Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07799


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Full Text
/\NNO XXXIII R. 178.
Por r> mezes adiantados i.sOOO.
Por ." mezes vencidos -i,s")00.

(HIST.V IE1KV ( DE AGOSTO DE i8.>7
Por anuo adiantado 1 -",^000.
Porte franco para o subscriptor.
x +
KNCARRKIA.DOS DA 8CB8CRIPCA DO-NORTE.
Pinbiba, o 8r. Joio Rodolpho Gomes ; Nuil, o Sr. Joaquim
l'Pereira Jnior : Araeatv, o 8r. A. de Lemos Braga ; Ota-
ra', o Sr. J. Jone" de Oliveira ; Miraobao, o Sr. Joaquim Mar-
qna Rodrigue!; Piauhj o Sr. Joi Joaquim Avelino ; Pa-
ra, o 8r. Juilino J. Kamoi ; Amazonas, o Sr. Jsronymo da
Cosa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
batas do du.
-'i.
Olin.1 : lodoeoadiaa,
IgaaraasV, Cotanas a Paral.......
S. Aiu.'in. UeMIfua, Bacila, Garan A Ititili..
B. Locieaeo, Mo it'Alho, Ftaiaretb, l.im>r>ro
Cloros. Villa-IMIa, Ilna-Viiu, Owiciir, K
------------,-,------- -- .----..., 1 ......... ..~.....j., ,'.<|vtl .,, agu.ni
ion i, Vill-Helu, Boa-Viola, Outtcnr* Eii', aaaqurtaa-feai.
Cabo, lpojuca,S'rinlitem, Rio Por......... Ca, Barrriroa, Agua-Proia, P
ni'iiielrase >aiiil: nuiuas-lVira..
-.......r.-ir.n.
i..'i,iii1..ii.. aa torca-fei
Braja, Pesqaeira, lagaaeit
aaaqaartaa4c
........."F^-........ >-,, ,,,<> r
iprnlr-irage >*lal : ijuinta-t-ri-irap.
1.1... oa com-ios parlera aa 10 horas da i
ni. 5.
AUDIENCIAS DOS TRIRU.NAES.DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : Mirandas e quintal.
Retaceo : tricas feiroi a sabbadoi.
Fazenda rquarlai e labbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : segundas ai 10 horai e quintal ao meio dia.
Juizo de orphos : segundas e quintal ai 10 borai.
Primeira vara Ho civel : aegundaa eaeitai ao meio dia.
Segunda vara do clvel : uartai a tabbadoi ao meio dia.
EPUEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
5 La cheia ai 4 horai etl minutoida larde.
12 Quarto minguaute ai 3 borai e 22 minutos da tarde
f '' La nova ai 2 horas e H minutoi da manha.
2' Quartocreacenle aos 45 minuto da larde.
PKKAMAR de HOJE.
Primeira ai 4 horai e 30 nunuini da tarde.
Segunda ai 4 horu e i minuioi da manhaa.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. Ss. Gamaliel e Nirodemns.
4 Terca. S. Domingos de Gusmio lundador.
5 'J j m i. N. Senhora das Neies.
6 Quinta. S. Xisio p. m. ; 8s. Kehssiino e Agapilo diac.
7 Seila. S. Octano Thealin rondador.
R Sbado S. Ciraco diac. m.
'.) Domingo. IOS. Ronuo soldado m.
EXCARREGADOS DA 8UBSCRICAO NO SIL
Alagoai. o8r. f.laudino Falcao Das: Babia, o 8r, D. Duat
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pertira Marlini.
EM PERNAMBrCO.
O proprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa de Farii na tul
l'iraria, [iraca da Independencia n.ttl.
KIO DE JANEIRO.
CMARA DOSSKS. DEPUTADOS.
SBSSAO EM 9 DI-; Jl i.llii DE 1857.
ITeilencia do Sr. t'iscwide de Baependy.
A' horu do cosame, eila a chamada, e aclian-
do-ie reunido numero legal, abre-ie a sess.lo.
Liria a acia da antecedente, he approvaria.
0 Sr. I." lecrelaiio da conta dn leguinte
EXPEDIENTE.
1 m ollicio do ministerio da fazenda, enviando o
mappa numero o) dai operasrs necurridas Da subs-
tituir > du papel-moeda al o dia .'10 de janho findo.
-A* eoromissao de ornamento.
Dito do secretario do senado, commonieando que
S. M. I. con pensAo concedida ao comelheiro Joo Mara Jacobi-
na, cum a clausula de venficar-ie por leu falleci-
mento em suas i netas; e o subsidio concedido a Jos
Rodrigues Ferreira.pica a "cmara inleirada.
Um requerim"iilo rte Vicente Jos Runos, pedin-
do ser naturalismo cidadio brasileiro.A* comrais-
s3o de poderes.
Dito de D. Auna Joaquina de Mariz Lorena, pe-
dindo que se mande considerar como em vigor os
decretos pelos quaes o pai da supplicante foi Humea-
do hngadeiro.A' commissao de marinlia e guerra.
Dito de D. Maria Candida de Avilez Moreira, pe
dindo s'.luc,o da um reqiieiimemo que o anao pas-
eado dirigi a esta augusta cmara.A' eoromissao
de p"nses a quem esta alTeclo esle negocio.
Dito de Adolpho Cabral Raposo da Cmara e Al-
fredo Candido GuimarAes, pedindo seren matricula-
dos na Faculdade de Medicina da corle A' r ni-
missao de inslrur(3o publica.
S3o lidas e approvadas as redaci;rs dos projectos
que maudam a'imiitir matricula osesladanles que
nao o poderam Cazer em lempo conipetenle. e (loa
que concedem lutrrias a divarsus eilabelecimenlm.
I.eem-se e approvam-se aem debate tres pareceres
da commissAo de poderes, roandanJo archivar dife-
rentes actas eleiloraes, e um rrconhaeendo validos os
eleilores da frrguezia de S.uila Auna do Calii, per-
lencenles ao qu irlo dislriolo eleitoral da proviucia
da Baha.
O Sr. Silvino pede e oblem urgencia para mandar
meta o seguinte projecto, que he jolgado ohjrcto
de deliberarlo e vai a imprimir paia aulrar ua or-
dem dos trabalhos :
c A a Artigo onico. Fica.concedido em beneficio do
eslabelecunenlo da estrada de Ierro provincial entre
a ci<1*de do Recile e Olinda, da qual he concesiona-
rio David \\ illi.un Boweman :
1.' Iseucao dos direilos de impnrlacao duran-
te o prazo marcado para a coiisirucsao da estrada, e
por mais dez annos para os Irilhos, locomotiva!, car-
ros, instrumentos, apparelhos, lenainenlas, ferro em
barra, ou de qnalquer obra que se destine em-
preza, carvio de pedra ou-cok, e quaesqoer ontroi
malrrises que forem n bnna fiJe iudispensaveis
para a rnnliuci;.i > e trabalhos da referida estra 2.- l-rin-n de foro doi terreos de luarinha
qua a eslrd la liver de oceupar.
S 3-' Isenc,ao do recrulaiiienlo e do lervico ac-
tivo da guarda nacional aos einpregados no servicn
da estrada, as meimas eoudi^er e comas limila-
jei marcadas no contrato da estrada de ferro do Re-
cife a S. Francisco.
Sala das essoes da cmara dus deputadi de julho de 1857.Silvino Cavalranli de Alhuquer-
que, Sergio Teiteira de Macedo, A. C. de Sa e Al-
boquerque. Aogaato Fre.lerico de OKveira, Ba-ao
de Camaragibe, Pinto de Campos. J. J. F. de Aaoiar,
D. de Soma l.e.lo, F. \. t*n Parreln, J. J. I.an-
dolpho, A. C. B'Zerra Cavalranli, Jernimo Vilella
de Castro 'Lavare*, Frailesco Callos Rrandao, Flavi i
Clemenlinu da Silva Freir,-Marros Pimenlel, A. F.
de Sal'e', Araiijn Bruique, Menles de Alm-i i i, S.
do R. II :rrii-, S. 1'. de Araujo Jolgs, Costa Morena,
Calheiroi de Mello, Delliuo oe Alm'ida, Andinos de
Campo*, A. Pfiolo de Azeredo, I'. Octaviano, F.
Araujo l.uua, Pedro de Alcntara Machado, Felippr
A. Cardlo de Santa Cruz. B. A. CaviAo Peisoto,
Piulo Luna, Salalhiel, AlmeMa Pereira Filhn, An-
tonio Joaquim Cesar, L. Carlos. F. C Ribeiro e
Souzj, Agoslinho J. ['. Brelas, Marlinlio A. Silva
Campos, Carrao, llirmogerns Casimiro de Araujo
Bromwik, Silvador C. de S. Benevides, Costa Piu-
lo, Srlvu Miranda, Diogo Velho.
O Sr. B Monteiro, oblando urgencia, manda
mesa a seguiula indicac.Ao, que lie remrtlida corn-
im-s'i i de i-iiii.tiiiin;,i e podras :
Indico qoe a coromissao de ronstiluirSo e pode-
res, consultando os artigas 8 e uguintiida lei nume-
ro 387 de (!) de agosto de 186. o artigo 1.- I." da
lei nomero 812 de l'J .le sel*rubro de 1855. oj'artig. a
1.' e 2.' do decelo numero 1812 d* 23 de ngoilo de
1856 e o aviso nomero 33 de 27 de fevereiro de I8.>0.
emula com urgencia o seo parecer lobre a seguinle
quesl.lo :
.i as fregurzias em que se tiverem Horneado elni-
tores, e esle concorrido a alaifio do deputado do
circulo respectivo, Irndo se de proceder a oulia elei-
53o por qualqoer motivo no eomeco da nova legis-
latura, depuis da abeitora da se-sJo ordinaria da as-
semblea garal, e antes de ooiiiiimnii ;u;,io oflicial da
ai.irnv.,ij.in dos eleil.res oltimamente Horneados
qoem se deve convocar para a I.....jv,li das mesas
parochiaes '.' Aos eleilores e supplenles da legiilalora
finda I Aos eleiluras e supplenles da nova legiilain
Bap-
Discurso do Sr. De. Paes Brrelo na sesso
de "> de junlio de 1837.
Sr. Paes Brralo : Sr. presidente, n3o pre-
0
tenda tomar parle neeta discusao. Tendo, na qua-
lidade de presidente da provincia do Cear, minis-
trado a cmara dos Sri. depulados lod*s as inlorma-
rei c eaclarecimentos necessarios para que ella pu-
iiessejulgar com segurauga e conheciineuto de cao-
sa os fados que se prendem eleicflo do 2' dislriclo
laqnella provincia, jnlgsva me dispensado de inler-
0 Sr. Paes Brrelo : Tamliem esloo fallando
com os fados.
Apezar, Sr. presidente, de eu saber que o com-
mandanle do destacamento linha procedido regular-
menle, apezar de eslar persuadido de que elle ara
incapaz de pralirar os fados de que o accosavam,
Ihe dirigi este oflicio :
*' N. Palacio oo gnverno do Cear, em 20 de
ootubro de I8."i(i Ao meu conliecimento chegoo
urna representarlo re varios habitantes des , na qual se dizia qu Vmc. internara na eleieo de
ir no dbale. Mas desde que o i.obre deputado pela i ,ie setomhro, embalando as pracas que estavam
provincia de Mmai, em orna das .essftes proiimas i sol) ,u otitn^ f filen,| 01llras ,leniacOe. de for-
pasiadas, provocoume por diverta vezes para qoe \ ^ piiri) 0 fim ,)e proh,im q,je M c{,u ,,1o< ,,e
ra ? Aos 8 iupplentei dos juizes de paz '.'
lilla Monleiro. d
ORDEM DO DIA.
Pnmeira parle.
Procedeudo-se i nn.n_-.ui da lerreira discussao do
projecto que lita a forja oe Ierra, he o meamo pio-
jeclo adoptado e remetiido coinmissan de redaceJio.
Entra em lerceira discussao o projeclo que dispen-
sa as leis de amnrtizacAn em favor do collegio dos
orphos da cidade da Mana,.
Sao lidas, apoiadas, e eiitram cnnjandameiita un
discussao, orna emeuda da cominis-So de Tazeuda ao
artigo |.s onde dizpossa adquirir al 150:0008 em
bens de raizdi^a-iepos
em bens de raiz ; e oilo, fazendo rilensivo o inos-
mo favor a irmandade d Noaaj senhora da Concei-
io de II 'in,i.i.|.i. do municipio da Paraluba do Sol,
para possuir al 2(l:0005U0O ; as do S.mtissimo .Sa-
cramento e do Nosai Senhora da Pela le da villa do
Ro-Claro, al. i0:llil la ; a ,ie Noaaa Senhora do Ro-
lara da ci lade de Cuyaha', al 20:0009 ; ao reeollii-
iii.nt'i dn Saiitissuno'Ciirajao de J-sos, em Pernam-
biico, at lOO.-OOOS ; a de Noua Senhira do l.ivra-
mnlo, da villa do Pianliv, ale 30:01)03 ; a de S.
Francisco da Penitencia, I, cidade de Paran', al
l":IHI.I-> ; capella do Slihir 11 un Jess de Pirapo-
ra, al 20:000} ; a matriz do Ponin, proviucia dai
Alagoas. at 25:0008000.
O projeclo he adopladn com tudas as ementas e
remellido a' coinmissan de redac(So.
Entra em lerceira duciissao o projacti lobre per-
mutadlo d.i terreno da cmara municipal da Porto
Alegre.
lie adoptado sem dbale, e reinilldo comms-
>Ao de redacta .
Conlioua a disco'sao do requerimenlo de adia-
mento da discussao do parecer da eonimissao ne po-
deies soqre a cclelo do lerceiro dislriclo da provin-
cia de S. Paulo.
Oraran Sis. Cruz Machado e Nebi.
O adiamenlo he approvado, licamlo prejudicada a
einen U do Sr. Pacheco.
O Sr. Paes Brrelo nblendo urgencia, l a redac-
Jo das emendas feila- e approvada por esla cma-
ra, prnposl.i que fiza as forras de ierra para o aun i
linancro de 1858 a 1859, a qual he approva.la sem
dbale.
Segundi parte.
onliiiua a segunda discu--.l i do arl. I.- |oclo que concede favores a estrada deerin de II.
Pedro II.
Orco ii Sr. Sergio de Macedo.
.i He apoiado o seijijiiite irligo sub-tllulivo ao
arl. I.- do projedo :
i O y.iverno lica aulorisado n comprar a compa-
nbia da estrada de ferro D. Podro II um Ierro de
soas acre-, rniilraliiiido ao mrsino lempo fura do
impeno um empreillma igual ao valor daataa accrios.
.i O jaro den capital empresia-tn nao polera' et-
oader a 9 por canto e loa imortii ca.i. nun-a elTec-
luada amos de .nm s, fara1 d< nlru lo prazo o mais
longo possve). S. R.J. trimei de Sooxa. I
Gadondo da palavro alguna Sri. deputadoi li-.i a]
discusjan do artigo I.encerrada, nao -e volando por
n.1o haver niunr ir.
O Sr. Pr.si : l da' pira ordern li dia.
I.eitur.i de 'i jeclota in lica^oei na hora Comp-
lante.
I.a Parte.Nomeacao de doas eomminSe eipe-
riaes, orna par. Iniciar as reformas maii convenien-
tes do codigo.commercial, encli.i para imesligar as
causis da ezorbltaole careitia rJoa .-nr., ..limen
liciiis.
Ai itMlerlii enlerlarmente designa i-s.
2." P.iiii'.Vni-c.-ni i, .i-i,.: |. do projeclo no-
mero :i" daita anuo, o liscusslo dos oulros ailigo'.
I.evanla-so a leallo as horai n nm qoarto.
No dia ') nao houve sesso tu seu.do.
eu tomasse parte na discussao, convidan to-me a ella
com nolavel insislencia, resol i, para salisfazer ao
nolire depulado, tomar a palavra.
Iloje porem qoe o nobre depotado nao si'i me con-
vida para odehale, mas anda me dirige accosares...
O Sr. Silvetra l.obo : Censoras.
(I Sr. Paos Brrelo : ... que considero moilo
graves, nao pralco tmente um acto de condescen-
dencia lomando parte neila discossao, cninpro lam-
bem nm dever. fApoiados.) O meu dever eiige que
eu prove cmara e ao paiz qoe o nobre deputado
foi para comido muilo injusto ...
O Sr. Silveira Lobo : Ha de Ihe ser diflicil pro-
va-lo.
O Sr. Pas Brrelo : .... que nao condece os
fados que necorreram no Ceai ; que nicamente
se deixoo guiar por informarles de iiessoas suspeilas
e interaliadas em desfigurar a verdade.
U Sr. Silveira Lobo : Nao me dirigi por infor-
mare- ; euiei-me pelos documentos.
O Sr. Paes Brrelo : Pieslei toda a allenran ao
nobre depotado; oavi-o em silencio sem dar-lbe nm
s aparte ; rogo-lhe qoe me nao nterrompa, pnr-
qne aisim perturba a eouncia^ao de miutias ideas.
O nobre deputado sabe que nao tenho o habito da
triliona, que raras vezes a occopo.
O Sr. Silveira Lobo : Nao Ihe darei mais apar-
tes ; nao quero perlurba-lo.
O Sr. Paei Brrelo : O meu fim principal, Sr.
presidente, he defmder-me ; nao tenho o menor
interrsse em que seja approvada a cleioao do Sr.
Francisco Domingues ; he-ma pessoalmenle in.I.ll-
renle qoe a cmara rejeite ou approse o parecer da
illuslie commissao de poderes, bem qoe esteja resol-
vido a volar por esse parecer pelos molivos que de-
puis eipenilirei.
Sr. presidente, o nobre deputado disse no princi-
pio do seu discurso que o presidente da provincia do
Cear era, at ceilo ponto, reiponsavel pelos felos
deploraseis que ion o primeiro a lamentar, e qoe
necorreram no 2' dislriclo daquella provincia, por-
quanlo nem antes ero, depois da eleic.au pruviden-
ciou para que os cidadios pertenceules oppostrao
pu essem volar livrernente.
Nao aerei eu, Sr. presidente, que me encarregarei
de fazer o meu proprio elogio ; lerei tmenle o tre-
cho ile nm anigo do rrCeareuseo, ondH da opposirao
a escriplo pelo chefe desse partido no Ceaia.
I.ma voz: lid o verdadeiro docomenlo.
O Sr. Paes Brrelo : Eis o artigo a que me re-
dro:
o Felizmente para o Cear ebegou o Sr. Paes Br-
relo.
'i S. Fir,. (em prestigio, e goza da confianca publi-
ca. Acredilaro-sesinc?ras as suas palavras, assini
como a sua impiircialnlade. Nenliom aclo anda o
do-moralisou al boje; portanlo espera-ae que suas
ordeni sejam cumpri las.
DSr. Paes Bairetn, cerlo li e-la In melindroso
da provnola, e du nenliuin respeilo e cmsi.ler.ic.ao
Je qoe gozav.un as ordena do vice-p'csidenle, m (o-
moo por s, ni.' lijas mais enrgicos, que devem sal-
var a provincia.
ir Mandou o leueute-cnronel Peccgueici pira o A-
laeaty com forga pan manler t ordein.
Ordeunu que o Sr, Rocha, jui/. do dircito de
Qiiiseram.iliim, assi.lisse era Mana Pereira i rleicAo
liara fazer observar a lei.
Negon a fort;a que pelio o llr. Raj mundo, di
linperalri/. para fazer a eleicAi. Noaacoo em lai
do Monte II isti, para delegado, mu ri.la-lao picifieo
muiln respeitavel. o Sr. Anastaeio Francisco Braga.
'< Fez circulares a (odas as autoridades, RTo su ie-
comniendanJo plena libenlade na eleicao, como a-
m-.',i._- in,i i a- de responsabilidad!' se Iransgredissem
as suas ordens.
ir Mandou concentrar a foroa publica, e desvia-la
das cleicis, prohibindo eipressamenie aos com-
mandanles dos deslacamenlos n menor intervenido
na lula eleiloral.
o I odas esias medidas, que nos parecem dictadas
sinceramente, iflo applaudidas peloi verdadeiroi a-
migos da paz e do so eso publico, e prometiera ga-
ranlir i liberdade do vol, a
Uto, aenliores, foi escriplu as vesperas da eleirAo,
e pelo chefe da opposic^o
Mai disse o nobre depulado : Subir.un pre-
senta do presidente da provincia algutnss represen-
taroes pedin lo Ihe que susprndesse o commandanie
luperior, que eslava perieguinlo a guaida nacional,
e .leralllisse o commaudanle do destacamento, par-
tllisla exaltado, e cojos precedentes infundalo ter-
ror.
Sr. presidente, eu enlen lo que quem governa de-
ve attender s represnitacjOes qoe Ihe sjo dirigidas,
ou leja pelos seos amigos oa pelos seos adversarios ;
mas, senhores, he preciso que as providencias lejam
reclamadas pelo inieresse publico e Dio pelo inle-
resse individual. (Apo ados.) Com que direilo eu
suspendera o commandanie superior de Sobral se
contra elle ni> se apreseutava nenliuma prova, nen-
huin dociimrnlo V
L'ma voz: I.) leriam fazer do governa instru-
mento de poilOra.
O Sr. Silveira Lobo : Aromentei enm faelos,
e me re>pondein cum a oplniio de um homem !
O Sr. Pass Brrelo : Com a opin.io do um ho-
mem qoe nao he.iusneito, e que condece mai! dos
actos que o nobre deputado, que nanea esteve no
Cetra.
Coro que direilo devia eu demiltir o comman-
danie do destacamento .lo Sobral, se conlra elle sii
um fado desacompanhado de provas e docuinenlos ".'
Lniii'l mili. Sr. presidente, apezar deesas repreien-
lajfies nai virem comprovadas, lomei o arbitrio de
mandar ouvir ao juiz de direito do Sobral, e apro-
veiin a occasilo para dizer qoe es-e juiz he nm dos
magislra los mais ditlnetos que eu conhecu. (Apoia-
dos.)
O Sr. s Iveira Lobo : Ni.'cu-m impognou isso.
O Sr, Pa*a Brrelo : .Senhores, a re'peiio do
commandanie do drslacamento dtzia-ie que na elei-
tan de 7 io seleinhro elle linha mandado reunir e
embalar todo o drslacamento e pretendido espiugar-
dear o pnvn. E-ta palavra rspingarJear esleve
mulo em muda no Cear.
O Sr. Silveira Lobo : E em elteclividade des-
graoadanienle.
O Sr. Paes Barrito: Eis o ollicio do juiz de di-
reilo a respe lo desse Tacto altribui In ao commau-
danle Ho destacamento :
rendo a meu parorhial declarado que nao re-
cehia mais lulas naquelle dia, e se relirando per esla
razio os volantes em dillereuies direcres, aconle-
reo nesae eomeaot chegar igreja o cnmmandaule
superior Joaqoiin Ribeiro, que refletionou dita
m-sa, dizeml i-lhe que era mullo cedo, e que po.lia
ello ain la cnilinuar nos seus trabalhos para daeean-
er o pov.. ; a mesa aiinuindo a essai ielle\es rec.i-
meeoa os srus Irabalhoi, e os volantes que iam-se
relirando vollaram alguui a's earrelraa, do que re-
iillou mis q.ie .gnoravam islo tupnor ser baniiho na
iareja, aopposiejo que creog vulto, e ebegando a'
roa prxima a qu.rte1, o dito commandanie, a esla
palavra barulbo na igreja, mandou locar reu-
ma nesla provincia com grande antecedencia, para .
eleicao.
O Sr, Biptisla Monleiro:Eniaoja reconhece que
a provincia nao eslava em seu estado normal f
inVi d-via prender, que nao devia abrir desde ja os
procesaos, o
.Durante a leilura o nrador he por vezes nlerrom-
rochia vutassem para os cargos de juizes de paz e
vereadores as pessoas que fussem de sua livre es-
colha e espontanea vontade. Nao tendo porem oa
signatarios da mesma represenlasAo provado es fae-
tos qu allegaram, devo crer que Vroc. cumprin as
; ordens que a respeilu da liberdade do voto Ihe fo
ram Iransrnillidas por esla presidencia.
Sem embargo dtsso, porin, recoinmendo-lhe
de novo e inui lerminanteineiita, qua se absteuha de
lomar a menor parle como auloiidade, na nleiran
que deve ah correr no .lia 2 de iinvembro prximo
foloro, fican 'o Vmc. mui cerlo que eu nA > lolerarei
que, por qualqurr pretexto, ponha Vmc. o menor
embaraco liberdade com que deve coner a citada
eleisao, ja fazendo oslentasai de forc.i, ja prsticau-
do qoalquer aclo de semelhanle alcance.
ir O que ludo Ihe recumiiiendo sob sua mais res-
tricta re-ponsahilidade*Dos guarde a Vm.Fran-
cisco Xavier Paes Barreto.Sr. commandanie do
destacamento de Sobral.
Agora, Sr. presidente, examinemos o prore lmen-
lo desse commandanie do destacamento. Pergumo
eo, fnram as miuhas ordens desrespeilada? NAn, Sr.
presi lente. !So dia da eleisao, e apezar da ordem,
o cominandaole do destacamento Dio sabio do quar-
lel lenio depois que o juiz .ladiieto requisilou a
soa iiii-i\enr.io. Entilo veio elle cora a forra disper-
sar os homens que eslavam latindo, e os dispersou
sem pralirar um s acto de violencia.
ti Sr. Pacheco :Us BHassinoi It mi presos .'
t) Sr. Paes Harrelo : Respondere depois. He
piec* responder a ludo ao in-'-mo lempo.
Como he pois, Sr. presidente, que o nolire depu-
tado disse que a pre bral foi a causa....
O Sr. Silveira Lobo : Podia ser a causa.
O Sr. Paes Brrelo : ... ou mneorreu para os
tristes successos que all sa derem '.' Vamos ao com-
mandanie superior.
Senhores, a respeiln do commandanie superior, eis
o que disse o juiz de direito.
Omino a persegoisao na guarda nacional qoe
nao volou com os seos respectivos rhefes, algoma
cousa liouve ueste lenlido, porque nao iri al un.
suardas so queixa'raui de atropello no servica, como
forain oalros presos por oilo di is por faltaren) re-
vista ; me parece que a falla de urna revista nao de-
deve ser punida com oilo ilias de pn-n ; entretan-
to estes guardas nao volaram com ieus chef-s, o
que cntiveuce que essas p't.o>s e esses atropellos fo-
i .in devidos circiinislancia de mo volaren) os
guardas com os seus cheles, atlenda-sea ess.i carta
.lo commandanie interino pe lindo que nao se pren-
da a um guardi porque vola com os carangueijos,
e dessa carta eu vi o original.
Ssnhores, para provi leuciar sobre e;les faelos de
selembro, mn.i ordem foi expedida ao commandan-
ie superior pila presiiencia da provincia.
OSr. Silveira l.obi : E as pris^s couliiiuaram.
O Sr. Cruz Machado : Ah he que esl o enga-
llo.
t) Sr. Paes Brrelo : A ordem he a c-.io.inle :
o Circular dirigida Boafcommandantoflaoperlorav
da guarda nacional.Illin. Sr.Apena! V. S. esle
recebar, experja as mus terminante, ordena aos c.rn-
ii lani.'s dos Corpus aob seu enramando superior
p ira a fifi ohseivanria da portarla junta p ir copia,
pe i qual fiiram soipenaoi o exercicioi e revistaa da
guarda nacional era toda a provincia, pelos nnni-
vns exaradoi ni dita portara. O que a V. S. leniSo
por minio r-comiii'iidado.
o D-os guarde a V. S., elc.i
Portanlo o motivo ilesas pu-oes, se ha qoe s de-
ram, aslava retirado. Todava, Sr. presidente, di-
rig alada o seguinle ollirio m comiuin ianle supe-
rior :
n l.hii. Sr. Vcabam de Irazer ao meo conde'i-
menlo que, apezar du ordens expeJidas pelo meo
antecessor para que cessasse lodo o aervice da guar-
da nacional par d ras mnzes. cunltnu.im nessi Ierro i
a serein os guardas incora aodadosj c >ni notAeacdea
liara revi-las. fazendo-se prender a moitos por falla
de servido ; cumpre que V. S. me informe, rom ur
gcncia sobre esses fados, devendo licar na intelli-
gencia de que nao lolerarei que as ordtns dosta
presidencia cejan) illudidai.
De novo Ihe recominenlo que se absleaha de in-
terne como auloridaile na prxima eleirao de 2 de
novembro, e que nao corniola de modo k mi qoe
os coinman lanti-s e oOi.'iaes dos diversos balalhes
de seu ruin niii superio* le pievalecain dos pos-
tes qoe ncciipain, pai.i intervir na eleisao, e cous-
Ir.nnger a liberdade que devem ler o< sildailoi
nr.uiuiieiatnenlo da seu vol.Daos guarde a V. S.
Palacio do governo do Ceai, era 21 deooluhro
de 18-50.Franci-co Xavier Paes Brrelo.?r. eom-
rnand.mte superior da g tarda nacin il da cidade de
So lira I..
Agora, Sr. pre.dente, vejamos como procedeu es-
le rniiim-iii I me superior. Senhores, nao existe o-
iii.i s prova de que algura soldado ou ollicial da
guarda nacional da comarca de Sobral fosse preso
por motives eleiloraes. (Apelado),
lia orn aparle.-
Admira, Sr. presidente, que vienen) do-umenlos
pira serem presents ao nobre depulado, e qoe eu.
que era presidente da provincia, e que podia pun-r
esses aclos Iransgrcs-ivos das mullas ordens, nao os
liveaaa recelndo !
<> Sr. Silveira Lobo : Mis duvida isso !
Sr. Paes Brrelo : Duvido.
O Sr. Silveira I. iba : Cimpromello-ine a apre-
senla-los.
< Sr. Paei Barreta : Nao me impsrla ; o nobre
depiiiad-i rompuls.'iu ilocur))eritos que bel de da-
mnnslrar qoa sao falsos pelos proprios dipuimenlos
daquolles qoe se diz que 0 fizerara.
0 Sr. Silveira Lobo ; E a voz da impreusa '.' A-
lem disto tenho docomenlos.
O Sr. Paes Barre! i : A cmara |, ouvio por
diversas vezes a listona dos Iristes aconleciinonlo
qoe se derain na cidade de Sobral. S-nhores, quan.
lo mili p..i.il.ir.Vi Inteira se bata fura da malrii,
quinto i ordem publica se arlnvi iao profunda-
inenle alierada, qu.ies foram rs individuos que se
aprewntaram entre m eombateotei, expon lo al
suas vidas para a parilicai;aii dea desorden. '} O juiz
de direilo, o juiz municipal, e o cinomaiip inte su-
perior [ apoiados ); o comraandaele superior que va
seu genro cah'do como raoiln, e ura lilho e qualro
sobriuhos feridos E o que foiiam aquello* que se
apresenlam cora) amigas da ordem, aquellos que
* dizem liberaes por excllenci*'.' Riliravam-se
P'ra iuas casas, denando a desorden lavrar ero
grande osala. Apoiados.l
O Sr. Cruz Machado : lam forjar acias sjbre
os cadveres.
O Sr. Silveira Lobo: Itecebiain punhaladas.
O Sr. Fernando da Cunha : llavtam de li'ar
ah para serem victimas de um aasassinato horro-
roso.
(Ha diferentes apurles. Asilaran.'
O Sr. Presidente Ordem se dores !
O Sr. Paes Itirreln : Sr. pre.idente, depois de
una Hiterrupra.i desla nrdm foila pelos nebros
O Sr. Paes Brrelo : Nunca puz islo em duvida, pido por apartes que Ihe dirigen] de lodosos lados da
e direi o que pens a esle respeilo.
O Sr. Cruz Msrhado :Eslava no mesmo caso em
que esiao todas as provincias qoe lem partidos exal-
tado.
O Sr. VMella lavares :Nada disso prova em fa-
vor da cien."i que se discute.
O Sr. Paes Barred :Islo arve para responder s
observasoes feilas aqu (Apowdos.' Senhores, eu cs-
tou por ora defen leudo-me das censuras que rae fo-
ram langado*. 'Apoiados )
OSr. Vilella Tavares :Esia.hc a verdade ; nao
tem tratado .la eleicao.
< Sr. Cruz Hachado :E quan lo en Iratel della,
como memoro ds commissao, alguns Srs. depotsrtos
nao oovira'm, por que se haviarn retirado.
O Si. Paes Birrel i : Disse o nnhrc depul i lo
rr Nio p Uso donar de censurar o presidente da pro-
vincia e as autoridades lacaes, que nao prendern)
ou nao procedern) conlra os autores dos criro s com
manidos .m dia 3 de novembro. Sr. presidente, se
o uohre diputado livesse lido os dnraraenloi que
.H- impinli n un |.is "actas relativas i ]eles3o de So-
bral, aln enconlraria o meu ollicio de 7 de novem-
bro, dirigido ao delegado e juiz muuicipal dessa ci-
dade.
or lachando- tambera prximo ao quarlel o ma-1 dapojtadoc, eo tenho o direilo de pergeniar se par
jor Migoel francisco do Monle, acudi, e rhegando
ao qnarlcl, allantla me que vio o destacamento om-
halaud.i-se, o que deii lugar a esle censurar n Hito
e inin Mdanlo por mandar locar a reunir sem ha ver
bamlhn, o moilo rmli embalar o dcitaeamento, re-
siillanio dahi ir. ca de palovras doaagradaveis entra
um e osito, i. Foi sin o que oceaiionou o luqoe de
rconir da parte dn referido commandanie; deven-
do declarar a V. En. que, reunido o dettacamenlo,
rile dn qui n l n;-,o s.liio, porque nga receben o
rnmmandanto requialela alloma do Ur. delega lo.
Nao poseo aconipaiihar ns pelicionarioi na parle em
que dizem que .. commandanie do destacamento fez
i-io p-ra inliini lar o pnvo, e derram ir n seu angne
iilo/. a i'.iiili'r di langa dala acate offical, e
nunca lu elle acensa "o .;- f.clos dr sangii". e nao
l.'iijuelle in-iiudiis lerozei n.lo poda com funda-
mento supp .i s de eji .'," aspingardear o povo, e
I nto mais assim devo p-nsar. qoanto no Dr. de-
nt ejuii municipal i "iconlr-rii ama completa
dosipprovar.do a esle celo, caso o quixeue pdr om
pralici. i
Ja' \ V. Ex. q'ie o onico faci allriboido ao com-
mandanie do ilo laeamento lie explicado, e explica-
do le nma maneira honrosa para o mesmo comman-
danie. M is 11 -'ii- .i V, Ex. que en, apez ir disco, de-
preiel a representa..-"!!! de que se trata'* \.1o, se-
nil tres.
(i Sr. ?lv >ra I. '"i : FaMei r un os fa tos,
(1 Sr. Presidenta : Peco ao nobre depulado que
Dad iuluirompa o orador.
venlorn approvei o procediiinnlo diqucllos que der-
lamaram aangoe '.' Poii quandu eu .ligo que u rum-
io.rulante superior foi aqurlle que se apreseotofl
culi o joiz de .rireilo e o juiz municipal para pa-
cificar as dsiirdeiis, quandu digo qoe algaus deesea
liomon, aulore. das n'pir-eii'aou-'S i|ue se apre.eu-
tain. era vez de cnadjuvarein a .iiiloinlude, rolira-
ram-ae a suas raas para forjarcm actas falsas, digo
alglima coou que nio soja venia le ".'
Continuara os apartes. )
0 Sr. Silveira Lobo: 0'angne qoealli so der-
ramen do> pobres libraes serbia para escrover mol-
lea inilh-s de arlas.
OSr. Pies Marreto Disse o nobre depnlado ;
.i O presirlenle ,. pr.ivincii d Ce*r;,' d- reiponsa-
vel pelos faelos que all deram, porquaotn, em
,-er. do spgnir par i aquella provinci t cmili i la sua
qdminielrarjao depuis le eneerrad is ns irabilhos do
r r .i legislativo, f i pira Pernamboeotratar da su.i
el i';"n.
O Sr. Silveira l.olm : S'ii foi pir censorar.
O Sr. Paes Marre)
depulado Iroux* isto'.' V. ou devn soppor qjm
para firer nina censura,purqne goal censura me
ido feila por alguns jnrnaes. Senhores, ou sahi
de-la corta no dii :2 de seteinliro, fariam algnns
anuos que eu nao Inrava em Pernamlniro senffo de
pisaasem, enlSo deiou-i-me ahi (i ..s, e s 10 do
oiiinbm eu estiva no Ceira'. Qui- nloressn linha
em
peio go
Senhores, aqoi eshi a razo por que nao mantei O Sr. Paes Brrelo:Eis-aqui o oflicio qoe d-
forta para o Sobral ; n.lo a I na, equando a livesie, rigi a mesa :
nao linha urna pesioa imp.irrial na capital a quem Palacio do governo do C-ara', emll do no-
confiasse o sen commando. Sei que se lera dito que '. verabro de 185fi.Ilonlem oflieiei a Vmcs., dizen-
eo fui imprevilenle, poique nao man lei forsa para do-Ibes que para conlinuasao da eleisao. qoe havia
aquella localnlade.... sido violentamente mlerrompda nessa parochia,
Sr. Silveira I. bo :Por que nao mudou o livessem Vmcs. muilo em vista que os nimos dos
| poyos respectivo! le achassem inletraraenle pacifi-
cainara.)
Senhores, he muilo fcil dizer aqni : Devia-se ler
feili islo, devia-se ler feilo aqnilto...
Quan lo a esta' no Ihealro dos arorileciraentos, no commandanie do destac.imenlo.
meto das Iotas, dos perigos, quan lo se tem sbreos O Sr. Pa-s Brrelo :Ja moslrei porque assim cados. Moje que cliegou m meu Vonhe''imenro",'nor
hninjros urna imuiensa resprms.b.li lade, he que se proced cora este brioio militar. Recordo-rae anda informasao do Sr. juiz de direilo da comarca, que
relleclein.que le lem de fazer. Apoiados.' do que se pissou na comarca do Cralo ; o juiz de os espirites di populo dessa fregaeza anda sa
Jila diversos apartes./ paz pedio no juiz de direilo, a coja disposirao eslava achara agilaaos pelos acontecimenlos qoe all live-
bu nao conclu anda a leilura da caita lo d.gno o destacamento, que manda juiz de direilo de feobral ; all larabem se allnbuio i manler a ordem : o juiz de direilo mandou vir 10 no caso de nio se ler coinecado a eleicao drua fre-
a medo o eu procedimenlo ; os imbres depulados j sol lados, roas os hom-iis da onposiso, qoe nao que- gueza. ou quando, na nllir'mativa, letia ella do
nao fazem mais do que repetir urna accuasau io-lriamqni os soldados cnlras-em na matriz, prora-
ventada por quem linda inieresse em desvirlaar os ram desrmalos; ns soldados resisten) eslab'lce-
mandanle superior latan lo Ol como se pode ler
go.io em servir a um paiz coja populasao esla' I3j
O Sr. Silveira Lobo d um aparle qoe ni) pode- 'baixa.
mos ouvir.
O Sr. Paes Crrelo :Senhores, quando as pecas
officiaes, por isso mesmo que sao pesas que dimauin
do gnverno, ajo mere san a rouli.inra do nobre de-
pulado, eu Ihe peso ao menos qoe confie na minlia
palavra.
O Sr. Silveira Lobo :Aqui iij se Irala da pala-
vra do nobre deputado.
O Sr. Paes Barreto :Qaero mostrar que de or-
peui para a pri.,lo loi aetaMnoi, e depois hei de ex-
pr a razan por qus eisa ordem nido (oi execulaJa.
O Sr. Silveira Lobo :Oh boa cousa !
O Sr. Paes li.iir-'i.i :Sr. presidente, quando re-
ceb a noticia dos tristes ac.itiiecimeulos de Sobral,
respondendo a > oflieio do delegado e juiz muuicipal
daquelle Ierran, eo Ihe dis-e o seguinle:
Palacio do governo do Cear, ero 7 de novem-
facloj. O juiz de direilo responde a essa aecusaojo do
modo -. .ui'ii- :
" Dizem estes senhore que rrSo tenho prendido a
N cenle Comes por medo Quando o povo em dilirio
se bilia a faca, a caceta e a pedra, nao (ive receio
dest's (gres; hoje Icnlio me lo 1 nm homem Sa
esiesque me arru.am assim nAo fossem cobardes, >e
no conflicto se onistem a' aatorl lade, a anarehia nao
(eria sido lio falal, ella surrumhiria logo ; mas ellos
segunda vez perturbada, ou quando haja reeeio dis-
so, a suspendan) al que o goveino imperial, a cojo
se ii.ii.i lula, e dessa lula resulta a tuorle de um conhecimeiilo vuu levar lodo o ocenrrido, delermi-
li iinoni II ,->..- I... ^. I m ..- .-La, ...... .:nn... -___- __ i___ _. ....- .... ...
homem. O que disse a opposir.lo na provincia do
Ceara a esle respailo? O sangue desse homem ca-
be lobre a cabera do juiz de direilo, cahe sobre a
cbese do presideule a
Um Sr. Depulado :Se se manda Iropa queixam-
se, se se nao mu la queixam-ie, nao se sabe o que
qaerem !
0 Sr. Pan Brrelo :O mesmo candidato da 0(J-
correram e deixaram-me sii eoni o delegado e o com-] policio, Indo eomigo dtqui para o C?ari, dlsic qqe
su linha um pedido a f.wer-m- como presidente da
provincia, e era que nao mandasse forra para a coW
Cilumnta-se me quando ie diz qoe no dia 20
aperlei a m.lo de Vicente Gomes, e qoe com elle an-
de de braco : nao conhejo esse douiein, nunca live
relarjnes cora elle ; elle na igreja nao esleve nesse
dia. l>o dia da lula vi ess Vicente Cot.cs, e foi re-
almente quando casualmente me ferio ; mas eu nao
sabia applirar o nome a' pessoa, elle bat i-se com
Antonio Manoel ja dentro da mnlriz distante da me-
sa dez passos ; entao, t->mcn lo o desenvolvimoiilo da
lula na igreja, anude eslava a genio principal da co-
marca, nao trepi le nm instinto, lam; m lo-ine enlre
os dous homens qumidu descarregavam suas licnga-
las, aliro um para dentro e oulro para lora da greja:
foi o nico contado que I*? com Vicente Gomes
'.Durante a leilura o orador he por vezes interrom-
pida por ,-ip. rice.)
Senhores, eu chamo a allenoao da cava lobre a in-
oro de 1856.M. 21.Inteirado dos Irisles arome- | formaejao que acabo de lr. Della se v os moliVos
cimenlos que liverain lugar nessa l'reguezia no da :i
do correle, e que profundamente lamento, tenho a
dizer-lhe, em resposla ao ofliio em qn Vmc. m'os
reala, que approvo a resolusao por Vmc. tomada.
de nao coineQar a instaurar prucessos a que elles dao
lugar.
I nlrehni... compre tieelarar-lhe que Vmc. de-
ve proceder desde ja a tolas s averiguaoes e escla-
recimenlos que forera necessarios, para que a aolori-
dadeqoe tiver de entrar noconhacimenlo delies se
oriente melhor na fnnnaolo dos mesmoi procesos,
o e bem assim que a sua ab lenrdo nao deve eslen-
der-se al ao poni de consentir que ns autores co-
nhecidoi de lmannos allantados passeem impones
as mas dessa cidade, para onde faca partir tiesta
dala 20 pracas de linha. dando ordem para que o
destacamento lia Granja cora o resp.'divo eoraman-
dmte, as.im cooio 15 prar.is desque se aclniu ua
Imperalri/, 12 iI.h que estilo no Ip, ahi se apreseo-
lein sem parda de lempo a disposicflo do juiz de ili-
reilo .la c.imar.-a.
Nao lermioarel sem fazer-lhs isntir que So dig
qoe leve o juiz de direilo da comarca de Sobral pa
ra proceder pelo modo por que procedeu : essos mo-
tivos ao muilo mais elevados e alleudiveis do que
aquelles que me atlriboem os nobrej depulados. (A-
poiados.]
OSr. Cruz Machado : Procedeu muilo bem o
juiz de direilo.
(Ha ouiros apartes.)
OSr. Presidente :Allenoao!
OSr. Paes II rn-i Os nobres depulados me
censnram dizendo que nao dei providencial nem an-
tes nem depois da eleicJlo, c, entretanto nao querem
que eu enlre no exame dos fictos e por elles mostr
qu esta censura de injusta, lis illllllerecida.
O Sr. Ma lur-ira da' um aparle.
O Sr. paes Brrelo :Nao me refiro ao nobre de-
i na lo, porque nao lumog parle na discussao.
o Sr. Uadnrcira : >ao se mofando com os.,,
eleirao.
O Sr. Paos Brrelo :Os nobres depulados me
confunden) rom a eleicio, dizem que eu como pre-
si I-ule da provincia ciu/ei os b aros e deixei que o*
nos de louvor o< osfnrrii q*ue i bsm do soeeg i i u- part ios se deitraisiem reciprocamente...
hlico emnrej.iu Vm-. no citado d a 3, e sem reenm-
mendar-lli; q ic c iitinue a empreg r ns meamos es-
foicos para qu. a ordem, a pal e a soguranr, indi-
vidual nessa rilada nao lejam mais perturbadas na
eleirao que correr no dio novamenle desguado pela
mesa parochiil dessa fregaeza.
Dos guarda a Vmc. Francisco Xavier Paes
BirreteSr. juiz municipal e delegado de pulira
ilo termo dn Sobral, o
O Sr. Silveira Libo :Como prender os crimino-
sos, nio lendo em (Wgraale delicio, sem dar facalda-
de para fazer os proceros?
O Sr. Cruz Machado :Os delinquenles de crimes
que nao admillem anr.i podera s*r presos sem cul-
pa fnrm i I .
O Sr. Paes Brrelo :ls das eslas ordens, eu arre litava que os aolores das
nortes, qae eu alias nao saba quem er mi. fossem
pres is ou ao menos que fossem perseguidos.
E tanto mais devia assim pensar, qoanlo o promo-
tor publico^ interino rio Sobral, limi-'iiida Opposi-
CSo, em ollicio de 8 de novembro me dizia o se-
guile :
v Deludo se (iiou o com,'etenie corpa ds delicio,
e eu reqaisiiei a (irisan dos criminosos Vicente Gomes
e Ignacio Gomes ao Dr. delegado, e elle, aileudendo
a minha reqnisictto, os mandou prenler, mas nao
foram encontrados. i capaz de com imparciaiulada formar o processu da-
qnelles homens, que nao lomando a pu mello nao re-
cuarara em derramar o langoe humanu ; mss diz el-
le que espera a viuda dn Dr. chefe de polica, ou as
ordens de V. Exc. a quem js por um proprio Invia
coinmonicaito o occorridn, ele.
Algum lempo depus li uina correspondencia de
Sobral publicada no a Ceareose, oruoda oppoica i,
em que se dizia que Ignacio n Vicenta Gomes, au-
tores das raories do da :1 d* Qoveinbrn, passeavarn
pelas ruis daqurlla enlate. EnlAa dirigi novo nflie o
ao delegado reiteran lo as orjens de prisao conlra os
refeiidos criminosos.
0 Sr. Silveira Lobo : Em que dala '!
O Sr. Paes B.rreto :Ndo lenho o documenlo em
mea podar para dizer ao nobre deputado dala, mas
lenho a resposla qua dou o delegado militar, e dalla
so v que expe t es'a ord'in.
Em sua resposla o mesmo delegado exp&e as ra-
zoes por que nao dea logo rumpnmenlo minha or-
dem.
A cmara comprehende que eu, i tjll leguas de ilis-
lancia da cidade de Sobral, n.lo podia fazer mais do
que fiz [apoiados), cao poda montar a cavallo e ir
all pessoalmenle prender os autores dos crimes de
novembro. Mas pdese fazer aqui orna acriuasan as
autoridades de Sobral : o se vs, dir o nobre drpa-
lado, dslet ordem pin a priso desses homens, por-
que nao forim elles presos f a F^u vou lr a camar
urna caria dn piiz da diielo, em qua elle explica o
seo procedimenlo.
O S-. Silveira Lobo :Isso prova flaqueza da par-
le do juiz de direilo.
O Sr. Pies Brrelo Ser o que qoizer ; eu te-
nho necessidade de defen.ter-me.
O Sr. Silveira Lobo :Para que ostava ahi entao
o destacamento f
OSr. faes Brrelo :Sr. presidente, para mostrar
o uobre depulado que nido doaalledadia s rclaraa-
ees da opposicao, direi camars que manda! ao
juiz de direilo de Sobral informar sobre os facloi de
qoe cram aecusadas as autoridades diqoella co-
marca.
O juiz de direilo, que psrleuce ao parlido da op-1
posirao, homem pioemnienle no seu la.de, que jai
lev a honra de oreo,iar um asiento nesta casa cuino
repie-enlante do parlido liberal, p juiz de direilo de
Sobral, que alera disso he am magistrado circoms-
pecto e grave, responileii-tno | ola seguinle maneira :
i Accuso o rece' intento do favor de V. Exc. com
dala de 30 do novemhro ollimo. Senil ja na poder
informar ofllcialmeote a V. Bxe. sobre os faelos de-
clarados ni .i Ceareose, o qoe cooxider.i osla comar-
ca em una conflsara^So, porque ni.-sc inesmu ilia
pin que reccb i o oflicio de \'. Evo. recibo na mes-
illa ..i-casia > a copia do rierp-to imperial que me re-
mova desta pira a comarca I-i Fortaleza, que direc-
tamente me fui dirigida pi la sserelati i d.i juilira, e
entend que nada mais po lia fanr, e devia entregar
o exsrcici da vara ao meu le^iiium aubslilolo, eo
qoal paseci esse oflicio de V. Br., Ero calamiiiar-
se-roe In um calrulo b'in iimlado ; como eu trio
pertenQ.i ao parti lo dominante, nimbas informacei
p idi.iin moilo Influir p ira desmascarar certas coqsas;
entao de necess.iriu que o juiz de direilo seja desa-
creditado para suas iiiform n.os uo aproveiterem.
Tendo coasciencia do que liz : eslou pois aem re-
morso".
. A comarca esla melindrosa, nao da duvida algu-
ma ; depois de tantas mudes, de lanos ferlmculos,
de lanos o lios, nada so p,ie confiar .lo s>melh inle
gente ;e pnr ato eu eoohecer, he que lenho proco
rade obrar com lal pjodeneia, que deum acto me
menos pensado nao appires-i oina exploso, o Assim
:| E-ilao para que o nobre i ha qu" por prn l-ncia lendo-m- oppo-lo aos proces-
aos. L'ra proceaso chaina (O proresios, estes ondas
lentas prisfies em pessoas principies de um e nutro
la In ; isln Iraria a anarehia, e cu ou havia de remar,
e enlan um i aiiloridado Iraca eii perdida, e a co-
marca neceasita de nma aoloridada prestigiosa, on
havia do prender a todos qnant s foasem deuon-
cia los ruino teslomuiilits do vi-la, que falla i oin
lemorar-me na provincia da Peroambu i negocio de csprirho, e nesle caso a Innocencia geme-
Nao me convinha, como presidente rio Cear, achu-' ria. "
O Sr. S Iveira Lobo:Accnsei-o de mprevi-
(k"ir a.
O Sr. Paes Brrelo :Eu mostr que nao fui im-
prevtdenle, que euinpri o mil devi.
Sr. pi"s i ,.1. c, VIS|rt ,0 ^ue ,e |plll reanheei-
ilo.nao sendo admis-ivel a acensaran que conlra mim
se prelcii.leu (ormular a pnnpi.i, de ler vinl.enla-
do a eleicao, porque a o
marca do Sobral.
Mas disse o nobre depulado qoe depois da eleisao
eu nao linha lomado urna so providencia que livessp
por fim garantir a liberdade e seguranea dos cidaf
daos.
Sr. prcsidenle, assim como quando le Iralou de
providenrias lomadas antes dn ri...ran, eu nao quij
apressnlar-me fazendo o meu proprio elogio, tam-i
bem nao me defender! nesla parle lenAo cora as!
palavras da um homem qoe nao de suspeilo, porque
he da opposiQSo, e que eslava hahiliU lo pea apre-
ciar n valor das medidas por mim lomadas ; fallo do
jnil de direilo da comarca de Sobral, o di.lindo Sr.
Ayres do N-cinieiilo. Eis-aqni como elle me ollicia
em dala de lli de novembro :
lllm.eExm.Sr.Accuso recehido o ofticio de
\. t'-xe. de 7 do correle mez, datado sob n. 21,
em resposla ao que dirigi a V. Exc. de ;i de.le mez
datado, expondo-Iho os lamenUves successos tiesse
da appaiecidn no qnadro da matriz onde se eslava
procedendo ele sao, i.e mullo lenho de acradecer
em nome dos habitantes desli con arca, as sabiaa,
prudentes, juslss e enrgicas meditas por V. Exc.
tomadas, leu lentes oslo e para que nesfin elelcato que
se lem de fazer se ojo ref roduzam as mesmas sce-
nai de singue, como para desarmar as animosida-
des, e assim evitar as vinganc.s que com lana ra-
zao se esperavain, se por ventura os dous partidos
que dispuiam a virloris nes-e pleito so encontrassem
cara cara.
a Fico C'-rl.) das ordens que V. Exc. den para se-
guirem da Imperalriz para osla enmarca 15 pracas,
do Ipu 12 .lilas e um inferior, todo o dettacamenlo,
queseachava na Granja ronjontlamenle com o >-u
respectivo commandanie o lenle Raimundo Re-
m'gio de Mello ; assiru como que fez seguir mais
liara esta rnlade pnr imr, deseinli.nrindo na Jarara-
qnara, 2" pracas commandadas pelo alteres Costa :
aulorisando-me mais para mandar vir o destacamen-
to rio Araraoii, e destacar a suarda nacional, cato
lila os.a .irra nao f -se sufli-irute para ios rmar
as animosidades na el-i.-ao,- manler a Iranqallllda-
de ptiblira, que foi lao prol'iinilaiiHnie ablala as
lus fronueztas du Sobral e Santa Auna. A appari-
Sd.i ilo forra romo pjr encanto ja foi am fnrim i ivel
meio do os nimos liiiu f.izeroin alar le de suas loa
curas, e n cinprrgo conveniente desta forc, que se
nao lem pre proteger este conlra aquello, vai
modificando as eonsaa, e espero em Deo que ella.
ptnio publica me faz a jus- va i erenaiiilo. muilo princi|ial.oen(e sabendo-se que
loa de declarar que na i inlervim na minifestarao
do vol, jalgiii-se que oulra Indica se deveria em-
pregar, e enl.do se du que eu flquei impissivel ante
os iconieciinenlos Je quo fji ihealro a provincia do
Ce,r.
Sr. presidenle, ja moslrei que antes da eleirao, eu,
segondo as proinas palavras de um adversario, fiz
qnsillo esleve ao mn alcance para que na pruvinci
corresse o voto livromeule.
O Sr. Silveira Lobo :Nao a respeilo de So-
bral. '
OSr. Paos Birrelo :Ja moslrei ao nobre depu-
ta lo o que provilenctei em relaclo a Sobral antes
da eleicao.
OSr. S Iveira Lobo d nm aparle.
O Sr. l'aes Bairelu :Mo-trei lamben) qae OlO
ora possivel mudar ese coiiimandsiilelsiiperior, qoe
procedeu (3o d-gn nneni-. (ApoiadOS.J Devo ilizor
ao nobre depulado, qoe nao condece o conimandanle
superior do .Sobral, e por isso d^ inm-lo para com
elle : ha um excellenle servidor rio E-I.do apoia-
dos) que lem arriscado rauitas vezes a sua vi-
la em defensa dos insti|uicAe>. [Apoiados.) Na pro-
a opposisa i nao se presenta mais na eleisao que -e
lem de fazer no dia 20 do correnle, poique diz ella
qoe fez a el-irao ; ol se eiifuntraii lo os dous p.r-
tidos, nao ha razao para soppor-se ura conlliclo ;
podem appnrerer as viugsncas particulares, e he isto
cousa coineziuha em n isos sertSes, i nd I civilisa-
i; i.i nao l^in penetrado lano quanl.i era para dese-
jar ; mas rumo as duas primeiras autoridades da co-
marca nao esto emiscutdis neceas paixoet, como
a forja publica nao se presta de maneira algoroa a
armar una conlra os uniros ; lenho a mais robusta
f que as ideas de vingausa iio desappireceurio, e
.esla comarca ir vollandu 30 seu estado normal. As
prajas da, Imperalriz, aqui cheg-rm no dia 12, as
que sal,iram na Jararaqnara commandadas pelo al-
feres^Costa no dia 1:1, e o desta amento da Granja
na manhaa do ida I i ; loda esla forja reunida s 12
placas do destacam-nlo desla cidade, julguei sofli
nenie para que a eleirao c irresse sem recelos de 110
vidade na sup|io-li hypolhese de que a opposiro
au se spreceolasse a pleilea-la, p qoe a tranqoilll-
dade publica nao corra risco, e por esls razao nao
ndei vir o riestar-menlo do Acararii, e nem lio
vincia de Piauhy, no Haranhflu, no Cear, elle lem pouco deHaquei a guarda nacional. Tambera nao
combatido sempre os iuiinigos da ordem. (Apoiados.) 1 julguei ronvenieiile a vin a das prajas do Ip ; lo-
Foi para galardoar ni seus serviros que o governo
imperial o 11 unenn major honoruno do exerelto, o
diilingulo com o oflleiatalo da Rosa, e por lira o es-
colhea para eommandanto superior da guarda na-
c1011.1l de Sobral, Einlim lie ora cidadao que lem
merecido a estima de loda a provincia; O nobrode-
pulado nao sals de-tes faelos. e, no intento, llenan-
doe levar pelas informaoes de pessoas nleressa-
ds", clama contra esse cida Mo, que so-ueute elogios
mrece. ( Vpoiados.,
O nobre 'replalo acab de dizer que nilo lomei
providencias pira Sobral. Em respaila a este paulo
eu vo.i ler urna rarla que dirigi ao Sr. ministro
da ju-lisa poneos das sutes da eleicao. Dalla
consta a razan por que nio man lei loro para So-
bral.
O Sr. Cruz Macha o :Si maulaste, haviam de
dizer que qaeria cumprimira opiniao,
O Sr. Paes Brrelo :Devo declarar que a oppo-
sicao me pedia que au enviarse forra para l. Doo-
rae parabens por ler assim procei. I), ontra or-
le lanrariaiii buje sobre mira a responsabilidade das
desgraras qus alli se derara.
'Jla diversos apartes..
Sou o primeiro a reconhecer e declarar que os
parlidos inloleranles do Ceai nao recuam ante o
eraprego de meio algum, quaud.i veem qoe dahi
Ibes pode risullar a victoria.
O Sr. Cunha d um aparle.
O Sr. Paes Brrelo :Eis-aqni n qoe eu escre-
via em data de 28 de noVrmbro ao Sr. minislro da
jmlica.
a Depois ds minha ultima orla, dirigid.) a V.
Exc. em data de 17 dn corrent", o estado da pro-
v ncia se lera (orna lo menos satisfactorio. Os parti-
do! continuara a prrparar-se com ardor e intoleran-
cia para a eleicjo de 2 de novembro, e m alguns
punios he de receiir que a|iparesim conllclos riesa-
gradaveis. Nu Aracaly e na Cralo, cuno V. Exc.
vera daa cartas joules pnr copi 1, eschptas por pes-
soas inaospeilas, as cuusjs apresenlam um aspecto
a-.-11-li-lor. lie Sobral lenho recibido communica-
r'S em gue se diz que enm a chegada Joan Flllppa Bindeira de Mello, vio lo ullimamenle
dessa inrlo, p,i .(i naquella freguezia, como na de
Santa Auna, que Id- lira prximo, os parlidos se
aclis I em grande excilarao.
Era Cascavei. imiieratria, Santa Cruz, Maran-
guape e diversas nutra, freguezias lamliem a eleisao
de ,: -'- -
davia remed por om soldado os oflicioa que V. Kc.
rae mandou para os man lar ao Dr. jdiz de direilo
daquella comarca e ao capitn Morena, ol and,
ao dito Dr. juiz do direilo qui eu dispensava a viu-
da das prs{as que V. Exr. ordeaava ; e lend 1 assim
respondido e dado comprimento ao ofl.-io de V.
Exc. desta m m 1 dala, sob n 22. a mim dirigido.
Cunrluo este meu ollicio agradecendo cordialmonle
a V. Exc. e-sa conlisuea que em mim deposilou,
confiando inda a forra minha dlspoeifao, e proeo-
rarot lornar-ine digno della concorrenlo cora lodo
que estiver de minha parte para que as cousai v3o
ebegando ao su estado normal.
a Heos gaarde a V. Exr. Cidade de Sobral 1(1 de
novembro de 1836.Illin. e Exm. Sr. l;r. Francisco
Vivier Paes Birrele, presidente da provincia.
O juiz de dirailo, M'gael Joaquim Avres do Nasct-
tnento.
ne a poca em qoe te deve proceder ahi a' criada
eleisao. O que Ihes tenho por moilo especialmente
reruuimeodario.
Dos guarde a Vmcs.Francisco Xavier Paes
Brrelo.Srs. presidente e merabros da meia paro-
chiil do Sobral, a
Senhores, ha da parle do presidente, uestes acloi
por elle pracadoi, o desejo de accrocoar om parli-
do conlra o oulro '? Quena eu, proceleudo assiru,
anedar do pleito a opiniao liberal .' Nao, meus se-
ndo es; te lal fosse o meu desejo nao leria lomado
a responsabilidade ilesie adiamenlo da eb-.ita'o que o
nobre deputado por Minas anda ha pouco lachou de
Ilegal.
O receio de novoi conflictos enlre os parlidos, se
elles se apreseulassem oulra vez disputando a elei-
cao lugo depois dos lamentiveis successos do dia 'i
de novemhro, roe levou a lomar aquella medida ;
era nma providencia extraordinaria, reclamada tam-
bera por circunstancias exlranidinaiiis.
Mas quando ella cliegou a' comarca do Sobral ja
o juiz de direilo que a havia reclamado sabia qoe o
partido da opposicao dizia ler feilo a sua eleisao. O
digno magistrado loi enlender-se com os chefes des-
se partido, 01 quaes Ihe disseram qoe nao se apre-
-i'iii.nam mais, que a sdia.ej^isao eslava concluida,
;e que porlanlo nao havia receio por esse lado. Em
vista dtsso o juiz di direilo a quera eu linha encar-
;regado...
, O Sr. Silveira Lobo da' um aparte.
; O Sr. Paes Brrelo ;Eu nao posio ler a louca
prelensSo de arredilar que o nobre depulado se
convensa com minhas palavras ; o nobre depulado
parle sempre de uina auapelta contra quem gover-
na ; eu Uve a mf lindado de envernar, e porlanlo
sou suspeilo ao nobre depulado.
Sr. presidente, o juiz de direito, em visla das no-
vas c rcumslancias em que se achivs a freguezia, eo-
lendeii qoe na.i devia obslar a que a mesa parochisl
lizesse a eleisao no dia por ella designado ; concor-
dou era que a eleicao de Sobral live.se lusar no dia
20, e que a de Santa Anna fosse feila no dia 25, co-
mo eslava marcado. Ii.-inu-, o juiz de direilo,
qnaodo me ofliciou no dia 7, nga linha em Sobral
sanio 10 tirar is ; o quandu as ininhai ordena chega-
ram, havia all arenla e lanas pracas de lnhacom-
man ladas por um olllcial de c.mli'ai ra. O juiz de
direilo enloudeu. c lalvez enlemlesse bem, que nao
davendo receio de desordena, elle nao se devia op-
por a quo a mesa COmprilM seu dever.
l'ma voz :Assim dispanha o arl. (0 da le.
Ha diversos spartex.
O Sr. l'aes 11,11 reto :Senhores, fui umerru lal-
vez desse partido oa dessa mesa o proceder a eleisao
no da 20 ; porque se e'la liveise adiado a eleisoes,
eilas e toriam feilo do meara modo como se lizo-
ram naquella occasio, e o. n.nhres depulados n3o
polerii.in dizer hoje que essa eleisao he manchada
de sangue.
O Sr. Brandao :Devoraos corrigir esse erio an-
nollando a eleirao.
O Sr. l'aes Birrelo :N.lo rae importa qoe a an-
nullein ; me he inteiramente tudiilen uto isso...
O Sr. Silveira Lobo :Nao be in diferente, vis-
to que vola pelo pirecer.
O Sr. paei Brrelo :... me he posioalmenle a
indiflerrnie que os nobres depulados volemuu nao
voteni pela eleisao.
O Sr. Silveira Lobo :Isso sim.
(Ha oulros a parles.!
O Sr. Paes Brrelo :Eslou inlimamenlp persua-
dido de que nina nova eleisao em Sobral podera'
dar lugar a orna nova desorden), inasnonra vencer
o paili lo da 1 pinar 10.
Ja vm portanlo os nobre> depulados que o voto
que dou a favor do parecer nao he lilho do inieresse
de partido. (Apoiados.)
Sr. presi lenle. reala-me ainda responder a urna"
censura que o nobre depulado me fez e respeilo do
uhdelegado de Sania Auna.
O Sr. S Iveira Lobo :A quem V. Exc. demillio,
lauto o rn'jiihooeii culpado.
O Sr. Paes Brrelo ;O nobre depulado nao 1. be
anda o que vou dixer, para qu me jnlerrompe '!
Senhores, ha om erro da parle do nobr depulado.
O hoinein que lomou parle as desordens do dia :i
nao era subdelegado, era segundo supplenle do sub-
delegado, e nao eslava em exerclcio.
O ?sr. Silveira Lobo ;Primeiro supplente, segun-
do dase o juiz de direilo.
OSr. Paes Brrelo:Digo eo que era segando
supplenle, eque n3o eslava em exercirio nrisa nc-
easiao, comquanlo lomiss* a vara no i!is seguinle,
por se ler retirado o subdelegado.
Apenas eu soube que esse homem linha lomado
parle na lula, o riemel inmedialarr.ente, asura co-
mo demilii o siid lolegado p-,r nao ler apresenlado
energa, por nao ler lomado providencias para man-
ler a ordem publica. Protegera eu eise homem '.'
Nio, senhores, elle foi procelario, e acha-se pro-
nuneiadii pelo chefe de pulida como complica nal
morles pralieadaa no dia 3. Onde esla' aqui a cul-
pa do presidente?
Poda eu adevinhar de anle n>3o que om segondo

foi
1 mi
. 'l-ii'.rii'iil", lenlij a li/.-r-llies qus para a conli-
ispulada cora excessns de um e nutro lado. nuajla da eleicao, que foi ahi inlerroinpida era con-
' Pj n tendo aqu na capital qnati nenliuma foroa aeqneucla dos deplorareis sucre-sos do ida :l do mel-
lo linha, e mesmo nao senda fcil encontrar pessoas ,na niez, dever.10 Vinos. |pr n.inl.i em visla que os
traparriais c rsti itibas .1 lula a quera a confie, del- enmoa se acharo pacificados, e desvanecidos lodos
os receoi de novas peituibasnes. Emqoanlo os ha-
bitantes rie-sa freguezia nao se acharen) restituidos
He esle, senhores, o conreilo qoe fiz o juiz de supplenle rio sub lelegado que nao foi nomeado'por
direilo das providencias que lomei, e direi cainaia mim lomara parle nessas desordens *
quaes foram ellas. 0 S "
R-metli pira a comarca do Sobral immedialamen-
le 70 ou 80 pras-is d-linha confiadas a ura capi-
Uo, homem que, servio lo alii depuis como delegado
de polica, conlra elle nao fez aiuli a opposicao urna
so queixa. Mandei para a fregaeza de Santa Anna
ura destacamento comin.indido por um ("lenle de
linha, que alli lera soflrido areusas'iei, nao do par-
tido da opposicao, mas do parlido denominado ca-
rangueijo ; ssseolliciai foi nomeado subdelegado de
polica, como o oulro linha tirio nomeado subdele-
gado da cidade do S ibra!.
Exped ordens para que fossem presos ns aulores
doi menla lis que iiM'iara lugar no dia .'I de nu da
.'l de novembro. Quaulo a poca designada para a
nova elsirSo, direi a cmara que leudo declarado
em dala de 7 de novembro o mesa de Sibral qua a
ella competa designar oulro dia para a eleis-lo, pen-
sin lo depois as circumslancias em que provavel-
rneute se adiara aquella locnlidide, receiandu novas
desgr.ioas, recommendei a' respectiva mesa, vislo
romo ofl 1 estova no in-'ii po ler lidiar a eleirao, que
nai procedesse a ella seno no caso de e-tarer
iianijuillos 01 nimos, e desvanecidos lodos os re-
celos de nevos conflictos e perlurbaces. Eis aqui
u ollicio.
'.1 Palacio do 'joverno do llena',em 13 i!p novem-
bro de IKii.'.ni addilaiiiento ao mea ollicio de 7
(el de -.alilazer i rcqui-inies de dislacamentos que
! todas as partos me fazem as autuiidales iocaes.
O receio de qoe os soldados do governo sejuu Uans- a' calma e moderacala de que minea devem aparlar-
lormidos era in-liuiiietitos de um partido me acn- le os cldadaos que lem a Consoleucia de sena deve-
solua e.sa m-1i a.
i> e Maria Pereira,
I-i-, iiiandoi alguma f.irc.i, culloraiilo-a 10b
onlens, nao das autoridades loeses, mas do deloga lo
militar, do lenenle-eoronel Pecegoeiro, o do Dr
!l ii li', juiz de direilo de Inliainun*. Nao lenho ces-
-.i''i da lomar I. las as providencias que esl.ln no
i.i u alcance para evitar, reprimir qualqucr desor-
iii"n que ap.iaror., o apezar dos meus re.-ei.is, amia
n; pirdi a osp ranea de qae n elei{i1.i 'e Tara sem
derramamento de sansae.
1 Alm da exiliarlo prupria da lat eleiloral, o
que mais ii.llie para o apparecimenlo de cmil elos
t perinrdirO'is hr, por um lado a crenra funesta em
qoee soiieranas em suas rieci.*s. e que p ranlo quem
lem e mesa deve neeeasarismenle Iriamphsr, e pnr
oulro lado a nlenr.lo em que paiere pslar 11 partido
da oppnsiea,, de fazer volar oa do seu lado, mallo
embora nflo ** ardom qoatificados.
"in qu.i'i InC.s as freguezias n parlido cliiman-
_r. Silveira Lobo:Mis nao foi preso.
OSr. Paes Brrelo :Senhores, como era pos-
sivel verificar a ciiminaltdade de aclos pralicados
no meio de 13o grande desordem, senSo depoii do
processo'.' Apoisdoi.)
O Sr. Croz Machado :\o meio daquella confu-
sao em que iiingaem se entenda.
O Sr. Silveira Lobo :Quando o uobre depulado
jolgou criminoso! aquelles eleilores do Maranhao
havia proce-.soconlra elles'.' [Riso.!
O Sr. Cruz Machado :Eu os julguei incorren-
do ern om crime, se o praticassem.
O Sr. Slveira Lobo :Kecorde-se da -ua porta-
ra do dia 10. Riso. 1
O Sr. Croz Machado :llonro-me de ler evitado
o derramamento de sangue.
O Sr. Silveira Lobo :>5o acredito em salvacao
Tora da lei.
O S iis Vieira :Porque nao esperam pela
diseussla especial dos aclos do nobre ex-preiidenle
lo Maranhao ?
O Sr. Cruz Mach do :O ex-presidenle do Ma-
ranhao esla' sempre ua estacada para responder pe-
los ieoi aclos.
0 Sr. Das Vieira :lie melhor qoe discalam
as questes c eonvenc3o ; nao vendara cum preveu-
cOea (..ira a casa.
O Sr. Paes Brrelo : Sr. presidente, o nobre de
pulario, sen) dunda para laucar o desfavor sobre a
eleirao rio Sr. Francisco Domingues da Silva, disse-
nos :
" Os aulores rio assassinalo erain priruns do Sr.
Francisco Domingues, e sobrinln rio cororaaiidante
superior
1 eicmo nos relogradado para es'cs lempos de
barbaria em qae o pai responda pelos crimes dos fi-
Ihos, os lios pelos crimes dos sobriohos T .Apoia-
dos.
Senhores, o que lera o Sr. Francisco Domingues
rom os rrimeo dos seus prenlos ? I*] nao sabe o no-
bre dopuiario que e--es iodivi !uos > 1 lambsm p-
renles ilo >r. logo f'ilippe ?
11 Sr. Silveira Lobo : E que l'iiho eu cora
i---i 1
O Sr. Pties Brrelo ; Mas era bsm qus dissesse
aira rous*,
L'ma voz: i;.im a difieren!. 1 de qae o Sr.
Francisco Domingues esteve no Maranhao, e muilo
longo.
O Sr. Silveira Lobo :Que necessidade linda ca
que os e-pirilni non se arbavam calinos ; se os par- ( de de' l.irar que esses individuos eram jirimos do Sr.
Iidoi se encontrassem. provavelmi ole hacerla gran- Jo.lo Flhppe, quando n.lo se Iralava disso '.'
de desordem, quera devic diai a eleicio o mais lima vot: o pirenleiro cora um ciiminoso nao
possivel, que elle -u va um de dous nieos para pude reverter contra aquelle que o lera ; he un
evitar a lula, ou obiiiMi os partidos a chrgarem a principio anti-conslltocional.
amareordo, 00 ohngar a um dalles a nao cumpa-| o Sr. S,iveira Lobo: Conforme ai circumslan-
re.er. ca.
i ira, eo "*'' poda lazer nem uina cousa, ora ou- o sr. Presidenle:^\llenso !

.
Somento para o Crato, Araca-1 rea, seria imprudente e podena dar logara ocoi
qoe sin os pontos mais anisara-! coiifiicios e desgraras, o qoe conven) antea de Indo
evitar, n proseituinien u da referida eleica>. Por
ultimo Ibes reeommendo que se entendm enn o
Dr. jala de direito dessa comarca, alos sobre o ob-
jeclo de que acabo de Iralar, como a respeilo das
med laa que devem ser adoptadas afim ds que a
tii-ira 1 corra ora pez e livreroeiite,
o Dos guarde a Vmcs.francisco Xavier l'aes
Barr, I .Sis. presidente e membros da
chial >e Sobral, o
No dia seguinle ao ria remesia desle ollicio rece-
bo eommonieacea rio juiz de direilo, dizendo-me
me a i'i.-o-
go oa liberal depreiou a qualilicaslo, que foi feita 'fa ; 11,10 poda cousluoge utn partido a n.lo com-1 o Sr. Paes Brrelo : Sr. presidente, os nobres
-

-
MUTILADO


.


npprovar a elec,o, dar (riumpho
depulado, da-erara que 09 provocadores da dcordem
foram os individuos pertencenle, ao partido gover-
nisla ; e daqui tirn o nobre depulado a erguidle
cuuclusao :
m.1 Se a cmara
aoa assas.inos.o
Senhores, anlc do Iralar dos fados, anles de re-
correr ao le-lemunho de pesios que se achram no
lunar dos aconteciineuloj, devo faier urna observarse
a cmara. v
O partido que no Cara he denominado Caran-
gueijo, eslava .m maloria l.gal, Mnlo real, em todas
* reguezias ; o partido da opposicAo nao llnh
comparecido a, un,,. em 1832. Esse'pariido nao II-
pfcwii!" , nMn P-
OSr. Silveira Lobo : Mas linha povo volanl.s,
que he o essencial. '
O Sr. Crui Machado : Os documento, rezara o
outrario.
ra oulros aparto.)
O Sr. Pde Brrelo : O partido da opposicao
au lioha maioria legal ; iu-i-in nesla propo.ic.1o,
purque aquella partido que lem maioria ua qualif-
cacan, tem maioria le O Sr. Vilella Tavarea :lie muilu fcil fazer es
Ms, iu.iinii.i-.
O Sr. Paes Brrelo :Os nobres depulados me d3o
aparte qua nao sei que relacSo lem rom o que eslou
dizeudo. (Apoiado,.)
Eilou etpondo oa felo, e digo o aeguinte : o par-
tido da opposicao nio linha meio para vencer, e o
oulro partido linha lodos os elemeulos de vic-
toria.
Ora, he preciso quo lenhamoi ein visla a e.duca-
{3o doi partidos no Caara : all nao ha loleraueia ;
quando um partido etl debaiio, o oulro nSo conaen-
te que elle veno., a .loica...
Por melhores que us-ein os meos desejos, por
maioies que foisem os meus esforcos, para que 1 op-
posiju concorresse livremenle a* eleicao, e masmo
Iriumphaue...
O Sr. Silveira Lobo : A lei dos circuios nao dri-
lou abaixo eslas cousas ?
O Sr. Paes Brrelo : .... eu nao poda faier im-
possiveis, Dio poda obngar o partido chamado Ca-
rangueijo a abrir m.i... dos meios que linha pa-
ra vencer, alim de serem eleiloi os seua adver-
arios.
I'ma voz :Meios lgaos.
O Sr. Paes Brrelo : Senhuresy a opposicao con-
leisoo que n3o linha maioria na qualilicacAo, nem em
Sobral, nem em Santa Anua ; e na ee.oAo de verea-
dores juizes de paz ella apenas tove um terco dos
votanles.
O Sr. Silveira Lobo : D.u-se o facto de arruma-
ment de tropa.
O Sr. Cruz Machado : Mas nao liouve derrama-
menlu de sangue.
O Sr. Silveira Lobo :O lenhoritem muila fe na
forca (Biso.)
O Sr. Cruz Machado : Na aoloridade.
O Sr. F. Octaviarlo : Quando esla nai suas
aflloa.
O Sr. Cruz Machado :Moslrem algara acto de
desobediencia que eu lenha pralicado ; nunca pe-
goei em armas contra o mau paiz.
O Sr. Carrao :Tem feilo mais do que iiso.
O Sr. Paes Brrelo :Em visla d resullado da
eleco de seleml.ro, a opposicao em Sobral declarou
que nao se apresentaria em novembro : foi (emente
depoi, que ehi-goo aquella comarca o eonleudor do
Sr. Francisco Ooiningnes, que o partido lber-1 ae re-
olveu a pleitear a eleieJJo. Era preciso aceitar a 11-
luacao como ella eslava.
Se o parlidj saquarama, carengoeijo ou conserva-
dor dispunha da qualilicagao, das mesas, e por con-
aeBuinle da todas ., probdidadn do Irouipho, que
necessidade linha de provocar a desordem ".' (Apoia-
dos. 1
O Sr. Silveira Lobo :Ife o fado ?
O Sr. Paes Brrelo :Mas dine-se Moneram bo-
rne us da opposicao. (juidini'l
QSr. Silveira Lobo : Ol nao val nada !
Ha outros aparle1.
' Sr. Paes Brrelo ,com energa, : Acho que he
muilo. lio nina grande infelicidad, para o paiz e pa-
ra a liuiiiai.ua *, (apotdoi) ; mas nao prova que os
oulroa fossem os provocadorea, .ora ora .Apoia-
dos.'
O Sr. Cruz Machado :O aggressor muilas veze
salle de peior partido. '
0 8r. Paes Brrelo : I.erei ainda o trecho de
urna carta do juiz de direilo para moslrar o que el-
le diz a esle respeilo.
1 Miuha conviccao he que se no quartro hoovesse
um homem da respeilo, nada leda acontecido, mas
qu.ilro moco ineipenos melllos no meio do p->vo,
loi bstanle para produzrera a eiplos.lo.
Uizem etica, havia plauo de desordem da parle
da opposic.au para as duplcalas ; pois bsm, e hou-
ve, porque, correado a mesa no primeiro da, a op-
posicao nao se aproveiloo dessa retirada paaa ir fa-
eleicso ? porque raido a opposicao, da parla

DIARIO DK PBaNAMBUCO OINTA FEliU DE -ACOST DE t857
- *
<> Si. ple Barreta :A
volanie. ti partida da opposicao roaba o urna, leva-a ,
para a casa do vig.rlo ; perpunte en, quein foi o .enl.va* ,.,..,,., ,t~,, r ,1'1" *x ? ,". 'V" sl! (*l'"-I''"P-le'! universo, emporio da. seienci.s da.
provocador da de-or.lcm Seria a mesa ? ." ,'., lo' r "\" "''Z'.J. ""j vM" 'I'"1 ""'; "" Iha chama Lachaba ; o que r. di-
Me v.rd-de. s.nho.e., que eu vejo no. docomen- feitajr. di TuVu^T-nS^imJ^'I^''' V*" ',''' um ahbn ewriP''. 1' """" > ""-
los oH-recdos por um dos can li.lalo., que lano e.n .. (.,,- o p r,Vj n, o, ,r0' .I"1 -l""'l"e ', lU'^"c-:" "* ""! perderam seu. di-
sanla Anua.co.no em Sania Oaileria as inesR, 1.,. ,,, ,, !"......... eoncarrem a, eleiroei para rulos.
que proM.ea.am a I.I., lenlLo ,,!& "*, Vr,.^ SX!%2? "Z^lt^'.' X."! '"" I .. f .OOBdar M ollimo q..e.l. foi-m. ..e-
Em Sania
muitai vez.i fallavam os meiosmai< necestarioi, ro-
mo, v. g pratoaa que aervissem de tnfermeiros: e
maiorcs ferian, os embarl^oa, se au tora a eoadjd-
1 ...1. que enrootrai noa Sr*. Jernimo Jo-5 Frrrei-
", Ai.ion.i. .la Coate, e Jorge, todos moradores no
ine.iiia di.lucio, ja rhinan.lo-me qnando linham
fatai razOei militam para rom aotroi pi Iei r.
.......... .e.p.ii.scau.mna ,,., r.ent. ,Mm. Sr. liJSS'SV'
a man razio na., merece \ ieta.Jaa F.ancisc. P.nl.. (ni
inaeiencioio, que i.c sen direito, precisa que V. S.
la civ.ll
ser desculpado .. r.culiai...
(a ri.la.le Si- lo..lia >M,|
cholera no dislriclu
uieiicn
de dar eslai.slic.i
que II.e fo.a
do 1 colle: Primo, seo .oprl.raie %
ueria da Baa-
"ja'aes.para bem de
se d.ane alleslar o e-
quando V.
a con- S..do0..u.eaaa II I,-'LrTdT, TV"
ir ver o primeiro cholero ni di- r'clo m ir' P
ualracilu foi conliad,, a, -eus cui.lado. e i, l".!^!' '
eocerra ver o i.,fe,.n, se Ihe deuare.nf. s pl* d8 ^
-r.missao de benelirenci?. de
V.S. era preaide.to, pr m.iu de b,||,
lequem sederam a.inortes, naoapreieta urna' fa-
Uizem, sao os do govemo que fizcram a desor-
dem ; lambem digo que n.lo, porqoe ei.i.io a msa
correra com a orna e o livro, e islo nao se fez ;
demai., a gente do (joveino, alm de Vicente Gomes,
Ignacio (jomes, e mais um individuo que n.lo conhe-
ci, nao usaram de facas ; por cons.gointe nenhum
dos parlMos linha idea do morticinio : foi o acaso
que o Irouie.
Agora etporei como se deram as mortea.
Seuhores, alguns homens da opposicao esbordoa-
ram um individuo a poni de dn\a-lo por morlo.
Ignacio e \ cente Gomes, irmaos desse individuo,
vendo-o lanc. .do por Ierra gravemente ferido, e co-
mo morto, entenderam ..entendern, moiipmal) que
deviara vinga-lo, lanc.rammao das facas e mala
ram trea ou quiltro individuos.
O Sr. Vilella lavares : Eslavam i armadoi na
elei^ao.
(Cruzam-se, granJe numero de aparlea.)
O Sr. Preiidenla : Allencao I Ordem, meas -
nhores!
O Sr. Croz Machado : Se algum dos nol.res
lepoladns visie seo irmao naquelle celado, o que fa-
ria '
fado,
O Sr. Sebias : Nao querem moralisar o
por iss. inlerron.pem o orador.
O Sr. Presidente torna a occapar a cadeira da
p.csidencia.
O Sr. Paes Brrelo : Senhores, eu poderia, se
nao lemtaie abasar da allencao da cmara, apre-
seolar o lestemunho de{ies do liberal, as quaei, iurandonos inqoeritos que all
a procedern., declaran! que lmenle esst-s dus
mdividoiis apreienlaram-se ormados de faca. E a
prova he. que leudo havido urna lola que duren por
13 ou -I) minuto, nao liouve oulro ferimenlo eilo
rom Tacas ; a lula foi a ccele e a pedra, o que de-
monslra que nenhum pa.lido, .ou o pnmeiio a re-
conheee-lo, quera a Insledio.dem que all appa-
.eeeu. (Apoiados.)
Oous humens do partido da opposicao enconlram-
se na porla da igreja com dous horneas do partido
caraugue.jo (eram lodos parenlesl.e de urna eonlola-
cao de palavras passaram a vas de faci ; o povo de
um e de oulro lado, exaltado como a. achava, cor-
ren em socorro dos seus amigos, travou-.e a lula.
l)iugo Gomes, vendo que sea irmao Vicente Gomes
bngava com Antonio Manuel, como diz o juiz de di-
. lello, acole em seu soccorro. Domingos Patiolin
corre em deieza do Antonio Maco.l, ooiros nler-
veem na desordem. Diogo gravemente ferido cabe
como morlo coberlo de tingue ; Vicenle Gomase
Ignacio Gomes acodem ao conflicto, ve.m que seu
11 mao eslava eslendido no chao como morlo, enleii-
deram moito mal, como disse ha pouco, .pe deviaro
viugar eisa morte, e malam dquelles que eslavam
esbordoando a seu irmao.
Senhores, plese dizer que um partido loi provo-
car a oulro .' hsle f.clo nao foi o resollad., de om
concurso de c.rcumslaaciai imprevistas ? ,-Apoiados :
muito bem.) '
Ha um aparle.)
O que podia fazer a aoloridade ? O juiz de direito
eo juiz municipal, chamados pelos homens de um
ede oulro parlido, achavam-se sentado.pe.lo di me-
sa. Ivao poderam prevenir a desordem, mas soube-
ram expgr.ua. vida, para evitar que ella produzis-
se maiore. desgracas. (Apoiados.)
O Sr. Silveira Lobo : He o eaio de crimes sera
ir.in.nu-.i-.
O Sr. Paes Barrrelo : Tanlo houveram crimi
liosos que eu os mandei proeessar a perseguir : al-
auns roram praso., ouUos acham-se forag.dos, ale
" provincia estranha.
O Sr. F. Octaviauo da nm aparle que n.lo podemos
O Sr. Paes Birrelo : O que qaeria o nobre de-
pulado qn. eu fizess, c..mo presdanle da provin-
. ladMla dei.ar correr tf rev.lia a acca...-Oe, qe
i..a foran. dirigid., .' Ka,,, meus. senhores, 'eiloure-
aolv.du a defeuder-me na tribuna sem, re que fur ac-
Mtade. (Apoiado.,) H
Eu. Santa Asna o que houve ? Tralava-se de
reeeber m vol, d..pi,va.sc ,obr, ,,,..,,
lovolan.e. A opposicao que eilava .m minori.....
...lo dice minora re.l, porque, senhores, he cousa
muilo dillicil saber om certeza qual o pariido qne ee-
U em maioria, se.ia preciso reunir e Cantar os nie,n-
bros d. cada um dosparlilos.
O Sr. S.lveira Lobo : He impossivel aos homen.
impopulares.
O Sr. Paes Brrelo : sto de popularidade ha
urna ousa de que se eo>luma fazer jogo.
O Sr. Silveira Lobo : Enlrelania he quein Iroo-
xe u uobre depulado p.ra aqu e a lodos nos.
O Sr. 1'iei Brrelo: O nob.e depulado sabe
quo na provincia de Peruambuci. 01 nossos adversarios
nos accuiam de ari.locratas, pensando lalvez
anda eslamos nos anligjs lempos em qae esta
xra Haba urna cerla magia.
O Sr. V.llela Lavares :A que vem agora Irazcr
a provincia de Pernamburo 1
O sr. Paes Brrelo :Para responder .10 nobre
depulado que fallou da mmha elec.ao, desviei-me
do ponto da qoeslao, como por vete, me tenho des-
viado por causa dos nparlts.
Mas, Sr. presidente, rom,, la dizendo, a opposi-
i.ao, que eslava em minora na oallucacfla V n...
eoUndl, qu. d.vla fazer ,1a, a lod, pe emn do
seo partido, Ir.vou lula anatenta. lo ^
u... vo. uto. liepoisdess lula e de iASSSTTm!
mesarlo quo defenda a uroa dos que a queran, a
rebalar, uccorrem novas desorden*- fura da bu-eia
.a la pariido toma suas po.ires e faz fo; un. sui'ri
o oulro ; ha morlej rerlmenloi ; quem provoco,,
, .s desordens? Di.se o nobre depulado que for.m
.iqoelles que eslavam em msioria na qualilicacaa, e
linham certeza de vencer a ele^So !
O Sr. Cruz Machad,, :Jlaviam de er e-se., e Dio
os ladros da urna 'Bisadas.)
OSr. Paaa Brrele t-Senhore,, o que honveem
Sania yoilena .' Lina con!rovcr.ia por causa de um
que
p.la-
inscrevi conlra esc parecer qn- approvava o diplo-
ma do Sr. Jagoa.ibe. Eu dis-ea V. Exr. e a min-
ios dos meus nobres Colleais, que na niinh.i upiniau
nem urna nem oulra eleicao derla ser appruvada.
(Apoiados.) Entenda que nao devia ser approvada
essa eleijau, porque a eleicao da Imperalriz linha
silo fela no ineainu dia, na mesma hora, em que
all se deu una lula lerrivel enlre os parlidos, da
qual resultou a monede nm individuo e o ferimen-
lo de muilas pessoas.
(Cruzam-se muilos apsrlrs. Sussnrro.
Sr. presidente, os nobres depulaios ohrlsam-me
com seus aparles a desviar-me da male'ia de que
eslava tratando para responder-Ibes inmediata-
mente.
Senhores, e,sa eleic.an comenla no meio de una
lula MKgolooloela, e continuada quando um pariido
vencido abandonava o campo da bataina e fugia es-
pavorido, os nobres diputados que me inlerro.npem
nao drsrobrjran ne|| a;mai< pequea mancha .le
sangue, nSo lli notaran, a menor irregularidad?, aii-
provaram-a (Apoiados.)
(Continan) o, apartes.)
O.Sr. Pies Barreiu ; nobre depulado po' Per-
nambuco, que foi um dos defensores dessa eleicao,
depon de descrever os deploraveis aconlcci.neiilos da
Imperalrir, concln.o ,l,7endo que a eleicao se fizera
com luda a rraularidade Agora, porm, qne se
Irala de eleicOca feius 17 ou 20 das depoii da lula,
os n-.bres diputados n.lo admillem que possam ser
approvada.
,('.ruzam-se ililTirenles aparles. Sussurro.)
Senhores, eu comprehendo os escrpulos dos
nobres depulados. Somenlo me espanto vendo que
sao elle, os prop.ios quo vptaram em favor da elei-
cao da Imperalriz. ^Apoiados e u3o apoiados..
Us nobre. depulados reconhecem que e.la observa-
o nao Ihfl he favoravel. (No apoiados e re.lama-
S-s.)
O Sr. Villela Tavarea:E o nohro depulado ea-
la em cont.adiccao tendo volado conlra a eleicao da
Imperalriz, volando tgora em favor desla. (Apoia-
dos e nao, apoiado,./
OSr. Pe Brrelo :Eu aceito e.la eleicao pelos
motivos que dahi a pouco eiporei casal obser-
vando desdeja que ella foi feila 20 .lias depois dos
trille, aconteciuienlos que liverem loKar no dia
i de novembro, ao passo que a oulra foi lona
no roesmo da e na mesma hora em que houve
urna morte e mailos forimenlo,. Apoiados e recla-
macoes.)
O Sr. K Oclaviano :Desordem occasiouaes e re-
primidas logo. (Apoiados.^
O Sr. Paes Brrelo :Como reprimidas ?
O Sr. Silveira Lobo :Felizmente am.a iti.l.o a
palavra para responder.
O Sr. Cruz Machado :E eo para Ires vez ponder.
(Ha oolros aparles.)
O Sr. Paer Brrelo :-Dizia eu, Sr. pre.idenle,
quindo fui inlerrompido, que tinhe volado coolra a
eleicao do quarlo dislriclo do Ceara : primeiro. per-
qu a el.icau de Imperalriz linha sido eila no mo'-
mo da e na mesma hora em que se linha dado a lu-
la sanguinolenta.... '
Mas, Sr. presideute, essa eleicao esta approvada,a
cmara dos Srs.depulados d.liberou que fsie acei-
ta ; he do meo dever respeilar as deliberacts da
casa. Apoiados.) *
Lina voz :O contrario seria fallar coutra o ven-
< Sr. Vilella Tavarea :Nao
(lia ou Iras aparles.'
OSr. Presdeme:Alinelo !
O Sr. Paes Belo :So tiao he rat'o para o no-
bre depulado, he para mira.
O Sr. Cruz Machado :lie urna vez que o resul-
la i., seria o mosmo.
lia oulroi aparles. Susurro.
O Sr. Presidente :Allencao, senhores A or-
dfm .
O Sr. Paes Brrelo :Eslou dizendo o que pens,
senhores eslou motivando o n.eu vol, eslou decla-
rando a 11..1,ha conviccao, que urna nova eleicae
nesse losar seria um. calamidade. Apoiadoa e mo
apoiados. Su.urro..'
Portant,, anda per mala esia eomideracta vol a
favor da eleicao do Sr. Doifainguei da Silva. Aca-
mara aprecie a como entender ; se julgar^juc islo
nada val.-, que he indillerei.le arreme.sar a popla
Sao do (.ear., oulra vez nessas lulas horrorosas por-
que anda ha pouco cabou de patear...
Cruzam-n aparlea. Cunlinua o susurro.
O Sr. Presidente :Allencao A' ordem, teoho-
rrs I
O Sr. Paes Brrelo ;... que o faca. Quinto a
raim vol pelo parecer. Apoiados, muiio bem, mui-
lo bem )
O Sr. Borbosa requer o enccrramenlo da discos-
Consallada .1 cmara, be approvado o
ment.
O Sr. Silveira Lobo pela ordemi :Sobre urna
que.iao des'.a ordem, em que a opiuiao publicase
aclia sobremodo impressionada.....
Vozei:Oh oh !....
O Sr. Picsidenle :Allencao '. O Sr. depulado
lem I.ro.., de se exprimir como enlender.
O Sr. Silveira Lobo :... quesiao que se acha
mu,lo elucidada, e oesaa eluc. lefio cundeinnado,
absolulamenle iut.resses facciosos, achava muilo
eouvemeuio que o paizsoubesse do modo porqoe ca-
da um de nos voluu. Carreguo cada um com a par-
lo da respousabilidade qae Ihe cabe. Apoiados. Be-
qoeiro pois a volacao nominal.
Submettido esle requeriinenlo a volacao da cma-
ra, he rejula o por 45 volos conlra 3i.
Po-Io 1 votos o parecr da commissao, he ap-
pn.vado em todas as suas conclusoes por i voto
conlra 3a.
OSr. Presidenle declara depulado pelo segundo
di.tnclo da provincia do Ceara'o Sr. Francisco Di-
mingues Silva, e supplenle o Sr. lenle coronel
Jos Cantillo I.inliares.
qoe
presaossocrono de benefl
memos, baelaa, e djnhelro, ,
lldoi da epidemia. Terlln a >. .
?u.V:S..n,q,lld,d,Vp^;n.^,rr^
se linha as
mi.ulou a
...formacu
vl.e.io por V. S. ; neU(a ,,rrno, ,^,, *
.eles im-
eston pol
presdeme da
mmi
l'-f'.." "" Ci,l'U>ua ver
1 que s
logo a
reqoeii-
AVULS
O sr. Pa.s Brrelo :EnVeHnto, Sr. presidenle,
urna folha de,Ia corle declarau, no d.a segoii.te
apelleem que foi volado o parecci da eommiaaao.
que eu approvei a eloic.o do Sr. Jaguaribe. KecJa-
inei irnmndialainenle conlra aeinelhaule aHeici, e
nao obsiaiile a mesma folha c.nlinivo.i a alln'buir-
me um procednnento que nao live. O motivo que
para isso lem o redactor d. folha a que me retiro,
sei tu ; o seu lira, porra, ignoro.
i*pois, Sr. pre.idenle. tulruii em diKOUao o pa-
recer Acerca da eleicJo do .egundo dialnelo do Oi-
r, qoe anida nos oceupa. Combaleu-,, um honrado
depulado por Ser^ipe, quecjncluio su discui.o of-
l.receiido urna emenda para se annulla' lo.la a elei-
Cao. tu nao eslava no recinto quando fi enviada
mesa o-sa emenda : live conliecimrnlo della depon
de se achar sobre a mesa. !\Ao aeiiali c.iciusao
do discurso do uobre depulado par Sergipe ; a,.
poda portanto mauifestar o meu apo.o em lavar da
sua emenda.
Mas a folha diario de que fallei d.sse que eu a ti.
Dliaapoiado. Na dia egulnle, ou no mesmo flis, o
nobre depulado por Maranhao, relator da commissao
de poderes, reelamou...
O Sr. Cruz Machado:Depotado por Mina. (Bi-
10.) Iloiirar-nie-li.i de o ser por Maranhao ; recla-
mo .rnenle para nao haver erro.
O Sr Pes Brrelo :Fa/em quesl.1, l de um
nome dado pr oulro por equivoco.
O'Si. Cruz Hachado :Kiram-se ; devia reclamar
conlra o e.|uivco.
O Sr Paei Brrelo :Deixe-os rirem-ie.
O uobre depulado por Minas reclamen conlra a
assercao do Diario do Ido de Janeiro.. ; o honrado
membro por Sergipe fez um. declarado no mesmo
ser.11,1... Invoco anda o sea lesleinunbo...
USr. Baplun Monleiro :O quo li no Diario
101 quo > fcxr. tnilia apoiado a minha propo.i.ao
que era um escndalo approvar a eleicao do Sr". Da-
miiigaei1 da Silva islo he inezarlo. O que V. Exc.
apoiou ro a propoticaoque era um escndalo a
approvacaodn uulra.
O Sr. Peas Barrel :_p0i, bem, o ..Diario conli-
nua a alhrmar que dei este apoiado. O red.clor da
rulha a que alludo encarregou-se de publicar s.m-
pre da urna maneira inexacta o meu v. lo e a, mi-
nha. palavra.. Pode elle continuar en, sua lorefa,
nodire mais ama palavra a esle respeitu.
Sr. presidenle, vol pelo parecer da commissao,
porque desprezo as elaicSes feilas por duplcala
as rrtguezias de Santa Quilena, Santa Anua e Su-
bral....
O Sr. Cruz Machado : Qoe o parecer an-
nulla.
O Sr. Paes Brrelo :_.... porque j.lo Retida, ; pa-
ra prova-lo baila compuliar 01 documentos ottere-
cidos pelos proprios individuos do partido do candi-
dato favorecido por cala eleicao.
O Sr. Cruz Hachado :Apoiado.
O Sr. Paes Brrelo :Todo, os inqueritos que
se proced.u aob.e essas eleicfie provam que sao el-
las falsa., Nenhum dos eleilorea f.ilo. em virlule
deasa, duplcalas aflirma qoe a eleicao se fez ; lo-
dos dizem que.sabem de su.i exislenci. por ouvir
dizer. e porque receberam um diploma.
O Sr. Silveira Lobo :Esla el.ieao eoli lora de
combate.
OSr. Paes Birrelo :-Eu nao e.lou disrolindo-a
Apena, exponho os motivos qae me levam a ap-
provar o parecer. Mas e&caudo he entrar em uu-
ras consideracSes a este rwpeito, vi.lo .orno us .,o-
bres depulados que impugnara o parecer sao os pro-
p.ios que reconhecem a fals.dade da referida eleicao
(Apoiados.) *
Quemo eleicao favoravel ao Sr. Francisco Do-
mingues da Silva, poderia 1er acoimada de irregu-
lar, mu nunca de falsa. *
Alem do leslemuoho de loda ai aulori.la.les em
favor da existencia de rilos os depoimenlos do proprio, liberaos, que allir-
mam lar ella se feito ; me.mo o, nobre depulados
que combalem o parecer, smenle a acensara de ir-
regulandade.
O Sr. Baptista Monleiro: E n
eousa.
s alguraa
*2& d":eLB,rre, :--Na ira, *"d" "-'-
Contra a eleisao de Santa Qaileria so disse qae
am individuo do pa.liio domiuanle ju.ou, no in-
querilo feito em S.bral, qoe as acia des-a eleicao
foram escripia, era sua casa. He preciso ponde-
rar .1 cunara que o individuo q.i. fea essi declara-
O Sr. Cruz Machado :He conhado do eandidato
o c rr a 1* o
niai' a" s B1,rr"0:; comquanln nerlenc, ao
partida da Sr. Francisco Domiogue, da Silva, (oda-
va he siispeilo oesl, e!eiCa, porque he cuuhad do
candi talo opposlo ao Sr. l)o.,ngue,. e l., |u,|.,
empenho em quo eleicao se auuulle. Esseemne-
nlio lis tal, que tratando da eleicao primaria de S
nral, di qual foi mesario, no he Constanna que em Serinhaem vai-ie instaurar
um processo centra o bem conhecido Manuel da
l.a.na llomeiro aquem, geralmenle se atlribue o
esponcamento que em 1854 sollrera alli algueiri.
Consla-nos que a casa da esquina que vai par
becco das Barreiros, se acha em tal eslado de rui-
na, que ameara o mais emiuenle perlgo anda mes-
mo as pessoa. que^pnr alli Ironsilam. Contll mai,
qae aquella casa ja fura obsrvala por perno,, e por
elle* reconhecido o seu eslado de ruino, e nao ohs-
lanle parece quo o proprielariu della nao te acha
muilo dltpo.lo a demoli-la, e a visla desso procedi-
inento o que mais deve esperara lllm.a cmara *
Acaso au juLara valiosas as opinies dos perito,
que a examinaran] .' Se assim he, lem o recuno de
esculher uniros, mas nunca consenlir que ella se con
serve no estado de ruin.
No da 4 do crrenle um carro alropellou um
miilalinhu no alerro da Boa-Visl. e Darec.a qoe Q-
eara morlo, enlrelanUoneu-noa que nao expiru,
e mesmo que nflo lem risco .1. vida.
Cou.ia-nosqoe S. Ex.-. Rvm. o Sr. b.-po dio-
cesano muilo .- interesa pela vinda !o seis irm.la.
de candado para se u,-cupare,n da e lucacto das ,.r-
ptlfla, que se f.rllam recolbi las 110 Collcg.o de Popa-
caca, fundado pelo prealanlemiMionario eapuchinhe
e prefeilo da l'enln o Sr. Frei Caelano de Me-siu.,e
em verdade no nos parece destituido do razau os
letelotqne oulre S. Exc. Kvm.i T.mbem no-, eona-
la que ome-ino senhor esla dispos| a conconer
cora una grande parle da desreza que com a viu-
da d.llas s lter, e me.mo coulnhuir para .ui 111 a-
nutenjao Ifaquelle collegio. Esse aclo de pliilm-
Iropia de S. Exc he mala una viva e solemne de-
1n01.sl.i51o que da da hondade do seu corarao, sim
he mais urna prova de tua candado. Oala "que lo
bous exemplus pode-sem er imiladu.
. "T S"" C'"n cer,eza,lue '* Para a fregue/.ia de
S. Joie ha um rapaz a.uda mugo, que sendo ulticial
de marchieiro e nao 111,10, resolveu a^ora dedicar-se
a oulra prolis-a,, menos pesada, e mais lucraliva; di
zem uns, que he a de tirar e.molas.mas nos nao di-
remos, que h.....O ceno he que depui da inurle de
MU pai enlregou-sa ao ocio, e de vez em qu 111 lo a
erapula.Conlii.ua a rereber obras para lazerde pes-
oas.que nausabem do seu uuvotvstema de vida, re-
cebe sommis adiauladas pur cenia das obrai que lera
de fazer da dojoizo final, despieza e maltraa sua
familia e pede ja pelo amor de Deo. que o Iraucafiem
a bordo de am navio de guerra, onde poder ser de
mais uhli.iade para i, para os .eus e para a socie-
dad.. Pedimos a auloridade policial de S. Jos- que
lance as suas vislas sobre esse rapaz ; anda he lem-
po de fase-lo bom, lornaudo-o aproveilavel.
P"c ra do Aragao a noile lenr urna vi-
no : ba nm vallo qoe (como 1,0 llecife cni ceil<
pona ; faz plauao : porem ci u sug.ilo he oulro,
nao deiva nijgaem passar por junio qne na ,
imluque o chapen, que .,3o resmungue, que nao fi-
que co.cavel e no entretanto que nos cumie aleja
ler ameac.do a alguem por nao querer pilar tobie
a lama e procurar a calcada O homem lem arre-
ganhos de bespanhol, e lem razilo porqoe a ra he
do Aragaa : ora Dos queira que alguma pe.ira nao
Ihe dO na eah-ca !
Consta-nos que continua a ser pessima a illu-
m.nacao de Olindaporque os freguezes de azeile
nao querem ir al la ; he raz3o, nao ha duvida....
aillra p.oeedesseella !... pobre Olinda, se a estrada
nao le der gai, e gaz a qucm ie r..a o venlre leas
a sorle mesquinha e opprcssora da velha Irlanda !
I rincipiuu a, devocoe. da Mai do Povo 110
hospicio da Penha ; honlem pela madrugada er-
gueu-se a baudeira respectiva.
I.'m especiaculo iuteiramenle novo para nos,
MI le.r lugar boje no Ihealro de Apollo. Mr tii.ee
mo Llysscs e sue irma. Lucr.ci.. ha pouco chegado
di ataa, aor.de lanos louro.colher.im em seus Ira-
balhoa de mgica e magnetismo, vJa-nos boje algu-
mas huras de enlreteniraenlo nesse Ibealrn.
O vapor nacional Ignarain. sabido liara
Granja e portea intermedios, couduzio o segoiules
'Anlonio Jos Ferreira, Francisco de Sales daCos-
ta Monleiro, F.lippe .Ne.y de Castro, Jo- Anaslacio
de Meodooca, I) Joaquina Nunca dos Pastos, Anlo-
nio da silva l.eile. M.iel Goncalve Nunes Macha-
da e um escravo, Dr. Leopold.no elfiuo de Abroo e
uro criado, Dr. Selle, seu criado e um escravo. Jao
Xavier Carnelro da Cuuha e sua familia, Amonio
t orles Butlamonles e um eacrav.,, Uaimundo Hen-
rique. de Araujo, hihpp, da Cunta Kibo.ro, Seb .,-
nao Moreira da Co-ta, Joic Francisco dos Sanios
francisco da Costa Oliveira. e um criado, J..ao Ben-
lo da Cunta, I). Alexandriua Selle Fernandese um
escravo, Proliro Theoplulo .Vives K.beiro, Amonio
rancisco Carvalho, Aulonio Alexan Iriuo Lima, Jos
l-elic,ano Macha lo, Jn- Mequol.no de Sooza. Ma-
noel de Moura Kolim, Manoel da Silva Grilo, Fran-
ci.ee Silveno de linio Guerra,Lu.z I ranciscode Ol
veira.
At amanha.
Illm.e Exm. Sr.Acenso a recepto da circular
da previdencia, na qnal o Aulaeeuor dn vr.r
eihje, Ihe 111 nislre iodos os es.clarecim;nlos Acerca
da. pessoas neeommeltldaa do cholera.qoe forflo
fiadas Olea, cui.hdos, inform .ndo-lhe ci
ciadainenle e cora loda a exaclida,. po
Anlonio Joaqoira de Alinela. ,
Angela Joaquina do Espirilo-Saulo.
Antonio Gema* Pimental .
Anlonio Jos da Fonceea. .
Arrhanjo Francisco da Silva .
Anua .1 oseadla de Jesu. .
linio Manuel Pereira ....
Castor.......
Cecilia Mara.......
Candida Maiimiana da C. Maitin,
Clemeulina Mara.....
Delllna Mana .lo Sacramenlo'. '.
Deulinda Mara Marques .
Esperanza ........
Bn.lli, Aurelia de Veras .
F.leuleria Hara da (loria .
Euf.osiua.....
I ranr.se Antonio......
Francisca Benedicla da Provideucia
rancica Maria daConceicao. .
francisco Pereira da Luz .
Francisco das Chapas e Oliveira.
francisco Jos de Veas. .
Francisco .....
Florencia...... i
Gerlrudes Posa......
Guimar Luiza. ..,...!
Gerlrudes.......
Gustavo.......
Guilhermina Felisbina de Vreras'. ,
Graceliano Octavio da C. Marlins.
Ilermina Mana.....
Hermenegildo Goncalves da S iva!
Isabel lUinha dos njos ....
Joan Manricio......
.1 ..ou.1.....
Josepha.....
J,,s t.'aetano Faraes. .
Josepha Viraina Carnelro da Canoa!
Josepha Joaquina de Meudonca. .
Juaquim Jos da Rota .
Jlo Anlonio da Veiga
V Harta; Marques. !
Jos.....
Joaqun, Francisco !
Jos......
Luir ,
>n !".!!:
Leonor .
Marcelina da Veiga *
Manoel.....
Manoel Constantino dos Sanios
Manoel.....
->lria ...!.*.',''*
Manoel I ra.nci.co Siraiva*. '. '.
Manoel Flix de Veras .
Maria Silveria Piulo. '
Marianna Candida Bacellar
Maria dos Prazcres de Mendoca!
Mana Joai.na.....
Mana Francisca L.Galvao! !
Manoel Francisco. .
Manado Rosario da Concedo!
Mana Leopoldina. ,
Michaela.....
Maria ''A'sumpQ,io !
Alaria das Dores !
M.rrellino.....]
Margarlda P.nio de Carvaiho! !
Paulo \ cenle.....
Rila Mara Corroa '
lerloliano Joi dos Pas'os!
Reynelde......
Reman Uraneiaea Canioio !
K.phael......
ti.a Olymp.a dos Sanla !
Rom Amalia Teixei.a Bacellar !
Sebailian de Jess ....
II, un/, de Arpio Carvalho !
Vicenle Perrer P.nio de Carvalho
'cenle Jse .la Coila .
V.ci ,ria .
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13 dem. dem .
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Prela .
Clll-
rcumslan-
ivel : ( |
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da Sania Cruz. .
Nu Funuo. .
do Colovello .
loAinni.n. .
da Mairiz .
Alerro dosAfogade?.
da Sania Cruz. .
de S. Goiir,alo. .
de Sanie Amaro. .
da Sania i u/. .
da M luz .
do Goethe?. .
dem .
Velha.....
do Jasmim. .
de S. Gonralo. .
do Jasmn.....
de S. Gonzalo. .
do Jasmim. .
do, Cuelhos .
I.lem ..
^a Malnz .
Passag. da Magdalena.
Bu,, da Gloria. .
Velha......
dos Coelhos. .
dem .
da Sania t.roz .
de S. G.n.ralo. .
Idea. .
da Florentina .
-de S. (. i. .lo. .
de Santo Amaro.
do Jasmim. .
Areal do Forte
dos Ce|hos .
d. S. Goncalo. .
dos l'lo/ol o- .
de Santo Amaro .
da Sania Cruz .
de S. Goncalo. .
dem .
la Gloria .
da Sania Croz. .
dem .
da Matriz .
do Bosario. .
Velha ....
da Eilancia .
de Sanio Amaio .
d Luiz do Reg.
da Sania Cruz. .
do Coelhos .
da Matriz .
a Estancia .
de S. Goncalo. .
da Sania Cruz. .
de S Gonzalo .
do Jasm.m. .
dem. .
de S. Goncalo.
dem. .
de Sanio Amaro.
da Matriz .
do Jasmim. .
dem .
do Jasmim. .
I tem .
de II...i .
da Mairiz .
da Eslancia. .
dem .
do Jasmim. .
la Malnz ..
dem .
do Cano. .
da M'lrl, .
Cholera .
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Cholera .
Cholr-riua
Cholera .
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Cholerina
Cholera .
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Cholera .
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dem .
Cholera .
Uyarrl.ea
Ch. lera .
Cholcnua
dem .
li
1.1
2 Cholera
o Cholerina
52|Idem.. .
13 Dyarrhea
Cholera .
2 dem .
56 Cholerina
16 Cholera .
21 I J.M.I .
90
86
T

27
2.1 Cholera
Dyarrhea
Cholerina
1 lem
Cholera .
dem .
Cholerina
Cholera .
dem .
Cholerina
dem .
1, Cholera .
1T Mein .
IT
i Cholerina
>) Mein .
.Cholera .
dem .
Cholerina
dem .
Cholera .
dem .
Typho. .
Cholera .
Cholerina
.,. Kfc.rl.EXo'ES.
Alera do cholencos mencionado,
ma, ui po-
ci lade
I lieos, ue .Harinea, d.ver,,', .... ne.ro que ludo, o ....
no mappa ici'jda mesmo que esles symplomas parecam l-ao |.
comod r; cmullado, lano desla I gravidade alguma, pre.lar muila alienen-.
IvatrhM .1 1 uncumeiiu, n. 5 ; un com naturez
ixarrhea ou cholerina, dosquaes a mor,
ive mai, noticia: e oulros foram recibidos ao hos-
ei.cida .
peden \ S L *" ,' """" "n' requer
Francisco Pmx*'^}- --""- E **-***'
>\
O inunciros casos de cho-
lera, que se deram neslo des-
luci, liveram lugar no co-
meco de fevereiro ; o prmei-
'" en. um almocreve, uue da
Ribeira de s. j, fdra1 man-
dado pelu subdelegado d
quelle bairru para n hospital
la Caridade. ou.ie fallecen :|
horasdepois de entrado ; o se-
gundo, em am soldado do ;
balalhlo de arlilbaria, cama-
>ada do alteres reformado e\-
ajudanle da fortaleza do
llnim, morador na ra de S.
Gonzalo ; o qaal soldado liz
conduzir as II < horas da
aolte para o hospnal dosrho-
lerics na roa da Aurora (du-
cumenlo n. l),em razao de ler
sido chaina lo iquetlas n.es-
1 mas horas pelo subdelegado
I da referida rregnozia, alim de
i verificar seu eslado, e por
1 nao haver alli quein se in-
cumbiese de seu Iralamrnlo.
Alguns desles cholencos
consullaram oulros facullali-
Ijvos, e curiosos, eusaramme-
I jdicgmrnto, por elle preterip-
II loa; mas a primiiividade. con-
e'culividade, ou simnllaiui-
dada da aasislencia (doc. 11. 2,
1.4) feila com oulro. collegai,
nAo sendo motivo suftirlenle
para deixarem de ser inclui-
dos nesle mappa, por isso aqu
os menciono, mormenle 1-
qnellesqoe perlenceram a'es-
te dislriclo: e se aqu I .00 es-
la observado, he cio r.n.
le evilsr ieclamac,Oes, como
as que tenho li.1i> a seirTell.an-
te espeito nos jomaos desla
cidi.de. O pheuomeno
mais lorprrnd.dor, e que se
izasss freqoente nos chole-
ricos, he aquello que s ob-
serva anles da apparie,ao do
fri e regidtz cadavricos,
devido a contraria., dos mus-
culos dos membros.mais rara
ineule dos do Ihorai. Aliberl,
Bnudard, Dalm, Bublel.
Sandias, n'umrelaiorlo lido
Academia de Medicina de Pa-
'is em dezembro de 1831 di-
zem (paa. 28) ler vilo n'um
cadver de umvelho asezlre-
inidades superiores alf-atada.
lo curpo ti.rnarem isp0i.l1-
i.eamenle sua pnmrirs posi-
loio.eduranli' esl. movlmeulo
j'os pm,has passarem sucressi-
| vamenle da prcnociio a' supi-
i llardo, como se isloaeonleces-
I se pela inll .enca da vnnlade.
I M.i.los clisis.. '..ii s conles-
uia nao lr verificado a eiis-
l lencia desle phenomeuo, mas
| -.. re i,.' um homem de nome
I Tenorio, que foi enfermeiro
l no Barro, leve, segunda elle
e eiplica#orc8siao de ohser-
va-lo. o...... lal'nit. i., om cada-
ier cholenco. O Dr. JeaollUI
Ahlml em orna carta dir.Rida
da Baha ao Dr. Sarment, e
que esle Sr. leve a bondade
de m'a le, allirm.i ler ubier-
vado o mesmo phcnomeno.em
algn, cadveres cholericos
..aquella provincia.
! lo da freaue.ia oV''";fA- ;l,Q'f;f'' d trie.
menle sobre ledo, o, qui. "iZa '" 'm""*--
Sabdelegacia d Boa-V|,u 7 ?"*i p"i4"-
Ferreira Marlins.' de Ju,ll> ls:*._
DOCIMENTON 9
Srs. redactores.,Vuin de vos..',."' .-
. merecidos elogio, ao Sr. Fra'."-.e", T. l'-"!-t~
Velc.nll Cousseir... pelu modo to,l0 ^Vh C""
1*..e elle preelea para Comlgo d'" *! CU'n
l.milosa poique cba de passar e'u cidad. ""
qual perd, mn.ha mulher nm, flS "''"" oa
Permille. po
men
SCgJSgftntg. "SS*g,g-H-
ome daquelle mea no. re priiec,' 22*? ""
auem lambem mui.adevo. a ?Xr -o t h ""1'
'zeaaie da freg.,eI, dl Ba-vT r'S"b"
'"ta Marlins Riba
' I.uimaraes, I
lermnie, pois.queacompanbando vos nos s,i
enlo, que emio a*nifealMtei e a,.. L? ""
r, for.m n.l iraduccao do!,1J,"*' "".!".d-
''la, Anlonio' ter-
paare Ago.linh,, d. I Judo ''"eos,
Thoin Cario Perelii. Ci,V8lc"" de Lacerda,
Aleada nm desSe, ,',,,1,-.. ,
dio. pelo cuidado que''"8 r" ""'" -
P'omplidao com queme 'Zl!,1'"""0- P^
afflichva de minha vida blCSf *" aoadra ">
M.>lle. com qoe I^Vcu,!" Tm'nar1: "'">*"
menos amargo, s in.l.ule. qu. 1, l. '"'""-me
que, lure das ganas do n.m, ., l"ado desde
saber., que perlera miXZ^'T'T- *""
am.diUsima hlha ; sendo, qne id""" mlnh
recunlieclmenlo, c'umo declare 'and0' ,M,M deV0
quena,, dei.e de .,. ^"V^^VTr
emplo do que praheara oSr c U"
-. famlna-para1:,.:^' ^^^^
fufemos pa,..!me;ar"n,edadue,r;0U C-mo "
1re' AgdHinbo jusi.nc.ndu o h. i q"e Sr' p"-
fazem ce seu crac er ri. once" au0 dS
1'lque he m ver^iTeir.,^,do1,B41,< "m alemunho
a. m^to.il"'nl,'^t\^^^ dun-
ni, meu l.ilo de dores T T '""""ad. me Iralaram
de nm doUai, it," !, .a'""' cnm.u aartl.
pesiViinno
piUri especial eos cho.eric
* ---------...,.w m.i ra aaAuro.a, nur
nao haver em suas babilat6ea a, commudidades pro-
c.-as, para seren coiivenienleinenle Iralados, romo
por ejemplo aconleceu i 12 mullieres que hal.ila-
vam as casinhas da ribeira de Boa Vi.lo, perlencen-
les ao seilo di.lnclo, a. quae, (o los fallecern,, ape-
zar de, ...s vi.it.,, preventivas, aconse.har-lh.s que
sobre ..
za de seus alnnenln., reitriagtndo muilo a sua
mor parle inloj quanlidade, ou mesmo abslendo-se della, eoenplela-
' menle, secundo a org.ncia ; dovera' evitar a fadiga,
e, e fazer lnc.;o*s nos n.eiuhros c,
opa la en, *|gum e\ci.anle, como alc.nl. rt-
s que
poi.
dbandonassem seus tenebroso, domicilio.,
alem da im.ni.u los, c.ain pouco ou nada arejados e
mu, obscuro-, sendo daas por mira recolhidai. una
prela e uin. parda, e a, demai, palo actual Sr. suh-
del.gado da respecliva freguezia : fac.lm.nle se
eollige ser esle lugar nesle dislriclu, onde o mal ala-
cou com mal, uuensdade.
Tambera disiribui por almimai pes.oa,, qne me
pediram, in.IruccOe, para o tralamenlo do cholera,
ed enlre eslas o fe,m. Sr, ba.ao de Soassuna. para
a eacrav.lura de us engenhos, a, VJ.el ,Urahi da
obra de bygienn, publica de,Tardieu, abano lr.,.,-
cnplas, pur julga-la. mais ao alcance das pes.oas e.-
Irauha, a erte de curar.
Fornecl igualmento medicamenlos a muilas d-en-
ire ellas, nao lo da ambulancia, como a cosa e por
intermedio da commissao bv elicenle deila fregue-
e olimenlo. be"efic'!nle' l,e"1 as,im baeIa. vinho
Ouo.it.. a' Iheropeulica que empreguei no trata-
menlo desla lerrvel do.nca. l.ndo consistido em
sancrio, sanguisugas, opio, lannino, chloroformio,
visicolono, etc., no primeiro e-segondo periodo, do
mal, o medicamenlo Indio, licor de SlragnolT, oleo
phosphorico aromalico em poCao, etc., no p-nodo
lgido ; e o sulphalo de quinina as reace. incom-
plela, donando porem de pralicar a treusfusaj do
sangu, que alguus pralicoi recommendam na elgi-
dez com eminceau do pulso, por nao le me oOerecer
occa.iao ; quanto a' Iherapeulica, digo: o resollado
pralico que obtive, foi a trele conlirmaca da con-
v.ca, Iheonea em que eslava, dequeamedic.ua
anda nao possue, ja nao digo o especilico do cholera,
porque em medicina su he especifico o welhodo, po-
rem ao menos um modificador, que cure esie mal
mais rrequenle, do que o fazem iodos os medicamen-
to, alel .je aconselhados: o sulphalo do slncbnni-
na, que pareceu ao medico, que pela primeira vez o
empregou no cholera, ler deseoberlo o espec ficu
desla moleil.a, alm de perigoso no sen empego
ro pela ejpenencia reduzda a' nullidade su., pre-
tendida especificidade, dis,jp,do-se assim as vaes
esperanzas lio proclamadas por seu aulor.
Poilanlo a arlo de corar ve-se redozida smenle
a combaler o symplomas do mal pelos mesmo, meios
que ella aconselha, quando elle, por ti so, consu-
me,,, ou acompanliam moieslia, urdinarias; e me-
nos se sabe qual a causa e raeixo a natureza, aind,
controversa, de.sa alfecca.., sendo eerlo que os m.ius
mais prufiruus al boje coi.hecldos, sao o, que a hv-
aiciiue aconseliid como Iralamenlo propbilatici. i.'io
he, a emigrado, vestido, de l.la, um bom rgimen,
etc.. sobre ludo o Iralamenlo da diarrhea premo'
nll..rn, pelo au.ilo da, vlsilas domiciliaria..
Eis os dados
0,0 para
qjje na verdade pode eollier e ofiere-
r,hir,i.*0r/'","ao "a"'ica do cholera que
caba de acolar es.a prov ncl H
I.NSTRLCCOES.
Conduela quo ,e deve ler acerca das petMM ,,.
posta* atacada* dn cholera.
O cholera nao he molestia contagiosa; nao se trani-
m.ilepero eontaelo? por consequencia pode-se sera
mai\ cmUde:"'PeS,"a5 '"" !c '"n alacadeiT.
mal, oa cuidados que ,ea eslado reclama.
Sena p.ra dese|ar que esla opin,.V. que resal,' da
evpenenc, adquirid, dnranl. a epidemia, ",\m
eja.lodo, o, documento, colhido. na. diversa, par-
le, da Europa, vi.iladas pelo cholera, fosse propia-
l.re
l.ael
gu.rd.-uU, oleo o.1 agurdenle cu-pl. .... la, fazer
lomar de mcia era meia hora beberagens quenles,
llgeiramei.le Ionio ou aiumelicas, laes como, infu-
,1o de el,,,' rio India ou de cara..milla ; chamar o ca-
_ .-------------------------------- ---------v. -- -.o ......o > vi uc n...,,........ i,.,.,..,, v d-
irio, a liumidade, veslir-.e quenlemenle, cercar o lor as exlremidades, por meio de cataplasma de ce-
tira <-,.,., ,,.... -,..,. ... .1___.... .i__ ..... '. r
venlre com urna cinl; de llanella, ,|ro de evilar
quaulo for pasuvel o resfriamenlo. de.la parle do
eorpo, e tomar alguma, ligeira infuses de cha' da
lu lia, ou de plomas ligeiramenle aromalicas ;salva,
mocella, erva-cidreira, era-lerrrslrr).
No, casos em que a iiidi.o*ic,lo na.i cedrsse
prumplamenle, nao se deve hesitar em chamar o
medico.
He mu raro que os memos ataques do cholera
nao sejam annunciadoi por algn, symp.omai pro-
cursores; estes symplomas sao precisamente de 110-
lureza do, cima mencionados ; elles aiTeclam so-
bre lu-io e ao principio a apparelho digestivo, islo
he, o eitomagu e 01 intestino.: he tanlo mal fcil de
combaler este, primeiro, iymploma*, e moieslia,
quanto o, soccorros sao mais promplamenle admi-
nistrados.
Era peral, oetle primeiro periodo, a moieslia nao
reiiale a' cuidados bem enlendidos ; a promptidao
do soccorro, he aqu"
menle, de Imho p dvilh-da com alguma farinha de
mu-larda, evitar Indas ts caota, de re.friamenlo, e
dar-lhe clysleres enm agua dea.ruz, amidonudecoc-
Cflo de allhco, aos qoaes se ajumara' o Cuiimenlo de
nina cabera de papoulo branca : melhor aeria, se o
doenl. na,, ns p ler og jarda'. dar-,-lhe em daos
ou Iret vezes, do que do urna 10 vez um clysler in-
teiro, qae serla dinkilrpente supporlado.
Qoando aos symploma, precdeme se jonlarem
dures de cabera, caimbra, no, membro,, persislen-
cia, cu invaso de fri sobre grande exten-a > do
corpo, so a lingoa lornar-se fra, os olhos funilos. e
rodeado, de um circulo |,vi.lo, a pella azulada na fa-
ce e as .naos, esUs indicio, de mainr gravidade na
moieslia nao devem fazer desprezar o rmpreg dos
meio. ja indicados ; pelu contraro sao mai, urna ra-
zan pora serem apphcados com mainr energa e per-
everanra, al qae o medico lenha.chegado.
\s pessoa, qae dio este, primeiro cuidado,, nio
ao. soccorro, lio aqu o primeiro elemeulo d. suc- H..m a... u
ce.,0., emu esles soccorro. poden ,er adminislra-1 r,m Do?, rlZ"l.\ T T"* qUe ''"" P".<"
dos por qualquer pes.oa lulell.genle. ..rio para de- a,!. 8 melhora na po.iCao do.
sejar que a, eummissde, sanilarias liveitcm sampre
a' ptvria da, prisoe,, dai sal., de asylo, da, etcolai,
dos depnsiio, de men licita te, nos quarleirSe, pobres
e populosos, ama pessoa, como uin enfermeiro, ou
mesmo urna pessoa aslranha a' prolisao, para o ser-
yijiidos .lenles, ms nlelligenle e munida de urna
in.iruro.'lii ad hoc, que lizesse as primeiras applica-
Soi eme, de chegar o med.ro.
Se as pre'crip^Set mai bygienicas, que medicas,
cima indicadas, nao bastara para suspender os des- ravel.
iijo,oberva,1o,.,e a diarrhea persiste, se a dor I He nesle novo perolo sobro lodo, que he indis-
doentes.
O fim, a que se devem prr.por.he aquecer o doen-
le, jest.belecer a circalafno, e o, movimenlos do co-
rajo ; e ordinariamenle depoi, de muilo lempo
poden, conseguir esto resullado.
He, poi, inevilovel perseverar rem inlerrup-
ca.i 110 erapregn do, meios indicados, al que se le-
nha chegado produzr a vlla do calor ualural,
qae he o indicio de uina reaccao em geralfavo-
aogmenla, e sohreludo so a' ella e junlaui voinilrs,
calofros, resfriamenlo das exlremidades, 00 see.le
mosmos ijuipl-.m-s se declarara rpidamente seni
algam sigual precursor, como se tem visto em algu-
ma pe.soa,, o que ha a' f ,zer he deilar o doenle em
um leilu 00 cama aquecda enlre cuberlore de 13;,
applicar lijlos, garrofas com agua, ou saquinhos de
arcia, quenles aos ps, gu.lrdanapos aquecirjo, o- ris 18"1
pensavel confiar o doenle aos cuidado, de am medi-
co : de le eniao aa in.licoroe, a' preencher s pu-
dendo ser apreciadas p..r um homem d'arte, Inrnar-
,e-hia inulil e iDum.i perigoso entregar nesla poca
da moieslia, i.i-lrucc.'.es que nao seriara comprida,
ou que poderiam ,er mal applicadas. (T.rdied. II.c-
lionaire d'llygicnne Publique el de S.lubrilc. Pa-
MAPPA dos doentes curados, mell orados e fallecidos as enfermaras
de ambos os Sexo, no grande Hospital de Caridade, desde o 1- dVi
bro de 183., ate 31 de outubiode IS3G, por J. F. Pinto Guimarae,
f;iodo referido hospital em eveieicio as dictas enlermai
de cirurgia
novem-
cirur-
' Pe?. Sr." 'lr ""'"""^ "' *MXr
Reelfe, f de mao.
(Oo Diaria de Pern
(Veja-,.
Francisco Jos da Veras.
-" la qaerc.
me a re-
casa,hefavur
a receila ; a.,im como ma.ide-mo
a maneira do a, aoolicar. pet.
IbeiE^ e,nl,cea '^l '' ""m w'no
lili zplicnr a maneira de a, annlirar
2! HB"r"T' es,e """nodo, porqu. o fac
riagcr;Lob;,-aa/--Ma','1 -^-w..
S. liago.-Beltm, 1 j de a,arSo de 18J6.
HEFABTICAO DA POtaciA
l'or, i'"0'" d0 ai' d 8to.
.tode7er0m:'.Tl"d'l.',!aC,, Vim,iro dH
.m lern'"-Hanlo Anlonio de Cirvalho
sem parlic.pasa\do motivo. wrvaino,
::.:K^rte S" "ara c""' < a-
I-.'nlpV.l,|v,I,^a d ''' de S. Jos.
e^W^ p"a -R-c,,e, policiae
I." emencir.d 'T'n',^' 'IH,r'C, r,e,"> *"" -
loe rl a" T"l 'Warl0' "ue f, P'"-
o m'zT.hHhTndPoel^eCreli-r' "8 p^licia doranl'
.le Janeiro 4 1, escravn ""lo par. o Rio
*.l M a a .U, "'" VW mpos, ">""-
"" 1 para P r,i .'k1',8 M Al'" 8' >"-
da proncii,' """ d"lereBls Portea
nhor,. l0d<" em c,"nP"l"a da aaai .e,-
'do"moerio!,!," d8 jU"' find'* nl"'a> d
ma P rT """ 5 "ndu am rrniaLum Alia-
indo e o i oriuguezes.
SSEStE n..cid,a17de abril do
Idem-Joao, branco,. na.rido a I de novembro
do anno prximo pas.ado. novembro
lderr._Bened.cla, cr.oula, e,cr.,va, nasoida ha 5 me-
,',comrr;m.SaDbnroanC0' naKd 2 de l"** "
d'm~|ltV",Parda'naSC(l0h,8'ne"S-
Ao.b-IJraz, pardo, escravo, na.cido a 7 de raaio
do anuo prjimo passado.'
-\'-Cai..lida, pardo, eicr
demManoel, branco, nasc
NOMES DAS MOLESTIAS.
hral, di qual foi mesario. na. heailou lrmar mi ''a. '" ""cl,ua" ">'f"*l : ** e.n r-,,1,. da sefan noe da .nf.e7. *_
Anida ,...'. ...,., .1.,. I-JI...J______. '"""'' lacado, pela epidemia >.- .,. m.i.. ,!._ ,,. .. ...... ,L '.''. lm cberanlemenle provado
pri
Anda .nais, inlerrogidoi individuos peilencenles
a parcialidad!, oppo.la ao Sr. hoiningues da Silva a
respeilo da .l.iclc de S.11U Qailerie, rezpon lerm
lo!,s,|.,ea.eleitOese lizeram. (, leslcnunh,, de
um -o hornera injeretiado na quesiaos.ro' .ull.-ien-
Ic p.ra convencer de que essa elejrAo nao se U
poiados.
O Sr. Silveira Lobo 1iesleniunha
se tez a irla.
si-
ein cuja rasa
O Sr. Pae, Brrelo :Sr. presidenle, conlra aae-
leicel di paiciahda.le do Sr. I) mingues da -silva
Mnenla se alleRi fado de lerem sido feilas 17 di;.,
depon de 11,na lola denelruaa. Me,,aeiihore, n......
los da urdo precisos pra que mna eleicao
perlurbida em sen c mu;.. ~,, continuada
menlo .lacado, pela epidemia : i.; qu. meius Ihe-
rapeuiico, roram vanlajoKm.ou unprolicuamenle ep-
P "cade, : :!. analmente, a d-la d. prim, iros ca-
sos observados, cm iudicariVo da fie
hoipil.l,
Abscessu.........
Angina tensillar.....
Acile..........
Illennorrliagia......
BubOes..........
Bouhas..........
llov.;, s..........
Calrala .........
Cunluso.........
Cancro..........
Cancro, venreos.....
Caria...........
C.yslilo chronira.....
Cancro do penis.....
Darlro escaiuoso.....
Deslocar.io o humero. .
II arrhi.........
li.crufulas ........
E v.siose,.........
lo,'[ '. ....i.isn. dosAral.es
Preclara, diversaa ....
l'erhlas diversa.
ci
numera de casa, se,o,
I'.,11 Ir. foi n,.oj ,
eguezia, ra,
i'ia..'-, e condi-
Bmlraierencla ao dous primeirns queilo,, elmi
et.rados, rreio ler ialiifeilo c.rn o, mappa, junio.,
oujervaeflea, rrll-s.'.es e docomenlu, annezos, se ,l.
om aeiaelida. deaejada, a monos rom aqoella que
loi o,..,,,,..1 u 1 Cllln crj|ifi)3 rireomalancia,, em
qu? meaehel na meio de mna mortfera epidemia
qoe pea primeira vez invada u paz; sem conhe-
cii.ciii., prahes dn molestia a de leu Iralamenlo,
leiido sido em principio ass.lladu lo mal, po-lo que
e1::M^,;ao,;!::;ve;!'-h:";lqueV,;;,:nX;,a;!r
re. 11 -e.ir.is meios de rniubale o
que foj
loso quo resse o impedimento.
O S Paes i;ir,do :Ja ua. I,avia receio de de-
sordens, porque a auloridade eslava vigilante e so a-
ch.va munida dos meios necessarios para manler a
ordem [apoiado,, ; depois a oppoafeflo volunlana-
menla dei\av,i de coinperecer.
aanheces, o que aconleceu enlo acontecera em
oulro qualquer lempo, em fevereiro, em maree, e.n
al.r.1. Apoiado.., O r.sullado seria o mesmo. A-
(i 'Id'. 1
l'sl *'*.""S "P"le'' Susnrro.,
O br. Presdeuto :--Alleu{,1o !
As autoridades devum enlrelanto oslar prevenid
que se a experiencia lem exoberanleineuie prova.
que o .imple, enlacio ou mismo a frequentarau ha- FWnlBl iiiinarias .
I. lu .1 dos cholericos alo he capaz de eommunie.r o W*nlai do anua. .
cholera tod.va he de observacu geral era materia '
epidemia, que a aezamnlaco ,| enferm,
n ires e.lreilos, humi los, mal arejados, em um
lavra em mal cond.coes hvienica,
muilo a inleiisidade da .loen.-a es
lu: ai, I do
circumviilnhai.
, em
pa-
puje favorecer
sua propagado na,
-V comii.i.-r, ;,,,
encontrados, na-
: os coi ladinqoe nelle, ro-
ero mala ellicazes e dimi-
confu-ao, quo reinara entro os ("nfermo. de'eMr.m
ao inesrua lempo medicamei.tos allopalhi.es, homeo-
pill.i.-o, e cas -iros, preseriploi por mediros, curio-
sos ou curan leiros. como os do prelo Manoel da
'- '-la, que enlre i... ia.n-se lomando cm bocela de
tan lora: porem erar;., a Divina Providencia por
nos haver preservado das lerribilueimas calamidades
qoejno \l\ lculoancheram de horror a lola Eu-
ropa, quando deva-lada pelarp.sle neara, c na \l\
das provenienles do cholera morbu, epide
lem lid j lugar era oulros paizei, mesmo em
anas, os admini'lra.lores de-
.eraoe.forc.r-.e nao Mnenle no iulere.se dos en-
r.'r.i.os, ,as ,,, ,., ., ,u .., ,,. ,,,,,, ,,,
Kuardas, deo, fazer Iran.porl.rda hzbila-
... insalubres, as aune* fossem
ra logare, bem dlsposli
enherem ua enfermos,
n,nr-.e-| p,ng0 ,,,,,,.. epi;loIII1,.
A experiencia prova, qae durante a epidemias de
cholera, ve-se manifestar em multas peoa,, dcsar-
raojoi as ronccoei digestivas ; estes desarrania,, r-
dinirlamentepaM.gelros, na,, sao o cholera ; ma,
pulen, converler-.e nelle. quando sa esqueodus ;
l.avcra po.s, o maior inleree am ireven los ou
reprim lo, .es qUa app.reren,
Importa muilo in-iilir n.'tes Taclus, e as roramis-
s.5s ou anin lados locaes na,, temrrem mis ins.ror-
ci.'s q.,e houverem de dar, de entrar e, lodo, o,
delalhes, que reclaman, as popula
Gangrena
Hernia inguinal eslrangulada.
llera irrito. ia..........
Hydrocel............
Lipoma.............
M-lril chronica........
' I,,1,11, tlinia..........
il.leo sarcoma.........
Odie........,.....
panarielo...........
Plilhisica lanuaa......
I Hi'lonca d'urina........
Sypliili, pr.m.iiva......
, S ph.lis consecutiva.....
Scirrho..........
Slnclura o'urelhra. ....
I fumor branco.......
I.'lcera phagedenica .....'.
Ccera venrea. ...,.".'.'
Cicero atnica.......'. '. ,
Zona.........
T.nl
du cholera morbu, ,mlm$I co-e^UrVcV^r. "m^Zr^ST^c?. *"" """
Par,
lio
sonteule .loi
^
. ilgumas
operarei mai* conti-
deraveis e seut
resullado*.
Eiilerolomia pe|
proces.o do barao Do-
puyiren em conse-
quencia d'dnus anormal
acciile.il.il, resullanlc
da gangrena d'eulesli-
n, pruv.nienlo de her
na inguinal eslrangu-
lada........
i:i:l
I
I.IJ
Itc'.ccao ou desar-
liCDlas;.. d'amelade do
maullar Inferior, mo-
tivada por osleo-sar-
eom 1 .leste uno .
Ah|?;ao da m.imma
dlrella pur cblmde
scirrho da glndula
aluminara ....
Ampolacaodo pc-
P'ir cancro derle
Paracenle.e do cv
croln, segoida de in-
jecca.Mig lindura d'i-
"u na tnica vaginal. .
Operaco da fstula
I" anus p,|a m.|lioJ
le incisdo ....
Ampalacio dobra
jo e-querdn nolerrj 1 su-
l.eriorpor r-riuicu'l,i de
arma ,ie f.i^'i complica
tu d fraclura com-
minnlva do humero,
LaRo da arteria bra-
pieal, vi'cera di
h.i\.. venlre ; o pru-
jerlil penetrando esla
eavldada....... .
nascida a 11 da
-2J de fevereiro
sersvo, nascida ha I mez.
, nascido a 12 de dezembro
Azsa. '"inc "a,cido a *de mai d
uL1:,7A?'"""' """e zzeido ha 11 metes.
Vos |7 1, par'10' '"ve, na.cido ha 5 m.zes.
..1.",~lr"no. Pardo, escravo, nascido a de lo-
nho do auno prozimo passado.
lleraFabia, croula, escrava,
maio do correnle auno.
IlemRosalina, parda, nascida 1
du crrenle anuo.
A0Olor,0'' p"d(,,nascidona mczei. Sanio,
demAlfredo, branco, naacido a 28 de marc, do
crrenle anuo. v
A^.VYo*te,Co'a',rt' ""'^ ""'^ ** ""
"Zr^oT'0' n""doa ,8dC- d
Idem_|;redenco, pardo, nasnido ha 2 auno..
ldem-.Suzaiia, crloula, nc,da ha J mez.s.
den8^Ur,C' aDC0' "a'C"' 3 de fever,ro
Ideni-I-lora, branca, nascida a 20 de dezembro
do auno prximo passado.
Ao'2'-Th,e". "anca, ni-cida a 17 de iouhu
do correle anno. juiuiu
*" --"rnardo, branco, uaicid
xi^r*mo pard-
deml'ranc.ca, branca,
di correnle auno
o a 3 de outubro
13 de
nascida a 21 de maio
Axt;enn;:!;rda,c'crav,'na'cidi,!,de
nascido a 8 de outubro de
A 20Jos, branco,
I85SS.nlo, o^,,,.
lll'^\^lT''" r<"""' naS'10 '"
niT ?* """""' "aS',d0 a de N
aun piulmo passado.
''" 27Davina, branca, na>cd
,..,
auno proiimu pasta lo.
juuho do
a a 2 de dezembro
Ao iodo 32.
i.T8w* Sn,Au,onio do i,ecife' <*
O conego vigario leando llenriqu e de llcicnd?.


l I ..I lenle,. 2 ...... oll..la .le |......." ., ,,..... uv1^uZT^.
.....algna Ue,u saude "J" '"'ein e ...na mulher. soOrersm o rholera-morl, epidem.ro ; ... ,,ae.
Tuda pessoa .,acida de.,r,s de .stomago, de 00-1^^,8^0,"^
(SoimiivtuUt.
i;
..'el.1.0 .'.Ir
p..r ordem .1
Recife, .", del
-
MUTILADO
PC

A queiza do Sr. Florencio Jo, Carneiro Monleiro.
oulra o propriclario da lypographi. nacional, o
Sr. Bernardo Jo-e ,lu Cmara.
A redaecao do Liberal l'ernnmburano.tmom ,r-
'.0*0. rundo. dignoa- ioculor.o, proferido, no processo rm que se .precia
a queiza acuna mencionada, c lev. u o seu iu'zo so
poeto de dizer alguma con., de desairo... ao ilflz nro-
ceaianleoSr.Ur. Velloso Una. ""l"pro
No h. meu proposite defender esse honrado ma-
il.tr.do, raja repolaclo na. pde ,r abalada Jjr.
fundado, arlig.....e g.zel, n,a. emu nos arl,4, d.
c.......r;1 1|" m "o juiz fi |ie proieoer *
ZVX'VV"1 "'" 'e "m eriMMPu'd.'pre-
crdorda pane, vejo me ..bngadu a conleslar e-
melh.nl. p,.pa.lr.lo. edeel.r.rqu. n,da do que lem


Kendiineuto do da I a 1
iJem do ais 5 ,
&f>9!
cial ou necessano.
A iH.l.icr.i. do Liberal l'ernambucano, aimla af-
frma que o juia quer reparar, sa emendar o erro da
parle quoitOM : lie o.ilrn proposrilo que n.lo me pa-
rece vicia nam ver.lacleiri.
Mu corno- n.le aclio conveniente difcatir pela m-
preusa urna cama pen lente, nguir.lo-me pan cle-
p ii' las ultimas .lecises, expt'ir ao publico toda a
uiatcln do procedi, com a in enei ios e ni -.ir.ir que ella tem m lo in I ir harmnica coiu a lei, e os principios de direito.
Rogo lhe, lenhores redactores, a pni>licao des-
tai linlu, pilo que moilo olirigado lliei ficara' o
Procurador do '/ue iroso.
Onerario de nmeros* familia, busco pwr lodos os
ineius licitos e honestos, engaar os moros de sub-
sistencia para garantir a es.a rnesrna familia nm tal
on qu.il bem e-tar.iiue loJo o homem com afn d-e
procurar para si. e para aquellas pessoas, que lliesao
iiiliniainenlo ligadas peloe Jotes la;os da lympalhla
e do saugue ; e, ne e moarejar emitanle, enho-me
ntranha lo por esses sertdes a denlro, e lenho obser-
vado, com meus proprios oIIuh, o quede mazellas
val por ah alem.
Em 1852 fui ler a villa de Cimbres, sel* da fre-
quazia do mesmo nnme, e sitoado sobre a serra vul-
garrnen e chamada L'ruba, aeilsli a feira, que, no
ultimo dia da semana, aln fai, e, julean.to en-
cuulrar a villa em um eslado prospero e florescenle,
Hiten', i a anligui lade della, presencie i, com bem pe-
zar mi mi, o deploravel estado a que se achava reduii-
mi i matriz, pela incuria dos habitantes do lugar.
Nessa poclia, a qoe me retire, ochava-ge a ina-
#tri cum uin dos paredss pnnciiiaes cabido por Ier-
ra protestando coutra a iuliflerenca de seus paro-
cli-1, pouco zelosos cerlameute da manutengo do
culto divino, para cajo doscnvolvimento muilo cou-
correm os templos, com a levida rria2llihveiica pro-
aria do misler a que silo drslinados. U altar mor nao
IhiIi.i aceto aliuin para contar a irmgem da S. das
II iiilanlia,padroeira da nregoexia, havia apenas um
aliar grosseno, sera entalha alguma, e arrumado a
orna parede. Do lecto da igreja ja* metida linha
cahido, e o resto ameagava eminente ruina, a qual
punh.i ero risco as preciosas vidas dos devotos que
roncorriam a assistir a celebrar,;!., do mais augurio
mysterio da atea sacrosanla rehgiSo.
No dia -J de julho, que he quelle, em qoe os ba-
bilanles do lugar reslejam a S. das Moutanhas, tiara-
te ellas foreidus a faer um barracao ou grande te-
Iheiro para se abrigav-em dos rigores e intemperies
da estarlo dos ventos fortes, que ren un neise logar
n i me/ de jolho ; man anda as*im erain obligados
retirarem-ta do templo quando era grossas golas ca-
ba a ebuva.
O r 'veri-n lo 'r. Caelano, ep aponolo incansavcl
da religio plantada pelo divino iiwrlyr do lio'go-
Iha, e regada pelo seu preriosisciroc aligue, fot co-
mo por encanto, pelo poder mgico de ua cloque-
le palavra, ungida da uugSo calholica, surgir deulre
as ruinas um novo e magnifico templo.
O zeloso icapuchiuho, lvalo por nquelle fervor
religioso que o domina, persuadi o povo a concor-
r?r para aqmlla obra pa, e fez o que he notorio.
To lavia, a obra fieana incompleta se um oolro
chriilao, n.lo menos fervoroso e cheio de ardeulr
zelo pelo esplendor do culto divino, n.lo lomasse a
si, o levar ao maior grao de peifeir3o grandeza,
tanto quan.o a situado do lugar o permitiera a nova
mairii, para poder receber dignamente era seu seio a
mJi do salvador, a Sania pairoeira dos Cmbrense.
Essa benemrito rhrstao, que, por tantos ttulos
se faz crednr da gratidlo daquelle povo, he o parodio
actual de Cimbres, o reverendo padre Jo
Ribeiro: he a elle, ha a seus incansaveis desvelos,
que a matriz esla' hoje riigni le-le nome.
Astisll esle anuo, por felctdade rafalla, a 1..-1., ds
padroeira, ni sua nova raalriz no da 2 de julho, e
posto atiangar, que para ser em ludo igu >1 as Testa*
daqui da capital, s Ihe faltou urna boa orchestra.
I'oi brilhaulemeote eoneurrida, pudeudo-se avallar
em man de mil o numero dos fiis que a ella assisli-
ram. O dignn poror nada poupou para qua a fesla
fosse a mais brilhante puta val, e.os serlanejos nunca
presenciaram una feslividade igual.
No dia precedente ao na feta, aderonsou-se com
toda a pompa a beiirlo da imagem que acabtva de
sabir das maos dos pinlore*. primorosamente acabada.
Assiiliram a esla solemnidade tres padres, alem do
digno vigario, os quaes cratuitamenle se prestaram
a isso, arraslando os incoramodos de tongas va^ens ,
e eises dignos sacerdotes fnrain os Srs. Fr. Manuel de
N. S. da S'ode, capeli.lo da povoacSo da Pedra, da
rreguezia de Buique, padre Jos todrigoes Valen-
ga, r.p 'll.i i de P*iquira, e p.i're Eslanislo Perra!
ra de Cirvalh> capelln da povoajao do i'o de As-
sucar.da freguezia de Cimbres.
Esse aacerdoles, verdadeiros ministros de Christo,
fazem-se credores de lodos os elogios pela abn. .i.io
e desinteresss que ostentaiam ; lodos assisliram a
fesla e ora delles, o pa tr Estanislao, subi ao pul-
pilo, e fez uma eloqueole orarlo anloga ao dia.
A eapella mor onde sa adlava a S'iihora ja est
acabada ; pintores intnsenles, chamados daqui de
Rerife palo reverendo vigario, piutaram-a a nada
tenar : a entalha he ptima, e foi pnmnro'amente
acabada pelo finada Jaaquim Correa de Mello Leal,
t) pulpito, uma das principaes pfc,as do interior he
obra prima de belleza e bom golo.
Como leslemuntia ocular posso afiirmar que a
mitrit esia uo interior digna d'um templo, e dizem,
nao haver pelo centro nutra a ella comparavel.
Entretanto ."lin.la mo est acabada, ainda lie pre-
ciso inuila coosa para que venda a icr : sAo-lhe no-
'essarios dous corredores, u-oa ou duas turna, um
consistorio e grades para o coro. O.digno, vicario
D.iu descansa e pretende lev*r sua matriz ao mais
completo grao de aperfeiroamenlo sa o governo Con-
liuu.ra auilia-lo secondan lo o seus esfor^os.
Ao ravvemlu vigario Jos Malinas Ribeiro, pela
su.i dedicac.au. pelos s.'rvir;os,pelo seu desiuleres-e, e
pelos seus sacrificios pesioae. mil louvoies pois e
elerna gralidlo ; incessanles loovores ao milito dig-
na missiousrio rapurhinho Fr. i; u tao, pelos rele-
vante servidos prestados aos Cmbrense, e pelo gran-
de incremento que dea hoje a baila matriz de Cim-
bre.
Pela minha parle, e como Chrislilo qua desej ds
lodo o CorucSo o engranderimeiiio do culto, e o des-
eovolvimento da f em loda a sua plenilude, desrjo
?s raaieres prosperidades e venturas a VarO-s conspi-
cuos e piadosos, como os supracitados, porque ha i de
sernpre e necesariamente preilar 01 relvautes servi-
jos a religio do crucificado.
Recife 1 de agoslo de 1857.
O Mscale.
Aoilllnii.e Eim. Sr. Dr. Joaquim Pires Machadi
lortella consagra e oflerece Joaquim Ferreira da
Cunlia .julo Maior, em sigal de profundo re-peilo
e recunhecinmito o segointe
SONETO.
, Sabio, justo, henifica e prudente ;
A s leis fiel, fial a mages'.ede,
Con prazer busca o bem da sociedad?,
Ue 1 ernambuco, o vice-presidenle.
O qual, a grave aslrea. ten lo em frente
Refaz o genio seu na equidade,
E dan in impulso a imp r.iali lail,
Em governar se moslra intelligenle.
Aim elle em seos nobres ejercicios,
A honra da naca e o hrilho della,
Ueseja ver da Gloria, nos aospicios.
Tal he, tal era* sernpre ogran Porletla,
Ouellendo em vista o bem de seus patricios,
De loJoi a ventura ampara e zel.
RESPOSTA AQiJEM ME ENTENDE.
. >ZlV!' e",mi"\lU P"""' cel-b-rriiDa r
Ra JjtXK): pela c,.branSa de ISOfOOO. de qu- me ''
carregou a hrmaCampos & Lunafloja ii. 12):
lo que pelo juizo de pn fica.se a favor ifUiSS?.
DIARIO DI PIRNAMBCO OVVfA PE1RA fl DB A- i,:. ;.:;
CONSULADO UERAL.
Bendiiiienln da da 1 a i .
Idim do dia ......
llVTilS-,!!
a'6l8si~8
2UZ:<)\\
inspector artresenUrem as suas propostaa
etn cartas Incluas com as c illpot mes a-
mustras, ifsts secretaria, no lia I i do cor-
rente tuez, at as II boras da mauhJa, eai
que n compra ser etft'ctiivia.
lnsuecr;o do arsenal de rnarinha .le l'er-
narnbuco, em 3 d.; agosto el I8. o secre-
tario. Alexanilre Rodrigues dos Ani>,.
-- 111 m Sr. inspector do arsenal de ma-
naba, tenJo, na conformi lade do aviso im-
perial .le -2> de julho ultimo, coinm mica lo
DESPACHOS DE .EXPORTACAO PELA ESA botiiem pelo Exin. Sr. vice-presidente da
DIVERSAS PROVIHCIAS.
Heudimenlu dodia t a i
dem do dia 5.......
1:1239077
27rJ#7l
1:1039618
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
;> DE Al STO DE 1S.-.7.
Porto Barca portugueza Maria Feli/, dvcr*ns
carregadore, US barricas, i barriqalnhia o IU"i
saceos assucar branco mascaVa'do, i.Vl couros
se.-cos salgados; Antohio da Alrneida Gomos, lo
saceos gorniua.
PortoP.illiobole porluguz C lincidencia.. Do-
mingos Altea Mal.eos, :i> pranchSea de araarel o.
Rio da Prala--Patacho porlugaez S. Jos", 1-nc,
Curio Si '' "'O barricas mucar branco.
Liverpool llarca inglcia Pilollish, Henriques
iiioion, 7!li saceos assocar miscava lo.
LiverpoolBaa ingleza iQbernn, llenrv Bruirn
& C. IUHI saceos assucar ma CanalBrigue inglez Corbers, Scotl Wilsjii A
C., oOO Saceos m.iicar maseavado.
LisboaBarca portugueza tiratidao, diversos car-
regadorej, 113 sceos assucar maseavado, 20 pipas
cachar;.
HavreBarca francezt (Porto Ricoo, N. O. Bieber
C, 1,0110 saceos assucar bronco o maseavado,
LiverpoolIlriguo inglez oGaantlet, Jomes Ryder
J C., I7 surcas algo iSo.
LisboaB.irc.i purlugueza Maria Feliz, Anlouio
de Almeida (lomes. ;t5 sacros goranit.
EXfiORTAgAO'.
Araeaty, hiato nacional aEsa'aca.in, de 37 tonela-
das, couduziu o seguime : 215 volamos diver-ns
fazendas, ferragens e unirs ni'ica lorns, 237 ditos
assucar refinado e doce de guiaba.
Rio de Janeiro, patacho nacional Mara Rosal,
de 118 toneladas, culi lo/.io o scguiule :V,n harn-
eas e 70O saceos com 7,973 arrobas e II libras de
assocar, 1,0'JH meius de sola, 200 cocos do comer,
600 duzios do ditos ds b-ber agua.
Rio (raudo t Sol, liri.ue brasileiro Argniau-
la, de 187 loneta tas, condoli o segui.ite :30 pi-
pas agurdente, 673 baaricaa e230 birriq jinlias com
ti.iii arrnbaa 29 libras de assucar.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNA.\IBi:t.(l.
Rendimer.to do dia 1 a 4 3:3309611
dem do dia 3....... 336/OUS
3g86f709
provincia, de mandar para a provincia do
Rio O>ande do .Norte um carpinleiro o um
calafate, alim de e;npri'gHr>Mn-se nos concer-
tos necessarios a tima catraia edous escalo-
res; con vi la aos operarios desses oOictos
coinpetenteaaente habiltalos, i,ue queiram
ureslar-se a isso mediante ajusto ou paga
razoaveis, apresentarem-se-lbe com a m.nor
brevidade poasivel.
Inspecc.no do arsenal de rnarinha de Pcr-
nainbuco em 5 agosto de I87. O secreta-
rio, -Mesan lre lio tngues dos Aojos.
12 Vista da entrada do llamburgo.
13.' \ abertura de Sepulcro deNapoleSo
eai Santa II- lena.
H.' Vista la cidade de Londres.
13 < passcios ejardius do imperador da
Russia.
16.' Jarditn das laraogeiras ero Pars.
17.' (asa da nioe la e l'aris.
O saldo estara aberio das 7 at as ti da
noite. Entrada a lo rs., e os meninos do 8
annos a 300 res.
ano
OnO lilui.s ii R.'jOOO. .
Benecio de 20 por cento.
28:800s0O0
.i:7l'l,sll()()
23:0i0)j00
joterta
;-.
%
'
CONSULADO PROVINCIAL.
8:3073269
l:S.I!3U'Jj
I3:l:iclt',
A T 1(0
DE
Santa Isabel
COM PAN IIIA FRANCt ZA.
i representado ilos ai-tistas ftan-
mperial lo llio
Para o Assn* salir; no lia 8 ilo coi-
rente, o l>em conhecido brigue .Sagita-
rto, o qual recebe carga ato o lia e
passageiros ate odia da sabida (8 .
PMIAO ASSL'V
Segu com a carga, que appa'ecer.o brique
nacional Elvira: querrt nelle qoizer carre-
gar, entemU-so com os consignatarios Jos
Joaquim Dias l'ernaudes 6i Filtaos, ra da
Ca.l .-i i do Recife.
O b'igue nacional Elvira, precisa de
marinlteiros nacionaes, para a sua "agetn
ao Assu' : a tratar com o eapilao a bordo.
afeara ci
Cezes do theatro
Premiere rcpieaenlalioii du ;
lll
;vMg0 fiOk
Navio eniii.io no dia 3.
Parahiba7 da, hiale nacional Caiuoe.n, .le 31
toneladas, meslre ll-rnardiuo Jn- Bandaira, equi-
paa ni i, ca?ga loros de mangue ; a Francisco
Radicb. Perlcoce a Parahiba.
Navios sabidos no mesnio dia.
Granja e portos do norteVapor nacional dlua-
ras-ii', rommandante Anlouio da Silveira Ha
ciel Jnior.
Rio de JaneiroPaladn nacional ...Maria Rosa,
eaplUo Antonio Jos do Olivoira, carga aasnear.
Rio da PralaBrigue hespanllol iCorine, capillo
Aaostinho Talled.i, carga nanear c agurdente.
Em commissaoRr^oe de guerra nacional nCea-
reuse), ci.n.naiid inte o i.' lente MnnedeSi-
inDes da Silva.
UVKE 3.MLCHAPITRE 1.
Camedinen un aclp du Ihealrade l'Odun.
DISTRIBI I ION DE LA PIECE.
Octave Dubourg......Mr. Pascal.
Edmond do .Mailij.....M'. Maiiial.
Lucila si Femine.....M.' Paulino.
(1.a aciie e |iassedans un Cliateau en Province.)
Secunde repreieutation redemanda.)
LA GtlDBJEISIBLE
LA CLF OU CErt.
Vaudevilie en un acle, lulaa de Oiiaiit, et
l.in-i s par Al.s. Ctairville el Lamberl I hiboust.
PEKSONNAC.ES.
Ernesl Califourclion.....Mr. Pascal,
Ciprien Timerlo......-Mr. Maitial.
Zi/ine..........M.* P.iuline.
Uimi..........M. Patea'.
I.a sc.'iie se passe a Pars.)
Prem;ere renresenlation de
Segu com brevidade o palliahote Sohra-
lense, CapiUo Francisco Jos da Silva P.atis,
recebe carga e passageiros : a tratar com
Cantono Cyrlaco da Costa Moreira, na ra da
Cadea do Recite n. 2.
1 premio.
1 lito. .
1 dito. .
1 dito. .
.1 lilos de 2OO9OOO.
1 ditos i!(? IOO3OOO.
1 i ditos de tPjoOO.
3 i ditos de 20000.
11 O ditos de 89'000.
8:000000
2:000o'000|
:..V
5
rt
.
CORRE QUARTA-FEIR., 12 DE ACOST.
! :000$000! Primeira parte da ptirneii .1 lotetia do
>o isooo
6OO5000
(>00000
5G0800
litill.sOOO
9:120>j000
2:0i0s000
recolhimento le i'apaca-j i.
O abaixo assignado participa ao respeitavel
publico, que teto exposlo a venda os seus
ii.uito felizes bilhetea, molos e quartos da
olera cima, as lojas aba i so declaradas,
os quaes 11P0 estSo sujeitos ao descont dos
dos oilo por cento da lei. prar;ajda Iticlc
pendencia n. *, luja da viuva Fortunato Bas-
tos, e 37 a 39, loja de calale de Antonio
Quem se ulgar credor J Cundido
Jos Raposo pode apresentar suas vSUds
a seu pai Const ritmo Jos. Raposo,- no
praKo de mi 1 das, contando de lioje, pa-
11 serem tndemnisadaS, nao se responsa-
bilisando por maii debito algum, lindo o
prazo cima : na ra da Ptaia n. 33.
Precisa-se de um destilador hbil: a
contratar na ra'do Livramento 11. i,
com Lui/. Jos Peivira Simoes.
Altt iicao.
O abaixo assignado declara ao curioso au-
tor do annuncio publicado nesle Diario u.
160 do mez ultimo, sobre o iebaie Ue lel-
Iras pertencentes aos herdeiros da Tallecida
Marta Francisca dos Alijos Bastos, as quaes
l'orain exlravini-i-, que o lado do extravio
desses ttulos nao tirou o dominio, que so-
bre elle millo o mesmo abaixo assiguado.
1-200
2400
3600
premiados.
blancos.
Augusto dos Sanio* Porto, e na ra da Cd- em lbe potle lolhcr. IJue com as referidas
;leta do Recife 0.45, loja .le tniudezas de.,ellras se Possa cITectuar qualquer licita
lJos Fortunato dos Sanios Porto. .\as mes- transaecao, salvo sendo esta praticada por,
mas lojas cima mencionadas ttmibem ven- | (lue,n a exlraviou, que bem parece ser o pro-
.lem-Si' b.lbetes inleirus se.11 garanta.
APacaty.
ki^<
O Dr. Anselmo Francisco Perclti, comnon-
dador da imperial ordem du Rosa cjuiz
do direilo especial docommercio, oor s.
H. I. o C. etc.
Fago saber em como por este juizo se lia
do arrematar por venda, a quem mais der,
li-idos os dita da lei e pracas successivas o
sitio na estrada le J080 de Kairos, com c -
sa velha de taipa, uma dita por acabar-se, e
varios rvorelos, avaaio ,.or 90050O0 rs., o
qual vai a praija por execuc;iio .los a Iminis-
traJures dos fundos daextincta compadhia
geral de l'ernambuco c Parahiba e cotUra
Francisco de Paula Lopes Vianna.
E para que ebegue ao conbccimeglo di
todos mandei pasear editaos que sern pu-
blicados tela itnprensa, e alflxados nos luga-
res lo costume
Dado e passulo nesta cidade do Recife do
Pernambuco aos 15 de julho de 1857.
Eu Maxtiuiaiio Francisco Duarie, esetivo
o subscrevi.
^uselnio Francisco Peretli.
0 l>r. Anselmo Francisco Per.tti, eommen
dador da imperial orde.n ,'a llosa e juiz de
difeilo especial docnnmereio por. Al. I.
e C ijue leos guarde ele.
Faco saber aos que o presente elitl vi-
rcm, que no da 27 do crtenle se ha de ar-
rematar por venda a quem mais der, depois
da audiencia deste juuo, urna pequea casa
lerrea.sita na ra do.Lassrc naj,'
frente de pedra o cal^
cada, coberta de telh
(|l'\\ 0\ \TTE\D S\ BOIRSE.
Vaudevilie du Ihealra da Palaia Rojal.
UISIRI1 l 1ION.
Kaflineiu Itenlier......Mr. Pascal.
Julos Brlzard jenne PcDtre. Mr. Morti.il.
Madame Dumoiictl jeone Veu\e. M. Paical.
Ili-oolo Servanl......M.' Pauline.
OHDKE DU SPECT.VCI.E.
I' 'i 1 .! i on altead sa lljur-e.
2- Livra III.
3. La ror le sensible.
Os billieles arliam-se desde ja a venda no hotel
injtet em nii de Mr. Pascal, e no dia do espect-
culo no eacriptorio do ihealro.
Comecar as S hora*.
SOCEDADE DRAMTICA EMPREARA.
Sabbado 8 deajosto de 1857.
BENEFICIO IK ACTRIZ
ISABEL MAKIA NNES.
Lobo que a oreHeatra teuha terminado ama das
' inellures ouverlnras, suliu.i a scena a muilo in-
lerpss.inie e apparat.cso comedia em ires arlos, que
lem sido representada com geral aceitacio e aeplau-
so, e que lein por lilulo
AS HEM0;;i.\S IMHUtlS).
O papal de Holln sera' desemliunlio 10 pelo Sr.
Germano que por oti.'-qoo se presta.
Sagqir-ee-ha a represenlagilj da coinedia em um
acto, que tanto qgrmiou ueste Ihaalro
TjV.BI^S^m.JB: oi_j3>rJL-'^aix.
OSEFFEIIOS^iBDOCACAO
lerminara' o .eapeclaeulol \ moilo Intetassaiile
einooaeta hespanhola, que tantos anplansoa mere-
ceu ueste Uieatro, e que a benefleiada Unc;a mSo
oelos Injmeiifns ped loa que ten) tido :
^=StV.ajrjW.7Ty--t!k. "^fc/"_^^'-'
t..nta >.. peto ii/.irlir-iada.
Eis o dtvartimento .pie a lienelicia la escolben pa-
r apresen..ir ao rc-so-itov-'l poblteo desla eida te,
do quem espera a ncces-aria concurrencia.
Os tiillieles .t-liani-se de"de jo .1 dlsposiclo do pu-
nlico em casi da beneliciada, poleo do Paraso II. :2,
e no dia d e-pecl/cialo 110 escriplorio do lliealro.
Principala os S lloras.
\ai sabir com brevidade o patacho Santa
Cruz, eapilao Jos Victorino das .Nevos, rece-
be carga : a tratar com Caelano Cyriaco da
L\ M., na ra da Cadea do Recife n. .
lilla de Fermn lo.
O l'rigue nacional Bom Jesus.o qual dever
seguir para aquello presidio at o dia 12 .lo
ciirreiii.i.,para cujolitn o consignatario tem
autorisaciio do Ex Sr. vice-presidentc da
p ovmcia, para depois de ter reeebido todos
os-olijedos pertencente ao governo, receber
mais .ios particulares, |ue esses estejam ha-
I bullados com...t.iiiiuuu'ole com suas porta-
g rus esuas notas dosobjectos qoe tem de
[embarcar, deverflo mandar en continenie
as ditas olas na casa do consignatario E-
duardo Ferreira Bailar.
--- Para o. Porto, a barca portugueza N.
S. da Boaviagem, segu impreteriveiniente
a 19 de agosto prximo ; para um reslo do
carga e passageiros, trala-se com os consig-
natarios Thomaz de Aquiuo Fonseca & Filhu,
na ra .lo Vigario n II', pnimeiro andar.
Para Lisboa, sahe com a maior brevi-
dade possivel a barca orluguer.a Gratidao :
quem na mesma quizer carregar, ouirde
passagein, para o que tem acetados commo-
dos, late com os consignatarios Thoc.az de
Aqnino Fonseca-c.; F1II10, na ra do Vigario
n. 19, primciio andar, ou com o eapilao Bor-
ges Pestaa, na praca do comiercio
- Para Lisboa sabe com toda a brevida-
de, por ler grande pfrte da carga pronipta, o
bonito e veleiro patacho porluguez Mana
Ignez : quem nelle quizer carregar ou ir de
passagein, dirija-se aos seus consignatarios
Francisco Sevenabo llabello & Filho, no lar-
go ta issutnblca.
Ostros primeiros premios esto sujei-
tos ao descont los S por cento.
Thesourariu das loteras 'S de julho le
1857. O thesoureiro Francisco Antonio
de Oliveira.-Approvo.Palacio do fjo-
veroo de Pernambuco, .10 de julho de
IS."i7.Portella.Conforme. Antonio
Leitede Pimo. Thesouraria das loteras
I de agosto le 18.">7.Jos Januario Al-
ves la Mata, escrivo.
(Hera
DA

jinr
guns arvosedos de fr< . e de fund,
avallada
s do taipa rebo
s, com quintal e at-
-"Cto, com 40 palmos de
ss^- -=---
LuV Venaoliavendo lanca.lor que
SSteiUP ne** TU .ca' ser& arr* '-
T\li:L-A V!,lor la adjudicagao com o
aoaiimenl0 a |e
,ir, m-fr (ie c!,eSue ao conhecimenlo de to-
" i '" >,el Pa?sar editaes. q-ie serSo publi-
taoos pela imprensa. eallixalos nos lugar, s
ULj,'l- Ppi e P8*8'1110 "esta cidade do Recife de
!/*"al"bu(' aos 5 dias do mez de agosto de
"857. Eu Maximiano Francisco Duarte es-
L'-iv3o o subsc
IATBO
sreri.
Anselmo Francisco Perelti.
to$> .. ^:
Disse uma niissa
-'-, que in ni ion
visorio, lt
OOO
nula de
plas almas com a e
... ...^.fft.....i^.i7TnSoTrnr.js. O
de. n
O cumprimento desla prome-sa deima lano cono-
Iranzimeut, quanlo licon o menos de dous mezas
pelas 50. qoe para as manual almas mandei cele-
brar por Fr. Vianna : isso porqje asaguo-rue E.
E. llamos, e uSo...
Em resposta ao annuncio que schio no i lornal de
20 de-le mez, limilo-ma a dlMr que e*te annunrio
n.i he de muili. mullirr, e sim de u desnaturado
pai Jnlonio de Stqiuira Cacalcmili, que as-iui pre-
leadl preveu.r o joluamenlo iinp co lempo lera esla /-imo.o caus i. Aconsellio-o en-
tretanto quemellior ser e.prarmos, e re noseom a sabia e recia deeisao la eareate Inbuual da
relafflo melropolilaua, do que pr em pralica mane-
jos odiosos, j' |jo sedicose env.ihecidosque nada
i di an tan. so m apanaa urna i lea mi e bem triste
de quem os emprear. Antonio Crios Pereira de
Hurgos Ponce de Len.
Bahiadl de julho de 18.77.
*>
CAMBIOS.
Sobre Londres, 2S d. a 60 d.
P.iris, 3iti rs. por fr.
t Lishoa, 92 |ior % de premio,
o Rio de Janeiro, por do da descont.
Aetaa do naneo M por ceuto de dividendo por coti-
la do vendedor.
o .. coujpanliia le Brheril.e (OpOOO por ac. o
o a compnnhia Pernomburana ao par.
Ulilidade l'uhiico, :tt) por cento da premio.
o a In.le.miisadora. Cl ide
da ferro JO por 0|qde premio
liis-onlo ue leltrao, de 10 a 1IJ por cento.
Acoses do Banca, 40 a b~> .le premio,
lluroUn.;. hespanliulas. 99f5O0 a 30SOOO
aoedai de 6300 veibaa ,
G~O0 11..V1 ,
" *,-ftXX)......
Prata.PalacOes brasileiros. ,
Pesos co!umuari-s. .
rneiicnos......
COM
Pernaiuibucana.
Os Srs. accionistas da Companbla Perpambocana
qoe subscreveiam novas acee-, e qoe linda nflo
enlraram com a sesunda prestado de .10 por eiito
alo fins de junl o prximo paaaado, slo eonvi dos
a ver llcar o relerido pa.;amenlo alo 15 do correle
mea de agosto, no rarrlptorio de Anlouio Marques
da Am.irim, ra da Cruz. n. ri'i
CONSBLHO DE ftOMINISTrUCAO' NAVAL
.Nao temi se crfectuado na sessao de boje
do conselt.o de administ.racilo naval o con-
trato, conforme s j havia annnnciado, rela-
tivamente a com,Ta ce objectos, compon lo
Q fardameoto de prtQts embarca las nos na-
vios da ar.ua la, visto como smenle uma
nica procosta foi exhibida ; man.la mes-
moconselito fa/.er publico, que pois Rea isso
transferida para a sessflo d.- 8 lo crrante
mez, sendo que os pretendentes deverfio em
tal dia, e al as II boras da in nliaa, apo-
sentar as suas propostas com de.'laracSo de
presos lisos. Os objectos a compraren se
sao : 30 fardas de impetiaes mirinlteiros, 3U
cali} s de panno azul, 300 coleas de briol
300 camisas de dilo enin gola azul, 800 dil
tas de algo lao azul, 300 calcas de dito Uto
60 bonets, 200 leemos de se la [.rea, 50 pa-
res de sapa tos. Sala do conselho d admi-
nhlraijiio naval etn 3 de agosto de 1857. O
secretario. Alejandre Kodrigoes doa Anjos
A adrninistrarjSo geral dos eatabeleei-
mcnlos de cari lade manda fazer publico,
que no din 6 do correle, pelas 10 horas da
inaudita, na sala das 8U8S sessOes, Contiuu'a
arre'.al'.rilo das casas jn atinuiiciadas. Al-
tninstrai3u geral doestabelccimenlo de ca-
rida le i de agoslo de 1857.O escrivo,
Antonio Jos Gomes do Correio.
- O arsenal de rnarinha compra os s-1-
gaintes objectos oara rornecimento doalmo-
xarifado : almagre, agulhas do palomb,
brim da Russia, bandeiras Imperiaes, ditas
le jule, caetas piri peanas, ccil
O espactai tilo a anunciado teca' lupai'
no dia punta feira, ti do correnttf.
aile popusas*
DE
MISCAIUS E PU\M\S!\
NO
PALACETR DA RA DA PAAIA,
Domingo 9 de agosto.
Ilavendo espetaculo no Iheatro no da 8,
foi transferido pcri o dia 9 o baile nacional,
os directores contam ter grande concurren-
cia, valo os numerosos o lid t qu sido fiytos J 08 cartOes estarO a venda no
la do dive tiinnnlo, o qual dc-ve priucipiai
as 8 horas e terminara s 2
Mi
hhivtv
Janeiro,
Pr donde seguir com brevidade o brigue
Hercules, eapilao Carlos da Silva Araujo, re-
ceba ca -pa, piissiii-'.-iros e eseravos a frete:
a tratar com Caelano'Cyriaco da C. M., na
ra da Csdeia do Hecife n. 2.
SU SI Si i JSll ,
0 veleiro e bem conhecido palhabote na-
cional Dous Amigos, pretende seguir uestes
oilo dias, tem prompto dous torgas de seu
carregamento ; para o reslo trata-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Olivoira
AzevcJo, ra da Cruz n. 1.
'na o liio de Janeiro
O veleiro patacho nacional Agona, pre-
tende sesuir com muila bieldado, tem
promplu melade desea carregamento ; para
o reslo o eseravos a frelo, pata os quaes lem
excedentes commolos, trata-se com o sen
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vodo, roa da Cruz n. 1.
' Para a cidade do Porto por Lishoa salte
oestes seis dias, por ter .|U>.si completo sen
carregamento, a barca portugueza Maria Fe-
liz, de primeira viagem, eapilao Zelerino
Ventura dos Santos : quem na mes :.a qui-
er cajTopar ou ir de passagein, para o que
lemesceTl^lr-ftrfUiQolos, pode entender-
se com o consignalario^iTHi? Jos de S A-
raujo, ra do Brum n. 22.
- Para o Porto segu inipretorivelmenlc
no dia 13 do crrenle o palhabote porlupuez
Coincidencia, de primeira u archa, e s re-
cebe carga iniuda : quem no mesmo quizer
carregar, oirija-se no seo consignatario Do-
Tingos Alves Matbeos. na ra de Apollo
u. 23,

ATE8R DA BOA-VISTA X. 4.
O director deste salSo, participa a seus
Ilustres favorecedores, que lendo-se de*e-
tirar desta provincia,offerece-lhes esta sema-
na uma agradavel ex,.osig"o do vistas i. -
vas.
GUERRA DO ORIENTE.
I.' Os liis retratos das p.uncirs perso-
nagens do mundo.
b.M.Nicolao imperador dotlas as ll.us-
sias.
O gran le duque Alexandre,principe e he;- i
deiro.
<> grande duque Constantino, grande al-
mirante.
O grnele duque Miguel.
O agente l'.nrja, em seu~srrr.azem. na
ra do Collegio n. 15, fina leilao de utra
grande qoHiilidade de obras de inarcinera,
BOT8S e usadas, varias obras de ouro c .rata,
relogios .le algibeira, objectos de porcelan i
para enfeites de sala, Iuuqi 6 vidros para
servigo de mesa, diversas quiuquilharias
ranecas e 4 caixas com vanes fazendas,
bem como madapolo, algo la.ozuiho, cassa
i' titada, etc., e outioa mullos objectos que
>c aefiarfio exposios no .tia do le 13o no su-
pradilo armalem : sexla-feira, 7docorren-
le, s 11 horas da man
TRASFER M;i.
OleilSo das 2.0 barricas Je farinha de tri-
go, aanunciado ara huutcm t, tica trensje-
rido para sexla-feira, T do corrent, no ar-
mazem lo 8r Paula Lopes, defronte da es-
ca.linha da alfandega, as lo boras dama-
uhaa.
Leil .
GuimarSes 4' Alcoforadu fazem leilao,
por iotet'veueau do agente Pestaa, di 100
barricas com bolachinna ingleza, desembar-
cadas lia poucos das : quinla-fura, (i do
crrente, as lo horas da manha, na porta
doarmazam do Sr. Aunes, defronte da al-
fiui'leaa.

- Aliiga-se um torceiro andar com bas-
tantes commo los pan ama granae familia :
para ver e tratar, .linj t se a roa liireita
u 4o.
lilhetcs 355110 Recebo 8:0003
Meios 4-800 4:000/
Quartos 2;100 20003
Por .Salusliano de --.quino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Antonio Jo-quim dos Santos An Ira le,
sua mullier I. Joaquina Amelia Rolrigues
de -tidra Je o seus tres lilhos menores Luiz,
JoSO c Joaquina, rctiram-so para lora o
imperio.
OCferece-se um rapaz para se empie
gar na estrada de ferro, ou mesmo para ir a
qualqu-;r man 'a lo dos senhores engenhei-
ros, se for preciso : annuncie para ser pro-
corado.
A mesa rege.lora da irmandade do Sr.
Bom Jess das ('hagas annuncia por este
diario a lodos os irmSos, que esta tem de-
cretado o prazo de 60 das, Contados da data
leste, para reedher cada un irmSo n-ste
espaoo a quanti i de 0/030^para o edilido
das catacumbas ; e para qu3 chegue ro eo-
nhecimento de todos,inaudou passir o pre-
sente avisoO escrlvSo,
Raphael Antonio Cnelho.
Precisa-se de 2 prlos : na padaria da
ra das Larangeiras n 28. Paga-se un bom
aluguel
Preeisa-se alugar nos arrebaldos desta
cidade at o Pogo urna casa assobraJada ou
sobrad., ten lo os com nodos seguimos :
aleo de polcr conter 12 a 20-pessoas, ten ha
cocheira, estibara, arranjos pira criados e
eseravos, e que o sitio seja shuntante dear-
voresfructileras eliaixn de eapim, que oos-
sa sustentar aunualmente quatro cavallos :
anntincie por esle aOiario ou oulrps erij-
dicos
D-sc 1:000.^000 a juros com seguranga
em ouro, prata ou eai predios desembara-
gados quem precisir procure na ra do
Colovello n. 56.
^u wobtmtM0
(randee variado sortimento de fazendas
estratagemas, por precos commodos.
Ra da Cadea do Recife numero 54.
LOJA 1)0 CANTO.
O puldico achara nesta casa, por pregos os
mais nfimos possiveis, toda equalquer qua-
lidado ci fizan laseslratigeiras chega las re-
oeut"m '"le, e dos gestos mais mu temos e
escolhidos, consideradas como nauveautes
as principaes ci la.les da ^;uropa. NSosapo
dend aqui enumerar to las ellas, o publico
ver pelas S'guiqtes abaiso mencinalas, a
mo tic. lade dos pregos e :.i le vir ver a su-
perior qualidade, ceitiliean lo-so da verda-
de do innuuejanle, nao Irisando nad a de-
sejar o bom gusto e escolha de lao variado e
moderno sortimento: chitas franaezas mui-
lo lin s, covados, 250 o, 270 rs., seda bran-
ca, covados, t ? 100 e 19500, cortes do seda
con II c wa.ios or 143, alpacas de coras,
ova lo, 480 e 520, ditas lavra las. covados.
650e700rs., las do cores muilo lindas,
env'i lo. 560, chales de alpaca e merino a
31600, seas decores litando a gorgurflo,
como titulo melindre desenlia, cuv'ado, l#,
intiilo rico, na 1 ipoloes, peg'S de 26, 28, 32
3t, 36 e 38 a 4? e 43500, e muilo fino a 5^300
e 83800, chitas, pegas, 5500, 5600, 6;>0:,0,
6S2O0, 6-.no, 7>, ToiOO 8e 9?00o, chapeos
de ma-:si francezes a 7*. chales de eambraia
a 1-120, ditos mui'n fiaos de cores a lito e
t-soo ditos mais linos a 21200, pinitos linos
liretos a 2?100, :b, 3;">00, 4?, 500 e 5-, ro-
meiras .nuilo ricas a 3/300, 3?.0J e 36i0,
cobertores de pello a l/.Od, chal-s de meri-
no bordados Com velludo a I2#, I3/e 1S;000,
muilo neos pegas dealgoiao a 2/, 2f200,
CORRE QU \!'.T V FEIRA 12 DE AGOSTO,
O abaixo assignado vende a dinheiro a vis*
U sendo da quanti < de 100 reis ara cima,
os seus feli es bdhetes, meios, e quartos
;.elos pregos abaixo mencionados, na ra
da Cadeia do P.ecife n. 45,esquina da Madre
de lieos :
Bilhetea 8.;750 recebe 8.0005
Meios 4?100 4:0011-5
Qjarlos 25200 2:000.5
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Manoel J.s le Oliveira, subdito portu-
tuguez; vai a Portugal e deixa por seus pro-
curadores durante -ua ausencia, em prfmei-
ro lugar seu mano Jordao Jos de Oliveira,
segundo, Joao Simlo de Almeida, e em lar-
cetro Joilo Fernandos Uaptista.
Oompram-se Dianos a 130 reis a libra
na ra eslreita do r.osario n. 1, taberna do
l'ogas.
Furtaiam na madrugada do dia 31 de
julho, dosilio do l'io Tapado em Olinda, um
cavallo co n os signaos seg ilutes : ruco, pe-
queo, cauda curta, cambado, pode ter de
idade potico tnnis ou menos de 6 anuos. O
cuno passado, em o mez de julho, futtaram
do mesmo silio .-.cima, dus qnartaos, un
casianho grande, dous ps calgados, cauda
comprida, frente a berta do lado de um otho,
com urna berruga quaimada, e he capado ;
eoouti'u rolad, pnncipiaudo a pedrejar,
cpalo, pequen 1, nos qua Iris de urna o ou-
Ira parte, co .1 una lel.duia que nuuca en-
cabella, lem o ferro seguinte na perna II, e
no queixo 1.
--- Jos Bernardo Galvio Alcoforado, de
volla da sua viagctn a Europa participa a
seus clientes, que pode ser procura lo etn
seu escriplorio, ra da Cadeia de S. Antonio
casa nova da esquina, perlncenle aos her-
deiros docomniiidador Luiz Comes Ferrei-
ra, onde etn sua ausencia enconCraratn os
Srs. Drs. Cypriano Fenelon Guedes Alcofo-
rado e Anlouio J sit da Cosa Ribeiro. Re-
cife 5 de agoslo de 1857.
----Cypttano Feueloa Guedes Alcoforado,
advogauo e procurador fiscal da the-ouraiia
provincial, mu lou o seu escriplorio i.ara a
rur. da Cadeia de .->unto Antonio, casa nova
da es juina, pe. lotcenlo aos nerdeuos do
commendador Luiz Gomes Ferreia, onde
pode ser procurado nos dias uleis, das 10
oras da nianhaa, as 4 da lar Je.
D-se 1:800; is. a pieu.io Je 2 por cen-
10 ao mez, anida mesmo em pequeas quan-
ttas, com garanta de ouro ou prata : no j 200, 2-800, 35'e 35209,"mussulina di eo-
prio autor daquello annuncio. que desl'arte
procura cobertar-se de alguma tranqui-
heruia, quo pretendo talvez realisar paru
auferir as vantagens do seu extravio, com o
maior abuso de coufianga, que em sua res-
petlavel pessoa deposttou um seu prximo
prente i 11 felizmente ceg. Recife 4 de a-
goslj de 1857.
Joaquim Congalvos Bastos.
.Manoel da Silva Santos, vai a Portugal.
Precisa-se de um prelo captivo para o
. i servigo de casa : a tralar na ra do Trapicho
n. 20.
Aehan lo-se paga a Irmandade da So-
leda Je de tolos es foros at o ultimo de ju-
nho do correnle atino c do que lhe devia o
finado Antonio Jos Teixeira Lima, lera lu-
gar a arrematagao da casa e sitio nos dias
de audiencias do juizo munictual da segun-
da vara, quo silo quart.s e sa lbalos, o es-
cripto e o recibo da irmandade estilo eui
poJer do portetro do juizo.
Troca-se a morada de uma casa terrea
em boa ra, a qual tem solao, o commodos
para familia, por um primeiro andar em
boa roa no bairro de Santo Antonio, cujo
aluguel seja da 14 a 163 rs. : a quem convier
annuncie.
Quera quizer morar em um sitio para
botar sentido na Capunga ; dirija-se ao a-
lerro da Boa-Vista n. 62.
pateo da Assomblea ti, 12, segundo e lercei-
ro andar.
- ijuam precisar de uma ama de leiie,
par i Ja ha tres semanas,com muilo bom leite,
duija-se a i.amboado < armo, casa terrea n.
2, ao p do beceo tapado. iNa mesma Casa
nde-se um lindo caniod muilo m-insoe
; lanibem se engomma para
homem com luda a perfeigo
ien s
ALFANDEGA.
Bendimento do .la 1 a i .
I lem o dia "1......
D.-scaireiiain hoje 0 re ajoslo.
Barca TrncelaOiin.lamrrrailoras.
Patacho inglezOulysoudem,
ferro, curo volito colla d-> Babia, er, cadea-l
dos sorli los, crav.es de rerro, dobra ticas Je
ditos sortidas, dedes de reouxc, estando,
1690001 fectiadura* diversas, iilelle, li-. ne vela, linha
1690001 do barca, dita de coser, lona ingleza, larga
i-loo iliu dua estrella, lapis, papel lisa, riitoal-
7.' A sanguinolenta
, m.fli etc.
ditos de assoalho, ditos caibmes, ps del 8
forro, remos de faia de 13 18 ts,saceos lelos
conlucgSo, secetnt^, sola, lachas de cobre
tinta branca de zinco, dita reta le chumbo'
dita verde, tachas de bomba le ferro, lintei-
ros de estanho, trota de escr-:ver, raspas de
ferro, raspadoins, zarcSo, e folrtas de (lan-
dres ; os pret-ii lentes a viti 1> de semelhan-
O grande Juque Nicolao, acompanlmlo
seus genera i el I,
2. i.m iarq i em Balaclava, os alliados a
bomba leiarem Asapal.
3." O grande bouibardcainento d
le ll'ol.
p. tliesourciro las loteras
oillico, que estu exposlos
manda
a v.'ti-
o s
faZ'. r
da, lodosos lias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2(, das 9 liu-
mnnliaa i's '.) da noite, bilheles,
Sebas- ""'"s e quartos, da primeira parte da
primeira lotera do collejio .i i Pupacara,
0! masso, Hit or linario, peonas J'ag, parafu-
P'ogos ripas,
0 sos de metal, Olios de ferro,
ICMiO!
67:3099159
6:6t892"9
*. Assalio de Sebastopol, emSdeselem- pelos piejos declaraiJos no plano abai\o
''-'". transcripto, o rrual olFerece muita vanta-
5. A escuadra anslo-f.-nnceza passanlo 'c ulla
no mar Bltico. 8..... aos M-s. jogadores; por isso, pois, o
6* A sanguinolenta batalha do alma porjSr. tliesoureiro espera que queiram con-
outro ponto. correr, a(im que possa ter estabilidad es-
mui
fora ropa~7.-e
e aceiu
Hu ^o^rttT"^
Precisa-se de um [.roto ou preia para o
servigo interno o externo le urna casa : na
ru4.i\ova u 60, loja de altaiale.
I- St
de um homem que entenda do plantages o
alguma c;usa de jardineiro, para trabalnar
em um sitio peito desta praga : quem esti-
ver neataa circumslancias, dirija-se a ra da
Cadea do Recife n. 54.
tni casa de Eduardo II. Wyatt, rita do
Trnpiclu.'-Novo n. IS, vende-se o se-
guinte :
Chumbo de nuiniao.
Dito em lencol bai ra.
Ancoras de ten o.
Cerrantes idem de diversas grossuras.
Uanitltas idem a (amarillos sortides.
Aiinos para carro.-
Selins para mcrntariadsenliora.
Fio de vela.
Cabos sortidos.
V. um completo sortimento de ferragens e
cutilanas, tudj por preco commodo-
6
Comiiiei tia! encfic. nte
Nao se tendo reunido numero suflici
ente de socios para ter lugar a assemblea
geral anuuuciada para hoje, ica a reu-
niSo transferida para o dia 7 lo correnle,
ao meio-dia. O objecto da reitniari lie
para leitnra do relatorio animal e elci;ao
da nova .lircivao. Recife de agosto de
1837.A. de A. Itodrigucs Isaac, secre-
tario la direc-eo.
Precisa-se fallir rom murta urgen-
cia a negocio de seu intteresse, no Sr, An-
louio deA/.evedo I! ims, que te\e taber-
na no aterro da Boa-Vista : na travessa
t ra da Madre de lieos u- 18, segundo
andar.
Domingos Abes Miilieus saca sobre
a praca da Porto.
....... .......
- 'cr
',} No dcpoiito da roupa feila da roa Nova
'- n. 19, ci '.-a- e il Mate .lliriaea de ni- .
; faiale pa a ubi es prqaeaaa, que sejam peri- '.-^
-..,- ni".: pagaae bao.
-."*- -'". ..-..'........
tjuem precisar de um rceslre de pe-
dreiro, fiancez, que entende de rissi-.i per."
qualquer obra, lauto nesta praca. mi fora
res a 36 I e to rs dita branca a 300 e 320
rs. o cova lo, chapeos deso de junco a 1/400,
de ferro a 1>900, e Inicia a 29 e -2S00, ditos
de panno para senhora a U800, cambraias
lisas de 10 jardas a 29 a peca, ditas tinas de
12 jardas a 4;600 e 5-3, l.uzmha a lineza de
seciiazinha, de las larguras, o cov d) a
13500 com ondas de seta, gravats de seda
com lago, cada uma por 709 rs., ditas sem
ser de lago 19100, ectrtes de cunbraia e
v''55 GTieiuira preia, o covad'j a >iiiJ^
220O, 27400 e 3, maulas de se ia a 6*00 o
9, meias para senhora, duzia a 23200, 39.
3S500 e If, e pares a 200, 250, 320 e 360, di-
tas azues para no r em, duzia a 19100, crasa
boas j-1 n, :i- 3-5400, chales los a 2/500, sargeliui, eovado a 200 r*., ca-
semtrasde duaslaagnrascon 1 3|* eovado
por 49200, ditas de uma largura, corles a
:i?2iii), cha os de chita a 18, setim prelo, ro-
vado 3 e 39300, cirios de brim de cores
do liuho puro a 29400, '.ito em varas a 1>i-X
Krosdenaple, eovado a 2/000. e 29200 muilo
Uno, mussulina lo barr, corte a 3/500, gr-
valas le cassa, duzia a l;500, ditas de seda
preta 8O.0 rs cada urna, lengos ele eambraia
a l#500, 2*400 e 39 a duzia, bretanha le li-
nho .imito boa, vara a 600 rs., aliaca preia
a 500, 600, 610, 700 e 909 rs., ertes de meia
cusen iia de. lila h 2;00 cada utn.
Vende-se urna negra je nscJIo Rebolo,
jor prego comino Jo : na prag da Bo-Vis-
11, segundo andar n. 6.
Ven !e-se urna rica eadeira de arruar,
bem pintad e dour-i.la, eo n seu competen-
te eaisilo para a guardar o a reservar da
poeira : quem a pretender, ententla-so con
Caetano Pinto de Veras.
cn.le-se kirsch, absinthio da bem co-
nheoida marea L?coultre : na ra da Cruz
n. 20,
Atten9.fl I
Ven 1 -se cera de carnauba muilo superior
de Araeaty, sapatos le pala e le orelha,
gomma o c uirinhos de cabra de superior
qu li la te, ltimamente chegados, por prego
commodo : no escriplorio 1? Prenle Vian-
na, ra da Cadeia do Itecife n. 57.
Vende-se urna prel Crioula d< alali-
nos dr i lade, que cozitiha, lav,-, ngomma e
cose: no Forte do Mallos, ra do Codorniz
n. 7.
JordSo Jos Fragoso, retiran lo-se pa-
ra Lisboa, despede-se por este meio dos seus
amigos e aOeigoados, a quem olf'rece na-
quella ci lade .1 -.eu pouco prest mo em
'luanto slli residir, ou em qirilquer parte
que o destino o levar, c peJe-lbes dasculpa
de n5o dospedir-se dollos pessoalmente,
ola brevi la le de sua partida : deixa como
procura '.'res do sea so^r 1 1 .-r. J0S0 Morci-
r Marques, os Srs. J0S-1 Baolista Fragoso,
Thomaz de Aquino I'otts ci, Uanoel Antn i 1
.lvcs ; c como seus prororadores e da
lirma de M r.;ira i\ Fragos 1 os Srs. Joio ap-
tista Fragoso, Uanoel .nlonio Congalves e
Jos.'1 i- .i. 15o da llocha. Julga nada dever
nesta praga, I into no quo lhe respeita, como
a lirma de Morena S Fragoso eJoo Moreira
(arques; se poim algu^m se julgar seu
batalha do Inker- te plano, eque tem numeracies a con-jdelUi dirija-sea ra do Brut'n, r Fora de honita figura, engomma soffiivol, lava, co-
ni rl- lento tiara is romni-nrloiv* rvimn lam- Portas n. 14, que ao ir 3 mesmo. das 9 lio- zinha o diario de urna casa, cosa chao, faz
8 0 grande bombardeamento de dessa, I'"'1 s <-ompraaotes, como tam Pas da n,,,,^ as 4 da UrJo doce, refina assucar. e he mofo .-, utl, ,-a
Inglezas botando fugeles a Coogteve. bein N- woureini convida at|tielld ... Antonio Josis ItoJrigues de Souza, sua para meninos: n. ra do it um, passando o
o.* A me ion ni batalha das inneh.iuis pessoas tpte pietendtam comprat billieles mulher li M ria J.aquina Fiuza de.Souzae chafariz, defronle da fabrica de velas e
Leite paro.
Do dia quarta-feira, 5 do correnle em
diante, se vender leite puro a 210 rs. a gar-
rafa, na esca ia da casa n. 28 da ra da Cruz
do Hecife, junto a taberna do Sr. Andr Bar-
bosa S jares, do lado direilo : quem pois qui-
zer leite sem mistura d'agua, pode franca-
mente mandar comprar, que as 6 l|2 horas
da inanhaa se achara o vendedor com por-
gan no referido ponto.
Precisa-se de 5:000? a premio de 1 por
ceuto ao mez, dando bens a hypolheca .
quem tiver annuncie.
Aluga-so urna sala na ruadoQueima-
do, muilo propria para escriplorio; quera a
pretender, dirija-se a mesma ru>, na loja de
fazendas o. 33, que achara com quera tra-
tar.
Envernisa n-se mobias muito em
cenia : no pateo do Carino n. 24.
ueseja-se alugar um siliopequeuo nos
lugares Estancia, Trompe, Mouiegoou So-
ledade: quemo tivere quizer alugar, diri-
ja-se a ra das Flores u. 10, que se dir
quem precisa.
Precisa-se de um amassador : na pa-
daria da ra Direitan. 81.
Jos Francisco Dias, sublito portu-
guez vai a Portugal.
II. II. Suift retira-sa para f.a do im-
perio.
Precisa-se de uma ama forra ou cscra
va : na ra de tortas n. 10.
Precisa-se de um caixeiro para tomar
conta de uma taberna mr balaugo, e que tc-
nia boa con iucta : no paleo do Tergo n. 12,
para tratar, das 6 as 9 botas da inanhaa e
das i as 6 da larde.
Precisa-se de um caixeiro para liber-
na, com pratica ou sem ella, para estar etn
comiiaahia de oulro : no paleo da Santa
Cruz 11. 2.
Compra-s
os dous tomos de diccionario francez, ainJa
mesmo com algum uso, poim que seja de
ltima eJigao : ua ra do Ari.gao n. 36.
Precisa-se alugar uma ptetaou prelo
quo seja de idade, para vender na ra em
taboletro : qudm tiver annuncie para ser
procuraJo.
Luiz Alfonso Ferreita, consenhor do
otig 'niio Siluro da Serra, previne co Sr. los
Fel x da Camsra Puneniel, propietario do
engenho Caipi, que protesta cjnlra qual-
quer acto de posso que o mesmo senhor baja
de pralicarem trras do mesmo engenho Si-
luro da Serra, para annesar ao seu, sem que
elle seja ouvido o concorde.
Aluga-se um mol que le 18 anuos,
muito fiel, para o servigo tu erno e eslerno
le casa : a tratar na ra do Collegio n. 16,
'"iSTS auJar. '" """
Precisa-se alugar urna preta escravJ
para to lo o servigo de uma casa de familia :
quera tiver e quirer alugar, dirija-se a ra
da Coaeeigao da lloa-Visla 11. 46,
Precisa-se de utn caixeiro com prati-
ca de taberna ; a tratar na ra Jo Collegio,
loja n. 13, na mesma prcisa-se de uma ama
para cozinbar.
I'recisa-se de um caixeiro para ta-
berna, pie teuha boa conduta e pratica
da mesma : na ra da Cruz n. oli, se di-
r' quem precisa.
Joa.piim Azevodo de Amlrade, sublito
porlugue/., vai a Europa tratar le sua saude.
Aluga-so um escravo perito cozinheiro
e do muilo boa conducta : quetn quizer di-
rija-so a Boa Vista nos Coelnos, sobrado de
utn an lar com 7 janellas de frente.
oubo de madeira.
Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, por detrae da caso que foi da po-
licia, cinco travs de 40 palmos, com -S
e meta polegadat em quadro, no sabba-
do l do Crrente, as piaes licaram amur-
radas, e na segunda-eira acharara-te de
menos duas : roga-se a quem dellas sott-
ber, queira dar noticia na obra da ra
das Cruzes, ou na livraria ns. li c 8 da
"aj da Independencia, que sera'gra-
tificado.
&f .-:;: .::..>::. .:;.::.,:;.. i
Aviso aust-enitores de
f engfnho. |
.'-J A11I01110 Joso .cLiiii ni ora resiliente ;-,
;:; nenia ciJaJe, na ra la Cruz. 11. 16, primtl- -;^
:'J ro .-inlar. prupe-sa a rcebcr coinmit-ts O
.; 'i de assurares, e r.mla com a protrc|ao de ii
1 -'ii imi^cH Mullirs .le ongenlia, aos 1
.:I quaes prmii. Ite draempenliar satisfactoria- .
. -j niButa n3ci'.> a venl 1 doi asiurares, como <*,
*; U.la a qualquer compra de que o encarrt- ':
,; sarern, v!
' '''--'."."',.:'..', .''.'.'',"ni-'^
-^ -,.....-.-.."...'.,...,.,..,.
fitraiiu publico etn Per-
ilI|l)tlC-
lll.'A 1) i SULKDADI-: N. 70.
Aviso aos lllms. Srs. vigarios, e mais se
nhores encarregados dos cemilerios tas ci-
!.; les e villas do centro da provincia, eos
in ns do norte a su!. Nesle muito granlo
j-r li n, ve;, le. 1-so para ornamento dos di-
tos ,11 v.ii es fnebres, cypretes, choroins vin
los le Santa Helena iln tirados da Arvore
creior, .irtja-seaoSr. JoHo Baptista Fragoso I que cobre a sepultura de NapoleBo I, e outras
para este lint arvores etc.; como alguos senhores, que lem
Vende-se um ptimo moleque de 15 comprado ps de Qores aun pardo altoc
de i la le, uma esc s.i c ioula, boa magro, que os vende pela rus e di/, seren
en immaleira, cose chao o refina assucar, .1 -. j.udim me lem feito reclamages pe-
coui uma c ia de s tn ii duas ditas de los logros que lera s.iffrido, liquem todossa-
meia 1!..!, robustas, projnas para todo 1 bendo, que o.tal pardo nSo vende Qires des-
servio : natua Direitan :t. tejardim, e que so nelle sao vendidas as
... ven l -se uma mulata de 38 annos, de suas plantas, e garantidas as suas qualida-
selembro Je 1855, a noi-
73:'j:,73il8
i tes objeelos sao convidados pelo lllm. Sr.i buco.
franc zas, em s
le da loma 11
10' cidade do Rio de Janeiro, tomada
da tilia Gallillo.
II.* Visla de Santo Antonio ero Purnam-
llicscu-1 suas duas (libas menores Mana eFrancelina, sabSo. m
ararem-se-lhes reliram-se pata fra do impe'io. -Precisa-se do uma ama pira rasa de
tetes, meios e. .....'tos me .im/,- A pessoa que annunoiou querer ven- po-.a amilia las pessoas :narudaG0-
.1 I I. ler uma peqaena casa na travessa da Con- ra n 11.
- cordia, dinja-se a ra das Cruzes, taberna! Precisa-se de um criado : na ra do
n. 20. 1 Hospicio 11. 9.
em poreo, de comparecerem
1 iri 1 'I s loteras
os b
r.Mit :
de agosto de 1837.
e urna ama de leite
1.ira amanenla)' uma
no [oleo do llos-
des.
PRECISA-SE 1
forra on captiva,
enanca, paga-te bem
pital n. ti, sobrado.
Compra-se effeciivaincnto hronze, la-
t.ui' cobro volito : no deposito da fundigSo
,da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 2$, e na mesma fuudigao, em Santo
Amaro.
'

MUTILADO

ILEGIVEL





.
I
-I
DIARIO DE PF.RNAMBUCO QUINTA FE1RA (DE AGOSTO DE 1857
C01SDLT0R10 HiMiOPITHICO
DO
r %
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
om glbulos, o preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante coramodos :
PUEgOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 2 > .
Dita de 36 .
Dita de 48
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tinturrademeia onga.
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry
Tratamento do cholera morbus .
Reoertorio do Di". Mello Moraes
10/000
150000
203000
250000
3H5000
15000
25000
20500
1O000
2/000
6?0O0
? .,***** ?. ***'**.*S8
m
1 PICURAS PRECIOSAS. |
* OIRO E PR.VTA. *
Aderemos de brilhantes, fy
i
* diamanten e perolaa, pul- M
* leira, alfindcs, btiuroa jjj
.' rozelas, Indi'ie- e annei< jjj
. de diHerenl.-s goslos p Je '
'i livcrias podra de valor. B
Compran), vendem oo .*j
B Irocam prata. onro, bri- "
.'.' Ilianles,.Mananles e pero.
<& la*, e outras qaaesqaer
'* jolas da valor, a diiiheiro
1) uu por obras.
,; Aderezo complotof do fe
*. ooro, meios dilos, pulsei- o
* rss, allniele-, brinco e 8
< rozetas, cordoes, Irancel-
* los, meilalhas, correlos g
*
s
** ****** IGREIftA k lOAITJE.
ItJi DI URIVII
Rua do Cabaga' n. 7.
KP.Pp]lfiTl luir Irt. j*J enfeilej para relogio, e <*
x*et,eueit por io-* CUIrosmni'(0, ol>jeclosde ^
os osvan ivsda En- IT ~ ,. a -
<5 Aparemos completos de e
ropa as obra sao oais 1 p?pwh, bandejas,
* jtt salvas, (ailifaes, colheres g
llOUerilO OStO, tail- desopaedecl.a, e mu- *
^, <^ Z los oulros objeclos de
prata.
1 prala. ^
mitiiiiimiiwiiiniii'iii'iiiiiifiiniiil
to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
prepo commodo como costa mam.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a punte grande e a do
<' oa-menino, e ahi tem preparado una
casa de saude com todos os com modos para
o tratamento de escravos, cujos senbores
residam fra da praca, ou 'que n3o os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se ulilisar de seus servidos
mdicos, que serSo desempenhados com o
maior zelo, dinja-se ao palco do Carmo n.
'', primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego 2/000 diariosexceptu-
ando conferencias, sanguesugas opera-
rles.
">@
03
Rio-Formoso.
i':
O Dr. Jo.'io Honorio Bezerra de Mene- g
es, medico pela Faculda Je da Baha, lem ;-?
litado sua residencia oa eidade do Rio-For- aj
moso, e de novo eO'erece seos servidos a (o- ]J?f
das a petioas que o honraren) com sua con- '}
fiaoca. >.
SEGURO CONTRA FO*JO.
Companhia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em margo de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers Se C, ten a honra da in-
formar ao? Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier qua esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para effocluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e podra, cbenos de
lelba e igualmente sobre os objeclos que contiverem
os masaos edificios quer consista em mobilia ou
e fazendas de oualquer qualidade.
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LE LOES COMMEKUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
HECIFE.
| DEITISTA MKU. g
l'aulo (iaignoux deutist, ra Xo\a n. 41 : ''
|P na mesma caa lem agua e pos deutrilice. SS
Tasso rmeos.

A0 publico,
O abaixo assignado faz dente ao respei-
tavel publico e aos seas freguezes, que aca-
ba do montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e li, onde encontrerio um variado e lin-
do sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades, as quacs vende por prego muito
commolo; sendo-gerente do estaheleci-
mento n. 1 0 o Sr. Marcelino {Jernimo de
Azevcdo. I. (i. Malveira.
-----He ebegado a loja le Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 70, escellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, c espiaras, igualmente o a-
famado r>leo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio d Florenga para Lyotoejas e
asperidades da pelle, conserva a frescura e
o avelludado da primavera da vida.
caixa
Econmica de Pernain-
buco.
A direc^Boconvida aos Srs. socios, para
do dia 1 a lodo me/, de agosto, reali-
sarem as suas entradas subscriptas, alim
de comecareui as operaces; tanto os so-
cios ja' inscriptos como os que pretende-
ren! ser admittidos, se dirijam ao Sr.
Joo Uaptista Fragoso, thesoureiro da so-
ciedade, em cuja casa provisoriamente te-
ro lugar os recebimentos e entrega das
cautelas.
Extincto
- Compra-se um Inicio envernis.i lo
com 13 palmos : a tratar na ra estrella do
Rosario n. V.
Compra-se um bule, urna cafeteira,
casligaes o duas salvas de piala ; na ra das
Flores n. 37. primeiro andar. Ni me sa compra-se urna espingarda do dous canos.
Compram-se dous bois mansos que
sirvam para carrooa, estando gordos e em
Lisboa a 2j000 o
na ra do Livra-
Vende-se "al de
barril, sc'iu O caSCO :
ment c. ~~>, loja.
Sebolas novas de Lisboa. I
Ja desouibarcaram as solilas novas, vinrtas
de Lisboa, e vendem-se no armazem de llar-
ros i\ Silva.
--- Vende-seo palliabote portuguez Coiu
i\7a lja das seis
portas t:iu frente do Li-
bom estado, para dar ser vico, nao se olha I cidenela, de lote de U0 toneladas, de supe-
a preco: inem os tiver d.riia-se a' ra do rKior construego, pregado e forrad.) le co-
,\ ,- i i i J bre, o Drom^lo a omprehendef qualq'ier
Oueimadon. 13, loja de lerragens. vi?gem ": os prelendentes podem ve-lo no
em frente r
vramento
Pegas de cassas com flores miudas, blan-
cas e de cores a 2S000, ditas de ranagem
para cortinados a n-oo". saias bordadas para
senioras a 2^000 com algum mofo.
i\a loja
das seis portas
Em frente do Li vramento
COVADO A 200 RS.
Alpaca de algodSo de quadros e cores se-
guras, com 4 palmos de largura a 200 rs. o
Vendem-se cortes de cintas francezas es- covado, riscado francez decores
to
ESTRADA DE FERRO:
Ittcife S. levantisco
LIMITADO.
Bango Os Srs. accionistas do extincto Banco
de Pernambueo sao convidados a recebe-
rem, do dia 51 do crreme em diante, O
dividendo feto pelo Banco do Brasil, re-
lativo ao semestre lindo em T)0 de junho
ultimo, na razao de 12$?0588 rs. porp'rincheiras n. 29.
accaorealisada, e bem assim o de 6060 Vendem-se 3 vac
. i i- i boas de leite: no sho-
tambein por accao realisada, leito pelo
i~ t:m>Pr*-sc effectivamente oa ra das i ancoradouro da carga, e para tratar com seu | curas, com 4 palmos de largura, pelo bara-
' tissimo prego de 2i>000 o corte : na loja de
4 portas da ra do Queimado n. 10.
uelogios.
Is melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
cscriptono do agente Oliveira, ra da Ca-
deia do Itecife n. 62. primeiro andar.
CAAS DE FERRO
Encllenles camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. f>-2, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low->lo r,
ra da Senzala "ova
n. 42.
Neste estabelecimento contina'a a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho, machinas de Tapor
e taisas de ferro batido e coado de todos os
tamanhos para dito.
Algodo monstro.
Vende-se algodao monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalbas e
lenges, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa l', na ra do Queima-
do n. 22.
Vendem-se duas casas terreas na ra
da Alegris, urna n. 1 e outra n. 32 : os pre-
lendentes podem procurar no largo do Pe-
lourinbo, armazem ns. 3 e 6.
Flores n. 37, primeiro indar, apolices da di- ; consignatario Domingos Alvos Malheos, ra
vida publica e provincial, acg"iesdas conipa- je Apollo n. 23.
nbias, o da-se dinheiro a juros, em gratules : ... Vend-se urna casa terrea om boa ra,
. e pequeas auantias, sobre penhores. chao proprio, acabada ha pouco, comosse-
<.ompra-se um oratorio com tres laces guintes commoilns: 4 quarlos, co/inha l-
de vidro, queseja quasi novo, paga-se bem.; r, cacimba s. de 2 viiragas e l porta na
Compra-se urna casa terrea que tenha frente : quem pretender, dirija-se a ra Ve-
commodos para familia, e seja e n bom lo- ||)a n. 54.
cal, no bairro da Boa-Vista ou Sanio Anlo- Vende-se um palanquim em bom uso,
nio; quem liver annuncie por esta folha por prego commodo : na ra Direila n. 3.
Compra-se urna escrava de meia ida-
de : no pateo do Paraizo o. 14.
Compram so todos os porlences para
um cavallo andar com urna carroga, e am-
bem se veade urna carroga e urna pipa pro-
pria para vender agua, com grande torneira
de metal; assim mais urna loja de calca.lo e
[amaneo, armagSo nova, estabelecida na ra
da l'raia, cttsa n. 28 : na mesma se dir com
quem deve tralar e pretender.
Na ra do ruin n. 22, terceiro andar,
compra-se urna escrava que seja moga, e
que nao tenha andado na i na, que saiba en-
aaboar e engo-ornar, preferindo-se prcta, se
agradar, paga-se bem.
Compra-se um burro : na ra do Li-
vramento n. 24, primeiro andar.
Compram-se Diarios para embrulho a
4^000 a arruba, effecli va mente : na ra lar-
ga do Hosario ns. 15 e 17,junto do quarlel.
Vendem-se 4 moleques pessas, idade
1 a 17 aiinos, e urna negra de 22, crioula,
com habilidades, e outra de 20 annos : na
ra do Livramenlo n. 4.
Vende-sc urna mulata de linda figura,
de 19 annos, prendada, pois faz labyrinlho,
he engommadeira e costureira, de boa con-
ducta, propria para urna noiva; na ra das
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas'
lanniias de Uigo llichmond chogadas ao mer-
cailo, sao vendidas em seus armazens, pelos
seguidles pregos :
Galega 269000 por barrica.
Il.ixall 259500 idem.
O Dance 24j000 idem.
Columbia 2390U0 idem.
Alem deslas lem farinhas novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melhores marcas de l'hiladelpha, No-
va irlanse Baltimore.
Na ra do Fagundes, loja n. 27, la-
va-seeengomma-secom perfeiqo, cpre-
co commodo.
Na liindicao da Aurora precisa-se
'" Ifiventes forros ou escravos, para
M'i-vii;o debaixo de coberta.
Precisa-se de um cozinheiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quarlel, casa do de-
sembargador Mendos da Cunha. Paga-se
bem agradando oservico.
PBKCISA-SE de urna ama de leite :
a Iratnr na ra das Cruz.es n. II, segun-
do andar.
Xovaes -V C, rua do Trapiche n.
>'i, sacatn sobre as pracas de Lisboa e
Porlo, ao cambio SCasade Sandel
^:3
O direclore da Companhia da Estrada de Ferro
do Recite a Sn-Franciico, limitado, leern eito a
quinta chamada de duas libras esterlinas, ou ris
17-777 sobre cada arcao na dita companhia, a qoal
deve ser paga al n da 24 de agosto do correnle an-
no de 1857 ." no Rio de Janeiro, em casa dos Srs.
Mao Mac. (iregor Srs. S. S. Davenport <& C, e em Ptrnambucu, no
escriplnrio da Companhia.
O accionisla qoe nao realiaar o pacamenlo den-
tro do lempo indicado, podera perder todo direilo s
arges sobre as quaes o dito pa?amenln nflo se liver
elfectuado, e em todo caso lera de pagar juros na
raio de cinco por cenlo ao anne, e de nao receber
jaros ou dividendo da companhia pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
sua realisar, .Nenlium auto do transferencia pode ser registrado
anles do pagamento da chamada.
Por ordem los directores. James Templeton
It'ood, superintendente.
O abaixo assignado, possuido do
maior einpenho de se descobrir os auto-
res e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu m'oi presa-
do amigo Tliomaz (olan, vice-consul de
S. M. Britannica nesta eidade, ol crece
dous contos de reis a quem llie prestar
qualqner esclarec ment exacto sobre es-
le facto, ou mesino o conbecimento de
algnma circnmstaiicia.oii accessorio delle,
de modo pie se possa averiguar a verda-
de, assim como assegura, sol sua palavra
de honra, o mais uiviolavel segredo, a'
<(uem lizer (pialquer dessas revelac7es,
. pois be bem possivel cliegar-se ao lim
?,;dei!ejado, sem declarar-se donde ellas
: procederam.
Consulado Britannico 11 de jnllio de
I8.Y7.II- Augustos Cooper, cnsul.
Fabrica de iacilQ e tecidos
de algodao.
DO DR.
S PEDRO ANTOMO CESAR. %
,'i Na eidade le (ioianna, becco do i
ia\r,o n. i v. -;;:
O l>r. Pedro Aotnnio Cesar recebe ps- @
M ja' ;;,
Us abaiio assigoados, leado oblido da Eoropa, as
necessarias inlorroa^Oes, planos e orramenlos para
a fabrica de fiar e lecer algodao, convidam aos Srs.
socios a vir v-los, no eirriplorio do Sr. Muooel Ai-
res (iuerrn, na roa do Trapiche n. 4.
JjfSlStSSt ii'|ividam as usas que sobscree-
ram para esla emprera, a realisarem a tercetn-p.'?.'"
i.i._-.i.r .le (I por cenlo, o que vcrificarSo le hojo ale
18 de agosto prximo, no niesmo escriptorio.
As pessoas que anda quizerem tazer parle desla
eropreza. ser'..) admiltdas, pagando o valor das en-
tradas relisadas na occasiao de subscreverem do li-
vro das assignaluras, que sao de 1003 a 5:0000-9 rs.
HenC', 16 de julho de 1857.
Amorim, Fariai, Guerra S C.
Publica^ao itterari.
imooRAPniA
Clironog;i-apliiii. nobiliaria, ge-
nealgica [lolitica
Dt
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCRIPCOES
I)V
rea usada,
extincto Banco, 110 lim de sua liquidarao ;
para o que se aclia autorisado o thesou-
reiro da caixa lilial.Joio Ignacio de
Medeirot Bego. secretario.
|| O Dr. Francisco de Paula Bap- @
$ tista, tem aberto escriptorio para ?{;
^ advogar, no primeiro andar da i^f
S^ casada rua dasTrincheiras n. 19, <$
@ por cima do carlorio do escrivao @
@ Baptista, antigainenle do fallecido /;
..; "e,i e ahi, das i) lioras do dia em f$
$ diante, esta' prompto a ouvir a (g
@ todos, e a receber as causas de to- n
@ dos que quizerem procurar seus )
$g servicios de advogado. %
O agente de leiloes Gregorio Antu-
nes de Oliveira declara aos Srs. adminis-
tradores dos liospitaes Pedro II, Portu-
guez e Inglez desla provincia, que dese-
jando beneficiar estes estabelecimertos de
caridade, e nao tendo actualmente recur-
sos de assim o poder fazer, por isso oll'e-
rece e se obriga a dar, do I de agosto do
corren te em diante, em favor de cada um
dos ditos liospilaes, -"i por cento do liqui-
do producto das suas COmmisSoCS de todos
os leili'icsquc o commercio desta pra;a e
o publico em geral os mandar fazer por
sua interveneao ; e alirma (pie no im de
cada mez entregara' promptamente a
(piola parle que competir a cada um
dos ditos liospitaes, do (pie passarao reci-
bos os respectivos tliesoureiros, para a to-
do tempo constar. Espera merecer a
proleccao do commercioc do publico em
geral, alim de bem poder desempenliar
esta offerta. Recite 30 de julhde 1857.
O briguo nacional Argonauta precisa
de marinheiros brusileiros para sua viagem
ao Hio Crande do Sul,
Antonio Ferreira da Motta Braga, mo-
rador na rua da l'raia n. 42, julga nada dever
a ningucm, mas se alguein se julgar credor,
podo ir receber 11a mesma rua da l'raia, no
prazo de 3 das.
Dfsapparcccu da Capunga, no dia l de
julho, um cachorro cor de raposa, tem r^iei-
ra de couro comargola de ferro i raga se a
uessoa que o liver, faca favor solta-lo e no
ameiga-lo; julga-so estarxharrado aqui por
eies sitios da Estancia.
Lotera
DA
t mas iloentei para iralar em loa
" .' iiii'iicnnada, prometiendo de-enipenliar 3 ^
tif foncroes medicas com muito zelo e aclivida- '."
;t- dade. ;
l'rero diario.
Pessoss iivre. 3p5(K)
> ncravas. i;(K!0 '.-.':
U
;:- ... i.y.;r:.:..
Fabrica (ie (iaeao e teci : s
deaJftodo.'
Os socios gerentes desta companhia, pro-
Ciaan comprar cal, lijlo, telha, ara, ma-
prancjii)(>s e em travs, e
ripas ; para este lim
ne^oeiam uestes
rigir aa suas propostaa por car-
ite 15 de agosto prximo futu-
, rua du Tra-
piene n. 14, onde sera abortas em sessao
ordinaria dos ditos gerentes. Itecife 16 de
lo jjlho de I87.Amorim, Parias. Guerra
& C.
I'az-sc tolo o negocio com a melhor
loia le fazendas do 1 aaseio Publico u 9, com
lazendas 011 sem ellas.
:.:O-: GO-O- -:00
. a o lir. mi Bodidna JoaStrgio Ferreiri '
* de tolla de loa viagem no Kio .le Janeiro, i.';
1-111 aberto o leu eacnploriu meilieu-c rnr- .".
'; 1 1 11a praca da D-ja-Vi.la 1 lirado o. II,
. ....."'I^' |ira i tu 1 i Araa.lo, onde pode
Iciriis de lei em
enxam's, caibros
convidan as pt-ssoas qno
gneros, a di
la techada, aiu 10 10 agosto p
ro, no escriptorio da sociedade,
ser proeoredo :i qaalajucr I
da noile : os pi.br s .n Iral
.!v mente, <|uer
-l-M C|.,|.
I"
lio
1 (lo dia oa
sin Ir '.. li cratoita-
u etcriplorio, qner en ';;
:"'.
,"". /"" aliandega ,1 U eidade pira vender, por con-
t da thesouraria da razenda, a nova pal'
a mesma ali.rn.ieg por 10$ cada
Corograpliia brasilrira, do padre Manrel Avies do
Cual. II. lorio ila America ;Porlu:uza, de llo-
clla Pilla.Clirnuira >!a coinpadtiia, de Vxscon-
cellos.Historia do Brasil, do visconde de Cay
ro.Cailriulo Lusitano, por rr. Rapliael de Je-
aus.Memorias do Kio de Jaueiio, por monse-
nlior Pizarro.Annaes do Kio le Janeiro, le
Silva Lisboa.Annaes do Marauhiln, de Berre-
do.Annies do Kio Grande, do viMonda de S.
Leopoldo.. Memoria da capilania de S. Vrenle,
por t'r. 1 i-n ir da Madre de leos.Eras lo Po-
ra, por Bajena,Memoria> lii-loricas .la Rabia e
eorograpbia Purafse, por I. Accioli.Chrono-
logia, do g.ner.l Abren e Luna.Misiona do
Brusil, de Vornbagen.E de oulros impressos e
nmiiuscriilos :
COMENDO
A doieripejSS eeosrapbiCii.e nories bistoricas e po-
liliras, domle o oescoor.'menlo do Brasil ale afora
(1857), e lamben) o lempo en", no l'nram povoalas
as saas dilTerenles cidades, villas e loi^res ;
Seua povernadores, e a orifiem das divfrsa-: farai-
1 liai lira'ileir:s e seus appollido, exlrabida le auii-
i)s inani-srriplos cenealoaico^ qoe m eras dille
reole se pu .erara ubler ;
A bi-li.ru dos ministerios, sua poltica e ci'nes
com que :ipp.irereram.
A historia Sal ranuras temporaria e Vitalia desde
a roiisliluinle do 17 de abiil de \>ti'\ ule I8.V1 ;
E tamben) una eipo dencia, e-riipla e roinprovaila por leslemuiilia o-
eiilare que aindim reiliro, o dos oulros novioBtii-
los polilKof, alim deque se l.-nlia um conbecimeulo
eiacio ni i historia civil P poltica.
Pelo >r. A. J. le Mello Moraes, natural da c l.i-
de daa Alagoai, autor de minias 'obraa lilterariai e
srniilili as.
Subscrive-se nesla eidade do Keeife, na livraria
!. praca da lodepaiideneia us. 'i e s-
' ....;>:.:-:;:.-.: :;:- ,..,:,.OOOO
#* Jos I elu Perflri ,ie liuru.! recebe a-u- .;'.
; ; r.ir de con mis.io : os Sis. .le eiigenlioi qoe '.'',
-. 3'qnizerem utilitar-w do seo prelimo, diri- -'
'.,: J"m-M "" largo da Anombla n. I.
i*
provincia.
Sorte rande :0OO 000.
O abaixo Rssig.iado veo-
de os (pus blbetee) ^-arati-
tidos, pelos presos abaixo
llOtrt o^.
billietes .soOO recebe 8:O.s()0()
Meios A.s-800 i:000.s0()U
(Juaitos .siO r 2:0(l.s000
Eniquantias de 100,000
para cima, a dinheiro a
vista, era so escriptorio,
rua d?j Gadei. do Kecie
ii. SO, primeiro andar, pe-
ios seffuiutes precos.
S.s7"0 recebe 8:OO.sOO
4:(IOO,sOOO
< 2:000s000
.i
ceas mansas, muito
io da Tacaruna, pro-
priedade do Sr. Cassiano.
Vende-se urna casa pequea mullo em
conta, na travessa da Concordia n. A : quem
quizer annuncie.
Vende-se urna canon aborta, que pega
700 a 800 lijlos, he muito propria para ca-
pim : quen quizer annuncie.
Aos seiillores assucareiroa
Vende-se orna porcio de algodio de sac-
eos, com algutna avaria. por prer;o muito
commodo : na loja de fazendas da rua do
Crespo, esquina que volta para a rua do
Collegio n. 5.
A barato.
Vende-so madapolo com toque de avaria
a I58OO a peca : na rua do Crespo, loja da
esquina que villa para a rua do Collegio
n. 5.
--- Vendem-se tres moradas de casas nes-
ta eidade, sendo um sobrado de dous anda-
res e sotao, em fi'jra le portas, defronte do
pharol, urna casa terrea com bom quintal,
na rua do Fagundes, e um caixSo de urna
casa com dous trrenos juntos para duas
casas, no Poucinbo : os pielendeiites diri-
jam-se a rua do Queimado n. 2, loja da es-
quina do Peixo Frito.
- Vende-se ou permuta-se o sitio Agua-
ziulia, em Beberibe, por outro sitio ou casas,
sendo nesta eidade ou em lugar prximo,
preferiudo-sea eidade de (ilinda. tamben se
arren la por preco commodo. Tem casa sof-
frivel, boa gala envidracada, com 6 quarlos,
grande cozinha e estribara, tem arvoredos
do fruclo, muila exiensflo para plantar ca-
pim, que sola para mais de 20 cabreas de
gado, e muias outras cousas que se fario
patentes ao.pretendenlc : trata se na rua da
Seozala Veihan. 12i, terceiro andar.
Vende-se na luja da esquina da rua,do
Crespo.que volla para a rua do Collegio n. 5,
capeos de sol de panninbo, proprios para
senhora e para meninas irem para a esrola
a 1500 cada um.
Vende-se na loja da esquina que volta
para a rua do Collegio n. 5, cobertasde chi-
ta de todas as cores c qualidades a 23500 rs
cada urna, riscados francezes a 200 rs. o to-
vado, carobraias pelas proprias para luto a
200 rs. o covado.
Na nova loja de fazendas,
de Jos Moreira Lopes, nos|qualrocantos .a
rua do yueimado n is /t^esquina que volla
para o Hosario, vendem-se superiores cortes
deorganoh-'s com 10 a 12 varas a 5/, cortes
de casemira preta bordados a 6/, ditas de
cores muito linas a 63 riscado francez mui-
to fino a 180 o covado, cambraias de cores
muito finas a 700 rs a vara, cohetes feitos
de fustflo pelo barato preco de 1/800, e ou-
tras muilas fazendas por presos commodos.
MEX4S FARCEZAS.
Aterro dt fioa-V&ta n 8,
deYoute di) Jloneofl'.
Jos Joaquini Contjalves da Silva recebeu
nova remessa de ameixas em latas de 3, 5 e
10 libras, as melhores que lem vindoao
mercado, bisco.itos linos inglezes de todas as
qualidades, bolacliinlia do soda, e muilos
oulros gneros por preco razoavel.
Vende se um sobrado de um andar na
rua do Calabou^o : a tralar com o Sr. Joa-
quim Ferreira Ue Araujo Cuimaraes, na sua
cocheira de fronte do porlo da rua Nova.ou no
Poco da Panclla com o Sr. Joaquim Ignacio
da Costa.
Caf
do mais superior que vem a este mercado
vende-se na rua do Amorim n 58.
idCPveja
Bilhetej
.Meios V.siOe
Quartos 2J200 .<
*- l h.ymr
I'.azar Pcrnambucano avisa aos seus
freguezes, que em sea deposilo da rua lar
;.a lo Ros8.rio n- 32, acha-se um variado sor-
limunto de fumo e charutos, utna balance
grande com pesos- que o comprador iiuizer,
una bancada para fazer cbirutos, Jf? tres lu-
gares, anida ei< bom estado, e urna porcf!-'
de tnadelraa de ce Iro em follias. o qual lese-
ja vender por ler precigo de dinheiro.
Preci.-i-sealugar um primeiro andar
D'uxna das principaes mus de 8. Antonio,
como s'jam rua das Cru/es, do Collegio,
Qu irn ulo etc. etc. : a fallar no aterro da
Boa-Vista, loja n. 11.
Ricardyi de Freitas llibciro, subdito
de mui superior qualidade e de marca acre-
ditada i vende-se na ruado Amorim n. 58.
Vende-se um tvlbury com cavallo e
arreios, na estribara do Sr. Ucli">a, rua
Ja Guia : a fallar na rua do Trapiche n.
12, no escriptorio Vende-se um
J
os
Cad
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMEW'f o
A 640 ItS.
Cobertores oscuros para escravos a duas
patacas cada um.
(Jautas de ferro para ca-
sado e solteiro.
Vende, Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio na rua da Cruz n. 1.
Vid ros de meia, nina e
duas oncas.
Vende, Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio, rua da Cruz n. 1.
Bichas de Ham-
biirgo.
No deposito las bichas, rua cstreita do
Hosario n. II, vendem-se bichas a 20SOOO o
cento, e alugam-se a 320 rs cada urna.
Queijos de man-
taiga.
No deposito das bichas, rua eslreita do
osario n. II, vendem-se os melhores quei-
josdo Sirido, tanto de manteiga como de
coalha.
iPotassa.
O deposito da rua da Cadeia do Recife
n. 12, acha-se prvido com a excedente
potassa, pie se vende por preco razoavel.
Acha-se a venda, na rua do Crespo
n. II, o drama Julia de Fenestranges-
i o Pregui^a
QUE ESTA VERDEADO BA-
RAT1SS1MJ
Na loja do Preguica, na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frilo n. 2, conti-
nua a vender-si muilas e diversas fazendas,
por precos baralissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padroes novos e cores fi-
xas, pelo baralissimo preco de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordSo muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padres a 280 e 300 rs. o covado, mussulini
branc. a mais fina que be possivel a 440 o
covado, dita de cora 310, cortes de casemi-
ra de cor do lindissimos padres e superior
qualidade a 6/cada um, corles de brim de
puro linho de lindos padroes a 29400 cida
um^ditos de ditos a 39, ditos de algodao a
l?3eo, dilos de culim de lindos padies e
muito eocorpados a IjtiOO cada um, lencos
de cambraia para mi.'i 120, ditos mais finos
a 220. pegas de bretanba de rolo do 10 varas
a 2-5 cada urna, chitas escuras de diversos
padroes e cores tixas a 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a peca a 5j, 65, 6500 e 70500 ca-
da uina, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda do lindos
padres a 15, ditas prelas de setim a 1*280,
ditas de cortes em outro gosto a 700 rs. cada
urna, luvas de seda de todas as qualidades
para homens e senhoras lencos de seda de
bons gostos, anjas wescladas de lindos pa-
dres a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padres a 19 cada um, cambraias
lisas linas a 49500, com 10 varas, ditas ditas
muilo linas a 6/, e outras muilas fazendas
que se deixam de mencionar, e se venderao
por baratissimos precos ; e se darSo amos-
tras com penhor; assim como meias case-
miras 'e quailrinhos miudos, muito pro-
prias para calcas e palitos a 600 reis o cova-
do, riscados francezes de lindissimos padres
a 240 reis o covado.
J\a lja das seis
poittts (Mn frente do Li
vramento
39000.
Corles de casemira com pequeo defeito a
tes mil reis, a qualidade he superior, etom
soi tmenlo para escolhcr, palitos de panno
lino preto e de cores, com defeito, a IOjOOO.
Carne do serta o.
Na rus do Queimado, loja de ferragens n.
M, ha para vender por preco commodo mui-
to boa carne do seito e frescaes queijos,
enlro ellos alguns e vinto e tantas libras,
bom feijjjo e uiilho, assim como peixe sec-
co, ludo chegado do norte, pelo vador Igua-
lassu'.
Lobo !k C. venden cal preta a 000
rs. o alqueire, equivalente a urna barrica
de bacalliao, em canoas de <(> a 00 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rna Nova no segundo
aiidat do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho cm pequeas porces
em seu armazem, na rua da concordia a
--------------------... escuras a
im> o covado ; dao-se amostras com penhor.
JACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ferro deD. \Y. Bowman
na rua do Itlum> pa8Sando o cliala-
r.z. continua a haver um completo sor-
tmenlo de tachas de ierro fundido e bati-
do de o a. 8 palmos de bica, as quaes se
echara a venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em cairo sem despezas ao comprador
1ECHA1ISE0 PA ffi^-
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENG
NHEIRO DAVID W.BOWMAN WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O HA-
lli.naprP '? ?rande ""-''oienlo doaieguinls ob
consl/urran ? I moeoda*. da mais moderna
su,rior au'lidVI",di fer? fqDdido e b"^^
deiTada, ^"a'.^oV* ,0dSO 'amai""" r"H"
.iro.'aguilhe.,SSSiiSStaL S&S de b-
nhoa de mandioca. ilTito^ cav,l,'6'."""-
NA MESMA FUNDICAO
N eiecotam todas as eocomroenda.
ridado jconhecida eomTaevW. nT,8"peri0_
modidade em oreco Pleza eeom-
--- Vende-se um linio moleque crioulo, 700. o alqueire .
le niade 20 anuos, pouco mais ou menos: v. i i i
is pretendentes dirijam-sc a loja da rua da ~ VeBde-se n.. rua da Madre de Dos
adeia do Keeife n. 35. 1 -. armazem de Nova es A C, barra
um cxoiT' Ir r.
l'r.'i I-: -SC
I.
"; ::' ,-' '.::::':: ,:".
il de t-isbH nova .
Na rua la Cadeia do Itecife, loja n. 50, dc-
fronle di rua da aladre de lieos, ha para ven-
der barris con cal en pedra recentemenle
cliegadas
Vende-e urna preta propria para tolo
o serico, com especialidade para o campo :
na rua do Queimado n. 2, loja.
Vende-se um moleque de 18 annos,
sadio, proprio para qualquer servico na
la do Queimado. loja de I'err3gens n. 13
Cal No armazem de assucar da rua de Apollo,
de Domingos Ferreira Mai, venlem-se bar-
ris com cal nova, ebegada no ultimo u vi-i
portuguez, Vfcl a I. ropa tratar de sua salido,' de Lisboa
e leva em su; companhia sua mulher o una : Venda-so nina mulalinia de 15 annos,
lilna menor. recolbida, multo bonita figura, sabe coser,
--- l'recis.i|-so de un caixeiro para tater- c engommar, de uina conducta exemplar,
na, '. 12 .i i i .iuos, nacional ou estrangei- da muito bom genio : na rua larga do Rosa-
ro, o que su quer lie l;a con lucia : a l.al r rio u. -11, seguudo andar,
Aiiaz da seiraria da l'onle Velha.
Vendem-se caibros de 30 a 10 palmus, e
de ferro, ou cubos hydraulicqi; para de-
positas de fezes, a preco conifnodo.
SEGRJiaiAS.
As melhores que ale lioje tem apparecido
a osle mercado : vendem-se no escriptorio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recite
n 6J, primeiro andar.
U liA BE LISBOA.
Vende-se cal nova de Lisboa, chegada ul-
limamente: na rua de Apollo, armazem
n. 20.
Queijos co serta.
Na rua do Queimado, loja de ferragens n.
11, lia para vender por prec,o commodo
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia verda
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
MussuJinas brancas e de
cores*
Vende-se mussulina branca muito lina a
410 rs. o covado, dita de cores de e&cellentes
padrOes a 320 o covado : na loja da boa f,
na rua do Queimado n. 2-2.
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Rrum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de dospeza. Os prego
saoo s mais commodos.
relogios de pa-
tente
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 1(>.
Methodo faeilimo.
Na Ii-raria daCpraca da Independencia n.
6 e8,""ede-se o methodo faeilimo-para
aprendor a ler, Dovamente impresso e aug-
mentado, por mil res.
Arados de ferro.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-so oara vender arados
de ferro de um modello e const niccflo muito
superiores.
Venda de
pianos.
Vendem-se miros lindos e excedentes
pianos, ebegados ltimamente de Ham-
buigo, e com lindos retratos no 'rontes-
picio : na rua da Cruz n\ 55, casa de J.
Keller & C.
Pian^.
Cm casa de UabeScbmetl.au.&CoiAipanhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traum,ann de
Hamburgo. ^\
Fende-se
na rua do Trapiche n. 5i-, escriptorio de
NovaesA C, superior vinlio do Porto, em
caixas de urna e duas du/.ias de garraf as :
a' preco commodo.
.u\as de Jouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le -
cont, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, de todas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
Corte.- de laa para vesti-
dos.
Vendem-se cortes de 13a de 'lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto pre;o le quinze patacas ; a elles,
antes que so acaben : na rua do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
.Na rua da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunta, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vi mes, arcos de fer-
ro em fexes, ferrameotas para tanoeiros,
cal cm pedra do Lisboa, tu !o por procos
commodos ; assim como barris com azeite
do cariapalo.
HE BARATO IE ADNIili
Nosquatro cantos da rua do Queima-
do, loja n. 20, vendem-se pecas de madapo-
lo com toque de avaria, pelo diminuto pre-
50 do U, 15200, 1560O, 1JS0O e J800 ; a el-
les, que eslo no resto.
Ao barateiro da rua da
Cdoia do fveeifV.
.Na loja n. 50 da rus da Cadeia do Recife,
defronle da rua da Madre de lieos, encontra-
ra' os freguezes um bom sortimento do fa-
zendas, que em pon-fm e a retalho se ven-
dem por proco barato, e menciona
Refutara de
6go& Barreto, no M-
teiro
No deposito desta refinaria, nairua da Ca-
deia do Recife n. 30, ba sempre assucar re-
bnado de superior qualidade, Unto em p
como em torres e em paes, por preco mais
commodo de que em outra qualquer parte.
Moendas superiores
Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se par, Tender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello
construccao muito succriores.
arandas e grades,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, do gosto mo-
dernissimo na fundicSo da Aurora em au-
to Amaro.e no deposito da mesma, na rua do
RELOGIOS
Rua da Cadeia do Recife n. 18^
Ha um sortimento de RELOCWS de todas
as qualidades, tanto de OUItO como de MU-
TA, ditos FOLIADOS e UOURADOS. assim cor
mo para senhora, .todos garantidos e po-
precos commodos.
XAftOI
s
DO
-
l-oi I ransfenil n deposito dmle arope paras bo
tica dejse da CruiSanlos, narua Novan 53'
garrafal 5}50l>, e rocas35000, sendo falso lodo
aqoelle que naofor vondido nesle deposito,m o
quosef.z opreienltaviso.
.PORTARTE PARA 0 PUBLICO
Para corade phtysiraem lodotocseurdiflereo
legraos, quermotvada porconslipa;oes, losse
asthina.pleariz.escarros dcsau^ue, drde cos-
l.i.I..- p peilo, palpilacono coraran,coqueluche
bronchile, drna garanla, e to'dat ai molestia
dosorgos pulmonares.
k Sellins e reiegioa.
SELLINS e RELOGIOS de palenle
inglez : a venda no armazem 1.
Aoalron Rooker & Compnnhie, es-
qoina do largo do Corno Sanio nu-
mero .48.
Deposito
de rap5princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de r^aneiro.
Vende-se a preco commodo rap lino,
grosso e meio groara, da acreditada fabrica
cima, chogado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
IOS
coberlos e descobertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomem eso-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor i\ ('. % roa
do Torres n. 38.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor C, ru do
Torres n. 38.
50^000 de gra-
lieaeao.
Desappareceu no dia 1 de junlio pro-
\inHo passado, um esersvo de nome An-
tonio de idudc de 54- anuos, pouco mais
ou michos, com os signaev*-ejuintes:
pernaa tortas e um osso crescido no hom-
bio direito : quem o apreliendei" leve-o
a rua do Trapiche, no hotel Cale Fran-
cez, que ecebea' a gratilicacao cima.
- Desappareceu no dia 17 de julho pr-
ximo passalo iim escravo de nome Joaquim,
de idade le 12 annos, pouco mais ou menos,
como-signaes seguintes: estatura baixa,
acaboclado, grosso das pernas e corpo, os
pos grandes e chatos, dedos curtos, o o cou-
ro englhado. I-se de gratilicacSo 405000
a quem o appiehender e entregar a seu so-
nhor francisco Concalves da Costa, no lugar
da vicencia, comarca de Nazarelh, ou nesta
eidade, no aterro da Boa-vista n 34.
--- Fugio do engenho Coelhss, termo do
Sorinhacm, no dia 22 do prximo passado
mez le junho o escravo de nome Jos, com
os sgneos seguintes : idade; pouco mais 011
menos, 30 anhos, baixo, grosso, cor bem
tomar n premio aquan-
Ua da 1:400o, dando-se por seguranca hy-
pothec, ou m'siiH, v 1, ,i(- r'.-lo fccbsl.
dilTerenl s escravos 1 is pecas, todos ia-
liii dar-se parle dos escravos para o poder da
1 i" ue* o iliulieiro, piigar-se-lhe o
premio que. se couvencionar: a quem con-1 como para bomens
vior annuncie para ser prcurado, alim de I continuam razoav
tratar so das de mais condicoea quoqueira 'com responsabiiidadej especificando a qu--
... precisa-se de urna ama para casa de I lidade do ouro de 14 ou IB quilates, ficando
pouca ramilla : na la das Trincliciras 11.8, assim suioilosos mesmos por qualquer du-
|.)ja de lailaruguciro. vida.-Serapl.ini & liniao.
Ignados, rom loja do ourives de 501',? at SlOOOs rs., coni hypollieca em
jon. II, confronto ao pateo proprio ladisou firmas acntenlo.
Os abaixo assi
11a rua do Caliug
la matriz e rua Nova, fazem rublico,' que
1 estilo recebendn conliliuailamente a< mais
; novas obras de uro, tanto para senhora
o meninos : os precos
'is, paasam-se coatas
na rua d Sarna Rila n. 07.
Precisarse da urna ama de leile: no
becco do Lobato i. 15. Paga-se bem agra-
dando.
Na rua do Collegio, o ^r. CypriaOO
Lu/ da Paz, ho aterro iia Boa-Vista na pa-
aria do Sr |eiriz, dire quem iia quantia
Precisa-be lo um caixeiro bem praiico
para Uberna : 11a rua do Itangel n. 7.
-
- .Na rtn lo Crespo n 11, compran se
8 escravos de boa figura, sendo u negras e2
moloques.
das inelhi-ics qualidades possivel, e estacas
proprias para estacadas e para leltieiros, p>r
detraz da serrara da Ponle \clha.
Vende-se i carros de passeio, sendo
:i novos, 18 avallse arreios, ludo em
bom estado, junto ou separado, o motivo
dista venda he por no se poder tero nu-
mero de cavallos [tic e\ige qtiatro carros
de aluguel, por lalta de espado na co-
ila 7 palmos u<: um n outro caval-
lo), e\gidos pelas posturas ora em vi-
goi : quem llie convier qualquer dos ol>-
jectos, diriia-se ao pateo do Paraizo n.
10.
remos chi-
tas bo. s te cores (xas o covado a 150, ico preta, tom urna cicatriz na testa, he de Au-
to") e 200 rs c om peca a 5320U, 5S600, G? gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
lir-iu c tirSOO, Cbit'S Irancezas do bonitos I pequeo, por cima da sobranrelha, prove-
muilo frescaes queijos du sero, entre lies goslos a 260, 280, 300 e 320, cassas de cores,! "icnto de um lallio ; levou camisas e ccrou
slgu is de viole e tantas libras, e muito boa I 'rgas, azenda que nao iesbota a 200 rs. ol Us ue a'K0'10 bronco e dolislras, o tambem
cariu-, bom feijao c milho, assim como peixe covado, corles de cassa cinta de cores, roxos I un,a camisa de bacta encarnada c>m colla-
secco, lulo dictado do 1101 te pelo vapor-;e prctos a 1^600, 1r800cac, cassas francezas!r,,ll,u amarollo ; este escravo foi ba pouco
Iguarassu*. de cores a 480 e 600 rs \ a vara, mussulina;, | compra.lo ao Sr. Malinas Cuedes, que tilli-
Vende-se uina cama anda nova, com 1 ('"m Borzinhas o cores fixas a 320 o cova.lo, mmente foi administrador do engenho Tra-
mnita pouco uso, deslas francezas, um par duas muito linss com flores malisadas a j piche do Cabo, em cujo engenho foi visto
de mangas de vidro, alguns romances, um *l0> cortes de cambraia de cores muito lina, -Iguns das d-pois de fgido o referido es-
estrado novo, um pequeno armario, um pa-1 coin l2 13 varas, tendo fazenda com cravo : quem o prender pode lcva-lo ao en-
pagaio novo, duascaraunas, uina das quaes raniag.un de frente para folbos, pelo dimi- K<'n,1 indicado, ou nesta praca em cas do
anda solta e he muito bonita. nulo precede 63 o corte, pcpulina do cores Sr- Manool Alvos Feneira no FortoVdo Mat-
, com listras achamalotadas, fazenda nova pa- tos. que s"r* sali.-factoriamente recompen-
' ra vestidos a 960 o privado, o men I i na ou Sado.
Na iiia do Cal>u
uczas
ga', loja miu-
n. i.
r -ar^^'^.fe.
UO
. i., p ira vender um completo s ntlnwole de Imlia-
ilu- d paiiiio de liulin. I.uilii .IiitI 1 r mu borlndo e
de 1 iriai a< lareiirsi, principiando por dous dedos e
acabando om dooi palmo*, qoaei ie ven.lerri mms
harulo do ipie em oulra i|iiali]uer parle por se que-
rer reincller u diolisiro ao falircanle.
o covado, o mepulna ou
laazinha con a mar.'em inalisada a HOOO o
covado, cassa para babadn a 200 rs a vara e
I56OO a peca, esguiSo do puro linho fino de
U400 a IS800 a vara, e em peca do 14 a 18;,
chalj de cores cnm'riuadrinhos c cambra a
dejsoda a Mo rs o covddo, panno azul de boa
qualidade a lj0O e 20U o covado, e lino
preto e i/.ul a 3oi00, 39600, >, *a500, 53500
et;-ooo, finalmente outras muilas fazendas
que, a dinheiro, se vendem baratissimas, e
dao-se amostras com penhor.
Desappareceu o negro Malheos, nacSo
Costa, csllura alta, falla de dentes na tren-
te este negro be costumado a fazer estas
fugadas, e rostuma acoutar-se por esta ^ cs-
ii.a cifjado, e lamben negncia pelos arrabal-
iles da ni"sina : rosa-se as auloridaiies com-
petentes de o (plorare leva no trapiche do
Cunta, rua da Moedj, que se recompensara
o seu Irabnlho.
l'EKM TYP, DK M. F. DE FAKIA, -1857



MUTILADO




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