iaoadOi inqnalidride ile '1,-1 '-ja 'o nes-
    ii i rotinri a la eompaohia I.uao-Braaileira d acto-
    cia il n neaseioa mire o Brasil, Porlugal e liorna,
    previne a qu-in conver, que se arin habilitado
    iiicinnliir--1 da mandar promover cima pos-avrl i>o-
    licilude e breviiUde a rcallMCSo 1e r-rl imaee', in-
    leroiaM. '*n obler inforina^oes le i,unfqupr neo-
    co pendan!** no imperio.....aqnellet etladoi, mc-
    dianlc ai tezainle) v al igem c-ialie ecida no arlig i
    . l'i ao reanlMnenlo inl >rno di mean i aMoeiacaV, no
    cato de ali-anrar-se o que prelen ler iln :
    'i Arl. tfi. Se o InleroMido quer t >rrpt com Indas
    as detpeiis, (ara I i o inlreoji da :Ii> >-> mi) para ella,
    e naala primeira ba-c lea eompanhia de/, p ir cen-
    lo lo liiiui 11 pro luc i ia reciairuc.li'.
    Se O inleress.idii b QJQer fazer melade dj de*-
    titis, fara Ion* aolrega de r-ojooo pora ellaa,
    oeala teouudi ba tem a eompaaliia vinleeelaeo
    |,or enlodo liqu do producto da reclama,;.!', de-
    uoil ila liradas as deapeai do lolal
    ,( Se o Intaraiiada so di seu direito, c o prinvi-
    roi doeumenlii, corren,lo por conla da eoinpanhia
    loda a proler;So, dirercSo edeapea, lemacompa-
    nlii i neala terceira oluma Itaae cnuni-nia por cento
    do liquido pro lucio da reclatnar/io, depoi de lirada
    a- deapeaii do lolal.n
    1 l-i poalft,aa peaioii que preiitaram do prealimn
    do abaifO aicnado para laes encarson, qneiram di-
    riair-M aoaei atcrpleria na ra do colleqio n. 17
    primeiro indar, em lulos n% dias utiif.
    llecile 10 de '_ -t de Is
    AiiIodo de Viaroncelloi Menetea de Diummoad. Adamaoo Howie o C.
    portos mais commerciaesdalir-bYetardi
    e eslao em posicao de ofierecer grand
    vautajens as pessoas que possam necesita
    assim em Londres como em oulro ua
    "pier poni da Europa, de urna casa pai
    compra ou venda de rticos, bem con
    para os nefjocios de Iransaccao de credi
    e banco de qualquer genero.
    As pessoas que nao lorein conhecidasd
    anniiiiciaittfs lieve ao acomprnliarsuas o
    dens cora os fundos Decenarios para si
    ex tuccao ; (cando entendidas bue os ai
    nunctantes nao teem dilliculdade em ac
    antar 73 ('0 sobre os eneros recebid
    antes de sua \e:t(la.
    Os precos correutes e mais informaed
    coinmei ciacs, rpie lorein pedidas, sen
    enviadas gratuitamente, salvo o porte <
    correio, podendo dirigir-se aos aunun
    antes.
    Scins
    patente nglez.
    Sao clie^ados e arliain-se a venda o verdideii
    e bem condecidos sellins inglexes patento : na r
    ,lo Trapiche-Novo n. 12, armazem de fjicndis
    .
    MUTILADO

    *
    ILEGIVEL
    -






    C0ISDLT0R10 HjIEOPATHICO
    DIAK10 DE PERNAMbTCO TERA FEIRA II DE AGOSTO DE 1837.
    I
    (>idesechmsompreosm^aM^d~slSdicT)^^f^n**em tinturas im
    m glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por procos bastante commodos T
    rUEC^OS FIXOS.
    Botica de tubos grandes. .
    Dita dea *
    Dita de 36 > >
    Dita de 48
    Dita de 60 s
    Tubos avulsos a.....
    Frascos de tinturrademcia onca
    Manual de medicina homeopathica da Dr. Jahr'com
    cionario dos termos de medicina ; .
    Medicina domestica do Dr. Henry .
    Tratamento do cholera morbus ,
    Kepertorio do Dr. Helio Moraes.....
    man.
    ?; PEORAS PRECIOSAS. I
    e
    Alicrejos de bullanles
    <- iliaiuaulet e perolai, pul- f
    I Mira*, aliiiieies, brinco *
    J t ruzelaa, boldet e aoaeit S
    le diflcrentei gostos e de S
    * direrui pedrai de valor. B
    > i'
    Compram, venden) oa Si .l/.u #.,,,__ ^
    * trocan) prata. oaro, bri- i "OS OS Vap.T Sdfl. Ell-
    _v llianles.di.imaolese pero- ,1. rnnn ni.nl, 1
    * la-, e culra qoae-qufr i >0|)a rf S O i) IV. S (I O mtilS
    * joiaadevalor, a dii.lieiro $. iurtrlot-iw *.?.... *
    ouporebr*s. *oaerno gosto, tan-
    I0KEK1 *
    WJ* kl SliHIVal
    Rua do Cabuga' n. 7.
    iecebeiLi por to-
    t0/000
    159000
    203000
    259000
    305000
    19000
    29000
    odie-
    20&00*
    1 10/000
    2/000
    6foOO
    OURO E_PRATA.
    i Aderecoi completos de S
    S ooro, mcios ditas, pulsei-. *-
    ras, alnele. btincoi
    9 rozelas, eordes, trancel- $
    f$ lin, medalhas, correnles 1
    Sj e enfcitei para reiogio, e j*
    Jj o Jiros iDDilos objeclfs de
    | ouro. -
    gj Aparelhos complcloi de I
    s; prata para eb, bandejas, :
    salvas, eailicacs, colheres X
    jj de sopa e de cha, e mei-
    g los mitins ortelos de ?
    s**fe* to de Franca como |pa?-
    * 8i*illlWlllWMIBIJuitllJtjaBfflEBaal
    de Lisboa, as quaes vendem por
    pre$o eoiumodo como costaniain.
    Extincto
    O Dr. Ignacio Firmo Xavier Taz publi-
    co, que mudou sua residencia para o seu si-
    tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
    norte da estrada entre a ponte grande e a do
    Chora-menino, e abi tein preparado urna
    rasa de saude com todos os commodos para
    o tratamento de cscravos, cujos senbores
    residam lora da praca, ou "que n3o os pos-
    sam curar em suas propriss casas : quem
    para isto quizer-se utilisar de seus servicos
    mdicos, que serSo deserapenbados coih o
    maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
    9, primeiro andar, ou no referido sitio da
    Magdalena. lreco2/000 diariosexceptu-
    ando conferencias, sanguesugas a opers-
    ces.
    I ftio-Formoso.
    O Dr. Joao Honorio Bezerra de llene- @
    t> jes, medico pela Faeuldade da Babia, lem Si
    tfft filado sua residencia na cidade do Kio-For- .*
    ,., moso, e de novo euerece seus servidos i lu- '*;
    '& das as ptstoas que o Lonrarem com sua con- ?j?
    SEGURO CONTRA FO*JO.
    Companhia Allianct.
    Estaheleeida cm Londres, em maroo da 1824.
    Capital cinco milhes de libras esterlinas.
    Saanders Brothers & C., ten a honra da in-
    fernar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
    a cjuua mais convier que esto plenamenia au-
    torisados pela dita companhia para eflecluar segu-
    ros sobre edificios de ti jlo e pedra, eobertos de
    telha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
    . os mesisos edificios quer consista em mobilia ou
    fazendas de qualquer qualidade,
    JOH.1 GATIS,
    corretor geral
    E GEME DE LEILO'ES COMMERUAES,
    n. 20, ra do Torres,
    PRIMEIRO ANDAR,
    praja do Corpo Santo
    RECIPE.
    O
    O
    W >_>a mesina casa lem agua e pos denlriliceY J
    Tasso Ir mos.
    Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
    Urinhas do trigo Richmond chegadas ao mer-
    -a.ro, sao vendidas em seus armazeus, pelos
    seguintes pregos : H
    llaxall 35g500 idetn.
    O Dance 2*000idem.
    Columbia 230U0 ideni.
    Alem destas tem farinhas novas de Tries-
    ..i h raarC88SSS''- Fontana e primeira
    quahdade ; assim como completo sortimen-
    va Orleanse Ualtimore.
    Na fimdt;ao da
    de serventes forros ou esci-avos,
    serviro debaivo de cobetta.
    --- l'recisa-se de um cozinheiro : no lar-
    go do Hospicio junto ao quartel, casi do de-
    semhargador Mendes da Cunl.a. l'aga-se
    bem agradando o servico.
    ESTRADA DE FERRO:
    to Rci/e 8, Francisco
    LIMITADO.
    Bitiicti de ernambuco.
    Os Srs. accioniatas do extincto Banco
    de Pernambuco sao convidados a recebe-
    rcm, do dia 51 do coireine em diante, o
    dividendo fcito pelo Banco do Brasil, re-
    lativo ao semestre findo em 30 de junlio
    ultimo, na razao de 12>70o88 rs. por
    accaorealisada, e bem assim o de 6j{0
    tambem por accao realisada, feito pelo
    extincto Banco, no im de sua liquidacao ;
    para o que se acha antorisado o tliesou-
    reiro da cai\a filial.Joao Ignacio de
    Medeiros Bego. secretario.
    m Or. Francisco de PaulaBap- ^
    @ tista, tem aberto escriptorio para
    @ advogar, no primeiro andar da @
    @ casada ra dasTrincheiras n. 19, M
    por cima do cartorio do escrivao @
    Baptista.antigamentedo Tallecido $$
    Bego; eahi, daslboras dodiacm fi
    ^ diante, esta' prompto a ouvir a ^
    @ lodos, e a recebar as causas de to- g
    dos que quizerera procurar seus Q
    tf serviros de advogado. ^
    Mtt99@9 m TC&8&
    O briguo nacional Argonauta precisa
    de marinlieiros brfslleiros para sua viagem
    ao RioCrande doSul,
    Lotera
    DA

    Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado, *e?i*2J38Q-s J^flS***
    advogauo e procurador liscal da thesouraria :" Vendem-M veelimeatai de seda e cambraia g
    provincial, mudou o seu escriptorio para a K de brilbanlini para meninos e menin< de :l
    ra da Cadcia de Santo Antonio, casa nova 5 '' '"""<' ''m rom" chapoi de sed i e de pa- W
    ;; Ihinha, lodos(iifeitadot egoarneeidoade bico
    : ; de blond con/orme as uliimat ni.) i.'i. de I'aris: Si
    S{ na ru.i do Cre>p), l>>ja snisrella n. i.
    da esquina, pertenccnle aos herdeiros do
    commendador l.uiz Gomes Ferreira, onde i
    pode ser procurado nos dias ulcis. das 10!,,,.
    horas da manliaa, as da tarde. 89?v- 3ST-3areS4;@
    -- JosJ Bernardo Galvao Alcoforado, de e bo". n^rtl^ r,Tll- novf-S"r
    volia desua viagem a Europa participa a oa. Por prego commoio : naruadaPra
    seus clientes, que pode ser procurado em
    Vendc-se kirsch, absintbio da bem co-
    [nheada marca Lecoultre: na ra da Cruz
    Vende-se na ra da Madre de Dos
    In. 12, armazem de Novaea & C, barril
    , de Ierro, ou cubos hidrulicos ; para de-
    Caf
    do mais superior que vem a este mercado :
    vende-se na ra do Amorim n. 58.
    - Vcnde-e carne do sertao;'iToTaTg"."rda,Positasdefe/-es. a preco commodo.
    ia,
    6
    Paulo i ..n-.....iv dentista, ra Nova n. 41 :
    Aurora piecisa-sc
    para
    .asa de Saudel
    DO DB. O
    nm A\T0\0 CESAR, S
    de (ioianna, becco
    m

    Na cidade
    do -.
    (
    Pavio n. li.
    Dr. Padre Aatenie Cesar recebe pe- '
    j ><>< doeuies para iralar era so-i easi ja' Z
    % Z'ZV''"'S\P''"""'" 1*'"np,|,Br \. ;,
    - binecoM medical com moilo l e aclivida- @
    '.? """ iWj
    l'rcro diario.
    I'esoat Jvres. 35.VH) fe?
    Fabrica de iia^io e lculos
    de agotiao.
    Os socios gerentes desta companhia, pre-
    san, comprar cal, t.jolo, telha, arOa na-
    ura, dele, cm pranchOes eem travs, e
    "sm,,Si ealbros e ri p)ra
    -onvidain as pessoas que negociara nestes
    .iiciis a dirigir as suas proposlas por car-
    1 lechada, ale 13 de agosto prximo lulu-
    '. "o escriptorio da sociedade, ra do Tra-
    ^di.H.fi' *.nde Ser3 bertas cm sessao
    pgstjaaBfti6ar
    caixa
    ; <"' oaiica de i\ riiniii-
    buco.
    A direceoconvida aos Srs. socios, para
    to da I a 1:, doimv.de agosto, reali-
    cen, as sua entradas subscriptas, alim
    mecarem asoperaoie; tanto os so-
    ios ja inscriptos como os que pretende-
    ser admitbdos, se dirijam ao 8r.
    oBaptista Fragoso, tbetoureiro daso-
    0< directores da Companhia da Estrada de Ierro
    qumia^cnaniada de duas libras esterlinas, ou ris
    1?i7 sobre cada ac;5o na dita eompaobia, a qoal
    deve irr paga al o da 24 de agoilo do crlenle an-
    no de 18o, .no Rio de Janeiro, em casa dos Srs.
    Maua Mac. (.regor A C. ; oa Babia, em casa dus
    srs. &. s. avenporl & C, o em Pernambuco, no
    efcriptorio da Companhia.
    O accionisla que nao realisar o pagamento den-
    tro do lempo iudicado. podera perder lodo direlo l
    accoes nobre as quaes o ojio pagamento nao se liver
    etlectuado, e em lodo caso lera de pagar juro na
    razao de ciuco por ceulu no anu, e de'n.lu receber
    juros ou dividendo da companliia pelo lempo que
    decorrer entro o dia indicado para o pagamento e a
    sua reahsatao.
    Nenbum auto de transferencia pode ser registrado
    antes do pagamento da chamada.
    Por ordem dos directores. James Templelon
    i' 00a, soperinlendeute.
    O aaixo assignado, possuido do
    maior empenho de se descobrir os auto
    tes e cmplices do horroroso assassinato
    perpetrado na pessoa do seu mui presa-
    do amigo Tbomaz Golla, vice-consul de
    S. M. Britannica nesta cidade, oll'erece
    dous contos de res a quera Ihe prestar
    qualquer esdrecimento exacto sobre es-
    se lacto, 011 nesnio o conhecimento de
    algumacirciimstancia.oii accessorio delie,
    de modo que se possa averiguar a verda-
    de, assim como asseguia, sob sua palavra
    de honra, o mais inviolavel segredo, a'
    uem fizar qualquer dessas revelacoes,
    pois he bera possivel chegar-sc ao lira
    desejado, sera declarar-te donde ellas
    procederam.
    Consulado Britannico 11 de julho de
    1857.H- Auguttus Cooper, cnsul.
    Fabrica (ie iafao e tecides
    de ai^odo
    provincia.
    Worte ora,Hio UMOOyOOO.
    Oaboixu assig ado veo-
    de os seus bi I he tes garan-
    tidos, pelos precos abaxo
    notados.
    Bilhetes 9#500 recebe 8:()0.s00
    Meios .sSOO .. i:000,s00t
    Ouartos SjfiOO n 2:000x000
    Emquantias de 100,000
    para cima, a dinbeiro a
    visla, tiij si ti escriptorio,
    na da Gadeia (o Recite
    ii. SO, primeiro andar, pe-
    los seguiutes precos.
    Blh(;tes f750 recebe 8:000x000
    Meios 4,si00 .< 4:000x000
    Quartos 2x200 2:000x000
    P. 'i Itdymt.
    - g Aviso aos-enhores de @
    @ enenlio.
    6*-4 Antonio Jos Maoririo, ora residente
    seu escriptorio, ra da Cadeia de S. Antonio
    casa nova da esquina, pertenccnle ao* her-
    deiros do commendador l.uiz Comes Ferrei-
    ra, onde em sua ausencia encontraran) os
    srs. Drs Cypriano Kenelon Cuedes Alcofo-
    rado e Antonio Jusc. da Costa Riheiro. Re-
    cae 5 de agosto de 1857.
    Atteiic&o.
    O abaxo assignado declara ao curioso au-
    tor do annuncio publicado neste Diario n.
    I6U do mez ultimo, sobre o lebate dae let-
    tras pertencentes aos herdeiros da Tallecida
    Mana Francisca dos Afijos Rastos, as quaes
    loram extraviadas, que o faci do extravio
    dessea ttulos nao tirou o dominio, que so-
    Dre elle tinha o mesmo abaixo assignado,
    nern ltie pode tolher. que com as referidas
    curas se possa efTectuar qualquer licita
    transacQao, salvo sendo esta praticada por
    quera a extraviou, que bem parece ser o pro-
    pno autor daquelle annuiicio, que desl'arte
    procura cobertar-se de alguma tranqui-
    be.rnta, quo pretende talvezrealisar para
    auferir as vantagens do seu extravio, com o
    maior abuso de conlianca, que cm sua res-
    peilavel pessoa depositou um seu prximo
    prente infelizmente ceg. Recifo 4 de a-
    gosto de 1857.
    Joaquim Concalves Bastos.
    Oflercce-se para criado, ou copeiro de
    P"
    0
    TACHAS PABA ENGENHO
    a rundicSo de ferro de D. \V. Bou man
    na na do Brum, passando o cha-fa-
    riz, continua a haver um completo sor-
    timcnto de tachas de ierro fundido e bati-
    do deo a 8 palmos de bica, as quaes se
    echara a venda por preco commodoe com
    ptomptidao, embarcam-se ou carregam-
    se cm carro sem despezas ao comprador
    Na loja
    das seis portas
    Em frente do Livramento
    COYA 1)0 A 200 RS.
    Alpaca do algodflo de quadros e cores se-
    guras, com 4 palmos de largura a 200 rs. o
    enreja
    superior qualidade e de mi
    diuda : vende-so na ra do Amorim n. 58.
    . SECRETARIAS.
    riedade, em cuja casa provisoriamente te-
    'o lugar os recebimentos enti-eca das
    telas. "
    -- fu-si- pjnheiro a premio fin pequeas
    luannas, cum penhores d; ouro e prata :
    J^jua eslreila do Husario n. 23, segundo
    i Na ra larga d Rosario, no segando
    <> lr,.) sobrado da esquioa do b -eco do
    w Frito, n. 9, da-s.i al,,,,,,,., janlar e
    lutra Z i'rt'C" m"'S '<"""""<" do quo cm
    una qualquer pane.
    Lete paro.
    loi da quarU-Mra, 5 do crreme em
    liai.U-, se vedara leito puro a 2*0 ,s a car
    aTa, nsesca la da casa o. m ,1a ra d "c?m
    to Recife, junto a tal,Bla do Sr. Andr I .rl
    m Soarea, do lado diret0. (|U(>rn pois .
    erlnlosein i.'iislura dagua, nda
    minie mandar comprar, qu.
    Os aluno assinnados, lendo oblido da Eorena. as
    neressanas .i.formarO,,, plano, e orjamentos ,,.,ra
    a abrica de liar e lecer alKodao, couvidam aos Sr..
    socios a vir e.loi, oo rirriplorio do Sr. Manoel Al-
    ves Ouerr, na ra do Trapiche n. i.
    Igualmente convidara as pe.soas ,,oe sobsereve-
    rain p;,ra esta ernpreza, a realis.rem a lerceira pre.-
    cao de 20 por cento, o qe venlicarao de liojo alo
    l> de agoslo proumo, no mesmo escriptorio.
    As pessoasque anda quiterem faier parlo de>la
    einpreH. aerao admiltidas, pagando o valor das en-
    tradas reinadas ua occasido de subsrrcverein no li-
    vro das assynaluras, que sAo de IOU3 a 5:000U.-) rs.
    Kecife, Ib de julho de IS."i7.
    Amorim, /arias, Guerra \ ( .
    Publcacao litteraria.
    COnOlRAPIHA
    onronogrntpbia. uoblliaria. ge.
    nealoglen ioliii<-i
    DO
    IMPERIO DO BRASIL
    COM VARIAS IRANSCRIl'CUES
    DA
    Coroaraphia|.hraiil.ira, do p4dre Mancel Avre do
    Z 7,1 .Va da A,ne,ica /* Ra-
    cha l'illdClimnica da cmpadliia, de V.K00-
    cellos.-ll.stori, do Brasil, do v.sco.l
    l.c.,poldo.-Mti,.orMdacap,lania daS. Vleeple,
    por Ir Gaspar da Madre de Deos.-Er.s do \:,1
    r... por Bayeaa.-Maiu.riai hitlarleai da Babia e
    corngraph.a i'araei.se por I. Accioli.-Chrono-
    ? ,/v""',[ Al,reu l.-mallislo.ia do
    i-v.:urp.vr;,,,-Beu**de -"""
    , CONTIS DO
    A descripcao ReograplneH,c u.iSfiesliisiorieas e no-
    ilif... de.de o descbnnienu, do Itrasil M Mata
    as su.,. dilTerenlcs cidads, villa, e losare.
    Seus invernadores, orillem ,, ,liv,r; f .
    L .,'.": aV,ra*,e seu8a''^'"'-. e.lrahida de a..i-
    to. ni.innsrr,pl, genealgicos que em eras dille-
    rentes se puaeraro obler ;
    * L'i'it'i! 'lo, "". oa pulitica e c,es
    com qneapparereram.
    A biliaria das cmara* temporaria e Vitalia denle
    da?r '"rt'.'.'.""" """-""" a* W'lorla da i.de'pen-
    SZ- ,' cu'l-va,la por iMlamoadaVo-
    to. II ,V. fia re,,,,n' ,,0, 0",,us '"vin,,,,-
    eia I deque s. leob, um conbec,,enl
    ario naytoda geograpliu do
    liisloriacvil e poltica.
    |,i/ como da -un
    IVanca-
    que as 6 Ii2 horas!P8nno:' Sltr"as, ccspinhjs, ig
    pa manbaa seachara o vendedor c'm por- fama,l <** babosa para I.
    cao no ilendo ponto. ICrescer OS calmil,,* ,,. ..
    Domingos Alves Matheus mea sobre
    ) piara da l'orto.
    dad? U.'.t J' "? I""" M"r'""- ,""0"1 d "''-
    tie"i>!^ 3 m""as '-ul"" m~'"'^
    daSn,tC.TV,^'U'",afi'l'''le,,0 B*. <" ""aria
    aa p,a,.a da Independencia ni. bes.
    O abaizo assignado laz sclenle ao respei-
    ; tavcl publico e aos sena freguezes, que aca-
    j Da de montar dous nupoiUntes estabeleci-
    mentos d,; azendas, na rea do Crespo ns.
    i0el*,ondeencontrarao um vanado c lin-
    doisorN nenio d<- raiendas de todas as cua-
    lidades, as qua,-s vende por preco muilo
    commoio; sendo gerente do estabeleci-
    inutito 11. 10 o Sr. .reclino (Jernimo de
    Azevedo. |. <;. yalvein.
    He chegado a loja de l.econte, alero
    da Boa-Vista n. 70, cxcellente leile virginal
    ?'??8 ,,ra"Ci,s> Pra refrescfir a pello, tirar
    gualinente oa-
    - Iimpar e fazer
    cer os cabellos : assim como p impe-
    rial de lyrio de Klorenca para brotoeias e
    asper.d.desd. pe le, Co.,sv a S^e
    o avelludado da primavera da vida!
    . ..jidente '
    nesla cidade, na rnu rta Croa 11. I(, primel- -'&
    ro andar, ptope-se a receber cuimniues (J
    <3 de 'issucares, e conla com a proleccao de (L\
    . seu. anigoa senhorss de eiwnlw, aos V
    $3 quaes pruni. lie desempenliar tatilfactoria- -"'.
    ...^ mente nao tu a venda dos acucares, como ^
    .;. loda e qualquer compra dn que o encarre- ^
    1i? .irem, ;;
    @@^tgp@@
    --- Em una das inelhores localidades da
    ra do Hospicio ha urna casan. 18 B, feita
    com todo o gesto e esmero, e em cuja cons-
    trucciloentraram as uicltio-es madciras do
    paz e as in. Ihorcs l'erragens ; a mao d'obra
    loi executada pelos melliorcs ofliciaes na-
    conaes e allemaes, sendo urna das casas
    maisonrorlaveas, porque seu dono a edifi-
    cara para nella residir, e com elFcito ainda
    ah residi por alg.im lempo, mas como se
    resolvessea mudar-se e nao lhe convenha
    te-la alugada, tenciona vende-la. Tem co-
    clieira eeslriharia, um bonito jardim com
    canteiros de pudra e cal, varoes de ferro para
    plantas, trepadeiras, entrada de frente e pos-
    terior, isto he, pela ra do Hospicio e pela
    do Destino, as frentes das calcadas de pedra
    de Lisboa, as entradas de marmore, eos
    lelos de estuque, escadas de volta, entre o
    jardim ea casa ha um calcado de pedra de
    remando, o jardim he saparado do pateo por
    urna elegante grade de ferro, tem urna gran-
    uc cacimba com bomba de repudio com eu-
    canamentoc um deposito na parte superior
    da cozmha aonde se conserva agua para
    consumo da casa, a qual he levadi pelo
    mesmo cncanamento a diversos lugares do
    cjiIicio, tem um quarto com bantieiro de
    marmore e azulejo com vlvulas para despe-
    jo das aguas em um cuino de 250 palmos de
    comprldo que conduz no s essas como to-
    das as mais do servico e da chuva maic,
    osnanhos podem ser qnentes ou fiiospara
    o que ha no banheiro duas torneiras. de que
    uuiacommunica com um deposilo d'agua
    ouente assente sobro a chapa do fogao da
    coznia : tem mitras muitas commodidades
    que podem ser examinadas pelos pretenden-
    les, dirigindo-se para esse fi.n ao Sr. Joao
    Va.cntirn \ Helia, quc ]hes facultara a entra-
    mi lodeconv.r a todos e especialmente a
    LHiJ. engenho que nesta cidade
    queira lazer a sua residencia : quem a pre-
    e, ci,mpr,r' dir'J-se a ra da Madre de
    i'tos n. 26, ao seo proprietario que he
    Viccule l'erreira da Costa
    I Vertialeiia ;,| hrn. O
    . fie .laoiiuK..
    ^ Na na da Croz n. ',,;, primein
    _ achara con, q,x,n cuiil,a|r qualquer por, ,1o
    ' na i', ,,'*rc-<>>,r/* '<^< I' *rr
    av i.l ::: medid, visto com,. poder-se-ha vender
    e9 toa medidas dos lorns : caldeacAo
    gi cal foi toda com agua doce, e deve' p
    Iir;S:" S'"". P.rc.1.
    iioubo de madeira.
    Tendo-se conduzido para a pro a da
    Cadeia, pordetraz da casa queoi da po-
    lica, cinco travs de 40 palmos, com 8
    e mea polcadas cm ,,adro, no sabba-
    do I do corrente, as imaes ficaram amar-
    radas, e na segunda-leira adan
    menos duas : roga-se a quem
    ber, queira dar noticia
    das Crozes, 011 na liviana ns. (i ,. S ,|
    pra;a da Independencia
    tilica do.
    Lotera
    DA
    Provincia.
    CORRE QUARTA FEIBA 12 DE AtiOSTO.
    O abaixo assignado vende a dinbeiro a vis-
    la sendo da quanlia de 1U0S reis para cima,
    os seus felizes bilhetes, meios, c quartos,
    pelos precos abaixo mencionados, na ra
    da Cadeia do Recile 11. 45, esquina da Madre
    de Dos :
    Rilhetes 8s750 recebe 8:000g
    Meios 4>ioo 4:000a
    Uuai tos 2^200 a 2:0005
    Por Salustiano de Aquino I'eireia,
    Jos Fortunato dos Santos Porto.
    - Precisa-se alugar nos arrebaldes desta
    cidade ale o Poco urna casa assobradada ou
    sobrado, lendo os commodos seguintes :
    alem de po ier conter 12 a 20 possoas, tenha
    cocheira, estribara, arranjos para criados e
    cscravos, e que o sitio seja abundante de ar-
    vores fructferas e baixa de capim, que pos-
    sa sustentar annualmente quatro cavallos :
    annuncie por este Diario ou outros peri-
    dicos. *
    O Sr. ""Maximiano Francisco Pereira
    leixoto Duane baja de declarar qum i,e
    seu correspondente iiosta praca : ua ra No-
    va n. 45.
    armazem n. 18. e na ra Direita, taberna brancM? dTcorcrm'noveflo' prfcosiu- *"
    " v !r. era casa de Southall Uellor & C.a. ruado
    \endera-se barricas con) sardinhas Torres n. 38.
    j'uiio boas, e preco commodo : na ra da
    P'aia, armazem n. 18.
    U Na rna do C'espo lja %
    amare!11 n. 4. |
    O Vende-se teda de quadros miudinlios e de
    @ salpicos a la o a 1C2O0 cada covado. 9
    0 Croidenaple liso e de cordio furlacorcs a i
    9 lc00el380i cada covado.
    T-i Mus.olii.as de 13a muito lina, de costo chi-
    jS 11" a 19 cada covado.
    @ Mus 9t dro asselinado cora assenlo de cores a 360 rs.
    $ Cda cova,',j. l
    Pecas de liras bordadas a agullia e detoda
    * as largorai a 2a.
    @ Chales de Icoqulm da India a 25 cada um. sa
    Chales de bneue de 13a e seda, fazendas de m
    ihanlasias e oe muilo costo a 8?.
    Ricos lenles de tartaruga para senhora de
    j>j 168 a 20UI), peales estes que sempre foram
    , vendidos a iltlj, e outras mullas fazendas de S
    (jj Indine seda e mais commodas m preto do $*
    ^ que ero oulra qualquer parte. jj
    . 3S8S-@l@8S@S
    ita adencao, {.ara xar
    contas
    Vende-se na nova loja da ra do Collegio
    n. 9, mussulina branca muito lina a 440 cada
    chales linos de
    ditos lisos a 6?,
    de pellica linas
    pera homem e senhora a 1/500 cada par,
    pecas de madapolao linas a 3}600, 4?000 e
    4*500, chapeos da sol de baleia a 240,
    Vende-se (arelo em barris e saceos : no
    armazem de assucar junto a ponte do Re-
    cife.
    tlc'iigao.
    Vendc-sc urna pequea mobilia por bnra-
    lissimo preco, contendo 1 snfa, 1 par de con-
    soles, I mesa redunda de meio de sala, I9i
    c.idciras, ludo de amarell,,, eem perfeito es-i OeDOliiS IlOVaS tle Li lado: na roa liiictta n. 76 *J,au"
    a^K@3SQ-@@8ea8i^ado'r'scado ftancez di cores escuras a
    160 o covado ; dSo-se amostras com penhor.
    Potassa.
    O deposito da roa da Cadeia do Recile
    n. 12, acha-sc prvido com a cxcellente
    polassa. que se vende por preco razoavel.
    M loja
    das seis portas
    F.M FRENTE DO LlVRAMElNf-a
    a 640 RS
    Cobertores escuros
    patacas cada um.
    para escravos a duas
    loja .
    Lopes, nos quatro cantos da
    tic aZeild-iS

    Com pra-se eflecli va mente na ruadas
    flores n.37, primeiro udar, apolices da di-
    vida publica e provincial, aecesdas compa-
    nbias, o da-se amhciro a juros, em grandes
    c pequeas quantias. sobre penhores.
    Compra-s urna carrosa maiitira pare
    um cavallo, com arreios, ludo novo ou em
    bom uso : na rua da Cadeia do Recife
    00, priineiro andar.
    Compra-so o livro deEliza por Joi.o
    ue Lumos : na livrariadu
    11.
    pendencia ns. (j e 8.
    piara .la lude-
    '.:;.
    \endem-se travos de lomo de ">.j e 10
    palmos. pranclics Je lomo e amarello :
    detrazde Santa Rita, restilaciio do Franca-
    N rua (l.s Artias-Verdes
    ti 40,
    lma bonita escrava de 20 annos, he reco-
    mida, tem ptima conducta e muitas habi-
    lidades, e tem urna cria de 1 anno, urna dita
    perfeita mucamba, pois sabe perfeilamenle
    vestir urna senhora, corta toda qualidade de
    costura, engomma, cozinha o marc. muito
    Dera, um bonito molequede idade 16 annos
    um escravo perleilo mestre de podreiro
    un,a escrava de lodo o servico : lodos estes
    ""J08 be di0 a contento o se garante suas
    (Va rua do Calabouco n. 13, vndem-
    eos seguidles objeclos: 1 guarda-ruupa,
    , ."i^' 7 *", I ita de jamar, i Z
    queza, i palanqun,, ludo em bom estado.
    debo
    nova
    de Jos Morcir
    rua do Oueimado n. 18 A, esquina que volta
    psra o ltosar:o, vendem-se corles de cam-
    braia ranceza muilo fina com 7 varas a
    -aoo ditas de orgsndyi c >m 10 a 12 varas t
    com babados a 5g cortes de collete de fuslio
    a oO rs rascado l'rancez muilo lino a 180 o
    covado, e outras muitas fazendas por precos
    commodos.
    Vende-se um lindo moleque de 6 a 7
    annos : no aterro da Boa-Vista, taberna
    - Vende-SO um terreno na rua Imperial,
    do lado do mar.com 22 bracas de Irente.e os
    fundos ale a estrada de ferro, e desta ao ma-
    douro publico : na rua Augusta n. 3.
    Vende-se urna mulatinha recnlhida.,
    muito linda, que cose bem, faz labvrintho
    emaica, de idado 14 annos : na rua Nova
    u 34
    Vende-so -al de Lisboa a 2,s000 o
    barril, sem o casco : na rua do
    ment n. 23, loja.
    - _\a rua estrella do Rosario n. 25, pri-
    meiro andar, vendem-se durs esclavas de
    20 anuos, engommadeiras c cozinheiras, c
    urna dita de 16 anuos, de bonita lieura.
    Vendem-se semeults de hortalice che-
    gadas pelo ultimo navio de Lisboa : na rua
    da Cruz n. 36, taberna de Antonio Copes
    braga.
    Vendem-se duas casas terreas na fre-
    guczii da Roa-Visla.que rende 15:000rs.:
    quem pretender, diriji-se a rua do Roserio
    da me>ma lieguczia n. 88,
    Capas e palitos de horradla
    a ll'tOOO rs.
    \eudcm-sfi capas e palitos do borrocha
    quelazem duasvislus. pelo baratissimo pre-
    CO de 10/ cada um ; na loja de 4 portas da
    rua do Oueimado n. 10.
    Sapalos dos melhores fabricados no
    aracaty, carne e queijos de Sobral, ludo che-
    gado ltimamente vende-so por precos
    corr-modos : para acabar, na rua da Cadeia
    do Kecife n. 60, primeiro andar.
    .Mantelete* e romeiras a 10 o SjOOO.
    Vendem-se manteletes de seda
    Ja desembarcaran) as sebolas novas, vindas
    ae Lisboa, e vendem-se no armazem de Bar-
    ros & Silva.
    Xa loja das seis
    portas em frente do Li-
    vrametito
    Pecas de cassas com llores miudas, blan-
    cas e de cores a 25000, ditas de ramagem
    para cortinados a 35000. saias bordadas para
    senhoras a 20000 com algum mofo.
    itelogios.
    Os melhores relogios do ouro, patente in
    glez, vendem-se por presos razoaveis, no
    escriptorio do agento Oliveira, rua da Ca-
    deia do Recife u. 62. primeiro andar.
    CAAS DE FEHRO
    Exrellenles camas de ferro para solteiros :
    Livia-i vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
    ra, rua da Cadeia do Recile n. 62, primeiro
    andar.
    da
    MI
    rtnu
    Vende-se supe-ior sebo e
    llia-sea vontade dossenhores compradores
    quer em bonecas ou as arrobas, a preco mais
    commodo d.e quc outrem : no armazem de
    l.uiz Aunes, delronte da alfandeea.
    i.-
    o
    pe-
    de,la
    i>or i*so
    da-se

    am-sc de
    dolas sou-
    na obra da rua
    ------ ------pretos,
    com non i tos felios, pelo baratissimo preco
    de IO30OO, assim como romeiras de fil de
    seda de cores, pelo barato preco do itoOOO
    ludo na loja de 4 portas da rua do Oueima-
    do n. 10.
    Toalhas e juardanapos.
    Vendem se toalhas de linho para mesa de
    lodosos tamanhos, assmi como guardana-
    pos, ludo por preco muito barato : na loja
    de portas da rua do Qucimado n. 10.
    Vio !U)i>t:nn^in>.
    Grande e variado sortimento de (azendas
    estrangesras, por precos commodos.
    Kua da Cadeia do Recife numero 54
    LOJA DO CANTO.
    O publico achara nesla casa, por precos os
    mais nfimos possiveis, toda e qualquer qua-
    lidade de fazendas estiangeiras chegadas re-
    centemente, e dos costos mais molernos e
    escollndo, consideradas como nauveautees
    as priocipaee ci lades da Europa. NSosepo-
    dendo aqui enumerar todas ellas, o publico
    vera pelas seguales tibaixo mencionadas, a
    modicidade dos pr. eos. e ple vir vera su-
    perior qualidade, cerlificando-se da verda-
    de do annuncianle, nao deixando nada a de-
    sejar o bom gosto e escolha detiio variado c
    moderno sorliniento : chitas fraiiceza-, mui-
    to lin-s, covados, 260 e 270 rs., seda bran-
    ca, ovados, 1#400 e l;5oo, cortes de seda
    com 11 covados por 14-.
    Agencia
    fundicao Low-.ilo r,
    rua da Seiwala /ova
    n. 42.
    Neste estabelecimento continu'a a haver
    um completo sortimenlo de moendas e meias
    moendaspara engenho, machinas do vapor
    e taixas le Ierro batido e coado de lodosos
    lmannos para dilo.
    A! godii j uiotistro.
    Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
    de largura, muilo proprio para toalhas e
    lencoes, pelo baratissimo preco de 600 rs. a
    vara : na loja da boa le, ua rua doOueima-
    do n. 22.
    Mnssulihas brancas e de
    cores.
    CAfc OVA DE LISBOA
    Vende-se cal nova de iV, ""lUil.
    Emcasa de Eduardo 11. Wyatt ,u. do
    Chumbo de munico.
    Ditoemlen^ol e barra.
    Ancoras de Ierro.
    Correntes dem de diversas enmuro.
    Manilhas dem a lmannos sonidos.
    Arreios para carro.
    Srv"amoma,iadeien'''-
    Cabos sonido
    clSri:sTS:rrntodefer?ge,,se
    ^^ ",J l>or preco commodo.
    - (fui pr.
    ios

    eobertos e descobertos, pequeos e grandes
    do Torres n. 38.
    A o Pregui^a
    QUE ESTA VEHDENDO BA-
    N RATISSIttO
    >a loja do Preguica, na rua do Queimado
    esquina do becco do Peixe Frito tTS
    nua a vender-se muitas e diversas fazend,s
    por precos baratissimos, entre ellas cam
    xsanern8nhCeZ?Sl p,droes novos core'fi-
    xas, pelo baratissimo preSo de 480 rs. a vi-
    ra, ditas de cordSo muito finas a 500 rs.
    vara, cassas francezas muito finas e de M*
    droes os mais modernos que ba no mercado
    a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
    padrees a 280 e 300 rs. o covado, musslm
    fntUS a.,ma,,S finOuehepossiv%T44
    rTAr'vef 3* cortes de casera."
    ra de cor de lindissimos padrOes e sunerir
    qualidade. 6/cada um. cortes debrim di
    puro inho de lindos padrOes a 9MM .da
    "^"^,de ditos a 29, ditos de algodSo "
    i?360, ditos de cntim de lindos padroes e
    multo encorpados a 18600 cada um, lenco
    a 99mnbBr"aHPar' m30a 120' ditos raaiSs
    a lf^eCaS de brloh. de rolo de 10 v.Tm
    a 2o cada urna, chitas escuras de diversa
    padroes e cores tixas a 140,160,180 "5?
    * escravos a
    Vende-se mussulina branca muilo lina a
    440 rs. o covado, dita de cores de excellentes
    padioes a 320 o covado : na loja da boa fe,
    na rua do Queimado n. 22.
    taclias d:- ferro.
    Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
    e tambem no deposito na rua do Brum, logo
    na entrada, o defronte do arsenal de raari-
    nha, ha sempre um grande sortimento de
    tachas, tanto de lubrica nacional como es-
    trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe- "ani lodeiaencommeridaa
    quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu- '.115,-H ia onhe<:' gares exislem guindastes para carregar ca- 'ood,^de preCo.
    noas ou carros, livres de despeza. Os preco ^OeiluV,S
    saoo s mais commodos.
    r-,------, ^, n(i
    da uma, coberlores propr.os ptfc, e
    700 rs. cada um, grvalas deVeda de lindos
    ditas de cortes em outro gosto a 700 rs cada
    urna, luvas de seda de todas as quafid.des
    para homens e senhoras, lencos de seda de
    bons gostos. gangas mescladas de lindos na!
    drOes a 600 rs. o covado, cortes de casfores
    de bonitos padrees a 13 c.da um. cambraUs
    lisas finas* a 49500, com 10 varas, aiKus
    muito finas a 6/, e outras muitas fazendas
    que se deixara de mencionar, e se vendern
    tPras r:"SSrs precos > S araol-
    tras com penhor ; assim como meias case
    miras de quadrinhos rr.iudos, muflo d?o
    prias para calcas e palitos a 600* re ?JB*
    iwxssszr*,indisaimos S2S.
    l^EAIIS
    MEO.
    NAFUNDICAO DE FERRO DO F\r
    NHEIRO DAVID W BOVVMAV KA
    R^DOBRUM.PASSA^c?'^.
    --------propriu:
    oer : mocadas e meias moeudan h, ----1"
    rro fundj.to e balido
    superior aualiilarf > a. ,.j .IUI1 "alido, de
    taUta ?S^L*!S*X&g+*: roda,
    Se. ; eriv.se boca."de"oTaaih. % prA"T
    e ro, acuilliflea hrn..., regi.troa de bo-
    ah0; de manduca "r,.P1c,fU*OS *****
    KA MESMA FNDICAO
    lam ln.ln. .. J.____ ^ ~**
    Gariitj secca do f. ear.
    Vende-se superior carne secca do Ceara,
    por commodo pre?o : no armazem do l.uiz
    Anncs, detronte da alfandega.
    S vista
    N.i laberna grande ao lado di inreja da Sol lude
    o- Ireguezei mcooirarao uurenplendidu sorliuienlo
    |le Miolliados de lodaa ai especie de inerceanas u-
    nOM liquida*, como arjam os baa viulios aiis;irra-
    ia01 rliaroaa.ie, lico.ee linos, boas mauleras, bom
    cha bolacliiohat, matMi, farinhai p,ra papas, doces
    de, marn.ela.ia. gof.1,,, ,rai;_ p^, ,,,,,'J chn
    i., queijos ,lo reino, de pealo, do lerUe, de coa-
    I a de roeulelg. cm grand. porc3j de uma a 25 li-
    bra cada o.. e,rs pjo ,s. ., bbn a rtU|hu
    a i iO um complel sorlime.ito d- sapalos para bo-
    '"'"]' l"......* d Aeaij e da ierra, e orna qu...
    ^ L tJw,,?"1" eo'" ,ar",,,d da '"" "'""" Iwa, a
    .1- e l-oon rs., eludo ornis se vender' barato
    para conten os compradores.
    7L Vp,"le-se arroz superior do MaranhJo, m
    ^'SSSiSSSSSK wipS'--i*. -eo-
    relogios de pa-
    tente
    ingh&es de ouro, de sabonete c de vidro :
    vendem-se a preco razoavel, em casa de
    Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
    deia do Recile, armazem n. lt.
    iVletlindo fac limo.
    Na Horaria da praca da Independencia n.
    6 es, vende-se o melhodo lacilimo- para
    aprender Ier, novamente impresso e aue-
    mcuUdn, jior mil reis.
    eom a inperio-
    pieslea com.
    su pe lores
    das de can na todas de S&XfZSS*
    construccSo muito suceriores ell e
    ^araudase j^radts
    na tondicSoda Aurora era au-
    na rua do
    dernissimo1
    Brifm ar'e depsito d mesma,'
    alpacas de cores,
    covado, 480e520, ditas lavradas, covados,,
    Os., laas do cores muito lindas L Aa ''Jnoicao de C. Starr Companhia, era
    e merino a 1 Am1aro cham-se Dar vender arados
    de Ierro de um
    superiores
    le sera
    Bia-
    Vi
    |)s:a porte e
    oiliA I. n'n".',';;!.", ?a li,,K? l-i,na' 'Pechante pe-
    la rcpaiticao da i olicia, tira i assapoiles oa-
    ra dentro e fora ,| imperio: na rua', a
    atan. 45. pnineir., andar, po. commodo
    preco o com presteza.
    Oah-.iv.i assignado, vendo um e.liai
    doExm in dojuizodocommercio,qoevai
    a piaya una sus pequea rasa sita na na do
    Usserrecom lundos para a ruad., lacubina.
    p.o- execucSo do Dr. Joaquim Antonio Alves
    l.ihe.ro, contra Jos de Sanl'Anna Molanla
    e. sua mulher. faz ver [,e| presente, que a
    dita casa ra\. perlence a outro proprietario
    senilo ao abaixo asaignado.comoem iuitose
    |.rovi,v,si,. que agora he que leve sc.encia
    Ua tai pennora leil
    LJi DA BOA DO CRESPO
    N. 10
    Ven letn-se cassas iran- zas linas a 500 rs,
    a vara, cimas francezas a 2*0, 320 e 360 o
    covado, chales de louqiiim de todas as co-
    res, sah las do baile, chapeos c enfeiles para
    caneca de senhora, e outras muit-,s fazendas
    de gosto, ;,r preco commodo, o a vista
    faz fe.
    Aa Gouva.
    Loj.: ene.ruada rua Ao
    Ou iuia na io ( oIiio.
    Chapeos de massa manee* rapados a mil
    res cada um, ditos de seda para senhora a
    lous mil res cada um, ditos de rellro linos
    de dous a cinco mil reis cada um, chales de
    cassa adamascados linos a pataca eda um,
    cintas linas em retal,ios a meia pataca o co-
    vado, cmbralas de cores linas a dezoito vin-
    lens a v.ira
    ' em sua casa, como per-
    lencente a., tal Hollanda. Recife 7 de acost
    de 1857.-Jos di Silva Ferreira.
    Precisa-se de urna ama para cozinhar!c outras mais faze'ndas de todos os
    para ou speseOas, cemioramar paia uma "
    no pateo do Terco n. 141, segundo indar.
    Precisa-se alugar 2 canoeiros praticos,
    lirrosou escravos, para se empregarem na
    conduccao de lijlos dos Remedios para o
    Kecife : a tratar no cae do Hamos, sobrado
    de dous andares. Na mesma casa compra-se
    a troco do lijlos um escravo canoeiro.
    covado, 560, chales de alpaca
    3rii00, se las de cores tirando a gorguro!
    com o titulo melindre de senha. covado, 1#,
    muilo rico, niad'ipoles, pec/s de 26, 98, 3S,
    34, 36 o 38 a 4j e 4?300, e muito lino a 5/300
    e 89800, chitas, pecas, 5.3400, 5/600, 6>00,
    652(10, 63J00, 7j, 7.3OO, 83 e 9,*000, cha'peos
    de massa Irancezes a Ig, chales de cambraia
    a 1*130, ditos muilo linos de cores a 13440 e
    3800 ditos mais linos a 2-3200, pannos linos
    pretos a 23400. 35. 33500, 45, 45500 e 58, ro-
    meiras muito ricas a 3/300, 3?500 e 3/600,
    cobertores de pello a .400, chales de meri-
    18com vclludoa 12#, 13/el83000
    .ecas de elgolo a if, 2/2O0'
    35 e 33200, mussulina ,'
    400 rs dita branca a 300 e 3>0
    rs. o covado, chapeos de sol de junco a 1/400
    de ferro a 13900, o baleia a 23 o 23200, ditos
    de panno para senhora a I38OO, cambraias
    isas de 10 jardas a 23 a peca, ditas linas de
    12 jardas a 4.36O o 5.3 laazinha a fineza de
    seiiliazinha.de duas larguras, o cov-do a
    ICOO rom ondas de seda, grvalas de seda
    com laco, cada urna por 700 rs., dilas sem
    serdelaeo a 15100, cortes de cambraia e
    seda a o?, casennra pieta, o covado a 2*000
    2*300, 2400e3/, mantas de seda a 6*500.
    Arados co ferro-
    modello e construccito muito
    :t.
    a, algodozinh superior comX a 5""'.60" ,6i,"' 70 e 'JW cortes de n.eia
    gum toque a mil reis a peta, madapolao fi- CMe''M 2/200 cada um.
    no com algum toque a cinco patacas a peca, Lol, A ^- vendem cal nieta a GiO
    Venda de
    pianos.
    Venden.-se muitos lindos e excellentes
    pianos, cliegados utmameate de Ham-
    ourgo, ecom lindos retratos no frontes-
    pico : na rua da Cruz n. 53, casa de J
    Keller & C.
    Pianos.
    Em casadeKabeScbmettau &Companhias
    rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
    pianos do afamado fabricante Traumann de
    Uamburgo.
    Fende-se
    na rua ,1o Trapiclie n. ."i, escriptorio de
    NovaeSiX C, superior vinho do Porto, em
    caixas de nina e duas duzias de jrralas :
    a' preco cuiiimodo,
    /inas do Joiivin.
    Constantemente acharao na loj do Le-
    de linho puro a 29400, .lito em varas a 1-400, co,tct aldiro da Roa-Vista n. 7, as verdadei-
    grosdenaplo, covado a 2/000, e 2S200 muito !"'" UT" 'e Jouvin. de todas as cores,
    lino, mussulina de barra, cone a 3/500, gia-
    vatas de cassa, duzia a 0500, ditas de seda
    preta a 8H0 rs cad 1 uma, loncos de camnala
    a I50O. 2*400 o 33 a duzia, brelauha de li-
    uho muilo boa, vara a 600 rs., alpaca preta
    a 51)0. Ol filll 7,11, a ,1,111 ... _'-._. j. .
    tosa 2/500, sargeliin, covado a 200 rs., ca-
    semiras de duas larguras com 1 3|4 covado
    por C2II, ditas de urna largura, cortes a
    .-j'"i. cha es .le coila a 13, setim |,rcto, co-
    i9 e3- 100. cortes do bi ira de cores
    Kci Iraoiferido odeposilo deslp ,.,.-
    lica de Jo.e da Cru* Sanio Dar'[PKP"t*
    garrara, 59500.a mei.s3)oO ^"r'."- OJ
    bo
    53-
    quesefz opresenltaviso.
    llana
    adose peilo, palVlUfiV. c.BA*' JUSi^SH
    broocliile, dorna aarnaiila rf'-^<,co dosoraospolmonare,? "'lia
    --------------gostos e
    qualidades, quasi do graca : chtga povo:
    Cliapeot? de it ii...
    Vendem-se superiores chapeos de Italia,
    rreentemente cliegados, a preco commodo :
    na rua do Trapicho Novo n. 16, segundo an-
    dar, escriptorio de Antonio do Almcida (.0-
    mei.
    rs. o alqueire, equivalente a uma larri
    de bacaihao, cm canoas d
    ai-
    canoas do (iO a .",1)0
    queires: quem precisar procure no por-
    to das Canoas da roa Nova no segundo
    andar do ultimo solirado, assim como
    vendem a retalho em pequeas poicos
    en sen armazem, na rua da concordia a
    Trs.oal
    iqueire.
    igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
    tima moda.
    Cortes de hla paia vesti-
    dis.
    Vendem-se cortes de 13a de lindos pa-
    droes, com 15 covados cada corle, pelo di-
    minuto preco de quinze patacas ; a elles,
    antes que se acabem : na rua do Queimado
    n. 22, na loja da boa f.
    .Va rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
    piche do Cunha, ha para vender pipas novas
    e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
    arcos de pao para pipas, vi mes, arcos de fer-
    Sel.ins e releffioa
    Konlron
    qoina .(
    mero 48.
    - no ar,naz,ru de
    largo do Corp0 Saul0 nB_
    deposito
    de rapeprificeza da fabri-
    ca de h. Gasve, no Rio
    r.^er"le"Se-, Pre commodo rap lino
    ac7m,0ehmei0,err' d' "editadaPfb i",'
    TSSS ff" v'PrS- Sa,"d'.'n.
    "Bi*: '.'><& :
    -.
    *
    Rigi do engenho Coelhas, termo de
    Scnnliaem, nodia 22 do prximo passado
    mezde junho o escravo de nome Jos, com
    os signaes srguintes : idade, pouco meisou
    menos, 30 annos, baixo, grosso, cor bem
    preta, tem urna cicatriz na testa, be de An-
    gola, mas parece crioulo por ter vindo muilo
    pequeo, por cima da sobraucelba, prove-
    niente de un taino ; levou camisas e Verou-
    las de algodSo branco e de listras, e tambem
    urna camisa de baiHa encarnada com cola-
    rmho amarello ; este escravo foi ha pouco
    comprado ao Sr. Matluas Guedes. que lti-
    mamente foi administrador do engenho Tra-
    piche do Cabo, em cuio engenho foi visto
    alguns das depois de fgido o referido es-
    cravo : quem o prender pode lev.-lo 10 en-
    genho indicado, ou nesta praca
    te* \l ., ....I >l..n- TI__
    r.-v. em casa do
    ro em fexes, ferranieutas para tanoeiros, I, slalloel Alves. Ferreira no Forte do Mat-
    ea! em pedra de Lisboa, tudo por precos | '^ (,ue ser* sal'siaetoriamenle recompen-
    commodos ; assim como barris
    de carrapalo.
    por
    com
    precos, .
    azeitei""10-

    PBKN. TY1'. DB U. F. DE FARIA 1857
    MUTILADO
    a .......
    ILEGIVEL


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