Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07796


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Full Text
\P0 XXXIII S. 17.

SElilNDA FEIIU ." DE AGOSTO DE ,8.i7
Por 3 mezes adiantados AjOOO.
Por 3 mczes vencidos AjOO.
ti

Por auno adiantado 1S000.
Porte franco para o subscriptor.
*
V
K.NCARRERADOS DA 8CB8CR1PCAO DO NORTE.
Parahlbt, o 8r. Joio Rodolpho Goma ; Natal, o 8r. Joiquim
i-Ptreira Jnior ; Aretj, o 8r. A. de Umot Braga ; Cea-
ri'.o 8r. J. Jote de Olivelra ; MaraDhio, o Sr. Joaquim M.-ir-
q-ei Rodriiuei: Plauoj-, o Sr. Jote Joaquim Avelioo ; Pa-
r, o 8r. Juilino J. Hamoi ; Amaiontt, o Sr. Jaron jmo d
Cotia.
PARTIDA DOS CORRKIS.
01rn : (odo* o* diis, s9e meia hora* ilo tonrwi', GoluM* l'arahiba: na* MfWHlM e MSIM-feirM.
S. Anlio, Hi trro*, ItoniU, Caruaru', Altiuho c (ii-ranhun* : na terfa-f^ira.
S. lioun-nro, Pea J'Alho, >uareih, Lim>ero. Hrt-jo, Pmqoeirft, lB^>Urat
Floro, YiiU-IMI.i. Roa-\'uta, Ouriciiry K\u', MnjurlH IbIhi.
Cabo, l|K>jnc.S.rinhiem, Rio Formoso, U, llarn-irus, Agua-Prrla, Pi-
mi'iil^ira e >iul: quuila*-foira*.
T*>Io* na trrelo pariera a* 10 hora* da manhSa.
AUDIENCIAS DOS T1UBUNAFS DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : secundas quinUi.
Itelacao : tercas reiras e sabbados.
Fazenda : quarui aabbadoa ai 10 horas.
J uiio do eommercio : segunda as 10 horas 6 quintas ao meio da.
Juizo de orphos ; segundas a quintas as 10 horas.
Primeira Tara do civel : segundas e seitas ao meio dia.
Segunda rara do clvel : oartas sabbados ao meio dia.
KPHRMERIDES DO MEZ DE ACOST.
B La chcia as 4 horas 0 minutos da tarde.
12 Quarto minguante as 3 horas e 22 minutos da tarde.
111 l.ua nova as 2 horas e 6 minutos da manha.
27 tiuarto creacent* aos 15 minuto da tarde.
rni.amar de boje.
Primeira as 2 horas e (i minutos da urde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manh.ia.
DAS da semana.
3 Segunda. Ss. Gamaliel e Nicodemat.
i Terca. S. Domingos de Gusmo fundador.
5 QuarU. N. Senhora das .\eies.
6 Quinta. S. Xislo p. m. ; Ss. Fehssiano e Agapito diac.
7 Beata. S. Caelano Theatin fundad.ir.
S Sbado S. Ciraco diac. tn.
.1 Domingo. IOS. Romn soldado m.
ENCARREGADOS DA BBBSCRICAO NO SL'L
Alagoas. oSr. Claudino Falco Das : Baha, o Sr. D. Duir
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EM PEBNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figuciroa de Faria na la
livrana, praca da Independencia n. 6 e 8.
\
r
PAUTE OFFIOiAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
ExfMdlatite ale Ala -.'I da Julho
OllicioAo Eim. vice-presidente da Parahiba.
Tenho prsenle o oflcio que V. Bie. medmgio em
8 do crreme, exigindo detls presidencia a conve-
niente solurao obre o meio man proveiloso de te
dar eiecosAo a lei provincial de 3 de jolho de 1854,
promulgada coro o fim da remover *mbarac.os que
ollre a industria dassa provincia na parle de sena
producios que proeoram o mercado desla cidade,
unde (icam sojeitos a pagar dual vezet o imposto
provincial.
Sendo-me entregue O ofjlelo de V. ElC. pelo ins-
pector da tliesooraria deas* provmci.i, que Irouve
recommendtcAo de entender-se comigo sobre este
assumpto e dar us esclarecmentns neeessarioa, con-
videi-o pira terem minha pretenca una conferen-
cia rom o inspector da thesourana desla provincia,
e por essa occasiAo foi elle o primeiro a reconhecer
a procedencia das razes por esta apresentadas, e a
confear que do conchavo pretendido resaltar
maior prejuizo a Pernambuco, do que o qne soffre a
Parahiba continuando as coasas como vSo.
Elle proprio eipora de viva voz a V. Exc. ludo
qoanto se paison nessa conferencia.
Entreunto, ae occorrer aleom oatro meio, que
nu seja o prnposto, para e poder chpgar a ara ac-
cordo, que nAo lenha de prejudicar a alguma pro-
vincia, V. Exe, lea a bondade de m'o communicar,
certo de que procurare! conseguir o melbor modu
de ser execalada qaalquar medida que esteja no caso
de er aceita.
DitoAo commandante das armas, para mandar
dispensar do aquartelamenlo o gnarda do 2* balalhAo
Manoel Hugollno Geraldes.Coraraunicome ao
r-omm inflante superior.
tito mesmo. enviando a f de oflcio com
que eslava instruido o requerimenlo do capilao
Francisco Antonio de Carvalho, pedindo o habito de
\ m/,. a (i n de qoe seja ella sellada, conforme eiigio
o ministerio do imperio.
DitoAo commandante snperior do Kecife, inlei-
rando o de ler sido demittido a pedido sen, o tenen-
te-eorone! commandante do batalhAo 3* de inf mia-
a desle municipio, Jos Candido de Harros.Com-
raunicou-se ao demiltido.
DiloA o commandante superior interino de S^nlo
\ 111.1o. inte ir aiuio-o de que per decreto de 20 de
'9, jonho ultimo fura promovido ao poito de coronel-
' cinuman lante superior do municipio de >ano Aot,1o
o tenente-coronel Uenrique Marque) Lins.Com-
municoa-se ao nomeado.
DiloAo inspector da llieiouraria de faienda, re-
eommendando a e\pedicao de suas ordens, para que
m estarjao competente seja arrecadada a importancia
dos direitoe, sello e emolumentos que tem de pagar
Joo Evangelista Ferreira Paz, por ler ido nomeado
escrivo do civel, crime e tabelliAo de notas de Ca-
ruaru.Ofllciou-se a eele.
DitoAo mesmo, inleirando-n de qoe pela secre-
taria do imperio tora eoromouicado a esta presiden-
cia ter-se solicitado ao ministerio da fazenda a ezpe-
dii;-o da competente ordem para sar posta nessa
thesouraria a dispo*ic,Ao destego\erno, a quantia de
29295-23 rs. para a eointruccao dos moros que eer-
cam n chcara do edificio da Faculdade de direilo, e
recommendando que npportunamHnla entregae essa
quantia ao Ihesoureiro da directora das obras pu-
blicas para dar-lhe a conveniente applicacao.Olli-
cioa-se ao director das obras publicas.
DiloAo mesmo, inteirando-o da que o Esm.
mimslro da ju-tira declarara que nan obstante ler o
hachare' Francisco I jarcia do sAmaral deixado de
entrar no exercirio do cargo de joiz municipal I
orphAos de Tacaral, para o qoal fiira removido por
decreto de '1\ de julho do armo passado, podra este
governo lanr.tr oeumpra-.sena respectiva carla^
e faze-lo lomar posse quanlo antes do referido lu-
gar, visto que elle snlicilou e ohteve dentro do pra-
zo mareado a apostilla de remocho, e ae nao apre-
^-^enlou-a em lempo, nito foicu'pasna.Oflicioa-se
aqriVr*!s!'"rel para tomar quanlo antes posse do
sen cargor^^
oitoAo mesmo, 'ransmitlindo-lhe copia do avi-
>, de coerra, tje 8 do correle, declarando qoe nao
eonver applicar-e aos membros do consclho admi-
nistrativo a difposicAo do art. 75 do regulamenlo de
1.) de abril de I8.il. co.no declara a conladoria ge-
ral de guerra na :ufirmar.i i junta por eopis, mas
sim a lei seral sobre licencias ile 2i de outobro de
1832, que aatorisa o govemo imperial a concede las
> at 6 mezes por motivo de mulestia, de li mezes al
oro anuo com raelade do vencimentn. e por rruis
de om anno sem vencimento algnm, determina ao
menino lempo qoe se proceda nesla conformidade a
reipeilo do coronel reformado presidente do conse-
llio administrativo liento Jos l.amenlia l.ins.
DiloAo mesmo, recommendando qae nflo ohs-
lanle o parecer do procurador fiscal daquella the-
souraria, mande pacarsob responsabilidade da pre-
sidencia, a porcenlagem qoe venceram os emprega-
dos da alfandega no mez de jotiho ultimo.
I'ii"Ao inspector do arsenal de marinha, en-
vian lo-lhe copia do aviso da marinha de (i do cr-
renle, approvando a deliberarlo desla presidencia
de mandar fazer as despeas com os menores que em
i'onsequencia da epidemia do cholera licaram desam-
parados, e foram por isso recolhidos ouelle arsenal
e nelle sustentados, formando ama compaohia da
aprendizes, declaroo ao mesmo lempo que essas des-
pezas podem continuar por conla da verbamate-
rialconvindo porein qoe nanhom menor seja mais
admillidn, emqoaoto o corpo legislativo nao legiti-
mar earaelhanles despezas.
HitoAo mesmo, enviando por copia o aviso da
marinha de 2 do eorrenle. declarando que o con-
trato celebrado na intendencia da marinha da corte
para o fornecimento de carvao de pe Ira rom Scoll
Wilaoo iV C. deve compreliender o de carvao de pe
dra a lodos os navios, qualquer qae seje o seu de-li-
no e applicaran.
DiloAn director do arsenal de snerra, enviando
copia do aviso do imperio de 2I> de junho ultimo
coinraonicandn haver solictalo orden) do ministerio
da fazaoda, para que por conla da verdapresiden-
cias da provinciasseja posta dispoaic,Ao desle go-
vemo, naquella thesouraria, a quanlia da l.V.i? imi
rs. para pagamenlo da illuniiiiai-lu do palacio riesta
presidencia no exercioio (indo, couvin lo que Smc.
enve, para o firo declarado na segunda parte do ci-
tado aviso, ama teinonslraeao nao somonte da des-
pcia feila, como lambem da que te huuver de fazer
com lutes para o mesmo palacio.
DiloAo mesmo, inleirando-o de qae o F.xm.
ministro da guerra commanicara que o arsenal de
guerra da corte tem de remetler para aqu com des-
liuo A Parahilia 60 arrobas de plvora grosaa e ou-
Irat tantas de fur.il, e recommendando qoe apenas
aportar o navio conductor da referida r.clvora, con
Irale Smc. a aua remena par? aquella provincia em
ama das embarcajoes qoe para all segairein.
l de spalos para serem enviados ao meio batalhfto da
Paraliiba.
DiloAo director das obras mililares, declarando
em resposta ao sea nflicin de 18 do eorrenle, qae ja
velo ordem do Ihesouro nacional aulorisamlo as
as despezas dos differenles ministerios no exercicio
correte, da qoal consta que consignno a rubrica
obnsdo ministerio da guerra tiesta provincia
a quanlia de 25 conloa de ris.
|_ DioA' directora da eompanhia Pernamhucana,
inteirando-a de ler sido indelerido o reqoeriraento
era que aquella cotnpanhia peoia o pagamento da
subvencao de doas viagena redondas que deixoa de
fazer, visto nao ter ella direito a lal pagamento em
virlude do respectivo contrato.
DitoAo commandante do corpo de policia, di-
zeudo que acaba de recebar nesle momento om ofli-
cio do chefe de policia declarando nAo serem mais
precisas ai duat pracas desse corpo que este govemo,
a aaa reqoisiejao, ordenou a Smc. que mandaste apre-
senlar-lhe para escoltaiem al a Paralnba o crimi-
noso de moile Jos Pereira da Silva, visto qae exis-
tindo nesse quaitel igual numero de pracas de
policia do Kio Urania do Norte, podem ellas escol-
lar o referido criminoso ale aquella provincia.
Communicoo-se ao chefe de polica.
DitoAo juiz municipal de Barreirns, dizendo
que para poder este governo satisfazer a requisito
da secretaria de estado da joslica, haja Smc. de in-
formar com a mxima possivel brevidade acerca do
comeado rio requerimenlo de Jos de MeMo Alba-
querque Montenegro pedindo perdAo da pena de, 3
mezas de prisAo simples e de molla correspondente
a metale do lempo qoe Ihe foi imposta pelo sub-
delegado daqnella freguezia.
PortaraAo agente di coropinhia dos paqoetes a
vapor, dando scieneia de qoe as rioas pracas que vAo
escollando o criminoso Jos Pereira da Silva, e aos
quaes se mandn dar passagem por portara de hon-
tem, seguem com destino provincia do Kio Gran-
de do Norte, visto que p.rlencem ao corpo de poli-
ca daquella provincia.
DilaA' meerna, para dar passacem para a Pa-
rahiba, por conla do soverno, ao soldado do meio
balalhAo JoAn Jos da Silva Santos.
Iju.it a Mara Balbina da ConcejcAn, mulher da-
quelle soldado.
CEARA".
Fortaleza, 2(> de julho de 1857.
Eslao dous vapores no porto, e eu com a maior
pressa para escreier-lhe esta. I.ar^o a redea a pan-
n.-i. e deun-a correr sobre o papel.
Ilontem cheiion a esta provincia o Sr. Silveira de
Souza e sua excellenlissima familia. S. Ex. fui aco-
mido johiloMmente pelas pessoas mais gradas da ca-
pital, que o acumpaiiliaiam desde a borda do mar
al ao palacio de sua residencia.
O Sr. Silveira de Souza lem diante de si um vaslo
campo para nina larga caifa de eluria ; e se bem qu
IMTS&iOit
coni,ESi*oxi>Kx<;i.\s no uiario nE
l'F.KXASIItUlXF.
PARA'.
19 de julho.
Qoe noticias leve do Para'.' lie a pcrgunla que na-
turalmente Ihe hule fazer, a chegaria do vapor, o in-
leresse por esta iiiinlia provincia, ou a curiosdsde,
que quer estar em da com os successos do mundo.
Para po-io em ciicumslancias de responder-lhes :
nada ha de nov/ que merrga menoan, he que Icario
oslas hullas, qiiv nao oflerecerei ao exame cramma-
liral de uincuriii, e anda menos dos classicus, puris-
tas, quiiilieulislas, lo&iquissun is e exactismrnus es-
criptores do ir Diario do GrAo Para. Elles nAo dei-
xam pascar caraaiAu par malha, e pem a uiu pobre
correspondente eulre a parede e o estoque.
Para me livrar dellei e dos apuros, recorro a om
sanio miiaculi.-issiini), cujo grande poder descubri-
se ha punco : o senhnr S. Roque. Sob a sua prulec-
c,;1o espiritual e corporal lainhern.porqoe o samo cor-
po do sanio pode servir- de escudo a quali|oer gigan-
ta, e muito mus a um magreo, passu a di/.cr-llie o
pouco que lia. ou que sel.
De Irauquilliriadti publica vamos m?r,inl!i -am-n
le ; trido marcha em ordrin, pelo lado da ailininis-
lra<;ao priideiiloinenle dirigida (lelo Sr. Itolian e pe-
lo lado da polica, que n.lo pedia eslar em inclhures
mos.
O Sr. I)r. Campos era ja a conciliacAo em aclo,
antes de ser ella um principio poltico: nem precipi-
tado, nem vagare**, foi sempre pro lente e re-jcli-
do : seus actos distiuuuem-se por esse sello.
S, Exc. o Sr. Itotian uaj o he merina. F. assm,
qoando ouco as qoeixas dos direitos, que o elogiaram
|M>r elle mandar loi'o embiVa om improvisado aar-
geuto re Camela', que liulia sido recrulado, riobm
das quinas, e vej* I iso-oude vAo bater.
NAo obstante a opposi^Ao esla' uin pouco mais con-
cedida.
Dizcm que esta mudanza na linguagem phrenetica
e indecenie dos licmens da manira da provincia, he
devida a mudanza ou niodiDcaco nos redactores,
que lancaram (ora o Penna o celebrrimo aulor do
reverso. Amia vlina do Para", e mellrrara o l)r.
Jos de Asiis.
Ketira-se boje o Sr. Riipo, para Iratar de sua re-
nuncia ao hispido, renuncia, que para mim h inex-
plicayel. Nao Ihe don o meo voto ; porque ella ha
um divoreio, e eu nao subicrevo aos divorcios : e
depois nao admillindo re no calholicismo a dissolu-
rAo do vinculo matrimonial, a renuncia he concor-
rer para um adullono.
Os liis desla diocese lem manifestado seus seuli-
mentos pela retirada do digno pastor, que elles ja
auppo'm definitivo. He verdade que no GrAo Para'o, ja o rhamam hispo resignalario ; mas
isso he urna e.corrcitalio, apenas. () certo he que
vai-se o Sr. I). Jos AITonsu de Moraes Torres, mili-
to seriamente resolvrdo a consesnir s renoncra de
nma mura, qae elle pule corregir por Ireze an-
uos.
E-la retirada deve ser mnilo sensivel para o cod-
elo Sania Cruz, que alera rtn proteclur. perde o direc-
tor, o 8r. paire.Manoel All'onso da Maraes Torres,
que aeompanha a seu iiobre irroto. Suilu realrncn
le esse inconvenien'.e a mu estabelicimento que a-
gora_ romera va sol lio bous auspicios. Mas, us seus
patriticos emprezanos tem ain la o recurso a assem-
bla provincial, que de ludas as nutras das deraais
provincias se distingue nesle genero de auxilios.
Mullo me tem reuosijado a eslrea do Sr. I)r. Tilo
Franco de Almeida, na cmara temporaria : eoque
maii ausmrnta a mmha sali-facao he ver romo se
damnam com islo os pausados rieita Ierra. Teuliam
paciencia ; consolem-se r..ni o seu depulado, qoe
pude mas nAo o tnn f-ilo oppr resistencia inevi-
lavel aos altaquei a liberdade e aos direiloi do cida-
dao.
mos erradni em nossos juizus.
S. Ex. amanhAa tomar posse da administrarlo,
devendo prestar o competente juramento na assem-
bla provincial, que se acha reunida.
Por fallar em assembla, devo riizer-lhe que por
ora tem ella Irabalhado moito pouco ; pelo que des-
de ja Ihe alianco que leremos urna prorocarAo.
Em um dos das passados romerou o Dr. Antonio
Ferreira dos Sanloi Caroinha a motivar um reque-
rimenlo, pedindo ao Eovernu iuforinaroes sobre Car-
los fartos que se passaram as eleires rio Araealv,
Anda nao sabio publicado o discurso em que *e
tralou de semelbanle negocio, mus, segundo lie voz
geral, o Sr. Camiuha lem desenvulvidu muita habi-
lidade, e dado provas de que possue recuisus orato-
rios. Dizem qoe S. S. lem provado a toda a luz que
o procadimenlo do tenente-coronel Peceguriro as I
citadas eleices nAo s foi irregular, senAo romo
violento e parcial. J Ihe disse que nada ilis-o s>i
-enao de ouvida, sendo que por essa razAo nAo soa
minucioso. Se liver pachorra e adiar conveniente,
pretendo dar-lhe um extracto do referido discorso.
Achatn-se doeutes de hexiga n, cada desla cida-
de cerca de m presos ; mas apezsr de ser lAo gran-
d< o frico de mi i-i.'.l i, anda o mal uAn se estendeu
pela cidade. Os peridicos leero allrilumlo e-le facto
aos heroicos esori-os do Dr. ebefa de polica, do
medico da pobreza, o honrado e dedicado Dr. Jos
Joaquim Goncalves de Carvalho, e ns providencias
que lia o sido lomadas pelo administracAu da provin-
cia, de comlu'nacAo com os medicui da capital, que,
para tralarem desse ohjacto, reumram-se no palacio
da presidencia.
Al boje a epidemia 8 lez \ morle*.
Dandu Ihe conta desla occurrcncia, nAo posso dei-
xar de dizer-lhe que o capello do meio balalhAo
aqoi estacionado, sendo chamado para ouvir de con-
liss;io a um dos affeciados, derlarou que nAo se pres-
tava a esse fim, porque nao havia sido varciuado !
Que santa ahnesacAu a datae saccrdoic.
Kritrelarito, ao passo qoe o Sr. rapellAo proceda
por semelrianle modo, o parodio desta capital, o ve-
nerando Sr. Carlos Augusto Peixolo de Aleucar, of-
ferecia-se para levar aos enfermos o soccorro s ilutar
que a religjao sabe largueiar aos lilhos de seu gremio
lias horas extremas da agona.
A vire-presidencia da provinria continua a sel
aegradida pelo Cearensrn ; Pedro II*, purem, o
lem iillirnaineiilr- defend lo em artigos da redarrAo,
liavendo larnhrm recebirio coiiiinunicados em favor
da administracAo.
Agua, que o Sr. Mendes vai deixar o poder, fnr-
?osu he confrssar que S. Ex. fui ineansavel na re-
|iressA mimigo irreconriliavel, e lodos Ihe fazem esta justica.
O-i oulros ramos do servido publico mereceram-lhe
serios eoidadns.
No rlia 3 da rorrente, um soldado dm qno faziam
goarda ao* presos da eadda do Ouueruniiliim, dis-
narou casualmente, segn lo se diz, ora lira em am
infeliz recrula de nome Jo* Antonio de Son/a.
Consta que este ti-lo loeeradera do segoinCe modo :
11 rererulo sul'l.i'lo pedir a .s'ou/a um lorie*.I )ara
ahrigar-se rio rclento ; Souza nu salisf-z n pedido.
Entrn o seu guarda, e lauriunlo niAo da oina arma,
que suppunha descarregada por julgar ser a na, a
pfie nn gallillo, e quarido a desfecha, olive o esiron-
do fatal! Reconlierrn se depois que a arma havia
sdo depositla ern um lugar prximo na gualda por
om dos sollados do deslaramenlo de Uuiverainubim
que havia chegadn de urna diligencie.
Per-tne-me esla minuciosidad*, trono ja escrevi,
deixe que va assm mesmn.
NAo me occorre fado mais algum de importancia,
e por is.o lindo aqu.
nina particular com o fim de fornecer carnes verdes. rem suas entradas ao Ihesoureiro Joao Baptisla Ira- i mrjnerac5o dos relevantes ser vicos pelo mesmo Sr., ro, tanto na cor como no chciro e Sabor,
pnpolarAo desle municipio, e que ja se acha has-; gozo. preslaJos aos subdito* porlueu*/s indigentes, du- Consta-nos que Vai o Sr. I.ima tabrica-lo
lante ad-.niia la. e pro.t.-s a comecar as ioas opera- I Por varias vezei algons desalTei<;oadosdo governo I rante a fal-d epi finia alo cholera nesta cidade. Se em rnaior escala e aue ore'endfi manda-lo
r;6es. Dos queira que seja para bem rnmmum, e hlo querido ver nos crime* e oulros escarnalas que I a graca conferida ne* (orrecpomto a extensAo dos rnorraln da c'anital \qn era -t
qoe veniui de al^uma orle alliviar os rigores da ca- deiiuociamoi ao publico, urna especie de cenrura por servirn prestados, serv ......leos de prova de que ao u capliai. .vao sera IKO urna
reslia. que pesa sobreest genero. j mi) memos feilas ao governo. Temos para nos que esses serviros nao foratn de todo esquecidoi pelo lemriranija lelIZ (Je grande Utlllilade para O
Os planos para os edificios da fabrica de (acido de semclhante procedimento lie snbremaiinira desleal. virtuoso e llostradn munarrha purloguez. publico, para a provincia, e (itiero saliese
algodlo arhain-seexposlos a ohservai;Ao dos nteres- O soverno represenlalivo he o governo da publici- A aalor de urna carta em francez, que nos foi para O paiz '.' 'xos que actuallliento Compra-
sados, no escriptonu da oriedade proviioriamenle j dade, e qiiandn puhlirainoa algum fado otTensivo das ; dirigida e onde se nos joga alguns insultos, por ler- IDOS O bom vinagre por um elevado pretJO,
cslabelecido em casa do Sr. Manoel Alves Guerra, le s do p.iz, nAo fazemos mando que rumprir os mos dito, que ronslava-nos ler sido (entre nris', prohi- por um preco fabuloso tsto quanilo as Cir-
rua Jo Trapiche Novo n. ti. O edificio principal da deveres do sacerdocio da imprensa, us nunca pre- ; bido o honestissimo canean, resposta nenhuma da- eiimsl nria-i nnsnlo anaitam mi onac
fabrica ter., 360 palmos de facha,... principal. e | tendemos responsabi.isar a au.o.idade, oorqu. eS | remo.... cholas eaOuUeradas qufse ven Jem muias
s no mercado com o mal cabido nome
inagre, poderemos te-lo agora muito
is barato e puro. Se vier a ler aceita-
no mercado, e generalisar-se a sua pro-
o da 2ti foi j (JuccSo, nio podera constituir aittda, bem
Sr. I.ohalo, e a propriedade dos her.lciros Mana, no
sitio denominado Viveiro rio Mmiiz o local
qae os directores tinliam resolvido comprar para es-
lalielerer a fabrica de lecido de algoddn, foi por elles'
renunciado, em consequencia da insaluhiidule e do
perigo da vizinhanra, no raso de explosAo da fabri-
ca de gaz. A sociedade esta' em ajuste para com-
prar um toral, situado louge da fabrica de gaz, e as
pessoas qne rostomam fornerer maleriaes ja coraeca-
ram a enviar as suas proposlas para esle fim.
A*aim, se o pagamento da lereeira prestarlo se
realisar al 15 OU IS do correte, be mullo provavel
sAo lilhos de oulres causas e se dAo em todas as po- nAo se arrependa de la ir aprecia-los
cas ; o nem acloalmente o numero desles crimes he : anniversario para aquella assoca^Ao. O prazer ra- como Olltro iiuaiquer seero da noSSa tndus-
maror do que o* commellidns em entras eras. diava em lodosos semblantes ; rada so'io Irahallia- I ,,.. ,ima vorh d* rereila no imssn rP,
Fallece.am durante a semana 15 pesso.s, sendo : .a para mais agradar aos seus convidados ; a .ala e Lr\ '^nn.?l ivt 1m 1 Si"
12 horaens. 10 n.ull.eres e 11 prvulos, livres ; 5 as galeras eslavsm apinhadas. As o.U hora* e meia F10 provincial .' De cerlo, que ha tudo
.._..* I a li A millln onii'ii'u kiiiii i < n is r\ m m n aak
liomeiH e parvul s, e*-cravo.
pagimT avulsa
is"i usu
Exi-la am sobrado mi pateo da Sania Cruz qae o
que a ceremonia do lancamenlo da primeira potra i seu corredor da escaria exhala l,1o man cheiroque In-
do edificio da farirrra pnssa ter lugar no dia 7 de se-
lomillo, anniversario do mais bello da rio Drasil, e
anniversario do lanramento da primeira pedra do
caminho de ferro do Kecife ao San-Francisco. Es-
te poderoso vehculo ministrara' a' sociedade a oc-
casrAo para aogmenlar consirieravelmente as remes-
sas de algodAo do sul da provincia, compra-Ios por
preros laesque perinitlam-lhe poder vender para o
consumo do paiz pelo moriiro preco ds 240 a 280 rs.
a vara. Ao passo qu? a p*quena quanlidade desle
terido fabricado na Bahi|se acha algumas veces nesta
prora a 360 e 380 rs. a vara.
Os negorianles exportadores de assucar recebem
indo, os das exprnhraces por causa da ma' quali-
dade dos saceos de lecido actual ; entretanto lraiAo
livres deste inconveniente, assim qoe a fabrica pru-
jeclada poder satisfazer as suas precisei dista Dala-
rata,
Consla-nos qne o Sr. I.ahautiere esla' tratando de
pr em pralica o seo projecto, leu lente a melhnrar
o nosso fabrico de assucar, ,*e esla idea lor aliante,
sem dnvida vira' melhurar o fabrico da assucar da
nossa provincia, lAo depreciado nos mercados da Eu-
ropa, e o collucara' iniiiiediatamente na altura d
qn ilnla le- e do preco dos assucares da llavana, das
Antilhas inglezas e francezas, da Maiiricia e de
Hourhon, einfim de lados os tugares de producirlo,
mirle os apparcllios aperfeicoados dos Sr. F. Cail ^
Compaohia de Pars, estilo era uso desde nimios ari-
rns. A'irnos urna amostra de nssncar de Uaurboii,
da ultima colhcita.que he de urna qualidade admira-
vel pela sua excelleoria.
Por falladnos nesle assumido, nAo sera* fura de
proposito annonriar que esta semana ilis|ribuio-se
urna porcAo de sement de sorgo saccanno, que ful
Irazida de Pars pelo Sr. Dapral. Keleva lambem
aniiuuriar qua o Sr. I.ahautiere foi a primeira pes-
soa que aqui ntrnduzin a sement do soigo.
Sea caima de caianna foi propagada nesla pro-
vincia por meio de Ires gomo* que se aprovrilaram
de una raima, qoe icio da patria natal, parece que
a quanlidade de sement do sorgo qup lem sido dis-
tribuida, deve ser sullicieulc para propagar e-la no-
va sement.
He um principio crrenle na scieneia econmica,
que lorias as vezei que baila o prpro de nina meica-
doria, o consumo anmenla, ijoando snubeiiios que
a nova larifa das alfaodeges diminoa o proco de
grande quarrtrda le de mercado, ias rt impnrlacjlo,
nAo dovi lanos um nioraoiilo rpie n rendlmenlo di
alfandeci havia de aogmenlar. lista eoneepefta na >
foi desmentida ; ruin ell'ito, o fado velo provar a
verdade do principio eco, "*o, e o rendinieuto da
coiiiinn ia a todos quanlos por junto delle passam,
dando a isso lugar um cano de emolo qoe existe no
mesmo corredor, qoe sendo coberlo apenas por urna
laboa.deixa exhalar esse pestilente balito que se ex-
perimenta. He para admirar que algoem luja que
sacrifique a sua saode hahitaudo em semellianle casa,
e mais anda que aquelle mo clieiro nao lenlia sido
aspirado por queni .leve remediar o prevenir seme-
lrianle inconveniente. Chamdir.os, paranlo, a al-
I, no.ui de qaem competir para que lance suas vistas
sobre aquelle sobrado, alim deevilar o mal que pode
causar a salabridade publica, com especialidad is
pessoas que Ihe ficam contiguas.
Algumas ras existem na freguezia da Boa Vista,
que sena de inuila iitilidade que fossem calcadas,
por exernplo as do Colovello e Sebo, aonde pela es-
laeJJe invernosa nAo se ple passar em consequencia
das aguas e lamas que Dallas se ajuiiiam, e nAo ssr
urna conveniencia publica o calcainenlo deslas ras ?
Cremos que sim, e pediremos que se atienda a lio
ulil reclamarAo.
Consta-nos que la para a freguezia de San Jo-"
s existe um individiin que sem ler nenhom ollicio
vaga constantemente pelas ras armado de um grus-
so ccele a qae chama nmoreian a dar pancadas por
sua coma. A ser exacto esse proredimenlo, sena
mullo couveutcute que a polica n.lo o perdesse de
vista.
Nao se da' maior escndalo e mmoralidade, do
que ver-se pelas ras da Boa Vista urna matilha de
Cites, e igualmente um rebauli i de rabras e bodes a
pratirarem as maiures obscenidades,nAo obstante fe-
cham-se.os ollio- a i-so, e seinelhanles escndalo! vAo
apparecendo lodos os das, serviudo aldeuhjecto de
la norte rompeu a nrrheslra, composta de excellcn-
les arli-tas, e dirifda p-lo Sr. liueiruca, e depois
ergueu-se o panno. Todos eram uuvidus. L'm dos
mancebos, que,faria psrle de Iflo aprasivel qnao
iiiuccenie diverlimento rerilou am hrdhante mono-
logo, que foi assaz applaudidu por lodosos espec-
tadores, e em seguida foi a srena a nunca esquecida
tragedia Ignez de Castro, que em abono da
verdade foi desempenhada como nunca se esperoa
cousiderando-se a forra ; (rausic/irr, e transportes de
que estA recheiada essa tragedia. I oran, todos que
apparecerem em scena rom enthosiasmo applau-
didos.
No dia 1 do eorrenle deixoa o aquartelamenlo
o segundo balalhAo da guarda nacional de S. Jos,
e entrno para elle o lerreiro da Boa-Vista : o dia
da sabida do aquartelamenlo be um da de prazer
para o guarda nacional, que deixa um servico a que
nAo est habituado, para seeuir a vida domestica.
O vapor nacional Imperador vindo dos por-
los do norte trouxe a seu bordo o seguiutes passa-
geiros:
Para esta provincia :JoAo Hamos Jnior, Da-
niel Cesar Hamos, Manoel da Silva .san p rio, 1t-
nardiiin Ferreira da Silva, Diro Talles de Meneies
e um escravo. Vrenle Sevenno Duaile dous es-
rravos, Piophirn'feopliilo A. Ribeiro.Jose Lucas Al-
ves, Jos A. Fernandes, Antonio Camillo de Hol-
landa, BenluJos da Coala, BenloC. B. de \/. ve-
do, Jos Joaquim Peixolu de Miranda Henriques,
Manoel de Medeiros Correa Jnuior. Jarinlho Jos
de Mederos Correa. Jo do Sooza Cruz, Fr. Jos
do CoracAo ile Mara Castro, Jos domes de Araujo
i,i-i nt-iinii,, Jos Men.les, Aotnmn |Francisco Cas-
caes, Ulisses JosCoelho Nogueira, Manuel FontAo
S lu lolio, Liberato Rutrigues ParriAu, Joaquim Mi-
quilino de Souza Santiago, Iternardu Antonio de
Cima, Flix Comes Aroripe, Perro tarcias Gomes,
JoAo tiomeg (iarcias, Miguel Alves, Amonio Be-
zerra Souza. Kaphael Velloso Soares eH escravosa
eulregar.
Seguem para o sul :F.xm. hispo do Para 1). Jo-
s Alfonso de Moraes Torrea e um escravo, padre
cai-nala para os moleques que corr sua algazarra j
despenan) muilas vezes a aliene** de qoern nAo de- -Vnloniu A nomo de Moraes Torres, Dr. riesemb irga-
via presenciar lemeJlianle scena". Chamamos, porta '(1or Oietauo \ cenle de Almeida e um escravo,!,.
nlo a allenran dos flseaes para esse ohjclo, sobre Marinha, Francisco Antonio \ascmao, Augusto
o qoal algi!iiia|me-lida parece dever s-r a tupiada.
Poique razAo nAo se ha de ob'tar que esses
alravessadorps se apo-sem de qoanlo peixiiiha traz
os pescadores, para desl'atle o povo nAo comprar se-
nAo a elles e pela mais elevado prec,o ? Acaso nAo
ter i-lo um meio rio cnigir-nos ou forcar-nos a essa
liarhara imposf^Xu ? Par ventura rio sera essa pro-
hibido nina nnessidide para n povo f Ira' da
encontr ao direilo do eommercio '.' Ocios qoe nAo,
portante liradarcmos sempre emir i esse costme al
que um dia lejamoa alen idos.
He previsn qoe nlto fique em esqnecimenlo es-
ie -obra,lo ,1a ra Velll**, que se dil estar desapru-
niado e ainoiicarido perigo. Os vi/.inhos reclamara
pela segiirauc i de loa* Vidas, e he uecessano que
alfanuega, nesle mez, qt ,'oi o piirnriro da expe- nAo se concurra para qje sejam viclimas
POLHBTiM.
ORIGINAL DO OlTft"")E PERNAMBUCO-
2 DR AGOSTO DE 1857.
ANAVhf.ACAOAEREA.A COM PAN !11A DRA-
MTICA NACIONAL.A COMPA.MIIA DRA-
MTICA FRaNCE/.A.
Oh nAo faz mal '.
Emhora a sociedade actual parera divinisar o di-
nbeiro e ronsidersr a riqueza com i o alvo glorioso
da vida, cornlu lo anda ha himens generoaoi que se
consagram ao cullo das bellezas nlelecluaea, ou
que procurara inces.antcmenle a alampada mysle-
riosa de Aladmoa cnsta do sacrificio das commodi-
(jades da vida.
Anda ha homeni qae, ao contemplar a immn*a
vaslidAo dos mares, au os abysmos rncomm-inura-
veis do firmnmsnlo, se senlem penetrados do vago
desejo de os percorrer.
Anda ha bomens, que, ao ler nos conloa poticos
do Oriente a maravilhosa historia dos res dn mar ou
ras graciosas Peris, desejam ver apparerer-lhes a
auberba liuloara, e com ella visitar os seus palacios
de ncar e de p-rola finas, on aju lados pelas candi-
das azas de /.ulema sulcar hrandamenle as planicies
do ar a visitar os imperrns das fada e dns gnomos,
e as iiiiioi'i- do empyreo
Cerlamenle nada se lem decnherln acarea da ex-
isletrcia de ent's superiores a mis, e que vivem em
gremios differenles ; ainda ae nao rerolheii fado al-
gom qae peesa aulorisar a crerici destai entidades :
m is ja se tem reali'ado lanas niarasilbas que pare-
KECIFE I- DE ACOST DE 857
AS 6 HORAS DATARDE.
RETROSPECTO SEIANU
A semana pass,oo-s em perfeita Iranquillidade.
As noticia, que recebemos rio interior da provincia
continuara a ser salisfarloras. O paquete que rhe-
grui do norte do imperio havia deixado em paz lo-
dos os pontos em que torara. Do sul nAo ha no-
lirias.
O vapor da Europa, qne enlrou na manha do
dia 29 d passado. foi muito pobre de aronlecimen-
los importantes. Tres tentativas de sublevarAo tive-
r.mi logar em difierenles parles da Italia, ma<
todas foram imme lialainente sofliicadas. As datas
da China sAo as inrnin. que nos Ironxe n rr Cal-
culla. As eleires a que se pracederam ullima-
menle em Paris para a renovarn do rorpo leg s-
lalvn em l-raura foi a noticia mais importan-
te que nos trooxe. O governo Iriuiiipbou quasi
complefamenle. Enlre 2fi~ depulados. conta orna
raaiuria de 2IO. e os site restantes perlencem
opposirAo republicana, mas cre-se geralmeule
que esles depulados opposiciouislas nAo tomarAo
as-enlo, em consequencia de nAo qoererem pres-
tar ipramento ao rgimen que actualmente impera
na Franca.
Na l-.uron i, as-un romo ntrenos, a pteorcupa^Ao
do da he a caresta do* gneros de primeira neressi-
dade. Entre nris ludo se acha por um alio prero. A
vida, esperialmente para as elaatM pobres, nuca
foi tao custosa ; e alera rlisso o monopolio sobre a
cl ainda vein aagincnlar mais as difiiculdades da
existencia. Segundo a boa razao, parece que as casas
roustruidas de boje em diante he qne deviam ser
elevadas em prero, mas nAo as qoe foram contra-
das anles da esiitencia do monopolio. Entretanto
lem arnnttrido o inverso, e mullos proprielarios liAo
levantado o preco rini seus predio'.
Cmisia-noi qoe se eslA organisandn nma compa-
ras tentativas feilas pelo espirito humano neala es-
phera de conquistas ; pelo contrario, a esle respeilo
desde a tentativa do lilh i de Ddalo, conla a historia
mui grande numero dellas ; mas, al o fim do ulti-
mo seculo. todas le linham eflecluado sem proveilo
para a scieneia e com grande detrimento dos expe-
rimentad- res, quebrando uns as caberas, oulros as
pernas.
A historia srientilica da navog.ir.1n aerea comeca,
propriamente fallando na inveucAo de um balAo pelo
padre Birllinlumeu de Guarnan, natural de Sanlus,
na provincia de S. Paulo, no principio do seculo pau-
sado, e as experiencias dos iimAos Montg.lfieis,
nos fius desle mesmo seclo.
Ale enlao, sempre se linda tentado fazer do ho-
rnera um passaro, lint I li aza, e sempre se havia
naufragado ante esta difculdade : que o corpo do
hornem tem um peso especifico muito mais conside-
ravel que ros pasearos : e que Ihe seriam precisas,
para se poder sustentar no ar, azas immensas e fura
da propurcAo com a f.irca que elle poda desenvol-
ver para agila-las.
Os IrmAos Monlgoltierseonceberam a idea de cons-
truir urna esperie da navio aereo, muito man leve
qne n r, -ni re que se melliam os aeronautas.
Para esle liin applirando as propriedades da di-
lalar;Ao dos rorpos, imaginaram encher de ar
queme, e por rniisequencia mais leve que o ar am-
biente, una capacidade coiisiileravrl, e manler esle
ar eni,re na mesina almosphera, por meio de um
'"Ro rulioeado em baixo do navio.
A Iheoria iudicava que esta capacidado rlevia ele-
' ares, em quanlo dmasse a temperatura ;
nenria, exceden a espectativa de algumas pcsoas,
rendeu :29:270-311 rs.
Acaba de luudar-se rima caixa econmica nesla ci-
dade.
Assim como o homem individual, a sociedade, que
nAo be mais que om individuo colleetivo, he ton-
demnada por urna lei do deslnin elerno a fazer a sua
educacAo de nma maneira gradual. Hojo da' om
passo, amanhAa r li-1 oulro, e assim por liante, al
o complemento rlefinilivo do ideal supremo.
INaicidos hnnlem, por assim dizer, Dio admira que
tendamos attingido pitucos iiegraos na escala ascen-
cional do progresso, e que ainda nos adiemos um
pouco a quein na estrada da civilisacAo que tem per-
corrido os povos que nos precedern!.
Com lodo, guiados pela experiencia de eslranbns,
ja temos realzado lanas conquistas na esphera pa-
cifica dos mellmrameulos humanos, qne nao deixa de
causar grande adrairacAo. O eslabelecimento da
iustitiiirAn de urna cana econmica era uina necessi-
darle gcralmcnte sentida, eesla neressidade ainda se
toruno mais palp lanle na triste qnadra do cbiilera-
morbus, onde a pobreza se mnslrnu em Inda a sua
horrivel nudez ; o que se houvcra evitado rui gran-
de esrala, se para e-las rrises dnlorosa cada um II-
vesse porrpado um rnimrao. nAo do que he preciso
para o estricto provimcnlu das neressidades da vida,
mas rio que, rada um lepe.ide rom snperlluidailes.
Felizmente boje inauguramus e-le meihoramenlu,
que neressariamente ha de ser ferunrlo em resalla-
dos beneliros.
O pessoal da direrr.lo e o Ihesoureiro sao bomens
que inspirara confianca, e offe-ecem loda a garaulia
aos deposilanles. Ao passo que rada run \ai rontri-
htiindo insensivelmenle rorn pequeas quanlias, ns
juros rompo.p.s e a mohilidade das operares darao
no lim de algum lempo um ren lmenlo sollrivel.
Cada arcAo he de 5(l;00O rs., e as mensalidaile
so de 23 a 5?, conforme u numero de eccoes, que a
pessoa lomar.
Temos esperanras qua este etllbeleelllMlilo OM
agora comer era rnimatora, dentro de pitucos anuos
sera da urna importancia nolavcl.
A Baha j conla cinco caisas econmicas, e a
nossa provincia que he tAu importante enmo aquella,
nlo de e ficar airas no movimento grandioso da ci-
vtlisacao.
O* nossos raixeiros encontraran na raita eronomi-
ra um gaiante fiel para ai suas economa*, que no
lim rio lempo do respeclivo tirocinio. Ibes fnrrierera
os seus capilaes multiplicados, e al Ibes i'ar meios
para sr, eslabelecirem. Em o noeso Diario ja sabio
um annuncio convidando os socios acluaes a aalilfa-
Cesar de Lima, Antonio de Laehenr, Manoel Cae-
tao Nunes Pintoe uin escravo, rneslre da arin na
Ensebio Francisco de Audr.idf, Mara Joaqjiua da
RessnrreicAo e lira lilho, prelos frros. Malinas Jo-
so Alfonso, sun mulher, e um lilho, um imperial
marinheirit, rerrulas para marinha, S prar;a para
o p\errito, nma mulher, li.'t escravos a entregar.
No rii I .lo rorrente enlrou arriba !a a esle
por! a sum ira nacional nDianan que em .'10 'o mez
prximo passado havia sabida para San Miguel por
Marem, na provinria das Alagos por faz.er milita
agua, reeonheei la na viagero, e arlian lo-se is bom-
bas enclavadas cum arela do la.Ira, qoe n;Vi dava
lugaraeagalar-te Idea atar, tumou-se a provilenda
pr.venliva rlc manda-la para a corda do passarinne.
M amanhU'i.
H.tSPABTICAO DA POLICA.
Oi-cnrrenrias do dia .'II de jiilho.
Foram presos : pela subdelegara da freguezia
do Kecife, Jacimh Silvestre Vicente e Jo de
Campos Ayrea, sem participacA do motiva.
Pela aqbdelegacra ra freguezia de S. Antonio,
Jo.io Muiiiz, por ebrio.
Pela subdelegara da fregnezia de S. Jos,
Consia-iios qoe ei i consequencia di offerta que
li/.i-ra ri Sr. cuimii-u lador Jos Pires Ferreira para
servir gratuilainerile o lugar de Ihesoureiro da lote-
ra, concedida em favur ras obras rio hospital Pedro
II, alim de fazer correr nma em cada mez, o Sr.
Oliveira 8duil thesouieiro geral d-s lolerias pedir
a preferencia com a unir cnnd-^Aa de se Ihe dar 2
(ior rento para as despezas que l-m a fazer rom a
exIraccAo de cada urna dellas, sujeilando-se era ludo
mais as cundirles apresentadas pelo raesmo Sr. com- Luiz de Franca INeves, por tenlativa rie mora,
menri'ador Ibrc-, que anda por esse modo quer dar
o Irslemunho do quanlo se in(er< daquelle hospital.
Diversos sAo os j'iizos que se ha firmado acer-
ca do felo aeoulecidu na ci lade da Vicluna Boin a
lieqnena Conslanija de qualco anuos de idaril, e seos
dous irmAus, qoe foram victimas, sendo como se diz,
por ella a*asinarios, um a golpe de facAo sidire a
moleira e onlro a fculas, mas nAo se lem po 'ido
resolver ese prublema. que em verdade n.lo deixa
do ser riiflicilimo. O correspondeule Vicloriense
em sua noticia classifici a aquella infeliz enanca de
ferasmha, sera que lalvez llie caiba eie e.ptlhelo,
nAo olislante nAo enlraremos
&iaru> n '')fr' Recebemos pelo vapor o Imperador, entrado dos
portos do norte, jomae* du Amazonas al 27 de |u-
nho, do Para IS, do MaraubAo 22, do Ciar 23, e do
1*1.-1 lis. i do passado.
Torios as provincias desss lado do imperio goza-
varn de ho.i par. e ptima satuhrrria Je.
No Amazonas nada de notavel havia occorrido rie-
poii ra saluda dalli do Paran.
O noso correspondente, cuja carta deixamos em
ssa apreciarlo, ootra parle deste Diario, narra trido quanlo re no-
porque srirnenle a Dos be permitirlo julgar del- | vo ha.
la. Diremos lmenle apenas que nao podemos con- I Ira novo invento foi descobeilo no MaranhAo por
ebrdar qne nina manca de qualro aunos podtsse um fazendeiro d'alli. Ei< romo a esle respeilo sa
por espirito de malvade/.a lirar a vida a seus uno- exprime uin corrrspondenle do a Diario rio Mata-
ere i os por cerlo,
O primeiro remedio fui a substituidlo do hydro-
geneo ao ar queule para encher o balAo.
C"roo o hjdrogeniii pesa quinza vezes menos que
o ar almospheriro, ja' nao era preriso aquerr-lo,
e o balAo obederendo s leis da gravitarlo se eleva-
va ans ares.
Mas la ainda o aeronauta nAo tinba meio algum
para se dirigir, nem meio al um para descer, quan- a vlvula, para rleilar fura algum hvrirugene
do quizesse pr termo a sua pang- sa experiencia, suslenlaram na altura era que se arhavam.
nem para suhir de novo qoaodo nAo julgasse ronve-I Ao ahir do balAo o bydrogeneo foi infiamraado
nienle n ponto t\n terreno cima do qual se arliasse. pelo fogAo da Moolgolliere ; o foao se comraunicou
Para este fim, deu sean balAn nina vlvula, alim I* machina, e inslanlaneamente aniquilou-a e preci-
rie que o aeronauta, deuando sahir iivdroeeneo, po-' pilou os dous viajantes l> de urna allora de loii bra-
riesse nhrigar a machina a descer, e collocaram-se | tas c no chAo.
Em I7H. dous profeisores de plivsica, Pilas're des
Ro/.ieres e Romiin I en lar, un passar de Bolunha pa-
ra Inglaterra p'um balAo fabricado segundn eslesvs-
tema, e partirara com um vente mui favoravel.
Mas ao cabo de poneos minutos, como o balAo su -
blsse rpidamente, e elles receiassem encontrar mais
cima urna correle em sentido contrario, abrirain
e se
no hatelzinhn alguns saceos de ara qne servioem de
lastro, a fim do qoe, deilando fora esles saceos, po-
desse subir a vonlade.
Assim quasi qoe se achava resolviila esla parle rio
problema, mas ainda reslava a mais dillicil, o poder
dirigir-se no meio das correles violentas que percor-
rcui a almosphera, e tomar o rumo que se quizesse.
Numerosas tentativas tiveram lugar nesle sentido,
mas halas abortaran!, porque era neressario desen-
volver urna fura rtanteos* para crear nos ares om
ponto de apoto, e nAo ser a merluna arrebatada
pelos ventos.
Em fim rhrgou-se a reconhecer qu as diversa*
carnadas de arque compnem a alinusphera sAo con-
riuznlas em diverso* sentidos, ou por nutras palavras
que om ilille eiili" allnras, se cuconlravam ventos
dillerenles.
Aisim lralava-e soineute de procurar a eorrenle
favoravel, e n problema ra naxegacao aerea se a-
itai pubii-
ci.m impossive.saiH nossos anlepas-ados, que boje j e Monlgolliere qe ,, 0 nome do invenlnr
nAo se pule allinnar calenncaurnie o absurdo I tomn-**, como ainda he h-le entre na um irom-
desla creorji popular, 13o vulgansada em todas I panhamento indispeniavel d toda as fe-
partes do globo. cas.
Pode ser que dentro em pouo, o carro aereo de A Monlgolfiere elevava se ripi lamente aos ares
Lord Carlirgf.ird e o hablo de Gavarni perc. rram I rom osea f to. era j Isto um larlo adquirido-
com urna rapidez prodigiosa os campos azulados da | mas era muler que lambem podesse condnzir indi-
almosphera, sujeila por elles an dominio du ho- ido**.
alim, e qoe em tre ou qoatro rli-s pusamos aira-; Para ele fim siispnderam-lhc na parle inferior
vessar a immans exIensAo do Allaniico, psra Ir ad- l um batelzinho, e ileatiaaido* Viajantes tiveram a ao-
mirar os milagres da eivilisaclo em Pars, Londres,! dacia de c nbin.lonarera ao seu curso vagabnndo
e leja a eipenencia, n balAo, conduzindo com sigo rhava reilntido a poder subir e descer a vonlade.
"T*\' l]"1"",'" ""* "" t(,m "* ,PP|auso'i ''os es- () lastro as vlvulas eram dous meios exrelleules
ire ailnrc, e dentro em pouco desappareceu. j m,s delles s se poda a genle servir mui pouras ve-
icia f>i repetida em todas as parles, i /es, por que o hyiirngeneo sollo pelas vlvulas para
lescer. ja se nAo pedia recuperar ; e o mesmo acon-
lloini, Veneza ele.
Enlrelanln anles de annonciarmos as ollimas no-
ticias que temos acerca da navegacAo arrea, per-
milla-se nos remontar-nos i *tigemde*)J qoeslAo.
alguna vnllaram a salvamento, oolios experlmtnla-
r.iin accidentes qoe Ibes cuslar.-im a vida,
A maior parle desies eecidentei nrovinli*m do n-
cendio do balA > que precipilava o valeule aeronauta
Com elTeilo, nao he de boje que daljm as primei- I de orna altura medonna ao chAo.
lecia com o lastro que se il Miava fura para subir.
Diversos meios foram pmpo-tos para se recorrer
a este inconveniente, roja gravldade a viagem le
Blanrbard e Jelteries, que passaram por esle meio
de Inglaterra para Franca, e rorreram grandes ns-
ros de rahirem na Mancha, mostrara -le urna maneira
cabal ; mas infelizmente nouhuin delles foi bem suc-
redirio.
O rnais famoso desles meioi eonsistia em juntar ao
balfle cheie de hvdrogeneo nma pequea Monlgolfiere
rom o seu rorapelenle fugan.
Com esla diiposicSo era evidente qne se podia hir ou desear, alliviar on tornar pesada a machina,
augmentando rni diminiiiudo n fogo ra Morilgol-
I ficre.
A morle desles dous msrtyres da scieneia nao rle-
sanimou os aeronautas.
No dia 22 de agosto de ISOi, Zamhecari e Anlreo-
li operaram nma asceiicAo era llolnnha por meio de
om balAo chelo de gaz bydrogeneo e guarnecido de
una galera circular que ennlinha alcohol.
Esla galera tna perforada, ruda nnlicio servia
de hico de caudieiro, os quaes acesos nroduziam rrn
roda do baldo orna romo almnpbera arl final.
A ascenrAo effeilunn se eplimamenle assim romo
a rlesrrda ; snnienie, ao rpri ximar-se do tibio, a an-
cora da machina agarrneo aos galbos de nma ar
vore : eul.lo o bailo, redrinlo an impulso do valo,
adornou derranmu se o espirito, e os aeronautas
liraram rodenos dr cliainnias.
Arrdrenli salvou-s-, es.-nrreganrio pr|a rorda da
ancora ; mas /.ainhecari, qnr prucur.ira apacar as
rb imnias, qne ihe am devorando a roupe. nAo piide
fazer o mesmo.
Livre do peso de Andronli, o balan se desprenden e
elevoo-sc rpidamente maia altas regiea, r a noile
tumbn no meio do Adritico.
N'um e-tado depbiravel fn que pescadores do A-
driaticn apanbaram n desveiilurado aeronauta, meio
qiieimadn. mein celarlo,
Em IST, Van-Ileckannuncioo qoe liavia rcsnlvi-
do o problema, e na assembla legislativa da Itelgica
apresenlnu-se urna mofAn temiente a ronceder-lhe
urna recoinjiensa nacional.
O que parece rerlo he que a soluc.,lo de Van lleck
nAo foi cmplela, pois que ddcontrario a navega-
rAo aeria seria baje umversalmenle mohecida e pre-
tirada. Todava, revelou o meio de suliir e descer o'
vonlade, sem perdtr az liylrogeneo. ',
Knlrelanlpa scieneia nao poda ficar dorminln.i'
snmbrafdesses louroi incompletos que linham sido co-
Ihidos : o espirito Ilumina nao pa'ra na -na marcha
siibliine para as rnnqui.las do porvir.
No dia I" de julho, as columnas .operiores des-
cernes irinAoa, nAo o ere i os por certo, a menos
que para o fazer fosse inluzda, o que lambem n.lo
podemos crer, porque olgamo* que ninmiem por
mais brbaro que fosse, praticasse semelbanle crime,
Verdade he que romo diz o meante corrtsponileule,
o facto se dera, mas qu^m nos rirra' que nAo fo-se
elle casual, ou anda mesmo qne algurna indiscri-
i;Ao i isso desse lugar? i^pja como f dos mais horrivel* que se conla em nosso seculo, c
justo he que rom a precisa prudencia seja ydica-
do, vial* como graves sAo as cirruinslanria de que se
acha revestido, O notan correspondente emitirme a
informar-nos das nccurrencias, que se furein dando
a respeio, alim de que se pnssa rullier algum fruclo
desse facto phennminal, oh para a puuirAo, ou p-ra
a prevenan de oulros da igual importancia. Lina
enanca de i anuo* !... ler o Inaliltelo feroz de malar
seus Humenle, maiiiiilnis! urna crianca de i anuos
ler a precisa forca para manejar um f.cAo! ludo pule
ser, iioiu ser que este negocio seja esmerilbado por
urna auioridade que nAo lenha ineniuos de qualro
anuos, e com lana forca !
O Se. Dr. Jos de Almeida de Itislos Lima aca-
ba de ser agraciado por S. M. F. El rei o Sr. D.
Pedro V, com o grao de civalleiro ria ordem de flioi-
sa Senhora da ConeeifJJa de Villa Vicosa, em re-
te jornal, demos uin artigo publicado em Franca no
mez de Janeiro do coirenle auno, em que llenn Pa-
ce, posaolda de grande enthosium*, anuunciava que
Gavarni liavia descoberlo a direcrAo das marbinas
aeroslatiras.
Segundo 11 pu i Pace, Gavarni alravessara s.lo e sal-
vo, por dnas vezes, em hallo a Franra e o Mediler-
laneo, fura a Argel em dezenove horas e seis min-
los, e vnlla'r em dezeseis horas e viule e fres minu-
tos, venrendo nele lempo urna distancia de T.'i le-
guas, quer ni ida, quer ni Volt. F;ievou-s a' allu-
ra de qrralro mil metros, ou dezuito mil ps pouco
mais ou menos.
0 aspecto da (erra, que 'e desenrolava aos ps ros
distimidos viajantes, era de um grandioso inesprimi-
vel. As cidades e aldeias pireciam bnnquedos de rn-
anr;a, e o rio Loira, on le se r llecliam os ralos do
sol, pareeiam um fio de oiiro serpejanlo sobre una
tapetara de cr verde. O h Tisonte era ama facba
srinlilanle como nm espeiho de ac.
A machina de Gavarni coniiste em doui bales
eenjnnctot de forma aapberiea, deum lecido coberlo
de um triplica de verniz de gonima elstica, e con-
Icndo rada nm cem rnelros rubiro de gaz hydroge-
n*o puro. O marhinsmo propulsor he urna helire
niodilic.i la. que vai al a barquinha, igualmenle
rom nm leme re barbaiai.as, para orientar a machi-
na era todos os sentirlos.
Alienas o artigo de que exlrahimos eslas breves
nuees foi puhlrado, uns ronsideraram o problema
res.-lvido, uniros dominado* plo senliiqenln de in-
crelulidade arerra de Indn qu nlo he grande e su-
blime, consideraram a milicia como uin mero upuTu,
romo um irranardu, deles rom que os jornalistas
cosinmam encher as rnlninnas das garcas, em falla
de ncoiilrciindnl>s verdaileiios'
nhAo.o
a Sempr que apparpijim entre nos genios
emprehende lores, que promeltam melhora-
iiii'niosa nossa iiiln.stitu, partirularmeote a
agrcola, fonte principal e qoasi nica da
nossa riqueza, acanhada ainda u circums-
eripta a urna rotin, levemos acnmpanha-
los nos seus vos, o trihutar-lhes os rjovtdos
encotnios ; animan io-ns assim a prose-
guir em tao uteis quo louvaveis pensamen-
tos.
i Entre esles contimos o Sr. major Anto-
nio Jos Pires de Lima, um dos lavadores
alnstados rio municipio de Cupurupu'. O
Sr. major Luna alm ra estar sobremodo
empenhailo em fa7er cultivaras suas trras
pelo systema aratorio tendo feito ja suas
primeiras experiencias, em que tem sido
h.-tm succedido e colht ;o os melliores resul-
tados, acaba de enviar a alguns dos seus a-
tnigos amostras de excelleute vinagre feito
por elle de sueco da canoa, em nada inferior
ao melhor vinagre que nos vem do eslrangei-
isto muito possivel. A quem devera o pu-
hlico eslas vanlagens e a provincia um tal
accrescimo as suas rendas, senaoao genio
emprehendedor do Sr major Lima!
< Continu o Sr major Lima nnstaseou-
tras investigar-Oes uteis, que se tornar cre-
dor de grande beaelicio provincia quo Ihe
deu o ser, eo seu nome lera do ligurarcom
merecidos louvores as paginas da nossa
bistoria industrial. *
A enmpanhia lyrlea, depoiida paleada que solTre-
ra, comei^a'a a gozar sympalbia e aeolhiminlo. Em
o da 17 roiinirau-.e em o .ai.io lo Iheatro os accio-
nistas do Banco Maranhense, e approvaram o* etla-
lutos ; o numero de 6,000 accOet r.ii o marcado. No
leeceiro illa depuis da ap,,rovaco dos estatutos quasi
todo o numero de arrges se achava tobicriplo.
No da 2 leve lugar a abertura da assembla do
Piauhy. O Em. presidente o Sr. Dr. Junqueira
pronuuciou o compleme discurso.
Do Cear alm do que diz o nosso correspondente,
l-se no a Commercial :
v Sobral.
Na mul de 11 de roaio fui o Sr. Antonio Car-
neiro da Silva a assabado em sua fazenda Jalob por
Kueerio, Jernimo. Cosme, Cleinentiuo, innocencio,
Domingos do O', Manoel Mor eir, JoAn Sabino u pelo
caseiro da fazenda JoAo Cyriaco de S mi,, o quaet
conduzindo a victima para a casa de Cosme do O' a
barbarisaram pela forma segunde :
Ampularam-lhe primeiramenle a lingua, que a
fizeram deilar fra da bncra, alando-Ihe um reliman
pescoQO, e nesle estado o fuerain dorante a noile as,
sislir a ama grande orgia, ale que expiroo.
a Quandn a virlima amarrada implorava prolerrAo
e clernencis com lagrimas e aceooi, porque nao po-
da lija-, salpicaiam-lbe agua a ferver e davam-
tbe pequeuas estocadas, acompanhado tudo isto da
insultos e molejos ; alinil mutilaram-lhe o corpo e
deceparam-lhe a cabera a machado.
o Esla morle ja era premeditada ha moilo pelos
meamos isaasrinoe, que em 1S..'I Ihe dispararam na
tirauja am liro.de que escapou,os quaes tendo ido ao
jury foram absolvidns.
Di) llio Urande do Nortee Parahiba nada lia dig-
no de mencAo.
Cbegou ao Maranhao, taludo desle porlo, com t
das n brigue escuna Grado**.
Acbava-se carga o palhabole Lindo Paquete.
SEKtilPE.
Ararag 11 de julho.
Ainda a manha esl em caa do Jess t'.brislo
do homem Dos; apenas a la, ese brillianle as-
lio da noite, derrama sua arcenlra luz, nAo sri pela
vaslidAo da abobada celeste, mas lamb>m pelo erbe
lerrrsire, onde ella pode al ingir ; es^e Inzenle pla-
neta, qne em sen esplendor esrurrre o brilh das
scinlillanles estrellas ; que einfim faz retirar unde
penetra a esrravido das Irevas : ainda quasi todot
os morlaesos lilhos de D-osjazern adormecidos
em seus leilos, onde IlAo n amado descau-o a seus.
corpos, la-sos pelas fadiaas do da; onde de boa
vonlade entregam-se os bracos de Morpha, desse
velho pieguu-nsn. qne durante a noile reina, nAo
sn n*s humildes cabauas dos paslores, as pobres
chocas dos labradores, senAo lambem nos soherbos,
siimpiiin.us e iiiagnilicos palacios dos res ; em-
quanlo que eu, pobre agricultor erguido ra minha
velha lpoia, em que comlodo faro, estirando-tne,
desenfadar o meo todo corpreo, qaerendo entei de
me ser annuncuida a hora do Irabalbo pela canti-
lena alternada dos agricultores, quan o em numero
de qualro e as vezes de mala para elle caminham,
escrever algumas luidas que nigam respeilo a este
pequeo larri*, eslou com a penna em tumbo, ape-
lar de ser para mim um grande sacrificio, aftm de
somonte nAo faltar a nimba palavra, que, orna vea
dada, presumo seja desempenhada.
A estas horas gran teraeole me coila o escrever,
porque, nAo so o pregmeo-o somno, como tamhem
o lernvel fri, ambos de moi dadas, me perse-
guem.
Sinto as minhas palpebras demasiado pesadas, a
bocea abrir-se-me vulunlariamento.Ainda ha poo-
co eis o qae me succcJeo :
Largo a penna sobre a minha velha, caronchosa e
exlocada mesa, e entro a imaginar... esse termos...
de que me podesse ulilisar para dar um pouqoinho
de gaz ao meo humilde eicriplo ; a minha imsgi-
nac.Vi pobre e estril (omou-se ingeolemenle mo-
rosa em sorcorrer-me ; Uve de esperar algans ml-
nulns, e mal me precataudn, cometo por dar fortes
cochilos, dei alguns a miude e finalmente em um
delles, naqutlle lidar da cabecs, que ora vai, ora
vera, desaprumei-me e fui de orrojo a mesa, qoe
exconjiiniada, foi dar comsigo s paredes do mea
velho ca-ebre, e den comigo ao doro chAo, de cujo
choque solTri urna tremenda bordoada no osodoqua-
dril da parle direila, que me deixoa iodo dundo.
Despert ; mas o que lejo a roda de mim "f Trevat a
mais trevas, que anda mais alTeclava miuhi, dor. O
proprio lume que qdandu me levanlei liz arder no
lar, linha-se quasi apagqdo, lanto que, indo en As
apalpadellas, dando enconlrOes aqoi, cabezadas aeo-
l, se nAo pnnhojo p sobre urna acha de lenha, que
erguida dn fogAo me musir lome, por sem dnvida
lena eo de arrebeolar as venias por onde quer qoe
eu fosse Ad miadas pobres veolas, de que esea-
pasle '!
Mais talisfeilo por achar lume, torno a dila acha
e abanando-a 'requmenteme, vollo ao lugar onde
les. Parece que M. Gavarni iuvenlou um machuiis-
mo, consislindo de dous hales coujunclos. A forra
directora de om parafosu modificado que se cominu-
nica com o carro, e um leme, feito especialmente de
darhalanaa dei balea, para mular de direccu quando
e queira. Duiern que o movrmerrlo ascendente do ba-
tn pode ser oblido lera que se deile lastro fora.
ir A perda do gaz hydrogeneo he iinrncriialaraen-
supprida por meio de um proceaso chimico. A ries-
cida elTeiluaria, como al ho|e, deixando-se e-capar
gaz. M. Gavarni, ucornpanhado de quslro pessoas,
subi ..'s 10 horas da manira de 15 de Janeiro no
parque de Ferrires, na Solirgne, que esta' situada,
quasi no centro da Franca, e na manilla seguinle, a's
cinco hora*, os viajantes aereui 'descerara a salva-
mento, na rlrstancia de meia milba de Alger. Depois
de se demoraren) no solu africana Irinta huras, vul-
larain para a Franca, e descerara lio lugar d'onde
(inda partido, leudo realisario a volta com maior ra-
pidez, i
segundo esta citacAo, parece que Gavarni nAo de
morlo, e que o jornal qoe deu a noticia da viagem
aerea rio centro da Franca a Alger, nao fui o ir Cda-
rivari,u mas sim ir Le Conlemporatns >'.
Mas, pondo de parle a eicurso dos novos aero-
nautas franrezes, vamos annnnciar ao leitor oolra in-
venrAo mu rerenle, aobra o mesuro assnmplo, a qual
prrloiiee a um Ingler, lor.l Cirlingford, que prel'ti-
de ler resolvidn o prodlema.
O viscondo Garlingford -.inventou un carro *
aereo, rom azis, leme c helire, rom o qual diz elle
que se pn,|o navear n ,. ere-, en. qualquer direC{.*, [ e oilo utjr pnuco ,mli
i-lo ,ie, cnnlia o vento, com o vento ou com o vend
de lado.
Amachina lem a /irma de nm grande passaro i
cora as azas abertat, romo qoerendo vnar. A hlice,
AVuem chegoa a dizer que a viagem ara de Gar-! ou paraluso prnpul-or, so *cli i roilorado na |.ane su-
vami astim romo as .r-n, mgicas do celebre llu- I1"1"' lla mar hua, e o I me na parle posterior.
wn nAo passam de mythns, e que tu io islo linda sido
oressionado pia eslravaganeia da Mtopida propheria
do conego dr l.iege, acerca do aniqnilameiilo do
mundo era l:t de pind prximo passado ; em fim,
disseram que a noticia ora absurda, que era um
ecanarda do acbar,vario, pois que Gavarni ja era
morlo, sera se lembrarem que um nome oSo perten-
Cfl excliisivamenle a ninguem.
Fntrelanto, temos dianle dos odos uin jarn -I in-
gle, o iFamily llerall.o ri I.- de mareo, lamliem
desle anu, quo fallando a este; ro-peiln diz :
o Maravildosn, se for verdade. rrl.es Conlempn-
raines, u uin jornal de Paria da' urna narrac/ao de
etcnrsAO aerosttica a qual s aprrgna como lendn
resolvido o problema da navegara* |>or meio de ba-
l.ird C irlingford envin uin piano rio eu carro,
com urna caria explicativa ao editor du u Engi-
neer.n um jornal inglez, e era o numero rie U deja-
ribo prximo pitia lo se eiicuulra gravada uiria illut-
tracAo do carro Crrlmgfor.l a a caria. Eis-aqui a
de-cri| rii.i da machina, que vem no nBngtneer :
o O Carro ntrto de Carlingford.
a A lodos a quem islo pessa ronvir, eu Godwin
Meado l'ralt Swift, vi.ronde Cailnitford, de Swifli
llealh, en indo de Kllkennv, na Irlanda, faco saber
qoe soa n inventor do carro aereo, construirlo qriasi
segrmdna forma de um dol rxlremamente leve, com
nma roda na frente edn IS 'ira/ nm pouco cncavas,
livas ii.is lados, r sustentada* por mi-io de lata?, de
communicando a pressAo alravs'docorpo rio carro de
urna para nutra aza, e sustentadas por curdas, cuja
forra, obrando sobre dous arcos de forma quasi oval,
susterilam as azas rom firmeza na respectiva posi^Ao,
empregando ama tij que nAo pode ler menos de
dez toneladas, segundo o principio dos instramenlns
de cordal de mosica.
rr O carro aereo prvido de tima cauda qae se po-
de elevar ou aballar, segundo se qnizer, afim da
dar-se-lhe urna posir;Ao ascendente oa descendente, e
Iradalliado por ama corda que se rommtlnica enm a
parle interior, e de puxado por om paraluso aereo,
conforme a forma perfeila do parafuso propulsor, on
hlice, descoberla pelo mesmo inventor, e por elle
a presentado ao governo em 16 de albo de 1S.">, e
que se move uo ar em ama elevacAo de quarenla
e cinc graos, temelhanle a's azas dos pais-rinhos, e
de movido por meio de urna manivella que obra so-
bre Ires mdas mulliplicadoras.
a As azas do carro sAo roberas com urna rede em
forma de quadrilongo, qoe produz o efleilo dai peo-
nas de paitaros, quaudu n carro flaclua no ar, co-
berlo rom seda, e ueste momeulo se Ihe pode ver a
impresto com as ponas para dianle e al para.atraz,
e daln resulla que nenhum bolso pode ser formado
pela pres-ao ra seda no ar.
i A parle superior be feila da me-ma maneira,
e arabos os lados das azas Ao coberlos de ver-
niz.
o O corpo du carro, as azas e o lulo, em geral,
he feilo de urna madeira mu leve, pesandu ao todo
ou menos, oeru-
pando um espaco de vinle cinco a Irinta pea qua-
Ira-los, on muflirme o peso que deve conduzir,
u Tambera po lo ser ronslroido e ronsideravel-
in-ule auguianl.ido em caparidade para conduzir
manir pe.o, sera que lodavia seja preciso aocmtn-
lar-se as azas na mesmt proporrao : rom elfeile,
reme* a agoia, que pesa mienta libras e mais, ao
p iso qoe grelha pea urna libra, embora a aguia
lenha qualro vezet a superficie flurloanleda gre-
Ih.
O carro aereo tambera lera em leme qne lem
quasi a apperenria de orna vela pequea, mas dille-
renle do leme ; na sa* mais remota extremidade be
trabalhada por urna curda que se enmmonica rom o
carro.
i As rords que Ao vistas externamenle lem por
objerlo fuer as azas na sua posean precia e igual,
da qual n.lo possam ser desloradas.
a Sem dnvida pergunlar-sr-ba corjo de qne n
carro .ierro so elevar amares: o como s forma meiu r>cas, (apoiando-fe urna contra a oulra, c I considerar que islo faz pulo da uvenrjo, e he cou-




MUTILADO



entao me acliava, para ncender a vela : procorei, e
achando-a no chao lola empuada, beni bom traba-
jho me dan acenrte-la, porque quando en, encheudo
tem de venlo as bocinen* soprava urna ulluviao de
iliacas com urna itest-mpera.ta estallada, eobria-me o
roslo, com o que,ih meus pencadosdesespera-
rs ; afiual lano poriiei al que venc e acendi a
vela.
Depois disto arranjei de novo ludo em seu. Iugn-
ret, e pegando no instrumento de sanear o prelo do
brinco, principio man eiperlo a escrever, wat q
Trio, o rigoroso fri, qua aqu pela malo ueste lam-
po nos consom, esla hoja i3o vexador que a> cara-
pojas dos joelhoi, todas as juntas do corpo ele. etc.
e sobrelo-oo ai reinitas achacadas cadriras doem se
excessivamnte, e as minhas n.aoscalejadastt-
lio (lato por causa dn fro' de tal sorle, que al
rae cusa doblar oa dedos para segurar 4 peona.
Quando rae ergu da minha lipoia, anlevendo islo
mesmo, envolvi-me no meu grotto lentnl de carr-ce,
porom anda atsim lodo tu sou omgelo. Todava a lu-
do admiti, a nada temo, hei de cumprir o que diste.
INinguem roe chamou arena, en he que livremen-
te quiz lomar esa onerosa (arefa, he a mim por lauto
que importa agoenta-la.
A distancia que separa esta hora era que estou ga-
ratojando este pedaco de papel o o da nao he gran-
de, ha pois ntisler nao perder este pequeo e enro
espato ile lempo, de que posto dispor e tratar da-
quillo, para o que.deuei o lugar onde repou-
sava. r
Depois de haver eu esperado alguna das com im-
paciencia, depois mesmo de ter dado alguna patsos
com o fim de ver se deparav.t era algom dos seus
acreditados jornata com a minha pobre missiva,
quando ji reslava-me pouca esperanza, essa com-
panheira do homem, quecommommenle oacompa-
nhan (o as hordas da sepultura, 50 o abandona quan-
do elle ha transpeilo os omhraes da eternidade, pois
quej ha na 111 passados haslanlea diasque en a re-
meltern, eis seno quando sube da cltegada e aooa-
ncao della. vv
Melti-me na moita : nSo quiz ser eu, quem pri-
meiro indagaste por ella, tanto que me capacito ter
sido o ultimo que leu, depois de encachada as
sempre imporlantes columnas do seu mu conceilua-
do jornal, porque receiava que desconlassem algu-
ma cousa, tanto mais quando muilos capadoeios an-
ilavam le anda andam) com o o I han mira, com os
Vi V C'CUla a,r" d cnreni o escriptor
', ada assim fosse asno para me deiiar pi-
lliar "
Em summa, quando ninguem follava ve-la, quan-
do ja se nao fall.va tao fr.equente delta, he que cu
tive :o nimio prazer de ver impres.o. os primei'o.
pen-amentos de minha tosca imaginario. O meu
primeiro cuidado fo correr com a vista, de cinta a
baixo, o meo escriplo, a ver se tinha sotTrido alga-
ma alterarlo, 00 diminuidlo ; felizmente, pnrim
(se nao estou illuddo) nao enconlrei nem urna cousa
nem oolra. Assim mesmo nao me animava, tengo
me dissessera que o pas que Ihe davam eram pes-
80a* e alguma iiilelligenria, e que se quem o tinha
elaborado, osava de rasleiro phrateado (engao ma-
nifest .') era para melhor finglr-se de malulo. Para
que nega-lo '.' eu com islo sempre me cemprazia !
Agora resta-toe dar os devidos agradecimenlos a
\ mes. pelo bondoso mudo com qoe me trataram,
dundo publicidade no seu importanlissimo jornal a
aquellas linhat qoe eterevi, depois do que Ihe direi
alguma cousa desla povoacio ; mas poderei metler-
me n um tao difflcl Iribalho > Nao certamente.
t-allam-ute lerraos, lallam-me phrases, de que use
para dizer-llte o que ainto : ha cousas qie te sen-
lera melhor do que se explcam.
Porm comludo, em simples palavras Ihe dirai
que o meu reconheciineoto he cierno, eque aqu 00
era qualquer parle a que a mao do deslino me levar,
lerei satisfac.3o em ejecutaros seos mondadas.
Sendo eu muito oceupado, nao lendo coslume de
sabir sempre de caa, e assim nao podando colher os
tactos que por aqai se dessem, foi ntisler que ea
descobrisse o meu segredo a um amigo, e pediss6-lhe
o seu favor para deal'arle melhor sustentar a missao
de que meencarreguei.
N'am domingo toraei o mea falo de ver a Dos,
a saber : calcei as minhas bolas, enliei-m* na mi-
nhas calcas de bom panno, e depon de engravalado,
no meu collele e casaca, bolei na cabera o meu cha-
peo de abas largas, e pegando na minha bengala, ca-
minho fui da eapella a ouvir missa, como he do meu
coslume.
At chegando entrei e procurei um lugar mais a-
lastado, e-n que ajoelhei-me o til a minha ora^ao.
uo meio da qual subi o padre para a ara do Senlior,
e comecou a celebrar o simo sacrificio da missa.
Hudo1 enle, sahi da eapella e esperel fra della a ver
e poda rallar oom o amigo a que me refiro : iiihi-
ram lodos 01 circumslanles, em cujo numero vinha
elle tambera, e, como ja eramos amigos de mais lem-
pos, nao tive duvida em dirigir-rne .1 ello, que at-
lenciosamenle fallou-me. I-'oi entao que, act ando-
nos sos, abri-lhe o meu coracao, e fi-lo senhor do
meu segredo, depois de haver-me prestado um jura-
mento de o nao descobrir em lempo algnm, que pe-
iii-lhe me houvesse de ajudar no meu intento, for-
neeendo-me de fados dignos de serem pohlicados,
ao que ella alegremente nao duvidou, dizendo-me
que mui breve ra ter contigo, e conlar-me-hia o
que de verdadeiro liveste colindo. E, aperlaudo-nos
as mao; mutuamente, nos separamos.
Etse amigo em cujo seio vasei o meu segredo ; em
quem descobri asss de capacidade para nao aber-
rar do juramento prestado a face do co, e em fren-
le da eapella ; esse que mo obstou em tomar parle
110 meu Irabalho, he o Pereini bem conhecido nesla
povoacao. Tem elle ami7ade com as primeiras pes-
soat .laqui, vsita-os, eonversa-os, cuve-es, e fi-
nalmente he quem sempre sabe de novidade E qual
oulro, melhor que elle poda eu escolher 1 Nao en-
jergo ; pelo que eslou mutto bero satisfeito com a
minha escoiha.
O amigo nao (ardou muilos das em procorar-me,
e, dizendo-me qua a povoa^ao eslava balda de casos,
dignos da sciencia publica, conlou-me apenas al-
pinas cousas, qoe, para nao deixar de fallar deste
lorrao, n de alguns de seus habitantes, todava to-
earel nos mais inlerei9antrs.
Sei, segundo rae allirmou o amigo, que com aquel-
las poueas palavras, qoe escrevi, eu o pobre agri-
cultor, o estado das cousas aqu moilu melhorou :
esse carcter mais lisongeiro, succedeua o hrrido
que antes linha. He o seu importante jornal um
salotar remedio !
Aquella mancebo, aquello empregado publico, de
quem falles na minha priraeira missiva, depois que
cliegou do Mamanguape, onde estivera duus 00 Irea
d mi por occasiao da fe-la dos padroeiros daquella ci-
dade, supponho qoe por conselhos de seu venerando
pai ( vi esse varao urna vez, e muilo svmpalhisei-o)
mu mu completamente.
lieos o conserve sempre assim, nao s para socego
uosso, reputado 10a, como larnbem para nao enne-
grecer mais, nem Iraspussar com a sella da vergonh.i
o velho corado de seu progenitor.
Por sem duvida, esse mancebo suppunha que em
Ararag, torrio mesquioho, e pode-se dizer despro-
veo de homeot de inslroccao, nao linha quem po-
(loase publicar nos jornats pblicos, os maos feitos
de quem quer qoe os pralicasse ; mas como se en-
ganou As veaes a abobada azulada do ceo est po-
ra, e he n'am canto do horisonte, que se actenla a
lernpeslade,
Se bem rae reerrdo, promelli na pnmeira missiva
elaborada por mim, dzer alguma cousa sobre o nos-
so fiscal, joia, cujo quilate sendo baixo, nao equiva-
le .1 uina espiga de millio, eslan !o bem grauda ;
mas como o piomellido he devido, anda a minha
pofcre peuna se occopa com elle, apezar que obrava
melhor, se o entregasse ao desprezo, que elle mere-
ce, lodavia quero dar-llio mais um pooco de im-
portancia.
Foi elle, como ovelha mal ruim do rebanlto, quem
maior cavaco deu, quem maii palrou. como me dis-
te o Pereira, a quem elle peaio uro atestado de seos
actos; ro elle o ontco, que encarapilando no be-
que iim par de cangalha, tomando n'uma mao o
jornal, a na oulrn um taraancao ( nao tei de qua mis-
ler serve este ultimo instrumento ) e, todo empa-
vonado, disse : vou dizer qoatro desaforos a esse
plantador de milho ... que loleirao que basba-
qoo II
ttenhor fiscal, lome a ler 0 jornal, Mtade as pala-
vras que escrevi, e se entender, ver que fallei ues-
tes porcut ( perdoe-te-me a expres-.io que Vine,
lendo os pesado noma eorreico, os solla'ra pela
parla do quintal, isto he : que Vmc. entregara a seus
domnos por serem psstoas de sua ami/ade e que
Hilo fallei, romo Vine. I.ilvoz peii'asse, e como h-m
se depreliende das minhas palavras. aquellos,
aquelles..., que Vine... quando fo Horneado Oieal f
primtira vez ... o anuo pastado ... naquellas rorrei-
C.....q Vmo. faiala'....pelotcompra-liidus, e...
as vezee pelot quinlaat,... conduzia para seu sitio,
e 11.,. Quem sabe o qoe Vmc fez delles .. Nao, ie^
nhor ; eu fallei na cornizo mais lecenlc, nao
nunia tao remola.
A polica aqu nSo da'sgnaes de vida, pelo me-
nos, como o Pereira nao mais me appsreceu, nao sei
de aceflo alguma frescamtnle praticada.
Unila me qua o inlegtrrimo juii de direilo, o
nim. hr. l)r. Francisco du Ail Pereira Hocha.uma
uat man robatlatcapteidades parahibanas, fora abrir
o jury em Mainauguape;quo a tiles retpon lertm al-
guns rrimiuosos, moradores nesla povuajao e fn>
arrabal les, porem nao sei aindt que sei.lenja tive-
rant, por nunca indagar de nada. Que se lenha po-
nido o crime, e salvado a innocencia, ho o une te
quer M
Estamos conlenlisslmos, porque as chovas lera
cahido quanto convem, com o qua nos os agriculto-
res, concebemos esperanzas de boa colheita esle
anno.
A salubrdade poblica vai sem maior novdade,
grajas a omnipotencia do Creador.
Por as chovas lerem cabido um pouco larde, ago-
ra he que vai comeeendo com maior abundancia a
haver verdores e legumes de canteo, bem como mi-
lho, fej.io ele. ele.
A carne verde... Mas o qua 11 ... ja" ouco o gor-
goar dos madrugadores gallos de campia, que
porfa annunciam o rorapnnento da aurora ; e de
faci j' se observa pelas testas, que o da esta' cla-
ro, e que nao lardara' muito que u sol nao detponle,
110 donrado horisonte.l-elinnente que ji,' linha qoa-l
si concluido o Irabalho desla vez !
Como ia duendo, a carne verde ainda goza o
prec,o de dez palacas a arroba, e a farinha esta' por
preco commodo : nao digo a quanlo esta' por nao
comprar, e nao leudo lempo de a fazer para vender,
nao posso aflirmar um exacto pre^o.
N3o se e*quec.ain, senhore. redactores, de langar
soas villas scieulificas ao meu humilde escrito, e
cornai-lo dos erros, que innanteros bao de se achar;
o fulo isio diVm-lho publicidade, acemraodando-o
n um canlinho do seu decaotado jornal.
Saudee gordura ; diuheiro e felicidades a'-s ctrra-
dat Ibes deseja, quem cordialmenle os eslima, e se
asngna.
I"m Ara(sgense.
Srs. rc mos obngados a censurar o procediraenlo de toda
aquella pessoa que aberrando da carreira que a mo-
ral Ihe pre seus deveres e multas ve2es malicioiamenle os des-
prez.i, pera somonte dar espansao a toda especie de
panuca e immoraet e illegaet designios a que por
ventura se lenha de jado entrenar toa alma, expon-
ao-ii ao publico como um alUiclivo nal de que de-
vemos fugir, afim de evitar sus malfica influencia ;
nao podemos tambera deixar da recommeudar a es-
limae apreciado do mesmo publicos meiilorios
actos .1 aqoelles que compenetrados de suis inoalas
e naluraes obriga<;oes, e dando-Ins ptrfeilt e fiel
saiisrat;ao, se lornam credore9 do louvor e gloria
inherentes ao mrito e seus mais inseparaveis com-
panheiros. Queremos fallar do Illm. Sr. Dr. Ma-
noel linaria de Farias, que reveslilo da autoridade
ecomprehendendoosespinhosote delicados encar-
gos qut o lugar de subdelegado da freguezia de S.
Antonio por elle oceupado Ihe impde, tem sempre
sabido reahsar os immutaveis principios dejostica
e equidade, inspirando ao infeliz privado dos pres-
tigios de um nome, da fortuna e de ramil-'a, e que
se vt tesado em seus mais charo e imprescriptiveie
direilos, aconlanja de que lendo de ser julfada soa
causa por 13o jutliceiro, quanto desiolerrtsado iuit,
lite ser* restituido o ejercicio legitimo de taes di-
reilos, e respailadas as benficas concessOes que por
ventura a le Ihe aura.
em verdade quem haveri !0/'!I-u'esJe 1ue allender que na mais melindrosa
e dillicil quadra das eleic,oes para deputados e elei-
tores, foram sempre os mais ocerladot pastos dados
pelo mesmo Dr. subdelegtdo comiderados e me ouvados por lodos os orgaos das polticas lano li-
bera como conservadora quem, eerto da maneira
ilesabnd.i porque em taes pocas nesla nossa pro-
vincia s;lo monas vezes censuradas as resolucoes an-
dainesrao as mais proprias das autoridades al de-
sattendendo-se as mais poderosas considerara, e
nana se poiipando aos adversarios poltico,'e ob-
servando que re.peito dos actos do Sr. Dr. Farias
nada se diste, nao confetiara e dallar* de reconhe-
ecr o acert, prudencia e imparcialulade com que
ellesehouve em semelhante criae? Cremos que
ninguem a nao pretender eapnchosamenle conlra-
riar omnsirrefragavellesterDunlio da verdade de-
dozda dos fados.
Anula mais, consderando-o na maneira fl.ivel e
tranca com que sempre elle se dirige a seus subor-
dinados procuraudo firmar com a mais esludada
perspicacia o respeilo que elles Ihe devem, e que
a vez mais he por elle exigido,
DA1UO DK PERNAMBITCO .srr.rNDA FEIRA ^DE i ACOST DE 1857.
i para Liverpool7|I6 e
l'reitv-de algodao de Uaceii
3 0|0.
P. Borgea, presidente interino.
I.. Dobourcq Jnior, secretario interino.
sa importante, e por si so conttllue tambem urna
invenrao, compre qoe o descrevamos aqu cunto em
teu lugar proprio. *
Quando o carre pode ser collocado n'oma posi-
Silo elevada, onde reina vento forle, urna vara de
seis a nove pes ser sofllcienle, e so.lenlado no lado
opposto por duas cordas com lacos el'ual-s era dous
postes, tincados na Ierra com cerla inclinacao, lir-
roando-se deal'arle o cenlro da corda no ve'rlice do
poste, e os dous exiremos lacados, c presos nos gan-
cho, que estao vir.do, p,r. 1,10 e que .3o colloca-
do, no. douj exlre.no, da, Mu que flcain da parle
da frente ; entao vento levantar o ero a altura
do poste, ., comprrmindo a cau.la, ou volvendo o lo-
me, elevar-se-ha iinrnedial.nient, os aras : mas era
u."7V ',rVm,,,neM- .""-iMi fazer sempre
ue o carro tome o voo.-osando-se de oul.o machi-
nismo, que lia s.do preparado para este lim : pri-
meiro se drma a parto superior do carro na vara,
entao elle suspende o po nfrente por meio rjt
duas cordas presas ans don. gancho, invertidos das
aza>, entilo a corda de ilalraz deve ler presa ao car-
ro, e q oulro exiremo devt ser puxado. pelo que o
carro, com as pessoas que temdenlro, eleve- .1llura do poste, e,i corda he ent.lo alada prest-
ira que esl junio ao cairo, depois a chave que
Mi*(enla o calco para prevenir qualquer acci-
lente deve ser tirada, e ailo, puxando-se com
lorraacorda que prende esle cairo, o carro parte,
cae nos ares, e he impellido instaiitantamenle pa
liante com grande velocidad, pela gravitacilo
peso da frente. *
< Desl'aile o carro aereo reoebe o primeiro im-
p mi, que be r.nlmente suHenlado c augmentado
vot.endo a parafj.o aereo, ao pt.so que ai duai Bar-
.lecimo do p-.o da pe-.-.a, ,clsjvc ,..,,_ ,,
!;;sm"',n:.cicnle,|u^1'in"""' -Sr-ttS
<. sem vciiio, supponho qu, ,,ie r,Utfr,r '
srqualro vezes e-.o peso ; ,.,,n qo.Dlo'mal. frl.
he o vento menos pes-, .cquer.e tepoli verte-hl oue
pouca farra .. pira continuar a velocidade de
om corpo que Iludo i n.s ares. "iiade dt
, ''iV('/; "-.....'" a'<-verar com seguiiinca nuo
haveri a moma proporclo de forra exig la entre o
ar e agua bem corno entre a >gua e a Ierra.
o Em teiri, um cavallo potar uiin lonelada-
n a^iia quasi cern lonelada.; c no ar seria a pro-
errlo da ora para mil, te a aiperleocia foss ten-
tada.
Ho pode dar i lea di pouca forja, aiigidi para
lie
CAMBIOS.
Sobro Londres, 28 d. a 0 d.
t Pars, 3<) rs. por Ir.
t Lisboa, U por % de premio.
Kio de Janeiro, -2 por 0|0 de descont.
Aecao do banco oO por ceolo de dividendo por con-
ta do vendedor.
a companhia de Beberibe 6JOO0 por acrAo
compauhia Pernambucaua ao par.
' lilidade Publica, 30 pur cauto da premio.
Iudomiiisadora. 61 idet.
a da estrada >!a ferro 20 por Oin de prem'o
Disconlo de ledra,, de 10 a 10 por cenlo"
Accuet do Banco, 40.a 45 da premio
Dure.Onjat hespanholat. 29J5O0
Moadas de 64O0 valhat ....
OflOO nova> ....
4J0OO.......
I'ra'.o.l'iilacaes brasileiros......
Peso columnaii.it.....\
mexicanos. ... ,
ttljOfO
t000
tteooo
9jO00
38000
20O0
1J860
12:9689992
STaMBaW
2:i>|:ll
Descont-------
. ... r v..- .,.., nunca otl'ere-
cendo-lhei occasiao.de se detviarem do cumprimen-
lo a,muUr,Ir? de-ron,l'er-se a larmonia, acor- por cenlo anno.
niiacer que os passos de 13o sabia autoridade cada
aia so Vilo tornando credores de nosso reconhecimen-
i., a ..-ia-------------.v,=. uc i,u9i,u iscuuriecimen- locaran
loe grjddao eque a escoiha de sua pessoa p,ra o de vinhos.
exerciciode am tao espinboso encargWa'o 'podi
ser mais feliz a mais bem succedida.
Nao se neuada al",V.m nn. I..1; ., -' \ """ """0" f"n I 2izer7,r^ata^nrd "i ri tt"" Zte~'JSZ-*~ -.-
de dizer nos rol arrancado pelo desejo de lisongear
aobr.Ur. Farias, porque Ihe lenhamos alleicao e
miz,de 00 porque Ihe prtlandainos alguma cousa ;
porque felizmente contra duas 13o temerarias quan-
to infundada, hypolhtse, podemos cfferecer a, ir-
recusaveise lgicas cousideraroes de que sorentt
leudo fru lo o prazer de conhece-lo em occasioes em
qoe reveslido da autoridad, ella reparta a juslica
eutre pessoas unicameote lecommeudadas com a ra-
zio que Ihes assistia, a nao linhamos por islo incor-
rido m deveres que dos levaste a lisoogear-lho seus
ibiios, atem de que a maneira legal a ja lanas vezes
experimentada, porque elle se conduz no desempe-
nlio do soas funcsOes, sempre de.prezando asconsi-
dararoes da amizade, e os differenles outros ttulos
de recommendarao, para somrnla dar fiel execuro
as dispo,iCoes da le, he a alavanra mais poderosa
qoe contra scmelhanles hvpotheses se dVerece, e
qoe completamente ai destre ; a islo o que sendo
apreciado pelos lllmt. Srs. Drt. vce-presidenle,
aciual administrador da provincia e chafe de policia
por mais de urna vez leemsabido lecompensar seus
estoicos, tributando Ihe os elogios que Ihe sao de-
vides.
Descolpe-nosoSr. Dr. Farias se sem querermos
oiiendemot a so. caracterstica modestia, e permit-
la-nos que prevatecendo-nos da presente occasiao,
igualmente offereramos como credores de no-a es-
tima e reconhecimenlo seus dislinctos inspectores
de quarteirao, que a semelhanca d. intrpidos sol-
eteaos se apreientam promptos e activos sempre que
ae qualquer parte de seus quarleiroes h exigida a
sua presenca e o eomprimento de suas ohrigacOe, e
receoa v. s. e elles os protetlos de noisa 'estima e
considerado.
Com publcarao deslat linhas mais se auemen-
lara para com Vmc,., Sr,. redactores, a gralidao de
seu leilor e smigo. 8
S R
Recife 1 de agotlo de 1867.
Gemamtio,
PUACA DO RECIFE I. DE Al.OSTO AS
3 UURAS DA TARDE.
Colaeoei officiaes. t-arne secca
por loneUdJr Para Liver|lool-,) cl'8S. e 5 0|0 Cera de carnauba em pao.
ALFANDBGA.
nendimenlo do da 1.....
Descarregam hoje 3 de agosto.
Barca inglezaOberonmercadorias.
Patacho porlugueza Coincidencia diversos ge-
nero!.
Patacho inglezOulytoncerveja
Patacho brasilero Amazona genebra, fumo e
charutos.
Palacho porluguezMara Ignezfarelo, batatas e
cal
CONSULADO GERAL.
Bendimenlo do da 1 .
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo dodia I.....
- EXPOUTACA'.'
Aracaly, hiate nacional Novo Anglica, conrtu-
" B,?*,,"."e : ^68 voluntes gneros etlrangeiros,
10.1 dito, ditos nacionaes.
Rio de Janeiro, palacho nacional Valenten, de
134 tonelada.., conduzio o seguinla : 25 voluntes
V,??".'',,1"108 di,' d'"iis mercadorias.
RhCEBfcUCUA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PE'RNAMBCCO.
nendimento do dia 1 1,->'18'IS7
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do da 1 ..... 990*221
PKACA DO RECIFE. 1 DE ACOST DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Zieii.ua semanal.
Cambisot 'f>m estado em apalha quasi toda
a semana, sendo os ltimos sa-
ques a 28 d. por l#,
Algodao-----------Depois da ehegtda do vapor Tha-
maro os prp;os suhiram, venden-
do-se de "9700 a 79800 por arro-
ba do regular e de 79900 a 79950
pelo superior.. Enlraram 852
sccas.
Atsucar------------Como as noticias dos mercados da
Europa fossem menos favoraveis,
niui poocos compradores lem ap-
parecido, em couseqoencia de re-
ceiarem maior baixa. Alm dislo
lendo-se o lempo lomado secco,
alguns engenhos principiaran) a
moitgem da nova safra, e o, oolros
v3o iegui-lo<, de sorle que em
poucos das leremos poreio do
novo. Por esta razao os especu-
ladores estao receioios, e lomante
se venderam pequeas pon-oes do
mascavadn Canal a 3g500, Ameri-
ca de 39750 a 3^800, a Lisboa ou
lirro a 49100 por arraba; n3o
constando iransacrOes do branco.
Enlraram 0,858 saceos.
Louros-------------Tambem toflrrrara diminoi(3o de
preco, vendendo-se de 305.a 315
_ r*. por libra dus secco, salgados.
Bacalbao- Chegaram fomente 100 caixas dn
de Noroega, viudo pelo Rio de Ja-
neiro, que estao por vender. O
deposito fieoo redu/.ido a 700 bar-
rica., lendo-serelalhado de I9S500
a 209 por barrica.
Carne secca- A conservtc.10 do preco alio do
bacalho aogmenloit consideravel-
mente o consumo, de sorle que
baja smente temos em ser 4.000
arroba. rf0 Rio Crande e 2,500 do
Rio ra Prala ; lendo-se vendido
ile 598(10 a 652OO por arroba da
prlmeira, c de 59200 a 596OO da
segunda.
Farinha de Irigo- N'.io tivemos entrada, c lem sido
mais procurada, lia am ser 2,200
barricas do Btltiinore, 1,600 de
New Orleans, 1,200 de Pliiladel
pina, i.JOtlde Richmond, e.'t.ioO
de Trieste ; lendo-se vendido a
173 a pnmeira, a 19-3 a seguinla,
a 203 a lerreira, de 229 a 26; a
quarlaede25fi a 273 a ultima.
Tem regulado francamente a 10
por cenlo anno.
cenlo
D
D
cenlo
0111

urna
1*
Charutos bous .........
ordinarios ...,,,
regala e primor .
Coros seceos......
Ciiuros de hoi salgados ....'.
seceos ou espitados. .
verdes.........
de 011ra........
cabra corlidos .
carneiro......,
Doce de calda........
guiaba.......
secco ..........
jalea ....,...'.'.",
Espanadores grandes..".'.".
pequeos....
Esleirs de preperi......
Eslpa nacional...... ,
I eslrangeira, mo d'obra
Farinha de aramia......
milho......
a mandioca.....
Fcijflo..........'. ,
Fumo em rolo bom ....'.
ordinario.......
d em folha bom......
a ordinario .....
o b reslolho .
ticugibre...........
Comma..........
11 era e ta 11 ha........
Lenha de.acbas grandes ,
a pequeas.....
b loros....... n
PrancbOes de nmarello de 2 costados um
louro......... B
Coslado de nmarello de.'15 a lo p. de
c. e 2 'i a 3 de I.....
t> de dilo usuacs.......
Cosladinho de dilo........ ,
Soalho de dilo...........
Forro de dilo.......'.'.'.'. a
Coslado de louro......, B
Cosladinho de dilo ....!!!]
Soalho de dilo.......'.'.'.
Forra de dito.....'.!'.!!
b a cedro ......
Toros de latajuba.......\
Varas de pereira.........
b b agulhadas.....
a n quiris.........
Em obras rodas de sicupira para c
o cixos i) a a
Mel.........
Milho........'.'.'.'.'.'.
Pedra de amolar ..'..' .' .' .' .'
b filtrar.........'
b rcbolos........
Piassava em molhos........
Ponas de boi.....
Sabao ........
Salsa parrilba \ \ ]
Sebo em rama ....*.'. \ \ \ \
Sola ou vaqueta ....".".'
Tapioca.......i!!".!"
l'nhas de boi ....'.''
Vinagre ......."
19700
.-s I 1
29.1VJ
;:i:ltl
330
321
MARA.MIAO'22 DE JLLI10.
Revista commercial da mercado da prara do Mara-
nbao em 20 ue julho de 1857.
Algodao.As ultimas vendas se lem elVecluado
pelos preeos de 78000 a 7)200 de machina, e o bom
: febra comprida 1 7;i(Kl a 79700 conforme sua qua-
lidade.
w --- ........t.
Um 159000 Esle genero upposto ja' venda pouco do interior,
b 9380 lem estallo a um mez em alguma apathia, devido a
9380 falla de navot ; comludo com a chegada do ullirao
i 9*00 paquete parece qut exista mais alguma animara,
93201 devido as noticias chegadas ltimamente da Ingla-
98OO i Ierra, qqe tupposlo uAo o quotem em subida, o d3o
9610 como firme e animado.
Assuiar.Esle genero (em soffrido alguma. altera-
'."' no mercado, e as especolac6es para o Para'
tera feilo com que elle ha um mez a esla parle li-
nha subido ; tem ase eflecloado ai ultima, vendat
em pore -i a pier s dt 5:.S'iu n 69OOII de primeira
qualidada, dt tegonda qualidadt a 59400 a 53500, e
lerreira de 45OOO a 49100.
ltimamente ob.erva-se alguma friera nos espeeu-
nrw 1 ladores, devida sem duvida a proximidade da nova
83000 I colheita e tambem ao grande empale que vai enenn-
0-3OOO j Irar no Para' ( para onde lem ido a maior parle )
131IMI: aonde etitlt perlo de 3,000 barricas em ser ; leudo
l'i-\uii chcgalo uliimamenle ao nosio porto vndo do de
7-3t)00 l cmaroboco o hrigue escuna 23OOO 1 leu bordo 800 volomes com assucar, e liesva
3500 carga naquello porlo para esta e Para' a brigue Ca-
323000 I ra que a maior parla de seu rarregamcnlo consla
23OOO Je socar. He muito de presumir que os eipecu-
13000 l'dores de assucar para o Para' se lenhsm de enga-
ar, pois que exislindo um grande deposito de as-
sucar naquella cidade ha de ser diflictl esle genero
sustentar os presos,porque ltimamente se lem ven-
dido. Na Europa esle genero linha baixado segun-
do as noljcias que lemot avista, vindas pelo ultimo
nannals
29OOO
I9QOO
32li:i
I.36OO
I9OOO
@ 33500
11 :(3800
Alqueire 23500
alqucire 81000
. (8>
.5.31KW

a

alq.
cenlo
119000
23000
I83OOO
\r,e.r. u i...'rr'"" "-'nal ..CapilMnlie, mestre Tra- Elenore Conscril.....20 ant
",'.'.'. r ir rta P0,,,j "rca '"ndas e maisIVtlenlin Se.genl.
? l; D,p,,,,8ir. HfkhiadM da Costa Bar- '
ro, Jo.to Prancitca Prenle.
Arac^lv Hiato
ins I
n- Mr.
ins)
Pascal.
nacional Novo Anglica.., mes-
tre Jose Joaqun, Alva. da Silva ; carga varios
v'i'"08' ?"f:"e"- M,,hlM l-^pold.no de Oli-
AiBrigaa nacional Piratta, com 1 mesma car-
ga que trouxa, suspemlru do lameirao.
()b Arriboa com agua aliarla a sumaca nacional
11 r.t 11 a-, que linha sahiilo dasle p< rio para Sin-
lligotl por Macai, no da 30 dt julho prximo p,!
sado.
MAl'PA ttim'inttniti a'agua qut leo o banco da
barra *tle porto Ha irmana uliimamenle
o
B
B
quintal
duzia
a
B
par

caada
alqueire
unta
. om
cenlo
meio
eento
.|pipa
PARA' 18 DE JULHO DE 1S57
IinporUrao-
Aguardente de canna
" forle .
Anizela.......
Azeitonat .....".'
-Vzeia doce .
Alhos........
Arma, lazarinas .
hollandtzas. .
Assucar.......
Btalas....... ,
Bacal baos .....
Banha
. fipas
. garraf.
B
. ancor!.
. barril
. 1)1 ilunra
' urna
B
. arroba
125:000
8:500
4:500
43:000
:IO0
4:000
4:800
C.600
a do algodao de Macei para o
mesmo porlo a 716.
Tocaram no porlo : 3 vapores e I carrcgamanlo
Enlraram : 7 embarcaces de cabolagero, 1 com
carne, 4 com gneros e fazendas da Europa, 1 com
lo, 1 de guerra e 1 arribada.
Sahram : 4 com gneros do pal para porlos es-
trangeiros, 10 de cabolagem e 1 em lastro.
Ficaram no porlo 46 embarrantes, a saber : 1 a-
mericana, 20 brasileira., 2 francezas, I haroburgur-
ia, 4 hespaitholas, 10 9 inglesas, 7 porlugueza,, e 1
sueca.
PAUTA
dos preeos enrrentes do assucar, algodo, mais
gneros e praiucres nacionaes que se de cham na mesa do consulado de Pernambuco
na semana de 3 a 8 de agosto de 1857.
sor I
Assucar branco.
mascavado.....
refinado.....
Algodao em pluma de l.
2.* ti
n B 9." 11
em caroco.........
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'aguardcnte. .
de cachara .......
de canna .......
distilada a do reino. .
Goncbra |..............
b.........
Licor ............
.............
Arroz pilado......."..".".'
em casca......., ,
Azeile de mamona......
mendobirn e de coco.
b do peixe......
Aves araras .......
b papagaios.......
Periquitos..........
Bolachas..........
Biscoilos......".'.'.'.'.".
Cacau .......
Cachimbos.......'
Caf bum........'..".'.
em grao reslolho .'.'.',
b com casca........
a muido -
Carne secca
i
caada
B
ranada
botija
caada
garrafa
arroba
4S500
88800
59700
7.39O0
795OO
7.3IOO
19975
9900
9600
9800
9800
9800
9210
9800
3210
23x00
alqueire 29000
caiiada
B
B
unta
um

$
B

milheiro
. arroba
em velas
1-9600
1-3110
I90OO
1091)00
39OOO
I9OOO
53120
93OOO
59500
49OOO
59500
(9000
1-3 >0U
!3<>00
5-3000
11)3000
12^100
Bezerros.......
Chapeos de Chile. '. '.
Cerveja........
Cevadinha.....'.
Cominho.......
I 'l linroi......
Carne secca.....
Cera em velas. .
Cha hyson......
Chumbo de munioan.
Cabo de linho ....
Caf pilado......
com casca. .
Erva-doce ......
Figo, setcos ..." i
Folha de Flaudres. .
farinha de trigo. .
Ceneltra em .
Licor.......
Ma-..i-'. I I
Manleiga inglezi. .
b franceza.
Pez.......
Papel pardo .'.'.]
Presunto, .
Palos.....'.'.".
Pimenla da India .
Panas.....
Plvora ingleza' '. '.
" america .
Oueijosflamengos .
Sal porloguez .
o do Maranhao, .
Sola.....w t
Sperntacele ". \ '.
Stearina......
Sabao de Mara'nhao
Cebla......
Toucinhn.....|
Tachos de cobre .' .'
Vinho branco .
" linio .
b francez. '. '.
heipanhol .
vinagre ......
Algodao......
Astucar brulo \
Arroz de vauor. .
a em casca .
Borracha fina .
" entrefina.
grossa .
Cacto .....
Cravo.....\\
Caslauha.....\
Cumar ,
Couras de Minas! .
b seccot .
verdes .
Farinha d'agua .
tiomma peixe..-,
Guaran.....[
Oleo de cupahiba '.
Pra.saba em rama .
Puxiry.....
Salsa parrilha '. '. \
Urocrj era massa. .
em grao. .
tapioca
. barrica
. libra
duzia
um
. duzia
. arroba

o
B
. libra

- quintal
o
arroba
B
1 arroba

caixa
1 barrica
garraf.
, -alijas
pipa
duzia
caia
libra
1 B
barril
resma
arroba
1 duzia
libra
caixa
|Jfi>ra
B
um
alqueire

meio
libra
libra

milheir.
arroba
libra
bal d' 5
t>
pipa
18:000
450
3O3OOO
1 igooo
9-3000
79OOO
43000
83OOO
63000
,9000
29500
33000
19280
19600
19920
13280
26-3000
I83OOO
3200
33200
9IS0
69OOO
9800
9200
49200
9I2O
193000
69OOO
33800
39200
KWO
3O9OOO
9:000
5;000
1:100
41:000
:I20
1:500
5:000
7:206
2:500
20:000
480
26
27
2N
99
30
31
I
Nominajo
dotdias.
Domingo
2." feira.
3." feira.
i." feira.
5. feira.
6." feira.
Sahbado
Preamar.
II
1 i I ,:
15
15
15
15
Baixa-mar.
II t[2r>csingl. 11 pt nglezes
II
II
I01|2
10l|2
11
I0I|2
6:.00
5:000
9:000
14:000
7:000
1:300
1:600
93:000
35:000
5:800
10:000
22:000
26:000
4:800
:400
45:000 "oc"" I teem viodo (eem ohti 10
16:(MXI ""f' 09800 conforme sua qualidade.
16:000
5:500
10*000 cometa a cnegar de (odas as parles do rnle-
14:000 ri0r' """"., i-1 vendido a 19500 a tJftfilH) a lie muilo
14:000
15:000
1:3S0
1:900
24:000
:I8:0IK)
7:000
7.-0O0
12:000
5:000
21.000
27:000
5:000
:120
130:000 140:000
8000 rariuna secca Acna-se o mercado bailante bon-
I--M1 d,"le ullimnlt Prlidai se venderam 19, a I9OO
4:500
6:500
:600
-150
cootinuar o vno do carro aereo ; nao lera necesta-
no mover-se continuamente o lame ou Irabalhar-se
com o pedal, pois quo quando cerla altura he ai-
caneada, o carro pode fazer mullas militas, talvez
cincuenta ou tesseola, como se eslivesse o'um plano
inclinarlo de ar. a se a pessoa for alilada pode.
aproveilae-ae diilo para a ditlancia determnala,
ou anda mais, ou segundo a allura qoe huuver at-
Ungido, a
Eisaqui agora a carta qoe o visconde de Carling.
rord enderecou ao editor do ligineer :
Sr. editor.Submelleudo ao teu conheemenlo
o modelo e a expliccao do meo carro aereo. |ulgo
conveniente tratar mais circumslanciadaraente do
abuelo, pois que, sem duvida, depois de alguma,
rrllexoes, re|iular-se-ha isto de importancia consl-
dcravel.
Sorprende-me sobre-maueira que um principio
(3o claro j nao lenha sido adraitlidu.
a Julgo que i-nn lera acontecido, porqoeaquelles
que podiara ler sido bem succedidos em raaliaar esla
idea, halo sido disiuadrdos pelas de>a>isadaa zomba-
nas dos hoioen, que tao incapazes por si propriot de
conceber semelhaole idea ; e, sem duvida, tuverao
murlos que. ainda com lodos esles documentos
dianle de s recusent acreditar n'ont principio 13o
claro e 13o evidente, e para os quaes ser misler que
o carro areo vos primeiro para entao poderem acre-
ditar, e perguntaram como eu posso persuadi-l, a
que a Imitlam lint monstruoso principio.
Nao importa ;.mas ne,:e caso fora mais fcil re-
ola-la, o que nao obstante nioguem lenlou pralicar.
Digo que islo ha 13o claro, como que impellindo
unta bola com o pe, ella deve seguir para dianle.
NM devo upporquea mpreiisa o mundo
ICienllfico esperen, al que lenham vi.te o carro
voar ....... aveniurarem al suas opiuiie, soli.c este
ebjeeln ceilamenle i.tn seria formar ntui triste idea
da tensao da Kiancia na Inglaterra no lempo ac-
tual, e depois se podera dizer que, claro e evidente
como era o principio, e reali-ado de urna maneira
1,1o simples, nao Jotera sor acreditado riuquanlo nio
testa v.slo, e qoe esperavam este aconleciraenlo para
dizerem ao inundo que o carro podia voar !
Eleve-so ao vento urna ga/.ela par dou, pontos
de uma exlremldade, e ella lavantar-u-ha acuna do
ponto en que se pega. Cidloque-se um peso pro-
porcional ana saperBcit lluciuante, e tni o mr......,
o sera' impelirla para dianle ua ra/.ao da vigsima'
paiU^doiea pe< ; com clleilo, nada |le mai, sim-
ples do que o principio.
,iA i'10" '""''"'""enle me mpressionou por oc-
casilt de urna leu o,, C0U!, ,J( ,, ou ^ a
nos, no Lovvther Arcade. quando primeiro vi om pa"
raro.oaereo elevar-se ao Torro do ledo de uma casa ;
a quando etle parateso a-reo tei apeifcicoado, o re-
sultado tornou-t bstanle fcil.
oeste momento he julgado impo.sivel. Digo que rs-
loha imposivel deoutra soile. E anda haver quem
diga que e-ion em erro !
u II postivel que apparecam ateuns mellioramen-
loi ; a, azas p>der3o ser collocaJas mus adianto, ou
atestadla om pouco mais para Iraz, para obler-ee
melhor equilibrio, sera' necesiario menor presiSo da
cauda, porem he lulo quanlo podenara fazer de
mai, a este reipeito.
direceso contra o vento, com o vento, ou com
vento de banda.
a Nesle ulliroo caso, procedera como um bote
atravesando uma rpida correnteislo he, mais ou
meno, de esguelha, segundo forja da corrente.
a Semelhante ao patsarinlio, deve subir contra o
vento, a bailar lamcm na mesma dirercao, espe
rialmenle quando o vente for forte.
Enfilo quaes devaru ser os re-nllad s de seme-
lhante descoberla J Ouhii o podea dizer ? Creio que
devem ser para bem.
Communiquei, ha algum lempo a um cavalleiro
qoe occu;.a um cargo elevado no governo que eu
abrira os porto, do continente a lodas a, fazendas
leves ; e, sem duvida julgou-.e quasi loucura o que
eu liana dilo ; man isto mo tem alcance.
Agora ha opporlunilade para julgar-s se eu l-
nha ou n:lo solli'iente. fundarntnlo. para fazer se-
melhante asseverario ; mas talvez possa haver al-
Boeni que ainda nutra duvida, a e-te re'peilo, por-
|oe s,i um lonr,. po leria ler o pensamenlu de
voar !
o S houvesse nesta descolierla al-uma cousa de
seinelhante a 11111 bala ., ou se as aa. fossem eheiai
de gaz [embora lodo quaoto ellas podtttem conler
detle Huido, au bastaste para su.tentar uma peca
de cinco ihilliugs, er.tao, em verdade, isto poderia
ser concebulo ; m.i sera gar, quem poderia ter se-
melhante idea sen3j um louco !
lVrdoem-se-me estas ob mai, qoe orea respaila nalgn, e-p rilos quesejul-
gam mu per-pirazes, e esperara provar islo por meio
de soas desalisadas facecin.
Enlao, como o parafuso propulsor prf*ilo, ou
(redor, he ueste caso o poder motor, aproveito-me
da opforlunidade para manifestar a esperauca que
tenho de que o plano que suggeri ao sovarpo para
1 o navio a vapor de qualro ou seis parjfuso sera'
barril
Exportado.
. arroba
... B
...
. alqueire
. arroba
o
alqueire
libra
Jim
libra
tt
alqueire
libra
30 libras
arroba
libra
arroba

paneiro
alqueire
5:000
8:000
roo
:500
6:000
1:000
15:000
3:000
:320
8:000
:700
800
1:500
1:500
1:200
4:500
1:000
:700
:IO0
32:000
13:000
:900
70:000
05:000
310:000
. 250:000
50:000 280:000
32:000 35:000
11:000
:300
:650
1:100
1:000
4:000
:080
.10:000
12:000
:880
50:000
56:000
300:000
210:000
>;
6:800
2:600
1:000
:300
:170
-:800
:800
13:,500
22:000
5:000
PKECOS DOS METAEs'.
6:.500
7:000
3:000
2:100
1:900
16:000
13:000
9:000
6:600
5:500
5:000
:600
320
:180
3:300
1:000
1:000
14:000
1:600
:600
:K:000
7:0'KI
4:000
6:800
OuroPecas. .
a Soberanos .....
o Moeda de 49. .' .'
o Onjas hespauholas.
" mexicanas. .
goiasde20pesos .
PrataPalacas hespanh.
a mexicanas .
franceza, 5 fr
C
16:000
8:500
9:000
30:000
29:000
36:000
1:960
1:850
1:600
8:800
N3o lia
NAa ha
.Nao ha
Nao lia
AMBIOS. ""dres*< ""la o Lisboa98O111
,rm (Perica 310 a Hamborgo. I0
AGIO ,Accoes do B. 130: Dearonlo d. lettras 1 1,2 Om
_________(Diario do Commero do Para.)
seulenienla ser mu obvio.
a Enlaja ver-se-ha o valor da de.cohert rt. r,
ma pe-ferla do p.rate.o propul.or, que deve para
""Ta1 '.,7 \UA0 "' Ulro' "Po oepP";,
quando digo dar.' ao meno. cem milho,,
for
- -ta >' mi
ene pazposso dizer mil milhoes-noii oue isto rer"!
meme s.,a' a causa de bter-se o augmento de v.
dl .. aell"' d' maneira que tenho propo.lo
agora he .0dnme,1U de "* ""< P* qoe
rf .IV. Ztl"i I- "Procurado pela! sel?
paquete.
Arroz em caica.A. ultimas vendas se lem efec-
tuado dt I9200 a 1-3400 o alqueire ( arroz novo ) et o
mercado coulinua esmorecido ou pouco animado,
sendo o principal motivo o nao haver especuladores
que o compren! alem dos donoi dai fabricas,que lites
fazem o prero, para o snecar por toa coma. Nao
obstante existir bastante arroz velho em deposito as
as fabrica,, he muito de esperar que esle genero le-
nha de subir dos preeos aciones, pois que as noticia,
que lomos do interior da provincia lodos te queixam
da colheita ser pequea e algon, lavradures itera
arroz liveram psra gasto d toas fazendas. O hiele
(Lindo Paqueteo vai rarregar paia Pernamboco eo
seu carregamente consla de arroz do vapor do Sr.
Cosa.
Arroz oecado.O prero porque se teem eslado a
vender para consomo da capital, lem regulado de
1-3600 a 23IOO conforme a sua qualidade.
Agurdente.Os ltimos preeos porqu i |em
tfledoado vendas a relalho lem sido de IIO9 a 1169
rs. pipa, exislindo algum deposito pertencenle a es-
peculadores que negociara neste genero, comludo,
por tmquanto esle, prer;o, estao firmes. As ultimas
noliciat de Pernambuco, d8o este genero romo mui-
lo procurado e ler-s vendido por 1203000 n pipa.
Couro, seceos.A, ultimas noticias vmdas dt Eu-
ropa, d.lo era declinacao neste genero, e o, peque-
o, deposite, que aqui existiam foram vendido, para
Lisboa a 300 rs: a libra. Chegon do Acaracii u cul-
tor Mundaha e o, cooros que Irouxe lem sido of-
ferecido, por 310 a libra e nao houveram mainres of-
ferlas de qoe 330. Esles couros leem guia de ler
parle dos direilos pigo,.
Vaquele.O mercado no tem estado abundante
lendo-ie vendido por 3.98OO a 49000, a 101 qualida-
de ii3o he das melhores. O culler oMondahn Irou-
xe ornas 400, a 01 possoidores pedira o preso da n.
Azeile de carrtpalo.Este ganero lem sustentado
01 pjecot dMitO a algoma venda a relalho se tem ef-
feduado a 700 o quarldho, em contequencia de ain-
da nao ter lempo de nova collttila prometje segu-
ranza nos preeos que rolamos.
Tapioca de gomma.Pouca apparece no mercado
or estar extincta a colheita deste genero, e alguns
locados que teem viodo leem ohti 10 os preeos de
Observacao.
Moidiffereoles aneoradoiiros do porto oicillou o
bana-mar de 14 e 20 a 14 1|2 a20 l|2 pe, nglezes
a o preamar d,i22e 29 a 23le 30. Era 25 de julho
ne i.,,. -. joao Irauciico Pardelhas, ajudaute do
pralico-mr.
' :'-'*-?
. 48
La pre liargousse. 98 a
Cte-Cuir emploj aox Aballuirs. Mr. Uarlial.
Cesarme Jeune Ouvriere.....M. Paulina.
Madame Portugal C-barelira. Mr. Pascal.
La icn se p ..-. a Pars.1
MAMZELLE ROSE
OL LE
KETOOR DE PARS.
I.omedie vaudcville mel d chant,, da lltetlre
dtt Varele.
DISTH1BLTIONS DE LA PIECE.
ihunnCullit.ieur.....Mr. Pascal.
ri!,, mm8 de Chambre. M. Paulina,
lotell. Servante...... PiteiL
i, ,c," pane en Normaudi*.)
iremiererepreteiilalloi. da
FAS DE FUIE SAKS FE.
p.r"MrBaT.Prd.V"b....."" ^ "-""',
UISTRIBLTIO.N.
I intolon, Commis diez un llan-
quier.........M. Marlial.
SuzanneSa femme. M. l'aulme.
Madame Hose jeune Poslire. rascal.
1 La scena te pasta a Paria.)
ORDRE DI SPCTACLE.
1." Mam'zelle Kote.
2. Pat de Fome.
3." Brtlao.
O bilhele de camarotes achara-so desde ja e
venda em o hotel inglez em mao de Mr. Pascal, a
no da do speclacolo ao etcriplorio do Ihealro.
Comeeira s 8 hora,.
U i Hpf 611111"'
SOCIEDADE DRAMTICA EMPREZARIA.
TERCA-FEIRA 4 .DE AtiOsTO.
Em beneficio de
elmana 3*. (/e C?\>et?
Subir* a trena o drama em 3 artos
A Gargalhada.
VenSo correla doSr, Mendei Leal Jnior.
I er un n.ira' o espeda culo com a comedia
0 MUDO.
Ot tu Hielos adum-ie em mo do beneficiado no
hotel Franciico (lo dia do espectculo no ewrip-
lorio do Ihealro.
Principala ai 8 horas.

'a.
Milho.O mercado estete ha poocos diat fallo.
mas hoja comer a chegar de lodas as partes do inte-
r \ -r I r- n i ^ bk IX ____na- i >ii> t -nuil i >
le presumir que continu a balsar.
Farinha tecca Achs-se o mercado batlaot bun
conforme sua qoalldade. At familias d'agua obli-
rcram o prero de 18800 a 5200.
Cat em csea.As mim vendat se effeduaram
ior 794110 e 7o5(MI arroba de 40 libras) e o dt trra
m-se vendido por 698OO a 79000O mercado nao
tala abundante.
Caf pillado.O mercado acha-te abastecido, e as
iltimas vendas se elTecluaram de SfMO a 59800.
Diario do Maranlmo.
CEAHA' 23 DE JULHO.
Presos crranles dos gneros de exportacilo.
lra..,l. -..^1....... _,__ n..
Agurdente, cachaca .
Algodao em pluma. .
em enrojo. .
Arroz, pilado.....
casca.....
Azeile de carrapalo,. .
Assucar branco em rama .
11 refinado. .
mascavado .
Borracha bruta ou gomma
elstica defumada
Cabellos de bui ou cavallo.
Cafe pillado l.a sorle .
" 2.a ,
Carrapalo......
Carne secca oo salgada. .
Cera de abelha ....
carnauba .
Cocos para comer .
Couros de boi salgado. .
carneiro ou cabra
corlidos .
Doce de qualquer quali-
dade.......
Farinha de mandioca .
Fejao.......
Gomma de mandioca .
11 aramia .
Ijadeiras aogico, gom-ai-
o......
Alves, jaca, e ra-
hog.....
Corargo de negro.
Talajuba. ", .
Violeta ....
Pod'arcoemlinh.
Cedro emchaprOes.
Mel de engenho ....
a furo....
Milho.......
Vueijos.......
Sal........
Sebo derretido ....
em rama ....
Sola ou vaqueta em meio.
louciobo......
_ Me taes.
Ooro.Oncas hespanholas
Moedos de 69100 velhas
'i de G-9400 novas
de 48000
Prala.Palaces brasileiros
Pesos columuarios
a mexicanos
pipa
arroba

alqueire.
6J800
23000
caada
arroba
3rO00
90900(1
7-^)00
:i.NitKi
I91HW
96O
59500
9100
:t9l00
59500
alqueire
arroba
rento
arroba
cenlo
arroba
alqueire
libra
89OOO
(90.10
9000
9
.-.9200
49OOO
79600
85OOO
4.9OOO
99IWI0
9320
259000 309OOO
arroba


a
um
duzia
caada

alqueire
libra
alqueire
arroba
o
um
arroba
79OOO
200
89OOO
."e-Vio
89OOO
99000
9240
9200
-loo
9000
39200
9360
IO9OOO
25.9000 409000
400
39VK1
49500
9180
900
49OOO
9200
jOOU
89OOO
9000
49200
5-9O0
299000
1900
169000
99000
29000
9000
192S0
"ommercaf..'
M?Mtmt0 $0p0zn
Navios entrados no dia 1.
Pira t portos intermedios12 das e (i horas, vapor
nacional o Imperador i>, cornmandaule o 1 l-
ente Josc Leopoldo de N. Torrez3o.
Rio de Janeiro27 dias. barca pnrlogueza Mara
reliz, d 418 toneladas, capit3o '.elenno \ emu-
la, equipagem 25. carca assucar e caf; a Lola
Jo. de S Araujo. Parlaoea ao Porlo. Conduz
40 p i'iageiros para Lisboa.
^'^%^t'^t^'^',a de ob- I 2S P^f"'0' conslmnei, sera que axij,
sentemente ser mui obvio q Vem8 pr'- U "rf'16 reconlPensa '' Plo meu Irabalho. '
.... _.j '" iuo "" pouco lempo o
SiSr.sayre,periei,c"nos s-^v
tro fT.i"1Lqa,"",0.Se 8rre'en'n foi regeilado. e ou-
lro M on,lru.do,.mulrecenlemente. e ap,lieado
reiofl';,ret'a'1-"r""nha"- nao ha "'" e' t
aogoerno.0 e"nqUe PrC5e"'i "te
Era compn.to de seis espadas, cloc das quaes
orara logo quebrada., e o vapor voltou 1,0 porte1 "
mente com uma onica espada de retn
' ',"rLo.V-r'Se"1" v,,lor d0 P"'ruso propulsor
que apresenle ao paiz.
He esle parafu.o que he applicado a tireal /..,s-
tein, qae presentemente se esta' construmdu, mas
'!^-,'I"i,S,C'l'1'la'i ""'cionaes.que na-t ser3o um me-
loramente, porque dividir' a forea re.islenle era
a auto ro.q.U0 c,ever1l,mos Procurar economisar lano
quanto tosse poitivel.
-----------------------,------------w-b ... ni. ,i UtlUriOll',
Poiso acrtscenlar que seas boits forera conside-
radas como demasiadamente perigosas para serem
usadas sobre o Atlntico, piidem ser feilat muilo mais
pequeas, oo collocadas em baixo copio meramente
para firmar o vapor, e tervifem como extrt e quilhat.
o Seu obediente servo, ; Carlingfurd.
Londres 3 de junho it 1857.
a P. S. Depois do que cima tica Iranscriplocou-
b que M. Elie de IleBumont annunciou .1 Academia
|0e das Sciencias em Parii a solurao completa do pro-
n. blema da navegac3o aeria allodindo. por conse-
, n Quencia. a esla invenr.tn. nllimiiinonla .n. 1^.,....( .
ca ne.lra n------r ."emuriou pea scien- | """" iiaenacao aeria aiiuuiudo. por cunse-
governo ordenou'm ~!i ""f ^ P"r ,,mpo quenc'' a .,,u '"enC1". ltimamente privilegiada
landre Itodrigues dos Aojos.
COSELO ADMlMSTRATIVO.
O consclho adminislralivo lem de comprar
o seguinle :
Para provimento dos armazens do
almoxarifado.
Sola, meios 200; fio de vela, arrobas 6 ;
papel almaco, resmas 10; tinta prcta, garra-
as 10; secante, arroba 1 ; hollanda de for-
ro, co vados 40.
8 balalhaodeinftMitaria.
Cal letras de ferro para 100 pracas 4 : di-
tas de dilo para 50 pracas 3 ; jogo de balan-
Cas com os competentes posos at uma arro-
ba 1 ; Itvro de 150 foi lias com a denomina-
clo de auxiliar ao livro mestre geral das
pracas efTectivas, riscado de accordo com a-
quelle mesmo livro, isto be, para as pracas
Laboratorio.
Plvora fina de caes, libras 328 1|2.
Quctn quizer vender aprsenle as suas pro-
postas em carta fechada, na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 7 de agosto.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para fornecimenlo do arsenal de guerra,
29 do julho de 1857. Jos Antonio Pinto,
presidente interino. Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria
proviucial, em cumprimont da resolucHo
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que 110 da 6 de agosto prximo vindouro,
vai novarnente a praca para ser arrematado
a quem por menos lizer a obra do 15.* lanjo
da estrada do sul, avahada em 15.6208 res:
E para constar se mandou aflixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco 27 de julho de 1857. O secre-
tario, Antonio F'erreira da Annuociac9o.
DE
Santa Isabel
COMPANHIA FRANCZA.
>-7ece(enc/a-! Secunda representaco dos artista fran-
cezes do tlieatto im|>eral do Rio
de Janeiro.
PUKMIItE KF.PRESENTATION DE
par Mrt. Domanoir el Araeo.
Daui celt picc Mr. L. Paical remplira Iroisrd
les o dinreols carecieres : Le Fila, le Picre el I
Craud Pre.
naqoell paz.o
Eis-aqui a reiposla do Editor do lingineer :
Sein pienten ler decidir do mrito do parafuro
j Carloglord, nao hesitamos em declarar que temo. I
I lormado urna opiniflo mil' decidida acerca do carro, e '
uranio, salisfcito. de ser classiTicado. ero o numero
daquella. que n recusam acreditar no principio, e
que qnerem ver o carro aereo voar primeiramenlo
para enl3o acrediterem.
(( Ao mesmo lempo temos para nos que os nosso
leitores julgarao por si mesmos, pois que s3o mui
capares para n laier, e qoe alsuns delles lerao ani-
mo sufliciente para ntanifeilarem as suas opinies
como desejarem o dar o motivos da le que os do-
mina ou da sua descren;a.
Pela nossa parle, emquanlo nao virmos om ho-
mem meller-se n'um sacco e elevar-si para cima, se-
rem ts inclinados a rrer que lord Cailingford acha-
,- r remas inci.... ...... ---------......B,, t.
mili.;?., metliaiile assumplo nesla notieia, pois o faro ''e,0 do que contra.
^toSli cmnm"',Pe'^", 'e e'f"r^";" To,,Wi n8 "oBmalUaramoi : podemo. estar
vera,,, c e datoS! i *""* PWprt" "" in,e'"me'" em "ro \ m '1-> so, como no. pa-
proccdmenlo coolir. ^Pr'mc* "'" "" "" qUe lur'1 Carlinurord tenciona dar a sua
och.m.r,^. ."aBrt.,.A!.P"J"LM S 'l^vara' inven,3o ao publico e como conheceraos o seu bo-
n........ nuenrao sobre esta circuraslancia. nesla enthutigsmo sobro o assumplo, querernos dar-
llie lodo o louvor que tao generoso procadimenlo me-
rece.e para bj muimos ,cpara a nac3o, mui cor.lial-
Itecenteiiiente aprsente! o meo parafu o e o mes-
mo p ano do vapor, cora qoatro ou sei. para foto, e
com bous, ao ministra da marinba em Franca.
loi extremamente bem rerebido, e com as van-
teaens quedelcsoaBoardun devidadamenle publ-
calas nas gaielas de l'raii;a ; com ludo aprescnlei-o
a.t nosso g-verno aluon. meies ante, disto, e se o
governo francez reali-ar esla invenco antes que o
overno o faCa, isto n3o no. acreditara muilo :
- ,--------------- -------- i- i -. m ii i r
ltenle aceitantes a volitada pelo fado.
A'viila desla. duvida. e restriegues parece que ain-
da falta alguma couts para a .ciur.lo do problema,
ao menos a eiperiettria praticadocarro Ctilinirlonl
mas se he ex-cto o que or o P.S. da caria dineida ao
Editar do lingineer, islo be, te he exacto que a
Franca conredeu um privilecio ;i invcnriln do illos-
. ..., ,,,.- anruii.1,1 ojuik, ; ......- --.....-----.... |.......fc, ,, m,r....... (,|, |'U<-
l rnas espero e aanfla, para honra de-de paz, que isto i lre lor|L enfilo he provavel que a realncao da idea
, nSo acontecer, e que seremos os primeiros a levar a 'j "" breve annunciada.
1.., rerTrTv1 0bJeC, '. *" "0ern0 m' "- Cm0 a0" I "J' "'1n "'"<"< 1 neSa-
llor.sar a ler um vapor construido segundo o plano! mos a posstbilidad- da solurao dtilnli.vi do pr'dtle-
ma. O ar he um liquido como he a agua, e assim
pode-se navegar n'um eomo n'cotro.
Crande parladas diltlculdades ou quasi lodas esiacf
vencidas.
As cousas impotsivei. s3o raras para o homem, e
o. gritos do genero humano nunca exprimera o erro
poro, sempre anvolvem ama porrflo o verdade.
i Juan lo Cliri*tovao Colombo prediise a existencia
da America, os incrdulos das grandes descoberlas
bradaram : chimera .'
Qaando Fulton e Wall rinunciaram a tpplicaeao
do vapor por meio d mecnica, lambtra elle bra-
daram : chimera !
Quando Franklin rerelou os pheaomeoos da elec-
tricida.te, ainda bradaram': chimera !
De sorle qoe podemos dizer que a chimera he o
apanagio glunoso dos espirites aranhtdos.que nao silo
aqoecidns pelo figo sagrado di verdad, com qae
Deo illumina o universo.
Fallemos agora de eousas frivolas.
A companhia nacional repeli a I raja de Daot.n
A sala eslava plenamente chata, e a pec,a foi agra-
iai Inu-nio desempenhada.
.Mara, Clioiiehoii e o Commendador estiveram
liiilbantes de selucrao, illrahiram todas asstm-
palluas.
A estra da companhia franceza foi um verdadei-
ro triompho ; tivemos occasiS3o de verificar o pen-
samenlo de lloileau, de qu -o Francez nascido ma-
ligno, mvenlou o vaodmlle.
Quanta ntluralida le ; que intere-sanle luacoe. !
."T Jl.a i' .*iiP'?<""i' .r"n,r'"in,a he bem toffri- franre'z, oo lempo da invasao do exercilo francaz
el e madama Paulino a Mr. Pascal nao desmen- p,tog.l.
ten. o clnsioso pensamenlo do poeta fraocez que
acabamos de citar
A tres pecas levadas trena foram btm eiecora
da. mas o perfome de.se ptqoeno ramalhele de flo-
r-. loi ce I-mente o vaudevilte intitulado a (( Corda
Sensivel. Como he delicio-a a mosica que o illu-
raina qoe bellas htrmouj.s qoe suaves melodas!
Mas j se n3o dan-a o canca. Ora. parece que
a nossa tociedade nao he mais honesta nem mais pu-
dibunda que a fluminense e a bahianna. e com ludo
la nuncH elle foi prohibido.
r3o temos o nti iiluviano n Meirinho e a Pobre
a Panella do Pailice com o lateiva haliianno eat
eterna, fieir. '.' Dar-se-ba ca-o que o povo fran-
eez aja (1e-li>uido do .entimentn de pejo e hone.-
lidade Poi. em Paris danta-at o canean nos Ihea-
lro., que silo freqiientados pela gente da alia tocie-
dade.
Ora, para que lanto rigor'.' Deixem que madama
lili A1150
DE
Cor re i o peral]
rtclaco das cartas seguras vindas do norte
pelo vapor imperador, para os senhores
abatxo declarados :
Antonio Itangel de Torres Dandeira.
, Francisco Lucio de Castro.
Jos Calandriny de Azevedo.
Josepha Thereza de Jess.
Theodora Joaquina de Souza Braga.
Ilulino Jos Coneia de Altneida.
Trajano Antonio de MeJeiros e liveira
Bento de Freitas CuimarSes.
CORKEIO GERAL.
I ela admiuislracao do coneio se fai pub'ico que
mala que deve conduzir o vapor inglez Primeiro
. Argentmo para o R.o de Janeiro, fecha-s. amanh.la
' ^r.V."ei" M nor" dH """>" em ponte.
( O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial manda fazer publico, quo do dia
3 do crrente por dianbj se pagarSo os or-
denados e mais despezas proviuciaes venci-
das ate o ultimo de julho fiodo. Secretaria
da thesouraria provincial de Pernambuco 1
de agosto de 1857.-0 secretario,
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
O Illm. Sr. director geral interino da
instruccSo publica manda declarar, para co-
nhecimento de quem convier, que o concur-
so cadeia vaga de lingua grega do Gym-
nasto provincial, tera lugar no dia i de
agosto vindouro ; e para constar se publica
o presente Secretaria da directora geral
da inslrucQiJo publica em 31 de julho de
1857. -- O secretario,
Francisco Pereira Freir.
De ordem do conselho de administra-
cao naval faco publico.que em sessao de 3 de
agosto prximo, se contratara a compra de
calcas de algodiio azul, camisas de dito, far-
das de panno azul, calcas de dito, bonetes,
calcas de brim branco. camisas de dito, e de
maisroupas, tudoconstiluindo o fardamen-
to das pracas embarcadas nos navios da ar-
mada, vista de proposlas que apresentem-
.-e, declarando o menor prefo de cada um Grande a variado espect.colo da magnetismo aiu- ;
dos objectos, entregues ellas no dito dia m8' cora 'muimbul Lucrecia L'iywei a racrea-
at as 11 horas da manliSa 6e' d* m,flc" apprente, ainda nao via otila ci
Sala do conselho de administraeo naval dld-" em *"?." do m.snUitador J. Uiytte prP
em->8 deiiillindnta^- i i .i melro mgn",d<" pretligiador netlt Imperio^
Tmr,,,.|f,i,,i.* ~ *ecrol""t Ale" ""> corre.pond.nte da sociedade Magnelopa.h.
SOSAIBIIIA
Parisin, e discipulo do bario Do Pola, primeiro
iDagnelisador em Pars.
Jac( me UlyKt lem a honra, pela primeira v,
de participar ao illuslrado publico detla cidad que
oo dia 6 da agosto apreientera' os taya Irabalhos da
somnambulismo e recreardes appsrenlti qaa tem-
pre mereceram os mais vivot applaoios alo t oa ca-
pital do imperio, como ni c-pital da Baha. J.
l'lyises previne ao publico que uto da' mais do qoe
nm aspaclacolo por ler de relinr-se mallo breva ;
o etpeclaculo conste do seguinle :
PRIMEIRA PARTE.
Uecretcfies de mtgitia apptranla.
1. O menino mallogrado.
i. Os lencos prudigot.
3. Oetquecimento militar.
4. A gallnha na Crimea.
5. A Sra. sorprendida,
ti. O transporte iuvislval.
7. A moeda viva.
8. A aisumprao.
9. O ovo obediente.
10 O cozinheiro francez.
HO grande deposito da Almagetlar.
12 O meio da passar contrabandos, eoairoi mui-
los.qoe muilo saliifaro os espectadores por meio da
variedades bem combinadas
SEGUNDA PARTE.
Magnetismo An mal com a somnmbula Lucrecia
Uvates qua se pretil a tar magotlitada pranla os
espectadores, a qual depoit de adormecer a chegar
ao estado de somnambulismo vendar-lhe-ba ot
olhot com (re lencos, afim de avilar qualquer des-
confianca sobro o uso da vista ; a somnmbula nesle
eslado adevmiia perfeilamente pela iiilluencj do
mignelisador ludo qoe Ih. fdr apretanlado pelos es-
pectadores, depois da somnmbula ler adevinbado a
demonstrado os pnenomenoi qoe ta passtm durante
o samnambulismo, o magnelisador loelliear-lba-ha a
eaialepsia nos bracos a um tal pomo que pode aore-
ciar-se a perrera paralytia. v
Netle espectculo os espectadores nao e eolhera
uma idea clara do magnetismo animal, como po-
dem larnbem ficar habilitados a magnelitar para
diverlimeolo, como vtrificarem a influencia que os
corpoi exercem em distancia unt sobre os sulros a a
realidade da existencia da alma em lodo svslema
nervoso, e pottibilidade da ver a travez decorpos
stm auxilio dos olhot.
He asa o etpectacolo qoe o beneficiado lem a
honr de offerecer ao hospilaleiro e illuslrado publi-
co desla ci lade, a qoem recorre pele primeira vea,
eerlo de que hade acollu-lo benignamente coma he
de seu carcter ; tptra pois ohler de seos magnni-
mos coracOei aquella proteccao qoe nunca lem re-
cusado aquella que, longe de sua patria, tem oc-
casiao de solicitar seut benificot neste pait, ouda
o fraco acha sempre apoio, onde a desgrana encon-
tr sempre lioilivo. O beneficiado protesta reconhe-
cimenlo egralidao a lodas ai pessoas que hoorarem
com ma pre.oca Ha espectculo, para cojo brllian-
tierno nenhom asforco poupai.
Ot bilhele podera ser procoradot na ra da Ca-
deia do Recife n. 15, luja Bourgard.
HMHBMB I I ., li I, \ I 1 I, \ tf|^
mUi ETROUPIERS Gabinete Ontiro
Vaiidevilte militara du Ihulre du Palais-Royal, *IaIIIUClC "Lr ljrl/ll>fjF
par Mrs. Domanoir el Arago. m.
ATERRO DA BOA-VISTAN. 4.
O director deste salSo, participa a seus
Pauline danse o canean, qoe alias nao lem o menor
vislombra de immoralidtde.
Esla aniuficrada a segunda recita, a segundo o
programraa publicado devenios ler uma imite mu a-
gradavel. O espectculo compoe-se de tres pecas.
Mim'zell' Roten .- Um joven camponezadi-
xou a sua aldeia para ir e Paris servir como criada
grava em casa da uma fldalga.
Deixeu teu amsnl, qoe era nm grosselro rampo-
tez, com iuem ella tt deve catar quando voltar.
Pela sua parle elle multiplica oaseus esforcoa etra-
lialha noite e dia afim d accumolar rorlona'para of-
ile"'a "I"""" a luera ara, c qu deve ser toa
mulher. Hosa licou trtt annos pouco mais ou me-
nos em rasa da fidalg. Parti camponeza volla
com pone a as minriras de uma pantienie. Ao vr
o amante que a (rala por lo e quer beiji-la como
ooli'ora, Rosa, que se tornouorgulhosa e qoe se jui-
ca multo cima detl campunei, revolla contra
semelhantet famitisridades, expr. brando-lhe o seo
ar rnmmom. seu vestidos grosteirot a a toa lingaa-
sem dos campos. O ctmponez que he tentivel, qoe
am a Rota de vera, sent um verdadeiro ptzar,
'luciendo fazer ver a llosa que te ella, quizer p le
ler bellos vestidas e bellas maneiras, loma um ir.jo
que ainda o lornt ruis ridiculo ; embriaga-se e coti-
la lado a Kos, julgando fallar criad. Rota com-
movida por laolo amor e dc.iirero, lorna-ie mais
sensivel, esquece Pars para ficar na aldeia, ese caa
com Malhurra.
Brelan de Tronpiert he o segundo vaudeville.
I'ma joven porlagiieza foi seduzida nor om toldado
em

.
Desla sedaeco re.a'tou um filho. A mai foi a
Paris, esperando encontrar o seu seductor, de qem
nunca ciivira fallar. Naspeiquizas a qoe procedeu,
o acaso permillio Ihe Iravar ronherimenlo com um
velho invalido, pal do soldado qu ella con hetera em
l.i.bot. Este velho faz que ella encontr a sea an-
ligo amante que aceba de chegar d'Afriea. O toldado
francez ao vullar d'Afriea, repara o airo qae havia
eommellulo na mocnlade, e da o seu noma aeradla
que conhecera outi'ora em Porlogal,
(i Pas de fumc san. feu : orna molher que este
grvida lem dcejo. e proveita-te da amencia do
marido par nUaftler o deiejo. O marido qu. nao
fuma. fieoO etpanlado, ao entrar em cata, de sentir
fumara de charuto. So.peite q0 a aaalhar receba
litem em toa ntencia, e prepares p din'gir-
Ihe-graves censuras, quando a mullier acaba por con-
fetsar ludo ao marido, qut fica mui contente por ta-
ber qut tro breve uta pal. (Abdatah-el-liratif.)


MUTILADO




DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA fEIRA S DE AGOSTO DB tS&'
i
%
V
\
llustres favorecedores, que teuio-se de re-
tirar desla provincia,oerece-lhes osla sema-
na urna gradavel exposicSo de vistas no-
vas.
GUERRA DO ORIENTE.
1. Os Deis retratos das primciras perso-
nagensdo inundo.
S. M. Nicolao imperador do todas as llus-
sias.
O grande duque Alexandre,principe e her-
deiro.
O grande duque Constantino, grande al-
mirante.
O grande duque Miguel.
O grande duque Nicolao, acompanbado de
seus gcneraesetc. etc.
2." Embarque em Balaclava, os alliados a
bombadeiarem Asapal.
3.' O grande bombardeamento de Sebas-
opol.
?. Assalto de Sebastopol, em 8 de setem-
brode 1855.
5. A esquadra anglo-franceza passando
no mar Bltico.
6. A sanguinolenta batalba do alma por
outro ponto.
7.a A sanguinolenta batalba de lnker-
man etc.
8 a grande bombardeamento do Odessa,
os Inglezas botando logeles a Congreve.
9.* A medonba batalha das trincbeiras
francesas, em 8 de selembro de 1855, a noi-
te da tomada.
10.a A cidade do Rio de Janeiro, tomada
da ilhaf.alhSo.
11.a Vista de Santo Antcnio em Pernam-
buco.
19.. Vista da en.trada de Hamhurgo.
13" A abertura de Sepulcro de Napoleao
em Santa Helena.
14.a Vista da cidado de Londres.
15.a Passeios e jardins do imperador da
Russia.
16." J.ii Jim das larangeiras em Pars.
17.a Casa da moeda eiu Paris.
O salao estar aberto das 7 at as 11 da
noite. Entrada a 19 rs., e os meninos de 8
anuos a 500 reis.
'.1vt04>a t&&\&&.
IIha de Fernando.
At o dia 12 Je agosto prximo (em de se-
guir para a liba de Fernando de Noronha o
brigue Bom jess, para o que j tem compe-
tente permisso do Exm. Sr. vice-presiden-
te da provincia : portanto os carregadores
deverio dirigir-se a ra do Vigario n. 5, a
tratar com o consignatario Eduardo Ferreira
Bailar, com as relaces dos objectos que
tem de embarcar, as quaes devem ser auto-
risadas por portara do Exm. Sr. vico-presi-
dente da provincia.
MAKAMHAO' E PARA1.
Segu com brevidade o bem conhecido
brigue nacional uFirma, tem parte da
caiga prompta ; para o resto que llie falta
trata-fe com os consignatarios Novaos &
C, ra do Trapiehe n. H .
PARA O ASSU'.
Segu com a carga, que apparecer.o brque
nacional Elvira : quetn nelle quzer carre-
gar, enlenda-se com os consignatarios Jos
Joaquina Diaa Fernandos & Filaos, ra da
Cadeia do Recife.
O brigue nacional Elvira, precisa de
marinheiros naciouaes, para a sua viagem
ao Assu' : a tratar com o capillo a bordo.
Para o Porto, a barca porlugueza N.
S. da Boaviagem, segu impreterivelmente
a 14 de agosto prximo ; para uro resto de
carga c passageiros, trala-se com os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonseca & Filho,
na ra do Vigario n. 19, pri-meiro andar.
Para Lisboa, sabe com a maior brevi-
dade possivel'a barca porlugueza GratidSo :
quem na mosma quizer carregar, ouirde
passagem, para o que lem aceiadoscommo-
dos, trale cora os eonsignalarios Thomaz de
Aqnino Fonseca Filho, na ra do Vigario
n. 19, primeiro andar, ou com o capililo Bor-
ges Pestaa, na prac,a do commercio.
Companbia
Pernambucana,
5,' com azeite de palma, e 375 barris com
breu, pertencentes a referida massa; os1
quaesseachampatenl.es na fabrica de sa-
lino, na ra Imperial, aonde podero ser
com antecipa^ito examinados pelos preten-
dentes. O leilao tera lugar quarta-feira, 5
do corrente, as II horas da manhila, no ar-
mazem do agente annunciante, na ra do
Collegio n. 15.
Leilao
de accoes to Banco.
O agente John Calis far leilao, por conta
de quem pertencer, de ti acQfles da Caixa
Filial do Banco do Brasil, desla praqa, na
porta da sala da AssociacSo Commercial, na
quarta-feira 5 do corrente, ao meio dia em
ponto.
LEILAO.
C. J. Astley e C, farao leilao, por n-
tervencao do agente Pettana.de um com-
pleto e variado sortimento de fazendas
mglezas, francesas e ajleniaas, chegadas
ltimamente ao mercado: segunda-feira
o do corrente, a's 10 horas da manhaa,
ciasen armazem, ra da Cadeia do Re-
cie n. 21.
Leilao -e Cal.
O agente Pestaa far leilao, por conta de
quem pertencer, de cerca de 140 barris com
cal de Lisboa, para liquidado : terca-feira,
* do corrente, pelas 10 horas da manhaa, no
armazem grande defronte do trapicho do
algodflo.
Leilao.
O agento Pestaa far leilao por conta de
quem pertencer.de cerca de 20o barricas com
farinha de trigo, ltimamente desembarca-
das : terca-feira, 4 do correte, ao meio dia,
no armazem do Sr. Paula Lopes, defronte da
escadinha da alfandega.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loterias manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no.pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2(1, das 9 ho-
ras da nianlnla a's da noite, bilhetes,
meios e quartos, da primeira parte da
primeira lotera do collegio de Papacara,
pelos piejos declarados no plano abaixo
transcripto, o pial ol'erece milita vanta-
gem aos Srs. jogadores; por sso, pois, o
Sr. thesoureiro espera que queiram con-
correr, alim que possa ter estabilidad j es-
te plano, e cpie tem numerantes a con-
tento para os compradores, como tam-
bem o Sr. thesoureiro convida a'quella*
pessoas em poreo, de comparecercm na tlicson-
raria .das loterias para separarern-se-lhes
os bilhetes, :neios e (piarlos (pie quize-
rem : a supradita lotera corre no dia
de agosto de 18.">7,
Plano
5600 bilhetes a sOOO. .
^enelico de 20 por cento.
28:8008000
5:760.^000
O vapor algaarasso' acha-se a rarga para os por-
to do norte, para onda salera' a seis horas da tarde
do dia 4 da agosto. A carga lera' ricebida al es
5 lloras da terde do dial. O vapor fondeara'na
barra de Mus-uro a desembarcar a carga e passa-
geiros.
- Para Lisboa sahe com toda a brevida-
de, por ter grande parte da carga prometa, o
bonito e veleiro patacho portuguez Mara
Ignez : quem Yielle quizer carregar ou ir de
passagem, dirija-se aos seus consignatarios
Francisco Severlaao Rabello & Filho, no lar-
go da Assemblca.
O vap.r inglez Argentino I sahe ter-
ca-feira, 4 de agosto, com escala pelo Rio de
Janeiro, Montevideo, Huenos-Ayres, tocar
na Babia, se houver passageiros I a mala fe-
cha-so ao meio dia no correio.
A carac'
Segu com brevidade o palhaboteSobra-
lense, capitao Francisco Jos da Silva Ralis,
recebe carga e passageiros : a tratar com
(.ii -Uno Cyriaco da Costa Moreira, na ra da
Cadeia do Kecife n. 2.*
23:0'108000
1 premio. 8:0008000
1 dito..... 2:0008000
1 dito..... 1:0008000
1 dito. .... :>00.s000
" ditos de 200SOOO. GO0.S0OO
t ditos de lOO.sOOO. 0008000
14 ditosde 108000. 5008000
"y ditosde 208000. 6608000
11 i0 ditosde 88000. 9:1208000
23:0108000
1200 premiados.
2400 brancos.
5600

Os tres pritneiros premios estao sujei-
tos ao descont dos 8 por cento.
Thesouraria d is loterias 48 de tillio de
1857. O thesoureiro Francisco Antonio
de Oliveira.-~-Approvo.Palacio do go-
verno de Pernambuco, 50 de julho de
1857.Portella.Conforme. Antonio
Leite de Pinho. Thesouraria das loterias
1 de agosto de 1857.Jos Januario Al-
ves da Maia, escrivo.
Aracatv
Na sabir com brevidade o patacho Santa
(cuz, capito Jos Victorino das Neves, rece-
be carga : a tratar com Caelano Cyriaco da
C. M., na ra da Cadeia do Kecife n. 2
RIO
de Janeiro.
Pretende seguir com brevidade o brigue
Hercules, capitao Carlos da Silva Araujo, re-
cebe carga, passageiros e escravo^ frete :
a tralar com Caelano Cyriaco da fxM., na
ra da Cadeia do Kecife n. 2.
Mar a Bu la,
O veleiro e bem conhecido palhabote na-
cional Dous Amigos, pretende seguir uestes
oito dias, tem prompto dous tereus de seu
carregamento ; para o reslo trala-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Par o Rio de faneicn
O veleiro palacho nacional Agonia, pre-
tende sepuir com muiU brevidade, tem
prompto melado de seu carregamento ; para
o resto e escravos a frete, para os quaes tem
excellentes coromodos, irata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Uliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
Para a cidade do Porto por Lisboa sahe
nenes seis dias, por ter quasi completo seu
carregamento, a barca porlugueza Mara Fo-
liz, de primeira viagem, capililo /-eferino
Ventura dos Santos : quem na mes ai a qui-
zer carregar ou ir de passagem, para oque
tem excellentes commodos, pode entender-
se com o consignatario Luiz Jos de S A-
raujo, ra do Brum n. 22.
Os abaiio assignartns acrailecenilo as pessoas
que se disfuratn acompahar o corpo de sue
fallecida mi no lia t do correnle, o fazem pe-
lo presente : e ao m^-mo lempo convida-os
para no stimo dia assishrem ao memento que
tem de liaver m Igrrja do Divino Espirito
Santo do Collegio, s '.i horas da maoli-la, e te-
rso de novamento agradece-las pur lilo assig-
nalado favor. Franciiro Jos do Rosario
Barroso.Claudio Baplisia llarrmn.
Lotera
DA
Atteneao!
o
Fogio no dia 26 do corrente da ra da
Cruz do Kecife n. 42, segundo andar, um
molequo de nomo Camillo, representando
ter 21 a 22 anuos, e noenas principia nascer
a barba, estatura baixa, grosso do corpo e
tem um p inchado, sendo signnl bem co-
nhecido uns frunchos no pescoco, levou ca-
misa branca suja e cal^a preta velta : quem
o pegar leve-o a mesma casa cima, ou no
escriptorio por traz do Corpo Santo n. 66,
que ser Generosamente recompensado.
AVISO.
Joseph Shelmerdine tem a honra de
informar ao respeitavel publico, que ten-
do-se estabelecdo ha ra da Aurora, San-
to Amaro, entre as duas pontes, perto da
lundieo, acha-se prompto a se encarre-
gar de todas as obras de sua proissao, quer
seja trabalhos em chumbo, vidraceiro, ar-
mador deencanamentos de gaz e agua pa-
ra dentro de edificios em todas as suas va-
riedades, incluindo banheiros, bombas, la-
trinas d'agua, etc., o mesma tendo tido
bastante experiencia na Europa, espera
que, com atteneao aos seus freguezes,
moderaco em seus procos, merecer do
respeitavel publico desla cidade toda a
proteccao, para oque pode ser procurado
no lugar cima indicado.
Aluga-se um moleque de It a 18
annos pouco mais ou menos, para servir
era urna casa estrangeira : quem o tver
dirija-se a ra da Cruz n. 11, armazem de
J. i'raeger&C
O abaixo assignado roga ao Sr. L. M.
F. o favor de mandar tirar os penhores que
ha muito lempo existem em seu poder,
o quando nao faga no prazo de oito dias se-
rao vendidos para seu pagamento.
Antonio dos Santos Faria.
Vendc-se o ponto do pateo do Carmo
n. 18, muito acre litado por vender bilhetes
e charutos : quem o preteu ler, dirija-se ao
mesmo ; e o motivo por que se vende se di-
r ao comprador.
--- Vendem-se 2 vaccas do l>:iie muito
novas e reccotemente chegadas, d.To cada
urna 4 a 5 garrafas : os protendentes diri-
jam-seao cues de Capibaribc, casa de Ha-
noel C. Cintra, das 6 as 8 horas da manhSa,
ou das 4 as 7 da tarde.
Vende-se urna casa terrea em boa ra,
chao proprio, acabada ha poueo, comosse-
guintes commoios: 4 quartos, cozinha fu-
ra, cacimba s. de 2 vi tragas e t porta na
frente : quem pretender, dirija-se a ra Ve-
Iba n. 54.
AVISO AO BOM COSTO.
Na ru da Cadeia do Recite, loja do canto
n. 54, ha grande sortimento de fazendas, pe-
los baratissimos precos seguintes : mussn-
linas muito boas e de bonitos padres a 380
e 400 rs. o covado, dita branca a 300 e 320 o
covado, dita de barra em corte por 35500,
cortes de briin para caiga a 2j}200 e 2/300,
grvalas de cassa a 1S50J a duzia, dilas de
seda preta a 800 e 1-5 rs cada una, lencos do
cambraia a Is500, 2J600 o 35 a duzia, ditos
com bico a 35S00 a duzja, brelanh t de linho
muito boa a 6)0 rs. avara, alpac de seda
para vest lo a 750 o cvalo, dita preta a 501),
700 e 900 ra. o covado, mantas le soda muito
boas a" e93!)00cada urna, cortes de cam-
braia do seda a 55200, romeiras de fil de
linho a 4 e 5#000 cada urna, chiUs de muitas
qualidades a 160, 180, 200 c 240 rs. o covi-
ilo, chapeos fraucezes tinosa 752O0 cada um,
cortes de ca&emira de cores a 45 e 4320'), di-
las pretas finas a 25300 o corte, panno fino
para palito a 2c800, AJ, 49500 e 55 o covado,
chales du merino a 145, ditos bordados do
velludo a 135, ditos de louquim muito finos
a 20/000, brim de linho muito lino para cai-
ga a 15400 rs. a vara, laa de divrsis quali-
lades cara vestido, e oulras muitas fazeudas
bonitas e boas qualidades, quo s avistado
comprador se mencionar.
--- No dia 24 de maio do correnle anno,
fugio do abaixo assignado, morador na ci-
dade da Victoria, o escravo Pedro, Angola,
idade 45 a 47 annos. com os signaos seguin-
tes : baixo e cheio do corpo, olhos agaropa-
dos, pernas e pea bastantes inchados, tendo
um dos ps embrulhado com pannos por
causa de dua ou tres (cridas de gomiua que
tem no dito p, tem de vez em quaudo urna
Lo.se. e quando fugio levou vestido camisa e
croula comprida de algoJ.loznho branco.
e levou chapeo de couro na cabeca ; leve
noticia que foi encontrado na ponte do Ke-
cife, e pode ser que de l tenha ido para es
partes do Goianna, aonde foi escravo, e di-
zia que tinha senboras velhas c mogos ; este
escravo o abaixo assignado comprou a Ma-
noel Rodrigues Pereira, morador no enge-
liho Ubaca, no dia 10 de Janeiro deste auno :
quem o pegar, pode o trazer ao abaixo as-
signado, que recompensar bem. Cidade da
Victoria 29 d julho de 1857.Jos Thomaz
Gongalves do Rosario
Vende-se urna muala de 28 annos, de
bonita figura, engomma soffrivel, lava, co-
zinha o diario de urna casa, cose, chao, faz
doce, refina assucar, e lie- muito carinhosa
para meninos : na ra do Brum, passando o
chafariz, defronte da fabrica de velas e
sabao.
Precisa-so de tomar a premio aquan-
tia de 1:4005, dando-se por seguranga hy-
poiheca, ou mesmo venia de reto fechado,
diferentes escravos todos pegas, e todos da-
3ui da cidade ; nilo se duvidando, alom de
ar-se parte dos escravos para o poder da
pessoa que der o dinheiro, pagar-se-lhe o
premio quo se convencionar : a quem con-
vieranuuncie para ser pro"urado, alim de
tratar se das de mais condigos que queira
Lava-se e engomma-se com toda a
perfeigao a brevidade : no Kecife, ra da
Cacimba, sobrado de um andar n. 8.
Ven Je-se urna taberna com poucos
fundos e propria para principiante, e em
muito bom lugar para vender a retalho ;
vende-se por sen dono querer retirar-se pa-
ra o mato, no Corredor do tiispo n. 12, em
frente do quarlel : a tratar n mesma.
LOTERA
DA
provincia.
Segunda parto da primei-
ra lotera dos trabalhos
!>iorftpuicov#
Os felizes bilhetes rubricados pelo abaixo
assignado, continuam a obter os malores
premios, como se v dos seguintes, vendidos
na lotera cima mencionada :
2171 5:00050004 quartos.
2829 1:5005000--2 meios.
3590 5005000bilhete.
2638 1005000dito.
890 1005000dito.
3246 10010002 meios.
3299 1005000bilhete.
2912 509000dito.
A garanta he paga no escriptorio de
P. J. Layme.
- Compra-se um bule, urna cafeteira,
castigaos o duas salvas de prata ; na ra das
Flores n. 37. primeiro andar. Na mesma ca-
sa compra-se urna espingarda de dous canos.
Quem pedio 5:000/ sobre hipothecas
pode dirKir-se a ra das Flores n. 37, pri-
meiro anJar.
Lotera
DA
Provincia.
*%-&
provincia.
Sorte grande '5:000 000
O abaixo tissig adoven
de os seus bilhetes garan-
tidos, pelos precos abaixo
notados.
Bilhete OjOO recebe 8:000j000
Meios 4.S800 i:0()0.s00(i
Ouartos 2**00 2:000*000
Em quantias de 100,000
para cima, a dinheiro i
vista, ero seu escriptorio,
roa da Cadeia to Recite
n..i)0, primeiro andar, pe-
los seguintes precos.
Bilhetes 8*730 recebe 8:000*000
fcW^
ii
AOMO PUNO.
Primeira parte da primeira lotera do
recolhimento de Papacaca.
Aos 8:000*, 2:000* e 1:000*.
Salustiano de Aquino Ferreira avisa ao res-
peitavel publico, que lem cxposlo a venda
os seus muilo felizes bilhetes, meios e quar-
tos da lotera cima, cujo plano offereco as
melhores vantigens qu-e he possivel ao com-
prador, as lojas ns. 37 o 39 de Antonio Au-
gusto dos Santos Porto, na praca da Inde-
pendencia, e na mesma praca, ljt n. 4 da
vi uva Fortunato bastos, e na ra da Cadeia
do Recife n. 45, loja de miudezas do Jos
Fortunato dos Santos Porto, setido garanti-
dos, pelos precos seguintes :
Bilhetes 90500 Recebo 8:000;
Meios 45800 4:000/
Quartos 25400 2:000s
Os tres premios grandes cima referidos
n3o estSo'sujeitos ao descont dos oito por
cento da lei, cujo descont ser pago na ra
da Cadeia do Kecife n 45, luja de miudezas
as mestuas tres lojas cima mencionadas
venJem-se bilhetes inleiros sern garanta.
Por Saluslianode equino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Quem quizer possuir um escellcnte
carro americano, que nito prestou servirlo
algum ata la, v a cocheiru da ra da Caleia
n.12: ua mesma casa taonbem se ven Jem 5
bois mansos, bem grandes e muito gordos.
PKECISA-SE de una ama de leite
forra ou captiva, para amamentar urna
enanca, paga-se bem : no pateo do Hos-
pital n. 20, (sobrado.)
- O abaixo assignado, lente de philoso-
phia no seminario do Olinda, achanio-se
competentemente aulorisado, propOo-se a a-
brir um curso particular de tolos os pre-
paratorios, na casa de sua residencia, func-
cionnndo a la-de somanto, tendo ja dalo
principio a leccionjr latim, francez e pbi-
losophia ; pode ser procurado por ora na
praca da lloa-Vista n 19. Kecife 1. do agos-
to de 1857.Padre Joilo do Reg Moura
Sabem os lllms. Srs. Manoel FUueiros
de aria, Miguel Archanjo Fernn les Vianna,
Jos Men les de Freilas, e [)r. Augusto Car-
neiro Honteira da Silva Santos, que pela mil
mflada conlhnca, que sempre depositei na
pessoa do fallecido I)r. Manoel Caetano Soa-
res 'por ser um carcter distincto e de pro-
bidade toda prova), com o qual liz o meu
tirocinio de pratica n advocacu, e entreti-
ve innlteraveis relajos de verdadeira ami-
zade, ou deixava em ssu poder quantidade
de follias de papel em branco, n5o s com
a mintia rubrica, como tambom com a mi-
nha assignatora para nellas elle mandar co-
piar os seus interessantes trabalhos forenses,
e sem demora por mira occasionada poder
apresenta-los nos diversos juizos, o trihu-
naes desta cidade, visto como he publico e
notorio, que pela sua qualidade de estran-
geiro n3o' Ihe era permiltido representar nos
mesmo, sob o proprio nome. K como quer
que o dito meu prezado amigo inesperada-
mente suecumbisse, e bem possivel seja, que
alem de algumas dessas folhas de papel em
branco por mim firmadas, queforam adia-
das, outras se exlraviassem, eainda appi-
regam com diversa applica^ao, pur isso des-
deja venho palentearesta oceurrencia teste-
munhala por aqueles senhores, para pre-
venir, e reselvar-nie de qualquer respon-
sabilidadc, que dahi possa resuliar-me
Kecife 31 de julho de1857.Antonio de
Vasconcellos Menezes de Drummond.
.J O r- Francisco de Paula Bap- ^
^ tista, tem aberto escriptorio para ei
^g advogar, no primeiro andar da
j casada ra das Trincbeiras n. 19, ttk
:J por cima do cartjrio do escrivo %
f Baptista, antigamert do fallecido t$
^ 1^ri eah, das 0 boras do dia em
*g diante, esta' prompto a ouvir i
^ lodos, e a receber as causas de to-
@ dos <|ue quizereao procurar seus
%$ serviros de advogado.
Precisa-se de ."i:000*OO a ptemio
de um por cento, dando-se bens a hypo-
tbeca : a quem con vier aimuncie.
- Na na do Queimado n. 35, ha urna
carta viuda do sol para o Sr. capitao do oi-
tavo batalhSo Iticardo Jos da Silva.
Ainda existe em poder do porteiro da
alfandega desla cidada para vender, por con-
t da thesouraria da fazenda, a nova pauU
ou tarifa da mesma alfandega, por 10-3 cada
um ixemplar.
Precisa-se de urna ama para urna casa
; ieiica *
O almoxarife do hospital militar contrata
com queii queira cncariegar-se da Iavagcm
da roujja do mesmo hospital, para o que o
pdenlo procurar ou na secretaria deste es-
tabeleciminto, das 8 horas da manhaa as 3
da tarde, ou destas por diante na ra estrei-
ta do Kosario 11 32, primeiro andar.
J. Cribier retira-se para franca.
Attencfto.
No dia 4 de agosto tem do ser arrematado
por venda, pelo juizo da primeira vara, um
sitio com casa de vivenda d3 pedra o cal,
com diversas arvores de fructo, silo no prin-
cipio da es ra la do Arijjial, o qual faz quina
para a travossa deSanlAnna, por execu^o
I de Francisca de Paula da PaixSo, e outro
contra os hcrdeiios de Jos Germano Ja Cos-
ta Martins.
O agente de leudes Gregorio Autu-
nes de Oliveira declara aos Srs. adminis-
tradores dos bospitaes Pedro II, Portu-
guez e Inglez desta provincia, que deso-
jando beneficiar estes estabclecimentos de
caridade, e nio tendo actualmente recur-
sos de assim o poder fazer, por isso olle-
rece e se obliga a dar, do I de agosto do
corrente em diante, em favor de cada um
dos ditos Ii03pitaes, 7> por cento do liqui-
do producto das suas commissdes de todos
os leudes que o commercio desta praca e
o publico em geral os mandar fazer por
sua intervenco ; e allirma que no lim de
cada mez entregara' promptamente a
|uota parte que competir a cada um
dos ditos bospitaes, do que passarao reci-
bos os respectivos thesoureiros, para a to-
do tempo constar. Espera merecer
protecrao do commercio e do publico em
geral, alim de bem poder desempenbar
esta ollera. Reeile 30 de julbo de i 87.
Precisa-se de urna nessoa de boa con-
drila para ama de urna casa de familia, e
que entenda de costura e mais arranjos,
sem ser de cozinba : quem estiver nestas
cirenmstancias dirija-se a ra Nova n. :")().
(|ue adiara" com quem tratar, asseguran-
do-se bom trata ment.
No dia 7> de agosto prximo futuro,
a s 10 boras da manhaa, na casa dos ex-
postos, laz-se pagamento a's respectivas
amas. Casa dos expostos, .10 de julho de
1857. O regente, Geraldo Concia
Lima.
Extincto
Banco de Pernambuco.
Os Srs. accionistas do extincto Banco
de Pernambuco sao convidados a recebe-
rem, do dia Til do crreme em dianle, o
dividendo fcito pelo Banco do Brasil, re-
lativo ao semestre lindo em 50 de junh
ultimo, na razao de 12*70")88 rs. por
acro realisada, e bem assim o de O.SGO
tambem por aeco realisada, feito pelo
extincto Banco, no lim de sua liquidarao ;
para o que se acba aulorisado o thesou-
reiro da caix 1 filial.Joiio Ignacio de
Medeiros Reg, secretario.
0 escrivo Francisco de Barros Corrcia
transferid seu cartera da ra do Aragilo pa-
ra a ra do Sebo, casa n. 17, onde deveser
procurado.
Precisa-se do urna ama, que'saiba co-
zinharofazer lodo o niaisserviQo de casa :
na ra do Caldeireiio, taberna n. 60.
Precisa-se de um cozinheiro ou cozi-
nbeira, para urna casa de familia : a trtar
na ra de Apollo n. 24, armazem.
Isabel llippolyta do Araujo Bastos, e
Fortunato Cardozo de Couveia por seu pro-
curador, vendo publicado o edital para a ar-
rematadlo, pelo juizo do commercio, do so-
brado da ra da Cruz n. 59, na cxccucSo que
move Jos Pereira de Coes, contra os herdel-
ros do Francisco Conc,alves Bastos, fazem
sciente o resaeitavel publico, de que nao
poiera ser arrematado in totum o refe-
rido sobrado, pois que melado he dominio e
possedos annunciantes, que se aguardam e
estilo alerta para em tempo opportuno faze-
rem valer n seu direito.
Associaco
5
CoramercH l Beiteftcente.
Por ordem da direrrao, he convocada
a assemblca geral dos Srs. socios ell'ecti-
vos para o dia de agosto ao meio-dia,
alim de procedei-se ao disposto no art. '.8
dos respectivos estatutos. Sala da Asso-
ciaco Commercial Beneicente de Per-
nambuco, 20 de julho de 1837.A. de A.
Rodrigues Isaac, secretario da direccSo.
Costuroiras de
p tente.
Precisa-so de boas costureiras, que sejam
desembarazadas no costurar ; na ra No-
va, loja n. 52.
He chegado a loja de l.econte, aterro
da Boa-Vista n. 70, cxcellento leite virginal
do rosas brancas, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas, o espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para hmpar e fnzer
crescer os cabellos : assim como p impe-
rial de lyrio de Florenca para brotoejas e
asperi Jados da pelle, conserva a frescura e
O avelludado da primavera da vida.
O abaixo assignado, socio de industria
o fabricante de sabao da fabrica do Recifo,
despedio-se da mesma sociedade e da fa-
brica, assim como seu filho Francisco Jos
de Alencar, tendo dissolvido amigavelmente
a sociedade que tinha, e passou a residir na
ra das Cruzes, do bairrode Santo Antonio
n. 13. Itecifa 29 de julho de 1857.Jos
Francisco de Alencar Alcantasino.
A publico.
O abaixo assignado faz sciente ao respei-
tavel publico e aos seus freguezes, que aca-
ba de montar dous importantes estabeleci-
mentos de fazendas, na ra do Crespo ns.
10 e 14, onde encontrar3o um variado o lin-
do sortioiculo de fazendas de todas as qua-
lidades, as quaes vendo por pre?o muito
comino lo ; sendo gerente do estabeleci-
mento n. 1 0 o Sr. Marcelino "Jernimo de
Azevedo. i; G. Malveira.
Na ra da Concordia n. 26, deseja-se
fallar ao Sr. Paulino da Silva Mindello, afim
dclle promover a cobrsnc^a de um val de
urna pessoa que s o mesmo Sr. Mindello
com sua influencia poder cobrar, cujo val
ja esteve em poder do urna pessoa para co-
brar, mas por muito condescendente nada
conseguio ; todo negocio se faz com o Sr.
Mindello, com tanlo que elle n3o perca na-
da com o tal velhaco.
SCasa de Saudel
DO DR.
S PEDRO ANTONIO CESAR, f
i& Na cidade de Goianna, beceo do p
$0 Pavaon. U. 9
r$ O l)r. Pedio Antonio Cesar receba pis- 9
A su doaiilei pata IraUr era soa ca ja' aja
/?^ meucionada, promeltemto deteiupenhar as J'
\ff fuoc^oes medical com rooito telo e activida- *v
^ dad.. ij.
l'reco diario. S
"i-* Pessoai liv'/ei. 3500
\J eacrav. 23000
Grande sor-
inent -> de fa/endas e to-
(Ims is cualidades.
Groidenape pretodei teda Uviada, covado. 2s200
Dilo dito liso muito largo, covado. 2(200
Dito de cores liso muito sapvior 2?200
Setim prelo maco, covado...... 33000
Panno lino prelo e de cores, pira todos 01 precos.
i'upeliua de seda de cores malisadas, ea-
vado............. ljjOOO
Chalr de cores, com quadros de seda, co-
vado ............ 9850
L3a de quadtoi pequeos e grandes, co-
vdo............ 600
Ua e seda de novos padrdes, covado. J800
Mauilana de seda com cinco palmoa de
largura, covado.........' 1#600
Ursolina de seda com quadioi, ramigeni e
lislrai malisadas, covado...... IsOOO
SeJas de quadios bonitos padies, covado. 950
Duqueza de seda com ramagem, covado. 750
Mussulina branca e de cores, eotado. 320
Chitas franceas finas........ 260
Froodolina de seda para vestidos. 900
Cassas francezas nas de bonitos padrees,
, '"'a............. 420
Argentina de cores escoras, com ulpicos de
seda, proprio para palitos...... 800
Italiana de seda preta com lustre, para pa-
litos............. 13000
Corles de vestido de seda para seohora, o
mais superior que ha no mercado.
l.ovas de seda de todas as qualidades, para
homens, senboras e meninos..... V
Lencos de cambraia bordados, muito finos. t|M0
I iiioi de dito de linho lisos para ralo. 9400
Corles de eaaemira prela e da cotes. iaOOO
Corles decollelet degargarao de seda, de
vatios padtOes, matizado...... 3&000
Corles de laa matizada para vestidos, de
novos paitttj, com 15 covados cada
um............. 59000
Chapeos de massa francezea formas novas. 7*500
Palitos de alpaca prela, finos...... 49000
Uites de alpaca e gangas de cores. 4*500
Gndolas de alpaoa pela de cores. 5000
Chales de merino bordado a vallado gran-
des............. 169000
Aitt de itito
Precisa-se de urna ama de leite : na
ra do Collegio n. 8, segundo andar.
O abaixo assignado, possuido do
maior empenho de se descobrr os auto-
es e cmplices do horroroso assassinato
perpetrado na pessoa do seu mui preza-
do ainigo Thomaz Gollan, vice-consul de
8. AI. ISritannica nesta cidade, ol'erece
dous contos de reis a juem Ihe prestar
qualquer esclarecimento exacto sobre es-
se facto, ou mesmo o conbecimento de
alguuia circuinstancia.oii accessorio delle,
de modo (jue se possa averiguar a verda-
de, assim comoassegura, sob sua palavra
de honra, o mais inviolavel segredo, a'
quem lizer qualquer dessas revelacoes,
pois be bem possivel chegar-se ao lim
desejado, sem declarar-se donde ellas
procederam.
Consulado Britanfrico 11 de julho de
I8">7.II- Augustos Cooper, cnsul.
Fabrica de liscao e tecidos
w
de aluodao.
19000
GHOO
i>50
49500
39OOO
600
91600
caixa
Periiiini-
-Meios i.siOO
Quartos 2^200
.1
H agente Borja, de ordem do Exm. Sr.
Hr. juiz especial do commercio, a requeri-
mento do depositario e procurador fiscal da
massa fallida de f). Candida Maria da Silva
Lina, viuva de Delfino Connives Pereira
Lima, lar a leilao de 400 caisas de sabllo a-
marello, pertencenle a dita massa -. segunda
feira 3 do corrente, as II horas da manhila,
no armazem doSr. Joaqu'm do Paula Lopes,
defronto da escadinha da alfandega.
O agente Uorja, de ordem do F.xm.Sr.
Ijr. juiz especial do commercio, a requeri-
mento do depositario e procurador liscal da
massa fallida de t. Candila Maria da Silva
Lima, viuva de Delphino Goncalves Pereira
Lima, far leilao de 12 pipas e 34 barris de
Aj:OOO.sOOO
2:0U0.s'000
L'iyme,
DE
Por ordem do lllm. Sr. provedor se faz
sciente quelles senhores que passaram va-
les ao Iteal Hospital Portuguez, e ja disse-
rem que os nao pagavam por nao q-iererem I de duas"7es7oas':7o"pate"o"TiPra'zo,'''se-
gunaojondar por cima de um aQougue.
Roga-se a pessoa que achou no dia 31
de julho do correnle anno 509000 em sedu-
las, duas brancas de 20/000, urna encarnada
de iOjoO, perdidas da igreja da Gonceiqo
dos Militares, ra das Trincbeiras, ra es-
treita do Rosario a pateo do Collegio : que-
rendo entregar a seu douo, dirija-se a ra
da Conccicao n. 2, na Boa-Vista, que sera
generosamente recompensado.
Piecisa-se de una ama para comprar
e fazer a coznln de duas pessoas : a tralar
na ra do s Jos 11. 49.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
alguma pratica de taberna : na ra du Ko-
sario da Boa-Vista n. 2.
Na praca da Independencia n. 4, pre-
cisa-so ile una pessoa livro ou escrava, para
ser accionistas (ninguem os obrigaj por isso
se Ihe faz sciente, para que venhaui remir
seus crditos na ra do Vigario n. 9, arma-
zem, no prazo de 15 dias, a contar da data
deste, alim de evitar a recorrer-sc ao que a
lei faculta em taes casos. Secretaria do
Keal Hospital Portuguez de Beneficencia em
Pernambuco aos 2 de agosto de 1857.O se-
cretario, Joo D mingues liamos.
_ esappareceu 110 dia 17'le julho pr-
ximo passado um escravo de nomo Joaquim,
de idade de 12 annos, pouco mais ou menos,
comossignaes seguintes: estalura baixa,
acahoclado, grosso das pernas e corpo, os
pes grandes e chatos, dedos curtos, o o cou-
ro engilhado. D-se de gratificaQSo 4050OO
a quem o apprehender e entregar a seu se-
nlio.- Kranciseo Goncalves da Costa, no lugar
da Vicencia, comarca de Nazarelh, ou nesta [criadn de um moco solteiro.
Compram-sc dous bois mansos pie
sirvampara carioca, oslando gordos e eni Hospicio n. 15.
bom estado, para dar serviro, nao Se olba
a prego : (|uem os livor du-ija-se a' ra do
Queimado n. 13, loja de lerragens.
Potassa.
O deposito da ra da Cadeia do Recite
n. 12, acha-se prvido com a excedente
cidade, no aterro da Boa-VisU n 34.
Precisa-se de 11 oa ama para lodo o
servico de urna casa de urna s pessoa : no
bairro do Kecife, betco de Jos Caetano 11.
4, primeiro andar.
Precisa-se de urna pessoa que saiba
cozinhar o diario de urna casa : na ra do
Su dia as 11 horas, na sala das au-
diencias, se ha de arrematar, depois de lin-
da a doSr. I)r. juiz de ausentes, a casa de
taipa sita ua Cusa Forte, perlencente a he-
ran<;a d Luiza Viceucia.
Jojs Gomes Ferreira da Silva declara
ao publico, e muito especialmente aosej{o-
cianles Iripicheiros. que nesta data admit-
tio como socio em sua taberna, sita na ra
potassa, inie se vende por preco razoavel. |ll0S Mrjyrlpa 11. 36, ao Sr. Luiz Antonio dos
i '\r I Sanios Pereira, e por isso fica a dita taberna
-Acna-se a venda, na ra o Givspo gyran(jo com a firma de Jos Gomes Ferrei- i que tenha pratica de taberna
n. II, o drama Julia de renestranges. ira da Silva C. Kecife 1. de agosto do 1857. Ida ra da Sunzala Nova n. 30.
Econmica de
buco.
A direccaoconvida aos Srs. socios, para
do dia I a 15 do me/, de agosto, reali-
sarem as suas entradas subscriptas, alim
de comecarem as operaees; lanto os so-
cios ja' inscriptos como os que pretende-
rem ser adinittidos, se dirijam ao Sr.
Joao Bajitista Fragoso, tliesjureiro da so-
ciedade, em cuja casa provisoriamente te-
rao lugar os recel limen tos e entrega das
cautelas.
ESPEMACEfE A 800 RS. A
LIBRA.
Superior espormacele a 800 rs. a libra, e a
retalho a 140 : no pateo de S. Pedro, depo-
sito de massas linas.
[ruiaiiifade do Santissimo
Sacramento do l> irro
de ."Sitnto Antonio do
Becife.
O abaixo assignado, escrivo actual, pede
encarecidamente as pessoas que liverem om
seu poder paientes de irmSos e irmSas desta
irinauJadc, que alleceram na poca ue cho-
lera, ou em outra qualquer, sem que dessein
scieucia a irmandade, hajam de leva-las ou
manda-las com declaradlo do dia, tnez e an-
no do fallecimento, alim de com reguiarida-
de poder-se organisar a pauta, para serem
ditos irmSos em lempo suffrggados ; podem
dirigir-se a ra da Penlia, primeiro andar n.
St, Consistorio da irmandade, 28 de julho
de 1857. Francisco Antonio deBrito, es-
crivlo.
jt O l)r. em medicina Jos Setgio lerteita .-'.
55! 'le volla de sua viagem ao Kio de Janeito, ^i*
'nt? lem ihetlo o seu esctiplotio medico-citut- Vr
-'.-. uIcj na piafa da llu.i-Visla obtado n. 19, i';
ja""1 enliar | ata a tua do Atagao, onde pode i'
~is ser ptocutado a qualquet bota du dia ou ',''
\>' no'le : os pobtes sao Italados ataluili- -.
.!, ineule, quer uo sea esctiploiio, quet em ^
Vr sua casa. BE
No engenho S. Francisco, dislricto das
Alagoas, de que be proprielario o Sr. Ma-
noel Xavier Carneiro de Albuquerque, exis- \
te um escravo de nome Leandro, que diz
pertencer ao .sr. Manoel Hezerra Cavalcanti, | Os abaixo assignados, com loja de ourives
do engenho Souza, termo de Goianna: ro- i na ra do Cabuga n. II, confronte ao pateo
ga-se portanto o mesmo senbor.ou a quem | da matriz e ra Nova, fazem publico, que
direito tiver sobre dito escravo, dirija-se ao : estSo recebendo conlinuadamente as mais
escriptorio de Manoel Goncalves da Silva,' novas obras de curo, tanto para senlior
para, no caso de querer vende-lo, tratir-se como para boinens e meninos : os preces
das loteras tera a bondado, caso saia pre- do ajuste ; notando-se. porm, que o Sr.' continuam razoaveis, e passam-se cuntas
-- Una senhora capaz, olTerece-se para ser
am i de casa de punca familia, a qual mora
na iilma casa da ra da Palma, ao virar pa-
ra o boceo da lia mella.
Rodrigo Jacomo Martins Pereira, ten lo
comprado c sociedade com Manoel Fran-
cisco Goncalves o meio bilhete n 575 da se-
gunda parle da primeira loteria a favor do
cidadao Aolonio Joaquim de Mello, e divi-
dindo-o em dous pedamos, perdeu o que lhc
locou, sendo do la lo do talao, e tendo o nu-
mero escriplo no verso : o Sr. thesoureiro
Os abaiio assignados, tendo obtido da Eutopa, as
necesarias iiifoimarSes, planos e oreitnenloi pira
a fabrica de Tur e lecet aluoiao, eouvidam aoi Sr.
socios a vir v-los, no esctiplorio do Sr. Manoel Al-
ves Guetta, na tua doTtapiehe n. i.
Igualmente convidam as pessoas i|oe sobscreve-
rain pata esta empieza, a realisarem a terceira pres-
Iq5o de 20 pot cento, o que vcrificarSo de hojo at
18 de aguato pronimo, no mesmo esciiplotio.
As pessoas que linda quierem fazer parle desta
empieza, serio admitidas, pagando o valot das en-
Ifa lis telisadas na occasiAo de subscreverem do li-
vro das assignaluras, que sAo de 1009 a 5:00009 ri.
Kecife, It de julho de 1857.
Amorim, /-'arias. Guerra c< C.
Publicaba o litteraria.
C0R0RV?IIIV
Otaronogrraphla. unuiliaria, ge-
nealgica c poltica.
D >
IMPERIO DO BRASIL
COM VARIAS TRANSCR1PCOE8
DA
Corographia bnsilria, do padte Mancel A>tes do
Caial.llisloiia da America Poilugueza.'de Ro-
cha Pilla.Chinnica da compadliia, de Vaaen-
cellos.liistoti. do Btasil, do visconde de Cay-
ru.Ca'ltiolo Lusitano, pot Kt. Raphael de Je-
sos.Memorias do Rio de Janeiro, pot monse-
nhot Pium.Annaei do Kio de Janeiro, de
Silva l.i- ni.Aun !-du Matai lian, de Bette-
do.Alindes do Rio Grande, do visconda de S.
Leopoldo.Memoria da capilania de S. Vicente,
pot Pr. Gaspat da Madte de Dos.Eras do Pa-
r, pot Biyena.Memutiai liisluticas da Baha e
curugrapbia Prlense, por I. Accioli.Chrono-
logM, do general Abreu e Luna.Historia do
Br.sil, de Varohagen.E de oultos imptesios e
maDuscriplos :
CONTENDO
A de'cr| rao geograpbica,e imrSes hisioriras e po-
lilleas, denla o (lescnbnmenlo do Brasil at agota
(1857;, e lainbein o lempo em que fotam povoidas
as >uas dilTerenles cldadts, villas e lagares ;
Seus gnvetnadotes, e i ongem das divetsas fami-
lias lir.i-ili ,i :- e saos appellidos, eiltahida de auii-
go< maiiusciiptos genealgicos qoe am tas dille
reutet se puierim oblet ;
A liitloria dos ministerios, la poltica e cores
com queappateceram.
A til-luna das cmaras tempotltia a vitaba desde
a consliluinte de 17 de abril de 18-23 al 1857 ;
E lambem um i eiposirilo da bittotin da indepen-
dencia, escripia e comprov^da pot lestemuuhas o-
Colares que am I un restan), e dos oulros movimen-
los politicoi, alim deque sM tenha um conhecimenlo
eid'iu nao s da geograplna do piiz como da sua
historia ci\il e pulilica.
Pelo r. A. J. de Mello Moraes, natural da cida-
de da* Alguas, autor de mudas .obras Iliterarias e
ciaalitteafa
Subscreve-se ne*la cidade do Recife, na livtatia
da piara da ludcpandencia ns. li e 8.
OQOOOOO^O'-'-O^O^Q
: -. Jo-c lelii Peteia de Butgos tecebe assu- A
'.''. car de commisso : os Sts. de engenhos que 5^
Jy quizerem ulili8r se do seu ptettimo, diti- 5i?
-;*_J i nn-se ao largo da Assemblca n. 12. '.'
- Conttnua-se a dar dinheiro a juros
mdicos, sob penhores -. na ra da l'raia n.
43, segundo andar.
Dilo* de dilo bordados a seda.
Ditos de dito com lislra de seda. .
Ditos da dito lisos.........
Ditos de dito com franjas da lia .
Ditos de bia adamascados de corta. .
Ganga franceza superior de coras, eotado.
Romeiras de relroi muito superiores, pi-
ra senhota..........
Era fenla do becco da Congregaco, pausando
loja re fetr.igens, a segondl da fazendas n. 40.
Fabrica de facao e tecidos
dealgodo.
Os socios gerentes desta companhla, pre-
cisam comprar cal, lijlo, telha, ara, ma-
deiras do lei em prancliOes e em Gravas, e
en&ams, caibros e ripas ; para este fim
convidam as pessoas que negociaoi nestes
geneos, a dirigir as suas propostas por car-
ta fechada, at 15 de agosto prximo futu-
ro, no escriptorio da sociedade, ra do Tra-
piche n.14, onde serio abertss era sess3o
ordinaria dos ditos gerentes. Recife i de
le julho de 1857.Amorim, Farias, Guerra
& C.a.
Faz-se todo o negocio com a melbor
loja de fazendas do Passeio Publico n 9, com
fazendas ou sem ellas.
D-se a premio sobre hypot'neca de al-
guma propriedade a quantia de 1:0009 : a
tratar na ra estreita do Rosario n. 31.
ROB LAFFECTEUR.
O nico aulorisado por deeisao do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos bospitaes recommendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo o nico
aulorisado pelo govemo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
est em uso na marinha real desde mais de
60 annos ; cura radicalmente em pouco tem-
po cora pouca despeza, sera mercurio, as af.
feccoes da pelle, impingeos, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convem aos catar-
rhos, a bexiga, as contrctiles e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
ces ou de sondas. Como anli-syphililicos
o|arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessaotas
em consequencia do emprego da copahibe,
da'cubeba ou das injecc,es que representem
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe Laffec-
teur he especialmente recommendado con-
tra as doenras inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, prara de D. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porcSo de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Paris, de casa do dito
Boyveau-LafJecteur 12,rua hlebelieu Paris.
Os formularios dSo-se gratis em casa do a-
gente Silva, na praga de D. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Baha, Lima 4 Ir-
mSos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, JoSo Pereira de Magales Leite ,
Rio Grande, Francisco de Paula Couto i
Lotera
DA
Provincia,
i>Iii SORTE GRANDE 8:0009000.
A vista dos repelidos pedidos, o Sr. the-
soureiro das loterias resoveu mudar o pla-
no conforme abaixo vai notado, portanto
para se conservar este, be necessario, que
haja bastante influencia da parte dos senho-
res jogadores; do contrario se mudar para
plano que naooffereca lana vanlagem como
o actual.
P. J. Layrae.
3600 bilhetes a 8 28:8009000
Beneficio 20 oiC 5:7609000
23:040000
1 proinio de 8:0009
1 dito de 2:0000
1 dito de 1-.000*
1 dito da 500?
3 ditos de 2003 600^
6 ditosde 1009 600X
14 ditosde 403 560^ 660a
33 ditos de 209
11V0 ditos de 89 9:I205
1200 premios 23:040.3
2400 brancos. ------
miado, do na i pagar senHo aos supra men-
cionados, que rogam a quem quer que achou
0 pe lago do meio bilhete dito, do o levar a
ra di Soladado n. 4-2.
Precisa-se de um menino de idade de
12 a 16 annos, nacional ou cslrangciro, e
ua padana
Carneiro de Albuquerque nao se responsa- com responsaliilidade, especificando a qua-
bilisa pela Tuya. lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
- 0 abaixo assignado faz sciente ao pu- assim sujeito os mosinos por qualquer du-
blico, que tum venda no seu armazem n.! vida. Seraphim & Irmfio.
11, travessa do arsenal de guerra, mel em Prectsa-s-4 de um feilor que ontenda de
barris de diversos tamanhos, por prego mui- : plantagao, eque seja bom para um sitio pe-
to commodo. queno e perto da cidade : a tratar na ra da
Jo3o Uaplista dos Santos Lobo. I.Madre de Ueos n. 2.

'
r
3600
Seholits nov de Lisboa.
Ja desetibarcaram as sebolas novas, vindas
de Lisboa, e vendem-se no armazem de Bar-
ros iv Silva.
Assenlioras que moiitam
i cava I lo.
Na na Nova n. 18, loja de M. A. Caj' & C,
ha ricos casavequee de cores, e pretos,
para montara ; assim como nm grande sor-
timento das mais bem acabadas obras de al-
f.iiate, tanto superior, como mais inferior,
chapeos, ditos deso, lencos de seda, ditos
de dita para grvala, ditos de cores, luvas,
suspensorios, meias para homem, senhoras e
meninas; camisas, dilas de meias, lazendas
para qualquer obra quo seja encommenda-
da : a pessoa que vier a osla loja, achara um
falo completo, e ser um s (..-eco para to-
dos, a dinheiro.
Compra-se effeclivamente bronze, la-
(l(i e cobre vellio : no deposito da fundi;So
da Aurora, na ra do llruin, logo na entra-
da n. 28, e na mesma i'uiidiciio, om Santo
Amaro.
MUTILADO
j
"i


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA "DE AGOSTO DE 1857

C01SULT0R10 HOIMJPiTHICO
A*
.
DO
l<4 m m acw WWVJ M1 ~~ Ondp8eachamsemproo9maisacrediUUosmeacmenlosfunTo*em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodos
citegos fixos.
Botica de tubos grandes. .
Dita de 2* > > ...
Dita de 36 .
Dita de 48 .
Dita de 60 ,
Tubos avulsos a ......
Frascos de tinturrademeia onga. .
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com
cionario dos termos de medicina ...
Medicina domestica do Dr. Henry ..,"."
Tratamento do cbolera roorbus ....
Repertorio doD.. Mello Moraes
g 'F.IHIAS PRECIOSAS. *t
B
J: Aderemos de brilliinlts, jjj
jfc- diamame e perolai, pal- i*i
* oir.K. ellineles, Crneos 88
^j a rozelas, botdes a armen
de diferenin gastos ede 5
*?} diverai pedra de valor. *
* -_
;* < &
'*? Lompram, vendem oo s
-,; Ihantes.diaminlese pero- ,
W las, e ouir.i- qoaetqoer fs
'* joiasde valor, a dihheiro S!
10/000
153000
209000
259000
305000
19000
29000
o dic-
, , 20900*
10/000
2/000
6f"0O0
5AKTE. I
I0RE1RA k
i*d ii urna
Rua do Cabuga' n. 7.
OURO F, PRATA. i
$ Aderecoi completo dt a
.* oaro, meios diios, pule- *
2 re, alfinele, brincos e i*
;J rozetas, cordea, Irancel- f
j | "ni, medalha, corrcnlcs <
/^eceoeii por to-Seenfe"e'para re|o*io.I
* _, i-3 oolroa IDD109 objeclos de &
dos os va p. r.sdaEu
ropa asobrsdo mais
modernogosto, tan-
H*j oaro.
$ Aparelho completo de
l* prala para cha, bandejas,
' salvas, cntir.e, eolheres
R de sopa e de cha, e mu- !:
5 los mitro objeclos de j?
# Pr'a- X
8B$Ai8aBHaSgBBSB8Se83
J**!R%9afssssS!?se:i3.)^ to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre(?o commodo como coshimain.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publi-
co, que mudou sua residencia para o seu si-
tio na Passagem da Magdalena, que lica ao
norte da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-menino, e ahi lem preparado urna
casa de saude com todos os commodos para
o tratamento de escravos, cujos senhores
residam Tora da praga, ou *que n3o os pos-
sam curar em suas proprias casas : quem
para isto quizer-se otilisar de seus servidos
mdicos, que serSo desempenbados com o
maior zelo, dinja-se ao pateo do Carmo n.
9, priir-eiro andar, ou no referido sitio da
Magdalena. Prego2/000 diarios -exceptu-
ando conferencias, sanguesugas opere-
ges.
SKio-Formoso.l
J* O Dr. Jo3o Honorio liezerra de Mane- $tr
5f? es, medico pela Kaculdade da Baha, lem (,<
fi-j litado sua residencia oa cidade do Kio-For- fe
,,, moso, e de novo aderece eos servidos a lo- ^P
-? das a pessoas qae o honrareni com sua con- 2?
I fiaoca. A
b
Precisa-se de caixeiros, na ra da Ca-
dena do Recife n. 50, primeiro andar,
prestando uma lianca de 200,4000, ven-
cendo o ordenado de 200< a 0.S, que
he para vender hilhetes da lotera da
provincia.
SEGURO CONTRA F0O.
Companhia Alliance.
Esiahelecida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Sannders Brothers & C, tem a konra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem maisconvier que estao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
llha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os meswos edificios quer consista era raobilia ou
en fazendas de qualquer qualidade.
ESTRADA DE FERRO
ito Recife 8, francisco
LIMITADO.
O direclores da Companhia da Estrada de Ferro
do Kecile a San-Francic, limitado, teem feilo a
quinta chimada de duss libras esterlinas, ou rcis
1/8/77 sobre cada acc.ao na dita eotnpaohin, a qoal
deve >er paga al o dia 24 de agosto do eorrenle au-
no de 18o7 : no Rio de Janeiro, em casa dos Srs.
Mas Mac. Oregor & C. ; na Baha, em casa dos
* S. Davenpoit & C, em Psrnambuco, no
escriptnrio da Companhia.
O accionisla qoe nao realisar o pagamento den-
tro do lempo indicado, podera perder lodo direilo as
aeeBei sobre as quaes o dito pagamento nao se liver
eeclnado, e em lodo caso ter de pasar juros na
rszao de cinco por cenlo ao anno, e de nao receher
juros ou dividendo da companhia pelo lempo que
d.correr entre o dia indicado para o pagamento e a
sua realisaco. B
Nenhum aulo de transferencia pode ser registrado
antea do pagamento da chamada.
I'or ordem dos direclores. James Templelon
lyooa, superintendente.
tt$?6S
i JoAo da Silva Hamos, medico pela un- ato
versidade de Coimbra, mudoo sua residen- 5
cia da ra do Cabugs para a roa Nova n. S?
) 6, segando andar, sobrado do Sr. Dr. Nel- fjg.
)to, e ah conlina a receber, das 8 s 10
huras da fnanhaa, e das ,1 s da larde, as
I petsoas que o queiram consultar.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AUENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
RECIFE.
DENTISTA FRiNCEZ.
Paulo aignoui dentista, ra Nova n. 41
casa lem agua e pos denlrilice.
Compra-se urna escrava : na ra da
Paz n. 38. Fica por detraz da ra das Flo-
res;.
Compram-se Diarios eoutra qualquer
especie de jornal : na ra estreita do llosa-
rio n. 1, taberna do Pocas.
Compra-so efectivamente na rita das
Flores n. 37, primeiro fndar, apolices da di-
vida publica e provincial, aecesdas compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros, em grandes
e pequeas auantuis, sobre penhores.
- i.omprn-se um oratorio com tres laces
de vidro, queseja quosi novo, paga-se ben.
Cooipr-se
um mulatinho de idade do 12 a 13 annns
que nao seja vicioso nem doent", o que sir-
va para pagem na ra das Aguas-Verdes n.
46 ; paga-se bem.
N* nova loja de fazendas,
de lote Moreira Lopes, nos quatro cantos da
ra do Queimado n. 18 A, esquina que volta
para o Rosario, vendem-se superiores cor-
les de cambraie oijgandys com 9 a 10 varas
a 58000, nscado francez muilo lino a 180 o
covado, cassas do cores a 160 o covado, col-
leles feitos, de fustilo, linos a 28, e um com-
pleto soi timen o do palitos de diversas qua-
lidades, e outras muitas fazendas por preQOS
commodos.
Venlem-se 3 escravas, sendo 1 boa
engommadeira e cose bem, refina assucar, e
com uma cria de 8 mezes: na ra Direita
CAL 80VADE LISBOA.
Vende-se cal nove de Lisboa, chegada l-
timamente : na ra de Apollo, armazem
n. 20.
Queijos do sertao.
Na ra do Queimado, loja de ferragens n.
14, ha para vender por preco commodo
muito frescaes queijos do serlSo, entre elles
alguns do vinte e tantas libras, e muito boa
carne, bom feijSo e milho, assim como peixe
secco, ludo chegado do norte pelo vapor
Igoaraaau'.
Vende-se a horanga com posse as tr-
ras de Api pucos, por traz da caixa d'agua,
com grande casa de vivenda e outra por
acabar, contendo um grande sitio, rico po-
mar de larangeiras, cafezeiros e outras mui-
tas fructeiras, bastantes trras de plantario,
tom uma porcao de moradores que pagam
renda : quem pretender, dirija-se a ra es-
trella do Rosario, armazem de Jos Moreira
da Silva, que todo o negocio se fara.
Attencao
Vendse muito bom fumo em folha,; de
primeira sorte : no aterro da Boa-Vista
n. 72.
Vende-se uma cama anda nova, com
muilo pouco uso, destas francezas, um par
de mangas de vidro, alguns romances, um
estrado novo, um pe jueno armario, um pa-
pagaionovo, duascaraunas. uma das quaes
anua solta e he muito bonita.
Perfumaras.
Na loja de Jos Antonio Moreira Dias & C,
na ra Nova n. 35, vendem- se as mais rices
perfumaras, que tem vindo a este mercado.
com flnrzinbas c cores (isas a 320 o covado,
ditas muito linas com llores malisadas a
440, cortes de cambraia de cores muito lina,
com II, 12 o 13 varas, temi fazenda com
ramagem do frente para folhos, pelo dimi-
nuto prego de 68 o corte, pepulina de cores
com listras achamalotadas, fazenda nova pa-
ra vestidos a 960 o covado, c mepul'ma ou
laazinha com a margem matisa la a 18000 o
covado, cassa para babado a 200 rs a vara e
18600 a peca, esguiflo de puro linho fino de
af^ende-se
na ra do Trapiche n. 34, escriptorio de
Novaos<5i C, superior vinlio do Porto, era
caixas de urna e dual duzias do garrafas :
a prero commodo.
jLuvas de Jouvin.
Constantemente arl.arSo na loja do Le-
U400 a losoo a vara, e em pega do 14 a 18*, j cot<\ aterro da Boa-Vista n. 7, as verd.dei-
cliali de cores com quadrinhos c cambraia rs '"vas de Jouvin, do todas as co^es
de seda a 800 rs o covado, panno azul de boa igualmente ricos pentes de tartaruga da ul-
qualidade a 18800 e 25400 o covado, e fino Uma moda,
preto e azul a 38200, 38600, 48, 4a500, 5j500
e 6j>000, e finalmente outras muitas fazendas
que, a dinheiro, se vendem baratissimas, e
dao-se amostras com penhor.
J\a lja das seis
portas em frente do Li
vramento
35000.
Cortes de casemira com pequeo defeito a
tres mil res, a qualidade he superior, e tem
sortimento para escolher, palitos de panno
fino preto e de cores, com defeito, a lOoOOO.
Cortos dos.
Vendem-se cortes de 13a de'lindos pa-
drees, com 15 covados cada corte, pelo di-
minuto prego de quinze patacas ; a elles,.
antes que se acabem : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
- Na ra da Moeda n. 2, defronle do tra-
piche do Cunta, ha para vender pipas novas
e usadas, meias pipas.barris novos e usados, 6 fl 8, vende-se o methodo fcil
Venda de
pianos. .
Vendem-se muitos lindos e excellentes
pianos, cliegados ltimamente de Ham-
burgo, e com lindos retratos no frontes-
picio : na ra da Cruz n. 55, casa de J.
Keller & C.
Pianos.
Em casadeRabcSchmettau'&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Methodo facilimo.
Na li-raria da:praga da Independencia n.
Cal virgen, e potassa.
Cal de Lisboa chegada nestes dias, e po-
li :SaarmaPzeern?r M ^ d TraPChe DS" 9 e
Relogias.
Os melhores relogios de ouro, patente in
glez, vendem-se por pregos razoave.s, n(.
escriptorio do agente Oliveira, ra da fa
dea do Becife n. 62. primeiro andar
, CAAS DE FERRO
F.xcellentes camas de ferro para solteiros
vendem-se no escriptorio do agente Olivei-
ndar* C,deia do Rocife n- 62. P'imeiro
Agencia
da fundi5ao Low-Moor,
ra da Vnzala Nova
n. 42.
tamanhos para dito.
Vende-e superior linhas de aleodSn
brancas, e de cores, em novello, JS5
Torremsr38deSOUtha11 Me,'r ^ do
timento de tachas de ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, s quaes se
echaina venda por preco commodo e com
promptidao, emharcara-se ou "carregam-
se em carro setn despezas ao comprador.
SECHAIISiG FAE^ llffi-
reos de pao para pipas, vimes, arcos de fer-
ro em feixes, ferramentas para tanoeiros,
cal cm pedra de Lisboa, tudo por pregos
commodos ; assim como barris com azeite
de carrapato.
aprender ler, novamente impresso
mentado, por mil reis.
Na ra do Cabu
dezas
de miu-
lein |iar,i veniltr um cooipleto turtimanlo de biiba-
clos de panno de linho, tanto abdrlo cerno bordado e
de lodas a largura, principiando por dous dedos e
acaban.to em dous palmo*, us quaes se vendem mais
barato do que em outra qualquer parle por se que-
rer remelier u dinheiro ao fabricante.
A 2#OO.
Vendem-se cortes de chitas francezas es-
curas, com 4 palmos de largara, pelo bara-
tsimo prego de 28000 o eolito: na loja de
4 portas da ra do Queimadcl n. 10.
imo- para
e aug-
IOS
Arados de ferro
Na fundigSo de O. Starr & Companhi,,
Santo Amaro, acham-se oara vender arados
de ferro de um modollo e construcg3o muito
superiores.
em
\o frejuica
OE ESTA YENDENDO BA- relogios de pa-
RAT1SS1M0
Na loja do Preguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, conti-
nu'a a vender-se muitas p diversas fazendas,
por pregos baratissimos, entre ellas cam-
braias francezas, psdres novos e cores fi-
xas, pelo baralissimo prego de 480 rs. a va-
ra, ditas de cord3o muito finas a 500 rs. a
vara, cassas francezas muito finas e de pa-
drees os mais modernos que ha no mercado
a 640 a vara, chitas francezas de lindissimos
padres a 280 e 300 rs. o covado, mussulina
branca a mais fina que he possivel a 440 o
covado, dita decora 340, cortes de casemi-
tente
Capachos
Vendem-se ptimos cipachols para portea,
janellas e sofis : na ra da Cadeia do Recife
esquina da Madre de Dos, loja'do miudezas.
Bous charutos
Avisa-se aos senhores fumistas que ha che-
gado no deposite da ra de S. (Francisco n
6, urna grande porgan de charutos de todas
as qualidades, e por muito barato preco
quem os vir niio deixara de comprar
Am
rs.
Wt$t$04
Tasso Irmios.
Avisam aos seus freguezes, que as ultimas
farinbas de trigo Uichinond ebegadas ao mer-
cado, sao vendidas em seus armazens, pelos
seguintes pregos :
Calega 265000 por barrica.
IlaxaJI 25g500 dem.
O llanca 24g00O idem.
Columbia 235O0O idem.
Alera destas lem farinhss novas de Tries-
te das marcas SSSF. Fontana e primeira
qualidade ; assim como completo sortimen-
to das melbores marcas de l'hilac'elphla, No-
va Orleanse Baltimore.
o
I
- rs
-3
1
n o
"H.S*
**-,
V)
1
9
C
fA
3
3

-
o
03
- Vendem-se 4 moleques pessas, idede
1*a17annos, e uma negra de 22, crioula,
com habilidades, eoutra de20annos: na
ra do Livramenlo n. 4.
- Vendem-se os seguintes escravos: um
bonito moleque crioulo, de 17 annos, uma
nogra crioula de bonita figura, de 18 annos,
urna dita de nagto, a qual cozinha o diario
de uma casa, engomma e he ptima vende-
dora de rua : na ra da Aurora n. 36, pri-
meiro andar.
- Vende-seo palhaboteportuguez Coin-
cidencia, de lole de 140 toneladas, de supe-
rior construegao, pregado e forrado de co-
bre, e prompto a emprehender qualquer
viagem : os prelendentes poden] ve-Io no
ancoradouro da carga, o para tratar com seu
consignatario Domingos Alvos Matheos, rua
de Apollo n. 23.
Em casa de Saunders Urothers & C.,
praca do Corpo Sanio n. II, lia para ven-
der o segrate :
Ferro ingle/..
I'i\e da uecia. *
Alcatrao de car\io.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao liso para saceos.
Dito trancado igual ao da Baha
E um completo sortimento de fazendas
proprias do mercado: ludo por
commodo.
prero
Na rua do Fagunde, loja n. 27, |a-
ve-seeengomma-eeconi perfeico, epre-
co i'Ommodo.
Na fundic&o da Auron
re srventes forres
011
precisa-se
escravos, para
iervteo debaixo de col>erta.
--- Precisa-so de um Cozinheiro : no lar-
go 'lo Hospicio junto ao quartel, rasa do de-
sembargador Hondea da Cunha Paga-se
bem agradando o servico.
-T^recisa-sealugar urna boa sola para
criptonodeadvgacia. em uma dasruasj
prono a do Collegio : ,,ueo a liver
a.im.ncie- o indique a sua morada nesta
typographia.
-IMtECISVSF. dcuma.amade leite
a tratar na rua das Cruzern. II, secuo-
po andar. "
Novaes C, rua do Trapiche n.
>, sacam sobre as piaras de Lisboa e
Porto, ao cambio (pie se convencional'.
Queijos de man-
leiga.
No deposito das bichas, rua estreita do
Rosario ni 1, vendem-se os melhores quei
coalhaf,r U"l d6 n,M,u,8 como
Ni rua d >s A^uas-Verdes
n 46,
i!.eonCm'Se 3 bJnt0s WM de idade de
16 a -'0 anuos, sendo 1 excellente para enee-
nho por ser purgador, 1 dilo de id.ide 30an-
nos. 2 bonitas escravas, sendo uma melhor
miicainba, pois tem todas as habilidades
Bichas de Ham-
burgo.
No deposito das bichas, rua estreita do
HosHrion.il, venlera-se bichas a 2O3OOO o
cento,ea[ugam-soa320rs cada urna.
Uainas de Ierro pur. ca-
sado e solleiro.
Vende, Antonio Luiz de Oliveira AzcveJo
no st-u esc iptorio na rua da Cruz ni.
1 idro 1 -.cia, imia e
diius oucaH.
Vende, Anlonio Luiz de tiliveira Azeve lo
no seu escriptorio, rua da Cruz n I
-Na rua da Cruz, armazem n. 27, ha
para vender conunho e crva-doce.
-:- Vende-se uma mulata de 20 aunos
muito boa engommadeira o peritamente
cozmheira, arranja bem urna cas por ja os-
lar muilo deslra a pste servigo ; lambem la-
va bem lauto de varrel ComodessbSo e
DSose duvi.iar d.r para si experimentar
pagando-seos dias de .-ervigo : a pessoa que
quizer, dtrija-se a rua do Seve, sobrado em
que morn o cnsul purtuguez, que achara
com quem tratar.
Attencao.
Na olera do Fundflo, na rua da Clona da
Una-Vista, lia para vender a dinheiro vista
muilo boa telha, lijlo de ladrilho, alvenana
batida, e tapamento, tudo bem cozido e per-
leitamante trabalhado.
a libra.
fi J" V,elas ferinas a 640 rs. olmasso de
f.nr ... !on,aod< ranJe PorUo s vender
pc.reoOrs., quesahe a vela a lOOlrs. : he
extraordinanamenle barato : na na do S
francisco n. 6. 1
,iin Vende-Se'""a machina He cobre para
destilar agurdente e lazer espir.toi at 40
fp.!~'. emPerfe,l esla''. m lodos'os per-
tences pelo sistema de Derosne, a ,1 nheiro
ou a troco de espirito ou do aguldenle,
peto prego do mercado na occasiolque se
VeloaT^/"8 8JUSlar' "a rua ,,a """"
vema n. 110, e para examinar, na rui >ova
n. oj.
Lobo & C. vendem cal preta (1 660
rs. o ahpteire, equivalente a uma birrica
de bacalhao, em canoas de (10 a .100 al-
queires: quem precisar procure no por-
to das Canoas da rua Nova no seg indo
anda do ultimo obrado, assim como
vendem a retallio em petplenas poi.es
em seu armazem, na rua da concordia a
700 rs. oalqueire.
agurdente I
Vendem-se seis pipas com superior
agurdente de caima, todas 0.1 cada .Ana
de per si: para ver no trapiche do Pelou-
ruilio. e a tratar do ajuste na rua da Ca-
deia do Kecife, loja n. 22.
Ha um completo sortimento de su-
periores cortes decassaorgandyide m-
tobotngosto, com bab&dos, de 1 V va Ais
cada corte, pelo baralissimo preco de \
o corte, na loja do sobrado amarellonps
c|uatro cantos da rua do Queimado,
2!(, de Jos Moreira Lopes.
Car:,e do serillo.
Na ruadoyueimado, loj de ferragens n
14, ha para vender por prego commodo mui
lo boa carne do seito e frescaes queiius,
entre elles alguns de vinto e tantas libras
bom fejao e nnllio, assim como peixe sec-
co, tudo chegado do norte, pelo vador leua-
rassu
caceos com feijtXo mua-
tiitfjo e una re I lo.
Kio de Janeiro no vapor
e o n.Kiiniia de Lisboa no vapor Cal-
da Madre, de lieos,
inglezes de ouro, de sabonete e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 16.
Tachas de ferro.
Na fundigao da Aurora em Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, o defronle do arsenal de mari-
_ nha, ha sempre um grande sortimento de
ra de cor de lindissimos padrdes e superior :'achas, tanto de fabrica nacional como es-
qualidadea 6/cada um, cortes de brim de :tra"geira, batidas, fundidas, grandes, pe-
puro linho de lindos padres a 28400 cada;(>nen"s' rasas c fU"ds ; e cm ambos os lu-
um, ditos de ditos a 25, ditos de algodo a Sare existem guindastes para carregar ca-
15360, ditos de cutim de lindos padres e i noas ou carros, livres de despeza. Os prego
muito encorpados a 1S600 cada um, lengos sa s D,a's commodos.
de cambraia para m3oa 120, ditos mais finos \ *J )* 0 AX jfV
a 220, pegas de hreanha de rnlo de l'l varas :& |fi k B 0 B
a2Bcadauraa, chiUs escuras de diversos' "
padres e cores tixas a 140,160,180 e 200 rs.
o covado, e a pega a 5?, 6, 6500 e 70500 ca-
da uma, cobertores proprios para escravos a
700 rs. cada um, grvalas de seda de lindos
padres a U, ditas pretas de setim a 1280,
ditas de cortes em autro gosto a 700 rs. cada
uma, luvas de seda de todas as qualidades
para homens e senhoras, lengos de seda de
bons gostos, gangas mescladas de lindos pa-
dres a 600 rs. o covado, cortes de castores
de bonitos padres a 19 cada um, camhraias
lisis finas a 19500, com 10 varas, ditas ditas
muito finas a 6#, e outras muitas fazendas
que se deixam de mencionar, e se vender3o
por baratissimos pregos ; e se darao amos-
tras com penhor ; assim como meias case-
miras re cniadrinhos rr.iudos, muito pro-
prias para caigas e palitos a 600 reis o cova-
do, riscados francezesde lindissimos padres
a 240 reis o covado.
cobertos e descohertos, pequeos e grandes,
ae ouro patente inglez, para bomem esn-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, Tindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor do Torres n. 381 '
CHAPEOS A TAMERLI;
Do afamado abrii-ana
Pinneaii de I aris.
Acabara de chegar pelo ultimo paquete,
os supra mencionados chapeos destr afa-
mado fabricante, e vende-se na loja di
* poitas, da rua da Cadeia do Recilo 1
iS, de Narciso Mana Carneiro.
Sellins e reIeg:o8.
BBIUHS e RELOGIOS de puente
Ingles : a venda do armaztin de
Koslron ltooker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo Santo no-
mero 48.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rape fino,
grossoe meto grosso, da acreditada fabric.
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz n. 49.
XAROPE
DO
BOSQUE
I Foi lranferido o deposito deslc xarona nara a hn
na loja da boa fe, j tica d.JSe da Cruz Sanios, na ".XvTn 53
, garraifaa 5*500, meia63OOO, sendo falso todo
AltTodO moilStro ? 1aenaof<,r'ndidnetedepoailo,p,o
'*'n ",IUI '. 'quesefez opresenlfaviso.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Itussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Vndese na rua da Concordia n. 26,
um casal do araras, dous papagaios e duas
cabras paridas, de boa raga.
Mussnlinas brancas e de
cores.
Vende-se mussulina branca muilo fina a
440 rs. o covado, dita de cores de excellentes
padres a 320 o covado : n
na rua do yueimado n. 22.
VA FCXDICAO DE FERRO DO ENG
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
iecr.Tre',,,?"nde,or!men,odo,e<'inleSob
btr m^.mr nl"I""prPrios Pren|enl10 as-s,
eoMlrTceV! M,M. ". 1 rnoder.ia
superioru 5" d f"ro fof,dido b,lido- >
deudas S,'" e de ,od09 0' ""anho ; roda,
cta. erio,S bort h a",m," de ,od" P"Por-
lirc ac Ihoes bron?' rorD'h, e reK*"ro le bo-
aho. d.Dl.hnde;ocar,ODer;P,aCr'fU,8 -***
NA MESMA FUNOICA'O.
seeiecntam lodaes eneommenda eom aanoerio-
Reinara de
?e 1 teiro.
No deposito desta refinaria, najrua da Ca-
deia do Recife n. 30, ba sempre assucar re
uado de superior qualidade, Unto cm p
como em torroes e em pSes, por prego mais
commodo; de que em outra qualquer parte.
Moendas superiores..
Na fundito de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para Tender moen-
das de canoa todas de ferro, de um modello a
construccao muitoisuperiores.
Varaiidns e grades,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo- na fundigSo da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na roa do
Brum.
Sellins
patente inglez.
Sao ehrgado aehatn-ie a venda o. verdadeiroe
e bem conhecidoa sellins inglezes patenl* : na rea
do1 Trapiche-rovo n. 42, armazem de razeodat de
AdamaoD Howie i C.
&tXHS*$ fMi$09
HE BARATO IE ABIIU
Nos quatro cantos da rua do Queima-
do, loja n. 20, vendem-se pegas de madapo-
lao rom toque deavaria, pelo diminuto pre-
go de 19, i^oo, 1?600, U8O0 e 2?800 a -el-
les, que estao no resto.
Vendem-se farelos e tijolos de marmo-
re, em casa de lasto & Lemos, rua do Tra-
piche n. 17, vendem-se farelos novos de Lis-
boa, e lijlos de marmore de 12 pollegadas
qusdradas, por prego commodo
Vende-se algodSo monstro com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lengoes, pelo baralissimo prego de 600 rs. a
vara : na loja da boa lo, na rua do Queima-
do n. 22.
---Vendem-se duas casas terreas na rua
da Alegrii, uma n 1 e outra n. 32 : os pre-
tndenos podem procurar no largo do Pe-
louritilio, armazem ns. 3 e 5.
Cobre em moeda.
Vende-se constantemente na praga da In-
dependencia n. 4, a um e meio por cento.
Vinho do Porto
superior chamico.
Vende-se nicamente em casa de Barroca
^u- .CB.Mnh' de.n,uit0 boa C8Stro- na ru d8 ladeia do Recife n 4
uahdade. recentemenle chegada : ns rua Vehdem-se saceos
LEBA DE CARNAUBA.
da Cadeia, loja n. 50, defronte da rua da Ma-1 dn farinha
dre de Dos.
toga, por barato prego
com um alqueire
no arnazem defronie da alfan-
llirOBTANTE PARA 0 PUBLICO
Para eurade phlysicaem lodoosseuediflereo
lesuros, quermotivada porconstipacoe, tosse
aslhma.pleoriz.escarros desanime, drdeeos-
lados e peilo, palpilarao no corarlo,coqueluche
bronchUe, dorna garuanla, e (das asmoleatia
dosorgaopulmouares.
Velas de esper-
maceti
Vendem-se caixas com 25 libras re ve-
las de 6 em libra, a' prero commodo. em
casa de Isaac Curio & C, rua da Cruz
n. 49.
TACHAS PARA ENGENHO
SO^OOOdegra-
tifiraeao.
Desappareceu no dia 12 de junho pr-
ximo passado, um esersvo de nome An-
tonio, de idade de 51 anuos, pouco mais
ou menos, com os signoes seguintes:
pernal tortas e um osso crescido no hom-
bro direito: quem o aprehender leve-o
a rua do Trapiche, no hotel Cafe Fran-
cez, que recebera' a gratiicacao cima.
--Fugio do engenho Coelhas, termo de
Serinhaem, no dia 22 do prximo passado
mezdejunbo o escravo de nome Jos, com
os signaes seguintes : idade, pouco mais ou
menos, 30 annos, baixo, grosso, car bem
preta, tem uma cicatriz na test, he de An-
gola, mas parece crioulo por ter vindo muito
pequeo, por cima da sobrancelha, prove-
niente de um taino ; levou camisas e cerou-
las de algodSo branco e de listras, e tambem
urna camisa de bata encarnada com colla-
rinho amarcllo ; este escravo foi ha pouco
comprado so Sr. Malinas Cuedes, que lti-
mamente foi administrador do engenho Tra-
piche do Cabo, em cuio engenho foi visto
alguns dias depois de fgido o referido es-
cravo : quem o prender pode leva-Io ao en-
genho indicado, ou nesta praga em casi do
Sr. ta noel Alves Ferreira no Forte dgj(aj^
tos, que ser satisfcloriameolaj -.".". Fa3io no dia 16 do correte 5 escrevb
mulato, de nome Claudino, idade t* annos.
com os signaes seguintes : corpo franzino.
- pouco apalhelados, levou calca e
a um pouco espantado com me-
pes um
camisa,
Da fundido de Ierro de D. \V. Broman do de que o peguem,"tm sido v
na raa do Bium, passando o chala- 2SJ Vtr diversas pessoas : quem o appre-
.ave.-um_comp.eto se ,B&B&g d *-! '.
continua
Do^premios da segunda parte da primeir;, lotera a b
a a beneficio do
Chegado o primeiro do
cil'ir.iliiiiusa i- o
cuta' : vende-se ua iravessa
II. [j.
Attencao
o
Vende-so muito superior carne do serlHo
legitima do lugar .Seri.i) a 360 rs. a libra :
na taberna da i na dos Marlyrios n. 36.
Vende-se na rua da" Madre de Dos
ii. 12, armazem de Novaos A C.. barris
de ierro, ou cubos hydraulicos para de-
positas de fezes, a piero commodo.
Vende-je no escriptorio de Brender
a Brandisd C, rua do Trapiche n. I (i.
Collada Babia,aualidaoe superior.
Genebra de Holianda em Irasqueiras,
qualidade especial e superna.
Oleo patente, melhor combustivel pa-
ra larapeoes de sala
, SECUTARUS.
As memores que at
IV'S. I'HEMS.
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eicrrahidna 1 de Agosl
stode 1S7 da AntOMO |oqmde Mello,
NS. PRE.MS. I .NS. PKEMS.
f'oje tem apparecido
i,lemter?;du.: "">">- no escriptorio
do agente Oliveira, rua da Cadeia do liccile
n 62, primeiro andar.
A o bara'eirit
(!;i rua da
Cadeia Na loja n. 50 da roa .la Cadeia do Recife
defronle da rua da Madre de Heos, encoiltra-
.O OS rreguezes un, bom sortimento dn f.-
zendas, queemporgSo e a retalho se ven-
dem por preco barato, e mencionaremos ch -
!n >LdC COr0S ,,X"S cov;,do 150,160
180 e 200 rs o em peg, a S9M0, 5S60O fi-'
6H00e 68800. chlt-s francezas de bonhos
gostos a 260, 280, 300 320, cassas de cores
largas, razendaque au desbola a o0 rs
covado, corles deckssa dula de cores rosos
e pretos a 1;60O, 1:800e2S, cassas francezas
de cores a 4o e 600 rs. a vara, mussulina-j
4
ii
20
1
l
3
.".
51
5)
i,i
61
62
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i,7
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7:1
I i
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S:l
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1

MUTILADO
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