Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07798


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Full Text
:
w -l
mU XXXIII N. 177
Por 3 mezes adiantados 4000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
QIARTA FEIRA DE
Por anuo adiantad
Porte franco para
mosto e mi
) 13JJ00.
) subscriptor.
V..

DIARIO
J EMCARREG^DOS D*4. 8UBSCR1FCAO DO NORTK.
Pirahiba, o 8r. Joao Hodolpho Gome ; Natal o Sr. Joaqun.
rParvira Juoior ; AraeatY. o Sr. A. da La moa Braga; Caa-
ra\ o Sr. J. Jaa de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
qaa Rodriguea; Ptauby t o Sr. Joe Joaquim Alino ; Pa-
r, o 8r. Jujiioo J. Riraoa ; Amaiona, o Sr. JaroDjmo da
Coga.
PARTIDA DOS CORRElOS.
Olimle : lodos Otilias, as H"1 meta horas rfu -It.i.
Iguataiu', (toUona t l'aralii.ia: na-t argcoslas *cila>i-lViro9.
S. Anuo, Kt'HTfoi., nonilj, Camam', Altinhn e- GcraaailM! n.) leiyi-ffin.
S. Loumic,o, Pao d'Allui, Naiareih, LBBMMlf*, ti rejo, Pesque,, lng Floro*, Villa-Bella, Boa-Vista, uricurv 8 EviT, naaiiuarta-iVirj,.
Cabo, Ipojoca.Scrinhatm, Kio Forrousu, Una, Barrciro.s, Agua-PreLa, Pi-
mcnteira t .Natal: quinta ti -feras.
;Tdod o* correioi parlem a 10 horas da manliSa.
AUDIENCIAS DOS TBJBU.NAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legunda quinu.
Relaco : tercas feirai e labbados.
Fuenda : quartai ubbadoi ai 10 horai.
Juizo do commercio : legunda ai 10 borai a quintal ao meio da.
Juizo da orphoa : segundas a quintal ai 10 horas.
Primeira Tara do eivel i aegundaa escitas ao meio dia.
Segunda vara do clvel : aartat a tabbadoa ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
5 La cheia ai 4 horas e 0 minutos da tarde.
12 Quarto minguante ai 3 horai e 22 minuto da tarde.
10 La nova ai 2 horas e 6 minutos da manha.
27 Quarto crescenta aos 45 minuto da Urde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 horas e 42 minutos da larde.
Segunda as 4 horas a 6 minutos da manha.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. Ss. Gamaliel e Nicodenus.
4 Terca. S. Domingos do Giismao iiindador.
5 ij i,im. N. Senhora das N'c>cs.
6 Quima. S. Xisto p. m. : 8s. Feliciano c Agapilo diac.
^ Sexta. S. Caelano Theatin fundador,
8 Sbado S. Ciriaeo diac. m.
'.I Domingo. 10 S. Horno, soldado m.
Alagoai, o
Rio de Janeiro
.REGADOS DA SBSCRigA NO SL'L
. Claudino Falcao Dias : Baha, o Sr, D.
o Sr. Joao Pertira Martin.
S
O propietario
livraria, praca '
4T
ARTI OFFIOiAL
vencimento que tivar cahido m exercicios f ndos, na
forma da circular de 6 de agosto de 18i~.
A' de S. Pedro. Bernardo de Souza Franco,
,
MINISTERIO DA FAZENDA..
Expedosle do dia 26 de jonho.
A' Ihesouraria da Baha. Bernardo de Sonza
Franco, presidenle do tribunal do thesoarp nacional,
raipondendo ao ofliciu do Sr. inspector da Iheiobra-
ria da Baha, no qoal consulta, para reipooder a-do-
v'.las proposlai pela alfaudega, acerca da sxeeugaio
da nova tarifa, se os actuis despachantes dv.em
prestar oulra lianzas e iirar novos ltalos ; se os U-
vros d* eseriptorago, a que sao obrigados, devem
er sllalos ; se na podem ser elles coadjuvados por
ajodanles. e por ultimo se as ceblas abandona las a
borda por sensdoooi devem ser llagadas ao mar ou
desembarcadas para proceder-se a leilAo, I lie declara:
I.*, que nao a.lo qec.ejsjips Mulos, nem se devem
eligir novas iangaitos descachantes acluaes queja
aa prestaram na conformidade do S 'i arl- do re-
gulamenloo. 687. visto aer idiniica a dootrina do S
1 do arl. 51 du de 28 de marco ultimo n. 1914, salvo
limando motivos atlendiveis que aconselhem esta
providencia por bem da icguranga da fazenda nacio-
nal e dos luteresses dos parlicolares ; 2.', que nao
sao snjeilos ao sello os livros da escriplaragSo dos re-
feridos despachantes ; 3.- que elles podem ser auxi-
I jados por ajudanles, nos' termos do decreto n. 1939
do 23do crranle ; ?.', finalmente, pelo que res-
paila ao modo pr.dco de exeeular o ail. da citado
regulamento n. 1914 relativamente as cnol/s ara-
adas, que, quando a parle as abandonar pelos dt-
reilos, asanlo anda a bordo, s serAo dkajcarregadas
deputs de feilos os necestrios exames, para que, oo
sajara mimed .menla lanzadas ao mar por damno-
aas a san le publica, ou se realisa o leilao, podendo
ueste case a descarga ser feila no mesno dia desle, e
pelo respectivo arremalaBle, como propoe o inspector
da alian lena.
Da 30.
A' thesouraria da Baha, declarando que, para
proceder-ie liquidaban da divida de exercieips Oli-
dos reclamada pelo culleclnr da villa de Maeaba,
Mainel Jos da Silva Frasllo. proveniente da Rrati-
ficaciio qua pagoo ao asente do correi* da mesma
villa, he indispenaavel, a visla da disposic,ao do i 2
da circular de 6 de agosto da 1817, reqaeiimenlo do
mesno colleclor, e oulro sim que nso ha fondamen-
lo para que o e-time da sua conta esteja dependente
da h:|ui'!r,"io da referida divida, por quanlo, desde
3ue deixaram deser-lhe abonados os documento- de
espera que a cnnituem, por ja estar encerrado o
respectivo exercirio, tero aquelle colleclor de ser in-
dernnifado da importancia delta'como qualquer cre-
dor particular e nao podem essajs documeotos ser ago-
ra leva los ao crdito da dil cunta em cuja anslyse
se deve prosegair. ronsideraub-se a despeza de que
se Irata como nao etTseluada. %
. Dia 1 de julho.
A' Ihesoararia de Pernambuco, declarando que na
isenrao dos direilos da que trola a cou.dic.ao 8.1 do
cunlralo celebrado para a coustrucciro da estrada de
feno da mesla provincia, e annexa ao decreto n.
1,030 da 17"de Agosto de 1852. eslo tambera com-
preliendides os Jimios da)espediente, da meima ma-
ueira que se acha estipulada no contracto para a
constru i;.io da estrada de ferio d D. Pedro II, mu-
flirme ltimamente declaran o miuisterio do im-
perio. ,
Dia 2.
A' reeebedoria, declarando que bem proeedeu s-
jeilando ao sallo proporciona', e consegninlemenle
revald*r.ao os papis junen ao requerimenlo de D.
l-elicidale Mari,da Cooceieio, em os quaes Ahreu
Gnimaces declarou Bear em seu poder a qoantia de
1:301?, perlmicent a i herdeiros de I'Vanriscu (ion-
calves Pinto, remedida pela mesina I). Felicidado ;
visto que a nao seren os dilus papis lituius de le
pusitus extrsjudicial. sao obrigatSea, vales ou licas
commerciaet, que todos s3o sojeitos as aoaradilo
sello.
Dia 3.
A* rbesouraria de Srgipe, declarando que deve
ser observada integralmente a ordem u. 45 de 9 de
dezeioliro do anno lindo, qua resulveu a qnesta re-
lativa ao pagamento dos fretes dos dinlieiros enviados
da mesma thesouraria i da Baha nos vapores da
Arl. 4.' Os commandanles das armas e os assis-
lantes do ajudante-general oai provincias lemellero
quanto antes ao quartel-general doexercilo na corle
presidenta do tribunal do thesonro nacional, em res- urna relcela nominal das pravas da respectiva guar-
poita ao offlcio n. 72 de 17 de margo ultimo, do Sr nigao qoa houvarem concluido seu lemp de servigo
inspector da Ihesooiaria da provincia do Kio Gran- -
de de S. Pedro do Sul, em que participa haver dado
provimeolo ao recurs inlerposto da deciso da al-
fandega do Rio Grande, que havia considerado a po-
ale ao liui do inez demaio, com declzraga do corpo
a que perlencerem, d) da e qualidade da praga,
do numero de engajarnenlos que houverem contra-
hido, do lempo de iicenga que liverem gozado, nlo
laca hespannoa MariaLloberas, hvpolhecada.'na I sendo para Iralarem de sua saud.e ; do de priso que
forma do ail. 161 do regolamenlo >le 22 de junho | houserem solTrilo em virlude de sentanga, e das de-
de 1836, a' multa a qoe se refere a deciso do tri- serges que commelteram. Itemellerao lambem no
EXTEMQit.
COKRFSPONUENCIA DO DIARIO
NAMBBCO.
PARS
6 de julho.
Duil
EM PERNAMBUCO.
. do DIARIO Manoel Figueirda de Faria na
da Independencia n. 3 e 8.
bunal do lliesonro de 2t de dezembro du anno lindo,
e embaragada porlanto a sua sahida, sendo o Inn-
dameiilo da sua delilier.HNii-entender o mesmo Sr.
inspector que a mulla era criminal, e a sua liquida-
gao da competencia das autoridades criminaes, con-
forma as inslrucgoes de 3 de outubro de 18'i4 : de-
clara que bem proferida foi essa del lieragao em
vista da legslagao em vigor, cumprndo ao inspector
da dita alfaudega observar as inslrucgoes ciladas, e
as deroais disposiges vigentes applicaveis ao caso.
10-
A' Illma. cmara municipal da corte. Em so
principio da cada mez, ao mes-uo quartel-general,
relagao semrlhanle de todas as pragas que couclui-
rein o lempo de servigo no mez anterior. De todas
li-rlin.i- he bstanle para arruinar nm homem pobre,. lar-ihe propostas para a eslabelecimento de um fio lar militares de conloa com urna estrada que t'm por
ao passo que para o rico moilos militares de libras elctrico transatlntico. tim defender desertte campiuas alagadas ".' Nin-
nao maia que urna plianlasia de luxo. He para es-| O Sr. Baleetiinl de ruja idoneidade como enge- j guerra o afllrmara'.
DE PER- pe'ar que eile bil seja inleiramenle n-odilica lo pela nheiro n.iu se pude dnvid r. que anda ha pouco Mat senSo lem feilo essa eslrnda, de.algnma oulra
cmara dos commons : a supposigSo de inleresies foi condecorado pelo governo imperial com o habi- | se ten coidado. Ahi esta' a que vai da villa de Cas-
era materia de infidelidades conjugae*, e a institu- toda url-m da Rosa, procuruu resolver todas as I tro a colonia mi'itar do Jalaliy e oulras, que provam
gao de um Iribanal nico para julgar os casos da di- difliculdades pralicas que leem impedido a propa- i que as commumcagOessao hnje muilo ruis facis do
imea- vurcio e poupar .i gente pobie processns despendi- gagao do lelegraphn elctrico suhmarinho. Depois que asileriormenle. He verdad que estas com ma-
cas o famoso planeta nao appareeeue omun lo am- *"' '"e alguma cousa seguramente, mas be muilo I de longos estados achoo um syslema em que se pre- \ nicagties nao esiao em basjj eslado. como sana para
di dura -V humaiii iade (ez um novo arreiidainiito P""CO ; s ultra catholicos e os falsos eaiholicos vioem ladi s os incidentes qua podem occorrer u'uma desejat porem a Imha em que ellas eslAo eslabeleci
de al-ui'milhoesdeanno na" feceam aflirmar que islo he demasiadamente ; empreza dessas, desde a torran e quebra do fio ao das hd nova, nao se sabe sesera' dflinilivamentii
Alguns milhOes nao l-.e Ve mais: ha cinco oa seis <">> t ser langado ii'acua, ale ose-teagos do atlrito do cabo adopt^a ou se oulrn ser*' preferida. Eipediram-sa
anuos fizeram-sa experiencias sobre o resfriimento I O parlamento volou o bil relativo ao jorameuto embali.lo pelas correales conira os rochedosdo leito ordenslao presidente da provincia do Paran' para
das bolas de basalto-derretido, tirou-se, por va de parlamentar, que tem pur objeclo abr.j aos Judeos o do mar. que m^ndasse proceder a explorages e esludos, afra,
clculos irrefutaveis, a prova sem replica, de que I cessu do pailaroenlo. Nesta occasiao venicou-se | O imperador Napoieao III mandou exsminar pelo


v>------1~----- !? ----------------------------------- tdiitiiu- uiriitiiiri', a uiuia jciii it uno, un iiug i r --------- :. .-
esaasrelagoesparciaesse formara no quartel-general \ eua precisos 9 milhoes do anuos para passar da I 9ue a Inglaterra da ramha Isabel, de Crumwell, de viseonde de Vi
urna relagao geral por auliguidade, segunda os prin-
cipias das arts. 1* c 2*, para, a visla delUs, se de
signarem as pragas que deverem ter baila.
Arl. 5.* Os recrulasque se apuraren! em lo lis as
provincias do imperio, a excepgo do Rio Grande do
Sol, Uonaz e Malo-Groiso, sero remedidos para a
curie, alim de strem daqai distribuidos pelas pro-
vincias que nula couvier, em numero proporcional
cipal desta cidade, acompaiiliando o requerimenlo
em que o coronel Jo3u Coelho Basles reprsenla
contra a medigao das marinhas, na praia de S. Chris-
lov.i i, por elle requeridas, por comprehen ler nellas
os seos predios edificados em terrenos arrematados
em hasl i pur.lica pelos seas antecessores como beus
sequeslrados aos jesutas, declarando estar promplo
a aceitar por aforamenlo o terreno alagado que lica
em frente aos ditos predios, e que te contiver na
extensiu de 15 bragas ; declara a' mesma cmara
que nao eslo isenlos do pagamento do foro, na for-
ma do diiposio na rdem de 13 da maio de 1836, os
terrenos de marinha, anda que incluidos em seine-
Ihanles arremalages, se deltas nao litar o poder
complante feilo eipressa doagio aosjesuilas; nao
podendo 1er lagar o aforamenlo do terreno alagado,
conforme propde o dito Bastos, por no dever u-
jeilar-se a foro, na forma do disposlo nu aviso de 7
de margo de 1839, o lerreno banhado flor agua du
mar, que desteca as vasanles, por nao se achar se-
mentante terreno comprehendido na dispo-ig^o do
arl. 51, II da lei de 14 de novembro de 1831, da
amaneira por que foi entendida e se mandou exe:n-
ar pelas instroeges de 1 i de novembro da 1832.
n-iv director geral das lindas lele-
ii sysiema do Sr. Baleslrini.
o por esse funecionario ao un-
temperatura media de 22 g.aos de Reau.nur, de que Milln, que a Inglaterra inim.ga dos papas, he a,.- graphicas de rranca
linham necess.dade para vegetar as plantas hom- ^^ Pur nm movtmenlo suido nao interrompido, Eis oirelalur.o dirigid
liares, a lemperatora media actoal. que he de 8 ."l'' alcance mil symplomas aniionc.am e revel.m, perador:
rrn de lieiiimiir I ma san estes H milhes d'an- queremos fallar no progresso do ralhulicisiii". Jue c< Senlior. ,
1 carreira (em elle perror.ido depois da poca de 1829 Em virlude das ordens de V. M. fu examinar
em que os calmbeos nao podiam entrar no parla- sem demora o valor pratico dos processos que o Sr.
logao a'materia do offlcio da /lima cmara moni-1 as baixas que locarem as pragas da guaroigao dessas
provincias.
Arl. 6.a Logo que bouver recrulas di'pouivei*, ou
constar dos mappas que devem rcmelter os com-
mandanles das armas, e assistenles do ajudanle-
general as provincias, o numero de voluntarios e
encajado qoea nellas asseiitararo praga, o mesmo a-
judante-geiteral ordenar a baila uo numero cur-
respondenle de pragas mais antigs, cora indicagSo
uominal'dellas ; e propur su overno a mais con-
veniente ilisinhuie.il dos recrulas aparados, que de-
vem ser reraetlidos para as diflerentes guarnigcs,
conlorme as necessidades do servigo, procurando,
sempre que for posiivel, fazer a dislribuigao pro-
porcional a's pragas escusas em cada guarntgao, le-
vando-se em coala os volunlarios e engajados qoe se
teoham alistado nos respectivos rori>os.
Arl. 7 A circumslancia de assenlarem praga em
qualquer guarnigao vulunlarius ou engajados nao
dar' direito a' baixa a pragas dessa guarnigao, se lliei
nao competir por ordem de aotiguidade, mas sim
aquellas a quem pir essa ordem perlencer, qualquer
que seja a guaruigao em que s acharem.
Arl. 8." Os recrulas que se apuraiem as pro-
vincias do Rio Grande do Sul, tioyai e Mato Gro aisim como os volunlarios e engajados qua nellas se
alislarem, nao havendo ordem do governo em con-
trario, ficarao Com praga noscoipos das mesmas pro-
vincias, mas as baixas correspondentes serAo dadas
conforme o disposlo nos arls. 6* e 7." Os recrulas
que excederem o eslado completo dos corpos de
MINISTEKIO DA JISTIC.Y.
Aoiso de 20 de janha de 1857.
Declara em que priso devem cumprir as penas os
olliciaes da guarda nacional condemnado no furo
cnmiiium.
Ministerio dos negocios da jusliga. Rio de Janei-
ro, em 20 de jonho de 1857.
Illm. a Exm Sr.Rispondendo ao ollicio de V.
Exc. datado de 9 do crrente, cobrindo o dojail de
direito inlerino da comarca de Angra dos IVeis desss
provincia.'de 24 de maio ultimo, no qual consulta-se
os olilciaes da goarda nacional con leinnados por
senlenga pasgala em julgado, e pruferida no foro
commum sobre Crimea do injuria e desobediencia.
nos, qoando se reflecte que foram precisos 350 mi-1
llies d'annos para que a Ierra, ou ao menos a cros- i
la da Ierra, se solidificas-e. e passasse do estado li-
quido ao eslado rigidu, leudo ama temperatura es-
tove!. He islo ao menos u que resulta dos clculos
feilos pelos saqios, e que nao nos gabamos de ter ve-
rificado.
Onde eslavamos niis lia 350 milhes d'annos'.'
Onde estaremos ns daqui a 350 inillies d'an-
nus.
Entretanto vamos fazer o nosso bolletim. Em Pa-
rs o povo est emigrando ; os salocs se fecltam ; a
capital'se despuvoa ; a culade astil no campo; a
chronica corre os campos, e osclironislas exercem as
suas fuocges.
Comludo eii-nos com a penna na mo. E pri
meiro fallemos da Inglaterra, cuja piosperida-
de colonial he objecto da mais grave allengao.
Chegaram das In lias temveis noticias, os mani-
r- perigos ame u;-un a Inglaterra no proprio foco do
seu poder. Ha pe-so.i* que nao creent na longa du-
rago do imperio indo-britauuieo. Nao querem acre
ditar em cunsequencia da longa e formidavel op-
pressao qne a avidez ingleza lem feilo pesar so-
bre unta raga coaquistada, mas nunca ass nn-
lada.
O Sic vos non vnbis... he a dora lei imposta
colunia que trabalha, arqueja e agonas dehaixo dos
olhos e das raos das luglezes, e islo lia mais de
cincuenta aonos : eis o que importa verificar e fazer
comprehender.
A paz era appareote. A adminislragau demasiado
iraca sobre um esparo immenso devrra orgauisar
n'um duplo alvo polillo, regi.nenlos de indgenas
no'paiz e de-linados a formar potentes aaxtliares
de poder-s assenlar em alguma cousa de positivo.
Nao se pode, pois, dizer que o guverno nada ten
feilo quanlo ao melhoramenlu das eommnnicagosi.
O orador nao pode combinar duas propotlgOes
emilliiftis. Ao passo que se diz que a provincia de
Mato-tlrosso esta' na maior miseria em relagao ao
seu eslado de defeza, que a tropa nao esta' fardada
nem mnniciada e at nem paga, acrescenla-se qoe o
ment, occopar um emprego, exercer urna dignida- Bale-lrini se prnpe emprrgar, alim de explorar as' presidente daquella proviucia he um cidadao muilo
de, s-oao ilgpois de ler prestado juramenlu de su- liabas subinarinhas que pede llie sejam concedida
premacia, isto lie, reconhecido no soberano o chefe Tenho a honra de iuformar a V. M. do resul-
da toda a igreja britannica e o supremo arbitro, lado desse exame.
lano em materia ecclesiaslica, como ro materias O syslema de cabo apresentado pelo Sr. Bales-
civis e polticas, em que eslavam na dulorosa aller- Irini parece reunir numerosas vatagens : flexvel
nativa, ou de abdicar a f, ou renunciar a todas as e leve, utTerece no entanlo loda a solidez deaejavel.
vanlagens garantidas pela consliluigau au reslo dos Essas qualidales facililain innilissmo a operacao do
IdadSos J (tuanto nao se Ihes lem concedido de en-
tilo para c '! A qaantos postos de honra nao lem
sido elles chamado'! Ouantas estradas n3o lem sido
aher'tas aos prugressos da sita influencia social '.' A
iangarnenlo ao mar, permitiera operar com a con-
veniente regularidade e evitar assim os elleilus da
i n roo. seguidos de effeilos inversos, cuja alternati-
va he muitas vezes causa de parlir-se o cabo ; essas
f vai ganhandit lerreno de da em dia, e cousa sig- qualidates permillem ainda restringir a dominar a
qualquer destas provincias, serao remellidos para as j nara os oij ou -j-, m;| ,:,,,, ,|e haineiis de que se coin-
nilicaliva, particularmente entre a aristocracia.
Se a velha hu.tierra ten lo a fazer-se calholica,
ensaia tambera fazer-s militar. A 26 de junho a
rainha em Hyde Paik dislribuio eus soldados e ma-
rinheiros daCrima a medallta millar novamenle
instituida sob o nome de l'irtora Croxi. Esta dis-
dincgao he reservada a actos da valor assignalado ;
o numero restricto que foi enneelido nos diflerentes
ramos do servigo militar, exalta e d esplendor ao
premio.
Esta solemnidaile militar leve um vivo inleresse :
S. M. B. eslava acompanhada pelo principe Alber-
to, elevarlo rocenlcnienle diguilade de principe
esposo, pelo principe de Galles, pelo principe Al-
fredo, e pelo principe Frederico Guillierma da Prui
sia, o nuivo da princeza real, cujas Testas matrimo-
niaes esiao fixadas para 20 de julho corrcn'e.
Para terminar com a Inglaterra, digamos algomas
palavras sobre o negocio da China, que a preocsa-
pava ni u vivamente, anles dos negocios muilo
mais urgentes da coinpanhia das Indias oiienlaes :
mais primillas, preceden lo nrJem especial do aju-
danle-general do exercilo ; o mesmo se pralicai.a
respeilo do recrulas excedentes das outras provin-
cias, prectdeudo ordem do govemo para esse lint. ..
Art. 0.a Os recrulas destinados aos cornos da .oro,
vincia do Rio Grande do Sul ser3o remellidos da
corle para o deposito de recrulas da provincia de
Sania Calharina, donde srguirSo oppurluiiainente
devem cumprir a respeclivs pena em quarlel, ou para o eu destino especial.
com
coinpanhia de navegar..!o de Santa Croz, a' qual lie jcondigo de prster fianga, araile o eucargu de tlie
primo especial, na , tenho de declarar a V. Exc., para seu cotiheciineu-
to, que a excepgao dos Casos especificados no arl. 66
da lei de 19 de selembro de 1850, nos quaes os ofll-
ciaes d guarda nacional lem lia v i do posto, em lo-
dos os rnais a execugao de pena, ou senlenga, deve
ler lugar'era prisiles especiaes, por a sim o exisirem
as prerngativas concedidas aos mesmos ofllciaes, co-
mo ja foi declarado a V.-Exc. em aviso de 21 de ju-
l|io de 189*.
Dos guarde a V. Exc.Francisco 1) ogn Pereira
de Vasroncellos.Sr. presilcule da provincia lio
Itio de Janeiro.
Terceira secgao.Circular.Miotilerio dos negn-
c os da Jusliga. Rio de Janeiro, em 13 de julho d
1857.
Illm. e Exm. Sr.Sendo presente a S. M. o Im-
perador, por intermedio do presidente da proviucia
de Minas (eraes, a do vice-presidente da provincia
do Rio de Janeiro, os ollieios do juiz de direito da !
comarca do Rio das Morles, e do supplejle do de .
orp'iaos do lermo de Itagaahy, expondo osVinbara- |
gos em que se achavam por nao hsver quem
pe o'exercito eurupeu. Mas estes soldados tomados
rapidez do deaenrolaiiiento, que ro lugares profun-
dos to mar, aprsenla ainda difliculdades que nao
foram*jvenciilas. O; paraquedas e boias que o Sr.
Baleslrini disptte de distancia em distancia, dinti-
iiiioiii o peso ilo cali e moderam a sua nimer-ao.
ir As proposlas do Sr. Baleslriui parecem-nte, em
urna palavra, superiores as que foram apreseutadas
at boje a' administragau dos lelegraphos.
Seus procesios parecea resolver a maior parla
das ililli-iil lde- que reslringiam ainda a marcha
progretsiva da telegraphia nos limites de cada con-
tinente.
i Tenho, pois, a honra, senhor, de propur a V.
M. a spplicagao do novo tystema, qoando mnlu I
os ensains preliminares Ihe liverem dado a sancg.li>
da experiencia que em taes materias be o comple-
mento de loda e qualquer apreciagao Ibeorica
K n conseqiieiicia desta opiniau tao claramente
enunciada, lizeram-se exp riencias importantes sol
a direcglo do ceneral Morin.
O cabo construido pelo inelliodo do Sr. Baleslrini
foi subineltido, para se conherer a sua furga de re-
.1 i.~. .. ,...*.. ..n. .. .7. '.lili ,ll.mnrl,ur,f a I ,_
illuslrado, activo e perlellamenle ronhecedor das lo-
calidades. Concorda com lodo quanlo se dit em abo-
no da alia capacidade o zelo desle digno funeciona-
rio, mas como se combina islo cora esse estado em
que sa pinta a provincia 1 Se.aquelle administrador
nao lem fallado meios, cuino amia honlem mostrou
o Sr. ex-minislrn da fazenda, porque ra/.uo esta' a
tropa por pagara Nao se comprehende.
A verdade he que tal falla nao se da'. Ainda hoje
r.illo.i o ur.id r com um ollicial de conlianga, viudo
ha pouen tempo de Mato-Grosso, e por elle soube que
a tropa esta' all paga era dia, com excepgao latvez
de algara destacamento que exislern era pontos sum-
maroriile longinquos. Essas guarnigdes podem sof-
Irer algum pequeo alrazo. Desta maneira musir a
verdade que os fados estilo de aecurdo com a capa-
cidade do .'jay Leverger.
A divida aTraznda que existe, e que da' lalvez lu-
gar a cu ni u-ao dos nobres senadores, leve origem ha
sete oo oilo annos, quando as cirruinstancias da pro-
vincia eram oulras. Mis hoje anda loda a tropa que
all esta' paga em dia.
I -a me uto u -sa que mili pequea forra houvesse na
provincia. Nao leva, tempo de consultar..- mappas
mais antigos ; mas o de*1851, anoexo ao rfratorio da
euerra, n.o.ira que naquella poca havia em Malo-
G'osso J,OC0 pragas. Aclualmenle riff> U|} J.376.
Adeudando pois smenle ao numero, -
os meios de defeza cresceram em
Arl. 10. Os commandanles das armase ns assis-
tenles du aju lanle-general as provincias, na rela-
gao mensal das pregas que coucluiram o lempo de
servigo. mencionar') em oliservagao todas as altera-
ges que bnuvercm posteriurmeirtu occorrido a res-
peilo das pragas incluidas as relugues anteriormen-
te remedida, afim de se loraaiein em consijderagao
por occnsiao da concessflo da liaixas.
Ail. II. .V reparligao'do ajudanle-general re-
metiera ni mi-- hlenle o secretaria .da guerra um
mappa numrico que aprsenle de mu mojo claro
e preciso o movimeulo das l.snvas por armas e pro-
vincias, e no mez de Janeiro ,de cada anno fai re-
mesH do maiipa do inoviraeiil'i gei em ludo o ,mui
anterior.
- Arl. 12. E fura das regras clabelecidas nosarligoi
anlecedcnfs* iienliJin'a baixa palera ser ordenada
pela reparligao do ajndante general sem preceder
ordem do mfnisleno da guerra.
Palacio KRuRoe Janeiru.em 31 de maio de 1857.
mvJ'Tr'aiici-
segando as ultimas noticias, os inglezes aguarda-
entre os vencidos podan.* ser fiis causa dos ven- van. os reforgos da Europa qu.ll.s devem perinil- *%^"*EZ+ i" *+ e re"
lir obrar, esperava-se que ale o fim de julho che,a- sislio sem tlamniliear-se.
nim cerca de 1,000 liomens de tropas e 50 mvios
lano a vela como a vapor.
O goveruo do Canillo no,l*m dado signal de vi-
da, mas alguns dos seus valenles bao tenalo fazer
so.tar a corveta o Acorn o ancora la no r o de C m
13o por meio de um brulote que mu felizmente
arrebenlou anles de ler alengado o nato. Reina a
maior fume as provincias meridionaea da China em
C'iu-i quencia da secca que queiiuon as colheilas pe-
le pe.
A iusarreigao primiliva continua a eonsolidar-se
em Nanking, ao passo que insurreiges novas surgem
em quasi ludas as oulras provincias e commellem as
maleras devatlagora, sem que o goveruo imperial Mies
Jeroni
-ci> i'. >elli
obirgnda pela condigao 6.*|do contrato celebrado em
30 de agallo da 1852 a condozir gratuitamente laei
dinheiroi ; ouja remesasa deve ser feita na furm, e
cuii as cautela determinadas as ordene em vigor,
devendo a thesouraria, se o director da dita enmpa-
nlita deiiar da cumprir a ordem citada, parlicipa-lo
a auloridade competente para que d as providencias
oecessarias, e faga elTeclivaS s penes do contrato.
Dia 4.
A'alfandega, man lando restituir a Maooel_Elt-
vea Ribeiro a dill-renga entre a laxa fila de 720 rs.
por arroba, e os direilos de 40 ', que indevidamente
Ihe foram cobrados pelos figos que despachou em
caixas d* pialio ; visio que' estes direilos estivam
aujeitoi os figos emTrascos ou Isla, seccm, em calla
ou em espirito, conforms a expressa disposigSo do
arl, i do decreto U.-376 de 12 de amisto de 1844, mas
nao o figos passaBos, viudos em caixas de pinho,
ido sendo applicavel aueaso verlente a decisSo pro-
ferida no despacho de figos que (az Antonio Jniqaim
de Cerqueira, a qoe a mesma alfaudega se refere em
seu ollicio de 22 de maio ultimo, por leram estes
sido impoilados em latas enfeiladas e nao as ditas
caixas.
A' do Paran. Pgwnardo de Souza Franco, pre-
sidente do.lribanal inRh'sour i mrioual, declara au
Sr. imp'Ctor da Ihesouraria do Paran, que o mesmo
tribunal den proviraento ao recer-o inlerposto por
Jayma M'llel, propnetario da polaca hespauhola
ti Menaageira i>. da decisao di mesma Ihesuuraria.
confirmatoria de nutra da allandega de Paranagu'
que lie impoz a mulla de 5009, por infraegao do dis-
poslo no arl. 153 du regulamento de 22 de jonho de
1836, ordem do Ihesouro u. 15 le 12 de fevereiro
de |8I6 : I.', por que lendo a dita pnlaca sabido da
Bahia- em la-tro com deslino aos portos do Rio da
Piala eom os seus despachos crenles, e entrada por
arribada (.irrita no de Paranagu', nao linha o res-
pectivo capitao ubriga,gao rigoru fest ou certificado de lastro, e, quanlo a livesse, es-
lava nenio da molla (que nunca poda ser de 51109
vista du arl. 8 do regulamento ae 26 de abril de
1851), em razao da arribada forgada qoe se acha pro-
va li nos trunos do art. 13 4 | desle ultimo legula-
iin'nt i ; 2.', por que uenhuina applicagao lem es-
pecie suje la a ordem de 12 de fevereiro de 1816 in-
devi limen! Invocada para jasiificar a decisao re-
corrida.
E por que livesse ainda sido irregular o prooedi-
meiilo da referida alfandega, nSo impon lo a malta
de qua Irata anles de ler admillida p>r iuteiro a en-
trada da sobredila polaca, e man lando fazer ef-
ectiva a intimara.) depon de concluido o seu earre-
gamento, deve disto advarti-lo o Sr. inspector da Ihe-
souraria para que nao ie repilaiu farto idnticos ;
ti ,in I > na intelligeueia de que, i vista do qne lica
esoenlido, lambem o seo procedimenlo nSo foi re-
gular.
Dia 6.
A' allandega. Defcinilo ao reqoerimenlo em
qne o guar-mr da alfandega da enre se queixa da
decisil > proferida peto Sr. inspector interino da mes-
ma rep irligao a rripeilo do guarda Isidoro Alves da
Silva, e tobre qoe vena a sua iuformagao prestada
em oflicio n. 784 de 20 de junho ultimo, ordeno ao
mesmo Sr. inspector interino que suspenda o dilo
gusrdi por tempo de um mei, visto que nao foi suf-
ficicnle a pena de reprehenda> que Ihe mandou im-
pr, para pon lo da falta de respeilo a seu superior,
n guarda-mr, e no cumprimenli de sena deveres no
desempenho do servigo que Ihe fui designado.
E porque da resposta dada pnrlaila dirigida pe-
lo Sr. Inspector interino ao gu-rda-mr, em 16 de
dito mez de junho, se eonheca que esa empregado
fallou lambem aos seus deveres, deixando de execo-
tar nina ordem do Sr. inspector interino, e ao respei-
lo que Ihe dexo como en superior, compre que o
Sr. inspector (ulern > lh declare, por meio de (loriara, qoe rtever'cohibir se no futoro de repetir
igual procedimenlo.
A' Ihesonnria da Pernambuco, declarando qne
fi;a spprova 11 a deliheragau da presidencia da pro-
vincia mandan lo por em praga a dominio til do
lerreno devolu'o no foite do Mallos, por au ser con-
trario i dt-po.noo .Jo arl. 3 d. I-i de 12 de ooluliro
de 1833. que nao dispOc senao qu ns chaos encra-
va los ou a Ijaceotes a's puvoacftes KMlo, nao arreo la-
doi, mas aforados.
A' da Bsliia, declarando, em defcrimenlo a' pe-
ligJo docapil:! de engenh-iros L'mbelino Alberto de
Campos l.impo, que eumoele aos engenheiros em-
prtgadas nos terrenos di-m.'.nlinO' a elape concedida
a' iitlicali la I do exercilo em tempo de paz pla le
de 21 de outubro d 181K, por e-lar rompreliendida
nos vencimenlos de commisso aciiva a que se refere
o arl. 37 do regulamenlo-de 17 le ag sin de 1816, a
no ser appliiavel aos sobre lito engenheiros a dls-
posigo do art. 7 do decreto de 21 de maio de 1850,
apezar do que r'solven no r.>sn do c.ipitao Marcolino
Rodrigues da Cosa, a respeilo dn quol se !' expe-
soareiro do cutre dos orphaos ; hoove o msmo au-
gusto senhor por bem, conformando-ee com a con-
salta da secgao de jusliga do eonselho de estado, re-
solver que, emquanlo por lei oulra cousa se nao de-
terminar, seja no caso figurado commellida a guar-
da dos cofns dos orpliSos aos conectares du rentas
publicas, que sao einpregados da noineacao do go-
vemo e afianzados. O que communtco a V. Exc.
para sua intelligencia e execogito.
Den guarda a V. Exc.Francisco Diogo Pereira
de Vascoucellos. Sr. presidente da provincia da
Baha.
COMANDO DAS ARMAS.
Oaartel ajeaeral do comaiando d armas
ae
cedatats ? Deiiam mino ir sem remor-os conira os
jeus compatriotas, quanlo o rapriclu e a arnbigAo
na Inglaterra os ohngasse a fazer para ella noya e
injustas cooquislas '.' Ahi eslava a questao de futuro
da dominaron inuleza, questao cuja solugao sil devia
ser encarada com terror. A rleme a iraiiquillida-
de exi-tiuin apenas na superficie. No fundo es-
lava occulla a surd i fermenlagao do odio polilico c
religioso.
A maoifeslagao desle olio foi lerrivol: 25 regi-
melos de cypayei se resoltaran) abertameule e a
rebelliao immedialaineiile se prapagoo. O pretexto
desla sublevago foi um sanliiuenlo de sosceplibili-
dade religiosa da parla dos sollados indios : recusa-
ran) servir-se de cartuchos em cujo fabrico enlrase
gordura de poco, enjo uso lie vedsdc pela su i reji-
giao. Os reralcilranles foram pusloi a ferros, m is a
respectiva detenga > foi de cuita duragao. Nu da -
guinle (10 de malo] lodaa a-tropa' indianas aquar-
leladas na cidada do Meerul so suilevarain, sotla-
ram os rebeldes, Manieran) "* d,B*i '.eram
urna lo nivel carntlicina as uiullicres e lilhul dos
soldados europeus. Islo se jia-sava noile ; o da
patenleou uin horrivel esjieclaculo ; as mas esla-
vam litleralmente inundadas de s.ngue- As tropas
iuglezasque se poderam reunir, refugiaram-se em
Delhi. Tal foi o primerio aclo do di.nua.
Uo principio a administradlo nao leu a esles fac-
lus tuda a imi>ilancia que coinporlavara, pois que
psu acostiim id i a i-> i-i leiar n- ludios cuno mena-
dorias.
Entretanto a guarnigao de Delhi fez causa com-
si-eno' de carnuliciua se
lenovaram. Prorlamou-se um rei ludigepa. Dizein
qoe foi o lillni do ultimo imperador mogol, que a
-ceilra eila heranga de sangue. Em lodus os poutos
o pin acarda, os imligenai lavorecem a insurreigao,
e invocan! o Iriuinpliu com lo las as veras, conln-
b*jin tu para este fim con todas as suas Torgas, islo
oxga augmenlnu de um tergo do 1851 pay
alas os meios de defeza cresceram en
mu i i mais elevada. Al pouco tlempo
Traloii se depois de examinar se, sendo 13o leve,
podena o rabo cliegar a grandes profundidades. O
resultado da experiencia foi ainda mais victorioso,
porq.ie u cabo desceu al 12,IKH) metros de pio-
fuadi Iade.
As vanlagens do syslema Baleslrini pareeem re-
conheCi las pelos piunrius engenheiros mglezes en-
carten idos do grande cabo Iraitsaltantico, vi-lo que
varia-tentativas se fizeram para que o inventor,
mediante larga retiibuigilo. Ibes perinilltsse einpre-
gar os seus processos, quer de cottslrucgaii do cabo,
quer de iinuiTSAo, procesaos que foiatn garantidos
ao Sr. Baleslrini por um decrelo do governo francez.
Sabemos que as propostas do Sr. Baleslrini fo-
possa oppnr urna resistencia eftiae. as oulras pa- i rain acedas pela imperador Napoleo, e que a eala
hura deve ter-se assignado o controlo pelo qual esse
seulior lica cnearregido da eonilrorjle segundo
seu systetna, do lio sobmariuho eitlre Marselha e
Con-laiilntopla.
Esle paaso dado pelo enverno francez aotorfatta
pensar que d'ora avante u lio sulunarinho sera' de
l.lo fcil apj.lic.iglu cotilo o li > terrestre.
Ein relcelo au Brasil, porin, eonvira1 ja o esla-
belecirnenlo de uin telegraptio submarinlio ao longo
ragens o commercio europea conliuua assuasope-
rages.
l^ucoolrou-se a .bordo de juncos capturados lti-
mamente grande numero de documentos, cotileu lo
niearas do partido auli-inglez, e cajiazes de escla-
recer a que-tai Falla-sn. em diversos nrojeclos pa-
ra destruir a cnlsde de Hong-Kong, e dos meios qu
*e deven) emprear para dar cabo dos barbaros ver-
luellios. Esta especie de plano de rain|iaiiha sa re-
lame uestes termos; lomar tu navios a vapor por do nono immenso litoral. Qoqoe oo foloro dos fara'
Peroitabaco na cidade do Reelfo, ea 2 e u.m..C0_s_revollados ; a<
agosto de 1857.
OB.DEM ODI.VN. 15.
Tinelo hotitern desaquarlelado o segundo bala-
Ibao dsf5*guarda nacional deste municipio, que no
seivigo da gftarhigao Coajuvava a iropa de linha, fnau podria ser objeclo de duvi la. A India'letn sof-
por ter sido rendido pelo (erceiro da mesma organi- 'r sagao, cumpre o marechal do campo cotnmandanle at o chao sob os pe dos governadores inglezes ;
Decreto n. 1,917 de 15 de julho de 1857.
Declara os casos em que nos processos de la leticia
cabe aggravu de petigao ou instrumento.
Alteuilendo ao qne reprssentou o cons'lheiro pre-
lideute do tribaital do commercio da corle, expoudo
o abuso que se ha feilo no foro da generalidale da
disposigAo do arl. 907 do cdigo commercial, e prin-
cipalmenle da dos arligos 181 do reaulamenlo n.
7:18 de 25de novembro de 1850, e 72 2 do decreto
n. 1,597 do 1. de maio de 1855, inle'pondo-ae ug-
ravo de pelicao oq inslrament de lodos os despa-
chos uo processo de falleneia, enm o fundamento de
que lodos elles imporlam decisao ; e reconhecendo a
neceisidade de por lermt a semellanU iuleliigncia
abusiva e contraria celeridarje que deveui ler laes
processos, e qoe nao lom assenlo na lei, ou nos regu-
latfieulos citados : Tendo ouvido o conselheiro pro-
curador di cora, o a secgao de jusliga do eonselho
de oslado, com cujas pareceres mu conformo, bei por
bem decretar o seguiute :
Ailigo nnico. No processo de falleneia cabe aggra.
vo de petic.lo, ou in-lru liento snmente das dacises
em que tilo sendo caso de apellagao for admtltido
aquelle recurso por lei ou regulamento expreiso.
Francisco Diogo Pereira de Vascoucellos, do mea
eonselho, ministro e secretario de eslado du nego-
cios da jusliga, a--im o lenlia entendido e Taca rxe-
cotar.
Palacio do-Rio de Janeiro, ero 15 de jolho de
1857, 36. ds independencia e dj imperio. Com a
rubrica do Sua Ma;estade o Impera pt. Francisco
Diogo Pereira de Vasconcellp".
Decreto u. 1918 de 15 de julho de 1857
Declara que os ceaegos oo dignidades das calhedraes
que forem aprsenla 1,- em fregoezias conservam
as respectivas honras.
Hei por bem declarar que os conegos ou dignida-
des das CHlhedraesqoe forem apresenlados era fregoe-
zias conservam as respectivas honras.
Francisco Diogo Pereira de Vaseoncellos. do meo
eonselho, ministro e secretario de eslado dos neg-
cios da jusliga, assim o tenha eulendido e faga exe-
cuWr.
Palacio do Rio de Janeiro, em 15 de jolho d 1857,
36. da independencia e do imperio,Com a rubri-
ca de 8. M. o Imperador.Francisco Diogo Pereira
de VasconclPo'.
MINISTERIO DA GUERRA.
Ro de Janeiro, aliuislerio dos negocios dagoerra,
em 27 d j'inho de 1857. Illm. e Exm. Sr. D
ordem de S. M. o Itnjieralor remello a V, Ex.,
para suaexeougao, as inclusas inslrucgei para re-
gular as concesses do baixa as pragas de pret do
iierctlu que cencluirem o tempo de servigo mar-
cado na le.
Dos guarde a V. Ex.Jernimo Francisco Cie-
lito.Sr. lnMod Suiihv.
Convindo estabelecer regras sobre ai escusas do
servigo do exercilo i* pragas "qoe liverem concluido
o eo lempo de servigo, quer sejam recruladas, en-
gajadas uu voluntarias, de modo que essas escasas
se verifiquen) segundo a antlguidade relativa As jira-
gis em geral estacionadas em todos os pontos do im-
perio, e nao -en lo a antiguidade relativa enlre
pragas existentes em cada pnnlo, pois que desta hy-
polliese. que ha a pralica ole boje eguida, lem re-
sudado fr uenleuieule ficaiem da inellior con ticrlp
pragas muilo mais modernas em uin ponto, que lem
sido e-cusa- ile preferencia a pragas inulto mais an-
illas em oulro- pontos; determina S. M o Impe-
rador que d'orj em diante se pratique o seguiule :
In-irucges pira regalar a enncesale de balsa de
pragas que concluir, ni o lempo de servigo mar-
cado na lei.
Arl. I." rCmquanlu nao for possivel, por qualquer
crruinilancia, dar-se balsa do servigo militar a
orara) dn exercilo logo que concluirem o lempo da
|e,,'n-se-ha conceden lo por ordem de antiuuidade
iqoeeontarem maior exresso daquclle lempo, de-
pois de feilas as deducgOes fundad >s na lei.
Art. 2.' Cura o mesmo tempo de excessa serao
preferidos para baixa os voluntarios aoi iccrutados.
Art. 3.' As baixas serio dadas na rasfa da de urna
praga por dous reciales que se apnrarein, coiopre-
hendendo-se no nuenern desles os volunlarios e en-

dio a ordem n. 133 de 21 de ago.til de 1855 ; pelo i (ajados, (lian lo porem esliver completo o numero Conforme. llorarlo
que devera' a Ihesouraria alien ler a' reclamagau do de pragas de pret Puado por lei, as baixas icr.lo em jajodanle de orden".
referido capitao t'mbclino, maodaodo-lhe liquidar o i igual numero d; rccrulai que se alislarem. I
interino das armas um satisfactorio dever agrade-
candn ao Sr. Ro'dodoljiho JoSo Birala de Almeida,
leueiile-corunel romuiaii laule daquelle balalhao, a'
sna olllcialidade e guardas, a protnptid3o com qu
dcsempenliaram us mi-ture- I > servigo, a disciplina
e suburdiihtgao com que se liouverain de maneira a
nii ler o marechal durante o lempo do aquarlela-
ineulo liarle alguma de fallas graves que desabonas-
sem a conduela do batalhao, pelo contrario razes
sobejas para louvar o empeuhi) qoa todos mostraran)
em liem cumprir seus devtres.
Por esta occasiao previneo marechal aos Srs. com-
mandanles de c rp iv, que as relages das pragas qu
lin lisaram o lempo d servigr, deven) ser organi-
sadas segundo antiguidade conlads da dala da pri-
meira praga, feila as declarages especificadas no
art. i das instrucges de 3 de maio ultimo.
i AisignadojFrai't.iscn Serdlu de Oliveira.
Coniforme.Intonlo Clemente do> SanlOi, capi-
13o ajudaule de urdeus encarregado do delalhe.
4
.ORDEM DO DIA N. 17.
O marechal de campo cevinmaodanle das armas da'
publici Iade ao aviso do iniin-|erio da guerra abaixo
Iranscriplo, que por copia Iba foi remed 'o cora of-
ficio'da presidencia da provincia, de honlem da-
lado.
AVISO. '
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios di guer-
ra, em 2 de julho de 1857.
Illm. e Exm. Sr.Dignndo-se S. M. o Impera-
dor, exonerar do commtitdo interino da armas des-
sa proviucia, o marechal de campo Francisio Ser-
gto de Oliveira, qoe conliuua no exercicio das fono-
gees de inspector do lerceiro'dislriclo de infatuara,
a>snn ucommunico a V. Exc. para iu eonbecitnen-
lo e execogao na parle que Illa toca.
Dos guarde a V. Exc.Jernimo Fraucisco Coe-
lho. Sr, presidenti da provincia de Pernam-
buco.
Cnmpra-se.Palacio do governo de Pernambuco,
3 de agosto de 1857.Porlclla.
Conforme.Amonio I.eile de Pinhi.
Em ennsequencia do aviso referido, passo boje o
commando ao Exm. Sr. brigadeiro Jo3o Jos da Cos-
a Piraenlel, nnmeado para exercer-lo por natro
aviso de igual data ; e exonera do exercicio de ajo-
danle da nr lena do commando o capitao do corpo de
estado rasior de I. classe Antonio Clemente dos San
los, que na conformidade du aviso de 27 de jonho
ultimo reverte ao exercicio de secretario da iitspec-
glo du dislricto cima dilo.
A' guarnigao felicita o marechal pela acertada es-
culla do illustre general, sob cujas ordens passam a
servir.
Ao Sr. capitao Francisco Camello Pessoa de La-
cerda, secretario do commando. gralo o marechal
por sua cooporagAo no zelo, intelligencia e promp-
li 1.1 i com qoe desempenha las obrigages, e que
13o merecidamenie Ihe valem a jnsta reputagao de
que goza, ao passar o caminan lo, da oppnrlonilade
se prevalece para leslemunhar-lho sua considera-
gao, como tributo que ao mrito se deve.
.Assignado)l'ranciteo Se'gio de Olietira.
ConformeAntonio Clemenlr dos Santo*, capi-
tn ajudaule de ordens, encarregado do delalhe.
ORDEM DO DIA N. 1.
O governo de S. M. o Imperador honve por bem,
por aviso do ministerio da guerra de 2 de julho ul-
timo nomear-tne para n rargo de comman lanle das
arenas inlerino desla provincia, em o qual acabo de
-,r i-ouveuienteii, 'o'-1 emjiossado.
tinto disto selencia a goarniejo, determino que
coiilinitem em inler > vigor todas as ordens une li-
rias pelo distincln general nfn antecessor, o Em.
Sr. marechal de campo Francisco Sergio de Oli-
veira.
Nomeio para servir o empreso de ajndante de or-
dena do enromando, ficando encarregado do delalhe,
'o Sr. alfares da rumpinhia )\i de cavallaria desla
provincia Demedio de Goamio Coelho, e continuar
no exercicio das funeges d ajodanle de ordns de
pessoa o Sr. alferes do 5' regiment de cavallaria
ligeira a dido a mesma companhia, Horacio de Gua-
rnan Losilla,
Assignado..loiio Jo"'- da Costa Pimentel.
de Gnsmdo Coelho, alferes
boje procura-iiidemni o independencia, lalvez infructfero, por tjteio de
assassiuatos, que a malanga dos tilintantes pelos
conquistad >res, em certa poca, explicam, se n.ln
desculpam. ludo islo he deploravel.e a veidade be
inste.
Mas a elsico de um rei equivale a urna procla-
ru.ic.Vi de in lependenc- ; as lro|ias que ceica De-
lhi sao positivamente encarrega1s de exeeular ler-
nveis represalias, os rebejdes nAo ignorani. e ueste
caso estilo resollidos a obrar. Eslaguerra civil alea-
da na India e o maior e o mais real jierigo para o
puder brilannico. Com sffsllo, o governo deve lemer
em primeiro lugar oma&uhlevagao geral das popu-
lagOes em lornu do i'-tatraaile da tevolla.
A In-urreicau se esletftlou a Labore, ns regi me utos
sorpreza, levar os luglezes vivos, oo euli. levar-
lites as cabaos*, apoderar-so da lodos os vivre ali-
menticios e redu/ar os e-lrangeiros a foine. Traasa
igualmente de un incendio dos armazens de f.irinha,
como do resudarlo parcial e mili pnneo salisfacloriu,
de um projecto tnui grandioso, do jirojertu de fa/er
sallar e arder loda a cidade de Hong-Koui, emlira
ha queixas daquelles cujo zelo fot Mi aqu mal re-
compnsalo. Exaltados pelas proinenas dos manda-
rins, se apressaram a levar Iriumphalraenle a Catt-
i.in alguuiis calugis de Inglezes, que dizein Ihes ler
sido miseravelm-nle pagas.
Os membros do gavinele inglez em Londres se
reuniram em eonselho para tratar de remetler para
a Asia dupas que devam defender os seus interesses
coinmiinicer em alguns minutos por um lado com a
Europa e (o los os paizes que a ella se ligatr. por
igual meio, e pela outro cora loda a vasla peuiniu-
la em que a.te agora parecemos vlver isolados.
A' listadas |iroposlasdas Sn. Hale-tnui e Franel,
que o governo podera' molificar aceitan Jo-as, nu
sentido mais conveniente dos iutereisea pblicos e
sem gran le grvame dos cufies nscionaes, nos pa-
rece que se pude resjiondersim. Sabemos qua a
propnsli para a construcg.lo do lelegrapho eleclucu
lalvez faga renver lodus us'argumentos archaicos,
que se apreseularam cunta as estradas de ferro, lie
isso da natureza Oo esjiirilo humano. Dit-se-ha
que se fagam primeiro eitradasde ferro depoii le
legraplios, como oulTura se dizia que se lizessem
na India e na Ciiina- A quesillo da Crimea por si s primeiro azinhagas c depois estradas de ferro.
diz bastante de que tropas poda dispar a Gra-Bre- r Che lanha. O que far ella- queja rontava com as tropas
indgenas da India jiaaa a solugao das difliculdades
ebtuezas 1
G. M.
iiTXRiaa
RIO DE JANEIRO.
26 de julu.
O governo imperial lem actualmente em man uina
jiroposta para n eslabelecimento de um telegrajdio
elctrico subaiarinhu eiiltc P-rnambuco e S. Pedro
do Sul commiinicaiido com Maceiii, S'rgipe, Baha,
. Parlo-Seguro, Caravellas, Victoria, Rio de Janeiro,
d'Agra iinilaramo exemplo dos retimeutos de Mee S. S'baslia.i, Sanios, Sania enharina. Paramuna'
rul, e sbese que elles j lem, ein circumslaucias
criticas para os Inglezes, sentimentos sapas** de os
assustar. Se elles se toruaram o centro da imurrei-
c.io, bao lomado o papel mais periuoso para com us
dominadores da India. Por oulro lado, recebeie a
noticia de que varios principes rom cojo concurso
mo se contava, collucaram as suas Iropas ,i dispo-i-
g.lo da coinpanhia, que aceitou estes reforgos com
agodamento. Langando-se us ullios sobre a caria do
imperio brilannico, ver-se-ha que se Bengala e La-
bore repeliirem o dominio inglez, esla puleucia li
cara ler ida do coragilo, na fonle di sua prosperidadr.
Ella est (ralando a loda pressa <1 enviar meios de
resistencia, mas que pode fazer o guverno local, se
na i se defeuder. esperan lo reforgos da Europa '.'
Clcala-a* em 25,000 o numero dos revollados em
Bengala smenle. Em Labore o ardor dos insurgi-
dos he consileravel. Em bald o governador geial
publicoo orna proclamagau por meio da qual convida
0 exercilo a permanecer" fiel, e prulesla o respeilo da
adminilragao para com a liberdade concedida aos
cutio, em todas as cuelas indianas ; u tiran loo est
acceso, e a revolta se propaga com euthusiasmo. O*
habitantes dos campos fazem causa commom cora
os regimenlos revollad.-s. Disiereis a explosSo de
urna viuganga comprimida desde scalos.
As noticias de lodos eiles fados bao produzido em
Londres a mais viva agitagao, lamo por causa das
consequencias possivais de raovimmlo, como por
causa dos horrores cominetlidos sobre os Europeus.
Demais estas noticias -n--il.ir.nn graves reflexes, a-
cerca de ama reforma geral no lystema administra-
tivo e militar at o prsenle seguido pelo governo
inglez, e pela companhia. Islo vai lornar-se a gran-
de questao do dia.
Quanlo ao que diz respeilo nssao legislativa, a
situarlo do parlamento be extravagante. Refere-ee
mais ao essencial das cousas da que aos fados parli-
culares, de que esla silaagao parece ser a conse-
qoeocia immediala ; he a seguiule : a de um corpo
polilico que lem um mandato a cumprir, e redundo
em consequencia do proprin mecanismo das inslilui-
gfles a urna inargto depleravel acerca dos interesses
do piiz. Trabalha-se pouco, e um adiameulo cons-
tante espaga para urna poca remota cada urna das
ques!6es que -ao agitadas. Ha dous anuos a guerra
era u.n pretexto, um estalo quo geral. Vio-se uu il
foi o fim da olagao que devia derribar lord Pal-
mrrslon. A cmara f .i dlisolvida, foi mi-ler faza-
rem-se eleigies, enllocar o paiz sob urna agitagao
estril, c o negocio se lerminou por via de resulta-
dos mui pouco differenles do estarlo precedente das
causas. Nada so fez, nenliiinia grande questao foi
tratada nem resolvida, e quanlo reforma foi ada- I
da para o anno prximo. Adiar urna questao que |
1 ircn-anieriio deve ter sobre a polillos geral asmis]
grave* eonsequeneaa, he evi lent-menle coudrnina-
la a in ice "ro forgada. llalli nenhum inleresse na ses-1
s3o dos dous mezes que ja se P'ssaram.
U parlamento orcupou-se com o bil que lem por
objeclo lora ir o divorcio possivel s ciassa pobres,
desjieosando-as da cuitosa necessilade de recorrer,
primeiro a das duas jurisdieges successivas para ob-
ler um aclo da parlamento. Na cmara dos lorda
nao occorreit a* suas sanitarias a idea de que o pe d
gualdade fosse admissivel entre u homem e a nia-
Iher, mas resolveu-se abolir a aegao em ennservagao
crim-na', esie procesio esseucialmenle ing'ez, de-
masiado ingle?, que anima nm hornera a cunt ir
moeda com a deshonrada molher; mas o avaro ache-
ronle nao abandona a sua preza, e a prlsao, maia
urna molla, que n3o p der exceder a 10.000 1. .
se-rAo da parle do hispo d'Oxford e seus amigos.
Esla fixagAo de um mximo de mulla nilo aula isen-
la de qualquer critica : urna molla de 20o libras es-
ou oulros ponloi, que o governo quizer designar,
enlte as duas provincias cima apuntadas.
A |>ropo-la he leili pelo Sr. Vctor Berger, que
se acha nesta corle, em nome do Sr. Eugenio Fra-
uel, chefe das casas bancarias do inestiio nome de
l'urin e Genova e do Sr. Pedro Alberto Bileslrim
eiigeiihetro domiciliada em l'aris e aperfeigoador
dus lelegraphos eledricus sutiin iriulios.
Os cuncessionarios pedem um prazo de doos an-
uos para foruiarem um a sociedade ationytna com o
capital de 20 unibles de francos.
A Imha dividir-se-ha ero tres tseegoesde Per-
nambuco h Babia, da Babia ao Rio de Janeito, do
Rio de Janeiro a S. Pedro do Sul. O cabu electri-
cu lera' Ires lius, um dos quaes lira para oso exclu-
sivo e particular do governo.
Ol cuncessionarios pe lefn um p ivilegio de 99 an-
nos para a exploragAo da liaba (que licara' sob a
immediata (i*calisag3o do governo) e garanda de
uin ininino de juro de 5 por ceulo sobre o capital
despendido, oa em vez della uina subveug3o annual
durante os primeiros vinle cinco anuos, de 100
conlos ii s primeirus quinze anuos, e de 50 ucs l-
timos dez. .
i,i i-reo I i o governo imperial prolongar o fio elc-
trico de Pernambuco al o Para', pondo assim a
capital a 5 raiuulos de distancia dos doos exlremus
do imperio, os cuncessionarios pedem garanda de
7 po. rento sobre um cajutal que nao podera' exce-
der a 10 tnilbus de francos.
A Haba, prolongada al o Para', loca na Parala-
ba, no Rio-Grande do Norle, no Ceara', na Parala-
ba e no Maroi,l: "i i.
A garanda ou snhvengao do governo s comeca-
ra' a ser elfcctiva no motlenlo em que o lelegrapho
fonecionar resularmente.
Todas as despezas de couslrucg3o, e-lulo- de son-
I liiii e collocagao do cabo, Iransporte de material,
ennservagao do fio, etc., sao feilas por coala e risco
dos concessioiiari-is, nao lendo elles direito a in-
! inrii-.ielo de qualquer natureza, se porvenlora
ralbaren) os Irabalhus preliminares no uccorrer al-
guin sinislro.
A tabella dos prego que devera' pagar qualquer
commuoitagAo, sem privilegio de nacionalidades, ou
do corporagilo, sera' marcado pelo guveruu de ac-
cordo com os coucessiooarics.
Nao nes taremos cargo de repetir oque se tm
ajpcl o governo imperial nem se quer
correr' o risco de um en ..no, vislo como esses se-
nhores se pt0|i6em a fazer todas as despeza preli-
minares, e de nada seio embolsado* se a proposla
for impossivel a' vista de difiiculdadei descotiheci-
das que jiossain surgir.
Era lodo o caso confiamos no criterio do Sr. mar
quez ue Olinda para resolver a questao a bem dos
inlereises do paiz.
SEWDO.
SESSAO EM 8 DE JULHO DE 1S57.
I'icsidciica Uo Sr. Cuvatcanli deLacerda.
A' hura du costme, feita a chamada, achando-se
reunida numero legal, abre-se a sessau.
I.ida a acia da anterior, he approvada.
Nao havendo expedienta, he approvada,i reda-g.li
da proposla de fixagAo das forgas de mar.
ORDEM DO DIA.
Continua a niscusso adiada do reqrterimeuto do
Sr. i. A. de Miran la sobre os uegocios do Paraguay.
O Sr. Manuel Febzardu observa que alguns d s
nubres aenadures que leem lomada parle na discus-
sA i julgam o requerimenlo do ttubresenador por illa-
In-t.to.>o inconveniente e pingoso, entretanto que
oulros o aeham vantajoso. Pensa como os ltimos ; e
que apeztr das inexacddoes e exageragea que se lem
n da I ', a discussAo deve pro lu/ir beneficios. > -
paize. regidos como o Paraguay nao se corapreheude
a lber.Is le da tribuna e da imprensa iem julgar-i*
que ha connivencia do governo, ou que elle lie in-
capaz e fraco. Esla discusAo mostrara que no sena-
do, e naturalmente ua cmara dos depulados e no
paiz i ii le i i i. lia a mais decidida deliberarlo de au-
xiliar u governo em ludo quaulo for mtsler para de-
fender e sustentar a boma e dignidade do Brasil.
Nao pedio a palavra proprianienle para discolir o
requerimenlo. mas para limar era caitsiderago al-
gomas propoiiiVi.'s enunciadas, e cora as quaes n.lu
concorda.
O nobre senador pela Babia ( o Sr. Ferraz ) in li
cou diversas meidas que, em sua upiul.lo, deviam
ter sido tomadas a bem da coraplela defeza da pro-
vincia de M ilo-Grosso, mas que at huje n,lo haviam
sido execulada'. Partindn desla base, tachn de in-
capazea e ineptos todos os ministros da guerra e tua-
rinha qoe temos sido. *
O Sr. Ferraz em aparte declara qu2 nao ilisse isso.
O Sr. Manoel Felizardo diz que he verdade que o
nobre senador reconheceu que a falla era mais pro-
veniente da ma organisag.lo do que dos ministros. E
sendo .s-im, o orador nAo insistir neite ponto.
Entretanto no exame das medidas indicadas pelo
nobre senador, observa que a primeira era a conve-
l i enra de crear na provincia de Mato-Grosso ittsli-
iulees semelhanles as qu i a Auslrt e a i! u->ia es-
tabeleceram as suas fronleiras ; e mostra que nem
ludas as insliluigoes podem ser Iransptantadas de un
paizes para oulros, cuja ndole e condigoes sociaes
he inleirarnenle diversa,
Quanlo remesa para aquella proviucia dos
Africanos livrea que exis'.em nos nossos arsenaes do
lito, c o que toiio. sabem sobre a conveniencia e litoral, pensa qoe assim sa poderiam dar operarios e
importancia de um lelegrapho elctrico.
O exem-
pto da Eumpa, que se acha coberla de urna vasta
rede de fios metlicos ; as immensas vanlagens que
o commercio e os gorernos leem colindo de lal ar-
tefacto, re-i mi lem decisivamente a q i .Iquer objec-
gAa qoe se po--a fazer contra o eslabelecimento
dasia inoovagao.
<) que ncabanao* de dizer refere-jo |iorm aos te-
lecrapttos elctricos terrestres.
O problema do lelegrapho lobmarioho ainda mo
foi resolv 'o de um un. lo defiuitivu, se bem qua os
fios de Donvres a t'.alai-, do Canal de S. Jorge.de
Spezsia e de Couslanliuupla a Varna u demonstren!
praticavel.
A grande experiencia da rollocagAo de um fio
'uh-iiuriuho entre a [nRlsterra e os Baladoa-Cmdos
stra' a ultima incgnita do pioblema a resolver.
As dilli-ul fules qoe leem obstado al agora a
realiiafao coiojdela de tao imporlanle inelhorainen-
lo, provinliam (odas da construegan do cabo o da
maneira de rollnea-lo. Foi sem duvida adendendo
a qae nTo eslavamos em posig.lo de pasar experien-
cias, que ja haviam silo iniciadas e pagas por go-
vernus, como os de Inglaterra e Franja, qoe o en-
verno imperial recusou n3u In muilo tral-r como o
agente de outra companhia, que aqui vcio apresen-
irabalbadores, mas nAo se pode persuadir que fosse
da inlengao do nobre senador augmentar-se por esse
meio a [orea militar incumbida da defeza de Malo-
Groiso.
A le ceira med la indicara f-> a abertura de urna
esirada militar de um ponto martimo al Mato-Gros-
so Para que esla estrada preslasse o servigo neees-
ssi i-i, devia ser eonstroi le de toado a dar transito a
carrus. Ora, se ainda o anno passa lo deu-*e garanta
de juro a una estrada do-tas, que nAo lendo mais de
H a 9 leguas foi i.rgada em 3,lOO:0Hl>, quanlo n3o
seria mistar gallar para fz-r urna estrada de la( or-
dem da corlt a M to-GlOSSO, na dislanria de 369 le-
guas TafvH 120,000:0099. Mas seja melade : a
questao be esl i : poda o | ai/, com esta despeza '! E
se pode, deve /e-la da piiferencia a oulras mais
urgeules '.' De rerto que n3n.
Quando a cajnlal do imperio e as de oulras pro-
vincias snfl'rem o veame da caresta de lodo os g-
neros alimenticias por falta de estradas que os ira-
wr '
l razio
anu iisjjneins da
nobilisagaoque linha a (orga es'laciona( Grosso constavam de algumas caa|ioru^irs^' Moje es-
13o all dous bous vapores; o transporte ti tropa
ue- vapores e em barcoi por elles rebocados is
muilo mais expedita. Por esle ado pois os ineioi ds
defeza sao incanleslavelmsnls mais importante! da
que anteriormente.
Disse que o Paraguay, poda armar 30 mil lio-
mens, e qoe s tullamos em Mato-Grosso 1,300
para Ihes fazer frente. Em primeiro lugar, anda
conceden lo que o Paraguay po*ga aruiar essa futra,
acredita que o goierao daquella repblica nao sera'
lao nescio que a enve tu la contra M*4o-Groiso, des-
guarnecendo uulros pontos de seu territorio, a' inar-
gem dos ros, e accessiveis aos ataques da nossa mi*
rinda. Por lano nem podero lalvnz mandar a Ma-
lo-Grosso a lerca parte daquella furga. Ora, nao ha
certa que su lemos em Malo-Grosso 1,300 liomens ;
este numero de proras n.io he mais do qae ncleo
da forra que all se pode reunir em defeza da pro-
vincia, e que se calcula em 9 a 10 mil horneas eiu
armas. Nem tanto podera' la' mandar o Paraguay.
Ceii-uron-se lambem a falla de olliciaes naquella "
provincia. O orador nao sabe que exista tal falla,
e se aleiima se d, nAo |>oda ser cousderavel, Ain-
da o auno passarlo. em dezembro f >z se ama prumo-
eAn ruusideravel, e preeuclteram se ludas as vagas il*
olilciaes no exercilo, Talvez que nrn la la nAo ei-
i'jam lodos; mas se u3) est3o, devem eslar em via-
gm, ou alguns ha que ptoctirain leds os meio de
esqmvar-se a ir servir tiaqoella provincia, o que nlo
admira, porque b ja s re.ta ao governo empregar
uesse rasos meios coercitivos, desde que se acaba*
com o ni culi vo que ha va para ae- bar com essa re-
pugnancia que le oota, e que consista em maodar
contar aos ufliciaes que iam servir em Malta Grosso
mais um quarlo de lempo do qne realmente s'-
vam.
Noloo-se igur.lmenle que nAo se livesse cuidado
das lordficagdei da provincia. Nao he tarabem pro-
cedente esla aecueagau, O lorie de Coimbra foi reedi-
ficado e augmentado ; achava-se era bom eslado de
defesa. No poolo de Miranda nao pouco se tam
I '-lien li lo. Ao era possivel dar um grande desea-
volvimenlo as furlificagdes em um paiz desconhecido
e despovoado, pois que as fordeage mal assenladas
produzem roaitai vezes mais m'lvsdoqoe bens.
O oradur faz ainda nutras obiervag5i a respeita
de inexaclidOes avangao'as sobre o eslado do nosse
exercilo que fui au Rio da Prala : e couctue fazendo
voloi para que psrmanega o espirito de melhuramen-
to da nossa armada e exetcilo qoa esles dias tem-se
notado no senado.
O Sr. J. A. de Miranda diz que nao sabe por onda
enmegara' o seu discurso, vislo que lem de respon-
der a niuilos e encllenles oradores, e sobre materias
mu importantes e varia le.
Observa a sem razAo d i.que es-curav un que uem
a retirada do Sr. Amaral fura brusca, nem anormal
a resposta que se Ihe aera, por quanlo isso opli-
mamenle se deprehend do que a respeilo dissera a
imprensa do Paraguay, como faz vir o Seguinle tre-
cho do Semanario.
n A desped la hostil do Sr. ministro Amaral nos
conslilue no dever de publicar seui actos na Jsuimp-
nlo e os documeotos qu motivaran) seus desgoslos u
Diz qae, se deu un; grito de guerra, o fez ein no-
me dos grandes interesses do paiz, e em nome do
.-aminoren) e da navegagflo da provincia, que repre-
senta. Que esie grita aprender com o Sr. Uruguay
em 1853, e com ai palavras s acloi do ultimo minis-
terio.
Que ti,ia necessla mais da correspondencia qoe pe-
dir, porque a tem presente, e della vai dar coohe-
cimenlo ao senado ; lameulando que negaisa ao se-
nado e ao imperio o conhecimemo daquil'o qne nao
ha quem nao saiba boje nu Paraguay, por peior que
seja a aoa condigao.
Declara que esl ao fado de ludo quanlo occor-
reu desde a chegada do Sr. Amaral al a soa despe-
dida no dia 16 da maio ultimo ; e que uulre a cou-
vig.io de quo nenhum accordo sera poisivel oblerds
repblica, a menos que nAo baja nm adiameulo ds
muilo* aonos.
Diz, que a leitura do oflicio danoiss ministra de
estrangeiros, datado em 20 de Janeiro do crrante, o
a resposta dada pelo ministro paragoayo, com data
de 11 de iiisin, lite cochera o corarlo de dor.
Referindo-seao oflicio do Sr. Prannos, cila o se-
guuita trecho : ir O governo imperial lera cumprido
e cumprira' religiosamente, esle eomprumisso : nao
fara innovages em suas postes actoaes a margera es-
quema do rio Paraeuay entre os pontos da consletla-
e.io... Este trecho do rio re deve considerar neutro
em quanlo pender a qoe-lAo de limites.
O gnveroo de Paraguay era sua resposta diz :
o O govemo da repblica tem cumprido, e cum-
pl r' e vari menle aseslipulagdes do convenio.e no
faz innovages, em sua pusse actual da raargera es-
qoerda do rio Paragaay, entre os rios Apa e Braneo..
... O eoverno paraguayo sempre tem exereido at
o rio Braneo actos de exclusiva soberana nal aguas
do rio Paragua-y, deade o rgimen colonial al a e-
poca actual. Admillida a prelengao do Brasil, ser
reconher o seu uti poisedetis ao territorio enlre t
Apa e ra Braneo, resolver em sua quaii totalidad*
a questao de limites, uti possirleti, que o Brasil em
nenhum lempo leve, e que o Paraguay em lodo o
lempo mauleve por feilo pblicos e de vigor. As-
sim pois, exclama o orador, pouco mal oo menoi
einppareieo o nosso nti potstdelis garantido em o
tratado de 6 de abril, reconhecido em as conferen-
cias hovnlos com o governo paraguayo e sustentado
pela consciencta do paiz, em preaenga de fados *
demonstrages a que nAo pode resistir a repblica !
Me nos possivel assim pralicar um s aclo de pono
na niargem direita do Apa, no Po "e Aaisucar na
margem esquerda de Paragaay '. Deve-se respeitai
o ilatv '/'". "S- ni o entende o oosso ministro, assim
o ordena o l'aragnay I
Nesl ocaeiao cslabelece-ie um dialogo enlre o Sr.
ministro de estrangeiros e o orador ; o qual declara
que se faz um servigo ao paiz e ao guverno pondo
(eruto a discussio, o far.i, mas qoe l'.a'o digam fran-
camente, e Ihe na contesten! ver a des que se n3o
|. tem escurecer.
A pedido do Sr. ministro, cede o Sr. Miranda,de-
clarando que espera do patriotismo e sabedoria do
zovernu |que olhe com desvelo e allengAo para
o estado de nossas relages eom o Paraguay, bem co-
mo para as fronlairas de Malo-Groiao.
O orador compromelle-se a responder ao Sr. Ma-
noel Feli/ardo era oulra eccnsiAo, bem como irnos

so



gam ao mercado, entrelaidn qae ao interior ee eilAo
perdendn ; qaindo a birra do Itio de Janeiro, pata Irar que, com rarai e honrosas excepgdes, o liado
senAo despender 2 ou 3 m I rontos, conservase cm
to mao eslado de defeza qae deixa a capital espol-
ia a om insulta de qualquer esquadra regolsr ; de-
1 ver-se-hia deiiar de cuidar destas cousas pira ir gas-
da no a ImiuislragAo superior al us artfices e ofiiciaes ma-
rinheiros.
O Sr. Presidenta euosulU o senado sa cornele na

MUTILADO
ILEGIVEL




DIARIO DK PERNAMBUCO Ql'AKTA FEIRA :. DE 1 AGOSTO DE 1857
f
retirada do requerimenlo do nobre icnadof, e attim
e decide.
Continua a egunda discnsAo adiada da propcsi-
c.,"!.. da rim*ra doi depuladns tnandandu converter
ein apolires da divida publica o iinis da eapella de
I la ni be. A requeriineulu do Sr. Ferraz val o projee-
lo a< c,iiucni--(ie. reunidas de legislarlo e fazenda ;
julga.ido se prejudicadoo requerimenlo do Sr. Dan-
tas para ir s a primeira commissao.
Approva-ae am primeira e segunda discussao a
proposito da amara dos deputados adornando o
governo a conceder om anuo de licanca rom lodoi
01 seus vene.menlos aoi Dri. Elai Jo Pedro*,
l.ui Caraalhu Paes de Andra > e Manoel Jf do
AmaralCunha para Iralarem de la aaada na Be-
ropa ; com ama emenda do Sr. W.mderley para
opprimir-ia o Dome de Manad Jos do Amar.il, ja
fallecido.
Paaaa em primeira e egmida dlscussOo aem dba-
le a propnsirjau da meima eamara concedendo orna
loleria a igreja malrll -e >". si Seuliora da Concei-
eic.ao da provincia do Cear.
Entra em prim.ira ditcussa"o, e vai commissSo
de fifi'a requerimenlo do Sr. Manoel Feliurdo
a prapotico da meima cmara autorliando o go-
verdo para conceder eot herdeiro do fallecido Af-
ronto Jote de Almeida Corta-Real a renancia da
parle da dieida proveniente do arrendamenlo do
rineo de Saicau.
E-gotada a maieria da ordem do da, o Sr. prn-
denle marea par ordem do dia a primeira diiruiiAo
da proposito da eamara do* depotarto approvando
a tabella dos vencimeoto* dos magistrado* e empre-
ados do tribunal do conselho supremo militar e de
jusilla a da respectiva secretaria.
I.vanta-e a essa"o .i orna hora menos cinco mi-
nuto da larde.
CASARA DOS SRS. DEPUTADOS,
kSESSAO 1>E 8 DE JULHO.
Presidencia do Sr. enroe/a de Baependy.
A" hora do costme, feila a chamada, e achan-
do-e reunido numero legal, abre-te a setsflo.
Llda a aeU da antecedente, he approvada.
O Sr. I. secretario da ronl do seguinle
EXPEDIENTE. .
L'm offlclo do ministerio do imperio, enviando o
orc,emento impresso dos garlos que devem ser feilos
eom os Irabalhos da estrada de rodasen) enlre Pe-
tropolis e o Parahiba, a cargo da companhia Una.,
e Industria ; e mals om relatono vbre oa mesmos
Irabalhos, balando relativo a elles, informarles do
director, e os dous ullimos relatorlos apratenlados a
assembla geral dps accionista pelo director pres-
danle.A quero fez a requiticSo.
Dllo do meamo mioislerio, remetiendo a "acia da
eleirjJo de om depotsdo pelo dislriclo de Sania Ca-
tharina, em conseqaeneia da vaga que deiioo na
mesma o acloal minislro da guerra.A* cominis-a .
de poderes.
Dilo do secretario do senado, commoDicando qoe
n senado adoptoa e val dirigir sanelo imperial a
resolucao que anlorlsa o governo a innovar o con-
trato celebrado coro o empretario da companhia
UniHoe Industria.Fica a cmara inleirada.
Dilo doSr. depolado Jos Thomaz Nal uro de
Araojo, commumeando achar-se doente, e por isso
nao poder comparecer sea.ao, e pedindo qoe se
proponha al sabbado o adiemento da discosso do
Sarecer da commissao especial sobre a denuncia da-
a.contra elle.Fica a cmara inleirada.
Um requerimenlo do capitn Francisco Jos C-
mara, queis.ando-1 de haver sido illetelmenle re-
formado.A" commissao de marinha e guerra.
Dilo de Jos Hippoylto da Araujo, pedindo que ae
Iha mande pagar os aros ordenados como secretario
do arsenal de guerra da corla, os quae deliou de
receber desda a dala da demissSo at a da aposeola-
doria.A' commissao de pensOes e ordenados.
Dito de Jos Francisco dq,R#go Cavalcanli, pedin-
do para fazer acto do primeiro anuo da facolda.le
do liedle, pde foi admillido cora ouvinte.A'
cnmmisiao ae iiujtrocr.io publica.
Dujf.da irmaudade doSanli-simo Sacramenls da
cldadajg Aras, pedindo h concassSo de doas ia*.e-
riat.-vM comuiitiSo de fazenda.
SSo latas e approvadas sem dbale as redactes
dos projeclos queconcedem loterias nova empreza
lyrlca, empreza da opera lyrica nacional a a asso-
ciarflo de caridade de-la corle.
U Sr. Baptisia Monteiro obtem urgencia para se
ler o seguinle projeclo, qoe he reroellido commis-
sao de commercio, industria e arles :
A assembla geral legislativa resolve :
" Arl. t.- O governo he autorisado a conlratar
com qualqner emprezario oo companhia que Ihc
in-ri'i; i confinra nm servico regular de vapores de
reboque dos navios que demandaren) a barra oo Rio
de S. Francisco (do corle) para entrar ou sahir.
Art. a.- As obrigacoes da emprea comprehen-
rlerSo a navegc,ao regular e peridica do dilo rio,
feila por vapores desde o pontal da barra al o po-
voado das Piranhas, com escalas pelos seguinles po-
voados das 4rjas provincias liheirinhas : Piessafous-
s, Brejo-Urande, Villa-Nova, Penedo, Propri,
Collegio, S. Braz, Traip, Porlo da Folha.S. "Pedro,
Po de Assncar, Armaztm e Piranhas.
i Art. 3.- O governo he igualmente aotorisado
para auxiliar a empreza rom subvengo oo garanta
de juro, preferindo desles meios o que for mais ef-
ficaz para a realis8r.o do servido.
o Arl. Eita empreza, alem dos favores oulor-
gadoa no artigo antecedeute, gozara' dos benelicios
de que goza a associarao Sergipense.encarrcgada do
aervi(o de reboque na barra da Colinguiba, da pro-
vincia de Sergipe, e de quaesquer oolros que o go-
verno julgar neceisaiios para conseguir-s* o firo
dtsla le. B
ir Arl. 5* Revogam-se as disposices em con-
Iraiio.
1857.Joao Baplisla Monleiro.
ORDEM DO DA.
Primeira pan*.
Enlra em ditcnssao o parecer da commissRo es-
pecial sobre a denuncia dada pelo Si. depotado
(jomes de Souz, contra o ei-ministro da jusliga, o
Sr. Jos Thomaz Nabuco de Araujo.
O Sr. Presidtnle declara que o arl. la da lei da
Ijdeoutubrode 1827 nao diz quanlas discosrea
deva ter o parecer da commissao especial ancarrega-
da de txaruinar a denuncia dada contra os ministros
e secretarios de estado, ao pisso que o ait. 14, tra-
tando do segundo parecer, depois da cmara dos
Srs. deputados jolgar atlendivel a denuncia e da
resposla do aecusado, eslabelece que este parecer le-
ona urna segunda discussao, que se verifica oilo
das depois da primeira. Nesles termos calende
que na discussao do parecer que acaba de ser lido
compre observar o que dispOe o regiment sbreos
parecers etn geral, e consegoinlemente so poder
ler urna discus>ao. i'Apoiados).
ral foi a intelligeucia dada pela easa por occatiao
da ultima denuncia apiesentada a cmara no anno
de 1833: o parecer da commissao especial pas*oo
fior urna s discuuo, qoe comedn no dia 10 de ju-
lio do dito anno. (Apoiados.)
Eulra porlanto em uuica discussao o parecer.
O Sr. Paes Brrelo pede o adiamento da discusslo
al setunda-feira.
Acamara approva o adiamento pedido.
O Sr. Paes Brrelo pede urgencia para ler e entrar
em discussao o parecer da commissac de poderef so-
bra a eleicilo do 4 diatricto deMii.as-Geraes.
Acamara approva a ursencia, a entrando em dis-
cuiao o parecer, he approvado sem debate, e de-
clarado depulado pelo ine-mo dislriclo o monsenhor
Jotn Felicissimo do Nascimenlo.
O Sr. Das Vieira p-h ordem) pede urgencia pa-
ra que entre em 3 discussao o projeclo sobre matri-
culas de etliidaoles.
A cmara consanle.
Enlra am 3" discussao o projeclo que manda desde
jaadmillir i matricula os eslodanlas daa facultades
do Impeiio que em lempo nao se poderam matri-
cular.
Sao liJas apoiadas as seguinles emendas:
O governq fica anlorisado a conceder riiipema
de idide ao esludaole Eduardo Augoslu de Oliveira,
para se poder matricular do primeiro anno da F-
culdade de Direito da cidado do Recite.F. Octa-
viano.
A passar a emenda do Sr. Octavisno, acrescen-
te-ae :
k Fica concedido igual favor a lodos os estudanles
que tiverem seus preparatorios, reja qual for soa Ida-
de. P. I.ima. ii
L-ca e nao he apoiado, o ttguinU artigo addl-
livo :
" F'ei aulorlsada a congregatflo da Facoldadede
Mtd cia da corle a admillir a matricula do 3 anno,
j ldante Adolpho Cabral Raposo da Cmara e
Alfredo Candido (uimaraes, dispensado* do (xame
de- historia qoe acresceu com I reforma do* estatu-
tos ate a occamao dos actos do releridoanno.Silvi-
po Cavalcanli de Alboqusrque.A. C. de Si Al-
liuquer-iur. ,.
Toiiram parla na discussao ss Srs. O'taviano, Vi-
lella lavares, Pinto Lima, Danta., Martinho Cam-
pos Araojo Jorge.
Julgada discutida a maieria, he o projeclo adopta-
do, sendo rejeilada a emenda do Sr. Octaviano e
prrjudicadas (odas a* outras.
Entra em discussao u parecer da commissao da po-
deres sobre a eleic,ao do 3 dislriclo da provincia de
San-Paulo.
Ha apoiado e enlra em discussao o seguinle re-
querimenlo:
< Requemo que o parecer volle commissao de
poderes psra recom.lera-iu em vista das informa-
,es remellidas pelo governo e dos documentos apre-
sentado* pelo Sr. deputado Nabiai.S. R.Paas
Brrelo.
II igualmente apiada a seguinle emenda, que
enlra conjunrtamenle em discus-ao :
Reqaniro qoe liquem sobre ,i mesa os docomen-
los reniellido* pelo governo para serem enromados
pelos Srs. deputados qoe os quizerrm consultar, adia-
da a discussao por dous dial*.J. J. Pacheco.
loman, parlo na discussao os Sr. Nebias, Paes
Brrelo, Pacheco Barbosa da Cunha.
A discussao lica adiada pela hora.
Segunda parte.
Loiiliniia a 3" '
xa a
(Acha-se prsenle o Sr. ministro da guerra.)
iiiarain os Srs. Come de Souza Jaaajritts).
A iliscuasao lica encirrada, nao se pu Un Jo volar
por nao haxer nomcro.
O Sr. Presidente d para ordem do dia :
Primeira parle.
Volarlo do projeclo qoe Illa as forjas de trra ;
Continuai;.lo da discussao do adiamenlo sobren pa-
recer da commisao da poderes que Irala da eleico
do 3 dislriclo de San Panlo ;
9> dita do projeclo n. 3 do mismo anno, que dis-
pensa as leu de aniorli'.'. a ero favor do collgio das
orphaas da i i i Ir (la Babia ;
3 dita do projtclu n. 02 .le 1836, "'lire permuta-
Co do lei.cno da cmara municipal de Pvrlo-
Alesre ;
2' dila do projeclo n. ?>> He 1836, que prohibe
conservar aberlvs nos d'as santifica io, os eslabeleoi-
mentos commerciae, olliciuas e fabricas;
Se houver lempo :
11 discus-ao do projeclo n. 43 deslc anno, que ap-
prova a pensao concedida a viova do conselheiro
Ice Wirnek Ribeiro d Agoilar ;
! dila do prajeclo n. 22 desi anno, que .ipr.ro-
va o.lcralo de O d abril de 1833, que eleva
l:OU08o ordenado com que foi aposentado o juiz da
direilo Leu Paulino da Cosa l.obo ;
1" dila dos projeclo n. 20, 20, 38, 39 a 10 dest
anno, que aolorlsam a ualurallsac.lo de differentes
eslrangeiros.
I* dita do projeclo n. 27 drsle anno, que aulorlsa
o governo a emprestar 4OO:000jKKJO a companhia da
Pona da Ara.
Ia dila do projeclo n. 17 desle anno, qoe autorisa'
o governo a conceder ao vigario J s Das da Oli-
veira Falcan, um anno de licenrja para Iralar de sua
sudc na Europa, ele.
2a dila do projeclo n. 21 desle anno, que autorisa
o governo o estender o beneficio da navegacao a va-
por ap porlo da Victoria, caoilal da provincia do
Espirilo-Santo.
Discussao da emenda do seoado proposito desl
eamara n. 41 desle auno, relativa ao pagameulo
ezigido por Manoel Amonio Bastos HadlecliO.
Discussao das emendas no senado n. 123" de 1833
proposicjo da cmara alterando algumas dispusieres
do cdigo criminal e do processo.
Segunda parle.
Cootinuajao da 2' tMDtsl do projeclo n. 37
desle anno, que ooncede empretlimo as emprezas de
estradas de ferro.
Levanta se a sessilu s 3 horas.
A commissao de negocios eccleeiaslicos vem
chamar a alienlo desia auuusla cmara para utn
assumplo de summa grav dade, e que reclama
promplas e iinine-liatas providencia.
Sendo cerloqu' o furo erelesiastico n3o temja
a eileuaao das ai.ligas a(lriboic,es, nao lie manos
sabido que ainda Ihe sao sujcilas causas da maior
mipor Iriina social.
a Entre eslas ligaram as que dizem respeito ao
divorcio matrimonial, com lodos os seus elleilos ci-
vis, nos lirniles Irajados pela legislaran.
a i>.1o ha duvida da que novas providencia nrgem
em maieria de validada de consorcio ; mas lembem
cumpie confesar que a Le escripia, qoo por
ora leiiii-, .(uaiito a celebraran do in-.iriinniiio, he
a aessao 21, cap. 1. do concilio de Tremo de tfor-
mal. Malrim. ; nao so porque assim o preacrevem
s leis porloguezas anteriores a 25 de abril da 1821,
que a le de 20* de oulubro da 1823 maudou consi-
derar como legislac.au nacional, ma lambem pela
eonslituicao do arcebispado L. 1. lit. 68 i 291, e por
varios oulros actos posteriores independencia, co-
mo sao a resolucao de 3 de noven,loo de 1827, re-
commendada por aviso de 23 ut junho de 1820, ele.
a As causas de divorcio continuara a perlencer
ao foro ecclesiaslico, seguirlo a enliga legitlacao,
confirma ia ainda por aviso de 12 de selembro de
1835.
J se v de qoanla importancia he qot eslejam
organisados permanentemente fonecionando In-
bunait a qoe a soeiedade commell i.lu Iranseen-
denl cargo ; pois, Infelizmente, para a adminislra-
ao da juslija, esl hoje ludo itao de foclo dea-
manlelado.
ir as causas civeis, a demora pode ler alcance
curio ; mas as de annull,ir,ao e di Iriuionio, cada da qoe volve he om mal para a fa-
milia, para o casal, para om ou ambos os conjugrs,
para os filbos, e para a moral puhliea ; he da essen-
cia destas caosas que os liliganlet comecem por se-
paifar~'e 'lah' ,e 8e8ae D,n depoiilo, enm Iodos os
sabidos Irauslornoi de familia, e prejnizos s fortu-
nas que nio forero moi solidas, e mil comequeueias
qoe l.e escudado desenvolver.
Sa ha causas que devessem ser summarissimas,
e rapidissimas em sua solocao definitiva sao justa-
mente eisns em qoe o depoiilo previo he, nao de
valore, roas de pessoa, e de pessoa mulher, molber
esposa e mai, e como Ul (antes de condemnsda;
digua de toda a cnrnmiserarao e svmpalhi.
E nao obslanle, essas caosaa iioje no Brasil n.1o
ao, neni podem ser julgadas I Esla- longe da coro-
mis funecionarios, pois que nao llie tflo estranhos os seus
esforjos e dedica(ao no cumprimrnlo de seus deve-
res ; o que a commissao deplora be a inconvenien-
cia com que saapplicsram as dispnsices, aln.la as
maisinapplicaveis, da reforma das reales civis do
imperio a' r. lac/i i ccclesiaslica.
Ponlos houve em queso ficnu de muilo peior
eondican do que anlas. Anleriormenle a e-sa re-
forma, julgava a relacao ecclesia-lica com Ires des-
embargaderes ; se esla praze subsi do julgados os monles de autos ilessa nalurcza que
jazem dormilando no tribunal da B.hia, em grave
delriroenlo da moral e de innumeraveis ulereases
compromettidoe.
- Adminicule o referido tribunal he cranoslo de
sel membros, alias mu dislinclos ; mr.s, sero dcs-
cer a pormenores, basla ponderar que omdaslesjui-
zes preside o tribunal, e qualqner oulro que falle,
como quasi sempra acontece, em consequencia da
enfermidade tenaz de um dalles, delta de haver
sess.lo 1
: He isso o qoe compre remediar quanto antes ;
masporquem? pergunlar-se-ht.
Sendo mu resnelo o assumpto a qoe a com-
missao volveu a sua allencao, nao te remonlon el-
la as qucl-.-a delicadas, de mais alia indaga(ao.
Ketpeiladora humilde da religiao do Estado, cor-
diaimenle opposla a rulpavtia invases, perscrulan-
do os limiles do sacerdocio e do imperio, poderla
ella inquirir : N'um estado em que a base .la fa-
milia se regula pela legislarlo cannica, sera' dado
ao poder Itmpcral ctear validamente esses Iribu-
naes qoe, destinados a olar e desalar na trra, tem
mais alia representarlo ?
o Poderla levr-nos longe e>(e quisilo, se Iralas-
semos de crear ; mas s pensamos em melhorar o
qoe se acha creado, e por lano n.lo dee prender-
nos aqoella coDsideracao, aluda quando em tal pon-
i dlvfrjaro a opiuiOes.
" i4 c."ls",uiCi,. '"9. I7#hsagra os juizos
privilegiados as causal qua por sua nalureza Ihe
perlencem. principio repelido em di de fevereiro do 1831. Pode-** pois, sem der, gar
os principios, arrebatar ao foro ecclesiaslico aquillo
con nalureza llae era alheia ; porozrmplo, o po-
der temporal po.lia bem pron olgar a lei de 27 de
agosto de 1830, que supprimio a allerualiva ecclc-
siaslica para as conlas teslaraanlarias, taMiii em
oulros casos. Mas lias caosas qoe se referein ao Sa-
cr amen lo do in iiimoino ,por sua nalorrza cecidias-
lica, segundo a citado pbrase constitucional ) o jui-
zo privativo devia ser o ecclesiaslico, como o lie as
materias espiriluaes, segundo o cdigo de processo,
a.":..8\,vi, d* 28de "l!0,0 d c>'i regulamenlo
de 31 de Janeiro de 1812, ai I. 210 ele.
o O procesio. em lal foro piivativo bem poderia
diversificar u'uulras circumslancias, como ein pon-
tos Rraves ja varia, como, por ezemplo, na falla de
revista ; e por isso lambem nao havia Inconvenien-
te em diminuir o numero dosjuizes que prufeiis-
sem accordao.
Daqui resu'la quo a leve modificaco que a
commissao prope neia intarla a legislarlo nos
ponfos car.liaes, procurando somenle que a allera-
rao proposta a' lei seja feil- pelo mesmo poder que,
ao menos de fado, confecciouou a lei vigente.
o O que he cerlo he que a ntcessiJade do remedio
se torna urgentistiroa. He lamenlavel. mas cerlo,
que as uaotat de annullar^ao de malrimonio de di-
vorcio lem sido nesles ullimos lempos mu frequen-
les ; so na provincia do Rioale Janeiro lem ellas tai-
vez qoadroplieado !
Dous expedientes ocenrrero a' commissao, oo
que se augmeule o numero dos desembargadoies,
ou que as cautas tornero, como antes da reforma, a
serem luigadot por Ires.
ai favor da providencia qoe diminuase o numero
dos juizes exigido para validada da leulenca, s mi-
lilarlam dua cnntideratOesa da uina leve econo-
ma de lempo, e a de evitar um dimiuulo accrescimo
de despezas Parecen, porlalo, prcUrivel commis-
sao o espediente de augmentar o numero de mem-
bros do tribunal, para qoe nunca, por falta de jui-
zes, possa elle deitar .le fuuccionar cora facilidad ;
o modada neslas consid*r*coe*, a commistao lera a
honra de propor a' approvatao desla augusta cma-
ra o tegoinle :
A eiemblea geral legislativa retolve :
Artigo nico. Augmentado com mais tres o nu-
mero dos juizea da relsc,fio ccclesiatlica do imperio.
.i Paco da cmara 15 d* julho da 1837.Pinto de
Campos------Piulo de Mendonca. Hermogenet Ca-
simiro de Araujo Brunswick.u
m darisa e ceremrnial fuoebra, pnrqu* receiaraos
oflen.ler a suseeptibilldada de algura apaiionado
dessepaasoafr.rar.o !___
<".on.|a-nf que na fresuezia de S. Berilo Ca-
ranliun- M rominetlera um MUMinalo, mas que a
polica Iralava de instaurar o processo coima o cri-
mino-...
Anude he que cedas peaaoM dcisain a sua po-
lidez e educaco quando se apresenlam em una te-
parlKao publica de chapeo na cabrea, como consta
sucediera um dessea dias na sdminitl'acao do cr-
relo com um moco que all 'Ara sellar urna caria >
Acaso lena elle algura receio de constipar-so Sup-
pomns que nao, e antes eremos que ..... nao DMtoa
de una dulraccao, ,,. mnilat vtzes degenera em
malcnajao. h poderia esae moco esperar que hoo-
vesse para com elle atlencOes quando au as leve
com urna reparticao e teus empregadot ? Pois saib...
roen seuhor, que a bon.la.le e delicadeza do Sr. ad-
minislrador nao s* esleoder a Unto que ronsinla
que a reparlic,1, que dirige, seja desretpeitada, ,
enm bom lera qua nunca o smhor e nem oulro
qualqurr ronlinne a enlrar all com o chapeo na c-
bera. par qoe nao patsem pelo dissabor de seiem
advertidos d tua indolencia e levisndade.
Consta-nos que a adminislrac.o d caridade es-
In luan,lo coro diflicoldadrs para poder oceorrer as
despezas do etlabdecimentoa, porque obre ser di
mu.na a renda que lem, aceresce ainda mais que a
maior parte do inqoilino dut predios do palrimo
nio nSo sao pnnluaes em seus pagamentos, e lano
a>sim he, que havendo al marjo do correnle anno
o aliazo de 3:8868875 rs., ja vencido o quarlel de
abnl a junho prozimo lindo na impoilancia de
5:674jj949 rs. prefaz as doas quantias a imporlancia
de 9:jtifs81 r., nao incluin io p. lia a de 2:201.500.")
rs., que se adiando em divida l.a entregue ao so-
lirilailor dos eslabelermenlos para ser cobrada ju-
dicialmenle. E visa do que aspemos, nao llavera
razao para a a lmirilrac,ao se ver era apuiot, lendo
por ceda a despeza. e' incerla a receila I 8r. Iliesou-
reiro dos e-tabelerirneulos de caridade, at he exacta
essa informacao que nos derarn, deveis sem .luvid
lular com os maiores tmbaracoi para curaprirdes os
vossnt deveres ; convem porl'aulo que se.n allenres
ou despejis a esses inquilinos, oo que os convidis
para em um prazo delerminaJo pagarem os seos de-
biio-, sendo incontinente dcspejadisludus quanlu
ae esensarem de o fazer.
Consla-nos que conlinuam ot gaialos a se as-
senlarem na celebrrima pedra da ra da Manguea-
ra para deporem da sida alheia. He prtci.o pois que
a polica nao se torne iodiOtretile as nossa recla-
ma;ntc.
Tendo sido alterado o notto aviso publicado na
1 agina a de 4 do correnle acerca do corredor que
vai para a recebedoria e Ihesooraria pruvinciel, pe-
lo qual sa .lis-e nao te poda Iraosiiar, porque em
cada um canlo se enconlra um deposilo de lisa, que
exhala DOMA forte cheiro que suffoca, julgames de
nossodever declarar que semelbanle cousa n3o dis-
temos, e tim que em Cada um canio se enconlra um
deposito de ourina que exhala uincheiro ammouiaral,
que sofioca, e entao pedimos ao Sr. rommandaiile
da guarda para que mandarse polsar urna sentiuella
duiante o ta, para evitar que alguem all foss ou-
riuar. fcsse foi o sentido de nosio aviso,. nao como
Toi publicado, pelo quejulgamos dvr rectifica-la
em prol da verdade.
, ~. Exm. Sr. marechal de campo Francisco
sergto de Oliveira passou honlem o commando das
aunas desla provincia ao Exm Se. brigadeiro Joo
Jos da Cosa Pimrntel, assislindo ao acto lodos os
Srs. eornmandanle de corpo da goarnicao.
O vapor nacional aParanan lea a* seu bordo
Para 'orlos do norle o seguiulis passageiro :
1. 1. Ede, Candida Mara da Coneeicao, Guilher-
mina Mana das alerces, Maria I. de Je.us, Jo3o
lerreira Villela, Anlouio A. Lacerda de Charmonle
e 1 escravo. Manoel Alves Concalves om eteravo,
Jos Anlonio Pereira Vinagre, Valenlim A. P. Vi-
nagre, M.noel p. de Araujo Vianna, Americo F.
de Alboqoerque Mello, Jor de AzevedwMaia, sua
senhora, 1-ranciicu da C. Reg Monleiro.
O vapor inclez Primer Argentino leva a seu
bordo para o Kio-de-Janeiro o passageiro Jos
Custodio da Silva Mallos.
Hospital de caridade 2 de agoslo89 doenles.
~- J90.
Ati aman/toa
miAUBOO.
PAGINA AVULS&
rr!. *b de "8C""' tt",' luK'r n<> pa>ale da
ra da praia. o acto do primeiro anmversario da
lualaliarao da A'sociarao Typographica Pernambu-
cana, para o que ja esta srndo distribuidos o con-
viles para t*M tolemnidad. O program.na dessa
sesiao magna he simples e conciso, nelle nao se vera'
esasod,ns do dia-recheiadas de pataroadas que
coinmummenle acairelara o ridiculo saciedades
si.udas cujo principal emblema he ahoneslida.
de.Vai porlalo fa/.er hu auno qua se acha lo*.
lallada era mu provulum Associacao.que jaalgant
licnebcio ha feilo a i...... soeiedade ern gera!. a aos
seus irraaos indigenles nn particular. A "provi
drr.eia Ihe depare sempre enchenles mil de pio>-
deri ladra.
k-v........-.1 c. _... llaproxim*.
No domingo 2 do correnle, leve o publico de
presencial um culerro battanlemente grolrsco : era
o enlerro de um prtlo africano.acompanhava o una
mulu .ao de prelos, semi-nu dansav.m seguiado o
calilo, onde la o finado. Em nossa Ierra he novo
semelbanle especlaculo pur demais ridiculo : Ir
reto, Ir-javam (rapos e palles de animaca, e como
los de
de ne-
tetcas.
respailo des-
r-------- t......, ., r,,, c j,,.,,,.., Ile aiilnijoa, 1
postetsot davam polos diablicos acompaiiha.
nfeiual bma.ia, que fazta o choro romposlo -.
n.umoS1'r,|Ue "nila""n os Ruiat grol.i
DeUamos da fJier qualqoor refiexao a respeito .
BEPABTICAO DA POLICA
Occurrenciar dus dias 1 e 2 de agolo.
loran presos : pela delegacia do primeiro dis-
tnc o desle |r,o, Francisco Jos do SanfAono.sem
parucipacao do motivo.
el subdelegada da Irfganla do Recife. os ma-
rojo. fcpaol.Cherenn, e Le Mailer, a requisicao do
especlivo con.ul, J.cinlho Jo- dos Sanios, por es-
pancamenlo, lliomaz Aneltson, sem pailicipacao do
nolivo. o c.ixeiro Gregorio Villouro, para c,rec-
ImaeV CSCr8ta Julia- l,aril WlgSeiD-
\l!nUi Mb,el^,lci8 (la fo do S. Anlonio.
Manoel Melquiadet de Sooza, Francisca Mara do
u i'"' e,A""a Mana de l.vra. para crecro.
lela subdelegada da freguezia de S.' Jos,
'.me ''-Brrelo -e Manoel do Nascimenlo,
em parlicipajao do inolivo.
Pela sobdelegacia ,ia Ireguezia da Boa-Viila.
o prelo escravo AoacletO, para er castigado.
loram presos : pela d-lcgacia do primeiro didric-
moliv" A"lonio Jus> ,em l-arlicpacao da
Pela subtlcjiaeia da freguezia do Recife, a parda
escrava Igm-cia, sem parlicipacao do molivo.
1 ela subdelegada da fregu-zia dos Afogados, Joo
Baphsla do< Passos, por briga.
Pelo depositario Geral, o preto escravo Bjmfim,
sem declarajao do mol vo da prisAo.
liVVr\{-/l?'>SrtJ'ESS0AS FALLECIDAS NA
muti*..111 SAMO-AMO.M, EM Jl-
M-ran"a',P3rda' fil1"'deManoel Cardosodos Sanios;
Antonio, raneo, filho de Francisco Anlonio Lima
Ouimaraes ; .1 mezes.
WmT A8U,lt ht"eirt< *". sol' 5 12
A!rJ m* fil'a de F" Joaqoim de
Uhveira Baduem ; 3 mezc.
rar?1';irIU|Ulr r"8V0 Dr- Joa1uim An'ni
t-.rneii-o da Cunha ; mezet.
noTmpoVbnr;'" "e AltveJo' P"d. cas"o, 20 aq-
Ar2.i Lr-"C0' lilh0,l ''embargador Bernardo
nato-No. / anuo-.
70 a^ino"'0 M,ehado Mlh'fos, branco, solleiro,
Joao Africano, escravo de Bernardino Jos LeilSo,
Antonio da Rocha, pardo,.casado, 30 annos [ Po-
M no"?' ('laudino '". branco, solleiro, 29 an-
Thereza de Jess Pacheco, branca, viova, 71 an-
Mraar.hrU,la. etCr"Va dt WMo Anlonio d "'i-
ra Liberal, 1 mz.
dS' h^' "",0 de Jo, Mend" "S""" a'
iieira, 1 ora.
An.al^''t"n, "Cravi de j0!lavares Pestoa Dor-
nellas, 60 annos.
AKhi' ''."""'""vo de Carlos Francisco Soaretde
Brllo, -2 annos.
'no"!e' Pard' e'Cr3 de Sal"dor coe>o, 26 an-
''"oV" """ d< EncarDaao P'fda. viuva, 60 an-
Car>Ur!o*.BerDar A^db5,S fill,de M,""", de Jes>" da su*.
i euroza .1 mezes.
-"m.ze.?"' "l,d"*u" '"d l'orcincula,
FI''pronb'r.f"r,deJW1"' Pafda. solleira, 21 annos,
Romana, parda, escrava de Jos Bento da Cosa, 7
Leodoro. branco, filho de Maria Joaquina, 2 me-
Ceno.a M,ra da Silva> bra,,ca' "'. 52 ao-
^'anoo"? AUgUSl Ca8,e" Branco- branco' v'""' '8
ASa&TTK n"10 de Maria da ** de Va'-
ruiii. Milis, ,(tnere.
w8TST rill,udeuiln"''" ** daCo.-
Ta ps;;d;; jhk *-"... A.gto r0.
I,^n',,;ra|;f;efi)lh"de i,a '""' da Coneeicao, 2
MGoVm,Sor.J<'' e,"aVa d Df- An,0"io Buarque de
JJm prvulo-ignora se.- pobre,
annos. "' Cu,lceia. "ranea, solleira, 90
VcCa,fo,Parda "* de oml,|K" da Concei-
l0$$t'' m de Ephigenia de Tal, i annos, po-
lg^ra"i.01Ul:,, e'Crava ^ *** Theodora Fer-
reir, -j) annoa.
Sa "f!"' m" de '-Uiza Maria da Coneeicao, 2
anuo-, pobre.)
Joao, branco, fi|ho d, JoSo Pinlo da Cosla, 7,n-
Mmj Cel.DO da Silva, branco, ,11.1ro, 33 au-
M^ella, Africana, liben,, solleira, .ooo..(p.-
Paulin.i Joaquina da ConccicAo, branca, solleira, 41
Bernardina llosa de Oliveira Baduem, Inaoca, viu-
va, 0b annos.
BMarida R.hX' ""'" "" "r- ,ri"ci'cu "reira
.iiaituis itibeiro, 2 .unios.
Mu. una Leoc.dia do Almeida Alboqerque, bran-
ca, viuva, <; anno.
Anin... tranco filbo de Alexandrina Maria do Es-
pirito Aaulo, >>. das pobre.)
Manoel, pardo, lilho de Audreza Maria da Par !
mezes.
Mana, branca, falla de Maria do Carmo, 10 me-
Pacifico, pardo, e ra Liberal, -j mezes.
Geraldo, crinlo, escravo de Joao Baplistl dos San-
ios Lobo, 40 annos.
Arrliangela Tbereza de Jetut, parda, solleira, SO an-
nos, (pobre.
Idalina, parda, filho de Casimiro Reis Come*, 2
annos.
Alexandrina Maria da Coneeicao, parda casada, 2>
Joa
s
La
Em
i
Li
nnos.
"' Af^'fno, escrava de Antonio Goncalves dos
ianlos, 55 anno.
z, crioi.lo, escravo de Joao Francisco Xavier de
moza, 2 annot.
Ile-n. s doloroso, poicm uccessario, locar nesle
fado escandaloso.
Alem .la* coii-ideracOes que (emos olTerecido ao
retpeilavel publico, juiz severo e imparcial que lem
de jn'c-r a rondu.U do Sr. Bltellila em rrlafAo ao
' '""" Sr. Pinbeiro, cumpre repehr provar qua o Rvm
iglio, pardo, filho de Jo- Miliao Dias, an- vig-rio he inlimo amigo dn Sr. E-iellil.
Todos sab-ru em lioianna que o Rvm. viaario pri-
va com esle homem ; e mais .le doas mil pessoas les-
leniunliarain na manir., em seteinbro do anno pas-
sado, o modo enlhn.ia.lico, cnm que o juiz cabalis-
ta grllava aos seus asseclas :- *
gano, o nosao burn amigo, o
lien
Africano, aicravo do Manoel (oncalves Braga,'
30 annos.
Padre Leonardo Jola (irego
Pnosle.
(^omntuuieadod.
s.
AO PUBLICO.
Eie. oSr. arcebispoda llaliia, primaz do Brasil,
retinando a arcuiac.ao feila pelo Sr. Dr. Feb.z
ciiftlra,. d>>. h__ __. -i~_i. .. _.._____i.
-------------- -" ...-n.^.iu .t'i.,i pnu Ol. Ul ITI.ntl
onlra o eu coniendor ; dando pleno leslemuiiho ?re
da eiarlidao e fidelidadecom que esla formulara os --"- --- f B---
qoisilot retpecdvos na controversia que c. m o mes- 1mor <'u? "5o P?'lc sah,r de e,sa Dara "?'' "
mu Uvera ; e declarando oulra vez estar elle ero d"erM de P""1'"-
erro, bem que nao Ihe caiba anda a qoalificacao '
de herage. (*, io
Illm. Sr. Dr. Filippe Nerv Coll.co.Accuso a re- ge
'pcao da eslimadirsima caria de V. S. de K do cor- r
iitlam m miiiLi i___
rente, e muilo agradteo as obsequiosas eipreisO
com que me distingue, mais propnas de sua bonda-
de que de roeu merecinienlo que he n*nhum.
Kespoudendo ao qo* V. S. ma propde para jusli-
licar-se na imputarlo que Ihe ha tido feila, de falla
deezaclidaoelidel.dade nos quesilos que formulou como llsc"' da rieic.Ao. qu.
na su conlroversia com o Sr. Dr. Feitoza, presen- ,u" PO'?1 <" J01 de dlreito interino,
lando dominas di>ersas .das que se conlin no .lis- .. Aa d,c.lso? do Rvm. vigtrio eram tempre favora-
coiso driie senhor, pero licenca a V. S. para obser-
var-lh que me parece desoecessana a declara^ao
deseja. tj^ ,7o tendo pott'l ronceber-se
que
-^^- ...... D....,.v i><>*mtri i .m'.tvb. ..t-
fiw urna commjj.io rompotfa de eclesisticos respii.
mi ci.i e viui versados em taet materias, examinando os '
mencionados queiitote as cartas de V. S. rarucripa
no Ulano de Fernambuco, deixasse de ler de prestar
a man sena atlcncdo ao discurso que era abase da
aiscussiw. Julijo.puis.snUicieiitea resvosta que 7. S.
acaha de dar peo referido Diurio de 14 do torrente.
i-.ntret.uio deto francarueiue dizer a V. S. que
nao ru parece ajustara a qualificacao de herege ir-
rogada aoSr. Dr. FeMoza. Semelhenta ola nao
cabe aquelles que promeltem ezplicar o feu pena-
menlo ou o scutido de suas palavras, protestando em
lodo o caso urna completa submissAo ao juizo da
Igreja.
fao se he herege, diz o sabio eardeal Goustel com
iodos os Iheologos anligos e modernos, se nao quan-
do :e he ronlumaz, cbttinado ou refraclario para
corn a igreja, o que seguramente se nao pode anda
airmar d.. Sr. Dr. Feloza Al disso para ler
lu^ar a referida ola, ou urna formal eondemuacAo,
era do misler diDereule processo.
A caridade pede que se poupem iguats epilhelos,
empre dolorosos a um filho da igreja, embora eneja
emerro, sem malicia ou pertinacia, e cumpre aguardar
a ae/eza que elle promette apresentar-me e a oulros
prelados e mais pessoas competentes.
Minio desejo ver :termina I* esla desagraJavel
quesiao, nniudo minhas rogalisas as dos ajniios de
V.S., espero qoe pela sua parle, tranquillo com a
approvacao da doulrina que.iao hbilmente suslen-
loo, rara cessar ludo o que possa desafiar novas re-
criminacOts, c alimentar o e-pirilo de discordia e
conlensao que segundo o apostlo, oAo he o espirito
nem o cotluma da igreja de Dos.
Por amor oa joslica devo lambem declarar a V.
s. que as ultimas palavras da niinha caria, convi-
oan.io a V. S. para combaler o racionalismo, nAo se
reren,m de modo algom ao Sr. Dr. Feiloza, mas em
ral aos autores ou sectarios de 13o pernicioso svs-
Crea Y. S. que ronlinoo a ser coro pereila esli-
ma ae \. ,. moilo alenlo venerador e obrigadtssi-
mo servo,
ii u. o- !lomudldo, aretbitpoda Baha.
Baha, 2o de julho de I87.
O PROCESSO PIMIJiKO.-O AUTCRATA DE
GUIANNA.
Em quasi Iodos os punios do imperio sMile-se a
benfica infloenc.a do rgimen de conciliacao ; a a-
mtzade e a concordia geiierilisam se e cx'pellem do
sem da ramilla braoleira os odios pessoaes, as Iotas
de rivalidades, as ambicOes locaes e todas estas pai-
.ue-rerozes, que se desenczdeam na exallacao dos
partidos. .
Goianna he, laJvez, o nico poni onde aind, v- |,,,mAm*,- : ,-,.
se remar a inirnizaie sem lunil.....a soa accAo. *,l,mfl".e "."den os haplisados de pn-
Dous padidos do mesmo credo polilico, a cada um
.loa qnaet esla unida urna fraccao do parlido liberal
combalem-se com cretcente pertinacia, e da parle
de um dilles ha furor selvagem, e imolacavel sa-
lina ; lio elle o aggressor na imprensa, o primeiro a
lar ,, sigual de guerra, o que c. meca as hosllUdades
e u que O creador desla siloacAo desgrajada, com o riso
no labios, conlempla alegre os progressos de sua
oiira, e novamenle unido ao genio da inlriga, rliega
pama a To^ueira : ambos lurvam as aguas era que
querero pescar. ^
-Enlreguesa' lula, nclla embebidos, os Goianak-
as nao relleclem que se devem unir conlra os aven-
lureiro-, aulores de sua desgrana Tarde conhece-
'ao o seu erro.
Sim, oSr. Estellila, infiel ao procramma do gc-
vrn, anda he o hornero rancoroso o Vingalvo" o
juiz poltico que se eobililo* o inslruinenlo das vin-
Rancaa de um partido ; a autoridade que transige
corn o enme, e alropella a innocencia |
O processo do Sr. major Anlonio Pinlieiro de
Mcndouea, e as irregularidades, exposlas por esle
seniior ao publico em duas correspondencias, provam
0 que fica dllo.
O Sr. major Pinheiro nAo quer ser julgado por
umieu immigo capital, e o Sr. Eslellila, resislindo
aos motivos de suspeicao por elle allegados, perma-
nece na cadeira de juiz cora uina teuacidade qoe o
acua.
Oulro homem, que nao detejatse ezercer vingan-
eu mesquinhas, oulro homem, que amasse sua re-
pulaeAo, ponderando as circumslancia pe. qoaes
toa decirao devesse parecer injusla e parcial, te re-
tirara da atsaz embarazosa posicAo do julgador, que
ve de um lado um inimigo capital, e de oulro om
amigo intimo. .
E cumprlria assim um dever impotto pela con-
ciencia, um preceilo da razao, admillido no uosso
cdigo do processo crimiiial.
t) rumprimeiilo dessa obriga^ao he imperiosamen-
te erngido pelas proprias conveniencia.
Debalde prelendera' o Sr. E-lellila. que sna sen-
teurja de pronuncia conlra o Sr. major Anlonio Pi- ,,, Despez*
nheiro do MendonCa seja considerada josla : lodos (l ?<" e pegou a l ui
acredila.Ao que aquello senhor anroveitou a occas.An Aniorim, impoi
--------------,- "J" !_.ni"l ICI (KKI lU-lrl Wl
acredilaiao que aquella senhor aproveitou a occes.a
para dar largas aos seus instiuclos de vinganca, ao
mesmo lempo ferozes e vi*".
Ma* do que itto : acredilarao moitos que a pro-
nuncia do Sr. Pinheiro he roa.s om meio, sem con-
tradiccao ignobil, que o Sr. Estellita eicog la para
lazer triumpliar o seu conhado ua proiuna eleicau
de depotadot proviuciaesl
Ueste modo e-lranliavel, altamente rcpreheosivel
e e.candaloso, he claro qoe o Sr. Eslellila concorre
mu directamente, para que seu nome, cojo juiz se-
l detacredilado, manchando com mais urna nudoa
Wfa e iodelevel as vestes do sacerdocio indi-
ciarlo.
Mas um fundamenlo havera' para que o Sr. Es
lilla />oze t\n emipctn a- n~..,.i __.- ._ ;_____
-------------........'i'"11!!' iiavera para que o r. t.s- : : /" "" *"^" ^ ..
telina Soze do coi.ceilo de parcial, viugalivo.iucons- ,. ae Jnho de 185/......
cienciuto e infractor da lei. liem 1ue P3*" <> mesmo, porlim-
Jujze pan. he o duplo papel qua lie reprsenla Par a Pra,a- .....
ne>.e processo inquisiloral. n*m 1"e se PW Seraphim () Sr Eslellila be reconhecidarr.ente iulmiizo ca- .. "'*'' conc"lo de lanterna. .
dem que te patn ao padre Freir,
pela concerta do relogio. .
dem qoo se pagpo 132 misaas de'la-
,,iVi ,r ^"'"l,a he reconhecidamenle inimigo ea-
piiaijiosr. Pinbeiro, as mutua deseomposlurat da
ele.yao de *elen.bro do anno passado, enlre elles pro.
ouzram etsa muloa ma" volitada por todos conheci- -/pr- ..... -
da. e,sa inimizade capilal que cada tezs.azeda Ilomgad0,d,,fl,a,l(".......
man. dem que se pagpo ao reverendo viga-
A parle da correspendencia pela qual responde
sr. i mlieiro, em que he aecusado o Sr. Eslelli
como co-r,o do Rvm. Sr. vigario, deve ler f
crescer in.lubilavelmenl e-a malevolencia, que
arde no animo do joiz Torquemada conlra o nosso
SulIKOa
A avertao do Sr. Eslellila conlra o Sr. Pinheiro,
ne mu mlensa, etsa iulensidade ainda e dcscobre
rito
------------, c^^a uiitii.Muaue oin.ia se oesconre ...r* -^-^" ,. uc
ev.denlemenle na cooperacao daquelle para um ca- ,, ","hj de l85'.......
amenio infeliz da filln do Sr. Pinheiro. Ha pouco Uem que se pagoda fr. Ernesto, por
man de dous mezes. o bom pai chorava a dtnraea lo.car ors,n d* P">i'o de ju-
immineule de sua lilha, que felizmente pode .vilar n--de ,8^ 30 Jdnlio de
"m a"'.o d. amigo,, com os conslhos .es- .,__ i8S..........
r... I--------. "">is", com os coutrllios
rorcos proprios conlra ot recurto. da pol.cia, do j
de orpbaos e da adminislracao espiritual, que lo
se empregaram cuidadosamente par ler mais
dissabor cruel o nosso amigo.
nli
doi
um
Oucemi.s o nosso vi-
oara aujo lolellarl
Oocemos, tenhores, oucemot com alliu^ao pro-
funda !
O enlhotia>mo era lal que elle nao sabia dizer__
ouc,amos ..
O Rvm. vigario he demasiado pacifico e tambtin
nervoso... fose das siluaees critica, e guarda em-
uma distancia de cem leguas do pengo. Na qua-
do cholera elle deisou-ie posuir de 1,1o grande
ICO, UO |I.O OH.
I'ois bem A lula elitnral ca mais q(l (umol-
isa ; o tumulto manifes'ava-sc em evee-sos selva-
as e com violencia indisivel ; havia porlalo pe-
--Oj mas esle nao deteve os passos do Bvm. vigario
quando soou Ihe aos ouvido* a voz do amigo qoe pe-
dia o seu auxilio. Prelo corran igreja, e loman-
do assenlo ao lado direiln do presidente da mesa pa-
rochial, soa opiniao foi mil vete* invocada pelo Sr.
P|tellita para decidir as queslOrs, que elle susdlava
mu fiscal da eleicAo, que ditie ter em virlode de
ha
as ao Sr. Eslellila.
Esle laclo dispensa a e\hibi.;a.i d'oulros ; porque
l bstanle para provar a inlimidade, que ha enlra
adversario do Sr. major Pinheiro e o iucompelen-
jaiz commam.
Basla por boje. Conlinu aremos.
O estupefacto.
Goianna 1 de asoslo 18.7.
SONETO
offerteido a Illm. e Enm. Sr. |). Almerinda F.
de A. P.nlo, disna irinAa do meu illustre amigo o
lenle Bellarmino Piulo de Araujo.
Suspende, oh virgem, la linda fionle
Para que eu possa cantar la ventura,
Cum raeus fracos e apouca.los versos
Ilomenagem render-le, ol formotora.
Ei-la como a rosa ao desponlar,
ISa encanladora cor e meigo riso.
Ei-la con.o a azucena pura
No garbos i porte, chala d sizo.
Com ligo a nalureza alegremente
Dru ao mundo oolro ful.'uran(e,
Qual ni it'ilni.1 estrella nu oriente.
Adorada pelos velhot charos pai,
Querida pelo irmAo idolatrado.
Tu s anjo, oh virgem, se nAo mait.
Por /. /....
Resumo da recelta e despeza da rmanda-
de do Sanlissimo Sacra ment de Santo
Antonio do Recife, de 1* de julho de
185G a .10 de junlio de 1857, sendo juiz
o Sr. liemetei-io Macjel da Silva, e tlie-
soureiro "Francisco Antonio de Brilo.
fleceila.
Pelo saldo recebido do ei-lhetoorriro,
em 8 letlras em ezecncAo e divi-
das, diohe.ro de prala liza- 18)8913
dem importe de joias do juiz Heme-
lerio Maeiel da Sjlva..... 10t30<>0
dem importe do eicriv3o Tiburcio Va-
leriano......... ; jOJOOO
dem que rendeu a salva na npite de
, *alal.......... JOUO
dem que rendeu a salva de S. Sebas-
liao q urna esmola que deram. lrj.?!l|0
dem qoe rendeu a salva do dia d S.
Amaro.......... Itji'.IO
r,isados de pri-
meiro de julho de 1836 a 30 de
junho de lfj7.......
dem que rendeu o palrimonio da mts-
ma irman i. ie. aegundo o rece-
bimeplo dos procura lores. .
dem que rendeu as total lias quinta-
felraj de primciro.de julho delHfi
a 30 d juliho de 1837. .
dem que.rendeu'as caixinhas de pri-
meiro de julho de 18)(i a .10 de
junho de 1837.......
dem qu rendeu a entra las de irroaos.
dem Impone de 28'.i rovadot de bar-
regana que se vendeu a Jote Es-
leves. \ ..nina.......
dem importe a fr. Blonra 38 dilo. .
dem imporje para o eorpoSmo a Joto
Licio 81! covados,.....
dem que s^recebtu da irmandade dos
Passos..........
dem que tendea a salva na seila-fei-
ra de Passos........
dem qoe se .recebeu de D. Crdina.
Leopoldina, etinola por 1 calata
cutnba para deposilo.....
dem importe de 2 barns vasios que se
vendeu........*'t
dem importe da ti' libra* de""rilas
d esparmacele que aobroo do se-
pulchro.........
I lem que sej-ecebeo do padre Creso,
do reto da alcatifa que te ven-
deu pira S. Pedro.....
dem qo te recebeu de Jordao Jos
Fragozo, de foros do sobrado do
paleo da Malrit......
dem qoe se deve a Miguel Joaquim
do Reg A; C, imporl.de Jco
caibros ptra oandaime. .
dem que tu deve a fr. Jorge do Car-
me, l(i,3 caibrot. ....
quilinos e oolras despezas judi-
cim'. e approNaca i .le eoola, .
que se ga rraneiic Jos do R-go. .
dem que ... gatl.g ccn, ,Uieiro d. ir-
rnA.is pol.rea. .
dem que se gastn de divera* '..bjec-
lut comprados para igr,ja felio
de oulras obra leilat para mes-
ma'igreja.........
dem que -e gastn com o m.tire pl
dreno, feiljo do aii.:aiine, cordas
laboas e caibo*.......
dem qoe se gaslou de concert* ero dl-
vertot predio* do racimo palri-
monio da igreja. a
IJara qua se gaslou cora Dionisio Hi-
lario Lope*, por saldo de cera
qoe se devia lomada pelos raeus
antecessores........
dem qjie se gaslou ce m JoAo Moreira
Marques, (aldo que a irmandad
devia ao mesmo......
dem iiur e Sasloo com Domingos Jo-
te- Ferreira Guimaraes, que se de-
via..........
dem que s. gastn com Mendeti Bar-
rol, laido que se devia. .
dem qoe s gasi0lI com joqaim dB
Satil Anua Monteiro qua s devia
dem que se gastn com Zetirino de Li-
ma Cavalcanli, p,.|, segunda
preslacao da obra do tecto da igre-
ja............
dem que te gaslou com Francisco d
I'.fula, por conla de parafuso.
dem que te gasloa com aluiual de ca-
deira e velas por seu antecessor.
dem qo se gaslou rom mulla a c-
mara, aunoncios da Diariosu
carrelos e oulras de-pezas. .
dem enliega que fa^o ao thetoureiro
aclual em 8 lettras ern ezeeo^ao,
; dividas, el ni li- :-ro, prala lisa. ,
| dem mai ao metroo em dinheiro. .
| dem saldo qoe a irmandade me devia
quinde serv merinamente de
l'n-o irrirj.......
dem importe de 101) caibros compra-
dos Miguel Joaquim do llego
Barros......
rldem importe de 10-3 eailuoi a fr. Jor-
ge do Cirmo...... .
2105760
983960
879160
80850M)
ilH?080
17.9380
uWsVtn
1:052500(1
138#090
:il3200
52200
2O0JJO00
155000
3.35100
715690
184S9I3
16>353
1859512
1765000
4500
lWtt'&ft%Q $0 JDPStJ.
12:2039193
O iheioureiio.Francisco Antonio de Brilo.
Pernambuco, 30 de junlio de 1837.
:0feJKsS$64>
CA MUIOS.
Sobre Londres, 28 d. a M) d.
* Paria, 346 r. por fr.
Lisboa, 92 por % de premio.
Ra de Janeiro, 2 por 0|0 d deseonlo.
Aeeio do banco 50 por cnlo de dividendo por con
la do vendedor.
companhia de Brberibe 6OJO00 por accao
companhia Pernambucaoa ao par.
Ulilidade Publico, 30 porcenlod. premio
lndemnisadora. 61 idee.
a d estrada de ferro 20 por Om da premio
Disconto de lettras, de 10 a 10 por cenlo.
AccfJes do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Oncas liespanholas. 29J5O0 a 3O90C0
. I6900U
. I65OOO
. 9OO0
. 290OO
. 29OOO
. 1 19860
Mocda de 650O v.lhas
69OO nova-
* 49OOO. .
Prala.Palacoes brasileiros. .
Pesos olumnari.s. .
a n.ezicaiio*. .
3755120
9:ili!l5283
1995000
739310
66.35OOO
89500
589500
865000
Ki-'rOO
I9I9O
IIINIIIO
25OOO
49875
2679000
55IO
175000
199300
iz Jos da Coa-
. iii|io. te de 1 barril
de azeile doce......,
dem que se pagou ao mesmo, f barril
azeit oolro oe finita branco pa-
ra gaslo da igreja......
dem que se pagou a Seixa A; Azeve-
do, 1 barril dg vinho branco pe-
lo meu aulecet'or......
Mem que sa pagoo a Moreir tV Fra-
gozo de tintas, incens a oulras
cousal. ,........
dem que se pagoo ao Sr. gaarda, de
roupat Uvadas e engommadas e
oulras despezas a seu ca.go de
primeiro d julho de 1836 a 30
dejunho de 1857.
rio coadjoclnr e o menorisla dat
rnissas de quinta-1.-ira de pri-
m.iro de julho de 1856 a 30 de
junho de 1857......
dem que se pagou a Alea'ndrin
Pedro, pela orcheslra as roissas
canladas de quinta-feira de pri-
meiro de abril d. 18-56 a 30 de
iuiihode 1857.
( ) as cartas do amigo Y ao amigo /. nao tai o
sr. ur. reiloza qualihcado de herege nem urna so
ver. u que nellas s. disse foi qoe sua doulrina era
berelica. Sem .luvi.ia ha muila dilleren; enlre
lima e outra couta. t> esle senhor queiiou-t. disto.
Toi com o mesmo fundamenlo cun qoe qoeiiou
de ler sido qualihcado de alheu, quando apena
Ihe dia>e que, te conliuuasse a ducorrer seguini
mesmo melhodo que seguir ern seu discurso, man
depressa do que pensava caiiiria no horroroso abvs-
mo do alheismo especulativo, como havia aconteci-
do a alguna pliilotophos modernos da Allemanha.
A publicara.) da carla cima he apenas o desem-
peiihn de um cornproraisso conlrahidu para ron. o
eu illustre autor, a quera psdio-sc que houvesae por
bem declarar te a commissao dot dignos lentes que
examiuaram a quesiao leve ou nlo pres.ule o dis-
curso do Sr. Dr. Feiloza, e se 01 quesilos por tile
ecusados de inexactos e inlieis arham-se ou nao
cuntido no mesmo, proletlando-e fazer publicar a
sua reapusla qualqner que ella fosse.
1. Se o meu rancoroso iuuuigo, disse o Sr. Dr.
I eiloza em um dot seus ullimos cominomcados!
calumniou-me quandu formuloo a primeira qoes-
llo, relativa a" libordad de Dos e ao poder dos
molivos sobre a vonla le divina, sallou pur cuna de
toda I verdade, de ludo o decoro, de luda a hones-
tidad, quando propoi a secunda ques a>, ele.
S. Ese. .. Sr. rrebiapo enlen t que e-las e u-
(ra. aecusaees mais, a que reeorreu o Sr. Dr. |>i-
loia como uilima laboa de salvaran, acham-se loiD-
coiilemeiile refolada, pelo commuuica lo Iransc.p- dem que se pagou decima, provi, .i.i;
lo no Diario d. U do pastado, acr.tcenlando nao I de senundo ?. "..."SI'"'"-"?*
ser neeesssrla nenliuma declaracao de ua parle,
porciu. nao he possivel conceber-sa que lal cooa
podis ler lugar, alenlas as quali tades que des-
1 "rii o reapeilavei roemhros de qoe se compoz
a commissao encanegada de (laminar a quello.
Se um homem lionrtln e brioso nio pode deiiar
.le rnrher-e de Indignadlo vendo se la., calumnio-
s.imenl acensado, lambem n3u pode deisar de sen-
tir grande prazer e salisfajao, vendo qoe 13o viclo-
nntamenle pode refular at aecutaroes que astim Ihe
ro feilas.
dem que s .pigou ao capella pela
nnssa da eleicao e acoropanbar
10 ceinilerio os irmaot fallecidoe.
dem que ss pagou ao irmao guarda da
mesma igreja de seu ordenado de
18 de julho de 1856 a 30 d* iu-
nhode 1857."...... .
dem que se pagou ao srvenle de
primeiro de jjjlho de 1836 a 30
d julho da 18,57......
dem que se pagou ao conlinrio l.o-
balo de primeiro de abril de
18.56 a 30 d. jalho de 18.57. .
no o 1 i0IU qe sa Bas|OU conl a ptcilflll a
Corpus Cliria.tr.......
I lem que >e gaslou com a mis canta-
da nole de .Natal......
dem que te iiaslo com a fe9(, do Sr".
Bom-Jeiqs.........
dem que se g.slou com a fesla e lailai-
nh de S. S.ebaliao.....
dem que se gaslou corn a procissflo de
eulelllli).. ,
dem que se galou com a missa e se-
pulcro de quinu-feira Sania. .
dem que se gailou cnm a miasa eanla-
da Domuigo de Patchoa. ,
I Jun que e gaalou com a fesla de Cor-
pui Chnsii........
dem que se Katoo com I i olcios de
Agona pur irmao......
dem qoe se gaslou com infragios da
iniasai pdi almas de irinus falle-
cidos.......
dem que se paenu de decimas na me-
sa geral di. auno de 18.51 ale pri-
lueiru semestre de 1856 a UlS,
de segundo aemeslr. d 1855 ao
pri ..eirotemeslre d.1856 a 1857.
dem que te gaslou com ollicio da ir-
mandad. ,
I lem que se pagou a Fortunato Car-
duzo, iinporle de cera easla na
igreja de primeiro de 18.36 a 30
dejunho da 1837......
dem que se pagou ao mesmo' lasDorli
de cera lomada pelos ineus anle-
cesore..........
dem que se pagou com despezas de in-
12:2035193
525390
143*986
655000
295140
1815:190
195O00
2.^)00
I9000
1325000
1059060
2625OO0
TlliNKlll
2O5OO
537I22
2199033
2505000
939000
' 759940
39960o
675760
IIONMX)
1389410
569000
129280
179920
I205000
1:6149831
7049242
9.3,5520
li.3>97.5
8359900
Caixa Filial Brasil
EM 3 DE AGOSTO DE 1857.
Directores da semana os senhores : Ma-
noel Concalves a Silva e Jos Pereira Vi-
anna.
a caisa desconta lettras a 10 por cenlo ao
atino, o toma dinheiro a premio de confor-
midade com os seus estatutos.
ALFANDEA.
Rendimeulo do dia 1 a 3 1 .
dem do da 4 ,
34:0965383
33:2123774
67:3095159
Descarresam boje 5 de agosto.
Barca inglezaOlieronferro e carvao.
Barca francezalindamercadorias.
Patacho porluguez.Mara Ignezdiversos genero
IMPOBTACAO.
Iliale nacional ulnveneivel vindo do Aracalv,
conaignado a .Marlim & limo, inauifetloQ o se-
guinle :
568 couros talgados, 11 mollios courinhos, 3 gigos
2 paroles e 1 i hu ul lio calca lo, JU saceos oilicica
6i ditos gamma, 7 d.los cera de carnauba, 34 caias
vela de dita, lo barrica sebo, 3 dila* carne, 2 far-
dos pr-n., | raixao e 1 pacol queijos, I tacco milho
I n. ilij, p.lha de carnauba, I i-an.io ovo; a ordem.
BriKe nacional Camaruan v.u.lo do Kio Gran-
de do Sol, conignado a Amorim & Irmo. manifet-
(ou o seguinl :
10,528 arrobas de carne : a ordem.
Vapor nacional Paran, viudo dus porloi do tul,
manifeilou o seguinle :
I caizao lunera-.. ; a Christiaoi & Irmao.
1 dilo dito ; a Joaquim da Oliveira Mais.
I dito dilo ; a Joaquim Siqueira Pernio.
I dilo dilo ; a P. Maetlrall.
1 dilo e 1 yolume dilo ; a Carla Saenier.
1 dito e I dilo dilo ; a ordem.
1 volume dilo ; a M. F. al Mala.
3 ios dilo ; a Manoel P. Lacerda Vernsck.
4 dilo* dilo ; a Fejr.jra 4 Araujo.
2 -tiles dilo ; J. Pinta Regs de Sooza.
2 ditos dilo ; a JuJo Jote de Carvalho Morae.
1 dito dilo ; a I. I. M. S.
1 dilo dilo ; a F. P. l'igueira de Saboia.
1 dilo dito ; a Bernar un. Senna Silva.
1 volum d.lo ; a Luiz da Cosa porto.
1 dilo dilo ; a Jo linaria Oliveira Kego.
1 dilo dilo ; a Hiplito Domonl.
I dilo dilo, 1 aliar e seus perleuee; ao comraan-
dsnte da eslarao naval.
1 caia ignorase ; a Saporili.
2 taceos ignora se ; a A- F. B. Sa Menazes.
10 dilo dito ; a Marques B-rrot 4 C.
2 ditos dilo ; a Miguel Antonio da Costa e Silv.
1 can* obj.clos no valor de 7:0003 ; a Brender a
Brandis.
I pacole ignora-so ; a Movaes & C.
I dilo dilo ; a Miguel Jos Alves.
I dilo dilo ; a Manoel Alves de L. Gordo.
I calzle dilo ; a Carvalho & IrmAe.
I dilo dilo ; Ricardo de p. & C.
I dilo d lo ; a Rolron Rookrr & C
I caizinlia dilo ; a Manoel J. H. e Silva.
I hcela dilo ; a Jos A. Amorim Garca.
1 caiiiuha dilo ; a Manoel Francisco oncalvcs.
2 barricas dilo ; a Senvronio O. B.
Vapor nacional Imperador, vindo do norle, ma-
iiifeslou o seguinle :
I caia ignorase : a Nicolao Brunn & C.
1 Caizole dilo ; a ordem ; a ordem.
I dllo dilo ; a Jos Cuilherme Cumiare-..
I dilo oilo ; a Caminha & Filho.
1 dito dilo ; a Manoel Goncalves daSiva.
1 dilo dilo ; a Jos Nunes Cardozo.
1 eaiiSo dilo ; ao Dr. Pedro A. Moscoto.
2 dilos dilo ; ao Ur. Jos A. da Silva Pilanga.
3 barricas e 1 encapado ignora-se ; a Novaes & C.
1 dila dilo ; a II. Gihton.
1 entumido dio ; a Paulo J. Tavare.
34 accos reijao ; a Jola Ferreira Ramos,
1 volume ignora-te ; au Dr. Anlonio T. Belforde
Rozo.
CONSULADO GERAL.
lien lmenlo do dia 1 a 3 .
dem do dia 4 ...... .
6:6015091
. 7.1075112
I3:708>533
DIVERSAS PHOVINCI-f."
nendimenlo dodia I a 3 .
dem do dia 4......
3689958
7.38/11 u
1:0255077
DESPACHOS DE EXPniUACAO PELA MESA
DO CONSULADO DES!A CIDADE NO DIA
i HE AGtSTO DE 18.57.
PortoBarca porluguera ...V. S. da Boa Viagemo,
flioioaz de Aqui.o Fonseca ^ Filho, 400 tacco
a*tucar miscavado.
PorloBarca porlugoeza nMaria Falis, Joao da
Si va Ferreira, 5 meias barricas attucar branco.
LiverpoolBarra ingiea nGeiievieveo, Johiiston
Paler (J C, 400 siccos assucar branco e ma>ca-
va lo.
Liverpool Barca iogle?a uPilolfishi), llenriques
Gibton, 886 saceos assucar mascavado.
LverpoolBngueinglez uGaonllel, llenij Gib-
on, 1.500 Meros assucar mascavado.
CanalBr gue inglez Corbes, Scell Wilson &
C, 291 saceos a-iicar mascavado.
B.ieno-A>re lar 4 OUveira, 320 barricas uiaocar branco.
HavreBarca franceza Porta Rico, N. O. Bieber
& C. 900 saceos assucar mascavado.
Rio da Prala Patacho porlogoez S. J..<.., Isaac,
Curio v\- C, .30 barricas attucar branco.
LisboaBarca porlugoeza .liraluiaoi), Pedro Bor-
gas de Cerqueira, 11 siccoi gomni.
RECE Br. DORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
HAES DE PEKNAMBL'CO.
Ken lmenlo do da I a I 2:570t>t(i8
ld*m do dia 4....... 960/21 :l
Navios sabidos no dia 4.
I.i.boaItrigo porluguez ..('. n-lanieo, capillo Au-
gosio C. dos Reis, carga sssaear e mel. Pa.a-
geirn. J..s Marlim IV.Irosa, 2 filhoi menore* e I .
eriada, Jor.lao Jo Fragoso, tua tei.hoia 5 fi-
lho menores, I). Mana do Carmo .Nones, D. Mi-
na do Ou au e I criada.
Par e porlo* intermediosVapor nacional apara
ni), .'mmaiidante F. F. Borges
Rio de JaneiroVapor ingles Primer Argentino,
commandenle Gnrinel.
toKUw.$i$
companhia
Pernaiikhucana.
O* Sr*. accionista* da Companhia Pernambucana
qaa lubtcreverim nova ar(ie., a qoe anda nio
enlraram eom a segunda presumo de 30 por cento
Sl fina de junl.o prximo passado, slo convi .ado*
s ver licar o referido pagameulo ale 15 do eorytnte
roez de agotlo, oo escriplorio de Anlooio Marqu.
ds Amorim, ra da Cruz n. 45.
-.- O Illm. 8r. inspector ra thesour'
provincial manda fazer publico, quedo du
3 do crrenle por dianle se pagarSo os or
denados e mais desp-zas provinciaes venci
das,at o ultimo de julho lindo. Secretarii
da thesouraria provincial de Pernambuco 1.-
de agosto de 1857.--0 secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunclacSo.
CNSELHO DE aDMIMSTKACAO' NAVAL.
Sao tendo-se effectuado na sessSo de hoje
do|conselho de administraQo naval o con-
tralto, conforme se havia annunciado, rela-
tivin.iMiie a compra de ohjeetos, compondo
o fardatnento de praQas embarcadas nos na-
vios da rmala, visto como fomente urna
ca proposla foi exhibida ; manda o mes-
conselho fazer publico, que pois fica isso
isferido para'a sessSo de 8 do correte
mez, sendo que os^relendentesdeverao em
tal ili.i, c al as 11 horas da m-.nlia, apre-
seritar as suas propostas com declarar^So de
prerjos fixos. Os objeclos a romprarem-se
sSd : 30 fardas de imperiaes msrinheiros, 30
calcas de panno azul, 300 calcas de brim,
3tf camisas de dito com gola azul, 30o di-
tas de algo lo azul, 300 ca leas de dilo dito,
luniiis, 200 lencos de se la preta, 50 pa-
desapatos. Sala do conselho de admi-
rarjo naval em 3'de agosto de 1857. O
secretario, Alesandre Rodrigues dos Anjos.
-- A administragSo geral dos eatabeleci-
nie ilos de caridade manda fazer publico,
qut no dia 6 do correnle, pelas 10 horas ta
ihSa, na sala das suas sesses, continu'a
ri-THlacHo das casas ja aun nciadas. Ad-
tnit istracii geral do estahelecimento de ca-
un
mol
Ira
600;
res
nis
rid
de ? de agosto de 1857.O escrivSo,
Amonio Jos Gomes do Correio.
Til E A TRO
lauta Isabel
COMPANHLA FRANCliZA.
| /ec/a-/tf'a 7 (/e aaoj/o,
Teirceira representando dos artistas fran-
cezes do theatro imperial do Rio
de Janeiro.
UVUE 3. CBAPITRE 1
Comedie en un acle do llieatrede l'Odon.
Seconde repre-enl .11..11 de
LA CHDE SENSIBLE
1 rem eie represenlation de
l)E\ND O^i \TTEXD S\ BOIRSE.
\u.leville du thealre du P.lai Royal.
0)s Lnlleles acham-se desde ja a venda uo Intel
DK.ez em in.ii de Mr. Pascal, e os dia do espect-
culo- no escrii'lorui do Ihealro.
Gomerar as H liorat.
THEATRO
DG
O espactaculo annunciado tora' lugar
no dia quinta feira, ti do corrente.
Gabinete ptico
ATERR0DAB0A-\ISTAN.4.
O director deste salo, participa a seus
(Ilustres favorecedores, que leudo-se de re-
tirar desta provincia.offerr'ce-lhes esta sema-
na urna agradavel expsito do vistas no-
vas.
GUERRA DO ORIENTE.
I.' Os fiis retratos das piimciras perso-
nagens do mundo.
S. M. Nicolao imperador de todas as lius-
slas.
O granle duque Alexandre,principe e her-
deiro.
O grande duque Constantino, grande al-
mirante.
O grande doque Miguel.
O grande duque Nicolao, acompanhado de
seus generaesetc etc.
2." Embarque em llalaclava, os alliados a
bombadeiarem Asapal.
3." O grande bombardeamento de Sebas-
topol.
*. Assalto de Sebastopol, em 8 de selem-
bro de 1855.
5. A esquadra anglo-francera passindo
no mar Bltico.
6." A S80guinolonla balalba do alma por
outro ponto.
7.* A sanguinolenta batelba de Inker-
man ele.
8*0 grande bombardeamento de Odessa,
oslnglezas bolando foguetes a Congieve.
9 A medonha batalha das trinebeiras
francezas, em 8 de selembro de 1855, a noi-
te da lomada.
10.a A cidade do Rio de Janeiro, tomada
da .lia Galhao.
11." Vista de Santo Antonio em Pernam-
buco.
12. Vista da entrada de llamburgo.
13 A abertura de Sepulcro de .Napoleiio
em Santa Helena.
U. Vista da cidade de Londres.
lo.' Passeios e jardins do imperador da
Roana.
16.' Jardim das larangeiras em Paris.
17. Casa da moeda eu, Paris.
O saiao estara aberto das 7 at as 11 da
noite.. Entrada a lo rg., e os meninos de 8
annoa a 500 res.
^*i0ol %;%.&.
3:$3ttaG8l
CO.Nsll.ADO PROVINCIA...
Ren lmenlo do dia I a -I
dem do dii 1
1:9679094
8:3079389
Para o Assu' suliu no dia 8 do coi-
ente, o In-m coohecido briguc Sagits-
rio.i, o qual rccelxi carga alt- o da ti, e
panageirox ale o dia da fallida (8).
PARA O ASSU".
Segu com a carga, que appa ccer.o brique
nacional I.Ivir : quem nelle quizer carre-
gar, entenda-se com os consignatarios Jos
Joaquim Dias remandes & Filbos, ra d
l alela do Itiicif.".
--- O Irrigue nacional Elvira, precisa de
marlnheiroa" naciunaes, para a sua viagem
ao A-su : a tratar com o capitao a bordo.

MUTILADO
.

ILEGIVEL
*
;


DIARIO DE PERNAMBUCO 01 ARTA fEIRA S DE AGOSTO DE 1857

A carac.
Segu com brevidado o palhabote Sobra-
lense, capitao Francisco Jos da Silva Ratis,
receba carga e passageiros : a tratar com
CaeUno Cyriscoda Costa Morcira, na ra da
Cadeia do Recite n. 2.
Aracatv
<
Va i sabir com brevidado o patacbo Santa
Cruz, capilaoJose Victorino das Neves, rece-
be carga : a tratar com Caetano Cyriaco da
C. M., na ra da Cadeia do Kecife n. 2.
Para o Porto, a barca portugueza N
S. da Boaviagem, segu impreterivelmente
j 19 de agosto prximo ; para ura resto de
carga c passageiros, Irata-se com os consig-
natarios Thomaz de quino Fonseca & Filbo,
oa rua do Vigario n. 19, pri.mciro andar.
t Para Lisboa, sahe com a maior brevi-
dado possivel a barca portugueza Gralid3o :
quem na mesma quizer carregar, ouirde
passagetn, para o que tetn aceiados coramo-
dos, trate com os consignatarios Thomaz de
Aqnino Fonseca & Filho, na ra do Vigario
n. 19, primeiro andar, ou com o capiluo Bor-
ges Pestaa, na praca do oommercio.
Para Lisboa sahe com toda a brevida-
de, por ter grande parte da carga prompta, o
bonito e veleiro patacho poriuguez Maria
Ignez : quem nelle quizer carregar ou ir de
passagem, dirija-se aos seus consignatarios
Francisco Severlano Itabello & Filbo, no lar-
go da Assemblca.
_ RIO
de Janeiro.
Pretende seguir com brevidade o brigue
Hercules, caritao Carlos da Silva Araujo, re-
cebe carga, passageiros e escravos a frete :
a tratar com Caetano Cyriaco da C. M., na
ra da Cadeia do Ilecife n. 2.
"ara a Balii,
O veleiro e bem conhecido palhabote na-
cional Dous Amigos, pretende seguir nestes
oito das, tem prompto dous tercos de seu
carrcgamento ; para o reato trata-se com o
seu consignatario ."tooo Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da C n. 1.
Para o llo"*
te plano, eqne tem numerarles a con-
tento para os compradores, como tam-
bem o Sr. tliesoureira convida aquelU
pessoas (jiie pietendiam comprai bilhetes
em pon-iio, de compaiecerem na thesou-
aria das loteras para separarem-se-lhes
os bilhetes, meios e quartoa que qui/.e-
rem: a supradita lotera corre no dia 12
de agosto de 18V7.
Plano.
o6uO bilhetes a 8S000. .
Benelicio de O por cento.
28:800S000
5:7(i0s000
23:0i0$000
1 premio. 8:000.s-00(l
1 dito..... 2:000.s")()0
1 dito..... 1:0006-000
1 dito. . 5006-000
3 ditos de 2000000. 6006-000
(i ditos de 1 OOjjOOO. 6006-000
I- ditos de 4P$000. 5606-000
53 ditos de 20#000. 6606-000
1110 dito de 86-000. 0:1206'000
23:0i0s000
1200
2*00
o00
remiados.
ancos.
r
bri
Os tres priiTieiros premios estao sujei-
tos ao descont dos 8 por cento.
Thesourariadas loteras 28 de julho de
1857. O tliesoureiro Francisco Antonio
de Oliveira.Approvo.Palacio do go-
verno de Pernambuco, 50 de julho de
J857.I'ortella.Conforme. Antonio
Leitede Pinho. Thesouraria das loteras
I de agosto de 1857.Jos Januario Al-
ves da Maia, esciivao.
de
ane.ro
O veleiro patacho nacional Agonia, pre-
tende seguir com muita breviJade, tem
prompto metade deseu carregamento ; para
o resto e, escravos a frete, para os quaes tem
excellentes coramo Ins. trata-se com o seu
consignatario Antonio Lu/, de Uliveira Aze-
vedo, ra da Gruz n. 1.
Para a cidade do Porto por Lisboa sahe
nestes seis das, por ter quasi completo seu
carregamotio, a barca portugueza Maria Fe-
liz, de primeira viagem, capitSo Zeferino
Ventura dos Santos : quem na mesma qui-
zer carregar ou ir de passagem, para oque
tem excellentes. commodos, pode entender-
se com o consignatario Luiz Jos de S A-
raujo, ra do Brum n. 22.a
_________$:fci^~__________
- O agente Borjs, de orden do F.xm Sr.
l)r. juiz especial do comraercio, a requeri-
menlo do depositario e procurador fiscal da
massa fallida de D. Candi la Maria da Silva
Lima, viuva de Delphino Goncalves Pereira
Lima, far leilSo de 1-2 pipas e 3barris de
5,- com azeite de palma, e 375 barris com
breu, pertencentes a refer ta massa; os
quaes se acham patentes rra fabrica de sa-
bao, na ra Imperial, aonde poderSo ser
com anteci ac3o eximira lis pelos preten-
dentes. O leilao lera lugar quarta-feira, S
doeorrente, as II horas da manha, no ar-
roazem do agente annunciante, na ra do
Collegio n. 15.
Leilao
de acqdi-s Ban O agente John Calis far leilao, por conta
de quem pertencer, de 11 aceces da Caixa
Filial do Banco do Brasil, desta praca, na
porta da sala da Associac.To Commercial, ua
quarta-Teira 5 do correle, ao mejo dia em
poni.
Leilao
DE
Fazendas nglezus.
O PREPOSTO DO AGENTE OLIVEIRA
lara' leilao amanhua," quarta-feira,
no armazem dos Srs. Rostron Rookero, C,
a's 10 horas em ponto,
de um grande e variadissimo sortimento
de fazendas inglezas, as mais proprias do
mercado.
LeilSo em continuado de taboada etc.
Alvino Saksmith, sobrecarga do brigue
americano Fanny N Saksmith, arribado nes-
te porto com agua aberta. na sua viagem de
Da ien par liuenos-Ayres, far* leilao por
intervenco do corrctor John Calis na pre-
scnca do Sr. cnsul dos Estados-Unidos, e
por conta e risco do quem pertencer, de ou-
tra porco daftarga do dito brigue, tanto
3iiauto seja necessaria para saldar as suas
espezas de concert neste porto, consistin-
do o leilSoem cerca de 30,000 ps supprli-
ciaes de taboado o pranches de pinho de
diversos tamanbos, sendo a qualdade a
mesma corro daquelle que se ven leu no lei-
lao de 17 do mez passa lo : no armazem do
Jom-Antonio de .Magalti> Bastos,..,,- filhos
e seu <-un i.t.ju I'r. Joao da Aisumpvao lloara,
agradecen! cordealmeide a lodus seu minos
qu se dntnaram honrar com suas |it<-.-n.;.>~ au
funet.il e enterro de sua sempre saudusa espo-
sa, mSi e irmaa, e rogam encarecidamente de
novo que hajain de a>si*lir aos ollinius ollicio
que se lem de celebrar por sua alma, na Ber-
na igreja da .Nossa Senhora do Carino, no dia
8 do correal, 4s 9 liaras da mauliaa, pelo que
se conid.-r-in) ja aummmnle gratos.
Kecife i de aijuslo de 1837.
Quem se julgar credor de Candido
Jos Raposo pode apresen tar suas con tas
a seu pai Constantino Jos Raposo, no
prazo de oito dias, contando de hoje, pa-
ra seren ndemnisadns, nao se responsa-
biliiaudopor ma debito algurn, lindo o
prazo cima: na ruada Praia n. 33.
-Vende-se um tylbury com cava"
arreios, na estribara do Sr. Uchda,
da Guia: a lallar na ra do Tra
12, no escrptorio de KollieA; Uidoulac.
Comprase um burro : na ra do Li-
vramento n. 2-, primeiro andar.
Precisa-sc de um destilador hbil : a
contratar na ra do Livramento n. 24,
com Luiz Jo.< Pereira Simoes.
loe
ra
Diclie n
e Dio
i
O
g Sn dia &i da mez pausado parlio del-i .-.
.'. tillada para de Lisbo-, o Dr. Benjainim I".
*** ""c,,l^ Vieira ; o illuslre viajur leocio- $&
<5? "* viilar alaum.H capilaes da liurop pa- :J'.
*!* r.iais profundar-se m seu pi magisterio ''."
W medico.
& Deo llie qneira dar boa viagem
S conceda re^ullrdo feliz.
A t tenca o.
O abaixo assignado declara ao curioso au-
tor do annuncio publicado neste Diario n.
160 do mez ullimo, sobre o lebaln lUe lel,-
tras pertencentes aos herdeiros da fallecida
Maria Francisca dos Anjos Bastos, as quaes
l'oram extraviadas, queofacto do extravio
desses ttulos nSo trou o dominio, que so-
bre elle tinha o mesmo abaixo assignado,
nem liic podo tolher. que com as referidas
leilras se possa effecluar qualquer licita
transacco, salvo sendo esta pralicada por
quem a extraviou, que bem parece ser o pro-
prio autor daquelle annuncio, que dest'arte
procura cobertar-se de alguma tranqui-
bernia, que pretende talvez realisar para
auferir as vantagens do seu extravio, com o
maior abuso de conGanca, que em sua res-
peitavel pessoa depositou um seu prximo
prente infelizmente ceg. Ilecife 4dea-
gosto de 157.
Joaquim Concalves Bastos.
Manoel da Silva Santos, vai a Portugal
Prccisa-se de um preto captivo para o
servico de casa : a tratar na ra do Tr< piche
n. 20.
- Lompram-se Diarios para embrulho a
4/000 a arr.iba, efTecti va mente : na ra lar-
ga do Bosario ns. 15 e 17,junto do qu irtel.
- Achando-se paga a irmandade da So-
ledade de todos qa foros ate o ullimo de ju-
nho do corrente an'io e do que Ihe devia o
Uado Antonio Jos Teixeira Luna, lera lu-
gar a arrematacao da casa e sitio nos dias
de audiencias do jui/.o municieal da segn- i
da vara, que silo quartas esabbalos, o es-
cripto e o recibo da irmandade estilo nui
poder do porteiro do juizo
Troca-sa a morada de urna casa terrea
\i nova lojade f.t'zendis,
de Jos Horeira Lopes, nos quatro cantos da
na do Uueimado n 18 4, esquina que volia
para o llosario, ven le n-se superiores corles
deorgtndya com 10 a 12 varas a 5/, cotes
de casemira prota borda los a ti//, ditas de
cores muito linas a 65 rscado fiancez mili-
to lino ji 180 o covadn, cmbralas de cores
muilo linas a 700 rs a vara, colletes fetos
de fuslao pelo barato prego do 1/809, e ou-
tras umitas Tazendas por presos commodos.
AMEIXiS FMRCEZ&S.
Aterr-. ti t Bua-Vtd fl 8,
lefio.ite da boneca.
Jos Joaquim Connives da Silva recebeu
nova rcmessa de amcixas em latas de 3, 5 e
10 libras, as melhores que tem vindu ao
mercado, biscoitos linos inglezes de todas as
cualidades, bolachinha do soda, e muitos
outros gneros por preco razoavel.
Des-eja-se alugirum sitio pequeo nos
lugares Kstancia, Trempe, Monlegoou So-
ledade: quemo tivere quizer alugar, diri-
ja-se a ra das Flores n. 19, que se dir
quem precisa.
Precisaise de um amassador : na pa-
dariada ra Direitan. 81.
Senhores redactores. ---Tendo sido trans-
ferido do 4.a batalhSo da cidado de Olinda,
para o 10.- no hospicio, fallara ao mais gra-
to dos deveres senio desse um teslemuuho
publico do meu reconhecimento as delica-
das maneiras, e affavel Iratamento, que du-
rante a minha cipellania recebi daquelle
brioso corpo, especialmente dos seus dignos
commandantes o lllm. Sr. tenenle-coionel
llygino Jos Coelho, e major Carlos Filippe
da iilva, tanta bondade nunca encontr! ;
recebam pois esses senhores o meu cordial
agradecimento, certos de que encontrarSo
em mim o mais reverente subdito, e capel-
lito humilde.
Ilecife 4 de agosto de 1857.
padre Manoel Thomaz da Silva.
Jos Francisco Das, .subdito portu-
guez vai a Portugal.
Ao publico.
;i abaixo assignado protesta cont'a a ig-
nobil publicacSo da carta dirigida pelo Sr.
Jeronymo Cabra I Pereira de Maeedo, ao Sr.
loSo da Silva Loureiro, transcripta nest
Diario no dia 31 do julho prximo lindo, e
provara com documentos do proprio punho
do Sr. Cabral de Macelo a perfidia cora que
muilo d proposito se intenta vilipendiar ao
abaixo issigna lo, s no intuito de o tornar
envergonhado aos olhos d publico : isto por
nao ter-se o abaixo assignado, na quali-
dadedel. juiz de paz, sujeitaJo a impo-
sices contra o direito e ustica Uecidadaos
conspicuos, e a quem jamis po lia o abaixo
assignado roubar seus dtreilos polticos, pa-
ra salisfaz.er paixOes imDrop-ias, o que tu Jo
trar aoconhecimento do publico em occa-
siSoopportuna. Kecife 4 de agosto de 1857.
Jos Vicente Le3o.
Precisa-se alugar una cscrava para
vender na ra : quem tiver, dirja-se ao
becco de Luiz Comes, por cima do deposito
de sahlo, segundo an lar.
II. H. Snft retira-sa para fra do im-
perio.
- Precisa-se de urna ama forra ou escra
va : na ra de tortas n. 10.
Precisa-sa de un catxeiro para tomar
conta de urna taberna por balando, e que te-
nhi boa conducta : no pateo do Teico n. 12,
para Uat-r, das 6 as 9 horas da manha e
das 4 as 6 da tarde.
Precisa-sa de um caixeiro para taber-
na, com pratica ou sein ella, para estar em
eomiianhia do outro : nc pateo da Santa
Cruz n 2.
r Compra-sn urna casa terrea que lenha
commodos para familia, e seja en bom lo-
cal, no bairro da Boa-Vista ou Santo Anto-
nio; quem tver annuncie por esta folha
os dous tomos de diccionario francez, aluda
mesmo comalgum uso, porm que seja de
ultima e lic.To : na ru i do Arago n. 36.
"-- Vende-se ou permula-se o sitio Agua-
zinha. em Beb Tibe, por outro sitio ou esas,
sendo nesta cida le bu em lugar ptoximo,
;ireferindo-sea cidade de Olinda, tambem se
arren la por preco comino lo Tem casa sof-
frvcl, boa sala envidraijada, com 6quartos,
gran le cozinha e estribara, tem arvoredos
le fructo, inuila exlenso para plantar Ca-
pim, que solta para mais de 20 cabogas de
gado, e muitas outras cousisque se faro
patentes ao pretndeme : trata se na ra da
Senzala Veiha n.'ll, terceiro andar.
* Vrnle-se na luja da esquina da ra do
Crespo,que volta para a ra do Collegio n. 5,
chapeos Je sol de panninho, proprios para
senhora o para meninas irem para a esoola
a 1/5001 cada^im.
Vende-se na loja da esquina que volta
para a rua do Collegio n. 5, cobertasde chi-
ta de todas as cores e qualidades a 2-3500 rs
cada urna, riseados francezes a 200 rs. o co-
vado, cambraias preta? proprias para luto a
200 rs. o covado.
SYSTEMA MEDICO
ILLOWAV
PILULAS IIOLLOWAY.
Este incsttmavel ospecilico, composto in-
teiramente de hervas mediciuaes, nao con-
tm mercurio, ncm alguma outra substancia
zer leite sem mistura d'agua, pode franca-, gociantes, estabelecidos lia muitos anuos
mente mandar comprar, que as 6 \\> horas!,,,,, Londres, tcein a satislacrSo le par-
da manh3.se achara o vendedor con, por- L ^ correspondentes e ao publi-
cao no reten lo pi. uto. ,' 'i-
Km nina das melhores localidades da co. <|,u: d luidilr ('as',s ""
rua do Hospicio ha urna casan. 18 B, fe til nos principaes portos e distritos manu-
com lodo o gosto e esmero, -e em cuja cons : factuieiros de Franca, Alemanlia, Belgi-
truccaoent'aram as melhores madeiras do|Cil ,, ifoHanda, conservando ali-m disso
paz e as iir Ihores lerragens; ainaodobrai ,. i ,
roi executada pelos melbores offlciaes n,.|suas proprias rasas antenormeite estabe-
cionaes e allemaes, sen lo urna das casas
mais c nifortaveis, porque seu dono a edli
cara para nclla residir, e com clTeito anda
ah residi por nlgum lempo, nas como se
resolvesse a niudar-se e nao Ihe cor.venha
delecterea. Benigno a mais lenra infancia, te-la augada, tencions vende-la. Tem'co-
e a completcao mais delicada, be igualmen-
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na compleieo mais robusta; he inleira-
menle innocente em suas operaces ce.ffei-
tos ; pois busca e reriiove as doencas de
qualqucr especie e grao, por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja eslavain s por-
tas da morte, preservando cm seu uso ; con-
seguram-recobrar a saude e forreas, depois
dejliaver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais afllictas nSo devem entfegar-se a
desesperacao; faQam um competente ensaio
dosellicazes effeitos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperaro o beneficio da
saude.
.Nao se perca lempo em tomar esto reme-
dio para qualquer das segunteseurermida-
des:
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de;.
Aslhma.
Clicas.
Convulsivos.
Debilidad ou o\te-
nuaQo.
Debildadeou falta de
forgas para qual-
quer cousa.
Dcsinteria.
Dorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ven-
tre.
Eiiferinidades no (ga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Iletysipela.
Pebres biliosas.
da
es-
Febres intermitientes
Febreto da especie.
Cotia.
Ileniorrhoidas.
lydiopisia.
Ictericia.
IndigestOes.
InflammacOes.
Irregu la ri da des
menstruaQo.
Lombrigas de toda
pecio.
Mal de peJra.
Manchas n ObstrucijSo de ventre.
Phtistca ou consump-
c3o pulmonar.
ReleiujBo de onrina.
Kheumalsmo.
Syinptoinas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.)
Vendem-se estas pilulas no eslaheiecimeu-
to geral de Londres n. 244. aStrand. e na
loja de lodos os boticarios, droguistas e on-
iras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana ellespanha.
Vendem-se as boectinhas a80l)rs. Cada
nina dellas conten urna instruegao em por-
iuguez para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutco, na rua da Cruz n. 22, cm
Pernambuco.
lecidas as rulados mais importantes, e
portos mais cominerciaes daGr-Bretanha,
e estao em poscSode oflerecer grandes
vanlajens as pessoasque possam necesitar,
assimem Londres como em outro (|ual-
quer poni da Europa, de tima rasa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
e banco de qualquer genero.
As pessoas quenfioforeinconliecidasdos
i n nu ociantes Ueve 3o aoompa nhar suas o -
dens com os fundos necessarios para sua
eveticciio ; (cando entendidas que osan-
nnnciantes nao teein dilliculdade em adi-
antar 0| sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos con entes e mais informacCes
cominerciaes, (|ue loiem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigii-se aos annunci-
antes.
Sr. Joaquim Lopes de Almeida, junio b praia em boa rua, a qual lem sotao, ecommojp
de Santo Antonio, na
corrente, as 2 horas da
na rua da Cadaia
quarta-feira, 5 do
tarde cm ponto.
O agente Borja, em seu armazem, na
rua do Collegio n 15, fara leilao de urna
grande quantidade de obras de marcineria,
novas e usadas, varias obras de ouro e prata,
relogios de algibeira, objectos de porcelana
para enfeites de sala, lou(t e vi.Iros para
servico' de mesa, diversas quinquilleras
francezas c 4 caxas com varias fazendas,
bem como madapolao, algodaozinho, cassa'
pintada, ele, e outros muitos objectos que
se acharao expostos no dia do ledSo no su-
pradito armazem : sexta-feira, 7 do corren-
te, as i I horas da manha.
trusfeui-nqa:
U leilao das 200 barricas de familia de tri-
go, annunciado para hontem 4, Oca transie-
ndo para sexta-fer, do crrante, no ar-
mazem do Sr Paula Lopes, defroule da es-
cadinha da alfandega, as 10 horas da ma-
nha.
Leilfto.
CuimarSes Alcofarado fazcm leil3o,
por inlerfenco do agente Pestaa, da 100
barricas com bolachinha ingdeza, desembar-
cadas ha poucOs dias : quinta-ftira, 6 d.o
corrente, as 10 horas da manha, na porta
do armazem do Sr. Annes, defronle da al-
fandega.
para familia, por
boa rua ni bairro
um primeiro andar em
de Santo Antonio, cuj
aluguel seja de 14 a 165 rs. : a quem convier
annuncie.
- Quem quizer morar em um sitio para
botar sentido na Capunga ; dirija-ae ac a-
terro da BoarVsta n. 62.
M
W em attenrAn ao eiladu de mole^ua irn que
ijl m Cha o sen mu digno presidente hoaora-
.V; rlu. transferir a ttAo magna, que Uevera
^ lar logar a II do correnlr, para um uolro
y.3 .lia, oue sera' convenientenieiite marcado. ^
>'' SecWtaria ilu Alliena Pernambucano, I -,
1i,e i,^0i, de l">7.O primeiro steretario, 2
-..r Feneiun Cetir Builamaqne. @
I>IID.) (ie til :liOSSM .
Tendo-se conduzido para a praia da
Cadeia, poiSdetraz da casa que foi da po-
lica, cinco travs de ill palmos, com S
e meta polegadas em quadro, no sabba-
do 1 do corrente, as quaes (icaram amar-
radas, e na segunda-leira acliaram-se de
menos duas: roga-se a quem dellas sou-
ber, quera dar noticia na obra da rua
das Cru/.es, ou na livraria ns. 6 e S da
praca da Independencia, que sera'gra-
tificado.
Aviso aost-eitiiores de Q
enger lid
Antonio Jos .Mauricio, ora residente
ne>la dade, na rua daCrai n. 46, primfl-
i.i.inl.r, prupe-se a rtceber coinmis-o-s B
de acucares, e conla com prulec^o de c|
seus amigos senlnrfs de anueiiliu, Bol i
quae* prometa desempenhar satisfactoria- '
mente nflo so a venda dos asucares, como **
tula e qualquer compra de que o encane- '&*
garem, ,;',-.
cheira e estribara, um bon>to jardim com
canteiros de pe.lra e cal, varries de ferro para
plantas, trepadeiras, entrada de frente e pos-
terior, sto he, pela rua do Hospicio e pela
do Destino, as frentes das calcadas de podra
de Lisboa, as entradas de inarmorc, e os
tectos de estuque, escadas de volta, entre o
jardim e a casa ha um calca lo de pedra de
Fernando, o jardim he sa parado do pateo por
urna elegante grade de ferro, tem urna gran-
de cacimba com bomba de repudio com en-
canameutoeum deposito na parte superior
da cozinba sonde se conserva agua para
consumo da casa, a qual he levada pulo
mesmo cncana.mento a diversos Jugares do
edificio, lem um quarto com baivbeiro de
marmore e azulejo com vlvulas para despe-
jo das aguas em um canno de 230 palmos de
comprldo que con luz nao so essas como to-
das as mais do servico e da chuva mar,
os banhos poJem ser quentes ou fros para
o que ha no banheiro duas torneiras, de que
urna communica com um deposito d'agua
quenle assanle sobro a chapa do fog3o da
cozinha : lem outras militas commodidades
que podem ser examinadas pelos pretenden-
tes, dirigindo-se para esse fim ao Sr. Joao
Vaicntiiu Vlella, que Ibes facultar a entra-
da. Pode convir a lodos e especialmente a
un snilior de engenho que nesta cidade
quena fazer a sua residencia : quera a pre-
tender comprar, dinja-sc a rua da Madre de
Dos n. 26, ao seu propietario que he
Vicente Ferreira da Costa.
Lotera
DA.
Provincia.
A0S0Y0 PIANO-
Primeira parte da primeira lotei ia do
recolhim -nto de Papacaca.
Aos 8:000$, 2:000$ e 1:000$.
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao res-
petavel publico, que lem exposto venda
os seus muito felizes bilhetes, meios e quar-
tos da lotera cima, cujo plano offerece as
melhores vantagens que he possivel ao com-
prador, as lojas n$. 37 e 39 de Antonio Au-
gusto dos Santos I'orlo, na praca da Inde-
pendencia, e na mesma praca, loj* n. 4 da
viuva Fortunato Bastos, e na rua da Cadeia
do Becife n. 45, loja iie miudezas de Jos
Fortunato dos Sanios Porto, sendo garanti-
dos, pelos presos seguiules :
Bilbet.s 95500 Becebc 8:0003
Meios -s ri 4:000/
Quartos 25400 2:000-2
Os fes premios grandes cima referidos
nao estilo sujeilos ao descont dos oito por
cento lia lei, cujo descont ser pago na rua
da Cadeia do Becife n 45, loja de'miudezas.
as mcMcas tres lujas cima mencionadas
venderu-so bilhetes inleiros sem garanta'.-
Por Salaslianode \quno Ferreira,
1 is Fortunato dos Santos Porto.
Sabem os lllms. Srs. Manoel FUueirol
de Fari *, Miguel Arclianjo Fernn les Vianna,
Jos Jlen le de Freitas, o Dr. Augusto Car-
neiro Mouteiro da Silva Sanios, que pela Ili-
mitada ennflanea, que sempre iloposile na
pessoa do fallecido Dr. Manoel Caetano Soa-
ics por ser um carcter dislmclo e de pro-
bidade toda prova), com o qual liz o meu
tirocinio de pratica da aivocacia, e enlreli-
ve ina Itera veis reda^oes de verdado-ira ami-
zade, eu deixava em seu poder quantidade I ta mantos. Cadapes~soa pod'er-'se-l
Grande
raent'j (i;.s ;>s <>u;iliades.
Crusdenape pre-tode) seda laviada, covado. 2c200
Dito dito liso inuitu largo, eowdo. 2^200
Dita de cures lisa muito superior 2-joii
setim prelo in.ic.io, covado...... 3M00
l'anii i fino preto e de cores, pua todoi os precot.
Pupeliua de seda de cores malitada, co-
vado............. 18000
r.t-,,.1 de cores, com quadroi de seda, co-
vado ............ 6850
I..1. de quadros pequcuos e grandes, co-
vado ............ J)600
Lila e seda de novos padruea, covado. J>800
Miurilana de seda com cuno palmos de
largura, covado......... IgtOO
rsolina de teda com quadros, rama|iis e
lislras malisaJas, covado'...... 18000
Sedas de quadroa bonitos padrOes, covado. 8950
uqueza de se.la com ramaiterrr, covado. 750
Mutsulma branca e de cores, covado. 320
Chitas francezas linas........ 280
Froodolina de seda para vesiidot. yOO
Casaas francezas linas de bonitos padu.es,
4-20
800
1JO00
--- Precisa-se de uma ama para todo o
servico de una casa de una s pessoa : no
bairro do Kecife, becc. de Jos Caetano n
4, primeiro andar.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.

o

(i
:::
o
A
do mais superior que vem a este mercado :
vende-se na rua do Amorim n 58.
Jerveja
de mui superior qualdade e de marca acre-
ditada : vende-se na rua do Amorim n. 58.
Na rua do rum n. 22, terceiro indar,
compra-se urna escrava que seja moga, e
que n3o tenha andado na rua, que saiba en-
saboar e engo untas, preferindo-sa preta, se
agradar, paga-se bem.
Jjrocisa-sc de5:00oj a premio de t por
cento ao mez, dando bsns a hypotheca :
quem tiver annuncie.
Aluga-se uioa sala na rua do Queiina-
do, muilo propria pira escrptorio; quem a
pretender, dirija-se a mesma ru ., na loja do
fazendas n. 33, que rehar com quem tra-
tar.
sliiii t'e Pe naii-lo
O brigue nacional Bom Jess,o qual deveri
seguir para aquelle presidio at o dia 12 do
corrente.para cujo fim o consignatario ten
nutorisacao do 10so. Sr. vice-presidente da
provincia, para depois de ter recebi !o lo los
os objectos pertencento ao governo, rpceber
mais dos particulares, que esses cstejam ha-
biiitados competentemente cora suas porta-
ras e suas notas dos objectos que tem de
embarcar, deverao mandar em continente
as ditas notas na casa do consignatario 10-
duardo Ferreira Bailar.
- Vndese um sobrado de um andar na
rua do Calaboucu : a tratar com o Sr. Joa-
qun) Forreira de Araujo Cuimarics, na sua
cochetra di-ironle do porto da rua Nova.ou no
Poco da Panella com o * da Costa
I0nvernsa75-s^ mohias
conta : no pateo do Carmo n. 24
Compram so lodos os pertences para
um cavallo ndar com ama carror;a, e !am-
bem se vend una carroca u uma pipa pro-
PROVINCIA.
O Sr. tliesoureiro das loteria*. manda
facer publico, que estao expostos a ven-
da, todos os dias, no pavimento terreo da
asa da rua da Aurora n. 2(i, das !( lio-
ras da manliaa a's i) da noite, bilhetes,
meios e riuartos, da primeira parte da
primeira lotera do collegio de Papacaca, j pria pera vender agua, com grande torn'eira : ra quem precisa-
pelos pieros declarados no plano abaixo da metal; assim mais uma loja de calcado e i Joajuim Azevedo do Andrade, sub lito
muito
4os senli>res Rssucareiro
Vende-se uma porQo de algodao de sac-
eos, com alguma avaria, por prec.0 muilo
commodo : na loja de fazendas da rua do
Crespo, esquina que volta para a ma du
Collegio n. 5.
A barato.
VerfAe-so madapolo com toque de avaria
a I58OO a peqa : na rua do Crespo, loja da
osqajna que vlita para a rui do Collegio
n. SS
--- Vendem-se tres mora Jas de casas nes-
ta c lade, sendo um sobrado de dnus anda-
res e sotao, em lora de portas, defronte do
pharol, uma casa terrea com bom quintal,
na rua do Fagundes, e um btixSn de uma
casa com dous terrenos juntos para duas
casas, no Poucinho : os pretendentes diri-
jam-se a rua do Queioado n. 2, loja da es-
quina do t'eixe Frito.
Vonde-se uma mulata de lin la figura,
de t9 anuos, prendada, pois faz labyriutlio,
he engommadeira e costureira, de boa con-
ducta, propria para uma noiva; na rua das
rrioeneiras n. 29.
Vendem-se 3 vaccas mansas, muito
boas de leite : no si'io da Tacaruna, pro-
priedidedoSr. Cassiano.
Vende-se uma casa pequea muito em
conta, na travessa da Concordia n. A : quera
quizer annuncie.
Vende-se uma canoa aborta, quo pega
"00 a 800 tjolos, he muito propia para ca-
pim : quem quizer annuncie.
Precisa-se alugar uma preta ou preto
que. seja de idade, para ven ler na rua em
taboleiro : quem tiver annuncie para ser
procurado.
Luiz Alfonso Ferreira, consenhor do
eng-nhoSibir da Serra, orevine ao Sr Jos
Flix da Cmara Pimentel, proprietario do
engenho Caipi, que protesta contra qual-
quer neto da posse que o mesmo senhor luja
depraticarcm trras do mesmo engenho S-
br da Serra, para annexar ao seu, sem que
elle seja ouvido o concorde.
A Sr. Joaquina Comes de Siqueira,
viuva do fallecido Cabriel Lamaire.nSo pode
ven ler o terreno da rua da Soledade. 11 a es-
quina da rua da Esperanza, com frentes pa-
ra as ditas ras, por achar-se nomea Jo tutor
para seu liltio menor .Napoleao, herdelro
desse terreno, o qual tem de ser inventaria-
do e partilhado.
Precisa se de um criado : na rua do
Hospicio o. 9.
Aluga-se um ool.-que de 18 i unos,
muito fiel, para ose#ico in erno e externo
de casa : a tratar ua rua do Collegio n 10,
terceiro andar.
Precisa-se alugar uma preta escrava,
para to to o servigo de uma casa de familia :
quem livor e qurer alugar, dirija-se a rua
da Coiiceigo da Boa-Vista 11. 46.
- Precisa-se de um caixeiro com prali-
. ca de taberna ; a tratar na rua da Collegio,
I loja 11. 13, na mesma precisa-so de uma ama
em para coznitiar.
Precisa-sede um caixeiro para ta-
berna, que tenha boa conduta e pratica
da mesma : na rua da Cruz n. 7>t, se di-
Jardim publico em 5er-
uanihiK;.
RUA D \ SOLEDADE N. 70.
Aviso aos lllms. Srs. vigarios. o maisse-
nlimesencarregados dos cemiterios das c-
dades e villas do centro da provincia, o os
mais do noilc sul. Neste muito grande
jardim, vendem-se para ornamento dos di-
tos arvores funeb^s, cypretes, chovoins viu-
dos de Santa Helena illi ), tirados da Arvore
que cobre a sepultura de NapoleSo I, e oulras
arvores etc.; como alguns senhores, que lem
comprado ps de llores a un pardo alto e
magro, que os vende pe rua e diz serem
destejidim me tem feito reclamacoes pe-
los logros quo tem sMIYido, liquem todos sa-
bendo, que o tal pardo nao vende II >res des-
te jardim, e que so nelle sao vendidas as
suas plantas, e garantidas as suas qualida-
des.
*-3&-998 ;:.-::?::::::
* 4' mi ...
Veruai
ca de

de folhas de ptpel eio branco, naoscom
a minha rubrica, como tambem com a mi-
nha assignalura para nellas elle mandar co-
piar os seus nleressanfes l'abalhos forenses,
e sem demora por mim occasionada poder
apresenla-los nos diversos juizos, e triliu-
naes desta cilade, visto como bu publico e
notorio, que pela sua qualidado de estran-
geiro nao tlie era permiltido representar nos
meamos, sob o proprio nome. F. como quer
que o dito meu prezado amigo inesperada-
mente suecumbisse, e bem possivel seja, que
alein de algumas dessas folhas de papel em
branco por mim firmadas, que foram adia-
das, outras se extraviassem, eainda appa-
recam com diversa 8 pplicagao, por isso des-
deja venho patenlcar esta oceurrencia leste-
munhala poraqualles senhores, para pre-
venir, e reselvar-me de qualquer respon-
sabili lade, que dihi possa resul ar-rne.
Hecife 31 de julho de 1857.Antonio de
Vasconceilos Menezes de Drutumond.
Lotera
Di
di n nei ro a
escrptorio,
tilia ;! bTUfl i
Jajiiaribe. 8
^ Na rua da Crnt n. 4ti, primeiro andar, se *'
;,. adiara' com qaem Cuntialar qualquer rmiri i :"
\3 Je cil liranra,poJeinlu-se desde |.i" asstvrr^r : .'
.! Dio su ,. boa qualdade Co.no inesiuo a baa .,!.
'W me Mila, visto como poder-ie-ha vender |.f- ."
JS la,i medidas dos finios : a cal lenrao d.sla ('A
calfoi toda cun aaua doce, e Jeve por iso S
ser preterida : em graude poreflo da-ae *">
^X? rniis em conla --'
-:.: .;;.v:>:;>.":0 0^:.>.:: :.::.v.:-::!;>
Na rua do Collegio, o sr. Cypriano
Luiz da Paz, no aterro da oa-Vista "na na-
dara do Sr. Beiriz, diiiio quem d quantia
de 500# al 2.000o rs., com hypotheca em
proprieJales ou firmas a contento
I'.azar Pernambucano avisa aos seus
freguezes, que em seu deposito da rua lar-
ga do liosaiio n 3-2, acha-se um variado sor-
timento de fumo e charutos, urna luanla
grande com pesos que o comprador quizer,
uma bancada para fazer charutos, de tres lu-
gares, ainda em bom estado, e uma porc,3o
de madeiras de cedro em folhas, o qual deso-
ja vender por ter prceisao do dinheiro.
Precisa-se alugar um primeiro andar
n'uma das principies ras de S. Antonio,
como sejam rua das Cru/es, do Collegio,
Qneimado etc. etc.: a fallar no aterro da
Boa-Vista, loja o. ti.
(Juem .un mi'.'iou precisar da quantia
de 1:1001, dando por seguranca diversos es-
cravos,ou mesmo venia de reto fechado ; di-
rija-se a rua do Livramento n 89, loja.
i'recisa-se de um caixeiro bem pratico
para taberna : na rua do Itan^el n. 7.
Ricardo de Freitas Kibeiro, subdito
portuguez, vai a Europa tratar de sua saude,
e leva em sua companhia sua mullier e uma
(Illa menor.
I'recisa-se de um caixeiro para taber- 'dente iuelles senhores que passaram va-
oa, de 13 a Uannos, nacional ou estrangei- lcs ao l!oal Hospital Portuguez, o ja di.-se-
Sortt'..TiHle 8:000 000.
O ubaixo assig ;a de es seus billi' Us jur n-
tidos, pelos procos abaixo
notados.
Bilhetes 95500 recebe 8:000j000
Meios 4.800 :000.s00o
Quartos 2.sl00 2:000000
Emquainias de 100,000
papa ciiriH, a
vista, era s-u
na da Cadeia tjo Kecife
11. i>0, piimeiro andar, pe-
ios seiiiiiitfs precos.
Bilhetes 8*750 recebe 8:000.sl)00
Meios .sO .. i:000s000
Quartos 2$20() 2:0.s000
/*. .). Lyme.
alagarse um molque de 10 a 18
annos pouco mais ou menos, para servir
era urna casa estrangeira: r|tiem o tiver
dirija-se a rua da Cruz n. 11, armazem de
J. Praeger&Ca
HOSPITAL PORTUGUEZ
DE
Pororiem do lllm. Sr. provedor se faz
a tratar
ro, o que sa quer he boa conducta
na rua de Santa Hilan. 97. '
o estabeleciment de daguerreotypo
do aterro da Boa-Vista n. 4, terceiro and'ar.
ram que os nSo paga va m por nao quererem
ser accionistas (ninguem os obriga; por isso
se Ihe faz scieote, para que venham remir
seus crditos na rua do Vigario n. 9, arma-
acha-se fechado, o seu prgprielario vai fzerjz*m' no Pr,zo ^o 15 das, a conlar da data
urna viagem ao norte do imperio, de 0Bde],'e8t8 a"a' <*e evitar a recorrer-se ao que a
estar.ie vtdla em 2 ou 3 mezes quando!!e.' .fs("u|ta em taes essbs, Sfcretaria do
muito, e entilo inmediatamente abrir de
transcripto, o (|nal oiferece muita vanta-
gem aos Sn. jogadores; por isso, pois, o
Sr. fchkoureiro espera que quei ain con-
corer, aliin que possa ter cstabilidade es-
tamanco, ermac5o nova, e.tabeleci la na rua poriuguez, vai a Europa tratar de sua saude.
da Prata, casa n 28 : na mesma so dir com [ .\luga-sa um cs-ravo perito cozinheiro
quem deve tratar e pretender. c de muilo bja conducta : quem quizer di-
Compra-se urna escrava de meta ida-irija-se a Boa-Vista nos Coelhos, sobrado de
de : no pateo do Paraizo n. 14. | um andar com 7 janellas de frente.
novo a sua galera e ollicina na mesma casa.
Precisa-se de uma ama de leite : no
bacco do Lobato n. 15. Paga-se bem agra-
dando.
Leite puro.
Do dia quarta-feira, 5 do corrente em
diante, se vender leite puro a 210 rs. a gar-
rafa, na esca a da casa n. 28 da rua da Cruz
do Becife, junto a taberna do Sr. Andr Bar-
bosa Soares, do lado direito : quem pois qui-
llcal Hospital Portuguez de Benelicencia em
Pernambuco aos 2 de agosto de 1857.O se-
cretatio, Joao 1) imingues Bamos.
Jos Comes Ferreira da Silva declara
ao publico, e muito es.ecialmente aos sego-
ciantes trapchenos, que msta dala admit-
tio como socio em sua taberna, sita na rua
dos Martyrios n. 36, aoSr. Luiz Antonio dos
Santos Pereira, e por isso lica a dita taberna
gyrandocoin a lirma de Jos Comes Ferrei-
ra da Silva S.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacfiet
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e trovar em caso necessa-
no, que, pulo uso quedellelizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente sf.os, depois
de haver empregado intilmente outros Ua-
tamontos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lli'as relatam todos os
das ha muitos anuos ; e a maior parte deis
las sao tao sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas p;ssoas re-
cobraran! com esto soberano remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soflrera amputarlo! Dellas ha mul-
tas, que havendo deisado esses asj los de pa-
deciinenlo, para se nao submetterem a ess
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusSo
de seu reconhecimento, declararam estes re-
sudados benficos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, a fim de mais au-
tenticare* sua allirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de sua
saude se tivesse baslanle confianra para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o Iratamento que necessi-
tasse, a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Que .udo cura
U ungento lie ulil, man particularmente
nos segainlet casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Lnfermidades doanm
Erupcus escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou taita de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasoscaldadas.
lnchai;oes.
Inflaniinaco doligado
da bexiga.
Venderse este ungu
InnammacHo "da tua-
triz.
Lepra.
Males dasperns.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura tos.
PulmOes.
Queimadelas.
Sarna.
SupuracOes ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das aniculares.
Veias torcidas ou no
dadas as peinas,
cuto noestabelccimen-
------O --' (..ii.iiii i'.tiim ir
lo geral de Londres n. 244, aStrand, e na
IO|a de todos os boticarios, droguistas o ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
to.,a a America do Sul, llavana e Hespanha.
\endo-se a 80ors. cada bocctinha.contem
uma.iiutruccflo em poriuguez para explicar
o modo de lazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pbarmaceutico, na rua da Cruz n. 22, cm
Pernambuco.
lotera
DA
provincia.
Segunda parte da primei-
ra ioteria dos trabadlos
biogrftpbicoc.
Os felizes bilhetes rnbricados pelo abaixo
assignado, conlinuam a obter os malorcs
prenios, como se vo dosseguintes, vendidos
na lotera cima mencionada :
2171 5:00OO00-4 quartos.
2829 1:500*0002 .ocios.
3590 500-sOuobilhete.
2638 100-000dito.
890 100*000dito."
324(i 10030002 meios.
3299 1005000bilhete.
2912 50o000 'lo.
A garanta lio paga no esc iptorio de
P. J Layiue.
Seiios
patente inglez.
venda oa vprd^deiroa
liem eonbel* Mllint incler.ea patenli- : na roa
<1o Trapicln--.Novo n. 42, arinazem de fazeudis de
si ILIjIL. rS Ka., bampieiroscne-iAdainsn JIuwieA C.

Ar^fiilina de cores escuras, com salp.cos de
seda, proprio para palils......
Italiana de teda prela com lustre, para pa-
litos.............
Corles de Vestido de seda para senhora, o
n.ais superior que ha no mercado. 9
I."iii..- Hilos re dilo de lu lio lisos para mao. J40
Corles de casemira prela e de cores. ijOOO
Curtes de cuteles degorgurSo de sed;, de
varios padres, malizado......3*000
Chapeos de massa francezes formas novas. 7;j00
Palns de alpaca prela, fiaos......4JO00
Olios de alpaca o gangas de corea. 48500
C-ondolas de alpaca prela e de cores. 5*000
Chales de merino bordado] a velludo gran-
d.............18*000
Olios de dilo bordados a seda..... 9&O00
Ditos de dito com li-lra de seda. ..." 6*500
Ditos de dito lisos..........5a500
Ditos de dito com franjas de lila iSbOO
Ditos de l.i.1 adamascados de cores. '.1*000
liinga Tranceza superior de crti, covado. f>00
Kumeirasde relroz muito Mfuciorr-. pa-
ra senliora.....^^ .... 9*600
Km frente du becco da Cougregafao, paseando
loja sle ferragens, a segunda de f C. STABR & C.'
respeitosamente annunciam, que no seu ex.
tenso estabelecimento, em Santo Amaro,
continu'a a fabricar com a maior perfeicfio
e promptidao, toda qualdade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegando e
manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em
geral, lem aberto em um dos grandes arrna-
zens do Sr. Mesquta, nVrua do Brum, atraz
do arsenal de marinha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
Ili acharSo os compradores um completo
sortimento de moendas de canna, com todos
os melhoramentos (alguns delles novos e
origiuaes) a que a experiencia de muitos an-
nos tn mostrado a necessidade. Machinas
ile vapor de baxa e alta pressSo lachas de
lodo tamanho, tanto balidascomo fundidas,
carros de mao e ditos paraconduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dito, tornos de ferro li ti i o
para farinha, arados de ferro da mais appro-
vada construcijao, fundos para alambiques,
crivo< e portas para fm nallias, e uma inlini-
dadedu obras de ferro, que ser enfadonlio
enumerar. No mesmo deposito existe uma
pessoa inlelligentc e habilitada para receber
desonhos, e instrucQOes que forein for-lhe
ner.idas.
A\1S0.
Josepl Shelmerdine tem a honra de
informar ao respeitavel publico, que ten-
do-se estabeleeido na ruada Aurora, San-
to Amaro, entre as duas pontes, perto da
iHidicao, acha-se prompto a se encarre-
gar de todas as obras de sua prolissao, quer
seja traballios em chumbo, vidraceiro, ar-
mador deencanamentosde gaz e agua pa-
ra dentro de edificios em todas as suas va-
i edades,incluindobanheiros, bombas, la-
trinas d'agua, etc., o ihesma tendo tido
bastante experiencia na Europa, espeta
que, com attencao aos seus freguezes,
moderacao em seus precos, merecer do
respeitavel publico desta cidade toda a
proteccSo, para oque pode ser procurado
no lugar cima indicado.
ROB LAFFECTEl'R.
O nico autorisado por decisao do contellio real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de Lafiecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar erri secreto,
esla em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, som mercurio, as af.
fceces da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as contracQes e a fraqueza
dos orgfios; procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Como anli-syphiliticos
o,arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
dajcubeba ou das injeccesquerepresentem
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe Laffec-
teur he especialmente recommendado con-
jra as doencas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de D. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uma gran-
de porefio de garrafas grandes e pequeas
viudas dilectamente de Pars, do casa do dito
Boyveau-LafJecleur 12,rua hicbelieu Pars.
Os formularios do-se gratis em casa do a-
gente Silva, na praga de D. Pedro n..82. ~
Porlo, Joaquim Araujo ; Baha, Lima & Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; Bio de Janeiro,
Bocha & til los; e Morena, loja de drogas ;
Villa Nova, JoSo Pereira de Magates Leite ,
Rio Crande, Francisco de Paula Couto &
s seiilloras que montan*
a cavallo.
Na rua Nova n. 18, loja de M. A. Csju' & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assim como um grande sor-
timento das mais bem acabadas obras de al-
laiate, lano superior, como mais inferior,
chapeos, ditos de'sol, lencos de seda, ditos
do dita para giavala, ditos de cores, luvas,
suspensorios, meias para homem, senhoras e
meninas; camisas, ditas de meias, fazendas
para qualqucr obra que seja encommenda-
da : a pessoa que vier a esta loja, achara um
falo completo, e ser* um s preco para to-
dos, a dinheiro.
BILHETES DE VISITA.
Cravam-soe Imprlmem-se com perfeico
bilhetes do vsila, leltras de commercio e to-
dos os objectos da -arle caligraphica, re-
gistros, vinhelas e quaesquer desenhos ;
abrem-se urinas, sinetes, tanto a talho doce
como em relero, ornamentos com objectos
Je ouro e prata; fazem-sc riscos lindse
otigiuaes para bordados de labyrintho ad-
mitte-sc a r. cusa de quaesquer destesobjec-
tos, no caso'de nao licarem a contento das
pessoas que os encommendarem: quem pre-
tender, dirja-se a qualquei destes lugares :
no bairro do Recite, rua da Madre de Dos
n. 32, primeiro andar ; em Santo Antonio,
na livraiia classica do paleo do Collegio u,
2 ; as Cinco Ponas, sobrado da esquina
confronte a matriz nova.
Compra-se efTectivamento bronze, la-
tao e cobre vellio : no deposito da fuidicSo
da Aurora, na rua do Brum, logo ua entra-.
da n. 28, e na mesma fuudic,ao, cm Santo,
Amaro.

ILEGIVEL

-


G0ISDLT0R10 HlOPYHICO
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 5 DE AGOSTO DE 1837
,\.
Onde seacham sembreos mais acreditados medicamentos, -lano em tinturas como
ora glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por precos bastante commodos
l'UECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
bita do 24 o b ... 159000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 J, 259000
Dita de 60 ; 309000
Tubos avulsos a.....7*3,. 19000
Frascos de tinturradcmeia onga. 29000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr ctft dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenry
Trata ment do cholera morbus .
Repertorio do D Mello Moraes
205006
10/000
2/000
6*000
OURO E PRAT.Y. 1
PEDRAS PRECIOSAS.
i ^~ le
5 Aderemos de briUsaoles, E
* diamantes e perolaa, pal- w
j Miras, alliuetes, brincos $
* a rozetas, botoeseaooeis
de differeuies goslos e de
i diveraai pedraa de valor. *
: Compram, venden) oo | t|,,s OS V II I* i fia Fu- S ouro.
* Iroeam prala. ooro, bri- & *-"a v^ M 1' Ud JEall* S .. ,
HftSaH 'deruo gasto, tan- 1 H"'rt 1
-S J i l0' ou,r0' ojelos de B
"..........'".......1"............"" t de *ra"S" como SJSSmmmmm
mmsi i iuiite
L5J4 DI HLKITII
Ra do Cabuga' n. 7.
c-v gj "". menainas, corrcnies <
ttecebem por to-&eenf*ile,para,rl08io'eS
r j oulroa mullos objeclos de ,
*j Aderemos completos da j|
ouro, meioa ditos, polsei- S
* raa, alfioetes, brincoi e i
B rozetas, cordoes, Irancel- $
o! lina, medalhas, corrcnies
?
i*'
Lotera
DA
Provincia.
MiHhinca de plano.
SORTE GRANDE 8:0005000.
A vista dos repeliJos pedidos, o Sr. the-
soureiro das loteras resolveu mudar o pla-
no conforme abaixp vai notado, portanto
para se conservar este, lie necessario, que
baja bastante influencia da parte dos senho-
res jugadores; do contrario se mudar para
plano que nfio offerega tanta vantagem como
o actual.
3600 bilheles a 8c
Benelicioao ojo
1 premio de
1 dito de
1 dito de
1 ditft.de
3 dilos'de
6 ditos de
14 ditos de
33 ditos de
1140 ditos de
J. Lavme.
28:8002000
5;760000
23:0409000
200O
1000
403
20-?
85
8:000o
2:0000
1:0009
5005
600
60o'
560
9
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Cliot a-menino, e abi tem preparado una
casa de saude cora todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senbores
residam lora da praga, ou "que nao os pos-
sa'm curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se utilisar de seus servidos
mdicos, que serSo desempenbados com o
maior zelo, dirija-se ao paleo do Carmo n.
9, primeiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Preco2/000diarios-exceptu-
aiffjjj conferencias, sanguesugas opera-
goes:
i* i ~ i7__._ ~.. ~ m
-...-
-.:
liio-Eormoso.
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Mene-
zas,.medico pala Factridad* da Bahia, lem
tfa liado sua residencia na eidade do Rio-For-
:, miso, e de novo ule,ere seus servidos a lo-
s' das as pessoas que o honraren] com sua coo-
3 flanea.
SEGURO CONTRA F0JO.
Companhia Alliaoce.
Esubelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Broihetsji C, tem a honra d in-
fornar aos Srs. negociantes, proprietarios d casas,
a quem mais convier que eslao plena man .e u-
torisados pela dil companhia para ellecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos da
llha e igualmenl* sobre os objeclos queconliverem
os mesros edificios quer consista em mobilia ou
n fzondas de qualquer qualidade.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILOES CUMMERLIAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
prara do Corpo Santo
RECIFE.
M DElTST FRiNCZ.
Jg Paulo Uaiguoui denlisla, ra Nova B. 41
? na mesma caa lem agud e pos denlnlice.
Tasso Ir mos.
Avisara aos seus freguezes, que as ultimas
tarinbas de trigo Itichmondchegadasao mer-
cado, s3o vendidas em seus armazeus, pelos
seguintes presos :
(alega 269000 por barrica.
Haxall 259500 dem.
O Dance 2I9O00 idem.
Columbia 239000 idem.
Alem destas tem farinbas novas de Tries-
te dss marcas SSSF. FenUna e pritneira
qualidade ; assim como completo sortimen-
lo das melhores marcas de l'hiladelphla, No-
va UrleanseBaltimore.
Na ra do Fagundes, loja u. 27, la-
va-seeen^omina-sccom peri'eirao, epre-
<;o commodo.
Na fundii-io da Aurora piecisa-se
serviro debaivo de coberta.
Precisa-se deum cozinlieiro : no lar-
go do Hospicio junto ao quartel, casa do de-
sembargador Alendes da Cunha. Paga-se
bem agradando oservico.
PRECiSA-SE de urna ama de leite :
a tratar na ra das Crozes n. 11, segun-
do andar.
^ Xovaes & C, na do Trapiche n.
', sarama sobre as piaras de Lisboa e
Porto, ao cambio que se convencional-.
i
ICasa de SaudeS
::
DO DR.
1 PEDRO-ANTOSIO CESAR,
4$ Na eidade de Goianna, becco do ~$
V Pavaon. H.
j5 O Dr. Pedro Antonio Cesar recabe pes-
3 "V.do,,l.'e* para lr8lar '"" Csaja' (fe

ESTRADA DE FERRO:
Hccife S. Francisco
LIMITADO.
turra en amaba.
t->. ii
0< directores da Companhia da Eslrada de Ferro
do Recife a San-FraDciiw, limitado, leem feilo a
quinta chamada de duas libras esterlina., ou ris
179777 sobre cada acc,o na dila compaDhin, a qoal
deve ser paga al o dia 24 de agosto do frrenle an-
no da 1857 : no Rio de Janeiro, em casa doa Sr.
Mata Mac. Gregor & C. ; na Bahia, em casa dos
Sr. S. S. Davanporl & C, e em Parnambuco, no
eacriplorio da Companhia.
O accionista que nao realisar e pasamento den-
tro do lempo indiodo, poder.1 perder todo direilo as
actes sobre as quaes o dito pasamento nSo se liver
1il.Ti11.tdn, e em todo caso lera de pagar juroi na
raz.lo de cinco por cenlo no anno, e de"n0o receber
juros ou dividendo da companhia pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
sua realisarao.
Neohum auto de transferencia pode ser registrado
antes do pagamento da chamada.
Por ordem doa directoras. /antes Templelon
Ir'ood, superintendente.
O abaixo assignado, possuido do
maior empenbo de se descubrir os auto-
es e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mili pre/.a-
do amigo Tbomaz (olan, vice-consul de
S. M. llritannica tiesta eidade, otierec
dotts contos de reis a quem Ihe prestar
qualquer esclarec ment exacto sobre es-
se facto, ou mesuio o conhecimento ^tf
alguma circumstaiicia.on accessorio delle,
de modo que se pssa averiguar a verda-
de, assim como assegtira, sol sita palavfa
de honra, o mais inviolavel segredo, a"
juem li/.er qualquer dessas revelacbes,
pois be bem possivel chegar-se ao lim
desejado, sem declarar-te donde ellas
|)rocederam.
Consulado Rritannieo 11 de jullto de
1857.II- Auguslus Cooper, cnsul.
Fabrica de aI"-odao.
Us abaiio asaigoados, leudooblido da Europa, as
uecessarias inlormacdei, planos e orramenlos para
a fabrica de liar e lecer algodjo, covidam aoa Srs.
socioa a vir T-loa, no eicriplorio do >:. Maoocl Al-
ves Guerra, na ra do Trapiche n. i.
Igualmente convidam as patsoas que subscree-
ram pura e.ta einpreza, a realisarem a lerceira prea-
latao de 20 por cenlo, o que \ .-rilii .u.io de hojo al
18 de agosto prximo, ao mesmo criplorio.
. As pessoasque anida quierem faier parle desla
eropree. aerSo admitlidas, pagando o valor das en-
tradas relisadas i..i iMT.i-i.io de subscreverem no li-
vro das aisignalurai, que s3o da lUOs a 5:00003 n.
Recife, 16 de julho de 18S7.
Amorim, l-'ariai, Guerra C.
. Publicacao Iliteraria.
CORliRAPHIA
CUronogrptaia. nobiliaria, ge-
nealofiea e politica
Di)
IMPERIO 00 BRASIL
COM VARIAS TRAMSCR1PCOE8
DA
f Lorosraphia brisiltira, do padre Mancel A\res
. t.aial.Historia da Amanea ll'oiluggia.'de Ro
Vg Clli l'llla----t'l.rA,.. ^------------,i
O
o
Q
r-M. Iralar em so^ t.?a
r meiirionada, promelleinlo desrinpanhar "as i
W funernes medicas com moito ielo e divida- &
M dade.
;'j Prero diario.
I'essoaa hvre. :l5,",00
etrravas, -jddo
Asna ele ltite
Preeisa-se de urna ama de leite: na
ra do Collegio n. S, segundo andar.
Fabrica de la cito e teci los
deaigodao.
Os socios gerentes dcsta companhia, pro
eisam comprar cal, lijlo, tc||,a, r, nta-
ileiras de lei em oranchocs e em travs, e
eaxaras, caibros e ripas ; para esto lim
convidara as passoas quo negpciaoi uestes
genero*, a dirigir es suas propostas por car-
la reobada, ale 15 de agosto prximo futu-
ro, noescilplorio da sic.edade, ru.i d.i tra-
piche n. 14, onde aerSo abenas em sesso
ordinaria dos ditos gerentes. Recil'o 16 de
de julho de 1857.Amorim, Parias, Guerra
& c.a.
f .. -., j uo da- Alai;
~ i m" f-fROC" eoin a melhor cienlilicaa.
Foja de fazendas do fasseio pblico o 9, com
lazendas ou sem illas.
-::.::^::.-;/0:::;;-:;:^:-;::-.";
. ii lir. rin mediciua Jote Sergio Ferreira '
de voln de sua viacem ao I!m. de J/nnro, ".-
le aiirli o aeu escriploii. medico-cirur-
t na piar' da Boa-Vi>la si'br.ido n. r.l,
1 enln i p .ia a run d > Araciii.......: ;,.
ei procurado qualquer hura do di* ou
"'le : ,,.|,rts ,HO |,,,,, gramil,, gn.
aacriploci, quer em '"
do
-iii/j, de 11
cna lilla.Clirnmca da cuuipadhia, de V.scon-
cellos.Ilisloru d0 Brasil, do visconde de Cav-
ru.Cabriolo Lusitano, pur l-r. Raphael de Je-
sos. Memorias do Rio de Janeiro, por monse-
nhor Pizarru.Annaca do Rio de Janeiro, de
Silva l.i.-boa.Anuaesdo MaranhAo, de Herre-
do.Aniites do Riu Grande, do viscouda de S.
Leopoldo.Memoria da capitana de S. Vicente,
por Fr. Gaspar da Madre de lieos.Eras do Pa-
ra, por Bajeiu.Memorial lii.loricas da Bahia e
coroitraplua Paraanse, por 1. Accioli.Chrono-
logia, do general Aureu e Lima.IliMoria do
Br.nl, de Varnhagen.E de oulroa impressos e
i... iii.-.-r i, lu> :
CONTENDO
A de-ori|i.;ao geoRraphica.e nocOea histricas e po-
lticas, dme o descobrimento do Brasil ate agora
(1857), c lanibemo lempo cm que loram povoadas
as Seus govemadores, e a origen das divfrsas fami-
lia lualriras e seus appellidos, enlrahida de auti-
go maiiusciiplos genealgicos que m eras dille-
renles se puieram obter ;
A hi'loria tos ministerios, sua polica e ces
com que apparererain.
A lii-t'.u la das cam na- temporaria e vitaba deide
a rousliluinle de 17 de bul de 18l al 1857 ;
E tambem una etposirAo da historia da indepen-
dencia, escupa e comprovada por leslemuulia*. o-
cularcs que amdam reslam, e dos oulros moviincu-
tos poblicoi, itliii, deque se tenlia um conliecitiiento
ana.-lo i.au su da aeugraphta do paiz como da sua
historia civil e poltica.
Pela Dr. A. J. de Mello Mi>rae. natural da ci.la-
do da Alagoaa, autor de multas Robras lilUrarjaa e
1200 premios
2400 braneos.
3600
660'
9:120
23:040.-;
de Lisboa, as quaes vendem por
preyo commdo como costaniani. AJB publico.
O abaiso assignado laz sclente ao respei-
tavel publico e os seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10e14, ondeencontrarSo um vanado e lin-
do sortiaiento de fazendas de todas as qua-
Iidades, as quaes vende por pre<;o multo
commolo; seudo gerente do estabeleci-
mento ti. 10 o Sr. Marcelino JJeronitro de
Azevedo. ). g. Malveira.
He ebegado a loja de Leconte, ateiro
da Boa-Vista n. 70, excellente leite virginal
de rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, e espinhas," igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyno de Florenca para brotoejas e
aspertdades dn pelle, conserva a frescura e
o avclludado da primavera da vida.
caixa
EeonomicH de Pernam-
buco.
A directo convida aos Srs. socios, para
do dia 1 a l do mez de agosto, reali-
sarem as suas entradas subscriptas, aiai
de comecareo as operaeoes; 'tanto os so-
cios ja' inscriptos como os tpie pretende-
ren ser admitltdos, se dirijam ao Sr.
Joao Bautista Fragoso, tltesoureiro da so-
.U.j.'___ "ou- to uc una anuua a meia quar
laae, em cuja casa provisoriamente te- deste atino, e tambom se veude
cautelas.
^Associaco
Cointnereial Beiieficeate.
Por or.lcn da direccao, lie convocada
a anemblea {'eral dos Sis..socios eiTecti-
vos para o dia de agosto ao tneio-dia,
Prci'isa-se de urna pessoa que gaiba
cozinbar o diario de urna cs : na ra do
Hospicio ti. 15.
--- O abaixo assignado ro^a ao Sr. L. M
F. o favor de mandar tirar os penhores que
ha tnuito lempo existetn em seu poder,
ejjuando nao fa^a. no prazo de oilo dias se-
rao vendidos para seu pagamento.
Antonio dos Santos Fcreira.
PreeiSi-'se de lomar a premio a quan-
tia de 1:400?, dando-sc por seguranca bv-
poiheca, i ti mesmo venda de reto fechado,
difTerentes escravos todos per;as, e lodos da-
qui da eidade; nao se duvidando, alm de
dar-se paite dos escravos para o poder da
pessoa que der o dinheiro, pagar-se-lbe o
premio que so convencionar : a quem con-
vier annuncie para ser procurado, alim de
tratar se das de mais condi^es que queira.
- Desappareceu ta (.apunga, no dia 21 de
julho, um cachorro cor de raposa, tem colei-
ra de couro com argola de ferro : roga se a
pessoa que o ttver, faca favor solta-Io e nao
ameiga-lo; julga-se estar amarrado aqui por
estes sitios da Estancia.
Nun do Crespo n 11, comprara se
8 escravos de boa liguia, sendo 6 negra e 2
moloques.
Compra-se nm balcao envernisado
com 13 palmos : a tratar na ra estrella do
tosario n. 4.
Compra-SB um bule, urna cafeteira,
castigaos e duas salvas de prata ; na r.ia das
Flores n. 37. primeiro andar. Na mesma ca-
sa compra-se urna espingarda de dous canos.
Comptam-se dous Lois mansos que
sirvam para carioca, estando gordosc cm
liom estado, para dar serviro, nao se olha
a preco : quem os tiver dnija-sc a' ra do
Queimado n. 1 5, loja de lerragens.
- Compra-so effecli va mente na ruadas
Flores n. 37, primeiro indar, apolices da di-
vida publica e provincial, accesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pcqucnas-auantias', sobre penhores.
"Compra-se um oratorio com tres laces
de vidro, qoseja quasi novo, paga-se bem.
Vende-se um palanquim cm bom uso,
per preco commodo : na ra Dircita n. 3.
r
a floja
das seis portas
I.M FRENTE DO LlVRAMEiM'o
A 640 ItS
Cobertores escuros para escravos a duas
patacas cada um.
Camas de ferro para ca-
sado c splteiro.
Vende, Antonio Luiz de Oliveira Azovedo,
to seu csciiplorio na ra da Cruz n. 1.
Vridros de meia, nina e
duas oncas.
Vende, Antonio I.uiz do Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Bichas de Ham-
ro.
- Vendem-se 4 moleques pessas, idade
14al7annos, e urna negra de 22, crioula,
com habilidades, e outra de20annos: na
ra do Livramenlo n. 4.
- Vendo se utn mulata engommadoira
e costureira. bonita tigura, propria para
mucamba, urna negrota de 10 a II anuos
muito linda : no aterro da Boa-Vista n. 24'.
~ Vende-se um lin lo moleque crioulo,
de idade 20 annos, pouco mais ou menos:
os pretendentes dirijam-so a loja da ra da
Cadea do Recite n. 35.
Cal de Lisboa nova.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Madre de Dos, ha paia ven-
der barris com cal em pedra recenlemcnte
ebegadas.
Vende-se urna prela propria para todo
o servteo, com especialtdade para o campo :
na ra do Queimado n. 2, loja.
Vende-se um moleque do 18 annos,
sadto, proprio para qualquer servico na
ra do Queimado. loja de lerragens ti. 13
--- Vende-se um lerno de peses de bron-
inoba a meia quarla*aftjydos
o Tiraco de
burg
- -,---------.,. v..rv.iioiiicuu3 w uesiu anuo, e lamoom se veude oTiraco de
rao lugar os recebimentOS e enlrega das balanca do autor Rotnao &.C com asf/>su-
cautelas. chas e crrenles, tudo em boui esiaJo ; no
largo da Ribeira de S. Jos n. 1, taberna de
Jos Bernardina Alves ; e na mesma casa se
precisa de utn caixeiro de 12 a 14 annos.
Cal de jLisbua em pudra.
No armazam de assucar ta ra de Apollo,
de Domingos Ferreira Mais, venJem-se bar-
ris com cal nova, chegada no ultimo navio
de Lisboa.
Vende-se una mulatinlia de 15 anuos,
>o ti.ua o tua o de a rosto ao mcio-dta, venue-se urna mulatinlia de 15 anuos,
alim deproceder-seao disposto noart. 5.8 recoll"da. muito bonita ligura, sabe coser,
dos respectivos estatutos. Sala da Asso- deCfm,,H?nm^n,'.I,a ConduCl? "emP!ar- e
cia.Tio rnn,mr,;;i l......(;. ,,.. u.... 1. u'1? 1,om Bemo : lia ra lerga do Rosa-
ciacto Commercil BeneUceote de Per-
numliuco.'i'Jdejulliode 1857.A. de A.
Rodrigues Isaac, secretario da direccao.
jExtincto
Banco de ^ernambneo.v
Os Srs. accionistas do extinclo llanto
de Pernambuco sao convidados a recebe-
re m, do dia Til do correnie em diante, o
dividendo etto pelo Banco do Brasil, re-
lativo ao semestre lindo em 30 le junho
ultimo, na razao de 12.s"70."i 88 rs. por a
acrao realisada-, c bem assim o de 6S0G0 jectos, dirija-se ao pateo do Paraizo n.
tamliem nnr arran r,-:,l,vi,l-, fulfr ..l til
tambem por acco realisada, feito pelo
extincto Banco, no lim de stialiquiducao ;
para o que se aclia autorisado o tliesou-
reiro da eaiva filial.Joao Ignacio de
Mudeiros Bcgo, secrelario.
O escrivao Francisco de Barros Correia
transferio seu cartori j da rna do Aragito pa-
ra a tua do Sebo, casa n. 17, onde deve ser
procurado.
l'recisa-sc do urna ama, que saiba co-
zinhare fazer todo o mais servico de casa :
na ra do Caldeireiro, taberna n. 60.
Precisa-se de um cozinhsiro ou cozi-
nheira, para urna casa de familu : a tratar
na ruj de Apollo n. 24, ai niazem.
- *lndai existe cm poder do porleiro da
alfandoga desta eidade pura vender, por con-
t da thesouraria da f.izenda, a nova paol'.
ou tarifa da mesma alfandega, por lscada
um exemplar.
Z} PBECISA-SE de urna ama de leite
loria ou captiva, para amamenlar urna
enanca, paga-se bem : no paleo do Hos-
pital ti. >(>, sobrado.)
uem quizer possuir um excellente
carro americano, que nao presto'i servico
algum ain la, va a cocheira da ra da Cadeia
n. 12 : ua mesma casa tambero se vendem 5
bois mansos, bem grandes e tnuito gordos.
*&& O^Q^:^ :.: -.-^^OOQO
:_j O Dr. rranciico de Paula Bap- Q
Q tista, tem aberlo escriptorio para g$
@ advogar, no primeiro andar da ffe
38 casada ra dasTrincbeiras n. 19, ^
A por cima do cart nio do escruao $
O Baptista, antigamcnle do Tallecido %j
f& Bego; e al.i, das!) horas do dia em @
;, (liante, esta' promplo a bu vir a "
O lodos, ea receberas causas de te- S
mcnle, qotr
sua eaaa.
no -i-ii
Subacreva-fC neta eidada lo llcrifr, na livraria
da piaca da Indepaadancia ni. G a 8.
- -
: ; Jii-e I eh\ l'i'rura .le Borgaa racehe aaao- .'-
;,; tai ,le riniiiis.u : o Srs. ile enenlioa que
"..." iiiiinifni uiili-,ir ,i >. pre-timo,
'; j"n->e B9 hirgu da Attamhla n. \>.
:- '.:.:::'.:.:,,.. :'..:,.- .- ]y;y.;:
n- 1.-
u agente de leiloes (regono Antu
nes do Oliveira declara aos Srs. admit
tradoics dos hospitales Pedro II, Portu
guez c Inglez desta provincia, jue dse
jando beneficiar estes estabelecimeptot d
caridade, e nao tendo actualmente recui
sos de assim o poder fazer, por isso oile
corrente em (liante, em favor do cada i
dos ditos hospitaes, por cuto do lian
OS ll'lliM'S mil' O f.lmm.ii-,.1,. r...i.. _____ .. .1,. _l._....... i- '. __ '"
os leihies que o cotnmercio desta praca c
No deposito das bichas, ra estreita do
Rosario n. li, vendem-sc bichas a 20900O o
cenlo, e alugain-se a 320 rs cada urna.
Queijos de man-
teiga.
No deposito das bichas, ra eslreita do
Rosario n. II, vendem-se os melhores quei-
jos do Sirid, tanto de manteiga como de
coalha.
Em casa de Saunders Brothers 4C-,
praca do Corpo Sanio n. 11, ha para ven-
der o seguinle :
Ferro ingle/.. *
Pi\e da Suecia.
Alcatraode carvao.
Lonas delinho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo liso para saceos.
Dito trancado igual ao da Babia.
E Utn completa) sortimento de lazendas
proprias do mercado : tudo por preco
commodo.
Vende-se o ponto do pateo do Carmo I
n. 18, muilo acre litado por vender bilheles'
e charutos : quem o pretett 1er, dirija-se ao
mesmo ; e o motivo por que se veude se di-
r ao comprador.
iPotassa.
O deposito da ra da Cadeia do Berilo
n. 12, acha-se prvido com a excellente
potassa, tjuc se \ende por preco ra/.oavel.
rAcIja-se a venda, na ra do Crespo
II, o drama Julia do Fenestranges-
A 2,?000.
\endent-se cites de chitas francezas os-
curas, com 4 palmos de largura, pelo bara-
tsimo preco de asOOO o corto: na loja de
i portas da ra do cjucimado n. 10.
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por presos razoaveis no
escriptorio do agente Oliveira, ra da'Ca-
deia do Recife ti. 62. primeiro andar.
CAAS DE FERRO
Excellentes camas de ferro para solteiros :
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ra, ra da Cadeia do Recife n. 12, primeiro
andar.
Agencia
da fundicao Low-Moor,
ra da Vnzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanbos para dito.
Algodo inonstro.
Veude-se algod3o monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalbas e
lonces, pelo baratissimo precio de 600 rs. a
vara: na loja da boa fe, ua ra do Queima-
do n. 22.
Vendem-se duas casas terreas na ra
ua Alegra, urna D. 1 e outra n. 32 : os pre-
tendentes podem procurar no largo do Pe-
louriuho, armazem ns. 3 e 5.
Cobre em nioed.i.
Vende-se constantemenle na praca da In-
dependencia n. *, a um e meio por cenlo.
^reguica
genio : na ra larg
no u. 22, segundo andar,
Atraz da serraria da Ponte Vclha.
Vendem-se caibros de 30 a W palmos, e
das nielheres qualidades possivel, e estacas
proprias para estacadas e para telbciros, por
detraz da serraria da Ponte Velha.
Vende-se S carros do passeio,, sendo
novos, 18 cavallos e arreios, tudo cm
bom estado, junto ou separado o motivo
desta venda be por nao se poder tero nu-
mero de cavallos que exige quatro carros
de aluguel, por lalta de espaco na co-
cheira (7 palmos do um a outro caval-
lo), exigidos pelas posturas ora em vi-
gor : qgetB Ihe convier qualquer dos ob-
10.
Vende-se
al de Lislioa a 2,S-0(I0 o
barril, sem o casco : na ra do Livra-
mento n. 25, loja."
aebolas novas tic Liso**.
Ja desombarcaram as soblas novas, vindas
de Lisboa, e vendem-se no armazem de Bar-
ros O Silva. f
- Vendem-se os segu-.nles escravos; um
bonito moleque crioulo, do 17 annos, urna
negra crioula de bonita lisura, de 18 annos,
una dita de nacao, a qual cozinha o diario
de urna casa, engomma e hj ptima vende-
dora de ra : na ra da Aurora n. 36, pri-
meiro andar.
- Vende-seo palhabote portuguez Coin-
cidencia, de lote de Ho toneladas, de supe-
rior construccao, pregado forrado de co-
bre, e promplo a emprchender qualquer
viagem ; os pretendentes podem ve-lo no
aucoradouro da carga, e para tratar com seu
consignatario Domingos Ivs Malheos, ra
de Apollo n. 23
\Ta loja das seis
portas em frent do Li-
vramenlo
Pecas de cassas com flores miudas, blan-
cas e de cores a 2-1000, ditas de rainagem
para cortinados a 3c000. saias bordadas para
senhoras a 2iOOo com algum mofo
- Vende-se urna casa terrea em boa ra,
chao proprio, acabada ha pouco, com os se-
guintes commodos: i quartos, cozinha lo-
ra, cacimba so. de 2 vi Iracas c 1 porta na
frente : quem pretender, dirija-se a ra Ve-
lha n. 54.
AVISO AO BOM COSTO
*?A W ,',,, ,,,,:.. "S Na r"a li* <:i"lia do Recife, loja do canto
*$ dos que qui/ercn procurar seus Q ,,. 54, ha grande sortimento de fazendas, pe-
ad\o;rado. :--. los baralissimoa precos seguintes : tnussu-
. linas muilu boas o de bonitos padtOes a 380
g 400 rs. o covado, dita branca a 300 c 330 o
covado, dila de barra em corte pur 39500,
- cortes do brim para calca a 99200 c 2/300,
- grav-itas.decassaa 1?50J) a duzia, ditas de
,. seda preta a 800 e Ib rs cada urna, lencos de
cambraiaa l500, 2J600 e 3; a duzia, ditos
com bico a 3?G00a duzia, brelanlu delinho
- muilo boa a 600 rs. a vara, alpaca, de seda
- para vestido a 750 o covado, dita prela a 500
riga a ih\; do I de agosto do 700 a 900 rs o covado, maulas de seda inuit
(locada um ,oa.s a e 90000 cada una, cortes de cam-
. braia de seda a 5:200, ruiiieiras d^> filo d
linbo a 4 e 5|00 cada urna, ahitas de muita
u>>vcRapeo8 iraucezes linoda79200cada um,
OE EST VENDENDO BA-
RATISSIMO
Na loja do Preguica, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peise Frito n. 2, conti-
nua a vonder-s muilase diversas azendas,
por precos baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, padres novos e cores fl-
xas, pelo baratissimo preco de 480 rs. a va-
ra, ditas de cordao muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drOes os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padrees a 280 e 300 rs. o covado, mussulma
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, diu decora 340, cortes de casemi-
ra de cor de lindissimos padrOes e superior |
qualidade a 6/cada um, cortes de brim de
puro linho de lindos padrees a 28400 c^da
um, ditos de ditos a 2$, ditos de algodo a ;
1j360, dttos de cutim de lindos padrees o
muito encorpados a 1;600 cada um, lencos
de cambr.Ma para m/Joa 120, ditos mais linos
a 220, pegas de brelaulia de rolo de 10 varas
a 2-5 cada urna, chitas escuras de diversos
padrOes e cores lixas a 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a peca a 5o, 63, 6500 e 75500 ca-
da urna, cobertores proprios para escravos a
i.i------- ["fiiva paia cscravua a Kwt| uicHaug> iiiimamento tic llam-
padrOes a l;, ditas pretas de setitn a IfSSO,
ditas de cortes em outro gosto a 700 rs. cada
una, luvas de seda de todas as qualidados
para homens e senhoras, lenco.- de seda de
hons goslos, gangas mescladas de lindos pa-
drOes a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padrOes a 1? cada um. cambraias
lisas linas a 4-3500, com 10 varas, ditas ditas
muitu linas a 6^, e outras multas fazendas
que se deisam de mencionar, e se veuderao
por baratissimos presos ; e se dr3o amos-
tras com penhor ; assim como meias case-
miras ce quadrinhos miudos, muilo pro-
prias para calcas e palitos a 600 reis o cova-
do, ri.scados tranCazes de lindissimos padrOes
a 240reis o covado.
$a lja das
portas
en i frente
vramento
,1o
r
3000.
Cortes de casemira cgni pequeo defeito a
l es mil reis, a qualidade he superior, e lem
soi tmenlo para escoiher, palitos de panno
lino preto e de cores, com defeito, a IO9OOO.
Carne do srtelo.
Ha ra do Queimado, loja de ferragens n.
14, ha pata vender por preco commodo mui-
lo boa carne -do seitau c frescaes queijos,
entre ellas alguns de vinte e tantas libras,
bom feijao e iiiilho, assim como peise sec-
co, tudo ebegado do norte, pelo vador Ljua-
rassu .
Lobo \ C. vendem cal preta a (ibO
rs. o ali|uoire, equivalente auma barrica
de beca Iban, eai.cauoas de b0 a ."00 al-
quetres: quem precisar procure no por-
to das Canoas d ra Nova no segundo
anda do ultimo sobrado, assim como
vendem a retalho em pequeas porcoes
em seu armazem, na rita da concordia a
700is.oalqueire.
Vende-se na ra da Madre de Dos
11. 12, artna/.em de .Novaos & C., barris
de ferro, 011 cubos hidrulicos ; para de-
positas de iezt?s, a pceo commodo.
A SECaTAKIAS.
fls melhores que ate hoje tem apparecido
a este mercado: vendem-se no escriptorio'
uo agento Oliveira, ra da Cadeia do Itecife
n 62, primeiro andar. .
:aj; mu de liskua.
\cnde-so cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia verda
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
M ussuJinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muito fina a
440 rs. o covado, dita de cores de escellentes
padroes a 320 o covado : na loja da boa f,
na ra do Queimado n. 22.
Tachas de ferro.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de Tabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca
noas ou carros, livres de desposa. Os preco
sSoo s mais commodos.
relogios de pa-
tente
ingleses de ouro, de saboncte c de. vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rita da Ca-
deia do Hecife, armazem n. 16.
Methodo faclimo.
Na li-raria da.'praca da Independencia n.
6 e 8, -'ende-se o methodo facilimo- para
aprender ler, novamente impresso e aug-
msntado, por mil reis.
Arados/ de ferro
Na fundicao de C. Slarr s Companhia, em
Santo Amaro, acham-se oara vender arados
de ferro de um modollo e construccao muito
superiores.
Venda de
pianos.
Vendem-se mu i tos lindos c excellentes
pianos, ebegados ltimamente de llam-
l\a loja
das seis portas
Em frente do Li vramento
COVADO A 200 RS.
Alpaca de algodSo de quadros e cores se-
guras, com 4 palmos de largura a 200 rs o
covado. riscado francez decores escoris
160 o covado ; dSu-se amostras com penhor.
TACHAS PARA ENGENHO
"a tundido de ierro de D. W. BowmanVj
na uta do Brum, passando o chaiaV^
m. continua a haver um completo sor-
timento de tacha, de faro fundido e bati-
do dea a 8 palmo, de bica, as quaes se
echan, a venda por p.e,;o commodoe com
prompt.dao, embarcam-se ou carregatn-
se em carro sem despezas ao comprador.
1EGH11ISI0 PARA m%-
NA.FUNDICAO DE FERRO DO ENG
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, WA
;IJJ}BRI1 passando o Ja.
superior qaa'lidde a d/fnd ""t'"" eLbf"* NA MESMA FUNDICAO
se eieeolam (odas as ecommenda. 1
ReOnaria de
Bego& Barreto, no ||ort.
teiro.
No deposito desta renaria, na!rua da Ca-
!.W* n- 3. sempre assucar rt
"ml? to.rroes e em pSes, por preco mais
commodo de que em outra qu.lque parte.
Moendas su pe ires
SaS?fm..dehC- Starr* Companhia, em
^anto Amaro acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello
construccSo muito superiores. n"'ae"0
a randas e grades
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e grsdarias, da Rosto mo-
dernisstmo na fundicao da Auror! em sTu-
J*WljJ*Wllo* mesma, na rus do
RELOGIOS
Ra da Cadeia do Hecife n7l8
Ha um sortimento de RELOCIOS de todas
as qua idades Unto de OUIIO como de SK?
TA, ditos FOLIADOS e OOURADOS. assim cor
mo para senhora, todos garantidos e IV
precos commodos.
picio : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
Pianos.
Em casadeKabeSobmettau'&Companhj*
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburjto.
Fende-se
na rita do Trapiche n. 54, escriptorio de
Novaes'&C, superior vinho doforto, em
caixas de urna e duas du/.ias de'garraas :
a' preco commodo. i.
Avivas de >ouvin.
Constantemente acharSo na loja do Le-
conte, aterro da Boa-Vista n. 7, as verdadei-
ras luvas de Jouvin, do todas as cores,
igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
tima moda.
de la di-i vest-
Cortes
laa para
d os.
Vendem-se cortes de 13a de Mindos pa-
dres. com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,
antes que se acabera : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
- Na ra da Moeda n. 2, defronte do tra-
piche do Cunha, na para vender pipas novas
e usadas, meias pipas, barris novos e usados,
arcos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em fexes, ferramentas para tanoeiros,
cal em pedra de Lisboa, tudo por piceos
commodos ; assim como barris com azeite
de car.apato.
HE Um 1)11! ADMIRA
Nos quatro cantos da ra do Queima-
do, loja n. 20, vendem-se pegas de madapo-
ln com toque deavaria, lelo diminuto pre-
go de f* I52OO, 1S600, I580O e 86800 el-
les, que cstai) no resto.
.EKA DE CARNAUBA.
Vendo-se cera de carnauba de rnaito boa
qualidade, racenlemenle chegada : na ra
da Cadea, loja u. 50, defronte da ra da 81a-
dre de Dos.
A o liara (eiro
Cadeia do
da na
aftVcifrt,
di
Na loja n. 50 da ra da Cadeia do Ilecifc,
nova de Lisboa, chegada ul- delronte d f"" la Madre de Dos, encontia-
....." "'O os Ireguezes um bom sortimento do fa-
zendas, quecm porgSu
isahi-l RipDPlyt, 1R AraujoBaStO, e
loiiiiiiai.. ,sr loso ;i-..v,., porseupro-
curador, vendo publicado o e lili I para a ar-
rematscao, pelo juizo do commarcio, do so-
brado da roa .a tiruz 11 59, na esecucBo une
move Jos Pereira de (oes, eontra osherdel-
roa de Francisco i.oncalve Bastos, (a7.em
sciei te 10 resieiUvel publico, de qu,. t3o
po ie,;1 ser arremaUdo in totum- o refe- ,
n'seU|'s'-mnneS|q'1,'' ***** '"' d,)milnio >m respoiunliihdade,' especificando a qa"!
eatMtrtr;,ra^^^^
rem valer n Ua direito. P' i vida ^'2^ ***"" |,or 1"alquer ou- pode ir lec^ber na mesma ra da Praia, no
1 riud.seraiitinn & Iritiuo. | prazo de 3 das.
Os abaixo ISSignados, rom loja de ourives
na ra do Cabuga 11. 11, cnufrunio ao pateo
da matriz e rita Nena, fazem publico, que
eslao recebendo ronlinuadatneule as mus
novas obras de curo, tanto para senhora
como para hotnetis e meninos : os pregos
eonlinuam razoaveis, e paSsam-se cuntas
--------- ~~-1-------^........^.^..u ucsua ,,k;i e s cimpeos iraucezes linos a 7520' cada um,
o publico em 'eral os mandar fazer por! eortes de casemira de coies a i; (200, di-
tua intervenrao : e aflirma tnie no lim de Us I"01"8 r,n"* a 2S3O0 o corte, panno 'fino
cada mez entiegara' promptamente 1' p', ,ia,,'l a -""S0' **' 4s50 c 5= c"vd".!
.|uota pa. 1 que competir ,, | l(in ^Jt "S*. a '*} ditS bord?tI de
! ,-. -.' ,"u'1 u,ni velludo a U-, dtlus do louqiiim muito luios
dosditoliospitac8,doque passarao reci- aSO|000, bnnvde linho muito Uno para cal-
ilos os respectivos thesourciros, para a to- 5" a '"'"Ors. a vara, 15a de diversas quali-
do lempo constar. Espera merecer a]'"d,'*,,*?*l,li*>,eoutraamuiU8fizoiidM
proteernto docommercioe do uublico cm i i'01"1" f b0M SfJ'^des, que so avista do
.,..-.1 .iim ,1.. I______T 1' ""co ,' m comprador se mlhcionara.
stioTin li.cil,.- 1 A ulV ,'- !, """ Ne,,d^=>C"'amui:.lade2Sant.os. de
i ..i i dcjttlhodc 18o7. boaiufigura, engomma soffrivel. Uva, co-
n,T" 'r,"*a'!,,! P la .e l'i'rin.pi" Tr,ncbeir" ". 8, doce, reliua assucar, o he mullo c.rlnhos. I
J n hr i Para ,rie"l,,,,s : na ""Ua do Brum, passando o
O brigoo nacional Argonauta precisa chafariz, delronte da fabrica do velas c
de marinheuos bt>sileiros para sua viagem sabao.
S nSvZ!k tu,., L Vende-Se taberna com poucos
>i~rT Ta U"'"' !,M.ol,t B"Sa. mo- fundos e propria para principiante, cen
. ,.'Lrua d" ra"! *Ajulga nada Uever muilo bom lugar para vende a retalho
Veude-se ca
timamente: na ra de Apollo, armazem
n.20.
ylleoS ld SPrtM.i dem por preco barato, e menconarenios chi-
nrjrjiA.UH SeriaO. tasboasdecoreslixasocov^do a 150, 160
Nh ru do Queimado, loja de lerragens n. i 's0 200 rs e em pega a 5?200, 58600 65'
t, ha para vender por prego commodo' 6H00 c 6U800. chitas Irancezas de bouilos
muito frescaes queijos du serUo, entre elles goslos u 260, 280, 300 e 320, cassas de cores
alguns de vinte e 1 ,nm libras, e muito boa I largas, fazenda que n:1o desbota a 200 rs
carne, bom feijao c miTho, assim como peixe j covado, corles de cassa chita de cores rosos
secco, tu.lo ebegado domine pelo vapor e prelos a I76OO, 1:800 e 25, cassas fra'nce .s
Igoarassu de cores a 480 e 60o rs| a vara, 1
---Vende-se urna cama anda nova, com :t'om llorzinhas e cores lixas a 320 o covado
muit-i pouco uso, destas irancezas, um par ditas muilo linas com flores malisadas a'
de mangas de vidro, alguns romances, um tt0> c"rles de cambraia de cores muito lina
estrado no o, um pequeo armario, um pa-'C01" '. '-' 3 varas, leudo fazenda com
pagino novo, duas (-aramias, una das quaes ramagem de frente para folhos, pelo dimi-
lllltll Pl'i'C 1 ,le I,- 1. .-,'.. 1.. -_____i:.r_ .-___-.
Deposito
de rapprjnceza da fabri-
ca de E. Gase, ho Rio
de ..Janeiro.
Yende-se a prego commodo rap lino,
fbn8. oh^o'agr0,,,so' da rediUda fabrica
ruC.mc,?,Cbru!,n,P9e!0 V'0rS- a'v.dor;n.
Relalos
cobertos e descohertos, pequeos e grandes,
le ouro patente inglez. para bomem e se-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soutball Mellor & C ra
do Torres n. 38.
- Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa deSouthall lleltor 4 Ca, ra do
Torres 38.
g^4trifMii.
5O#0OO de gra-
lieaeao.
Desappareceu 110 dia 12 de junho pr-
ximo passado, um escravo de nome An-
tonio, de idade de 5i annos, pouco mais
ou menos, com os signaes sefjuintes:
pernas tortas e um osso crescido no hom-
bro direilo: quem o aprehender leve-o
a ra do Trapiche, no hotel Cafe Fran-
cez, que recebera' a gratiicaco cima.
Desappareceu no dia 17 de julho pro-
simo pastada um escravo de nomo Joaquim,
de idade de 12 annos, pouco mais ou meno>,
com os signaes seguintes : estatura baisa,
acaboclado, grosso das pernas o corpo, os
pes grandes e chatos, dedos curtos, o o cou-
ro engilhado. Da-se de gratificago 40e000
a quem o apprehender e entregar a seu se-
nhor l rancisco Congalvesdf Costa, no lugar
da Vicencia, comarca de rSazareth, ou nesta
eidade, no aterro da Boa-Vista n 34.
Tugio do engenho Coelbas, lermo de
Serinhaem, no dia 22 do prosim passado
.....>> uU ia- mez de junho o escravo de nome Jos, com
e a retalho se ven- os signaes seguintes : idade, pouco mais 011
menos, 30 annos, baixo, grosso, cor bem
preta, tem urna cicatriz ua testa, he de An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um talho ; levou camisas e cerqu-
las de algodo branco e de listras, e tambem
urna camisa de bata encarnada com colla-
, riniio amarello ; este escravo foi ha pouco
1 Ir,.-"rrS e 60 rs,.ia vara, mussulina;, comprado ao Sr. Malinas Cuedcs, que ulti-
1 mmenlo fot administrador do engenho Tra-
piche do Cabo, om cuto engenho foi visto
f Iguns dias dapois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pode leva-lo ao en-
anda solta e he muito bonita.
Xa rita
tic min-
vende-sepor s,eu dono querer relirar-se pa-
ra o mato, no Corredor no Hispo n. 12, em
frente do quartel ; a tratar na mesma.
rem para vendar am completo aarlIuwDtod* baba-
da! il- paono .1 India, lano aberlo como bordado e
de lodaa a- Untura., principiando por duna dedos e
aeaban lo 1 m doua palmo', ui qoaei se vendem maia
barato In pie em outra qualquer parle por se nut-
rir remclicr o dinheiro ao fabricante.
nulo prego de 63 o corte, pepulina do co.es
com listras achamalutadas, fa/enda nova pa-
ra vestidos a 960 o covado, e mepulina ou
laazuiha com a margem matizada a 15000 o
covado, cassa para babado a mo rs a vara e
l.;60 a pega, esguiao de puro linho fino de
1#400 a I58O a vara, e em pega do 1* a 181,
eluli de cores com quadrinhos c cambraja
deseda a 80o r o covado, ranr.o azul de boa
qualidade a 1?800e 2?oo 0 covado, e lino
preto e azul a 3-200, 39600, 4^, 4?j00, 5i500
genho indicado, ou nesta praga em casado
Sr. Manocl Alves Ferreira no Forte do Mal-
los, que s^r satisfactoriamente recompen-
sado.
Hesapparcceu o negro Malheos, nagao
(.osla, estatura fita, falta de denles na fren-
te; este negro he costumado a fazer estas
rugidas, e cosluma acoutar-se por esta u,cs-
ma c lade, e tambem negicia pelos arrabal-
des da mesma : rorra-se as auto, idades com-
petentes de o rapu.ar e levat ao trapiche do
Cunha, ra .la Moeda, que se recompensar
1 ~^-----. '-""" """. i-uiiiia, ra na
e|6,-O00, e bnalmente outras multas fazendas 1 o seu trabalbo
que, a dinheiro, se vendem baratissimas, el_______________'
dao-so amostras com penhor. PEBJS TYP d~iTT
/
Foi transferido odepositdeate laropa para a bo
HeadaJoaedaCrniSanloj, na ra Se-va ?
garra a, 5*500, e meias35000, aendo falsc toda
quelle que naofor f andido ne.te deposito.p "
qoesefaz opraaenli aviso.
hlPORTANTE PARA OPIBLICO
Para curada phtyaicaem lodoiosseusdifleren
tesgraos, que rinotivada porconslipa;6es, lojae
asinina, pleortz.escarros de.....ie, drde co-
adosepeito.palpilacaono coragao,coqneluche
bronclnle, dorna arKanta, todas asmoleslia
dosoraoipulmouarea.
Sellins e releaos
SELUMS e RELOGIOS di patele
Inglez : a veuda no arroazrm de
Hoilron Rooker & Companl.ii, e^-
qoina do largo do Corpo Santo no-
mero 48e
DE FAKIA, 1857
ILEGIVEL


-


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